Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10680


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Full Text
k
ADHO lll NUMERO 123
Por qaartel pago dea tro de i 0 das da i. mez ...
dem depois dos l. iQ dias d caneco* deatra do qoartel.."..' 6*000
Porte ao carreia aar tre meses ...,'...,..,.: 750
TERCA FEIRA 30 DE MAIO DE 1865.
Por anao pago dentro de 10 dias do t. mez ,.....191000
Porte aa correio por um aoao.........., 3J00
ENCARREGADOS DA SUB9C
Parahyba, o ?r. Antonia Alejodrlno di
Natal, o Sr. Antouio Marones da Srlva; Aracjty,
Sr. A. de l.emos Bra*i Cear, o Sr. J. Josde
Oliveira ; Maratihao, o 8r. Jiaqaim MarquesTlo-
drigites; Para, os Sr. Geraldo Antonio Alves di
Filhos; Amazonas, o ff. Jeroaymo da Costa. "
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudiao Falcio Uias; Baha, o1
Sr. Jos \I irtins Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Rio :iro Gasparinho.
TIDA DOS ESTAFETAS.
scada e estaeoes da via frrea at
Agoa Preta, todps otf dias.
Tgaarassii'e Goyapa assecundas e sextas feiras.|
Santo Anfao, fifi vat.Bezerros, Bonito, Caruar,
Segunda vara do
bora da tarde.
civel: quarlas e sabbades a i
SerinhSem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Bar-
reiros, AguaPreta e Pimentelras, oas quintas
feiras.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MAIO.
Altinho, Garanhnns, Buiquc, S. liento, Born
Conselho,, Aguas Bellas e Tacaral, as tergas
f r* P21
o* mL v .i. n n 2 Quartocresc.al h., 44m.e46s. dat.
Paod Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira, in .. ., ...... aa
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis- 10 Laa che,a as 6 h- 3 m- 22 s-
ta, Ouricory, Salgueiro e Ex, as quarlas 18 Quarto ming. as 4 h., 19 m. e 46 s. da m.
feiras. |4 La nova as 8 h., 29 m. e 43 s. da t.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAS DA CAPITAL.
Tribunaldo commercio : segundas e quintas.
Relagojftgcas e sbados s 10 horas.
Fazenda: Julzo do corameruo: segundas as 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira tara do civel: tergas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do c vil: quartas e sabbados al
hora da urde.
DAS DA SEMANA.
29. Segunda. S. Maximiano b.; S. Mximo m.
30. Terga. S. Fernando rei; S. fcmilia ni.
31. Qurta. S. Angela de Mericia v ; S. Caocio ra
1. Quinta. Ss. Firmo e Felino mm.
2. Sexta. S. Marcelino presb.; S. Fintano b.
3. Sabbado. Ss. Pergentrao e Laurentino irs. mm
4. Domingo. S. Francisco de Caracciolo.
PP.EAMAR DE IIOJE.
Primeira as 8 horas e 30 m. da manha.
Segunda as Shorts e 54 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 14 e 30; para o norte
ata a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 14 dos mezes de Janeiro, margo, maio,
juiho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
noRecife, nalivraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figueiroa de
Faria & Filho.
PA.RTE OFFIGIAL
fiO\ERSO DA P10TIIICI4.
Expediente do dia 23 de maio de 4865.
OlTicio aocoronel commandante das armas. Sir-
va-se V. S. do declarar-me cora urgencia qual a
torea e recrulas que t-rn de seguir no vapor Cru-
zeiro tarde deste porto para o da edrte.
Dito ao director do arsenal de gnerra. Mande
V. S. fornecer ao commandante do curpo de volun-.
ttrios da provincia do Cear 200 mantas para as pra-
vas do mesmo corpo que seguem luje para a corte
no vapor Cruzeiro do >u/, bem como urna corneta.
Coinmuuicu-se ao inspector da thesouraria de
fazenda.
Do aos agentes da comnanhia Brasileira d- pa-
quetes a vapor.Pdem Vinca, fazer seguir para
os portos do sul o vapor Cruzeiro do Sul, proce-
dente dos do norte, a hora inlicada em seu olfleio
de hontem datado.
Portarla.Os Srs. agentes da companhia Brasi-
leira de paquetes, mandem dar transporte al a
crt! no vapor Cruzeiro do Sul, ao voluntario da
patria do Mtranho Pedro Luis de Franca e sua
mullier, que aqu flearam doenles em sua passa-
gem por esta provincia.Communicou-se ao cor-
no! commandants das armas.
Dita.Em additamento a portara desta data, de-
claro aos Srs. agentes da companhia Brasileira de
paquetes, que sao dous e nao um os voluntarios da
patria da provincia do Maranhao que tem ileso-
guirem hoje para a corte no vapor Cruzeiro do Sul,
segundo coDsta de offlcio do coronel commandante
das armas interino, datado de hoje, sob n. 92o.
Dita.-Os Srs. agentes da companhia Brasileira
de paquetes, mandem dar Mfeagaa de estado a r
no vapor Cruzeiro do Sul, at o Rio de Janeiro, ao
empregado de fazenda Juo Jos Pereira de Faria.
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brasileira
de paquetes, mandem dar passagem de estado a r
no vapor Cruzeiro do Sul, al o Rio de Janeiro, ao
tciiente-coronel da guarda nacional Ignacio Frazo
Varolia.
Una.Os Srs. agentes da companhia Brasileira
do paquetea fagam transportar para a Baha no va-
por Cruzeiro do Sul, a sereuy entregues ao c m-
mandanle das armas da piolla provincia, 4 caixoes
contundo artigos de fardamento pertencentes as
pragas do 4" batalho de artilhana a p all desta-
cadas ; cujos caixoes Ihe serio apresentados por
parte do coronel comurindanle das armas.Com-
municou-se ao commandante das armas.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquetes, mandem transportar para a corte no
vapor Cruzeiro*do Sul, a disposigo do Exm. Sr.
ministro da guerra, as pragas de linha, voluntarios
da patria e recrutas, constantes do mappa, junto
por copia.Commuuicou so ao commandante das
armas.
Dita.Os Sr. agentes da companhia Brasileira
de paquetes, fagam desembarcar cora urgencia de
bordo do vapor Cruzeiro do Sul, o capilo da 1*
compaahia da secgo de infamara da guarda na-
cional da provincia do Amazonas, Pedro de Castro
Brando, que se acha doenle, alim de ser recolhido
a enfermara militar.Expediram-se as necessanas
ordens a este respeilo.
- 26 -
Oflicio ao Exm. presidente da provincia do Ama-
zonas. Receb com o olfleio de V. Etc. de 28 de
abril ultimo, dous exemplares daeada am dos re-
..gula.inenios deste anno, reorganizando a inslruego
.publica, a repartigo das obras publicas e o esla-
belecimento dos educandos artfices dessa pro-
vincia.
Dito ao Exm. presidente da provincia do Para.
Opporlunaineute sera remetiido ao nosso vice-cou-
sul na cidade do Porto, o oflicio que para ter este
d'-.-tmo V. Exc. me euviou com o seu de 4 do cor-
rente.
Dito ao coronel commandante das armas.Man-
de V. S. apresentar ao Dr. chefe de polica, hje
mesmo, um soldado da companhia de cavallaria
para levar ao termo do Liiuoeiro urna ordem de
habeascorpus do tribunal da relago.Communi-
cou-se ao Dr. chefe ce polica.
Dito ao mesmo.Mande V. S. dar baixa ao vo-
luntario da companhia de homens preto, Jos Ma-
ri.; l'iolrigues, visto quo segundo o seu oflkio n.
918 do i'k do corrente, veriticou-^e ser o preto Ru-
fino que D. Mara Cavalcanli de Albuquerque re-
clama rosno seu escravo ; devendo este ser entre-
gue a Joaquim de Hollanda Cavalcanli de Albu-
querque libio da supplcante.
Dito ao mesmo.-Informe V. S. sobre o que pede
no incluso requeriraento o indio voluotario da pa-
tria Manoel Feppe Camaro.
Dito ao mesmo. Expega V. S. as saas ordens
para que ao soldado do corpo de voluntarios da
patria Agostinho Bernardo de Miranda se pas.ve
guia allm de ir servir, como ped >, no 2 batalho
de infamara do exercilo, devendo seguir para a
corle na primeira opportuuidade.
Dito ao mesmo. Expega V. S. as suas ordens
para que o commaodaue do 2o corpo de volunta-
rios proceda a descont nos vencimenlos dos vo-
lunto ros Manoel Xavier do Nascimcnlo e Pedro
Alexandriuo de Mello al a quantia de 40 repar-
tidamente, a qual ser entregue aos negociantes
Francisco P. reir de Mendonga & C, para indem-
nisago do igual quanlia que a taes voluntarios foi
adiautada pelo coronel commandante superior da
guarda nacional da comarca de Garannuns, quan-
do vieran para e ta capital.
Dito ao mesmo.Mande V. S. dar baixa ao sol-
dado do 2- corpo de voluntarios da patria Gamillo
Looreiro Macieira, que foi julgado incapaz do ser-
vigo em iospecco de saude, segundo consia do
termo que acompanhou o offlcio de V. S. n. 917 de
24 do corrente.
Dito ao mesmo.Remeti incluso o offlcio que
me dirigi o director da aldea de Cimbres, em 13
do corrente, alim de que V. S. informe sobre a
baixa que elle pede para o indio voluntario Anto-
nio Guedes Leite, devol vendo me o citado offlcio.
Dito ao mesco.Haja V. S. de informar sobre o
que pede o 2 cadete do 2o corpo de voluntarlos
Jos Paes Barbosa no incluso requerimeolo.
Dito ao mesmoSirva-se V. S. de mandar ins-
peccionar pela junta de saude o 2o sargento do
corpo de policio Bellarmino Ferrelra da Silva.
Dito ao mesmo Informe V. S. acerca do que
pede Anna Mara do Xasctmento no incluso reque-
rimento.
Dito ao mesmo.Mande V. S. alistar no 2o corpo
de vo!un!arios da patria ao cidado Antonio Garca
de Miranda, se fr para isso julgado apto.
Dito ao Dr. chefe de polica. Para que possater
lugar o pagamento da despezas feitas com o sus-
tento dos presos pobres da cadeia de Olinda, nos
mezes de dezembro do anno prximo passado at
abril ultimo, da de Nazareth a contar de Janeiro a
abril prximo Ando, e da de Ooricury em Janeiro e
fevereiro deste anno, faz-se preciso que V. S. exija
dos respectivos delegados m'as remeta a relacao
dos presos rerolhidcs a taes cadeias dorante aquel-
es mezes, as quaes sao solicitadas pelo inspector
da thesouraria provincial, em offlcios de 24 do tr-
renle, sob ns. -203 207.
Dito ao inspector da thesoararia de fazenda.
Nao havendo inconveniente mande V. S. pagar ao
capito Jos Angelo de Moraes Reg, conforme so-
lictou o coronel commandante das armas, em offl
ci de 24 do corrente, sob n. 913, a quantia de 204
despendida com expediente da 3." companhia do 4.
batalho de arlilharia a p, que interioamente com-
mandou durante o mez de abril ultimo, como se
v da inclusa conta documentada.Communicou-
se ao coronel commandante das arma?.
Dito ao mesmo.Inteirado do conteudo do sen
offlcio de hoje, sob n. 362, tenho a dizer em res-
posta que approvo a deliberago, que V. S. tomou
de mandar entregar integralmente ao commandan-
te do 2." corpo de Voluntarios os vencmentos dos
de nomes Manoel Xavier do Nascimento e Pedro
Alexandrlno de Mello, aflm de qae por intermedio
delle seja pago aos negociantes Francisco Pereira
de Mendonga & C a quantia de 40^000 reis, repar-
lidamente que foi adanlada a taes voluntarios pelo
commandante superior de Garannuns, ficando as-
si m sem effeito o raeu offlcio de 26 de abril ultimo,
e neste senlido vou me dirigir ao coronel comman-
dante das armas.
Dito ao mesmo.Mande V. S. apresentarme
amanbaa a guia do cirurgio da armada Dr. Alfre-
do da Rocha Btslos, que segu hoje para a corte
no vapor Cruzeiro do Sul, em cumprimento de or-
dem imperial.
Dito ao inspector da thesouraria provincial
Para satisfazer a deliberago da asserabla legisla
Uva provincial, remetta-me V. S. com urgencia
urna nota de lodos os testamentos que tem sido re-
gistrados'no consulado provincial, desde 1840 al
1864, com declaragao daquelles que tem pago o
re-pectivo imposto.
Dito ao mesmo.Annuindo ao que reqnereu W.
Marlineau ao arrematante da obra da ponte de
ferro de Motocolomb, recommendo a V. S. que,
nao havendo inconveniente, mande pagar-lhe a
luantia de_ 10:000,3000 reis, proveniente da primei-
ra presiaco a que elle tem direito em vista da ter-
ceira condigo do seu contrato.
Dito ao mesmo.Nao havendo inconveniente,
mande V. S. dar execugao a inclusa carta precato-
ria, expedida pelojuizi especial do commerciocom
o fim de ser penhorada, por parte de Antonio Joa-
quim de Souza Ribeiro, a quantia de 4:0004000,
que ne.-sa thesouraria tem de receber o brigadeiro
Gaspar de Menezes Vascoucellos de Drummond,
indo annexa a msala precatoria a carta de .enton-
ga, quo obteve o wiencionado ouza Ribeiro contra
aquello brigadiiro.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal de Olinda e Iguarass. Sirva-se V. S. de ex-
pedir suas ordens, no sentido de ser dispensado do
conselho de revisao da gua da nacional de Maran-
guape, o lenle Joaquim Jos Ferreira de Almeida
continuo da Faculdade de Direito, cujos servigos sao
necessaros naquella repartigo, segundo me decla-
rou o respectivo director, em offlcio de 24 do cor-
rente.Communicou-se ao Exm. director da Facul-
dade de Direito. '
Do ao commandante do corpo de polica.A
vista da sua informara n. 334 de 17 do corrente
autoriso V. S. a dar baixa ao soldado do corpo sob
seu coramando Joo Lopes Lima.
Dilo ao inspector do arsenal de marinha.Man-
de Y. -\ conslrnir com brevidada como solicitou ft
Exm. presidente do Ro-Grande uo~Norte em offlcio:
de lo do corrente, uio escaler para a visita da po-
lica da capital daquella provincia, nao excedendoj
a respectiva desposa a quantia de 5004, qoe pa-
ra essa obra foi concedida pela ordem do thesouro
n. 14 de 16 de margo ultimo.Communicou-se ao
Exm. presidente do Rio-Grande do Norte.
Dilo ao director das obras militares.Mande V.
V. fazer, com urgencia, como solicilou o comman-
dante das armas em offlcio de 24 do rorrele, os
concertos de que necessila o telhado da casa em
que reside o commandante interino do forte do Bu-
raco.Communicou-se ao commandante das ar-
mas.
Ello ao juiz municipal da 1" vara desia cidade. j
Remeti a Vmc. as guias dos sentenciados constan-
tes da relacao junta, os quaes vieram do presidio
de Fernando no vapor Paraliyba, seguudo commu-
nicou-me o commandante do mesmo presidio em
offlcio n. 232 de 16 do corrente.
Dito ao Io juiz de paz do 1 districto da fregue-
zia da Boa-vista. Inteirado do que me communi-
cou Vmc. em seu oJjuVio desla dala com relago a
execugao que move em seu juizo Chrislovao Starr
& C, tenho a dlzer-lho que deve Vmc. deferir a
petgo do exequente como fr de justiga segundo
a Ici, visto que nada t-'m esta presidencia de resol-
ver sobre casos espeeiaes sujeiios ao tribunaes ju-
diciarios.
Dito aos agentes da Companhia Brasileira de
paquetes a vapor.Podera Vmc, fazer seguir hoje
para o sul, a hora indicada em seu otfl-io desta da-
ta, o vapor Cruztiro do Sul, vito que nao pdde sa-
hir hontem em consequencia do mo lempo.
Portara.O presidente da provincia tendo em
vista o que requereu o sargento vago mesire do
corpo de polica, Mximo Francisco da Silva, qne
foi consjderado incapaz de continuar no servigo em
inspecco de sade, resolve aposenia-lo com os
vencimenlos que Ihe competirem pelo lempo de
servigo que tem prestado em dito corpo, de con-
formidad; com o disposto no artigo 2 da le pro-
vincial n. 276 de 7 de abril de 1830 combisado
com o artigo 3 da de n. 436 de 26 de maio de 1858.
Communicou-se a thesouraria provincial.
Eipedieule do secretario do goveruo do dia 26 de
maio de 186o.
Offlcio ao 1 secretario da assembla legislativa
provincial.Para serem preseutes a assembla le- j
gislaliva provincial, em solugo ao seu offlcio, de
24 do corrente, sob n. 130, passoVs mos de V.
S., de ordem de S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia, as inclusas copias das petigoes dirigidas olli-
mamenle ao mesmo Exm. Sr. e ao governo impe-
rial por Carlos Luiz Cambronne.
Dito ao mesmo.Em sasfaeao aos seus offlcios
ns. 120 e 128 de 12 e 24 do corrente, passo as mos
de V. S. por copias de ordem de S. Exc. o Sr. pre-
sidente da provincia, am de ser presente a assem-
bla legi-lativa provincial a infrraavo que em 20
deste mez minislrou o n- .r da thesouraria
provincial acerca dos qu*iis constantes do prl-
meiro dos citados offlcios, indo nnexos os docu-
mentos a que a Hu.; a referida mformago.
E por que sao necessaros naquella repartigo os
documentos que esto em original, eu rogo a V. S.
que m'os devolva logo qu ah nao sejam precisos.
Dito ao capilo do porto.O Exm. Sr. presiden-
te da provincia manda communicar a V. S. quo re-
cebeu o sen offlcio n. 83 de 24 do corrente partici-
pando ter naufragado no recife do porto desla ci-
dade a barca ingleza Felitbe.
CONH\ND0 DAS ARIAS.
Ojiarle 1 do commaudo das armas le Pernambuco
na cidade do Reeife, 28 de maio de 1865.
Ordem do dia n. 73.
O coronel commandante das armas interino faz
publico, para conhecimento da guarnigo e devido
etTriio, que a presidencia nameou, por portara da-
tada de hontem, para servirem provisoriamente
como officiaes do 2 corpo a Voluntarlos da Pa-
tria em organisago nesta provincia, os cidadlos-
constantes da relago abaixo transcripta.
O mesmo coronel determina que na manha* do
dia 1 de junho vindooro se passe revista do mos-
tra em seus resoeclivoi quarteis aos. torpes- segua-
les : s 6 horas a companhia de voluntarios de ho-
mens pretos, as 6 }{ a companhia de cavallaria s
7 ao 4 batalho de arlilharia a pe, s 7 A a com-
panhia de artiflees; e Analmente s 8 ao 2o corpo
de Voluntarios da Patria.
Relacao dos cidadaos normados para servirem pro-
visoriamente de ofliciats no i" corpa de Voluta-
rios da Patria.
Capilo Manoel Rodrigues de Araujo Lima.
Tenente, Jos Elias de Mello.
Dito, Gabriel Moreira Rangol.
Alfere*, Joaquim Jos de Mello.
Dito, Francisco de Sza Ferreira Rabello.
(Assignado.) Jos Mana Ildefonso Jacome da
Veiga Pessoa e Mello.
(Conforme)Antonio Francisco Duarte, 2o teen
te ajudante de ordens interino encarregado do de
lalhe.
INTERIOR.
MO DE J.IVEIBO
12 de mo.
O novo ministerio fleau hontem assim organi-
sade :
Presidente do eonset e ministro do imperio,
senador marqoex de Olinda.
Jusiiga, senador Jos Thomaz Nabuco de
, Araojo.
Estrangeiros, denota do Francisco Octavianode hdac'vll,sa?a0
exerclos alliados, o tratado adoplon a regra de
que, confirme a nacionalidad^ do territorio onde
se fizeram as operagoos ahi mandar em,chefe o
general do exercito dessa nacionalidade. Por isso
o general Mitre vai ser o general em chefe das
operagoes em Corrientes, Enlre-Rios e mais terri-
torio argentino.
guem illudem e menos ao governo do abaixo as-
signado, a pomo de merecerem a considerago e o
crdito que se tributa aos protestos oQkiaes de to-
do o gowrno que respeitan lo a opinl.o publica se
respeila a si mesmo. O governo de V. Exc. por
antecedentes desgragados e pela sua poltica com
o Estado Oriental, nao estranhar que o governo do
Asonhada all.anga da Boliv.a com o Paraguay Paraguay nao os considere como manifestago leal
receben O mais solemne desmentido da bocea do de sua poltica com esta Repblica
STSL? a0.' qUe .Um ''a"1uele ?iJ> Pfel Ninguem ignora que um general argentino
Sr. conselheiroOctaviano brindou a queda da for- iulroduzio-se na Repblica Oriental sem causa nem
taleza de Humana pelo impulso da liberdade motivo, nem mesmo chamado
.Montevideo, 7 de maio de 1865.
Este vapor leva noticias da maior importancia
para nossa causa, que se pode dizer que a causa
do progresso e de ama nova siluago pura a Ame
rica do Sul, que ser fecunda em seus resultados.
Nelle vai de passagem o Sr. Jarbas Mouiz Bar-
reto, secretario da misso especial, que portador
do tratado da trplice allianga assignado em Bue-
nos-Ayres, e naturalmente do plano de campanha
adoptado pelos generaos Mitre, Flores, visconde
de Tamandar, Urquiza e Ozono. Conta-se que
quando o general Mitre sahio da sala das sesses \
do conselho de guerra dissera a seus amigos:1
{ Acabamos de decretar a victoria.
Nao se sabe quaes sao as bases do tratado ajus-
lado. Coujectura-se, porin, que elle garante a in- j
dependencia e integridade do Paraguay ; que re-
solve a questao de limites desta repblica, nao s
I com o Brasil, como com a Confederacao, que esta- j
| belece a indemnisago que ella ha de pagar a cada !
Almeida Rosa.
Fazenda, senador Jos Pedro Dias de Car-
va lho.
Marinha, depntado Jos Anfoiffo'SBraiva.
Guerra, senador Angelo Mohiz da Silva Ferraz.
Agricultura, depulado Antonio Francisco de
Paula e Souza.
Consta-nos qiie o Sr. conselheiro Octaviano con-
tina na missao espacial no Rio da Prata, ficando
interinamente encarregado da pasta dos negocios
estrangeiros o Sr. conselheiro Saraiva.
e tres vezes repeli a mesma
nomeado 2o
Ma-
Por decretos de 7 do corrente, foi
cirurgio tenente do corpo de sade
o doutor em medicina Joaquim Nieolo
riani.
Concedeu-se reforma, na conformidade das dis-
! posig5es do 8 do art. 9 da le n. 648 de 18 de
agosto de 1832, aos seguinles oflleiaes :
Io cirurgio capilo Dr. Trajano de Souza
, Velho.
2o dito tenente Dr. Jos Antonio de Andrade.
Capilo do S* batalho de infantaria, Jos Thiago
. da Silva. "
! Ditos do 3o batalho da mesma, Jos Augusto
Cardoso da Gama e Chrislovao Jos de An-
drade.
Tenente Francisco Carlos da Costa Aguiar.
phrase.
I Segundo as ultimas noticias, fleava a 1a diviso
. da nossa esquadra, as ordens do Sr. Gomensoro,
no porto de Bella-Vista, a amas 20 leguas da cida-
de de Corrientes, onde ostavam os vapores para
guayos, e a 2* commandada pelo Sr. Barroso, linha
i checado ao Rosario.
O Paran foi na que se tem mostrado poueo
affecta ao Brasil: por isso devein tomarse com re-
serva estas noticias transcriptas pelo Stijlon Mon-
tevideo.
t Do Paran, jornal da cidade deste nome
tomamos as noticias seguinles:
o Honlem aqu chegou a baleera da capitana
pelo partido poltico
a que dizia pertencer, para revolucionar o paiz, e
conibater o governo legal e a populago oriental
com elementos brasileiros e prtennos, recrutados
e ministrados por urna commissao revolucionara
orienlai quo funecionava com escndalo publica-
mente, na boje capital da Confederago Argentina,
debaixo das vistas e cora coniveucia do governo
nacional, procedimento este sobre o qual o governo
de V. Exc. anda hoje deve as amistosas explica-
g.-s gue Ihe foram pedidas pelo coverno do abai-
xo assignado, e que, anda que ol recidas com as
mais ampias segurangas de urna estricta neutrali-
dade nos a>sumptos orientaes pelo governo de S.
Exc. o general Mitre, nao tem sido recebidas.
To desastroso procodimenlo valeu a dilacera-
Hnerc!: I??irt0,da, p^'Aom."m.olleii) I"8 "-aziH offlcios daWpubicOrietaTUntas deagraeas e
para o chefe da esquadra brasieira, ou para o da (as iraigdes, a perda da sua independencia e at da
diviso qne deve seguir a que se acha no cima sua autonoma, de que hoje possue apenas um si-
Parece que o chefe Gomensoro lera adianlado mulacro. E isto deve-se, Sr. mini.lro, nicamente
a marcha da diviso as suae orden, porque suppde a poltica inju em caminhn, e muito adiantada a forga naval que nao tem a desculpa do proveito e int^resse proprio,
se Ihe deve incorporar. reduzindo-se a representar de agente brasileiro,
Os vasos brasileiros devem ja esur em Goya, que preparava para o Imperio a victima de sua po-
onde ficarao esperando os oulros, poli ha 4 das |jtca ae desbaldade e absorpgo
que largaram da E O estado do r-o e a classe dos vapores que cdo o governo argentino sobre os graves erros de
compoem a diviso os comprometiera hoje na uma poltica que nao tem norae, o nao podia ler
altura em qne se acnam. um fim compativel com a poltica nacional argen-
Longe de toda a proteccao, bem poderia a ,a, nem cora a sua lealdade, honra e verdadeiro*
1 esquadra paragnaya d'scer a marchas forgadas, e
* r .. ,. m muge uu.u u uihwuu ub a. tic. o sr. ee-
a toda pressa e dificultara a ma- i neral Mitre nao irepidou um instante em proseguir
es de maior calado, eutorpecendo nessa poltica anli-argentina e offensiva da exis-
Capito do corpo de guarnigo do'mzonas, na'r'eTtes nTvSosTm n^'rico '"""'" '""""^ I '" 'L. iu, rt c c a
Malinas, V.eira de Aguiar. i ^ %^0 ffi.'MSL -ttm,..^. m,.! -I*J.*."! de S' Exc- Sr- !
um dos belligerants pelas despezas d guerra ; I BS ?anT ** 8uarn^'ao do Maranh5. nobra nos vapores
que estatu o numero de tropas com que cada um ,- .VIL, _,are8, 'muito uma retirada prompta, quando fosse ne-
delles deve concorrer, e o modo commum de ope- i ..^H^il.l c?-n("eaeu-S3 emissao do CSSaria.
rarem os tres exercitos sob o mando de seus res [ !J22 do.-,exe7lora P'u -(l ?rp0 de nge'' Sem duvida o chefe Gomensoro nao tem que-
que, para seguranga S* h!aeHo ,GT%MKr?'^-Ma'Ja' a0-,20 le* r'do ficar solada na distancia em que so acha sem
nenie quartel-mestre do 3o balalhao de arlilharia
pectivos chefes; finalmente
dos estados vzinnos e garanta para a liberdade de "cu"3 ,JUi?r",'"1ir oo oaiainao oe arinnaria uma forca para 0 proteger com promptido em um
navegago do rio Paraguay, se asseulou na reduc- iftff ^"raf &'li >nhw, e ao 2. caso especia|.
gao das torgas daquella repblica, e na demol-
gao de Humail e quaesquer outras fortificagdes.
I Os jornaes, tanto desla margen) como da outra,
procurando adiviobar o que se passou as ditas
i regios da diplomacia, em que os mais graves in-
! teresses do Brasil se acabam de resolver oestes ul-
timos dias, e lisongeando o amor proprio nacional,
: assegurara que o commandante em chefe dos tres
exerciios sera' o general Mitre; que o general Fl-
cirurgiao lenlo do corpo de sade do mesmo
exercito, Dr. Vicente Ignacio Pereira.
14 -
O corpo de Voluntarios de Pernambuco receben
hontem armamento Mini no arsenal de guerra.
--------- mmn i *u ii -------------
Sobre a marcha.da expedico para Mato-Grosso,
escrevem em 8 do corrente oseguinle :
O coronel Drago, presidente de Mato Grosso,
o com??a s gxc m)e ^^ tn(lo (jj.p^jo (jgsj,, za a reserva, deixando apenas ao Brasil
mando da esquadra ao nosso bravo almirante o vis-
conde de Tamandar.
i L'beraba, cocheiras, enmaradas, tropa e manlimen- reboqne.
los, etc.; mas agora que annuncia precisar de tu
tencia, nteresse^ e honra da repblica do Para-
guay, nao se dando sequer ao trabalho de recorrer
a oulros meios, que os empreados para as desgra-
gas da repblica Oriental do Uruguay.
E nao com menor escndalo da opinio po-
publica e descrdito de sua propria administragao
. O offlcial chegoa ale esla cidade, pois com- que 0 governo do Sr. general Mitre consentio e
quanto se Ihe dissesse que achana a esquadra ou ani.raou a repetigo de uma farca immoral, tole-
outra diviso muito mais para cima, julgou conve- rando que se ronstitua uma nova commisjao revo-
nienle seguir ale o Paran em sua procura. lucionaria de traidores paraguayes, em numero to
Cinco navios de guerra paraguayos, que pro- diminuto e insignificante por suas laxes e posigo
vavelmeutesoraoosmesraosilasorprezadodial3' social, que o ridiculo desla iniqua r<-presentaco
e dous batalhoes desceram ale ao Empedrado, don- Dao podia seno recahr sobre o aclual governo ar-
de regressaram. gentino, que carregar com as graves consequen-
c Um chefe Martnez guernlbou a torga de in- cias este acto desleal, eomprovado pela permisso
fa uta ra. de recrular em Buenos-Avies e no territorio ar-
t A 2 1/2 da tarde chegaram ao porto os vapo-; gemino, nacionaes e estrangeiros para a tormacao
res Espigador, Menaij e Pavn com uma escuna a, de uma legio que, unida ao exercito do Brasil,
deva trazer a guerra ao Paraguay, franqueando-
Parece, porin, qUe nio tanto as:m, e que o' \ Vendo SS^VSwSLSZ n S"" VapreS "7 P""! ^6DC^0i,he alm d,s?0 a sua "Cronsa fflc.al para aTsuas
nosso enviao ievea habil.dade de reblver )t ^twa im SE ,in*- I?^i? Pa?nero CT ^ ultdo-muor, os batalhoes leg.ao! elocubragoes criminosas,
ponto decao cora dignidade para-o rlpeno, Ve ^^^JtTSl^L^S^^i. 2,rttf 6 de "^
e nma brigada de amiba
ra.
t Ficaram no porto o
concorre com maores elementos para a guerra e th&T* "amaradas, mas falta ihe di
pubNca Argelina e Estado Oriental, para um fim. ~ S^ElScet ZX^SS 2
neste secuto, ( i-" i dlt0 'dor... Hoave_por isso conll.cto.em que
tao nobre como salvar um estado vizinho de
tyraonia inadmissvel neste secuto, e intoleravel
neste continente, um fado grandioso e impor-
tantissimo, ctljos fruclos nao se tardaro a co-
lher.
dito contratador.
interveio a autoridade. Ferreira firmavase no seu
contrato e em ter conduzido as cargas por sua
conta at Santos. Emfin, Firmino recebeu carga
Ella vem realizar, do modo mais pral^,, np-1EfSttg^Tt^S
bre idea do congresso uencaoo, anotada por tao ondacior, porm, leve de encalhar por ouvir co
por ouyir
novo presidente que nao linha ordem de fornecer-
Ihe dinlieiro : l vai caminho da corte enlender-se
com o governo a esle respeita
- 16-
Eulrou hontem de Montevideo com datas at 7
do corrente, o vapor mperatriz, a cujo bordo vem
o secretario da nossa misso especial no Rio da
Prata, porlador do tratado de trplice allanca\as-
signado em Buenos-Ayres.
Da caria do nosso correspondente de Montevi-
deo, em outro lugar publicada; so ver o que se
conjecturava a respeilo das clausulas estipuladas
neste traiado, cujo llieor ainda nao era bem conhe-
cido. Comtudo, pelo que toca ao commaudo em
za e oulros foram assaz significativos ; maasobie- chefe dos exercitos alliados, as folhas do Rio da
udo chamc-u a attengao .le lodos pela suo impor- Prala o do ja aomo conferido ao general Mitre,
tanca a aclual o do ministro da Boliyia, que sau que a apresentar-se ao congresso pedindo-lhe au-
dou a queda de Humaila e da tyrannia, e amizadc torisago para marchar para a campanha. Deste
de seu pas aos tres ainados. Isto desmente com- factojaseno podia duvidar depois do brinde que
noticias que se propala vara da al- n-Um banquete dado pelo presidente Mitre o Sr.
conselheiro Octaviano fez a este general, cujo ta-
lento e poaigo. palavras de S. Exc, lho assegura-
vam o importante posto de commandante era chefe
dos exercitosailiados.
Alm disto uma pessoa importante de Buenos-
generosos lidadores, porque a Repblica do Para-
guay, unida depois de libertada aos seus salvado-
res, formara' parte desta intima alihnga, que tan-
tos bens prometle a America ; e naturalmente
Bolivia, Per e mais estados adoptaro os princi-
pios estatuidos.
Depois do banquete do nosso enviado, que foi
uma fjncgo regia e nunca vista em Buenos-Ay-
res, voltou ogeueral Flores antehonlem a esta ca-
pital no vapor Apa, com o nosso almirante. Nesse
banquete appaeceu tudo ^oanto e mais alio havia
em Buenos-Ayres pertencenle ao mundo offlcial.
Os brindes do ministro nglez, o digno amigo
desles pases ; do Sr. Octaviano ao general L'rqui-
elocubragoes i
Actos to nontis paz iolern> de governos ami-
gos, sem precedente na historia de povos cultos
constluem lodos os governos no dever de empre-
gar meios que os ponham ao abrigo de tentativas
Acabamss de receber uma carta de La-Paz, do anarchicas de um governo que des.unhece o que
dia 27, em que se nos diz o segointe : i deve aos direitos de naces soberauas e indepeu-
Sobre noticias nada posso dizer-lhe de posili- dentes, e quelanto desceu da posigo elevada iohe-
vo neste momento. Corre que o coronel Reguera rente a todo o governo, que serve de foco aos de-
atacou e derrotou em Saladas ama forga para- magogos c revolucionarios que prelendem confia-
guaya, e tamben) tem-se dito que os paraguayos grar e perturbar a ordem legal ea trauquillidade
tinham derrotado urna pequea torga correotina
que acharan) em Santa Luzia, a poucas leguas de
Goya.
t O que ha de.certo, segundo me dizem da Es-
quina, que as torgas paraguayas leeto-se recon-
centrado na capital de Corrientes.
da sua patria.
O governo de V. Exc, porm, nao julgou suf-
ficiente este progresso hostil e Ilegal para realisar
os fins da sua poltica com o Paraguay ; a calum-
nia e os insultos a nago governo paraguayo nao
o detiveram, e osorgos ofliciaes da Imprensa por-
langa daquella repblica cora o Paraguay.
A Confederago Argentina levanla-se como um
s homem para vingar a honra nacional. Os par-
tidos se unem, excedem-se em demonstracSes de
patriotismo, e homens de quem havia raz para
duvidar-se agruparse em torno do governo na
cional, e pedem pa
O Amigo del Pueblo, da Victoria, diz qne linha len|,a abundara em produegoos lo insultantes como
all ebegado o brigad-iro D. Miguel G. Galarza, i em tempo a|gum a mais desenfreada licenga e bu-
commandanle em chefe das torgas dos departamen- so de imprensa jamis produzo.
tos de Victoria, Nogoya e Diamante. Nao se pode dar maior escarneo do que a pas-
A esta hora a diviso Urquiza, pomposta toda sagein que V. Exc. offerece, pelo territorio fluvial
ella de moradores do departamento do Paran, da repblica Argentina, como diz cm virtude de
acbar-sc-ha reunida na margem do arroto D. Chris-'. tratados que permittem ao Brasil levar suas torgas
lovo. navaes e terrestres ao Paraguay, porque no Dot do
Esta diviso, uma das mais importantes do territorio argentino se acha b desla repblica, o
exercito, tem 1,500 pragas, est ao ordens do coro- que Ihe d a vanlagem de ataca-la na fronteira do
nel Navarro.!
Depois de ter invadido Corrientes, e sorprehendi-
do quanto era possivel sorprehender, foi quo Lpez
se b-mbrou dd declarar a guerra a llepublica Ar-
gentina com a seguinto curiosa amostra de juris
prudencia paraguaya :
t Ministerio de relagoes exteriores.Assumpgo,
29 de margo de 1863.A S. Exc o Sr. Dr. D. Ru-
norte pela provincia de Matto Grosso, e pelas flu-
viacs no sul, isto por dous pontos. O Paraguay,
no fim da navegago peto territorio fluvial argenti-
no, nada mais encontra do que o mar, e nao o Bra-
sil, e nao pode atacar o imperio seno pelo norle
pela provincia de Matto-Grosso, que por um
lado s.
Ninguem ignora isto, e menos o governo de
X
. Ayres commuoicou a um respeitavel negociante | ca do Paraguay, tem a honra de declarar receidas
marchar contra o mateo. de,?la c.Vrl->^U0 '"'ado de trplice allianga entre as duas notas que com data de 9 de fevereiro deste
o Brasil, a Repblica Argenlina e o Estado Onen- annd) foi y. Exc servido dingir-lhe.
E' assim que o general Virasoroprocede, e tam- ,a'. contem os segarales principios: < Uma destas notas responde que o abaixo as-
bem o celebre Baira, redactor do El Plata em J,Ai,iauc' ofleusiva e defensiva, nao so ale ao slgnado leve a honra de dirigir a V. Exc. em 14 de
fino de Elizalde, ministro e secretario de estado da V. Exc, que por equidade e em observaucia de
repartigo das relagos exteriores da Repblica
Argentina.O abaixo assignado, ministro e secre-
tario de estado das relagoes exteriores da Republ
Montevideo, que tanto nos guerreou, e queja se ^m ai guerra mas al que se tenha oblido a reali-
alistou como volnntario em Enlre-Rios, onde esta- s*l'o das exigencias das tres nagoes ao novo go-
va emigrado. verno que se estabelecer no Paraguay;
Esla allianga anda para no futuro obrlgar
O triumvirato quo governa em CorrrSbtes em as tres potencias, caso o Paraguay queira algum
nome de Lopes nao vale nada. Sao tres Argenti- dia annullar o que prometter;
nos por elle estipendiados ha muito tempo, e cujos Independencia do Paraguay e expressa derla-
nomos nao tem significago alguma.. ragode que a Repblica Argentina, bem como os
.. outrOs alliados, nao podero incorpralo aos seus
O presidente Lopes acaba de emitir papel-moe- respectivos territorios
da, o quedem nstra os apuros do thesouro. Com Garanhifcdesia independencia pelo prazo de 3
este papel que esta muito depreciado em Comen- annos pr(J|da conectivamente p.'las tres polen-
tes, paga elle a todos. cas.
a Armamento das torlificagoes de Humail e
prohibigo de se levantaren) ontras para o futuro,
que fagam perigar a iivre navegago
t) nosso cnsul geoal em AssurripgSo, o Sr. Bar
boza, talvez nao exista a esta hora. Foi espancado
brbaramente, e ipunhalado naquella capital em
pleno da.
Em Humaila', diz um passageiro que de la' aca-
ba de chegar, ha duas escunas carregadas de pe-
dra para serem mutiladas a pique, assim como
duas correles de ferro passadas da fortaleza ao
briue Independencia, fundeado na margem ep-
posta
Liberdade real de navegago dos rios Paran
c Paraguay, nao podendo esla repblica estorva-la
nem grava-la ou onera-la por suas leis particu-
lares ;
Regolameoto de polica fluvial dos tres rios
Paraguay., Paran e Uruguay, feito em cemmum
pelos alliados;
Janeiro ultimo, solicitando permisso para o inno-
cente transito pela provincia de Corriente, do exer-
cito que devia operar contra o imperio do Brasil
em sua provincia de S. Pedro do Rio Grande do
Sul, na guerra que infelizmente rebentou entre am-
bos e a qual o governo imperial obrigou o da Re-
publica.
To justo e atiem'ioso pedido com as garantas
oflVrecidas fes esperar o goveruo do abaixo assig-
nado que a elle se pre.-tana o da Repblica Argen-
tina, tanto mais que nada coniiuha que nao fosse
auion-ado pelo direito das gentes e aconselhado
pela equidade e as relagoes entre ambos os gover-
nos, assim como pela indeclinavel necessidade em
que se acha a Repblica do Paraguay de combaler
o governo imperial em seu proprio lerri.orio, para
alcangar resultados que disponbam o gabinete de
S Christovam a ouvir a voz da justiga e dar as
necessarias garantas sobre a sua poltica futura a
respeilo dos inleresses desta Repblica, das da
Oriental do Uruguay, e em geral dos de todos os
estados do Prata.
A nossa esquadra achava se no dia 28 em Bel.
la-Vista, mui prximo de Corrientes, onde anda
permaneca a paraguaya. /
A diviso do Sr. chefe Barroso, no dia 2, tar
de, chegou ao Rosario, e segua para o Paran'.
nha de limites que vem fixada no tratado e van
tajosissm^para o imperio;
Obrigago de pagar o Paraguay as despezas da
guerra, os prejoizoM e damoos feitos as proprieda-
des publicas e particulares, e as pessoas dos Bra-
sileiros, tanto os prejuizos e damnos feitos]antes da
Um exercito de 20 a 22,000 homens paraguayos declaracao da guerra, como os que foram feils
achava-se no dia26em S. Thom, em frente S. deP01? 9essf declaragao, porm com violagao dos
Borja, e ameagava invadir o Rio Grande por principios da guerra. ____ ..._ 1
aquelle ponto. O rio Uroguay, porm. eslava eres-'. Qnt0. rganisacao edirecgao das toreas o
cndo havia dous dias e nao Ins permitlia passa- ,ratado estipulou depois de varios conselhos de
gem. Nossas torgas rpidamente se incorporavam 8aerra e de .serem ouvidos serapre os Sr. Taraan-
a 2,000 homens d* cavallaria que guarnecan)
. E' porm. com o maior sentimento que esle
t Reconhecimenlo pelos alliados e obngacao de governo receben a negativa dada a sua soliciaco
exigirem do Parguay que areconhegade uma li- aggravada petos inconsistentes raciocinios com que
o governojargenlino tem procurado molivar a re-
pulsa a lojusto e ndispensavel pedido; e este
governo oensidera de tal gravidade este procedi-
menro, que j nao pode negar-se a conviego e a
evidencia de que o governo argentino, assim favo-
rcenlo ao Brasil, patentea contra o Paraguay uma
hostilidade que nem mesmo tem o mrito da fran-
queza e da lealdade.
aquelle ponto ame?gado,
rasjio.
afirn
de fazer
m
face a> fn-
Itoje parlo o Apa para Pa'ysand com D4e 8
de voluntarios, e com o 2 de arlilharia. A caval-
laria do exercito marcha tambem hoje por trra
para Urug-uayana. O Princcza deve sahir ama
nha sem 1,000 e tantos homens para o
destino. .
dar e Ozorio, o segumle
Tamaadar coraraandar lodos os vasos que
as tres nagoes possam preparar e armar;
c Ozorio comraandandar um exercito brasi-
leiro ;
Mitre, ow exercito argentino;
Flores om exercito de orantaes, argentinos e
fasileiros (porque nao podo j levantar um eier-
mesma i cito sen)
i t aeiativamenle ao CKaaiando em chefe das tres
t Se isto nao basta para convencer o governo do
abaixo assignado o conteudo das duas notas, objec-
to desla resposla, e fa< tos positivos que provam a
injustiflcavel animosidade que o govetno argentino
ha annos, nulre paro com esta Repblica e seu go-
verno ja nao permitiera a mnima illu.-o sobre
as tendencias do governo argentino a seu res-
peilo.
c As segurangas de neulralidade que o governo
de V. Exc. manifestaem suas duas olas de 9 de fe-
vereiro ultimo, como motivo da sua negailiva de
transite ao exercito paraguayo para a provinoia
bfasileira de S. Pedro do Rio Grande do Sul, a nin-
uma estrela neutralidade e reciprocidade, devia ou
conceder o innocente transito solicitado pela pro-
vincia de Corrientes ao Paraguay e ao Brasil, ou
negar a este o uso do seu territorio fluvial, visto
dizer em sua ola : que nao ha motivo que torne
torgosa e indispensavel a concesso de passagem
por territorio argentino, tendo os belligerants uma
extensa e di lauda fronteira por onde exercer as
suas hostilidades.
i Que maior escarneo que pedir explicagoes em
sua outra nota da mesma data sobre a reunio das
torgas paraguayas na esquerda do Paran em ter-
ritorio paraguayo, que se permute chamar contes-
tado, movendo questes de limites, tendo sido per-
feiamente instruido disto pela neta do abaixo as-
signado, em que solicilou a lunocente passagem
pela provincia de Corrientes.
E que maior escarneo que os protestos de evi-
tar lodo o motivo que possa alterar as relagoes
amistosas que pde o mais decidido empenho de
cultivar e estreitar, como conclue V Exc. a nota
desla resposta, e os insultos e calumnias que langa
a sua imprensa a face do mundo contra a nagao
paraguaya e seu governo.
< Este conjuncto de actos hostis e injuslificaveis
para os quaes o Paraguay e seu governo, em lem-
po nenhuin, deram o mais leve motivo, depois de
tantas provas do mais decidido empenbo para con-
servar as mais amigaveis relagdes com a repblica
Argentina e seu govern", e da abnegago com que
o Paraguay tem supportado continuas provocages
para nfo altera-las, o convencen) que a poltica do
actual governo argentino ara^aga os mais vitaos
inleresses do Paraguay e seu governo.
t S. Exc. Sr. presidente da repblica encarre-
gou o abaixo assignado de dizer a V. Exc. que a
conviego de que a poltica do actual governo ar-
gentino, como justifican) os feitos consignados
nesia nota, attentaloria aos direitos, interesses,.
honra e dignidade da naco paraguaya e deseo go-
verno, Ihe impoz o dever de fazer presente lq gra-
ve siluago nagao, e que ajunto V. Exc copia
legalisada da resolugo de H. C. N. E. que atien-
dendo e considerando os fados declara a guerra
ao aclual governo argentino para salvar a honra,
a dignidade e os direitos da repblica.
t Declarada assira a guerra, S. Exc o Sr. pre-
sidente da repblica protesta solemnemente quo
nio havendo o Paraguay jamis dado o mnimo
motivo de aggravo repblica argentina, nem a
nenhum dos seus governos, ioc usive o actual, res-
ponsabilisa a esta ultima exclusivamente pelas des-
gragadas consequencias de uma siluago contraria
aos sentimentos de considerago e de amistos) in-

. -
\


Diario de PerBambneo
-k
er?a lel* SO de Halo de 865.


teresse que a nacSo argentina ampre mereceu jras do_fixetcito mn vitiude dos decretos ns. 3,371 lorio do imperio, cora autori da repblica do Paraguay e seu governo. ] de 7 de Janeiro, n. 3,409 do i do marco e 3,428 Soa Alt za uma psito que nao baadoiiftr,
Aproveitovetc.Vos Borge. do i de abril do correnle anuo, conlinaarao a go- logo que o governo de Sua Magostada o Imperador
O mesmo Borges dirigio-se a- Uaqutaa dlzeodo- ; tar das vaotagens que Hws foram garantidas pelo6 julgar que tal aa orisago nao devo ser continuada,
lbe que tinh. vindo a Corrientes como amigo para mesmos decretos durante o tempo de eu engaja- Sera esta autorisacao nao podar Saa Allana occu-
garantir aquella prbvieia" a liue'rdade neces'saria ment. par aquella posigo e conservar ao mesmo tempo o
para constituir o seu governo, e esperava que o Sr.! Art 3. Sao permanentes as disposges da posto offectivo de almirante,
capito-geoeral nao seria desta vet todiffereute prlmeira parte do artigo 7 da citada lei n. 1,163 Em virtude do que recebi ordem de S. M.
causa dos povos. O general nao quiz abrir os of- de 31 dejulbo de 1861. dos artigos Io, 3 e 9* da o Imporador para apresenlar-voa a seguinte pro-
ficios e envinos ao presidente da repblica para da referida le n. 1,220 de 20 de Julho de 1864, e posta :
este os ver. AssentoU se publcalos como nica do artigo 5 3o da lei n. 1,101 de 20 de sstembro Art. 1." Ficam approvadas as declarares fal-
resposta. I de 1860, que comprehende os voluntarios e enga-, tos por occasio da troca das ratificagoes da con-
Lpez princincia evidaetemeale a ver-se em jados de qualquer uaiureza. '.venci matrimonial do 1. de neverabro de 18*4,
apuros de diuheiro. Por decretos seus fe urna Art. i." A presente lei ter vigor desde ja, I na parte em que o goveroo imperial se obrigou a
emssao de 2:900,000 pesos em bilhetes do lbe-' Art. 5. Ficam revogadas as disposrgdes em conferir a Sua Alteza o Sr. principe Luiz Augusto
sooro e dispensou o uso de mceda melallica as contrario. Mara Sudes de Cobourg e Gotha, duque de Saxe,
operares de fazeodaxubliaa e trunsacges ptfli> Pago, em 17 de maio de 1865. -Anfelo Muniz augusto esposo de Sua Alteea a Sra. princeza D.
ulares. da Stka Ferraz, Leopoldina, o posto de almirante effectivo da ar-j cora a artilharia que encontraran! e'cora outra que,
Os jornaes de Buenos A y res do da 3 dao as se- t Augustos e dignlssmos senhores representan- ma>la nacional e imperial, debaixo das condi-ges | senhores anda da navegago do no, traziam do
iHimlgo, como succedo no Paran, de Bella-Vista
para oima.
, lam, pois, combinar-se as operares fluviaes
com as de trra. O general Paunero j linlia che-
fado a Bella-Vista com a sua prlmeira diviso. Ti-
nnam-no seguido mais dous batalhoes sbulos de
Buenos-Ayres, no dia 12 partiram outros dous, e
brevemente iriam os oito da guarda nacional ino-
bilisados e a legiao estrangewa que se fonnava. Ao
mesroo lempo tinham-se mandado armas e muni-
cdes para as forjas da provincia de Corrientes, que
se orgaaisavam rpidamente.
Os Paraguayos occupavam a^cidade de Corrien-
tes com nns 16,000 homens mais oo menos, estan-
dendo assnas avanzadas al ao Empedrado, a maio
oaminho entre ella e Bella-VU. Tinham levanta-
do linhas de defeza e batanas, que guamaeiam
gurates noticias, trazidas pelo Sr. Gaiarraga, neg- tes da nacao. O artigo addicioaal ao contrato de
ciante que viera do Paraguay : matrimonio de Sua Alteza Imperial a Sra. D. Isa
O Sr. Gaiarraga, que sahio do Paraguay no dia
16 do passado.'edacidade de Corrientes no dia 24,
da as nformuges que seguem :
No da 26 encontrou a csrjuadra brasileira no
Talar, tres leguas cima da Esquinas la subidoo
To a oda a forga. Compuuha-se de oito vapores.
Perlo do Rosario achou os vapores da segunda
diviso qse levara os 1,500 homens de desembar-
que.
A'Cidade de Corrientes stawa na maior cons-
ternago-, nem um s bomem se tinha juntado aos
Paraguayos. As casas permaneciam fechadas, e
ningueiH transiiava pelas mas. Soineote se viam
partidas de soldados con espadas desembaiuhadas.
A cidade eslava eheia de espides.
a A casa do governador Laerana foi occupaa
por senunellas, e reri.-tada por ordem da jrnta
governatuu.
i A familia do mesmo Sr. lagrana tinha fre-
tado nm navio de vela e descia para Bucuos
A y res.
< O Empedrado anda nao tinba sido occupado
por torgas paraguayas, orno se tein dito. No dia
27 passou por al I", o >r. Gaiarraga, e parece que
o coronel Alsina tioha partido do Empedrado para
Saladas, corn o intento de reunirse ao chufe do
departamento, deixando na povoaeo o coraraan-
dante Prez (rente da 'forca.
Em Corrientes s tinham Picado 600 homens.
* Quasi toda a forca desembarcada tinha pasca-
do o Riachuelo, ponto que lira entre o Empedrado
e Corrientes, a cinco lepuas desta cidade.
naquelle acto estipuladas.
Art. 2. Ficam revogadas as disposicoes em
contrario.
a Palacio do Rio de Janeiro, em 19 de maio de
1865. Jos Amonto Saraiva.
Foi apresentado o seguinte parecer :
A commissao de marinha e guorra, tendo exa
bel Ghristsna com Sua Alteza Real o Sr. principe
Luiz Feltppe Mara, conde d'Eu, por copia junto,
contera es seguintes disposigoes ;
c l. Sua Alteza Real o conde d'Eu far parte
do exercito braslleiro.
i
maras na primeira sessao para
a Sea Alteza Real o conde d'En o posto effectivo, parecer que seja convertida no seguinte projecto
cujas honras Ihe houverem sido outorgadas porSua de lei :
Magestade o Imperador, e das quaes nao sera pri A assembla geral decreta :
vado na hypothese da ultima parte desse ar- Art. 1." A forca naval activa para o anno fi
nanceiro de 1866 a 1867 constar dos navios que
l.* Um projecto de lei ser apresentado asea- minado a proposta do governo, que fiza a forca
s na primeira sessao para o fim de 3e conferir naval para o.anno flnanceiro de 186* a 1867, de
o governo jerigar neeessaro armar, guarneci-
dos pelos ofliciaes da armada e das demais
elas-es correspondentes s
tacoes, e por 3,000 pracas
corpos de marinha em circumstancias
6,000 em circumstancias extraordi-
ligo.
.* Outro projecto de lei ser tanrbem apre-
sentado pelo goveroo assemblca geral na primei-
ra sessao, dispondo o seguinte : Quando Sua Al-
teza Real o conde d'Eu, viuvo e sera fllhes, deixe o
imperio, sem a obrigajao prescripta no artigo 17 pret dos
renunciar effectividide do posto, nao conservan- ordinarias, e
do das vautagen do mesmo art. 17 se sao a quarta naria>.
parte da dotagao do art. f. A isposigao oonlida na ultima parte deste
t 4. Esta estipula^ao ter tanta forca e valor artigo ter vigor desde j.
como se fosse inserida palavra por palavra no re-', Art. 2." Contina o governo autorisado a ele-
ferido contrato matrimonial. i var ao estado completo os corpos de imperiaes ma-
t Em virtude do que recebi ordem de Sua'Ma- rinheiros da corto e Matto-Grosso, bera como o ba-
gestadeo Imperador para apresentar-vos a seguin-talho.naval e companhias de aprendlzes mari-
te proposta : nhelros, segundo a organisagao qae Ihes fui.dada
t Art. I." Fica approvado o artigo addicional 3o por lais.anteriores,
contrato de matrimonio de Saa Alteza Imperial a Art. 3. Para preencher a forca decretada nos
Sra. D. Isabel Christioa cem Sua Alteza Real o Sr. artigos anteriores, o governo autorisado a dar
principe Luiz Felippe Mara, conde d'Eu, na parle graliflcages aos voluntarios que se apresentarem
em que o governo imperial se obrigou a conferir a para o servico, a contratar naciopaes o estran-
Sua Alteza Real o Sr. onde d'Eu o posto effectivo geiros, mediante a c ncesso dos premios e a re
Huroait, mostrando-se assim dispostos a sustentar
o primeiro embate do exercito argentino.
Urna vez que aos Paraguayos se deixou o tempo
de se fortificaren! poderosamente, possivel que
o Sr. Gomensoro nao julgue prudente atacar-lhe os
vapores, protegidos pelas bateras de trra, em
quanlo estas nopaderem tambera ser assaliadas
pelo exercito.
Segundo as ultimas noticias, Qcava o exercito de
Corrientes acampado em Santo Ambrozio, nao ten-
do havido at 2 do corrente seniio pequeos en-
contr* de partidas volantes. Constava tambera que
no dia 10 se tinba o.general Urqulza movido de
Cala' para a fronleira.
O cungresso argentino approvou por acclamacao
a guerra contra o Paraguay. A respectiva lei to
suas respectivas lo- lacnica como o caso requera, campondo-se de
de marinbagem e de dous nicos artigas :
Eram 5,008 lioroens : com elles eslava o coro- de marechal do exercito, debaixo das condicees ao
mesmo artigo estipuladas, e sem prejnizo da dis-
posicao do artigo 1* da lei n. 385 de 6 de setembro
de 1850.
Art. 2. Ficam revogadas as disposicoes em con-
trario.
Palacio do Rio de Janeiro, 17 de maio de 1865
nel Robles. Ratifica a noticia de que urna forca
de 1,000 homens de cavallaria tinha-se adianla-
do at S. LotirenQo, a sete leguas da capital, po-
rm nao llnlutn ousado pasar o arroio do Empe-
drado.
Segundo e Sr. Gaiarraga, o ca-pilo do porto do
Rosari assevera que, por baleeiras sahidas dous
das depoisdelie, sabia-se que novas forcas tinham
vindo augmentar as do Riachuelo.
Corra na cidade de Corrientes que o capitao
Massioi tintia sido brbaramente espingardeado
pelos Paraguayos no fasto da Patria. Os Para-
guayos diam que elle morrra das suas fe-
ridas.
us Paraguayo tinham seis pe^as de artilharia
de oito. tomadas em Corrientes, e que pelo seu
grande peso foram deixadas pelo governador. Os
Paraguayos tomavam os gados sem passar recibo.
Era um verdadeiro saque.
t As noticias qne d do Paraguay sao as se-
grales :
- As forcas do Matto-Grosso tinham-se em sua
mor parte retirado; smente ficavam 1,500 homens
e tres pequemos vapores, entre elles o Anhambahy;
Barrios, que commandra a expedicao de Malto-
Grosso, estando tambem de regresso, tinha vindo a
Corrientes.
Calcula-se que em Humarla ha va 12,000 ho-
mens; 14,4)00 a esquerda do Paran, incluidas as
forcas que esto em Corrientes, alera disso ha
10,000 no acampamento da Assumpcao. Os Para-
guayos sustentan) que s no acampamento da ea-
pitwi ha uns 20,000; porm os que tem visto
aquella ferc sabera que apenas chrga me-
lada
Os Paraguayos fazera correr que tcm 110,000
bornees 1
O Sr. Lamez nao tinha sido pre-o; porm nao
se atreva a pedir licenca para sahir, estando o
porto fechado para todos.
0 Sr. Gaiarraga diz que a elle concedram
permisso para descer at Corrientes, ver sua fa-
milia, e que dahi veio em urna fatua carrogada de
laranjas a ao Rosario.
Diz que nao foca prohibida a sabida de Cor-
rientes.
O Sr. G iarraea diz que os soldados para-
guayos apenas podem manobrar a passo regular,
mostrando serem muito recrutas.
t Os Paraguayos vm descalzos e nial vestidos.
Tr.i7.ein nma mala ao peito e outra as cestas.
Ouzentos Parapuayos tinham soffrido indiges-
to por comerem carne.
O general Vrasoro, que se suppunha andar com
os Paraguayes, olereceu os seus servicos ao pre-
sideite da repblica Argentina, protestando a sua
lealiade.
Urquiza tinba partido de Buenos-Ayres para to-
mar o commaudo das suas forcas de Entre-Ros,
que se organisavara e reuniam depressa.
Noticias do Salte asseveram que as hordas para-
guayas que se tinham reunido na Candelaria che-
garam a S. Th u, defronte de S. Barja, em forca
de uns 20,000 horneas e ameacavam passar all o
-rio Uruguay. Sabase isto, diziam, par carta.- de
Iiaqoi de 27 de abril, que accrescentavam terem-
se as milicias brasileiras retirado para as nossas
Missrs, onde se Ibes incorporavam outras forcas.
Entretanto conlinuava activamente o embarque
das nossas tropas de Montevideo, que, subrado o
rio al onde podessem hegar os vapores, deviam
seguir depois por Ierra para Uruguaa/aoa.
(Hntptratnz em viagem para aqui fallou na
barra do Riu Grande, onde nada se sabia de S.
Borja.
O general Flores voltou a Montevideo resolvido
a marchar em pessoa contra o Paraguay com um
coalingente que se calculava em 3 a 4,000 caval-
los e 1,500 infantes, la elle convocar o povo para
proclamar a trplice allian^a. O ministro de es-
transelros B. Carlos de Carlos tinha fieade anda
em Buenos-Ayres, mas era esperado de voliu a
Montevideo no dia 6 ou 9.
A Reforma Pacifica assevera ter recebido do
Chile noticias que dan como imminente a guerra
entro a Hespanha e aquella repblica. Nenhuma
outra folha falla disto.
18
A cmara dos depnlados approvou hontem sem
debate o parecer da commissao de poderes sobre a
elecao da parochia de S. Jos de Chopot, perten-
cente ao primeiro ditmeto da provincia de Minas
Geraes.
Adoptou em seguida, com vanas emendas, o pro-
jecto que autorisa o governo a mandar passar car-
ta de r.atnralisacao ao snbdito pertuguez Joaqun
Caetano da'Costa.
Approvou depois em primeira discusso, tendo
feito algumas observares o Se. lavares Bastos, o
projecto relativo ao contrato da companha Brasi-
leira do Paquetes a Vapor.
Approvou tambera em primeira discussao, sem
debate, o projecto sobre a navegacao a vapor do rio
8. Francisco atoe Pao de Assncar e Fenedo.
Oceupou-se em ultimo lugar cem a primeira dis-
cussao do projecto que permita aos navios- estran-
geiros o servico de traosportes costeiros de mer-
cadorias deproduaeao e manufactura aeonal e
estraogeira, entre os partos do imperio em que
houver alfaadegas.
Depois de algumas obsrvameos do Sr. Cavares
Bastos, Qcou a disousso adiada a requerlmeuto do
mesmo senhor.
O Sr. ministro do imperio apreseatou assegoin-
tes proponas :
Augustos e dignissimos seatwre- representan-
tes da nacao.-rDe ordem de Sua Maoestade o im-
perador, em virtude do precaUda lei, veoho pre-
sentar-vos a seguiute propwtt :
Art. 1.* As forcas de trra para o auno flnan-
ceiro de 1866 a 1867, aJm dos offlcaes dos diffe-!
rentes corpos do exercito, na forma da leglslagao
permanute e em vigor, nao poderlo exceder, era
circumstancias ordinarias, a 18,000 pracas de pret,
e, em extraordinarias, a 60,000, podendo o gover-
no, se jnlgar conveniente ao servico publico, ex-
tinguir os corpos de guarnirlo e augmentar o nu-
mero dos movis, dando a estes urna nova organi-
sagao.
< Art. 2.* Contlnnam em vigor as disposicoes
dos artigos 4 e 6 da le n. 1,220 de 20 de julho
de 18U e do artigo'7* da le n. 1,163 de 31 de ju-
lho de 1862 na parte relativa aos arsenaes de guer-
ra, suas dependencias e depsitos de artigos sel-
lieos.
1." Os voluntarios que se alistaram as lliei-
cruiar na forma das leis.
Art. 4. Ficam revogadas todas as dsposc5es
em contrario.
f Art. 1. Fica o poder ejecutivo nacional auto-
risado a declarar a guerra ao Paraguay.
< Art. 2. .Cu.amuuiquarse, etc. >
Outra lei autorisou o.goyerao a. formar um exer-
cito de 25,000 homens, elevando a forca de linha
at I0,000.ptacas.
Por um decreto mamestou o presidente Mitre as
suas intencoes, declarauduque a Repblica Argen-
tina respeitara' a independoncia e soberana do Pa-
raguay, mas nao depora' as armas emquanto nao
tiver derribado aquello .governo, e obtido as repa-
racoes e indeinnlsagSes devidas, e as garantas ne-
cessarias para.assugurAca paz.
Alfa-lar para serapre os Lpez da governanga
do Paraguay pois, um dos tns da guerra, porque
tambem urna necessidade para a paz.
O senado nacional ja' tinha approvado em sessao
secreta o tratado de trplice alliaQca, cujas bases
erara uniformemente.indieadas por toda a unpren-
Angelo Muniz da Silva Ferraz.
c Artigo separado addicional ao contrato de matri-
monio de Sua Alteza Imperial a princeza impe-
rial do Brasil D. Isabel Chrlstraa com Sua Alteza
Real o principe Luiz Felippe Mara, eonde d'Eu,
desta mesma data
t Pago da cmara dos Srs. deputados, ero 19 de Sa nos termos que ja publicamos,
maio de 1865. -Uelamare.Alvim. Morara. Na cmara dos deputados nao podt*ser duvWo-
sa igual flpprowcao.
No Estado Oriental devia a trplice allianga ser
proclamada ao povo a 11 do correte. Obstou a is
Perewa de Souza Ribeiro, Jos Joiquim de Abreu
c Miguel Mara Jardlm.
Pr portara de 18 do correte foi creada nma
. Sua'AUezaRealoconJe d'Eu, far parte do *%***** na villa e Santa Thereza da
exercito brasileiro.
Um projecto de lei ser apresentado s cama-
ras na primeira sessao para o fim de se conferir a
Sua Alteza Real o conde d'Eu, o posto effectivo,
cujas honras Ihe houverem sido outorgadas por Sua
Magesiade o Imperador, e das quaes nao ser
privado na hypothese da ultima parle deste ar-
tigo.
Oulro projecto de lei ser tambem apresentado
pelo governo assemblca geral na primeira sessao
dspondo o segrate :
Quando Sua Alteza Real o conde d'Eu, viuvo
e sem Qlhos, deiie o imperio, sera a obrigagao pro-
scripta no artigo 17, renunciar effeclividade do j
poslo, nao conservando das vantagens do mesmo
artigo 17 seno a quarta parte da dotagao do arti-.
go6.
Esta eslipulagao ter tanta forga e valor como
se fosse inserida palavra por palavra no referido,
contrato matrimonial. Ignora-se se elles passarao
c Contrato de casamento de Sua Alteza Imperial a [ guarnecer a fronleira.
princeza imperial do Brasil O. Label Cristina sr'a Pfa n0i oma fo,rlUQa Iu a ,
com Sua Alteza Real o principe Luiz Felippe Ma- ^Pei lhe oesse ^ra.maad^lnvadJ^.n0!'ia. 00/
ria, conde d'Eu.
Poreartas imperiaes de 17 do corrente mez fo-
ram naturalisados cidados brasileiros os subditos
, foi de fesla para a cidade, e a solemnidade daquel-
I la proelamago ia fazer-se com a pompa de urna
ceremonia popular.
O governopreparava-se activamente para a cam-
panha em que ia entrar contra o Paraguay, con-
[ vecando a guarda-nacional para flear Tazando o
! servigo da tropa de linha que marcha, e mandaudo
a campanha algtins chefes de prestigio levantar
| voluntarlos. Ao mesnio t^mpo annunciava que a
partir de 29 de abril p incipiavam a pagar-se as
provincia do Maraobao.
21-
Pelo patacho Tres Amigos, entrado hontem, re-
cebemos'datas de Porto Alegre at 5, e da cidade
do Ro Grande do Sul at 11 do correte.
Nao estva anda designada a pessoa que duran-
| le a ausencia do general Flores, que commanda o
o substituir' no governo
provisorioda repblica.
As nossas tropa; ja tinham sahido quasi todas
de Montevideo, marchando para o campo de S.
A 3 sahira da mesma capital o Sr. general Cal-
dwel para reunir-se s forgas de divisis do Sr.
brigadeiro Canavarro, o qnal, segundo se afflrma-; pxprri[(1
va, tinha-se movido a tomar posigo na fronleira e l0'
de Uruguayanaem observago do inimigo,
O 5* corpo de voluntarios da patria Qcava a
Art. 17. Se Sua Alteza Imperial fallecer pri-
meiro que seu augusto esposo, lera este di re to
melado da dolagao, de que falla o artigo 6 deste
contrato, ea conservar os predios deslioadis
habitagao dos augustos esposos, em quanto residir JJJJ
no imperio, ou se se ausentar eom licenga do im-
perador.
c Se era tal caso
TSyf?e 6 SS; do ECio GoMeUnse de SSaVfSiST' rUgUSy' ''V"'
25 do passado a noticia seguinte : l ^^^a^u^.^^tU da avan-
. Inforraam-nos que o >r. general Cannatarro J^fJSSmmn S. Thom, onde a Ta-
le ve offlcios commumeando-he que se approxiraa- g^na de Monlfvido diz que nao ha forgas delles,
voao Uruguay urna respe.tavel forga paraguaya. seRundo communi(.aCoes receidas de Ilaoui at 5
do corrente. Aecreseanta a mesma folha que o ge-
neral Canavarro eom 8,000 homens e o baro de
Jacuhy com 4,000 estavam cima da Uruguayana
guardando a fronleira, ambos a's ordens do lenen-
le-general Caldwell
o no, ou virao
loucura de
; teira, porque, apeza da diviso do Sr. general Can-
nabarro anda nao estar fardada e armada conve-
nientemente, temos conviego que os Paraguayos
nao se sahiro to bem como os blancos em Ja-
guarao.
No expediente do governo da provincia pnbli-
no Commereial de 9 l-se o seguinte offlelo : ^mi'ndo"s auditores" de guerra' para servirem
t lllm. e Exm. Sr.Accuso o recebimento de/ Tj me$mo ejercito.
Sua Alteza Real o conde d'Eu, ^0 1ue com da,a de 3 dd corrente me dirigi Consta-nos que foram nomeados:
* \f L vi>
O Sr. ministro da guerra completou a orga-
nisagao do exercito de operagoes no sul do im-
perio, croando ja para elle urna commissao de
engenheiros, montando a repartgao de sade, e
tendo um ou mais filhos, recusar curoprir aobri-
gagao de, logo que fr chamado pelo imperador,
voltarao imperio, e aelle permanecer emquanto o
mesmo augusto senhor assitn oenlendar, reputar-
se-ha que renunciou a todas as vantagens que Ihe
sao garantida;.
Se porm nao liver fllhos, cumprir-se-ha o que
V. Exc
t Communica-me
para o Rio Pardo
de ser autorisado pela presidencia para chamar a
deslacameuto toda aguarda nacional que julgar
ser precisa, e bem assim para fazer as despezas
que forera oecessanas.
se acha ajustado na segunda parte do artigo add-i -Salisfazeudo s requisicSes de. V. Etc., pode
cinBairtnrflsnicnair9.o. s Mr este timan. ? E". julgar-se autorisado para nina e outra
General i em ebefe do exercito em operag5es, o
me V. Exc. que: hoje, 6, segua Sribrigadero Manoel Lu/. Ororio. >
, ponderaudo-m^a conveniencia gnefe d comaiSSa0 de engenheiub
cioaal do prsenle contrato, se fr este artigo ap
provado por lei.
Art. 6. epois dicelebragao do casamento
se pagar aos augustos esposos pelo thesouro na-
cional urna dotagao animal de 150:00)5000, que
ser recebida raensalmente, cessando desde enlo
os alimentos que actualmente percebe Sua Alteza
Imperial, nes termos do artigo 112 da con-tiluigao
poltica, e artigo 1 Io da le n. 1,217 de 7 de julho
do rorrele anno. Conforme, Fausto Augusto de
Aguiar. ,
< Conforme. Marin Carlos de Souza Cor-
reta.
19
A cmara dos deputados oceupou-se hontem com
a segunda discussao do projecto, que permite aos
cousa, e nesta data offlcio a' thesouraria de fa-
zenda, dando-liie sciencia dess.s autorisagoes.
c Diz V. Exc. que as reclamagoes de armamen-
to e de tardamenloso conliuuadas, e que por isso
deprecou ao arsenal de guerra para mandar abas- jj^'s"
tecer o deposito de Algrete desses artigos. j |)orara nomeados e toraaram posse dos res-
A respeilo de armamento informarei a V. pe(.iVOs lugares:
Director do arsenal de guerra
as do mesmo
exercito, Sr. Dr. Jos Carlos de Carvalho, major de
engenheiros.
Director da fabrica da plvora da Estrella, o Sr.
brigadeiro ilenrique Beaurepaire de Molan.
Director do hospital miliar da corte, o Sr. coro-
nel Sehastio de Oliveira Chagas.
Chefe da enfermara da Jurujuba, o Sr. major
reformado Virgilio Fogaga da Silva.
2o commandante da escola militar, o Sr. tenen-
te-coronel Antonio Pinto de Figueredo Mende
Exc que a 1* .vi-a i esta' loda bem armada, e
que no deposito de Algrete ha armamento de re-
serva.
Tenho communcages offlcaes de 7 do mez
findo do coronel Fernandes, commandante da f
brigada, declarando-me que os corpos da sua bri-
gada eslo todos armados, faltando Ihe apenas al-
gumas espa las. Mis quando elle offlcou-me era
da corte, o Sr.
Dr. Francisco Antonio Raposo, coronel de enge-
nheiros. .
Io ajudante do mesmo arsenal, o Sr. capitao Jo-
s Francisco Cocino, que exerce o lugar de 2o.
2o ajudante, o Sr. Dr. Francisco Carlos da Luz,
capilo de Engenheiros.
Da ordem do dia n. 447, expedida em 19 do
navios eslrangeiros o servigo de transportes costei- dala de \ de abr"' aida "aoAP;)(lia ter E"2l corrente pela repartgao do ajudante general, cons
ros de mercaduras de produegao e manufactura iu0_e?Padas ^t.T:^^.^^?^0!^: ta q seguinte:
nacional e eslrangeira entre os porto do imperio
em que houver alfandega. Depois de algumas ob
servagoes dos Srs. Junqueira, Silva Pereira, Mar-
tira Francisco, ministro da agricultura, Dantas e
Tavares Bastos, ficou a discussao adiada a requeri-
mento deste ultimo senher.
Tratou depois da emenda do senado proposicao
da mesma, que autorisa o governo a conceder ao
conselheiro Dr. Pedro Autran da Malla e Albuquer-
que, e ao XSt. padre Mamede Jos Gomes da Silva,
licenca para tratar de sua saude onde Ihesconver.
Depois de algumas ob.-ervaccs dos Srs. Silva Pe-
reira, Figueredo, Martim Francisco e Urbano, fi-
cou a discussao encerrada.
20-
A cmara dos deputados rejeitou hontem a
municou o brigadeir^ Cannabarro, co/nmandante
da diviso, que naquella oecasio fazia seguir de
Sant'Anna para os corpos da 1 brigada.
O mencionado commandante da diviso, offl-
ciando-me em data de 22 do mes lindo, declra-
me que a diviso esta' bera armada, mas que en-
tretanto nao era de mais o armamento que tinha
sido remettido para o deposito de Algrete, onde
Acara' em reserva para o que fosse pieciso.
Nomeages.Dos Srs major do corpo de estado-
maior de 1" classe Jos Joaquim de Lima e Silva,
para director interino do arsenal de guerra da
provincia do Rio-Grande do Sul, em substiluicao
do Sr. coronel reformado do exercito Joao Antonio
Mendes Tola, que fica exonerado dessa commis-
sao.Aviso de 15 do corrente mez.
Major reformado Francisco Joaquim Pinto Pac-
ca, para tenente-coronel de commissao comman-
Quanto a raunigoes, alm das reinessas que daQle d0 corpo de voluntarios da patria da provin.
ja' tinham sido fetas, para armar os corpos da di, cja de Pau|0. e capj,a0 do 8o balalho de infan-
viso, fiz um nao pequeo deposito em Algrete, ,arja joaqUm Antonio Dias, para major de cem-
que dei sciencia a' V. Exc. ; m9io d0 mesmo corp0._Em 16 do corrente mez.
De S. Gabriel e de Bage, onde tambem ha mu-1 Capitao de artilharia, repetidor da escola mili-
niges em deposito, mandei remetler para Alegre-. ,. Antonio jO d0 Amaral, nara servir no gabi-
, te todas as de artilharia, por dizer-me o oomman-1 ne[e de s Exc. oSr. ministrla guerra, exercen-
emenda do senado proposlgo da mesma cmara danle a'vjsa 1,,e nao era bastante a que havia do ao mesmo tempo as funCoes de seu ajudante
que autorisa o governo a conceder ao conselheiro Sld0 renneltida com as 8 boceas de logo. de ordeos.-Em 13 do correnle mez.
Dr. Pedro Auirao da Malla e Albuquerque e ao' Declaro mais a V. Exc. que em cammho ain-1 t Cirarg5es do corpo de sadde Drs. Henrique
Dr padre Mamede Jos Gomes da Silva liceuga da vai armamento de infamara e de cava lar ia jose pire5! Manoel Adriano da Silva Pontes e Pra-
para traur de sua saude onde Ihes conver. D,ra .Algrete, das remessas ultimas que deter- -
Conlinuou depois a segunda discussao do art. Io raine'- .
do projecto que permute aos navios eslrangeiros o A ^f^0 IJje deixo informado, a remesa de
servico de transportes costeiros de mercaduras de "mmenle fl'e V. Exc. requisilou do arsenal para \ ara 2o erargiao do corpo de sade.Decreto de 7
prodncco e mauuaclura nacional e eslrangeira t para Algrete, com quanto nao possa di-.er-se de do corrente mez.
entre os portos do Imperio em que houver alfao- mais, todava permitta-me V. Exc. que Ihe ponde-, Bacharois : juiz municipal de Algrete, Pedro
degas. Depois de aJguraas observagoes dos Srs. re, pode dapois fazer falta para ou ros corpos da ] de Barros Cavalcanti de Lacerda, Leorengo Bezer-
Affonso Celso, ministro da marinha Silva Pereira, 8uarda nacional que seja preciso armar. Ji'lgo ra Gavalcanii de Albuquerque e Henrique de Bar-
!Pavares Bsstos, Juaqueira, Martim Francisco e Af- ,s. conveniente deposita-lo de preferencia no Rio'
fonso Alves approvado, bem como todos os ou-. Pard, pu era S. Gabriel.
tros, excepgao do segunde, que fot supprimido'. .' Pelo que respeta a fardamento devo tambem
por urna emenda doSr. Joaquim Francisco. informar a V. Ex:, que porgao delle esta em ca-
Approvou em seguida em lerceira discussao, de- mrano \ Bu,to Ia.lera 5**,** a 8?a d"UB, "i6
pois de algumas observares des Srs. lavares Bas- lodos os corpos nao estao ja fardados, pela diffl-
tos, ministro da marinha e Virialo, o projecto que r
xedes Gomes da Silva Pitanga, para cirurgi5es
mores de brigada, de commissao.
Doutor em medicina Joaquim Nicolao Mariani,
ros Cavalcanti de Albuquerque Lacerda, para au-
ditores de guerra interinos as forgas mobilisadas
na provincia do Rio-Grande do sul, que tenham de
operar dentro e fra do imperio.Portaras de 17
do crranle mez.
Passam a ter a numeragao abaixo .indicada os
segrales corpos de guaruigao de voluntarios da
patria, sendo considerada provisoria a dos pr-
meiros :
O corpo do guarngao do Piauhy de 15 de infan-
taria, o batalho de cagadores da Baha de 16, o
corpo de guarngao da Parahyba de 17, o de poli-
ca da Baha de 1 corpo de volifniaro da patria,
o de voluntarios de Pernambuco de 11, o de poli-
ca do Rio de Janeiro de 12 e o do Para de 13 de
voluntarios da patria, e o de voluntarios da Ca
choeira de 14.
Exoneragao. E' approvada a exoneraoao con
cedida pela presidencia:da previnclaale Pernam-
buco ao Sr. tenente reformado 4o exenetto MMoel
uarneiro Machado Praire, do logar de ajudante io
terino da colonia militar de Pimenteiras, por a ha ver pedido.
Demisso do servigo militar.-Por decreto de 7
do corrente mez foi concedida aos Srs. capitao do
corpo de engenheiros Ernesto Gomes Moreira Maia,
2o tenente quanel-mestre do 3 batalho de artilha-
ria a p Jos Conrado de Souza Mascarenhas e 2
cirurgio do corpo de saude, Br. Vicente Ignacio
Pereira, como pediram.
Transferencias.Dos SrsT: 2o cadete ^sargen-
to do esquadrao de cavallaria da Baha Joao Pi-
ntieiro Requio Juni. r, para o 1 regiment da
mesma arma, a que se acha addido, como reque-
ren.
2* cadete 2 sargento do batalho de deposito
Manoel Presciliauo de Olivelra Vallado, para o
balalho de cagadores da Baha, no qual pedio ser-
vir como addido.
Do cabo de esquadra do corpo de guaruigao d)
Amazonas Hay mundo Fernandes, para o 1" regi-
ment de cavallaria ligara.
Do soldado do 1 bilaihao de infamara Andr
I-ebrio de Albuquerque, para o a>yio de invlidos
da or.e.
Do soldado do corpo de ariiuYes Antonio Matto&o
da silva, para o balalho de engenheiros.
Do soldado do 5 regiment de cavallaria ligei-
ra, addido a companha de cavallaria do Rio Gran-
de do Sul, Guilbesme Lau, para o 13" balalho de
infamara.
Reforma.--Por decreto de 7 do corrente mez fui
concedida, na conformidade das disposig-es do 1
do art. 9 da lei n. 618 de 18 de agosto de ISoi,
aos segrales Sis. offlcaes :
Corpo de saude. 1" cirurgio Dr. Trajano de
Souza Velho, 2 cirurgio Dr. Jos Antonio de Au-
dude.
5 batalho de infaniaria.Capilo Jos Thiago
da Silva.
13 batalho de infaniaria.Capiles Jo- iu-
gtKto Cantoso da Gama e i.hristovo Jos de An-
drade, tenente Francisco Carlos da Costa Aguiar.
Corpo de guarmcao do Amazonas. Capilo Ma-
lina Vieira de Aguiar.
-g>-j< i -----------------
Hontem de manira elTecluou-se o embarque dos
voluntarios de Pernambnco, do corpo Uxo do Piau-
hy e das corapannias dos zuavos bahianos e de*en-
fermeiros. Ao todo 1,350 pracas.
Em um dos vapores embarcou tambem a oom-
mssao de engenheiros para o exercito de opera-
goes.
Ao acto, que foi muio concorrido e durante o
qual se manifestou grande enthusiasmo, estiverara
presentes S. M. o Imperador, S. A. o Sr. duque de
Saxe, o ministerio e. as primeiras autoridades mili-
tares de trra e mar.
Depois do embarque da tropa, Sua Magestade e
Alleza vsitaram diversas offleinas do arsenal de_
marinha e a canhoneira eucouragada em construc-
go no mesmo arsenal.
Este vapor sahe para os portos do sul e Monte
video hoje 22 as 3 horas da tarde, con luzindo os
auditores para o exercito de operagoes, e o Sr. Dr.
Jos Ribeirode Souza Pontos, Horneado ltimamen-
te para organisar o servigo de saude do mesmo
exercito, acompanhado pelos Srs. Drs. Segismundo
de Almeida Bellro, Io cirurgio de commissao,
como secretario, Luiz Francico de Murinelly, 2o
cirurgio do corpo de saude, como assistente, e por
outros Srs. cirnrgioes militares.
Segoem tambem no mesmo vapor varios offlcaes
de eslado-maiorde 1" classe, aflin de que sejam
recolbidos aos seus corpos os ofliciaes arregiraen-
tados, que no exercito se acham erapregados in-
convenientemente, em servigo daquelle corpo.
.....BOUl
O vapor S. Francisco, sahido hontem para Mon-
tevideo, conduzo, alm da companha de enferma-
ros para o exercito em operagoes, grade parte do
material noces ario para orgauisago do hespitaes
a muita ambulancias.
23
i- A cmara dos deputados approvou hontem, em
2* discussao, com varias emendas, o projecto rela-
tivo creaco de nm collegio eleitoral na villa do
Codo, na provincia do Maranho.
Approvou em seguida em urna s discussao o
projecto que autorisa o governo a jubilar o padre
Manoel Thomaz deOliveira, lente vilalacio de theo-
logia moral do seminario de Olinda, bem como urna
emenda eslendendo o mesmo favor ao padre mes-
tre fre Raymundo Nonato da .Madre de Dos Pon-
tes, lente do seminario archi-episcopal da Baha.
Occupou-se em ultimo lugar cora a 2' discussao
do art. Io do projecto que approva o contracto ce-
lebrado entre o governo imperial e o barao de S.
Lourengo para a navegago a vapor do curso do
Rio S. Francisco inferior a cachoeira de Paulo Af-
fooso.
Por falla de numero legal nao se podendo votar
fleoo encerrada a discussao, depois de orarem os
Srs. Dantas, Tavares Bastos, ministro da mai inha
e Arislides Lobo.
-
O vanor Brasil, entrado hontem dos portos do
sul, tn uxe-nos dalas de Porlp Alegre at 15, Rio
Grande 16 e Santa Calharma 19 do corrente.
As mraucioas cartas que Acara transcriptas em
oulro lugar notician todas as oceurrenctas de al-
gn inter,'-se que se deram naquelle lado do im
imperio depois da sahida do ultimo vapor.
21 -
A cmara dos deputados approvou hontem, em
segunda discussao, depois de algumas observagoes
dos Srs. Bitiancourt Sampaio e Tavares Bastos, o
projecto que approva o noolrato alebrado entre o
goveroo imperial e o baro de S. Lourengo para a
navegago a vapor de curso do llio S. Francisco in-
ferior a cachoeira de Paulo Affonso, bera como as
seguiotes emendas :
1." Para desde j mandar abrir estradas en-
tro os portos do curso inferior do Rio S. Francisco
e os municipios centraes productores de algodo, e
entre Piranhas e o ponto mais prximo em que co-
raega a navegago alm da cachoeira de Paulo Af-
fonso.
c A despeza necessaria sahir da consignago do
12 do arl. 8o da le de orgamento.Tavares Bas-
tos. >
Ao 1. do art. 2." Depois das palavras-en-
tre os portosaccrescente-se_:de urna e outra
margem.Bitlencourt Sampafo.
culdade de manufacturarse de prompto todo o
fardamento que a um so tempo tem sido preciso;
foraecer. Providencias e ordens tem sido expendi-
das para poder-se acudir com a maior promptido
a todas as reclamagoes por fardamento. Alm do
que se manufactura no arsenal, mande! tambem
4?oUao iTrauXo'Jos Ca E^Jode? MiSl i7 % USe. I cadete da i- compaohi ernardinoa de Se.na da
mropar* ?Kld? TS?*S, ca- W da* < *. *> bera fardados, corao Trndadc Grava., para alteres da 2-.-Era 18 do
so seja juigado sao.
autorisa o governo a eouceder urna subvengo an-
nual, que nao exceda a 209:000, a companha ou
empresario que contratar urna linha mensal de
barcos de vapor enlre oe Estados-Unidos e o Rio
de Janeiro.
Rejeitou em segunda discussao o projecto que
Tenente do 4C corpo de voluntarios da patria Er-
nesto Machado Freir Pereira da Silva, para capi-
tao de commissao do mesmo cerpo.Em 16 do dito
mez.
Tenenle da 2' companha de zuavos Marcolino
Jos Dias, para captto ; alferes da mesma compa-
nha Firmini Jos das Dores, para tenente ; e 2
declaro que estad bem armados.
Vou expedir as ordens para montar-se o
er-
Oceupou-se em ultimo lugar cora a secunda dis-
------- __._.:B;------i-T*-------,,,. vigoae poslos militares entre o Rio Pardo e Ale-
cussao do projecto relativo creago de um coll
gio eleitoral na villa do Codo, na provioma do, Ma-
ranho. Depois de serem offerecdas varas emen-
das, ficou a discasso encerrada,
O Sr. ministro da marraba apreseatou a seguin-
te proposta :
t Augustos e diguissimos Srs. representantes da
naeao.as declararles feilas por oecasio da tro-
ca das ratificagSes 'da convengd do I* de noven-
brede 1864, relativo ao casamento de Sua Alleza a
princeza a Sra. D. Leopoldina, com Saa Alteza o
Sr, principo Luiz Augusto Mara Eudes de Ceburg
e Gotha, duque de Saxe, estipulou-se o seguinte :
S. A. o Sr. principe Luiz Mara Eudes de Co-
bourg e Gotha, duque de Saxe, gosar das honras
inherentes ao posto de almirante da armada brasi-
leira, e o governo propor usembla geral le-
gislativa a efleetividade do pssto para Sua Alteza,
grete, e desta cidade a S. Borja.
Fica assim respondido o offioio de V. Exc. de
2 do corrente.
t Doos guarde 4 V. Exc. ieffo Marcelino de
souza Goxzaga.Wm. e Exm. Sr. general com-
mandante tntertno das armas.*
22
Eotrou hontem do Rie da Prata o paquete fran-
cez Sintonge eom datas de Montevideo al 15 do
corrente.
A diviso da neesa esquadra, s ordens do capi-
tao de mar e guerra Gomensoro, Aeava anda en
Bella-Vista, e os vapores paraguayos permaneciam
em Corrientes, manteado cemmunieae5es constan-
tes entre aquello porto e a fortaleza de flumait.
Esta lentido de ooeraeSes tem sitfo objecto de
repare, e a Trtmua daqnella cidade a lacrepou
asperaroeote. No dia segmnte respondea-Jhe o Na
que a conservara' emjuantetiver o seu domicilio cional que em ros eslreHos no pode avaogar urna
ao Brasil, ou emquanto, emfeora auseate do terri- esquadra ea quanto a margem est oceupada pedo
correnle mez.
2o* cadetes : do 1* corpo de voluntarios da pa-
tria Ricardo LeSo Belfort Sabino e do 5o corpo Joa-
quim Jos Leo Belfert Sabino; do sargento
Custodio Mieira Praies e do ex-segundo sargento
Joao Luiz Herbst, para alferes de commissao, o 3o
para o 9" corpo a que pertepce, e os mais para al-
gunsdos corpos que se achara no sul da provincia
do Paran.Em 9 do correnle mez.
DoSr. Luiz Montero Caminho, para alferes de
commissao do 4* corpo de voluntarios da patria,
por j ter pertencido ao exercito e ter estudos da
escola militar.
Numeragao de corpos.Por aviso de 17 do cor-
rente se determinou que o corpo de guarngao do
Cear, que faz parte do exercito em operagoes ao
ul do imperio, seja elevado provisoriamente a
seie companhias, retmrado-se-lhes para este fin o
corpo de guarngao da provincia do Espirito Santo.
Con esta organisago tomar a numeragao da
14* batalho de infantera, devendo nelle servir
como fiseai o Sr. major commandante do corpo de
guarngao da provincia do Espirito Santo.
as rubricas Parte u/ficiat, Exterior t Interior,
vai o qoeba de mais imprtame.
Minas Geraes A asembla provincial foi adia-
da para o da primeiro de novembro vlndouro.
* A forga expedicionaria da provincia, com
destino a Matto-Grosso, composta de 1,212 pragas
sota o commando do coronel Galvd, partir ne
da 12.
Fundara na capital nma sociedade de soccor-
ros das familias dos voluntarios.
No dia 7 leve lugar a eepemonia da bengao
da bandeira do primeiro corpo 4e voluntarios, com
todaaaolemnidade.
Aesumira a chetatnra dvtpolicia o Dr. juit
do dtwiio Elias-Wnto e Caruasoo.
S. Paulo.Bievava-se aTW o numero de vo-
ontarios paMe.
Cerca de 200 portuguezes trabajadores da
vla-ferrea, em Cachoeira, offereceramse para mar.
char como voluntarios em defeza do Brasil.
No dia 5 comecou o concurso para preenehi-
mento de urna cadeira de substituto da Faculdade
de Dlreilo, sendo oppositores os Drs. Vicente Ma-
mede, Jos M. C. de Sa e Benevides e J. J. d'Al-
meida Aras.
Rio de Janeiho.O novo ministerio aprsentou,
pelo seu presidente do cooselho, o segninte pro-
gramma em arabas as cmaras :
Sr. presidente, dignando se a corda encarre-
gar-me da forftiago do ministerio, invoquei o pa-
triotismo dos cavalheiros que hoje o compoem.
Seus nomes ja' sao conhecidos.
ltenles as circumstancias melindrosas em
que nos acharaos, rom urna guerra declarada,
estes nobres cavalheiros nao duvidaro acompa-
nhar-me na penosa larefa da admlnistracao do es-
lado.
t Esta simples exposigao faz ver qoal o prin-
cipal empeuho do governo.
t A questo do dia a guerra. Debellar essa
guerra, guerra emprehendida contra todos os di-
reitos divinos e humanos, guerra inaugurada com
a espoliacao, o roubo e o assassinalo ;-debellar urna
tal guerra o o grande progrmala do governo.
t Para o conseguir, confia-o governo prmeira-
mente no auxilio divino, depois disto coma na co-
operago e eoadjuvago da asamblea geral legisla-
tiva, e nnalinente conlia aesse ferveute palriotismo
que se tem desenvolvido em todos os cantos do im-
perio, mandando todas as classes da sociedade seus
lilhos para a susientago da lloara e dignidade na-
cional, sacricando para isso suas mais caras affei-
gSes.
Entretanto que o governo se ha de oceupar
particularmente deste objeeto, elle nao se descui-
dara de promover os ioteresses internos quanto
nuder, esforgando-se para clcva-los ao maior grao
de prosperidade.
t E' islo, Sr. presidente, o que eu tenho a dizer
Por portara de 20 foi prorogsda por mais 2
mezas,, rom melado do ordeuado, a lieenga conce-
ca> concedida ao administrador do correio da pro-
vincia do Maranho, Fraucisco Augusto Pereira de
Manos.
S. A. o Sr. duoe de Saxe mandou entregar
1:000,* ao thesoureiro da commissao central de
invlidos da patria.
A' cmara dos deputados foi apresentado o
projecto seguinte de resposta falla do ihrouo :
Senhor I A cmara dos deputados, corres-
pondendo conflanga da nagao, man festa Vossa
Magestade Imperial o seu reoonbecimento pelo ju-
bylo com*que Vossa Magestade Imperial se diguou
saudar a abertura da sessao do corpo legislativo.
t Como sempre, e especialmente as actuaes
circumstancias, a rounio do parlamento e a au-
gusta presenga de Vossa Mageslade Imperial no
seioda reprosentago nacional, sao a mais solida
garanta da segurangae da estabilidade das int-
tuigoes que nos regem.
Com o maior prazer soube a cmara dos de-
putados que effectuaram-se os calamentos das mui-
to amadas e queridas hlhas de Vossa Mageslade
Imperial, espoam!o,Sua Alteza a Sra. princeza im-
perial o princepe D. Luiz Fhetippe Mara Fernan-
do Gastn d'Orleaus, conde d'Eu, e a Sua Alteza a
Sra. princeza D. Leopoldina o princepe D. Luiz
Augusto Mara Eudes de Coburgo e Gotha, duque
de Saxe ; e faz votos pela ventura desses consor-
cios, que loo de perto interessam a felicidade do
imperio.
t A cmara dos deputados se congratula rom
Vossa Magestade Imperial, por na haver sido al-
terada a tranquillidade publica em nenhnma das
provincias do imperio, bem como por ser em ge-
ral satisfactorio o estado de saude publica.
E' agradavel cmara dos deputa los saber
que as trausaegoes commerciaes tendera a reassu-
raira sua marcha regular, depois do forte abalo
que experimentaran! em setembro do anno pasa-
do. E se medidas extraordinarias foi preciso adop-
tar para oceorrer s necessidades indeclinaveis do
momento, espera a cmara dos deputados que o
imperio da lei seja restabelecido.
Sentndo que continen interrumpidas as re-
lagoes entre o governo imperial e o governo da
Gra-Bretanha, a cmara confia em que, para o
reslabelecimento dessas relages, empregara o go-
verno imperial esforgns dignos, chegando a um
accordo bouroso para ambas as nagSes.
t A cmara dos deputados compraz-se com Vos-
sa Magestade imperial por haver o governo dos
Estados Unidos da America reconocido a jusiga
da reclamago do imperio, relativa ao grave atten-
tado commettido as aguas da Bahia de Todos os
Santos, com offensa da sob rania nacional. Da jus-
ta apreciagao das reciprocas exigencias dos dous
goveinos, espera a cmara dos deputados que r"-
sulte a consolidago dos lagos de amizade, que fe-
lizmente existem entre os dous paizes.
Foi satisfactorio cmara saber que com o
restabelecimenlo da paz na Repblica do Uruguay
esto reatadas as relagOes de amizade enire o go-
verno imperial e o dessa repblica.
A cmara acredita que o governo imperial se-
r auxiliado pela sinceridade do novo governo des-
sa repblica, actualmente exercido pelo general
Plores, o qual animado de bons desejos para com
o Brasil, assegura a fiel execucao de suas promes-
sas e a permanencia das boas relages que com
vantagem reciproca devem reinar entro o imperio
e aquella repblica.
< A cmara dos deputados cumpreum dever ri-
goroso, proclamando rom solemnldade e agrade-
cendo com fervor a bravura e inexcedivel intrepi-
dez que distinguirn) as nossas forgas de mar e
ierra no memoravel combate de Payssand.
A aggressao injustificavel do presidente da Re-
publica do Paraguay, os actos selvagens commet-
tidos pelas suas tropas, conslituind) ao mesmo
lempo um atlentado contra a humanidade, contra
as regras do direito internacional e contra a honra
e seguranga do imperio, exigen prompta e exem-
plar reparagao. E pJe o governo imperial contar
com o patriotismo da cmara dos depnlados, bem
como de todo o paz, para o fim de desaffronlar a
soberana e a honra nacional ultrajados e assegu-
rar ao imperio urna paz duradoura. Ferida em
Approvou depois em segunda discussao, sera de- seu pundonor a nago brasileira espera e conlia
bate, todos os artigos da proposta do governo que
fixa a forca naval para o anno lioanceiro de 1866 a
1867.
Approvou era seguida, tambem sem debate, todas
as emendas feitas pelo senado proposico desta
cunara sobre a construego de tima via terrea en-
tre a cidade da Cachoeira e a Chapada Diamantina.
Approvou mais, em segunda discussao, sera de-
bate, o projecto que approva as condigoes do con-
trato celebrado entre o goveroo imperial e a com-
panhia Brasileira paquetes a vapor.
Approvon Igualn,. "" em urna s discussao, tam-
bera sera debate, o projecto qne approva a pensao
annual de 1203000 concedida ao capitao reformado
do exercito Jos Francisco da Silva.
Rejeitou, Analmente, depois de algumas observa-
goes dos Srs. Silveira Lobo, Barros Pimentel e Af-
fonso Celso, o projecto que autorisa o governo para
mandar trocar sem descont oito notas de 50000
cada urna pertencentes a Mathias Jos Pacheco, e
seis de 500000 cada urna pertencentes a D- Feli-
zarda Mara de Medella.____
Por decreto de 17 do corrente, foi nomeado ca-
pel lo alferes da repartgao ecclesiastica do exerci-
to o padre Beiarmino Francisco Martios Gafnhoto.
Por portara d mesma data foi nomeado interi-
namente o lente coronel do owrpo-.de engenhei-
ros Antonio Carneiro Leo para director das obras
militares da corle.
Foi exonerado na mesma data o coronel Luiz
Guilherme Woolf, do lugar de director das obras
militares da corte.
OHMIO DE PERWAMBUCO
Recebemos cartas e jornaes do sol do imperio,
pelo vapor francez Peluse, com datas : do Rio 24,
e da Bahia 27 do corrente.
que o governo imperial empregara todos os mebs
dignos e efflcazes para conseguir o desaggravo das
offensas aleivosamenle inferidas ao imperio pelo
governo de Paraguay.
< A cmara dos deputados enche-se de nobre
orgulho ao observar que de todos os ngulos do
imperio, e s guiados pelo incentivo do santo amor
da patria, surgem voluntarios em deleza da honra
e da integridade nacional, sem que nem o espiri-
to de partido e nem as divergencias polticas te-
nham obsiado de qualquer modj o desenvolvimen-
to do espirito publico em occasio to solemne.
A cmara dos deputados, assegurando a Vossa
Magestade Imperial o seu sincero e dedicado con-
curso, confia em qne a justiga da noss; causa, o
patriotismo dos brasileiros, e o valor mestimavel
dos nossos bravos soldados nos daro brevemente
nm complecto triumpho.
A cmara eslimou saber que continuam inal-
teradas as relages do imperio cora as diversas pe-
leonas; e fica inteirada de haver sido o imperio
do Mxico reconhecido pelo governo brasileiro.
c Sabendo com prazer que as rendas publicas
crescem, a cmara espera do governo qne zelar o
emprego dosdinheiros pblicos, observando a mais
severa economa.
< A cmara dos deputados comprehende que,
alm das necessidades da guerra, outras reclaman)
igualmente a solliciiude dos poderes nacionaes.
As reformas eleitoral, judiciarla e da guarda
nacional; a organisago das adminisirages pro-
vincial e municipal; a logislagao relativa ao exer-
cito o armada, sao outras tantas necessidades a
que a cmara ha de attender, sempre no empenho
de desenvolver e firmar cada vez mais a veedade
pratica do syslema constitucional representativo.
Igualmente merecer' a sua atlencao a sorte do
clero e a iostruccao publica.
A cmara dos deputados nao se descuidara'
de attender tambem ao melhoramento dos raeos-

/
T

V


*
4

TODOl


*
-
Dlarfflr 4* F* ftaftfbOP* v
-.-
jb=
de communic&co e transporte, a introdurgao d'
bragas livres e aprov^hamento dos existentes, ao
desenvolvimeolo eraflm da lavoura e da riqueza
poMIoa.
c Seohor.A mamara- dos potados, contando
na leal coadjuvac-vi do governo, sabara desampo-
niur a sua raissaa,; e faz voto, a ProrideMin-Di-
viaa para qua na.prosperidade de Vossa Magtala-
de Imperial e de sua anguila familia se.veja,*-
pre intareesada fulicidade do Brasil.
i Paco da cmara dos deputados, em.>81.de maio
de 1865..-Dtntos.-Saldittiha iltrinha. Matitnlio
Campos, Vencido.
Achava-so na corle o secretario da missao
especial do Rio da Praia, Jarbas Muniz Barreto.
Do Jornal do Commereo copiamos as se-
guales notieias commerciaes:
Cambio.Incloindo algamas operagdes de pon-
co vuiio effe-tuadas hoje sobre Londres a 2i ||2,
2i Ofa ii 3fVd. e Kraea-d38-a 39i rs., som-
mam os saquea pelo paquete francs Petuse :
Sobra Londres : 80,000 a 21, 21 !|8, 21 l|i,
2i3|8,24.4-.2i5|8e213|l d.
Sobre Fiaoca 1,000)000 francos na quasi tota-,
lidade aos exlremos.de 388 a 393 rs.
Sobre Hamburgo loO,i0.ra,b. de 725 a 731 rs.
Sobre Lisboa e o Porto regulou a labeJIa se-
iuinte :
120 e m.f..... *. vista.
119 e 120 |0..... a 30 das.
118- 119 ii..... a 60
117 e 118 -i...... a 90 >
Apolices.Das de 6 |0 negoeiaranvse 31 a 93
}i (.e SI93 3|4i....
Acede. Negoc arara-so 4154o Banco, do Bra<-
sil a 8.de premiou
Oaro.Ei(ioriara;i.t-e desde a.safcida do pa-'
quele inglrtPdnnwat boje (23).
Paquete francez Peluse:
Bordos.
Santos Irmds (ein p). 10:911 600
Paquete francez Carmel :
Mi'v da Prata.
Antonio Augusto Coelho (em raoe-
da.).............120:080*000
Papel-moeda,Saguem no .paquete francez Pe-
lase :
Para a Babia, de Berrini & C. (notas
do Banco........... 90009!)
Para Pernambuco, de Jayme Boma-
gera (notas do tbesouro). .. 12:000J00>
Caf.Mercado lirme. Venleram-se hoje 1,000
saceos para a Europa.
Em ser .........80,000 saceos.
Espmuo-Santo.. Nada occorre digno de (
menco.
BahuFallpooram : o negociante portoguez
Antonio de Oliveira Alvos, o poeta Joo Antonio
de i-Yertas, o vigario Jos de Souza Lima e o La-
rao de S. Francisco.
O Carmel, vapor francez, tocou all no dia 18
seguindo para o Rio 19.
O invern lera sido rigoroso em loda a pro-
vincia, cometan io ja a causar prejuizos.
O cambio regulava : sobre Londres 21 }i
d., sobre Pars 385 395 rs^ sobre Hamburgo
63 rs. e sobre Portugal 115 a 120 %.
Sahiram para Pernambuco, no dia 15, o hia-
te Oliveira e o brigue hespanhol Vigilante.
Maaoel, frica, 3 anam, aollerro,
Antonio; ineepbzHite agada. j qiin< Ignacio-Riie'iro Jo* >r;
27. i Enfermando subetaneamente a Eimi. Sra. 0.
Lucas, Pernambuco, 16 annos, solteiro, escravo, | J., to temeroso foi o sen mal, que aind desta *
toa-Vmu-; ananrea. teve que lamentar a medicina a sna ineficacia
Jos Antonio Coira do Espirito Santo Antonio, nter dum docta piu *M arte-malnm^lOW);
Perombuefli li-towsv aolleir, Boa-Vista; tu- Assim, exhalou-sea-Tingom,. anta temo*******
berculus pulmonares.
Lutla, liberta, Alrica, 38 annos, casada, Boa-Vista;
anazarca.
Mara, Pernambuco, 4 mezes, Reclfe; espasmo.
28 -
Claudina Mara da Concetco, Pernambuco, 17 an
nos, casada, Boa-Vista; tubrculos
res.
Alcebiade, Pernambuco, 19 annos,Santo Antonio;
apoplexia per immerco.
Domingos, frica, 30 anuos, solteiro, Boa Vista ;
ascite.
Josepha Mara da Paix, Pernambneo, 38 annos,
solteira, S. Jos; vermes intestmaes.
pu-
crirroy Santo ,'AmaHa Rfbeiro, pranleada a Uta do IllM. 8r.?f*- IlMM. tipartteutef S9 pnbIMo.,
Rti'd* Lapa.
Casa terrea n. 41 particular e 2
blico........' 150#000
Ra da Moeda.
Mee i; 4artimar e SI pu blico. .
At do Araorim.
yeloz e leve, como foge a sombra : El fugit velut dem n. 48 particular e 56 publico. .
timbra (Job). dem Q..49 particular e 64 publico. .
ConsinUm, porm, seos sanrkHSsWBo pas,- etf lOCra o. 80 parrirflar e St pabUbD. .
consolarse, resignados com as leis sapientlssimas dem n. 5 particular e 45 publica. .
da Providencia, amenisando sua dotoroea' mago* dem n. 53 particular e 43 publico. .
cora as promessas consolidaras, qus aealenM a Hde-m n. 5 particular e 28 publtf o. .
pulraona- religio sellada com o sangue do Cordeiro impee4 Raa do Azeite d' Pffixtf.
cavel nos bracos da Croz, erguida no vlw do 64^IJ<*n. W' particular e ISpu+rfie. .
goiha, que diz pela bocea do psalmista : Propheta,, dem do nm andar n. 62 particular e
as virgens sero condnzidas ao Ssnbor com jubilo-1 18-pnmico........
e alegra, serlo levadas ao banquete do re. Adato- dem -terrea n. 61 particular a 2 puWi-
FU1LRAC0E5 i nmm
600J0O0
350*000
43D5000
.4501000
4104000
450*000
500*000
72JWOO
4508000
1:002*000
Convidas as pessoas qe estvcrm as coi-
digroes do servip mHilar, a eniflijarem-s* flo-corp
de polica, e gozaron) das-vantagens que offorece
ajei provincial n. 6f 1 de S do corrente._______
Ter?a-feira 30 dcrreme vai rtovamente
pra$a o engenho Constantino, peranle o Sr. Dr.
jniz deorphSos na sala das audiencias; as U ho-
ras do da : qnem no mesmo qnizer lanjr com-'
paeca nodla e hora indicados.
centur Regi Virgines, a/ferentur m ketilia el exui-
tationti
IV
Vagupm, suspiren)1 pois,-
A S.
PERNAMRUCO,
'
Exc. o Sr. presidele da provincia, e ao
efftgi tribunal da relaf*.
Em poucas palavras ventao denunciar as muitas
e variadas prevarica{5es do 4." supplente do dele-
gado era. exercicio de Limoeiro Victorino Archins
do Reg Farla, que se tem tornado ininportavel
no exercicio das fnecoes policiaes.
Alera do muitas violencias que tem pralicado,
est praticando, e ha de praticar, so nao hou-ver
alguma salHtar providencia, mandou prender o ci-
dado Jos Nunes de Moura, viuvo comlhos,
proprielario, e maior de 40 annos, e requerendo o
paciente urna ordem de habeascorpns, elle dele-
gado que at entao nao unha dado ordem escripia
ao carcereiro, apesar de estar o paciente po- mais
de 4 hora- di cadeja, para frustrar. aquJJ>! re-
curso legal apressa-se de mandar ordem ao carce-
reiro, dizendo, que Jos Nunes eslava preso para
remita 1 I E' milita ousadia, seno malvadeza I
Xendo sido assassinado Felipp de Castro no dia
15 de abril ultimo, em Pedra Tapada, s porque
entre aquelle infeliz e o menor Antonio Vicente, do
liibo de Jos Vicente d,s Santos, se deu urna al-
terca?ao u'aqoelle mesmo dia 15, na feira do Pe-
dra Tapada, mandou prender contra todas as dis-
posicSes da lei, contra os salutares preceitos do
aviso circular de 2 de Janeiro desteanno, o mes-
mo menor, e mandando o para a enxovia, nesta j
fol conservado, e est, por espaco de 40 dias, sem j
Ihe iustanrar o respectiva summario I Ha nislo
muilo escndalo. Enirelanlo os- assasslnos dale-
n nto pownol Atrtonio Matheos Rangel sao perfefra-1
meR(e s povidenoi! Era oulras provincias este s fac-
i j lena acarvetado a demissao. de. um fuoccio-
nario (ao relaxado, e indigno do lugar qiw ocou-
pa porua inepcia.
sas as auras do sepulcro; crescam em lotnodelle,
embora, sentidas rxas saudade; dertamem-lhe
feral tristeza, hrrenles mndos'cypreste: o subh-
me luctuoso e lgubre de um-turnlo christa re-
pita sen norrr : Julia, Julia sorn no paraizo, sem-1
pre dir o eonselo de rente; e nos adorando as
dearetacSeS'do Eterno,.sempre diremos : Fiat to-
ima las, Domine.
COj.......... 450*000
Bu da Ca-cimb.
Iiem o. 66 pwtcniaf e 12 publico. Ill*0fl0
em torno dell choro-' Idenr-n. 67 particular e 10puW 83*000
Lma Ligrima de saedade e despedida ai
tumnlo de mea digRa cli va amigo lenente-coronel Manocl
Horencio .-ilves A ainizade o SMUmento mais puro e vehe-
mente que germina no cora$ao humano I... e
ella e soraenle ella que hoje rae faz.verter a mais
saudosa lagrima-pela perpetua auseneia de meu
conpaure.fr chao amigo. teta-coronel Maioet
Florencio. Alves de Monwa^qaftdeixando a ierra
pecaminosa bobilaeao.no'dia 3 deste mez, subi
a manso celestial aoude eternamente .morara I I...
Nao maiA vereio aiuigo que c na terrajo co-
muniquei !!... que o apreoni como ptimo cida-
dodicado esposo!._. earinhoso- pai I... .e-.
tremeso av!... e lirme e polido a migo t... amiga
cora resignacao, paciencia e virtude solTresles gra-
ves e longos maciyrios c na trra, precaria e,'he-
mera e Ilusoria residencia dos viventes I I... e
com alma, pura e anglica.os aojos te erguem ao
co> I ...
Guilheime Jorge da Multa.
CfrHn-CI'O.
PllAgA DO RECIFE.
C'otavocs officiaes
29 de maio.
Fazeiuos a, devida. justica ao carador probae Atgedo prtmeira serte- l*50t>por arroba.
integro de S. Exc. que .nao estar a pac destas.,cou-
sas, e bem assim. aos honrados ministros da rela-
5o que talvez em breve tenaaai.occasiao de ver
por documentos quem esse-dekegzrfo.
..Ti de maio de 1869.
Limoeiro.
D.
REVISTA DIARIA.
No sahbado ultimo representou-se no Sania Isa-
bel o Andr Gerard, e nelle leve o publico de apre- ]
ciar o Sr. Amoedo em uai outro genero de traba-
Iho, que nao desmereceu do seu talento artstico.
O galn dramtico convertido no centro, que foi!
concebido no papel de Andr, o mesrao actor i
pairando as regioes proprias das almas inspiradas
para arle.
O drama com os seus lances da vida pratica
agradon, e o respectivo desempenbo nos papis;
prin'-.ipaes contribu para islo.
A Macgarula, quer as dia vivaces da. felieria
de de douzella, quer nos momentos tristonhos das
provaces e das cruezas da vida desilludida, leve
a iradu'Ca'o mais completa no desempenho da Sra.
D. Eugenia (amara : com ella sorria-se na veolu- i
ra da menina, que expandia a alma como a rosa
desabrocha suas ptalas ao nascer da aurora; com i
ella solTria-se na tribnlaeSes da moca, que curta
pesas e vergava ao peso da desgraca, como esm i-
rece a tenra planta ao calor do sol ardente em
meio-dia do Equador.
O parasiia do3 salces, essa excrescencia que pe-
lo despudr culioca-se cima dos desdens da alia .
socieJade, era que se insina edesfrucla, gosta-
mo-lode ver desenvolvido pelo Sr. Lisboa no de-
sempenho do papel de Frubetw, cuja expressio j
fui sustentada por este actor.
A semana linda que foi qoasi toda chuvosa,
parece querer ser imitada pela que corre; pms
nao tem cessado as chuvas. No entretanto nao
bouve se nao pouca agua accrescida no Capibari-
.-, demonstrando que as "chuvas destes dias nao
tetn-se extendido em rauito para cima.
O espectculo era beneficio das obras da
ign-ja de Santa Rila de Cassia foi transferido para
o da 6 de junho prximo futuro.
Cimmunicam-nos n seguinte :
Principiaran! cffaciivameoVe; na qudnla feira
ultima, as novenas do Divino Espirito Sanio r.a
igreja de igual invocaco.
t O templo esia decentemente ornado e Ilumi-
nado cora profuso, e os actos religiosos tem sido
celebrados com a decencia propria da sanlidade do
lugar, era que elles. se pralicam, destacando-se do
todi) o cntico que nos linaes desses actos se ou.ve,
ejecutado com acompanhamento de piano por jo-
vens patricias nossas, as quaes vivificara com ri-
gorosa exactido (nao dispondo alias dos soccorros
da arte, e s ajudadas pela boa vontade) a msica
especialmente escripia para esse flm; a qual a
par da belleza e simplicidad?, tem um e.-iylo ex-
pressivo, serio e solido, tanto mais proprio para o
objec.to, quinto mais sensivel para nos, visto co-
mo talvez de todas as composicdes desse genero,
que temos ouvido, a mais apropriada para serexe
cutada na casa do Senhor.
O vapor Gattleu devi sahir do Rio de Janei-
ro no dial* de junho prximo, com destino Ba-
bia, Mace Pernambuco e Lisboa.
Faileceo no da 26 do corrente, no lugar Daas
Barras, do termo da Escada, o lenente-coronel Ma-
ri >el Florencio Alvt-s de Moraes, amigo negociante
-desta praca, que oceupou nesu cidade os.lugares
de com-nandante do 2 balalho da guarda nacional
-desta freguezia, thesoureiro dos hospitaes de can-
dada, te.,etc., legando a sua.familia um uome sem
mancha, nico bem que nao poda ser desinudo
pela sorte.
A sua Exraa. familia damos os nossos peza-
mes.
.. Cbmitebio pubuco. Obituario do dia 25 d
maio de 1865.
Benjamn Francisco da Silva Araujo, Pernambuco,
30 annos, casado, Boa-Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Pedro Jos do.Oliveirfl, Portugal, 21 asaos, solteiro,
Recite; escrfulas.
Francisco Lopes da Silva, Pernambuco, 32 annos,
solteiro, Boa-Vista ; ascite.
Izidoro Lavrador, Pernambuco, 35anaos, casado, S.
Jas. apoptexip.
Antonia, Pernambuco, 1 auno, J3a,Visla.; inte-
nte.
Francisca, Pernambuco, 4 annos, S. Jos ; pneu-
mona.
Um prvulo eocontMdo na paria da matriz do Cor-
ito Santo, Recale.
Antonio, frica, 30 annos, solteiro, escravo, Boa-
Vi.-ta ; ascite.
-Clemencia Maria da Conceicao, Pernambuco, 30
annos, solteira, Boa Vista ; mfecco purulenta.
Joao, Pemamtmc.0, 7 meiez, Boa Vista; saram-
pao.
Miinoel, Pernambuco, S horas,Santo Antonio; con-
gesto cerebral.
Mauel, Pernambuco, 6 dias, 8. Jos ; espasmo.
Francisco, Pernambuco,2 annosv Boa-Vista; frial-
dade.
Cesaria.PetnatBbiica, 35 annos, solteira, escrava,
Ma-Vista ; estopor.
- 26
Julia Amelia Ribeiro, Pernambuco, 17 annos, sol-
teira, Boa-Vista; pneumona aguda.
A'.exandre, Pernambuco, 2 mezes, sanio Antonio ;
um tumnr.
Umbelina, Pernambuco, 26 mezes, Boa-Vista ; con-
vuloe*.
Emilia, Pernambuco 6 mezes Boa-Vista; gan-
grena.
Manoel, Pernambuco, 6 mezes, Afogados; se-
zes.
Cachi*!, Peroanibuco, 15 mezes, escrava, S. Jos;
darrhea.
Pastilkas venBil'uu;.ts de. Kemp.
Chamamos a atlenco de todas as mais para o
remedio mais agradavel e til que se conhece pa-
ra fazer expelliras lorabrigas : as pastilhas verm-
fugas de Kemp, Em vez de todos essesimmun-
dos a perigososi remedios vermfugos compo*tos a
toda a casta de mineraes appresentamos umdli-
cioso confeito vegetal, prompto e nfaUivel na sua
operarao, nao causando nauseas era encommo*
dos de qualidade alguiea, prodozindo sempre o
seu effeito 0'uma maneira suave e completav nao
careceodo depois a assistencia de qualquer um ou-
tro purgante: til, como um excellenteraeio.de
fazer remover as obstrucefies do veatre, mesmo
no caso de nao existir vermes algnnso linal.
meale tornamrse ellas dignas por todo os respeb-
tos da coiilianija e approvagao de todos os pas de
familias, os quae> acharao estas pastilhas elegante-
mente acondicionadas dentro de frasquinhos de
crystal e a venda, nas boticas de Caors & Barbosa
e de Joo da C. Bravo & C.
Algodo de Maeeio 12*800,13* e 13*200 por
arrob posto a bordo.
Cambio sobre Londrea-90 d/vista 24 Sil 25 e 25
1|4 d. por 1*U00.
Dubourcq.Junior,
Presidente.
Guimarea,
Secretario.
Caixa Ofialdobaaco do lliasil em
Pernambuco-.-
A director) desta caixa saca sobro o banco do
Brasil no Ufo d Janeiro- e sobre a caixa filial do
mesmo franco na Baha.
Novo banco de pernambuco.
Os adrainistndores da massa fallida de J< m
Jos Silveira pagara o Io dividendo de dita massa
na razo de 9 0/0 sobre o valor des liJults ad
ineltidos : no novo banco de Pernambuco ra
do Trapiuie u...'li.
\vob;iuco de Pernambuco.
O banco paga o I i dlvidfrBdo na raziindt 8#
dor aeco.
\(>vo banco de rernaw-
buco.
O hanco descontaletras na presente ser
^^ilA' 9 por cento ao anno at o prazo deqnat:
oficrecida Oten amigo joaqulin tes, e a 10 0,0 at o de seis mezes, e toma di,
Ignacio llibeir funior, pela
acerba morte de sua ni ni pre-
sada flllia a a:vin t. ra. O. .I;i
lia Amelia Htbeli*. por los
Fraucisco r^avra Peuna.
roa juros a praso nunca menor de tres natos-
ALFANDEUA.
Rendimentodo dia 1 a 27......
dem do da 29...............
52:8855311
21:82*5952
Bosa d'amor, rosa purpurea e bella
Quem entre os goivos de esfolhou da campa
Almeida Garre i.
I
Amena aragem cicia doce nas folhas trmulas
da selva umbrosa ; forraosas cor-s malisam u-
reas honsoutes rubros; e o co que esperta e re-
cama d'ouro a azul maulilha ; o sol purpureo apeo-
la lento nas cumiadas, e a aurora surge-soberano
e linda O co e o valle ridenles brilham, ao lon^e
azulan virentcs serras, e as aves chilram entre
verdores, e a nalureza placida entorna das harmo-
nas seu turbilho ; ludo vida.
E o sol prosegue, requema a calma, e a luz on-
deja, e o cu raais brha ; meio dia. E narchi
e menta o sol.ainda, no gyro lomba, e o co j
pardo, e a luz se ennoita, e o brilho morre ; che-
go'i a lar e.
U
Paisarttn as harmonas, as aves, empoleirando-
se tristes, piam os gorgeios desalegres da solido,
e as viraedes da noite .sussurram lento e lento, ao
vaguearem seus thronos de bruna melancola. O
co lucio, e a oatureza geme : Ad vesperum
demorabilur ftelns, et M matutinun aMta i I sal).
Estes sao, relativaraeate, os contrastes e as co-
res iriantes que homhreiam a paisaem da huma-
na existencia Bem como o festivo dia, do hornera
a vida amanhece, e lera sua aurora, percorre urna
serie de luzes, sua vida meia, a noito asso-
raa, entenebrece se a luz, e a vida acaba. Je n'/
pour riiommt, qui naitre, vivre et mourir..La
Broyir.
Laraentavel, sobreludo, porm, e a humana coa-
dicao a contingencia infallivel de sua durago du-
vidosa. O dia, que desponta no cu, ha de por leis
necessarias, irradiar a manhaa, correr o meridia-
no lurno, e dormir aps no occaso. Nio assim se
regula a humana existencia.
Nasce o hornera, v a n tureza, extactico a ad-
mira, e.coratudo, ignora, se tem de evolar se in-
fante, ou depois onerado dos annos, no albor pri-
m<-iro da vida, ou antes no tombar do sol, se ao
raeio dia, ou quando. Por isto. lamentoso David,
baldavas tuas pelicdes, repetindo. Eosiaa-me, Se-
nhor, o termo de mnha existencia. Notum fac
m'iht, Domine, finan mente.
III
No entanto, suecurabe a natureza escrava, por
empregar o ameno dizer de um poeta, e paga-se o
funesto imposto ao feudalismo da natureza. Eis
ahi, que os sinos do templo, em funeral tangidos
nos dizem angustiosos o aniquilamento d'uma fel-
tura mais, e anda urna vez a fluxibilidade da vida,
e o nada de nosso ser. Sendo, pois, natural, que a
acerbidade das penas da desventura nos arranque
pranto, porque o conspecto semianimo dos qoe sof-
frem, exhaure o sympathico pranto dos que a dr
comprehendem ; seja-me licito sobre as lageas
silenciosas do sepulcro, qae acaba de archileetzr o
archanjo da morte, sepulcro, queenlouza, acerbo, o
corpo exnime da flonil e saudosa.donzella, que
dorme all o somno da innocencia, entre as lagri-
maz sobre ella chovidas por sua senlidi-sima fami-
lia, espargic laiubeai as folbas roerencorias do goi-
voeiro.
D. J Amelia Ribeiro, bonina mrbida e mimo-
sa, que soabrira apenassuas roseas ptalas ao
tepido calor dos apollineos raios da maobaa, ro-
seada ainda pelos aljofares dos orvalhos da auro-
ra, ao bfejar mansp e manso das brisas, que iliu-
rifiam oseo* brzsHeos, pendeu sem vida da, has-
te dbil da existencia, arrebatada; acaso pela onda
despiedosa do arroio imman da preraaturidade,
3ue perto rolava suas aguas negras e gora a
esltsar-se nos marulhos da crrante angeiicida l
vai sem flor, sem folhas o pednculo choroso, on-
tr'ora ornado das loucamas do campo : Quasi flos
egreditur H conteritur. Sim. o carrilhao sentido dos
dobres funreo?, que suspira ajena o campanario
afflicio ; a condolencia dos vultos enlutados, que o
fretro rodeam ; o bemol choroso do sacerdote do
Senhor all no templo, cadenciando grave e grave
os carmes flebns, que Sio soltara, todo, ludo an
nuncla e prematuro transo da Exraa. Sra. D. J.
607:714,529:1
MOV MEMO DA ALFADE'JA.
Volumes entrados cora fazendas.... 76
com gneros..... 347
Volumes sahidos.com fazendas.
com gneros.
------ 423
70
855
- 923
Desoarregara na dia 30 do crranle.
Escuna hollandezaAnifopemercadura*.
Rrigo ingiezParkUde vinhos.
Brigue ingiez /IomIUcanvo e mais gneros.
Barca inglezadherlon bacalho.
Escuna dmamarqueza J/ari#-diversos gneros.
Barca inglezaLombardia vinhos e mais gneros
Brigue hanoveriauo Johanes farinha de trigo.
Barca porluguezaS. Joaocharque.
Escuna porluguezaD. Jonedem.
Sumaca hespanholaMerceditadem.
Brigae nacional CardiVrdem.
Brigue nacionalmporadordem.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 27...... 21:903*068
dem do dia 29................ 1:130*412
3-.0333480
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do da 1 a 27.
dem do dia 20.........
68:5695804
3:989*741
72:559*545
MOVIMElfTO DO POETO
Naviot entrados no da-26:
Rio Grande do Sul.J8 dias,. polaca brasileira
Afana Jos de 169 toneladas,.capito ludorio
Serrao, ciuipagm 9, carga 8,597. arrobas de
carne secca ; a.Amorim. Iruvlo.
Rio de Janeiro e Bahia. -5 dias, vapor francez
Peluse, de 1,500 toneladas, commattdante Jor-
ret, equipagem 104.
Terra Nova24 dias, barca ingleza Constance, de
248 toneladas, capito John Glass, equipagem
10, carga2,273 barricas cora bacalho; a Jobos
Pater & C
Navios saludos no mesmo da.
S. MalheusLancha brasileira Una Escolha, ca-
pito liraz Moreira, carga varios gneros.
Maceibarca ingleza tabella, capital Glan, em
lastro.
Bordeaot e portas intermediosVapor Francez
Peluse, commandante Jorre!.
DECIABi?OES.
Hu*do Vlgario.
Sobrado de 3 andares n. 71 particular
e M puhtitfov.......890*000
dem do lindare* n- 72- particular e
27 pabilo*.......618*000
Roa- dft-Encantamento.
Sobrado de i afltfm n. 76- particular
e 11 publico.-.......839*000
Id*i idem-w. 77" particular e 13 pu--
btio..........8390000
Rwada Seizala- Velrra.
Sob*ado-de2 andart n.-78- particalar
e liSpumieO".......55i*0O0
dem dem a.- 79 particular e 134 pu-
biieo..........5 0*000
Ga-awierrea-n-. 81 particular e 18- pu-
bHou..........200-5000
Ideiiin. Sparlicnlare 16 publico. 2003000
Ra da Guia,
dem n. 84 particular e 29 publieo. 144*000
Rna do- Trapiche.
Sobrado de 3 andares n. 85 particular
e 30 paWioo........720*000
Ra da Lingoeta.
dem da 2 andares n.-86 particular' o
14 publico........600*000
RnadaOuz.
dem dem n. 87 particutar e ti- pu*
blwo..........800000
dem dem-n.. 8* particular e 201 puWi-
cai..........730*000
Roa do Pirr.
Casa terrea a. 92 particular e i03 pu-
blico.......... 2004000
dem n. 93 particirfar-e 101 publico. 2005000
dem n. 94 particular, e 99 publico. 23S5U00
dem n. 97 particular e 110 publico. 2283000
dem n. 9!)-prl*iular e 106 publico. 2285000
dem n. 100 partkiBlar e 104 publico. 2283000
Mm ti. 10 particular e 102' publico. 2283U00
dem n. 10 particularu 100 publico.. 2285000
dem n. 103 particular e 98 publico.. 2283000
dem n. 104 particular e 96 publico.. 2283000
dem n. 10o particular e 94 publico. 2283000
Secretaria da Santa t'.asa de Misericordia do
Recite 27 de maio de 186o.
O essrivao,
________________F. A. Cavakanti Consseiro.
CO.VfPANHIA
DO
Nao se tendo reunido numero legal dos
Srs. accionistas.para ler lugar a assctn:ola
geral anounciada, para hoje sao novan nte
convt ados os1 nwsmys senhores a se reu-
nirem no dra 31 do corrente mez, ao meio
dia, no escriptorio da raesma companhia,
afim.da. exatninarem as contas do semestre
findo. approvar o orc-imento do semestre
vindouro, docretac o pagamflul do 34 di-
vidflndo e eleger a nova adminislraco, p e-
veniudo-se (pie na conformidade do art. IB
dos estatuios a reunio ser considerada
completa e funccionai com o numero de
acetnnisrasque comparfcerem ueste dia.
Esfriptor o da Uompanliia do Beberibe
"'de maio de i865.
O secretario,
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
0 c.onselho de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o seguidle : ,
Para os guardas nacionaes destacados.
1500 bonets com virola, sendo de panno azul,
cun galo de casimira encarnada.
Para a companhia de cavallaria.
63 bonets.
201 pares de bolins.
205'ditos de luvas.
67 mantas de laa.
Para o presidio de Fernando.
1 barril de a/.-iu doce.
2 suts surtidas.
40 owlxoos-
40 travesseiros.
800"varas brim branco.
Para, o oro de Voluntarios do Cear.
200 mantas de la.
1 corneta, de.loqno.
Para provimento do almoxanfado.
2 fules para lalaeiro, leudo 2 palmos de dime-
tro.
2 tesnura? proprias para officina de laloeiro.
2,000 pares de colxetes prelus.
10 cana las azeite doirro.
10,0f^ pregosde batis pequeos.
Santa Uasa da Misericordia
do- Eecilk
10,000 dilQS.cabcoa.de pipa.
10.000 dito guarntC-tograndes
10,000 ditos.ripaes dailena
5 arrobas de pnegoa francezes de 2 1/2 polle-
gadas.
50 fechaduras para caixas.
50 paras de dubeadiees para as mesmas.
50 cadiados.de Ierro.
As pessoas que quizerem vender ditos artigos
aprosentero suas propostas era carta fechada ao
meio dia do da 31 do torrente na sala do conselho.
Sala do conseibo de compras do arsenal de
guerra 27 de maio de 1805;
O encarregado da escripturaco
Manoel Jas de Azevedo Santos.
Estarn em praca perante a cmara muolci-
pal desta cidade nos dia* 27, 20 e 31 do corrente
oreparos e concert*deque precisara o;arma
zeos da deposito* ru do-Calabouco, oreados na
quantia do-218 : aquellas que preteuderera arre-
matar deverao comparecer nos- menrionados das
no paco municipal, as 12 horaada manba.
Pco da cmara municipal do Recife 24 de maio
de 1865.
Luiz Jos Pereira Simos
Proq>residente.
Francisco Canuto di Boaviagem
Secretario. ______
Consulado provincial*
Pela mesa do consulado provincial se faz publico
que os trinia dias uteis marcados para a cobranza
bocea do cofre dos impostos da decima dos pre-
dios urbanos de 20 0|0 do consumo do agurdenle,
e de 5 0|0 sobre os bens de raiz perleucenles
corporales de mo morta, se principiara a contar
do dia de junho vindouro, Besado sujeitos a
multa decretada no arl. 50 do remenlo vigente,
todos os que pagarem deiwis de ondos os ditos 30
dias.
Mesa do consulado provincial da Pernambuco 29
de maio de 1865.
Antonio Cameiro Machado Ros
Administrador.
s
THI] ITRtt
DE
EMPft]&A--CJ*MBItA
Quarta-feira 31 de maio de
1865.
19a recita da a asigna tara.
Subir a scena pela segunda vez oeste theatro
o bello e interessanta drama- em 5 actos de grandeJ
espectculo
WBR m\ Rl).
DC!TO>OIA?AO DOS ACTO.
1* acto- .... A oraca da familia.
2o dito..... Oladro ao jogo.
3o dito..... A cestfnha de nupcias.
4 dito-..... O perdo da filha.
5" dito..... Reparacao e morte.
PER9C-NAGBHS. ACTO H ES
Andr Gerard, artista graador... Amoedo.
Thupbene.................... Lisboa.
Morand, general reformado....... Porto.
Ilenrique, seu fllbo.......... Augusto.
O dotilor....................... Guimares.
Simo, mercador de gravaras---- Santa Risa.
Rechibourg.................... Pinto.
Guenerson...................... Bernardino.
Vareo......................... Borjra*.
Tournay........................ Manlion.
Jos, criado.................... Faustino.
Carlos, fllho de Andr, 10 annos.. Jos.
Valeotina, lha de Andr 6 annos. N. N.
Marganda, Hha de Andr..... D.Eugenia.
Luiza, mulher do general...... D. Leopoldina.
Marcella, mulher de Audr....... Isabel.
Rosa, criada particular do Luiza. D. Jesuina
A scena passa se em P ris em 1844.
Dar fim-ao espaciacuto a iuteressanto comedia
cm 1 acto
Principiar s 8 horas.
Quiuta-feira 1. de junho de
1865.
Recita extraordinaria.
EM BEMEFICIO DO *IOMNI9TA BRAS1LEIRO
Fraucisco Huniz Brrelo Jnior.
Primrira parte.
A lin la comedia em um acto
UM M V 1(1 IIO
VCTIMA DAS MODAS.
Segunda parte.
Grande phantasia pelo bonefciado sobre moti-
vos da opera
FILIL DO It5 <.lli;\ I .
Terewca parle.
A chistosa comedia em 1 acto, intitulada
MS TENTACOESa
o
Tomam parte nesta comedia as Sras. D Euge-
nia, D. Camilla, D, Jesuina e os Srs. Teixeira e
Piulo.
Qnarta parir.
Grande phantha vos da opera
AWl ASOL*A.
Quinta parle.
Grande scena dramtica pelo-actor Amoedo em
carcter demarinheiro cega
OerrapilD no mar.
Se*U parle.
Variaces burlescas pelo beneficiado sobre o
motivo da opera
CABNAVAL DE VENEZA.
Stima e ultima parle.
O applauuido duelo cantado pela Sr.' D. Euge-
nia e o Sr. Lisboa.
0 ESlHMf; E \ L\VA!)EI\
Comecar s 8 horas.
O resto dos liilheles. acham-se a disposigo do
publico no escriplorio do iheatro.
Ceat e ITarauhao
SefDc con brvido'e hiato nacional Lindo Pa-
quete, capHiS* Joo Jos dos Qneij* Jnnor : para
a)Hoinacaraq^e ainda pode adqieinr, tratase
com Antonio de Almeida Gonw, roa da Cruz n.
tV, escriptorio. ^____...^^
COMPANI \ PBRNAMBCANA
M
.VtvegavSo cosielra por vapor.
Parafayba, Natal, Mac), Aracaty e
Cear.
Segu o vapor Pcrunmga,
commandanre" Rates, no da 1 de
junho prtiximo. Rercbe carga
at o dia 6; ene muund*, pas-
sageiros e dinheiro a fr-te at o
da da .-anda as 2 horas da larde : escriptorio no
Forie to Mallos n. 1._________________
Para
Est carga o brigue escuna nacional Gradosu
cacillo Jaciniho Annes da Cosa, r.ra.-igoalario
Antonio de Almeid*' Gomes, roa a groz n. 21,
primeiro andar.
A Illm.* junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
no da Io de junho pelas 4 horas da tarde, na
sala de suas sessdes coettnaam- a Ir a praca para
serern arrematadas pelo lempo de 1 a 3 annos as
rendas das easas ahaixo declaradas.
Os licitante denoto cumpaaceer^aeojmoanhados I do o terreno forako.. Bscrivo,Cmii)a.
de seas fiadores euwnunidos de cartas dvstes, ;r" A ^* '*. j "j -t ^-.i.
No da 3f> d i orrente. depois- da audiencia
No dia i de junho prximo (inda a audien-
cia do Sr. Dr. juiz manicipal da 4* vara, ir a pra-
Qapur venda.una ca*a eu um sitio ao lugar do
Barro. Veamolbo, nela.,va4iaf da 3f 06, a reque-.
riinnilu de. oneulo.DomtRgue dos Santos, inven
taante dos bens deixados |>or Antao da Costa, sea-
Ruadas Larangeiras.
Casa terrea n. 3 particular e 17 pu-
blico..........
Roa do Rangel.
dem t>. 6 particular e 56 publico. .
Raa de S. Goncak.
Idemn. 11 particular e 2i publico.
Raa do Rosario da Boa-Vista,
dem n. 14 particular e 58 publico. .
Ra da Madre do Deo*.
Casa terrea n. 26 particular e 22 pu-
. do Sf. Dr. jtuz municipal da 1* vara, tem de ser a
OMO0O i u"'m* pra?a da arremalacSo da propriedade sita
300*000
19290*30
J68JW0&
blico.......... 900#000> corrente.
na roa dos Goararape*, pela avaliafSo de.....
U:.30OOU, por execooao de. Joaqulm Lopes de
AlmeUh contra Domingo* Jos Pereira da Costa e>
sua molher, como melhjr consia do escripto em
mao do porteiro.
A pra;a dos sobr.-d >s e casa tecrea da na
Direita dos Afogados, pelo Sr. juiz municipal da
1* vara (leou iransferida para terca-teira 30 do
A7IS0S MARTIMOS.
COMPANHIA BEASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR,
I) is portos do norie esperado
at o dia 31 do correte, o vapor
'Pocinlins, commandante o pri-
meiro teoenie Pedro Hyppolilo
Duarte, o qual depois da demora
do costume seguir pora os oi.rtos do sul.
Desde j receben) se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
raendas e dinheiro a frele at o dia da sahida as
2 horas : agencia ra daGruz n. 1, escriptorio de
Antogio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA PERNAMBUGANA-
DE
Naveguen costeira por vapor.
Macri e escalas.
Segu no dia 31 do cerrente s
o horas da tarde para os portos
do sul 0 vapi.r Mniniitijunpe, i-.i.-n-
mandante Moura. Recebe carga
____ at o dia 30 ; passageiros, encom-
mendas e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde:
escriptorio no Forte do Mallos n. 1.___________
Par* Rio de Janeiro.
Pretende seguir com murta brevidado o parhv
bote Ptedade, tem parte do seu carregamento a
bordo, para o resto qua Iha falta e rravos a fre-
te para os quaes tem excellentes comoiodos, tra-
tarse com os seus coosignamrios Antonio Lniz de
Oliveira Azevedo & C, no sea escriptorio ra da
Croz o. 1.
pra Lishe*
Vai sahir breve o brigue portuguez Laitt 11. ca-
dilo.A. F. Viera, recebe carga e passageiros* tra-
ta se com o consiguataaio E. R. Ruello ra. do
Trapiche n. 44.
' coiprai bbasTleiba
DE
PAQUETES A VAPOR.
E" esperado do porWs do sal
at o a- 31 do corrente, o vapor
Paran, commandante e capito
;'de fragata- Antoaio laqoim do
Sama Bantiaaa, oiqafali da#ei da
demora'So'^sliitiie seguir* para os portos do
norte.
Dasdej recebemse passageiros e engaja-se a
earga.qua o vapor poder conduzir, a qual. deveja
serejmharcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia di sahida as 3 ho-
ras da Urde.: agencia ra da Cruz n. I, escripto-
rio de- Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & CL
Vende se o veleiro e bem conhecidn patacho
'; nacional Palma, da lote de 231 tonelladas,. cons
truldo em 1861 : a tratar com os coasigoaUvfiS
Henry Forster & C, ra do Trapiche &. ft-
Rl 4e inri i o
A barca brasileira Jovem Patmira de- primeira
clase, segoo com brevdale, elemmea carga
contratada, para o resto, iralase com o consigna-
tario Jo.io Francisco da Silva Novaes : Tr3vessa
da Madre de Deus n. 5.
Para a Babia
pretende sahir com mnit brevidade a veleir es-
cuna Khzn |.r ter irrfor parte dacafga, e para
o resto que Illas falta lraw*oicn,oc Joaquim Jos Gmicatvea livino na rado'Vigao
n. 10, primeiioandar.
LEILOES.
Ivi'il de divida*.
Martinsfar leililo pnrOrrtimi do Illm. Sr' Dr.
Claudino de Araujo Guimarae cnsul de'Portu-
gal, das dividas activas dos e.nolios de Firmino
Pacheco Gomes e Antonio J do estas na importancia de 1.COOJ8O0 rs., e
aquellas na da 3:18530 rs. em letras e contas de
livro, asrelacoes se acham em poder do mesmo
Martins onde, podem ser examinadas.
Terca-feira 30 do correte
BNMNB
em sen escriptorio ra da Cadcia n 9. as 11 horas
Lcao de movis, cryslaes, joias de
ouro e ri'lojiios etc.
HOtlE.
Terca-fcira 30 Mo crrente 5 11 lloras.
(Sem iiiilcs.)
CordeiroSimoes f.ir leilodel mohilla de ja-
caranda. 1 cama franrer d Jacaranda, i mobilia
de amarello, 1 rico guarja lourja, I estante para
livros, cadeiras de balance, I secrelana, 1 guar-
da roupa com espclho, 1 carteira para escripiorio-
I prensa para copiar cartas, I locador, 2 manque,
zas, 12 caileiras de jacaraddn, 1 mesa elastic*^ l
cama de ferro, 12 cadeiras de amarcllo, diversis*
cadeirasde faia, copos, garrafas, caficea, ajiarelnos
para cha, relogios de paredo, dilos de algibeira,
aderemos de ouro, e oulros muilos objectos que ta-
lar patente aos compradores.
Sera offectuado o leil.io a ra da Cruz n. 57.
Tran-feieiiria to leilo de moiilio.
Para quarta-fei a 31 do correle.
Em comamiaaaia do mao lempo nao (ide "ser *
efTectuado o leilo do Rvm. Sr. C A. Austin an-
nnncia'lo para sexta feira por cujo motivo ficft
transferido para quariafeira 31 do corrente na
ra .o Hospicio u. 26, as i 1 horas da maubaa as-
sim como o cav.illo tambem annonci Todas as semanas
l\o grande rmazem do agente
OLYMPIO
1
3(>-Rnada Cadela do Becifc--3ti
LEILAO
Das veas, vergas, ni isiatts^ calos
nioiles, signaes, :gu!has de marear,
lona, 1 ocul, 1 barmetro, sobre-
celeules e mais objectos da barga
ingleza Felisbellai, assim tomo 2
botes"* i salva-vida. ^ ,
Quarta-feira 31 de maio. ~C
%; aliadrsa armazem n. 11
Jorge Milne. capiao di barca ingloza Fcli.-hel-
la>, naufragada por fnrea maior ao entrar da bar-
ia neste porto, far leao>coni licem-a do inspec-
tor da alfaodega com a presenta de um emprega-
do da mesoia rep^rlicao para u flm nomeado, com
autirisago e assistencia do eon'ul de S. M. Bri-**
tannica, por intervengan do agente Pinto e por con-.,
ta e risco de quem pertemer, de todos o> objectos"
cima mencionados, salvados da referida barca e
existente na alfandega armazem u. 11. aonde se
elTectuar o leilao as io horas do dia cima- dito.
JLEILA&
do
D.
De urna canoa de can eir que pega 10- pes-
soas e ura.balel que carrega de 300 a
40 f ixwe capim.
Quarta-feira 31 de mal.
Ao meio dia.
O agente Pinte far leilao a requerimiento
Inventariante dos bens deixados pela tinada
Francisca Maria ae Carvalho S e Oiiveirr.'e.por -
despacho do Illm. Sr. Dr .juiz municipal di p-
meira vara, dos otij"Clos cima ment-ianados per-
tenceates ao mesmo inventario, o leHo ser elfec-
luado ao meio da do da cima dil no trapiche
da alfaihlega, por occasiao da venda dos salvados
do barca ingleza -Feli.-liella
Leii**
De. ui grande sitio na entrada do Ho-
sariuho.
Martins far leilao precedida a competente au-
lorisa<;;io do melhor sitio na estrada do llosarintio,
c im immensas fructciras de lodas as qualidades,
urna grande capo.-ira onde se aaroniram madeiras
de qualidades, boa baixa para eapnn, grande casa
en ponto alio e a moderna, cimu-ndo 6 satas-, i
qoarlos, copiar, cosinha fora, aUlHMria para 3 ca-
vallos, analmente urna exceliente acquisigao pa-
ra quem quizer morar fora da cidade.
Quinta-feira 1-de junho.
O leilao tera lunar a ra. da Cadeia n. 9, pci-
meiro andar, as 11 horas.
Leilao de l O eaixasi com c*r
veja.
Quinta-feira P de jocho.
O agente l'esuua- ara leilao por conta la- ns<-o-
deqpem,per*encer d OOeaiaas com (ja.do
maraa acreditaba en,mu ou mus lotes a voutuile :
quinla-feira 1- de junho as 10 horas da taanha no.
armazem do Sr. Azevedo defroule da es-adinha ii,
alfandega.
'
MISOS DIVBSGS.
Vfva o-- pro.a?rs904
N,ioJu.iiaw esl nosso Pernamb^-ncnrafarpo cok a piande
capital de RranQa, ai>gnete-as*1* rribacao de
toda a parledo miiiiil-i, uns arutados de sancio-
nas sacando lesse infernal inslriim-nlo sons qu
s6o dtab.1 os pti'le ouvir, o-itro< de realfjos qoe
suas d'fBceis excrnc6?s depcnle no moviioento
do brago, oulros einlim de sacco as costas arran-
cando denles e meSto* com nm pauto, dizendo
qae sem dr, e arrancando tambem os colres
aos tolos vendeado Ihe frascos de elixir, dijenrio-
llie que para conservar e niu di>iruir, ludo Isto
progresso, adeos meu heroa de raca Paraguna
at outra vei.


MUTILADa


i
Marte 4# rernambnco .- Ser* feira _e Maio de lStt&
i.
LOTERA
Aosi 0,000*000 e 2,000(l00.
Terca-feira 0 de junho do corrente au-
no, se ex tratar pelo novo plano abaixo pu-
blicado, a 5* parte da l' loteria (18*) a
CASA DA FORTU
Aos 10:000^000.
BllJietes garantidos.
A' sua doChkspo n. 23 e casas do costumi.
Oabaixoassignado vendeu nos seus muilofeli-
'es bilhetes garantidos da lotera que se acaben
GRANDE ARMAZEM QA
IXPOSIQAO
DE
!ir*VlSn!?,Vl^^^^^^
para canalisacSo d'agua e gaz no hospital
Pedro II, no consistorio da igreja de Nossa
Senhora do Rosario da freguezia de Santo
Antonio.
Os bilhetes.meios e quartos estSo a Ten-
da na respectiva thesouraria ruado Cres-
po n. i 5.
Os premios de 10:000,0000 at 20#000
ser3opagos urna hora depois da extraccSo
at asi horas da tarde, e os outros depois
da distribuic3o das listas.
As encommendas s r3o guardadas so-
mente al a noite da vespera da extracco
como de costume.
PLANO
Para as partes
DE
LOTERAS
Approvado pelo E\m. Sr. presidente.
3000 bilhetes a 10*000............30:0005000
Benflcio, sello e commissao 24 0|0.. 7:200*000
Liquido......22:800*000
i Premio de........ 10:000*000
1 Dito de.......... 5:000*000
1 Dito de.
t Dito de..
6 Ditos de
12 Dito- de
24 Ditos de
80i Ditos de
850 Premios.
2130 Braceos.
100*000
40*000
20*000
10*000
800*000
400*000
600*000
480*000
480*000
8:040*000
-------------22:800*000
-"
\
.1000 Bilhetes.
.N. B. Os premio* maiores de 400*000 cstao su-
geitos ao descont da lei provincial, e os maiores
de 1:000*000 ao da lei geral.
Thesouraria das loteras 11 de maio de 186o-
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza
Manael Lipes da Silva retia-se para fra do
imperio.________________________________
O capitao Porfirio, cemmandante de cavalla-
ria, perdeu hontem 29 urna carteira, ao sabir do
oartel as 2 horas da tardo at sna casa, junto da
Lintiiciio do Starr ra da Aurora. A mesma
carlgira continha 25* em dinheiro, cerlos tapis
quej podem servir ao seu dono, e mais um bi-
Ihetlde loteria da corle : quem a tiver achado e
Ir restituir a seu dono, ser generosamente
gratificado.
Prcisa-se de um menine de 13 ato annos
de idade para caixeiro de taberna, anda mesmo
com puuca pratica : a tratar na ra da Assumpco
numero 12.__________
Precisa se de um feitor que seja capaz, e dando
boas informacoes, sendo casado d-secasa propria:
na-rua Nova n. 19, primeiro andar.
Preosa-se de urna ama pa-a casa de ponen
familia, paga-se bem agradando : na ra de Hor-
tas n. J30._____________________________
Roga-se ao Sr. Joo Silverio da Silva, cu
quem deste senhor tiver noticia, de dirigir-se a
ra do Imperador n. 12, a negocio de sen inte
. resse. '____________________________
\ -^~Ausenton-se no da 10 do corrente o escravo
>Luiz, estatura b^ixa, levou caasa e calca branca
- de algodezinho, tem sido visto as Cinco Pontaa.
ra Imperial e Afogadis : quem o pegar leve o
em Santo Amaro, em casa de seu senhor Manoel
Custodio Peixoto -oares, ou na praca do Corpo
Santo, que ser grtificado.__________________
AMA.
v Precisa-se alugar urna escrava ou mesmo forra,
(fui; compre e coziohe para casa de duas pessoas :
ua ra de S. Francisco n. 54.
Ana
Pivcisa-se de urna ama coznheira : na ra do
Hospicio n. 36.
" Alnga se o grande armazem do sol da ra da
Concordia, proprio para qualquer esianelecimento,
assim como a loja do sobrado da ra Diseiia n. 64.
Le um sitio no Jacar, com casa de pedra e cal,
com muitos arvoredos de fructo, e terreno para
plantiguo e criacao de vaneas : a tratar na roa da
Concordia, no sobrado dt armazem do sol n. 34.
ra da Boa-viagem, os seguintes premios .
Um quinen. 35 cora a sorle de 6:000*000.
Um quarto n. 703 com a sorle de i:2oO*000.
Um meto b. 591 com a sorle de 400*000.
THOMAZ TEIXEIRA BASTOS
K 60-Rua da Cadeia do Eecife-N. 60
nP I flNnRF lt0 Rua da erzala Novan. 4.
AOINCIA DA
FundlcSo de Low Moor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e balido para enge-
nho.
ii
Para as
Arreios d.' carro para nm e dous cavallos.
Relogios de o^ro patente iuglez.
americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
Precisa se de um irabalhador para feitor de
um sitio : trata-se na ra larga do Rosario o. 20.
Caixeiro.
Todos os arligos abaixo mencionados, foram comprados recentemente pelo dono do estabele-
um meto a. 591 com a sorte de 400*000. wn^J^hf '"W'Jl^1***, e, P?"** L*** Birmingham, Manrhesler, e em diversas cidades' KelORO
j".-..-._i, *r. S-$_^_sw_^s:sf^^ a
da Fortuna roa de Crespon.23. *?* !^**"ol> ** oato, como irancelins,correntes,oculos. face-maios, anneis, e muitos
Acham-se a venda os da 5' parte da |> loteria Sff' rJ*/WS** on-roi ,n,es'f do afaraado fabricante Bennetle ; completo sorliroento de fa-
(18-> beneficio da Santa Casa de Misericordia ^^
paracanalisacaod'aBuae saz no hosnital Pedro /%!' om?,-.Tl VfcR> LublD' L- Le8rand, Ed. Plnaud & Meyer, De ettrer Parfumer e du
Terahira 6 de fuoho P I S?0Dd gan,)' Vlolet' Soci?, Hygieniqae, Moopelas, Mailly, Begnier, P. Goeland, e raglezas de Eug.
PREGO Bimrael e oviro* ; ricas galantarias em narfloi, mar de perola, etc., fabricadas na China e no Japo;
Bilhetes. V. 12*000 _KJ2?fi_2H l? ZT^u" t"*?" Dfs,a "dade bem assim modernos lustres Oferece-se um moSo para caixeiro, cora bastan-
Meios......6*000 l08 a nara.nKSf-it. P JI serpentinas, caslicaes, enhiles e adornos para cima de con- te prat.ca de taberna, e d fiador a sna conducta :
QuartOS.....3*000 'S'm^rnna^
caftn mi* nmnrarm H 4nnA0ftn t>,nodernos apparelhos de metal fino mgle para cha car, os quaes nada tem de inferior prata, da Indeoendencia ns 6 e 8
pessoas que comprarem de 100*000 emu.tas outras pecas do mesmo metal, ricos pentes de tartaruga da ultima moda para trancas de se- 'P 8 A .--------
nhoras, etcelientes luvas de pellica do afamado Jouvin, apparelhos de porcelana fina para cha e caf, Precisa-sede urna ama de leile S era Fra
dilos para untar, e immensos artigesde porcelana fina dourada, como ricos vasos para flores, figuras, jf0/.^. 'ravessa do Chafan n. 13.______
etc.; calcado dos priocipaes abricanles e Paris e ditos de panno cfm sola de borracha, pianos dos! Lulz Ferreira de Imeid e Francisco
celebres fabricantes Pleyel.Wolff ti C, realejos modernos de Gavioli & C, para se tocar na ra, dilos: de Azevedo Andrade, fazem sciente ao respeilavel
com nguras para saldes e dilos com figuras era movlraenlo ; modernos e bonitos instrumentos de physi- publico e com especialidade ao corpo do eommer-
ca|(magicaj para thealros ou saloes, ditos de phantasmagoria ; lanternas mgicas, cosmoramas com cioquenesta data dissolveram amigavclmente a
vistas novas, da e noite ; stereocopios de nova invenco e com helio sortimenio de vistas das principaes sociedade que linham na taberna n. 13 do largo do
uropa ; grande sorlimento de brinquedos finos para criancas, e bonecas fallando papai, | Carmo, que girava .-ob a razao social de Almeida i
extinctii, pertencendo o
em dianle 20 ex-socio An-
t-soclo Almcida pago c satis-
de seu capital e lucros,
nadadever daextincta firma,
mas se alguent se jnlgar i-redor teuha a hondade
de apresentar sua conta no prazo de tres das na
reforida taberna.
Recife, 26 de miio de 1865.
Lnt Ferreira de Almeida.
Francisco de Azevedo Andrade.
para cima.
Bilhetes.....11*000
Meios......5*500
Quartos.....2*750
Manoel Martins Fiuza.
{ VBI!%"EXE
P0HTD6UEZ UE LKliUHl B PER-
IVAtBCO.
Por ordem da
e
delros
Attencao.
Precisa-se de ama mulhtr de idade e honesta
para casa de poura familia, dndose a comida e
ronpa : na ra das Cruxes a. 37, primeiro aodar.
(M proprietario de urna excellente sola no-
termo de Iguarassu', recebe animies para alli en-
gordarem, tamo cavallar como aecom, mediante
a paga de dez mil ris por cabeca, podeodo serem
alli conservados por om auno : para tratar e me-
Ihor esclarecimento, os preteBdentes se devem di-
rigir rna das Trlncheiras. sobrao n. 48, primei-
ro aiidar.
~ aSa
Precisase de ama ama para cozinha de nm
casa de pouca familia : na ra Direila n. 91,
meiro andar.
pn-
Precisa se alugar urna ama que seia escrava
para o servlco de tasa de pouca familia : na ra
da Imperatrlz n. 17.
Precisase de urna ama para cozinhar, que
seja fiel e despachada em seus su vicos : na ru
do Imperador n. 46, primeiro andar.
O abaixo assignado declara qne desde o dia
17 do corrente deixou de ser caixeiro dos srs. Cas-
tro A Lima.Antonio Joaqnim Fernandos
"'""".'' u" ""'"P" 1 ituue sorniueuw ue onnqueuos nnos para enancas, e bonecas Tallando papai, t^armo, que girava ob a r
mamai; grande sorlimento de candieiros a gaz, os que se lem feto de mais elegante e que tem mere- Andrade, ruja firma lira
cido toda a aceitado na Europa, grande e magnifico sorlimento de caixinhas, cestinhas e outras galn- estabelecimento de hoie ei
turne latine . -~J- ^_____________. .. ." ^ "" i ... *
A. Joaqnim Vinhas Maia
Secretario.
Estrada de ferro do Recife a
S. Francisco.
AVISO.
O superintendente interino desta estrada de fer-
ro, tem a honra de chamar a altencao dos Srs. es-
peditores e recebedores de mercadorias, para os se-
guintes arligos das Jarifas e Instrnctfes, offlcial-
mente reconhecidas como regolamenlo para os
transportes desta estrada de ferro, dos quaes se v
que a companhia nao responsavel por perdas ou
avarias de gneros deixados em seus armazens.
Art. 35. Os objectos cujo transporte se effec-
tnar pela tarifa n. 2 tem direito a urna demora de
24 horas na estacao da cidade e de seis dia? as do
exterior por conta e risco de quem pertencer. Fin-
do que seja o prazo fixado pagarao a seguinte ar-
mazenagera por arroba e por dia.
Pelos primeiros 10 das, 30 ris.
De 10 a 30 dias, 50 ris.
De 30 a 90 dias, 100 ieis.
O abaixo assignado deixou de ser caixeiro
dos Srs. Castro A Lima desde o da 24 do corren-
te merAntonio^e Almeida Lima.
Na roa estrella do Rosario n. 24, loa, pre-
cisa-se fallar ao Sr. Miguel da Cnnha Araujo Pi-
nheiro, rendeiro e consenhor do engenho Deslino,
ou com algum prente 00 procurador sen.
Precisa-se de urna ama para en^ommar e co-
Os! ser, para urna casa de duas pessoas: na ra da
' Imperatriz n. 34, primeiro andar.
O bacharel Joo Franklin da Silveira Tavora
advoga no escritorio do r. J. de Campos, praca
de Pedro II n. 2.____________
Descoiitam-se notas do banco do Brasil e das
caixas filiaes: na praca da Independencia n. 22,
Duarte & C. eslabelecidos no largo do Car-
mo, ra do Queimado e imperador, pedem a todos
os seus fregirezes que se acham devendo, o favor
t^^Jn"VileUe '' mach,Di,s P. /"r o chao, excellenles machinas para pbotographia para 'COm o Sr. J*s Pinto d Souza a comora^do uten de mandarem pag-.r at o dia 15 de junho vindou-
nminS a mnrtdf kT^U ''?os, blloes d.e papel fin ,rnfP"e e linternas coloridas para; cilios de sua refinacao sita na ra Imperial n. 2ol: ro-e findo e,e P"so RDWicaremos seus nomes por
mThh i J,' >alva"v,da {|e borracha, para homens e senhoras, propnos para quem se alguem se aehar com direito aos memos tenha extenso' e fe 8SB1 nao fizerem mandaremos co-
I,. o? pPrvpiiUf.ar,rehS r a ame,xas novas em citnhas, blscoilos ingleses em latas, graixa in- a bondade de apparecea na mesma ra n. 124, no brar Judicialmente sem excepgao de pessoa.
gieza / cerveja era barricas das principaes marcas de Londres, queijos etc., e muitos outros arligos prao de tres dias
ralos seria um nunca acabar, e todos se vendem barato e inuitJ baratu no grande ar-_____________I___________________
tl^i^J^T'^ fT? ihAS 5rl'to '? de So1, benP'"..c'je8 e ditos para carros; machinas para fazer caf, ditas para baler ovos, proprias
preencludas as formalidades dos g 1" e 2 do art. para quem faz pao-de-lo, bolinhos, etc.; bellos cortinados arrendados, verdes, encarnados e brancos ;
'l! rSffi o .. a r -, < PTS ?ara COb.r'r me8"' bol?as raDdes e PequeDa para viagrns, e ontros arligos, como cobertores
,a. *> Gabinete Portuguez de Le.lura 26 malas, eje; sortimenlode violoes linos; figuras finas e jarros de alabastro galantarias e ouiras pecas
ae maio ae 1 sno. ni mima nara fm ano nK.hi.1.. ...._.____t-_ _______ ___..' B ,K*
Aviso
Manoel da C sta Campos tem justo e contratado
mazem da Exposicao de Londres, na ra da Cadeia de Recife n. 60.
Precisa-se de urna ama de lei te: na ra Im
perial, sobrado n. 87.
DINHEIRO FRANCEZ.
Vendem-se moedas de 011ro e notas do Banco, e bem assim urna colleccao desde um centesimo
at mil francos: vende-se barato no Recife ra da Cadeia n. tO, na armazem da Exposicao de Londres.
Na rna da Aurora casa n. 38, precisa-
s de urna ama de leite: a tratar na mes-
ma casa a qualquer hora do dia.
Precisa-se de um bom caixeiro ou official de
bstica que queira ir para fra da cidade, por or-
denado, ou como interessado: a fallar na ra lar-
ga do Rosario n. 34, botica.
.4 luyase
nm silio na campia da Casa Forte, com duas ca-
sas, urna a em que mor.u o fallecido Thomaz de
Aquino Fonseca Jnior, feita a moderna, e conten-
es
<
o
z
o
a
O Sr. Pedro de Alcntara Monte Li-
| ma, queira dirigir-se a esta typographia a I do'todas as accommodagoes prechas, e utra com
negocio de seu inleresse, :Doas commodidades para qualquer familia: na
rna do Vigario n. 19, primeiro andar.
Aluga.se a excellente casa terrea n. 20, sita
na ra da Florentina, a qual tem commodos para
Snr.iarlnrlA rln cnm,^. w juma grande familia morar muilo a sua vonlade,
uU^lcUallU U.C fetJg U.I OS III11-' assim como um grande quintal rom parrelral, mu-
tuos sobre a vida. ; &A 5"gasl0'elc>: a tra,ar Da rua do
A PREVIDEIXTE.
novas cSdTrSirSt^is "d^LondS dTntAS^to t!S" K. ""eo/ **"* ^< ** ~ Aladra se dous grandes sobados colora-
Himmel, R. Matl.eus 4 C, Lubin, Sociedade Ilvgienica, Piver V ote* L LegranS Deletre Pinaud & i llaDC (lo PoKo d ''? DUa,Ie8t far"!1,a'. nV0S e afeiados*
SSS1^ ^a!a^h.0cem-P5/,?m,ar,as para fazer Presentes, e muitos outros arligos que se vende por | cuidadosamente, com facilidade comprehenderS
dos,
forma dos arts. 63 e 6o do
abril 1857.
*?. n^ ^ -.merrador,asr CU,J transporte se menos de seu valor, bem como todos os arligos era geral existentes no grande armazem da Expsito que com om pMueTde4i!boo cadTano aduut
eneetoar pela tarifa n. 3 lem direito a orna demora de Londres, na rua da Cadeia do Recife n fio i ..sl i"s'iucuu e.seu>uui u iaua auno auqui-
de tres dias na estacao da cidade e oito dias as "ra e-,n P000 ,emP uma for'una. iue as P^rao
ao abrigo da miseria, se por desventura sua esta'
lhe for oater porta.
Para senhoras.
Ricos e modernos pentes de tartaruga para tranca de senhora, o que se tem feito de mais ele-
do interior, lindos os quaes pagarao 200 rs. por to-
nelada e por dia de demora. A eompanhia em taes
casos nao responde pelos extravos ou dainos, t
Por um officio do Sr. engenheiro fiscal interino
datado de 24 de maiode 186o foi decidido que se 8ante ato presente : vende-se por menos de seu valor'para se liquidar'no grande armazem da Ex- SnSft!ffi5oA AfTS!W"?r <1"e ?ao '
nao se deve permiltir a continuaco do abuso, que posicao de Londres, na rua da Cadeia do Recife n. 60 4,0110.000*000 do banco Allianca, que,
se pnlica em varias eMacoes de entregar gneros'_______________________________________________________ midade do mi* 6I
e deixa los [icrmanecer os armazens da rompa- i
nhia por dias e at ior semanas inleiras sem des-; LllVaS IlOVS lfi TOllVlll
?
Atten^ao.
A pessoa que annunciou precisar de uma senho-
ra para encarregar-se da administraco de uma
casa de pouca familia, pode dirigirse a prac> da
Boa-Vi$t n. 5, segundo andar, que achara com
quem tratar.
1
Desappareceu na quarta feira, pelas 8 taora<
da noite, do hotel d'Aguia d'Ouro, rua eslreita do
Rosario n. 23, o moleque por nnme Luiz, com os
sigdaes seguintes : alto, secco do corpo, sem bar-
ba, tem urnas marcas por baixo de um c-lho, cheio
do rosto, bem preto, ps e mos grandes, bonita
figura, falla grossa, levon vestido caiga e camisa
branca, sem chapeo na cabeca, costuma andar de
socia cort outros, pode ter a idade, pouco mais ou
menos 18 para 20 annos : quem e pegar leve ao
estabelecimento cima, que ser recompensado
generosamente. O dito escravo a uilo conheci
do nestajedade por ter andado com um taboleiro
na cbega, conduzindo almocos e jantares.
Cavallos furtados.
Furtaram do engenho Papic, comarca de Xaza-
reth, da estribara de Antonio de Barros Lima, na
noite de 21 para 22 do corrente, dous cavallos, um
ruco rodado, de meio, de 7 a 8 annos, bem feito,
inteiro.arrasta os c9ro> dos ps quando anda e cor-
ta-se as maos quando est muito Irabalhado, tan-
to que tem as marcas, s anda xoto, e lerdo; o
outro ruco vermelho, peqneoo, bem feito, o es
pinhaco um pouco baixo, tem uma marquinha de
cangaiha no quadril esquerdo, tanto que os cabel-
los que nascem neste lugar sao em p, e a coslella
mnima deste mesmo lado esquerdo mais longe
do quadrl que a direila, eslradeiro baixo, estra-
da de dous, e as vezes corta a estrada, e tarabem
^.intefro, etem ambos este ferroLABno quarto
direito ; furtaram tambem uma sella e freio da
mesma estribaria.tudo em bom estado e eonduziram
os rae8mos avallos : pede-se, portanto, as auto-
ridades policiaes e as pessoas a quem forem ofTe-
reeidos os referidos cavallos a apprehenso dos
mesmos, e levaren) ao referido engenho, qua serao
recompensados. _________
Precisa-se alugar uma ama que seja escrava
para o servico de casa de pouca familia : na rua
la Imperatriz o. 17.
Neohuma das companhias existentes pode offe-
recer aos seus associados garantas como as que
Ihes offerece a Prndente, que sao o capilal de
na con tor-
dos estatutos desta sociedade,
responde aos seus socios pelos actos e boa admi-
nistradla da sua gerencia, bem como pelas dos
pacho ; e que desta data em diante ser cobrada I ^u'" "v wv vu *" I seSii,e"l?l'fg'es ? "* representantes.
armazenagem de taes gneros assim deixados 24 VenJera-se excellenles luvas Je pellica recentemente chegadas de Paris, tanto para homem co- hia' P,s> Pais.de f,milia. corre a inscrever vos-
horas depois de recebids as estacoes de accordo mo Para senhora por menos de seu valor, para se liqi*'*~ : no grande armazem da Exposicao de Lon- so uon!e na ."evidente, por vos ou por vossos filhos,
com a tarifa, pela qual se efectuar o seu transpor- dres> na rua da Cadcia d Reeift 60.
le, e de conformidade com os precos laxados pelos--------------,_______,_.......____
arligos cima transcriptos.
Em virtude do officio diado foi tambem resol- (
vido que os cascos vazios (quem snjeilos a arma-:
zenagem, se nao forem despachados dentro de 24'
horas depois de serem recebids na estacao espe- :'
ditora, ou nao forem retirados da estacao da cida- i
de depois de chegados. Este prazo ser de seis das
as estacoes do Interior quando estas forem as do
destino de taes objectos, como dispdem os arts. 35
e 40 citados.
Teudo a companhia estabelecido o telegrapho!
elctrico especialmente para o seu servio e o do
governo se obriga somente a es tender o seu uzo ao
publico em geral sob a cndilo de nao ser respon-'
savel por damno algum ou prejuizo, que possa oc- |
correr na transmisso de qualquer aviso ; entre-
tanto a adminstracao tomar lodo o cuidado nao
sopara que esta romo qualquer outra de suas re-
particoes desempenhem seus deveres satisfactoria-
mente para com o publico.
Do Io de junho prximo vindouro em diante a
estacao lelegraphica de Aripib ser supprimida.
Villa do Cabo, 29 de maio de 1865.
G. O. Xann, engenheiroe superintendente interino.
VCIONAL
Companhia geral hespankola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21
DE DEZEHBRO DE 1859
i l.<;
Alnga se uma sala do primeiro andar da rua
do Queimado n. 41 : a tratar na mesma.
ma ianca em dinheiro, depositado nos cofres do estado, eamMe
iu inis ta cao ila companhia..
BANQUEIROS DA COMPANHIA
O Haaco de Hespaaha
DIRECQO GERAL
lladrld : Rua do Prado n. 19
e veris assim, em pouco lempo, um futuro cheio
de ventura e proficuidade, que por outra mateira
se nao conseguira e com tao pequeo dispendio e
sacrificio.
Subscriptores at 20 de abril proxinu passado.
Subscriptores. (Juautias subscriptas
Moeda forte.
i Capital subscripto al 20 de abril, j
publicado.....................
1 Albino Jos da Silva..............
Augusto petar d'Azevedo Guedes...
Amerlco Nones Correa............
Antonio Alves de Mora s..........
Manoel Duarte de l-'igueirdo.......
Manoel Marliu- d'Olivmra Azevedo..
M. 4. II. T.......................
Jos u'Azevedo Maia e Silva.......
Antonio da Silva Puntes Guimares..
Manoel Gomes da Cruz...........
Antonio Lourenco Teixeira Marques.
Bernardo Jos d'Oliveira Machado...
Jos S Leilo Jnior.............
Domingos de S Pereira Jnior.....
Flix Venancio de, Ganlalice.......
i Vicente
m\mmmm M-ms&m mmm
O bacharel Louri-nco Aveliiio de Albu-
querque Mello continua a Wr seu esc rip-
ien o de advogado nos auditorios e Irib
naes desta cidade : na rua do Imperador
n. 40.
Consultorio mrdico-ciriirnico na rua lanja do
Rosario u. 20.
O Dr. Joo Ferreira da Silva regresando a sua
casa, contina ein o exercicio de sua prolisso nao
s na parte medica como tambem na cirurgica.
Precisa-se de uma senhora nacional ou es-
trangeira rara am i de meninos, e rapaz de, na
ausencia da dona da c-f3, se encarregar da ge-
rencia domestica. para casa de familia, que
paga c trata bem : na rua da Imperatriz, sobrado
n, 15, primeiro anda.
141:6005000
5:0003000
uvmooo
2005000
l:000M)
1:2505000
1:2505000,
6:2505000|cai
2505000
l Precisa-se de uma mulherde meia ida-
s de para casa de pouca familia, que saiba
g c.r>sinliarc engommar : na rua das Cru-
zes n. 37.
Pedc-se ao Sr. Jos "jmes Silverio (de Santo
Anloj o favor de appareeer na rua do Queimado,
0 abaixo assignado, thesoureiro da
associaifio protectora das familias dos vo-
untarios da patria, cometa a pagar, ro dia
Io de jimlio prximo futuro, em c-sa de
sobre
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinac5es de supervivencia dos segur '0ii Joaqun Alvos............... 2:5005000
a vida. Jos Fernandes Lima.............. 1:2305000
Nella pode se tazer a subscripcao de raaneira que em nenhum caso mtflUfi |cr n.nti dos Je! Joaquim Leiiito.............. 3:73 5000
gurado se perca o capital era os juroscorrespondentes a estes. 'os Antonio de Brito B stos....... 7:5005000
Sao to suprehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole de A NACI! Joaquim Luiz Ferreira Leal........
DAL,que ainda mesmo diminuindo uma terca parte do interesse prodnzido em recentes liquida-1 Silvino Guilherme de Barros.......
.
Na rna da <>uz n. 3 existe uma carta para
a Sra. D. Anna Francisca de Paula Botelho, que
se ignora f ua residencia, e que portera ser procu-
rada.
Criado.
Precisa-se de um erado forro ou escravo para
aodar pelo mato com uma pessoa que appUea-se
em cobrar dividas, cujo trabalbo de criado era
cuidar no tratsmento de dous cavallos, pagare
toem : na rna do Barlholomen o. 45.
Precisa-se na roa da Caleada n. 10, primeiro]
andar, de quem cozinhe e eogomme.
Joaqoim Ignacio Ribeiro Jnior agradece
cordialmeole a todas as possoas, que se dig-
naram assisliras exequias e acompanhar ao
cemiterio os restos mortaes de sua querida
ililij Julia Amelia Ribeiro e de novo Ihes
roga o candoso obsequio de assislirem a
missa do stimo dia, que pelo repens de
sua alma manda celebrar quinta-feira 1- de
junho pelas 8 horas da mauhaa, na matriz
da Boa-Vi sta.
Approveita a onportunidade para agrade-
cer a film.* cmni digna irmandade do Sao-
tissimo Sacramento da dita matriz, bem co-
mo aos films. Srs. ecclesiasticos qie gra-
tuita e de tao boa mente se prestaram a esse Irmandade do Divino Espirito
candoso acto e Ihes protesta sua etern gra _.<
tidao. santo.
Determinando o 4 do art. 11 do nosso cora
promisso, que lodos os nossos irmaos tem por de-1
ver possulr a sua custa uma capa da iazenda mo-
dlo e cor que marca o lit. 123 do mesmo com-!
promisso, cora a qual assistiro a todos os actos
da irmandade. Sao eonvidados lodos aqueiles Ir-
maos qne. se quizerem prover das referidas capas
do declara que se despedio da casa do seu prirn"o RdS^X^V''^^^ '"
Jos Crrela Braga, deixando d'ora em diante de luaePenaLnci
ser seu caixeiro.
ces eco nbinanl j-o con 1 mortalidade da tabella de Depareieux que e adoptada 'pela companhia! Antonio Jos Coimbra Guimares...
_mm u'u .ii.nina a ii/mMiia am n>An Aa ;a-, j .1. o .in.... >. iata..iiA imnai Antonio Valeotim da Silva Barroca..
1:2305000
1:0005000
301)5000 i
1:2505000!
2:50050001 sua residencia, primeiro andar do sobrado
1-2505008r*21 d la'"20 do Livramento, das 6 as 9
Teixeira Goiinbra..... I:2o'o5000i'loras ^a manhaa, e em vista das notas de
matriculas que lhe forem aptesentadas, as
mensalidades a que para com as mosmas
familias est obligada a mencionada associa-
Cao. Recife, 26 de maio de 1803.
Luiz Jos Per?ira Simes.
para seus.vilculos e liquidares, em seguraaos de idade de 3 al9 annos, uma imporsicaonnual
de 1005 produz em effectivo metlico:
No Um de 5 annos.......1:1195300
de 10........3:9425600
de 15........ 11:2085200
de 20 ....... 30:2565000
de 25........ 80:331*000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
ProspecDs e mais informarles sero prestadas pelo snb-direclor nesta provincia.
Joaquim Fiuz de Oliveira, rua daCadeia n. 52, ou a Boa-Vista rna da Imperatriz n.l2,estabel
ment dos Srs. Baymundo,Carlos,Leite di Irmao.
Jos Rodrigues da Silva Borges___
Manoel Jof Moreira___
Virgilio de Castro Oliveira.........
6505000
5:0005000
5:0005000
6:0005000
Joaquim Monteiro da Cruz......... 2:3005000
Os abaixo assipnadns declarara ao publico e
. especialmente ao corpo do comniercio, que desde
i'natai dia ,7 do corr,'nle se acha lifsolvida a socied.i-
5 in'ti na de 1ue t'""1 u0 armaaem de moloades denorai-
JiSSSft -*do Pharol.sito na rua do Bangel n. 73, que gy-
i
Antonio Jos de Araujo Braga, abaixo assigna-
Anlonio Jas de Araujo Braga.
Manoel Luiz da Veiga
Escrivao.

Guilherme Jorge da Molla contrlcto pelo
passamento de seu eompadre e amigo te-
nentecoronel Manoel Florencio Alves de
Moraes, fallecido em Duas Barras no dia
26 do corrente, manda celebrar quinta fu-
ra Io do junho as 8 horas da manhaa, uma
missa na igre,a do convenio do Carmo pe-
los suffraeios de sua alma, pede aos ami-
gos do fallecido para assislirem a este acto
religioso e de saudade, pelo que lhe Mear
su romamente grato. ________
Sortes de S. Jco
Vendem-se lindos papis com esialo para as
sortes de S. Joo : na rua Nova n. 61 defronte da
lllma. cmara municipal.
O London 4 Brazillan Bank, saca por doos
os paquetes.sobre
Lisboa.
Porto.
Braga.
Vianna.
Guimares.
Villa Real.
Coimbra.
Amarante.
lH Companhia fidelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Jaueiro.
AGENTES EM PERNAMBCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo C,
competentemente autorisados pela dlrec- jag
toria da companhia de seguros Fidelida- g$
de, tomam seguros de navios, mercado-8^
ra? e predios no seu escriptorio rua da S
Cruz n. 1.
Precisa-se de uma mulher de meia idade
qne emenda alguma cousa de cozinha e se queira;
sujeftar a fazer companhia a ontra por comida e
ronpa : a tratar na ru. da Assumpco n. 12.
O commeda1or~Jo: Antonio de Aran- ^tjj?
jo Felgueiras na podendo pela presteza _
de sua viagem despedir-se das pessoas, j|g
que tanto se dignaram obsVqnia-lo duran- '^
te sua demora nesta rilado, vem pelo P?
presente significar Ihes sen alto e snce- iax
ro re<:onhecimento,
dens para o
rava sob a razo social de Castro & Lima, ficando
a cargo do ex-socio Castro a responsabilidade adui
"u0 liquidaco do activo e passlvo da predieta Brear-
Recife 24 de maio de 1865.
Jos de Castro Redondo.
Joo de Almeida Lima.
a
#
>fo,fo2>
t
ATTENgO.
Na roa do Pilar n. 123 lava-se e engomma-se
com perfeigio, por preco com modo. v-^
Declaro em alto t bom som, a bem da minha
dignidade, que nenhoma parle tenha na pnblicaco
. feita no Diario de Pernambueo de 26 do cadente
mez, de um sonando fl mado pelo Guinja, acerca
da fallencia do ex-camiista A. E. S. Faco effec-
Jiyo o meo direiloa peito descoberto, nem offender
ceplibilidades.
Juspno Martyr Correa de Mello.
JNegocio de Nazaretb.
O aeohor morador da rua do Sol queira
acodar ntregar a quantia que lhe
Attenc&o.
No armazem do pateo do Carmo esquina da rua
! de Hartas n. 2, ven-se queijo do Serid muito
freseal a 700 rs. a lira, dito de coalha a 640, di-
to suisso a 600 rs.
fe
Para os festejados dias de S. Joao e S. Pedro
I existe na muilo acreditada fabrica de fogos de ar-
ticio da oslrada de Joo de Barros, propriedade
| da viuva Bulino, um completo sortimento de pis-
I tola, craveiros, rodinhas e fogo busrap : como
1 seja penoso a algumas pessoas irem a fabrica pela
i distancia, os pretendenles podem deixar suas en-
. commendas no armazem da bola amarella no oilo
da secretaria da tolicia.____________________
Santo Antonio.
Estando prximo o festejo do glorioso Santo An-
tonio previne-se ao respeilavel publico que est a
venda a trezena do mesmo glorioso santo, muito
bem confeccionado, impresso ntida e broxada
IIC
s
Ninguem faga transacc-ao alguma com os-
escravos Ernesto, Adolpho, Luiza, Caetana,
Maria e Rita, de propneda e da Sra. D.
Tiento e pedir-ihes suas or- &g Francisca de Salles Csniida da Rocha, mo-
Rio de Jaae.ro, aonde as gg | mea f() engenho Amarag de Sennhem,
5, aguarda.
JK<_^i_9_b: i_KSfV*'^) y&'&*MVM pi.'fqtiauto acham-se l.ypotliecados, cotno-
^_Sr ^_TI?_* >! conju ,|o cartoriodo tabellio Salles, e es-
zSfs. tT^zzz^iz vsm; p-seniba,gatls no 'pfii ge'j,l,ft"'a.m
da cidade do Recife : a iraiar na rua da Aurora i daht retirados por mandado concedido ille-
n. 28. galmente pelo Sr. Dr. juiz municipal sup-
- Quem annunciou precisar de umaTehora plentemexerciclo da 2a vara, que nao leve
para administrar urna casa de pou a familia di-: escrpulo em mandar a-Sim cumprir sua
nja-se a rua da Gloria n. 6, que achara com quem | sen tenga proferida no dia 19 do corrente
tralar-_______________________________i mez, anies mesmo de vencido o tempo para
Jos Correia Braga "faz sciente ao respeilavel, inleiposigaO de appellacao, que est j Ik-
publico, que Antonio Jos de Araujo Braga deixou vrada por termo nos autos I!!
de ser seu caixeiro________________________Recife, 26 de maio de 1865.___________
Putlcl Nicolao, dentista universal, faz publi-
co que traspassou o Os abaixo assignados, moradores na rua da Ca- sem dor e sem o menor incommodo, ao Sr. Ricar-
dea do llecife n. 3, tazem sciente aos devedores do Soares de Freitas, morador na rua Direila nu-
da massa fallida de Joaquim Vieira Coelho & C,' mero 32.
que tendo arrematado as dividas pertencentes a |
AVI^O
ATTBCAO
Azeved > & Flores declaram ao publico e espe-
foi re- ciiime^ a" corpo do comwercio, que nada devera
meli'.'da da cidade de Nazaretb a mais de 2
da extincta firma de Pinto & Flores.
O Sr. Manoel Bellarmino de Alfonso Cabral,
sua morada para *er procurado.
mezes wa^sta typographia, alias se publi-1 queir}l deeiarar
cara o se.'t ^)fie' ____---------/----------------j Pecisa-se alagar um escravo para todo o
\*lfl|>ero C COpif'O servicode uma casa de familia : na rua da Cadeia
TW bom cozinhei/o e nm copeiro : 'o Reftife "' 5i- lerceiro andar.
Precisa-se de .
no hotel Trovador. *5 W* ^
ga-se ben?,
na rua do Imperador n. 15
de S. Francisco.
defronla do convento
mesma massa, sao tiles os nicos autorisados a re-1 T7a"s?. um rapaz pa? c?,Xt,|ru de l*"
: ceber taes dividas; portanto tem marcado o praso! d;,r,a'.de 'oannos, e que saiba ler : na rua
:de 30,dias para os senhores devedores vrem ou 'mP''T,'*' al- __
l aandarem pagar seus dbil-. $, lindo o qual se pro-! Desejase fallar com o Sr. Ernesto Doti-Mio
mover a cobianca judicial. ; de Andrade, na rua do Crespo n. 16, primeiro
Tendo Pailel Nicols annunciado por este jornal
que se retira para fra da provincia, pede-se lhe
que venha primeramente pagar o que deve no
hotel Trovador seoo quizer ver embargada sua
viagem.
i andar.
Precisa-se de um bom CdZinheiro, prefere-se
captivo : na rua do Crespo n. 4.
Precisa-se de orna criada para comprar e
eozinhar : na rua do Torres n. 14, sgundo andar.
Jos Joaquim de Castro Moura.
[ Joaquim Baptista de Araujo.
Na rna do Livramento n. 19, segundo andar
: alnga-se om escravo para iodo servico.
O Sr. Luiz Cesar Pinto de Farias queira di-
rigir-se a rna da Madre de Dos armazem entre a
igreja e a botica.
Na praca da Independencia n. 33, loja de onr r m.arn.cp iiiMIS torlinis-
ves, eompra-se ouro, prata, pedras preciosas e i^mpiam-se lii.ras steriinas.
tamhemse faz qualquer obras de e^commenda e!mazem de rern-ira ft Malhers, na
odo e qualquer concert. Cadeia do Recife n. t.
C0MPB1S.
no ar-
ena da
Precisa-se de um hornera portuguez que quei- Comprase effectivamente ouro e prata em
osario n. 14; pa-1 Precisa-se de uma boa engoramadeira forra: I *- Precisa-se de um amassadar : na padariajra seencarregaa do tratameuto de gado de fora :. onras velhas, pagaado-se bem: na rua'larga do
pa rua rlaCadsia do Recife n- 53, terceiroandar...'a 8wiQAinro, atrae da fudi(3o do Sr. Starr, a {r?!a.r pa rua doCabtig n. 3, loja. Rosarlo n, 24, loja de ourivec,


MJTTLADQ1
flLEGVEL
-,____________________.___________i_____.-------------------------------------------------------------


/

Diario e pernambuce \-
a elra 80 Je Malo de i sea.
Coropra-se nm escravo cozinheiro que seja
meco, robusto e sera vicios: a traar no sobrado
c. 3 da ra* da Aurora. ____________
Siivise Goilberme de Barros compra e ren-
de eSectvamenie escrav de Ambos os sexos:
roa do Imperador n. 79, tercejro andar.
* Ouro e prata
em obras velhas: compra-se na praca da Inde-
pendencia n. 29, loja de bllhete?. _________
Cdmpra-se um silhao osado : quem liver
dirija-se a roa do Livramento o. 15, loja de cal-
gado. "
------
VENDAS.
Ferr
O
Aos Srs. acadmicos.
Vendem-se os seguinles livros quasi no-
tos : Manuel de droit romnin por Mackel
dey, I volme, por 6500o; Diccionaire
du contenlieux commercial por Mass, i
Chegou ara completo sonimento de ferros de
diversos modelos .para encrespar e eogommar (ja-
bados, pafos e lodos os objectos de roopa branca
fina pertencente ao toilet de urna senhora, e boje
indispensaveis, os qoaes se vendem por menos
prego que em outra qualquer parle: na ra do
Crespo n. 4.
Vendem-se as superiores te-
souras de Guiraaries.
Para unhas, costaras, cortes de fazendas e ca-
bello : na loja de ferragens na ra da Cadeia do
Recite n. 44 ; e assim como Do de algodo da mais
acreditada fabrica da Baha, por pregos commodos.
RA IMPERIAL
numero 193
VENDE SE
volume por 60(00 ; La femme por ma- rap imperial, igual ao rap Lisboa, e outro fabri-
dama A Seglas, 1 volume, com estampas cado de novo igual ao de ara preta, em porcoes a
finas por 50OO; (Eneres de Raane i ?J%^ para os fom^: auem
volme, com estampas linas por 6,5000 ; qailer fumar bom e barato venha c.
OEuvres choisis de Bu/fon, ^ volume, com Charutos da Baha de superior qualidade, flor
estampas Anas, por 4^000 ;| Cdigo de ere-' da Muritiba e de differentes marcas, tanto avulsos
dito predial, i volume, por l,?Ou ; ^/ores!como encaixo^0^DP0^rp^sM^^1commodos-
singelas, poesas por Paes d'Andrade, 1 v-o' grande pechincha para os senhores charutelros,
lume, por 24000 ; Viagem ao Araguaya! fumo da Baha patente de primeira, segunda e ter-
pelo Dr. Couto de Magalhaes, 1 volume,! ceira qualidade, por pregos mu razoveis.
por 25000: A velhice de Cames, romance TncriMiP/>fiA nata n Pt'viY
Jor Trigueiros, por 2*000 ; La vie des. inStniCCOeS para O SeiVl^O
sainls, 1 volume, por 1,5200; Economiepo- das guardasd? ercito, extrahidas do re-
liiique, por Garnicr, 1 volume, por 2 ; gulamento de infantera e accommodadas ao
Reara da escripturacao mercantil, por 'Jo- exercito brasileiro; obra que muito convem
mes Jnior, 1 volume, por 20500; Organi- aquellas pessoas que se alistara nos corpos
safio \4a travail, por Louis Blanc, 1 volu- de voluntarios; vende-se na livrana n. 6 e
me, por fOd; L'Epiphanie, pelo padrV.8 da Praca da Ind pendencia, a 1*.
Ventura, 1 volume, por 15000; Leja-di-
nier des salons, i volume, por 640 rs.: na
roa do Cabug n. 2 A, loja.
Oheguem ao barato.
Chitas francezas muito finas corn um pequeo
j furo de cupim a 2'iO rs. o covado, madapolo su-
perfino a 65 a prca : na loja da ra da Madre de
Dos n. 16, defrorite da guarda da alfandega.___
SAL DO ASSL"
A bordo do brigne escuna nacional Graciosa 5
vende-se na ma da Cruz n. 23, escriptorio.
Vende-se esta linda collecco de sortes,
reunidas em um pequeo volume, com 23
assomptos, e mais 59 novas charadas, pelo
diminuto preco de 1$ cada exeraplar enca-
denado : na praca da Independencia ns. 6
e.
Em casa de Tisset Freresrua do Trapiche n,
9, tem para vender :
Vinho Bcrdeaux env*barricas e em caixas.
Dito de Santeme fino.
Dito de Champagne muito superior.
Cerveja franceza marca Bobee.
Rival sem segundo
ludo
parrilha do Dr. Ayer.
Itheuinatismo.
DE JOAO J0SBD0S SANTOS.
Ouro Preto.
SALSA PAftMLHi l)E AYEH.
TranscreVemos aqu alguns Ra do Queimado o. 49, est vendenda
dos mu i tos altes lados que temos muito barato como ver abaixo.
recebido das Virtudes da salsa de peonas de kaiegraphja a 15000.
Massos com superiores grampos a 30 rs.
Pares de pitos de tranca e tapete a 15300)
Fraseos de macaba perula a zOO rs.
Caitas com superiores agulhas a 200 rs.
Libras de la sonidas cura todas as cores a 7000.
Caixas com superiores brelas a iu rs.
Duzias de phosphoros de seguranga a 120 rs.
Meras garrafas com tinta a 250 rs.
.{!_ l 4- Ridinhas comallraetes franrezes a 20 rs.
t boirn rheumatismo pormut- Carlas de MneWs frailCw> mmtu tinos a 00 rs.
tas vezes, e vendo annunciadO Resmas de papel almago a 25400.
em um jornal d'esta cidade a Resmas de papel de peso a 25000.
Salsa varrilha de Dr Aner re- Papis de agulhas fpnceas a balao a 60 rs.
omsu parruna ae vi. Ayet, re Bonej5 muit0 LonjtS para meninos a {$m.
solvi-me a comprar um frasco e fazer USO Enfeites para senhoras fazenda muito moderna a
d'ella ; e anies de concluir o primeiro fras-1 2#>0-
co, achei-me forte e sem sentir a mais leve E
dr nos joelbos ; a parte do corpo que es-
lava affectada d'esse terrivel encommodo
que roubou-me tantas ooites de somno.
Ernpcdes, borbulhas pstulas.
ulceras, e todas as molestias
da pelle.
DO Sn. JOAO PAULA DE ABREU E SOCZA.
Ra de S. Pedro.Rio de Janeiro.
Adinirem
Admirem
Admiren* Bem!
Kivalem segu]do
Ra du Qneimadn n. 49, loja de miudrzas de Js
I \ Azevedo Maia c Sirva, e-l (jut-imarido que ad-
I mira, a ader :
Fra.M,.s wm superKH- bar.h.ia 200. J40 e 500 rs.
As pechinchas que eslao vc-nda na loja e airn-, taus rom snperi' r baulu a 200
te m do Pava o, na roa da fmptralriz n. 60 de a- Frescos com superior agua de Ci.i.iaa 120 e
ma A Silva, onde se vendem ludas as bicptiar, iOu rs.
lano de luxu cumo de primen a m-cessidade por i Fra.-cu? cci -upirior oleo do babn a VU>, 390 e
presos muito rasoaveis, e com especialidade as se- iOU rs.
guinies, dndose amostras deiiandc ficar penhur, Garra las da verdadeira ajrna Pl ifjda a I380.
oumandao-se levar em caja da; familias pelos Frascos de superior i-lci 1:. If^eniq
Dptro! iiui-
a 640 rs. >
Fra-cos d superiores cheiros santal
ios a i000.
Sabonetes de ramilla s lfl e 200 r=.
Sabonetes dq superior qpalfalades,. 30, iiOr ioOrs.
Caias com 13 frseos de dreiros mui! 'nos a
15O0.
f baratis^imo!
baratissimo!!
baratissimo!!!
As pechinchas que eslao se liquidando na nova
vados, sendo fazenda Pita que sempre e vendeu a
280 rs. o covado nu 103 a pp^a, chitas larcas a
280, 320e360 rs, na loja do Favo, ra da Impe-
loja e armazem de fazendas de roopa feita de Gui
maraes & Irmo, ra da Iniperatriz n. 72, aonde
os freguezes encontram um rico Sorlimenlo de fa-
Soffria mais de dous annos de ama zends de todas as qualidades, que vtnde-se por; ratriz n. 60 de GmnJcSilva.
erupcao SVDllililica em todo O COrDO mos : Pre,mal* barato do que em outra qualquer pari | Corles de chita franena na Ivja du Patio.
M 1 aJF,",u,^ cui iuuu ubuipu, mus. para hquidarem, dao-se as amostras ou mandara-
trano-se sempre com tois Violencia na ca-' se os caixeiros levar em casa das familias.
caixeiros da mesma loja.
Madipolao enfeslailo a i:>, (SOOe 30G0.
_ Vendem-se pecas de madapolo enfestado com
12jardas pelo liaratissimo pret;o de &, 43300 e
: o, ditas sem serera entestados*de marcas rr.uilo
' acreditadas a 75, 8, 9, e i, ditas, francez
multo encorpado proprios para saias a 480 res a
I vara, islo na loja do l'avao ra da Imperairiz n. Cauas dito com 6 frascos melhi.r fazenda a '.<>0r?.
60 de Gama & Silva. Pa"s de pomada rateexa grandes a 'Jt rs.
Grande pechinclia. (Sage,es de bolla pe.juencs e rsndesa 240 e
OuC736aO0 "aTec* 0 Tp'a'vao ; K- *** opiata a 800 rs.
Vndeme chiias inglesas de superior qualida- Frascos cora su',erior >**' Pa" denles; l000.
j de, allar.cando-se as cores serem fixas, com muita
' diversidad de padr5es. pelo baratissimo preco de
220 rs. o eovad", ou 7,5600 a peca tendo 38 co-
ra, prove moitos medicamentos e consultei
muitos mdicos, e estava quasi desanimado
quando vi os annuncios da Salsa parrilha
do Dr. Ayer: comecei a fazer uso d'ella e
nos primeiros dias a erupcao aggravou-se,
porm antes de acabar o segundo frasco ti-
nha o mal desapparecido completamente de
todo o corpo.
Doctor Don Jos Valdes Herrera, profes-
sor de medicina y cirurjia, subdelegado
em ambas as facultades del sesto dis-
tricto.Habana.
Certifico que he usado la zarzaparril-
la del Dr. Ayer, y como depurativo he ob-
tenido de ella los mas felices resultados en
les casos de ulcera crnica, asi mismo au-
tor y las considero como um porgante, cuya
accin ademas de ser segura, ha sido muy
eficaz en el tratamento de las enfermedades
que exsigeu el uso de los porgantes, y no
vacilo en recomendar estas preparaciones.
Y para los fines que puedan convenir doy
la presente en Regla a 7 de setembro de
1860.
Dr. ios V. Hkrrf.ra.
MadapolSo entestado a 3fl500, 40OOU
e 4){50 a peca.
Vende-se peca de madapolo enfestado com 2
jardas pelo barato preco de 33300, 43 e 4#o0,
dita sem ser enfestado com 24 jardas das marcas
mais acreditadas a 63500, 73 e 83, dita elefante
muito fina a 93 : s Gui maraes & Irmao, ra da
Iniperatriz o. 72.
Admiravel pechincha,
Cuita larga a 2401 chita larga a 240 I! chila
Veodera-se cortes de chita franceza. coro's xns I
eom 10 c.ovados a 35, ditos com 11 eovad ? [a
333OO, ditos com 12 covados a 33600, ditos de chi-:
ta ingleza a 25200, -25400 e 2*600, isto na loja do
Pavo ra da Iniperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Corles a Mara Pia.
G'ande pechincha a 500 e 60000.
Vendem-se os mais bonitos cortes para vestidos,
sendo de cambraia branca com as barras e tufi'.cs
bordados, de cor crox, pelo baratissimo preco
de 53, dilosdo mesmu gosto mais sendo de (Ores,
de 65 cada
D'lObllETO DUPLO
INiNA
-..-_ *j>
Os elementos que eompocm esla preparaco. e
ferro, o iode e a quina, a colloco no primeiro
Enfeiles a Mari; Pin,
A loja da Aurora na ma larga do Rosario n. 38, I
\ ende-*e caixoes vazws proprios pa- recebeJn granae e varia(fe sorlmienlo de enfeltes |
ra bahuleiros, e funileiros, -a 2000 cada Mara Pa para cabeca, dos mais modernos que Escrophllla.
um : e para as pessoas que comprarem do temchegado. attestado do illm. sr, francisco ferr\z
4 para cima 10800, nesta lypographia. Penles de diadema paP atir cabello. dos santos. Ouro Preto.
'"Na ra do Queimado, loja deTerragens n. 4 Pentes de diadema para alar cabello pois o ul- J[e ac|10 ha quas, ,J01|S annos affectado
eende-se muito em conta um par de venecianas, j l'71"n^a?0de,^0X*dl%"flereiiles grossuras. de escrful3S, e tendo SOlTrido tanto que al-
Vinho superior em caisss de urna d-uzia : Voltas azues a Maria Pa ricos cintos de fitas gumas vezes quasi que diego a desrnimar
tm para vender Antonio LiiU-de Oliveira Azevedo largas com Hse|as douradas, Gaalmcnte sortimenlo da vida e maldizer da minha infeliz Sorte;
A L., no seo escriptorio ra dt Cruz n. 1,_______j igual a este s se enenntra na loja da Aurora ra tenho sido tratado por muitOS medir S d'es-
Fariuha de mandioca : lera para vender Au-. laaga do Rosario n. 38, o qual sempre se encontra ,. .A-Aa a n(,,,i,lllT, n.wi VD
es-' promrrto as ordens de qualquer freguez que fr l.a UiM> e. neillium pode ve
tolo Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu
criptorio ra da Cruz u. 1.
vencer i tenaci-
1 com dinheiro, quem duvidar mande ver para jus
r. tiBcar a verdade.
Vende-se vinho de caj a 500 rs. a garrafa ;
na ma Augusta n. 76._____________________
Vende-se um carro americano do 4 rodas,
em bom estado, e com arreios : quem o quizer voe manso comtodos OS andares :
comprar,enteuda-se na ruada Imperatriz com Os
ar Destibaux.___________________
Farinha de muribeea fia e alva, mais
barata que se vende no mercado, em sac-
eos: na ruado Vigarion. 29.
cheira do Paulino, rua de Santo Amaro.
I I I \j
dade de minha molestia, eslava ,em espe-
rangas de recobrar a minha saude ; quando
PROPR10 PAR SENHORA. ltimamente resolv fazer uso da 'aha par-
Vende-se um excellen le cava I lo mui tono- rilha do Dr. Ayer. Completa n-se hoje
na co- trinla e sete dias que comecei com este
santo remedio, e tantas melhi-ras tenho
sentido que tenho conviccao de em breve
recobrar a minha saude, perdida ha tanto
lempo.
ttypbilis e molestias mercuriaes.
Do Illm. Sr. Dr. Jackso;'.
Medico muito conhectdo as provincias do
sul do Brasil.
Tenho receitado a Saha panillia do
Dr. Ayer nos casos mais invelerados de
pelo baratissimo preco de 65 cada um, valendo
larga a240HI Acaba de chegar a este eslaheteci- esta fazenda doblado dinherro por ser a mais mo-
mento bonito sortimenfo de chita fina percala de derna que lera vindo ao mercado, islo na luja do
padroes modernos sendo clara e escura, e sendo Pavo na ruada Imperatriz n. 60 de Gama & todas prenaraco^
fazenda que val 400 rs. em outra qualquer parte, Silva. feus resuiWos obtidos pelos Mdicos dos hospi-
e vende se pelo baratissimo preco de 240 o cova- Venidos BranCflS. uet, e osrelatorios dos prcticos maiseminemes,
do, dita ingleza a 220 o covado, organdy dos mais Vendem.se os mai, rll,os Porles de Tesldps de que coofirrnro sua poderosa eff.cacicade as
iodos padr5es que tem vindo ao mercado a 240 o *e"f' u.. t''"- "'',, K,irt\%l : lniinie'; affprcAM
__aS.___.i i^i., ca Miago, n. .8ur.
senla.
Chlorosc ou Irfrrlrla.
Henatrao.
lVod?aSd?KerSizan W $ ^""^ & "' ba"10 P"C de ^ p ** ^ ***
mao, ra da ."nperain: n. '* rua da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Cortes de chita fran.eza. c:raii nrchimlt vestidos 1
Vendem se cortes de chita franceza com tOco- -rduac P^"'"' v
vados a 233OO, ditos com U covados a 23700, di-1
tos com 12 covados a 23880 : s Gu maraes & Ir-: Acaba de chegar um bonito sortimento dos mais
mao, ma da Imperatriz n. 72. j 'dos vestidos transparentes, muito proprus para
C 'es Maria Pia Passeios e bailes, por serem de primorosos dse-
\rj- ^jtmmL. j, is ,i u. do nm 'nhos, sendo todos os padroes teldos c nao pinta-
SfiTS iSSrhft unM,.S.5th2S.1; ,. vendem-se pe.o'baratiss.mo preco de H5500,
covados a 03 e 55500, ditos com lindas barras a
105 : s Guimares & Irmo, rua da Imperatriz
numero 72.
Fazendas pretas.
Vende-se grosdenaple preto de seda pura a
15600, 25 e 25500 o covad", moreantique preto a
35, setim da China, fazenda nova e toda de Iaa,
com nm trancado muito fino, proprio para loto,
tendo 6 palmos de largura a 2(200 o covado, e ou
sendo fazenda que val muito mais dinheiro: islo na
loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Fazendas psaetas.
Vende-se pronsdenaplos preto a 19280, 15600,
15H0O e 25 at 45, superior meuranlique prelo a
33, setim da China, nova fazenda toda de iaa, pro-
pria para luto, cora 6 palmos de largura, a 500,
560, 600 e 800 rs. o covado, e outras multas fa-
Convalrcenca de Ion-
K>>* molcsilaa.
Molestias escrfula-
na.
Pnprlra.
Obalrucca da glan-
d u la.
Humores fros.
Humores bran.-c
Rarblllsmo.
Arfeecdcs rafecerosa*
e syi>hlll(leaa.
Peltres typholdes.
i Variles, etc., ele
tras muflas fazendas como sejam, princeza e meri- S^TSmIS mi* hito ""n^loi i Pv ac
n.que vende-se por preco baralissimo : islo s ua im3^ MNtotom! & Uva
i Irmao,rua da Imperatriz n. 72. %fi*SZ T lg^0.
cao.
Redccao de prtco
Vendem-se por pregos reduzidos machinas de
desearogar algedo, de serras de todos os lmannos
.a saber, de 14 a 60 serras ; assim como motores
para asmesmas, urna machina de 120 serras com
43 e 45-RUA DO QuEIMADO-43 e 4o
Vondem se cortes de caseraira escoceza a 23300 a cirapetente machina a vapor: a tratar na rua do Suvhilis constitucional c, semnrft rom os
oertecobertadechitaescocezaa23e 3800, TrapW,. n 8 nu por balxo do Gabinete Portugaei, ^LZZ^Z- ^Sl tZZ
cortes de Iaa indiana para vestido de seniora a armazem de lannha.
43800 ludo se vende por este preco para aca-
bar restos de fazendas, assim > orno chitas largas
a 200 r-s. o cvadn, camkraia urgandy finissiuia a
280 e 360 o covado.______________________
^~Vendem-se sapatos de barradla para homens
e senhoras, de superior qualidade a 15 cada par :
ea taberea da rua do imperador n. 83.
Vndese
na rua das Cruzesn. 23 junco e palha, mais bara-
to do que em oulra qualquer parte.
eneao
Vendem-se estelos para sortes de Santo Antonio
e S. Juao a 60 rs. a duzia : na livraria universal
rua dolmperador n.JSi.__________________
^^Veode-se um escravo de naco ainda mjco :
a tratar na rua da Lingoeta n. 4. ____
Vendem-se sanguesugas de superior qualida-
de, em caixas ou a r^t.ilho, a v-wUde do compra-
dor, 1' por preco mu razoavelj na botica franceza
de Cwr-s & .Barbosa, rua da Cruz 0. 22.
Vende-se ama mesa redonda de raeio de sala
de amarillo, .gasto moderno e bera construida, e
por prego cmodo : a ver e traiar, na rua do
Arago a. i, loja.
mais felizesresultados,
te que conheco.
Lcucorrha e Ores Jis ameas.
Temos cartas em que nos conlam casos
inveterados que foram radicalmente curados
Farinha de mandioca cZHm ou dous fraM0S d'esla Sa/sapflr'
muito nova e superior chegada de Santal 0 esoaco nao nos permitte trauscrever
_T Catharina \>os us atlcstados que possuimos Jas vir-
Vende-seaho-do do pclacho dinamar- tudes d'este extracto composto ae Salsa
que/. Catharina ancorado defronte do parrilha do Dr. Ayer. Pasta de(arar ao
tr piciie 9ar5o do Livramento, ou no es- publico que tem sido empregado ha mais
criptorio de Manuel fgnac o de Oliveira A!de vinte annos pela prolissao med^a Unto
Fimo, largo do Corpo Santo n. 19. dae Americas como da Europa, seui nunca
Farello a IgOOO o saeco. desmentir a sua alta repula rao.
Era saceos prand^s. -------
Iho a SJ^OO. para a cura radical de escrfulas e iffeccoes
Soutambarque de cores.
Vende-se soutambarque de cores ricamente en-
feitado a 55 e 65, chale de merino estampado a
25 : s Guimares & Irmo, rua da Imperatriz
numero 72.
Bretaoha de rolo cora 10 varas a 35 a pega : s
Guimares & Irmo, rua da Imperatriz n. 72.
Vende so superior grosdenaples eftr de caf, pro-
prio para vestido, sendo muito encorpado, a 15600
o covado : na loja do PavSo, rua da Imperatriz n.
60, de Gama & Silva.
Gasemirasa 1$6<0.
Vendem-se casemiras garibaldina< de quadn,
nhos e lizas, proprias para calcas, paulse coletes-
j .------------------------------------7 nnos e lizas, proprias para caicas, pautse coieies-
LO] d llClS SCIS portas em frente pelo barato prego de 13600 o covado, assim como
iln i;,.,.,,^,,,!,, caifas, palitos e coleles J feitos das mesmas : na
ao LlvraintniO |0ja do Pavo, rua da Imperan iz n. 60, do Gama &
Existe grande sortimenlo de diversas fazendas Silva,
proprias da poca e por precos to baixos que ad-, Grande SOrtllieiltO C TOUpa IVil.
Vende-se na loja do Pavao um grande sortimer-
raira, como sejam : pegas de brelanha de rolo a
23500, chitas francezas escuras, padroes modernos'
e bonito*, cores flxas a 240, 260 e 280 o covado,
cassas de cores, gostos modernos e cores flxas a
220 o covado, madapoloes e algodozinhos de di-
versas marcas e qualidades, a pregos mnilissimos
barate, e muitos outros rticos por pregos muito
mais mdicos do que em outra parle.
Affeecoes Ao tero.
Suppresses as re*
(ras e desordes na
menstruaco.
ARccca pulmonar e
phthlsle.
Malestlss d'estamaca.
GastralKlas.
Perda d'appetlte, ete.
Vejae se os bulletins de therapeutica *sdica
e eirurgka de 30 de novembre 1S60: a\ iren
dos hospaes dt 28 dejulho 1860, etc., ete- *
Alm das pilulas de iodureto duplo de feiri e de
quinina de Rebillon, os Mdicos acorfeelho
igualmente o Xarope d'iodure duplo de
rarro ede cjuinina do mesmo author para as
pessoas que nao gostao de mcdicamenlos sob for-
ma pilular e os meninos. Esle xarope nao tem
como o xarope d'iodure de ferro, o inconveniente
de alterar-se e de se n5o poder conservar.
Peca-se O folheto que se d de grae a em'casa
dos pharmaceulicos depositarios.
Para-se evitarem falsifica?5es, exija o com-
prador en cada frasco de Pilulas ou Xarope a as-
signatura do inventor.
Depsito geral em Paria, pharmacia Rebillon,
142, ru dn Bac, e em todas as boas pharmacia*
de Franca a dos puizes estrangeiros, etc.
GRANULOS
Ide BISMIITH1
<
Vende-se a mesma : na rui Nova n. 26.
DE CHEVRIUM
Os granulos au bistnulh de Chevrier bem
superiores a todas as outras preparaedes de
bistnuth empregadas antes com o maior successo
pelos mdicos de todos os paizes, para prevenir e
curar as
MMlliADE
Dlarrhcas chronlcaa.
DjHsentcrlas.
Dics d'cstdmags
Dyapepalas.
Ms dlgestca.
Gnslrltes.
GaUralKlas, ele.
A l l|800 e t#500.
Leques de osso, ultimo gosto, a 13.
Ceroulas de meia a 15200.
rimas muito Unas a \~y>n ).
S na rua da Cadeia do Recife n. 5.
P.na larga do Rosario n. 50 taberna da esquina
qoe vorta para o da rua Esireita.
Fio de algodo da Baha.
Vendefse no escriptorio de Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo 4 C, rua da Cruz n. 1.
Tesn ras de CkI maraes.
A loja da Aurora, na nu Ixrga do Rosario n. 38
A dmimveis pechinchas
UUe estad -a \eilda lia luja e armazn) recebe'u sorlimento'de tesouras^de Guimares, tan-
da 4rar!, td de Loureseo Pcreira Hcnaee iuiaia-
res.
Bretaulia de rolo a 30.
Vpndem-se pegas e brelanha com 10 varas pe-
lo baratissimo pr 51 de 35 a pega.
Madapolo atestado a 3^1500.
Veade-se madapolo enfestado com 12 jardas a
33500.45 e 4550.% do cora 2f Jardas a 35,
;55:)0*o3500,73, S. 40 75".OO, L. 10 75500, N.a
83, Ele,.'haiite 85360.
.Soutembarquesde cores a Gal.
Veadwn-se soutembar.|ues de cores a 6$, 75
85, ditos de seda a 18?, 205 e 255-
Chapeos para horoem a 10800.
Vendem-se chapeos para homem a 15800 cada
Na taberna de rua da Palma n. 41 vende se
toucinho de Lisboa a 200 rs. a libra, azeite de car-
rapato a 560, mito a 240 a cuia. ___^^
Attenco.
Vendem-se pegas de esteiras para forro de sala,
tinta branca preparada a oleo, em latas de 2i> li-
bras, para pintar casa, relogios para ma de me-
sa e para pendurar, arreios para l e 2 cavallos,
velas de spermacete, ludo de superior qualidade,
vindo dos Estados-Unidos : no armazem da rua do
Trapiche n. 8.
Feijo preto
Na rua da Imperatriz, armazem n. 6.
Vende-se um escravo idade 25 annos insigne
1 j' 1 ** a.tTc Ha coda official de. carpina e bon'ta figura : na travesa op
.um, chapeos de sol de panno a 2f, ditos de seaa r n 1
para homem a 65 e 75 : s Arara, rua da Impe-
ratriz n. 56, de Mendes Guirnaries.
Si Arara vr*ile cuitas francezas a 210 rs. o co-
vado.
\endera-se ehiias francezas sendo ores flxas,
assio como sejam padroes delicados sendo cores
de caga e rxas, se vende, por baratissimo prego
de 240.a covado. ditas a 260, 280 e 300 rs., ditas
matisadas Boas a 320 e 360o covado.
Ckilas nfimas escaras.
Vendero-s? chitas francezas sendo padroes escu-
ros e cores fizas a 360 e 400 o covado, ditas miu-
Anhas claras a 360 e 400 rs. o covado : islo na
Joja e armazem da Arara roa da Imperatriz a. 56.
Corles a Maria Pia a 18$.
y*odem-se 01 mais modernos cortes a Maria
Vende-se um moleque de bonita figu-
ra e moco: na rua da Cadeia do Recife nu-
mero 22.
Milho
novo
\a rua do Cahuga n. 12, armazem de Manoel
Barbosa Bibeiro.
Vinho do Porto superior em caixa de duzia,
tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Azeve-
do A' C, no seu escriptorio rua da Cruz o. 1.
Trastes com aso.
Vende-se I sof, 3 consolos, 1 mesa redonda, 9
escrofulos, sypliilie e molestias syphi-
liticas, ulceras, feridas, chagas,
erupces cutneas e todo e
qualquer incomrr.odo que
provm d'um estado
impuro de sangue,
TOMEM A
SALSA PARRILHA DE A Vi: R.
A' venda na rua Direila, ns. 12 26 e 76;
rua da QuJUimi3 n. 51 ; praca da Consti-
tuic3o, a. 30 e Hospicio, n. 40. E na-
principaes pharmacias e drogaras do im-
perio.
Vende-se em Pernambuco;
a pharmacia franceza de
P.HAURER i C.
RA NOVA N. 18.
Francisco Jos Germano
RUAXOVA N ti.
to de roupas feitas, constando de palitos de pai o
preto, sobrecasacos, ditcs saceos, ditos de casemi-
ra, saceos e sobrecasacos, ditos de I rijn branco e
de cores, ditos de casineta, caigas de ca.-emira pre-
ta de todas as qualidades, ditas de <6r, ditas de
brirn de linho braoco e de todas as cores, coletes
de brim, casemiras, setim. gorguro, etc., etc., to-
das estas obras vendem-se por prego mais barato
do que em outra qualquer parle : na loja do Pa-
vao, rua da Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Chales e manteletes de renda
Vendem-se os mais ros c mais modernos cha-
les e manteletes de renda, chegados pelo ultimo va-
por da Europa, por prego muito razoavel : na oja atieccoes se manifcsto ordinariamente por diges-
do Pavao, rua da Imperalriz n. 60, de Gama & toes laboriosas, andumes, alta d'appelite. pesos
Silva. estomago depois de cada comida, caimbras -
Soutembarques de cr
Vendem-se os mais modernos sotif m!-arques de
I eflr, ricamente enfeitados, e por bar pri ;o : na
' loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama A
Silva.
* apas pretas e stafettbar^Bes,
Vendera-se as mais modernas capas pretas lisas
1 e bordadas, os mais bonitos souternbarques prelos e
: manteletes, ludo de seda preta e o que ha de mais
gosto no mercado, por pregos muito em conta :
na loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma 4 Silva.
Os primeiros symptomas d'essas formidaveis
tomacaef, e, muitas vezes, por espasmos nervosos
com vmitos.
Este estado mrbido, se o descuidJo, traz ine-
vilavclmente, que seja:
Moleallaa de Osado.
A Icteri-la.
Falpllacao de coraco
Dore ao, rlna.
Cliitss largas a 240
Chitas largas a 240
Cliila.s largas a 2i0.
Acaba de chegar para a loja do Pavao um gran-
de sortimenlo de chitas largas garibaldinas, por
Vendem-se
machinas americanas de serrote para desearogar
algodo : na rua da Seozala Nova n. 42._______
riVal-
SEM SEG(T]irilO
Rua do Queimado n. 49, loja de Jos & Azevedo
Maia e Silva.
Polseirss e voltas muito bonitas a 500 rs.
Miadas de linha para bordados de superior qua-
lidade a 60 rs.
Duzias de facas e garios de cabo preto muito
boa a 35.
Meiadas de linha froxa para bordar a 20 rs.
Meialas de linha azulada superior a 60 rs.
Babado do Porto muito supenora 100, 120 e
160 rs.
Varas de franja de nho branca a 40 rs.
Caixas cun 100 envelopes da melhor qualidade a
600 is.
Enfeites para cabera.
acaba d receber um lindo e magnifico sortimento Vendem-se os mais lindos enfeites para cabega,
deoculos, lunetos > binculos, do ultimo e mais a 35, W, 55 e 65, os medrares baldes cronolinas :
apurado gosto da Europa. I loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60.
Grande sonimento de roupas feilas de to- o 0 1 HYlO T6n6
das asqualidades,
Caigas de casemira a 65 e 75*>00, ditas pretas a
65 e 85, caigas de ganga a 23 ,15800 e 15600,
ditas brancas a 23, brim de linho 3. 35, 33500 e;
45, paletols do alpaca branca a 45500, ditos prelos
a 35 e 35v00. ditos de alpaca de cordao a 45, e,
de listra de seda a 15500, ditos sobrecasacos a 55, i rem ,oas lls'r,a,Ias c padioes escuros e de cores
paletots de casemira a 5$, 55500, ti, 85 e 9*,. fixas 1ue se vtm,em Pcio baiatissimo prego de 240
ditos sobrecasacos prelos a 123, 15 e 165, ditos fl-1 cuvad> ndo qoe em outra qmiqcer parte cus-
nos a 255, de cores a 135, ditos fraques a 145, ta a 360 o covad.i, notando que os freguezes que
paletos de ganga a 35, 25500 e 25, ditos de brim i ""P^ern Prgao **. P^as, terao um pequeo
pardo a 35, jaqneloes de brim pardo a 35, panno 1 abatimento: isto na loja do Pavae a rua da tope-
preto Oeo a 23. 25600. 35500 3j>, 45300 o e 65 o
covado, moreantique preto a S5fiti0 o covado, jtros-
denaple prelo a 15500,158i'0, 25, 25200 e 23500
o covado : e outras muitas mais fazenda1 que se
deixa de annunciar, e mandare levar pelos caixei-
ros da loja da arara casa d>s pretendentes. O
e tabelecimeuto estabeno at as 9 huras da noite,
rua da Imperatriz n. 56, Mendes Guimares.
Oppreaaoea.
nrea de cabeca.
Irrtlacoe de beslga
da matriz, ete.
Os granulos Chevrier s3o ordenados pelas
sommidades medcaos para prevenir essas diver-
sas molestias e cural as quando sio tomados a
tempp.
0 preco de cada frasco de 4 francos.
Depdsito geral em Paris, pharmacia Chevrier,
em todas as pharmacias de Franca e dos paizea
estrangeiros.
Deposito geral em Pernaml c ros
Cruz -1.22 em casa de Caros & Barbei;
oa
PASTIL
R*


GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz da melhor qualidade a ;sj)va
liaiata: nos armazensda ruado Im-
perador d.16 e rua do Trapiche Novon. 8.
ralriz n. 60, de Gama & Silva.
Laazinhas a 300 rs.
LSazinuas a 300 rs.
Lazinhas a 300 rs.
Vende-se um bonito sonimento de laazioha ;/ro
prias p.ra veslidos e soutem arques p(>r serem li
sas e de quadrinhos polo barato prego de 3f0 rs. o i
covado, sendo fazenda que sempre se vendeu a
500 rs. o covado, e vende-se a dinheiro a vista pe
lo baratissimo prego de 300 rs. o covado : na loja
! do Pavao rua da Imperatriz n. 60 de Gama &
n *p

V
0aBU8ce de Jaas laiguras a 15280. i4Q"defroote da estacao.
Vende-se damasco de duas labras a 1580 o Vende se 0 s7lperior flo do ai^odao da Baha,
cadeiras de amarello, 6 cadi-iras americanas,
bcamaniueza d Jacaranda. -2 cartoiras de via- Canas corn 20 qnadernos de papel superior a
Pia a 185. ''itoa '**. ";'* 10? e 8*> cortB cera e 1 carteira grande propria para taberna: 600 rs.
e Iaa sem barra a 55 tem 15 covados o corte. qQem pretender dirija-se a rua das Cinco Pontas Crozas de peonas de ago muito linas a oUO rs.
Ppgas de iranga lisa preta e de cores a 40 rs.
Grozas de botes madreperola para camisas a aOO
e 720 rs.
Caixas com 50 novellos de linha do gaz a 700 rs.
Varas de franja, de rres a 80 rs.
Novellos com 400 jardas superior qualidade a 70 rs.
Carriteis de linha com 200 jardas dos ns 60 at
200 a 100 rs.
Liros para assentos de ronpa lavada a 100 rs.
Pares de bot5es de punho muito fluos a 120 rs.
Thesouras para unhas e cosiura muito Onas a
oOO rs. ____
covado, dito de urna largura a 800 e 640 rs. o co-
vado, lencos de linho a 55, 65 e 75 a duzia.
Camisas fraocezas a l(5CO0.
Vendem-se camisas fraoc-zas a 13*0, 25. dita
de pregas largas a 25 e 25250. ditas de linho a
255OO 25800 e 35 cada urna, seroulas francezas a !
13280 e 15500. dita de linho a 15800 e 25, co-;
bertas de chita a 25 e 2530' cala urna, cambraia ',
nranea a 35, 35500 e 43 a pega, ditas de core a
35000.
Camliraias de cores 1 300 ra.
Vende-se cambraia de cor a 300, 320, 360 e 400
rs. o covado, cambraia de aalpieos a 25300 e 3S: |
na rua da Imperatriz o. 06.
Chales tt merina a 2.
a mais bem acreditada fabrica da Bahia, por pre-
co commodo : na loja de 'erragens de Thomaz
Fernandes da Cunha, na rua da Cadeia do Becife
numero 44.
F.iKIiMU BE ILO.
Vende-se a boa farinha de milho, nova, 120 rs.
a libra, diariamente : na rua do Cotovello nume-
ro 25._____ ________________________'
Sortes avulsas.
Vendem se f dhas de sortes para as noutes de S.
Joao e Santo Antonio, a 40 rs. "e a 20 rs. e alguns
. folh'-tos preco diversos; na rua do Imperador
Vendem se chales de mermo a 25, ditos de cbi- ,g derrontevde g> Francisco.
U a 15600, 19280 e 13 cada arn, chales finos com 1 -------------------------
ponta redonda e borlla de seda a 65 e 75 cada Vendem-se tres molaqnes, sendo lodos de ex-
um, cobertores de algodo a I $ cada um : na raa cellentes figuras e f or preta ; a tratar na TO do
da Imperatriz p. 56. .Trapichen.!!.
Tasso Irmilos
Vendem no sen armazem rua do
imorii b. 33,
Licor fino Curago em botijas e mcias botijas.
Licores finos surtidos em garrafas com rolbas de
vidro e em lindos frascos.
Vinhos<;heres.
Santernes.
ChambertiD.
ilermilape.
orgonhe.
Champagne.
Muscatel.
Reino,
Bordea ux.
Cognac.
Od Toa.
AzeitePlagniol.
Acha-se venda
na olicina de encadernaco da rua do Im-
! perador n. 15, defronte de S. Francisco, a
Biblia da Infancia do abbade Pascal, appro-
: vada para as aulas publicas da provincia por
1 portara da presidencia de 15 do passado.
As pessoas que compraram ja obra, e qui-
!zeretnter um pejuepo accrescimo, que se
Cassas finas padr5es do ultimo gosto a 220 rs. o |he acatja je fazer> rjiaadem-o buscar.
"Lhila; largas a 200 220 e 240 rs. o covado. Vend-se urna casa terrea pequea, no paleo
Xa raa do Livram"Dto. I03 nova de tre portas do Paral-.o ao correr di Igreja : a tratar na rua
p li d,' Oucimado n. 48.
Pelerinas a l^GOO.
Vendem-se as mais ricas pelerinas ou roaoeiras
de cambraia bordadas proprias para hombros de
senhora pelo baratissimo prego de 15600 : na rua
da Imperatriz n. 60, loja de Gama & Silva.
Organdy a 240 rs. o covado.
" na loja do Pavo.
Vendem-se as mal< bonitas cassas orgar.dys, pa-
^ -*- _
-:
NOVA YORK.
DE COR CnniRO E SABOR AGRADASE S
Infinitamente mais tflicazes do que to'dos
os mais remedios pt-rigosos e nav.seaucdos
L-
Attenco.
droes riudose grandes, pelo baratissimo prgo'de | que iwbem para a CXpuIso das lombrigas.
240 rs. o covado (doze vintens), e.-ta pechincha I Nao causaiu (Jures e produzem Seu effeift
araba-se logo : na loja do Pavao rua da Impera-jsem precisar logo depois de pur|anle f t-
,r,z o.OO, de ..ama & Silva. I ^ fl ^ ^^^ -,,,4,^ (lt,,.
ciosas
Lanzinha trampa-ente,
a 220 rs. : s na loja do Pavao.
Vendem-se as mais modernas lanzinhas transpa-
rentes, sendo toias de falra*, qnadros e lisas, fa-
zenda esta que sempre se vi-ndeu a 400 rs. ; o Pa-
em gosto, que as en n?*s i
promptas a lomar maii do que marca re-
ceita.
Uteis cumo um exceente meii cU ..;, ,-
ra loja do Pavo, > rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma A Mlva.
avariatlo.
Francez barrica 550C0
Portland idem 85500
Em perfeito estado:
Francez barrica 105000
Portland idem 12!000
No armazem de Tasso Irmaosces do Apollo.
Liquidaco
Pegas de algodozinho ailado, pord '"npo,
por ser lavado, a 45: na loja de calgado d.i roa
larga do Royario n. 12.
vSo vende para liquidar a nu?.e rfnleBa o covado : j remover as obstruecoes (0 vcntl'f, na mo
no caso de nao existirem verme aiguo, as
PASTILHAS VERMFUGAS l)E KKMl'S -rj | !( : -
tas e iofalveis na stiaoperafo e por tocos
os respeitos dignas de confiares c .pprova-
f;ao de todos os paes de famili.s. Pr pa-
radas nicamente por Lanman ,
Nova York.
Vendem-se no Recife em casa de Caort &
Barboza e Jo3o da C. Bravo & C.
\
K
PARA .i!TO ANTONIO
S\0 40ii>
Vendem se sones muito bem f.'itas ede
papel muito bom a ift o cont : na rua das
Grases n. 41, taberna da porta larga.
MUTILADO I
ILEGIVEL
/
V


r- --
wy------
DUrfe de Veraubac* Terca'ol** 8 de Malo de iMS.
'.
\
)R. PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
HEDICO, 1MRIE1IIO E OPERADOR.
3 Roa dm Sloria, casa do Fundao 3
0 Dr. Lobo .\I*)C*o d.caoaaftas gratuitas aos pobres todos os dias das 7 s *
aons da nianhaa,e das 6 e meiaa 8 horas da noite, excepco dos dias santificados
J i' n l'i erp3eLil horneomlkica
No ma&ao consultorio ta serapreo mais appropriado sortimento de carteiras
tibos ivalsos.assimcomo tinturas de vatias dyranamisaces e pelos precos seguales
Garteirasde 12 tubos grandes. 12^000
de 2i tubos grandes. 180000
I* ti m; rules. 243000
UM 'um,'ralas. 305000
de 60 tubis grandes. 350000
',)r-s,) {aliuer nrteira conforme o pedido que se fizer, e com os renaedi
ai) se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura Je meia onca 1#000.
Senda para cima de 12, custar5ms precos estabelecdos para as carteiras.
Ha ubos mais pequeos cada um a 500 ris.
amaos.
Largo da Santa
*ih n. 84, es-i
Jiuiaa da ra do'
iSebo.
wm
especia-e |sebo.
-------- 96
rora ^llu7iiS^V ""^editado arww,da agitados
NSm rL. t T ? *"*?*de bsePara ajuste de comas aos portadores.
Pelfl anRSSr dera mais bmt0 e melhores do que a Aurora Brilhante, ja'
eroSSS que-te, ja' mesmo pwvpifl.seu dono so desoja tirar diminuto lo-,
tantes fi4Knlw e 1mt toda a diliwcii> afiru deservir b.em,os.s.eficoivs.
lto7sffi8 UbCa dQh0I"as multo novas,
bu ; 11 hs >I i a; u& U&ioiuua .
trtteiM lonjstica h Dr. tfjMfjjj,.
Rj>)i-torio-l< )'-. 4Ui> Mjraas.. .
Di;;'curio li'.rni -la nilhiw.
i i. Id
Mjlictna Homeopathico do Dr. Jahr
........ 20^00.0
........ (00000
........ 60000
30000
ta'-^-i
"); na; liw leite aUaolecimeatosio por lemais conhecidos i dispensan p-ortan-
to i-i ,r; a uva n;ate -'O n-n^ndadosasosiasiue pizerem usar de remedios ver-
- dibirjs.i! uticos e luradt)res:hatudo do nalhor que se poda lesejar.globosde var-
ilairo tuucar deleite.notaveis -elatwia boa wwHerrtgUo,tintura dos mais acreditados
jVajiiici ailloseoropos.a mais3xacta a aecuradapreparado, portanto amaior ener-
ua a gitilF (fe wa pira escraoos.
4feobe-se scravospara tratar de- -uilquer enfermidade ou fazer-se-lhequal}aar
))u r.jo, para 0 que o inaunciaotejul&a-se iifilientamente habilitado.
i) -.'ratament o alhor possivel, tanto na iarte alimentar, como na medica, e
fuftcionando a casa a mm de qutre p4e. Invitar, que pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
d MMit&S.
Pa^a-se 20000 por dia durante 60 dias e d'ahi em diapte 10500.
vs tperacffes sera7> previamente ajustadas, l i"u i t
i ni I- > imunciante.
I
\
J
))nt>pi') eii)k Fina Sontuiartre, 31, em Paris.
Fifcrlefl en \Y*eeMlI. prs Pars (Franca).
OMFICMJlD B FABJUGICIO
D-.s visih!, aguarilcntes e licores.
todas
/ ,:!)<. lnitagi.) Jos riulios de
11- iii :.'-" cira''to'Irf Mel^c, adose para 2-iti
i | ,. i. hrtux, tt.. de Pornard, :t
'., -! Lisboa, f.,de Cataln, i f.,de Pnrto,
:, Mascatel, .M-ilaga, dose para 23 ou 30 li-
Substancia uara fabricar com o alcool e anua
;-, uiios cima e lodos os outros. A dose paxj
,.) litros, 50 f.
'".(.ACfFlCACO.-Ps inglezes, pos dos vittom
i Henanha, da Franca, etc. A libra pan 500
AGUARDENTES.Essencla de cognac para dar
as aguardeuies .rliuarias o sabor eo aroa de
cognac. A garrafa para 100 litros, 3 .
KIRSCH EAUlNTHO.-Esseneia da ktoMh e
de absintho, para os fazer com ilcool e ag*a, A
garrafa para 100 litros, a f.
LICORES.-Extracto::-para fabricar se todos os
licores conhecidos un fugo nem alambique, (in-
hcar-seos que se Uuflja.) A dose para 20 oa 25
litros, 3 f.
PEftfL'MBSiara faliricar-se os licores finos oo
nomrmins a dose para > -;i 23 litro-, 1 f. 25.
r,,s-5 f- TODOS os outros productos para o trabalhodo*
'.CLOIWQaO. Purpirigine para colorear os vinhos,(guarientes, ueores, vinagres, etc., sao
los brancos e vinhos claros. As duas librasifabricados 1 encomminda.
a 300 litros, 10 f. TEXCILIOS de laboratorio ede chimica.
(Alguns de nossos agentes tendo falsificado e nita lo nossis preparafSes.e engaado nossos.
ezesJJeve-se exigir sobre as rolhas e rtulos asinlciaes F. V. L. Paris,
0 mole dt asar-so dasprepitafoesicha-se indicado no rotulo.
\> i'.ncoraraefl'ias devera ser acomtanlwaaporurna letra jobre Pars ou qualquer ontra cida-
j r i-i;v. ou.arari li; i ir uainu ai-Mi lv *>irsfir>- rwSr5. Lebeafi C. cliimicos, ra
'.i ii-f-. i. ti. ; o i'i-U. ni i su.i faliricrt ua lrintiH, pros Pars,
i i- ii ii i i-iu fnne-'.a. rua il i Imu-Tador n. 38.
1 D'maigsW*S Pjafta* e
Soo e "'WWadiiw, a. 14QO0, l280
WS3 eTn SSS?ftW0W*W* *" "
lSt 2 amefxas a WOO, 1J800 e 330O.
j A^Z^7oftAO ajraai10 ***B
nsC0,n'?a,Md l0i*^ *500 rs.,
SeoSa9 Wm*,Jra- wws- a l*S0*,
^"Waelitofta de sflda.miilto npvas, a
ETHSEJB* mmsM maitas(ltta-
r Clrocofate.
k l. ** com a"W'fas anfeitadas proprias
fchocora(ftm,m a.'WW.SSWO e 3200,
[ 8a?a?|o5Ser,0r mUt0 n0V' ai*Wile
lMaaeaettllria amarella, a libra
Dito dito dita branoa, a libra a KM rs.
wims com> AMrftiiRha, pevide, e outras nas-
sas, a.Qawi34flOO.
UUas dita ei libras a 640 rs.
Lagu, a libra a 360 rs.
(Sevadjnha Para s^pa-alibra, a 210-rs.
brviihas seccaSi a |jb|)a a ,6ft; rg
uitas dewjascailas, a liana;a 90* rs.
Mapjoca muit nova,,a libra a 280 rs.
i iffl. d8 araruta verdadeira, a libra a
i oli rs.
XroA Marannao. emsacco, aarroba.a
iiOOea libwa,80rs.
.Dito da Indja e Javia, a arrobaia.330i0 e,a Jl-
bra a 100 rs.
Toucinbo de Lisboa a 3#300 a arroba e a 3Z0
1 rs. a libra.
[Dito des-autos, a arroba 7J000 e a libra a
260 rs.
JMolboscom 125 ceblas grandes, a lj280.
7*000* franceza' caixa com 2 duiiasa
Vnho Terde superior.
A caada a 3*000'e a garrafa a 400 rs.
Comma.
Sacoas da 4 arrobas, a verdadeira d sei
engomiaar, a arruba a 3000 e a libra
120 rs. ,
Sabao raassa, a libra a 200, 240 a 280 rs. j
Fariuha.
Saccasgrandes rom farinha de Goianaa mui-,
to ora, a 5JWO0. <
Caf.
Cafdo Riorauito supefior, a arroba a 85,5
8^300 e 9000. ,
Cha. .
Ch.temos nestes generoso melhor possivel.C
hyseii, a libra a 2*600.
Dito pcrola a 3*000.
Dito uxim a 2*700.
Dito hvsoo rauito lino a 2*800.
Dito redondo a 2*500.
Ditopretode priraeira qualidade a 2*500.
Dito mais baixo a 2*000 e 1*600.
Erva mate.
Excellente cha medicinal, a.libra a 240 rs.
Bspcrnucete.
0 masso com 6 vallas de espermacete a 600,;
640 e 720 rs.
Passas.
Caixas de 16 e 8 libras de passas novas pro-
prias para mimos a 4* e 2*500. ;
\'/,ps. .
iSores, a libra 160 rs. e arroba a 4*000. i
Aljiula e [lainro.
Alpistae painco, a arroba 4*000 e a libra a
160 rs.
Cartas. <
Cartas finas para jogar, a dnzia a 2*300. (
Caslanltas.
Castanhas novas viudas neste vapor,
ba 4*000 e a libra a 200 rs.
Azeiltoaa.
Barris com azaitonas novas a 1*500
Manteifa.
Manteiga superior, a Ijbra a 1*280.
nova com 12. asteas .a
V
arro-
).Frasoscom mostarda preparada am vinagre, Dita mais abaixo a 1*200.
de Hollaoda verdadeira.a
propria para negocio, a
2:300!!
Um
mas. na
corte de chita larga franceza com 10 covados, padroes escuros oa claros, cores firisis-
Loja las varas
5Eua do Crespo-
Dao se amostras deixando penhor.
-5
/
i-a
Musselinas de cores
Padroes mni m/aosos e gosto moderno, largas, por300 rs. o covado, s na
Loja das varas
5 -- Ra do Oftspo o
Gregorio Paes do Amaral A C.
f --------------------------------------------------------------------------
a
francezas
Chitas larps
escuras eelara?, padr5es modernas e cores flnissimas a 2W o covado na
Loja das varas
ft=>Rua do Cre>po5
DE
Gregorio Paes do Amaral & Ceopanuia.
-39
, a 400 rs.
e.s0;5 '"n-'iervas.iinleaa e francezas, a
6i0 e 800 rs.
Ditos cora sal refinado fino, a 640c a 500 rs.
Ditosconi a verdadeira genebra delaranja, a
*JO0O.
Ditos dea garrafa-
640 rs.
Botijas cora dita
400 rs.
Garrafocs com 2 gales com dita, a 6*.
Serveja boa, marca, a 500 rs. a garrafa, e a I
duzia a GjtOOO.
Vinha moscatel deSetnbaL a garrafa a 1*.
Marrasquinhoverdadeiro,frascos a 8QC r. e
\ a 1*200.
(Champagne, a duzia 20*000, e a garrafa a
i 2*000.
i Azeie refinada por tugue* afina**, a garrafa
a 1*000.
Caixa di; viaho Itovdt>aax muito snperior, a
7*, 8*. 9* e 10* a caixa.
) Di tas com dita branco, a 7* a caica.
i.Ditas coiaditolarimas do Domo v*r Jad^iro.
a 20*.
'Ditas cora duque do Porto verdadeiro,~&
18*000.
Ditas com chamisso superior, ali*.
Ditos com Porto velho e outras muitas mar-
cas, a J2*.
>ViBho do Porto da pipa, a garrafa a 640, 720
E e 800 rs.
SDito de Lisboa muito bom.aoanadaa 3*200,
3*300 e 44, e a garrafa a 500 e 560 rs.
BModa Figueira, das segulntes marcas (\".)
(J. A. A.) (J. L. G.) (O. M.) a caada a
' 4*300, e a garrafa a560e640rs., deste
que jesi engarrafado e lacrado com o
. rotulo do armazem.
Ditosde marcas mais desconhecidas, cana-
i da a 3*500 e 4*000, e a garrafa a 480e
520. rs.
LVinhc branco fino, a garrafa a 640 rs.
rDito da caj muito superior, a garrafa a
800 rs.
Dita menos superior al*. til
Dita franceza nova, a libra a 88C (j[
Dita dita era barris e meios ditos, a libra a -j
850 rs. &
Dita para tempero a 400 rs. -jj
Qiieijos.
Qneijos novos viudos neste vapor a 2*800 el
3*000. (i,
Ditos londrinos muito novos, a libra
1*000.
Papel.
Papel almajo paulado, a resma a 45800.
Dito dito 11 zo de linho, a resma a 4*500.
Dito de peso lizo e pautado, a resma
2*500.
Dito deerabrulho.bom a 1* e 1*200.
Vinlio Madeira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-^
deira a 1*500 e 25000.
Temperos.
Folhas de louro, pimenta do reino, cominho"
e cravo, a libra a 400 rs. ( .
Velas de carnauba. <
Massos com 6 velas de carnauba refinada a'
480 rs. i
Amendoas.
Ameodoas cora casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Caixoes de doce de goiaba, grandes a 1*400)
epequenos a 640 rs.
fijlos de limpar.
Tijolos de arear facas a 140 rs.
Grasa.
Duziasde boioes de graxa n. 9T a 2*000, e(
de latas a 1*060, e os boioes a 24D rs. ca-j
da um, e as latas a 100 rs.
Charutos linos.
Charutos finos dos malhores fabricantes da.
Bahia por diversos precos, caixas e meias'
caixas.
AZEYEBO 4. FLORES
Una da Cadeia do Heeife, eijoiBa Vladre de Des,
PFestem attencao ao discurso do Balo.
A loja.doBalo todas assemaiws revema o sw aonimcio era consequenc-de
constantemente receber novas fazendas e novo sortimento de roupe feia, os^eue precos-
$lo os mais moderados como j ninguem ignora, asfazendas.que nao levm preco marca-
do porque ha diversas qualidades e diversos precos, e em loja algn encontrar o ph
blico um lo completo sortimento de fazendas e roupas feitaa, e nao bav^ndo a obra aue
o freguez procurar toma-se a medid e em 24 liows es^rJo salisfeitas as afeeMM; do
fregmez. ~
Pede-se attencilo.
Chapeos, de sol com 16 asteas a I2.
dem idem com 12 asteas a8l.
dem idem denominados acadmicos, fazenda inleirgmeote
12|5, por este preco s na loja doBalao se encontra.
Bales de arcos para senhoras, os melhores que ha a 30.
dem de arcos edemusselma para meninas a 2->, 20300 e 30500
Vestidos finos a Mara Pia a 140.
dem dos a ais modernos que ha de flores matisadas a 180.
dem com barras, fazenda anda nao \ista,em Pernaibuco a 240
Pecas de cambraias que sempre se vendeu por 90, o hal5o vi nd por 70
Chitas preclaras que todos vendem por 640 rs., o Bal3o vende a 560.
dem da m sma*qualidade, porm de oirros pa .'rOes a 440 rs.
dem escuras a 300 rs. esto-se acabando.
dem estreitas a 200 rs. s na loja do BalSo.
Laas de accento escuro com ores matisadas denominada pelas senhoras nup i
compraram (la econmica.) H '
Cambraia de cores as mais finas a 800 rs. a vara.
dem de. cores com quadros brancos a 560 rs. a var?.
Madapolo a 80 a peca, que vale 9A, tambera ha fino.
dem francez proprio parasaia de senliora a 560 rs. a vara.
Camisas de meia muito finas a 220 a duzia.
Meias cruas para hornera de 60 a 80 a duzia.
Camisas de pregas largas a 205OO que todos vendem por 30.
dem inglezas de bobo muilo finas a 480 ou 540 a dua.
dem de fianella de cores muito finas.
Calcas de caseraira pretas e de cores de 70 a 120.
Paletos de casemira de cores e pretos, a 100. 110 eJH.
Cohetes de casemira e de brim branco os melhors-u7e ha.
Calcas de brinu bra co muito finas a 40500, 50 e 70;
Paletos de alpaca branco a 50.
Mantas modernas para pescoco de homem.
Collarinhos de papel de cores a 800 rs.
dem brancos a 400 rs. a duzia.
La prela pnra luto e de todas as mais cores a 500 r?. o covado.
Ceroulas de linho com duas costuras.
dem de algodo a 10600.
Cambraias para forro de vestido a 20600 a peca ou a 360 rs. a vara.
Chales de merino eslampado que custaram 80, vende-se por 50 era'razao de es-
tarem um p uco desmaiaJos por ter estado a mostra, por estes precos s na
loja do
1-

MACHINAS EPATENT
de trabalhar mo par*
descarocar algodo
FABRICADAS
E grande quantidade de ge&eros tendentes
estes estaMetimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
cG;d
A280RS.
Chitas de linho
palh.i, padrdi miadinhos, a 280 rs. o covado, s na
Loja das Taras
: Ra do Crespa 5
M
Grregorio Paes do Amaral & Compaoiia.
A 68000!!
Cortes- de m Maria Pia
com barras wau^JoS, do ultimo gosto, s na
i>ofa d;is T^ras
5 --Ra do Crespo --5
Gregorio Paea do Amaral C.
)o-s.acstras deixando penhor.
COKTIltfADOS BORDIDON
N. 11 Ra do QuejmadoN. 11
A este estabelecimento chegou ltimamente da Europa- um erando e variado sorti-
mento de coriinados bordados o que na de mais gosto em desenlios e bordados.
Lindo booets de palha de halla para senhoras.
Chapeos e chapelinas de palha de luiia ricamente enfeitados.
Chapeos Bnos de seda para cabeca de horaens e chapeos de S3l de seda inglczes "do
8,12 e 16 astes.
Bauraus e chales de renda pretos superiores.
Pelfeses e soulembarqaes de seda prcta para senhoras.
Cortes de la de barras de 1 i0 a ii da mnito gosto.
Baloes de arcos e de musseiina u, manguitos e camisinhas.
Saias bordadas muito superiores.
Moireantlque preto.grosdenaple preto e de cores, panno preto fino de diversas qua-
lidades e casemiras pretas e de eores.
Lnvas de pellica para homem e senhoras.
E muitas outras faznndas que todo se vende barato na loja de Augusto Frederico
dos Santos Porto, aonde tamben se vendem as melhores e mais baratas
Esteiras M. ii~Ru doQoeinado-. 11 W
0GlSmL0DE5RASVI".".i
Ta9so Irruios
vendem .gesso em p para estuque de casas, lijlos
finos de feiilo diversos para ladrilho, azuleijos de
diversos gostos, tijolos vidrados para parede de co-
zinh, canos de barro para esgoto, cemento em
barris de 10 arroba.
Caliiagas finas e brlnquedos
para meninos.
tltsgauam para a loja de miudezas da ra do
QueimadoiB. 69, os mais Anos e lindos calungas
tatito para bnnquedo de meninos como para, cima
de mesa : na mesma loja se encontrar bom sor-
timento de raiudezi. f
Traduzido do francez por A. J. C. da Crnx.
Vende-se este bello romance em quati
tomos pelo baratissimo preco de 2-J50C
ua praca da Independencia. livrarians.
6e8.
Cenebra de Hollanda en fras-
quelra.
Chegou a genebra verdadeira de Hollanda, mar-
ca VD, e vende-se somente no armazem de Rarros
4 Silva.
Por Plant Brothers & C.
OLDAX
Estas machinai
podem descarocar
=qualquer especi*
^de algodo sea
l, estragar o fio
** sendo bastantt
duaspessoaspara
o trabalho; pit-
descarogar urna
arroba de algo-
do em carow
em 40 minutos
ou 18 arroba.-
por dia ou o ar
robas de algodi
limpo.
Assim como machinas para serem movidas por
animaes, que descarocam 18 arrobas de algodi
limpo, por dia; e motores para mover urna, duas,
eutns dessas machinas.
Os raesmos tem para vender um bellissimo va-
por que pode fazer mover seis destas machinai
mencionadas; para o que convida-se aos Srs.
agricultores a virem ver e ezamina-lo, no arma-
zem de algodo, no largo da ponte nova n.47.
Saanders Brothers &C.
v II, praca do corpo Santo
RECIPE.
Qguticos agentes neste paii.
Rival sem segundo
Ra do Qaelmado n. 49, loja de miudezas de Jos
& Azevedo Mala a Silva esta disposto a vender mui-
to barato que admira, pois seus freguezes ja estao
scientes que nao ha segundo competidor.
Pecas de cordo para vestidos a 20 rs.
Capachos redondos e compridos a 500 rs.
Talheres para meninos a 240 rs.
Duzias de facas e garfos a 2U)0.
Ditas de cabo preto cravado a 3^000.
Baralbos francezes muito finos a 200 e 240 rs.
Grozas de botes de louca a 160 e 200 rs.
Caixas com soldados de chumbo a 120 e 200 rs.
Bunecos de choro pequeos a 160 rs.
Varas de cordSo para esparlilho a 20 rs.
Duzias de colheres para cha a 800 r?.
Duzias de colheres para sopa a t300.
Ditas de metal principe de cha a 2000.
Ditas para sopa a 4600.
AGUA
da
DE
F lori
para restabeleeer e conservar a cor natural dos ca-
bellos.
A agua de Florida nao urna tintura, facto es-
sencial a contestar, a mesma agua dando a cor
primitiva de cabello. Compostas de plantas exti-
cas e de substancias inoffensiveis, ella tem a pro-
priedade de restituir aos cabellos o principio co-
rante que elles tem perdido.
De urna salubridade incontestavel, a apna de
Florida entretem a limpeza da cabera, deslroe as
caspas e empede os cabellos de cahir.
Oleo de Florida
Composto de substancias vegetaes exticas, elle
contnbue poderosamente, com a agua de Flo-
rida aforra, a belleza e a conservaco dos cabel-
los.
Era Paris casa de Guilaurn. 112 rna de Rechi-
lieu e 21 boulevard Montmartre.
Todos os frascos nao tendo intacto e clare, e Un-
cir prateado da casa, reputado falso.
Deposito ra do Imperador pharmacia n. 38.
Bixas hamlorgue>s.
Vende-sena ra Nova n. 61.
No armazem de fazen das ba-
ratas de Santos Coellio,rna
do Quemadon. 19, ven-
de-seo seguin te:
so panno a
algi-
DROGARIA.
31-Rna! larga do Rosario34
Bartholomeu Francisco deSonza & C.
Vendem:
Acido actico puro p*ra retratistas.
Esmaltes para ourives.
Papel para forran casas.
Guarnieses avelludadas.
Tinta brancasnperior em lata.
Alvaiade Vneta, fino, em paes.
Lineos de panno de linho a 2,8400.
Ditos de bramante de linho de um
35500.
Cobertas de chita aa India a 2(3509.
Lengos de cambraia brancos propnos para
beira, pelo barato preco de llOCO a duzia.
Pecas de bretanha de roo com 10 varas a 3J80O.
Ditas de cambraia para forro de vestido,, com 8
varas, pelo tarati>simo preco de S,f600.
Guardanapos adamascados pelo baratissimo preco
de 3*500 a duzia. ^
Algodo enfestado com 7 112 palmos de largura a
l$-00 a vara/
Cortes de laa de lindos costos com 15 covados a
6*000.
Pecas de cambraia adamascada com 20 varas, pro-
pria para cortinado, pelo baTato preco de II i.
Fil liso fino a 800 rs. a vara.
Dito com .lpicos a ig, a vara.
Tarlatana branca fina a 800 rs. a vara.
Aloalhado de algodo adamascado a 2J00 a vara.
Dito de linho a 3*200 a vara.
Laxiahas lisas de todas as corea, pelo baratissimo
preco de 500 rs. o covado.
Pecas de eambraia de lpicos brancos de.cores
com 8 1|2 varas, pelo baratissitnq preco de
4*300.
Bales de 20 arcas.a 2*500, de 25 a 3*, de 30
3#500de 354*, 06.40 4*500*
Toalhas felpudas a 13*. a duzia.
Esteiras da India de 4, 5 e 6 palmos por menos
preco do que em outra qualquer parte.
Neste armazem se encontrar um grande sorti-
mento de roupa felta e por medida.
iSXHs-fi'a
Urna familia.qno se retira vende urna mobilia
ile amarello j usada, trera de cosinha, louca de
almogo e jamar azu', urna mesa de jantar de ama-
rello ps toeniados, masas pequeas, commodas,
cama de csale muites" outros ohjeetos o que ludo
se VMder em coala : na ra dos Pires n. 61
Vende-se urna negr nha de 10 annos," mnito
esperta e sada : no pateo da matriz de Santo An-
tonio n. 8.
A^wifvel patriadla!
Hflcambiqoea 300 rs. o covado, aa tuja
do pava.
Vendem-se os mais bonitos mogambiques de pu-
ra la proprios para vestidos e sontembarqnes,
sendo de quadrinnos de listras e lisos, fazenda m-
teiramente nova, em padroes e mnito proprias pa-
ra as senhoras que frequentam o mez Mariano,
porque esta fazenda Ibes facilita fazerem por pen-
co dinheiro vestidos mnito decentes para qualquer
acto, advrr,tin>* que este baratissiico prego
devido a grande compra qne se fex desta nova fa-
zenda, que s vende a frexe tusioes o aovado : na
loja do pavo, ra da Imperatrit n. 60, de Gama &
Silva.
(mJTILADO
J
ILETVEL
J


Diario de Peraamlmco Tercalftrtra S de Male de 18a
j.
0
\
y
\
o
po
DA
ESTABELEOIDO A KUA NOVA N. 60
mm ai dhm 3)3 sis iDanaasi
AO
RESPE1TAVEL IMHI.HO.
A aprecwcSo dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma
zcui da Liga estabelecido roa Nova n. 60 um magnifico sortimento de raolhados,
que sendo em sua max;m i parte mandados vir directamente de estrang iro podem ser
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a fattidede de querer que este novo e interessante estabelecimento seja o
primeiro nicoem seu genero, pde-se porm .ffiancar, com toda a segurancade que
neuhum outro o exeeder no restricto cumprimento das seguiots promessas:
1/ Delicadeza no trato.
2. Fielidade no peso.
3.' Sinceridade nos precos.
. As pessoas que por sua posicao social gozara de certo tratamento, acharo nesta
casa os melhores queijos londrinos, cerveja, vinhos finissimos manteiga e cha sempre de
primeira qulidade. etc., etc.
Qualquer que seja a cndilo do freguez, elle deve contar que ser sempre mui-
to bem servido.
Aquellas que sao pouco favonecidos dasorle Carao mensalmente urna economa de
muitas patacas aireguezamlo-se nesta casa, onde se lhes vender o arroz, o caf, a man-
teiga o assucir, ate, etc. de boa qulidade pelo preco que em algumas partes nao po-
dem ou nao quercm vender.
Os sanhores de tora da .cidade, dos arrebaldes ou centro, que comprara para ne-
gociar, deven vir, (telo seo pcoprio.interesae, a este estabelecimento para.se coaveace-
rem do quanto se pode vender barato.
Para os senhor s que compram para tornar a ener eaiste um sortimento espe-
cial, escolhido por pessoa entendida que certameote muito de^e agradar aos seuhore
compradores
Nao-se tem poupado sacrificios, nem-se deixar de azer a diligencia para agra-
dar a todos.
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A DINHEIRO A VISTA:
ALPISTE E PAINgO a 120 rs, a lib a.
AMEND3AS novas .a 28o rs. a libra.
AVELESa2i0rs. a libra.
ARROZ de 90 rs, a libra a,..
AME1XAS fraacezas em latas, potes, fras-
cos, bocetas, ele,, ele.
AZEITE doce a 600 rs. a garrafa, cadada a
B
BANHA de porco a 6(50 rs. a libra, em por-
ra.) faz-se abate.
BOLACHINHAS do beato Antonio a
BOLACHINHAS de soda lata grande a 2,000
ris.
BISCOITOS ing'ezes em latas de 1,200 rs. a
BOLACHINHAS principe Alberto a 2,000 rs.
C
CHOURICAS imito novas a 800 rs. a.libra.
CAF de 260 rs. a libra.
CHOCOLATE francez a 800 rs. a libra.
CHAMPAGNE das marcas mais acreditadas
a 25.000 rs. a gigo.
CHARUTOS de todas as qualidades, suissos,
araerican s, bahiannos, fluminenses, etc.,
de 1,400 a 10,000 o cento.
CHA UYSSON de 2,200 a
COPOS 1 sos ladidados de todos os tama-
nhos a

DOCES de todas as qualidades.
B
ERVILHAS seccas e em latas portuquezas e
francezas,
F
FARINHA de araruta verdadeira a 800 rs. a
libra.
FARINHA do Maranho ou tapioca a
FARELLO de Lisboa a i e 5,000 rs. a sacca.
FAVAS portuguezas em lata a 600 rs.
6
GOMMA muito nova e alva a 140 rs. a libra.
GRAO DE BICO a 120 rs. a libra.
GENEBRA delaranja a 9 e 10,500 rs.
CENEBRA de Hollnda garrafas, etc.. etc.
MANTEIGA ingiera efranceza al5, 1042O
1^280 e em barril faz-se grande abati-
mento.
MACARRO a 400 rs. de 8 libras para cima
a 360 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE a600 rs. alata.
MOSTARDA ingleza a 800 rs. o frasco.
MARRASQUINO de Zara.
MARMELLADA de diversos fabricantes e
diversos precos.
P
PEIXE em latas a 1,000 rs.
PERAS SECCAS a 500 rs. a libra.
PASSAS muito novas a 320 rs. a libra.
PRESUNTO para fiambre.
*
QUEliJO do remo de 2,000 a
DEM londrino.
DEM suisso a 800 rs. a libra.
DEM prato a 800 rs. a libra.
SARAO MASSA a 160 rs. a libra e grande
abate em caixa.
SEVADINHA a 200 rs. a libra e 8 libras se
far grande abatimento.
V
VINHO tinto de 300 a.., garrafa.
VINHO tinto em caada de 2,5(50
VINHO branco em caada de 3,500 a
VINHO verde a 40 rs. a caada.
VINHO Rordeux em caixa a 6.000, 7,000 e
VINHO de Grave a 6,000 rs. a caixa.
VINHO Cherry a 1,000 rs. a garrafa.
VINHO do Porto de todas as marcas e todos
s presos.
VINHO Collares a 800 rs. a garrafa.
VINHO tinto, neste genero ha constantemen-
te 20 a 30 pipas ao torno de diversas
qualidades e diversos precos.
VINAGRE em ancoretas a 15,000 rs.
VINAGRE em pipa a 160, 200 e 240 rs.
VINAGRE branco a 400 rs. a garrafa.
VELLAS de carnauba a 13 e 13,500 rs. a
arroba.
Superiores cortes de moirs preto com barra, o qne ha de melhor gosto em
Peraambuco. .
dem de gorgur preto adamascado com barra a imperatriz Eugenia,
dem de gorguro de seda bordados com barra. ^ '
Superiores moirs pretos e largos 2400, 20600, 34, 30500, 4|, 5.4, 64,
75 e 8)> o covado.
Superior orgurSo de seda preto, a melhor fazenda que ha para vestido.
Sarja preta de seda.
dem preta hespanhola.
dem idem lavrada a 25 o covado.
dem idem lavrada muito superior. .
Completo sortimento de grosdenaple preto a 14500,14800, 20,20500, q, j
30500, 4*. 40500 6 50. *
Pannos pretos de superior qulidade de 30 a 120 o covado.
Casemira preta Je 10600 a 50 o covado.
Lindos chales, bournus, algeriennes e retoudes de filo preto.
Mantas pretes de fil e los pretos. __,. ..,'
E muitas outras fazendas de superior qulidade na leja das Columuas
na ruado Crespo n. 13 de Antonio Correa de Vasconcelos & C. successores
de Jos Moreira Lopes.
GOMMA NOVA.
Em paneiros muito ti va a 4,ooors. a arroba e 16o rs. libra e compran-
do de um paneiro para cima se far abatimento na ra do Imperador n. 40.
Machinas de errte para
almadio
Chegaran as desejadas machinas de serrotes pa-
ra <1 escarolar aJfodo, haveno ora completo sor-
timento desde 13 at 40 errles, tambem ha mo-
tores americanos para as mesmas machinas, ven-
dera-se o mai barato possivel ; na roa da Gadeia
do Rei'ife g.NA, loja de ferragens de Joio Car-
ios Bastos Oiiveira.
Chegaramos superiores
cortes de seda.
Superiores cortes de seda de cor, viudos pele
Bttlmo vapor franeez : na loja das eolnmnas a rna
do Crespn. 13, de Antonio Crrela de Vascon-
joeH*C
AO PSLCO
em o menor constran-
g-tnrento se entregar o
Importe do genero ae
* agradar. .
ATTE*C4Q
Os precos da regulte
tabella para todos, po-
dendo asslm serrlr de ba-
se para o afuste de coartas
eom os portadores.
( Coke dogaz.
Pilch do gaz.
lcali o do gaz
tonelladas rs. .
100000
800000
400
Coke
Pitch
Alcatrao caada.
O coke recouhecidamente o carvo mais econ-
mico, torna-se po* isso recommendavel, bem co-
mo pulo asseio qne se nota as cozlnhas aunde
alie usado. Pitch e alcatrto.aloi das ai liracde<
diversas a qne se prestam, como para callafelar
embarcaces.alcatroar madeiras.clc, teem est <
prapnedadede preservar docupim. form|gas,ete.
E'entregar na fabrica-dogaz ou mandado |>r em
qualquer ponto da ddade, segundo a vomade do
comprador.
%>&< o se s)>>n2cr-5:

RA DA CADEIA DO REOFE N. 53
(Logo passande o oreo da Coneelco)
PARA BEM DE TODOS.
Senboree'ftsMrhoras, o aceto q presidio aos arranjos dteste'novo estabeteteiento, e mais que tudo a promptido e intei-
reza com que serlo trat'j$0*#*irYit!a a>ama visita ao raesmo, eerlos de -que sem envida me d*r3o a proteccSo e preferencia na com-
pra dos teneros quepreeisare e quando nlo possam vir podero mradar seus portadores, anda que estes sejam pouco praticos,
pois serlo tSo bem servidos como seviessem pessoalmente, havendo para com estes todareconrmendafao, afim de que nao vo em
tra -parte.
Albrraa ro?o?caixalalliarm a 4 &' I-,Sa'refinado bascos de vidro com lampa
ora e b.ooo a cana. do mesmo, a 5oo r
nTabrSVaS^t^cT^ M0^ ^"^ branca das ffiarcas ac^iladas
3 5oo a caixa rnTft l h 4 rS'a hht qW !em ao mercado' a *> 56 e 04
Vioho do lonn mnln^- l> ^"^ e 5'8oo> 6^oo e 6,500 a du-
vinno ao porto muito finopropno pata 11a.
Sm Cm ancorelas de s canadas a Ceradinha de Franca muito nova, a 2oo rs.
Vi^hTemoir nr>A n i .^.w Charutos do affamado fabricante Jos Furta-
vififio empipa-. ronto, Figuerra e Lrsboaa
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inteiga ingleza especialmente esedhida a
i.ooo e 8oo rs. a libra e em barril se faz
abatimento.
Idemfrancezaa maisnova do mercado a 96o
: a lbra e 96t) rs. em barril ou meios.
Urtnysgonde superior qulidade a 2,600
t rs. a libra.
^a Perola mjs superfor do mercado a
2,8oo rs. a libra.
dem hysson muito superior em latas de f5
ltbra muftoproprio paranegocioa 2,ooo
rs. a libra.
dem lysson nacioial em tetas de 1 e2 li-
bras a 1,0oe rs.
dem preto o que sa podo desejar neste ge-
, ero a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
Linguicas muito novas a 8oo rs. a libra e em
barril se faz. abatimento.
Chouricas e paios a 8oo rs. a libra.
Costelletas inglezas a 64o re. a Hbra, serve
para temperar panella ou para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo rs., ditos de navio devella a
2,ooo re.
dem londrinos muito frescos e de superior
. qulidade a 8oors. a libra.
dem prato a 8oo rs. a libra, e-inteiro se.faz
abatimento.
Identsuisso o mais superior que tera vindo
ao mercado a 64o rs. a libra.
Ervilhas e favas porUiguezas j preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Feijo vgrde muito superior a 640 rs. a lata.
Copos lapidados para agua a 5,000 e 5,5oo
rs. a duzia.
dem idem parayinho a-4ors.,e2,4oo rs.
a duzia.
Chocolate francez laspanhol e suisso a 9oo,
M,oooeI,2oors. a libra.
Espermacete superior a 6oo e G4o rs. a li-
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
cradas e das melhores qualidades de pei-
xe a 8oo,I,ooo el,2oo rs.
Vinho Bordeaux das rmrcas mais acredita-
das que vem ao nosso mercado a 7,ooo e
8,ooo a caixa e6lo e 7oo ris agar-
rafa.
Genebra de Hollnda a 48o rs. a botija de
conla certa.
Frasqueirasde genebra de Hollnda a 6,8oo
e (i4o rs. o frasco.
Genebra de laranja verdadeira em frascos
grandes a i.oooeli.ooors.a frasqueira.
Caf do Rio de V qulidade a 28o rs. a li-
bra e 8,5oo rs. a arroba.-
Cafdo Cear muito superiora2io rs. a li-
bra e 7,5oo rs. a arroba.
Arroz do Maranho de Ia qulidade a loo
rs. a libra e 2,8oo a arroba.
dem da India a loo rs. a libra e2,8oo a
arroba.
dem de Java
roba.
Moj 4 e- 9oo rs. agarrafa, e em caada
a 2,5oo, 3,ooo e 8,8oo.
Vioboorancode Lisboa de excedente quli-
dade 4oo-e 8oot9. a garrafa e em caw-
da a 3,ooo- e 3,5oo.
Vinhobraaco para missaem&aixas.de l.du-
zia a 8,ooo e 68o rs. agarrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas que
vem ao mercado como .sejam : Lugriaaas
do Douro, iMjuedo Por Lo, LUwc lia >W Por-
tugal, Duque genuino, D..Luiz.l,.Made-
raSecca,Malvazia fina a 16,ooo,15,ooo,
12,ooo e I o,oooa caixa com 1 duzia e 9op,
l.ooo e l,5oors. a garrafa.
Vinho Cherexde superior qulidade a 16,ooo
a duziae l,'5oo rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 4oo rs. os quartos e
64o rs. as meias latas.
Bolachinhasinglezas murtotiow a 5;ooa
barrica e 320 rs. a libra.
Bolachiniras de soda em latas de diversas
qualidades a l,3oo rs.
Cartbes Gom bolo francez wuito proprieepa-
ra mimo a 64o rs.
Passasmuito novas em.caixinhas enfedtadas
para mimo a 3>ooo rs.
Passas de carnada a 8,ooo a caixa e 4oo rs.
a libra.
Figos de comadre a 24o rs. alibra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a Hbra.
Milo de amendoas a 5oo rs.
Bolachinha d'agua e sal, da fabrica de Jo3o
deBrito no Beato Antonio, emlata de 6 li-
bras po-r2,5oors.
Ameixas francezas em fiasco de vidro com
tampa do mesmo, a l(55oo.
Ameixas franc zas em caixinhas de diversos
tamanhos com bonitas estar pas na cai-
xa exterior, a l,4oo, l,6oo, l,8ooe 2,ooo
cada urna.
'do Erposic5o Normal de Ibvana, Imperiaes,
toodrinos, Guanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,5oo, 5,ooo,
e^oos e 7,ooo a caixa ou em meias.
fioaretos finos de diversas marcas e fabri-
aaies, como sejam: FI6r do Norte, Ma-
oiaBd Havana, intervallos.Vencedores,
Basatellas e Suspiros, a2,ooo,2,5oo e
3jooo a caixa.
gaciinglez das melhores marcas, a 8oo e
l^Soe a garrafa.
Dawd casca degoiaba a 2,ooo a lata com
4 libras.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
fibra.
Matte.excellente cha para os navegantes, a
20o rs.
Shollas de Franca muilo grandese novas
a l,8oo o cento e l,2oo solas.
Palitos do gaz a 2,2oo a groa.
"Boweinhode Lisboa muito novo a 32o rs. a
11*1*08,500 a arroba.
Banha de porco refinada a 65o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
seotementetem vindo ao mercado, a 2,ooo
a lata.
Farinha do Maranho muito alva echeirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l,5oo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muilo proprias para
mimo, a l,Goo, 2,6oo e 3,5oo cada urna.
Ruibos, excellente peixe portuguez, em
barris pequeos ou a retalho, a vista se
far o preco.
Azeitonas de Rivasem ancoretas grandesde
8 garrafas por 6oo e 8oe rs. a garrafa.
Aieitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
l;5oo cada urna ancorela.
Azeitedoce refinado hespanholou portuguez champagne da melhor qulidade que vem
a 9oo rs. a garrafa e lo:ooo a caixa. ao mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
Batatas muito novasa 8o rs. a libra e2,5oo; 24, ooo e 26,ooo o gigo.
o gigo com 36 libra;.
Conservas ingtezas a 75o rs. o frasco e
8,5oo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a
4oo rs.
Nozes muito n Molho inglez em garrafa de vidro com rolha
do mesmo, a 16o rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes.
a 8oo rs. o frasco,
a 8o rs. a libra e 2,4oo a ar-1 Mostarda franceza em potesj preparada a
4oo rs. o frasco.
Paincoe alpista a 14o rs. a libra ei,oooa Lentilhas francezas, excellente legume para
arroba. sopa, a 2oo rs. a libra.
Massa de tomatesde superior qulidade a 64o Marrasquino de Zara propriamente dito a
rs. a lata de urna libra e56o rs. a reta-j l! a garrafae 1 l.ooo a duzia.
lho. I Palitos de dente a 14o rs. o maco.
Gomma deengommarmuitoalvaa 12o rs.
a libra.
Figosem sextinhas a 8o rs, cada urna e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,ooo a resma.
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
nos, por diversos precos.
Amendoas confeitadas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 8oo
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a l,4oo e 2,ooo rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa a 4,8oo rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre branco j engarrafado a 5oo rs. a
garrafa.
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Milho novo em saceos grandos: m> irapirtie
de Cnnha, a tratar com Tassolrmaos.
Fugio em principios do mez de fevereiro do
correnteanno e consta estar aroutad<> nesta cidade
o aaoleque Euebio, escravo da viuva do r. Fer-
nando AflbnsoKJe MeH, *e annos de idade pou-
co mais ou menos, cor prela, secco do carpo, oinos
regulares e afuma^ados, caneca um pouco grande
e meia chata, beicos finos, denles bem alvos, pee
seceos e muilo ladino : ruga-se por lano a tedas as
autoridades poHoiaes- e*eapitas-de campo que o ap-
prehendara e levem-o a ra da Mangueira sobr?do
n. 6 que sero graiilicados, protestando-se nsardos
melos judiciaes contra qualquer pessoa que olenha
em sea peder.
No da 9 do crreme mez desappareceu da rasa
da ra da Emperatriz o. O, seftuudo andar, o escra-
vo pardo de nome Eugenio, cornos signaes seguin-
tes : magro,falla de denles na frente, e tem a vis-
la esqoerda eoberta com urna nevoa, consta vagar
tela cidade a ganhar, principalmente na estecao
da via frrea, e na ribeira de Santo Amme .
qaem o levar a casa cima ser gratificado.
Acha-se fgido oescravo pardo de nome.
Ignacio, idade 3 annos, pouco mais ou menos, tt>
tura regular, cabellos annelados, olhos pequeos,
e quando nr ficam quasi fechados, nariz um pouco
chato, tem alguns denles podres e falla de ootros,
corpo regular, falla bem, e muilo conhecido nes-
ta cidade e em alguns lugares fra por oniie letn
andado ; perianto roga-se as autoridades policiaes
e aos rapiles de campo, tanto desta provincia co-
mo das limitrophes, que o faeam apprehender e
conduzi-lo casa de seu senhor o major Antonio
da Silva Gusmao, na ra Augusta, sobrade n. 99,
qne generosamente recompensar, e pagar.'; toda;,
as despejas a quem o ronduzir.
Aviso aoscapltcs de cEntre e a
polica.
21.0$ do gratiicaco per cada um.
Desappareceu em principios do mez do ootflbro
do anno prolimo passado de bordo do pplruhote
nacional Arrow Mulo, dous escravos de nome Ro-
berto, por appellid) Macei, e Miguel; o t de 45
annos de idade, pouco mais ou menos, cric n!o; cor
fula, estatura baixa, barba serrada, um pouco tor-
io das pernas, e com algons cabellos branes, leo-
ta na barba como na cabega. O 2o alio, cheio do
corpo, sem barba e falla grossa, representa trde
23 a 30 annos ; enjos escravos desconfia-se anda-
rem pelos arrabaldes desta cidade : quem os ap-
prehender qneira levar a ra do Trapiche n. 4.
Agua florida e tnico oriera-
talde Kemp.
Continua-se a vender em ponjao e a retalho :
na ra do Qaeimado, loja d'aguia branca n. 8.
C/iromacomo
A aguia branca, na ra do Queimado n. 8, acaba
de receber um novo sortimento de caixinhas com
ebromacomo para tingir cabellos, e bem assim
frascos com hydrocalletrichina, agua para desen-
grasar os ditos, coloncomo para lustrar os ditos,
e onychromantina para I impar as nnhas. Essa
tintura, cojo efleito rpido e efficaz, est bem co-
nheeida e apreciada para todos quintos delta tem
usado, eos que de novo a quizerem apreciar, po-
dem, assim como aquellos, dingir-se munidos de
dinheiro ra do Queimado, loja d'aguia branca
numero 8.
Papel efolhas para rosas
Acaba de chegar para a loja d'agnia branca, na
ra do Queimado n. 8, um bello sortimento de pa-
pel de cores para rosas, dito verde para folhas, e
dito tambem verde e mui fino para cobrir o ra-
me, assim como folhas de panno e avelludadas
para ditas.
Aspas de baleia para vertidos
Vendem-se na rna do Queimado, loja d'agnia
branca n. 8.
Superiores penas 'aqo ingle-
za* e francezas
A aguia branca alm do grande sortimento de
penas d'aco que constantemente tem, acaba de
receber mais outro de superior qulidade e dos
afamados fabricantes Perres & C, asslm como as
verdadeiras blco de lanca n. 134 s outras de pon-
a dourada, conlmuand porm a vende-las por
precos commodos, com Unto que comprador com-
pareca munido de dinheiro: na rna do Queimado
loja da agaia branca n. 8, oade tambera acharse-
ha a venda pastas para papis.
A aguia branca na ra do
Queimado n 8, receben \
Bonitos e gratrdos aljofares de cores para follas.
Pulseiras de ditos de iguaes e agradareis cores.
Voltas pretas maiores e menores todas de conus
grossas.
Pulceiras pretas tambem de cantas.
Outras de differentes qualidades e goslos.
Brincos de aljofares de cores e dourados.
Fi velas d'aco grandes e pequeas com cinto pre-
to e de madreperola.
Outras grandes de differentes qualidades e re-
dondas com podras.
Bonitos leques de Imadreperola redondos e it
oulra forma.
Dito de sndalo intericos e corredizos.
Capellas brancas para meninas.
ATTENCfiO MEUS SENHORES
PARA
NOVA CALIFORNIA
Fazendas baratissimas loja da roa da Crespo d. 17 de Jos Gomes
Villar.
A nova crise commercial permitte que o poto en* geral nao possa comprar fazendas
caras. O proprietario deste estabelecimento, amigo que do povo em geral, aitendendo a
essas cirenmstancias est vendendo fazendas por precos que na realidade admira.
Corre!, bom povo, a este estabelecimento, e comprai fazendas, porque all se vende
por menos do qne em outra qualquer parte.
Gassas organdyzes a 280 rs. o covado.
Chitas francezas escoras matizadas a 260 rs o covado.
Ditas escoras muito finas a 240 o eovado.
Ditas claras dem a 240 o covado.
Ditas escuras idem a 260 o covado.
Chitas para eoberta muilo largas matizadas a 240 o covado.
Madapoloes finos largos a 6590, 7 e 80.
Chales de fil preto muito bons a OJOOO cada nm.
Chales de merino estampados a 53300, 6*e 7*.
E outras muitas fazendas, que tudo se vender por precos que admirara.
Desappareceu a escrava Luzia, com os sip"
naes seguinles : cabra, alta, magra, com falla de
denles, tendo um lalho grande no beico, olnee gran-
des, e quando falla aperta os olhos, u bastante la-
dina, julga-se andar por Olinda : qnem a pegar,
leve a ra da Cadeia do Recife n. Ci.
AVI O
aos rapltcs de campo e a poliria.
504 de (jralrlirario.
Desappareceu no dia 8 do correnle mez de maio
de 1865, de casa de seu senhor o esiravo de nome
Semio, de naco Massatnbique, com os signaes
seguintes : cor prela, alto, chelo do corpo, tem la-
Ihosem circorededo no rosto aop das orethas,
calca de casemira azul, ramiso de baieta azul,
chapeo de massa redondo, representa ter 45 an-
nos, pouco mais ou menos, de suppor que lo-
masse a direccao de Porto Calvo, provincia da
Alagoas, porqu foi comprado ao Sr. Jos Vicente
Lindoso por seu bstanle procurador Joaquirn Ca-
valcanli de Albnquerque Mello, morador em Rar-
reiros: a entregar na ra Direita n. 30 a Bernar-
dino Antonio Pereira Bastos.
%

Azeite doce reOnadoem pequeas latas a 560 rs. a garrafa : no graucle armazem
da Liga.
Saceos de 80, lOOe .120 libras a U, WBOO e 5 ; no grande armazem da Liga.
mmm m asm
Madapolao multo fino com pequea toque de avaria, por preco que admira : na
j das columnas, na ra do Craioo n. 13, de Antonio Corroa de Vascencellos & C.
No dia 4 de Janeiro do anno de 1864, fugio do en-
genho Conceicao, comarea de Pc-d'Alho, o escra
vo Galdino, pertencente ao abaixo assignado, com
os signaes seguintes : idade 26 annos, pardo, claro,
corpo, figura e altura regulares, cabellos meios ca-
rapinnados, olhos pardos, sobrancelhas e palpebras
salientes, tem em cada braco nm sino de Salomo,
sendo nm delles mal feto, e junto a este urna cruz,
tem na cabega urna cicatriz de uma pnlegada, e em
cima de um quarlo uma onlra cicatriz de tres po-
legadas, proveniente de ponta de pao e queda, tem
sobre as costas algumas marcas ou cicatrizes de re-
inadas on chicote; nm|pouco desembarazado qoan
do falla, tem principio de carplna e earreiro. loca
viola e barbado. Foi soldado do corpo demolida no
Recife, e levou comsigo a baixa do theor seguinte :
Seccao urbana, 2* companhia n. 50, Antonio Cana-
no de Oiiveira, filho de Agostinho Ferreira de Bri-
to, natural de Iogazeira, cr parda, cabellos cara-
pinhos, olhos pardos, officio nenbum, estado soitei-
ro, com 30 annis de idade, 60 polegadas de altura,
ao engajar-se. Engajoo-se na forma do regula-
mento, em 17 de .'evereiro de 1862, por officio de
Exm. Sr. presdeme da provincia, dtalo de 28 de
abril do corrente, e publicado ao corpo em ordem
do dia l* de maio, tudo em 1862; teve baixa do
servico por ter dado em seu lugar o paisano Joo
Pedro-Ferreira da Rocha. Foi escravo do capitao
Joao de Dos Barros, morador que foi na comarca
do Brejo da Madre de Dos, e boje morador na
Campia Grande da Parahyba do Norte, qne o ven-
den em dias do mez de novembro de 1863 ao abai-
xo assignado, pelo costume de andar fgido e a ti-
tulo de forro com o nome mudado ; pelo que roga-
se a atteocao das autoridades civis e militares, nao
! s desta provincia como das demais do imperio, a
! apprehen?ao do dito escravo, que a Ululo de forro,
1 nao tenha sido reerntado ou assenlado praca em
alguns dos corpos de Vetontarios da Patria, lam-
bem pede-se aos espilles de campo e pessoas par-
ticulares a mesma apprehenslo, e leva-lo ao sen
seohor no referido engenho CoDceisao, en nesta ci-
:dade ao capitio Mauricio Francisco de Lima rea
' do Brum n. 56, qne ser gratificado com 200,8.
Jos Mara dos Santos Cavalcanli.



-.'^


s
Diarlo de rertffittbac* } Terca eira 30 de Mato de 186.

Y TTSS'l
A
A.
.

11 POl'CO DE TDO.
javam os cotibris do Otuida. Aqui para nos, creio dos riera e folgara, 03 enjoados reslabelecem-se, da Europa e as 6 e meia estavamos defronte do
que essa preciosa collegio vai occapar urna das
salas do palacio de Crysial 00 Porlo por occasiao
daexposico Internacional. Noentanto algamas
senhoras interessantes e espirituosas distrahlam-
E.-;a carta nos dirigida por amigo que seguio nos ^m saas amms conversas.
ta pouco para a Europa : ,
... ... ,.1B<. I Em frente a mim occupava logar na mesa urna
! lurmosa mofa, cuja tez morena de jambo atteslava
Caro aroigo.-l>or mais que procuro a causa que sua origpm Dras|eira. 0 rosado das ftCflg d(jm
deu rogar ao promeliuici.lo que B de envar-le m,Mr 0 ncar de seus labios delgados, scintl-
lescripco de miaba viagem, nao a encostro. |ar dtJ seu. o!no5 vivos e ^^ seas abandaDleg
H 1 mente so um momo*l. d > allucuago far-me- nMhjt de aMvicne> nio rae cap,von. Seu eolio
na esfneeer o meu lugar, ,irm-lii.< desiembrado eucaberio pela sia do vestido arfava doceraente
doqueteunos.du e do pouco ou quasi nada que | suas in5o.sinniSj primr da natureza, suslinham
sou' I coa tanta graga o lalher que chamavam a aliengo.
3, qu>, com a razo calma, medito sobre a' N'um instante senti-me captivo d'essa mulher,
enormidade de minha promessa, vejo claramente d"essa densa; amei-a.....
qo. .1 uao poderei cumprir ou polo nieuos que nao ,. .. ...
..niei saii.-fac.onameute. Mas tu s ndul-! ^deentao, meu am.go, v,v. menos aborrecido,
Mle.perdtfariue.bas a; faltas, fillias de minha a- < e' uas hoTas 1 esttico eu a contemplava,
.amteiligeucia.e apenas ornars o mea a- **"*"* M? devia "0 entanto durar multo
baliio como urna prova do imprmenlo de minhaleSa ft"cidade= alguraas horas depois que a v.,
passe por um cruel dissabor-, urna creancinha
as cranlas gritara, a marnja canta, ama rerda-
deira festa.
pharol do Bugw na embocadura do Tejo.
Nao te posso diter nada do que ha de bello entre
Ao meio da aportamos S. Vicente, ilba do ar-: o Bugto e a torre de Bellem, onde fondeamos as i
chypelago de Cabo Verde. horas da noute. Ti ve muita pena de nao poder
Formada de esteris roebedos, oua de vegetacao 'PPreciar toda a entrada do Tejo, pois dizem-me
e contra os quaes Deus parece Irritado, apresenta 1ue lod* n80'"ca- Passamos essa noute ainda
todava essa ilha ao navegante um porto'abrigad*. bordo' avis,an(l0 cidade de Lisboa Iluminada,
onde as aguas do ocano dormem traoqaillamente?*00 dft am efreit0 maravilhoso.
e onde os uavios vio refazer-se de provisoes que \ Nessa noute, meu amigo, fazia um fro desespe
paiavra
bella como ella, saliando-lhe aos joelhos, entre sor-
lia fita, meu amigo, que sgntem-se, mas que a! sos iunocentes, beijou-a chamando a mame.
para l sao levadas das outras ilhas de Cabo-Verde
l e da Hadelra.
Algnmas casas de feia apparencia, mal construi-
das e alinhadas, formam o que se chama a cidade
de S. Vicente, na qual todava pode-se fazer men-
s5o especial do edificio em que funeciona o cr-
relo, e mesrao do pequeo templo. Um hotel mal
provisionado offerece m pousada ao viajante, e a
populacao, pela mor parte composta de negros e
mulatos, (i estremamente importuna ; quasi todos
al i i pedem esmola e com tal insistencia quecausam
atropellos aos viandantes.
Ao ebegarmos S. Vicente, contra o que suppu-
ii ui: i.fin das nacoes insullkieute para expri
Dii-!--; embalde eu procurara uxpressar-le a dr
q KcUti do deixar essa Veneza Americana, essa
p.iocza do Brasil; em batlnen tentara descre-
cer-te u- meu- padeclmenlos ao deixar meuscaros
pae.-, meas ii inos, r.eus prenles e amigos.
u eutre as fl Tes pode o hornera encontrar algu-
uta coDsa que diga os seus senlimenlos n'uraa des-
1; a saudade, essa or symbolica, exprime
a 'i pouco os nossos peta'es, as nossas dore?; e a-
q lella le, no momento de deixar a patria e a ta-
mul Bce 1 ni 00380 peilo e ertsee a medida que
no.- atristamos do lar, muitas vezas nos mala, as-
I iliji indo-nos cornos seus aromas. Tu, queja
mentaste o effeitos de una separago de fa-
mili.i. bem me comprehendes.
D )ia 1 io no da 13 do passado me embarque!
no escalfar qne me dev.a eonduzir ao Oneid'1, e
que vl-o deslizar tranquillo sobre as aguas que ba
abara ess( Recife, veril lagrimas, meu amigo, que
se derramaran) sobra o corac/to som cliegarem aos
bIioj ; a dor era unn, u.-a, e para n.ij suecumbir
a elj.i. foi-me mister um supremo esforco. Meia
hora depois aos ineus padecimenius moraes june-
;taram-8d os physjcos; o enjoo, esse terrivel incoiii-
mb lo, com todas as suas cousequencias apjderou-
e ds liim que, ao entrar no muostro trauzatlanti-
0 >, era quasi urna tnassa iueite. Guindaram-me
11'unu cadeiriuba como um iustaute antes tinham
foi as minbas mallas; e, apenas no ventre dessa
moi^, deixeime guiar para o camarote, em um dos
uolic&es Jo qual deitei-me e, felizmeule para mim,
adormec.
Nao sei ao cerlo (juantas horas dorm, aera to
peaeo que horas sahio o Oneida d'ahi; o que po-
ten te posso afliincar que, quando no da li ac-
cordei e ol!ei pela janclla do camarote, s vi o bo-
II ionte lunpo de ierras e o co azul refleclndo-se
na.- agas do ucetao tranquillo.
Ati meu amigo, qje dores solfri entao. E'
verdftde que eu va realisados os meus desejos;
mas qnzera que fjsse de outro molo, quizera nao
ra.: r no imo do peito as inagoas que o diiacera-
UBI
> 1) te posso affiufar se eslive lonco u'esse dia,
apenas me iembro que cnore muilo.
Todo esse dia passe no camarote eujoado, e
inu.tjs outros passagiiros me acompanliaram nes-
se II igel.o; >|uando no dia 15' me levautei e mirei-
me ao espelho, deoconbeci-me; a magrem e a pal
iiiei (lnbam-me invadida o corpo, como a tristeza
ja 111-; traba oceupado a alma. Subi ao salo e cen-
es o le que pela prira ira vez em minha vida tive
Voulade Ju euforcar um bomem ; era sabbado de
Al 1 lias, e o meu iiomem (l.ifej era, nem mais
nei ni nos, judas feito chufe dos ciiados.
Ai sentar me mesa doairaoeo passe em revis
ta o salao e as pessoas que oceupavam posifiio em
freUle ao iaimigo, que se achara garbosamente en-
trin ii .-irado na bonita baixella do servico.
O salao, si bem que elegantemente ornado, nao
apreseouva cs;a belleza e ar de festa que se nota
riu dos paquetes fraocezes. O servido a ingleza
seria delicioso para os bomeus do Spteen; porm
para nos outros, que estamos costumados a oulros
manjares, nao poda ser peior.
I)j:eutjs e ciucoenta passageiros, pouco mais
ou meuo, oceupavam o vapor, tomando lugar u.-
primelra mesa uns cento e qoarenta que vinham
como eu para Lisboa. Urnas triula senhoras, e
pela raaior parte ja tendo a idade d'aquelle traste
a q.ie Bocage celebnsou com a sua chistosa qua-
drina, formavam o ncleo em turno do qual aie-
Pertenciam as grabas, os mimos d'essa mulher
a outro bomem que, depois vim a saber, pouco os
apreciava. tao liie passou desapercebida, estou
convencido, a impresso que me causou seu rosto
anglico; muitis vezes v-a sorrir tristemente e
esse sorriso encobria um railhode pezares tal vez,
que muitos nao comprehendlam.
A vida de bordo, bem sabes, 6 inspida emqnan-
to nao reina entre os passageiros essa doce fami-
liaridade que s depois de alguns das de viagem
apparece; no entanto ella me pareceu a que eu
podena gozar no paraizo; ao menos era-me per-
mitido ver e admirar todos os das essa mulher
4a? eu araa\a despeito de tudo e de todos.
No quinto dia de viagem, quando j havia algu-
ma familiaridade entre os passageiros e trocavam-
se palavras e ditos espirituosos, tive occasiao de
conversar cora a rosa daquello jardim. De orna
imaginacao ardeote e de um espirito que se eleva-
va ao aspecto do bello, altrahia a conversacao des-
sa moca tanto quanto as bellezas de seu corpo.
Muitas horas de neffaveis gozos, passei a estaziar-
me com as endas harmoniosas dos sons de sua me-
lodiosa voz! muitos instantes gozei dos raios da
luz de seus olhos que distrahidos se fixavara em
algom ponto do horisonte.
Depois do quarto dia de viagem novas caras vi.
nham, de dia em dia, provocar o bom humor dos
que ja nao estavara enjoados. No quinto dia nma
formosa mocinha loura fez-nos tambera o seu appa-
recimento. e desde entao mais urna estrella brilliou
no co do Oneida sem interrupeao.
espirito rude e pouco cultivado, deixava esse an-
jo lonro perceber claramente a descuidosa educa-
^o que recebara.
No azul cerleo de seus olhos lia-se a pureza de
sua alma, e seus bellos cabellos crespos e abundan
les, formivara urna aureola em torno de sua froule
altiva,da qual mil reflexos doirados]illuminavam seu
rosto de nave e sua i faces de rosa ; seria um bello
raodello para Raphael, porm nunca a companheira
feliz do bomem que, mais que as bellezas do corpo,
reverencia as da alma, que desdnvolve a fina edu-
eac/io.
Os seto primeiros dias passaram se-me, meu ami-
go, entre tristes alegras, ora conversando com as
senhoras, ora com os cavalleiros, entre os juaes al-
guna encontrei, cujas maueiras delicadas e interes-
saute conversacao muito apreciei.
Tres navios "encontramos nesse periodo de tem
po ; dous apenas avistamos na estrea do h*ri-
sonte, um, porm, passou peno de nos e por sig.
naes conversou com ocommaudanle do Oneida.
No dia 18 tivemos a infellcidade de perder um
companheiro de viagem. Moco de 24 primaveras,
vinha o nosso companheiro buscar nos patrios la-
res e remedio para a phthysica que Ihe roubava
pouco a pouco a existencia. Depois de 10 dias de
viagem, pois que vinha elle do Rio de Janeiro, en-
tregou a alma ao Creador e fui sepultado no Ocano
no dia 19 s 6 horas da manha.
Grande fui a consternsgo que um tao triste
acontecimento causn bordo ; porm, como
tudo desti vida, passou ella ao cabo de dous dias,
dando lugar s alegras da approximagao de
torra.
No dia 21, isto .oito das depois que deixamos
as plagas brasileiras, s 9 horas da raanhaa, come
gamos avistar trra. Tu bem sabes que alegra
reina bordo quando a trra comeca a desenhar-se
no horisonte como urna nuverazinha azulada ; ta-
rado e todos nos no tombadlho do vapor cootem-
plavainos estticos, o quadro admiravel que nos
apresentava Lisboa.
Sentada junto a mim eslava ella ; quasi unidos
I os nossos corpos se aqueciam; o coraco batia-me
i no peito com urna violencia assustadora; mais de
I orna vez ful impelido por urna forca superior
agarrar-me na mao e belja-la; nm instante porm
de reflexo sustinha-me, era compromette-la sem
ao menos salvar-me. O amor se me tinha tornado
egosta, nao me tinha feito cruel.
Quando as 5 horas e 45 minutos da manhaa de
29 o sol appareceu no horisonte, achou a raaior
parte dos passageiros no tombadilho do Oneida
nhamos, encontramos fundeado o Paran, pelo pagando un tributo de admirago Lisboa, sorr.n-
qual mandamos noticias nossas ao Brasil. Foi unta do.ln9 ^ p3ga dos rojsos que ella Ibes envia-
bella festa a partida do Paran para o Brasil; vi- va. Fela milina parle) meu am|g0> ereio que nSo
vas e gritos de alegre despedida fendiam os ares' encontrare! cidade alguma no mundo cuja entrada,
lengos e chapeos se agitavamjsem interrupeao, o cuja Mrra seja mais explendida e mais imponente
compasso da msica que de bordo de ambos os pa-
quetes fazia ouvir sons armoniosos e festivos. Ali!
meu amigo, que saudade I que vontade tive entao
de partir para abi a bordo do Paran I... era for-
goso, porm, resistir-lhe e provar ao mundo mais
oraa vez, que o homem pode, sempre que quer,
dominar suas vontades.
que a de Lisboa.
A natureza em todo a seu vico, ostenta gran-
diosos os seus primores nos montes e valles, que
borda. as margens do Tejo desde Bellem at onde
alcanca a vista para e interior.
Palacios sumptuosos com os seus luxuosos jar-
dios inatisados de flores, amigos castellos, uns
Em S. Vicente tive ainda occasiao de apreciar arruinados outros soffrivelmente conservados, e
mais ama virlude da mulher que en amava, a ca- uraa mmensidade de ellegantes momhos coroam
ndade. Os pobres habitantes dessa ilha receblara os picos d03 mntes. nos va|les uma b01 cazaria>
de suas raaos a esmola como devora ter recebido O etre as quaes alguns bonitos palacios, offerece ao
man do co os Hebreos que Moyses conduza viajanle panoramas .nagn.flcos.
trra da Promissao Como eu a amava cada vez Q v, f. f flr do mo nio lera
mais, e como me senta felis amaudo-a tanto .,..*
' perder um palmo de terreno desde Betlem at onde
A's duas horas da manha de 22 deixamos S. Vi- fundiam os paquetes, uma legoa puuco mais ou
cenle, e s 9 horas, quando nos reunimos para o menos,
almoco, j s vamos co e mar ; a trra tinha f-
gido de nossos olhos, mas tinha deixado em nossos
coracoes a doce aralzade e a familiaridade que tan.'
as 7 horas sahimos de Betlem e as 8 estavamos
tundeados em frente ao caes Sodr.
FOLHETIffl
O CONDE DE CHANTELEINE.
Episodio du ;e>olucao.
(Continuac&o.)
II
A ESTRADA t)E GOBBANDB.
Eatao, cora os bragos estendidas, empurrava esta
genle pea e-trada de Guerande, exhortavaa,
apressava-a com as suas palavras !
Eii I caminhai dzi aos retrdanos.
Meu offlcial. nao posso mais, Iho responda
um.
Morro I exclamava outro.
Soccorro I soccorro gritava uma mulher a
qij"in uma bala inimiga acabava de ferir junto
de si.
Minha fliha I minha ti ha I bradava uma mai
arrebatadamente separada do charo fructo das suas
entrais.
O conde de Chaoteleine,consolando, sustentando,
ajulauda, ia de um para outro, mas sentia-se atra-
zado.
As quatro horas da tarde, reunio-se-lhe uracara-
ponez, que elle reconheceu, apezar da obscuridade
e do nevoeiro.
Kernan! exciaraou elle.
bita I nosso amo.
Vivo!
Siui! porm marchemos I marchemos I rts-
pond?u o camponez, tentando arrastar o conde.
E estes desgragados, disse elle, mostrando os
grupos espalliados, nao podemos abandona-los I
Vossa coragem serinulil, nosso amol... vin-
del viode 1
Koruan que me queres t ?
Quero dizer-vos que grandes infelicidades vos
esperara.
A mim?
Sim I nosso amo. A senhora condessa, mi-
aba sobrinha Mara...
Minha mulher! minha fllha exclamou o
conde agarrando o braco de Reinan.
Sim I vi Karval I
Karval I bradou o conde, arrastando para
fra da multido o homem que Ibe fallava.
Era um camponez que trazia carapuga de la es-
cura : por cima nm chapu de aba larga, guarne-
cido de um rosario, mantinha na escuridosna fi-
gura enrgica e rod; seus comprdos cabellos
ensanguentados cahiam sobre suas largas espa-
duas ; bragas de panno de Hubo desciam em pre-
'M fluctuantes at seus joelhos ns e roxos de
no ; em baixo, polainas felpudas prendiam se
com ligas multicores; seus ps.introduiidos em enor-
mes ta mancos, j gastos firmavam-se sobre urna
carnada de palha e sangue. Uma pelle de cabra
Jangada sobre os hombros do Brelo completava o
eu vestuario; o cabo de um alfange sabia do seu
'' de larga fivela, e com a mo direita elle sas-
teutava pelo meto do canno a sua espingarda.
Este oamponez deva ser de extremo vigor; com
cffeito, passava no seu palz por ter uma forga so-
brenatural : contavam-se dellc fados admiraveis,
e jamis o terrivel lutador acbou superior na Bre-
tanha.
Seus vestidos rotos, sujos, ensanguentados, di-
ziam assaz a parte que elle tomara no ultimo cora-
bate do exercite catholico.
Seguiu o conde de Chnteteme a passos largos;
este para abrir caminho mais rpido, tomou pelos
fossos meio cheios d'agua e lama. As palavras
que acabava de pronunciar Kernan o admiraran).
Quando ganhon a frente da columna, achou-se
junto de um pequeo bosque, uma especie de mal-
ta de corte, para o qual empurrou o Breto, e com
voz alterada disse-lhe :
Viste Karval ?
Sim I nosso amo I
Aonde ?
Na refrega I entre os Azues I
E cQuhecesle-o ?
Sim!
E fallou comtigo t
Mm, depois de me ter atirado com as suas
pistolas.
Nao ests ferido? exclamou vivamente o
conde
Nao! ainda nao I respondeu o Brelo com
triste sorriso.
E que te disse esse miseravel?
Esperam-te no castello de Chaoteleine >
bradou elle desapparecendo no meio da fumaga I
Procurei alcanga-lo, porm de balde I
E-peram-ie no castello de Chanteleine >
repeli o conde I Que quiz elle dizer com estas pa-
lavras ?
Cousas ms, nosso amo!
E que fazia no exercilo republicano?
Coramandava um bando de salteadores da sua
tempera.
Ah I um digno offlcial dos exercitos da con-
venci, que expelli da minha casa, por ladro I
Sim os bandidos fazem carrera no tempo
presente. Mas as palavras de Karval nao sao rae-
nos terriveis Ao castello de Chanteleinei, disse
elle ; corramos para ahi I
Sim sim I respondeu o conde com exalta-
gao dolorosa! mas estes infelizes e a causa calho-
. flca I...
Nosso amo, disse gravemente Kernan, antes
da patria, esta' a familia. Que seriam, sem nos, a
j Sra. condessa e minha sobnnoa Maria I Cumprls-
tes o vosso dever como gentilbomem; combatestes
i por Deas e pelo rei. Volteaos para o castello, e
nma vez os nossos em segnranga, viremos de no-
to. O exercilo catholico est destruido, porm nao
i acabou-se tudo I Crde-me I ha agitago em Mor-
i binan ; ahi conhego nm certo Joo Cottereau, o
, qaal dar' fio a torcer aos republicanos, e ajuda-
, lo-hemos a fazer o uegalho,
to se almeja bordo.
O trajelo de 3. Vicente Lisboa foi faito em 6
dias e horas, que se passaram bem agradavelmen-
le. Dous fortes aguaceiros nos sorprenderam, viu-
do o segundo acompanhado de um pequeo tufo i
snperamo-los com placidez e coragem.
Muitas noites tivemos dansas
tra do Oneida tocava agrada veis walsas, polkas e
quadrilhas, e alguns passageiros dansavam. A pri-
meira vez que passei o braco pela cintura da fada
que mesustinha enlevado s-nti nm tremor apode-
rarse de mira, que ebrio de fulicidade volteava
quasi arrastado por ella n'uma wal-a delirante.
Nessa noite conversei at 11 horas cora essa raj-
ona, e as duas horas de entretenimento passaram-
se como um instante ; nunca o relogio me pareceu
andar tao veloz.
No dia 26 nolte houve espectculo ; os creados
e alguns officues do paquete unidos a alguns
passageiros formavam o corp) scenic, foi um bem
agradavel passa-tempo.
No dia 27 ao jantar offerecemos um copo de
champagne ao commandante e mais officiaes do
paquete; fizeram-se diversos brindes, terminndo-
se pelo que era de dever. 4 rainha Victoria.
Sesse dia appareceu a mania das subscripgoes,
que durou at o dia 28 larde ; para tudo fa-
ziam-se subscripgdes, nao sendo esquecidos os m-
sicos que nos proraoveram agradaveis horas de
distraego.
Muitos navios encontramos na trevessia de S.
Vicente Lisboa, porm s cora dous trocamos
signaes.
Anda te Do disse que no da 27 ouvi cantar
acorapanhando-se o armnica a minha encantado
ra deidade; sua voz fresca e melodiosa enlevava
a alma, eslasiava ; seus dedinhos percorriam o
teclado com essa aguijado que do prova de pro-
fiscencia, e as notas que, sob a pressao desses de-
dos, faziara ouvir o instrumento ealavara n'alma
como os so&s plangentes de longinqua flauta, que
a brisa as suas azas douradas nos traz alta noite
aos ouvidos. Ainda mesmo que eu nao amasse as
bellas artes, amara a msica nesse dia. Sua can.
gao foi triste e por ella pode avahar o e:tado de
sua alma. L
Esta mulher soffre e soffre muito I
No dia 28 as 4 horas da larde avistamos trras-
Quando as 9 horas pisamos trra, senti um bem
' estar extraordinario. O cheiro inebriante das flo-
res reanimoume, estasiou-me a alma-, havia lo
dias que as nao gosava.
Felizmente estou j descangado das pequeas
fadigas da viagem, mas nao contino, porque
isto j vai longo,
a pequea orches- At outro dia.
Teu amigo.
3F.
E' do Sr. Cyrilio de Lemos :
MINHA TERUA.
Combien j'ai douce souvenauce
Du joli lieu 0*0" ma uaissauce I
{Chateaubriand.)
No cume de uma collina,
Mu gentil e mu faceira,
Seductora e feticera
Minha trra se reclina
Em torno della mil flores
Derramam gratos odores
as azas da viragao ;
E pelas noites calmosas
Das serenatas saudosas
Se escuta a meiga cangao.
Linda garga na brancura,
Nos encantos bella fada,
Quando de longe avistada
Ella aos olhos s affigura;
Como se Dos amoroso
Se esmerasse caprichoso
Era formosura Ihe dar,
Em adorna-la de encantos
To seductores e taotos
Que impossivel contar.
Sao mais verdes as campias
Da minha trra querida ;
Sua m mha envolvida
No seu manto de neblinas,
Tem um que de po?sla,
Que inspira melancola,
Que faz amor conhecer,
E o rio, que aos ps Ihe corre
Parece que sent e raorre
Quando a v desparecer.
Entao, vem, disse-lhe o- conde ; tens razo
as palavras desse Karval contera uma ameaga I -
preciso que eu conduza rainha mulher e minha fl-
lha para fra da Franga, e virei nlorrer aqu.
Voltaremos juntos, nosso amo, respondeu.
Kerraan.
Mas como chegar ac easteilo 1
E' meu parecer, coaUnuou o camponez, que
devemos alcangar Guerande, d'ahi, seguir a co-ft
o por Croisic, eu por Piriac, ganhar por mar
uma das bahas de Finistere.
Porm um barco ? exciaraou o conde.
Trazeis dinheiro?
Sim, perlo de mil e quinbentas libras.
Pois bem I com isto compra-se um barco de
pesca, e, se fr preciso> at mesrao o pescador.
Entretanto 1
Nao ha escolha, nosso amo ; por lepra, cahi-
riaraos logo em um bando de Azues, ou, obrigados
a occullar-nos, a evitar as estradas, a tomar por
picadas, a perder lempo em marchas e contra-
marchas, arriscarme nos-hiamos a chegar muito
tarde, se chegassemes...
Pois entao, a caminho, disse o ronde.
A caminho, respondeu Kernan.
O conde de Chanteleine tinha toda a confianga
em Kernan, sen collaga ; esie bravo Breto fazia
parle da familia ; ellechamava minha sobrinha
raademoasetla Maria de Chanteleine e esta a elle
i meu lio Kernan. Desde sua infancia, amo e
criado nunca tinham se separado ; o Breto, pela
edneagao que recebera, era superior s pessoas de
sua condigac. Depois de ter participado dos praze-
res da infancia, das fadigas de rapaz, acabava da
tomar cora elle a sua p-rie das miserias e desgra-
nas da guerra. O conde, partindo para reunir-se a
Chatelinean, quizera deixar Kernan m castello da
Chanteleine, mas separar o irmo do irmo lerie
sido impossivel; alera disso, ficavam outros servos
para defeza da condessa. Depois, a situago deste
no fundo de Fineslere, longe de Kiraper, de Brest,
onde a pata perdido entre Fouesnant e Piougastel, tran-
quilisava o conde, e crendo sua familia era segu-
ranga, nao hesitara era langar-se no movimenlo
realista.
S o encontr de Karval, antigo criado do cas-
tello, e repellido u-n anno antes por causa de um
roubo, suas ameacas suas palavras, creavam um
perigo Immediato diante do qual era preciso voar.
Perianto, o cande e K;rnan langarara-se para
fra da estrada, qtgpdo os fugitivos che^avam s
lagas de S. Joaqulm. Ellea^enlreviram uma ulti-
ma vez essa columna sobresaltada que se perda
no meio das trevas, e cujos gritos extinguiram-sa
pouco a pouce na sombra da noite.
A's olio horas, o conde Kernan ebegarara a Goe
rande. Elles apenas levavam meia hora de vanta-
gem aos fugitivos mais adiantados; as portas le-
vantadas, mas, pela porta falsa, penetraran a as
saas roa? dwrtas,
O sea sol mais luzente,
Mais argntea a sua la,
A sua noite mais nna,
O seu dia mais fulgente.
Quando trinara suas aves
Sao seus cantos to suaves
Como harmonas do co,
E as agoas das suas fontes
Se perdem nos horlsonles
Sem rumor nem escarceo.
Sao suas vrgeus formosas
Quaes virgens do paraso,
Tem meigo e doce o sorriso,
Tem fallas cadenciosas.
Seas sorpr'endem pensativas
Semelhara as sensitivas
No seu casto retrahir;
Se cantara sao brandas notas
De melodas ignotas,
Que os aojos folgam de ouvir.
V-!a anda, ai quera roe dera I
Distante delia deliro,
E sempre, sempre suspiro
Pela eterna primavera,
Que all se gosa constante,
Por sua la brilbaute
Correndo no co asul;
Pelas auras perfumadas,
Que perpassam namoradas
No doce clima do sul.
Um jornal americano publica a seguinte noticia
telegraphica acerca de Mr. Johnson, vicepresiden-
te dos Estados-Unidos, actualmente presidente.
Audr Johnson, senador dos Eitados-Unidos.pelo
Tennessee, nasceu era Raleeig, na Carolina do
Norte, em 29 de dezemoro de 1808.
Na idade de quatro annos perdeu seu pai, que
se affogou, quando tentava salvar um amigo ; e
aos dez annos comecou a aprender o officio de al-
faiate na sua cidade natal, pois sua mi nao es-
lava em circumstancias de Ihe fazer dar in-
struego, e por isso nunca tinha posto o p
n'uma escola.
Apenas, porm se fez alfaiate, resolveu apren
der alemas circunstancias seguintes :
Um cavalleiro de Raleig tinha costme de vir
officina do alfaiate, e de lr emquanto o aprendiz
trabalhava. Lia bem, e o seu livro favorito era
uma recordaeo dos discursos dos oradores ingle-
zes, e a sua primeira ambicao foi poder conhecer
por si mesrao aquelles discursos. Entregou-se pois
ao estudo do alphabeto, fazendo-se ajudar pelos
seus camaradas ; depois pedio quelle cavalleiro
que Ihe emprestasse o livro. Este fez-lhe presente
delle.
Depois de ter trabalhado em differentes eidades
do sul, parti para o oeste com sua mi, que elle
sustentaya com o seu trabalho.
Casou-se no Tennessee.
Foi feito al .ermen da sua cidade em 1828 ; de-
pois maire em 1830.
Em 1835, foi nomeado para a legislatura.
Em 1840, perten ia ao partido democrtico, que
o mandou ao senado.
Em 1853 foi nomeado governador de Tennessee,
e foi reeleito em 1855, apezar de uma viva oppo-
sicao.
8egundo se le no Comrier des ElatsUnis, o
general confederado Lee tem merecido o respeilo
e consideragao de lodos, o o prestigio ioseparavel
do seu nome tem tomado maiores proporgoes no
infortunio.
E' effeclivamente, um dos homens que mais
cruelmente tem soffrido.
No momento em que assignava a capilulagao do
seu exercilo, dava mostras da mais profunda dr.
Um dos seus blhos Iho nurreu ao lado, outro foi
feito prlloneiro, sua mulher eslava enferma em
Richmond, os seus bens perdidos, e elle mesmo
prisioneiro, que mais era preciso para ferir a alma
da mais rija tempera ?
Accrescentai a estes soffrraentos pessoaes a
perda do grande exercilo organisado por seu ge-
nio, e que elle tantas wzes couduzira a porfiados
combates, hoje vencido, desmoralisado, arrun.do,
rendido.
O Journal i~Albany tem razao de dizer :
Um povo generoso nao pode deixar de sympa-
thisar com um inimigo vencido, na hora dos sens
supremos tormentos eda sua hurailbago.
Foi um motivo de regocijo, que ura offtcial co-
Que triste silencio comparado com o horrivT
fracasso de Savenay I' Nem uma luz as jinelias,
nem ama pessoa as ras r o terror fechava os
habitantes as suas casas pretas, cujas portas es-
ta vam trancadas-com barras e ferrolhos ; os Gue-
randenses tinham ouvido o canho durante toda a
manha. Qualquer que fosse o resultado do com-
bate, deviara temer a invasao de vencidos desespe-
rados, como a le vepeedoses intraclavets.
Os dous companheiros de fuga marchavam rpi-
damente pelas pedras escabrosas, e seas passos re
soavam de uma- maneira. sinistra; chegaram pra.-
ga da \grau. e-logo s barreiras.
D'ahi, poderara ouvh* o ruido crescente qne vi-
nha do campo, um sussurro ameagaJor no qual di-1
vulgavam-se algumas vezes detonigoes de armas
de fogo.
Tinha cessado a chuva ; a la apparecia atravs
das nuvens rasgadas, baixas e soanrias, que o ven-
to de oeste retorca sob suas rajadas ; por uma il-
lusao de ptica, o astro das noules, como tomado
de delirio,, pareca fugir insensatamente i sua luz,
muito viva por instantes, esclareca com violencia
0 campo, cujas menores linhas tornava bem sa-
lientes, e fazia apparecerem. sobre o solo sombras
espaeosas e rpidas.
Ento, o con le e Kernan olharam para o mar ;
a baha de Guerande abrfa-se diane delles alm do
immenso laboleiro de salinas. A* esqu-rda, o cam-
panario da aldea de Baltz sahia das dunas amarel-
lentas; mais longe, a agulha da torre de Croisic
terminava essa Iragua de trra que se perda no
ocano ; a direita, na extremidade da baha, os. en-
cllenles olhos de Kernan ainda poderam descubrir
a torre de Piriac. Alera, o mar faiscava sob os raios
lunares e coofundia-se em um mesrao brilho com
a linha do cea.
O vento soprava violentamente ; as arvores sec-
cas agitavam seus ramos desfolhados, e de lempos
em lempos, nina pedra, destacada do seu alveolo,
rolava do alio das barreiras no poco lamacento.
Pois bem I disse o conde de Chanteleine a
1 seu companheiro escorando-se contra o vento. Alli,
Croisic ; acola, Piriac. Aonde varaos ?
r Era Croisic, adiaramos mais fcilmente 'ora
: barco de pescador; porm se nos fosse preciso
voltar sobre nossos passos, uma vez meltidos nos
nesta lingna de trra, ver-nos-biamos embaraga-
i dos e seria fcil corlar-nos a retirada.
A tuas ordens, Kernan. Sigo-te, porm toma
: pelo mais perto, senio pelo mais seguro.
Sou de parecer que devemos rodear a baha
1 e seguir a estrada de Piriac. Apenas sao tres le-
guas e era boa marcha, abi chegaremos em menos
de duas hars.
A caminho, respondeu o conde.
Arabos os fugitivos dexarara a cidade, no mo-
mento em qne as primeiras Oleiras de Vandeanos
oella entrevara pela barreira opposta, forgando as
J portas, escalando os fossos, dando una verdadeiro
assalto. Luzes appareciaro rpidamente as janel-
las ; a pacifica Guerande enchia se de um estrepi-
to e desordem desacostumados. Delonaeoes abala-
vam suas velhas muralhas, e (inmediatamente o si-
no da sua igreja rompeu os ares com os sons ofe-
gantes de rebate.
O cende espermentou um violento aperto de
corago ; sua mo arripiou-se comprimindo a es-
pingarda ; dir-se-bia que elle ia voltar era socorro
dos seus infelizes companheiros.
E a Sra. condessa, disse Kernan com voz gra-
ve, e minha sobrinha Maria ?
Vem f vem respondeu o eonde descendo
com passo rpido as escarpas da cidade.
Logo amo e criado estiveram em pleno campo;
ganharam a costa para evitarom a estrada ordina-
ria, e rodearam as salinas cujos montes de sal
faiscavam s-b os raios da la.. Murmurios sinistres
vinham atravs das arvores rachiticas, curvadas
soba ventana do mar, eouvia-se a ensurdecenta
melancola da endiente.
Muitas vezes gritos dolorosos chegavam at elles,
alguma bala perdida vinha achatar-se com um
ruido secco nos. rochedos da costa. Chammas de
incond esrlareojam o horizonte com reflexos ba
eos, e bandos de lohps esfalinados, sentindo o chei-
ro de carne viva, uiv^vara snislramente- na escu-
rWo.
Oconde e Kernan camnjiavam sera, trocar uma
paiavra ; mas os mesraos pejisamentas agitavam-
se em ambos, e corrmunicavam-se ce um para ou
tro to distinctamente como se fallassam.
Algumas vezes elles paravam para elharem pa-
ra atraz e observaren) o campo.;. depois, vendo
que nao erara perseguidos, conlinuavqm sua mar-
cha a passos largos.
Antes das dez horas, chegaram aldNja de Pi-
riac ; nao quizerara arriscar-se em suas ras e ga-
nharam directamente a ponte de Caslelli.
D'alli, seu olhar estenden-se sobre o oceanp ;
direita, erguiam-se os rochedos da ilha Dumet;
esquerda, o pharol de Tour langva seus claros
Intermitientes para lodos os pontos do horizonte \
no mar alto, espraiava-se a massa sombra e con-
fuza da llha-Bella.
O conde e seu companheiro, nao doscobrindo ne-
nhum barco de pescador, voltaram a Piriac. Ahi,
muitas lanchas,ancoradas sobre a areia, eram pos-
tas em movimenlo pela mareta da enchente.
Kernan divisou uma deltas queum pescador dis-
punha-se a deixar depois de ter enrolado a vela.
Ola I amigo I gritou elle.
O pescador interpellado saltou na areia e appro-
ximou-se com ar muito inquieto.
Vem c, Ihe disse o conde.
Nao sois dos nossos, disse o pescador depois
de ter dado alguns passos para diante. O que que-
ris ?
Podas ganhar o mar agora mesmo, e condu
zir m,.,
mo Lee, cabase as mos de am bomem como
Grant.
Toda a gente goston de ver os dous generaos re-
gressarem juntos de Backesville a Clly-Point. Ca-
valgavam ao lado um do outro sem dislinccao de
vencido para vencedor.
Diz-so que o general Lee regressou a Richmond
para o p de sua esposa enferma.
E' a segunda vez que a esposa de Lee se acha
era poder dos federaes.
Uraa vez foi ella capturada as linhas unionistas
durante a campanha da pennsula, e mandada com
escolta a Richmond pelo geeeral Mac-Clellan.
E' do Sr. X esta poesia :
I.NHA VI0A B 0 TI AB0B
s a querida deidade
Do sublime da candura;
s, na flor da tua idade,
Sempre viva da natura
De graciosoprimor
Foste por Deus inspirada
Quando por mira adorada :
Minha vida o teu amor I
Se me fra dado, eh virgen !
Teus encantosdescrever;
Eu te dira a origem
Do que s p Je contar
O meu peito com ardor !
Mas ah! que aos labios vedado
Dizer-te era fogo aleado :
Minha vida o leu amor I
Porque abrem tuas faces
Duas rozas to mimosas?
Porque se mostrara vivaces
Os teus labios, como as rosas
De lina carmnea cor?...
Porque te dizem instantes
Os meus olbos deslumbrantes :
Minha vida o teu amor ?...
E porque s t a virgem
Dos doce.- sonhos lloarados
Que eu sonhava, com vertigem
Despertando mil coidados,
Em minh'aima inda em flor!
Suspiro... chamo-te, archaojo,
Depois... te digo, meu aojo :
Minha vi Ja o leu amor 1
E um leu olhar exprime
As notas do corago
Jurel adorar-te crime ?...
Adorei-te!... E o meu perdo
Me dars como um pnhor I...
Nao pude deixar de amar-te...
De com fervor confessar-te:
Minha vida o leu amor f
Tua imagem seductora
Ha muilo nutre o meu peilo.
Nella crew, encantadora,
Symbollsa o amor perfeito
Ou o lyrio nocandor-
Existe em teu peito escripto
E no meu, o que eu repito :
Minha vida o teu amor I
O Jornal do Porto conla o segainte:
Em uma hospedara de boa fama passoo-se ha
poucos dias o seguinte facto:
Chegaram dous sujeiios e pediram jantar.
O criado gastou uma hora em collocar os paes e
os copos, e appareceu d'ahi a um quarto deber
com um prato d'ostras.
lloare depois ama pausa de hora e meia, ao cabo
do qual o criado appareceu com a primeira eo-
berta.
Ura dos hospedes exclamou entao.
Muito bem conservado ests r O tempe- passa
por cima dessa cara sem deixar o menor es-
trago.
Ah! entao vossa exceueucia jame rahece ha
muito tempo?
Ha lempo immenso! conheco-te desde que te
pedi o jantar.
O criado eompreheodeu vagamente que havia
um remoque escondido nesta phrase, mas nem por
is-o andou mais ligeiro.
Depois de longas horas.o criado disse flnatmenle,
levantando os praios :
Vou servir a sobremesa.
O hospede que primejro fallara ergueu-se entao
e exclamou, pondo se defronte do criado :
Venha de l eniao um, abrago I
Um abraco, meu amo f
Nem mais, nem menos. Somos eonhecidos
velhos, e a fallar-te a verdad depois d delibera-
gao que tomaste de ir buscar-nos a sobremesa
nao tenho grandes esperangas de tornar a
ver-te. Adeus I
Kerman paron.
Aonde ? perguntou o pescador.
Aonde ? nos t'o diremos, uma vez embarca-
dos, respondeu o conde.
O mar est mim, e o vento de Sum nao
bom.
Se te pagassera bem ? respondeu Kernan,
Nunca ser bem paga a minha pelle, repli-
cou o-pescador, que procurava descobrir o rosto
dos seds interlocutores.
Ji^go depois, elle-Ihes disse :
Vindes da cosa de Savenados outros/ Roo-
eava la em baixo I
- Que te importa !' responde Kernan. Qawes
emba car-nos ?
Juro que nao.
Acharemos na aldea algom raarinheiro mais
audaz do que tu ? perguntou o eonde.
Duvido, repliceu c-pescador. Mas, faai, ac-
crescentou elle, piteando os olhos, s dizais meta-
de do que era preciso dizer para que sa-vos em-
barcasse I Quanto daes T
Mil libras, respondeu o conde.
e roiin pai el r.
De ouro, responde Kernan.
De ouro, de euro verdadeiro* vejamos um>
pouco.
O conde desatoa o sen cinto e Urca uns cinaoen-
ta lotees.
Teu. barco apenas vale a quarta parte desta
quanlta..
Sim I respondeu o pescado, com ojos acce-
sos de cobiea, mas a minha pelle vale bem o resto.
Pois bee \
-~ Embarea, continuou a pescador rseebendo o
ouro do conde.
Elle llrou a sua lancha para a praia. O conde
e Kernan eotraram n'aguaat os joelhos e saltaram
na barca ; tirou-se a autora do tundo da areia.
Dorante este tempo, Kesnan igoi a verga, e o ra-
queta avermelhado eslendeu-se ao vento.
No momento era que o poscador la embarear-se,
Kernan expellio-o vivamente e, com ama gaucha-
da, aiirou a lancha uraa deiena de ps ao largo.
Entao I disse o pescador.
Livra a toa pelle, Ihe gritou Kernan, nao te-
mo o que fazer de ti. O leu barco est pago.
Mas, disse o conde.
-t Isto me conhece, responden Kernan que, guar-
ncetelo a escota e dirigindo a cana do leme, lan-
cou a laucha ao venio.
O percador, estupefacto, lloara mudo, e quando
recobren a paiavra, foi para gritar :
Ladrees republicanos I
Mas j o barco desapparecla na eseuridio, no
meio da escuma obscurecida das vagas.
.
V
( Conintiar-ieJia )
PERNAMBUCO.-TYP. DE M. F. DE F. & FlLtQ
ILEGIVELI
*


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