Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10666


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Full Text
ATO lll HUMERO 109
- ------------------_______________________
*. i
SEXTA FEIRA 12 DE HAIO DE 1865.
Pr qiarlel pago dentro de 10 das do 1. mez : :
dem depois dos 1.0i 10 das de comecoe dentro do qaartel. .
Porte ae correio por (res Mezes

. $$000
. 6$000
: 750
Per ai no pago dentro de 10 dias de 1. mez ,
Porte ao correio per am anno
19$000
3J000
ENCARRECftDOS DA SUBSCRIPgO DO NORTE
Parabyba", o Sr. Antonio Alexandrlno de Lima;
Nata!, o Sr: Antonio Marques da Silva ; Aracaty, o
Sr. A. de Lemo.s Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Olivi'ira ; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; l'ar, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
Filhos; Amazona?, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGABOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Clandino Falco Dias; Baha, o
Sr. Jos ll.irtins Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Ribeiro Gaspahnho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, CHfc ImjU e estacoes da via frrea at
Agoa PreL.'t0^fjM.dias.
Iguarass e Goyaw*|>s segundas e sextasfeiras.
Santo Antao, GravatipBetarros, Bonito, Garuar,
Altioho, Garantan, Butaae, S. I! uto, Bom
Couselhok Aguas Bellas eTacarat, as tercas
feiras.
Pod'Alho, Naearelh, Limoelro, Brejo, Pesqneira,
lugazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ourlcury, Salgueiro e Ex, as quartas
feiras.
Segunda vara do civel:
hora da tarde.
Seriohem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Bar-
reros, AguaPreta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
EPHEMERIDES DO MEZ DE MAIO.
2 Quarto cresc. a 1 h., U m. e 46 s. da t.
10 La clieia as 6 h., 3 m. e 22 s. da t.
18 Quarto ming. as 4 h., 19 m. e 46 s. da m.
24 La nova as 8 h., 50 m. e 45 s. da t.
quartas e sabbades a 1
AUDIENCIAS DOS TRIBl'NAES DA CAPITAL.
Tribonil do commercio : segundas e quintas.
Relacp: trras e sbados s 10 horas.
Pazerida: quintas s 10 horas.
Juizo do commeHtio: segundas s 11 horas.
Dito de erphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primara v*ra do mel-t; tergas e sextas ao meio
Segunda vara do civil: quartas e sabbados al
hora da tarde.
8. Segunda. S. Heladio b.
9. Terca. S. Gregorio Nazianzeno don! da egr.
10. Quarta. Ss. Blanda e Pbiladelpho mm.
11. Quinta. Ss. Fabio, Anastacio e Sereno mm.
12. Sexta. S. Joanna princeza v.; S. Nereo m.
13. Sabbado. S. Pedio Regalado f.; S. Clieeria m
14. Domingo. S. Athanasio b.; S. Gil.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 6 horas e 6 m. da manha.
Segunda as 6 horas e 30 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 14 e 30; para o norte
ala a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nosdias 14 dos mezes de Janeiro, margo, malo,
julho, setembro e novembro.
ASSfGN'A-SE
noRecife, nalivraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figneiroa de
Faria & Filho.
PARTE OFFICIAL
G0Y8RN0 DA PROVINCIA.
Couliuuacio do expediente do dia 8 de mnio de
1865.
Offlcto ao Dr. chefe de polica. Para sati.-fazer
a deliberacao da assembla legislativa provincial,
informe V. S. com urgencia se se expedio ordem
ao delegado de polica desta cidade, para que ins-
tauras-e novo processo ao subdito hespanhol Epi-
fana Astudillo y Bussons, visto que o primeiro fui
considerado millo por haver nelle ofOciado escri-
vo incompetente.
Circular a todos os commandantes superiores da
guarda nacional (menos do Recife).Reeommendo
V. S. que faca seguir sem demora para esta ca-
pital, como determinel em data de 3 do corrente,
a forca di guarda nacional sob seu commando su-
perior, designada para o servigo de destacamento
e def sa do Imperio, e cujas reclamagoes j tive-
Mi sido attendidas, pelo conselho de revista, fa-
zendo o mesmo para com os guardas quo forem
novamente designados pelos conselhos de qualifl-
caca i em substituigo dos attendidos em recurso,
confirme telara! no offl o cima citado, logo que
tstrjim terminadas os trabullws do referido conse-
lho de revista.
Olliio ao commandante do corpo de polica.
Informe V. S. acerca do incluso requerimento do
sida lo do corpo sob seu commando, Marino Filo-
co d i Onveira, ordenando a este qne se aprsente
no qmrtel do commanio das armas, afim da ser
in-peccionado.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Man
de V. S. depositar no brigue-escuna Tonelero os
voluntarios para o servieo de marinha, que Ihe fo-
rem apresentados por parle de Jos Prancisco Tiie-
maz d i Nascimento, que se acha incumbido de pro-
mover a acquisico de pessoas para esse servigo
Dito ao bacharel Vicente Jansen de Castro e Al-
bu j'ierque. Acceitando com muito louvor a pa-
tritica renuocH que, em offleio de 20 de margo ul-
tini >, fez Vmc. dos alugueis da sua casa que serve
de caduia e quartel nessa villa, para auxilio das
despezas da guerra, em quanto esta durar, acabo
du dar as necesarias ordens, para que seja arreca-
dala a importancia de taes alugueis e lenha a ap-
pli.acao por Vmc. indicada, cerlo de que dei scien-
cia nesta data *o seu procarador nesta cidade de
tu luuvavel resolugo de Vmc, conforme solicita
em dito offleio.'
DitD ao commandante do bngue de guerra Tone-
femReceba Vmc a bordo do navio sob seu com-
mando, eando considerados em deposito os volun-
tarios pa-a o servigo da majinha, que Ihe f >rem
aprei-eutados por parte do inspector do arsenal de
marinha.
- 9 -
Ofiio ao coronel commandante das armas.De
terminando o Eira. Sr. ministro da guerra, em
avi-o de 27 do abril ultimo, que o teoente do 7"
batalhSfrfle Intentar, Manoel Jas* (tos Santas-Par-
tella, siga para a corte afta de ir reunir-se ao seu
batalho, visto ter sido indeferido o requerimento
em qne elle e o tenente do corpo de guarnigo,
Jos do Raga Barros, pediram troca entre si de
corpos : assim o communico V. S. para sea co-
nhecimenlo e expedieao das convenientes ordens.
Dito ao mesmo. Communico V. S. que, se-
gundo me constou de aviso circular da repartigao
da jusliga de o de abril ultimo, S. M. o I operador,
por decreto do 1 daquelle mez, houve por bem
prorogar por mais um mez os prazos marcad s no
art. 14 do decreto de 7 de Janeiro e decreto n. 3409
do Io de margo ultimo, tudo do anno crrente.
Comrauniccu se a thesourana de fazenda.
Dito ao mesmo.-Mande V. S alistar no 4o bala
Ihio de artilharia a p, urna vez que seja conside-
rado apto, em inspeegao de saude, o soldado da
secgao volante do corpo de polica, Benedicto Alves
dos'Sanio*, que assim o pede no incluso requeri-
mento Offlciouse a esse respeito ao commandan-
te do corpo de polica.
Diio ao inspector da 'hesouraria de fazenda.
Inleirado de quanto V. S. expoz em seu offleio de 5
de Janeiro ultimo, sob n. 14, e bem assim da infor-
mago ministrada em 15 de margo prximo Ando
n. 151, acerca do requerimento que devolvo de Ma-
noel Pereira C imello Pessoa, ajudanta do porteiro
efiel doalmoxarifado do hospital militar nesta pro-
vincia, tenho a dizer em (tapaata que, tendo a li-
ceuga de tres mezes, que obteve o suoplicante, sido
concedida com vencimento da respectiva gratitlca-
Jio, de, conf irmidada com o aviso de 18 de Janeiro
o anno passado, deve essa gratiflegao ser paga
durante todo o lempo declarado na competente por-
tara, sen que a isso o)sle o ter elle eaercid du-
rante o lempo da mesma licenga o lugar de subde-
legado de polica da freguezia dos Afogados, na
qualidada d supplente, o que devera ter sido mo-
tivo para que Um fosse ordenada a sua volta re-
parligao, se isso nouvesse constado em lempo a
presidencia.
Dito ao mesmo. Declarndome o Exm. Sr. mi-
nistro d Imperio, em aviso de 28 de abril ultimo,
ter sido approvada adeliberagao, que lomei, de man-
dar pagar as despezas de 200,5000 de gratificagao,
concedida ao inspector de saude publica, Dr. Igna-
cio Firmo Xavier, pela commisso a que foi villa
de Iguarass, e de 213&000 do alogael dos carros,
que transportaram o mesmo doutor aquella locali-
dade : assim o communico a V. S. para seu conhe-
cimento.
Dito ao mesmo.- Expega V. S. suasordens para
que, por intermedio do Dr. chele de polica, sejam
entregues ao bacharel Joo Diniz Ribeiro da Cu-
nha, juiz municipal nomeado para a capital da pro-
vincia do Para, os 200,^000 que, pela ordem do
ti,-miro nacionala, n. 111, de 10 de agosto do an-
no prximo passado, (oram postos nessa thesoura-
ria disposigao da presidencia.
Dito ao mesmo. Annuindo ao que solicitou, no
incluso requenmcnio, o ajudante do puarda-rar
da alfandeha desta capital, Alfonso do Reg Bar-
ros, autoriso a V. S. a mandar pagar sob minha
respon.-abilidade, nos termos do decreto n. 2884 do
Io de fevereiro de 1862, visto nao haver crdito
para ese pagamento, os vencimentos que compet-
rem a esse empregado, relalatlvos ao mez de abrjl
ultimo, por haver exercido interinamente n'aqnelle
mez o lugar de guarda-mr da mesma alfandega.
Dito ao mesmo.Nesta data transmiti por co-
pia ao juiz de dlreito da 2* vara desla capital, nao
s o cPiio que V. S. me dirigi em 5 do corrente,
sob n. 300, mas tambem os papis a que elle se
refere, afim de que proceda na forma da le contra
o tapadordessa reparticao Manoel Jos Teixeira
Bastos pe i alcance em que se acha para com a fa-
zenda nacional: o que declaro a V. S. para o seu
conhecimenlo e em resposta ao citado offleio.
Dito ao mesmo.Tendo viudo a esta capital o al-
feres quartel mesire do corpo de gnarntco Ber-
nardino Candido de Aranjo, aflm de ajnstar contas
com essa thesouraria e de receber os vencimentos
dos offlciaes e praeas do mesmo corpo como decla-
rou-nie o coronel commandante das armas em of-
fleio de 25 de abril ultimo, baja V. S. de indicar a
quantia que julga de necessidade remMter-se para
occorrer-se ao pagamentos do referido corpo.
Dito ao mesmo.Reslituo a V. S. a eonta em
duplcala, qne veio annexa ao sea offleio e 10 de
Janeiro ultimo, sob n. 24. afim de que mande pa-
gar a Man el Anionio Teixeira, a quantia de 80>
a qne tem direito, proveniente de concertos que fez
na coberta da cazerna da 8' companhia do 9 bata-
Ihaa de infantaria, visto ja haver crdito para esse
pagamento.
Dito ao inspector da thesourana provincial.
Para satisfazer a deliberaco da asse.ubla legisla-
tiva provincial, informe V. S. sobre o excesso de
capital da empreza do calgamento da cidade, de
terminada por esta presidencia de conformidade
com a autorisagao que Ihe foi concedida pela 4'
condigSo do art. i da le n. 558 de 4 de maio de
1863.
Dito ao mesmo. Aitendendo ao qne expoz o
chefe interino da repartigao das obras publicas no
offleio junto por copia datado de hntem 4 sob n.
135, acabo de autora-le a mandar fazer -Tilm da
' obra ja autoFisad* na ponte da Tacaruna, a demo-
ligao da parte que abaten do respectivo muro de
1 encosio, bem orno o enrochamento do terreno,
i dando-se-lhe assim a necessaria solidez : o qnede-
! claro a V. S. para seu conhecimento e direego.
Dito ao mesmo;Autoriso V. S. de confurmida-
de com a informago do director peral interino
Ida instruegao publica datada de3 do corrente,sob
n. 140, a mandar pagar ao professor Manoel Mari-
nho Cavalcanti de Albuquerque os seus vencimen-
tos relativos a qunze dias sement no mez de mar-
1 c ultimo, em que deixou de dar aula por estar ef-
fectuando a sua mudanca de Abreu de Una para a
povoago do Bom Jardim, em consequencia de ha-
' ver sido removido para a cadeira daquella po-
voago.
Dito ao commandante do presidio de Fernando.
Respondendo ao offleio de V. S n. 172 de 15 de
Janeiro ultimo, tenho a declarar-lhe que segundo
, informou o inspector da thesoujaria de fazenda em
offlcto de 31 de margo ultimo, convm adiar para
melhor occasio, nao s as obras que V. S. julga
I conveniente fazer-se para augmentar a aldea ou
; dormitorio dos sentenciados existentes nesse pre-
sidio, mas tambem a construcgSo de urna casa de
fabricar farinha no rugar denominado Sancho.
Dito ao commandanie superior da guarda nacio-
nal do Recite.Informe V. S. sobre a falta que me
consta ter havido de tambor ou corneta na guarda
do palacio da presidencia.
Dito a commandanie superior da guarda na-
cional do Rio Formoso e Serinhaem. Transmiti
por copia a V. S. para seu conhecimento e davida
execugao o decreto n. 3,447 de 18 de abril ultimo,
elevando a cathegoria de secgao do batalho com
a designagao de 15" de servigo de reserva a 3*
companhia avulsa da guarda nacional do inunici-
I po de Serinhaem.
Dito ao coronel Jos Cavalcante Ferraz de Aze-
vedo.Respondendo aoeu offleio 8em data, te -
nho a dizer V. S que pode edtregar a nova c-
mara municipal de Santo Anto a quantia de rs.
1:0005, que V. S. como presidente da cmara tran-
sacta recebeu para as obras do respectivo cemite.-
rio, qliando S. M o Imperador bonrou essa cidade
com sua visita, devendo ser incluida naqueila
quantia os 5 milheiros de tijoHos que compren por
conta desse dinheiro para a referida obra. Offi-
| ciou-so neste seotM* a cmara municipal de Santo
Antao.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.Orde-
ne V. S. ao 2o cirurgio Dr. Alfredo da Rocha Bas-
tos, actualmente empregado desse arsenal, que se
recolha a corle, devendo ser substituido interina-
mente no servigo em que se achava pelo cirurgio
da enfermarla, como se determinou em aviso da
repartigao da marinha de 28 de abril ultimo.
Communicou-se thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo. Manda V. S. preparar quanto
antes como se delerminou em aviso da repartigae
da marinha de 12 de abril ultimo, urna boia de
ferro com as dimensoes e esclarecimentos, que se-
rao prestados pela presidencia do Cear, afim de
substituir a que alli assignalava um dos mais peri-
gosos bancos existentes a entrada da barra.
Dito ao eogenheiro riscal da estrada de ferro.
0 geverno imperial julgando indispensavel unifor-
misar os trabalhos do ministerio da agricultura,
commercio e obras publicas, e exigir delles o uso
do systema mtrico francez, como determina a lei,
n. 1157, de 26 de junho de 1862, recommendou
em aviso circular de 6 de abril ultimo, que os en-
genheiros e-, regados nesta provincia cumpram
Belmente as instrucges inclusas acompanhadas
das tabellas para a converso das medidas mtri-
cas, as quaes correspondem no systema usual do
paiz : o que declaro Vmc. para seu conhecimen-
lo e execugao.
Dito ao director da colonia militar de Pimentei-
ras Euvie-me Vmc. os esclarecimentos que Ihe
for possivel ministrar de modo a satisfazer os
quesitos constantes da nota junta.
Nota a que se refere o offleio snpra.
I 1 Qual a capacidade territorial da colonia de
Pimenteiras, o numero de leguas ou bragas, etc.
2 Quantos habitantes ou familias existera ac-
tualmente na colonia.
3* Qual o systema de direegao da colonia, o nu-
mero dos empregados e regulamento que tem
tido etc.
4." Quanto tem despendido o governo com a co-
tona desde a sua fundago al hoje, e quanto des-
pende annualmente.
5. Quaes os gneros de cultura e a produego
que tem tido a colonia, seu estado de prosperidade
ou atrazo
Dito a cmara municipal do Recife.Para satis-
fazer a deliberara) da assembla provincial preste
a cmara municipal do Recife as seguintes infor-
: mages :
l' Se da escripturagao dessa cmara consta que
alguns membros das cmaras passadas eslejam em
dbitos para com os cofres munieipaes.
1 2o Quaes os respectivos dbitos e desde quando
foram contrahidos.
Dito mesma. Remetto por copia cmara
municipal desta cidade para seu conhecimenlo o
i aviso expedido em 27 de abril ultimo, por occasio
1 de ser apresentada ao governo imperial a petigo
em que Jos Elias Machado Freir, qaeixou-se da
; mesma cmara por haver sido demolido o estalei-
'. ro cercado, que possuia em terrenos munici-
1 paes.
Portara.O presidente da provincia, usando da
I a t tribu cao que Ihe confere o artigo 7 da lei de 12
| de agosto de 1831, resolve prorogar a presente
sesso da assembla legislativa provincial at o da
16 do correle. Fizeram-se as necessarias cora-
municagdes.
Dita.O presidente da provincia, aitendendo ao
que requereu o juiz muiniclpal e de orphos e de-
I legado de polica do termo do termo do Cabo ba-
charel Joao Gonzaga Bacellar, resolve prorogar-lhe
por mais um mez a licenga com ordenado de que
esta gozando.
estado de pobreza e junte certidao de baptlsmo de
sua sobrinha, como exige a provedoria da Santa
Casa.
Manoel Marinho Cavalcanti de Albuquerque.
Dinja-se thesouraria provincial.
Manoel Antonio Teixeira.Dinja-se thesoura-
ria da fazenda.
CiOYURXO DO BISPADO DE
PKIIVIMIBI'O.
SE0E VACAVTE
CONCURSO A'S FREGUEZIAS VAGAS.
Tendo o governo de S. M. Imperial declarado
nullas as 17 propostas restantes do concurso a que
em 30 de novembro de 1863 proceden o Exm. his-
po fallecido, participo aquem convierque o Exm.
e Rvm. Sr. vigario capitular brevemente vai man-
dar afflxar os editaes para proceder
sem mais alguma condigao a elle favoravel a subs-
tituir o seu,ystoma pelo que actualmente se acha
establecido na cidade de Londres, ou por outro
que possa bfferecer mlhores condlg5es hygienicas
e mai ,r eommodidade e modicidade de despendi
aos particulares que dalle se houverem de ser-
vir.
New-York pelas Barbadas, com 8 dias de viagem
deste ultimo porto, veio apenas um jornal de 15
do passado, qae narra o assassinato do presidente
Lincoln e de seu secretario Mr. Stward, na noule
de 14.
. Achando-se presidente Lincoln no ForiTs Titea-
t i', r, v ,-, .....tre' assisliodo ao expeciaculo, um homem, que
nl tr,,;, J f.ubn1Ie2dldo4 que trata a referida le nao pode ir alm dos termos penetrou no seu camarote, e deu-lhe un tiro de
em que facultaba concessao pelo 26 do art pistla, quo atravessou-lhe o pescogo. e p lo em
! i? "^Wufcao. e como tal para o fim exclu- perigo de vida. Apenas pratlcado o acto, saltn
stvo de Ihe ser assegurade pelo presidente da pro- para o palco, e sahindo
yincia, que se nao levante na cidade do Recife ou-' cavallo e fugio.
por urna porta, montou
tra eraprez semelliante.
Revogadas as disposigoes em contrario.
isso se passava, um outro homem des-
apresentou-se casa de Mr. Stward,
Quando
. .-----------;----- COnneClUO (Piv^umu- a wi-.i uu mi, ovndiu,
.' i5- iosselbJea ,e,slaUva provincial, 10 de qu jazia gravemente doente em um leito, e pedio
maio de 1865.-Nabor.i) fallar-lhe de parle do medico assistente sobre um
approvado depo.s de orarem os Srs. Ramos, medicamento que irazia; recusando porm o cna-
inha Tuxeiraum requerimento deste do a entrada ao desconhecido, este applicou-lhe;
e co-
oar auuar os eaitaes para proceaer ao concurso "."rrv*- ""H"; <"'." icijuciiiiiuuu^ucsi.; uu a eniraua ao aesconhecbo, este applicot:
de todas as parochias, que se acham vagas nesta m, fr' Peain.(,10 urgencia para a discussao das i urna porgo de soceos e entrou para a casa :
diocese. emeBaas ellerecidas em 3' discussao o projecto n.' mo encontrasse na aseada o obstculo do irmao de
Cidade de Olinda, 24 de abril de 1865.-Conego do anno passado logo que Onde a 2a do orga- Mr. Slward, deu-lhe urna ferie pancada na cabe
Joajui Penetrados Santos, secretario do bis- ^VimXABARTE DA ORDEM DO DIA.
SANTOS LEOS. Em"ra.em 2" dfscusso p art. 49 do orgamento
O Eim. e Revm. Sr. vigario capitular manda fa-' provincial que diz : '
zer publico aos Rovms. parochos desta diocese, que) *** metade das loteras q
tendo chegado da Bahia os santos leos, que no '
corrente anno eccleslaslico tem de servir na adm- tencar^de preferencia as ramillas dos voluntarios
nislragao dos Sacramentos, devem os Revms. viga- da Pal;'a' a? ttleatro & Santa Isabel el SantaCa-
rios prover quanto antes as suas parochias de oleo saJ6M!sericordia.
nove. O mesmo Exm. Sr. manda declarar igual i VeF a,mesil a seguate emenda:
mete, que esto em todo o seu vigor uao s as' lPm luar de urna das partes das loteras que
deturminagoes das constituiges diocesanas, como deteT
as penas impostas pelo Exm. prelado de gloriosa !
memoria quelles parochos que deixam de refor-
ja, que o poz fra de lula, penetrando logo no
quarto do donte, onde adiando ainla duas pes-
soas que assistam Mr. Slward, atirou era cada
urna forte punhalada, e passando ao doente, deu-
que tiverem de ser ex- Ihe tres facadas no pescogo, que Ihe cortaram as
do exercicio da prsenle lei per-' partes vtaes. Aps i mar os santos olees as suas matrizes. no lempo
competente; e que, sendo conveniente averiguar
se'algum parocho deixou de cumprir com este de-i
ver, ou foi moroso no seu desempeoho, devem os
portadores declarar ao Revm. cura da calliedal,
ou a quem suas vezes (izar, qual a matriz a que
pertencem os vasos dos santos leos, bem como
ser notado o da, em que estes sao apresentados
na calhedral.
Cidade de Olinda, 8 de maio de 1865.Conego
Joaquim Ferreira dos Santos, secretario do bis-
pado.
m
PERNAMRUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
49* SESSAO EM 10 DE MAIO DE 1865.
a I-abelser extrahida urna parle da lotera
concedida ao Instituto Archeologico e JSeographco
desta provincia.Soares Biando.
Ora o Sr. Soares Biando.
Encerrada adiscusso approvado o artigo com
a emenda.
Entra em discusso o art. 50, que diz :
SA preferencia da outra raelade das referidas
rias ser regulada pela forma seguinte, nao po-
dendo a sua ordem ser alterada :
1.* Todas s partes de oleras concedidas de
preferencia pela lei n. 596 e que deixarem de ser
extrahidas dentro do exercicio da citada lei;
'< 2. Urna lotera para a conclusaodas obras da
nova matriz, de S. Jos desta cidade, e na qual se
comprehender a parte da loleria concedida pela
le n. 596;
3. l'ma parta da lotera a favor das obras da
nova matriz do Brejo; .
4. dem dem da igreja da Estancia do Re-
clfe;
< .5. dem dem
! Recife;
.6." dem dem
dem
da Igreja do Espirito Santo do
de N. S. de Guadelupe de
de Nossa Senhora da Paz dos
PRESIDENC! \ DO SR. DR. COSTA RIBEIRO
Ao meio dia, feta a chamada, acham-se presen- Olinda ;
les os Srs. deputados Nello, J do Reg Barros, t 7. dem
Francisco Pedro, G. Campello, Buarqne, Goncalves A/ogados ;
da Silva, Ribeiro, Teixeira de Mello, Lourelro, Ra-, 8." dem idm da capella de Santo Amaro;
mos, Aqoino Fonseca, Rochael, Reg Barros, Ma- 9. dem dem da matriz de Serinhaem ;
ranho, DrummoBd, Amynthas, Brando, Victor t 10..Jdem dem da igreja do Moole de Olin-
Correa, Cuuha Teixeira, Benedicto Franca N-^ia................ i
bor. p^YaB a mesa diversas emendas, e doas requeri-
OSr. Phbsidbwtb abre 8 sssie. '(pilos: -" despeza.
E' lida e approvada a acta da sesso anterior. Oram os Srs. Bnarque, Costa Ribeiro, Jacobina e'
iufelizes victimas, e pz se em fuga.
A' sabida do vapor Yavam o presidente e seu
secretario a expirar, sem nada se ter descoberto
gaer relativamente ao crime, quer seus autores.
0 ouro ficava de 145 a 146 %; o algodo ordi-'
nario 32 cent, e o mediano 36 cent; e o assu-
car de II 1/8 a' 11 1/2%.
O general Lee, commandante em chefe do exer-
cilo confederado, rendeu se, no dia 9 do passado,
com todo o seu exercito ao general Grant.
E' o quanto podemos colher da leilura rpida
desse n. de jornal.
O vapor Ftamingo (Iguara'-ass) nm bello
vaso, de 283 toneladas, calando apenas 7 a' 8 ps
d'agua carregado, movido a' rodas e que vai ser
exposlo a' venda na corte.
Por portara de 10 do corrente foi nomeado
eogenheiro do districio central o Sr Dr. Jacintho
de Mondonga Jangua'.
Reanio-se hontem o Instituto Archeologica e
Gcographtco Pernambucano sob a presidencia do
Exm. monsenhor Muniz Tavares e com assistenda
dos Srs. Drs. Joaquim Pe tella, Aprigio Guimares,
Soares de Azevedo, Wilruvio Pialo Bindeira e Se-
raphico, padre mestre Lino e major Salvador Hen-!
riques.
O Sr. secretario perpetuo deelara nao haver ex-'
pedieote :
Sao apresentados varios nmeros de jornaes of-
ferecidos pelos seus redactores.Recelados com
agrado, mandam-se archivar.
O Sr. padre mestre Lino offerece um jornal era
qae foi publicado urna allocngo patriota sua reci-
tada per occasio da missa, que o i. corpo de vo-
lntanos ouvio na igreja do convento do Carmo
antes de partir para o sul.Reeebido com agrado,
manda-se archivar.
E' adiada a discusso do orgamento da receita e ,
ra da Praia, que se nao ama das mais publicas
ao menos a que maior numero de almocreves
comporta, pelo commercio de carne secca que abi
se vende.
Depois do caitamente da ra do Rosario pare-
ce-me que a da Praia deve ser preferida a qualquer
outra, tamo pelo que Oca expendido, como pelo di-
minuto custo do calgamento, atienta a importancia
dos predios.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia far um
importante bem ao commercio se se dignar atten-
der aos Moradores da ra da Praia.
Heparticao da polica :
Extracto da parte do dia II de maio de 1865.
Foram recolhidos casa de detengao ne dia 10
do corrente:
A' ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, Joao
Seraphim dos Santos, viudo da Escada, para re-
cruta.
A' ordem do subdelegado do Recife, Maguas Ja-
honson, americano, a requisigo do respectivo
cnsul.
A' ordem do de Santo Antonio, Jos Joaquim de
Sant'Anna, a disposigao do tenenle-coronel recra-
tador; e Luiz, escravo de Antonio da Silva Gus-
mo, a requerimento deste.
O chefe da 2*. secgao,
J. G. de Mesgvita.
Casa de detenc\o.Movimento do da 10 de
maio de 1865.
Existiam presos 367; entraram 6 ; sahiram 8 ;
existem 365, a saber : nacionaes 272; molheres 3,
estrangeiros 32; molheres 2; escravos 49; escra-
vas 7 ; total 365.
Alimentados custa dos cofres proviaciaes 137.
COMMUNIdAUGS.
Comparecen) depois os Srs. Diodoro, Jacobina,
Araujo Barros, Uraalio, Brillo, Ayres Gama, SPe-
reira e Baptisia.
O Sr. Io secretario procede a leilura do se-
guinte
EXPEDIENTE:
Um offleio do secretario do governo, remetiendo
as informages da cmara municipal de Olinda
acerca da petigo de Sebaslio Francisco Belm.
A' commisso da orgamento provincial.
Outro do mesmo, remetiendo as informagoes mi- das :
nistradas pela directora geral de inslrucgo publi- < Mais 479273, a que lera direito os professo
ca acarea dos alumnos do Gymoasio, approvados res ltimamente reunidos para esta capital.Ro
as materias de cada anuo da suas respectivas ca- chael.
deiras.A' quera fez a requisigo. Dgasepara pagamento do professor Libera
Oulro do mesmo, remetiendo copia dos contratos to Tihurlino de Miranda Maciol a quantia de.....
celebrados pelos Exras. Srs. Joo Slvera de Souza 308#503, que se Ihe est a dever.Braulo.i
Sa Pereira.
Encerrada a discusso approvado o artigo e o
requerimento mandando que sejam remettidas a
commisso de fazenda as emendas offerecidas afim
de serera attendidas na 3a diseusso do orga-
mento.
Continua a discusso adiada do art. 9 cora a
emenda substitutiva da commisso de instrncgo
publica.
Vem a mesa e sao apoiadas as seguintes emen-
e Domingos de Souza Leocom Antonio Jos Duar
te Coiiiibra, emprezario do theatro de Santa Isabel.
A' quem fez a requesigao.
Outro do mesmo, remetiendo a informago dada
-pela thesouraria provincial na petigo apresentada
pelos herdeiros de Victorino Jos de Madeiros, pe-
dindo que se mandasse suslar a praga da casa n.
21 da ra das Larangeiras.-A' quem fez a reque-
sigao.
Outro do mesmo, remeneado o regulamento das
loteras da provincia. A' quem fez a requisi-
go.
Outro do mesmo, remetiendo as informagoes da-
das pelo chefe de polica a respeito do deslioo quo
Ora o Sr. Braulio. y^
Eacerrada a discussoV approvada a emenda
da commisso e as duas apreseotadas.
Continua a discuso adiada do art. 15.
Oram os Srs. Buarque, G. Campello e Araujo
Barros.
Veem a mesa duas emendas e a seguinte propos-
ta das commi soes de fazenda e obras publi-
cas :
i fropomos que as emendas offerecidas ao art.
15 sejam attendidas em forma de autorsagoes, com
excepgo das quantias destinadas a malnzes e mi-
tras igrejas, que devero fazer parte do quadro
apresenlado pela commisso de orgamento para as
Despachos do dia 9 de maio de 1865.
Re quer intentos.
Antonio Joaquim Pires.Informe o Sr. director
do arsenal de guerra.
Padre Francisco Virissimo Bandeir.Dse de
que constar. 5
Bacharel Joao Gonzaga BacelMr.-*Passe porta-
ra prorogandp por um mez a.licenga com que se
acha o spplicanle.
Jos Patricio da Silva.Informe o Sr. Dr. ebefe
de polica.
Mnoet Po da LnzProve o sppteaote o sea
que contm consignages em leis espe
approvada a proposta
leve o individuo de noma Joo Mendes, a quem toiJJKS publicas, devendo igualmente exdoir-se as
(tribuida amorte do despachante da alfandega
Miguel Correa da Cuuha. A' quera faz a requi-
sigo.
Outro do mesmo, remeltendo copia do offleio do
inspector da thesouraria provincial, pedindo a aber-
tura da um crdito supplementar da quantia de
917200 para continuago da despeza de que traa
o art. 17 4 da lei do orgamento vgeute.A' com-
misso de orgamento provincial.
Outro do mesmo, remetiendo copia da portara
pela qual s Exc. o presidente da provincia proro-
gou at o da 16 do corrente a presente sesso des-
ta assembla.luteirada.
Depois de orarem os Srs. Drummond e Loureiro
julgado objecto de deliberago e dispensado da
impresso o seguinte projecto :
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resolve :
t Artigo nico. Fica o presidente da provincia
antorisado a rever o contrato celebrado com Carlos
Luiz t.ambrone e a admittir a roudanga do syste-
ma do primeiro contrato com canahsago geral e
servigo d'agua em cada apparelho, como o empre-
gado na cidade de Londres, ou que for mais con-
forme aos melhoramentos e aperfeigoamentos co-
nhecidos oa Europa, cora tauto que se nao mponha
novos onus a provincia ou aos particulares e que
nao tenha o emprezario direito a indemnisaco al-
guma, o que dever ser expressamente renuncia-
do ; (cando igualmente autorisado a fazer os regu-
lamentcs necesarios para plena execugao do mes-
mo contrato de accordo com o respectivo empre-
zario.
< Revogadas as disposigoes em contrario.Gas-
par de Drummond.Costa Ribeiro.Sabino Olega-
rio.Araujo Barros.B. Franca.Rochael.Soulo
Lima. -Teixeira de Mello.J. do Reg Barros J.
BraulioVirtor Correa.Reg Barros.Loureiro.
Silva Ramos. Gongalves da Sika Soares Bran-
do.Amynthas.Buarque.Dr. Paula Baptista.
Manoel Nello.
O Sr. Nabor fundamenta e manda a mesa o se-
guiole projecto, que julgado objecto de delibera-
go, e, a seu requerimento, dispensado da im-
presso:
A assembla legislativa provincial de Pernam-
buco, resolve :
Artigo nico. O presidente da provincia Oca
autorisado a reformar o contrato feilo cora Carlos
Luiz Cambrooe, emprezario do servigo da limpeza
das casas e do esgoto da cidade do Recife, podendo
eonceder-lhe a favor da dispensa das maltas em
qae tenha incurrido at a presente data, e do des-
cont do lempo decorrido no prazo do previlegio
Sue Ihe foi concedido pela lei a. 443 de 2 de junho
e 1858;, ama ver que o dito emprezario se origial-
emendas
ciaes.
Encerrada a discusso,
da commisso.
Posto depois a votos o artigo, approvado com
diversas emendas, que publicaremos depois.
Oram pela ordem os Srs. Cunha Teixeira, Ra-
mos e Costa Ribeiro.
Segue-se a discusso adiada do art. 40 do orga-
mento.
Vem mesa ama emenda substitutiva offerecida
pela commisso, e outra pelo Sr. Teixeira de Mel-
lo, as quaes foram sem debate approvadas.
Sao lidos e entram em discusso os arligos addi-
tivos.
Vera mesa o seguinte requerimento :
i Requeiro o adiameoto dos additivos por 24 ho-
ras.Cunha Teixeira.
Oram os Srs. Silva llamo-. Paula Baptista, Lou-
reiro, Sa Pereira, Aqaino Fonseca, Cunha Teixei-
ra e Jacobina.
Encerrada a discusso, sSo approvados diversos
arligos additivos, que publicaremos depois, tiran I >
um delles adiado a requerimento do Sr. G. Cam-
pello.
A requerimento do Sr. Buarque, approva a as-
sembla despensa de intersticio.
SEGUNDA PARTE.
Entram em discusso e sao sem debate approva-
das as emendas offerecidas na 3.' do projecto n.
32 do anno passado, relativamente incorapatibili-
de de empregos provinciaes.
O Sr. Rochael pede qae seja dado para ordem
do da. o projecto que concede ama lotera Santa
Casada Misericordia.
O Sr. Pbesidente atlender ao pedido.
Entra depois em terceira discusso, e sem de-
bate approvado o projecto n. 36 deste anno, resti-
tuindo ao povoado de Alagoa de Baixo.na comarca
do Brejo, a sede da freguezia do mesmo nome.
Segue-se finalmente a segunda discusso do pro
Sendo submettidos votaco os respectivos pa-
receres, sao approvados socios effeclivos es Srs.
Drs. Joaquim Jos de Campos e Francisco Teixeira
de S, e correspondentes os Srs. David Gongalves
de Azevedo e Drs. Domingos Loorengo Vascurado,
Joaquim Tavares de Mello Brrelo.
Sao lldas duas propostas, urna dos Srs. Dr. Soa-
res de Azevedo e major Salvador Henriques, apo-
sentando para socio effectivo o sr. Dr. Ayres de
Albuquerque Gama ; e outra do Sr. Dr. Wilruvo
Pinto Bandelra apresentando para socio correspon-
dente o Sr. Dr. Luiz Rodrigues de Albuquerque.
Remettidas commisso de admisso de socios.
O Sr. secretario perpetuo d parte que offlciara
aos dous consocios, que sao-membros da assembla
provincial no sentido do que foi votado no Institu-
to, e que elles declaram-lhe verbalmente, que to-
maran) na devida considerago a materia.Intei-
rado.
O Sr. padre mestre Lino d parte de que accor-
dra com o respectivo proprietario, o Sr. Antonio
Ramos, sobre as condiges para a collpeago da la-
pide commemorativa na casa era que residir e
morrera Joo Fernandes Vieira, em Olinda.Intei-
rado.
Em seguida o Sr. major Salvador Heunques faz
a leitara de urna memoria sua sobre a data da edi-
ficago da igreja da Misericordia, e se esta foi ou
nao comprehendida pelo incendio da cidade de
Oliuda e.ii 1631.-
Levanta-se a sesso.
Damos na 8.* pagina a memoria a que nos
referimos cima, e para ella convidamos a leilura
publica por tratar de um ponto importante da his-
toria patria.
O escrivo de protestos que est de semana,
o Sr. Jos Mariano de Albuquerque, tendo dei
xado de ser.publicado pela perda da copia, que se
deu typographia.
No armazem do agente Olympio ra da Ca
deia do Recife n. 36, haver hoje leilao de mobilias,
cabriolets, escravos de ambos os sexos e muitos ar-
ligos de gosto.
Araanha se extrahir a segunda parte da
primeira lotera da matriz do Bonito (15.*), sendo
o maior premio 6:005000.
Na la.t. N. 41'43" e long. 0.16'58" encontrou
a barca ingleza Eleonora, entrada de Liverpool, a
barca da mesma nago Roberl's Pnce de Londres
pa-a Valparaizo ; e na lat. N. 28*48" e long. O.
23'53" o vapor inglez Paraguay navegando para o
sul.
No dia 19 do passado foi assassinado com um
tiro no crneo, Joio Mendes da Rocha, em seu si-
lio do termo do Pianc, por um seu fmulo de no-
me Jos.
Bemvenuto da Costa Moreno, de Iogazeira,
segundo comcunica o delegado desse termo, ven-
den a Miguel de Barros da Silva Jnior um cabri-
nhade II annos de nome Jo-, e urna mulata de
nome Felicia, de 30 aonos, sera seren de sua pro-
priedade.
Padem-nos esta publicago :
t Srs. redactores. -Atiento aocjnceilo de que
gosa a sua Revista Diaria, rogamos se dignera por
meio de suas linhas, reclamar do lllm. Sr. com-
mandante das armas ou do lllm. Sr. Dr. chefa de
polica, urna ronda mais activa, do que a que pre-
sentemente temos guardando nossos estabeleci-
menfos.
i E" a quarta vez, senhores redactores, que ve-
mos ser forgada a entrada da loja de ouro da ra
do Quetmado n. 15, j penetrando o mal faitor pela
botica do pharmaceutico Jos Alexandre Ribeiro, e
jecion. 55 deste anno, mandando considerar como j peia porta da escada, que corresponde cora os
ordenado a gratificagao de 2005, que percebia o
ex-offlcial-mior da secretaria da asse.ubla.
Depois de orarem os Srs. Cunha Teixeira e Ja-
cobina, Oca a discusso adiada.
O Sr. Presidente levanta a sesso s 4 horas da
tarde, dando para a ordem do dia seguinte a con-
fundas da supradila loja ; e s pela divina miseri-
cordia, nao tem podido esse larapio lograr o seu in
tent.
Por tanto, para evitar fados d'estes, que pe
dimos a benvola vista das autoridades competen-
llnuaco da j designada, e mais primeira discos- tes, pois do contrario vira di era que tenhamos de
sttdoTprolecios ns. 63, 65 e 66 deste ano. I testimar a perda do nosso trabalho.-B. F. C. T. i
Remettem-nos o seguinte :
c Srs. redactores da Revista Diaria.Os mora
dores da ra da Praia desta cidade pedem encare
KYIST4 DSI1 cidamente a Vmcs. que por mel de sua concei
' ""' toada Rmsa Diaria, lembre ao Exm. Sr. presi-
Pelo vapor inglez Flamiago, clwga Assassioato de \ cenle Ferreira
da MI va.
No engenho Bonito, da comarca de Goianna,
propredada do Sr. commendador Joao Joaquim da
Cunha Reg Barros, em 26 de abril prximo passa-
do, de dez para onze horas do dia, foi assassinado
o fetor, cujo nome est dito na epigraphe.
Parte da escravatura mondava um rogado de
mandioca em terreno ladeirento, e levava o eito
de baixo para cima, quando o escravo mulato, de
nome Luiz, que se liona atrazado, voltou-se rpi-
damente para o fetor, que eslava atraz, e so-
bre sua cabega descarregoa tananho golpe de en-
xada que o pobre homem cahiu estrebuxando, e
morreu pouco depois sem dizer urna palavra, sem
dar um grito!
Chegava ao lugar, onde o fado se deu, o admi-
nistrador do mesmo engenho, Joo d'Oliveira, e
aturdido pe que testimunhava nao teve tempo se-
nao para evitar segundo golpe dirigido contra elle,
cahindo no movimento que fez, e gritando depois
da queda aos demais escravos, que prendessem o
assassino. Pega o cabra 11foram as suas pa-
lavras.
Acudindo a este brado, os escravos que, na
phrase porlugueza, iam costas a riba, adiantados
a Luiz, e que por esta razo nao viara o crime
d'este, coneram velozes ao administrador, cerca-
ram-no, e scienles de que nada liona soffrido, alm
da queda, obedaceram segunda ordem de perse-
guir e prender o assassino
Este botou a fugir, errado o golpe que deva fa-
zer segunda victima, e ganhon os mallos contiguos,
de modo que nao poude ser alcancado por seus
parceiros, em linguagem de escravos.
Comprehende-se fcilmente, e geralmente se sa-
be a vantagera que leva quera corre no matto aos
seus perseguidores, ignorando estes a direego que
toma, e sendo Iludidos a cada passo pelas vollas
e revoltas do fugitivo.
Nao admira por tanto que o assassino, entra-
nhando-se nos mattos, e tomando veredas, desvos
e atalhos, que conhece perfeilamente, nao podesse
ser preso pelos escravos que o seguiram.
Mas d'ahi, e da circumstanca de lerem os mes-
raos escravos procurado o Sr. Miguel Joaqnim Ce-
sar, proprietario do engenho Serigi, para apadri-
nha-los, recejando castigo por nao terera effeetca-
do a priso, como Ihe disseram, tira-so motivo para
acredilar-se em urna conjurago, que dizetn ter
sido revelada ao delegado de polica pelo nico di-
linquente, preso no dia 28 de abril na senzala do
engenho Varzea Grande.
Parece que ha alguem interessado em dar cores
de verdade essa supposta conjurago, porque,
alm do que dize espalda certa roda d'esta cida-
de, n'este intuito teem sido agitadas as noticias
publicadas pelos jornaes.
O Diario de Pernambuco da 3 do corrente, em
sua Revista Diarta, noticiando o triste aconteci-
mento de que nos oceupamos, diz que o assassino
evadio-se, apezar de haver commettido o crime
empresenta dos parceiros, que conjunctamente Ira-
balhavam ; nem se opposeram pratica do delicio,
nem tao pouco procuraram prndelo, como Ihes in-
timara o administrador do engenho.
O Diario, jornal de reconhecida seredade, e
sempra to sobranceiro a miseraveis planos de
vingangas e perseguigoes policaes, contra as quaes
tera-se levantado tantas vezes, abroquelando em
generosa defaza as victimas, ha de ter a bondade
de acceitar a rectiiicago, que fazemos. E para
que nem sua Ilustre redaego, nem o publico con-
tinen) a sr illadidos pelos dadores de informa-
goes adrede alteradas, pedimos espago em suas co-
lumnas para a exposigo das oceurrencias, relati-
vas ao mesmo fado, al hoje, assim como das que
sobrevierem.
No dia em que o crime fot praticado, sem perda
de tempo o Sr. commendador Joo Joaquim, que
se achava no engenho, deu aviso auloridade po-
licial mais prxima, o subdelegado de Goianinha,
que Ihe tem desafMgo notoria, para que fosse
proceder ao auto do corpo de delicto. Este auto
existe desda aqnelle dia para provar qae Vicente
Ferreira da Silva morreu de um s golpe de en-
xada, descarregado sobre a cabega.
Agora ougamos o que diz o mesmo subdelegado,
em deferiraento urna petigo que Ihe dirigi o
Sr. commendador Joo Joaquim :
< Declaro, que no dia 26 de abril, dirigi-me ao
engonho afim de proceder a corpo de delicto no
cadver de Vicente Ferreira da Silva, em conse-
quencia do aviso imraediato ao delicto, qae recebi
do supplicanle, por intermedio de Cecilio Jos da
Cunha; e alli chegando nao encootrei individuo
algum armado, e era constou-me que houvess'
no lugar, encontrando no mesmo engenho o sap-,
plicaote cem o administrador d* mesmo engenhd
Joo de Oliveira Borba sem a menor cautela, e sem
ordens para capturar o assassino, encontrando na;
meima occasio a fabrica tranquilla empregada nd
servieo do mesmo engenho. Subdelegada do pollJ
cia era Goianinha, 4 de maio de 1863.Moreira*
O escrivo que acompanhou o subdelegado cer-
tifica o que consta d'esta declarago, accrescen-
tando que, at setehoras na noute, quando se reti-
raran! do engenho Bonito elle e ^subdelegado,
nada testemunhra que indicass& receio da parte
do proprietario e do administrador. Por extensa,
deixamos de transcrever a certidao, que tem a.
mesma data do despacho cima transcripto.
E' o primeiro fado d'esta ordem que se d no
Bonito. Tendo o proprietario quasi ciocoenta annos
T MUTILADO I


Diario de Trnanihnco Sexta telra l de Malo de 2 05.
/
de vida de senhor de engenho; tendo vivido calnmnias do emiimnnicant", orovando com docu- ne*ti foro i conformo a le
antes alti era rompanhia da s.u pai, tinha o memos qne o ex-promotor publico'o Sr. Leandro
prazer de dizer que nuuca observara iosurreigoes, da Silva Freir (que raesmo communicante) se o ex-promotor e nada dizia.
de escravos em todo esse lempo, nem mesmo des- aohava no roso de anta' Iroeoea qnando den ao pr do jury em fevereiro do correte anno, amina- mod cotvmus faeile credimw
e remontandu-se pela tradt- sidente a denuncia de que falla, e eslava na cap-, dos os processos apresentados, das que (innata reos atollo ainda poderia dizer'-se
j presos o mais antigo era o de Rayraatfo Antonio j oancu^ porm basta o que tentao expendido, ainda
' possivel, certo de
leiiura dos docu-
< conformo a le (don. T).), ainda im-! e prteneer Isto ao mu substituto. Onde, pois,
mo no lempo do Dr. Cerqueira, com qoem servio etia essa demora que o expromotor pretendeu
Sendo abena a sessao llater ter T Ble assim o quiz e suppoz achar ludo
do jury em fevereiro do rorrete anno, examina- -> '-'-----J-
obediencias soladas
i;o aos tempos de seu av; qhc ediflco omesmo tal como elle confessou "em audiencia : alm disso
de Freitas e os coreos (doc D.); por isso organisa- qnTmTs resnmldo que m'efoi
da a tabella foi este o primeiro designado para jal- que o veueraolo tribunal oom a
gamenio. Sendo eondozdo barra de tribunal o melos apresentados ver a iuadmissihilidade da
reo preso Antonio Gomes da Croa, e lendo compa- denancia, provada como flea a inimizade capital
recido os reos afincados Raymunao e MigoeL li do ex-premetor comigo, assim como ver dos mes-
o art. 276 do Cod. do Proc que toes permittia a mos documentos a refutacao completa dos fados
separado do processo, e eties alo querendo essa exarados na mesma denuncia : pelo que so euero
separacao, por esta raiao foram todas submettldos jasttea.
anno em que falleteu do cholera morbus. por ouirem, nao poda ser admittida a denuncia, a jateamente no mesmo dia. Entao o ex-promMor, Baturit 30 de de'embro de 1864.
Joao d'Ohviiira, periuguex de rara fidelidade, e como do promotor pablico, e s, sim, como de que de mot prefine oo a pedido nao quera que retinto Elisio de Carvalho Coulo
em que se empre- particular; e sendo as poblicaeoes do Pedn II pe-, o reo Freitas fosse jolgado essa sessao com o flm documsto \ que se rbfbM kkspost* so\
lo pseudnimo Puada, nunca poderiam ser con-de prweflar o seu jmgamento e demorar-lhe por Documento n. 8
sideradas como de promotor publico, cujo carcter mais lempo a suspeaso do emprego, requeren que Petigao do promotor publico Dr Leandro da Silva
e circumspecgaoah foram esquecidos. | os actos descessem ao julz muoicipal para sanar as ; Freir, requerendo por termo a appellacao que
nullidades, que eram nao ter sido expedido man-
dado para a notifleaco das testemunhas, nem ha-'
_ em audiencia
engenho, esteve sempre tranquillo pela falta de um i tendo elle assignado na capital a responsabelidade
mo exemplo na fazenda, de que foi herdeiro, e I d'aquellas publieages anonvmas, quiz dar em seu
pfopnetaro actual, lugar ora ebrio, que poneos dias depois- declarou
Vicente Ferreira da Sirva, ha poneos diasas- publicamente na sala do jnry, que aquelloex-pro-
sassinado, era feitor desde 1840, e foi o substituto motor o Hiera embriagar alim de puder extorquir
de um no, Francisco Alves Berenguer, que servio a sna assignatura para nm esenpto contra mira,
vinte annos, at que molestias ncuraveis o iuuti- Coaseguintemente estando aquelle senhor fora
lisaram, continuando a viver noeigtnho at 1895, da promotaria, que en oecupada legtimamente
;ra morbus. poi
de rara fidelidade. e coi
muilo habilitado para o ser*tco
ga, administrador ha vinte e deus "anuos, ponto o pseudnimo Ptmenta, nunca" poderiam ser con-de prweflar o seujnTgamento e demorarme por
mais ou menos.
.l9a9m'n??^,'COmOSeVdOCOaheCimeD,0 d0lher &3*~i de notifleaco at ser aflnal jugado
I?.' l^Pamplona.-Clleciora do mnnicip.o da gBSB %%?"" "" "^ E,
cidade de Batarlt.-Empreatinio do cofre deor- Data aos Si de ovemhro de ISfi.1
phos. Exercicio de 1863 a 1864. A folhas pri- Su^ i 1.1?^ Hn.rh" ,, r,
meira do litro de receita flea lancado em debito J^n,M?t^ffi?irr?U* *oLf-
ao actual collector a quantia de 399*500 rs. que S22K Pil*a'? d^%FT" ao ro
entregou o ihesoureiro do cofre de orphos Manoel \ aS^^S^J^STit ei;.0SJU'l8
Dutra de Sooza poremprestimo vencendo os joros igM n riS; s ^JL.u r de
de 5 por centoao anno como da respectiva guia do l8^? ?, Siaaat ** Monteiro.
Em todo esse tetnpo nem um, nem outro tive-
ram urna s vej motivos para receiar quaiquer
cITensa ; seffi|ire oi/edecidos e amados pelos escra-
vos, a quem tratavain humaaamente, com a bon-
dade de qoe Ihes dava exemplo o dono, sement
de penco lempo para c tiveram neoes$4dade de
corrigir e castigar desobediencias, emperros, e nm |
certo alrevlmento de Luie, comprado no sertae,
ver o edital para a convocaco do jury. Eu Ibe z
ver que nao havia nullidades, e da copia do pro- i
interpunha da sentenga do jury na causa de
Raymundo Antonio de Freitas.Informaco do
escrivo :
copia do pro-1 Bm observancia ao respeilavel despacho de V.
cesso (doc n. I, Traslado fT. 11 v. lo e 16} se v, S., tenho a informar, que, tendo o ro Ravmundo
que en ordeaei e o juiz municipal expedio o man-1 Amonio de Frailas dado de suspeito ao actual pro-
dado de notifleaco das testemunhas desse proces- motor poblico Dr. Leandre da Silva Freir, e reti-
so. assim como o edital para o jury, como tambem i rando-se este do tribunal, fura nomeado em seu
a marcha seguida por m.m a que tem sido obser- lugar o Dr. Francisco Barbosa Cordeiro : o que T>We Antonia de Jesu e achare e
Vida na n miTfli (Ib itiraitn o mnlnraia i h IH. i..k. .:.&_.. i v e _____._*.^ __.!._ "lnoM nuiui ue Jt)u>, e JCIIMfB e
Por isso, em micha defeza tive de proceder con-
tra aquelle senhor, o qual vista dos documentos
e testemanbas apresentadas nao poda deixar de
per pronunciado, como foi. Para livrar-se disso,
elle correu todo o termo, e foi atd capital; e de-
) pois ae muitos exforgos, e a custo de humilhacoes
obteve o meu silencio (tenho cartas nesle sentido),
u'unde natural, e que ja se tinha mostrado inca- e depois a celebre seutencaCaraca, que basea*
pac de bons servidos como pagem e corheiro, oc- da no principio falso de estar o Sr. Leandro em
upacoes que pruneiramenU Ibe foram dadas. exercicio de promotor qnando dea a denuncia (ros vada pelos juizes de direito e conforme le (doc-
Se possivel em urna fabrica qoalquer haver autos ia prova m contrario), nuMa, nunca pas-! D.) Na mesma occasiao o ro Freitas pedio a pa.
om j autor, sern cuaipllees, do crime da ordem sra em julgado, e nem prejudicou o meu direito, [ lavra e averbou de snspeito ao ex-promotor, fun-
d'este, que narramos, e d'islo ha muitos exemplos alem de que nao tocando ella e nem deslrnindo o dndose em inimlsade capital provada com o pro-
fcem verificados; as precedencias euposws e as faci que ser vio de base ao processo ficcra snbsis- cesso enme em que eltes eram partes como part-
-rrcnmsiancias do assassinato do feitor Vicente lindo sempre o calumniador. culares (doc. E.), citando a lei e avisos em seu fa-
Ferreirada Silva, mais fcil taraam a crtica de E' coslurae velho d'aquelle senhor phantaziar vor; e a vista dos avisos de 7 de malo de 1841, de
que elle nao oi o resultado de urna coajaraio. contos para obscurecer a verdade, e dfter o que 28 de junho de 1838 e 9 de selembro de 1861 com
Entretanto a malevolencia, que arde em orlos Ihe apraz sem juntar provas. Por isso nSo admiro referencia ao art. 61 do Cod. do Proc, eu deca re
espinlos peqoeames e ingratos, excogita, desde qoe elle repita, que o Sr. capirSo Pedro Jos Cas-! que o ex-promotor se devia dar de suspeito, o que
que o faci acontecen, meios de converie-lo em lello Branco foi chamado de proposito para aqnelle elle fez e retlron se (docs. us 4 e 8 Trasl. IT. 23 v.
cansa de prejuizos e iacommodos para um nobre processo, e qne todas as testemnnhas eram paren- j e 27); no impedimento delle tive denomearpara
adversario e antigo bemfeilor, que, bem sabe a ro- : isto falso, e foi completamente refutado nos substitu lo ao Dr. Francisco Barbosa Cordeiro rao-
linha, que liel pretende, -ser incapaz de querer Pedro U cima referidos ; e no Diario de Pritiam- co inteltigWtrte e rndependente, sendo de notar que
em sua fazeuda escravos criminosos. bmeo 4el de fevereiro findo j sedlse quanto era este nunca foi advogado do referido Freitas, como
A principio dizia-se, que o feitortioha sido cor- bastante para conhecer-se a falsidade dessas as-; falsmente diz o denunciante referindo-se acta
lado empostas, de tal modo qne paca dar Me se- sercoes. do jnry, e na ,jnal v-se que os advogados nessa
puitura foi nreciso reun-las em um sacco. Era Pela nrinha resposta e documentos, que em se- cansa foram Manoel Rodrigues Martins, Eduardo
um indicio imaginado para faier aoreditar-se guida faco publicar, v-se a toda luz a calumnia e i Cavalcanti de Lacerda e Miguel Joaquim Fernan-
que muitos liiiliain sido os assassinos. falsidade do ex-promotor, assim como as do depu- des Barros (doc. n. 4ff. 20 v). Assim continuaram
Provando o auto do corpo de delicio que foi om lado provincial Cordolino, o qual tornando-se echo | os trabalhos desse dia com muita ordem e calma,
s o fenmento, urna jurisprudencia ad hoc deseo- dos ditos do primeiro, fez o sen tpeeck, qne entre- nao bbstanle o calor dos debates e a casa estar lit-
bre indicios de criminalidade onde s ha contra tanto foi publicado differente d'aquelle que elle re-! leralmenle cheia; consultando nessa occaslo o 182, porque, ainda mesro sendo' o 'caso"de"nver
indicios. citon, conlendo s falsidades e abasando dupla- escrivo se devia escrever todo o requeriraento do! decisao des'te juizo a resperto do reqnerenle s
Venha-a aoc.io da polica, venha com todo o ri- menteja da immunidade que a rei Ihe outorga, e \ ex promotor, disse-lhe que era bastante escrever a haveria recurso dentro do prazo legal e nunca a
gor nao assi/sta a mngiuem. Nosso lim raos- j da b*a f do publico : o que den lugar ao pro- integra, mas logo depois ordenei que escrevesse ; appellaeio, nao podendo lr applicacfio o artigo do
trar que o Sr. commendador Joao ioaquim nao de- testo, alm da resposta, de um seu collega (tenho ludo para evitar|davidas (doc. D.); nunca fiz pedi- regutamcnio n. 120 (art. 43 2.*) citado por elle,
fende escravos crimiooses, nem os subtrahe documento disto): nao tendo eu dado motivo para do algnm ao escrivo, quer como empregado pu-; porqaanto nos antos nao consta que houvesse de-
aeco da jnslica. fi?se procedimento do Sr. Corlolino, sem dnvida. blico, quer como panicalar, relativamente s suas clsao de incidente algnm qne dsse por findo o pro
Ja vimos o procedimento que elle teve imme- come Uidosdiaetn e censuram, este senhor ceden obrigagoes, e ainda menos com referencia a sus- cesso, o qual continuon e foi julgado pelo tribanal
juizo. Em 14 de novembro de 1863.
O collector, Joao Lourenco Veriato de Vascon-
cellos.
O escrivo, Antonio G^eiroriaTbaumatnrgo.
E' o que tenho a certificar em observancia, e
comprimeolo da portal ia retro.
Baturit, 5 de nombro de 1864.
Em f de verdade.O escrivo de orphos, Ray-
mundo Antonio de Freitas.
Documento G.
Illm. Sr. Dr. Felinto Elizio de Camlho Couto.
Respondendo a carta supra de V. S. tenho a di-
zer em abono da verdade que nanea hoove entre
mim e outra qualqaer pessoa ajaste oa combina-
co alguma para eu ser livre do monstruoso pro
cesso que contra mim se instanrou por falsidade
de ama carta de liberdade, e nem disso preelsava
eu, visto que lendo fallecido a autora dessa cansa
Juntada do termo de coraparecimeolo a 25 de
novembro.
Termo de coraparecimento da reo Raymundo An-
tonio-do Freitas.
Tormo de publicacao do despacho para a autora
offereeer libello a 30 da novembro.
Cwieln.sao a-i de dexeaahro.
Despaeno.-D-se vista ao pwmotor publico para
formar o libello accosatono dentro de 3 das. Ba-
turit, 1 de dezembro de 1863.Carvalho u>uto.
Dala no nie-mo dia.
Vista ao promotor publico a 4 de dezembro.
Conformme com o libello de fl. 69' a 0. 70 por
tejH"10 de direito. Baturit, 6 de dezembro de
18b3. O promotor publico interino, Antonio Da-
masceno Gomes.
tenho a informar V. S., que mandar o que fr
servido.
Baturit, 3 ae marco de 186 .E escrivo, Sine-
zio Rodrigues Monteiro.
Despacho.-Junto a os autos, venha m conclusos.
Balante,3 de margo de 1864.-Carvalho Cont.
Outra petico do mesmo, promotor a 4 de marco,
requerendo appellacao da suspeicao que Ihe foi
posta no jury, devendo saber deciso do juiz de
direito :
Despacho.Juntoaos autos, venturo conclusos.
Baturit, 4 de marco de 1864. Carvalho Coulo.
Odtro despacho.Avista dos auto-, smente ao
Dr. Francisco Barbosa Cordeiro compele requerer
a appellacao da seutenca do jury ultimo, por isso
que elle, o promator nesta causa, e nao o suppli-
canle, o qual nao lendo parte na cansa, nao pode
reqaerer nella ; portanto nao tem lugar a appella-
I Qo requerida pefo1 sapp1 ileaote, o que s pode ser
altendido pelo mencionado ur. Barbosa, promotor
oeste- processo.
Tambem nao pode ter logar o reqoerido a 0.
m sea tes- dc||e
lamento a confirmacio de ilberdade do estrave.
porque me levaram os meus inimigos a cadeira de
ro, confirmago que exuberantemente provou a
minha innocencia ; e nao s por isso como por re-
eonhecer do earacter de V. S. nm juiz incapaz
toda prova de pactuar com criminosos, o que tai-
vez nao pessam outro lano a vanear certas pessoas
bem eonaeciaas nesta cidade.
Tendo assim respon lido oque me pede V. S.,
permltto-lhe fazer o uzo que Ihe convier de miaba
resposta.
Sou de V. S. ob'igadissimo venerador e criado.
Raymundo Antonio de Freitas.
S. C. 2 de Janeiro de 1864.
Documento H.
1* seceo.O vice presidente da provincia con-
cede oilo das de licenca para tratar de sua sade
onde Ihe convier ao bacharel Felinto Elizio de Car-
valho Couto, juiz municipal, e interino de direito
da comarca de Baturit. O que se communicar a
quem competir.
Palacio do goverao do Cear, 12 de marco de
1864.Vicente Alves de Paula Pessoa.
Um-Kineutu I.
E' o processo por calumnia contra o bacharel
Leandro da Silva Freir, publicado no Pedro II a.
22 de 28 de Janeiro de 1864.
Documento n. 1.
Dala no mesmo dia.
Concluso a 12 de dezembro.
Desparti.Recebo o libello a 0. 69, d-se copia
e rol das teslemunhas aos reos aliancados, ou
a seus procaradores se apparecerem para receb-
la ; notifique-se-lhes o disposto do artigo 342 do
regulamenio n. 120 de 31 de Janeiro de 1842, o
tambem para respouderem na prxima sessao do
jury que se houver de convocar, e logo que cons-
tar o dia da reunio da referida sessao expecam-
se os necessarios mandados, am de que na forma
da lei sejam notificadas as testemunhas e infor-
mantes como se pede no final do libello. Baturit,
14 de dezembro de 1863.Carvalho Coulo.
Dala no mesmo dia.
Intimaco ao ro alianeado HavraOLdo Antonio
; de Freitas e Ihe ter entregado copia do libello e rol
das teslemunhas, e lido o disposto do artigo 342
: do reKUlaraento n. 12, em Baturit 26 de Janeiro
de 1864.
Juntada do recibo do ro Freita <.
Recibo da copia do libello e rol das testemunhas
em 26 de Janeiro.
Juntada do mandado e copia do edital em 22 de
fevereiro.
Mandado. O capitao Jos Pacifico da Cosa Ca
raca, juix municipal primeiro substituto em exer-
cicio de li.innh'. etc.
Mando a quaiquer ollical de justica deste juizo
ou da subdelegada desta cidade a quem este for
apreseniado indo por mim assignado, que notifique
neste districto a Francisco Gomes de Parias,
diaiamente depois do fado, vejamos afora como
d.-u mais urna prova de-suas boas intento s eda
Arme e sincera conviecao que tem de que a sua
escravatura est innocente e se mantm pacifica e
obediente.
Constando-lhe que a poliau ia torear e correr o
seu engenho para prender escravos, dirigi eSr.
commendador Joao Joaquitn am requer ment ao
delegado, no qual, compromettenda-se a apresen-
lar todos os escravos, qnando isto fosse exigido,
pedia por esta razio que se dispensasse semeiban-
le diligencia ; intil, mas desejada osteulaco de
forca.
Acceito este offeretimenlo pelo delegado, j fo- ]sos n;in destroem documentos exirahidos do
ram por elle requisilados quatro escravos no dia 51 competMitos ou certiddes.
do torrente, dos quaes, apresentados no dia se- j
guate sem eoostrang+roento, foram sement dous
perguntados, Pitando as perguntas a que os outros i
dous tem de responder p*ara o dia que fr desig
'nado.
O delegado nao achou motivos para roetter na i
cadeia os dous escravos-que nlerrogou, e mandou
qne voltasssem lodos para o engenho. Com effei-!
to as respestas dadas por cada um de sua vez, e
sem que nm oavisse ao outro, foram tao firmes e
lio concordes, apesar dos muitos e variados pon-
tos sobre que versaram as perguntas, e apesar de
um certo tom imperativo, que poda, ser de mo
elle i to para individuos habituados humilde obe-
diencia de estraves, que todas as pessoas presen-
tes, e eram muitas, sahiram convencidas de que
os mesmos esclavos nao naviam lido participaco
alguma no delicio.
* Eu sei, dizia o delegado, confessa que sabias,
nao recetes nada ; eston informado de que lia va
conjuracao entre os leus parceiros e es escravos
de muitos outros engenhos. >
t por este Ibeor umitas outras perguntas___
Piquemos hoje aqu, para conlinuarroos confor-
me as oceurrencias que se forera dando.
Goianna, 7 de maio de 1865.
J.
CORRESPONDENCIAS
Sis. redactores.Wio smente o Sr. Rodrigo
Ignacio da Silva quem clama contra as aieivosias
do Sr. Feilosa Fillio, director interino das obras
publicas, atiribuiodo aos execulores e empreiteiros
os erro.-, das suas plantas; eu tambem ven lio boje
clamar contra elle pela responsabilidade que pro-
cura fazer-me effectva por seus erros, dos quaes
manda a juslica, que s elle responda, pois que
ninguem tem tulpa de se fazer engenbeiro contra
a soa propria vocaco
Arremalei e attrro da ra do Lima segundo o
oreameolo e a planta juntas s coadicoes do con-
trato da arremalaco.
O oreameolo exiga o embarreamento do centro
do aterro, que alias foi modificado para ser feito de
cauca, segundo o pedido dos moradores daquelle
lugar e despacho da presidencia.
Mas a planta nao era a que devia ser, era o per-
fil longitudinal que me dava o direito de fazer so-
monte urna lintia recta.
Para nao entrar em dispulas, pedi o perfil trans-
versal, e assim a planta, que o contrato da arrema-
laco dizia estar junto elle, e qne me perlencia.
Fui indeferido pelo Sr. Feilosa, que desta frmame
privava de enmprir a risca a planta da obra, por
falla dessa mesma planta.
-Sem ella, e sem engenbeiro que se encarregasse
de inspeccionar a obra, nacon/ormidadeda quarta
clausula especial do termo da arremalaco, dei
principio e a conclu, nao sendo alias acceita por
nao estar de conformidade com a planta I Mas
que planta?
Nao posso acreditar qoe o Sr. Feilosa, graduado
na escola de Pars, e director interino da reparlico
das obras publicas, pense que perfil longitudinal
plaa.
Podendo succeder que indirectamente conse-
gusse ao meos noticia da existencia da tai planta,
que boceas pequeas asseguravam nunca ter sido
frita, pedi pelas obras publicas cerlido do orea-
meolo.
Qual, porm, nao foi minha admiracao vendo a
certidao das obras publicas perfeilamente alterada
em vista da que me foi dada pela ihesooraria ?
Nesla o aterro nao tem abahulamento, na do Sr.
Feitosa tem-n'o com seis pollegadas no centro e
quatro as extremidades !
Cts ah a planta do Sr. Feilosa Assim por cer-
to nao era possivel obte-la.
Se o aterro devia ter abahulamento, e esteesca-
pou ao Sr. Feilosa, eu por certo nao posso respon-
der por essa sua falla remediada l pelas obras
publicas, e o aterro, feito como foi pelo orcamento
ministrado pela theseoraria, com quera conlratei,
nao pode deixar de ser recebido ; enea rapando-
se-ue a obra soffro nos mens direitos, nao se ,me
faz justica, que alias espero de S. Exc, a quem soa
grato pelas suas maneiras allenciosas m'a faca, lo-
mando esse negocio na devida tonta.
Von requerer vi toria na obra procedida por en-
genbeiro?, que nao de reconhecer que eu fiz mais
do que devia para remediar as faltas do Sr, Fei-
tosa, e e I les que digara se eu posso responder pefo
qae nao arremalei. e se aquillo que eu arremalei
est ou nao feito.
Quanto ao mais descanso, porque S. Exc. abe
At cada um o que sen.
Recife, 11 de maio de 1865.
Andre de Ahreu Porto.
a pedidos de qoem quer qne fosse ; o ainda assim peico do denunciante (doc. D.) do jury atinal.
emprestar aos outros o epitheto de vil instramen- Quando se proceda o jury de sentenca, foi sor-1 Batarit, 19 de mareo de 1864 -Carvalho Codto
lo, como drz no sea discurso ? I teado Migoel Ferreira de Souza e depois de ter to-' Documento n 9
Nao tratarei da personalidade do ex-promotor mado assento, appareceu alguem dizendo quo elle! E" o protesto feito pefo mesmo promotor perante
como empregado publico; outro9 j se tem encar- era prente de um dos reos, entao um dos advo- o juiz municipal,
regado disso: que o digam os Pedros II de f863 gados pedindo a palavra mostroa que esse jurado! Documento A.
e 1864, as denuncias ao governo, as snas promo- nao estava no caso de ser recusado por suspeito,! I.'sessio.N. 13.-Palacio do governo do Cea-
coes nesia comarca, e Analmente a sua demisso a explicando o parentesco e lendo o att. respectivo r, em 16 de Janeiro de 864
bem do sen-ico poblico. do Cod; nao houvequem o contestasse, nem aome-' Commnioo a Vine, para os fas convenientes,
Lonciaindo faco ver que falso estar seudo pro- nos os assignatahos das cartas de ff. (doc. n. 6) que que por portara desta dala demitti do cargo de
cessado o escrivo de orphios e anda menos por, estavam, presentes e nem se retirou aquelle ju- promotor publico dessa comarca, o bachartl Lean-
ler passad os termos de qoe elle Irata, e que alias rado, mostrando assim ser verdade o que dizia o dro da Silva Freir, e ncmeei para snbslltni-lo o
sao verdaderos, ponderando qae attestados gracio- advogado; por isso Tez elle parte do cooselho. Ten- bacharel Silvino Lopes de Barros e Silva.
livros do os autos vindo da retacan, onde se fez sentir a
falta do recurso que devia estar junto, en pergun-
tei por elle ao escrivo Mmteiro, o qual me dsse
Com a resposta e de comentos segrales creio
nada ficar a tfesejar.
Batarit, I8 de narco de 1865.
Felinto Elizio de Carvalho Couto.
Resposta do juiz municipal de Batorit denuncia
do ex-promotor da mesma cidade perante o tri-
bunal da relaco.
Senhor.-Ao venerando tribunal da refaci de
Pernambuco foi levad a denuncia, que eootra
mira deu o ex-promotor publico, desta comarca, e
que s contm falsidades, calumnias e dhrtrfb**.
Antes de entrar na refina cao dos factos akrvo>os
ali exarados, releve-se-me, qoe /ac am leve esbo-
co ida aaluresa e carcter do ex-promotor jara
melhor comprehender-se a forra da denuncia.
O ex-promotor publico desla comarca sempre
fcil em prodigalsar os seus favores lizuaes aos
seus amigos, compadres ou adherentes, nao encon-
tra bices nem paradeiros soa vontade incaasa-
vcl em prestar servicos, qnando os amigos on com-
padres assim o exigem, a ponto de em vez de pro-
mover a justica publica ter advogado os mteresses
das partes, anda mesmo criminosos de morte, de
sorte que por tantos e repetidos factos notaveis o
Pe
que esse recurso uaoapparecia, e que os autos Ihe
foram entregues sem elle, constando me depois es-
tar era Pernambuco: eis por que nao mandei jun-
tar o recurso ao processo. Passados dias o denun-
Deos guarde a Vmc-Lafayetle Rodrigues
reir.
Sr. juiz de direito da comarca de Batarit.
Dotumento B
Declaro a bem da verdade, que nm dia destes
dorante a minha embriaguez, fui forcado a assig-
nar am papel qae me apreseoiou o Dr. Leandro da
ciante acodadamente se aprsente em juizo reqoe- Silva Freir, em sua casa, para a qual fui chama-
rendo appellacao da sentenca do jury (doc. n. 8) do por Luiz tforeira e o filtro de Antonio Paulino
na causa em que elle tinha sido snspeito e estava | de Moora, papel esse qae depois en soube por al-
legalmeote substituido I e queria por fas ou por ne- guraas pessoas me dizerem, que era contra o juiz
fas ser deferido; vista porm do qne tinha se da- do direito interino Dr. Filinto Elizio de Carvalho
do e nao podendo enejonecionar depois da suspei- Couto, contra o qual eu nunca disse, riera publi-
quei, e nem escrevi cousa alguma, o que digo e
cao, decid (doc. n. 8 T. f. 27 v) que elle era in-
competente e que s ao seu substituto Dr. Barbo-
sa, promotor da causa, que competa o direito de
appellar; isso fez com que apparecesse o denun-
ciante protestando sem fundamento plausivel, in-
sultando a todos, sem razao e nem flm justo, enfu-
recendo-se contra mim por que nao transig com
a lei e 3 jasttea come elle desejava, e como fez cer-
to juiz dando-lhe por priso a propria casa, cidade
e termo 1
O outro ponto da denuncia : qoe tendo o
ro Freitas requerido
lera menos admiravel
assim, que o diga Barnab Ferreira da Silva, a
quem o denunciante para extorquir a assignatura
de um escripto contra mira fe-lo embriagar e tran-
car dorante urna noite inteira era um qaarto, co-
mo depois foi publico na sala do jury (doc. B).
Es naturesa e carcter do ex promotor, qae
nunca se imporlou com a lei e a moral, urna vez
que os interesses seus oa dos amigos prendess6m
os seus actos. E esse mesmo homem que diz
seren os outros capazes de ludo I Que valor pois
podem ler os actos de tal homem ?! Propenso por
naturesa e coslume a maldizer a aqaelles, qae nSo
juro, se preciso ttr.
Baturit, 15 de Janeiro de 1864.Bernab Fer-
reira da Silva.
DocumenXo C.
Senezto Ilodrigues aiooteiro, escrivo do jary e
subdelegada desta cidade e districto, por nomea-
cao legal, ele.
Certifico, em virtude da respeitavel portara su-
pra, que revendo os antos de que trata a mesma
portara, achei a pronuncia decretada do tbeor,
modo, forma e maneira segninte :
Vistos os autos etc.; julgo procedente a queixa
dada contra o ro bacharel Leandro da Silva Frei-
r, e portanto o pronuncio como incurso no art,
^!SS&&^9* P= 3TS*V GonSo G=Sda^KdoS
jury nesta cidade de Baturit e sen termo por
nemeaco legal, etc.
Certifico que revenda os autos mencionados na
peticao acbei os despachos e termos do tbeor se-
grate :
Accordo em relaco etc.Que visto, ex posto e
discutido este feito juigam nullo o procsenlo pe-
rante o jary, porquanto consta lerera servido no
mesmo conseiba de sentenca quatro juizes de facto
que na sessao anterior haviara sido recusados, pe-
las partes, devendo por isso ficar o julgamento da
causa adiado para outra sessao peridica na forma
do aviso de 2 de abril de 1836, mormente nao se
Jos de Araujo, Manoel Rodrigues Vieira, Germano
da Costa Pinheiro, Caetano Jos Goncalves, Fran-
cisco Amonio da Silveira Souza, Luiz Flix de
Souza, Manoel de Araujo Chaves, Francisco da Cos-
ta Pereira, Ignacio Flix de Souza, aflm deque
como lastemunhas informantes da formaran da
culpa venham jurar perante o jury, >o qne soube-
rem e perguniado ihes fr acerca da cansa em que
sao partes, como autora a justica publica e reos
afflancados, Miguel Ferreira Maclel e Raymundo
Antonio de Frenas, e ausente Antonio Gomes da
tiruz, comparecendo as ses?des do jary que hao de
as cusas. E mandara queseja appenso a estes au-
tos o recurso interposto pelos appeilados para o
dezembro de 1841.
E de assim haver romprido
passar certidao ao
o'oe SSSSSS^JSSJT PTOC8S' P^^-e-tregara-^esTriv^olojury.
Banca e indo os autos com
visia ao promotor, este pedia a sua prisao em vista
governo vio-se na rigorosa necessidade de demitll- da lei (que nao foi cilada) eum aviso de 1860, cor-
lo a bem do servico publico (doc. A). Nao lodo ; tificaodo e escrivo que o ro nao estava nesta ci-
se como empregado publico elle deseen aonde o di dade, nio obstante continuar o processo de llanca JBi, combinado cora o art."233 do cdigo criminal'
moral Ihe vedara, como particular nao j at os ltimos termos, esperando-se s a volta do' e sujelo a priso e livramento. O escrivo passe
procedimento ; e s nao | ro para prestar a sua assignatura O denuoclao-
te forca de phaotasiar para Iludir, nao vio que
as suas proposicoes se aeham em cootradiccao com
documentos por elle apresentados Voa mostrar.
Logo depois qae foram recolhidos os autos ao car-
torio, o ro Freilas fez a petico requerendo prestar
flanea ; v-se, pois, que eslava presente, e isto
publico ; despachando essa petico, mandei junta-
la aos autos e depois dar vista ao promotor ; em-
quanto o promotor esteve com os autos, o ro sa-
ino desta cidade, de sorte qoe vindo-me conclusos
e segundo o parecer do promotor, ordenei qne o
escrivo passasse mandado de priso, caso o ro
Baturit, 23 de outubro de 1863. Carvalho
Coulo.
Termo de data a 12 de novembro de 1863.
Termo de ajumada a 2 de novembro, da petico
de Ganca de Raymundo Antonio de Freilas.
Peticao com o despacho seguate :
Nos autos venham conclusos. Baturit, 2 de no-
vembro de 1863. Carvalho Couto.
mandado de prisao contra o reo, e lance seu nome : Concloso no mesmo dia.
no rol dos culpados, pagas as castas pelo mesmo Despacho.-D-se vista ao promotor publico para
era que o condemno, o que ludo fago era face dos djzer sobre a peco retro. Baturit, 2 de novem-
doeuiueutos de Q. 3 a fl. 8 e das testemunhas cons Dro ae |g63.
ril, 24 de Janeiro de 1864. En Siaezio Rodrigues
Monteiro, escrive o escrevi.Caraca.
Certidao do ofllcial de justica.
Copia do edital.O capitao Jos Pacifico da Cosa
Caraca juiz municipal 1* substituto da cidade
de Baturit, etc.
Faco saber qoe pelo Sr. Dr. juiz de direito da
comarca, Felinto Eiysio de Carvalho Couto, me foi :
i eommunicado haver designado o da 24 de feveiro "
Cumora-se o accordo da relaco- o.escrivo d I proXrao' -pelas 40 horas do dia> Para abrir a P"*^
reo ser submetdo a novo julgaroeolo. j ianeiro d Mi foram srleados e J
cidados seguinles : I Manoel Gaspar da Silveira,
Recife, 22 de selembro de 1863.Silveira, pre-
sidente.Acciole, Santiago, Gitirana, Perelti, Mol-
a, Asss, vencido por nao constar dos autos o pro-
vmenlo do recurso interposto do despacho qne re-
vogou a pronuncia.
Foram volos vencedores os dos desembargado-
res cnoa, Cavalcanli e Acciol.
Publicacao, remessa, recebimento e concluso ao
tem a fehetiade de gosar de eu fino trato, quer i eslivesse nc termo (doc. n. 1, T. f. 7); o escrivo
de moiu proprio, quer a pedido, o denunciante es- cerlificou nao estar nesta cidade o ro, cootinaoa
creveu, publicou e propaloa calumnias e iosnltos o processo, seodo-lhe intimado pessoalmente o des-
contra mim ; pelo qae fiz cbama-lo a juizo, onde pacho de fl. (doc. n. 1, T.ff. 10) at a sentenca (doc.
se procedeu contra o mesmo .denunciante em ja- cit. ff. 2 v.), assislndo por consegrante o ro os
neiro do crreme anno (docs. C e I). Entao aug- actos da flanea, e nao como diz o denunciante, que
menlou:se o seu odio, e por mais esforgos qae fi- ? se esperava a volta dtelle (aflaogado) para pres-
zesse nao deu seno a denuncia presente, a qual lar a sua assignatura : as certiddes dizem o coo-
se acha destruida pelos documentos qae Ihe foram 'rario do qoe quer o ex promotor; sao a luz da
juntos; como mostrarei. verdade espantando as irevas do erro e da ca-
A paixo que sempro actuou no espirito do ex- lumnia.
promotor ocegou a ponto de nao ver oque est es- Diz tambem o denunciante : < qne tendo Frei-j
untes de fl. 9 a fl. 18.
O escrivo tire copia dos dapoimentos das teste-
munhas, e remeta ao Dr. juiz de direito da comar-
ca, aflm de fazer efTectiva a responsabilidade do
actual delegado de polica Mathias Francisco Mo-
reir Lima, pelo crime previsto no art. 130 do co
digo criminal, visto achar-se provado exuberante-
mente ter sido elle peitado cora a quantia de 400
pelo mesmo ro bacharel Leandro da Silva Freir.
Baturit, 17 de Janeiro de. 1864.Pedro Jos de
Castello-Branco.
Nada mais nem menos se continha era dita pro-
nuncia, do qae o que ahi declarado lica, ao proces-
so roe reporto e dou f.
Cidade de Baturit, 27 de dezembro do anno do
nasciraento de Nosso Senhor Jess Cbristo de
1864.
Eu Senezio Rodrigues Monteiro, escrivo qae o
escrevi e assignei conforme. Senezio Rodrigues
Monteiro
Documento D.
cripto nos documentos por elle apresentados, eain- tas requerido babeas corpus, eu concedi-o, passao-: Seoezo Rodrigues Mooteiro, escrivo do jury da
da meos ver a terminante disposico da lei e dos do-se mandado sem processo algam, e na mesma | cidade e termo de Baturit etc.
avis-s de 9 de setembro de 1861 e de 7 de maio petigao, que nao esta na mo do escrivo nem na
de 1841, que prohiben) ao promotor publico dar do carcereiro.
denuncia ou promoyer aecusago .contra Inimigo Teohe sido sempre muito escropuioso em todos
capital, qoe aquelle com quera se lem algura fei- os meus actos e principalmente em conceder
to civil ou crime, segando a Ord. L 3. T. M | 7,, ordem de habeas corpus ; e s a mando passar, se
nao podendo elle deixar de reconhecer-se como tal; pelo processo eu conne'co que tem havido violencia,
HilT'iiilb H"l nrflliaccn Arimn i nli\nl nroitxn -ll^ nn nMonfi ni>i A a( > aMa* I 1 1 *___________
em virtude da respeilavel portara
depois do processo crime intentado contra elle mes-
mo em Janeiro, pouco antes da denuncia.
E nao obstante essa denuncia do ex-promotor nao
poder ser admiltida i vista dos avisos citados e o
ou prisao evidentemente injusta ; e de todos esses
despachos eu tenho recorrido ex-ofkio como orde-
na a lei. Assim, pois, se eu conced essa ordem de
habeas corpus, o processo deve existir ou no car-
torio on no tribunal superior ; mas como certifica
o escrivo (doc. n.2, T. ff. 18 v.) apenas passou-se o
mandado para vir o preso a juizo para ter lugar
ento o processo ; e esse mandado ninguem di-
r que seja ordem de habeas eorpus ou soltura,
como pretende o denunciante : porm o preso ao
foi condolido miaba presenta, e a petigao com o
despacho nao voltaado a joizo ficou na mo da
parle, lio podendo por lano estar no car torio nem
na mo do carcereiro, o qual se houvesse ordem
de habeas corpus, o teria declarado oo respectivo
asseoto de priso (doc. n. 3.) E se bouve ordem
posta ao ex-promotor na occasiao do julgamento. minha para essa soltura, nao poda ter sido enao
Diz elleque vindo o processo da relago, e certi- era viriude da flanea requerida pelo referido
litando o escrivo haver decorrido as 24 horas, Freitas.
sem qne a parte offerecesse o libello, mandei dar Para mostrar o denunciante qoe en protega ao
vista ao promotor, e recebi o libtllo sem observar o escrivo Freilas, foi preciso no seo plano collocar-
art. 338 do Reg. n. 120; que Raymundo Antonio de me na dependencia desse escrivo, ao mesmo tem-
Freitas sendo afiangado foi designado para responder i po qoe elle diz qne en sou juiz e senhor! epara
no dia 25 de fevereiro embota houvesse reos pre- ( basear o seu dito vai procurar am facto por elle
sos e mais amigos;que dada a palavra ao promo-1 repetido, e nao menos falso qoe os oolros, qaal o'de
tor para fazer sentir as fallas do processo, foi oes- ter-me servido do dnheiro de nm orpbo ; este
art 75 g 6 do Cod. |do Proc., comludo vou tratar
dos pontos principaes da denuncia, deixando o de-
nunciante s no terreno dos insultos e diatribes,
onde nao posso acompanba-lo.
De to grande quao emmaranhado arante!, qoe
se apresetltou com o fim de esconder a verdade dos
factos e Maquear a boa f dos respetaveis julga-
dores, d'aln pode com algam costoextrabir os pon-
tos que servem de base denuncia.
O principal, que a ser verdadeiro devia ser o
primeiro, o processo fe Raymundo Antonio de
Freitas perante o jury desie termo, e a suspeigo
sa occasiao averbade de suspeito pelo referido
freitas, que inventou am pretexto de inimisade,
orpho o Jos, filho do fallecido capitao Antonio
Aureliano de Sampaio, e do documento F. v-se
Juiz uionfelpal de Baturit
Lendo boje os Diartot de PtHUM&vco de 4, e
7 de fevereiro ultimo, vi deus commanicados e
am discurso, com qne se procurou illaqaear a boa
f dos Srs. dezembargadores cuja atteneSo ahi se
chana a mea respelto. fl nao obstante os eomma*
nicados se aprecentarem comer de anonyme, coro-
ludo o seu aator nao menos canhecido aqol e l.
Os fados calumniosos ali exarados j foram re-
falado* no Pedro //-nmeros 19, 82, 23, 28- e 45
de 1864, e n. 292 de 1863, qnando esse commani-
cante pnlicou esees factos no mesmo jornal tam-
bera sob o aoonymo. Ahi mostrei as falsidades e
pelo que declarou o juiz qae o promotor era sus- qoe esse diuheiro oi rcowido logo ae cofre d'oa-
peito, sem haver processo algura;que foi nomea- de sahio para ser emprestado ao governo conforme
do para sabstitui-lo um advogado do ro como se a lei, senda recomido i coecloria. E nem tambera
v da acta, e fez parle do conselho um primo legi- j hoove combioago alguma feila comigo na causa
timo do ro;que o juiz ordeoou ao escrivo que do mesmo Frenas, como qois insinuar o dennnei-
no lavrasse na acta o que se dea sobre a suspei-' ante para melhor colorir os seus contos phantasti-
gao, e nao mandou tomar a appellacao por elle re- \ eos, seno calumniosos (doc. G.)
querida, dando o despacho nove dias depois;e: Finalmente o denunciante eatre 24 despachos
que o recurso de que falla o accordo nao est jon- meus smente achou dous em que supppoz ha-
to aos autos. ver demora, isto o de enmpra-se ao vene-
Se o ex-promotor publico fosse mais escrupuloso raudo accordo, e o de requeriraento para appella-
ao curoprimento dos seus deveres, e tivesse em cao.
mais apreeo a digoidade dos omrog, teria examina- Porm se o ex-promotor publico quizesse lera-
do cuidadosamente os documentos que elle apre- brar-se vera que tendo eu despachado os autos a
senlou, teria visto no cartorio o que devia ver para 23 de outubro, ne dia 24 part para Canind aflm
nao pbaniasiar historias, nao laucar calumnias e de presidir sessao do jury ; quefindos esses ira-
nem cahir em Untas falsidades. i balhoseu voliei, negando nesta cidade no 4 de
Segundo o meu costume de nao demorar autos'novembro, e sabendo qne os antos nao tiahara sido
em mea poder seno o lempo iodispensivel para entregues ao escrivo orno deixei ordenado, nodia
a leitura, exame e despacho delles, apenas foi-me 2 (seguoda-fira> auodei vd les e leva-Ios ao car-
entregue o voluraoso processo de Raymundo Anlo- torio : como Umbem vera que tendo elle requer-
nio de Freitas e mais dous co-ros, eu o li e des- do a appellacao, mandei no mesmo dia juntar a pa-
pache i, ordenando depois, de conformidade com os tigo aos autos (doc n. 8, T. ff. 2 7); e logo entra-
an.-. 338 e segaiotes do Reg. n. 120, o langameato do no gozo de orna lieenea (doc. t) foi capital,
da autora qae j tinba fallecido, mandei ao promo- d'oode vdhei 19 de marco, dia em qoe reassumi
tor fazer o libello, tendo-se ate conformado, com o o exercicio de juiz de direito, e foram-me entre-
prln-eiro apresentado ao jnry; com s#e; nao in- 'gues aquelles autos e no mesmo dia os despache!,
fnngj le alguma, anjes segal i praxe admittida ni podendo faie-ro antes por estar fra do ingar
Certiflco
supra
1. Que na sessao do tribunal do jury, que leve
lugar em fevereiro do crrante anno, o processo
de pronuncia mais antigo era o de Raymundo An-
tonio de Freitas e outros co-ros, e em cujo proces-
so linha ro preso, afiangado e ausente;
2. Que a marcha seguida nos processos viudos
do supremo tribunal da relago, para entraren) em tificar o primeiro perito por nao e'star na trra,
novo -
a lei
3.
Data no mesmo dia.
Termo de visla a 3 de novembro.
Promogo : sobie a peiigo retro tenho a dizer
que nao podendo o ro prestar" fianga estando sol-
t, porque a isto se oppoe a lei, como se v pelo
aviso n. 416 de 28 de setembro de 1860, s depois
de recolhdo a priso dever ter logar o tralar-se
do que
2 Venancio Pereira Castello-Branco, 3 Antonio Jos
Lopes, 4 Francisco Teixeira de Magaibes, 5 Jos
Gomes de Aodrade, 6 Antonio Barroso de Sooza, 7
Antonio Rnlino Ferreira Lima, 8 Candido los Ca-
valeante, 9 Laurindn 6ulhrme de Mello, lOWignel
Flix de Sooza, 11 Miguel Antonio da Silveira Aran-
jo, 12 Irineu Alexandre Castello-Branco, 13 Venns-
liano Gomes da Silveira, 14 Antonio Pinto de Vas-
concellos, 15 Jos Gencalves Vianna, 16 Antonio
Ferreira dos Res, 17 Manoel Dutra de Souza, 18
Manoel Carlos de Saboya, 19 Joo Correa Lima, 20
Amonio Ferreira da Silva, 21 Placido Ferreira No-
nes, 22 Francisco Bemviodo de Vasconcellos, 23
j Francisco Pinto Brando, 2* Jos Alexandre Castel-
lo-Branco, 2o Antonio Manoel Gomes de Siqoeira,
26 Antonio Claudio de Farias, 27 Caciano Antonio
de O iveira, 28 Francisco Ferreira de Mendonga
Jooior, 29 Caodido Gomes de 8ooza, 30 Andr No-
do que requer o mesmo ro. Baturil, 4 de no- eUeira'Pinto Cmara 31 FrancTstn wM?TLtKA
sKrFrere863-"0pr0mO,0r PabHC0' Le4ndr ^ W^^^^^TS!PlS!^
Termo de data e concluso no mesmo dia.
Despacho. Certifique o escrivo se o ro est
nesta cidade, e no caso afnrmativo passe logo man
dado de priso. Baturil, 4 de novembro de 1863.
Carvalho Coulo.
Termo de data a 5 do mesmo mez.
Certifico qae o ro Raymundo Aotenio de Frei-
tas nao esl nesta cidade, razo pi e nao passo
o mandado ordenado no despacho retro. Cidade
de Batarit, 6 de novembro de 1863. O escrivo,
Sinezio Rodrigues Monteiro.
Concluso no mesmo dia.
Despacho.De conformidade com a lei e praxis-
tas, concedo a fianga requerida, e noraeio para
avaliarem o damno causado e as cusas do proces-
so al o ultimo julgamento a Joo do Reg Falco
e Manoel Hortencio Damasceno, que prestaro ju-
ramento. Baturil, 9 de novembro de 1863.Car-
valho Coulo.
Data a 10 de novembro.
Informaco ali de novembro, deixando de no-
jolgamento, tem sido regular e conforme
i
Que Y. S. nanea me deu ordem alguma na
Concluso no mesmo dia.
Despacho.-Na falta do primeiro perito noraeo
Geraldo Correa Lima para avahar
Guilhermo de Mello, 34 Jos Alves Marques, 35"
Francisco Ferreira da Silva. 36 Joo Francisco de
Oliveira, 37 Raymundo Jos de Araujo, 38 Manoel
Antonio Moreira, 39 Alexandre Pereira Castalio
Branco, 40 Vicente Gomes da Silveira, 41 Manoel
Pedro de Abren, 42 Francisco Seraflm de Asss, 43
Antonio Jos Franrklm. 44 Francisco Urbano Mo-
reira Lima, 45 Antonio Pereira Castello-Branco, 46
Antonio Jos Femantes Rosas, 47 Joo Neporouceno
da Silva, 48 Francisco Esteves da Silveira.
Ouiro sim, fago mais saber qae na referida
sessao, bao de ser julqados os reos que se acham
ausentes pronunciados em crime que admitte fian-
ga, a saber : Antonio Gimes da Cruz, Antonio Ma-
noel de Souza, e Antonio de Tal, tilho de Luiz Gomes
da Silveira, morador na Pendencia.
A lodos os quaes e cada nm de per si, bem como
a todos os interessados igualmente se convida para
compareeerem na casa publica na sala das sessoes
do jury, unto no referido da e hora cima desig-
nado, como nos mais das segointes em quanto
durarem as sessoes, sob as penas da lei se falta-
ren).
E para que chegue a noticia a todos mandei nao
s pasear o presente e edital que ser lido nos lu-
quaiid^de de%mpre ado pubReo," ? era* rae r! lSfL^^JX tf'JK? S mais Pblicos e affido '"r7o cosime,
pedido em particular para ea deixar de langar dos ^rHe^iSS^Couia como reraeuer aos subdelegado, dos difluentes
respectivos actos do tribunal do jury cousa alguma
Data no mesmo dia.
a respeito do julgamento do processo aciraa men- Inlimagao ao louvado Correa Lima no mesmo dia.
clonado, pois na mesma sessao do ralgamento, fa- Termo de jurameoto aos avaladores no mesmo
zendo o ex-promotor publico o Sr. Dr. Leandro da da. Termo de vista no mesmo dia ao avaliador Ge-
Silva Freir seu requenmento sobre o julgamento raido Correa Lima.-Altendendo ao g 1 do artigo
do referido processo, na occasiao que fra dado de 109 do cdigo do processo criminal avalio a flanea
snspeito pelo primeiro reo Freitas, V. S. decidlo em vinte lustes na razo de 355 dias, accresceu-
que fosse langado em parte na respectiva acta dito! tando a esta quantia a de 3005000 para as costas,
seu requenmento vocal, mas ao depois ordenou- Baturit, 4 de novembro de 1863,-Geraldo Correa
me que fosse langado todo requerimento da pro- Lima,
raotoria pabllca, o que assin foi feito e consta da Data no mesmo da.
respectiva acta do tribunal : que a marchado! vista ao outro avaliador no mesmo dia.
processo de flanea do referido Freitas foi regular Concordo com o lando qae deu o perito Geraldo
e devidameate julgado por sentenga, seguido neste '
toro.
Batarit, 7 de dezembro de 1864.O escrivo
de jury, Senezio Rodrigues Monteiro.
Documento E.
E' o processo criminal intentado por Leandro da
Silva Freir contra Raymnndo Antonio de Freilas,
por injurias e calumnias impressas, sendo absolvi-
do o mesmo Freitas no jnlzo do direito da comarca
da Fortaleza.
Documento F.
Raymundo Antonio de Freilas, escrivo de orphos
nesla cidade de Batarit e sea termo por S. M.
I. e C, qae Dos guarde, etc.
Certifico que revendo os Ivtos de entrada e sabi-
das dos dinheiros para o cofre de orphos achei o
segainte :
l. Qne toi recomida aocolrede orphos a quan-
tia de 400# qne Cleroentino Francisco Sampaio
era devedor ao orpho Jos, filho do finado capitao
Antonio Aureliano Sampaio, do primeiro anno ven-
cido do arrendamento do sillo de caf do mesmo
orpho, cojo recolhimeoto foi feito no dia 18 de
setembro de 1863.
f." Qoe s encootrei ara nico termo do r-
rolhimento do referido dnheiro no mesmo dia e
anno cima referido.
3. Que o recolhimento desla quantia foi presidi-
do pelo Illm. Sr. Dr. juiz de orpnos Pelinlo Elizio
de Carvalho Como, eslandd nsse tempo em exer-
cicid de joiz de direito desla comarca o Dr. Luiz
de Cerqneira Lima.
4.' Qoe tirados 800 rs. para feitio do termo de
entrada ne "cofre foi reeolhido
Correa Lima.Manoel Hortencio Damasceno. Ba-
turil, 12 de novembro de 1863.
Data no mesmo da.
Concluso no mesmo dia*
Despacho.Vista ao promotor publico da comar-
ca. Baturit, 12 de novembro de 1863.Carvalho
Cont.
Data no mesmo dia.
Vista no mesmo dia ao promotor. Achando-se
o ro fra desta cidade, como se v da certidao do
escrivo, nao pode em soa ausencia ser-lhe a uao-
ga concedida, e depois a marcha deste processo
val toda irregular. Baturit, 13 de novembro de
1863. O promotor publico, Leandro da Silva
Freir.
Data a 16 do mesmo mez.
Conclusos no mesmo dia.
Despacho.A' quantia arbitrada augmento a de
setecentos mil ris, prestando o reo Sanca no total
de om cont setecentos e noventa mil ris na for-
ma da lei. Baiuril, 16 de novembro de 1863 -
Carvalho Couto.
Data ao sesmo dia.
Certifico ter intimado o despacho sopra ao Dr.
promotorpnblico da comarca, e a Raymundo An-
tooio de Freitas, os qoaes ficaram scieotes. Bato-
ril, 16 de novembro de 1863.-0 escrivo Sioezlo
Rodrigoes Monteiro.
Juntada do termo de fianga no dia 21 de novem-
bro.
Termo de flanea.Concloso a 23 de novembro.
Sentenga.Julgo idnea a fianga constante da
fl. 142. O escrivo passe contramandado a favor
- iiquiao a iinesoura- do reo, se por al nao estiver nreso doni de a
na* fazenda por emprestimo a juantia de..... j signar' elle termo EfSeSET/or? !n-
subdelegado dos diftVreDtes
districtos para mandaren) faier as notificages ne-
cessarias aos jarados, teslemunhas e aos culpados
que se acharen) aos seos districtos.
Cidade de Batorit, ti. de janeiro de 1864.-Ea
Sinezio Rodrigues Monteiro, escrivo que o escrev-
e assignei.-Jos Pacifico da Costa Caraca.
Nada mais nem menos se continha em dito ediial
do qae dito e declarado fica; ao edital me repor-
to, e dou le.
Eu Sioezio Rodrigues Monteiro escrivo que o
subscrevi e assignei.
^ Conforme.Sinezio Rodrigues Monteiro.
Certidao de ler entregado ao ro preso Antonio
Gomes daCroz, acopia do libello etc.Juntada
do recibo do preso.
Recibo.Concluso a 22 de fevereiro.
Despacho.Estaodo este processo devidamenle
preparado, seja em lempo apresentado ao jury
Baturil, 23 de fevereiro de 1864.Carvalho
Como.
bata no mesmo dia.-Apresentacao e recebi-
mento.
Documento n. 2.
i> Certifico qoe deixo de passar a certidao reque-
rida, porque a pelicao de que trata o Dr. promotor
publico da comarca me foi apreseniada e no verso
da mesma passe o mandado para ir oreo a pre-
senga do Dr. joiz de direito interino para depojs
seguirem-se os demais termos, e nao mais titeo
ao cartorio; de que don f.
Cioade de Balurit, S de marco de 1864.-Ei>
Sinezio Rodrigues Monteiro escrivo que o escrevi
e assignei.Senezio Rodrigues Monteiro.
Uoettmtnlo *. 3.
Valeniim Jos Pereira, carcereiro da cadeia desta
cidade.Certifico qoe revendo os avros das prisoes
da cadeia desla cidade em um delles achei a nota
da priso do escrivo Raymundo Antonio de Frai-
las, e qual foi preso a ordem do Illm. Sr. joiz ma-
cici-ial no dia 21 de outubro do anno prximo
passado, e foi sollo ao mesmo da por ordem do
lian. Sr. Dr. jtiiz de direito uterino, e nada mais
consta do hvro.
Cadeia da cidade de Batorii, 8 de abril de
1864.O carcereiro, Valentn) Jos Pereira.
Booununto n, 4.
Acta do dia 25 de fevereiro. de 1864. Anno do
naseimenlo de Nosso Senhor Jess Christo de 1864.
Aos 25 dias do mez de fevereiro do dito anno, nes-
-\


Mari* (!nttlNM *-4teita- llt 1* & ****** !*
ta cidade de Batarit, era tatas publicas do tribu-' antes foran lito por elle ministro perawe tri-
oal do jury, sonde se aehavam prsenles o juiz de bunal.
dimito interino presidente do tribunal, o Dr. Celia- O cooselh recolbeu-se salt secreta das emi-
to Elisio de Carvilho Cout, o promotor publico fafenciat me so cooserveratt sos* a .porta fe<-
i flciw) snkido no mrsfrw dia. nheiro, nmi cacimba d'agoa boa, nm, tanqne para
Manmhao-Hia raslWro Dotw//mo#,,capitSo banhos, todas ettss beofeitoriat de*li,|l
Jos Joaojolm Partir,,ctrfa fariuha de fcigr.
Urna ehavena de cha.
da comarca, o Dr. Leandro da 9IM* Freir, jura-
dos e parles commigo eeorivSo do Jof y abaito no-
reeado, ah as 10 horas da manha designada pelo
respective edital para os trbateos de jury, prlnci-
piou a sesso, tocando a campanhia Jos Ferreira
Nunes, porteiro inleriuo do jury. Em seguida di-
to ministro abrindo a urna das 48 sedlas, e levan-
do as (.ara tora da m.;sma urna, vertkou publica-
roente que i* achtvam todas, e ordenou a mi n es-
crivao que as contasse ena alta voi a vista i todos
os circunstantes, e en pela forma ordenada rontei
48 sedulas, as quaes foram recolhidas a menciona
da orna, e esta fechada, que dou f. .inmediata-
mente fora por mina esoriv) feita a chamada dos
jurados me deviam formar o tribunal, e foi assig-
nado acharem-se presentes 46 inrlosive os jurados
sorteadosIrineo Alexandre Castello Branco. Fran-
cisco Teixcira de Magalhos, Antonio ltufloo Fer-
reira Lima, Francisco Seraphico de Assis e Joo
Nepomuceno da Silva, os quaes foram por dito mi-
nistro absolvidos das imillas do dia de hontein,
pelo que passou dito ministro a tomar conheCi-
ineni das faltas recusas dos jurados, que trahara
delxado de comparecer e declarou multado em
20s Antonio Ferreira da Silva, e ab-olvido da mul-
ta do da de honlem, e dispensado da sesso por
incommodo de sua saode, romo da participarlo af-
cial, Candido Gomes de Soma, assim como trai-
bem f -rain dispensados por nao terem sido notifi-
cados os jurados supplentes Joao Bajista d- Me-
nezes, Jos Luiz TVixelra, Franelsco Xavier Jnior,
Jos Lucio Moreira, Joao Barbosa Cordelro, lirasi-
li o Jos de Menezes e Jos Paulino de Mneies.
Achaudo se assim prevales 46 jurados declarou
dito ministro aberla a sesso e offereceu ao jWi
municipal substituto em exercicio, o capito Jas
Pacifico da Costa i arara para o lim de apresentar
ao tribunal os processos que havia preparado, e se
chavar em estado de serrn submettidos a julga-
mento na presente sesso, o qual rompareceudo
apresentou nove processos preparados, em os quaes
erara parles como autora a justica publica e reos
presos Antonio Perrira de Sratiago, Francisco Al-
ves Madeiro, Manoel do Valle Pedrosa, Manoel An-
tonio da Mlvnra, Ludgero Ferreira Machado, An-
tonio Perrira da Cruz, Salvador Jos da Costa, J>o
Fernandas de Araujo, e ausentes Antonio de TjI,
tilho de Luiz Gomes da Silveirae autor Vicente ."fu-
nes de Pinli >, e ro3 ausentes Antouio Manoel de
Souza, e o mesmo ministro aprsentou ao tribuoal
tim processo que havia preparado em o qual erara
reos, preso, Antonio Gomes da Cruz, a alBangados,
Kaymuud.) Antonio de Freitas e Miguel Ferreira
fliaciel, recibidos pelo ministro os processos ci-
ma dttos, ordeaou a mim escrivao que fites-e
conclusos o qae i assim foi observado e cun, ri i i,
e logo foram apregoados em alta voz a poiti do
tribunal os reos presos, ausentes, affliufados, e
autor, assim como testemunhas da formaeo da
culpa, tentto comparecido aos pregoes tolos aquel-
les coustant?s da certido do porteiro jueta aos au-
tos respectivos, ordenando inais dito ministro a
mira escrivao organisasse a tabella na forma da
le, a qual foi affltada na porta do tribunal ; feitq
o que dito ministro ordenou que f*sse submetti lo
a julgarnento o p-ocesse cm que sao partes, como i
autora a jusiiea publica, e reos, preso, Antonio Gj-
mes da Cruz, e ali inca los, Raymundo Antonio dj. '
Freitas e Miguel Ferreira Maciel, segundo a ordem I
e forma da tabella, e ordenen se passasse min !
dado para vir Ai prisao dito reo, o qual compare-.
cido juntamente cora os dous aOangados, Kaymun-'
do Antonio de Freitas e Miguel Ferreira Maciel,
apresentaram por sens defensores ao Dr. Eduardo
de Barros Lacerda, Manoel Rodrigues Mariins, Mi-
gutl Joaquim Fernandes Barros, os quaes lomaran]
sen? competentes lugares, e logo foram apiegoa-1
das en alta voz porta do tribunal as testrmunhas
da formarlo da culpa i|ue forera notificadas para,
comparecerera na presente sesso, tendo comp,ire-|
cido todos os reos e as testemunhas Odorico Jos |
citada, tenia pollos a esta.es dJns (fhViaes dVjus
tica Francisco Pereira de Souza e Raymundo Alves ;
Bibeiro, qne por ordem do dito miriutro haviara '
acompanhado aos referidos juUes, e te tinham pos-
tado mencionada porta aflm de nSo terem rqaj-
quer communicaco, o que foi observado e cumpri-
do como se v das certidoes dos mesmo? juntas aos i
autos; e depois do mesmo conselho conferenciar e
responder s questSes de faci propostas, voltou
sala publica acompanhado pelos dous mencionados
offlciaes de justica, onde dando os ditos offleiaes sua \
f6 apresenlando a ceriiilao da incommonicabilida-
**
-l^i
SOITXi
repueht oom baca de cimento, que ten.' da ca*L .PK*50KA'iHS- ACTonki.
cimba, coflocado na frente da casa, circula.J'1'0 A baroneza..................... D. Isa.',el.
cantejros e vasos de flore?, tem mas dito silItfnO," na rao...-.......... .......... Augusto.
irandeeasdeviVenda de tijoflo e eaf, com soioi?'i'""rle.Tinoco.................. Bernardino.
emsafo, co*tendo tres portas e seis Janullas de 1 Gregorio, criado................. Pratas.
frente, envHraeadas, urna porta e tres janetlas em I Os Piliietcs acham-se desde ja no lugar do eos
cada oitSo, tambem eUvidrngada?, 113 palmos de
repetidas suas decisoes escripias.
Terminada esta leitura, dito ministro recebendo
o processo com as quesiSes e respostas, escreveu
sua sentrnra, e em voz alta a leu perante o tri-
bunal absolvendo ao> reos Raymundo Antonio de
O Dr. TristSo de A lenca r Araripe, rfflcial da Im
perial ordem da Rosa, juiz de direilo e>peeial do Vilo e 81 de huido, cinco salas de dlante todas for- <
nommereio desta eidade do Recite de Pernara- radas e guarnecidas de papel, inclusive o corredor, i
buco e sea lermo, por 8. M. imperial e consli- duas salas alraz, seis quartos e ama dispensa, op-
tucional oSr. D. Pedro II, a qoem Deus guarde, zuma bastante extensa inieroa com dous fogoes, 1
etc. i um rhaauao com cante i ros altos para flores : difi- i
Paco saber pelo presente que no dia 12 do de dito eitjo pelo lado do norte com o sitio dos her-'
corrate mez, pela 1 hora da tarde, na sala das deiros do finado Joao Caro!, pelo lado do sol com
de do jury de seutenca, ahi por seu presidente o Ju-1 audiencias, dever ter luj?ar a reunio do* credo- o itio do padre Jos Antunio dos Santos Lesea,
rado Antonio Pereira Castello Branco foram lidas e \ res da massa fallida de Antonio Alves Viilela, na paJoJadooo leste com o -iUo de Augosio de Oli-
Trraa do art. 94 do decreto do de maio de 1835, veira, o pelo do rusceute com a eslrada real que
para que, reunidos lodos em mioba presenca, deli-
beren! se devem ou nao eniregar os beps da mes-
ma massa ao referido fallido, ou noraear adminis-
trador a dita massa, sob pena de que ser tomada
Freitas, Miguel Ferreira Maciel e Antonio Gomes! e votada a deliberacao pelos crednres que compa-
da Cruz, do crime que eram aceusados, mandan -i recerem, havendo-se como adrentes votac.aoos
do que se dsse baixa na culpa, ese passasse o ausentes, e que nenhum credor podera' ser repre- 'do predio a quaotia de 16:0465889. Sitio que vai
competente airar de soltura para serem sollos se sentado por procurador qiu- nao tenha procuracao a praga por venda por execucaoque mnvem a viu-
por al nao esttve*sem presos, pagando a munici- com poderes especiaos, e nem um mesmo prora- va, liihos e genros do finado tenente-coronel Ber-
p-lidade as cnslas, e deu por findo o jalgamento rador representar por dous ou mais diversos cre-
do presente processo ; e levaotou a sesso para o, dores.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
raandei fazer o presente edital que sera' afllxado
I nos logares do coslume e publicados pela ira-
' prensa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
i nambuco, aos 10 do waiode 1864.
Eu, Manoel de Carvalho Paes
crivo o subscrevi.
Trislo de Alencar Araripe. nha, acba-se o escripto ediial na mo do,respeo-
0 Dr Virginio Carneiro da Cunha e Albmjuerqae, livo porteiro.
luirib'.
Principiar s 8 horas.
que
dia seguinte.
E para constar mandou lavrar esta acia em
assigoou com o Dr. promotor.
Declararlo em tempo : alm do artigo 61 do c-
digo do pocosso criminal o reo Raymundo Anto-
nio de Freitas aprestnloa mais era seu favor o
aviso de 7 de maio de 1841 e 26 de junho de 1838,
mostrando que o Dr. promotor publico (inha tido
feilos crimes contra elle reo, e o ministro ; a vista
do que o ministro declarou que o promotor Lean-
segue para os Alflinas. a vista do estado em une
se acta por 12:200$,Jando urna pinte do lilljill
o herdwo Pedro Ignacio de Miranda, que, deduzi-
da da importancia da avallacao cima mencionada,
tira perleeceodo te Dr- Francisco Gomes Velloso
de Aibttqeerque, como con*nhor da raaior parte
'. nardo Antpno de Miranda rom o Dr. Francisco
. Gomes Velloso de Albuquerque e sua mulher.
aTISOS HA1ITIM08.
*npanhla das IMeasagcrles Im-
periales.
Al o dia 14 do
correte mez.es-
pera-se da Euro-
pa os vapores
francezes|Carwl
ahindo de Bor-
deaux, e Plu$t
sahiodo de Mar-
spIHs. t/>* quaes
depois da demora docosjme seguro para Bahia
e Rio de Janeiro.
0 passageiros de Pernambaco para os portos
Recife, 10 de marco de 1863.-0 escrivao, Brito.!da Europa que kqueiram segurar as suas issa-
Vaiapraea Mta-feira, 18 do correle, pe.gens a bordo dos paquetes id esta eompanhia nos
rente o Sr. Dr. .hx municipal da primelra vara os ImeMS de 'r fflueocia. tem a faraldade de o
seguioles predios na fregona dos Afogados, o so-1 tomar no da que os vapores seguem para o sul,
brato de um andar n. 1 da ra Direita, o de n. 7 I Piando porrm como so fosse do Rio de Janeiro.
da inesma roa a casa terrea n. 9, lodo nos Afo-
de Andrade, es- gado, quen ellos quizer lancar compareca no
dia e hora da audiencia cima as 12 oras da ma-
dro da Silva Freir, era suspeito e como tal se de-'
va dar nessa causa, o que fez o referido promotor
retirndose do tribunal.
Eu Senezio Rodrigues Monteiro, escrivao que o
escrevi.Felinto Elisio de Carvalho Couto.'Fran-
cisco Barbosa Cordeiro.
Documento n. 3.
Certifico que so o que ha a respeito da suspeic.ao
imposta ao requerente Dr. promotor pnhl.co Lean-
dro da Silva Freir, o que se acha lanzado na
respectiva acta que nesta data dei por certido ao
mejmo Dr promotor publico.
Cidade de Baturil, 4 de marco de 186i.Sene-
zio Rodrigues Monteiro.
Documento n. 6.
Sao duas cartas urna de Antonio Jos Fernandes
Rosas e outra de Marjal Gomos da silveira, decla-
juiz de orphos nesta cidade da Victoria e seu Pelo juiz de orpbaos desla cidade vai em
terme da comarca de Santo Anto da provincia praea na sJa das audiencias nos dias 12. 16 e 19
de Pernanbuco por S. M. I. o C. o Seohor U. Pe- do crreme (escrivao Brito) o eseravo Anlnio, de
dro II que Dos guarde etc. idade de 43 anuos, pedreiio, pelo seu estado de
Fago saber aos que o presente ealtal virem, e emhriagaez e pones servigo prster, avuiiadoera
delle n> ticia tiverem, que no da 20 do correnle 2004, a reqnerimento do iuvenianaue Jjod)
mez das 9 s 12'horas da manhaa, se ho de arre- Prado Martins Rlbeiro Junior.dos bens que licaram
matar em praea publica por va de venda a quem por fallecimento de seu ato Luiz de Franca da
mais der, pelos escravos crioulos de nomos, Bene-, Cruz Ferreira, athando-se o eseripto em mo do
dicto de 20 annos de idade por 9005000, Florencio porteiro.
de 20 annos de idade por 1:0005000, e Alexandre ; Pela secretaria do tribunal docommercio se
de 20 aonos de idade, sadios e de ptimas figuras, declara que a publicago apedido da declsao pro-
os quaes sao pertencentes aos orphos l^hrispim ferida peio Exm. Sr. presidente do tribunal no ag-
e Conslanlino, filhos legtimos do fallecido tenente- \ gravo interposto por Ju-lino Martyr Corroa de
coronel Manoel Duarte da Costa, e v.io a praea a Mello, para o rim de ser declarada a Mlencia de
requerimenlo do tutor dos ditos orphos, para o; Antonio Eraiglio Ribeiro, contm os seguales er-
producto ser recolhldo ao cofre dos orphos, e dar-; ros : na 6" linba, em lugar do agjravo, l.i-se e
Para condiccoes, frrle e passagens
agencia ra do .Trapiche n. 9.
.".-ala -i' na
Para o Rio de Janeiro.
Pretende seguir rom muita brevidade o barca
Rio ik Janeiro, temi parlo do sen rarregamento
engajado: para o re>io que Ihe'faltn e escravos a
freles, para os quaes tem excelleules commodos
rata-se com o seu consignatario Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, no seu oscriptoriu na ra da
Cruz n. 1.
Leilo da arraac, .seeros e dividas
da.lbema d i-ua t!<-s piros u 1.
Martinafar leilo a reqnerlmenlo de Antonio
Jus Pereira Bastos e por mandado do Illm. Sr.
Dr. juiz especial do comrufrcio, da armacao. g-
neros e dividas da lh^rna cima, que foram
arestados a Joaquim Aalmtt Lopes Gomes.
(s nretendentes p.idem examinar a relaco dos
gneros e dividas em mo do mesmo Matdns.
Pab! .ido l.l do r renle.
O leilo tera lugar na mesma taberna as 11 ho-
ras do dia.
'
C2?* Feir semanal
NO GRANDE AftMAZMM DE LEIL>:S
L0 AGENTE
OLYMPIO,
3(i-Rua da Cadrla do Heelfe-30
lljvi'r leudes (odas as semanas
Leilfio de caf.
OLYWPIO
pororuem de A. a. Jaek-eu, capiau do iTigue en-
cuna bamburguez Hauburg Packot, cora auio-
risaco do Illm. Sr. inspector da alfaedega e em
presenca do Illm Sr i o.i-ul interino de Haiubur-
go, veuderaem leilj p.ulJico por cunta e riso de.
quem prrlrncer ii sarcos coui caf avariadoji na
recente viagem do mencionado navio oV Sanlu.-
para (AnnlMirgo. Ter* ivgar u lialiio lerca-feira
16 do corrate, no armazem do Exm. na rao de> Li-
vrameuto, no caes do Apollo.
raudo ser o Jurado Miguel Flix de Souza, primo | se ao governo a jaros na forma da le, devendo tee aggravido; na 12" en lugar dem sn-elle potte-
do reo Miguel Ferreira Maciel.
Documento n. 7.
Offlcio do presidente res ondeado consnlta so-
bre o preparo do processo.
?BLiaA$2S i PEDIDO
lina palabra relativamente moles-
tias dos palmees e da gargaata.
Toda a voz que os pulmdes se acnem enfermos,
pie-se coa toda a certeza dizer, que o doente
acba-se a borda d'uraa enfermidade incuravel, o o
primeiro passo para to perigosa silua^o a tos -
se. Tornase pois demaior importancia, oatalhar-
se para da^de logo. Se perguolardes como isso se
poss realisar ou conseguir, responderemos, cora o
Peiloredde AaacaJiuita de Krmg, o qual exlrahi-
do e preparado do sueco balsmico d'uina arvore
do Mxico, conbecida desde mutlos seculos pelos
naluraes daquelie paz, como leraedio podecoso e
sanio para todas as enfermidades dos orgos da
respirado. EsU admiravcl preparaQo, curar a
Is:^ dentro em poucos dias, e at mesmo s vezes
lugar as pracat de arremalaco a porta da casa dr ,rior, li*ou ser-lhe posterior; na 26* em lugar
residencia deste juizo. E para qne chegue a noli-, de cestr* sius paaam^nias, la-secatara os teas
cia de lodos fiz passar o presente, que se afflxar pagamentos ; na 36* era lugar de -t cotltccio do!
no lugar publico do coslume, e publicado pela im- decisoes, la-secol|er.r.o de decUois ; na.38' em
prensa. losar de annode 18i{, lea se anno de 1858; na
Dado e passado sob o sgnal e sello deste juizo 88' em lugar decomo rn/iun; la-se -cono re-
queanle mim serve e valha sem sello ex causa. qjaerra. Erros estes que na partiram desta se-
Cidade da Victoria, 6 de maio de 18X15. crelaria, que nao foi quem fornereu a copia para
Eu Antonio Ludgero da Silva Costa, escrivao o a publicarao.
escrevi.
Ptranit C. da Cnnha e Albuqnerque.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa, juiz de direito especial do
commercio desla cidade do Recife de Pernambu-
co e sea termo, por Sua Magestade Imperial e
Constitucional o Sr. D. Pedro II a quem Dos
guarde, etc.
mo saber aos qae o presente edital virem, que
a requerimenlo de Justino Martyr Correia de Mel-
lo, aeh.vse aberta a fallencia de Antonio Emigdio
Riheiro, pela sentenca do i^or seguinte
Secretaria 11 de maio de 1865.
Julio Guimares,
Secretario.
Sabbado, 13 do correntc, vo praga, peran-
te o Dr.juiz municipal da 2' vara, diversas casas
e sitio,na Casa ForU\ penhoralas Itozendo Alves
da Silva ,por execugao do coronel Jos Antonio
Lopes. a ultima praea.
HOJE
K m. ultima p aca.que vai sobrado le 3 anda-
re* da roa da Lapa n. 13,a>'aliak> por 4:00J>,per-
cido todos os reos e as testemunnas uaorico Jose:em .,oucas horas, all iar a asthma, curar a in-
de Angla, Manoel Rodrigues Vianna, Germano da; n*mmacao mucosa do larvnx e fcr)OcJioa, e imjB-
Cosia Pmheiro e informantes Gonzalo Gomos da,; d|ra nlV;;iRa. Em contrari aos peUoraos e xa-
Cruz e Caelano Jos Goncalves, as quaes foram re
colindas em sala distante aonde nao ouviam os de-
ropes fabricados de frocias e dkmtros ingredientes
mais, na sua elaborada e delicada composicao, nao
bates ; feilo o que o Dr. promotor publico pedio a|eo|rt nenhnraa partcula de acido prussico, co
ino igualmente se acna livre de Antimonio, ingre-
diente este que abundantemente se encontra na
composicao daquelles ou irosnao proJuz, pois,
nauseas de qualidade alguma.
Acha-se de venda em as pharraacias de Caors
(t Barbosa e J. C. Bravo & C.

pahtvra pela ordem, e disse que achandose o pro
cetro que tinha de ser snbmettido a julgarnento
preparado por elle juiz de direilo, contra o que d -
poe o codii:o criminal, a le da reft'rm* e regula-
iiienlo de 31 de Janeiro de iOW, depois nao t-n-
do .-ido apresenude ao jury pelo juiz muuicipal
oste o mesmo processo remettidoao juiz municipal
avista <*o disposto no art. OO i' do mesmo re-
gulamento ; para sanar estas fallas e nullidades,
pelo ministro foi dito, que ero lempo deferira o
requerimenlo do promotor publico, e pedindo a pa-
lavra o reo Raymundo Antonio de Freitas, disse
que averbava de suspeito ao mesmo promotor, por
ser seu inimigo capital e delle ministro, e que sen-
do assim nao poda funecionar em vista do art. 61.
do cdigo do processo, lomar parle no julgarnento.; na razao de 9 0/0 sobre o valor des ttulos
C0MME1CI0.
Verlflcando-9e'que Antonio Eimgdro Ribeiro fez tencente ao cas*l.d uaik> Pedro Ignacio Bapnsla,
cessagode pagameulos, e acna-se insolvenle, de- ;as II h ras, Anda a audiencia do Sr. juiz de or-
claro em virlude da superior deciso afl. 77 v. o pjjos.
dito Antonio Rmigdio cm estado de fallencia,e l'ttl IPU Kenl
mande que, postos -sertes-em seus bens, livros e
; papis, proceda-s "tros termos da arredac.ao. Para
o caege de curadores fiscaes da massa fallida no-
j iDeioos curadores Justino Martyr Corroa ife Mel-
! lo e Manoel Joaqaim
presiaro jurauenlo
i res para se no mear dcposui
rente mez as II horas da manha, e publicndosee os jornaes at^ i horas antes
a rallencia por ed.taes. | A,,,",D1,^r5aV- d u!t^\.
Recife, 8 de malo de 186o.- Trislo de Alencar j -o de "^-Jj^ Mrand:,
E.n tmpo. E nos termos da referida superior; *- cons^lho ***>am do arsenal de guerra
deciso Oxo a data da lalfcmcia noia 30 de deiemV i W1"**3 comprar o ^guate
bro de 1062, poca do venciinen do titulo mais
anligo, d'eotre os que dos auto.consta. Era supra.
Trislo de Alencar Araripe.
VARA LISBOA.
Opalacho pertuguez Mara da Glorian, capitoj
Vleme, vai sahir- breve, recebe carga epassagei-i
res : trata-se com o consignatario E. R. Raneilo, j
ra do Trapiche n.Jti.______________________j
GOMPANH1v PERNAMBUCANA
BE
\avcgnoSo coslcira per vapor.
Fernaiido de Noronha.
O vai>or cParahiba, commen-
danle Martins, segu para Fer-
nando no da 13 do corrente ao I
meio dia. Reeebe carga e passa-1
geiros at o dia 12, as i lloras da
tarde e u io ser permiiu lo a passoa alguma o ;
embarque de quarsquer volnmes de carga no dia
da sabida : escriplorio no Forte do Mallos n. 1.
Rio de Janeiro
Para o indicado porto segu com brevidade o
veleiro briguc lirasileiro Ifemtque, capito Lourei-
ro, recebendo anda alguoia carga : tratase com
o consignatario Antonio de Almelda Gomes, ra
da Cruz n. 23, primeiro andar._____________
Para o Kio de Janeiro.
Pretende seguir co:n muita brevidade o pa Mia-
te Piedade, tem parle do seu carregamento a
bordo, para o resto que Ihe falta e escravos a fre
te para os quaes tem excedentes commodos, tra-
ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio ra da
Cruz o. 1.
Pela administrago do correio desta cidade se faz
publico qv, emvirlwdeds convenfa* postal cele-
brada pelos governos bra hEm^^a^V^S,flne!l^i'^MlEa- E.urota pelo vajwr iugiez
; sondo convocados os ereOo- /'">"'' As cartas gerSo recebida; ate 3 horas
depositario co dia 12 do cor- antes da que for marcada para a sah.da do vapor;
Peroamburo 10 de
Novo lia uro de |,ernaiulmi.,o.
Os administraderes da massa fallida de Joaquina
Jos Silveira pagam o 1 dividendo de dita massa
ad-
ra
metiidos : no novo banco de Pernambuco a
do Trapiche u. 34.
Cal xa filial do banco do Brasil
cm Pernambuco.
19 de abril de 1865.
Tendo-se deseocaminhado do espolio de Bernar-
do Jos Pinto a cautela de 43 acedes das localiza-
das nesta caixa, sob ns. 1239 a 1281, a directora
i faz publico a quem inleressar possa, que por parle
[ de Antonio Jos Ramos de Oliveira, do Rio de Ja-
prejudicado, e nomtava para promotor publico in-! neir0i au,or d0S |,Krdtiros do dito Pinto, se vai
4.11 no, para o presente julgameolo ao Br. Francis-. aqui pr0ceder a transferencia das referidas acc,oes
co Barbosa Cordeiro, a qaem se passoa a compe- para 0 n ,me dos mesmos herdeiros.
tnite portara, e presin juramento na forma da o guarda-livros.
Pelo Dr. promotor publico foi dito que nao ac-
ceilava a suspei(Ao, nao s porque tal inimizade
nao exista, como porque o orgo da justica consi-
derado como parte nao poda ser dado de suspeito,
sustentando sua opinio -, dito ministro depois de
apreciar a raz5es aposentada pelo reo e o Dr.
promotor publico decidi, que este era realmente
suspeito, e que nao poda lomar parle alguma na
sesj-o do julgarnento, e declarando dito ministro
au n esmo Dr. promotor publico, que o seu pri-
meiro rei|uerimenlo com a sua derso achava-se
na forma da
|ei e logo tomn sea competente lugar ; ento dito
ministre declarou que se ia preceder o sorleio de
doze inizes de fado,que traba m de comppr ojury
de sentenra dos reos, tendo estes combinado as
reensacSes, e logo dho ministro leu os aFtigos 275,
276 a 277 do cdigo do processo criminal, e depois
Mi: indo a urna das 48 cdulas mandou ao menor
Joao que lir.v-se estas cada ama por sua vez, o que I
assim observou o referido menor, lendo dilo mi- ro a jaros a praso nunca menor de tres mezes
ni.-lro as cdulas ao mesmo tempo era qae eram -----
extrabidas, sahiodo sorteados e designados na or-, Ca\I filial do kRCO U Brasil ei
dem em que se acham os doze jnizes de facto se- Puniumhnpii
gnintes : Jos Antonio da Rocha, Manoel Januario reriiduiuui/U.
Gnilberme de Mello, Joo Correa Lima, Jos Go- A directora desta caixa saca sobro o banco do
mes de Andrade, Antonio Vicente Ferreira, Joo Brasil no Rio de Janeiro e sobre a caixa filial do
Ignacio Nunes Correia.
\ovo banco de Pernam-
baco.
O banco descoca letras na presente, semana a
10 por cento ao anno at o prazo de quatro me-
zes, e a 12 0|0 at o de seis mezes, e toma dinhei-
E mais se nao contnha em tal sentenra, e pelo
presente sao convocados os respectivos credores
comparecerem na .-ala das audienciencias no dia
ehora cima designados, para qne tenha lugar a
deligencla decretada.
E para que chegue ao conhecimento de todos
ser publicado c aflhado na forma da le.
Recife, 10 de maio de 1865.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Xa^cimento, es-
crivao o subscrevi.
Tiislao de Alencar Arariie.
m
DECLAIACE*.
Para provunento do arsenal.
20 arrobas do cobre velho.
2a chapas de lati te 14a 16 libras.
Nao tendo-se elfectuado a compra da madeira
annunciada para o dia 8 do corrmte, de novo se
convida as pessois que qu'zerem vender este e
aquellesarligos a comparecerem na sala das ses-
s5cs do conselho, as 11 horas da manha do da 13
do corrente cem as suas respectivas propostas.
Sala das sessSes do conselho de compras do ar-
senal de guerra II de maio de 1865. O encar-
regado da escnppiuraco,
Manoel Jos de Azevedo Santos.
COftftgi MtM
Rrlaeo das cartas segaras existentes na idmi is-
lrH;aa d correia desla cidade para os ge-
nitores abaixo declarados :
........'" "
mesmo haneo na Rahi.
Novobanco de Pernambuco.
O banco paga o 14* dividendo narazode8
dor ac^o.
ALFAXDEGA.
MOVIMEiNTO DA ALF.ADEGA.
Volumes entrados com fazendas---- 241
i com gneros..... 787
Nepomuceno da Silva, Francisco Urbano Moreira
Lima, Antonio Barroso de Sonta, Juaqoim Fran-
klin de Souza Pinbeiro, Francisco Esteves da Sil-
veira, Antonio Pereira Caslello-Branco o Miguel
Flix de Souza ; os quaes haviam tomado seus
competentes lugares separados do panuco a medi-
da que eram approvados.
Durante o sorleio foram recasados por parle do I Rendimento do dia 1 a 10
Dr. promotor publico interino Candido FraDklin do. dem do da II.........
Amaral, e por parte dos reos lenente-coronel Fran-
cisco Ferreira da Silva Jnior, Franclseo Telxeita I
de Magalhes, Geraldo Correa tima, Franciseo !
Ferreira de Mendon?a Jnior, Antonio Jos de
Franklin, Jos Alexandre Castello-Branco, Antonio
Rufino Rerreira Lim e JoaoFrancisco de Oliveira,
e licaram inhibidos de servir Marcal Gomes da j
Silveira poner sido jaez proeessanle, e Miguel An-1
tomo da Silveira Araujo e Candido Jos Cavalcanti |
dt terem entrado no prime.irp julgarnento dos
re s, defirindo o dito ministro aes doze jurados sor-1
tea los o juramento aos santos Evangelhos na fr-.
ma da le, e de ludo assim ler rumprido foi junto
aos autos o termo de juramento
naden
O mesmo ministro fez tos acensados na ausencia
uns dos outros as pergnniasqae jufgoa convenien-
tes, e lindo estes istarrogatofos que se achara jan-
t. s por termos aos autos, eu escrivao de todo o
processo da formac. o da culpa e ultimas respostas
O Dr. promotor publico interino pedio a palavra,
de.-envolveu sua aecusago, abri o cdigo e mos-
trou o artigo e grao da pepa em qne pelcir-lBrigueinglez-/za6//nideo,
en instancias entenda estarefh os reos iaoorsos : Barca noroeguense- Tasnumadem.
I. o nutra vez olibello, expoz os fados, provas e firlgue ingiezr-SysnnlruiNdem.
274:634504o
29:431*339
304:063*384
------1,028
Volumes sahidos cora fazendas..... 147
c i cora generes..... 405
-------642
Descarregara no dia 12 do corrente.
Galera francezaAdelemercadorlas.
Barca mgleza -ionn/draercadorias.
por todos ssig- Barca ingleza Ulindadem.
Lugre porluguezJuliolagedo.
Brigue hollandezAquariotfarinha de trigo.
Brigue francezAmabilevinhos.
Barca portugueaaS. Joaocharque.
tsenna hanoverianaJezma -idera. -
Sumaca hespanhola Merceditadem.
Brigae nacionalCardiadem.
Barca ingleza Commodore carvao.
Barca inglezafelU Pontedem.
raides qu snstentavam a culpabilrdade dos reos, e
termino pediodo a coudettnnaeao dos mesmos na
fririiia Indicada no mesmo Irbell ; Onda a aecusa-
<*> es defensores 8c*ros pedirm- palaVra'cada1
m por sua vea, desenvolveram a defeza apresen-
taudo a lei e referradoos facto* que sustentnvam a
innocencia dos mesmoa e terminaran) pedindo a
absolvilo, apresenlando um documento para ser
junto aos autos o qae foi deferido por elle miuislro;
n-piirou- e Dr. promotor publico Interino, e trtpli-
-caram os defensores dos-ret-
Estando emilm a censa em estado de ser decidi-
da, o dilo ministro perguaioo ao jury de sentenra
se estiva sufflcieritemenie esclarecido, para julgar
a caii-a,ou se precisaba de mais explicares e es-
clarecimento, e respondende este pela afflrrnava,
passou o dito ministro a resumir todo o passado a
respeito da acca'aeno e das defezas apresentadas
pro e contra, escreveu as qnestoes de facto neces-
sarias para poder fazer applicacSo do direito, as
Barca inglezaEleonor -idera.
RECEBEDORIA DR RENDAS INTERNAS GB-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento de dial a JO...... 9:i2|*&.tV
dem do dia 11....... ........ 1;441*2W
10:564*09
TUGVTRO
S
() conselho de compras do arsenal Uc guerra : Dr. Angelo Mumz de Oliveira Serpa,
precisa comprar o segrate : Antonio Jos da Cosie-.Cabral.
20 caixaz cow lolhes de Flandres charcoal, ten-' Baltazar Goncalves Machado,
do cada urna 16 polegadas de cumprimento e 12 Dr Carlos Justician o Rodngne-:.
ditas de largura, prourias ao fabrico de marmitas : Ca>lriciano Marqa-s di'Gouvea.
As pessoas que uuizerein vender dilo artigo, Candido Veira da Cunha.
apreseniem suas propostas em ctrta techada, na Domingos Jos Ferreira Guimares.
sala do consolho.as 11 horas da manha do dia 12' Francisco de Mello Barrete
do corrente. | *oao Baptisla de Alhuquerque.
Sala das sessoes do conselho d"e compras do'ar- Dr. Joaquim Jos de Campos.
seal do guerra 8 de maio de 1863.-0 encarre- ioao Baptisla Raymundo dos Sanios,
gado da escripturaco, : Chrisostomo de OHveira.
Manoel Jos de Azevedo Santos. Jee Carlos Gomes da Silva Sarapaio.
Pela thesuraria provincial se faz publico que! Jos Joaquim de Lima.
a arremataco da obra dos reparos do empedra-1 Dr. Jos meandro de Godoy Vasconcellos.
ment i do lugar denominado =Areias do Giquia i D. Mana Amalia de Albuuuerque Mello,
na estrada da Victoria, entre os marcos de tres a-| Manoel Ribeiro Bistos.
quatro mil bracas, foi transferida pr o dia 18 do' Raymunda.. .
corrente. I Yieente Francisco de O iveira.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam
buco 5 de maio de 1865.O secretario,
A. F. d'AuatMiaco.
Arseualde |uerra.
O Sr. tenente coronel director do mesmo arse-'
nal manda fazer publico que no dia 13 do corren-
te as 11 horas da manha recebe propostas para o
fabrico de 300 mochilas de brim da Russia desti-
nadas ao segando corpo de voluntarios, fernecen-
do o arsenal a materia.prima j cortada : os pre-
tndenos apreseuta rao nesta repartldao na vspe-
ro da arremalago as ha.biltacSes do costume.
Directora do arsenal de guerra de Pernambu-
co 10 de maio de {865.
0 escripturario,
Jos Alfredo de Carvalho.
Consulado de Franca.
Conforme o art. 7 da convenco consular entre
o Brasil e a Franca o coasul francez faz publico,
que fallecen hoje 9 do correte a subdita franeeza
Lucillo Arnoull.
Pernambuco 9 de maio de 1865.
.0 cnsul de Franca,
Osmio I,aporte.
O corpo de polica compra 470 bonets re-
dondos de panno azul com tira encarnada, 470 so-1
breeasacas do mesmo panno com vistas encarna-
da, e 470 calcas de dito panno, siogetai : quem i
quizer Cometer estes obreras aprsente a mos'tra
do panno, e suas propostas em carta fechada na
secretaria do dito corpo ao raeio da de 12 do cor-
rente.O lente-secretario,
Luiz Jeronvmo Ignacio ds Santos.
Pela inspectora de Pernambaco se faz pu-
blico, que Aporta, ne dia 13 do corrente 1 hora
da tarde, se ha de arrematar, livre de direltos, o
seguinte : 105 barns vastos avnliados era 600 rs.
cada um, os quaes continh.-.ra polvos em mo osla-
do, e foram abandonados aos respectivos direitos
por Antonio Lopes Braga & C.
'E 'tara ohegar ao conhecimento dos pretendentes
passo o presente.
Quaria sereno da alfandega de Pernambuco 10
de maio de 1865. O 4 escripturario, Joo de As-
sis Pereira Rocha.
Vai a praea sex-felra, 12 do corrente, pe-
ranie o Sr. Dr. juiz de orphos, s H horas do dia,
um sitio de Ierras propriaa, bastante extenso, o
lugar denominado Afilelos, freguezia da Boa-Vista,
em aberto todo ell?, somente-com dous pilares de
tijollo e cal na frente onde-tem um portan de ma-
deira, com 1,280 palmos de frente e 2,245 de fon-
do, bastante froeteras, duas grandes baixas de
LOTMRJLJ
AOS 6:000^000.
Corre amaoba.
Sabbarlo 1 'i do correnle mez, se extrabi-
r a 2a parte da loteria (15*) a beneficio
da laniri/. do Bonito, no consistorio da gre-
ja de Nossa Senliora do hosario da freguo
zia de Santo Antonio.
Qsbilhetes.me'iose ijuartosesto a ven-
da na respectiva Ineaoui aria ra do Cres-
po n. do.
Os premios de (.-0000000 at 10*000
serao pagos una hora depois da extraccSo
at as i iioras da tarde, e os outros depois
da distribuigaodas listas.
As encommendas s rao guardadas se-
ment al a tioite da vespera da extracto
como de coslume.
Otliesoureiro,
______Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Maria da Concerno Ferreira vai para o Rio
da Janeiro, levando em sua compaohia 7 filhos
menores.
Tlieotonio Flix de Mello vai a Europa,, e
'deixa por seus procuradores, em primeiro tugar
. o Sr. Joo Flix de Mello, em segundo o Sr. Joa-
quim Ferreira dos Sentos Colmbra Guimares, e
! em terceiro o Sr. Manoel Joaouim Ribeiro.
- Aulonio l-'-niaiides de Almeida, sebdilo por-
luguez, vai ao Jilo de Janeiro. _____________
Eduardo Hotz, cidadao suissa, vai para a
Eu ropa.____________
Jos Fernandes Machado, cidado hrasileiro.
vai a Europa tratar de sua saude.
Miguel da Feaeeok, subdito porluguex, reli-
GOMPAWHIi BRASILSIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
al o da 16 do corrente o vapor
Titcantins, cnmmandatile o pri-
meiro tenenie Pedro Hyppolilo
Duarte, o qual depois da demora
do costume s-guir pora o< torios do norte.
Desde j recebeni se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever j ra-se para Europa._______________________
s-r emliarcada uo dia desua chegada, rncommen ; Aluga-se ura pequeo arrrazem na ruada
das e dinheiro a frele at o da di sabida as 2 ho- paz> propri0 para ,jUa|qoer estabelecimnilo em
ras da tarde : agencia ma da Cruz n. i, escripto-1 ponlo pe,,UeBo : a tratar nopaleo de S. Pedro ou-
ri de Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & (.. mero \
Para Lisboa
Segu para all cora a possivel brevidade o lu-
gre poriaguez Julio, para o cjue se ada com a
raaor parte da carga engajada : para o restante e
passageiros, trata-se com o consignatario T. de
Aquino Fonseca, na ra do Vigario n. 19. primei-
ro andar, ou cora o capiio o Sr. *
ni o Meirelles.
Francisco Anto-
COMPANHIA BEASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos porlus do norte espera-
do at o ilia 26 do corrente o va-
jor Cruzeiro do Sul, comman-
dante Alcoforado, o qual deools
da demora do coUume seguir
para os portos do sul.
Desde j recehem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
mendas e dinheiro a frele al o dia da saluda as
2 horas : agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antogo Luiz de Oliveira Azevedo & G.
Ilio de Janeiro.
O patacho Poli/cena, capito Francisco Jos Pra-
tes, segu com mulla brevidade : para a pouca
carga que Ihe falta e escravos a frete, traa-se com
Miguel Jos Alves, ra da Cruz n. 19.
Peler Burus, subdito
Inglaterra.
inglez, relira-sfl para
EMPUEZA-GOIMBRA
Sabbado 13 de maio de 1865.
.19.a recitada asignatura.
Si*R\ OOS AHTISTAS D. ISABBL MARA (".ANDIDA,
1). Douothea M ah a Candida, Augusto Cesar
de Mendonca e Bernardino Ferreira Cordoes,
ltimamente contratados no rlo de janeiro k
oueoados no prximo pass\do vapor.
Depois da ouverlura do costum; pela orchestra,
subir' a scena o drama era 5 actos e 6 qoadrds
original francez de Mra. Dennery e Mallian, tra
Juzido pelo artista Germano Francisco de Oliveira
MAR1AJ0&NNA, MULHER
DO POVO
oy
A POBRE
Sotiedaile Urvliaiit'iin.
De ordem do Illm. Sr. Dr. presidente, scienlihVo
aos Srs. socios que foi marcado o da 20 para a
partida do corrente mez; e, outro sini, que na
forma do al t. 29 dos estatutos, devem_ prorurar
os seus bhetesde entrada at 19 em mo do Sr.
thesoureiro, a quem apresentaro igualmente at
18 as suas propostas d* convite, alim de obser
var-se o disposto no 4 do art. 17 dos mesmos
estatutos, nao recebendo mais depois < esse dia o
conselho director proposla alguma.
Secretaria da snciedade recreativa Corybanlina
9 de maio de 18G3-
0 I* secre'arlo,
Faustino Jus da Fonseca.
~~Chnsiiano "Jos lavares, sna senhora |e ft-
Ihos retiram-se para Portugal.
Precisa se de urna ama que nvHfttte para M
sa de poner familia : na ra do Queimado n. 17,
segundo andar. ________________
Precisare
de um pessoa, ijue trauza eorrectamente
a lingua ingleza, cota facilidaile e pcotupti
do ; a deixar carta com sen nome e mora-
da e com um specimeo, na livraria ns. 6 e
8 da praea da IndepeniJeniia, em cari IV-
cliada com a inicial Z._________________
Desappareceram no dia 8 de maio de t8ti.'>, do
engenho Tomoaiamerim, sito na comarca de Santo'
Anto, os escravos seguidles : Marceliino, crinulo
orando a fulo, hade 25 a 30 annos, estatura regu-
lar, seco do corpo, setn barba, persas finas, marcas
de cbicole pelo lombo, levou vt-slido camisa lina,
caira de brira branco, jaqueta de brim pardo com
vivo branco, chapeo de massa azulado, todava elle
sabe contrariar ; e Feliciana, cabra, iitade 16 annos,
ca do corpo, lnr.ios encarnados,
a falla um punco arraslada a
maneira dos habitantes de Bezerros, luvou 1 chale
nov, saia de alpaca de seda j usada e de quadros
verdes e encarnados, horzeguins noves, vrstidodo
Sexta feir 12 ttHtttf s 1 i horasl*" em.bom esUd"-em,lm p""m "M'J*para
l quem nao os conhecer. Ha prestimpuao de irreio
I lomado fiara o lado de Nazarrth, e o eseravo tem
prenles forros.e escravos de Najareth at Pedfas
'de Fogo; o foi comprado ao tenente-coronel Oai-i
idoengenho Barra da Laga Secav s escravos mo
i de Manoel Autunes Corroa deQueirz Barros, rev-
1 deiro do engenho eima : por tanto roga-se as au-
toridades poHciaes, e aes capHaes di-campos, ass^in
como ao* senhores de eBgftme*', c proprietarli^,
bem como, com especialidadeao Sr. lente coronel
(jao, que sendo-lhes nos-iivelaapprehensSo, qei-
ram remelte-les ao proi>rietrii<) dos mesmos, ou
nesta cidade ra do Imperador u. 7T, segundar,
que papara todas aS espetes, assim como a ujoeui
ueadiu-je.
Recife. 11 de maio de Idfio.
LE ILOES.
De mobilias completas, pianos, escravos de am-
bos os sexos, camas francezas, commodas com
lampos de pedra marmore, caeiras de balando
com mol1, lavatorios, 1 bom realejo, 1 bilhar com
seus- periences, 1 cabriulet cora arreios, machina
de costura, cadeiras avulsas, candelabros, can-,
dieiros a gaz,jarros de alabaslros, touedores de JJ'^"\
mogno, mesa para jantar, guarda louca, marque-
zas, ricos quadros e oulros arugos de goMo.
aoje:
NO CHANDE ARMA3BM DO AGENTE
OLYIVIPIO
3
a #a cadela:i
LE1LV0
MOTMEHTO DO P9BT0
Annos entrados no da 11.
Barcelona8 dias, vapor inglez Flamingo, de 283
toneladas, capito Collier, equipagem 45, em
lastro; a Phipps Brothers & C.
Rio de Janeiro -19 das, escuna portogueza D. Joao,
de 333 toneladas, capito J. P. de Faria, equipa- capm, seccando un dellas pelo vera, urna gran-
gem 8, carga 3,200 quotaes hespanhes de car- decochelra eestribaria com duas mangedoras, nra-
oe: a Joo Prancisco da Silva Novaes. Iquarto para feitor, outros para pretos, um galll-
DENOMlWAgAO-BOS ACTOS.
I Os dous castmenlos.
4 2 O roubo e o eegeitado.
3' Ella esta' louca I
4 A douda com juizo.
3 O medicado .desmascarodo.
PEIISONAOR&S. : | ACTORES
llertrand.........., .....,...... Germano.
rjemy.........;. '............ Bernardino.
Tnebbldo, conirede Bastieres... Liirnoa.
Appiani, medico...... ....... Augusto.
Um medico.........,..-.. .. Borges.
fiuilherme..................... Teixeira.
Berleugue....................... Santa Rosa.
Um enfermeiro.................. Manhonsa.
Sophia, i ondega de Busiers----- D. Dorothea.
Mana Jbanna....i.............. D. Isabel.
catbarina...................... Jesuiua.
Margarida................'...... D. Camilla.
Carlota ........................ D. Leopoldina
Convidados, camponezes, soldados e*.e.
Terminara* o espectculo .com a' primeira re-
presentado da espirituosa comedia cm t acU
De I mobilia de Jacaranda a Luiz XV, de guar-
da louca, 1 guarda rnupa, I commoda de mogno,
1 dita de emaretto.-T mesa lesliea, 1 ama de je-
carand, Idla de amarello, I santuario de jaca
i randa, 12 cadeirag de dito, 12 ditas de faia, 1
aparelho de porcelana dourada, .1 dito de metal, t
secretaria de amarello, 2 cadeiras de balanco, 2
dilas de braco, 1 marqneza larga, 1 avalorio, 1 re-
flogio de parede, diversos quadros com estampas,
Irtturador, i amparadores, 2 retomas, candieiros.
a gaz e outros muios objectos ue se torna enfa
< donho mencionar.
Cciileiro Simoes
far leilo por cohta de diversos dos objectos ari-
. ma mencionados, Uido sem limites ao correr do
' martoiiOt
UUdC
iSexta-feira Mo crtente as 10 l\i horas.
No armazem a ra da Cruz n. 57.
i! aos capItS* (te campo e a
JlttiolH.
*>l;0$ rio iifitili5ti;ao por c4 na.
Drsappareceu em principios do mea de outobro
! do anni prximo passado de bordo do pathaboie
nacional Anoio Main, dons escravos de ome Ro-
berto, por appetlid> Mac.in, t Miguel; o I" de i"
annos de idade, pouco mais oa menos, crioulo, cor
fula, estatura bai*. barba'erra I, un pon-o lor-
io das pernas, e-ceiu alguas cabellos braucos, lan-
li> na barba orno na caneca. t> 2" alte, elieio ti
carpo, sen barba e falla gfpssa, repirseata ler de
25 a 3annos; cojos escravos deseonfta-se and..-
refn pelos Wra baldes desla cidade: 'P'<-"> "
prehendBf quoira var
ra loTrai.iclie.n. 4.
Leilo de i m\i% com unjiib.
HOJE.
Pelo agente Pestaa sera feit>o leilo por coma
de quera perteneer de 37 caixascoin traques com
pequeo to-jue de averia esa um s lote : hoja pe-
las 10 horas da minhfia es:, arrrrzea do Anues dj-
fronte da alfaadega.
OSt. Targiuio Silvterio do Souza Maptlhes
empregadn na Ihesonrarin jera!, e com me mu
se pode fallar iodos os a repartico mi guando- sabe.______________
__Precisa se de urna ama para cosinhar e ni-
goramar e comprar para urna pessoa: aa ra do
losdego n. 37. paga-se bem.
r


tarto 4c rernambne* ... sea letra I c Male de 1S5
;
Ama
Precisa-se de ora ama para casa de pouca
milia : a tratar na praga do Corpo Santo o.
terceiro andar.
fa-
17,
Blica.
Precisa-se de un offlcial ou caizeiro para botica,
que tenha pratica : na ra larga do Rosario o.
34, botica.
Na fabrica de calcados da ribeira de S. Jos
n. 25, precisa-se de artistas de saratana.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua proas-
sao medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
2o > de peito:
3o dos orgaos geoi-
ti urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rio examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pe-
los doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias das
6 as 10 da manhaa, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
c5o que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
8
8
S
Dr. Franefsco Pires Ha-i
chado Portel!
Medico operador
PELA
FACl'LDADE DE PARS,
regresando a esta provincia arha-se
prompto para o exercicio de sua profis-
sao, quer nesta cidade, quer fora della,
especialmente em molestias de olhos (ea-
taractas etc.) das vas urinarias (estreita-
mento de tirethra etc ) e de pelle, para
cujo curativo se julga habilitado, atienta
a pratlca que tere nos nospitaes de Pa-
rs, e os modernos instrumentos que pos-
soe.
Pode ser procurado a quarquer hora
na casa de sua residencia no patee do
Carmo n. 2, esquina da ra de Hortas.
Precisa-se de urna ama que saira cosinhar e
engommar para casa de pouca familia : na ra da
Cadeia do Kecife n. 5, primeiro andar.
S io para alugar.
Continua a estar para alogar o si-
tio da travesa de Joao Fernandes
Vieira n. 6, no qual morou amiga-
mente ot.J. Gaeilz (correlor geral)
tem muito boa casa de morada, co-
sinha fora, cocheira, estribara, quartos para fei-
tor e oscravos, tem um rico jardim com chafariz
no meo, urna casinha com um rico banheiro todo
forrado de azulejo, um bom copiar ac lado da casa
suspenso por columnas de fer.o, um mirante na
frente da casa que d constantemente sombra a
tarde,o sitio todo murado, tem poito e gradea-
mento de ferro, muito boa agua de beber com
mnitas diversidades de frncteiras, o sitio em
muito boa localidade por fiear perto da praca, que
qualquer pessoa pede vir para seu negocio a p :
quem pretender dirija-se ao mesmo que achara
com quem tratar.
mmmmm wmm wmm
Antonio Joaquim de Mello, autigo ad- 2p
vogado nesia cidade, e procurador fiscal ^
aposentado da thesouraria de azenda, jft
SK emprego que servio por mais de 22 an- M
^5 nos, continua a advocar em todos os ra- ^J
JH mos do civel e eriroe, cora proviso doM
vlt Exm. conselheiro presidente da relacao. !
;S$ lina do Imperador n. II.
J5R/<. :8xJF HPede-se ao Sr. Machado que haja de vir ou
mandar pagar os 360 que resta dos 400 que seu
amigo Ihe emprestou, contra suas circumslancias,
que somenle o fez pela promessa que Vmc. Ihe fize-
ra de os restituir naquelles tres ou quatro dias, e
comu haja decorrido onze mezes sem que Vmc. os
tenha dado, apenas dando 40, sendo 20 de cada
vez, e isto pelas instantes cobranzas que se Ihe ho
feito; e como no haja mais outro roeio senao o
que agora emprego, seja feita a sua voutade, certo
de que o deve fazer nestes tres dias, do contrario
ver s^u nome por extenso neste jornal, e contada
toda a historia que precedeu a este eroprestimo.
O abaixo assignado vendo no Diario de Per-
nambieo n. 106 de 9 dooirrenie um annuncio ao
Sr. Manoel Martins de Carvalho em que diz ter
justoe contratado como Sr. J veira a compra de seu sitio no Campo Grande, e
sendo o mesmo abaixo assienado credor ao dito
Sr. Oliveira da quantia de 5770506, importancia
do principal e juros de urna letra vencida em 6
de outubro de 1862, e nao tendo o mesmo senhor
effectuado o pagamento da dita letra por nao ter
anda vendido o mesmo sitio, que segundo me
consta, o nico hem que Ihe resta, e por onde o
abaixo asignado poder ser embolsado; vem pelo
presente declarar que deve ser embolsado da quan-
tia que credor, e que para esse fim passa o mes-
mo Sr. Oliveira a ser d.sde j ajuizado para que
no futuro nao alleguen) ignorancia.
Antonio Jachintho Borges.
GASA DA FORTIU
Aos 6:000#000.
Hleles garantidos.
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costuiib.
O a bai xo assignado venden nos seos mui lo f el i-
zes bilhetes garantidos da lotera que se acaben
de extrahir a beneficio da Santa Casa da Miseri-
cordia, os segulntes premios :
O bilhete inteiro d. 2236 com a sortede 1:4000.
O bilhete inteiro n. 1641 com a sorte de 5000.
E outras umitas sortes de i 000, 400, 20* e
10*000.
Ospossuidores podem vir receber seus respec-
ivospremiossem os descontos das leis na Casa
da Fortuna ra do Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 2 parte da 1* lotera
(I5"j beneficio da matria do Bonito, que se ex-
traer a 13 do corrente.
PRECO.
Bilhetes.....70000
Meios......3*900
Quartos.....1*900
Pan as pessoas que compraren) de 1005000
para cima.'
Bilhetes. 6*500
Meios......3*250
Quartos.....1*700
Manoel Martins Fiuza.
Aluga-se urna escrava moga para o servigo
interne e mesmo para comprar na ra : na ra
da Imperatriz n. 51, segundo andar.
O abaixo asignado faz sciente ao respeita-
vel corpo do commercio que deixoa de fazer par-
te da sociedade que tinha na prensa de Francisco
Ales de Moraes Pires, cuja Arma gyrava sob a
de Pires ponsabilidade de todo o activo e passivo, visto ser
elle o gerente ; assim como scientifleam tambem
que de hora em diante ser a firma social de Costa
& Pinto. Recife, 10 de maio de 1865.
Jos Pinto Ribeiro.
Attenco
Hypoihaoai se tres escravos por 1:400*, dan-
do-se o serwco dos mesmos como paga des juros
desta quantia, o hypothecante far negocio anda
de mais vantagem, apparecendo quem qoeira : a
a pessoa a qnem conver este negocio, pode deixar
o numero de sua casa e a ra na praca da Inde
pencia as. 6 e8.______^^^^^^
I Estando contratada com o Sr. Franceifno de
Souza Barros a venda da casa n. 25 da ra de Ma-
chias Ferreira na cidade de Olinda, que fei do fal-
I leudo Dr. Manoel Fllippe da Fonseca, e gooran-
do-se se os chaos sao proprios ou foreiros, faz se o
presente annuncio para que quem se julgar com
direito aprsente deBtro de 8 dias, contados des-
te, os seus ttulos a Antonio Xobre de Almeida, na
ra Augusta n. 59. Recife 4 de maio de 1865.
Agencia de passaporte.
Claudno do Reg Lima, despachante de passa-
porte, tira-os para dentro e fora do imperio por
commodo prego e presleta : na ra da Praia n. 47,
primeiro andar.
Na praca da Independencia n. 33, precisa-se
de urna ama para compraD, cosinhar e fazer todo
o mais servico de casa de pouea familia.
Santo Antonio.
Estando prximo o festejo do glorioso Santo An-
tonio previne-se ao respeitavel publico que est a
venda a trezena do mesmo glorioso santo, muito
bem confeccionado, Impresso ntida e broxada :
na ra do Imperador n. 15 defronte de convento
de S. Francisco.
A200E500RS-
A 600 rs. a cuia de fe jSo mulatinho.
A 500 rs. a cuia de feijao mulatinho.
A 200 rs. a cuia do bom milho.
A 200 rs, a cuia de bom milho.
Lneguem depressa a esta pechincha at que se acaba o qual se uende por este pre-
co pela proh bico que ha as ribeiras.
Solicitador.
O solicitador Pedro Ale xandrno da Costa Ma-
chado transfeno sua residencia da rna Imperial n
36 para roa do Rangel n. 38, primeiro andar,
onde pode ser procurada para os misteres de sua
pronssao, qur do furo desta cidade, qur nos de-
Cabe, Ipojuca e Escada, para onde se enrarrega de
cobrangas. 6
Saceos grandes de milho novo a 4.
Dito dito de feijo mulatinho a 9)5.
Ra dos Quarteis n. 22 junto a toja de funileiro.
O conselheiro Jos Bento da
redoe
Jnior
GRANDE ARMAZEM DA EXPOSIQAO DE LONDRES
DE
THOMAZ TEIXEIRA BASTOS
N. 60-Rua da Cadeia do Becife-N. 60
O Sr. Jos Soares Pinto Correa
urna carta na praca da Independencia livra-
ria n. 6 e 8.
Consultorio
Precisa-se de urna ama livre ou captiva
para todo servico de urna casa de peque-
familia, menos o servico de cosinha : na
ra do Rangel n. 25, segundo andar.
io S!lS^^^^^&^x^^^4^^,e p(1 d0D0 d0 estaaeie"
o bacharel Jos Bento da Cunha Figueiredo da Allemanhk "tendo com rarf??^ nlP'** Birn,',!*-bim- Man.hesler e em diversas edades
mudaramo seu escriptorio de advocada eo^QW^Mr^S^^H^m^e8eo^^-^ ** por isso vende todo
PasseloSObrad ^ rUad CrC P "" '' eSqaDa d I ^ 6 ?9*JWfW.fiB55! Europa m' pr,nc,,,alnieole por qaerer 'le'raniei"e ''I"'"
hem awim8Jr,tSt? ras.0 armazem ricos objectos com bnlhantes, como botSes, anneis, rosetas etc., e
nnirnt rti^i fas-06r.as de ouro> como trancelins, correntocs, oculos. face-mains, anneis, e muitos
zandM fin o'm 2gl0S e ouro' in^eies, do afamado fabricante Bennette completo sortimento de fa-
frmeMM pL^ Jrernanii,rmnudezas- Perfunes, perfumaras finas dos prin.-ipaes fabricantes inglezes e
mnnrt,ii,n?m?- o XEI?'LuDD> L Legrand, Ed. Plnaud & Meyer. Deletlrez (Parfumerie du
E f Soc'?l Hygieniqoe, Monpelas, Mailly, Regnier, P. Gueland, e inglezas de Eug.
rias ipa al -; L'SS 8alanlaras em marfin-, mar de perola, etc., fabricadas na China e no Japao;
Dar vVias HiTn 'Hno como anda nao appareceram nesta cidade, e bem a;sim modernos lustres
nins B nVr p?r? e,fl e para Pe,roleo serpentinas, casticaes, eneites e adornos para cima de con-
flir iZf aDde ,0,,llette. o que se tem feito de mais elegante em Pars, em Londres, Birminghare
l miit?! aPPareJno Jemelal fino inglez para cha e caf, os quaes nada tem de inferior prata,
nhors btp if pe?as d0 mesm0 me,al> ricos Penles ut! tanaruga da ullma moda para trancas de se-
diins n ?,ni as de pe,lica d0 afan,ado Jouvin, apparelhos de porcelana fina para cha e caf,
etr miAT *e ,mme.nso' anigosde porcelana fina dourada, como ricos vasos para flores, figuras,
' cAi'-hroc i K-- .s Pr%!DCIPaes fabricantes de Pars e ditos de panno cem sola de borracha, pianos dos
com H,tf,r = n antes,-Pleyel' WoltT G-> "''ios modernos de Gavioli & C, para se tocar na ra, ditos
camwT.) saus e d,tos com figuras em movimento ; modernos e bonitos instrumentos de physi-
visis n, i- a- lros ou "l5es> dils de phantasmagoria ; lanternas mgicas, cosmoramas com
cidade" da 6 D"e stereocoPos de nova 'ivenco e com bello sortimento de vistas das prncipaes
Alugam se dous grandes sobrados com com-
modos para numerosa familia, novos e aceados,
com jardim, cocheira, estribara e outras commo-
didades, na travessa de Joao Fernandes Vieira :
_tratarjia roa da Senzala Nova n. 42.
Ao Sr. da ra doTkrtho-
loraeu.
O abaixo assignado tendo sido por diversas Te-
zes chamado a ra do Barlhoiomeu, e insciente do
motivo de taes chamados, roga ao autor dos mes-
mos o ebsequio de declarar por ete jornal qual a
razao que o imiuz a fazer semelhantes annuncios:
na certeza de que a nao declara la, nenauraa at-
tengao prestara aos seus chamados.
Jos Feliciano Machado.-
ta nano de Souza Franca possuldo de
acerba dr pelo passamento do seu muito
amado e presado irmo Luiz Carlos do Sou-
rana> ra|lccido em Nctheroy provincia
do Rio de Janeiro, raga aos seus amigos o
caridoso obsequfo de assistirem a urna ms-
sa que em suffragio de sua alma manda ce-
lebrar, sabbado 13 do corrente, pelas 7 ho-
ras na matriz do Corpo Santo.
Manoel de Castro Leo e sua
Alexandrina Nogueira de Castro Leao, cor
dialmcnie agradecen) as pessoas qne no da
corrente, se dignaran) acompanhar
medico-cirurgico na rna larga de
Rosario n. 20.
O Dr. Jeo Ferreira da Silva rogressando a sua
casa, contina em o exercicio de sua profisso nao
s na parte medica como tambem na cirurgica.
Bn
Compatihia fidelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida no Rio de Jaueiro.
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Lniz de Oliveira Axevedo & G,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companlila de seguros Fidelida-
de, toraam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Attenco.
Precisa-se de 400 sobre hypotheca em nma es-
crava que vale ma s do duplo : quem qoizer fazer
esse n'gocio deixe carta fechada na livrana n. 6
e 8 da praca da Independencia sob as iniciaes
Precisa se de 150,5 a juros por pouco lempo
dando se por garanta um escravo meco e sadio, e
os servgos do mesmo pelo juros : na na da Cruz
n. 30, segundo aDdar, das 7 at as 9 1|2 horas da
manhaa ou das 4 as 5 horas da tarde.
._vencao e com bello sortimento de vistas das pnncipae
grande sortimento de brinquedos tinos para enancas, e bonecas fallando papai.
nido hvis tn srtime"l de candieiros a gaz, os que se tem feito de mais elegante e que tem mere-
terias ffiac a Cao aa turoPa> graude e magnifico sortimento de caixinhas, cestinhas e outras galan-
rmi n r. na C'Da ?seda ProPrios Pa""a presentes; grande sortimento de estampas finas colorida.-
cnsmnrom, PJi e l oulras de ,odos os SM|W.lillas c0 figuras e ditas cora novas paysagens par>
nar-. ml, ai S -6 bem graduados vidros para cosmoramas, um bello chafariz de chrlslal, propri.
Precisa-se de offlciaesdecharuteiro : na ra PJ""-'' mesa dejantar ou para jardim ; cutelaria flua, como talheres com cabo de metal fino, co-
das C uzes n. 37. i'"f^,'."f.oulras|oa;. d"as modernas para alfaiates, n*valhas finas, caivetes e oulros artigos, diver-
mp 2 1 ,-. arame' comP|e' sortimento de mascaras de velludo, setim, cera, papelao e ara-
es, conreaos e cnocolite em caixinhas e em vidros; camas de ferro deltodos os tamanhos, lava-
retratos ; chapeos
ater ovos, proprias
encarnados e brancos ;
como cobertores,
a qualquer pessoa que delle souber, de annunciar dTc"har5n"nar,r."?ieiIIoae v0'5es "nos figoras finas e jarros de alabastro ; galantarias e outras pegas
ior este Diario sua residencia ou diriair-se a ra Sr nliraint I0"'elle > machinas para varrer o chao, excellentes machinas para photographia para
a Madre de Dos n. 20, armazem, satisfazendo-se iiiuminar% a e ,?e,.aeDas > lindos ba|8es de papel fino transparente e lanternas coloridas para
10 do
at o cemiieno publico o enterro de i
presada filha de nome Authuza, n.lo podendo
tambem deixar de agradecer os offlcios de
araizade prodigalisados pelo padrinho da
mesmaoExm. Sr. baro do Llvrame.nin

Respondendo ao protesto quecouira mim lera
publicado por este jornal o Sr. Bemardioo <6
Monteiro, devo dizer ao publico que o st'o or
mira offereclde venda, pertence-me por se'nienc.a
proferida pela superior tribunal da refagan e ana
ate hoje nenhuma argao existe em juizo contra
mira proposta, por quera quer que seja, em refe-
rencia ao mesmo sitio. **
Joao Antonio de Oliveira.
Aluga-se urna preta e um mulatinho: il-
la prepria para vender na ra ou B'outro qaluer
servico, e este para servir de criado, para o que
tem bastante desenvolvimento e muito
tratar na typcgraphia da Ordem.
que
fiel : a
Tendo se ausentado desta cidade Jos Daniel
da Costa, lllho de Joao Antonio da Costa e de a
ria Antonia Das.
S. Martinhode Re
ca de Vieira, e desejand
sua familia, portanto roea-se ao dito Sr. Daniel ou Lias tt J .- meSa/> *>olgas grandes e pequeas para viagens, e oulros artigos,
munciar dVhrs ?.enCode vloloes finos; fiSQras finas <'J*rros de alabastro ; galantarias
L; para ,0llle,,e J machinas para varrer o chr ----------
nmin"- BraDde8 eequenas ; lindos bal6es dfl p
"m7i7.^?!^?d_a._da?ari?'salva-T.aa^ borracha, para homens e senhoras, prophos para quem
qualquer despeza que se faga para este fim.
Alugamse o 3
bugn. 16.
e 4 andares da ra do Ca-
Deseontam-se notas do banco do Brasil e das
caixas flliaes : na praga da Independencia n. 22
Precisa-se de um feitor para um sitio de um
csirangeiro : na rna da Cruz n. 4.
Quem precisar de 2005 por hypotheca sobre
um escravo annuncie por esta folha para ser pro-
curado.
Um menino portuguez com 12 annos de ida-
de e que d fiador a contento a .-na c nducta,
deseja arrumar se em urna toja de fazendas em-
bor sirva de graga o lempo que se convenci
nar : na travessa da Madre de Deo3 n. 57.
Joao Bernardo da Costa Reg Monteiro e Her-
menegildo Fernandes de Souza Lobo parlicipam ao
corpo do commercio que dissolveram desde 15 de
abril ultimo a sociedade. que tinha ne-ta praga sob
a firma de Reg & Lobo, fieando o activo e passivo
da mesma sociedade a cargo de Joao Bernardo da
Costa Reg Monteiro. ___________
Precisa-se de um pequeo para caixeiro de
taberna, de 12 a 14 annos de idade : na ra do
Arnorira n. 36._____________
Precisase alugar urna preta escrva que
saiba engommar cora perfeigao e tratar de crian-
gas, e que seja do conducta afiangada, nao se du-
vida dar bora aluguel, agradando : na rna do Pi-
lar n. 6, sobrado encarnado.
m O bacharel
Francisco Augusto da Costa
ADVOCADO
Ra do Imperador numero 69.
trie/a Q7 em lugares fundos ; amexas novas em caixinhas, blscoitos inglezes era latas, graixa in-
miP na/a Ja ? barricas das prncipaes marcas de Londres, queijos etc., e muitos outros artigos
mjVH.p '- |er'a u.m nunca acabar, e todos se vendem barato e multo barato no grande ar-
mazem da Exposigao de Londres, na ra da Cadea do Recife n. 60.
w
% Sk I1
Precisa-se de um cozinheiro ou cozinheira, e
tambem de um criado : na ra do Trapiche n. 5,
hotel italiano.
Vendem-se
DINHEIRO FRANCEZ.
Aos senh<>res de en-
genho
Ollerece-se um estrangeiro, casado no naiz Mn
idmin.strar qualquer engenho nesta provincia e
que tenha forgas para o seu Irabalhp, adverlind
2nm ? PeSSa en'ende de alsana tf-onaria -
qnem do seu presumo se quizer ulilisar, dir.ja-se
a e,ia typogiaplua que achara cora qnem tratar.
- O padre Pedro Alegre, subdito francet. fetf-
ra-se para a provincia da Bahia.
cTmpbas:
al mil francos
Manoel Ribeiro de Carvalho durante sua au-
sencia deixa por seus procuradores os Srs. : era
primeiro lugar a Joo BaptiMa dos Guimares Pe-
xoto, segundo Jos Joaquim G -ngalves Bastos, te/-
ceiro Antonio Pereira de Carvalho Guimares.
O abaixo assignado, ex-gerente da caa do
or. Antonio Joaquim de Mello, vendo no Diario
ose moedas de onroe notas do Banco, e bem assim urna collccgo desde um centesimo
s: vende-se barato no Recife rna da Cadeia n. CO, no armazem da Exposicao de Londres.
<
la
o
m
o
t
2e
S
b3
a
ovas SSISSfiSJSil&S nnde"MJ muit0 menos de seu valor- Perfumaras muito finas e
publicado pelo Sr. Joo de mm^-^SS2?* ^t16!.?* 5a".8 *?!!** 6 mais afamados fabrjcaates seralntee : Eug.
Precisa-se de urna ama para lavar e en gomar:
na ra do Trapiche, sobrado n. 36, segundo andar.
Aluga-se um sitio na Capunga Velha cora
urna boa casa de pedra e cal, com 3 salas e 6
quartos, cozinha fra, casa para escravos, Bita
para feitor, tanque para banho, cocheira, estriba-
ra, vlveiro com peixe, e muitas fructelras com
fructo : quem pretender dirija-se a Capunga Ve-
lha, sitio junto ao Sr. Antonio Roberto e Jacobino
que achara cora quem tratar.
Aluga-se um sitio margera do rio, na Ca-
punga Velha, em terreno alto, tendo casaespacosa
com grande seto, e casas fra, constando de duas
estribaras, duas cocheiras, quartos para criados,
feitor, etc., cacimba de agua de beber cora bombas
e tanques, sendo om proprio de banho, pomar, jar-
pim, bains de eapitn e viveirerde peixe : trta-se
na ra larga do Rosario o. 20.
HOSPITAL PORTUGUEZ
DE
BEVi:iI(i;V BUCO.
De ordem do Illm. Sr. provedor convido a todos
os senhores socios do Hospital Portuguez a reun
rem-se no estabelecimento pelas 9 horas da ma-
nhaa do da 14 do corrente, para, em assembla
geral, ser cumprido o disposto no 1 dos arts. 17
e 29 dos estatutos.
BSecretaria do Hospital Portuguez de Beneficen-
cia era Pemambuco 10 de maio de 1865.
Joaquim Ferreira Mondes Guimares
______________Io secretario.
Aluga-se um escravo de cor para cozinheiro
ou copeiro, afianga-se o comportamento : a tratar
na ra do Sebo n. 22.
de hoje um annnncio
Souza Guimares (e uou uui
gano sahio) estranha tal procedimento por quauto vidrll'*av,. y 'ai. rre elc'' elc-' dos 1uaes ha S^ae sortimento d'agua de colonia
niosse conforma com tal debito, levando-lhe SS,S/J(rl' acgua de. Iavade a8M Para 'impar denles, oleo babosa, extractos em ganafinhas e
em conta duzentos e tantos mil rs., senao 1404 a' .,hae l E i if mod,'os, pos para limpar denles, banha em potes e em vidros, pomadas, ricas
conta miaa, o que varias pessoas presenciaran), mu"j! SJiSKf Perfumarias Para fazer presentes, e muitos outros artigos que se vende por
2fSn"lZB para irp-assar algUDS "^^^
das era sua propria casa ; em occasiao oppertuna
provarei se elle ou nao responsavel pelos gene-
ros que verbalmente mandou dar a um seu amigo
de Goianna, e que o mesmo snhor levou em sua
companhia para sua casa na villa da Escada.
^_____ Joaquim Ferreira Coelho.
Compram-se libras sterlinas: no ar-
mazem de Fern ira & Matheus, na ra da
Cadeia do Recife n. 66.
Compra-se efeotivamente ouro e prata em
ubras velhas, pagando-se bem : na ra larca do
Rosario n. 24, loja de onrives. h
Compra-se um escravo cozinheiro que eia
mogo, robusto e sem vicios: a tratar no sobrado
n. 32 da ra da Aurora.
Comprara-se libras sterlinas
Crespo n. 16, primeiro andar.
na rna do
^m

A laga-se
Precifia-se alugar urna ama captiva on forra pa-
ra comprar e eozinhar em casa de pouca familia :
na rna de S. Francisco n. 54.
um sitio na campia da Casa Forte, com dnas ca-
sas, urna a em que moroa o fallecido Thomaz de
Aquioo Fonseca Jnior, feita a moderna, e conten-
do todas as accommodagoes precitas, e outra com
boas commodidades para qualquer familia : na
rna do Vigario n. 19, primeiro andar.
O abaixo assignado declara que nesta data
fora dissolvida a sociedade que existia entre elle,
Alfredo de Albuquerque Martins Pereira e Frede-
rico Augusto Vellozo da Silveira, na prensa de al-
godao siu no Forte do Mallos, e qne gyrava de-
baixoda firma social Alfredo de Albuquerque
Martins Pereira & C, fieando como tal exonerados
os dous socios cima mencionados da respensabi-
lidade do activo e passivo da mesma sociedade, e
e mesmo abaixo assignado o nnico responsavel
por dito activo e passivo.
Jos Teixeira da Costa.
Alugam-se duas ptimas casas novas muit0
frescas, no melhor lugar da Capnnga, e preco com-
modo por ter eommodes para familia : a tratar no
mesmo logar com & Jas Leitao.
Precisa-se de urna ama que saiba eozinhar :
na ra das Cruzas n. ti, segundo andar.
Precisa-se alugar ma preta escrava que sai-
ba engommar perfectamente, eozinhar e lavar :
?tem ' (Mondo Jovo) on annuncw para se procurar.
A engcu)
Hoje ai 10 horas do dia se hao de arrematar
perante o tJr. Jnlz de paz da freguezia 4e S. Jos,
os porcos apprebendidos : defronte 4 riteira do
peii frjta freguezia.
O fiscal,
Jos Pacheco Alve,
Precisase de um eaixeiro para taberna dos
ltimos vindos do Porto, sem pratiea, para r para
a villa do Cabo : no pateo do Terco n. 141. -
Precisa-sede una ama para todo servigo de
urna casa de pouca familia : na rna da Concordia
numero 65.____________________
Precisa-se de urna ama que compre e cos-
nhe para casa de pouca familia ; na rna Nova de
Santa Rita n. 33.
Precisa-se de um hornero para feitor de ntn
engenho, prefere-se sem familia e portuguez : a
tratar no armazem n. 43, ra da Praia
IrmanoVe do Saulissimo Sacramento
de S. Frei Pedro Goncalves do Ke-
cife.
De r rdem do Illm. Sr. jniz da irmandade do
Santissimo Sacramento de S. Fre Pedro G ngal-
ves, convido aos ir Jios da mesa actual,bem como
os irmos designados, para comporem a mesa con-
juncia que deve ter lugar no consistorio da mes-
ma irmandade as 4 horas da tarde do dia 15 do
corrente, para tratar-se de interesses da irmanda-
de. Recife 10 de maio de 1865.
Oescrivao,
Antonio Gomes Miranda Leal.
CASA DE BVMIOS
Largo do Carmo numero 26.
Este estabelecimento tao bem montado na sua
orgem, achava-se de a muito em quasi completo
abandono pelo pouco interesse de sua adminis-
tracao.
Hoje que o novo propietario emprega todos os
meies para restabelecer a grande otilidade deste
estabelecimento, pode assegurar ao publico que
qualquer que seja o numero dos concorrentes acha-
ro desde j prompt.do e aceio nos bonhos frios,
momos ou medicnaes, a casa dos banhos se acha-
ra aberta todos os dias das 6 da manhaa as 11 da
noite.
Pregos.
1 banho fri ou momo......500
1 dito de farello...... i000
1 dito medicinal ser segundo a qualidade.
25cart5es.........10*000
12 ditos..........5000
Para senhoras.
.amo a?r!?e modernos Pentes de tartaruga para tranca de senhora, o que se tem feito de mais ele-
gante aie o presente : vende-se por menos de seu valor para se liquidar, no grande armazem da Ex-
posigao de Londres, na ra da Cadeia do Recife n. 60
Luvas novas de Jouvin.
Vendem-se excellentes luvas de pellica recentemente chegadas de Pars, unto para hornera
co-
SmSimftCmUTmm?!^'**" ""qidar: n**."** l
60.
O bacharel Lourengo Avelino de Albu-
querque Mello continua a ter seu escrip.
os e tribu
Kuae?. ueuia ciuaue : na ra ao Imperador
torio de advocado nos auditorios e tribu
naes desta cidade : na ra do
s
MVBSMSSK
HOCIDiDEETRISMl
Poesas de Victoriano Ralbares : assigua-se na
liv/arla acadmica, raa do Imperador, a 3*000 o
10.
Aaemia, chlorose, obstrueca
das viceras bdominaes, quer consecutiva a' in
flammagoes agudas, quer resultante das febres in-
termitentesDyspepesia, emtira em tedos os casos
em que reclamar urna raedicago tnica, ou reme-
dio a algum vicio de hematose
Pilulas e emplasto dejurubebacura em 15
dias.
Preparad* per J. F. Lavcnere
Villa do Bonito.
Alnga-se a casa terrea n. 105 da rna de San-
ta Rito : na ra da Aurora n. 36.
Arrenda-se um engenbo distante da praca cinco
legoas, moente e correte, com muito boas trras
para safrejar 2,000 pies, nma boa machina de va-
por pelo systema moderno que nao gasta muita
leoha, e vende-se a safra existente: na ra da
Concgigao da Boa-Viste n. 41 se dir.
Precisa-se de urna criada para o servico de
urna pessoa : na rna estreita do Rosario n. 18,
primeiro andar.
A NACIONAL
Companhia geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
f AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
Urna gaoca en dioheiro, depositado aos cofres do estado, gnate a boaad
miaistraco da companhia.
BANQUEIROS DA COMPANHIA I DIRECCO GERAL
O Baoeo de Hespaaba j Madrid: Rna do Prado n.l
obre aSv?dampaaha ''^ Pe' S,S,ema mUla0 ,0daSM comaina5es de supervivencia dos seguro
Nella ute ^e I izer a subscripgao de rnaneira que em nenhum caso mesmo por norte do s
gorado se perca o capital nem os juroscorrespondentes a estes.
Sao I) sa^rehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole de -A NACI
NAL.-queainda -neivo Jimlnuindo urna terga parte do interesse prodozido em recentes lquida-
g8es eco nbinanlo-o ,w n t mirtalilade da tabella de Depareieux que e adoptada fpela companhia
^i^V^^^&^^'S:'9^"^' de idade da 3 a9 annos' -imporsigaoannual
Cobre, laio e'chnmb.
Comprase cobre, laiao e chumbo : no armazem
da bola aman lia no oito da secretaria (de policia.
Silvino Guilherme de Barros compra e ven-
de efTeclivamenle escraves de ambos os sexos :
ra do Imperador n. 79, terceiro andar.
Compram-se libras sterlinas por fli-iOO ;
no largo do Corpo Sanio p. 4. primeiro andar.
Ouro e prata
em obras velhas : compra-se na praca da Inde-
pendepcia n. 22, loja de bilhetes.
Compra-se urna nep.ra de meia idade que se-
ja sadia e sem vicios e que saiba ci.slnhar e la-
var : na ra do Rangel n. 7, spgundo andar.
Comprase urna ou duas casas terreas em
boas ras, e que nao estejam arruinada*: quem as
ti ver annuncie por esle Diario para ser procurado.
Comprase urna negra de 30 annos pouco
mais ou menos que seja robusta e saiba eneora-
raar e cosinhar : no largo do Paraizo n 14.
Comprase urna preta quecosinhe e engomme
perfectamente as Cinco Ponas n. 29, sobrado.
Potassa.
Oompra.se potassa velha em barris des-
concertadas : na livraria da praca da Inde-
pendencia n. 6 e 8.
VENBAS.
1004 produz em e(lectivo metlico:
No Oro de 5 annos.
> de 10 i
> de 15 t .
de 20 t .
> de 25 .
AMA
Precisase de urna ama para fazer o servigo de
urna casa de pouca familia : a tratar na rna do
Queimado n. 33 A, loja esperanga.
Precisa-se de um menino portuguez para
caixeiro : a tratar n ra Direita n. 54, loja.
com
ora a.'finete de senhora, sendo de onro liso,
urna flor sem esmalte, na noite de 8 do corrente,
da ra da Palacio do Bispo ao sabir no Hospicio :
Uuem o acfjar leve a ra da Soledade n. 38, qne
porte "figratiflctda
**tor.
Precisase de um par om ,e,,l peqoeno
4a cidade, sendo pwaoa oapaz e da^ boas ,DOr'I Precisa-se- de um caixeiro brasileiro de US*
raagdes, d-se casa propria i a qnem eou *,er dirl- *fl Bnos iiiA** WM P"! irmazem de sal na
j-se a roa Nova n. 19, primeiro indar. ufPI o- 22r*
Manoel Joaquim Das retira-se para o serlo
desta provincia deixando por seos procuradores
em primeiro lugar aos Srs. Gama & silva, em se-
gundo lugar ao Sr. Jos Francisco Lavra Penna,
je em terceiro lugar ao Sr. JosBernardo da Molta.
Negro fogido.
Asentou-se hontem 9, o negro Manoel, crloulo,
estatura regular, levando urna argola no p, ren-
dido de ama das verilhas, residi algum tempo em
Olinda como escravo de Jos Joaquim de Carvalho
Sequeira, ltimamente era escravo em jGuarabira,
d'onde veio para ser vendido : quera o apprehen-
der leve-o a ruvt .ja Madre de Dos n. 32, que ser
bem gratificado.
1:1190300
3:9420600
11:2080200
30:2560000
80:3310000
2" -*.? mei"rei e 3 anos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
ProspecDs e mas informagSes serao prestadas pelo sub-director nesta provincia.
Joaquim Fiuza de Oliveira, ra daCadeia n. 52, ou a Boa-Vista rna da Imoeratriztn 12
ente dos Srs. Raymundo,Carlos. Leite & IrmSo. imperatnz[n.l2,
moJ
oimente i
estabel
Sannei Power Jobnston k Companha
Ra da Senzala Nova o. 4.
AGENCIA DA
Fuadlclo deLow Moor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Mbendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreiosd- carro para nm'e dous cavallos.
Relogios de ouro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descarocar algdo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
AVISO.
Ama de leite.
Preeisa-se de nma ama que tenha bom
na roa da Guia n. 44, primeiro andar.
leite
Os abaixo asslgnados, moradores na ra da Ca-
deia do Recife n. 3, fazem sciente aos devedores
da massa fallida de Joaquim Vieira Coelho 4 C,
que tendo arrematado as dividas pertencenies a
mesma massa, silo elles os nicos autorisados a
receber taes dividas, portante tem marcado o pra-
so de 30 dias para os senhores devedores virem ou
mandarem pagar seus dbitos, findo o qual se pro-
mover a cobranga judicial.
Jos Joaquim de Castro Monra.
_______Joaquina Baptista de Araujo.
, ~,P?r;VilelIa Tvres, lente cathedralico da
raculdade de direito e advogado, muden a sna re-
sidencia para a ra do Queimado, primeiro andar
do sobrado n. 44.
Vende-se um carro de conduzr gneros da
alfandega, faltando-lhe urna roda, muito forte, p( r
prego multo commodo : a tratar no pateo de S.
Pedro n. 4.
Vende-se urna cana de carroga para um boi
em bom estado, por prego mu i te commodo : a
tratar no pateo de S Pedro n. 4.
ALMANAK.
Acaba de sahir dos pr-
los de nossa typographia o
Almanak Administrativo e
Mercantil e Industrial desta
provincia, correcto at 31
de dezembro, e vende se a
lj; na livraria ns. 6 e'8
da praca da Independencia.
0 GASTELLO DE GRASVILLE
Traduzide de franeei per A. J. C. da Crni.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 2,J50C
aa praca da Independencia, livraria ns.
o e 8.
mrth^da"s? ora ?iano propr* Para Prender,
muito em conta : no largo da matriz de Santo An-
tonio n. 2.
Ana de leite.
Precisa-se de nma ama de leite forra ou escrava:
ua da Cadeia do Recife n. 52, terceiro andar.
Vende-se 1 linda mulalinha recolhida, de 13
annos de idade, cura hahilidade, 3 eecravas, sendo
urna de meia idade, ptima cozinheira, 1 escravo
para ledo o servico : na travessa do Carao n. I.
FEIJAO
a 32o rs.
Feijao de mistura a 320 rs. a cuia
Quarteis n. 22.
na ra des
A eite de
carrapato
Vende-se em grossee a realho mais barato que
os matulos, em carga : na fabrica da travessa do
Carioca n. 2, caes do Ramos.
^~
y


Diarlo de ernambueo leiu iclra li Je Mala fie !*.
MeSSdXS2?-1 v Vinhos do porto finos
fiterrafados em larris ean-
eoretae:
Lagrimas do Douro.
Duque do F rto.
D. la.
Menexes.
Particular.
ViDho real e rauscatel
10, primero andar.

D c 8" *
09
s* 5 3
l
^crofula um doMulcsniais
frevalecentes e uwversaea que
a era toda a eitowa lista" das
enfermidades de Uf soffft o
genero humano: disse um cele-
bre escriptor-jftl -medicina qw
mais de aa terca parle de
todos aquelief qoe morrem antes
da velhice 33o victimas, ou dire-
ta ou indirectamente da Escrfu-
la :por si nSe tao des-
tiva, porm a principal causa de muitas
outras enfermidades que nao lhe sao geral-
mente attribuidas.
E' urna causa directa da phthysica pul-
monar, das molestias do figado, do estoma-
go e affeccdei do cerebro :Entre os seus
numerosos symptomas acham-se os seguin-
tes : falta de appetite ; o semblante pal-
liio e s vezes inchado, s vezes de urna
altura transparente e outras corado e a-
marellento ao redor da bocea; fraqueza e
molleza nos msculos: disgesto fraca t
appetite irregular, falta de energa, ventre [
inchado e evacuaco irregular; quando o
mal tem seu assento sobre os pulmoes, urna
cor azulada mostra-se em roda dos olhos;
quando ataca os org5os digestivos, os olhos
tornam-se avermelhados :o hlito ftido,
a lingua carregada, dores de cabeca, ton-
tetras etc.
as pessoas de disposic5o escrofulosa ap-
parecem frequentemente erupces na pelle'
da cabeca e outras partes do corpo, sao pre-1
dispostas saffeccdes dos pulmdes, do figa-\
df, dos rins e dos org3os digestivos e ute-'
rinos. Portanto, nao smente, aquelles
que padecem das formas ulcerosas e tuber- i
culosas da escrfula que necessitam de pro-
tecce contra os seus estragos; todos as
quelles em cujo sangue existe o virus laten-
te d'este terrivel flagello (e s vezes heri-1
ditario) eslao expostos tambem a soffrer das:
enfermidades que elle causa, que sao:
A phthysica, ulceraedes do figado, do es-
tomago e dos rins: erupces e enfermida-'
des eruptivas da cutis; rosa ou erysipela;'
borbulhas. pstulas nascidas, tumores, rh-'
cumacarbunculos. ulceras e chayas, rheu-
matismo, dores nos ossos, as costas e na
cabeca, debilidades (mininas, flores bran-
cas causada pela ulceraco interior, e en-
fermidades uterinas, hydropesia, indiges-
to, enfraqueciment e debilidade geral. '
Aos pulmoes a escrfula produz tubrcu-
los e finalmente consumpeo pulmonar :
as glanulas ella prodqz inchacoes e tornam-
se ulceras: nos orgaos digestivos causa
desarranjos que produzem indigestao, dis-
pepsia, molestias do figado e nos rins :
na pelle produz erupces e affeccoes cut-
neas.
Todos estes males tendo a mesma ori-
gem, carecem do mesmo remedio: a
ber : purificar e fortalecer o sangue. iao aos orgos da respirarlo
A salsa parrllha de Ayer DESAPPARECEV
e composta dos antdotos mais efficazes que mediante a accao da balsmica e irresistivel
a sciencia medica tem podido descobrir,*
para esta m lestia assoladora e para a cara
de todos os males provenientes d'ella que
contm virtudes verdaderamente extraordi-
narias provado incontestavelmcnle pelas
curas notaveis e bem conhecidas que tem
feito de tumores, eruprdes cutneas, erysi-
pelas, borbulhas, nascidas, chagas antigs,
ulceras, rkeuma, sarna, parebas, hydrope-
sia, tosse quando causada por depsitos tu-
berculosos nos pulmoes. Debilidade ge-
ral .-Indigestao, Syphilis constitucional e.
molestias mercuriaes, molestias das mulhe-
res, ulcecacoesdo ulero, a nevralgia e con-'
vulcoesepilpticaseem summa, toda serie!
de enfermidades que nascem da impureza
do saagoe. Vede as certidoes no Alma-1
nack e Manual de saude do Dr. Ayer que
se distribue gratuitamente nos lugares onde'
se vendem os remedios. a anacaliuita mexicana que da o nome es-
Este remedio o fructo de longas e labo- pecial a ste incomparavel remedio, uma
iosas experiencias, e ha abundantes provas arv"re> cuja madeira por muito tempo se
UIOUIJITS ADMIRAREIS
DO
ENSIGNE CHIMICO
X
2*1
RIO DEJANEIRO.
Um
2000
500
GRANULOS e XAROPE
D'HYDROCOTYLE ASITICA
de J. LEPINE
Resulta pelas experiencias feitas nas Indias e
Franca pelos mais afamados mdicos que as GRANd-
LA e o XAROH d* BVDROCOTYLA ASITICA
#. LBrciE sao o ptimo remedio contra todas as esaav
m de IMPI6ENS o HERPES e outras molestias 1a
pella, at as mais inveteradas, asiim como a lefrA
OH MORPBEA, a SIPIIILIS. as MOLESTIAS ESCRO-
FULOSAS, os RUEi-matismos chronieos, et.
Deposito geral em Par, em cua de ronviiP *
Labelowe, ra Bourbon-VUlentuve, 1.
Deposito geral em Pernambuce ra da
Cruz n.22 em casa de Caros Barboza
liritacao dos pulm5es.Tgi-
nas, tosse, escarres de
Cliiuubadror lehl.
ou esmalte branco inalteravel, sem cheiro nem sabor e da mais
simples applicaco para chumbar os dentes por si mesmo, ins-
tantneamente, sem chumbo nem dor, meio prompto e perfeita-
menle elficaz. O chumbador lehl torna-se na bocea branco co-
mo os proprws dentes: acompanha uma guia......
Cimento chines
para concertar com a maior perfeicao iou?a, porcellaoa, crystaes.,
vidros, marmore e qualquer objecte precioso .....
C menlo de guita pereha
especialmente preparado para chumbar os dentes cariados. Acom-
panha uma guia.........,..,..
Cosmtico indiano epilatorio
para destruir quasi instantneamente os cabellos de qualquer par-
te do corpo, sem dor e sem alterar a pelle. Ac. uma guia. .
Elevlr edontalglco vegetal
para curar instantneamente as dores dos dentes mais rebeldes, e
que tambem proprio para a conservacao dos mesflos, o en-
durecimento das gengivas e a suavidade da bocea. -Acompanha
uma guia.............. v. ... .
EneriTore
para tirar a tinta do papel e limpaf as pennas de ac.....
" Ilelstein
pedra austraca para curar os tumores; inchacoes e feridas prove-
nientes derocadura deoieira,seNim, cangalha e outra arreios
dos burros e cavado; adoptado' as estribaras imperiaes da
Austria desde o anno de 1741. Affianca-se que n5o preciso
mais de 2i horas para que a chaga esteja cicatrisada, e que nSo
exista mais inchaclo. Acompanha urna guia:...... 1)5000
. Limas chlmicas
extraeco dos callos e cura garantida sem dor nem perigo, em 30
minutos pelas afamadas limas chimicas de Pedro Mourth.
Acompanha uma guia. 0 par........... 3,5000
Hassa dentaria Samakol
esta mas a, pouce tempo depois de sua introducto na cavidade
dentaria, adquire uma dureza consideravel e nao atacada por
nennuraa das substancias alimenticias ou dentificias. Acompa-
nha urna guia..... .....,'. / m
Hassa lustrosa
para limpar e abrilhantar instantneamente os trastes, pianos, ar-
magoes de loja, grades e corrimoes de escada, tirar o sujo das
moscas, ncando envernisados < orno novos. Ac. uma gula .
Papel ehelroso
inflammavel, queimando sem bulla, para perfumar casas e quar-
tos, produzr sensacoes agradaveis e desinfectar o ar dos dentes:
Carteiras. .
dem. ... .
dem.....
. ,. pomada Rondesicus
contra piolhos e lendeas; afiancada sem mercurio..... 20000
Pos de prata
para pratear instantneamente o cobre, o Iatao, o bronze, etc., e
reptar os objectos amigos prateados, como faqueiros, salvas,
casticaes, apparelhos de cha e oulros objectos semelhantes, af-
Duzia.
50000 400000
10500 120000
20000 180000
30000 240OCO
180000
40000
90000
340000
30000 240000
10000 90000
500
10000
10500
40000
70000
100000
200000
sangue, crupo ou garro-
tilho, catarro, rouquidao
sa-.e todas as innumeravei molestias que affec-' ancados sem mercurio, para uso dos joalheiros, relojoeiros.
ANACAHUITA
120000
280000
40000
70000
PEITORAL de KEMP.
pticos, negociantes de ferragens, curiosos e casas de familia :
Vdros de 2 oitavas. 10500
dem le uma onga. 30O( 0
! .* ir a ollnis Para Par a prata tarrada
, sao amaneados infalhveis. Acompanha uma guia, vidro ... 500 40000
1 pos purgativos
para curar e prevenir as molestias dos c3es. Actmp. uma guia:
Carteira. 500
* -Mem -10000
Sab5 oriental
para tirar todas as nodoas simples ou composlas sem alterar os
tecidos como sejam: nodoas de vinho, licores, caf, frutas,
gordura, e limpar as golas e paramentos dos vestidos civis e mi-
litares. Acompanha uma guia........... 500 40000
Tinta Azul i n de leve i para marear a roupa
e azul no escrever, e em 24 horas na sombra ou menos de uma
hora no sol, tornase preta e nunca ma s sahe do panno as la-
vagens. E preciso escrever sobre panno encorpado ou engom-
mado. Affianca-se que nao ha melhor na corte em qualidade,
Vidro de tresoncas 10000
dem de umaonca. 500
Tima enea nada indelevel sucei-flna
para marcar a roupa, em vidros de meia onca. ...... 20000
.. Ungento tVhi
remedio maravilhoso o melhor at heje conhecido contra feridas
70000
40000
18^000
Rolos,
dem.
nosas experiencias, e na abundantes provas Ul>"ie cuja maeira por _
das suas virtudes: poste que offerecido 'la usa(1 no Taropico para a cura das en-! no.vHaa eautigas, ulserosas esaniosas, fistulas, frieiras, hemor-
ao publico sobo nome de Salsaparrilha, 'erm'dades cima mencionadas. Foi tam-' roiaas'.lucencas, mordeduras, muas, panaricos, queimaduras,
composte de diversas plantas, algumas das bem ensaiada e approvada pela academia' reuraallsmos, supuragoes putredas, cabecas de prego, abeessos
quaes sio superiores a melhor salsa parri- ""Cuica de Berlim O peiloral de Kemp no 8ei das sennoras tumores e ulceras em qualquer parte:
lha uo seu poder alterante, um xarope delicioso inteiramente livre de'
PflTORAL DE GEMM DE AYER. Po acido hydrocyanico outros ingre-
Cura proraplamenle a asthma, bronchite, ^'en|es nocivos.
tosse, defluxo, angina, coqueluche,' A' venda nas drogaras de Caors Bar-
phthysica primaria, tubrculos bot9- Bravo A C. e em todos os esta be leei-
pulmonares e todas as mPnl0S pharmaceuticos do imperio.
molestias pulmo-' Vendem-se no Recite em casa de Caors
nares Barboza e Joao da C. Bravo d C.
Aiiivia os ethico declarados. instruyes para o servigo
40000
20000
300000
170000
nico deposito em Pernambco era grosso e a retalho
EM CASA DE MAM EL & C.
.____ 8 CA DO (IIHIGA 8
PECHI\CHA
Todas as molestias da garganta, do peito
e dos pulmoes pdem ser curadas em pou- das 8uardas do exercito, exirahidas do re-
co tempo pelo peitoral be cereja do dr Sa,amenl d inantaria e accommodadas ao
^A DB* exercito brasi le ro; obra opajStoflpS {Jg2tiZ&J&ittlBS2
A' venda nas principaea boticas e droga- ^uel as 9** que se alistan nos corpos n. ZUfSSiA 11Siivese%!rifS
ras do imperio, e na agencia central do Je'70,untan?*;_vende-sena livraria n.6e nha3C.
Rio de Janeiro ra Direita n. 15.
Vende-se em Pernambuco:
na paarmaela franeeza de
P.MAURER & C.
RA NOVA N. 18.
O CO-
Barato a 280 rs
vado
Cimbraia organdys azenda fina gosto perfeko
a 280 rs. o covado : na ru do Qatimado ns. 43
Nova loja de midezas
^--Rua da Cadeia i% Recife-o
DB
8 da pracajlajlmlp^ndencia, alj.
Aviso aos reveredissim<^
sacerdotes.
Na raado Crespo n. S anupa loja de Guilherme
MXtSStf&hSStS/S uta?-qm "*" ""> W**"
gado por coola de ama das melhores rabricas de I alfEilar------,__________________________
LlsJioa, os seguinies objclos proprios paraos1 ~ Veade-se um cavallo castanbo, gordo e mu
misteres religiosos, que tero vendidos por preces to manso para carro : na cocheirado naci, por
razoaveis. a saber; detraz da relacSo.
t pallio de damasco branco de seda muito rico.j /lf j-, n-----Tj-----------------
3 cazulas cora os competentes preparos. UleO (16 t lorida
Barretes de seda preta e lavas. Composto de substancial vegetaes exticas, elle
Silvestre Pereira da Cunha C.
Odonwdeste novo eaUbelecimento abrindo-o
raeCreDrr5estCeato SS ffSST. ?pera,n ?" de ** **"e'encarnadas, pro-'eonTr7bu7"W"e?o7a'm^e7c^D7Vf^7'Fl"
*r? d m! eo m. c" PnaS Pafa aS *S"" I*"*11 Ves ecclesiasu'cas. rida a forca, a belleza conservaclodos cabl
^ovidade.
c serie4ade qne empregarao em seus negocios, co
roo pelecompleto soriimento de miadezas e per-
fumarla*, come tejara flvelas com cintos, agulhas
imperlaee as raelhpres ditas canucas, sapatos de tranca para homem e
senhora, rap do Rk), fumo de Herlebeck, ean-
dieros para gu, charutos araito finos, bllhetes de
ioteria, tallagarca e mallos oatros objectos qae se-
r ra enfadonho mencionar, sendo estes vendidos por
precos tao razaveis que a peeoa que comprar a
primeira vez, nie deixar de continuar a vir sor-
*ir-se nesle doto estabelecimento.
Jfilho novo a acco grandes: no trapiche
U Canha, x tratar coa Tassormios.
Fardo a 3^800
na roa da toperatrjz n. 6.
los.
Ma mesma loja tambera se vendem chitas de li
nho cor de palha cora salpicos de rOr a 320 rs. o
covado, sendo estas flus, assitn como contina a
ter o mais escolhido sortimeqto de fazendas para
grande loilet e uso ordinario para todas as classes.
ATTENQaO.
Chegarara hvraria encyclopedlea de Jos Bar-
bosa de MpIIo, na da Cruz d. 5J, as segninies
obras do Dr. Chernoviz :
Formulario ou guja edici,
qoe conlm a descripcao de iodos os medicamento?,
sexta edicto, com 121 (guras no texto, que repre-
sentara as plantas medicinaes 1 volume de 820
paginas, encadernado, prreo 6
Em Paris casa de Guilaor n. lia roa de Rechi-
nen e 21 boulevard Hontmartre.
Todos os frascoe nao tendo intacto e clare, e tin-
elre prateado da ra, reputado falso..
Deposito rna do imperador pharmacia n. 38.-
Vonde-se a taberna da ruados Aconguinhos
n 20 : a tratar na mesma.
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gal da melhor qualidade a
li<5 a lata : nos armazensda roa do Im-
perador n.16 e roa do Trapiche Nevn. 8.
Diccionario de medicina ooiular
- Veade-ae por preco eommodo um instrumen- oe contm a descriocao das m\ZL
achandwd
tado e qua*l aovot: a. tratar na rna do Imperador | T^J-.f*
e o sen tra-
vo-
Histeria natural
. i para os meninos e meninas, on conversaco de
| um pai com seus ilhos sobre muitos anlmaes ve-
geues; 1 volnroeencadernado.com tfii figuras,
numero 12.
Hovfnadle.
A 1JOO0
Uques de ps>f esto modwao, pato diminto I prece i.
prefode \: s na na da Cada do Recife n. 5,! Tambem chegafam mesma livraria a gramma-
leja de mind.ezas de filve*tre Pereira da Caoba, ca franeeza de Burgain, nova edicao, e o diccio-
& Companhla. narlo do bom gonto.
-- Veaddm-M diversas escravas qoe ubem eo-' Vende-se uma escrava de aacao, idade 33
zioMr, engommar, litar, e fozer todo o servleo de annos, bonita figura, propria para servic de cam-
urna casa, e tambem dons escravos, sendo um po ou r/nitanda do qne tem bastaote ortica a
bom eirrejro; tratar na roa das Ctdmi d. 18, tratar oa rpa das Calcada! o. 14.
Era casa de Tisset Freres ra do Trapiche a
9, tem para vender:
Vinho Bcrdeauxem barricas e em caixas.
Dito de Santerne fino.
Dito di Champagne muito superior.
Cerveja franeeza marca Bobee.
Toros de Jacaranda, madeira muito especial
para construir mobilias : ao largo do Corpo Santo
d. 4, priraeiro andar.
Vende-se nm escravo idade 25 annos Pjic
offlcial de carpina e bonta figura : na travessa do
Carino n. t.
frite Lisboa ~
_Na rna do Vigarlo n. t9, prlmeiro andar.
Vende-se uma armario e juntamenie alga-
le a mesma casa cem bastante! commpdos : a ira-
llar na ra Direita o. 49.
Noarmazemde fazendas ba-
ratas de Santos Coelho,rua
do Queimadon. 19, ven-
de-seo seguinte:
Lences de panno de linho a 200.
Dll0| de bramante de linho de um s panno a
3dJ5U.
Cobertas de chita da India a 23500.
Lencos de canbraia brancos proprios para algi
beira, pelo barato preco de 1&000 a duzla.
Pegas de bretanha de rejo com 10 varas a 3,1800
Ditas de cambraia para forro de vestido, com 8
varas, pelo Laratissmo preco de 5*600.
Guardramos adamascados pelo baratsimo preco
de 3tf500 a duzia. ^^
Algodao enfesudo com 7 l|2 palmos de largura a
1*200 a vara.
CJLe^d, ,5a de llndos eostos com 15 covdos a
6*000.
Peoaa de-cambria adamascada com 20 varas, pro-
PirifJ?^,0'^0' P6'0 h,rat0 Preodell*.
nio liso fino a 800 rs. a vara. i
Dito com salpicos a 1* a vara.
Tarlatana branca fina a 800 rs. a vara.
Atoalhado de algodo adamascado a 2*200 a vara
Dito de linho a 3*200. a vara.
Lazinhas lisas de todas as cores, pelo baratissimo
prego de 500 rs. o covado.
Pecas de cambraia de salpicos brancos e de cores
cora8 1|2 varas, pelo baratissimo prego de
H^Je,M arcos 2*S00' >e 25 a 3*, de 30
. 31500, de 35 4*, de 40 4*500.
Toalhas felpudas a 13* a duzia.
Epeiras da India de 4, 5 e 6 palmos por menos
prego do qae era outra qualqner parte.
Nesle armazem e encontrar ara grande sorii-
mento de roupa feita e por medida.
Admirem
Admirem
Admirem Beiii!!
As pechinchas que esto venda na Loja e ama-
zem do Pavo, na ra da Iraperalriz n. 60 de Ga-
ma & Silva, onde se venJein todas as azenda*,
tanto de luxo como de primeir necessidade por
pregos muito rasoaveis, e com especialidade as se-
grales, dando-se amostras donando car penhor,
ouraaddo-se levar em casa das familias pelos
caixeiros da mesma loja.
AljoJozinlio do P.vao.
Vendem-se pegas de algodozinho marca T, mui-
to largo, proprio para lenges e toalhas, tendo 24
jardas pelo baratissimo prego de 6* a pega ; dito
large com vinte jardas a 55, pechiucha por ser
azenda que se vende era outra qualquer parte
por 10* e 12*, isto na loja do Pavao, ra da Ira-
ratriz n. 60 de (iama A Silva.
Hadapola enfeiudo a i, 4^590 e ,'i J000.
Vendem-se pegii de madapolo enfesiado com
12jardas pelo baratissimo prego de 4*, 4*500 e
5*, ditas sem serem eufestados demarcas muito
acreditadas a 7*. 8*. 9*, e 10*, ditas, francez
multo encorpado proprios para saias a 480 ris a
vara, isto na loja do Pavo ra da Imperatriz n.
60 de Gama & Silva.
Grande pechiucha.
Chitas a 20 ris o covado.
Ou 7*600 a pega s o Pavo.
Vendem-se Chitas inglezas de superior qualida-
de, afiargando-se as cores serem fixas, cora muita
Jiversidade de padrdes, pelo baratissimo prego de
220 rs. o covado, ou 7J600 a pega tendo 38 co-
vdos, sendo azenda esta que sempre se vendeu a
280 rs. o covado eu I0J a pega, chitas largas a
280, 320 e 360 rs, na loja do Pavo, ra da Irape
ratrlz n. 60 de Gama A Silva.
Caries de chita frauceza na loja do Pavo.
Vendem-se cortes de chita franeeza, cores lixis
com 10 covados a 3*, ditos com 11 covad s a
3*300, ditos com 12 cov.idos a 33600, ditos de chi-
ta ingleza a 2*200, -2*400 e 2*600, isto na loja do
Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Cassas Francezas a 30", 320 e 360 na loja do
Pavo.
Vendem-se cassas francezas muito finas, de co-
res finas pelos baratos pregos de 300,320 e 360 rs.
o covado, pegas de cambraia com salpicos de cor
tendo 8 l|2 varas a 4*, ditas salpicos brancos a
a 2*500 e 3*, ditas adamascadas para cortinadas
a 4*, na loja do Pavao r.ua da Imperatriz n. 60 de
Gama & Silva.
Cortes a Maria Pia.
Gande pechincha a 35000 e 63000.
Vendem-se os mais bouitos corles para vestidos,
sendo de cambraia branca com as barras e enfeites
bordados, de cor crox, pelo baratissimo prego
de 5*, ditos do mesmo gosto mais sendo de cores,
pelo baratissimo prego de 6* cada um, valendo
esta azenda dobrado dinhtiro por ser a raals mo-
derna que tem vindo ao mercado, isto na loja do
Pavo na ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva. ~n
Grande pechincha a 8^000.
Vestidos de la a Maria Pia.
_ Vende-se um bonito soriimento de vestidos de
la com barras bordad.-.s a-Marta Pia com as com-
petentes enfeites para o corpo, pelo baratissimo
prego de 8* cada um, pechiucha por ser azenda
que sempre se vendeu a 12*, e por ter chegado
uma nova e grande porce, resolveram-se a fazer
este grande abatiraento na loja do Pavo, ruada
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Vestidos Brancos.
V*endem-se os mais ricos cortes de vestidos de
cambraia branca primorosamente bordados, pelo
barato prego de 12*. 16$ e 20$ na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n.60 de Gama & Silva.
La garibuldina a 400 ris,
Vendem-se as mais modernas lazinhas transpa-
rentes, com lislrinhas mludinhas, pelo baraiissirao
prego de 400 rs. o covado, ditas entestadas, cor de
fcavana, com listras difireme, sendo das mais mo-
dtrnas e muito encorpadas a 500 rs. o covado : na
tja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Ctraade pechiucha, vestidos a
3aOO.
Acaba de chegar um bonito soriimento dos mais
liados vestidos transparentes, muito proprios para
passeios e bailes, por serem de primorosos dese-
nos, sendo todos os padres tecidos e nao pinta-
dos, e vendem-se pelo baratissimo prego de 3*500,
sendo fazenda que val muito mais dinheiro: sio na
loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama .V
Sika.
aLSazinhas a -io ris.
Vendem-se as mais modernas lazinhas trans-
parentes, proprias para vestidos, tanto de quadri-
nhos como de listras, com as cores muito bonitas,
pelo baratissimo prego de 210 rs. o covado ; ditas
com patmmhas de seda, padrees muito bsnitos, a
3 -X*V s na loJa d0 Pav. rua u"a Imperatriz
D. 60, de Gama & Silva. p
Fazendas preta*.
Vende-se rronsdenaples preto a 1J280, 1,5600,
1*800 e 2* at 4*, superior meuranlique preto a
i*, setira da China, nova fazenda toda de la, pro-
Pjja para luto, cora 6 palmos de la'gura, a 500,
o60, 600 e 800 rs. o covado, e outras militas fa-
zendas proprias para lulo : na loja do Pavo, rua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Grosdenaples de cor a l00.
Vende-se superior grosdenaples cor de caf, pro-
prio para vestido, sendo muito encorpado, a 1*600
!Leoya 60, de Gama & Silva.
Casemirasa I $600.
Vendem-se casemiras garibaldlnas de quadn-
nhos e lizas, proprias para caigas, palitos e coleles,
pelo barato prego de 1*600 o covado, assira como
caigas, palitos e coletes j feitos das mesmas: na
loja do Pavio, rua da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Grande sortiment de roop feita.
Vende se na loja do Pavo uro grande sortimea-
lo de roupas feitas, constando de palitos de panno
preto, sobrecasaeo, ditcs saceos, dilos de casemi
ra, saceos e sobrecasacos, ditos de brlm branco e
de cores, ditos de casineta, caigas de casemira pre-
ta de todas as qualidades, ditas de brim de linho branco e de todas as cores, coletes
de brim, casemiras, setim. gorguro, etc., etc., to
das estas bras vendera-se por prego mais barato
do que em outra qualquer parte : na Iota do Pa-
vo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chales e manteletes de renda
Vendem-se os mais ric >s e mais modernos cha-
les e manteletes de renda, chegados pelo ultimo va-
Por da Europa, por prego muito razoavel : na loja
do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama A
Silva.
Atteucao.
Fazciidasprttas para a qm-re.-ra or
por baratissimo p.-ecw, a luja e ar-
mazem da Arara, rua da Iidlu\, rif
a. oli.
Lourenco Pereira Mendis Guimai i
O propnetario desie ealabelecrataio retirUe
gara a hu upa a iralar de sua saue, ..0 en, a Jles
deret.rar-se pretende fazer uma 'i, s,;/r \il !
baratissimo prego para fe, bar tutu, ??S J?'
goeze* vende-se grusdenaplea preto maita&m
para vestidos, a 1*guo, 2* o M&, diSi^tt
Meuiantique preto ;3
.nJBH M meurall'iu'! l'reto para ve.-n,^a ;s 0
covado, grosdenaple muito |arR e m-, / *
*oOU, 2* e 1*600 o covado, alia "
vestidos e palitos a 500,600, 70u 8( (.
rtihSor*i.ide 'aa Para veslid"s. 'ca~
640 r,*S,h. CVad0' lia prela ''" vestido*
bWrs.bombazioa pnia para ve>iidc
frua
a n,
paia
r?. ;. rova-
" I.MMsa
covado: rua da,mp-er;Vr,^a^^a!if^
Ricos vestidos a Mari*
Vendem-se ricos vestidos a Maria Pia
rua da Imperatriz loja da /rara
ra n. ,"t..
Pia a I?*.
12*. 14*, 16*
n. 56.
Arara vende peca* de panr.ihic
madajolao a kb.
iuSrflu'iSf' de PaDDillho r-U fu c de. 11
laao a 4* e 4JJS00, vendem-se
r| ( df
Arara vende os bales a ^oCO.
a MT?-ba!^n^arcosde todos os 'amanhs
att nm e4f! rua a Irrp.rht, ;
Lazinhas da Arara a 320rs.x ftVac'flj
Vendem-se lazinhas para vestidos de mi tona
e meninas a 320, 400 e 500 rs, ditas lizas et"
das as cores a m m p. 6(J r& q ^ ^
tanas par vestidos a 320, 360 e 400 rs. o covada '
rua da Imperatriz n 56.
Chitas da Arara a 240 rs. o covido.
tasm ch)tas de cres u"s a 24e i n-
si*n.,iJl,M franc"as ^as a 32o, 3(0, 400
500,.>reclara para vestidos a 500 e 560 rs o cova-
do rua da Iraperalriz loja da Araia u. 38,
Liiquidaco de soutaabaques e Haziakat a
U, U e lo*.
vendem-se soutambaques de laz'nhrs rna ?e-
ohoras a 7*, 8*, dita de alpaca braco a H1*. ditas
muiio unas de grosdenaple preto a SO*, ir p :)P*
capas pretas de gro.-denaple fino a 20*. i,* e 30*
mauteletes pretos de grosdenavie a 20* t 2?* g0-
lighas para senhora a 240, 320 e m n manga-
lo?om B0la a camizmhas para =enhtra, 2*.
e .i*. ditas muito finas bordadas a ^SOO : ra Iota
do barateiro da Boa-Vista rua da Imperatnz lula
la an,1 n. 36.
. Cortes de ditas finas a 2CO.
Vendem-se cortes de ditas cim 10 correos pee
2**00, ditos de dita franeeza a 3*500. iOrsoj
cassa franeeza fina com 11 covadis, poi 3*, ven-
dera-se pegas de cambraia bratca lia a ;:(,0.
4*o00, 5*300, 6* e 8* : rua da.IffipeiaiiU n le.
Liquidaco de roupas feitas pa:its i.
Vendem-se palitos de brim de < r a ?*, L-*8 0 e
3*, jaquetoes de brim pardo a 3* e 3*'0O. ftalitos
de casimira bem feito a o*, 6*, 7* f* ( i(f. di-
tos de panno prtlo bom a 8* e 10*, dita rtirira-
sacos de casimira de cor e prela e de panno a 12f-,
14*, 16* e 20*, caiga de brim deri a S* t 2#tOO,
ditas brancas de linho a 3*500 e 4*, Jilis de ca-
simira de cor 4*, 6* e 8*, prelas a .r*. 0* t 8,
colletes de casimira de cor e preto, ce h rr de ror
a I*500, brancos a 2* e 205.0, eeliulas iclllf a
1*280, ditas finas a 1*600 e 2*. can.i.-s ranre-
zas a 2* e 2*500, ditas inglezas Je prfga* largss a
3*, de linho a 3* e 3>500, coleniiho? cc< ni rrirr:.
a 640 rs.a duzia, ditos de linho a 500 rs i n : n;
rua da Imperatriz loja da Araja n. ; 6.
Arara vende as cpberlas a 2.
Vcndem-secoberlas de chita finas a 2* i ?*C0
ditas de damasco a 4* : rua da Irr;eat! : r ;i
E' na Arara que e vende cortes' re mira
preta a 3$.
Vendem-se cortes de casimira preta lars ..Ves a
SfJTO 4*500' 6* e 8*> dilos e o a 3*
i*dOO e 63 : rua da Imperatriz n. 56.
Com toda atteiiciio.
Opropnetario da loja e armazem da &raia,$(
s ((tiali-
niifceire
a Htn-
i
resolvido a vender as fazi odas de toda
dades por barato prego aira de se apurar
na loja da Arara n. 56, de Lourengo Per<
des Guimares.
Madapolo fino.
Vende-se madapolo o m 24 jarda- n ,">
n. 30 a 6*, n. 2 a 7*, n. 40 a 7*loo, n. S a
n. 5 a 8$ marcas csro 8*500. HDR 9*. E phs u<
10*, ZZZ 11* : rua da Imperatriz n. 56. leja de
Mendes Guimares.
Arara vende casemiras finas a SflGO B co-
vado.
Vende-se casemira preta e azul com islas t,ndo
duas larguras pelo baratissimo prego de -35(0 o
covado : na rua da Imperairiz loja da Arara d 56
de Mendes Guimares.
Cortes de cli'ta a 2i00.
Y^dr,m"se cor,es de c,lila fm 10 covados '
2*400, ditos a S*f 00, vende-se tambem hila- in-
K' 2^n covad0' di,as rrBeezasaWl
300, 320, 360 e 400 rs. o covado: : Arara fie
Mendes Guimares.
Liquidaco de soulembarqtiesde core?
a 6*. ff*, 8* e 10*, dit s pretos i lf*. f* a-x
e 23*, capas pretas de grosdenaple a 20*. t& .
30*. manteletes a 18*, 20*, 22* : na rua da Im-
peratriz n. 56, de Mendes Guimares.
Cortes de cambra a de cores a 3.
Vendem-se corles de cambraia de core, com 7
IV- 4*o00, o'*, 6* e 8* a pega, alpacas de cores a 320
o covado. cambraia de cores a 320, 360, iCO e
440ocovade, lazinhas muito finas lisas a 4C0
500 e o60 o covado. lengos de linh'o a 400, (o'
b40 e 800 cada um, aberturas de esqnio de IlIio
finas a 1* cada uma : isto s na loja e afmazi ai
da Arara, de M- nJes Gi.imares.
Vende-se cha'es de meri liso a bfcjQO,
dues estampados a 5^500, 6* e "*, coi'iih; s i ara
senhora a 320, 400 e 500 rs. rada urna. o. 'a- e-
punhos a 800, manguitos e pola a t* rada nma
camisinhas para senhora a 2* o 4*. d.i;,s rruito
Bnas bordadas com gravatlnhas a t'CO e f*
melas de seda para senhora a 1*600 p par, v, f1.'
a de mada-
mm
Uma familia qae se retira vende uma mobilia
deamarelloj usada, -trem de cosinha, longa de
alooco ejantaraia,;uraa mesa de jamar de ama-
relio pea loxniados, mesas pequeas, commodas
cama de casal e muitos outros objectos o que todo
se,vender em conta : aa rua dos Pires n. 62
Soutembarques de cor
Vendem-se os mais modernos soutembarques de
cor, ricamente enfeitados, e por barato prego ; na
loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Gama
ol VI.
Tapas pretas e soutembarques,
Vendem-se as qais modernas cpas pretas lisas
e bordadas, os mais bonitos soutembarques prelos e
manteletes, tudo de seda preta e o que ha de mai
gosto no mercado, por pregos muito em conta
na loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva. '
Enfeites para cabeca.
Veajlem^e os mais lindos enfeiies para cabeca
a 3JL 4*, 5* e 6*. os melhores ba'oes cronolinas
ra loja do Pavo,roa da Imperatriz n.
loja
PROPRIO PAR 4 SENHORA.""-----"
Vende-s um excellente cavallo muito no-
vo e manso com todos os andares: Da co-
cheira do PauAh*, raa de Santo Amaro.
Vendase cai.xoes vazios proprios pa-
ra baliolairos, e fuaileiros, a 2*000 cada
: e para as pessoas que compraren de
4 para cima 1,5800, tiesta typographia.
Francisco Jos Germano
RUXOVIU. %M,
acaba d roceber um lindo e raacniSco soriimento
de ocolos, I uates e binculos, do al timo e mais
apurado gosto da Europa.____________'
Vndem-se
machinas americanas de serrote para deicfr
algodio : na roa da Setuala mh a. 42.
de-se paninho com 12 jardas a 5*, pee..
polao entestado a 4*, 4*500 : s Atara o. ar
de Mendes Guimares.
Ricos cortes a Mana Pia.
Venfem-seos mais bonitos cortes a Mana Pa a
8*, 10*, 12*. 14* e 16*. dilos muito Iiks a !>*-
na rua da Imperatriz n. 56, loja de Mendts -ui-
maraes.
Cortes de casemira finas
,^-M corles de casemira de tor.s a 3*.
3*500, 4*, 5* e 7*, casemira rara covados a
1*600, 4*800, 2*240 f 3*. dilas de mais qpaliCa-
des finas a 3*200 o covado, corles de parta ??
X1 tSf1? e '^.ianifas-para covad. s a 410,
-.2 tSs Dr'm*inhos a 280 o covado, biim laifr,
f. 7,K'^l00' '* ,*:i00a vara. brim brinco de
linho al*2t0, 1*400, 1*500, 1*800 e ?* a vara
aimn?a,Jfranr<'zas P31** hornero a Jf, '.'*250
IS' *,'? d^ pregas lar8as aliono a *10.
2*800 e 3* cada nma- s^
Grande soriimento dtvfoipas feias de to-
das as-qualidades,
Venflem-se naWots de brlm de cores a
queloo a 3*-^3*500, paltWts de casTri'
6J, 73vAa e 103, dilos de panno preto a
ditos-a 6*, ditos finos a 8* e 10*, ditos
^Sacos^ panno preto a 12*. ditos de cor a I4.
tos pretos a 16* e 20*, ditos muito finos a -2
caigas de brim branco de linho a 3* e :'i.CO, c.\.
tas de algodo a 2*. ditas de ganga a 25CO
2*600,1*800, coberus do chita a 2*. ditas muito
Unas a 2*500, ditas adamascadas a 4*, piincera
preta d cordo a 800 o covado. dita de listrnlms
a l*.ocovado, moreant'qoe preto a 3* o rovadr,
grosdenaple preto a 2*500. 2*200, 2*, I|ff0 e
1*600 o ce vado, chapeos de sdl df seda para ho-
mem a 7* e 8*. cassas pretas #_300 r.. o re vado,
pretas a 340e 280 o covado, dilas francezas f
360 o covado : isto na loja e armazem da
foa da Imperatrie n. J56, s Arara mais r.iu-
de Mendes Guimares.
/
?4, Ja-
0.t. I/,
sort'ce-
di-
r
ILEGVEL
r -
;r


talar**de **atant1ra.-a eiM flra i de Mal* de i 8*
AURORA BRILHANTE
G'UNDES ARH.4ZE\S
DE
10LHAD0S
131
R Largo da Santa]
.^Cruz n. 8i, es-J
Sfuina da ra dojj
sSbJ.
VIMOS
ESPECIAES
B '--
91 Largo da Santa
**"Cruz n. 84, es-j
quina da ra dol
_;Sebo.
u nov proprietario do j muito acreditado armazem de molhados denominado Au-
rora Brhante. continua a ter o mesmo sortimenlo de gneros de priineira qualidade.
A *e','uinte tabulla sirvira' a todos de liase para ajuste da comas aos portadores.
Nemu;n armazn vender* raafs barato e melhores do que a Aurora Brilhante, ja'
pelo grande sortenlo que tem, ja' mesmo porque seu doao so dseja tirir diminuto lu-
cro quanto ;:hegue para accumular as despezas do sstabeleiimento por isso deixe se a-
iir.iveiur, o prsprtetario ba de faier toda a diligencia, aura de servir bem os seas cons-
tates freruezes.
Vinho verde snperior.
A caada a 3J000 a a garrafa a 400 rs.
Gamma.
Saccas de 4 arrobas, a verdadeira de sej
ensommar. a arroba a 3*000 e a libra
120 rs.
Sabio massa, a libra a 200, 240 e 280 rs.
facMn.
Saccasgrandes com farinha le Goianaa mul-
to nova, a 5 $000.
Cif.
Caf lo I\io muto superior, a arroba a 8&
8*500 e 9#000.
Cha.
Gh.temos lestes i*eoeros o molhor possivel,
"KI *ffS1?8 ,Ble*e8 de muitas1ua-i Dito'perola aSm! "
Dito uxim a 270J.
Dito livson muito uno a 2JS00.
Dito redondo a 2*300.
Dito preto le primeira jualidade a 2*500.
Dito .nalsbaio a 2*000 e 1*600.
jalas com S libras de chouricas muito novas,
a 7*300.
.'iii=-Tandes com peixe em postas inteiras,
, mais .le 12 qualidades, a 1*000, 1*280 e
tas com ostras, excellente peiisco para fri-!
i eideira, a 720 rs.
pitas com ervilhasnovas, ensopadas, a720rs.
l)it \i com favas, a 610 rs.
IDitis cora ameixas a 1*200, 1*800 e 3*500.
Ditas com m irmelada do afamado fabricante
A-breo, a 720 rs.
iDitaatsom massa de tomate, a 500 rs.
'Ditasoom Hgosrte comadre, novos, a 1*500,
2 i o 2J3t0.
kDilascom lolachiaha de soda muito novas, a
' %$m.
11 I'* Jes, a 1-5400.
Chocolate.
Caisiuhas com amevtas afeitadas proprias'
!>ir.i mimo a l*200i,2}tO0 e -IJOO.
Gh >< jlate superior muito novo a libra de
WO a 1*000.
Mi-irrilo. talhanai i lira, a 2i0 rs.
tnarmacete.
O nasso com > vellas le uspermacete a 600,
ttO e 720 rs. i
Passas.
Cutas de 16 > iibras de passas novas pro-
prias para minios a 4* e 2*500.
Nozas.
Nozes, a libra 180 rs. e arroba a 1*000.
Alpisia e paine.
Alpistae paiaeo, a arroba 4*000 e a libra a
160 rs.
Cartas,
la India -> Java-, a irrob* a -4200 e a II- Cartas tinas para logar, a dnzia a 2*5*.
> i i 100 r-i. i Cistanhas.
11 .n'i.) do Lisboa a )>3i)0 a arroba e a 320 Castanhas novas rindas oeste vapor, a arro-
... Erva mate.
[tvirriio .alhaname aletna amarella, a libra Excellenle cn ,nejicina,, |
1 MU ti.
Dito lito dita branca,.a libra a 400 rs.
Cu< as -ion ''siroliuha. pewide, e outras raas-
sas, i ,-iixa 343)0.
'):tas dita em libras a &W rs.
fti m, libra a 360 rs.
i i iva liaba para ;pa alibra, a 240 rs.
Emilias seceas, a libra a 160 rs.
kTitis dercaseadas, a libra a 200 rs.
rino'.a muito nova, a libra a 280 rs.
l5* i-i'ia de aramia verdadeira, a libra a
n r.
v I) Mirathao, em saneo, a arroba a
. SVH a a libra a 80 rs.
)
B a libra.
V$ ) i le Santos, a arroba 74000 e a libra- a
v i 10 rs.
y\ '.! 11- com 123 ceblas grandes, l#2HO.
8*3 >l--iirda f'-anceta, caixa com 2 duzias a
W -))').
rito 'r.<-.n uva mostarda pramradvflni vinagre,
m Wlr*.
< J t n conservas ini{ie/.as e francetas, a
u Ue80ar.
JODs com sal refinado lino, a 640 e a 500 rs.
ba 44000 e a l'bra a 200 rs.
Amilonaa.
Barris 'om az^itema novas a 1*300
laattiffc
I Manteija iperior, a libra a 1*200.
: Dita mais abano a 1*120.
: Dita menos superior a 1* .
Dita francaza nova, a libra a 4512C
Dita lita em barris e meios ditos, a libra
I* rs.
iji') t ,# ion a verdadeira geobra de laranja, a | Hita para tempero a -VM rs.
l#000.
I Ditos de 2 garrafas de Hollanda verdadeira,a
5V) m.
tijas cora dita propria para negocio, a
\ 19 rs.
iGirrafoes com 2 gales com dita, a 6*.
|S'-."a boa, marca, a 500 rs. a garrafa, e a
| I izia a (S000.
' v'i i'n moscatel de Setubal. a sarrafa a 1*.
Mirra- punho vcrJadeiro,frascos a 80C rs. e
? i 1*200."
) ;ii noattoo, a dazia 20*00>), e a garrafa a
> 1*030.
S \' >iie rellnalo pofMfatei e francez,a garraa
5 i 1510').
tita de vioho Bordcaux muito superior, a
7$, S4, 0 5 e 10* a caita.
Utas cora dito branco. a 7-5 a caix*.
li'.is com lito laurinas Jj Douro verdadeiro,
i 2)5.
'iiis com duque do Porto verdadeiro, a
i IM0OO-
iritis com chamisso superior, ali.
'OiUs com Porto velho e outras maitas mar-
cas, a 125. _-.
Vmlio do l'ort) da pipa, a garrafa a 6M), 7TO
|Dito de Lisboa morto bom, acanala a 3*200,
{ 3*300 e 45, e a garrafa a 500 e 560 rs.
>f)itoda Figaeira, das segnintes marcas (w.)
fj. A. A.) (J. L.G.) (O. M.) a
i*500. e a garrafa a 560 e 640 rs.,
que a est engarrafado e lacradocom o
rotulo do armaiem.
tDitosde marcas mais desconhecidas, acana-
I da a 3*500 e 4*000, e a garrafa -
Vinho brinco Ono, agarrafa a 640rs.
Oito de eaj& muito superior
800 rs
Qneijos.
-indos neste vapor a 2*800 e{
nuito novos, a libra IFj
caada a
deste
a-480e
a garrafa a
Qneijos novos
3*000.
Ditos londrinos
1*000.
Papel.
Papel al maco amado, a resma aV4800.
Dito dito lizo de linho, a resma a 4*500.
Dito le oeso :z) e pautado, a resma
2*300.
Dito de embrulho. bom a 1* e 1*200.
Vinho Vadmra.
Garrafas com o verla leiro vinho Xerez e Ma-1)
deira a 1*300 a 2*000.
Temperes.
Folhas de iouro, pulenta do reino, cominho
e cravo, a libra a 400.rs. f
Velas de carnauba.
Massos cora 6 velas de carnauba refinada a
480 rs.
Vonndoas.
Araendoas cora casca, a libra a 320 rs.
Dote.
CaixSes de doce de oiaba, grandes a 1*4001
e pequeos a 640 rs.
lijlos de limpar.
Tijolos de arear facas a 140 rs.
Grata.
Duziasde boiSes degraxa n. 97 a 2*000, ej
de latas a 1*000, e os boiScs a 240 rs. ca-,
da um, e as latas a 100 rs.
Charutos fios.
Charutos finos dos melhores fabricantes da.
Bahia por diversos precos, caixa e meia
caixas.
B fraude quantidade de gneros tendentes
estes estabeleeimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
COMLMIO MEICO-ORIRGICO
DR- PfflJRO DE ATTA11YDE LOBO MOSCOSO,
MEDICO, PARTEIRO E OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fundo 3
O Dr. LoboMoscoso d consultas gratuitas aos pobres todos os das das 7 s 4
ooras da manb5a, e das 6 e meia s 6 horas da uoite, excepeo dos dias santincado^
Pharmacia especial homeopatfrica
No mesmo consultorio ta sempre mais appropriado sortimento de car
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisaces e pelos precos
Garteirasde 12 tubos grandes. 12^000
de 24 hibos!?randes. 18*000
de-36 tubos grandes. 24,5000
de W- tubos jfrandes. 300000
de 60 tubos grandes. 350000
Prepara-se qualquef carteira conforme o pedido que se fizer,
i|ae se pedir.
Umtubo amlso ou frasco de tfntura ie meia onc ItfOOO.
Sendo para cima de 12, cnstarao >s precos estabelecdos para as carteiras
Ha tubos mais pequeos carda um a 500 ris.
f
seguitue.s
e com os remed
LITRO.
o
c

DE
AZEVEDO FLORES
Kiia da Odeia do l.ecilV, e?i|iiina da latir de Deas,
Prestem attencto ao discuiso do Balo.
Alojado Bailo todas as emanas reforma o 6eu annunciom consequencia de
constantemente receber novas fezenrlas e novo sortimenlo de roupa feila, os seus preros-
sao os mais moderados como j ninguem ipnoa, as fazendas que nao levam pre<-o marca-
ajmmi do ix>iue ba diversas qualidades e diversos precos, e em ioja alguma encontrar o pu-
fa^n bbco uta Rio completo sortment oV fazendas e roupas feitis, e nao bavendo a obra que
A molhor obra da homeopata, Manual de Medicina.Homeopathicodo Dr. Jahr
ddtis grandes volumesc;ooi diccionario............ *^^n
Medicina domesticado Dr. Hering,........... 'SB2 *goaz. procurar toma-se a medida e em 24 horas estaro salisfeitas as exigencas'do
3C0" ^ Pede-se attenefio.
Chapaos de sol com 16 asteas a 12;5i.
Hem idem com 42asteas a8>..
Wem idem deneminados auademicos, fazenda inleiramente nova com 12 asteas a
Repertorio lo Dr. fellb tf^aes
Diccionario de termos de medicina
Os remedies deste eStbelecimente s5o por demais conhecidos e dispensam portan-
te de serem novamente recommendados aspessoas que quizerem usar de remedios ver-
dadeiros,energjcos e duradores: ha ludo do raelhor que se pode desejar, globos de ver- (
dadiroassucar deleite, notavis elasua boa conservaco, tinturados mais acreditados
estabeleeimentos europos.a mais-axacta e aecurada preparacao, e portanto amaior ener-112^1, por este preeo sona foja do Balsa se encontr.
!gia i certeza em seus eTttos.. accaraad Yref ^ Bljoes de arcopara senjioMs, os melhores q
Qtia.te sa'U pira esomuos.
Recebe-seiscravos para tratar de jualquer enfermidade ou fazcr-se-lhe qualqner
peraco, para o que crannmrciante jniga-sesufficientemente habirtado.
Otratamento o methor possvel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
necionando a casa a mais d-quatreannos, hamuitas pessoas de cujo concert se n5r
Cdavidar, qu pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
,_tes.
Paga-se 2,J0O0 por da dudante 60das ed'ahiem diante 1*500.
As operaces ser3o previamente ajustadas, se n3o se quizerem snjeitar aos preco?
azoareis [ iMMMai preJir o annunciante.
[Laboritorio eado-afieo e chimieo de E P. Lebeaf e C
ra Montmartre, 31, em Pars.
Fabrica en Argeoteiill, prs Pars (Franca).
n
Des vhIios, agurdenles e licores.
VlNIIOi Imitigo dos vinhos de todas as i
qualidades,i tracto d.; Vfaw, dese para *W>
litros, 1 f. i ?, le Bordea*, t f.,r- de Ponwrrf; 3
f:,T-4e Lisboa, t f.,de Catalao, 2-f.,de Porto,
XejretyMuscaleL Malaga, dose para 20'. ou 30 lj.
tros, 4 f.
substancia para fabricar com o alcool e agua
os vinhos cima e todos os outros. A dose para
500 litros, 50 f.
CLACIFICAgO.-Ps Ingleses, pos das vinhos
da Hspanha, da Praaga, etc.. A J i lira para 500
Wro8.f. ,
COLORACO.Purpirigine para colorear os
vinhos brancos e vinhos claros.- As duas libras
AGIIARDENTES.Essencia de cognac para dar
as aguardentes ordinarias o sabor e o aroma de
cognac. Agarrafa para 100 litros, 5 f.
KIRSCH E ABsINTHO.-Essencia de kirsch e
de absintho, para os fazer com alcool e agua. A
garrafa para 100 litros, o f.
LICORES.Extractos para fabricar se todos os
lieores conhecidos sem fogo nem alambique, (in-
dKar-seoa que se deseja.) A dose para 20 ou 25
litros, 3 f.
PERFUMESpara fabricar-se os licores finos ou
communs a dose para 20 ou 23 litros, 1 f. 23.
TODOS os outros productos para o trabalho dn<
vinhos-,agurdenles, licores, vinagres, etc., sao
fabricados de encommenda.
UTENCILIOS de laboratorio e de chlmica.
e engaado nossos
dem de arcos e d&irnisse'ma para meninas a 2,5, 2,5500 e 3^500.
Vestidos fiaos a Marta Pia a lid.
Wem dos im? rondarnos que al de flores matisadas a 18.
dem com barras, fazenda anida i o \ista em Pcrnambuco a 2'>.
Poca de caaAraraj'^ue-sempre p venden por 9, a balo vende por 7.
GMtas 'preclaraa qoe todos venrtam por G40 rs., o Balo vende a 560.
dem oa mrsma qoalklade. prm de outros pa Ires a 440 rs.
dem escuras a.300 rs-esla-s .trabando.
I(teisHttttas a 20i>rs. ti nr loi,ilo Balo.
Laas.flfe'accemo:escoro cota flores matisadas denominada pelas senhoras quelj
cimprarar rtr>i ftOftiiOHiit'i,!
fB3bTafa -cores as mais fines a 800 rs. a vara.
IJom ele *~fep eonhijuatlro*,- braueos a ">()() rs. a var?.
MSdapnRi a 8^ a-per, me vafe 9i, lambem ha Ano.
dem francez proprio para saia de senliora a 560 rs. a vara.
Camisas de meia muito finas a 220 a duzia.
Meias cruas para homem de 6o a-^l a dnzia.
Camisas de pregas largas a 25500 que todos vendem por 35.
dem inglezas de IdIio mnilo finas a 48 ou 51$ a din.ia.
dem de flanella de cores muito finas.
Calcas de casemira pretas e de cores de 16 a 12$.
Paletos de casemira*de cores e protos, a IOS. 11$ e 125.
Golletes de casemira e de brim branco os melhores que ha.
Calcas de brim bra co muito finas a 4-5500, 55 e 7.
Paletos de alpaca branco a 5$ a duzia.
Mantas modernas para pescoco de bomem.
Collarinhos de papel de cores a 800 rs.
dem brancos a 400 rs. a duzia.
L5a preta para luto e de todas as mais cores a 500 r?. o covado.
Ceroulas de linho com doas costuras.
dem de algodo a 15600.
Cambraias para forro de vestido a 260O a peca ou a 3G0 rs. a vara.
Chales de merino estampado que custaram 8$, vende-se por 5 em razo de es-
tarem um p uco desmaiados por ter estado a mostra, por estes presos s na loja do
para 500 litros, 16 f.
Alguns de nossos agentes tendo falsificado e mitado nossas oreparacoes
freguezes, lvese exigir sob*e as rolhas,e rtulos as internes P. V. L. Pars,
0 molo de usar-so das tr-eparacesacba-se indicado n rotule.
As encommeodas Jevem seraeompanhadasioritn>a letra sobre Paris ou qualquer outra cida-
''ii-i. u p-in ama c-isa -.iiwlwcida.iriuir-se aasSrs. Lebeuf & C. chimicos, ra
ni'tri, i. II. en P\<. oa sua fabrici )/aAr?enteuU, pros Paris.
' 111 i-i i n btica francesa, ra do Imperador n. 38.
*33
60MMA NOVA.
Em paneiros muito alva a 4,ooo rs. a arroba e 16o rs.

libra e compran-
do de um paneiro para cima se far abatimento na ra do Imperador n. 40.


PECHINCH i
U
Madapolao muito fino com pequeo toque de avaria, por prego que admira : na loja
das columnas na ra do Crespo n. 13, de A'itooio Correa de Vascoucellos & C.
iU
N. 11Roa do QueiraadoN. 11
Superiores cjrtes de seda preta com lindas barras.
Suoenor seda faconno <(ue hade mellwr e mais gosto.
Moreantiqoe preto muilo bojto a 2#800, 3a, 31980 e 4* o covado.
Completo sortimento de grosdeoapla preto de muitas qualidades.
Pannos pretos e casemiras de atnttas qualidades.
Bournus, chales e los de renda pretos superiores.
Superiores pelisses e.soutembarques .de sieda' para i oherss.
Bonrnus de laa para s.enhoras t$
' Chapeos e chapeiinas de palha de Italia nara senhoras.
Can** de laa de barras de iij a 22$ de E muitas outrasTareadas1 de snperior qualidade na l| de Augusto Fredonco-toS:-
Santos Porta aonde tambem se Vendem as melhores e mais baratas
Esteiras da India para feJWM'
l. H>~laa do Qaefada~>r. U
mmm os modernos chales de
FILO PRETO.
Superiores cbales de fila pxeto chegados palo ullimovapor francez, a
loj a> daa columnas roa do- Crespn. 13, de Anionio Correia de Vascoucel-
los i c.

m

Superiores cortes de moirs preto com barra, o qne ba de melhor gosto em
Pernambuco.
dem de gorguro preto adamascado com barra a imperatru Eugenia,
dem do gorgnrao de seda bordados com barra.
Superiores moirs pretos e largos 2*400, 2600, 3, 30500, 40, 50, 60,
70 e 80 o covado.
Superior gorguro de seda preto, a melhor fazenda que ha para vestido.
Sarja preta de seda.
dem preta des, anhola.
dem idem lavrada a 20 o covado.
dem idem lavrada muito superior.
Completo sortimenlo de grosdenaple pelo a 10500, 10800, 20, 20500, 30,
30500, 45, 40500e50. i
Pannos pretos de soperi >r qualidade de 30 a 120 o covado.
Casemira preta de 10600 a 50 o covado.
Lindos chales, bournus, algeriennes e retoudes de fil preto.
Mantas pretes de fil e los pretos.
E muitas outras fazendas de superior qualidade na lija dasColumuas
na ra do Crespo n. 13 de Antonio Correa de Vasconcellos & C. successores
de Jos Moreira Lopes.
AGUA
da
DR
Flor i
para restabelecer e conservar a cor natural dos ca-
bellos.
A asm de Florida nao e* urna tintnra, facto es-
sencial a contestar, a (sesma agua dando a cor
primitiva de cabello. Compostas de plastas exti-
cas e de substancias inoffensivets, ella tem a pro-
AZEITE DOCE
Azeite doce reGnadoem pequeas latas a 560 rs. a garrafa : no graude armazem
da Liga.
wmpum
Saceos de 80,100 e 12Q libras a 40,40500 e 50 ; no grande armazem da Liga.
A ato fio mcmti senho re
ala
NOVA ALIrMA.
N) armazem da viuvr Paula Lope?, defronte do.
eninr-iiie na escadinha, vendem-se ceblas as me-
Inores do mercado, em cala e ceoto, o mala bo-;
rato possivl. |.
' !
(tvariado*
Ditas escuras idem a 260 o covado.
Chitas para coberta muito largas matizadas a
240 o cpvad.
Madapoloes nos largos a 6&590, 7 e Ai-
Chales de Ul preto muito bons a IOjjOUO ca-
1 da um.
. Chales de merino eslampados a ofi-'.O, 65 e 70.
E outras muitas fazendas, que ludo se vender
1 por precos que admiram.
Vende se um cabriole! coberto com pouco
uso, bem feito, de eixo patente, proprio para me-
dico : no caes 22 de novembrp n. 30 por cima do
YWOI-SE ...,T. ..................I~.^x
Prancez-,)';irrca
I>oriland tdero
.ffm perfeito estado: >*
Kraneez barrica
Por'tland' idem
.50QOO
80500
ros c ftmileiws a%000 rs.; a tratar vnlSf^fAKrio" Anonio^nde (
|esta t0AIt, fir' AxeTeao*S-tV'ra*daCrBiB/.
Fazendas baratissimas, loja da ra do
i Crespo n. 17, de Jos Gomes Villar.
A novacrise commercial permute qne o povo
em geral nao possa comprar fazendas caras. O
proprietarlo deste estabeleci ment, amiffo que do
povo em geral, attendeodo a essag circunaalancias
,)t vendeado fazendas por precos que na realida- blbar do arcos.
dea'dmka. i /11.
i Corre4,bompovo,aesteestabeleeimente,ecom. C/lCOaraMOS SlipeHOreS
prai fazendas, porque all se vende por menos do o 1
qua-em otlfa qualquer parte. PDVtPR fif RPt'W,
. Cassas Qtpuidycet a 280 rs. o covado. ou' lv* uc VIVU.
Chitas francezas escuras matizadas a 260 rs. o, Superiores cortes de seda de cor, vindos pelo
covado. ultimo vapor francez : na loja das columnas a ra
Ditas escoras muito finas a 240 o ccvido. do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vascon-
Ditas claras dem a 240 o eorado. cellos 4 C.
Jumentos
Vende-se um
raca, grandes e
Admiravelpecliiucna!
Iftcambiqne a 300 rs. o covado, na toja
do pavao.
Vendea>se os mais bonitos mocambiqnes de pu-
ra laa proprios para vestidos e soutembarque;,
sendo de quadrinbos de lUtras e lisos, fazenda in-
teiramente nova,' em padrdes e muito proprias pa-
ra as senhoras que frequentam o mez Mariano,
porqne esta fazenda Ihes facilita fazerem por pou-
co dinheiro vestidos mnito decentes para qoatquer pnedade de restituir aos cabellos o principio co-
acto, adverlindo-se que este baratissimo preco rante que ellos tem pordido.
devido a grande compra que se fez desla nova* fa-' De o""3 salnbridade incontestavel, a agoa de
:enda, que*ede a freze tustoes o covado : na Florida entretem a limpeza da cabera, deelroe as
loja do pavo, ra da Imperatnz n. 60, de Gama & i caspas e empede os cabellos de cahir.
Vinho do Porto sopefior emcaiita de luzia.
lem para vender Antonio Loiz deOliveira Aaeve-
do & C no seu escriptoriorua da Cruz n. 1.
Barris vastos.
Vendem-se barris vas'ios de manleiga a 120 rs.:
na ra da Cadeia do Recite n. 83. ________
Na roa da Cruz n. 38, ero casa de Mills Rat-
lean & C, vende-se :
Cha.
Oleo de linhaca.
Folhas deFlandre.
Silias e silhoes inglezes.
Cerveja Aspinall.
Dita Bass.
Dita John JelTre- & C.
Um piano com ponr.o uso._________________
Bi\as hambnrnzas.
Vende-se na ao Nava .U
Attenco.
Vendem-se pecas de esleirs para forro de sala,
__________ I tinta branca preparada a oleo, ero latas de 2a li-
Vende-se tres carrocas para boi, duns ditas i *""*> P*ra P,n,ar eM< re.loios P,r cim, de e-
para cavallo, dous carros para conduccSo de ge-!sa P" pendorar, arreos para 1 e 2 avnHw.
eros de estiva ou outrolquaiquer miste-, ludo em velaiide spermaeete, tudo de superior qualidade.
lindo casal de jumentos de bella
covos, proprios para a conserva-
ci da mesma raca e eruzaraento, do que S9 colhe-
ra magoilieos machos, mullas carro e carpa ; caja
jumenta esta' prenhe, asslra como nmaliodaju-.
mentlnha com pouco menos de um anno : ver e
tratar com Jos Pereira Cesar no sitio Pirahuyra,
arrabalde da villa do Limoeiro.____________
Hez Mariaio.
Ainda est venda na ra do Imperador n. lo,
defronte de S. Francisco, a rica edicao do mez Ma-
riano. ornada com estampas e vinhetas, eeocader-
nada, por 1A e 10500 cada livro.
Calnogas finos e brlnquedos
para neolaios.
Chegaram para a loja .de nMudejas da roa do
Queimado n. 69, os mais finos e Lindos- calingas
tanto para bnnquedo de meninos romo para cima
de mesa : na mesma loja se encontrar bom sor-
timento de miudezig.
bom estado, e por preco commodo, por seu don
querer acabar com esse negocio ; a tratar na roa
do Sebo n. 54, liberna
Na ra do Queimado n. 19 vende se urna
machina americana para descarocar algodio, de
20 serras, por menos preco do que em outra qual-
quer parte. __________ "
Vinho Madfira fino
tem para vender Joao do Reg Lima, na roa do
Apollo o. 4.
vindo dos Estados-Unidos : no armazem da rna do
Trapiche n. 8.
Machina* de serrote* para
algodo
Chegtram as desejadas machinas ie serrotes pa-
ra descarocar aleodao, havendo um completo sor-
timenlo desde 13 al 40 serrles, tan>l*m ba mo-
| lores americanos para as mesmas machinas, ven-
dem-se o mais barato possivl : na roa da Cadeia
> rio RecWe n. 56 A, loja de ferrageos de Joio Car*
I los Pastos Ollveira.

ILEGTVEL




o
DO
tarto 4e Weru*mhuc* ... mmttn Mnltdelsk de *93&
AO PUBLICO
em o menor cmiImi-
gimcnto se entregar o
Importe do genero que
* agradar.
ESTABELECIDO A RA NOVA N. 60
AO
RESI'EITAYEL PUBLICO*
Os preveo da seguate
tabella para todos, po-
nteado assim servir de ba-
se para o ajaste de eoatas
cooi os portadores.
RA DA CADE1A DO RECITE N. 53
(Logo passaado o arco da (ooeelco)
PARA BEM DE TODOS,
i Grande armazeu de tintas.
I RA DO IMPERADOR N. 22.
O armazera de tintas un graale deposito de
: productos chinacos ulensis eos tnais empleados
e usados na pharmacia, pintura, pl.oto^raphia. to-
turara, pyrotchinia(6gos de amuelo) e eta outras
industrias.
Montado em grande escala, e supprindo-se di-
rectamente k prineipaesdroganasdcParis, Lon-
dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa, pode oleie.cer
productos de plena confianza e satisfazer qualquer
encommenda a grosso tratoea relalliu. per trieos
razoaveis.
Prvidos de machinas appropiiadns aslaii
cqm promptldo qualquer pedido de lirias moidaa
a oleo, coja qualidades pao** e seus ingredien-
tes poder serexaminasa pelo consumidor, o que
nao fcil fazer com aquella que sao importadas,
e que se encootram no mercado em latas fechadas.
Tem grande coMeccao de vidr.is de diffmote*
formatos, desde urna oiiava al dezoseis ncas (le
capacidade ; de vidro¶ vidraeas i diamantes
para corta-Ios; de pinceis para na'ir madeira com
propnedade e ontros; de papis dourados e pra-
leados e folbas de gelatina para rnamenlo de
papel grande e pequen* toralo de van.-s -ores
para embrulho, para forro de casa, para chenco
com fundo ja feito;de panel albuminado e Itnsuj,
i saxe para photographia e para filtrar
faz
A apreciarlo dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-
zem da Liga estabelecido ra Nova n. 60 um magnifico sortimento de molhados,
jue sendo em sua maxim.i parte mandados vir directamente do estrangtiro podem ser
vendidos por procos asss razoaveis. j Minteiga incleza -'-- pn*. ** ifaia
Seta a atuidade de querer que este novo e interessante estabelecimento saja o I l.ooo e 800 rs afr^Sia*^ afa
primeiro e nico em seu genero, pde-se porm ffianfar, com toda a seguranca de que' abatimento *---------
nenhum outro o exceder no restricto cumprimento das seguintes promessas: Idemfranceza'a mais nova do mercado a 96o
J*la 'bra e 900 re. em barril ou meios.T
utanyssonde superior quaiidado a 2,600
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,000 rs. a libra.
dem hysson moito superior em latas de i*
libras muoproprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a l,6oors.
dem pretoo que se pode desejar neste ge-
Senhores e senhoras, o aceio qne presidio aos amnjoedeatenovo tabeleeimento* e mais que tudo a nrn-nii^ t,a iK?narr5&^
reza com que serJo tratados, convida a urna visita o oesmo, certas de-goe rem dnvida me darao a prXo e pKencia na 2E S 5 SS^^XS^J!!^ S
pra dos generes que prec:sarem, e quando n3o possam vir poderlo mandar seras portadores, anda que estes spinm niT! clariflrado> oi* oiele, freatrao de Harhn .guo
Pr.rT^bem servidoscomo sevie8Sem PessoalraCTrte' **** P com estserecomme^daeso, afim ?d7?n?X?^
'"* proprias para eonJeitarias ; la decores,*
1." Delicadeza no trato.
2.J Fidelidade no peso.
3.* Sinceridade nos presos.
A1Kira' 5^frrS0 -G la,,,ariiaa4ors.,a.li- Sal refinado
bra e 6,000 a caixa.
em frascos de vklro com lampa
) mesmo, a 5oo re.
a. garrafa, e 5,8oo, 6,000 e6,5oo a du-
Ala.
As pessoas que por sua posico social gozam de certo tratamento, achanto nesta
casa os melhores queijos londrinos, cerveja, vinhos finissimos manteiga e cha sempre de
primeira qualidade. etc., etc.
Qualquer que seja a cndilo do fieguez, elle deve contar que ser sempre mui-
to bem servido.
Aquelles que sao poueo favorecidos da sorle faro mensalmente urna economa de
nha branca ouamarella a 64o rs.a Mb" e
3,5oo a. caixa com 8 libras.
Vinho do Porto muito fioaproprie para
engarrafar, em ancorlas de s caadas a 'Ovairvha an r
35,000 rs. eanM~ a (SUS" dettFran?a nwiito nova, a 2oo rs.
a 2,5oo, 3,ooo e 3,800.
vas
olhos de vidros para imagens; tintas rm !u*cs e
telas para retratos ; tintas em pastis e en/ p pa-
ra aquarella; essencla de rosa luperflca, i n*-
M!KS'!h e .rodi- Cerveja branca das marcas mais acreditadas [ ISFESL "^ K'E
qpe >eao mercado a 5^, 56o^ e 64o ^^!&^!^* >*
muitas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se lhes vender o arroz, o caf, aman- ;non? '00? e *'200 *]?* ,'*)ra;..
teiga o assucax, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algumas partes n3o po-, hg"Tf! 41,t0.n<>ya"iW rs. a libraeem
dem ou nao querem vender. | barril se faz abatimento.
Os senhores de frada cidade, dos arrebaldes ou centro, que comprara para ne- 235*?.^ pa,,os a 8o9.TS' a ,,b-
gociar, devem vir, pelo seu proprio inleresse, a este estabelecimento para se convence- ,nlez86 a ^tf re- Ubra 9erv
rem do quanto se pode vender barato. n pa.ra ,emPerar panella ^d para fiambne.
Para os senhores que compram para tomar a vender existe um sortimento cial, escolhido por pessoa entendida que certamente muito dere agradar aos senhores F** rS-' dllosde navio desella, a
compradores. !.. *000 f8;
Nao se tem poupado sacrificios, nem se deisar de fazer a diligencia para agr- "em londrinos muito frescos e de superior
dar a todos.
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A MNHEIRO A VISTA:
I Simas, da segointes qualidades:
KxposicSo Normal de Hovana, Imperraes.
Londrinos, Guanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,000, 4,5oo, 5,ooo,
*ooo e 7,000 a caixa on em meias.
Charutos flnos de diversas marcas e fabri-
cantes como sejam: FJr do Norte, Ma-
anas de Havana, intervallos^Vencedores,
PanateUas e Suspiros, a 2,ooo, 2,5oo e
*ooo a caixa.
64o rs. as meiaa latas.
ALPISTE E PAINgO a 120 rs, a liba.
AMENDOAS novas a 28o rs. a libra.
AVELES a 240 rs. a libra.
ARROZ de 90 rs, a libra a,..
AMEIXAS francezas em latas, potes, fras-
cos, bocetas, etc etc.
AZEITE doce a 600 rs. a garrafa, cadada a
B
MANTEIGA ingleza efranceza ai& 1^120: Je*-verdeiaaito superior a 640rs.alata.
I)J280 e em barril faz-se grande abati-
mento.
MACARRO a 400 rs. de 8 libras para cima
a 360 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE a 600 rs. a lata.
MOSTARDA ingleza a 800 rs. o frasco.
MARRASQUINO de Zara.
BANHA de porcoa660 rs. a libra, em por- MARMELLADA de diversos fabricantes e
cao faz-se abate.
BOLACHINHAS do beato Antonio a
BOLACHINHAS de soda lata grande a 2,000
ris.
BISCOITOS ing'ezesera latas de 1,200 rs. a
BOLACHINHAS principe Alberto a 2,000 rs.
C "
CHOURICAS m. ito novas a 800 rs. a libra.
CAF de 260 rs. a libra.
CHOCOLATE francez a 800 rs. a libra.
CHAMPAGNE das marcas mais acreditadas
a 25,000 rs. o gigo.
CHARUTOS de todas as qualidades, suissos,
araerican bahiannos, fluminenses, etc.,
de 1,400 a 10,000 o cento.
CHA HYSSON de 2,200 a
COPOS lsos ladidados de todos os taa-
nnos a
D
DOCES de todas as qualidades.
E
ERVILHAS seccas e em latas portuquezaa e
francezas.
F
FARINHA de araruta rerdadeira a 800 rs. a
libra.
FARINHA doMaranho ou tapioca a
FARELLO de Lisboa a 4 e 5,100 rs. a sacca.
FAVAS portuguezas em lata a 600 rs.
m
GOMMA muito nova e al va a 140 rs. a libra.
GRAO DE B1C0 a 120 rs. a libra.
GENE BRA de laranja a 9 e 10,500 rs.
CENEBRA de Hollanda 1 m botijas, frascos,
garrafas. etc.-etC
MACHINAS DEPATENT
de trabalbar bgo jar
desearoear algodSo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAH
Estas machinas
podem desearoear
qualquer especii
Ho algodao sem
estragar o 6g
sendo bastan tf
duas pessoas para
o trabalho; pode
desearoear on
arroba de algo-
dio em aroot
em 40 minutos,
on 18 arroba.*
por dia on S ar
robas de algodac
limpo.
Assim come machinas para seren movidas por
auimaes, que de8Carooam 18 arroba de alfui
limpo, oor dia; e motores para mover ama, duas,
(utrjs dessas machinas.
O* sesmos tem para vender um beilissimo va-
por que pode fazer mover seis destas machinas
mencionadas ; para o que convida-se aos Sri.
agricultores a viren ver e eiamina-io, no arma-
zem de algodo, no largo da ponte nova a.47.
Saottders Brothers C.
X. II, praca do Corp* Santo
RECIFE.
Os aicos agentes neste paiz.
DROGARA. .
31Riallarja da Raaarla U
BartTiolomcn Fraicisco eStnza k C.
veadcaa:
Aeido actico par pira retratistas.
Esmaltes para onrivea.
Papel para forrar casas.
GnaracSes avelludadas.
Tinta branca superior em lata.
AlvaiadeVneta, fino,em paea.
diversos preces.
P
PEIXE em latas a 1,000 rs.
PERAS SECCAS a 500 rs. a libra.
PASSAS muito novas a 320 rs. a libra.
PRESUNTO para fiambre.
m
QUEMO do reino de 2,000 a
DEM londrino.
DEM suisso a 800 rs. a libra.
DEM prato a 800 rs. a libra.

SARAO MASSA a 160 rs. a libra e granee
abate em caixa.
SEVADINHA a 200 rs. a libra e 8 libras se
far grande abatimento.
V
VINHO tinto de 360 a------garrafa.
VINHO tinto em caada de 2,560^
VINHO branco em caada de 3,500 a
VINHO verde a 4> rs. a caada.
VINHO Bordeux em caixa a 6.C00, 7,000 e
VINHO de Grave a 6,000 rs. a caixa.
VINHO Cherry a 1,000 rs. a garrafa.
VINHO do Porto de todas as marcas e todos
os preeos.
VINHO Collares a 800 rs. a garrafa.
VINHO tinto, neste genero ha constantemen-
te 20 a 30 pipas ao torno de diversas
qualidades e diversos prefos.
VINAGRE em ancoretas a 15,000 rs.
VINAGRE em pipa a 160, 200 e 240 rs.
VINAGRE branco a 400 rs. a garrafa.
VELLAS de carnauba a 13 e 13,500 rs. a
arreba.

^1
da Havana.
Xa roa da Cruz n. 4, vende-se cbarntos de Ha
vana de diversas qualidades.
p-BBcooj sr^ S p o -
B
o.ci.ES:=:oOt
illfrlUfa
O!?!:-
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o 1 g"? C5. a
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-8
MARA PA
Mara Pa
Mara Pa
Acaba de chagar palo ullimo vapor inglez um
esplendido onimento de enfeites de cabeca a Ma-
ra PJa, os quaes pela sua elegancia e bom posto
de rada qual o mais bonito nada derxam a desejar
sendo pretos, rozos, ror de bonina e aznl
seos preeos a 2JB0O, 3*, 4,W.85 e m
qualidade a 8ors. a libra,
dem prato a 800 rs. a libra; e inteiro se faz
abatimento.
dem suissoo mais superior que tem vindo
! do mercado a 64o rs. a libra.
i Ervilhas e favas portuguezasj preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o. Cart5es com boJofrancezmuito propriospa-
ra mimo a. 64o rs.
Passasmuito novas emaiHinbasenfeitarlas
para mime a 3,000 rs.
Passas de carnada a 8,000 a caixa e 4oo re.
a libra.
Figos de comadre a 24o rs. alibra.
Amendoas de casca mole a 4o rs. a libra.
Milo dearaendeasa.Soo rs.
Hola chin na d'agua e sal, da fabrica de Joao
de Brito no. Healo Antonio, em lata de 6 li-
bras por2,5ors.
Ameixas francezas e fiasco de vidro com
tampa do mesmo, a i5co.
Vinhobranco.de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e Sacra, a gairaa e em caa-
da a 3,000 e 3,5oo.
Viahobranco para missa em caisas de
zisua $,000 e 680 rs. agarrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas que
vemao mercado eomcsejam : Lagrimas
de DHro,Du^aedo Perao.Bainlia^ie Bor- o gnac.inglez das meHiores inarca. a ftnn a
tugal, Duque genume, D. Luiz lrMadei-1 1,2oo a carrafa '
Secca, MaJvazia fina a 46,ooo,l3,ooo, iDaceda casca decoraba a 2 000 a lata rm
lifiooe Icoooacaixawm.fduzia edaoJ 4 Hbras uegoraDa a 2'000 a lala eom
^J!gSS^i*m *SS. *araruta verdadeira a 32rs-a
a duzia e 1 >Soo rs. a garrafa.
Sardiabas de Nantes a, 4oo rs. os quartos e
-Hatte.eKcellerrte cha para os navegantes,
2oo ps.
BoUohinbas ingles mui, navas a 5,ooo a I 'S^^jgSS?" 6 """
E2S213! 'U libral Pa,i10s d0 8az a 2,2o agrosa '
BoUch.Dl.as de.eoda n latas de dwersas Toucinho de Lisboa muito novo a 32o
qualidades a l,3oors.
looro, cereja, alfazema, juinpero, Portugal, lima
anis da Russia, canella, cravo e muitos ontros ob-
jectos qne s com a vista poderao ser mostrados.
kao Pedro >ta$ JVrr's,
___^______________________te rente.
120 e 600 rs.
Rival sem segiiudo.
Frascos com agua de.:olonia
Duzia de thesouras para costtrra
Caitas de soldados de chumbo a t20 e
Na ra do Queimado n. 49.
120
1100
200
escritos imn:.
No mea de abril doicomeote anno lugiojae
en^enho Cordeiro o escravo Vicente,Nrabra, de
idade de 40 annos, ponco mais ou menos, bem ol-
anle, estatura regular, cabeca grande, eom deas
pequeas cicatrizes, urna na testa (-oiura no rosto
do lado direito, beicos grossos, queizo cornpridb,
nariz grande e direito, maos e ps pegarnos, cha-
peo de couro, carreiro, loca viola, e sop, be-sa
que segoio para Agua Preta ou Careara', noaa ia
tem andado : roga se as autoridades policiacs, <
pilaes de campo e pessoas particulares qui i> r-
gam capturar e conduzilo ao eogenho cima, que
serao bem recompensados; protestando-?" pr< ce-
der judicialmente contra quem o ver aromado.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e Sfioo
rs. a duzia.
dem idem para vinho a 24o rs., e2,4oo rs.
a duzia.
Chocolate francez Vspanbol e suisso a 9oo,
l.ooo ei,2oo re. alibra.
Espermacete superior a 600 e 64o rs. a li-
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
eradas e das melhores qualidades de pei-
xe a 800,1,00o e 1,2oo rs.
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-
das que vem ao nosso mercado a 7,ooo e i Ameixas franc< zas em caixinbas de diversos
8,000 a caixa e 64o e 7oo ris agar-
rafa.
Genebra de .Hollanda a 48o rs.a botija de
conta certa.
Frasqueirasde genebra de Hollanda a 6,800
e 64o rs. o frasco.
Genebra de laranja verdadeira era frascos
grandes a 1,000e 11,000rs.a frasqueira.
Caf do Rio de Ia qualidade a 28o rs. ali-
bra e 8,5oo rs. a arroba.
Caf do Cear muito superiora24o rs. ali-
bra e 7,5oo rs. a arroba.
Arrozdo MaranMo de Ia qualidade a loo
rs. a libra e 2,8oo a arroba.
dem da India a loo rs. a libra e2,8oo a
arroba.
dem de Java a 80 rs. alibra e 2,4oo a ar-
roba.
tamanhes can bonitas estn pas na ca-
xa exterior, a l,4oo, l,6oo, l,8oo2,000
cada ama.
Azeite doce refinado hespanhol o portuguez
a 9oo ps. a garrafa e 10:000 a caixa.
Batatas muito novasa 60 rs. a librae2,5oo
o figo com 36 libra*.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,9oo a duzia.
Vassouras de esc o va para esfregar casa a
loo rs.
Notes mu ito rwva*8 a!6ors. alibra.
MOlho irtglez em garrafa de vidro comrolha
do mesmo, a 16o rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
a'deers. o frasco.
Mostarda frarreeza em potes j preparada a
4oo rs. o frasco.
Paiacoe alpista a 14o rs. a libra e 4,000 a Lentilhas francezas, excellente lgame para
arroba.
sopa, a 2oo rs. a Vibra.
Massa de tomatesde superior qualidade a 64o Marrasquino re Zara proprkmente dito a
rs. a lata de urna libra e56o rs. a reta-j {$ a garrafa e 11,000 a doria,
lho. 'Palitos de dente a lo rs. o maco.
_j rs. a
libra e8,5oo a arroba.
Banha de porco refinada a 65o rs. a libra.
Bolacbinha Alberto, as melhores que pre-
aentementetera vindo ao mercado, a 2,000
a Jata.
Farinhado Maranho moito alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l.Soo o frasco.
Guabas com fructas em doce seccode di-
versos tamanbos, muito proprias para
mimo, a l,6oo,2,6ooe3,5oo cada urna.
Ruibos, excellente peixe portuguez, era
barris pequeos ou a retalho, a vista se
far o preco.
Azeitonas de Rivasem ancoretas grandesde
8 garrafas por 600 e800rs. a garrafa.
Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
l,5oo cada urna ancorela.
Champagne da melhor qualidade que vem
ao mercado, a 2,oooe 3.5ooa garrafa, e
24,000 e 26,ooo o gigo.
Gomma de engommar muito alva a 12o rs.
a libra.
Pigosem sextinhas a 80 rs, cada urna e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,000 a resma.
Balaios para roupa suja, grandes epeqoe-
nes, per diversos presos.
Amendoas confeitadas n 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainba Claudia e cereja, a 800
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa ea l,4oo e 2,ooo rs. a caada.
Azete doce de Lisboa a 4,8oo rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
ViDagre branco; engarrafado a 5oo rs. a
gawafa.
Al lencas
Fugio no dia 28 de abril prximo passado o es-
oravo Joao, cabra escoro, escravo de Anlonia Fr:.f.
cisca Cadaval Pinto, o qual loi comprado ao Sr.
Joaquim Felicio de Carvalbo e Silva, morador na
villa dos Touros, Rio Grande do Norte, o dito es-
cravo tambero fimo da mesma villa, elimo kp-
pellfdo que todos o conhecc por Joao Babaca. tem
os signaes seguintes : alto, secco do corpo, c;:ra
eia, queixo tino, nariz afilado, em cima do peito
do p tem urna costura, tem nos bracos marca de
ernz com unta azul, j est pintando, tem falta de
um denle na frente, oostoma dizer que forro e
muito regrista, costuma-beber; este mulato 'ca-
sado e tem Qlhos em poder de sua senhora : quem
o pegar ou der noticias na ra da Matriz da U. a-
Vista n. 28, segundo andar, ser gratificado, uro-
testando-se contra quem o tiver recebido em ua
eompanhia.
Acba-se fgido desde o dia 4 do eorrOrta
mez o escravo Trajano, com os sipnaes seguintes :
idade 20 annos pouco mais 00 menos, e.-i.aura re-
gular, com algumas marcas de beaigas no rosto,
tem um denle de meBos na frente, cor u.'a,
crenlo, levando comsigo um cav; lio ruco, magro,
e em dinbeiro pouco mais ou menos icof : 10-
ga-se a todas as autoridades polica, s, capitea de
campo e mais pessoas que delle tiver noficus de o
apprehender e leva-lo a ra dos Pires n. 4, que
serao generosamente recompensados.
Brides e picadeiras d
Jpojuca.
Vendem-se as verdadeiras brides e picadeiras
de ipojuca : na ra do Oueimado n. 32, loja de
Azevedo & Irmao. .......
MEZTATglOT-"
Versos proprios para se cantarem na de-
vcSo do mez maano, corrigidos e aug-
mentados, e mui bem impressos em folhetos
de 16 paginas, e qu se vendem brochados
com suas capas pelo diminuto preco de 160
ris cada um, na ra do Imperador n. 15,
defronte do convento de S. Francisco. /
Agua florida etonie orien-
tal de Kemp.
Gootioaa-se a vender em poroao e a retalho :
na na do Queimado, loja d'agura branca n. 8.
Chromacomo
, loja do novo rival roa do Queimado n. 10.
Lau esla ?Idade.
Madapoloes superfinos com 24 jardas a peca por
54500 com um pequeo toque de avaria, paletots
de britn a 14. chitas francezas escaras s 716 o co-
vado, algodo muito largo da marca T por 64 a
peca de 24 jardas : na loja da roa da Madre de
Dos n. 16, defronte da guarda da alfandega.
Trastes eom oso.
Vende-se 1 sof, 3 consoles, i mesa redonda, 9
cadeiras de amarelk), 6 cadeiras americanas, 1
bea marqneza de Jacaranda, 2 carteiras de via-
gem e 1 cartelra grande propria para taberna :
quem pretender dirija-se a raa das Chaco Pontas
n. 140 defronte da estaba.
Carta chorosgraphica
DO
THEATRO DA GUERRA.
Acha-se exposta a venda, Das tojas abaixo men-
cionad u, a carta ehorof raphica o toea*o da guer-
ra nos Estados do Sol da America Meridional, con-
lendo as plantas do Payund, e do bloqueio e cer-
co de Montevideo. Ella torua-se recommendavel
nao so pela lacuna que velo preeneber, cono-pelo
esmero do trabalho ythograpnlo.
Vende-se peta mdica quantia de 2*000 as livra-
rias dos Srs. Nogoeira, roa do Crespo e do Sr.
Cardoso Ayres, na da Cadeiado Recite, assim como
as* lojas da Exposigao de Londres e na lythogra-
phia do Sr. Carlos, a mesma ra n. Si, e'na loja
do Sr. Gardozo de Anacida, raa da Cruz.
Sitio.
Vende-se on aluga-se um excorente sido na es-
trada dos Affllctos o uarlo depois da capeWa, eom
boa ca; duas grandes estribarlas, quartos pa/a
eitor, nroitas arvores froetiferas, poqo d'agua pe-
aznlziaho [tavt'l com bomba ebanho de choque: trata-so ao
na, largo da rlbeira de S. Jo sobrado d uro andar
A agaia branca, na raa do Queimado n. 8, acaba
de reciber nm novo sortimento 1 de eaiiinaas otm
cnronMootao para Ungir cabellos, o .bem assim
frascos com hydrocalletrichioa, agua para desen-
grasar o ditos, coloricomo para rastrar os ditos,
e onyebromaotina para limpar as anbas. Gssa
tintara, oojo effelto rpido e eftkazvest bem co-
nheoida-e apreciada para lodos quantos delia 4081
usado, eos que de novo a qoizerem apreciar, po-
dem, assim como aquelles, dirtgir-se munidos de
dinbeiro ra do Queimado, loja d*agnia branca
numero 8.
Papel efolhas para rosas
Acaba de ehegar para a bija- d'agiia branea, na
ra do Queimado a. 8, um bello sortimento de pa-
pe) de cores para rosas, dito verde para folbas, e
dito tambem verde e mui fino para cobrir o ra-
me, assim como fbrnas" de panno o av!tadadas
paradfcae.
Aspas de baha para verti<98
Vendcm-se na ra do Queimado, loja d'aguia
braacaa.&.
Sttpvieres penas d'aca ingte~
zas e francezas
A aguia branca alm do grande sortimento de
penas d'aco qoa constantemente tero, acaba de
reeebr-taais odtvo de superior1 qaadade o dos
afamados fabricantes Perros A C, .assim eoaw ,as
verdadeiras bico de kaoca n. 134 ooutras -de aoa-
H dosrada, conlinuands porm a vende-ras por
preeos commodos, coro tanto que ocompradorcom-
hpareca munido de dinheiro : na raa do Queimado
toja da acara branca n. 8, ande Umbem acbar-se-
ha a venda pastas para papis.
Grande liquida^o de
fazendas
na aova foja de fazendas e roupas feitas xiacio-
naas,a /ua da ImperatriBJi. 72. Oe pronriela-
nos deste novo estabelecimento tem. a honra de
participar ao respeitavel publica que estao resolv
aova veader muito barato para'liqnidar, a saber:
*ttaa a.220 rs., ditas franeeaas largas a 260, 280,
eaOO rs. o covado, cassat franceras moito fl-
asa3C0,320, 360 e40rs. o covado, organdv
rraneez de riquissimos padroes a 360,400 e 440
covado, pecas de cambrafa branca a 34, 345U0,
4;44800, e 54 multo na, drtas'de coresye apu-
radogesto a 24600 e 34 o,erle, nefas de mada-
SaoBiBito fino eom 24 jardas a 64,-64600, ?4,
wo84, ditas elefante muito superior a 84800,
94, 'JJSSOOe 104, dito francez com 12 jardas, sen-
afaaeoda muito encorpada e Ana a 44 e 44000 a
peca, canes de iaa a 44.44300, 54 e 546#0, ditos
* Marta Pa -eom tarra, seada es mais. moderos
re leai vindo ao mercado a'104 e 134 o corte,
pecbioctia, lenco de casa com barrinha de cor
a tOO, IOS e 200 rs., ditos com ce a 2*0 e 320; e
daita 24500, crinolinas ou bao$ e 30 arcos a
34500, ditos com 15 arcos a 24200, tiras de; boa
cambraia bordadas a crox a 800 e 14, entremeios
afi80ra.a$eca, gravainhas protas e ide cores
para senhora a 640,800 e 14, mantas de seda de
cores para pesco$o a 14400 e 14600; is.o srt se
vead* >a lofa de Guimares A Irmao, roa da frn-
peratm n. 72.
Fugio o mulato escravo de nome Luiz, eo-
nbeeido por Luiz Mooteiro, idade 28 annos, ponco
mais ou menos, bastante alto, secco, bem paren-
do, seai barba, pernas compridas, cor clara, ea-
bellos cacheados, ofRcial de pdrelro, pintor e
caiador, 6 canhoto, e o maior signal que eai
nma estrella as costas das mos, re pintas ames
formando um triangulo em cada lado do rosto, e
urna grande cicatriz em um dos biac s arima do
sangradouro, escravo do major Amonio da Silva
Gusmo, morador na ra Angusta n. 99 : portante
roga-se as autoridades policiaes e aos capats de
campo, assim como aos senhores de engenho. e
proprietarios aonde elle for trabalbar, intitulndo-
se forro, tanto nesta provincia como fra delta,
que o faca prender e remeiler ao sobredito seDhor,
que pagara todas as despezas, assim como a quem
o loado* ir._______________________
.lltencao
Coke dogaz.
pitck do |M.
lleatM da pz.
tonelladas re. ...
Jn.19.
A aguia branca na ra do
Queimado n 8, recebeu:
Beatles e gratados aljofares de cores para vallas.
Polseiras se dito de igoaese agrada veis, cores.
Volus pretas maiores e menores rodas de conbs
grossas.
Pulceiras pretas tambem de contal.
Outras de diferentes qualidades e-goatos.
Brincos deaJjotirss.de corsee dourados.
Fi velas d'aco grandes e pequeas com cinto pre-
to e de madreperora.
Outras graudes de difsreoies qualidades re-
osadas oora podras.
Bonitos I eqoes de [madreperola redondos de
outra forma.
Ditos de sndalo intericos e corredicos.
Capellas brancas para meninas.
Coke tonel ladas re. .... -IQOOO
Piten 80,5000
Alca tro caada..... 400
O coke reeonhecidamems o earvio mais eoono-
aaiso, lorna-se por isas recommendavel, bem ce.
ata peso asseio que se nota cas cozinhas aonde
elle tusado. Pitcb salcatrao, alm das aj>plicac5s
diversas a qne se prestara, como para ealrafetar
embarcao9es,alcatroar madeiras, etc., teem este a
propnedade de preservar do capim, fernjtgas, ele
M. entregar na abrica do gaz ou mandado pdr qualquer ponto da cidade, secundo a vontade do
comprador.
Fogo, fogo, fogo.
Valdlrmo da plvora, veade aom fago de ar,
por praco-commode : no sen annajem de Mi, raa
Imperial a. 221.
Vende-se
No dia 4 de Janeiro do anno de 1864, fugio doen-
genho Conceigo, comarca de Pc-d'Albo, o escra
| vo Galdino, pertencente ao abaixo assignado, rom
os'signaes seguintes : idade 26 ranos, pardo, claro,
corpo, figura e altura regalares, cabellos metas ca-
rapinhados, olhos pardos, sobrancelhas e palpebras
salientes, lem em cada braco um sino de Salomc,
sendo um delles mal feto, e jontb a este urna cruz,
tem na cabeca urna cicatriz de urna polegada. efro
tima de ato quarto orna oatra cicatriz de tres po-
legadas, proveniente de pona ds po-e qeeda, t*rn
sobre as costas algumas marcas on cicatrizes de re-
inadas ou chicote; um'pouco desembarazado quan-
do falla, lem principio de carpina e carreiro. toca
viola eo barbado; Foi soldado de eorpo de polica no
Recife, e levou comsigo a baixa do theor seguinte :
Seccao urbaa, 2' eompanhia n. 50, Antonio Caeta-
no de Ollveira, fllho de Agostlnbo Ferreira de Bri-
lo, nafoTa! de logazeira, cr parda, cabellos cara-.
ptaoOB, olhos pardos, oflkio nenhom, estado soltei-
ro.xom 30 annos de idade, 60 ptlegadas de altura,
,ao engajar-se. Engajou-se na forma do regula-
mento, em 17 de feverelro de 1862, por officio do
Eim. Sr. presidente da provincia, datado de 28 de
abril do correte, e publicado ao corpo em ordem
do dia 1* de ataio, tudo ero 1862; teve baixa do
STV50 por ter dado em seu lugar o paisano Joao
Pedro Perreira da Rocha. Foi escravo do capito
leskr;de Dos BaftTts> aiOTirtcraro fovKLcomarcar--^'
dO'Brejo da. Madre.de Dos, e hoje mciraJoT,'na
CampraaGrand* da.Parahyba do Norte, que o ven-
den sm das do mez de novembro de 1863 ao abai-
xo assignado, pelo costme de andar regido e a ti-
tule de forro coa o nome mudado ; peta que roga-
se aattencaadas autoejdades civis militares, nao
s desta provincia eomo das demais do imperio, a
apprebenso do dito escravo, que a titulo de forro,
naotenha sido recrotado oo assentado praca em
algoos dos cornos de Voiootarios, da Patria, .tam-
bem pede-se aos capUaes de campo pessoas par-
timlares a mesma apprehensao, e leva-lo ao sen
senbor no referido engenho Conceigan, on nesta ci-
dade ao eapitio Mauricio Francisco de Lima roa
do Brom n6, que ser gratticadesom 200.
Jos Mari dos Santas Cavalcanti.
Fugio em prioerpios da raez de fevereiro do
corrate son consta estar aepafedoaesta cidade
a moleqne Euzabio, ascravo da yiqva do Dr. Fer-
nando Alfonso de Mello, de 12 annos de idade pon-
co mais ou menos, cor preta, secco do corpo, eihos
regulares e fumaoados, cabeca tira pouco grande
a awlB Juta, beles* fiaos, dantos bem alvos, ps
saceos e muilo ladino: roga-se por.tanto a' todas as
autoridades policiaes e capitiea,eampo que oap-
preheijdam e levem-o a ra da Maagetra sobrado
urna casa em Olinda na ladeira da' otea de S. POr m.A a serie gratKfoados, protsslaadowK osar dos
droNovo: quem pretender diripuse a.raa- das ia-tos.juiiciaes contra sualqjjerpesaoa tae otena
Groase a.13, que ashara cem qab> traur. lew -wBoder.


;
MUTILADO]
^ifc**.

ILEGVL


.
Diarlo de rrrnanbnfo -- Kext felra 1 de Mal de 18G5

)
L1TTER ATORA.
AUIILOO
(Continuifo do conscripto de 1813.)
I'OH.
EUCK..YANN CHATK1AN
PUIME1IU TARTi;
XIV
(Coutinuagao)
i jontenlaraento durou ainda cinco ou sois
das. Os antigos maires, adjuntos, suar-
da: campestres e todos os que aiguns mezes
antes tinham sido exonerados dos seus car-
gos, furain nomeados outras vezes para o
desempenho das mesmas funcgoes. Toda a
cidade, mesmo as damas, traziam pequeos
topes tripolares, que as coslureiras talha-
van -le filas vermellias, brancas e azues. E
riio liuham pouco que fazer.
Os que pouco antes nao se fartavam de
euamar a Bonaparte o papao da Corsega,
nao diamavam entao a Luiz XVIII seno o
i i. i papa-acorda .
Km 'o de marco cantou-se o Te Detim,
a que assistiram em grande uniforme as au-
toridades civi> e a guarnilo.
Depois do Te Ueum as autoridades de-
ram um jantar magnifico ao estado maior da
' prega, o tempo tinha meihorado, asjanel-
las da Cidade de Metz estavam abertas,
o gr mde numero de candieiros pendia do
teel i.
Catharina sahu commigo noute para
gozarmos aquelle espectculo. Viam-se os
uniformes e a casacas pretas fraternisado
de redor das grandes mesas; e a at meia
uoute, ora o maire, ora om adjunclo, ou o
n r. commandante da praga, levantavam-
se [iara fazerem saudes ao imperador, aos
seui ministros, Franga, paz, victoria,
a ludo.
Os copos tiniam. O rapazio na ra pe-
gata (ngo a bombas; tinha-se levantado de-
fionie da egreja um mastro enseba !o para
apostas; o collegio tinba feriado. No espa-
cio pateo de Klein, no Boi havia um com-
bat de caes com dous burros: emfim razia-
se como se fez em 1830, em 1848 e ainda
dpois. 'sempre a mesma cousa; os
bomens nao inventam nada novo para glo-
rificar os que sobem e para escarnecer dos
que cahem.
Mm parece que o imperador n3o tinha
tempo a perder em festas. A gazeta dizia
ijae Sua Mageslade quera a paz, que n3o
exiga nada, que estava de accordo com sen
sogro o imperador Francisco Jos, que Ma-
ra Luiza e o re de Roma iam voltar breve;
que eram esperados, etc. Entretanto che-
gava a ordem para armara praga. Dous
annos antes, Plialsburgo eslava a cem leguas
da fronteira, as murabas cabiam aos peda-
eos e os fossos obstruiam-se ; o arsenal nao
iiiiia niais do que armas velhas do tempo de
Luiz XIV, espingardas que nao davam fogo
sem meL-lia, e pegas lo pesadas com as suas
carretas uncissas, que era precisa urna Ion
g.i tiili .da de cavallos para as arrastar. Os
vordadeiros arsenaes erara em resde, Ham-
burgo e Erfurt; mas entao, sem nos ler-
mos modados de lugar, estavamos a dez le-
guas da Bdviera rbenana, e era sobre nos que
havia de cahir a primeira saraivada de balas
3 bombas.
Por isso da por dia se reeebiam ordens
para levantar forlificages, limpar fossos e
por os armamentos em bom estado.
No principio de abril, eslabeleceu-se urna
grande officina no arsenal | ara concert das
armas. Viera i soidados do corpo de enge-
nheiros e arlilheiros de Metz para fazerem
os terraplenos nos basties e canhoneiras de
redor.
Era um movimento anda maor do que
ile 18. 5 a 1813 ; e lembrou-me mais do
que urna vez que as grandes fronteiras ao
tange estavam de melhor partido, porque os
do interior nao soffrena os bombardeamen-
tos e podem viver em paz muito tempo eua
quanto sao bombardeadas as outras.
Emfim, estavamos em grandes inquieta-
cues, porque naturalmente quando se cra-
vam novas palssadas as esplanadas, e se
asentam boceas de fogo em todos os re-
cantos de urna praga forte, lambem pre-
ciso gente para guardar e manobrar ludo
isso.
Por mais de urna vez, ouvindo" 1er esses
decretos noute, Catliarina olhava para mim
e eu olhava para ella, e aperlavamos os bei-
cos. Eu bem via que em lugar de continuar
socegadamente a limpar e a concertar re-
logios, talvez me seria preciso recomecar a
carga em doze tempos, e em verdade nao
era isso cousa que me podesse alegrar. A
triste/a opprmia-se cada vez mais, e mui-
tas vezes o Sr. Goulden, vendo-me pensati-
vo, dizia-me em lom alegre :
EntSo, Jos animo! tudo ha de aca-
Lar bem.
Elle bem quera esforcar-me, mas eu fiea-
va a dizer commigo :
Sim, sim, elle diz-me. isto para me
animar; mas s quem fosse ceg e tolo
que nao vera a feicao que as cousas vo to-
mando.
Tudo ia de tal m neira a galope que os
decretos mal davam lugar uns aos outros, e
sempre embellezados com palavres. Fica-
va a gente sabendo que os regimentos iam
ter oulra vez os seus antigos nmeros (Ilus-
trados em tao gloriosas campanhas. Sem
ter muta esperteza, todo o mundo compre-
hendia que se bavia de fazer regimentos
para os nmeros que nSo tinham regimenos.
E como sifccd fie epa-bastfite-, soube-se que
iam ser creados os quadros do 3., 4. e 5.
batalhoes de infantera, do 4. e 3. esqua-
>dres de cavalleria, de trinta batalhbes do
trem de artilberia, de vinte regimentos da
guarda nova, de dez batalhoes de trem mi-
litir e de vinte regimentos de marinha, e
dizia-se que era para dar emprego aos offi-
ciaes em disponibldade de todas as armas
de trra e de mar. Mas isso era bom de
dizer.
Quando se criam quadros, para eneber,
e depois de ebeios preciso que es sol-
dados marchem. Ai, quando vi isso perdi
de todo a conoanga. E toda a gente dizia :
A paz! a paz t aceitaremos o tratado de Pa-
rs. Os reis e os imperadores reunidos em
Vienna est3o de accordo comnosco. Maria
Luiza e o re de Roma j esto a caminbo
Mas quanto mais se repetiam essas cousas
mais crescia a minha desconfianza. Debalde
me dizia o Sr.'Goulden:
Carnot est ao lado d'elle. Carnot
um bom patriota. Carnot nao o deixar
mettef em guerras. E se forraos obrigados
a fazer a guerra, Carnot ha de mostrar-lhe
'que dentro de fronteiras qae devemos es-
perar o nimigo, que preciso erguer a nacSo
do seu abatimento, declarar a patria em pe-
rigo, etc.
Debade ose dizia sempre essas cousas e. ou-
tras semelhantes, porqne eu dizia commigo:
Os quadros nao se criam s para vista;
os quadros ha"o de ser cheios; n3o ha que
duvidar.
Tambem se soube que dez mil soldados
escolhidos iam entrar na guarda imperial, e
que a arlilheria ligeira era reorganisada.
Ora, todo o mundo sabe que a artilberia li-
geira serve para ir alraz dos exercitos.
Para flear atraz das muralhas e defender as
pragas, a arlilheria ligeira motil. Esta
idea veio-me logo, e noute nao pude dei-
;xar de a commun'car a Catliarina. Tinha
1 lido sempre o cuidado de Ihe oceultar os
meus receios, mas d'essa vez era de mais.
Ella na) respondeu, o que bem mostra que
tinha bom senso, e que pensava como eu.
Todas essas cousas tiravam-me muto do
meu enlhusiasmo peio imperador. Algumas
vezes dizia commigo:
Antes quereria ver da minha jauella
as procissoes, do que ir bater-me com ho-
mens que nao con' ego. Ao menos esse
espectculo nao me custaria um brago ou
umaperna, e se me aborrecesse muito,
poderia ir dar urna volta at aos Quatro
Ventos.
A esta magoa ajunlava-se a de nao ter tor-
nado nossa casa a ta Gredel desde as suas
questes com o Sr. Goulden. Era urna mu-
Iber obstinada; nao dava ouvidos razo,
e guardava rancor a qualquer pessoa por an-
nos e annos. Mas era nossa me e devia-
mos ser submissos, porque ella nao queria
senao o nosso bem.
Mas como havamos de fazer para es-
larmos de accordo com ella e com o Sr.
Goulden ?
Era isto o que nos embaracava ; porque
se J. vamos amor lia Gredel, tambem de-
viamos o maor respeito ao homem que nos
considerava como seus propros filhos, e n3o
se cangava de nos fazer beneficios.
Est s pensamentos enlristeciam-nos mui-
to, e eu tinba resolvido dizer ao Sr. Goul-
den, que tanto eu como Calharina eramos ja-
cobinos como elle, mas que sem qnerermos
ir contra as ideas dos jacobinos e sem as
abandonar, deviamos comtudo honrar nossa
mae e saber novas suas. Nao sabia como
alie receberia a nossa declaragao, quando
urna manha, em um domingo, descendo
do nosso quarto s oito horas, encontra-
mos esse bom homem que acabava de se
vestir. Pareca estar de bom humor e dis-
se nos:
Meus filhos, ha quasi um mez que a
lia Gredel nao veio ver-nos. Esi amuada.
Pois olhem, eu quero mostrar mais genero-
sidade do que ella; quero ceder. Entre
gente como nos nao deve haver nem sombra
de inimisade. Dep >s do almogo, iremos
lodos aos Quatro Ventos dizer-lhe que
urna caturra, mas que Ihe queremos bem
apezar dos seus defeitos. Vero como ha
de ficar envergonhada.
E ria, e nos estavamos enternecidos.
Ai, Sr. Goulden, disse-lhe Calharina,
que bondade comnosco! quem n3o o amasse
deveria ter bem m alma.
Ora essa tornou elle ; pois isto n3o
urna cousa muito natural ? llavemos de
ser in'migos por causa de meia duzia de pa-
lavras ? Deus louvado, a edade ensina-nos
que o mais rasoavel d sempre o pnmeiro
passo ; e fiquem sabendo que isso est es-
cripto nos D reitos do homem para susten-
tar a concordia enlre a gente de bem.
Depois de citar os direitos do homem,
eslava tndo dito. Pde-se imaginar a nos-
sa salisfagao. Calharina, de contente que es-
tava, mal poda esperar pelo im do almogo ;
corra para urna parle, corria para oulra, ia
buscar a bengalla, depois os sapatos, depois
a caixa em que estava a cabelleira ; ajudava
o Sr. Goulden a enfiar as mangas da sua
casaca cor de avelaa ; e elle o'hava para ella
sorrindo. Por im abragou-a.
Eu bem sabia que este passeio te da-
ra grande contentamento Pois vamos l,
e seja j !
Sahimos todos. O tempo estava muito
bonito. O Sr. Goulden dava o brago a Ca-
tbarina, gravemente como costumava sem-
pre na cidade, e eu ia atraz na maior ale-
gra. Tinha vista os entes que mais ama-
va no mundo, e pensava no que ia dizer a
lia Gredel. Passamos as obras avangadas,
depois as esplanadas, e vinte minutos de-
pois, sem corrermos muito, chegavamos
porta da lia Gredel.
Seram dez horas. Como eu me tinha
adiantado um pouco no cjiegarmos a estala-
gem da Roleta, fui o primeiro que entrei no
passeio desabugueiros que seestendedefron-
te da casa, e olhei pela janellinha para ver o
que fazia a boa velba. Estava assentada
mesmo em frente de mim, ao p do lar que
fmegava. Tinha vestida a sua sata curta
de riscas azues, com as fartas algibeiras por
cima, o seu colete de suspensorios e os seus
chioellos. Pregava os olbos oo chao com
ar triste, os bragos magros sahiam-lhe da
camisa at aos cotovellos, e os cabellos gri-
zalhos ajuntavam se em desaiinho no alto da
cabega. Quando a vi assim s, disse com-
migo :
Pobre mulher, S de certo a pensar
em nos, mas sempre teimosa mesmo na sua
magoa. E comtudo bem triste vida a de
urna muluer que est s e nao v os seus
filhos.
Isto apertava-me o coragao quando no mes-
mo instante se abri a porta do lado da estra-
da, eo Sr. Goulden entrou muito alegre com
Calharina, exclamando:
Voc nao' quer ir ver-nos, senhora
Gredel, e entSo preciso que eu Ihe traga
c os seus filhos, e que venha tambem dar-
lhe um abrago. Olhe qne nos ha-de dar um
bom jantar, ouve ? E sirva-lhe isto de li-
g5o!
Pareca grave na sua alegra, e a ta Gre-
del quando os vio, correu a elles e abragou
Catharina. Depois atirou-se aos bragos do
Sr. Goulden.
Ai, Sr. Goulden, que felicidade a
minha em tornar a v-le I O senhor um
bom homem, que vale mil vezes mais do
que eu.
Vendo qae as coasas corriam bem, corri
a porta e achei-os ambos a chorar. O Sr.
Goulden dizia :
Nunca mais fallaremos de poliUca !
Nunca mais! gritva a ta Gredel, ou
urna pessa seja jacobina ou seja o que qui-
zer, o principal ter bom corag3o.
Depois veio a tia Gredel abragar-me, di-
zendo :
Meo pobre Jos, eu pensava em ti
desde pela manhSa at a noite. Agora j
estou contente porque te vejo.
E correu a cozinha a dar volta a todas as
panillas para nos dar de comer, em quanto
que o Sr. Goulden pousava a bengala em
um canto, punha-lhe o chapeo em cima, e
assentava-se ao p do lar com ar de conten-
tamento.
Que lido lempo J dizia elle; tudo
verdeja, tudo reflorece. Como eu vive-
ria satisfeito nos campos, vendo as sebes
da minha jauella, e as macieiras e araei-
xeiras coberlas de flores brancas e cor de
rosa.
N"o cabi? em si de contente, e o mesmo
se daria comnosco sn3o fossem as ideas de
guerra, que nos andavam sempre a badalar
na cabega.
Deixe isso, minha m3e, dizia Cathari-
na, assente-se socegada ao p do Sr. Goul-
den. Soa eu que vou fazer o jantar, como
em oulru tempo.
Mas tu j nao sabes onde esto as
cousas; eu tenho mudado tudo de lugar.
Nao importa; assente-se, e descanse,
que eu h i-de acbar manteiga, ovos, farinha
e tudo o que preciso.
Est bom, seja assim como dizes, dis-
se a mae descendo a adega. B
Catharina deitou o seu bonito chaile so-
bre .as costas da minha cadeira, metteu le-
nha no lume, deitou manteiga na cagarola e
destapou as panellas para ver se tudo ia co-
mo era preciso. Entretanto subia a m3e
com urna garrafa de vinho branco da a-
dega.
Primeiro h5o de refrescar-se com umi
pinga antes do jantar; eemquanto Calhari-
na arranja as cousas, vou eu vestir o meu
gib3o, e dar urna penteadella ao cabello,
porque bem preciso de o fazer I Saiam;
vo at ao pomar. : Olha, Jos: leva estes
copos e a garrafa. Assente-se no colmeal.
O tempo est bonito, e d'aqui por urna hora
tambem l irei beber.
O Sr. Goulden sabio commigo, atraves-
sando as altas hervas e os taraxacos amaril-
los que nos davam pelos joelhos. Fazia gran-
de calor: tudo zumbia. Fomos por-n$s
sombra do colmeal, olhando para esse ma-
gnifico sol por entre as ruidosas colmas. O
Sr. Goulden tirou a cabelleira para estar
mais sua vontade, eu abr a garrafa e be-
bemos.
Tudo vae bem, dizia elle; se os ho-
mens fazem loucuras, o Senhor Deus vela
sempre sobre as suas cousas. Olha estes
trigos, Jos, como crescem I Que colheita
d'aqui a tres ou quatro mezes! E estes na-
bos, estas couves, estes arbustos, estas abe-
Ihas, como tudo trabalha, como tudo vive,
como tudo cresce I Que desgraga que os ho-
mens nao sigam esle oxempio, qoe uns tra-
balhem para manterem a preguiga dos ou-
tros, e que haja sempre vadios de todas as
qualidades que nos chamem jacobinos por-
que queremos a ordem, a justiga e a paz!
O que elle mais amava no mundo era a
vista do trabalho, e nao s a do nosso, que
nao nada, mas dos mais pequeos iusectos
que correm sobre a trra por entre as her-
vas como em florestas sem limites, que cons-
troem as suas habitages, que cohabitara,
que chocam os seus ovos, que os amontoam
em celleiros, que Ibes do calor Cxpondo-os
ao sol, que os recolhem noute e os defen-
dem dos inimigos; emfim ssa grande vida
em que tudo cania, em que tudo est no seu
lugar, desde a cotoxia em que enebe os ares
com a sua msica alegre, at a formiga que
vae, volta, corre, sega, serrra, puxa e faz
todos os officios.
Era isso o que o Sr. Goulden admirava;
mas nao falla va dessas cousas seno nos
campos, vista do grande espectculo; e
naturalmente entao fallava de Deus, que in-
litulava Ente Supremo, como os antig06 ca-
lendarios da repblica ; dizia que era a sa-
bedoria, a razo, a bondade, o amor, a jus-
liga, a ordem a vida
Tambem lbe occorriam as antigs ideas do
calendario; era magnifico ouvi-lo fallar de
pluviose, eslagao das chuvas, de ventse, es-
tago dos ventos, e de florea!, pradial e fruc-
tidor.
Dizia que as ideas dos horneas, n'esse
tempo, se prendiam s d Deus, emquanto
que as palavrasjulho, setembro, outnbro,
nao significavam nada, e nem eram inven-
tadas senao para confundir e oscurecer
ludo.
Chegado a este ponto, nunca acabava.
Infelizmente nao tenbo a instruego que
tinha aquelle bom homem, porque se a ti-
vesse seria para mim ura verdadeiro prazer
expr aqu essas id as.
E era justamente n'esse ponto que nos es-
lavamos quando a tia Gredel, muito lavada
e penteada e vestida de domingo veio. t-
reita ao colmeal. e elle eaiou-se logo para
man ter a concord a.
Ora aqu estou eu agora, dfcse eli;
tudo est em ordem.
Pois toca a assentar, disse-lhe o Sr.
Goulden, danlo-lhe lugar no banco.
Ai, disse a tia Gredel, sabem que ho-
ras sao ? O tempo voa. Escutem.
En 3o, prestando attengo, ouvimos o re-
logio da cidade dar vagarosamente o meio
dia.
Como pois j meio dia 1 exclamou
Sr. Goulden. Parecia-me que nao esta-
vamos c ha dez minutos !
Pois meio dia, e o jantar est es-
pera.
Muito bem, vamos l, disse o Sr.
Goulden dando-lhe o brago. S por me di-
zer que horas s3o, j sinto apetite.
Atravessaram o passeio de arvoredo de
brago dado, e eu seguia-os satisfelissimo, e
quando chegamos porta offereceu-se a nos-
sos ollios o mais a.;radavel espectculo : a
grande sopeira pintada de flores vermelbas
fmegava sobre a mesa, um peitp de vilella
dercheio encina a sala com o seu excellen-
te cheiro, bolos cobertos de canelia enchiam
um'prato grande sobre o antigo aparadou
de carvalho, e duas garrafas com copos u-
zentes como cristal brilhavam sobr a toa-
Iha branca em frente dos pratos. Emfim,
bastava ver aqoillo para nos vr idea que
a alegra do senhor esta em encher seus
filhos de benges sem nuaiero.
Catliarina, com as suas boas faces verme-
ibas e dentes braacos, ria doooss conten-
tamento, e poderse dizer que durante todo
o jantar foram esquecidas as nossas mquie-
tagbes acerca do futuro. Nao pensavamos
sen3o em servir uns aos outros, em rir, e
em acbar quan'este miseravel mundo tudo
ia s mil mar vil has.
Foi sf mais tarde, tomando caf, que nos
itomou ulna especie de tristeza ; sem saber
, porque,! cada um de nos sepoz areflectir.
Ninguenj queria fallar de poltica, e foi a ta
, Gredel cai de repe te pergntou o que ha-
via de nevo, t a
O Sr. Goulden disse cnto que o impera-
, dor desejava a paz, que -s tratava da por-
se era estado de defeza, cousa necessaria pi-
ra mostrar aos inimigos que nao tinhauos
medo delles. Disse que, em todo o caso,
| apezar das suas ms intencOes, os allia los
, nao se atreveriam a vir a Franca, porque,
Francisco Jos,sems>rmuito boa pessoa,n3o
(era comtudo t3o mu que qui/.esse derri-
bar duas vezes seu genro, sua propria filha
e se neto ; que sera urna cousa contra a
nalureza, e que alm disso agora a nago se
, levantara em massa, que serta declarada a
patria em perigo, que nao seria s urna
guerra de soldados, mas de todos os fran-
cezes contra os qu) quizessem opprimi-los.
Que isso devia fazer reflectir os sobera-
nos, etc., etc.
Disse ainda muilas mais cousas que nao
me lemb ara. A tia Gredel ouvia era silen-;
co. Por fim levantou-se, abriu o armario,;
e tirou de urna tige la um papel enxovalha-'
do que entregou ao Sr. Goulden, dizen-
do-lbe :
Ora leia isso ; papis como este an-
dana agora por toda a Franga Este man-
dou-m'o o Sr. abbade Denaer. Veja se a'
paz certa. i
O Sr. Goul len esquecera os seus oculos
e fui eu que 1 o papel. Ha muito lempo
que tenbo guardados todos esses escriptos
antigos; est amarello, j ninguem se lem-
l-bra d'lle, ninguem falla n'elle, e comtudo
sempre bom tornar le-lo. Que se p le
saber ? Os antigos reis, os antigos impera-'
dores que nos queriam mal, morreram de-
pois de nos terem feilo todo o mal possivel.
Mas ainda exislem seus filhos e seus netos
que nao nos desejam venturas ; o que dis-
seram em outros tempos, podom tornar a
dize-lo hoje, e os que ajodaramos primeirus,
podeaa ainda ajudar estes. E hfim, o papel
dizia isto :
As potencias alliadas que assgnaram o
tratado de Paris, reunidas em congresso em
Vienna, informadas da evasSo de Napoleo
Bonaparte, da sua entrada em som de guer-
ra em Franga, devem sua djgnidade ao in-
leresseda ordem social urna solemne decla-
ragao dos sentimentos que Ibes suggere este
aconlecimento.
t Quebrando assim a convengao que o
tinha estabelecido na ilha de Elba, Bonapar-
te destruiu o nico titulo legal a que se pren-
da a sua existencia. Tornando a-apparecer
em Franga com projectos de desordem e de j
revolugao, privou-se a si mesmo da protec-
gao das les, e manifestou ao governa que
com elle nao poderia haver paz nem tre-
gua.
Os alliados continuavam d'essa maneira
duas grandes paginas: e esses bomens que
nao tinham nada de commum comnosco, a
quem nao deviam importar as nossas cou-
sas e que se inlitulavam defensores da paz,
acabavam de declarar que se reuniam em
massa para defenderem o trata o de Pars
de 30 de maio de 181 i e para restabelece-
rem Luiz XV11I no throno. .
{Continnar-se-ha.)
(Relalorio lido em sesso do Instituto de 29
de siembro de J864)
Esta idea parece ainda confirmada pelas
datas qae hje se encontram as obras ad-
Seria a idea de marcbo* em desa*eata
da patria?
De combater por ella em nome della ?
De nlo voltar aos sgralos penates, antes
jacentese na entuba da referida igreja, as de dehar phmfc de70v0 a vore
quaes foram todas fetas mu.to depois da re-, que protegia a nac5o ^ a sua g^^ {
eamcagao da mesma. Fosse o que fosse, pensamento eximio ba-
rarece nos, pois, com algum fundamento, t^-Ihe na fronte.
foi envolvida'
que a igreja da Misericordia
no iocend.o de Olinda em 1631, e que o
templo que hoje venus, no o mesmo que
cnto exista.
Urna outra prova c de grandj peso o
fac'.o da eleico a que se procedeu en 16 que atira-sc as con
E' um guerreiro pernambucano.
E' um guerreiro brasileiro. porm do
norte.
E' um mancebo de ttito a vinte annos
lortles
de julho de 1635, niqual fa eleit) pro ve- com o mesmo socego e animado de urna sa-
dor Joiio Fernandes Vieira, e [tara os dif- tisfago mais delicios
do cataciysma,
do de urna sa-
osa d que se se jogasse
em cima de um leito de, prazeres anhela-
dos.
E' um voluntario breueiro, mas um vo-
luntario do norte.
Um voluntario do norte, que n3o como
ferentes cargos da mesa outros individuos.
No termo desta eleigo, langado a fl. 1 do
respectivo vro, declarou-se ser a primeira
eleigao que alli se achava.
Ora, si naquella poca era com effeito a
primeira eleigao que se fazia, porque o um qualquer voluntario f
archivo daquella irmandade havia sido entre-! Pernambuco apresent iu-se em campoe
gue s chammas ou destruido pelos invaso- \ segu ram-lhe a pos todas as suas irmes d es-
res e comegando a reedificagio de Olinda-sa grande plaga do Brasil,
em 1637, provavel que dalii at a poca I Cear, pdraliyba, Maranhao, Para, mere-
do rompimcnin da insurreigao em 1645, cem honrosa menso n'essa vanguarda glo-
tivesse lugar a reedificado daquella igreja. riosa e temivel.
IV
Recapitulando as pocas, vemos que
Em 1617 j c.isiia a igreja da Miseri-
cordia. '
Em 1631 fo Olinda incendiada.
Em 1637 ;andou Mauricio reedificar
Olinda.
Em IG15 rebentou a insurreigao.
Em 1654 cffec'uou se a restaurago.
Em 16 >5 leve lugar a primeira eleigao
de provedor e mais membros da mesa.
Logo, da poca em que o principe Mau-
ricio mandou reedificar Olinda a em que
houv o rompimento, decorrem oito annos :
e desta poca at a da restaurago decorre
ram outr s oito annos.
E' mais provavel, p os, que a reedkago
da igreja fosse n is primeiro oito annos em
que Mauricio animado pelas successivas vic-
torias e augmento considerare! de suas con-
quistas, vollou toda a sua allengao para os
.melhbramentos menores do paiz, do que
nos oilo annos em que os hollandezes esta-
vam a brag com a insurreigao que Vieira
poz em campo.
Por conjec.tura devemos inferir que a
igreja da Misericordia de Olinda foi edificada
em fins do scculoXVI, incendiada era 1631,
e reedifi ada dentro dos oilo annos que de-
correramde 1637 a 16i5.
S. H. d'Albuquebqoe.
^
.lleiuoria lida na sessao do los
titula Archeolo^ica e Cieo-
graphico Peruauoucauo.
do dia 11 do correte, pelo
Sr. niajor II. dMlbuquerqu c.
HISTORIA PATRIA.
Quimio foi edificada a iyreja da Miseii-
eordia ?Sena ella envolvida no incen-
dio de Olinda ?E nenie caso, qaando
foi reedificada ?
I
Anda sob o dominio dos Filippes, teve
lugar a segunda invasao hollandeza no
Brasil.
Reinava em Hespanha Flippe IV e para
Portugal III, quando os hollandezes invad-
ram Olinda e della se apoderaram em 1630.
Receiando elles muito, de um refurgo vin-
do> de Portugal, proposeram a Mathas de
Albuquerque o resgate pecuniario de Olin-
da ; o qual nao sendo aceito, depois de sa-
quearen! completamente aq ell villa, in-
cendraram-na em novembro de 4631.
Quasi todos os historiadores, concordam
em que o incendio fVa geral, pelo que a
igreja da Misericordia devia ser nelle en-
volvida._____
A, localidade em que ella se ach, sendo'
naqueile tempo a mais importante por sua
riqueza, devia tincorrer para attrahir as vis-
tas cobigosas daquelles invasores.
Foi justamente na chaa daquelle moate,
que hoje conhecemos cem o nome de ra
Novaonde se'deu om is renhido comba-
te, no acto de assaltarem os hollandezes
aquella villa; os quaes guiados por um mo-
lato, que poderam apenhar no caminbo do
Rio Doce, vieram sabir na retaguarda di
referida igreja.
II
Postos em acgo todos s crimes, barbari-
dades e excessos, que nao s deshonram a
victoria, como degradtim a especie humana ;
os invasores encontraram no capitao Andr
Pereira Temudo, a coragem mais espantosa
e inaudita.
Levado de catholico zelp, e nao podendo
ver profanar-se os templos sagrados, que os
hollandezes vidamente saqueavam, inves-
te-os elle s espada, e junto a essa mesma
igreja da Misericordia, mata primeiro a
mu tos, antes que suecumba.
O capit3o SalVador de Azevdo, com vinte
e dous sol lados, defende corajosamen'e o
collego dos jesutas, boje seminario episco-
pal, cedendo o. campo depois de serem quasi
todos o seus, mortos ou feridos.
Assim foram os b Toaros se asseihorean-
do de Olinda, at que de lodo o consegui-
ram nesse mesmo infausto dia 16 de feve-
reiro de 163', para a entregarem as cham-
mas a 25 de novembro do anno segrate.
Hi
A architectura da actual igreja da Mise-
ricordia est indicando ser obra do secuto
XVII e nao do anterior, como devia ter sido
a primeira'igreja, cujo hospital fra fun-
dado por Jo3o Paes Brrelo, provedor aHi
muitos annos e qoe fallecer em 1617.
Parece que se a caua commum do paiz
chegar presumpg3o de arriscar-se na luc-
a, at s muflieres vestiro as blasas dos
voluntarios e como a immortal Maria Quite-
ra, irao perpetuar seus nomes na historia
dos combates pelos seus p odigios de va-
lor.
Oh! meu Deus, como eu me sinto fiz
quando observo esta manifestagao tao so-
lemne !
E' quando sinto-me renascer da espe-
ranga.
Descrido, s veze.*, ao analysar as aegoes
publ cas dos grandes, enojado d'esta viba
de oscillacfies. quando camir'ho- a con-
centrar-me comigo mesmo, eis que chega-
me ao conhecim 'nio essa grandeza monu-
mental dos pequeos I
E' que n'essis occasir)es, eu tenho-ma es-
quecido de que o tribuno loiro da Juda,
nos seus rasgos de sabedoria e verdade, pro:
clamou e ser3o os primeiros.
E' do Sr. Cyrillo de Lem as esta p?es?3:
onde en VAS..
Minha estrella polar, minha vida,
Meigo archanje de luz, anjo de amor,
Ondefdste guardvr o leu fulgor
Oue embalde teb stiuei, vis3o querida?
Acendeu-se o litar no co formoso,
As estrellas brlHiaram rutilantes.
Alvejaram no ainl nuvens errantes
C rao sombras de um sonho vaporoso...
Rastejei pelo p do cha > da praca.
Pe :i noyas de ti ao mundo, ir Deus,
Dardejei pela turba os olbos meus,
rapor um abordei a populaba.
Onda onda os vestidos se moviam.
Ao olriar se cruz iva. em outro olhar,
Lrnas davam sorrisos de encantar,
Alm outras s^se entrislrciam.
Cerno sol de miob/aloo os brandos raios
L>96 teus olhos nao vi alli fulgir,
Nem senti-me viver no teu sorrip,
Descorando de amor nos seus desmaiosl....
Apagou se-me a luz dos turvos olhos,
Tua auseac a comigo prancteei,
.Miaba dor, meus- pezares reealquei,
Econdi-os do peilo nos refolos.
Solitario voltei, triste e sombro...
Eniurvou-se o luar, se escureceu ;
Dds estrellas o brilho empalleceu....
Eraminli'alma sent da morte o [rio.
UM POUCO 0ETUP8.
Continuamos a serie de arligos sob o ti-
tulo
RETLEXOSS
a proposito du guerra entre o Urazil e a
repblica do Paraguuj.
X
Levanta-se, entretanto, ao dcima desses
destrogos de patriotismo morto dos grandes,
um homem do pavo, como osymbolo da re-
dempgo.
Corre Ihe as veras um saogue novo, r-
deme, impetuoso, como se fosse de fogo essa
I torrente febril.
Arfa-lbe o coragoe offega.
Dir-se-bia que aquelle thoraoi -'pequen-
no, pequenino de mais, a perder de vista,
para conter em seus ambito*o lurbilbao que
referve.
E' como se se pretendesse aperlar dentro
das arcas de um: paito de Itomeffi a immen-
sidade do ocano, com lodos os seus rumo-
res e cowulsoes e embates de vagas e no-
veMes-de espuma, e arrebatamentos e' vio-
lencias e indomavel pujanga..
Parece que naqueile tabea de materia al-
berga-se e ramifica-se de molcula mol-
cula, arteria por arteria, poro por poro,, ura
infinito de nao se que pcoporges,. de no
sei que illimites, que a razo mal compre-
hende.nessas palpiagoes- leimosas e vehe-
mentes.
E.lia com effeito all uaa infinito, loinef-
favel, t5o inaccessivel s analyses do> racio-
cinio humano, como es senlimento subli-
me, magnnimo, divino que se conbece por
amor da patria.
E' um homem que vas affiguro* mas nao
um bomem vulgar.
E' um brasileiro que- deixa as blandicias
de urna carinhosa mai?, pelas severidades e
asperezas da vida errante e hcenla do g.ier-
reiro ; ajo deixa um futuro leito de esposo
pela cama- amarrotada e desgrenhada d s
matos e-das areias do sul; o concert das
musicasjig-saHeF^loTetfiirm das atipa-
dareTplo sibilar das balas; quecaminlia
para a morte, con um bravo ; que cami-
nha para ella, por raotu- propio -rosto cal- n5o obstante ler-se j;uJgado
moolhar lmpido -riso fcil attitude ai- aqu,
rosaandar seguro ideas claras eomo
um bere
E*um voluntario da patria
Naqueile todo tudo ralla de um modo res-
petavel, venerando^ eloquente.
E tudo quanto all Falla a alma que
falla.
Doeu-se dos doestos que escarrarara aos
ps da madona dos seus almejos, nos se ios
da trra bemdita que abru-lhe o bergo I
Doeu-se 1
Depois... eu nao sei o que suceedeu de-
pois.
O que sei que vi-o vestido da urna far-
da verde, com urna lege ida, que equirale a
um poema completo de abnegago e denodo,
no brago esquerdo dessa vesta imponente.
Vi-o caminhar pelas ras da cidade, flo-
res aos seus ps, flores por cima de sua ca-
bega, festejos, ovages, panegyricos, acom-
panhado pela melhor gente da sociedade.
Carregava aos hombros o clavioote do
combate.
Pelas espaduas pendiam-lhe todos os mais
aprestos de guerra.
E partiu.
Era o anjo da redempgo que ia, que foi
fazer, ao peso do seu brago, s vibrages
agudas de sua voz, os brios nacionaes con-
fundidos nos pantanos do sul ressuscitarem.
Leva urna mensagera divina. Diz,,n os jornaes de Hespanha que os hes-
Naquella placidez da propria d.gnulade, panbes residentes no Per e no Chili abri-
da confianga pro na coohecta-se, como atra- ram uma subscripcao para offerecer ao Sr.
vez de um corpo diaphano per ebem-se os PM00t chefc que foi da esquadra hespanho-
reve.rberos da luz, um reflexo luminoso, la no pacfiCO uma espada,
irado de azul, uma cousa que nao era nem
luz, era iris, nem reflexo, um qu indizi-
Diz o Corrier de hyon* que a aduna
Fell, destinada ao caminbo de f. rre do- mon-
te Seis, sabia pela primeira vez das calci-
nas establecidas na montanba a tres kil-
metros de Lauslebourg.
A locomotora funecionou sobre uma via
de ensao de-dous kilmetros com um decli-
ve rpido, manobrando fcilmente em suas
carreras ascendentes e descendentes.
As marchas e as contramarchas sbitas
qne nao seobiem sobre as linbas frreas ac-
tuaes. justifican! a -Sjieriorhiade do sye-_
ma e HiSrito da inveagao.
As rampas sobre aquelle poeto sao de
0,mO& por metro, e as curvas mnima de 40
metros dt. raio sao agora fados consumados.
uapossivel at
A soiugao, como.se v, de um inleressa-
geraUapplicave! j. outras localidades.
Conta-se de CiudadeBeal, que na vi fr-
rea desta cidalea Badajoz trabalham actual-
mente mais de 5,000 operarios e que estes
dentro em pouco se augmentarSo a $000.
Assim de esperar que oeste ontcoo se
possa ir directamente pela via frrea do Ma-
drid a Lisboa.
Diz om jornal que se descohriu um re-
medio efficaz contra o enjo que afllige as
pessoas nao coslumadas a embarcar.
Consiste elle no terco de urna onca de asi-
do hidroclorico, cinco oncas de alcool e trin-
ta e duas d'agua, misturado tudo isto Ki ma
um remedio, que tomado em pequeas dses
fai com que os mais propensos eviten o en-
jo a bordo.
Quem quizer experimente.


-
<
vel, um nao sei que de grandiloquo e emi-
nentemente altanado.
PERNAMBUCO.-TYP. DE M. F. DE F. &'PILHO
ILEGVEL


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