Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10643


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Full Text

)
AMO ILI, HOMERO 86.
Por qiarlel pago jeito de 10 dios do i, mez : :
dem deoos des 1." 10 das do conecoe deatro do quartel. .
Porte aoeorwioior tres teiea ....,,'..,

5S000
68000
750
SABBADO 15 DE ABRIL DE 1865.
Por anao pago deatro de 10 das do 1. mez
191000
Porte ao oorreio por un anno.............. 300
DE PERNAM
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marqaes da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Demos Braga; Cear, o Sr. J.Jos de
Oliveira ; MaranhSo, o Sr. Joaqulm Marqaes Ro-
drigues ; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves
Fillios; Amazonas, o Sr. Jerooymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Clandino Falco Das; Babia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estacos da via frrea at
Agoa Prta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antlo, Grvala, Bez9rros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanbnns, Buique, S. Bento, Boro
Conselhok Aguas Bellas e Tacaral, as tercas
feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Oarlcury, Salgaeiro e Ex, as quarlas
feiras.
Segunda vara do civel: quartas e sabbades a II AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
hora da larde.
Ser i n hiera, Rio Eormoso, Tamaodar, Una, Bar
reros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
DAS DA SEMANA.
EPHEMERIDE8 DO MEZ DE ABRIL.
2 Quarto cresc. as 10 b., 59 m. e 22 s. da t.
ii La chela as 2 h., 17 m. e 52 s. da ra.
18 Quarto ming as 9 h., e 16 m. da t.
27 La nova as 11 b., 53 m. e 46 s. da m.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
[Relacao: tergas e sbados as 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Julzo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orpbos: tercas e sextas s 10 huras.
Priraeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civil: quartas e sabbados al
hora da tarde.
10. Segunda. S. Ezequiel prof.; S. Terencio m.
H. Terca. S. Leao Magno p. dout. da egr.
12. Quarta de Trovas. S. Vctor m.; S. Julio p.
13. Qulnta-feira maior. S. Hermenegildo p. m.
14. Sexta da paixao. S. Domnina v.
15. Sabbado d'alleluia. S. Pancracio.
16. Domingo. Paschoa da Resurreigo de Chrlsto
PREAMAR DE HOJE.
Prlmeira as 7 horas e 42 m. da manhaa.
Segunda as 8 horas 6 e minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sol at Alagoas a 14 e 30; para norte
ata a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 14 dos mezes de Janeiro, marco, maio,
julho, setembro e novembro.
t
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprielarios Manoel Figuelroa de
Faria&Filbo.

PAUTE GFFICIAL
o ve rno do bis p a do de
PERNAXBITCO
SEE VACASTE
Continuando do expediente do dia ii de abril.
Offlcio ao vigario dos > logados.Tenho presente
o seu offlcio de 10 do corrente, e em resposla ca-
be me dizer-lhe que, com quanio da revelado es-
pontanea feita pela mi de F... se podesse con-
cluir que este nao fra baptisado, todava V. Rvraa.
tendo em vistas a disposigo dos sagrados caBones
acerca da reiteradlo do sacramento do baptismo,
oSo devia arriscar-se a mandar baptisa-lo sem
cndilo. Devia sim, dar-me parte circunstancia-
ba de todo o occcrrido, e aguardar a minba deci-
slo : morrnente nao ignorando V. Rvraa. que para
se baptisar qualquer adulto necessario licenga
do ordinario da chcese.
Pode pois Y. Rvma. proceder ao casamento des-
sos contraheptes, urna vez que nao naja algum ou-
tro impedimento.
Remeti todos os docnmenlos tendentes a esse
casamento, e que me foram apresentados com o seu
offlcio.
Dito ao mesmo.Apenas acabava eu de respon-
der ao seu offlcio de 10 do corrente, quando recebi
outro da mesma data, no qual V. Rvma. me diz
que P... desojando casar, e nao se encontrando a
certido de baptismo, est disposto a ser agora no-
vamenle baptisado ; e affirmando a propria mi
n,io pode dar muito crdito porque essa mulher
soffre da eabeca.
Prohibo-lhe expressamente que proceda de novo
ao baptismo desse nubente.
Lembro a V. Rvma. a severidade das leis can-
nicas a respeilo dos rebaplisantes : e Ihe advirto
que, em taes casos, o sacramento do baptismo s
deve ser administrado quando ha certeza, ou pelo
menos duvida bem fundada de o nao ter sido ; e
nesla ultima hypothese se administra sempre sub
conditione. Bem mal iria a igreja se os vigarios
tivcssem de baptisar de novo todos acuelles dos
seus parochlanos, cujos lancamentos se nao encon-
tram nos livros da matriz.
Deve pas V. Rvma. acceitar o testemunho da
mi do nubente, e proceder ao casamento delle, se
otro impedimento nao houver.
Incluso Ihe devolvo os papis que acorapauharam
o fflcio a que respondo.
Dito ao vigario de Cabaceiras.Pelo seu offlcio
de 27 do prximo pa>sado, fico scienle de haver
V. Rvma. no dia 25 do mesmo, lomado posse da
regencia dessa freguezia na qualidade de parocho
collado na mesma.
Dito ao vigario de Ingazeira.Em resposla ao
seu offlcio sem data, recebido no dia 8 do corrente,
tenho a dizer-lhe que bem se houve V. Rvma man-
dando qne os tres espesos cujos casamentos esto
millos por falta de dispensa no impedimento de
consanguinidade se separem de snas consortes al
obterem a competente dispensa, e se revalidar o
casamento; o que espero que V. Rvma. effectuar
com a brevidade possivel.
Quanto porm quelle nutente que nao quer
agora revalidar o casamento, e pretende passar
segunda nupcias, deve V. Rvma. declarar-lhe que
nao pode eecluar segundo casamento sem que a
nuliidade do primeiro seja declarada por sentenca,
embora esta nullidade seja evidente, e nao caree;
de mais provas.
E>pero pois que V. Rvma. se esforcar por per-
suadido a que procure ser dispensado do impedi-
mento para depois se revalidar o seu casameolo :
caso porm elle persista em querer casar com ou-
tra inalher, advirta-o de que o nao pode fazer sem
que por meio da aegao competente seja declarado
livre e desempedido.
- Dia 12
Offlcio ao vigario do Uecife.Em resposla aoseu
offlcio de 10 do corrente, lenho declarar-lhe que
sendo a conlrahente de que falla V. S. menor
de doze annos, e impubere por conseguinte, como
se v da cerlidao de baptismo, nao pode V. S. ca-
sa-ja, embora ella aprsente alvar do juiz de or-
phos; por quanto o jmz s pode suppnr o con-
sentimenlo paterno, porm nunca dispensar o im-
pedimento cannico que resulta da falla da idade
da mesma conlrahente, a qual deve solicitar a
compciente dispensa.
Devolvo-lhe os papis tendentes a esse casamen-
to, e que acompanharam o seu offlcio.
Dito ao vigario de S. Caetano da Raposa. Nesta
data mando passar proviso de parocho encommen-
dado da freguezia de S.Caelano da Raposa a favor I
de V. Rvma., urna vez que o Rvd. coadjuelor da
mesma Jos Theodoro Cordeiro, pelo seu estado en- '
fermo nao pode encarregar-se da admimslragoes-',
piritual dessa freguezia.
Neaia occasio cbeme recommendar a V. Rvma.
que empregue toda a sua actividade e zelo em
promover o bem dos seus paro .hianos. a quem V.
Rvma nao fallar com o pasto espiritual e com os j
salutares conseihos que elles aguardan) anciosos.
Espero que sobretudo Ihe merecer especial cui-
dado o archivo da matriz, cujos lancamentos de-
vera andar em dia, e debaixo da sua immediata vi-
gilancia.
Dito ao Exm. presidente das Alagoas.Estou de j
posse do offlcio de V. Exc. datado do 1 do corren- j
te, pelo qual rae participa haver expedido ordem a
tbesonraria dessa provincia, para que seja pago o
guisamento correspondente a seis mezes, que pede [
o Rv. Mano-I Pires de Carvalho, coadjutor pro na-
rocho da freguezia de Piassabuc dessa provincia,
e sobre o que eu officiei em data de 24 do prximo
pastado.
S me resta agradecer a V. Exc. a solllcituie
com que se digna coadjurar me do empenho em
que estou de fazer que os negocios ecclesiasticos
marchum na memor ordem e regularidade que fr
possivel.
Aproveito a oceasio para reiterar a V. Exc. os
meus protestos de estima e consideracao.
Dito ao padre Amancio Leite da Silva.Alten-
tiendo aos motivos por V. Rvma. aprecentados no
seu offlcio de 25 do prximo passado, aceito a sua !
exoneradlo de vigario encommendado da freguezia'
de Nossa Senhora do Rosario da povoacao de S.
Joo do Rio do Peixe, e mando passar proviso para i
o Rv. Anlonio Thomaz d'Aquino, a quem V. Rvma.'
dar posse logo que este offlcio Ihe chegar as
maos.
Dito ao padre Antonio Themaz d'Aquino.Nesta
data mando passar a competente proviso para que |
V. Rvma. na qualidade de vigario encommendado '
rej? a freguezia de Nossa Senhora do Rosara da
povoacao de S. Joao do Rio do Peixe; esperando
do seu zelo que nao se demorar em ir tomar con-
ta das ovelhas que confio ao seu desvelo pas-.
toral.
Compre que me participe com brevidade o dia
em que receber este offlcio, bem coma o dia em
que lomar posse da regencia da freguezia.
Dito ao vigario da cidade do Sooza. Acenso
recebido o seu offlcio de 4 do prximo passado,
pelo qual me participa que, nao poleodo por si s
reger a sua freguezia e a de Nossa Senhora do Ro-
sario, de que fra por m'im encarregado, com a
fucHldade de poder reger esta freguezia por outro
sacerdote, confiara esta regencia ao Rv. Amancio
Marques da Silva Guirruras, sacerdote do bon
costumes, e al de conducta exemplar, segundo
V. Rvma. est informado; e ao qual indica para
ser por mim nomeado parocho encommendado,
apesar de haver da parte delle repugnancia, e se-
ment se sujeilar por obediencia, como refere
V. Rvma.
Nao querendo eu de modo algum conslrager
esse Rv. sacerdote, e impr-lhe obediencia sem
necessidade, nomeei vigario encommendado da
freguezia de Nossa Senhora do Rosario da povoa-
go de S. Joo do Rio do Peixe ao Rv. Antonio
Leite da Silva; e pedindo-me este que ihe conce-
desse a sua dimissao, visto ter pessoa da sua fami-
lia gravemente enferma, e sobrevirem-lhe outros
iocommodos que o inhibiam de continuar no minis-
terio para que o havia eu nomeado, coneedi-lbe a
exoneraco supplicada, e mandei passar proviso
a favor do Rv. Antonio Thomaz d'Aquino, que
espero que ha de entrar em exercicio logo que Ihe
chegue a proviso e e offlcio que o acompanha,
ficando assim satisfeilas as necessidades espiriljiaes
da referida freguezia.
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel do commando das armas de Peraambuco
aa cidade do Recife, (2 de abril de 186o.
Ordem do dia n. 54.
Chegando diariamente as maos do coronel rom-
mandante das armas interino, requerimentos de
praca; do 1 corpo de Voluntarios da Patria, sem
que sejam encaminhados pelos canaes competentes,
preterindo-se desle modo as regras e disciplinas,
que convm manter, determina o mesmo comman-
dante das armas, quenenhum requerimento seja de
ora em diante apresentado as autoridades superio-
res sem que venham informados pelo Sr. comman-
dante interino do corpo, certos os pretendentes de
que no caso contrario, nenhuma pretencao ser at-
tendida. Exceptuam-se desta disposirlo os reque-
rimentos de queixas, que podem ser encaminhados
pelos queixosos directamente a antoridade inme-
diatamente superior, guardadas as regras estable-
cidas do aviso regio de 3 de marco de 1812.
Recommendase ao Sr. commandante do referi-
do corpo a execuco deste e de outros preceitos
disciplinares, que nao devora ser esquecidos, em
occasio que se trata de dar a soldados hoyos urna
educarlo militar, que os torne aptos para o nobre
e importante lim a que espontneamente se dedi-
cara m.
(Assignado.) Jos Marta Ildefwso Jacome da
Veiga Pessoa.
(Conforme)Antonio Francisco Duarte, tenenle
ajudante de ordens interino, encarregado do de-
talhe. > I
notando-se apenas differenga no numero para 5o. serenar os espirltos ainda escandecidos pela rixa.
As pravas, porm, do 5 batalho desembarcaram O 6o batalho de voluntarios (2* da provincia do
com o seu verdadeiro uniforme btuza de panno Rio de Janeiro) estava-se exercilando no manejo
verde com botoes brancos e passadeiras amarel- do fuzil, quando recebeu a noticia do conflicto,
'asA-' j desvirtuada pela m vontade ou incuria de alguem'
O presidente da provincia acceitou e mandou qne figurava varias pragas daquelle batalho como
agradecer s irmas da congregago do Sagrado victimas da desordem da Armaco. Immediata-
Coragao de Maria, em Porto-Alegre, o offerecimen- mente um grande numero de pracas, calando as
to que tizerara de, cora as snas educandas, costura- bayonetas pozeram-se a correr para o lado da Ar-
rem fardamento para o exercito. mago, gritando que iam acudir a seus caraara-
O Sr. Luiz Goncaives das Chagas, abastado fa- das ; e s aos esforgos dos offlciaes do mesmo ba-
to, vencendo vinle e tres vigsimas quintas partes i s7ga7or7eut7i TfiEnT"**' ""* ^^ PP
^l!*? SS**fc fabrie7er^rA- ?j_bii deve-se'olef^VMsegaTdo to~wZZ ^SiS't StMH^^ ^^ "***' i -- D0SS0-b!oqueio n" Tres-Boceas
menty s familias pobres residentes no seu distric-
to, e que tenham seus chefes no exercito em sor-
vico da patria, e bem assim a mandar educar um
filho de cada familia dos que morrerem em com-
bate em defesa do paiz.
O Sr. Joao Antonio de Oliveira, lente da guar-
der esss pragas e reolhe-las ao quartel de Santa
Leopoldina. Pde-se imaginar o que teria aconte-
cido se esses esforcos nao fossem to bem succe-
didos.
Hontem pela manhaa apresentou-se o Sr. minis-
tro da guerra no quartel da Armagao, e mandou
vo sold, na conformidade das leis do Io de dezem-1 neitada nrnhihin an. om ,, a
bro de 1841 e 14 de julho de 1855.--atente de 26 5 ESSSl?" fnm,uanl9 du"M ? ac,ual
governo provisorio se iniciasse o-refendo juizo.
de novembro do anno prximo passado.
A do Sr. major do corpo de cavallaria de Mallo
Grosso Jos Maria de Siqueira Cesar no mesmo
posto, vencendo o respectivo sold pela tabella e lei
cima citadas. Patente de 6 de fevereiro ultimo
A do Sr. alferes do batalho de cagadores de
Mallo Grosso Jos Ponce Martins no mesmo pos.
Esperavase o successor do Sr. conselhiro Pa-
ranhos para conhecer-se a natureza e alcance in-
ternacional das reservas feilas a respeilo do con-
venio de 20 de fevereiro.
O Paran, sahido de Montevideo no mesmo dia
30, lambem entrou hontem. A agglomerago de
nossas forgas em Montevideo dava tbema
da nacional de reserva, e lambem fazendeiro abas-! seguir para a corte o batalho policial das Ala
lado do mesmo municipio, apresenlou-se para o gas, que veio na barca Ferry as 10 horas da
servigo, levando em sua companhia um tilho me- manhaa.
or e 30 pragas que fardara convenientemente e
armara a sua cusa.
Outros offerecimentos patriticos tinha recebido
a presidencia nos ltimos das.
Pela mesma presidencia haviam sidodemittidos:
do commando do corpo de cavallaria da guarda
nacional n. 35 o lente-coronel Severino Ribeiro
de Alroeida; e do commando da 16* secgao do ba-
talho de reserva' o major Antonio Mancio Ribeiro.
Fra lambem dispensado por tempo indetermi-
nado do exercicio do posto de chefe do estado-
1 maior do commando superior de Quarahym o San-
i t'Anna do Livramento, o tenenle coronel Feliciano I
Antonio Ribeiro.
Para preenchimento deslas vagas foram nomea-
dos:
Para commandante do corpo n. 35 o major Anto-
n io Candido de Mello; e para chefe d estado-
maior o major Oliverio Francisco Pereira.
Por decreto de 20 do corrente elevou-se a 8 o
numero de compa.nhias do batalho de infantaria
n. 3 do servigo activo da guarda nacional da pro-
vincia das Alagoas, e revogou-se o decreto n. 990
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO
29 do marfil de 1808.
Hontem as 3 horas da tarde entraran) afribado
os vapore de guerra peruanos America e Union,
que sahiram no domingo para o Per, vindo este
ultimo vaso a reboque do primeiro.
Refere o commandante da Union que ante hon-
tem s 4 horas c 30 minutos da madrugada, fazen-
do o rumo de SE., a 115 milhas ao sul da barra,
refrescara o vento, agitando-se o mar de tal forma
que o navio mergulhava a proa constantemente.
as 7 Xi perdendo o pao da Lujar roa arrebentan-
do-se-lhe os estaes, rabio toda a maslroago ras-
gando -Ihe o pauno e fazendo-lhe consideraveis ava-
rias. Nesta confuso urna praga de bordo foi ao
mar, e apezar de todos os esforcos, langando-se-
Ihe a bola de salva-vidas e pranchas de madeira,
foi impossivel salva-lo.
39
s igrejas v\u\s.Ante-honlem effectuou-se es-
te concurso no seminario episcopal de S. Jos, sob
a presidencia do Rvm monsenhor vigario capitu-
lar sendo examinadores os Rvms. conegos Pereira
da Silva, Peganha e Duro. O resultado foi o se-
grate :
Vigario Jos Esperidio de Santa Rita 24 pontos.
Padre Jos Alves fereira............ 22
Padre Jos Martins Pereira de Barros 21
Padre Tito Pereira de Carvalho...... 18
Padre Joaquiro Eugenio de Souza Bre-
ves ........................... 13
Vigario Joaqaim Pereira Jorge Gua-
raciaba......................... 13
Padre Luiz Antonio da Cunha Perreira 10 Padre Sabino Ferreira da Rocha___ 10
Padre Manoel da Silva Lopes....... 8 >
Padre Luiz da Franca Machadjo...... (P ', .
Um retirou-se do concurso, 4 foram reprovados.
- 31 -
Pelo vapor Princeza, entrado hontem do Rio-
Grande do Sul, recebemos folhas que alcangam at
25 do corrente.
Tendo cessado os motivos que obrigaram a trans-
ferir a sede do governo para Pelotas, resolver o
presidente da provincia regressar a Porto-Alegre-!
al 5 do futuro mez de abril.
Para a mesma cidade, e nao para a de Pelotas,
como a principio fra resolvi, seguio no dia 24 o
1 batalho de Voluntarios da Patria.
Sob esta partida diz o Diario da ultima data :
. Depois de 15 dias de estada nesta cidade, se-
guio hontem pra Porto-Alegre o l- batalho de
Voluntarios, do commando do Sr. coronel Joo Ma
noel Menna Brrelo.
c O seu embarque nao foi to triumphal como o
desembarque, pjrque o povo, agitado com a noti-
cia de se achar no porto o 5 batalho, lambem de
Voluntarios, nao sabia se devia acodir ao bola-fra
daquelle ou se ao desembarque desle 1 Nao obstan-
te, leve o 1 batalho um bonito cortejo al o trapi-
che da Macega, onde se achavam postados os vapo-
res de guerra Amelia e Fluminense, e os mercan-
tes Afana e Rio Grandense, nos quaes embarcaran)
debaixo de msica; tendo antes os Srs. offlciaes se
despedido dos amigos que acompanharam at alli,
o do Sr. general commandante da guarnirlo, que
os abragoo um por um. >
O 5 batalho para alli conduzido pelo Princeza
deserabarcou n'aqueile mesmo dia.
A citada folha d esta noticia nos seguintes ter-
mos : .
t Hontem, as 11 horas, desembarcou e 5* bata-
lho de Voluntarios da Patria, da provincia do Rio
de Janeiro (Nilheroy), sob o commando do Sr. le-
nente-coronel Augusto Francisco Caldas.
c O baulho compe-se de 672 pragas, no geral,
mogos, vigorosos e robustos. Tem urna bonita of-
Hcialidade e boa msica.
t A i bora da tarde mais ou menos, formn o
batalho na ra da Praia, esquina da da Caridad,
e desfllou pela ra da Praia fra at a praga da Ca-
ndado Nova, onde aquartelaram, servindo-se dos
vastos armazens daquelle grande edificio, que nos
consta fra offerecido pela mesa ao Sr. comman-
dante da goaroicao, para gratuitamente receber a
tropa que fr chegando da corle.
c Fatia entao sol de rachar I bora nao podia
ser mais ruim, roas, nao obstante, o garboso 5* ba-
talho de Voluntarios, que marchava, como se fos-
se composto de velhos veteranos, foi acompanhado
at o seu quartel por grande massa de povo.
t O sea fardamenKk irmSo do do 1" batalho
de 14 de Jonho de 185% na parte em que creou
aquello batalho con] 6 companhias.
Por decreto de 21 do corrente ordenou-se que os
batalhes ns. 1, 2 e 27 da guarda nacional da ca-
pital da provincia do Piauhy usem em segundo
uniforme de nones a Cavaignae, com os mesmos I ce"* ^'i
frisos marcados aos cornos do municipio da corte
pelos decretos de 12 de margo e 16 de abril de
1859.
3
P|Ordem do dia n. 441, expedida pela repar-
tigo do ajudante general, extrahimos o seguiote :
telurio dos Srs. o/ficiacs subalternos ltimamente
promovidos e que sao distribuidos pelos diferentes
corpot do exercito.
Arma de artilharia.
2* bjrtalho.-l0 lente Joaquim Luiz de Medei-
ros Jugfc-.
3o Mlalhao.Io- lenles JosClarindo de Quei-
rox, Jat Thomaz Theodosio Goncaives, Filinto Go-
mes de Araujo.
4* batalho.-1M teaentes Joo Ribeiro da Silva
Jnior, Vicente Polydoro Ferreira.
Corpo de Matlo-Grosso.Io lente Benjamlm
Franklim de Albuquerque Lima.
^ Companhia de artfices #a Baha.i tenente
Napoleao Augusto Muniz Freir.
Arma de cavallaria.
Io regiment. Tenente Ernesto Ferreira da Sil-
va, alferes AristiJes Joaquim de Almeida Arnisant.
2o regimenlo.Alferes Manoel Luiz da Rocha
Osorlo.
4
Tou.
5 regimenlo.Alferes Jos Joaquim de Andrade
Ne"es Jnior.
Corpo de Mallo Grosso.Alferes Joo Baptista
de Arruda Perneado, Thomaz Augusto de Vascon-
. nao eslava
anda estabelecido, nem declarado aos governos e
um l*mes eslrangeiros. Preparava-se no porto de
mas Buenos-Ayres a expedigo naval destinada a esta
operagao, e j a 24 tinha seguido rio cima urna
divisao.
As noticias do Paraguay sao sempre de fanfar-
ronadas bellicosas.
No da 5 de margo o generalsimo Lpez abri
Pedro a S.lva o furriel rin m ,nculcado congresso paraguayo com um discurso
de margo | ,;Uav. E- oma fa|)a que rea|mentey (u ^ em
prova do que bastar transcrever
AdoSr. 2 tenenle do corpo de artilharia de
Matto Grosso Mariano Martelino de Souza
raes no mesme posto, vencendo trese vigsimas
quintas partes do respectivo sold pela tabella o lei
cima citadas. Patente de 6 de fevereiro ul-
timo.
Condecoragoes.Ordem imperial do Cruzeiro.
Cavalleiros : o Sr. alferes do 6o batalho de infan-
taria Antonio
mo batalho
to de 18 do fevereiro
lindo.
Ordem da Rosa. Cavalleiros : os Srs. tenentes
do 1 batalho de infantaria Eduardo Emiliano da
Fonseca, e do 6 balbo da mesma arma Joo de
Arruda Moreira e Felicio Domingues.Decreto de
18 de fevereiro e diplomas de 15 de margo findo.
Os Srs. alferes do C batalho de infantaria Jos
Thomaz Ferreira Neves, Cypriano Augusto dos Ao-
jos, Anlonio Braz Soares da Cmara e Manoel Mar-
tins Vianna de Paiva.Decreto de 18 de fevereiro
e diplomas de 18 de margo findo.
O Sr. Io cirurgio do corpo de sade Dr. Cons-
tantino Teixeira Machado. Decreto de 2 de de-
zembro de 1858 e diploma de 30 de maio de 1859.
Ordem de S. Bento de Aviz.Cavallelro.o cap
lo do 2* batalho de infamara Antonio Maria de
Castro Delgado. Decreto de 12 de setembro de
1856 e diploma de 13 de Janeiro de 1859.
Foi confirmado no cargo de cnsul geral da re
regiment.-Teoeute Jos Anlonio Rodrigues' Pu^lica rleDtal do Uruguay no Imperio o Sr. D.
Por aviso de 28 foi nomeado o 1 tenente Pedro
David Durocher para commandar o vapor Paran,
perteocente llotilru de Matto-Gcosso.
1 de abril. *
Por cartas iraperiaes de 29 deste mez foram na-
turalisados cidados brasileiros os subditos porlu-
uezes Antonio Tavares Silva e Mello e o padre
jlo Antonio da Silva Barriga.
Foi nomeado commendador da ordem da Rosa
Por decreto de 23, 24 e 28 do corrente : foi no-
meado o juiz de direite Jos Joaquim Oliveira da
Silva, chefe de polica da provincia do Paran.
Foram removidos a pedido :
O juiz de direito AgoslinhoErmelindodeLeo da
comarca de Cagapava na provincia do Rio Grande
do Sul, para a de Contiba na do Paran', ambas de
primeira entrela.
O juiz municipal e de orphos Jos Anlonio Coe-
Iho Kamalho, dos termos do Castro e Pona Gros-
sa na provincia do Paran, para o do Brejo da
Madre de Dos na de Pernarabuco.
Foram designadas :
A comarca de Paranagu de 1* entrancia, na
provincia do Paran', para nella ler exercicio o
juiz de direito Manoel da Silva Mafra.
A comarca de Cagapava de i" entrancia, na pro-
vincia do Rio Grande do Sul, para nella ter exer-
cicio o juiz de direito Jos de Araujo Brusque.
Foi exonerado a seu pedido juiz de direito Ma-
noel da Silva Mafra, do cargo de ebefe de polica
da provincia do Paran.
------ m e
Por de reto de 23 e 26 do corrente foram apo-
sentados :
O Io offlcial da secretaria de estado dos nego-
cios da marinha, Joaquim Maria de Souza, e o pa-
trio mor do arsenal de marinha da corle capit-
tenenie graduado Joo Ignacio dos Santos.
Nomeados. 1 offlcial da secretaria de estado
des negocios da marinha, o* offlcial archivista da
mesma secretaria Apparicio Locadh Soares.
Offlcial archivista da referida secretaria de es-
tado, o 1 offlcial da secretaria do conselho naval
Dr. Pedro Joaquim de Vasconcelos.
1* offlcial da secretaria do conselho naval, o ha-
chare! Jos Antonio de Magalhes Castro Sobrioho.
3" batalho.Tenente Leoncio Jos Barbosa de
Oliveira ; alferes Antonio Luiz Villa Forte, Joaquim
Fabricio de Souza, Francisco Rodrigues Pereira das
Neves.
S batalho.Alferes Alexandre de Brito Guerra.
6o batalho.Alferes Miguel Antonia de Mello
Tamborim.
11* batalho.-Tenente Augusta Rodrigues Cha-
ves; alferes Joaquim Anlonio Genovez.
Batalho de cagadores da Bahia.Teneote Ma-
noel Martins de Carvalho.
Baulho do deposito.Alferes Aureliano Pedro
de Faria.
Alferes Ma-
noel Firmino da Costa.
Ferdinand de Rotbschild.
Por decretos do mesmo dia foram apresentados l.r)ffi?.f e_guJar?Ja.0 do Amazonas,
os padres Antonio Moniz Gomes, Eduardo Augus-
to de Souza e Mello, e Jaciotho Villasboas de Je-
ss, em cadeiras de conegos de meia prebenda,
que estavam vagas na cathedral metropolitana.
Gabriel Prez.
Foram agraciados :
O Sr. Marcos Antonio de Arujo, com a gra-
cruz da crdem ducal da casa Ernestina de Saxe :
O Sr. Julio Constancio Viileneuve, com a com-
menda de 2* classe ;
E o Sr. Antonia de Araujo, com o habito de ca-
valleiro de 1' ciasse da mesma ordem.
4 -
Foi nomeado ajudante-general do exercito em
operagoes ao sul do imperio o Sr. coronel de esta-
do maior de primeira classe Pedro Mara Xavier
de Castro.
- 3
Eatrou hontem de madrugada o Cruzeiro do Sul
procedente do Rio da Prata. As datas de Buenos-
Ayres alcangam at 29 o as de Montevideo al 30
do mez ultimo.
Nesie vapor veio de passagem o nosso ex-envia-
do extraordinario o Sr. conselhiro Prannos.
Assim como aqu, a deslituigo deste diplmala
Corpo de guarnigo de S. Paulo.Alferes Vicio- oceupeu a imprensa desde o dia 3 do mez ultimo,
Parle hoje para Santos no vapor Santa Maria,
adra de seguir d'alli para o seu destino, o Sr. co-
ronel Manoel Pedro Drago, presidente e comman-
dante das armas da provincia de Matto-Grosso.
Acompanham a S. Exc. os seus ajudautes de or-
dens, urna commisso de engenheiros composta
dos Srs. lenente-coronel Miranda Reis, capilo Pe-
reira do Lago e tenenles J. Fragoso, E. Barbosa,
Cimborro da Gama, Thonais e Roxo, urna com-
misso medica, enfermeiros e varios offlciaes de
diversas armas.
Entre pracas dos batalhes de voluatarios
Bahia e policial das Alagoas, aquartelados na Ar-
maelo em Nitherohy, deu-se anle-hontem ao anoi-!
tecer um conflicto serio que felizmente nao attin
gio as graves proporges a que fcilmente poderia
ter chegado.
Comegon a questo por urna disputa travada en-
tre duas pragas daquelles corpos, na oceasio do
rancho a qne eram chamados indislinctamente,;
sendo motivo ou pretexto da rixa urna chicara de
caf. Dentro em pouco a luta toroou-se geral, es-
tando armados algumas pracas do corpo de poli-
ca das Alagoas e desarmados os voluntarios da
Bahia, recorrern) a pedras, que abundara na lo-
calidade, sendo precisos os maiores esforgos dos
offlciaes presentes para separareis os combatentes,
Deste conflicto resultou (carera gravemente fe-
rides nm voluntario da Bahia, com urna cutilada
na fronte e um policial das Alagoas cem pedradas
no rosto e na eabeca. Sendo a luta boira do caes,
cabiram ao mar tres voluntarios da Bahia, um
dos quaes appareceu bontem muri na praia de
Nilherohy, de nm nao se sabe, e outro foi salvo,!
com urna pequea ferela em um p. Honve algu-
mas contuses, mas sem gravidade.
Apenas chegou a noticia a Nitherohy, seguio
para a Armaco o Sr. coronel Fonseca de Brito,
chefe do eslado-maior da guarda nacional, compa- dido nexcepgao do
rio dos Santos Silva.
Corpo de guarnigo do Paran.Alferes Miguel
Jos da Fraoga.
Corpo de guarnigo de Pernambuco.Tenenle
Tude *oares Neiva.
Nomeages.Foram nomeados : director do ar-
senal de guerra da provincia do Para, o Sr. coro
nel do corpo do estado-maior de>2* classe Francisco
Xavier Turres Decreto de 22 de margo findo.
Para seguirem para a provincia de Minas Geraes
a apresentarera-se respectiva presidencia, alim
de serem incorporados s forgas que d'alli se des-
tinara a Mato Grosso, os Srs.: capiles Tito Livio
da Silva e JoSo Maria de Mello, este do 4 batalho
de infantaria e aqueile do corpo de guarnigo da
provincia do Espirito Santo ; tenente do corpo de
estado-maior de 2" classe Joo Carlos Correa Le-
mos, e major da guarda nacional Luiz Muniz Tello
de Sampaio, Meando sem cITeit a su& aomeaco
para servir na provincia do Paran.Aviso de 2i
de margo findo.
Para servir como engenheiro no exercito do sul,
o Sr. 1 lente do 2 batalho de artilharia a o
Fraeklin Mondes Vianna.Em 27 de margo fiado.
Para servir na provincia de Mato-Grosso, como
se offereceu, o Sr. 1 lentelo 4o batalho de ar-
tilharia a p Luiz Amonio Vieira da Silva Coquei-
ro.Aviso de 24 de jnargo lindo.
Para servlrem ni 4 corpo de voluBtariosda .pa-
tria, como offlciaes de commisso, os Srs. :
Tenenle Faustino Januano de Abreu, para ca-
pillo.- Em 27 de margo lindo.
2" cadete 1 sargento Francisco Guedes de Aguiar
Toledo, para alferes.Na mesma data.
Alferes da guarda nacional da provincia do Rio
de Janeiro, Manoel Theodoro de Almeida Baptista,
para lente.Em 14 de margo lindo.
Para servirem na provincia de Malo Grosso, os
senhores:
CapeUo-alTeres da repartilo ecclesiaslica do
exercito padre Jos Ferreira Viegas.Em 24 de
margo lindo.
Alteres de commisso Gustavo Antonio de Brito.
Em 25 do dito mez.
Para alferes de commisso :
Do corpo de voluntarios da referida provincia de
Mato-Grosso, o Sr. Lourengo Alves Feitosa Castro.
Em 25 do dito mez.
Do corpo de voluntarios da patria da provincia
de S. Paulo, o Sr. Henrique Alves de Carvalho.
Aviso de 20 de marg findo.
Do 2o corpo de voluntarios da patria, o Sr. 1
cadete sargento ajudante do 5 baulho de infanta-
ira Tito de Souza Camiso, o 1 sargento Jos Pe-
I dro de Moura ttangel e o 2 sargento Francisco
da Maria de Moura Rangel, ambos do dito corpo de
voluntarios.Em 18 de margo findo.
O Sr. 2 cadete do mesmo corpo Joaquim Pinto
da Silva Guimares. Em 28 do dito mez.
Para servir na secretaria da reparligao de sade
em Mato-Grosso, o cabo de esquadra do 1" regimen-
t de cavallaria ligeira Jos Galdtno de Sant'Anna.
Em 24 do mesmo mez.
Demisso do servigo militar.Por decreto de 22
de margo findo foi concedida ao Sr. capitao do cor-
pe de engenheiros Carlos Jos Pereira das Neves,
por hav la pedido.
Transferencia. Dos Srs. tenente do 8 batalho
de infantaria Vctor Modesto Braga, para o 5 da
mesma arma.
Licengas concedidas.Aa~ Srs.: capitao do ba-
talho de cagadores da Babia Custodio Coelho dos
Santos, seis mezes para tratar de sua sade fra
desta corle.Aviso de 27 de margo findo.
2 cirurgio do corpo de sade Dr. Prudencio
de Brilo Cotigipe, tres mezes para tratar de sua
sade.
Por aviso de 24 de margo findo, foi declarado
que a licenga de|6|mexes concedida a* Sr.major do
corpo de engenheiro Jos Maria Jaciotho Rabello,
professor de desenho da escola central, com lo-
dos os vencimentos, por se achar elle comprehen-
arl. 279 do regularoento que
recendo depois o Sr. desembargador Tavares Bas- baixou com o decreto n. 3,083 de xK de abril de
tos, o chefe de polica da provincia acompanhado 1863.
de policiaes a cavado, e varios cidados, e Junta- Designages de reformas.-A do Sr. major do 2
rara sens esforgos aos dos eommandantes e offl- batalho de infantaria Joaquim da Rocha Moreira
ciaes dos dous batalhes all aquartelados, afirn de no posto de lenente-coronel, vencendo o respecti-
assim acontecen no Rio da Prata desde o dia 14,
era que o fado foi alli condecido.
Parece-nos de interesse para o paiz que entre
nos se conhega como a e>te respeilo se tem mani-
festado a imprensa amiga do Brazil.
A .Yiiciio Argentina, gazela de lluenos-Ayres, na
sua revista para o exterior exprime-so nestes ter-
mos :
A destiluigo do ministro extraordinario do
Brazil, o Sr. Paranhos, que linda sabido conquis-
tar a estima de todos pela maneira feliz e sabia por
que lerminou a questo oriental, sorprendeu des-
agradavelmente as popubcoes das duas margene
do Prata, e assim a imprensa de Montevideo como
a de Buenos-Ayres nao poupam elogios a este ho-
rnera de estado, no qual umitas pessoas vm
hoje a victima de urna intriga de gabinete. >
A Tribuna de Montevideo, de que principal
redactor o secretario do general Flores, em artigo
anlogo diz o seguiote :
o acontec monto 'que mais tem proecupado a
atlengao do publico durante os pnmeiros dias da
quinzeoa, a deslituigo do Sr. conselhiro Para-
nhos, destiluigo que mnguem esperava e que sor-
prendeu a lodos, produzindo um desagrado univer-
sal entre os partidarios da paz, que conslituem a
maioria absoluta do paiz.
A Tribuna publicou, extrahidos dos Diarios
do Rio de Janeiro, una luzida collecgo de artigos
escriptos pelas pennas mais habis da corle do Rio
de Janeiro, todos tendentes a justificar o corapor-
tamenlo honroso e leal do Sr. conselhiro, e a elo-
giar a hbil poltica que desenvolveu no intuito de
dar urna solugo pacifica a questo, salvando (Ile-
sos os interesses recprocos da Repblica e do Im-
perio, sem augmentar o acervo de males que era
preciso fazer cessar, e aparando por meio de um
golpe altamente diplomtico todas as emergencias
que leriam podido sobrevir, se a guerra nao hou-
vesse terminado com a pacificarlo de 20 de feve-
reiro no Unio.
< A attiiude assumida pelo partido de opposicao
no Rio de Janeiro j tem sido apreciada com jus-
liga pelos homens sensatos, tanto aqu com alli; e
as continuas e nolaveis manifestagoes que era pu-
blico e particularmente tem recebido o Sr. Para-
Bbes, nao sao seno o principio de sua justificarlo,
que esperamos alcance com vantagem, lo depres-
sa se Ihe depare o momento de roclama la de sens
coocidados.
O povo de Montevideo soube ser agradecido e
justo, e fez o Sr. Paranhos objecto de urna
. alguos trechos :
O governo imperial prevalecendose de urna
; poltica insana e de circunstancias dignas de las-
; tima, provocou as nossas armas luta, sera que
i para evita-la fosse bastante todo o esforgo, mode-
I rago e espirito conciliador do meu governo___
Os motivos do rompimento das nossas relaces
com o imperio do Brasil e do estado pouco cordial
em que se acham ellas com o gabinete argeolino,
sao os sangrentos aconleclmentos que hojo enlu-'
tara a Repblica Oriental do Uruguay e ameagara
deslocar o equilibrio do Rio da Praia....
A' repblica do Paraguay, qual ero pela
importancia que iiuha conquistado por seus cens-
uales esforgos, era pela sua seguranga e vida
ioterna e externa, nao era dado prescindir do
princjpio do equilibrio des poderes do Rio da Pra-
ta, nao podia ver com indifferenga os successos
que all se preparavam, fez quanto eslava da sua
parte para precaver to grandes males, j solici-
tando amistosas explicages do governo argentino,
para desvanecer os recejos do governo oriental sobre
a sua neuiralidade na guerra intestina que o devora-
vaja offerecendoa sua mediacoamislosaaoimpeno
do Brasil, para o ajuste pacifico das suas desaven-
gas com a mesma Repblica Oriental, ameagada
com a presso de urna esquadra e nm exercito de
Ierra.
< A effuso de sangue nao pode comtudo evitar-
se, porque, infructuoso o offerecimeoto de media-
rao, o imperio do Brasil bem depressa declarou
que a questo das reclamagoes por dainos e Dre-
juizos datados de doze aonts atrs a confiava s
forgas navaes e terrestres para que execulassera
represalias, e coro esle norae se tem feilo a guerra
que hoje afflige aqueile paiz.
Resolugo Uo grave nao foi communicada ao
governo desla repblica, cuja amistosa mediacao
acabava de ser Iludida como nao necessaria.
Al enlo o governo da repblica esperava
que melhor aconselhado o de S. M. o imperador,
Ihe oflerecerla explicages honrosas que aqnietas-
sem os serios leroores que nulna pela conservago
do equilibrio dos estados do Prata, base da prospe-
ridade, tranquilizado e respeitabilidade destes pai
zes, e assim o notificou n'uma formal declarago
ao governo imperial, mas este acto solemoe foi
tambem intil, e aquello governo, menoscabando
o da repblica, procedeu oceupago o conquista
do territorio oriental___
Razes militares e polticas e a seguranga das
nossas fronteiras do norte aconselharam ao gover-
no a immediata oceupago de parte do territorio
de Matlo-Grosso, que o imperio tinha usurpado
repblica, com injuria de todos os direitos que Ihe
asslstem pelo descobri ment, pela posse e pelos
tratados, accumulando-se nelle grandes recursos
militares, para executar novas entradas ne territo-
rio nacional.
t O governo ordenou a oceupago d'aquellas co-
marcas, e as expediges militares Que alli se tm
empregado lem sido occasio
nossas armas, e de prova para
bravura....
Na previso de um conflicto quo podesse sur-
gir com o imperio do Brasil pela nossa (rooteira
de leste, e uo desejo de precaver todo o motivo de
desavenga com a Repblica Argentina, e de abun-
dar ainda em provas de consideracao e respeilo
para cora o povo argentino, o meo governo pondo-
se cima de justos resentimenlos, solicitou o bene-
plcito daquelle gabinete para transitar pelo ter-
ritorio de Corrientes, quando os successos da guer-
ra a isso o obrigassem, mas nao smeote acaba
elle de recusar esie beneplcito, ao mesmo tempo
que protege a acgo do Brasil franqueando as suas
aguas esquadra e exercilo imperiaes, mas at
eslende esta negativa ao territorio nacional das
missoes orientaos do Paran, reclamando urgentes
explicages sobre a presenga e Qns das nossas for-
gas por aquella parte....
Agora vem o governo solicitar a nossa sobera-
na declso e a norma para o procedimenlo que
deve ter era to grave emergencia.
Logo no dia seguinle o congresso conferio o grao
de marechal dos exerciios da repblica com o sol-
do de 20,000 pezos ao presidente Lpez, que sup-
puohamos j ser em sua Ierra quanlo pode desojar
um soberbo mortal.
Foi pathetica a scena em que o congresso discu-
tio se convinha ou nao solicitar que o nosso e orn-
eo marechal nao se ausentasse da capital para
pr-se frente do exercito expedicionario contra a
provincia do Rio Grande do Sul. Decidise afiual
de gloria para as
a sua disciplina e
por termo a tao dolorosa idea, com a declarago
. i que fez a elevada personagem de que bao poderia
ffffSEpu,ar'que ,eve lugar em a D0Ule de i SKScinSS, "SL&IS ?S&
Sr. Paranhos foi tambera objecto de Mtt "' ""'"JW535? sua vonlade, e esle em
prova de reconhecimento da parte de un dos pri- 2K?, Sn2? P"'"'0 ffi?J5? ofl9re"
meiros horneas que mais figuraran) na pacificago cesnsf7m ?,*"p,* e v*r,a. condecoragoes.
a f.Q, v Dizia-se que o generalsimo voltara soa idea
de fevereiro.
de
O almirante Chaigneau, o dolo da populago I ZJE!!2S!5,& 3^ "* eSle m se apres-
franceza m Montevideo, a cujo esforgo se devem Uva u,n exercit0 de 30>000 homans-
em grande parte os bneficios da paz de que go- Esta noticia merecen atlengao ao governo argen-
zamos, Ihe diriga urna carta cheia de eloquencia, I tino, ameagado de ver invadido o territorio de Cor-
de justigae desse bello senlimento que rospira ao; rientes, e tratado na Assumpco como inimieo e
coragao francez debaixo de todos os climas, debai- alliado do Brasil.
xo de todas as atmospheras a fidalguia. Essa
carta constitue urna pagina gloriosa na vida publi-
ca do ilustre conselhiro, victima por um momen-
to da oveja e da deslealdade.
O Sr. conselhiro Paranhos parte no prximo
paquete. Em sua viagem acompaoho-o as bengos
e a gratido de um povo que nao pode nem deve
duvidar dajusliga do primeiro povo liberal do
continente sudamericano. >
O Estado Oriental continuava em soa nova mar-
cha de regenerago, sendo o general Flores o alvo
de repetidas demonstrarles de syrcpatteas popu-
lares.
Publicou esle general dous memoraveis decretos
Dado esle caso, a allianca do imperio e da rep-
blica Argentina era facto geralmeote aceeilo, e pa-
rece que o governo de Buenos-Ayres te inclloava
a prevenir os aconlecimentos, pondo-se de accordo
com o do Brasil.
Os emigrados paraguayes querem mover-se, e
mandaran) a esta corte dous emissarios, os Srs.
Decond e Machain, que devera chegar a bordo do
vapor de guerra Paraense, que por este motivo, ao
que parece, recebeu ordem de partir a loda a pres-
sa, e effeclivamenie devia largar de Montevideo no
dia 30 do passado.
O governo argentino, vista das ultimas amea-
gas do Paraguay, publicou as notas trocadas sobre
com dala de 17 de margo. Pelo prhneiro declarou i o pretendido transito por Corrientes.
martyres da liberdade e da patria os assassinados Das repblicas do Pacifico havia no Rio da Prata
de Quinteros, mandou fazer-lhes exequias poblioas noticias at 2 de margo.
e levantar-lhes nm monumento fnebre, e conceden ] Estabeleclda no Per a paz eom a Hespaoha, iam
s yiuvas e filhos menores des mesmos o sold por' pouco e ponco serenando os nimos, nao contentes,
inteiro da patente de seas esposos e pas; pelo se- ma< resignadas. Anexar disto dizia-se que havia
gundo.jronsid erando que o julgameoto do crime de revolugao latente.
que forao victimas aquellos homens, deve assumir Creseiam es rameras de que a esquadra bespa-
toda a magesiade de um juizo nacional em que a nhala se dirigira agora s aguas do Chile a pedir
imparcialidadaiaao nossa nem remotamente ser sus- sasfagoes pela attiiude assnmlda por aquella re-



Diario de Prm mil noo Sabbado 15 de Abril de 185.
publica dorante o conflicto com o Per. Nao pasl
sava comiudo isto de mera conjectara.
Da Boliviarefere-se :
A 2 de Janeiro o, esquadrao Sacre, cooracerros
da guarda, pronunciouse proclamando chtfe su-
premo da oacao boliviana- o generad Melgarejo.
A 23 do mesmo mez enlrou em Potos o general
Snchez com a divisao do seu commando, tendo
destacado um piquete para preadfcr o general Ve-
lasco Flor.
Fugio este ao aproximar-se a *opa, levando, se-
gundo dizem, os fondos da casa a rnoeda.
Os Estados Unidos da Colombia fcavam tran-
quillos.
Pelo simples facto de terse -asylado em Costa-
Rica o general Barrios, o goveroo de S. Salvador
Asslm abalou elle a populadlo intelra. A roa
esteve obstruida por minios centenares de pessoas
at adianlada noite, ao passo que oulro grupo nao
multo menos numeroso rodeava o suspito assassi-
no assim iue foi preso, e segoi 3-0, vociferando Ihe
mais- de un vez ameagas de morto/at1 recolhldo a
cadeia.
Para Uso nao concurra pouco a pessoa com
quem se dava o caso, Maciel quisi louco de dr,
desmirado de angustia, achava nessa mullido
compacta o cbo das numerosas sympathias que-
goza o seu carcter servical, dedicado, aberto, c ae
longas relagoes que tem e sabe conservar em todas
as classes com invejavel igualdade de genio. Da
vam-se as mos o horror de crime, o intersse que
inspirava a desditosa victima e as affeiges que
cortou por um decreto as relagoes de toda a espe- cercara seu malfadado consorte para dar a este ru-
cie com aquella repblica. Nao se tratadas siin- nebre successoproporcSes gravissimas.
pies relagoes diplomticas, mas cartas, mere* do- Na mesma folha com a dau de 25 encontram-
rias, passageiros, tudo quanto procedesse de Costa- se sobre o mesmo assumpto as seguintes informa-
Rica ficoo interdicto. os contraventores ameaca-
se com a pena de seis mezes de trabalhos forgados
com grillieta atfmistrativamenle applicada e semen-
t commutavel por incapacidade phvsica.
6-
Eslao nomeados bispos : para a diocese do Rio
de Janeiro, o bispo da Diamantina D. Joo Antonio
dos Santos.
Para a diocese da Diamantina, o padre Joao de
Santo Antonio.
Para a de Pernambuco, o padre Manoel do Rcg3
Medeiros.
-m ti ig**- i
Por S. M. o rei da Suena e Noruega foram agr
ciados os Srs. :
Fr. Gamillo de Monseirate, bibliotecario da bi-; le* /requemes entrevistas com o negro preso.
goes
t A polica tem sido to activa como bem soc-
cedida as diligencias a que deu lugar o brbaro
asssassinato da infeliz consorte do Sr. Joao Pereira
Maciel.
c Hontem de manhaa cedo foram feHas difieren-
tes capturas.
A's 11 horas do dia o Sr. Dr chefede polica
proceden a auto de perguntas na sala publica da
radea e do que consta delle resultan) j gravissi-
mos indicios contra o preto preso de que fallamos
hontem.
Pareee que urna viuva, de proceder mais que
equivoco, foi a mandante desse horrendo crime.
Pelo menos inconte?tavel que essa desgranada
bliolheea nacional e publica da curte, com o hab
to de cavalleiro da ordem real de Wasa da Suena.
Dr. Francisco da-Silva Calero, medico residente
na provincia do Para, com a commenda da ordem
real de S. Olavo da Noruega.
lnformam-nos que o Sr. Dr. Calero foi tambera
leito membro da Sociedade Medica da Suecia, e
tjue a Academia das Sciencias do mesmo reino vai
dirigir-lhe com a sua medalha orna carta de agr
deeimento.
Foi apresentado o padre Francisco Rodolpho de
Medeiros na igreja parorhial de S. Francisco de
Paula da provincia de Minas, bispado de Ma-
riauna.
-7-
Por cartas imperiaes de 5 do corrente foram no-
meados :
l. vice-presldente da provincia de Sergipe, Da-
niel Accioli de Azevedo;
S.* vice-presidente da mesma provincia, Jos
Lourenco de Magalhaes;
3." vico presidente da provincia de Minas-Geraes
Frederico Augusto Alvares da Silva ;
6.a vice-presidente da mesma provincia, Roque
deSouza Di es ;
Passou de 5." para 3. vice-presidente da mesma
provincia o bao de Prados.
Foi exonerado de vice-presidente da provincia
de Sergipe, Francisco Liberato de Mattos, por ter
. mudado a sua residencia para fra da dita pro-
vincia.
Por decreto de 22 de marco ultimo foi exonera-
do a seu pedido, o conselheiro Angelo Maniz da
Silva Ferraz, de membro da commisso que tem de
laminar o prsjecto do cdigo civil do imperio, t
nom.-ado o conselheiro Jos Carlos de Almeida
Aras.
Foi concedido o titulo de conselho ao Sr. Joa-
quina Ttiomaz do Amara!, director da secretaria de
estado dos negocios estraogeiros.
8
Enlrou hontem dos portos do sul o vapor Geren-
te com dalas de Porto-Alegre at 30 de passado,
Rio Grande 1 e Santa Camarina 3 do corrente.
No dia 2G do margo chegara a capital da provin-
cia de S. Pedro do Sul o 1 batalhao de voluntarios
da patria, sob o commando do Sr. lenente-coronel
Menna Brrelo.
0 Jornal do Commercw de 28 noticia o seu des-
embarque nos seguintes termos:
c O batalhao desembarcou no trapiche da alfan-
dega no meio de um extraordinario concurso de
povo, que accorrera a ver destilar essa columna de
bravos e delicados Brasileiros.
t Depos de ter-se formado por traz da alfande-
ga seguio pelas ras da Praia, de-Braganca e da
Ponte at o quarlel da praga da Independencia, on-
de aljou se.
t O corpo traz 600 e (antas pragas, deixando en-
tre doentes e a 2a companhia que nao teve lugar a
bordo dos vapores, 150 pragas, que devem breve
reunirse a seu respectivo batalhao.
< Hontem de manha roanobrou o batalhao na
Varzea desta cidade, e para o pouco tempo que tem
de exercicio, sempre interrompido por marcha?,
apresentouse em um estado superior a especta-
tiva.
Este estado, que to bem demonstra o acert
de S. M. o Imperador na escolha de sen bravo e
distincto commandante, tambem altamente lisoo-
geiro para a dedicago de sua oficialidade e pragas
do mesmo batalbo.
Coosta-nos que sua demora ser curta nesla
cidade, mas nao tanta que tire a populacao o en.se-
jo de manifestar Ihe o apreco que lodos os Brasi-
leiros consagrara a essa columna de bravos.
No vapo; Apa Imha chegado o resto doste corpo,
que devia seguir brevemente para o Rio Pardo e
de l para S. Borja.
Chegar tambera a Porto-Alegre o Sr. tenente-
general Cadwell.
O Sr. baro de S. Gabriel eslava em Rio-Pardo.
O Correio do Sul noticia nos termos seguintes um
alternado horrivel perpetrado no dia 23 do passado
c que encheu de consiernacao toda a populacao da
capital da provincia:
t A cidade estremtreu bontem a noticia de um
crime to brbaro e audaz como incoraprehen-
sivel.
t Eram Ave-Manas; g Sr. Joao Pereira Maciel
saina de casa para um servigo urgente, brincando
e rindo rom sua joven consorte, menina de 16 an-
nos, e noiva de 28 das.
A joven sahia a janella para o seguir com a
vista. Urna irma della travara-lhe a cintura, e de-
.brucava-se com ella, folgando e rinde dos seus Ju-
venis amores.
A moca era linda, ingenua, affavel, dada; brin-
cava-lhe o prazer por entre os cilios, e dos seus la-
bios curados deslilava-se em risos de anjos a sua fe-
licidade.
Ifesse momento, na ra de Braganea, dez bra-
cas cima ao cruzaraento da da Ponte, quando em
cada janella assomava-se urna cabeca, e a cada pas-
so crosava-se urna pessoa, um hemem baixo, de
chapeo desformando, enfiado em um ponche esar-
rapado e velho, mette a cara um trabuco contra a
gentil senhora, e desfechalhe um tiro instantneo,
rpido como o pensamento.
O estupor foi geral.
As dnas megas irahara cnido abracadas, como
tinhara se encostado a jauella; porm o que n'uma
era o d"-maio do susto, na outra, na pobresinha
joven sobre quera se esfolhavam ainda as brancas
flores da cora de noiva, era a raorte fulminada
pelo mais brbarodelicto.
Tres ou quatro balas tinham-lhe quebrado o
braco que tinha por diante apenando a mo da ir-
ma e compaoheira, indo-lhe abrir duas enormes
brechas aos peitos, e sobretudo urna immensa sobre
o seio direito.
O assassino parti a correr pela ra da Ponte,
lado direito, subi pela do Rosario, enfiou o becco
do Jacques, e por ahi perdeu-se a grita popular que
0 persegua.
Quera era elle porm ? Donde veio o golpe ?
Ha quem pense haver conheeido o assassiao,
(indicando um prele qu se chama Venancio, escra-
vo do Sr. Joaquim Francisco Cidade, e que foi non-
tem mesmo preso.
Ha quera julgue ter ouvido a urna parda, cojos
pignaes apnntam, dizer aquelle .agora, agora qtte
ella est na janella.
Mas a polica, que acudi iauntaneamnle ao
sin.-tro, que pozem campo immeaiaumenle urna
torca imponente cercando todo o becco do Jacques
e mandando sabir diversas diligencias, nao tem por
ora dados nem indicios que a guien ao labyiintho
de ideas que suggere necessariamente um aconteci-
inento desle.
< Nao ha nada que poasa inculcar ama vingan-
ca; nada que a autorisasse ao meaos.
c Maciel um homem leal cavalheireseo, que
tem sido mo para si e jamis para os outros,
quando um rancor o seguisse, nunca ponera ser,
nunca, daquelles que vo* ferir a'ttm amor trium-
1 liante as raiva ie urna paixo despresada.
A imaginacao perde-se, portante, nos horrores
desse chine sem causa, anteo sorrso que ainda
paira nos labios lvidos daquelle cadver de moca,
ante a impvida audacia desse alternado.
Um criada dessa mi-eravnl mulher, a parda
Frmina, declaron que alguma vez ouvira a ama
resentirse do casamento do Sr. Maciel ; que o ne-
gro Venancio, o preso, ia ltimamente com fre-
quencia conferenciar com aquella, bem que ella
nao Ihe onvisse nada, nem assisiisse a snas conver-
saco^s nnoca. Reconheceu o preto como sendo o
mesmo que frequentava a casa; e disse que este
Ihe pedir ante-hontem qne fosse-o esperar praca
da Independencia para Ihe ir mostrar nao a casa,
mas a mulher do Sr. Joo Maciel. De l vieram
pela roa da Ponte, veslindo elle um capote de sol-
dado com as mangas solas, caifa branca e o cha-
peo de panno desforrado. Chegando a esquina da
ra de Braganea designou-lhe ella a moca, deseen-
do d'ahi em direcr;o ra Nova, em quanto o
preto suba pela de Braganea. Mementos depos
ouvia ella o tiro, e ao mesmo tempo vozes de haver
sido o Venaocio quem matara a mulher do Sr. Joo
Maciel. Nao Ihe vira, porm, arma alguma nem
maliciara nunca do ebjecto das conferencias da
ama com o preto, e menos do pedido deste para
Ihe mostrar a moga.
O Sr. capitb Ricaldes, que o negro dera para
testemunha de suas ocrupacoes no da do homici-
dio, fez orna declaracjo tremenda. Em vez Je
confirmar o que o preto tinha dito, ds*e que este ,
Ihe apparecera ante-hontem pedindo-lhe um sacco *uez,a de h- tirocinio de Raqui,
r.".r-, ACA/Wkjlai* nv n-in/.i.. A* .-, ,1.1 >, .1. nna en WTO. I ^- t-UO, 6 O
e Castro completa estes i nucios, amaneando ha-
ver-se achado e fallado com o indignado atsassino
instantes depois do crime na roa da Otaria, alm
da esquina do becco do Jacqu*, iodo aquelle sem
chapeo, em mangas de camisa e com um lenco
amarrado na cara.
c Tudo indica, portante, que a polica poz desta
ve* a mo oerteira em cima dos criminosos ; po-
effectlvos ns. 19 e 20, cuja torca nao posso.de collega Jos Gomes Moncorvo de Camino para,
promplo tuformar a V. Eic. ua forma da le,, recitar na occaso da.coJlacao do
Klz tarabem d aqu marchar para aquelle pon- grao o discurso de agradecimenlo Facufdade.i
to o corpo provisorio n. 26 com 200 pragas. < Hontem (8) in 3 horas da madrugada sabio o
ltimamente dei ordem para este corpo reco- vapor francz Goncalves Marttns em soccorro do
Iher-se a esta cidade. patacho nacional aorta, que se suppunha naufra-
Do corpo provisorio n. 16 devia de seguir al- gado ao norte da ponta|de Itapoan.
. guma forga com a cavalhada que tive de remetter O vapor voltou trazeodo a reboque desarvo-
r r rlS 1 1 ri;qtt8 0! parao exereito a requlsicio do ebefe da ansio rado o patacho, que vinha do Ara Slr^r? SS"? rB?clh?.a ,s Pr"r'eiros in- especial segurado tambera o commandante delle, o provincia de Sergipe, com carga de asscar.
major Jase de Oliveira Bueno, que tambam o A' bordo delle eslava a tripolaeao da barca
commandante daquella frontaira. portugueza Boa Esperanqa, naufragada no banco
t Tenno deliberado, se V. Exc. concardar, roas- da Torre, em viagem de Lisbo para este porto,
dar dispensar o Corpo 19, Picando so all o 20j al com carregameoto de carvo.
Effectivos
-Esto nesta fronteira
. s :
Provisorios n. la com 271 pracas.
> 24 > 403 >
o 14 272
.28 230
bronteira de Bag. Provisorios n. 12 com
201 pracas.
Provisorios n. 1.4 com 403 pracas.
Effectivos n. 46 com 300 pragas.
Effectivos n. 47 com 200 pragas.
Deve estar em marcha, se que j nao est era
Bag, o provisorio a. 2o-com 271 pragas.
Todos estes corpos, e outros que esto se orga-
do
dicios da voz publica, e, aproveiundo-os com sum-
ma diligencia e actividade, conseguio a captura do
atroz homicida a quera a cidade deve to revolan-
te crime.
O. m i ** Ul|IVH,'U| W l Ul U presidente da provincia chegou ao Rio-Grando i voltar a forga que foi legar a eavalhad
no da 27, passou all revista ao 5* batalhao de vo- t Fronteira do Jaguaraa.Eso ne>
lunianos da patria, e voltou para Pelotas a 28. os seguales corpos
O Diario^ dando noticias de SanfAnna-do Lista-
mente de 16 do passado, diz :
Haviam chegado alli o 10 batalhao de infan-
taria, o corpo provisorio do commando do tenenle-
coronel Sezefredo, e corpo de voluntarios de MSs-
s5es, que se de&lingue por trazerem as pracas uraa
fita encarnada no chapeo. Com esse auxilio sobe a
3,000 homens a torga estacionada naquelle ponto.
Diz urna de nossas cartas :
Tera-secomprado rauita cavalhada paraos cor-
pos, mas com tal escndalo que urna vergonha.
Actualmente o melhor negocio, por que, cuitan-
do os cavallos 4 ou 6, e mesmo 8 patacSes quando' nlsando, formam a se'guda divso ao mando
muite caro, sao vendidos para a naco a 20J, mee- coronel baro de Jaeuhv.
da nacional. Notando se mais que os agentes on asta dviso organise'i para guarda e defesa das
raercadores sao todes homens de influeucia e de fronteras do Jaguaro e Bag, as quaes deliberei
jHtirMtismo. que flcassem sob o mando do referido Goraraan-
O Echo Gabrielense de 19 d a seguate noticia danle da divisao, dispensando por isso os coraman-
: dantos especiaes que eram exercdos na fronteira
Empenhados em levar ao dominio publico os de Jaguaro pelo coronel Vargas na dj Bag?
actos patriticos ou humanitarios que se do neste pelo coronel Lucas d Lima,
lugar e municipio, registramos sempre com prazer
aquelle que vem ao nosso couhecimento.
< A imprensa cumpre um agradavel dever e des-
pena estmulos para que apparegara novos actos
merecedores de encomios.
Nao deixaremos, pois, passar em silencio a
humanitaria tarefa de que se incumbirn! as Exmas.
Sras. baronezas de Cambaby e S. Gabriel, e as Io
Exmas. Sras. esposas dos Srs. brigadeiro Gama e'
coronel Tristo.
a Essas senhoras se encarregaram de alimentar i
as familias pobres daquelles guardas nacionaes des-
la cid ide que marcharam para a campanha, e ao;
Por causa do mo tempo arribaram :
No dia 9a lancha Linda Flor, que no dta 7
linha sahidoSpara Porto Seguro, e a lancha D. Ma-
ra, da CoUnguiba.
a No dia 10o brigue Damo, que tinba sahido
para Pernambuco no da 9 j por causa do mo
{tempo, e de Ihe ter morrido um mannheiro, que
cahira de um mastro.
< Sumaca Bella Carolina, que sahira para Per-
nambuco no da 9.
* Patacho Janota, que sahira para Estancia
tambera no dia 9.i
Hontem (10) foram despachados para Son-
tharapton pelo vapor inglez Oneida, 220 oitavas de
diamantes.*
t Sobre Londres-90 d|v, 23 7|8 e 26 d.
? Pars363 rs. por franco.
Hamburgo673 rs. por m. b.
Lisboa e Porto98 a 102 por cento de
preraio.i
Fronteira de Quarahy.Ksto nesta fronteira os
seguintes corpos
t Provisorios n. 3 com 403 pragas
> .17 403
> 18 > 403
> 21 403
> > 27 > 403 >
batalhao provisorio > 408 >
No da 19 do passado (fevereiro) marcharam
para esta fronteira:
c O provisorio n. 19 da Cruz Alta,
t O esquadrao n. 8 do Passo Fundo.
No dia 26 do mesmo mez marchou desta ci-
qae nos consta se desvelara para que nao Ihes falte, dade o provisorio n. 14 com 403 pragas, com di-
o preciso para essa primeira necessdade da vida.; recgo a Bag, para dalli seguir de proteegao ao
t A cardade urna vmude, e por isso mesmo 12o batalhao de linha, que raandei que marchasse
que sao poucos aquel les que a p aticain, registrara- para Quarahy.
se com prazer os actos que levara o cunho de tao < O i0 batalh
bello e nobre entimento.
batalhao tarabem j est era Sant'Anna,
e com elle flz marchar o corpo effectivo de S. Ga-
briel (n. 26) com 430 pragas.
Mandei que fossera para aquella fronteira oito
bocas de fogo que estavara era S. Gabriel, guarne-
Jos i C'Jas por a,8tHDas Pl'4gas que all houvessem, e
para esconder nm capote de soldado, que se vexa-
va de levar no brago. Que em lugar de Ihe em-
prestar o sacco, Ihe estranhra o inexplicavel ve-
xame de levar o capote vista -. mas que iodo-se o
negro embora, voitra dahi a pouco, reiterando o
pedido do sacco. Ainda ento foi mal succedido,
offereceodo-lhe o Sr Ricaldes jantar ; mas este re-
cnsou, dlrendo que nao tinha appelite, per que de-
via fazer essa tarde urna diligencia ; e como o ca-
pito He redarguisse que nao sabia que tosse elle
soldado ou agente da polica, esquivou a resposta e
foi- se embora. Apreseotando-se-lhe o trabuco com
que foi perpetrado o crime, > que o assassino arre-
messou fugindo,reconheceu-o logo como sendo seu,
acrcescentaudo que o crioulo Venancio lu'o roub-
ra ha lempo, descobrindo-o afioal em casa de um
armeiro, |a quem levra-o a concertar aquelle.
Deu sobre esse facto muitas e minuciosas noticias,
e entre outras, que o preto Ihe dissera ter experi-
mentado o trabueo j n'uma pessoa, porm que nao
prestava por que erra va.
t Urna meaioa de 10 annos de ida Je, filha da
indiciada, ingenua e simples como urna crianga.
assim que vio o negro conheceu-o, dizendo que ia
muitas vetes a casa brincar rom seu mattlnho.
Oulro tanto aconteceu com urna visinha daquella,
que, hesitando ao principio, assim que obrigr.im-
a a cobrir se reconheceu o preto como o mesmo
que vira entrar por vezes em casa daquella.
t Um crioulo de 13 ou 17 annos, escravo do Sr.
Joo Eslacio, nao so reconheceu o preto Venancio
como a parda Frmina, referindo que os vira jun-
tos rondando a casa do Sr. Joo Maciel; isto, po-
rm, nao no dia do assassinato, porm sim na ves-
pera.
lima prela moradora ra da Ponte, nao po
dendo ver a cara do assassino quando passou fu-
grado depos do assassinato, comSecea-o com tudo
pelas pernas arcadas, relacionando-lhe o trajo nos
mesmos termos em que o descrevera a parda, dan-
do alias todos os signaes com singular firmeza e se
guranga.
A indiciada, de nome Amelia Accioli, moga
Pernambucana, viuva, de 28 annos de idade, mo-
rena, bem parecida, elegante, de olhos lindissimos.
e agradavel continente, respondeu com bastante
sangue fri, negando com firmeza que conhecesse o
crioulo Venancio ; que houvesse lido com elle con-
ferencias nem entrevistas nunca ; que tivesse ha-
vido entre ella e o Sr. Maciel outras relagbes que
as de proenradnr para sua cliente ; que fra-lhe,
por tanto, indiferente que este se casasse on nao,
e nem conhecia a misera menina assassmada ; aca-
bando por dizer que bem poda ser que a filha e a
criada fossem mentirosas, quando se Ihe perguntou
se acaso tinham esse victo.
t Idntico expediente adoptou o crioulo Venan-
cio, negando absolutamente ludo, desconhecendo o
trabuco, assim como o chapeo, que muita gente Ihe
Por decretos de 3 do corrente mez foram no-
meados :
Cavalleiros da ordem de Christo, o padre t
Coriolano de Souza Pas*os, parocho collado da fre- !'*./?. P artfices, que veto ltimamente
inio de Itaqol, na provincia de ,, ...
1'cirurgioDr.TristaoHenrtquesda ,1uMa-n^1 oe marchasse tambera o capitao de
Osla; e cavalleiro da ordem de S. Bento *e Aviz "',"* Sampa,i para ***** alguns guardas
ol teneote da armada Joo Moreira da Casta naci0Daes,.flra de completar-se a guarn.gao das
Lima.
Foi concedida a penso anoual de 2405, depen-
dente de approvago da assembla geral legislati-
va, ao guarda nacional Joo Avelino Pereira, que
perdeu o brago direito na occasio das! salvas que
tiveram lugar o dia 13 de dezembro ultimo.
Por portara do mesmo dia 6 foi norpeado capel-
ln cantor da capella imperial o clrigo tn minori-
bus Verissirao Jos do Bom-Successo. '
2 batalhao
pragas.
ditas oito bocas de fogo.
Fronteira de S. Borja. Existem nesta fronlei
ra os seguintes corpos :
Provisorios n. 10 com 403
11 271
> > 22 403
23 403
28 300
italho provisorio 408
O corpo effectivo da Eocruzilhada tem ordem
d, ^..^. a a a 'de msrehar para Quarahy e o n. 3 do Posso Fun-
Por decretos de lo de margo prximo passado 0 para g Borja.
foram nomeados : t Para'guarda e-defesa das duas fronteras or-
Inspeclor da alfandega do Rio-Grande do Norte, I ganisei urna divisao com duas brigadas ao mando
Thomaz Antonio Ramos Zany e da do Ptauhy, do brigadeiro David Ctnabarro. Hje, com a
Francisco Martitts dos Santos. nwior reuoio de torgas naquella fronteira, ha de
I or decretos da mesma data e de 3 do corrente ser precJso criar mais brigadas, e sobre isto
toram derailtidos o inspector da alfandega do Rio aguardo as InformagSes e o plano de V. Exc.
'.rande do Norte Joaquim Candido Pessoa de Sei-1 QUato a cavalhada, s posso informar que
xas, o da do Piauhy Ernesto Augusto de Arlraydeeiforarn autorisartos os respectivos commaodantes
o ajudante deste Prudencio Jos Botelbo. de divSa0 para comprar a que julgassem ser pre-
. i. i m ni eisa para por todos os corpos em estado de com-
Por decreto de 31 de margo ultimo foram trans- P|ela mobilidade, e creio estarem todos os corpos
feridos para a 8' companhia do 8 batalhao de o-1bem ms. o
fanlaiia, e capiao do deposite, Joo Carlos Galhar-! Sr- presidente da provincia, tendo chegado ao
d, e para a 3* companhia deste batalhao o capilao R, Grande no da 27, passra revista ao 3 corpo
daquelle, Joaquira Cardoso da Costa. de voluntarios d patria, aquartelado no novo edi-
Por decretos de 3 do corrente concedeu-se jab- liC10 da saD,a casa da Misericordia daquella cidade
lago, cora o respectivo erdenado, na forma do dis- e Partir no dia seguinte para Pelotas,
posto no final do art. 27S do regulameiito approva. Carlas de Ba? noticiam haver o Sr. general
do pelo decreten. 3,083, de 28 de abril de 1863, ao! NeUo dissolvido a brigada do seu commando, li-
lente calhedratico da escola central Dr. Jos Jo-
quim da Cunha, e bem assim a demisso qne pedio
do serviga do exercilo o 2 cirurgio do corpo de
saude do mesrao exercito Dr. Antonio Al ve Gu-
mares. t
Foi reformado, na conformidade das dispdsigss
do 1 do art. 9 da lei n. 648 de 18 de agosto de
1832, o capito do corpo de guaroigo da provin-
cia de Minas Geraes, Joaquira Jos Moreira de
Mendonga, visto soffrer molestia incuravel que o
torna incapaz do servigo.
Princtz
cenciandoa at segunda ordem.
A dissolngo reaiizara-se em Caraguat, segura-
do para Queguay o Sr. general Netio, de onde
partir par Montevideo e depois para esta corte.
< No vapor de guerra nacional Paraense, entra-
do hontem de Montevideo, vieram, em commisso
dos emigrados paraguayos, os Srs. Decood e Ma-
chota, com o tim de solicitaren! do governo impe-
rial permisso para organisarem urna legio de
emigrados, com o proposito de ceadjuvar a exped-
gao do exercilo brasileiro.
O embarque da tropa que tem de seguir para
o sul effecluar-se ha domingo tarde, no arseual
Consta-nos que es vapores Apa, Prineeza e Im- e marinha
peratrtz recebero tropa amanhia a tarde; e segui-; Chegaram procedentes de Pernambuco, a 2
rao segunda-te.ra para o Rio Grande do Sul. do correm*e> a au Aguia> 13 dias> 0 pa.
tgmmgfmmm tacbo Pluto, cora 13.
nunin nr ItrntilRiniinn Sahirara para Pernambuco: a 4, opatacho
D ARIO DE PERNAMBUCO ^^5e500^^0/^?.
Wlfl'"v ***" "''"""iwww j b0 /orna dft commercio transcrevemos as
_ 1 seguintes noticias commerciaes :
Temos a vista jornaes do Rio e Baha,ttrazidos < Cambio.Indurado pequeas operag5es effec-
pelo vapor nglez Onetda, alcangaodo: do primeire toadas hoje sobre Londres a 23 3/8 e 23 3/4.d. e
a 8 e da segunda a 12 do corrente. : Franga a 372 e 373 rs., sommam os saques fecha-
Sob a rubrica Interior vo as noticias de mais dos pelo paquete inglez Oneida .
importancia; alm dellas s encontramos dos jor- j Sobro Londres f 6i0,000a 25 li2
reconhecia no entaoto, e affiangando nao conhecer, naes o que segu : 3/4^ 2a 7/8, 26 e 26 1/8 d.
a viuva Amelia, a parda nem pe.-soa alguma das; Ro de janeiro.Pelo ministerio da marinha bai-, c'Sobre FraBga 1,000,000 francos a
que o tinham increpado. Todava, impertobavel xaram os dous presettes decretos : j 373 rs.
23 3/8, 23
370, 372 e
PERNAMRUCO.
ante-hontem ao ser apachado e conduzido cadea,
hontem j se mostron mais de urna vez trmulo e
confuso, e acaso menos convencido do poder sobre-
natural que candidamente se atlribuia, dando-se
com ingenuidade o titulo de feiliceiro.
Cousta-nos que o processo deste espantoso cri-
me foi commettido ao Sr. juiz municipal Dr. Emi-
lio Valentim de Barros; e cora os dados que feliz-
mente obteve j a boa diligencia e zelo dos Srs.
Dr. chefe e delegado de polica, amtelligencia e de-
dicagao do joven magistrado sao garantas de que
a justiga ser desta vez feita, e a moral publica de-
saffrontada. >
< Foi hontem dado a sepultara o cadver da
malfadada esposa do Sr. Joo Maciel.
A reunio foi numerosissima; e e caixo, con-
duzido a rao at a igreja do Rosario, achou o tem-
plo cheio, e a sociedade Unio Brasileira oceupan-
do o coro.
< Acabada a encommendagao solemne, segnio o
prestito a p at o cemiterio, eonduzmdo o caixao,
e seguindo os carros o sahimento vazios.
Era impossivel dar demonstrago mais solem-
ne das sympathias que despertou o prematuro de-
sastroso fim da desditosa senhora, e das affeigoes
que honrara o carcter prestimoso e franco de seu
consternado viuvo.
Finalmente, em data de 28 diz ainda a citada to-
ma :
< O sr. Dr. chefe de polica passou hontem ao
Sr. Dr. juiz municipal os autos concernentes ao
assassinato da mallograda esposa do Sr. Joo Ma-
ciel.
S.5. maadou hontem mesrao fazer as mtima-
g5es devidas, e amanba eoraegara' o processo na
sala livre da cadea civil.
Das ultimas averiguaos policiaes resultara
bovos cargos contra o crioulo Venancio, a viuva
Accioli e a parda Frmina, que todos Ocaram presos
disposigao do juiz processante.
Entre outros depoimentos, notavel o de Jai-
me Esleolano, ex-cozinheiro do Sr. arcediano, que,
o Hei por bem decretar o seguinte : Sobre Hamburgo 330,000 m. b. a 695.
t Art. i. A's pragas do corpo de imperiaes ma- Sobre Lisboa e Porto tem regulado a tabella
rinheiros que, tendo concluido os prazos de servigo seguinte :
112 0|- vista
111 |a 30 dias.
110 >|.-a60
109v-a9O .
Metaes.Tem-se vendido 46,000 soberanos a
9700, 9,5800 e 9900.
Do 1." do corrente at hoje (7) exportaram-se os
valores seguintes:
Destinos Ouro Prala
P Barras
Southampton......... 56:2985600 109:898^160
56:2986O0 109:898^160
Destinos
Lisboa..........
Illias dos Agores
Moeda
3:3a0000
2:3834000
Prata
1:0004000
896000
5204000
2:304o00
a que estavam obrigadas, continuarem no mesmo
servigo, abonar-se-ha, independente da deliberago
de que trata a segunda parte do art. 7 do decreto
n. 1,465 de 25 de outubro d 1854, e a contar da
data em que findarem os referidos prazos, a gratifi-
cago concedida no g 2o, art. 1 do citado decret.
As pragas de marinhagem.comprehendidas na
hypothese estabelecida no precedente artigo, per-
cebero pela mesma forma a gratifkagao fixada no
art. 4 do decreto n. 1,466 de 22 de outubro de 54.
c Art. 2. Os individuos que, haveodo oblido bai-
xa dos corpos de marinha e marinhagera, assenla-
rem novaraenle praga na armada, terao direito,
alm do respectivo sold, a urna gralilicacSo igual
metade deste.
t Art. 3. A doutrina do artigo precedente ex-
tensiva s pragas do corpo de imperiaes raarinhei-
ros que, sendo reformadas era virtude do disposto
no ari 29 do regulamento e decreto n. 411;A de 5 S. Miguel...."........
de junho de 1863, de novo se alistaren) no servigo Fayal............... 9:38341)00
da armada. ITerceira.............
Art. 4. As r'sposigoes do presente decreto s-' Agores............. 2:8004000
mente tero vigor durante o actual estado de Rio da Prala.........333:6004000
guerra. ______________________
Francisco Xavier Pinto Lima, do meu conse- Total.........373:6164000 4:7164000
Iho, ministro e secretario de estado dos negocios Papel moeda.No paquete inglez Oneida expor
da marinha, assim o tenha entendido e faga exe- tara, era notas do tbesouro para Pernambuco :
cutar. Joaquira Lopes de Carvalho & C..... 8:0004000
t Palacio do Rio de Janeiro, em 23 de margo de London & Brasilian Bank.......... 50:0005000
1865, 44 da dependencia e do imperio. _________
Cora a rubrica de Sna Magestade o Imperador. Total......58:0004000
- Francisco Xavier Pinto Lima. c Caf.Nao constam vendas hoja. O mercado
t Cumpra-se e registre-se. Palacio do Rio de Ja- coDervase calmo,
neiro, em 23 de margo de 1865.Pinte Lima. c Em ser 140,000 saceos.
t Usando da autorisago qae me confere o art.' Desde o 1. do corrente acha-se na praga do
1 f 3o da lei n. 1,204 de 13 de maio do anno pas- Commercio para receber asignaturas a seguinte
sado, bei por bem crear mais seis compauhias no convengo dos exportadores de caf, j subscripta
corpo de imperiaes marinheires com a mesma for- pelas firmas abaixo mencionadas :
. ga e em tudo semelhante s que existem : fleando Nos abaixo assignados concordamos em nao
estando na esquina das ras da Ponte e Rosario, I assim completo o dito corpo, conforme dispSe o comprar caf do Io de abril em diante sem ser
vio e condecen bem a Venancio quando este fugia, j 2 da lei n. 694 de 10 de agoste de 1833. com a condigo de 20 dias de prazo ou pagavel
Francisco Xavier Pinto Lima, do meu conse- no acto da entrega com o descont da laxa do
Iho, ministro e secretario de estado dos negocios da banco do Brasil; vontade do vendedo-,
marinha, assim o tenha entendido e faca execular. Rio de Janeiro, 31 de marga de 1865.Th.
i Palacio do Rio de Janeiro, era 31 de de margo Petrocochino.Augusto Leuba & aE. J. Albert
de 1865, 44 da independencia e do imperio Com 4 CPor procracSo, Dreyfus Ain & C.H.
Dreyfus.-Ulrichs Stengel 4 CPor procurago,
A. Binoche & CJ. P, Maitin.- Shwiad Mackra-
REVISTA DIARIA.
Foi noineado blspo desta diocese o Rvra. padxe
Manoel do Reg Medeiros.
S. Exc. natural da provincia do Cear, e ten-
do estudado no nosso seminario, aqu recebeu as
ordens, segundo somo* informados. Actualmente
acha-se era Roma, onde est a concluir o curso a
que se toi applicar, fallando Ihe pouco tempo para
isto, de sorte que podemos dentro de alguns mezes
te-Io na regencia da igreja pernambucana, que
pela illustrago de S Exc. toi devidaraenle atten-
dida na escolha de seu pastor.
Na correspondencia de Londres, publicada
em o numero antecedente, deu-se ura engao
essencial as cifras do activo e passivo do banco
Alwood, que deve ser assim lidodeixa um dficit
de 900,000:0:0 tendo por activo 600.000:0:0.
Pelo Oneida vieram, do Rio de Janeiro,
38:0004000 em notas do theouro, sendo ........
50:0004000 para o Lon and Brasilian Bank.
u vapor Apa, com destino as provincias do
norte do imperio, devia sahir 9 do corrente, do
Rio de Janeiro.
Amanha estra a Thaha Pernambucana os
seus trabalhos scenicos, dando a 1" representa-
gao de inaugurago social, na qual sobre a scena a
Nodoa de sangue, o Judas em sabbado de allelnia
e o Jos do Capote.
Esta sociedade dramtica, installada na Capunga,
preparou ali um edificio com bellas proporgoes e
as devidas acommodagdes para desempenho dos
seus fins c recreio dos seus associados e convi-
dados.
O Extremadure conduzio a seu bordo 157
passageiros, e desles foram 15 tomados nesta pro-
vincia.
KKPARTigAO DA POLICA :
Extracto da parte do dia 13 de abril de 1865.
Foram recolhidos casa de detengo no dia 12
do corrente:
A' ordem dolllm. Sr. Dr. chefe de polica, rsu-
la, escrava de D. Candida Mara da Fonseca Pe-
drosa, sem declarago do motivo e posta logo em
liberdade.
A' ordem do subdelegado do Recito, Benjamn),
escravo de Antonio Bernardo R dngues Selte, para
corrego; Manoel Ferreira da Paixo e Claudina
Mara da Conceigo, como indiciados em crime de
raorte.
A* ordem do de Santo Antonio, Jacob, escravo
de Jos Ignacio d'Avilla, por iufracgo de posturas
municipaes.
A'ordem do da Capunga, Josepha Alves da Silva,
e Pedro, africano livre, para correego.
A' ordem do da Varzea, Francisco Manoel, como
deserlou da companhia de menores.
O chefe da 2* secgao,
J. G. deMesquita.
Passageiros do vapor inglez Oneida, vindo
do liiq^Jo Janeiro c Baha :
Ernest W. London, Eduward P. Wilson, Ale-
xandre P. Wilson, Constanga Wilson e urna
criada.
Passageiros do hiate brasileiro Santa Rita,
sabido para o Aracaty :
Luiz Andr de Aquino, Manoel Justino de Albu-
querque e Francisco Jos Xavier. .
Passageiros do vapor inglez Oneida, sahido
para Southampton e portos intermedios :
H. P. L. Kalkmann, Joaquira Fernandes dos San-
tos, Manoel Francisco de Azevedo, Joaquim Fran-
cisco da Silva Azevedo, Charles Bauroer, Jos
Alves da Silva Guimares e sua mulher, George
M. Reay, Roberto Wurdeburn, Guilherme Jos Lei-
te, Jos Ferreira da Silva Jnior, Joaquim da Cu-
nha Moreira, J. Henrique Sazer, Joao Jos Ribeiro
Guimares, Alexandre Jos da Silva e sua mu-
lher, Antonio Joaquira Dias Medronho, Domingos
Francisco Moreira, Dr. Joo da Cunha Beltro de
Araujo Pereira, Dr. Fellppe de Figueira Faria,
Joo Fernandes Lopes, Manoel Jos Guedes Maga-
lhaes; Lourengo Pereira Mendes Guimares, Jos
Moreira Lopes, Joaquira Coelho Fragozo, Domingos
Alvaro Xavier Braga, Jos Pereira dos Santos, An-
tonio Joaquim Gongalves Fraga, Jos Gomes Fon
seca, Joaquim Jos Mendes, os menores Candido e
Joao, Gihos de Marcelino Jos Gongalves da Fonte,
Antonio Fernandes de Faria, Antonio Fraucisco
Cartelas, Manoel Alves dos Santos, Joaquim Anto-
nio Pereira, sua sogra, sua mulher e duas lilhas.
PUBLICARES i PEDIDO
perseguindo-o al o ver putar ama cerca no becco
do Jacques, e leudo apanhado o acamarte homici-
da que aquelle deixra eahir em freaie da aula do
Sr. Eloy. Tambera conheceu e affianea ser do uso
do indiciado o chapeo recolhido no lugar do crime.
Nao menos valioso o do armeiro Vctor Bist, a rubrica de Sua Magestade o Imperador Fran
que reronbeoeno o trabuco, nao assegura qae tos- cisco Xavier Pinto Lima.
Agua de Florida de larray e Lanman.
Atravez de toda a Amanea hespanhola, desde o
norte do Mxico al ao estrato de Magalhaes, este
perfume lido e considerado como a agua aroma-
tica a mais fina e delicada.
As senhoritas hespanholas, nao s della fazem
uso como o mais delicioso perfume ; mas sim tam-
ben) habitualmente o usam n'uma forma de dilui-
go como um excellente meio para alvejar e con-
servar os denles e dar um suave e agradavel gosto
ao paladar.
Servindo de modesta e agradavel advertencia,
recommendamos aos senhores, que a mesma, usa-
da debaixo desta mesma forma, e havendo salpica-
do seu facto, isto depois de haverem gozado as de-
liciosas fumagas de ura bello charuto de Havana,
os torna prestntaveis na presenga e sociedade do
bello sexo
Aquelles dosftro barbudo e que tem urna pelle
delicada, acharo com o maior prazer que esta
agua urna verdadeira luxuria usada depois de
haverem feito a barba, pois que ella faz dissipar
teda a ardencia do rosto.
Vede que os nomes de Murray e Lanman se
achem inscriptos sob cada envoltorio, letreiro e at
mesrao impressos no vidro das proprias garrafas,
visto pois esta que na falta dos mesmos toda a mais
fafca.
Vende-se as pharmacias de Caors & Barbosa
e J. da C. Bravo & C.
MOYIMESTO 00 POSTO
Navios- entrados no da 13.
Rio Grande do SolH dias, palbabote brasieiro
'Alberto, de 135 toneladas, capito Joao Augusta
Biabo Victoria, equlpagem H, carga 7,300 arro-
bas de carne secca ; a Francisco Jos da Costa
Araujo.
Rio de Janeiro e Babia6 dlaa, vapor inglez Onei-
da, de 1,372 toneladas, Mmmandante P. M.
, Woolcott, equipagem 130.
Jersey30 dias, bngne ingle Victoria, de 207 to-
neladas, capito T. P. Vallot, equipagem 10,
carga 1830 barricas com bacalho, farinha de
trigo e outros gneros; a Slapson & C Seguio
qara es portos do sul.
Greenock50 dias, brigae inglez Isabell, de 204
toneladas, capito J. Haostord, equipagem 9,
carga carvo ; a Southall Mellors 4 C.
Ass-16 dias, lancha brasileira Fiordo Rio Gran-
de, de 47 toneladas, capito Francisco Jos da
Costa, equipagem 5, carga sal ; ao mesmo ca-
pito.
Navios sabidos no mesmo dia
Bio da PralaPatacho hollandez Jacoba, capilao
Zwamenburg; carga assucar.
Aracaty-Hiate brasileiro Santa Rita, capito Ma-
noel Luiz da Silva Santos, carga diferentes g-
neros.
Southampton e portos intermediosVapor inglez
Oneida, commandante Woolcott.
BSIT1ES.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimenm da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 10 do corrente, manda fa-
zer publico qne no da 14 de junho prximo vin-
douro, perante a junta da fazenoa da mesma the-
souraria, se ha de arrematar, a quem por menos
fizer, a obra da cadeia da cidade de Nazarelb, ava-
hada em 18:0934900 rs.
A arrematago ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 13 de maio de 1834, sob as clau-
sulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerem essa arremata-
go, comparegam na sala das sesses da referida
junta, no dia cima radicado, pelo meio dia, e com-
petentemente habilitados.
E para constar, se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretario da thesouraria provincl de Per-
nambuco, 14 de margo de 1865.O secretario, A-
F. d'AnBuneiago.
Clausulas espeeiaes para a arromatago.
1." O edificio para a cadeia de Nazarelh, ser
feito de conformidade com a planta e orgamento
junto, na importancia de 18:0934900 rs.
2/ O arrematante ser obrigado a dar principio
aos trabalhos no prazo de 30 dias, e concluidos
no de um anuo, ambos a contar da data da assig-
natura do contrato.
3.' Os pagamentos sero feitos em 3 prestagoes
iguaes correspondentes a rada tergo da obra Onda.
4.* Nao ser em tempo algunt attendida qualquer
reclamago por parte do arrematante tenden-
te indemnisago, quaesquer qae sejara as aliega-
goes em que se hajam para esse fim, ainda mes-
mo por prejuizos provados.
5.' Para tudo o que nao estiver especificado as
presentes clausulas, seguir-se-ha o que dlpde o re-
gulamento de 9 de Janeiro de 1864.
Conforme.A F. d'AnnuDciago.
DECLARigOES.
se Venancio o oegro qne dera-lh'o a concertar, mas i
COMMEiCIQ.
(aiva filial dt naneo do Brasil em
Peruambuco.
A directora desta caixa saca sebro o banco do
Cumpra-se e registre-se. Palacio,do Rio de nell & Rodge.-Lecomle & C-Francbiadi Rodo-; Brasil no liio de Janeiro \niu-. .
sim que e* Ihe dissera que urna parda o Iria bus-1 Janeiro, em 31 de margo de mS.-Pinto Lima. canachi.-Jayrae Roraaguera.-M. Calogeras & C.! dmmo aocn naiSSSk il U
car e pagar o concert, e que essa fra a parda Fir- L-se no Correio Mercantil : \ -Pftipps Irmos 4 C.-W. G. Baird & C.-G W f Mun,j_
m,naA e. -,.. .... fc __, ?"1 nm offlejo dirigido pelo Sr. presidente da Heymanp.-Hamann & C-Mosle Lackmann &.C.' %*v ban* *m a-.,...
O Sr. Cidade, Bino da senhora do maOHto ae- r provincia do Rio Grande ao Sr. lenente-general F. J. Leger 4 C ',Wf0 ce I ernam-
sro, deelarou ter sabido depois do faeto pela sna Joo Fredenco Caldwell, encontramos os seguintes Baha.Desta provincia apenas encontramos o' fone..
familia que a parda Finmoa tinha ido rallar oa esclarecimentos, sobre as gaarnJgSes das front iras segrate no Jornal : O banco desconta letras na presente semana a
chamar aquelle, ao passo que a rapariga livre Ja- i Jim/trpphes com o Estado Oriental e de Coralentes: O no Camorogipe encheu de modo que alagoa'10 Por cent0 ao ^"o al o prazo de quatro me-
dith, e um crioulo da casa dj Sr. Joo Estado afflr- ] c Frcoteira do Chuv.Guarnece esta fronteira o muito terreno em ambas as margens e inuliiisou Ies> e a i2 1 at de seis mezes, e toma dinhei
mam qae tanto a Frmina como o negro rondavam corpo provisorio n. 16, cujo estado completo deve segundo nos informajn, grande parte de trabalhos ro a juros a pr.aso Bunca mxnor da tres mezes.
a casa do Sr. Maciel d*sde a vespera, e qae a pri-
meira ouvira aquella dizer ao Venancio momentos
antes do tiro,vamos agora.
ser de 271 pragas. feitos as mesmas
< Altentas as cirtramstancias graves era que se forte que chegou a
achou mi provincia chamel a destacamento, para quita.
a correnteza desse rio foi to
prejudicar a ponte da Mari-
Un escravo do Sr. Joaquim Pedro de Miranda' reforgar a guarnigo .aquella fronteira, os corpos; Os acadmicos do 6. auno elegeram
Yovobuuco de Pernambuco.
O banco paga o 14 dividendo na razo de8|
o seu dor aego.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que a arrematago dos reparos de que precisa a
ponte do Rio Forraoso foi transferida para o dia 27
do corrente.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 7 de abril de 1865.O secretario,
A. F. d'Annunciaga.
Pela thesouraria provincial se faz publico que
a arrematago dos reparos de qae precisa o impe-
dramento da estrada de Apipucos desde o lugar
em frente a da Trempe at o Chora-menino foi
transferida para o dia 20 do corrente.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 7 de abril de 1865.O secretarlo,
A. F. d'Annunciaco.
Pela thesouraria provincial se" faz publico
que a arrematago dos reparos de que precisa a
ponte de Bujary sobre o rio Tracunhaem foi trans-
ferida para o dia 20 do corrente.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 7 de abril de 1865.O secretario,
A. F. d'Adnunciago.
Pela thesouraria provincial se faz publico,,
que a arrematago dos reparos fle que precisa a
estrada do Porto de Galinhas, foi transferida para
o dia 20 do crreme.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 10 de abril de 1865.O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia se faz publico a
quem interessar possa, que no dia 17 do corrente
mez, comegarao na referida thesouraria os paga-
mentos das pensos do Monte Pi dos servidores
do estado, vencidas at 31 de margo ultimo.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco em 10 de ubril tle 1865. Servindo de
official-maior, Manoel Jos Pinto.
Pela subdelegada de polica da freguezia do
Pogo da Panella foi preso ura preto escravo que
diz chamar-se Antonio, cuja Dtala foi feita as 2
horas da manhaa do dia 9 do corrente mez : qnem
se julgar com direito ao dito escravo, provando
Ihe pertencer ihe ser entregue.
Subdelegada de policia da freguezia do Pogo da
Panella 10 de abril de 1865.-0 subdelegado,
Joo Paulo Ferreira.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 10 do crreme, manda
fazer publico que no dia 27 do mesmo, perante a
junta da fazenda se hade arrematar a quem mais
der o imposto do pedagio da ponte de Motocolom-
b, avahado novaraenteem l.o!2tf por anno.
A arrematago ser feita pelo tempo que decor-
rer do 1 de junho do corrente anno, ao fim de
junho de 1867.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 11 de abril de 1865.
O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, manda convidar aos proprietarios abaixo men-
cionados, para entregaren) na mesma thesouraria
a importancia das quolas, cora que devem concur-
ra para a factura dos passeios em frente de seus
predios, devendo o pagamente ser feito de confor-
midade cora o disposto no art. 2o do regalamento de-
27 de juniiu de 1864.
Ra da Aurora.
N. 56.Jos Daniel Rodrigues da Cu-
nha ......... 604600
dem 62.-Dr. JoaqDim Franciseo d
Miranda e Anglica Bernardina de
Miranda........ 1204000
dem 64.Mara Tbeodora da As-
sumpgo........ 754000
dem ob.Antonio de Azevedo Vil-
larouco........ 754000
Idex 74.Herdeiros de Bernardo do
Dtiarte Brandan...... 1204000
dem 76.Mariana Joaquina da Tria-
dade......... 364000
Ra do Imperador.
N. 2.Joao da Cunha Magalhaes. 1364200
dem 9.Jos Joaquim da Silva Maia 754000
dem 11.O mesmo..... 734000
dem 13.-0 mesmo..... 544000
dem 15.O menor lilho do mesmo 604008
dem 18. Francisca Thoraazia da
Conceigo Cunha...... 904000
dem 20Jos, dos Santas Nevos. 824300
dem 22.-Aona Joaquma da Concei-
go Teixeira....... 2624500
dem 26.Guilherme Pureei. 1204000
dem 28.Mauoel de Azevedo Andra-
de e outros.....; 904000
dem 30.Os mesmos..... 1204000
dem 32.-08 mesmos. .... 754000
dem 34.Os mesmos..... 304000
dem 43.Joaquim Jes da Cosa Pi-
nheiro....." 2254000
dem 45.-Joaqaim da Silva Castro 3004000
dem 47.Manoel Custodio Peixoto
Soare-t.......... 9040OO
dem 49.O mesmo..... 1954000


Ufarlo de Pernanfltaeo Sabbado 15 e Abril de f 9&.

Mera .'1.-0 mesmo ..... 1502000
dem So.Antonio Luiz dos Santos .. 240000
Ra do Crespo.
N. 2.Amonio Jos Marques Bastos. 2404000
Idem4.O mesmo.......360*000
dem 6.-0 raesmo...... 24000
dem 8 Domingos da Silva Campos,
Manoel de Azevedo Andrade e An-
tonio de Souza Reg. .... 225,5000
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thcsonraria provincial de Pernam-
buco, II de abril de 1865.
O secretario,
Antonio Ferreirad'Annnnciacao.
Art. 2." do regularaento de 27 de junho de 1864.
A referida quota ser paga em duas prestacfles
iguae, dentro de um anno, as pochas era que
pelo consulado provincial se proceder a cobranza
de imposto da dcima urbana, podendo todava, o
propietario entrar com a quantia que dever, antes
de taes prasos, se assim Ihe convier.
Conforme.Antonio Ferreira d Anuunciacio.
Arsenal de guerra.
Precisase deofflci:es de funileiro, coronheiros
serrallieiros, tatioeiros e corrietros para trabalha-
rem a jornal as oflicioas respectivas do mesmo
arsenal : os pretondentes dirijam-se ao referido
arsenal para tralarem com o Sr. director.
Direetoria do arseual de guerra de Pernambuco
11 de abril de 1865.
O escripturario,
Jos Alfredo de Garvalho.
CONSULADO DE PORTUGAL.
Por ordem deste consulado lera de ir a leilo a
taberna e os objectos de um acoague silo na rna
da Guia n. 41 e 42, pertencenles ao ausente Joo
Manoel Alves de Azevedo, o que se faz publico pa-
ra coheci ment dos iuteressados, bera como se
previne aos credores do aesiUQ ausente para apre-
senlarem suas contas ueste consulado alim de se-
rem conferidas, i lo no prazo de lo dias, depois
dos quaes nao se admiltiro mais.
Devendo proceder-se a subslituieao do docel i
que cobre a efugio de S. M. o Imperador e o pan-1
no que orla a mesa dos despaetios do tribunal do :
commercio, para cuja despeza est o mesmo tribu-
nal autorisado a dispenler at a quantia de 4005, |
convida esta seeretana as pessoas que se quizorem ;
enuarregar da factura de taes obras, a apresenta-
rem suas propostas era cartas fechadas al o dia
20 do crrente mez.
Secretaria do tribunal do commercie de Pernam-
Iiul-o iO de abril de 1855.O offleial-maior,
Julio Guiraares.
Insjiivriin do arsenal de marinha.
Fz-se publico que a commis-o de peritos exa-
minando na forma disposta do regula ment anne-
xo ao decreto o. 1,324 de 5 de fevereiro de 1854,
o casco, machina, caldeiras, apparelho, mastreagao,
velatn*, amarras e ancoras do vapor Parahiba da
companhia Pernambucana de navegacao costeira,
achuu tolos estes objectos em regular estado.
Inspecco do arsenal de manaba de Pernambu-
co 12 de abril de ISto.
S. C. dos Santos
Servindo de secretaria.
O conselho de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o segrate :
6 caitas c im folhas de Fiandres, marca grande.
1 08(0)0 porttil de pequea cirurgia.
As pessoas que qizeren vender taes artigos
apresentem sms propostas na saladas sess5es de
conselho, as 11 horas da manhado dia 19 do cor-
rrente.
Sala das sessoas do conselho de compras do ar-
senal de guerra 13 de abril de 1865.O encar-1
regado da esriptoraeio,
Manoel Jos de Azevedo Santos.
mmm mmi i
Helaeo das cartas segnras viudas do sul pelo:
vapor inglet .Oneida, para os senhores abai- rrles, para
xo declarados : trata-se com
D. Anna Franeisca de Paula Belelbo.
Adolpho Carlos Sanchos.
Dr. Antonio Jos da Costa Ribeiro.
Bemjamra Alves de Carvalho.
Dr. Carlos Justmiano Rodrigues.
Carlos Mariano de Albaquerque Cavalcanti.
Getnlio Moreira Castro Lima.
Herculano J>aqua Miranda Hanrlques.
Joaquim Feliciano Gomes. VN^
Joao de Freitas Barbosa.
Jos Carlos Gomes da Silva Sampaio.
Jos Goncalves Beltrao.
Lino Antonio Saraiva.
Luiz Antonio Vianna.
Manoel Bento de Oliveira Braga.
Manoel Teixeira Bastos.
Manuel Mximo dos Santos Torres.
Porfirio da Cunha Moreira Alves.
Rayinirada.
Dr. Sabino Ludgero Olegario Pinho.
Souza, Andrade <3 C.
Thomaz Antonio Ramos Zany.
mascaradas de homem ou domin, tanto ho-
rnero como mulher pagaro 2$, e sem ser
mascaradas s os homens pagaro 2$ e mu-
Hieres gratis.
Ser cumprido o regulamento do Illm.
Sr. Dr. chefe de polica.
AYISOS MlMTiMS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Javegaeo costeira por vapor.
Macei e escalas, Penedo e Aracaj r.
O vapor Parahiba, comman-
dante Marlins, segu no dia 13
do correte as o hcras da tarde.
Recebe carga, enoommendas e
passageiros at o da 12. A en-
trega doscoiiiieciraenlos ser f.-ia ate as 11 boras
damanhaade 13, quando se fechar a mala no
correio : escriptorio no Forte do Maltes n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avegac5o costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear
e Acarac.
. O vapor Persinnnga, com-
SB^LdtikW maodante Ralis, segu para o
^ AjPlCT^. norte no dia ti do correte as '6
r^M0m^m no,as da tai"de. Recebe carga
SiS ^at^dia 21, enoommendas, pas-
sageiros e dmiieiro a frete at 2 horas da tarde
do dia da sabida: escriptorio no Forte do Mal-
los n. 1. _^____________
"OMPANHIA BRASILEIKA
DE
PAQUETES A VAPOR.
. Dos porlos do sul esperado
- i -t^v at o dia 14 do correte um dos
J /'jfwi/^v, vapores da companhia o qual de-
'ifMgixMmm P's da demora do costume se-
xt'&SSBiW guir para os portos do norte.
Desde ja recebem-se passageiros eengaja-sea
carga que o vapor peder conduzir, a qualdever
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendase dinheiroa frete ateo diada sabidas 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.________
Para a Babia pretende sahtr em poneos dias
a escuna Eiiza, por ter algnrna carga tratada, e
para o resto que Ihe falta traase com o consigna-
tario Joaquim Jos Goncalves Beltrao, na rna do
Vigario n. 10, ou no largo do Corpo Santo n. 6, ar-
raazera. |________
companhia" bra"sileiea
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos portos do norte
at o da 18 do correle o vapor
Tocantins, commandanle Carlos
Antonio Gomes, o qual depois da
demora do costume seguir para
os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser ambareada no dia de sua chegada, encom-
mendas edinheiro a frete at o dia da sahida as
2 horas: agencia, ra da Cruz n. 1, escriptoric
O Antonio Luiz de. Oliveira Azevedo & C.
Para o Rio de Janeiro.
Pretende seguir com rauita brevidade a barca
Rio de Janeiro, lendo parte do sen carregamento
engajado : para o resto que Ihe falta e escravos a
os quaes tem excellentes commodos,
o seu consignatario Antonio Luiz Ro-
drigues Mindello, no seu escriptorio na ra da
Cruz n. 1.
Para o Rio de Janeiro.
O brigue escuna Joven Arthnr, pretende seguir I
com muita brevidade, lendo parte de seu carrega-'
menlo prompto : para o resto que Ihe falta e es
cravos a fretes, para os quaes tem bons commodos,
tratase com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C.
THGATRO
DE
S. ISABEL
EMPREZA-COIMBRA
O.' recita da asignatura.
Sabbado 15 de abril de 1865
Representarse -ha o sempre applaudido e apa-
ratoso drama sacro em 3 actos e o quadros, orna-
do de msica e machinismo

MARTYRESDAGERMANIA
PEIISONAGENS. ACTORES.
Constancio, cezar do Ocidente...... Coelho.
Sciplao, patricio romano esenador. Coimbra.
Orosio, chefe dos christos, octogi-
nario........................Germano.
Gabriel, fllho de Ordsio..........Lisboa.
Decio, grande sacerdote de Jpiter. Pinto.
...ucifer.......................... Borges._
('luto, ceniurio romano.......... Guimares.
folin, guarda dos carceres......Santa Rosa.
lzac, judea, escravo de Afra......Teixeira.
O Arcanjo......................N. N.
Afra, eorteza romana............. D. Eugeniaa.
Martha, virgern christa.......... D. Camills
AF...... ................... N.N.
Eumenia, escrava de Afra........D. Leopoldina
Digna, idera, dem...............D. Jesuina.
Euprepia, idem, idetn............ D. Francisca-
Senadores, helores, sacerdotes, sacrilicadores.
auruspices, virgns, centuries, decenarios, solj
dados, povo romaaopoo chrisio, escravos e es-
cravas:
As encmmhdas podem desde j ser procura-
das e o pequeo resto de bilheles esto a venda no
escriptorio do theatro.
Principiar s 8 horas.
As pessoas qne eompraram bilhetes para esta
mesraa recita annunciada ha dias passado?, tere
(ugresso neste espectculo.
' GRANDE BAILE
E
sehas:ar\s
Sabbado e domingo.
.No caes do llanas, casa do Sr. Jas llvijino de
Miranda.
O proprietario dos saloes do caes de
Apollo, em coBseqaeoGia dos ditos saloes es-
tarem em concert, obteve a casa cima
para dar os dous bailes de sabbado e do-
mingo. A casa est ricamente ornada, sen-
do a entrada pelo caes do Ramos. O signal
no caes do Ramos urna baadeira, e na rna da
Praia outra, afirn de nao haver engaos.
lima banda de msica tocar ricas quadri-
has, polkas, walsas.
As entradas para as p ssoas que forem
Para o Rio de Janeiro.
Segu nestos oito dias o brigue escuna Nao sei,
tendo dous tercos do sen carregamento bordo :
para o resto qne Ibe falla e escravos a frefe, para
os quaes tem bons commodos, trata-se com os seos
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& C, no seu escriptorio na roa da Cruz n. 1.
Para LlsbaT
A barca portugueza Hennqueta, segu para Lis-
boa al o fim da presente semana : tem dous ter-
cos do sen carregamento bordo : para o resto
que Ihe falta e passageiros, para os quaes tem ex-
cellentes commodos, trata-se com os seus consigna-
tarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no
seu escriptorio, ra da Croz n. 1.
Para o Porto pela Una de .
Illgael.
Segu no dia 14 do crreme o brigue nacional
Amelia : para a parte da carga que Ihe falla, tra- |
ta-se com os seus consignarlos Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C, na ra da Cruz n. 1.
Para o Porto segu cora brevidade-o brigue i
Hsperanca por ter a maior parte de seu carrega-1
ment prompto : para o resto e passageiros tra-1
ta-se com Cunha Irmaes & C., ra da Madre de'
Dos n. 3, ou com o capitao na praca.
Para o Para.
vai^seguir cora rauita brevidade o palhabote Pa-
raense, tem a maior parte da carga prornpta, e
para o resto qne Ihe faita trata-se com o consigna-
tario Joaquim Jos Goncalves Beltrao, na ra do
Vigario n. 10, ou no largo do Corpo Santn. 6,
armazetn.
Porto.
Segu com brevidade para o porto cima indica-
do a muito eleira e bem conhecida barca Claudi-
na, por ter a maior parte do seu carregamento
prompto; para o resto e passageiros para o que
iern excellentes commodos, trata-se com Cunha
Irmos & C, na ra da Madre de Deas n 3, ou cora
o capitao na praca.
Para Lisboa
O patacho portu^uez lana da Gloria, capifio
Valente, vai sahir breve, recebe carga e passagei-
ros : trata-se orno consignatario E. R. Rabello,
ra do Trapiche n. 44.
Para o Para o hiate Novaes recebe alguma;
rarga a frele : a tratar com os seus consgnala-!
cios no largo do Corpo Santo n. 6, segundo andar, i
IEIL0ES.
Leilo
de ama taberna na ra da Guia ns. 41 e 42
pertencente ao espolio do finado JooM*-
noel Alves d'Azevedo.
Terca-felra 18 do correte
O agento Paltana far leilo por conta de quem,
parlencer, e por ordem do Illm. Sr. cnsul de S.
M. Fidelissima, de todos os gneros, armaco emais
utencilios existentes na taberna n. 42 e taino n. 41.
pertencente ao espolio do finado subdito portuguez
Joio Manoel Alves de Azevedo, terca-teira s 10
horas, na mesma taberna ra da Guia ns. 41 e 42.
AIBOS OTEMOS.
PILULAS-BLANCARD
AO lOnURETO DE FEBRO ISAUlEHAVEi
Approvadas pela Acadamia de Medicina de Pariz k
UTOH1SADAS PELO COSSE'.O MEDICAL DE S-PETESBLItGO
EXPERIMENTADAS NOS HOSPirAES DA FRANfA, DA DEIFICA, DA IRLANDA, DA TUROUIA, ETC.
Ueiifot honrosas as Exposifos, Uiiivercas de New-York, 1853 e de Paris, 1855.
Estas Pilulas envolvidas n'uma carnada resino balsmica de una tenuidade excessiva, tem avanlagem de
seren inaltcraveis, sem sabor, de uro pequeno volunte, e de nao cansirem os orgas digestivos. Gozando das
ptopriedades do Iodo e do Ferro tilas convrm principalmente as aflecciiSs Chhrolicat, Escrofulosas,
Tuberculosas Caucroias, na leucorrhea, amenorrhea, anemia, etc.: eiifim, ellas olTerecem as pruticos urna roe-
dicaca das mais enrgicas para modificar as constiluico tgmphalicai. (rucas ou debilitadas.
N. B. O idureto de ferro impuro ou alterado 6 um mdiramenlo infle', irrilDle
Cuino prova de purria c de aulltcncidade das verdad Ciras PItaaaa de blaiu-at-d, deve
-se exigir Rosto sello de prala reactiva e uosso Arma, aqu rcaroduzida. que se
m ha na parte inferior de um roalo verde. Deve -se descooliar das lalsii acoe-.
tehain -*e em loduo a Pharniaeian.
Vharmactutico, ra Bonaparte, Ao. Pariz.
XAROPE
DE CASCAS de LARANJAS-AMARGAS"
de J. P LAROZS,- Chimico,
PBAM ACCUTICO DA ESCOLA SUPERIOR DE PARS.
Esto xaropo, regularisando as funecocs do estomago c ioleslinos, dcst.oe essas
ndispoicor. prulciformes, e faz abonar as molestia le que sao indicios preenrso-
res. Jladicos o docntes lem recotiliecido que restabelece as uiirifc.- desapparecer os pesos de estomago, que caima n enxaquoe.is, espasmos, e irinhra,
que sao resuludode dkfssliles penosas. Sea gosto agradavel e a facilidado com me
se suporta, o lem feilo adoptar como especao ip.fallivel d.is domea amrwuos
gastritis, gastralgias, colicu de estomago e de eittranhas, palpitares, aVi' de
corncSo, vmitos nervosos; sua aceao sobre as fimcuocs awiRuiailoras 0 la!, duc o*
mdicos mais Ilustres o lem adoptado por reseij.ienle real dos .lotts primeiroa
agentes thcrapculieos: o Iodurclo de Pulassac o Proto-Iodurelo de ferro, leudo
observado que dcbaixo de sua influencia, o primeire perde sua aceo irritante, e o
segundo seu cffeito adstringenle.
XftOPE FERRUGWeSO
De cascas de Iara^ijas amarad com
proto-iodurato do farro.
A sseciai;ia do sal ferro ao Kcropa de cas-
cas de brujas tanio mais raeional quanto
que este xarope, empregado so, parj esiuu-
lar o apetite, activa a sccrejao Un toces r.-.-
slrico, e fvr fin regularisa a fuac(Aes abdn-
minacs, neutraliza is ntss effeitos dos ferru-
ginosos e dos iodurclos (peso U cabeca. pri-
sao de ventre, dores epigstricas) cni quinto
que facilita ana absorjuao. Dissnlvitle no
Xarope, elle ae tema e sa aupaorta facilitieme,
por achar-se no estado puro mais assiniavel
e assim pode continuar-so a cura da paUidcl,
corritnentos hrancos, anemia, affectjs escro-
fulosas e racbitismo:
XARDPE DEPURATIVO
De casca* da laranjas amarras com Io-
ouroto de potass.
O iodureto de potassa, administrado em
solucao ou debaixo da forma solida, causa ao
docnte urna grande repugnancia, ou determina
accidentes que o forcao 1 renunciar a esta
tuedioaeao effieaz.
Unido porta ao Xarope de cascas de laran-
jas, ello nao causa ncm gastralgias, ncm per-
turbaba do estsmago e intestinos, e gratas a
este salvaguarda, os tratauenlos depurativos
sao continuados sem inlerrupcio, as affec-
cSes ticrofulosat, tubeneulostu, cancerosas e
as secundarias t terciarias, mesmo rtuna-
ihismaes, as quaes elle o mais seguro espe-
cifico. A dose est definida de tal maneira
qjte o medie pode varial-a a sua Tontada:
O irasco: 4 fr. 50 o. 0 frasco: 4 r. 50 c
Os Xaropes de J.-P. LAROZE estilo setnpre em fra*oos especiacs
(nunca em meias garrafas nem em frascos redondos). ExpedicVs: em casa
J.-P. IaABOZC, ras des Lions-Saint-Paul, a, Paris.
Ra do Imperador n. 38, botica ftanceza.
XAROPE DEPURATIVO
LE
BRQMjOSLPHO-ODfiADO
Este novo producto resultado de urna trplice combinacSo de tres metalloides cujas proprie-
dades sJo mui conbecidas, o Bremo, o Euxofre e o lodo, oceupa hoje a primeira ordem de
ealre iodos os depurativos dos quaes o mais poderoso.
As experiencias dos mdicos mais notaveis dos hospilaes de Paris, os senhores Cazenave,
Puche, Bazn, Blache, Guihout, Baroschet, Danel, Legroux, Vasse e Aubry, etc., demonstraro
sua poderosa efiieacia as affec(des seguientes :
Dornea de pella,
Dartros e borlwlhaa ala toda at espacie,
Placas mucosas,
Obstraecdea Ivmiihatlcos,
Papel ras,
Escrofalas,
Abeeaaea, posteiuaa,
Caacraa,
Ulceras,
Tlataa,
Esearfcnta,
Plan oa Boubas (do Bra2il),
O Xarpe de Le Goux, de son fcil digestao e de gosto delicioso, se emprega Umbera
cem muita vantagera e aconselhado pelo doulor Barthe, do hospiul dos meninos, para as
enancas debis, escrofulosas e rachiticas ou sobre a influencia de um vicio hereditario, e mui
superior neste emprego ao oleo de figado de bacalho e aos xaropes depurativos e anti-escor-
buticos que se administravao at agora.
Deposito geral, em Porw, na botica Boullay, membro da Academia imperial de Medicina i*
Paris, offictal da Legiao de Honra, e em todas as boticas dt Franca e dos paizes estrangeiros.
Framboeala,
Humores frlvs,
RarfalllNiua,
Ophlhalnala enrrofutasa e chronlra,
Tsica eaerohiloaa,
Affeeewes aTphllItleaa, *
EleavhanUnala don Greyaa,
E todas as doen^as occasionadas por un vicio do
sangue, e j tratadas sem neuhum auceesao pelas
prtMiacdes vegeUa*, iodadas e o oleo do firado
de bacalho.
XAROPE D'ETHER
DE BOULLAY
Doulor da Faculdade de Sciencias, membro da Academia imperial de Medicina,
Official da Legiao de Honra,
Ra des Fosss-Montmartre, 17, Paria.
Este xarpe composto A mais de vinta annos pelo sabio lente BotiHay, constitoe a memor
maneira de administrar o EtHer. He empregado com suoceaso cm todas as doencas que tirio sna
erigem de um erithismo nervoso, como sao as:
Baxaqaeea,
\evralglas,
Espasmos,
Altaqur de ervos,
Verllgens,
Sjneopes,
Calmbraa de rNtonjago,
Iadlgeatoea,
Canvalaoea,
Aeeeaaaa byaterleaa e bypo-
eaadrlaeas.
Calleas ventosas OU aerra-
Deposito geral, em Paris, na botica de Boullay, doulor em Sciencias, membro da Academia
imperial de Medicina de Paris, official da Legiao de'Honra, ra des Fosss-Montmartre, 17, e
em todas as boticas de Franca e dos paizes estrangeiros.
asta, hepticas Satatleataa,
Aeaeaaaa de gata e de rheu-
matlsnio.
Caso de envenealenaente,
tC, ttc., te. '
ASTHME
ASTHMA ASTHMA ASTHMA
_____________SFFOCgAO NERVOSA E OPPRESSlO
nico remedio effieaz para combattir esUs molcslias, acalmar um atlaque d'asma e impedir a
rolla 6 o Xarpe aromtico de Succino (mbar amarello) do Dr Danet. Daecoberla inteiramente
recente, este novo producto se tem propagado com extrema rapidez grecas aos admiraveis resul-
tados que tem sempre produzido.
Deposito geral, na botica Chauveaud, 54, ra do Comercio, Paris-Grenelle, e em todas as
boticas de Franca e do estrangeiro.
Deposito geral em Pernambuco roa da Cruz n. 22, em cisa de Caros Barbosa.
Acha se fgido o preto de nomo Gabriel,
crioulo, de idade, pouco mais ou menos, 35 annos,
baten e corpulento, peseoco curio, ollio< vivos e
stibrancelhas arqueadas, boca regular e denles
alvos : roga-se as autoridades vigilancia por se
dcscouliar dello ijuerer assenlar pra^a no corpo
dos voluntarios, ou a >mem a elle pegar conduzir
a.i e.m,'nliu Tipug de cima da comarca do Caso,
a entregar a sen genitor Antonio Joaifuim Caval-
canti de Albuqiier<|ue, ou a Jorge Clemente de
II rb:i Cavalcanti, na ra de Apollo n. -li. segundo
a.'ilar, rvue sera gratiIlcaJo.
Aluga-se o guari andar da casa da i ua
* do Imperador n. 51, com esmmodos para ^
I familia : a tratar na ra do Rangel n. o,
K assim como vende-e urna bonita mulata ^
com habilidades de eozer e bem arranjar wl
Pj: una senliora, e especialmente de engom- Stf
g mar, sendo qoc vende-se, porque a pes-
B soa de quem ella relira-se para fra.
PRODUCTOS AIMffR.-t\ET8
DO
INSIGNE CHIMICO
Xehl
DO
RIO DE JANEIRO.
Chuui!>atIor lebl.
ou esmalte branco inarteravcl, sem cheiro nem sabor e da mais
simples applicaco para chumbar os dentes por si mesmo, ins-
tantneamente, sem ebumbo nem dor, meio prompto e porfeia-
mente effieaz. O ebumbador Ielil lorna-se na bocea bramo co-
mo os proprios dentes: acompanha urna guia......
Cimento chinez
para concertar com a maior perfeicao ioufa, porcellana, crystaes,
vidrbsj marmore e qaalijuer oujecto precioso......
C ncalo de guita perelia
especialmente preparado para chumbar os denles cariados. Acom-
panha urna guia..........., .
Cosmtico fiudiauo epilatorio
para destruir quasi instantneamente os cabellos de qaalquer par-
te do corpo, sem dor e sem alterar a pulle. Ac tima guia. -.
Elexla- orioatalglce vegetal
para curar instantneamente as dores dos denles mais rebeldes, e
qne tambem proprio para a conservarlo dos rn*?srnos. o en-
durecimento das gengtvas e a suavidade da bocea. Acompanha
urna guia.............
Um
l>Hzia.
5 5000 4O.)0OO
IA500 12.5000
mo is-mo
3,-OOO 21OGO
25000
Enerlvore
para tirar a tinta do papel e [impar as peonas de ac.....
Helstein
pedra austraca para curar os tumores, incbafioes e ftidas prove-
nientes do rocadura de coleira, seliim. cangalha e outroe arreios
dos burros e cavallos ; adoptado tas estribaras imperiaes da
Austria desde o anno de 1741. Allianca-se que nao preciso
mais de 24 horas para que a chaga esteja cicatrisada, e que nao
exista mais inchagfio. Acompanha urna guia...... .
Urnas ehimica
extraccao dos callos e cura garantida sem dor nem perigo, em 30
minutos pelas afamadas limas chimicas de I'edro Mourth.
Acompanha urna guia. 0 par........... 3.^000
Hassa dentaria Bamako I
esta mas a, pouc) temp) depois de sua introdaccSo na cavidade
dentaria, adquire urna dureza consideravel e nao atacada por
nenbuma das substancias alimenticias ou dentificias. Acompa-
I8;J000
4)9000
idOOO !>00O
3-S00O
nia urna guia
500
1^000
r>o00
Massa lustrosa
para limpar e abrilhantar instantneamente os trastes, pianos, ar-
mac5es de loj.i, grades e corrimoes de escada, tirar o sujo das
moscas, ficando envernisados romo novos. Ac. urna guia .
l'apel ebeiroso
inflammavel, qneimando sem bulhn, para perfumar casas e quar-
tos, produzir sensai;oes agradaseis e desinfectar o ar dos dentes:
Carteiras. .
dem.....
dem.....
pomada Itoodcsieus
conra piolhos e lendeas ; afiatiQada sem mercuro..... 2JOO0
pos de prata
para pratear instantaneamenle o cobre, o latfio, o bronze, etc., e
reparar os objectos antigos prateados, cuno faqueiios, salvas,
castigaes, apparelhos de cha e oulros objectos semelhanies, af-
fiancados sem mercurio, para uso dos joalheiros. relojoeiros,
pticos, negociantes de ferragens, curiosos e casas de familia:
Vtdros de 2 oitavas. .
dem le urna onca. .
pOa para limpar a prata lavrada
sao affiancados infallivcis. Acompanha uina guia, vidro .
pos purgativos
para curar e prevenir as molestias dos caes. Acomp. urna guia:
Carteira. .
dem .
Sabo oriental
para tirar todas as nodoas simples ou compostas sem alterar os
tacitas como sejam: nodoas de vinoo, licores, caf, frutas,
gordura, e limpar as golas e paramentos dos vestidos civis e mi-
litares. Acompanha urna guia...........
Tinta Azul indclevel para marcar a roupa
azul no escrever, e era 21 horas na sombra ou menos de urna
hora no sol, lorna-se prcta e nunca ma s sahe do panno as la-
vagens. E' preciso escrever sobre panno, encorpado ou engom-
mado. Alfianga-se que nao ha melhor na corte em qualdade,
Vidro de tres oocas .
dem de urna onca. .
Ti':-- enea nula iudelevel superfina
para marcar a roupa, em vidros de raeia onga.......
Uaiasneuto It-lil
remedio maravilhoso o melhor at heje conhecido contra feridas
novas e antigs, ulserosas e saniosas, fstulas, frieiras, hemor-
roidas, lucencas, mordeduras, muas, panaricos, queimaduras,
reumatismos, supuracbes putredas, cabegas de prego, abeessos
no seio das senhoras, tumores e ulceras em qualquer parte :
Rolos. .
dem. .
nico
3*000 21*000
l,-)000 9*000
1*500
340*0
500
500
1*000
, '*000
7*000
10*000
20*000

12*000
28*000-
4*00
4*COd
7*000

500 4*000
1*000
500
7*000
4*000
2*000 18*000
4*000
2*000
30*000
17*000
deposito eni Peruambco em grosso e a retalho
EM CASA DE MANOEL & C.
RIJA DO CABUGA 9
. A NACIONAL
Companhia geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
1UT0RISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 185*9
Urna Banca em dinheiro, depositado Res cofres do estado, garaote a Boa ad
mioistraco da companhia.
BAXQUEIROS DA COMPANHIA
O Banco de Ilespanha
D1HKCUO GERAL
Madrid : Ra do Prado n. i
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinagoes de supervivencia dos seguro
sobre a vida.
Nella iI oizer a subscripi;ao de maueira que em neahumeaso mesmo por mortedo se-
gurado Sao So suprehHndentes os resultados que prodozem as sociedades daindole de A NACI
NAL,queainda mesmo liralnuindo urna ter^a pnrte do interesse produzido em recentes liquida-
goes e;o nbinando-ocom i mortilidade da tabella de Depareieuxique e adoptada pela companhia
para sensileuloso liqnidacfi^s, em segurados de idade de 3 a 19 annos, umairaporsicaoannual
de 100$ produzem effeetivo metlico:
No fim de o anaos.......1:119530
de 10........3:942*600
de lo .......11:208*200
de 20 .......30:2o6000
de 23 a.......80:3313000
as idades menores da 3 annos e maiores de 30, os producto sao mai consideravi?.
Propect)s e mais infnrmacoes serao prestadas pelo snb-rlirecior nesta provincia.
mo Joaqnim Fiuz de Oliveira, ma da^adeia n. 52, ou a Boa-Vista rna da hnperatriz B.ft,fftabel
cimento dos Srs. Raymundo,Carlos, Leite & Irmao.
Antonio da Silva Pereira vai s Alag jas.
Manoel Antonio Munteiro dos Santos, subdito
portuguez, vai a Europa.__________
O Sr. Francisco Lins Paes Brrelo aulorisou
o abalxo assignado para receber dos foreiros da
ra da Roda o que 5o acham a dever, bem assim
a tratar qualquer negocio com o mesmo at final
decisao dos administradores do hospital de carida-
de, se deveni ou nao aceitar adoago que fui feita:
na ra da Cruz n. 26.
Francisco de Albuquerque Mello.
Na noiie do dia 9 -do correte mez des ippa-
receu da casa n. 48, na travessa da roa da Concor-
dia, urna mnlalinha captiva de nome Fraincisca,
com os signaes seguintes : amarella, pus camba-
dos, cabello cortado meio estoquiado, luvou ve.-ti-
do de chita, j usado e camisa de madapoiao, lu.li
j limito sujo,d= idade 10 annos; julga-se ter sido
seduzida de casa em razo de ter viudo don*;it>
ha dous metes, pouco mais ou mcuos, e nao saber
ra alguma : roga-se s autoridades po'liciaoo a
appivli Misfi.j da dita niulaiiuba, u leva-la casa
cima mencionada.
Na ra da Imperatrii ii. 13, pnti.-a-se de
urna ama para cozinha, preta forra de nicia iJade.
Precisa-se de urna ama d leite
ga do Rosario n. 26, segundo andar.
na ra lar-
Claudio Dnbeiix, como procurador de Anto-
nio Demetrio da Silva Laranja, actualmente resi
denle na provincia do Para, tem contratado a ven-
da da casa n. 67, tm Fra de Portas, na ra do
Pilar U cidade, propriedade do mesmo Antonio
Demetrio, a qual honve por heranca de sua falleci-
da mai D. isepba Theroza de Jess, viuva de Jos
ila Silva Laraoj'i. E constando que alguem pre-
tende oppor-so a legalldde de.ta veu la, por isso o
siinunciante convi-la iojielles qae se jnignrem
com direito a dita casa, hajam de aprps^ntar por
este Dirin as suas raides at o da 20 dji edrren-
te mez. n5o se admetlinilo reclaraa^aa alguma de-
pois doste praso.
Ama.
j *SPrecs3-se de urna ama forra ou escrava, dan-
ido se preferencia a ultima,-para comprar e cozi-
nhar : na raa do Qneimado n. 40, loja.
Precisa-se de um cozioheiro ou cozinheira :
| na ra da Florentina n. 1.
Os abaito assignados tendo arrematado as di
vidas da massa fallida de Joaquim Vieira Coelho
& C, fazem sciente aos devedores da mesma mas-
sa, que elles sao os nicos autonsados a recpber
taes dividas, e por isso pedem aos mesmos senho-
res devedores a virem ou mandarem pagar seus
dbitos amigavclmenle : na ra da Cadeia do Re-
cife n. 3.
Jos Joaquim da Costa Moora.
Joaquim Beptista de Araujo.
O abaixo ;.ssjflado declara ao Sr. Antonio d*
Oliveira Guimares qne era nada o obedece porque)
al ) presente ainda nao leve ordem alguma da
Illm. Sr. Dr. chefe de polica, que fosse de encon-
tr ao lilulude foveniador da sacao de Sabarqao
o abaixo assignado exerce, por isso conservase
sempre unido com os seus parentes da n.-.f ao de
Sabar, e sempre prompto para comnrir tola e
qualquer ordem que parla das amondades da pro-
vincia, a quem o abaixo assignado muito respeifa,
e com elle todos de soa nacao, pinito principal
mente os que, eomo o abaixo assignado, ja gozam
de na liberdade. aeonsHhando aos que anda so
escravos toda a obediencia aos seus senhores, en-
tro tanto fa?a o Sr. Antonio de Oliveira Gmmaraes-
A rogo de Paulo Antonio Marques da Costa e go-
vernador do Sabar da Costa da Lingoa Geral,
Manoel Joaquim da Conceir,ao.
\


Diarto 4 F
safcbad* 1 LOTERA
AOS 6:0000000.
Quarta-feira 19 do correntemez, se ex-
trahir a 4* parte da Ia lotera (12a) a be-
neficio da Santa Casa.de Misericordia, para
canalsacSo d'agua e gaz no hospital Pedro
II, no consistorio da igreja de Nossa Se-
nhora do Rosario da freguezia de Santo
Antonio.
Os bilhetes.meios e quartos esto a ven-
da na respectiva thesouraria ruado Cres-
po n. 15.
Os premios de 6:000,5000 at 10^000
serao pagos urna hora depois da extracco
at as 4 horas da tarde, e os outros depois
da distribuirn das lisias.
As encommendas s rao guardadas so-
mente at a noite da vespera da extracto
como de costume.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Saude dada a todo o inundo.
Pelos preciosos medicamentos dos Srs. Grimanlt
C, pharmaceutieog de S. A. I. o principe Na.
poleao, raa de la Feiillade 7 en Pars.
Porque es Srs. mdicos e o publico usara de pre-
ferencia dos medicamentos especiaes dos Srs. Gri-
mault & C, pharmaceuticos em Paris, com os quaes
elles tem serapre obtido as curas as inais extraor-
dinarias ?
i. Porque esta casa sendo sem rontradita a
mais importante de Pars, honrada com aclientella
de urna parte da corte, patenteada por S. A. I. o
principe Napoleao s vende productos de urna efll-
cacia recenheeida.
2. Porque esses medicamentos representam as
mais recentes conquistas da medicina e da chi-
mica.
2.a Porque tem todos um goslo agradavel, satis-
fazem a vista, e pdem ser administrados sem pe-
ri#ro, tanto s crianzas cerno s pessoas adultas.
4. Porque elles differem inteiramente desses re-
medios inglezes e americanos, preparados por In-
dustries estranhos, tanto a medicina como a phar-
macia, dos quaes nao tem nem a setnela nem os
ttulos.
o." Porque estes medicamentos s se applicam a
nm nu..iero limitado de doengas, e nao as curam
todas, como os remedios de que acabamos de fal-
lar ; emOm cada producto tem sua applicago par-
licular.
Por isso pensamos prestar um servigo a todo o
mundo, indicande aqui as importantes propieda-
des dos principaos medicamentos dos Srs. Gri-
mault & C.
\aropc de raifort loriado.
Empregado com successo oerto em lugar do oleo
de gado da bacalho, tao desagradavel, to dilll-
eil a digerir. E'o especifico e raais certo contra
as escrophulas, o lymphatismo, a moleta das car-
nes, es humores das enancas, a papeira, os rheu-
matismos, o escorbuto, as affecgoes da pello, as
molestias do peito.
Todos os mdicos de Paris o empregam como o
depurativo o mais poderoso, e o recommendam em
todos os casos que precisa-se corrigir a acrimonia
do saogue, e dar-lhe todos os principios vilaes que
perdeu, seja pelos excessos, pelas affecgoes lym-
phaticas, escrophulosas, e venreas.
Xarope de quina vermelha fer-
roginoso.
Ou associagao dos uous poderosos remedios da
materia mediea que sao : o ferro um dos princi-
pies elementos de nosso sangue e a quma que o
tnico e o febrfugo por excellencia.
Este delicioso medicamento agradavel ao paladar
e a vista, tem um resultado admiravel as flores
brancas, dures de estomago, falta, de appetite, po-
breza de sangue. Elle sobretudo til as senho-
rase as mocas delicadas, para desenvolver e re
gularisar a menstuagao e suspender os effeltos
perniciosos das Dores brancas, que sao a causa de
tantas doengas. Elle soberano depois das con-
valecencias de molestias graves, elle o reparador
das torgas e da saude para os doentes enfraqueci-
dos pelo trabalho, os excessos, as affecgoes escro-
phulosas ou venreas.
As mis de familia acharo nesle xarope um mer
dicamento sem igual, para fortificar e desenvolves
a systema osseo das criangas e os preservar da-
offergoes escrophulosas.
Elixir digestivo de pepsina.
Delicioso licor que oceupa o primeiro lugar en-
tre as novas conquistas da sciencia, a pepsina pos-
sue com effeito a proprledade importante de fazer
digerir os alimentos quasi sem soccorro do esto-
mago, o remedio soberano das gastrites, gastral-
gias, das inflammages do estomago, dos Qgados e
dos intestinos. Elle supprimd os gazes, as nauseas,
as pituites, o desgosto dos alimentos, e presta prin-
cipalmente um immenso servigo as senheras n'uma
poslcao interessante da qual supprime os vomites.
As pessoas que padecem de caera no estoma-
go ou nos intestinos, vero sua vida prolongada
pelo uso do elixir de pepsina, e os velhos e cwiva-
lecentes o sustento de sua saude e o reparador de
suas forgas; porque com urna boa digesto sempre
se gosa de boa saude.
Xarope pe toral de S. Jorge.
Novo especifico, sem opio, reconhecido como o
melhor medicamento para curar a tosse. defluxo,
catarrho, grippa, irritago do peito, anginas, dores
de garganta, coqueluxa.etc.
Este delicioso xarope popular em toda a Franga
foi descoberto pelos monges da abbadia de S. Jor-
ge, no Anjou, e actualmente preparado pelos Srs.
Grimault & C., nicos proprietarios da verdadeira
receita. Recommenda-se aos doentes que usem ao
mesmo lempo das deliciosas paslilhas peiloraes ao
sueco de alface de loureiro-cereja dos Srs. Gri-
manlt & C, este excellente remedio composto
com as duas substancias as mais calmantes e ao
mesmo lempo as mais iooffenslvas da materia me-
dica, e nao conlin opio.
Injeceo e capsulas naatlco.
Estes dons productos que constituem a mais re-
cente e a mais importante mediado para curar os
corrimentos p as molestias veneraes do homem e
da mnlher, sao exclusivamente vegetaes nao con-
ten mercurio, e sao preparados com as folhas do
matico arvore do Pern. Nao ha molestia conta-
giosa antiga ou recente que resista ao uso desses
dous meios. Sua rapidez de acgo superior a
todo quanto se tem feito at hoje. As capsulas
nunca cansam o estomago era os Intestinos como
as capsulas de copahyba, cubeba e outras ; a in-
joccao nunca produz o estreitamento como aconte-
ce com as Injecgoes com base metlica aconseja-
das at hoje.
Todos estes productos vendem-se as principaes
pharmacias do Brasil, agente para vender por ata-
cado, no Rio de Janeiro, E. Chevolet, era Pernara-
buco, Caors & Barbosa, na ra da Cruz n. 28, na
Baha, Lima & Irmaos i em todas as boas phar-
macias do Brasil.
Deve-se exigir sempre i assignatura Grimault &
., por que ha falsificares perigosas.
Vende-ve na botica francesa ra do Imperador
n. 38.
a
= 2 = 2
c
g a. 5 o > g
o d
li_li
: i p i r i


z
1$

.408 PAS DE FAMILIA
Feijo mulatinho a 560 rs. a cuia.
Eseola 'particular. .
Clara Olympia de Luna Freir, professora part.:
enlar de inslrucgao primaria, competentemente au~ i
torisada pela oireciona da inslrucgao publica,
abri sua aula na ra Direitan. 60, segundo andar
- Na
GASA DA FORTOR
Aos 6:000$000.
. ra da Florentina n. 36, prenara-se co
Pela g ande quanttdade e a prehtbicao qae ha de se poder exptir nas nbeiras se mida para fora por commodo prego,
vende por este proco, o fe'ijao bom e o preco agrada a todos : na ra dos Quarteis n.
22, junto a.toja de funileiro.
4-
MUDANCA
ANTONIO JOREZ
Fundidor e torneiro em metaes.
O London & Brazilian Bank, saca por doos
os paquetes.sobre
Lisboa.
Porto.
Braga.
Vianna.
Gtiimares.
Villa Real.
Coimbra.
. Amarante.
que morava na roa da Imperatriz em casa do marcineiro poirier n. 55, pre
vine ao respeilavel publico e a tdos os seus freguezes em particular, que
mudon sua oficina para a ra da matriz da Boa-Vista' n. 36, onde si
prompto para fazer o que compele a sua arte de fundidor e machinista.
0 hachare! Jos baplista (iitiranaj
advoga nos termos do Bonito e Caruar.
Pode ser procurado na villa do Bonito,
ra Direita n. 16, defronte da cadeia.
Alugam se dous grandes sobrados com com-
Knu-Vuta* n 3fi* ond<> sa aha!modos Paf numerosa familia, novos e aceiados,
B* D' cora jardim, cocheira, estribara e ontras coramo-, Pr
didades, na travessa de Joao Fernandes Vieira :
a tratar na ra da Senzala Nova n. 42.
DE PARS
tugase
umacasa acabada agora, com commodos para fa-
milia,estribara, cocheira, quartos para feitore
escravos.com banho na porta,no lugar do Pogo
daPanella.ruado Rio : a tratar com Tassoir-
maos,na ra do Amorim n. 35.
mmmsmm m&..
jH O bacharel Alvaro Cammha T..da Silva
9 tem seu escriptorio de advocacia a' rna S
%fc do Imperador n. 41, primeiro andar, on- i|
i0 de pode ser procurado das 10 as 3 horas. >2
M Em qualquer botra occasiao sera' encon- S
Jg irado na casa de sua residencia a mesraa :Jf
xja ra n. 3, junto ao Gabinete Portuguez. aj
Bllhetes garantidos.
A' ra do Crespo x. TS k casas do costume.
O abaixo assignado venden nos seos muito feli-
zesbiibetes garantidos da lotera que se acabou
de extrahir a beneticio da ipreja de N. S. do Am-
paro de Goianoa, os seguintes premios :
Um quarto n. 1732 com a surte de 10:0005000.
Um inleiro n. 2709 com a sorte de 3:0004000
Um quarto n. 132 com a sorte de 8005000.
Um raeio n. 784 com a sorte de 400500,
E outras muitas sortes de 1005, 405,205 e
IOjOOO.
Ospossuidorespodem vir receber seus respec-
jtivospremiossem os descontos das leis na Casa
1 da Fortuna ra do Crespo n. 23.
| Acham-se a venda os da 4* parte da 1* lotera
(I21) beneficio da Santa Casa de Misericordia,
' para canalisagao d'agua e gaz no hospital Pedro
II, que se extrahir no dia 19 do correte.
PREyO.
Bilheles.....75000
Meios......35500
Quartos.....15900
as pessoas que compraren) de 1005000
para cima.
Bilhetes.....65500
Meios......35250
Quartos.....15700
______________Manqel Martins Fiuza.
Samuel Power Jobnston Companha
Ra da Vnzala Nova n. 4.
AGENCIA DA
Fundlcao de Low Moor.
Machinas a vapor de 4 e G cava los.
Moendas e meias uioendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho.
Arreios d carro para um e dous cavallos.
Relogios deoro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descarocar aigodo.
Rosarion. 20. Motores para ditos.
O Dr. Joo Ferrelra da Silva rogressando a sua Machinas de costura.
19 RA NOVA 19
Frederico tautier, cirurgifto dentista.
De volta de sua viagem a Europa, aonde tomou conhecimento das mais recentes
descobertas e ltimos aperfeicoamentos que se tem feito na arte dentaria, alm de com-
prar o segredo de diversas prepararles empregadas com muitas vantagens, tem a hon-
ra de participar ao respeitavel publico em geral e aos seus numerosos clientes em par-
ticular, que se acha de novo prompto aoseu dispor para todos os misteres da sua pro-
flss5o, advertindo quetrouxe um immenso sortimento de dentaduras artificiaes; caout-
chou galvanisado, ouro, platina, massas diversas muito aperfeicoadas para chumbagem,
instrumentos novos, ferramenta moderna, cadeira de operaces, etc., etc., dos mais acre- cas3j contina em o exercicio de sua proflssao nao a rcuoiao familiar do Club Commercial no
ditados fabricentes de Paris, Londres e New-York, e por isso estando mais que nunca s na pane medica como tambem na cirurgica. | crreme mez, ter logar na noite do dia 15.
no caso deservir do modo o mais satisfatorip possivel, espera continuar a merecer toda I Aluga-se um sitio na ra do Cabral
a confianca. dacidade de Olinda com casa terrea, com
Acha-se sempre no seu gabinete das 8 horas da manha at ao meio dia com cer- cupiar na frente, bota os fundos para a es-
teza e as 4 horas da tarde quando nao tiver de ir em casas particulares. trada e margem do rio Beberibe, com com-
______________________________________________________________----------------------- modos para familia, estribara paracavallo
_.. .^ __ *miw+w\we% ecapimpara sustenta-lo, arvoredosderuc-
GRANDE ARMAZEIV1 DA EXPOS CO DE LONDRES tos, sem. visinho defronte nem pelo fundo,
unnuk/L. niiiiine.i.111 vn ww.ynw wm DE [ frente, muito propria para passar a fesla e
tambem se alugar por anno: a fallar no Re-
THOMAZ TEIXEIRA BASTOS
N. 60-Bua da Cadeia do Kecife-N. 60
cife, no Recife, na livraria ns. 6 e 8 da pra-
ca da Independencia e em Olinda na casa
contigua com o capit5o Antonio Bernardo
Ferreira.
Est para alugar-se urna casa terrea na rna
Precisa-se de um criado forro ou escravo :
a tratar na ra da Madre de Dos n. 36, primeiro
audar, das 9 as 2 huras da tarde.
i wmmmmm mmmm
Companbia fdelidade de seguros ^
martimos e terrestres sg
estabelecida no Rio de Janeiro.
AGENTES EM PERNAMHUCO R
Antonio Luii de Oliveira Aievedo k C, ^
competentemente autorisados pela direc- S|
g loria da corapanhia de seguros Fidelida- ig
H de, tomam seguros de navios, mercado- fK
rias e predios no seu escriptorio ra da Kj"!
8 Crn n. 1.
A's familias.
Com toda segaraoca e responsabidade na rna
de Bartholomeu na travessa do Pocinho, sobrado
confronte a casa de detengo n. 69, se enearrega
de mandar lavar roupa de varrella e ensabodo por
menos do que em outra qualquer parte.
D-se a nma familia honesta para morar de
graca um grande sitio com boa casa, lenha, agua
e alguma fructa, sob condifo de guardar o mes-
mo sitio: para informar, na loja da praca da In-
dependencia ns. 6 e 8.
Saca-se sobre Lisboa, Porto, Una de
S. Migu I e Rio de Janeiro: no escriptorio
de Carvalho cv Nogueira, ra do Apollo nu-
mero 20.
Arrendase um grande sitio com boas casas
de vlvenda,muito ternnode plantas, perlo de cin-
co mil arvores de frueto, muitas destas raras,
muita lenha, agua, capim, tambom se pode fazer
parceria com quem tiver escravos de servido de
campo, duas milhas distantes do Recife : a quem
convier, informe-se na pra?a da Independencia ns
6 e8,_________________________________
Pede-se as autoridades policiaes que farfaro
prender o cabra Joo, escravo de D. Antonia Fran-
cisca Cadaval Pinto, que desde o dia sabbado 8
de abril deste crreme anno fugio, o qual tem os
signaes seguintes : cabra escuro, cabello carapi-
nbo, lem em um dos peis urna eostura sobre o
peito do pe, e outra costura sobre a sobranselha do
lado direito, mnito pachola e tem cilicio de sa-
pateiro, e pescador ; levou urna camisa de meta
ordinaria pintada de encarnado, urna caiga de la
cor de vinho, e chapeo de palha ordinario: o dito
e-cravo fagio da ra da Matriz da Boa-Vista, casa
oumero 28.
imeire.
Precisa se de um menino de 14 a 16
atines com bastante pratica de taberna :
na ra do Rosario da Boa-Vista n. 43,
paga-se bom ordenado.
pmmmmmmmmmmm
a*- Descontam-se notas do banco do Brasil e das
caixas filiaes: na prara da Independencia n. 21.
*
C0MF11S.
Compram-se libras sterlinas: no ar-
mazem de Ferreira 4 Matheus, na ra da
Cadeia do Recife n. 66.
Todos os artigos abaixo mencionados, foram comprados recentemenle pelo dono do estele- umle 2* andar'de um sobrado 33, compram-se obras de ouro eprata e pedras
as principaes fabricas de Paris, Londres, Birmingham, Manchester, e em diversas edades i ^'oria n. *, um le 1 anda r de um soDraoo ec,osa aesm como se faj ^
da Allemanha, e tendo comprado ludo as melhores condi^es por ser a dinheiro, por isso vende todo o* o a Vist %^9* comraenda e lodo e qualquer concert.
Na praga da Independencia loja do ourivesn.
, compram-se obras de ouro e prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
cmenlo as principaes fabricas de Paris, landres, Birmingham, Manchester, e
da Allemanha, e tendo comprado ludo as melhores condicSes por ser a dinheir.,, p. .._- n'a-01!trda'de Joan
e qualquer artigo barato, por menos do seu valor, e mu principalmente por querer Inteiramente liqui-, ^^t^JJ^t^iSitS^ | m B
dar e ter de partir muito breve para a Europa. ___S7itaS^i725&'?EL nW^^r^U* '
Ha neste vasto armazem ricos objectos com bnlhantes, como botoes, anneis, rosetas etc., e J^L??6?^* **____!__qle pJf. Shn,ivi.
bem assim, diversas obras de ouro, como trancelins, correntdes, oculos, face-mains, anneis, e mK!m_****fe n-9- das 9 horas da
outros artigos, relogios de ouro, inglezes, do afamado fabricante Bennette ; completo sortimento de. fa-: mannaa ate aemeiooia._________________
zendas finas e modernas ; miudezas, perfumes, perfumaras finas dos principaes fabricantes inglezes e Aluga-se o primeiro andar de algum sobrado i
francezes, como L. T. PIVER, Lubio, L. Legrand, Ed. Plnaud & Meyer, Delettrer (Parfumerie du ; na ra do Imperador ou pateo do Collegio : quem
mond lgant), Violet, Societ Hygienique, Monpelas, Mailly, hegnier, P. fioeland, e inglezas de Eug. tiver dirjase a ra estreita do Rosario n. 28.
Rimmel e outros ricas galantarias em marfim, mar de perola, etc., fabricadas na China e no Japao; i Alu_a-se a casa terrea n 105 da ra de San-
,;..= ,c H Jrtd fin* *r.mn ,nH, non roi-ors IW-M lUSlTCS ^ R| ^j jj,_ da __m 36
Compra-se ouru e prata em obras velhas, pa.
ga-sebem:.naloja de bilbelesda Praga dalnde
dendencian. 22. __________
Compra-se effeclivamente ouro e prata era
ooras velhas, pagando-se bem : na rna larga do
Rosario n. 24, loja de ourives.
Compra-se nm escravo ctzinheiro que seja
mogo, robnsto e sera vicios: a tratar no sobrade
n. 32 da roa da Aurora.
Compra-se cobre, bronze e ferro cuado ve
Iho: na fuodigao da Aurora, em Santo Amaro.
Cobre, lato e chumbo.
Compra-je cobre, lato e chumbo : no ar-
mazem da bola amarela n oito da secretaria de
policia.
O bacharel
Francisco Augusto da Costa
ADVeGADO
Ra do Imperador numero 69.
ricas pegas de cristal fino como ainda nao appareceram nesla cidade, e bem assim modernos lustres
para velas, ditos para gaz e para petrleo, serpentinas, castigaos, enfeites e adornos para cima de con-
solos e para grande toillette, o que se lem feito de mais elegante em Paris, em Londres, Birmingham
etc.; modernos apparelhos de metal fino inglez para cha e caf, os quaes nada tem de inferior prata,
e muitas outras pegas do mesmo metal, ricos pentes de tartaruga da ultima moda para trancas de se-
nhoras, excelleutes luvas de pellica do afamado Jouvio, apparelhos de porcelana fina
I Compram-se libras sterlinas : na ra do
\ Crespo n. 16, primeiro andar.______________
Compram-se armages j usadas de chapeos
i de sol em qualquer estado : na ra dos Quarteis
I n. 22, loja junto ao funileiro._________ _
Comprase na praga da Independencia lejas
ns. 6 e 8 o tLiberal de margo e abril de 1863,
! peridico desta cidade publicado na typograpbia
, da ra das Flores n. 3.
CLUB PERNAMBUCANO-
A partida do crreme mez lera lugar na
noite do dia 20.
Ama.
Precisa se de urna ama para casa de pouca fami-
lia : a tratar na praga do Corpo Santo n. 17, ter-
para cha e caf, j ceiro andar._____________________^_^_ Precisa-se alugar urna escrava ou moleque
ditos para jantar, e immensos' artigos de porcelana fina dourada, como ricos vasos para flore*, figuras, \ aarwukTW nR AMiTfP v TH AT i i PFR de 14 a 16 annos, que seja fiel para servigo de
etc.; calcado dos principaes fabricantes de Paris e ditos de panno c*m sola de borracha, pumos dos ^jv-iluhul vn,nVinYKii ra : a tratar no largo do chafariz da ra do
YENDAS.
NAMRUCANA.
De ordem do conselho administrativo desta so-
ciedade, scientifico a lodos os Srs. socios, que no
celebres fabricantes Pleyel, WollT & C, realejos modernos de Gavioli 4 C, para se tocar na raa, ditos
com figuras para saldes e ditos com figuras em movlmento ; modernos e bonitos instrumentos depnysi-
ca (mgica) para theatros ou saloes, ditos de phantasmagoria ; lanternas mgicas, cosmoramas com
vistas novas dia e noite ; stereocopios de nova invengo e com bello sortimento de vistas das principaes da 15 do correte tera lugar o espectculo de inau
cidades da Europa ; grande sortimento de brinquedos finos para criangas, e bonecas fallando papai, j guragim desta^sociedade^
mami ; grande sortimento de candieiros a gaz, os que se tem feito de mais elegante e que tem mere-
cido toda a aceilago na Europa, grande e magnifico sortimento de caixinhas, cestinhas e outras galan-
teras feitas de crina e seda propnos para presentes grande sortimento de estampas finas coloridas
com o rundo preto e de outras de todos os santos, ditas com figuras e ditas com novas paysagens para
cosmoramas, finos e bem graduados vidros para cosmoramas, um bello chafariz de chrlstal, proprio
para meio de mesa de Jantar ou para jardim entelarla (loa, como talheres com cabo de melal fino, co-
Iheres, thesouras finas, ditas modernas para alfaiates, nvalhas finas, caivetes e outros artigos, diver
sos artigos feilos de rame; completo sortimento de mascaras de velludo, setim, cera, papelo e ra-
me, doces, confeitos e chocolate em caixinhas e em vidros; camas de ferrodejtodos os lmannos, laya-
torios, etc.; ricos quadros para carl5es de visitas e ditos grandes e pequeos para retratos; chapeos
de sol, bengalas, chicles e ditos para carros; machinas para fazer caf, ditas para baler ovos, proprias
para quem faz po-de-l, bolinhos, etc.; bellos cortinados arrendados, verdes, encarnados e brancos;
pannos para cobrir mesas, bolgas grandes e pequeas para viagens, e outros artigos, como cobertores,
malas, etc.; sorlnentode violoes finos; figuras finas e jarros de alabastro ; galantarias e outras pegas
de charo para toillefte ; machinas para varrer o chao, excellenles machinas para photographia para
tirar retratos, grandes e pequeas ; lindos baloes de papel fino transparente e lanternas coloridas para
illuminagoes moda de Paris, salva-vida de borracha, para homens e scnboras; proprios para quem
toma hanhos em lugares* fundos; ameixas novas em caixinhas, blscoitos inglezes em latas, graixa in-
gleza 97 ; cerveja em barricas das principaes marcas de Londres, queijos etc., e muitos ontros artigos
que para enumralos seria um nunca acabar, o todos se vendera barato e muito barato no grande ar-
mazem da Exposigao de Londres, na ra da Cadeia de Recife n. 60.
ra: a tratar
Brura n. 47.
ALMANAK.
Acaba de sahir dos
DINHEIRO FRANCEZ.
Vendem-se moedas de ouroe notas do Banco, e bem assim umacollecgo desde nm centesimo
at mil francos: vende-se barato no Recife ra da Cadeia n. CO, noarmazemda Exposigao de Londres.
es
<
o
O
23 es
29
X
K
a3
Q
Para completa liquidago vende-se, por mnito menos de seu valor, perfumaras muito finas e
novas chegadas recentemenle de Paris e de Londres dos mais afamados fabricantes seguintes : Eug.
Rimmel, R. Matheus & C, Lubio, Sociedade Ilygieoica, Piver, Violet, L. Legrand, Deletrez, Pinaud &
Meyer, Regnrer, Mailly, (illet frere etc., etc., d5s quaes ha grande sortimento d'agua de colonia em
vidros e garrafas, agua de lavande, agua para limpar denles, oleo babosa, extractos em garrafinhas e
vidros de diflerentes modelos, pos para limpar denles, banha em potes e em vidros, pomadas, ricas
caixinhas e balainhos com perfumaras para fazer presentes, e muitos outros artigos que se vende por
menos de seu valer, bem como todos os artigos era geral existentes no grande armazem da Exposigao
de Londres, na rna da Cadeia do Recife n. 60.
Para senhoras.
Ricos e modernos pente de tartaruga para tranga de senhora, o qne se tem feito de mais ele-
gante aleo presente : vende-se por menos de seu valor para se liquidar, no grande armazem da Ex
posigo de Londres, na ra da Cadeia do Recife n. 60.
Luvas novas de Jouvin.
Vendem-se excellentes luvas de pellica recentemente chegadas de Paris, tanto para homem co-
mo para senhora por menos de seu valor, para se liquidar: no grande armazem da Exposigao de Lon-
dres, na ra da Cadeia do Recife n. 60.
AZEITE DOCE
ueite doce refinado em pequeas latas a 560 rs. a garrafa : no grande armazem
da Liga.
Saceos de 80,100 e 120 libras a 4& W500 e 53 ; no grande armazem da Liga.
Conlin_a>se pnr lugar e por prego commo
do o segundo andar da rna dos Martyrios n. 4 e
segundo andar da ra de Aguas Verdes n. 18,
muito fresco e bastante eotavaodo, assim como o
pavimento terreo cora 5 porttf proprio para qual-
quer estabelecimento, por ser de esquina e bas-
tante loealisado, e mais outra loja que bota para a
ra de Borlas: quem pretender dirjale no ter-
eeiro andar do sobrado da rna do Imper-dor nu-
mero 44.
i Precisase de urna ama para cozinhar e cotfi-
prar; na rna do Queimado o. 17.
AMA
Precisase de urna raulher idosapara comprar e
ozinbar para casa de pouca familia : na ra da
Praia n. 3.
Aluga-se urna casa terrea nos arrombados
em Gfeda, com t salas, 4 quartos e urna grande
cosinha eom portio para o rio : a tratar no arma-
zem do Armes defrohte da alfandega. ____
Rogase ao Sr. Joo Cavalranti de Souza
Leao senhor do engenho .-.ama Rita de apparecer
ou mandar a ra dos Pires bairro da Boa-Vista
n. 16, reallsar o negocio que S. S. nao ignora,
Precisa-se de um bom /ellor casado, sendo
portuguez prefere-s: do collegio da Concei(_o i
Tamarinefra.
Precisa-se alugar orna escrava que se-
ja sadia e de bons costumes, para o servico
inte' no de casa de familia: na ra do Sol
so6rado n. 21._____________________
Aluga-se nina ptima casa na Capunga, rna
das Crioulasn. 19 por ter commodos para familia:
a tratar no n. 3^_______________________
" Furtaram do sitio dos arcos, em Olinda, de S
para 6 do correte mez, um cavallinho, rastanho
escuro,pede burro,a cauda aparada : quem o en-
centrar ou delle der noticia segara, na ra do Des-
tino n. 27, ser bem recompensado.
Precisa-se de um calxeiro de 1* 1* anno
pira taberna, dando fi.dor a sua conducta : a Ira*
tar do becco do Campello n. 4.
Secretaria da sociedade dramtica Tlialia Per-
nambucana, 2de abril de 1865.
T. B Lins de Barres,
_______________________1 secretario.
Casa vazla.
Aluga-se urna pequea casa terrea a ra
do Nascente n. 14: a tratar na ra do Quei-
mado n. 32. loja.
Precisase de um feitor que seja portuguez
e que lenha pratica, para o engenho Bonito, co-
marca de Nazareth : a tratar com Ignacio Xavier
Carneiro de Albuquerque no mesmo engenbe, ou
com Leal Irmo, na ra da Cadeia n. 56.
- Precisa-se de um feitor que seja portuguez e
que saiba ler para o eugenbo Matto Grosso, comar-,
ca'd Rio Forraoso : a tratar com Jos Bento de
Gouveia, no mesmo engenho, on com Leal & Ir-
mo, na ra da Cadeia n. 56.
pre-
Caara mu.iclpal do Recife. jl<* nOSf typographia O
Quem estiver habilitado a fazer ser removido to- AlaiiaK AuHHIllStl ITO Q
do o etftnlho de lixo e immundices que existe no t.^- x'l^TJ ___ 1 J _.
caes do Bamosao norte dos leiheiros que alli exis- MGrC&tll 6 lUdUStrial UeSlft
te, com brevidade, enlenda-se com o fiscal da fre- x' o t
guezia de Santo Antonio desta cidade para tratar prOVlIlCia, COITeCtO 816 OI
do ajuste. 11 i i
--------------------------t de dezembro, e vende se a
Roga-se a possoa que achou um embrulno .. n r\
com a quantia de 362* perdido no dia 28 do pas- |A' XU1 llVrai'ia nS. f) fio
sado, do beceo do Tambi at a ra da Matriz da _" t t 3 3
Boa-Vista, cuja quanlia perdida de nm pobre ho- fj^ nfaCa da Independencia,
mera carrogailo de urna numerosa familia, o qual r *_______________L.____________
solicita a pessoa que achou de leva-la a ra do Tr>cfiiif/>r\oo narn A cmxrV>r
Arago n. 14, que ser generosamente gratificado. -LIIOU U^UCO yai 11 u cci V J ^U
das guardas do exercito, exirabidas do re-
gulamento de infantaria e accommodadas ao
exercito brasileiro; obra que muito convm
aquellas pessoas que ge alistam nos corpos
de voluntarios; vende-se na livraria n. fie
8 da praca da Independencia, a ifi.
Tin turara
Na rna Direita n. 116 conlinna-se a tingir para
qualquercor, e o mais barato possivel. !
Precisa-se alugar urna ama para casa de
dous mocos eslrangeiros : a tratar na ra da Ca-,
dea do Recife n. 18.
Ama
Precisa-se por aluguel de urna mulher de maior
idade, que dando pro vas de sua boa conducta e
comportaraeoto, esteja no caso de tratar de meni-
toa e fazer o servigo interno de orna casa : quem
estiver nestas circumstancias, dirija-se a rna de S.
Francisco, cobrado n. 10 : a fallar cora o dono da
casa. _______________ I
'o Sr. Jos Bernardine Correia Barros tem
nma carta na livraria ns. 6 e 8 da praga da Inde-
pendencia.______________________________
Attenco
5
Um pedido.
Pede-se ao Sr. Francisco Pi da Silva Valenga
ou ao seu procurador nesta praga, que nao se es-
quega de entenderse com o Dr. VHelia Tavares
I acerca do pagamento das letras, que Ihe deve, e
Sue o Sr. Valone prometteu pagar ao mesmo Sr.
r. Vuelta em Janeiro prximo passado, pedindo-
Ihe que o nao mandasse accionar.____________
Approvada por varitu Academia! I alta
iianmidadet medicas.
O qaeoecasiona en (ni at molestias abaixo
designadas a esla^oagfio do ungue em certas
parir do corpo, a qual c prodiuida pelos resfria-
rarntss e muitas ontras cautas, eutao dcclaro-sc
os fhcumatismos. Gota, Paralysia, Fraque:
des membros, Constipaeies, Elephantiasis ou
Pemai Inchadas, el orts Nervosas.
O uso da escora XLECTRO-MAGNI-
TICA tria successo cerlo para a cura da todas
estas molestias, sem recorrer se a nenhuma oulra
raedicjcio. Ella tem ama forma mu manejare!
e produt, a vanlade de quem d'ella usa, seos mal
uteis t felizes resultados. Seo emprego preserva
das molestias cima. Para maisioformacoescon-
sul-te-se a uoticia que accompanlia cada Escora.
Deposito Ceial
BouUfdrt du Prince Entine, 18, Pars. -
Vende-se superior vinho do Porto em caixas de
urna dnzia :em casa de Johnston Pater & C. ra
do Vigario n. 3.
0 GASTELLO DE GRASVILLE
Traduxido.do francez per A. J. C. da Criz.
Vende-se este bello romance em quatr
t tprs^pelo baratissimo prego de 2(J50O
'ua praca da Independencia, livraria ns.
6 e8._________________________________
Vende-se um grande espelho francez coro
\ rica moldura : quem quizer comprar, dirija-se a
ra da Cadeia n. 6, primeiro andar, escriptorio.
Aos sentares vendelhoes.
No armazem de Manoel de Souza Carvalho Pira-
pao, largo da Assembla n. 1, vende-se sardinhas
muito novas a 85000 o milhefro.
Ero casa de Tissei Freres ra do Trapiche d.
9, lem para vender :
Vinho II rdeaux em barricas e em caixas.
Dito de Smeme fino.
Dito d- Champagne muito superior.
Cerveja franceza marca Bobee.
Joo Silverio de Souza deixa de responder
ao Sr. Joaquira Cavalcanti de Albuquerque Mello,
porque presa sua dignidade e nao cosloma obica-
nar por jornaes. O publico que julgue dos nessos
p roe edimentos.__________________________
Roga-se ao Sr. William Campb-ll ou quem
suas vezes fizer, teoha a bondade se entender cora
Frederico Chaves, morador na ra da Imperatriz
h. 19, a negocio, ou anounciar sua morada para
se Ihe ir fallar.
ir-^ ,. o ^,.n a* imnw^Ar kn^a No rmazem da vinvr Paula Lopes, defronte do
Vende-se na ra do Imperador botica eraban)rjena escadinha, vendem-se ceblas as me-
franceza n. 38.
l O Dr. Cosme de S Pereira conti- jfi
Ihores do mercado, em eaixa
ralo possivel.
e cento, o mais bo-
Thealro de Santo Antonio.
(capunga.)
Sociedade dramtica Thalia Pernambucana.
Scientifico a todos os Srs. socios desta sociedade
que se acbam quitis.que os bilhetes para o es-
pectculo de inauguraco se acham era poder do
Ilion. Sr. ihesonreiro, aflm de que elle proceda a
distribuigo dos roesraos, como determina os nos-
sos estatutos.
. Secretaria da sociedade dramtica Thalia Per-
nambucana 10 de abril de 1865.
Thomaz B. Lins de Barros,
Io secretarlo. ____
D. Mara Angela de Moraes Monteiro e D.
Brites Sebastiana de Moraes protestam como acei-
taotes de urna letra sacada pelo Sr. Dr. Americo
Alvos Guimii es quo nao apresentando a letra a
que se referem, no dia do seu vencimentopara sen
real embolso, nao ficaro obrigadas a pagar os ju-
ros da mencionada letra, e por isso manifestara ao
dito doutor eu ao seu procurador para ficarera
quites com es'a transaego.
Aluga-se o segundo andar do sobrado' n. 62
da ra da Guia, pintado de novo e cora commodos
para grande familia; a tratar no primeiro andar
cera seu proprieiarlo o bacharel Francisco Luiz
Correia de Andrade.
j caixes >asios proprios para bahalei-
su-piuuo- 5 s e funileiros a 1,760 rs.: a trotar
com especialidade I I nesta oflitin;,
S Vende-se nr
na a residir na ra da Cruz n. 53,
i e 2o andar, oude pode ser procu-
rado para o exercicio de sua pros-
so medica, e
sobre o seguinte
Io molestias de olbos;
%* de peito:
3o dos orgaos geni-
ti urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rao examinados na ordem de suas
entradas comeando o trabalho pe-
los doentes de olbos.
Dar consultas todos os dias das
6 as 10 da manhSa, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer pera-
co que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
VENDH-SE
Vende-se nma carroga e nm boi: quem pre
tender dirija se a travessa da rna dos Pires n. 9
padana ; na mesma se precisa de amansadoras
que entendam bem do fabrico de pao e Macha.
Fil de seda preto com salpicos o covadq 15
Los de Iraho preto cada um 84 e 6J.
No armazem de fazendas'da raa da Imperatriz
n. 28.__________________________________
Pharmacia.
Vende-se nma botica nesta cidade com algum
fundo e boa f reguezia : quem a pretender dirija se
a roa do Imperador n. 38, que ser informado.
Euzebio Baphael Babello tem para vender
em seu escriptorio, ra do Trapiche n. 44 :
Velas de cera.
Vinho Collares em ao crelas.
Vinho de Lisboa puro em ancoretas.
Acha-se justa e tratada por compra a taber-
na sita no pateo do Carmo n. 13, perlencente ao
Sr. Estevo Rodrigues Fontes, quem se julgar eom
direito a mesma appareca nestes 3 dias. ,
INJECCAO BROW.
Remedio infallivel contra as gnorrhbo-
antigas e recentes, nico deposito raeas
ica franceza, ra da Crnz n. 22 prc-
C0 3d
' \
i
i


Miarlo de Pernambuco Sabbado 14 Je Abril le i.

0 NOVO GERENTE
DO
&5R3$S&>
DA
LIGA.
ESTABELECIDO A RA NOVA N. 60
'Jf'JJ'uI IMM 3)3 33 3)2513 BIJi
AO
Ha para vender
Pinho, pinlio, mais piobo, muilo pinho,
pinito, ra da l'raia, hoje, ra Nova
de Sania Rita n. 17.
78910 e ii poliegedas de largura
De 10 a 35 palmos de compridn, cousa
niuito boa e barata, e com todas as gros-
suras : cheguem ra Nova de Santa Rita
n. 17, serrana de Jos F. Coelho._______
Attencao. i
l.oureiro Santos & C, acabam de receber da En-1
_ppa pelo vapor, am lindo sortimento de enfeites
pretos, proprios para a quaresma, f neites anda
no vistos em Pernambuco, pelo preco de 55, 6j>,
! 10-5. 12$ e 20#, bern como grosdenaples preto, mo-
reaniiij, capas de grosdcnaples, e southambarqaes
! do mesmo ; ludo por nreeos mdicos : ra do
Crespo o. 14, junto a toja de louca.
GRANULOS e XAROPE
D'HYDROCOTYLE ASITICA
de J. LEPINE
O
O
ffl
PILI L4S \HOI2T.lI
DO
D. AYER.
DE
RESPEITAVEL PUBLICO*
A apreciaco dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-
zem da Liga estabelecido ra Nova n.- 60 um magnifico sortment de molhados,
que sendo em sua mxima parle mandados vir directamente do estrang iro podem ser
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que este novo e interessante estabelecimento seja o
primeiro e nico em seu genero, pde-se porm ffiancar, com toda a seguranza de que
nenhum outro o exceder no restricto cumprimento das seguintes promessas:
1. Delicadeza no trato.
2. Fidelidade no peso. '
3. Siuceridade nos presos.
As pessoas que por sua posico social gozam de certo tratamento, acharao nesta
casa os melbores queijos londrinos, cerveja, vinlios finissimos manteiga e cli sempre de
primeira qualidade. etc., etc.
Qualquer que seja a condicSo do freguez, elle deve contar que ser sempre mili-
to bem servido.
Aquelles que sao pouco favorecidos da sorte farao mensalmente urna economa de
muitas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se Ibes vender o arroz, o caf, a man- Crux n.22 em casa de Caros A Barboza
teiga oassucax, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algumas partes nao po-
dem ou nao querem vender.
Os senhores de fra da cidade, dos arrebaldes ou centro, que comprara para ne-
gociar, devem vir, pelo seu proprio interesse, a este estabelecimento para se convence-
rem do quanto se pode vender barato.
Para os senhores que compram para lomar a vender existe um sortimento cspe- cionadV,~a carta chorogrphica dotheairodagoer-
cial, escolbido por pessoa entendida que certamente muito de.e agradar aos senhores ra nos Estados do Sui da America Meridional, con-
comoradores' as P|anlas do 'aysandu, e do bloqueio e cer-
,- !.-< j i ji e a-i- c0 de Montevideo. Ella tornase rtcommendavel
Nao se tem poupado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agr- d5o s pela lacn* que velo preencber, como pelo
esmero do trabalho lyihographico.
I Vende-ye pela mdica quantia de 2)000 as livra-
rias dos Srs. Nogueir i, ra do Crespo; e do Sr.
Cardoso Ayres, na da Cadeiado Recife, assim como
as lojas da Expsito de Londres e na lythogra-
nhia do Sr. Carlos, a mesma ra d. 52, e na loja
! do Sr. Cardlo de Almelda, ra da Cruz.
Vi Vende-se a casa terrea n. 3o da ra do Pa-
francesa de 600 e dre Pl0rian0 : ""a'ar a ra do Imperador n. 69,
primeiro andar.
Rtsulta pela experiencias feitai as Indias e m
Frin;* pelos mais afamados mdicos que as GRATO-
LAS e O XAROPE de IIYDR0C0TYLA ASITICA i*
J. LCPINB sio o ptimo remedio contra toda* as etps-
ties de IMPIGENS om herpes e ouiras molestias da
pello, at as mais inveteradas, assim como a LEPRA
ou HORPHBA, a SIPHILIS, as MOLESTIAS ESCRO-
FULOSAS, os RHEUMATisHOS chroaicos, etc.
Deposite gersl em Parit, em casa de FOOTUfHK LAllONYE. ra Bo>irbo*-Viltencuve, 19.
XAROPE
deLABELONYE
Imprecado com iniariaTel suecesso desde 30 anuos
peles Mdicos do todos os plises contra as molestias -
orgnicas ou ato orgnicas do eoracao, as di repisias a maior parto das molestia do peito o das
kronckies (pnevstoaiw, eatarriot futnonartt, utkmt*.
ia/btMMCMs mtvoimdt,br*nckiet, c*tarrhtiru,etc...)
O XAR6PK do LABBLOirYB ate so ende sonto osa
farratas cosa rotulas de cor e fechadas com orna ckapa
mando a traa do invnntor.
Bast PAniB, rata rhn-Vlllcncnvc, I.
Deposito Carta chorogrphica
DO
THEATRO DA GUERRA.
Acha-se exposla venda, as lojas abaixo men-
dar a todos.
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A DINHEIRO A VISTA:
ALPISTE E PAINQO a i20 rs, a lib a.
AMEND JAS navas a 28o rs. a libra.
AVELES a 240 rs. a libra.
ARROZ de 80 rs, a libra a,..
AME1XAS fraacezas em latas, potes, fras-
cos, bocetas, etc etc.
AZEITE doce a 600 rs. a garrafa, cadada a
B
BANDA de porco a 660 rs. a libra, em per-
ra.;) faz-se abale.
BOLACHINHAS do beato Antonio a
BOLACHINHAS de soda lata grande a 2,000
ris.
BISGOITOS 'isg'ezes em latas de 1,200 rs. a
BOLACHINHAS principe Alberto a 2y00r*.
C
CHGUIUCAS i ito novas a 800 rs. a 'libra.
CAF de 260 rs. a libra.
CHOCOLATE francez a 800 rs. a libra.
CHAMPAGNE das marcas mais acreditadas
a 25,000 re. ogigo.
CHARUTOS de todas as qualidades, suisses,
araerican s, toahiannos, fluminenses,-etc.,
de 1,400 a 10.000omento.
CHA HYSSQN 4e 2,200 a
COPOS 1 sos lapidados de todos os tanw-
nhos a /
DOCES de todas as qualidades.

ERVILHAS seccas e em latas portoquezas s
francezas.
F
FARINHA de arala verdadera a 800 rs. a
libra.
(FARINHA do Maraahio ou tapioca a
"FAR ELLO de Lisboa ale 5,000 rs. a sacca.
FAVAS portugueza6 ai lata-a-600 rs.
W
GOMMA muito nova e alta a 120 rs. a libra.
GRrVD DE BICO a 120 rs. a libra.
GENE8RA delaranja a 9 e 10,500rs.
MANTEIGA ingleza
800 rs.
MACARROa 400 rs. de 8 libras para cima
a 360 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE a 600 rs. a lata.
MOSTARDA ingleza a 800 rs. o frasco.
MARRASQUINO de Zara.
MARMELLADA de diversos fabricantes
, diversos precos.
P
PEIXE em latas a 1,000 rs.
PERAS SECCAS a 500 rs. a libra.
PASSAS muito novas a 320 rs. a libra.
PRESUNTO para fiambre.
Hez Mariano.
i Ainda eM* defronte de S. francisco, a rica edijso do mez Ma-
anes ornada com estampas e vinhetss, e encader-
nada, por fcg e 500 cada livro. ________
Camas Vendem-se duas lindas camas de ferro para 2
pessoas sendo nma de ierro batido com duas fa-
ces com Kndas molduras c armacao moderna, e
ontra dita de ferro fuadido tambem com dea.- fa-
QL'EIJO do reino de 2,000 a
DEM londrino.
DEM suisso a 400 rs. a libra.
DEM prato a 800 rs. a libra.
n
SABAO MASSA a 160 rs.
abate em caixa.
SEVABJNHA a 200 rs. a Mbra e 8 libres se'
far grande abatimento.
V
VINHO tinto de 360 a.. garrafa.
VINHO -tinto em caada de 2,560
VINHO braaco em caada de 3,500 a
VINHO verde a 4$ rs. a casada.
VINHO Bordeux em caixa a 6.( 00, 7,000e
VINHO de Grave a 6,000*6. a caixa.
VINHO Chenry a 1,000 rs. a garrafa.
VINHO do Porto de todas as marcas e todas
os presos.
VINHO Collares a 800 rs. a garrafa.
V3NH0 Unto, este genero ha constantemen-
te 20 a 30 pipas ao tor.no de diveisas
qualidades e diversos proco&
VINAGRE emancoretas a 15,000 rs.
VINAGRE em pipa a 160, 200 e 240 rs.
VINAGRE braneo a 400 rs. a garrafa.
/^ceae lindas molduras e cpula, por preces bara-
tos \ na ra da Imperalriz n. 36, loja.
Xa ra da rz o. 38, o casa de Milis Rai-
taoUt ., vender:
Cha.
Oifo de linhaca.
Folbas de KlanoVe.
^iliirs e silhoes iriglezs.
Cert'eja AspimM.
Orta Uass.
Dita Juhn JefTres & .
Um piano com pouco uc
a libra e grende' Cabangas
AZEVEDO FLORES
Ra da odeia do Recife, esquina da Mirlre de Deas.
Prestem attencao ao discurso do Balao.
Moreantique superior a 2o500 o covado.
Grosdenaple de 1,5600, I08OO, 2r? o 3o.
Baloes de 2025 e 30 arcos a 3$ e : f>50O.
dem para meninas de arcos c de morselina.
Chales pretos de fil do ultimo gosto.
Laa preta para lutoe de todas as n.ais cores.
dem com assento preto e cor de caf, llores matizadas, fazenda interam< nte
nova vista se far o preco.
Vestidos a Maria Pia. os mais novos a 18t>000.
bitas largas de 300 rs. o covado a 500.
Lene/ s brancos a 2500, idem de esguiao ja embanliados.
Madapoloes francezes proprios para saias e camisas de senhoras a 560 rs. a vara.
dem muito finos de li a 16 a peca.
Cambraias brancas muito finas a H a peca.
Chales escuros proprios para as senhoras trazerem por casa 4)5.
Meias cruas inglezas a8 a duzia.
KOIPA FEITA.
Paletos de alpaka brancos muito linos a 45O0 e 5$.
dem de casemira de cores de 10f, 110 e 12.
Calcas de casemira pretas e de cores de 7,5, 80,10o e 12o.
dem de brim braneo de W, 4*500 e 5<5.
Cohetes de casemira pretos e de cores de 4*, 5* e 60.
dem brancos de brim e ftutas de 2*, 2*500 e 3*.
Camisas verdadeiras inglezas, vista far o prego,
dem peitos de linho, e de algodo de 2o a 5*.
Seroulas de linho com duas costuras.
dem de esguio de algodao a 1*600.
Colleirinhos de linho inglezes.
dem de papel de cores.
Camisas de flanell.1 de cores de 33 a 6*.
Ha muitas outras fazendas que se vendem por precos muito baratos, do-se
amostras com penhores e tambem se mandam levar s casas. Na loja do
\m Nao lia necessidade mais ge-
fkf ral em todos os paizes do quy a
<>t^fede uiii purgante que seja ao
V;\ mesnio lempo innocente, eflicaa
e digno de toda a cuuianca.
As pi lulas que ora offerece-
mos ao publico prciicl.em estas
condices ; pois pdem ser to-
madas pelas.peaaoas mais frats
sem perigo algum, nao leudo em
sua compospo mercurio nem
outro ingrediente nocivo sau-
de, ma sendo composto de a-
gentes vegetaes raui fortes, sao bastante
effictentes e activas para purificar os corpos
mais robustos.
Estas pilulas exploram e purificam toda
a extensao do canal alimenticio, e do vigor
a todas as partes do organismo, corrigindo
sua accao viciada e fazendo recuperar sua
vitadade.
Um remedio inestimavel contra dCr de
cabeca nervosa, cnxaqueca, priso do re-
ir, hemorrhoidas, moleilias do figado, fe-
hre gastro-hepatica,. e todas as molestia*
biliosas que tecm sua origem no entorpeci-
mento do figado que causa a cscassez da
bilis na inflainmaco d'esie orgao que pro-
duz derramamento da bilis no estomago 00
em um desarranjo geral dos orgos diges-
tivos.
A ictericia
produ/.ida pela absorpeo da bilis no
sangue, dando pelle e aos olhos urna cor
amarellenta ; nao smente dolorosa por
si, porra conduz aos mais serios soffrimen-
tos.
Para cura-la toma-se de 1 5 pilulas to-
das as manhas, isto bastante para movet-
0 vcnlre smenie at que se recupere a ac
gao saa do syslcma.
Mal do /gado, febre gastro-hepatica,
dianhea biliosa, indigesto, a nevralgia
ou tic doulcureux, sao todas molestias que
tem seu comego n'um desarranjo da bilis.
A observarao dos ductos da bilis faz esta
volver ao sangue, com que circula d*pcis
em todo o corpo e causa estragos (**c
trosos saodc e produz urna serie mno-
meravel de males.
Todos estes incommodos sao curados con
as pilulas do Dr. Ayer.
Direcges minuciosas acompanham cada
frasco.
Vende-se na pharmacia franceza de Mnu-
rer A- C, ra Nova n. 18.
' AGENCIA CENTRAL
15 Rua Dirclia 15
RIO DE JANEIRO.
Vende-se em Pernambuco:
na pharmacia franceza dv
P.MAURER i C.
RUA NOVA N. 18.
da lia va na.
Na roa da Cruz n. 4, vende-se charutos de
vana de diversas qualidades.
Ha-

.0
So.
cr cooi ->! "o ojo
{llftaf*
m
FARELO
de Lisboa.
Vendem-se saceos com 90 libras de farelo, pelo
barato preco de 4f500 : na roa da Madre de Dos
numero 9.
c 0,00 s; S ealLf
.0.2 s =3 m~ 3
o a g
a>

JiIH

= C 1 09



ae
2.
2 o
O u tt 2?* -* zl.
- 2.5-go:S
S m ** !!
2. o o
CENSARA de Hollanda < botijas, frascos, ] VFULAS de carnauba a 13 e 13,500 rs. a
garrafas, etc.. etc.* arroba._______________________
No armazem de fazendas ba-
ratas de Santos & Colho
Bit do Queimada n. 49.
Vende-se 0 seguate:
Leudes de panno de linho
pelo baratissimflpre?o de 2400.
Lences de bramante de linho
um s panno a. 3500.
Coberta de cbita da India
(eL? baratissimo pre^o de 2500.
Lengos decambraia brancos
proprios para algibeira, a i a duzia.
Pegas de bretanha de rolo cora 10 varaa
propria para sala, a 3f 800.
Pecas de cambraia
para forro com 8 li varas a 2*600. fr *
Guardanapos
de linho finos duzia 35500. BT
Algodo enfestado
cora 7 1|2 palmos de largara vara IJ200.
Cortes de lia
com 15 covados a 65.
Cambraia adamascada
com 2B varas propria para cortinado pega 419-
Fil |de linbo
liso Bno vara 800 rs.
Atoalhado adamascado de algodBo
com 8 palmos de largora vara 25200.
Atoalhado adamascado de linho
com 8 palmos de largara rara 35200.
LSazinhas carmezim miudinhas
prspria para vestido de menina, covado 600 rs.
LSazinhas
de cores Anas covado 560 rs.
Fazendas para a quaresma.
Grosdenaple, raoreaatlque e ricas capas de gros-
denaple bordadas.
Esteira da India
propriaparaforrarsalas.de 4, S e 6 palmos de
largara, por menos prego do que em oulra quel.
qaer parte.
Neste armazem de fazendas se encontrar .um
grande sortimento dejroupa feita e por medida
finos e brin<|edo*} 1
pata guraaino*.
Chagaram pana a loja de miudezas da ruado
Queimado o. 69, ou mais liaos e linde* calongas
tanto para brinquedo de meninos cuino ^ara cima
de mesa : na mesma loja e encontrar bom sor-
timento du iniudc.s.
G} o nliciro
de ceblas grandes em resteas : na rua do Impe-
rador n a
s
o
***
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.TBe.
2 S
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5? 5.
fi
S- t
o
>
O
>
MARA PIA
Mari* Pa
Mara Pia
Acaba de ebegar pelo ultimo vapor ingles, om
esplendido sortimento de enfeiies de cabega a Ma-
ria Pia, os quaes pela saa elegancia e bom gosto
de cada qoal o mais bonito nada deizam a desejar
sendo pretos, rxos, cor "de bonina e azalzlnho
seas preces a 25500,3#, 45, 65,85 e 105 : na
)oj de aove rival r>;a do Qoelmado a, 16.
Franeisco Jos GeriMno
WA NOVA X. 91,
aeilia de receber am lindo e asoifleo sortiaiento
deorulos, luneos e binculos, a ultiitao e mais
apecado gosto 4a Europa.
Vende-se t taberna do beoeo~do Pocioko n.
9, cok pouco* (ucdos e armacao* iiem aregaieza-
da ; a ralar na esma.
Colares Koyer
en celareaJiodinei5ectricos(onlraascontH)s>i
4m rrianras.
O bom e prove toso resultado qne as eriancas
obtem na ieoticao. trazendo desses colares, j
bem condecido, e por i s o se tornam toj indis-
pensaveis porque assim (em es pais iaeoatesta-
velmente prevenido o ma; esses colares vendem-
se tambera na rua do Queimado, lojad'aguia bran-
ca n. 8.
Agua florida e tnico orien-
tal de Kemp.
Continaa-se a vender em porcao e a retalho :
na rna do Qoeimado, loja d'aguia branca n. 8.
Bonitas trancas, franjas
t, alee s pretos para ressides,
A agaia branca receben novamente nm bello
sortimento de enfeites pretos para vestidos, sendo
bonitas trancas, franjas, galScs e bicos pretos, etc.,
assim como botdes enfeilados de vidrilhos, eoa-
tros mullos cnfntes de differentes cores, conti-
nuando a aguia branca na rna do Queimado [?, 8
a vender lado isso por precos coromodos.
Bonitas caixinhas
cesa nnsica e sem ella para cosiera, e entras
igualmente lindas eom perfumaras finas;
A agaia branca na rna do Queimado n. 8 acaba
de receber am bom sortimento de caixinhas para
eostora.e outras com perfumaras finas, e conti-
na a vende-las baratamente.
Superiores cortes de moirs preto com barra, o qne ha de mellior gosto em
Pernambuco.
dem dagorgurlo preto adamascado com barra a imperatriz Eugenia,
dem degorgurao de seda bordados com barra.
Superiores moirs pretos e largos 20400, 2 70 e 80 o covado.
Superior gorgurao de seda preto, a melhor fazenda que ha para vestido.
Sarja preta de seda,
dem preta hes|ianhota.
dem idem lavrada a 20 o covado.
dem idem lavrada muito superior.
Completo sortimento 30500, 4 J, 4*500 e 50.
Pannos pretos de superior qualidade de 3$ a 12o o covado.
Casemira preta de 10600 a 50 o covado.
Lindos chales, bournus, algerietines e retotxks de fil prelo.
Mantas pretes de fil e ios pretos.
muitas outras fazendas de superior qualidade na lija dasColumuas
na ruado Crespo ti. 13 de Antonio Correa de Vasconcellos& C. successores
de Jos Morei-a Lopes.
MACHINAS DIPATEM
de tralialhar a mo fst
descarocar algodo
FABBICABAS
Por Pknt Brothers & C.
OLBAB
Estas machina!
pedera descarocar
qualqoer especit
de algodo sea
estragar o fie
sendo bastanu
duas pessoas para
o trabalho; pd*
descarocar um;
arroba de algo-
do em earocc
em 40 minutos.
ou 18 arrobu
por dia oa 5 ar-
robas de aigod
limpo.
LUVAS OE PtSLLICA.
A loja da Aurera na rua larga do Rosario n. 38,
rfcebeu lavas de pellica muito frescas, pretas,
brancas e de cores, tanto para homem como para
senli<.ra, das mais novas e melher qualidade qne
tem chegado, muito proprias para os actos da se-
mana santa.
ENFEITES DE BOM GOSTO.
Tambem receben enfeites de differentes qualida-
de* e gostos, muilo bonitos para cabeca, os quaes
se vendem baratos : quem quizer usar do bom
gosto e do modernismo, mande comprar na loja da
Aurora da rua larga do Rosario n. 38, pois la en-
contrario ludo quanto diz cima.
Vende-se a casa terrea da rua dos Gnarara-
pes em Fra de Portas n. 67 : a tratar na loja da
roa do Crespo n- 25 A.
Ais ira como machinis para seren movidas sor
anixnaes, que descarocam IS arrobas de algodac
mpo.. por dia; e motores para mover urna, dua?.
eutr ib dessas machinas.
Os meemos tem para vender um bellissimova
por que pode fazer mover seis destas machinas
mencionadas; para o que eonvida-se aos Srs.
agricultores a vi rem ver e examina-lo, no arma-
zem de algodao, no largo da ponte nova n.47.
Sauters Brothers i C.
X. II, praca do Corpo Santo
RECIFE.
Os aicos agentes neste paii.
Bitas baaborgseas.
Vende-sena rua Nova n. 61. ______________
Attencao.
Vendem-se pegas de esteiras para -forro de sala,
tinta branca preparada a oleo, em latas^de 25 li-
bras, para pintar casa, relogios para cima de me-
sa e para pendnrar, arreios para I e 2 cavallos,
velas de spermacete, tudo de superior qualidade,
vindo dos Estados Unidos: no armazem da roa do
Trapiche n. 8.
Oleo de Florida
Composto de substancias vegetaes exticas, elle
contribue poderosamente, com a agua de Flo-
rida a forea, a belleza e a conservacao dos cabel-
los.
Em Pars casa de Gilaur n. 112 rua de Rechi-
nen e 21 boulevard Hontmartre.
Todos os frascos nlo tendo intacto e clare, e un-
cir prateado da casa, 6 reputado falso.
Deposito rua dn Imperador pharmacia n. 38.
Soda caustica.
N. O. Bieber & C. soceessores, vendem soda
caustica em larris de ferro : roa da Onz d. 4.
Precos que admira.
Sapalos de tranca superiores pelo barate preco
de 15 o par, e adiz 105 : no vigilante, tua do
Crespo n. 7.
Bico adamascado de todas as larguras, peca
com 10 varas, cada pea a 400, 480, 500 e 600
rs. : no vigilante, rna do Crespo n. 7.
Colcbetes em carto de urna e duas carreras
perfeitas, pelo barato preco de 40 e 60 rs. cada
cartao, e duzia a 400 e 500 rs.
Pentes para atar cabello, adnzia a 15200, U600,
25,35,45 e 55.
Balaios propriamente para costura e para frac-
tas, e para menina trazeroo braco a 15500,15600,
15800, 25 e 5500.
Perfumara, macaca perola a 25, 25200, 35 e
45 a dnzia, oleo de maozinha a 55 e 65 a duzia,
banbaa 35, 45 e 55 a duzia. Estes objectos se
vendem por admira veis precos em consequencia
de serem arrematados dos salvados da barca fran-
ceza, poisafanca-se a poura avaria e a boaqna-
idade: $6 no galo vigilante, rna do Crespo n. 7.
Vende-se urna mulata cozinheira e Javadei
ra na rua Nova de Santa Rita, casa d. 5.
|DR0GARIA.
31Rua? larga de Rosario 34
Barlholomeii Francisco deSouza C.
Vendem:
Aeido actico paro pira retratistas.
Esmaltes para ourives.
Papel para forrar casas.
G uarn igoe s a velludada?.
Tinta brancasuperior em lata.
AlvaiadeVeneza, fino,em paes.
AGUA
DC
Florida.
para restabelecer e conservar a cor natural dos ca-
bellos.
A agaa de Florida nao ama tintara, fado es-
sencial a contestar, a mesma agua dando a cor
primitiva de cahollo. Compostas de plantis exti-
cas e de substancias inoffensiveis, ella tem a pro
priedade de restituir aos cabellos o principio co-
rante que elles tem perdido.
De ama galubridade incontestavel, a agua de
Florida entretem a limpeza da cabeca, destroe as
caspas e empede os cabellos de cahir.
LejademiorJezas.
16Rua do Queimado16
Hara Pa *
Mara Pa
Mara Pa.
Acabara de chegar pelo paquete Ingles is nai.
lindos e modernos enfeites de cabrea a Mara Pa :
ningucm tem fazenda de tanto gosto, sendo reos
preos 25, 25508, 45, 5, 6J, W e 105.
Vollas e pulsriras.
Lindissimas vollase pulseirasde aljofares brancos,
azues e cor do rosa a 600, 15, I5S00, 25, 35, 4U
55 cada pega.
Brincos balito.
Bonitos brincos a balo, pretos, brancos, acn?
cr de lirio, a Hit) rs. o par.
Ditos ditos de coral a 15 dem.
Ditos ditos de crislal a 15500 idem.
Sintos pretos.
Riqniasimos sintos pretos de seda, gorgorao c
veludo a 35, 45 e 55.
Fivellas de pedrinhas c de ato.
Bonitas fivellas de pedrinbas a 15200. i5C0
25o35.
Dilas ditas de ac^o a l^.'iOO, 25, 35 c 45.
Fitas de gorgurao para ditos 25-
Cascarrilhas
de seda, pretas e de cores, de differentes l.tigur.T
a 800, 15280 e 15600 a peca.
Pecas de dilas, de la, pretas e de cores a 15.
Pecas de ditas de la escura a 15? U).
Filas.
Pecas de fitas pretas de velludo a 500, 640, FCO.
355OO o 45-
Varas de ditas de sarja lisa a 320, 400, 500. 15
e 15280.
Varas de ditas de sarja lavradas a 800, f 52S0 e
15600.
Varas de ditas de gorcuro para finios, 3 droVr
de largura a 2?.
Bicos pretos.
Varas de bicos pretos de seda a 120. 20C 3(0
400 e 500 r.
Varas de bicos pretos de linho a 80. 100, 1:0
160 e 200 rs.
Uvas de Jonviii
muilo frescas, sendo pretas, branras, c/r de cana
e de todas as (ores para borneas e senhoras a...
25500.
Ditas prrtas rrecas a 320.
Dilas de seria pretas pan: borneas e para ras a 15, IJSOOeSf-
Ditas de seda para Senhora a 30 r?.
Grvalas pretas a C0 rs.
ilbuns
Para 12 retratos a 5280 e lfiOOr?.
Dilos para 20 ditos a 158C0 c 5.
Ditos para 100 dlt.. a ."if, i55 e 20?
Ditos de velludo para 50 ditos a h.
Ditos ditos para ICO ditos a 75.
Ohjetios varios.
Alfineles de pedrinhas para peito a 15280 rs.
Mallas de viagein a 5?.
Despensaveis de velludo a IS>
DiUs de marrojuim a 10#.
Caixas com 12 fraseos de cheiro a 1^200 rs. "
Dilas com 6 ditos de di lo a 900 rs.
Frascos de sndalo a 1 e 15280 rs.
Sahonetes de bola a 320 rs.
Escovas de denles a 160, 240 e 320 rs.
Varas de. Ota de la preta e de todas as rres
para debrom a 100 rs.
Pecas com 20 varas de dita, a I5C00 rs.
Ainda est para ser vendido o siiio da ira-"
vessa do Remedio, na freguezia dos Afogadcs .
21 : quem pretender dirija-se a seu propnct. n.
na rua de S. Francisco, sobrado n. 10, que se X*
todo o negocio.
Urna familia que se relira vende urna inotiha
de amarelloj usada, tiro de cosinha, louca Tie
almoeo e jamar azu'. urna mesa d jamar de arca-
relio ps lorniados, mesas pequeas, commula?,
cama de casal e muilos oulros objectos o qne ludo
se vender em conia : na roa dos t'ires n 62.
Vndese, ires carrosas .-.n hr^ duas.ftirss
para cavallo, dous carros para coudurfao jjx pe-
ner's de estiva cu ootro qualquer nii>t(!-, luCo 1 r.,
bom estado, e p'rr pn ?o commodo, por etu dou-
ooercr acabar corfl e-se^iegncio s a tratar na ru.i
d) Sebo n. 54, taberna iNfaifcj


Irtar' de Pernaco Sabtoado 1 de Ahrll de i 8tt
& &"*
AURORA BRILHAWTE
TORIO IHEDIC0-ORIRGIC0
GRANDES ARJZENS
MOLHADOS
vinhos
J!
3'v
Lar^oda Santa
sfeCrua n. 84, es-^
{dina da ra do
> gESPECIAES
r^-, i?' !'h0V. proprietano do ja muito acreditado armazom de g
- p rara uninanie, condona a ter o mesmo sortimento de eneros de primeira qualidade.
t>$ v segu,ate Iabella s'rvira' a todo de base para ajuste da comas aos portadores.
.vonuin armazem vender' raais barato e melhores do que a Aurora Brilhante, ja"
poio Rrande sorlimeolo que lem, ji- mssuio porque seu dono s deseja tirar diminuto lu-
ro quanto chegue para accuraular as despezas do eslabelociment pi
ero quarno cnegue para accumular as despezas do eslabelocimenlo'por isso deixe se a-
ar, o prsprietario ha de fazer toda a diligencia, alim de servir bem os seus cons-

R Largo da Santal
KCruz q. 84, es-S (
^quina da ra do^c
Sebo. M'
os denominado Au-
lantes freguezes.
Latas com 8 libras dechouricas muito novas,
] a 7j)0. ^
Ditas raiides eom peixe em postas inteiras,
MK mais .le ti calidades, a 1,5000, 1,9.280 e
9.tas ,:om ostras, excelleale pelisco para fri-
giieira, a 720 rs.
> Mus cata ervilhas novas, ensopadas, a 720 rs.
Ditas com favas, a 640 rs.
.OiUs cora ameixas a 1&200, (800 e 3lo00.
)itas cora raarmelada do afamado fabricante
Abreu. a 720 rs.
jOitas ioiii masa do tomate, a 500 rs.
Jltascona (lijos de comadre, novos, a 15500
U e 233ld. '
.Ditas com bolachiaha de soda muito novas, a
> 23)00.
Ditiscainbtscoitinhos Ingleses de muitas qua-
; lijadas, a 1,3100.
* Chocolate.
Giixinhas com ameias enfeitadas proprias
> para mimo a IJ200,2>80.) e 3jz00.
.Chocolate superior muito novo, a libra de
' 880 a 1,5000.
(Mcarrao,ulhariam aletria amarella, a libra
! a 400 rs.
lo dito lita branca, a libra a W> rs.
Clisas com estrellriha, pevide, e outras mas-
as, ttoatCa UftSiJU.'
ditas Jila era libras a 610 rs.
lt&, t libra a 360"rs.
i/alian para sopa a libra, a 240 rs.
>.'il.'iis < ocas, a libra a 160 rs.
>i:is le>Ciscalas, a-horaa 200 rs.
'i.aio.va raaito aova, a libra a 280 rs.
'matoi de araroU verdadeira, a libra a
> )J rs.
"". il i Miraah), em sacco, a arroba a
Vinho verde superior.
A caada a 35000 e a garrafa a 400 rs.
Gomma.
Saccas de 4 arrobas, a verdadeira de seg
enjtommar, a arroba a 3J000 e a libra
120 rs.
Sabao massa, a libra a 200,240 e 280 rs.
Fariaha.
Saccas grandes cora farinha de Goianna mui-^
to nova, a 58009. < '
Caf.
Gaf do Rio omito superior, a arroba a 8, I
84300 e 95000. \
Cha. ,
GU,temos nenes gneros o raelhor possivel,;
hvson, a libra a 25600.
Dito parola a 35000.
Dito axim a 25700.
Dito hvsou muito lino > 25S00.
Dito redondo a 25500.
Dito preto le primeira qualidade a 25500.
Dito mais bailo a 25000 e 15600.
Erra mate.
Excellente cha medicinal, a libra a 240 rs.
Espermacete.
O masso enna 6 vellas de espermacete a 600,
640 e 720 rs.
Passas.
Caixas de 16 e 8 libras de passas novas pro-
prias para mimos a 45 e 25500.
Noxes.
Notes, a libra 160 rs. a arroba a 45000.
Alpista e pataco.
Aloisia e painci. a arroba 45000 e a libra a
160 rs.
Cartas.
'- JVO) e a libra a 80 rs.
v^j lito da lariia e Java, a arroba a 35*00 e a II- Cartas Unas para ]o*r. a dnzia a 255''0.
v*3 or a 100 rs. | Caslaohas.
O foaciatPi de Lisboa a 9#>00 a arroba a a 320 Castanhas novas vinlas ne=te vapor, a arro-
i rt. a libra. ba 4$000 e a libra a 20O.rs.
NfJH >ito da Santos, a arroba 75000 e a libra a Aztnnas.
4. I JSswm 125 ceblas grandes, a 152*). : Barris >m "**KVm 1**
.?.*$$ I >starda franceza, caita com 2 duiias a
l5 75000.
t -'rasi-os com mostarda Btip irada esa vin-igre,
'>. 1 400 rs.
Dit-H com conservas ingtoza< e fraocezas, a
640 e800 rs.
,r)itos com sal retinado lino, a 640 e a 500 rs.
Barris com azitona#noas a
Manteiga.
I Manleiga snoerlor, a libra a 15200.
Dita mais abaixn a 15120.
Dita menos superior a 15
Dita franceza nova, a libra a 45120
Dita dita em barris e meios ditos, a
15 rs.
libra a
1 Ditos com a verdadeira genebra de laranja, a | Dita para tempero a 400 rs.
1-)0:)0.
r-V !)itjs de i garrafas de Ilollanda verdadeira,a
l1? t>40 rs.
jtij is com dita propria para negocio, a
400 rs.
jirrdfiies com 2 galoes com dita, a 65-
, Sarveja boa, marca, a 500 rs. a garrafa, e a I
duza a 6)000.
/mha muscatel de Setuhal, a garrafa a 15-
.lirrasquinlio verdadeiro, frascos a 80C rs. e
-ps-j a 15200.
iK),'haniiagne, a dazia 205000, e a garrafa a
25000.
\7.e1te reiina lo portuguez e francez, a garrafa
a 15000.
''aixa d.f vinho BorJeaux muito superior.a
75, 85, 93 e 105 a caixa.
Ditas com dito branco, a 75 a caixa.
Dim cora dito lagrimas do Douro xerdadeiro,
a 205.
'Ditas com duque do Porto verdadeiro, a
i, 183000.
lJS)r>,tas cura chamlsso superior, al45-
\!pl)tas com Porto velho eoutras muitaswar-
V cas, a 125.
5> Vinho-lo Porto da pipa, a garrafaa 640, 720
U] e800rs. nBann
jC: Dito de Lisboa mnito bom, acanada a 35200,
SPDito da Figueira, das seguintes marcas (.Y)
l (i. A. A.) (J. L. G.) (0. M.) a caada a
ja 43300, e a garrafa a 560 e 640 rs., deste
^\v ,,lie j est engarrafado e lacrado cora o
^Jl rotulo 9o armazem.
Roitos de marcas mais desconhecidas, acana-
llo da a 35500 e 45000,#e a garrafa a 480 e.
J%. Vinho branco flno, a garrafa a 640 rs.
BWDito de cajii muito superior, a garrafaa
Queijos.
Qneiios novos vindos nesle vapor a 25800 e[
3500B.
Ditos londrinos muito novos, a libra
15000.
Papel.
Papel almajo pautado, a rosma a 45800.
Dito dito lizo de linho, a resma a 45500.
Dito de peso lizo e pautado, a resma
25300.
Dito de embrulho, bom a 15 o 15200.
Vinho Madeira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-
deira a 15300 e 25000.
Temperos.
Folhas de loan, pimenta do reino, commho"
e cravo, a libra a 400 rs. .
Velas de carnauba.
Massos com 6 velas de carnauba refinada a'
480 rs.
iotendoas.
Amendoas com casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Gaixoes de doce degoiaba, graoies.a l400(
0 pequeos a &40 es.
Tijoias p limpar.
Tijolos de arear fa^asia;.lts.
QORft.
Daxiasde boioes de/p-axa ra. 'ST^-MOOO, e'
de latas a 15000,,e os boi6os,a,140 rs. ca-|
da um, e as latas a 100 rs.
kirttWs jtMs.
Charutos finos dos ^mSlhopes "fabricantes da
Rahia por di versos precos, caixas e meias
caixas.
"B grande quantidade de gneros tendentes
estes estabelecimentos, qne deixam de an-
;i
nunciar-se.
N. 11Ena do 'Quemado--V. 11 i
Superiores cortes de seda prcta cora lindas .barras.
Saoerior seda faoonno que ha de melhor e mais gosto.
Moreantiqoe pre'to rauilo bonito a 25800, 33, $5580 e 45 o covado.
Completo sortimento de (rrosdenapls preto de multas qualidades.
Pannos pretos e casemiras de nn-tas qualidades.
Bournas, chales e ios de renda pretos superiores.
Superiores pelisses esoutembarques de seda para s nhoras.
Bouroos de la para senhoras a 115.
Chapeos e chapetinas de palha de Dalia par* senhoras.
.orts de la de barrasde 143 a 2*5 de mnito gosto.
E militas outras tazendas de superior qualidade na loja-de Augusto Frelerco dos
Santos Porto aondetambem se vendein asmslhores e mais baratas
Esteiras da India para forrar salas.
H. ilRBa do QuimadoN. 1i
Camas de ferro
Vcade-se grande soriimento destas camas na
na "ova n. 33 ; na mesma loja vende se grandes
niiinoes de- ferro
dis azas e lampe
juera precisar. .
forrados
de ierro,
de porcelana teoo
recommendam-sfl a
Superior farinha de mandioca
Vende-sc a excellente farltjha de mandioca de
Svnta Cath'arlna, a bordo do patacho nacional ePo-
lyieno, atracado ao trapiche hafao do Livrame'n-
to, e na ra da Cruz n. 23, primeiro andar, o?cri>-
Iipa iIh Int.'.nA Aa Alma!4n rlntrto-
torio de Antonio de Almeida Gomes. i ^tefra Azevedo & C.. ra da Cfoz n. 1.
^
avariado.
Francez barrica 55000
Vorlland dem 85500
Em perfeito estado:
Francez barrica 105000
Pectbwui dem 125000
Np armazem de Tasso Irmaos cica do Apollo
Fio de afsdSo da Baha,
Vendefse no escrtptorio de Antonio Lalz de 0]-
im PEORO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,1
MEDICO, PARTEIRO 13 OPERADOR.
3 Ra da Glora, casa do Fundao 3
O Dr. Lebo Hoscoso d consuttas gratuitas aos pobres todos os dias das 7 s \
auras la manlia, e das 6 e meias 8 horas da noile, excepgo dos dias saatieados
Pharmacia especial homeopathiea
No mesmo consultorio ba sempre e mais appropriado sortimento de carteiras
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dyranamisacoes e pelos preces seguintes
Carteiras de 12 tubos grandes. 12,5000
de 24 tubosgrandes. *#GO0
de 36 tubos grandes. S4J0
de 48 tubos^candes, 304000
< de 60 tubos grandes. ?5#0O0
Prepara-se qualquercarteira conforme o fadido qseaefcer., e com os remed
q i) se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de mea noca !W>0O. ,
Senda para cima de 12, custarao is precog .e&tthelecdo para. carieira>
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
O
NEM COROAS NEM MITRAS
E
GR Anilla
ARMAZEM
RA DO IMPjEIIABO M. 4LO
i Juta ao sebradaem que mora Sr. Os bae,
DuarteAlmeida &: C, rceeberam de ana propria errrenca-
da o mala lindo e variad* sortlmeno de uolhados, pr< j rloa
da preseate estacSo.
Mafas brancas
LIARON.
A mellior obra da.lioraeopathia, o.Manual de Medicina Momeopathicodo"Br. Jsrbr
dons grandes volumes com diccionario ... + ......... 3W0
Medicina domesticado Dr. Hering,........- **i0
Repertoriodo r. Mello Maraes.......... 1MW0
Diccionario de termos de medicina ...,....,,.. S400
Os remedies deste stabelecimenlo sao por demais conhectdos e dwpenswn portan-
| to de serem novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedios v.et-
(dadeiros,energicos eduradores: hatudo do nielhor que se pode desejar, globos de ver-
dadeiro assucar de leite, notaveis jela sua boa consarvaejo, tiutura.dos mais ajy,eJUdos:
estabelecimentos europeos, a maieexacta e accuradapreparacao,e portante a:iorw.-
gia$ certeza em seus effeitos.
Casa de mude para escraws.
Recebe-seescravos para tratar de jualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operagSo, para o que o annunciantejulga-se suficientemente habilitado.
Otratamento o melhor possivel, tanto na parte alimeotar, como na medica, e
funecionando a casa a mais de quatreannos, ha muitas pessoas de cujo conceito se nao
pode duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
ioentes.
Paga-se 2000 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 1^500.
As operacoes serSo previamente ajustadas, se n5o se quizerem sujeitar aos precos
azoaveis luecostnma pedir o annunciante.
Laboratorio enolo^ico e cliimioo de F, P. Lebeuf e 0
raa Montmartre, 31, em Paris.
Fabrica em Argeateuil, prs Parla (Franca).
ilOMFIC\(Ai) FAB8IC\(JI0
Dis viohos, agurdenles e licores.
VIXH03. Imitaclo dos viahos de todas as
qualidades,Eitraelo de Medie, adose para 230
litros, 1 f. 2,le Bordeax, 2 f., de Pomard, 3
f.,4eLisboa,t f.,de Qatalao, SI,de Porto,
Xerez, Muscatel, Malaga, desecara 2o ou 30 li-
tros, 4 t.
Substancia para fabricar com o a|cooI e agua
os vinhos cima e todos os uroi. A
500 lros, SO f.
CLACIFICAgO.-Ps loglezepA)s ,dps vinhos
da Hespanba,,da Franca, etc. A libra para 500
litros, 5 f.
AGUARDENTE5.Essencia de cognac para dar
as agurdenles urdioarias o sabor e o aroma de
cognac. A garrafa para 100 litros, 5 f.
KIRSCH E AulXTHO. -Essencia de kirsch e
de absintho, para os fazer com alcool e agua. A
garrafa para 100 litros, 5 f.
LICORES.Extractos para fabricar se todos os
dose para"'cores conhecidos s'em fogo qem alambique, (in-
dicar-st; os que se deseja.) A dose para 20 ou 2o
litros, 3 f.
PERFUMES para fabricar-se os licores finos ou
communs a dose para 20 ou 23 litros, 1 f. 2o.
TOOS os outros productos para o trabalho dos
viohos, agurdenles, licores, vinagres, etc., sao
fabricados de encommenda.
UTEXC1LIOS de laboratorio e de chimica.
e engaado nossos
COLORACAO.Purpirig^ne jjara colorear os
vinhos brancos e vinhos claros. As duas 'libras
para 500 litros, 16 f..
Alguns de nossos agentes teodo falsificado e mita lo nossas preparares,
freguezes, leve-sa exigir sobre as rolhas e{roalos as Lulciaes F. V. L. Paris,
0 nudo de usar-so.das preparapi-s acha-se indicado no rotulo.
As encommendas devem ser acoronanhadas por urna letra sobre Paris ou qualquer outra cida-
Frang, ou garantidas por urna casa conbeula.Dirigir-se aasSrs. Lebeuf & C. chimicos, ra
mirtre, a. 31, era Pari<, ou a sua fabrica- eiu Argenleuil, prs Paris.
i >; -ii ootiea franceza, rua.io Impurador a. 38.
FMICV DE CHtPOS DE SOL
Manteiga ingleza
da safra novavinda no ultimo vapor a 1 ,ooo
rs. alibra eem barril a 8oo rs.
sintela;:j raaceza
pa safra nova a60e r. alibra, e em barril
.5so;rs. naiw
Amendoas
toufeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
2|400, muito propios para mimos,
Cartoes
com bolos francezesa 500 rs. cadaum.
Latas
com bolachinhas de soda de todas as qua-
lidades a l;>:ioo.
Chocolates
de todas asqualidades a 10000 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambem
temos velaos para OO rs.,
Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 206oo.
! Queijos
chegados no ultimo vapor a 2#600 cada um.
Queljo
londrinoo mais fresco que se pode esperar
e de excellante maree a 800 rs. a libra
sendo inteiro e a 900 rs, aretalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se,pode esperar a .760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 14200.
Cha uxim
o mellior que se pode desejar, que outro
qualquer n5o pode venderpor menos de
30 a 20000.
dem perola
especial qualidade a 2#700 rs. a libra.
dem hyssen
o raiis aromtico que tem vindo ao nosso
mercarlo a 20600.
Massas amarellas
para sopa, macarrao, talharim e aletria a
480 rs. alibra.
COfiTIC
o muito afamado cognacPal Brandy a l,8oo
rs. a garrafa e de outras muitas qualida-
des a (,ooo e 8oo rs. a garrafa
capan
lapidados para agua a 4,5oo e 5,ooo
duzia, e a 4i0 e 5oo rs. cada um.
PAPEL
almaco greve, peso e de outras muitas qua-
idades de 2,2oo, a 4,5oo a resma do me-
lili
rs. a
\ 81 Rui \'i>va esquan da Canboa do Carino e ra do
Cabug n. 8.
A rajtoria desse estabeleciment o mais importante que existe neste g
Jias provincias do norte do imperio, querendo que o publico desta provincia goze das ,|"*"uai"' zuu a n
vantagens que proporciona a fabricaco emjjrande escala e directa relacao com as maisazu e Dardo iPAPEL
importantes fabricas da Europa, faz sciente que resolveu-se a vender ainda mais barato! rs "p embrulbode l,4oo
s importante que existe neste genero}rifl flv,.aiu^ ., "0"ca
que o publico desta provincia goze das? exceUete qualidade a 20200 a resma.
i do que do costmna como demonstra a seguinte tabeita :
Descont em duzia.
20 %
10 */o
*5 /o
4/o
13 o/o
Chapeos de sol de panno a 20000...... .
armaco de baleia a 20300 -
de seda armaclo tleico inglez de 80 poltegads
40, de 21 50, de 26 50500 e de 28 60.....2
Chapeos de sol inglezes a balo 12 varetas, cabos muito ricos e
seda superior da 2i pollegadas 80, de 26 90, e de 28 400.
dem idem a balito de 16 varetas patent paragon de fox de 24
pollegadas 110, de 26 120, e de 28 130......
Alera de muitas outras nulidades de chapeos de sol que existem na mesma casa
como sejam dealpaka, ditos debrim de linho, etc., etc. ha tambem de seda e de panno
de todos os tamanhos efeitios, os quaes 85o to vantajososcomoosannunciados, ha
sempre um constante sortimento de bengalas, chicotes, cachimbos, cutilaria fina e ar-
mas de caga, os quaes vendem-se; talmente em porco e a retalho, notando porm
que o comprador por atacado ter sempre um descont razoavel, afim de poder reta-
lhar pelo prego que o eslabelecimento retalha.
N. B. Os objectos comprados em metros de'uma duzia serSo considerados como
a retalho.
rs. a resma.
a2,2oo
Coriutkias
ADMIRAVE. PECHINCHA
CHALES E RENDA PRETOS
a 10$000 cada um,
Cassas organdj/s de cores a *$ rs. o corado.
A' roa da Crespo numero 17,
LOJA DE
Jos Gomes Villar. '
GOMMA NOVA-
Em paneiros muito alva a 4,ooo rs. a arroba e 16o rs. a libra e compran-
do de um paneiro para cima se far abatimenlo na ra do Imperador n. 40.
CHEGHM OS XODEINOS CHILES DE
FILO PRETO.
Superiores chales de fil preto cliegadqs pelo nllimovapar francez, a
loja das columnas ra do Crespn. 13, de'Anlenio Correia de Vasconce-
los A C.
^5
aassas corinthias muit aovas proprias para
podim a 8oo rs. a libra.
'fumo
Viaa^re
PRcad\^TrelaSde9canadasa15^"-
Cebollas
aSf.ain?n0rFaSd ^i^03 7'0 TS.3 C3X3
e l,ooo rs. o molho
. Alpista o taineo
or4,^atorcadoai4o"-aiibra'
CEBLAS
mTrnV im? 0m naruadoQoe;.
tRiO DE BIC0
m b a QnaOaadn400a WTOba e {* ^
ora aa ra dogaeimrdo n. 7 ra do
imperador n 40 e largo do Carral. 9
yJl'Aii) SUSSO
muito fresco a 800 r a .-h-,
Quehnaden.7 rad*rJM/a n,a d
largo do C,rranod6lrn>eradorn-40e
para sopa a melhor qne se pode detejar,
macarrSo, talharim ealeiria a 4(bn,i
libra e 40500 a caixa.
Vinho
Figueira J A A e outras muitas Barcas acre-
I. ditadas a 500 rs. a garrafa.
dem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e
20800 a capada.
Idean do Porto
generosos engarrafado des melhores fabri-
cantes da cidade do Porto a i e 1S0G
a garrafa ede 10 a 120 a caixa, a> uar
cas s5o as seguintes: Chamisso d Ftlfco,
F. & M., Nctar ou vinho dos Ieuzes,'
lagrimas do Douro e outros muitof.
Latas
com 10 libras de banha a 40000. ,
Bolachinha ingleza
a 10800 a barrica da mesma que
vendem a 20000 e 20400.
Nozes
as mais novas do mercado a I2fr* .4 fcra.
'Cervejas
dos melhores fabricantesle de todas as mar
cas de 40500 a 60500 a duzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Reis e outres em
meias caixinhas a 10500.
Arroz
do Maranho a 100 rs. a libra, e da India
a 80 es. a libra, e 20500 a 30600 a ar-
roba desses que vendem por 30400.
CAF
de 1. e 2. sorte do Rio de Janeiro a 805f
e 80800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
Ciarrafes
com 4 /j garrafas cem vinagre a lOCOtm
o garrafao.
. GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 10000 o frasco, e de UN"
a caixa.
DEM
em frasqueiras de Hollanda a 50800 ce
12 frascos.
GENEBRA
de Hollanda verdadeira em frasqueira a 600
rs. cada urna.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groja
e 2o rs. cada caixinha,
LICORES
finos de todas as qualidades, a 10,000 a csixa
com urna duzia e a l,ooo a garrafa.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, ceao se-
jam Abreu e outros muitos a 6oe rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunto de Lamego a 52o ra
a libra.
ARROZ
MaranhSo, Java e India, a loe rs. a libra e
de 3,ooo, a 3,2oo rs. a arroba. ,
. VELAS
de espermacete de diversas marcas a 5fo rs
a libra e em caixa ter abatimetto.
. VELAS
de carnauba em caixas de arroba a 9,3< c 1
caixa e 34o rs. a libra.
Batatas no?a*
em caixas de 2 arrobas a 50 a caixa e 6C r
a libra.
Paaeu moile oous
em quartos einteiros a 20 o quarto e eilid
a caixa e 400 rs. a libra.
Chocolate
portuguez o mais especial que se pide de-
sejar a 800rs. a libra e 40rs. Tpe.
. Frutas en calda
cegadas ltimamente, pera, pecego, ffinia e
OUtros muilos a 6405L a lata. '
a6OOel0ocaixae.
. GOMMA MUITO NOVA
om BOLACHINHAS
emla^asdedelferentes qualidades a 1^2C0
QUEIJOS FLAMENCOS
Marca N verdadeiro em sacc^ nn. DUA
m saccas novas e grandes a 40500 .
___________ >o0 n roa do Imperador n. 40.
.
DE
*, 45. ^
DE
J. VIGNES.
RA. DO ini'llttOH \*. hS.
,
,a mperioritod^i^ hoje u** cahecido para que seja nacesario iasistr sobre *
?* "no" iaL *"1??S0 ^rantias que ofTerecera ao>. compradores, qualidades sus
m olios tom Att~-n "~I------~ i"^ ."lourau vj> tuiiiiiauuim, i)imiiiiiuitii
OS um teclado S *** comI"istado sobre <"3os os que*m pMrectfDestupra,
,n,ndoum teclado e machmismo que obedecem todas as WRta4|s e o^ich^fc pfcsta^
minea falhar, por serem fabricados de proposito, a ter-se feUo nlMeataiUhcfa*
rafS1; do-
_Rjsias,sr-
raiaentat aaportas-
srs ^"sssjs&ir**s vo"8 *melodiosas e flautadas'e ^su mu, ^ss.
Faxem-se conforme as encemmeadas, tanto nesu fabrica como na do Sr. Blondel. i Paria soma,
correspondente de J. Vignes, em coja capital Jpram sempre premiados em todas as expsiroes. '
No mesmo estabelecimento se acba sempre um explendido e variado sortimento de' msicas do
^53 memores amores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo lude vendido <
J'W precos commodos e razoaveis. ~-
^7
/
ILEGVEL



s

Diario de Pernanbic* ftabbado 15 de Abril de 15
Atiendo.
FazeaiLis retas para a qaaresma par
pr bardlisina prega, na. lija e ar-
uidzcui da Arara, ra da liaaerairLz
n.56.
Lourengo Ptreira Mendts Guimares.
O prjprietario deste oslabeleci meato relira-se
para a Eiropa a tratar da sua. saude, poroi aules
de relirar-se pretende fazer urna, liquidago de ba-
baratissimo prego para fechar cuotas -, agora fre-
guis veule-t grosdenaples preto muri boui
para vestido*, a 1*100, 2* e a*600, dito de S pal-
Oka* de largo, a .iJ : na roa da luiperatnz luja da
Arara a. 5b.
ileuraatique preto a SJjJ.
Venla-se nuaraufljue preto para vestido a 35 o
c ) 11 >, grjsienaple omito largo e eacorpado a 3*,
SjKOO, 25 e l-ViJJ o covado, alpaca pret* para
vesijs e pahls a 500,600, 700 e 800 rs. o cova-
do, sarja de la para vestidos, calcas e palitos a
610 e 800 rs. o covado, la preta para vestidos
610 M, b):n)iziua preta para vestidos a 1*280 o
covad) : ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Ktcas vestidos a Mara Piaa 120.
Veaddin-se ricos vestidos a Mara Pia a 10*,
12*, l i*, lu"3 : ra da Imperatriz loja da Arara
B. 56.
Arara vende pegas de panninho a 5$ e de
madipolo a 4#.
Ven le-n-se pecas de paaoiaho raaito fino de 12
jardas a > 5, veniem-se pecas de madapolo infes-
tad) a i i e 45300, vendem-se pegas de madapolo
de Si jardas bom a 65, 75, 75500, 85, 95, 105 e
125, veudem-se pecas de algodosinho a 55, 65,
7*, 85 : ra da Imperatriz n. 55.
Arara vende os balites a 2|j500.
Ven Pro se baloes de arcos de todos os lmannos
a 25300, :S, 35500 e45: ra da Imperatriz
0.56.
Lu'.Kilus da Arara a 320 rs. o covado.
Veniam-se lazinhas para vestidos de seohor.as
e raeaiaas a 30, 400 e 500 rs., ditas lizas de to-
das as cores a 400, 500 e 560 rs. o covado. cassas
finas pira vestidos a 320, 360 e 400 rs. o covado :
ra da Imperatriz a. 06,
Giillas d Arara a 240 rs. o covado.
Ven lem se cintas de cores fixas a 240 e 280 rs.
o covalj, ditis francezas finas a 320, 360, 400 e
500, praclara para vestidos a 500 e 560 rs. o cova-
do : ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Lii'ii'iatao de soutambaqu.es e lazinhas a
U, H e 105.
VenJem se sjutambaques de lazinhas para se-
nlioras a 75, 8, dita de alpaca branca a 105, ditas
ni nt j linas de grosdenaple preto a 205, 255 e 305,
capas pretas de grosdeaaple Bao a 205, 235 e 30*,
manteletas prelos. de grosdenaple a 20* e 22*, go-
liolias para sequora a 240, 320 e 500 rs., mangui-
tos com gola a 15, caioiziqhas para seubpra, 25,
e 35, ditas muite finas bordadas a 45500 : na loja
do u.iratiro da Ba-Vista ra da Imperatriz loja
da Arara n. 55.
Ortos de ditas finas a 241400.
Ven li n-se corles da ditas com 10 novados por
2*i'JJ, daos de dU franela a 35200, corles de
cassa fraucoza..fina com 11 covados, por 35, ven-
den-sepsis da cambraia branca lisa a 35500,
43i)), 5)103, 05 e 85 ra da Imperatriz n. 56.
Li iii la?3) de roupas feitas palitos a 25.
Veiden-sa palitos de brira de cor a 25, 25500 e
35, J I tudas de bria pardo a 35 e 35500, palitos
de casiuira be.n faito a 55,65, 75,85 e 105, di-
tos do panno preto bora a 85 e 105, ditos sobreca-
sacos da casimira de cor e preta e de panno a 125.
145, 163 e 205, caiga de bnm de ver a 25 e 25500,
ditas brancas de linlio a 35500 e 45, ditas de ca-
simir.* de car 45,6* e 85, pretas a 55, 65 e 85,
col leles de casimira de cor e preto, de brira de cor
a 155)0, brancos a 25 e 205.0, ceronlas feitas a
1-5230, ditis finas a i*t>0O e 25, camisas france-
zas a 21 e 25500, ditas, inglezas de pregas largas a
35, de li.ilu a 35 e 35500, colerialios econmicos
a 640 rs. a dazia, ditos de lioho a 500 rs, um ; na
ra Ja Imperatriz loja da Araja n. 56.
Arara feade as cobertas a i$.
Veniem-se cobertas de chita finas a 25 e 25500,
ditas de damasco a 45 : ra da Imperatriz a, 56.
E' na Arara que -,e vea Je cortes de casimira
preta a 35.
Vendem-se cortes de casimira prela para caiga a
35, 35300, 4*300, 65 e 85, ditos de cor a 35,
45500 e 6J : ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende panno preto a 20.
Ven lase panno preto para caiga e palito a 25,
35, 2J300, 45, 45500 e 65 o covado, casimira pre-
ta tina a 2-5,2*500 e 35 o covado e outras muitas
fazeadas para liquidar: na loja e armazem do
Arara, ra da Imperatriz n. 56.
jftMMtwtot pretas para a qua-
resma.
Xa loja da Pavo.
Acha-se este estaelecimemocouipletamente sor-
Udo de rateadas pretas propriaspara a quaresma,
a sjiuor '.
tirosdemples preto largo e muitissimo encorda-
do, outros mais estrenos tendo dos precos de
15280,19600,15800, 2*, 2*400 e 3#i superior
moreaatiqae preto a 3*, superior sarja preta hes-
panliola, superior setim preto maco, ricas capas
pretas bordadas, soutembarques muito bem enfei-
tadas, ricas vaaquinas e casacas dos mais moder-
uos que lem vindo, superiores manteletes, camisi-
ahas com manguitos proprias para luto e ricos
chales pretes de rede, ludo isto se vende mais ba-
rato do que em outra qualquer parte por ser a di-
nheira: ua loja de Pavo roa da Imperatriz n. 60
de Gama <& Silva.
As roupas do Pavo.
Acna-se neste estabelecimento um grande sorti-
meuto de roupas feitas para homem como sejam :
superiores paletots sobrecasacos de panno preto
muito fino e forrados de seda a 225, 25* e 30*,
ditos forrados de alpaca a 145, 16* e 205, supe-
riores paletots de casemira tanto saceos como so-
brecasacos, ditos de meia casemira prelos e de co-
res, ditos de bnm de todas as qualidades, colletes
de casemira pretos e de eores, velludos, selins
etc., sendo todas estas obras cortadas por um dos
melhores mestres nacionaes, mnda-se fazer qual-
quer obra por medida : na loja do Pavo ra da
Imperatriz a. bu, de Gama & Silva.
Chitas em corles com 10, 11 e 12 covades
"Na loja do Pavo vndese urna grande porco
de cortes de chitas r*ncezas sendo clarase escu-
ras todas de cores!", xas com 10 covados a 35200,
com 11 covados a 35800 e cora 12 covados a 45,
pechincba para se apurar dinheiro : na loja do
Pavio, de Gama & Silva, ra da Imperatriz n. 60.
Caraisi nhas al$.
Vendem-se caraisinhas com manguitos, sende
muito bem afeitadas, proprias para senboras a
meninas, pelo barato preco de dezlustoes cada
nma : na loja do Pavo, ra da Imperatriz n.60,
pe Gama & Silva.
Cortes decassaa 3/5.
Vendem-se muito bonitos corles de cassa,tendo
varas cada corto, com desenos muito delicados
AO PUBLICO
Sen o menor constran-
g I ment se en regar o
Importe do genero que
5o agradar.
ATTENCAQ
Os precoe da seguate
tabella para todos, po-
deudo asslm servir de ba-
se para o ajuste de eentas
eom os portadores.
ARMAZEM NIAO
RA DA CADEIA DO REGIFE N. 53
(Logo passando o areo da Concelcao)
PARA BEM DE TODOS.
^>
Faztndas avuria Xa loja da rea da Madre de Dww n. 16, ilercn-
te da gnarda da alfandega, hquidam-fe ale o irn
da presente semana assecuintes fazendas avena-
das : algodao incorpado com 20 jardas, dito muito
largo e superior da marca T com 24 jarda*, chilr.s
Irancezas finas escuras, paletots do bnm avarla-
dos a 15200, e deizam-se de mencionar os preces
alim de nao por em movimento as id-as de qulm
quer qoe seja.assim como tambera ha naihpolues
limpos e superiores a 75, 8 e 95, este ( elephan-
te; das chitas dose amostras com pttiiior.
Wki
Vende-seuma machina de copiar carta;, 1 m nho de moer caf, 1 balanca nglez, l*s (e j.;./,
vasias, herva malte a 160 rs. a libra, velas cVs-
permcete a 600 e 640, carnauba 440 t 48(1, pas-
-as a 400 rs., vinho de Lisboa a 35(1, 4< e 410.
Figueira 500 e 5C0, branro SCO e ,!6(i. Pon* 640
e 720, toucinho de Lisboa a 320 c 400 rs., batatas
a 25700 o gigo, e 100 is. a libra, airiz superior a
10O rs., caf 1* sorte a 260 e 280, licite di re a ECO
e 640, cha 25560, dito preto liSO, utae nassa
superior a 200 e 240, rebolas a i* o rfM, ;.n-
nha do Maranho, alpista, maniei(a,l,ii:la de |or-
Senhores e senhoras, o aceio qoe presidio aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que tudo a prumptidao e inlei- co'e ?u,ros !r,uilos eneros quer em porc,6>s ..no
reza com que serao tratados, convida a urna visita ao mesmo, certos de que sem duvida me darao a protejo e preferencia na cora-. }," iomi d.nheiro m?: m ntiSSSm
pra dos generes que prec:sarem, e quando nao possam vir ppdero mandar seus portadores, anda que estes sejam pouco pratic&s, 7, armazem aitentioso.
I pois serao t5o bem servidos como se viessem pessoalmente, havendo para com osles toda recommendaio, aflm de que n3o vao em ht
Navidades
Na nova loja de fazeiidas e
roupa feita nacional
Ra da Imperatriz m. 72
PeetiiBcha
Cortes de ehitaa 9^400
Venale cortes de chita com 10 covados a
2)403 a 3JJ0, ditos de cassa a 35, ditos de lazi-
nhas para vestido a 35600 e 45, ditos linos de bar-
ras a Mirra Pia a 125, H5 e 16, ricos souteam-
barqoM de lazinha em fantasa a 85. 75 e 105,
ditos do grosdenaple pretos finos a 205, 225 a 255,
capas pretas de grosdenaple a 205, 235, o 255,
na ra da Imperatriz n. 72.
Fazendas pretas para a quaresma.
VeaJe-segrosdeaapie preto fino a 1*600, 2*, e
2*531) o covado, panno fino para calcas e paletots
a 25,35, 35303, 45509 e 55 o covado, casimira
pr.-to tina a 25, 25500, e 35, alpaca preta para
saias e vestidos a 500, 600 e 800 rs., sarjas de la
para calcas e paletots a 640 e 800 rs. o covado.
Lazinhas a 30 e 360 rs. o covado.
Vonde-se lazinhas para vestidos a 360, 400,
500, e 530 o covado. chitas finas para vestidos a
210 o 230 o covado, ditas francezas finas 320,
350 e 400 rs. o covado, capas francezas tinas a
32Q, 360 e 400 rs. o covado:
Roapa feita.
Venie-se paletots de edr e preto a 55, 65, 85 e
105, caigas pretas de casimira a 55, 65 e 85, cor-
tes de colletes e paletots de brim a 25, 25500 e
3; : na ra da Imperatriz n. 71
Madapolo enfestado a 40.
Vende se pecas de madapoia enfestado a 45,
dito em oannraho a 55, pecas de madapolo de 24
jardas bom a 85,75 e 105, ditas de algodao a 55,
65, 7 e 85, cortes de calcas de brira a 15600 e
25, ditos de casimira prela a 35, 3*500 4* e 5* :
na ra da Imperatriz n. 72.
COMFEIT*RI%
dos ananm's, ros da Ceas numero 16.
Contina a ter empadas, superior presunto a
850 rs., dito em fiambre a 1*600, recebem-se en
eommendas de bandejas de doces, p&es-de-l sm-
pelo baratissimo preco de 3*-(0 o corte :s na
loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
i Silva.
Cambriias lisas, aa leja do Pmo.
Vendem-se pegas de cambraia lisa muito fina,
tapadae transparente, pelo baratissimo nreco de
45 tendo 8 1|2 varas cada pega, ditas muito finas
a 75, 85 e 95 a peca, ditas Victoria com 10 va-
ras pelo baratissimo preco de 75, 95 e ICtf.ditas
Garrazes fazenda muito encorpada fazenda pro-
pria para forro a 360 rs. a vara oa 25600 a pe-
ca : isto na lojado Pavao ra da Impojatriz n.60,
de Gama & Silva.
Os vestidos do Pava.
Grande pechincba a 35500.
Vendem-se os mais bonitos vestidos de cambraia
transparente i imilaco detarlataua com mnitos
delicados desenhos, muiio proprios para partidas e
passeios pelo baratissimo prego ne 35500cada um,
sendo fazenda que sempre se vendeu a 75, na loja
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Vestidos a -Id e a 7$
Na loja do Pavo vendemjsericos cortes de vesti-
dos Maria Pia, sendo bordados e com barras,
pelo barato prego de 45 e 75, sendo fazenda que
val muito mais dinheiro, isto por baver grande
porgo, na lojado Pavo ruada Imperatriz n. 60
de Gama& Silva.
Os enffitps do Pavo.
Vendem-se os maisraodernosenfeitesparacabega
da senaora: na loja do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As. cassas do Pavio.
Vendem-se as mais bonitas cassas francezas, de
padrSes miudinhos e grados, chegados pelo ulti-
mo vapor, pelos baratos pregos de 300, 320, 360
rs., por haver grande porgo : na loja do Pavo,
ra dalmperatriz n.60, de Gama & Silva.
As llazinhas transparentes a 460 rs.
Ni loja do Pavao veudem-se as mais modernas
lazinhas transparentes, sendo de listas miudinhas
a imitagodassedinhas, pelo barato prego de 400
rs. o covado; ditas enfestadas de urna so c6r e
ditas de salpiquinhos proprias para vestidos e rou-
pas de mangas : na loja do Pavo ra da Impera-
triz n. 60. de Gama & Silva.
Ricos soulambanjues do Pavo.
Acaba de chegar um rico sortimento de sou-
tambarques de grosdenaple preto muito bem
enfeitados, que se vendem pelo barato prego de
20*, 22*, 25*, 305. Capas e casacos de glace pre-
tas que se vendem muito era conta: na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Aos vinte mil covados de lia.
Grande pechincha a 240 e 320 ris.
Vendem-se as mais benitas lazinhas transparen-
tes, sendo com llstras e quadrinhos miudinhos, e
lisas, tendo da todas as cores, assim como pretas
e roxas para luto, pelo baratissimo prego de 240
rs. o covado ; ditas transparentes com palminhas
de seda Maria Pia, tendo de todas as cores, e
algumas proprias para luto, pelo baratopregode
320 rs. cada covado, isto por haver urna grande
porco : na ra da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
Vestidos Maria pia,
Graade pechincba a lOO rs.
Chegaram os mais bonitos cortes de la Maria
Pia com as barras primorosamente bordadas, tra-
zendo os competentes enfeiles para o corpo, sendo
lodos com as cores mais delicadas que tera vindo,
e vendem-se pelo baratissimo prego de 105 o cor-
te,ditos de jrecala com lindas barras enfeltes,
com 19 cevadosoada um a 105, ditos de cambraia
eom barras bordadas a crox no ultimo gosto, pe-
lo barato prego de 65 : na loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cassas de Ilaho a 360 rs.
Chcgou esta nova fazenda, sendo cassa de linho
propria para vestidos e roupas para mancas, com
muito delicadas cores, moderna, e vende-se pelo
barato prego de 360 rs. o covado : na loja do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Lazinhas lisas.
Vendem-se as ms finas lazinhas de nma so
cor, tendo grande sortimento : nalqja do Pavo
ra da Imperatriz b. 60, de Gama & Silva. '.
Chales argentinos' de renda.
Chegaram ltimamente para a loja do Pavao os
mais ricos chales de renda com tres ponas, sendo
todos pretos, e tarabemeom assentos de cores, sen-
do neste artigo os mais ricos que tem vindo a este
mere. ido. ricamente bordados e cerculados de um
elegante bico preto de mais de palmo de largura j
estes raodernissimos chales nao so sao proprios
para passeio por fazerem urna elegante vista sobre
ora vestido de qnalquer cor, assim como muito
proprios para os actos da quaresma : vendem-se
nicamente na loja de Gama & Silva, ra da lm-
outra parte.
Mmteiga ingleza especialmente escclhidaa
l.ooo e 8oo rs. abra e em barril se faz
abatimento.
Idemfrancezaa mais nova do mercado a 96o
rs. a libra e 900 rs. em barril ou meios.
Cha hysson de superior qualidade a 2,600
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra.
dem hysson muito superior em latas de 15
libras muitoproprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a 1,6oo rs.
dem preto o que se pode desejar neste ge-
nero a 2,000 e 2,2oo rs. a libra.
Linguicas muito novas a 8oo rs. a libra e em
barril se faz abatimento.
Chouricas e paios a 8oo rs. libra.
Costelletas inglezas a G4o rs. a libra, serve
para temperar panella ou para ambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,200 rs., ditos de navio de vella a
2,ooo rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 8oors. a libra.
dem prato a 8oo rs. a libra, e inleiro se faz
abatimento.
dem suisso o mais superior quo tem vindo
ao mercado a 64o rs. a libra.
Ervilhas e favas portuguezas ja preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Feijao verde muito superior a 640 rs. a lata.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e 6,5o
rs. a duzia.
dem idem para vinho a 24o rs,, e 2,4oo rs.
a duzia.
Chocolate francez hespanhol e suisso a 9oo,
l.ooo el,2oors. a libra.
Espermacele superior a 6oo e64o rs. a li-
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
cradas e das melhores qualidades de pei-
xe a 8oo, l.ooo e l,2oo rs..
Vinho fiordeaux das marcas mais acredita-
das que vem ao nosso mercado a 7,ooo e
8,ooo a caixa e64o e 7oo ris agar-
rafa.
Genebra de Hollanda a 48o rs. a botija de
conta certa.
Frasqueirasde genebra de Hollanda a 6,800-
e 64o rs. o frasco.
Genebra de laranja verdadeira em frascos
grandes a 1,000 e 11,000 rs. a frasqueira.
Caf do Rio de Ia qualidade a 28o rs. a li-
bra e 8,5oo rs. a arroba.
Cafdo Cear muito superior a 24o rs. ali-
fara e 7,5oo rs. a arroba.
Alelria, raacarro e talharim a 4oo rs. a li-
bra e 6,000 a caixa.
Massa para sopa : estrelinha, pevide e rodi-
nha branca ouamarella a 64o rs. a libra e
3,5oo a caixa com 8 libras.
Vinho do Porto muito fino proprio para
engarrafar, em ancofetas de 9 caadas a
35,ooo rs.
Vinho em pipa : Porto, Figueira e Lisboa a
32o, 4oo e 5oo rs. a garrafa, e em caada
a 2,5oo, 3,000 e 3,8oo.
Vinho branco de Lisboa de excellente^uali-
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa e em cana-
da a 3,noo e 3,5oo.
Vinho branco para missa em caixas de 1 du-
zia a 8,000 e 680 rs. a garrafa.
Vinho do Pprto das melhores marcas que
vem ao mercado como sejam : Lagrimas
do Douro,Duquedo Porto, Rainha de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz l,Madei-
raSecca, MaLvazia fina a 16,ooo,.15,oooB
12,000 e lo,oooacaixacom 1 duzia e9oo,
l,ooo c l,Soo rs. a garrafa.
Vinho Cherex de superior qualidade a 16,000
a duzia e l5oo rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 4oo rs. os quartos e
64o rs. as metas lata.
Bolachinlias inglezas muito novas a o,ooo a
barrica e 320 rs. a libra.
Bolachinhas de. soda em latas de diversas
^ qualidades a 1,3qois.
Cartoes com bolo francez muito propros.par
ra mimo a Go rs.
Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
para mimo a 3,000 rs.
Passas de carnada a 8,000 a caixa e, 4oo rs.
a libra.
Figos de comadre a 24o rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Milo de amendoas a 5oo rs.
Bolachinha d'agua e sal, da fabrica de Joao
de Brito no Beato Antonio, em lata de 6 li-
bras por 2,5oo rs.
Ameixas francezas em fiasco de vidro com
Ung do mesmo, a l5oo.
Ameixas franct zas em caixinhas de diversos
tamanhes com bonitas esta pas na cai-
xa exterior, a l,4oo, 1,60o, l,8ooe 2,000
cada urna.
Azeite doce refinado hespanhol ou portuguez
a 9oo rs. a garrafa e 10:000 a caixa.
Batatas muito novas a 80 rs. a libra e2,5oo
o gigo eom 36 libras.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,000 a duzia.
Vassouras de eseova para esfregar casa a
4oo rs.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Arrozdo Maranh3o de 1* qualidade a loo Moiho inglez em garrafa de vidro comrolha
rs. a libra e 2,8oo a arroba. do mesmo, a 16o rs.
dem da India a loo rs. a libra e 2,800 a Mostarda ingleza des melhores fabricantes,
arroba. i a 800 rs. o frasco,
dem de Java a 80 rs. a libra e 2,4oo a ar- Mostarda franceza em potes j preparada a
roba. 4oo rs. o frasco.
Painco e alpista a 14o rs. a libra e4,oooa Lentilhas francezas, excellente legume para
arroba. sopa, a 2oo rs. a libra.
Massa de tomates de superior qualidade a 64o Marrasquino de Zara propriamente dito a
rs. a lata de urna libra e56o rs. a reta- i4 a garrafa-e 1 l.ooo a duzia.
lho. Palitos de dente a 14o rs. o maeo.
Sal refinado em frascos de vidro com lam| a
do mesmo, a 5oo rs.
Qerveja branca das marcas mais acreditadas
que \em ao mercado, a 5oo, 56o e 64o
a garrafa, e 5,8oo, 6,000 e 6,000 a du-
zia.
Cevadinha de Franca muito nova, a 2oo rs.
Charutos do adamado fabricante JosFurta-
do de Simas, das seguintes qualidades:
Exposicao Normal de Ha vana, lmpej iaes,
Londrinos, Guanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,5oo, 5,ooo,
6,000 e 7,000 a caixa ou em meias.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-
cantes, como s'ejam: Flor do Norte, Ma-
nilhasde Havana, intervallos,Vencedores,
Panatellas e Suspiros, a 2,ooo, 2,5co e
3,ooo a caixa.
o gnac inglez das melhores marcas, a 800 e
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,000 a lata com
4 libras.
Farinba de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Matte. excellente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Sebollas de Franca muito grandes e novas
a l,8oo o cento e l,2oosolas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa..
Touciubo de Lisboa muito novo a 32o rs. a
libra e 8,5oo a arroba.
Banba de porco refinada a 56o rs. a libra.
Bolacbinba Alberto, as melhores que pre-
sentemente tem vindo ao mercado, a 2,000
a lata..
Farinhado Maranho muito alva e ebeirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l,5oo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, a l,6oo, 2,6oo e 3,5oo cada urna.
Ruibos, excellente peixe portuguez, era
barris pequeos ou a retalho, a vista se
far o pre?o.
Azeitonas de Rivasera ancoretas grandes de
8 garrafas por 600 e 800 rs. a garrafa.
Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
l,5oo cada urna ancoreta.
Champagne da melhor qualidade que vem
ao mercado, a 2,000 e 3,5oo a garrafa, e
24,ooo e 26,eoo o gigo.
Gomma de engommar muito alva a 12o rs.
a libra.
Figos em sextinhas a 80 rs, cada urna e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,000 a resma.
Balaios para roupa suja grandes e peque-
nos, per diversos precos.
Amendoas eonfeitadas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 800
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a l,4oo e 2.000 rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa a 4,800 rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre branco j engarrafado a 5oo rs. a
garrafa.
e um terrpno na Capunpa n n; 40
l palmos de frente e 280 de fnndo, plumado de la-
raugeiras novas, tendo carimba e dnas frenes,
una para a estrada do Larerda, e outra pata 1 ni
becco: a tratar na Capunga, venda dos Qoairo
Cantos n. 35, de Jos de Almeida Ferreira.
ESCRITOS FGIDOS.
Aos capites de cuurfo
Desappareceu no dia 21 do crreme, da n-r. seu senhor, o esrravu de non e Benedicto, r.-1 ja
e5curo.com idade de 25 anuos, lev ^a de algodo de listra, camisa de ,- 1 .1 tu-
ra, e chapeo de couro de aba laria,iyJi altura
regular, cheio do corpo, cabello txiuila
olhos pretos muito vivo?, nariz r borra rtanlau-F,
muito pouca barba ue queixo e tm |ioi:in lu-
go, lodos o.-> denles, ps regulares, etc.; de f rt-
sumir que seguisse a estrada de Goisnna jr t r
vindo da cidade de Souza, provine a da Par.-ihila,
ha 13 dias, e foi comprado ao >-r. Jos Anici.io
Borges daqnella cidade : roga-se perianto aos se-
nhores capites de campo a apprehensao do r fe-
ridoescravo, elevarem-no a ra do Imperador n.
83, segundo andar, que segratiticar con. l.
Fugio hontem deste engenho o t srravo Jo,
alto, seco, de 25 a 30 annos, bailado porm eos-
tnma a faze-ht e deiiar snissas, denles limado*,
feic5es regulares, um pouco gago, olhos branros,
julgo que-ainda tem orna marca de um talho em o
p direito, dito escravo tem um cunhaudo furro
morador no Recife ra do Rangel : qui-m o pegar
pode entregar no Recife ao Sr. eapitio Jo? Gon.i s
Leal oo aqoi qae ser gratificado. Mam robu 9
de abril de 1865.
/
tfeDCH
I
60
120
100
80.
30
100
20
160
120
100
400
200
320
40
600
pies e enfeitado*. kkes, para es qnaes ha bonito? mm[l n. ga loi do Pavo.
eofeites, tambera lera figuras em grupos para bap- ^
tisclis e casamentos, prepara-se igualmente lata
com cajd crystallsado proprio para exportar, vi-
nhos do Porto e Figueira, outras qualidades, e su-
perior Bordeaux em garrafas grandes a 800 rs.
PROPRIO PAR i SENHORA.
Vende-se um excellente eavallo muito no-
vo e manso com todos os andares: na co-
cheira do Paulino, rua de Santo Amaro.
Goke 4o gaz.
ptch d gaz.
Alcatrao do gaz.
Coke tonelladas j. 0/J000
Pitch ..... 8p000
AlcatrSo aada..... 400
O coke reconhecidamente o carvo mais econ-
mico, torna-se por isso recoranwodavel, bem co-
mo pelo asseio que se nota nao corintias aonde
elle usado. Pitrh e alcalro, alm das applicacoes
diversas a que se prestam, como para callafetar
embarcacoe, at^atroar madeiras, etc., teem este a
propriedde de preservar do cophn, formigas, etc.
E' entregar na fabrica do gaz on mandado por em
qualquer ponto da cidade, segundo a vontade do
comprador.
. Vinho do Porto superior em amm de dvaia,
tem para vender Antonio Luiz de (Hivelra Aeve-
do & C, no seu escriptorioraa da Cruz n. 1.
Sautambarquesdecor na loja
do Pavao.
Chegaram pelo ultimo vapor francez os mais ri-
cos soutambarques de cores, sendo os mais bem
enfeitados qoe tt v+odo a este mercado, com
adornos da velludo, seda e setim, renda, etc.. s
avista do grande sortimento qoe os fregnezes
podem dar o verdadeiro apreco a esta fazeoda, e
vende-se por diferentes precos conforme a quali-
dade : na loja do Pavo de Gama e Silva, ra da
Imperatriz n. 60.
Manteletes de fil na laja do Pava*.
Vendem-se os mais ricos manteletes de fil pre-
to e outros.com os centros de cor, sendo neste ar-
tigo e mais ribo que tem vindo ao mercado e mais
moderno por ser* mtiMe compridoe e com deli-
cadissiraos lavrores: na loja do Pavao, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Para meninos.
Vendem-se muito bonitas roupinhas proprias
para meninos de 1 a 4 annos, sendo calcinhas e
jaquetinhas igoaes, e muito bem enfeitadas : na
loia do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Calcinhas do Pavie.
Vendem-se malte bonitas calcinhas bordadas pa-
ra meninas a 640 rs. : na loja do Pavio, roa da
Imperatriz n. 60.
RIVAL
Sem segundo,
Roa do Queimad, n. 49 e 55. E' para admirar.
Carrelis de liaba com 150 jardas......
Ditos cem 200 lardas da Aleandre da
t a 60........................-.....
Dito dito de 60 a 200..................
Novellos de linba grandes com 400 jar-
das ..,..............................
dem idem brancos e de cores de 100
lard.s ...............................
vros para assento de roupa lavada...
Cordo branco para espartilho (vara)
Varas de franja branca larga..........
Pares de botoes de puohe todos decores
Tinteiros de barre com tinta...........
Tesouras para costuras Anas o unhas
Ditas para costuras com toqne d'avaria
Escovas para limpar dentes muito finas
160,200e..............................
Caixas eom 100 envelopes das melhores
qualidades.-..........................
Ditas com 20 caderoos, raptl pautado e
liso...................................
Cadernos de papel pequeo (e a reta-
Iho^...............................
Meiadas de linba frouia para bordar.
Pares de sapatos de tranca........
Massos com superiores grampas para
senhora.............o............
Frascos de macaca perola muito soerior
Ditos de verdadeiro oleo de babosa a
400rs. e...........-.............
Ditos e garratintias de agua de Colonia
moitofina.......................
Ditos de banba a Ganbaldi e da familia
imperial.............J...........
Pecas de fitas elsticas para vestidos a
melhor qualidade..................
Pare de ligas para senhora as melbo-
res..............................
Pegas de bico francezes e renaas.....
Frascos de agua dentifrice muilo supe-
-lor...............................
Calas oom 4 papis de agulhas a balo
e Victoria........................
Libras de la sendo de todas as corea...
Bonecos vestidos e tambero de choro. .
Caixas com superiores obreias........
Ditas de linha de gaz com 60 novellos..
iEnfiateiras-de fita prae6partilhoi.....
Carretis de linba de cores oom 400 jar-
das .............................
Pecas de cordo imperial............
20
20
1*500
30.
200
500
400
900
240
320
320
800
200
62000
160
40
800
60
O
AO
BOTICA DROGARA
Bartuolomeu Francisco de Soeza \ C.
34Hua larga do Rosario3
Vendem:
l'ilulusllolloway.
l'ilulas doDr. Laville.
Plalas do Dr. Alian.
Plalas do Pobre-homem.
Punas americanas.
Plalas vegetaesw
Pilulasvegetaes assucaradas de Kemp.
Salsa de Bristoi.
Remedios do Dr. Chable.
Elsxir de Pepsina de Grimault.
VinbodeSalsaparrilhadoCh Albort.'
InjeccoFeaugas.
Agua dentifica de Desirabode.
Papelchimico, para talhos.
Xarope depurativo de Chablo.
Licor aromtico de IVaspaii.
Pos anti-epiloticos dtBrest.
RohL-'Afecteur.
.Tarop do Bosque.
Ungento Holloway._____________
RIVAL
SEM SEGUNDO
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz da melhor qualidade a
Ii3 a lata : nos armaaeosda ruado Im-
perador n.16 e ruado Trapiche Novon.8.
~ Mitbo novo em saceos grandes: no trapiche
do Caoba, a tratar com Tasso Irmos.
pechincha ^an vKtoja d fazendas
roupa feita naciosa), roa da Impe-
ratriz n 72.
Pechincha a 240 rs. o covado de chita.
Vendem-se chitas de cures fixas a 240,280 rs. o
covado, dHas francezas largas a 300, 320, 360,400
e 440 rs.o covado.; pegas de madapolo fino a 65,
7, 8* 90 e 105; pecas de algodo a 09, 6& 7
e 8 : ra da Imperatriz n. 72.
luupa feita nacional.
Vendem-se patitos de cazemira preta e de cores
a 59, 65, 80 e 105, ditos sobrecazacos a 12, 14
el65 Palitos de brim decr a 2*600, 3* e 3*600
rs., calcas da cazemira preta a 6, 7* o 8, ditas
de casemira de cor a 5, 6* 7, e 8* ; coletes de
cazemira decores e prelos e ditos de brim a 1*300,
e 2*800 rs., calcas do brim de ccr a 2*, 2*900 :
roa da Imperatriz n. 72.
Sontamliarqnc de cores a 7&, 8 e 10^.
Vendem-se soatambarqoe de la o seda par se-
nhoras a 7{J, 8* elO* ; ditos de grosdenaple pre-
to a 20 e 25*; capas pretas a 20$ e 25* ; vesti-
dos de 13a a Hara Po a 12*, 14 o 16* : raa da
Imperatriz n. 71
Cortes de cazemira prela a 3.
Vendem-secrtes de cazemira preta para calca
a 3*, 3*600, 5* 65 e 65, ditos de cazemira de
cor a 3*, 4*, .19, ev*, ditos de brim de cores a
1*600, e 25, ditos de chitas finas a 25100 o 3*200,
ditos de cassas francesa a 3* : ra da Imperatriz
loja do barateiro n. 72.
k m00fl SACCA.
'Feijao roulatishe nevo a 12*, miltao a 4* : na
roa dos Qoarleis n. 22.
Na ra do Queimado n. 49e 55 lejas de miude-
zas de Jos & Azevedo Haia e Silva contina a
vender tudo por precos mais barato do qoe em
outra qualquer parle, quem quizer ver o que ha
bom e barato venba a loja do Rivai.
Duzias de pbosphros de seguranca a ... 120
Fraaeos com essencia aa Sndalo muito
superior.........................._...,.. 0C(
Escovas de roupa muito superiores a... 20o
Latas com superiores banba............ 200
Frascos de vidro com superior banba.. 240
Pares de luvas de seda muito linas.... 320
Enfeiles do melhor gosto que tem vindo. 2*500
Garrafas d'agua de Florida, verdadeira- lj80
Pulceiras do melhor gosto e modernas. 300
Volta para pescoco do melhor gosto.... 500
Baralbos para voltarete, Anas a 200 o.. 240
Varas de franja branca de linba que
tona maita serventa............. ,060
Duzia de pennas d'aco muilo superiores 060
Frascos de oleo Bboza muito tinos..... 200
Talheres para meninos a melhor quali-
dade............................ 240
Duzia de colhere de metal multo anas
parasopa........................... 2*400
Duzia de colheres de metal muito finas
para cha........................ 15500
Grosas de botoes de osso para calca... 200
Grosas de botoes madreperula para ca-
rniza.............................. 500
Grosas do botoes de looca prateados
muilo fiaos....................... 200
Cartas doaiflnetes francezes nimio su-
periores....................,..... 100
Caixas de clcheles francezes a 40 ris
Duzia............................ 360
Golinhas para senhora a melhor quali-
dade..............,............... 200
Duzias de lapes dTerentes qualidade a
240.............................. 400
Qaadernos de papel de peso mnito fino. 080
Resma do mesmo papel............. 2*090
Dazia de facca e garfo mnito boas.... 2*400
Sabonete de espuma muito,superior... 040
Capachos compridos e redondos muito
boas............................. 500
Ditos para sof...................... 2*000
Pares de suspensorio mnito bons e para
aeabar.................,.......... [106
Bssaocia oriental paca tirar nodoas de
roapa-----......................... 500
Pecas de fila de la para vestido com 10
varas a........................... 600
Varas de babados de Porto multo supe-
riores a 100, t20e................
Livros com bonitas e finas estampas....
No dia 4 de Janeiro do anno-de 1864, fugio do genho Conceigo, comarca de Pc-d'Alho, o escla-
vo Galdlno, perlencente ao abaixo assigaado, cem
os sigoaes seguintes : idade 26 annos, pardo, rtero,
corpo, figura e altura regulares, cabello* nuios ca-
rapinhados, olhos pardos sobranceras e patt>bras
si lenles, tem em cada braco um sino dt tateao,
sendo um del les mal feto, e junto a este urna ni.-,
tem na cabeca urna cicatriz de urna p< legada, e 1 ir.
cima de um quarlo urna outra cicatriz de tres 10-
legadas, proveniente de pe na de pao e qoea, (em
sobre as eo.*tas algumas narras cu cuaitwes de re-
inadas ou chicote; um pouco desembaicac'o
quando falla, tem principio de rarplna e rarriro,
lora viola. Foi soldado do corpo de polica no Re-
cife, e Ievou comsigo a baiza do theor sef uinte :
Secco urbana, 2' companhia n. 50, Antonio Cana-
no de Oliveira, filhode Agostinho Ferreira de Bri-
to, patnral de Ingazelra, rr'parda, calilles rara-
pinnos, olhos pardos, ollcio nenliom, estado solti-
ro, com 30 annos de idade, 60 polegads de altura,
ao eogajar-se. Engajou-se oa forma do ngula-
mento, em 17 de fevereiro de 1862, por ifllcio do
Exm. Sr. presidente da provincia, dataio de 8 de
abril do rorrente, e publicado ao wrpo rm ordm
do dia 1* de maio, ludo em i862; leve Laixa do
Barnice por ter dado em seu lugar o paisano J< o
Pedro Ferreira da Rocha. Foi escra^ do ra|iio
Joao de Dos Barros, morador que foi na ron arca
do Brejo da Madre de Dos, e bofa nwradbr na
Campia Grande da Parabvba do Viie. que ovm-
deu em dias do mez de novembro de 1863 ao abai-
xo assignado, pelo costume de andar fgido e a ti-
tule de forro com o nome mudado ; pelo que rega-
se a allenrodas autoridades civis e militares, o
s desta provincia como das dtmais do imperio, a
apprehenso do dito escravo, que a titulo de ferro,
nao tenha sido recrotado ou asseniado rraca tra
alguns dos rorpos de Voluntarios da Patria, lam-
bem pede-se aos capites de campo e pestOM ('ar-
ticulares a mesma apprehenso, e leva-lo ao seu
sentar no referido engenho Conceico, ou nesta ti-
dade ao capillo Mauricio. Franrbro de lima ra
do Brum n. 56, que ser gratificado rom 2lO*.
Jos Maria dos Mantos Cavaleanti.
160
320
Vende-se um escravo idade 2$ anuos insigne.
official do carpina e bonita figura ; na travessa do
Carmo n. 1.
Fugio o Jacob.
Anda fgido ba 15 dias o escravo de oc3o de
nome Jaceb, maior de 40 annos, que foi prpprie-
dade do Sr. major Ignacio de Barros TVanduhy
senhor do engenho Ubaqomha, termo de Fee-
nhaem. O escravo lem es signaes sifuir.tis :
alto, cheio do cerpo, olhos grandes e rosto rm pi-
do, anda de vagar e parece arralar de tna pr-
oa, est 0,'ilado e tem por isto grar de palpincSo,
nao mnito ladino, levoo vestido ramisa de n eia
e calca de riscado, dizem que anda pela Pasfa;cm
da Magdalena aonde Km sido visto e r'e nir
que ande ganhando, elle faz vassouras e chai eos,
presume-se que esteja acuitado por alguma jes-
soaque o seduzo e contra quem se protestar rom
o rigor da lei>: quem o trouxer a casa de seu se-
nhor o abaixo assignado na ra da Cruz n. 33, se-
r recompensado.
Domingos Rodrigues de Andrade.
Fugio desde 14 de marco prximo lindo da
ra da Grz n. 8, terceiro andar,'a negra Bene-
dicta, tem os sigoaes seguintes : i.ai.-ao Ai,p l-.i,
alta, cor fula, tem falta.e denle,- na im.ii', sig-
oaes de cbicotadas j andigas na.- costas, co&loma
embreagar-se ; levou vestido escuro de palmas
brancas chale encarnado, tem sido vista pa
casa Forte e Poco : reeomtnenda-se as autoridades
policiaes e capites de campo a sna apprelienso,
e levem-na a rasa cima dita, que ser ienm-
pensado.
Negro fgido
Est fgido desde o dia 27 de fevereiro deste
anoo o preto Joaquim, de nago Angola, qne loi
escravo do Sr. capilo Francisco Joaquim Caval-
eanti Galvo, morador em Maria -Farinba (I'ni.i;,
o qual vendeu-o neta cidade em dezembro do an-
nopassado ao Sr. Manoel Francisco Marques cem
armazem de assucar ra de Apollo; levon ca-
misa e catea de algodo branco, roeresenta ier do
45 a 50 annos de Idade, alio e de grossiu;. r< pi-
lar, cor fula, cabera comprlda, qoeixns larps,
olhos amortecidos, beicos grossos, sendo o sure-
rior um tanto defeitnoso, bastante barba, pe rom
raspada, finalmente tem nma grande ceminra irr.tre
ospeitos proveniente de qoaimadora, e soppoe-se
ter-se dirigido para o norte, d'onde velo : gratifi-
ca-sea quem O apprehender ou denunciar o reito
em queestiver: na rda da. Cadeia do Recife Ho-
mero 52.
Fugio em principios do niez de fevereiro do
correle anno e consta estar acontado nesia cidade
o moleqoe Euz#bio, escravo da viuva do Dr. Fer-
nando Alfonso de Mello, de 1% annos de idade, r*-
cp mais oa n>M>ps. cor preta, serco do corpo, clhns
regulares e afumagados, i-abeca om P""co grande
e meia chata, beicos finos, dentes bem alw. pee
seceos e muito ladino: roga-se per lauto a trdjas as
autoridaies polioiaes e capilo de rampa qoe o ap-
prehndam o levem-o a roa da Mangueira sobrade
n. 6 que serlo gratificados, protestando-se usar dos
melos judiclaes contra qualquer pessoa que o ttoha
em sea poder.
'
'
ILEGVEL


Diaria de rer Bambuco ftabbad* l& de Abril de i 85
JURISPRUDENCIA
O Fernm.
l'M PROCESSO MONSTRUOSO.
Dos autos consta af. 178 um officio dessa
autoridade requisitando a priso de Justino1
como indiciado : mas aconteceu que o sub-!
delegado, teodo expedido neste sentido o
I competente mandado, suspendeu a execu-
: c3o delle at nova ordem. E porque ? Nem
Justino Francisco Xavier, capitao daguar-, [oio consta dos autos...
da nacional, advogado no termo do Ip da .Releva d,zer anteriormente ao tal ter-
provineiado Ccari, e deputado respectiva ceiroProcessooecorreramciraumstancasque
assembla na legislatura passada, teve a des- n59 parecer ocio o-referir.
graca de incorrer no odio profundo de seus' Houve ^ ele'C3 Para deputados geraes
inimigos poliiicos. O documento a fl. 226 iem agosto(mais de um mez antes da instau-
uma das proras desta verdade. A firmeza e
raco.) Sabe-sc que Justino, partidario fir-
tenacidade de um partidario, e certa elicacia me contra lava os planos polticos e eleito
enrgica que elle mos'lra na defeza de sua raes de ^^ adversarios, a cuja causa nao
baudeira provocam, mu las vezes, esse ran- ^cmostraram infensos o juiz de direito e o
coi- ncarnicado da parte dos contrarios, que dele?ado de polica Julio Cezar da Fonceca,
'ecliam os olhos verdade, e vingam-se, re- aP*zar das recommendanctes instantes do
correado (o que peior) perseguico mal gverBo para que houvesse a mais completa
disfamada com o capa da justica. Um vis- abstengo por part das autoridades, abst^n-
luinbre de verosimillianca, um pretexto cao 1ue elle Proprio se ins. uzera. Estando
qualquer, aproveitado com mais ou menos' Jus,lino com assento na assembla provin-
trticio, forneca meios execucao do plano cial; mesmo delegado, antes de culpa for-
tenebroso que vae sacrificar urna ou mais ma re^uisit0u a P1*1830 daquelle indicia-1
victimas... ao chefe de polica, o qual respondeu
Certo individuo, inmigo declarado doca-l(l.ue Juslino Pr sua Posi pililo Justino, denunciou ao cx-presidente tia' e 9ue sena capturado logo queconstas-
ilu Gear, que no quintal de tima casa vsi- se haver pronuncia.
ulia do mesmo capitao, e que tinha outra Contra fact0 de na0 ser arrancado do
de permeo, como di?, a primeira testemu- recioto da assembla um deputado as cir-;
una, fra encontrada mora urna creanca re- comstancias expostas, nsisuu repetidas vezes
cem-n'scida, -.uesesuppunha Giba de-Anna a folua do Partld0 contrario ao de Justino, i
Antonia de Oliveira, civada de Justino. Nada ?.verno imperial, inteirado de tudo isto
mais rezava a denuncia. ,Por ""ormaco espontanea do presidente, ap-
Grave como era, posto que vaga e desti-! Provo procedunento do cbefe de polica
tuida de qualquer sombra de prova ou indi- emaviso ostensivo que se publicou.
co da existencia de um criminoso, foi to-
mada essa denuncia na devida considerado
pelo presidente, que desde logo ordenou s
atttori lades locaes toda syndicancia neces-
aria. l
A esse tempo achava-se o termo do Ip
em circumstancias melindrosas. A exacer-
baoao extrema dos odios polticos e pessoaes,
a falta de um juiz de direito effoctivo, os
conflictos lamentaveis das autoridades que
em actos pblicos trocavam expresses acer-
bas o injuriosas, dando-se reciprocamente
a voz de priso, eram causas que imperio-
samente exigiam providencias promptas e
eflicazes. Para ali seguiu o chefe de polica
levando recommendaco especial para pro-
ceder a urna rigorosa indagacSo acerca da
creanca, lendo por auxiliar o capitao do exer-
cito Domingos de Lima Veiga, "homem ho-
nesto, filho de outra provincia, e t5o cir-
umspecto que nenhum dos partidos, mesmo
em quadia de eleifoes, articulou coutra elle
urna s queixa.
Esse otlicial substituiu no commando do
destacamento e no cargo de delegado de po-
lica o lente Joo Domiogos Torres, que
havia logo mandado prender Anna Antonia,
prenunciado-a no art 198 do cdigo crimi-
nal. Foi o primeiro processo, instaurado em
setembro de 1862.
Entretanto o promotor, bacharel Joaquim
de Andrade Fortuna Pessoa, adversario po-
Mitic i de Justino, opinara pela despronuncia
da r, deca/ando que o facto poda ter sido
casual.
E o delegado que apezar disto lavrava a
pronuncia, e que alguem quer inculcar como
influenciado por Justino, arrscaoa-se con-
tra Anna Antonia, sem temer que esta na sua
queda arrastasse o supposto crimi oso !
A verdade que o despacho do tenente
Torres foi revogado pelo juiz municipal.
Por esse teaipo o chefe de polica, voltan-
do de sua commisso, de que deu conta en
re a lorio, nao revelou a menor suspeita con-
tra Justino, nem se moslrou convencido da
existencia de um crimc.
Posteriormente o delegado Lima Veiga,
em urna communicacao ao presidente, pu-
blicada na Gazeta n. 75 de 2 de margo de
1803, declarouque o crime de infantici-
dio era um manejo dos inimigos polticos de
Justino, cuja innocencia elle abonou em
termos positivos.
Nao obstante isto (seria anda por protec-
co ao criminoso f) o referido delegado, por
ordem do juiz de direito Dr. Francisco Ur-
bano da Silva Ribeiro, instaurou no mesmo
anno de 1862 (a 25 de novembro) pelo mes-
mo crime, ecomo; mesmosdocumentos um
segundo processo, pronunciando Anna Anto-
uia como incursa no mesmo artigo do cdigo
em que ella ja fra pronunciada p lo dele-
gado Torres, e despronunciada pelo juiz mu-
nicipal.
Desta segunda vez, porm, confirmou-se
a pronuncia, o Anna Antonia teve de res-
ponder ao jury, sendo aQnal absolvida.
Presidia o tribunal o Dr. Silva Ribeiro,
adversario poltico de Justino, com quem
nao mantinha relaces.
At aqu nao se Iratou de Justino, nem de
Maria Benlaa par eir, de quem fallare-
mos depois. Havia smente urna i'dicada :
era Anna Antonia, a me do recem-nascdo,
e mulhcr tao condolente e dedicada, que sof-
fria com paciencia a condemnaco e os rigo-
res da catla, sem ao menos soltar um gemi-
do que denunciasse Justino, seu supposto
cmplice, ou ante?, segundo a decis i poste-
rior do jury, o nico criminoso, que tinha
grande valimento para com as autoridades,
afim de livrar-se de um processo, e s nao
tinba para salva-la !
At aqu voz publicados inimigos de Jus-
tino nao teve echo nos tribunaes. Mas d'a-
gora em daflte se ver como el a pode con-
depois da mudanca completa da siluacao po
litica e do funcionalismo no Cear.
Ao tempo em que terminava o segundo
processo publicava-se na provincia um dia-
Deu-se anda urna circumstancia para ag-!
gravar a sorte de Justino, com quem arca-'
vam as autoridades mais salient s da comar-
ca. Os abusos offlciaes pratic dos durante!
a eleiclo em um lugar longinquo, onde nao
se observaram as instrueces benficas do go-
verno, que infelizmente nao podia em tempo'
obstar aos desmandos de autoridades inflis,
provocaram reclamaces dirigidas post fac-
tum presidencia, que reconheceu a neces-
sidade de retirar o delegado Julio Cezar da
Fonceca, involvido as intrigas locaes, embo-
ra esiivesse de perfeito aecrdo com o juiz
de direito da comarca.... Inde iros I,.
O certo que por ordem desse magsitra-
do instaurou o mesmo delegado o terceiro
processo em que foram involvidos Justino,
Anna Antonia (apezar da absolvicjlo do jury)
e a supp sla parteira Maria Benta. Mas o
novo delegado, alferes do exercito Josino
Franklin Bellota, julgou improcedente o pro-
cedimento official, declarandoque simples
apparencias, supposicdes vagas e incertas.'
nao podiam justificar urna pronuncia ; que1
o facto de oceultar a raulher sua prenhez,'
pode ser filho do temor, e, embora eslabele-'
cesse urna presumpeo ou indicio de infan-
ticidio, isto nao daria base condemnaco.
Este despacho foi confirmado pelo juiz
municipal, mas reformado em grude recur-[
so pelo juiz de direito, que considerou Jus-
tino e Maria Benta como incursos no art. 197
do cod. crim., sustentando porm o referido:
despacho quanto a Anna Antonia, que elle
julgou livre de culpa e pena.
A razio capital em que a promoloria pu-
blica baseou o recurso foi a celeridade do
processo. Entretanto mais de tres mezes
decorreram de seu principio conclus5o.
Quando o art. 148 do cod. do proc. crim.
e decreto n. 2,423 de 2o de maio de 4859
recommendam toda celeridade em processos
dessa natureza,que muito en que o dele-
gado profers e seu despacho em 24 horas, e
o juiz municipal em dous das, ao passo que
o orgo da justica publica nao gastn mais
que um dia para estudar os autos em ques-
to e redigir suas razoes de recurso ?
Do que fica referido se conhece que hou-
ve tres processos distinctos pelo mesmo fac-
to, organisados em pocas nao remotas, pois
que os dous primeiros o foram no mesmo an-
no, e o terceiro no anno seguint Figura-I
ram nesse process i tres juizes de direito dis-
tinctos, gwarojdelegados, tres promotores, e|
omsjuizes muncipaes. Serviu sempre de
base ao procedimento official um corpo de'
delicio julgado inepto eimprocedimento por
despach de um juiz municipal.
Segundo dispoe terminantemente o | XII
do art. 179 da const. poiil. do imp. e o art.!
327 do cod do proc. crim.,wej urna auto-
ridade poder reviver os processos findos,
e quem for urna vez absolvido por um cri-
me, nao tornar a ser processado pelo mes-
mo crime.
V verdade qudelos artigos I *9, e 329 do j
mesmo cod. 270 do regul. n. 120 de 31 de
Janeiro de 1842, e aviso de 9 de fevereiro de
1838, devem as autoridades em quanto'
n5o prescrever o delicio, e em qualquer tem-!
po em que for descoberto o delinquente,;
proceder contra este, em'.ora pelas informa-
Cues e diligencias quetiveran lugar para
a formacao da culpa nao houve-sem obtido
conhecimento delle. O mesmo proced-;
ment tem lugar, findo o processo da forma-
cao da culpa, quando as ditas autoridades te-
ntiam noticia oe que anda existe umou mais
criminosos do mesmo delicio, porque neste
caso se instaura novo processo em quanto o
crime nao prescreve. *
Mas no caso de que se traa, allega o re-
crreme, houve um despacho do juiz mu-
nicipal com carcter de sentenca definitiva
no prime-ro processo de 24 de setembro de
1862. Passou em julgado i deciso de que.
o facto nao tinha criminalidade, atienta a
snEc?.&5?SK a"^ -po a, de.
licto.
No terceiro processo portanto, contina o
recrreme, houve desrespeito cousa jul-
ro eclco ou seis folhas peridicas de dif- gada. e infraccao da lei que, como se v das
ferentes credos, sendo daas de maior forma-1 disposicoes citadas, n5o manda proceder de
to e circulaco. Urna dellas smenteorgao novo quanto verificacao do facto, urna vez
do partido adverso ao de Justinotomou por julgado sem crtmmahdade: mas apenas, de-
tnema o facto do recem-nascido com urna termina que se proceda conira o delin-
quente, embora pelas pnmeiras tentativas
elle nSo fosse descoberto: permitte mesmo
que se admitta primeira e segunda queixa
contra um individuo quando elle nao tenha
sido devidamente processado.
insistencia mais que suspeita.
O presidente, que nao tinha conhecimento
rrfeito do resultado do processo, exigiu in-
rjrmacoes do juiz de direito, que enlo j
era o Dr. Antonio Joaquim Buarque de Na-
eareih. E tal fo!haO Cearense, declarou em 2 de
abril de 1863 (documento a fl. 10) que jus-
A este respeito seja-nos licito, pela nossa
parte, observar o seguinte.
Proclama-se geralmente o principio de
tino achava-se indiciado como sujeitoa certa se n5o por em questSo um facto j julgado,
desconfianza ; mas que elle juiz nao havia pois que do contrario nao haveria liberdade
instaurado novo summario, porque nao ti- j individual nem seguranza possivel, as per-
nha anda recebido resposta do editor do' turbales seriara irremediaveis; e portanto
mesmo Crarense,a quem pedir a prova que ti&o so a justica como a raze politca re-
tvesse, afim de marchar com melhores ba- clamam a fiel observanci i daquelle prin-
ses e mais seguras.
Recebesse ou nao a esperada resposta,
certo que o juiz de direito mandou instaurar
um terceiro processo em 22 de setembro de lae os actos d despronuncia n5o s5o mais
1863. Ido que decisOes da polica judiciaria, eper-
cipio.
Mas por outro lado, interpretando-se a
legislado que j citamos, lem-se entendido
mittem renovar o processo sempre que hou-
ver razes para se obtereni melhores resul-
tados de novas indagar;oes e instrueces.
Approximemo-nos ao caso em questo.
O corpo de delicio pode fazer-se:. l. por
inspeccao oceular nos delictos de facto per-
manente, isto naquelles que deixam ves-
tigios : 2. pelo depoimento de testemunhas
nos crimes de facto transente.
Pela legislbalo portugueza o corpo de de-
licio, sempre que fr possivel, deve formar-
se pelo 1. mido sobre os factos permanen-
tes, sob pena de nullidade (Nazareth, Proc.
Crim. 32.)
A nossa legislacao porm n5o exige como
condicao esseQcial para a formato da culpa
o corpo de delicio directo, e antes, na falta
delle, d toda forca ao indirecto para os pro-
cessos sobre factos que deixam sempre ves-
tigios necessariamente, como, por exemplo,
o homicidio.
Appareceu morto um recemnascido. Cum-
pria indagar principalmente se houve assas-
sinato, ou se a creanca nasceu morta ou
fallecer por causa independente da vontade
humana. Um corpo de delicio, irregular,
defeituoso, inepto, inconcludente nao offere-
ceu base para suppor-se que houve um cri-
me. Sobre este fundamento e vista da pro-
va testemunbavel decidiu o juiz pojyeu des-
pacho qu j o facto nao involvia crimina-
lidade.
Poder-se-ha contestar que essa deciso
devesse por fim ao processo, adquerindo em
essencia o carcter de cousa julgada? Al-
gum novo procedimento criminal nao impor-
tara a infraccao do preceito legal que prohi-
be fazer reviver processo findo ? Seria li-
cito instaurar outro processo para descobrir
um delinquente quando o facto j foi julgado
sem criminalidade? A interpretaco mui
lata das nossas leis para autorisar-se a reno-
vado do processo nao seria contraria ao
axioma odiosa restringenda ? N51 faria
perigar a liberdade e seguranca individual ?
Nao daria motivo perturbaco que preten-
der espancar aquelles que, fundando-se na
Justica e Razo Poltica, adoptara o prin-
cipio de se nao por em questo um facto
julgado?
Dir-se-ha: temos o recurso da prova
testemunhal. Mas a lei quer (art. 261 e
2e5 do Regul. n. 120) que quando se
tiver formado corpo de delicio, sirva elle
de base ao processo da formacSo da culpa,
inquirindo-se as testemunhas somente a res-
peito do delinquente para se averiguar e des-
cobrir quem seja : e no caso de nlo taaver
corpo de decto proceda-se a inquiricSo
nao s a respeito do crime e suas circums-
tancias, como tambem acerca de quem seja
o delinquente.
Aqui se conhece a importancia que a lei
deu ao corpo de delicio, considerando-o como
prova da existencia do crime, tanto assim
que dispensa a inquirico das testemunhas,
exigida somente, neste caso, para o desco-
brimenlo do delinquente^. Se falta o corpo
de decto, torna-se entSo indispensavel o
depoimento sobre o crime.
No caso, porm, de que tratamos houve
corpo de delicio que nao jnostra a crimina-
lidade, e neste sentido proferiu sen despa-
cho o juiz processante.
Como portanto instaurar-se nove- proces-
so tendo por base o mesmo corpo- de delic-
io ? Poder este ser supprido petos depoi-
mentos, quando a lei os rejeitapara a verifica-
cao do facto criminoso, desde que existe
corpo de delicto ?
Aceita a interpretacSo elstica da justica
do Ip admittindo a renovacSo disericiona-
ria do processo da fortnac3o da culpa, se-
guir-se-hiam os inconvenientes notados pelos
que se lundam na Justica e Raz Politica.
Ficaria de certo modo nullificada a intenco
do legislador as disp sices do XII do
art. 179 da Const., e 327 do God. do Proc.
Crim.: poder-se-hia fazer reviver proces-
sos liados, ainda quando o corpo de delicto,
que nao se pode renovar, tirase servido de
base deciso de que o facto nao involvia
criminalidade. vista da inconrludencia
e inepcia do corpo de delicto. Ento, para
supprir a falta (teste, ahi viria a prova
testemunhal, to fcil de ageMar-se, prin-
cipalmente as localidades do interior, onde
muitas vezes a repugnancia do perjurio nao
detm os caprichos e odios polticos e parti-
culares.
Passemos a urna ligeira analyse do auto
que serviu de base ao terceiro processo.
O proprio jaiz de direito, como se v de
sua sentenca a fl. 144, reconhece que ocorpo
de delicto fui irregular e defeituoso:
1. Pjrque nao se complelou, nelle urna
das perguntas esseneiaes para o crime de
infanticidio, secundo o Formulario mandado
observar pela circular de 23 de marco de
1855.
2. Por nao ter s do o auto as$igaado por
escrivao, contra o disposto no art- 137 do
Cod. do Proc. Crim.; devendo portanto ser
considerado apocrypho. A este respeito
consta haver o juiz de direito exigido que
o escrivao Luiz Francisco de Miranda levas-
se os autos sua casa, onde ordenou-lhe que
cerlificasse naquelle mesmo instante, e em
sua presenca, se tinha sido elle' Miranda o
escrivao do auto.
Mas alm das Ilegalidades apontadas, o
tal corpo de delicto, datado de 4 de setem-
bro de 1862, resente-se dos seguinles de-
feitos e irregularidades:
1. Exame incumbido a dons perites de
ignorancia crassissima, e fora das condicoes
proscriptas no art. 135 do cdigo do pro-
cesso criminal, e 258 do regulamento n.
120.
2." A falta de inspeccSo oceular sobre o
cadver, falta provada pelo depoimento ju-
rado de um dos peritos, o qual declarou
que elle e seu compaero nlo procederam
a exame algom, nem mesmo se approxi-
marnm do cadver, que viram de longe,
quando o fim do corpo de delicto de-
monstrar a existencia do crime pelo que se
comer visualmente.
3. A deficiencia de qualquer descripeo
das le.-es que os peritos dizem ter encon-
trado; bem como a falta de mencSo dos meios
empregados por elles para formarem seu
juizo.
4. As contradic&es em que cahiram os
mesmos peritos, como se vae ver. Posto
que nao. se perguntasse, como era mister,
si a creanca vivera e qoantas horas, ambos
elle* disseram n'uma parte- nao poder em
declarar a causa que produzira a morte;
por depender isto de mdagaco medica : e
n'outra parte accrescentaram que essa
~\-i
causa pareca ter sido pelo esmagaraento
da cabeca do recemnascido.
Ambos opinaram que a crianca pareca
ter vivido. Entretanto um delles, no pri-
meiro processo, jurou que nao sabia se
ella nascra viva ou morta !
Um desses peritos fufan que o cadver
| fra encontrado no quintal de Antonio Fran-
cisco da Silva, ao passo que pela leitura
(dos autos, e especialmente pelas declaraces
l das senlencas, nem ha contcstaco sobre a
circumstancia de haver sido a creanca en-
contrada no quintal de Victorino Rodrigues
Leile, como este mesmo confessa
Que f podem merecer taes peritos ?
Tres distinctos mdicos, que nao sao af-
feicoados polticos nem particulares de Jus-
tino, notando-se entre.jiWo Dr. Jos Soria-
no de Souza, que n'fim folheto impresso ira-
tou especialmente do infanticidio,deca
ram, cada um de per si, que o parecer dos
peritos incapaz de ser tomado por base
de um processo, sem se faltar consaen-
cia.
Para se fazer mais justa idea da forcapro-
bante do tal corpo de delicto confroulemos
os quesitos propostoscom as respectivas res-
postas.
! 1. Houve morte?
Pareca ler havido.
2.9 Era recemnascido o fal'ecido?
Sim.
3." Qual a causa que produziu a morte?
Nao podiam responder por depender
(isto de indagacao medica: mas pareca ter
. vivido.
! 4. Quaesos meios empregados T
[ A causa que produzin a morte pareca
I ter sido instrumento contundente com que
, esmagaram a cabeca do paciente.
5. A morte foi occasionada por meio cri-
I minoso ou por causa natural e alheta da von-
: tade humana?
Sim; pareca o crime dependente da
. vontade humana.
Alm da contradicho que j notamos, re-
leva observar que os peritos n'aquillo mes-
(mo que affirmam, empregam o verbopa-
reca:o que pelo menos revela a fraqueza
! de sua conviccao.
Vamos prova testemunal.
Quando existe corpo de delicto, queixa ou
pecas officiaes, sao as testemunhas inqueri-
das sobre os factos e circumstancias desse>
i actos, que Ihes devem ser lidos. S assim,
! pela descripeo e averigoaeo systematica e
minuciosa daquelles factos e circumstancias,
que se pode bem proceder a9 necessarias
eonfrontaces, completar o corpo de delicto
pelos depoimentos. e supjirir a osufficien-
cia dos primeiros indicios.
Nada disto porm se fe*, principalmente
no terceiro processo.
Antes de passarmos adianto convem notar
que a terceira e sexta testemunlias oram
itesprezadas pela aecusaco, V primeira na-
da ad antou. Francisco Silverio de Vaecon-
cellos Torres, testemunha referida, e inmi-
go de Justino, declarou a algumas pussas
que este innosente, e que o que lhe fazem
por vinganca em fe. (Justiticaco fl.
136.)
Notemos agora o
lodo das ipfHrirOes.Vw todo- arbitra-
rio-, e as perguntaa variaram conforme as
testemunhas interrogadas. Dahr. a confi-
so e contradieces que podiam favorecer o
; sopbisma na corabinaro e apreciaco dos
depoimentos.
A autoridade processante, inquirindo as
I testemunhas na ausencia de Justino, parece
que- procurou inspira-las, armendo-lhes ato
[ insidias. Aquellas que podiam. fazer maior
carga eram levadas com certo artificio a de-
claraces mais largas e compro ettedoras
Havia porm mais discrico, reserva e par-
cimonia para com as testemunhas menos
bostis que nao podiam ser laqueadas
O. procedimento' do juiz a respeito de
urna, mostra claramente a ptvMMpSe em que
] elle eslava.
A sexta se perguntousi nao tinha ouvi-
| do dizer a quem era imputado o crime.
| mesmo por calumnia.
No depoimento da stima nota-se que,
apezar de se nao ter feito alguma declara-
'?ao sobre a aatoria do crimei prguatra o
| juiz processaale :Si alm. de Juslino a voz
publica nao iudigitava alguem.eclarou
ento a teslemunha que nao ouviu ninguem
' indigitar outro alm de Justino.
Como aoitava nao fizesse carga, o juiz
l retrrquiu-Mie enfadado, como se induz da
leitura do respectivo temo:Porque se
chama a ignorancia de um fasto publico
acontecido nesta villa ha mais de um armo,
e que a voz publica (sempre a voz publica),
reclama a punico do criminoso?Assim
despertada a teslemunha comprehendeu a
insinuaco declaraido-ler ouvido dizer a
urna visinha, e alm disto oimu dizer geral-
mente por ser publico e notorio que Justino
i procurava oceultar a gravidez de Anna An-
| tonia, a quem levava remedios na cada pa-
i ra fazer desapparecer os effeitos do parlo
O juiz interrogante fes novas insistencias, e
a testemunha continuou a expandir-se, ac-
crescentandoque uns diziam haver sabido
I a morte da casa de Justino: roas ella nao
tabia ter sido praticado o facto por este ou
sua mulher: que alm disto ouviu dizer
que o reo se empenhra. com o delegado
para se fazer no Sobral um exame em Anna
Antonia, porque no Ip n8o havia quem co-
nhecesse si ella dra luz.
Tesiemunhas inimigos de Justino.
A primen?, Antonio Francisco da Silva,
mostra-se a mais rencorosa. Antes de
comecar o processo, ella protestara pu-
jblicament que faria todo mal a Jusiio, e
se vingaria.
A segunda jura nao gostar delle, e con-
verteu-se em parte inters ad a no processo,
re juerendo diligencias comprobatorias (do-
i cemento a fl. 88). Alm de referir-se a
' duas, que declarara falsa a referencia, essa
te temunha affirma que Justino criminoso
por sua propria conviegao : mas nao d a
!raz5o disto,
A quarla, tambem inimiga, porque Jus-
! tino sustentara por parte de uiitrem duas de-
nuncias contra ella por crime de morte, e
fizera aecusaces a prenles dessa mesma
testemunha, que aecusada de perjurio, e
que alm disto refere-se a tres que nao pas-
sam da voz publica quanto a circumstancia
de negar Justino a gravidez de Anna An-
tonia.
A quinta, outra inimiga, refere-se Ma-
ria Benta, que nao confirma o dito d sse in-
dividuo, apezar de ser sua comadre.
Outra testemunha, em cuja casa se 'om-
binavam as referencias das testemunhas, pa-
ra que ellas alludissem a certas pessoas ini-
migas, nao fez mais do que imputar seus
ditos conta da voz publica.
Testemunhas indignas de f.
Aquarta, que por documento se reco-
nhece ter por costume jurar falso, e contra
cuja moralidade depe um outro documen-
to, referiu-se primeira, terceira e sexla
testemunhas, asijuaes Ihehaviam dito que
se fossera chamadas a juizo diriam porque
razo oreo era criminoso. Nem urna dellas
porm confirmou a referencia, nem deu a
promettida razo. Antes, a primeira refe-
riu-se mesma quarta (referencia recipro-
ca). A sexta, inimiga do reo, declarou pu-
blicamente ser este victima de urna calum-
nia.
Urna das testemunhas, dizendo que Justi-
no assistira em sua propria casa ao corpo de
delicto, avanca urna falsidade, como se v
do documento appenso aos autos. Antes
se diz que essa testemunha foi quem acon-
selliou o delegado
Duas que depozeram no terceiro proces-
so, Manoel Vicente de Moura e Victorino
Rodrigues Leite (o visinho inimigo), nem de
leve indigitaram Juslino no primeiro pro-
cesso.
Narraro do facto.
O que consta dos autos, e nao se acha de
raaneira alguma de truido pelos documen-
tos e prova teslemunha!, o seguinte :
Desde o anno de 1860 existia em casa de
Juslino, onde fra admittida porcomnaixo,
exercendo os misteres de criada, a cabocla
Anna Antonia, que segundo o depoimento
de algumas testemunhas fora antes disso de-
florada por um individuo que vinha acciden-
talmente villa, e contra o qual dera Justi-
na urna queixa por aquelle facto criminoso.
Sem connecimento da parte da familia que
caridosaraente a recolhera, Anna Antonia
deu luz urna crianca no Io de setembro de
1862, no quintal da referida casa, debaixo
de um cajueiro. No dia seguinte queixou-
se ella de lhe haver apparecido o menstruo,
e tomou urna dze homeopathica ministrada
pelo tenente-corond Joaquim Jos de Cas-
tro. Nao produztodo efficacia o remedio,
o que ento se attribuiu a urna talhada de
melo, recusou-se ella entretanto a tomar no-
va dze. No dia seguinte apparece a crianca
mora, mas Anna Atonia\nega o facto,
logo presa, c no dia sobsequente o confessa1,
declarando ter entregue a crianca Maria
lienta ; o que depois tambem negou.
(Cbntinuar-s-ha).
LITTERATORA.
UM POCO DETOPe.
0> Jornal de Lisboa diz1:
N'ama- das ultimas sesses comnaas de Inglaterra occopceu um inci-
dente muito original.
Um dos seus membros pediu varias vezes
a palavra, sem poder conseguir (fue o dei-
xassen- fallar; e aovr que nao faziam caso
delle, e-sengue subimlhe*a eabeca", encheu-
se de colera e interrompeu os-debates gri-
tando com. accenlo indignadec
Sr. presideBtei -me absolutamente
indispansavel fallar, porque ha quatro horas
mandei o meu discurso redaeco do jornal
Evening Stadard e'neste momento deve j
estar impresso c prestes a ser distribuido.
Em vista desta urgente necessidade, o
compromettido orador foi escuta .'o em reli-
gioso sHencio.
A proposito disso.diz o Commercio db Por-
to, lembra-nos o que se passa n'oulro paiz,
ondeas-insttuicos liberaos seachamha al-
guns annos implantadas, mas onde algumas
vezes sao desprestigiadas pelos que-maisd -
viam concorrer para a manutencao do seu
carcter serlo.
Eis-oque se passa, quando um orador
parlamentar quer que o. seu discurso, em
que ainguem atlentou, tenha mais importan-
cia e valor :
Ao corrigii; a. p.ova que lhe remelte o ta-
chygrapho, creatura escrupulosa e fria quo
se nao deixa possuir de arrebatamentos de
enthusiasmo, faz ao seu discu-se os seguin-
les accrescimos, que sao como os signaes de
espressao escriptos pelo maestro para real-
ce das sua composieoes musicaes : de seis
em seis linhas, invariavelmento um apoado.
No fim de um periodo de extenso que re-
mate por estas ou quejandas palavras i se-
nbores, isto nao pode, isto nao deve conti-
nuar ; -mister que isto acabe, preciso que
isto tenha um tetrao ; o orador, posto nao
tivesse.ouvido o susurro que faziam. es f eus
colegas conversando, acrescenta, prova do
rgido tachygrapho; vozes: muito bem,
mullo bem.
Se o discurso dura aeima de vate minu-
tos, a prova vae emendada da seguinte for-
ma :O orador no fu foi cumprimentado
por ambos os lados da cmara, embora quan-
do o orador acabase, ninguem dsse por
tal, nem amatoria dos seus coEegas soubesse
mesmo, se elle tinba fallado.
D'este modo O discurso, que sem estes
ornatos ficaria fronxo e que daria a enten-
der aos influentes do circulo por onde sa-
hiu eleitop orador, que acamara nao tinha
dadoapreco ao fruclo das suas vigilias, -li
do com avidez, encarecida a sua importan-
cia, e quando o orador volta aos patrios la-
res, se algum conbecido quer dizer a um
estranho quem o sujeito empertigado que
passou por ambos, nao Ibe diz : tolano,
mas sim: este foi o que fez qoelle discur
so sobre tal ou tal assumpto em que foi
apoiadovinte vezes e no fim cumprimentado
por toda a cmara.
Eis como se arranja urna reputarlo e se
ganha jus a ser reeleito.
appello annual .que a egrjeja faz a seus fi-
Ihos.
Esta falta pox comtudo o Sr. Blum em
grande affliccSo; mas nem as exhortacoes
do cura amigo da familia, nem as lagrimas
d'uma me, nem o pi silencio de nm pae,
era as doces palavras de urna irma muito
amada poderam commover sua alma j en-
durecida na incredalidade.
A exemplo de Santa Monica, o modelo das
mes chrisles, madama Blum recorreu a
oracao, esperando que Deus se dignasse to-
car com sua graca o coraco deste oulro
Agostinho. O cura da cidade, homem, cujo
gosto egualava a piedade, era muito aman-
te da msica, e tinha organisado a sua custa
um coro de vozes escolhidas.
Depois das ultimas festas da Pascha, ins-
tallou-se a msica na paroebia, e os fiis ahi
viam seu numero crescer em cada solem-
nidade.
Corra o anno de 1778 ; Mozart estava en-
to em sua maior gloria, e urna ultima com-
posico deste bello genio, o Ave verum, ex-
ctava a admirarn de toda a Allemanha ca -
tholica
Eita suave composiQo sublime foi estuda-
da com o maior cuidado pelos cantores do cu-
ra, e a primeira execuco foi fixada para a
festa do Saotissimo Sacramento.
Neste da o Sr. Blum ;e achando em via-
gem, Ludovics ac mpanhou egreja sua
me, que se sentia levemente indisposta.
Depois das vesperas, o mancebo ouviu com
notavel imp cieucia a allococao paternal que
o cura dirigiu aos fiis, e ia pretextar um
rendez-vous para poder despedir-se de sua
me, quando o orgo fez ouvir o retornello
da obra prima de Mozart.
Os sons do instrumento sagrado deiiveram
principio Ludovics como pela mao; de-
pois, logo que as vozes harmonios s dos
cantores se complicaram com as vozes mul-
tplices do orgo, sentiu elle enterneeer-se
seu peito, e debaixo do peso de urna agita-
Cao que nao tinha experimentado seno no
dia de sua primeira communho, desfez-se
em lagrimas e se prostrou em ierra, onde
ficou como desfallecido.
O hymno do Santwsimo Sacramento' nao
tinha ainda acabado, e a graca Divina j1 ti-
nha penetrado neste coraco contricto.
Sempre ajoelhado e em urna profunda
me litaeao, Ludovics nao vio a retirada de
sua me, que o tinba devxado inteiramente
noeombate interior que elle experimentava-
em sua alma ; a egreja mesma tornou-se logo1
deserta, e elle, ujue quera deixa-la antes de
todos os fiis, ahi ficara por- ultimo.
Ooirasahindo da sachristia, para voltar
ao presbyterio, observou pela- sombra urna
pessoa que julgou adormecida. Elle apro-
ximou-se, reconheceu Ludovics e lhe disse:
Que fazeis, meu filho, neste lugar ?
J tempo de sahir.
Eu vos esperaxi, respndelo benigno
mancebo levantando para o sacerdote os
olhos banhados em lagrimas; queiraes ou-
vir-me no* santo tribunal,
Sabido da egreja com seu veneravel ami-
go; Ludovics correu x casa de sua me e
selani.-ou a-seus pus exclamando :
-r Perdoae-me todoo- iocommodo q8e
vos tenho causado e...
Bemdizei o filho prodigo t Acrescen-
tmi.u cura, que entrava-no mesme-tempo.
Consternada e cheia> de alegra,, matbme
Blum.mistarou suas lagrimas s do filbo e
do bom pastor ; a fe I cidade tinba tornado a
entrar nesta' piedosa familia I -
Mozart sabedor desta conversado, agra-
deceu a Dens-ler-lhe concedido ser causa in-
directa da mesma, e apressou-se a.enviar ao
bom cura acolleccao de suas obras-sagradas,
supplicando que lhe preparasse por ellas
um lugar noicu no msio do coro- serapbico
que canta o eterno Hosanna.
\
Da Estrella do Norte transcrevemos o se-
guinte :
POOER 0A MSICA RELIGIOSA.
Em urna cidade catholica de Allemanha
vivia urna familia virtuasa que consagrava
parte e de sua fortuna de seu tempo em soc-
correr e consolar os infelizes.
Ludovics Blum o mais velho dos filhos,
posio em urna casa de commercio cumpria
seu dever com zelo e intelligencia ; mas
esta conducta, irreprehensivel aos olhos do
mundo, dava piedosa familia alguma cousa
desejar: o conlralo perigoso de alguns
camaradas tinha abalado a f deste pobre
mancebo.
dia da communho pascal, a sagrada
mesa nSo fora visitada seno por tres mem-
bros da familia ; Ludovics tinha faltado ao
E' do Sr. M. esta peesia :
A PAliiiO.DE N. S JESS CJHU9WK
Quem esse homem,. que vergadeao peso
D'uma altaiCni camtnhando ahi-vae'"!
E' o filho de Deus; j Jess Cbrislo,
Que martwios soffre- sem soltar um. ae!
Ao Golgothasobe... de torcas uliausto
Ai! quastas vezes nao cahiu no clto-t... ,
Na fronte-anglica tem mil espinhos
E urna caima verde na sacra mae.
A turba-insana, q-ae moteja e ri
D'affroota tal, e de irriso tamenha,'
Vendo a. humildade de Jess Christo
Sua raiva.augmeata, seu furor assanba I
Nao salisfeita. com os crueis acoutes,
Cospem-lhe.na&faces, pregam-no na Cruz!...
A natureza toda de horror tremen 1
Salvu-seornando:mas,ai! morreuJesus!..^
f ----
Os omaes do partido de accao do como,
certo que alm da parle, que esl publ ca-
da do convenio de 15 d setembro, existe
urna pafie secreta, concebida n'estes ter-
mos :
ARTIGO ABWCKMAL
1." Sua magestade el-rei Vctor I-moaa-
nuel obriga-se formalmente a nao atacar a
Austria as suas p >s essoes italianas sem
previo consenlimealo de S. M. o imperador
Napoleo III e sem estar de accordo com
elle. Compromette-se tambem a impedir
qualquer manife-tac3o extra-goveraamental,
que se organise nos seus estados contra
governo austiiaco.
2. S. M. o imperador Napoleo .garante
o reino da Italia conira qualquer ataque da
parte di Austria, e obriga-se, se esse caso se
der, a ajudar a repelli-lo com as armas.
3. Na eventualidade de urna guerra en-
tre a Franca e a Italia contra a Austria, a
direceo dessa guerra ser reservada a S. M.
o imperador assim o commando supremo das
torcas alliada- e. o direito de fazer a paz.
4. Se se verificar esta eventualidade, S.l
M. el-rei Victor Emmanuel compromette-se'
a obter das cmaras taimas plenos e llimila-
dos poderes po" um praso indefinido.
5. Se em virtudede urna guerra com es-
tas condicoes ou por effeito de trabalhos di-
plomticos, a Italia adquirir novas provincias,
S. M. o imperador e S. M. el-rei procede- *
rao de novo regu ar as fronteiras dos seus
estados, como garanta para a Franca, contra
a per pon de rancia da Italia.
6. O regulamento das fronteiras se far
de coramura accordo, no fim da guerra ou
antes de terminadas as negociacoes.
7. Os presentes artigos BcarSo secretos
e qualquer contraveneno implicar a sua an*
nul'acoeado convenio desta data,
Paris, 15 de setembro de 186t.
PERNAMBUGO.-TYP, DE U. F. DE F. & HLH

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i
/


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