Diario de Pernambuco

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Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10673


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Full Text
\
xA
AffHO XU HOMERO 116
Por q a artel pago dentro de 10 das do 1. mez :
dem depois dos 1.' 10 dias do couiecoc dentro do quartel.
Porte aocorreioior tres mezes......., ,

5|000
6|000
750
SABBADO 20 M MIO DE 1865.
Por anno pago dentro de 10 dias do 1. mez
Porte ao correio por nm anno.......
191000
3*000
DIARIO DE PERNAMBUC0.
E:\CARREGADOS DA SUBSCRIPQO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Amonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemas Braga; Cear, Sr. J. Jos d*e
Oliveira ; MaranhSo, o Sr. Joaqulm Marques Ro-
drisues; Para, os Srs. Gerardo Antonio Alves &
Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
EXCARREGADOS DA SUBSCRIPQO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Dias; Bahia, o
Sr. Jos tartins Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Uibeiro Gasparinho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estagoes da via frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna assegandas e sextas eiras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Garuar,
Altinho, Garanhans, Buiqae, S. Bento, Bom
ConseIhok Aguas Bellas e Tacaral, as tercas
feiras.
Pod'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgaeiro e Ex, as qaartas
eiras.
Segunda vara do civel:
hora da tarde.
qnartas e sabbades a II AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Serinhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
EPHEMERIDES DO HEZ DE MAIO.
2 Qnarto cresc. a 1 h., 44 m. e 46 s. da t.
10 Lna ctieja as 6 h., 3 m. e 22 s. da t.
18 Qnarto ming. as 4 h., 19 m. e 46 s. da m.
24 Lna nova as 8 h., 29 m. e 45 s. da t.
Tribunal do commercio : segondas e qnlntas.
Relagao: tercase sbadoss 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Jalzo do commercio: segundas as il horas.
Dito de orphos : tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civil: quartas e sabbados al
hora da tarde.
DIAS DA SEMANA.
15. Segunda. S.Jsidro lavrador; S. Egydio f.
16. Terga. S. Joao Nepemueene cooeg m.
17. Quarta. S. Paschoal Baylon f.; S, Aquilino m.
18. Quinta. S. Flix de Cantalice f.; S. Prisco re.
19. Sexta. S. Pedro Celestino f.; S. Ivo f.
20. Sabbado. S. Bernardino de Senna f.
21. Domingo. Ss. Marcos,Cheopompo e|Vlenle,b.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 0 horas e 30 m. da tarde.
Segunda as 0 horas e 51 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEROS.
Para o sul al Alagoas a 14 e 30; para norte
ata a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Ferian-
do nos dias 14 dos mezes de Janeiro, margo, malo,
[julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praea da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa de
Faria & Pilbo.
PARTE OFFICUL
MINISTERIO DO IMPERIO
DECRETO N. 3454 DE 26 DE ABRIL DE 18 65.
D notos estatutos s Faculdades de Direito do
Impeli.
Usando da autorisacao concedida pelo decreto n.
714 de 19 de setembro de 1853 : hei por bem que
as Faculdades de Direito do imperio se observem
os estatutos que cem este baixam, assignados por
Jos Liberato Barroso, do meu conselho, ministro e
secretario de estado dos negocios do imperio, que
assim o tenha entendido e faca ejecutar.
Palacio do Rio de Janeiro era 26 de abril de 186o,
41 da independencia e do imperio.Com a rubri-
ca de Sua Magestade o Imperador. Jos Liberato
Bul roso.
Estatutos para as Facilidades de Direite, a que se
refere o decreto desla data.
TITULO I.
Da organicao da Facvldade.
capitulo i.
Do curto de estudet e materias do ensino.
Arl. Io As Faculdades de Direito dividir-se-ho
pm duasseccSes: 1*, seceso de sciencias jurdicas ;
2', seceo de sciencias sociaes.
Io A 1" seceo cdtaprehender :
Direito Natural Privado e Publico.
Direito Romano.
Analyse da Constituido do Imperio.
Direito Criminal.
Direito Civil Patrio.
< Direilo Comniercial e Martimo.
Tneoria e pralica do Processo.
Direito Ecclesiastico.
2o A 2a seccao comprehender :
Direito Natural Privado e Publico.
Analyse da Constituido.
Direito Irterinacional e Diplomaticia.
"Direito Administrativi.
Economa Poltica.
Direito Ecclesiastico.
S 3o Sera facultativa a frequencia da cadeira de
Direito Ecclesiastico Loro que se crearem as Fa-
culdades Theologicas, e dppois de ouvidas as con-
gregages, e a secgo do imperio do conselho de
estado, podera o governo supprimi-la, se assim o
jaltutr conveniente.
S i As cadeiras de Direito Natural, Analyse da
Constituigo e Direito Ecclesiastico serio commuos
em ambas as seccoes.
Art. 2" O curso de estudos na serebo de scien-
guiute modo :
Seccao de sciencias jurdicas,
cias jurdicas ser de 4 annos, e de 3 as de scien-
cias sociaes : as materias sero distribuidas do se-
! anno.
*TSm.^ffiMmS8orlnn n nnh,P0-
2* anno.
1* cadeira.Analyse da Constituigo.
2-' cadeira.Direito Criminal ; analyse do c-
digo.
3o anno.
1* cadeira.Direito Civil patrio com analyse, e
comparacao do Direito Romano.
2a cadeira. Direilo Commercial e Martimo;
analyse do cdigo.
4o anuo.
i' cadeira. Continuarlo das materias da 1* ca-
deira do 3C anno.
2" cadeira. Theoria e pratica do Processo.
31 cadeira. Direito Ecclesiastico.
| 2" Seceo de Sciencias sociaes.
Io onno.
Cadeira.Direito Natural privado e publico.
2o anno.
I1 cadeira.Analyse da Constituigo.
-' cadeira.Direito internacional e Diploma-
cia.
3 anno.
1* cadeira.Direito administrativo.
2" cadeira.Economa Poltica.
3* cadeira.Direito Ecclesiastico.
CAPITULO II.
Direccao das Faculdades.
Art. 3o As Faculdades sero regidas por um di-
rector e por urna junta composta de todos os lentes,
que se denominara Congregado dos Lentes.
ski:i; vi I.
Arl. 4o O director sera de noraeago imperial.
Compele-lhe :
1 Presidir a Congregado dos lentes, e dirigir
as suas sessoes, segundo as regras estabelecidas
nestes esiatutos e as que o forem em reguUmentos
posteriores.
2o Convocar a mesma congregado nao s nos
casos expressamente determinados, como naqoelles
em que, por deliberado propria, ou requisicao
de qualquer lente, feita porescripto e com declara-
dlo do objecto, o julgar necessario. Neste caso, o
mesmo director marcara' hora da reunio.de for-
ma que evite a ioterrupgo ou de quaesquer actos acadmicos.
5 3o Transferir, em circumstancias graves, para
euira occasio, a reunio da congregado ja' con-
vocada, anda quando ella deva verificarse em po-
ca certa ; e suspender a sesso quando se torne in-
dispeusavel esta medida, expondo immediaiamenie
ao governo, em qualquer dos casos, os motivos do
seu procedimenlo.
4 Regular edeterminar, em conformidade dos
esiatutos e ordens do governo, tudo quanto perlen-
ce a' Faculdade, e nao estiver encarregado espe-
cialmente a' congregago.
| 5o Nomear commisses quando o objecto del-
tas fr de simples solemnidade, ou pelos estatutos
nao estiver expressamente determinado que a no-
meaco compila a' congregaco.
i 6o Assgnar a correspondencia oflcial, assim
como todus os termos lavrados em nome, ou por
deliherago da Faculdade.
7* Execular e fazer execotar as decisoes da
congregafo, podendo todava suspender a execu-
co dellas, se forem illegaes, ou injustas, dando
parle immediatamente ao governo, a quem perten-
cera' neste caso a decisao definitiva.
8* Organisar o ornamento aonual, a rubricar
os pedidos mensaes das despezas da Faculdade,
consultando a' congregaco quanto s extraordina-
rias que seja preciso fazer-se, e levando ao c'onhe-
cimento do governo, para o resolver, qualquer em-
barace que encontr na deliberaco da mesma
congregeo.
9. Ordenar, em conformidade das leis e ordens
do governo, a realisaco das despezas que liverem
sido autorisadas, inspeccionando e fiscalisando o
emprego das quantias para ellas decretadas.
| 10. Nomear, em caso urgente, os empregados
subalternos que o servico exigir, e arbltrar-lbe
gratifleagoes, ficando porm anomeaco dependen-
te de final approvaco do governo.
11. Determinar e regalar o servico da secreta-
ra e da bibliotbeca e providenciar sobre ludo
quanto for necessario para as sessoes da congre-
gaco, cetebraco dos actos e servaos das escolas.
12. Visitar as aulas, e assistir, todas as vezes
que Ihe fr possivel, aos actos exercicios escola-
res, de qualquer natoreza que sejam.
% 13. Velar na observancia destes estatutos, e
propor ao governo tudo quanto for concernente ao
aperfeicoamento do ensino, e ao rgimen da Facul-
dade, nao s na parte administrativa que Ibe com-
pete, como na se i en tilica, de vendo a respeito des-
ta, ouvir previamente a' congregaco.
g 14. Exercer a polica no recinto do edificio da
Faculdade, empregando contra os que perturbaren)
a ordem, as medidas prescriptas nestes estatutos.
15. Empregar a maior vigilancia na mano-
tengo dos bons co.-lumes.
16.- Suspender, por um a oito dias, com perda
dos vencimentos, os empregados de que trata o
art. 125, quando procederem mal, expondo ao go
verno os motivos da suspenso.
Art. 5. O director ser subslituido em sua falta,
ou impedimento, pela pessoa qne o governo desig-
nar, e provisoriamente pelo lente mais amigo que
estiver em exercicio. Se este allegar molestia, ou
outro qualquer motivo que o inhiba de exercer a
directora, continuando no entretanto na regencia
da sua cadeira, o director, ou quem suas vezes fl-
zer, convocar immediatamente a congregaco, e
subraetler ao seu conhecimento o motivo alle-
gado.
Nao sendo esteadmittido pela congregaco, o di-
rector, ou quera suas vezes fizer, assim o parteci-
par ao lente, intimando Ihe qne entre no exerci-
cio da directora dentro de 24 horas. Se anda as-
sim elle recusar, proceder-se-ha em conformidade
dos arts. 93 e 94 destes estatutos.
Art. 6. Ao director deverSo ser dirigidos os re-
querimentos e representacSes cujas decisoes Ihe
perlencerem, e por seu intermedio levadas ao co-
nhecimento da congregaco que versarem sobre
objectos da competencia desla.
Art. 7." O director, alm das partes mensaes, e
informages que dever dar ao governo das oc-
currencias mais Importantes, remetiera no fim de
cada anno lectivo um relatorio circunstanciado
das trabalhos do anno, com a noticia do aproveita-
mento de cada um dos alumnos, e regularidade do
seu procedimenlo, assim como do desempenlio e
ponlualidade dos lentes, e de lodos os empregados
da Faculdade.
Arl. 8. Os actos do director fleam debaixo da
inmediata inspeccao do ministro e secretario de
estado dos negocios do imperio.
Nao obstante, podera o presidente da provincia
exigir do mesmo director explicacoes acerca de
seus actos, e informacoes sobre as oceurrencias da
Faculdade, que julgar conveniente levar ao conhe-
cimento do governo imperial.
Art. 9.a O director que servir com zelo por es-
paco de cinco annos, ter direilo ao titulo de con-
selho.
SECQAO II
Da congregaco dos Untes.
Art. 10. A congregaco comporse-ba de todos
os lentes cathedraticos e substituios.
Nao podera exercer suas funcedes sem que se
rena mais de metade dos ditos lentes qne eive-
rem em eflectivo servico da Faculdade.
Art. 11. Alm das sessoes nos das determina-
dos por estes astatiUos, bavsra pelo menos ama
couierencia mensai em dra qne o director dosigoar.
Art. 12. So regulamento de qne trata o arl. 128,
se marcaro a forma, solemnidades e duraco
destas sess5es.
Art. 13. As deliberages da congregaco >~j
tomadas por maioria absoluta do mo-ioros pre-
sentes, e por volaco noaxual, salvo quando se
tratar de questd*-- J interesse pessoai, as quaes
se votar oeinpre por escrutinio secreto.
Ari. 14. Nenhum lente podei votar em negocio
Je pessoa, que seja seu ascendente, ou descenden-
te, ou prente em linha transversal al o segundo
grau, conforme o Direilo Cannico.
Art. 15. Resol vendo a congregaco quelquem
em segredo algumas de suas decisoes, lavrar-se-ha
dellas urna acta especial, que sera fechada, lacra-
da, e sellada com e sello da Faculdade.
Sobre a capa o secretarlo lngara a declaraco,
por elle assignada e pelo direclor, de que o objecto
secreto, e notar o dia em que assim se deli-
berou.
Esla acta ficar debaixo da respe nsabildade do
mesmo secretario.
Antes, porm, de se fechar a dita acia, delta se
exirahira' urna copia para ser levada immediala-
mente ao conhecimento do governo imperial, que
podera' ordenar a sua publcaeo por intermedio
da congreg^fae.
A mesma congregago podera' igualmente, quan-
do Ihe parecer opportuoo, resolver semelhante pu-
blicagao, precedendo sempre autorisacao do gover-
no, ou em caso de urgencia, do presidente da pro-
vincia.
Art. 16. Compete congregaco, alm das ou-
tras funecoes que por esses estatutos Ihe sao con-
feridas :
1. Exercer a inspeccao scienlQca da Facul-
dade no tocante ao systema e methodo do ensino
aos livros e compendios seguidos as aulas, pro-
pondo ao governo as reformas ou alterarles que
forem aconselhadas pela experiencia, ou pelo pro-
gresso das Sciencias Sociaes e Jurdicas.
2. Empregar a maior vigilancia em evitar a
introdueco de praticas abusivas na disciplina es-
colar, ou no rgimen da Faculdade, tendo o maior
escrpulo na manuteBco dos bons costumes, e
auxiliando o director no desempeoho de suas
funcc5es.
Ai i. 17. As actas dos trabalhos da congregaco
devero ser assignadas pelo director, e por lodos
os lentes prsenles.
SECCAO III
Vos lentes da Faculdade.
Art. 18. Os lentes cathedraticos s regero as
cadeiras para que foram nomeados. Os actuaes
conservarlo as suas respectivas cadeiras.
Arl. 19. llavera seis sublitutos os quaes serviro
indistincjamenle em qualquer das seccoes.
Regero qualquer cadeira quando estiver vaga,
ou impedido o lente cathedratico.
Art. 20. Os substituios passaro a cathedraticos,
mediante concurso, o qual versar smente sobre
a materia da cadeira vaga.
Fica porm respeitado o direito de anliguidade
que lem os actuaes substitutos.
Os substitutos de urna faculdade podero ser
admitlidos no concurso, a que se proceder na ou-
tra, para o que o governo Ihe.; conceder licenca
opportonamente.
Art. 21. Nos actos acadmicos os lentes cathe-
draticos precedero aos sobstilntos, e tanto nesta
clase, como na outra os mais amigos.
Art 22. A anliguidade dos lentes actuaes ser
contada como at agora. Para os que de novo fo-
rem nomeados regular a data da posse, e, haven-
do mais de urna no mesmo dia, a data do diplo-
ma.
Art. 23. O lente, que contar 25 annos de servico
effectivo, podera ser jubilado com ordenado por in-
teiro. Antes porm desse prazo podera requerer a
sua jubilaco, com o ordenado proporcional ao
tempoque tiver effeelivamente servido, o lente,
que, ha vendo ensinado por 10 annos, se achar Im-
posibilitado de continuar no magisterio.
Arl. 24. O lente, que, tendo completado 25 an-
nos de efectivo exercicio no magisterio, obtiver
do governo permissao para continuar a leceionar.
perceber a gratificago addicional de 400000
emquanto pelo mesmo governo fr conservado no
magisterio.
Arl. 25. No caso do artigo antecedente ter o
lente o direito ao titulo de coaselho.
Art. 26. Para o tempo de efectivo servico sero
abonadas :
1 As faltas por molestia, justificadas pelo mo-! pelos exames preparatorios no dia 3 de fevereiro,
do declarado nestes estatutos, nao excedendo a 20 e terminaro no dia que a congregaco designar,
em cada anno, ou a 60 em um tnennio, salvo se a
molestia fr adquirida em servido publico.
2. As faltas que forem dadas por servico pu-
blico em outros empregos, ou commissoes, com-
anlo que dentro de 25 annos ne comprehendara
um i-spaco maior de cinco.
3* As que procederem de suspenso judicial,
ou acadmica, quando o lente suspenso tiver sido
declarado innocente.
Arl. 27. O lente, que se jubilar com 30anROS de
servico, dos quaes pelo menos 2o efTeclivamenle,
segundo as disposicSes do artigo antecedente, ter
alm do ordenado, metade da respectiva gratifi-
cago
depois de concluidos os aelos do anno.
Art. 50. Alm do prazo decorrldo do encerra-
mento da Faculdade at o dia da abertura no anno
seguinte, smente sero feriados os dias de entra-
do at quana-feira de cioza, os da semana santa e
da paseboa, o dia II de agosto (anniversario da
abertura dos cursos jurdicos), e os de festa ou lu-
to nacional.
CAPITULO II.
Das habilitacSes para as matriculas. -
Art, 51. Ninguem se podera matricular em qual-
quer das Faculdades sem que se mostr habilitado
no conhecimento das lingoas latina, franceza e in-
gleza, e em philosophia racional e moral, arithme-
Art. 28. Tanto os lentes cathedraticos, como os tica e geometra, rethorica e potica, historia e geo-
graphia.
Art. 51..Para provar estas habililagoes dever
o pretenderte apresenlar diploma de bacharel em
letras pelo collegio de Pedro II, ou titulo de ap-
provacao obtido nos concursos annuaes da capital
Art. 29. A vaga, que se dr, de qualquer cadel- Ido imperio, em conformidade do art. 112 do regu-
ra, ser preenchida por meio de concurso entre os i lamento de instrueco primaria e secundarla do
substituios da Faculdade, na forma do art. 20. municipio da corle, ou cerlido de approvaco em
Art. 30. Os lugares de substitutos sero prvidos exames perante os professores das aulas preparato-
pelo governo, sobre proposta da congregaco da ras da mesma faculdade.
substitutos, tero as honras de desembargador.
capitulo ni.
Do provimento das cadeiras.
SECCAO I.
Regras geraes do provimento.
faculdade, onde se derem as vagas, precedendo
concurso pelo modo estabelecido nestes estatutos.
D'enire os candidatos, que forem approvados, a
congregaco apresentar tres escolha do gover-
no, elassiheando-os na ordem do seu merecimento.
Nenhuma outra prova ser admittida.
CAPITULO III.
Das matriculas.
Art. 53. As matriculas para as aulas da Facul-
dade comecaro no Io de marco e se fecharo a
r:!ZT:Trol^ZT es,adan,ei nvr!dsoeSS2e'0 ** Mer ser para e,,escbama-
me^o^^
trenla em nenhuma das Faculdades de Direito. TT m.I SZfeSrdo S&tS3* proCe-
Para esse ta a Faculdade, onde se tiver dado a *&* BSrTU! "- -
reprova5ao,acommun.cara'a'oo.ra. mente sahir da aula, ordw^do
O methodo. formalidades, temoo dos,
fara immediata-
methodo, formalidades, tempo I l^UrT-rS.".""""". *> qne Ihe
rritawJS wss^ Se,a"i* ^SffZJUSAs
Art. 75
a que se refere o art. 128.
Art. 76. Os exames sero por pontos, salvo para
os esludanles que preferirem faze-ios vagos. Os
que, porm, tiverem frequenudo cursos estranhos
a' Faculdade, ou sejam pblicos, ou particulares, s corrido ao director
poderao ser admitlidos a exame vago.
CAPITULO vi
Da defeza de theses.
Se o estudarte recusar sabir, on usar de pala-
vras desrespeitosas, o lenle far com qne o bedel
| lome por termo o facto, e dar logo parle do oc-
Se o lente vir que a ordem nao pode ser resta-
belecida, suspender a lico, ou sabbatina, man-
dando tomar pelo bedel, para o fim cima indica-
*i T-r > a t-.ii.. uuuu ivinai ueiu WNMI. para o IIrn ai
Art. 77 A defeza de theses, necessana para se do os nomes d m d desorden)
obler o grao de dontor, consistir' na sustentaco; Ar, 9q S ^Lf.0. 1', JS*w, An,
de proposices sobre todas as materias de arabas ,/"; Sia? nESTS^S^S^*.^
assecces, sendo, pelo menos tres de cada uraa ^t^rTsT^n^o %$$ ^S
Art.' 78. Alm das the.-eso demorando apresen-' KftmTiV^
.aruraa disserlaco escripia, sobre a qual'podera', J^ Secciona0 fTSSf***'' ,Bp0rt '
Ar. TftoEmndo sera' argido e |**Lfi TJtdOt vSmSViS&
PPxer,c0itS0BSlen,eS' QUe Se acharemtera ^"InSwnTwlto^' ffilec"os,
n2, 1 cotmParecer?m acl- onmA Pfl sahira' o delinqoen.e para assistir s litfe,ra i
O empate na vota5ao sera considerado como re- ra ir faIer acl0 se e ver ^, ^m
Art. 31. Se no cencurso nao s presentar can j 15, excepto para as de anno, que podero con
didato, ou nao fr approvado nenhum dos que se licuar al o dia ultimo do mesmo mez.
tiverem apresentado, abrir-se-bade novo;ese nes-! Depois de encerradas as matriculas nenhum es-
te se der o mesmo facto, podera o governo fazer a tudante podera mais ser admittido, salvo se pro-
noraeaco, ou, se o julgar prefervel abrir ainda ; var cancludenteraente qne, por impossibilidade
ouire concurso. proveniente de motivos extraordinarios e indepen-
Art. 32. Podera ter lagar a troca de cadeiras' denles da sua vontade, nao se apresentou no pra-
entre os respectivos lentes, a requerimento delles, | zo mareado, pois que eni podera a congregaco
provacao.
Art. 80. Sera' presidente do acto o director da
Faculdade, mas nao votara'.
informado pela congregaco, que indicar as van
tageas, ou inconvenientes da permutaco
Arl. 33. A esta informaco o director addiciona-
r, em oflBcio reservado, as reflexdes que Ihe pare-
cer convenientes.
Arl. 34. Qualquer dos lentes cathedraticos pode-
ra requerer a sua transfrrencia para a cadeira que
vagar, comanlo que o faca dez dias depois da va-
ga, sendo o seu requerimento informado como no
artigo antecedente.
Arl. 35. Independentemenle de requerimento,
podera o governo, em virtude de representarlo da
congregaco, on per deliberaco propria, ouvida a \
manda-lo matricular, toraando-se-Ibe como justifi-
cadas as faltas dadas at o dia da matricula.
Art 54. Para a matricula do Io anno o pretn-
deme requerer ao director com os seguintes do-
cumentos : 1, habilitaco na forma do capitulo
antecedente; 2o, idade maior de 16 annos; 3-, co.
nhecimento de haver pago a taxa.
Art. 55. Para a matricula nos annos seguintes
devera' o pretenderte apresenlar : Io, cerlido de
approracio no anno anterior; 2o, conhecimento de
haver pago a taxa.
Art. 56. Os exames feitos em urna Faculdade
sero valido na outra, provados cem certdoes
mesma congregaco, transferir qualquer dos leu- regulares, authenticadas pelo respectivo director,
les cathedraticos para a cadeira que vagar. j que officiara' publica ou reservadamente ao da
Art. 36. Vagando qualquer lugar de lente qner. outra Faculdade, communicando-lhe o que julgar
UnJan*:n >,. V. itl nt.-. n ilirAitAi- minilap OAnwAn I unlA n'nAana A >. a a J! n n ._.,_:> A~
cathedratico, quer substituto, o director mandar
annunciar o concurso por ediial, que sera' publi-
cado por diversas vezes oas fojhas da capital da
respectiva provincia, e as da corte..
SECCAO II.
.. Das habilitaedes para o concurso.
Art. 37. S podero ser admiltidos a cw-i'r!W "
cidados brasrleros, ai "J' to gozo dos di-
reilos civis pimco, liverem o grao de doutor
pul:.*mculdades de direito do imperio.
Art. 38. O candidato, que se quizer inscrever,
juntar ao seu requerimento, ou apresentar' ao
secretario, no acto da inscripeo, os seas diplomas
ou publicas-formas delles, justificando a impossi
que o esludanle ainda nao tenha acabado de cum-
plir a pena.
Art. 101. Se a desordem fr dentro do edificio,
1119363. autores
empregado, que o presenciar, devera' immediata-
0 que fr reprovado duas vezes nao podera' mais
ser admittido, ainda mesmo qne urna das reprova-
ci>s lenha sido dada pela outra Faculade.
Para execaco deste artigo a Faculdade, onde se
der a reprovaco, a communicara' a' outra.
Arl. 82. O processo para a escolha e aprsenla-
Cao das theses, prazo e formalidades da defeza, e
votaco, sera' objeclo do regulamento a que se re-
fere o art. 128.
CAPITULO VII
Da collarao dos graos.
Art 83. A collacio dos graos acadmicos se
fara' no tempo que fr determinado pelo regula-
mento, e segundo nm formulario, que devera' ser
annexo ao mesmo regulamento.
mente communica-lo ao director.
Art. .102. O direclor, logo que receber a parlici-
paco, ou ex-offlcio, quando por outros meios tiver
noticia do facto, tomara' delle conhecimento, fa-
zendo comparecer perante si, na secretaria, o es-
ludaote, ou estudantes que o tiverem praticado.
Art. 103. Se, depois das indagacoes, a que pro-
ceder, o director achar que o estudanie merece
maior eorrecco do que urna simples advertencia
feita em particular, o reprehender' publicamente.
Art. 104. Neste caso, a reprehenso ser dada
na secretaria, em presenca de dous lentes e dos
empregados, e de quatro ou seis estudantes pelo
menos; ou na aula, a que pertencer o estudante,
graos : bacharel em sciencias jurdicas; bacharel
convenienl a'cerca do procedimenlo anterior do
estudante e das notas que houver a seu respeito.
Art. '57. A matricula se podera' fazer por pro-
curador, achando-se o estudante no lugar da sede
da Facnldade, e nao podendo comparecer por gr- [
ve aaftUBidade.
Esia dua.s uirctrastnactas serao justifleadae em
requerimento ao director.
Art. 58. Compete ao director ordenar a matri-
cula dos estudantes, a qual sera' feita pelo secre-
tario.
Art. 59.No regulamento a que se refere o art.
128, se determinara' o que diz respeito a forma
das mairiculas. a' precedencia dos estudantes as
bilidade da apresentaco dos originaes; cerlido de aulas em virtude dellas, e a' respectiva escriptura-
baplismo e folha corrida ao lugar do seu domi- cao, assim como a's obngacoes do secretario.
cili- Arl. 60. No fim do anno se abrir' segunda ma-
Art. 39. Se no exame dos documentos appare- tricula desde 15 al 24 de oulubro, para a qual
cer duvid a respeito de algum delles, a congrega- bastara' que o estudante apresentj ao secretario
Cao podera' ouvir o candidato que o tiver apresen- conhecimento de haver pago a taxa.
lado, adiando a decisao por tres dias, se assim o
exigir a natureza da duvida.
Art. 40. Podera' recorrer do juizo da congrega-
Cao para o governo qualquer dos candidatos que
Art. 61. Sem esta segunda matricula nenhum
esludanle podera' ser admittido a fazer acto.
Art. 62. E' milla toda a matricula feita com do-
cumento falso e sao nullos lodos os actos que a
se julgar prejudicado, e isto nao s quanto a's de- ella se seguirem, cando perdidas as quantias das
cisoes que forem proferidas a seu respeilo, como taxas Pagas, alm das outras penas, em que tiver
tambem a's que o forem a respeito dos outros con- acorrido o falsificador,
enfrentes. | Art. 63. E'permiilida a matricula em qualquer,
Art. 41. No regulamento, a que se refere o art. das cadeiras da aculdade. Para se obter, porm,'
12, o governo esiabelecera' o modo e formalidades os graos acadmicos, ser necessario estudar as'
da inscripeo e processo de habllilac&es para o materias na ordem em que eslo distribuidas
concurso. art. 2.
skccxo ni. Em caso algum o estudante se matricular
Das pravas e da votagao. '. mais de duas cadeiras.
Arl. 42. Os aclos do concurso consisliro : na capitulo iv
defeza de theses, pm urna preleceo oral.e em urna ; Dos exeracios escolares.
disserlaco escripta. As Iheses consiaro de um Art. 64. As aulas das faculdades se abrro
numero certo de proposices sobre todas as mate- dia 15 de marco, e sero encerradas no dia 15 de
ras do curso, comprehendidas era pontos escolhl- outubro.
dos pelos candidatos. | Art. 65. No primero dia til de margo termina-
A segunda e terceira provas tambem versaro rao as ferias, e se reunir a congregaco para ve-
sobre pontos precisamente dados pela congregaco, rificar a presenga dos lentes, distribuir as horas
e tirados a' sorte. das aulas, e designar os substitutos que devem re-
Art. 43. No regulamento, a que se refere o art. ger as cadeiras, cojos lentes se acharem impedi-
128, se estabelecerao as regras concernentes a' dos.
no
era
no
formaco e numero des pontos, a's proposices,
ou theses, prazos, votagao e solemnidades do con-
curso.
SECQAO IV.
Da proposta e nomearao.
Art. 44. A congregaco apresentar' ao governo
os tres mais votados d'entre os concurrentes, se
tantos, ou mais se bouverem apresentado.
Arl. 45. D'entre os propostos fara' o governo a
nomeaco. Se porm, ouvida a seceo dos nego-
cios do imperio do conselho de estado, entender
que o concurso deve ser annnllado, por se have-
rera preterido nelle formalidades essenciaes, ou
por ihe parecer conveniente nao aceitar a propos-
ta, fa-lo-ha por meio de um decreto, contendo os
motivos d*ssa decisao e mandara' proceder a novo
concurso.
Nao havendo candidatos para o primeiro con-
curso, a congregaco, lindo o prazo para elle mar-
cado, devera' espaga-lo por outro tanto tempo.
Art. 46. Tanto no caso de fiadar-se este novo
prazo, sem que ninguem se tenha inscripto, como
ne de nao se apresentarem candidatos para o se-
gundo concurso do artigo antecedente, o governo
podera' fazer directamente a nomeaco d'entre as
seguintes classes :
1* Dos donlores em direilo que se acharem as
circumstancias do art. 37, e liverem advogado pe-
rante -is relagoes, ou exercido cargos pblicos por
mais de cinco annos.
2* Dos hachareis em direito as mesmas cir-
cumstancias, mas com dobrado tempo de advoca-
da, ou servigo publico.
Ao bacharel nomeado se conferir' o gra'o de
doutor.
Art. 47. No regulamento, a que se refere o art.
12, se deierminaro o modo, formalidades, e in-
formacoes que devem acompanbar a proposta da
congregaco.
SECCAO V.
Regras geraes para os concursos e provimentos.
Art. 48. Se por falta de numero nao fr possi-
vel reunir a congregaco para os actos do concur-
so, o director dar' parte ao governo, ou, haven-
do urgencia, ao presidente da provincia, atim de
ser anlonsado a chamar os lentes jubilados que
poderem comparecer.
Na falta de lentes jubilados o governo, ou o
presidente da provincia, designara' quaesquer pes-
soas d'entre as classes do art. 46.
TITULO II.
Dos regimens das Faculdades.
capitulo i.
Do tempo dos trabalhos.
Art. 49. Os trabalhos da Faculdade principiar
O resultado desta conferencia ser publicado por
ediial e pela iraprensa. -
Arl. 66. Quando a vaga, ou impedimento do len-
te, se der no decurso do anno, as substituiges se
faro por designago do director.
Art. 67. As horas das aulas, marcadas pela con-
gregago do primeiro dia mil de margo, podero
ser por ella alteradas durante o anno se assim o
exigirem as conveniencias do ensino.
Arl. 68. O ultimo dia til de cada semana ser
destinado para urna sabbatina, ou recapitulado
das materias que tiverem sido objectos das li-
gos.
Para esla sabbatina podero os lentes designar
arguentes e defendenles, ou argir por si mesmos
os estudantes.
A falla do esludanle sabbatina, on a escusa de
tomar parte nella sem motivo attendivel, ser ob-
jecto de urna nota especial, que o lenle apresen-
tar a seus collegas nos exames do fira do anno, e
dar lugar a imposico da pena do art. 97.
capitulo v
Dos exames.
Art. 69. No dia 22 de outubro, ou no anteceden-
te, se aquelle fr feriado, se reunir a congregaco
a fim nao s de julgar as habilit-coes dos estudan-
tes para serem admitlidos a exame, como tambem
de designar os lentes que devem examinar nos di-
versos annos.
A sobstiluico para os impedimentos que occor-
rerem durante os exames ser determinada pelo
director, devendo elle designar de preferencia os
lentes que, durante o anno, liverem regido as ca-
deiras, sobre cujas materias versarem os mesmos
exames.
Art. 70. Julgar-se-ha habilitado o estudante que
nao tiver perdido o anno por excesso de faltas; e
qne houver pago a laxa da segunda matricula.
Art. 71. Quando qualquer estudante deixar de
fazer acto, o director o communidr congrega-
gao da primeira sesso. No caso* de ser o acto
transferido, sero examinadores os mesmos, que o
deviam ser na poca competente, se nao estiverem
impedidos, on ausentes.
Art. 72. Os estudantes matriculados em ama fa-
culdade nao poderlo fazer perante a outra os exa-
mes das materias, que naquella aprendern), duran-
te o anno excepto se requererem exame vago.
Art. 73. O estudante, que nao ti ver obtido ap-
provaco plena,podera matricularse segunda vez
no mesmo anno; e nesle case prevalecer o resul-
tado do segando exame, quer seja de approvaco,
quer *s reprovaco.
Esta disposigo, porm, nao podera ter logar nos
segrales casos : !. quando ja estiverem encerra-
em sciencias sociaes ; doutor em sciencias jurdi-
cas e sociaes.
O grao de bacharel, sera' conferido ao que li-
vor sido approvado em todas as materias da res-
pectiva seccao, ainda que nao tenha cursado as au-
las da Faculdade, e tenha sido examinado na forma
do art. 76.
O grao de doutor sera' conferido ao que, depois
de approvado em todas as materias de ambas as
secges, defender theses pelo modo proscripto nes-
tes estatuios.
capitulo viii.
Da dissiplina acadmica.
SECQAO I.
Da residencia e obrigago dos lentes.
Arl. 83. S percebero as gratificages, que Ihes
sao concedidas, os lentes que se acharem no exer-
cicio da respectiva cadeira.
Art. 86. Tero, porm, direilo ao ordenado se
faltaren) por motivo justificado de molestia.
Sem este motivo s Ihes podero ser abonadas
duas fallas por mez.
Art. 87. Ainda mesmo por motivo de molestia os
lentes nao podero obler mais de 6 mezes de li-
cenca com ordenado por inteiro.
Art. 88. As fa tas dos lentes s sessoes da con-
gregaco, a quaesquer actos e funegoes da Facul-
dade, a que sao obrigados, sero contadas como as
que derem as aulas.
Art. 89. Os lentes calhedraticos, ou substitutos,
que deixarem de comparecer para exercer as res-
pectivas funeges por espago de ires mezes' sem
allegar perante o director motivo que justifique a
ausencia, incorrero as penas do art. 157 do ce-
digo criminal.
Se a ausencia exceder a seis mezes, reputar-se-
ha lerem renunciado ao magisterio, e os seus lu-
gares sero julgados vagos pelo governo, ouvida a
seccao dos negocios do imperio do conselho de es-
tado.
Art. 90. O lente nomeado, que dentro de seis
mezes nao comparecer para lomar posse, sem
communicar ao director a razo justificativa da
sua demora, perder o lugar, sendo-lhe imposta a
pena pelo governo imperial, depois de ouvida a
respectiva seccao do conselho de estado,
Art. 91. Ser objeclo do regulamento o proces-
so, que se dever seguir para execuco dos arli-
gos antecedentes, assim como o processo para jus-
tificaco das fallas dos lentes, recursos e definitiva
decisao sobre ellas.
Art. 92. Os lentes se apresentaro de beca as
respectivas aulas e actos acadmicos. Devero abs-
ter-se absolutamente de propagar doutrinas subver-
sivas, ou perfgosas.
Art. 93. Os que se deslisarem destes preceitos,
ou se portaren) sem a urbanidade e decencia ne-
cessarfa, serojadvertidos camarariamente pelacon-
gregago, a quem o director obrgado a commu-
nicar o facto reprehensivel.
Art 94. Nao sendo bstanlo esta advertencia, o
director depois de ouvir a congregaco, o commu
nicar ao governo, propondo a applicaco de pena
de suspenso de Ires mezes a um anno!
O governo resolver, ouvindo a secgo dos ne-
gocios do imperio do conselho de estado.
Art. 95. O lente que, na congregaco, ou em
qualquer acto acadmico, em que esleja marcada
a ordem dos assentos, nao lomar o qne Ihe compe-
tir, ser convidado a faze-lo pelo director, ou pelo
presidente do aclo, os quaes, se o dito lente recu-
sar, devero considera-lo como ausente, e mandar-
ino marcar urna falla. Reincidindo elle na mesma
falta, ser immediatamenle suspenso por um mez,
se a reincidencia for commettida em congregago,
ou em acto particular entre os lentes, e por dous,
se o fr em publico.
Ao lente, que nao quizer votar, se marcar urna
falta como se estivesse ausente, salvo o caso de
impedimento legal.
SECQAO II.
Da frequencia dos estudantes e polica da facul-
dade.
Art. 96. Perder o anno o estudante que tiver
dez faltas nao abonadas, ou qaarenta, anda que o
tenham sido.
O que tiver sete faltas nao abonadas ficar pre-
terido na ordem, ero qoe o seu norae estiver collo-
cado para o acto, que s podera ter lugar depois de
terminados todos os da sua aula.
Art. 97.1 n cor re em falta como se nao tivesse
vindo a anta, o estudante que comparecer depois
do primeiro quarto de hora, o que sahir da aula
sem licenga do lente, e e que declarar nao ter es-
tudado a ligo.
Ineorre em quatro fallas o estudante, que sem
motivo justificado, nao comparecer em da de tab-
batina, e o que nesse dia retirarse da aula antes
de comegados os exerclcios ou, embora comecados
antes de chegar a sua vez de fallar ; e em duas
faltas o que se apresentarem depois de comecados
os quaes se conservarao nos respectivos lu-
gares.
A todos estes actos assistir o secretario, e de
lodos elles, bem como dos casos referidos no
art. 98, se lavrar um termo que ser presente na
primeira sesso da congregaco, e transcripto as
informacoes, que teem de ser dadas ao governo
sobre o procedimenlo dos estudantes.
Art. 105. Se a perturbacio do silencio, a taita
de respeito, on a desordem, fr praticada por oc-
casio de exame, ou de qualquer acto publico da
Faculdade, ao lenle, que a elle presidir, competi-
r proceder pela raaneira declarada no citado
art. 98.
Art. 106. Se o fado, de que se trata no artigo
antecederte, e na segunda parte do arl. 101, fr
praticado por estudante do ultimo anno, qoe j te-
nha feito acto, o lente ou o director, dever levar
lado ao conhecimento da congregaco, a qual pede-
r substituir a pena de priso pela de relengao do
diploma, ou demora na collago do grau ate dous
mezes.
Se o estudante nao fr da aula, em que praticar
a desordem, o lente procedendo como se determina
no arl. 98, dar pane de tudo ao diretor, que, em
lugar da pena de urna falta, impor a de reprehen-
so publica, ou a de um dia de priso, obrando em
tudo o mais como as outras hypolheses do citado
artigo.
Art. 107. Se o direclor entender que qualquer
dos delicio mencionados nos arls. 98 e 101 mere-
.e, pelas circumstancias, que o tiverem acompa-
nhado, mais severa punico do que a do art. 103,
mandar lavrar termo de tudo, pelo secretario,
com as razes, que o estudante allegar a seu favor,
e com os depoiaentos das testemunhas que soube-
rera do faci, e o apresentar congregago. Esta,
depois de empregar os meios necessarios para se
conhecer a verdade, o condemnar priso al
quarenta dias, e perda do anno, quando nao haja
pena maior imposta por estes estudantes.
Art. 108. Se os estudantes combinaren) entre si
para nenhum delles ir a aula, a cada um dos que
nao justificaren] a ausencia, se impor a pena de
cinco faltas, e aos cabegas a da perda do anno.
Ar. 109. Os esludanles, que arrancaren) edital
dentro do edificio da Faculdade, ou pracarera
acto de injuria, dentro, ou fra do mesmo edificio,
por palavras, por escripto, ou por qualquer outro
modo contra o director ou contra os lentes, sero
punidos com as penas de priso de um at tres
mezes, ou com a perda de um at dous annos, con-
forme a gravdade do caso.
Art. 110. Se praticarem, dentro do edificio da
Faculdade, aclos otfensivos da moral publica, ou da
religio do estado, ou se em qualquer lugar, ou por
qualquer modo que seja, dirigem ameacas, tenta-
ren) aggresso, ou vias de facto, contra as pessoas
indicadas no artigo antecedente, sero punidos com
os dobro das penas all declaradas.
Se elTectuarem as ameacas, ou realisarem as ten-
tativas, sero punidos com a excluso dos estudos
em qualquer das faculdades.
As penas deste artigo, e do antecederte, nao
excluem aquellas, era que incorrerem os delin-
quentes segundo a legislaco geral.
Art. 111. Se os delictos dos artigos antecedentes
forem pralicados por estudantes do ultimo anno,
sero punidos cora a suspenso do acto, com a
dtmora na collago do gran, en si este j tiver sido
conferido, com a relengao do diploma pelo tempo
correspondente ao das penas marcadas nos mesmos
artigos.
Art. 112. As penas de priso correccional por
mais de 8 dias, de retengo do diploma, de suspen-
so do acto, de perda do anno, e de excluso das
Faculdades, sero impostas pela congregago, de
cuja decisao, nos quatro ltimos casos, se admitlir
recurso para o governo, o qual dever ser inler-
posto dentro de 8 dias, contados da intimago.
O recurso tambem ter lugar quando a pena de
priso fr por mais de dons mezes.
No caso de perda do anno, ou de excluso das
faculdades, o recurso lera elTeito suspensivo.
O governo imperial, a quem sero presentes
todos os papis do processo, resolver por decreto,
confirmando, revogando, ou modificando a decisao,
depois de ouvida a seccao respectiva do conselho
de estado.
Art. 113. Se algum estudante, chamado pelo
director nos casos dos arts. 99 e 102, recusar com-
parecer, este podera coagi-lo a vir a sua presenga
debaixo de priso, requintando da aatoridadu poli-
cial o auxilio que pare isso fr necessario, e, depois
de lavrado o termo de desobediencia pelo empre-
gado qne o fr chamar, fa-lo-ha processar como
desobediente pelo foro commum.
Neste caso qualquer acto de resistencia aulori-
dade policial importar a perda do anno, ou, si a
resistencia fr seguida de ofensas physicas, a
expulso da Facnldade, alm das penas em que
tiver Incorndo pela Ipgslago geral.
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ILEGVEL


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Diarlo de Pernambnoo Sabbado 30 de Malo de 1865.
Art. 114. 0? lentes cxercerao comnlatlvafflepte
cora o director polica dentro das respectivas au-
las, e nos actos acadmico?, a que presidtrem. De-
verao auxiliar c director na maputtng"o da ordem.
e respeto dentro do edillcio da Faculdade.
Art. IM5. S congregago fara ehegar'aotoittieei- j Continuo
meato do governo todas as informagoes, que poder Bedel...
ministrar, soliro o aproveitamento e procedimenlo
moral, e civil dos estudania> que tiverein couclui-
do <> curso acadmico.
Art. 116. A polica, que de ve ser observada
dentro do edificio da FaeuW*de tanto pelos lentes,
empregados, e esludantes, como por pessoas estran.
tilias ao corpo acadmico, sera ofcfectu do regula-
uicnto a (|ue se refere o art, 128.
Ar. 117. Ser tambera objeclo do mesmo regula-
mente) o modo de loma/ as fajfcti dadas nelos eslq-
dantes, e o |>rocSA de ana jusliiiraciio, assim
como o processu para a imposic.au das penas mar-
codas tienes estatutos.
TITULO III.
Jos empregadus das facilidades.
CAP1TCL0 NICO.
o bibliotherario. secretario e tiims empreados.
Art. 118. Mi vea em cada Facuidade urna biblio-
tlieca, destinada especialmente para uso dqs lentes
e dos alumnos, formada de livros proprios das
sciencias que as mcsioas (acuidades se ensi-
lladas.
Art. 19. Esta bibliotheca estar a cargo, de si
bibliotecario, e um mudante, que ser encarri-
lado da esrripturacad e do trabalho interno que the
fr determinado pelo mesmo biblioineeario.
Art. 120. O ajudauie substituir o bbliolneca-
rio nos seus impedimentos, pelo que perceber a
gratrfjiaco desle.
Se o impedimento uassar de 39 das, oi\ or de
uatureza tai que iqd prazo, o director dcsigpar para servir de-ajudan-
le, um dos embregados 4a Facldade.
BiWjot.
Ofliial da secretaria
Ajudanlu 40 bibjio-
thecano......t..
Porteiro
...
-ooaooo
300,5000
DOOAQOO
SUR'
400*000
-T~-------1.!> J1' twn
I
Se algum lente efectivo excrcei e
rector, percebera, nesl ujalids.de, s
ferenca entre os seas vencimentos
cargo. Jos Liberato Barroso.
Tabella do*enxdum$ntos das fatuidades de direito.
l'ur cerndo de exame urppartono...... 500
Por dita de acto Je cada ano da faculdade
Por dita de exame para doloramenlo....
Por dita de exame em contprsp as cadei-
rss de uieparatorios................. 2*000
Por dita de exame em concurso as substi-
I toigoes da faculdade.................
i Por factura de arta de bac/iarel formado
1 Por factura de caria de doutor...........
Por cenidi de quabjuer objecto, pela
pagina ,............................
Por cada, pagina MjfcMflgiiil
Sff? lZ a a 2' osvencimen^d^ffl^Ww.di|*.ao.caftalvo e santo ministerio de levar os niin.n r\r nrnuii...
4 enrregadosdo recrutamentc1 as., municipio,a m jooflmo a eonsolacoes da relig.ao aos nossu* 0 AR 0 DE PFRNAMA Pl
mruMn'nL0"1Ja>conla,\de Ia i4 **Wm*!*,W 4rjsie*que nos campos da batalha expoe e dio a> M'H Ut rt" ttlWI
2S "ram d,iPensads dessa co*(nfc. : U pe* mesma patria ; nao s approvo essa. sua
2rWr' ,wi a e8mo--}0 caso de fln%ltlll|Mt.M|..Wta(ik inspirada sem duvida pelo patriotismo*
Inninnn m /ba Vespe* pa/a 1er. ^ *MS *>*P.> christaa, e Ihe permuto sahir da dio-
200*000 terminei em officio de 28 de abril uffirao, o alie- cese, e mesmo do imperio
cargo de di- res quartel mestre Bernardioo lau/tUdp de Arauio, cedoAanaerarao que
.ment a dif-1 a qnantia de 44*, que despe4eu con a conduS menddo da fregueria
e os do dito das pracas de p.re4qaft,arofluanhafam de Tacara- '
t al a cidae; di) ^
Polas oilo horas da noute de hontem fuodeon no
nosso porto, procedente do do Rio de Janeiro; o
seno tambem Ihe con- vapor Jaguaribe, da Companhia Pernambucana
^fftSiP0'1" 'tS:iea,la "orlador apenas oJorma doCommorc*
WWzm*, em'quanto durar a qjn, ajSr ^'i*6 ll do correnle. dia na sahida, do qual ex-
cedo. ao<% Y. S reatytf p esse pagameW4.3ftb mu ha (e^pMM.dad^ gwalmeate com todas as faculdaJaToVe secusi Tendo e F,m. Sr TnLihi in- tk.
.^-iir m!r^ alfeOMmmfrmesS^ ma.Wm4m nesta diocese. e seX raStCion h A "weJlMl'0 0> Thomax
an^ 1 nardl*s.Can**-* Arauj.y que seftue hoje oa. das as s^aa,anteriores provisos~ rNabuco de AraujadlinajA da missaad* rgano
4, as Atabas, acumpauhado d^ 3 pracas de pre^ afin Queira-TSenhor Deus dos exercitos abancoar*; sar o gabinete, foiella iuamibda.ao Sr. ml-nua
laxras-e os seus actos, inspifaflus pela candadee eno,"v<>-
amor do prximo, correspondara santldade de' senado o a cmara dos Srs. depntados nao
sua msso. i funecionaram no dia, H), por faifa de numero le-
1 nao hawr crdito na verba respectiva, o quantiti
350OO tivo que for- necessario para occorrer as despeas
35000, de, sea transport e das, refer4as. pr,a8as,.aflr., mar
4*000. da cidade do Penedo at o porto ds Piranhas, e por
trra.do.mesma porta at Taoarat.
Dito ao mesmo.-Tendo eu concedido a \5. Hvma.: cal.
a exonfiacao. qw.DediP.de-JHWiW enpoowDi}da4o.1 ,
1Q fronilQTq A1 H frita U^xMn .. P. .] ..IYL______. '
iaooo do ao mm^fmmiUk v. &.o Pre*jauta ^^m^*^^^^T^^^V s-A-a Sra-dUfIueza
j,em duplcala, afjm do que, nao, hwflflo.incanve-, sol do imperio, como capellaoVofuntarioda Pa- P'e'aroooie restabelecida
de Saxa acha-se coro-
do inoommodo que suf-
i or Ululo de colacw de. premia.... 1*000, mente, mande pagar os vencimentos relativos al-. tria ; nesta dala encarrego a regencia da m'encio- frera.
Utto.aQ.ifiaav.-riVuneitOi.por opi*:a.V..S, par*; enviar sam deapra. o oflklo nue a est acora.- ortu3uez oSr. Hennque Roberts, membro a
GOVBRKO DA PBO,VUGIA. terexecucao o aviso de de abril ultimo, em que panha. ^""w" ^ v w *'*- i firma commercial Janvriq, Roberts & C
Exnrdinlf do dia 17 d maia do IftCt ^L^-^lfSi mar,Dha manda aonar in| Di' iaro d* Matta-Grande.-Tendo nesta Venderara-se algnmas accoea da Banco do
nxiicaiente do dw 1/ de wat, de Ibba, |lMraillMMM'camtae.de mar a guerea.Herineoe-data concedido ao Rud. Luia Jos4daOliveira. Dina Rra,ik toniom
Officip ao Ex, desemjwgador provedor da San- 8"do. Antonio Barbosa de Almeida, LospeplM do af a exoneracap que ped de pwociio encommeadado c "*"""
tacasa de Misericordia^-Atiendendo ao queme nal de mannna, os vencimentos inclusive a gra- da frejuezia dJAaua-Branca, por ler de seguir para aabio para Pernambuco, a barca brasileira
requere Francisca Luciana d'HegoCasto.'vWv tpaao_pjeJ^s.jiperln,tl'lnjlj?,ncJa das ohras do ma.' o-uii, conw'oapeing^untwroVPatrf-iaTe sado ^*-
de Hyppojito Augusto de Oliveira Quio^aiut-tiso: ""T2l0ro,*tPriv V. Exc. a mandar entregarme, se w Nw ffirA^WW ap teiuoo, em. qufteJM e^; W^.ao^iWa.d^ibHieafl, d0#iMft esnj,.tual, do norte, no dia 1 i.
Mmes-. Amelia.Ma- levne de "ce^a-____ .______,......,_.,., autorvsp,aXR,vmaf,naquaiidade.de parocho mas .TaV- 1
conveniente, as suas 3 tilhas de
ria e Isabel edueaudas do eollegiu das orphaas.
Hit ao, mesmo. Tedo-se de mandar faier
ArT i ulTadeTrTmseoretario o 8ran*> rcM i, camisa* de algodo, ca4fas.-e.far- ^r ao aiuguej de unja caa Perteocept ap, coro,
aual alm ^StS^tawtfiXil: detas de brim ^^^ para.fardWto dos corpas nel .*>* de. m ho Araujo C.ava^He que ser-
quai, aiem, ue. oatr^ luacooes que iwmui.iiuiii d rojiinms aa. auam se Drouonha Vt de cadeia na vHla- ftnliue.
estes esuiuu-s,,sefrt -.eajregada do sen-ico ^tef-1 ** SSSffiffi 'r> as cXa SH.- Dil ao ^^ & "sanaf de.marinha.^Maa-
no da secrelari, e la correspondwicit do dtfe*-: V? ** r r *,H^ tt "?:v4^ ^'v* pw ipo, ._ J :
tor '""> ^wrw res, e as camisas por 175 ruta ecoa** presumo. /..,pres'eDiar
tor.
O secretario dever ser.graduado eaj. direito..
Art. I i% Para auviltr o s,ecretauu na desom-
penbode seus deveres, e subslilui-lo as suas fal-
ta- e impedimentos, ha vera um ofUciaJ. que. fara o
servteo, que le for por. eJIe determinado, podendo
tambem o director d&aigar-lhe o trabalho, que
enteoder cooveuiente,
"Art. 12 Q regulamcnto, a que se refere o art.
128, marcara o ser vico interno da bibliolUeea e da
secretaria, o numero 4a vros que esta, deve ter,
e o systma, de sua escr^ulurgaa
Aru 124. Os emolumentos da secretaria sero
arrecadados ua forma das ordens em vigor
Dito ao inspector da, th,esouraria, provincial,
Informe V. S, cqm arg^epeja, qpaolo s&.esJ 4 de-
ver do alugej de unja casa.
inspector do ajsei)( ^e.marinna.-TTMaQ
ao cnsul de S. M. Fidelsima
lnho,"pv*r^er*aBaW^frleg^VVtqu: 0 ^m Qera,% de 0aro Pret0' ^ 5
sej^ CAu^e^u^uieat.jPW.vida dp n^vu pa/pcl : e' dP corrente :
escaro tosfitt.Wl. que aVifft,, como, cony,m,^ O, cprpo policial que. se. destina a Mato-Gfosso
Wvico..de, fleus, e. beni espiritual, de* povos.
ia.,14,
Offlcioap.Exm. presidente, das Alagoas.Spsci
ta*dp-.'e agoira.uaJtJiisqu/arias am Rr,o,vuca, a
fui, elevado por, acto de honiem a quatro compa-
nhias, e nomeado major commandame o capitn
mandante Antonio Demetrio Goncalv.es Correa.
v Cposu-ot)*; que. esta' marcado o dia 6 do cor-
desta
que. ao collegwdas orphaas se: coavenieaje faier I sfmii0 portuguei Jos, ttaooel Mendes, de que respeilo do Rvd. Manoel Antonio do. Vajle, wadiu,,'
parte destas obMA.tal,vez por precos- masvantaja,.. ,,ala ? su-a m1fnJ.a5a, n,..88k,d.e 43. dooarrente, [ tgx. pw oaroclw da,.ff,eguezjaKde Porto-Real, a mas-
dwpar4.a fazap,da, pecoTv x* ha^deTinfur,, n deque elle recop.heva.se e,aifldj.xidi^ refila-: ma davida m sedeVcoffl^Rvd. ffl',r^.reote para a marcha d.i bigada rmneira
uuar-se e diw-ma.combJfWJdade se querar o d?o com o qome de Jos Mendes Soareaque, ft-.J Car,yaU^.coadiutor,praftacocbo de.Ei*Satuss, a Provincia para a de Mato-Grosso.
estabelecimento epcariffigaif-si, que numero e porqu. nr*co,.e declarando tambem ,}wOL v!Ji"f lafa *rdo, donado Ton&- ment da malnz, permitta-me V. Exc. que eu novar, 1 ba^luao de voluntarios o T mm Ju rnmn*
o tempo em que M dar,prm)fttas.,; .0 que deve ser, ^TNe8,e ""*> offlciou,s& ao cnsul de Por* menta solicitJMWPMW^M pro,videoias, alim de! h Z^ vo,UDtar,os com sei, compa-
com a maior brevjaade pofsivel. I'"I?'- que sej*s4Urftt.aI^JIajB^L^^ seguir na 2 expe-
Dita.ao Exm, desembogador presidente do le, I J**0- di(raectfif df "^"^A enerraT-ftespoB-' a qu marcada parao gSwto da paroch.a de
tuunai do,,comowrcio.-Re>pondendo ao om den su c9 n- to9, de 13. do. cprrent,, deca-: Porto-Real, ddao.v> e wmbs^ da. 1863 at o
Y. Exc -de.1.3 diicorreme, Ue-me,dje,lbe-4ua rai>dlbe que.deve MS. preferir para os guarda?'presente. i*"***** *
da secretaria do governo consta apenas que Auto 1 wctonaes, que tem de destacar o wmel,, redondo,,, Segundo.expftQ.^esajo Rvd. Manoel Antonio
aio Baielho Rinlo.de Mesquita luaiof, foi amito ve- a C0D *vaJ*0^do,3e^,m*Mon.a*>> sob allega a tna>ooj;aria,quo. a.pxovs5o. de coadjutor
dtcao.
e Na cidade de Piangui dea-se o seguinte tac-
to m dia 28 de marco, ultimo :
Um moco foi a casa do negociante Joo Ce-
i JmVnet.:i',i^w-n^^ic'*M;-d-Br.'jo,' n,P>dendo.saber.|n'a-noa 1ue leyolvo, mas sera a. vir.ola.do.;que.eU#.apreseta,nad(c<)^o- FOtWm/io ; 1 sio Fernandos comprar cilralo de magnesia, e
.uuuhmr.^,,^.--------,. ^. s .-. iai_au ue (jue ir^ia, POr. ..i ., ik.
nidos iw-'cadatfaniilda.tA nm oorieir,. don* he-'se se est juramentado e em exerekia por. mi ler-, r,ue lue irai3, _
5^.r*.c_^**^tf."mJ^^*0^.r: a nova, cmara muukiuai coinmuaicad am !>'o ao mesmo. Recommendo a
deis e os continuos que form necessarios. para, o
ser. ico das aulas, e dos actos acadmicos.
O numero destes continuos ser fixado pelo go-
verno sobre, propositado director.
Art. 136. A nomeacao dos empregados, de que
trata es arligos antecedentes, sera feta por portar
ria do tu i ni.-te rio do -Imperio, sobre informa^rio do
director, exceptas do secretario, offlcial da secre-
taria, bibliotliecario e stu ajudaule, os quaes sero
nomeados por decreto imperial.
Art. 127. As obrigagoes dos empregados das
Facilidades, os dislinclivos de que devein usar,
sero objecto do regulamento.
A sua aposentadora ser regulada pelo cap, 3o
ti'., i'du decreto u. 736 de 20 de novembro de
1830.
TITULO IV.
catiTf 1.0 i-.Nico.
Dispoiykt ijtraes.
Art. 128. Para boa exeoufio destes estatutos
o governo organisara um negulameolo complAa-
mente cujas disposiyoes serviro de base as ius-
trucgdes, que as coogregaces tiverem de propor.
nova cmara muukipaj commitpicait, a.!
poreai ess *4ausuJa,Dft necessa/ia, por quanto,,; nao o encontrando, fallou, a seu caixelro, que Ihe
7- uno ao mesmo. Recommendo a V..S, djcoA^uimtitfSEatt cid-" V------- ,' 4
fma. 5'"mdade o o aviso da repara da mm d* jujor mn^SetmSSm to StSa e sa, aPu^9Sot,, B8i Vdro tato, duendo que nao
Rito ao coronel coaunanante da* armas.-^Sirva, i do correte^ q(je remella quanio.antes, par* as o impedimento oo,a.auseqcia,do paroebo se prolom, satM* <,8enl,nha > moco provando a drega
sa V. S-de mandaj alisiax iia 2f wpa-dft voioota-! f la8as s argos de. fardainento que por outro ga, o coadjutor o compatnte para recebar, aouo, que se achava deniro do mesmo vidro afflrmou
riosdapatr.aocabodeesquadradolbataAhod*|a7odem^^ nl- tadMUm Wi*W*m. da matfi, afimdofa-ser.o raw. procgjva. Infelizmente era arsnico
ao, respectivo commandante saperior.-rComiini- razao P01" ue nao se tem qfrectuado at agora essa DUo ao inspector. dMbs*araria da. fazeoda, i "* '
cou-se aa.commandante superior daRealfe. |re 5!r. ,____. ,. Haveodo o Rvm, qiuntr#,KOito da emisario, los 1 No lia, U de abril ultimo ama escrava do fa-
D.toao mesmo.-Mande V. S. aggregar a eomJ ^W^m,*t?d*,lte^ corpo te pol c-Man- Joagmm Cama^ de,AJdr*4Vprestado a essa.tbeviendeiro Franeisco Aaionio PereiraSalles residen-
panbia do acUflce^ afta,de asseaw,aeaiogo d v- aKr"eDta W.J*^"* de WUcia, ama- souraw* a6,{oots,da,prioiis.nesiacae que ece- ,TZ Z^TL* l "reijaw'les res'de-
quecompUtarem pannos de idadeaSHviuo J24.,Btal 1& hora8.do. a, 5 pWM d pret, para be para,coi^mdi Tbad^deXciffiX'* tende s'"
de Rarros, Manoel Ferreira Lins, Affonso Ernesto, estro^tarerx^ um crjmoao^^at aciaade ae GuM^ana^, ro a. V". S. se sirva, mandar enlregae ao mesmo'^do castigada soicldon-se atirando-se a urna lagoa
de Sajas,' e Andr Mariano que 'perieaciam a,oom-1 -Commanicon-se ao chere de policja.
panhia de aprendiies do arsenal de guerra e forana "lt0 ao J,aff de dire'to do Bonito. -Tr
Rvm. senhor o resto da quaotia, que neto governo
ransrajltrado imperial foi consignada.para a referida obra, afina
clasificados mancebos, seguudo deolarou me o res. i a Lmc- a lflclusa representado que faz o proressor de jue ejla nao-pare, no estado em que se aeda o
pectinodirector era ofiiew de hooiemvGomrauni- Publico dafregoeija de Grayata. Joaquim Manoel,que traria per eertogeavissimoa iooonvenientesi,
cou-se ao director do arsenal.do guerra. |ae u'ive'ra e Silva contra o subdelegado da raes-! Circular aas vigHrios. desta diocese.-Tendo a
Dilo ao mesmo.Tralo por despacio desfa dala raa JeWe"'* Joao ererra de Yasconcellosrecora- igreja o maw cuidado em que osSantos teos que
poncedido o praso de 10 dias que solicitoa Joaquim; meo(,?"lne.('ae ou,,do as autoridades qae tem., se empregam naadiTinistracaods sacramentosse-
ceHoUanda Cavalcamo de Albuquwque para pro-i runcci9na^ D0 PrQcesso de que trata a referida, jamconser.vados.oom lodo-o aceie e limpeza.x e or-
dar o dominio que tem sobre o voluntar^ da-com- I1161*?. sotre os movos de demora e mesmo ac-, denapdo asconstiiuicoes diocesana que os Rvds.
vanhia de homens pretos Jos Mana Rodrigues, usaJ?.e,s ??e lh.es sao feitas, remetta-rae Baos) paroelws as faeara. renovar todos os anuos na ca-
informadas, thedral, aura de que as suas matrizes eslejam sem-
10.dito pro- .pre providas de leos noves.
d.deslino ao referido volunlario. i06^. a a- a n m S**do **'* oeteiniaaco extensiva nao s a \iy
An IW ComuS ao Srec^r alerca f-os e* D,t0 mH).-Hajft, V. S. de mandar, dar ha*., --.filo ao miz de d.re.to do Brejo-Tcansmilto a da* as igrejas. e capellas curadas, as quaes por ne-
todosVe^raC^^ a ao s-oldado dj 2*corpo tortwuM M.guel de | l^^^^^l^^ft,"^^ Parte I sa.dade devem ler os santos leos, como a todas
que oestes estatutos sao conferidas
ATurOso^^ e enmonme d a< suas resposUs convenientemente nfunm
Art. 131. 0 governo tica autorisado para esta-;
belecer, quaodo o julgar conveniente, premios, que!
sero distribuidos nofim de cada auno lectivo por
um certo numero de esludantes, que mais se dis-1
linguirem nos diversos anuos da Faculdade.
O processo da distribuicao desses premios, e o
113o do civel, crinie, jury, erphaos e notos,.d*ter- cuitar a admi'nislracao do bantisrao nos lugares r-
f mo de Cimbres, e suppnmio o officio de Io tabellio [ motos :
de notas dolermo do Brejp da Madre de Deas.
Igual aos julzesmanicipaesdoBrejue Cimbres.
Portarla.Os Srs. agentes da Cmpannia Brasi-
^35 Soua Rangel que foi considerado incaijnz em ios- 1ue L..toca- cPa da leL0-. 6l7 de 9 do correnle,: as Igrejas oa capelkas que, sem serem curadas cos-
a respeilo dos negocios desia^ \ "?,cf0 de(1fud?" f**?0*0 ,T/U do ,,n"*^ Vi3S2 d^\?JmJ^ ?s.?ffli,de"fj.' e^el-1 tQ.mam est*f P-**w deoleo sagrado; alim de fa-
1 allude o oluclo de v- S. de 17 do crreme.
Dito ao mesmo.Mand V. S. juramentar, para
servir em um dos cornos de voluntarios da Rahi,
como pedio em seu requerimiento q cidado Aristi-
dcs Augusto Cesar Pires, natural daquella provin-
1 cia, fazendo o seguir na. primeira oiinoriuuidade.
modoe es couf.ir, ser regulados pelo,mesmo I J^g^OTWgl^
ga eSrSj^nfdt^^ ^ S ao^malrao. Informe V. S sobre oque pede
^Sn^'Srlmef/a^ssfo do^an7 S Ad-,o de S, T S^STt Kft
urna memoria hstorico-academica. em que se re- Dll ao me".-Tanda ace.tdo a abstenCa
latem os aconlecimenus octavis do anuo lindo.
Nesta memoria ser especificado o gru de .le
envolvimento a que livor che-gado, no periodo
sella comprchendido, a expsito das dootrioas
nos cursos pblicos, e nos oulros, que se institu-
rera particularmente.
Lido c approvado esto trabalbo, ser recolbldo a
bibliotheca para servir de chronica da Faculdade.
Art. 133.0 juramento dos graos acadmicos, do
director, dos lentes, e mais empregados, ser o
que constar do formulario das Faculdades.
As cartas de hachare! e doutor sero passadas
segundo os modelos juntos ao mesmo formulario.
Art. 134. llavera
tencao
que em seu requenmenlo fez cm favor do estado o
Io cadete do 2o corpo de voluntarios da patria Fre-
derico Augusto Velloso da Silveira nao s do pre-
mio de 3005000 concedido pelo decreto n. 3,371 de
7 de Janeiro ultimo, mas tambem do praso de tr-
ras a que tem direito ; assim o communico a V. S.
para que mande fazer as convenientes declarares
nos assentamenlos do mesmo cadete.
Dito ao mesmo.Queira V. S. informar sobre o
que pede Mara Senhoi iuha da Conceicao no inclu-
so requerimenlo.
Dito ao mesmo.Informe V. S. sobre a inclusa
| tabella de arbitramento da elapepara as pracas dos
corpos do exercilo existentes nesta provincia do
r .,i i i __ li,.__- oui tua un c&ciu u u.ns,cuies nesia uiuwueauo
de, que servir para os diplomas acaaemicos, e o
poder ser empregado pelo director, e outro pe-
queo para os papis, que forem expedidos pela
secretaria.
rt. 13S. A borla, ca pello, fita das cartas para
o sello pendente, forma a impressao das mesmas
cartas conslaro do formulario, a que so refere o
arl. U3.
Art. 136. Nao se passar segunda carta seuao
ragem para a cavalhada da companhia de ca valla
ria no 2o semestre do anno correte.
Dito ao mesmo.Mande V. S. organisar o pret
para o pagamento dos voluntarios da patria Pedro
Antonio dos Santos, Antonio Jos da Silva, Antonio
Thomaz Salarino, Lina Antonio de Jess e Manoel
Joaquim da Silva, a contar do dia 1 de abril ulti-
mo em que foram ellos alistados na povoacao de
nos casos de perda iisticada, e coma comneten- ^r[!Q5sil ? em 1ueiurarambanderaexpedin
te resalva, laucada peto secretario! e^Tuada do ao raesmo lemP convenientes ordens para
pelo director.
Art. 137. Tero direito a premios os lentes, ou
ou obras para uso das aulas, ou que melhertradu-
zirem os que forem publicados em liogaa estran
geira.
Esses premios porm nao podero ser conferi-
dos sem que o governo approve os ditos compen-
dios, ou Iraducces, tendo ouvido sobre ellas as
congregaeoes.
Art. 138. Estes estatutos sero postos proviso-
riamente em exeoncao, logo que fr promulgado o
regulamento, de que trata o art. 128. Podero
porm ser desde j recolados na parte, qae nao
depender do mesmo regulamento, e que o governo
julgar conveniente.
Art. 139. Fina revogado o decreto n. 1386 de
28 de abril da 1854, e todas asmis disposfcoes
posteriores em contrario a estes estatutos.
TITULO V.
Bsposic&i tro-usitorios.
Art. 1 A matricula- para os estodanles, que
actualmente frequentam as Faculdades, se fara do
seguinte modo.:
1 Na seceo de .-ciencias jurdicas.
o que liver completado o 1" anno do curso
actual, se matriculara as aulas do 2* e continua-
r segundo a ordem destes estatutos.
O que tiver .completado o i' anno do curso
actual passar para a aula de direito criminal do
2" anno.
O que tiver completado o 3a anno do
atual passar para a aula de direito
do 3" anno.
que pelo respectivo corpo Ihes seja tornecido o
fardamento azul, certo de que nesta dala se conce-
de 12 das de licenca a cada um de taes volunta-
rios.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda
Transmiti a V. S. para o fim conveniente, o inclu-
so pret em duplcala, que me remetteu o coronel
commandante das armas, com
n. 868, tirando vencimentos relativos a 1* quioze
na deste mqz, para as pracas do 2 corpo de volun-
tarios desta provincia.Communicouse ao com-
mandante das armas.
Dito ao mesmo.Recommendo a V. S. que sob
minha responsabilidade e em vista do pret junto
em duplicata, mande pagar os vencimentos relati-
vos a 1* quinzena deste mez, dos reclutas cm de-
posito, a cargo da companhia da artfices visto nao
haver crdito para esse pagamento, segando consta
de oilicio do coronel commandante das armas, da-
tado de hontem. sob n. 836. Coraraunicou-se ao
commandante das armas.
Dito ao mesmo.Se n5o houver inconveniente,
mande V. S. pagar em vista do pret junto em du-
plcala que me remetteu o commandante superior
deste municipio com odelo de hoje, sob a. 131, os
vencimentos relativos a quinzena deste mez, das
pracas do 3 batalhao de infantaria da guarda na-
cional deste mnnicipio aquartel|adas para coadju-
varem a tropa de lioha no servico da guarnicao.
Communicou-se ao commandante superior do
Recife.
Sendo igualmente extensiva aquellos oratorios
privados de engennos ou (azendas, que, adund-
se mui distantes da matriz, e lando capello effec~
letra de paquetes faga transportar,, por conta do tivo, estao munidos de santos leos
ministerio da guerra, no vapor Tocanlins, a-tla-
noel Luiz da Silva, que se contratou Dar arvr.nn
arsenal de guerra da corte,.como.operario serrar
Iheirp.
OKa.O Sr. gerente da Companhia. Pernambu-
cana faga transportar para o Penedo, por conta do
ministerio da guerra, no vapor l'ersintmga,, ao al-
tores quartelmestre Bernardlno Candido d Arau-
jo, e a tres prajas de pret que com ella vao reu-
nir-fe ao corpo d guarnicao.
para maior
Eipedieule do secretario da governo do dia 17
maio de 486&.
nilicio ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda trans-
muta a V. S. o incluso officio da directora geral
das rendas publicas datado de 8 do correnle.
Despachos da dia 17 de maio de 1805..
Requei-imentos.
Anselmo Jos Pinto de Souza.Espere que ve-
nha o augmento de crdito que se pedio.
Alexandrina Francisca das Chagas.Informe o
Sr. desembargador provedor da Santa Casa da Mi-
sericordia.
commodidade das respectivas familias e dos demais
Haic :
Compre quo v. Rvm*. logo que receuer esta,
circular impressa ou manuscri,,, 0u msmo logo
que a ler em qualquer jornal da diocese, se vr.,a
aos seus estoleres e a todos os capelles dos povoa-
dos e dos engennos ou faxendas sitas na sua fre-
guezia, afim de que elles remettam V. Rvma. os
vasos des santos leos de que se sorvera para se-
rem reformados.
E se o oleo sagrado, que tiver id -. para o uso de
sua matriz, nao fr sufflcien.e para abastecer essas ..
igrejas ou capailas, onde costume cousem-lo, intemperie do tempo ; pois anda hontem quando
deve V. Rvma. mandar novaraenle os vasos ca- \ Pasamos a meia-noite por ali, chuvia e ella eslava
thedral desta cidade, onde sero reformados tantos: d!1!ad.a>:cob.er.Ia aPenas[comJm PedaC0 de ensera-
vezes quantas for necessario para abastecer toda
0 jpiz municipal e delegado de polica, dirigindo
se a<* lugar procedeu a auto de corpo de delicio,
porm, na occasio de mandar tirar o corpo para
esse fim, oppuzeram-se a isso cinco escravo do di-
to fazendeiro que aoi se aohavam armados de fou-
ce, tentando contra a vida de seu senhor, o qual se
vio obrigado a fagir com pressa para a fazenda de
seu vizinbo alferes Manoel Fortunato. Acham-se
todos presos e a aaloridade trata do respectivo
processo.
Na noite de 7 para 8 de margo prximo pas-
sado evadiram-se da cadea da villa do Patrocinio,
por meto de um arrombamenlo, quatro reos, um
dos quaes consta ler sido j capturado em S. Fran-
cisco das Chagas do Campo Grande.
t Foram expedidas as necessarias ordens para
a formaeao do precesso e eaplora dos foragidos.
PERNAMRUCO,
REVISTA DIARIA.
i>.".pm-nos estas linhas :
Srs. redactla Jn Hevista Diaria.Rogamos
a Vmcs. se dignem chamar attengao de quem
competir, para urna pobre preta (--uppomos que
louca) que esta sempre na ponte da Roa-Visia, sen-
do o alvo dos motejps dos moloques, e exposta a
a sua fregueza.
Espero do zelo e sollicitude pastoral de V. Rvma.
que empregar todo o cuidado, para que ninguem
mais se sirva na sua parochia de leos antigos-, e
me commumear nominalmente quaes os Rvds.
estoleres ou capelles, que reformaran] os santos
leos, bem como se algum houve que deixasse de
cumprir este dever imposto pelos sagrados caones
! e consliluicoes diocesanas.
CA1XA PA.
De ordem do Exm. e Rvm. Sr. vigano capitular
r. Ernesto Feliciano da Silva Tavares.-D se. desta diocese, publico a despeza total da Caixa Pia
Frederico Augusto Velloso da Silveira. Aceito. em todo o anno la. s vaga, a comegar de 2 de
o patritico offcrecimento do snppli-
com louvor
cante.
Francisca Luciana do Reg Caliste.Dirjase ao
Sr. desembargador provedor da Santa Casa da Mi-
sericordia.
Francelina Maria da Conceicao. Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Galdino Pereira Tavares. Indeferido em vista
da informacao.
n offlcio de hoje, sob Gnerosa Mana da Conceicao. Em vista da in-
flativos a 1' quinze- rorma?ao do Sr- ceroncl commandante das armas,
nao consta que o lilho da supplicante se ache alis-
tado no 2 cojpo de voluntarios.
malo do anno prximo passado, 1864, ao ultimo
de abril do correle anno de 186o, cuja conta foi
apresentada pelo Rvm. Sr. chantre, reitor Jos Joa-
quim Camello de Andrade, a cujo cargo est ai
mesma Caixa Pa por delerminacao do Exm. Sr.
vigario capitular.
Cidade de Olinda, 16 de maio de 186o.
Conego Joaqnim Ferreira dos Santos,
secretario do bispado.
DKSl'F.ZA. TOTAL DA CAIXA PIA NO PBUIEIRO ANNO DA
S VAGA, A CONTAR DE 2 DE MAIO bit 1864 AO UL-
TIMO DE ABHIL DE 1865.
do : nio o primeiro mendigo que abandonado,
morre no meto da ra, e isto alm de repugnante,
depo~e altamente contra a civilisaeo e bumaoidade
de um povo ; e dever das autoridades velar pela
sorte dos infelizes, proporcionando-ihes um logar
nos hospitaes.
A proposito occorre-nos nma idea :
Ha cinco annos pouco mais ou menos, promo-
veu-se nesta cidade nma subscripeo para o esta-
belecimento de um asylo de mendicidade ; as som-
mas realisadas montaran), se nos nao falta a me-
moria, a sessenta e tantos contos de res, que fo-
ram, segando se diz, depositados na caixa filial do
Banco do Brasil, naturalmente vencendo jaros, que
capitalisados devem hoje representar um capital
de oitenta contos pouco mais oa menos.
E' mailo pequea, verdade, essa qnantia
para a constraego de um estabelecimento dessa
ordem : ma9 eremos que podase aproveitar mu-
to bem um desses conventos que esto quasi que
desoecupados, e com algum reparo, installar-se
nelle o asylo de mendicidade, em quanto nao se
pode fazer urna casa propria.
a Qnanto a manotenclo delle, parece-nos o mais
fcil possivel, pois deixando.de andar comoandam
os mendigos de porta em porta, eStabelecer-se-ha
caixas de caridade nos bairros desta cidade, e um
A Caixa Pia dispendeu neste primeiro anno da,.
Guiiherme Al ves da Costo.Indeferido em visto! s vaga.com os subsidios dados aos recolhimentos homem em cada .Dairro- encarregado de ir pelas
do parecer da junta de sade e da certidao de
idade.
Joaquim de Hollanda Cavalcanli de Albaquerque.
do Recife, Olinda, Iguarass, Goyanna e Papacara;
com os seminaristas pobres, com os subsidios da-
casas pedir esmolas para o asylo de mendicidade
esmolas que serao inlroduzidas pela fenda de urna
Prove o supplicante o sen dominio e a idntid- e com as esmolas avulsas,comotudo constados as-
des mensalmente aos pobres do Recife e de Olinda, fa (Jue Para esse fim Ihe ser fomecida pelo es
Dito ao mesmo.Annnindo ao qn,e solitou. o ehe-
cur.8 commarciat. miB&do a V. S. ^ae em vista do pret junto em du-
. 'piieata, mande adiantar sob minha responsabilida-
,^11,^ qr'raU P!* de, nma data L sold eetape, na importancia de
antecedente, conlinuaraa depois ocurso de -esto- 13KOO as nracas da cnarda nacional d dos segando a ordem. em que se aoham distribu- ^""g" pfrah^ba FranS Pedr? d
das as nuleriafi, na forma do art. 9* K AlcTntara e Joao da Cruz d' Nascimento, que dalli
O que tiver compleudo o 4* anno do curso ae- vieram colundo um criminoso e permanecer nes-..........
tualpasaara para a aula de iheona e pratica da ta capilal sem meios de alimentago, segundo cons- observada a molestia que allega soffrer, nao pode
processo. ta do citado ofllcia-Fizeram-se as necessaras Por ora ser att3nd'd-
Va seceo da scioneia sociaes : | COmmuoicac5es a este respeilo.
Dito ao mesmo.De conformidade com as ordens
j, expedidas a esse respailo, mande V. S. iudemni-
sar o corpo de polica a quantia de 69^100 pro-
veniente de fardamentos qoe licaraoi devendo
aquelle corpo as respectivas pravas Jos Francisco
Pereira, Joo Joaquim da Silva o Arsenlo Jos de
de do escravo de que trata.
Jos da Silva Crrela Collares.Aguarde o sup-
plicante que venha o augmento de crdito que se
pedio.
Joao Ramos da Luz.Pa9se portara aposentando
o supplicante na forma da le.
Joaquim de Hollanda Cavalcanti de Albuqper-
que.Concedo o prazo pedido.
Joao Bapusta de Souza Monteiro. Em vista da
informagao, nao tem lugar o que requer o suppli-
cante.
Jos Ricardo Coelno Jnior. Opportunamente
se preceder concurso para provimenlo dos lu-
gares vagos a que allude o supplicante.
Jos Joaquim de oaza Fortes.Concedo quinze
das de licenga.
Jos Francisco da Silva Castro, Conceda a li-
cenga que requer a supplicante.
Joao Fidelix Cavalcanti.Passe portara aposen-
tando o supplicante com o sold proporcional ao
tempo de servico.
Mara Seohorinha da Conreicao. Indeferido.
Manoel Cabral da Cunha Travassos.Tendo sido
o supplicante recolhido enfermara aflm de ser
sentos respectivos, o seguinte
1 trimestre do maio a julho de
1864 (publicado no Diario o. 191
de 22 de agosto do mesmo anno)
2 trimestre de agosto a outubro
de 1864 ( publicado no Diario
n. 264 de 17 de novembro do
mesmo anuo)................
3 trimestre de novembro do anno
prximo passado a Janeiro do
corrente anno de 1863 (publica-
do no Diario n. 34 de 11 de fe-
vereiro de 1865).............
4o trimestre de fevereiro a abril de
1865 (agora publicado pela pri-
meira vez)..................
4:037260
4:600940
5:133J>320
3:2385720
az-
oque tiver coiuplciado o'l anno do curso ac-
tual passar para 0jY.it continuar segundo a or-
dem, a que se refere o. paragrapho antecedente.
0 que livor completado o *-, > ou 4* anno do
corso actual passar para 3..
Arl. 1* O estudanie, que tiver completado o 4a
anno do curso actual, e qaaxer obier os
d* bacharel. mencionados no are 84, pofi KMS.E.'fe&<^ mular matricula da aula, para que passar em
vlriude do disposto, no artigo antecedente, e das
aulas do ultimo anipdanoir snecio.
Palacio do Rio de Janeiro, em 2* de abril de
1863.-Jos IJberalo Baxrou.
Tabella dos vencimentos do director, lentes t mais
segundo consta da relagSo junta por copia, queveio
annexa ao citado offlcio.Commanlcoq-se ao com-
mandante do predito corpo.
Dito ao mesmo.NSo Ijavendo inconveniente
mande V. S. pagar, em vista da folha junta em du-
plicata, a que se refere o offlcio do coronel com-
DE
fcOVEllXO DO IMSl* 1IIO
i'i:k\\iiui. o.
SBOB VAa.\TE
/ Expediente do da 13 de mato.
Offlcio ao capeliao voluntario das Alagas, Rvd.
Lniz Jos de Oliveira Diniz.Tenbo presente, o seu
offlcio do Io do corrente, no qual me diz que, ha-
vendo o governo imperial aceeitado o offereclmento
que zra V. Rvma. paxa seguir para o tbeatro da
guerra como capello Voluntario da Patria ; pde-
me nao s que approve esse seu acto, seno am-
one
mandante das armas, datado d hontem e sob n. bem qoe Ihe conceda a exoneraco de' parocho en-
S?KS^*1^ 838, os vencimentos relativos a qu.qzena deste commendado da fregad d'AgS-BraTa^ne ac-
i ae W05. mpZj M seatenciados em aervico no forte do Bu- tualmenle rege ; e lbe d licenga por escripto para
***jfiSa,52; ra5?- ,6anir fista diocese, e exercer aa fuocgges do seu
1004000 Dito ao mesmo.Em vista da folha junta em ministerio sacerdotal, dentro e forado imperio.
IriOMOOO duplcala e nao havendo inconveniente, mande V.
1:20|8000 S. na falta de crdito, pagar 60b minha responsa-
i:00OO0O bljidade nos termos do decrete n, 2,884 do i" de
19:032,1240
Seminario
1865.
episcopal de Olinda, 12 de maio de
Chantre reitor Jos Joaquim Camello de Andrade,
encarregado da Caixa Pia.
Ordenado.
Director.......... :8fJSW09r
Lente calhedratico.. 2:0004006
Lente substituto..... 1:2004000
Secretario.......... IKOOflOOO
Apreciando e louvando a abnegacao patritica
com que V. Rvma., acudindo ao reclamo da patria,
e sem trepidar diante dos perigps da guerra se d-
COMANDO DAS ARMAS.
(Juartel do commaudo das armas de Pernambuco
na cidade do Recife, 19 de maio de 1S6S.
Ordem do dia n. 68.
O coronel commandante das armas interino faz
publico, para connecimenlo da guarnigao e devido
effeiio, que a presidencia nomeou em portara des-
la data o cidado Eduardo Severino de Almeida Ca-
tanbo, e o Sr. cadete Joaquim Agripino Furtado de
Meodonga, para oceuparem provisoriamente o pri-
meiro o posto da capito, e o segundo o de alferes
do i?, corpo de voluntarios da patria, que se est
organisando nesla provincia.
(Assignado.)- Jos Marta Ildefonso Jacorn da
Vaga Petioa e Mello.
(Conforme) Antonio Francisco Duarte,^ len-
te ajudante de ordens Interino encarregado do de-
talbe.
tabeleclmento, percebendo elle por esse trabalho
urna commisso qae se convencionar.
Parece-nos que nao haver quem se esquive,
por mais pobre que seja, a concorrer com um vin-
tem por semana, para nao continuar a ver o triste
espectculo dessa alluvio de mendigos, que per-
corre esta cidade.
Atiento a populagao desta cidade e seus arre-
baldes, eremos qne nao ser exagerado o calculo
de um cont e quinhentos mil ris liquido por mez,
para as esmolas tiradas pela forma indicada ; o
que prefaz urna sorama do dezoiio contos de res,
somma qne reunida ao producto do trabalho de al-
guns mendigos qne no estabeltcimento forem re-
colhides aos juros do dinheiro que sobrar no repa-
ro da casa, ao beneficio de ama loteria, e algu-
mas doagSs que necessariamente ho de appare-
eer, chegar para a manutengao de um estabele-
cimento tao necessario.
Haja vontade, e ludo se far.
Alistou-se hontem no 2 corpo de Voluntarios
da Patria o acadmico do Io anno da Faculdade de
Direito desta cidade, Lysandro Francisco Norueira,
natural do Piauhy. Honra ao dstincto piauhyeose,
que foi tao pressuroso em aecudir aos reclamos da'
patria ultrajada pelo desptico governo do Para-
guay I
Por portoria9 de hontem foram promovidos
no corpo de polica a major o Sr. capitao Fran-
cisco Antonio de S Rarreto, e a capito o Sr. te-
nente Manoel Germano de Miranda.
E" este um acto administrativo qne attenden
nos promovidos seus servigos prestados a a' anti-
guidade, havendo por conseguate S. Exc. felto
justiga quelles offlciaes, que efectivamente se
tem distinguido em desempenho de commissSes
importantes.
Para o segundo corpo de voluntarios da pa-
tria foram nomeailos capillas os Srs. nacharel
Amaro Xavier de Moraes e Eduardo Seve-
rianode Almeida Catanho, e alferesoWpbaquim
Agripino Furtado de Meodonga, cadetedo mesmo
corpo.
Haje encerram-se os trabalhos do corpo le-
gislativo provincial.
No joizo da delegaca desta cidade instou-
roa-se processo contra o portnguez Bernardo Al-
ves Pinheiro, em censeqnencia da apprebensao
de crescido na mero de penhoros no sea estabeleci-
mento a' roa larga do Rosario.
Dos autos veiifica-se que, Pinheiro eroprestava
nabiilmeote dinheiros. sebre penhores, perceben-
do, por isso lucros avuUados, sem aworisacao le-
gal para conservar casa de fazer emprestimos
tat, e qae nos sanos de 1861 a 1864 recebeu IV
nfleiro numero de penhores superior a seis
ceios. ^^^^^
Ainda verifica-se de ditos autos que Pinheiro
nao tgnerava que proceda contra oxpressa dispo-
s'ao.delei, que iljudia aos dslpe do< penhores,
iiercebsndo de mjg vjBl4i r^ ^ensaes por rada
urna pataca, o qua. correspondente a setenta e
cinco, pof- cento ao ann/, e feonlros sessenta o
maifcnor cento, no que anasavt, da confianca dos
looWMjeres.
^vird# tm foi Betnarde Alves Pinheiro
ce8mnae a seis mozes de prisao simples, e na
multa.de cinco Tolos daris, cro mximo das
penas do art i do decreio n. 2,691 de 19 de no-
vembro de 1860, expedido por execugo doS23
do arl. 2. da le n.. 1083 de 22 de agoste do mes-
mo anno.
- Hoje5 se extrahir a terceira parte da nuar-
t lotera do iheairo de Santa Isabel (16.) sondeo
matee premio 6:0004.
IIKPARTICAQ oa polica :
Extracto das partes do dia 19 de maio de
1865.
Foram recolhdos casa de detengao ne dia 18
do corrente:
A ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Flo-
rentino Pedro de Alcntara, para recruja; e Lucas
Evaogelisie, a disposigao do capito do porto.
A ordem do subdelegado do Recife, Joaquim,
escravo de nm fuao Maranbao de Albuqueruue por
fgido.
A ordem do da Boa-Vista, Francisco de Souza
Ferraz, per ferimenlos.
O chefe da 2*.secc3o,
J. G. de Mesquita,
Casa de detencao.vMovimento do da 18 de
maio de 1863.
Existan) presos 327; entraram 6 sabiram 6 ;
existen) 327,asaber: naconaes 241; mulberes2,
eslrangeiros 27; mulbeiies 2,; escravos49; escra-
vas 6 ; total 327.
Ali,men.|ad,os custa dps cofres provaciaes 122
Movimemo da enfermara, do dia 20 de maio
de 1863 :
Tiveram.baixa,:
Francisco de Souza Ferraz, ophtalmia
Manoel, do Nascimente Lima, tumor.
Manoel Gomes de Mendonga, febre.
Tiveram alta :
Julio Hermino d^ Silva.
Manoel Feij de Mello,
Passageiro do vapor ingles Gladiator, sabido
para Liverpool : Sebroeda.
Cemitemo publico. Obituario do dia 18 de
maio de 1865.
Clara da Silva Duarie, Pernambuco, 20 annos, sol-
teiro. Boa-Vista; hysterio.
Alxandrina Pereira, Portugal, 30 annos-, casada
Roa-Vista; pneumona.
Manoel dos Passos, Peroambueo, 34 annos, soltei-
ro, Roa-Vista; tubrculos pulmonares.
Joao, Pernambuco, 15 mezes, S. Jos; denticao.
Luciana, Pernambuco, 12 mezes, soitera, escrava,
Santo Antonio; hydropisia.
Thereza, frica, 50 annos, solteira, escrava, Reci-
fe ; amolecimenlo cerebral.
Manoel, Pernambuco, 1 hora, escravo, Boa-Vista ;
espasmo.
FBLICA60ES i HMDO
Agoa de Florida de Morray
e l.aaiuao.
J l vai esse tempo em que por meio de bem
elaborados e eugennosos annuncios nos jornaes p-
blicos, se alcangava o empalmar-se e introdozir-se
um arligo inferior a aceiugo pobljca. As essen-
cias ordinarias e de urna emanagd acerba, fabri-
cadas de leos baratos, sao baje em da universal-
mente reeitadas em despeitode toda> as imjtressas
oeriidoes comprovativas ; emquanto que esse ad-
miravel e riquissimo perfume e cosmtico, com-
poslo e extrahido por urna respetavel e responsa-
vel firmade raras a delicadas flores e plaas na-
luraes, e sobremanera estimado na America do
Sul e Mxico, de preferencia a todas as mais per-
fumaras e agoas cheirosasvai grangeando e ad-
'/ra}$bfflo,Mto% WMsnGll&m mundo
civilisado, sem outra recommendago mais do qae
a sua incontestavel excelleucia. Nenhuma senho-
ra, a qual baja espargdo algumas gotas desta de-
liciosa es-eiu.-ii florida sobre o seu leogo, ou haja
usado a mesma n'um estado de deluigo, como um
cosmtico ; por certo hesitar um s instante em
perfeilamenle coincidir com as senhoras e senho-
ritas d'America Hespanbola ; as quaes a tem usa-
do para mais de 20 annos, medanle urna completa
exclusso de todo e qualquer outro perfume.
(Alim de se evitar a compra de urna preparago
falsa e viciada, dever-se-ba examinar com o maior
cuidado, se os nomos de Murray e Lanman se
arham afflxados e inscriptos sob cada envoltorio,
letreiro e garrafa, pois que na falta dos mesmos
nao resta a menor duvida da sua apparenle falsi-
dade.)
Vende-se as pharraacias de Caors 4 Barbosa e
J. C. Bravo & C.
m ---------
Admiraco!
Tendo aggravado de um despacho do Exm. juz
do commercio, que recebeu nos feitos regulares,
appellago da sentenga, que condemnou Joo Ale-
xandre de Moura e Luiz Fonseca de Macedo, a pa-
gar os alugueis e a entregar minha padaria da roa
das Cinco Ponas n. 38, e sendo remellidos os au-
tos para o tribunal, terga-feira 16 do corrente, ful
pagar o preparo na quarta feira (17) e o achet pa-
go... a vista da prestezafiquei admirado,... visto
que para ir appellago ao Exm. juiz do commercio,
esliveram os autos aormindo a somno sollo no car-
torio por falta de mil e sete ceios ru de sello que
os paguei sem me competir, se quiz que se moves-
sem da mesma forma, me foi preciso pagar o pre-
paro de um outro aggravo interposto pelos mesmos
senhores na mesma questo, a qual por esia falta,
esleve parada mais de seis mezes na secretoria do
tribunal.
Sao habis na estrategia calculada os taes Srs,
Moura, Macedo etc. ajudantes ; porm eslejam de-
sengaados, (se anda o nao esto) que com a mi-
nha padaria-fe gracanao ficam. Aguardem-se
para quando vigorar o comunismo,ficando certts
qui Qualquer meio qne empreguem, fora dos autos,
gemerSo os lypos.
Recife, 18 de maio de 1865.
Antonio Joaquim Salgada,
i nw
Val a quem toca.
O Sr. Em-Em que ajudante da mesa do clenlo
de certa repartigao... haja de ser mais attencioso
com as pessoas que ahi se dirige, aflm de exigir
despachos, nao uze de petiquiuhas dentro do re-
cinto de nma repartico publica, do contrario ver
seu nome as columnas deste Diario por estenso,
pedodo providencia ao funeconano a quem o Sr!
Em-Em subordinado. Isto nos pede o V. S. a>
3uem o mesmo dirigi ante-hontem a sua remessa
o costume.
O amigo da b ordema.
C0MHB1SI0.
PIUCA DO HECIFE.
Cotaccs efflelaes.
19 de maio.
Algodo primeira serle 124600 a 134000 por
arroba.
Cambio sobre Londres90 d/vsta 24 3|4 e 2o d.
por 14000.
Dubenrcq Jnior,
Presidente.
Goimaraes,
Secretario.
Caixa filial da banco do Brasil em
Periiambnca.
A directora desta caixa saca sobro o banco do
Brasil no Rio de Janeiro e sobre a caixa filial do
mesmo banco na Bahi.
Novo banco de Pernambnco.
Os administradores da massa fallida de Joaquim
Jos Silveira pagam o 1 dividendo de dita massa
na razo de 9 0/0 sobre o valor des ttulos ad-
mettidos : no novo banco de Pernambuco roa
do Trapiche n. 34.
*

-

/
JLGTVEL]


,m
*m Uaa t i#
\'ovobanco de Pernambnco.
O banco
dor aceo.
razao de V Mjmfaq9ev$it*totton **>* "!?s-
Xoro banc IcVeniHi-
Jalieo.
0 lia neo descontaletras.ua presente se/nana a
Q por cento ao anoo at o praze de qaatro Hie-
res, e a 10 (0-at a de sei^awies, e toma dinhei-
ro a juros a praso nunca menor i ires-mezes1
ALFANOEGA.
Rendimentodo da i & 18......
dem do dia 19...............
res, OMdiBos encarregados eos predios teaente-
BilduUno Peraira defiariase Antonio Bpmos.
(retara dn Santa Casa de Misericordia ro-fle-
settSfa..
cife 17 de maio de 1865.
F. A.
457:108*895
37:34$1#1
41:4 S699
MOVIMEMO DA ALFADEiA.
Voluntes entsados com fazeudas..,.
< comgeo.er.es..... 78
O couselhe-de tcameras ae arsenal
ra precisa comprar o se^nite :
Para o segundo batalhao de Voluntarios.
285 covados do puo azul para fardameato.
399 covados de dito dito para capote.
13o covados de dito msela.
149 covados de baeta azul.
3800 varas de brim bramo.
2014 ditas de algodaozlnho.
57 bonets a cavatihaque.
O bandas parn inferiores.
27 bonets para msicos.
27 pares de charlateiras.
15 cordoes de 13a para canudos de inferiores.
2 Espadas.
2 talms.
2 fiadores de couro inveroisado.
17 cornetas de loque.
17 cordoes para as raesmas.
2 cor.i.s mperiaes para divisa.
1 capa de brim para bandeira.
1 dita de oleado para bandeira.
24 malas forradas de sola.
Para o arsenal.
25 cliapas de lalo de 14 a 16 libras.
As pessoas que quizerem vender laes artigos
aprsentela sms propostas na sala das sessoes de
conselho, as 11 horas da manbaa do dia 24 do cor-
rreole.
Sal das sessoes do conselho de compras do ar-
senal de guerra, 17 de mato de 1865. O encar-
regado da escrippluraco,
_________ Manoel Jos da Azevedo Santos.
Santa (Jasa da Misericordia
Brigue brasilero *elto, earwgeu para o R0 da: 7' a. *.. *.
pra A nim.* junta administrativa da Santa Casa da
873 "barricas com 4,264 aarrobas e 27 libras de' Misericordia do Recife, manda fazer publico que
mme* branco, 433 ditas eom 3,153 arrobas e 12 no da 26 do corrente pelas 4 horas da tarde, aa
libras de dito maecafido e 30 cascos cora 5,520' sala de suas sessoes trap a praca para
medidas do agurdenle. rematadas pelo tempo de 1 a 3 annos
RBCEBliOOlUA J)K RENDAS INTERNAS GE- das casas abaixo declaradas.
------- 78
Volumes sabidos com fazendas..... 54
t f com seeros..... 683
-------737
Descarregam no dia 20 do corrente.
Patacho nacionalPalmo farinha de trigo.
Brigue frauoez Amabile vinhos.
Barca ioglezaOkndamercadoxias.
Barca ingleza-Borni/dfero e mais gneros.
Escuna hollandezaSpculantdiversos gneros.
Barca portuguezaS. Joaocharque.
Escuna portuguezaU. Miidem.
Sumaca hesp-oholaMercedtta~mM.
Brigue nacionalCardiaidem.
Barea inglezaBelle Potcarvao.
Barca norueguense- 'fiismom'aidem.
Barca i nglezaKUowr --ttkan.
ll&porta^*.
Polaca bespaoboia Vmtwito, carregon para
Barcelona :
900 saceos com 4,968 arrobas 4 libras de al-
godo.
brasilero Cotias, eamgou para o Rio da
ela ,w-xttteXiTlfcin.aiBi Hld de
Pernambuco se faz publico, que nesla data foi ad-
n -' jroitlido matricula dos commerciantes o Sr. Nar-
rriiriii.-m cis Jos da Silva> Portuguez, de 3u annos de Idade,
S SSSeeMo- "" 'tiM^toat '*-*". fiSKSSZKSKJ ***>* aneseo
'Secretaria, tt de maio de 1863. ^ Silva.Nufles, os con. os cowlgoatarjos Msrqu,
O ciieial-maior,
I JuHaiGutrnaraes. --, ------xf<-
j9m JPorto
ega-cortwAftMde pala eqoelle \rotto a barca
portugu** ^rtaeda, de classe, por ter Jolas
tercos wearfe^'ftefeW-prorrrpto : jara o rc> pass3frdrt,a_reoivjj0aaa lem aleteantes coinroo
Barros 4 Ct largo do Corto Santo a.
*ndar, _
Beus do evento,
Iloje Oda a audiencia do Sr. Dr. provedor dos
resid
evento.
i, sega uso
1
Para Rio de Janeiro.
Pretendeseguir com muita brevidade o palhe-
'~r~--------------------- f -^;r 'te p*> os quaes tm excellentes comraotfos, tr-
Trihlinal a PArnTlPrATA .ja-se.cem.osse.usconsigaaurios AMooio Ltuz je
iriUUllU UU U>1UU11 OIU Tj|vira Azevedo & C, no seu escriptano ra da
Pela secretaria de tnbooa! do commevclb d6 Cruz n. i.
Peraambuco se faz publico que nesta datat\> ins- -------------- .. ------T 2------'
cripto do Hvro de matricula dos commerofcwtes, o, PY.Si I XS 1)011
r. MahiVesnakainbBtendo,BrasHeiro, de 32' .w.',' \T Jv--'"- '
annos de idade, estabelecido na villa da AsserdWa, I **9 Para a" P5^6* retiHafle 6 lo.-
provincia das Alagoas, com lo(a de razadas em Bre Por'u8ue'- J"ho' f^a oque se acba como
groaso e a relalho, e compras vendas de gneros maior &** ra ""K'^^JP^ reUn,eJa
serara ar-
as rendas
HAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 18.
dem Jo dia 19...........
1:47325
504,1389
17:Si#ai4
CONSULADO PROVINCIAL.
RabAment do 4ia
dem do dia 19..
I a 18......
31:571*522
2:231*769
53:827*291
esa
iOYIMESTO M POMO
Novios sahidos no din 18.
Barcelona Porara hespanhola Venlurita, capitao
G. Marestany, carga algodio.
Nntim saludos do dia 19.
Para Palliabote nacional Novaos, capitSo Jos Mo-
reir Maia, carga assucar e outros gneros.
Liverpool Vapor inglez Qhtdtator, commandanle
James Gnard, carga assucar e alsodao.
Rio de JaneiroPatacho brasileiro Garibatdt, capi-
tao Francisco Gomes de Oliveira, carga assucar.
Observarlo.
Nao houveram entradas.
Os licitantes devem comparecer acampanbados
de seus fiadores on manidos de cartas destes,
Ra do Qoeimado.
Sala do 1* andar n. 1 particular e 33)
publico. 3........> 320*000
Loja n. 1 particnlar e 33 paMico. .)
Ra do Crespo.
Sobrado de 3 andares o. 3 particular e
11 publico........1:3305000
Ra das Larangeiras.
Casa terrea n. 3 particular 17 pu-
blico.......... 206*000
Ra do Rangel.
dem n. 6 particnlar e 56 publico. 3005000
Ra de S. Goncalo.
dem n. 11 particular e 21 publico. 192*000
Ra do Rosario da Boa-Visia.
dem n. 14 particular e 38 publico. 168*000
Ra da Madre de Dos.
Sobrado de nm andar n. 2o particular
e 24 publico........1:100*000
Casa terrea a. 20 particular e 22 pa-
blieo..........9005000
EDITIS.
do paiz.
secretaria do tribunal do eetnoieYcio de Per-
nambuco 19 de maio de 1863.
Jtltio Goimsraes
Offlcial-malor.
i i. iii mu .ni. i
Arrej*laci>.
Nodia 20 doeo*reiHe, Anda a Bolencia do flbn.
Sr. juiz de paz do 1* districto da IIoa Vista, teni
de ser arrematade nm cavallo que fol phliora^o a
Pedro Jos Gwroes- d* Mello, por oxenlo de Pran-
olsco Jos da Fon?eca.
Arremalagni
Mo ala 22 ito conrate, depoi* da aodiencia do
Sf. joii de paz 4o 2- districto da Boa-Vista, tem de
ser arrematado e alnguel do terrena com froctei-
raa orna caea.de taboas edifte-ada no mesmo, ava-
llado em lOfOOO, siteaara de loso Pernandes
Vietr, per eteca^ao de Eduardo Marques de Oli-
veira contra, Lni Manoel de Nasevmenfo-.
IrreuataH'o
Jadia22doea*raieyOada a aadiencia do Sr.
juiz de paz e 2- dittricMa II ia-Vista, tem de ser
arrematado o al ogiH da casa sita na ra da Se le-
dade, com 2 salas, 3 qurtos, eozinba (era e ain-
tal, avahado raeasaimente por 15*)00, per aecu-
cu de Peregrino Cardaire da Cuaba centra arce-
uio Antonio Carneiro da Cunba Miranda.
passagetrasj trta-se om o coaslghaiario T. de
Aquio'faaseca, na ra do Vlgarlri n. 19, primei-
rt *Mn nacen eaptifie a*T; 1>raBCised Anto-
nio Meirelles.
riAIUJF XlLPU:UT1Y0
IiE GrO'UX.
3B0MO-SULPHCTHQDRADO
Este novo producto resallado de ama trtpliee combinaeao do ares metalloides cujas proprie-
dades sao mu eonheeidas, o tram, o Eutcofre e o lodo, occnpa Aoje a primeira ordem de
entre todos os depurativos vlos qoaes o znais poderoso.
_As expvjaocias dos mdicos mais nolaveis dos hospiUea de Paris, os genitores Cazenave,
Puche, Bazm^ Rlache, Guibout, Baroashet, Dtnet, Legroux, Vaaae Aubrr, etc., demonstraraO
sna poderosa ffieacia as affecces segmentes:
a*cartt* tofHlt,
Darlraa e barlMlha de (ada eaaacte,
Plaraa mucaaaa,
!ypkalca.,
na.....
atlMt>tb
LS
L Si?.
Le'ito 4c fazendas.
HMtfa ti. de Abren Bncarra' o Keu fellao de
/zeadis por ioterveo$eJo agenta Pestaas, *oje
! 30 i i corrente sis ll horas da manbaa em seu ar-
maiem nra ti* Cadeta.
Framboenla,

aacaUlaaaa,
lia eaerofulaaa e ehraalca,
tf L GdTflc, o> tmti&HtpsQto t S gostd delicioso, aa MaJWtga tambem
com mnita vantagem aconselbado pelo doutor Barthe, do hospital des meaiaos, para as
criancas debis, escrofulosas e racbiticas oa sobre a influencia de nm vicio hereditaria, e raui
superior neste emprego ao oleo de figado de baealhe e aos xardpes depurativos e aJttKor-
buticos que se administravio at agora.
Deposito geral, em Paris, na botica Boallay, membro da Academia impmial de Medicina dt
Fbts, offiexal da Legiio ie Honra, e era todas as boticas de Franca e dos paizes esiraiigenros.

LE1LAO
Os orna moleta cmatela do inoyno com lampo
de {Hidrabranesy aaalas Iraawezas, lotteteaeja-
earanrt e-amarelfo, candiriros a gaz, cadeiras
IrvUlSa de trto fsvtio, qnartros cera molduras
douradas, apparadore?, toucadores de magno, re-
lofios de algibeira, jarros para flores, a ootros
Mtilos artigos
Si^unda-feira 22 do corrente, no grande ar-
mnem fla agente
OLYMPIO
dem n. 27 particular e 20 publico. 6003000
IdBi n, 30 particular e 14 publico. 6<>ft&000
idem n. 32 particular e 10 publico. 600*000
dem n. 33 particular e 8 publico. 300*003
dem n. 35 particular e 4 publico. 8000000
Becco das Botas.
Sobrad*de 2 andares o. 38 particular
eiepuurico........ 500*000
Ra da Upa.
Casa terrea n. 41 particular e 2 pu-
blico..........
Ra da Moeda.
dem n. ii particular e 21 publico. .
Ra do Amorim.
dem n. 48 particular e 56 pubHco. .
dem n. 49 particular e 54 publico. .
! I lem n. 30 particular e 32 publico. .
^ dem a. aparticular o 43 publica .
dem n. 53 particular e 43 publico. .
dem n. 56 particular e 2ti sabuco. .
Ruado Azeite do Peine.
t.tnm n .17 nrtirmtar e 23 publico. .
IJem n. 61 particular e 115 publico. .
dem du um andar a. 62 particular e
18 publico........
dem n. 63 particular e 14 publico,
dem terrea a. 64 particular PDU
co. .
O Dr. Tri-tao de Alenrar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa, juiz de direito especial do
commercio desta cidade do Recire de Pernambu-
co e seu termo, por Sua Magestade Imperial e
Constitucional o Sr. 1). Pedro II a quera Dos
guarde, etc.
Faro saber pelo presente, que, por este julzo,
carturii do escrivfto que este subscreveu, corre urna
execacfiodesBTrtenea ordenado entre partes,a saber;
como exequernes -Ferrara & Martins, e como
nhora nao so em urna relacao de diversos dev^do-
res, urna letra a vencerse da quantia de 582*160
res, Bci'ita por Joao Antonio Arves, na sexta parte
da rasa terrea sita ha ra de Luir, do Reg, em ama
penhora foita por esecajao do dito Moura, no resto
da nie*rna nasa, como lambem n quantia de....
5925138 res, em dinheiro existente no eposjj0 ge.
ral desta cidade; o pertencente ao mesmo **-
tarto.
Em virtude do que em audiencia pnblica do tia
8 do corrente mez, fora pelo solicitador Joo Cas-
tao dn Abren, procurador dos exequentes o re-
-qui'rimento da tfteor SfRuinte :
Aos 8 de maio de 1865, nesta cidade do Recitfe
de Pernambuco, em publica audiencia que aos fei-
tos e as partes fazia o Dr. juiz de direito especial
do eommereio, Tristas de Alencur Araripe, neliia
pelo solicitador Joao Caetano de Abreu, procurador
dos exequentes Ferrelra & Martins, fora aecusada
a penhora. feila nao s em diversos bans e dividas.
orno na quantiade 5ij338 reis, em dinheiro exis-
tente em deposito geral, tudo perlenc-rnte ao exe-
putado Manoel SOaves de Monra, requerendo que
nSo s fleassera assignados os seis das a penhora,
-como )s di* das aos credores mcrt >s, sob pena
de rcelrapara cojo &m se Iba desse os edilaas do
estylo.
O que onrido pelo jniz assim o deferio, extrahi
aXMettaf0lMeaadeilCaS'e ^ "em n. 84 parlicu^e 29 pblico.
150*000
339*000
1505003
4305000
4.05000
/Niignuo
5003030
72*000
3505000
4505000
1:902
430*000
s
TIIE1TRO
DE
EMPREZA--COIMBRA
Sabbado20dBiiodel865w
.13.a recitadla tdgnatura.
Represen'a"r-se-ha pela segunda vez o inters
sanie e aplaudido drama em 3 actos
36 Kua*!a Otlea
*
00 Rectfe.

Leitao
d Hiobilia e 100 pec*s de algwdao
sicuptra.
Segunda-feira 2 do correte.
O aenle Pestaira letralmente aotorisarto parama
pessoa que se retira para a Europa far l.-ilao de
toda a sua mobiiia, cooslaado de urna mobilia de
gasto de mofioeoa pedn, urna rama fcaaaeza,
duas banquinhas, um par d lanternas, duasredo-
mas, uas ditas, mea-cartein, mrraeemmorla,nma
4marquoM, om reloiode p*rde, lrea* coiwiia,
louga, tr., e mite onteos objento; : segunaa fei-
ra 2 o curiwiito, pelas 10 horas ua-iaanlia, na
-na larg* Ro#ari. r%, f rinm8iviar.
\'a msala ocoascao e lugar serio vendidas 103
pecas de algodaozinho sieopira.
XAROPE D'ETHER
DE BOULLAY
DoiUor da Faculdade de Sciencias, membro da Academia imperial de Medicina,
Official da Legio de Honra,
Ra dea Foaae-Montmartra, 17, Paria.
Este xardpe composto i mais de vinte annos pelo sabio lente Botlar, constrie a aelhor
maneira de administrar o Ether. He empregado com suocesso cm todas as doencas qae lirio sna
erigcm de um crithismo nervoso, como sao as:
mi, aeyatMaa Raiuinnn,
Enxaqaiee*,
Nen-alglaa,
E,
Altaajaea ale nerm,
Verllccna,
Syncapes,
Calmara de catoaaago,
Inlgeatea,
Caaralnura.
Aaceaaoa tayaterleea e hypa-
cendrlacas,
Callea* ventoaaa ou aerva-
Aeeeaaaa de (ata. e da rttu-
aatlaaia,
Caaaa de enTeaemlcMMBta,
etc., etc., etc.
Deposito geral, em Par, aa botica de Boullay, doutor em Seiencias, membro d Academia
imperial de Medicina de Paris, official da Legio de Honra, ra des FanalMoaawartre, 47, e
em todas as boticas de Franca e dos paizes estrangeiros.
CGO E 0 CARCUNDA.
t)r tm aoespeetaetilo a awiva e interesse co-
media em i acto
UM MARIDO
Que victima thts modas.
EMMmGENS. ACTORES.
D. Emilia.............;.*....... D. Dorothea.
Antonio de Sonza............... Augusto.
Padre Jo? de Sotiza............ Pinto.
Jos, criado.................. Bornardino.
es- bilhetes aehawi-sedyr do cos-
tume. .....
Principiara as 8 horas.
De 1 sitio no Ui iuia' comeasa terrea de pedra
e cal, cocheira ao lado, lendo baixa para capim e
artores fructferas e 2 casas terreas de taifa uo
me mo lugar a beira da estrada e 1 cavallo para
satvieo do mesmo sitio.
Cordeiro Sim s
aulorisado pelo liquidatario da casa commercial
de Antonio Jsa^uim dtfletlo f*a' leilo dts pre-
dios ajuma descrieos. Os pretenentes desde ja'
pctlerao examina-los e qaabjuer ntbrmacaoo mes-
ma agente satisfar', cujo leilao sera' electuado a'
roa Uireita lalierna n. 6.
Terca-eira 23 do corrente .
ISOS MiBITIHGS.
8595000
55*5000
5 85000
Eo Manoel Silvino de Barros Falcao, escrevente
jnrameutado o escrevi.
En Manoel de Carvalho Paes de Andrade, escri-
viio o subscrevi.
Serninflo o que assim se continha em dito re-
querimento de audiencia, depois do qual, o respec-
tivo ese,riviox|oe este snbscreveu, ex passar o pre-
stMite pelo qual e sen tlicor chamo cito e hei por
ando a todos os credores iacertos do meneieaado
xecutado Manoel Soares de Moura, para que den-
tro do prazo de dez dias comparegam antes esle
juizo, por si on por seus procuradores, allegando e
-sob pena de se proceder as suas revelias.
K para qne ehegue ao eouhecimento de tolos,
rmndei fazer o presente edital que ser afflxado
ajos lugares do costume e publicado pela imprensa.
Dad e passado nesta cidade do Recife de Per-
n mbneo, 18 de maio de 1865.
Bu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es-
crivao o subscreti.
Trislao de Atentar Araripe.
DECLARigOES.
Santa Cas de Misericordia do
Recife.
A l,lu' jnnta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda Taier publico que no
-da 26 do corrente, pelas 4 horas da tarde, na sala
tados a qaem por menos fizer os reparos e obras
aegnlntes:
Urna grade de ferro para 0"aflro da igreja do N.
S. do Paraizo, com dous portdes com 10 palmos,
tanto de altura como de largura, e tendo a grade
em toda a sua exiensao 110 palmos e 5 de altura.
A mo oTobra de pedreiro do lanco da pare-
de da casa'que se est edificando na ra da Gloria
para o collegio dos'orphaos, com 200 palmos em
ailas as frenles, 35 de fundo-e 19de altura, par-
tindo do travejamento at a cornija, .licando esta
em aso.
Os reparos do sohradp de doos andares n. 1 pn-
blico da roa do A7eile de Peixe, e da casa terrea
n. 19 da ra dos Burgos.
O faumento de 18 caixilios de amarelo vinhati-
eo, sendo 16 para as janellas e 2 para as portas da
galera do I* andar do hospital Pedro II, que de-
verao ser iguaes aos do 2o andar, dando o arre-
matante a inadeira c erragens, e collocando-os
m seus lugares.
O tapameotodo arrombo do vivelro da ilha do
Sogueta pela maneira seguate : um caes com 30
palmos de extensao e 18 de altura, 12 de grossnra
na tuse a menor era 3 ; bem como um aterro de
do o!mos de largura ao lado do caes.
Oi> .pretendentes devem apresentar as suas pro-
postan em cartas fechadas, podendo as mesmas
^ropwstas cornprrhender todas as obras e reparos,
on ada urna de per si, e entendendo-se quanto aos
srJareoimentos de que precisaren! eom os senho-
lUta da Caciaba.
Wein n. 65 particular e o publico. 1445000
I lem n,ti0 parlieular e 12 publico. 1445900
dem n. 67 particular e 10 publico. 835000
Ra do Vigario.
Sobrado de 3 anlares n. 71 particular
e 22 publico........
dem do 2 andares n- 72 particular e
27 publico........6485000 Trapiche n. 44.
Ra do Encantamento.
Sbralo de 2 andares o. .76 particular
e 11 publico. ....... 8395000
dem idem o. 77 particular e 13 pu-
blico..........
Ilua da Senzala Velha.
Sobrado de 2 andares u. 78 particular
e 1 ti punlico.......
dem idem n. 79 particular e 134 pu-
bbcii..........
Casa terrea n. 81 particular e 18 pu-
blico.......... 2005000
dem n. 82 particular e 16 publico. 2005000
Ra da Guia.
1445000
Ra do Trapiche.
Cobrado de 3 andares u. 85 particular
e 30 publico........7205000
Roa da Lingoeta.
dem de 2 andares o. Hti particular e
14 publico........6005000
Ra da Croz.
dem idem n. 87 particnlar e 11 pu-
blico...........8825000
dem idem n. 88 particular e 29 publi-
co.......... 7505000
dem idem a. 89 particular e 14 publi-
co. ........ 7005000
dem idem n. 90 particular e 12 pu-
blico..........750*000
Ra do Pilar.
! Casa terrea n. 92 particular e 103 pu-
blico.......... lOOfOOO
i dem n. 93 particular e 101 publico. 2005000
11 lem n. 94 particular e 99 publico. 2555000
; dem n. 95 particular e 89 publico. 2385000
dem n. 96 particular e 2 publico. 725000
dem n. 99 particnlar e 106 publico. 228*000
dem a. 97 particular e IR) publico. 228*000
dem o. 100 particular e 104 publico. 228*000
dem n. 101 particular e 102 publico. 2285000
Idem n. 102 particular e 100 publico.. 2285000
dem n. 103 particular e 98 publico.. 2285000
idem n. 104 particular e 06 publico 2*1060
dem n. 105 particular e 94 publico... 2285000
Rio de Janeiro.
OeatachaPo/i/C'na, capitao Francisco Jos Pra-
tes, segu eom inulta brevidade : para a pouca
car^a i] i3 Iti faltae escravos a Irete, trata-se cora
Migeel Jaa Alves, ra da Crua.u. 19.
para Lisboa
Va* sabir breve o brigut portuU''Z ain II. ca-
80050001 Mu P- Vleir*. recebe oarga passageiro; ira-
i la-so eom o consignatario E. It. (tabello, ra do
Secretaria'da Santa Casa- de Misericordia do
Recife 19 de maio de 1865.
O eserivae,
__________________F. A. Cavalcaeti Coosaeiro-
Arrematafio.
Sabbado 20 do corrente, ao meio dia, (inda a au-
diencia do Sr. Dr. juii municipal da segunda vara
bao de ser arrematados diversas movis penhora-
dos a Francisco Botelno de Andrade, por execucao
de Cascao & Pontual, pelo carlorio do escrivo
Baptis a,
Segunda-felra 22 do correle, na audiencia
de Sr. Dr. juiz do eommereio, se hS > de arrematar
por eaecneao de Saonders R-others & C. algnns
movis e ohjectos de padaria, penhorados a Joao
franeteceda CosU.de cenrormidade eoaios eSitaes sarga que a vapor poder condmir, a qut deaar
j publicados. EscrivSo Paes de Andrade. ier embarcada no dia de sua chegada, eneoai-
0 conselho de compras do arsenal de guerra mendas e dinheiro a rete at o da da sahida as
precisa comprar o seguintes : horas : agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
1,500 bonets redondos com pala para os gjmr- Aotogio Luiz de Oliveira Azevedo &
das nacionaes destacados.
As taasaas que quizerem vender ditos bonets
apresentem suas propostas na sala do conselho no
dia 25 do corrente, ao meio dia 4 podendo um ia
antes, na directora do arsenal, verem o Ogurino,
aara regularen) suas propsstas.'
. Sala das sessoes do conselho de compra* do
arsenal de guerra W de maio de 1805
O encarregado da escripturacSo
v Manoel Jos de Azevedo Santos.
C0MP11VHI1 BB4SILSIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
ff esperado dos portos do sul
at o dia 31 do corrente, o vapor
Parem, cemntandante o capitao
de fragata Antonia Joaquim de
Santa Barbara, o qnaI depois da
demora do cvsiurae seguir' para os fonos do
norte.
Desde j recebera se passagelros e engaja-se a
carga qae o vapor poder coaduzir, ..a qoal devera
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen
das u dinheko a frale aj o dia di sabida as 2 ho-
ras da tarde : agencia roa da Cruz d. 1, escripto-
rio de Antonio Luiz da Oliveira Azevedo & C.
COMPA2H1A BRNAlfBUUXA
E
Vaveg^co costeira por vapor.
A sahida do vapor Jaguaribe
-para os portos do norte fie
transferida para o dia 24 do cor-
rate. A carga ser recebida,
desde o dia immediato ao de sua
chegada do Rio de Janeiro at a -veapera do da
sahida: ascriptorio no Forte do Mallos n 1.____
Rio 4e Janeiro
Segu breve para aqueU porto a barca brasilel-
ra Uenriqueta por ter melade do carregamenur]
prompto : para o resto trata-se com os consigna-
tarios Marques, Barros & C, largo do Corpo Santo
D. 6, segundo andar._________________________
Cear, Haraahi e Para.
Segu com brevidade o ni ale nacional mio Pa-
quete, capitao Joao Jos dos Queijos Jnior ; para
o resto da carga tratase com o respectivo consig-
natario : ra da Croz n. W 1* andar.
Rio de
aaBICIi"
Segu at ao lira desia semana para o indicado
tarto o veleiro brigue nacional HenriqUe, capitao
ouriiro. Recebe anda algumas miudezas e es-
cravQs a (rete ; trata-se na ra da Cruza. 23, Io
andar, escriptorio de Antonio de Almeida Gomes.
COMPiNHIA BSILEIM
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte espera-
do at o di* 2j6 do corrente oa-
par Crnzttr do Sul, comman-
danle Alcoforado, o qual depois
da demora do eortume seguir
-jara os portos do sol.
Desde j recebem-se passagelros e engaja-ae
ASTHME
ASTHMA ASTHM*!! ASTHWA
______ SDFPOOgAO NERVOSA E OPPRESSlO
nico remedio elieaz para eembattir estas molestias, acalmar nTn altaque d'asma e impedir a
aoita o Xarpe aromatice de Sutcm* (ambir amarello) do W Daaat. aasedkarta inteiraaiente
receate, este novo producto se tem arepagado com extrema rapidee gracas aos admirareis insul-
tados que tem senrpre ftrodstido.
Deposito geral, na botica Chauveaud, 54, ra do Comercio, Paris-Grcnclle, e ea ledas as
boticas de Franca e do eslrangeiro.

LEILAO
Deposito gerl tm f*cnamr>tico ra a Crnz n. 2 em cks le Otros & Ramosa.
Loflo da taltcraa e dividas da
mes na rna 1 I re la n. 6.
Cardeiro Sns fara' reil/io aulorisado peio ii-
quidatirio da c.i-a c miuiercial de Antonio Joa-
qilllM Uc Mcll. -ioc gonuruc, acma$3i) h |itrtncili'i>
da taberna cima mencionada, como taroliem as
djvirtas activas da insrrra, ira importancia de......
^fr. nK$Bn> sendoe:H letras o cootas de livro, cuja
relami e balanco se aeha em poder do mesmo
agente a estuue dos pxelendenles.
Terca-eira 23 do corrente.
s 10 lloras aondesera' electuado o leilSo.
Leilao de ama casa terrea.
Terra-feira 28 de abril.
O agente Pinto levar a leiltio pala uliima vez,
por despacho do Hlm. Sr. Dr. jniz de orphaos a ca-
sa terrea sita na ra de 8. Miguel n. 10, fregaezia
dos Afogados, servindoe base a offerta oblida ; s
10 horas do dia suaradito em seu osorlplorio a ra
da Cruz n. 38.
aaaaaawaayatwwn n"i*" "laM. niwiwgamiiMi:- rtaxr**
im DIfEHSOS.
Aiti-'a-.se um poiiui'-uo armazem na ra da
Paz, proprio para q*aJq.uer estabeleeimento em
paulo pe lueao : a li' mero 4.
Manoel Gomes, aada'o portuguez, vai a Por-
IttgaL___________________________________ ,
Avux de leite
fiuem precisar deaoaa ama de leite procure na
fna do Pifar n. US.
Prec'sa-se fie urna ama que saiba en-
gommar beai |wa casa di pouca familia:
a ra das Cruzea segundo andar n. 36.
6*5r. Lni Cesar Pint de Farias queira di-
rigir-te a ra da Madre de Qeoa armazem entre a
igreja e a botica.
" Aluga-se urna salado prirueiro andar da ra
do Queimado a. 41: a tratar na mesma.
Arrenda-se o engenho Frescoadim, sito na
freguezia-de Agua Preta.com moenda horisontal
de facro, 4.latas, casa de vivepda, de purgar, es-
tufa, e urna porcao de formas._________________
Precisa-se do ora ama de leilc sem
filho t na roa da Aurora n. 26.________
Antonio Pernandes Ribeiro, subdito portu-
guez, vai a Europa.
A partida do Club Commercial no corrente
mez tera lugar na noite do da 27.
AGAZETA
Do Norte.
Sahio hoje o n. 6, e est venda na linaria aca-
dmica rna do Imperador n. 79. Proeisa-se sem-
pre de vendedores desse gazeta : paga-se a 20 por
cento.
ATlM.
A aocieaalp em bbtrtmos i Umiio avisa aos
admiradores, que domingo 21 do corrente ter lu-'
oar* graBetawie profecante para jnaho prximo <
futuro, pelo que Un ten dlspoots pam a aTilhan-
to recepta dos cniviilados nosauagniUcos saines
da ra Nova. O aerraavriei^alineote autarisado
aetecipa-se a fazer paienu o progratmaa dodl-
veriimentn, untaimem/vte approvaito pela nirri'i
setu.it* da mesia soneilad^.
PROtRAlMA.
Domingo -J i de maio de 1863.
Grande o wafettiaO Imila em solemnade dos
annos de
i;i re nababo.
Logo que Pai Frtix director ;eral dos Cunero-
iciaes tiver cheatailo sala, a orrhestra diri-
gida pur Minu' Cu' exeoolara com perfeli.Mo a
magnilica e-travaancia musical :
files-ir-.5ia dos Chatos.
Em seguida o Sr. Bistos (Antonio) vestido (te
seis e cinco far vibrar no ranead eom apona do
seu espantoso nariz a famosa meloda da opera
Marooas Badalo.
Em obsequio ao director o Sr. Asnivienta vesti-
do a carcter de bjjeirn cora um chicote na mao
em pas-o de U/oJsa ejecutar o dilliuKuio dev-
nelo acstico:
As dilicias daLe-l
OSr. de Buena Vista e Janlim. om destreza e
habrtiaat 4e misires tocarde nos f^iMMeiFfBuriO-
sjsfiHia jHitlttmii.
A iriu$a du R!tcha.
O Sr. Aflonso, ImI-*'UA, e lasto^ (Jp^j canlarao
eco* luda amwiosi,*^ da sua vnz/aosoni de
uiud banrnaaiaacai^wlwy o miawsoduelo :
Xunta hfa i tmidos
S m ftmrr im^utimniUi ;
IJois rapatft pervertidos
(Juerem fazer casamento
Uoaciuioo esle acw que servir dearaaai'o
(raufle feati. ama -'iraul la de fojwiews sbira
aps are* e auuuucMia aus euavidaAosa entrada do
alie.
Pai Flix difoator gtirnl de toda a fungad etn
Utradecimeato -nos ee i povo, distribuir diversos comprimenio, depojp do
I aue danzara de tamauen aarn aiaag* i caaiisa
; tu es^lo iasseiro de carne secos, u tcehVnte
Smdmm cm minnrtes, neempaatrido pela lana
_ iodora cuj amttbUkkide Ua inulto lempa co-
Bliecida.
Depoi* mestre sala Marao trepwa sobro um
banco e dando o (sigeal competente, ampera a
orebrestra a graude mareha
Canellas de Ferro.
Os quadf os serao organisados eom toda a aPgu-
liridade pela commisso jiarj. esse tim o>sigpda,
a qual (fajar ralbas % etiqueta da corte 'Pt-Rei Nababo.
Os inlervallos das quadrilbas sert preeneHdos
acrhvuipesde alegra cantados pulas dnoielas do
fce&oado Par,*oi lreqle.da-|i pela reedificacao de Sodoma I
O cha. e eWe, e o Tefasco* aaret servidosjielo
tyde cabelaul Caraminkolai iistioctos paigda-
ros da /iw'o. O Tuilet das damas fies entmgue
aos cuidados do Mazanza que de roaos dadastom
o hbil prolessor Aeres, multa seJiS" de ler es-
ajrr-adopara o seu completo hriltiaati>.uo.
Findp q baile uiajlajueJSfiach, directora davr-
r$tho, cantar ura tiymno de guerra axempaniada
per toda a comitiva B'#/-v/l.
Ao-sow da caoio d'essa f""- rnrn?'jitr)m*,r't
a tojg4 afltinnentran ato
rnrte os te ideaalir ao*
da lie owptett aorraebeira I
Doib.
trMmTTKrmu
4 ViSO.
ii- ab lian ^s.>ig?iadi>s, mi-r.i ores na ra da Ca-
deia do l-i-ife n. :, l'aiviii ^ciente aos deveoores
da ma-s:i 'liila fa Jnaqnlrn Vicira Coblhn ^ C,
que te-nl anvnisrldo as divi.ias pertencentes a
mesroa maasa, <5o elles os ifftieos ainorisados a
receber mes dividas, pmtanio firi mHrreadn o pra-
so de 30 (fias para os spifhores devedotcS virem ou
mandarem pagar seus d.bi'os, lindo o qual se pro-
mover a conranga judicial.
Jos Joaquim de Castro Monra.
__________Joaquim Baptista de Aranjo._______
I'i < clsa--e de una pes-ua t'.u a lomar iruula
de od sito pello d.sla (iraca, com as condigoes
que a vista se tratara : nola'igoda ribeira de S.
1j- n. 10.
Sortes do S. Julo
Vendem-se lindos pifiis com e-talo para as
Sortea de S. Joo : itu ra Nuva n. 1 defroule da
Rima. c.miara municipal.
&mm mmmm&m'imwm
&Q r. Francisco Pires Ha-J
& chatio Portel I ti m
Medico aperador
LA
FACULDADE DE t>A01S,
regres.ando a esta provincia
acha-sc >;;'.
prompto tiara o evercieio de sua prolis- ia$
i sao, quer nesta tidade, qoec fora d^lla, *^
I es|ie"ialini4ateem.u!0iesiias de ollios (ca- jS-.'
\ taradas te.) das vias orinatias (e.sirwia- ^
| meato de urelhra ele ) e de pelle, para ^j
cujo curativo se iulga balillaiio, alenla 3Rj
| i pratica que leve nos hospitaos de Pa- 2S
; ris, e os modernos instrum'ntos que pos- *^
! sue.
i Pode ser procurado a quarquer hora
na casada sua rtstdeucia no patea do .
! (Marino n. 2. esquina da rna de lionas. JB?
1
1'
m
F
de primeira
meia carga
AOS 6:(XX}#00.
Sabbado 7 do corrente mei, se xtrabi-
r t 3* parte da V lotera (iT) a te-
neikio da igr^ya da iS'o*sa Sen hora ila Boa-
viagem, no consisJiorio -da igreja de Nossa
Senhora do Rosario da fregaezia de Santo
Antonio.
Os bilbetes,meios e quartos esto a ven-
da na respectiva thesoui aria ruado Cres-
po n. 15.
Os premios de 6:000*000 ai O^OOO
de TasoeB<'os
eTojuaesaanaatosaandios ae s^e
Convida-s6 as*pessoaqneestivereffl rrascon-
dicOes do servigo militar, a engajarem-se no eorpo
de polica, e fozarem das vantagens qne offerece
a lei provincial n. 611 de 2 do correte.
Rio de alandro
A barca brasileira Jocem Palmita
classe, segu com brevidade, e lem
contratada, ra o resto, trata-se com o consigna- h .lanni* < i MlracrSn
tarioJoo Fraooisco da Silva Novaes : Travessa serao pagos unta hora depoia aa extraccao
da Madre de Deas o. S. at ns tirtras da larde, e os ootros depois
----------ar--------jy .-------1-----* da distributeSodas listas.
rftra. a Balia As encoatmeadas s r5o guardadas so-
preleede sahir com mnita brevidade a veleira es- mente at a ooite da vcpera da extraccjlo
cuna Eliza por ter a maior parle da tarja, e para c>QIq (je oostume.
o resto que Ihes falta trata-se coro o consignatario
Joaquim Jos Gorvealves Beltrao aa rna do Vigario
n. 10, primeiro andar. t
Otbwoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de ouia.
Precisa-se alugar una :uw captiva ou forra que
saiba bem eozinhar e coa prar : na ra de S.
Francisco, ou Mundo Novo u o.
""*?* wmmwwm
Atiioaio Juaqui de Mello, antino ad- |j
vo.'ado nesta cidade, e procurador lisral
aposentado da tliesanraria do faz-mla,
'M emprego que servio por mais de ti an-
^2 nos, coulinua a advocar eiu tmlts os ra- v
Jr inos do civel e crieie, cmr\ jirovisao do JR
^ E lH Ra de ImiMKMtcv- n. 14. JE?
iiiiiii mwmm
Na fabrica de eal^ados da ribeira de S. Jos*
n. 25, preeisa-se de artisiae de sapataria.
FeSor.
Precisa-se de un para um sitio pequeo perto
da cidade, sendo |iessoa capaz e dando linas iufor
mar;5es, d-se casa propria : a qutn convler diri-
ja se a ra Nova 19, primeiro andar.
A layase
um sitie aa campia da Casa Forle, com duas ca-
sas, urna a em que eiorou o falb cido Tliomaz dt*
Aquioo Fonseca Junio/, feila a moderna,a conten-
do todas as accommodaefies precisas, e uutra com
hois commodidades para qualquer faaiilia : na.
ra do Vigario n. 10. pr'uueiro andar.
ocie
k'T\mm*kwm9m* m\*m a.ama
a&aa que lem da ser eeleltrada na urr^a qp
Oaatvenia-dotlarme, ao-dte 24- do orenlE
,ardHores de manhSa, pele reponso eterno
de D. Maria fldetaide de JifaseUtase liajie,
mutor*>peeaosveamijfae aoeio Mora-
ra L,opet-fW^eidH et Portugal no jia 21
dalirilfTramos8ftdi. ______________^
P^
nujie do ata 18 do cairenle rt>ez o fabo
d| esqaadnaula qa*padlda de rbanqs de neme j
P|0(|noalogfuaaochetra| ra doCaUrnuga
nr'8* um owalla.roilail( fcwejfe, lodo* os psiral-
gadoa,Jtenie aberta,bejgo Graneo, tendo duas f-
menos, novo, anda baixe obrigado, e 'bastante
ardego. Igaora-se se aquelle cabo desertou oa
nao, visto que no acto de alugar o cavallo declaro
que era pasa ir a Pa?Sagena, e que logo voltaria ;
entretanto ha noticias de ter sida aquelle caboen-
conirailo no Rio Furmeeo com o oavallo.
Adverte-seaoSr. Jos Soares Finio Crrela
O Dr Carolia Fraacisco de Lina San- jj&
^ toa, emuina a residir aa ra do fceut*- ^R
|K dor n. 17, segundo andar, oude pode ser g^
M procurado a qualqu>r hora do da e da u>
gg noite para o exercicio de saa profissaode ^~
i do meio da at 4 horas da tvrde d-'vew me
H si-r deixados por esortplo. O' referid ^g
djz t>r. nAo abandonando nuncan eshide-das gg
}j molestias "do interior, asosegue, com gg
^w n maior affinco.ao das mais dttlkvis e *
fKf delieadas operagSes, com sejam dos or-
>g gaos urinarios, dos nlhots. partos ete. ;^
* Aaga-se na segnnaVt nadar o um quarlo .la
easa 4 ra do Trapiche Novo n. ti, eom multo
eomntodos e por prego mea ve! : tratar na mes-
ma casa.___________________________________
Aftafregueies.
Contmua-se a dar comidas para fra, e tambera
nos domingos ea mo de vacia : no beoco do
Na mesma
Jnior que o trabamo noe mandn fazer na lytho-' Abtea, no oilo do Gorpu Santo n 1.
graphla da ra da Crnr. n. 46, que aA edi* vai i ras preclsa-se de urna mulner para comprar na
\ ser rendido para pagamento de mestao. roa e cotinnar.
j

.'-
1 fLSSEL


Diario de Feroaaabaco ?-. anteado de Halo de !.
PILUUS^BUMCARD
AO ODURETO DE FERRO l.NALTEKAVKL
Approvadas pela Acadamia d Medicina de Pariz
AITOH511AJ HM COME'.EO MEDICAL DI SA-KTCSEl MO
EX n*t MENTADAS NOS BOSPITAES DA FRANCA, Di BLGICA, DA IRLANDA, DA TURQUA, RC.
fdtncois honrosa* km Exposicos, Unirries de Neai-Yark, 185S de Paris, 1855.
Estas Htlas envolvidas n'ama carnada resino halsamica de nina tenaidade exceisiva, tem avanlagem de
serem vakeraveis, tem labor, deum pequeo volunte, e de nao cansaran os o-gaos digestivos. Cenando das
proprretadet do Iooo e do VamaO; ellas conwra principalmente Ras affeecns Chtorotieas, Escrofulosas,
Tuberculosas Cancrosas, na Uuoorrhea, amenon-hea, anemia, etc.; enGn, ellas oOerecetn rospraticos urna me-
dicaba* N.9. O iodureto ferro impuro ou alterado c um medieanienlo infiel, irritante
CeaMprov* de puruMc deavthcaciaadedas vtrtfadrlra Militas ae Manear*, dew
-se iMjr nosso nrllo de prata reactiva e nosso arma, aqui rrjirudinida, que se
acta a.i pane inferior de um rnrato verde. *ov -se desconGar das lalsificacos.
frtgg
rlmiu -e <
Cadas a* Marinado.
I'harmaeeutico, rua Bunaparle, to. A*arx.
ELIXIR DO DOUTOR THERMES
/AO CITROLACTATO DE FERRO
H*
air,-! .,
XAROPE ^
DE CASCAS de LARANJAS AMARGAS
de J. P LAROZE, Chimico,
MAKMACC8TIC0 DA ESCOLA SUPERIOR BE rtail.
** Et.lt xarape, regularisando as funccScs do estomago c intestinos, dcsiroe cssas
adispoicdes proteiformes, e faz abonar as molestias .le que sao indicios precurso-
res. Mdicos e deentes tem reconhecido que restabelece as iariigcstes, fa/.ende
desapparecer os peso de estomago, que calrua as enxaquccas, espasmos, e caimbras,
que sao resultado de digcsies peaosas. Sea gasto agradavcl c a faciii lu.lc coiti que
se suporta, o em fcito adoptar como especifico infallivcl das iloencas nervosa',
gastritis, gastralgias, clicas de estomaga) e d tntranlias, palpitares, dores de
coraeo, vmitos nervosos; sua aeco sobre as funces assimiladoras lal, me os
mdicos mais Rustres o tem adoptado por rescipiente real do dous primeiros
agentes therapeaticos: o Iodureto de Polassa e o Proto-lodureto de- ferro, tendo
observado que debaixo de sua influencia, o primeiro perde sua aeco irritante, e o
segundo seu effeito adstringenic.
XAROPE DEPURATIVO
De esseas de laranjas amargas com lo-
durcto de potassa.
O iadurato de potassa, administrado m
solacio ou dabaixo da forma solida, causa ao
doeate tuna grande repugnancia, ou determina
accidentes que forcio i renunciar a esta
nedietcao etfieaz.
Unido porm ao Xarope'de cascas de laran-
jas, elle naS causa aem gastralgias, nem per-
tarbaeio do estomago e intestinos, e gracas a
esta salvaguarda, os tratamentos depurativos
sao eoatinaados sem iaterrupce, as affec-
efies escrofulosas, tuberculosas, cancerosas
um steundarias terciarias, memo reuma-
tkismaes, su qutes elle o mais seguro espe-
cifico. A dosa esti definida de tal maneira
que o medico pode varial-a a sua vontade:
0 truco: 4 fr. 50 C.
XAROPE FERRUGINOSO
De cascas de laranjas amargas com
proto-iodureto de farro.
A asseciacio de sal ferro ao Xarope de cas-
cas de laranjas tanlo mais racional .guanta
que este xarope, empregado so, para estima-
lar o apetite, activa a secrecio do sueco g-
strico, e par fim regularisa as fuaccSes ahdo-
ui.aes, neutraliza as mios effeitos dws ferru-
ginosos e dos iodurctos (peso de cabera, pri-
sa* ds ventre, dores epigstricas) m quanlo
que facilita sua absorpcio. Dissolvida no
tarop, elle se toma e se supporta fcilmente,
por achar-se no estada puro mais assimilavel;
a assim pode coatinuar-se a cura da pallidez,
corrimentos braneos, anemia, affeccScs escro-
fulosas e racaititm:
0 fraseo: 4 fr. SO c.
Os Xaropes de J.-P. LAROZE estao sempre em frascos especiaes
(nunca em metas garrafas nem em frascos redondos). ExpedicSes: em casi
J.-P. LAROZE, ru des Lions-Saint-Paul, 2, Paria.
Ra do Imperador n. 38, botica franceza.
r
INJECTION BROU
Irmandade do uiviao E plrito
Santo.
A mesa regedora leudo de dar execucao a 2*
parte do 2 do art. 34 do nosso compromisso, fa-
zendo vestir a expeucas da irmandade, doze po-!
bresque assistirao encorporados e em lugar dis-1
tincto, a missa da festa do ;eu divino padreeiro,
no dia 4 de junho prximo fuluro, recebendo no
lim mais urna esmola ; convida qnelles que se
acharera nestas circunstancias, (advertindo que
serao preferidos os que forem nossos irmaos), a
entenderem-se com o irmao thesoureiro, na ra
Nova n. 69.
Manoel Lnlr. da Veiga
Escnvao.
Irmandade do Dlvlao Espirito
Santo.
Drterminando o | 4o do art. 11 do nosso com-
promisso, que todos os nossos irmos tem por de-
ver possuir a sua custa urna capa da iazenda mo-
dela e cor que marca o til. 123 do mesmo com-
promisso, com a qoal assistirao a todos os actos
da irmandade. Sao convidados lodos qnelles Ir
mitos que se quizerem prover das referidas rapas
para a prxima procissao, a dirigirem-se a praca
da Independencia ns. 37 e 39. ;
Manoel Lniz da Veiga
Escrivo.
Xa ra do Imperador o.
ama para todo o servico.
14 toma se urna
Manoel da Silva Ferreira vai a Europa, e
deixa por seos procuradores os Sr*. Custodio Go-
laco Pereira Jnnir, Manoel Jos de Sooza e Feli-
cio Jos Vaz de Oliveira, com os quaes se deverao
entender as pessoas que com o mesme tiver nego-
cios a tratar.
Fabrica nacional de tecidos de Santo Aleixo
no Rio de Janeiro.
Para o servico interno desla fabrica se precisa
engajar serventuarios que eslejam nessas condi-
coes, como familias completas, meninos de ambos
os sexos, de idade de 10 a 14 annos; paga-se
bem, dando-se transportes gratuitameute desta,
para aquella provincia : aos pas, tutores, ou ad-
ministradores dos menores se pagar mensalmen-
te, ou por quarteis melade do que ganhar cada
um des engajados : os prelendentes podem diri-
girse ao largo do Corno Santo n. 6, segundo an-
dar, ou no hotel da Europa, no caes da Lingoela,
lambem segundo andar.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 16 annos
de idade, que salba l*r e escrever, tendo pratica
de taberna : no pateo do Paraizo n. 20.
Descontam-se notas do banco do Brasil e das
caixas filiaes: na praca da Independencia n. 22
irmandade do Dlvlao lisplrito
Sanio.
De ordem da mesa regedora convido a todos os
nossos irmaos a comparecerem em nosso eonsisio-
rio domingo 21 do corrente, as 9 horas da ma-
ntn, afm de assistirem a missa do nosso divino
padroeiro, e Anda esla, reunirem-se em mesa ge-
ral, e proceder-se a cleic- da nova mesa que tem,
de re per a irmandade no fuluro anno de 1865 a I
1866. A consulta a que procedeu o comelho fis-
cal, acha-se afiliada na porta da sachrlstia, como
determina o art. 101 do compromisso.
Consistorio da irmandade. (7 de maio de 1865.
Manoel Lulz da Veiga
^_______________Escrlvao.
Offereco-se um meuino portuguez e 13 an-
nos de idade para caixeiro de loja de fazendas ou
miudezas: qoem precisar annuncie, ou dirjase a
ra da Senzaia Nova n. 26. _______
Precisa-se do um menino portuguez de 12
16 annos, que saiba ler e escrever, que pata
caixeiro fra da cidade : a tratar no pateo do
Carao n. 13.________ _____________
Semana Hluslrada
Assignase na ra do Crespo n. 4 ; tres mezes
OJ, seis mezet ll, um anno 18; ha nmeros do
1 de abril em diante.
STEHEOSCOPOS
com 12 vistas a 3 cada um, e om grande sor ti-
mente de albuns e livros de missa : na roa do
Crespo n. 4.
O juiz da irmandade do SS. Sacramento da
freguezia de S. Jos do lieeife convida a todos os
seus charos irmos para reuoiio de mesa geral do-
mingo 21 do corrente, as 10 horas da raaaha,
aiim de proceder-se a eleico dos rnernhroe da
mesa regedora que tem de fuoccionar ao anuo
crrenle de 1865 a 1866._________________
Precisa-se alugar orna escrava para o serviee
interno e externo de nma casa : na ra da Cadea
do Hecife, loja da primavera n. 2t.___________
D se dinheiro a joros em peqnecas quaaas,
quera pretender dirjase ao pateo do Terca a. i.
qae se diri quem da.
Wis
ELBCTRO
MAGNTICA
pprovada por larias Academias e altas
summidades meditas.
O que occasiona cm g-ral as molestias aballe
designadas a esta^naco do sangue em certas
partes do corpo, a qiialproduzida pelos resfria-
mrntos e muilas ontras cautas, entao declaro-se
os Hheumatismes, Col, P-tralysia, Fraques
des memires, Constipafies, Ele/ihantiasis ou
Pernts lachadas, el ores Serrosas.
O uso da escova ZLECTaO-MAGNZ-
TICA ten succcso curto para a cura de todas
estas molestias, sem recorrer se a nenhuma outra
medicacao. Ella tem urna forma mui manejare!
e produz, a venlade de quem d'ella usa, seos mais
uteis t felius resultados. Seo emprego preserva
das molestias cima. Para mais informaces con-
sul-te-se a nolicia que accompaalia cada Escora.
DaroaiTO Ccau
Boukvart du Pri**t Eugnt, 18, Pars.
MOLESTIAS DA GARGANTA
K Infiammacoei da Booa
PASTILHAS
. ^^ DB
DETHAN
AO SAL DE SEBTBOLLET
(Clorato de Potassa)
Proscriptas pelos Mdicos dos lio'pilaes de
Paris, contra as Molestias da Garganta as Angi-
nas, o Crupo, as Ulceracoese as Inflammacoes da
boca. Ellas faiem vollar a flexibilidade da gar-
ganta, e a frescura a voz, destruem o man balito,
curio a irritacao proveniente do fumo, e anniqui-
lao os affeitns tao perniciosos do mercurio.
OPIATO DE DETHAN
OPIATO AO SAL OE IERTIIOL1.ET
Recommendado as pessoas cujas dentes se des-
calcao e abalao, cujas gengivas sangra6 e as que
fazem uso o mercurio; elle conservio a alvura
dos dentes.
POS E ELIXIR
DENTIPRICIOS AO SAL PE BERTHOLLET.
Seo perfume, seo sabor agradare!, suas quali-
dades tnicas e refrescantes tornao o seo uto
precioso para a toilette, e indispensavel para a
sauda da boca.
DP" em Part,ph'HVmAlt,90,FtS Penis.
aovM et c, j. t. da rowsacA,
18, rtsa do Imperador, no Pernambuco. i
DoeiiCcKs do
x
PEITOl
fr.^ftWr-.

cu *0
w
^ PJ
?
et Tei
*->
r* co
SB 4
Vende-se na ra do Imperador botica
franceza n. 38.
CALOS.
E chegado do Rio de Janeiro, onde se aperfei-
aau na profisso de calista um joven bra-leiro
Jae aba de estabelecer-se ao hotel ilafiaao, rax
o trapiche n. 5, onde pode ser procurado das 7
horas da manha as 4 da larde, e desias at as 6
fim ea*>a 4as pacientes.
GASA DA FORTORla
Aos 6:000,ji000.
I i I he tea garantidos.
A'iua do Crespo n. 23 casas do costme.
i Oabaiioassignadovendeunosseus muiloeli-
es bilhetes garantidos da lotera qae se acaben
, de extrahir a beneficio da matriz da Boa-Vista,
os seguales premios :
| Um raeion. 3134 com a sorte de 6:000*000.
Un rneio n. 501 com a sorte de 1:400*000-
Bous qeanosa. 718 com a sorte de 800*000.
E oulras muitas sones de 100*, 40*, 20* e
11)1000.
Osposaaldores podem virreceber seas respec-
vospremiossem es descontos das leisna Casa
da Fortuna ra de Crespo n. 23.
Achaea-se a venda os da 3* parte da i* lotera
(16*} beneficio do tbeatro de Santa Isabel, /oe
se eitrahir a 20 do corrente.
PRECO.
Bilhetes. .... 7*000
Meios......3*500
Quartos.....1*900
Para as pessoas que comprarrm de 100f|000
para cima.
Bilhetes.....6*500
Meios......3*250
Quartos. .... 1*700
__________________Manoel Martins Fha.
Pedido.
Os curadors flseaes e depssitarios da
massa fallida de Jo3o Baptista Goocalves
Bastos, pedem as pessoas a quenv o Mido
confiou obras para fazer de seu estatoleci-
! ment de fazendas e roopas feitas a ra No-
va desta cidade. hajam de enUvgar as mes-
j ma^_*)r.as a rua da Imperatriz n. 40,____
j Aloga-se o segundo andar da rna da Impera
tra n. 34 : trata-se no mesmo.
Para urna casa estran
geira
GRANDE ARMAZEIYI DA EXPSITO DE LONDRES
DE
THOMAZ TEIXEIRA BASTOS
N, 60-Rua da Cadeia do Recife-N. 60
, Todos os artigos abaixo mencionados, forara comprados recentemenie pelo dono do estabele-
S ful n*iPr,DC|Paes fabricas de Paris, Londres, Birmingham, Manchesler, e em diversas cidades
ua Airemanna, e tendo comprado tudo as raelhores condicSes por ser a dinheiro, por isso vende todo
S.- ,^TAm'e.bara,.' Pr meaos d seu valor, e mui principalmente por qoerer inteiramente liqui-
dar e ter de partir muito breve para a Europa.
h m 5* osle "asi armazem ricos objeclos com bnlhantes, como bolSes, anneis, rosetas etc., e
m,irr.c uSi<*'^ff*8.008 de o"", como trancelins, correntSes, ocolos, face-mains, anneis, e muitos
id ei * leaaas naas e modernas ; miudezas, perfumes, perfumaras Unas dos principaes fabricantes inglezes e
francezes, como L. T-PIVER, Lubn, L. Legrand, Ed. Plnaud & Meyer, Delettrez (Parfumerie da
SSm r8"0 Vlolet'Socie, Hy8'eniae, Monpelas, Mailly, Regnier, P. Gneland, e tnglezas de Eug.
ttiramet e outros ; ricas galantarias em marflm, mar de perola, etc., fabricadas na China e no Japo;
ricas pecas de cristal fino como ainda nao appareceram nesta cidade, e bem a-sim modernos lustres
para veas, ditos para gaz e para petrleo, serpentinas, casticaes, eneites e adornos para cima de con-
senos e para grande toillette, o que se tem feito de mais elegante em Paris, em Londres, Birmingham
etc.; modernos apparelhos demelal fino inglcz para cha e caf, os quaes nada'tem de inferior prata,
e muitas outras pecas do mesmo metal, ricos pentes de tartaruga da ultima moda para trancas de se-
nnoras, excellenies luvas de pellica do afamado Jouvin, apparelhos de porcelana fina para cha c caf,
aitos para jantar, e immensos arligosde porcelana fina dourada, como ricos vasos para flores, figuras,
etc.; calcado dos principaes fabricantes Je Paris e ditos de panno cem sola de borracha, pianos dos
celebres fabricantes Pleyel, Wolff & C, realejos modernos de Gavioli & C, para se tocar na rua, ditos
Preeisa-se alogar nma perfeita
i dando-se a preferencia a escrava
; quizer alugar, dirija-se a rua do
: primeiro andar.
engommadeira,
: quem tiver ou
Trapiche n. 14
CLUB PERNAMBUCANO.
A partida do mez de maio ter lugar na
noite do dia ti.__________________^^
O conselheiro Jos Benlo da Cunha Figuei-
I redo e o bacbarel Jos Bento da Cnnha Figueiredo
Jnior madaram o sea escriptorio] de advocacia
para o sobrado da ruado Crespo n. 1, esquina do
| Passeio.
Precisa-se de urna ama livre ou captiva ~~
S para lodo servico de urna casa de peque-
H familia, menos o servico de cosinha : na
I rua do Rangel n. 2a, segundo andar. ,
O London A Brazillan Bank, saca por doos
os paquetes,sobre
Lisboa.
Porto.
Braga.
Vianna.
Guimares.
Villa Real.
Coimbra.
Amarante.
------,.--------------nvencao e com bello sortimeniode vistas das principaes
ciaaaesda Europa; grande sortimento de brinqnedos finos para enancas, e bonecas fallando papai,
mamai; grande sortimento de candieiros a gaz, os que se tem feito de mais elegante e que tem mere-
cido toda a aceitaco na Europa, grande e magnifico sorlimento de caixinhas, cestinhas e oulras galan-
teras reitas de crina e seda proprios para presentes; grande sortimento de eslampas finas coloridas
com o fundo preto e de oulras de lodos os santos, ditas com figuras e ditas com novas paysagens para
cosraoramas, finos e bem graduados vidros para cosmoranias, um bello chafariz de christal, proprio
para raeio de mesa dejautar ou Dar jardim ; cutelaria fina, como lalheres com cabo de metal fino, co-
meres, thesouras finas, ditas modernas para alfaiates, nalhas finas, caivetes e outros artigos, diver-
sos artigos fetos de rame; completo sortimento de mascaras de velludo, selim, cera, papelo e ara-
4 PRNDEME.
Sociedade de seguros mu-
tuos sobre a vida.
Fundada e adniuisii-ada pelo banca
Allianc do Porta.
O seguro mntuo sobre a vida orna das mars
econmicas e moralisadoras inslitolcdes al hoje
conhecidas, e aquellas pessoas qae a estudarem
cuidadosamente, com facilidade comprehendero
que com um pequeo desembolso cada anno adqni-
nrao em pouco tempo urna fortuna, que as poro
ao abrigo da miseria, se por desvenlura sua esta
Ihe for bater porta.
Nenhuma das companhias existentes pode cffe-
recer aos seus associados gararitias como as que
Ihes offerece a Prndente, que sao o rapial de
4,000:0005000 do banco Allianca. que, na confor-
midade do artigo 61 dos estatutos desta sociedade
responde aos seus socios pelos arios e boa admi-
nistraf3o da sua gerencia, bem romo pelas dos
seus empregados e mais representantes.
Eia, pols, pas de familia, correi a inscrever vos-
so nome na l'revidente, por vos ou por vossos fllhos,
e veris assim, em pouco lempo, om fuluro chei
de ventura e proflcuidade, qae por outra maceira
se nao conseguira e com lo pequeo dispendio e
sacrificio.
Subscriptores at 20 de abril prximo passado.
Subscriptores. Quantlas subscriptas
i i Moeda forte
Jos da Tnndade Almeida.......... 500*000
Manoel Muniz Tavares Cordeiro___ 1:250*000
Antonio Joaquim de Vasconcellos... 2000*000
Antonio Jos Silva do Brasil........ 2:5005000
Joao Jos Rodrigues Mendes........ 5:000*000
Joo do Couio Al ves da Sil va....... ^: 250*000
Luiz de Moraes Gomes Ferreira..... 3:780*000
Domingos Jos da Cosa Amorim....
3:750*000
me, doces, coneitos e chocla te em caixinhas e em vidros; camas de ferro de|todos os tamanhos, lava- Ma-D0^ S55HS %ta......... 4:0005000
tonos etc.; ricos quadros para cartSes de visitas e ditos grandes e pequeos para retratos; chapeos SSn ^"i a* a.........
de sol, bengalas, chicotes e ditos para carros; machinas para fazer caf, ditas para bater ovos, proprias
para quem faz pao-de-l, bolinhos, etc.; bellos cortinados arrendados, verdes, encarnados e braneos ;
pannos para cobrir mesas, boleas grandes e pequeas para viagens, e outros artigos, como cobertores,
malas, etc.; sortimento de violoes finos; figuras Gnas e jarros de alabastro ; galantarias e outras pecas
M cnarao para toillette ; machinas para varrer o chao, excellentes machinas para photographia para
tirar retratos, grandes e pequeas ; lindos bales de papel fino transparente e lanternas coloridas para
tiiuminacoes a moda de Paris, salva-vida de borracha, para homens e senhoras, proprios para quem
toma oannos em lugares fundos; ameixas novas em caixinhas, blscoitos inglezes em latas, graixa in-
gieza 97 ; cerveja em barricas das principaes marcas de Londres, qneijosetc, e muitos outros artigos
que para enumralos seria um nunca acabar, e todos se vendem barato e muito barato no grande ar-
mazem da Exposicao de Londres, na rua da Cadea do Recife n. 60.
DINHEIRO FRANCEZ.
Vendem-se moedas de ouro e notas do Banco, e bem assim nma colleccao desde um centesimo
at mil francos: vende-se-barato no Recife rua da Cadeia n. 60, na armazem da Exposicao de Londres.
m
Tinturara
Na roa Direita n. 116 conlinna-se a tingit para
qualquercor, e o mais barato possivel.
****** Kl(ll
Joaquim da Silva Reg faz pubii- j|
co que tendo sua mullier D. Fran- .m,
cisca Senborinha da Silva Reg s
~~l abandonado a sua companhia, e le- *
i vando coinsigo todos os escravos m
9R do casal, estando de |iu>so (le tO- JH
' Mg dos os outros bees, ninguem com
*R ella faja negocio aIgum ace ca dos
t mesmos bens, por ser o annun-
sH ciante o legitimo administrador de
JK seu casal.
mmmmmmmmmmmiM
Santo Antonio.
Estando prximo o festejo do glorioso Santo An-
tonio previne-se ao respeitavel publico qae est a
venda a trezena do mesmo glorioso santo, mnito
bem confeccionado, Impressao ntida e broxada :
na rua do Imperador n. 15 defronte do convento
de S. Francisco.
es
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5n
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O
O
ski
Sg
Xa
Q
mnito finas
Para completa liquidacao vndese, por muito menos de sen valor, perfumaras .
novas chegadas receniemente de Paris e de Londres dos mais afamados fabricantes seguintes : Eug.
Riramel, R. Malheus & C, Lubin, Sociedade Hygienica, Piver, Violet, L. Legrand, Delelrez, Pinaud
Meyer, Regnrer, Mailly, Gillet frere etc., etc., dos quaes ha grande sortimento d'agua de colonia em
vidros e garrafas, agua de lavande, agua para limpar dentes, oleo babosa, extractos em garrafinbas e
vidros de differentes modelos, pos para limpar dentes, banha em potes e em vidros, pomadas, ricas
caixinhas e balainhos com perfumaras para fazer presentes, e muitos outros artigos que se vende por
menos de sea valor, bem como todos os artigos em geral existentes no grande armazem da Exposicao
de Londres, na rna da Cadeia do Recife n. 60.
Manoel Ramos de Oliveira.........
Manoel Jos Pereira Marinho.......
Manoel Ferreira Barlolo..........
Manoel Francisco Marques.........
Gregorio Paes do Amaral.......... 3:7505000
Joaquim Jos Goncalves Bellro..... 4:000*060
2:0005000
1:250*000
1:2505000
1:2505000
2:5005000
Joao da Silva Ferreira.
Jos Joaquim da Silva.............
Antonio Jos Coimbra Guimares...
Antonio Joaquim Fernandes da Silva
Custodio J. Goncalves Guimares___
Jos Goncalves Villaverde..........
2:5005000
2:50050U>
2:000*000
1:2505000
1:250*000
600*000
1:2505000
2505C00
1:500*00O
1:000*000
1:000*000
1:2505000
6 0005000
t: 5005000
Para senhoras.
Ricos e modernos pentes de tartaruga para tranca de senhora, o que se tem feito de mais ele
gante ateo presente : vende-se por menos de seu valor para se liquidar, no grande armazem da Ex-
posiQao de Londres, na rua da Cadeia do Recife n. "
60
Alfredo Jos Antunes.............. 500*000
Manoel da Cunha Guimares........
Joaquim Cabral de Mello............
Jos de Azevedo Maia e Silva.....
Bernardo Pereira do Valle Porto___
Ignacio Pereira do Valle...........
Felisberto Ferreira de Oliveira.....
Domingos Jos Ferreira Guimares..
Manoel de Maitos Machado.........
Manoel Joaquim da Rocha.......... 1:000*000
Seraphim de Senna Jorge.......... 500,5000
Manoel Joaquim Fernandes......... 1:2505000
Manoel Goncalves Ferreira......... 1.000*000
Luiz Pereira Lima................ 5005000
Antonio Heonque Rodrigues........ 7:5005000
Manoel Francisco dos Santos Maia... 1-250*000
Manoel Joaquim Ribeiro............ 1:2505000
JooLicio Marques................ 6:2705000
Francisoo Joao deJBarros........... 10:0005000
Joaquim Rodrigues Tavares de-Mello 10:0005000
Jos da Silva Loyo................. 8:7505000
Francisco Jos Alves Guimares..... 1:0005000
Caetano Cynaco da Cosa Moreira... 2:0005000
Jos de Melle Costa Oliveira........ 1:2505000
David Ferreira Bailar............. 2:000*000
Amonio Jos dos Reis............. 5000*000
Joo Ribeiro Lopes............... 1:0005000
Joaquim Claudio de Oliveira....... 2:500*000
Jos Gomes de Freitas............. 1-250*000
BerBardino Gomes deCarvalho...... 1.000*000
Luvas novas de Jouvin.
Vendem-se excellentes luvas de pellica recenlemente chegadas de Paris, tanto para homem co-
mo para senhora por menos de seu valor, para se liquidar: no grande armazem aa exposicao ae bon-
droe, na rua da Cadeia do Recife n. 60.
A pessoa qae estiver habilitada e quizer entrar
de sociedade em urna taberna mnito acreditada,
deixe nesta typographia em carta, com sua morada
para ser procurado, o subscripto com as Ineciaes
F. P.S;_________________________________
Caixeiro.
Precisase de um caixeiro portoguez, de idade
de 14 a 16 annos, e que tenha algama pratica de
taberna : na rua da Senzala Nova n. 39.
***<* gffffHMftMKg
M O baeharel
Francisco Angosto da Costa I
ADVOCADO
Hg Rua do Imperador numero 69.
- Precisase de ama ama que saiba cosinhar e
lavar : na rua das Grates n 11.____________
Precisase alugar urna escrava,paga-se bem:
na rua do Hospicio n. 62.__________________
Aos senhores alfaiates e sa-
pateiros.
Pecas de algoilo de 20 jardas por 2#
proprip para forro de obras por ser muito in-
corpado : na loja da rua da Madre de Dos nu-
mero 16.________________________________
Os abaixo assignados fazem sciente ao corpo
j do cominercio e ao publico em geral, qne a socie-
dade qua gyrou nesta praca pelo tempo de seis
! mezes, sob a firma de Duarte Carvalho & C, aca-
ba de ser amigavelmente dissolvida em 30 de abril
' prximo passado, ficando a cargo do socio Joaquim
1 Ferreira Valente todo o activo e passivo da dita
I sociedade, e o nico encarregado de sua liquida-
' cao tanto nesta prara como fra della, por Ihe fl-
car pertencendo toda a massa.
Joaqnim Ferreira Valente.
Jos Luiz Duarte de Azevedo.
Jos Rodrigues de Carvalho.
ttStt UBttM
A NACIONAL
Conipanhia geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUT0R1SADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
ma fianca em dinheiro, depositado nos cofres do estado, garante a boa ad
ministraco da eompanhia.
BANQUEIROS DA COMPANHIA
O Banco de Hespanha
DIRECCO GERAL
utir I ti: Rna do Prado n. 19
Estacompanhia liga pelo systema mutuo lodasas combinares de supervivencia dos segar
sobre a vida.
Nella pede se tazer a subscripeo de maneira qae em nenhara caso mesmo por morte do s
garado se perca o capital nem os juroscorrespondentes a estes.
Soto suprehendentes os resaltados qae produzem as sociedades da ndole de A NACI
DAL,qae ainda mesmo diralnaindo ama terca parte do interesse produzido em recentes liquida-
edes e m nbnun lo-o com a mortalidade da tabella de Depareieux qne e adoptada Ipela eompanhia
para seus salelos o Iiquidac5es, em segurados de idade de 3 al9 annos, ama imporsicoannual
de 100* produz em effectivo metlico:
No fim de 5 annos.......1:119*300
> de 10 >.......3:942*600
de 15........11:208*200
de 20
de 25
30:256*000
80:331*000
Antonio Baptista Nogueira
Joo Francisco dos Sanios Jnior....
Francisco Ribeiro P. Guimares___
Alfredo Prisco Barbosa............
Manoel Soares Ribeiro.............
Luiz Antonio de Siqoeira.........
m........ u en
e moo
5005000
1:250*000
1:0005000
7505000
100*000
iioWOOO
141:600*600
Perdeu-se do principio da rua Imperial atea
ponte dos Afogades ama anvelope grande com tres
cartas dentro e um escripto, sendo duas cartas
para madama Henri Adour e urna carta eo escrip-
to paraHeoriAdoor; pede-se a pessoa que achou de
ter a bondade entregar na fabrica de vinagre, rua
Imperial n. i, que se dar' algumagratifiraco, vis-
to estas cartas de nada servirem a outra pessoa
por serem cartas de familias.
AVISO
Os credores da massa do reverendo padre D. Jos
Antonio dos Santos Lessa pedem as pessoas que
teem penhores emdia massa, que venham resga-
ta-los no praso de oito das, entregando sua impor-
tancia ao preposto Martins, sob pena de seren os
mesmos penhores vendidos em leilo.
Alugam se dous grandes sobrados com com-
modos para numerosa familia, novos e acetados,
com jardim, cocheira, estribarla e ontras commo-
Jidades, n travessa de Joo Fernandes Vieira :
a tratar na rua da Senzala Nova n. 42.
O baeharel Lourenco Avelino de Albu-
querque Mello coolinna a ter sen escrip-
torio de advogado nos auditorios e tribu
naes desta cidade : na rua do Imperador
n. 40.
Xas idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consfderaveis.
ProspecDs e mais informacSessero prestadas pelo sub-director nesta provincia.
Joaquim Fiaz de Oliveira, rua da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista rna da Imperatriz n.12,eslabel
cimento dos Srs. Raymundo.Carlos.Leite & Irmo.
2.
Precisa-sede urna ama para todo o ser- 1
vico de urna casa de familia : na rua das 5
Crujes n. 9, segando andar.
Aloga-se urna casa terrea no Campo-Verde
rua do Socego n. 2, com commodos para familia :
na roa do Rangel taberna n. 7.
Precisa-se de nma ama que tenha bora leite :
na rua do Rangel n. 7, primeiro andar._______
Precisase de urna ama para cosinhar e en-
gommar : na rua do Vigano n. 22.
O Sr. Jos do Reg Dantas Coutinho, (senhor
do engenho) tem urna carta na roa do Ouelmado,
leja n. 18.
Anemia, chlorose, ebstrucco
das vlceras abdomioaes, quer consecutiva a' in-
flammacdes agudas, quer resultante das febres in-
termitentes Dyspepesia, emtim em ledos os casos
em que reclamar ama medicacao tnica, ou reme-
dio a algum vicio de hematose
Samuel Power Johnston & Companhia
Rua da Senzala Nova n. 4.
AGENCIA DA
Fnndlcio de Low Ufoor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavados.
Pilulas e emplasto de jurubeba cura em 15|Moendase meias moendas para engenho.
dias.
Preparados por J. F. Lavenere
Villa do Bonito.
Rosa Maria da Costa Carvalho, viuva de Jos
Manoel de Carvalho, moradora nestacidade, faz
sciente que tem pago (odas as dividas constaste do
inventarte que se procedeu do sea finado marido;
ficando ella senhora e possuidora de todos os bens,
que o mesmo seu marido deixou ; e para constar,
faz o presente annunclo para mostrar qne se acha
livre e desembarazada de todo e qualqaer debito
tendente as dividas que constam no mesmo inven-
tario.
m
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios d carro para tim'e dous cavallos.
Relogios de ouro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
Consultorio medieo-eirurgico bi rna larga do
Rosario i. 20.
O Dr. Jeo Ferreira da Silva rogressando a sua
casa, contina em o exercicio de sua profisso nao
s na parte medica como lambem na cirurgica.
I
1
AVISO.
lOv
Arrenda-se o engenho Minguito, meia
legua distante da cidade do Rio Pormoso,
movido por agua de um grande acode
qae nanea seca, com muitos partidos, si
tos e moradores, (era proporces para
fazer-se grandes safras e lucrar-se mui-
te: os prelendentes dirijam-se ao Dr.
Christovo Xavier Lopes em seu eDge-
nho Souza ou no Recife, rua estreita do
Rosario n 23, segando andar.
AMA
Na rua da Cadea do Recife
de nma para cosinhar.
n. 50, precisa-se
M. D. Faulk, acha-se prorapto para concer-
tar machinas americanas de docarocar algodo,
tendo as pecas avulsas perlencentes as mesmas,
assim como para qualquer servico tendente a mar-
cneiro, pode ser procurado no armazem de fari-
nha dos Srs. Henry Forster & C.
30.9 de graiiicaco.
Desemcaminnop-se da rua da Praia um cavallo
xo bastantes grandes, desappareceune dia 16 do
corrente, e qnem o apreseolar receber a qaantia
nae
vio estes ao lagar do Caapo Grande para atra
vessar no Salgadintio, principalmente os qne con-
duzem cavallos e carros, n entretanto qne con-
linna-se a cobrar o pedagio dafcarreira da Taca-
runa, cuja barreira o arrematante continua a
cobrar quando o transito torna-ee mais extenco
para O.Unda e com rains atniabes.
cima na rua da Praia taberna n. 43.
Companhia fdelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Jaueiro.
AGENTBS EM PERNAMBUCO
Antonio Lliz de Oliveira izerede i G,
competentemente autorlsados pela direc-
tora da companhia de segaros Fdelida-
de, tomam segaros de navios, mercado-
rias e predios no sen escriptorio rua da
Crut o. 1.
O Sr. Manoel Gomes de Paiva Bao se pode
retirar para Portugal sera pagar o que deve a Joo
Francisco de Souza.
Precisa-se de nma mulher de meia idade,
que saiba cozinhar, para casa de pouca familia :
quem quizer dirija-se a rua do Arago n. 37.
Jeao da Silva Ramos, medico pela Un'
versidade de Coimbra, d consullas em
sua casa das 9 s 11 horas da manha, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doenles
em suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ar-
gentes, que serao soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
qne o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manha.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodes apropriados e nella pra-
tica qualquer operaco cirurgiea.
Para a casa de sade.
Primeira classe 3*OOOdiarios.
Segunda dita.... 2*500
Terceira dita.... 2*000 >
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos qae tem pres-
tado.
O propietario espera que elle conti-
nu a merecer a conianca de que sem-
pre tem gozado.
1
1
Irmandade do Divino Espirito Santo,
erecta < convento deS. Francisco
desta cidade.
Por ordem da mesa regedora, convido a todos os
nossos Irmos para comparecerem em o nosso con-
sistorio, no domingo 21 do corrente pelas 9 horas
da manha, aflu de reunidos em mesa geral, pro-
ceder-se a eleigo da nova mesa regedora.
Consistorio 18 de maio de 1865.
Joo Walfredo de Mddeiros.
__________Secretario.
Alnga-se um excedente sitio na Capunga,
rua das Pernambucanas em frente ao do Sr. San-
tos Coelho, com ba casa de moradia, a beira da
estrada, de commodos para familia e com dous
porlSes de ferro dos lados, om bonito jardim, co-
cheira, etc. Os pretendcnles queiram dirlgir-se a
rna da Cadeia do Recife, escriptorio da viuva de
Manoel Goncalves da Silva._________ ______
CAIXEIRO.
Precisa-se de um caixeiro de 10 a (6 anuos qne
tenha ou nao pratica de taberna, prefere-se portu-
guez : na roa Direita n. 72.
ILEGVEL


Diario de peraaiubne ftabbad* O Je Mal* de AHU&.
Aviso.
Jos Das da Cunta declara a quem possa inte-
ressar, para os los convenientes, que comproa o
deposito sito ra do Codorniz o. 14, o qual per-
tenceu a Manoel Pereira da Gnu, Dada tendo com
guaesgoor dbitos do mesmo Sr. Croz._______
Precisa-se da quantia de 350*1 a premio de
2 1|1 por cento ao mez por tempo de seis mezes,
ccm hypoilieca em urna escrava : quetn quizer
dar annuncie.___________________________
Aluga-se um sitio na estrada do Arraial, com
boa casa, estribara, casa para escravo, malta fruc-
teira, cacimba ; o sitio flc ao p da taberna do
Bernardino : quem quizer vi a rna da Esperanza
n. 60, no caminho novo, qne achara com quem
tratar._________________________________
abalxo assignado faz ver ao respeltave
publico que pessoa aigoma contrate a venda da
casa sita na ra Direita dos Afogados n. 30, por-
que ha herdeiros ausentes e.orphos qne se ha de
RIVAL
SJEJI EC|]iDO
Ra do Queimado n. 49, toja de Jos di Azevedo
Maia e Silva.
Meiadas de linha froxa para bordar a 20 rs.
Meiadas de lioha azulada superior a 60 rs.
Babado do Porto muito superior a 100, 120 e
160 rs.
Varas de franja de nho branca a 40 rs.
Caixas com 100 envelopes da meibor qualidade a
600 rs.
Caixas com 20 qnadernos de papel superior a
600 rs.
Grozas de pennas de ac muito finas a 500 rs.
Pecas de tranca lisa preta e de cures a 40 rs.
Grozas de botoes madreperola para camisas a 500
e 720 rs.
Rival sem segundo
Itua do Queimado n. 49, esta vendendo tudo
muilo barato como veri abaixo.
Caixas de pennas de kalegraphia a 1000.
Massos com superiores grampos a 30 rs.
Pares de sapatos de tranca e tapete a 15-500.
Frascos de macaca perula a 200 rs.
Caixas com superiores agulhas a 200 rs. -
Libras de I a a sortidas com todas as cores a 7000.
Caixas com superiores obreias a 40 rs.
Duzias de phosphoros de seguranza a 120 rs.
Metas garrafas com tinta a 210 rs.
Rjdiohas com alfineles francezes a 20 rs.
Cartas de altlnetes francezes muito finos a 100 rs.
Resmas de papel alroaco a 25400.
Resmas de papel de peso a 25000.
Papis de agulhas francezas a balao a 60 rs.

Caixas com 50 novellos de linha do gaz a 700 rs. ^1e}s muit0 bonitos Para, men1inoj a 'JOQ.
Varas de franja de cores a 80 rs.
Novellos com 400 jardas superior qualidade a 70 rs.
Carriteis de buha com 200 jardas dos ns 60 at
200 a 100 rs.
Liros para assentos de roupa lavada a ICO rs.
Pares de botoes de punho muito finos a 120 rs.
Thesouras para unhas e costura muito finas a
500 rs.
Vende-se caixes vazios proprios pa-
ra bahuleiros, e funileiros, a 26000 cada
um : e para as pessoas que comprarem do
4 para cima I 800, tiesta typographia.
Milho novo em saceos grandes: no trapiche
de Cunta, a tratar com Tassolrmos.
proceder aventario.
____________Manoel dos Santos Leal.
Aluga-se o segnndo andar da casa n. 33 da
ra da Matriz, tem commodos para grande familia;
e o segundo andar da mesma ra n. 33 : a tratar
com o Sr. Antonio Joaquim Refreir Porto, na
Ponte Velha, ou com Miguel Joaquim da Costa, na
ra da Cadeia n. 12.______________________
Precisase fallar com urgencia aoSr.Bernar.ii-
to de Oliveira Coragem, desenhisla da repartlco brande sor lmenlo de roupas fetlas de 10- para llquidarem, como sejam : peca de bretauha de
Bnfeites para senhoras fazenda nimio moderna a
25000.
Escovas pararoupa superior qualidade a 15000.
Muita attencfio na grande li-
quidado de fazendas e
roupas fritas nacional na
nova loja de Guimar&es &
Irmlo.
Una da Imperatriz n. 19.
Os propietarios deste novo estabeleciraento es-
tao resolvidos a venderem por preco baralissimo
das obras publicas, a negocio de seu interesse : na
ra larga do Rosario o. 33, segundo andar.
Aluga-so o 2o andar do pateo do Paraizo na-
mero 29.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar para casa de urna pessoa : na travessa de
S. Pedro d. 10, segundo andar, entrada pela ra
do Fogo.
COMPBAS.
Compram-se libras sterlinas: no ar
mazem de Femira & Matheus, na ra da
Cadeia do Recife n. 66.
Corapra-se effectivamente ouro e prata em
Ooras velhas, pagando-se bem : na roa larga do
^osario n. 24, loja de ourives._______________
Cempra-se um escravo cozinheiro que seja
moco, robusto e sem vicios : a tratar no sobrado
n. 32 da ra da Aurora.
Compram-se libras sterlinas : na roa do
Crespo n. 16, priraeiro andar.
das as qualidades, I rol com 10 vras por 35, dita de madapolao frau
Calcas de casemira a 65 e 75500, ditas pretas a {**.*" ,2 ** 3JW e 45000, ditas de cam-
65 e 85, calcas de ganga a 25 ,15800 e 15600, ri! branca "? a 3oOC e45o00, lencos de cam-
ditas brancas a 25, brim de linho a 35, 35500 e eom bamnha de cor a 800 rs. a duzia, ditos
45, paletots do alpaca branca a 45500, ditos pretos ?ran.desKa ,*800- d,tos trancos finos a 25*00, cor-
a 35 e 35500, ditos de alpaca de cordo a 45. e es de c_n,* [""""" *0 covadoa a 25600, di-
de listra de seda a 45500, ditos sobrecasacos a 55, 'os de la VJ&^.n&S?0/-- d,tos a Mar,a.Pia m;
paletots de casemira a 55, 55500, 65, 85 e 95, dernos a 9/J> e 35000, laa de urna so cor a oOO
ditos sobrecasacos pretos a 125, 15 e 165, ditos fl- *0 covado, ditas de qoadnnho e palmas a 320 e
nos a 255, de cores a i35, ditos fraques a 145, rs. o covado, chales de merino do ultimo gosto
paletots de ganga a 35, 25500 e 25, ditos de bnra po.n a ,r.edonda e borlla de seda a 65000 e
parda a 35, jaqetSes de brim pardo a 35, panno Jf0- "*s a **500, ditos de laa a 15300 e
preto fino a 25 25600, 35500 5$, 45500 5 e 65 o l*^' cn,,as francezas finas a 360 e 380 rs. o co-
' covado, moreantique preto a 25600 o covado, gros- Jado> Picales muito finas dos padroes mais roo-
denaple preto a 15500, 15800, 25, 25200 e 25500 demos Que lera vindo ao mercado a 360 o covado,
o covado; e outras muitas mais fazenda? que se P" de linho do Porto com 4 palmos de largura
deixa de annunciar, e maoda-se levar pelos caixei- '6*0rs. a vara bramante de linho com 10 palmos
ros da loja da arara casa dos pretendentes. O de largura a 25400 e 2*500 avara, damasco de
estabelecimento est aberto al as 9 horas da noite, P* 6 Palraos.de largura proprio para colcha,
ra da Imperalriz n. 56, Mendes Guimares. i '//"mesas e P,aD0S a 'J2,80 cvado- "Jes de
-------------------------!-------.---------------------- casemira escoceza para calca a 25800, ditos de
FarellO a 4000 O sacco. brim de linho a 15800, ditos de ganga francezasn-
Em saceos grandes. perior a 15600 collerinhos de papel a 500 rs. a du-
11 i I lio a 4# A OO. z.ia>ditos de esguio de linha a 500 rs. um, grava-
Rua larga do Rosario n. 50 taberna da esquina Dnas de senhora a 800 rs. do ultimo gosto, sou-
que volta para o da roa Estreila. [embarque de lanzinhas multo bem enfeilados a
o5000 e br3000, ditos degrosdenaple ricamente en-
Admirem
Admireni
Admirem Bem I!
As pachi ochas que eslao venda na loja e ama-
zem db Pavao, r ra da Imperalriz n. 60 e Ga-
ma $ Silva, odj' se vendcm todas as fazendas,
tamo de luxo como de pruneira necessidade por
precos muilo raspa veis, e com especialidade. as se-
guinies, dando-se amostras deixando flcar penhor,
oumandao-se levar em casa das familias
caixeiros da mesma loja.
Madapolao enfcilado a 1, -oQO e, o^OOO.
Vendem-se pecas de madapolao eufeslado cora
j 2jardas pelo baralissimo preco de 45, 45500 e
5. dhas sem serem entestados demarcas muito
acreditadas a 75, 85, 95, e 105, ditas, francez
multo encorpado proprios para saias a 480 ris a
vara, isto na loja do Pavo ra da Imperalriz n.
30 de Gama & Silva.
brande pecaincoa.
Chitas a 220 ris o covado.
Ou 75600 a peca so o Pavo.
Vendem-se chitas inglezas de superior qualida- ">* >i superior agua para denles a 15000.
de, aliaocando-se as cores serem fixas, cora muita I
diversidade de padroes, pelo baralissimo preco de \
220 rs. o covado, ou 75600 a pega tendo 38 co-'
vados, sendo fazenda esta que sempre se veodeu a
i2 r^ covado en ,0* a PeCa> chitas largas a
zoo, 320e 360 rs, na loja do Pavo, ra da Impe- 3 0~=P 3 o.gg 2
Rival sem segundo
Ra do Queimado n. 49, loja de raiudezas de Jos
& Azevedo Maia e Silva, est queimando que ad-
mira, a saber :
Frascos com superior baohaa 200, 210 e 500 rs.
Laus com superior banha a 200 rs.
Frascos com superior agua de Colonia a 120 e
100 rs.
Fracos com superior oleo de babeza a 2i0, 320 e
400 rs.
Garrafas da verdadeira agua Florida a 15280.
pelos Frascos de superior oleo da sociedade rligieniqno
a 640 rs.
Frascos de uperiores cheiros santal e outros mu-
toe a 15000.
Sabonetes de familia a I2J e 200 rs.
Sabonetes de superior qualidades a 60,120 e 160 rs.
Caitas com Iz rrascos de cheiros muito finos a
15100.
Caixas dito com 6 frascos melhor fazenda a 900 rs.
Paos de pomada fraoceza grandes a 500 rs.
Sabonetes de bolla pequeos e grandes a 320 e
400 rs.
Frascos com superior opiata a 800 rs.
flilillil
!.,5 H 1 -o
2 n <; S
Cobre, lalo cfchumlio.
Comprase cobre, lato e chumbo : no armazem .
da bola amare lia no oitao da secretaria |de polica, j
Fio de algodo da Babia.
Vendefse noescriptorio de Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo A C, ra da Cruz n. 1.
Silvino Guilherme de Barros compra e ven-
de effectivamente escraves de ambos es sexos :
ra do Imperador n. 79, erceiro andar.
Na fabrica da ra da Lapa conliuua-se a
vonder velas de 13 em Hora a preco de 125000 a
arroba.
uro e prata
em obras velhas : compra-se na praca da lnk-
pendencia n. 22, loja de bilhetes._____________
Compram-se 6 escravos robustos e acoslinna-
dos ao servico de trapiche, de idade de 30 a 32
feitado a 205000, capas de dito a 205000.
Ronpa feita.
Paletots de panno fino, sobrecasacas, ditos sac-
eos, ditos de casemira fina prea de cor, ditos de
meia casemira, ditos de alparca preta, branca e de
cor, ditos de brim e ganga de todas as qualidades,
anuos, que nao sejam de nacao Mina S na ra da 9> ZiSt!ST ^ "* TraPChe *
Vrnho Bcrdeauxem barricas e em caixas.
Dito de Sanlerne lino.
Kto de Champagne muito superior.
Cerveja franceza marca Bobee.
Anos e brlnqnedos
para meninos.
Lhegaram para a loja de miudezas da roa do 'jaqetas de meia casemira e brim pardo'caigas d
casemira de cor e pretas e de meia casemira, de
brim branco e pardo, ganga e castor, coletes de to-
das as qualidades, meias, luvas, grvalas, colleri-
nhos e muitos outros artigos de roura feita qne se
vende por preco baralissimo por ler grande sorti-
mento; venba o fregtiez a luja comprar que o pre-
co ha de agradar e muitas outras fazendas de le e
Vende-se gaz da melhor qualidade a de lazo, tanto para hornera como para senhora que
lifjalata: nos armazensda ruado Im-j deixamos de annunciar por tornar-se enfadonho
perador n.16 e ra do Trapiche Nevn. 8.1 ^e 50 a vi*a do freguez se far o preco: sto so
na nova loja loja de Guimares & Irmaos. ra da
Queimado n. 69, os mais finos e lindos calungas
tanto para nnquedo de meninos como para cima
de mesa : na mesma loja se encontrar boro sor-
tmenlo d-e raiudez; s. \_______^_^___
GAZ GAZ GAZ
Onrofe 'prata.
Na prar.a da Independencia n. 33, leja de earives,
effeclivanente ouro e prata era obras
compra-se
velhas.
-
YENDAS.
os ors. acauemiws.
Vendem-se os seguinles livros quasi no-
vos : Manuel de droit romain por Mackel
d>y, 1 volume, por 500o; Siocionaire
du conlentiettx commercial por Mass, l
volame por 60000; La femme por ma-
dama A. Seglas, 1 volume, com estampas
finas por 55060; OEuvres de Hacine, 1
volume. com estampas finas por (i<5.QU0.;
OEuvres choisis de Bujfon, 1 volume, com
estampas finas, por 40000 ; Cedigo de cr-
dito predial, { volume, poMtfOO ; Um
philosopho nos aguas fuadas, romance
1 por E. Souvestre, 1 volume, por 1 600:;
Nocdes de partidas dobradm, por Fonseca
de Medeiros, i velume, por IMOO; Flores
angelas, poesia6 por Paes d'Andrade, i vo-
lume, por 20000; Viagem ao Araguaya
ipeto Dr. Couto de Magalhaes, i volumey
,por 20000 : A delinee de Carnees, romance1
j)or Trigueiros, por 20000 ; La vie des.
suints, l volame, ,por 10200.; OEuvres phi-
iosophiques d'Arnould, I volume, por 20 ;
Economie politique, por Garnier, { volu-
ne, .por 2000D ; negras da eecripUtracao
merotntil, por Gomes Jnior, 1 volume,
per 24500; OrganUation dtttravail, por
LouicBlanc, 1 volume, por 10200; L'Epi-
pkame. pelo padn Ventura, i velume, por
10000- Le jaidinier des salom, i volu-
me. por 640 rs.: na ra de Cabug n. 2 A,
oja.
A eite de
carrapato
veBde-se em grcissee a retalhomsis barato que
os matutos, em carga : na fabrica ta travessa do
Carioca n. 2, caes do Ramos.__________
lusiruogs para o servido
das guardas do exercito, expidas do re-
gulamento de nfantaria e aocomm^udas ao
exercito brasileiro,- obia quemuito convm
H da praca da nd^pejidencia, a 10.
Vende-se
^mperatric o. 72.
Grande hquidacao de
fazendas
de todas as qualidades. Unto para o mato como
para a praca. O propnetario da loja e armazem
da Arara, est resetvidoa vender as fazendas mui-
to baratas, como sojaiu, chitas, madapolao e algo-
dozriho, para se parar dinheiro, Lourenco Pe-
reira Mendes Guimares.
Chitas taaueezas a 240 o covafc.
Ven-ii-m-se chitas francezas, sendo cores flias.*'
t. 280, 300,330. 360 e 400 rs. o covado, ditas
injjiezas a 220 e 240 o covado, sendo ores fixas :
na ra da lmpratnz n. 56.
aquellaa peseoas que se astam nos cornos ,r Cortes de caira fara Jinmni
ninho, ai-i,
*i a-------iTtuiJ .- B ditos de ganga a 15400, ditos a 45700, ditos de
ibrim de cor a 45 cada-corte, ditos de meia case-
mira a 25300, ditos a 35 e 35500, ditos a 454(00,
05 e 05500 o corte, damasco com dnas largura.- a
no sitio da Crut de Almas ao volir para a estra- "1280 covada, dito de urna largura a 640 e 800
da de Beberibe, oqueiros pequeos proprios paTa '"* covado,'Banella branca a '600 rs. o covado,
raudar-se. r*U de salpicosa 480 o covado, gotinhas pwa se-
Ol de LishoK
Na rna do Viga rio n. 19, priraeiro andar.
Vinno do Porto superior m-caixa de duzia,
tem para vender Antonio Luiz de'Oliveira Ateve-
do 4 C, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Eftfmiiosa novUlade.
Madapolao superfino a peca defc jardas por 65
por ter
'SOPAS*'**e 40rs-dl,as' *<*'* ePunho a
u) esw rs.,eamisinhas para senhora a 15600 e
35, muito finas a 45 e 45500, 'oamhraias finas de
ceres a 300. 30, 3C0 e.400 rs. o covado, ditas
ramio finas com borbolelas a 4'40>e covado, lencos
de linho finos a 400, 5()0 e 640, ditos de algodo a
40 e 320 cada ama.
Cortes a Mana Pa 0.
Vendem-se oortes a Mara Pa a 5, 9,
5,
Ven tra para caballo, sendo esla com lastro somente,
propriapara carregar barrica de farinha de trigo,
leona, etc., ambas cora aso, por preco muito com-
raodo : a tratar no pateo de S. Pedro n. .
Vende-se um carro de carregar gneros da
alfandega, con uso, e lodos o< perlences de ouiro
igual, tudo per preco muito commodo : a tratar
ino pateo de S. redro o. 4.
FEIJAO
Vende-se ora escravo idade 25 annos insigoe' ^O 360 e 400 irs. o covado, casemira com listras
efflcial de carpiaa e bon'ta figura.: na travessaop l*8odo padroesazul e preto a 25500 o covado, ma-
Carmo n. I. dapolo enfestado com 12 jardas a 35500, 45000,
45500 e 55, dito com 24 jardas a o, 55500, 65,
Attengdo.
Vendem-se pecas de esleirs paca forro de sala,
65500, 75 e 75509. n. 6 a 85 e 85300, elepha'nte a
?95, camisas francesas a 15800, 25.2524Q e 25500
tinta branca preparada a oleo, em (tatas de 25 li- 2a uma- ditas .de pregas largas a 25240,25500,
bras, para pintar cesa, relogios paca .cima de me-: ^P*00 e 35 cada urna, alpacas de cores a 320 o
sa^ para pendurar, arreios para l e 2 cavadlos, I*OBado> d,ts,s finas.a.800 rs, o conado, aberturas
vei&sde spermacete,udo de suner.ior qualidade,!de-esguiao a 15 cada uma, dita deaJgodo a 320 e
viudo dos Estados-Ciados : no armazn da raa do | *" rs.^cada ama, pecas de algodaotinho a 4500,
Trapiche n. 8.
Barato
Vende-se uma mobHia de Jacaranda ((pequea)
asskn -como 1 cama rica franceza de Jacaranda, i
banca cora pedra com -toucador de Jacaranda, 1
piaoe de mesa em perfee estado, { oomnoda de -
condinti, 1 aparador de narello, 1 mesa^lastica eottdQ.^ralMa|>% TJsMlZ de TdJio
ae amarillo, 2 pares de aatemas : a -
pretender dirija-se a rna Velha n. 69.
&5 e 65, ditas com 0 varas a 75, dita marca t
a *ij50e a peca, casemiras finas mescladas 35 o
covado, ditas a 250, 25240, 15800, 15600, e
15400 o covado, soutembarques de cores a 65 e
85 cada um, ditos pretes a 185, 195, 205, 225 e
255, capas a 205 e 25, manteletes a 185 e 20j
cada ir, dulas para eeberla a 320, 360 e 400 rs.,
dita a 480 o covado, ditas adamascadas a 480 o
pessoa que
Farinha de mandioca
Venden se saceos grandes dioca por menos do que era entra qualqaer parte :
no trapiche do Cunha e na raa do Viga rio n. 31
Vende-se moedas portuguezas de ouro,
propnas para abotoadnras a 29200 cada uma : oa
ra Direita n. ti, padaria.
a 32o
rs.
Fejje de mistura a 320 re. a caa
Quarieis s, 22.
na raa des
MOBILIA.
Veoden-se diversos movis por precos razoa-
veis.inelosive ama motilia compleu de Jacaranda:
na ra da Croz n. 18, segando andar.
ttengo.
Uma pessoa qoe retira-se para f6ra da provincia
vende daas catas na cidade de Olinda, por preco
commodo, sendo ama grande e outra pequea :
para informaedes, dirija-se a roa do Noguelra nu-
mero 43.
Vendem-se pecas de madapolao
marca ceqneire para' forrar sapatos,
fazenda bea, preco razoavel; do aler-
ro da Boa-Vista a. 38, loja decalcado.
Feijao preto
Na ra da Imperalriz, armazem n. 6.
Ferros de encrespar
de diversos taraanhos e feitios : na ra do Crespo
numero 4.
Instrumentos
Vende-se por preco commodo am instrumental
eompjeto para alguma banda de msica militar,
aeb.ando.ge todos os instrumentos quasi novos e em
perfeito estado : a tratar na ra do Imperador nu-
QMTO 12.
ATTENQAO.
Na roa da Aurora n. 6, jauto a ponte de ferro,
vende se am bonito escrav o crioalo, idade de 21
aunos, cozinheiro e copeiro, sem vicios nem defei-
tos, e ao comprador se dir a razio por uue se
vende o mesmo escravo.
Tesonras de CiulaaarSes.
A loja da Aurora, na rm larga do Rosario n. 38,
receben sortimento de tesoaras de Guimares, tan-
to grandei como pequeas, muito finas.
,nT Vende-M doce de c>jd seceo em latas de 6 e
10 libras cada uma/ proprio para embarque : na
ra da Imperatriz n. 65.
Farelln '
Vende-se excellente arello de Lisboa, deposita-
do no trapiche do Cuaba; traia-se na ra da Crnz
n. 23 Io andar, escriptorio de Antonio de Almeida
Gomas.
Orgaody a 240 rs. a covado.
a loja do Pavio.
Vendem-se as mais bonitas cassas organdys, pa
droes miudos e grandes, pelo baralissimo preco de
240 rs. o covado (dote viniens), esta pechincha
acaba-se logo : na leja do Pavao raa da Impera-
triz n. 60, de Cama & Silva.
Lanzinha transpa r ente,
a 220 rs. : s aa laja de Pavie.
Vendem-se as mais modernas lanzinhas transpa-
rentes, sendo todas de listra*, quadros e lisas, fa-
zenda esta que sempre se venden a 400 rs. ; o Pa-
vo vende para liquidar a ouze vintens o covado :
na loja do Pavo, a ra da Imperalriz n. 60, de Ga-
ma 4 Silva.
a 15806 rs. a vara, tarlataoas de cores e branca a 800 rs,
a vara, bsmburgo a 95, 95*00, 105500 e 125 a
peca : ra da Imperalriz a. 56, Mendes Guima-
"aami-waawi
RA NOVA N. II *
Leja franceza.
Tem para vender muito barato o se-
guinie:
Moldaras donradas
e tambem nveraisadas de preto cora fri-
xos doarados, largas e estreitas, proprias
para quadros e gnarniedes.
Tambem se incumbe de mandar fazer
os quadros para estampas ou retratos de
qualquer lamanho.
Vidros para espelbos
de diversos tamanhos e superior quali-
dade.
(joilarinbos para camisa
a 15500 a duzia muito bonitos.
Retroz preto
muito superior em miadmhas a 85 a li-
bra.
La para bordar
sortida de diversas cores a 55 a libra.
Botoes de louca para camisa
brancos e de cores groza a 100 rs.
ratriz n. 60 de Gama & Silva.
Cortes de caita franceza na leja do Pavie.
Vendem-se cortes de chita franceza, cures xas
cora 10 co vados a 35, ditos com 11 covados |a
35300, ditos com 12 covados a 35600, ditos de chi-
ta iogleza a 25200, 25400 e 2600, islo na toja do
Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Cenes a Hara Pia.
Giande pechincha a 50000 e 60000.
Ven.dem-se os mais bonitos cortes para vestidos,
sendo de cambraia branca com as barras e enfeites
bordados, de cor crox, pelo baralissimo preco
de 55, ditos do mesmo gosto mais sendo de cores,
pelo baralissimo prego de 65 cada um, valeudo
esta fazenda dobrado dinheiro por ser a mais mo-
derna que tem viudo ao mercado, isto na loja do
Pavo na ra da Imperalriz n. 60 de Gama &
Silva.
Vestidos Brancos.
Vendem-se os mais ricos cortes de veslides de
cambraia branca primorosamente bordados, pelo
barato preco de 125. 16$ e 20 na loja do Pavo,
raa da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Grande pechincha, vestidos a
$*.
Acaba de chegar um bonito sortimento dos mais
lindos vestidos transparentes, muito proprios para
passeios e bailes, por serem de primorosos dese-
nhos, sendo todos os padroes tecidos e nao pinta-
dos, e vendem-se pelo baratissimo prego de 35500,
send* fazenda que val mnilomais dinheiro: isto na
loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
Fazendas pretas.
Vende-se gronsdenaples prete a 1*280, 15600,'
15800 e 25 at 45, superior meuraniique preto a
35, setim da China, nova fazenda toda de la, pro- >
pria para loto, com 6 palmos de largara, a 600,'
560, 600 e 800 rs. o covado, e outras muitas fa-
zendas propnas para luto : na loja do Pavo, ra i
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
GrosdeDapIes de cOr a Ieoo.
Vende-se superior grosdenaples cor de caf, pro-
prio para vestido, sendo muito encorpado, a 15600
o covado : na loja do Pavao, ra da Imperatriz n.
60, deGama de Suva.
Gasemiras a 4$600.
Vcndem-se casemiras garibaldinas de quadn- j
nhos lizas, proprias para caicas, palitos e coletes,
peto barato prego de 15600 o covado, assim como ;
caigas, palitos e coletes j feitos das mesmas: na
loja de Pavo, ra da imperatriz n. 60, de Gama &
Silvat
Grande sortimento de ronpa feita.
Vende-se na loja do Pavo um grande sortimen-
to de roupas feitas, constando de palitos de panno
preto, sobrecasacos, ditcs saceos, ditos de casemi-
ra, saceos e sobrecasacos, ditos de brim branco e i
de eres, -ditos de casineta, caigas de casemira pre-
ta de todas as qualidades, ditas de cor, ditas de !
brim de tinno branco e de todas as cures, coletes!
deArim,casemiMf, setim. gorguro, etc., etc., to-
das -estes obras vendem-se por prego mais barato'
do que-em ontra qualquer parte : ca loja do Pa-'
van, .raa da Imperatriz n. 60, de-Gama & Silva.
Chales e manteletes de renda
Vendem-se os mais tos e mais modernos cha-!
les e manteletes de renda, chegados pelo ultimo va-!
por da Europa, per prego moite razoavel : na loja I
do Pavio, ra da Imperatriz n. 08, de Gama & I
Silva.
Soutembarques de cor
Vendem-se os mais modernos soutembarques de
cor. Tacamente enfeitados, e por barato prego : na
loja Silva.
tapas pretastsonlemtarques,
Veodem-se as mais modernas capas pretas lisas
e bordadas, os mais bonKos soutembarques pretos e
maoteleles, tudo de stda preta e o goe ta de mais
gosto w> mercado, por j*rgos muito em con la :
na loja do Pavo, ra da Imperatriz a. 60, de Ga-
ma de Silva. ,
Enfeites para cabeca.
Vfi4em-se os mais lindos enfeites para cabera,
a 35, 45, 55 e 65, os melhores baldes crenolinas :
na loja do Pavo, rna da Imperatriz n. 60.
S o Pavo vende
Chitas largas a 240
Chitas largas a 240
Chitas largas a 240.
Acaba de negar para a loja do Pavo um gran-
de sortimento de chitas largas garibaldinas, por
s rem todas kstradas e padroes escaros e de cores
fixas que se endem pelo baralissimo prece de 240
o covado, seflde-que em outra qualquer parle cas-
ta a 360 o covado, notando qne 06 freguezes que
comprarem porgad de pecas, tero am pequeo
abatimento: isto na loja do Pave a ra da Impe-
ralriz n. 60, de Gama & Silva.
Laaziahas a 300 rs.
Laazinhas a 300 rs.
Lazinhas a 300 rs.
R*' >"B S.S'
>ll*liHff li
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r
s
CONFEITOS
DEPURATIVOS
DoDrSERVAX,deParix.
Pharmaeeutico de ciaste, ex-
interno tlot liospilaes. premiado
com a tu ed ai ha de bronze.
Desde muilo tempo o publico
ahaudonou o uso das preparacoes
intituladas depurativas conheddas
sob o nome Cuja arrao, ;i mninr parle das vexes
nullii, e n ilgiims casos perigosa.
Os COKFUTOSDEPIKATIVOSTEUO ASPECTO
e O 60STO AGR1DAVIIS K CO.NTKM siib GM
PEQUCKO VOLUHC SUBSIIXCIAS UTO ACTI-
VAS QCC o sr.o uodo ti. piitPAnAr.AO torm
INALTENAVEIS.
O s <<>*s |u etitcNcon
reltoMohilvcruo rna Fran-
ca sob o patrocinio das priucipaes
ccli-Iii idade.- medicas, os poc cima
de ludo quanto tem existido aihe
hoje.
Cura rpida sem o socorro
de nenliuin outro remedio in-
temo, das escrophulas
herpes, affeccoes syphi-
litcas bypertrophias
dos tessidos celulares,
hydropisiii e em geraj
todas as molcslins prodntidas
|>la alleiaeao do sligue ; la
o resultado qoe queranlo
seguir e que temos sem-
pre olitido.
_ Cuta cxplicacao acrompanlia cada
lidro.
Dcscoiiliar-se, las btciSesfnenH inii-
tacocs
Para as emomenilat dirigirse o
Sures. IDUIOI BT oh, 18, i' Plince
Eunt, Pars.
GRANULOS e XAROPE
O'HYOROCOTYLE ASITICA
de J. LEPINE
RmuIu pela* mpcrienciu feitu mi Indias .
Frine pelos mii afamtdos mdicos que as GRANO
LA XAROPE i HYDKOCOTYLA ASITICA de
. *. LtrnvE Uo o ptimo remedio eostn todu as eepe-
vende-se um bonito sortimento de laazinhas pro- *>* mnara m hempes e outras molestias d
prias para vestidos e sontem arques por serem li-
sa* e de quadriolios pelo barato preco de 300 rs. o
corado, sendo fazenda que sempre se vendeu a
500 rs. o covado, e vende-se a dinheiro a vista pe-
lo baratissimo preco de 300 rs. o covado : na leja
do Pavo roa da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Pelerinas a 1^600.
Vendem-se as mais ricas pelerinas ou romeiras
de cambraia bordadas proprias para hombros de
senhora peto baratissimo preco de I600: na rna
da Imperatriz n. 60, loja de Gama i Silva.
LAGEDO
Vende-se muito bom lagedo para calcadas: na
rna do Apollo n. 4.
Machinas le serrotes ara
algodSo
Chegaram as desejadas machinas de serrotes pa-
ra descarocar algodao, havendo um complete sor-
timento desde 13 al 40 serrotes, tambem ha mo-
tores americanos para as mesmas machinas, ven-
dem-se o mais barato possivel: na raa da Cadeia
do Recife n. 56 A, loja de ferragens de Joao Car-
los Bastos Oliveira.
Traques
a 6,5000 a caira de 40 cartas, e a retalhe a 160
rs.. a alies, antes que se acabem : s no armazem zerem ter um pequeo accrescimo, que se
An Ai>lanllB B-------J. r___;____ af 11.- _..!.. J_ #___..
avariado.
Francez barrica 5JO0O
Portland dem 8*300
Era perfeito estado:
Francez barrica 10J0OO
Portland dem 12*000
No armazem de Tasso Irmaos caes do Apollo.
Acha-se venda
na ofliciua de encadernacao da ra do Im-
perador n. I."i, defronte de S. Francisco, a
Biblia da Infancia do alibade Pascal, appro-
vada para as aulas publicas da provincia por
portara darpresidencia de 15 do passado.
As pessoas que compraran) j a obra, e qui-
pelle, at as mus inveteradas, assim como a lepra
MORTUA, a SIPHILI9, as MOLESTIAS ESCRO-
FULOSAS, os rheumatismos ehronieos, ele.
BjosiU geral em Par, em east de ron\iB,j
LARiLONYB, rna Bourbem-ViUeneut. 1.
Depo8it(|A(eral em Pernambnco rna da
Cruz n.22 em casa de Caros & Barbea
Farinha de mandioca
muito nova e superior chegada de Santa
Catharina
Vende-se a bordo do pelacho dinamar-
quez Catharina ancorado de"ronte do
tr piche oarSo do Livramento, ou ne es-
criptorio de Manoel Ignacio de Oliveira &
Filao, largo do Corpo Santo n. 19.
Trastes com uso.
Vende-se I sof, 3 consolos, i mesa redonda, 9
cadeiras de amarello, 6 cadeiras americanas, 1
bea mar-iueza de Jacaranda, 2 carteiras de via-
gem e I cartelra grande propria para taberna :
quem pretender dirija-se a ra das Cinco Ponas
n. t40 defronte da estaco.
PROPBIO PAR SENHORA.
Vende-se um excellente cavallomuito no-
vo e manso com todns os andares: na co-
cheira do Paulino, rua de Santo Amaro.
rcrjfNCL.4
Ceroulas de meia muito Anas a oOO, dius en-
trefinas a 15200: s na roa da Cadeia do Recife
n. 5, laja de miudezas de Silvestre Pereira da Cu-
nda Si C
A molestia ou iifecc3o pecu-
lial eonhecida pelo nome de Es-
crfula um dos males mais
prevalecentes e universaea que
lia em toda a extensa lista cas
enfermidades de que soffre o
genero humano : disse um cele-
bre escriptor da medicina que
rnais de urna terca parte de
todos aquelles que morrem antes
da veiliice so victimas, ou dire-
ta ou indirectamente da Escrfu-
la :por si nao tao des-
tiva, porm a principal causa de mnilas
outras enfermidades que nao llie sao geral-
menie attribuidas.
E' uma causa directa da pht/iysica pul-
monar, das molestias do /gado, do estoma-
go e ajfeccoes do cerebro:Entre os seus
numerosos symptomas acham-se os segan-
tes -.falta de appetile ; o semblante pal-
udo e as vezes inchado, s tezes de uma
'tlvura transparente e outras corado e a-
marellento ao redor da bocea ; flaqueza e
molleza nos msculos : disgeslao taca c
appetile irregular, falta de energa, r< t.lre
incitado e evacuaco irregular; quando o
mal tem seu assento sobre os pulmes, urna
cor azulada mostra-se em roda dos obos;
quando ataca os orgaos digestivos, os olhos
tornam-se avermelhados: o hlito ftido,
a lingua carregada, dores de cabero, ion-
tetras etc.
as pessoas de disposicao escrofulosa ap-
pareceni frequentemente erupcoes na .elle
da cabeca o outras partes do corpo, so pre-
disposlas s affeccoes dos pulmoes, do u/a-
do, dos rins e dos orgos digestivos e ute-
rinos, Portanto, nao smente, aqueHes
que padecem das formas ulcerosas e lubtr-
culosas da escrfula que necessitam de pro-
teccSe contra os seus estragos; todos as
quelles em cojo sangue existe o virus hten-
te d'este terrivel flagello (e s vezes Iteri-
ditario) estao exposios tambem a soffrer das
enfermidades que elle causa, que s5o:
A phthysica, ulceracOes do pgado, do es-
tomago e dos rins : erupcoes e enfermida-
des eruptivas da culis ; rosa ou erysi in ;
borbulhas, pstulas nascidas, tumores, rh-
cumacarbunculos, ulceras e chagas, rheu-
malismo, dores nos ossos, as costas c va
cabeca, debilidades femininas, flores bran-
cas causada pela ulceraco interior, e en-
fermidades uterinas, hydropesia, indiges-
to, enfraquecimento e debilidae getkil.
Aos pulmoes a escrfula produz tulkrcu-
j los e finalmente consumpeo pulmonar :
I as glanulas ella produz inchacoes e ton;am-
Ise ulceras: nos orgiios digestivos cvjsa
| desarranjos que produzem indigestan, dis-
pepsia, molestias do ligado e nos rins .
i na pelle produz erupcoes e affeccoes cula-
| neas.
Todos estes males tendo a mesma ori-
gen!, carecem do mesmo remedio: a sa-
ber : purificar e fortalecer o sangue.
A salsa parrilha de Ayer
composta dos antdotos mais efficazes que
a sciencia medica tem podido descobrir,
para esta molestia assoladora e para a cura
de todos os males provenientes d'ella que
contm virtudes verdaderamente extraord>
narias prbvado incontestavelmcnfe pelas
curas notaveis e bem conhecidas que tem
feito de tumores, erupcoes cutneas, ei jai-
pelas, borbulhas, nascidas, chagas amigas,
ulceras, rheuma, sarna, parebas, hydr'< pe-
sia, tosse quando causada por depsitos tu-
berculosos nos pulmoes. Debilidade ge-
ral:IndigestSo, Sgphilis constitucional a
molestias mercuriaes, molestias das muihe-
res, uleeracoes do tero, a nevralgia e con-
vulces epilpticas e em summa, toda serie
de enfermidades que nascem da impureza
do sangue. Vede as cerlides no Alma-
nack e Manual de sade do Dr. Ayer que
se distribue gratuitamente nos lugares ende
se vendem os remedios.
Este remedio o fruclo de longas e labo-
riosas experiencias, e ba abundantes proras
das suas virtudes: posto que offerc-cido
ao publico sobo nome de Salsa parrilla,
composlo de diversas plantas, algumas das
quaes s5o superiores a melhor salsa parri-
lha no seu poder alterante.
PF.ITUK.IL DE (HUMA DE AYER.
Cura promptamenle a asthma, broehite,
tosse, defluxo, angina, coqueluche,
phthysica primaria, tubrculos
pulmonares, e todas as
molestias pulmo-
nares.
Allivia os etlicos declarados.
Todas as molestias da garganta, do peito
6 dos pulmoes pdem ser curadas em pou-
co tempo pelo peitoral de cereja do u
AYEH.
A' venda as principaes boticas e dr< pa-
rias do imperio, e na agencia centr-i! c
Rio de Janeiro ra Direita n. 15.
Vende-se em Pernambuco:
a pharmacia framceza de
P.WURER & C.
RA NOVA N. 18.
Tasso Irmaos
Vendem no >e armazem ina do
Amor im n. 35.
Licor fino Curaco em botijas e meias botijas.
Licores finos sortidos em garrafas com tollias d->
vdro e em lindos frascos.
Vinhoseneres.
Santernes.
Cbambertin.
Hermitapc.
Borgonhe.
Champagne.
Muscatel.
Reino.
Bordea nz.
Cognac.
Od Tod.
AzritePlagniol.
de
da esirella, largo do Paraiio n. 14.
lbe acaba de fazer, rnandem-o buscar.
Vendem-se
machinas americanas de serrote para descarocar
algodo : na raa da Senzala nova n. t.
Imperial manufactura
Franca.
Tabaco (caporal) para fumar.
Dito (em p) para tomar.
Dito para mascar.
nico deposito na provincia de Pernam-
buco casa-de Izidoro, Nelto & C, ra da
Cauzn. 2.
Preco fixo.
Caporal 800 rs, pacotede 200 grammas.
Rolao 520 r-., pacote e 100 grammas,
Quantidade.
Caporal 50 pacoles ouM'1 ki los.
Rolao 50 pacotes' ou kills.
Vende-se uma pequea morada de casa ter-
rea na freguezia de Santo Antonio : a tratar na
ra Augusta n. 24.


irie iePera
ate 4r _flil&
U04R4H OS MODERNOS GH\LES DE
FILO PRETO.
Superiores chales de fil preto chegados pelo ullimovapor francez, a
t_|_ los & C.
CONSULTORIO MEDICO-CIRDRGICO
DO
DR PEDRO DE ATTAUYDE LOBO MOSCOSG,
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O Dr Lobo Hoscoso d consultas gritait* pobres todos os dws J J *
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tib )s avulsos,assim como tinturas de varias lyomamisaces relos" preeossegiiiutes
Garteiras de 12 tubos grandes. 120OQQ
de 24 tubosgrndes. .. 18(5000
. da :iiu'j>i ,'rad6&. gi*OO0
da i tubos ,'rnii*a. -30J00O
> deGOtubosgrmdas. 350000
'.*. )in-so pilquer carteira conforme o jwdto <_u*b fiwr, e com os nemedi(
qae Un tubo avulso ou frasco de tfnturade meia onca-4#QpO.
Senda para cima de 12, custarao-s precos; establecidos para aftcatteuas.
Ha-ubos mais pequeos cada um a 500d*is.
LITROS
.&i
>
fl)! ir o')-1 di (nai)pittiia, *> \I nuil lie Melima HoawQpathicoda Dr* Jahr
.','il5v)lau;3 ;o:u liccioaario............... fJ{!J
\I,I6ini4-jmwtical.> Or. Harin?,....... ..... tjgw
!t.)irt)riol)'L)r.Mll)Moraes................... guuu
D-jinirio deteTimstie aladierna....... *$"
f)i a aa lias iteiteestabelecimentosao por-Uanais conheci M 1 > ''ii vamante .-aoo^mendados asp3saw%iae _. i .. ,j V,. ,.-o-; e luradores:ha tirio do netocrr que se pdaitesejar.globGs da ver-
dalftiro mata* deleite.notaveis .alastra boa 33n*rvtcrio,tintur*_dos raiis atedit*dos
Ubild matos enropos.a maisjxactae aceawda preparado, portento amaior*ner-
gi i'- ;ua s:vis effaitos.
Casa de saii'i &ra escravos.
Recebe-sesscravospara tratar de iiialquer artfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
oowro oara o que o iQnuncantejulga-seuffl;in?.tefflente habilitado.
O rita meato o mftlhor possivel, tanto na > irte alimentar, como na medica, e
fu i -ci mando a casa a mais de quatre annos, ha omitas pessoas de cujo conceito se nao
pjh hividar, que pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
' '' 'i'aira-se25000 por dia durante 60 dias ed'ahiemdianteiJSOO.
V> peracSes serlo previamente ajustadas, se nao se (uizerem sujeitar aos preco
/, < t i> >; mi n'trr n annuneiante.
r
>)
ibrlo e-iolixieo e chumo de F. P. Lebeuf e C
ra Jtontmartre, 31, em Pars.
Fabrica em Argenten!!, prs Pars (Franca).
K0\1F1G(Jl0 E FABaiC.4(l0
Ds vinhos, agurdenles e licores.
vv'i )s -Jmitaclo dos viahos de todas a'
i i -^ ".ctraeto da Me 1 >c, dose para 230
liir>; t f. 2*.t H>r.l'!.tx. 2 T, f _',. Lisboa,? f.,do Cataln, 2 .,de Porto,
aV 1i<,-;U.jI, Malaga, dose para 2o ou 30 li-
tros, i l.
Substancia . os v'ninsaiima e todos os outros. A dose para
500 litros, 50 f.
GLACIPICXCfk:Ws Inglezes, pos dos vinhos
da 1,'snanha, da Franca, etc. A libra para 500
litros. Sf.
i'/ii.O'UCAO. Pnrpirijrine para colorear os
vinhos brancos vinlios claros. As doas libras
AGUARDEXTE3.Essencia de cognac para dar
as agurdenles ordinarias o sabor eo aroma de
conac. A garrafa para 00 litros, o f.
KIRSCH EABlMTIIO.-Essenpiaie kirsch e
Je absintho, para os fazer com alcool e agua. A
garrafa para 100 litros, S t.
LICORES.Extractespara fabricar se todos os
licores eonhecidossem fogo nein alambiqu, (in-
dicar-se os que se leseja.) A dose para 20 ou 25
litro?, 3 f.
PERFUMES.ura fabricar-se os licores finos ou
commnnsa dose para JO mi -'i litros, 1 f. 25.
TODOS os outros productos para o trabalho dos
vinhos,agurdenles, licores, vinagres, etc., sao
fabricados de encommenda.
UTEXCILIOS de laboratorio e de chlmiea.
par i SOO litros. Id f.
Alguns de nossos agentes tendo ralsincado e mitad nossas preparacoes, e engaado nossos
re2ie'.es'leve-S3 exigir sobre as rolhas e rtulos asinlciaes F. V. t. Paris,
O molo As encoraraendas devem ser acompanhadaspor urna letra sobre Paris on qnalqner nutra cida-
,l>-''r. i: i. ii ,'if;n;ils i>r mu casa Tiaoacila.Diriir-se aosSrs. Lebeuf jS C. chimicos, ra
raen '.'i.'H. *n i'iris, .vi t sin. fabriciem Vr^enteil, prs Paris.
ill
a i< i'. i
francen, ra do Imperador n. 38.
Nova loja de miudezas
>--ilua da Cadeia do Rccife-o
DE
- Silvestre Pereira da Cunha & C.
Os don is destj novo estabelecimento abrindo-o
a coneorreocia do respsitavel publico, esperam
merecer desta toda aproleccao, jineta delicadeza
. se'rmdade que empregaro em seus negocios, co-
mo palo completo sortimento de miudezas e per-!
fumarias, como sejam fivelas com cintos, agulhas
mjeriaes as melhores qm tem vindo ao nwrcado,
ditas cantofas, sapat03 de tranca para horaem e
sent>ra, rap do Rio, firmo de iHerlebeek, can-'
dieiros para gaz, charutos mano finoj, bilhotes de
lotera, tillagarca e mullos antros objectos qne se-
rn enfaiiinho mencionar, sendo estas vendidos por
precos t) razoaveis que a pessoa que comprar a '
i>rieir-a vez, nio-deiiur de coatrauar a uve. sor-,
tir-se ueste novo estabelecimento.
Goke do gaz.
pitch do gaz.
Alcatro do gaz
Coke tonelladas rs. 10*000
Pitch ..... 80,5000
AlcitrSo caada..... 400
O soke recoah cidamente o carvao mais econ-
mico, torna-se por isso recoramendavel, bem co-
maiaitonMii>>riMieein immimUttmammi
dltwuaio. -PIMfc Mito arria, frn ttisapyjieiges
liwt*s a >fue-~.se orottam, tamo ^MtmiirtteKar
;ntmrcagias,HtrtatnMr' wderras^atc l'"-ttr^araa tab.rtoai Hinifluar^iQiMa-aa^aito^^agmido AMMdtfdo
conrpratlOT. _
S-o2*.3* a-S sr g -=%
r =-,_ :SB x 2 ^S ** tj T "-

a Kir.'j^j.H a
fl?
AURORA BRILHANTE
GRANDES ARHUEKS
Largo da S{
0 n. $%, es*;
flttifla tta .ra do
bo.
mmm
wim
e



.s-s-ss^r
t Si
a.'
^
-zfn

Francisco Jos Germano
RA NOVA X. f,
acaba de receber um lindo emagnioe sortimento
de onilos, luoetos e binculos, do ultimo e mais
apurad > gosto da Europa.
Enfeiles a Mara Pi,
A loja da Aurora na ra larga do Rosario n. 38,
r < ibeu granae e variado sortimento de enfeites a
M tria Pa para cabeca, dos mais modernos que
tem r hegado.
Pcntcs de tlia-leraa par t atar cabello.
'mes de dj ilejtf p ra atar calillo pois o ul-
U.ii i ;r istu i|;i.-. agora se u.i.
Lionas le crochel de deferentes Rrosura.
Vollas atoes u Mara Pa, r.eos finios de flus
larcas com v^lasdoora*. flAalmente surtimento
imial a sle s n mira na toja d Anrora rua
I i.ir' i dd Rosario n. 18, o qual serapre se encontra
l>r<-,n);.i.> as ord.s de qualqaer fr^guZ que fr
C-.n ilinlwiro, quem dovidar mande *er para jus-
Udcar arferdide."
' Vende-te a luja de calgado da rita
larna do Rosario n. 12. com toda a ferra-!
meuta, constando de imcbinasp ra cozer o
propno calcado, ditas pa a cortar sola tanto
para eticado de sen hora com) de hornero e
meninos: quem pretender ilirija-se a mes-
eta que acitara com quem tratar.
" Vende-se a encllenle loja de faiendas do
Pisseio Publico n. II, com poneos fundos : os pra-
lendentes dirijam-so a ra do Trapiche n. M.
2oSSsb-8
S o
1 3 *:
M a> _. -,
3 o o
P*g
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f S.I<
O EO
"O ce
09 -1
09 5
OJ
Uma familia que se retira vende orna. moHIia
de amareWo J usada, trm de eosinha, louca de
alraoco e jantar azul, ama mesa de jantar de aroa-
rello ps tornfados, masas peqnenas, commodas,
cama de casal e mnitei outros objecios o qne todo
se vender em conta : na roa dos Pires n. J.
Largo da Sarita^
Cruz o. 84, ea
ESFECIAES # da "**
rn '.novopropreurto- do ji multo acreditado armazem deTT(na^oTafndmlne^tu-
roia BriiDanle.eonUna a ur o mesmo sortimento de eneros de prlnwira qualidade.
A eguinte tbeUa airvir*' a todo* de base para a]nste 4e comas aos portadores.
nai^ *v*Sl',m MM*M<**Bdera' mais barato e melhores do que a Aurora Brilhnte, ja"
.peo^tanqe sprtiflwitoque^m^ja'mwsrao porque sea dono so deseja tir3r diminuto lu-
cro quaptochegue naa.Accuraular as despezas do estabelecimento por isso deixe-se a-
ant Ps "' prspnelari0 MjlOifaier toda,a diligencia, afim de servir bero os seu cons-
DE
PSSS* ,k*raS dech0,r'CW "RitQ novas,
Ditas grandes com peixe em postas Jnteiras,
TA'oo iaa,Wa,le a .**0QQ, jl^JSO e
ISJJ? 5 eXCeUen,e PetiSCOR^fri-
[Ditas com ervilhas novas, ensopadas, a7,2Q rs.
itascom favas,^6i0 rs.
.Ditas comamelasa!rfli00, 13800 e 3300.
IDlUis,comjnai!miadauo.afa>>ado 'fabricante
.Abr^u^a 7*10^8.
SDjtas.coiii massade.lmate, aoOO-rs.
5 ls00" I.*08"16 comadre, oos, mtfM,
bDl'\sp-/nl)o|jrib*d* soda muito novas, a
Ditascombiscoitiooosjqgleies de amUae^ua-
5 iiuaues, a'I^^QO.
P iocoUte.
Laixinjias comamiias enfeitadas rupfias
K> para pumo a l2O02800 e WiOO.
5u'0,clate superior muito -novo, a,ubM.ue
880 a 15000.
.Macarrao,tlj)arianie;aitria.aarella,alibra
i a 400 rs.
! Ditoditodita branca, a libra a 400.r.
Caitas com estrelinha, pevije, e outras mas-
t sas, a caixa 3S500.
'Ditas dita em libras a 640 rs.
[Sag, a libra a 360 rs.
fSevadinha para sopa aMbw, a 2A0.rs.
Ervilhas seceas, a libra a 160 rs.
jDias descascadas,* hura a1500 f s.
i Tapioca muito nova, a libra a 280 n
'Parinha de araruia verdsdeira, a libra a
500 rs.
Vinho Trde saperiv.
A caada a 3J000 e a garrafa a 400 rs.
.na.
Sacoas de -4 arrobas, a .vierdadeira de se
ens-ommar, a arroba.a 3J00 e.a libra
Ots.
Sabao massa, a libra a 300, 240 e 280 rs.
Fariaha.
Saccasgrandescomfarinhade Goianna mui-
to nova, a 5*000.
Cf.
Cafdo Romuitosoperior, a arroba a 8jJ,<
8500e 9*000.
Ca.
Cji.tenws nestes gneros o mellior possLveL
hyson, a,libta^^*600.
Dto,parola.A5*000.
Hito uxim a 2*700. .
Dito hyson muito fino a 2*800.
Dito redondo a.2*500. ^ .$
Dito preto de primeira qualidade a 2*300. y
.Dito mais baixo a.2*000 e 1*600. 'S
Brva mate. n
Exeallent'2 h medicinal, a libra a SMrs.
Esnermaeete.
O masso com 6 vellas de espermacete a 600,n
OiOe-720-rs. 'fi
Passas.
Caixas de 16 e 8 libras de passas novas pro-Jj
prias para mimos a.4* c 2*500.
Nozes.
Nozes,a libra 160 rs. e arroba a 4*0C0.
Alpisla e paineft.
Alpistae painco, a arroba 4*000 e a libra a.
160rs.
Cartas.
[Arroz do Maranhao, em saeco, a arroba a
2*400 ea libra a 80 rs.
jDito da Indias, Java, garroba a ^*()0.e a II- Cartas unas nara.jogar. a duzia a 2*500.
braalOOrs. | Caslanlias.
Coucinho de Lisboa a,900 a arroba e a 3f0 Castaohas novas vindas neste vapor, a arro-
rs.a libra.
(Dito de Santos, a.arroba 7*000 -e a. libra a
260 rs.
.Hollioscora taocebolas,gTaBdes,.a,|380.
Mostarda franceza, caixa com 2 duziasa
> '7000.
1 Frascos com mostarda preparada em vinagre,
a400rs. I
Ditos com conservas ingieras e francezas a n'la franceza nova, a libra a
640 e 800 r Z franceza.-., a ^ ^ m barrs e mci0J. dUos> ,bra
Joitoscom sal refinado fino, a 610 e a 500 rs.! .850 rs- ,m,.
Ditoscom a verdadeira genebrailelaranja, a Dita para tempero a *w r.-.
ba 4*000 e a libra a 200 rs.
Azeitonas.
Barris com azeitonas novas a il*300
Manleiga.
Manteigauper'or, n lihra a 1*281.
Dita mais abaixo a't*200.
Dita menos superior a I* .
a libra a 88C
10000.
{Ditos dea garrafas de ffollanda verdadeira,a
' 640 rs.
Botijas com dita proprla para negocio, a
J 400'rs.
IGarrafoes com 2 gales com dita, a 6*.
iServeja boa, marca, a 500 rs. a garrafa, e a I ,maco Daulado, a resma a 15800.
duzia a 6*000 ifiSSo zo de linho, a resma a 4*500.
'Vinho muscatei deSetubal, a garrafa a 1*.
Marrasquinho verdadeiro, frascos a 80C.rs. e
Qneijos.
Queijos novos viudos neste vapor a 2*800 e
3*000.
Ditos londrinos muito novos, a libra
1*000.
Papel.
a 1*200.
iChampagne, a duzia 20*000, e a garrafa a
i 2*000.
3 Azeite refinado portuguez e francez, agarrafa
' a 1*000.
Caixa de vinho Bordeanx muito superior, a
} 7*. 8*. .93 e 10* a caixa.
JDitas com dito branco, a 7* caixa.
.Ditas com dito lagrimas do Douro verdadeiro,
[ a 20*.
'Ditas com duque do Porto verdadeirra
. 18*000.
jDitas com ehamlsso superior, a 14$.
'Ditas com Porto velko e outras muitas mar-
cas,, a 12*.
Vinhodo Porto da pipa,a arra/aa 640, 720
| e 800rs.
.Dito.de Lisboa muito bom,ananada a 3*200,
j 3*500 e 4*. e a garrafa a 500 e 560 rs.
Bito da Fljrueira, das sagulntes marcas (N.)
(J. A. A.) (J.L. G.) (O. M.) a caada a
) 4*500, e a garrafa a 560 e 640 rs., deste
IDitos de marcas mais desconhecidas, a cana
i -da a 3*500 o 4*000, e agarrafa a480e
-520 rs.
VlnhobrancoSno, aifarrafa a-640rs.
fDIto de'caj 'multo snperior, a #Tafaa
800 ts.
Dito de peso llzo e pautado, a resma a
2*500. -j
Dito deembrulho.bom a 1* e 1*200. (
AZEVEDO FiMES
Ba da (adeia do Hccifo, esquina ladre de Dms.
Presten ^wi^o ao (Jiscurso do Bo.
A loja do Balo todas as semanas reforma o seu anouncio em consequencia d
constantemente receber novas fazendase novo sortiawnio de roupa feila, os seosprecos-
so os mais moderados como j nipguem ignora, as fazendas que nao levam preco marca-
do porque ha diversas qualidades e diversos precos, e em loja alguma encontrar o pu-
blico um to completo sortimento de fazeodas e.roupas feitas, e nao ha vendo a obra que
o freguez procurar toma-se a medida e em 24 horas estaro salisfeitas as exigencias do
fregmez.
Pede-se attengao.
Chapos de sol com 16 asteas a 12$.
dem idem com 12 asteas a8.
dem idem denominados acadmicos, fazenda.inteiramente nova com 12 asteas a
125, por este preco s na loja do Balo se enconlra.
Bales de arcos para senboras, os melhores que lia a.3.
dem de arcos e de musselma para meninas a 2;?, 25500 ,e 3$00.
Vestidos finos a Mara l'ia a 1 '*<>.
dem dos ttais modernos que lia de;flores matizadas a 18^.
dem com barras, fazenda anda nao vista em Pernarabuco a 24.
Pecas de cambraias que sempre se vendeo-pord^, nharo vende por "1.
Chitas preclaras que todos vendem.por (JAO-rs., o Balso vende a 560.
dem da .Brsma qualidade, porm de ou'ros pa Iroes a 440 rs.
dem escuras a 300 rs. estao-se acabando.
dem estreitas a 200 rs. s na loja do Balo.
Las de accento escuro com flores matsadas denominada pelas senheras que j
compraram (13a econmica.)
Cambraia de cores as maisflnas a 800 rs. a vara.
dem de cores com quadros brancos a 5C0 rs. a var?.
Madapolo a 8$ a peca, que vale 9, tambem ha fino.
dem francez proprio para saia de senhora a 560 rs. a vara.
Camisas de meia muito finas a 22)5 a-duzia.
Meias cruas para homem de 6> a 8 a duzia.
Camisas de pregas largas a 2f55flO que todos vendem por 3/*'.
dem nglezas tle IdIio muito finas a 48 ou 5& a du;.ia.
dem de flanella de cores muito finas.
Calcas de casemira pretas c de cores de 7$ a 12$.
Paletos de casemira de cores c prctos, a 10$. 11 u 12&.
Colletes de casemira e de brim branco os melhores que ha.
Calcas de brim bra-co muito finas a 4500, 5 e Ifi.
Paletos de alpaca branco a 5$.
Mantas modernas para pescoco-de homem.
Collarinhos de papel de cores a 800 rs.
dem brancos a "400 rs. a duzia.
Laa preta para luto e de todas as mais cores a 500 rs. o corado.
Ceroulas de linho com doas costuras.
dem dealgodo a 10600.
Cambraias para forro de vestido a 2#600 a peca ou a 300 rs. a vara.
Chales de'iiprin^ osl-impnHn qno.<fii">m o ..^.^j~ r -- --
tarem um p uco desmaiados por ter estado a mostra, :por estes preeos so na loja do
1
&
Vinho lladeira. &k I
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma- jji) j
deira a 1*500 e 2*000.
Temperos.
Folhas de lonro, pimenta do reino, comtnlio
e cravo,* libra a 400 rs. ,
Velas de carnauba. <
Massos com 6 velas de carnauba reflnada a
480-rs.
MMMS.
Amendoas com casca, a libra a 320 rs.
Doce.
r/Caxoes de doce desolaba, grandes a 1*400ff
e^equenos a 640 rs.
lijlos de limpar.
MACHINAS IffiPATENT
de raballiar ivo para
d escarocJir algodSo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAH
Tijolos de arear facas a 140 rs.
Gran.
que j est engarrafado elacradocomo rjUziasde bioes degraxa n. 97 a 2*000, &
rotulo do armaxem. ae |alas a i*000, e os boioes a 240 rs. ca- f
da um, e as latas a 100 rs.
Gharntes finos.
Gharutos finos dos melhores fabricantes da.
Baha por diversos precos, caixas e meias|
caixas.
km
E grande qnantidade de gneros tendentes
ti estes estaMecimentos, qne deixam de an-
nunciar-se.
>s&
Vende-se urna negr nha de 10 annos, muito
esperta e sadla : no pateo da raalH de Santo An-
tonio n. 8.
COHTIMABOS BOliOAOOS
N. 11Roa do OneimadoN. 11
A-e*eeabelecimto*hegou'Olimamo* da Europa nm grande^e wiato sorti-
mento de coninados bordados o qne ha de mat* gosto em desechos e bordados.
Lindos bonete de pama de llalla pan se*>rM.
Chapos ehapehnas de palha de Iulta Itomente enfeitados
Chapeos Quos da seda para caneca de horneas Wiapos de sM de seda mglezes .ae
8, 12 tC astee.
Bonrnus e chates 8e ranfla pretes superMPes.
Pelisses 90UtMharques de seda preta pwa senhoras.
Mi da lia d bwras de H* 22* deHKi sl.
Biteea de arco*4eissertoa fino?, manguitos e caratsinhas.
Saias bordadas muito snneriores. .,,,:.,,,.,.
Moireantique preto, grosdenaple preto e de cores, panno preto fino de diversas qua-
lidades e casemiras pretas e de cores.
Lavas de pellica para bomam e senhoras. --
B muius outras fondas que mo se vende taateu loja de Angosto Fredenco
dos Santos Porte, aonde tamben se vendem aaelhores e mais b.ratas
Esteiras da India ifra forrar stilas
N. ll~Rua do Qitioind^'N. \\
"35
Tafftso lriuios
vendem gesso em p para e>tuque de casa*, ljelos
finos de idilio diversos para ladrilho, aiulijai do
diversos gastos, lijlos vidraio para prele da co-
zinha. canos de barro para esgoto, cemento era
arris de W arrobas.______________________'
Vender uma tabella de jogo de bolas, mon-
tado do aniifi armawra do sol na roa da Concor-
dia o. 36: qusm pretender, dirija-se ao.caos do
llamos n. 3o para tratar.____________
H astros para bareafii
Tem para vender Antonio da Silva Ramos, na
ra da Praia n. 78, armazem de carne.
0 6STEL10 DE MASVILLE
Traduiido do francez por A. J. C. da Gru.
Veilde-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 2350C
ua praca da Independencia, livrarians.
6 8.___________________________
Ciaaabra de lolianda em fra*-
liielra.
Chegou a genebra verdadeira do Hollsnda. mar-
ca VD, e vende-se somonte no armazem de Rarros
* Silva.
Estas machinat
podemdescarocar
qualquer especii
de algodao sen
estragar o tic
sendo bastante
duas pessoas par
o trabalho; pdt
descarocar un
arroba de algo-
dao em earocc
em 40 minutoi
ou 18 arroba."
por dia ou 5 ar
robas de algodat
limpo.
Assim como machinas para serem movidas por
animaes, que descarocam 16 arrobas de algodc
limpo, uor dia; e motores para mover uma, duas,
entres dessas machinas.
Os raesmos tem para vender um bellissimo va-
por que pode fazer mover seis destas machinai
mencionadas; para o que eonvida-se aos Srs.
agricultores a virem ver e examina-lo, no arma-
zciu de algodao, no largo da poute uova n.47.
teinders Brotliers A. C.
'!. II, prapa deCurpo Maute
RECITE.
Os untaos agentes peste frait.______________
Eival sem segundo
Roa do Qaeimado n. 4, loja de miudezas de Jo9
l Azevedo Mala e Silva esta disposto a vender mui-
to barato que admira, pois seus freguezes ja eslao
scientes que o ha segundo competidor.
Pegas de cordo para vestidos a 20 rs.
Capachos redondos e corofiridos a 300 rs.
Talheres para meninos a 240 rs.
Dudas oV facas e farfo a 2*VOO.
Ditas de cabo preto era va do a 2*000.
Banlhos Trancezes muito finos a 200 e 240 rs.
Grozas de boiSes de louca a 160 e 200 rs.
Caixas com soldados de chumbo a 120 e 200 rs.
Bunecos de choro pequeos 160 rs.
Varas de cordo para espartilh a 20 rs.
Duzias de colheres para cha a 800 rs.
Dnzias de colheres para sopa a 1*500.
Ditas de metal principe de cha a 2*000.
Ditas para sopa a 4*000. ^_______
Vende-se a taberna da ra dos Acouguialis
n.20 : a tratar na mesma.______________
DROGARA.
31Rna] larga 4 Btsario34
Bartliolonieu Francisco deSooza C.
Vendem:
Acido actico puro para retratisias.
Esmaltes para ourives.
Papel para forrar casas.
GurnicSes avelludadas.
Tinta brancasuperior em lata.
AlvaiadeVeneza, fino, em pies._______^^
120 e 600 rs.
Rival em seguado.
Frascos com agua de -olonia 120
Duzia de thesouras para costura 600
Caixai de soldados de chumbo a 120 e 200
Na ra do Queimado n. 49.
Vende-se
na rna das Cruzes n. 23 jnneo e palha, mais bara-
Ito do qne em outra qualquer parte.
'DE
Florida.
para restabelecer e conservar a'Cr natural dos ca-
bellos.
A agua-de Florida nao uma tintura, factoes-
sencial a contestar, a mesma agua dando a cor
primitiva de cabello. Compostas de plantas exti-
cas e de substancias inoftenslveis, ella tem a pro-
priedade de restituir aos cabellos o principio co-
rante que elles tem perdido.
De uma salubridade inconlestavel, a apua de
Florida entretem a limpeza da cabeca, destroe as
caspas o empede os cabellos de cahir.
Oleo de Florida
Com posto de substancias vegetaes exticas, elle
eonfribue pederosanwnte, com a agna de Flo-
rida a fur.ea, a belleza e a coneervacao dos cabel-
los.
Em Paris casa de Guilaor n. 112 ra de Rechi-
nen e 21 boulevard Montmartre.
Todos os frascos no tendo intacto e clare, e tin-
ctre prateado da casa, reputado falso.
Deposito ra do Imperador pbarmacia n. 38.
Binas hanborgRe/as.
Ven'de-ee na m* "n n. VI.
No armazem de fazendas ba-
ratas de Santos Coelho,rna
do Queimado n. 19, ven-
de-se o seguinte:
Lences de panno de linho a 2*400.
Ditos de bramante de linho de um s panno a
3*900.
Cobertas de chita da India a 2*300.
Lencos de cambraia brancos prjimos para algi-
beira, pelo barato preco de 2;000 a dozia.
Pecas de bretaima de rolo com vaTas a 3*800.
Ditas de cambraia para forro le vestido, com 8
varas, pelotaratisdmo preco de 11600.
de 3|S00 a duzia.
Algodn entestado cflM 1 \\t palmos le iargWa a
15-200 a vara.
Corles de laa fe lindos costos com 15 covdos a
Pecas de cambraia adamascada com 20 varas, pro-
pria para cortinado, pelo barato preco de II*.
Fil liso Tino a 800 re. a wa.
Dito rom .lpicos a 1* a vara.
Tarlatana branca lina a 800 rs. a vara.
Atoalhado de algodao adamascado a 2*200 a vara.
Dito de linho a 3*200 a vara.
Lazinhas lisas de todas as corea, pelo baratissimo
preco de 500 rs. o covado.
Pecas de cambraia d salpicas beticos e de cores
com 8 1|2 varas, peto baratsimo pre^o de
4*WQ-
Baloesde 90 arcos 3*500. de 25 a .1*. de 30
3J50O, de 35 4*. de 40 4*500.
Toalhas felpudas a 13* a duzia.
Esteiras da India de 4, 5 e 6 palmos por menos
preco do que am aira qualquer parte.
Neste armazem se encontrara um grande sorti-
oiento de roup feto por medida.
Admiravel pechincha!
Mocambiqne a 300 rs. o covado, na teja
do pava*.
Vendem-se os mais bonitos rooeambiques de pu-
ra laa proprios para velidoi aoutembarquec,
sendo de quadrinhos de Mstras e lisos, fazenda m-
teiramente nova, em padres e moito proprias pa-
ra a senboras que frequentam o mei Mariano,
porqne esta fazenda Ibes facilita fazerem por pon-
co dinheiro vestidos mnilo decentes para qnalqner
acto, advertindo-se qne este baratissimo pre?o
devido agrande compra que se fez desta nova fa-
zenda, que se vende a freze tosIBes o covado : na
foja do pavo, ra da lmperatm n. 60, de Gama &.
Silva.

i
r:
ILEGVL


IHarlo de Pernamrmco ... abbatto t de Halo de 194&
\
0
DQ-

ESTABELEOIDO A IDA NOVA N. 60
AO
IlESPEHVVEIi PUBLICO*
A apreciado dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-
zem da Liga establecido rus Nova n. 60 um magnifico sortimento de molhados,
que sendo em sua maxira i pacte mandados vir directamente de eslrangtiro podem ser
vendidos por presos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que este novo nteressante estabelecimento seja o
primero e nico em seu genero, pde-se porm affiancar, com toda a seguraba de que
nenhum outro o exceder no restricto cumprimento das seguinWs promessas:
A
46 patuca
en o menor coBsratv-
ginaeno se entregar o
Importe do genero que
nao agradar.
ATTENCO
O precos da seguate
tabella para todos, po-
dendo asslm servir de ba-
se para o ajaste de eontas
com o portadores.
1." Delicadeza no trato.
2.j Rdelidade no peso.
3;' Sincerkiade nos presos.
As pessoas que por sua.posico social gozam de certo tratamento, acbarSo nesta
casa os melhores queijos loqdrinos, cerveja, vinhos fisiswmos mapteiga e ch.semprede
primeira qualidade. etc., etc.
Qualqaer qae seja a condico do freguea, elle deve contar que ser sempre mili-
to bem servido.
Aquellas que sao pouco favorecidos da sorte farao mensalmente um,a economa de
muitas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se lhes vender o arroz, o caf, a man-
teiga oassucir, etc., etc. de boa, qualidade pelo preco que em algumas partes nao po-
dem ou nao querem, vender..
Os senhores de fonda cidade, dos arrebaldes ou ceqtro. que comprara para ne-
gociar, deven vir, pelo seo proprio interesse, a este.estabelecimento para se convence-
rem do quanto se pode vender barato.
Para os senhoft'S que compram para, tornar a vender existe um sortimento espe-
cial, escolhido por pessoa. entendida que certamente muito de7e agradar aos senhores
compradores.
Nao se tem poupadp sacrificios, nem se deixar,, de fazer a diligencia para agra-
dar a todos.,
PELOS SEGUINTES PRECOS SO SE VENDE
A DIMIIEIRO A VISTA:
ALPISTE E PAINgO.t.UQ rs, a liba.
AMENDOAS novas a,28o rs. a libra.
AVELES a 240 rs. a libra.
ARROZ de 90rs, a libra a,..
AMEIXAS francezas..em latas, potes, fras-
cos, bocetas, etc etc.
AZEITJS doce a;600rs. a garrafa, cadada a.
ij MARRASQUINO de Zara.
RANHA de poroa,660 rs, a libra, empor- MARMELLADA de diversos fabricantes

MANTEIGA ingleza e franceza ala, 1*5120
10280 e em barril faz-se grande abat-
ment.
MAGARRO a 400 rs. de 8 libras para cima
a 360 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE a 600 rs. a lata.
MOSTARDA ingleza a 800 rs. o frasco.
cao faz-se abate,
BOLACHIMJAS dobeato Antonio a
BOLACHINHAS de soda lata grande a 2,000
ris
BISGOITOS inelezes em
mu v<-.iu\n-'\S'priHeipe
latas <1a gftfi -
Alberto a 2,000rs.
CHOURigAS m lito novas a 800 rs. a libra.
GAF de 260 rs. a libra.
CHOCOLATE francez a 800 rs. a libra.
CHAMPAGNE das marcas mais acreditadas
a 25,000 rs. o gigo.
CHARUTOS de todas as qualidades, suissos,
americanos, bahiannos, fluminenses, etc.,
de 1,400 a 10,000 o cento.
CHA IIYSSON de 2,200 a
COPOS lsos ladidados de todos os taa-
nnos a
D
DOCES de todas as qualidades.
E
ERVILHAS seccas e em latas portuquezas e
francezas.
F
FARINHA de araruta verdadeira a 800 rs. a
libra.
FARINHA do Maranho ou tapioca a
FARELLO de Lisboa a 4 e 5,000 rs. a sacca.
FAVAS portuguezas em lata a 600 rs.

GOMMA muito nova e alva a 140 rs. a libra.
GRAO DE B1C0 a 420-rs. a libra.
GENEBRA delaranja a 9 e.l0,4>00rs.
CENEBRA de Hollanda im botijas, frascos,
garrafas, etc.. etc.
diversos precos.
P
PEIXE em latas a 1,000 rs.
PERAS SECGAS a 600 rs. a libra
PA4C4.Q .v...:.. uviu a OZU I'S. 3 HOra.
PRESUNTO para fiambre.
t
QUEUO do reino de 2,000 a
DEM londrino.
IDEM suisso a 800 rs. a libra.
DEM prato a 800 rs. a libra.
H
SABO MASSA a 160 rs. a libra e grande
abate em caixa,
SEVADINHA a 200 rs. a libra e 8 libras se
far grande abatimento.
T
VINHO tinto de 360 a... garrafa.
VINIO tinto em caada de 2,560
VINHO branco em caada de 3,500 a
VINHO verde a 4$ rs. a caada.
VINHO Bordeux em caixa a 6.000, 7,000 e
VINHO de Grave a 6,000 rs..a caixa.
VINHO Cherry a 1,000 rs. a garrafa;
VINHO do Porto de todas as marcas e todos
os precos.
VINHO Collares a-800 re. a garrafa.
VINHO tinto, neste genero ha constantemen-
te 20 a 30 pipas ao torno de diversas
qualidades e diversos precos.
VINAGRE em ancoretas a 15,000 rs.
VINAGRE em pipa a 160, 200 e 240 rs.
VINAGRE bronco a 400 rs. a garrafa.
VELLAS- de carnauba a i3 e 13,500 rs. a
arreba.
i Oraide ariuazem r tintas.
j RA IMPERADOR N. 22.
O armazem de -hutas um grande deposito de
; productos chiiBiuos uiensie e os mais embregados
e usados na pharmaia, pintura, \ ilioKyraphia. tin-
lurana, py rolechinia [toaos- de u-liciej o e ta oulras
adestras.
Montado em grande escala, e supprmdo-se di-
rectamente, as principaesdroganasde Pars, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa, podo olfeieceer
productos de plenaconflancacsati-faztr qualquer
encommenda a grosso trato e a retalho, por precos
razoaveis.
Prvidos de machinas aopropriadas satisfar
com promptldao qualquer pedido de tintas n.odas
a oleo,cuja qualidade e pweza de SSW mgr dien-
tes poder ser examinada pelo consumidor, o que
nao fcil fazer com aquellas que s5 Importadas,
e que se encontram no mercado em latas !<*< hadas.
Tem grande collefcim de Mrca de ftrunei
formatos, desde uma oitava at dameti capacidade; de vidros para vldraca.- e diamauUfs
para corta-Ios; depiuceispara fingir madeia com
propriedade e outros; de papis delirados e ca-
teados e tomas de gelatina para ornanunto; de
papel grande e pequeo formato de vanas i ores
para embrulho, para forro de caca, pava ce.-eieo
com fundo j feito;de papel albun-inndo e Brisiui,
verdadeiro saxe para photograrhia e rara ftttrar,
e outros ; vernizes de espnria para cuadros, de
Senhorr*,r senhoraa, o aceio que presidio aos arranjos oeste.novo, estabelecimento, e mais que tudo apromptidao e intei-!>"> para madeira, copaiipara o intwwr. ex-
rezacom que- setSoliaU^figtvida a urna visita ao mesmo, cestos de que sem duvida-me dar3.o a protecc-lo e preferencia na com- Lu.?B' Sie0 frs!i0', ok, f,,f,:,,ivi\'l,;'1' 'imt ' pra dos gneros que precisara* quando n5o possam vir podtMo mandar seus portadores, atada que estes sejam pouco praticos, SSefro' mfi^^SfJSm^
po>s sep5o to bem senidoscomo se viessem pessoalmente, bavmdo para, com estes toda recommendacao, afim [de que nao vao em "s de varias core' tintas vgeim, w.ifeiw"-
tra partjP.
.\Jeiia, macarxo, e Ulharim a ico rs. a, li-
RUA DA CADIA DO REC1FE N. 53
(i.ogo passand* e arfo s Cometelo)
PARA BEM PE, TOOS.
Superiores cortes de moirs preto com barra, o qne ha de melhor gosto em
Pernambuco.
dem de gorgurSo pretc adamascado com barra a imperatriz Eugenia,
dem de gorgorSo de seda bordados com barra.
Superiores moirs pretos e largos 2,5400, 2jl600, 3, 3,5500, 4jJ, #, 64,
7^ e 8iJ o covado.
Superior gorgurto de seda preto, a melhor fazenda que ha para vestido.
Sarja preta de seda,
dem preta hespanhola.
dem idem avrada a 2)5 o covado.
dem idem lavrada muito superior.
Completo sortimento do grosdenaple preto a 10500, 10800, 20,20500, 30,
30500, 41, 40iOe50. S
Pannos pretos de superior qualidade de 30 a 120 o covado.
Casemira preta de 10600 a 50ro covado.
Lindos chales, bournus, algeriennes e retoudes de fil preto.
Mantas pretes de fil e los pretos.
E mtwtas outraa fazendas de superior qualidade na loja das Colmuas
na roa do Crespo b. 1^ (te Antonio Correa de Vasconcellos & C. successores
de Jos Moreira Lopes.
Manteiga ingleza especale Me escelbida
l.ooo e 8oo rs. a libra e em barril' se fea
abatimento.
Idemfrancezaa mai*nova do mercado a 96o
rs-, a. libra e 900 i*, em barril oumeios.
Cbhyssonde superior qualidade a 2,600
rs. a, libra.
Cb perola o mais superior do mercado a
2v8oo rs. a libra.
Idemhysson muito superior em latas de 15
libias muitoproprio para negocio a 2,ooo
re. a libra.
dem hysson nacional em lata* de 1 e*li-
bras a l,6oors.
dem preto o que se pode desejarneste ge-
nero a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
Linguicas muito novas a 8oo rs. a libra e em
- barril se faz abatimento.
ChoOTifa epaioB a-9ars. 'liba.
Costellelas inglezas a 64o rs. a libra, serve
para temperar paneHa o* para fiambre.
Queijos do reino ebegados oeste ultimo va-
pora 2,2oo rs., ditos de navio devella a
2,ooo rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 8oo re. a libra.
dem prato? 8oors. a libra, e-inleiro sefaa
abatimento.
dem suisso o mais superior que tem viudo
ao mercado a 64o rsi a libra;
Ervilhas efavas- portuguezas j; preparadas;
em latas hermticamente lacradas a 64o,
Feijao verdemuito superior a 640n8wala|at
Copos lapidados para agua a'5,ooo e 5,5oo
rs. a cluzia.
dem idem para vinlio a -24o rs., e 2, ioo rs.
a duzia.
Chocolate fraflcezhespanhol e suisso a 9oo,
l.ooo el,2oo re. a libra.
Espermacele superior a 6oo e64o re. a li-
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
cradas e das melhores-qualidades de pei-
xe a 8oo, l,ooo c *,*
Vinho Bordeaux das mareas maisi acredita-
Qas que vem ao nosso mercado a 7,ooo e
8,ooo a caixa e 64o e 7oo ris a gar-
rafa.
Genebra de Hollanda a iSo rs. a botija de
conla certa.
Frasqoeirasde genebra de Hollanda a,6,8oo
e 64o rs. o frasco.
Genebra de laranja verdadeira em frascos
grandes a Mooell.ooore.a frasqueira.
Caf do Rio de Ia qualidade a 28o re. alir
bra e-8,5oo rs. a arroba;
Cafdo Cear muito superiora24o rs. a li-
bra e 7,5oo rs. a arroba;
Arroz do Maranho de 1* qualidade a loo
rs. a libra e 2,8oo a arroba.
dem ila India a loo rs. a libra e,8ooa
arroba,
dem de Java a 8o rs. a.libra e 2,4oo a ar-
roba.
Pataco e alpista a 14o rs. a libra e4,oooa
arroba.
Massa de tomatesde superior qualidade a 64o
rs. a lata de uma libra e56o rs. a reta*
lho.
Sai refinado em frascos devidro com tampa
do mesmo, a 5oo rs.
Cerveja branca das marcas mais acreditadas
que ^em ao mercado, a 5oo, 56o e 64o
a garrafa, e 5,8oo, 6,ooo e 6,5oo a du-
zia.
mwitotm annoreta de 9, inli Cevadinba de Franca muito nova, a 2oo rs.
Drtltw P. Charntos do affamado fabricante Jos Furta.
ueira e Lisboa a do- de Simas, das seguintes qualidades:
bra,e .ooo a caixa.
Massa para sopa : estrelinha, pevide e uod**-
nha branca Quamarella a, 64oi rs. a libra e
3,5oQa caixa com 8 librea.
Vtate-do Porto muito.fiao proprio para
Vinho em pipa
3i2ft,.4Qo reo.rao a,garrafa, e encanada
a 2,5oo, 3,ooo e 38o..
Viubobranco de Cisboa.de exceileste qiali-
dade a/4oo.e 5ooi. agarrafa o em cza*
da 3,ooo e 3,5oo.
Yinba branco para raiss en caixa de i- du-
zia a Siooo e 68o re. agarrafa.
Vinho do Panto das rolnores. marca que
vem ao mercado como se>am^ Lagrimas
do-oupo, ttaquedo Porto, Rainha de Por-
tuga, Duqe genuino, D. Lu?, I. Madei-
r$eee, Malvazca fio a I6,ooo, i 5;ooo,
l-2,ooo e l-o,oooa.caixa com i dnzia e9oe,
l.oooe i,5oo rs; agarrafa.
Vinho caereooo
a duziae l,5oo rs. a garrafa.
Sardiha*de Nantes a 4oo-r.oaquartos e
64o rs* as meias latas.
Bolachinbasinglezas moitonovasa 5,ooo a
barrica.e-3iO.Tej abitare
Bposicio Normal- de Ha vana, imperiaes,
Londrinos, Gnanabaras, Parisienses, Sos*
piros Delicias, a fcooo, *,5oo, 5,ooo;
6,ooo e 7,ooo a caixa ou em metas.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-
cantes, como sejam: Fiordo Norte, Ma-
nilhaede Havana, intervallos, Vencedores,.
Pasatellas e Suspiros, a2,ooo, 2,5oo e
3,ooo a caixa.
o gnac irrglez das metoores' marcar, a 8ooe
l',2oo a garrafa.
Doceda casca de goiaba a 2,ooo a lata cora
4 libras.
I Farinha de araruta verdatreiraa 32o rs^ a
libra.
Matte.eiccellente ch* para os- navegantes, a
2oo rs.
SBboltes de Franca muito grandese novas
l,8ooocento e*,2oosolas.
Palitos do gaz a 2,2oo a .groar.
Bolachinhas de soda em latas de'dlereaaTouctaho de Lisboa muito novo a 32o rs. a
qnaMdes a H3oo rs.
Gart&ea'co boofraweetmuttoproprioapa-
ra mimo- a 64o rs.
Passas muito novas em oaixinbas enfekadas
paramunoa 3yooo ri
Passas de carnada a 8,ooo a caixa e 4oo rs.
a libra.
Figos-de comadre a-24o re. alibra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Milo de amendoas a 5oo rs.
Bolachinha d'agua e saL da fabrica de Joao
de Brito no Beato Antonio, enalata de li-
bras por2,5o rs.
Ameixas francesa em fiasco de vidro com
tampa do mesmo, a 105oo.
Amoixas franoraoo em caixinbas de diversos
tamanhos com bonitas estn pas-na cai-
xa exterior,.a i,4op, l,6oo, l,8ooe 2,ooo
cada uma.
Azeite doce refinado hespanhol ou portugaez
a 9oo rs. a garrafa e lo:ooo a caixa.
Batatas muito novas a 8o rs. a libra e2,5oo
o gigo com 36 libras.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,5oo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a
4oo rs.
Nozes muito novas a I6o rs. a libra.
Molho inglez em garrafa de vidro comrolha
do mesmo, a. 16o rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
a 8oo rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes j preparada a
4oo rs, o frasco.
Lentilhas francezas, excellente legume para
sopa, a 2oo rs. a libra.
Marrasquino de.Zara propriamenle dito a
10 a garrafae Il.ooo a duzia.
Palitos.de dente a. 14o rs. o maco.
libra e 8,5oo a arroba.
Banha de porco refinada a 65o re. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sen temen tetemvindoao mercado, a 2,ooo
a lata.
Farihhado Maranho muito alva e cheirosa
a 2oo-rs. a libra:
Frascos com frnctas em calda de diversas
^ qualidades a 2,5oo e l,5oo o frasco.
Caixinbas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, a i,6oo, 2,6oo e 3,5oo cada uma.
Ruibos, excellente peixe portoguez, em
barra pequeos ou aretalko, avista se
far. o preco.
Azeitonas de Rivasem ancoretas grandes de
8 garrafas por 6oo e 8oors. a garrafa.
Azeitonas portuguezas a Soore. a garrafa e
1.5oo cada uma ancorla.
Champagne da melhor qualidade que vem
ao.mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
24,ooo e 26,000 o gigo.
Gomma de-engommar muito alva a 12o rs.
a.libra.
Figosemsextinbas a.8o rs,cada uma o 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,ooo a resma.
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
os, per diversos precos.
Amendoas confeitadas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 8oo
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa ea l,4oo e2,ooo rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa a 4,8oors. a caada
e640 rs. agarrafa.
Vinagrebrancoj engarrafado a 5oo re. a
garrafa.
vas proprias para coneitirins ; lia d< e6n b, e
olhos de vidros para imagens; tiutas era tul-ns e
telas para retratos ; tintas em pastis e em po pa-
ra aquarella; essencla de rosa superliua, de ne-
roly,jasmira, bergamota, aspice, palchonK, mbar,
bou(]aet,limo,aloaraiva,melissa, ortelan pin.cnta,
louro,cereja, aifaiema, juinpero, Portugal, lima,
ans da Russia, canella, cravo e muitos outrn> ob-
jectos qoescom a vista poderoser mosiradds.
Joo Pedro M Nucs,
Gerente.
E Venda de um sobrado $
Vndese o sobrado do. 2 andares n. 2 v^
, da ra do Padre Floriano, que tem o reu- S
dimento meosal de 42$; por [.rejo muito *~z
commodo : a tratar na roa do Raiigel n. jjks
38, sppundo andar ds 6 horas as da g*
r manbSa e das 4 da tarde as 7 da noile. m
Xa ra do Queitnado, loja do ferrapens n. 4
eede-se muito em eoata vm par de venecianas.
ESGBAfPS rGilS.
Fogio no dia 7.do correte, da casa do aba.
xo assignado o seu eseravo Francisco, cabra, tsti,-
tora regalar, grosso do corpo, a bel los nao ora-
pinhados, dente perfeitos, sem barba, ps e naos
regulares, levando.vestido calca de casemira (re-
ta,,camisa branca, palctot de alpaca e chapeo de
baela preta, alm dos referidos signaes t< n. elle.
no braco dlreito om signo salomao abaixo do tem um coracaa feto coro trata aznl.cm cojo r-en-
iro tem as 6 iniciae .-eguintes MMI IM.N. It-lii tile
23 annos da idade pouco mais ou menos, con: la ter
seguido a estrada do Borle em busca da ra.'a de
seo antigosenbor'oteoerjte'coronel Joaquim Car-
neiro da. Casta, a qul no lugar denominado
Curral.Grande da villa de Santa Anua provincia
dxi Cear. O abaixo assignado recummenda pois,
tanto as autoridades como aos capi'ies de c;n po
de qualquer lugar a captura do referido escruto,
o qabpoder'Ser eotregne no primeire andar do
sobrado b. 31 da ra do Imperador ou no :-.o da
estrada de Joao de Barros residencia do aballo
assinnado. A pessoa que o trouxer ser genero-
samente reeom pausado.
__________Joaquim ManoeI de Mira Wanderieyi
Fogio no da 8 do crreme mez. a escrava de
nomo Domingas, de idade de 30 sodos, ron os se-
guintes signaes : cabellos crescidos, rosto compri-
do, nariz regular, bocea pequea, ps pequeos e
cambados paraos lados, altura regular, tendo o ro-
lovelle do braco direilo defeilnoso; levu vestido
de chita escora e carniza branca. Consta que esta
escrava tem apparecido para os lados do Rombal:
quem apprebende-la|e levar a ra nova de Santa
RHa o. i, ser generosamente gratificado.
GOMMA NOVA.
Em paneiros muito alva a 4,ooors. a arroba e 16o rs. libra e compran-
do de um paneiro para cima se farabatimento na ra do Imperador n. 40.
Xovldade.
A 1*000.
Lques do osso, gosto moderno, pelo diminuto
preco de 1$ : s na ra da Cadeia do Recite n: K,
leja de mindezas de Silvestre Pereira da Canoa
& Companbia.
Farelo a 3#8U0
na ra da Imperatriz n. 6.
Chegaramos superiores
cortes de seda.
Agua florida e tnico orien-
tal cte Kemp.
Continuase a vender era por^o e a retalho :
na ra da Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Chromacomo
A agula branca, na ra do Queimado n. 8, acaba
de receber um novo sortimento de caixinbas com
chromacomo para Ungir cabellos, e bem assim
frascos com hydrocalletrichina, agua para desen-
grasar os ditos, coloricomo para Instrar os ditos,
e onyohromantina. para. limpar as unlias. Essa
tintura, cujo effeito rapido.e effieaz, est bem co-
nbecida e apreciada para todos qoantos della tem
usado, eos que de novo a quizerem apreciar, po-
dem, assim como aquellos, dingir-se munidos de
dinhetro ra do Quemado, loja d!aguia brutea
numero 8.
Papel efolhas para rosa
Acaba de ebegar para a loja d'aguia branca, na
ra do Queimado n. 8, um bello sortimento de pa-
pel de coros para rosas, dito verde- para folbas, e
dito tambem verde e mui fino para, cobrir o ra-
me, assim como folhas de panno e avelludadas
para ditas.
Apas de baleia para vertidos
Vendem-se na ra do Queimado, loja d'aguia
branca n. 8:
Superiores penas d'ago ingle"
zas e francezas
A.aguia branca aWw-do-fH>Dde sortimento de
penas d'ago qua constantemente tem, acaba de
receber mais outro de superior qualidade e dos
afamados fabricantes Perres & C, asslm como as
verdadeiras blco de tanca n. 134 e outraa de pos-
ta dourada, continuando porm a vende-las por
precos commodos, cora tanto que o comprador com-
pareca munido de dtnhelro: na ra do Qndmado
1oja da agula branca n. 8, onde tambera abaT-se*-
ha a venda pastas para papis^
ATTENCO NIEUS SENHORES
PABA-
Fnglo.
No dia 13 do corrente fugro de rasa de Ar.trrio
de Almeida Gomes- o negro creoulo Braulio, qne
representa ter 28 a 30 anuos de idade, aliura re-
gular, ebeio do corpo. cabello carapinbado, barba
ponca ; levou calca e camisa de riscado, p tem -ido
visto em Santo Amaro no bairro da Boa Vista.
Quem oapprehender queira leva-lo a casa do an-
uucianie, ra da Cruz n. 23, que ser gratificado.
Fngio em principios do mez de fevereiro do
correnteanno e consta.estar acoutado nesta cidada
o molequeEuzebio, escravo da vi uva rio l)r. Fer-
nando Afonsode Mello, de 12 annos de idade pou-
co mais ou menos, cor preta, secco do corpo, olhos
regulares e afumacados, cabeca um pouco grande
e meia chala, beteos tinos, denles bem alvos, ps
seceos e muito ladino : roga-se rurlauloa lulas as
autoridades policiaes e capites de campo que o ap-
prehendam e levem-o a ra da Mangueira si hrado
n. 6 qne serSo gratificados, protestando-se usar dos
melofi judiciaes contra qualquer pessoa que o lenba
em seu poder.
I Fazendas baratissimas loja da rna do Crespo n. 17 de Jas Gomes
Villar.
A nova crise commercial permute que o povo em geral nao possa comprar fazenda
caras. O propietario deste estabelecimento, amigo, que do povo em geral, attendendo a.
essas circumsiancias est vendendo fazendas por preVos quena realidadeadmira.
Correi, bom povo, a este estabelecimento, e comprai fazendas, porque alli se vende
por menos do qne em outra qnalqoer parte.
Cseasorgandyxes a280rs.o covado.
Chitas francezas escuras matizada a 260 rs o covado.
Ditas osearas muito Anas a 210 o carado.
Ditas claras dem a 240 o covado.
Ditas escuras idem a 260 o covado.-
Chrtas para coberl moito largas matizada*- a 240 o covado.
Madapoles Anos largos a 6590, 7e 8.
Chales de fil preto muito 'bons a 103000 cada um.
Chales de merino estampados a 5d00, Si e 7,5.
E ontras muius fazendas, que tudo se vender por precos que admiran).
Aviso aos capites de campo e a
polica.
2i.OS do gratiticnco per cada i-m.
Desappareceu em principios do mez de outubro
do anno prximo passado de bordo do-palhabr-te
nacional Arroto Malo, dous escravos de norre Ro-
berto, por appeido llacei, e Miguel ; o 1" de \X
asnos de idade, ppuco..m4js ou menos, crioulo, cor
fula, estatura balxa, barba serrada, um pouco tor-
todas pernas, e com alguns cabellos brancos, tan-
ta M barba como na cabeca O 2 alto, chelo do
corpo, sem barba e falla grossa, representa ter de
23 a 30 annos ; cujos escravos desconfia-se ar.ria-
rem pelos arrabaldes desta cidade : quem os ap-
prehender queira levar a ra do Trapiche n. 4.
m
A aguia branca, na-xwk do
Quefaiwudo;* B; receber:
Bonitos e grnctos aljofifes de cores par vett.
P ul se i r as de di tos de igwes o agradiTHls cores.
Voltas pretas maiores e menores;todas da conus
grossas.
Pulceiras pretas tambera de eontas.
Outras de differentes qualidades e gostos.
Brincos de aljofares de cores douradoi.
Fivelas d'aco grandes-e pequeas com ciato pre-
to e de madreperola.
Ontras graudes de differentes qualidades e re-
dondas com pedras.
Superiores cortes de seda de cor, viudos pele Bonitos leques de (madreperola redondos e de
ultimo vapor francez : na loja das columnas a rna outra forma.
do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vascon-1 Ditos de sndalo interinos e corredicos.
J cellos & C. 1 Capellas brancas para meninas.
Azeite doce refloadoem pequeas latas a 560 rs. a garrafa-: no grande armazem
da Liga.
Sacco* de $0,100 e 120 libras a 4*5,4^500 e 55 ; no grande armazem da Liga.
ECHIMM SEM IGIJA
Hadapolao muito fino cora pequea toque de avaria, por preco qae admira : na loja
das columnas na roa do Crespo n. 13, de Antonio Corroa de Vasconcellos & C.
No dia 4 de janeiro do anno de 1864. fngio do en-
genho Conceieao, comarca de Pc-d'Alho, o escra
vo Galdino, pertencente ao abaixo assignado, rom
os signaes seguintes ; idade 26 annos, pardo, claro,
corpo, figura e altura regulares, cabellos meros ca-
rapinhados, olhos pardos, sobranrelbas e palpebras
salientes, tem em cada braco um sino de Salomao,
seado o delles mal feto, junto a este uma cruz,
tosa na cabeca.uma.cioatriz de uma polegada, e em
cima de. um quario uma outra cicatriz de tres po-
legadas, proveniente de ponta de pao e queda, tem
sobre as costas algumas marcas ou cicatrices de re-
Ihadas on chicote-, umfpouco desembaracado quan-
do. falla, tem principio de carpina e car'reiro, toca
viola e barbado. Foi soldado de corpo de polica no
Recife, e levou comsigo a baixa do theor seguinte :
Seceo urbana, 2 companhia n. 50, Antonio Caeta-
no de Oliveir, filho de Agostinho Ferreira de Kri-
to, natnral delngazeira, cr parda, cabellos cara-
pinhos, olhos pardos, offlcio nenhum, estado soltei-
ro, com 30 annos de Idade, 60 polegadas de altura,
ao engajar-se. Engajou-se na forma do regola-
ment, em 17 de- fevereiro de 1862, por offlcio do
Exra. Sr. pr6ideie da provincia, datado de 28 de
abril do corrate, e publicado ao corpo em ordem
do dia 1 de majo, tudo em 1862; teve baixa do
servico por ter dado em seu lugar o paisano Joao
Pedro Perreira da Rocha. Foi escravo do rapito
Joao de Dos Barros, morador qne foi na comarca
do Brejo da Madre de Dos, e hoje morader na
Campia Grande da Parahyba do Norte, que oven-
dea em dias do mez de novembro de 1863 ao abai-
xo assignado, pelo costme de andar fngido e a ti-
tulo da forro com o nome mudado ; pelo que roga-
se a aitencao das autoridades civis e militares, nao
s desta provincia como das demais do imperio, a
apprehensao do dito escravo, que a titulo de forro,
nao tenna sido recrutado ou assentado praca em
algans dos corpos de Voluntarios da Patria, tam-
bem, p#de-se aos capites de campo e pessoas par-
ticulares a mesma apprehensao, e leva-lo ao sea
senhor no referido engenho CooceicSn, on nesta ci-
darte ae capitSo Mauricio Francisco de Lima roa
de Brnm n. 56, qae ser gratificado com 2005.
Jos Mara dos Santos Gavalcanli.
\S
X
ILEGVEL



-
Diarlo de Perianbae Sabbado % de Hala de i8ft
LfTSETRA.
UAIERLOO
(Coniinmco do conscripto de 1813.)
POR.
EUCKMANN CHATRIAN
SEoCNDA 1'AttTE.
XX
( Conlinuaco. )
Eu tinha trepado al ao nivel dos trigos,
coni as maos no chao, e vendo esse terrivel
espectculo, vendo al ao alto da eucosla,
ao p dos moinhos, grandes linhas de infan-
tera escuras, coin as armas em descanso,
proinptas para se arremessarein sobre nos,
e innuraeravel cavalleria as alas, tornei a
descer dizendo commigo:
Nao faremos nada contra um exercito
(testes, que enche as aldeias, toma os cami-
nhos, cobre a encosta a perder de vista, e
tem pecas em toda a parte : urna parvoice
meiter-nos em tal commeitimento !
E. estiva irritado, muito irritado contra os
no? os generaes.
Tudo isso nao levou dez minutos. Deus
sn!i; o que era feito das nossas duas colum-
nas : todo esse fogo que sabia da esquerda,
e essas nuvens de metralba que ouviamos
passar nos ares eram-lhes de cerlo deslina-
das.
Eu pensava que j tinhamos bastante por
nossa conta, quando o general Gerard e
mais dous generaes, Vichery e Schoeffer,
appareceram na estrada abaixo de nos,
em furioso galope, e gritando como posses-
sos:
Avanca !... avanca !...
E estendiam as espadas, e pareca que o
negocio era de fcil execaco e que tudo es-
tava em subir. Erara d'aquelles desatina-
dos que levara, os outros ao exterminio por-
que infundem em todo o mundo a sua co-
lera.
Nesse momento as nossas pegas no fundo
da estrada abriam o fogo sobre Ligny; os
telliados da aldeia desmoronavam-se, os mu-
ros esboroavam-se, e tudo ao mesrao tempo
detou a correr, com os generaes na frertie,
de espada em punho, e os tambores na
retaguarda tocando arrancada. Gritava-
se: Viva o imperador IAs balas da arti-
liieria prussiana levavam bomens as duzias,
e as de fuzileria cahiam como saraiva, e os
tambores nao cessavam o rantampan!... J
nao se va nada nem se ouvia nada, e tudo
passava atravez dos pomares, sem dar alien-
lo aos que cahiam e dous minutos depois
entravamos na aldeia, arrombavam s as por-
tas s coronhadas, emquanto os prussianos
nos faziam fogo das janellas.
Era um alarido mil vezes peior do que fu-
ra, porque accresciam os gritos de raiva ;
entrava-se as casas s baionetadas, e mata-
va se sem misericordia.
Em toda a parte nao se ouvia seno um
grito :
Nada de quartel!
Os pr. ssianos tomados de sallo as pri-
meiras casas nao pediam misericordia. Eram
soldados velhos que bem sabiam o que que-
na dizernada de quartel! Defendiam-se
al morte.
Lembra-me que a terceira ou quarta casa
de urna ra bastante larga, que passa de-
livnleda igreja e mais adiante em urna pon-
t pequea, lembra-me que defronle dessa
casa, direita, em quanto choviam na ra
grandes tellias, lousas e tijolos, e os incen-
dios pegados pe as nossas granadas enchiam
o ar de fumo e tudo gritava, assobiava e ei-
lalava de redor de nos, Zebedeu me agarrou
em um braco, cora um aspecto terrivel. gri-
tando :
Vem c!
E entramos nessacasa, cujo andar terreo,
que eslava s escuras porque se tinham fa-
cinado as janellas cora saceos de trra, es-
tava j cheio de soldados. Via-se no fundo
urna escada de madeira, rauito ingreme,
cheia de sangue; de cima partiam tiros de
espingarda, e os seus claroes raostravam, de
segundo em segundo, cinco ou seis dos nos-
sos, debrucos na escada com os bracos des-
cados, e os outros que lhes passavam por
cima do corpo, de baioneta calada, para en-
trarem no soto.
Era urna cousa horrivel todos esses homens
com os sus bigodes, as suas faces tostadas,
a raiva estampada as rugas, e que queriam
subir todos viva forca. Quando vi isso,
nao sei que colera me tomou, e desatei a gri-
tar:
Avanca !... nada de quartel I...
Se por desgraca rainha estivesse ao p da
escada, era capaz de querer subir e de me
expor a ser feito em bocados. Por fortuna
todos tinham a mesma idea, e nenhum ceda
o seu lugar.
Um \ cilio crivado de tiros subi debaixo
das baionetas. Chegando ao soto, esten-
deu os bracos largando a espingarda, e agar-
rou-se com ambas as mos b claustrada;
duas balas queiraa roupa nao poderam
ob.iga-loa descer, e alraz d'elle mais tres
ou qualro, que empurravam uns aos outros
porque cada um queria chegar primeiro ati-
raram com elle para dentro do aposento gal-
gando os ltimos degros.
Eulao ouvimos em cima um alarido que
nao se pode imaginar; os tiros eram uns
atraz de outros n'esse quarto estreito; o ba-
ter de ps e os gritos faziam crer que a casa
ia a trra e que ludo arrebentava. E anda
subiam outros.
Quando chegnei atraz de Zebedeu, tudo
eslava atulhado de mo tos e feridos, as ja-
nellas da frente tinham saltado a ra, as pa-
redes estavam salpicadas de sangue, j nao
linvia um prussiano em p, e cinco ou seis
dos nossos estavam encostados aos movis
sorrindo e olhando para ludo com aspecto
feroz; quasi todos tinham balas no corpo ou
baionetadas, mas o prazer da vinganca po-
da mais do que o mal que soffriam. Quan-
do isso me lembra anda siato arrpiarem-
se-me os cabellos:
Logo que Zebedeu vio que estavam mor-
tos os prussianos, tomou a descer a escada
repel ndo-me:
Anda d'ahi! Aqu nao ha que fazer.
E sahimos. A columna j tinha passado
adiante da igreja; milhares de tilos de es-
pingarda estalavam na ponte. A segunda
columna, descendo a grande ra direita,
tinha ido juntar-se nossa, em quanto urna
d'quellas grandes columnas de prussianos,
que eu tinha visto na encosta por de'raz de
Ligny, descia para nos deitar fra da aldeia.
E' ah que nos encontravamos pela primei-
ra vez em grande numero. Dous officiaes
de estado maor corriam a galope pela ra
d'onde vinbamos.
Aquellas, disse Zebedeu, vo buscar
pecas. E quando aqui tivermos pecas, Jos,
hasde ver se elles sao capazes fle nos fazer
sabir.
Elle corra e eu seguia-o. O combate ao'
p da ponte continuava A vellia greja da-1
va cinco horas; tinhamos diflo cabo de to-
dos os prussianos do lado de c do ribeiro,
excepto os que havia embuscados no grande
casebre esquerda, em forma de torree
com os muros crivados de buracos. Gra-!
nadas tinham incendiado a pare superior,
mas os liros de espingarda contnuavam em
baixo ; era preciso evitar essa passagem.
Em frenti da igreja a nossa forca era eon-
sideravel. Acharaos o largo cheio de tro-
pa, de arma no braco, prompta para mar-
char, e anda vinha mais por urna grande
ra que atravessa Ligny em todo o seu cora-
primento.
S urna vanguarda de columna sustenta-
va o combate defronte da ponte. Os prus-1
sianos queriam repelli-la, e o fogo de liaba.
era sem intefrupeo, como agua que corre.!
Nao se va no largo, atravez do fumo, se-
no baionetas, a frontaria da igreja, os ge-
neraes sobre a escadaria de pedra dando or-
dens, os officiaes de ordenanca partindo a
galope, e nos ares a velha agulha da torre
feta de louza, onde as gralhas redemoinha-
vam assusiadas com aquello estrondo.
A ariilheria de Saint Amand trovejava
sempre.
Entre os torreoes a esquerda descobr-
ram-se na encosta grandes linhas azues e j
massas de cavalleria marchando do lado de
Sombref para nos tomarem a retaguarda
Era l, atraz de nos, que deviam travar-se
rijos combate i espada entre os uhlans e os
nossos hussaros! Quintos d'esses uhlans
vimos no dia segrate estendidos na plani-
cie !
O nosso batalho, que era oque tinha sof-
frido mais, passava ento segunda linha.
Achamos logo a nossa companhia comman-
dada pelo capito Florentino. As pecas
cuegavam por a mesraa ra por onde iamos;
os cavados gdopavam escumando e sacudin-
do a cabera como furiosos; pecas e caixes
esmagavam tudo o que encontravam. Aquil-
lo deva fazer um grande eslrondo, mas, no
meio do troar da artilheria e do assobiar e
estalar da fuzileria, nao se ouvia nada. To-
dos os soldados gritavam, alguns cantavam
levantando urna mo para o ar e com a es-
pingarda ao hombro, mas s se lhes viam as
bocas abertas.
Eu tinha tomado o meu lugar ao p de
Buche, e comecava a respirar, quando tudo
se poz de novo em moviraento.
D'essa vez tratava-se de passar o ribeiro,
lancar os prussianos de Ligny, subir a en-
costa e cortar-lhe o exercicio em dous;
ento a batalha estara vencida! todos en-
tendiam isso, mas com a grande quantidade
de tropas que elles tinham de reserva, a
cousa era diflicil.
Tudo marchava para a alacar a ponte, e
cada um nao via mais do que cinco ou seis
homens adiante de si. Eu nao eslava pou-
co contente por saber que a columna se es-
lenda at muito longe para a frente.
O que me alegrou mais foi que, no meio
da ra, defronte de urna herdade cuja por-
ta estava arrombada, o capito Floren-
tino fez parar a companhia, e foram pos-
tados os restos do batalho n'esses par-
dieiros meio demolidos, para sustentar a
columna de ataque fazendo fogo pelas ja-
nellas.
Eramos quinze homens n'esse casal que
parece que ainda estou a ver com a sua es-
cada que subia por um buraco quadrado,
dous ou tres prussianos mortos encostados
s paredes, a porta crivada de balas, que j
nao se segurava seno em um dos gonzos,
e no fundo urna trapeira que dava para a
outra ra pelo lado de traz. Zebedeu era o
commandante do nosso posto. O tenente
Brelonville estabeleceu-se cora outro peloto
na casa fronteira, e o capito Florentino em
outra parle.
A ra estava guarnecida de tropa, de es-
quina a esquina, at ao p do ribeiro.
A primeira cousa que tratamos de fazer
foi endireitar e fortificar a porta ; mas ape-
nas tinhamos comecado esse trabalho quan-
do se ouviu na ra um estrondo espantoso;
paredes, janellas, telhas, ludo era varrido
pela artilheria.
Oous homens que tinham ficado do lado
de fra a fortificar a porta, cahiram como
por um raio. Ao mesmo tempo ao p do
ribeiro, comecaram a estrondear na ponte
os passos da columna em retirada, em quan-
to que uns dez tiros semelhantes ao primei-
ro rugiam no ar e faziam recuar involunta-
riamente. Eram seis pecas carregadas a
metralba, que Blucber tinha assentando
na bocea da ra e que comeeavam o seu
fogo.
Toda a columna, officiaes, saldados, tam-
bores, a p e a cavallo, passaram empurran-
do-se e tropecando uns nos outros, como
um verdadero furacab. Ninguem olhava
para Iraz ; os que cahi&sem estavam perdi-
dos Apenas os ltimos tinham passado
alm da nossa porta, quando Zebedeu es-
preiiou o que ia por fra, e i inmediata-
mente nos gritou com voz terrivel: Os prus-
sianos t
Fez fogo. Muitos dos nossos j estavam
na escada; mas antes que me livesse che-
gado a idea de trepar, estavam vista os
prussianos. Zebedeu, Buche e todos os que
nao tinham tido tempo para sabir, defendiam-
se baioneta.
Ainda me parece ver esses prussianos,
com os seus grandes bigodes, taras verme-
lhas e barretinas baixas, furiosos por encon-
traren! resistencia. Nunca ti ve um abalo
como ento Zebedeu gritava:
Quartel a ninguem !
E gritava assim como se fossemos os mais
fortes. No mesmo instante levou urna co-
ronhada na cabeca e cahiu.
Vi que o iam matar e o coracio apertou-
se-me. Sahi gritando; A' todo baionela t
Eis juntos cahiraos sobre aquelles misera-
! veis, em quanto os camaradas faziam fogo
; de cima, e as casas da frente comecava a
fuzileria.
! Os prussianos recuaram, mas nao vinha
longe um batalhio iateiro. Buche deilou
Zebebeu s costas e subiu cdta elle. S
tivemos tempo para segui-Io gritando :
Avia-te!
Ajadamos-1' com todas as nossas forras a
trepar. Eu era o penltimo. Parecia-me
que a escada nao tinha fim, porque j se da-
vam tiros no casal. Erafim chegamos cima
sem perigo.
Tinhamos todos a mesma idea, a de reti-
rar escada; mas que cousa horrivel I pu-
xando por ella no meio de tiros que nos
mandavam debaixo e que levaram a cabeca
a um dos nossos camaradas, vimos que era
muito gr. nde para a mettermos no celleiro.
Isso aterrou-nos; mas Zebedeu, qu reco-
brava os sentidos, disse-nos:
Quebrem os degrus a tiro.
Pareceu-nos urna idea vinda do cu.
Mas o alari lo em baixo era temeroso. To-
da a ra eslava cheia de prussianos, e o nos-
so casal tambera. Elles estavam furiosos
em todo o extremo; eram peiores do que
nos e repetiam continuamente: Nada de pri-
sioneros I
Os nossos tiros irritavam-os ; arrombavam
as portas, e ouviam-se os combates as ca-
sas, as quedas, as maldicoes em francez e
allemo, as ordens do tenente Brelonville na
casa fronteira, e as dos officiaes prussianos
que mandavam buscar palha para incendia-
rem tudo.
Por fortuna as segas ainda nao estavam
feitas, porque se assim fosse ter-nos-iam
queimado a todos.
Atirava-se ao nosso soalho; mas eram boas
vigas de carvalho, onde as balas batiara como
martelladas. Nos, uns atraz dos outros,
continuavamos o fogo para a ra, Nao se
perda um tiro.
Parece que o inimigo tinha tomado o lar-
go da igreja, porque j nao se ouvia o nos-
so fogo seno muito longe. Nos, duzentos
ou tresentos homens, estavamos sos no meio
de tres ou quatro mil.
Ento disse commigo :
Ghegou agora o meu Om d'esta nao
escapo ea; impossivel.
E nem sequer ousava pensar em Cathari-
na. O coraco apertava-se-me. Nao tinha-
mos para onde retirar. Os prussianos esta-
vam senhores de ambas as boceas da ra e
dos becos das trazeiras, e j tinham tomado
algumas casas. Mas tudo secalava; elles
preparavam alguma cousa. Procuravam fe-
no, palha ou carqueja, ou faziam avancar pe-
Cas para nos demolirem o ultimo abrigo.
Os nossos fuzileiros olhavam pelas janel-
las e nao viam nada ; a granja nao tinha nin-
guem ; esse silencio ao p de nos ainda era
mais terrivel do que o alarido que tinha
havido at ento.
Zebedeu acabava de levantar-se ; o san-
gue corria-lhe do nariz e da bocea.
Attenco t dizia elle; o ataque nao tar-
da ; os patifes esto a preparar-se. Carre-
gar armas !
Mas apenas acabava de fallar quando toda
a casa, desde o telhado at aos alicerces, foi
sacudida como se a tragasse um abysmo :
as vigas, as ripas, as lousas, tudo caliia
n'esse abalo, em quanto urna labareda subia
debaixo dos nossos ps para o telhado.
Gahimos todos de cosas; acabava de re-
bentar urna bomba que os prussianos tinham
atirado casa.
Quando me levantei, zumbiam-me os ou-
vidos, mas nem por isso deixei de ver urna
escada que de fra era deitada trapeira, e
Buche que maneja va baionetadas.
Os prussianos queriam aproveitar-se da
nossa surpreza para subirem e esquarte-
jar-nos ; estremec, e corr logo a auxiliar
Buche.
Os camaradas que nao tinham ficado mor-
tos lambem acudiram logo gritando : Viva o
imperador!
Eu nao ouvia nada, mas o estrondo devia
ser espantoso, porque os tiros da ra e os
das janellas allumiavam ludo como urna la-
bareda movel. Tinhamos deitado a escada
por Ierra, e ainda eramos seis : dous que
faziam fogo na frente e quatro que carrega-
vam atraz as espingardas e as passavam para
a frente.
Em taes apuros sentia-me sereno ; resig-
nava-me com a minha sorte, e dizia commi-
go : Faz por conservar a vida!
E' provavel que os outros pensassem da
mesma maneira, e assim faziamos grande
matraca.
Esses anciados momentos durarara bem
um quarto de hora; depois comecou a tro-
vejat a artilheria, e passados alguns segun-
dos* os camaradas da frente debrucaram-se
na janella e nao fizeram fogo
A minha palrona estava quasi vazia; fui
pedir carluxos aos morios.
Aproximavam-se os gritos de: Viva o im-
perador !
De repente a vanguarda da nossa colum-
na, com a bandeira muito crestada e esfar-
rapada, desembocou no l irgo avancando para
a ra.
Os prussianos iam em retirada. Quizemos
descer todos, mas duas ou tres vezes a co-
lumna parou diante da metralba. Os gri-
tos e os tiros de peca coofundiam-se ou-
tra vez.
Zebedeu, que espreilava para fra, cor-
reu emfim a descer a escada; a columna
passava ao canal, e deseemos todos em fila,
sem olbarmos para os camaradas, retalbados
pelos c icos da bomba, que nos gritavam
com lamentosa voz que os lirassemos d'ali.
O que sao os homens! O medo de se-
rem colhidos pelo perigo faz que sejam bar-
baros.
Passado muito tempo lembram-nos essas
cousas abomin > veis, e ento daramos tudo
por havermos mostrado mais humanidade e
caridade. Mas tarde.
Foi assim que sahimos seis d'essa granja
oude lindamos entrado quinze urna hora
antes ; Buch e Zebedeu ainda estavam no
numero dos vivos ; os de Phalsburgo tinham
sido favorecidos pela sorte.
C fora preciso seguir o ataque.
Gamio'avamossobremoDtes de mortos;
tudo era molle debaixo dos nossos ps.
Ninguem queria saber se esmagava a cara
de um ferido ou o peito ou urna perna ;
era andar sempre. o dia seguinte soube-
mos que essa massa de prussianos amon-
toados na ra do Pontelho tinha sido me-
tralbada por algumas pecas montadas defron-
te da igreja: a teima 'aquella gente tinha
causado a sua ruina.
Blucber nao esperava seno o momento
de nos poder fazer o mesmo ; mas em lu-
gar de passarmos a ponte, obliquamos
direita e fomos guarnecer as casas que se
eslendem pela beira do ribeiro. Logo que
nos emboscamos as casas, rompemos o fo-
go sobre os seus artilheiros, o que os obri-
gou a recuar.
J se falla va em atacar a outra parte da
aldeia, quando correu voz que urna colum-
na prussiana, de quinze a vinte mil homens,
. vinha de Gharleroi atacar-nos pela retaguar-
da. Ningem coraprehendia como isso po-
desse ser, porque tinhamos varrido tudo
, desde as margens do Sambre. Essa colum-
na que nos vinha cahir as costas, eslava,
j por consegrante, escondida nos bosques.
Seriam eoto seis hora e meia ; o com-
bate de Saint Amand pareca recrudescer ;
Blucher concentrava ah todas as suas for-
cas; era urna bella occasiao de tomar a ou-
tra parte da aldeia, mas a columna de que
fallava obrigava-nos a esperar.
As linhas de casas, de ambos os lados do
ribeiro, estavam guarnecidas de tropas ;
direita os francezes, esquerda os prussian-
nos. A fuzileria tinha cessado, e se alguns
tiros se davam ainda, eram tiros de ponta-
na certa. Uns vigiavam os outros, como
se todos dissessem : Respiremos um pou-
co, porque nao tarda que peguemos outra
vez a unbas e dentes.
Os prussianos, as casas fronteras, com
as suas fardas azues, barretinas de couro,
bigodes retorcidos, eram todos homens pos-
sanies, soldados velhos, de barba achatada
e orelhas muito arredadas da cabeca. Pa-
I recia gente capaz de nos por em debandada
: logo primeira.
Ao comprido das duas ras parallelas ao
. ribeiro, e tambem no ribeiro, os mortos for-
mavam duas linhas compridas; muitos ho-
mens ainda estavam assentados com as cos-
itas contra as paredes; estes, perigosamente
feridos no combate, ainda tinham licado cora
forcas para se retirarem do barulho, e ti-
, nham-se encostado s paredes onde a perda
de sangue lhes tinha produzido a morte.
No ribeiro estavam muitos em p. agarrados
s margens como se quizessem trepar ; mas
j nao se moviara, e nos escuros recantos
onde nao desciam os raios do sol, tambem
se viam desaventurados debaixo de entu-
lhos, cora pedras e barrotes ea cima do
corpo.
O combate de Saint Amand estava cada
vez mais terrivel, os trovos prolongados da
artilheria eram quasi sem interrupeo, e se
nao tivessemos estado todos cara a car.i
com a morte, nao teriamos podido deixar de
admirar esse grandioso estrondo.
A cada trovejar tinham morrido centena-
res de homens, e aquillo nao cessava ; a Ier-
ra trema.
Nos respiravamos, mas era extraordina-
ria a sede que soffriamos. Durante o
combate ninguem tinha sentido essa se-
de terrivel; mas depois todo o mundo que-
ra beber.
A nossa casa formava esquina esquerde
; da ponte, e a pouca agua que corra na la-
; ma ia tinta de sangue. Mas entre a nossa e
a casa visinha, no meio de um jardimsinho,
! ficava um poco de re.^a. Todos nos olha-
; vamos para esse poco com o seu bocal e os
I seus dous postes de pao. Apezar da me-
tralha, os baldes ainda estavam dependura-
| dos na cade a; tres homens cabidos de bar-
riga e com os bracos estendidos para dian-
te, estavam no alalho que ia dar a esse sitio;
tambem tinham qnerido beber, e os prussia-
nos mataram-nos.
Estavamos, pois, todos com as armas
em descanso e com os olhos no poco. Um
dizia:
Dara metade do raen sangue por um
copo de agua 1
E outro :
Sim, mas acola esto os prussianos !
Er? a verdade; os prussianos a cera pas-
sos de ns.e provavelmente com tanta sede
i como nos, adiviabavam o que nos queria-
| mos.
Era por causa da agua que ainda se da-
vam alguns tiros ; quando alguem appare-
| ca, era logo espingardeado. e d'essa ma-
' nera faziamos soffrer uns aos outros como
i uns miseraveis.
Havia, pelo menos, meia hora que isto
durava quando o fogo da ariilheria se esten-
deu entre Saint Amand e Ligny, e logo v-
j mos que se atirava metralba aos prussianos,
: a meia encosta entre as duas aldeias, por-
i que a cada descarga as suas espessas co-
lumnas eram revolvidas.
Este novo alaaue produzio grande agita-
Co. Buche que at esse momento nao se
I tinha movido, sabio pelo caminbo do jardim
e correu ao poco; poz-se atraz da parede
do bocal e as duas casas fronteiras comeca-
ram o fogo sobre elle, de sorte que a pedra
e os postes ficaram logo crivados de balas.
Mas ento comecamos nos a atirar para as
janellas, e o fogo travou-se outra vez de
urna outra extremidade; o fumo estendia-
se por toda a parte.
Urna voz gritava em baixo: Jos Jos!
Era Buche, tinha tido a coragem precisa
I para tirar o balde, desprende-lo e correr
| com elle depois de ter bebido.
Muitos soldados velhos queriam lirar-lhe
o balde, mas elle gritava :
Em primeiro lugar o meu camarada I
Larguem ou entorno-o!
Tiveram de esperar. Eu beb tudo o que
pude beber, depois beberam os outros, e
todos os que ficavam em cima descerara e
beberam o resto.
Foi ento que Buche mostrou quanto me
es lima va.
Tmanos a subir todos muito contentes.
Pens que eram ento mais de sete ho-
ras: o sol estava a por-se ; a sombra das
, nDSsas casas estendia-se at o regato; as dos
prussianos ainda tinham luz, assim como a
encosta de Bry, onde novas tropas desciam
1 a passo dobrado. A artilharia nunca tinha
trabalhado tanto do nosso lado.
(Continnar-se-h).
I
o cotovello encostado ao do meu amigo, fiz
um moviraento como para Ihe perguntar :
vs-io ?
E logo o seu cotovello corresponde ao
meu, e urna dupla descarga fa rolar no
desfila-Jeiro o bello leo.
Chaissaingno linha ainda acabado de car-
regar a sua carabina, j o leo morlo estava
substituido por outro.
Emprestei a minha espingarda a Chais-
saing que fez pontana ao recem-chegado e
o mandou para o desfiladeiro fazer coro com
os rugidos de dorqne soltava o precedente.
Bu eslava carregando a minha arma, sup-
pondo que o festim estivesse interrumpido,
ao menos poralgum tempo, quando umter-
ceiro leo se apresentou nossa vista. Tor-
nei a empreslar a minha espingarda a Chais-
saing, o qual fez fogo com a mesma pres-
teza, Picando o terceiro leo estendido no
solo, como se fra fulminado pelo raio.
Ao que parece, as detonaces das nossas
armas, ou, o que mais provavel, os ge-
midos dos moribundos atlrahiam aquelles
animaes em vez dos intimidar, por isso
que succediam-se uns aos outros exacta-
mente na medida do imperceptivel instante
necessario para carregar urna carabina Le-
faucheux.
Um quarto leo arrancava urna perna do
cavallo, quando urna dupla detonaco lhe
fez largar a presa, partilhando a sorte dos
seus camaradas.
Toda a gente sabe o que a caca das an-
dorinhas.
Posso ffirmar que os lees eram neste
momento attrahidos pelo pobre cavallo, as-
sim com as andorinhas cedem attracco
de um espelho.
Pespiramos todava, Chassaing e eu, de-
mos um aperto de mo.
Este aperto de mo, podis acreditar-me,
queria dizer muito.
Os rugidos, os gritos dolorosos dos feri-
dos e dos moribundos, a obscuridade da
noute, tudo emfim em redor de nos tornava
a nossa posico mui crtica.
Nao podendo por mais tempo resistir ao
fro, resolvemos voltar nossa b irraca, onde
encontrrnosos nossos corapanheiro de ca-
ca, que dormiam tranquil ament, nao ten-
do se quer ouvido as nossas detonaces
Na madrugada do dia seguinte encam-
nhamo-nos ao lugar do combate.
Dous lees estavam l eslendidos : os ou-
tros dous parecam ter perdido m lito san-
gue, Porm a grande aridez do solo tornava
difficil seguir-lhe as pisadas.
Iamos desistir deste intento, quando os
rabes que nos serviam de guias, tendo lan-
Cado a vista sobre urna leoa que se arrasla-
ra pora tomar posico no fundo de um des-
filadeiro, deilarama fugir fazendo-nos sig-
nal de que o animal estava no sitio indicado.
Avancamos, e eu via-a, fitando em mim
um elhar que demonslrava grande desejo de
vingar-se dos ferimentos da vespera.
Melti-lhe urna bala nos queixos, que lhe
parti os seas dous mais bellos dentes.
Os seus rugidos e os esforcos que ella fa-
zia para se lancar sobre nos, occasionaram
urna descarga geral : Chaissaing, o conde
Karolyi, Mr. Deichman e os mais fizeram
fogo.
Depois desta fusilera, o valente animal
anda ergua a caneca cura hm >< on
metli-lhe urna bala entre as espaduas, que
a fez instantneamente cahir por trra.
O conde Karolyi parte para Tunes.
O meu amigo Chaissaing e eu tencionamos
emprehender urna ultima campanha, na pr-
xima la.
um conflicto entre as farcas do capito de
mar e guerra Segundino eas do Paraguay ;
os navios brasileiros sao era numero de 8,
os do Paraguay 24 ; mas contamos com a
vict' ra.
UM POUCO QETUP8.
O Independant conta o seguinte sobre o
celebre Chaissaing
Cbeguei hontem a Batna, e apezar de es-
tar cansado, vou contar-lhe em breves pala-
1 vras o resoltado da nossa excurso.
Era 21 de marco, ao anoutecer, uns pon-
eos de lees estrangulavam um cavallo, pa-
ra terem a certeza de que podiam contar
'com o sustento de alguns das.
Prevenidos pelos rabes, o meu amigo
! Chaissaing e eu tivemos una irresistivel de-
sejo de presenciar o primeiro banquete des-
tes terriveis carnvoros.
En ;aminhamo-nos, pois, pressa ao lugar
onde jazia a victima, e mu perto dalli nos es-
1 condemos atraz de ama moita, porque falta-
va a clariiade da la para nos allumiar.
Ainda bem nao tinhamos tomado posse
do nosso abrigo, quando vimos aproximar-
se do cavallo morto um magnifico leo ; com
Transcrevemos do Correio Mercantil o
seguinte trecho de urna carta de Montevi-
deo :
c Aqui chegamos, depois de urna demo-
ra de dous das era Santa Catharina e de
urna viagem de tres, no dia 18. Desemba-
inos por ordem do general em chefe no dia
19 para nos aquartelarmos em um quartel
junto da cidade, quartel pequeo, que esta-
va immundo e que nao abriga da chuva;
mas que sem duvida offerece raaores com-
modidades do que aquellas que teriamos se
estivessemos acampados, expostos s intem-
peries, as quaes j sao de poaderaco ; pois
o invern ahi est com o seu cortejo de fr-
gidos pampeiros.
Tivemos o prazer de ouvir dizer a todos
que nenhum corpo ainda aqu desembarcou
mais limpo, mais em ordem, e que nenhum
marchou melhor nem com aspecto mais mar-
cial.
Hontem j o corpo teve occasao de dis-
tinguir-se. Era meia noute quando ouvimos
tocar rebate ; saltamos da cama, e sem exa-
gerarlo, em cinco minutos toda a nossa
gente estava armada ; e apezar de nao ter-
mos cartuxame:, todos queriam partir. Pa-
receu-nos, passados alguns momentos, que
era incendio ; o commandante fez sabir um
forte piquete commandado por dous officiaes
a saber o que era, e com ordem de preslar
auxilio, se de facto fosse incendio. Como, po-
rm os cornetas do 1 Io de linha e do 6 de
voluntarios nao se calassem, receiando-se
que fosse alguma sublevaco de alguns des-
ses corpos, parti um outro piquete, com-
mandado por um alferes, seguindo-o o com-
mandante. All chegando, acharam as pra-
Cas desses corpos entrando em forma, e to.
da desarmada N5o havia novdade, a nao
ser a sorpreza que causou a nossa promp-
tido.
Regressou para o quartel o segundo pi-
quete, e all debaixo de um horrivel venda-
val, esperamos a p firme as ordens do com-
mradanteda brigada, durante duas horas,
e como ja se soubesse que se tratava de um
incendio, mandou o commandante participar
ao commandante da brigada que eslavamos
promptos espera das suas ordens. A res-
posta deste foi que mandasse debandar,lou-
vando muito a nossa actividade e acertadas
medidas. A nossa genle foi a primeira que
appareceu no incendio, chegando logo-aps
a reunir-se a ella o capito Alfredi de Bar-
ros, os-tenentes Ernesto Silva e Baptista de
Almeida, e todos trabalharam com a maior
coragem e dedicaco, voltando para o quar-
tel depois de extincto o fogo
O commandante da brigada aqui appare-
ceu pela madrugada, e assegurou-nos que
estava saiisfitissmo com o corpo, eque o
general Flores nos ia dirigir muitos agra-
decimentos. Muito faremos se as cousas con-
tinuaren) assim. O commandante est mui-
to satisfito com os officiaes e soldados.
Espera-se a todo o momento a noticia de
L-se no Cruzeiro do Sul, o seguinle :
No dia 25 de fevereiro foi lido no Vatica-
no por Lord St.fford, oendereco dos catho-
licos reunidos de todos os paizes.
A resposta de l'io IX mostra claramente
cora que persistencia elle prosegue no m
principal da Encyclica, que e unir os catho-
licos era um s pensamento, e em um s
amor, afim de oppr urna maior resistencia
aos exforcos da revoluco, que tenia por to-
dos os modos dividi-los.
Eis aqui o texio do endereco :
Santissimo padre.No momento em que
todas as paxes humanas parecem, mais
que nunca, se dasencadearem contra a san-
ta igreja e contra seu chefe visivel, os calm-
beos vindos Roma de diversos paizes do
mundo, desejam ardentemente unirem-se
em derredor do throno augusto de vossa
santidade, afim de depr a vossos ps sagra-
dos, a homenagem de sua f e de sua filial
obediencia.
Nos contemplamos em vossa augusta pes-
soa. a dupla qualidade de pontfice e de re;
nos veneramos este poder temporal consa-
grado pela Divina Providencia,-mais respei-
tavel em sua antiguidade e em sua aparen-
te fraqueza, que os outros poderes do mun-
do os mais circundadas de explendor e de
forca.
Cada dia prova de um modo evidentsi-
mo, que este poder sempre, como o lem
sido desde a sua origem, necessario a liber-
dade da igreja e a independencia do poder
espiritual, e por isso ao equilibrio das socie-
dades humanas.
Porem elevando nossos olhares para essa
autoridade espiritual to gloriosamente exer-
eida, desde ha vinte annos, por vossa santi-
dade, agradecemos ao Divino Fundador de
haver constituido, nesta caderra indefectivel,
a fonle do ensiuo c o laco da unidade, nes-
te momento sobretodo que ainda soo em
nossos ouvidos as palavras da Encyclica, pa-
ra sempre memoravel, na qual vossa santi-
dade, esclarecido do alto, condemnou os er-
ro* deste tempo, medindo juntamente a ex-
tenso' do mal e a opportunidade do re-
medio.
A' vossa palavra sagrada o catholicismo
inteiro se subemette < om urna religiosa do-
cilidade, convencido que na aute ridade do
pai dos fiis e na obediencia de seus filhos,
se acha as meluores garantas para a liber-
dade no bem eo progresso, em cuja ordem
a igreja tem lomado sempre a iniciativa.
No meio das lulas que se grupo em tor-
no da cadeira de S. Pedro, nos nos unimos
com emoco s oraces da igreja ; mas sem
espanto, esperando que a voz daquelle de
quem sois o vigario, ainda desta vez ser
acalmada a tempestade.
A serenidade que raia em vossa pessoa
constancia necessana para supportar b^^i u-
vaces, que a Providencia ainda nos pode-
ria reservar.
E' em taes sentimentos que prostrados
humildemente aos ps de vossa santidade,
imploramos a bencQ paternal para nos, nos-
sas famili s e nossos paizes.
O summo pontifico respondeu :
Mais nunca do que boje de mister, se-
nhores, repetir-mos a oraco que fez o Divino
Salvador ao Pai Celeste : Que elles sejam
um, como nos o somos.
E' pela efficacia desta oraco, que vos
achais aqui reunidos, representantes de di-
versos paizes ; pela efficacia desta oraco
que os bispos do mundo calholico uniram-
se a esta s suprema, s que o centro ne-
cessario para o qual convergem todos os
pontos da cirenmferencia, lodos os graos
da hierarchia catholica.
Sim, sejamos unidos pelos lacos da f c
da caridade.
A f une as intigencias na sciencia da
doutrina que Jess Cbnslo revelou.
E' por ella que jorrou o sangue dos mar-
tyres e das virgens, e que a firmeza e a co-
ragem dos confessores resplandecern!.
A f nao admilte nem compromisso,
nem capitulaco. nem ostentaco.
Ella exclusiva de sua natureza.
A caridade, senhores, expansiva.. .
Eu nao fallo desta amisade humana nem
desta philantropia humanitaria e roma-
nesca.
Esta caridade nao o espirito da conces-
so que consiste era admiltir a igualdade
do erro e da verdade, porm sim esta virtu-
de divina, que faz que amemos o nosso pr-
ximo por amor de Deus.
Movido por esta caridade, entend que de-
via esclarecer o mundo sobre os principios
da verdade e da justica; e enlo publique! a
Encyclica.
Para poder fallar com a liberdade que
convm ao vigario de Christo, era precisos
como o dissestes. um lugar onde nao baja
obstculos, independente dos poderes des-
tes mundo.
Homens ha, verdade. que lhe contestara
este territorio, buscam mesmo arran-lo, co-
! brem-o de ultrajes e nao poupo meio mo
jalgum.
Porm a estes homens que o maldizem,
elle s enva, sim senhores, s lhes envia
; bencos. (Viva emocao).
Tenho pedido a Deus que todos aquelles
que o dusconbecem, ou o nego cheguem.
verdade e entrem na unio.
Pedi comigo por vossas oracoes, afim de
que todos nos sejamos unidos j pela f e pe-
] la caridade, e que unidos ao fiiho, glorifique-
mos o pai na eterna Bemaventuranca.
Que Deus vos abeoce, senhores, s vos-
sas familias e vossos paizes, como eu vos
; abenco.
PERNAMBUCO.-TYP. DE M. F. DE F. & FILMO
(


ILEGIVEL


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