Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10698


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Full Text
t,
Por qaaHelpagdeDtpodelOdu|di.0mez :
dem depois dos 1.* i 0 dws do ctncoe dentro do uartel.
Porte ao correio por tres mezes
OOABIA FEffiA 21 DE JORHft DE 186S.
Por anno pago dentro delOdias do 1. mez ,,,.?. 19|000
Porte ao correio por um anno........,.,.,, 3|00
EXCARREGADOS DA SUBSCRIPCO DO NORTE
parahyba, o Sr. Antonio Alexrodrinu de Lima;
Natal,o Sr. Antonio Marquesita Silva; Aracaty, o
Sr. A. debemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oiiveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
pidos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
EN'CARUEGADOS D.\ SUBSCRIPCO DO SUL.
Alago.is, o Sr. Claudino Falco Dias; Bahia, o
Sr. los M irtins Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
jlibviro Gasparinho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estagoes da va frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguartass e Goyanoa as segundas e sextas fei ras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Carttar,
Altmho, Garanhuns, Bulque, S. Denlo, Bom
Conselho,, Aguas Bellas e Tacaral, as tercas
feins.
Pol'iAlho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
Ingazera, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiro e Extf,- as quartas
feiras.
Segunda vara do civel: quartas e sabbades a
hora da tarde.
Serinbem, Rio Formoso.Tamandar, UM, Ba-
reiros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
felras.
EPHEMERIDES DO MEZ E JUNHO.
1 Quarto cresc. as 6 b., 1 ni. e 38-s. da m.
9 La cbeia as 7 h., 21 m. e 16 s. da m.
16 Quarto ming. as 4 h., 33 m. e 28 s. > m.
23 La nova as 5 h., 37 m. e 34 s. da m.
30 Quarto cresc. as 11 h., 20 m. e 51 s. da
I TRlONAES DA CAPITAL.
do cofc Hit?- segundas e quintas.
R.elafeo: tergas'ojljtfes s 10 boras.
Faz'snda: quintas w)|horas.
Juiz* do commercio': segundas as 11 horas.
Dito fle orphos : tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara dp civel: tercas e sextas ao mefo
Segufca vaa do c vil: quartas e sabbados al
hoii daAarde.
DAS DA SEMANA.
19. Segunda. S. Juliana de Falconieri v.
20. Ter{a. 6. Silverio p.m.; S. Silvino m.
21. Quarta. S. Lulz Gonzaga; S. Albano m.
22. Quinta. S. Paulino b.; S. Niceas b.
23. Sexta. S. Agripina v.; S. Zenon m.
24. Sabbado. efe Naseimento de S. Joo Baptista.
23. Domingo. S. Febronia v.; S. Galicano m.
PREAMAB DE BOJE.
Primeira as 2 horas e 6 m. da tarde.
Segunda as 2 horas e 30 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 14 e 30; para o norte
ata a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 14 dos mezes de Janeiro, marco, malo,
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa de
Faria & Filho.
n. 56 de
os limites
polica em offlcio de hogfem sob n. 848 a quantia
de I:706i894o, despendida durante o mez de maio
ultimo Icom o suAento e atetas dos presos pobres
da cass de detengo. Communicou-se ao chefe
de poliiia.
Dito io commandante superior da guarda na- i
cional de Olinda e Iguarass. Tenho nesta data j
despegado do servico de destacamento para que
estava i lesignado o atferes do batalho n. 9 de
infantaria da guarda nacional sob seu commando,
Joao Francisco da Lapa, que provou com docu-
mento ser o 6 vereador da cmara municipal da
cidade qe Olinda, e como tal comprebendido ea
disposimo do artigo 15 da lei n. 602 de 19 de se-
tembro pe 1850: assira o o communico a V. S.
para seu conhecimento.
Dito as commandante superior da guarda na-
cional de Garanhuns. A vista de sua informago
n. 30 d( 22 de mato ultimo autoriso V. S a man-
dar passjar ao tenante quartel mestre do batalho
n.28 dt infamara Francisco Antonio Monleiro
dos Santos Bel, que transferio a sua residencia
para o qistriclo do batalho n. 29 da mesma ar-
ma, a gala de que trata o artigo 45 do decreto n.
1130, del 12 de marco de 1853.
Dito ap inesmo.Tendo hontem expedido ordem
para que o destacamento do corpo de polica exis-
tente na 'illa de Bento se recolha com urgencia
a esta capital, independente de apresontar-se o da
guarda lacional, que o deve substituir como de-
terminei em data de 15 de fevereiro ultimo : as-
slm o coi iimunico a V. S. em addilamento ao meu
oBcio de 13 do correte estranhando a demora
havida n) cumprimento d'aquella ordem.
Dito ai i commandante superior da guarda na-
nacional
cipios p
respondo
cessarias
cm que V. S. communica, que pelos motivos nelle
comidos leixaram de reunir-se no da marcado
por lei o$ conselhos de qualificago para a guarda
das parochias com|irehendidas nos mu-1
irtencentes a esse commando superior,
dizendo-lhe que, d as providencias ne-
para que Os referidos conselhos se reu-
nam e fiincclonem como dispoe o 26 do artigo
1 do decreto n. 1354 de 6 de abril de 185*.
D.to a< commandante do corpo de polica.
Tendo si lojulgado apto para o servio do corpo
sob seu < ominando o paisano Manoel Baptista da
arresentado com o seu offlcio n. 426 desia
priso-o a mandar engaja-lo.
director do arsenal de guerra.Em vista
S. ponderou em seus nfflcios ns. 293 e emfim o pensamento do governo, nao para provo-
car declarares imprudentes, mas para tranquilli-
sar a consciencia do orador como brasileiro e re-
presentante da naco. (Apoiados,)
Est celebrada a trplice allianca, aconlecimento
que considera fausto para o -piz. Nao o orador
Silva
dat.i, aut
Dito ai
do que \
298 de \> e 17 do corrente, o antoriso a mandar
fornecer, com urgencia ao corpo de polica, 200
mcchilas com corroas, e igual uumero de cenlu-
roes com patronas e cananas, e 200 bornaes de
brim.Oiciou-se nesie sentido a' thesouraria
provincia .
Dito ai chefe da reparlico das obras publicas.
Pae Vmc, como sollico em seu ollicio de hoje,
sob n. 173, a que respondo, mandar per em con
curso, cono prazo de 60 dias, os lugares vagos
de praiic intes de obras dessa reparlico.'
uno at> conselho de compras navaes.Nesta
dala app
pras nav"
dos em si
cao de ta )oas de cedro llames, de sicopira e ferro
bruto, ne essarios ao arsenal de marinha : o que
declaro a i mesmo conselho para seu conhecimento.
Commujneou-se a' thesouraria de fazenda.
PARTE QFFICIAL
GOVBRRO U PtraiCU.
Cjuiiniiaco do expediente Jodia 16 de juoho de
186o.
portara.O presidente da provincia em addita-
meuio a porua desta data, resolve que os len-
te* commandantes das companhlas da extincla
seccao urbana do corpo de polica, Joo Eduardo
fer'eira Borges, Tliomaz Rodrigues Pereira e Joao
P-reira do Lago, passem a servir como effeclivos o
l ua i' companhia ; o 2o ua 51, e o 3 na 6" do
mesmo c3rpo.Flzeram-se as neeessariai commu-
nicacSes.
OlQcio ao Exm. vigario capitular desta diocese.
Para ser opporlunamente apreseutado a a'ssem-
bla legislativa provincial, sirva-se V. Exc. de dar
o -i'U parecer acerca do incluso projecto
22 Je abril do corrente anoo, alterando
da freguezia do termo de Garanhuns.
Dito ao coronel commandautt das armas.Srva-
se Y. S. de mandar inspeccionar o soldado do 2o
corpo de voluntarios da patria Jos Claudino de
Saut'Anna, que solicita baixa, allegaudo enfermi-
Dit ao mesmo.Apresentando-se-me o soldado
do corpo do voluntarios do Rio Grande Antonio
Fernaudes Pimenta, o qual deixara de embarcar
lioutem uo vapor Jayuaribc, recommendo a V. S.
a expedico de suas ordens, para c,ue o menciona-
do soldado siga na primeira opportumdade a reu- cjona, dd
nir-se aquelle corpo.
Dito ao mesmo Informe V. S. sobre o que pede
Jjsepha Mara da Conceico no incluso requeri-
"ilo ao mesmo.Sirva-se V. S. de informar
acerca do que pede no incluso requerimiento Ma-
ra da Conceico Ludgera Lumacki Ml8u*15- .
Dito ao Dr. ebefe de polica.-Exija \. b. (to oe-
legado do termo de Caruar para serem enviadas
a Ihesouraria provincial as relacoes dos presos po-
dres da respectiva cadeia que foram soccorridos de
ra(5es nos mezes de Janeiro a abril do auno cr-
reme. ...
Dilo ao mesmo.Tendo nesta data expedido or-
d,;m para que do batalho de gnardas nacionaes
anualmente aquartellado nesta capital destaquem
quaulo antes 1 inferior e 6 guardas na povuacao
da Caponga, igual numero de pravas na freguezia
de S. Lourengo da Malta, e 1 cabo e 4 guardas na
povoacoda Varzea em sutstituigao das pragas de
polica, que d'alli tem de ser retiradas; assim o de-
claro a V.S. para que o faca coustar as autorida-
des policiaes daquelles lugares Officiou-se neste
sentido ao coramaedante superior do Recife.
Ditoao mesmo. -Restituiudo a V. S. a carta que
veio junta ao seu offlcio n. 826 de 12 do corrente,
respond a estee ao de n. 847 de 16 do mesmo
nie, dizendo-lhe que por falta de autonsago ua
lei/de sua xago para forca policial montada e de
crfedito para a despeza a *rwr^e-~M***^*"
L nao o pode ter esta lugar como V. S. solicitou.
JDito ao inspector da thesouraria de lazenda.
Ipe conformidade com o disposto no art 43 do ds-
(|reto n. 1,332 de 18 de revereiro de 1854, mande
V.S. entregar ao capito quarlel-meslre geral da
guarda nacional dos municipios de Olinda e Igua-
ras a quantia de 307*880 rs solicitada pelo res-
pectivo commandante superior no incluso offlcio a
que allude a sua informacao n. 398 de 12 deste
mez, para compra de livros e inais objectos de ex-
pediente necessarios a mesma guarda nacional.
Communicou-se ao respectivo commandante supe-
rior. .
Dito ao mesmo.A vista da sua informacao
d. 3D8 de 12 do corrente, autoriso V. S. a mandar
n'.regar ao capilo quartel mestre geral da guar-
da nacional do Recife, nos lerm >s do art. 43 do
decreto n. 1,332 de 18 de fevereiro de 18o*, a
quantia de a*>5j>, que solicitou o respectivo com-
mandante superior, no offl.;io e orgimeutos inclu-
sos, para compra dos livros e mais objectos de
expediente, necessarios a secretaria daqueile com-
mando superior, aos batalbes n. 1 a 7 de infanta-
ra e Io de artilharia.C nnmunicouse ao respec-
tivo commandante sup.'ror.
Dilo ao mesmo.A vista da contaque em dupl- j r;ard0SO) ieso|ve passar a este para a lisia de re
cata aqu junto com copia do oIUcio do inspector servai VS|0 ier ^q considerado incapaz do servi-
do arsenal de marinha n. 916 de 14 do crreme, c0 acljv0 e|a mesma jnntaCommunicou se ao
mande V.S. sob minharesponsabilidade.imlemaisar comrnan(jjiile superior dos municipios de Santo
a reparlico de marinha da quanlia de9ot8, des- ( ^^ e gscada.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Jos Henrique da Silva, lente da
8* companhia do 2 batalho de Infantaria da guar-
da nacional do municipio do Recife, resolve con-
ceder-lhe 6 mezes de licenga para tratar de sua
saude, onde Ihe convier.
Dita.O presidenie da provincia resolve, de
tem, sob n. 1,057, recommendo aV. S. que em vista conform(ude como Io do art. 10 do regulamen-
dos competentes prets, e sob minlw respoosabilidade t0 (jue |)ajLuu com o decreto n. 2551 de 17 de mar-
no; termos do decreto n. 2,884 do Io de fevereiro de c0 de ,86^ nomear a Estanislao Alves de Bulhoes
1862, mande pagar nos diversos lempos ns venc- -ara 0 (uar vag0 ()e contnuo da recebedona de
memos, relativos a Ia e 2* quinzena deste mez, dos rendas ntjjrnas. -Communicoa-se a thesouraria de
calcetas empregados na fachina das fortalezas do faZenda.
Brum e Buraco, pois que nao existe crdito para Eipeilieule
e?se lim.-Communicou-se ao
A companhia de homens pretos tomar a nurae-
rago de $' do corpo, devendo o Sr. lente coro-
nel commandante destribuir proporcionalmenle pe:
las demais companhias as pravas que formavam
de que se trata.
Para a 5' companhia.
Capito o lenle Felippe Jos da Exaltaco Ma-
niva.
Alferes o particular Io srjenlo Galdino Jos da
Silva.
Para as companhias qtfe exislem vagas.
Alferes o Io cadete Leandro Francisco Nogueira.
Dito o soldado Alberto de Brito Cavalcanli.
(Assignado)Jos Mara Ildefonso Jacome da
Veiga Pessoa e Mello. >
Est conformo.Antonio Francisco Duarte, 2o
lente ajudante de ordeus interino, encarregado
do detallie.
mesmo ternpo punir o negociador com demissilo I na lula daqueile governo contra a revolugo, e das
acioteea e desusada ; indispensavel que nao se
limtete, como o nobre ex-ministro dos negocios
estraogeiros, a articular muito de passagem os
pontajes que o acto de 20 de fevereiro foi defl-
; mas que digara com preciso o que Ihe
ra ser completo.
e quantos commentarios foram feitos ao
i governo. No eslrangeiro perguntava-se :
queris ? a conquista ? levar os vossos h-
Rio Ngro ? um novo Quinteros em Mon-
tevideo ? Explijuese, pois, o gabinete transac-
to ; diga sem reserva em que o orador nao com-
preheoden o pensamento do governo imperial ; de
qna ijportancla foi essa deticiencia do convenio,
que
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO
SENADO.
Discurso pronuneiado pelo Sr. eouselfaeiro Jos,Va-
ria da Silva Prannos, em o do torrate, eipli- j fuelles'estados!
las a provou.
fim que tem era
e longanlraidade
vista, precisa da bene-
do senado: nao pode
quaes talvez elle nao pudesse prescindir.
Consequenlemente, apesar do governo imperial,
durante o ministerio de 15 de Janeiro, que inieiou
essa mis -.'. >, declarar-se sempre neutro nasques-
tdes internas da Banda Oriental, e nao s neutro
como no Toposito de guardar inieira abstencao;
todava o lacto de, irmo9 suscitar um conflicto em
taes circumstancas allucinou o governo de Mon-
tevideo.
Suppz elle que o conflicto era levantado para
auxiliar a revoluco. Fez o Sr. conselheiro Sarai-
va quantoerapossivel para dissljar tal desconflan-
ca; mas sabe-se que forca teem as paixoes polili-
cas naquelle paiz, e achava-se no poder o partido
blanco, que ha muito nos considera infensos sua
infidencia.
O enviado do Brasil collocou-se no terreno da
dir de hjstoriar a nossa campanha no sta-! solucao pratica. Assehtou que a medida indispen-
al, roniecando pela nomeaco do orador.; savel para o hora xito da sua misso, de accordo
Em* dias de novembro foi convidado pelo nobre com as vistas pacificas do governo imperial, era
ex-rajoistro dos negocios estrangeiros para encar- promover a paz interna da repblica.
rcgaNe da misso diplomtica no Rio da Prata.
Porque fez-se ao orador este convite ? era um ob-
sequio ? nao : tanto nao podia merecer dos nobres
ex-mitistres : era convidado porque tratava-se de
urna coramlsso trabalhosa e de grande responsa-
bilidade, para a qual o orador tinha o nico mri-
to de algum experiencia de nossas questoes com
cando sea preeediniento no Rio da Prata. Com o Estado Oriental as nossas reprezalias ja
O Sr. Paranhos (moviraento geral de altenco ; tceavam o estado de guerra. Com o Paraguay es-
profundo silencio) diz que, nao a vaidade, mas o lavamos araeacados de- um rompimeuto. as cir-
sentimento de um dever imperioso, anima-o a en- cumstancias eram diliceis. Assim, entendeu que
celar esle debate, cuja importancia sobe hoje de I nao podia recusar-se, una vez que o seu pensa-
Rio Formeso.- Ao oBcio de 7 deste mez j ponto quando temos de sustentar guerra de honra
contra um inimigo audaz, astuto, feroz.
Quizera neste momento nao desviar os olhos das
scenas de dr e consternaco de que. theatro a
infeliz provincia de Matto-Grosso ; quizera paleo
ment istitesse de accordo comas ideas do gever-
risado, que devia passar a represalias mas enr-
gicas, e requisitou dos agentes diplomticos estran-
geiros em Montevideo que nao con sob as bandeiras de suas naces fossein transpor-
tadas tropas e muni$5es d guerra do governo
oriental para pontos do litoral no Rio da Prata e
no uruguay. Dizia o nosso almirante ero'soa cir-
cular, que os agentes estraugeiros deviam conser-
varse neutros, e que, se nao impedissev aquelles
servicos^aesqaadra brasileira passaria a fazer ap-
prehenso do contrabando de guerra e navios que
o conduzssem.
Aquelles agentes responderam estranhando se-
melhanle requisico, e recusando-se a ella com ra-
zo. Qual era a posicao do governo imperial pe-
rante o de Montevideo, segundo as declarares of-
ficiaes, ainda ento nao modificadas, do Sr. conse-
lheiro Saraiva? Nao estavainos em guerra cora
aquelle governo, apenas praticavamos represalias
para coagi-lo a chegar a um accordo que evitasse
a guerra. Como, pois,, fallar-se em neutralidade,
era conlrabando de guerra, alludir se ao direito de
visita? E que fim tinhamos em vista? Tolher ao
todos os meios de ir em
no a r
O governo de Buenos-Ayres, que al certo ponto
havia se inquietado com a chegada da misso bra-1 governo de Montevideo
sileira, na presenca de um apparato de forca, i SOccorro dos pontos do seuTittoral que"fssera ata
apresentou, de accordo cora o ministro de S. M. cados pe|a reVoluco. Se, em taes circumstancias,
Britannica, a idea de mediado conjuncta da repu-|os agentes diplomticos estrangeiros se prestassem
b ica Argentina, Graa-Breunha e Brasil, aflrn de as Dossas requisico^s tornar-se hiam tambera au-
obterem a paciBcacao do Estado Oriental. xiliares da revoluco, como nos i araos sendo,
Nao besitou o Sr. conselheiro Saraiva emunir-se ben, qUt comra a nossa niCDCao.
a essa misso de paz, para assim tirar ao governo \ Em Con.e.|uencia da recusa dos agentes dplo-
onental todo o pretexto de desconjianca cuntra o; matiCOS em Montevideo, o nosso almirante poz em
Brasil. .A tentativa, porem, mallogr'ou-se. bloqueioos portos do Salto e Paysand, entrando
O senado sabe que, se a mediacao fosse bem eni aceordu cora o general Flores em Santa Lucia;
succedida, nao havia mudanca de influencia, no acc0rdo que nao segredo, conhecido geralmente
gobern de Montevideo; cominuava a mesma in- no llio da Praia e a que a||ude em seu re|atorio o
(lenliado tres commissies diplomticas no llio da
Prata,: devia ter urna opinio acerca daquellas
quesioes ; na posicao em .que se acha, uo poda
tear ao senado o quadio daquellapopulacao era aceitar urna comaisso cuja norma poltica fosse
do estado das cousas. Tendo desem- i flencia, mudados apenas os ministros e feitas ao
desespero, julgando-se abandonada pelo seu gover-
no, appellando para o co, e grupaodo-se em redor
do velho e bravo chefe de esquadra Leverger
contraria as suas conviccoes.
A exposico que ouvio ao nobre ex-ministro dos
negocios estrangeiros nao alterou o juiza que o
(apoiados), que considera enviado por Dos paral orador havia formado da questo, pelos factosque
salva-la das garras de nimiges crueis; quizera,
sem provocar debales indiscretos, aquilatar a im-
portancia de urna guerra de que nao podemos re
cuar, e na qual a nossa lenda deve ser redir sit
nefas ; quizera apreciar as consequeneias que ella
pode ter para nos dentro e fra do paiz, sondar
I estavara no dominio do publico. Dechirou enlao a
I S. Exo. que estava promplo, urna vez que a corres-
! pondencia reservada conlirmasse aquelle juizo; e
! waniftsi.'U desde logo qual o seu parecer sobre a
poltica (ju.e convinh.a seguir, adiando se de acord
com S. Exc.
Nao tendo alterado a sua opinio com o estudo
da correspondencia reservada, escrevea doqs me-
morandos, um dirigido ao nobre ex-ministro dos
negocios estrangeiros, outro ao nobre ex-minislro
da guerra (o Sr. Rohanj, porque ja nao se tratava
smenle de meios diplomtico : era impdssivel
daquelles que em marco proclaraavam que o Bra- j prescindir da accao militar, que alias j estava em
sil lo rico, to forte que nao deve poupar osan- j aclividade.
gue dos seus filhos, nem precisa accelerar o xito! No primeiro daquelles memorandos expz o ora-
da sua causa, eviiar sacrificios majores, procurar jdor osen plano de negociaco. Haviam hypotheses
allianfas naturaes e honrosas p*ru conseguir seu eonhejji prande Um. Nao vai tjp ooge o seu patriotismo. arbiljo que a uatureza da commisso exigia, ms
A allianca com o Estado Oriental conseqnen-1 para aqueilas hypotheses previstas e provaveis pedio
general Flores aigumas concessoes quanto ao go-
verno interno da repblica, fu-ando as nossas recla-
mares para serem depois liquidada. Esta solu-
cao, entretanto, segundo o relatono do nobre
ex-ministro dos negocios estrangeiros, salisfazia as
vistas do governo imperial.
Falhando a tentativa de mediaco, proseguio o
Sr. conselheiro Saraiva em suas reclainacoes, que
termin. ram pelo ultimtum, e comminaco de re-
presalias, que nao foram definidas; mas comorehen-
dia-so que o exercito existente na fronleira e a es-
nobre ex-ministro dos negocios estrangeiros.
De que natureza foi esse accordo ? O governo
imperial propunha-se ento a expedir dos pontos
ao norte do Bio Negro as forcas do goveruo de
Montevideo que all estivessem, mediante os esfor-
qoi do nosso exercito e esquadra.
Esle plano de reprealias fot pelo nosso almiran-
te comraunicado era Sania Lucia ao general Flores,
procurando pr-se a tal respeito de accordo com
elle, aceitando a sua cooperaco, e olferecendo a
do exercito e da esquadra imperial no sentido de
obter-se lal fim. Desde ento claro que este con-
conseqencia desse acto conemnado e approvado
ao mesmo lempo,
A alliang* com a Confederaco Argentina era
; prevista e presupposta, dada a hypoth'ese, que se
da invaso e Corrientes pelas torgas do
que,
m ao arsenal de marinha, os artlgos conhec.menlo de tao importante docu
, vveres, dietas e outros objectos de O Sr. Pimenta Bueno :-Corao ti
-_____._ nraronliniaj iii naivt.i 'a rrruri11 nM
Dito ao mesmo.Ficam approvalos os contratos reali e, segundo os termos datados de 5, 10, 12, e i Paraguay,
offlcio de B6, tudo do mez corrente, celebrou o con-1 Celebrado o tratado da trplice allianca nao po-
selho de tomnras navaes com diversas pessoas,: deram os representantes da nayao brasileira ter
para tornecerem *" marinha n* amaos conhec.menlo di
de fardaraento
consumo lavagem de roupas, no trimestre a con-
tar de jullio a setembro deste anno, bem como para
aviamentc do receituano da enfermara de mari-
nha, execi cao dos servidos de barbeiro necessarios
aosdoenUs', e forneciment de ambulancias aos
navios da trmada, no exercicio de 1865 a 1866 : o
que declajo ao mesmo conselho para seu conheci-
ineoto.Communicou-se a' ihesouraria do fa-
zenda.
Portara.O presidente da provincia, tendo em
vista o pa -ecer da junta de sade, datada de hon-
tem, e o rfequerimenlo que Ihe enderecou o capito
do batalho n 25 de infantaria da guarda nacional
do munici )io da Escada, Joo Pereira de Araujo
pendida por conta do ministerio da guerra com o \
tralamento de 7 voluntarios da patria, que estive-
ram recolbidos a enfermara do mesmo arse-
nal. Communicou-s ao inspector do arsenal de
marinha.
Dito ao mesmo.Annuindo ao que solicitou o
coronel commandante das armas em offlcio de hon-
coiumandaute das
Dito ao mesmo. -Recommendo a V. S., que em
do secretario do governo do dia 47 de
j millo de i86o.
Offlcio alo inspector da thesouraria de fazenda.
" Bernardo Vieira de
uno ao mesmo.-nei-uiu.Hoi.uu .. ~., -,-- --;; p^rtipinanrln d r Misuel Bernardo Vieira ae
o coronel commandante das armas, com
hontm, sob n. 1,048, mande pagar sob minha
responsabilidade, nos termo; do decren n. 2,t
do Io de fevereiro de 1872, a importancia dos ven-
cimentos, relativos a '.' quinzena deste mez, e a
oue lera direito os recrutas -m d. poisto a cargo da
c'ompanhia de artfices, pois que^no.existe: crdito ^Jggg^ pub.icOU da coraa'rca de Fio-
para esse pagamento.-Comrauoicou->e ao com ^ ^ ^ ^^ d& g mnfs de;,,wn.a
ral do nesso exercito em expedicfo e o presidente
da provincia do Rio-Grande do Sul. O general so-
licilava; o presidente declarava que linlia satisfei-
to, mas elle nao se contentava; e com eff ilo o
exercito destinado a operar no Estado Oriental nao
era bastante forte, quanto infantaria, para as
operacoes que era chamado a execular. Devia ata-
car pracas, e nao tinha artilharia de baler, nem
! mesmo artilharia de campanha de maior calibre; o
veram os re-'seu estado-maior achava-se muito incompleto; nao
presentantes da naca o argentina. tinha engenheiros.
O Sr. Paranhos* reconhece que a constituico Fez, pois, observacoes neste sentido ao nobre
dos dous paizes nao a mesma ; mas a nossa cons- i ex-minislro da guerra, parecendo-lhe que aquelle
tituigo tarabem prescreve que taes convencoes' general solfria grande injuslica quando o aecusa-
sejam presentes assembla geral, logo que o per-; vara pela marcha demorada do exercito.
minara o interesse e seguranca do estado. Sero O governo eslava de accordo com as ideas que o
os membros do parlamento brasileiro menos dis- orador havia manifestado. As instruccoes que o
cretos do que os do congresso argentino ? Nao nobre ex-minlstro dos negocios estrangeiros eutre-
o er. gou-lhe ua vespera da sua partida a noite eram um
lia no ministerio grande somma de lozes e ex- transumplo do memorndum que apresentra
perienca ; porm do seio da represen lar-5o naci- acerca da poltica que pareca melhor. Julgava,
nal talvez partissem conselhos e avisos uteis ao go- pois, que, quanto misso diplomtica, estava per-
verno. Como quer qne seja, nao deve o governo feitameute identificado como pensamento do gover-
esquecer que, nesta guerra, precisa camlnhar per- no. Podia, verdade, si parva licet componere
feitamenteidentificado com o senlimento nacional; magnis, applicar o dito do marechal de Villars,
para quo o consiga Ihe sao indispensaveis, alm despedindo-se de Luiz XIV ao partir para urna
dos seus esforco, os dos representantes da naco, campanha: Senhor,- vou combater os inimigos de
assim como de todos os Brasileiros qu> podem Vossa Magestade, mas deixo vos cercado dos
com suas luzes concorrer para formar a opinio; meus; mas nao o fez persuadido de que nao se Ihe
publica. I arraava uraa cilada, e de que o ministerio procedia
Quizera tambem pedir ao Sr. presidente do se- com a mesma lealdade e boa vontade que o orador
nado e ao nobre senador pela provincia de Minas- poz em acceitar a commisso para que foi no-
Geraes (o Sr. Olloni) que preencham a lacuna sen- meado.
sivel que existe na historia da ultima crise minis-' Aceitcu esta commisso sem mesmo consultar os
teiral, e que nao tem s valor histrico, mas tam- seus principaes amigos polticos, podendo apenas
bem politi :o para os que desejam firmar entre nos conversar cora dous ou tres que mais o frequen
em toda a sua pureza o systema representativo C tam, enos quaes achou benvola approvaco; con-
fiou ento que o criterio e Datriotismo dos outros
os levariam a sentir da mesma maneira.
Professa o orador que a poltica externa nao
deve prender-se e estar sujeita s vicissitudes da
interna, mas ter principios tradicionaes, fixos e
communs a lodos os partidos. Ante o inimigo
externo entendeu e entende que somos todos ini-
migos e alliados.
Parti para a commisso disposto a servir cora
todo o zelo e dedicarlo de que fosse capaz; e, se
luadra brasileira dariam a proteccao de que care- eurso das forcas brasileiras com as do general Fi-
cessem os subditos do imperio ; e o governo impe-; re( u0S nossos chefes militares com o chefe da re-
rial reservava se o direilo de fazer represalias es- voluco, devia verilicar-se mediante alguma segu-
peciaes pelos fados que deram lugar ao conflicto.. rau?a a reSpeH[ e nossas reclaraacoes e das futu-
Naoera anda a guerra, tanto que o Sr. conse- >. ras re|acues com aquelle estado.
Iheiro Saraiva deu a sua misso por linda, e ret- Assira que> da eulrevsta do nosso almirante com
rou-se sem pedir passaportes, continuando em Hon- 0 general Flores resultou um accordo secreto esta-
tevideo a legacao permanente que tinha o Brasil. belecidoera duas notas reversaes, de que o senado
Os nossos cnsules ficaram lidos no exercicio del deve ler conbecimento.
suas funeco s. No da 25 de agosto, anniversario I QUarte| general.Barratde Santa Lucia, 20 de
da independencia da repblica, os nossos navios oulUbrode 186i.-Sr. almirante.Collocado a fren-
surtos uo porto de Montevideo embandeirarara e te da revo[ucao oriental, que nao se faz solidaria
salvaran* bandeira oriental. | ja responsabilidade que assumio o governo de fac-
Ve-se, pois, que o pensamento do governo impe- l0 de Montevideo, e contra a qual protestou o paiz
rial era nao levar muito longe as reprezalias, evi : por meio dessa revolu?o, que conderana os actos
tar a guerra, exercendo moderadamente medidas 0ffeQSV0S que se ^m commettido comra o imperio
coercitivas que trouxeusem o goveruo de Monlevi-14j^-asi| e seus ciaadsio8,-*ftiurft-m Wvar ao co-
deo satisfaco que nos era devda; o qoeTe^es-iJ^ij^j,,,, do Sr.'afimr^w-^ julgo necessario
lava fiada a quesio, e inleiraraente restablecidas tornar communs nossos esforcos para chegar so-
as boas relacoes. |OCao das dilliculdades internas da repblica e das
O goveruo de Montevideo pareca comprenender sasCjtadas com o governo do imperio, a que estou
a moderaco do procedimenlo do governo imperial, dSpoSto> na oielligencia de que a revoluco que
tanto que prestou-se nossa primeira reprezalia: I presld0 em nome 0 paz aiienders reclaraacoes
a iramobilisao do vapor General artiga, existen- do goVerno imperial, formuladas as notas da mis-
te naquelle porto. sao especial confiada a S. Exc. o Sr. conselheiro
O modo de fazer as reprezalias havia ficado ao r D. jos Antonio Saraiva, e Ihesdar condigna
arbitrio do nosso almirante, e elle exigi tambera reparac[0 m tHI0 quanto fr juslo e equitativo, es-
a immobilisaco do vapor Villa del Sallo que se lmr em illirmona com a dignidade iiacional e nao
achava as aguas do Uruguay. Para fazer pressao ^r obU(0 como uim amstqueraa natural t forcosa
sobre o governo de Montevideo eram estas as rae- d0 triumpho da revoluco. Fazendo esta manifes-
didas empregadas. E', pois, preciso moralisar estes tacaoa y. Exc, creio onstituir-me echo da opinio
factos. Je- meu paiz, era cujo nome conlraio osle compro-
0 que importava a raobilisaco dos dous nicos rass0) qUe se realisar apenas fr alcancado o cora-
vapores d propriedade do estado que ogoverno ^Q{0 [rJumpno da causa ,iue representamos.
Dos guarde ao Sr. almirante por muilos an-
de Montevideo empregava no transportu de tropas
e munices de que necessitava para a defeza de
nos.A S. Exc. o Sr. baro de Tamandar, alrai-
corrente a licenca de 2 mezes de que gosava dei-
xara, por molestia, de seguir para Carui.ru allm
de reassuiair o exercicio do cargo de juiz munici-
pal e de o
ordem da
Dito aq
phos : assim o communico a V. S. de
S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
mesmo. Entrando o Dr. Joo Alves
pontos do litoral atacados pela revoluco 1 Importa- raote em chefe da esquadra brasileira no Rio da
va auxilio valioso e directo revoluc/io. Prata.( Assignado ) Venancio Flores.
O orador havia previsto e dit> no senado: Ain- Els a resposla do n0SO a|rarante :
da que o gov rno imperial nao queira, as circuras- commanijo em chefe da forca naval do Brasil
laneias daqueile paiz, a sua ac?o coercitiva lia de | no j{0 da i>rata.Bordo da corveta Recife, na Bar-
traduzir-so em auxilio revoluco. Cumpna, e ra de Sanla Luciai 2o de outubro de 1864.
verdade, ao governo de Monlevid i pesar todas es- nim m Sr.Tenho presente a nota que V.
tas consequeneias e evita-las; mas nao menos Exc aca|ja de dirigir-me em data de hoje, na qual
certo quo esies eram os eleiios de nossas medidas. me communca qUe> como chefe da revoluco da
O vapor Villa del Salto resisto intiraago e re-; Repblica Oriental do Uruguay, julga necessario
fugiou-se era Paysand, onde foi incendiado. ; unr os seu< esforfos aos meus para chegar solu-
0 general Flores, vendo que; mallograda a rae- ^ das djniculdades internas do seu paiz, e das
diaco, o Brasil coinecava a fazer reprezalias con- (-jae tem sj0 suscitadas ao governo imperial pelo
ira o governo de Montevideo, que ja tinha iranio- governo de Montevideo, vistoque a revoluco a que
bilisado o vapor General Artigas e dado causa ao y Exc presde reconhece a ustica das reclama-
incendio do vapor Villa del Sallo ; mas que entre- | 5es d gOVerno imperial, formuladas nas notas da
tanto nao se eutendia com elle, hbil, como e, e rajSsao especial contiadi a S. E*c. o Sr. conselhei-
querendo popularisar a sua causa cora urna de- ro jos Antonio Saraiva, e condemna os actos olfen-
monstraco de zelo pela dignidade de seu paiz, svos Jo (nper0 do Brasil do referido governo
pedio explicacoes sobre o fado do vapor Villa del
mandante das armas.
Dito ao mesmo.Satlsfazendo
commandante superior da .
municipio do Lmoeiro, constante do ofllcio e orga-
mento inclu.-os a que alinde a sua iiiformacao
o. 398 de 12 do corrente, autoriso V. S. a mandar
entregar ao respectivo capito quartel mestre geral,
nos termos do ar. 43 do crdito n. 1,332 de 18 de
fevereiro de 1851, a quantia de 601*180 para
compra de livros e outros objectos de expediente,
necessarios a mesma guarda naciona .-Communi-
cou-se ao commaudante superior do Liraoeiro.
Dito ao mesrao.-Bespondendo ao seu offlcio de
hontem, sob n. 410, tenho a dizer'que.pode.V. S.
pela verba -Gratificares diversas do mmistenc da
guerra-despender sob rainha responsabilidade,
nos terraos do decreto n. 2,884 do 1 de fevere.ro
de 1862, a quaqtia de 616*666, que segundo o
citado offlcio, falta para pagamento dos |prets relati-
vos a 1" quinzena deste mez, do 4 batalho de ar-
tilharia a p e da companhia de cavallara.
Dito ao mesmo.-Na falta de -
a reauiicao do que obteve em 17 de margo ultimo, e participando
..la naeional do o juiz de direilo da mesma comarca que naquella
data nomeou o cidado Manoel do Nascimento Fer-
nandes para servir interinamente aquelle cargo :
assim o communico a V. S. de ordem de S. Exc. o
Sr. presidente da provincia.
Ditoao mesrao.Participando o Dr. Guilnerme
Cordeiro Coelho Cintra, que no dia 1 deste mez
reassuraio o axercicio do cargo de juiz municipal e
de orphos do termo de Seriohem, que havia dei-
xado em 2 de maio ultimo para gosar da licenca de
um mez que obteve : assim o comraumee a V. 5>.
de ordem de S. Exc. o Sr. presidente.
Dito ao Dr. Joo Rodrigues Chaves, juiz de di-
reilo de Flores.De ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia aecuso recebido o offlcie de
6 do corrente, em queV. S. participou tor entrado
no goso da licenca de 3 mezes que Ihe foi conce-
dida.Coraraunicou-se a thesouraria de fazenda.
crdito autoriso
CONMANDO DAS ARMAS.
V. S. a mandar pagar, sob minha responsabilidade Jrte, do COIBnwado das armas de Pernambuco
nos termos do decreto n. 148 do ^? ni ci(Uue do Recife, 20 de junho de 186.
de 1862 e em vista do pret joolo __ ?>"'. C1 0rdem ^ dia n.V
O coronel commandante das armas interino, faz
publlcv para os fins convenientes, que a presidencia
resolveu por portara de hontem, que a companhia
de voluntarios da patria de homens pretos, fleasse
o coronel cora-
de hontem sob
que para esse nm me remetteo
mananle das armas com offlcio
n- 1055, a importancia dos vencimentos relativo* a
! quinzena deste mez dos voluntarios da patria
per1"^S. r'fXt^rSU- %$!&* ^dTv'olumarSrorgViTado
Ditoao inspector da ihesouraria proymwu. W ncia 6 qoe por porlaria de igual data
Era vista, dos 'ilusos documentos, e nao^avendo nem^pr ,^^ ovisorame te de offlciaes
Z^SilT^^ti^ta no mesafo carpo os Srs. aba.xo mencionado,
paiz lera o direito de saber por que razao persona-
gens to importantes, influencias to activas da
nossa poltica, em circumstancias to graves o que
irapoem a todos os Brasileiros os maiores sacrifi-
cios e abnegaco, recusaram a direceo dos nego-
cios pblicos.
Quizera outrosira perguntar aos nobres minis-
tros actuaes se a promessa do slatu quo, feita aos
grupos dissidentes da amara dos deputados, ser
compativel com algum allivio da compresso ex-
ireraa que pesa sobre grande parte dos Brasileiros os nobres ex-ministros quizerem ser justos, nao de
(apoiados), sobre esse partido coastitucioual qne dizer qne outro poderia servir cora mais illus-
tantas provas tem dado de moderaco e abnegagao trago, mas nao com mais zlo, nem mais leal-
(apoiados). apezar de o tornarem o bode expiatorio dade.
sacrificado ao hercleo trabalho de orgauisar-sa Cumpre que se conhega a situago poltica do
ura novo partido com todas as virtudes dos anti Brasil no Rio da Prata quando o orador aceilou a
gos.sem os deeitos que Ihes sao inherentes. ; misso, e qual o pensamento cardeal das nstruc-
Mas o orador obrigado a abrir mo destes as- goes que levou.
sumptos, porque est obrigado a circurascrever-se E' sabido o objecto da misso do Sr. conselhei-
as nossas questoes no Rio da Prata, ou, para me- ro Saraiva; consia mesrao de relatorio do muiste-
Ihor dizer, ao desenlace de nossa campanha no Es- rio dos negocies estrangeiros do anno passado e
lado Oriental. j foi objecto de discusso.
Nao sua defeza pessoal que traz para aqoi. Se O orador nao iguora que vai trilhar um cammho
tivesse era vistas to smente e 3eu desaggravo, ergado de difflculdodes, e que pode dizer como
dar-se-ha por saiisfeito : a opinio publica Ihe tem Horacio : Incedo per ignes suppositos cineri do-
feito plena justica. (Apoiados.) As demonsirages loso. O silencio, porm, sena mais prejudicial
de estima que tem recebido compenso exuberan- causa poltica do a discusso, a que foi provocado,
teniente o desar ea iniquidade com que o orador que devia aceitar e aceita. Mas que confio o sena-
foi tratado pelo gabinete do 31 de agosto : nem douesse tal ou qual criterio de que o orador er
pode o orador ter a pretengo de fazer agora defe- ter dado aigumas provas; creia o seuado, crea o
za mais cabal do que a qu deve a lanos amigos,' goveruo, que o orador nao dar informagoes que
tantos corages generosos. Por este lado nada mais sejam novidades no Rio da Prata. Todos os factos
Ihe restava do que o dever de agradecer a esse que vai citar, quanto vai dizer, all perfeitaraenle
defensores a honra que Ibe Azarara. (sabido.
E, se ainda fosse preciso mais algum elemento A misso do Sr. conselheiro Saraiva tinha por
para considerar completa a sua defeza, o orador o fim obter satisfegoes de aggravos feitos desde 1852
encontrara as palavras do discurso da cora, as as pessoas e propriedades de Brasileiros reslden-
declaraces do seu succ^ssor na misso do Rio da! tes no Eslado Oriental, exigir seguranga para o
Prata, at no proprio relatorio do nobre ex-minis- -futuro, o, se nada obtives.se, apresentar ultimtum
tro dos negocios estrangeiros, nao obstante notar- coramoando o emprego da torga, isto de repre-
se que S. Exc. lula cada passo com a verdade :! salas.
afflrma aqui o que nega all; contradiz nesta pa-1 Essa misso foi recebida era Montevideo com
gina o que afflrma na segrate. prevengo e animosidade, devidas nao so a precon-
Trata-se, porm, de objeoto mais importante do ceitos de raga, tradicionaes entre descendentes de
Portuguezes e Hespanhes, mas tambem a causas
novas e prximas.
O Estado Oriental arda em guerra civil desde
1862. Muilos Brasileiros, segundo declarago8s do
proprio governo imperial, haviam adherido a cansa
do general Flores e estavam com elle em armas
contra ) governo de Agoirre. As nossas reclama-
Salto.
Prestou-se a essas explicagoes o commandante
da nossa diviso estacionada no rio Uruguay, e re-! em cujo nome conti
latou os factos- dec.larou que nao houve inteugo -
de olfender a bandeira oriental, e para prova de
suas disposiges amiga veis offereceu-se para salvar
a mesma baudelra oriental com 21 tiros, se o gene-
ral Flores julgasse conveniente.
Concebe-se que este facto era proprio para ag-
gravar o nossso conflicto cora o governo de Mon-
tevideo, nao nos limilavarnos a imraobilisar vapo-
res de que elle careca para defender-se nos portos
do litoral de seus adversarlos internos; o comman-
dante de urna diviso naval brasileira dava expli-
cagoes de actos do reprezalias, alias exercicio de
nossos direitos, e promettia por isso uraa satisfaco
ao chefe da revoluco, que at ento nao estava
reconhecido belligerante.
O governo imperial aoj approvou semelhante
procedimeulo, mas a sua desapprovago nao foi pu-
h'.i>arta : e porque (icaria em silencio esta desap-
alis coherente com as nossas declara-
t Accrescenta V. Exc. que, ao fazer-rae esta ma-
nifesiaco, er ser o echo da opinio de seu paiz,
compromisso, que ser
revalidado otitido o triumpho da causa que repre-
senta de dar a condigna reparago aquellas recla-
raages, ojo fundamento V. Exc. tem demonstra-
do reconhecer. Fazendo a devida justica a nobreza
dos sentimentos de V. Exc, e maneira honrosa
com que se mo.-lra disposto a reparar estes males
e oflensas, devo declarar a V. Exc, que tere a
maior salisfago em cooperar com V. Exc. para o
importante Um de restabelecer a paz da repblica,
e de reatar as amigaveis relacoes della com o im-
perio, rotas pela imprudencia daqueile governo, tao
antipatritico como injusto em todos os seus actos.
t Para tornar urna realidade esta cooperago, a
diviso do exercito imperial que penetra no Estado
Oriental, com o concurso da esquadra do meu com-
mando, se apoderar do Salto e Paysand, como
represalias, e inmediatamente subordinar estas
povoaroes a jurisdicgo de V. Exc, visto o compro-
misso'de reparago que V. Exc. conlrahio, e
qu nao tornem a cahir de novo no poder do go-
verno de Montevideo.
Nao duvidarei tambem operar com o apoio das
torgas dependentes de V. Exc, qce se acham em
Mercedes e ao norte do Rio Negro, para nao s im-
pedir que o general Servando Gmez passe para o
que da defeza do orador ; trata-se da causa publi-
ca, de interesses vitaes do paiz, da lealdade da sua
poltica, do carcter dos Brasileiros nodoado pelo
gabinete transado. E' necessario que os seus mem-
hros liquidem com o orador o seu acto ; que de-
claren) ao paiz e s nages estrangeiras que moti-
vos tlveram para tratar por tal forma um alto t
funccionano ; para aceitar o acto negociado, e ao goes pretenda a pucgao de pessoas importantes
) porque
approvagot seria porque o commandante da di-
viso naval valesse mais do que o plenipotenciario,
que por menos mereceu o decreto de 3 de margo i
Nao ; essa desapprovago flcou em reserva, porque
ento o nosso honsonl; poltico no Rio da Prata co-
bria-se de nuvens negras; grandes difflculdades r
nos ameagavam. Nao era, portanto, occasio pro-; sul desse rio cora o exercito flaencom1m^a"dalfB0,"0
picia para que os valentes do gabinete de 3l de para obriga-lo a largar as armas, weic pV
acost carregassem seus sobr'oltns, mostrassera sua Exc. avallara 9anto efflcaz o o apow quo Ihe g-
fela catadura ranto debaixo de mmba responsabilidade, o qual
Depois desie facto, que se apresentava como ura se traduzir immedlatamenle em factos, ia que re-
principio de allianca com o general Flores, o go- conhecera nelle na urna prova da sympa h.a do
verno de Montevideo alluciSou-se cada vez mais; Brasil pela Repblica Oriental, acujos nalu ii-
rompeu suas relagoes diplomticas e consolares ; mana por um termo, concorrendo para .on 'un:
comnosco ; mandou passaportes ao nosso ministro o governo que a maior.a da nagao deeja, e.que so
residente; casson o exequtur de todos os nossos encontra opposigao em um reduzdo numero de ci-
agentes consulares. Maoteve entretanto ainda as^adaos.
relacoes comraerciaes entre os dous povos. Dos guarde a V. Exc -lira, e Exm Sr .bn-
A partir de eniao, ao passo que crescia a descon- gadeiro general D. Venancio Flores commandante
Oancado governo oriental contra nos, augmentava em chefe do exercito libertador.-( Assignado ) Ba-
a necessldade de reagirmos com mais forcea ; e rao de Tamandar<
necessario nao deixar de notar a significacao poli-1 O Sb. Pwenta Bbno : -Isto por si so oeci
tica que foram tendo os actos do governo imperial sivo. ( Apoiados. J __
de ento era diante ; isto indispensavel para sa- O Sr. P.vn.umos observa ao mado que o gene-
ral Flores, em sua nota, promettia tconatgn.
ber-se depois qual o rigor com que deviamos pro- ral Flores, em sua nota, promeiua cow y '
ceder com o inimigo vencido em Montevideo. rafflo m tudo quanto fosse 1***^
ceder com o inimigo vencido em Montevideo.
Entendeu o
n-
nico venciae em aiumevwcu. i mv*" >~ ^- #------j- ,
nosso almirante, devidamente auto-1 twesse em harmona com a iigntaaae nacional, t
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Diarlo de rcrnambnco Quara felra ti de J uo de 1865.
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do /oss? oblido como urna conscqnenaa natural e (ffender o oradnivneQi-fner censuras aogoverno
forcosa do trmmpho da revoluco. imperial, o presidente da Confederago decllnou
Este acto do nosso almirante teve approvaco do
governo imperial. a5o licito duvidar disto na
presenta das seguinles palavras do nobre es-mi-
nistro dos negocios estrngeiros no seu rclatorio
deste anno.
Por outro lado, o general Flores, que se acha-
va frente da revolugo do paz, e que j cn-
lao era de facto verdadeiro beligerante, recontie-
cendo a procedencia e justiga de nossas reclama-
ama responsabilidade que nao poda querer para
Dizendo o orador nessa conferencia que o go-
verno argentino sympathisava com a causa da re-
volugo oriental, respondea o general Mitre cora
moderado, mas de modo qae o orador compre-
headeu o alcance do seu pnsamento, porque re-
cordava que em 1862 mandara o governo Impe-
rial a Buenos-Ayres, em missJo especial, o mi-
cSes, como haviam sido formuladas pela misso do rastro residente do Brasil em Montevideo, afim de
Sr. conselheiro Saraiva, e coatrahindo espontanea- pedir expleages sobre auxilios que dalli partiam
mente o compromisso de offereccr-nos ama repara- para o general Flores, e que se diziam prestados
cao condigna logo que consegnisse o triumpho de pelo governo argentino ; retorquk o general Mi-
soa cansa, manifestava ao vicealmirante brasileiro tre (dizia o orador) t Nao ; o governo argentino
odestjode unir os seos aosesforgos dasarmes im tem sido siceramente neutro na questo interna
periaes para o restabeloriroeiHo da paz na repu- do Estado Oriental ; estima, considera muito o
tilica e das relagoes aroigaveis dessa como im- general Flores; mas nao lera feilo votos pelo
perio. triumpho da revolugo, nao Ihe lera prestado o
Nenhuma razao bavia para deixar de acolber auxilio de um cartuxo ; se o quizesse fazer seria
semelhante concurso, sobre tudo considerados os publicamente, como devei de todo o governo
termos em que fra offerecldo. regular.
Ora, o que Importa va esse acto, que nao flcou Esta observago nao parta do intendo hostil;
em segredo, porque delle tiveram norria o gover- resultava da nece no de Montevideo, os agentes diplomticos all re-. verno argentino, depois das nossas interpellagoes
sidentes, o governo argentino, e lodo o publico do ] de 1862, de nao aceitar a responsabilidade moral
Rio da Prata ? A allianga de facto entre o Brasil do accordo que em 20 de outubro celebramos em
e o chefe da revolugo. Santa Lucia com o general Flores, que ento anda
E ia este proet dimento de accordo com as nos- nao eslava reconocido belligerado ; e quando o
sas declarares anteriores 1 Nao seguramente, fossc, o governo argentino quera mostrar que
porquanto o que o governo imperial havia dilo era nao era nosso alliado, ainda eslava compromettido
isto : Nao estou em guerra ; sou neutro ; man-1 a manter o seu statn quo para com o governo de
Montevideo.
As reprezalias tinham por fim trazer aquelle go-
verno a um accordo amigavel com o Brasil. Pedio
cnto o orador ao nobre ex-minislro dos negocies
estrngeiros que por via dos nossss agentes fizesse
constar ao governo argentino a misso do orador,
e_recommenrtasse aos nossos agentes a conserva-
gao do nosso statu quo, salvo o caso de torga
isto de operagSes j enceladas, e que" nao
vSSSn^^nwZ^fS*^*1'- t0atw41'd '*el* de Santo Antonio, confessam nao sao os productores dessegenero,
nal mili one Sln S",wf!f informando nao haver inconveniente era conceder- que nos mercados pblicos desla mesma cidade,
Sp pZ0nh^a m,tfS ti LhJ??,,esa,is?^rl0 a ,,cen5a Pedlda Pr Jo5 Chrysostomo Pacheco querem expo-lo a venda; antes dizem, que o com-
3, nB r,n.f i T o' eD"' SV?S para r^ocar de novo os ,andosde saa caa pram nas fdras semanaes da Escada, Una, e n'ou-
carregado, e ao Sf. Francfcco Jos dos Passos n. 12 no pateo de S. Pedro, pagando elle a respec
Guimaraes, pela parte activa que tomou para o' tiva Uxa.Goncedeu-se.
Outro do mesmo, informando a petigo, ta qual
Antonio Pedre de Souza Soares pede licenga para
fazer diversos concertos na casa n. 28 da ra No-
va, jolga que est o supplicante no caso de ser at-
tendido. urna vez que declare o nome do mestre
da obra, cerno determina o art. 13 do titulo 7 das! detrimento dos consumidores, ou mesmo
iras de D dejunho de 1849, e pague o res- ductores, segundo os meios de que se prevalecem;
mesmo flm.
Cemitbrio publico. Obituario dodia 19 de
junho de 1863.
Joaquim Francisco, do Nasciraenlo, Pernambnco,
23 anuos, casado, Santo Aalonio ; phtysca tu
berculosa, .
Camarina, Pernambuco, 50 annos, solteira, escra-
va, Santo Antonio ; teriporite..
Salvador, Pernambnco, 49 annos, solteiro, escravo,
Boa-Vis a ; hepatite chronica.
Maria, Pernarabueo, 2 das, Santo Antonio es-
pasmo.
Manoel, Pernambuco, 30 das, Recife ; inflamma-
gao nos intestiuos.
fsobel Maria dos Santos Villaca, Pernambuco, 2o
annos, solteira, Boa-Vista; tubrculos pulmo-
nares.
Jeronyma Maria Soares de Mello, Pernambuco, 22
annos, casado, Santo Antonio ; congeslo ce-
rebral.
tros centros productores, em porgo de saccas, qae
conduzem pela via frrea, para o revenderem, a
pois de alcanzadas essasInforaacSes; se resolver
o qne f6r de jostiga.
Pago da cmara municipal do Recie, 8 de mar-
go de 1863.Thoraaz d'Aqumo Fonceca.Dr. ioa-
qulm Jos de Miranda.
Fo approvado um requerimento do Sr. Thomaz
retallnos mercados desta cidade ordinariamente, d'Agoino, no sentido dse fuer efectiva a multa
a razao de 240 a 280 res, a medida, segundo a sna a,Juees dos senhores vareadores, que sem parUcl-
qualidade; claro esta, que sao verdadeiros atra-i paco faltarem as sessoes. r"'"-1
tenho-rae em abstengan quanlo questo interna ;
apenas exergo reprezalias paraobter as reparagos
que me-sao devidas ; e, lio depressa me sejam
dadas,'resiahelecem.se as reiagSes amigaveis entre
os dous estados.
Pendentes estas deelaragees offlciaes e ostensi-
vas, nos em Santa Lucia, em segredo tralavamos
com o che fe da revolugo, ajustavamos a coopera-
gao das forgas deile e nossas, e isto sob a garanta
de que as nossas reolamacoes seriam atiendidas
aos leemos em que o geaeral Flores promettiarcoo-
sidera-las repblica.
Nao se pode' deixar de confessar que estes fac-
tos nao sao regulares; que a nossa falta de fran-
queza devia alienar-nos as sympalhias do corpo di-
plomtico residente em MoBtevid, tornar pelo
menos suspeitas as nossas intengoes; e que era
natural que o governo de Monievido e seu partido com o general Flores, a nossa intervencao na suer- i 1"e e'le Promovesse a sua cobranga ; e tendo tra
ra civil, eslava mais definida. A prlrneira noticia : tado de arrec dar pelos meios amigaveis, pode so-
que o orador all achou foi qae o nosso almirante,
ao mesmo Brito ser preciso fazer elle a expedigao
das aguas, como quer o art. 2o do titulo 3o das
posturas de 30 de junho de 1849, alm de nSo sof-
frer a pena marcada no art. 17 das posturas de 10
de novembro de 1835.
SSessem" w'sMpesaT sem cTmprme'lUme- i
to de nossa dignidade.
Assim o fez o nobre ex-ministro dos negocios
estrngeiros, e antes do orador partir d'aqui j
S. Etc. havia recebido resposta aquellas communi-
ca;;Ses.
Quando em 2 de dezembro chegou o orador a
Buenos-Ayres, l a situaco poltica do Brasil nao
era a mesma no Rio da Prata. A nossa allianga: au,osde 'f'^ego s posturas municipaes, afim de
.___________i du__.____;..______t._____\ i aue e le oromcivesse. a sna rnhranca : e lendo tra-
se tomassem cada vez de maior calor contra o
Brasil.
Semelhante procedimento de nossa parte, (as re-1 avista da demora do nosso exercito, partir, de
presalias levadas a esse ponto, e al mediante a ; comhinaco com o general Flores, para ir atacar
cooperagao do chefe de urna revolugo, tem exera- Paysand.
po mesmo no Rio da Prata. Desde 1818, por es- sse ataque, em taes rondicoes, era a interven-
pago de dez anoes, a Franga e a Inglaterra, ora cao amada do Brasil na questo interna do E conjunta ora separadamente, assim procederam : Oriental, a allianga de facto com o general Flores,
contra a repblica argentina e contra o genera'
Oribe ; mas como se explica esse systema de re-
presalias ? Como -raoderago do forte para com o
fraco ; como alteugo as potencias neutras. Nao c
estado de paz, mas tarabem nao ;de guerra;
um estado mixto, eslabelewdo pelo forte a sen
arbitrio para poupar-se os inconvenientes de urna
guerra formal, e nao prejudicar os interesses dos
neulros. Esta doutrkia, porm, muito contestada
mesmo no Ro da Prata.
Entretanto os aconlecimenlos nos tinham levado
nao so a represalias, que melhor seriam chamadas
actos de guerra como ate a cooperar com o chef
da revoluco.
Em que posicao achava-se o governo argentino
vista destes successos ? Muslrava-se benvolo
para comnosco. Como o governo imperial, tarabem
eslava desaviudo com o governo de Montevideo, e
com as suas relagoes diplomticas interrumpidas;
mas conservava-se neutro no tocante a questo in-
o~
terna do Estado Onentel, reconhecendo cointudo
direito com que o Brasil exercia represalias ; asj
sira, nao vendo nisso quebra das estipnlagoes en
vigor, Hsseguravanos o seu concurso moral, fazer
do justiga s nossas intengoes quanlo a indepen
dencia e integridade da repblica oriental, mas
recusaudo mlervir comnosco neste estado.
A este respeiloasdeciaragoes foram muito pos
tivas e constara dos protocollos. O governo argn
tino considera va que para solver a questo oriec
tal, quer em relago aos inloresses internos emlut:
quer em relago s duas nagoesvisinhas, o Brasil
a confederarn, haviam duas ordens de meios
directos e os iudirectos.
Os directos podiam consistir na intervengo co
lectiva do Brasil eda confederago para impor
paz aos contendores internos da banda oriental
observava, porm, o governo argentino que tad
meios achavam embaragos no direito publico des
tres estados, resultando de mais a mais o grave ir
conveniente de riearem os dous interveniores re:-
ponsaveispelasituago que creassera, e pelas reai-
goes que della resuliassem.
Entenda, pois, o governo argentino que s re -
tavam os meios indirecles, que limitavam-se sua
posigo neutral, e ao seu concurso moral.porparie
do Brasil, s represalias ja' entregadas, e, em u .-
timo caso, a' guerra.
Acreditava elle que prestando ao Brasil o apo o
moial da sua Heutralidade, conservando interrom-
pidas as suas relagoes com o governo de Montevi-
deo, nao fazendo com este nenhum accordo se n
que fosse acompanhado de outro cora o goverr o
imperial; acredilava que as represalias e por li n
a guerra, irariam o trplice resultado de pacific; r
o estado oriental, fazer all apparecer um governo
que se podesse entender com os visinhos, e con-
sequentemenie dar reparago das offensas de que
se queixaram o Brasil e a confederago argentina.
O Sr. conseilieiro Saraiva tambera enxergva
erabaragos na inlervengio armada ; mas nao con-
fiava na eficacia dos meios indirectos que ja' esta-
vam em uso, para se conseguirem todos os fins
indicados pelo governo argentino e que o do im-
rio tambera desejaria ver realzados ; previa que
os negocios podiam aggravarse de tal modo qne
a intervencao armada e collectiva dos governos do
Brasil e argentino fosse indispensavel para paci-
ficarse o estado oriental, e em seguida resolver as
questoes inlernacionaes pendentes.
Eis a nossa situaco no Rio da Prata : neutra-
dade da confederago argentina ; o corpo diploma-
tico residente era Montevideo prevenido contra
nos, porque os nossoj actos, ao menos na appa
rencia, estavam em contradigo com as nossas d-
claragoes offlciaes. Ao mesmo lempo estavami s
ameagados pelo Paraguay desde 30 de agosto, e o
governo argentino s considerava castis belli a
violagao ao seu territorio pelo Paraguay ; fra
desse caso tambera se conservava neutro quanlo
ao conflicto entre o imperio e aquella repblica.
O pnsamento cardeal das instruegoes que
orador receben era obter a allianga do governo ar-
gentino para a intervengo collectiva com o Br
sil, lomando por base o elemento oriental repr
sentado pelo general Flores; c, se nao fosse p
sivei tal allianga, em lodo o caso a allianca com
general Flores, no sentido de paciflcago do es
do oriental e resoluco das questoes inlernacionaes
pendentes.
No estado em que se achavam as cousas, ligava
o governo imperial a maior importancia a que,
orno resultado de nos-a intervencao, licasse na
presidencia do Estado Oriental o nossoalliado, ge-
neral Flores ; considerava, e com razao, que esta
era a garanta mais segura para o Brasil, no pre-
sente e no futuro, de suas boas relagoes com
aquella. Republkd.
Se o governo que se estabeJecesse em Montevi-
da nao fosse amigo do Brasil, todas as promessas
de reparago que nos fossem feitas oo oferece-
riam garantas de execugoel, seriara letra mor-
a, e, ainda quando pelos fados antros nos fossem
dadas satUfages, tica va seinpre o perigo de novos
conflictos devidos m vontae centra nos.
Era tambera necessana a aliiaoga cora o gene-
ral Flores para legitimar o nosso procedimento em
Santa Lucia em 20 de outubro, Cumpra fazer
sentir que o governo imperial nunea havia trata-
do por tal modo, como consta das notas que ha
pouco o orador lea com o chefe de urna revolu-
go ; que o proprio general Flores se convencesse
de que aquillo que bavia praticado com elle nun-
ca se (aria a outro chefe de algama revolugo
qoando elle chegasse a ser presidente da Rep-
blica ; que se Ibe inspirasse a candanga de que
quando assim se preceden em 20 de outubro ja o
governo imperial estava resolvido a aceeitar a sua
allianga, a correr todos os seus azares, para de
eombinagSo com elle pacificar a Repblica, e esla-
belecer um governo capaz de ferecer nos sri.s
garantas de paz e araizade.
O governo argentino, posto que sempre "bao*
vol para comnosco, comtudo, sendo um governo
tambera illnstrado e dirigido por urna intelligen-
cia superior, nao podia ver sam reparo o nosso
accordo de 20 de outubro, celebrado ra anta
Lucia. Assia),.Ba primeira entrevista qo^o ora-
dor leve com o general Mitre, onvin. wna observiu
gao qne profundamente loe doeu. Sem teneionar
subsistmdo &as declaragoes fe.tas de Janeiro de 1842 perlence aos delegados as attri- kenrque de M.ra
elo Sr. conselheiro Saraiva, anos-1 ^f? aes ..Wf^JYS^ardeoVnied,^
1 a guerra declarada contra o governo de Montevi-
deo. Entretanto,
a este governo pe
sa posigo nao estava bem definida; e evidente
que taes fados deviam aggravar mais contra nos
a animosidade de um governo to imprudente co-
mo o do Monievido.
(Continuar-se-lia.)
m
KWSTi KAMI.
vessadores, que por meio desta expeculago, a que i Fo apresentado por Juvencio Aureliano c i'u-
se entregara concorrem para qnejsse genero, em| nha o,^ procurador do proprietario do Jornal
dos pro- 0 RKifei uma proposta para o contrato da impres-
e0&rnSS. informando ^^^n^^TJ^SS^T^^^&^ '
ment de Henrique Jorge; dfz que havendo proce- aos productores e consumidores; pelo contrario,
dido a immediata inspeego e minucioso exame no seja todo arbitrario, ou imposto por uma clatse de
lugar indicado, encontrou na ra dos Quarteis, agiotas, que se inlerpoe entre as necessidades dos
urna fabrica de cigarros pertencente a Antonio productores e consumidores, para se constituirem
Brito Maia, era cuja parte posterior est constru- o flagello da populago; e como taes o seu Ingresan
da umamachina de cortar fumo com nm cano de' as ribeiras ou mercados pblicos dc-sia cidade,
expedigo do vapor e principalmente da fumaga, o para revenderem esse genero, que atravessam,
que se acha inconvenientemente collocado, e mes- deve ser tanto mais vedado, para que contra os
mo em frente e prximo as janellas da cosinha da mesmos se faga extensiva a resoluco, que j se
casa do referido Henrique Jorge, e por isso a ta- toraou a esse respeito ; quanlo, alm de haver
maga nao pode deixar de encommodar, alm disto malta impossibilidade em destinguir-se cada um
nao tem as accommodagoes ou meios de despedir desses atravessadores daquelles que compram esse
aquella machina a agua de que se alimenta o va- e oulros genero', que sao levados para os merca-
por, e sem duvlda por tal moiivo maior o charco dos pblicos desta cidade, e povoados do munici-
que na ra sempre existe, pelo que j havia dito po; e desde j ser conveniente que se tornera
todas as camellas a respeito desses individuos,
para que nao especulera com a fome dos habitantes
deste municipio; ero commettam os abusos d*
que sao capazes, desde que pudendo ter cada um
delles seus estabelerimentos, para nos mesmos ex-
0 br. Gustavo do Reg, pede a palavra e oppoe- porem a venda os gneros que compram; s.nente
se a informago dada pelo fiscal, reconhecendo que recalcitram em quer los revender us mercados,
a pequea machina, de que se trata, nao pode ou ribeira desta cidade, para que possam afungen-
e mais fcilmente flagei-
a imposigo do prego,
que sera, o resultado da falta da concurrencia dos
O ir. Dr. Miranda, pedmdo a palavra, combate productores; e neste caso o interesse publico muito
Outro do procurador, remetiendo o balancete dai Pasamento do Sr. Gustavo do Reg, e conclue sofre com essa ingrata especulaco, que occasiona
celta e despeja muuicipal em o mez de fevereiro i pe-Lndo quc se. 0U5a a r,eppeit0 a comm'- timo.A' commiso de oolicia -e' '!ae asMn? se/esolveu, accrescentando-se, neressidade, e larguis-imo consumo; accresce que
a requerimento do Sr. Santos, que fosse ouvido a conservago desses atravessadores inteiramenle r
tambem o inspector da sade publica, quem se repellida p'elo art. 10 do tit. 12 das posturas de 301 ,r*i,!) as n^enas
mandou offlciar neste sentido. de junho de 1849, assim concebida :
Outr do me^mo, informando contra o que na Ficam prohibidos os atravessadores e correcto-
peticao, que devolve, requer Antonio Augusto de res de farioha; legumes, e outros gneros que to
Lima, de Ihe ser concedida licenga para levantar levados para os mercados pblicos da cidade, e
no caes do Ramos, um telheiro sobre quatro esta- povoados do municipio; os infractores sero mul-
cas, e nelle fazer o seu trabalho que consiste em udos era 30$, sendo esta multa commeniada em
preparar pedras.-Indefirio-se. oito dias de prisao aos que nao poderem salis-
Outro do mesmo, communicando ter encontrado, fazer.
na ra larga do Rozario, Assim pois, indeferida, como j foi, a pretengao
t Lourengo, uma lata con- dos peticionarios prevalecem as mesraas razoes
para que subsista. o primeiro despacho, ou contra
os mesmos se faga extensiva a deliberago que j
se tornou a esse respeito; e at fra posteriormen-
te reclamada pelo vice-presidenle da provincia, o
Exm. Sr. desembargador Adselmo Francisco Pi-
rette, como tudo consta das actas das sessoes desta
cmara e archivo da respectiva secretaria.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 8 DE MARCO
DE 1865.
Presidencia do Sr. Pereira Simoes.
Prsenles os Srs. Thomaz de Aquino, Gustavo do:
Reg, Dr. Miranda, Sanios, e Silva do Brasil.'fal-
lando com causa o Sr. Dr. Sarment, e sera ella os
Srs. Barros Reg e Costa Monleiro, abre-se a i
sesso.
E' lida e approvada a acta da antecedente.
L-se o segrate
EXPEDIENTE
Um oficio da cmara municipal da cidade de
Goianna, aecusando
de, declara ficar sciente
lara miinirinal da cidade de,a PeHueua macnina, <"> que se irata, nao poae ou ribeira desta cidade, pa
3 Juehe d3rJ o f d sia Tm- pr'JudJcr a salubrid1e publica, e nem aos visi- tar os seus productores; t
mte de haver o Exni, St. Dr.!nnos a"a. r.omo parece inculcar Henrique Jorge lar os consumidores com
r.asiplio-Rrancn lomado coma ""i"? P*1"-"??: .... que ser o resultado da fal
da presidencia desta provincia.Inteirada.
rece i
ultimo.A' commisso de pol
Outro do mesmo, dizendo ter-llie sido remeTtido
era 13 e 26 de dezembro do anno passado pela de-
legada de pjlicia do Io districlo deste termo, 30
sao e poblicagao dos trabalbos momeipes, na inj.
em dis-
comraisso de poli-
ca para dar o aeu parecer.
Foi intimada a cmara para pgar a Joo Fran-
cisco Bastos d'Oliveira, a quantia de 29810 de
cusas em que foi condemnada a mesma cmara
ao pagamento pelo Dr. juiz de direito da segunda
vara.
Mandou-se offlciar ao Exm. presidente da pro-
vincia, pedindo autorisagao para continuar a des-
pender pela verba de cartas criminaes, visto como
a que fra marcada na lei s acha j extincta.
Tambem foi a cmara intimada para pagar a
Evaristo Mendes da Gunha Azevedo, cessionario de
Francisco de Barros Correia; a quantia de 13o0o0
de cusas em que fra condemnada a mesma c-
mara.
Despacharam-se as petigoes de Antonio Auguro
de Lima, Guilherme Joaquim da Silva, Antonio
Benlo de Campos, Bellarmino Lourengo da Silva,
Firraino Alves Pimentel, Joo Donellv, Joatpjini
Jos de Sanl'Anna, Joo Baplista d'Oliveira, Joa-
quim da Silva Carvalho, Marcelino Jos Gongalves
da Ponte, levantou-se a sesso.
En Francisco Canuto da Boaviagem, secrelari)
a subscrevi. Pereira Simoes, pro-presidente.
Santos.Dr. Miranda.Reg. -Fonceca.Silva do
Brasil.
mente efectuar a cobranga de dous, cojos mulla-
dos se nao oppozerara ; os outros, porm, querem
ir a juizo para seren julgados.
Parecendo elle procurador, que a continuago i,
desses processos deve correr pela mesma delega- i tPr d'"T a qS! n'rT'
ca, pede licenga a cmara para ponderar o se i J*5" "; ,. RJj L'
uinte tendo gaz falsifioado, o qual sendo submettido a
Pelo rt. 212 2- do regulamento n. 120 de 31 K& "a pr,esfca, dVnspe.ctor -de MS"
rao Benjamn Francisco da Silva Araujo, Geraldo
Jos Felippe Marlins e outros,
paz at a data da lei de 3 de dezembro de 1841, e I !:"c" ',"",cu,aiamente' e sendo "'?Jnado por es-
quee?sa. lei nao devolveu as autoridades qu a JE ^^J^ao\E^??*\W;
Pago da cmara municipal do Recife, 8 de margo
de 1863.Thomaz d'AquinoFonseca.Dr. Joaquim
no
apezar da forma
mesmo discurso,
completo, e nao res
dos os documentos
tante de que se oceupa o illustrado parlamentar.
At a partida do ultimo vapor, o jornal enearre-
gado da publicaco dos debates do senado nao ha-
via ainda publicado este discurso, apenas o Jornal
do Commercio tinha-o feito pela forma em que da-
creou. Se pelo art. 12 7 do cdigo do processo > ^f' 2Sffi ,de a,ccordo -ora os dou9 a,lata'
criH.kial pertencia aos ju.zes de pazfe actualmente SfttaSu SSfSS qUe '?norava!n estar,
aos delegados e subdelegados, julgar as contraven-1 gf* fai*'fl"2*' tJK Vcnd'am publ!1camfn,e' -
ges de posturas, nao tedo estes o direito de faze-1 Z^a,!,v,*in com?n*0 a Da;'d & C^tarn- Jos de Miranda.
4. A commisso de polica, acerca do ofcio do
fiscal supplente da freguezia de S. Frei Pedro Gon-
| elle fiscal, e indagando de David & Cavbante se calves do Recife, Manoel Antonio Ferreira Gomes,
haviam vendido o gaz de que se trata, estes res- datado de 28 de Janeiro do corrente auno, no qual
ponderam que siro, e nao s a Braz & Lourengo, participando que Ihe fra dirigido, pelo secretario
como a outras muuas pessoas, pois que ignoravam desta Ilustre cmara, um officio datado de 18
estar elle falsificado, mas, que depois conhecendo daquelle mesmo mez e anno, nao s commuui-
nao estava perfeito, entregaram todo quanlo ha- cou-lhe que constara a essa mesma cmara, existir
viam comprado ao negociante qae Ihes tinha ven- um deposito de calderas na travessa da rua do
dido; em vista do que acabava de expr. consulla Brum para
a cmara se deve considerar os referidos llraz &
rem os termos de achada, o que cumpre aos lis-1 L U** ua rua da Cruz n. 68, para onde, a
caes, inqueslionavel que estes autos de infrac-1 eo.nvile dos mesmos Braz Lourengo, se dirigi
goes, feitos pela delegacia, devem ser o comego do
procoso, e por consegrante concluidos e julgados
tambem por ella, etc.A' commiisao de polica,
requerimento do Sr. Dr. Miranda.
Outro do contador, informando a petigo de Jos
Para satisfagao da anciedade publica, comegamos Antonio da Cosa Siqueira, requerendo para que se
hoje a estampar neste Otario o discurso preterido me de baixa na collecta, visto que tendo oblido li-
no senado pelo Exm. conselheiro Paranbos ; e cenga e pago o imposto para abrir uma refinado
pessoai em que se annuncia o na rua do Apollo, casa n. 45, conlinuou no estahe- ,,
podemos reseverar que esta elle i lecimento soraente cinco mezes, depois fechou-o, e i %f"EL2^S*X!i a '*? "a lltU'
sumido, contendo alm disto to-1 neste estado se acha ; declara que nos exercicios 4 -da-s Pfuras de 30 de junho de 1849.-A com-
i coucernentes a' materia impor- j de 1863 1864 e 1864 a 1863, nao se acha dito mis?ao de po ,cia> a requerimento do Sr. Dr. Mi-
esiabelecimenlo collectado.A' commisso de po
licia, requerimento do Sr. Dr. Miranda.
Outro do engenheiro cordeador, remetiendo o
orgamento dos concertos, de que precisam a pon-
tezmlia do Rosarinho
o caes do Apollo, entre a fundigo do
Mesquita, privando o tramito publico; se nao como
Ihe fra determinado, que fizesse com que o douo
- desses objectos, os remova quanto antes, do lugar
- em que se achara, e dsse a razao porque tem con-
, randa. sentido nesse lugar a p-rmanencia das referidas
Outro do mesmo, informando sobre a materia calderas; responde, que o terreno em que eslao
; do requerimento, de Antonio Soares de Carvalho, as calderas de que tratara, particular c como tal
i qoenao tendo o ante-possu dor de Carva- nao est comprelieodido as dis;'osicoes do art. 1
e festa do Divino Espirito
Santo, e do setenario e festa do Senhor Sanio
Cbrislo dos Milayres, na iyreja do Cullogio.
A' urna hora da larde do dia da Assurapco do
Senhor, a irmandade do Divino Espirito Santo,
acompanhada de grande numero de meninas, tra
jando as candidas vestes da mnoceucia, faz hastear
a bandeira do seu Divino Padrociro, subindo oesta
occasio ao ar um lido e magnifico baio com for-
ma de carramancho, ornado de bandeiras, feito
por ura curio=o e irmo da nossa iimandade, o qual
nada deixou a desfijar ; sendo todo o acto preen-
chido com excelleutes pegas de msica executadas
pela sociedade particular Galio Permanente, que a
convite da irmandade e por especial obsequio se
digaou vr abnlhantar o acto ; tendo antes tocado
tambera a msica do 3 batalho da guarda na-
cional.
A' note teve principio asnovena?, sendo seguidas
de versos tirados ao piano por joveus l'ernambuca-
nos, e o coro por distincias senhoras acompanhado
a mstrumenlal ; a msica foi feita de proposito a
tal raister, tambem por ura nosso patricio, cuja
composlgo muito agradou pelo estylo simples e
edificante, proprio de taes actos, seguindo-se sem-
pre o mesmo em todas as novenas, e tocando sem-
pre no principio e fim de todas a msica do 3o ba-
talho da guarda nacional e havendo em algumas
das noites alguns baloes.
No sabbado 3 de junho tiveram lugar as vespe-
ras, com o Santissimo Sacramento exposU/no thro-
no, sendo orador o Rvm. padre metre Leonardo
Joo Grego, que muito bem desempenhou o seu
ministerio, seudo no fim saudado por diversas pes-
soas entendidas na materia.
As 10 horas do dia 4 enlrou a festa, assistindo a
esla doze pobres trajaudo tnicas rxas, comme-
raorando assim a descida ao Divino Espirito Santo
sobro o .senaculo, recebando
mo-lo a' leiiura publica. amoos na quantia
Amannaa reuue-.-e o.Inslitulo Ani: algico e .do a despeca das
Geographico Pernarabucano em sesso uidraaria. que as julga desnecessarias, visto que tm pouco
..----------, ------------ no fim da fesla um
de 3U de junho de 18iU; e vestuario completo e urna esinola cm dinheiro ; foi
!sae.S:ie, ,e.rrno por ser nm-; tambem distribuida uma esmola a sete irm*s po-
ja malriz da Boa-vista, celebra o Exm. monstnhor por quera.Poto era discusso, resolveu-se orde-
Pinto de. Lampos uma missa em sulfragio da alma nar, requerimento do Sr. Silva do Brasil, ao en-
, genheiro, que orgasse as varandas, as qoaes deve
rao ser ae ferro.
do Dr. Constantino Rodrigues dos Santos.
Hoje tem lugar a partida do Club Pernambu-
cano, a qual espera-se que seja devidamente con-
corrida.
A partida do Club Commercial, no corrate
mez, deve ler lugar no da 28.
Desejando que as provincias do norte, a!rn
do Cear, nao liquera sera noticias da Europa e do entrada
sul, por um espago indefinido, o Exm. Sr. presi- poder ser^concedida a licenga
dente da provincia manda seguir arnauha al o reouer devendo elle, n;
iho, e do Maduro importando ',h0' Manoel Malaquias Lins' PaS imposto da li- do tit. 9o das posturas
dM43S-deXa^ no decreto n. 1,713 de 26 de de- verdade, que ainda <
varandas da segunda ponte, por- d?,180,1 impos,to ,qiJe de 6000' Cuni ra?> ma perteneendo parte delle ao referido Mes- brea, em loovordos eete donTdo EspU&smo!
quila; e uaveudo este fallecido, nao tem a quem N loria cantaram a Sra. PierreP e uma jov,
T^^^i^^ST0'6 -nrorme Ihe fra ordenado; e^o segrate pal KflS^^^yS'S
se v do art. 78 do citado decreto, parece que essa ()uila; e Laveudo esle fallecido, nao tem a quem No gloria cantaram a Sra. Pierre
- !^a\7J10ras da ma.a,.,aa d0d,a "' "a fe- : rapo sao arrancadas e carregadas sera se saber !icen5a so poJ-e l.er lu8ar> sal,sfe'l W"* mV^ -- f"......''" ".............-"=i -
to, na
licenga
polica, requerimento do Sr. Dr. Miranda.
Outro do mesmo, informando contra a preten-
gao de Joan Baplista de Oliveira, de
recer;
Ou_este_terreno todo particular, on nj ; se
locou antes do sermo, raostrou do quanto insig-
ne na sua rabeca. Tanto este senhor como aquel-
Outro do mesmo, informando o requerirrento, no, Kc'r """ ,e. V?*^' u" fr .di/ptu/a" enlao ai0n "* comprehendido as disposices do! iaS) se preslaram por especial favor e pedido da
qual Jos dos Santos Ramos de Oliveira. pede li^^ti^^J^L^^.^^^1^^? l!!Pt\.l 9 di,s c!tadas posturas de 30 de junho irmandade.
egui
Maranbao, caso oo encontr no Ceara' o vapo-
coslero d'alli, o cter da alfandega Pyrtlampo.
Procedendo assim S. Exc. attendeu aos interes-
ses geraes dessas provincias, e especialmente aos
do commercio, era geral to pouco attendido pelo
governo geral, e obiera' uma gratido iramorre-
doura.
O segundo eorpo de voluntarios deve ama-
nha partir do respectivo quartel pelas 8 horas da
manilla em direcgo a' igreja da Conceigao dos
Militares, onde celebrar-se-ha a bengo da ban-
deira.
O esquadra popular que tem de fazer parte
do squito de honra do corpo de voluntarios, for-
ma pelas 7 1|2
servio de parada
meiro corpo, isio
cenga para fazer em seu terreno rua da Concor-
dia, e ao lado da sua casa ah edificada, um muro
de altura regular cora um porlo no meio para dar
para a mesma casa ; diz que Iho parece
que o peticionario
requer, devendo elle pagar tambem o imposto pela
edificado da casa em questo.Que se offlciasse
. ao engenheiro para declarar francamente se o pe-
: ticionario pode fazer o muro que pretende, decla-
rando igualmente a altura do muro.
Outro do mesmo, informando o requerimento em
que Luiz Jos da Cosa Amorim, pede para que
Ihe seja concedido reedificar as suas casas de ns.
3 e 7 no largo do Corpo-Santo, assim como j Ihe
fra concedido a reedificago da de n. 3 ; declara
nada ter que oppor a pretengao do peticionario.
Concedeu-se.
Ouiro do mesmo, informando contra a pretengao
de Joaquim Jos de Sant'Anna, de fazer uma solea
e cano de esgolo na casa n. 68 da rua d'Aurora.
horas da mannaa no lugar que Indeferio-se.
por occasio da parada do pri- Outro do mesmo, informando a petigao, na qual
no Pon bal, ao lado do sitio do Joo Donnelly pede Ihe seja concedido acabar o
a 2a parle do art. 2o das posturas de 13 de junho
de 1833.Indefirio-se.
Outro do mesmo, consultando se a disposigo do
art. 1 da postura i ddici.mal de 8 de julho de 1833,
artigos 1, 4 e 38 do regulamento policial, o outras
posturas relativas aquella, e este, deve referir-
se tambera aos individuos donos de carros e cabrio-
ets que, nao tendo ttulos de bolieiro on cocheiro,
Sr. desembargador Firraino.
Hoje s duas horas ua tarde a audiencia
do juizo de paz da freguezia de Santo Antonio, que
por circumsiancia nao podo ter lugar hontem.
Sexta-feira tambem tera' a audiencia do costume.
Depois d'amauha se extrahira' a quarta
parte da quarta lotera da Santa Casa da Miseri-
caixo de casa que tera na rua dos Gnararapes, do
contrario que sejajndemnisado do valor do rae6mo;
diz que a pretengao do peticionario, quanto a con-
cluso da obra, j foi denegada pela cmara tran-
saela em vista da informago por elle engenheiro
dada, de que se acha ella toda em terreno marcado
para rua.
nrn'ni2U"i^s d0US maores P^mios..... Q^nto a segunda parle da pello, isto e, a in-
lu.uud e -.UU>. demnisago exigida pelo peticionario, diz que o
O nosso comprovinciano, primeiro official do caixao de que trata parece ter sido construido de-
correio da corte, Antonio Joaquim Castro Vianna, p3|S do tragado da planta do lugar, pois que sella
comraunica-nos estar prompto a receber e dar o nao se acha descripto, e neste caso construido era
destino conveniente a todas s cartas que se dirig- opposgo a mesma planta.A' vista desta infor-
rem aos voluntarios pernarabucanos na campanha, mago, indeferio-se a petigo.
tima vez quo sejam aqui entregues ao adminis-, Outro do mesmo, informando o requerimento, no
'rador. j qual Marcellino Jos Gongalves da Fonte pede para
Esta oUlciosa intervengo do Sr. Castro Vianna1 que Ihe se,a concedido fazer um sumidouro na
e digna de elogios, e a raaneira melhor de se re- frente de seu armazem, sito rua do Forte do
conhecer o seu obsequio esta na aceitado delle ; Mattos ; declara que sendo estrella a roa em frente
do que resultara sem duvida uma expedigo mais do armazem do peticionario, nao parece mui razoa-
solicita das noticias das lamlias dos nossos bravos
Pela delegacia de polioia do primeiro dstric-
de 1849; e senao corno est provado cora o offi-
cio desse fiscal supplente, desde que declara,
que perlence parle delle a Sfcsqoita, entao
applicavel as dispoflicSes daquellas citadas pos-
turas, na outra parte, que nao pertenga a outro
proprietario, ou consenhor, caso o terreno esteja
proindiviso.
Nessa alternativa, da qaal se deve sabir a bem
apresentam-se governando os seus carros.-Posto do municipio; convm que se officie ao respectivo
em discusso, resolveu-se mandar declarar ao lis- fiscal, para que com urgencia, verifique, se esse
cal que a disposigo da postura se deve entender terreno todo particular; allra de que, no caso de
tao soraente com aquelles que fazem prolisso de
bolieiros, e cocheiros.
Outro do fiscal de S. Jos, informando a petigo
. qual Joo Jos da Silveira se quelxa que elle
na
fiscal prohibira-lhe de vender farinha na porta de
seu estabelecimenlo n. i junto a praga da mesma
farinha; declara que a farinha que prohibi ven-
der, nao pertencia ao supplicante, e sim a um d'a-
quelles individuos que sendo langado fora do mer-
nao ser, cumpra como deve as disposiges
daquellas citadas posturas na parte em que Iba fr
applicavel; e no caso de ser, ou no mesmo haver
alguma communho entre outros particulares,
como parece haver, desde que se declara, que parte
delleperten.ee a Mesquita; tambem fagacumpnr-se
o art. 2o das posturas de 20 de novembro de-1833,
que determina o seguinte : *
Os propnelarios de trras devolutas dentro da
cado como atravessador, collocara-se na porta do cidade, ou mui prximo della, sao obligados i
estabelecimento do supplicante.A commisso de t t las muradas e nos seus suburbios sao obrigados
polica, a requerimento do Sr. Dr. Miranda. pelo monos, acerca-las; os infractores deste artigo
A commisso de polica appresentou os segnin- solfrero a multa de 30,5.
tes pareceres, que tendo sido po-tos em discusso, i Eis, pois, o que emende a commisso de policia,
foram approvados, expedindo-se em seguida as ne- acerca do offielo desse fiscal supplente, a quera se
cessanas communicaces, e nos dous ltimos fra deve officiar no sentido, que lica exposto, e deve
accrescenlada nma indicagao do Sr. Aquino Fonse- com toda a brevidade, que fr possivel, trazer ao
ca, de serem pagos, independente de Informages, eonhecimento desta cmara o que tiver fsito a esse
os mdicos que procederam as corridas. respeito.
1. A commisso de policia, acerca do officio do;
to desta cidade, acaba de ser determinado o pro-
cesso pelo assassinato do Portuguez Manoel Perei-
ra dos Santos, na Varzea, abrangendo a viuva do
mesmo e Manoel Jos do Nascimento.
Na note de 18 do passado, a crioula livre
Maria Gouzaga, moradora em Bom Jardlm, tendo
dado a' luz uraa menina, matou-a, machueando-lhe
vel que nelia se fagam sumidouros, podendo o pe
tieionario com tacilidade fazer um cano de esgoto
que leve as aguas do sea armazem at a mar que
nao fiea distante.Permiltio-se fazer o cano que
conduza as aguas a mar, e nao que fizesse sami-
douro.
Outro do mesmo, informando o requerimento no
qual Lourengo Jos de Moraes Carvalho, proprieta-
Pago da cmara municipal do Recife, 8 de margo
procurador desta Hlu*tre cmara Jorge Vctor Fer- de 1863.Thomaz d'Aquiuo Fonseca.-Dr. Joaquim
reir Lopes, datado de 16 de fevereiro prximo Jos de Miranda.
passado, dentro do qual acompanha o balancele da i 5. A commisso de policia, acerca do officio
receita e despeza desta mesma cmara, relativo ao do Dr. delegado do Io distrielo deste termo, Luiz
mez de Janeiro do correle aano, cuja aprsenla- d'Aibuquerque Martins Pereira, datado de 20 de
gao mensal imposla pelo l do art. 9 do regu- fsweiro prximo passado, em que participa que
lamento interno de 12 de agosto de 1841, de pa-: aos 16 daquelle mez e anno, corrida em seis taber-
recer, que esse balancele seja approvado; por: as do pateo da Ribeira de S. Jos, e da rua de
quanto procedendo ao exame de cada uma das; Santa Rila, e f a acompanhado nesse trabalho
, parcellas Jangadas as verbas da recelta e despeza, I pelo Dr. Augusto Carneiro Monleiro da Silva San-
| havidas n aquelle mez; achou-o exacto com os li tos, sendo que nessa occasio
I vros, e documentos, que Ihe foram apresentados | de taes estabelecimentos, a excepgo de um, como
na respectiva contadoria, inde esiao recolhidos. lincursos as dlsposicoes das posturas de 30 de
PaC_da camara municipal do Recife, 8 de mar- 'junho de 1849, tendo-lhe sido apresenlados es co-
go de 1865.Thoraaz d Aquino Fonseca.Dr. Joa-; nhrciraentos do pagamento da respectivas multa,
quim Jos de Miranda. I na quantia de 90; alm destes estabelecimentos
2." A commisso de polica, acerca do officio do fra a um agougue, era companhia do dito doutir,
capitao do porto, Ludgero de Salles Oliveira, data-1 que Ihe declarou achar-se incapaz de continuar
do de 2j de tevereiro prximo passado, no qual: exposta a venda 2? libras de carne, pertencentes a
commi mica, que chegaudo ao seu conhecimento, i Bellarmino Alves de Arocha, pelo que mandou
E' com pezar, mas manda a justiga que se diga
que o mestre da orchestra nao se huve como e;a
de esperar, pois consla-nos que abandonou artistas
de mrito, que a irmandade Ihe faciltou para maior
bfilhb da missa, fazendo com isto que a bella com-
posigo de Bcllini nao brilhasse como devia, ape-
zar dos esforgos do insigne e bem conhecido re-
gente o maestro Smoltz. Foi orador no Evangelho
o bem conhecido e talentoso pregador da capella,
imperial Fr. Joaquim do Espirito Santo, que rato
satisfez, e quo mereceu saudagoes geraes.
Finda a festa, fez sua assengo ura lindo balo,
no eume-do qual se via um lindo anjo, feito com
todo oesmen, e obra prima neste genero, cuja
execugo foi tambem do nosso irmo executor do
primeiro, o qual julgamos que pode dlzer que al
opresenle nao tem rival ; segnio-se um outro ba-
lo, figurando uma mulher com um grande balo,
o qual tambem rnuito agradou.
Ainda se fez ouvir os harmoniosos sons da ex-
celleute msica da sociedade Unio Permanente.
Nao foi possivel tarde ter lugar a procisso eui
consequencia do mo lempo, sendo transferida
para domingo 11 do corrente.
A' noute teve lugar o TeDeum, sendo orador o
Rvm. Sr. Antonio Manoel do Assumpgao que mui-
to bem se houve, merecendo elogios daquelles que
o escutaram.
Findo o Te-Ueum, prracipiou o setenario do Se-
nhor Sauto Christo dos Milagres, seguindo-se em
todas as noites at sabbado, no domingo 11 teve
lugar a festa, orando no Evangelho o Rvm. Sr.
Grego, que desenvolveu o panegyrico do mesmo
Senhor com toda a lgica de que capaz.
A msica da festa foi bem desempenhada, con-
correndo a ella artistas de mrito.
Depois da festa seguio-se tarde a procisso do
Divino Espirito Santo, que esteve sublime a nada
deixar a desejar.
Na frente, era ura elegante e bem ornado carro
va san- triumphante, via-se a figura da religiao catholica,
i os donos cujas apropriadas vestes davam a esla figura um
bello realce, lendo-se esquerda o dis ko se-
guinte :
- rio da casa n. 206, sita rua de Hortas, pede para *3ue fisca' da freguezia de S. Jo?e, alera de exigir, deitar fra semelhante porgo de carne, e con^ide-
o crneo e partindo-lhe ura brago. Foi recolhida a'; que Ihe seja concedido concertar a coberta da mes- dos Dadores matriculados nesta capitana as ; rou o dilo Bellarmino incurso no art. 22 do lit. 9o
cadi de Limoeiro e vai ser proeessada. ma casa ; diz quenada tem que oppor a semelhan- suas matric"las- nao salisfeito cora isso, guarda- das posturas de 30 de junho de 1849; e pede que
Hoje as 10 horas em ponto efectua-se o lei- te pretengao.Concedeu-se. ias; obr|Kando a?s"n. a 1o ^us donos andem a; se mande pagar ao dilo medico a remunerado a
lao de 2*0 barricas de farinha de trigo (avariada), Outro do mesmo, informando o requerimento em Procura do mencionado fiscal para Ihes entregar' que lem direito, attendo o trabalho, e lempo gasto
annunciado por intervengo do agente Pinto, na que Joo Baplista de Oliveira pede para que Ihe ,u.ocu.menl J"e lhes Pertence. e s esta cap- superior a ires horas; de parecer, a bem do ser-
ruado Imperador, armazem por baixo do Gabine- seja concedido levantar nos oitoes de sna casa, sita! ,ia V0 conceder. ou cassar; roga por isso, a vigo publico, ou regularidade da arrecadago
te Portuguez, pertencente aos Srs. Henry Forster rua das Trncheiras n. 22, dous ou ires palmos esta camara 9ae se d,8"e dar 8uas ordens, afim de dessas multas impostas; que se officie ao mesmo
*G- | para dar mais fcil esgolo as aguas da chuva que q|e nao cniioue semelhante abuso; e aquella ca- Dr. delegado para que se digne declarar os nomes
Ao meio da es ponto efectuara' o mesmo agen- Geam represadas no telhado da mesma casa ; diz Pltania saDend0. d arbitrio tomado, a respeito dos desses cinco individuos, que foram multados, cujos
te o leiao de 100 duzas de chapeos de feltro ava-:qne indo examinar a casa para ver se os oiles Pescad.re-5> muito o applaude;e declara, que por! conhecimentos do pagamento dessas multas Ihe
riados a bordo da barca franceza Sanio Andr, em
seu escritono na rua da Cruz n. 38.
Sexta-feira 23 do corrente havera' leiiao de mo-
vis no primeiro andar do sobrado da rua do
hora s tem concedido matriculas a pescadores de
com efeito sao os ditos oitoes dobrados, mas ach'ou Longa data maIriculadt>s. e a muito poucos oulros
tamhe.m niiA o oiin do lado rio nnriA cti i em dos Jue vlvem d pesca, negando matrculas
della sao dohrados, como e'le afflrma, achou que
tambera que o oto do lado do norte est j era
parte levantado, fleando ao chegar a rua era maior
grande numero; de parecer, que quanto antes,
foram apresentados; e bem assim remetter a esta
Ilustre camara o termo de infrargo contenida
pelo dito Bellarmino Alves de Arocha, para que
quanto antes seja demandado; caso nao tenha re-
Apollo n. 30, por intervendo do mesmo agente. altura que a frente da mesma casa, e que portanto se leve es^e.fact0 ao conhecimento d'aqoelle fiscal, colhido a contadura essa multa, ou anda recalc-
- O agente Olympio, hoje faz leo de movis,. para o peticionario fazer a obra que tera comegado. para lue deix de|uardar essas matriculas desses tre recolhe-la; e feito isso se deliberar o que fr
charutos e rnoitos artigos de uso domestico; em parece que necessario que a frente da casa"seja
seu grande armazem a rua da Cadeia do Recife: tambem levantada, e que haja oque se chama uma
D- *>- ; reedificago.Posto era discusso, o Sr. Dr. Miran-
O presidente Johnson fez cessar as restric- da reqoereu que fosse ouvida a commisso de edi-
goes, que o estado de guerra havia aconseihado no ficac^s.
Tennessee, Virginia, Carolinas do norte e sul, O'Sr. Gustavo do Reg, como merabro daquella
Georgia, Florida; Alabaua e Luisiania commisso, declarou nao ser necessario, por quan
pescadores, afim de que os mesmos nao soffram
encommodo, ou per a de tempo, cora a restituigo
de taes matriculas ; podendo apenas tomar ola
dos nomes desses pescadores, que entrarem cora
suas matriculas nos mercados, ou ribeira desta ci-
dade; para que possa evitar qualquer astucia, que
empreguem acerca da idenlidade de pessoa, ou a
,....., ,,,, ..(..ua, malaxa Diiuimuu i;oin ni i >.-.i' i, uociarou Dao ser necessario, ponjuan-1, j ,--------------- -------~ -^ Fo.-oj, <,u
O governo resolveu conirahir ura emprestimo, e; to a commisso tena de cingir-se a informado do iempo os Possa cohecer; e feito isso tambem
ja' se linha subscripto uraa somma coasideravel i engenheiro, com a qual concordava, e por isso no se e aiJueila repartigao, communicando-se-lhe,
para elle. | sentido dessa informago se devia deferir ao pet- qat>, fo/am tomadas as devldas providencias a res-
Alm disto havia o mesmo governo proclamado, cionario.Assim se resalveo. pe,l d0 qe Bca representado.
queeosdousoor6ariosSfonetiaeSAnim(foaAfos-i Outro do mesmo, communicando qne tendo sido Pago da camara municipal do Recife 8 de mar-
sem recebidos nos portes dos paizes neutraes, os avisado para servir- na prxima sesso do jury, a go de 1863.Thomaz d'Aquino Fonsec Dr Joa-
Esiados-Uoidos nSo so fechariam os seas porto a qaal deve ter principio no dia 9, nao Ihe possivel quim Jos de Miranda.
taes paizes, como adoptariam outras medidas a tal dar prompto andamento a todos os trabalhos que se 3.- A commisso de policia, acerca do qae repli-
respei'o. acam a' seu car^o, e que assim em quanto durar cam Jcaqoira da Silva Carneiro, Firmino Alves
Heraellem-nos o segrate, pedmdo sua pu- a mesma sesso, dever haver necessariamenle no Pimentel, Antonio Bento de Campos, e Belarmlno
blicago : desempenho desses trabalhos algoma morosidade, Lourengo da Silva, para que se Ihes cenesda licen-
O provedor e mais membros da administra-; vislo como nao possivel que do jury possa ir a ca de proseguirem na venda da farinha nos merca-
gao do altar do Senhor Santo Lhristo dos Milagres, diferentes partes para poder dar as cordiacSes e dos, ou ribeira* desta cidade; de parecer que
cora a mvocacao de Eece Homo, cuja imagem foi informacfies que Ihe sao ordenadas.Que se offi- a pretengao desses peticionarios continu a serta-
inaugurada no da 25 de raaio prximo passado na ciasse ao Dr. juiz de direito presidente do jury, po- deferida, como j foi pelo primeiro despacho desla
igreja doDtvino Epints Santo, rendem um voto dindo a dispensa do engenheiro, afim de que as Ilustre eamara, proferido no dia 1" de fevereiro
deg.atidao e agradec memo, a todas as pessoas partes nao soffram demora no anda aenlo de suas prximo paseado : pormianio. desde que eses indi-
que coacorreram para o bnlbantismo da fesla do pretengOes. viduos. sendo todos moradores nesta cidade como
de justiga etrea do honorario do medico.
Pago da cmara municipal do Recife, 8 de margo
de 1865.Thomaz d'Aquino Fonseca.Dr.Joaquim
Jos de Miranda.
A commisso de polica, acerca do officio do fis-
cal da freguzeia de S. Jos, J. ao Xavier da Fonce-
ca Capibaribe, datado de lo de fevereiro prximo
passado; em que pede, que sa mande pagar ao Dr.
Joo Nepomuceno Dias Fernandes a quantia de
seis mil ris, importancia de uma corrida, a que
proceder com o mesmo; e ao Dr. Augusto Car-
neiro Monteiro da Silva Santos, a quantia de nove
mil e duzentos; importancia de uma ouira corri-
da, e um exame, bem como ao facultativo Francis-
co Jos Cyrillo Leal, a quantia de seis mil ris, im-
portancia de uma corrida, que procedeu em gara-
pas, de parecor, que por emquanto se officie ao
dito fiscal, para que com urgencia, informe a esta
Ilustre cmara; sobre quem recahiram as duas
primeiras corridas, e o exame, a que se refere, as-
sim como declarou o ohjerto da terceira, em que
data procedeu a todas essas corridas; onde se a-
chara os respectivos termos de infraeges e se es-
sas muUas j foram recomidas a contadoria inde
pendente de procdimento.judicial, e feilo isso de-
A igreja santa
Por Christo fundada,
E' pelo paraclyto
Consolidada.
Segoia-se atraz desle carro os guioes das daas
irmandades do Divino Espirito Sanio ; seguiam as
respectivas cruzes, e depois em duas alas as ir-
mandades do Divino Espirito Santo, tomando a di-
reila a erecta em S. Francisco, cmo Ihe estava
destinado, logo atraz das cruzes viam-se as ligaras
da F, Esperanga e Caridade, vestidos a primor, o
conforme os quadros existentes na Ordena Terceira
de S. Francisco ; seguiam-se vnte e oito anjos, de-
pois desles os doze frucios ricamente vestidos sc-
raelhanga do archanjoS. Miguel, seguiam em duas
alas nao menos de sessenta anjos, depois dos quae*
se viam os sete dons do Espirito Santo, prlmosa-
menle vestidos a mitago do anjo Gabriel, seguio
o ando.- ricamente ornado, sendo o vestuario dos
Apostlos todo novo e bordado a ouro, era condu-
cido pelas duas irmandades do'Espirito Santo
guarneca os lados os menores do arsenal de'
guerra.
Segua atraz do andor a irmandade do Senhor
Rom Jess dos Passos e depois as Ordens Terceiras
do Carmo e S. Francisco, tomando esta o lado di-
reito, no centre deslas corporagoes forma vajn duas
alas de anjos, em numero igual aos que ara entre
os dons, e os frnctos, segoia-so os religiosos Fran-
ciscanos, Carmelitas e Capuchinhos, e o clero, e fi-
nalmente o palio (debaixo do qual a o Santissimo
Sacramento) conrluzido pelas duas Ordens Tercei-
ras ; as navetas e as lanternas do Santissimo Sa-
cramento eram conduzidas por quatro anjos tra-
jaudo tnicas e capas que ihe davam propriedade,
e os thuribulos por dous levitas; atraz do palio
iam os ministros, prior, provedor e juizes, depois o
Exm. Sr. presidente da provincia, e mais convi-
dados.
Faziam as honras militares uma brigada da
guarda nacional.
Recolhida a procisso teve lugar o Te Deum do
Senhor Santo Christo, no qual foi orador o Rvm.
Sr. Antonio Manoel, que muito bem se houve, fl-
nalisando (lodo o acto com a tirada da bandeira
pelos fructos, os dons e a respectiva irmandade,
tocando nesta occas o e por occasiSo da festa e




fi Deum deste dja a masta d.o 1 batalho da
guarda nacional.
O templo tanto era una como era ofra fesia
achva-s8 armado com riqueza e ap*o, e-profusa-
mente Iluminado por mais de tras mil luaes.
Sfodo par notar a gjatde coacorrancia de fiis
(iae allldio ao teaplo, mi lodos os-actos desde que
tivcraiu principio pelo arvoraineato da ba*jeira
al final.
O consistorio, o corredor e a Sacrista, ludo se
achava ornado com grandeza ; emfim, pde-se di-
xer que todo o templo parecia am paraiio, e que a
ir.nandade do Espirito Santo do Collegio quaodo
faz suas funccSes a todos satisfaz. Por tanta, hon-
ra e gloria actual mesa regedora, e a todos a-
qaelies irmos que "concorreram com seus bolos
mSc* *mn* !e4 ftf **.

Por ns ha 4e ser
Vencido Lpez.
Avate : etc.
Dapois da Tictwia
Aos bosques rol temos;
Da patria, os louvores,
Os bymnos teremos. '
Avante: etc.
Jos Silveira pagara o dividendo de dita amsa
na razo de 9 0/0 sobre o valor dea liiulos
meitidoa : no nono basco de Pernambuco ra
do Trapiche n. 34.
S Santa (jasa da Misericordia
do Eecife.
Agua de Florida de flurray e
da fortuna e seos servias para esta brilhnt7"f- iroit*v5es (rSfSd? enS d"Si5i?K?r
la, tendosement era UsUo esplendor da irman- !>>* de rnuita casta de en^redientes
ALFANDEGA.
Rendimento do da 1 a 19......
dem do dia 20...............
A Illi&Mmtfa administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
no da M do correte pelas 4 horas da tarde, na
sala de suas sessoes conlinuam a praca das ren-
^ZI^TZZ o S casas abaixo Claradas por lempo de i a
324:633*878 3 aunos a contar do i de julho do correte anno
316:8860
7.-S29J0I8
1,040 ditas de UD.
As pessoas que quizerem vender ditos rticos
apresentem soaa pr.posUs na sala do oaaelho. ao
meio da, do dia 21 do correte.
ra
cripinraca,
Manoel Jos de Azevedo Santos.
Para o Porto.
Sou guez infto ; para carga e pasMfeiros trrta-se
>al do conselho dec .moras do arsenal de guer- ?,?,,0 (***!iT\0n T*** d'Aqatoo Fonseca;
,17 dejuoho de 1865.-0 n,.,,^,^ 5. a d \igarlo n. 19, andar.
dade e o engrandecimento do culto divino.
Um irmao.
tureza
de uma na-
acre e revoltante ; porm o refrigerante e
deleltavel aroma que dimana do naturam
das verdadeiras flores da
incens
MOVIMENTO DA ALFADEGA.
Volamos entrados com fazendas___
com geoeros
Volumes sabidos com fazendas
com gneros
243
Descarregam no dia 21 do correte.
Brigue oglezAfiWeenferro.
* 243
pordiante. e idwte-se aos respectivos inqollinos *?">', qoeem virtude
que nao-renjvarera os seus contratos al o Um do soaram ** fazenda, de 16 do
presente mez Qcaro pagando do dia 1 de julbo "
a renda porque esto em prafa as preditas casas
Ra das Larangeiras.
Casa terrea n. 8 particular e 17 pu-
blico......
lORBESPONDENCIAS
Srs. rodadores da Revista Diaria. -Tendo Vmcs.
emprehendido a ardua tarefa de dar publicidade a
facios que devem ser levados ao conhecimento do
assimXr'a^
e 'S^^iSg^^ K" 135K?i2t- farinha de rtao.
' ES^ generos-
queSeam Um^Mri2?n?' ss aPea tudo Sumaca hespanhola-Afcrml.ra-idem.
Nao cm!n?J nfi U defraerecer- Brigue nacional -Card,la -dem.
nefoueanenad L? T a'gama n!9te e" Brigue nacional-imperador-dem.
?mn2? m L n \ 6 Se po-sa aPPro*"nar ou Patacho hollandez-O^nu-idem.
palco do Carmo, perto de 11 horas da ooite, eocon- f.m?"d? et? delici(,eza e persistente durabilida- Brigue inglez -Mdtta -carvo
irei grande numero de pessoas que se achavam ,,^P5ao eA os f"!8 ,flno3 da PiT,s 5 e Barca inglezaFavoriteidem.
reunidas em grupo, junio ao porto da igreja de ?rtr,T-',,a a^uL / dS boamente Per" Barca ingleza-Atwa-idem.
ntrai Imnortaco.
Patacho
xar do levar ao conhecimento de Vracs. um facto,
vi-to por mim e por nimias pessoas que na occa-
siao estavam presentes.
No dia 16 do correle, indo casualmente pelo delicideza
^WV dos evtratos mais finos de Paris,
de noe.ntaI aga de Florida de boamente per- Barca
Sania Thereza, indaguei do caso e pessea iosuspei- da pela,s -ie'?noras f a America C.-ntral e do Sul,'
la porque prtenla mesa, rae disseque tinha^ Patacn() hollandez- -lammo stu entrado de
sido uma reuniao de mesa conjuncta para suspen- ?'!,". ', seu cust?' ^gundp nos consta, iiambureo consicnado a Rotiw A nirtnni-ip mani-
der de vol e lugar a um irmo terceiro, pelo facto \ na?nc,*a a efceder,a rae,ade daquelles outros. I **JJ 0g^S '
de ler requerido contra os estatutos perante a as-! ,^tf,r,a lsU.rn muitas 'pita{3es contra- ,? Ca"xa?v 3ros a T ('hrhtiansen
Se,i.la provinca., isto contra o'art. 14 dos ee"'J J ^J ^IV^ll "iSSFwn^i^t,^*
m,sn.os estatutos; sorprendido por ^ P/oced.. LanmaeJaminar ^[e^ de passamentaria e miudezas, 1 dita
pwtc. desta.mesa, fiz o meu ju.zo a remello, que j yo^3 lTmT^L^!lehCdfJ^ obras de ferro, 3 ditas espadas, 1 dita gaiollas, 6
, pacoles e 1 fardo junco ; a Prente Vianna & C.
2 caixas pedras para escrever, -2 ditas coidas de
ac e de lato, 1 dita espadas, 1 dita sabao, I dita
Roa do Raogel.
dem n. 49 particular e 33 publico. .
Ra do Rosario da Boa-Vista,
dem n. 14 particular e 58 publico. .
Ra da Lapa.
Casa terrea n. 41 particular e 2 pu-
blico..... v
2065000
300^000
168J000
Pela inspectora da alfaudega desta cidade,
da portarla da the- can Mi&ud j^ aUo,
crreme, sob o. 9.'
precisa a roesma inspectora contratar o concert
do esealer do servigo da mesma repartigo, deven-!
do ser celebrado o contrato at o dia 3 do vindouro,
ficando dependente da approvago do Exm. Sr.
presidente da provincia.
E para.que chegue ao conhecimento dos prelen-
denles, passei o prsenle.
4* secco d'alfandega de Pernambuco, 19 de ju- :
nho de 1863.O 4o escriturario. J. A. Bittencourt
Neiva. ,
Un TJmntle i $n\.
Preta-se o veleiro pahwho Cyro, de exeeHente
cdo*tnifp<,a> lote da S37 k)iwtHds : a tratar
tai da C/uz n. 19.
p'gi ii
UILIS.
Wr:-ULHiJM
1305000
3305000
mente imbutidos nos vidros das proprias garrafas,
claro, pois, est que na ausencia dos sobrdaos
nomes, todas as mais imitacoes sao falsas.
A' venda as pharmacias "de J. da C. Bravo, e C.
Barbosa & C.
KKT'
para salisfazer as qoeixas.
Pedi ao meu amigo que me arranjasse os esta-
tutos desta ordem, que bera merece hoje o nome de
desordem, e li o que diz o art. 14, que na verdade
me sorprendeu ver uma assembla que se diz libe-
ral approvar uma lei de arroucho, creando em sou
seio uma olvgarchia ; fui lendo todos os artigos Eljsipeild.
deste monstruoso estatutos, e vi que nelle nao esta' l medicamento que com mais influencia e ener-
marcada a pena de que nenhum irmao pode re-; ttr ,enn combatido essa terrivel enfermidade, tem
querer contra os mesmos estatutos, sob pena de fi-' Sld jarope alcoolieo de veame,
car tolhidodo voto e lugar ; apenas vi qne*no ari. \ m? escrava da mai do Sr Francisco Firmino
l3 dos mpsmos estatutos da' o direito a mesa con-1 Moateijro, pessoa bem conhecida nesta cidade,
achandosede cama, e comaspernas bastante in-
diadas], e cheia de tomores, tomando o xarope de
veame, acha-se hoje boa, prestando servigos.
A mana do Sr. Jos Francisco Pinto, morador
na ra Direita n. o, tendo sido acomraettida do
mesm nial, acha-se tambera boa.
A Sra. D. Senhorinha Umbelina dos Santos, mo-
rador ba ra das Cacadas n. 38, achando-se ata-
professos votarem as elei^oes da cada 9e erysipella as cxa?, com quatro tumores '.
portanto, nao dispondo nada con- !?a?.taT0-Vlumsos\no estado indolente, que a pri
jonrta de suspender o irmo quando elle se desli-
gue dos deveres de homem em sociedade, e se tor-
ne mrbulenlo e insultante, e que por si promova o
escndalo a' mesma ordem.
Ja' v, pois. que esta mesa nao podendo provar
contra o irmo as qualidades que exige o art. 128,
s apenas llie podero fazer accusaco, por ler re-
querido contra o art. 14, artigo este que tira o di-
reito de irmos
mesa reredora
couro de bezerro ; a Henzique 4 Azevedo.
3 caixas baldes; a Mello Lobo & C.
2 caixas bonecas de papier marche ; a Vaz &
Leal.
1 caixa fio de ferro, 1 embrulho amostras; a Lin-
den Wild.
12 caixas miudezas ; a Brender a Brandis
1 dita ditas; a Alves Hamburger & C.
4 caixas fazenda de algodo e 1 embrulho amos-
tras a Carvalho & Nogueira.
1 caixa fazenda de la e seda, 1 embrulho amos-
tras; a Rabe Schammeltau & C.
1 fardo fazenda de la, 9 caixas dita de algodo,
3 embrulhos amostras: a Schafheitlin & C.
2 caixas meias e camisas do dita, 1 dita chales
de la, 1 embrulho amostras; a J. Keller.
3 caixas e^pelhos de gaveta, 2 ditas obras de fer-
ro e lato, 2 dlias miudezas, I dita raspadeiras, 1
dita espoletas, 10 ditas facoes, 5 ditas pedras para
escrever, 12 barris pregos ; a S. P. Johnston
52 barris alcatro, 200 caixes velas de compo-
ra o irmo, que assim procedeu, esta' claro que i ;ava ae P esta mesa nao decidlo com justica. i *J "rope alaooco de veame e pilulas purgativas oleo de linhaca, 3 caixas gorama lacea, 4 ditas fa-
s*' 2P"?!Ln.L acAa.'se res|abalecida, e no uso dos me- | zenda de linho, 20 ditas tenas de vidro, 177 harris,
1600 caixas e 200 garrafes genebra, 1,400 ditos
6005000
1445000
8350U0
9005000
5c0500
Portanto, a vista dos factos e das provas que es ,-------------------
tarei promplo a provar com os mesmos, esta mesa dicamentas os (amores.terminaran) pela suppura-
conjuncta noexpilmio uma idea favoravel que 5a deveriaraos ler feito della porque se raostrou par-' A0,ra-. D-Rlta- moradora na ra de Santa Rita
cial, sacrificando a repntacao de um irmo para D- 3> Pnmeiro andar, soffrendo do mesmo mal ha
saciar vingangas mesquinhas de um homem que
no ultimo quartel de sua vida, s deveria tratar de
pedir a Dos perdo para sua alma, e que suspen-
da sua espada de justica, que o mesmo Dos, se-
gundo dizem, ja' principiou a descarregar-ihe o
g.Mpe no que ha de mais sagrado para o homem
de honra... Portanto, ficando assim reglslrado este
facto que nmguem ousara' nega-lo, pergunlarei,
quem querera' ser Irmo desta ordem, que s tem
praticado actos de desmoralisaco contra os seus
proprios irmiios; peco toda a attenco deste facto
ao Illm. Sr. Dr. provdor de capellas.
a.
UG1,3U 1F2DID)
No dia 11 do correte os homens pretos desta
ci lade mau>'-aram celebrar uma raissa solemne na
imperial capella de Nossa S^nhora da Assumpgo j
da E-lancia em honra ;\> Allissimo, pedindo feliz
xito a companhia do homens pretos, que tem de |
delluiider os bros e dignidade da nacao vilmente i
ultrajada pelos sauguhiarios paraguayos. O aelo
lev.! lugar da maneira seguinte :
As 9 l| horas da manhaa a msica do 4o bata-
lhio de artilharia conduzie a companhia do quar-
tel dos artilices al a capella imperial, que eslava
deceutemente ornada.
As II horas a orchestra dirigida pelo hbil pro-
essor Pedro Justino da Fonseca Barroso deu prin-
cipio a executaco, cantando um solo o insigne
actor Amonio Teixeira de Carvalho Lisboa, em se-
guida o nosso mavioso tenor Jos Coelho Barbosa
fez-so ouvir cora a magnitude de seu genio.
O Ilustrado orador da capella imperial o Illm.
e Uv.n. padre mestre Lino do.Monte Carmello pro-
ferio um discurso raui anlogo ao acto, revelands
grandeza de cjnhecimentos*historicos e manifes-
ttQ&o de amor a causa nacional.
O Exm. -r. presidente da provincia, o Exm. co-
ronel coinraandante das armas e o Dr. ebefe de
polica se dignaram comparecer e outras muitas
pessoas gradas.
O director da orchestra ao terminar-se o discur-
so do Rvm. pregador tocou em sua rabeca algu-
mas variaeo.'s cora a pericia que Ihe natural.
Trinina'doo acto a companhia regressando ao
.quartel debaixo de vivas demonstrares de reg-
sijo, na ra da Imperatriz oSr. Eufrozino recitou
uma brilhante poezia que respirava amor e en-
thuslasnw, era seguida em o caraoo das Princezas
entoaram-se estrondosos vivas a s. M. o Sr. D.
Pedro II e a familia imperial que foram correspon-
didos |ielo Exai. Sr. presidente da provincia.
Em frente do quartel recilaram-se ainda diver-
sas pcezias, entre as quaes sonresahio a do Sr.
Ovidio cuja ultima strophe digna de seria apre-
ciacao. '
O voluntario vigilante dajpatria.
?e---
JL.'iij marcial offerecido ao 2o corpo de volnnta-
rios d:i patria da heroica provincia de Pernam-
buco, do qual muilo digno coramandanle o
illci. Sr. lenente-coronel Apolotiio Peres Jacomo
da Gama, por seu afeifoado suliordinade Jorge
I ilrijues Sidreira.
Peixemos os bosques
ti' leoes do norte,
Vamos ao combate :
Vamos dar a morte.
Avante : marchemos
A' gloria, ou a morte,
Vamos desta sorle
Vingar a naco.
Jubas irrigadas,
Postas em acc.o l
S descansaremos
Dentro em Assumpco.
Avante: etc.
A patria ultrajada
Reclama vinganca,
Vingada ha de ser :
E' nossa esperanza
Avante: etc.
JNs oulres ledos
Das plagas do norte,
Na guerra mostremos
Que somos Mavorte.
Avante : etc.
Jaremos nao dar
Quartel, nem bondade,
Juremos, vncendo,
Ter humanidade*
Avante: etc.
Lpezo tyranno
Vencido ha' de ser
Por nos, os leoee;
- O mundo ha de ver.
Avante : etc.
Por nos que Vaneemos
Guarreiro hollandez,
ramios aonos, pois que a erysipella atacava annu-
dadamente, depois que lera tomado esse remedio
nunca mais Ihe deu.
Oulros muitos factos desta ordem deixo de men-
cionar aqui para nao me tornar prolixo e enfado-
nho.
Sedo a erysipella uma molestia que sera duvi-
na ffeiio de materia gerada no corpo como ex-
poem alguns escriplores de medicina, eem conse-
quencia da febre lanzada na pelle, onde produz
inflammacao, e que muitas pessoas, por nflo se le-
rem convenientemente tratado, suecumbem com o
pernicioso uso de que, nos tres dias uao devem
usar de remedio algum, o que faz-se estender o I
mal jor nao se ter a principio combatido ; por s-
so, pt is, conveniente que, logo que alguem se;
sentn atacado de lal mal, deve provocar a transpi- i
raca tomando ao principio uma colherinha de
diado xarope alcoolieo devlame dissolvido era'
uma hicarade infusode flor de sabugueiro quen-1
te, adocandoa com mais assucar, continuando nos'
tres c ias nesse tratamenlo, no fim dos quaes usa-
r do xarope de veame na forma prescripia no re-
ceitu; rio, tendo todo o cuidado de se abafar, aura
do su r convenientemente, alera de conservar o
ventre corrente, que conseguir lomando uma ou
duns pilulas purgativas do mesmo "elamp,
To los quantos snccnrabem desta molestia se diz :
fal.eceu de erysipella recolhida ; ao contrario
aljjurs expositores presumem ser o desenvolvimen-
to da putrefaeco no sangue, tanto que o lugar in-
flan lado que, enlo a sua cor era encarnada, se
troca em lvida ou negra, e termina em gangrena, e
pot essa razao que conveniente o xarope al-
coolii o de veame na infuso de flrjde sabugo.para
se coiseguir resolver a inflammacao, ou pelo me-
nos iirminar pela supporaco, impedindo assim a
gaug -ena.
Os effeitos do xarope alcoolieo de veame appli-
cado na flor de sabugo ao doenle, nao s de vaa-
tagen por sua quahdade diafortica, como pela
auli- eptica para impedir a putrefacto as mo-
lesti; s.
N; erysipella nao deve o enfermo nos primeiros
tres lias nsar de comidas e bebidas que possaro
esquentar e inflammar n sangue.
varios, 1 caixa cha, 500 barris cimento ; a llulhe
& Bidoulac.
Patacho inglez Porha, entrado de Terra Nova,
consignado a J. Pater & C, manifestou o seguinte:
2,876 barricas bacalno ; aos mesmos.
Vapor nacional Cruzeiro do Sul, ntralo do Rio
de Jacutiro, manifestou o seguinte :
1 caixo msicas impressas; a Joo Vlgnes.
1 caixinha objectos; a Francisco Alves de P.
Maia.
1 caixo charutos e fumo ; a Jos L. Bourgard.
4 canaslras joias, 1 caixo charope, 83 rollos
fumo, 2 jacazes queijos e 6 volumes bagagens ; a
ordem de diversos.
Generos estrangeiros.
1 caixote capeos do Chile ; a Racha & Guima-
50 barris e 100 meios ditos banha de porco, 1
lita objectos, 2 canaslras ioias; a ordem.
ECEBEDORIA DE, RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Ra da Moeda.
fdem n. 44 particular e 21 publico. .
r, rn Ra do Araorim.
dem n. 48 particular e 56 publico. .
dem n. 50 particular e 52 publico. .
dem n. 53 particular e 43 publico. .
Hdem n. 56 particular e 26 publico. .
RuadoAzeite de Peixe.
dem n. 61 particular e 15 publico. .
dem terrea n. 63 particular o 14 publi-
co.........
Ra da Cacimba.'
dem n. 6o particular e 5 publico. .
dem n. 67 particular e 10 publico. .
Ra do Vigario.
Sobrado de 2 aniares n. 72 particular
e 27 publico........5005000
* Ra do Encantamento.
Sobrado de 2 andares n. 76 particular
e 11 publico........9005000
dem dem n. 77 particular e 13 pu-
blico.........,
RuadaSenzala Velha.
dem idem n. 79 particular e 134 pu-
blico. .........
Casa terrea n. 81 particular e 18 pu-
TJbliC0- ........2005000
dem n. 82 particular e 16 publico. 2005000
Ra da Guia.
dem n. 84 particular e 29 publico. 1445000
Ruada Lingoeta.
dem da 2 andares n. 86 particular e
14 publico. .".....6005000
Ruado Trapiche.
Sobrado de 3 andares n. 85 particular
e 30 publico........
Ra da Cruz.
dem Idem n. 87 particular e 11
blico........
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 92 particular e 103 pu-
blico..........
dem n. 93 particular e 101 publico. ".
dem n. 94 particular e 99 publico. .
dem n. 97 particular e 110 publico.
dem n. 99 particular e IOS publico. .
dem n. 100 particular e 104 publico.
dem n. 101 particular e 102 publico.
dem n. 102 particular e 100 publico..
dem 0. 103 particular e 98 publico..
Idem n. 104 particular e 96 puWico..
dem n. 103 particular e 94 publico.
Capitana do porto de Peroam-buco, 19
dejaobo de 1865.
Era virtnde do disposto no aviso do ministerio da
| marinha de 30 de maio do correle anno, manda o
4005000 l'lm. Sr. capilo do porto [azer publico, que esta
4205000 capitana promove o alistamonto de pracas para
5005000 guarnigo dos navios de guerra, sendo pagos os
72500o I respectivos premios na razao seguinte :
Io Aos mariuheiros nue se contratan
4305000
mariuheiros que se contratarem por um
anno 1005, e aos que o fuerera por dous 2005 i
aos grumetes no primero caso 305, e no segundo
2. Aos individuos que se apresentarem volun-
tariamente, alera do premio que Ihes competir, o
prometiido aos engaadores, entregue na occasiao :
isto 205000 por cada inarinheiro, e 105000 por
cada grumete, recebendo taes quanlias quando se
verificar que estao luleiraniente livres e desemba-
razados.
7205000
pu-
Rendimento do dia 1 a
dem do dia 20........
19.
21:1935392
1:6565430
22:8495822
[CNSULA 00 PROVINCIAL.
Rendimento do da la 19...... 68:3755630
dem dodia20............... 3:0125760
71:3885390
FCEO
Navio entrado no dia 20.
.1".! i New-Ynrk42 dias, brigue dinamanjuez Jokanne,
de. 199 toneladas, capilo Deedrichasen, equpa-
lo, carga 2,023 barricas com farioua de trigo;
a Johnston Fater & C.
Navio sahlo no dia 20.
Falmouhvapor inglez Cleator, capillo Jakson,
carga a mesma que trouxe da Babia-
I
P 3 V 5
O Illm. Sr. inspector da tnesouraria provin-
Alcomida durante esse lempo deve ser do reino cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
ge !a[, como sag, farinha do Maranhao, pao (or- sidente da prpvincia de 22 Uo corrente, manda fa-
zer publico, que no dia 22 de junho preximo vin-
veg
rado, bolacha, etc.
A oda nao vi axpositor de medicina que aconse-
llias; e que nos primeiros tres dias de acommelti-
men os do mal, nao [se usasse de medicamentos;
o qus ellesrepollen) sao os ungentos, unturas que
obst uem mais e repellen) do que promovera a eva-
ca! ao d parfe ; o que convm trazer o lugar
atac ido e bera agazalhado para ajlar a transpira-
gao e defender do ar.
O verdadeiro xarope de veame vende se na bo-
tica da ra Direita n. 88, de Jos da Rocha Para-
nho.
T rano recebido cartas de algumas pessoas de
outras provincias que me communicam ter desta
cidade sido remetlido o meu xarope falsificado,
que tem dado resultado ao descrdito de minha
preoaraco, cujo conhecimeato se lem verificado
depois dos effeitos que taes remedios apresentava ;
assi n, pois, tenho a declarar ao publico que no
letr iro que vai pregado na garrafa do xarope,
sempre foi assignado por meu punho, e daqui em
diai te, alm desta assigoatura o fare tambera no
pap :l que cobre a garrafa. Rogo ao mesmo pu-
blic > que quando forem assim engaados, tomem
test imuohas, me remettam os rtulos falsificados e
me aartlcipem para fazer effectivo o art. 167 do
cod.go criminal do Brasil.
Jos da Rocha Prannos.
douro, perante a junta da fazenda da mesma tne-
souraria, vai novamente a praga para ser arrema-
tada a quem por menos fizer a obra da concluso
da casa da cmara e cadeia da villa do Bonito,
avallada em 8:3u95.
A arrematacao ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes publicadas anteriormente.
E p<>ra constar se mandou publicar o prsenle
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 24 de maio de 1865.O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
3MMESCI0.
PRACA DO RECIFE.
Coia^es ofUciaes.
20 de junho.
Algbdo primeira sorle 145200 por arroba.
(lontem).
Alg ido segunda sorte12}200 por arroba (hon-
ti m).
Alg ido de Macei 145500 por arroba posto a
bordo.
Cambio sobre Londres90 d/visla 24 3i4 e 25 d.
por 15000.
Fre esGibraltar para ordens 30/s e 5 0(0 por
tonelada de assucar.
Dubourcq Jnnior,
Presidente.
Guiraares,
Secretario.
Xoro banco de Pernam-
buco.
O banco desconta letras na presente semana a
9 per cento ao anno at o prazo de quatro me-
tes, e a 10 00 at o de seis mezes
^-^
Caixa filial do banco do Brasil em
Peruambaco.
A directora desta caixa saca sobro o banco do
Brasil no Rio de Janeiro e sobre a caixa filial do
mesmo banco na Babia.
Novo banco de Pernambnco.
Os administradores da raassa fallida de h
ra
88.25000
2005000
2005000
2553000
2005000
2005000
2005000
200.5000
20050UO
2005000
2005000
2005000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife 17 de junho de 1865.
ti escrivo,
_______________F. A. Cavalcanti Coussetro.
COMPAMHIA
DO
No dio 21 do corrente pelas i 2 lloras do
dia ter lujar no escriptorio da companhia
ra doCabug n. 16, a arrematacao dos
chafarizes e bicas por bairros, nao se ad-
mittindo propostas que compreliendam mais
que um bairrj nem por espago maior de
um anno ; os Srs. licitantes com>areCim
com seus fiadores ou declaracoes dos mes-
mos no mencionado dia, devendo ser as pro-
posas "em (arta fechada apresentada na
mesma occasiao ou antes no escripiorio on-
de melhor se doverao escla ecer e informar
das condicoes do contrato da arrematacao,
B&zcs sobre as quaes se deve tancar.
Baino do Recife.
Ghafariz e bica do caes da al-
fandega................. 6:000^000
Dito da ra da Cruz......... 7:2005000
Dito da ra do Brum........ 5:000.$00 J
Dito do Ferie do Malos e bica
do mesmo............... 4:500#000
todas' as semanas
No grande armazera do agente
OLYMPIO
36-Rna da Cartela do Weclfe-36
u a LEU AO
Me lOOduziasdc chapeos de feltroava-
liados.
. HOJE
O agente Pinto fara leilao a reqnerimenlo de
Larneiro& Nogueira, com autorisacao e em pre-
senta do cnsul de Frauca e por conta e risco de
quem perteocer, de uma caixa marca diamante
t B n. 127, contundo 100 duiias de chapeos de
fsltro, avariados a bordo do navio francez Sanio
Andr, capiao Coindet, as II horas do dia cima
ditj em
seu escripiorio roa da Cruz n. 38,
nieii'o andar.
s premios serao pagos aos contratados pelo .
maior prazo, metade na occasiao do assentamento Let'a d CfPCa
de praga, e metade no fim do primero anno; e
aos outros cntregar-se-ba a importancia total ao
alista rem-se.
O secretario,
pn-
Decio de Aquino Fonseca.
Obras publicas.
de 250 barricas com
farinha de trigo variadas a bordo
da barca americana Anacnda.n
BOdfi.
Henry Forster C. farao leilao por intervengo
do ageute Pinto, de cerca de 250 barricas com fa-
rinha d.e trigo avariadas a bordo da barca ameri-
cana Anaconda, as H horas do dia cima dito
em seu arraazein da ra do Imperador por baixo
do Gabinete Portuguez de Luitura.
De ordem do Illm. Sr. engenhero chefe da re-
partido das obras publicas se faz publico, que no
dia 21 de agosto futuro vo de novo a concurso o
lugares de praticanles de obras publicas. -------------
As materias do mencionado concurso seraodivi- Leilao QaS (l'YlihiS H'llWtS (le FranCSCO
didas em duas parles : CtiiiiN fa>itpllA
l. Lingua nacional abrangendo leitura, escripia "^
e analyse graromatical. MfPtlIi
2. Desenlio linear e de aquarella, anthmetica Por despacho do Illm Sr. Dr. juiz especial do
em todas as suas operacoes e geometra linear. commercio irode novo a leilao servindo de base
Secretaria da repartido das obras publicas, 19
de junho de 1865.
O secretario interino,
Manoel Lourenco de Mallos.
a quantia de 1:0205000 ris as divilas activas
pertencentes a masaa fallida de Francisco Gomes
Castellao na importaBcia de 22:0885755 rs., con-
forme as relajees em inao do agenie, os licitantes
podem examina-las e o leilao lera lugar quarta-
reira 21 do corrente pelas 10 |2 horas da ma-
nhaa no largo do Carpo Samo junio a fcsooiaeao
Conimercial.
IU
EMPREZA-GOIMBRA
DE
Crea de 300baj*rleasdc bacalho
pai*a fechar cania.
HOt9JH
O agente Pestaa vender em leilao para fechar
Uuarta-eira i do corrente. ioma de venda de ,-erca d3uu barricas e^ ca-
inao, em um ou mais lotes a vonlade dos compra-
Recita extraordinaria. dores: qumtarfeira 21.do crreme, pelas 11 horas
Sob a Impresso do natural regosijo que domina aa mauha, uo armazem do Sr. Tasso, defronte da
o espirito publico, em consequencia do brilhante ladraba da alfandega.
iriumpbo ultimameute oblido em Corrientes pelas IniUft A* < mma aam vinlio (Ia 1 injiai
briosas armas do imperio, a empreza oferece era LUlA9 w P|Pas C(Mn v,uft ,Hi USOA
honra ao segundo bata I nao de Volntanos da Pa- e 3 mCiS COffl Boi'tieailX.
tria de Pernambuco, cuja offlcialidade em compa- ItOtiF
SLS^n^St^S ApP0!n0 8Slar aSenle Peslana vender por conta e rico de
presente, o espectculo shunte : quem perecer 5 pipas com vinho de Lisboa e 3
Logo que a orchestra haja dado fim a patritica raeias {.um m Xrezux : quinta-fe.ra 21 do
Ataw k -< hmwmi ; crrenle pelas 12 horas da manhaa no largo da es-
OhLLOEi XOS1T33. cadinha da alfandega.
O artista Lisboa recitar uma alegora nacional c--------------------------------------,m*--------------
que comemora aquella victoria, composicao em! [,j"S AJH
22:700^000
B^irro de Santo Antonio.
Chafarizdo largo do Carmo 10:000^000
Dito do largo do Paaizo___ 8:000^000
Dito do largo do PaSseio Pu-
blico.................. 4:000#000
Dito da ra do Sol ........ 3:0003000
Dito da ra da Concordia.... 5:000)5000
30:000^000
Bairro da Boa-Vista.
Chafariz e bica do caes do Ca-
pibaribe................ 3:500^000
Dito da ra da Aurora junto ao
Gymoasio.............. 2:0000000
Dito da praca da Boa-vista___ 0:000^000
Dito da caixa d'agua dos Pires. fi;500i5OQO
Dito da ra de S. Goncalo.. .. 1:200^000
Dito do largo da Soledade___ 2:100^(000
20:300^000
Bairro de S. Jos.
Chafariz do largo da Ribeira.. 13:000^000
Dito da ra Imperial........ 7:000^000
Dito dito defronte da Cabaaga. 3:500^000
23.500^000
Bairro dos Afogados.
Chafar'z do largo de Nossa Se-
nhora da Paz............ 3;000#000
Cidade Nova de Santo Amaro.
Chafariz junto a rampa do
Starr 4 C............. 2:000^000
Passagem da Magdalena.
Chafrriz do largo do viveiro.. 200^000
Dito entre as duas pontes .. 3600000
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico que neste corrente mez que os de-
vedores dos impostos seguintes : renda dos pro-
prios nacionaes, dcima adicional de mo-morla,
imposto de 20 0/0 e dito especial, relativos ao 2o
semestre do exercicio corrente, teem de pagar seus
dbitos sem multa, depois do que serao pagos com
ella. Recebedoria de Pernambuco 2 de maio de
1M55.O administrador,
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
Convida-se as pessoas queestiverem nascon-
dicQes do servico militar, a engajarem-se no corpo
de polica, e gozarera das vantagens que oQerece
a lei provincial n. 611 de 2 do corrente.
Batalho de artilharia a p
O conselho econmico do mesmo batalho con-
trata para fornecimento das pracas arranchadas no
2e semestre do corrente anno, e pracas doentes na
enfermara militar annexa ao dito batalho o se-
guinte :
Arroz, assucar refinado, dito mascavinho refina-
do, aletria, azeite doce, bacalho, bolachas, bola-
cninhas inglezas, dita de araruta, biscoutos, caf fftn*nl;irt" npnvinpi-l-
era grao, dito moido, carne verde, dita secca, car- LO^UIdUO pi o\IHU.U
vao, cha hysson, chocolate, doce de golaba, dito de Pela mesa do consu'ado provincial se faz publico
banana, feijo preto, dito mulaticho, farinha de' 9"e os tr'nta dias "teis marcados para a cobranac
mandioca, dita de araruta, dita do Maranbao, dita a.hoceado cofre dos impostos da decima dos pre-
da trigo, frangos, galinhas, leite, lenha, raanteiga I l0J "r^ai10s de 20 i do consumo de agurdente,
ingleza, dita|franceza, marmelada, macarro, ovos, e de 5 ^ ^j""6 8 bens de raiz Pertencentes
pes de 6 oncas,|dito de 4, rap, sal, toucinho de: corporaedes de mo mona, se principiara a contar
Lisboa, vinagre, vinro do Porto, dito de Lisboa dodia] de junho vindouro, fioando sujeltos a
dito branco, vassouras de piassava, velas de car- m"lla decrelada D0 50 do ergamenlo vigente,
nauba; os quaes generos devem ser de primeira ,odos os 1ue PaSarera depois de findos os ditos 30
qualtdade, e quem se propozer a foruecer deva
560^000
Escriptorio da Companhia do Beberibe
17 de junho de 1865,
O secretario,
Dr. Jo3o Jos Pinto Jnior.
verso doSr. Dr. Frankliu Tavora, sob o titulo
BRAVURA E GLORIA
a qual fraalisar com o apparecimento de um qua-
dro Iluminado, symbolisando o Paraguay pros-
irado aos ps do Brasil.
tim seguida a companhia dramtica representa-
r o interessante drama era 3 aclos :
O PODER m OURO
Os bilhetes acham-se a venda no lugar do eos-
turne.
COMPMHU BRASILEIRA
DE
1X1
' De lindos guarda-vestidos de mogno com espelhos,
I mesa elstica, uma mobilia branca com pedra mar-
; more, uma dita de amarello, apparadores, conso-
los, sofs, marquezas largase estrenas, charutos da
Bahia, camas de ferro, quadros diversos, banqui-
nhas, relogios de algibeira,candieiros, camas fran-
ctzas de Jacaranda o amarello, pares de lanternas,
i candelabros, toucadores com espelhos e oulros
1 rtuitos artigos do uso domestico, que se torna en
; fadonho mencionar.
Quinta-feira 22 do corrente, no grande
armazem do agente
OLYMPIO
36 RA DA CADEIA DO RECIFE 36

0A
PAQUETES A VAPOR.
a.Eo W&tKK! ova0Pro? H t* fS2*fc n*l 47-
Paran, commandante o capilo MaSa alllua e tVoao Bapisa
de fragata Antonio Joaquim de Couealvcs Dasto.
Santa Barbara, o qual depois da Marlins levar novamente a leilao por despacho
demora do costme seguir' para os portos do do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, arm-
$ao fazendas e pertences da loja da ra Nova
n. 47, pertencente a massa fallida de Joo Baptista
Gongalves Bastos: sexta-feira 23 do corrente.
O leilao lera lugar na mesma loja as 11 horas do
dia; os pretendemos podem examinar o b?lanc,o
em o escriptorio do mesmo Martins, a ra da Ca-
deia n. 9.
sul.
Desdej recebem se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frele at o dia da saluda as 2 ho-
ras da tarde : agencia ra da Cruz n. 1, escripto-
rio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Para o Porto
O brigue portuguez Laia /, capilo Alexandre
Jos Correia, vai sahir at o dia 30 do corrente por Ha Aliiar-lns napa oe<>fiiitnr>A
ter a maior parte do carregamemo engajado, rece-1' '
be carga afrete barato.e passageiros, para os quaes
tem excedentes commodos : trata-se com Euzebio
Raphael Rabello, ra do Trapiche n. 44, ou cora o
respectivo capitao.
LEILAO
como
sejam
1 cofre de ferro, 2 secretarias de amarello, 2
gunrda roupas de dito, 1 mesa com armario, 1
carteira com mocho, 2 mesas pequeas, 6 cadei-
ras, 1 cabide e 1 lavatorio.
Sexta-feira 23 de junho.
Sahir para o Porto, por estes oito dias, a mujto'No primeiro andar do sobrado da ra do
Para o Porto
voleira e nova barca portugueza Arminda, capilo
Antonio Francisco da Silva Nunes ; ainda recebe
algoma carga e passageiros : a tratar com o ca-
pilo ou seus consignatarios Marques, Barros &
C, largo do Corpo Santo n. 6.
COKPANMA BiSILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
O vapor Cruzeiro do Sul, com-
mandante Alcanforado, segu
para os portos do sul no da 22
as 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 21, passageiros, en-
comraendas e dinheiro a frote at o dia 22, as 2
horas da tarde : agencia ra da Crnz n. I, escrip-
torio de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Rio de Janeiro
O brigue nacional Trovador sabir para o Rio
de Janeiro nestes oito dias por ter o seu carrega-
raento promplo : para alguma carga minda, en-
commendas e escravos, podara dirigir-se aos seus
consignatarios Marques, Barros & C, no largo da
praga do commercio n. 6, segundo andar.
Para Lisboa.
mandar snas propostas em carta fechada at o dia
25 do corrente secretaria do batalho.
. Quartelna Soledade 18de junbo de 1665.O 2
tenente agente
Felippo M..dos Santos Jnior.
Pela administracSo do cerreio desta
cidade se faz publico que hoje (21 do cor-
rente) as 2 horas da tarde se expedem ma- 1,200 varas de brim branco.
las para o Cear, Maranhao, Para e Amazt.- i-"}00 dltas de algodozinho.
npelo ctre .Parylamp^ devende. *" ""t^iot'^ZPvMt.
malas se fecharem as horas acuna indicadas. 5W varas de algodozinho.
do dia Io de
molla decretada 00 arl. 50 do
todos os que pagarem depois de flhdos
dias.
Mesa do consulado provincial do Pernambuco 26
de maio de 1865.
Antonio Carneiro Machado Rios
_________________AdiDiflistradr.
O conselho de compras do arsenal de guerra,
preeisa comprar o seguinte :
Para o 4 balalho de artilharia a p.
130 covados de panno azul.
O brigue portuguez Soberano, capitio U. B. Bu-
gigaoge, vai sahir breve, recebe carga e passagei-
ros ; trata-se com E. R. Rabello, ra do Trapiche
n. 44 ou cora o capilo. %
Para Lisboa.
Segae com a possivel brevidade o bera conhe-
cido brigue portuguez Relmpago : lem a maior
parte da carga prompta e para o resto e passagei-
ros, trata-se com o consignatario Thomaz d'Aqurao
Fonseca, na ra do Vigario n. 19,1 andar,ou com-
o capillo na praca.______ __________
Para a Bahia
pretende sahir cora- mnita brevidade a veleira es-
cuna /a/un por ter a maior parte da carga, e para
o resto que Ihes falta tratase coro o consignatario
Joaquim Jos Gongalves Beltrao na ra do Vigario
n. 10, primeiro andar.
Apollo n. 30.
O agente Pinto far leilao a requerimento do
tutor da orpha filha do fallecido Manoel Ooveia
de Souza,e por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz de
orpbos, dos movis cima declarados, pertencen-
tes ao mesmo fallecido e existentes no primeiro
andar do sobrado da ra do Apollo n. 30, onde se
effecluar o leilao as 10 horas do dia cima dilo.
LEILAU
Sexta-feira 23 do corrente.
Pelo agente Euzebio.
De um sobrado de um andar n. 95 na ra Im-
perial.
dem casa terrea n.9I, na mesma ra e defroo-
te do viveiro do Muniz.
dem dita n. 12 na ra da Mangueira.
Os documentos se achara em poder do agente,
sao convidados os pretendeotes ao previo exame.
Leo
Deuui cabriole! com ravallo.
Sexta-feira 23 de junho ao meio dia.
Por intervencTio do agente Pinto, na ra do
Apollo em frente ao sobrado n. 3f, onde haver.
.eilo de movis,
AVISOS BI?EBSS.
Instituto Arclieulogico e Gcojraphieo Pemam-
bucaua.
llavera sesso ordinaria quinta feira, 22 do cr-
reme, pelas 11 horas da niaoha.
Ordem do da.
Pareceres e mais trabalhos de commissSes.
Secretaria dolnstiluto, 11) de junho de 1865.
J. Soares de Azevedo,
Secretario perpetuo.
Izidore Lehman, subdito francez, relira-se
para Europa, levando em sua companhia sea so-
brinho o menor Edoxrdo. ______
Jacob Lehman, subdita francer, relira-se pa-
ra Europa, levando era sua oompauhia sua rauluet
e um fllho menor.
4
11
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Eh.-.*-.fo ~*\ .




Diario 4* PenMMbneo ... Quarta felra 91 de Junho de i5.
* - i" *
LOTEUA
Aos 10.000$000 e. 2^000^000.
Corre uo lia 93 vespera de H.
JoSo.
Acbam-se a venda os billetes, jneios e
quartos da 4a parle da 41 lotera fOa) a
beneficio da Santa Casa da Misericordia, na
respe-oliva tbesouraria a ra do Crespo nu-
mero 15,
Os premios de 10.0000000 at 200000
serao pagos urna hora depois da extracto
at as l lioras d tarde, e os outros depois
da distribuido das lisias.
As encommendas s r5o guardadas so-
mente al a noite da vespera da extracto
como de costume.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza
Precisa-se alugar ama ama que saiba cozinhar
e eagommar, e que seja escrava : oa ra da Impe-
ratriz n. 17.______________________________
Aluga-se um mulato perfeito copeiro e bo-
leeiro, afiangando-se seu comportamentn: quem
precisar dirija-se a ra da Cadeia do Recife n.
41, loja.
mmm mmmmm mmmmm
jM O Dr. Carolioo Francisco de Lima San- )j$
| tos contina a morar na na do Impera- sg
^K dor n. 17, segundo andar, tendo alias seu ^
M gabinete de consultas medicas, logo ao jjf
g entrar, no primeiro.
^ O mesmo doutor, que se tem dado ao w
tf| estudo tanto das operacoes como das rno- |f
iw lestias iuternas, presta se a.qualquer cha- jgg
MR mado, qur para dentro quer para fra *s
jflS da cidade.
Padaria.
Aluga-se a da ra dos Pescadores ti. i : a
ur com Tasso Irtnos, ra da Aurora a. 38.
tra-
O abaixo assignado declara que tendo reco-
Ibldo na prensados Srs. Joo Btptista & Fortuna-
to 28 sacas com algodo em pluma de ns. 980 a
83 e 1223 a 25 do i* e 19 de outubro prximo
gasa da tortor
Aos 10:000#000..
FogOjfogo.
Estrada de ferro.
GRANDE
passado, de 3270 a 75 de 9 de feveretro, e de 37231 *&s bilhetes
O Sr. J, Kreuzer pela sua resposta parece igno-
rar qual o negocio por que o chama o solicitador
x_^ Pedro A. da Costa Machado, pois para tratarmos
miueirs garantaos. Para os festejados das de S. Joao e S. Pedro a respeito da defza que Ihe flz qoando Vmc. este-
A* ra BoGBBSfo n. 23 E casas no costme. exjste na muito acreditada fabrica de fogos de ar-! ve preso na cadeia do Cabo, e como me seja peno-
O abaixoassgnado venden nos seas rauitofeli-. liflcio da ostrada de Joo de Barros, propriedade so procura-lo em parte que Vmc. incerto, rogo-
i'Xfcf
sim
*m*
Precisa-se saber quem o correspondente do
engenho Quitlnduba, para entregar urna carta na
livraria ns. 6 e 8 da praga da Independencia.
~ Precisa-se de um criado que saiba comprar,
e fazer o servico de urna sala, na ra do Impera-
dor n. 17 segundo andar.
a 34 de 2 de marco do corrente anno, numeracao
esta pertencente a prensa daquelles seohors e ten-
do disposto das mesmas por venda que fez, me-
diante os recibos do dito algodao, qne fez entrega
aos seus compradores, aconteceu os referidos se-
nhores entregaren o mesmo algodao sera exigirem
os seus recibos do poder dos compradores, segan-
do o declaran); em vista do que, e em virtu ie de
urna declaraco em duplcala, as signada nesta
data entre o abaixo assignado e os referidos senho-
res, ficam sem effeito a todo e qualquer tempo os
recibos do referido algodao em poder de quem
quer que estejam do presente e no fujuro, o abai-
xo assignado avisa aos Srs. prensarlos de algodo,
que toda a vez que Ihe for apreseolada conta sua
proveniente de algodo que tenha as suas pren-
sas nao a entregarem sem que recebam os seus
recibos da mo dos compradores, vito de os fazer
entrega aos mesmos, em razo de que nao se res-
ponsabilisa por qualquer duvida futura. Recife
20 de junho de 1865.
_______ Antonio Fernandes Velloso.
A levi'ap.
Fazem-se bolos de S. Joo cangica de milho
verde, muito bem feilo : na cidade de Olinda ra;
de S. Pedro Martyr casa terrea confronte o porto
de ferro.
Ama
de extrahi
vrameoto
Um quarto
Um quarto n. 1086 com a sorte de 1:200,5000.
Um meio n. 852 com asorle de 4O0J00O.
E outras muitas sortes de 1004, 40, 204-e
lOjOOO. -_.
Os possuidores podem virreceber seusrespec-
tivospremios sem os d.escontbs das leis na Casa
da Fortuna ra da Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 4* parte da 4' loteria
(20" beneficio da Santa Casa da Misericordia.
que se exlrahir a 23 do corrente.
piieqo. a***
Bilhetes. ." 124000"
Meios. '..'..' 64000
Quartos.....34OOO
Para as pessoas qne comprarem de 100(5000
para cima.
Bilhetes.....114000
Meios...... 54500,
Quartos.....24750
_________ Manoel MAjrTINS FtZA.
CLUB FWMBIJC4N0
A partida do mez de junho ter lugar na
noite do dia 21.
commendas no armazem da bola amarella no oilo
da secretaria da polica.
Na praca da Independencia n. 33, loja de our
ves, comprarse ouro, prata, peoras preciosas e
tambem se faz qualquer obras de encommenda e
odo e qualquer concert. ____
Aluga-se, o segundo andar do sobrado n. 62
da ra da Guia : no 1* andar.
O bacharel
Francisco Angosto da Costa
ADV6GAD0
Ra do Imperador numero 69.
AM
Precisa-se do urna ama forra para ama de casa
de muito pouca familia : no paleo de S. Pedro
n. 3, sobrado. _______________
Cosme Jos dos Santos Callado conti-
nua a sacar para a praga do Porto._____
Precisa-se de una senhora franceza ou in-
gleza que esteja no caso de educar meninas e que
queira sugeitar-se a educar dui-s n'uma casa de
familia nesta praca : queira aonunriar ou diri-
gir-se a ra do Imperador sobrado n. 63, segundo
andar, que se tratar do ajuste e promette-se pa-
gar bem correspondente as disciplinas que lec-
cionar.
Precisa-se alugar urna preta cozmheira e en-
gommadeira, sadia e sem vicios : no largo da Iti-
beira n. 19.
Precisa-se de urna ama para o servico inter
no e externo : na ra das Cruzes n. 35.
ir
Precisa-se de urna ama para asinhar e sahir
para as compras : quem quizer oroenre tratar na
padaria da ra da Imperatriz n. 41.___________
COSWIRO.
No hotel d'Italia ra do Trapiche n. 5 precisa-se
de um cosinheiro ou cosinheira.
isHlom modulad1, aceio e promplido.
N.36-RuaDireita-N.36
Terceiro acidar.
Participa-se ao respeilavel publico que apromp-
tam-se bandejas de finos bolos para easamentos,
bailes e baptisados, bolos chamados de S. Joo de
tedas as qualidades, flores de cera, panno, papel e
Ircosparacapellas, ramos, arcos, bouquets, chapeos
ele.; assim como tambem vestidos para casamento
da ultima moda parisiense; tudjo por cmodo
preco.__________________
Fogo, fogo e mais fogo.
No paleo do Carmo n. 4, acaba de chegar gran-
de porgao de fogo para S. Joo e S. Pedro : quem
fizeram encommendas hajara de ir buscar imme-
diatamente.
Precisa-se de unvfeitor para um sitio perto
da praca : na ra da'oruz n. 4^____________
Precisase de dous amassadores para urna
padaria fora da pra D-se 8OO4OOO sobre hypotheca em predios:
informacoes na ra da Cruzes n. 42.
Theodozio Cordeiro vindo ha1 pouro de Lis-
boa no patacho portusuez Mana da Gloria, tem
nma caria no escriptorio de E. R. Ilabello, ra do
Trapiche n. 44.
A partida do club commjjrcinl no cor-
rente mez ter lugar na noite (Jo dia 28.
"*-.' 1111 n &T9 l I-I U" .' <"l
t
A iithographiada ruada Cadeia". 52, de Fran-
cisco II. Caris mudou-se para a mesma ra nu-
mero 36.
Bstida de ferro do Recife a S. Fran-
cisco.
Precisa-se de urna ama para cosinhar : na
ra do Imperador n. 46. primeiro andar.
Os abaixo assignados agradecem a
todas as pessoas, parentes e amigos,
por terem assistido ao acto fnebre
que no dia 17 do corre te leve lugar
no convento do Carmo, pelo falleci-
mento de sua imi presada mai e sogra;
e rogam por esta occasiao a seus pa
rentes e amigos de assislirem mi'ssa
do stimo dia, que ser celebrada no
mesmo templo na qninta-feira 22 de ju-
nho de 1865. Pedro de Alcntara
dos Guiniares Peixoto. Mirandoh-
na de Oliveira Jacome Peixoto.Ura-
nia Hermenegildo Peixoto Gadault.
Eduardo Gadult.
Alnga-se a metade da casa n. 92 da ra das
Aguas Verdes: a tratar na mesma. ______
Alugam-se dous grandes sobrados com com-
modos para numerosa familia, novos e aceiados,
com jardim, cocheira, estribara e outras commo-
didades/na travessa de Joo Fernandes Vieira :
a tratar na roa da Senzala Nova n. 42.
A higa-se
nm sitio na campia da Casa Forte, com duas ca-
sas, urna a em que moruu o fallecido Thomaz de
Aquino Fonseca Jnior, feita a moderna, e conten-
do todas as accommodagoes precisas, e outra com
boas commodidades para qualquer familia : na
ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Aluga-se urna sala do primeiro andar da ra
do Quemado n. 41 : a tratar na mesma._______
Aluga-se na Passagem da Magdalena, ra do
Bemfica, os sobrados ns. 7 e 9, com bons commo-
dos para familia : trata-se na ra do Trapiche
numero 4.
i
Santo xmaro das Salinas
Acha se abena a matricula da aula publica de
Santo Amaro das Salinas : os pretondentes podem
comparecer em a casa terrea sita na estrada nova
de olinda, defronte do hospital inglez-
Offerece-se urna pessoa para casa de familia,
sendo para tratar de meninos, lavar e engommar
para os mesmos : na praca de Pedro 11 n. 4.
Joaquim Lopes de Almeda deixa encarre-
gados de todos os seas negocios durante a sua
ausencia, em primeiro lugar sen sobrinho e gen
ro o Sr. Antonio de Almeida Gomes, em segundo
o Exm. Sr. baro do Livramenlo, em terceiro o
Sr. Jos Antonio de Carvalho, e em quarto o Sr.
Jos Joaquim Peralra de Mendonca.___________
Belojoeiro e dourador, portuguez
Albino Baplista da Bocha, com loja
na praca da Independencia n. 12,
faz qualquer concert de relogios e
dourado por precos mais baratos do
que outro qualquer e responsabili-
sase pelo seu trabalho, por isso es-
pera proteceo dos seus amigos e compatriotas.
CARTAS.
No escriptorio de Marques, Barros & C, no lar-
go da praga do commerco n. 6, segundo andar.
existein as segnints cartas para os senhores :
tixma. Sra. D. Anglica Wyitt.
P. Jos Luiz Lerveira.
Joo Chrispstom Pacheco Soares.
Izaac Esnaly.
Antonio Jos de Souza Freitas.
C0HP11S.
Compra-se edectivamente ouro e prata em
obras velhas, pagando-se bem : na ra larga do
Rosario n. 24, loja de ourives.
Anda se precisa de urna ama para cozi-
nhar e engommar para tres pessoas : na
ra das Cruzes n. 37, sendo pessoa mori-
gerada e que se possa entregar urna casa.
I Na ra do Crespo n. 16, primeiro andar,
!! compram se libras sterlinas.
I Silvino Guilherme de Barros compra e ven-
| de effectivamente escravos de ambos os sexos :
! ra do Imperador n. 79, terceiro andar.
Ouro e prata
em obras velhas : compra-se na praga da Inde-
pendencia n. 22, loja de bilhetes.
JNa ra das Trincheiras n. 48, primeiro an-
dar, deseja-se fallar aos Srs. Dr. Antonio Pinto
da Bocha, Francisco de Paula Cavslcauli Wander-,
ley Lins, Jos Francisco Graciano, Lourengo de | Corapram-se libras sterlinas a 94400 : na
Carva.hode Araujo Cavalcanti.Jos Francisco Mar- praga da Independencia, loja n. 22.____________
tinsde Almeida, a negocio que nao ignoram. TlhrHQ fprlinnc
- Descontam.se notas do banco do Brasile das! Jjlul aa aLC1 im caixas liaes : na praga da Independencia n. 22 Ouro nacional e de toda e qualquer especie,
^OabaTxfTalsigMd^dcTarTpelo presente a i compra-se com premio alto : na ra doTra-
Pretcnde-se fazer estabelecer legal-
O abaixo a-signado pede ao Sr. Machado, que mente em urna (las provincias urna casa de t0(jas aquellas pessoas a quem o abaixo assignado piclie, no holel de Franca,
se abstenha de usar da epigraphe deEstrada de venda de bilhetes das loteras desta, forne-; deu dinheiro por emprestimo sobre letras e outros (i ~
ferronos seus annuncios particulares, como cendo-se OS bilhetes, negocio este bastante ] ttulos, que, se com a maior brevidade nao os vie-! ro' '
acontece com um que tem sahido nos ltimos nu
meros deste Diario acerca do Sr. J. Kreuzer, pois
semelhanle pessoa nem se quer tem a qualidade
de ser emprrgado desta companhia.
Villa do Cabo 20 de junho de 1861
G. 0. Mann,
Engenheiro e superintendente interino.
Hypotheca-se um escravo pela quantia
3OO5 : quem quizer annuncie.
de
vantajoso : quem pretender tendo os quisi-
toi necessarios para lal negocio e dando
Ganga idnea compareca para tralar com
Antonio Jos Rodrigues de Souza, na ra
do Crespo n, 15, primeiro andar.
- Wk
tenco. i
Aluga-se a casa da ra do Ho-pico que faz es-
quina para a ra do Destino, propna para qual-
quer eslabelecimento, taberna, padaria ou outro
qualquer negocio por ser boa localidade e tercom-
modos para familia : a tratar na ra da matriz da
Boa-Vista n. oi.
O grande armazem de tintasTra do
Imperador n. 22, tem a venda :
Papel prateado e dourado proprio para
sortes.
Tiras e guarnigoes para caixas.
Papel gelatiuo transparente para cobrir
doces.
Limalha de ferro e de ago em agulhas ou
redonda.
Euxofre.
Salitre refinado.
Papel de embrulho e para saceos grande
e pequeo formato colado ou sem cola.
GRANDE ARMAZEM DA EXFOSICO DE LONDRES
THOMAlz TEIXIRA BASTOS
N. 60Rul da Cadeia do Recie-N. 60
Todos os artigos abaixo mencionados, foram comprados recentemente pelo dono do estabele-
cmento as principaes fabricas de Paris, Londres, Birmingham, Manche.-ter, e em diversas cidades
Aluga-se urna cocheira, na ra da Unjo nos
fundos da casa do fallecido desembargador Rocha
Bastos : no sobrado na mesmu ra n. 32.
rem resgatar, serem assionados, e isto sem reserva
de pessoa alguma.
Antonio de Farias Brando Cordeiro. >
Companbia fidelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Jaueiro.
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
sE|pA*ini5J? H,1KM JK.^l?,!ii
pedras preciosas,
em obras velhas : na ra da Cadeia do Recife,
loja de ourives no arco da Conceigo.
Comprase urna casa terrea na freguezia da
Bo-Vista que nao exceda a 1:6005'" quem tiver
e quizer vender annuncie.
VEKBS.
Na roa da praia de Sania Rita, con-|rado.
fronte a ribeira do peixe, casa n. 13, segundo an-'
dar, recebe-se encommendas de bolos de baca para I
as vesperas de Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro,
affiangando-se nao s a bemfeiloria pela pratica
que ha, como tambem commodidade nos pregos,
Vende-se esta lin reunidas em um pequeo volunte, com 2">
assumptos, e mais 59 novas charadas, pelo
diminuto prego de 1,-> cada exemplar enca-
Precisa-se de urna mulhor para casa de familia dentado : na praga da Independencia ns. G
que consta de duas pessoas, dando-se cernida e e 8.
bom tratamento : quem quizer prestar se a estas -------r--------7^---------------5-------:---------------
condiges deixe carta fechada nesta livraria ns, AOS oFS. (ICaGIlllCOS.
6 e 8, na praga da Independencia, com as iniciaes !
! M. C L., declarando sua morada para ser procu-
do vender o grande e magnifico sortimento de mo-
Ihados e seceos que nelle se acham por todo o pre-
go, sem utender ao grande prejuzo qne ter vis"
to que d'outra forma nao o podr evitar. '
Vendem-se todos os pertences da casa de Si-
lbar da t ua da Imperatriz n. 17, constando de un-
bilbar de Jacaranda com pouco uso, banca de pe^
dra, dita de madeira, cadeiras de faia, liieiro e ou-
tros objectos. existentes na mesma. vende-se tam-
bem urna bagaiella (jogo): os pretndanles pol
dem dirigir-se a dita casa que achara cora quem
tratar.
VdIio do Porto especial. "
O mais generoso e genuino vinho do Porto, mar-
eas novas e especiaes em caixinhas de 12 garra-
fas, sendo marca Bainha de Portugal a 18 a ca-
xa e Pedro V a 16, em porgao far-se-ha nm aba-
te razoavel : no armazem de Ferreira & Matheus
na ra da Cadeia do Recife n. 66. '
Bichas deHamburgo
Vendem-se na ra Nova n, 61.
Vendem-se palmeiras imperiaes, em estado
de serem trasplantadas: no sitio murado es-
ouerda, depois do becca do Espinheiro, nos Af-
ilelos.
Trastes cora uso.
Vende-se I sof, 3 consolos, 1 mesa redonda, 9
cadeiras de amarelio, 6 cadeiras americanas, l
bta marqueza de Jacaranda, 2 carteiras de via-
gem o 1 carteira grande propria para taberna :
quem pretender dirija-se a ra das Cinco Ponas
n. 110 defronte da estacao.
Vende-se um negro de 40 annos, pouco mais
ou menos, bom offirial de carapina : no escripto-
rio da praga do Corpo Sapto n. 4.
Vende-se um escravo idade 25 annos insigne
ofBcial de carpina e bon'ta Ogura : na travessaop
Carmo n. 1.__________
Vende-se urna parle de um sobrado no bair-
ro do Recife : quem pretender dirija-se praga da
lndep>ndencia ns. 14 e 16, que adiar com quem
tratar.
Vendi-se o engenho Goicana, situado no ter-
mo de Serinhem, meia legoa distante da cidade
do Rio Formoso, um quarto de legoa do porto de
embarque, ptimo d'agua, de boa produego, boas
obras, tendo anda matas, bons lugares para crh-
gao de gado, um sitio de coqueiros novos compran-
do a dar fructos, e podendo anda augmentarse,
anda com grandes partidos a criarse, dependen-
do de fcil comporta que suspenda as, aguas salga-
das em terrenos planos de raassap, e prximo ao
engenho, e mais outras vantagens que se faro pa-
tente a quem o quizer negociar, podendo para esse
fim dirigir-se ao mesmo engenho, ou no Ilecife a
entenderse com Antonio Jo.- Teixeira Bastos.
Vende-se um bonito escravo com 22 annos
de idade : no pateo do Tergo n. 141.
Agua de Vichy
Vende-se a verdadeira agua de Vichy em garra-
fas : na ra da Cruz n. 23, primeiro andar.
AIMAZGM-MUIDOS
P liar o l do eommercio
Ra do Rangel n. 73.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra estrel-
la do Rosario n. 3, 2o andar.
da Allemanha, e tendo comprado tu do as melhores condiroes por ser a dinheiro, por isso vende todo I em vista da boa qualidade : as pessoas que quize-
e qualquer artigo barato, por meno: do seu valor, e mui principalmente por querer inteiramenteliqui
dar e ter de partir muito breve para a Europa.
Ha neste vasto armazem ricos objectos com bnlhantes, como bolSes, anneis, rosetas etc., e
bem assim, diversas obras de ouro, como tranceln*, correntes, oculos, face-mains, anneis, e muilos
outros artigos, relogios-de ouro inglezes, do afamado fabricante Benne'te ; completo sortimento de fa-
zendas finas e modernas; miudezas, perfumes, perfumaras finas dos principaes fabricantes inglezes e
francezes, como L. T. PIVEB, Lubin, L Legrand, Ed. Plnaud & Meyer, elettrez (Parfumarie du
mond lgant), Violel, Societ Hygienique, Monpelas, Mailly, Regnier, P. Gueland, e inglezas de Eug.
Rimmel e outros ; ricas galantarias em marfim, mar de perola, etc., fabricadas na China e no Japo;
ricas pegas de cristal fino como anda noappareceram nesta cidade, e bem assim modernos lustres
para velas, ditos para gaz e para petrleo, serpentinas, castigaes, enfeites e adornos para cima de con-
solos e para grande toillette, o que se tem feito de mais elegante em Pars, em Londres, Birmingham
etc. ; modernos apparelhos de metal fino inglez para cha e caf, os quaes nada tem de inferior pra-
e muitas outras pecas do mesmo metal, ricos pentes de tartaruga da ultima moda para trangas de se-
nhoras, excellentes' luvas de pellica do afamado Jouvin, apparelhos de porcelana fina para cha e caf,
ditos para jantar, e immensos artigos de porcelana lina dourada, como ricos vasos para flores, figuras,
etc.; calgado dos principaes fabricantes de Paris e ditos de panno cern sola de borracha, pianos dos
celebres fabricantes Pleyel, WolfT & C, realejos moodernos de Gavioli &C, para se tocar na roa, ditos
com figuras para saloes e ditos com figuras em movimeuto; modernos e bonitosinstrumentos de physi-
ca (mgica) para theatros ou saloes, ditos de phantasmagoria ; lanternas mgicas, cosmoramas com
vistas novas, dia e noile; stereocopios de nova invengo e com bello sortimento de vistas das principaes
cidades da Europa ; grande sortimento de brinquedos finos para criangas, e bonecas fallando papai,
mami grande sortimento de candieiros a gaz, os que se tem feito de mais elegante e que tem mere-
cido toda a aceilagao na Europa, graude e magnifico sortimento de caixinhas, cestinhas e outras galan-
teras feitas de crina e seda proprios tiara prsenles; grande sortimento de estampas finas coloeidas
cosmoramas, linos e bem graduados vidros para cosmoramas, um bello chafariz de chrlstal, proprlo
para meio de mesa de jantar ou para jardim ; cutelaria fina, como talberes com cabo de metal fino, c-
rneres, thesouras linas, ditas modernas para alfaiates, navalhas finas, caivetes e outros artigos, diver-
sos artigos feitos de rame; completo sortimento de mascaras de velludo, selim, cera, papelo e ra-
me doces, confeitados echocoliteem caixinhas eem vidros; camas de ferro de todos ostamanbos, leva-
tenias, etc. ; ricos qnadros para cartoes de visitas e ditos grandes e pequeos para retrates; chapeos
de snl, bengalas, chicotes e ditos para carros; machinas para fazer cafe, ditas para baler ovos, proprias
para.quem faz pao-de-l, boiinhos, etc.; bellos cortinados arrendados, verdes, encarnados ebrancos;
paunes para cobrir mesas, bolgas grandes e pequeas para viagens, e outros artigos, como cobertores,
malas., etc.; sortimento de violoes finos; figuras finas e jarros de alabastro ; galantarias e outras pegas
de charo para toillette ; machinas para varrer o chao, excellentes machinas para photographia para
tirar retrato?, grandes e pequeas; lindos bal5es de papel fino transparente e lanternas coloridas para
ill*aunagSes moda de Pars, salva-vida de borracha, para homns e senhoras, proprios para quem
toma banhes em lugares fundos ; ameixas novas em caixinhas, blscoitos inglezes em latas, graixa in-
gleza 97;.c&rveja em barricas das principaes marcas de Londres, queijos etc., e muitos outros artigos
que para ermmera-los seria um nunca acabar, e todos se vendem barato e muita barato no grande ar-
mazeai da:Ecposigo de Londres, na ra da Cadeia do Becife n. 60.
rem, podem alise dirigir a qualquer hora do dia,
que acharo com quem rtatar.
Ama.
Precisa-se de urna ama para o servigo interno e
externo de urna casa de pouca familia : na ra da
Senzalla-Velha n. 22, 2o andar.
Nos abaixo assignados mandamos celebrar
na matriz do Corpo Santo, quarta-feira 21
do corrente, as 8 horas da manhaa, urna
missa por alma do infeliz subdito hespa-
nhol Manoel Caraballo, fallecido victima do
furor das ondas volcando do vapor inglez
La Plata, rogamos pois, aos nossos amigos
e aos do finado o caridoso e especial obse-
quio de nos acompanharem em to justo e
religioso acto, testemunho de saudade e
senlimento pela inopinada e desastrosa ca-
tastrophe que privou da vida o desditoso
Caraballo.
Recife 19 de junho de 1865.
Francisco de Paola Borges.
Bento de Freitas Guimares.
Antonio Jos Ferreira Monteiro.
Francisco Jos Alberto'Braga.
Urbano Jo de Souza.
Mgica.
Na ra Nova n. H, ha para vender-se
um apparelho de mgicas proprio para
alguem que deseje ganhar dinheiro, tra-
bajando fora da cidade, ou mesmo para
divertimento de salo. Na mesma casa
dao-se lodas as explicagoes necessarias
ao trabalho do mesmo apparelho a pessoa
que o comprar.
O propietario deste estabelecimento tem a hon-
ra de avisar aos seus freguezes que fez urna gran-
de reduego nos pregos de seus gneros de primei-
ra qualidade : manteiga ingleza Iji e 1&280 rg. 3
iluada ultima chegada ao nosso mercado, dila
fraoeeza a 900 rs. e em barril se faz abateraent,
Vendem-se OS segtlinles livros qnasi no- queijos Uamengos novos a 25300, dito prato o que
VOS : Manuel de droit romain po- Mackel se l,ode desejar em bondade a 800 rs. a libra,
rtev 1 vnlnniP nar HAnOi.- Krrinnnirp iameixas francezas caixinhas a 13200, I$300 e
;aej, 1 \oiume, por OOUUo, ^'^""f: i$800, frascos de ditas i100,grandes3$proprios
du conlenlieux commercial por Masse, i para mimos, marmelada das melhores marcas a
volume por C.5100; La femme por ma-,610 rs. a libra, amendoas confeiladas para sortes
dama A Seglas, 1 volume, com estampas *> ><*<>a640., vinhodoPortoa640e7rs.
linas nnr &fJOn flFurre de Rarine I *arrar"? *'P"ira e Lisboa 400,440 e 300 rs., e
unas por D0UUU, untare ae hacine, 1 em canada se fa7 0 abatimenio, caixas de batatas
vi-lume, com Cilampas finas por GpOL'O ;, com 2 arrobas por 3;30 e a libia 80 rs. novas,
(Euvres choisis de Bu fon, i volume, com caf l-1 sorte 7^800 e 73200 e a libra a 240 e 260
estampas finas, por 40 ;j Cdigo de ere-: bolachinha ingleza a 200 rs. a libra, tourinhoJe
dito medial 1 vnlume nnr i-SH) Flore Ll>b?a a 360 ?" a Llbra' vlas de carnaubaa 40
ano piuuat, 1 \oiume, por i>-0^ lores.Ts., ditas estearinas finas a 60o rs., presuulo porlu-
Stngelas, poesas por Paes d Andrade, 1 VO-j guez a 000 rs., alpista a 3a00 a arroba e 120 rs.
lume, por 2#; A velhice de Camdes, romn- a libra, paingo a 43 a dita e 140 rs. a dita, cha fi-
ce por Trigueiros, por 2,5000 ; La vie des'; ">a 2^'0' 2*7(W %Mm> ,fracu em calda a
640 a lata, gomma a 100 rs. a libra o 23360 a ar-
Sortes de S. Jco
saints, 1 volume, por l; Economiepo-
litioue, por Garnier, 1 volume, po; 2 ;
Regias da escripluracaomercantil, por Go-
mes Jnior, 1 volume, por 2#500; Organi-
Vendem-se lindos papis com estalo para as saltn du Iravail, por Louis Blanc, 1 volu-
uf V0m0nnfnarra Nova "' 61 defr0Dte da'me' P01* ^^ L'Epiphanie. pelo padre
Ventura, 1 volume, porli$0O0; Lejaidt-
llma. cmara municipal.

roba, bollinhos inglezes lata de 2 libras a 13330,
ditos de soda grandes 23000 e outros mais gne-
ros que se torna enfadonho mencionar. O propie-
tario espera a concurrencia do respeitavcl publico,
garantindo a exactido do que tratar.
Vende-se, das 10 horas ao meio dia, um es-
cravo mogo proprio para engenho : a tratar ca
ra do Mndego, otaria n. 13.
Mantetga
Vende-se urna negr nha de 10 annos, muito tnglezaflor a 15120, franceza a 880, vinho de L>
i esperta e sadia : no pateo da matriz de Santo An- boa a 3GO a garrafa, e 2*600 a canada, Figueira
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos. Ionio n. 8. a 440 e 25200, Porto lino a 15 a garrafa, queijos
Moendas e meias moendas para engenho. Farnha de mandioca i tem"para vender An K!2!5iJP?^^JL2!-, *Jlbr*'
Taixas de ferro COado e batido para enge- ionio Luiz de Oliveira Azevedo & C., no seu es- aletriaemacarraoainOrs.stearmas a 000 rs
nll o, criplorio ra da Cruz u. 1.
-------
Samuel Power Johnston & Companhia pierdes salom, l volume, por co rs.: na
Ra da Senzala Nova n. 4. ra do Cabug n. 2 A, loja.
AGENCIA DA
flMiudi^'so de Low Uoor.
batataj nova a 60 rs., farioha do reino a 120, al-
| pista a 120, arroz a 100 rs., traques a 220 a carta-
Na ra da Imperatriz n. 15, segundo andar, | gaz liquido a 113500 a lata de 27 garrafas, a re-
Arreios d carro para nm e dous cavallos. ve,!de-se uma escrava boa para todo o servigo detalhoa480 : no armazem da estrella, largo do Pa-
Relogios deo..ro patente inglez. uma casa defa,nilia- *a mesma casa co,"i,rase raizo n. 14.
Arados americanos.
e paga-se bem sendo

Al mi
DINHEIRO FRANCEZ.
i I francos.: nde-se barato no Recife ra da Cadeia n. 10, noarmazem da Exposco de Londres.
as
<
Sea
li
a
Para completa Jiquidagao vende se, por muito menos de sen valor, perfumaras muito finas e
novas negadas recentemente de Paris e de Londres dos mais afamados fabricantes segulntes : Eue
Rimmel fl. Matheus A C, Lubin, fiociedade Hygienica, Piver, Violet, L Legrand, Deletrez, Pinaud %
Meyer, Regnrer, Mailly, Giilet frene etc., etc., dos quaes ha grande sortimento d'agua de colonia em
vidros e garxafas, agua de lavande,^gua para limpar denles, oleo babosa, errados em ganafiohas e
vidros de diprentes modelos, pos ruara limpar denles, banbaem potes e em vidros, pomadas, ricas
caixinhas e. balainhos com perfumaras ,para /azer presentes, e muitos oatros artigos que se .vende por
menos de sen vslor, bem como todos os artigos em geral existentes no grande armazem da Eaposico
de Londres, nar.ua da Cadeia do Reelfen. W. w^ *><*>
Para senhoras.
Ricos e modernos pentes de tartaruga para tranca de senhora,, o que se
ganteto presente: vende-se por menos de seu valor'para se liquidar, no g
hngenho
Arrenda-seo engenho d'agua, na freguezia de
Ipojuca, denominado Jussar de Sant'Anna, uma
legoa e meia distante das estagdes da Escada e Ipo-
juca, com Ierras excellentes de massav para se
safrejar em grande escala : a tratar no pateo do
Livramenlo n. 23 com o Dr. Ignacio Nery da Fon-
seca.
Semana IIlustrada do Rio de Janeiro
Assignk-se na ra do Crespo n. 4 : tres mezes
65, seis mezes 115, um anno 185.
Libanio Candido Ribeiro & C. participam a
quem interessar possa, que no da 23 do corrente,
de 1 hors as 4, proceder a arrematago dos falos
de sua malanga diaria em casa do socio Bento dos
Santos Ramos, na ra da Gloria, podendo os inte
Ma hias para descarogar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
*&'ttenco

Na bem conhecida casa da aboboda da Penha
n. 37 tem para vender continuadamente maga para
fazer bolos preparadas com muita perfeigo.
um moleque para copeiro,
bom.
Vinho do Porto superior em caixa do duzia,
tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do & C, no seu escriptorio ra da Cruz n. I.
"SURTES AVULSAS."
V publicle dejiiuhodc Itt.
As pessoas interessadas pelos restos mor-
taes e que tem racommendado as exhuma-
g5es, havendo j decorrido o lempo fixado
pelo regulamento, queiram providenciar at
o fim do corrente mez, visto que por falta de
catacumbas, sero abenas as mais antigs.
O administrador,
Manoel Luiz Viriles.
Kan
Aos senhores mareineiros, carapinas c fabrkaderrs
de carros e carrosas.
Exlstem para serem vendidas por prego cemmo-
do, no armazem do -r. Joo de Brito Corris, na
ra de Sama Bita, as seguimos madeiras : 30 la-
Vendem-se sortes para as noites de S. Joo, S.' boas de amareilo com uma polegada de gro^sura,
Joaquim e Sant'Anna, em pequeos cartoes, por 12 palmos, ponco mais ou menos, de largura, e 12 a
pergnntas e respostas, tanto em baralhos como ; 14 de comprimento, 12 ditas de dito com urna pole-
avnlsos : na ra do Imporador n- 15, defronte de j gada de grossura, 2 palmos, pouco mais ou menos,
S. Francisco. 1 de largura e 21 de comprimento, 9 ditas de assoa-
Iho com 28 ou 30 palmos de comprimento, 8 a 10
? de largura, 4 taboas de amarelio com a
Vendem-se tres escravas comhabilidades, de !
idade de 18 a 20 annos, uma linda mulatinha mui ?2?5I
bem educada: mmoequTdeiS
na traves do rarmn n i pnmento e 8 a 10 polegadas de largura, 66 taboas
" i- de assoalho, de louro, com 28, 30 at 31 palmos
Bolos,
De mandioca para vespera de S. Joao, faz-se de
escravo carapina,
Vende-se farinha da ierra em sacca e a re-
talho : junto a eslaofflcina n. 42, Na mesma com-
pran) se garrafas o botijas.
Vende se urna iirgrinha do mato, de bonita
figura : na ra de Horlar n. 114.
PRELO
Na ra da Cruz n. 23, primeiro andar, vende-se
de comprimento e 10 a 12 polegadas de largura,
8 taboas de sicupira com duas polegadas e meia
inglezas de grossura, 20 palmos de comprimento e
16 de largura_______^^^
lloras Marianas
e manuaes da missa da confissao, completo sorti-
mento destes livros, sendo de tartaruga com guar-
nigao de prata, dito de marfim, madreperola, vel-
ludo e marroqnim. e por pregos mais .timmodo?
recado r^ lraVt*sa dos EPostos a 18,: excellente farello de Lisboa, depositado no trapiche .Queem outra qualquer parte: na ra do Crespo
uXa aP^nwrem suas propostas em carta prmero andar '. do Cunha. i n. 4, onde ha tambem um completo sortimento de
fechada, munidas da competente fianga.
posigo de Londres, na rna da Cadeia do Recife n. 60
tem Jeito de mais ei&r
grande armazem da E*'
Luvas novas de Jouvin.
Vendem-se excejlens luvas de pellica recntemele chegadas de Paris, tanto para hornera
mi para enhora por menos de sea valor, para se liquidar : ro graP.de armazem da Bnosico de I
d,res,naraa daCadeia do Recife n, 60. : f H ^
co-
Lon-
Precisase de uma escrava para vender na
ra
Jardim
da manhaa.
l'recisa-se de um caixero para taberna que
tenha bstante pratica e que d fiador a sua con-
ducta, nao se olha a prego quando o caixero saiba
bem desempeubar seus deveres, para Pao d'A-
Iho : quem esliver neslas circumstancas, pode
tralar na. mesma com o Sr. Joaquim Oavalcanti de
Aibuquerque, ou nesta praga, no pateo da Santa
Cruz.padaria u. 6.
Aluga-se a casa terrea da illia do Retiro (Pas-
sagem da Magdalepa) onde morou o corrector Ha
efidn, eom bons cmmodos para familia : no larg-
do Corpo Santo n. 19.
primeiro
Na ra da Imperatriz n. 2, vende-se mochos
Vendem-se amendoas confeitadas a 640 rs.
:M?&T9^45UTSS ( a-entode Mhaeouiros com-encostoVro: a libra : na ra Nova n. 58
im n. 34, a tratar das 4 horas da tarde as 7 da"d. sobre Parafuzos, proprios para escriptorio e Vende se a taberna da ra
cadeiras com bracos e assento de palha de forma nhos n. 20 : a tratar na mesma.
elegante por 85 cada uma. '--------------
- Antonio Jos Gomes faz sciente ao'respci.avel *Te.: ?5 *fnhopa
Snbl'co que por acbar igual nome nesta praga, varano e ac aill innu.
'ora era diante assigna-se Antonio Jos Moreira Vend--se na. r"a do Imperador n. 15, ofHcina
Gomes. de encadernagao : o ofBcio, salve e versos, nove-
na e salve de Nossa Senhora do Carmo, tres io-
dos Acougui*
do
albuns para retratos.
Vende-se a taberna da ra do Palacio do Bis-
po n. 40 : a tratar na mesma.
Vende-se nm sobrado de um andar com cm-
modos, em chaos proprios, na iravessa do Veras
n. 13 : quem o pretender dirija-se a ra de Santo
Amaro em Santo Antonio, primeiro andar n. 6.
Ama de leite.
Hielos por 500 rs.,e a novena de Sant'Anna por
320 rs.
Precisa-se de uma ama sadia e com bom leite :
na ra Imperial, sobrado n. 87.
_ Vende-se o engenho S. Manoel junto a esta-
cao de Una, com muito boas trras e matas para
O abaixo assignado, socio da existente firma safrejar, cajo predio .de pedra e cal, e vende-se
social de Rodrigo Pinto Moreira 4 C, e como i" Dor 0reco e<>ramodo cm virtude de seu propneta-
procurader encarregado de cobrar as dividas fia- r' relirar-se para Europa a tratar de sua saude :
Vende-se
pessoa que precisa de 9003000 por espago das por o mesmo Moreira, avisa a todos os seus Qiem o pretender ditija-se ao mesmo engenho.
Om anno. Daefinrin me.nsfllnWnlH lilWlllO lie 111- rlouorturae rinu vanhom cildir um escrava de nagao, idade 40 annos que lava e
vende na ra : a fallar na illia dos Ratos, ra do
Seve, casa terrea n. 16, junto no sobrado com 5
varandas e prximo a ponte de ferro, quem vem
do theatro de Santa Isabel para a mesma ilha.
Attengao.
de um anno, pagando mensaliepte 3J0 de ju
nos, epassando letras conj boas Arm, annuncie
a sua moijda ou o lugar -em (jue quer realisar o
negocio, afim ip. ser procurad^ ?
Na ra do Trapiche n. 18, segundo andar, vea-
dese:
devedoresque venham sa dar seus dbitos at O; Vende-se um carro de carregar gneros da Folhas de Flandres.
da 30 do corrente, o qual d ah por dianter cobra-! alfandega, com uso, e todos os pertences de outro Cerveja ass. "
ra ludicialmente. Becife 20 de junho de 1865. igual, tudo por prego muito coramodo ; a tratar I Charapanha.
ose Egidio de Albaquerqae. do pateo d.e & Pedro n. 4. | Frascos com conservas.




Diario deperBSMfeaeo Huarla felra 1 Je lunko de !&.

'.
' V -- :v '.
SALSA PARRILIU DE AYER.
Tilajscrevemqs aqu alguns
dos m i toa attestaos que temos
recebido das virtudes da salsa
parrilha do Di. Ayer.
Rheumatlsmo.
DE JOQ JOS DOS SANTOS.
Ouro Preto.
Soffri rheumatismo pormui-
tas vezes, e vendo annunciado
em um jornal d'esta cidade a
Salsa parrilha de Dr. Ayer, re-
solvi-me a comprar um frasco e fazer uso
d'ella ; e antes de concluir o primeiro fras-
co, achei-me forte e sem entir a mais leve
dr nos joelhos ; a parte docorpo queles-
tava alfectada d'esse terrivel encommodo
que roubou-me tantas noites de somno.
Ernpces, borbulhas pstulas,
ulceras, e todas as molestias
da pello.
DO SI. JOO PAULA DE ABREU E SOVzl.
Ra de S. Pedro.Rio de Janeiro.
< So liria mais de dous annos de lama
erupcao syphilitica em todo o corpo, moss
trando-se sempre com mais violencia nja ca-
ra, prove muitos medicamentos e consjultei
mn i tos mdicos, e estava quasi desanidado
quando vi os annuncios da Salsa parrilha
do Dr. Ayer : comeci a fazer uso d'ella e
nos primeiros dias a erupcao aggravdu-se,
porm antes de acabar o segundo frasco ti-
nha o mal desapparecido completamente de
todo o corpo.
Doctor Don Jos Valdes Herrera, pofes-
sort de medicina y cirlrjia, subdelegado
EM AMBAS AS FACULTADES DEL SESTO DIS-
tricto.Habana.
t Certifico que he usado la zarza parril-
la del Dr. Ayer, y como depurativo he ob-
tenido de ella los mas felices resultados en
les casos de ulcera crnica, asi mismo au-
tor y las considero como um porgante, cuya
accin ademas de ser segura, ha sido muy
eficaz en el tratamento de las enfermidades
que exsigeu el use de los porgantes, y no
vacilo en recomendar estas preparaciones.
Y para los fines que puedan convenir doy
la presente en Regla a 7 de setembro de
1860.
Dr. ios V. Herrera.
Kscrophula.
ATTESTADO DO 1LLM, SR, FRANCISCO FERRAZ
dos santos. Ouro Preto.
Me acho ha quasi dous annos affectado
de escrfulas, e tcndo soffrido tanto q'.e al-
gumas vezes quasi que diego a desraimar
da vida e maldizer da minha infeliz sor le';
tenho sido tratado por muitos mdicos d'es-
ta cidade, e nenhum pode vencer i tenaci-
dade de minha molestia, estava sem espe-
rabas de recobrar a minha saude ; quando
ltimamente resolv fazer uso da 'aha par-
rilha do Dr. Ayer. Completarse hoje
trinta e sele dias que comecei com este
santo remedio, e tantas melhoras tenho
sentido que tenho convicio de em breve
recobrar a minha saude, perdida ha tanto
tempe.
ttyphilis c molestias mercnrlaes.
Do Illm. Sr. Dr. Jacksok
Medico mnilo conhecido as provincias do
sul do Brasil,
i Tenho receitado a Salsa panilha do
Dr. Ayer nos casos mais inveterados de
Syphiis constitucional e sempre com os
mais felizes resultados; o melhor alteran-
te queconheco.
Lcueorrha e flores brancas.
Temos cartas em que nos conlam casos
inveterados que foram radicalmente curados
com um ou dous frascos d'esta Salsa par-
rilha. \
O espaco nao nos permilte trfcuscrever
todos os attestados que possuimos Jas vir-
tudes d'este extracto composto \ae Salsa
parrilha do Dr. Ayer. Hasta declarar ao
publico que tem sido empregad ba4nais
de vinte annos pela profisso medica tant(o
das Americas como da Europa, seui nunoa
desmentir a sua alta repulacao. (
Grande liquidagao a dinheiro.
Na luja earioazem do Pavao.
Una da Imperatriz u. 60 de Ca-
ma & Silva.
Os dones deste estabelecimento lem resolvido li-
quidar soas fazendas pop presos baratissiraos, s
com.o Qib de apurar"dinbeiro, e previnem as pes-
soas que negociam em pequea escala com fazen-
das, qne nesla loja e armazem encontrarlo um
grande sortimento por precos que muilo Ibes bao
de agradar, tanto em peca" como a retalho, a sa-
ber :
Chitas largas a 200 rs.
Vendem-se chitas francezas, lislradas muilo lar-
gas, padrSes escuro?, pelo barato precede 00 rs.
o covado, lendo milito bom panno ; ditas escuras
padres novos, por serem todas escossezas e cor
iixa a 240 rs. o covado ; ditas mludinhas escuras
e claras a 240 rs., amaneando se que esta fazenda
nao lem o mais pequeo toque de mofo, nem outro
qualquer defeito. Isto s o Pavo, na ra da Ira-
peralriz n. 60 de Gama & Silva.
E&parlilbos, na loja do Pavao.
Vende-se um bonito sortimento de espartilhs
propnos para senhoras, sendo dos mais modernos
e bem feitos que tem viudo ao mercado, tendo de
todos os tamanhos e de diversos precos trazendo to-
das as competentes filas para apenar. Isto s na
loja do Pavao, ra da Imperatriz n, 60 de Gama
& Silva.
Cambraias brancas.
Vende-se um bonito sortimento de pegas de cam-
braia brancas lizas, tendo tapadas e transparente-.
O
1
O
Q
O
Atkniraveis pechinehas
que eslo a venda na lja e arnizcm
da'iram, roa 'a Imperalriz b."86
DE.
RIVAL
SEM SBGUVIIO
Ra do Queimado n. 49, loja de los ex Arevedo
Mal) e Silva.
de Uurenco Pereira fendes Guiuu-! EiSrLnS?,!SSS?*^"'00 rf' ,
Miadas de liona para bor-iados do superior qoa-
re8. Iidadea.60rs.
Bretanha de rolo a 3$.
Duzias de faias c garios dj cabo preto muilo
boa a 35.
Meladas de imita froxa para bordar a 20 rs.
' M.ias de linha nzul.tria superior a CO rs.
Vendem-se pecas de bretanha com 10 varas pe-
lo baratissimo prego de 35 a pega.
.y Madapolao enfesiado-a 3300 ;,,i|kiJ d0 ^ ^ m }aQ
Vende-se madapolao enfesado com 12 jardas a ^rs .
S' 8 \fS' 'iiti ^oJH8m Jft Varas de' rran'a'de !inl, braUl'a ar?-
SJaOO, 6*j00,7* N. 40 /*>0O, L. 10 ^oW, N. 0 c1xas com m eDvel fla melhor qua|iJade a
85, Elephante 85>00. (jqq r ~
AZEVEDO FLORES
Roa da Cadeia do Reeifc, espina da Madre de Dens,
Excellentissimas senhoras o Balo parlecpa Vv. Exc. que reduzio os precos de
todas as suas fazendas, e pede a Vw Excs. que nao o esquecam, pois o Balso empenha
todos os seus esforcos para bem as servir e alm de tudo isto minhas senhoras, um
Agora minhas senhoras peco que
rencia e vero que enconlram muilos objectos que necessttam e por precos que convi-
CeSoSA&JSw ios e m^oll SSl3j*> i^dispe^^ s senhoras amantes do progresso.
j.fE^Pavlo.naS dSfa,JSf.tf* w de Gama i .anr minhas senhoras eco aue lancem suas v.stas em toda a m.nha c.rcumsfe
& Silva.
(ros de quadrinhos a 1#G00. | fjam a comprar, como sejam:
Vendem-se os mais modernos gros de quadri- qs rjcos Cales de 40 arcos, com urna roda que admira.
nhos, propnos para vestidos de senhoras e moni-, mPnn arcos a 235G0 e 3<5.
as, sendo estes gros dos mais modernos que tem 'dem com menos arcosa zjow e o.
vindo ao mercado, vendendose pelo ba ato prego dem para meninas de 2 annos ale iZjinnob.
de 600 rs. o covado. isto s na loja do Pavao, ra Camhraia finissima que era de 9)5 a 7$.
da Imperatriz n. 60 de Gama A Silva. jdern das je (j^ por 5$.
Ricos bonznouts de Gnipnre 0s mas |mdos droes de cambraias de cores,
Vendem-se os mais ricosbouznouls de Guipnre, ,_ ._' .|. c, hr(I, *
sendo os mais modernos que tem vindo ao merca-: Tarlatana branca muito fina e larga. cnnPrinre*
do, pelo baratissimo preci de 25,5, cada um. as-1 Chitas escuras a 240 e 280 rs., que eram de 360, tambera ha sopenores.
sim como rhales de 3 e 4 ponas da mesma fazen- JJem perclaras superiores a 440 rs.
verdadeiras francezas.
da, sendo de varios precos. Isto s na loja do Pa-
vao, ra da Imperatriz n. 00 de Gama & Silva.
Admirem
Admirera
Lia preta para luto e de todas as mais cores.
Chita encarnada adamascada muito superior a 5>0 rs. o covado,
berta para cama franceza.
Vestidos a Mara Pa os mais ricos que ha de U, 18$ e 20.
, Calcas de casemira de muito bonitas cores. ...
Adnnrem IJeiH I Cohetes de casemira preto e de cores.
dem de brirn branco.
Paletos de casemira sacco a 10 e 12$.
dem de brira branco.
dem de alpaka branca a 5(5.
dem prelos a 4$ e 5(5.
Calcas de brim branco, pardo e de outras cores.
Ceroulas de linho com duas costuras a 2(5500.
dem a 1(5600.
Cohetes de casemira a 45 e 5(5.
7 covados d urna co-
Soutembarques de cores a 6-5-
Vendem-se soutembarques de cores a 6#, 75 e
8$, ditos, de. seda a 18j, 20$ e 235.
Chapeos para liomem a 10800.
Vendem-se ehapeos para homem a l$800 cada
um, cbapos de sol de panno a 2;, ditos de seda
para bomem a 65 e 7J: s Arara, ra da impe-
ratriz n. 36, de Mendes Guimares.
S Arara vende chitas francezas a 210 rs. o co-
vado.
Vendera-so chitas francezas seao cores fuas,
assim como sejam padres delicados sendo cores
de cana e rxas, se vend por baratissimo preco
de 240 o covado, ditas a 260, 280 e 300 rs., ditas
matisadas finas a 320 e 360o covado.
Gilas francezas escuras.
Vendem-ss chitas francezas sendo padrocs esca-
ros e cores fixas a 360 e 400 o covado, ditas miu-
dinhas claras a 360 e 400 rs. o covado : isto na
loja e armazem da Arara ra da Imperatriz n. 56.
Corles a Maria l'ia a 18)5.
Vendem-se os mais modernos cenes a Maria
Pia a 185, dito a 145, 125, 115, 105 e 85, curtos
de 13a sem barra a f>5 leiu 13 covados o oorte.
Damasco de duas larguras a 1(5280.
Vende-se damasco do duas larguras a 15280 o
covado, dito de urna largura a 800 e 640 rs. o co-
vado, len$os de linho a 55, 65 e 75 a duza.
Camisas francezas a 1^000.
Vendem-se camisas francezas a 15800, 25. dita
de pregas largas a 25 c 25210, ditas de linho a
25500, 25800 e 35 cada urna, seroulas francezas a
15280 e 15500, dita de linho a 15800 e 25, co-
bertas de chita a 25 e2550> cada urna, cambraia
nranca a 35, 35500 e 45 a peca, ditas de cores a
35OOO.
Cambraias de cores a 300 rs.
Vende-se cambraia de cor a 300, MO, 360 e 400
Caixas com 20 cuadernos do papel superior a
600 rs.
Grozas de prnnas de ac muito finas a 500 rs.
Pecas de tranca lisa prela e de cores a 10 rs.
Grojas de botes roadreperola para camisas a 50X1
e 720 rs.
Caitas com 50 novellos de linha do gaz a 700 r^
Varas de franja de cores a 80 rs.
Novellos com 400 jardas superior qualidade a 70 rs.
Carritcis d. linha cora 200 jardas dos ns 00 al
2'.0 a 100 rs.
Lirn-s para assentos de roiipa lavada a ICO rs.
Par.'s rio h&ioes de punhp muito finos a 120 rs.
Thesouras para unbas e costura muito Cras a
500 rs.
As pechinehas que eslao venda na loja e ama-
zerr. do Pavao, na ra da Imperatriz n. 60 de Ga-
ma Silva, onde se vendem todas as fazendas,
tanto de luxo como de primeira necessidade por
precos muilo rasoaveis, e com especialidade as se-
guinies, dando-se amostras deixando ficar penhor
ou mando-se levar em casa das familias pelos
caixeiros da mesma loja.
Grande pechincha, vestidos a
30&OO.
Acaba de chegar um bonito sortimento dos mais
lindos vestidos transparentes, muilo propnos paraj camisas com peuos iib lu
passeios e bailes, por serem de primorosos dse- dem brancas a l00 cada uma.
nhos, sendo todos os padres tecidos e nao pinta-1 dem brancas linas pregas largas a 2(5240 e 2$o.
dos.^e vendem-se pek^baratissimo jirego de 35500, ^]em (|e |iiio superiores a .'(5.
' dem de linho inglezas muito finas de nmeros 34, 35, 37 e 39.
dem de meia abertasfazenda superior- ^^w
CHAPKOS BE SOIi
Chapos de sol de seda de 12 asteas a 80.
dem superiores de 16 asteas a l#.
dem de seda trancada asteas de meia cana a 14(5.
Que tudo se vende na loja do
Os elementos que compocm esta preparacD. o
farro, o iode e a guio, a collocao no primeiro
grao das preparaces ferruginosas. Bast attstar
seus resultados obtidos pelos .Mdicos dos liospi-

Para a cura radical de escrfulas e iffecc^es
escrofulos,' syphiis e molestids syph'H.
liticas, "ulceras, feridas, chagas,
erupces cutneas e todo e
qualquer incomrr.ddo que
provm d'ura estado
impuro de sangue,
TOMEM A
S4Ii4A PARRILHA RE AYER.
A' venda na ra Direita, ns. 12 26 e 76;
ra da Quitanda n. 51 ; praca da Consti-
tuiro, n. 30 e Hospicio, n. 40. E na-
principaes pharmacias e drogaras do im-
perio.
Vende-se era Pernarabuco:
na pharmacia fraaeeza de
P.MAURER & C.
RA NOVA N. 18.__________
\0\a exposi-
CAO
de looo candiciros de saz coloridos,
com globos de cryslal e delicadas
gravuras, novo gosto, flngindo lan-
tejas, por todo o preco, cima da
laclara, no armazem da ra da
Imperatriz n. 22. ;.!._ ,
O prourietario deste importante estabelecimento,
tendo mnit Su fazer urna liquidado a d.nhe.ro a vista por
todo o preco, contentando se somente com urna pe-
nnena porcetagem cima do custo da factura. Es-
nera que o respeilavel publico o coadjuve com sua
oSLnca a honrar seu estabelecimento eadmira-
?em os precos de semelhantes objectos de cand.ei-
ros de gaz. _______
aS!
ma"familia que se retira vende urna mobilia
de amarelloj usada, trem de costaba, louca de
"?.' ?" J:. n,M ni mesa de antar de ama-
almoco e jantar azul, urna mesa de jantar de ama-
etoVs torniados, mesas pequeas, 'ommodas
alna de casal e muilos outros objectos o que tudo
se vender em-conta : pa ra dos Pires d. ba.
Farinha do mandioca Ona e alva, mais bara-
ta do que em qoalquer parte, arroz da trraipila-
S.mconta : para ver e tratar, na roa do V.-
doeerbeonta : para
cario, casa p-_
Vendem-seTs parles das casas terreas da ra
daSnlJcao n. 34 e Padre Floriano n,67 ; a tra-
tra na ra das Crozes n. w. ------------___
Venderse no iscrptorio de AotoniO LnU de Oh-
reir Azevedo ft C, rn da Cruz n. f.
sendo far.eoda que val muito mais dinheiro: isto na
loja do I'avao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Capas pretas e sonlembarques,
Vendem-se as mais modernas capas pretas lisas
e bordadas, os mais bonitos soutembarques pretose
manteletes, tudo de seda preta e o que ha de mais
gosto no mercado, por precos muito em conta :
na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
S o Pavao vende
Chitas largas a 240
Chitas largas a 240
Chitas largs a 240.
Acaba de chegar para a loja do Pavao um gran-
de sortimento de chitas largas garibaldinas, por
s rem todas lislradas e padres esouros e de cores
fixas que se vendem pelo baratissimo preco de 240
o covado, sendo que em ontra qualquer parte cus-
la a 360 o covado, notando que os freguezes que
compraren) porcao de pocas, teraq/um pequeo
abatimenlo : isto na loja do P&vae a/pta da Impe-
ratriz n.60, de Gama & Silva.
Lazinhas a 300 rs.
Laazinhas a 300 rs.
Lazinhas a 30 rs.
Vende-se um bonito sortimento de laazinhas pro-
prias para vestidos e soutembarques por serem li
sas e de quadrinhos pelo barato prego de 300 rs. o
covado, sendo fazenda que sempre se vendeu a
500 rs. o covado, e vende-se a dinheiro a vista pe-
lo baratissimo preco de 300 rs. o covado : na loja
do Pavao ra dalmperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Pelerinas a 1600.
Vendem-se as mais ricas pelerinas ou romeiras
de cambraia bordadas propnas para hombros de
senhora pelo baratissimo preco de 15600 : na ra
da Imperatriz n. 00, loja de Gama & Silva.
Organdy a 240 rs. o covado.
na loja do Pavao.
Vendem-se as mais bonitas cassas organdys, pa
-droes miudos e grandes, pelo baratissimo preco de
240 rs. o covado (doze vintens), esta pechincha
acaba-se logo : na loja do Pavo ra da Impera-
triz n. 60, de Cama & Silva.
BRETANHA DE ROLO A 35000.
Madapoln entestado a 3$O0O.
Ka loja do Pavao
Vendem-se pecas de bretanha de rolo com 10
varas a 33, ditas de madapolao enfestado a 320",
35500 e 4S : na loja do Pavao, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Novos cortes de vestidos a 12$, para as Testas
de S. Joo e S. Pedro, na loja do Pavo.
Acabara de chegar para este estabelecimento os
mais ricos cortes de gazla granadina com 22 cova-
dos cada um, sendo esta fazenda do melhor gosto
possivel por ser transparentes e tecidos com seda,
e por isso sao de muila fantezia, e vende-se pelo
baratissimo preco de 125 cada corte, sendo fazen-
da que val 255 : esta pechincha est> venda na
loja e armazem do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
de Gama Silva.
Lazinhas a 300 rs.
Pechincha do Pavo.
Vendem-se superiores laazinhas mossambiques,
proprias para vestidos e soutembarques, pelo ba-
ratissimo preco de 300 rs. o covado, sendo fazenda
que sempre se vandea a 500 rs., fazenda esta mui-
to propria para vestido de sahir a passeio,_ e prin-
cipalmente para tempo de invern por nao se es-
tragar com facilidade : isto s na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Madapolao com toque de mofo a G&100 e 7#
Vendem-se superiores pegas de madapolao, ga- >
rantindo-se 20 varas em cada urna, pelo baratissi-
mo prego de 65400 e 75 por terem nm pequeo
toque de mofo que nada val, e pecas de algodo a
45 : na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama Silva.
Crtes de easemiras a 2AS0O e 35"
Vendem-se cortes de casemira de una s cor a
25500, ditagde quadrinhos a 35 : na loja do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chales a 25000
Vendem-se chales de merino a 25, 25500, 55 e
65 : na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama Silva.___________________
Na padaria da ra Direita n. 84 ha para ven-
dercylindros americanos para padaria, chegados
ha poucos dias. -
Na ra da Cadeia do Recire n. 5, vendem-se
enfeltes Maria Pia, e espartilhos preguigoso
sao os mais modernos que lem vindo ao mercado.
Vende-se na ra do Vigario n. 8 um bom es-
cravo de cor preta, muito sadio e proprio para agri-
cultura._____________________________
Vendem-se
amachinas americanas de serrote para descarogar
algodo ; na ra da Senzala ova n. 42.
"" *"" "IaTdo ASSL"
Abordo do brigue escuna nacional Graciosa ;
vende-se na ra da Cruz n. 23, escrlptorio.
Rival em segundo
vendendo
tudo
Ra do Queimado n. 49, est
muito barato como ver abaizo.
Caixas de pennas de kalegraphia a 15000.
Massos com superiores grampos a 30 rs.
Pares de sapatos de tranga e tapete a 15300.
Frascos de macag perula a 200 rs.
Caixas com superiores apulhas a 200 rs.
Libras Caixas com superiores brelas a w rs.
Duzias de phosphoros de seguranga a 120 rs.
Meias garrafas eom tinta a 210 rs.
Rjdinhas com allineles francezes a 20 rs.
Cartas de alflnetes francezes muilo linos a 100 rs.
Resmas de papel almago a 25400.
Resmas de papel de peso a 25000.
Papis de agulhas francezas a balao a 60 rs.
Uonets muito bonitos para meninos a 15000.
Enfeites para senhoras fazenda muito moderna a
25000.
LI Escovas para roupa superior qualidade a 15000-
Anemia.
Colorse ou Ictericia.
Mendtruo.
Affcrcoox lo ut<-ra.
Supiu-esse dan re-
gra* e deNordca na
nicnatrueeao.
AfTeceao pulmonar c
nhthlsle.
Molestias dVstoruago.
Gastralgias.
Perda d'uuaetlte, etc.
COnvalcscen r. de lon-
gns molestia.
Molestias escrofulo-
sas.
Papclra.
Obstruccae das gln-
dulas.
Humores Crios.
Humores tironeos.
Rucbllismo.
Afecces cancerosa*
e syphllltUns.
referes typlioldes.
Variles, etc., etc.
rs. o covado, can)braia de salpicos a 25500 e 35 :1 laeS( e 0s relatnos dos prcticos mais eminentes,
na ra da Imperatriz n. 56. I que confirmrao sua poderosa efticacidade uas
Chales de merino a 2. I eguintes affeccSes:
Vendem-se chales de merino a 25, ditos de chi-1 Mlll_oa no sangue
ta a 15600, Ij280 e 15 cada um, chales nos com Fr.,*ein.
ponta redonda e borlota de seda a G5 o 75 cada
um, cobertores de algodo a 15 cada um : na ra
da Imperatriz n. 56. _________
Goke do gaz.
pileta do gaz.
Alcalro do gaz.
Coke tonelladas rs. IOjSOOO
Piten ..... 80->000
Alcatrao caada..... 400
O coke reconhacidamente o carvo mais econ-
mico, torna-se por isso recommendavel, bem co-
mo pelo asseio que se ola as cozinhas aonde
elle usado. Pitch e alcatro,alm das applicagoes
diversas a que se prestam, como para callafetar
embarcagoes,alcatroar madeiras,ete..teem este a
propriedade de preservar do cupim, formigas.etc.
E' entregar na fabrica dogaz ou mandado por em
qualquer ponto da cidade, segundo a vontade do
comprador.
PROPRIO "PAR i SENHORA."
Vende-se um excellenle cavallomuito no-
vo e manso com todos os andares: na co-
cheira do Paulino, rua de Santo Amaro.
Tasso Irmos
Vendem no seu armazem roa do
Amoiim n. 35,
Licor fino Curago em botijas e meias botijas.
Licores finos sonidos em garrafas com rolbas de
vldro e em lindos fraseos.
Vinhosheres.
Santernes.
Chamberlin.
Hermitager
Borgonhe.
Champagne.
Muscatel.
Reino.
Bordeaux.
Cognac.
Od Ton.
AzeitePlagniol.
GAZ GAGAZ
Vende-se gaz da melhor qualidade a
Iii5 a lata : nos armazensda ruado Im-
perador d.16 e ra do Trapiche Novon. 8.
Coneitria dos ananazes.
Ra da Crnz n. 16.
Acaba de chegar a este novo estabelecimento um
lindo sortimento de iicas caixinhs, para amen-
doas, propnas para presente; ha amendoas boas e
boas pastilhas, ele, etc., para enchementos das
mesmas, lanrbem se vende papis de estalo para
sorles, prepara-se pao de l enfeitados, Galheaus
de diversas qoalidades, simples e enfeitados, rece-
be-se encomraendas de tudo quanto concernente
& este nOCio
Tambem havr nos das 2, 23 e: 24 bolos de
S. Joo simples e enfeitados, nestes dias como
sempre haver erapadas, pastis de varias quali-
dades, doces para cha, figuras para bandeijas, ra-
mos artificies para ditas. ______
AU
m-
y cao.
Manleiga ingleza a 15000 a libra, garrafoes de 8
garrafas com vinagre a 15500, barris de azeilona
nova a 15500 : na roa da concordia n. 33.
A 5#50O O SACCO.
De farinha da trra com
22 cuias, na ra do Impe-
rador n. 26, defronte da ca-
sa em que foi a cadeia.
Attengo.
Vendem-se pegas de esteiras para forro de sala,
tinta branca preparada a oleo, em latas de 28 li-
bras, para pintar casa, relogios para cima de me-
sa epara pendurar, arreios para le2cavallos,
velas de spermacete, tudo de superior qualidade,
vindo dos Estados-Unidos : no armazem da ra do
Trapiche n. 8.________________^^__
^~Na ra da Imperatriz n. S vendem-se bohs
candieiros a gaz pelo dimiunlo prego de 45, 25_e
15500 : cheguero ante
ba pechincha lio boa.
LOJA DO BEIJA FLOR
Na ra do Queimado i. 63.
Tendo recebido um sortimento de none-
cas de choro, que chamam papai e mami,
com cabelleira de cachos.
Tendo recebido um variado sortimento de
biaquedQS para meninos, sendo -capadas,
espingardas, pistolas, taraborps ; ditos
para meninas : apparelhos de almoco e de
jantar de porcelana e de metal, porta-licor
e faquinbas a 280.rs. o par ; e nao qneren-
do continuar, vende mais barato do que em
outra qualquer parte.
Vende-se tiras bordadas de differentes
larguras a 14, e babados, collar nhos e pu-
nbos para senhora. bordados e abertos de
renda e lisos, os mais modernos que se
podem encontrar.
Vende-se la para bordar de diversas
qualidades e de cores claras a 7$ a libra, es-
pelhos de columnas.de Jacaranda a 2)51500,
ditos brancosde diversos tamanhos, caixinbas
para estjos d riavalhas,
Vende-se pents de alisar com costas de
metal a 1&- itm de differenles qualidades,
lindas gravatinbas para senhora de differen-
tes goslos.
Colheres de metal principe.
Vende-se colheres de metal principe para
tirar soupa a 2, ditas para cha a 20300,
ditis para soupa a 40200 a dozia: nesta
loja se encontrar sempre um grande e va-
riado sortimento de miudezas: ra do Quei-
mado n. 63, loja do beija-flor.
FUNDIDO D0B0W-
m.
Ra da Brum numero 38.
Neste estabelecimento acham-se v*enda os se-
guintes objectos, todos da primeira qualidade, e
construidos, especialmente para esta casa, pelos
mais acreditados fabricantes inglezes :
Machinas a vapor de 2 1|2 a 8 cavallos, com
-jnoendas, juntas e. sem ellas; e tambem proprias
para descarocamento de algodo, afamadas pela
fortidao, simplicidade e economia em combustivel,
e por nao precisar de obra qualquer para seu as-
fisntaraenlo.
Rodas d'agua de ferro, systema mui proveitoso
da forga d'agua.
.. Rodas de espora, e angulares, e de esquadrilha
para animaos.
Moendas e meia-nmondas.
Tainas de ferro batido e fundido, e de cobre.
Machinas para descarogar algodo, systema
Pltt, com os ultimes melhoramentos.
Boceas e crivos de patente para fornalhas, dimi-
nuindo muito o gasto do combnslivel.
Machinas e maehioismos para moer mandioca,
movidas a vapor, agua ou cavallo.
Fornos e chapas de ferro batido" para eoser fa-
rinha.
' Alambiques de ferro, e fundos.
Guindastes, fuos e fwrlatils.
Prensas para copiar cartas. '.
Rodas para carro de engenho com eixos e man-
gas de patente.
Formas de ferro batido galvanizado para purgar.
Serras de ago e armagoes de serrara.
Arados de ferro singelos e dobradjs, grades para
cubrir canna, enxadas a cavallo, e outros instru-
mentos de agriculiura.
CTB u o O i rr^ ts C ~ pj o
, S" K s- 2.
KO.5 5
3 ^
en g. -
o e t _
o ^3
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2 tA =
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03 o 2 O
o
B9
1
"
C
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Veje se os bulletins de therapeutica medica
e cirurgica de 30 de novembre 1860; a lax-ela
dos hospitaes de 2S dejulho 1860, etc., etc.
Alm daspilulas de Mrelo duplo de erro e de
quinina de Rebillon, os Mdicos aconsclhao
igualmente o Xarope d'iodure duplo de
ftrro e de quinina do mesmo author para as
pessoas que nao gostao de medicamentos sob for-
ma pilular e os meninos. Este xarope nao tem
como o xarope 'iodure de ferro, o inconveniente
de alterar-se e de se nao poder conservar.
Peca-se o folheto que se d,e graga em rasa
dos pharmaceticos depositarios.
Para-se evitaren) falsificacSes, exija o com-
prador em cada frasco de Pilulas ou Xartpe a as-
signatura do inventor, lh,
Depsito geral em Paris, pharmaciaReDilloii.
142, me du Bac,e em todas as boas pharmacas
de Franca a dos puizes estrangeiros, etc.
GRANULO S r
J>&
BISMUTHJ
VRILK4
M 5 _
O .
3
Br'f
g, .~il.. -> i'.~>MtA-d-.Chevrier bem
supenore < todos as inh>. rr___i.- -
ftmuth'empcegadas antes com o maior successo
pelos modicos^dc todos os paizes, para prevenir e
curar as
'a
>
9
o
Ha illgriitoc*.
GuHtrltes.
GaliralgiaB, ele.
Dlarrhcaa ctaronlcaa.
IIJHHC'lllorllIK.
Dores d'csldmasa
Dyapepalaa.
Os primeiros symptomas d'essas formidaveis
affeccoes se manifesto ordinariamente por diges-
toes laboriosas, azidumes, falta d'appetite, pesos
d'estmago depois de cada comida, caimbras es-
tomafaes, c, muitas vezes, por espasmos nervosos
com vmitos.
Este estado mrbido, se o descuidSo, traz ine-
vitavelmente, que seja:
Molestia* de ligado.
A Ictericia.
Palpllacao de eoracao
Dore no rlna.
opprcsBoes.
Dores de eabeca.
Irrltaooo* de beslga e
da matriz, ele.
Kivalsem segundo
Rua'do Queimado n. 49, loja de miudezas de Jos
& Azevedo Maia e Silva, esl qoeimando que ad-
mira, a sabef :
Frascos com superior banhaa 200,'20 e 500 rs.
Latas cora superior banha a 200 rs.
Frascos com superior agua de Colonia a 120 e
400 rs.
Frascos com superior oleo de baboza a 240, 320 e
400 rs.
Garrafas da verdadeira agua Florida a 15280.
Frascos de superior oleo da sociedade Higieniqne
a 640 rs.
Frascos de superiores cheiros santal e outros mui-
los a 1^.000.
Saboetes de familia a 210 e 200 rs.
Sabonetes de superior qualidades a 60,120 e 160 rs.
Caixas com 12 frascos de cheiros muito finos a
15*00.
Caixas dijo com 6 frascos melhor fazenda a 900 rs.
Pbs de pomada franceia grandes a 300 rs.
Sabonetes de bolla pequeos e grandes a 210 e
320 rs.
Frascos com superior opiata a 800 rs.
Frascos com superior agua para denles a 15000-
GrandTsortimento de roupas feitas de to-
das asqualidades,
Caigas de'casemira a 65 e 75500, ditas pretas a
65 e 85, caigas de ganga a 2*, 15800 e 15600,
ditas brancas a 25, brim de linho a 35, 35500 e
45, paletots do alpaca branca a 45500, ditos pretos
a 35 e 35500, ditos de alpaca de cordo a 45, e
de Hstra de seda a 45500, ditos sobrecasacos a 55,
paletots de casemira a 55, 55500, 65, 85 e 95i
ditos sobrecasacos pretos a 125, 13 e 165, d'os fi-
nos a 255, de cores a 135, ditos fraques a 145,
paletots 4e panga a 35, 25500 e 25, dilDS de brim
pardo a 35, jaquetoes de brim pardo a 35, pannol
preto fino a 25, 25600, 35500 53, 45300 5 e 65 o.
covado, moreatique preto a 25600 o covado, gros-
denaple preto a 15300,15800, 25, 25200 e 25500
o covado ; e oulras muitS mais fazendas que se
deixa de annunciar, e manda-se levar pelos caixei-
ros da loja da arara casa dos pretendentes. O
e tabelecimento est aberto at as 9 horas da noite,
ra da Imperatriz n. 56, Mendes Guimares.___J
0PHEMSI4
QUADROS
WIESBAM3
AQUARELLA
Urna scena de nossos dias.
Drama
Por Pedro de Calasans
Vendem-se estas obras impressas em Bruxellas
5500 "chegaem antes que se acibera, que nao e Lelpig : na livrarla de Jos Nogue.ra deSouza,
ra do Crespo.
Os granulos Chevrier s3o ordenados pelas
sommidades medicaes para prevenir essas diver-
sas molestias e cural as quando sao tomados a
tempo.
0 preco de cada frasco de i francos.
Depsito geral em Paris, pharmacia Chevrier,
e em todas as pharmacias de Franca e dos paizes
estrangeiros.
GRAGEAS de CUBERINA
omCOPABAdeLABLON""
Estes confeitos que tem por base o prio.
cipio activo da vrimeira cubeba junio com
acupahybapura, nonausen oeslomaga.
Elles fazem parar immediatamente as mais
rebeldes gonorrhas, mesmo as que' res sti
ram a cubeba o a cupahyba isoladamenle.
Deposito geral em Pernam-uco tvh o1 a
Cruzn.22 em casa de Caros Barbe*
NOVSIAOE
A I l$g e i$50.
I.eques de osso. ullimo ro?to, a 15-
Ceroolas de ama a 152J0.
Diitas muito finas a 15300.
S na ra da Cadeia do Recife n. 5.___________
Na ra do Queimado, loja de ferraren; n. 4
eende-se muito em conta um par de veneiiani
#500
.FarellO/4^000
ava r iatlo.
Francez barrica 55000
Portland idem 85500
Em perfeiio estado:
Francez barrica 05000
Portland idem 125000
No armazem de Tasso Irmaos caes do Apollo.
Farinha de mandioca^
da Baha, S. Matheus e Santa Catharina, em saccas
de algoda'o da Rahia, de 2 e 3 alqueires : vende se to*K duas junto, e por commodo prec
no.largo de Corpo Santo n. 4, escriplorio de Jos
Maria Palmelra.
Na ra larga do Rosario n. 50, taberna da o?
quina._______________________________________
Vende-se vinho de caj a 500 rs. a gauaa-.
na ra Augusta n. 76,
Rival sem segundo
Ra do Queimado n. 49, loja de miudezas de Jos
& Azevedo Maia e Silva esla disposto a vender mni-
lo barato que admir i. pote seus freguezes ja isla i
srienles que nao ha egundo competidor.
Pegas de cordo para veslidus a 20 rs.
Capachos redondos e compridos a 500 r;.
Talheres para meninos a 20 r.
Duzias de facas e garios a 25400.
Rilas de-cabo'preto cravado a 3500*1.
Uaralhos francezes muito tinos a 2u0 e 210 rs.
Grozas de botos de louga a ICO e 00 r:-.
Caixas com soldados de chumbo a 120 e 200 rs.
Bunecos de choro pequeos a 160 rs.
Varas Je cordo para espariiiho a 20 rs.
Duzias de colheres pira cha a Su rs.
Dorias de colheres pwa sopa a 15500.
Ditas de melil principo de cha r 25000.
Ditas para sopa a 45000.______________.
Vend"duas ca$asde-taip,--no lagar de-
nominado Arraial, tendo sitio com frucieiras, sen i
a pes-a
qne pretender dirija-?e ra dalaiperat iz n. 51,
loja, qne se dlra' quem vend.

/
LEGTVEL


lar?e de *eraaabeo H^Ha felra 1 de *ua*o de 189.
i *
kJ
ful
GNEROS BARATOS A DINHEIRO
NOS
GR4KDES AMM4ZENS DE MOLIDOS
DE
DARTE & G.
Pateo do Cana b. 9 armaieni Progressive roa do Queimado n. 7
Uoio e Commercio ra do Imperador d. 40,
&S> Principal armazem de molhados.
OS PROPBIETUlOS.
Fazem scienle ao respeitavel publico, e cora especialidade aos senhores de en-1
genios, hvradoresemaispessoas do centro, que para raais facilitar suas compras deli-1
beraram os proprietanos dos tres grandes armazens, reunir todo? os seus estabeleci-
mentos em um so annuncio, pelo qnal o prego de um ser de lodos, proraetU-
mos ue nao infringiremos a tabella que abaixo vai publicado, annunciar os geieros
por um prego, e na oecasiao da compra quererem por outro, como socede constante-
mente em oulras muitas casas, parm nos nossos estabelecimentos nao se dar isto
anda mesmo com prejuizo nosso, qualquer. pessoa poder mandar seus fmulos que
serao tam em servidos como viessera pessoalraente fazendo-nos o favor de mandar seus
pedidas em cartas fexadas; para evitar qualquer engaos, remetindonos urna conta
pela qual se ver os precos tal qual annunciarmos, o que seno arrepender pessoa
alguna que Bzer soa despenga em nossos estabelecimentos; pois poupar mais de
o por cetito na sua despeza diaria.
Manteiga ingleza perfeitamente flor chegada dem com 4 a 5 ditas a 3200.
oHimameole no vapor Saladim, de i dem vasios de todos os tamanhos a W&fr
a 13200 a libra e em barril terabali- 1(5500,800 e 640 rs.
., n3'-"l- Queijos d 300 a 25500 os mais frescos.
Main franesa muito nova a 900 a libra, e Vinagre puro de Lisboa a 280 a garrafa e
800 em barris. | 2000 a caada.
Bara de porco reQnada a 720 a libra e 700 dem mais baixo a 200 rs. a garrafa e 15400
em barris. i a caada.
CU uxim de superior qualidade a 20600. Azeite doce de Lisboa muito fino a 60D rs.
den perula mmdinho a 20700 | a garrafa e 4$600 a caada,
ci'Lan so'?,espec,al qualidade de 20400 a Toucinho de Lisboa novo e muito alto a 320
-$ju a libra. t u a libra, e em barril de 5 arrobas a 90WO
dem prelo muiio especial a 2$00Q e 20OO arroba.
ia hi'ra- *1 .* Ceneja Bass do fabricante Shlers & Bell a
laem do Rio em latas de 4#000 e a 800 a' 60300 a duzia e 640 a garrafa.
, j;a- ,. !dem Bass do fabricante T. F. Ashea 60000
Latas com biscouto de todas as qualidades a duzia e 360 a garrafa.
a i ^ 00. |ldem marca H Vicloria Alsope e outras
Id m da crcditada fabrica de Biato Antonio, muilas marcas a 30 a duzia e 300 rs. a
(Lisboa) proprias para da; a doentes a garrata.
20 t 3 f a lata. Sabao primeira qualidade a 220 rs. a libra
Bolaxmia ingleza mnito nova a 30500 a bar-, e 210 em caixa.
rica o a 240 rs. a libra. jldem segunda qualidade a 200 rs. a libra e
Latas com holaxinha de -oda e oval a 20. 180 rs em caixa
Presunto inglez para fiambre cbkgado no Sabao inglez superior a 180 rs. a libra e
ultimo vapor a 8 > epaios muito novos a1 640rs.'Caf pi.iineira e ;egDnda 80rte a Gmx
is* ci mucamo t^ariaimuito no*o a' JS e 8* a am)ba' e de 20 a 280 re-
! '-n.c?e amalla a 500 a libra. I ^^"^ 3^ a arrba e 10
ilo portuguez de especial qualidade a
;; : ;> libea. dem da ludia a 20600, 20800 e 100 rs. a
.i sissode 8 >0a 10900a WWa. j libra,
d .;: s an^ol verdadeiro a t&QOO a libra Charutos Normas de Havana a 30300 a eai-
\ ;i. ios a 10400. xa, de Simas (Jos Furtado).
: i i casca de goiaia em calioes de 6 li- dem Londrinos a 50, idem.
i.* s gar a i SOO, dem Parasienses a 40500.
W.i nxes pequeos a 70(1 rs. e de dem Delicias a 10500.
para cima a 840. dem Traviata do Rio a 50500.
. seseo em bocetas ricamente (afeitadas, dem varetas de Manoel Peixoto da Silva
conlendo^ pera, pesigo, ameix, rainba. Nettoa 30300 e 10SOOa meia caixa.
n Largo da Santa
(Cruz n. 84, es-
quina da ra do'
Sebo.
VIMOS
ESPECIAES
WB Largo da Santa
gCruz n. 84, es-w
S luira da ra do3K
Sebo.
YGIJEZ % FLffR
Para
Os botos de Santo Antonio, 8. Mo e S. Pedro.
Vende-se manteiga ingleza flor de 10000 a 10200 a libra, nos segum-
lugares: Pafc-o do Carino n. 9, ra do Queimado n. 7, e roa do Im-
perador a. 40, armazem de Duarte & C.
n>ra:BriIhanTffi^
A segainie tabella inrir." ??T ^rltiraent0 de eneros de primeira qualidade.
Nenhum armazem, vandar' c*k e b.a?e Para1La)uste de conlas aos Pudores,
rrande sort/mento nn ?. ,maisbaraI e melhores do que a Aurora Brilhaate, j
ero quaoto^S^naM^f^,:^ m*T por,'ae sea'onVsTeseilTiMir dimi'utoVa-
Proveitar, o prsm-ietorin W ?r as d55Pezas do estabelecimento por isso deixe se a-
tanies freguezes zer loda a J'ligencia, afim de servir bem os seas cons-
I Jwffi8 Ubras dech0ri?as mnio novas,
tD maSigsrdendS,n^/re era Postaiin.eiras,
1 Soi 'ual,dades 5000, 1^280 e
D 'i"?,; i%vxcaUeate m w-
AbreumV20 ?s3da d afamad fabricante
'D!asrnmrSSadet0ma,e'a500rS-
&e?500S,leCOmadre' aovos> SOOi
D?coombolachinba de SOda muit0 novas> a
*iEigg*iDgiezes de mQitasaa-
Chocolate,
i DaramL00"13^-38 enfeiladas proprias
mi 1igl!rb* muit0 novo- a libra de
MaC4000;salhariam e alelria araare,Ia.a "bra
Dito dito diia branca, a libra a 400 rs.
Ditas dita era libras a 640 rs.
Sag, a hbra a 3G0 rs.
Pr!adnha Para *pa a libra, a 2i0 rs.
Ervuhas seccas, a libra a 160 rs.
,uuas descascadas, a libra a 200 rs.
lapioca muito nova, a libra a 280 rs.
500 rs ararUta verdadeira' a llbra a
Ar9ll Maranhao- em sacco, a arroba a
2400 e a libra a 80 rs.
Dito da India e Java, a arroba a 35200 e a ll-
bra a 100 rs.
GOMMA NOVA.
Em paneiros muito alva a 4,ooo rs. a arroba e 16o rs. libra e comnran
do de um paneiro para cima se far abatimento na ra do Imperador n. oi
Vinho verde superior.
A caada a 3$0G0 e a garrafa a 400 rs.
Gomma.
Saccas de 4 arrobas, a verdadaira de se-
engoramar, a arroba a 3J000 e a libra
120 rs.
Sabao massa, a libra a 200, 240 e 280 rs.
Farinha.
Saccasgrandes com farinha de Goianna mni- H
to nova, a 5*000.
Cal.
Gaf do Rio muito superior, a arroba a 8$,%
8*300 e 9*000.
Cha.
Ch.teraos nestes gneros o melhor possiyel.
hyson, a libra a 2*600.
Dito perola a 3*000.
Dito uxira a 2*700.
Dito hyson muito fino a 2*800.
Dito redondo a 2*500.
Dito pretode primeira qualidade a 2*500.
Dito mais baixo a 2*000 e 1*600.
Erra mate.
Excellente cha medicinal, a libra a 240 rs.
Espermacete.
O masso com 6 vellas de espermacete a 600,
640 e 720 rs.
Passas.
Caixas de 16 e 8 libras de passas novas pro-
prias para mimo? a 4* e 2*500.
Nozes.
Nozes, a libra 160 rs. e arroba a 4*000.
Alpisla e painfo.
Alcista e painco, a arroba 4*000 e a libra a
160 rs.
Cartas.
Cartas finas para logar, a duzia a 2*00.
Castanhas.
ANTIGA CASA
DE
GUILHERME DA SILVA GUIMARES.
5
mmm
[Toucinho^e Lisboa a 9*500 a arroba e a 320 Castanhas nova5 vTndafn'Ste vapor,
|D260ersSaatOS' 3 arrba 7*000 abraa ^j"-
arro-
_ c oulras fruta? a 3000 cada urna,
id m ora calda em latas fexadas rermetica-
mente muilo bem enfeitadas, poniendo,
[a, DCSi'ffO, amrisao o uuuai hu n
Blo o vufj a lata, tombem temos latas
grandes a I200.
.'! melada dos melhnres fabricantes, em la-
tas de 2^090 a 141200.
Id m em latas de 1 1|2 libra a 15
Id em latas de 1 libra a 640 rs.
E: vilhas 'm latas ebegadas neste Itimo va-
por a 700 e de 5 para cima a 640 rs.
Feijlo verde ou carrapalo em latas pre-
parado a 640 rs.
Ameixas em frascos de vidro a ltOO.
dem em caixiabas ricamente enfitadas de
500a 2,5oOO.
ivas Moxie muito novas a 700rs. o
fraseo,
dem de cbolas simples a 700 rs.
M :. i inglez a 640 rs. o frasco com rollia
de vi!ro.
rda em p a 700 rs. o frasco.
!:-: ja preparada a 320 rs
L is com massa de tomate de 1 libra a
(iiKirs.
Id ni em latas de 1 l\i libra a 900 rs.
V: hoscm garrafas vindos do Porto, Madei-
ra Secca, Duque do Porto, Duque Semi-
no, Cascavallas, Maria Pia, D. Luiz, Pe-
dro V, Velho Secco, Lagrimas Doces, La-
grimas do Douro, e outras muitas marcas
a !# a garrafa e 9$ a 125 a duzia.
dem Palmella a 1$ a garrafa e I i0000 a
duzia.
i era pipa de todas as marcas Porto,
Figueira e Lisboa a 400 e 500 rs. a gar-
rafa e 2800 a 3#500 a caada.
. m em aneoretas e 8 a 9 caadas com su-
perior vinho Lisboa e Figueira a 24(3 a
ancorla.
Id m bramco expecial qualidade proprio para
ssa a 56<> rs. a garrafa e 40 a caada.
Idemmaig baixo a 400 rs a garrafa e 30500
a caada.
dem do Porto especial qinlidade a 800 rs.
a garrafa e 50300 a caada.
i Berdeaux em caixas a 70 e 700 rs. a
afa.
Gbampaniflfa melbor do mercado vinda de
i encommenda a 300 ogigo.
i mais baixa de 180 a 200 e 10500 e
! a garrafa.
dem suspiros do mesmo fabricante a 10300
a meia caixa e 50200 a caixa.
dem mece:ipes a 10700 a meia caixa e
30000 a caixa do mfi-wrtn fabricante.
dem orieuuicj do mesmo a 1080o a tuda
caixa e 300 a caixa.
dem jovens de Castanho & Fillio a 20400
a caixa.
dem suspiros do mesmo a 1010) a meia
caixa, e outras maitas marcas de fabrican-
tes.
Passas muito novas a 10300 o quarto e 50
a caixa de urna arroba hespanbola e 320
a libra.
Vermute bebida para abrir a disposicao de
comer I0oOO a garrafa e 140000 a
caixa.
Alpisla muito novo a 30800 arroba e 140
a libra.
Painco a 40000 arroba e 140 a libra.
Peixe em latas j preparado a 10OO a lata
e em porcao 10000.
Sardinbas de Nantes a 400 a lata.
Tijollo para limpar facas a 160 rs.
Esparmacete a 600 a libra e em caixa a
580.
Vellas de carnauba a 140000 arroba'e 440
a libra.
Azeitonas de Lisboa muito novas em anco-
retas grandes a 10800 e a 400 rs. a gar-
rafa.
Balaios do Porto muito grandes proprios
para guardar roupa suja a 20500, 30000
e 40000.
Batatas em gigos de 3 libras muito novas a
800, ea40rs. a libra.
Gomma em paneiros a 40000 arroba e 140
a libra.
Farinda do Maranho muito alva e nova a
240 a libra.
Ssvadinha de Franca para sopa a 200 a li-
bra.
Sevada muito nova a 140 a libra e 40000
arroba.
Caixas com estrelinlia, rodinha e pevide a
400 a libra.
Alhos em canastras muito novos e mauncas
grandes a 180 e 200 rs. cada urna.
Canella muito nova a 10000.
Cravo muito novo a 500.
Gomfnho idem a 320.
Ervadoce i Jera a 400.
Alfazema flor a 240.
.Molhos com 12o ceblas grandes, a 1^280.
JjKo anceza' caixa com 2 duziasa
SFr 4g cm m<>sta!da ore?arada em vinagre,
DiJgjCJffl Bonserva*iaglaeas e francezas,a
tos com sal rufinado fino, a 6i0 e a 500 rs.
Barris com azeitonas novas a 1*500
Manleiga.
Manteiga superior, a libra a 1*280.
Dita mais abaixo a 1*200.
Dita menos superior al*.
Dita franceza nova, a libra a 880
Dita dita em barris e meios ditos, a
850 rs.
libra
rviAc -tuauu uno, a mu e a om> rs. | oau rs.
Bonm 3 verdadeira ?enebra delaranja, a | Dita para tempero a 400 rs.
15000.
DiL.sde2 garrafas de Holiaada verdadeira,a
640 rs.
Botijas com M itHf rs
JGarrafoes com 2 galoes com dita, a 6*
Queijos.
Qneijos novos vindos neste vapor a 2*800 e
3ooo.
Ditos louflrluos muito nuvos, a libra
1*000.
Papel.
Serveja boa, marca, a 500 rs. "a garrafa, e a i P
duzia a 6->000. Papel almajo paulado, a resma a 4*800.
Vinho mnpne.i.k.i ~....... Dt0 dito lizo de lioho, a resma a 4*500.
Vinho muscateldeSetubal, a garrafa a 1*.
Marrasquinho verdadeiro, frascos a 80C rs. e
c a 1*200.
ISfne'a duzia iomo> e a arrafa a
) Azeite refinado portuguez e francez,a garrafa
* a 1*000.
.Cala ^e vinno Brdeaux muito superior, a
> 7*, 85,9* e 10* a caixa.
\Ditas cora dito branco, a 71 a caixa.
, Ditas com dito lagrimas do Douro verdadeiro,
i a 20*.
Fftitas com duque do Porto verdadeiro,^
185000.
Ditas com chamisso superior, a 14*.
Ditas com Porto velho e outras muitas mar-
cas, a 125.
Vinho do Porto da pipa, a garrafa a 640, 720
I e 800 rs.
.Dito de Lisboa muito bom, a caada a 3*200,
\ 35500 e 45. e a garrafa a 500 e 560 rs.
IDito da Figueira, das segulntes marcas (N.V
(J.A.A.) (J. L. G.) (O. M.) a caada a
4*a00, e a garrafa a 560 e 640 rs., desl&
que jesl engarrafado e lacrado com o
rotulo do armazem.
mitos de marcas mais desconhecidas, acana-
da a 3*500 e 4*000, e a garrafa a 480 e
520 rs.
rftnhobranco fino, agarrafa a 640rs.
Dito de caj muito superior, a garrafa a
800 rs.
Dito de peso lizo e pautado, a resma i
2*500.
Dito de embrulho, bom a 1* e 1*200.
Vinho MaVira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma
deira a 1*500 e 2*000.
Temperos.
Folhas de louro, piraenta do reino, coramho
e cravo, a libra a 400 rs.
Velas de carnauba. O
Massos com 6 velas de carnauba refinada a 480 rs.
Amendoas.
Amendoas com casca, a libra a 320 rs.
Doee.
Caixoes de doce de goiaba, grandes a 1*400^
e pequeos a 640 rs.
Tijolos de limpar
Tijolos de arear facas a 140 rs.
Graxa.
Duziasde boioes de araxa n. 97 a 25000, e (?
de latas a 1*000, e os boioes a 240 rs. ca-/*
da um, e as latas a 100 rs.
Charutos finos.
Charutos finos dos melhores fabricantes da
Bahia por diversos precos, caixas e meiasL-,
caixas. #0
A 240 RS.
Cada covado de bonitas e duraveis
BfUMOSUMJUB DE CORES
O 2$600
Cada corte com onze covados
r rf MARA PIA
cortes de laa com este nome a 6*000 com 16 covados
e meio, garantidos, vmdo a sahir
por menos
de 340 rs. o covado.
DAMASCOS PORTUCiUEZES
n COLCHAS
ua mesma fazenda com forro de tafet.
Eesta una diminuta porfo de chales
DE
MAGNIFICO QIPURE
a
Ditas cores.
CAMBRAIAS DE IOHO
Tadroes mmdinhos pelo econmico preco
de
640 rs. o covado.
r**3E& po!o **^**
Chapeos" para senhoras.
Chapelinas.
Enfeites.
Capas.
Soutembarques.
Cintos.
Velludos de cures.
Enxovaes para baptisados e calamentos.
Gregorio Paes do Amaral & Companhia.
^.'-..:
E grande quantidade de gneros tendentes
estes estabelecimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
H4CHINASDEPATENT
de trabalhar mo para
d escaroear aJgodo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAS
">f '* bu* ** r a*i***#vu*c hu a t\i.
Licores portugnezes e francezes a 1^000 e Amendoas a 400 a libra.
to a garrafa. Nozes milito novos a 160 a libra.
Marrasquino de Zara, verdadeiro a l)?o00 a;Papelgreve a 45200 a resma.
Ct li'inf. Til n*wi l!qn n f. tf\f\f\
, jrrafa.
i mais abaixo a 8^0 rs. a garrafa.
dem lizo a 4,5000.
dem de pezo a 3#000.
bra de laranja ver ladeira a U& a du- dem de embrulho marca grande a 10200 e
t e 1/5 o frasco. 1,51300.
su de Hollanda verdadeira a W a fras- I(iem h ti 9K[m
aneira e 640 o frasco. !,(lem *\ Pa/d l2^0??:
. de Ilarabui-b a 5500 a frasqueira. SP0S ^P'dados a 50oOO e 500 cada um.
em botigas de Hollanda a 400 e 440
rs. o frasco.
Palitos de denles, magos grandes a 120 e
160 cada um.
Jms com genebra de Hollanda com 24 Fumo americano de cbapa, de superior
afas a 8?>, com garrafo,
i ., com 14 a 15 garrafas a 6!.
qualidade a 10500 a libra, em porc5oler
abat juento.
Saccas grandes com 100 libras de farello superior a 40000 a sacca
CORTOAOOS BIR91D08
N. ll~Rua do QueimadoN. 11
A este estabelecimento chegou ltimamente da Europa um prande e variado sorti-
mento de coriinados bordados o qne ha de mais gosto emdesenhos e bordados.
Lindos bonets de palha de Italia para senhoras.
Chapeos e chapelinas de palha de Italia ricamente enfeitados.
Chapeos finos de seda para cabera de homens e chapeos de sdI de seda inglezcs "de
8,12 e 16 astes.
Bournus e chales de renda pretos superiores.
Pelisses e soutembarques de seda pretajwra senioras.
Cortes de laa de barras de 14* a 22* .omito gosto.
BalSes de arcos e de musselina finos, manguitos e camisinbas.
Saias bordadas muiio superiores.
. Moireantlque preto, grosdenaple preto e de cores, panno preto fino de diversas qua-
lidades e casemiras pretas e de cores.
Lavas de pellica para homem e senhoras.
E muitas outras fazundas que tudo se vende barato na loja de Augusto Frederico
dos Santos Porto, aonde tambera se vendem as melhores e mais baratas
Esteiras da India para forrar salas
AGUA
Taso IrmSos
vendem pesso em p para estuque de casas, tijolos
finos de feitlo diversos para ladrilho, azuleijos de
diversos gostos, tijolos vidradospara pa/ede de co-
zinha, canos de barro. papa etaoto, cemento em
barris de 10 arrobas.
Catangas fiaos e br|njuds
para menlaos.
Lhegarara para a loja de mlndetas da ra do
Queimado n. 69, os mais finos e lindos calungas
lanto para brinquedo de meninos como para cima
de msa : na mesma loja se encontrar bora sor-
tfment de miudozjs.
0 castello de Grasville.
Traduzido do francez por A. J. C. da Cruz,
Venderse ete bel'o romance em quati,
tomes pelo bacatissii8o,.[eijo de 2-150C
ua praca da Iodepenleocria. livrarians.
6 e 8.
Vende-se
na roa das Crines n. 23 junco e palha, mais bara-
to do que era outra qualquer parte.
Estas machina.-
^podem descarla?
mialquer especw
de algodao sea
,, estragar o fio.
'* sendo bastante
duaspessoaspara
o trabalho; pode
descarocar ama
arroba de alge
dao em earocc
em 40 minutos.
ou 18 arroba!
por dia ou o ar-
robas de algoda;
limpo.
Assim como machinas para serem movidas noi
ammaes, que descarocam 18 arrobas de algodc
limpo, por da; e motores para mover urna duas
entras dessas machinas. '
Os mesmostem para vender um bellissimo va-
porque pode fazer mover seis destas machinas
mencionadas; para o que convida-se aos Srs.
agricultores a virem ver e examina-lo, no arma-
zem de algodao, no largo da ponte nova n 47
Saumlers Brothers k C.
W. II, pra^a do Corno Hanto
BECIFE.
Os aicos agentes neste paiz.
DROGARA.
34Ra! larga do Rosario34
Bartliolomcn Francisco deSouza & C.
Veadem:
Acido actico puro para retratistas.
Esmaltes para ourives.
Papel para forrar casas.
Guarnieres avelludadas.
Tinta brancasuperior em lata.
AlvaiadeVenaa, fino, em pies.
Vende-se ama taberna bem afreguezada para
o mato, e bem como para a trra por llcar ao p
do mar, tambera d comidas e dormida, e recebe
passageiros, toado excdeme commodo nara fe-
railia ; na ruada Lapa n. ta.
DE
Florida.
para restabelecer e conservar a cor natural dos ca-
bellos. .
A agua de Florida nao urna tintura, fado es-
sencial a contestar, a mesma agua dando a cor
primitiva de cabello. Compostas de plantas exti-
cas e de substancias inoffensiveis, ella tem a pro-
pnedade de restituir aos cabellos o principio co-
rante que elles tem perdido.
De urna salubridade incontestavel, a agua de
Florida enlretem a limpeza da cabeca, desiroe as
caspas e empede os eabellos de cahir.
Oleo de Florida
Composto de substancias vegetaes exticas, elle
contribue poderosamente, com a agua de Flo-
rida a forca, a belleza e a conservado dos cabei-
Em Paris casa de Guilaurn. 112 ra de Rechi-
nen e 21 boulevard Montmarlre.
Todos os frascos nao tendo intacto e claro, e tiB-
clre prateado da casa. reputado falso.
Deposito ra do Imperador pharmacia n. 38.
Admir^vel pechincha!
Moeambiqnea 300 rs. o covado, na toja
do pavo.
Vendem-se os mais bonitos mocambiques de pa-
ra laa proprios para vestidos e soutembarques
sendo de quadrinhos de listras e lisos, fazenda in-
teiramente nova, em padres e muito proprlas pa-
ra as senhoras que frequentara o mez Mariano
porque esta fazenda Ihes facilita fazerem por pon-
co dinheiro vestidos moito decentes para qualqaer
acto, advertindo-se que este baratissimo preco
devido a grande compra que se fez desta nova fa-
:enda, que se vende a freze tusloes o covado : na
loja do pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Instruyes para o servido
das guardas do exercito, extrahidas do re-
gulamento de infantaria e acconjmodadas ao
erorcUo brasileico; obra que mnito conva
aquellas pessoas que se alistam nos corpos
de voluntarios; vende-se na livraria n. 6 e
8 da praca da Independencia, a i*.
Em casa de Tisset Freres ra do Trapiche n.
9, tem para vender :
Vinho Berdeaux em barricas e em caixas.
Dito de Santerne fino.
Dito de Champagne muito superior,
Cerveja francesa marca Bobee,
ILEGVEL
^Rtefe.


Mario de Pernatnbuco Qnarta felra ti de Jnnlio Ae 1S6.
LIGA.
ESTABELECIDO A'BA NOVA N. 60
asm a sidh& a sis malura
AO
RESPEITAVEL PVBLICO.
A apreciado dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-
zem da Liga estabeleeido ra Nova n. 60 um magnifico sortimento de molhados,
que sendo em sua maxirai parte mandados vir directamente do estrangeiro podem ser
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a laluidade de querer que este novo e interessante estabelecimento seja o
primeiro e nico em seu genero, pde-se porm iffiancar, com toda a seguranca de que
nenhum outro o exceder no restricto cumprimento das seguintes promessas:
1/ Delicadeza no trato.
2.j Fidelidade no peso.
3/ Sinceridade nos presos.
As pessoas que por sua posicjio social gozara de certo tratamento, achanto nesta
casa os melhores queijos londrinos, cerveja, vinhos flnissimos manteiga e cha sempre de
primeira quatidade, etc., etc.
QuaJquer que seja a condico do freguez, elle deve contar que ser sempre mili-
to bem servido.
Aquelles que sao pouco favorecidos da sorte farao mensalmente urna economa de
muitas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se lhes vender o arroz, o caf, a man-
teiga oassucar, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algumas partes nao po-
dem ou nao querem vender.
Os senhores de fra da cidade, dos arrebaMes ou centro, que compram para ne-
gociar, devem vir, celo seu proprio interesse, a esle estabelecimento para se convence-
rem do quanto se pode vender barato.
Para os senhores que comprara para tornar a vender existe um sortimento espe-
cial, escolhido porpessoa entendida que certamente muito deve agradar aos senhores
compradores.
Nao se tem poupado sacrificios, nem se deixar d fazer a diligencia para agra-
dar a todos.
PELOS SEGUINTES PRECOS SO SE VENDE
A DINHEIRO A VISTA:
A6 PUBLICO
Sem o menor conatran-
gimento se entregar o
importe do genero que
nao agradar.
ATTEfiGAO
es presos da seguate
tabella para todos, po-
dendo asslm servir de ba-
se para o ajuste de contas
com os portadores.
Fazenda
RA DA CADEIA DO HECDX N. 53
(Logo pausando o arco da Conceieo)
PARA BEM DE TODOS.
Senhore? i -horas, o aceio que presidio aos arranjos-destenoTO estabelecimento, e mais que tudo a promptidao e intei-
rezacom quetser5o trat.33?#envida a urna visita ao mesmo, certos de que sem duvida me darSo a protecco e preferencia na com-
pra dos gneros que precsar3i e quando nao possam vir podero mandar seus portadores, ainda que estes sejam pouco praticos,
pOisserao tobem servidos como seviessem pessoalmente, havendo para com estes toda recorrmendacjio, afim de que nao vo em
- parte.
tra
ALPISTAa 120 rs. a libra,
dem e painco de oito libras para cima a
100 rs.
Arroz de 90 rs. a libra a........
Amendoas, casca molle, a 280 rs. a libra.
Avellas a 210 rs. a libra.
Ameixas francezas em latas de todo; os ta-
annos.
dem idem era potes de todos os tamanhos.
dem idem em bocetas de todos os tama-
nhos.
dem idem era frascos de lodos os tama-
nhos.
Azeite oocE.de primeira qualidade a 560 rs.
a garrafa.
Alhos a 200 rs. o molho.
Absyntiio a 2->000 a garrafa.
B
BOLACHINHAS do Beato Antonio em latas
grandes e pequeas.
dem do Principe Alberto a 25000 a lata, e
de cinco para cima a 1>800.
dem de so !a em hitas grandes a 2#000 e
de cinco para cima a 1#800.
Pisccrros inglezes de todas as quididades a
15200, 15250 e15300.
Bolo francez em caixinhas a 300 rs. cada
urna.
Batatas inglezas.
Bamia de poreo refinada.
c
CHOCOLATE francez a 700 e 800 rs. a li-
bra, e em porco a 600 e 700 rs.
dem suisso a 15 a libra.
dem de musgo a 15500 a libra.
Chocricas muito novas a 800 rs. a libra.
Caf a 2i0 e 260 rs. a libra, e em porco
se far abatimento.
dem de primeira qualidade a 75000 a ar-
roba.
Conservas em frascos a 320 rs. cada um,
sao muito novas
dem inglezas, frascos grandes.
Champagne de todas as marcas.
Ciiarope de grosella, orchata, etc., etc.
Chicaras e pires a 15800 a duzia.
Cerveja da superior marca Tenente a 500 rs.
a garrafa, c em duzia se faz grande aba-
timento.
dem Victoria Bas tres X e de outras marcas.
Charctos das mais acreditadas marcas, co-
mo sejam: Normas d'Havaaa, ExposicSo,
Flor do Brasil, Parisienses, Delicias, Gua-
nabaras, Trovadores, Regala, Mississipes,
Panetellos, Apraziveis, Varetas, Brasilei-
ros. Americanos, Fluminenses.
Cha de todas as qualidades e de todos os
precos, hysson, huxim, aljfar, preto, e
preto poHta branca, etc., etc., a 25000,
252''0,25560 e 25800. .
Copos lisos de todos os tamanhos de 120 a
320 rs.
dem lapidados de todos os tamanhos a du-
zia a 25500, 35300, 45 e 55-
Clices de lodos os tamanhos.
Cognac superior a 15 e 15500 rs. a garrafa.
Cigarros do Bio, pardos, a 80 rs. o maco
de cinco macinhos.

DOCES de todas as qualidades: brasileiros,
portuguzes, inglezes, fraocezes, etc. etc.
E
ERVILHAS seccas a 120 rs. a libra.
euvadoce a 400 rs. a libra.
FARINHA SSS de 8 libras para cima a 120
rs. a libra.
dem de araruta a 320, 400, 500 e 800 rs.
Figos de comadre a 160 rs. a libra.
Feijao verde era latas a 660 rs.
Favas em latas a 600 rs.
Fumo do Rio a 500 rs. a libra.
dem americano em latas a 2.
Farello ha sempre em deposito de 500 a
800 saceos, de todas as qualidades, de to-
dos os tamanhos e de todos os precos.

G0M.Y1A a 50 rs. a libra.
dem a 140 r. a libra, moitoalva.
Grao de bico a 120 rs. a libra, e em porgao
se faz grande abatimento.
Genebra de laranja verdadeira a 15000 o
frasco. .
dem idem a 700 rs. o fraseo.
dem de Hollanda em frascos e botijas.
Graixa em latas, muilo nova, a 80 rs. cada
urna.
K
KIRSCH de Wasser a 25 a garrafa.
L
LATAS com graixa a 80 rs. cada urna.
Letria a 400 rs. a libra.
M
MANTEIGA ingleza e franceza de primeira
qualidade a 15, 15120 e 15280, em bar-
ril se faz grande abatimento; a que ven-
demos por 15280 a liba, vende-se em
outra qualquer casa por 15400 e 15500.
' Marmelada dos mais acreditados fabricantes.
Macarro e talharim a 320 rs. a libra.
Massa de tomate a 600 rs. a lata.
Mostarda ingleza a 800 rs. o frasco.
'Moi.no inglez de todas as qualidades.
1 .Marrasquino verdadeiro de Zara a.....
, Maesas finas para sopa branca e amarella a
60 rs. a libra, em caixas com 9 libras a
3500.
Milho painco e alpista, sendo mais de 8 li-
bras a 100 rs.
m
NOZES a 120 rs. a libra.
Nabos em latas a 800 rs.
O
Osiras Dglezas e americanas.
P
PEIXE em posta, latas grandes, a I #(00, de
todas as qualidades, como sejam savel,
goras, corvina, pargn, salmo, pescado e
pescadinlia, linguado, sardinha. etc., etc..
Peras era latas, excellente preparacao.
Palitos para denles a 120 rs. o maco muilo
grande.
Passas em quarlo a 15400.
dem muito novas a 400 rs. a libra.
Pomada muito nova a 280 rs. a duzia.
Q
QUEIJOS flamengos.
dem prato a 800 rs. a libra.
dem suissos a 800 rs. a libra.
Idera londrinos a 800 rs. a libra.
Quartinuas ou morinques a 65, 85 e 105 o
par.
II
RAPE' Meuron a 15 a libra,
dem Princeza do Rio a 15200 a libra,
dem francez a 25500 a libra.
'
SABO massa a 160 rs. a libra, era caixa se
faz abatimento.
Sal refinado em frascos a 500 rs.
Salame de Len a 25?.
Sardinhas de Nantes de todos os fabricantes,
dem de Setubal em latas muito grandes a
720 rs.
Ste> rias a 600 rs. o maco.
T
TOUCINHO de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tomate em latas a 600 rs.
Tinta azul e preta para escrever.
Manteiga ingleza especiara'.ente escclhida a
1,000 e 800 rs. a libra e em barril se faz
' abatimento.
dem franceza a mais nova do mercado a 96o
i rs. a libra e 900 rs. em barril ou meios.
Cha hysson de superior qualidade a 2,600
( rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra,
dem hysson muito superior em latas de 15
libras muilo proprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra,
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
| bras a l,6oors.
| dem preto o que se pode desejar neste ge-
! ero a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
Linguicas muilo novas a 8oo rs. a libra e em
I barril se faz abatimento.
Chouricas e paios a 8oo rs. a libra.
, Coslelletas inglezas a 64o rs. a libra, serve
para temperar panella ou para fiambre.
I Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo rs., ditos de navio devella a
2,ooo rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 8oors. a libra,
dem prato o 8oo rs. a libra, e inleiro se faz
abatimento.
dem suisso o mais superior que tem vindo
Aletea, macarro e talharim a 4oo rs. a li-
bra e 6,ooo a caixa.
Massa para sopa : estrelinha, pevidee rodi-
oha branca ou amarella a 64o rs. a libra e!
3,5oo a caixa com 8 libras.
Vioho do Porto muito fino proprio para
engarrafar, em ancorelas de S caadas a
35,ooo rs.
Vinho em pipa : Porto, Figueira e Lisboa a
32o, 4oo e 5oo rs. a garrafa, e em caada
a 2,5oo, 3,ooo e 3,Seo.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa e em caa-
da a 3.000 e 3r5oo.
Vinho branco para missa em caixas de 1 du-
zia a 8,ooo e 68o rs. a garrafa.
Vinho Jo Porto das melhores marcas que
vem ao mercado como sejam : Lagrimas
do Douro, Duque do Porto, Bainlia de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz I, Madei-
raSecca, Malvazia fina a 16,ooo, 15,oeo,
12,ooo e lo,oooaraixacom I duzia e9co,
l.ooo e l,5oors. agarrafa.
Vinho Cherexde superiorqualidadeal6,ooO;
a duziae l,5oo rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 4oo rs. os quartos e
64o rs. as meias latas.
Bolachinhas inglezas muito novas a 5,ooo a
barrica e 320 rs. a libra.
Sal refinado em frascos devidro com lampa
do mesmo, a 5oo rs.
Cerveja branca das marcas mais acreditadas
que vem ao mercado, a aoo, 56o e 64o
a garrafa, e 5,8oo, 6,ooo e 6,5oo a du-
zia.
Cevadinha de Franca muito nova, a 2oo rs.
Charutos do aflamado fabricante Jos Furla-
do de Simas, das seguintes qualidades:
Exposicao Normal de Havana, Imperiaes,
Londrinos, Guanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,5oo, 5,ooo,
6,ooo e 7,ooo a caixa ou em r eias.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-
cantes, como sfijam: Flor do Norte. Ma-
nilhasde Havana, intervallos,Vencedores,
Panatellas e Suspiros, a 2,ooo, 2,5oo
3,ooo a caixa.
ognac inglez das melhores marcas, a 8oo e
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,ooo a lata com
4 libras.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Matte,excellente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Sebollas de Franca muilo grandes e novas
a l,8oo o cento e l,2oo soltas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.!
Toucinhode Lisboa muito novo a 32o rs. a
libra e 8,5oo a arroba.
s baratissimas.
S Cairaares & inu vende
Ru da Imperalrh n. 72.
Chitas percallas claras c escuras muito f-nas
a 240 e 260 rs. o corado.
So Cwmarcs & Irmio Tentle
Bretanha de rolo muito superior com 10
varas i 35 a peca.
S Sumaries d. Irmao vende
Cassaorgandys a 240 rs dita rameza
muito lina a 300 e iOOrs. ocovado
- S6 limarles & Irmao !ende
Madapolo infestado com 12 jardas r riln
filio a 35500 e 45 a peca.
S Guimares & Irmio recdo
Chales de merino estampados e coloridos a
zpUCU.
S Guimares & Irmio rende
Bales americaiios para senhores einutitas
a 35.
SGuimrksiimSouiide
Soutembarques de lazinha ricamente enfei-
tados a 55-e 65.
86 Guimares Irmio rtait
Cambraias lisas transparentes n.u (o fess a
35,45 e 55500 a peca.
S Guimares -Irmae mit
Casemiras escuras e claras a 2fcl() o cfii ie.
S Guimares Irmio vende
Algodozinto miiito encorpsdo e lem t< m
20 jardas a 45500. 55 e 5800 a i.tCa.
S Guimares & limo vendo
Laazinha lisas e de quadrinlcs a SOO o co-
vado lite 360, 400 e 500 rs.
[S Guimares Irmio verde
Coberta de gosio chintz e do ult-mo
25oCO.
S Guimares Irmio \n?
Panno de linho muilo superior a 040 : a
vara.
S Guimares Irmio vende
Bramante de liolro com 10 palmos de >ar-
gura a 25400 a vara.
S Guimares & Irmio vende rou|;a feila hhnli.
Os freguezes enconlraiSo ntste ptafcele-
cimenlosempieum grande SMtimeWo de
roupa feta de (odas as qualidades pol me-
nos 20 por cento do que cm cut a quali u
parte, isto s ne grande ainwcm re hzt-
das e roupa feita de Guimares 6 hmo,
Eua da Imperatiiz n. 72.
gosto a
ao mercado a 64o rs. a libra. j Bolachinhas de soda em latas de diversas
Ervilhas e favas portuguezasj preparadas] qualidades a i,3oors.
em latas hermticamente lacradas a 64o. Cartoes com bolo francezTiraito proprtospa-1 Banha de porco refinada a 65o rs. a libra.
Feijao verde muito superior a 640 rs. a lata. I ra mimo a 64o rs. j Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
Copos lapidados para agua a 5,ooo e 5,5oo Passas muito novas em caixinhas enfeitadas; sentementetem vindo ao mercado, a 2,ooo
rs. a duzia. para mimo a 3,ooo rs.
j dem idem para vinho a 2 io rs., e 2,4oo rs. Passas de carnada a 8,ooo a caixa e 4oo rs.
a duzia. a libra.
Chocolate francez hespanhol e suisso a 9oo, [Figos de comadre a 24o rs. a libra.
l,ooo e l,2oo rs. a libra. | Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
i Espermacele superior a 6oo e 64o rs. a li- Milo de amendoas a 5oo rs.
bra e em caixa se faz abatimento. Bolachinha d'agua e sal, da fabrica deJoao
! Peixe em posta em latas hermticamente la-1 de Brito no Beato Antonio, em lata de 6 li-
cradas e das melhores qualidades de pei- bras por 2,5oo rs.
xe a 8oo, l.ooo e l,2oo rs. i Ameixas francezas em Tasco de vidro com
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-j lampa do mesmo, a 155oo.
das que vem ao nosso mercado a 7,ooo e Ameixas franc zas em caixinlas de diversos
tamanhos com bonitas estn pas na cal-
cada urna.
a lata.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l,5oo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, a l,6oo, 2,6oo e 3,5oo cada urna.
Ruibos, excellente peixe portuguez, em
barris pequeos ou a relalho, a visla se
far o preco.
Azeitonas de Rivasem ancoretas grandes de
8 garrafas por 6oo e 8oo rs. a garra.*.
xa exterior, a l,4oo, l,6oo, l,8ooe 2,ooo Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
l,5oo cada urna ancorela.
8,ooo a caixa e 6lo e 7oo ris agar-
rafa.
Genebra de Hollanda a 48o rs. a botija de
conta certa. Azeite doce refinado hespanhol ou portuguez Champagne da melhor qualidade que vem
Frasqueirasde trenebra de Hollanda a 6,8oo! a 9oo rs. a garrafa e lo:ooo a caixa. f ao mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
e 64o rs. o frasco. Batatas muito novas a 8o rs. a libra e2,5oo 24, ooo e 26,ooo o gigo.
Genebra de laranja verdadeira era frascos! o gigo com 36 libras. Gomma deengommar muito alva a 12o rs.
grandes a l.ooo e 11,ooo rs. a frasqueira.'Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e a libra.
Caf do Rio de Ia qualidade a 28o rs. ali- 8,5oo a duzia. '.Figosem sextinhas a 8o rs,cada urna e 72o
bra e 8,5oo rs. a arroba. .Vassouras de escova para esfregar casa a rs. a duzia.
Caf do Cear muito superior a 24o rs. a li- 4oo rs. Papel azul para botica a 2,ooo a resma
bra e 7,5oo rs. a arroba. i Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Arroz do Maranhao de Ia qualidade a loo! Molho inglez era garrafa devidro comrolha
rs. a libra e 2,8oo a arroba. do mesmo, a 16o rs.
dem da India a loo rs. a libra e2,8oo a;Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
arroba. | a 8oo rs. o frasco,
dem de Java a 8o rs. a libra e 2,loo a ar- j Mostarda franceza em potes j preparada a
roba. 4oo rs. o frasco.
Painco e alpista a 14o rs. a libra e 4,oooa Lentilhas francezas, excellente legume para
arroba. sopa, a 2oo rs. a libra.
Massa de tomatesde superior qualidadea 64o Marrasquino de Zara propriamente dito a
rs. a lata de urna libra e56o rs. a reta-! 15 a garrafae 11,ooo a duzia.
lho. 'Palitos de dente a 14o rs. o maco.
VINHOSU
55000 a gar-
garrafa ; o nico vi-
beber por nao ter com-
Principe Alberto, de 1831, a
rafa; d vida aos velhos.
Velho secco a 25 a garrafa.
Lagrimas do Douro a 15500 a garrafa.
Duque do Porto verdadeiro a 25 a garrafa.
Duques 15 e 15500.
Chamissoa 15, 15200 e 15500 a garrafa.
D. Luiz a 15 a garrafa.
Moscatel verdadeiro de Selubal a 25 a gar-
rafa.
Carcavelos a 15-
Colares a 900 rs. a
nho que se pode
posicao alguma.
Lanlerne a 800 rs. a garrafa.
Bordeaux Medoc a 800 rs. a garrafa.
dem S. Julien a 600, 800 e 15 agarrafa.
Absyntho a 25 a garrafa.
Kirsch a 25 a garrafa.
Wermouth a 25, e a caixa a 185.
Bitter Maurer a 15 a garrafa,
Grave a 800 rs. a garrafa; vende-se por este
preco por haver sempre em deposito 50
duzias.
De caj, de 4852, a 15200 agarrafa.
Velho do Porto, em ancoretas de 9 caadas,
a 355000 ; vinho que, estando engarra-
fado, vende-se a 15280 e 15500 a garrafa.
Baaios para roupa suja, grandes e pequen-
nos, por diversos precos.
Amendoas confeitadas a 6io rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 8oo
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a l,4oo e 2,ooo rs. a canaria.
Azeile doce de Lisboa a 4,8oo rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre branco j engarrafado a 5oo rs. a
garrafa.
Isrinha demuriteca li; c alva, mais
barata que se vende no meic;do, en sac-
_______eos: na ruado Vigarion. 29.
Chegaram os superiores
cortes de seda.
Superiores corlr.s de seda de cor, viudos
ultimo vapor frsrirez : na foja das > a'rm
do Crespo n. 13, de Autouio Correia de Vascoi
cellos A C.
PARA *A\TO AJVTOMO 22
SAO 40A0
Vendem-se sortes muito bem feitas e papel muito bom 45 o cento : na ra das
Cruzesn.41, taberna da porta larga.
Gaz,
ga;, yaz
A 1800 a lata com 26 a 27 psrrafas, e 180 a
garrafa, vinho puro da Fipueira, e verde especial a
500 rs. a prrafo, e 3ii0 a canaria, verda i iro
Porto a 800 rs., tonerior caf a 7;00 a arr
2^0 rs. a libra : s na ra Direila i. 91,
do becco do Serigado.
esfui c
nDMBMB -ame*
mum mm
Agua florida e tnico orien -
tal de Kemp.
Continua-se a vender em porgo e a retalho :
na rna da Queimado, loja d'agui branca n. 8.
Chromacomo
A agula branca, na ra do Queimado n. 8, acaba
de reeeber um novo sortimento de caixinhas com
chromacomo para Ungir cabellos, e bem assim
frascos com hydrocallelrichina, agua para desen-
grasar os ditos, colonconio para lustrar os ditos,
e onychromantina para limpar as unhas. Essa
tintura, cojo effeito rpido e efficaz, est bem co-
nheeida e apreciada para lodos quanlos delta tem
usado, eos que de novo a quizerem apreciar, po-
dem, assim como aquelles, drrigir-se munidos de
dinheiro ra do Queimado, loja d'agnia branca
numero 8.
Papel e folhas para rosas
Acaba de ebegar para a loja d'aguia branca, na
rna do Queimado o. 8, um bello sorliroento de pa-
pel de cores para rosas, dito verde para folhas, e
dito tambern verde e mu fino para cobrir o ra-
me, assim como folhas de panno e avelludadas
para ditas.
Aspas de baleia para vestidos
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
Superiores penas d'aco ingle-
zas e francezas
A aguia branca alm do grande sortimento de
penas d'aco qu constantemente tem, acaba de
reeeber mais outro de superior qualidade e dos
afamados fabricantes Perres & C, asslm como as
verdadeiras blco de lanca n. 134 contras de pon-
a dourada, continuando porm a vende-las por
prec,05-commodos, cora tanto que o comprador com-
pareea munido de dinheiro: na ra do Queimado
loja da aguia branca o. 8, onde tambera achar-se-
ba a venda pastas para papis.
A aguia branca na ra do
Queimado n 8, receben i
Bonitos e graudos aljofares de cores para voltas.
Pulseiras de ditos de iguaes e agradareis cores.
Voltas pretas maiores e menores todas de contss
grossas.
Pulcelras pretas tambem de contas.
Outras de difTerentes qualidades e goatos.
Brincos de aljofares de cores e dourados.
Fi velas d'aco grandes e pequeas com cilo pre-
to e de madreperola.
Outras grandes de dlfferentes qualidades e re-
dondas cora pedras.
Bonitos leqnes de Jmadreperola redondos e de
ontra forma.
Ditos de sndalo intericos e corredifos.
Capellas brancas para meninas.

ATTENCO MEUS SENHORES
PARA
SS3S
Fazeodas baratissimas loja da roa da Crespo n. 17 de Jas Gomes
Villar.
A nova crise commercial permitte que o povo em geral nao possa comprar fazendas
caras. O proprietario deste estabelecimento, amigo que c do povo em geral, attendendo a
essas circumstancias est vendendo fazendas por precos que na realidade admira.
Gorrei, bom povo, a este estabelecimento, e comprai fazendas, porque all se vende
por menos do qne em outra qualquer parte.
Cassas organdyzes a 280 rs. o covado.
Chitas francezas escoras matizadas a 26f> rs. o covado.
Ditas escaras muito finas a 240 o covado.
Ditas claras dem a 240 o covado.
Ditas escaras idem a 260 o covado.
Chitas para coberta muilo largas matizadas a 240 o covado.
Madapoldes finos largos a 65390, 75 e 85.
Chales de fil preto muito bons a iOJtCOO cada um.
Chales de merino estampados a 55300, 65 e 75-
E outras muitas fazendas, que tudo se vender por precos que admiram.
Escrava fgida.
No da 14 do corrente fugio a escrava de norce
Joanna.crioula, de idade 30 annr-s, retido ns sg-
ate seguintes caractersticos : mal encarada, no
rosto lem um signal um tanto saliente, estaaf
regular e gorda, levou vestido de rhita clara, cha-
les de merino estampado de assento roxk-ado ja
em meio uso, e levou mais um vestido de chita es-
cura, negra do mato, tem urna faila muito des-
cansada e falla mal : qnem a p< par leve a a ra
do Queimado n. 39, loja de fazendas que ser bem
recompensado.
Negro fgida"
Ausentou-se sabbado, 17, o negro Manoel, erica-
lo, estatura regular, olhar espntalo; jolga-se er
ido para Guarabyra, d'onde veio h. pooeo lempo
para ser vendido aqu : quem o appreheiider, o
levara' a' ra da Madre de Deas n. 32, que sera'
recompensado.
Fugio de casa de seu sechor, no dia"3~do
corrente, a escrava preta de nome Benedicta, de
Idade 36 annos, pouco mais ou menos, com es sig-
naes seguintes : baixa, gorda, cara larga, oinos
papudos, alguns cabellos brancos, falta de dcates
na frente superior, levou roupa, sendo saia de seda
preta com babado, panno preto e alguns vestidos
de chita e roupSo branco : pede-se, portauto, as
autoridades policiaes ou capitoes de cr.mpo a ap-
prehenso da dita escrava e condnzindo-a raa
do Cabug n. 7.
:>'<-
AZEITE
no graude armazem
azeite doce reSnadoem pecruenas latas a 560 rs. a garrafa
da Liga.
Saceos de 80, lOOe 20UbTO~a 4M#0Oe l no grande armazem da Liga.
mi
Madapolo mnito fino com pequea toque de avaria, por preco que admira : na loja
das eolaranas na ra do Crespo n. 13, de Antonio Correa de Vasconcellos & C.
No dia 9 do correte ausentou-se a | reta
Bonifacia e por isso lembra-se a quem a
tem ao seu servido, de a ent- egar quanto
anles a seu senhor, do contrario proceder-
se-ha como for de lei.
------------------------. ...~~
Fugio no dia 16 de maio prximo passado o
preto crioulo de nome Braziliano, idade de 26 an-
nos, estatura regular, cor fula, tendo um dos den-
tes da frente quebrado, sem barba, apenas alguns
cabellos a roda da garganta e olhar amortecido,
bem fallante, sabe-ler e escrever e falla um pouco
o inglez, bom copeiro, cosinha e lava bem, levou
vestido camisa de algodo branco e caiga de dito
azul, conduzindo alguma roupa fina, como bem
calcas de casemiras de lisias, jaqueta branca e ca-
misa de madapolo, lenges e mais roupa que tem
marcada com a letra B de linba de marca,algumas
pecas e outras com o nome por extenso em tinta
de marcar, leven chapeo de palha imitando mani-
Iha, chapeo de sol de seda verde j usado, sapatos
e meias, de suppor que se inculque de forro :
quem o apprehender condnzindo ao sitio de J ao
Matheus, no Poco da Panella, ser generosamente
gratificado por sen senhor Juvino Bandeira.
Fugio em principios do mez de fevereiro do
corrente anno e consta estar acoutado uesta cidado
o moleque Euzebio, escravo da viuva do Dr. Fer-
nando AfTonsode Mello, de 12 annos de idade poo-
eo mais ou menos, cor preta, secco do corpo, olbos
regulares e afuniac.ados, cabeca um pouco prand
e meia chata, behjos finos, dentes bem alvos, ps
seceos e muito ladino : roga-se perianto a todas as
autoridades policiaes e capitaesde campo que o ap-
prehendam e levem-o a ra da Mangueira sobrado
n. 6 qne serao gratificados, protestando-se usar dos
melos judiciaes contra qualquer pessoa qne o tesba
em seunoder._________________________.___
Fugio no dia 28 do correte, a noite. a es-
crava Januaria, pertencente a D. Amelia Felicia
Deschamps senhora de Mr. Len Chapelm, retra-
tista, coja escrava hone por compra que fez ao
Sr. Pio.Pierres Varclla Barca em abnl ultimo por
intermedio de seu procurador Joi) Francisco a-
bral, desconfia-se qne a dita escrava tenha se-
guido pariPaje de Flores e qne procure o erige-
nho do Exm. barao de Vera Crox, a quem a lem-
pos passado perrenceu : a 'dita escrava tero pnneo
mais ou menos 20 anoos de idade, de estatura
pequea, de cor fula, tem os denles limados, testa
eolhos muito pequeo?, gratlflca-se bem a qnem
apprehende-la.
4
i

rLEGTVEL


Diarlo de reroambuco --- loarla /oir ai de liiuho de lSflft.
LTTER4TRA.
-' *
r ;
IM POLCO DE 1100.
NOVIDADES DA SEMANA.
A quatnennal quer ir demonstrando que se aque-
Que valenta de horneas I que iateresse e dedi-
cado pela causa do sen marechal! que entusias-
mo pelo fardla protector do equilibrio sul-ameri-
cano de origem hespanhola I
Nao nos admira semilhante resultado.
Ja* o tinhamos preristo, ja-' contavaroos com elle,
porque salteadores, bandos de aventureiros en-
tendera de sorprezas, de ataques a falsa f, de rou-
ee ao &oJ do ludo uaa. '
fea havido por l tempo quinte, apezar de pro bos, de degolias em criancas e mulberes; de com
tongada e impurtuua chuva ter arrcfecido o ar al- bates regulares, de batalhas dependentes de cora-
i,ij>t>erico de mudo a endtfluxar al os aheneos gem, disso nem tem a menor nogo.
moradores Jos campanario?. Urna vez encontrados e aggredidos por qualquer
.va massante 1 forra de tropa regular levam para seu tabaco e fo-
Diligente obrcira da fabrica da preguiga, convi- gera a gUjSa ,je ga[OS corridos a bodpque.
da ao ocio e obriga as camas de rosas como as de ^.^ T Q ^ um ^
sieiras de taba a servigo acl.vo e demorados su- do ^ ^^ ^ n)unJcados fei chacjna ye|ha do
Basta, homeoa, interrompeu o jolz, voc nao t S. Petersburgo, com 830:000 almas, gasta cento
quer acabar com essa ladainha. Em quanto ava- e trinta e oito contos de rls para o mantemento de
ia o damno causado. j 1881 cabos de polica e 83 brigadeiros.
Era meia dobra e duas patacas, e nao abato' Ha> P01S> em s- Pelersburgo, um cabo de pollcia
nem dez lostes, disse o querelante. I Pr Cada 27* habitantes.
Venha a petigo de qoeixa. ------"~'iHii
E depois de langar no alto dola algumas lnhas,
deu-a ao scriba que leu o seguate despacho :
Cilem-se para a primeira audiencia o autor, o
reo, as testemuohas e o boi.
Cbegou o dia da audiencia.
A's portas do sobrado, em que morava o Subde-
legado apinhava se urna compacta mullida o atlra-
hida pelo mais extraordinario dos espectculos.
Os offlciaes de jusligas tinbam trocado avara
Como elle, amalgama e profunda syntnesea poe-
sa e a philosophia.
Gomo elle, quer a liberdade !
Elle tem como ella a grandeza que desenvolve
na sua vida e a belleza que desenvolve na sua
obra.
A Italia e Dante confuadera-se em urna especie
A priocesa dinamarquesa Dagmar, promettida t enetracao reciproca que os ideatiflca ; irra
esposa do fallecido principe herdeiro da Russia. dam m no outro.
perior aquelie a que ordioariamenie se prestara. (bicho paragoayo>. deu a mostra do panno dag p(J., symbo|ica por forraidaves caceles com que desafl
Era tempo carecido de bom tempe, que nao en- j gas de valenta, que ha nos armazens do soberano cavam o pobre boi, que recusava subirs oseadas
l.K.ie Melis o node Jouvins, lu, chuva, s um j marechal, que melle os caes na moita e poe-se, da casa das audiencias,
verdadetro conlra.tempo; s, repetimos e repetir- de fra, em lugar fresco, onde nao chega cheiro de;
al ficar provado a todas as luzes que nao plvora, ingrata ao nariz do tal valentao, dolo do'
augustos e dignissiraos e nao fosle a causa da der- Quando chegar Q nosfQ ^^ ^ ^ ^
este cacique furibundo ?
Estarnas anciosos.
de-
i aderta syoalepna dos mesmes senhsres que,
baixo de cubera enchuta, e vendo te cahir era ba-
logas sonoras, riram-so dos collegas, que te asso-
:,. lijaram e foram de calcas borrifadas acudir ao
raelamo da patria, boje mais do que nunca com os
olhos filos na.- iluas casas do parlamento.
Com isto nao queremos dUer que procederam
mal os eleilos do povo. subtrahndo assim um dia
a diseusso das publicas necessidades.
0 que um dia
O que sao dous ou tres ?
,} igatellae! duas, quatro, seis dnzias de horas,
,.lr ms railhelrosde minutos e miniares de segun-
do?, espago dentro do qual podem haver railhoes
de caiaclysmas.
|U6 e verdade que o mez de maio despedio-
se aguado e que os seus ullimos dias estiveram p-
timos para os repolhos, o pepinos, as nabigas, as
rata e as peierecas.
E" certo tambem que nao damos grande cavaco
rom a chuva enem ella nos oppe obstculo a que
andemos d'aqui para all e d'all para acola.
Com um sobretudo, um par de sola e vira, um
lapa-pescogo e, em caso extremo, cinco tosioes de
ll-ury, zombinios do pranlo das nuvens por mais
30 que seja. Exceptuamos, com ludo, os fac-
te aguas do monte, to fataes ao celebre
BiWL
E b5o somos nos quem somente assim pra-
lira.
Os zeiosos funccouarios pblicos, sujeitos ao
ionio por da c aquella palna e a descontos anti-
pticos, lem pela raesma cartilha, principalmen-
te depois que barrigas privilegiadas sao insonda-
veis como os abysmos do ocano.
Ah estomago estomago !
Gustas mais caro do que a cabera, de que fazes
({alo sapalo l
Apage I
Revs ser forgado a entrar de socio para a socie-
de de temperanga, quando nao arvoraste minotau-
ro, ou mais voraz do que Saturno.
O pobre animal muga dolorosamente, e o povo
ria-se as gargalhadas ante esta scena truanesca.
Attrahido pelo tumulto chegou o juiz janella a
indagar da cousa.
como ja noticiamos oeste jornal, tendo chegado -a
Darradstadt no da 6 do corrente, deraorou-se al-
gn* dias no castello de Jugenheim, a instancias
do imperador e da iraperatriz da Russia.
Julga-se que o casamento desta princesa com o
novo czarcwicz est decidido n petto por suas ma.
gestados russas, as juaes licaram muto commovi-
das e penhoradas era vista da dedicago de que
ella deu prova. fazendo urna viagem at Nizza pa
ra visitar o seu augusto noivo enfermo, o qual pou-
i cas horas depois morreu abengoando-a.
enlmenlo.
Sentimos impetos de ir agarrar o here, de p-lo
ao eolio, de traze-lo para aposenta-lo no melhor
compartimento do palacio da Praia Vermelha.
Mas.. desejo vio.
O marechal est preparado para marchar em
direegao a Londres, phlantropico refugio de quan-
to devorador tem havido e ha por este mundo dos
velhacos.
Xo podendo, como Oca visto, realisar nossas
justas inlengos, contentamos era bradar aos nossos
amigos, que empuuhem as armas :
Coca nelle, rapazes; nada de tregoas; arrazai
at os alicercesos reductos dessa fera ; a piedade
com ella e cora aquelles que alimentam, um cri-
me; coca nelles, rapazes, raso, todo raso como a
palma da mao.
baixo de vara.
Urna gargalhada estrepitosa acolheu esta ira-
nha declarago, e a burlesca comedia, acaboucomo
devia, gajhofa rasgada.
Se podessemos declinar o norae do subdelega-
do.... mas nao se deve brincar com influencias
eleitoraes, que dispoe de mais de 40 votos-
m
Era Castellamare, que fica a pouca distancia de
aples, na primavera de 1861, sombra dos
limeiros e das larangelras em flor, um francez per-
- Sr. Sebredtlegado este o reo que recusa.obe- lencenl(j a uma ^ ^^ consummava com
,PIMS,flrnn. pnn,- decer a intiraagao queflzemos em nome de V. S. uma reflnada paciencia e inaudita tenacidade um
Se tivessemos o condao de abreviar a hora, se e por isso empregamos todos os esforgos para cum ... norrjVg.
podessemos assistir ao acto, doudejaramos de con- prirmos as ordons que recebemos conduzindo-o de- sU,c
Uma guilhotina, que o preprio insensato fabrica-
ra, e cujo mecanismo elle havia estudado por es-
pago de dois annos, foi por elle posta em movimen-
to, e o cutello agugado por sua mo, cortava o fio
de urna triste existencia.
O testamento authenlico dictado por este infeliz,
viole annos antes, n'um intervallo que se julgava
lucido, foi atacado em juizo pelos seus herdeiros
como sendo obra de suggestoes artificios e de uma
monomana produzida por um odio atroz familia
e ao genero humano.
To Lopes dos paraguayos comeca do receber
navas de sua av.
Paurrlles, general argen'ino, foi o portador da
primeira carta datada do Empedrado.
Teve por alvgaras duas peras de artilharia, uma
porgSo de prisioneiros e o trahalho de mandar en-
terrar soflfrivel quantidade de quaranys, forcados
janizaros do Satto de Humait.
E1 o dedo pelo qual se conhece... o anao.
Monos de 200 entre-rianos sapecaram a valer 600
paraguayos.
Tm contra trez;tres derrotados por uml
BKHNAUDILES.
Era no fura da roga.
Inslaurara-se um processo de crime contra certo
matuto, a requerimento de outro.
i Sr. Sobredslegado dizia o requerente, sao ia
diabrados os bois de meu visinho Nao ha cercas
ou vallados que lite puuliam obstculos. E enlao o
Malhado ? I Aquillo Satanaz em carne e osso.
Langa fogo dos olhos, fumara das ventas at nos
chtivelhos agudos e curtos parece-se com o inimi-
godo genero humano.
Mas, vamos ao caso, aecudio o juiz; nao per-
camos palavras, que tenho mais que fazer. A le
nao me collocou nesta cadeira para ouvir descrip-
goes de gados armentaes.
E tendo inchado as bochechas e intesado os eol-
larinhos depois desta tirada de rediculo pedantis.
rao, o basbleu de aldea passou a vista triumhanto
pela sala, e repotreou-se na citrul.
A historia esta, Sr. juiz, o Malhado botou-1
me abaixo a tapagem da roga sem se emportar
rom os agudos unkas de galo, especie de espinhos
que a defendiam, e fui-mu plantago de railhos e
fe|jao, que poz mesmo n'uma lastima. Cahlo-me o
coragao aos ps quando vi o destroc que tinha hi-
lo aquello maldito. Desesperado de assim me ver
a bragos com tamanho prejuizo, pego n'um vara^
pu, e invisto contra o bicho. Agora que foram
ellas. Ha de acreditar, Sr. Sobredelegado, pois o
Malhado nao comegou a fazer-me fosquinhas. recu-
ando e abaixando a cabega, fazendo o acada passo
novo estrago. Vai-se nao quando...
ataas;
Travarara-se de razoes dois individuos.
Um delles, de bigodes grisalhos, desceodeoie da
raga dos Matamoros, vociferava ameagas que fa-
ziam eovergouhar o fagaohudo here de Cer-
vantes.
He de mete-lo as superficies das profundida-
des trovejava o moderno Ferrabraz, e nao me res-
pingue porque a rainha bocea peior que a da pe-
ga de Dio; em vez de langar pelouros vomita
truculentos urutus.
Ora deixe-se de diphthongos, respondeu o
ameagado, hornera de genio pachorrento e de tem-
peramento fri, mas que como todos desta especie
tinha, quando provocado, terriveis momentos de
exploso. Se eu me resolver a pr-lhe as mos no
cadver, afflrmo-lhe que nem a alma aproveita.
E nao me rncha com a bota ; v para a
contra costa dos alguidares.
O valentao olhou da soslaio, e foi-se esgueirando
sorrateiro. ___
O Jornal do Commercio de Lisboa, publica :
A Suissa foi invadida este auno por um formida-
vel exercito de besoiros.
Como os espectadores lancam rcao de tudo com
a esperanga de realisarem lucros avultados, puze-
ram-se desta vez era campo para tirar partido da
deslruigo dos besoiros.
Com effeito extraram dos corpos deste animaes
azeite para queimar, o qual, o qual princloplo, se
aprsenla turvo, podendo-se, porm, clarificar
promplmeate.
Dizera que a luz deste,azeite muito clara e nao
deita fumo.
A cidade de Londres, com tres railhoes de habi-
tantes, pouco mais ou meno, dispende, para o man-
tenimenio da polica, de dois mil duzentos setenta
e oito contos de ris.
m.m MMMOB"*a"**~-
Falleceu ha pouco em Ponta Delgada uma se-
nhora hebraica com 116 annos de idade.
ltimamente morreu outra com 106 annos.
A cidad de Paris, cuja populago se eleva a um
milho e sete centos mil habitantes, dispende, para
o mesmo lira 2:386 conlos de ris.
FOLHETIM
0 CONDE DE CHANTELE1NE.
Episodio (Ya evolucao.
XI
ALOUNS dlAS DE FEL1CIDADE.
(Conunuaco.)
Henrique, rauito conhecedor das cousas do paiz,
azia admirar estes bellos pontos de vista a sua
'onipanheira ; elle a instrua; eusiuava-lhe o nome
le todas as rejas, as de Poulan, de Benzec, de
Ponl-Croix, de Piogoff, que assigualavam entao tan-
las parochias desertas.
Depois os passeios prolongavara-se al cosa
de Sant'Anna de Palud ; rodeava-se a bahia ; avis-
Uva-se ao louge a cadeia das montanhas d'Aray
abaixadas sobre si mesmas, como se,por fadiga, es-
tivessem deitadas na planicie.
Um outro dia, os passeantes faziam bravamente
suas quatro leguas de paiz, e iam ouvir o oc-ano
mugir no cabo de Raz. Alli, a resacca prouza
sbitos maravilhosos e lernveis sobre os rochedos
j;ia pequea bahia de si nistro nome, a qual se
chama a baha dos Detonlos. Este espectculo
das ondas irritadas irapressionava vivamente a
Lnzella ; ella agarravase ao brago do cavalleiro
quando as cascatas de espuma elevadas pelo vento
loruavam a cahir em ruidosas catadupas.
Havia tambem certas legendas antigs que Hen-
ri ae referia o das quaes a mais celebre a da li-
lha do rei Canuto, que entregou'ao diabo as chaves
de um poro immenso e sem fundo. Era do tempo
em que planicies Immensas estendiara-se no lugar
da baha; mas, abrindo-se imprudentemente as
portas do pogo, as ondas fizeram erupgao, inunda-
i ara as cidades, os habitantes, os rebanhos, todo
esse paiz enlao to frtil, e formaram este brago
de mar que depois chamou-se a bahia de Douar-
neuez.
Era um singular tempo, esse em que se dava
crdito a semelhanles cousas, dizia Henrique.
Nao valia o nosso secuto de miserias ? res-
ponda Kernan.
Nao Kernan, continuava o joven, porque as
pocas de ignorancia e de superstiefles sao sempre
detestaveis, dellas nao pode sahir nada bom ; ao
passo que, quando Dos se compadecer da Frang a
quem sabe se humanidade nao tirar algum pro-
"veito que nao podemos prever destes espantosos
excessos I os designios do co sao impenetraveis, e
sempre se acha no mal o germen do bera.
Depois, conversando assim, creando um fundo
de esperanga para o faluro, voltavam tranquilla-
m^nte para casa, e destes longos passeios lucrava-
se um bom appelite. Erara verdaderamente dias
felizes para esta pequea sociedade, e se nao fosse
a profunda preoecupagao do conde, estes pobres
proscriptos aao teriam oada pedido seuao a conti-
noacao desta felicidade.
Contado Henrique nao tentara fallar segunda
vez a JfM rspeito a Kernan, posto que vesse sor-
prendido por vezes oBretoaomar para ellee para
a donzella com maligno sorriso.
O numero de viuvas que ficaram existmdo em
Nova-York, em consequencia da guerra, sobe a
25:000.
Si ?-g^^---------
Offerecemos a leitura publica a bella carta de
V. Hugo em resposta a que Ihe dirigi o Gonfalo
neiro de Floreoga em convite ao grande poeta fran-
cez para assistir a inaugurago de um monumento
naquella cidade memoria do grande poeta itania-
no Dante.
Sr. Gonfaloneiro de Forenca.Commove-me vi-
vamente a honrosa carta que me escreveu ; pois
convdame para uma nobre festa ; e a junta na-
cional italiana dignando-se de querer que a minha
voz seja ouvida uessa solemnidade, forga que eu
obedega.
solemnidade augusta entre todas as solemnida-
des 1
Hoje a Italia, face do mundo, manifesta-se
duas vezes : certificando n'uma a Sua unidade, e
glorificando n'outra o seu poeta.
A unidade a vida de um povo. A Italia una, o
a Italia.
Unificarse nascer. i
Escolhendo este anniversario para solemnisar a
sua unidade, parece que a Italia quer nascer no
mesmo dia que Dante.
Essa nacao quer ter a raesma data que esse ho-
mem.
Nao ha oada mais bello.
A liaba, com effaito, incarna-se em Dante Ali-
guen.
Como elle, valente, pensadora, altiva, magn-
nima, azada para o combate, azada para a idea.
Ella augusta, como elle Ilustre.
Teem o mesmo coragao, a raesma vontade, o mes-
mo destino.
Assemelham-se por aquella terrivel forga latente
que a Italia e Dante tiverara na desgraga.
Ella rainha, elle um eugenho.
Como elle, ella foi proscripta.
Como ella, elle coroado.
Como elle, ella sahe do inferno !
Gloria a essa radiosa sabida I
Oh I dor !
Ella cooheceu os sete circuios; soffreu todo
aquelle despedagar funesto ; foi urna sombra, foi
om termo de geographia.
Hoje a Italia.
E' a Italia como a Frauga Franga, como a lo-
glaierra Inglaterra.
Resussitou ddslumbrante e armada ; est fra
do passado escuro e trgico ; comer a sua aseen
sao para o futuro, e bello, bom que nessa hora
esplendente, em pleno triumpho. em pleno pro
gresso, em pleno sol de civilisagao e de gloria,
record essa uouie escura em que Dante foi o seu
tacho.
O reconheciment dds grandes povos para com
os grandes horneas de bom exemplo.
Nao, nao deixemos dizer que os povos sao ingra-
tos.
Houve um momento em que um homem foi a
cousciencia de ama uagao.
Glorificando esse hornera, a nacao d testemuoho
da sua consciencia, por assim dizer, toma por les-
teraunha o seu proprio espirito.
Italianos, araai, conservai e respeitai as vossas
Illustres e magnificas cidades, e venerai Daule 1
As vossas cidades foram" a patria, Daute foi a
alma I
Seis seculos sao j o pedestal de Dante.
Os seculos sao os Avatars da civilisagao.
Em cada seculo surge de algum modo outro ge-
nero humano, e pde-se dizer que a immortalidade
de Alighieri tem sido seis vezes affirmada por seis
humanidades novas.
As humauidades futuras coaliouaro esta glo-
ria.
A Italia tem vivido em Alighieri, homem luz.
Longo ecclipse pesou sobre a Palia: eccllp-
se durante o qual o mundo teve fri ; mas a
Italia vivia, e direi mais ainda, mesmo nessa som-
bra, a Italia briihava.
Porm Mara, que nao tinna malicia, ingenua e
simples, nao se constrangia por conversar com seu
to acerca do cavalleiro Tregolan ; at mesmo ella
o fazia, sera o saber, com verdadeiro eothu-
siasmo.
Um ptimo coragao I dizia ella ; um verda-
deiro coragao de gentilhoraem, e tal que eu nao
poderia desejar outro irmao que nao fosse eile.
Kernan dtixava-a fallar.
Algumas vezes at, continuava Mara, a mim
pergunto se nao abusamos da sua generosidade !
porque elle trabalha para nos, esle pobre Mr. Hen-
rique, incommoda-se muito, e jamis poderemos
pagar-lhe suas fadigas I
Kernan nao replicava.
Accrescenta, continuava a donzella a quem
pareca que o Breto respondia-lhe afSrraativamen-
te a todas as suas perguntas, accrescenta que elle
nao proscripto, elle, que tem protectores, por
quanto pode obter em Paris o perdo de sua r-
raa I E todava, fica neste paiz, nesta cabana ; e
isto, por quem ? por nos I Oh I Deus o recompen-
sar um dia, porque nos nunca o poderemos
fazer.
Kernan calava-se sempre, mas sorria pensando
em que a recompensa nao eslava longe.
Emfim, disse Mana, nao acbas que elle um
mogo muito digoo ?
De certo, respondeu Kernan, teu pai uo que-
rerla outro por fillio, e eu, miaba sobrioba, tambera
nao quereria outro por sobrinho.
Foi a nica allusao do Breto, mas elle nao sou-
be se ella teria sido comprehendida. Comiudo,
provavel que couversaudo com o cavalleiro, Maria
Ihe referi a opiuio de Kernan a seu respeilo. Na
verdade, alguus dias depois, achando-se Henrique
na pesca com Kernan, Ihe fez as mais completas
deularagoes enrubecendo e deixando cabirem suas
A Italia esleve na sepultura, mas nao mona :
tinha, romo signal de vida, as letras, a poesa, a
sciencia, os monumentos, as descobertas.
Que irradiagao sobre a arte, desde Dante at Mi-
guel Angelo I
Que immenso e duplo abrir da torra e do coi
em baixo por Christovo Colombo, em cima por
Galileu I
Era a Italia.'essa mona que reallsava esses pro-
digios.
Ah I de certo viva I
Do fundo do seu sepulchro prolestava pela sua
claridade : a Italia um tmulo d'onde sahio a
aurora.
A Italia, oppressa, agrilhoada, caberlo, de sangue,
sepultada, educou o mundo.
Com uma mordaga na bocea, achou meio de fa-
zer fallar a sua alma : desordenava as dobras da
sua morlalha para fazer servigos civilisagao.
Nos te veneramos, oh I ma, lodos nos quo sa-
bemos 1er e escrever f
Somos romanos eom Juveaal e florentloos com
Dante.
A Italia adrairavel como Ierra dos precurso-
m- m
Vemos-lhe em toda a parte grandes principios,
em todas as pocas da sua historia : emprehende
de continuo o sublime esbogo do progresso.
Abcngoada seja por essa sania iniciativa !
E' apostlo e artista: a barbaridade repug-
na-lhe I
Foi ella a primeira que laucn luz sobre os ex-
cessos de penalidade como sobre a trra.
Foi ella que, por duas vezes, ergueu o brado de
rebate contra os supplicios, primeiro contra Salan,
depois contra Farinace.
Ha um lago profundo entre a cDivlna Comedia
que denuncia o dogma e o Tratado dos delicies e
das penas que denuncia a le.
A Italia odia o mal, a Italia nao condemna ; tem
combatido o monstro as suas duas formas, na for-
ma inferno e na forma cadafalso.
Dante deu o primeiro combate, Beccaria o se-
gundo.
Apreciado por outros lados ainda Dante um
precursor.
Dante tinha em ncubagao no seculo XIII a iia
que desabrochou no seculo XIX : sabia que ne-
nhuma realisagao deve faltar ao direito e justica;
sabia que a lei de crescimento divina, e queria a
unidade da Italia.
A sua utopia hoje um acto.
Os son los dos grandes horneas sao as gestagoes
do futuro ; os pensadores sonham em harmona
com o que deve ser.
A unidade que Gerard Groo! e Reuchlin recla-
mavam para a Alleraanha, e que Dante queria pa-
ra a Italia, nao s a vida das nagoes, o alvo da
humanidade.
Onde as divisos se extinguen), o mal desappa-
rece.
A escravatura vai desapparecer da America i
porqu ? porque a unidade vai renascer.
A guerra tende a extinguirse na Europa ; por-
qu ? porque a unidade tende a formar-se.
Sorprendente paralelismo entre a queda dos Ua-
gellos e a exaltagoda humaoidade una I
Uma solemnidade como esta um magnifico
symptoma : a festa de lodos os horneas celebra-
da por uma nago era hinra de um grande en-
genho.
Essa festa, a Alleraanha celebra-a por Schiller,
a Inglaterra por Shakspeare, a Italia por Dante ; e
a Europa assiste a festa.
Isto a comraunho sublime.
Cada nago d s outras urna parte do seu ho-
mem grande.
A unio dos povos esboga-se pela communicagao
dos grandes eugenhos.
A humanidade camiuhar cada vez mais oessa
via, que a via de luz.
E assim que chegareraos passo a passo e sem
abalo a grande realisagao.
E' assim que, filhos da dispersao, entraremos
na concordia.
E' assim que todos, s pela forga das coasas, s
pelo poder das ideas, chegaremos fraternidade,
paz, harmona.
Nao haver estrangeiros : toda a trra ser com-
patriota.
Tal a verdade suprema, tal o acabamento
necessano.
A unidade do homem correspoude uoidade de
Deus.
Associo-me filialmente festa da Italia.
redes.
E' preciso fallar ao pai, contentou-se de res
ponder o Breto.
Immediatamenle 1 exclamou o cavalleiro, as-
snstado de semelhante pressa.
Logo que voltarraos.
Mas... replicou o joven.
Ponde a cana do leme ao vento, ou varaos
rehogar.
E foi tudo. Henrique endireitou a cana do leme,
mas elle a sustiuha to mal, que Kernan foi obrl-
gado a tomar lugar juoto della. .
Isto se passava a 20 de margo; durante os dias
precedentes o conde parecer mais pensativo do
que do coslume; muitas vezes elle tomara sua fllha
nos seus bragos e a apenara sobre o coragao sem
pronunciar urna palavra. Quaado Kernan vollou
depois da pesca, uma pesca de namorado, para tudo
dizer, e que foi pessima, dirigise primeiro
Maria.
Onde est teu pai? perguntou-lbe.
Meu pai sahio, respondeu a donzella.
Como isto singular, exclamou Kernan ;
aao este o seu costume.
Elle nao vos disse nada, mademoasella ? per-
juntou Hencique.
N3.0! propnz acompanha-lo ; mas contentou-
se, por nica resposta, em abracar-me muito afec-
tuosaraenie, e parti.
Pois bero, esperemos sua volla, Sr. Henrique,
disse Kernan.
Queris fallar-lhe ? perguntou a donzella.
Sim, mademoasella, balbuciou Henrique.
Sim, responden Kernan, uma tolice, um na-
da ; esperemos.
Esperaram ; chegou a hora da ceia sem que o
conde eslivesae de volta. Houve paciencia, porm
logo comegaram a inquietar se. O bom homem
Locmaill tinha visto o conde dirigirse para a es-
trada de Chateaulin ; elle caminhava rpidamente,
com um bastao na mo, como quem viaja.
Que quer dizer isto ? exclamou Mana.
Como I elle teria partido sem nos pre-
venir T
Henrique precipitou-se escada e subi o quar-
to do conde; tornou a descer logo, trazendo na mo
ama carta, que entregou Maria ; ella nao conti-
nha seno estas palavras :
t Miaba filha, parlo por alguus dias. Que Ker-
nan vele sobre ti! Roga por teu pai Conde de
Chanteleine. *
XII
A PARTIDA.
Comprehende-se o effeito que produzio a leitura
destas poucas palavras nos seus ouvintes I Ma-
ria nao pdedeixar de romper era soiucos, e Hen-
rique cuslou a consola la.
Aonde tinha ido o conde de Chanteleine ? por
que esta partida precipitada 1 porque este segredo,
que seu fiel Kernan nao podia penetrar f
Elle foi baler-sel elle foi reunirse aos Bran-
cos I foram as primeiras palavras de Maria.
Sem mim I exclamou Kernan.
Mas ^consideraodo que Maria esta va s ao muo-
do, elle conprehendeu que o conde deveria dei-
xar-lhe o cuidado de protege-la.
Discutise pois esta supposlgo : que o conde
teria ido em procura do exercito cathlico. Se-
melhaote hypolhese era muito plausivel.
Com effeito, a lula continuava, mais ardeate e
mais pertinaz, apezar de todas essas guerras que
a convengo tinha entre raaos, apezar do terror
que txlstia em Paris desde a execugo dos Giron-
dinos bem que os membros deste governo esti-
vessem em luta aberta com certos depatados da
convengo e que, algumas semanas mais larde,
Danton devesse suecumbir, a commissao de salva-
gao publica fazia prodigios de actividade.
E' bom conhecer o que certos harneas de par-
tidos contrarios pensaram desta commissao, que,
por seus meios terriveis e sanguinarios, salvou a
Franga, entregue a lodos os horroros da guerra
civil e a todos os perigos da liga : *.
Em Santa Helena, Napleo disse :
t A commissao de salvagio publica o nico
governo que a Franga tinha durante a revolu-
gao.
M. de de Maistre, o homem do partide legitirais-
ta, teve a coragem de convir igualmente, duendo
que os emigrados, depois de terem entregue a
Franga aos res, jamis tenam tido a forga de ar-
ranca-la de suas mos.
Chateaubriand pensava do mesmo modo desses
dote homens chamados Barriere, Blllad Vren-
nos, Carnot, Coilot d'Herbois, Prior de la Marne,
Roberto Lindet, Robespierre ain, Couthon, Saint
Just Joo Bon Saint'Andr, Prior de la Cote d'Or)
e HerautSecbellss, cujos nomes sao pela maior
parte volados execrago publica.
Como quer que seja, a commissao, queren
acabar com a Vanda, adoplou as mais horri/eis
devastagoes; as columnas iufernaes, dirigida^ pe-
los generaos Turreau e Grignon, avangaram^obre
o paiz depois da derrota de Savenay. Kllas rou
baram, fizeram grande matanra, arruiuaram ; mu-
Iheres, meninos, velaos, ninguem escapou s suas
sanguinolentas represalias.
O principe de Talmon foi preso e execulado
diante do castello de seus antepassados; d'Elbe,
doente, espingardeado na sua poltrona, entre dous
dos seus prenles. Henrique de La Rochejaque-
lein, a 29 de Janeiro de 1794, depois de uraa ulti-
ma victoria ganha em Nouaill sobre as columnas
incendiarias, avancou para dons soldados Azues
sorprendidos em um campo :
Rendei-vos, Ibes disse, eu vos perdo.
Mas um destes miseraveis, apontandolhe a ar-
ma, f-lo cahir duro de uma bala no meio da
ponte.
Durante este tempo, os mais saoguinarios agen-
tes da commissao eram enviados s proviucias ;
Carrer.em Nantes, desde 8 de oulubro, Imagina-
va esses meios, que elle chamava deportafes ver-
licaes, e, a 22 de Janeiro, inaugura va os seus ba-
lis de vlvulas em honra dos prisioneiros do
exercito vandeano.
Porm tanto mais eram decimados, quanto mais
os realistas mostravam-se ardentes em combater a
revolugo. Portanto era possivel que o conde de
Chanteleine se tivesse reunido ou a Charette, que
toha-se refugiado no campo depois de evacuar a
ilba de Noirmoulier, ou a Stofflel, que acabava de
substituir a La Rochejaquelein.
O exercito cathlico estava desmembrado ; elle
enlao fazia uma guerra terrivel de partidas. Sto-
fflet o Cbarette, estes dous Ilustres vandeanos, ba-
tiara os generaes d repblica. Charette, com dez
mil homens, duraote trez mezes veacedor das tro-
pas republicanas, derrolou e matou o genera
Haxo
Estas novas chegavam at os confias da Breta-
nha e Douarnezez estremeca muitas vezes ao rui-
do das batalhas.
sobresaltava-os m extremo. Todava, apesar de lo-
dos os seus esforgos, nada poderara saber.
Maria trema e orava por seu pai, e, olhando ao
redor de s, chegava a considerarse como em
quasi completo abandono.
Ento tinha momentos de desespero. Kernan e
o cavalleiro teotavam iranquilisa la, porm de
halde.
Passaram-se os das ; fallavara sempre novas do
conde ; os boatos eram assustad res.
O conde tinha desapparecido a 20 de ma go, e,
seis dias depois os Vandeanos tomavam a offensl-
va por um grande feito d'armas.
A 26 de margo, a cidade de Morlagoe acabava
de ser conquistada do poder dos Azues; ora, ces-
ta acgo, Marigy tioha o comraaado em chefe ;
Marigoy, o aaligo corapanheiro de Chanteleine,
que, depois do trez mezes de uma existencia va-
gabunda, tornava a apparecer como veacedor.
Sabeudo deste feito, Keruaa exclamou :
Nosso amo est la I em Mortagne I
Mas conhecendo os detalbes da saoguiuoleota
batalha que tinha tido lugar, como os melhores
soldados dos Brancos nella acharara a morte, a in-
quietagao dos dous homens e da donzella subi de
ponto, e quando, quinze das depois da tomada de
Mortagne, continuaram a nao ter noticias, Maria,
em desespero exclamou :
Meu pai I meu pobre pai morreu I
Minba querida Maria, respondeu Tregolan,
tranquillisai-vos I nao, vosso pai nao morreu I na-
da o prova.
Repito-vos que elle morreu I rephcou a don-
zella sem querer ouvi-lo.
Miaha sobrinha, observou Kernan, no tempo
de guerra, nem sempre possivel darem-se noti-
cias, como se deseja; no Um de cootas uraa vic-
toria que acaba de ser ganba aos republicanos.
Nao I Kernan 1 nao se deve esperar I minha
mi mura uo seu castello 1 meu pai morto ao cam-
po da bataiha I eslou s no mundo 1 s I s I
Maria solugava. sta prova prostrou-a; sua Ira-
ca natureza nao podia resistir a tantos golpes re-
petidos. E posto que nao houvesse nenhum indi-
cio da morte de seu pai, como acontece era certos
momentos de desespero, ella teve a este rspeito
urna conviego que nada poude abalar.
uomtudo, quaudo Maria exclamou que estava s
no mundo, Kernan sentio urna grossa lagrima cor-
e elle nao
Se o condo nao estava da Vandea, podia ter se
laugado no movimeoto da chuanena. Joao Chouaa,; rer-* P' > sea coracao sanKrou
duraote os ltimos mezes desse funesto anao de Pude deixar de dizer:
93, levantra-se, arrastando todas as populages j Minha sobrioba Maria, teu tio aiodaest jan
do baixo Maine, o arrojando-se depois desde os (to de ti. _
confias de Mayenne at os de Morbhao. KernanJ mea bom Keruaa, respondeu a don
zella apenando a mo do Breto.
Teras sempre um amigo para amar-te, res-
A pescara das perolas em Ceylo produzio no
anno de 1863 nove railhoes de conchas cuja venda
realisou para cima de 50:000 libras ou 225 cootos
de ris.
Heorique I exclamou a donzella.
Sim, eu a amo, vos o sabis, Kernan, e vos
a quem seu pai cooliou-a, approvais o meu a-
mor I
Seuhor Heorique, porque dizeis estas cousas,
visto que...
Nao temis nada, Keroao, uem vos, nem vos,
minha querida Maria; se fallei assim, porque
vou partir.
Partir I exclamou Maria.
Sim, afastarme de v, de vos que amo e de
quem queria levar alguma palavra boa. se eu de-
vesse ficar, teria fechado este segredo dentro do
meu coragao, como o havia promettido a Kernan ;
mas parto, porque tempo? gnoro-o; e no entan-
to perdoais-me por ter eu fallado 1
Mas, para onde des, Henrique ? perguutou-
Ihe madamamoisella de Chanteleiue cora um accen-
to que penetrou a alma do joven.
Aonde vou ? A Poilou, Vanda, a Mortagne,
aonde eu poder achar vosso pai, aonde eu poder
ter noticias delle, afim de dizer-vos se tenes anda
para amar-vos sobre a trra um outro coragao que
nao seja o de Kornan e o mea I
Como! disse Kernan, queris reunir-vos ao
conde ?
Sim, consegnirei isto,
quando muito morrerei I
encontra-lo-hei, oa
Alli o conde de Chanteleine podia representar
um grande papel; porque nao o teria acceito elle ? f
Tregolan e Kernan discutiram todas estas probabi- Ponaeu e,le-
lidades. Entre tanto o segredo guardado pelo j Dous, exclamou Tregolan, a quem esta pala-
conde fazia hesitar Kernan.
Elle nao se leria oceulto de nos, dizia este,
se tivesse voltado para o campo da batalha.
Quem sabe ?
Nao, oulra cousa.
Ento om ou outro ia (procurar noticias; elles
at se expunham para saberem o que se passava
na Vanda ou Morbihan ; o boato de um combate teira.
vra escapava mu grado seu; dous, minha queri-
da Maria, porque eu vos amo!
Senbor Heorique 1 disse Kernan.
Perdoai-me, Mana; perdoai-me Kernan, mas
estas palavras me suffocayam I nao I a minha mui-
to querida nao est s no mando I nao 1 eu sere
feliz em Ihe consagrar a minha vida toda in-
Pois bem, ide senhor Henrique, disse Kernan
com voz profundamente commovida, e que o co
vos proteja; na vossa ausencia, velarei por osta
cara menina; mas sede prudente, porque sabis
que contamos.com a vossa vinda.
Socegai, Kernan ; tenho nm papel a cumprfr,
nao para me fazer malar l. mas para unirme ao
ronde de Chanteleine, e elle nao estar tao escoD.
dido que eu nao possa acha-Io. A posigo que oc-
cupava no exercito realista nao permute que elle
ah se conserve descon herido. Irei a Mortagne,
Maria, e tra-vos-hei novas de vosso pai.
Henrique disse a donzella, des afrontar moi-
tos perigos por nossa causa I que Deus vos acom-
panhe, e que vos recompense.
Quando parts? perguntou Kernan.
Hoje mesmo, noite, viajarei a cavallo ou a
p, segundo as circumslancias, mas ebegarei.
Os preparativos da partida nao foram longos. A
donzella, no momento da separago, tomn a mo
do cavalleiro as suas e conservou-a muito tempo
sera poder fallar. Kernan estava muito commovi-
do. Mas Henrique, animado pelos olhos da don-
zella que infundiam-lhe n'alraa uma forga sobra-
humana, e, depois de um longo adus, dirigio-se
para a porta.
Nesse momento esta abrio-se rpidamente, e um
homem embrulbado n'uma capa appareceu.
D LConlmuar-st-ka.)
PERNAMBUCO.-TYP. DE M. F. DE F. & FILHO


ILEGIVEL


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