Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10688


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Full Text
AIM XL. HUMERO 131
OIRTA FEIRA 8 DE JHHO DE 1865.
'
i

\
Par qoartel
Idea dejis
Ftrte a o c J
lias do cie?oe dentro do qaartel. .
ti* tres mezes .,.,,.....
191000
SfOOO
KNCARREGADOS DA SUBSCRIPQO DO NORfE
Parahyb, o, Sr. Antonio Alex?ndrino de Linia;
Natal, a Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatj, o
Sr. A. de Lentos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Olivnira ; Maranhio, o Sr. Joaquim Marques I o-
drigue*; Har, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
Pililos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa. 9
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Clandino Falco Uias; Baha, o
Sr. Jos M.irtins Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
R-ibriiro Gasparinho.
EXTERIOR.
PARTIDA DOS ESTAPETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estagSes da via frrea at
Agoa Preta, lodos os das.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhnns, Baique, S. Rento, Bom
Conselhok Aguas Bellas e Tacaral, as tercas
feiras.
Pcl'Alho, Nazaretb, Limoeiro. Brejo, Pesqoeira
Ingazera, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Oaricury, Salgueiro eEx, as quartas
feiras.
Segunda vara do civel: quartas e sabbades a i
hora da tarde.
Sennhem, Rio Forraoso.Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta e Pimenteiras.oas quintas
feiras.
EPHEMERIDES DO MEZ DE JUNHO.
1 Quarto cresc. as 6 h., 1 m. e 58 s. da m.
9 La cbeia as 7 h., 21 m. e 16 s. da m
16 Quarto ming. as 4 h., 33 m. e 28 s. da ra.
3 La nova as 5 h., 37 m. e 34 s. da m.
30 Quarto cresc. as 11 h., 20 m. e 51 s. da
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
TribfIdo commercio : segundas e quintas.
Relaco: tercas e sbados s 10 horas.
Fazenja: quintas s 10 horas.
JulzoJo commereio: segundas as 11 horas.
Dito d orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
di*.
Segunda vara do
hore, da tarde.
evil: quartas e sabbados al
DAS DA SEMANA.
o. Segunda. S. PariAeo f.; S. Nicario m.
6. Terca. S. Norberto b.; S. Eustorgio b.
7. Quarta. S. Roberto ab.; S. Licano diac. ib.
8. Quinta. S. Maximiano ab.; S. Gildardo I>.
9. Sexta. S. Pelagw y.; S. Feliciano m.
10. Sabbado. S. Margarida rainha; S. Getulio.
11. Domingo. Ss. Flix e For'unato irs. mm.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 3 horas e 42 m. da tarde.
Segunda as 4 horas e 6 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul al Alagoa.i a 14 e 30; para o norte
ata a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 14 dos mezes de Janeiro, marco, malo,
julho, setembro e noverobro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa de
Faria & Filho.
1
Sevilla, 3 de maio de 186o.
Meu charo amigo.Ainda algumas palavras,
serao as ultimas, a respeito do desfecho das nossas!
qaestoes com a repblica do Uruguay. Nao pos*c
deixar de lamentar essas discussoes exaltidas
partidaria*, que se levantaran pir occasio da de-
misso do Sr.Paranhos.porque dellas nao pode resa-
lar a verdade, que se v quasi sempre subjugada pe
las parcialidadds p >Iitica-. As quesies externas
de i|ul'iuer ngao nao fleam encerradas como as
internas nos limites do seu territorio; lera ao con-
trario que percorrer as outras nacoes, que as ana-
lisam para formarem o seu bom, ou mo juizo :
portaoto toda a calma, e muitas vezes grandes re-
servas sao necessarias as discussoes desta natu-
reza. Foi sem duvida precipitada a demisso do
Sr. Paranbos. Se houvesse necessidade de negar
a raclilicacao a um tratado, ou convenio celebra-
dos pelo mesmo, % eonsequencia necessaria seria a
su a immediau demisso ; mas, nao se tendo a que
negar raclilicacao, porque nada havia que ractif-
car, que males poderiara resultar de sua demora .
por algum lempo em Montevideo, at que por qual-'
quer pretexto Qzesse a ua retirada ? A demisso
instantnea nao tem razao de ser, desde que o
governo declaran ao mesmo tempo, que approvava
o que eslava feito. Seria melhor que a opiniao
publica se conservsse por algum lempo abracada
com a nuvem, do que essa inconveniente discos-;
sao a que deu lugar a estrepitosa retirada do mi-
nisiro, cujos rebultados ninguem os pode medir.!
E' to detestavel o governo que desdenha, e des- i
>re*a a opiniao publica enunciada por seus orgos i
legitimo.*, quanto aquelle que vai procurar inspira-
coes nos tumultos das pragus: no Io caso leremos:
o despotismo, e no 2 a anarchi 1 ; dous grandes i
males para a sociedade. Parece me que o gover-1
no actual vai descabindo para o segundo mal.
Com o que (enho expendido indico smente a |
inopportuDidade da demisso, entendendo todava
que ella devia verificar-se, porque o Sr. Paranhos I
est obrigado a dar ao governo imperial explica '
c5es muito serias, e muito graves, explicacoes que
talvez nao devana por agora ser entregues pnbli-
cidade, e que sero grandes licoes a aproveitar na
futura poltica do Brasil para com as repblicas do
Prata.
Disse era minha ultima carta que o governo do
Uruguay, qur na pessoa de Aguirre, qur na de
Villalba, nao havia dado satisfacoes ao Brasil. En-
de fevereiro; agora porm que acabo de lr as cor-
respondencias particulares entre os Srs. Lamas, e
43arbolani no intento de promoverem a paz entre
Aguirre e Flores com intervenco da Repblica
Argentina, descubro o motivo porque nao se in-
cluio em dita capitulaco um s artigo em satisfa-
co ao Brasil. Est demonstrada a grande repug-
nancia que tinha Aguirre de entrar em ajustes, e
dar satisfacoes ao Brasil; e esta tamben demons-
trado da maveira a mais evidente, -que procren-
se o acord com Aguirre, f izendo-se inteira e com-
pleta abslraccao do Brasil. Ah estilo como docu-
mentos comprobatorios as carias do Sr. Lamas ao
Sr. Barbolani; na Ia de 24 de Janeiro diz o segua-
te :Dzera-me que as difflculdades sao1* a con-
dicao de solicitar a intervenco do geoeral Mitre
2a a repugnancia de tratar com o Brasil.Para
vencer estas difflculdades lembro a V. Exc. que o
Sr. Aguirre responda a minha carta dzendo-me
que a sua dignidade nao ibe permitiia solicitar,
mas que acceilar de bom grado, se Ihe fr offere-
cida espontneamente a intervenco do general'
Mitre no intento de conseguir a paz entre os Orien- j
taes, (laxando as qttestoes com o Brasil para seretn \
tratadas com o governo que se instituir depots da
pacificacao interna.
Em oulra carta de 27 de Janeiro, do mesmo Sr.
Lamas ao Sr. Barbolani, diz oseguinte : Parece-
Hie intil observar a V. Exc. quo mal o Sr. Aguir-1
re comprehendeu o que na minha caria de 24 live I
a honra de dizer a V. Exc. a respeito do Brasil. O
Sr. Aguirre tinlia difliculdade em tratar at ques-
toes com o Brasil, e en ehminava esta difflculdade,
dizendo que isso /icaria para o novo governo do
paiz depois da pucificacao interna, e islo quasi nao
poda ser de outro modo.Portanlo, se Aguirre ad-;
millisse a intervenco espontanea da Repblica
Argentina, a paz se teria concluido entre Flores e
Aguirre, e o Br sil seria posto margem, e espe-
rara pelo novo governo para com elle tratar. E'
a deduego lgica da malograda tentativa.
No dia 28 de Janeiro escreve Flores a Lamas
dizendo que Qcava sciente dos passos que sem re-
sultado havia dado para conseguir um accordo de
paz com Aguirre, e soube o Sr. Flores que a
grande difflculdade, era a repugoaneia da parte de
Aguirre de tratar com o Brasil. Nesse mesmo dia
28 de Janeiro escreve Flores a sua carta offtViosa
ao Sr. Paranhos, reconhecendo a jnstlca das recla-
magoes brasileiras, e dando ao Brasil completas
satisfacoes. Vendo Flores que a difflculdade para
a paz era a repuguancia de Aguirre de tratar com o
Brasil, teve a sagacidade de resolver anlecipada-
ineoie esta questao, que por qualquer emergencia
se poderla reproduzir, e mesmo ser herdada por
aquelle que tivesse de substituir a Aguirre, e o Sr.
Paranhos cahio na citada I I I Villalba consme-
se presidente da repblica, apparece de novo o no-
me saliente, fatal, e fatalissimo para o Brasil, do
Sr. Barbolani solicitando a paz.
Celebra-se a mesina entre Flores e Villalba, e o
Brasil lica a' margem; portanlo v se que Villalba
acceitou as condices que Lamas havia offerecido
a Aguirre, nao tratando, como nao tratou directa-
mente com o representante do Brasil, e nao fazen-
do mencao da paz externa nos artigos de capitu-
laco.
Em vista de taes acontecimentos esl o Sr. Pa-
ranhos obrigado a explicar:Io se foi com consen-
limenlo seu que os Srs. Lamas e Barbolani tenta-
ram formar urna eoalisao ou complot enire Mitre,
Flores e Aguirre com exclusao do Brasil ,2 se
discuti com Villalba representado por Obes es ar-
tigos de capitulaco, ou se s os vio quando Ihe
foram apresentados; -3o porque razo no momento,
em que Ihe foram apresentados, nao exigi, que
uelles se incluisse a satisfaco ao Brasil;4o se no
caso de recusa da parte de VillaHa para semelhan-
te inclusa.), Flores tomara o lado do Brasil, ou
assignaria os ditos artigos.
'. Se o Sr. Paranhos consentio nos actos praticados
pelos Srs. Lamas e Barbolani, se nao disculio os
artigos da capitulaco, se nao exigi que nelles
fosse contemplado o Brasil; se lodos estes actos
foram pratlcados com sua sciencia, e paciencia,
o Sr. Paranhos o onico responsavel pelo menosca-
bo, e humilhacao com que foi tralado o Brasil.
Se o Sr. Paranhos declarar que a sua opposico e
recusa a ludo quanto se fez trana em resultado a
continuaco da guerra do Brasil, nao contra o go-
bern do l'rqguay, mas contra a inevitavel allianca
celebrada entre a Repblica Argentina, Villalba, e
Flores, e que portanlo nao estavam preparadas,
nem eram suficientes as nossas forcas de mar e
ierra, entao poder o Sr. Paranhos ser desculpado
por alguem; mas nunca por aquel les que pensa-
ren! como eu, que em urna igual posicao conbeci-
da, demonstrada e verificada a traico feita ao
Brasil, nao teda outra resposta a dar a tanta per-
fidia, seno fazendo troar os canhoes do nosso
exercito, sem pensar um momento nos resultados;
porque era este o caso, em que se deveria preferir
ama derrota honrosa a urna paz vergonhosa e hu-
milhante.
tis ah tem o Brasil os resultados da sua allian-
ca com Flores, que Dos queira nao sejam ainda
mais funestos para o futuro.
(Carta particular.)
trabalhos eleitoraes. O partido progressista hist-
rico apoiava decididamente o gabinete.
t O minstro dos estados da nio Americana,
em Lisboa, dirigir urna mensagem a' cmara, pou-
co antes da dissolucao, agradecendo-lhe o voto de
sentimento que dera pela morte de Lincoln. A
mesma cmara por proposta do Sr. Mendes Leal
votou psames pela morte de Cobden.
DIARIO DE PERMMBUCO
Pelo vapor inglez Saladin, chegado hontem de
Liverpool e Lisboa, recebemos jornaes desle ultimo
porto at 19 do correte, dos quaes colbemos as
noticias seguintes :
A Imprensa europea contina oceupar-se da
misso de Mr. Vegezzi em Roma. Este diploraata
acha-se actualmente em Turin ; a maioria do con-
selho de ministros oppoe-se sua volta a Roma.
O commendador Vegezzi, segundo consta, foi muito
bem recebido pelo suramo-pontifice, mas nunca se
affasiou da questo relativa aos bispos, que era o
nico objecto de sua missao. O summo-poolifice,
declarou sempre, segando se afflrma, que jamis
se oceuparia da questao poltica.
Parece, porm, que ha exigencias e restriccoes
taes da parte do governo pontificio, que obrigaram
o negociador italiano aira Turin receber novas
instruccoes e que o governo italiano n) est dis-
puto a ceder.
Diz-se que o fado de ter o governo italiano
retirado da discussao na cmara o projecto de lei
relativo suppressao das corporales religiosas
era a primeira concesso feita ao governo roma-
no, e o prembulo obrigado de ulteriores negocia-
Ces, mas o ministro do reino na sua circular com-
bate vivamente esta interpretaco, annunciando
que foi o espirito qae domina actualmente as
duas cmaras, e nao outra causa, que determinara
o governo italiano a retirar aqulla lei, e susten-
tando qae o governo mantm os seas planos, re-
servndole suscitar esta questao, quando julgar
que a occasij propicia.
A circular, porm, nao conseguio fazer desva-
necer as impresses causadas pela retirada da-
quella lei, e annunciaram-se logo varios meetings
e pticoes ao governo e ao parlamento.
O rei Vctor Emmaouel, e o presidente do con-
selho o general Lamarmora, ja chegaram a Flo-
renca,- para onde se vai transferir brevemente a
capital da Italia.
tAs repartlcoes publicas arranjam com toda a ra-
pidez os seos archivos para a madanca e todos os
dias se ve?m no caminho de ferro mobilias das re-
partieres publicas e dos funecionarias que partem
para Florenc.
t A populaco de Tarim assiste impassivel a esta
mudanca.
Os jornaes francezes continuam a publicar tele-
grammas diarios, faxendo mencao do favoravel
acolhiment que o imperador Nappieo tem en-
contrado em Argel e em todos os oontos que tem
percorrldo. ..gr
No'da 6 de maio emprehendeu o Imperador
urna excurso s planicies de Mitidja, e visitou o
estabelecimentos agrcolas e industnaes aquello
ponto, principiando ento a percorrer o interior tfo
pait. Julga-se que o imperador permantter em
Argel por mais tempo do que se suppunnlv e que
a sua residencia naqueila colonia franceza nao se-
menor de dous mezes.
O emir Abdel Kader sahio de Damasco dlri-
ginilo-se para Constantnopla onde tenciona dent-
se quinze dias e dirlgir-se d'alli para Pars. O
r receben o melhor acolhimento do sullao.
se que tenciona demorar-se tres mezes e ob-
aulonsacao do imperador Napoleo parase
entar de Damasco cujo clima allecta sensi-
vel nente a sna sade.
0 embaixador de Franca em Berln, Mr. Bene-
detki, e o ministro prussiano Mr. de Bismark tro-
caram as ratificacoes dos tratados no dia 2 de
agdsto de 18*52 Os tratados serao postos em vigor
PERNAMRUCO,
uo logar do des-
cont....., .
Com ama s ita
dito s/. .
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5:9025420
rar
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til
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se
7.0.
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d)
de julho prximo.
Chegou a Dublim no da 3 de maio, o princi-
pe Ide Galles, acompatihado de numeroso sequilo na
quhlidadede commissano nomeado pela rainha
Victoria para assistir a abertura da exposico in-
ternacional orgaoisada naquella cidade. O princ-
herdeiro foi recebido com o maior enthusias-^
, e com lodas as demonstracoes de sympathia,
os povos irlandezcs, apezar das publicares que
eriormentese tinham feito, e da atliiule hos-
tomada pelo partido que naqaelle paiz combate
o dominio inglez.
A cmara dos communs pronunciou-se contra
(eforma eleitoral por 228 votos contra 214. Vai-
proceder novas elecoes. D'aqui a quatro me-
o paiz manifestara' na urna os seus sentimen-
a respeito desta questao.
Os partidarios da reforma coafiarn no resulta-
da votago e esperam que a grande maioria
doj> eleitores escolha para os representar, homeos
qua conprehendam o verdadeiro alcance desta
medida.
O general Murawieffgovernador geral da Li-
thuania c da Russia Branca, foi exonerado das
funcedes deste cargo com grande satisfaco do
partido liberal na Russia. Parece que erara falsos
os boatos de que este general rahira co desagrado
imperial, por se lerem descobertos factos deshon-
rosos para a sua administraran.
Odecrjlo do imperador eleva pelo contrario os
servicos prestados pelo general Mourawiff, confe-
rlndolhc ao mesmo tempo o titulo de conde.
O geoeral Koufmann, director da chatreellaria
do ministerio da guerra foi substituir o general de
Maurawieff. O partido liberal applaude esta escolha
do imperador.
As cmaras de Stultgard approvaram a aboli-
Co da pena de bastonada.
Apezar dos manejos do partido exaltado La
Grecia, o rei Jorge regressou a Alhenas depois da
sun digresso a's provincias, onde se mantera a
maior tranquillidade. A Grecia prepara-se para as
eleicoes da nova cmara popular, e o governo que-
redo paienlear os seus senlimentos liberaos e
constituciooaes, recommenda constantemente as
au oridades que deixem completamente livre a
ex iresso do voto, e que se abstenhara da menor
ingerencia neste acto popular.
Os generas confederados Dik e Taylor ren-
defam-se; Kirby Smith com as forcas do seu com-
mando, negoclou urna capitulaco. As nicas tor-
gas confederadas que ainda esto em armas
estsio prximas a render-se. A guerra pode-se con-
siderar terminada, o ministro da guerra dos Esta-
dos-Unidos vai effectuar urna reduccao no effectvo
do exercito de quatre centos mil homens.
O presidente Johnson parece inclinado ao par-
tido ultra-republicano, e diz-se que pensaem casti-
gar severamente os chefes confederados.
a O presidente Johnson aecusa Davis em urna
proclamaco, de haver preparado o assassino de
Lincoln, e offerece cem mil dollars pela priso do
assassino de Lincoln.
As eleicoes geraes em Portugal deviara ser a
9 de julho, de vendo no dia 30 rennir-se a nova c-
mara.
O estado sanitario do paiz era excellente.
' A attenco publica eslava toda emprgada nos
REVISTA DIAIIA.
Hoje reune-se o Instituto Archeologico e Geogra-
piuco Pernambucano era sesso ordinaria.
Occorre-nos submetier apreciaco da nossa
cmara municipal a conveniencia de urna medida,
que estabelega a pratica indecllnavel dos nossos
marchantes publicarem semanal e previamente os I
precos por que devera talhar a carne exposta ao}
consumo publico no decurso da semana subse-
cuente.
Esta providencia nada tem de vexatoria aos re-
feridos marchantes, era ainda olfensiva da liber-
dade do exercicio de sua industria, visto como nao
importa ella urna imposicao extranha de taxaco I
sobre o seu genero.
Alm disto, nao se ihe pode oppor urna razoavel
inexequibilldade, visto que sendo anterior a com-
pra do gado que tem de ser talludo, mni fcil
aos marchantes formarem o calculo do preco pelo
qual devemexpr a veada acame; edahi nenhura :
inconveniente para essa publicacao previa, cuja
necessidade lerabraraos. Estamos nwsiiiu que essa i
operacao ou calculo pralica-se de preseate ; a snp-
por-se o contrario, dar-se-hia no absuro de sup-!
pr-se tambera que os marchantes andam de ottiva
nesse ramo de negocio que professam ; e, pois,'
apenas ha de novo- no que aventamos o auauneio
previo de que na semana que vai entrar a carne
venie-se a tal preco no acougue tal, aquelle outro
no acougue qual, ele. 1
Feito isto, tem a populaco urna certeza, que Ihe
evita muitos logros por que passa de presente, quer
da parte dos seus compradores, quer tambem da
parte de alguns talhadores; porquanto ha agoa-,
gues odde, conforme o comprador, o proco da car-
ne varia crescendo ou diminuindo de importancia.
Na segunda feira por obra das 4 horas da'
larde foi invadido o sitio do Sr. commendador Ac-
cioli Lins, no Mansuinho, por nma sucia de ne-
gros e cabras captivos, desses apologistas de mu-
sicas, armados de cceles e de instrumentos perfu- i
rante3; e ahi espancaram a um escravo do mes*
no commendador, pondo-se em seguida ao fresco'
por entre voz era grita para lados desta cidade, on-
de moram os respectivos senhores. <.
E' estupendo que isto se d nesla capital, nao o
sendo menos que taes insolencias passem desaper-
cebidas, sem urna punigao, que ao meaos garanta
a nao reproduegao dellas 1
E os donos desses iuselentes, qm
lempo para taes praticas, que tal;
lerem inconvenientemente, nao se ienroram ae que
o in.-ullo feito a casa de Sr. commendador Accioli
Llns pode ser amanha repetido as suas, autori-
zado por to extranha tolerancia ?
Parece que isto cousa digna de consideraco,
e polica compre nao deixa-las por seu lado sem
a devida punicao.
Sobe hoje a' scena o bello drama O ceg e o
carcunda, substituindo a Sra. D. Eugenia a' Sra.
D. Isabel.
Ao amanhecer de hontem Marcelino Jos
Baptista, ex-praga do 2 baialho de infantaria,
tenlou roubar urna casa na ra de Santa Cecilia,
sendo preso, quando punha na ra os ohjectos rou-
bados, pelo Sr. Benjamim de Lima Pimeutel e al-
gumas pracas de polica.
Remeilem-nos a seguinle communicaco :
Srs. redactores da Revista Diana.Recorre-
mos a Vv. que por seu interessante orgo tem-se
encarregado de por meio de justas e acertadas cen-
suras, corrigir e moralisar os desmandos e as fra-
quezas humanas.
Ha na ra Bella desta cidade urna cet la mada-
ma, que desrespeitando a veneraco que merece a
moralidad** das familias, nao se peja de insultar e
desacatar com palavras injuriosas a vizinhanca
honesta e comedida.
t Anda domingo prximo passado, essa mada-1
mi fez ostentaco de sua pericia na arte e costu- j
me de depreciar pessoas inofensivas da ra de sua
morada.
Pedimos pois a Vv. que por seu valioso inter-
medio previnam, pelo conceituado artigo diario,!
com que encarecem o Diario de Pernambuco, o;
desregramento desse procedimento, e tambem que :
seno se seguir a devida emenda, largamente ana-
Usaremos por pessoas e cousas toda a coarelada de'
actos desabridos dessa madama da ra Bella.
c Publicando estas linhas Vv. prestaro um
grande servio a' moralidade publica e um favor
que jamis esquecer a um seu constante as-1
signante.
Amanhaa 9 do corrente, effectuar o agente'
Pinteo leilo de movis, chrystaes, quadros com '
figuras e objectos de podra marmore, na raa da;
Cruz sobrado n. 9.
Passageiros sahidos para o norte no vapor
Paran::
Ulreco Reller, E. Ree e sua senhora, Francisco
Meichiades de Cerqueira, John I. Foster, W. B.
Gallager, Francisco Joaode Mello, Agio Po Pedro,
Letras caucionadas.
Por ouro, prata e
tralos commer-
cia....... 16:2215060
Por ostros ttulos.
Ijems a receber.
Saldo testa conta.
Catas coirentes.
Sald>4esta conta.
. Dniersos.
SaldWe varias con
tas........
Pelooioguintes va-
loros;
Em raoed de ou-
ro de 22 quila-
tes. ........2,258:0505000
Em notas do the- .
soaro dos valo-
res de 105000 e
iMlbres. 7:6805000
Em Mt*s menores
dol^OOO..... 19:4585000
Em mooda de tro-
co ........
Em notas da pro-
pria ca xa. .
tos habitantes, de costumes doceis, trabalhadores
religiosos, j adiantaos 110 caminho da civilisaco
contrastando com outras localidades dosertao, al-
56:7135969]fimas bem prximas, onde o habito do trabalho
*t nullo, pouca ou nenhoma a hospitaldade, revelan-
do factos atrozes de poucos aonos o estado semi-
brbaro, em que anda jazem.
A' pouca distancia de Cimbres, as fraldas da
mas com a previso de indiferente e mui exacto
observador, e com a expresso vehemente de ale-
gra, que aquelle seu filho Ihe pareca dolado des
predicados que annunciam os grandes cidados.
Transportado de jubilo, valicinava-lhe o mais pros-
pero futuro ; e, ja que a desventura Ihe vedoo as-
sistir realisaco do seu vaticinio, pede a justica
*'?to ^"SnKseug"^^^^3'
rito observador pouco vulgar.
1 lado e altivo no invern, via-se ao longe
e altivo no invern, via-se ao longe em apra-
| zivel siliiago urna magnifica casa de sobrado, a
9,000:2275565 que davam verdadeiro feilio de palacio doze jaBel-
las de frente envidragadas, a elegancia e singular
536:5665847 grandeza da censtruegao era lugares to remotos e
solitarios.
I Era ali a residencia do capilo-mr Francisco
3,095:2435373 Xavier Paes de Mello Brrelo, e sua consorte D.
Anna Victoria Coelho di Silva, progenitores do con-
selheiro Francisco Xavier Paes Barreto.
Senhor de muitas leguas de ierra adjacentes
sua linda habitaco.onobre capilo-mr emprega-
5559
893:0005000 3,178:1885559
Desde o anno de 1831, em que chegou ao Reci-
fe, al 1842, em que recebeu a carta de bacharel
em dlreilo, Paes Barreto viveu total e exclusiva-
mente entregue ao estudo. Todos os condiscpulos
o estimavam pela sua natural benevolencia e affa-
bjlidade; todos os mestres Ihe louvavam a applica-
cao e o com por la roen lo. Nos sele exames e cinco
actos que precederam sua forraatura, foi sempre
approvado plenamente; nunca teve nota m, nem
deu motivo a mnima observacaode mestre algum.
Apenas formado, entrou as lides da vida publi-
,ra do ptimo algodo, ^o^ S5.221 SA^SSi
SKE9 dengad0 repar,i? ks rd" ^JSSTJSSmST'comparada
Jn !,a ^ ?' ? 3S bT*' qU6^ ,r?ba-'iM!.ag'?" Eslreou P'o modesto lugar de supplente de juiz
cola Ihedispensava, aos deveres da autor.dade, de muncpa, de l)yaniia; ^ aDdaP 0 J^gg
era ento levado em conta; ainda a experiencia
que se achava revestido, e aos suaves
tretcnimenlos da familia.
constitua titulo de preferencia ; ainda as palavras
Da bengaodo co t.ohamprova os fel.zes consor- dml0). e doul0 lo\r3Ln synonimos equivalentes
Passivo.
Banca Jo Brasil conta do capital.
Volar fofnesido pe-
la calxa matriz.
Emisso.
Valor em circula-
co........
Letra* a pagar.
Por dinJjeiro toma-
do a premio. 5
Por saqttes..... 32:7235355
Diversos.
Saldo de varias con
tas........
Lim*os perdas.
e teirntram de que
O guarda livros,
Ignacio Nunes Correa.
rapbica do conselheiro Francisco Xa-
es Brrelo, |el.r. Jos Joaquim de
Sarmeuto.
variados sefifrimealos, que na velhice
o espirito e o corpo, des mais acor-
tes na prole numerosa que Ihes concedeu. To
rainguado nao era de posses o cas I que podesse
vergar ao peso da educacao e do estabeleciment
- dos lhos; e naquella vida, verdadeiramente pa-
15,883:16153731 triarchal, o nascimento de cada um delles era festa
sincera, completa e prolongada.
Em cada filho que Oeus Ihes dava viam elles urna
garanta para a tradico dos feitos gloriosos de seus
! avs, eotre os quaes sobresahiam Christovo, o
2,000:0005000 conquistador de Sergipe na guerra hollandeza; os
j morgados de Caiara e da Roa-Vista; os Paes de
Mello; os Coelhos; os Marinhos; os Barros Reg e
9,637:0005000 Reg Barros; quasi todas as familias periambnca-
nas que teem Ilustrado a historia da provincia e
do imperio.
Embora perante a razo humana as virtudes, a
32:7235355 gloria, os talentos sejam, como a belleza, qualida-
j des pessoaes que findam com aquelles que as pes-
j suiram ; embora, cahindo no excesso contrario ao
de outras pocas, a opiniao corrente pouco ounada
4,172:1055686 conceda s tradicoes das familias; embora neste
1 seculo de utopias e geral desrrenca s a voz elo-
quente e divinamente inspirada do venerando apos-
41:3325332 tolo padre Ventura se crguesse para clamar que o
------------------ enfraquecimento dos lacos da familia ser a verda-
1 >,883:1615393 deira causa da ruina das sociedades modernas;
embora todas as leis que abundam em contrario ;
facto patente e geral em todos os povos, quaes-
quer que sejam as suas formas de governo, qual-
quer que seja o grao de civilisaco a que tenbam
chegado, que a fama, o prestigio, a consideraco
dos ascendentes mais ou menos transmittida
por urna especie de instincto popular 8Qt descen-
dentes.
t, porque o povo dos nossos serios nao difteria
no modo de sentir de todos os outros povos, vivia
o capilo-mr Francisco Xavier Paes de Mello Bar-
bos e mais pungentes a perda successiva, e cada
vez maior, dos prenles, des amigos, de ludo quanlo reto rodeado nao s pela influencia e consideraco,
4 presos e 2 prag;as, Juan Busson, Alfredo Ueber,
Antonio Jos dos Res, Pedro Tinoco, Joaquim Jos
CarneiroMonteiro, Joo E. Nery da Fonseca, Joo
Gomes Riheiro e sua senhora, Francisco Jos Lo-
pes, Jos Antonio Pereira Vinagre, Clemente de
Araujo Luna Jnior, Antonio Pedro de Miranda e
2 escravos a entregar,
Passageiros sahidos para o norte no vapor
Persinunga :
Jos Cesar de Abuquerqne, Jos Henriques da
Silva, Francisco Antonio Carneiro Monteiro, Bento
Mlnervino da Silva, sua mi e nma mana, J. B. Si-
nokc, sua senhora e um criado, Cnstodio Antonio
Guimares e um criado, Manoel Lins Wanderley
e 1 criado, Joao Luero, Vicente Giffone -e Custodio
Ribeiro Guimares.
Casa db detenqao.Movimenlo do dia 6 de ju-
nhode 1865 :
Existiam 341; entraram 18; sahiram 12 ; exis-
tem 347, a saber : nacionaes 259, mnlheres 3, e>-
trngeiros 24, mulheres 2, escravos 53, escravas
6,total 347.
Alimentados cusa dos cofres pblicos, 134.
Movimenlo da enfermara do ora 7 de junho
de 1865.
Teve alta :
Thiago Alves Ribeirc.
nos foi charo neste mundo,de constante e geral trans
formaco.
Privado das affeigfj >s da infancia, das relagoes
amigavei* da idade viril, e j do maior numero da-
quelles que em sua companhia haviam superado
as difflculdades de provecta existencia, o homem
velhos na memoriaencontra ainda a vida intima
do coraefio; e, de peior condigo do que a da ar-
vore que,:ao romper do invern em clima fri, vai
perdeido ma urna as folhas lodas, e se reduz
tronco despido e secco, de melanclico aspecto, ao
velho nem ao menos resta a esperanca de se tornar
seosivel docuras da primavera, que vivificam as
geracoes presentes.
A memoria, porm, fiel o viva do ordina. io para
os successos de pretrito j remoto, reproduz-lhe s
horas do descanso o da solido as virtudes, os ta-
lentos, os servicos dos amigos qae ao campo do re-
pouso eterno o precederam ; e, como tradico viva
dos feitos nobres que lestemunhott, serve algumas
vezes de estimulo aos bons, de vergonha e repres-
so aos de mos inslinelos.
As-im foi que eu, tao pouco habilitado para a
transmisso idnea de taes feitos, me conlristei sem-
pre que o andar do tempo me convenca de que
nem os mais proeminentes vulloi da provincia des-
pertavam a etevaco, a originalidade dopeosaiten-
lo e os primores da linguagem dos nossos Ilitera-
tos, conservando os contemporneos e transmit-
lindo aos viodouros a memoria dos cidados pres-
tantes, exacta, mas ataviada com as flores mais
fragrants dos vastos jardn.- da imagin n;o.
Essa lamentavel abslenco j por vezes me tem
levado a snpprir com a boa vontade a defflcirnria
de habiltcoes. Os manes do modesto e Ilustrado
cirurgio Serpa, do henelicente e altamente ca 1-
doso Dr. Gomes, do austero e rgido conselheiro Se
bastio do Reg Barros e de outros amigos que j
sahiram deste plago de miserias e de torpezas, ho
de ter desculpado benvolos a pobreza do tributo
que, na falta de mais ricos contribuales, rend
suas memorias.
Mal pensava eu que nos impenelraveis designios
da Providencia estivesse decretado que o conselhei-
ro Francisco Xavier Paes Barreto, to moco em re-
lago e to vigorosamente organisado, me houves-
se de preceder na sepultura, e menos poda ainda
imaginar que os amigos communs desejassem que
eu assosse a dolorosa e pesada tarefa de referir
os prineipaes actos de sna vida.
Por maito imparciaes que sejam, os juizos da
amizade prestam-se injustiga de su*peiia previa;
felizmente s a mais caracterisada iniquidade pode-
r eonleelar-me o desejo da exaclido.
' Sei fBi de homens importautes nos successos
contemporneos de urna quadra poltica, quando
ainda o lempo nao bastou para arrefecer o ardor
das paixes contrariadas, para minorar a intensl-
dade dos rancores, e mitigar a violencia das aspi-
ragoes encontradas, se nao pode fallar de modo al-
gara, por mais diverso e at opposto que elle seja,
sem despertar animadversdes; mas, ao referir o
qae a rato e a consciencia me dictara, nunca me
deteve o receio do futuro, nunca me inspirou a re-
vindicta do passado. Sem olhar para traz, nem
para os lados, s posso errar com os olhos filos no
futuro, no puro e vasto campo da idealidade.
companheiras inseparaveis da autoridad.- e da ri-
queza, seno tambem da voluntaria homenagem
que seus vizinhos presiavam ao herdeiro de tantos
nomes Rustres na historia patria.
O fado, porm, como que invejoso de tantos ele-
mentos de prosperidade, de tantas condicoes de fu
tura grandeza, de to rara ventura domestica, de-
lerminou inexoravel converter em luto, em p, em
nada, aquelle risonho compendio das felicidades
humanas.
Sem causa conhecida, por motivos al hoje re-
cnditos as mais densas o impenetra veis trevas,
ousou mo a-.-a-sina altentar contra a vida do hon-
rado o inoffensivo capito-mr. A esposa, a quero
a ternura conjugal dra animo varonil, corre pres-
surosa a desviar o perigo do querido esposo ; con-
' segu effectivamente presrvalo ; mas cahe atra-
vessada por um pcllouro, e d a vida como derra-
deiro lestemunho de amor ao infeliz consorte.
ConvKrteram-se em perpetua tristeza n'um mo-
mento as suaves alegras do sumptuoso palacete
na gesto dos negocios pblicos, e tambem ainda
os costumes nao comportavam a ridicula e immo-
ral exageraco das pretendes orgulhosas do nosso
tempo.
Passou a exercer em segundo lugar as impor-
tantes funecoes de promotor publico nesta cidade;
e, como era de esperar, desempenhouas com a aus-
leridade de costumes que Ihe era natural, com
vontade firme de ser justo, e com a intelligen la e
a perspicacia que permittem s-lo. Pelos deveres
inherentes a seu cargo teve. de sustentar as pro-
nuncias contra os reos complicados na funesta re-
volla de 1848. As paixoes dsenfreiada.*, santifica-
ran) delirantes os autores e ejecutores de tantas
desgragas, impuiarau-lhe qualidades absolutamen-
te incompativeis com a natural brandura e com-
placencia do seu genio. E' certo, porm, que para
os reos contrictos, de cujos mo* feitos nao tinha
prova plena, foi de commiseraco tal, que muitas
vezes desagradou aos poderosos daquella poca.
Moslrou, porm, que a bondade nao Ihe tolhia a fir-
meza do carcter, era a dignidade do dever, e pa-
ra os revolucionarios impenitentes, altanados, per-
sistentes nodesrespeito s leis e s autoridades, foi
severo, cumprio as obrigages de magistrado.
Ainda fumegavam ento os jorros de sangue que
haviara corrido na provincia; ainda estavam pa-
tentes os funestos effeitos da fgida dos capilaes
eslrangeiros e nacionaes em procura de seguranga,
a subsecuente snspenso das construegous urbanas
e ruraes, e o entorpecimento de todas as indus-
trias; ainda se receiava que raingua de garantas
viesse a reproduzir-se a emigracode tantos bracos
al para a costa d'Africa, onde fundaram urna co-
lonia, j buje muito florescente; ainda se temia que
as paixes, arteiramente excitadas as classes me-
nos illustradas da sociedade, e absolutamente ad-
versas ao augmento da populaco e da riqueza,
continuasse a reproduzir o inverso do que succede
nos Estados-Unidos, e renovassem luta ensanguen-
tada contra a constituyo, contra as leis e contra
prosperidade da proviocia. Se o austero promo-
tor nao sustentaste com a vehemencia da sua con-
viego a pronuncia dos autores de tantas calamida-
des, seria perjuro e verdadeiro inlmigo da sua pa-
tria. A infidelidade ao dever nao era do seu carc-
ter; eo perdo.o Indulto, nao Ihe competiam. Bem
conhecia elle, porm, o corago bondadoso do so-
berano, e por numerosos precedentes fcil era de
prever que perante a clemencia imperial cederia o
rigor .-alutar das leis.
Esta rigidez, esla submissao absoluta lei do
dever, coropreneudia todos os casos da competen-
ca do seu cargo. Assim foi que, approximaodo-se
do Recife urna columna de voluntarios em defeza
da legalidade, e sabendo que india militava um ho-
mem que se achava processado em crime inafian-
cavel, embora fosse amigo intimo da sua familia,
51 embora anda tivesse parentesco com elle, declarou
a presenga do infortunio afugenlou as esperances Ul3 0 raandana pren^er logo qae enlrasse no du.
risonhas do futuro. Reina somenle ali o pavoroso j lrict0 da sua jurjs(iic5a0 e obrigou o commandan-
silencio da dor profunda, apenas interrorapido de (e a despedi-lo
longe em longe por explosoes de desespero mal Pouco d s ve0 0 m> de Parana
comprimido. Negra e perseverante melancola presidir a provincia de Pernambuco, com o intimo
obseca o espirito do infeliz capitao-mr,e sua alma, pensamento de serenar os nimos que a revolla
de continuo aguada entre as vehementes saudades dejxara sobTemodo excitados. Perspicaz como era,
Caixa filial do banco do Brasil em Per-
nambuco
BALANCETE EM 31 BE MAIO DE 1865.
ACTIVO.
Letras descontadas.
Com duas assigna-
turas residentes
da consortee a lembranga do seu heroico sacrificio,
destrua com visivel rapidez o involucro corpreo,
qua a impeda de voara unirse eternamente com
a da pura e dedicada esposa.
Presenlindo que naquella luta sem tregoas, tra-
vada entre o espirito e a torga orgnica da mate-
ria, breve esta sucrumbiria, olhou para os seis or-
phozinhos que ia deixar em to tenra idade, e tra-
gn novo calix de amargura. Mas a Providencia
nunca desempara de todo a innocencia desvalida :
e, gratilcando-o com divina nspirago, mostrou-
Ihe n'um anjo de candura, n'um prodigio da mais
santa dedicaco, na sua digna e altamente virtuosa
cunhada, a xma. Sra. D. Rita Zeferina Coelho da
Silva Leite, aquella que havia de ler carinhos de
mi, zelo e Intelligencia de pai, para seus desvali-
dos lilhinlio*, aquella que agora em provecta idade
nao cessa de lamentar, debulhada em lagrimas,
que Deus a deixasse sobreviver a seu querido pu-
pillo, que a misericordia divina Ihe dm poupasse .'LM'1S'
tamaito infortunio, to pungente dor.
Os ltimos momentos do nobre capito-mr fo
profundo coohecedor dos homens e das cousas,
bem sabia elle que a verdadeira origem do movi-
meoto revoluciooano, deuois do odio da maioria da
provincia ao predominio exclusivo de meia duzia
de horneo;, era a certeza que os adversarios da-
quelle podero indebito tinham de perder as posi-
coes que oceupavara. Pareceu-lhe, pois, natural,
como era na verdade, que, oppondose ao restabe-
lecimento do antigo predominio, deitando nm veo
sobre o passado e satisfazendo o que houvesse de
fundado e justo as aspirages dos proprios com-
promettido*, devia realisar seu patritico intento.
Neste sentido dirigi seus actos offlciaes com vi-
va opposico e grande escndalo dos prineipaes
vencedores, cujas tendencias nimiamente reactoras
eram por esse modo contrariadas.
O conselheiro Paes Brrelo, que, no exercicio de
suas modestas funecoes de promotor, ao contacto
dos inculpados, e pela linguagem e senlimentos de
prenles, amigos e adhereoies, reconheceu
que as boas meneos do marquez seriam tomadas
por signal de fraqueza, e nada mais produzriam
da nova mal, que dava a seus lllhos ; e, porque, r sincera deaicacao ao bem publico,
nenhum outro laco o prenda mais a esta vida, dea bastaDte para r pessoalmeote cootrari
a alma ao Creador com a serenidade do justo, pou
eos mezes depois da morte de sua esposa.
A prudeote lutora conservouse por algum tem-
po no serto, zelando os interesses de seu* pupil-
los, e dispoado os bens do casal pelo modo mais
conforme a seas designios.
Persuadida de que os dotes da intelligencia e a
cultura intelectual sao, depois da virlude, os prin-
eipaes distinrtivos dos homens, e a nica riqueza
que nao est "xposta s alternativas da ventura,
resolveu dar-lhes a mxima inslrucgo que podes-
se ; e, porque nenhum recurso tinha para este in-
tento no seriad, veio residir no Recife.
Tinha ento o conselheiro Francisco Xavier Paes
Desde as praias de Pernambuco vai o slo ele- Barreto pouco mais de aove anoos de idade, e j
vando-se pouco a pouco, mascada vez mais ao poeo- uo serto, ao desabrochar-lhe a intelligencia, toma-
te, e neste rumo se encontrara, de distancias em ra patentes na ndole e no carcter as mais felizes
distancias at os limites occidentaes do imperio, disposicoes congenilas.
montanhas de varios aspectos e desiguaes alturas. I A clrcumspecgao em todos os actos infantis, a
Dir-se-hi.a que sao deros dispostos pela natureza benevolencia e alfabilidade no trato com os irmos
para pouermos superar a custosa subida dos es
carparjos cimos dos formidaveis Aodes, ou cal-
cos m que repouse firme a gigantesca cordi-
fb.eira.
A' mais de sessenta leguas da cidade do Recife
encontrase urna destas montanhas. E' de aspec-
to alpestre mui severo. Chama-se Urub por cor-
rupcao de nome Arorob, que Ihe davam os Ind-
genas.
Sobre a encosta occidental desta montanha, pou-
co antes da planicie em que ella termina, est re-
clinada a villa de Cimbres com os seus quinhen-
teve animo
contrariar a poltica
do marquez, expondo-lhe com todo o respeilo as
razes que a isso o moviam.
De vontade tenaz e rude na forma algumas ve-
zes, acostumado desde muito tempo a remover com
bom exilo os obstculos que se oppunham reali-
saco do que havia meditado era bem do pai, o
marquez estranhou a coragera do joven.Paes Bar-
reto, e em voz forte, extraordinariamente alta e
um tanto descompassada, Ihe deu acerba resposta,
que mais pareca reprehenso, cujas ultimas pala-
vras, porque assislimos casualmente aquella scena,
ainda hoje nos lembramos que foram as seguinles :
t Honorio Hermeto Carneiro Leo nao veio a Per-
< narabuco para ser levado pelo cabresto de pes-
soa algoma, quanle mais pelo do senhor. >
Paes Brrelo, supposto nao ignorasse os frequen-
! tes arrebataroentos do marquez, ticen um tanlo
confuso, e, pegando no chapeo, limilou-se a dizer
que muito desejava que os successos ulteriores
provassem a futilidade "os seus receios, e muito
estimara que as resoHige- tomada* uelo Ilustre
presidente sortissem o effeito beo -o qae tinha,
em vista.
Breve reconheceu o presidente que os promoto-
res do movimenlo revolucionario, em suas incom-
prehensiveis illuses, tomaram effectivamente por
fraqueza o que nao era mais do que louvavel dese-
jo de por termo a to deploravel qnao intil derra-
mmenlo de sangue, e de conciliar os nimos pela
tudo Ihe obedecessem; aos prenles e amigos di- satisfaco dos interesses legtimos.
zia, nao com a franqueza to ordinaria nos pais, 1 Como a jogadores sem calculo, nem previso, ce-
e com os servidores da casa paterna, a razo pre-
matura dos conselhos que Ihes dava, a gravidade
natural do seu porte, a sua assiduidade e aprovei-
lamento no esludo das primeira* lettras, foram
qualidades reconhecKlas edevidaraente apreciadas
por sen pai. Elle o apresenlava aos outros lllhos
como o modelo que deviam imitar; aos amigos e
aos hospedes como a esperasga e o consolo da sua
velhice. Aos filhos ordenava que por sua morte se-
gnissera os conselhos do irmo mais velho, e em
f
1.
ILEGTVEL


Alarlo de Pernaanhnco Quinta lelr 8 de Junho de i8ft.
fuodameo-
( arrebatimentos instantneos, quo pressores, de horneas ehegados a pinacate da cor- nbecerema necessiyd"ade"d"e*as"re^ifar"'como meio
rjusliga quera a traha, em re-l-rupgao eoostitundo-se de sua propr ia autorldade nico de servirera. a propria idea que diziam re-
munerar o que efflcazraente o haviam auxiliado, e
lambem, como todos os horneas realmente superio-
res, em confessar o erro proprio, o marquez de
Paran r conheceu que nao baria tomado em suf-
ficiente consderago a cegueiradas paixes, edal-
\\ em diante tve sempre em grande consderago
o senso pratico e mais qualidades do conselheiro
Paes Brrelo.
A energa c prudencia que este roostrou no pri-
meiro emprego em tenra idade vieram, ulterior-
mente a impor-lhe pesadas eommissoes em varias
roriocias, onde os crlmes e o defradamelo da
zenda pnbHca se mjstravam m;iis impudentes.
Nomeado juiz de direito do Liraoairo, podia pau-
sar vida descargada e agradavel s portas do Re-
cite, perto dos parentes e dos amigos; mas na pro
censores pblicos da moralidade extranja, presentar; longe de reconhecerem que de nenlra-
A respeito da clebre questo do recrotamento ma outra forja podiam mais dispr, excepto da que
dous guardas par* a marinha, que por estas Ibes dava a publica administrago organisada ooi-
causas hara sido suscitada, e que tao fallada foi carnete nesse Intuito; longe deadmltlirem que s sem o aooio dos vencedores moderad
na corte, proferto elle na cmara dos deputados por.esse modo se poderia passar, sem abalo, de
11 m m < i -> t *>-> f4 n AAvt i)n > ni l<1n lian Inann __^^._T_ .__ a. i *
de
, por-fe d* senra mnima relacao com as necessidades reaes
da nacao : mas importa multo s classes agrcolas
e commerciaes, que sustentan! o estado, e de cuja
prosperidade dependem as rendas publicas e todos
os elementos da rivilisaco.
Era tal o descrdito a que entre essas classes
haviam chegado as ideas revolucionarias, que nem
um s dos que as haviam propagado se ach ra com
torga para sabir da diuturna excluso em que jaala,
ll!^J^.^^J^^J^^ata j**^
prl
verdadeiro estadista.de nm hornera debem.
Sobre os negocios de marinha tere sempre em
de moilos caracteres a um estado menos irregular
e de melher agouro para os interesses reaes do
annos, lerlam um resultado absolutamente diversa,
seos conserradores moderados, que enlo faziarm
opposigo o Exra. Sr. chefe de esquadra Joaquim paiz, os pretensos dominadores tomaram por Tuda- parte dmSo nSo e ve sem penetro 'da
Jos Ignacio. Os estados espec.aes e a longa prati- tes as mais brandas observares; perreberam n'el- verdade do w orna Kcuenla vi bi
ca deste distincto offlcial pareciam por do sen lado las o germen aiodependenciado pensamento, e da dade das UiiquTfaS a SoslSSL dos ^X
as armas do ir.umpho. Dizem, porm, os entend- subscquente aceao. A firmeza da llnguagern fez- mas as conve nesi^Sls lUssefa-
dos na materia que assim ido acceder. Ibes receiar a usurpaco do inauferivel d.reito que zm,tX^uS^X^X
E certo que todos os offletaes de marraba do suppunham lera toda equalquer iniciado; afflgu- properlade dos votos AawneMefiTrArt?.
nosso conhecmento louvam e encarecem o espirito ravam-se-lhes tendencias para a conquista da igal-, Fam^Tmfnos pe?spTcazes Qque et parte do
vincia do Piatthy era ervscido o numero de crimes miram o seu tino administrativo ; e reconhecem a
Impetrados contra aspessoas; e o governo,conce-
bendoo honor qu3 eKos in^piravam a Paes Brre-
lo, designou-o para chefe de polica daquella
provincia.
Conscio da importancia dos servidos que o go-
verno exiga, e submisso a' lei moral do dever,
sacrificou seus commodos, e realsou a penosa via-
gem. Foi incansavel na repress e na punigao do
crime e a este respeito seus servigos no Piauhy
foram verdaderamente relevanies.
O mesmo pratlcou qtiaudo chefe de polica das
Alagoas. A audacia dos criminosos era favoneada,
como succedia anda enlo em inuitas localidades,i
por certos potentados, que, acastellados em seus I
dominios, julgando-se superiores a' acgo das jus-
tigas.e alm disto destituidos de senso moral, e in-
rapazes do minimo sacrificio a's conveniencias pu-
blicas, se nao blasonavara impunemente de seus
ma'os feitos, tamhem nao procuravam occulu-los.
Paes Barrete, pnnindo Indistinctamente e com in-
variavel tenaridade todos os criminosos e seus
cmplices, poz cobro a os actos de selvagem feroci-
dad?, que tanto lam contribuindo para a formal
desmoralissgo da provincia. Oecapando o lugar de
chefe de polica s ib duas presidencias, e sendo as
administrares Injusta e torpemente aggredidas por
(.hrenelicas opposigoes, tal era a dignidade e a jus
tica de Paes Barreto no d-sempenoo de seus devo-
tojustiga que presidir a todos os seus actos ; ad- dade no poder e na inteligencia das convenienci?s r i, vered".
miram o seu tino administrado ; e reconhecem a publicas. Erara estes exactamente os graves at- partido proBressista
procuidade de suas resolucoes e dos importantes tentados que mais os indignavam, e maiores ras Era patente oue nerda das Pleices nnnnriel.
regnlaiuenlos que deixra alli, como na maior par-; Ibes concitavam. : cenera a^i2 LSZEtSZL ^2%?JL 2SSSS-.
te das provincias que presidir \ I Bas.aram aquelles primeiros radicios para desde f^^UStS^S^^ia^n
Em ulteriores organisacoes de m.n.ster.os mais hgo Ihe lanCarem furinundo anathema que a pru-1 lodosos lugares de inflo ncik administra.rvl e iu-
de urna vez preseuciamos o desejo que distinctos dencia obrigava a conservar secreto; mas, quando' diciaria devia ser o orirnMro sv^torna da mol.,
offlctaes de marinha manifeslavara de o ter nova-; na qualidade de presidente de varias provincias e' tia ncuravel a que hav da sncSimblr cadav
mente por chefe ; e percebemos que, se era seve- ( de ministro de estado pr.nciplou, se bem que com rico partido 4nuarema
ro com os mos "* io~>.a. i.r,:<.r., ,; mjs ^._ .:iu.j. .. _._?. SJ,_
bons.
No conselho
distincto ; ooriiuB A
..sia-a:eLte]ldia,manlfes,amente Para as ldas dos! co, e isso a que chamaram poiitica continuara a
ser urna vasta industria, cuja materia prima o
imposto, cojo prinetpal motor o salario publico.
do
porque
na vontade iirine e muito caoneciraeoto das cou-; e Albquerque,quando nomeado ministroera 1862, Tiberaes^moderados"
sas e dos horneo notaveis do imperio, principal- fez estrondosa exploso, cujo echo soou dolorosa-; Se nao foram auuellas eleir> e a snhwniiPnte
mente as provocas do norte. j mente por todo o imperio. tlIliDC^SgXl Jarto do^'efeilos! nao se or
ganisaria a maioria, incerta e ephemera sim, mas
ifictos para mais fcil ment conseguir e para me-
Ihor segurar aquelle anhelo nico das aspiracoes
partidarias.
A inaudita torpeza das elelcoes e essas deplora-
ves raaioras que variara como varia o prego dos
gneros nos mercados' pblicos, eram fluas legiti-
mas de to laraentavel negago da verdadeira po-
ltica, e haviam assuraido os" foros de systema re-
presentativo.
Os partidos naseiam da convergencia das aspira-
c5es ae salario publico, forificaram-se pela satis-
fago d'essas aspirac6es,nfraqueciaiu-se pela im-
possibilidade deas satisrazer todas, e principiavam
a dissolver-se medida qne ia crescendo o nume-
ro dos descontentes; nao por jae deixasse de ser
attendida esta ou aqueiia medida de ulilidade pu-
blica, mas to smente por seus membros se jul-
garem lesados em suspostos diretos aos empregos.
Ser raembro dacoinmissao provisoria, contribuir
para a organisagao de um partido novo, era assu-
rar a obrigago de procurar remover quanto possi-
vel fosse as causas de tao deploravel estado, abso-
lutamente adversas ao bem cornraum do estado, e
a verdadeira liberdade poltica.
as conversas que a este respeito tive com o
conselheiro Paes Barreto, recordet-lhe os incontes-
taveis e numeroslssnios factos, em que assentavam
estas considerares, e afflrmei-lhe que, emquanto
as consas assim corressem, quaesquer que fossera os
nomes dos partidos, por mais puras que tossem as
intengoes que seas chefes tivessem, elles flcariain
sempre reduzdos triste condigo de sociedades
de soccorros mutuos para chegar ao salario publi-
Paes Brrelo, amigo
'dpas suas convicgo
do ex-mnislro, parilhan-
do progressista, como natural consequencia da pri-
meira allinga.
Tudo est ligado no mondo physico e moral
Na cmara dos deputados, oppoz-se sempre as
pretengoes injustas, embora bem apadrlnoadas,
anda quando desgastasse amigos ou correllgiona- [SToi elle para as
ros. Sirvam de exemplo os seus votos as ques- j o proprto candi
toas da corapanhia Amazonas, das estradas de Man -! ditos esforcos que llzeram no intoilo de obstar a
garatba, e Uuio e Industria. reeleigo d'aquelle exminislro e de os desairar a
Na verllicaga dos poderes pugn)u extmsamente ambo:
perante a penltima cmara pela validade da elei
gao do Sr. Godoy no quarto districto
vincia.
Gonhecendo a geral animadverso, em .
lo tinham caludo as influencias ultra-coservado- ; parlilhavam o mesrao pensamento, haviam de sol- n servam em nhennmanne
ras, fcilmente conceba que qualquer cidado f,er as tremendas penas da desobediencia, expiar Realisada a dissoluca 7
com algumas relagSes naijuelle circulo podesse o peccado irremissivel de pensar e proceder, como partido D'esta e sobre.-ah,r aos ou.ros candidatos: e.porqm, no a razo e as publicas conveniencias Ibes insina- veio Incumbido do Rio de Janeiro por seus amigos
V?!!!;iaI!JdiCl^,^ail^!el,d!..se?u^r^0 novo e correligionarios o conselheiro Paes Barreto.
O ultimo movimento revolucionario do
que aq
_ mais rconditos.
Realisada a dissoluglo, curapra organisar o novo
tarefa era Pernambuco
res, que, apezar da perfeita harmona em que v-
veu sempre com os presidentes, ambos elles seus exame dos documentos eleitoraeslhe part-ceuachar
amigos, e nao obstante o costumo, que teem as ep-i provas de se ter realisado aquella pesMidade, sem'attender asrdeos dos pilotos de liannos que
posigoes, de comprehenderem em seas doeslos e sustentou a sua convicgao em lucido e extenso dis- n'aquella derrota s viain medoohos cachopos para i orieem mmHm;fl
insultos aos chefes de polica, nunca Paes Brrelo ; curso, e.nbora assm contrarias a outro candida- a nao do seu podero, e a maneira da famosa Cas-1 Co. miSmASnSSX&
Ta, prophetisavam perdas de vida e fazendas, ma0 ,beraI ,5o geralmente proscripto
ternveis convulsoes, inundas revoltas e quantos dido em suas aspiracoes. Pareca temei
horrores Ibes suggena o genio do rancor, a_4ni|ila- > jecto de urna iunccao sincera e
a avidez das posi-. parcialidades.
e cujo-producto nao outra cousa mais do que o
sacrificio do bem commum ao interesse particular
as di-posigSes do orgamento, as emprezas, nos
trabalhos por conla do estado em ludo e sempre.
Paes Barreto responden me que desde mnito
tempo reconliecia e lameutava a verdade da maior
parle daquellas minhas obscrvagoes; mas que; no
estado dos nossos costumes, nao havendo espirit
publico, e abundando terriveisdefeitos naeducagao,
nenhuma medida repressiva, nenbum remedio, se-
ria efllcaz conlra tamanho mal.
Ponderei-lhe eolio que a meu ver alguma cousa
se poderia obter naqiHle sentido, dando ao dlre;-
torio um pequen numero de membros, impondo
estes a obngagao de prestar juramento era como
nao aceitariam delegagoes do povo, nem coinmls-
soes do governo, e de darem seus pareceres assig-
foiaggredido pela opposigo. Atjis mais phreoeti-; to, com quem tmha amigaveis e muito antigs re- sandra,
cas paixoes nartidarias tribulavm homenagem a
rectido e aos benficos esforgos do chefe de poli-
ca as presidencias da Parahyba o do Ceara', o
sou principal cuidado, o empenho em que mais se
esmerou, foi tamliem a repressao e a punigo dos
crlmes. Nos respectivos relatorios daquellas presi-
dencias se v quo grande foi o numero de crimi-
nosos presos du ante as suas administrages. Foi
tamanha a energa com que a este respeito se bou-
ve na Parahyba, e os hens que ella produzo foram
tantos, quechegoa a formar-se o projecto de erigir
um mooumeoto que reeordassej o seu nomo aos
vindourus.
No Ceara' di>tinguio-se mais particularmente sua
brilhante administraco pelo lado econmico; mas o
seu zelo pelos dinheiros pblicos nao se reduzia,
como succede militas retes, a' estril economa. O
calgamento da capital, tao combalido e profligado,
boje geralmente applaudido;e, se Pies Barreto o
nao Uvera iniciado, nao seria hoje a cidade da
Fortaleza urna das mais acciadas e mais lindas do
imperio.
Deu grande Impulso a' estrada que liga o mer-.
cado da capital a comarca de Baturit, umdusj
principaes centros productores da provincia; e, I
porque era grande no Ceara' o numero de orphosi
ilesvallidos, levantou um edificio em lugar idneo,!
fundou urna ca-ade educandos menores, que al-:
lagoe
Igual comportamento leve ao principio deste an-
no as prelenges opposlas a validade de suas elei-
ges, que os Srs. Carneiro de Campos e Pereira da
Silva raziara apoiar.
Correligionario do primeiro, linha queixas po i-
ticas do segundo ; mas, na qualidade de raembro
da oommis>ao de poderes, o estudo que fez dos
documentos do importante, pleito incutio na sua
conscieueia a conviego do direito do Sr. Pereira
da Silva, e votou como ella Ihe dictava, embora
conliecesse que assim contrviara a maioria da
cmara, e desgostava mu particulares amigos.
Como se fra sua boa sina dexar em todas as
adinmisirages, a que presidir, vestigios honro
servidora, desleaes a seus inciyios e sempiternos
chefes.
Como se a continuagao no erro fra virtude, o
egosmo abnegago, a rayopia perspicacia, e a ir-
reverencia para com urna religio poltica alluida
pelo tempo e desprestigiada pelos excessos e pelos
escndalos um sacrilegio horreudo I Gomo se a
sos c provas certas de verdadeiro patriotismo ; as immutabilidade das opioioes e dos sentimenios de
temerario o pro-
p (lcaz das duas
cabilidade dos ressentimetilos,
goes perdidas.
Era esta a nica causa d'aquella ingente ce
ma, e pretendiam disfarga-la com as ineptas
cusaeoes, follas a Paes Barreto e a seus amigos, i des que devam constituir o novo partido,
de serem apostatas, desertores, perjuros a fe con- Paes Brrelo foi loo procurado pelos seus nu
e por alguns dos mem
Paes Barreto ronfiou-me, que tendo despendido
o patrimonio que herdra para supprir a deflcien-
A_s.reciprocas desconflangas, queso ca dos ordenados as diversas fuiicgoes que exer-
alidade de juiz e
cia que a orga-
^Iwi ; ff'f ?lter,ores Ppjam acabar de desvanecer, em- cera, nao poda Piescindir da qualk
sieu bora minoradas, anda suhsistiam. Era difli.il ate funecionario publico; que reeonheci
ac- o encontr dos principaos membros das parcialida- nisagao, por mira indicada, dava as
merosos amigos pessoaes
bros dos amigos partidos, que, sabendo da missao
que vinha preencher, se achavam predispostos a
adherir nova ordem de cousas. Era um ncleo
forte, mas nao era a lina authenlicament constituida;
nao era a consagrago em pacto solemne do geral
poucas semanas que a moles ia llie permittira con
sagrar a gerencia dos negocios estrangeiros no mi-
nisterio de lo de Janeiro de>te auno, organisou o
uotavel aviso em que determinou o seulido genui-
no das couvencoes consulares celebradas pouco
lempo antes.
A jnudanga radical instituida por aquellas con-
vengoes em certas relagoes das autoridades naci-
naes com os subditos e-trangeiros, os numerosos e
importantes interesses que lias modilieavam, pro-
duziam as provincias frequeules duvdas e conti-
nuas oscillagdos na interpretagiio de algninr'.s ae
e
!i esta' attestando seu caridoso zelo administrativo.! suas disposigoes. Certos cnsules estrang
Incumbido de colliglr dados estltsticos, e d I nham prttengdes exageradas, ostentvam-si
indicar, a melhor divisao da provincia cm circuios' siadaraeote exigentes ; a maior
eleitoraes, lutou com grandes difflculdades por nao denles,
exifliiem nos archivos pblicos dados alguns a tal
re-peito Com tamanho acert se houve, porm,
que o seu plano, completamente approvado pelo I desav.mea
governo imperial, nao provocou a mnima censura'; plexos e"indecisos entre as pretengoes opposlas".
de nenhum dos part Jos extremos que anda ento Paes Barreto estabelecea a sa doutrina, indcou
txistiam no Ceara; e, porque nao enfraqneceu | o limite das obrigagoes que o Brasil aceitara, e
i-om divisos arbitrarias as influencias reaes da<'acabou ,era termos claros e terminantes com as
irus ii-
: dera-
parte o- presi-
mui pouco fainiliansados em geral com o
estudo o conhecimento pratico das relugd^ in
ternaciooaes, receiosos de complicar ai la mais as
desavencas exteriores ja existentes, cavain per-
localidades, os proprios adversarios reconbeceram
c louvaram a sua imparcialidade.
Tamanna era, porm, a excitago dos espritus,
que, apezar das providencias lmalas, se nao po-
iierara evitar alguns sucCl-ssjs lamenlaveis duran-
te o processo eleitoral.
Em algumas fregnezias do Cear foram ensan-
guentadas as eleicoes primarias ; cousa que infe-
liz nenie nao rara, nem com o actual systema
eleitoral o pode ser, no estado presente dos nossos
costumes polticos.
Tao acertadas
as possiveis ga-
rantas de jusliga e honesiidade s resolugoes do
projertado directorio, e algum tanto poderia contri-
buir eireclivamente para facilitar a passagem das
faegoes pessoaes aos partidos de opmio.
AQirmou-me, porm, que aquelle projecto de
organisagao, por ir de encontr aos interesses que
geravam a grande concurrencia de aspirantes
membros do futuro directorio, seria nuasi eral-
^LaSSS. ,'aSS!ldu; Da ? a o^r'^gao vo- meDle repe||ldo na reU[ia0 preparalor a a qbue se
KShT?"1'.1"1' bas as parc.al.da- ia proceder, e aconselbou-me que me nao expozesse
des, de contribuir para a organisagao, forgae utili ao dezar de urna repulsa talvez unnime.
*&& :lL0re!? d6 CUSaS- e n ', Se bem f'ue PWltal* esta conviego de Paes
m1, a v naitos annos que o Sr Dr. Antonio Brrelo, j enlo ausente, pareca me que faltara
Vicente do Nasc.mento Fe.toza diriga a parte do ;a ura dever, se nao manifestasse a mintu opinio
ao desbarato em assumpt to grave no meu entender, que delle
viriam a depender a ulilidade e a duraco da nova
ra. acoes de opinioes que se operara no seio das compromettidos na revolla. S elle conseguio dar como j se Wo em &rate GiUi"
sociedades, e da pureza dos sentimentos d aquelles' ."- -"!.-.=- ------------ -. _..:J-
que leem o bom senso de se ideutiflear-cora a sua
poca, esposando as suas ideas no intuito d Uies
vesse assurair os foros da sabedoria, constituir o
symbolo da verdade e a permanencia das influen-
cias soclaes, a perpetuidade do mando em certas e
determinadas mos fosse a condigo iudeclinavel
dobem estar de um povo a coud.go inaltera-1 partido liberal qne havia sobrevivido;
vel do engrandecimenlo e da prosperidade naciu-: em 1848
nal I
Ft
tica e a sinceridado
diverso padro. Nao
una
organisagao regular aos restos do partido, I tos, e'exclame! pefate^uaaroM rem5o?qSw
dispersos e acepha-l Tmha sido por muitos an- : organisagao, que se ia adoptar, levara em si o ger-
nos o seu nico
representante na imprensa. Os { mea da desharmonia, o veneno subUI da divergen-
iQlllAC I.hiiii i u fi7unrli f>nlnc om ._______ ..
la, leitosem ca por m-.tivos pessoaes sem antidoto algum; qu
adversidade,; pedia a Ueus que a dissolugo da camaia se H
ue
Ho
exagera^oes e exigencias dos cnsules estranget-
ros. li-te aviso digno do estadista que se presava,
; e que, sem faltar de modo algum ao promcitide,
: soube lelar'a dignidade do seu paiz.
Este ci'ado prestante, de lo severa austerida-
; de, e cpberto, em pouca idade, de tantos e tao va- i o despotismo, e onde a liberdade mal cottp'rimida
liosos jervigos, passou amargurado o ultimoanno;aiuda ada guacida, nao impera a uniformidade e
da suai vida. Hoffiem da sua poca, nao rjueria li- .j embrutecimenlo japonez, a couscieucia do cida-
car estacionario, era reaimente progressista, e re- dao o nico juiz competente das razoes que le-
conneiieu, como todos os cidados desapaixonados j vam a pensar deste ou d'aquelle modo as ques-
e de bi.in senso, que s da fuso das antigs par- toes de interesse publico. Os dictantes da mais
cialidades poderiam nascer os partidos e opinio, pura conscienca variam como varia a sluago do
paiz e o modo de salisfazer suas necessidades pre-
sentes.
moderar o desenvolvimenlo no que por ventura: sacrificios de traballios, tempo e fazend, feitosem
possam encerrar de obnoxio ou perigoso : qn es-1 longa sene de annos ao partido na adversidade,. v
tio.adcver do "omm de estado e do vcrdade,ro fssss\ A rssfrSfW'0 iassr en,re: ?5~ ^jsjsss- ^^^
.'um paiz to agitado pelas revoluges e rero,- \ ff22 SSS STSAjE^S ; A^^^JXtt^tSA
tas facciosas as quaes todas deixaram recordados! rias eitra-kgaea, e sempre reprimir as ms ten- j" Ti, hon eMldae de u i dfre^Z i? ^J le al
aver pensado e rallado em |iocas anteriores por profisses In.lilerentes a jogo dos interesses poli-! do- bes du-a.ra-las, tolhen-
lllL .'.7 r.er?! ^ ".?:0,1.1* p?lu^ual Pensa e falla ^ i ti('"s Pessoaes, louvaudolhe os principios de ordem vas. '
" e geralraenle afleigoados.
natural dos conservadote;
parte dos meios de se truarem noc-
e to imparciaes tinham sido, po
rm, as providencias tomadas pela administrago, nicos) que nao sao funestos, acabando as fcgoe
que nem urna s vez se ergueu contra a presid'en- pessoaes, verdadeiras progenitoras do nosso atraso
cia. Sahiram eleitos candidatos dos dous partidos, presente, de nossos males passados e daquelles I Se verdade que o aspecto das cousas varia
os quies reciprocamente se imputavam os excessos com que nos ameaga o faiuro. I conforme os pontos de vista por onde se eucaram
commettidos, os morticinios do Sobral e da Impe- E, porque, nesle honroso intuito, foi obrigado a nunca houve f de que se fosse apostata exercito
r;tnz, os actos deenminosa e repugnante corrup- separ^r-se daquelles quo nao pariilbavam as suas de que se fosse desertor, nem promessa' a que se
gao ; mas ambos conheceram 9 altamente procla- ideas, era a cada passo insultado com os epithetos '
maram que o presidente havia procedido com un- affroutosos de apostada, desertor o verstil. Oque
parcia idade, prudencia e justiga. os proprios diffamadores sabiam ser uelle idea an-
Na cmara dos deputados tentn um orador es-j tiga, para a qual havia chegado a poca da reali-
trauho ao Cear imputar-lhe as desgragas e as im '
moralidades da el.-icao primaria. A' ansa iniqui
fosse infiel. Que signilieavam, pois, dizeres de lo
pueril malevolencia? A que vinham to siuistras
propbecias ? A que senlimento honesto correspon-
dala os insultos dirigidos a Paes Barreto e a seus
igo primaria. A' essa iniquda-
de devenios mais urna occasio solemne em que
Paes Brrelo pode patentear seu bello carcter.
Perante os deputados do Cear, que eram os chefes
das duas parcialidades, Paes Barreto expoz minu-
ciosamente os instinctos, as tendencias e caracte-
res distinciivos dos dous partidos; mostrou a tilia-
gao patente dos mos feitos argidos cora aquelles
instinctos e tendencias ; e, pela exposigo dos suc-
cessos, e o aperlado encandearaento das eausas e
dos effeilos, loruou evidente que ao arrebatamento,
ao delirio dae paixes partidarias, e nao sua
administrago, se deviam imputar as desgragas do
Ceara. Os- chefes das parcialidades cearenses ou-
viram em silencio a voz da verdade proferida pelo
honesto e providente administrador. Nem a mais
mado ou modificado, e a claridade da luz, que os
deveria guiar as trevas em que se isolavam, s
Ihes deixava ver a posse inconlroversa e paciliea
das regalas de vencedores, s Ihes aeclaiava os
despojos da victoria que se appropriavam com o
leve contesiagao Ihe (izeram.e aquelle discurso foi apparente pretexto das tendencias perigosas de
verdadeiro tnumpho para o orador e maior glora todcs quantos, conscios da propria dignidade, In-
ainoa para o funoclouario publico. capazes de adulages e de baixezas, ousavam fallar
Igual probidade e o mesmo tino administrativo em nome dos seas diretos ou do bem publico. O
mostrou na presidencia do Maranho. Desde muKo peso daquella anachronica immobilidade, que
lempo aquella provineia era escolho certo, era que chamavam partido poltico, nao recada to somet-
naufragavam invariavelmenie todos os presidentes, te sobre os vencidos. Ai do mais prestimoso adep-
A intriga local, ataviada com as roupagens era- to, daqueile que mais houvesse contribuido para o
prestadas da poltica pequenina,ardente,inflidiosae triumpho dos chefes, se, com imprudente conlian-
desmoralisada, que as faccoes punham em jogo, ga no direito que Ihe issistia, prescindsse *los tor-
desconeertava e fazia maltgrr lodo e qualquar pes manejos da lisonja I Era lineado na lista dos
plano que o administrador houvesse concebido, e proscriptos, e tratado como tal em todas as suas
dentro em mu poaco tempo a confnso geral, a relagoes com a auloridade.
guerra do maior numero contra o presidente, des- Conscios da sua torga, habituados posse serena
sagao, era aitribulda a baixos motivos egosticos ou amigus ?
a fcil e jmeril despeno. Nenhuma outra cousa eram mais do que o ejpe-
A aegao dos auuos linha modificado profunda- Iho em que se projectava a luz das furias, ao ve-
mente as antigs ideas; tinha abrandado a violen-! rem chegada liualmente a poca de se franquear o
ca dos sentimentos, e a reproduego das passdas! accesso as jovens aspiraces, de aproveitar as ha-
sedigoes encontrava bice Insnperavel na extinc-; biliiagoes honestas donde quer que viessem aca-
gao dos odios que as haviam gerado, e da maior bando com o exclusivismo admiuistrat.vo, com o
parte dos interesses pessoaes que as despertaram, [ systema anachronico do favoritismo, e satisfazendo
rayoreceram e exagerarm. as ideas liberaes no que tivessem de fundadas era
vencedores dessas sedigoes, investidos das beneficio commum dos cidados. Era o systema
altas dignidades do eslado, persistiam immoveis, cuja execugo fra encelado em Pernambuco pelo
o delles nada se bouvera transfor- j marquez de Paran, e que a sanha delirante e as
j illuses imperdoaveis dos chefes li'jeiaes llzeram
l'oucas semanas deccorreram sem se realisarem
. estas facis e tristes prophectas, e sem ime parle
em devia considerar como ido novo partido eutrasse por motivos absolotameii
chefe do partido liberal na provincia senao ao Sr. le idnticos no trilho de seus predecesores.
Ur. Antonio V cente do.Nascimeulo Fcitoza, e com | Conseguida a organisagao do novo partido em
elle I be cumpna enlender-se acerca da organisa- IVrnambuco, regressou Paes Barreto ao Rio de Ja-
Ca-dl'.0I?iSl,'Ja .. i neiro, e ahi se esmerou em realis,,-tudo quanto
Ambos sabiam que os ultra conservadores, acas-1 |he foi possivel a bem da ronsolldacao da nova
nado
o presidente, des
prestigiaran! a admioistrago, e a lornavam ira- e tranquilla do mando, ao uso fructo exclusivo de < calamidades pelosl^sos^apVstoTordVbbrdadros
p n-h.M ^ -' todas as vanlagens da governagSe, a falta de con- quaes, despotas a seu modo, nunca recuarara pe-
n7rn nrnorttn.a reStDte ^l"-? COm ^^ ****>>* ** f carencia de previso, tor- ranle enme algum para usurpar a omnipotencia
outro presidente ; a provincia persista na me ma nava-os fatalmente exclusivistas; e ao mais des-' em nome do santo principio da liberdade
situagao, ej parecia imposcirel governa-la conve- carnado e inepto favoritismo chamavam parciali
nientmente. dade poltica.
Paes Barreto marcou era nova na administra-' Aquelles que haviam pugnado pela ordem e der-
gao. Mostrou pravamente que a prormcla to ramado o seu sangue ou consumido a sua fazenda! ral do predominio abusivo o
governarel como as mais pacificas e regulares do no interesse commum do estado, vendo-se preter-! por muitos annos esultado natural do cauclisma
-por
que sabiam aluciar a orgulbosa lieuevo-:com que os revolucionarios constituintes araeaca-
*rum,.'_sem o m'n'rao sacrificio do Interesse Publi- lenna e aitra^r os altrvos sorrlsos dos chefes, pa- rara o Brasil. Os homens pacifleos e desapaixona
ao vergarem a humilbagao isolaram-se de to | dos da lavoura e do commercio, os desiuteres.-ados
imperio. Sahi> respeiado chete de prestigio, de- dos pelos
truindo sem o minirao sacrificio do interesse
co a fama desfavoravel que tinha desde rnuiu
os recursos sino, no Rio como em Pernambuco e por toda a Bracos e dos capTtaes'e o"s'ubsequcnt definhamen-
ihe restavam generaes com submissos, to da induslria, cahiram em si, virara o caroinho
nestas que all en havido Achanda
pecuniarios da administrago miogoados por ex- parte, s
deTr/vTon,,!3, "2SfM inevitaveis ^ lo bem discir .
S amhPra .t.'J^JT Se.Vera !nom,a- ft ",as s,rfdados e suballerD0S s0 appareciam as, resignaram-se prepotencia administrativa, como"
mas tambem e pr ncipalmente por meio de urna Metras opposlas. antidoto do veneno qu gyrava na almosnl era r
^fKrraJ'?af,CUJafaI,ae4ra a PrQCiPal Dot3d e noiavel senso pratico, Paes Barreto! volucionaria. EllesTeo* empelo aZSi
a da deficiencia dos recursos. Uniratou a II- lamentara desde mullo lempo a imprudente obs- lo de una, pela inercia de muitos e pela valiosa
linagao de seus amigos correligionarios; e, cora a coadjuvago de alguns, foram os verdadeiros ven-
delicadeza de trato que me era natura'
lellados no senado, no conselho de estado, as pnn- ordem de cousas na provincia e'no imperio
cipaes dignidades do pago, nos postos da guarda Nomeado ministro e eleito seuador estn
nacional, nos commandos superiores do exercito e
da marinha. e em toda a organisagao administra-
tiva e judicial do imperio, dispnnham realmente de
todas as torgas nacionaes organisadas, e que, anda
quando nao podessem impedir a formago do novo
partido, fcilmente o toruariam estril em quanto
Ihe preparassem arleiramenle a ruina.
Ambos reconheceram que o numero desordena-
do raras vetea triumpha de torgas compactas, bem
organisadas e obedientes, por diminutas que sejam,
e que s na allinga sincera das duas parcialidades
moderadas se poderiam encontrar elementos de tor-
ga sullieiente para superar as grandes difflculda-
des, com que necess^namente havia de lutar qual
quer ordem de cousas, que fosse adversa aos inte-
resses pessoaes dos ultra-conservadores.
Mas esta convergencia de pensamentos e convic
coes, esta natural identidade de persuases em ho-
mens Ilustrados e experientes, nao impediam, ao
dar o primeiro passo, certo acanhamento de ambos
os lados. Um amigo commum offereceu aos dous
anligos contendores um terreno neutro em sua
casa ; e ahi, maneira dos generaes que depois de
mallogiar com grande prejuizo da causa da liber-
dade e manifest sacrificio dos interesses d'aquelles
que Ihes haviam confiado a sua sorle. Os maiores
inimigos da causa da liberdade to am sempre e
por toda a parte os exagerados e aquelles que, di-
zendo-se seus melhores amigos, recorrem a mos
expedientes tornando-se nao raras vezes malfaze- achavam n'esta provincia os do'us partidos p'reexs'-1 nn"jiudlre7* por v''rem de'alm-tu.imo
jos de boa fe, e at homicidas sem remorso: tanta tenies, nao era de esperar que o emperr dos parti- Provocado a d scusso Ido no m depulado sou
deoutrosTC,a US; ^^ Pe"ersidade distas exclusivos do principio da auloridade enten- torgado, para fnSicar'.mdas^aecus L de ue
ae outros i dido a seu modo, e urna ou outra iendencia dema- fui alvo, a aeomnanha-lo dom pamun nar-iin
Desses raaos expedientes, e das calamidades que gogica que nunca falla as transtormagoes pol.li- es er 11 das recrXac s e nes'oSdI-de Tue ello
elles onginam, tirara prove.to os inin.igos do prin- cas, reconhecessem por aulhenticas e obrigatorias percorreu emlodo 0SC sentidos e no qual pare e
'!asestipulagoesconvencionadas ntreos dous che- encontrar grandes altradivos no quai parece
fes. O que no Rio de Janeiro e em todas as pro- Acaso pretender o nobre depulado, trazendo
vincias se pode dispensar, louvando-se as amigas para este recinto os seus despeitos e malogradas
parcialidades na experiencia e na prudoncia de aspiragoes, recuperar o terreno perdido? Peusa-
seus chefes, era absolutamente^ mdispensavel no r por ventura que, para coosiituir-se. como dese-
Recife. A vehemencia das paixoes, o antagouismo ja, arbitro supremo dos destinos de urna provincia
das aspiragoes e da divergencia dos interesses zora- mteira, encontrar instrumentos doceis e azados
banam com vantagem das mais sensata? e conve- nos homens eminentes, que nesla cmara se enron-
mentes estipulages, se_ nao fossem iniciad is e tram? Ou eu me engao muito, ou o nobre depu-
sanccionadas em reuniao solemne de ambas as lado, qne parece ter despertado de urna letbargia
TSZ.'A- .. de 14 annos' se illude completamente suppondo
Duas vezes se.elfecluou essa reuniao com intervallo qde no estado actual dos espiritos, e depois das
d,^m-!Le,aUm,a ? "I'-/01 esP0alan-6a J conquistas que haremos obt.do contra o individua-
unnimemente aceita e applaudida a formago do |,smo, se possa levantar de novo e dominio dos
nVaP.Y- .Vii, ai,* u IM .,, eaudilhos poliUcos, e transformar em systema de
N eses trlnta das tere o humilde escriptor d'es- governo os odios e rancores desses caudillos
ln?i J n 0^?.0081^ df Hen^ar nessoa|- ^*. Po-" ma dessas observagoes que assenlam mal
ment e por raudas vezes os bonS desejos e grande ; mi n homem eminente, como o nobre deuuta
prevesao do conselheiro Paes Barreto. do.'S. Exc. entendeu de si paVas^ue depois de
Havendo eu sido tambem nomeado no comicio perdurare! recolli.mento vida privada Ihe blstl
popular para um dos nove membros da commissao ra apparecer para lodos se currarem dianifiSSle
Se bem que estranho a milicia activa d'aquillo t Porei de parle
cipio da Ijberdade para justificar a necessidade da
compresso que Ihes garante o monopolio da auto-'
ridade.
Se os excessos do abuso da auloridade teem por
vezes horrorisado a huraanidade, por que ante-
riormente tinha esla sido flagellada com grandes
a desti-
a ser um dos principaes estelos do partido
progressista. A firmeza e lealdade do seu carcter
eram garantas seguras da boa dir cgo para que
havia de contribuir nos lempos bonancosos, e do
apoio e auxilio que Ihe havia de prestar, se delle
viesse a precisar em das nefastos.
J doente o ponco cuidadoso da sua sade, pre-
parava-se para dar as infonnagoes que acerca do
eslado das nossas relagoes cim a Inglaterra e a
repblica oriental Ihe foram pedidas na cmara, e
para resoonder as repetidas aggressoes que o Sr.
r. Urbano Ihe fizera por occasio da sua entrada
para o minislerio.
Nos apontamentos que lenbo, escriptos de seu
punho, v-se a nitidez com que encandela os fados
das nossas relagoes exteriores, e justifica, como
absolutamente indispensavei, a posigo que a digni-
dade nacional nos obrigou tomar perante a Ingla-
terra. Outro tanto se acha nos apontamentos a
respeito da questo oriental; e, lameulando que
alguns subditos Brasileirus tomassem parte activa
as guerras cirts da repblica, concluio que ia
, mandar um ministro extraordinario para exigir
renhidas pugnas pactuam entre os acampamentos satisfagao plena dos alternados commettidos contra
de seus exerctos as bases e cond.goes da futura ; cidados Brasileiros, ou para a exigir torga, caso
paz e allinga, os dous illustres Pernambucanos; nao a conseguisse voluntarla,
concordaram no modo de realisar a inslituigo do j Da resposta que lencionava dar ao Sr. Dr. Urbano
S-r-tSS". rt a- iCltarei alfDns Paragraphos que sao jusliticages
Em virtude das condigoes especiaes em que se i posthumas de um homem de bem, e que nao sao
A revolla de 1848 nao foi mais do que a repro-
duego de innmeros factos idnticos que na histo-
ria se encontram cada pagina. A tolerancia ge-
lul" meme uuj- iu uc uus, jeia inercia ue nlUilOS 6 Oela
roT,A 1" l?? U'",a comPaDh'a de >W- 'in,aao de en* antros correligionarios; e, cora a coadjuvago de alguns,-foram os verdadeiros
co ae gaz, e rnelhorou consideravelmenle o lindo A
passeio publico, onde a gratido babiana deu tes-
to de tras, pela inercia de
coadjuvago de i
tentou cedores da revolugo.
o que ha de violento e apaixo-
CquXfa9 SeleSdo0^.^1^^ ^\**>'do -^JS-K
de secuto prendiam -..TlS. S rfff ftTjSRSf S!
gao pela grande influencia que necesariamente ha- era ura debate pouco cor tez e odioso
parecesse a mnima eontranedade de nenhuma das j qoasi hereditaria de crescido numero de homens, vernamenia foierasiSrao oaror do sncia I ^\^ t^^^^T^^ Sf no" Sossa conlar com valioso aPio "o nobre depota-
parciahdades. porque em ambas tinha e deixou eujo principal merec ment consista nos pequeos lismo T agam sremedras amaren na do, e o raeu pesar tanto maior quanto vejo que
nnm_erosoB araigos, e ninguera. desconhecia a in- servigos que Ihes prestara ou na baia adulado -Zrrtn?.l",rtm^ aMrg08 para 6USler!! """* "tli^, ?" d esse ruw0 ^^^r, nao ha meio de obter esse apoto. E'proposito feito
tengao moralisadora,
cripgao.
a in- servigos que Ibes prestaram ou na baixa adulago a rangrena e deter a morle
a que allud.a aquella ins- cora que os obsecaram Nao houresse a rerolugo socialista, era a ma-1
,,, ,,,. AS8,m ncava pretendo, orojnanamente com pa- tanga da.batalha do 3 das em Pars ^e tanlo has.
, Tf Kde *?,^e a0810 de 18? oceupm tente, injuuica, o mereciraento real de muitos cida- taria para ser irnpossivel a actual comSo da
a pasta da marinha. All, como em todos os kk daos' e a irifiencia social de outros; assim se con- liberdade franceza. compresso da
portantes cargos que havia exercido, a justica e o Vertiafil seus chefes em proprios autores do enfra- Do mesmo modo, e por motivos absolutamente
bem publico foram sempre
Suas decis5es contra os
nacional, e os bices que
clandestinas daquelles que
sabera chegar ao defraudamenlo dos cofres publl-
H.rHir.SmfP0,,"Ca- .- eindeclioarel; o nobre depulado nao quer saber
,r i/h ?afunccoes^Iectivas retribuidas en- quaes os principios e as ratengoes do gabinete nao
nc Sh^'?'a deslnbuiao d0 saJar'<> Publico pe- espera pelos seus actos; a sua posigo esf tomada
los adherentes principaes na razao da quota parle e defln.da desde que eu faceTparte do m n sle-
SM.SirS05 ?h T* .h1V'am conlnbuido Para a "o- Mas lual o fundamento desse proposito? Que.
i*3!^0.f^t ce'eI' Ul e.ra a essencia d0 1ae e" motaos tenho eu dado para que o nobre depntado
os, e as palarras ocas se destaque da maioria e do partido a que diz per-
engenhosas apparen- tencer ? S porque eu constituo a 7* parte da
ico,-nao eram outra actual administrago.
rista constituir urna olygarchia na provincia Je
Pernambuco, porqne emflm tenho de aniquilar o-
partido liberal daquella provincia.
Examinemos rpidamente cada um desses mo-
tivos.
Nao sou liberal, nunca declarei que daixara
de ser conserrador, diz o nobre depulado. Aca-
mara e o paiz sabem que deuda 1833, poca ero
que o partido conserrador pardeo a sua razo da
ser, en deixei de acompanhar os chefes desse par-
tida
t Pk parle da opposigo parbunentar de 1853, e
sustente! com todo o meu fraco apoto a poltica de-
coBCiliagao, que nunca merecen* completa appro-
vago dos conservadores. Eu. 1857, quando aquel-
la partido se levantou contra o ministerio, de que
faziam pane os Srs. marqrtez de Olinda, e couse-
Iheires Souza Franco e Jeronyrao Coelbo, eu sus-
teulei aquelle ministerio, deserevi o que enlendia
ser conservador, e voti com os liberaes qne se
achavam nesle recinlo.
t Fiz parte da opposigo que em 1839 combalea
o ministerio de 12 de dezembro de 1838, por mos-
trar tendencias claras e bem positivas para rollar
aos amigos excessos.
Em 1861 fui um dos primeiros que se ergue-
ram nesia casa em opposigo ao ministerio Caxias.
Em 1862 fiz parte da liga que se operon no parla-
mento, e da qual resultou a situagao actual.
t De rolta minha provincia, promov a fuso*
dos dous partidos liberal e conservador moderado,,
o que se realisou publica e solemnemente, deno-
minando-se partido progressista.
Ja v a cmara que o meu procedimento nao
tem sido mysterioso, nem oceulto. Tenho marcha
do luz do dia, e por caminhos conhecidos. O no-
bre depulado acha que as palavras valem mais do
que os actos, eu sigo a opinio contraria.
Ja sabe, pois, o nobre depotado a que partido
pertengo : o meu partido aquelle deqnem foi can-
didato o nobre depntado, epor quem foi eleito : 6
o partido progressista, o partido da maioria des-
ta cmara.
t O nobre depntado disse que... E pens que
o nobre depulado o menos proprio para fazer
destas imputagdes ; todos sabem que o nebre de-
pntado foi ura conservador exaltado, que por moti-
vos Inteiramente pessoaes se passou para o lado-
oppo;to.
Um publicista moderno, tratando das denomi-
nagoes dos partidos que dividem as nages, obser-
va cora razo que os nomes de conservador e li-
beral j nao podem servir ; porquanto nao ha libe-
ral sensato que nao queira conservar o que as ns-
titulgoes teem de bom, e nao ha conservador de
julio qne nao deseje reformar as leis mas e corlar
os abusos. Para que servem, pois, questdes de no-
mes, que nada adiantam, e qne nenhum outro fim
teem mais do que estabelecer differengas creadas,
nao pelas ideas, mas pe s odios ?
t O nobre depotado receia que eu compromelta
os interesses do partido liberal em favor do conser-
vador, e entretanto na ultima eleigo o nobre de-
pulado foi apoiado pelos conservadores, que me
gnerrearam a mim desabridamente. Todos nos ve-
mos as deferencias e altenges com que o nobre
deputado tratado pelos jornaes conservadores,
ao passo que nao cessam de atirar sobre mim as-
mis indignas calumnias e os mais grosseiros in-
sultos.
Para o nobre deputado fra dos antros parti-
dos, com suas lulas permanentes, com frequentes
guerras civis e o final anniquilamento de um del-
les, nao ha poltica honesta e proveitosa.
Para o nobre depulado o mundo conserva-se
estacionario ; as ideas nao se modillcam ; os par-
tidos sao sempre os mesmos; o progresso nao exis-
te. E-tamos condemnados a vivereteroameute im-
raornis como o gigante de granito que a natureza
collocou na barra do porto desta capital, como que
para tornar fcil a sua defeza. Ou haremos de ser
liberaes extremos rom todas as ideas, exa:erroes
e excessos de outras eras ; ou haremos de'ser
conservadores emperrados, exclusivistas, brama-
ses de coneesses as novas ideas e s necessida-
des da poca. Creio que o nobre deputado est em
erro. O antagonismo, a separago dos estados en
duas fracgdes violentameute adversas, nao faia-
lidade ineviiarel.
t A permanencia do mal social, physica e mo-
ralmente seria contraria lei da natureza. A nin-
gnem dado impedir ou accelerar as transtorma-
goes dos partidos ; s o tempo e a marchadas
ideas as podem realisar. Mas desde 1833 eram pa-
tentes os signaes dessa transtormsgo, e quem os
nao recenhecen, os nao vio no facto da rainna pre-
sidencia no Maranho simultneamente com a do
Sr. conselheiro Furtado no Amazonas e a do Sr.
Correa no Para, esl decididamente ceg, jinca-
paz de previso poltica.
Poderiamos ter mostrado a constante coherencia
de Paes Barreto independenteraente destes bellos
paragraphos que transcrevemos dos seus aponta-
mentosj mas dfflcilmente o (arfamos com igual
exactido e com a singela elegancia de sua dic-
ro.
J em 1837 a sua voz tinha soado no parlamento
em defeza d'-s liberaes contra as injustigas dos con-
servadores intolerantes, e mais claras foram as
snas tendencias as presidencias da Parahyba e do
Cear, onde esteve sempre em relagSes amigareis
com os chefes liberaes, vivendo na intimidado
dos Srs. Fehzardo, Arago, Pompeo e Ratisbona.
O desgosto profundo que Ihe causara a separa-
cao de parle do partido tao recentemente orgaoisa-
do, otrabalho insano a que o obrigra a inspeceo-
da alfandega da corte, onde tere misso prracip'al-
meute moralisadora, a resposta quo sempre deu por
seu punho a centenares e centenares de cartas, que
recebia por lodos os vapores, os passos e diligen-
cias, a que a maior parte destas cartas o obrigavam,
as contrariedades que pretengoes desarrasoadas-
Ibe cansa vam, e outras mais sensiveis, oriundas da
direcgo da nova ordem de cousas, haviam-lhe aba-
lado profundamente a vigorosa compleigo.
J ella principiava a vergar acgo de causas
to depremenles, quando novos e imperiosos deve-
res minisleriaes e parlamentares acabaram de ex-
tenuada cora mais aturados trabalhos e mais acer-
bos desgosios.
Conscio da importancia da sua coadjuvago no
ministerio, lutou com toda a energa da vontade
contra a deficiencia das torgas, e nessa luta pareca
victima predestinada ao sepulcro, apenas chegada
ao fastigio do poder e das dignidades da patria
Nao despertou serio receio na provincia a prl-
meira noticia da molestia do conselheiro Paes Bar-
reto. A sade constante de que gosava, e sua co-
nhecida robustez, pareciam penhores seguros de
que a molestia se rednziria insignificante indispo-
sigo, de cujo desvanecimenlo nos traria grato an-
nuicio o primeiro vapor que chegase.
O contrario, porm, eslava resol vido nos inson-
daveis designios da Providencia, e pelo complexo
dos sympiomas as segundas noticias indlcavam
urna febre typhoide de grande intensidade, chegada
ja ao meio do terceiro septenario.
Aos amigos de juizo competente em taes mate-
rias, aos que da expresso symptomatica que vinha
desenpta podiam elevarse sede, natureza e or-
diuana lethahdade da molestia, nem as propnas
illuses doaffecto deixavara mais a consoladora es-
peranga do ultimo recurso, a declinago da febre
na sua passagem do terceiro para o quarto sete-
nario. e
As manas, a totora e numerosas parentas do il-
lustre conselheiro, com essa especie de presenil-
mente instinciivo que a natureza oulhorgon em
maior copia s upenor sensibilidadedo sexo femini-
no, como se eslivessem habilitadas para interpe-
trar com rigor scientilico o valor e a importancia
das noticias recebidas, debulharam-se desde loo
era lagrimas, apenas interrompidas pelas ultimas
ondulages de fugitiva esperanga.
E, quando o vapor segurare trouxe a funesta con-
flrmagao do fundamento daquellas dolorosas ap-
prehenses, a certeza de que a morte havia sido o
desenlace da terririBl scena, a expansao da dr da-
quellas excellentes senhoras ullrapassou os limit
ordinarios. A lia, que Ihe baria serrido de toira,
mostrou quo real o grande era a sua ternura rer-
dadeiraraente materna, lamentendo que a sorte Ihe
houresse poupado a vida at aquella idade, para, j
perto da sepultura, Ihe disparar lo cruel golpe.
As lagrimas silenciosas, o aspecto do rosto profun-
damente decomposto, urna ou ootra phrase inter-
rompida, assemelharam a dr nesta veneranda se-
nhora aquella que os amigos nos descrerem em al-
gumas matronas romanas ; e fra preciso corag
e rastrados de fra para ficar mpassirel perante
to certo quo digno testeraunho do mais rerdadei-
ro e intenso soffrimento.
Ao acerbo de lo prematura e inesperada morte
reunia-se nos amigos e correligionarios cerla ap-
prehensao pelo futuro da marcha da actnalidade
na provincia; porque, se no Rio havia contribuido
para a formago do partido progressista, em Per-
nambuco foi o seu principal promotor, e era tanto
na corte como aqu urna das suas mais seguras ga-
rantas.
-
"
7
-
\
ILEGfVE


MarioU**wriiftttf*f&r Moa lri?m*e-Wmho >d> 1 Sos.
X
Scfvlcos de ddadflo probo, mais do qae
! de orador brilhante, passavam desapercibido* dos
Estes
Dados os primeiroftiM ao profando seaOmento ^rosamente para -ser mui diminuto o numero ios'
4un<, as appreheosdeS' ptftteasde-omros, decid- seos deaaffectos.
rameos amigos lasaamambar-lhe o aftaeio pela I D'essas pouras desafeles nenhuraaproceda qae'MOtlnham ara fk^J'S!^.6"8-0,3Sse
derradeira vet, orando era commum pelo sea re- de virio ou defeito pessoal; todas ellas denvavam no Jabyrlntbo escaro dajrama^recndito^,
pauso eterno em SQlerwe cespondesse sua alta cathegoria nao meaos do
jque i grande consideracao oue lhe tributaran.
Por mais central, preferiram a igreja matriaue
antoAntonlo.no meio de cuja nave constrniram 'fundamentos da prosperidade uacional est.verara ral que co"espantose "Xia.? SSto
uraptuoso cenotaphio, que iba loman a tere* par- em risco, foi diligente pelo* actos e pelos conselhos dade do fallecido e a multa considerado e
te, erguendo-se de um entaboamento de 60 palmos no restabelecmenlo da auton lade, das leis e da
4e largura no pavimento da igreja a 120 de allura; ordem publica, assim no pice da fachada de elegante e muito artstica ; principies nascentes da riqueza nacional por mui-
eonsirucrio, sustentado por elevadas columnas de, tos aonos de tranquilidad.*, pelo maior
fio de
amas reeoiidi
otinham -por causa onka e urigem commum a Ao cidado qoe assim consumiir vida na re
mudanea de convierto, que se operava em seu pressao dos crimes e na defez* ds ttmsonro pnnli-
espirito a medida que as ideas se transformavara co, vlram se eus amigos no Rio obngados pela
' no Imperio. Se quando a constituigao e todos os absoluta penuria em que falleceu a fcrer ornfane-
MOWMKITO 10 POETO
ardera corynthia.
trabalho e pelo arrefeciment das paix5es mais
que tributaran, Pretenden mais de um fazer a
despeza toda. Houve conlestagao entre eiles a esse
respelto. Offlciou o vigario capitular : foi mui
creseido o concurso do clero, e nao menos consi-
deravel o numero dos msicos, e nem uns, nem
Se
va
a na comu'reoendidaentre as columna' esta-' ardentes, per'suadio-se Paes Brrelo que eslava ex- ontros quizeram aceitar coosa alguna. Se poneos
^iS^^Xm^Sco\Ss lincta a' exacerbacSo dos nimos, que em 1818 oneraes teem dotao pomposos talvez nenhum
.?.7?"1..!!!IZ. IIT,QLr^.\Ltam tarnon inmeonivel ou nocivo o benfico nensamen- fosse anda menos dispendioso no Rio de Janeiro.
O venerando Sr. marquez de Olinda, que mais
dricas e por numerosos obeliscos em que apoiava tornou inexeiuivel ou nocivo o benfico pensamen
n artificioso zimborio or baixo do anal se via o ri- to poltico do marquez de Paran, que so mnitos
SSsSS? com*** e 35 ?=l z^grjsst KrjSSffl 7
1 Telejan" grffi e sumptuosidade de f.bri-' na proflroid.de de meios violentos, extra-legaes, puro do amor que linha ao paz,elamoo, ferido
a lao artsticamente delienada, e com lao primo-| ou revolucionario?, para
Navio entrado tu da 7.
Liverpool por Lisboa 24 dias, vapor inglez Sala-
din, de 3S6 modadas, commandante hbn larr,
eqnipagem 24, carga fazendas ; a Sawnders Bro-
thers & C.
Nurias sabidos no memo dia.
Rio Grande do Sl-Brigue escusa nacional Cys-
ne, capilo Jos Monteiro de Almeida, carga as-
sucar e agurdente.
Rio Grande do Sol -Brigue nacional Tgre, capito
Manuel de Uliveira Magano, carga assucar e
agurdente.
BahiaPatacho bespanbol Vieente, eapKao Agos-
tlnho Argemon, c*rga a mesma que Irouxe de
Valencia.
Macei -Barca ioglez Netherton, eapito Samuel
Morrisb, m- lastro.
Portos do Norte Vapor brasileiro Persinunaa,
commandante Manoel Rodrigues dos Santos
Moa,
raelhorar a sorte
dos! de profunda dor "ao fechar o caixo : Ah- vai en-
! cerrado o resto do thesooro qoe eu esperavn dei-
'.-' -......II"
,to exocotada, a igreja toda revestida de | djdte. ^ ^^ ^^ ^^ ^ desaf_, m a r.
o, o rescido numero do cirios acesos, o grande
HIT A ES.
mitigadas pelo sistiram ao enterro, e naqnelle dia nao funcionou
concurso de sacerdotes, a bella oraco fnnebre em' fecoes, que mesmo assim eram
que o Uvm. Fr. Joa((uin> do Espirit Santo eipoz moda chelo de digoldade, mas affavel e cordaal,. o W^JW***:
De ordem do lm. Sr. inspector *v tbesoura-
ra-n n .,. rprp Os ltimos moraontos de Paes Rarreto foram de' ra de fazenda deaH provincia se faz puhHco, para
reos laxg.s asevera ^.^d d"'"^rh^ ph.losophochns.ao. O esplendor fallaz conhecimento dos interessados, qceo tnteunal
W,roe?2XNS. rudooUa%o^de>av a' delreSS qerV^d"?a estas raras das grandezas humanas nunca o puje deslumhrar hesouro antorisou o pagamento
contristados qualidades devia o dom natural de agradar sera no exercicio das mais importantes- funcccH
Santa (Jasa da MiseFicordia
do Eecife.
A IlhB.'
Companhia doBeberibe.
N3o se tendo reunido numero legal dos
. Srs. accionistas para ter lugar a as embla
no dia 8 de junho pelas 4 bocas da tarde, na convidados o*mesmos senhores a se reani-
sala de suas sessdes continuam #ir a pr?a para rem no dia 9 do torrente mez ao meo dia,
serem arrematadas pelo lempo de 1 a 3 annos as, no cscriptorio da mesma C0ITipar)l)ia afm de
tratar-so da reforma de seos estatutos, pre-
venindo-se que na conformidade do art. 16
dos estatutos a reuniao serft considerada
completa e funecionara com o numero de
accionistas que compareeerem neste dia.
Escriptorio da Companhia do Beberibe
fi dejunho de 1865.
O setretaro,
Dr. Joo Jos Pinto Jnior.
leudas das casas abaixo declaradas
Os licitames devem comparecer aeompaohados
de Seus fiadores mi munidos de ranas dtstes,
Ba das Larange.ras.
Casa terrea n. 5 particular e 17 pu-
blico.......... 2065000
Ra do Raogel.
dem n. 6 particular e 56 publico. 300SOOO
Rua de S. Goncalo.
dem n. 11 particular ei publico. 192*000
Ra do Rosario da Boa-Yisia.
dem n. 14 particular e 39 publico. 168*000
Ra da Madre de Dos.
Gasa terrea n. 26 particular e 22 pu-
A subdelegara da ('.punga faz .-ciento a
quem de direlto competir, une se cha recomHo
blico..........800*0001 casa de detenco o preto Fran isco, por andar fo-
Rua da Lapa.
41 particular e 2 pu-
ble acto fuuebre entre o realce de pompa regia, a
4>ura expressao dos entimeolos mais oobres do
privada,
fluencia do "* .r^'^^S^vma Sor^nem fldo WUI U'tU"' ~ ~~ ~t*&^
<,ue o affectoe a gratidaoalli congregara, oavan a; ^^"^"X10'ae ,ae5 qualidades presup- e ministro duas vezes. J aguisante, no ultimo I urenco Justiniano deSooza Lima..
DOem nao exclua de modo algum a energa do momento lucido que lhe deixou o suhdilino em
1 entimento e da accao logo que se tornava eces- ..que falleceu, durante o qual se lhe ouvio dizer
*D? 0u SS -quelles sentimentos partilhdos' na Mais d! nmf IzV admirou a nobre ve- Lis do urna vez nao dou o dioheiro o dinheiro
u>>Z rifa'nodtam Smsii? irnomoo" uneral hemencia da sua palavra, quando na linguagemou do estado nao e para patotas,, to em orno do si,
' Jro*'- ""!"-*--^S no,- actos de alsuem percbia intenses desleaes. ^debulhados em lagrimas, seu* mais inumos am.
Casa terrea n.
blico. .
Ra da Moeda.
dem n. 44 particular e2t publico.
Ra do Amorim.
do dem n. 48 particular e 56 publico.
o pagamento de dividas de Meen. 49 particular e 53l publico.
do es-; exercicios lindos, cojos credores sao os seguintes :! dem n. 50 particular e 52 publico.
140*000 dem n. 52 particular e 45 publicu.
16*6(57 dem n. o! particular e 'i> publico.
gldo, o qual diz ser escravo do Sr. Jos Frauden
I de Souza L-So, morador na freguezia de Santo
130*000; Amaro Jaboalao.
Subdelegara da Capuuga 5 ce junlio de 1865.
lavra curta,
vehemente e dura. Pareca inspirado; Illusao, sim ; mas illusao so benfica nos peu-
pelo mais rotando desprezo, viiiha-lhe em soccor-! eos homens probos ecaridososcomo Paes Brrelo ;
ro a musa da indignado. imaior, s malfazeja o funesta nos defraudadores
Severo para comsmo mesmo, linha o direilo de-.da fazenda publica, nos que excraro, perpetramiou
da severldade para'.deixam impune o crime, nos que surdos a vozua
os, presen-
imentosude
paraTcaraclerisar qualquer hom^m'desconhecido..;seus semelhantes
do Ceara, desejou promover a | Feliz o cidado, que depois de subir todo
50*903
66*666
183*440
. 34*-'U>
o05|008
Antonio Jos da Cunta Guimanies...
Luiza Francisca da Costa, viuva de
Francisco Firmo Montelro.........
Pedro de Alcntara Perrier.........
Joito Ph de Senna.................
Alexandrina Francisca Romana, viuva
de Antonio Joaquim de Souza Timb
Antonio Joaquim de Souza Tiinb
(tres filbos de)..................
Arseuio Gustavo Borge*............. 121*000
o ser para com os outros, e
E' que nos < oracSes bem formados as mortes pre-
maturas cxcitam instinctiva compaixao, e esta to
ma maiores proporees, quaudo tem po- objocto
.iiim cidado prestante, quo suecumbio martyi da
rel.iao do deer naluraes accrejeia consigo "abundamlrilhants promem mullos ac-| naturezai. rebeldes aos preceitos divii.os,
mentavel successo algum detrimento soffres.-e a para carac erisar
nova or lem di cousas, 'ort.aado-se >;; .XJ "5 esTrad7"pra o interior da provin-igros do poder social, chegado ao pice das gran
navelasua d.reccao, e abnndo-se por es3e oJo aaeriura ue i' ce palpitante necessidade.tdezas, morra desapegado das glorias mundanas,
CaN?o oiT Z2S2M de am e demons- Z'S% 2&S* nefSaPcidade tinha gran- na deVradeira plira.e que precede amorte, confessa
Jl?.15?n WaS memoria do de interesse na realisacao da projectada estrada, e, as vas chimeras deste mundo 1
racoa, di ie,pe.to a >coa idarajao a me leviaoo como era medioJo a todos pela mesma bi- Caracteres desta tempera foram sempre raros,
Villa lidia, no Buique, em l'pojuca, e em mi
Z^^^^S^;^ ^sm'*.,-*-- !mro s;ri>ener^ oaeo,JOi ,,,,
I Dasejava certo individuo ser nomeado offlcial mais puros do nosso seculo as altas regioes do
superior da guarda uacional do municipio do Re-, poder. .
cife Paes Barreto conliecia-o, queria servi-lo, e re-1 Ao desprender se do involucro terrestre, ni u-
coinmendou-o por tal modo, que estava decidida a bertar-se do contacto com este pelago de torpezas,
sua nomeaco, e devia realisar-se mui breve. i de que medio a horrenda profundeza, sua alma,
O desasado pretenderte, ferido do geral conta- que le fligellada havia sido, voou pelas regioes
gio da corrupcao poltica, escreveu a Paes Barreto etbereas em procura do nunca esquecido e sea
ornira aquelle cidado Ipres- que estavam ne Rio de Janeiro tres contos de r.s venerado pal. Ah I
as despezas que fossem nfcestnrias. Indiguado cora I da provincia, e honra ao imperio lodo. Oude quer
a senflo o semelhante proc.ed.inent... cortou as suas relacoes que-venhaachegar a fama de suas grandes virtudes
_u------*-------a .Ilals a sea religiao do dever anda ah ti ver altares, seu
iha tdi ax P.irahyba aquello que mais aoSresahto
na pompa e uo despendi. I
lui hora e-pouta libase numerosas.estasmaniresta-
-^ooscommuns e publicas, se revelam claramente o
^ITicto e a estima de sens amigos e mostrara juao
grande era numero delles, nao caracterisan de
um modo absolutameote inqueslionavel o |?eral
couceilo, em que eram tidas as raras quajidades,
com que a natureza ** mioiia oi,\-
3035967
102*R22
145400
peridicos dos mais exaltados partidarios, Jpouco
dis;iostos em geral a Cazar ju-tica aos antagonistas
polticos, mais exercidos e mais destros no manejo
do in-ulto, da intriga e da calumnia.
A homen.igjm que toda a imprensa, mj'smo a
que menos
ra de Pae
vas de que _
ma humana o germen de todas as virtudes} e que,, para
. se a cegueira do ioieresse ou
as dei
se fr licito ao misero mortal
mysteriosos umbraes da eternidade,
a vida celeste lhe fra ConcedWa
quo inlernecedora nao seria a
nistro que nenhuma conlanga lhe1 scena do primeiro encontr dos venerandos manes
mereca mais o aspirante a offlcial superior da do pai e do filho.
f ri-- o d orn cereuohao&ez sua disposico para acorrer as despezas da pre- penetrarnos myste
,ai,a M da'ser im "nall a s mofi em tencio que linha. Injuriado com semelhante carta, se dos successos da
SS2S Z iSe'^mo^ls os corren^nediatamente a secretara da justica o; noticia antec^
guarda nacional do municipio do Recife.
A estes e outros fados provados accresce um de
maior importancia, coja authcnlicidade nos ga-
Nao me illudio o amor, diria o pai em terno am-
plexo ; realisoo-se o que previ de leu futuro nesse
cada vez mais perigo.so-.vaHe,: de que pela virtu-ie
sahiste radiante de gloria. Do que fuste um grande
cidado ahi est prova plena na immediata jUsMca
qae teas proprios adversarios Bteram tua me-
moria. Triumphasledas paixo'S mundanas, triam-
! SJSSi^^^itTeL^bordea' deaoasas acons.deravel son-1 phaste da verdadeira orarte i recebe agora a pal-
.ximbrour mal*o ma de quarenla contos de ris. Paes Barreto per- j ma da victoria nos ineffaveis mystenos da etern-
da verade que multas vezes ultrajara. ^ Jdo Ihei o funesto egosmo do* indilfereules aos males
O cidado honesto, que assim proceda, tinha
O conhecimento pes-oal que a maior parte dos
homens da (olitiva activa tiham das qualidades
de l'aes Barreto, 6 a natural explicagao do geral
Sfcii'.imento, do harm^nioso conecto de louvores,
que a hora do passamento todos lhe consagraran!.
.Mais harmonioso seria ainda esse concert, se
lodos couiiecessem os pirmraorei di sua vid i pri-
vada. A graliiao, qaa sempre maaifcslou 'sna
tul ira e tii, brUhata com mais sublime esplendor
no- dias solemnes da >ua vi la. Assim foi que, ao
reeeber a carta de bicharel em direito, jlembrado
qoe ao bom desempenho da tarefa, qu-> sua totora
da patria ; consagre-ilie a vida toda, sacrii'niuei-
gaslo para exercer com dignidade os importantes lhe o patrimonio que me deixaste, pugne! inpa-
carno's nue oceupara, ludo quanto haviaherdado de vido contra a nvasao cada vez mais audaz da cor-
Ma3 ai, meus esforeos foram luldad-is !
meus
ara couler a cor-
rente impetuosa do geral egoismo./gara mi igir a
sedo ardente de ouro, quo devora Jama Rerayao iu-
teira, para a desviar dostrilhos criminosos, em que
p-oeura fonte immimda com que iinssa saciar
aquella sede ingente, sem pejo mun lno, sera te-
mor de Deus t Uoamo-nos, e por entre os coros
harmonas vamos implorar
cargos que oceupara, tu seus pas ; e, nao obstante sua multa sobnedade, | rupcao.
notoria economa, e gastos poucos dispendiosos,! Que polo um ou oulro liomom
foi vendeudo pouco a pouco ciucoenu e tantos es-
cravos, e lodo o seu patrimonio. Onde lanos teem
descberto o caminho da riqueza, elle s encontrn
o da mais completa pobreza. Ministro, j moribun-
do, para executar a prescripcao dos mdicos, que
o inandavam para um dos suburbios do Rio de Ja-
devia elle o grao que alcancira,' ne.ro, nao tinha dinheiro algum. Fo. preciso que um anglicos das celestes
1 iTl diwrta mioo rav nomo : prente fizesse a despeza necessaria, e a hora do reverentes a divina misericordia, pedir-lhe o pro-
te Exma Sr? D- !TzaKrida cSoda S.L.i passamento o fllho do neo capital mor de Cimbres, digio de sustar a decadencia em que ya, a patria
fo ovfnd lhe a erande es. mar-ra dio que lo senhor de mais de treseutos captivos e de mu-; pelo -apido declivio de perennes sacrflcioi ao be-
S*1 K^Tm SSiSuS taleuasde trra, nao possuia um s escravo, .zerro de ouro, que fatalmente a precipitara as vo-
Ihe consagrava, e dando nos i*temaaho da nobre- U JgoMoe mt ^ ^^ ^ (erra para a, ^^ ^ ^ ^^ da ^ di^,jlui.-0
sepultura, niio deixava um s violera para as des-
pezas do funeral.
Para esta absoluta, mas gloriosa pobreza, mil
vezes mais hourosa do que a maior parle das ri-
'dever que as (piezas que ahi se ostentara lio orgulhosas, contri-
Antonio Luiz Teixeira Campos......
Joaquim Meqnlinode Souza santiago.
Qninteiro & Agr. ..............
Francisco Jos Falcao..............
Guardiao do convento dos francisca-
nos, (Fr. Joao Baptsla do Espirito
Santo).....................
Fr. Joao BaptiSU do Espirito Santo...
Ignacia Senhorinha de Souza Folgado
Candioa Augusta de Moraes Folgado.
Dr. Christovao Xavier Inopes........
Empregados dojuizo des fertos.
Jos Holycarpo de Freitas.........
Francisco Xavier Pereira de Brilo...
Jos Francisco de Paula............
Ricardo Jos Santiago.............
Secretaria da thesonrana de fazenda de Pernam-
buco em 31 de maio de 1865
Servindo de otlicial-maor, Manoel Jos Pinln.
O lllm. Sr. iuspeotor da thesouraria provin-
cial, em cumprimenio da ordem do Exra. Sr. pre-
sidente da prpvincia de 22 do correntp, manda fa-
zer publico, que no dia 22 de junho preximo vin-
douro, parante a junta da fazenda da mesrna the-
souraria, vai nov.imente a praca para ser arrema-
tada a quem por menos lizer a obra ra conclusao
da casa da cmara e cadeia da villa do Bonito,
avallada em 8:3t)'J*.
A arremataco ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343*de 15 de maio de 1834, e sob as
clau-ulas especiaes publicadas anteriormente.
E pra constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 24 de maio de 1865.-0 secretario,
A. F. d'Annnnciacao.
O Ilim. Sr. inspector da thesouraria" provin-
cial, por deliberarn da junta da fizenda, manda
Fazer publico, que se acha encorporado aos pro-
pri s provinciaes a fabrica do Montero de retinar
assucar, por oleoslo que promoveu contra Jo>
builherine Gairuares, e qoe essa encorporaco
bbuvo lugar pela quanlia de 8:14b*2l9.
E porque o e?tabelecimento fabril de que se tra-
ta seja do grande importancia para a provincia, e
convenha inante-lo, urna vez que bem montado
como est e prvido de lodos os apparelhos naces-
sarlos. seja dirigido por quem lenha conheciinentos
prufissiouaes, e possa dspor de capitaes relativa-
mente abundantes, manda convidar pelo presente
edital aos que se acham em taes circumslancas a
oomparicerein na mesma thesouraria, aonde se
Ihes .rara a faruldade de visitar o referido estabe-
Wnirt, alim de qod bem informados possam
apresWitar*" snas propostas com declarado dos
meis que lem para manejo da dita fabrica. O que
precnclndo, e estabeleeido por tal meio a igualdade,
de meios em diversos proponentes se abrir entre
Idem n. 56 parlicular e 26 publico. .
Ra do Azeite de Peixe.
Uem n. 61 particular e 15 publico. .
dem terrea u. 63 particular- o 2 publi-
co...........
Ruada Cacimba.
dem n. 65 particular e o publico. .
dem n. 66 parlicular e 12 publico. .
605*00; dem u. 67 particular e 10 publico. .
Ra do Vigario.
Sobrado de 3 aolure- n. 71 particular
9 22 publico........
dem de 2 andares n. 72 particular e
900000
86*460
205000
44*906
350*000
450*000;
430500o;
4'i05000
50*000
500*000
72*000
450*000
600*000
144*000
144*000
835000
800*00
Francisco Antonio da Silva Cavalcaoli
Conselho ile compiv. navacs.
Contraa o conselho nos dias aliaixo declarado*,
soba- coiniii.'oes do e>tyli e visfa de propostas
receidas at as II da msohaa, o sevnmte :
?o dia 10 do corrent- m-z,
O fornerimeato de fardamentos no rrimertre de
jullioa setembro |>roximamenle-vin'luro, compos-
to dos segrales obj^clos :
Para o-: aprendizes artfices.
Bonets di uniforme, djlos do servieo, blusas de
brni branco, ditas do algodao azul, calcas do pan-
no azul, ditas de brun liranc. >, aalets de dfcodo
azul, camisas ile algodaizinho, cobertores de 13a,
colchas de algodio, colchos de linlio choios d-
palhi. frontas de aigodozinh >, fa'rdetas de panno
azul, teneos de seda pr-ta para grvalas, lencoes
de alg.)d;oznho, sapates teitos no pa% saceos de
guardar roupa, e iravesaeiros do linho cheios de
27 publico........ 648*000 palha.
Ra do Encantamento. Para os imperiaes marinheiro^ e aprendizes
Sobrado de 2 andares 11. 76 parlicular ditos.
e 11 publico........ 839*000 j Bonets de panno azul, camisas do br.m branco,
306*060 dem idem n. 77 particular e 13 pu- calcas de algodao azul, ditas de brira branen, cal-
1025822 blico........... 839*000- cas de panno azul, frdelas de panno azul, lenc s
za dos senlimentosdo seu coracao.
Na ultima carta que lhe escreveu poneos dias
untes da sua morte, pela singeleza do estylo, pela
pureza d< sentimentos que o inspiravam, mostrou
que iio mais altos degraos do poder, Paes Barreto
conservava intacta a religi.ra
do
ulezas humanas lhe nao entorpeciam o cora- bu.o bastante a commiseracao talvez demasiada
5ao, lhe nao embouvam os doces preceitos da na- que lhe .nsp.rava o aspee o do 'O^W 'J D
J cesMdade, da miseria. Llirapaando o.-, umin-s ua
E '.rq.ie esta carta bastarla por si s para a- caridade, daaos desval.dos eraquanto tinha que
zer 'o elogio de Paes Barreto, da-la-hemos textual- dar. ^ q experimeQlaram
OMMEE^IC.
ment
Rio, 23 de feverriro de 1864.
iliia til e senliora. Faz muto terapo que
tu n:o recebo noticias do Vmc. E-iimarei que
j se ache restabrlecida dos seus incommodos,
c ou pelo menos que tenham elles diminuido con-
sideravelmente. Tenho tirio ltimamente pouca
sade. O veraoiem sido este anno muito doen-
< to, apezar de nao fazer muito cal r.
t vmc. j deve saber que faco parle do roiniste-
rio, e agora acabo de ser escoliiido senador.
Tudo quanto sou devo aquella que me servio
os pobres de Olinda nos
poucos mezes que la passou ltimamente, e toda-
va all mesmo deu mais um exemplo da sua multa
economa e natural modestia.
Entenderam prximos prenles seus que ao de-
coro de sua posicao couvinha ter e;u Olinda carro
proprio em que viesse ao Recife, onde importantes
negocios o chamavam frequente e i nop: nada mente;
e de Paris lhe foi mandado um lindo carro.
A' primeira noticia que leve do prsenle, deter-
minou lago que dispozesseni do carro, porque nao
tinha cavaltos, nem dinheiro para os comprar
PRACA DO RECIFE.
Cotaces officiaes.
7 de juho.
Algodao primeira sorte 135000 por arroba.
I Algodao segunda sorleII$000 por arroba.
Uescontos9 0|0 ao anno.
Dubourcq Jnior,
Presidente.
Guiraaraes,
Secretario.
Ruada Senzala Velha.
dem idem n. 79 particular e 134 pu-
blico.......... 500*000
90*238 i Casa terrean. 81 particular o 18 pu-
22*531 j blico.........2005000
69*432 dem n. 82 particular e 16 publico. 2005000
125830 Ra da Guia.
dem n. 84 particular e 29 publico. 144*000
Ra do Trapiche.
Sobrado de 3 andares n. 85 particular
e 30 publico........720*000
Ra da Lingneta.
dem di 2 andares n. 86 particular e
14 publico........600*000
Ra da Cruz,
dem idem n. 87 particular e II pu-
blico..........882*000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 92 particular o (03 pu-
blico.......... 2005000
dem u. 93 particular e 101 publico. 2005000
idem n. 94 particular e 99 publico. 2355000
dem n. 97 particular e 110 publico. 2285000
dem n. 99 parlicular e 106 publico. 2285000
dem n. 100 particular e 104 publico. 228*000
dem n. 101 particular e 102 publico. 228*u00
Idem n. 10.; particular e 100 publico.. 228*000
dem n. 103 particular e 93 publico.. 2285000
Mera n. 104 particular e 96 publico.. 2285000
dem n. 103 parlicular e 94 publico. 228*000
O sitio da Mirueira com a condicco de
nao se fazer carvao nem tirar lenha,
pela quanlia annual de.....1005000
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife 2 de junho de 1865.
O escrivao,
F. A. Cavalcanti Cousseiro
"COMPANHIA
DO
O catata dista companhia cramendador
Thomaz de .4quino Fonseca acha-se autori-
sado a pagar no seu escriptorio ra do Vi-
gario n. 1!), das 10 horas as 3 da lar e do
..dia 2do corrente em diante o 31 diviilen-
estes a concurrencia mal sobre o pir-co e mai>(" ___ ,; ,1, o
cendicoes da sua v.-nda, com a declaraca, porm.; do desta companlua na proporcao de 35
de que taes propostas nao sao definitivas, fleando: por eda aplice, previm-se aos Si'S. accio-
ao arbitrio do Kxm. Sr. presidente da provincia siaS qUe este pagamento deve ser em moe^
a aoS da de C(,bre 1"e na esPec,e (lue mesmo
'Sr, caixa tem recebido dos arrematantes dos
de seda preta para grvalas, sapatoes feitos uo
pa:z, e saecos de lona le marinhanem.
Para os fozileiros navacs.
Bonets de chapa e palia, calcas de brim branco,
ditas de panno azu camisas ite brim branco, fr-
delas de panno aznl, fardas de brira branco, gr-
vala? de couro de lustre e polainas de paano preto.
Em 13 do corr-me mez.
O forneeimento de ambulancias para -os navios
da armada, serviros de barbeiro enfermara de
marioha, e o aviamento do receituari da mesma,
tudo por lempo de um anno, a decorrer do Io do
jullio prximo ; e a lavagem de roupa da dila en-
fermarla e dos estabelseimenios de marinha du-
rante o mencionado trimestre de jullio setembro.
Tamhem o conselho por igual lrma promovo
no referido da 10 da crrante mez a compra nao
h) de lOOcovados de flele azul e 100 ditos do dito
encamado, como de 420 toneladas ngtezas do
ferro bruto.
Sala do conselho de Comoras nanas, 7 de junho
de 1865.
O secretario,
Ai'Tindrt- Rodrigues dos An/os.
>'2H
DE
T
Of-
io ^ralo^adoTpr^nte do cu muns, que nisso nao achava o r to w;Ugo
laurivel, basta o espirito desta carta ficticia e anda.menos o da riqueza mal adquirida
nao generosa foi a Providencia com nem o deleito da dureza_do coracao, da Ialta de
levariam as despezas do carro
?e um coragao
e the.Miuro inexauriv
para mostrar qnao genero _
Paes Barreto. Ter cultivado e dirigido as felizes caridade, a qu o
ajirespcitaveltutOra. _^ ^ ^^ so. ^^ uraem de mancebos; e/se alguns lhe fo-
verdadeira- ram ingratos, outros lhe conservarara extrema ae-
lhes sacrificou o direi- dicacao.
\ovo>auco de Pcroambuco.
O banco paga o 14 dividendo na razaode85
dor aegao.
Xovo banca le Pernani-
buco.
O banco descontaletras na presente semana a
9 por c#ito ao anno at o prazo de quatro nie-
zes, e a 10 0[0 at o de seis mezes
Caiva filial lo banco do Brasil eni
Pcrnambuco.
A directora desta caixa saca sobro o banco do
Brasil no Rio de Janeiro e sobre a caixa filial do
mesmo banco na Baha.
Pira cora os irmos, irmaas e
brinhos e prenles tinha sentiraenl
nenie paternos, mas nunca
Novo banco de pernamltin'o.
Os administradores da massa fallida de h m
Jos Silveira pagara o Io dividendo de dita massa
na razao de 9 0/0 sobre o valor-des mulos ad-
com affabildade e admi-; meltidos : no novo banco de Pernambuco ra
n osinteressesdoesta-!raSmgelonOctra^ ^ ^ do Trapjche D. 3i.
ha na provincia familia daquella ordem que menos
lunccionarios pblicos tenha, pois mal se conta a
Domeacaa de um smente desde que pnncipiou a
4er influencia no3 negocios pblicos. Era, porm,
assisado conselheiro, o mais devotado aini-
liciladores que o procuravara. Dava sem arrogan
ca do mesmo modo que recebia com dignidade.
ALFA NI) EGA.
" 1S a^sa,(" UJU!C,UC,,U' u ..........~ nturargravidade"no partilhava das asperezas or
a. s seus proprios criados, e disso deu em Olin- goc.os pblicos, nunca fo. homem de ujoptaj e .ex^se^^^rSu^
n" v sinhm. embora ura tanto distantes para se- cao, a vehemencia no estylo, ^gS
a gestao dos no-
vel com a elevacao
i-ios sublimes da ra-
l de fallar, j a expresso agradavel das Rendimentodo dia 1 a 6 ...... 10i:f??5''9l?
suas feicoes tinha prevenido os ouvintes a seu fa-; dem do da 7............... ra.si#too
vor e contribuido para Iheganliar oscoragoes. Sua
129:737*736
MOVIME.NTO DA ALFADEGA.
Volamos eutrados com fazendas----- 214
c com gneros..... 942
Volumes sabidos com fazendas..
< com gneros...
-------1,156
104
1,800
-------1,904
ir urna cas.nha remota. Qoando lhe trouxeram
a cbave, charaou o criado, e disse-lhe que d all
em diante, quando qnizesse locar flauta a noiie, o
flzesse, para evitar queixas de visinhos, na casa
4uia chave lhe entregava. ... ,
de extrema dedieac.ao e de
rissima eloquencia.
A intencao pralica de seus discursos mamesta-
vasa em liuguagem placida, correcta o singela.
Nao o inspirava a paix.io que arrebata, mas a eon-
venieucia publica que obriga a reOeclir e a con-
vencer com factos e raciocinios. A u
SIiRHHSS^
cousa mais do discursos.
lhe' Assim foi que, na qnalidade de primeiro secre-
tario da cmara dos depotados, quando percbia
o que
lea
naa
umspecto, nunca garanti outra
qu- na anas diligencias para conseguir
'''Tot'in^semoro oor dnvldoso o resudado d'essas que"ia"passaV"em silencio alguraa resoluto con-
MtoM*am meertezas dos pretendenles s traria ao interesse publico, temave, a palavra, cUi-
S^^amwrSem a notlcia offlcial do mando a allenco do parlamento para o assumpto
PliWt^lS?a"j& da resolugSo, e manifestando resumidamente a sua
Esta^nodolffUmSo era Qngida, mas real, opioiao. Com tal expediente trtamphoa alsamas
a s aVde sna pn.pra e'l!01 a pan senador vezes de clandestinas e escandalosas manobras,
?ia ew a mafor siuceridade e na Hnguagem niio menos funestas.a cons.derocao da cmara do
si'.-lh. das coaviccoe; iatmas, contribuio pode- que ao thesouro poblico.
Descarregam no dia 8 do corrala.
Barca franceza Colognydiversos gneros.
Brigue tnglez.ZVn/wwfordiversos gneros.
Barca americanaAnacouinfarinha de irigo,
Barca ingleza -Ana Lizzie -farlnlu de. trigo.
Barca francezaUinaromere idorias.
Briaiie ioglezParlcMde-vnoos e remello.
Vapor inglzSaladin -mercadoras.
Escuna hanoverianaAnna diversos gneros
Escuna porluguezaD. Jodocharque.
Sumaca hespaohoiaMerceditaidem.
Brigue nacional Cardia idem.
Brigue nacional mporador idem.
Patacho hollandezDenyidem.
Barca ingieza Mary Bouelcarvao.
Brigue io_glez-floj'>-^em.o lNTE1(SAS
GE-
acceitalas 011 nao, se no seu entender
cam o< concurrentes meios que garantam
rem a continuaca de urna industria que a todos
os respeitos mi Tamajosa provincia, tendo-se
mais era attencao a animacao delta, do que o maior
ou menor precfo que possa ser alcancado, com tan-
to que elle salde a divida aa fazenda.
A fabrica lo Mantefro s tem deixado de medrar
pelas circumstancias pecuniarias de seus possui-
dor-s, e istoque se pretende evitar, adju-lican-
do-a com attent-ao para e.stacircumslancia, a quem
mellior prego olerega.
De um valor muito subido em seu primitivo as-
sentaniento, com apparelhos os maisaperfeigoados,
e todos de grande prreo, a fabrica acha-se boje por
seu valor mnimo, e tal que nao pode deixar de
dar vantajososresultados a quem emprehender dia-
riamente, e com ampio meios de eieeucjio o seu
manejo, e a junta > levada do desejo de nao ser
derruida e.-la industria, que prefere vender a fa-
hrca com as condtgoes expostas, a relalba-la, ape-
zar do ser a venda Beata ultima especie, (a que re-
correr, se uao forera preeuchidas as suas vistas),
muito mais vantajnsa para a fazenda, segundo o
pen*ar dos que r-onher-cm o valor da machina, cal-
deiras e outros ajipartlhos de que ella e compe.
A junta recebe igualmente quaesqueroutras pro-
postas, sem as condices cima, ou com differen-
tes. Dase para apreseutacao das propostas o pra-
zo de 15 dias.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam
buco 26 de maio de 1865.O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em comprimeui da ordem do Exm. Sr. pre
sidente da provincia de lOdo corrente, manda fa-
zer publica qne no da 14 de junho prximo vn-
douro, peranle a junta da fazenda da mesma the-
souraria, se ha de arrematar, a quem por menos
fizer a obra da cadeia da cidade de Nazareth, ava-
hada em 8:093*900 rs.
A arremaiagao ser feita na forma da le pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, sob as clau-
sulas especiaes abaixo declaradas.
\s pessoas que so propozerem essa arremata-
cao, comparecam ua yala das sessoes da referida
junta, no dia cima indicado, pelo meio dia, e com-
potentemente habilitados.
E para constar, se mandou publicar o presente
pelo jornal. _
Secretarin da thesouraria provincial de Per
rfamburo, 14 de margo de 1865.-0 secretario. A-
I-". d'Annunciacao.
Clausulas especiaos para a arremalagao.
l.'Oodificio para a cadeia de Nazareth, sera
feilo de conrormidade com a planta e orgamento
junto, na Importancia de 18:093*00rs.
2" O arremtame ser obrigado a dar principio
aos trabaths 00 prazo de 30 das, e concluidos
no de um anno, ambos a contar da data da assig-
uaira do contrato.
3 Os pagamentos serao feitos em 3 prestacoes
iguaes'correspondeutes a cada terco da obra linda.
4 Nao ser em lempo algum atiendida qualquer
reclamagao por parte do arrematante tenden-
te ibdemnhsacSo, quaesquer qne sejam as allega-
; c.>* em que se Hajam para esse fi:, anda mes-
' mo por prejuizos provados.
5. Para todo o que nio estiver especilicado as
1 presentes clausulas, segulr-se-ha o que dipoe ore-
L-al-mento de 9 de Janeiro de 1864.
Conforme.A P d'Annunciagao.
chafai izes desta companhia.
Escriptorio da Companhia do Beberibe Io
de iunho de 1863.
fe Os aviario,
Jos Eustaquio i-erreira Jacobina.
Pela recebedoria da rendas internas geraes
se faz publico que ueste corrente mez que os de-
vedores dos impostos seguidles: renda dos pro
prios nacionaos, decima adicional de mao-mor a,
imposto de 20 0/0 a dito especial, relativos ao 2
semestre do exercicio crreme, teem de pagar seus
dbitos sem multa, depo.s do que sero pagos com
ella. Recebed iria de Pernambuco 2 de maio dr
1&65.-O administrador,
Manoel CarnciQjIeJ>ouza Lacerda.
Pela"thesouraria provincial se faz publico
que a arremaiacao da obra do empedramento do
lugar denominado Areias do Giquia foi transferida
para o dia 14 do corrente
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 2 de junho de 1865.
O secretario,
A. F. da Annunciacao.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que a arremataco da obra da reforoa afazer-se
na casa da cmara municipal de Serinhaem, para
que se presse tambem para quartel do destaca-
mento, foi transferida para o dia 22 do corrente.
Secretara da thesouraria provincial de Pernam-
buco 2 de jun'ao de 1865.
O secretario,
F. F. di Annoaciacao.______
" pela thesouraria provincial se faz publico
que os 30 dias Olis para o pagamento da primei-
ra prestagao do imposto de 15 por cento para os
passeios das ras da Aurora, Imperador e Crespo
comecam a se contar do tc do corrente.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 2 de junho de 1865.
O secretario,
A. F. da Annunciago.
EMPREZ A- CIMBRA
ll-'i'ila extraordinaria.
iimta-feir.i 8 de junho de
1865.
A irehe-tra dirigida peln hbil profe.ssor Col--
filh-i, tocar como introduego do espectculo a
hi Olante polka de sua composigi offerveida, de-
dicada e cousagr.ida aos bravos pernamuooanos,
que voluntariamente voara a defenderos bros d
sua patria Infamemente ultraja los pelos bandidos
paraguayos, intitulada
OS LBOBI Dl> X31TU.
Para o que a orchestr.* sera convenieutement i
augmentada.
Piado o qual ropreselit-lr-se-ha o muito applau-
dido drama em 5 actos
0 CEG 0 CARCUNDA.
Tomara parle os Srs. Affloedo, Lisboa, Pinto,
Porto, Peixoto. Borges e as Sas. D. Eog-nia, D.
Leopoldina e D Jesuina.
Terminar o espectculo a nova e muito linda
comedia em 1 acto
0 marido no prego.
ACTOuES
PEIISONAC.KNS.
Aleixo Teixo de Azeredo Queixo,
advogado..................... Lisboa.
Joo C-^sar fernandes ......... Pmlo.
Bruto da Rocha, arlado.......... Teixeiri.
D. Lucrecia, mulher do a Ivoga lo. O. Bogenia.
Rosa, criada.................... D. Leopoldina
A sceoa passa-se em Lisboa, era casa de D. Lu-
crecia ua ac.ualdade.
Principiar s 8 horas.
ATOgg mnimn.
Companhia las Mensagerlcs Im-
periales.
At o dia 14
do corrente mez
w_ espera-s- da Eu-
,fcn, ropa o vapi-r
W&'k franrez fuiennc,
jaf^l o qual depois da
demora do cos-
luui s.-jiuia pa-
ra ti..li:.i e Rio
de Janeiro.
Os passaseiFo.-, de P-irnawbuco 4ara sis portos
da Europa que queiranisrguur as suas lassagens
a bordo dos paquetes desta companhia nos mezes
de maior afflaencia, lem a fjculdade d.- os turnar
no dia que os vapores segu para o sol, pagan-
do porm como se tosse do io de Janeiro.
Para enndgoes, fretes o- pas.->ag-m tratase na
ag-ncia ra do Trapiche n. 9.
Consolado provincial*
Pela mesa do consulado provincial se faz publico
que os trila dias uteis marcados para a cobranca
a bocea do cofre dos impostos da decima dos pre-
dios urbanos de 20 0[0 do consumo do agurdente,
e de 5 0|0 sobre os bens de raz perteucentes a
corporaedes de mo mora, se principiara a contar
do dia 1 de junho vindonro, ficando sujeitos a
multa decretada no art. 50 do orgamento vigente,
todos os que pagarem depois de lindos os ditos t)
iins
Mesa do consulado provincial do Pernambuco 29
de maio de 1865.
Antonio Carneiro Machado Ros
.".ministrador.
Pela thesouraria provincif.l se faz publico,
que a arremataco das pinturas das ponte.- de Una,
aboatao, Serafim Pintos, Morenos,
Tapacura, foi transferida para o
prximo vindonro.
Secretaria da thesouraria.provincial de Pernam-
buco 21 de maio de 1865.-o serreiario,
A. F. d'AnnunciafflO.
I'ara
Est carga o brigue escuna nacional Gracicni,
capitao Jacutho Asnas da Costa, consignatario
Antonio de Almeida Comes, ma da Cruz n. 23,
primeiro andar.
Para Rio de Janeiro.
Pretende seguir com milita brevidale r> p'alha-
bote Piedad,: tara parte d> seu carregaiwnto a
bordo, tiara o resto que tho falta o esc.rav..s a fre-
te para os quaes tem excellenles coinmodiis, tra-
ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz de.
Oliveira Azavedo & C no seu escriplo?H> ra da.
Cruz n. 1.
Para a Btlw*
iimjlimii-ih
Rendimento do dia 1 a 6
dem do dia 7
MP
4:93o513
CONSLAnO PROVN'CIAL.
Rendimento do da 1 a 6 ...... lo'.2 lj* >--
4em. dojdia 7 .............. ._l_
21:571'i07
ela thesouraria provincial se faz publico,
qrte a arremataco da pintura da ponte pensil do
Cachang, foi transferida para o dia 8 de junho
prximo vindouro.
Secretaria da Ibesonraria provincial de Pernal
buco 21 de maio de 1865.-0 secretario
A. F. d'Annunciacao.
Convida-se as pessoas queestiverem nascou-
dicoes do seyvigo militar, a engajarem-se no corpo
de polica, e gozarem das vantagens oue offerece
a lei provincial n. 611 de 2 do correle._____
~ZTO forp%d8.u9Jci"a compra 200 bonets redon^
dos de pannffaaul com lira encarnada. 200 sobre"
asacas cora vistas de dita cor, e 200 calcas do
asmo panno : quem quizar fornecer a presente
amostra e suas propostas em carta fechada, as
horas do dia 9 do corrente.
Luiz Jeronymo Ignacio dos baaws
Tenenle-secretario.
Preicnde seguir para esM porto coo brevldade o-
Rento Velho e veleiroetemcoahecid ojimcIio naffkinai D. /-":,
da 8 de junho que se-sena com parte da carg prometa : paran
resto trala-e com Jos Mtiia Pataaeira em >eu es-
criptorio o/j largo do Corpo Santo n. 4.
Para Lisboa.
Uerigo* partojoea ^okwano, canltlo U. B. fn-
gigangs aasaanif beev, raneen amiga > waivag'-i-
roa; tratare com E. R. i'.-.b.lio, ra do Trapicho
n. i't ou com o capit".
Para Lisb
ii
VaJ sabir at o dia 12 do corrente o brigue por-
tugu-z Loidrt, rapitiio A. F. Vieira, anda tole
recebe* atgama carga a fele; irata-se J&H.
Rabeo, ra do Trapiche n. 44, ou com o eapt-
tu.
ILEGIVEL


Diario de Pe
lelra 9 e iirako t t

Para o Porto
segu sem vaciar demora e com a earga qne tiver
a barca portgueza S. Joio, capito Manoel Ferrel-
ra Leile : recebe carga a frete barato : a tratar do
escriptorlo Amorim Irmos, ra da Cruz a. 3, ou
com o capito na pra$a do commercio. ______
Para a Baha-
pretende sahir com uuita brevidade a veleira es-
cuna Eltza por ter a maior parte da carga, e para
o resto que Ihes falta trata-se com o consignatario
Joaquina Jos Goncalves Beltro na roa do Vigario
n. 10, primeiro andar.
Vende-se o patacho naciona 1 Emoo, chega-
do ltimamente do Rio Grande do Sal, o qual se
acha bem prompto a navegar : trata-se na ra do
Trapiche n. 4.
Para a Baha
pretende sahir em poucos das o veleiro hiate Ot-
veira por ter a maior parte da carga prompta, e
para a pouca que Ihes falla, trata-se cora o consig-
natario Joaquira Jo^ Goocalve6 Beltro, na ra
do Vigario n. 10, primeiro andar.
PAR. LISBOA
O palhabote 19 de imito pretende seguir com a
carga que tiver al o da 20 do corrente : para o
resto que Ihe falla, o qual se recebe a frete barato,
trata-se cora os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio ra
di Cruz n, I. __________________^_
Frease para qualquer porto do Rio da Pra-
ta o brigue portuguez Lam I, de lote de 2000 bar-
ricas pouco mais ou menos; trata-se com K. R.
Rabello, ra do Trapiche n. 44.
LEILOES.
Associoco Typograptea feroara-
bnin,
Domingo 11 do corrente haver sesso ex-
traordinaria do conselho director, ftin de tratarse
de negocies de umita importancia social.
Secretaria da Assoeiaco Typographica Pernam-
bucana? de junho de 1865.
No impedimento de 1* secretario,
___________ Symphrono Bastos.
LOTERA
AOS 6:000,j000.
Terca-feira 13 do corrente mez, se ex-
trahir a i* parte da i* lotera (19a) a
beneficio da igreja de Nossa Senhora do Li-
vramento da Varzea, no consistorio da igre-
ja de Nossa Senhora do Rosario da fregue-
zia de Santo Antonio.
Os bilhetes,meios e quartos estao a ven-
da na respectiva thesouraria ruado Cres-
po n. 15.
Os premios de 6:0000000 at 10)5000
sero pagos uma hora depois da extraccSo
%
Segundo dividendo
da massa fallida de Aawrim, Fragosa,
Santas .
Paga-se o segundo divideedo a razao de 2 por
cento, no scriptono da admwisiracao da massa, a
ra do Vigario n. 13 primeiro andar, as qartas
feiras e sabbados do mel dia as 2 horas da Urde.
Massa fallida de Amorisi,
Fragoso, Santos &C.
Os senhores rredores que atada nao receberam
0 primeiro dividendo, qaeiram vk recbelo no
! prazo de cinco dias, ndos os quaes, -os abalxo as-
1 signados recolherai as quantias sientes ao de-
posito publico, na forma da lei. Pernambuco, 6 de
junho de 1863.Os administradores,
Jos Jeronymo Monteiro.
'__________Justino Jos de Souia Campos.
PEDIOO.
No dia 3 do corrente, pelas horas da noile,
desappareceu da ra de S. Goncalo n. 36, uma me-
nina de nome Hara, cor branca, idade 10 a 11
annos, cabellos curios, olhos pequeos, levoa ves-
tido de chita de quadros. Julga-se ter sido seduzi-
da por alguem : pede-se quem a encontrar dar
at asi horas da tarde, e os outros depois Ser*''** B* sobredlu casa' que mat0 se agrade-
da distribuic3o das listas, i ,--------------------------
As ftncnmmftnrlas i r3n onarHalao as encommenaas s rao guardadas SO- brado de um a dous andires, que seja no bairro
mente ate a notte da vespera da extraccao da Boa-Vista ou Santo Antonio, dirija-se ra da
como de costume.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Leilo
de 400 duzias de leos aparta-
dos.
IIOJE
O agente Pinto rara' leilo, a' reqnerimento de
Lindem Wild 4 C, com autorisacao e m presenta
do cnsul de Franca, e por conta e risco de quem
pertencer, de uma caixa marca L. W. A C, n. 23,
com 400 duzias de lencos avariados a bordo da
barca franceza Sphere, as 11 horas do dia cima
dito, em seu escriptorio, ra da Cruz n. 38.
Leilo seila-feira 9 te junho de 18 Pelo agente Etizebio.
De um sitio na estrada de Juo >le Barros com
casa terrea n. 3 na esquina do becco do Pombal
rende 300$ por anno.
De 140 palmos de terreno na ra da Concordia
e 130 de fundo junto da casa do Sr. Peixoto.
De 140ditos na ra de Deleneo em frente ao
gazometro e cerca de 200 ditos de fundo.
De 140 ditos na ra do Gaz e cerca de 200 di-
tos de fundo.
Uma porcao de livros de diversos autores, obras
escolhidas e as melhores.
40 caixas com 40 duzias de garrafas com vinho
de Bordeaux.
i Instituto Areheobf k e Geographipa IVrnain-
bueano.
Haver sesso ordinaria quinta-feir 8 do cor-
rente, as II horas da manhaa.
Ordem do da.
1 Dlscusso do remenlo para o anno social
de 1865 66
2 Trabalhos e pareceres de commissoes.
Secretaria do Instituto, 5 de junho de 1863.
J. Soares de Azevedo,
___________________Secretario perpetuo.
--Joaquina da Silva Cosa vai a Portugal.
Imperatriz n. o, primeiro andar.
Roga-se ao Sr Jos Marcelino Alves fla Fon-
ceca, que venha trazer um espartilhe que levou de
amostra em 18 de Janeiro prximo passado, ou a
sua importancia ; a ra do Crespo n. 17.
Na ra da Imperatriz n. 9, segundo andar,
precisa-se alugar um cozinheiro para o servico de
pouca familia.
Rogase aolllm. Sr. Amaro Jos dos Prazeres
o obsequio de pagar o que o seu afianzado Clemen-
te Soares de Carvalho licou devendo dos alugueis
do sitio n. 34 da ra dos Pocos da freguezia dos
Afogados.______
Precisa-se de offlciaes de sapateiro : na ra
da Cruz n 21, sobrado amarello. S-ndo de pontos,
paga-se a 25-500, de vira era roda com sola limpa
e de laxa tamhem se precisa, e sendo bons paga-
se a 15760.
Quem julgar-se credor do atiaixo assignado,
- Jos Teixeira Luna, subdito portuguez, vai a, quei.a apresentar suas contas no praso de 15 das!
nho,
SOCIEDADE
Uiit Beaeficeule aritima.
Por ordem do Sr. presidente sao pela segunda
vez convidados lodos os senhores socios a se reu-
nlrom em assembla geral sexta-feira 9 do corren-
te. pelas 61|2 horas da Urde, na sede de suas ses-
gos, roa da Cruz n. 13,2* andar.
Secretaria da sociedade Unio Beneflcente Mari-
tima 7 dejuaho de 1865.
Andr de Abreu Porto
i* secretario. .
"7-----------------j------ -----------------i Arreosd-carro para nm e donscavallos.
angentio \ Relogios de onro patente inglez.
Arrenda-se o engenho d'agua, na freguexia de Arados americanos.
Ipomea, denominado Jussar de Sant'Anna, uma Ma,hinas nara <1 Pernear alandn
legoa e meia distante das estacoes da Escada e Ipo- ai niDas Para escarocar algoaao.
juca, com trras excelientes de massap para se "Otores para ditos,
safrejar era grande escala : a tratar no pateo do i Machinas de costura.
Livraraento n. 23 com o Dr. Ignacio Nery da Fon-
seca.
Precisa se de um bom cozinheiro
tel italiano, ra do Trapiche n. o.
para o ho-,
h^^S{SAlir,,*ta Antonto Pedro, de Souz
aoencia da 8oares
Fundtcao deLow loar. Roa NnvTn 9
Machinas a vapor da 4 6 6 cavalJos. Acaba de receber W,e, senhoras mtiito
Moendas e metas moendas para engenho. modernos, pentesenfeitado.chaposlnbos para bap-
Tarxas de ferro coado e batido para enge- ,IS,dos. siDU>& owros mnitos ohjectosundentes ao
sortimento de sua nova loja de miudezas, ferragens
e qmnquilharias, vende por commodos precos.
Pr casa de hornera solteiro, para cozinhar, engommar
e fazer algumas compras, e q,e v dormir fra
no^largo do Terco n. 23.
AttenoT
, JRo,ubaraB} d,a caS!t ei" frente o chafariz da So-
ledade, um relopio de ouro, com os signaes seguin-
tes : machinismo a cylindro, da fabrica de Cama-
cho do Rio de Janeiro n. 170... junto a elle uma
corrente de tres irancelins junios, seguros por duas
argolas de onro, um sinele que era um cao peqne-
uo e uma bola pequea cravad de contas azues
pede se a quem for offerecido o favor de levar a
ra da Paz n. 12 qne ser gratificado.
Antonio Francisco Monteiro e sua irmaa Ju-
lia Leopoldina Monteiro e um li 1 lio menor da mes-
ma retirara se para Montevideo.
Europa tratar de sua saude.
Archibald^Reid, subdito inglez, retira-se para
Europa.
Joo Baptlsla Gomes Penna.
Leilo.
De uma mobilia de Jacaranda, I cama franceza
de Jacaranda, 2 consolos com espelho de moldura
preta, 1 toilette de Jacaranda com pedra, 1 guarda
roupa com espelho, amitos e diversos quadros com
finas gravuras, espelhos, candieiros a gaz, casligaes
cora mangas, ricos jarros de pedra marmore, lou-
ca, vidros e cristaes, 2 comraodas, camas de ferro,
ditas de armacao, mesas com abas, marquezas ca-
deiras, guarda louga, 2 carteiras para escriptorio,
1 secretaria, 1 mesa de jantar, 2 apparadores e
muitos outros objectos.
Sexta-feira 9 de junho.
No Io andar do sobrado da rita da Cruz n. 9,
O agenle Pinto far leilo por conta de diversos
de todos os objectos cima mencionado existentes
no primeiro andar do sobrado da ra da Cruz n. 9,
onde se effectuar o leilo.
Em tempo previne-se aos arrematantes que de-
vero retirar seus lotes em 2i horas, por tornar-se
necessaria a entrega das chaves da referida casa,
uas mesmas 2fc horas.
Principiara s 10 horas em ponto.
Ldlo de movis.
Sexta-feira 0 de junho, s II horas.
O agente Pinto far leilflo por mandado do Illm.
Sr. Dr. jqiz de orpliaos, de uma commoda, quatro
marquezas, um par de caslicaes e mangas, e exis-
tentes no primeiro andar do sobrado da ra da
Cruz n. 9, onde havera leilo de movis, crystaes,
espelhos e ricos quadros, no dia e hora acirna
dito.
Zacaras
Aracaty.
Joo Baptista Gomes Penna querendb tratar
__________________________ de sua saude gravemente alterada, tem resolvido
Pereira d i Cruz retira-se para o vender seu mui acreditado arraazem de molhados
da roa do Imperador n. 46 : a quem interessar,
subdito dirjJa-se ao mesmo estabelecimento a qualquer
hora do dia.
Manoel Ignacio Rodrigues
porluguez,_vai a Europa.
Joo Antonio Gomes Guimares, vai
leva em sua companhia sua mulher
menor.
Praca,
a Europa e
e urna cria
Alugam se dous grandes sobrados com com-
modos para numerosa familia, novos e aceiados,
com jardim, cocheira, estribara e outras commo-!
didades. na travessa de Joo Fernandes Vieira :!
Cyrlaro Alves de Jess, Rosa Maria dos
Prazeres, Josepha de Freitas Ramo, Boaven-
tura Manoel do Nascimento, Thomaz de
Aquino Alves do Nascimento, Alhanazio Luiz
Alves Brando, Marlinha de Freitas Moreira
dos Santos, marido, Bit, sogra, irmo e cu-
nhados, agradecem cordiaimenti a todas as
pessoas que se dignaran! acompanhar ao ce-
miterio publico no dia 4 do crreme a sua
fallecida mulher Anglica Thereza da Trin-
dade.
Especialmente aos Srs. Joo Jos Moreira
dos Santos, Joaquim Fernandes da Rosa e
Eufrozino Odelo da Sircumciso, pelos ser-
vicos que prestaram na occasio de dirigir-
se o enterro, e de novo roga aos mesmos se-
nhores seus amigos e parentes o caridoso ob-
sequio de assistirem a missa do stimo da,
que se ha de celebrar pelas 6 horas da ma-
nhaa do dia sexta-feira 9 do corrente na
igreja do Senhor Bom Jess dos Martyrios.
m
Mmmmm^mmmmmm
Companhia fidelidade de segaros ^
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Jaueiro.
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Crnz n. 1.
mmmmmmmmmmm,
Ama para casa
Precisa-se de uma ama para cozinhar e engom-
mar para uma casa que so tem duas pessoas
neceo das Bijas n. 2, 1- andar.
no
O bacharel Loureuco Avelino de Albu-
querque Mello continua a ter seu escrip-
torio de advogado nos auditorios e tribu
naes desta cidade : na ra do Imperador
n. 40.
tac
CRKME
Sorvete de creme hoje ao meio-dia :
Trapiche o. 18.
na ra do
C0MP1AS.
O London & Brazillan Bank, saca por doos
os paquetes.sobre
Lisboa.
Porto.
Braga.
Vianna.
Guimares.
Villa Real.
Coimbra.
Amarante.
Compram-se libras sterlinas : na ra da
Lruz n. 18, armazem de Jos Joaquim Lima Baire.
Compra-se efectivamente ouro e prata~em
oDras velhas, pagando-se bem: na ra larga do
Rosario n. 24, loja de ourives.
Silvno Guilherme de Barros~~compraeven-
de ffectivamenie eseravos de ambos os sexos :
ruado Imperadorn. 79, terceiro andar.
Ouro e prata
compra-se na praca da
4 luyase
em obras velhas
pendencia n. 22, loja de' bllhetes.
Inde-
iteir'a
A pessoa que tiver para vender ou alugar uma
liteira, appareca immediatamente na ra dos Pires
ns. 13 ou 34.
1 um sitio na campia da Casa Forte, com duas ca- j
sas, uma a em que morn o fallecido Thomaz de
Aquino Fonseca Jnior, feita a moderna, e conten- Apollo o. 7.
do todas as accommodacoes precisas, e outra com
boas commodidades para qualquer familia : na
ra do Vigario n. 19, primeiro andar.
Botijas vazias
Proprias para genebra, compram-se na rna do-
Lompram-se 2 ou 4 casas lem-as em boas
ras ou mesme sobrado : quem as tiver deixe o
preco, ra e numero em carta fechada na pracinha
Alagase uma sala do primeiro andar da ra da Independencia ns. 6 e 8 com as iniciaes A. A.
AMA
do Queimado n. 41 : a tratar na raesma.
Januario Marsecano, subdito italiano, vai pa-! a tra,ar na rua da Senzala Nova n.42.
ra Europa.
- Francisco Jos Lopes, sua senhora e uma
sobrnha menor re:iram-se para Europa, levando
em sua companhia a viuva D. Maria Thereza Bar-
bosa.
Precisa se alugar uma escrava, ou mesmo forra,
que compre e cozinhe bem para duas pessoas : na
rua de S. Francisco n. 54.
Precisa se de uma ama para casa de duas
pessoas para cozinhar : na rua da Penha n. 23, i "_
primeiro andar.
Comprase um preto velho pue sirva para
pastorar gado : na rua do Padre Fioriano n. 34.
Leilo das dividas da massa fallida de
FiaRcisco Goroe Sbbado 11 do corrente.
O agente Pestaa It-galmente autorisado a reque-
rmento dos administradores da massa fallida de
Francisco Gomes Castellao e despacho do Illm. Sr.
juiz do commercio, far leilo de todas as dividas
activas pertencentes a massa do fallido cima, cu-
jas relagoes acham-se em mao do agente para se-
rem examinadas, eo leilo ter lugar sabbado 11
do corren*, pelas 11 horas da manhaa, na porta
da Associacao Commercial.
LEILO
De marmore em jarros, frucleras e uma mesa.
Quadros dourados com finas gravuras.
Uma mesa redonda de ferro.
Camas de ferro de molas.
Crystaes e movis.
exta-felra de junho
as 10 horas em ponto, no primeiro andar do so
brado da rua da Cruz n. 9.
Por intervenco do agenle Pinto.
LEILO
De trastes novos e usados, cavallos, ca-
briolis, 1 casa iia (lapuoga rua das
Oiouias n. 37 A e outros muitos ar-
CASA DA FORTJ
Aos 6:000,5(000.
Bilhetes garantidos.
A' ba do Crespo n. 23 e casas do costume.
O abaixoassignado vendeu nos seus muitofeli-
zes bilhetes garantidos da lotera que se acabou
de extrahir, a beneficio da Santa Casa da Miseri-
cordia, os seguintes premios :
Um quarto n. 338 com a sorte de 2:000^000.
E outras muitas sortes de 100J, 40, 204 e
iOjjOOO.
Ospossuidores podem virreceber seus respec-
tivospremios sem os descontos das leis na Casa
da Fortuna rua do Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da Ia parte da 1' lotera
(19*) beneficio da igreja de N. S. de Livramen-
to da Varzea, que se extrahir a 13 do corrente.
PRECO.
Bilhetes.....75000
Meios......3a00
Quartos.....1A900
Para as pessoas que comprarem del00#000
para cima.
Bilhetes.....6o00
Meios......3A250
Quartos.....15700
Manoel Martins Fiza.
O Dr Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na rua do Impera-
dor n. 17, segundo andar, onde pode ser
procurado a qualquer hora do dia e da
noile para o exercicio de sua profissode
medico; sendo que os chamados depois
de meio dia at 4 horas da tarde devem
ser deixados por escripto. O referido
Dr. nao abandonando nunca o estudo das
molestias ido interior, prosegue, cora
o maior afflnco, no das mais difflceis e
delicadas operacoes, como sejam dos or-
gos urinarios, dos olhos, partos etc.
Precisase do nma ama para comprar, cozi-
nhar e engommar : na travessa da rua das Cru-
zes n. 14, segundo andar.
m
Antonio de Souza e Silva faz publico
comprou a botica da rua Imperador n, 38.
que
enea o.
A
Perdeu-se no dia 1 do corrente, a' noite, uma
pulseira de ouro, engrazada, e formando juntinhas,
na directo da rua das Cruzes, travessa do Ouvi-
dor, rua do Imperador, e ao sahir na rua da Flo-
rentina : quem a restituir haja de leva-la rua
das Cruzes, d. 9, segundo andar, que ser c-ecom
pensado de seu trabalho.
Engomma-se
precisar dirija-se a'
com muita perfeifo
rua da Roda n. 30.
quem
Precisa-se de uma ama para o servico inter-
no e^externo de casa pequea : na rua das Cruzes
n. 3o, primeiro andar.
Aluga-se a casa terrea da roa das Calcadas
n. 4o : a tratar na rua do Queimado n. 3 com
Azevedo Irmaos.
Aluga-se a casa terrea n. H da iua da Glo-
ra, pertencente a rmandade de S. Pedro : no pa-
leo do Carmo n. 28.
tsr Na rua da praia de Santa Rita, con-
fronte a ribeira do peixe, casa n. 13, segundo an-
dar, recebe-seencommendas de bolos de baca para
as vesperas de Santo Antonio, s. Joo e S. Pedro,
afliancando-se nao s a bemfeitoria pela pratica
que lia, como tambera commodidade nos precos,
era vista da boa qualidade : as pessoas que quize-
rem, podem ali se dirigir a qualquer hora do dia,
que acharo cora quem tratar.
Morada gratis
D-se pessoa de boa conducta para morar, o
sitio da travessa do Remedio, freguezia dos Afoga-
dos n. 21, residndo na casa de mesmo sitio, no
PEDIDO. ; estado em que ella se acha, ou como Ihe aprouver,
U solicitador Pedro A. da Costa Machado preci- com a condigo de tratar da conservago dos ar-
- negado que | voredos e das cercas, sem nada pagar de aluguel,
at que assim convenha a seu proprietario, poden-
do fazer alguma plantaco : quem assim o quizar,
dirija-se a rua de S. Francisco, como quem vai
para a rua Bella, sobrado n. 10.
Precisa-se de um caixeiro para tomar conta
de uma taberna, dando fiador a sua conducta, ou
tendoalgum dinheiro para Ihe dar sociedade: a
tratar na rua do Hospicio n. 24.
Aluga-se uma escrava para todo o servico
menos engommar e sahir a rua : no Hospicio nu-
Em prova do multo respeito e veneraco
que sempre consagre as virludes e inteire-
za do dislincto magistrado bahiaBO, o Exm.
Sr. desembargador metropolitano e vigario
da freguezia do Pilar, conego Jos de Souza
Lima, que incontrastavelmente erudicto e
incorruptivel, como soava ser, era uma das
glorias que honrava o tribunal ecclesiaslico
a que pertencia, e em extremo sentido pelo
seu fallecimento, pretendo fazer celebrar por
sua alma, uma missa no dia sexta-feira 9 do
corrente mez pelas 7 horas da manhaa, na
matriz da freguezia de S. Jos, rogo portan-
to aos meus amigos e aos dignos comprovin-
cianos do Exm. e veneravel finado de assis-
tirem a umacto de tanta pledarte, com o que
Ihes ficarei cordialraente agradecido.
Recife 6 de junho de 1865.
Antonio Carlos P. de B. Ponce de Len.
Aluga-se na Passagem da Magdalena, ruado
Bemfica, os sobrados ns. 7 e 9, com bons commo-
dos para familia : tratase na rua do Trapiche
numero 4.
Aluga se o Io andar da casa n. 7 da rua do
Burgos : a tratar na Senzala Nova, refinajo nu-
mero 4.
Fo>o,fog,(i.
Para os festejados dias de S. Joo e S. Pedro
existe na muito acreditada fabrica de fogos de ar-
tificio da ostrada de Joo de Barros, propriedade
da viuva Rufino, um completo sortimenta de pis-
tolas, craveiros, rodinhas e fogo buscap : como
seja penoso a algumas pessoas irem a fabrica pela
distancia, os pretendentes podem deixar suas en-
commendas no armazem da bola amarella no oitao
da secretaria da polica.
ompra-sa ou mesmo hvpotheca-se uma ne-
gra de raeia dade mesmo sem habiliidades, que
sirva para vender na rua : quem tiver annuncie
ou dirija-se entrada da na da Casa Forte a fat-
lar com Manoel Joaquim Ribeiro Silva.
Compram-se libras sterlinas a y550 : na
praca da Independencia, loja n. 22.
VEBDAS.
9
- Na praca da Independencia n. 33, loja de our
ves, compra-se ouro, prata, pedras preciosas e
tamhem se faz qualquer obras de etcommenda e
odo e qualquer concert.
Mesa
sa fallar com o Sr. J ao Kreuzer a
nao ignora, na rua do Rangel n. 38, 1 andar.
Lava-se e engomma-se, (ou s se engomma)
rO|Upa de homem e de sonhora, com brevidade :
rua da Imperatriz n. 22,1 andar.
Ama
Na rua d'Assnmpcao n.
a para casa do familia
mpre e cozinhe.
60 precisa-se de
de duas pessoas.
uma
que
| Roga-se a pessoa que fol no dia 5 a rua do
respon. 16 para vender 48 libras esterlinas, ter a
bndade de apparecer no mesmo escriptorio para
he ser entregue urna libra.
geral
Domingo H do corrente, pelas 9 horas da ma-
nhaa, no consistorio da rmandade do Santissimo
Sacramento da matriz de Santo Antonio, de confor-
midade com o que determina o compromisso da
mesma rmandade, se proceder a eleicao da nova
mesa que tem de funccionar de 1865 a 1866. Reci-
fe, 6 de junho de 1865.
Quem precisar de uma ama para cozer e en-
saboar para duas pessoas, ou mesmo para cozi-
nhar : dirija-se a rua do Encantamento, segundo
andar, n. 3. i
Sortes de S. Jeito
Vendera-se lindos papis com estalo para as
sortes de S. Joo : na rua Nova n. 61 defronte da
Illma. cmara municipal.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 62
da rua da Guia : no Io andar.
Vende-se esta linda colleccao de sortes,
reunidas em um pequeo volume, com S
assumptos, e mais 59 novas charadas, pelo
diminuto preco de 1$ cada exemplar enca-
dernado : na praca da Independencia ns. 6
e8.
O bacharel Joao Francisco Teixeira tem o
seu escriptorio de advocada na rua do Queimado
n. lo, primeiro andar, por cima da botica do Sr.
Kibeiro, onde pode ser procurado das 9 horas da
haa s 3 da tarde e dahi por diante havendo
ae urgencia em casa de sua residencia, na mesma achou estes objectos e os quizer restituir, leve-os
rua n. 12, terceiro andar. .ii!, j.o__s. '__ nn.~ ..,.
Aos Srs. acadmicos.
Vendem-se os seguintes livros qtiasi no-
vos : Manuel de droit romain pn- Mackel
dey, 1 \olunie, por iSOOi,; Diccionaire-
du conlenlieux commercial por .Mass, i
volume por 60100; La femme por ma-
dama A Seglas, 1 volume, com estampas
AMA. ,inas por 50OOO; (Miares de Hacine, 1
No pateo no terco n. 1, precia-se do uma ama i vi'lume, com estampas finas por C^OrO ;
para lavar alguma roupa e fazer algum serviyo de j OEuvres choisis de Buffon, { volume, com
^^i__________________________ 'estampas finas, por 40000 ; Cdigo de cre-
Quem precisar de uma ama de leite dirija- fiitO predial, i volume, por l-SOu ; Flores
se a rua da Imperatriz, sobrado n. 86, primeiro singelas, poesas por Haes d'Andrade, 1 v-0
SJSLn-ir^fni.i **,*, lume' por ^00; ftogm ao Aragitaya
pelo Dr. Couto de MagalbSes, l volume,.
por 20000 : A vel/iice de Camdes, rouance
j por Trigueiros, por 20000 ; La vie des
saints, l volume, por 10OO; Economapo-
litigue, por Garnier, 1 volume, por 20
Regias da escripturacomercantil, por Go-
- Sabbado, 3 do corrente, junto a casa gran-, mes Jnior, 1 volume, por 20500 : Orqani-
de do Sr. Marcelino Lopes no Mondego se perdeu salion ldll tramil por Louis B|an, ;o|u.
nma trouxinha contendo um par de borzeguins de i mQ >A fC; u""11-' ,u u
mulher, 1 dito de argolas de ouro e coraes, 1 al- ??e' Por f0z ), L Epiphame, pelo padra
finele de ouro e coraes, 1 annel de ouro, uma blu- i Ventura, 1 volume, por 10000; Le jai di-
zae calcas azues de um menino, uma camisa do nier des salons, i volume, por 640 rs.: na
mesmo com botes de vidro nos punhos : quem
Anda se precisa de uma ama para cozi-
nhar e engommar para tres pessoas : na
rua das Cruzes n. 37, sendo pessoa mori-
gerada e que se possa entregar uma casa.
mero 24.
tigos.
Se&ta-feira 9 as 11 horas.
No grande armazem do agente
OLYMPIO.
36-Rua da Cadeia do Recite- K
leilo de iiivHas.
Martins far leilo por ordem dos credores da
massa do Rvd. padre D. J>? Antonio dos Santos
Lessa, das dividas activas da mesma massa na im-
poruncia de 6:936Ji70 rs., em letras e docu-
mentos.
Segunda-feira 12 do corrente.
No primeiro andar do sobrado da rua da Cadeia
o Recife n. 9, as 11 horas : a relaco das mesmas
dividas pode ser examinada pelos pretendentes
em mo do referido Martins. .
Leilao
)a parte de uma casa na Parahiba a rua das
Convertidas n. 15, em que pxiste um es-
iabeJecimenio, avaliado lodo predio em
2:( 000, e cuja parte em 7070303 rs.,
como tambem os alugueis de crea de 2
a 3 annos
Trra-fr-ira 20 de junbo as 11 horas.
Cordelro Simos
authorisado peto iiquidatario da casa commercial
de Antonio ioaqaiai de Mello, far leilao da parte
e alugueis do predio cima descriptor podendo des
de j safisfazer aos pretendentes todo asclareci-
mento, cujo leilo sera effectuado no dia e hora
cima dito a porta de armazem do Sr. Aones lar-
go da alfandega.
Attencao.
Advertese ao Sr. Luiz Gongalves Ferreira, ou
utro qualquer, que tamhem pretenda fazer nego-
io com o engenho Mussaiba, sito na freguezia de
Santo Amaro de Jaboatao, que o dono deste enge-
nho s pode fazer negocio com os terrenos, menos
s obras e seus utensilios, que pertencem ao abai-
o assignado.
Manoel Ignacio de Siqneira Cavalcanli.
Precisa-se de um preto para cozinhar e com-
prar, prefere-se escravo : na rua Direlta n. 80
nadan*.
l'recisa-se de ura caixeiro com a dade de 10
a 12 annos: na rua do Rangel n. 8, deposito.
D-se 1:0000 sobre hypotheca em predios : Dem recompensado,
ioformacoes na rua da Cruzes n. 42.
Ama de leite.
Precisa-se de uma ama sadia e com bom leite
na rua Imperial, sobrado n. 87.
ao collegio da Conceigo nos Coelhos, que ser
rua do Cabug p. 2 A, loja.
Vendem-se S vaccs, sendo 3 paridas de pou-
co e^2solteiras_: a tratar na rua Imperial n. 27.
Firinlia de mandioca
da Bahia, S. Malheus e Sania Cathanna, em sacras
Precisase alugar uma ama forra ou captiva que ; de algodo da Bahia, de 2 e 3 aiqueirrs : vende se
saiba cozinhar e comprar, para casa de pouca fa-; no largo do Corpo Santo u. 4. escriptorio de Ju^-
milia : na loja da rua Nova n. II. i Maria Palmeira.
Ama
Casa.
O abaixo assignado faz sciente ao publico
que Manoel Antonio Domingues nao fra preso pa-
ra averiguacoes pollciaes, sim foi por fermentos
ao abaixo assignado.
Theodoro Fernandes Gabriel.
Precisa-se de urna ama de idade para cosi-
nhar para duas pessoas: na rua das Cruzes n. 24,
estabelecimento de molhados.
Precisa-se de uma ama para o
uma casa de familia : na rua larga
primeiro andar da casa n. 40.
servido de
do Rasario
Ensillo primario c secundario
Pessoa habilitada e j conheclda nesta
cidade continua a leccionar por casas
particulares, a pessoas de ambos os sexo?,
mediante razoavel ajuste, tambem pode
leccionar em algum collegio, das 9 da
manhaa as 3 da tarde, para o que pode
ser procurado na rua do Imperador n.
41, loja.
Jes Antonio Alves de Miranda Guimares I
deixou de ser caixeiro da liquidaco de fallencia |
Aluga-se uma casa com 2 salas, 3 quartos gran- Thomaz de Aquino Jnior._______________
taeaoCUdnhna[0ar^nHf,mba' qu.intal mnrad0' e por' ~ Alug:se~o~sobrado e sino da rua do Sebo
meVma raJLZL Z T T er.eDceDt0 n- 35; a traIar com Propietario no mesmo si-
a mesma, na boledade, no fim da na da Conquis-1 tio
ta : a tratar no Caminho Novo n. 8a, ou na rua da:------------------------------------------------------
Cadeia do Recife n. 3. Aluga-se tambem o tercei- 1 ttfitl nn
ro andar da casa da rua Direita b. 36, com muitos t-fcrrtor.e-f/,
commodos para grande familia : a tratar na rua I Uma pessoa habilitada em escripia se offerrce.a
Cadeia do Recife n. 3. quem de seu prestimo precisar : nos Carros Bai- ^ma'caTa^'famiia.
1:8000000.
Vende-",e uma typographia com todos os utenci-
lios e preparos necessarios publicado de uma
follia de pequeo formato, e impresses commer-
ciaes: a tratar na mesma typographia, no porto-
de Tamandar da comarca do Rio-Formoso, ou na
ponte dos Carvalhcs com o conductor Flix Ramos^
Leutier.
Offerece-se para caixeiro de armazem ou es-,
criptorio um rapa portuguez, com boa letra e que 'a do Rosario n. 32} 2
d fiador a sua conducta : a tratar no largo do
chafariz da ruado Brum n. 47.
Joo Baplista Gomes Penna roga a seus deve-
dores que vnham liquidar seus dbitos na praso
de lo dias; se nao satisfizerem forcaro-o a entre-
gar ao seu procurador para receber judicial ou'
araigavelmente.
Ama~de~leite.
Precisase de uma ama de leite : na rua eslrei-1
andar.
xos n. 20.
Ueseja-se fallar com o Sr. emjamin Ferrei-
ra Bandeira do lugar de S. Francisco da Barra de
Sergipe do Conde : na rua da Gloria n. 91, das 6
horas da manhaa as 9. Nao se procura em sua
residencia por se ignorar ande est inorando.
a tratar na
ATOOS PITEMOS.
Joaqaim da Silva Cosa tndo de ir Porta-
gal deixa por seas procaradores em 1* lugar o Sr.
Antonio Jos da Parias Lino, em 9' Bernardo Al-
ve Pinheiro, em 3 Jos Rodrigues Ctnhoto,
-* Jaytqe gsnaty, sqbtjifo frape*)?, vai Para Bl"-
Joo da Silva Ramos, medico pela Un
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
em suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que sero soccorridos em qual-
quer ocoaso. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem se* casa de saude regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classu 30OOOdiarios.
Segunda dita.... 20500
Terceira dita.... 20000
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos boas servicos que Mn pres-
tado. iP^
O proprietario ep*ra qne elle contf-
nii pre fam gozado.
Precisa-se de uma ama
triz n. 26, loja.
na rua da Impera-
Aviso interessante.
Pede-se a alguma das pessoas que tomaram em
casa do Sr. Domingos Alves Matheus, uma raz
que veio do Para, remedio para phthislcos, qne
tenha alguma porcao, que queira dar ou vender,
dirjase a rua da Cadeia n. 57, primeiro andar,
que faz nisso ama obra de caridade.
Antonio Jos Moreira Jnior, subdito portu
guez, relira-se para Portugal.
Na rua do Livrament n. 19 ha para alugar
nm criado escravo, e 1 moleque.
Aluga-se um mulatinho de 14 annos, proprio
para criado, sabe cozinhar alguma cousa, muito
fiel e de boa conducta : quem pretender dirija-se
a rua da Imperatriz n 2.

i
Aluga-se ametade da casa n. 92 da rua das! |
Aguas Verdes: a tratar na mesma.
Precisa-se de um pequedo de 12 annos, bra-:
sileiro ou portuguez, para caixeiro de taberna : a!
tratar na rua Direita dos Afogado s,casa n. 20.
Descontam-se notas do banco do Brasil e das
caixas filiaes : na praca da Independencia n. 22, l
Cosme Jos dos Santos Callado ainda sacca
cobre a praca do Porto.
Christiano Jos Tavares tendo-se retirado i
para a cidade de Lisboa, e nao lendo tempo para
se despedir pessoalraente de todos os seus amigos,'
pede-Ibes desculpa desta falla Involuntaria, e offe-! j
cidade ou onde a'
rece-Ins o sea prestimo nessa
sorte Jhe deslinar.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na rua da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
s5o medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Iomolestias de olhos;
2o de peito :
3o dos orgaos geni-
ti urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pe-
los doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias das
6 as 10 da manhaa, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
clo que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
5
S
Aluga-se um excellente criado
rua do Destino n. 12.
m
O bacharel
Francisco Augusto da Costa
ADV9GAD0
Rua do Imperador numero 69.
m mmm mmmmmmm
Amendoas
Vendem-se amendoas confeitadas : na rua da
Cruz n. 13.
m
Na rua da Imperatriz n. 15, segundo andar^
vende-se uma escrava boa para lodo o servido de
Na mesma casa compra-se-
um moleque para copeiro, e paga-se bem sendo
bom.
Vende-se uma grande olaria promnta, com
dous terrenos para se trabaIhar em fazer lijlos e
lelhas, e mesmo louca por ter bom barro e terre-
nos sufflcientes para o mesmo trafico, no lugar de
Santo Amaro Jaboatao, cujos terrenos temas fren-
tes para a e-irada real e os fundos at o rio, e tem
frente sufflcienle para se fazer boas casas, sendo
os referidos terrenos foreiros : quem os pret-nder
dirqa se a rua do Passeio Publico, loja n. 7 ou na
rna Nova no 2 andar da casa n. 37.
Vendem-se 66 palmos de terreno sito na rua
Augusta, prompto para se edificar: a tratar na
ruajlo Alecrim, casa com porio de ferro na frenlo.
Vendem-se palmeiras imperiaes, em estado
de serem trasplantadas : no sitio murado es-
querda, depois do beces do Espinheiro, nos Af-
ilelos.
Milho a 4$000
; a sacca e 240 rs. a cuia milho novo;
zem da Estrella largo do Paraso n. 14.
Vende-se nma victoria e orna parelha de bo-
na rua do Imperador n. 23.
no arraa-
Avisa-se ao Sr. tenente do 4." balalho de ar-
lilharia a pe, Jos Joaquim Ferreira de Paiva, ora
destacado na provincia da Bahia, que a pessoa por
S. S. encarregada do pagamento do aluguel da I ,
casa em Santa Thereza de Olinda, cuja chave o i n"os cavallos i
mesmo Sr. jenente receben no dia 16 de setembro Na rua do Queimado, loja de ferratens n 4
de 1802, nao tem cumprido o que S. S. Ihe orde- eende-se muito em conta um par de venezianas.
nara, e apenas deu por coma lOOOO rs., restando |
Precia-se de offlciaes id faRilejro ; na rua
Vova n. 38,
8
mmmmm
Precisase de uma ama para eoiiqhar; na
rua do Imperador n, 46, primeiro andar.
anda por pagar 170000 rs.: e para que o Sr. te-
nente Paiva saiba do que se tem passado e possa
dar as suas providencias, afim de effecluar-se este
pagamento, que se Ihe faz o presente aviso, visto
que as cartas que se Ibe tem dirigido neste sentido
provavelmenlelhe nao terochegado mo.
Recife, 4 de jnnho de 1865.
____________________O interessado.
No engenho Morenos paecisa-se de um bom
distilador de agurdenle, e que entenda bastante
de sua profisso : a pessoa que estiver nestas eon-
dicoes dirija-se ao mesmo, a entender-se com o seu
proprietario.
Desejase fallar ao Sr. Antonio de S Albn-
querque, do engenho Santo Andr, a negocio de
m Bleresse: na rua do Rosario, laberna n. 1.
Vendem-se os seguintes ps de fructeiras :
sapotis, pinheiras, condeca, limeras da Percia, de-
umbigo, sidras, no sitio de Beberibe da viuva .
Senhorinha Germana do Espirito Santo.
Ceblas.
Vende-se a 600 rs. despencada, em restia a 1A
na rua do Vigario n. 13. _______
Vende-se nma esoava moja, a qual cozinha,
compra e ensabea, sabendo um pouco de engom-
mado : na rna do Arago n. 22,
Mho 4$o00 "
Farello 4#000
Na rua larga quina.
-
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^I
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i*--
I
Diario le pwunbico -. 4*HlaU ftlra 8 le Juaho de l&S*.
10 PUBLICO
Sem o
gimen.o
li
LIGA.
ESTABELECIDO A EUA NOVA N. 60
visut aiDO idx si Dxaam
RESPEITAVEl PUBLICO.
A apreciagao dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-
enor consiran-
eniregar o
porte do genero qne
ao agradar.
AHENCiO
Os preco da seguate
tabella 6 para todos, pu-
dendo asslm servir de ba-
se para o ajuste de eontas
com os portadores.
zem
que sendo em sua maximt parte mandados vir directamente de estrangnro podem ser
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que es;e novo e interessante estabelecimento seja o
primeiro e nico em seu genero, pde-se porm iffiancar, com toda a seguranca de que
nenhum outro o exceder no restricto cumprimento das seguintes promessas:
1." Delicadeza no trato.
2. Fidelidade no peso.
3." Sinceridade nos precos.
As pessoas que por sua posico social gozam de certo tralamento, acharo nesta
casa os melbores queijos londrinos, cerveja, vinhos finissimos manteiga e cli sempre de
primeira qualidade. etc., etc.
Qualquer que seja a cndilo do freguez, elle deve contar que ser sempre mui-
to bem servido.
Aquellos que sao pouco favorecidos da sor te faro mensalmente urna economa de
muitas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se Ibes vender o arroz, o caf, a man-
teiga oassucir, etc., etc. de boa qualidade pelo prego que em algumas partes nao po-
dem ou nao querem vender.
Os senhores de fra da cidade, dos rrebaldes ou centro, que comprara para ne-
gociar, devem vir, pelo seu proprio inieresse, a este estabelecimento par se convence-
rem do quanto se pode vender barato.
Para os senhor s que compram para tornar a vender existe um sortimenlo espe-
cial, escolbido por pessoa entendida que certamente muito deve agradar aos senhore^
compradores.
Nao se tena poupado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agra-
dar a todos.
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A DIMHEIRO A VISTA:
ARMAZEM UNIO MERCANTIL
RA DA CADEIA DO RECIFE N. 53
(Logo passando o arco da ConeeleSo)
. PARA BEM DE TODOS.
Senhore* 8 senhoras, o aceto qne presidio aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que tudo a promptidao e intei-
reza com que serao tratidosg aonvida a urna visita ao mesmo, certos de que sem duvida me darao a proteccao e preferencia na com- I S-fi 8"? &-" iS
pra dos gneros que precisarem e miando nao possam vir poderSo mandsrseus portadores, ainda que estes sejam pouco orticos
Rival sem segundo
j nua do Queimado n. 49, Iota de mhjdezas de Jos
A Azevedo Maia c Silva, esta qeimando que ad-
mira, a saber :
. Fraseos com supernr baubaa 500, 240 e 300 rs.
, Latas com superior banha a 200 rs.
Frascos com superior agua de Colonia a 120 e
40o rs.
Fra.iros com superior oleo do baboza a 240, 320 e
i 400 rs.
Garrafas da verdadeira agua Plorirta a IJ280.
; Frascos de superior oleo da Oi'ledatk Higieniqne
a 640 rs.
1 Francos de superiores rlieiros sania) o outros mai-
los a 1,8000.
\ Saboneles de familia a 210 e 200 rs.
Saboaetei do superior qualidades a 60. 120 e 160rs.
Caivas com 12 fr.scos da rfeeMs mnilo finos a
15400.
Calsu dito rom 6 frascos melhor tovnOn a W)0 rs.
Paos de pomada francesa grandes a 501' r.-.
Saliooetes de bolla pequeos e grandes a 240 e
320 rs.
Frascos com superior opiata a 800 rs.
Frasco com superior acua para denles I.A0J&!
c.ggg.
fcl!

da Liga estabelecido ra Nova o. 60 um magnifico sortimento de molhados, pois sera"o to bem servidos como se viessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommendacao, afim Jde que nao vao em l-
ALPISTE E PAINCO a 120 rs, a liba.
AMENDOAS novas a 28o rs. a libra.
AVELAESaiOrs. a libra.
ARROZ de 90 rs, a libra a,..
AME1XAS francezas em latas, potes, fras-
cos, bocetas, etc etc.
AZEITE doce a 600 rs. a garrafa, cadada a
B
BANHA de porco a 660 rs. a libra, em por-
c3o faz-se abate.
BOLACIIINHAS do beato Antonio a
BOLACHINHAS de soda lata grande a 2,000
ris.
BISCOITOS inglezesem latas de 1,200 rs. a
BOLACHINHAS principe Alberto a 2,000 rs.
.,C
CHORICAS m lito novas a 800 rs. a libra.
CAF de 260 rs. a libra.
CHOCOLATE francez a 800 rs. a libra.
CHAMPAGNE das marcas mais acreditadas
a 25,000 rs. o gigo.
CHARUTOS de todas as qualidades, suissos,
american >s, bahiannos, fluminenses, etc.,
de 1,400 a 10,000 o cento.
CHA HYSSON de 2,200 a
COPOS 1 sos ladidados de todos os tama-
nhos a
D
DOCES de todas as qualidades.
E
ERVILHAS seccas e em latas portuquezas e
francezas.
V
FARINHA de araruta verdadeira a 800 rs. a
libra.
FARINHA do Maranho ou tapioca a
FARELLO de Lisboa a i e 5,000 rs. a sacca.
FAVAS portuguezas em lata a 600 rs.

GOMMA muito nova e alva a 140 rs. a libra.
GRAO DE BICO a 120 rs. a libra.
GENEB1U delaranja a 9 e 10,500 rs.
CENEBRA de Hollanda i m botijas, frascos,
garrafas, etc.. etc.
H
MANTEIGA ingleza efranceza al#, 10120
10280 e em barril faz-se grande abati-
mento.
MACARRO a 400 rs. de 8 libras para cima
a 360 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE a 600 rs. a lata.
MOSTARDA ingleza a 800 rs. o frasco.
MARRASQUINO de Zara.
MARMELLADA de diversos fabricantes e
diversos presos.
P
PEIXE em latas a 1,000 rs.
PERAS SECCAS a 500 rs. a libra.
PASSAS muito novas a 320 rs. a libra.
PRESUNTO para fiambre.
QUEMO do reino de 2,000 a
DEM londrino.
DEM suisso a 800 rs. a libra.
DEM prato a 800 rs. a libra.

SABO MASSA a 160 rs. a libra e grande
abate em caixa.
SEVADINHA a 200 rs. a libra e 8 libras se
lar grande abatimento.
V
VINHO tinto de 360 a.. garrafa.
VINUO tinto em caada de 2,560
VINHO branco em caada de 3,500 a
VINHO verde a 40 rs. a caada.
VINHO Rordeux em caixa a 6.000, 7,000 e
VINHO de Grave a 6,000 rs. a caixa.
VINHO Cherry a 1,000 rs. a garrafa.
VINHO do Porto de todas as marcas e todos
lis precos.
VINHO Collares a 800 rs. a garrafa.
VINHO tinto, neste genero ha constantemen-
i e 20 a 30 pipas ao torno de diversas
qualidades e diversos precos.
VIWAGRE em ancoretas a 15,000 rs.
VIWAGRE em pipa a 160, 200 e 240 rs.
VI1GRE branco a 400 rs. a garrafa.
VILLAS de carnauba a 13 e 13,500 rs. a
arreba.
Superiores cortes de moirs preto com bajra, o qne ba de melbor gosto em
Pernambnco. .
dem de gorgurao preto adamascado com barra a imperatriz Eugenia,
dem de gorgurao de seda bordados com larra.
Superiores moirs pretos e largos 204pO, 20600, 30, 30500, 40, 50, 60,
70 e 80 o covado.
Superior gorgurao de seda preto, a melhor fazenda que ha para vestido.
Sarja preta de seda,
dem preta hes>anhola.
dem idem lavrada a 20 o covado.
dem idem lavrada muito superior.
Completo sortimenlo de grosdenaple prelO a 10500, 10800, 20,20500, 30,
30500, 49, 40500e50.
Pannos pretos de superior qualidade de 310 a 120 o covado.
Casemira preta Je 10600 a 50 o covado.
Lindos chales, bournus, algeriennes e retoudes de fil preto.
Mantas pretes de fil e los pretos.
E muitas outras fazendas de superior qualidade na loja das Columuas
na ra do Crespo n. 13 de Antonio Corrii de Vasconcellos & C. successores
de Jos Moreira Lopes.
tra parte.
Mioteiga ingleza especialn ente escollada a
l>ooo e 8oo rs. a libra e em barril se faz
abatimento.
dem franceza a mais nova do mercado a 96o
rs a libra e 900 rs. em barril ou meios.
Uia hysson de superior qualidade a 2,600
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra.
dem hysson muito superior em latas de 15
libras muito proprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras al,6oors.
dem preto o que se pode desejar neste ge-
, ero a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
Linguicas muito novas a 8oo rs. a libra e em
barril se faz abatimento.
Chouricas e paios a 8oo rs. a libra.
Costelletas inglezas a 64o rs. a libra, serve
para temperar panella ou para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo rs., ditos de navio devella a
2,ooo rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a8oors. a libra.
dem prato a 8oo rs. a libra, e inteiro se faz
abatimento.
dem suisso o mais superior que tem vindo
ao mercado a 64o rs. a libra.
Ervilhas e favas portuguezas j preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Feijo verde muito superior a 640 rs. a lata.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e o,5oo
rs. aduzia.
dem idem para vinho a 24o rs., e 2,4oo rs.
a duzia.
Chocolate francez espanhol e suisso a 9oo,
l.oooc l,2oo rs. a libra.
Espermacete superior a 6oo e 64o rs. a li-
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
cradas e das melliores qualidades de pei-
xe a 8oo, l.ooo e l,2oo rs.
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-
das que vem ao nosso mercado a 7,ooo e
8,ooo a caixa e 64o e 7oo ris-'-a gar-
rafa, --'r'y *
Genebra de Hollanda a 48o rs. a botija de
conia certa.
Frasqueirasile genebra de Hollanda a 6,8oo
e 64o rs. o frasco.
Genebra de laranja verdadeira em frascos
grandes a l,oooell,ooors.a frasqueira.
Caf do Rio de 1* qualidade a 28o rs. a li-
bra e 8,5oo rs. a arroba.
Caf do Cear muito superior a 24o rs. a li-
bra e 7,5oo rs. a arroba.
Arroz do Maranho de Ia qualidade a loo
rs. a libra e 2,8oo a arroba.
dem da India a loo rs.
arroba.
Aletria, macarro e talbarim a 4oo rs. a
bra e 6,ooo a caixa.
i- SaUefinado em frascos devidro com lampa'
3 5oo a caixa mmfihL q em ao mercado, a 5oo, 50o e 04o'
Vin^do'aiS^Sotl'pi^prio para azifrrafa'6 5'8'G'000 ***
%em ancoretas de 9 caadas a Cevadinha de Franca muito nova, aSoorJ
Charutos do a/Tamado fabricante Jos Furta-
35,ooo rs.
Vinho em pipa : Porto, Figueira e Lisboa a
32o, 4oo e 5oo rs. a garrafa, e em caada
a 2,5oo, 3,ooo e 3,8oo.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa e em cana-
da a 3,ooo e 3,5oo.
Vinho branco para missaemcaixas de 1 du-
zia a 8,ooo e 68o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melliores marcas que
vem ao mercado como sejam : Lagrimas
do Douro, Duque do Porto, Rainha de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz I, Madei-
raSecca,Malvazia fina a 16,ooo,15,ooo,
12,ooo e I o,ooo a caixa com 1 duzia e9oo,
l.ooo e l,5oors. a garrafa.
Vinho Cherexde superiorqualidadeal6,ooo
a duzia e l,5oo rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 4oo rs. os quartos e
64o rs. as meias latas.
Bolachinhas inglezas muito novas a 5,ooo a
barrica e 320 rs. a libra.
Bolachinhas de soda em latas de diversas
qualidades a l,3oors.
Cartees com bolo francezmuito propriospa-
ra mimo a 64o rs.
Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
para mimo a 3,ooo rs.
Passas de carnada a 8,ooo a caixa e 4oo rs.
a libra.
Figos de comadre a 24o rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Milo de amendoas a 5oo rs.
Bolachinha d'agua e sal, da fabrica deJoo
ilo Brito no Beato Antonio, emlata de 6 li-
bras por2,5oors.
Ameixas francezas em frasco de vidro com
lampa do mesmo, a 105oo.
Ameixas franc zas em caixinbas de diversos
tamanhos com bonitas estn pas na cai-
"faz exterior, a 1,4oo, 1,6oo, 1,8oo e 2,ooo
cada urna.
Azeite doce refinado hespanhol ou portuguez
a 9oo rs. a garrafa e lo:ooo a caixa.
Batatas multo novasa 8o rs. a libra e2,5oo
dem de Java a 8o rs. a libra e 2,4oo a ar-
roba.
Painco e alpisla a 14o rs. a libra e 4,oooa
arroba.
Massade tomatesde superior qualidade a 64o
rs. a lata de urna libra e56o rs. a reta-
Iho.
o gigo com 36 libras.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,5oo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a
4oo rs.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Molho inglez em garrafa de vidro com rolha
do mesmo, a 16o rs.
a libra e2,8oo a Mostarda ingleza dos melliores fabricantes,
a 8oo rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes j preparada a
4oo rs. o frasco.
Lentilbas francezas. excellente legume para
sopa, a 2oo rs. a libra.
Marrasquino de Zara propriamente dito a
10 a garrafae 1 l.ooo a duzia.
Palitos de dente a 14o rs. o maco.
do de Simas, das seguintes qualidades:
Exposicao Normal de Hnvana, Impeiiaes,
Londrinos, Guanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,5oo, 5,ooo,
b.ooo e 7,ooo a caixa ou em n eias.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-
cantes, como sejam: Flor do Norte, Ma-
nilhasdeHavana, intervallos,Vencedores,
Panatellas e Suspiros, a 2,ooo, 2,5'oo e
3,ooo a caixa.
ognac inglez das melbores marcas, a 8oo e
I,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,ooo a lata com
4 libras.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Matte.excellente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Sebollas de Franca muito grandese novas
a l,8ooo cento e l,2oo solas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.
Toucinho de Lisboa muito novo a 32o rs. a
libra e 8,5oo a arroba.
Banha de porco refinada a 65o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentementetem vindo ao mercado, a 2,ooo
a lata.
Farinha do Maranho muito alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l,5oo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, a l,6oo, 2,Coo e 3,5oo cada urna.
Ruibos, excellente peixe portuguez, em
barris pequeos ou a retalho, a vista se
far o preco.
Azeitonas de Rivasem ancoretas grandesde
8 garrafas por 6oo e 8oo rs. a garrafa.
Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
l,5oo cada umaancorela.
Champagne da melhor qualidade que vem
ao mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
24, ooo e 26,000 o gigo.
Gomma de engommar muito alva a 12o rs.
a libra.
Figosem sextinhas a 8o rs, cada urna e 72o
rs. aduzia.
Papel azul para botica a 2,ooo a resma.
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
nos, por diversos precos.
Amendoas confeitadas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 8oo
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a 1 ,4oo e 2,ooo rs. a caada.
Azeile doce de Lisboa a 4,8oo rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre branco j engarrafado a 5oo rs. a
garrafa.
twocr WJ
GOMMA NOVA.
Em paneiros muito alva a 4,ooors. a arrbba e 16o rs. libra e compran-
do de um paneiro para cima se far abatimento na ra do Imperador n. 40.
Baldes
A leja de salangas na ra do Rangel n. 24 aca-
ba de receber ara completo sedimento de balSeo
de todas as cores para os (lejos de S. Joio, Sants
Antonio e S. Pedro : vendem-se muito barato.
Vto de algpdaa da BabbT
Vendefse no escriporio de Antonio Luir de Oli-
vilra Azevedo & C, ra da Croz n. 1.
Sup
ultimo
Chegaram os superiores
cortes de seda.
priores cortes de seda de cor, vindos pelo
vapor francez : na loja das columnas a ra
do Crispo n. 13, de Antonio Uorreia de Vascon-
jcelloskC.
Agua florida e tnico orien -
tal de Kemp.
ConCinua-se a vender em porgao e a retalho :
na ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Chromacomo
A aguia branca, na na do Queimado n. 8, acaba
de receber um novo sortimenlo de caixinhas com
chromacomo para Ungir cabellos, e bem assira
frascos com hydrocalletrichina, agua para desen-
grasar os ditos, coloncomo para lustrar os ditos,
e onychromantina para limpar as unhas. Essa
tintura, cujo effeito rpido e efBcaz, est bem co-
ntienda e apreciada para todos quantos della tem
usado, eos que de novo a quizerem apreciar, po-
dem, assim como aquelles, dingir-se munidos de
dinhelro ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 8.
Papel efolhas para rosas
Acaba de rhegar para a loja d'aguia branca, na
ra do Queimado n. 8, um bello sortimento de pa-
pel de cores para rosas, dito verde para folhas, e
dito tambem verde e mui fino para cobrlr o ra-
me, assim como folhas de panno e avelludadas
para ditas.
Aspan de baleia para venidos
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8.
Superiores penas d'uqo ingle-
zas e francezas
A aguia branca alm do grande sortimento de
penas d'aco que constantemente lem, icaba de
receber mais outro de superior qualidade e dos
afamados fabricantes Perres A C, asslm como as
verdadeiras blco de lanca n. 134 e outras de pon-
a dourada, continuando porm a vende-las por
precos commodos, com tanto que ocompradorcom-
parera munido de dinheiro: na ra do Queimado
loja da agaia branca n. 8, onde tambem achar-se-
na a venda pastas para papis.
A aguia branca na ra do
Queimado n 8, recebeu ,*
Bonitos e graudos aljofares de cores para voltas.
Pulseiras de ditos de iguaes e agradareis cores.
Voltas pretas maiores e menores todas de cont; s
grossas.
Pulceiras pretas tambero de contas.
Outras de differentes qualidades e goslos.
Brincos de aljofares de cores e dourados.
Fivelas d'ago grandes e pequeas com cinto pre-
to e de madreperola.
Outras grandes de differentes qualidades e re-
dondas com pedras.
Bonitos leques de |madreperola redondos e de
oulra forma.
Ditos de sndalo lotricos e corredieos.
Capella? brancas para meninas.
ATTENGSO MEUS SENHORES
PARA
NOVACALIFOMI
Fazendas baratissimas loja da roa 4o Crespo d. 17 de Jos Gomes
Villar.
A nova crise commercial permitte que o povo em geral nao possa comprar fazendas
caras. O proprietario deste estabelecimento, amigo que 6 do povo em geral, attendendo a
essas circumstandas est vendendo fazendas por precos que na realidade admira.
Correi, bom povo, a este estabelecimento, e comprai fazendas, porque all se vende
por menos do que em outra qnalquer parte.
Cassas organdyzes a 280 rs. o covado.
Chitas francezas escoras matizadas a 260 rs o covado.
Ditas escuras muito finas a 240 o covado.
Ditas claras dem a 240 o covado.
Ditas escaras idem a 260 o covado.
Chitas para coberla moilo largas matizadas a 240 o covado.
MadapolSes finos largos a 6590, 7J e 8.
Chales de fil preto muito bons a 10J000 cada om.
Chales de merino estampados a 5500, 6 e 7.
E oolras muitas fazendas, que ludo se vender por precos que admiram.
AZEITE DOCE
Azeite doce refinadoem pequeas latas a 560 rs. a garrafa : no graude armazem
da Liga.
Saceos de 80,100 e 120 libras a 40,40500 e 50 ; no grande armazem da Liga.
lu
Desde muilo lempo o publico
nhandonou o uso das prepararoes
iuliluladas depurativas couhecidas
sob o nomo do Arrobes, Xaropcs
de Salsaparrilha compostos, ele
Cuja acrao, maior parte das vezes
nulla, e n'algtims casos perigosa.
Os COKFEITOS DEPURATIVOS TEMO ASPECTO
E O COSTO AGBADAVF.IS l CONTEM SOB CU
PEQL'ENO VOL1.UK SUBSTANCIAS MUITO ACTI-
VAS QUE O SEO MODO DE PBEPARACAO TOENA
ISALTERAVEIS.
O KiicecftNo qne estn con
felto obtlveraa cm fran-
ca sob o patrocinio das principies
celebridades medicas, os poe cima
de tudo quanto tcn existido athe
hoje.
Cura rpida sem o socorro
de nenliiiiii outro remedio in-
terno, das escrophulas ,
herpes, affeccoes syphi-
liticas hypertrophias
dos tessidos celulares,
bydropisias e em gera
todas as molestias produzid
pela alteracao do sangue ; tal
o resultado que queramos
nseguir e que temos sem-
pre oblido.
Una explicacao accompanlia cada
vidro.
Desconfiar-se, das faleificacoeset imi-
tacoes.
Para as encomenias dirigirse aos
Snres. bdisson bt c', 18, Bx Priucc
Eugne, Parit.
GRANULOS
wHfommn
Mgbat
,N ''
jLb
Resulta pelas experiencias feilas as ludias c .v
Franca pelos mais afamados mdicos que as r.rtAvc"
las e o xAnoPE de oydrocotyla ASITICA ct
I. LEriXE o o ptimo remedio contra todas as csi-c-
ew de mriGKNs on hetipes e outras molestias re
pelle, at as mais inveteradas, assim como a i.ertt*-
ou MORPHEA, a SIPIHLIS. as HOl.ES-n t. rscitu-
njLosAs, os miFoi iTisMos chronicos, etc.
Deposito geral em Parto, em casi de FottiN'sr
X.ABLONYB. ra Bourlum-Villeneut, t?.
Deposito geral em Pernambucfe n.&
Crnzn.22 em casa de Caros & Barboza
da
ISfai
&?Jj^
S?W:
M
PECBIKCH4 SEM Wl]A
Madapolao muito 800 com pequea loque de avaria, por pre$o qne admira : na kti
t columnas na nn do Crespo n. 13, de Antonb Gorreta de Vasconcellos & C.
ROA IMPERIAL
numero 193
VENDE SE
rap imperial, ignal ao rap Lisboa, e outro fabri-
cado de novo igual ao de ara nieta, em poreoes a
500 rs. a libra.
Grande pechincha para os fumadores : qnem
quizer fumar bom e baralo venba c.
Charutos da Baha de superior qualidade, flor
da Muritiba e de differentes marcas, tanto avulsos
como encamotados, por precos mui cmmcdes.
VNDESE TAMBEM
prande pechincha para os senhores charuteiros,
fumo da Baha patente de primeira, segunda e ter-
ceira qualidade, por precos mui razoaveis.
Em casa de Tisset Freres raa do Trapiche n.
9, tem para vender :
Vinho Bcrdeauxem barricas e em caixas.
Dito de Santerne fino.
Dito de Champagne muito superior.
Cerveja franceza marca Bobee.
m
Veflde-se a taberna do paleo da i a., uos
Afogados, n. 23, que fica na quina, e oit.lo para a
ra de S. Miguel, propria para um principiante
por ter poticos fondos e commodos para familia :
a tratar na mesma on na rna da Impcratriz n. 74.
A ttenp&o dos Srs. alf&iates,
sapateiros e tsmanqueiros.
Pecas de algodo largo e encorpado, proprio pa-
ra obras daquelles senhores, por SJ.700 a pega de
JO jardas, est em perfi-ito estado: na loja da rna
3a Madre de Dos, n. 16, defrone da guarda da
alfandega.
LEGFVEL



I


-Dlar.'o de "ernambuco Unlmrltlr* 8 de #w*b de tl.
Admirem
Admirem
Admirem Bem!!
As pechinchas que eslo venda na loja e ama-
tem do Pavao, na roa da Imperairiz o. 60 de Ga-
ma A Silva, iid>- se vendem todas as fazendas,
ianiu de luxo como de primeira oecessidade por
presos milito rasoaveis, e com especialidade as se-
guales, dando-se amostras de-iaando licar penhor
ou mandao-se levar em casa das familias pelos
Goke dogaz.
pilcli tio gaz.
Alcatro do gaz.
Goke tonelladas rs. 10(5000
Pitc i 800000
AlctrSo caada..... 400
O eoke reconhecidaraente o carvo mais econ-
mico, torna-se por tsso recommendavel, bem co-
mo '.lo asseio <]tiese nota as cozinhas sonde
alte usado. Pitch e alcatro.alra das applicacdes
alverjas a que se prestara, como para callafetar
emb..-cac5es,aicatroar madrasete., teem este a "ixeiros da mesma loja.
propnednde de preservar do cupim, formigas,etc. Madapolao enfestado a 40, 4*o00 e 50000.
E' entregar na fabrica dogaz oa mandado por em j |S'endem-se pecas de madapol5o enfesiado com
qua!qu;r ponto da cidade, segundo a vonude do: 12ijardas pelo baratissimo prego de 4*, 4,5300 e
comprador. 5*, ditas sem seren entestados demarcas maito
~------:------------------------------------------"r~ acreditadas a 7*, 8*, 9*, e 10*, ditas, francez
PflP-SP tflffl. fltf.PM.CMO. 'multo encorpado proprios parasaias a480risa
Algodo milito .superior, sendo a peca zu jardas go ae Gama & Silva,
por 25700 e 45; madapolao moito fino e largo, fa- Vas!Mn Ilr-inciw
senda de 12*000, agora por 7* e 5* a pega de 24 WCSUU0S BraiGOS.
jardas e mutias roberas a 2J0 rs. o covado : na Vendem-se os mais ricos cortes de vestdmele
loia da ra da Madre de Dos, n. 16, defronte da cambraia branca primorosamente bordados, pelo
po'rd da alfaudea i baral Preco de li&- 1G e 20* na loJa do Pavao
----------------------- '______' ra da Imperatriz n. 60 de Gama A Silva.
PK0PR10 m i SENHRA. j rande pechlacha, vestidos a
Vende-se uai excelente cavaltomuito.no- 3JI&00.
va manso com todos OS andares : -na 4X>- Acaba de chegar um bonito sortimento dos mais
ohei .) do Paulino, rua de Santo Amaro.
-i 3-3-T s. a, o- ?? "S ss o 2 ^
; m u n mm

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os
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so
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P.iH.4 HAXTO AUTOPIO I
KxlO tBO.l
Veodem se sortes muito bem feitas e de
papel moito bom 40 o cento : na ra das
Crazes n. H, taberna da porta larga.
lindos vestidos transparentes, maito proprios para
! passeios e bailes, por serem de primorosos dse-
! naos, sendo todos os padres tecidos e nao pinta-
dos, e vendem-se pelo baratissimo preco de 34S00,
sendo fazenda que val muito mais dinheiro: isto na
loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Grosdenaples de cor a I06OO.
Vndese superior grosdenaples cor de caf, pro-
pr o para vestido, sendo muito encorpado, a 15600
o eovado : na loja do Pavao, ra da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Grande sortimento de ronpa feita.
Vende-se na loja do Pavao um grande sortimen-
to de roupas feitas, consiando de palitos de panno
preto, sobrecasacos, ditcs saceos, ditos de casemi-
ra, saceos e sobrecasacos, ditos de brim branco e
de cores, ditos do casineta, calcas de casetnirarpre-
la d<: todas as qualidades, ditas de cor, ditas de
brim de linho branco e de todas as cores, coletea
de brim, casemiras, selim, gorgurao, etc., etc.,. to-
da* estas obras vendem-se por preco mais barato
do que em oulra qualquer parte : na loja do Pa-
vao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Souteinbarques de cor
Vendem-se os mais modernos soulembarques de
cor, ricamente enfeitados, e por barato- preco : na
loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama.4
Silva.
lapas prctas e soulembarques,
Wndem-se as mais modernas capas pretas lisas
e bordadas, os mais bonitos soutembarques pretos e
manteletes, tudo de seda pi-eta e o que ha de mais
gosto no mercado, por pregos muito em conta :
na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60,-de Ga-
ma & Silva.
j Grande liquidoslo a dinheiro.
Ka loja earrnazera do Pavao.
AURORA BRILHANTE
i
GRANDES AR1L4ZENS
DE
n Largo da Santa
Onz n. 84, es-
ina.da ra d
Sebo.
S
Largo da Santal ffl
MCrm n. 84, es-f*
i
A (niruveis pechinchas
<" sino ; venda na lja e armazeni
Una da Iaiiperarlz n. GO de Ca-
n; sfc i!va.
Os dones desteestabelecimento tem resolvido li-
quidar suasfazenlas por pregos baratissimos, s
com o tim de aparar dinheiro, o previnem as pes-
soas que negociam em i^ pira i escala com.fazen-
lf3ra,TW ; >>\\aeM Pei^if.-t lleudes Guillll- LiUTOM* retri i mcuuks uuiiu i de 9gridiTt taQ[1, em pei.a cono a rttalll0) a sa.
i a.
Bretnnha de rolo a 30-
1 !>'m-se pegas de br.'tinha com 10 varas pe- '
id baratissimo preco do '\> a pega.
adapolSo enfestado a 3-55;X>.
!'-se madanolSo entestado com 14 jarda; a
3 e iSt'iO.'i, il'M com 21 |ar 5300,73. N'. W 7-3 )0, L. 10 7*500, N. 6
laate^SOO.
viui'.Hiibiipjuti' (1> ceros a (i>.
i -. -,ii-.-ri*Miieinliar.|:i''--de cores a 65, 75-'
tf,-j. u.to .le seda a 18;, 20 e 2o*.
Chapeos para liomem a 15800.
Ven em-se chapeos para hornera a 1*800 cada
um, chapeos de sol de panno a 2j, ditos de seda
par iiomem a C3 e 7* : s Arara, ra da tape-
rairu 36, de Mendos Guimaries.
.c -r;i vende (hilas frueezas a 210 rs. o co-
vao.
Ven ; mi-se ehiuw franeeias sendo cores Osas,
n n orno sejam jadroes delicados sendo cores
di rxns, se vende por baratissimo prego
d TOdo, ditas a 360, 280 e 300 rs., ditas
n,: tas linas a 3SU e 360o c.>vado.
(taitas franeeus eseans.
V i<>ni-s chitas franeezas sendo padroes escu-
r iflxasaSSOe iOOo covado, ditas uuu-
dinl] el iras 'VM e WO rs. o covado : isto na
loj > i armazem da Arara ra da Imperatriz n. 56.
i'oviis i Maris Pia a 185.
1 Jem-se os iirais modernos cortes a Mara
l'i 18*, dito a i-5. t2*, 11-3. 10* o-8*, cortes
de la seo barra a o* teto 15 covados o corte.
aisro de duaslargaras a 1$280.
Venie-8e damasco de duas larguras a 1*280 o
eova >, dito de urna largura a 800 e 6i0 rs. o co-
ra I neos d) linho a 3*, ij e 7* a duza.
Camisas fraucezas a 1,-jGOo.
ber
Chitis largis a 200 rs.
Ven lem-so cnitas [ranntas, listradas moito.lar-
gas, padrdss escaros, oelo barato prego de 00 js.
o covado, tendo muito bom |ianno ; ditas escuras
p-'dreo- no vos, por serem tolas escossezas e cor
lixa a 20 rs. o ova lo ; ilitas miudinhas escoras
e claras a 240 rs, ailiinrando-se que esta fazenda
nao tem o mais (k-ju-im toque de mofo, nem ontro
qnalqner defeito. latoso o Paro, na ra da Im-
peratriz u. 60 de Gama & Silva.
t'szendas braBeas baratas vende o Pavo.
Pecas de algodeahiho laro, marca T cora 21
jardas a 8-3, ditas T cora 20 jarlas a 7*, ditas de
outras marcas, como sejam sieupira, carne de vac-
ca, etc., a i?. Si, e 6.3 ; madapolao lioissimo com
24 jardas a 6*59.) 7.3S;I0 ; panno de linho mui-
to inferior pronrio para lenres e toalhas a 7u0
rs, a vara; bramante da Imliocora 10 palmos de
largura a 3*S00a vara. I-tn s na loja do Pavao,
roa Ju Imoeratriz n. 6'J de fiama k Silva.
Esparluo-i, na leja do Parle.
Vende-se um bonito sortimento de espartIHios
proprios para sonhoras, sn lo d-is Mais moderos
e bem feilos que i^m viudo ao merenlo, ten'lo de
todos os lmannos e ded*v<*rsos procos trazenio to-
das as compfl.'iiies Bus para apertir.. Isto s na
loja do Pavo, ra da Imperatriz u, 60 de Gama
& Suva.
Cjni!iraias brancas.
Ven le-se um bonitosortiinanto de pecaa do cara-'
braia brancas i'7.as. leudo lanadas e triaspareate-:. j
pelo prego de 45, 43500, 53 e 03, havi-ndo minio
superior da Escos-ii por 10* a 12*. Isto s na lo-
ja di Pavao. na ra da Iinooralriz n. 60 de Gama
Os; Silva.
Gros de ijiiadrinhos a 1,5600.
Wndem-se os mais modernos gros de quailri-
nho>, proprios para vestidos d- senhoras e moni
rora i?nih,^.p pr,5ano do muit0 acreditado armazem de moHiados"denominado u-
"ruante continua a ter o mesmo sortimento de gneros de primeira qualidade.
..gUlnte tabellasirvira' a todosdebasepara ajuste de comasaosporladoras.
oelo Van? m ",nazem sendera' mais barato e raelhores do que a Aurora Brilhante, ja'
ero nnant, h que lem' *' mesmo Por1ue sea don deseia tirar diminuto lu-
nroviiur Uft para accumul;ir as despezas do estabelecimento por isso deixe se a-
lantes freguezesSPnearl'> h* de &Zer tod*adilienciavi>fim de servir bem os seusons-
P^Ko 1braS dech0UriCas muito novas,
iDt!:f?* wm peixe em postasinteiras,
"OO ,Ualldades> a *000, 1*280
:D,ader,srsexcel,e,e,ieusci,parafri-
iSlIarcomI^Kr90^38'3720"-
.Ditas comamexas a4*200,, 1*800 e 3*300.
? unas com ranrmelada do a/amado, fabricante
Abreu. a 720 rs.
vitascom massade.tomate, SOOrs.'
' tf rSBff116 """"""^ novos' ***wo,
iD'Sooo,b1,,achilll,a de sodamuito navas> a
. Ditas cora Biscoitmhos.-mgle*es de murtas qua-
l Iidades, a 1*400.
! CkecoJale.
Uixmhas comamexas enfeitadas praprias
L. P3"' m|mi a 1*200,1^800 e 3J200.
unoMiate superior -muito novo, a libra de
, ^860 a .1*000.
.Macarrao^aaciam e aletria amareila a Iftra
i a 400 rs.
Ditodito dita branca, a libra a 400 rs.
Caixas com estrellnha, pevide, e oatras- mas-
t sas, a caixa .3*#0.
Ditas dita em libras a 640 rs.
Sag, a libra a 360 rs.
JSevadinha para sOpaalibra, a 240 rs.
Ervilhas seccas, a libra a 160 rs.
DUas descascadas, a libra a 200,rs.
Tapioca muito nova, a libra a 280 rs.
-!vnna de raruta verdadeira, a libra a
aOO rs.
'A12Ldo Maranho, em sacco, a arroba a
2*400 e a libra a 80 rs.
.Dito da India e Java, a arroba a 3*200 e a li-
bra a 100 rs.
ViHho verde stiperier.
A caada a 3*000 e a garrafa a 400 rs.
Gouima.
Saccas de 4 arrobas, a verdadeira de se'
engommar, a arroba a 3*000 e a libra
120 rs.
Sabao massa, a libra a 200,240 e 280 rs.
Farioha.
Saccasgrandes com farinha de Goianna mui-^
to nova, a 5*000.
Caf.
Cafdo Rio multo superior, a arroba a 8*, J
8*300 e 9*000. Q
fih. r.
Ch.temos uestes gneros o melhor possivel,^
hyson, a tibra a 2*600.
Dito parola a 3*000.
Dito uxim a 2*700.
Dito hyson muito fino a 2*800.
Dito redondo a.2*500.
Dito preto de primeira qualidade a 2*500.
Dito mais baixo a 2*000 e 1*600.
Erva mate.
Excellente cha medicinal, a libra a 240 rs.
Espcrmacete.
O. masso com 6 vellas. de espermacete a 600,
640 e 720 rs.
Passas.
Gaixas de 16 e 8 libras de passas oras pro-
prias para miraos a 4$ e 2*500.
Nozps.
Nozes, a libra 160 rs. e arroba a 4*000.
Alpisla c painfn.
Alpistae paingo, a arroba 4*000 e a libra a
160 rs.
Cartas.
Cartas finas para logar, a duzia a 2*5n0.
Castanhas.
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i No mesmo consultorio a sempre o mais ajsftopriado sortiaento de carteiras
tubosavulsos,assim como tinturas de varias dyrauamisar;5es e pelos- precos seguintei
Garteirasile 12tubosgrandes. iO
id 21 tubos eaniles. ^, .. vi8)0
h {> .,!))> ,t:ii1o. M^W
lj l* tubas j-anls. 303000
JeSOtubosirandes. 330000
Prapira-se -jualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com os remed
q ie se pedir.
^m tubo avurso ou frasco de tfnturade meia onca 1,5000.
Sende para cima de 12, custar" Hatubos mais pequeos cada um a oOOris.
i ii.- i >rj 1 a'j niipuliia, > Mioual de Medicina Homeopabico do Dr. Jahr
i--. i Ijs /jluaji ; j.u liccionario........... StQdOOO
vjljiua l.ujstica lo r. Hering,........... IOjJOOO
i{jyartorio11 Jr. litio Mjraes......T...... tiJOOO
Uicoiouario ildtt3i*;asda medicina. ..,...,... 3*000
Os -e neJtJ s Jasto estabelecimento sao por demais conecidos e dispensam portan-
te de vire a lova n;nte recomendados aspessoasjue quizerem usar de remedios ver-
dadeiros.iiergico edaradoresrhatudo do melborque se pode desejar.globos de Ter-
dadeiroassucar deleite,notaveis >ela sua boa ;onservaco,tintura dos mais acreditados
estabelecimea'.os earopos.a maisesacta e aecuradapreparacao, portanto a maior ener-
ga! cufiu/.a e a seus eleitos.
Casa de saide para escravos.
Recebe-sescravospara tratar de uialquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualqoer
operac5o, para o que o mnunciantejnlga-se suficientemente habilitado.
Otratamento o melhor possivel, tanto na 1 arte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa a mais de quatreannos, ha maitas pessoas de cujo conceito se no
pode duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
doentes.
Paga-se25000 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante I05QO.
As operaces ser5o previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitaraos precos
azoaveisqua soUrn piir o annnnciante.
Toucinho de Lisboa a 9$500 a arroba e a 320 Castanhas novas vindas neste vapor,
\n'tSmA o ba 4*000 e a libra a 200 rs.
* 2606r S' *' *)0,> *Kbr'a Azeitanas.
:Molhos com 123 ceblas grandes, a 1^280. 'Barris com azei,onas n0W a l*M
jMostarda franceza. caixa rom 2
arro-
Manlcija.
Manteifra superior, a libra a t*-250.
Dita mais abaixo a 1*200.
Dita menos superior a i*.
Dita franceza nova, a libra a 880
Dita dita em barris e meios ditos, a
830 rs.
Ventara camisas frane.zas a 1*800, 2*. dita as sendo estes ros dos mis modernos que tem
d o .- lar^sa 2*e 2*210, ditas de linho a
, 2*800 e 3* cad.i urna, aeroulas franeezas a
1*300, ditadenho a 1*800 e 2*. co-
b : i chita a 2* o 2*50J cada una, cambraia
a 3*, 3*500 e4* a peca, ditas de cores a
Ciubraias de cures a 300 rs.
nde-se cambraia de cor a 300, 320, 360 e 4U0
covado, cambraia de salpicos a 2*300 e 3* :
na rua da Imperatriz n. 30.
Chales de serillo a 2.
Vendem-se chales de merino a 2*, ditos de cl.i-
1*600, 1-J280 e 1* rada um, chales finos com
, i ita redonda e borlla de seda a 6* e 7* cada
oli^ rtores de algod > a 1* eada um : na rna
i ; atrizn. 56. .______________
RIVAL
Qu :madi/ ti. '.C, loja de Jos ,i Azcwdo
j i Silva,
i uUeiras e vottas muito bonitas a 500 rs.
lia las e liua ar bordados de superior -ipa-
i 60 rs.
. as de la'as e garfo de cabo preto muito
!i .i -l.'j.
M das i!e linha froxa para bordar a 20 rs.
II .- de liona azul:.;-, snperiar a 60rs.
Babada do I'orto muito superior a 100, 120 e
i rs.
V, de Irania de ioJio branca a 40 rs.
L'a ;as rom 1U0 envelopes da melhor qualidade a
600 rs.
'. i rom 20 quaderoos de papel superior a
' rs.
- de pennas de ago muito finas a 500 rs.
le tranca lisa prea e de cores a 40 rs.
.- no botoes madn-peroia para camisas a 5o0
;'- rs.
C tas com ."0 nevellos tic ilnha do gaz a'700 r.-.
de franja d--- rfires a 80 rs.
los com 400 jardas superior qualidade a 70 rs.
is de Imha rom KJO jarda dos ns 60 at
a ICO rs.
para iss^nos rte i -).a lavada a 100 r>.
botoes 'i- punh< nioitcuitMl a 120 rs.
'ib turas
para uiibm e costorft muito flnis a
ftcrt iao.
"rinrez barrica o*0<0
i'r.rtland i lem 8*600
Era peri^fti astuta:
Frasee/ barril a 10*000
Poi'lan. i< 12*000
'"o *rm*em de Tas-n Irm^s eae= do Apolle.
veode-se eaisSes vazios preprios pa-
ra iiahuleiros, e fuoiteiros, a 2IO0O cada
um : e para as ppsg^as que CQmprarem do
4para cima !|^K), nesta lypographia.
franceza, caixa com 2 duzias a
7j)000.
(Frascos com mostarda preparaba em viaagre,
i a 400 rs.
Ditos cora conservas inslezas e trancezas. a
640 e 800 rs.
Ditoscom sal refinado fino, a 640 e a 500 rs.
1 Ditos com a verdadeira genebra delarania, a Dita para-tempero a 400 rs.
1*000.
Ditos de2 garrafas de Hollanda verdadeira,a
' 640 rs.
Botijas cora dita proprla para negocio, a
i 400 rs.
)Garrafoes com 2 galoes com dita, a 6*.
Serveja boa, marca, a 500 rs. a garrafa, e a i
) duzia a 6-3000.
'VinhomuscateldeSetubal, agarraf a 1*.
Marrasqmnhoverdadeiro,frascos a 800 rs. e
? a 1*200.
^Champagne, a duzia 20*000, e a garraa a
v 2*000.
SAzeite refinado portuguez e francez,a carrafa
9 a 1*000.
Caixa de vinho Bordeaux multo superior, a
5 7*, 8*, 9* e 10* a caixa.
)Dilas com dito branco, a 7* a caixv
.Ditas com dito lagrimas do Douro verdadeiro,
a 20*.
'Ditas com duque do Porto verdadero,"a
18*000.
Dtas com chamisso superior, a 14*.
'Ditas com Porto velho e outras muitas mar-
cas, a 12*.
>Vinho do Porto da pipa, a garrafa a 640, 720
i e 800 rs.
Dito de Lisboa muito bom, araada a 3.3200,
[ 3*500 e 4-3, e a carrafa a 500 e 560 rs. _
Di'toda Figueira, das segnintes marcas (X.)
(J. A. A.) (J. L. G.) (0. M.) a cana<1% a
4*300, a a garrafa a 560 e 640 rs., deste
f que j est engarrafado e lacrado com o
rotulo do armazem.
iDitosdn marcas mais desconhecidas, a cana-
i da a 3-5500 e 4*000, e a garrafa a 480 e
620 rs.
.Vinhobrancoflno, agarrafa a 640rs.
iDito de caj muito superior, a garrafa a
800 rs.
Laboratorio eiulojfico e chimico de F. P. Lebeuf e G
rua Montinartre, 31, em Paris.
Fabrica em Argenten!!, prs Paris (Franca).
B0MflC4C4l) E FABIWClO
Dus vinhos, aguarilentcs e licores.
todas
VIXIIOS.Iraitaflo dos vinhos de
qualilades,ic!r.v:i-i Je Mf 1 ie, adose para 230
litros, 1 '.2'. !-. Oir.RiT, 2 f., de Poraard, 3
f.,de Lisboa, ? f.,de Cataln, 2 f.,de Porto,
Xerez.Mujcatel, Malaga, dose para 25 ou 30 li-
tros, 41.
Substancia para fabricar com o alcool e agua
os vinhos cima e todos os outros. A dose para
300 litros, 50 f.
CL.YCtCTCCO.-Ps Inglezes, pos dos vinhos
da Hespanha, da Franca, etc. A libra para 500
litros. 5 f.
GQLOR.ACQ Purpirigine para colorear os
vinhos brancos e vinhos daros.
para 300 litros, 16
AGUARDEXTESEsseocia de cognac para dar
as agurdenles ordinarias o sabor eo aroma de
cognac. A garrafa para 100 litros, 5 f.
KIltSCHEAllsINTHO.-Essenciade kirsch e
de absintho, para os faier com alcool e agna A
garrafa para 100 litros, 3 f.
LICORES.-Extractospara fabricar se todos os
licores conhecidossem fogo nem alambique, (in-
dicar-se os que se deseja.) A dose para 20 ou 23
litros, 3 f.
PERFUMES para fabricar-se os licores finos ou
communs a dose para20 ou 23 litros, 1 f. 23.
TODOS os outros productos para o trabalbo dos
vinhos,agurdenles, licores, vinagres, etc., sao
As duas librasjfabricados le encommenda.
TEXCILIOS de laboratorio e de ciiimica.
Alguns de )>sos agentes tendo falsificado e mita lo nossis oreparaeoes, e engaado nosos
freguezesjdeve-s; exigir obre as romas c rtulos asiniciaes F. V.L. Paris,
0 moda de usir-so daspreparafesicha-se indicado no rotlo.
grande quantidade de gneros tendentes
a estes estabeleeimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
t?sr
vindo ao mercado, v.-ndendo-se pelo lia alo preeo
de 600 rs. o covado. Isto s na loja do Pavo, rua
da Imperatriz n. 60 de Gima Silva.
Ricos bouznouts de Guipare.
Vendem-se os mais reos boaznonts do Guipure,
sendo os mais modernos que lem vindo ao merca-'
do, pelo baratissimo preco de 23*, cada um, as-
sim como chales de 3 e 4 ponas da mesma fazen-
da, sendo de varios precos. Isto s na loja do Pa-
vao, rua da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
S o Pavita vende
Chitas largas a 240
Chitas largas a 240
Chitas largas a 240.
Acata de chegar para a loja do Pavo um gran-
de srrtimento de chitas largas garibaldinas, por
s rem todas listradas r padroes esenros e de cores
fixas que se vendem pelo baratissimo preco de 240
o eovado, sendo que em ontra qualquer parte cus-
a a 36:i o covado, notando que os freguezes que
compraren) porcao de prcas, terao um pequeo
abatimiento: isto na loja do Pavas a rua da Impe-
ratriz n.60, de Gama A; Silva.
LSazialias a 300 rs.
Llazinhas a 300 rs.
Lazinlias a 300 rs.
Vende-se um bonito sortimento de laazinhas pro-
priasp ra vestidos e soutein arques por serem li-
sas e de quadrinlios pilo barato preco de 300 rs. o
eovado, sendo fazenda que sempre* se vendeu a
500 rs. o covado, e vende-se a dinheiro a vista pe
lo baratissimo preco de 300 rs. o covado : na leja
il" Pa'-fiD rua da'lmperatriz n. 60 de Gama &
Silvs.
Pelerinas a i 600.
Vnieii-se s mais ricas pelerinas ou romeiras
de cambraia bordadas proprias para hombros de
senhora pelo barassimo prego de 15'JOO: na rua
ta Imperatriz n. CO, luja de Gama & Silva.
Organdr a 240 rs. o covado.
na loja do Pavo.
Vendem-se as niai- bonitas cassas organdys, pa-
droes miudos e grandes, pelo baratissimo prego de
240 rs. o covado (doze viniens), esta pecbineha
araba-se lugo : ih loj.i do Pavo rua da Impera-
triz n. 60, de Cama ^ Silva.
Lnnzinh'i transpa mt<>,
a 220 rs. : si na lja do Pavo.
Vendem-se as mais modernas lanzmhas tranpa-
rentes, sendo IWas de Ustra-, quadros e lisas, fa-: finos de feitro diversos para ladrilho, azoleijns de
-ii que sempra sn venden a 400 rs. ; o Pa-; diversos costos, lijlos vidrados para parede de co-
.,' vende para liquidar a mae tiotens o covado : zinha, canos de barro para esgoto, cemento em
pa loja do Pavo, ru.i da emperatriz n. 60, de Ga- barris de 10 arrobas,
ma i ;i;va. -------------------------------------1-----------------------
-----p---------------":. .:-------: Caiiiogas finos e brlnqnedos
\ecde-se nm escravo idade 2o annos insigne .. mAnin<>
ofiei do carpina e bon'ta Ogura : na travessa op, !''*^ n"OS-
Atnn/mrt. chegaram para a loja de miudezas da rua do
' _J_____^J________________________________i Queiraadi) n. 69, os mais finos lindos calongas
SAL DO SSU' tanto para brinquedo de meninos como para cima
A bordo do hrigue escuna nacional Graciosa : de mesa : na mesma loja se encontrar bom sor-
ver. Je-se na rua da Cruz u. 23, escriptorio. i tmente de miudezis.
Qneijns.
Queijo? novos vindo- neste vapor a 2*800 e!J
3*000.
Dito londrinos muito novos, a libra
1*000.
Papel.
Papel al mago pautado, a resma *l*WH>.
Dito dito lizo de linho, a resma a 1*500.
Dito de peso lizo e pautado, a resma
2*500. ann
Dito deerabrnlho.bom a 1* e 1*200.
Vinan laieira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xere eMa-^j
deira a 1*500 e 2*000.
Temperos.
Folhas de louro, nimeata do reino, cominho
e cravo, a libra a 400 rs.
Velas de carnauba.
Massos com 6 velas de carnauba refinada a
480 rs.
Amendoas.
Amendoas com casca, a libra a 320 rs.
Dore.
Caixoes de doce de goiaba, grandes a 1*400^fj-j
e pequeos a 640 rs. (f+)
Tijolos de limpsr. ^
Tijolos de arear facas a 140 rs.
Gma.
Duz'asde boioes de sraita n. 97 a 25000, p-Tj}
de latas a 1*000. e os boi5cs a 210 rs. ca-rp
da um, e as latas a 100 rs. Cgfj
Charutos finos. Sr
Charutos finos dos melhore- fabricantes da A
Bahia por diversos precos, caixa* e meias*ft%?
ca xa s. (*&
As encommendas devem ser acompanhadaspor urna letra sobre Paris ou qualquer ontra ci
- Franca, ou um-h lis poruraiena mleciJa.Diriinr-se aosSrs. Lebeuf & C. chimicos, i
emartre.n. 31, era Paris, ou i sua faoriei em rnAateail. ores Paris
da-
rua
Vend sj a Intici frinceza, rua di Imperador n. 38.
EPATENT
trabalhar mo para
d escarolaralgodo
fabricadas
Por Plant Brothers & C.
OUil
Estas raach;na.<
podemdescaroear
AGUA
Si^^r*- sendo bastante
V ''.'Mi/iTl duas pessoas pars
' -'U -otrabalho; pd.
w


r M
: '.
' 1
descarocar ums
arroba de algc-
do em earoct
em 40 minuto'-i
ou 18 arroba:
por dia ou 5 ar
robas de algod
limpo.
5 K
COHTIMAIIOS BMIDJMMi
N. 11Rua do QueimadoN. 11
A este estabelecimento chegou ltimamente da Europa um prande e variado sorti-
mento de cortinados bordados o que ha de mai gosto em desenhos e bordados.
Lindos bonets de palha de Italia para senhoras.
Chapeos e chapelioas de palha de IUlia ricamente enfeitados.
Chapeos finos de seda paracabeca de homens e chapeos de sil de seda inglezes _de
8, 12 e 16 astes.
Bournus e chales de renda pretos superiores.
Pelisses e soutembarques de seda preta para senhoras.
Cortes de la de barras de 14* a 22* de mnito gosto.
BalSes de arcos e de musselina linos, manguitos e camisinhas.
Saias bordadas mnito superiores.
Moireantlque preto, grosdenaple preto e de cores, panno preto fino de diversas qua-
lidades e casemiras pretas e de cores.
Luvas de pellica para homam e senhoras. .
E muitas outras fazndas que tudo se. vende barto na loja d Augusto tredenco
dos Santos Porto, aonde tambem se vendem as melhores e mais baratas
Esteiras da India para forrar salas
R. 11--Rui do Qoeimado-IS. 11
0 GASTELEO BE TOAC-S
Taftiso IrmSos
vendem gesso em p para estuque de casas, tijolos
Tradtizido do francez por A. J. C. da Cruz.
Vende-se este helio romance era quatr
tomos pelo baratissimo preco d? 2S30C
ua praca da Independencia, livraria ns.
6e8- \________________
AttenQo.
Na taberna da rua da Palma n. 41 vend-se fa-
rinha da trra a 180 rs. a cois, em sacca com 32
cuias por 5*300.
Assim como machinas para serem movidas por
animaos, que descarocam 18 arrobas de algod(
lirajio, por dia; e motores para mover urna, duas,
eutrss dessas raachiuas.
Os inesmos tem para vender um bellissimo va-
por que pode fazer mover seis destas machina;
mencionadas ; para o que convida-se aos Srs.
agricultores a virem vr e examina-lo, no arma-
zem de algodo, no largo da ponte nova n.47.
Sauoiers Brolhers & C.
\. II, pra?a do Corpo Sanio
RECIPE.
Os nicos agentes neste paiz.
Rival sem segundo
Rua do Queimado n. 49, leja de miudezas de Jos
& Azevedo Maia e Silva esta disposto a vender mui-
to barato que admira, pois seus freguezes ja eslo
scieutes que nao ha segundo competidor.
Pecas de cordo para veslidos a 20 r..
Capachos redondos e compridos a 500 rs.
Talheres para meninos a 240 rs.
Duzias de facas e garfos a 2*400.
Ditas de cabo preto era vado a 3*000.
Ilarallios franrezes muito finos a 200 e 250 rs.
Grozas de botoes de louca a 160 e 200 rs.
Caixas com soldados de chumbo a 120 e 200 rs.
Bun<-cos de choro pequeos a 160 rs.
Varas de cordo para esparlilho a 20 rs.
Duzias de colheres psra cha a 800 rs.
Duzias de colheres para sopa a 1*300.
Ditas de metal principe de cha a 2*000.
Di las para sopa a 4*000.
DE
Florida.
para reslabelecer e conservar a cor natural dos ca-
bellos.
A agua de Florida nao urna tintura, fado es-
sencial a contestar, a mesma agua dando a cor
primitiva de cabello. Compostas de plaas exti-
cas e de substancias inofiensiveis, ella tem a pro-
priedade de restituir aos cabellos o principio co-
rante que elles lem perdido.
De urna salubridade iucontestavel, a apoa de
Florida ontretem a limpeza da rabeca, deslice as
caspas e empede os cabellos de cabir.
Oleo de Florida
Composto de substancias vegetaes exticas, elle
contnbue poderosamente, com a agua de Flo-
rida aforca, a belleza e a conservago descabel-
los.
Em Paris casa de Guilaurn. 112 rua de Rechi-
nen e 21 boulevard Monlmarlre.
Todos os frascos nao tendo iniacto e clare, e Ib-
clre praleado da casa. reputado falso.
Deposito rua do Imperador pharmacia n. 38.
fiixiis httmfcurgue/as.
Vende-sena rua Nova o. 61.
bramante de linho de um s panno a
DROGARA.
31Rua1, Iar9a do Rosario34
Bartholomeu Francisco dcSouza & C.
Vendem:
Acido actico puro para retratistas.
Esmaltes para ourives.
Papel para forrar casas.
Guarnieses avelludadas.
Tinta hranossuperior em lata.
AlvaiadeV?neza, fino,em paes.
Urna familia qu^ se retira vende urna mobilia
de amarello j asada, trem de cosinha, louca de
almoco e jantar azul, urna mesa de jamar de ama-
relio pes torniados, masas pequeas, cemraodas,
cama de casal e muitos outros objectos o que tudo
se vender em coma : na rua dos Pires n. 6.
- Vende-se urna negr nha de 10 anuos, mnito
esperia e sadla : m paleo da matriz de Santo An-
tonio n. 8.
No armazem de azen das ba-
ratas de Santos Coelho,rua
do Queimado n. 19, ven-
de-se o seguinte:
Lenges de panno de linho a 2*400.
Ditos de
3*300.
Cobertas de chita da India a 2*300.
Lengos de cambraia brancos proprios para algi-
beira.peio barato preco de JlOOO a duzia.
Pegas de bretanha de rolo com 10 varas a 3*800.
Ditas de cambraia para forro de vestido, com 8
varas, pelo tarali.-simo prego de 2*600.
Guardanapos adamascados pelo baratissimo preco
de 3*500 a duzia. v ^
Algodo enfestado com 7 112 palmos de larenraa
1*200 a vara. 6
Cortes de liia de lindos costos com 13 covado3 a
6*000.
Pegas de cambraia adamascada com 20 varas, pro-
prla para coriinado, pelo barato prego de 11*.
Fil liso lino a 860 rs. a vara.
Dito com salpicos a 1* a vara.
Tarlatana branca fina a 800 rs. a vara.
Atoalhado de algodo adamascado a 2*200 a vara.
Dito de linho a 3*200 a vara.
Laazinhas lisas de todas as cores, pelo baratissimo
prego de 500 rs. o covado.
Pegas de cambraia de salpicos brancos e de cores
com 8 1|2 varas, pelo baratissimo preco de
4*500.
Baloes de 20 arcos a 2*500, de 25 a 3*, de 30
3, Toalhas felpudas a 13* a duzia.
Esteiras da India de 4, 5 e 6 palmos por mecos
prego do que em ontra qualquer parte.
Neste armazem se encontrar um grande sorti-
mento de roupa feita e por medida.____________
Admira vel pecliincha!
Mocambique a 34)0 rs. o colado, na laja
do pavo.
Vendem-se os mais bonitos mocambiques de pu-
ra la proprios para veslidos e soutembarques,
sendo de quadrinhos de listras e lisos, fazenda n-
teiramente Bova, em padres e muito proprias pa-
ra as seniuiras que frequeniam n mez Mariano,
porqne esta hienda Ihes f.\eihta fazerem por poo-
eo dintieiro vestidos moito decentes para qnalner
acto, advwrtindo-se que este baratUsitro prego
de*de a grande compra qne se fez desta nova fa-
zenda, que se "vende a freze tustSes o covado : na
loja do pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama 4
Silva.
/>

~f
i

.
ILEGIVELJ


ftlftrl* d
o. Qninta letra de Hrah* de i#*.
*
*

NLVLli TECETAES
DO'
DR. AYER.
Nao ha necessidade mais
" %
e"
Bival sera segundo
Roa do ewMdft n-U, esta Tendeado ludo
muilo barato eomo ver afcaixo.
Caixasde peonas de kalegraphia a 15000.
Ma9sos rom superiores grampos a 30 rs.
Par* d* tpalos de tranca tpale 14500.
ral emlotf08 os parees do que a Frastofrdeajacag peral..3o3r,
d UI purgante que seja ao Caitas cora superiores agulbas a 200 rs.
mesmo tompo innocente, fflcaz Libras de Ia surtidas ce), todas as cores a 7*000. %S^^o^&"^ffi!3^
* Air o .r^a ..I Caixascom superiores brelas a 40 rs. ~S'.?^ !iV.. .! v oner,eceer
Grande armazem de (iotas.
RUADOIltPERADORN.il.
O ki-mazem de-tiotacr nm grande deposito de
producios chiraeos utensiseog mais embregados
e asadonapnaruiacm, pintura, pholographia, tin-
turara, py rotecbinia (fogos de artificio) e em outraa
industrias.
Montado em grande escala, e snppriDds-se di
e digno de toda a conanca.
As pillas que ora offerece-
mos ao publico preenchem estas
condices; pois pdem ser to
'ruadas pelas pessoas mais fracas
sem perigo algum, nao tendo em
sua composifao mercurio nem
outro ingrediente nocivo sau-
de, mas sendo composto de a-
gentes vegetaes moi fortes, s3o bastante
eficientes e activas para purificar os corpos
mais robustos.
Estas pilulas exploram e purifican toda
a extensao do canal alimenticio, e do vigor
a todas as partes do organismo, corrigindo
sua accSo viciada e fazendo recuperar sua
vitalidade.
Ura remedio inestimavel contra dr de
cabera nervosa, enxaqueca, priso do ven-
tre, hemorrhoidas, molestias do figadot fe-
bre gaslro-hepalica, e todas as molestas,
biliosas que teem sua origem no entorpeci-
mento do figado que causa a escassez da
bilis na inflammace d'ste orgSo que pro-
duz derramamento da bilis no estomago ou
em um desarranjo geral dos orgSos diges-
tivos.
A. ictericia
produzida pela absorpco da bilis no
sangue, dando pelle e aos olbos urna cor
amarellenta ; nao somonte dolorosa por
si, porm conduz aos mais serios soffrimen-
tos.
Para cura-la toma-se de 1 5 pilulas to-
das as manbas, isto bastante para mover-
0 ventre smenle at que se recupere a ac-
co saa do systema.
Mal jio figado, febre gastro-hepatica,
diarrhe'a biliosa, indigesto, a nevralgia
ou tic doulcureux, sao todas molestias que
tem seu comeco n'um desarranjo da bilis.
A observacao dos ductos da bilis faz esta
vol er ao sangue, com que circula depois
vem todo o corpo e ansa estragos desas-
trosos saude e produz urna serie innu-
meravel de males.
Todos estes incommodos sao curados com
as pilulas do Dr. Ayers
Direcces minuciosas acompanham cada
frasco.
Vende-se na pbarmacia franceza daMau-
rer & C, ra Nova n. 18.
AGENCIA CENTRAL
15 Ra Rircita Id
RIO DE JANEIRO.
Vende-se em Pernambuco:
na Pharmacia franceza de
P.IMURER & C.
____________RA NOVA N. 18.
A LEGITIMA
Duzias de pbosphoros de segnranca a 120 rs.
Meias garrafas com tinta a 240 rs.
Rudinhas com alnetes francezes a 20 rs.
Cartas de alnetes francezes muito finos a 100 rs.
Resmas de papel almaco a 25400.
Resmas de papel de peso a 24000.
Papis de agulhas francezas a balao a 60 rs.
Bonets mnito bonitos para meninos a 14000.
Enfeiles para senhoras fazenda muito moderna a
240OO.
Escovas para roupa superior qualidade a 14000.
productos de plena confianea e satisfazer qnalquer
eneommenda a grosse trato ea retalbo, porprecoi
razoaveis.
Prvidos de machinas appropriadas satisfar
com promptldo qualquer pedido de tintas moidas
a oleo,coja qualidadee pureza de seus ingredletr-
tes poder ser examinada pelo consumidor, o qne
nao fcil fazer com aquellas que sao importadas,
e qne se encootram no mercado em latas fechadas.
Tem grand9 collecjao de vidros de differentes
formatos, desde urna oitava at dezeseis oncas de
capacidade-, de vidros para vidracas e diamantes
para corta-Ios; de pinceis para fingir madeira com
propriedade e outros; de papis-, dourados e pra-
teados e folhas de gelatina para ornamento; de
papel grande e pequeo formato de vanas cores
paraembrulho, para forrodecasa, paradesenho
com fundo j feito 5 de papel albuminadoe Brisiul,
As pchinchas que estao se liquidando na nova verdadeiro saxe para photograpbia e para filtrar,
loja e armazem de fazendas de ronpa feita de Gui- e outros ; vernizes de essencia para quadros, de
maraes & Irrno, rna da Imperatriz n. 72, aonde espirito para madeira: copal para o intprior e ex-
ot freguezes encontrara um rico sortimento de fa- tenor ; oleo graso, oleo serrativo. oleo de linhaca
zendas de todas as qualidades, que vende-se por clarificado, oleo de toiele, tttauvo ue arliro, onro
prego mais barato do que em outra qualquer parta verdadeiro em p ; prata, uro, u estanho em to-
para liquidarem, do-se as amostras ou mandam- Ihas de varias cores; tinlas vegetaes, inoCTensi-
se os caixeiros levar era casa das familias. vas proprias para confeitarias ; la de cores, e
Madapolo enfestado a 3J500, 4(5000- olhos de vidros para tmagens; tintas em tubos' e
e 4($50;> a peca. 1te,as Para retratos ; tintas em pastis e em pipa-
Vende-se peca do madapolo eufeslado com 12 ra aquarella ; essencia de rosa superfina, de ne-
roly, jasmim, bergamota,^aspiee, patchouly, mbar,
bonquet.limo, alcaraiva, melissa, ortela pimenta,
lonro, cereja, alfazema, juinpero, Portugal, lima,
ans da Russia, canella, cravo e muitos outros ob-
jectos que s cora a vista poderao ser mostrados.
Joao Pedro das Heves,
baratsimo!
baratissimo
baratissimo!^
1 f
Eoja das 6 portas em frente
o Livramento.
Chita larga escara a 240 rs. o covado.
Na loja das 6 portas.
CassaMnoeetas loas a 220 e 240 rs. o corado.
8* na loja das 6 portas.
Pecas debretoofaa de rolo com 16 varas a 24400.
Na loja das 6 portas
Cortes da casemira escura auna a 44.
SO na loja das 6 portas.
Pecas de cambraia branca a 34,44, 44300, 54,
85500 e 64 : na loja das 6 portas.
E entras rauitas fazendas qne se vendera por
menos de sea valer, de ludo se d amostras.
NOVIIIADE
A i 100 e i500.
Leqoes de os so, ultimo gosto, a 14-
Ceronlas de meia a 15200.
Diitas muito finas a 15500
S.na ra da CadeiaJo Recifeji.fi...
jardas pelo barato prego de 35300, 44 o 453C0,
dita sem ser enfestado com 24 jardas das marcas
mais acreditadas a 64500, 74 e 84, dita elefante
muito .fina a 94 : s Gui maraes & Irmao, ra da
ImperatrizD. 72.
Admiravel pechincha,
Cbiu. larga a 240! chita larga a 240II
Gerente.
a 240! chita larga a 240II chila
larga a 240III Araba de chegaraeste estabeteci- Grande sor I ment de roupas feilas de to-
mento bonito sortimenfo de chita fina percala de; das as qualidades,
padrSes modernos sendo clara e escora, e sendo: Caicas de casemira a 65 e 75300, ditas pretas a
fazenda que val 400 rs. em outra qualquer parte, 64 e 5, calcas de ganga a 25 ,158GO e 15600,
e vende se pelo baralissimo proco de 240 o cova- ditas brancas a 25, brim de linho a 35, 35300 e
mao, ra da Imperatriz n. 72.
Cortes de chita franceza.
Vendem se cortes de chita franceza com 10 co-
vados a 25500, ditos eom 11 covados a 25700, di-
tos com 12 covados a 2588O : s Gu maraes & Ir-
mo, ra da Imperatriz n. 72.
C les -Mara Pia.
Vendem-se cortes de la Maria Pia com 15
covados a 55 e 54500, ditos com lindas barras a
104 : s Guimares & Irmo,
numero 72.
1 paletots de casemira a 55, 55500, 65, 85 e 5,
ditos sobrecasacos pretos a 125,15 e 165, dilos fi-
nos a 255, de cores a 135, ditos fraques a 145,
paletots de ganga a 35, 25300 e 25, ditos de bnra
pardo a 35, jaquetScs de brim pardo a 35, panno
preto fino a 25, 25600,35500 5, 45500 5 e 65 o
covado, moreanliqoe preto a 25600 o covado, gros-
denaple prelo a 14500,15800, 25, 25200 e 25500
o covado ; e outras muitas mais fazendas qne se
ra da Imperatriz ^exa de anunciar, e manda-se levar pelos caixei-
ros da loja da arara casa dos pretendentes. O
Fazendas pretas.
Vende-se grosdenaple preto de seda pura a
15600, 25 e 25300 o covado, moreantiqae preto a
35, selim da Cbina, fazenda nova e toda de la,
com um [raneado muilo fino, proprio para luto,
tendo 6 palmos de largura a 2;200 o covado, e ou-
tras muitas fazendas como sejam, princeza e meri-
no, qne vende-se por.prego baratissimo : istas
Guimares & Irmao, ra da Imperatriz n. 72.
Soutambarque de cores.
Vende-se soulambarqne de cores ricamente en-
feitado a 55 e 65, chale de merino estampado a;
25 : s Guimares & Irmao, ra da Imperatriz;
numero 72.
Rretanha de rolo com 10 varas a 35 a peca : s
Guimares & Irmo, ra da Imperatriz n. 72.
PREPARADA NICAMENTE POR
LAMAN & KEMP,
NOVA YORK.
Composta de substancias, gozando de
propriedades eminentemente depurativas.;
approvada pelas juntas e academias de me-
dicina; usada nos principaes liospitaes, ci-
vis militares e da marinha as Antilhas e
no continente americano ; receitada pelos
facultativos os mais disnctos do imperio do
Brasil e da America hespanliola
CUSA RADICALMENTE
escrophulas, rlieumatismo, escorbuto, en-
fermidades venreas e mercuriaes," chagas
antigs, morphea e todas as molestias pro-
venientes d'um estado vicioso do sanguo.
Emquanto existem varias imitaces e
falsificacoos, preciso a maior cautela para
evitar os engaos,
A legitima salsa de Bristol vende-se por
CAORS & BARBOZA
JOO DA C. BRAVO & C.
Jo5o da G. 3ravo & C.
Vendem-se no Recife em casa de Caors &
Barboza e Jo5o da C. Bravo & C.

Francisco Jos Germano
RA TOVA X. ti,
acaba de receber um lindo e magnifico sortimento
deoculos, lunetos p binculos, do ultimo e mais
apurado gosto da Europa.
Trastes com aso.
Vende-se 1 sof, 3 consolos, i mesa redonda, 9
cadeiras de amarello, 6 cadeiras americanas, 1
bea marqueza de Jacaranda, 2 carteiras de via-
gem e 1 cartelra grande propria para taberna :
quem pretender dirija-se a ra das Cinco Pontas
n. 140 defronte da estaco.
Vende-se vinho de caj a 500 rs. a garrafa ;
na rna Augusta n. 76.
' e tabelecimento est aberto at as 9 horas da nojie,
ra da Imperatriz n. 56, Mendes Guimares.
I GAZ GAZ~GZ
Vende-se gaz da melhor qualidade a
lialata: nos armazensda ruado Im-
perador n.16 e rna do Trapiche Novon. 8.
Tasso Irmaos
Vendem no sea armazem rna do
moiim n. 35,
Licor fino Curago em botijas e meias botijas.
Licores finos sonidos em garrafas com rolhas de
vidro e em lindos frascos.
Vinhos eneres.
Santernes.
Chambertin.
Hermiiage.
Borgonhe.
Champagne.
Moscatel.
Reino.
Bordea ux.
Cognac.
Od Ton.
Azeitei'lagniol.
Vinho do Porto superior em caiza de dza,
tem para vender Antonio Luiz deOliveira:Azeve-
do i C, no seu escriptoriorua da Cruz.. 1.
Sortes avulsas.
Vendem-se folhas de sortes para as nontes de S.
Joao e Sauto Antonio, a 40 rs. e a 20 rs. e alguns
folhetos precos diversos ; na ra do Imperador
n. 15, defronte de S. Francisco.
Vendem-se 25 aegoes da companhla da estra- j
da de ferro e 30 da de vapores costelro, por pre-
co muito raznvtI : a tratar na loja. da ra. do |
Queimadj n. 18. !
Attenqo.
Vendem-se pecas de esteiras para forro de sala,
tinta branca preparadas oleo, em latas de 25~h-
oras, para pintar casa, jelfigios para cima, de me-
sa e para pendorar, arreios para 1 e 2 cavallos,
velas de spermacete, ludo de superior qualidade,
vindo dos Estados-Unidos : no armazem dama do
Trapiche n. 8.
Feajo preto
Na roa da Imperatriz, armazemn. 6.________
mmm
QUADROS
WIE9BADB
AQOARELtA
Urna scena de nessos dtas
Drama
Por Pedr de Calasans
Vendem-*sta3 obras impressas n BrnxeHas
e Leipig : na livrana de Jos Nogneira de Souaa,
ra do Crespo.
Vinho superior em caixas de urna duzia.;
tem para vender Antonio Lute-tle Olivelra Azevedo
& C., no senescriptoric-roa da Croz n. 1,
Vende-seom negro de 40-annes, poocomais
ou menos, bom official de carapina : no escripto-
rio da praca.do Corpo,Sanjo n. 4. .
Vendem.-se sanguesugas deluperior quakda-.
de, em caixas ou^ retalho, a vontade do compra;
dor, i- por preco mui razoavel; na botica franceza
de Giors A Barbosa, roa da Cruz n. 22:
Ferros.
Chegou ura completo sormenlo de ferros deii-
versos modelos para encrespar e engommar bitba*
dos, pafos e todos os objectos de roupa Gna perten-
cente ao toiletde nma senhora, a hoje indispensa-
veis, e pele diminuto prece: de 500 rs. cada um, i
ditos melhores a 700, 800, 1 e 1200, de diver-
sos tamanhos.
m
de 2.ooo candieiros de gaz colorido,
com globos decrystal e delicadas
gravaras, novo gosto, fingindo lan-
ternas, por todo o preco, cima da
factura, no armazem da rnaila
Imperatriz n. 22.
O proprielario deste importante estabelecimento,
tendo muito breve-de retirar-se para a Europa, re*
solveu fazer urna liqaldacao a dmheiro vista por
todo o preco, conteolando-se somente com orna pe-
quea porcentagem cima do custo da factura. Es-
pera que o respeitavel publico o coadjuve com sua
presenga a honrar seu estabelecimento e admira- i
rem os precos de semelhanlesobjeetos de candiei-
ros de gaz.
Vendem-se 9 escrava?, alguraas com habili-!
dades, elem'asslm 1 escravo pardo, moco,proprio I
para o servjco de casa, ou mesmo de engenho : i
na ra das Cruzes n. 18.
i ------ I
Vende-se 30 palmos de terreno promplo para.
ser edificado na ra Imperial, e fica entre proprie-
dades : a tratar na ra do Alecrim, casa com por-
to de ferro na frente.
A 5^500 O SACCO.
De larinha da trra com
22 cuias, na rna.do Impe-
rador n. 26, defronte daca-
sa em que foi a eadeia.
Vende-se um negro moco bonita figura peri-
to canoeiro e de conhecida contracta : quem o
pretender dirija-se a roa do Imperador n. 45, ter-
ceiw andar._____________________________
Selecta ingleza
(First Class Reader.)
Por 6. S. Uiliard.
Chegou esta selecta adoptada de novamente : a,
livraria Universal, ra oo Imperador n. 54.
Ferros para engommar
Vendem-se caixinhas contendo o mais completo
soriimenio de trros para engommar, encrespar
baados, pafos e toda ronpa de senhora : na ra
Imperial, fabrica de vinagre,
Vendem-se
C'Yisolos
Vende se nm par de eonsolos de Jacaranda
ra da Cadeia do Recife n. 13, loja.
na
machinas americanas de serrote para escarcear
algodao.: na roa da Senzala fSova n. 42.
vende se urna ovelha com urna cria nasci-
da de pouco tempo : na ra das Cruzes, taberna
n. 41.
Farinha de mandioca : tem para vender Au
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C., no seu es-
crtptorio ra da Cruz o. 1.
~" BCBATO8 lTllGt ^
No dia 9 de maio prximo passado
fogioda ra da Imperatriz casa n. 9, segun-
do andar, o escravo pardo de nome Euge-
nio, que tem os signae< seguintes : magro,
sem ba ba, tem falta de denles na frente, e
a vista esquerda coberta cora urna nevoa
branca, tem sido encontrado a ganbar na
ribeiras e na estaco da estrada de ferro em
S. Jos : quem o levar a casa cima ser
bem gratificado.
Escrava fgida,
Fujf domingo a escrava preta Maria, baixa e
cmu falta.de denles na frente, levou bastante rou-
pa sua, snppoe-se estar acoutada aqu no Recife:
roga-se as autoridades policiaes e capites de cam-
po a captura de dita escrava, e leva-la a ra da
PWHt n. 78; que se gratificar.
Fngio no dia 16 de maio prximo passado o
preto crioulo de nome Braztliano, idade de 26 an-
uos, estatura regular, cor fula, tendo um dos den-
tes da frente quebrado, sem barba, apenas alguns
cabellos a roda da garganta e olhar amortecido,
bem fallante, sane ler e escrever e falla um pouco
o inglttz, bom copeiro, cosinha e lava bem, levou
vestido camisa de algodao bramo e calca de dito
azul, conduzindo al^uma ronpa fina, como bem
calcas de casimiras de lisias, jaquela branca e ca-
misa de madapolo, lences e mais roupa que tem
marcada cum a letra B de linha demarca.algumas
peca e outras cum o nome por exlenso em tinta
de marcar, levou chapeo de palha imitando mani-
Iha, chapeo de sol de seda verdeja usado, sapatos
e meias, de suppor que se inculque de forro :
qoem o apprehender condnziodo ao sitio de Joao
Matheus, no Poco da Panel la, ser generosamente
gratificado por seu senhor Juvioo Bandeira.
100$ de gratifiStftT
Fngio no dia 7e maio de 1865, da casa doahai-
xo assignado, o seu escravo Francisco, cabra, esta-
tura regular, grossodo corpo, cabellos nao carapi-
nbados, denles perfeitos, sem barba, ps e maos
regulares, levando vestido calca de casemira pre-
ta, camisa branca, paletot de alpaca e chapeo de
baela, pretos ; alem dos referidos signaes tem
elle no braco direito um sino Saiomao, abano
do qual tem um cor; cao feilo com tinta azul, em
cojo centro tem as seis iniciaes seguintes: MMI
IMN, tem elle 23 annos de idade, pouco mais ou
menos. Consta ler seguido a estrada do norte,
em busca da casa de seu anligo senhor o lente-
coronel Joaquim drneiro da Costa, a qual no
lugar denominado urral Grande da villa de San-
t'Anna, provincia do Cear. O abaixo assignado
recommenda nao s as autoridades, como aos ca-
pites de campo de qualquer lugar, a captura do
referido escravo, o qual poder ser entregue no
primelro andar do sobrado n. 81 da ra do Impe-
rador, ciilade do Recife, ou no sitio da estrada de
Joao de Barros, residencia do abaixo assignado :
a peksoa que o trouxer lera a gratificacao cima.
Joaquim Manoel de Mira Wanderley.
Escravo fgido
100^000.
i Aindase acha fgida a escrava pai;. Rufina, a
qual ausentou-se no dia 2 de dezembr-.i de 18.7.),
com urna cria de nome Muria, do anuo a meto de
idade, do sitio da Piranga da freguesa das Afoga-
i dos, pertencenle a seu senhor o engenhtiro llen-
' rique Angosto MilleL Tlnha naquella poc* 18
, annos, lilha do Recife, sabe ler e tem os signaes
seguintes : baixa, cara bexigosa, cabillo carapi-
nho, olhar desconfiado, sendo urna peroa m is
grossa que a outra por Ihe ter dado varias vezes
' erysipella : da se a g rali (frac So cima a qncm le-
va-la ao seu senhor no engenho Salllnho da fre-
goezia de Una, ou recolbe-la a oasa ds diieoco da
cidade do Recife.
Na noile do da 25 para 26 do inez de itib lu-
gio do engenho Jundi da Encada o escrav*. ri- ti-
lo de nome Alexandre, idade de 50 anno, podro
mais ou menos, cor preta, denles alvo, Matara
regular ; cujo esciavo fui arrenialauo un pmca
publica dojuiro de orphos de Santo AnlAo. e a
tentou alislar-se no baialho de voluntarios ; aV-
>itn pede-se as autoridades polirixfs v aos capi-
tes de campo a caplnra do mefn.u fsriavo, e x
sua entrega nesta cidade ao Sr. Albino PtrrcUa
da Cunha, casa da esquina da ra de It ras i ara
o pateo de S. Pedro, ou no mesmo tremi Jcndia
ao seu senhor Manoel Anionio Das.
Fugioem principios do mez de revereho do
i correte anno e consta estar acouiait necia ctdaoa
i o moleque Euzebio, escravo da vluva do l!r. Fer-
nando Affonsode Mello, de 12 annos do idar'^ i ru-
co mais ou menos, cor preta, secco do corpo. eilhoa
regulares e afumacados, rabera um ponfo vrnrt 9
e meia chala, beigos finos, dntes 11 m alvos, ps
seceos e muito ladino : roga-se portantoa '> c.- as
autoridades policiaes e capilaes de can y<- i|6.e o ap-
[irehcndam e levem-o a roa da Maogneira sol rado
n. 6 que serao gratificados, protesiando-se usar dos
trelos judiciaes contra qualquer pessoa que oltba
em seu poder.
Fugio no dia 28 do correte, a noile, a es-
crava Januaria, perlencente a D. Amelia Felicia
Deschamps senhora do Mr. Len Chapetm, reir,-
lisia, cuja escrava houve por compra que fi z a>>
Sr. Pi Pierres Varclla Barca em abril ultimo por
intermedio de seu procurador Joo Francisco a-
bral, desconfia-se que a dita escrava ucla se-
guido para Paje de Flores e que procur engp-
nlio do Exro. barao de Vera Cruz, a quem a tem
pos passados pertenceu : a dita escrava tr pouco
mais ou menos 20 anuos de idade, e de estatura
pequea, de cor fula, tem os denles limado?, testa
eolhos muilo pequeo?, gratifica-so Bem a quem
apprehende-la.
.. i
No dia 4 de^aneirodo anno de I86i,fug;t do c-i;-
genho Conceicao, comarca de Pc-d'Alho. o esc. a
vo Galdino, pertenrenm ao abaixo assignado, eom
os signaes seguintes : idade 26 annos. pan!", clare,
corpo, figura e altura regulares, cabellos mi ios ea-
rapinhados, olhos pardos, sobrancelhas e palpfbra
salientes, tem em cada braco urn sino di Sa-t o ai
sendo um delles mal foiio, e junto a este urna mu.
tem na cabeca urna cicatriz de nma r"lccad;'. e m
ciina de um quarto tima outra cicatriz de ije> ta-
legadas, proveniente de pona de pao e queda, letx
sobre as costas algumas marcas ou eicatrizes de i -
Ihadas ou chicle; nmfpouco desembarazado quao
do falla, tem principio de carpioa e careir. loca
viola e barbado. Foi soldado do corro de. w liria tu
Recife, e levou romsigo a baixa do theor seguinV
Secgao urbana, 2' companhia n. 50. Antonio Ca
no de Oliveira, tilho de Agostinho Ferreirn d* iv
to, natural de Ingazeira, cor parda, cabellos cora-
pinhos, olhos pardos, offlein nenhnm, estado .-o
ro, com 30 annos de idade, 60 polepadas de altura,
ao engajar-se. Engajou-se na forma do regoia-
menlo, em 17 de fevereiro de 1862, por officio o* i
Exra. Sr. presidente da provincia, data o di: 8 Ob
abril do crreme, e publicado ao corpo em t.rdeL
do dia l* de maio, ludo em 1862; leve baixi do
servico por ter dado em seu lugar o paisano Jo;io
Pedro Ferreira da Rocha. Foi escravo do rpitas
Joao de Dos Barros, morador que foi na comarca
do Brejo da Madre de Dos, e hoje morador na
Campia Grande da Parahyba do Norte, que o veo-
dea em dias do mez de novembro de 1863 ao abai-
xo assignado, pelo costme de andar fgido e a ti-
tulo de forro com o nome mudado ; pelo que roga-
se a ltenlo das autoridades civis e militares, nao
s desta provincia como das demais do imperio, a
napprehensao do dito escravo, que a litlo d foro
rn ouenha sido recrutado oo assenlado piara m
ialglns dos corpos de Voluntarios da Patria, lapi-
de h pede-s aos capilaes de campo e pessoas par-
ddmulares amesma apprehensao, e leva-lo ao seo
,aeteor noreferido engenho Conceicao, ou oes! Bi-
sase ao capito Mauricio Francisco de Lima rea
be Brum n. 56, que ser gratificado com 200$.
Jos Maria dos Santos Cavalcanti.
LISTA GERAL.
i8:
Machina
Rciiuccao do preco.
Vendem-se por precos reduzidos machinas de
descarocar algodao, de serras.e todos os tamanhos
a saber ; de 14 a 60 serras, assim como motores
para as mesmas e urna machina de 120 serras com
a competente machina a vapor, as quaes se achara
a vista no armazem de familia por baixo do-Gabi -
neto Portuguez : a tratar no mesmo armazem on
na ra do Trapiche n. 8, ontro sira recommenda-
se aos compradores das mesmas que asem do azei-
te doce on de coco em lugar do azeite de carrapato.
Farinha de muribeca fina e a Iva, mais
barata que se vende no mercado, em sac-
______eos: na ruado Vigarion. 29.
Vende-se
na ra das Cruzes n. 23 janeo e palha, mais bara-
to do que em ouira qnalquer parte.__________
Instruyes para o servido
das guardas do exercito, extrabidas do re-
gulamento de infantaria e aecommodadas ao
exercito brasileiro; obra que muito convm
aquellas pessoas que se alistara, nos corpos
de voluntario; vete*6e na livraria n 6 e
8 da praea da Independencia, a 1 Atten^lo.
Vendem-se. sortes para Sanio Au tonio e S. Joao
a 34500 o cerno, tambem d-se de vendagem a 80
rs. por pataca : na roa da Palma o. 41, taberna.
DOS PREMIOS DA J. PARTE 1 [>A 1 LOTERA, A BENEFICIO DA SANI A C.V SA DA MISI :rigo RDIA, CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 593 DE 13 DE MAIO DE 1851, para canaLisa;: io
D'AGUA E GAZ DO HOSPITAL PEDRO II, EKTRAHIDA EM 7 DE JUNHO DE 1865.
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.INS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
4 10$ 188 10J 365 105 537 105 697 105 863 105 1016 105 1195 105 1348 105 1523 105 1728 105 1876 105 2112 105 2310 105 2466 105 2612 105 2784 105
8 90 67 38 2:0005 93 64 30 97 49 34 405 . 29 77 20 11 69 16 91 _
9 __ 91 69 42 105 99 69 32 98 50 44 105 35 80 _ 22 14 _ 70 __ 17 94
12 93 71 53 705 73 37 99 53 47 36 84 24 15 405 73 __ 24 97
15 97 /5 55 11 77 41 _ 1200 .1 54 49 40 98 __ 45 16 105 81 __ 27 93 _
23 99 76 mm 60 13 80 47 2 _ 58 1005 54 43 1903 __ 50 17 82 29 405 99 40 )5
26 204 405 80 62 16 t?4 48 3 mmwm 61 105 55 45 12 mm 51 19 _ 84 30 105 2801 105
32 6 105 96 64 20 88 51 4 _ 63 59 46 - 20 --- 53 20 ... 85 1005 31 7
36 15 98 67 21 92 58 8 _ 67 61 48 205 27 _ 55 21 M . 89 105 34 9 05 105
37 16 __ 403 72 22 95 53 9 75 66 405 , 49 105 28 205 57 Si H 94 mm 36 10
39 __ 17 _ 9 75 24 98 57 10 _ 76 73 105 52 34 1C05 . 62 - 23 2303 40 . 15
55 _ 20 _ 11 77 26 99 64 12 * 77 78 53 35 105 66 28 _^ 4 __ 41 16
60 __ 25 _ 12 82 29 _ 906 ^^ 67 13 ^^ 80 80 54 - 39 -- 67 30 ^^ 5 _ 45 25
65 37 __ 19 90 35 _ 9 _ 68 19 mmm. 81 205 97 55 44 --- 71 205 35 mm 6 47 27
70 _ 38 _ 22 91 37 _ 13 72 24 ,| 83 105 1603 .57 48 73 105 36 9 31 3i _
7i 39 _ 23 93 39 15 7fc. 28 mmm. 96 _ 6 o'J 47 76. 39 12 ^^ 64 35 __
73 47 _ 24 94. 45' 16 79 31 mm. 99 1!T 63 48 --- 79 44 18 1 66 37 ^_
80 49 _ 27 _ 99 - 47 17 80 32 __ 1401 17 64 1 63 85 45 20 mmm. 70 40 __
85 51 . 28 608 49 _ 21 84 36 M 3. 405 105 18 65 79 -- 92 51 24 __ 76 45 mm
87 52 ^_ 29 10 51 23 85. 37 . 4 .. w 67 80 _ 97 87 . 29 __ 82 49 _
90 55 mm 30 11 53 205 28 88 38 ... 8 20 69 205 91 __ 98 59 38 205 86 54 __
94 1005 56' , 36 13 56 105 31 _ 91 39 m 10 mmam 24 - 74 105 97 ^_ 2200 63 39 105 91 57 __
99 10^ 57 ^^ 38 17 57 33 _ . 94 43 13 26 . 76 99 ^^ 4 68, 41 93 405 61 _
100 60 _^ 44 21 59 34 __ 95 44 m^ 20 32 77 2006 ^^ 11 . 81 --- 44 _ 2701 105 63 mm
7 . 61 54 23 __ 60 _ 41 _ 1102 _ 47 __ 29 _ 40 79 8 ^. 13 82 --- 45 3 65 ...
10 68 57 27 __ 61 1 45 8 ^^ 48 31 mmmm. 46 82 10 . 18 205 84 --- 49 7 66 m^
12 70 205 66 28 mm 64 ^_ 48 10 _. 55 _ 43 m^ 49 85 11 __ 22 105 92 50 9 72 mm
15 74 105 67 29 65 _ 54 *I3 59 __ 47 mmmi 54 98 205 15 _ 26 __ . 95 --- 55 13 78 mm
18 79 _^_ 68 3 73 _ 59 205 10 _ 65 52 _ 58 98 105 17 34- . . 97 61 16 92 __
20 83 405 72 405 35 75 60 105 17 __ 73 - 55 __ 61 1801 22 -- 36 . 2400 __ 64 19 97 --
21 87 105 73 105 36 - 78 205 62 18 m^ 83 0 56 . 64. 2 28 42 1 2051 b5 22 405 99 ---
25 91 205 75 38 81 105 69 __ 20 __ 84 . 58 M 65 72 8 30 - 45 9 IO5' 67 25 105 2903
28 92 105 79 42 82 _ 70 _ 22 __ se mm 59 _ 12 31 46 . 10 . VI 26 11
31 __ 96 83 43 89 _ 72 _ 30 _ 88 _ 62 mmmt 74 14 M. 33 _ 80- 12 74 27 27 ---
35 ^^ 97 _ 91 44 90- _ 73 31 __ 92 __ 69 mmm 76 __ 16 MI 38 51 19 75 29 28 --
39 __ 300 92 46 93 76 _ 32 93 76 i_ 83 mmmmt 18 __ 44 52 28 J 76 31 35
43 ^_ V 95 56 97 77 mmm. 38 _ 1300 77 __ 8 miL 20 _ 45 56| _ 29 _l 77 32 205 36 --
46 ^_ 7 ^^ 97 58 405 800 79 mmw. 44 1 __ 79 mm] 92 1 22 48 59 32 n. -1 81 33 36 38 44 105 43 ---
49 tmm 10 98 62 105 i ^^ 87 45 2 _ 81 93 _ 23 52 63 35 _ 83 mam. 44
50 13 501 _ 6,1 7 89 _ 47 mm 3 ^^ . 85 nm\ 95 w0k 33 _ 54 66 36 91 " 47
51 _ 19 ,, 7 66 10 96 - 50 II., 4 _ 86 mm, 1709 39 _ 56 70 45 _ 93 -*- 57
53 _ 23 i . 12 67 11 99 _ 51 - 16 88 11 205 42 _ 58 205 73 _ 47 405 97 48 8005 61
54 _ 25 ^, 13 _ 74 ^^ 14 1002 - 53 205 19 m 92 1005 12 105 50 60 105 76 48 105 99 50 53 86 105 62
55 mm 32 ,_, 14 205 75 _ 15 ,.. 3 54 105 23 1600 m 13 51 61 83 53 2601 - 64 ---
87 , ^ 34 17 105 77 _ 30 4 mm 57 _, 55 _ 1 18 55 65 ~ 87 84 5 ^m 63
60 ^^ 39 ^^ 18 79 _ 31 mmm 5 61 26 8 19 56 72 0 55 6 62 ^^ 68 205
62 _ 40 19 87 33 ,__ 7 69 38 _ 10 ti 62 *- bft - 93 56 7 63 76 105
69 1 44 -- 21 mmmt 92 __ 37 205 9 77 39 11 23 205 68 83 1005 99 58 8. 63 10:0005 78
74 __ 47 , 24 _ 93 ^^ 55 m 11 . 90 41 21 - 24" 105 69 99 10* 2302 59 10 79 105 88 ~
75 202 64 M 34 94 _ 56 12 94 46 24 25 -*74 92 4 60 11 -J 81 90 ~
0 escrivSo' Plosedro das Nenes.
Pern.Typ. de M. F. de Faria & Filho.iSQ9.

LEGTVELI


Diario de reraanbnco qii lata fe Ira 8 de lambo de tSSft.
!
/,
LTTERATORA.
WATGRLOO
(Cimltnuago do conscripto de 1813.)
pon
ElU KUANN CIIATRIAN
SBtiUXM PAUTE.
XXI
(ConiimiurSo.)
O lempo pareca concertarse, o sol comegava a
brilhar entre nuvens. Mal acahavamos de comer
quando em loda a linda locou a reunir.
l' preciso saber que nesse momento os prussia-
Esperamos muito tempo a ordem de marchar
tambara como nao vinha, o capillo Florentino foi
saber o que havia, e voltou a todo o galope gri-
tando :
Toca a reunir I
Reuniram-se os destacamentos do batalhao e su-
blram para a aldea apasso accelerado. Todo tlnha
partido. Havia rnuitos outros pelotes que nao ti
recebido ordens, e do lado de Salal Amand as ras
estavam cheias de soldados. Algomas companhias,
que tinham ficado retaguarda, dlrigiam-se aira
vs dos campos para a estrada a esquerda, onde se
estendia urna columna a pefder de vista : tropas,
caixes, carros cobertos, bagagens de toda a qua-
dade.
Tenlio muitas veres dito comlgo que a sorte nos
quera favorecer nesse dia deizaado-nos para a re-
no retiraran) smente retaguarda do seu exer-
cuo de Sombre', e que se tratava de ir atraz delles. taguarda, como a divisao Gerard em Saint Amand;
Havia muito* quedlziam que jissosedevia ler feito ninguem podia terde que censurar-nos, porque ti-
de nolis, maudando at muito longe a nossa caval- nharaos ordem para levantar os eridos, e estava-
laria ligisira para colher prisioneiros. Mas ninguem mosem servico ; mas o capito Florentino enlen-
l'i'- dava ouvidos porque o imperador bem sabia o
guc fjzl.
Lfmbra-in que todos estavam pasmados porque
tone tirar lodo o proveilo das victorias. Os
sold idus veibos nunca liuham visto urna cousa as-
sii. IViisava-se que o imperador preparava um
denles, e que vissemos defronte de nos os Inglezes
que se aqneciam e se regalavam de redor das Mas
grandes fogueiras, depois de terera recebido a sua
race de vacca, agurdente e tabaco. Eu dlzia
commigo :
E somos nos, pobres diabos molhados al aos
ossos que somos obligados a atacar esses horneas
cneios de conflanca em si, e que nao t'eem falta de
pegas, nem de muniges, nem de cousa nenhuma;
que dormem com os ps ao p do lume, e a barri-
ga bem recheada, emquanto nos nos estendemos
sobre a lama 1
Toda a noite me sent irritado com esse espect-
culo. Buche dizia :
A chuva pouco me importa; tenho apanhado
muila atraz de carros de lenba; mas ao menos ti-
nha ama codea, ceblas e sal.
E zangava-se. Pela minha parte, eu so senta
os meus males e nao dizia nada.
Entre as duas e tres horas da manhaa cessoa a
chava. Buche e en eslavamos costas com costas
em um reg, para aquecermos um ao outro, e a
grande fadiga tinha-me feito emQm adormecer.
dia que (icaria deshonrado.
Marchavamos a passo largo. A chuva tlnha vin-
do outra vez ; escorregavamos na lama e a noute
* .i Urna cousa que nunca esquecere e o momento em
aproximava-se. Nunca vi lempo mais deteslavel, .___,_. .___. .___... ,
________ __ All____Jl ____.,_ __..____...; qoe acordei, as cinco horas da manhaa. Os sinos
das aldeias locavam a Ave Maras n'aquella gran
uem mesmo na Allemanha quando retiramos do
Leipzig ; a chuva cahia como de um regador, e
nos lamos curvados, coma armacoberta,com un
mide lance, e que liona corlado a retirada ao mi- aba do c)pote sobfe Qs ^^ e fio raoll)ados M.
mio com as forcas de Ney, e outras cousas seme- m0 s{ tivessemos atraveSsado um rio a nado. E
l!;;'"'e?- | que lama E comegavamos a sentir a fome. Bu-
Comeeou a chamada. O general Gerard passou che dizia-me de lempos a lempos :
revista ao 4 corpo. O nosso batalhao era o que | Uq n-Q m b(jm uma d(uja de bas baUtas
Harberg serla
mais (inha sofTiido por causa dos ataques que ti-
nhamos sustentado de cara a cara ; lindarnos o
eomtnandante Gemeau e n capilao Vidal feridos, os
capitn Gregoire e Vicnot morios, sete lenles
e aifures e trezenlos o sesseula homens fra do cm-
bale.
7, ijedeu dizia qae era peior do que Montmirail,
o que nfallivelmente nos iam completar antes de
pai ranos.
Folizmeute o quarto batalhao, commandado por
elung.e que chegava de Melz, veio enlo subsll
tui:-nos na linha. O capitao Florentino, que com-
muidava.gritou:
Meia volta a esquerda, marche Ie deseemos
\ aldea al ao p da igreja, onde eslava uma gran-
de quantidade de carretas.
Forcos distribuidos por esquadras para se tratar
de recolber os feridos ; alguns descmenlos de
caradores tiveram ordem para escollar os com-
blos al Fleurus, porque em Ligny nao havia
espaeo ; a igreja j eslava cheia desses infe-
IIZCS.
Nao eramos nos que escolhiamos os feridos, mas
os cirnrgies militares e alguns mdicos aquellas
localidades que foraru requisitados. Er muito dif-
cil reconbecer um grande numero ttanes feridos
entre os morios. Nos s ajudamos a eslende-los
sobre palha as carretas.
Essas cousas j me nao eram estranlias desde a
baialba de Luizeu; sabia o que era preciso sollrer
para escapar de uma bala, de um biscaioho ou de
uma ponteada como as sabem dar os nojgoscoura-
ceiros. Cada vea que va levantar unj'desses in-
lelizes, dava gracas ao Senhor por nao me ter re-
duzido a igual estado, e dlzia comigo, reflectintO
que me teria podido acontecer o mesmo :Mal
*e: eu quantas balas e metralhas passaram ao p
e ::mn ; se o soubesse, talvez ficasse sem pinga
de sangue.
Admirava qae livessemos escapado tanlos dessa
malanga, muito peior do que em Lulzen e mesmo
peior do que em Leipzig, porque a batalha nao li-
nha durado mais de cinco horas, e os morios em
Hiuilos sitios, faziain uma altura de dous e tres ps.
O saogue corria por deba.xo delles em fio. Em
toda a ra principal, onde tinliam pas.-ado as pegas
havia lama vermelha, lama de carne e de ossos es-
uiigaihados.
E' li mi que se diga isto para abrir os olhos a
moculade. Eu nunca mais entrei em combate,
porque gragas a Dos, j nao eslou em idade dlsso;
mas toJa essa gente moja que nao pensa seno em
guerra em I ugar de querer trabalhar honradamente e
de ajudar seuspais jdecrepitos.devesaber como os
humeas so iratados. Devem imaginar o que pan-
san os desgragados que nao leem cumprido os
seus deveres, quando esto deitados em uma ra,
eu :ia estrada, com um membro de menos, e ouvem
a rhegada dessas pegas de artilberia que pesara
um peso horroroso, e os seus grandes cavallos bem
ferrados que saltam relinchando.
E" ento que devem ver os pobres velhos de ca-
bellos brancos que Ihes estn Jiam os bracos fra
da casinba da aldeia, ern quaulo eiles se alTastavara
gritando :
Vamos! voltaremos com uma medalha e dra-
gonas de official.
Sim I sim 1 se esses podessem chorar e pedir
perdo a Ueos, ouvir-se-liiam os seus brados e la-
mentos. Mas j nao lempo ; cliegam as pegas e
os calidos com as suas cargas de granadas e balas.
EU. s mesmos ouvem estalar os seus osses, e tudo
Ibes passa sobre o corpo como sobre lama.
Quando um homem chega a velho e lem filhos
a quem tem amor, uma cousa ar.ominavel pen-
sar que laes desgragas poderiam ter-nos acooteci
do. Daramos at a nossa ultima camisa para im-
pedir que ellos partam.
Mas tudo isso nao serve para uada ; os raaos co-
rages sao incorrigiveis e os bons cumprem o seu
to nao vai bem
cozidas debaixo da cinza como no
agora para mim a raelhor cousa do mundo. Em
nossa casa nao ha carne todos'os das, mas ao me-
nos ha batatas.
Eu via na imaginago o nosso pequeo quarto
de Phalsburgo, bem quente, e a mesa com a toalha
muilo branca, e o Sr. Goulden assenlado diante do
seu prato, e Camarina a servir-nos boa sopa, em
quanto fumegavam costelletas sobre a grelha. A
tristeza esmagava-me ; haveria muito tempo que
eu estara fra deste mando se soubesse que a
raorte me livrava de sofTrimentos.
Tinha viudo a noute, muito negra ; se nao fos-
sera as rodeiras em que nos metliamos at aos joe-
Ihos, difflcil nos seria conbeccr o camioho ; mas
marchando sobre lama trabamos a certeza de ir
por caminho direito.
Das sete para as oito horas, ouvio-se ao longe
um ruido como de trovoada. Uns diziam que era
trovoada, outros que era a artilberia.
Seguiam-nos muitos soldados demandados. A's
oilo horas chegamos aos Quatro-Bragos. Sao duas
casas urna defronte da outra, no cruzamento da es-
trada de Nivelle a Namur com a de Bruxellas a
Cbarleroi.
Essas casas estavam atulhadas de feridos. Era
abi que o marechal Ney linha dado batalba aos in-
glezes para impedir que soccorressem os Prussia-
nos pelo camioho que tinhamos seguido Tinha s
20,000 homens contra 40,000 e o curtidor Nico-
lao Clouiier ainda hoje sustenta que nos mandou
melade das suas tropas para accommetter os Prus-
sianos pela retaguarda, como se ja nao fosse bas-
tante o ter mo nos inglezes. Emim, para homens
como elle tudo fcil ; mas se fossem files que
euiiimaiidassem tropas, derrotaya-os qualquer ca-
bo de esquadra com meia duzia de homens.
Abaixo dos Qoatro-Bragos, nos campos de ceva-
da e aveia, tudo eslava coberto de mortos. Foi abi
que vi as primeiras fardas vermelhas estendidas
na estrada.
O capitao mandou-nos fazer alto, e entrn dosa-
companhado na casa direita.
Havia algura tempu que espera vamos debaixo de
chuva, quando elle appareceu porta com o gene-
ral de divisao Donzelot que ra porque deviamos
ler seguido o exercito de Groucby para o lado de
Namur, e por falla de ordens tinhamos guiado pa
ra os Quatro Bracos. Todava recebemos ordem
para continuarmos o nosso caminho sem parar.
A cada minuto me pareca que desmaiava de
fraqueza ; mas ainda foi peor quando alcangamos
as bagagens, porque era preciso marchar aos lados
da estrada pelos campos, e quanto mais avangava-
mus mais nos raettiamos em lama.
Pelas onze horas chegamos a uma grande aldea
chamada Genappe, que se estende de arabos os la-
dos da estrada.
A grande quanlidade de carros de muniges, de
pegas e de bagagens que eslava nessa ra obngou-
nos a passar o rio Dyle direila em uma ponte, e
desde esse ponto marchamos sempre alravs de
campos, sobre trigos e linho, como selvagens que
nao respeitara nada. A noile eslava tio escura que
alguns drages a cavallo postados de duzentos em
duzentoa passos, como marcos, estavam sempre a
gritar : Por aqu 1 por aqui I
Chegamos a meia noute a um ngulo de um ca-
tnitrbo, perto de uma especia de casal coberto de
colmo e cheio de offkiaes superiores. Nao era lon-
ge da estrada real, porque se ouvla o estrepito de
cavallaria, artilheria e equipagens como o de uma
torrente.
Mal acabava de entrar o capilao na tal casa
grande, muitos dos nosses se precipilaram oos jar-
dins saltando as sebes. Fiz como os mais e colhi
rabaneles. Immediataraente todo o batalhao obede-
ceu a esse raovimento apezar dos gritos dos offl-
ciaes; cada um desenlerrou com a bayoneta o que
pode desenterrar, e ao cabo de dous minutos ja
dever. Se Ihes acontecem desgragas, resta-lhes ao I nao havia nada. Os sargentos e cabos tinham ido
menos a coolianga na jusliga divina. Esses nao! comnosco, mas quando appareceu o capilao tudo
vao malar os seus semelhantes por amor da gloria tinha entrado em forma.
Os que roubam em campanha raerecera ser fusi-
de planicie; e vendo os trigos derrubados, os ca-
ntaradas deitados direila e osquerda, o co car-
regado, essa grande desolagao gelou-me o coragao.
O som dos sinos que tocavam de Planchenois a
Genappe, a Frichemont, a Waterloo lembro-me
Phalsburgo, e eu dizia commigo :
E' hoje domingo, dia de paz e descanso. O
Sr. Goulden poz hontem a sua casaca as costas
da cadeira, com urna camisa bem eogommada.
Agora est elle a |evanlar-se e lerabra-se de mira.
Calharina tambera est a levantarse no nosso pe-
queo quarto; est assentada na cama e chora; e
a ta Gredel nos Quatro Ventos abre os postigos, e
tira do armario o seu livro de oragoes para ir
missa.
E eu ouvia os sinos de Daun, de Mittelbronn, de
Bigeiberg a resoar no meio do silencio. Pensava
nessa boa vida tranquilla, e tinha vontade de cho
rar muito. Mas comegava o toque de tambores,
um toque sardo como em tempo hmido; tinha
nao sei o que de sinlstro. Do lado da estrada,
esquerda, tocava-se generala, e os cometas de
cavallaria tecavam alvorada. Tudo se levantava
e oihava por cima dos trigos. Esses tres das de
marcha e de combates, o mu tempo e o esqueci-
mento das rages tinham feito os horneas mais car
raneados; ninguem conversava como em Ligny;
cada um alongava os olhos e reflectia por sua
costa.
Tambem se via que seria nma batalha maior,
porque em lugar de aldeias bem ocenpadas em
primeira linha, e que do lugar a combales sepa-
rados, era uma grande planicie elevada e nua, oc-
cupada pelos Inglezes. Atraz das suas linhas, no
alto da encosla, (cava a aldeia de Mont-Saint-Jean,
e muito mais longe, a quasi legua e rneia de dis-
tancia, uma grande floresta que se destacava no
cu.
Entre os Inglezes e nos, o terreno descia bran-
damente e ergula-se do nosso lado; mas era pre-
ciso estar farailiarisado com 6 campo para ver o
pequeo valle que se profundava direita e se
apenara em forma de barranco. No declive dessa
quebrada, do nosso lado, e por detraz das sebes,
dos cboupos e de outras arvores, algumas casas
cobertas de colmo indicavam um logarejo : era
Planchenois. Na mesma direegio, mas muito mais
cima e por detraz da esquerda do inmlgo, esten-
dia-se uma planicie a perder de vista, coberta de
pequeas aldeias.
Em tempo de chuva, depois de uma trovoada,
que essas cousas se percebem raelhor; tudo azul
escuro em um fundo claro. Deseobria:se terreno
al aldela de Saint-Lamben, a tres leguas para
a direita.
A' nossa esquerda, e por delraz da direila dos
Inglezes, ainda se viam outras aldeias pequeas
cujos nomes nunca soube.
JS' o que descobriamos ai primeiro volver de
olhos nesse vasto paiz cheio de magnificas messes
ainda em flor, e cada um perguntava porque esta-
vam all os Inglezes, e que vanlagens Ihes vtnham
da conservagao d'aquella posigao. Entao observa-
vamos raelhor a sua linha, a mil e quinhentos ou
dous mil metros de nos, e vamos que a estrada
que tinhamos seguido desde os Quatro Bragos, e
que vai dar a Bruxellas, essa estrada larga, bem
abaulada, e calcetada no meio, atravessava a pasi-
gao do iniroigo quasi no centro. Era direita, e
podiam segui-la os olhos at aldeia do Moni-
Saint-Jean, e mesmo mais louge, at entrada da
grande floresta de Loignes. Os Inglezes queriam
porOrfiTo defende-Ia para que nao fossemos a Bru-
xellas.
Examinando bem, vamos que a sua linha de
batalha se curvava um pouco para o nosso lado
sobre as duas alas, e segua um caminho fundo
que cortava em cruz a estrada de Bruxellas. Es-
se caminho era do lado esquerdo da estrada infe-
rior ao nivel do terreno; do lado direito era guar-
necido de azevinhos e faias como frequente no
paiz. Atraz delle estavam postadas grandes mas-
sas de fardas vermelhas que nos observavara do
seu caminho coberto; a dianteira da sua encosla
descia em declive forte, sendo por conseguinte pe-
rigosa.
E as alas, que se estendiam por uns tres
quartos de legua, havia cavallaria sem numero.
Tambem se via cavallaria no alto da planura, no
sitio onde a estrada, depois de ter passado a celu-
lados, mas que querem? as aldeias que encontra- jna, desee antes de tornar a subir para Mont-Saint-
varaos nao tinham a quarta parte dos manlimenlos Jean, porque se percebia muito bem que havia
precisos para dar de comer a taola gente. Os la- i urna concavidade entre a posigao dos Inglezes e es-
glezes tinham tomado quasi ludo. Bestava-nos sa aldeia, nao muito funda, porque vamos os pe.
ainda um pouco de arroz, mas o arroz sem carne nachos da cavallaria, mas bastante funda para po.
pouco sustent. Os Inglezes recebiam bois e car- derem ahi ler grandes forgas de reserva fra do
neiros de Bruxellas, erara bem alimentados e po alcance das nossas balas.
Dio quiessem trahir a sna rainha, fazendo corte ao
astro rei I.....
Essa liara em que o reflexo do astro do dia ac-
cordando no bosque as aves, parece dar-lhes vida
e forga para cantar e festejar a sua elevago I...
Essa hora finalmente em qae as flores pejadas
de orvalho, baiougara-se garbosamente as asles,
esparzindo seus odores pelo espag > !....
A lux magestosa da aurora, a brisa sussurranle,
o perfume das flores, o canto mavioso dos passa-
ros, o longinqno rebramar das ondas, o silencio do
genero humano para s deixar ouvir a voz da na-
tureza, tudo isso produz uma sensagao to agrada
vel, to cheia de gozo, misturado de alguma rae
lancolia, que nos nao podemos deixar de pensar, e
pensar profundamente I
Sim ; quando se tem passado a noute em conti-
nuada insomnia, n'ura terrivel delirio; quando a
'ebre ardente no cerebro, escalda-nos a inteligen-
cia ; quando soffremos moralmeute, um allivio
divino, um antidoto efficaz o contemplarse o des-
ponlar da aurora I....
A frescura da aragem allivia-nos a febre, e o
espectculo magestoso e imponente, que se nos
apresenta, (traz-nos a idea do seu autor ; e enlo
esquecendo-nos por momentos dos pensamentos
affliclivos da noute, elevamo-nos at Deus, e admi-
ramos a sua obra I
Porm as ideas nao estacionara. Depois de ter-
nos extasado com a idea de Deus, vem-nos por
vo jaiz, nao passava de nm simples xarope antis-
eorbutico, a que o contraventor tioha juntado pe-
quenas porgos do iodurelo de potassio.
i a. O xarope de arseniato de ferro e de soda,
de perigosisslmo uso, por conter effeclivamente
grande porgo de arsnico e de ferro, mas nao no
Parece que uma companbia de soldados da mili-
cia, composta de residentes francezes de Richmond
viera fazer guarda a esses depsitos ao receber o
despacho de Loa en qae se ronava a evacuagao
immediata da capital, mas qoe fra mais tarde de-
bandada pelos soldados confederados de Ewell, os
estado de arseniaio de ferro e de soda, qoe sal q0aes, apezar das representaeSes de varios cida"
duplo descoohecido em chrmiea. aos eminentes, tinham entregue s chammas os
< 3. O xarope dito de quina vermelha, que o re- depsitos de tabaco,
ferido pharmaceutico preparara fraudulentamente ^^^ illfor0)a,oes fidedignas, arderam 800
cora quina cinzenta, dando-lhe depois a cor com dos de ,abaco tencen,e ao vefM frMCe.
tintura de carmim, para assim Iludir aos compra-
dores. O resto a cha-se armaseoado 'em frente de Rich-
t 4. A pepsina, qae venda por alto prego, monl na margem direita do James, e nao tardara
adulterada quasi integralmente com arinha ou ser ex.Prtad Pra Franga.
araido. ________=^^^^_
S. Finalmente o elixir de pepsina, liquido es-
curo, em que quasi se nao enconlrou pepsina al- j Fo a arlilharia inventada em 1330, as pegas
euma- erara formadas de uma serie de anneis de ferro
O conselho, lamentando que um pharraaceuti. I Soidados uns aos outros.
co, desconhecedor das obrigages que a sciencia
impOv*, rebaixasse tanto a sua consciencia e digni.'
Os moiros de Hespanha d'ella fixeram uso, pela
dade, que a troco de vil mteresse se abalangasse a Pruner* vei' no siti0 de Ales,rs. em ,344-
defraudar a fazenda alheia, arriscando ao mesrao! Na Dalalna de Gnel' em i346 'MOfrou-se a
tempo a satide e a vida djs doantes, bem como "linaria no campo de batalha, e as quatro pegas
re.-utagao d*s facultativos, teme e com bem funda- ido P"c'Pe negro uasiaram para desbandar as va-
dos motivos que os perniciosos effeitos daquelle al-1 torosas phalanges de Felippe vi de Valois.
tentado ventu reflectir e.n Portugal; porquaoto o
reo leve a incrivel audacia de declarar na audien-
cia do seujulgamenlo que os referidos preparado1
urna opposigo a da trra, e aL. por uma especie /rar*destina getros.
' Ora,
vo forgados. Nao leem de que ter remorsos ; de-
fendem a sua vida e nao cahe sobre as suas cabe
gas o saoguo derramado.
Mas preciso que eu acabe de contar esta bata-
lha e o levantamento dos feridos.
Tenho visto cousas que mal se podem crer : ho-
mens mortos no momento do maior furor, e cujo
aspecto liorrivel nao tinha mudado depois da mor-
te ; ainda seguravam as mos as armas, debru-
gados sobre as paredes, e olhando para elles pare-
ca que ainda grilavam : A' bayoneta nada de
quartel I
E' com esse pensamento e com esse grito que ti-
nham chegado de repente a presenga de Dos. Era
elle que os esperava, e podia dizer-lhes .
Aqui estoo eu... queres matar teus irmaos?
nao queres que se d quartel a ninguem ? Pois
nao se dar'.
Tambem vi semi-morlos que se esganavam uns
aos outros. Em Fleurus era preciso separar os
prussianos dos francezes, porque se levantavam
das suas camas de palha para se despedazaren) I
A guerra 1... os que querem a guerra, os que j baixo de uma chuva continuada, como verdadei-1
toroam os homens semelhantes a feras, devem ter
lerriveis contas a saldar no outro mundo I
de semelhanga procuramos o que tambem nos pos-
sa exlasiar.
E o que ha de ser ?
Qual uo mundo o objecto continuo de nossos
pensamentos, de nossas felicidades, de nossos sof-
frimntos, de nossas caricias, de nossa vida eraflm,
senao o objecto de nosso amor ? I
O que amar?
Amar fazer da felicdade de outrem a sua feli-
cidade, do soflmenlo de outrem o seu soffrimenio;
pensar, acariciar, viver I-----
Sim ; pelo pensamento que chegamos a vencer
a distancia que nos separa do ente amado; pelo
seu soflmenlo que chegamos a sollrer ; pelas
caricias que chegamos a alegra-lo e a alegrarmo-
nos ; pela sua vida que chegamos a viver I....
E o que seria o mundo sem o amor f
Uma contradiego, um deserto inhabitavel, sem
encantos, sem vida, sem felicdade, onde debalde
os horneas pediriam, uos aos outros, aquillo que
necessariamenle Ihes falta para completar a sua
existencia 11...
O que seria a sociedade sem a mulher ?
Seria possivel a sua subsistencia, a sua consoli-
dagao, o seu progresso, sem a mulher, esse ente
harraonisador, que resume em si a hamanidade,
que symbolisa na Ierra o amor, a abnegago, e o
soffriraento ? este ente que (em sempre tantos ri-
sos para festejar a felicdade, e tantas lagrimas e
coasolagoes para a desgraga ?
A mulher moral o infinito.
Considerada debaixo de todos os pontos de vista,
ella e ser sempre a obra mais perfeila do Crea-
dor, que Ihe inoculou no corago o germen de tudas
as virtudes.
Que exemplu de abnegago e amor nos apresen-
ta a mulher, deixando pas, prenles, amigos, e pa.
ira paraacompanhar o homem, a quera ella bou-
rou com o nome de esposo, e que talvez nao saiba
contribuir para tornar mais suave o sacrificio des-
sa heroica resolugao I...
Que exemplo de candado nos d a mulher sen-
tada junto ao leilo do moribundo, prestando-Ibe to-
dos os soccorros do corpo e do espirito, que esiao
ao seu alcance, at que elle exhale o ultimo sus-
piro, cobrindo-a de bengaos t ?
Que exemplo de coragem nos offerece a mulher
defendendo, sera armas, porque sua forga 6sl mes-
mo na sua fraqueza, s com a palavra e o gesto, a
seus prenles, ou a amigos, ou a si mesma f ?
Que exemplo de dogara, e mansidao dos apre
senta a mulher sugeit;mdo-se aos caprichos as ve-
zes bem mesqoiahos do homem I ?
Que exemplo de piedade a mais edificante nos
offerece a mulher entregando-se a Deus, as occa.
sies mais criticas de sua vida I ?
E ainda ha homens que desconhecendo loda a
sublimidade e superioridade da mulher ousem mal.
diz-la, ousem pun-las pela.; fraquezas, que elles
proprios se esforg am em inspirar-lhe 1
Miseraveis l
Esquecem-se de que neste mundo s dous mila-
gres podem ergu-los de um abysmo de perdiga
e insufllar-lhes a vida de ura anjo a religiao e a
mulher 1
Miseraveis 1
Esquecem-se de que foi a mulher, quem os ge-
rou, os amamentou, e Ihes ensinou a palavra de
que elles to ingrata e traigoeiramente se servem
para a calumniarem !
Miseraveis I
Esquecem-se de que foi da mulher que Ihes velo
a salvagao I
Porm que importa s mulheres a ingralidao
dos homens ?
A virtude a defeza brilhante e expressiva del-
las est nessa mesma resignagao, com que ellas re-
cebem as allronias e injurias dos homens, conti-
nuando a prodigalisar-lhes toda a sorte de felicida-
des eo mesmo amor I...
Ellas rio semelhantes a arvore do sndalo, co-
brem de perfumes aquelles que a ferem I...
A missao da mulher na ierra soffrer e con-
solar.
Os miseraveis a fazera soffrer para depois Ihe
pedirem consolagoes I....
carao ao couselbo de sa j Je publica do
reino conste por interpostas vas, que algumas pes-
soas, de cerlo Iludidas com os fallazes prospectos
e annuncios que o referido Grimault tem remetti-
do para Portugal, e tambem para o Brasil, Rio da
Prata, Ilhas, frica, etc., fizeram eneommendas dos
preparados conderanados, aura de serem aqui ex-
postos a' venda, emende o conselho que, para bem
da sade publica, cujos interesses Ihe compete ze-
Era i;ii7, os muros de Calais, foram batidos em
brecha pela arlilharia ingleza.
A Dinamarca servio-se d'ella em 1354, e a Hes-
panha era 1406.
No mar, a arlilharia foi empregada pela vez pri-
meira, era 1377 pelos Venezianos n'uma guerra
conlra Geaova.
As pegas de ferro datam de 1547 ; as de bronze,
de 1635.
As bombas e os morteiros foram inventados em
1634.
Tem-se observado que as grandes batalhas re-
centes ; e o que mais admira, nos grandes sitios da
guerra civil americana, a arlilharia nao desempe-
lar, deve ser negado o despacho dos mesmos pre. I nQ0U ura pape| importante e nem parece ter produ.
parados em todas as alfaodegas do reino ; e neste ZHj0 resultados decisivos.
sentido pede a V. Exc. se digne tomar as necessa. \ e todavia nao por que houvesse falla de ai-
nas providencias. j iharla, por isso que n'alguns combates foram toma-
c Outrosim pede e conselho a V. Exc. que, no das mais de 40 pegas, ao passo que durante toda
intuito de fazer chegar este facto ao conheciraento' a campanha de Italia, apenas cabiram era poder
das autoridades e de todos os facultativos, pharraa- dos Francezes 20 pegas.
ceuticos e raais pessoas a quem possa inleressar,
se digne raauJar publicar a presente representago
na folha ollicial, indo acorapaahada da tradueco
da sentenga que junta sobe.
< Terminando o conselho aluda mais uma vez
pondera que a polica sanitaria das boticas, como
a de todos os outros ramos de hygieoe publica, s
podera' ser eflectiva, rigorosa e proficua, quando
assente em bases mais solidas do que as do decre-
to de 3 de Janeiro de 1837 e actuaes regulamentos
sanitarios.
< A fiscalisagao das drogas e medicamentos, que
hoje nos entrara livremente pelas alfandegas, com
grave damno da sade publica, tambera assump-
to que reclama instante providencia, e a que a se
atiendeu no reino visinbo.
c Em sumraa, a reforma das leis de sade, ba-
scada nos principios de administragao e hygiene
publica, geralmente adoptados boje na Europa, re-
solveran! todas estas difficutdades.
*c V. Exc. porm mandar o que tiver por mais
conveniente..
Deus guarde a V. Exc.Conselho de sade
publica do reino, 10 de mare de 1865. Illm. e
Exm. S*, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios do reino. Guilherme da Silva Abranches,
presidente. Di: iatheus Cesarto Rodrigues Moa.
cho.Di'. Marcelino Craveiro da Silva.Joao los?
de Sonta e Silva.Jos Diomzto Correta.*
Apezar da enorme quantidade de material era-
pregado, nem um s dos combates americanos foj
decidido pela arlilharia.
Vicksburgo rendeu-se, nao s bateras do gene-
ral Grant, mas por que Ihe (altavara os manlimen-
los.
Nao foi o bombardeamento de Charleston, nem
os de Richmond e de Petersborgo que decidirn)
da sorte d'essas cidades, e a fortaleza Sumter nao
suecurabio ao canhoneio que redozio a rumas os
seus baluartes e Ihe arrebatou a bandera.
diam vender sade; nos tinhamos vindo muito de-
pressa, os combois de muniges de boca tinham fi-
cado para traz, e no dia seguinle, que foi o da ter-
rivel batalha de Waterloo, s recebemos a rago
de agurdente.
Emfim, partindo d'abi, subimos uma pequea
encosla, e apesar da chuva avistamos os acampa-
mentos dos Inglezes. Fizeram-nos tomar posigoes
no meio dos trigos, entre muilos regtmenios que
nao vamos, porque bavia ordem de nao se accen
(Contmuar-se-ha.)
UM POUCO DE TUDO.
E' do Sr. W. e F. este escrpto :
Como
rora I..
Essa hora
AO DKSPONTAR DA AURORA.
solemne e risonho o despontar da au-
Na Coirespondencia de Portugal l-se :
AVISO CONTRA OS MEDICAMENTOS DO PHARMACEUTICO
GRIMAULT
O tribunal comraercial do Senna acaba de con-
demnar o pharmaceutico Grimault, pelo crlme de
sophisticjo e venda de remedios de composigao
secreta.
O conselho de sade publica do reino den co-
nheciraento ao governo da sentenga de condemna-
g3o.
O oflieio do conselhode sade publica do theor
'. segulnte:
i a Illm. e Exm. Sr.Em o peridico francez de-
L-se no Jornal de Lisboa o seguinte :
E' proverbial a extravagante mana, que domina
em grande numero dos habitantes dos Estados-Uni-
dos, relativamente a escolbas de nomes celebres
para seus filhos.
Qualquer Mr. Smitb, ou Mr. Brown, que tem a
ventura de ver-se reproduzido, considera-se no
caso de engeilar por vulgares os nomes que em
outra qualquer parte seram preferidos e em vez
de chamar Pedro, Joao ou Diogo a seu filho, bap-
lisa-o cera o nome o appellido de algum persona-
geni distinctOj o que d em resultad > tiropegar-se a
cada pas e- com Gcc-rge Washington, Smitb, Daniel
Webster, While-, Benjamn Frauklin,. Brown e ou-
tros de igual calnegoria, a muilos dos quaes tica-
ra raelhor o nome liso e despretencioso de John
Crockmilove, ou Thomas Brockingoheese.
Esta mana de dar to Ilustres nomes a qual-
quer mortal renem-nascido, parece-, todava, que
vai breve cahir em desuso, por queja se nota certa
dsposigao a >r buscar nomes a uma fonte ainda
nao explorada, a saber : a dos descobrimentos-
uies, das grandes reformas sociaes e outras d'este
theor.
Vio-se ltimamente, que com a febre da especu-
lagao, que deu era resultado a doscoberta de abun-
dantes pogos de oleo mineral ( petrleo ), varias
damas tiveram a lembranga de baplisar os seus fi-
lhos com o prosaico nome de Petrolia e uma gaze-
la de Boston, conta-nos que, certa matrona distinc-
ta d'aquella cidade, ten Jo lido ura parto feliz, no
dia em que o congresso de Washington approvava
a emenda Constitucional, a dita dama resolveu que
seu lho se ha de chamar, sabem os nossos teilores
como ?
Emenda Constitucional I
J se vio mana mais singular ?
Com tudo, todo aquel le, que conhece bem a fun-
do o typo do abolicionista par sang nao se admira-
ra lanto d'esta extravagancia.
E fcil de comprehender primeira vista que
o pai de D. Emenda Constitucional pertence em
corpo e alma a essa especie e um dos fanticos da
Nova Inglaterra.
Em uma folha hespaohola, econmica, mercan-
til e industrial, deparamos com a segrate caria
escripia de Pars, era 11 de abril, pelo Sr. Arthur
de Marcoart ao Sr. D. Luiz Mara Pastor, ern Ma-
drid, annunciando que alguns admiradores de Cun-
den de diversos paszes se propoem a fazer ama so-
lemne commemorago em bomenagem e reeonhe-
ciraento aos grandes servigos do immortal chefe da
liga de Manchesler :
Mea estimavel amigo.Passadas as pnmeiras
Impresses do doloroso sentimento que me ausa
a prematura morte de Ricardo Cobden, intento, de
accordo com alguns eeonomislas, oflerecer im-
mortal memoria do chefe da liga de Manchesler a
bomenagem e o reconbecimento de lodos os seus
admiradores, sem dislioceo de classes nem de na-
cionalidades.
Uma commisso internacional deve determinar
no prsenle e nos anno futuros a mais solemne
commemorago.
Uma moeda, um monumento e a impresso em
varias linguas da biographia de Cobden, verdadeira
historia da resurreigo do trabalho livro, parecem
representarles muito prsprias de admirafaoe gra-
tido a nm dos homens que mais leem feito pelo
bem da humanidade.
Nascido em Midhursl para honra da liberal In-
glaterra, todos os povos queriam a Cobden pelos
seus sentimentos como quereriam ao seu raelhor
patricio : nao foi ing'.ea, foi eidadao de todas as
nages.
Nascido nos primeiros das,do seeulo, Cobden,
pelas suas ideas de liDerdade, de progresso e de
fraternidad-', viva nos litis da centuria.
XXII
O levantamento dos feridos continuou at nou-
te. Pele meio dia os gritos de :Viva o impera-
dor Ieslendam-se por toda a linba do nosso
acampamento, desde a aldea de Bry at Sombre!.
Napoleo tinda sahido de Fleurus com o seu esta-
do maior, e passava revista ao exercilo na planicie.
Os vivas durararo uma hora, depois calou-se tudo,
o exercilo devia enlo estar em marcha.

em que a natureza despena do pro ,
der lume, para nao amedrontar o inimigo se nos; fondo letargo, em que jazla, dorante o qual parece nominado Droitjournal des tnbunaux, n. 43, de
visse em linha, porque poderia resolverse a conl-1 ter.se refeio de novas forgas, se revestido de no- 19 de fevereiro ul,imo> l"se a C0Pia 4e uma sen_
nuar a sua retirada. i vas galas para ostentarse com mais lougania e mais 'eoga judicial, que sobremodo allrahio a atlengao
Agora imaginem homens deitados nos trigos, de- fulgor I do conselho de sade publica do remo.
Essa hora cm que o mundo, parecend renascer, a E esle caso"
ros sganos, tremendo com fno, pensando em ma- alvoroga-se observando um espectculo to mages- O pharmaceutico Grimault, residente em Pa-
tar os seus semelhantes, e muilo felizes por terem toso !.... ris, foi acensado e condemnado em multa, priso e
um nabo, um rbano ou qualquer cousa para sus- Essa hora em que o sol, rompeado as nuvens divulgago da sentenga por meio da publicagao era
temar um pouco as forcas. Isto ser uma vida de purpurinas que precedem seu nascimento, raostra- peridicos e em editaes afflxados nos lugares pu
eente de bem ? E' nara iste aue Dos nos creou e se brilhante de uma luz lepida e tranquilla I... bllcos, por se Ihe haver provado que vender, e
o no 2Z\-bZ se Tue se chama a isto go^ Essa hora em que a la se esconde, como e- por alto prego, medicamentos secretos e ou.ros mal lor das proprudades destruidas pelo meen .o de 2
Z 17TLTZ se am bem e4pls os vergonhada de sna raferioridade, quando devia pelo preparados, np conformes com as prescripges do de abril sobe aproximadamente a tr.nta m.lhoes de
homens para crerem em tal cousa ; preciso ter contrario centrapr sua luz pura e candida Un coate, e outros-finalmente soph.st.cados.
perdido todo o borasensoe todos os sentlmenlos do valdosa e offuscaute do sol!.... Estes medicamentos eram :
cora 5o Essa hora em que as estrellas, pouco e pouco ( i." O xarope de rbano todado, que, segundo
Mas tudo isso nao impedia que batessemos os desapparecendo, somera-se inteiramenie, como se a declaraco dos peritos convocados pelo respecti-
Estavamos habituados a considerar o Egyplo
quasi como um paiz europeu : por isso nao foi sem
surpresa e commogao que lemos n'ura jornal de
Alexandna, 11 Manifest gtomaliere, que, em 12 de
abril Uvera lagar um leilo publico de escravas,
na praga dos Cnsules.
O lote compunha-se de tres circassianas da ida-
de de doze para dezeseis annos ; o prego variava
de I30 a 2000 francos.
Pergunta-se como pude realisar-se um facto tao
revoltante, em face mesmo das habitages dos cn-
sules de Franga e de Inglaterra, n'um paiz que se
diz civilisado, e onde o trafico de carne humana ,
alm d'isso, prohibido p.r tratados formaes.
Creador de urna poltica universal, abjurou o
amigo credo de iniquidades da velha poltica bri-
tnica na India, no Mediterrneo e nos Es-
trenos.
Civilisader e justiceiro, clamos no parlamento
contra a barbara mortandade qae em Kagosima fi-
zeram os canhoes da Gra-Bretanha; historiador
da Grecia, celebrou a ineorporago das ilhas jni-
cas *, amigo da Hespanha, pedio a entrega do G-
brallar ; apostlo da liberdade geral, prego a li-
berdade dos Estreilos, a liberdade dos mares.
Do oriente ao occidente sentiram principes e po-
vos a sua morte, porque a sua palavra levava a li-
berdade e a paz Asia euvelhecida e joven Ame-
rica, e os seus liberaes tratados de comraercio aca-
baram com as carestas e com as miserias da Eu-
ropa.
Chamou-se a O'Connelo rei dos pobres da
India.
A Cobden poder-se-ha dar o titulo de protec.
tor dos pobres, apostlo de todas as liberdade, ami-
go de todos os povos.
Li no capitolio de Washington a inspirada ins-
cripgSo que a America do Norte dedicou memo
ra immortal do seu libertador com estas pa-
lavras :
O primeiro na paz, o primeiro na guerra, o pri-
meiro no corago dos seus eooeidados.
Quando depois vivi das muito apraziveis m la-
do de Cobden em Londres, em Paris, em Midfcarst,
em Streatbam Common, dizia eu comigo, admiran-
do a modestia, o saber e as liberaes e pacificas vir-
tudes do que foi rei da opinio publica Ba Ingla-
terra.
Este homem o primeiro por a pa, o primeiro
por a liberdade do trabalho, 0 mais querido dos
homens de boa vontade.
O jornal Whig, de Richmond, annuncia que o va'
duros.
Uma grande quantidade de tabaco pertencente
ao governo francez foi destruida nos depsitos de
Woos.
Durante o bombardearaantode Charleston p#jou
fogo era nm dos bairros da cidade.
Entre as casas incendiadas compreheodeu.se ums
casa de pasto.
Tinha apenas decorrido orna hora desde que se
ilera o fogo, e j as esquinas da cidaie se cobri-
ram de cartaies, indicando o novo local onde la es-
tabelecer-se a casa de pasto.
PERNAMBUCO.-TYP, DE M. F. DE F. & FILMO

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