Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10642


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Full Text
*
I..
I
AMO IL1, BDHERQ 85
Ftr qitreJ pago dentro de 10 das do 1, mez ... : :
dem deoois des 1.' 10 dias do comee e dentro do cuartel.
Porte aocorreio por tres metes ...,.., "
'
58000
61000
780
QUINTA FEIRA 13 DE ABRIL DE 1865.
Por anno pago dentro de 10 dias do 1. mez ,,,.?.. 191000
Porte ao correio por Da anuo.........., 3J000
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPQO DO NORTE
Parahyba, o ?r. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drisnes; Har, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
i'ilhos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO SUL.
Alagoas, o Sr. Clandino Falco Dias; Baha, o
Sr. Jos Mirtins Alves; Rio de Janeiro, o Sr. Jos
Ribeiro Gasparioho.
PARTIDA DOs ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e eslagSes da via frrea at
Agoa Prela, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruar,
Aliioho, Garanhuns, Buique, S. Bento, Bom
Conselho,, Aguas Bellas e Tacaratd, as ierras
feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis
ta, Ouricury, Salgueiro e Ex, as quartas
feiras.
Segunda vara do civel:
Hora da tarde.
Serinhiem, Rio Formoso, Tarnandar, Una, Bar-
reiros, AguaPreta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
EPHEMERIDE8 DO MEZ DE ABRIL.
2 Quarto cresc. as 10 h., 59 m. e 22 s. da t.
11 La chela as 2 h., 17 m. e 52 s. da m.
18 Quarto ming as 9h., e 16 m. da t.
27 La nova as II h., 53 m. e 46 s. da m.
quartas e sabbades a II AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Helago: tercas e sbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segondas s U horas.
Dito de orphos : tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tergas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civi
hora da Urde.
quartas e sabbados a i
DIAS DA SEMANA.
10. Segunda. S. Ezeqmel prof.; S. Teiencio m.
11. Terga. S. Leo Magno p. dout. da egr.
12. Quarta deTrevs. S. Vctor m.; S. Julio p.
13. Quinia-feira maior. S. Hermenegildo p. ra.
14. Sexta da paixo. S. Domnina v.
15. Sabbadod'alleluia. S. Pancracio.
16. Domingo. Paschoa da Resurreigo de Christo
PREAMAR DE HOJE.
Primeira 6 horas e 6 m. da manfla.
Segunda as 6 horas 30 e minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 14 e 30; para o norte
ala a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 14 dos mezes de Janeiro, marco, raaio,
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figueiroa de
Faria & Filho.
I
PARTE QFFICIAL
60VERII0 DA PROVINCIA.
Expediente do dia 10 de abril de 1865.
Offlcio ao Exm, presidente de S. Paulo. Recebi
com o offlcio de V. Exc. de 20 de marco ultimo, 2
exemplares do relatorio que V. Exc. aprcsentou a
assembla legislativa provincial em sua sesso or-
dinaria do crrenle anno.
Dito ao coronel commandante das armas.Quei-
ra v. S. mandar desligar do Io corpo de volunta-: "cando Vmc. ceno de que
rios, alim do servir no 2, ao 2 cadete Adolfo Au-, encadas por parte da
gusto de Meadooca Pereira, que assim o pede no .
requcrimento Incluso. I
Dito ao mesmo. Deferindo o requerimento in-
cluso do soldado da companhia de (-avallara Jos
omingoes dos Santos, sobre que V. S. informou
em ofllcio n. C43 desla data, o autoriso a mandar
dar-lhe baixa, aceitando em seu lugar o paisano.
Jos Alves da Silva, visto que esta' as conaiges
legaes, segundo consta de seu citado offlcio.
Dito ao mesmo. Em deferimento ao requeri-
lerio da guerra, procure Vmc. contratar o maior
numero possivel de operarios offlciaes de serra-
Iheiros e de carpinteircs, que quizerem seguir para
a corle com os vencimentos que actualmente se
abona aos desse arsenal e transporte dado pelo go-
verno, submettendo Vmc. a approvago desta pre-
sidencia os contratos que fizer nesle sentido.
Dita ao mesmo. Dconformidade com o dis-
posto no aviso da repartico da marinha de 21 do
margo ultimo, mande Vmc. fundir com brevidade
3,000 balas razas de calibre 68 de pruneiraclasse,
igual numero das de 32, c 7,0H0 das de 30, alim
de seren remedidas para a corte a proporgo que
se forem apromptando e houver opportunidade,
a essa inspecgo sero
mos das tropas impeaiaes caucar nesta praca um de 21 '/? d. a 22 >/2 d. por libra e o de 21 quali-
effeito salutar. porque o commercio inglez eslava j dade a 20 d. por libra.
O descomo
ntendencia da mesma cr-
receoso da dnrago do bloqueio que Ihe teria cau-
sado graves prejuizos.
As imprensas de Londres lem reconhecido que o
governo imperial se tem conduzide com moderagao
daquella lula, e j havia mencionado o respeito com
que o almirante brasileiro eslava disposto a contem-
plar os direitos dos neutros.
No parlamento britnico o gabinete presidido
por lard Palmerston foi recentemente inlerpellado
acerca da correspondencia entre lord Russell e o
representante da raiaha na repblica Oriental, no
locante s hostilidades ali existentes entre o gover-
no dessa repblica e o do Brasil.
Nao s essa correspondencia, como tambem a
essa
ie as passadeiras e modelos precisos. linguagem deste gabinete em ambas as cmaras,
Dito aoconselbo de compras do arsenal de guer- i resalvou o direito que o Brasil tiohaNle bloqueiar e
ra.Anlori-o o conselho de compras do arsenal de! at de bombardear a capital da banda oriental, se
guerra a comprar para fornecimenso do respecli-, bem que se alludisse ao empenho com que o repre-
do banco d'Inglaterra mantm-se a
4 l|4 por cento, havendo abundancia de dinheiro;
mas esse importante estabelecimenlo usa de toda
prudencia, fazendo adiantamentos apenas a firmas
da 1* classe pelo receio de quaesquer prejuizos.
Os Joim-Slocks-Banks tem feito varias transac-
goes a i por cento; operando igualmente comas
mesma reservas.
) estado incerto em que se ach, porm, esle
Cao que o aconselha de retirar-se; cr-se mesmo
i. Mr.Gladstone conservara" o seu lugar no mi- CS^lSc^***^' qUe prOf0C0B
Aomra quesio emquea opposigo mcuro^Zl^flV^T UjARfiS
derrotar o ministerio Palmerston-Russell foi acer-1 definida e regulada por meio da^ncorta e dos
vo almoxarifado os objeclos mencionados no ped
do incluso.Commnnicou-se a thesouraria de fa-
zenda. *
Dito ao chefe interino da repartigo das obras
publicas.Para que eu possa resolver acerca do
que pedem os moradores da ra do Lima no in-
mento do soldado Joo Francisco dos Santos, a que, cluS abaixo assignado, queme sera devolvido, faz-
allude o seu oIBcio n. 638 de 6 do correte, autori- se Preciso que Vmc. mande examinar aquella
so V. S. a mandar dar-lhe baixa logo que apresen-' rua e declare ostrahalhos que cumpre fazer-se,
te conhecimento de haver rocolhido ao cofre da! Para remover-se o inconveniente apontado por
thesouraria a quanlia que na forma da lei n. 122) laes moradores e bem assim
de 20 de julho do anno passado offereceu para say*' Para eSPe fim-
ex'mir-se do servigo.
Dito ao mesmo.Sirva-se V.S. deattender como
for de le ao que pedem no incluso requerimento
Dito a cmara municipal do Recife. Para sa-
tisfacer a deliberaco da assembla legislativa pro-
vincial remetame a cmara municipal do Recife
sent britannico buscava suavisar aquelle estado
de cousas em favor dos interesses dos subditos da
rainha, procurando conseguir do almirante do Bra-
sil Indo quanto podesse garantir a vida e proprie-
dade desses subditos no caso de hostilidades, sem
comtudo prejudicar os direitos do Brasil como
belhgeranle.
Mr. Maguire, referindo-se ao-cerco e tomada de
Paysand, caracterisou de barbara a guerra entre
o Brasil e Montevidoo, pedindo ao governo provi-
a despeza iodispu-1 dencias em favor dos residentes brltannicos; mas
lord Palmerston recusou-se a concordar com o in-
terpellante quanto s aecusacoes feita aos belige-
rantes, assevernedo todava que o governo de Sua
; Magestade expeda ao seu representante em Mon-
tado de defeza,
ncorrer com urna
para semelhan-
s Voluntarios da Patria Antonio Ferreira de Car- uma r-Pia do Parecer da commisso encaeregada tevido terminantes lnstrucgoes, aflrn de que esto!
Pessoa de Lacerda. de examinar o estado da secretaria da mesnea ca-! protegesse os interesses britannicos em conformi-!
valho e Aureliano
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. deattender como
for de lei ao que no incluso requerimento pede o
Voluntario da Patria Daro Henrique Accioly Wan-
derley.
Diio ao mesmo. Mande V. S. alistar no corpo
do Voluntarios da Patria aos subditos belgas Char-
les Sories Vervaem e Jean Andr de Balker, que
se olfereceram para servir em dito corpo
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Constando da guia enviada ao Etm. Sr. ministro
da guerra com offlcio de V. S. n. 8 de 19 de Janei-
ro deste anno, que a consignaco mensal de 24$,
estabeiecida nesta provincia pelo alferes do 1 ba-
talho de infantaria Francisco Antonio da Veiga
Cabral de Moraes de Mesquila 'imentel deixou de
ser paga nos mezes de julho dezembro do anno
passado, resolveu em aviso de 3 de marco ultimo,
que essa thesouraria considere suspensa" naquelle
periodo, enviando com urgencia a competente guia
a V directora geral daquelle ministerio : o que
cornmunico V. S. para seu connecimento e exc-
cugo.
Diloao mesmo.Estando em termos os inclusos
documentos que vieran anexos ao offlcio que me
dirigi o gerente da companhia Pernambucana em
l do corrente, e nao havendo inconveniente, man-
de V. S. pagar a quanlia de 2:774,^306, provenien-
te de [retes e passageas dadas por canta do minis-
terio da guerra nos vapores daquella companhia
como se v dos preditos documentos.
Dito ao mesmo. Recommendo a V. S. que em
vista do offlcio junio por copia, que me dirigi o
directo/ das obras militares em 8 do crreme sob
n. 14 e do termo a que elle se refere tambem por
copia, mande pagar a Manoel Antonio Teixeira a
quantia de 3680000 rs., a que tem direito, por ha-
ver concluido de conformidade com o mencionado
contrato, a obra do poco mandada construir de or-
dem da presidencia no hospital militar.Commu-
nicou-se ao director das obras militares.
Dito ao mesmo Transmiti V. S. as inclusas
conlas que me feram remedidas com ofllcio do co-
ronel commandante das armas em 8 de corrente,
sob n. 640, adro, de que, nao havendo inconvenien-
te, mande pagar as despeza* feitas com o expedan-
te das compaobias que cumulativamente mandou
no mez de margo ultimo os capites Jos Angelo
de Moraes Rogo, Antonio Luiz Duarle Nunes e 2o
tenente Manoel Gongalves Rodrigues Franca, lodoa
do 4o bataliiao de artilnaria a p.Cummunicou-ss
ao coronel commandante das armas.
Ditoao inspector da thesouraria provincial.
Pode V. S. como propOe em seu offlcio de 8 do cor-
rele, sob n. loo, mandar por novamente em ora-
ra com o abate da 4* parte no valor de 2:0154>000
o pedagio da ponte de Motocolomb, visto nao ha-
ver apparecido licitantes ao referido pedagio, se-
gundo consta do seu citado oflLUb a que respondo.
Diloao mesmo.Annuindo ao que solicitou o
chefe-de polica em offlcio de 8 do correle, sob n.
520, recommendo a V. i. que em vi-ta da inclusa
mar.
Dito a mesma. Para satisfazer a deliberaco
da assembla legislativa provincial, preste a c-
mara municipal do Kecife a informadlo exigida
em meu offlcio de 22 de margo uliimo acerca da
pelicao de Bazilio Alves de Miranda Varejo, de-
vendo vir acompauhada do parecer que houver
dado o advogado dessa cmara sobre a dita pre-
tendi.
Dito ao juiz de paz presidente da junta de qua-
iillcaco da freguezia do Brejo. Nao tendo acom-
panhado a lista dos cidados qualiflcados votantes
nessa freguezia no correnle anno, e que Vmc. me
enviou cora o seu offlcio de 6 de marco ultimo as
relacoss de que trata o decreto n. 2,865 de 21 de
dezembro de 1861 cumpre que m'as remeta com
a possivel brevidade.
Dito ao gerente da companhia Pernambucana.
Ao seu offlcio desta data respondo declarando Ihe
que pode fazer seguir para a corte amanha a
uma hora da taraa o vapor Jaguaribe, que conduz
o primeiro corpo de Voluntarios da Patria da pro-
vincia do Ceara.
dade com as leis inlernacionaes.
Lord Russell inlerpellado na cmara dos pares
pelo marquez de Clarincarde a respeito do mesmo
aoompto, expremio-se em termos scmelhantes,
asseverando ao mesmo lempo qne o governo da
rainha nao iolerveria naquella lula, porque eslava
ceno do respeito que o Brasil consagrava inde-
pendencia da repblica Oriental.
Do contedo da menciooada -correspondencia
v-se que o gabinete das Tulherias concordara com
o de Londres nesse ponto, oo obstaole a asisten-
cia com que o presideote Aguirre buscara compro-
metter o governo imperial, allegando que o flra
deste, fazendo a guerra tanda orienta!, era anne-
xar-se esse imprtame territorio.
A misso de D. Candido Juanic a Pars le va va
em vista persuadir o imperador Napoleo daquellas
intencoes de ambicio attribuidas a) gabinete do
Rio de Janeiro; Sua Magestade Imperial declinou
porm aceitar quaesquer negociages sob seme-
jase, comquanto naja recebido, a 17 do
do mesmo mal. Os 3 por cento do Brasil esto a
99 |.; e os 4 1(2 (, a 82 l|2. Portusuezes 3 [ a
47 1|2. RussosS l a 89 l|2 Gregos 5 21 3|8,
Flespanhoes 3 | 47 3|8. f eruanos 4 1(2 >\ 81.
Estados sardos o |0 76 1|2.
Alguns oulros dos nossos gneros fleam neste
mercado pelo.-
qualidad
ioglezes
rio de
por cwt. P-o-brasil nao tem apparecido a venda, te flm.
mas a sua ultima estago foi de 73 s. por tonelada. I
Assucir '
de i
22
cwt
Uro S2 d? R} d,e GJ- l1 aJ8 I" $ porJ-! As no,cias d Per" a R i ;i,9 n ?hSa'gad0S d R,oGrande de 4 d- l2 a de feverciro ultimo, e sao de gravidade. Depois de
x,,umV- ^ l>aver sido as>ignadoem 27 de Janeiro o tratado de
la ultima qnnzena houve o seaurate movimento paz entre o general Vi vaneo e o almirante Pareja,
Da Inglaterra para o Brasil : de Liver- o presidente da repblica rat.licaraaijuelleacto no
para a Baha ; de Livorpool The dia 2 de fevereiro posteriormente ao eucerramento
r Jtf i ^Dlda- arlies orgnicos ; demonstren que o estado nao
p|p?t, e,sey apresenttdoa cmara est sufficientemente armado cora a lei para re
?H0^Upare.eer,e1m?uepeii,a aKvlrno.a primir os abusos do clero; pretende que dP nPhr Tfr 22 "braS Pfa 3 fmmc^0 o regularaento, e a represso adoptando se urna
Ltt^f XX, r,rcurastaDC,as I P- nova lei, que tenha por fin sanecionar efflcazraen-
ao>la "s-1 ie as decisoes do governo.
que a irritagao do episcopado se
senado depois do discurso de Mr.
nao aconteceu assim. O clero dis-
_ o o partido da hbil moderago.
Inglaterra se compromet! a* deten'der Vqell? pos-1 caSdo Sw^rTtoZSL'a'1 ^ '"'
Canad' por parte da Me.ropo.e, abandono que se VS^JSSffS6S^St
A actual concordata j nao agrada ao clero
martimo.
pool alaran
lado.
loria (11) para Pernambuco; e de Cardi The Queen
of Nalions (15) paraaBahia.
Do Brasil chegarara Inglaterra os seguinles :
de Pernambuco Isabclla RMey (II) a Liverpool ;
do Rio-Grande Corea (14) a Liveropol; do Cear
The Retriever (16) a Liverpool; do Maranhao Sar
pedon (16) a Liverpool; da Parahyba "
a Liverpool da Parahyba Smala
governo de Lima, e os actos desse partido, tradu-
zidos n'uma revolta aberta, nao tardaro em
apeia-la.
Foi assim que nos dias 2 e 3 de fevereiro a ca-
pital do Per, e a cidade de Callao, tiverara de
presencear uma lula sanguinolenta entre o povo e
as tropas da repblica que buscavam salva
17) a Liver- da gnarniyo da esquadra hespanhola, que havia
,17) a Liver- desembarcado, e contra a qual a populaga se de-
pool e da Baha Diana (18) a Liverpool. clarara para assim dar principio a revolucao que
As noticias que i aqu posso commuoicar acerca tinha por fim depr o general Pezet o proclamar
da sade de Sua Alteza Imoenal sao exeellentes, Castella.
conservando se essa augusta senliora com seu il- o triumpho flcou felizmente do lado da legalida-
lustre marido no caslello de Claremonl em compa- de, e com a prisao desse chefe da revolucao a au-
nhia da raiaha Amelia e mais familia d'Orleans. toridade das leis foi restabelecida, depois de ha
is altezas assi tirara no da 1 do correte a um verem sido defendidas as vidas dos subditos hes-
pedan (1G) a Liverpool; da Parahyba Salmeen (16) as tropas da repblica que buscavam salvar parto
a Liverpool: da Parahyba Saggitta (17) a Liver- da goarnico da esquadra hespa '
pool; da Baha The Queen of he Exe (17) a Liver- desembarcado, e contra a qual a
corrente era audiencia publica, aquello diplmala, bailo dado om Londres pelo principe de Galles, panhes, que conseguirn) voltar para bordo ba-
que alias linha direito a esta deferencia por parte em ommemoracao do seguodo auuiversano do vendo perdido apenas dous ou tres horneas,
kxpedtenle da secretario do geverne de da 10 de; do governo francez vista dattoas relagSes exis- 'seu caSamama cora princeza Alexaodra da Di-
abril de 1863.
Offlcio ao lente coronel Joaquim Jos Silveira.
De ordem de S. Exc, o Sr. presidente da pre-
viocia, cornmunico V. S. que o governo impe-
rial, como constou de aviso da repartigo da insti-
ga de 13 de margo ultimo, aceita e agradece a re-
nuncia a favor das urgencias do estado que V. S.
e alguns outros offlciaes do bahlhao sjb seu core-
mando flzeram dos ycncimentos que tenham de
perceber no caso de aquartellar o mesmo bala-
ho : o que V. S. far constar aos mesmos offl-
ciaes.
Dito ao tenente da guarda nacional Pedro Paulo
dos Santos.Pela secretaria do governo se com-
munica ao Sr. tenente da guarda nacional Pedro P.
dos Santos, de ordem do Exm. Sr. presdeme da
provincia, que o governo imperial aceita e agra-
dece, como conslou de aviso de 17 de margo ulti-
mo, o offereeirnento que f-z S. S. dos vencimentos
que Ihe possam tocar se for chamado para o ser-
vigo de destacamento, afim de serem applicados s
despezas da guerra.
Dito ao alferes Antonio Jos de Oliveira Mlran-
teotes entre a Franca e a repblica Oriental. I namarca.
) plano do presidente Aguirre falhou porUnto, j Todos os principes d'Orleans se achavam presen-
tes a essa fdsta, meaos o principe e a princeza de
Joinvlle, cuja ausencia naosei todava explicar.
Sua magestade a rainha foi aClaremont no dia 17
do corrente pagar a visita que Ihe havia feito a
princeza imperial do Brasil e seu marido o conde
d'Eu. A 13 havia sua magestade reun lo em Bue-
na pessoa
retirou-se essa senliora para Windsor, onde conti
n a residir.
Annuncam os jqrnaes de Londres que o princi-
tou de aviso do 17 de marco ultimo, o offereei-
rnento que fez S. S. nao s de 10 por cento de te-
dos os vencimentos que percebe pela thesouraria
provincial como escrivao do juizo dos feitos da fa-
zenda, a contar do 1. de margo ultimo em diante
para as despezas da guerra, mas tambem de sua
pessoa e de ura lilho para coadjuvarem o servigo
da polica desta cidade na ausencia da forga pu-
blica.
Dito ao tenente Manoel Luiz da Veiga.Pela sc-
conla, que vai coberta com a informagao ministra ; cretana do governo se communica ao Sr. tenente
da pelo administrador da casa de detengao, c nao Manoel Luiz da Veiga, de ordem do Exm. Sr. pre-
havendo inconveniente mande pagar a companhia s,dente da provincia, que o governo imperial acei-
de illuminacae desta capital a quanlia de 2564300 u e agradece, como constou de aviso de 17 de
proveniente do gaz consumido durante os mezes de marg0 ultimo, o offerecimeato que S. S. fez dos
Janeiro e fevereiro ltimos, com a illuminagao- da-
quelle estabelecimenlo.
Dito ao mesmo.Restituo a V. S. competente
mente assignada, a coota que veio annexa ao seu
ofllcio de 22 de fevereiro ultimo, sob n. 79 da des-
peza feita na importancia de 1835200, com o sus-
tento dos presos pobres da cadeia do termo de Ga- sr. Luiz Jeronymo Ignacio dos Santos, do ordem
ranliuns, durante o mez de dezembro do anno pro-, ^e S. Exc. o Sr. presidente da provincia, que o
ximo passado, alim de que, dconformidade com o governo imperial aceita e agradece, como con,lou
meu offlcio do. 16 do citado mez de fevereiro, man- de aviso de 17 de margo ultimo, o offereeirnento
ro de Carvalho.
nao s em relago a este governo como tambem
em relago ae de Paris; e esta circumstancia de-
terminara talvez a prompta entrega da capilal
oriental as mos das nossas (ropas, segundo as
recentes noticias que deixo referidas.
Algumas tolhas acreditadas desla capilal lem
asseverado que
der sem
sendo provavel que a escolha recahir
do general Flores.
Esta afflrmagao foi apresentada aqu por essa
parte da iniprensa iogleza para demonstrar a fide- j pe de Galles ir a Irlanda abrir, em 9 de maio pro-
ldade cern que o Brasil respeita os seus compro- simo, a grande exposigo de Dublin. Sua alteza
missos, nao lendo por modo algum em vista des-1 real hospedar-se-ha em casa de lord Wodehouse,
truir a soberana da nago com a qual estivera em vice-rei da Irlanda ; e, alm do baile que Ihe dar
lu'a- i este alto fuoccionario, assistir a um oulro que ter
Essas mesmas folhas teem asseverado que os lugar no edificio da exposigo, dado pela municpa-
almirantes Elliot o Chaigneau, de accordo com o lidade daquella capitel. A priuceza de Galles uo
corpo diplomtico residente em Montevideo, foraui acompanhar porm *eu Ilustre marido Irlanda,
ineansaveis em persuadir o presidente Aguirre da deveudo permanecer em Marlboiough-House du-
inutilidade da defeza dessa praga; o qu influir rante aquella ausencia que ser apenas de alguns
da.-Pela secretaria do governo se commncaao i !an!em.na de'erminago final do defensor da praga dias
Sr. alferes Antonio Jos de Oliveira Miranda, de den on ev ea I ... !g0? ha uma semana a Windsor o principe
ordem de S. Exc. Sr. presidente da proviocia que I. U)nvm mencionar aqu nm successo quo nos Alfredo de regresso da sua viagem GolUa. Sua
o governo imperial aceita e agradece eumo 'cons- ""ere*'53 intimamente e que tem toda relago com alteza real permanecer em Inglaterra dutajite a
o estado de guerra em que nos acbamos. presente estagao offlcial.
A Franga hajia ltimamente declarado a sua I O parlamento britannico contina no exercicio
neutralidade na lula existente entre a banda orien- de suas funecoes, havendo tido ullmameute lugar
te! e o Paraguay e o Brasil, resullandolho d'ahi na cmara electiva algnmas discussoes importao-
uma posicao que Ihe creou certos e determinados tos, uma das quaes inleressa de perlo o urasil.
deveres para com esses belligeranles. | Mr. Whte, depulado por Brigliten, interpeilra o
Foi nessas circurasiancias que o gabinete de Paris governo acerca da conveniencia da revogagao do
acaba de embargar a sabida do porto de Touion da I bil Aberdee, agora que o gabinete de Londres pa-
nossa corveta eocoragada Brasil,allegando que esse ; recia estar prximo a reslabelecer suas relagoes
vaso oo se aehando completo entra na categora de : polticas com o Brasil, quando demais esse acto
contrabando de guerra, cuja exportarlo a auloridade abusivo por parle da Inglaterra uo tero j razo
franceza tem por dever prohibir; e igual prohib-; sufflciente. de ser pela completa extinego do trafico
gao applcou expedigo do uma porgo de arma-j de negros n'aquelle imperio. Lord Palmerston,
ment que o cnsul do Brasil em Bordeaux procu- respondendo quelle depulado, susteotou a cooser-
rou fazer para o Rio de Janeiro. i vago daquello aelo pe* necessidade de impr res-
0 rigor com que o gabinete francez applicou-nos : pcilo aos que lentassem renovar aquello nefando
o principio da neutralidade no caso da corveta trauco, reconliecendo todava nao s a completa
Brasil, importa porm uma certa injustiga, por
quanto aquelle vaso de guerra se achava em cons-
irucgo em Touion muilo antes da declararan da
guerra emre o Brasil e as referidas repblicas, e o
gabinete francez deve pois acceder as reclainagoes
que a nossa legagao em Paris est fazendo para
desembaragar a sahida daquella nossa embarcago
de guerra.
A gazeta offlcial de Londres publicou no da 13
O governo de Lima mantera' o tratado Vivanco-
Pareja, e dar" a mais completa salisfago a Hes-
panha pelos insultos de Lima e Callao ; de modo
que, apezar daqnelle desgragado incidente, se re
pula terminada a quesio diplomtica suscitada pe
la oceupagao das Ilhas Chinchas, que demais a
Hespanha acaba de restituir ao governo de Lima.
O enviado peruano devera' chegar brevemente a
Londres de passagem para Madrid,
margo ultimo, o oilerecimeato que
seus servigos para a guarnico desla capital, re-
ouociaudo ao mesmo lempo para as despezas da
guerra qualquer vencimenlo que Ihe possa tocar
por esses servigos.
Dito ao tenente Luiz Jeronymo Ignacio dos San-
tos.Pela secretaria do governo se communica ao
>, onde va! cou-
o que a repblica de Montevideo proce-, kingham-Palace parte da sua corte, que convnara cluiras negociates que ho de completrr o dito
demroa eleigo de ura novo presidente, para um cortejo ufflcul ; depois dessa ceremonia tratado.
Do Mxico ha noticias mais favoraveis para a
causa do imperador. Oajaca entregou-se ao mare
chai Bazaioe, que all encontrou uma guarnico
de sete mil homens. Porfirio Diaz, que comma'n-
dava essa praga, procurou evadir-se depois da ca-
pitolago, pelo que sendo capturado foi fuzilado por
ordem do marechal Bazaine. Jurez conservava-se
no Mxico, e se suppoe que agora oceupa a Sono-
ra, onde vai ser perseguido pelo genera! Castagny
que ja parti de Mazattan com uma expedigo con-
tra aquelle ponto.
As noticias militares dos Estados-Unidos sao de
11 do crreme por via de Nova-York. Depois da
temada de Wihwingloo, as forgas fedraes teem
convergido para o ass Iherman oceupado Fayjelieville e Sheridaod der-
rotado Early que se achava com numerosas forgas
no vale da Shenandoah. Guirelanto Lee esta' reu-
n ndosiias forgas cora o exercito de Johnstoo, e
dessa operago espera o presidente Davis impor-
tantes resultados, pois que assim podera' o sul to-
mar a offensva com grande probabilidade de vic-
toria.
O coogresso de Richmond votara o alistaraeoto
dos escravos, recurso extremo de que s agora
langou mo; esta circumstancia prova assaz os
einbaragos em que se aeha, ao menos momentnea-
mente, a causa do sul.
O presidente Lincoln tomou psse da presiden-
cia pela segunda* vez no da 4 de marco, prestando
ojuramenio do esiylo as mos de Mr. Chase, juiz
supremo da Umo. Nomeou Mr. Mac Culloch seu
ministro da fazenda, e este apresentou ja o seu
plano linanceiro, em virtude do qual promelte co-
mecar os pagamentos do estado em dinheiro. Esta
declaraco fizera baixar e premio do ouro a 190.
cessago daquelle commercio no Brasil, como tam-
bem a boa f com que o nosso governo lem proce-
dido. Esse ministro alludio, porm, e muito incon-
venientemente possibilidade de que o trauco vies-
se a encontrar no Brasil o apoio das autoridades in-
feriores, uma vez que o famoso bil viesse a ser
revogado ; do mesmo modo que em Cuba a boa f
dos capites generaes sempre Iludida pelo abaso
dos seus subalternos'
de pagar essa quanlia ao negociante Manoel Ribei- qae el s. s.da terea parte do sido que percebe A
!ma unam* ~tZJZ>a.......:. "..".!... .do corrente, a declaragao da neutralidade da Graa! Mas esla explicagaoe tanto mais injusta e ate
Breanha na luta entre o Brasil e a repblica | insolente quanle cario nao existir no imperio di-
como tenente reformado do exercito, para ser ap-
Dito ao coronel Candido Xavier Pereira de Bri- pucado s despezas da guerra.
to.Dos individuos de que trata a relago annexa
ao offlcio de V. S. de 29 de margo pretrito, se me
apresentaram o furriel Jos Pires Ferreira, Sabino
Jos de Costa, Benjamim Alves Bezerra e Galdino
Jos de Messias, aos quaes mandei alistar no corpo
dos Voluntarios da Patria, com excepeo do ultimo
que declarou solfrer de ataques epilpticos, caben-
do-nie prevenir a V. S. que nao comparecen na se-
cretaria do governo at esla data o cidado Joaquim
da Cosa Miranda, tambera comprebendido na refe-
rida relago.
Dito ao commandante do corpo de polica.Pode
V. S. dar bafta ao soldado de corpo sob seu com-
mando Delmlro Feliciano da Cosa, visto que fina-
EXTERIOR.
OOBRE8PON DEN CAS BO DIA
RIO DE PERIAIBVCO.
LONDRES.
I Oriental; prohibiodo a exportagao de qualquer
contrabando de guerra daqui para aquella republi-
i ca, sem fazer todava mengo dos pontos do Brasil
para onde pode portento esse contrabando ser des-
pachado, pelo menos at que este governo venha a
regular por urna ordem real esse ponto que deixou
de apontar.
Resalla pois que essa reclamago de neutralida-
de seria para nos mnilo favoravel; se a guerra
tivesse de continuar na banda orienta!, visto como
haveria desigualdade puramente em nossa vanta-
gem.
E' provavel qae ente governo nao tarde em pro-
clamar a sna neutralidade na questo existente
enlre o Brasil e a repblica do Paraguay ; Deus
DIARIO DE PERNAMBUCO
23 de marco de 1865.
Nesta data anda nao chegou a Bordeaux o pa-
quete francez, da linha do Brazil, o qual esperado
_isou o engajamenio e nao qner continuar no ser- ali ha dias com a mala da ultima qulnzena do mez
vigo, segando V. S. declarou em sna informago n.' de fevereiro.
221 de 7 do corrente. Essa demora tem produzido aqu muia nquie- (lu,i|ra que venha a faz-lo uos termos que praticou
Dito ao director do arsenal de guerra.-Mande tago pelo receio de ura accidente qualquer, sendo acerca da anda oriental. '
Vmc. cora urgencia entregar ao commandanie do que mesmo de Lisboa nao tem vlndo noticia de _A.n /'.al.?.mnierc'aes des,a Praca sa0 dei,a vez
corpo de Voluntarios da Patria do Cear Jos Nu- haver chegado a esse porto aquelle paquete: e nem
oes de Mello 240 mantas, 60 fardetas e 60 caigas a differenga de dias que houve no mez de fevereiro
brancas, afira de serem destribuidas pelo mesmo justifica taraanha demora, porque anda quando
corpo. levada era conta aquella cirumstancia, a chegada
Dito ao mesmo.A vista do qae ponderen o Ins- desse vapor a Lisboa seria devida o mais tardar a
pector da thesouraria de fazenda em sua informa- 20 ou 21 do corrente!
gao n. 204 de 27 de marco ultimo, nlo pode 1er Entretanto nao estemos nesta capital sem noli-
lugar a transaego proposte por Vmc. em offlcio de cias recentes do Brasil, porquaoto um paquete da I de 900,000:000:000, tendo por activo mar dos coramuns solreu Mr. Gladston'o por oc- cas de que n moeradorse nao linha oecooado'no
menos favoraveis.
A falleocia de algumas firmas importantes, e
entre oslas a do banco Alwood o a doPenny-Bank
de Brminghan, tem cansado em Londres grave
sensago, parausando algum tamo as transadles
desla praga.
o banco Atwood-Spoaner deixa om defflcit
Pelo vapor francez Exiremadure, chegado hon-
tem da Europa, recebemos cartas e jornaes alcan-
zando : de Hamburgo a 20, de Londres e Paris a
23, do Porto a 26 e de Lisbi a 29 do passado.
Terminou no senado francez a discusso da men-
sagem em resposta ao discurso do imperador. Es-
ta mensagem, paraphraseando o discurso, afasta-
se porm delle un mais de um ponto. Tratando
da encyclica, falla do efleito que o appirecimento
do manifest ponlifice produzio as relagoes do es-
tado e da igreja, mas proclama a necessidade de
nao deixar por um risco os arligos orgnicos que
tem sustentado o direito, da parte do governo para
exercer o sen exame sobre a publicago das bullas
pontificias. Quauto ao convenio franco-italiano, a
commisso adplou na mensagem o systema em-
pregado em todos os documentos do governo im-
perial, por isso que evita fallar do poder temporal
do papa. Se nesta parte a commisso do senado
seguir o exemplo dado pelo imperador no seu dis-
curso, nao deixa porm de alludir ainda que rpi-
damente s eveutnalidados do futuro qu a conven-
gao nao poda prever.
A impreasa notan Je outra vez a reserva que o
imperador manieve a respeito desla quesio, reser-
va que no senado foi sustentada pela commisso
vergencia offlcial de vistas, acerca da necessidade
de mamer extinelo o nefando trafico, e esse pri-
meiro ministro da Inglaterra deveria pois ter-se
abslido de defender a sua m usa com to pessi-
ma razo, sobretudo agora que a, poltica Ihe pres-
crevia o dever de nao irritar mais o justo amor
proprio da nago brasileira.
Foi assim que na vespera de resiabelecerem-se
talvez as relagoes polticas do imperta com a Graa
Bretanha, esse homem de estado vejo desacatar
uma vez mais a auloridade da soberana do impe-
rio, maniendo nm acto contra o qual temos cons-
tantemente protestado Quando comprebender
esse velho decrepito que nao por meios serae-
Ihantes quelle qne ha de a Inglaterra consolidar
seus.verdadeiros interesses ? A historia se encar-
regar de provar que esse estadista da Inglaterra
tem ja innmeras vezes prejudicado a cansa da
patria por sua poltica errada e tendente a divor-
ciarse dos interesses daquelles com quem trata,
todas as vezes que tem elle podido anusar da for-
ga de que dispoe em nome da sua nago, alias ge-
nerosa e sempre conciliadora !
A opposigao preparen a este ministerio duas ir- no seu projecto. Observa que essa reserva oceulta
mendas lulas, havendo conseguid uma assignala- uma poltica que pretende prohibir a entrada em
da victoria. Reflro-me ao voto contrario qae na ca- Roma. A mensagem fallando as liberdade-s politi-
31 de dezembro do anno passado.de ser encontrada carreira de Liverpool ao Ro de Janeiro e Montev- 600,000:000:000; masoPeonyBaok.cajasuspenso
a quantia de 2135307, saldo das economa< feitas do, e posteriormente o vapor Afctrron, chegado a de pagamentos parece baver sido motivada pelo
as diarias dos africanos livres qne1 estiveram ao Portugal no dia 19, trouxe noticias do Rio de 14 e pnico daquella primeira qnebra que levou os de-
servigo desse arsenal, com a de 2145880. de desp-- de 21 de fevereiro ultimo, segundo as quaes a pra-' poseanos a levantaram seus depsitos na somma
zas miadas efectuadas pelo gnarda Bernardo Fal- ga de Montevideo offerecera ao almirante Taman-
caodeSouza, por pertencerem a rubricas distinctas dar capitular com coodigoes que esse comnian-
as referidas quanlia*, enmprindo que Vmc. faga dame acceitara : tal a ultima versan que aqni
recolher a l'ao cofre daquella repartigo, corooj temos das noticias da gnerrano Uruguay, baveodo
se deterrainon, eerto de que a 2 ja foi relacionada as folhas inglezas publicado anteriormente qae o
como resto a pagar doexrclcio de 1863 1864, e bloqueio daquelle ponto tinha comecado no dia I de.alg'odao, em eojo
sor satisfeita logo que baixe erdem do thesouro. fevereiro e que as hostilidades deveriam ter princi-1 nhadas.
Dilo ao inspector do arsenal de tmriuha. Pa- piado a 9.
A confirmagao da entrega
de 50,000:000:000, nao vira a causar prcjulzo
notavel, porque reputado era condigoes sobra-
veis.
casio de combater a proposte que levo por fim seu discurso, longe de pedir a ampliaeao dessas
abolir o Imposto sobre as oompahias de seguros
contra incendio. Defendeodo essa proposta, a op-
posigao conseguid vola-la por nma materia de 7a
votos, apezar dos esforgos em contrario por parte
daquelle ministro que leve do presenciar a sua
derrota. Que far porm o ministeri > nestas cir
Algumas firmas de Liverpool suspendern seus. enrastancias ? Dar' a sua demisso, ou Mr. Gla-
pagamentos em consecuencia da baixa de prego do dstone sahira' 4o poder para salvar a adminislra-
commercio se achavam empe-
rs cumpriraentodas ordens expedidas pelo mitrs-
Esie uosso artigo de Pernambact), flea em Li-
daquella praga as' verpool pela segninte colaclo; o de 1" qualidado
gio de lord Palmerston.?
A opinio geral que o ministerio se conservar,
sem importar-se com o desar que d'ahi Ihe resul-
tara' e apezar dos gritos da Itnprensa da opposi-
berdades, limitase a empregar algumas expres-
soes sobre as concessoes de que boje goza a Fran-
ca sem entrar ru sua apreciagao, nem Indicar os
melhorameatos que coovirem adoptar para que a
liberdade seja completa,
O imperador quando receben a mensagem do
senado felicitou-o pela harmona que une os mem-
bros das duas as&einblas.
O discurso que o amigo ministro dos cultos Mr.
Rouland profferio no senado fpvaoez, a proposito da
encycea, foi nm dos que roa|8 mi resso prodo-
wca Mr. Rouland defendeu. as doutrinas da igreja
l
francez, que quer mais garantas para os seus in-
teresses. As ideas adduzidas pelo arcebispo de
Rouon na tribuna franceza, snscitaram logo graves
consderagoes.
A Independencia Belga tratando deste assnmpto,
diz que o mesmo que o gaverne francez implorar
em Ruina o perdo de seus recentes actos, e obri-
gar-se por um tratado a jamis ceder s ten-
lagoes.
O eardeal Bonnechou alacou tambem algumas
operagoes de Mr. Rouland, que formavara a parte
mais importante do nha denunciado intrigas e impiedades, e usurpa
nes perpetradas pelo ullramonlanismo. O eardeal
Bonnechou negou tudo, declarando que o seu ad-
versario havia delamentar um dia profundamente
o discurso que proferir.
Mr. Rouland sustentou porm que tinha na sua
mao as provas e que poderia produzi-las, sendo
esta aflirmativa apoiada pelo marquez de la Va-
letti, que era embaixador de Franga em Roma, na
poca em que se iramavam as intrigas e manejos
que Mr. Rouland denunciara.
Os arcebispos de Brdeos e de Besangon tambem
traiaram da questo religiosa, usando da raalor
prudencia e cireumspecgo; o arcebispo de Brdeos
nao deixou porm de considerar o folheto publica-
do pelo bispo de Orleans como uma interpretagao
muito aulorisada da encyclica de 8 de dezembro.
O senador conde de Segar d'Aguesmau, porm,
nao usou da cireumspecgo e seriedade dos bispos
quando iratou da questo religiosa ; como o seu
estado de saude Ihe nao perra itiio pronunciar na
tribuna um discurso, escreveu uma caria ao pre-
sidente do senado Mr. Troplong, lomando assim
parte no debate. E' tal a violencia do estylo que
nenhum jornal de Paris onsou iraprimi-la, circu-
lan*), authographada com a assignatura do
autor.
O ministro Mr. Rouher, tratando no convenio
franco-italiano disse que esta convengao fora as-
signada lealmente pela Franga e pela Italia, e que
o proprio papa a considera devidamente, por isso
que Irata de constituir o seu exercito ; que Sua
Santidade comprehende que a autoBomia do poder
temporal o obriga a defender-se. O ministro fran-
cez deu a entender quo papa pensa em se prepa-
rar para as eventualidades que se pdem produzr
depois da sahida das tropas francesas; quanto
parte religiosa deixou entrever a poltica imperial
dizendo que as ideas de religio e de civilisago
nao devem continuar permanentemente em con-
flicto, sendo por consequencia indispensavel que
ambas as deas se encammhem para humilhago,
mas que o governo francez no interesse da propria
civilisago, devia conservar a sua liberdade de
aegao.
Mr. Tuillier presidente da secgo do conselho de
estado, na qualidade de commissarlo imperial lo-
mou parte nos debates, nao se afastando dos prin-
cipios de rivilisago que a Franga parece querer
manter nesta siluago; a sua linguagem sempre
moderada, restabeleceu at evidencia s direitos
do imperio.
O general Germn, um dos mais enrgicos de-
fensores do poder temporal, que por algum lempa
commandou o corpo de oceupago que a Franca
lem conservada era Roma, e adversario decidido
da uniJade italiana, combatea o convenio franco-
Italiano, e disse que esperava qne as tropas fran-
cezas nao chegariam a evacuar Roma, porque a
sua sahida arriscara inmediatamente o poder tem-
poral tsem o apoio das bayonetas francezas, disse
elle, nao existe o poder temporal do papa.
O teslemunho deste general rasuspeito, porque
lendo commandado em Roma o exercito de oceu-
pagao, te/e occasio de conhecer o que o gover-
no, e quaes os recursos com que pode contar para a
sua conservago.
O Momtevr publica o relatorio de Mr. Duroy
sobre o projecto de lei de ensino. O governo nao
adoptou as bases do ministro da instruego publi-
ca, o que deu causa a este pedir a sua SemissS
sendo acompanhado nesle pedido por Mr. Rouhe
ntreos quaes tinha havido desintelligeacia. O ira
perador nao Ihe aceiten as demissoes: seguindo-se^
um conselho de ministros em que Mr. Rouher e
urny irocaram expiicagesv de que resultou um.
accordo que por ora evitou a crise.
Foi coramunicado s cmaras ura decreto imoe-
nal, mandaodo que os funeraes do presidente du-
que de Morny fossem feitos costa do estado. As.
cmaras limitarara nessa sesso os, seus trabaJhos Y
a tributar uma homenagem de respeito a memoria,
do eminente e estimado estadista.
Os funeraes foram pomposos, a concoreenca
publica era lodos os pontos onde passava o cortejo
era extraordinaria, e os horneas mais noteveis da
Franca, o corpo legislativo. o senado flteram.
parte do prestito, como ura testemunho da seu sen-
tmenlo pela perda de ura dos estadistas que o imr
perio mais considerava. T
Foi recebido pelo Imjerador Napoleo, no dia. 20
de margo em audiencia,solemne D Candido Jjiani-
co, que eniregou S. Mi as cartas que o acredita
como ministro do Uruguay.
Na cmara dos conunnns em Inglaterra vm-
lilou-se a questo aolaca. Mr. Hum6sey. |ap?een-
lou uma mogo cujo proposito era fazer declarar
que a Russia tem violado lodos os comptomissos
contrahidos era MH3, relativos aquello desbragado
paiz ; que o caar dte ser deposto. de todos os di-
reitos adquiridos pelo tratado de Vienna. e que a
Inglaterra deve suspender o pagamento da presta-
go annual concedida Rnssva como mulo de em-
irestimo boHaodez, por isso qne aquella divida f
ra cootrahda para se levarem a efleito as estpu-
lages de lHfi.
Lord- Palmerston respendeu, declarando que a
Inglaterra nao pensa em se envolver de modo algnm
na questo da Polonia, chamou com tudo a aiien-
co do parlamento e do palz, para uma grande re-
vista de tropas rossas, que o imperad r Alexandre.
vai prximamente verificar em Varsovia.
O ministro da rainha Victoria acrescentoH que
aehando se convidados para esta visita militar al-
guns soberanos eslrangeiros, possivel que estes
se fagam representar, mas que o governo brilanr.i-
co esta convencido de que nao obstante, o que se
tem assegurado, a resolucao do imperador Alexan-
dre nao lem por ilm annxar definitivamente a Po-
lonia Russia.
A causa dos Polacos 6 moito sympathica em !n-





Diario ale PinMtiM Quinta felra ia He Al>rll de 18G5.
glaterra, e estas reclamares do parlamento signi-
ficara a nprovaco por parte dar,uen<*. corpo, dos
actos violentos da autoridade moscovita.
8a um aano;que a insurreigo polaca foi ven-
cida peto poder da Russia. mas a vraganga mosco-
vita alada nao cessou. As denuncias e persegai-
edes continuain, >eodo todos os das submetttdos aos'
conselhos da guerra novos presos, que sao Imme-
daUmente coodemnados por sentenga militar, etn
presenta dos pretextos que se referem a to rectos
junes.
O governo nacional polaco foi ltimamente refor-
mado. Em virtude das rosoluedes tomadas e oc-
cultas em Varsovia organisaram-se,coramis^oes no
strangeiro, e estes tanto como e governo nacional
e o povo nao desesperara do futuro.
Por occasio da Itimo raoWmen'.o, dizia o gene-
ral Mieraslaw-ki, n'uma ordem do dia : t emquan-
to houver eraigrsgo, existe em protesto vivo ; e
a emigragao pelaca cominea em presenga da per-
seguido que se move aqnelle povo, que patenieia
^este modo a sua averso a um governo que o
vexa e nao respeita os seus direitos.
A emigragao tem augmentado consideravelmenta
oestes ulttmos lempos, nao so pela continago das
medidas moscovitas cerno pala bordada concedida
pela A ii-1 na aos prisioneiroi. O dictador Langle-
wits que estove frente dos primeiros passos da
ultima insurreigo, e cojos actos de dedicago se
toruamn celebres r favor da independencia do seu
paiz rhegou ha pocco Suissa.
Apezar das inlengSes da Russia de mudar o no-
mo a Polonia, a do determinar a sua ineorporago
ao imperio,.o das ordens tyrannicas da autoridade
e dos insiinctos perversos do exercito moscovita, o
espinto patritico axisle sempre nos povos que
constantemente lidam para conseguir a sua liber-
tada. U i na nova insurreigo levantar de novo a
altiva fronte para protestar contra o,brbaro domi-
nio do czar.
Na cmara dos communs na Inglaterra a mo-
gao de Hentinck contra o crdito de 50,000 libras
esterlinas pedido pelo gabinete para a defeza de
Quebec, foi rejeiudo por 27o votos contra 40.
A questo das colonias ioglezas e da sua defeza
foi lia pouro suscitada no parlamento. Alguns
membros da cmara presentaran depois de se
apresentarem ao governo da raraha um projeclo
de iei cujas principaes causulas sao as seguintes:
As colonias fiearo aulersadas a proporcionar
os raeios e a equiparara navios, assim como aorga-
nisarem um corpo de voluntarios, que ha de fazer
parte da reserva estabelecida por decreto de 1859,
e se fr necessario tiear disponivel para o servi-
do da marinha real; uo se corapreheudeado porm
a India.
* A cotona prover a todas as mais cousas por
meio da sua auloridade legislativa, com a approva-
c,o de S. M., era couselbo, mas sempre sua cus-
a. As autoridades coloniaes pdenlo obter dos
corami tinem a instruir disciplinas e a commandar a for-
ra local, ou a servir cora ella. Tarabem poderao
applicar a estas para os ragulamentos vigentes da
marinha real.
< Oalmirantado tera a faculdade de dar a qual-
quer oficial voluntario urna commissaa especial, e
de aceitar do governo da colonia o oterecimento
que entenda dever fazor-lhe dos seus navios de
guerra, officiaes e soldados, disposigo de S. M.,
e se esta ollera for aceita, os officiaes e soldados
serao considerados como parte da marrana real.
O governo britnico procura prevenir-se contra
as eventualidades e contra os perigos que receia.
E* esta a opinio geral, e por isso trata de dar forra
indepeodeiite as colonias, que todava ticam sujei-
tas ao doraiuio da Graa-Bretaoha.
O governo inglez cora a adopgo desta medida
geral, quer-se precaver contra os rneios do um ata-
que uo Canad por parte dos Estados-Uuidos.
o parlamento differentes oradores tomaram a
palavra para mostrar que em caso da ataque o Ca-
nad nao podena resistir ; lord Palmerston, tratou
de provar que o Caoad se devia defender, cora-
quanto sastentasse que ueulium recelo havia de
um ataque.
O ministro empregou. algumas expressoes muito-
lisongairas era reiacao ao gabinete de Washington,
e ao povo d> norte, e de certo com o proposito de
excitar o patriotismo da cmara, declarou que a
honra da Inglaterra e o dever do governo exigiam
que se defendessem as possessoes americanas.
Keconbeceu a irritacao que na America do Nor-
te havia contra a Inglaterra, por ter conservado a
sua neutralidade entre federaes e confederados, mas
accresceutu que tinha conviccao de que na massa
do povo dos Estados-Udidos, exisiia um sentimento
faveravel para com o paiz com quem estiveram
unidos os amepassados do povo americano.
Lord Russell annuociou na cmara que o minis-
tro dos negocios estrangeiros dos Estados-Unidos
notificara o termo do tratado de reciprocidade, que
se refere ao Canad ; accrescenlando porm o mi-
nistro ioglez que essa notificacao c.ueno involve a
menor indicacao, que deixe presentir um rompi-
mento de retacees entra aquelles estados e a Gra-
Bretanha.
Lord Palmerston disse que emquaoto o Canad
quizesse continuar unido Inglaterra, esta ihe de-
via prestar a sua prolecgo e amparo, mas se se
-quizesse separar era de opinio que a Inglaterra se
Ihe nao devia oppor.
Era esperado era Londres o rei Leopoldo da Bl-
gica.
A crise operara nos ducados do norte era Ingla-
terra ii'ni tomado as ultimas semanas um carcter
bastante grave.
A suspenso do trabalho no condado de Sufiord
om consecuencia de se lerem fechado algumas fa-
bricas, deixou sem emprego milhares de operarios
Tem havido entre as associacoes da Londres mee-
tings para volarem os fundos necessarios para one-
rar a sustenugo dos operarios sera trabalho. Esta
crise foi promovida pelos fabricantes que trataran)
de reduzir os salarios; os operarios Siafford recu-
saram a reduego, emquanio que n'outros pontos
de Inglaterra as operarios se sujeitaram a ella Os
fabricantes de StafforJ fizeram ura accrdo cora os
dos domis condados, decidmdo aquelles a fechar
os seus estabeJecimenlos.
A crise ministerial era Roma (con sera effei-
to ; efectivamente mgr. Pilu ministro do interior
pedio a sua deralsso, o que parece nao desagrada-
ra ao cardeal Antonelli, que desejava substituir os
ministros do interior, da guerra e da fazenda, mas
o estado da admaislraco da fazenda publica e dos
negocios da guerra, nao sao em Roma os mais pros-
peros, e se os actuaes ministros sentem difficulda-
des no desempenho das sus fuucgoes, nao fcil
encontrar quem os subslitua, tomando a respoosa-
bilidade do actual estado das cousas, e a responsa-
bilidad-' das medidas que cooviria adoptar, em pre-
senca de urna siluago, que germinante se julga
melindrosa ; o cardeal Antonelli vio-se pois obri-
gado a instar cora o seu collega mgr. Pilu, que de-
pois de algumas explicares resolveu permanecer a
frente dos negocios internos dos estados pontili-
cios.
O cardeal Andrea foi convidado, arada que ofi-
ciosamente a regressar Roma. Sua eminencia
respondeu mostrando qual o seu estado de saude
e publicou em alguns jornaes a consulta des m-
dicos que Ihes presenevem o uso dos ares de a-
ples.
A questao da evacuado de Roma agita-se aova-
mente. A.Patfte publica ara commeuurio a noticia
qne deu ura jornal italiano Coirier ielle Marche,
sobre a comrannicaco feita ao governo pontificio
para a sabida de Roma de ama brigada do exerei-
to de oecupacao na prxima pascaoa. Diz-se que
a primeira provincia evacuada sera Vilerbo e a
segunda Procinoae.
O vogaa estes boatos a nofieiada audiencia dada
pelo papa as erabaiador imperial era Ruma.'lVra-se
fallado muito sobre esta audiencia ; encontramos
porm em alguns jornaes alguns pormenores
della. Depois de urna conversa entre o conde de
Sartiges e o cardeal Aatonelli o conde de Sartiges pe-
'lie ao soberano poutice ama audiencia que sua
tiantidade se apressou a conceder, e em que se en-
t rete ve com o embaixador francez, mostrando sem-
pre a sua costumada cortezia e afiabilidade.
O embaixador francez ao prevalo as summo
jiontiflce de que ia eomecar a partida do exercito
francez, por isso que nesse momento se nao trata
de an'enpar a pocha flxada pelas ultimas conven-
.oes diplomticas para a retirada das tropas fran7
cezas, (firm verdada qne Mr. de Sartiges cha-
moii a aUencao do soberano pontfice para as me-
didas que -e devera tomar em preceoca desta evea-
tualidade.
E' porm eompletamenle falso, como se espalhou
que ) santo padre tinha repellido svsteraaticaiHeii-
te a idea da forma^o de um exercito pooufieio, e
baja declarado que jamis &e oecupara de o for-
mar.
O summo pontifica manifestou o seotiriwnto que
'xperimentava por ter de pensar em assumpto oes-
ta oatureza, e expondo davidas quanto a bioceri-
os da Italia, anounclou formalmente ao conde de
*
Sartiges que se la seriamente ocenpar de preparar
os elementos de um exercito pontificio, qne fosse
suficiente para manter nos dominios de S. Pedro,
a ordem e a seguranca interior.
O Pays que se pede considtrar como um jornal
mu efficial assevera que assim se passaram as
cousas ua ultima audiencia concedida 'pelo santo
padre ao embaixador francez.
Dizetn alguns correspondentes de Roma que o
papa est resol vido a abandonar aquella oidade se
as circumsttncias a isso o obrigarem, qnwdo se
retirar a divlsao franceza.
O estado da fazenda do reino da Italia urna
das questSes qoe se tem ventilado, e em muitos
circuios se receava, anda ha pouco das consecuen-
cias de ama sitaacao que poda arrastar aqnelle
paiz a ama grave crise i mas a expsito financei-
ra feita pelo ministro mostra que o dficit que se
apresenta foi de 317 milhoes no lim do anno de
I86i, e no lim de 1866, os 623 milhoes ficaro
rednzidos a 4o em consequencia da venda dos
vaminhos de ferro.
O ministro da fazenda pedio autorisacao paraum
einprestimo de 425 milhoes pagaveis era 18 raezes.
Este relatorio veio destruir ou prlo menos modifi-
car sensivelmente certas apprebensoes.
A cmara dos deputados vulou a abolicao da
pena de morte, que apezar dos esforcos do ministro
da justica, dos demais membros do gabinete ape-
nas ti -afa de. cripta no cdigo militar e martimo,
e Iei para a suppresso das guerrilha*, Cenlo e
cincoenta votos consagrarain esta grande re-
f rraa.
| La Mennon declarou no parlamento ser urna ca-
lumnia o boato espalhado acerca da existencia de
um tratado secreto com a Franca para a cessao de
territorio.
O ministro dos cultos sustentou a necessidadoda
separacao da igreja do estado.
Apezar das ultimas demonstrarles de Turra em
presenta do re Vctor Emmanuel, o partido pie-
rnn tez trabalha constantemente i entre os boatos
espalhados pelos municipalislas deTurin para exci-
tar a populaco da cidade eiodo o Piemonte contra
a transferencia da capital para Florenca, figura a
cessao Franga de urna grande parte de valles,
que dos Alpes se encaminha para a Italia.
Em nresenca dos boatos e da agitaco que elles
produziram, o ministro do reino dirigio-se ao sub-
prefeto de Aoste, assegurando nao s que a even-
tualidade da separacao daquell cidade da Italia
nao tem fundamento algum, mas que o rei e a na-
co tem muito a peito manter para sempre annio
que actualmente existe.
Esta commumeacao ofilcial deve atlribuir-se a
estes boatos, mas o motivo apparente foi a mensa-
gem que aquella mnolcipalidade tinha dirigido ao
re Vctor Emmanuel. O ministro termina o seu
offlcio promeltendo da parte do governo favorecer
o desenvolvtmento econmico da provincia de que
Aeste capital.
A inesperada resolucao tomada pelo ministe-
rio austraco de efferecer espontneamente c-
mara dos deputados urna reduccao de vinte milhoes
de dorias na somma total do orcamento causou a
maior sorpreza em Venna.
A imprensa louva este procedimento do gabinete
tanto mais quanto a deduccao proposta recahe, em
grande parte, na verba destinada para o exer-
cito.
Este facto d lugar a mullas conjecturas j pare-
ce que a Austria se prepara para urna transforma-
gao, receando a imprensa antevir urna reconcilia-
cao com o reino magyar. A meosagem da confe-
rencia da Croacia, que se reuni para elaborar um
projeclo de Iei eleitoral para aquello reino, indica
com a maior clareza, ao imperador Francisco Jos,
o desojo que aquelles povos tem de ver respeilar
as instituices e as suas antigs leis, e por conse-
quencia as relagoVs do reino slavo com a Hungra
de coja sorte prlilham ha muitos seculos. A men-
sagem tambera lembra ao imperador que os con-
tras militares fazem parte integrante do reino da
Croacia e qoe se deven) restabelecer os lagos que
prendem a almasiaaquelle reino. A conferencia
conclue propondo a reunio dos represenlantes de
todos aquelles paizes orna nica assembla.
Estas resoluges sao tanto mais importantes
quinto certo haverem sido tomadas por urna as-
sembla de nota veis escolhida pelo governo au--
triaco, presumindo-se daqui que todos aqnelle- pai-
zes pretendem ver reformado o ysema centrali-
sador da Austria, a que o gabinete de Vienna nao
absolutamente estranho a esta idea.
a cmara dos deputados prussiana contnuou
na discusso do relatorio geral sobre o orgamento
usando da palavra muitos oradores progressistas,
para atacar a politiea seguida pelo governo. To-
dos insistirn) principalmente no alcance constitu-
cional do conflicto.
Um dos oradores declarou que a nagao quer-se
reconciliar com o rei Guilherme. porque nao podia
haver reconciliaco alguma possivel com o minis-
terio. Eslava presente o ministro da fazenda, por
parte do governo que nada respondeu sobre a ma-
neira porque se expressara o deputado da oppasi-
go.
Os seta primeiros paragraphos do relatorio que
sao muito hostis poltica do governo foram appro-
vados pela cmara.
A commisso militar da cmara examinou o pro-
jacto de Iei apresentado pelo governo, e nessa oc-
casio declarou o ministro da guerra que se nao
prestava a concesso alguma. Urna emenda pro-
insta fixava em 180 mil homens a forga normal
do exercito, deixando o augmento dependente da
approvagSo da cmara.
A discusso foi tonga ; o governo, chamado a
dar explicac.oe.-s sustentou sempre as vantagens da
reorganisagao do exercito, insistindo principalmen-
te na existencia da milicia, como urna necessidade,
como se reconheceu na ultima campanha com a
Dinamarca.
O ministre da guerra chamado a dar explicarles
fez urna tonga exposigao para mostrar a questo
debaixo do mesmo ponto de vista em que a cma-
ra a tinha collocado em 1860, quando votava nove
milbftes de thalers : e apezar dasaa primitiva de-
claragao concluo offerecendo algumas concessSes
que todava a cmara julgou insuficientes.
Um dos membros da commisso mostrou a ne-
cessidade em que a cmara eslava de nao conser-
var permanentemente urna atlitude opposicionista
aos actos do governo, parecendo-ljie mais conve-
niente facilitar ama solugo por mim da condicoes
positivas.
Um dos chafes do partido progressista, que vi-
ce-presideate da cmara aceitou esta opinio, e
comqoanto o projeclo do governo tenha sido regei-
tado por alguns dos seas membros, a discusso em
geral parece denunciar que de ama ou de ontra
parte se fez urna tentativa para um accordo. Nao
se tem porm tomado resolugo alguma definitiva,
nem se formou accordo algam; logo qae ura dos
membros mais influentes da commisso manifestou
a opiniao .de quB nao havia necessidade de urna
reconciiiaeao com o governo nesta questo, e que
nao havia necessidade de urna reconciliaco com o
governo nesla questao, e qae nSo havia inconve-
niente em se manter e conflicto que ha annos exis-
te, por isso que assim se estabelecia urna boa es-
cola constitucional, e se ensinava ao mundo que
todos inclundo a propria autoridade suprema se
devem submetter a Iei- e a vontade geral. Estas
palavras produziram grande sensago.
A eamara oceupou-se do pedido das coramuni-
dades disidentes qae se queixaram de ser emba-
razados peta autoridade no livre exercicio do sea
caito.
O ministro dos callas fnndando-se no relatorio
prodazido pela commisso comeada para dar o seu
parecer sobre esta preleago, afirmou qae os dis-
sidentes na tinham estado sujeitos a medida algu-
ma oppressiva ou Ilegal, e que na constiloicao do
paiz encontrara suficiente prolecgp. O ministro
raostrou que o bem do estado com pa ti ve I com os
cultos recooheeidos no amigo e novo testamento, e
que esta censideraco prohibe ao governo toda a
leleraacla cora quaesqaer seitas novas.
A imprensa de Berln ede Vienna trata ex-
clusivamente da resposta do governo austraco s
propostas prussianas. A nota diplomtica do coa-
de de Meosdorff, vem resumida de differentes
modos, mas todas as versees mostram que o gabi-
nete austraco nao aceita as principaes condicoes
que Ihe foram. offereeidas.
O ministro dos estrangeiros austraco em al-
guns pontos muito explcito. Declara que im-
possivel ao governo austraco- adnerir algumas
proposigoes formuladas pelo governo prussiano :
taes eorao cessao da diversos pontos do territorio
dos ducados em toda a soa soberana Prnssia ;
unlo militar e onio martima, damaneira porque
as estabele.ee Mr. de Bismark por isso qae a ao-
nueaeu aesse pedido prodnziria um estado de
cousas qne, segundo a opinio do gabinete austra-
co seria ioeouciliavel cero os inleresse da Alienta-
nha e dos propries ducados
O conde de Measdorff nao deixou de concluir o
seu despacho, lembraodo qae artigo tereeiro do
tratado de Y'ieoua concede Austria iguaes direi-
tos sobre os ducados qae a Pruna, e faeendo ob-
servagSes sobre estes pontos, nao eppot a menor
objecgo ao resto das propostas conlidiu no despa-
cho prussiano, e qae se referem especialmente
construgo do canal qae deve ligar os dons territo-
rios, entrada dos ducados na liga do ZoMverein,
e a igualdade do servigo dos correios e dos tele-
graphos ao systema adoptado pela Prussia. O mi-
nistro austraco sem querer regeitar absolutamen-
te as propostas prussianas, affasta as que se consi-
deran) mais importantes.
Diz-se que Mr.de Bismarchj prepara a sua res-
posta s objcefies do conde de Mensdorff entre-
tanto as correspondencias de Berln deu a enten-
der qne Mr. de Blsmarchfizera logo sentirn repre-
sentante austraco, qne o gabinete de Berln apre-
sentara Austria, nao o mximo, mac $ mnimo
das concessSes que a Prassia podia pedir.
A atlitude da Austria agrada pouco .ao governo
prussiano ; a quem coovm o rsiado provisorio.
A sua existencia admitte possibilidade de tornar
permanente a administrago provisoria ; esta a
opinio dos circuios polticos, que ao mesmo lem-
po julgam que a Prussia consegrara dominar, des-
te modo o canal, os postos militares e os trabadlos
de defeza, sendo os soldados e marinheiros dos du-
cados encorporados no exercito e marinha prus-
siana. A nobresa dos ducados apoia estas ideas
auxiliando por todos os modos a Prussia no cura-
prraento dos seus disignios ; em quanlo as re-
gios elevadas se discute assim, ama parte da po-
pulaco des ducados maldiz a sua sorte.
_0 governo provisorio publicou urna proclama
gao para por termo s demonstragoes das popula-
ges doamarquezas de Schleswy a favor de sua
reunio a Dinamarca. Diz-se que as tropas qae
oecupara a parte norte daquelle paiz vo ser re-
forgadas. Antes erara os liberaes alleraaes que
clamavam pela guerra para proteger a nacionali-
dade atlema que se dizia oppnmida pela Dina-
marca ; agora esses raesmos liberaes guardam o
silencio em presenga da oppresso da nacionali-
dade dinamarqueza pelo dominio allemo.
Esta situago aggravar-se-ha de certo se se per-
sistir era considerar como actos legtimos, a res-
peito da populago dinamarqueza do Schleswy, o
que antes da guerra se condemnava como oppres-
so da Dinamarca a respeito da nacionalidada al-
lema.
A impresa da abertura do canal da Suez tem
progredldo apesar da opposico que tem encontra-
do por parle do governo otlomano. Mr. Lesseps,
empresario, dirigi ltimamente a alguns tribu-
naes de commercio era Franca e ontros paizes,
circular, prevenindo-os de que estando aberta a
comraunicago entre o Mediterrneo e o mar Roxo,
ainda que n'uma pequea escala, podia j ser ex-
plorada para o transporte de mercadorias e passa-
geiros. Mr. Lesseps diz que era 6 de abril devem
estar reunidos em Alexandria os delegado! dos
tribunaes do commercio, que quizerem examinar a
obra ja concluida e dar sobre ella osen parecer.
A secgo aberta ao movimento da navegagao, pode
por em quanto ser explorada apenas por pequeos
barcos, mas no praso de ires annos, o canal estar
aberto n'uma profuodidade de oito metros, d'onde
passassem as graudes embarcagoes e seas carre-
gamentos.
As ultimas noticias recebidas do Mxico pro-
duziram em Pars profunda sensago. As forgaj
regulares de Jurez eonsemm-se em Michvacau e
em Jalisco, e as guerrilhas apresentam-se ja em
Coernavaca, e outros pontos. O general Carvajal,
segundo se afirma est a algumas milhas do Mq-
xico. A siluago da nova monarchia muito pre-
caria. Publicou se ura novo manifest de Jurez
ao povo mexicano, em que diz que fiel ao sea de-
ver, e consciencia, consagrar toda a sua energa
defeza nacional, como o apoio e cosperago da
bandeira nacional ; e diz que o imperador Maxi-
miliano um usurpador, que subjuga um povo
livre.
As tropas combinadas franco-mexicanas alcan-
cim efectivamente vantagens contra as tropas de
Jurez e eonlra as guerrilhas, mas no interior con-
nnuam a predominar as ideas republicanas. As-
segura-se que a Franga vai mandar novos reforgos
de tropas para aquellas paragens. Annuncia-se
urna viagem do imperador e iraperatriz a Vera-
Cruz, e alguns correspondentes pretendem que es-
te projecto, seja o primeiro passo para o seu re-
gresso a Europa, com o proposito de reclamar o
seu direito successao do throno austraco.
Jurez estabeleceu a residencia do seu governo,
a o quartel general do seu exercito em Arist pe-
quea cidade da provincia de Sotfora.
A imprensa franceza desment o carcter grave
que as coasas lomam no Mexice, a sustenta que o
governo do imperador do Mxico se eonsolida e
que as f reas paristas dispersas, sao atacadas
pelas propriS tribus do paiz que trabalham para
sustentar o novo imperio, recebendo sempre as
tropas francezas com todas as demonstragoes de
sympathia.
Chegou ao Mxico como prisioneiro o general
Daz. Tem chegado a Vera-Cruz grande numero
de emigrados americanos.
O episcopado mexicano dirigi ao Imperador
Maximiliano um prote.-to contra as resoluges ado-
ptadas por aquella soberano na questao dos bens
ecclesiasticos. Este doenmento foi entregue no
dia immediato publicagao da carta dirigida peto
imperador ao sea ministro.
O episcopado mexicano lamenta que se tenha re-
1 sol vido urna qneste to grave sera que o nuncio
hoavsse recebido da santa s as convenientes ins-
trucgSes, nao reconhecendo no estado o direito de
; se envolver em assumptos que dgvera exclusiva-
menta pertencer corte de Roma.
Diz o protesto que todos os bispos esto dspos-
tos a viver d2s esmolas dos liis, mas nanea de
urna detacao civil, porque nestas circumstancias,
| nada ha que tenha mais valor do qae a dignidade
. da igreja e a independencia do sea ministerio; ac-
crestam os bispos que nada veem que torne urgen-
1 te nem mesmo indispensavel, a questloda toleran-
cia religiosa ; que o povo mexicano como exclu-
1 sivaroente cathollco, e que a sua averso ao prin-
cipio de tolerancia sempre se tera manifestado da
'. maneira mais evidente; lembram que quando o
j governo de Commonfort em 1836 teotou estabele-
I cer ama Iei sobre a tolerancia, fra forgado a re-
nunciar soa execuco em presenga das manifes-
tagoes do sentimentopablico,
A idea de emancipagao dos negros na Ameri-
ca do Sul tem estabeiecido urna certa divergencia
I as filelras da confederacao. O senado de Rich-
I mond regettou pela maioria- de um voto a propos-
ta de armamento dos escravos.
Esta resologao do senado produzio grave sensa-
go, excitndoos nimos; os jornaes de Rchmond
condemnam a maneira de proceder daquella as-
sembla, e dizem que a salvago publica est su-
perior as leis e a conslitaigo, e qne o senado di-
l verge actualmente das ideas do povo que Ihe con-
; ferio os poderes com que funeciona.
Dizem as ultimas noticias qne se esperava que
' o governo adoptarla ara comproraisso que annul-
i lando a resolugo do senado proporcionarse ao go-
; verno os metos de adoptar urna medida que estP
vesse em relagao com a gravidade das circumstan-
cias polticas e militares da confederacao.
A meosagem do presidente Lincoln, ao eomecar
o novo periodo do cargo para que foi reeleito, tran-
quillisa os nimos produzindo a melhor impresso
nos partidarios da conservago da Unio America-
na. O presidente sem firmar as suas esperangas na
prompta concluso da paz, declara comtudo que o
povo americano est inOexivel na resolugo da sa-
crificar ludo em defeza dos seas direitos; e con-
cine pedindo aos cidados americanos que empre-
guera todos os esforcos para sustentar ama paz jus-
ta e duradoara entre a repblica e as outras aa-
gdes.
Rchmond qae a capital dos estados confedera-
dos pode-se considerar sitiada. As principaes cida-
des do sul, Allanta, Savannah, Charlestown e Wil-
mlngton, foram abandonadas aos federaos. A tea-
; tativa de Sherman e a sua marcha victoriosa em
. toda a Georgia e Carolina do Sal, foram ura golpe
(terrivel na causa do sul.
Os movimentos dos generaes confederados Beu-
regard e Lee, parecem denunciar um novo plano,
! estabelecendo entre si as coramaoieagdes; se este
', projecto se realisar, a se Sherman conseguir Um-
beni juntarse a Grant, muito possivel que se d
; urna grande batalha, pracurando-se de um e outro
lado qae rila seja decisiva, pois a sorte da unio
americana est laJvez nette golpe.
Ji chegoa a Londres o enviado hespanhol
que vai do Per com os quinse mhSes marcados
no tratado como indemnisagao da expedigo ,
Os ltimos telegrammas pelo nosso correspon-
dente de Lisboa dizem qne o general federal Sher-
man ocenpa Payethevllle, e avangava na direcgo
4norte; que Shoffled oecupara Kington; e que o
general Sheridan chegara a vinte milbas de Rlch-
aiood.
Corra o boato de que os soldados confederados
dasertavara por eompannias, regressaodo aos
.seas lares, e que havia grande effervescenciaentre

os negros desde que sabem que se projecta alsta-
les no exercito dos confederados.
O governo hespanhol autorUoa a publicagao
da eocycllca pontificia- e do syllabus. Esta autori-
sago podeconsiderar-se como um bil de indemni-
dade ao acto praticado por alguns bispos. O artigo
3 do decreto da raioba diz que o governo oropor
as medidas legislativas que forera necessarias para
a concessao do exequtur regio esteja sempre em
harmona com a librdade de imprensa, e qne pa-
ra evitar novos conflictos procurar entenderse
com a santa s, afim de se tomar eonbeeknento,
anteriormente sua publicagao de quaesqner do-
cumentos destinados ao cathelicismo, e qne devam
ser applicados em Hespanha.
O projecto de iei sobre a imprensa, apresentado
pelo governo hespanhol, nao agrada. Em coose-
quencia da reunio dos jornalistas, vinte e dous
jornaes assignarara a pnbhcaram um manifest
contra aquello projeclo. O partido democrtico pu-
blicou o seu programma. Os jornaes que o repro-
duziram foram supprimidos e apprehendidos, por
ordem do fiscal da imprensa. O programma pro-
gressista comprehende todas as liberdades indura-
do a librdade religiosa, embora esta encontr em
Hespanha a opposico da parte de muitos qae se
dizem sinceramente liberaes.
Falla-se de novo em crise ministerial; indicara-
se os nomes dos ministros do novo gabinete, entre-
tanto parece que apenas haver raodificago mi-
nisterial.
De Portugal as noticias offerecem desta vez
muito pouco inleresse.
O gabinete LoulMalhias de Camino, nascido
6a recomposto sob mos auspicios, parece enfra-
quecer pelo deploravei abuso dos exames vagos
que no parlamento se estavara qotidiaoamente fa-
zendo aos ministro; antes da ordem do dia. Dis-
cus.- s que se tem tornado irritantes e que nao do
resaludo proveitoso como elemento legislativo. Era
esperado o duque de Saldanna em Lisboa e dizia-.se
que seria encarregado de organisar urna aova si-
tuag.o com alguns cavalheiros do partido regenera-
dor (Ues como Freitas e Aguiar), com o raarquez
de S da Bandeira e com o conde de Torres-Novas,
o que significara urna fusao completa. Havia, po-
rm muito quem duvidasse de taes combinagdes.
O novo ministro da fazenda, fizera ltimamente ura
discurso sustancial na cmara dos deputados, que
tal vez signifique a sua conservago no poder.
A caresta da carne e de outros geaerosde pri-
meira necessidade esUva oceupaodo muito especial-
mente a atterigao dos poderes pblicos.
O fro nos ltimos das de margo era intenso. O
estado sanitario, em geral era bom.
Tinham dado entrada no porto de Lisboa dous
navios federaos e um confederado.
Os ederaes Nigara a Sacramento e o vapor
confederado Stonewall, que vinha do Ferrol. As
autoridades portuguezas tomaram senas medidas
para impedir ura conflicto, (que j as autoridades
hespanholas temiam) e reforgaram as fortalezas da
barra do Tejo para que fosse mantido o respeito
de vido ao territorio nacional, prevenges que nao
eram descabldas, pois all est viva a memoria do
conflicto do Wassuchet com o Florida as aguas da
Baha.
Quando o Stonewall saha, igaodo na frente dos
adversarios a bandeira separatista, os dous navios
federaes seguiram-flie na albeU, apezar de esurem
intimados para o nao fazerem senao 24 horas depois.
Da torre de Belm dispararam-se-Ihe alguns tiros
de baila, e os navios voltaram a fundear no cima
respeitando a intimagao.
Era all a novidade do dia e de crer que para
a outra malla baja mais pormenores, e por ventu-
ra de grande importancia relativa.
Ainda nao havia noticia alguma de vapor-paque-
te da lnha de Brdeos que devia chegar a Lisboa
a l'i de margo, o que conlinu&va a inspirar senos
cuidados.
O Estremadure qae acaba de nos trazer esta, e
que devia partir de Brdeos para o Brasil no dia i;
de margo, tem ordem superior para sahir a 27, o
qae pelo telegrapho se annunciou em Lisboa. A
empreza de Brdeos, segundo conslava, ia mandar
outro vapor em procura do que tanto eslava tar-
dando
O governo portuguez tinha expedido ordens
para se proceder as eleicoes supplemenures, por
vagaturas occorridas oa represeaUgo nacional em
consequencia de duplicatas, fallecimentos, ou no-
meagoes para funegoes lucrativas, nos termos da
Iei.
, Continuana com toda a pressa as obras do pala-
cio de chrystal^ nd Porto, e os demais preparativos
para a exposigao internacional que se ha de verifi-
car em agosto prximo.
PERNAMRUCO,
REVISTA DIARIA.
A assembla provincial deixou hontera de func-
cionar, por falta de numero.
sU convocada a segunda sesso judciaria do
tribunal do jury desta capital para o da 27 do cor-
rente mez.
E' presidida pelo Sr. Dr. juiz de direito da se-
gunda vara Manoel Jos da Silva Neivas.
De urna diligencia procedida no sitio do Ta-
boleiro Alto, do termo de Villa BelU, em conse-
quencia de um tiro dado de emboscada no Sr. An-
tonio Alves, resultou serem morios dous individuos
da escolta ; mas esta logrn afinal prender aos in-
dicados n'aquelle delicio, Pedro Jos Avelino e seu
Hio Joo Jos Moreno ; os quaes recolhidos a pri-
sao, esto sendo prncessados.
Parece que Pedro Avelino criminoso de morte
em Geremuabo, provincia da Babia ; o que todava
elle nega.
A justiga absoluta sem attengo equidade
natural odiosa, summum jus summa injuria-; e
assim cumpre que se nao omilU a punigao de de-
udo ; mas importa tambera esU nao seja le-
vada ao atropello do deliqueole sapposto oa real;
por que em verdade a raesraa justiga exclue esse
carcter, era que muitos a querera fazer consistir.
Temos recebido queixas de quo ha cerUs autori-
dades que deslembrara se d aqnelle axioma do
grande Romano, do que resulta sempre um vexa-
me ao pequeo commercio, e mormente n'esse ra-
mo, que se d aos molhados.
Ora, cora isto oa queremos que sajara toleradas
as falsilicages de uns gneros e a exposigao ven-
da de outros em estado de corrupgo, nem Uo pou-
co que os infractores do que a respeito ha legisla-
do a devida punigo. Mas entre isto e a exaego
que nos communicam, ha urna grande distancia.
que cumpre fazer cassar, para que a Iei se nao tor-
ne odiosa, de protectora que .
O abandonoemque esU a conservago do tan-
go da estrada, que vai desde o fira da ruada Trom-
pe a estrada do Chora Menino, faz crer que se re-
solven faze-lo de novo. A ser assim, bom seria
dar logo comeco a obra ; pois o traosito dos carros
est o peior possivel.
Chegaram hontem pelas 7 horas da noite, de-
pois de 7 dias de viagem 114 cidados vindos do
termo dr Cimbres, offerecer-se ao Exm. presidente
para voluntan >s da patria.
O digno Sr. commandanle do vapor Impera-
dor diriginos a seguate carta, que apressamo-nos
a publicar pela materia comida na mesma ser dig-
na de sua punigo severa.
< Illms. e amigos Srs. M. F. F. e Filho.
f Nao tenho remedio se nao iraier sua pre-
senga um fado, qne levado sua conceitaada e
mu acreditada folba, muito peder inda servir-me
para a corte, se continuaren) os fados como at
aqu.
< No embarque da tropa na Parahiba do Norte,
o Sr. capito da companhia do Rio Grande do Nor-
te enirou abordo de urna maneira desabnda, dizen-
do a seas soldados que o navio era do governo a le-
vava-se a baioneu, quando se nao fizesse o qna
elles quizessem.
c Desta companhia eraharcou quasi ao largar
ura 1. sargento, a quera foi preciso mandar bus-
car na pandiga etc.; e este mesmo sargento hon-
tem, achando-so em um estado de verdadeira em-
briaguez, praticou os actos mais revoltantes, isto de-
baixo do uniforme de 1.* sargento, e tal foi seu
alrevimento, que rae acbando sentado, no arraa-
zem do Sr. Beltro, largo do Corpo Santo a. 6, ah
ful muito e muito insultado a ponto de me querej
dar bordoada, e soffrendo ama pessoa de men bor-
do qae se achava ao p, a quem arrastoa para o
meio da ra rasgaodo-lhe a sobrecasaca como fez
aos soldados todos, qae com raaneiras o seguravam;
a bordo, depois maltratou o meu immediato.
Este acto causou-me Impresso to desagra-
da vel, que estive para pedir providencias ao Exm.
presidente da provincia, e se nao iz foi para nao
dar occasio de desgosto a S. Exc, de quem tenho
recebido as malores provas, em bom xito desU
expediego ; e mesmo se nao fui ao convite do
Illm. Sr, Brasil, f >i para nao toldar com miabas
queixas, aquella reunio lio patriotiea ; porem os
brio-os officiaes do corpo parahibano me promet-1
lerara qae me seria dada a satisfafio devida ,
* O sargento em questo muito conrfddo aqu
pelos seus feitos, lande j tido baia de cadete por
sea proceder.
< Soa de V. S. aKento venerador-e criado.
Bordo do paquete Imperador de meu cam-
inando, 12 de abril de 186S.
c Joaqmm Antonio Sitotira Macut. >
Pede-nos o Sr Rodrigues de Miranda a pu-
blicagao seguinte: #
< Vim de Ingazeira com marcha accelerada,
para esta capital, em virtude de ordem superior,
com o proposito firme de seguir, cora o corpo de
polica a que pertengo, para o campo da guerra.
Continuo a estar prompto. Gusto mais da pratica
do qae das theorias; mormento no que dizguerra
e l nos campos do Paraguay que se liram as
provas. Emprazo o meu collega o Sr. Pereira Bor-
ges para aquellas paragens, onde conhecer que
nao sou d'aquelles que se erapenharara cora a de-
putago provincial para que o corpo de polica nao
marche.
Todava, julgo que essa nobre eorporago in-
capaz de satisfazer a taes pedidos.
Recife, 11 de abril'de 1865.
t Francisco Xavier Rodrigues de Miranda.
ItEPARTigAO DA POLICA :
Extracto das partes dos dias 11 e 12 de abril de
186o.
Forarn, recolhidos casa de detengo no dia 10
de abril :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. rhefe de polica, Joo
de Sou/a Eugenio, por uso da armas prohibidas e
resistencia, Hanry Harryson, sem declarago do
motivo e posto logo em librdade, Nicacio, escravo
de Aona de Tal, por fgido.
A' ordem do Dr. delegado da capiul, Mara Eo-
frazia da Conceigo e Jos Gregorio do Espirito
Santo, para correcgo, e Manoel Clemente dos Pra-
zeres, como pronunciado no artigo 201 do cdigo
criminal.
A' ordem do subdelegado do Recife, Miguel dos
Aojos Machado e Francisco Batalha, por insultos,
Guever, francez requisigo do respectivo cn-
sul, Aiexaodre, escravo de Pedro Barros Costa
Soares, requerimenlo do respectivo senhor.
A' ordem do de -ant- Antonio, Joo Wenceslao
de Jess Vereda Pernambuco, para correcgo, e
Mana, escrava de Manoel Anlunes Ferreira Villa-
ga, requerimenlo d'esle.
A' ordem do de Sao Jos, Jos Alves Ferreira,
por offensas a' moral publica, Pedro da Costa, por
tentativa de roubo, Marcellrao da Silva Paes Br-
relo, para correcgo, Merenciano Carneiro, por
braga.
A' ordem do da Capunga, Joaqun) Tavares do
Espirito Santo, por bnga. <-
A' ordem do Jo Pogo, Estevo Jos da Luz, por
fermentos leves, Luiz I, africano livre, por amea-
gas e resistencia, e Antonio, escravo de Joo Jos
da Slveira, por suspeito de estar fgido e sendo
encontrado cora um bacamarte carregado.
11 -
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Se-
verino Antonio Pereira da Silva, a' disposgao do
lente coronel recrutador. '
A' ordem do de Sao Jos, Antonio Flix, por em-
briaguez, Bibiana Mara da Conceigo, a Mara
Luza do Espirito Santo, por disturbios ; e Theado-
ro, africano livre, por suspeito.
A' ordem do da Boa-Tista, Antonio Jos dos Pas-
sos, a' disposigo do administrador do correio, e
Manoel Vicente Ferreira, a' disposigo do Illm. Sr.
Dr. chefe de polica, por ser desertor.
.,, O chefe da 2* seccao,
' J. Gr. Ce Mesquita.
Passageiros do vapor francez Estremadure,
vindo de Bordeaux e portos intermedios :
David Haim, Lewis Joseph Conturie, Eduard
Hoz, David Francfort, Joseph Bottni, D. Maria das
Auguslias Lopes, Francisco Jos Lopes, Felisberto
Ignacio de Oliveira, Antonio dos Santos, e Antonio
do Gange.
Passageiros do vapor fran-ez Estremadure,
sahido para o Rio de Janeiro e Baha :
Ricardo Depperroane, Jos F. de Moura, Augus-
to Blandim, Antonio Jos da Silveira, Osear Falke-
.-.'in. Angelo de Jomna, Francisco soudizzo, Jaco-
me Jos de Alraeida, Felippe Mogau, Dr. Guilher-
me Clemente Marques Bacalho, rf)r. Esperidio
Eloy Barros Pimentel, Jos Augusto da Velga Or-
nellas e 1 criado, Pedro Barfiolomeu, Leandro
Sauckey e Camiilo de Andrade.
OBITUARIO DO DIA 11 DE ABRIL DE 1865, NO
CEUEITRIO PUBLICO.
Justino Antonio Pinto, Portugal, 31 annos, casado,
Recife, cholera.
Francisco, Pernambuco, 1 hora, Boa-Vista, t-
tano.
Joaquim Fger Nicolao do Rosario, Pernambuco,
60 annos, solleiro, Boa-Vista, incepbalite.
Manoel Domingos Alves de Sanl'Anna, Pernambu-
co, 30 annos, solleiro, Ba-VisU, tubrculos.
Andr Jos de Lima, Pernambuco, 13 annos, S. Jo-
s, eephalrte.
Joas, Pernambuco, 8 annos, Santo Antonio, con-
vulsoes.
Sennorinha Francisca do Rosario, Pernambuco, 60
annos, viuva, Santo Antonio pthsica.
Vicente Ferreira da Silva, Pernambuco, 64 annos.
casado, Boa-Vista, estreitamento da uretra.
da appellicao entre partes : appellantes, D. Jose-
Ba Justina de Jess Gongaltea e ontros ; appel-
los, Isaac Curio & C.
Poi apresentado o oficio de 8 deste mez do Sr.
Dr. jniz de direito do commercio deste cidade, em
respasta ao que se Ihe dirigi a 6 do dito mez, de-
clarando ao Exea. Sr. preeiista qoe tem provi-\
denciado para que seja paga a dizima respectiva
da causa entre partes : Joaquim Gdngalves Fer-
reira e Pedro Ferreira de S Lana.
Foram assignados os accordaos proferidos na af-
uma sessao as appellacSes entre partes :
Appellante, Jos Guillierme Gnmares ; appel-
lada, -Q. Mana Venancia de Abren Lima Bastos.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Amorira, Fragoso, Santos & C.; appellado,
o bacharel Manoel Gentil da Costa Alves.
Appellantes, Candido Moraira da Costa e ontros ;
appellado, Joaquim Monteiro Guedes Gondim.
Appellante, Jos Duarte das Neves ; appellado,
Jos Baptisu da Fonseca Jnior.
Appellante, Antonio de Souza Reg ; appellados,
os curadores fiscaes da massa fallida de Joaquim
Vieira Coelho. i
O Sr. desembargador Costa Molla comparecu
para presidir o julgamento da appellago entre
partes : appellante, o Dr. Prxedes Gomes de Sou-
za Pitanpa ; appellado, OcUviano de Sonta Fran-
ga : e nao pode ter lugar dito julgamento por nao
estar prseme o Sr. deputado Candido Alcoforado,
que juiz certo.
JULGA.ME.NTOS.
Appellantes, D. N'ympha de Mello Accioli e ou-
tro ; appellado, Gabriel Antonio.
Adiado na ultima sesso
Foi confirmada a sentenga appellada.
Appertanle, Candido Moreira da Costa ; appella-
dos, Antonio GuedeS Gondim e outros.
Sorteados os Srs. deputados Rosa, Miranda Leal
e Basto, jurarain suspeigo os dous primeiros e
venlicando-se que o Sr. Candido Alcoforado lera
mteresse na causa, o Exm. Sr. presidente adiou o
julgamento e ordenou qae se convidasse sup-
plentes.
PASSAGENS
Do Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr. des-
desembargador Accioli :
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Bastos & Lemos ; appellados, Coimbra &
Rivault.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Res e Silva :
Appellantes, os administradores da massa fallida
de Baslos & Lemos; appellado, Jesaino Machado
Malheiros Braga.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimares :
Appellantes, os administradores d massa fallida
de Amonm, Fragoso, Santos & C.; appellado, o
Francisco Jos Leite.
distribuiq5es.
Ao Sr. desembargador Silva Guimares :
Appellante, D. DelQna Paes Brrelo (embargante
3"); appellado, Manoel de Sonza Pereira.
Ao Sr. desembargador Accioli :
Appellantes, os administradores da massa fallida
de Bastos & Lemos; appellados, os administradores
da massa fallida de Pacheco t Mendes.
AGGRAVO INTERPOSTO DO JU1Z0 ESPECIAL DO
COMMERCIO.
Aggrav'ante, Jos Paulo da Fonseca ; aggravado,
Firmino Antonio Souto Maior Rapeso.
O Exm. Sr. presidente deu provimento.
Aggravante, Jos Joaquim Ribeiro; aggravado,
Manoel Carpinteiro da Silva.
O Exm. Sr. presidente negon provimento.
CARTA TESTEMUNHAVEL VINDA DO MESMO JUIZO
Aggravante, o Exm. viscende de Snassuna ; ag-
gravados, os administradores da massa fallida de
Joaquim Jos Silveira.
O Exm. Sr. presidente den provimento.
Nada mais havendo a trater-se o Exm. Sr. pre-
dente encerrou a sesso 1 hora da Urde, e de-
clarou qae estavam dadas as ferias.
THini'Wli DA HELADIO.
SESSAO EM 11 DE ABRIL DE 1865
PRESIDENCIA DO EXM. SR.
SOUZA.
CONSELHKIRO
s 10 horas da manha, presentes os senhores
desembargadores Santiago, Gitirana, Lourengo San-
tiago, Alraeida Albuquerque, Assis, Doria, Motta
Domingues da Silva e Barros Vasconcellos, fal-
uodo o Sr. desembargador Guerra, procurador da
cora, abrio-se a sessao. *
Passados os feitos e entregues os distribuidos
deram-se os seguintes -
JULGAMENTOS.
CHRONICA JIDIGIARIA
TRIBUNAL 1MB CO.tl JIKIK SO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 10 DE
ABRIL DE 1865.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGABOR
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
s 10 horas da manha, estando reunidos os Srs.
deputados Rosa, Basto e Miranda Leal, o Exm. Sr.
presidente declarou aberta a sesso, estando pre-
sente o Sr. desembargador Banal.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
EXPEDIENTE.
Um offlcio do inspector da thesouraria de fazen-
da, de 6 do correte, dizendo em resposta ao que
Ihe foi dirigido em 3 do mesmo, que s os correto-
res das pracasdo Rio de Janeiro, Bahia, Pernam-
buco e Maranho, esto sageitos ao imposto.Ar-
chive-se.
Outro do secretario do tribunal do commercio
do Maranho, de 29 de margo ultimo, acensando o
recebimento do que Ihe foi dirigido era 2 do refe-
rido mez.Archive-se.
Outro do presideute da junudas cndores, de
6 do correte, aecusaodo tambera a recepeo do
que Ihe foi dirigido em 3 do mesmo, em virtude
do qual remetiera semanairoente a thesouraria de
fazenda o boletm das cougoes de cambios.Ar-
chive-se.
Outro da junta dos corretores, remetiendo a co-
tago ofQcial dos pregos correntes da praga na se-
mana Irada.Archive-se.
Dislribuiram-se aos senhores deputados os livros
copiadores das casas commerciaes do fallecido Hen-
ry Gibson e Alfredo Garca & Irmo.
DESPACHOS.
No requerimenlo de Joo Qurino de Aguilar A
C, pedindo o registro da nomeago de seu caixei-
ro Carlos de Paula Lopes :Regislre-se.
No de D- Maria Joaquina de Abreu, pedindo o
registro de urna esenptura de contrato antenup-
cial com Manoel Joaquim Candido Teixeira : -Re-
gistre-se.
Com inforraagao do Sr. desembargador fiscal :
No de Villaga & Irmos, pedindo o registro de
seu contrato de sociedade :Satisfagam o parecer
fiscal.
No de D. Thereza de Jesas Azevedo, pediddo que
se declare na carta de registro do hiate Nicolao I,
que o mesmo sua propriedade, por Ihe ter toca-
do as part Ihas dos bens de seu finado marido :
Satisfaga e parecer fiscal.
Nada mais havendo a tratar, o Exm. Sr. presi-
dente encerroa a sesso as onze horas e um quarto
da manha.
SESSAO JUDCIARIA EM 10 DE ABRIL
DE 1865.
PRESIDENCIA DO EXM. SU. UE.SKMBARGADOR
ANSELMO FRANCISCO PEBKTTI.
Secretario, Julio Guimares.
As onze horas e meia da manha o Exm. Sr.
presidente abri a sesso, estando reunido* os se-
nhores desembargadores Res e Silva, Silva Guima-
res e Accioli, e os senhores deputados Rosa, Basto
e Miranda Leal.
Lida, foi approvada a acu da cessao aotece-
; dente.
f Foi Hdo o offlcio de 8 do corrente do Exm. Sr.
\ conselheiro presidente da relago, commantoando
i haver designado o Sr. desembargador Antonio Bap-
1 tista Gilirana para rever os embargos que pendem
Recursos crimes.'
- Recrreme, o jnizo ; recorrido, Sebastio Jos
Gongalves da Fonseco e outros. Relator o Sr.
desembargador Santiago. Sorteados os Srs. des-
cargadores Alraeida Albuquerque, Barros Vascon-
cellos e Motu.Improcedente.
Recrreme, ojuizo ; recorrido, Joaqnim Barbo-
sa Lima..Relator o Sr desembargador Gitirana.
Sorteados os srs. desembargaderes Lourengo
Santiago, Almeida Albuquerque e Molla.Impro-
cedente.
Recrreme, o juzo ; recorrido, Antonio Jos.
Relator o Sr. desembargador Motu. Sortea-
dos os Srs. desembargadores Dona, Lourengo
Sautiago e Barros Vasconcellos.Improcedente.
Carta testemunliavel.
Aggravante, D. Mana Machado Cavalcanti; ag-
gravado, Domingos Jos Martins. Relator o Sr.
desembargador Barros Vasconcellos.Sorteados os
srs. desembargadores Lourengo Santiago e Assis.
Deram provimento.
Appellago crime.
Appellante, o julzo ; appellado, Joo Baptisu dos
Sanios.Improcedente
Appellacao civel.
Appellante, Jos Joaquim Gongalves Bastos ; ap-
pellado, Justino Pereira de Faras.Desprezaram-
se os embargos.
DILIGENCIA CRIME.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justiga
A appellago crime.
Appellante, a cmara municipol; appellado, Dr.
Pedro Pereira da Silva Guimares.
DILIGENCIA CIVEL.
Com vista ao Sr. desembargador*procurador da
cora
A appellago civel.
Appellante, o juzo; appel'ados, Joo Vieira da
Cunha e outros.
DESIGNACAO DE DIA.
Assignou-se da para julgamento das segua-
les :
Appellagoes clvels.
Appellantes, os herderos de Bernardo Antonio
de Miranda ; appellados, Joaquim Jos de Miraoda
e outros.
Appellante, Francisco Barbosa de Mello; appel-
lado, Antonio Lourengo de Souza.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Lourengo Santiago
A appellago civel.
Appellante, Gaspar de Menezes Vasconcellos de
Drummond ; appellada, a SanU Casa da Miseri-
cordia.
Do Sr. desembargador Alraeidae Albuquerque ao
Sr desembargador Assis
A appellacao crime.
Appellante, Manoel Jos de Almeida Jnior ; ap-
pellado, o juzo.
A appellago civel.
Appellante, Honorato Jos de Oliveira Figueire-
do ; appellados, U. Josepba Joaquina de Bnto e
seu Oleo.
Ao Sr. desembargador Doria
A appellago civel.
Appellante, Jeronymo Jos Figueira de Mello t
appellado, Onofre Muniz Ribeiro.
Do Sr. desembargador Motu ao Sr. desembar-
gador Guerra
As appellagoes civeiu
Appellante, o preto Aleixo ; appellado, Joaquim
Barbosa da Silva.
Appellaaie, Guimares & Alcoforado ; appella-
da, D. Maria do Carme Rocha Costa.
Ao Sr.'desembargador Domingues da Silva
A appellacao civel.
Appellante, a fazenda ; appellado, Manoel Custo-
dio Peixoto Soares.
A' 1 hora encere u-ae a sasso.

> .
Mv
_.


\
Diario de rernamt>nc PlUCiOBS A FIDID
CURA
Espaittoza e Atliniravel
DE U.MA OHAOA
CANCROSA E ROEDORA
ou
POLYPOIV MRIZ.
Brasil so ato 4a Jaaeir* e sobro caita filial do
mesaio banco aa Bahii.
.1vo banca de Pernam-
.
O banco deseonta letras na presente semana a
M> por eento ao anno al o prazo de quatro te-
les, e a 12 0|0 at o de seis raezes, e toma dinhei-
ro a jures a praso nunca menor de tres mezes.
Uraa creada do servir residente em Pernam
iraco e pertenccnte Ex"' Seflr". Viscondessa
DK Qoianna, foi attacada d'uma terrivel cha-
ga cancros e roedoraou Polypo no Nariz.
A mesma involria e tomara todo a parte in-
ferior do nariz, empacando ja distruir tanto a
parte cartilaginosa como o mesmo oso; Come-
dn prlmeiro por apparecer sob o beico supe-
rior e parte da lace, extendendo-se por tal
forma e com tal rapidez, que em pouco amea-
cava transformar todo o rosto n'uma enorme
charga viva e asquerosa. Durante todo este
terrivel estado, todos os recursos medicnaes
que em taes cazos se uzo fono abumiwiic-
mente eui pregado, sem que de lave fizesse
parar a marcha lenta e distruidora de tao hor-
rivel enfennidade, e todos os meios o esforcos
forio baldados, e.no em tanto o mal crescu eis
que por milagrosa fortuna da infeliz .-stunito
as conzas neste ponto, se experimenton pela
vez primeira a
SALSAPARRILHA
DE BRISTOL.
O effeito produzido, quasi que instantneo
por este inestimavel remedio foi verdadeira-
mente maravilhoso o sem igual este grande
purificador do sangue e dos humores do sys
tema, immediatamente pz um termo mar-
cha disast roza e fatal da molestia, derramndo-
se e infiltrando-so atravs. dos tecidos os maie
delicados do corpo, expel indo ate" i ultima
propriedade ou vestigio virulento da molestia,
e dentro d'um curto espnco do tempo produzio
urna
CURA
Completa e Radical.
Este feliz quSo admiravel resultado foi obti
do apenas com o simples uso
D'miia so niiira Garrafa!
l'este incompararel e inapreciavel depuratorio,
recommendamos portanto todos os Doantes
que procuren obter com o maior cuidado a
nica e verdadeira Salsaparrilha de Brisol,
nicamente preparada por
LANMAN & KEMP,
De NOVA YORK,
na certeza de que, todas as mais preparaedee
imitativas nao valem para couza alguma
Vende-se as boticas de Caors & Barbosa
e C. Bravo A C.
t
ALPANDEGA.
Rendimenio do da 1 a 11......
dem do dia l...............
i9:736896
43:349j>999
273:086*895
lllecurao fnebre proferida no rcinitcrio publico do
Recife, por oceftio do eaterramenlo do cada-
ver de Artiquilino Ajres Albano Costa, estndan-
te do 2o anuo da Faeoldade de Direito des la ci-
dade.
J nao existe Arteqalino Ayres Albano Costt 1
Um radaver apenas macilento e lvido, rodeado
de amigos, mostra all naouella muda e lgubre ex-
presso o nada do liomem !
O mundo vestido de galas e de illusdes da vida,
para elle, agora vai cireumscrever se na realidade
O tempo tao rpido em sua marcha, pairando
por sobre aquelle que hortera, por as.-im dizer,
senta a luz da existencia na sua mais viva irradia
diacn, sacudi suas longos azas e apagou essa luz
que foi brilhar na eternidade I...
O' das peremptorios da humanidade, que pareces
ter um termo fatal I
Oh I que nao obstante a demonstracao das ver-
dades que a scieucia aponta, o espirito varilla e
cromo que se inrliua para a fatalidade I
Mas nao.E' o excesso da dor pela separago
eterna de um amigo: porque na occasio dessa
dr desapparecem todas asrrencas nao ha cooso-
laeio 1 somente o pranto a mitiga um pouco trans-
formando-a em saudades...
Cruel verdade, pesarosa Idea : j nao dos vi-
vos o nosso companhelroo nosso amigo I Tao ce-
do fez a sna despedida para nunca mais o ver-
tnos I...
Quando pnneipiava sua brilhante carreira, qoan-
do a esperanca fulgurava no horisonte de sua glo-
ria, veio amorte estendeu seu manto negroo
eclipse de todas as venturas humanas e robou um
terno fllho dos bracos de sua mi um extremoso
amigo do seio de seus amigos, um membro pres-
tante a sociedade e um bom ctdado a patria I
Artiquilino jno existe!
Resta-nos dar a trra oque da trra; porque
o espirito, que era do co, Ja traospoz radiante as
rbitas do tempo e repousa naeternidade I
Cumprio o sea destino e voltou a seio de sea
CRIADOR.
Lanessa mansao dos bemaventurados o anjo
da paz o abriga sob suas azasa gloria delle.
Sae fracos os elementos du que dspSe o homem
em sua intelligencia para concebr a idea porfeita
desea gloriadesse infinito, dessaeternidade I
Ella de Dos e das almas justas : so Dos e ellas
podem compreheode la.
Exclamarei com o Apostlo :
eque oculus vidil, eque auris audivit, eque in
tibus te.
Lina oraco ao Senhor e ama lagrima... leve-
mos aquelle corpa a sepultura I
E' o ultimo servico que me poJeremos prestar
como amigos e como humauos I
t Elle nao pesou sobre a trro,,
t a ierra Ihe teja Uve 1
Recife, 2 de abril de 1865.
Alves Montubo.
C01HS1CI0.
PRAC& DO RECIFE.
Cotafdes tflelaes.
12 de abril.
Algodao primeira sorte 15*000, 14*500 e 13*
or arroba.
AlfodSo segunda sorte -13*000,12*500 e 11*000
por arroba.
Cambios sobre Londres99 djv. 25 3/4 e 25 7/8
d. por 1*000.
Cambio sobre Paris90 d|v. 370 rs. por franco.
Cambio sobre Babia10 d|V. 2|4 0-0 premio.
Deseamos-9 e 12 0(0 ao anno.
Oubourcq Jnior-presidente.
Gaimariessecrelaxifl-
- Gaixa filial 4rtaneo do Brasil era
Pcrnimbnco.
A directora desta caixa saca sobro o banco do
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volames entrados cora fazendas... 344
< com gneros____ 214
------558
Volumes sabidos com fazendas___ 138
< < com gneros..... 929
------1,067
Desarregam no dia 15 de abril de 1865.
Vapor inglezGladlatoi mercadorias.
Rarca inglezaMwy Brile baealho.-
Brlgue hespanhol/nrfio viabos.
Brigue nacionalPa/fas-charque.-
Sumaca hespanholaGnadalupeidem.
Barca portugoeza S. Joaodem.
Barca inglezaArran /se/carvao.
Barca ingleza -Scottdem.
Barca inglezaCommodore-dem.
Brigue ingiez Use/ul-iem.
Im|>oi*ta$5o.
Brigue nacional Pi, entrado da Baha, consigna-
do a Maia & Espirito Santo, manifestou o segrate
7,148 arrobas de charque, 40 couros seceos e
700 resteas de cbelas ; aos consignatarios.
Patacho nacional Eurico, entrado da Baha, con-
signado a Mala & Espirito Santo, manifestou o so-
guite :
8,070 arrobas de charque, 200 ditas de graxa
em bexigas, 35 ditas de sebo em rama, 36 barri-
cas com 234 arrobas de seto, 100 caixas velas de
dito ; a Maia & Espirito Santo.
2,700 tainhas ; ao capitao.
Vapor uacional Jaguaribe, entrado dos portos do
: norte, manifestou o seguinie :
Do Acarac.
392 meios de sola, 2 couros salgados; a Jos de
S Leit.io.
228 meios de sola; a Viuva de Manoel Goncalves
da Silva.
Barca ingleza Commodore, entrada de Liverpool,
| consignada a Shouthall Mellors & C, manifestou
' o fesointe :
582 toneladas de carvao de pedra, 3 ditas de di-
to cokc; aos mesmos.
Patacho inglez Man/ Dril, entrado de Terra No-
va, consignado a Sanadora Brothers de C, manifes-
tou o seguinte :
1,815 barricas bacalho, 101 meias ditas dito, e
51 caixas (meias/ dito ; aos mesmos.
Barca ingleza Airan Isle, entrada de Liverpool
consignada a Wilson & Hette, manifestou o se-
guinte;:
219 toneladas carvao de pedra ; aos mesmos.
Escuna ingleza Commodore, entrada de Liver-
pool, consignada a Johnston Pater & C, manifes-
tou oseguinte:
142 volumes fazendas de algodao; aos consigna-
tarios.
1 caixa dita de dito ; a Augusto C. de Abrea.
5 ditos dita de dito a Carneiro & C.
4 volumes dita de dito; a Ferreira 4 C.
25 volumes dita de dito a Southall Mellors & C.
1 farde dita de dito ; a Schapheitlin & C.
11 volumes fazenda de algodao, 20 toneladas car-
vao de pedra, e 60 gigos louca; a ordem.
58 gigos louc^ ; a Thom. Burkinyung & Roberts.
4 volumes objectos diversos; aSimpson 4 C.
i fardos cobertores ;a Izidoro ello 4 C.
3 volumes drogas -. a Caors & Barboza.
3 caixas azenda de linho ; a Joao Keller & C.
2 fardos dita de dito ; a G C. Scotl.
140 barricas cerveja a Wjlson & Hette.
100 ditas dita ; a Th. Christiaosen.
10gigos garrafas vasias, 1 asneo rolhas e 2 cai-
, xas sal ; a F. J. Leite.
30 barris salitre, 62 ditos barrllha, 7 volumes
i objectos para urna bomba, 1 caldeira e 1 chamin,
140 barris chumbo de munico, 2 rollos dito en>
, lenco!, 200 fogareiros, 2 cascos canos de chumbo,
i 20caixas zinco em folhas, 2 cascos dito em obra,
6 caixas culileria, 2 ditas ac, 6 amarrados dita,
100 embrulhos pas, 2 caixas cobre, 2 ditas encera-
dos, 35 volumes frragens, 26 cascos enxadas, 12
volumes e 1,220 barras d ferro, 3 ditos ferragem
e objectos para gaz; a S. P. Johnston & C.
Brigue inglez Useful, entrado de Swansea, con-
signado a ordem manifestou o seguinte :
406 toneladas de carvao de pedra ; a ordem.
I Vapor francez Extremadure, entrado de Bor-
deaux, consignado a Tisset freres, manifestou o se-
guinte :
1 caixa objectos diversos ; a J. M. de Me-
deiros.
1 dita objeclos diversos; a Irma Lezat.
1 dita ditos ; a Ir. Magnin.
3 ditas ditos; a Izidoro Netto.
1 dita ditos ; a vi uva Leeomte.
5 ditas ditos; a Siqneira. j
1 dita ditos ; a Monteiro Lopes.
4 ditas ditos ; a Burle & C.
1 dita ditos; a Vlgnes.
5 ditas ditos ; a L. Wild & C.
1 dita ditos; a Carneiro 4 Nogueira.
1 dita ditos ; a Caslello-Branco.
1 dita ditos; a Lehmann freres.
1 dita ditos; a Tisset freres. "
1 dita ditos j a Atves Hamburger.
1 dita dito?; a Henrique & zevedo.
1 dita ditos; a Mello Lobo & C
8 ditas ditos; a Teixeira Bastos.
12 ditas ditos ; a F. Dubarry.
2 ditas ditos; a D. P. Wild & C.
1 dif ditos; a Fortunato.
1 dita ditos ; a F. Sauvage & C.
1 dita ditos; a Custodio Jos Alves.
1 dita ditos ; aF. de Oliveira Sobnnho.
6 ditas chapeos ; a Christiani 4 Irmo.
i dita ditos ; a A. C. Abren.
2 ditas conservas; a W. Otte.
1 dita roopa felta ; a Rufino A de Mello.
1 dita dita ; a J. Keller 4 C.
1 dita dita ; a Siqueira.
95 ditas queijes ; a Tasso Irmaos.
75 ditas ditos ; a Bieber & C.
17 ditas ditos ; a V. F. da Costa.
22 ditas ditos ; a Almeida Gomes.
31 ditas ditos ; a J. Pater 4 C.
3 ditas ditos; a Doarte & C.
10 ditas ditos; a Jos Marcellino da Rosa.
20 ditas ditos ; a Brender Brandis.
75 ditas ditos ; a ordem.
1 dita calcado, a ordem.
1 dita ditos ; a J. P. Arantes.
1 dita fazenda de la; a Henrique & Aze-
vedo.
4 ditas dita; a J. Keller & C.
1 dita modas; a Vaz & Leal.
1 dita ditas ; a Henrique 4 Azevedo.
1 dita ditas; a F. Sauvage.
1 dita ditas ; a Izidoro Netto & C.
1 dita ditas ; a Siqneira.
1 dita ditas ; a Joao Pereira.
1 dita bijenteria ; a Henrique & Azevedo.
2 ditas reloglos; a Lehmann freces.
10 ditas sardinhas; a A. A. Gomes.
25 ditas ditas ; a Joao da Silva Faria.
3 ditas objectos para typographia ; a Marques
Barros & C.
5 volumes fazendas de algodao ; a Burle & l
3 ditos ditas; a J. Ryder.
1 drto ditas ; a Monhard 4 C.
1 caixa vidros ; a Oliveira & Sobrinbo
2 ditas sanguesugas; a Caors 4 Bafbosa.
1 dita ditas; a Serodio.
1 dita ditas; a R. Silva.
1 dita livros; a C. Figueira.
30 ditas vinhos ; a Jefferies.
1 dita msicas; a*Seror Lezat.
i-.ECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNaMBUCO.
Rendimento do dia t a 11........ 9:340*704
ioem do dia l.................. 999*970
Caf.Anpamoad aioa. pouco cal no mof-
eado, as lra|sane*ag Umitaran-se a supprhxenlo
do consumo regular. Veud eram-sa 25,000 saceos
de caf do Rw t Santos, doi quaes i 7,000 saceos
fluuantes s 8,000 aqui na praxa a 6 1(87 3
schillings. O caf regalar ordinario do Ro
Janeiro colado 6 5|8-6 3|8 scb.
Assaear.Os preces sostenan m-se apezar d
fraoe movimente do mercado. Notamos a venda
de 500 saceos e 300 caixas de assoear mascavo da
Babia.
Tabaco. Sem transaccoes em primeira mi
qoanto diz respelio ao tabaco do Brasil. Em leilo
foram vendidas 42 balas de tabaco S. Flix da
Bahia a 8 1|2-10 l|4 sen. a libra.
Algodao.Em consequencia de noticias mais fa- T.TVTPP V7 a wdt> a
voraveis de Liverpool os preces tomaram-se mais 1,iri*A-UUOtBKA
firmes porm nao temos de notar transaccao de recita da aaslgoatura.
mffros.-s pesados continuara era boa aceita- SabbadO 15 de abril de 1865
ci. Venderamse 3,712 da Bahia e 2,270 do1 Representarse -ha a samare applaq.lido apa-
lear, ratoso drama sacro em 3 actos e 5 quadros, orna-
Caco.-Continua procurado e com prefos fir- de msica e machinismo
Correl.
O Sr. MsBoel de Almeida Bastos queira dirigir-
se Mpaxtieo do correio afln de receber ama
caria raoonuaaodaa.
TIIEATIIO
S. ISABEL
Para Lisboa
mes.
Navios partidos para o Brasil.
Levante por Peroambaco.
Wisch pela Babia.
Eonte por Macelo.
Schtanke Unid para o Rio de Janeiro.
iWit'io entrados do Brasil.
De Santos Edeline e Jeune Octavie.
Da Babia Carrn.
Do Cear Verilas.
A carga :
Osear, Orion, Gesina e Anna para o Rio de ea-
n ciro.
Concordia, Augusle para a Bahia.
Anna, 1 amito Sylse para Pernainbuco.
Ltraiui e Varia para Santos.
Cornelia e Varia para o Rio Grande do Sul.
Cambios.
Sobre Londres, 3 m. d., 13 mareo.; 7 3i4 scli.
banco por '. Prazo curto 13 marcos 6 3|4 sch.
banco por t.
Sobre Pars, 3 m. d. 183 1|2 raocos por 100
marcos banco. Prazo curto 188 francos per banco.
Sobre Lisboa, 3 m. d. 43 1(8 scb. banco por l.j.
Descont 22 1|4 0|0.
OS
MARTYRES DA GERMANA
Ama.
Precisase de ama ama para coznhar e eneom
O paucho portuguez lana da Gloria, |capttao m,r 4 ^^r ao fasstw Puah
Valenu, ra sabir breva, recebe carga e pasoage-
Iros: trau-se eim o consigoalario^I'. R. Rabello,
roa do Trapiche a, 44.________________
Para'o Para o Male Norlet recebe alfuiB
carga a frete : a tratar com ou seas consignata-
rios no largo do Corpo Santo n. 6, segundo andar.
IVeeoa-se alugar una agrava j3e se-
ja sidia e de bons cosunnes, para o senit-o
iniP no de can de familia: na ra do Soi
86rado n. 21.
AVISOS DIVEBSOS.
Willjara
Europa.
King, subdito inglez, relira-se para
PEaSONAfiiNS. ACTORES
Constancio, cezar do Ocidente...... Coelho.
Seipiao, patricio romano esenador. Coimbra.
Orosio, chefe dos christaos, octogi-
nario.. ..................... Germano.
Gabriel, filho de Orosio.......... Lisboa.
Decio, grande sacerdote da Jnplter. Pinto.
Lucifer........................ Ilorges.
Pluto, centuriSo romano.......... Guimaraes.
Polion, guirda dos carreros......Santa Rosa.
Izac, judeu, escravo de Afra...... Teixeira.
O Arcanjo...................... N. N.
Iraiantade icieniri ir Nossa Seibora do Hju
Consfmo.
Por deliberacao da act tal mesa administrativa
sao convidados toaos os irmaos para comparece-,
rem na sexta-feira 14 do corrate, pelas & horas.
q> tarde, aria de acompanbarein a proemao de
enlerro que fazem os religiosos Franciscanos.
Consistorio e>j irraandarie acadmica de Noes*
Senhora do Boro Conselho II de abril de 1865.
Augusto de Araujo Santos
_________Secretari.
Vracravcl ordem (rcetra le .\asea7 SeDbora~4
Carruo.
Em satisfaco ao convite que dirigi o reveren-
i do padre provincial do convento 4o Carmo; convi-
neScio da Santa Casa de Misericordia, para ;ua todos os charis,imos irmaos desta wnerave
.
LOTERA
AOS 6:0000000.
Quarta-feira 19 do crrante mez, se ex-
trair a 4* parte da Ia lotera (12a) abe-
D. Eugeniaa.
D. Camills
^,. n.
D. Leopoldina
D. Jesuina.
Navios entrados no da 12.
Bordeaux e portos intermedios17 dias, vapor
francez Estremadure. de 1279 toneladas, com
mandante Henri de Semer, eqaipagem 113, car-
ga fazendas e outros gneros.
Havre31 das, barca franceza Sphere, de 325 to-
neladas, capitao Rihes.equipagem 15, carga mer-
cadorias ; a Tisset Freres.
Bahia6 dias, galera ingleza Rascoe de 1036 to-
neladas, capitao Bowmker, eqaipagem 21, em
lastro; a Sawnders Brothers & C Segulo para
os portos do norte.
Navios saludos no mesmo dia.
Rio de Janeiro.Vapor nacional Imperator, com-
mandante J. Antonio da Silveira Mxiel
Rio de Janeiro e Bahia.Yapor francez Estrema-
dure, commandante H. de ^nmer.
Aracaty.Hiate nacional Nical-y I, capitao Traja-
no T. de Moura, carga dilTerentes gneros.
Ob-er-aco.
Suspendeu do Urna rao pira o Rio de Janeiro a
escuna ingleza Electrec flach, capiio Iluckaral,
com a mesma carga que trouxe de Casilla.
Afra, corteza romana.............
Marina, virgem christaa..........
AF...... ..................
Eumenia, escrava d Afra........
Digna, idem, idsm...........,...
Euprepia, idem, idem............
Seaadores, lictores, sacerdotes,
aurusplces, virg^ns, centuroas, decenarios, solj
dados, povo romano, povo chrislao, es^ravos e es-
cravas.
As encemmndas podem desde j ser procura-
das e o pequeo resto de bilheles esto a venda no
eseriptono do theatro.
Principiar s 8 horas.
As pessoas que compraran! bilheles para esta
mesma recita annunciada ha dias passados, tero
tugresso ueste espectculo.
I eanalisacjk) d'agua e gaz no hospital Pedro'ordem tereeiraa comparecerem paramentadosieoi
II, no consistorio da igreja de Nossa Se-j seus na,"tos aBm deassislirem os actos da st-mana
nhora do Rosario dafrannAzia <1p Sanln'sanIa' que selemde celebrar no mesmo convento,
Ii!;! negUCZia ue banto .nc|USTeas pro(;jssdes den|erroe ressurreicao!
Antonio. Secrelarra II de abril de 186o.
Os btluetes.meios e tjuartos esto a ven- j Joaquim Emiano je Miranda Castro
da na respectiva thesouraria ruado Cres- i______________________Secreta rio.___________
!po n. lo. Aiuga-s mna ptima casa na C^auiita, roa
Os premios de (J.OOOiSOOO at 10^000 "das_(:rioul:wn. lllpor lercommodos para familia:
serio pagos una hora depois da extraccao,a ra'!,r "'^- -
at ae i hors< ,h i u-.lo no nntrnc Han^ic Furtaram do sillo dos arcos, em OlHKla, de. >
5r? h i ,' P P*ra 6 d0 e'" m'-. "" wV'l>., castanho
aa tsinDuivaouas lisias. osoaro, pede borre, a cauda aparada : quem o en-
As OCOinmendas S rao guardadas SO-! centrar ou didle dor uotiaia segur;^, na ruado Des-
mente at a noite da vespera da extraccao jtino 27> s,'r;i ,'ei" recompensado.
D. Francisca- como de costume.
sacrifleadores. O thesoureiro,
Antonio Jos Uodrigues de Souza ;
m*kn.
10:540*674
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 11........ 33:9695687
dem do dia 12................
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, oflicial da im-
perial ordem da Rosa, juiz de direito especial do
commercio desta cidade do Recife de Pernambu-
co e seu termo, por Sua Magestade Imperial c
Constitucional o Sr. D. Pedro II a quem Dos
guarde, ele.
Faeo saber pelo presente, que no da lo de mez
de maio do correte auno se ha dv arromaiar por
venda a quem mais.dr, em praca publica deste
juizo, depois da audiencia respectiva, os bens se-
guales : um terreno de marinba situado ao lado
do Theatro novo, com 130 palmos de extensao, co
berto de telhas no centro, o dito terreno acha-se
maito falto de trra, occasionando este estrago
de dia em dia o rio que o rodeia, avaliado em
2:2005000. A casa terrea sita por deiraz doquar-
tel n. 20, com quintal, cacimba e sabida para traz,
avahada em 2:oXWiO00. Os quaes bens sao per-,
tencentes aos herdeiros de Juliao Beraoge'r, e aos
mesmos penhorados por execucao de Jos Moreira
da silva.
E na falta de licitantes, ser a arrematado feita
pelo preco da adjudicajo cora o abalim.uio res-
pectivo da le.
E para que chegue ao coohecimento de todos,
mandei fa/er o presente edital, que ser afflxado
nos lugares do costume, e publicado pela impreosa.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 7 de abril de 1865. Eu Manoel Ma-
ra Rodrigues do Nascimenlo, escrivo, o escrevi
no impedimento do escrivo companheiro.
Instao de Alencar Araripe.
C0MPANH1V PERNAMBUCANA
DP.
.\arega^So cestclra por vapor.
Innaiiiliiile tlt Dmno Lspi-ilo Sanio do
Cwileo.
Por determjnacao da mesa regedora convido a
todos os nossos irmaos a comparecerem em nosso
igreja nos dias sexta-feira 11 do correntfi, pelas 5
horas da tarde, e domingo 16, pelas 6 horas da '
manhaa, afim de cncorporados, acompanharmosasl
procissoesde enterro e da ressnrreicao qae lera de
sahir da matriz de Sanio Antonio, para o que fo-:
mos convidados pela respectiva irmandade do SS.
Sacramento. Consistorio da irmandade 10 de abril
|de 1865.O escriv.io,
Manuel Luiz da Veiga.
Ruga-se ac Sr. William Cumpb-'ll ou quem
suas vezes fizer, tenha a bondade se entender rom
Frederico Chaves, morador na ra da Iiuperatriz
a. 19, a negocio, ou aBnuneiar sua morada para
se Ihe ir fallar.
Aluga-so o si-gundo andar do soinarto n. 62
da ra da Guia, pintado de novo e coru ctiiumodos
para grande familia : a tratar no i>nii--ir-i andar
a com seu proprietarlo o basharel KraucU<:o Luiz
Corroa de Andrade.
Precisase de um bom- feilor casado, sendo
portuguez prefere-se : no collegio da Conceigao
Tarcarineira.
Itecebe carga, encommendas e
passagelros at o da 12. A en-
trega dos conliecimentos ser feila at as II horas
da manhaa de 13, quando se (edura a mala no
correio : escriytorio no Forte do Mallos n. i.
DECLARASES.
Arsenal de gaerra.
Precisa-se de officiies de fuoileiro, coronheiros,
serralbeiros, tanoeiros e corrieiros para trabalha-
rem a jornal as olHdnas respectivas do mesmo
arsenal : os pretenderes dirijam-se ao referido
arsenal para tratarem com o Sr. director.
Directora do arsenal de guerra de Pernambuco
11 de abril de 1865.
O escriptnrario,
Jos Alfredo de Carvalho.
CONSULADO DE PORTUGAL.
Por ordem deste consulado tem de ir a leilo a
taberna e os bjeetos de um acougue sito na rna
da Guia n. 41 e 42,pertencentes ao ausente Joao
Manoel Aires de Azevedo, o que se faz publico pa-
ra cotihecimento dos interessados, bem como 3e
previne aos credores do .iiesmo ausente para apre
sentarem suas comas noste consulado am de se-
rem conferidas, j.to no prazo de 15 dias, depois
dos quaes nao se admittirao mais.
Devendo proceder-se a subsiitucao do docel
que cobre a effigie de S. M. o Imperador e o pan-
no que orla a mesa dos despachos do tribunal do
oomraercio, para cuja despeza est o mesmo tribu-
nal auterisado a dispender at a quantia de 4009,
convida esta secretaria as pessoas que se quizerem
encarregar da factara de taes obras, a apresenta-
rem suas proposUs em cartas fechadas at o dia
20 do correle mez.
Secretaria do tribunal do commcrcis de Pernam
buco 10 de abril de 1865.O otflcial-maior,
Julio Guimaraes.
Maeei e escitas, Peoedo e araetia'.
O vapor tParahiba, comman- \ O Bacharcl Jlo da Cunha Beltrao de Araujo
daute Martins, siegue no da 13 pereira, retira-se para Cora do imperio.
Antonio da Silva Pereira vai s Alag,as.
Manoel Antonio Monteiro dos Santos, subdito
portuguez, vai a Europa.
Fujjio hontem deste engenho o escravo Jos,:
alto, seco, de 25 a 30 anuos, barbado porm eos-!
turna a faze-la e deixar snissas, denles limados,'
feigoes regulares, um pouco gago, olhos brancos,
julgo que ainda tem urna marca de um talho em o
p direito, diio esrravo tem um candando forro
morador no Recife ra do Rangel : quem o pegar
pode entregar no Recife ao Sr. capitao Jos Gomes
Leal ou aqu que ser gratificado. Mainmbu 9
de abril de 186o.
yM Mxeiro.
ggj Precisa se de um menino de 14 a 6
B annoscom bastante pralica de laberna :
Jgi na ra do Rosario da Roa-Vista n. 43,
ftgf pata-s bom ordenado.
mmmmmmmmmwm%
Continn-se por alugar e por prego commo-
do o segundo andar da ra dos Marlyrios n.
segundo andar da ra de Aguas Verdes n.
muito fresco e bastante comando, assim como o
D. Maria Angela de Moraes Monteiro e D.
Driles Sebastiana de Moraes protestara como acei-
tantes de urna letra sacada pido S'r. Br. America
Alvos GuimaiSes qun nao apresetitando a letra a
que se referen), no dia do seu veneimentopara sea
real embolse, nao licaro obrigadas a pagaros ju-
ros da iBrncioaada letra, e por isso manifesiam ao
dito dontor eu ao sen nroi:urador para lcarem
quites com es'a transaccao.
Atterico
Precisase de nm calxeiro com bastante pratica
de mnlhados: no armazem Garanta rna do Impe-
rador n. 14.
/
Precisi-se de nma ama de leite
ra do Rosario n. 26, segundo andar.
na ra lar-
m
C0MPANH1A PERNAMBUCANA
DK
.VavegaeSo costeira por vapor
Parahyba, Natal, Mac.io, Aracaiy, Cear
e Acarac.
O vapor Persinunga, com
mandante Ralis, segu para o',
norte no dia 22 do correte as 5
horas da tarde. Recebe carga
at o da 21, encommendas, pas-
sageitos e dinheiro a frete at 2 horas da tarde
do dja da sabida: escriptoro no Forte do Mal-!
tos n. i.
COMPANHIA BRASILEIRA-
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do sul esperado
uyaaafftiiK att^ ^'a '* ^ corren'e um dos
\ ??,y|Vv vajiores da companhia o qual de-!
' vrajrMlaM l''s ^a ^einora do costume se- pavimento terreo rom 3 portas proprio para qual-
^ guir para os portos do norte. quer estabelecimento, por ser de esquina e bas-
Desde ja riicebem-se passageirps e engaja-sea ,ante walisado, e mais outra loja que bota para a
carga que o vapor poder conduzir, a qualdever ruade lionas: quem pretender dirija-se no ter-
Um pedido.
Pede-se ao Sr. Francisco Po da Silva Valenca
on ao seu procurador nesta prara, que nao se aja-
queca de entenderse com o Dr. Vilella Tavares
acerca do pagamento das le|rw, qne Ihe deve, e
que o Sr. Valenc prometteu pagar ao mesmo Sr.
r. Vilella em Janeiro prximo passado, pejiudo-
Iho que o nao mandasse accionar.
Coprlrv.
Precisa-sede um bom copeiro : a tratar a ra
da Crnz n. 6.
Joao Silverio de Souza deixa "responder
ao Sr. Joaquim Cavalcanti de Albuqoerqne Mello,
porque presa sua dignidade e nao cosiuma cbica-
nar por jornaes. O publico que julgue dos nossos
procedimentos.
DOS
ir
ser embarcada no dia de sua ebegada : encom-
mendase dinheiro a /rete al o diada sabida s 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptoro de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C.
Para a Babia pretende sahir em poucos dias
a escuna Elna, por ter alguma carga tratada, e
para o resto que Ihe falta tratase com o consigna-
tario Joaquim Jos Goncalves Beltrao, na ra do
Vigario n. 10, ou no largo do Corpo Santo n. 6, ar-
mazem.
ceiro andar do sobrado da ra do
mero 44.
35:617*675
Hamburgo 21 de marco de 1SG.
Relalorio commercial.
Nao se achando ainda completamente livre a
navegaco. o mercado conserva-se aiada tran-
Quillo.
lnspecc* da arsenal de Baritina.
O lilm. jar. capitao-lente servindo de inspector
manda fazer publico que era eampnmentoaordem
do Exm. S/. presidente da provincia, expedida era
virtude das 4 ministerio da guerra, contrata o
maior numero possivel de offleiaes da serralheiro
e de carpiateiro, que qaeiram seguir para a corte,
com os inaamos vencimentos que esta reparticao
actualmente abona aos desses oflicios, e transporte
subministrad* pelo geverno
Inspec{o do arsenal de mariaba de Pernambu-
co, 11 de abril de 1865.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos
Inspeccao do arsenal de marina.
Faz-se publico qne a commis-o de peritos exa-
minando oa forma disposta no regulamento anne-
xo ao decreto n. 1,324 de 5 de fevereiro de 1854.
d casco, machina, caldeiras, apparelho, mastreacao,
veame, amarras e ancoras de vapor Parahiba da
companhia Pernambueana de navegaeo costeira.
aebou todos estes objectos era regular estado.
Inspecgo do arsenal de raarmha de Pernambu-
co 12 de tkbril de 1*65.
S. C. dos Santos
Servindo de secretario.
Carreio ge ral
Pela adminlstraco do correio desta cidade se
faz publico, que em virtude da conwncao postal
8' celebrada pelos governos braslleiro e francez. se-
rao expedidas malas para Europa no dia 15 do
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos portos do norte
at o da 18 do corrate o vapor
Tocanlins, coraraa/tdanle Garlos
--------- Antonio Gomes, o qual depois da
. demora do costume seguir para
os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros engaia-sea
carga que o vapor poder conduzir, a qualdever
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida as
2 horas: agencia, ra da Cruz n. 1, escriptoric
de Antonio Laiz de Oliveira Azevedo & C.
Para o Rio de Janeiro.
Pretende seguir cora muita brevidade a barca
flio de Janeiro, leBdo parte do sen carregamenlo
engajado: para o resto que Ihe falta e escravos a
frotes, para os quaes tem excellenles commodos,
trala-se com o sea consignatario Antonio Luiz Ro-
drigues Miado lio, no swa eseriptario na ra da
Cruzo. 1.___________________________^__
Para o Rio de Janeiro.
O brigue escuna Jocmi Arlhur, pretende seguir
cora muita brevidade, tendo parte de seu carrega-J
meato prompto : para o resto que Ihe falta e es
era vos a fretes, para os tratase com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C-
Para o Rio de Janeiro.
Segu nestes olio dias o brlgue escuna Nao se*l
leudo dous tercos do seu carregamenlo i bordo :
para o reste que Ibe farta e escravos a frete, para
os quaes tem bons commodos, traia-se cora os seos
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Aievedo
& C, no seu eseriplorio na ra da Cruz n. I.
- Aluga-se urna casa terrea nos arrombados
* e ; em Olinda, com 2 salas, 4 quartos e nma grande
48, cosinba cora portao para o rio : a tratar no arma-
zem do Annes detroole da alfandega.
Theatro de santa Antonio
(Capunga.|
imperador nu- Sociedade dramtica Thalia Pernambueana.
Scientillco a todos os Srs. socios desla sociedade
que se acnam quitis.que os bilheles para o es-
pectculo de inauguracSo se acham em poder d
Illm. Sr. thesonreiro, aflm de que ette proceda a
distribuir > dos mesmos, como determina os nos-
sos estatutos.
Secretaria da sociedade dramtica Tbalia Per-
nambueana 10 de abril de 1865.
Thomaz R. Llns de Barros,
Io secretario.
Manoel da Silva Lopes e Rernardino da
Silva Lopes muito agradece a todos Oo seus
amigos e do liuado que assistiram e acom-
panharam ao cemileno publieoo enterro do
sch finado e prezado irmo Joaquim da Sil-
va Lopes, roga ainda a seus amigos o do fi-
nado o candoso obsequio de comparecer na
igreja matriz do Corpo Santo quinia-feira 13
do correle as 6 horas da manhaa, aflm de
assislir ao memento e missa que manda ce-
lebrar pelo descanco eterno da alma do mes
mo liuado, assim como se dar 500 rs. de
esmola aos pobres que assistlr a missa e por
ser o da Stimo quinta-feira santa, fica
transferido para quiota-feira seguinte 20 do
correnle.
O abaixo assignado declara ao Sr. Antonio de
Oliveira Guimaraes que em nada o obedece porque
at o presente ainda nao teve ordem alguma do
Illm. Sr. Dr. chefe de polica, que fosse de encon-
tro ao titulo de governador da naco de Sabar que
o abaixo assignado exerce, por isso conserva-se !
sempre unido com os seus prenles da naeao de '
Sabar, e sempre prompto para cumprir toda e
qualquer ordem que parla das autoridades da pro-
vincia, a quem o abaixo assignado muito respeita,
e com elle lodos de sua nacao, muito principal
mente os que, como o abaixo assignado, j gozam
de sua liberdado, aconselhando aos que anda sao
escravos toda a obediencia aos seus senhores, ou-1
tro tanto faca o Sr. Antonio de Oliveira Guimaraes.
A rogo de Paulo Antonio Marques da Costa e go-
vernador de Sabar da Costa da Lingoa (eral,
Manoel Joaquim da Coneeicao.
Para Lisboa.
A barca portugueza Hennqueta, segu para Lis-
boa al o fim da presente semana : tem dous ter-
cos do seu carregamenlo a bordo : para o resto
que Ihe falta e passageiros, para os quaes tem ex-
cellenles commodos, traia-se com os seos consigna-
tarios Antonio Laiz de Oliveira Aaevedo & C, no
sea escriptoro, ras da Cruz n. 1.
Pura o Porto pela liba de S.
nignel.
Segu no dia 14 do correte o brjgue nacional
Amelia : para a parte da carga que Ihe falla, tra-
ta-s cora os seus consignarlos Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C, na rna da Cruz n. i.
Para o Porto segu com brevidade o br%ue
Esperance por ter a maior parte de sen campa-
mento prompto : para o resto e passageiros tra-
la-se com Cunha Irmaos & C, ra da Madre de
Dos n. .1, ou com o capitao na praca.
Para o Pai
vflisejrair cora mnia brevidade o palhabote i'a-
rarnse, tem a maior parte da carga prompta, e
para o resto que Ihe faita irata-se com o consigna-
tario Joaquim Jos Goncalves Beltrao, na ra do
Vigario n. 10, oo no largo do Corpo Santo n. 6,
armazera.
As cartas
Porto.
Segu com brevidade para o .porto cima indica-
da qne for do a rouilo veleira e bem coohecida barca CUimtir-
corrente mez pelo vapor inglez1 Oneida.
sero recebidas at tres horas antes
marcada para a sahidU do vapor; e es jornaes at na, por ter a maior parte do seu carregacaanto
quatro poras antes. | prompto; para o resto e passageiros para o que
Administrncao do correio de Pernambuco 11 da lem excedentes coramodos, trata-se co Cuaba
abril de 1865. -O administrador, Irmaos & C, na ra da Madre de Deas a 3 ov. m
Domingos dos Passos Miranda. I o capit3o na praea.
Precisa-se de ama ama para cozmlur e com-
prar : na ra do Queiraado n. 17.
Precisase de um cozinbeiro ou cozjaheira :
na ra da Florentina n. 1.
Irmandade do S. S. da fre^uezia de
Sanio Antonio.
De ordem da mesa regedora convido a todos os
irmaos para assistirem aos actos da semana santa,
e com especialidad* as precisses de enterre e
ressurreicao ; sendo que a procissao
ser as 5 horas da urde, e da ressarreieao as 6
horas da mauhaa.
Luiz Cesari do Reg
_______________________EscrMtao.__________
Roga-se Sr. Joao Cavalcanti de Souza
Leao senhor do. engenho "anta Rita de apparecer
ou mandar a ra dos Pires airro da Boa-Vista
n. 16, realisar o negocio que & S. nao ignora.
a 14 annos
a tra-
Appruvad* por vavitu Atmdimiit t atttu
tummidada medicas.
O queoccasiona em fnlat raoleslias abaixo
designadas a esla^nafo do sangue em certas
parte* do coepo, a qualprodoiida peles resfriav
mentos e muilas unirs cauzas, eiit.ii> deelarao-sc
OS Ilhrumutisnws, Golr, Pvrulysia, h'raqucza
doi membros, ('msiipafits, Eitpkantiesis ou
Peritas luchadas., el liares erausas.
O uso da cscova ZIECTRO-HAGNX-
TXCA ten sncei'Mii cerlo para a cura de todas
esl as ni 'deslas, sem recorrer se a aenhiimi outra
medicacae. Ella (em Mina forma mu manejare!
e produt, i ventade de quem d*ella usa, seos mal*
uleis e -teiizes resultados. Seoeraprego preserra
das molestias cima. Para mais informarnoscon-
sul-te-se a Bolicia que accompaoka cada Escova.
SaroaiTO GcnL
Boti Vende-se na una do
franceza n. 38.
Imperador boti
Precisa-se de um calxetro de 13
para taberna, dando liado* a sua conducta :
lar no becoo do Campen a. 4.
Precisa-se ^le um caixeiro portuguez de l&a,
116 annos, que tenha. pratica de taberna : na ima.
1 do Brum n. 47.
Claudio Dtihoua, como procurador de Ant
nio Demetrio da Silva karaoja, actualment-resi-
d"e "enterro ca da casa n..67, m Fra de Portas, na ra do
Pilar desta cidade, propriedade do mesmo .-en ion o
Demetrio, a qual hoove por heranea de sua- falleci-
da mi -D. Jbsepha Thereza de Jess, vinva de Jos
da Silva Laraoja. E constando que algaem pre-
tende oppor-se a legalidade desta venia^ por isso o
aonuncHUUe convida quelles qne s ralgarem
cora direito a na casa, hajam de ^presentar por
este Diario as suas razoes .at o da O do corren-
te mez. nao se admetiindo reclamado alguma de-
pois deste praso.
___________p i Na roa da Impralrie n. 15, precisa-se
jl aa a nma. ama para coiinha, preta forra de meia ida.Je.
'Precisase de unja m-uJUer idosa para corapirar e' ^eixe de *H*fO.
cozinhar para casa depouqa familia na ra cu Pesca se qumia e sexla-letta sama o viv*a o
Praia a. 3. aiunii, no aterro dos Alagados.
aos pas de familia
Feijo mulatinho a 560 rs. a euia.
Pela g ande quantidade e a prohibigao que ha de (se poder expr as ribeiras se
vende por este prego, o feijjo bom e o preco agrada a ledos: na ra dos Quartei& d.
22, junto a loja de funileiro.



DIarU 4e rtruakei.-- Blata lelra 13 t Abril de IStti.
MUDANCA
ANTONIO JOREZ
Fundidor e torneiro em nietaes.
qoc mora va na ra da Jmperatrz era casa do marcinriro poirier i. 55, pre-
vine ao respeitavel publico e a Mos os seas freguezes era particular, que
mudou sua officina para a rm da matriz da Boa-\ista" b. 36, onde se acha
prompto para fazer o que compele a sa arte de fuodidor e machinista.
19 RA NOVA 19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista.
De volta de sua viagem a Europa, aonde tomou conhecimento das matoroceuteB
^ertas e ltimos aperfeicoamentos que se tem feito na arte dentaria, al:~
DraTo segredo de diversas prepararles empregadas com muitas vanlagens,
Eseoi* particular.
Clara Olympia de Lona Freir, proessora parli.
cular deinslruc^io primaria, competenteuMote aa.
torisada pela uirectona da iostrueco publica
abri sua aula na ra Direiiap. 60, segundo andar'
Na-ra 4a Florentina n. 36,- prepara-se co-
mida para tora por commodo preco.
O LondoD 4 Brazillau Bank, saca por doos
os paquetes,***>re
Lisboa.
Porto.
Braga.
Vianna. ^H
Gulmarles.
Villa Real.
Coimbra.
Amarante.
mi iiniiia
< backarel Jos Baplista (iitiranagf
JB advoga nos termos do Bonito e Caruar. SS
S Pode ser procurado na villa do Bonito, *
I ra Direita n. 16, defronte da cadeia.___
Alugam se dous grandes sobrados com com-
modos para numerosa familia, novos e aceiados,
cora jardim, cocheira, estribara e outras commo-
didades, na travessa de Joao Fernandes Vieira :
a tratar na rna da Senzala Nova n. 42.
ticular, que se acha de novo prompto ao seu dispor para todos os misteres da sua pro-
fisso advertindo quetrouxe um mmenso sortimento de dentaduras artificiaes; caout-
chou galvanisado, ouro, platina, massas diversas muito aperfeicoadas para chumbagem,
instrumentos novos, ferramenta moderna, cadeirade operaces, etc., etc., dosmais acre-
ditados fabrcenles deParis, Londres e New-York, e por isso estando mais que nunca
no caso deservir do modo o mais satisfatorio possivel, espera continuar a merecer toaa
Ach-se sempre no seu gabinete das 8 horas da manh al ao meio dia com cer-
teza e as 4 horas da tarde quando notiver de ir em casas particulares.
GRANDE ARMAZEM DA EXPOSICAO DE LONDRES
DE
THOMAZ TEIXEIRA BASTOS
N. 60Ra da Cadeia do RecifeN. 60
Todos os artig03 ahaixo mencionados, foram comprados recentamente pelo dono do estabele-
cimento as principaes fabricas de Paris, Londres, Birmingham, Manchesler, e em diversas edades
da Allemanha, e tendo comprado ludo as melhores condicGes por ser a dinheiro, por isso vende todo
e qualquer artigo barato, por menos do seu valor, e mui principalmente por querer inteiramente liqui-
dar e ter de partir muito breve para a Europa. .
Ha nesle vasto armazem ricos objectos com bnlhantes, como botoes, anneis, rosetas etc., e
bem aisim, diversas obras de ouro, como trancelins, correntes, oculos, face-roains, annels, e muitos
outros artigo, relogios de ouro, inglezes, do afamado fabricante Bennette ; completo sortimento de fe-
zendas linas e modernas : miudezas, perfumes, perfumaras Bnas dos principaes fabricantes inglezes e
francezes, como L. T. PIVER, Labio, L. Legrand, Ed. Plnaud & ^er Del^ettrez (Parfumene du
mond lgant), Violel, Socet Hygienique, Monpelas, Mailly, Regnier, P. Gucland, e. ingleas m
Rimmel e outros ricas galantarias em loarBm, mar de perola, etc. fabricadas na China e no apSo>
ricas pecas de cristal fino como ainda nao appareceram nesta cidade, e bem a-sim modernjs lustres
para velas, ditos para gaz e para petrleo, serpentinas, casticaes, enhiles e adornos para cima de con-
solos e para grande toillette, o que se tem feito de mais elegante em Parts, em Londres Birmingham
etc.: modernos apparelhos de metal fino ioglez para cha e caf, os quaes nada tem de inferior a prata,
e muitas outras pecas do mesmo metal, ricos penles de tartaruga da ultima moda para trancas de se-
nhora*. excellentes luvas de pellica do afamado Jouvin, apparelhos de porcelana fina para cha e cafe,
ditos ora antar, e immensos arligosde porcelana fina dourada, como ricos vasos para fiares, figuras,
etc. calcado dos principaes fabricantes de Pars e ditos de panno eran sola de borracha, pianos dos
celebres fabricantes Pleyel, Wolfl & C, realejos modernos de Gavioli & C., para se tocar na ra, ditos
cora figuras para saldes e ditos com figuras em movlmento 5 modernos e bonitos instrumentos de pnysi-
ca (mgica) para theatros ou sloes, ditos de phantasmagoria ; lanternas mgicas, cosmoramas cora
vistas novas, diae noile stereocopios de nova invencao e cora bello sortimento de vistas das principaes
cidades da Europa : grande sortimento de brinquedos finos para enancas, e bonecas fallando papai,
mami ; grande sortimento de candieiros a gaz, os que se tem feito de mais elegante e que tem mere-
cido toda a aceitacao na Europa, grande e magnifico sortimento de caixmhas, cestmhas e outras galan-
teras fetas de crina e seda propnos para presentes; grande sortimento de estampas finas coloridas
com o fundo preto e de outras de todos os santos, ditas com figuras e duas com novas paysagens para
cosmoramas, finos e bem graduados vidros para cosmoramas, um bello cliaanz de chnstal, proprio
para meio de mesa delantar ou para jardim ; cutelana liua, como tailieres cora cabo de metal lino, co-
Iheres, thesouras finas, ditas modernas para alfaiates, n_valhas finas, caivetes e outros artigas, diver
sos artigos feitos de rame; completo soriimeuto de mascaras de velludo, setim, cera, papelao e ra-
me doce confetos e chocolate em caixmhas e em vidros; camas de ferro dejtodos os tamanhos, lava-
torios, etc.; ricos quadros para cart5es de visitas e ditos grandes e pequeos para retratos; chapeos
de sol, bengalas, chicotes e ditos para carros; machinas para fazer caf, ditas para bater ovos, propnas
para qnem faz pao-de-l, bolinhos, etc.; bellos cortinados arrendados, verdes, encarnados e brancos;
pannos para cobrir mesas, boleas grandes e pequeas para viagens, e outros artigos, como cobertores,
malas, etc.; sortimento de violoes finos; figuras finas e jarros de alabastro ; galantarias e outras pecas
de charo para toillette ; machinas para varrer o chao, excellentes machinas para pholograpbia para
tirar retratos, grandes e pequeas ; lindos baloes de papel fino transparente e lanternas coloridas para
illumioaeoes moda de Paris, salva-vida de borracha, para homens e senhoras, propnos para quem
toma banhos em lugares fundos; ameixas novas em caixinhas, blscoitos inglezes em latas, graixa in-
gleza 97 ; cerveja em barricas das principaes marcas de Londres, queijos etc., e muitos outros artigos
que para enumralos seria um nunca acabar, e todos se vendem barato e muito barato no grande ar-
mazem da Exposico de Londres, na ra da Cadeia do Recite n. 60.
.------____---------------------------.------.----------------------------%---------------------------------------------------------------------------------" ~"
DINHEIRO FRANCEZ.
Vendem se moedas de ouro e notas do Banco, e bem assim urna colleccao desde um centesimo
at mil francos : vende-se barato no Recife ra da Cadeia n. 60, no armazem da Exposico de Londres.
o
25
O
Q
Para completa liquidacao vende-se, por muito menos de sea valor, perfumaras muito finas e
novas chegadas recentemeote de Pars e de Londres dos mais afamados fabricantes seguintes : Kug.
Rimmel, R. Malheus & C., Lnbin, Sociedade Bygieoica, Piver, Violct, L. Legrand, Deletrez, Pinaud &
Meyer, Regnrer, Mailly, Gillet frere etc., etc., "dos quaes ha grande sortimento d'agua de colonia em
vidros e garrafas, agua de lavande, agua para I i rapar denles, oleo babosa, extractos em ganafinhas e
vidros de dfferenles modelos, pos para limpar denles, banha em potes e era vidros, pernadas, ricas
caixinhas e balainhos com perfumaras para fazer presentes, e muitos outros artigos que se vende por
ninos de sea valor, bem como todos os artigos em geral etistentes no grande armazem da Exposico
de Londres, na ra da Cadeia do Recife n. 60.
Para senhoras.
Ricos e modernos pentes de tartaruga para tranca de senhora, o que se tem feito de mais ele
gante ateo presente: vende-se por menos de seu valor para se liquidar, no grande armazem da Ex-
posico de Londres, na ra da Cadeia do Recife n. 60.
Luvas novas de Jouvin.
Vendem-se excellentes luvas de pellica recentemente chegadas de Paris, tanto para homem co-
mo parasenliara por menos de seu valor, para se liquidar: no grande armazem da Expsito de Lon-
dres, na ra da Cadeia do Recife o. 60.
DOCE
Azeite doce refinado era pequeas latas a 560 rs. a garrafa : no graude armazem
da Liga.
Saceos de 80, iOO e 120 libras a 40,4#500 e 5(5 ; no grande armazem da Liga.
A pessoa que tiver as haliilitacoes necessa-1 O abaixo assignado participa ao Illm. Sr.
ras para eosinar as primeiras letras, e quizer en- i Dr. chefe de polica e mais autoridades da provin-
carregar-se do casino de dous meninos em um en-1 cia, que os Srs. Francisco da Silva, Pedro Brrelo
genho, e qne seja solteiro; dirija-se ao largo do (Congo), Evaristo Salgado e Panb Magno Soares,
Paraizo n. 26. j governador de Sabar, foram demittidos, e agora
, ,-, /-,- se apresentam fazendo guerra ao governo legal da
Joaquini Antonio Pereira retirndose para nago, indo desla maneira de encontr sordens do
fora do Imperio, deixa por seas procuradores, em mm. sr. Dr. chefe de policia e deixando de compa-
primeirolugaroseu sobrinho Manoel Joaquim Pe- reCer, apezar de terem sido por vezes chamados,
reir, em segundo lugar Jos Caetano de Carvalho desobedecendo s ordens do governo legalment
eJosoaquim de Fana Machado, era terceiroAn-, constituido. O abaixo assignado declara a toda
ionio Goocalves de Moraes.___________ a nac0i qae no domDgo oe paschoa ella se deve
Roga-se a possoa que achou um embrulho achar toda reunida na caes da Ponle-velba. No en-
com a quaatia de .ir.j perdido no dia 28 do pas- tretanto consta j ao abaixo assignado que os
sado, do tutea do lamba at a roa da Matriz da mesmos demittidos lem illadido alguns delles, para
Bja-Vista, eaja quantia perdida de omjtobreho- que nao comparecam; tanto assim que as cartas
mem carregado de orna numerosa ami'ia, o qual
solicita a peseoa qne achou de leva-la a roa do
Aragio n. 14, que ser generosamente gratificado.
Acha-se justae tratada por compra a taber"
na sita no pateo doiCarmo a. 13, pertencente ao
Sr. Estevo Rodrigues Fon tes, qaem se julgar com
dlreito a mesma appareea oestes 3 das.
Precisa-se de ura a dous escravos sobre hy-
potheca em dinheiro : quem tiver pode vir tratar
na roa da Concordia o. 61, nadara do gaz.
que o governo tem dirigido, tem sido algumas re
cusadas; por lanto o abaixo assignado roga ao
Illm. Sr. Dr. chefe de policia e mais autoridades,
que nao copsintam seasao algama em qualquer
parte que seja. senao as ue forem fetas pelo go-
verno legal.
Hecife, 10 de abril de 1863.
Antonio de Olwetrt Guimaraes,
______chefe da confederaoao africana.
Descontam-se notas do banco o Brasil e das
caixas fillaes: na praca i Indepeodeocj n. 22
/i luga-se
umacasaacabada agora, com commodos para fa-
milia,estribara, cocheira, quartos para feitore
escravos,com banho na porta,no lugar do P050
da Panela,ruado Rio : a tratar com Tassoir-
maos,na rna do Amonm n. 35.
O bacharel Alvaro Caminha T. da Silva
tem seu escriptorio de advocacia a' roa
do Imperador n. 41, primeiro andar, on-
de pode ser procurado das 10 as 3 horas.
Em qualquer ontra occasiao sera' encon-
trado na casa de sua residencia a mesma
ra n. 3, junto ao Gabinete Portuguez.
mmmmmm mmmmmwmm
Consultorio mcdico-cirurgico na raa larga do
Rosario 11. 20.
O Dr. Joo Ferrelra da Silva rogressandoa sua
casa, continua em o exercicio de sua profissao nao
s na parte medica como lambem na cirnrgica.
Aluga-se um sitio na ra do Cabral
da cidade de Olinda com casa terrea, com
cupiar na frente, bota os fundos para a es-
trada margem do rio Beberibe, com com-
modos para familia, estribara para cavallo
ecapim para sustenta-lo, arvoredos deruc-
tos, sem visinbo defronte era pelo fundo,
com ptimos passeios, sala e gabinete na
frente, muito propria para passar a festa e
tambera se alugar por anno: a fallar no Re-
cife, no Recife, na livraria ns. 6 e 8 da pra-
ca da Independencia e era Olinda na casa
contigua com o capitSo Antonio Bernardo
Ferreira.
Est para alugar-se urna casa terrea na ra
da Gloria n. 14, um 1 e 2 andar de um sobrado
amado Rosario da Boa-Vista, quasi no pateo da
Santa Cruz, e urna mei agua na estrada de Joao
de Barros,com arvoredos, agua de beber.e portSo
para o becco do rombal : quem pretender falle
naruadasCruzes, sobrado n. 9. das 9 horas da
manhaa at ao meio dia.
Aluga-se o primeiro andar de algum sobrado
na ra do Imperador ou pateo do Collegio : quem
liver dirija-se a ra estreita do Rosario n. 28.
Aluga-se a casa terrea n. 105 da ra de San-
ta Rita : na ra da Aurora n. 36.
Ama.
Precisa se de urna ama para casa de poaca fami-
lia : a tratar na praca do Corpo Santo n. 17, ter-
ceiro andar.
SOCIEDADE DRAMATICV THALIA PER*
NAMBUCANA.
De ordem do conselho administrativo desla so-
ciedade, sejentifico a todos os Srs. socios, qne no
dia 15 do correte ter lugar o espectculo de inau-
guraran desta sociedade.
Secretaria da sociedade dramtica Thalia Per-
nambucana, 2 de abril de 1865.
T. B Lins de Bhrres,
1* secretario.
CASA DA FORTOIU.
Aos 6:000#000. '
Bllhetes garantidos.
A' ra 00 CnF.sr-0 n. 23 e casas no cobtdmi.
O abaixo assignado venden nos seus muito f el i
zesbilhetes garantidos da lotera que se acaben
de extrahir a beneficio da igreja de N. S. do Am-
paro de Goianna, os seguintes premios :
Um quarto n. 1732 cura a son de 10:000^000.
Um inleiro n. 2709 com a sorte de 3:0o0000.
Um quarto n. 132 com a sorte de 800J000.
Um meio n. 784 com a sorte de 1005(100,
E outras muitas sortes de 100#, i0, 20 e
108000.
Ospossuidorespodem vir receber seus respec-
livospremiossem os desconlos das leis na Casa
da Fortuna a ra do Crespo n. 23.
Acbam-se a venda os da 4* parte da 1* lotera
(12*) beneficio da Santa Casa de Misericordia,
fiara canallsacao d'agua e gaz no hospital Pedro
II, que se extrahir no dia 19 do crrenle.
PRECO.
Burieles.....7000
Meios......3*500
Qaartos.....1900
Para as pessoas que comprarem de 400#000
para cima.
Bilhetes. .... 6*500
Meios......3*250
Quartos.....1*700
Manoel Martins Fiza.
_ Precisa-se de urna ama capaz de cosinhar o
diario de umacasa de poaca familia : no Recife
ra da Cruz n. 29.
Samuel Power Johnston k Comparta
Ra da Senzala Nova n. 4.
AGENCIA DA
Fnndi$So de Low Moor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavados.
Moendas e meias moendas para engenbo.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreios d carro para um"e dous cavallos.
Relogios de ouro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descansar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura..
Attencao
A loja de trastes na ra do Imperador n. 47 est
liquidando por seu dono ter do fazer urna viagem
a tratar de sua
acabar vendendo os trastes, e todos os mais per-
tences do eslabelecimento de marcineria ; quem
pretender e quizer aproveitar se da occasiao, diri-
-a-se mesma loja, que se faz negocio por menos
de seus valores; as&im como de urna morada de
casa terrea na roa Imperial n. 272, de pedra e cal,
chao proprio, com duas salas e daus quartos, cozi-
nha fora, cacimba, e quintal murado com portao
para o ro._____ ______
I Caara municipal do Recife.
Quem estiver habilitado a fazer ser removido to-
ldo o entumo de lixo e immondices que existe no
caes do Ramos ao uerte dos leiheiros que all exis-
te, com brevidade, entenda-se cora o fiscal da fre-
guezia de Santo Antonio desla cidade para tratar
do ajaste. __________
Arrenda-se um sitio em Boa-Viagem que foi
do fallecido Portella : quem o pretender dirija-se a
Carta chorographica
DO
THEATRO DA GUERRA.
Acha-se exposi.i venda, as 'ojas abaixo men-
cionad s, a carta chorograpliica do theatro da guer-
ra nos Estados do Sul da America Meridional, con-
tendo as plaas do l'aysand, e do bloqueio e cer-
co de Montevideo. Ella tornase recommcndavel
roa da Cruz n. 24, segundo andar, que achara com nj0 so pe|a |acuna qUe vt.0 preencher, como pelo
quem tratar, ou com o cirurgiao Alves.________1 esmero do trabalbo lytbographico.
Aluga-se urna casa terrea com sollo, sita no Vende-se pela mdica quantia de 2J000 as livra-
pateodaPaz, napovoacSados Afogados, tendo com-1 as doa Srs. NogueirJ, ra do Crespo; e do Sr.
modos para grande familia, quartos para criados, j
estribara, quintal com rouitos arvoredos de lructo:
a tratar na ra Augusta n. 94, xu na mesma po-
voacao com o Sr. Jos Lucio Lins.________^__
A's familias.
Com toda seguranca e responsabildade na ra
de Bartholomeu na travessa do Pocinho, sobrado
confronte a casa de deten^o n. 69, se encarrega
de mandar lavar roupa de varrella e ensaboado por
menos do que em ontra qualquer parte.
Da-Se a urna familia honesta para morar de
graca um grande sitio com boa casa, lenha, agua
e alguma frncta, sob condicao de guardar o mes-
mo sitio : para informar, na loja da praca da In-
dependencia ns. 6 e 8.
Precisa-se alugar urna preta escrava de mea
idade para oservico interno e exirno de ama casa
de muito pequea familia : a tratar no pateo do
Carmo n. 16, primeiro andar. _____
Saca-se sobre Lisaoa, Porto, llha de
S. Migu 1 e Rio de Janeiro: no escriptorio
de Carvalho d- Nogueira, ra do Apollo nu-
mero 20.
Caixeiro.
Precisase de um menino para caixeiro
brica de charutos da ra de Hortas n. 1.
ordenado.
Na raa Novan. 6,~precisa-se de urna
para servico de pouca familia.
na fa-
D-se
ama
Cardoso Ayres, na da Cadeia do Recife, assim como
as lojas da Exposico de Londres e na lythogra-
phia do Sr. Carlos, a mesma roa n. 52, e na loja
do Sr. Cardozo de Almelda, ra da Cruz.
Vende-se a casa terrea t..35 da ra do Pa-
dre Floriano : a iratar m ra do Imperador n. 69
primeiro- andar.
Aluga-se um armazem na travessa do Poci-
nho e em frente da detencao, proprio para taber-
na, marcinero 011 outro qualquer estabelecimento:
a fallar na ra do Rosario d. 34.
Arrendase um graude sitio com boas casas
de vivenda, muito terreno de plantas, perto de cin-
co mil arvores de fructo, muitas destas raras,
muita lenha, agua, capim, tambom se pode fazer
parceria com quem tiver escravos de servico de
campo, duas milhas distantes do Recife : a quem
convier, informe-se na praca da Independencia ns.
6 c8,____________________________
Pede-se as autoridades policiaes que facam
sade, e por isso tem resolvido | prender o cabra Joao, escravo de D. Antonia Fran-
cisca Cadaval Pinto, que desde o dia sabbado 8
de abril deste correte anno fugio, o qual tem os
sgnaes seguintes : cabra escuro, cabello carapi-
nho. lem em um dos peis urna costura sobre o
peilo do p, e outra costura sobre a sobranselha do
lado direito, muito pachola e tem offlcio de sa-
pateiro, e pescador ; levou urna camisa de meta
ordinaria piutada de encarnado, urna calca de laa
cor de vinho, e chapeo de palha ordinario : o dito
escravo fugio da ra da Matriz da Boa-Vista, casa
numero 28.
A reuniao familiar do Club Commercial no
correte mez, ter lugar na noite do dia 15.
Ama.
Precisa-se de urna ama para comprar e cesi
nhar para urna pessoa : no becco das Barreiras
numero 3.
Casa vazla.
Aluga-se uma pequea casa terrea a ra
do Nascente n. 14: a tratar na ra do Quei-
mado n. 32. loja.
Precisase de um feitor que seja portuguez
e qne tenha pratica, para o engenho Bonito, co-
marca de Nazareth : a tratar com Ignacio Xavier
Carneiro de Albuquerque no mesmo engenbe, ou
com Leal & Irmao, na ra da Cadeia n. 56.
Precisa-se de um feitor que seja portuguez e
quesaiba ler par* o engenho Matto Grosso, comar-
ca do Rio Formoso : a tratar com Jos Bento de
Gouveia, no mesmo engenho, ou com Leal & Ir-
mao, na ra da Cadeia n. 56.
Precna-se de um preto escravo para carre-
gar agna e para lavar casa : na ra do Brum nu-
mero 74.
Tin tur aria
Na roa Direita n. 116 conlinua-se a Ungir para
qualqaercor, e o mais barato possivel.
Precisa-se de um criado forro ou escravo :
a tratar na ra da Madre de Dos n. 36, primeiro
audar, das 9 as 2 hars da tarde.____________
Precisa-se alugar ama preta escrava para o
servico interno de famiria, tratar de enancas, en-
gommar, e outros servicos menores: na ra dos
Guararapes em Fora de Portas n. 26.
:mwmmmwwm
Companbia fidelidade de seguros 3
maritimos e terrestres gg
estabelecida no Rio de Jaueiro. ^
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Luir de Oliveira Azevedo & C, <
competentemente autorisados pela dlrec- |&|
toria da com pan 1 i a de seguros Pide I id a- *
de, tomam seguros de navios, mercado-
rias e predios no sea escriptorio ra da
Crui n. 1.
Na praca da Independencia loja de ourives n.
33, compram-se obras de ouro e prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commnda e todo e qualquer concert.
mm mmm-mmmwmmm
O bacharel
Francisco Augusto da Costa B
ADVOCADO ?&
Ra do Imperador numero 69. S
Mez Mariano.
Ainda est venda na ra do Imperador n. 15
defronte de S. Francisco, a rica edicto do mez Ma-
riano, ornada com estampas e vinh'elas, e encader-
nada, por t& e 1500 cada livro.
Irritadlo dos^ulmoes. angi-
nas, tosse, escarros de
sarigue, crupo ou garro-
tilho, catarro, rouquidao
e todas as innumeravei molestias que affec-
lo aos org5os da respirarlo
DGSAPPARECEM
mediante a aeco da balsmica e irresistivel
Camas de Ierro.-
Vendem-se duas lindas camas de ferro para 2
pessoas sendo orna de ferro batido com duas fa-
ces com lindas molduras e armaeao moderna, e
outra dita de ferro fundido tambem com dnas fa-
ces e lindas molduras e cpula, por precos bara-
tos : na rna da Imperatriz n. 26, loja.
Na roa da Cruz n. 38, em casa de Mills Rat-
teau & C, vende-se :
Cha.
Oleo de linhaca.
Folhas de Flandre.
Silins e silhoes inglezes.
Cerveja Aspinall.
Dita Bass.
Dita John Jeffres & C.
Um piano com pouco uso.
Caliiagas fiaos e brinquedos
para meninos.
Chegaram para a loja de miudezas da rna do
Queimado n. 69, os mais finos e lindos calnngas
tanto para brmquedo de meninos como para cima
de mesa : na mesma loja se encontrar bom sor-
timento de miudez.s.
llis o 111 i I lie i ro
de ceblas grandes em resteas : na ra do Impe-
ador ~
Os abaixo assignados tendo arrematado as di
vidas da massa fallida de Joaquim Vieira Cocino
Si C., fazem sciente aos devedores da mesma mas-
sa, que elles sao os nicos aatonsados a receber
taes dividas, e por isso pedem aos mesmos senho-
res devedores a virem ou mandaren) pagar seas
dbitos amigavelmente : na ra da Cadeia do Re-
cife n. 3.
Jos Joaquim da Costa Moura.
Joaquim Beptista de Araujo.
C0MPB1S.
Alaga-se o segando andar da roa estreita d0
Rosario n. 22 : a fallar na Camba do Carmo n. 8.
Precisa-se alugar um preto que entenda de
cozmha : na rna dos Pescadores n. 1 padaria.
Precisa-se de am caixeiro para loja de calcado,
na roa do Livramento n. 7 loja.
Procvradona.
0 solicitador Burgos Ponce de Len,
tem seu escriptorio no sobrado do caes
do Ramos, aonde antigamenle foi a ty-
pographia do Roma e collegio da Auro-
ra, ahi est elle at as 9 horas da ma-
nhaa e das 4 horas da tarde em diante,
sendo que das 9 as 4 horas, pode ser en-
contrado as salas das andiencias.
Um favor.
Deseja-se saber onde mora o Sr. Jacob da Bou-
ca ou quem por elle represente, sirva-se annun-
ciar por esta folha ou dirigir-ss a ra Real do
irecisa-se alugar uma ama para casa de Manguinho casa de Joo Antonio Carpintelro da
dons mocos estrangeiros : a tratar na rna da a- i Silva, a negocio qne Ihe diz respeito.__________
dea do Recife n. 18.
Ama
CLUB PERNAMBUCANO-
A partida do correte mez ter lugar na
noite do dia 20.
Precisase alugar ama
de 1 i a tC annos, que seja
ra: a tratar no largo do
Brum n. 47.
escrava ou moleque
fiel para servico de
chafariz da ra do
Precisa-se por alugnel de uma mulher de maior
idade, que dando provas de sua boa conducta e
comportamento, esteja no caso de tratar de meni-
nos e fazer o servico interno de uma casa : qaem
estiver nestas circumstaacias, dirija-se a roa de S.
Francisco, .obrado n. 10 : a fallar com o dono da
casa.______________________
O Sr. Jos Bernardina Correia Barros tem
uma carta na livraria ns. 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia^________________________
Irmandade do Divino Espirito
Santo erecta no convento de
S. Francisc-t
Por ordem da mesa regedora, convido a todos
os nossos irmos para comparecerem em o nosso
consistorio, aura de encorporados asslstirmos aos
actos da semana santa que se tem de celebrar
neste convento nos das e boras abaixo declara-
dos :
Qainta-feira pela manba, lausperene, e a tarde
procisso de fugar eos.
Sexta-feira pela manhaa, descidimento da cruz e
a tarde procisso de enterro.
Domingo, procisso da Ressnrreico as 4 horas,
da manhaa.
Consistorio 11 de abril de 1865.
O secretario,
______________Joao_Walfredo de Meeiros.
Furtaram
fJigUeiia d* ESCada' D0 .da 4 d cerrfn,e- 'ai I rwnvidra"leu'rcWsTlmw irmos,'aOm "de
ESftuS? f'K T, L:/U50HPedKez, ca3" comparecerem paramentados com seas hbitos aos
SSS L 7.u,n"1*0' mantedo. gordo, bom an- dt0^aclos> e Dera assim pede aos moradores das
rH? J'. nVe"i', ?"? tendo/dentfl'i(s* cm : ras abaixo que se dignem mandar l.mpar as fren-
oma das pernas o seguale erro--0-alm de ou- [es ae guas ^ ^ eomo por ellas tem de
sabir ra de
SANTA RITA DE CASSIA.
I A mesa actual da contraria de Santa Rita de
Cassia, tem resol vido fazer os artos da semana
santa seguintes: quiota-feira santa as 8 1|2 horas
! da manhaa a expesicao do Santissimo Sacramento
I e sepnlchro, sexta-feira as 5 horas da tarde e de-
r i cldimenlo da cruz e procisso de enterro, domin-"
do cercado do1 engenho Conceico, i goas 5 horas da manhia missa cantada, para o
tros : quem o entregar ou dr noticia delle e de
quem foi o ladrc, tera ama gratificagao de 1005000
no mesmo engenho Conceico ou no Siqueira em
Ric-Formosc-. .
Precisa-se para um engenho na Escada, dis*
tanta da cstaco ama legua, de uma senhora que
tenha as habilitares precisas para bem entinar a
Imcua portagneza, msica e piano, e se sonber o
francez, melhor: a tratar na ra io imperador
n. 29.
Offerece-se ama criada portugueza /jira, o
servico jnterno de uma eaa de poaca familia
tratar raa da Cruz n. 18, armazem.
como por
passar a procisso de enterro : ao sabir ra
Santa Rita, pateo da ribeira, Rangel, Queimado,
Crespo, Imperador, roa de S. Francisco, Cruzes,
praca da Independencia, Cabug, Nova, Flores,
camboa do Carmo, pateo do Carmo, ra de Hor-
tas. Augusta, ao voltar a ra Imperial, pateo do
Terco, Direita, Assurapcao, Nogueira, pateo de S.
Jos, a recolher-se.
O escrivao,
Joo da Matta Beltro.
Quem tiver ama escrava para alugar, para o
* servico de casa e raa; entenda-se na raa das Cra-
,' zes n. 21.
Francisco Jos Germano
RITA NOVA X. ti,
acaba de receber um lindo e magnifico sortimento
de oculos, lunetos e binculos, do ultimo e mais
apurado gosto da Europa.
Ainda est para ser vendido o sitio da tra-
; vessa do Remedio, na freguezja dos Afogados n.
21 : quem pretender dirija-se a seu proprietano
na ra de S. Francisco, sobrado n. 10, que se faz
todo o negocio.
Uma familia que se retira vende uma mobilia
de amarello j usada, trem de cosinha, louca de
obras velhas, pagando-se bem: na ra larga do I almoco c jantar azul, uma mesa de jantar de ama-
Rosario n. 24, loja de ourives._______________ I relio ps torniados, mesas peyuenas, commodas,
- Compra-se um escravo cozinheiro que seja <* "**? l" K? J lud(>
. rh.Ltn n tn, ... iminp nn nhrarto se vender em conta : Da rna dos fires n. 62.
Compram-se libras sterlinas: no ar-
mazem de Ferr ira & Matlieus, na ra da
liCadeia do Recife n. 66.__________________
Compra-se ouro e prata em obras velhas, pa
ga-sebem: na loja debilhetesda Praga dalnd6
dendencian. 22. _______.^___________
Compra-se effectivamente otro e prata em
na ra larga do
moco, robusto e sem vicios
n. 32 da rna da Aurora.
a tratar no sobrado
Compra-se cobre, bronze e ferro cuado ve
Iho : na fundiciio da Aurora, cm Santo Amaro.
Cobre, latao e chumbo.
Compra-ie cobre, latao e chumbo : no ar-
mazem da bola amarella no oito da secretaria de
policia._________________________________
Compra-se ouro e prata em obras velhas
paga-se bem : na loja de bilhete da praca da In-
dependencia n. 22. ________
Compram-se libras esterlinas 6
ouro de 20 e 16 : no armazem de
de Abreu, ra da Cadeia n. 37;_____
Comprase
da Cruz.
moedas de
Augusto C.
um prelo : no armezem n. 6, ra
Compra-se ou aluga-se um
que s iba cozinhar : a tratar na
mero 135.
negro ou negra,
ra do Pilar nu-
Compra-se uma escrava de 9 a-10 annos de
idade, por preco commodo : na ra das Cruzes n.
41 A, porta larga.___________________
Compram-se libras sterlinas : na ra do
Crespo n. 16, primeiro andar.______________
~~ Compram-se armacoes j usadas de chapeos
de sol em qualquer estado : na ra dos Quarteis
n. 22, loja junto ao funileiro.________________
~ Compra se onro, prala e pedras preciosas :
ao Recife ra da Cadeia loja de ourives no arco
da Conccigo.________________________.
Comprase na praca da Independencia lojas
ns. 6 e 8 o cLiberal* de marco e abril de 1863,
peridico desta cidade publicado na typographia
da ra das Flores n. 3.
Vende-se tres carrocas para boi, duas ditas
para cavallo, dous carros para condueco de ge-
nens de estiva ou ouiro qualquer miste', tudo em
bom estado, e por preco commodo, por seu don-
querer acabar com esse^ negocio : a tratar na raa
do Sebo n. 54, taberna *
Aos sehlio 1 es veiulelhoes.
No armazem de Manoel de Sonza Carvalho Pim-
po, largo ca Assembla n. 1, vende-se sardinhas
muito novas a 83OOO o milheiro.
Em casa de Tisset Freres ra do Trapichen.
9, tem para vender :
Vinho B. rdeaux em barricas e em caixas.
Dito de Santerne fino.
Dito d Champagne moilo superior.
Cerveja franceza marca Bobee.
CEBLAS
No armazem da viuvr Paula Lopes, defronte do
embarque na cscadinha, vendem-se ceblas as me-
lhores do mercado, em caixa e cento, o mais bo-
rato possivel.
VE\DEM SE
caixoes vasto proprios para
ros e funileiros a 1,760 rs.;
oesta olliriiiii,
lialiulei-
a tratar
VENDAS.
ALMANAK.
Acaba de sabir dos pr:
los de nossa typographia o
Almaaak Administrativo e
Mercantil e Industrial desta
provincia, correcto at 31
de dezembro, e vende se a
1$; na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia.
Instruyes para o servido
das guardas do exercito, exlrahidas do re-
gulamento de infantaria e aecommodadas ao
exercito brasileiro; obra que muito convm
aquellas pessoas que se alistam nos corpos
de voluntarios; vende-se na livraria n. 6e
8 da praca da Independencia, a 1(5. .
A ttenco
Vende-se superior vinho do Porto em caixas de
umaduzia :em casa de Johnston Pater & C. ra
doVigario n. 3._______.
0 GASTELLO DE GRASVILLE
Traducido .do francez per A. J. C. da Cruz.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo preco de 2500
oa praca da Independencia, livraria ns.
6 e8._____________________________
Vende-se nm grande espelho francez com
rica moldura : qnem quizer comprar, dirija-se a
roa da Cadeia n. 64, primeiro andar, escriptorio.
tazendas avariadns.
Na loja da ra da Madre de Dos n. 16, defron-
te da guarda da alfandega, liquidam-se al o Bra
da presente semana as seguintes fazendas avaria-
das : algodao inrorpado com 20 jardas, dito muito
largo e superior da marca T com 21 jardas, chitas
fraucezas finas escuras, paleiots do brim avaha-
dos a 15200, e deixam-se de mencionar os precos
alim de nao por em movimento as das de quem
quer que seja, assim como tambem ha madapoloes
limpos e superiores a 75, 8 e 95, este depilan-
te ; das chitas dao-se amostras com penhor.
Vendem-se palmciras imperlaes p*ara orna-
mento e embellesamento de sitios.portoes, etc.; na
estrada dos Afflictos, primeiro sHio aesquerda.
Vende-se uma negra moca com uma cria de
4 anees, muito bonita e esperta: na rna do Im-
perador n. 45, terceiro andar.
Vende-se e taberna do becco do Pocinho o.
9, com poucos fundos e armaeao, bem afregueza-
da : a tratar na mesma.______
Vende-se um escravo idade 25 annos insigne
official de carpida e bonita figura : na travessa do
Carmo n. 1. \_____________
Vende-se uma carroca e um boi : quem pre
tender dirija se a travessa da ruados Pires n. 9
padaria na mesma se precisa de amassadores
que emendara bem do fabrico de pao e liolacha.
Venoe-se ou afora-se o terreno em que est
edificada a casa da rna das Cinco Ponas n. 110,
propriedade do Rvmd. padre Jos Antonio dos San-
tos Lessa. Ao comprador passar ndo s o direito
ao rerebimento de foros e landerrios anligos, nao
pagos e negados ao senhorio, como as rendas ven-
eidas, depois de ser dito o Sr. padre julgado em
caninhoe consolidado o direito do senhorio, a ren-
da marcada em joizo foi a de 105 mensaes: a ira-
tar na roa do Alecrira n. 10.______________
Fil de seda prelo comsalpicos o covado 1,5.
Los de linho prelo cada um 85 e 65.
No armazem de fazendas da raa da Imperatrii
n.28.________________________________
Pharmacia.
Vendi-se nma boiica nesta cidade com algum
fundo e boa fnguezia : quem a pretender dirija se
a rna do Imperadur n. 38, que ser informado.
Euzebio Haphael Rabello tem para vender
em seu escriptorio, ra do Trapiche n, 44 :
Velas de cera.
Vinbe Collares em anroretas.
Vinko de Lisboa puro em ancoretas.

t
f


Diario de pornaiubuco luiuta elra *3 Je Abril 4e l&tti.
V
0 NOVO GERENTE
DO
LIGA.
ESTABELECIDO A RUA NOVA N. 60
AO
RESPEITAVEI* 'IBMCO.
A apreciacao dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-
zem da Liga estabelecido ra Nova n. 60 um magnifico sortimento de molhados,
que sendo en sua maxirai parte mandados vir directamente do estrang^iro podem ser
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que este novo e interessante estabelecimento sea o
primeiro e nico em seu genero, pde-se porm Juanear, com toda a seguranca de que
nenhum outro o exceder no restricto cumprimento das seguintes promessas:
1/ Delicadeza no trato.
2. Fidelidade no peso.
3.' Sinceridade nos presos.
As pessoas que por sua posicjio social gozam de ce rio tratamento, acharo nesta
casa os melhores queijos londrinos, cerveja, vinhos inissimos manteiga e cli sempre de
primeira qualidade. etc., etc.
Ha .para vender
Pinito, pinito, maisninuo/imiilopinho,
pin lio, raa da Praia. boje, rua Nova
de Sais la Rita n. 17.
78910 e II pollegedas de largura
De 10 a 35 palmos de comprido, cousa
muito boa e barata, e com'todas as gros-
eras : cheguem a rua Nova de Santa Rita
n. 17, serrara de Jos F. Coelho._______
Attencao.
Loureiro Santos & C, acabam de recebcr da Eu-
ropa pelo vapor, om lindo sortimento de enfeites
pretos, proprios para a quaresma, enfeites anda
nao vistos em Pernambuco, pelo preco de 55, 69,
105,12$ e 209, bem como grosdenaples preto, mo-
: reantiq, capas de grosdenaples, e souihambarqo.es
| do mesmo ; tudo por precos mdicos : roa do
' Crespo o. 14, junto a toja de louca.
PASTIUttSfl?
JE^fflHJI
DE WASMAN
As pastilhas digestivas eom a pepsina de Wat-
man, emprcgSo se com successo ni j alguns
amios pelas celebridades medicaes de Pars,
Londres, Vienna, etc., em todas as incommodi-
dades em as quaes a digeslao difficil, penosa,
imperfecta ou mesmo impossivel : eis o melhor
remedio para cnrl as
O
o
o
Gastralgias.
Blapepsla.
Embararaa gstricos.
A Snxlrltr.
[ As affcccocs oreanl-
I ras 4o calimas;*.
Em todas as molestias empregSo-seamiude as
' aguas alcalinas, especialmente a agua de Yichy,
Diarrhras e a rtnill-
parao producidas
pelas claboraeacs
dcfrrlusaa das ali-
mentos.
e igualmente aspastillias de Vichy. Esse meio s
efficaz quando se trate de dispepsias de curta du-
racio, mas o prolongado uso das aguas e pastilhas
de Vichy, tcm grandes inconvenientes, por quanto
os alcalinos empobrecem o sangue c isso de tal
maneira que lhcs arreblhSo a parte vivificante,
nutritiva c reparatriz. Com a pepsina, a contrario,
Qualquer que seja a condicao do freguez, elle deve contar que ser sempre mui- como ella 6ama substancia orgnica, albuminosa.
to bem servido.
Aquelles que sao pouco favorecidos da sorte farao mensalmente urna economa de
militas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se Ibes vender o arroz, o caf, a man-
teiga oassucar, etc., etc. de boa qualidade pelo preco que em algumas parles nao po-
dem ou nao querem vender.
Os senhores de fra da cidade, dos arrebaldes ou centro, que compram para ne-
gociar, devem vir, pelo seo proprio interesse, a este estabelecimento para se convence-
rem do quanto se pode vender barato. ;
Para os senhores que compram para tornar a vender existe um sortimento espe-
cial, escolhido por pessoa entendida que certamente mui lo deve agradar aos senhore
compradores.
Nao se tem poupado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agra-
dar a todos.
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A DINHEIRO A VISTA:
ingleza

e franceza
transforma-se ao mesmo lempo que se effectua a
transformacSo dos alimentos assimilhando-se
como files c ajudo labcm como ellos a nutricio
cera!. Sua accao vivifica o sangue e os rgos
de tal sorte que, alli as pessoas que sem soffrer as
afeceSes gstricas cima mencionadas sSo nica-
mente iracas ou d'um temperamento um pouco
dbil, e necessilao substancial alimento para for-
tificar se, achSo no emprgo das pastilhas pep-
sina de \Y asman, um poderoso meio para a Uso
chegar.
Aviso importante. O successo das pastilhas
pepsina tu Wasman diu causa a se fazerem tal-
sincaedes e milaedes d'esse producto que os
mulos se querem desfazer. Pois por falla d'uma
boa preparacao a pepsina que n'ella entra, jaz
alterada. Seremos ao abrigo d'este inconveniente,
exigendo os compradoras que as pastilhas tenho
as iniciaes B. P. e saiSo da pharmaciaChevrier.
Depsitogeralem Pars, pharmaciaChevrier,
SI, Faubourg-Hontmartre, e em todas as bou
pharmacias de Franca e dos pairo estrangeiros.
S g-B
MANTEIGA
800 rs.
MACARRO a 400 rs. de 8 libras para cima
a 360 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE a OJO rs. a lata.
MOSTARDA ingleza a 800 rs. o frasco.
MARRASQUINO de Zara.
MARMELLADA de diversos fabricantes e
diversos precos.
P
PEIXE em latas a 1,000 rs.
PERAS SECCAS a 500 rs. a libra.
PASSAS muito novas a 320 rs. a libra.
PRESUMO para Cambie.
ALPISTE E PAINQO a 10 rs, a lib a.
AMENDOAS novas a 28o rs. a libra.
AVELAES a 240 rs. a libra.
ARROZ de 80 rs, a libra a,..
AME1XAS francezas em latas, potes, fras-
cos, bocetas, etc etc.
AZEITE doce a 600 rs. a garrafa, cadada a
B
BANHA de porco a 660 rs. a libra, em por-
cao faz-se abate.
BOLACHINHAS do beato Antonio a
BOLACHINHAS de soda lata grande a 2,000
ris.
BISCOITOS ingiezesem latas de 1,200 rs. a
BOLACHINHAS principe Alberto a 2,000 rs.
c
CHOURICAS m lito novas a 800 rs. a libra.
CAF de 260 rs. a Bhr*.
CHOCOLATE francez a 800 rs. a libra.
CHAMPAGNE das marcas mais acreditadas
a 25.000 rs. o gigo.
CHARUTOS de todas as qualidades, suissos,
american s, bahiannos, fluminenses, etc.,
de 1,400 a 10,000 o cento.
CHA IIYSSON de 2,200 a
COPOS 1 sos ladidados de todos os tama-
nhos a
D
DOCES de todas as qualidades.
ERVILHAS seccas e em latas portoquezas e' VINIIO Rordeux em caixa a 6.( 00, 7,000 e
francezas, j VINIIO ele Grave a 6,000 rs. a caixa.
F VINHO Cherry a 1,000 rs. a garrafa.
FARINHA de araruta verdadeira a 800 rs. a [ VINHO do Porto de todas as marcas e todos
libra. os precos.
FARINHA do Maranhao ou tapioca a i VINHO Collares a 800 rs. a garrafa.
FARELLO de Lisboa a 4 e 5.C00 rs. a sacca. VINHO tinto, peste genero ha conslantemen-
FAVAS portuguezas em lata a 600 rs.
de 600 e ll5Sfi
2. i-i i8
QUEMO do reino de 2,000 a
DEM lundrino.
DEM suisso a 400 rs. a libra.
DEM prato a 800 rs. a libra.
H
SABAO MASSA a 160 rs. a libra e grande
abate em caixa.
SEVADINHA a 200 rs. a libra e 8 libras se
far grande abatimento. .
V
VINHO tinto de 360 a. garrafa.
VINHO tinto em caada de 2,560
VINHO branco em caada de 3,500 a
VINHO verde a 4# rs. a caada.
N jr ^ < O.
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AZEVEDO FLORES
Ba da Cdcia do hecifo, esquina da Muir de Dos.
Prestem atten^lo ao discurso do Balo.
Moreantique superior a 2)5500 o covado.
Grosdenaple de 10600, 10800, 20 c 3.
Balos de 20, 25 e 30 arcos a 30 e ::05OO.
. dem para meninas de arcos e de morselina.
Chales pretos de fil do ultimo gosto.
La preta para luto e de todas as iLais cores.
dem com assento preto e cor de caf, flores matizadas, fazenda inteiranunle
nova vista se far o preco.
Vestidos ^Maria Pia. os mais novos a 180000.
Cbitas largas de 300 rs. o covado a 500.
Lene- s brancos a 20500, idem de esguiao j cmbanliados.
Madapoloes francezes proprios para saias e camisas de seahoras a 560 rs. a vara.
dem muito finos de 140 a 160 a peca.
Cambraias brancas muito finas a 50 a peca.
Chales escuros proprios para as senhoras trazerem por casa 40.
Meias cruas inglezas a 80 a duzia.
ROITPA FEITA.
Paletos de alpaka brancos muito finos a 40500 e-50.
dem de casemira de cores de 100, 110 e 120.
Calcas de casemira pretas e de cores de 70, 80, 100 e 120.
dem de brirn branco de 40, 40500 e 50.
Colletes de casemira pretos e de cores de 40, 50 e C0.
dem brancos de brirn e frutas de 20, 20500 e 30.
Camisas verdadeiras inglezas, vista far o preco,
dem peitos de linho, e de algodao de 20 a 50.
Seroulas de linho com duas costuras.
dem de esguio de algodo a 10600.
Colleirinhos de linho inglezes.
dem de papel de cores.
Camisas de flanell i de cores de 33 a 60.
H i muitas outras fazendas que se vendem por precos muito baratos, do-se
amostras com penhores e tambem se mandam levar s casas. Na loja do
erg.la.
Ifii
lili h t
15* I
o -t r" o-z o.
" v s S
= S o.
5-3 I 8 fifi.
I
= 2 ~
S* 3 Si
i a
-ffj
6
GOMMA muito nova e alva a 120 rs. a libra.
GRAO DE B1C0 a 120 rs. a libra.
GENE8RA de laranja a 9 e 10,500rs.
te 20 a 30 pipas ao torno de diversas
qualidades e diversos precos.
VINAGRE em ancoretas a 15,000 rs.
VINAGRE em pipa a 160, 200 e 240 rs.
VINAGRE branco a 40Ors. a garrafa.
CENEBRA de Hollanda era botijas, frascos, IVELLAS de carnauba a 13 e 13,500 rs. a
garrafas, etc.^ etc.
arroba.
No armazem de fazendas ba-
ratas de Santos & Oolho
Kaa do Queimado b. 19.
Veiitlc-se o seguate:
Lences de panno de linho
pelo baratissimopreco de 2(1400.
LeriQes de bramante de linho
do um s panno a 3500.
Coberta de chita da India
pelo baratissimo preco de 2550o.
Lencos decambraia brancos
proprios para algibeira, a 2 a duzia.
Pecas de bretanha de rolo cora 10 varas
propria para saia, a 3800.
Pecas de cambraia
para forro cem 8 l| varas a 26C0. tkvT'
Gaardanapos
de linho finos duzia 35500. 8??-
Algodao entestado
com 7 1 [2 palmos de largura vara 15200.
Cortes de la
com 15 covados a 65.
Cambraia adamascada
com 20 varas propria para cortinado peca US.
Fil |de linho
liso fino vara 800 rs.
Atoalhado adamascado de algodao
com 8 palmos de largura vara 25200.
Atoalhado adamascado de linho
com 8 palmos de largara vara 35200.
Lazinhas carmezim miudlnhas
prspria para vestido de menina, covado 600^ rs.
LSazinhas
de cores finas covado 560 rs.
Fazendn para a quaresma.
GrosJenaple, moreantique e ricas capas de gros-
denaple bordadas.
Esteira da India
propria paraforrarsalas.de 4, 5 e 6 palmas de
largura, por menos preco do que em ontra qut!.
quer parte.
Neste armazem de fazendas se encontrar r001
grande sortimento dejroupa feita e por medida
FARELO
de Lisboa.
Vendem-se saceos com 90 libras de farelo, pelo
barato preco de 45500 : d roa da Madre de Dos
numero 9.
da II va na.
Na rua da Cruz n. 4, vende-se charutos de Ha-
vana de diversas qualidades.
crasascoo-i rrv- os o o 0
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MARA PIA
Mara Pa
Hara Pia
Acaba de chegar pelo ultimo vapor inglez nm
esplendido sortimento de enfeites de cabeca a Ma-
ra Pia, os quaes pela sua elegancia e bom gosto
de cada qual o mais bonito nada deixam a desejar
sendo pretos, rxo?, cor de bonina e azulzinho
sens precos a 25500, 35, 15, 65, 85 e 105: na
lojl do novo rival roa do Queimado n. 16.
GRAGEAS
GLSE CONT
Aaprondu pal* AcdmU 4* Medido* de Pirn.
Remita pelos dou relatnos, adoptados pela diu
Academia em 1840 e em 1858, que as GRAGEAS de
Glis e CONT lio o melhor e mais efficaz remed*
ferruginoso para curara chlorosis (alias fluor-albo), o*
Obios brancas, a fraqueza de compleixae nos doui
texos, e tambem para ajudar a menstruaQio das mocas.
Satas Grageas oio sao veodidas sanio em caixinhas
oa Tidros cobertos com rotulo e fechados com urna tira
levando a firma do depositario geral : LABELONYK.
f haraaaoeuzico, rut Bourbon-'ilUneuve, 19. Parit.
Deposiid /eral em Pernambnce rua da
Cruz n.22 em casa de Caros & Barboza
Colares Eoyer
ou ciliares anodines elctricos ceir as conriilsfs
das criancas.
O bom e proveitoso resultado qne as criancas
oblem na denticao. trazendo des.'es colares, j
bem conhecido, e por isso se tornam hoje indis-
pen^aveis porque assim teem os pais inrontesta-
velmente prevenido o mal: esses colares vendem-
se tambem na rua do Queimado, loja d'aguia bran-
ca n. 8.
Agua florida e tnico orien-
tal de Kemp.
Continuase a vender em porco e a retalho :
na rua do Queima.do, loja d'aguia branca n. 8.
Bonitas trancas, franjas
e ijales pretos para vessidos,
A agola branca receben novamentp um bello
sortimento de enfeites preto* para vestidos,sendo
bonitas trancas, franjas, galoes eLiros pretos, etc.,
assim como botoes enfeitados de vidrilhes, e ou-
tros mullos enffites de di Itrenles cores, conti-
nuando a aguia branca na rna do Queimado |n. 8
a vender tudo isso por precos commodos.
Bonitas caixinhas
eom msica e sem ella para costara, outras
igualmente lindas eom perfiirnarias finas.
A aguia branca na roa do Queimado n. 8 acaba
de receber um bom sortimento de caixinhas para
costura, e outras com perfumaras finas, e conti-
na a vende-las baratamente.
LVS DE PtLLICA.
A loja da Aurora na rua larga do Rosarlo n. 38,
rceheu lavas de pellica muito frescas, pretas,
brancas e de cores, tanto para homem como para
senh.>ra, das mais novas e melhor qualidade que
tem chpgado, muito proprias para os actos da se-
mana santa.
ENFEITES DE flOM GOSTO.
Tambem reolien enfeites de differenles qualida-
des e postos, muito bonitos para rabera, os quaes
se vendem baratos : quem quizer usar do- bom
gosto e do modernismo, mande comprar na loja da
Aurora da rna larpa do Rosario n. 38, pois !a en-
contraran! n do quanto diz cima.
Vende-se a casa terrea da rua dos Guarara
pes em Fra de Portas n. 67 : a tratar na loja da
roa do Crespo n. 25 A.
Superiores cortes de moirs preto com barra, o qne ha de melhor gosto em
Pernambnco.
dem de gorgurao preto adamascado com barra a imperatriz Eugenia,
dem de gorgurao de seda bordados com barra.
Superiores moirs pretos e largos 2,5400, 2G00, 3i, 3500, 40, 50, C,
70 e 80 o covado.
Superior gorgurao de seda preto, a melhor fazenda que ha para resudo.
Sarja greta, de seda.
dem preta hespanhcrla.
dem idem lavrada a 20 o covado.
dem idem lavrada muito superior.
Completo sortimento de grosdenaple preto a 10500,108OQ, 20,20500, 30,
30500, 4*. 40500 e 50.
Pannos pretos de soperhr qualidade de 30 a 120 o covado.
Casemira preta de 10600 a 50 o covado.
Lindos chales, bournus, algeriennes e retoudes de fil prete.
Mantas pretes de fil e los pretos.
E muitas outras fazendas de superior qualidade na 1 ja das Columuas
na rua do Crespo n. 13 de Antonio Correa de Vasconcelos & C. successores
de Jos Morera Lopes.
MACHINAS liLMLM
de trabalbsr a ; |
traba I liar I
descarocar aigodo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
OIBAM
Estas machina:
podem descarocar
qualquer especia
de algodo sem
estragar o
sendo bastante
duaspessoaspar
o trabalho; pd
descarocar nms
arroba de algo
dio em earocc
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por dia ou 5 ar-
robas de algodaV
limpo.
Assim como machinas para seren movidas por
animaes, que descarocam 18 arrobas de algodao
limpo, por dia; e motores para mover urna, duas,
eums dessas machinas.
Os mesmos tem para vender um bcllissimo va-
por que pode fazer mover seis destas machina
mencionadas; para o que convida-se aos Srs.
agricultores a virera ver e examina-lo, no arma-
zerade algodao, no largo da ponte nova n.47.
Saundei's Brothers & C.
X. II, praea doCorpo santo
RECIFE.
Os nicos agentes neste paiz.
Bitas hamhurgue as.
Vende-sena rua Nova n. 61.______________
Attencd.
Vendem-se pecas de esleirs para forro de sala,
tinta tranca preparada a oleo, em latas de 23 li-
bras, para pintar casa, relogios para cima de me-
sa e para pendnrar, arreios para i e -2 cavallos,
velas de spermacele, tudo de superior qualidade,
vindo dos Estados Unidos: no armazem da rna do
Trapiche n. 8.
Oleo de Florida.
Composto de substancias vegetaes exticas, elle
contnbne poderosamente, com a agua de Flo-
rida a forea, a belleza e a conservacao dos cabel-
los.
Era Paris casa de Gailaur n. 112 rua de Rechi-
nen e 21 boulevard Montroarire.
Todos os frascos nao tendo intacto e clare, e lio-
Ir prateado da casa. reputado falso.
DeposUo roa dQ Imperador pharmacia n. 38.
Soda caustica.
N. O. Dieber t C. successores, vendem soda
anstica em barris de ferro : rua da Cruz n. 4.
Vende-se urna mulata cozinheira e lavadei
ra : na rua Nova de Santa Rita, casa n. &
Salsa pardilla de Ayer_
^*l!T c- PARA A CURA DA
JB&CltOFlJJLA.
e todas as molestias
provenientes dekla
todas as molestias da
pello
eumsipcllas, tumores, ulceras.
sarnas,
naseidas, empicijons,
REUMATISMO
SYPIIlIiIS
em todas as suas formas, assim como todo
o mal que provm do uso excessivo do
MERCURIO
IJlceraco do ligado
e em summa todos os males que tem sua
origem na
IMPUREZA DO SANGUE
um alterante poderoso para a
HENOVACAO DO SANGUE
e para dar nova torga e vigor ao corno i
enfraquecido pela doenga.
Vende-se na rua Direita ns. 12 e 76 e
Hospicio n. 40.
Vende-se em Pernambuco:
na pharmaeia fraaceza de
P.ftlAURER i C.
RUA NOVA N. 18.
A LEGITIMA
Presos que admira.
Sapalos de tranca superiores pelo barate preco
de tc3 o par, e andiz 10J : no vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Bico adamascado de todas as larguras, peca
com 10 varas, cada peca a 400, 480, 00 e 600
rs. : no vigilante, rua do Crespo n. 7.
Colchetes em carto de urna e duas carreiras
perfeitas, pelo barato preco de 40 e CO rs. cada
cartao, e duzia a 400 e 500 rs.
Pentes para alar cabello, aduza a (200,1 J.G00,
2, 3, 45 e .'3.
Balaios propriamente para costnra e para fruc-
tas.para menina irazer no braco a i{5Ci0, l#GO0,
15800, 25 e 25500.
Perfumara, macaca perola a 25, 25200, 35 e
45 a duzia, oleo de maozinba a 55 e 65 a duzia,
banha a 35, 45 e 55 a duzia. Estes objectos se
vendem por admiraveis precos em consequencia
de serem arrematados dos salvados da barca fran-
ceza, pois affanca-se a pouca a varia e a boaqna-
idade: s no galo vigilante, rua do Grespo n. 7.
IDROGARIA.
31lina larga do Rosario34
BarlholoRin! Francisco dcSonza G.
Vendem:
Acido actico puro para retratistas.
Esmaltes para ourives.
Papel para forrar casas.
Guarnicoesavelludadas.
Tinta brancasuperior em lata.
Alvaiade W'neza, Gno,era pes.
AGUA
o
Florida,
para restabelecer e conservar a cor natural dos ca-
bellos.
A asna de Florida nao urna tintura, fado es-
sencial a contestar, a mesma agua dando a cor
primitiva de cabello. Compostas de plantas exti-
cas e de substancias inolfenstveis, ella lm a pro-
priedade de restituir aos cabellos o principio co-
rante que ellos tem perdido.
De urna salnbridade incontestavel, a acna de
Florida entretm a limpeza da cabeca, destroe as
caspas e empede os cabellos de cahir.
PREPARADA MCAMEHT*
LN1N k
NOVA YORK.
Composta de substancias, gozando de
propriedades eminentemente depurativas;
approvada pelas juntas e academias de me-
dicina ; usada nos principaes bospitses, ci-
vis militares e da marinha as Anlilhas e
no continente americano ; receitada pelos
facultativos os mais dktinctos do imperio do
Brasil e da America hespanhola
CUBA RADICALMENTE
escrophulas, rheumalismo, escorbuto, en-
fermidades venreas e mercuriaes. cfaagas
antigs, morphea e todas as molestias pro-
venientes d'um estado vicioso do sangue.
Emquanto existem varias imilaces e
falsificacos, preciso a maior cautela para
evitar os engaos,
A legitima salsa deBristol vende-se por
CAORS & BARBOZA
JOO DA C. BRAVO C.
Joo da C. Bravo & C.
Vendem-se noRecife em casa de Caors d
Barboza e Joao da C. Bravo C. \ /
10 MAL
Leja de raiadezas.
16Riu do Qoeimado16
Masa Pia
XI s ra Pia
Hara Pa.
Acabam de chegar pelo paquete inglez os mai.
lindos e modernos enfeites de cabeca altara Pa
nmguem tem fazenda de tanto gosto, sendo sens
precos 25, 25o0@, 45, 55, 65, 85 c 105.
tollas e piilsriras.
Lindissimas voltase pulseirasde aljofares braocor,
aznes e cr do rosa a 600, 15, 15300,25, 35, 45 e
55 cada peca.
Brincos 4 bailo.
Bonitos brincos a bailo, pretos, brancos, azner,
cor de lirio, a 640 rs. o par.
Ditos ditos de coral a 15 dem.
Ditos ditos de cristal a 15500 idem.
Sintos pretos. '
Riquiasimos sintos pretos de seda, gorgurao f
ve ludo a 35, 45 e 55.
Nidias de pedriulias e de ac.
Bonitas Qvellas de pedrlnhas a 15200, 15SC0.
25 o 35-
Ditas ditas de ac a 15500, 25, 35 e 45.
Filas de gorgurao para ditos 25.
Cascarrilhas
de seda, pretas e de cores, do dilTercntes larcuras
a 800, Ifi280 e 15600.a prca. ,
Pecas de ditas, de 13a, prrias e de cores a 15.
Pe^ de ditas de la escura a 15500.
filas.
Pecas de lilas pretas de vedado a 500, 640, 800
35-500 e 45.
Varas de ditas de sarja lisa a 320, 400, 500, i '
e 15280.
Varas de ditas de sarja lavradas a 800, 15280 e
15600.
Varas de ditas de gorsuro para sintos, 3 dedo?
de largura a 2}.
Btcos pretos.
Varas de bicos pretos de seda a 120, 200, 3C0
400 e 500 rs.
Varas de bicos pretos de linho a 80, 100. 120,
160 e 200 rs.
Linas de Jwin
muito frescas, sendo pr*as, brancas, cr de caca
e de tedas as cores paf a homens e senhoras a___
2*500. ,
Ditas pretas servas i 320..
Ditas de seda pretas para homens e para m-qi.:.-
ras a 15, 15300 e 25.
Ditas de seda para senhora a 320 rs.
Grvalas prelas a 600 rs.
Albuns
Para ISretntosa 15280 e 15600rs.
Ditos para 0 ditos a 15800 e 25
Ditos par 100 ditos a o, 15* e 20*.
Ditos de velludo rara 50 ditos a 55-
Ditos ditos pata '0 ditos a 75-
Objoelos varios.
Alllnetes de pedrinhas para peito ,*zou '
Mullas de viagem a 5.
Despensaveis de velludo a *
Ditfs demarroquim ai\ ,200 r.
Caixas rom 12 H?^,r. Sfl r=
Dilas cojo 6 dii-de dir W r..
Frascos jndalo a tjct^-SOr..
Saboreies de bola a 30 rs.
*^urd. diu a 15800 rs.
V


ftlar* ePernabie* jalnU felra 1S de Abril de 85.
Eh
AURORA BRILHAWTE


GRANDES ARMIZENS
MOLHADOS
VINHOS
Largo da Santa?
Cruz d. 84, es-|_
I3SPECIAES gS3 da ^ dS
|| Largo da Santa
>MCraz n. 84, es-
fquin da rua do
Sebo.
wmm
rr, nJh proitneuno do ja maito acreditado armazem de m.,lhXdos'derioniua.o Au-
rora rimante, continua a ter o mesmo sortimeoio de gneros de prlmeira quaiidade.
a Maniate tabella sirvira' a todo* de base para ajuste de comas aos portadores.
Ia y ,um ar,nazem vender' mais barato e melhores do que a Aurora Brilhant*, ja'
A- sommemo Ia" ,em. J' mesmo porque seu dono s deseja tirar diminuto lu-
?,,, clltgu,! *,ara acumular as despeas do esubeleciment oor isso deixe se a-
>roveiiar, o prspnetarlo ha de fazer toda a diligencia, afim de servir bem os seus cons-
tantes frczuezes. '
freguezes.
jLatas com a libras dechouricas muito novas.
' a 7jiJ0.
Ditas grandes com peixo em postas inteiras,
raa|s d 12 .nulidades, a t$000, 15280 e
D.tas oiu ostras, escolente petisco para fri-
gldeira, a 720 rs.
)itas com ervilhas novas, ensopadas, a 720 rs.
Ditas com favas, a 6i rs.
Oitas com ameixas a 1$00, 15800 e 35500.
Ditas com mermelada do afamado fabricante
Abreu, a 720 rs.
Ditas can massado tomate, a-600 rs.
)iUs,;om figos de comadre, novos, a 15500,
Oium com bolachioha de soda muito novas, a
25)00.
Hilas com biscoitinhos inglezes de mullas qua-
&R li lades, a 15400.
Sap Coeelale.
v Ciitinhas comamelxas enfeitadas proprias
mfo para "limo a '200, 2J80J e 3;200.
gRChocofaie superior muito novo, a libra de
m m a l&m-
Jjtft W icirro, lalbariara e aiatria amarella.a libra
a 400 rs. #
l)ito lito dita branca, a libra a 100 rs.
'. uxas com estrelinha, pevide, e outras mas-
as, a cauta 3*4303.
''.i> lita em libras a G'iO rs. :
jud, libra a 360 rs.
>)Xd liuli para sopa a libra, a iO rs.
i rii.\ is seccas, a libra a 160 rs.-
1 i- le>Ci$cadas, a libra a 200 rs.
'ijio.:a nuito nova, a libra a 280 rs.
'ah de araruta verladeira, a libra a
iJ.J rs.
. .>'. d> Miranlio, em sacco, a arroba a
23100 ea libra a 8) rs.
>'to Ja liriia e Java, a arroba a 35200 e a ll-
ora a 100 rs.
i loiot > de Lisboa a 9jaOO a arroba e a 320
rs. a libra. .
i' de Santos, a arroba 75000 e a libra a
60 rs. .
I iliios com 125 ceblas grandes,,-, ij280.
I litarda franceza, caixa com 2 duzias a
Si
ja

Vinho verde superior.
A caada a 35000 e a garrafa a 400 rs.
(omina. '
Saccas de 4 arrobas, a verdadeira de sej
ensommar, a arroba a 35000 e a libra
120 rs. ,
Sabao massa, a libra a 200,240 e 280 rs. i
Fariuha.
Saccas grandes cora farinha de Goianna mu- j
to nova, a 55000. *
Caf.
Cafado Rio muito superior, a arroba a 85/
85500 e 95000. <
Cha.
Cha,temos uestes gneros o melhor possivel,.
hyson, a libra i 25600.
Dito parola a 35000.
Ditouxim a 25700.
Dito hyson muito Uno a 25S00.
Dito redondo a 25500.
Dito preto de primeira quaiidade a 25500.
Diio mais bailo a 25000 e 15600.
Erra mate.
Exo;llente cha me licinal. a libra a 240 rs.
Bsprrmarete. .
O ntasso com 6 vellas de espermacete a 600,
640 e 720 rs.
Passas.
Caitas de 16 8 libras de passas novas pro-
prias para mimos a 45 e 25300.
Nftr.es.
Sotes, a libra 160 rs. e airoba a 45000.
Ilpistl e patos*.
, Alpistae pampo, a arroba 45000 e a libra a
I 160 rs.
Cartas.
Cartas finas para oirar. a Ansia a 255'K).
Castanhas.
Castanhas nova* vinda* nete vapor, a arro-
; ba 4*000 e a libra a 200 rs.
Azeonas.
Barris com zeitonas novas a 15300
Manteiga.
7*000. I Manteiea snnerior, a libra a t-5200.
, i Vascos com mostarda preparada em fimgre, ni,a mais abaixo a 15J20.
, & i 400 rs. Dita menos soportar a 15
* tos i-iim conservas inglezas e francezas, a
.. atas e
640 e800 rs.
'9 i ios com sal refinado fino, a 640 e a 300 rs.
iiios rom a verdadeira genebra de laranja, a
i 13000.
Ditos Jo 2 garrafas de Hollanda verdadeira,a
40 rs.
BHijas com dita propria para negocio, a
\ 400 rs.
i larrafes com 2 galles com dita, a 65-
i S ireja boa, marea, a 500 rs. a garrafa, e a I
luz i a a 6J000.
'" i; 111 > moscatel de Stobal. a garrafa a 15-
-> .Marrasquinho vordadeiro, frascos a 80C rs. e
gHg a 15200.
rtHUhatnpafaa, a duzia 201000, e a garrafa a
25000.
Vzeite refinado portuguez e francez, a garrafa
a 15000.
'.iixi de vinho Bordame muito snperior,a
75,83. 93 e 105acaixa.
)tas com dito branco, a 75 a caixi.
rtr. Ditas c.imdltolariraas do O o uro verdadeiro,
fflK a 203.
-PDitas com duque do Porto verdadeiro, a
185000.
Ditas com chamisso snperior, a 145.'
Ditas com Porto velho e outras muitas mar-
W cas, a 125.
f?? Vinho do Porto da pipa, a garrafa a 640, 720
rf? e800rs. '
'i Dito <\" Lisboa mnBo bom, acanada a 35200,
S7& 35300 e 4,5, e a garrafa a 500 e 360 rs.
JB
MjpDiW da Figueira, das seguintes marcas (.\.)
3? (J. A. A.) (J. L. G.) (O. M.) a caada a
rib 43510, e a garrafa a 560 e 640 rs., deste
que j est engarrafado e lacrado cora o
rotulo do armaiem.
lDito de marcas mais desconhecidas, a cana-
da a 35300 e 4*000, e a garrafa a 480 e
520 rs-
,Vinho branco fino, a garrafa a '640 rs.
SDito de caja multo superior, a garrafa a
Hita franceza nova, a libra a 45120
Dita dita em barris e meios ditos, a libra
13 rs.
Dita para tempero a 400 rs.
Qnfijns.
Queijos novos viudos ueste vapor a 25800 e
35000.
Ditos londrlnos muito novos, a libra a
15000.
Papel.
i Papel almaco naulado. a resma a 45800.
Dito dito lizo de linho, a resma a 45500.
Dito de peso lizo e pautado, a resma a
25300.
Dito de embrulho, bom a 15 e 15200.
Vinho Madeira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-
deira a 15500 e 25000.
Temperos.
I'olhas de louro, pimenta do. reino, cominho'
e cravo, a libra a 400 rs.
Velas de carnauba.
.Massos com 6 velas de carnauba refinada a
480 rs.
Aaendoas.
Araendoas com casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Caixoes de doce de goiaiba, grandes 1*400
e pequeos a 640 rs.
lijles e Impar.
Tijolos de arear'tacas a 4W*s.
Grata.
Duzias de boi5es de i-m 41*9&000, e)
de latas a 15000, es bufos a S40 rs. ca-
da ura, e as latas a 100 BB.
Caawrtw finos.
Charutos finos dos reiteres fabricantes da
Baha por divorsos presos, caica* mei;
caixas.
800rE grande quantidade de gneros tendentes
estes estabelecimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
N. 11fina do QueiraadoN. 11
Superiores cortes de seda preta cora liadas barras.
Suoenor seda faconna o qae tu de raelher e mais gosio.
MoreanUque preto nuito bonito a 2*800, 3*, 3*800 e 4* o covado.
Completo ortimento de grosdenapl* preio de muitas qnalidades.
Pannos pretas e casemiras de tnuitas qualidades.
Bournns, chatcs els de renda pretos superiores.
Superiorespelissesesutembarquesde seda paras nheras.
Bonrnus de 13a para senhoras a 12*.
Chapeos e chapeiinas oe pal ha de Italia para senhoras.
Cortas de lia de barrase 1,45 a 22* de muito gosto.
E muitas outras lazmdas de superior quaiidade na ioja de Augusto FreJereo dos
Santos Porto aonde tamben) se vendem as melhores e mais baratas
Esteiras da India para forrar salas.
N. 11Ra do Qoeiraado S. 11
Otoas de ferro
Vende-se gran* sorUmenlo destas camas na
na .^ova n. 33 ; naggma |0a vende-se grandes
ounnoes de ferro Ifc-idos de porcelana tendo
dTi^asaseumpo de f^ recommendam-se a
quem precisar.
Superior ffirinha de mandi/yea
Vende-se a excellente,fariaha de mandioca de
.inta (^tharina, a bordo do.patacho nacional lo-
Ivcenoi, atracado ao trapiche haro do Livraroe.-
to, e na ra da Crnu, 23, primeiro andar, escrip-
tono de Anteralo de Almeida Gomes.
a variado.
33000
8*500
'K
TORIO MEICO-ClKUGICO
DO
DR PEDRO DE ATTAHYBE LOBO MOSCOSO,
MEDICO. PiRTEIRO E OPERADOR.
3 Eua da Gloria, casa do Fundfo 3
O Dr. Labe Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos os das das 7 s 1
horas da manbSa, e das 6 e meia s 8 horas da noite, excepcao dos dias -santificados
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio ha sempre mais appropriado sortimeato de carteiras
tobosavulsos, assim como tinturas de varias dymnamisaces e pelos preces seguintes
Carteiras de i 2 tubos grandes. 12^000
de 24 tubosgrandes. 18(^000
de 36 tubosgrandes. 24(5000
de 48 tubosgrandes. 30^000
de 60 tubos grandes. 350000
Prepira-se qaalquercarteira conforme o pedido que se fizer, e com os remed
q 13 se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 4 Sende para cima de 12, custarois precos estabelecdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.

NEM COROAS NEM MITRAS

CR1IIIB
ARMAZEM
DE
UUA DOilMPERABOR I. 40
t Jinto ae sebradem fie era aSr. Osbne,
DaarteAImelda 4t C, receberam de ana propria cuccbii:ca-
da o mala lindo e variado sortlmeno de niolhadoa, prc|rioa
da presente estadio.
Manteiga in^leza
Macas brancas
LIVKOS.
Jahr
rs. a libra eem barril a 8oo rs.
Hantelga franceza
pa safra nova a 60 rs. alibra, e em barril
a 5l0:rs.
Amendoas
libra.
Ameixas
A melhor obra da homeopathia, o .Manual de Medicina Homeopathicodo Dr. .
dons^rafldesTOlumes com diccionario............ 200000 :emfrascos ^ vidro com 3 libras liquido a
Medicina domestica do Dr. Hering,........... lU)$Otfo ^400, muito propios para mimos,
RepertorioJo Dr. Melle Moraes............. 65000 OartoeS
Diccionario de termos de medicina......., 30000 com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Os remedios deste estabelecimento sao por demais conhecidos e dispensara portan- y <.)xnG
to de seren n,ovamente recommendados aspessoas que qoizerem usar de remedios ver- Judias
dadeiros,energicos e doradores: hatndo do melhor que se pode desejar, globos de ver-'^o^bolachinhas^de soda de todas as qua-
dadeiroassucar deleite, notaveisaelasua boa conservaco, tinturados mais acreditados'
estabelecimentos europeos, a maisexacta e aecurada preparado, e portanto a maior ener-
ga > certeza em seos effeitos.
Casa de sade pura escravos.
Recebe-seascravos para tratar de .pialquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operacSo, para o que o annunciantejulga-sesuficientemente habilitado.
Otrataraento o melhor possivel.. tanto na parte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa a mais de quatreannns, ha muitas pessoas de cujo conceit se ao
pode duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
doentes.
Paga-se 20000 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 10500.
As operacoes ser3o previamente ajustadas, se no se quizerem sujeitar aos preeo
azoaveis re estarna pedir o annunciante.
Laboratorio enolosjico e cliiinico de F. P. Lebeuf e C
ra Montmartre, 31, em Paris.
Fabrica em Argentenll, prs Pars (Franca).
B0MFIC.\(!.\0 E FABRIG4C
D is vinhos, agaardentcs c licores.
V1XH03.Imitacao dos vinhos de todas as
qualidades,Ki.tr.vtu de M.'.l-ic, dosc para 230
litros, 1 f. 2, le Bordea*, 2 f., de Pomard, 3
f.,de Lisboa, 2 f.,de Cataln, 2 f.,de Porto,
Xerez, Muscatel, Malaga, dose para 2o ou 30 li-
tros, 41.
Substancia para fabricar oora o alcool e agua
os vanos cima e todos os outres. A dose para
500 litros, 50 f.
CLACIFICACO.-Ps Inglexes, pos dos vinhos
da Uespaiiha, da Franga, etc. A libra para 500
litros, 5 f.
COLOR.ACO.Purpirlgine para colorear os
vinhos brancos e vinhos claros. As dnas libras
AGUARDENTES.Essencia de cognac para dar
as agurdenles unlinarias o sabor eo aroma de
cognac. A garrafa para 100 litros, 5 f.
KIRSCH E ABSINTHO.-Essencia de kirseh e
de absiniho. para os fazer com alcool'e agua. A
garrafa para 100 litros, 5 f.
LICORES.Extractos para fabricar se todos os
licores eonnecidos sem fogo era alambique, (in-
dicar-8e os que se deseja.) A dose para 20 ou 25
litros, 3 f.
PERFUMES para fabricar-se o licores finos ou
comnuns a dose para 20 ou 2j litros, 1 f. 25.
TOBOS o* outros productos para o trabalho dos
vinhw,agurdenles, licores, vinagres, etc., sao
fabricados c, oncommenda.
UTENCILIOS de laboratorio e de chlmlra.
e engaiudo oossos
para 500 litros, 16 f.
Al'guns de nossos agentes tendo falsificado e mili lo nossas prepararles,
freguezes,-leve-si exigir sobre as rolhas e rtulos as inlciaes F. V. L. Paris,
0 modo.de usar-so das preparares acha-seindicalo no rtalo.
As encommendas devera ser aconpanhadas pir urna letra sobre Paris ou qualquer outra cida-
Franga, ou garantidas por ama casa conheci-la.Dirifir-se ais Srs. Lebeuf & C. chimicos, rua
martre, n. 31, em Pari, ou a-soa fabric am Arjentenrf, prs Pars.
- -5-i >u botica franceza, rua do Imperador n. 38.
F.4BWC.1 OB CHvPOS M SOL
X. 8* Itiit \t>ra esqnlaa da Caatnna do Carino e rua do
Cabng n. .
A lire-.toria desse estabelecimento o mais aportante
idades a 10300.
Chocolates
detodasasqualidadesal0OOO a libra.
Presuntos inglezes
dos melhor es fabricantes a 800 rs., tambera
teons velhos para 500 rs.
Queijos flamencos
chegados neste ultimo vapor a 206oo.
QUCljOS
chegados no ultimo vapor a 206OO cada um.
lueijo
londrinoo mais fresco que se p^de esperar
e de ^xcellante maree a 800(rs. a libra
sendo inteiro e a 900 rs, aretaibo.
Conservas in^lez^s
as mais novas que se pode esperar a 7C\) rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 10200.
Cha uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qualquer nao pode vender por menos de
3 a 20600.
dem perola
especial quaiidade a 25700 rs. a libra.
dem hyssn
o mais arormtico qio tera vindo ao nosso
mercado a 20600.
Massas amarellas
para sopa, macarro, talharim e aletria a
430 rs. alibra.
codito
o muito afamado cognacPal Brandy a l,8oo
rs. a garrafa e de outras muitas qualida-
des a 1,000 e 8oo rs. a garrafa
COPOS
lapidados para agua a 4,5oo e 5,ooo
duzia, e a 440 e 500 rs. cada um.
PAPEL
almaco grate, peso e de outras mutas
idades de 2,2oo, a 4,5oo a resma do me-
. tra.
a? irai
da safra novavinda no ultimo vapor a l,ooo para sopa a melhor que se pode drrejar,
macarrto, talharim ealeiria a 4(1 j$.
libra e 40500 a caixa.
Tinko
Figueira J A A e outras muitas aarcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa,
dem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa e
20800 a caada.
dem do Porto
generosos engarrafado des melhores fatri-
cantes da cidade do Porto a 10 e l^soo
a garrafa e de 100 a 120 a caixa, a.<- n ar
cas sao as seguintes: Chamisso i Filio
F. & M., Nctar ou vinho dos leozes,
lagrimas do Douro eoutros muito?.
Latas
com 10 libras de banha a 40CfO.
Bolachinha iDgleza
a 10800 a barrica da mesma que
vendem a 20000 e 20400.
Nozes
as mais novas do mercado a !2Cr*
'Cervejas
dos melhores fabricantes|e de todas
cas de 40300 a 60500 a duzia.
CHARUTOS v
Charutos Thom Pinto,. Reis e outros em
meias caixinhas a 10500.
Arroz ,
do Maranho a 100 rs. a libra, e da IDda
a 80 rs. a libra, e 20500 a 30000 a ar-
roba desses que vendem por 30400.
CAF
o*" sorte doRio de Janeiro a 805f
e 80800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
Carrafdes
com 4 V garrafas com vinagre a 10OOOcen
ogarrafao.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 10000 o frasco, e de 11*060
a caixa.
DEM
em frasqueiras de Hollanda a 5SC0 coa
12 frascos.
GENEBBA
de Hollanda verdadeira em frasqueira a 6oo
rs. cada urna.
PALITOS
os vfirdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a croza
e 2o rs. cada caixinha,
LICORES
finos de todas as qualidgdes, a lo.ooo a caixa
com uuia duzia e l.nnn a garrofa.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, cono se-
jam Abreu e outros muitos a 6oe rs. a
libra.
rs. a
Ihor.
as provincias vantagens que
importantes fabr
do que do costuras como demonstra a seguinte tabella t
queexte neste gacanolde 6iJ%**2 bo,ca
desta provincia goze das! exc8,lenle quahdade a 20200 a resma,,
proporciona a fabricacao em grande escala e directa relacio com as mais;azuj e Dardo n A*Ei
ricas da Europa, faz sciente que reeolve#-e a vender anda mais barato! rs ?rra a eniDru'hode l,4oo
kticonl em dazta.
20 0/o
10 %
rs. a resma.
a2,2o
Chapeos de sol de panno a 20000.......
armicSo de baleia a 20300 .
de seda armaclo deico nglez de 20 pollegadas
40, de 24 50, de 26 50500 e de 28 60...... 13 /
.Chapeosde sol inglezes abalSo 12 varetas, cabos mtiito ricos e
I seda superior de l\ pollegadas 80, de 26 90, e de 28 100. 15 */o
dem idem a balao de 16 varetas patent paragon de fox de 24
pollegadas 110, de 26120, e de 28 130...... 15 /_
Alm de muitas outras {ualidades de chapes de sol qe exigiera na mesma casa
como sejam de alpaka, ditos debrim de linho, etc., etc. ka tambem de seda e de panno
de todos os tamanhos efeitios, os qaaes s5o t5o vantajososoomoosannunciados. ba
sempre um constante sortimento de bengalas, chicotes, cachinbos, cutflaria fina ear-
mas de caga, os quaes vendem-seigualmente em porco e a retalho, notando porm
que o comprador por atacado ter sempre um descont razoavel, afim depoder reta-
Ihar pelo prego que o estabelecimentoretalha.
N. B. Os objectos comprados em menos de urna duzia sera"o considerados como
a retalho.
Corintliias
Francez barrica
Portland dem
Ena perfeito estado:
Pranctn; balitea 104000
Portland iem 120000 '
No armazem de Tasso iraiaos cae do Apollo.
Fio de rjpaao da Baha.
Vendefse no escriptorio de Amonio Lulz de 01J-
veira Azevedo 4 C.. roa da Crnz n.-l.
ADMIRAVEL PECHINCHA
CHALES DE E\A PRETOS
. 10^000 cada um,
Caseaa organdys de corea a 18 re. o corado.
A' fia da Crespo numero 17,
.tumo
Vinagre
Cebillas
. Alpista o Jhiiuco
CEBLAS
Pregunto
,?c o
LOJA DE
Jos Gomes Villar.
GOMMA NOVA.
Em paneiros muito alva a 4,ooors a anrpba e 16o rs. a libra e compran-
do de um paneiro para cima se far abatimenlo na rua do Imperador o. 40.
CHEGUM OSMMERMS CHILES DE
/
FIL PUTO.
Superiores chales de fil preto chegados pelo ultimo vapar francez, a
l loja das columnas rua do Crespn. 13, de An Ionio Correia de Vasroncel-
1 los A C.
mTZlS7 iSr"10 ""uadoQo.:.
ORAO DE BIGO
, aa rua do^ueimrdo n 7 rna da
muitefreseoY^rf8^
iargodoC,rmn^fmperadorn-40e
o verdadeiro preznnto de Lamego a S2o it.
a libra.
ARROZ
Maranho, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3,ooo, a 3,2oo rs. a arroba.
. VELAS
de espermacete de diversas marcas a ufo rs.
a libra e em caixa ter abatimenlo.
VELAS
de carnauba em caixas de arroba a
caixa e 34o rs. a libra.
Batata* novas
em caixas de 2 arrobas a 5 a caixa e C n
a libra.
Passas niuiio nms
em quartos e inteiros a 2,5 o quarto e (7tC0
a caixa e 400 rs. a licra.
Chocolate
portuguez o mais especial que se re 'p.
sejar a 800 rs. a libra el 40 rs o, A
, Frats en calda
chegadas ltimamente, pera, pecego,
outros muitos a 640 rs. a lata.
a ooo e 14 caixJe.
. GOMMA MUITO NOVA
em paneiros del e 2 arrobas a.
roba el 40 rs. a libra na
girjae
a 3jtT0 i ar.
elarfo

do Carmo n. 9
BOLACHIKHAS
J.W*.S.,?'*rr.4f.
armazem o VerdarldirA n B* *
n geral, quepara ^ZS^*!* '" wri
w a commodidade de todes er-
Verdadeiro Priacaal
Marca | verdadeiro em saccas
msssrstsss-
4
novas e grandes a 4,5300:
na rua do Imperador n. 40.
J. VIGNES.
Os pianos d'uf*-rbrS^ MPBHAJOR K. *&.
,aa superioridade, vaiuansT^.,f,c^e **%* COBhecldos P que nsario iasisth- sabr
Jtu me lies tem a5?*" f">tias que offerecem aos coiipradores, qnadAdes astas wtm .,,
--ndnra teclado eSl?M?MM,e CODmjistado sobre todos os {w-iemikreaittae* piST^S
SfXr or L.i^^lsT qneobadeoem todas as-voHtaies eprich*-ftuttofsS;2T
Sirl' I cUm7 abn9ad^ de proposito, e ter-se fito nUimameatoiBeiSraiMnIKCoSl
!SS ^doScts%trSEsqaan, *TOlee melodiosas e in^>e S?S5t
Faze^'- c?af?,?.e ^ encemmeBdas, Xanto nesta fabriea oomo nado Sr. Blondol de Parte i.
sorrespondeme de J. Vignes, em enja capital foram sempre premiado* em lodas aV MpS!e7 *
ihnlf ^leSt^e'2?,Tnent0 ?e acha semPre ""P'endido e variado sortimento de mosioas-o
^^Sdo?e*a!5vS:aSSnB Cm hlnnonicos e pianos b^onieos, sendo tude vendido po^
x ?
ILEGVEL
.


Diario de Pci-Baufeac* alnta felra 18 4e Afcrll de 165.
v
Atten^iO. Fbtenmi pretas para a qua
Fazeaias pretas *r* a qaarwou par resma.
par baratissma jr*C4, u laja e ar
aie* da Arara, ra aa laperurii
b. 56.
Loare* Pertira Jkndes Gtmar&es.
0 pnpnetario desla estabeleclmeato retira-se
para a Europa a tratar da sua saude, porm antes
de r<3lirar-3d pretende fater uta llquidagiio de ba-
baratissirao proco para fechar coalas ; agora fra-
geles veade-se grosdnapes preto muito bom
para vestidos, a 15S00, SJt e 25500, dito de S pal-
mos de largo, a 35 : na ra da Emperatriz loja da
Arara n. So.
Heurantlf e preto a S.
Ven td-se raeurantfaaa preto para vestido >3jo
covidj, grosdenaple multo largo e encorpado a 35,
25 jJJ. 2JE e 15600 o eovado, alpaca preu para
vditidjs e palitos a 500,600, 700 e 800 rs. o cova-
do, sarja de laa para rostidos, calcas e palitos a
6W e 800 rs. o corado, lia preta para vestidos a
610 rs, Ijj'.nbiziaa preu para vestidos a 1*280 o
corado : ra da Imperatni loja da Arara n. 56.
Ricos vestidos a Hara Piaa 12$.
Veo.dera.-se ricas vestidos a Mara Pia a 105,
iii, 145, 163 : roa da Imperatriz loja da Arara
n. 36.
Arara vende pecas de panninho a 5)5 e de
madipolSo a 45.
Ven len-se pecas de panninho muito fino de 42
jardas a "5, venienwe pecas de madapolo infes-
tado a 45 e 4*300, udera-se pecas de madapolo
de 2 i jardas bom a 65, 7JE, 75500, 8JE, 9JE, 10JE e
123, vendem-se pecas de algodostnho a 3JE, 6JE,
7*, e 8* ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende os bales a 25500.
Ven Lira se bales de arcos de todos os tamaitos
a 2J50J, 35. 3JE300 e 45: ra da Imperatriz
n.a'6.
L"i tinhis da Arara a 320 rs. o covado.
Vea ldin-se lazintias para vestidos de seohoras
e meninas a 320, 400 e 300 y., ditas lizas de to-
das as cores a 400, 500 e 560 rs. o covado. cassas
fi'lis para vestidos a 320, 360 e 400 rs. o covado :
ra da Emperatriz a. 56.
Chitas dt Arara a 240 rs. o covado.
V mi le n se chitas de cores flxas a 240 e 280 rs.
ocovab, dltis francezas Boas a 320, 360, 400 e
3)1 preclara para vestidos a 500 e 360 rs. o cova -
do : ra da Emperatriz loja da Arara n. 56.
LiTii'iaco de soutambaques e laazinhas a
U, U e 10.
Venlem se soutambaques de laazinhas para se-
nhoras, a 73, 8, dita de alpaca branca a 103, ditas
ni un) tinas de grosdeaaple preto a 205, 233 e 305,
cap is prdtas de grosdeaaple lino a 205, 235 o 305,
manteletes pretos de grosdenaple a 205 e 225, go-
linlns para seulwr* a 210, 320 e 308 rs., mangui-
tos co n gola a 15. camizinhas para senhora, 25,
e 33, ditas muito unas bordadas a 45500 : na loja
do .irat-siro da Bia-Vut* ra da Imperatriz loja
da Arara n. 56.
i: )i-ti;s de ditas linas a 2#400.
V-'.n lin-se corle de ditas com IU covados por
254'), dnis da dita raneeza a 35200, cortes de
cassa raneeza fina com 11 covados, por 35, ven-
' n se :i'"is de cambraia branca lisa a 35500,
43 >.)), -*>$>)), 6JE e 85 ra da Emperatriz n. 56.
Li i ti iaoi) de roupas feitas palitos a 2$.
Ve Je n se palitos de brira de cor a 25, 25500 e
35, j 11 utdei de brl a pardo a 33 e 35300, palitos
de casi aira be.n feito a 55, 65, 73,83 e 105, di
tos d panno preto bom a 85 e 105, ditos sobreca
saos de casimira de cor e preta e de panno a 125.
143,165 e 203, caiga de brim decr a 25 e 25500,
ditas bratcas de linho a 35500 e 43, ditas de ca-
simira de cor 45,65 e 83, pretas a 55, 63 e 83,
colletes i casimira de cor e preto, do brim de cor
a 15T3J\ braicos a 23 e 203,0, ceroulas feitas a
1524J, 'litis Unas a 15600 e 25, camisas france-
zas a 25 e 23500, ditas inglezas de pregas largas a
35, dd liaho a 35 e 35500, colerinhos econmicos
a 649 rs. a duzia, ditos de linho a 500 rs, am : na
ra Ja Imperatriz loja da Araja n. 56.
Arara vende as cobertas a 20.
Venlem-se cobertas de chita finas a 25 e 25300,
ditas de damasco a 45 : ra da Imperatriz u, 56.
E" na Arara que e ven le cortes de casimira
preta a 33.
Vendem-se cortes de casimira preta [Jara calca a
35, 33500, 43300,* 63 e 85, ditos de cor a 35,
45390 e 6i : ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende panno preto a 25.
Xa loja do Pavo.
Acna-se este estabalacimentoeompleamente sor-
ttdo de fazendas prelas proprlaspara a quaresma,
t saber :
Gfosdeaaptes preto largo e muitissimo encorpa-
do, outros mais estrenos tendo dos preces de
15280,1*600,15800, 25, 25400 e 35, superior
moreaatique preto a 35, superior sarja preta hes-
panhola, superior setim preto maco, ricas capas
pretas bordadas, sontembarques mnito bem enfei-
tadas, ricas vasquioas e casacos dos mais moder-
nos que lem vlndo, superiores manteletes, camisi-
shas com manguitos proprias para luto e ricos
chales pretos de rede, tudo isto se vende mais ba-
rato do que em outra qualquer parte por ser a di-
nheira: na loja do Pavo ra da Emperatriz n. 60
de Gama & Silva.
As roupas do Pavo.
Acha-se neste estabelecimento um grande sorli-
raento de roupas feitas para homem como sejam :
superiores paletols sobrecasacos de panno preto
muito uno e feriados de seda a 225, 255 e 305,
ditos forrados de alpaca a 1*3, 165 e 205, supe-
riores paletots de casemira tanto saceos como so-
brecasacos, ditos de meia casemira pretos e de co-
res, ditos de brim de todas as qualidades, colletes
de casemira pretos e de cores, velludos, setins
AO PUBLICO
em o
gimento
importe
enor constran-
se entregar o
do genero que
lo agradar.
ATTENgAQ
Ot preeoa da seguate
tabella para todo*, po-
dendo asslm servir de ba-
se para o ajaste de cootas
con os portadores.
ARMAZEM UNIAO MERCANTIL
RA DA CADEIA DO RECIFE N. 53
(Logo passando o areo da Conceleio)
PARA BEM DE TODOS,
Senhores e senhoras, o aceio que presidio aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que tudo a promptidao e intei-,
meihoresmp0^s/stas bras corl*?M f1" nm do,s reza com que serSo tratados, convida a urna visita ao mesmo, certos de que sem duvida me darlo a proteccSo e preferencia na com-i
vm^^mSS!^\StVTSSSj^Li prados gneros que prec!sarem, e quando nao possain virpodero mandar seus portadores, anda que estes sejam pouco praticosj
Emperatriz n. 60, de Gama & silva. pois ser5o t3o bem servidos como se viessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommendatao, am de que nao vo em
Juilas em curtes com 40, 11 e 12 covades outra parte.
Vandt-se um* viaebioa de copiar cartas, 1 rr,. .-
nho de moer caf, 1 batanea ngleza, uim- di- fia?,
vasias. herva matte a 160 rs. a liLra, vflas de fs-
permecete a 600 640, carnauba 440 480 pai-
sas a 400 rs., vinho de Utboa a 320, 4(0 e 4&0
Figueira 500 e 560, blanco 500 p. 560, Porto 6i0
e 720, touclnho de Lisboa a 320 e 400 rs.. ballas
a 25700 o gigo, e 100 s. a libra, arroz Miperlor a
100 rs., caf sotte a 260 e 280, azeite dice a 860
e 640, cha 25560, dito preto 1;600, taho mam
supenor a 200 e 210, ceblas a 15 o rento, fan-
nha do llaranhao, alpista, masteiga, lonl a dt-101-
co, e outros muitps genero* qoer em porres n mo
a relalho mais barato do que em outra >olqurr
parte, com o dinheiro avista : na ra Direita u.
li, armazem attencioso.
Vende-se um terreno na Capunsa r 4(>
palmos de frente e 280 de fundo, plantado de lt-
l ratigeiras novas, tendo cacimba e dns frentes,
urna para a estrada do Lacerd, e outra para um
I hecco: a tralar na ('apunga, venda dos Quatro
Cantos n. 35, de Jos de Almeida Ferreira.
XJXS^m^SSiSSi Minleia ig peci.lineateeaecll.idaa
Veali-se panno preto para calca e palito a 25,
35, 2j*)00, 43,43500 e 65 o covado, casimira pre-
ta una a 25,25500 e 35 o covado e outras muitas
fazendas para liquidar : na loja e armazem do
Arara, ruada Emperatriz n. 56. ______________
Navidades
Na nova loja de fazendas e
roupi feita nacional
IIaa da Emperatriz m. 72
Peetiicha
Cortes de ehltaa t400
Venle-se cortes de chita com 10 covados a
2)V)0 a 3}00,ditos de cassa a 35. ditos de laazi-
nhas para vestido a 35600 e 45, ditos Anos de bar-
ras a Miria Pia a 123, 43 e 16, ricos souteam-
bariaes de laziuha em fantasa a 83- 73 e 105,
ditos Je grosdenaple pretos fiaos a 205, 225 e.255,
capas pretas de grosdenaple a 205, 235, o 255,
na ra da Emperatriz n. 72.
. Fazendas pretas para a quaresma.
Vende-se grosdenaple preto fino a 15600, 25, e
23350 o covado, panno fino para calcas e paletots
a 25,33, 33303, 43503 e 55 o covado, casimira
preto liua a 25, 25300, e 35, alpaca preta para
saias e vestidos a 500, 600 e 800 rs., sarjas de la
para calcas e paletots a 640 e 800 rs. o covado.
Laazinhas a 3i0 e 360 rs. o covado.
Vonde-se laazinhas para vestidos a 360, 400,
500, e 560 o cowado. chitas finas para vestidos a
240 o 283 o covado, ditas trncelas finas 320,
360 e 400 rs. o covado, capas francezas tinas a
320, 360 e 400 rs. o covado:
Rortpa feita.
Venle-se paletots de cor e preto a 55, 65, 85 e
105, alcas pretas de casimira a 55, 65 e 85, cor-
tes de colletes e paletols de brim a 25, 250OO e
3$ : na ra da Imperatriz n. 71
Madapolo entestado a 45.
Vende-se pecas de raadapoEd entestado a 45,
dito era panninho a 55, *cas de madapolo de 24
jardas bom a 85,75 e 105, ditas de aloao a 35,
65, 7 e 85, cortes da calcas de brim a 13600 e
23, ditos de casimira prela a 35, 35500 45 e 55 :
na ra da Emperatriz n. 72.
COXFEIT4IU t
des ananezes, rae da Grus numero 16.
Contina a ter empadas, superior presunto a
850 rs., dito em Samare a 15600, racebem-se en-
commendas de bandejas de doces, nes-de-l sim-
ples e enfeltado;, kkes, para es qnaes ha bonitos
enreites, tambera tena figuras em grupos para bap-
tizad >s e casamentes, pwpara-se igualmente lata
com caj crystallsado proprio para exportar, vi-
nhos do Porto e Figuelra, outras qaalidades, e su-
perior Bordeaux em garrafas grandes a 800 rs.
PROPRIO kaRA SENHORA.
Vende-se um axcellente cavallo mnito no-
vo e manso com todos os andares: na co-
cheira do Paulino, raa de Santo Amaro.
Cele te gaz.
Piten do gaz.
Alcatife da gaz.
Coke tonelladas rs. 105000
Piten ..... 800000
Alcatr5o caada. < 40
O coke reconhecidamente o carvao mais econ-
mico, torna-se por isso recomraendavei, bem ce-
rno pelo asseio que se'ola as coziobas aonde
elle usado. Pitch e alcatrao* al das applicac5es
diversas a que se pr*st*m, como para callafetar
embarcaedes, alcalroar raadeiras, etc., tem este a
propnedade de preservar do cplm, frmigas, etc.
E' entregar na fabrica in gu bu mandado por em
qualquer ponto da cidatfe, legodo a vootade do
comprador.___________^^ ____
ras todas de cores!*. as com 10 covados a 35200,
com 11 covados a 35600 e cora 12 covados a 45,
pechincha para se apurar dinheiro : na loja do
Pavo, de Gama 4 Silva, ra da Imperatriz n. 60.
Camisionas a 1$.,
Vendem-se camisinhas com manguitos, sende
muito bem entenadas, proprias para senhoras a
meninas, pelo barato prego de deztustdes cada
ama : na loja do Pavao, ra da Emperatriz n. 60,
pe Gama & Silva.
Cortes de cassa a 35.
Vendem-se muito bonitos cortes de cassa,tendo
7 varas cada corto, com desenos mnito delicados
pelo baralissime preco de 35< (0 o certe : s na
loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Cambraias lisas, na loja do Pavio.
Vendem-se pegas de cambraia lisa muito fina,
tapada e transparente, pelo baratissimo oreco de
45 tendo 81|2 varas cada peca, ditas mnito Jias
a 75, 85 e 95 a pega, ditas victoria com 10 va-
ras pelo baratissimo prego de 75, 95 e lC&,ditas
Garrazes fazenda muito eucorpada fazenda pro-
pria para forro a 360 rs. a vara ou 25600 a pe-
ga : isto na loja do Pavao ra da Impoiatriz n. 60,
de Gama & Silva.
Os vestidos do Pava.
Grande pechincha a 35500.
Vendem-se os mais bonitos vestidos de cambraia
transparente Imitaco de tarlatana com mnitos
delicados desenhos, muiio proprios para partidas e
passeios pelo baratissimo prego ne 35506cada nm,
sendo fazenda que sempre se venden a 75, na loja
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Vestidos a 4$ e a 7
Na loja do Pavo vendem-sericos cortes de vesti-
dos Maria Pia, sendo bordados e com barras,
pelo barato prego de 45 e 75, sendo fazenda qoe
val maito mais dinheiro, isto por haver grande
porgo, na loja do Pavo ruada Imperatriz n. 60,
de Gama A Silva.
Os enfeites do Pavio.
Vendem-se os maisraodernosenfeitesparacabega
de senhora: na loja do Pavo, ra da Imperatriz
n. Go, de Gama & Silva.
As cassas de Pavo.
Vendem-se as mais bonitas cassas francezas, de
padroes miudinbos e grados, chegados pelo ulti-
mo vapor, pelos baratos pregos de 300, 320, 360
rs., por haver grande porgo : na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n.O, de Gama & Silva.
Ai laazinhas transparentes a 400 rs.
Na loja do Pavo vendem-se as mais modernas
laazinhas transparentes, sendo de listas mludlnhas
aimitagodassedinhas, pelo barato prego de 400
rs. o covado; ditas enfestadas de urna s cor e
ditas de salplqoinhos proprias para vestidos e rou-
pas de mangas : na loja do lJavao ra da Empera-
triz n. 60. de Gama & Silva.
Ricos soutambarques de Pavio.
Acaba de chegar um rico sortimento de sou-
tambarques de grosdenaple preto muito bem
enfeitados, que se vendera pelo barato prego de
205,225, 253, 305- Capas e casacos de glace pre-
tos que se vendem muito era centa: na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Aos viute mil covados de lia.
Grande pechincha a 240 e 320 ris.
Vendem-se as mais bonitas laazinhas transparen-
tes, sendo cqm llstras e quadrinhos miudinhos, e
lisas, tendo de todas as cores, assim eomo pretas
e roxas para luto, pelo baratissimo prego de 240
rs. o covado -, ditas transparentes com palminhas
de seda Mara Pia, tendo de todas as cores, e
afumas proprias para luto, pelo barato prego de
320 rs. cada covado, isto por haver nma grande
porgo : na ra da Imperatriz n. 60. de Gama
Silva.
Vestidos Hara pia,
Grande pechincha a 10^000 rs.
Chegaram os mais bonitos cortes de la Maria
Pia com as barras primorosamente bordadas, tra-
zendo os competentes enfeite"?para o corpo, :>endo
todos com as cores mais delicadas que tem vindo,
veudem-se pelo baratissimo prego de 105 o cor-
te,ditos de precala com lindas barras e enfeites,
com 19 covadoscada um a 105, ditos de cambraia
com barras bordadas a crox no ultimo gosto, pe-
lo barato prego de 65 : na loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama Silva.
Caasas de Iioo a 360 rs.
Chegon esta nova fazenda, sendo cassa de linho
propria para vestidos e roupas para criangas,com
muito delicadas cores, a moderna, e vende-se pelo
barato preco de 360 rs. o covado : na loja do Pa-
vo, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Laazinhas lisas.
Vendem-se as mais finas laazinhas de nma s
cor, tenda grande sortimento : na luja do Pavo
raa da Imperatriz a. 60, de Gama & Silva.
Chales argentinos de renda.
Chegaram ltimamente para a loja do Pavao os
mais ricos chales de renda cora tres ponas, sendo
todos pretos, e tambemoom assentos de cores, sen-
do neste artigo os mais ricos que tem vindo a este
mercido, ricamente bordados e cerculados de um
elegante bico preto de mais de palmo de largura;
estes raodernissimoe chales nao s sao proprios
para passeio por fazerem urna elegante vista sobre
um vestido de qualquer cor, assim como muito
proprias para, ps actos da quaresma : vendem-se
nicamente na loja de Gama & Silva, ra da Im-
peratriz n. 60, loja do Pavao.
I.ooo e 8oo rs. a libra e em barril se faz
abatimento.
Idemfrancezaa mais nova do mercado a 96o
rs. a libra e 900 rs. em barril ou meios.
Cha bysson de superior qualidade a 2,600
rs. a libra.
Cha perqja o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra,
dem bysson muito superior em latas de 5
libras muitoproprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra,
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a l,Goors.
Aletria, macarro e talharim a 4oo rs. a li-
bra e C,ooo a caixa.
Massa para sopa : estrelinha, pevide e rodi-
nha branca ouamarella a 64o rs. a libra e
*l,5oo a caixa com 8 libras.
Vinho do Porto muito fino proprio para
engarrafar, em ancorelas de S caadas a
35,ooo rs.
Vinho em pipa : Porto, Figueira e Lisboa a
32o, 4oo e 5oo rs. a garrafa, e em caada
a 2,5oo, 3,ooo e 3,8oo.
Vinho braaco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa e em cana-
da a 3,ooo e 3,5oo.
dem preto o que se pode desejar neste ge- [ Vinho branco para missa em caixas de i du-
nero a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra. *a a Moo e 68o rs. a garrafa.
Linguicas muito novas a 8oo rs. a libra e em Vinho do Porto das melhores marcas que
barril se faz abatimento.
Chouricas e paios a 8oo rs. a libra.
Costelletas inglezas a 64o rs. a libra, serve
para temperar panella oo para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo rs., ditos de navio de vella a
2,ooo rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 8oors. a libra.
dem prato a 8oo rs. a libra, e inleiro se faz
abatimento.
dem suisso o mais superior que tem vindo
ao mercado a 64o rs. a libra.
Ervilhas e favas portuguezas j preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Feijao verde muiio superior a 640 rs. a lata.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e 5,5oo
rs. a duzia.
dem idem para vidho a 24o rs., e 2,4oo rs.
a duzia.
Chocolate francez hespanhol e suisso a 9oo,
l.oooel,2oors.a libra.
Espermacele superior a 6oo e 64o rs. a li-
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
cradas e das melhores qualidades de pei-
xe a 8oo, l,ooo e l,2oo rs.
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-
das que vem ao nosso mercado a 7,ooo e
8,ooo a caixa e64o e 7oo res agar-
rafa.
Genebra de Hollanda a 48o rs. a botija de
. conla certa.
Frasqueirasde genebra de Hollanda a 6,8oo
e 64o rs. o irasco.
Genebra de laranja verdadeira em frascos
grandes a l.ooo e I I.ooors. a frasqueira.
Caf do Rio de Ia qualidade a 28o rs. a li-
bra e 8,5oo rs. a arroba.
Cafdo Cear muito superior a 24o rs. a li-
bra e 7,5oo rs. a arroba.
-vem ao mercado como sejam : Lagrimas
do Douro, Duque do Porto, Rainba de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz 1, Madei-
ra Secca, Malvazia fina a 16,ooo, 15,ooo,
12,ooo e lo,ooo a caixa com 1 duzia e9oo,
l.ooo e l,5oo rs. a garrafa.
Vinho Cherexde superior qualidade a 16,ooo
a duziae l,5oo rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 4oo rs. os quartos e
64o rs. as metas latas.
Bolachinhas inglezas muito novas a 5,ooo a
barrica e 320 rs. a libra.
Bolachinhas de soda em latas de diversas
qualidades a l,3oors.
Sal refinado em frascos de vidro com lam a
do mesmo, a 5oo rs.
Cerveja branca das marcas mais acreditadas
que -ern ao mercado, a 5oo, 56o e 64o
a garrafa, e 5,8oo, 6,ooo e 6,5oo a du-
zia.
Gevadinha de Franca muito nova, a 2oo rs.
Charutos do aflamado fabricante Jos Furta-
do de Simas, das seguintes qualidades:
Exposic3o Normal de Havana, Imperiaes,
Londrinos, Guanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,5oo, 5,ooo,
6,ooo e 7,ooo a caixa ou em meias.
Charutos finos de diversas marcas e fabrK
cantes, como sejam: Flor do Norte, Ma-
nilbasde Havana, intervallos,Vencedores,
Panalellas e Suspiros, a 2,ooo, 2,5co
3,ooo a caixa.
o gnac inglez das melhores marcas, a 8oo e
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,ooo a lata com
4 libras.
Farinba de araruta verdadeira a 32o rs.
libra.
Matte, excellente cha para os navegantes,
2oo rs.
Sebollas de Franca muito grandes e novas
a l,8uoo cento e l,2oosolas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.
Toucinhode Lisboa muito novo a 32o rs.
libra e8,5oo a arroba.
ESCBAVOS FGIDOS.
Desappareceu no dia 22 de n.argo do ur
rente,anno, da rasa de Fiamiico Uoielho Ir J!r-
donga, a preta Meca*, ewrava do Sr. Antonio Ma-
ria de Araujo s-enhor do engento Paras no tnn o
de Agoa fela, representa ter o> idide !3 : 24
annos, estatura regular, ebeia doror|o. naiiz cha-
to, beigos grossos, levou veMido de chita de as-
sent rxo com flores eDcarnacas e chales tifio
de merino : quem aprehender levarrir-a ao ei-
penho supra ou a ra Nova de Sarta Bita r>. 35,
que ser recompensado.
Aos capites de campo
Desappareceu no dia 21 do crreme, da rasar**
seu senhor, e eseravo de none Iteredide, tilia
e.'curo. com idade de 25 annos, levtu ve.-tico cal-
ta de algodo de lislia, camisa de alpoco ta Li-
ra, e chapeo de couro de abas lsi|a*,unn .lua
Iregular, cheio do corpo, cabello a emviila
Ihos pretos muito vivos, nariz e becra rtfuhmt,
muito pouca barba no queixo e um tcqutno In-
go.todos os dentes, ps regulares, etc.; de |ie-
sumir queseguisse a estrada de Goianna ji nr
vindo da cidade de Souza, provincia da Paiabita,
ha 13 dias, e foi comprado ao Pr. Jos Antcnio
Borges daquella cidade : roga-se portanto aos se-
nhores capitaes de campo a apprehensao do nfe-
ridoescravo, e levarem-DO a roa do Imperad! r n.
83, segundo andar, qne se gratificar rom i'.('Z-
ra mimo a 64o rs.
Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
para mimo a 3,ooo rs.
Passas de carnada a 8,ooo a caixa e 4oo rs.
a libra.
Figos de comadre a 24o rs. alibra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Milo de amendoas a 5oo rs.
Bolachinha d'agua e sal, da fabrica deJoo
de Brito no Beato Antonio, em lata de 6 li-
bras por 2,5oo rs.
Ameixas francezas em fiasco de vidro com
tampa do mesmo, a l5oo.
Ameixas franj* zas em caixinhas de diversos
tamaitos com bonitas estn pas na cai-
xa exterior, a l,4oo, l,6oo, l,8ooe2,ooo
cada urna.
Azeite doce refinado hespanhol ou portuguez
a 9oo rs. a garrafa e lo:ooo a caixa.
Batatas muito novas a 8o rs. a libra e2,5oo
o gigo com 36 libras.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,ooo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a
4oo rs.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Arrozdo Maranhao de 1* qualidade a looMolho inglez em garrafa de vidro comrolha
rs. a libra e 2,8oo a arroba. do mesmo, a 16o rs.
dem da India a loo rs. a libra e2,8oo a.Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
arroba. a 8oo rs. o frasco,
dem de Java a 8o rs. a libra e 2,4oo a ar- Mostarda francesa em potes j preparada a
roba. 4oo rs. o frasco.
Painco e alpista a 14o rs. a libra e 4,ooo a, Lentilhas francezas, excellente leguine para
arroba. sopa, a 2oo rs. a libra.
Massa de tomates de superior qualidade a 64o Marrasquino de Zara propiamente dito a
rs. a lata de urna libra e56o rs. a reta-; 1$ a garrafae ll.ooo a duzia.
lho. Palitos de dente a 14o rs. o maco.
Cartoes com bolo francez muito proprios pa- Banha de porco refinada a 56o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentemente tem vindo ao mercado, a 2,ooo
a lata.
Farinhado Maranho muito al va e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l,5oo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamaDhos, muito proprias para
mimo, a l,6oo, 2,6oo e 3,5oo cada urna.
Ruibos, excellente peixe portuguez, era
barris pequeos ou a relalho, a visla se
far o preco.
Azeitonas de Rivasem ancoretas grandes de
8 garrafas por (Joo e 8oo rs. a garrafa.
Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
l,5oo cada urna ancorela.
Champagne da melhor qualidade que vem
ao mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
24,ooo e 26,eoo o gigo.
Gomma de engommar muito alva a 12o-rs.
a libra.
Figos em sextinhas a 8o rs, cada urna e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,ooo a resma.
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
os, per diversos precos.
Amendoas confeitadas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 8oo
rs.
Vinagrado Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa ea l,4oo e 2,ooo rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa a 4,8oo rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre branco j engarrafado a 5oo rs. a
garrafa.
RIVAL
Sem segundo,
Ra do Queiuiado, n. 49 e So. K' para adnirar.
Vinho do Porto superior em caixa de duzia,
tem para vender Antonio Lniz de OEiveira Azeve-
do dt C, no sen escriptorio ra da Cruz n. 1.
Soutambarques de cor na loja
do Pavao.
Chegaram pelo ultimo vapor francez os mais r-
eos soutambarques ae cores, sendo os mais bem
enfettados que lem vindo a este mercado, com
adornos de velludo, seda e setim, renda, etc.. s
avista do grande sortimento qne os freguezes
Bodem dar o verdadeiro aprego a esta fazenda, e
vende-se por diffrenles pregos conforma a quali-
dade : na loja do Pavo de Gama e Silva, ra da
Emperatriz n. 60.
Manteletes de filo na loja de Pavio.
Vendem-se os mais ricos manteletes de fil pre-
to e nteos com os centros de cor, sendo oeste ar-
tigo e mais.rico que tem vindo ao mercado e mais
moderno por seren muito compridos e com dell-
cadiasimo lavrores: na loja do Pavao, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Para meninas.
Vendem-se mnito. bonitas roupinhas proprias
para meninos de 1 a 4 annos, sendo calcinhas e
jaqoetinhas ignaes, e muito bem enfeitadas : na
loja do Pavao, roa da Imperatriz n. 60, de Gama
s Silva.
Calcinhas do Pavo.
Veaden-ee naife bonitas calcinhas bordadas pa-
ra meninas a 640 rs.: na loja do Pavio, rna da
Imperatriz n. 60.
Carretis de liona com 150 jardas.
Ditos com 200 jardas de Aiexandre de
U a60..............................
Dito dito de 60 a 200..................
-Novellos de linha grandes com 400 jar-
das .................................
dem idem brancos e de cores de 100
iard.s...............................
Livros para assento de roupa lavada...
Cordao branco para espartllho (vara)
Varas ie franja branca larga...........
Pares debotdes de punbo todos de cures
Tinteiros de barro com tinta...........
Tesouras para costuras finase nnhas
Ditas para costuras com toqoe d'avaria
Escovas para limpar dentes muito finas
160,200o..............................
Caixas com 100 envelopes das melhores
qualidades...........................
Ditas com 20 cadernos, rapel pautado e
liso...................................
Cadernos de papel pequeo (e a reta-
mo)..............................
Meiadas de linha frouxa para bordar.
Pares de sapatos de tranca........
Massos com superiores grampas para
senhora.............o.........
Frascos de macaga perola mnito suerior
Ditos de verdadeiro oleo de babosa a
400rs. e............,............
Ditos e garraflnhas de agna de Colonia
maito lina........-............
Ditos de banha a Ganbaldi e da familia
imperial............ -2.......-----
Pegas de fitas elsticas para_vestidos a
melhor qualidade.................
Parea de ligas para senhora as melho-
res ..............................
Pegas de blco? francezese reaoas.....
Fraseos de agua dentifrice mnito supe-
rior............................
Caixas com 4 papis de agulfaas a balan
e Victoria........................
Libras de laa sendo de todas as cores..
Bonecos vestidos e lambem de choro.
Calas com superiores brelas........
Ditas de linha de gaz com flO no-vellos..
EnQadeiras de fita para espartilhos... -.
Carretis de linha de cores com 100 jar-
das .............................
Pegas de cordSo imperial. ..,.....
GAZ GAZ GAZ
Veade-se gaz da melhor qualidade
l,<5 a lata: nos armazensda ruado Im-
perador n.16 e ruado Trapiche Nevn.8.
Milbo novo em saceos grandes: no trapiche
de Cunha, a tratar com Tasso Frmos.
60
120
100
80
30
100
20
160
120
100
400
200
320
640
600
20
20
1*500
30
200
800
400
900
140
320
320
800
200
62000
160
to
800
60
20
40
BOTICA E DROGARA
Biirlholomeu Francisco de Sonza & C.
34Hu larga do Rosara34
Vendem:
PilulusHolloway.
PilulasdoDr. Lavllle.
Pilulasdo Dr. Alian.
Plalas do Pobfehomem.
Pilulas americanas.
Pillas vegeta es.
Pilulasvegetaes assucaradas de Kemp.
Salsa de Bristol.
Remedies do Dr.Coable.
Elexir'de Pepsina de Grimault.
Vinho de Salsaparrilha deCh Albert.*
Iojoaei* Feaugas.
Agua deutificade Desirabode.
Papelchimico, para tainos.
Xarope depurativo de Chable.
Licor aromtico d Raspail.
Pos anti-epileticos deBrest.
RobL'AfJecteur.
Xarope do Bosque.
Ungento Holloway._______________ .
PechBclia nai valoja de fazendas
roupa feita nacional, rna da Impe-
ratriz n. 72.
Pechincha a 240 rs. o covado de chita.
Vendem-se ebitas de cores fizas a 240,280 rs. o
covado, ditas francezas largas, a 300,320, 360, 400
e 440 rs. oeovado : pegas de- madapolo fino a 6,5,
7, 8, 95 e IOS pegas de algodao a 59, 6#, 7$
e 85 : ra da Imperatriz n. 72.,
Roupa feita nacional.
Vendem-qe patitos de eazemlra preta e de cores
a 55, 65, 85 e 105, ditos sobreeazaeos a 12. 14a
e 105 Palitos de brim de cor a 25500, 35 e35500
rs., calcas da cazemira preta a 6#, 73 e 8$, ditas
de cazemira de c5r a 5*. 65 7, e 85 ; coletos de
cazemira decores e pretos e ditos de brim a 15500,
e 25500 rs., raigas de brim de cor a 25,25500 :
rna da Imperatriz n. 72.
SonUmbaraoe de ores a 7$, 8 11 Or.
Vendem-se soutambarque de la e seda para se-
nhoras a li, 85 e!05; ditos de grosdenaple pre-
to a 20a e 255 ; capas pretas a 20 e 255 i ?cstl-
dos de la a Maria Pa a 5, 14* e 165 : rna da
Emperatriz tafft.. ..
Cartea e eazemlra preta a 3$.
Vendem-ae cortes de cazemira preta para caiga
a 35,
5* 65 e 65, ditos de
35500, 55
cor a 35,45,55, e 75, ditos de brir
15900, e 25, ditos de chitas finas t W
ditos de camas franceza a 35 roa d
loja do barateiro n. 72.
zemira de
^de cores a
1 e 35M0,
Imperatriz
A moOO k S4CC4.
Feijao mulatmho novo a 125, milho a 45 : na
ra dos Qoarteis n. 22.
RIVAL
SEM SJEGUNDO
Na rna do Queimado n. 49 e 55 lojas de minde-
zas de Jos dt Azevedo Maia e Silva contina a
vender tudo por pregos mais barato do qoe em
outra qualquer parte, quem qnizer ver o qoe ha
bom e barato venfla a loja do Rival.
Duzias de phospbros de segoranga a ...
Francos com essencia de Sndalo muito
superior..........................
Pentes de tartaruga muito fino a.......
Pegas de fita de la prela para vestido de
10 varas .........................
Escovas de roupa muito superiores a...
Latas com superiores banha............
Frascos de vidro eom superior banha..
Pares de luvas de seda muito linas....
Enfeites do melhor gosto que tem vindo.
Garrafas d'agua de Florida, verdadeira.
Pulceiras do melhor gosto e modernas.
Volta para pescogo do melhor goslo....
Baralhos para voltarete, finas a 200 e..
Varas de franja branca de liaba tjae
tem muila serventa................
Duzia de pennasd'ago muite superiores
Frascos de oleo Bboza muito finos.....
Talheres para meninas a melhor quali-
dade............................
Diversos livros, todos religiosos a 100,
200.................................
Dazla de colheres de metal muito finas
para sopa...........................'.
Duzia de colheres de metal muito finas]
para en........................
Grasas de botoes de osso pora caiga...'.
Groaas de botoes madreperula para ca-
rniza..............................
Grosas da borne* de tonga prateados
muito finos.. -,..................
Varas de babado do Porto sonido.....
Duzias de lapes differentes qualidade a
240.............................,
Quadernos de papel de peso muito- lino.
120
I5OOO
60
6000O
05
200
240
320
25500
13280
500
500
C240
;060
060
200
240
500
25400
15500
200
500
200
060
460
030
Fugio em dias do mez de marco do crreme
anno nesia cidade do Recite para onde viio Ca
fregue/.ia de Timbanba, mi un con loio de ..te-
dio, o escravo Manoel Clemente, idade de b sa-
nos pouro mais ou menos, framino do corte, um
tanto alte, pernas Ornas, um tanto barbado e paco
no fallar, foi visto no dia 30 de parco ao re do
chafariz do Forte do Mallos: roga-se as auiotida-
dades e capitaes de campo a sna aprlitiio e
levem-uo a ra da Madre de Dtt>s n. 16, que se-
ro generosamente recompensados, protestndole
usar dos meios judiciaes contra qutm o livtr
orculto.
%Uene<
No dia 4 de janeiro do anno de 1864, fugio do en-
genho Conceigao, comarca de Pc-d'lho, o escla-
vo Galdino, pertencenle ao abaixo assiguado, rcm
os signaes seguintes : idade 26 annos, pardo, claro,
corpo, figura e altura regulares, cabello- meios oa-
rapinhados, olbos pardos, sobrancelhas e palpebir.s
salientes, lem em cada braco um sino de Stomo,
sendo um delles mal feito, e junto a este urna croa,
tem na cabega urna cicatriz de orna polepada, e nr.
cima de um qarto urna outra cicatriz de tres io-
legadas, proveniente de ponta de pao e queda, lim
sobre as costas algumas marcas ou cicatrir.es de re-
Ihadas ou chicote; um pouco desembarcado
quando falla, tem principio de rarpina e carreiro,
toca viola. Foi soldado do corpo de polica no Be-
cife, e levou comsigo a baixa do theor sguinte :
Secgo urbana, 2* companbia n. 50, Antonio Cada-
no de Oliveira, filho de Agostinho Ferreia de Bu-
lo, natural de Ingazeira, cor parda, cabellos rara-
pinhos, ollios pardos, cfflcio nenlium, estado soliei-
ro, com 30 annos de idade, 60 polepadas de altura,
ao engajar-se. Engajou-se na forma do n enl-
menlo, em 17 de fevereiro de 1862, por cilicio do
Exm. Sr. presidente da provincia, data 10 de 18 re
abril do rorrente, e publicado ao corpo cm ordun
do dia de maio, tndo em 1862 -, teve tiaixa do
servigo por ter dado em sen lugar o paisano Jco
Pedro Ferreira da Bocha. Foi escravo do rapllio
Joaode Dos Barros, morador que foi na romana
do Brrjo da Madre de eos, e hoje morador na
Campia Grande da Parahyba do Norte, que o > n-
deu em dias do mez de novembro de 1863 ao abai-
xo assigoado, pelo costume de andar fgido e a ti-
tule de forro com o nome mudado ; pelo que rega-
se a aitenrao das autoridades eivis e militares, nao
s desta provincia como das dentis do imperio, a
apprehensao do dito escravo, que a titulo de Ierro,
nao tenha sido recrutado ou assentadq praga em
alg'uns dos corpos de Voluntarios da Patria, lam-
bem pede-se aos capitaes de campo e pessoas par-
ticulares a mesma apprehensao, e leva-lo ao sea
seehor no referido engenho Conceigao, ou nesta ci-
dade ao capitao Mauricio Francisco de Lima ra
do Brum n. 56, qoe ser gratificado com 2005-
Jos Maria dos Santos Cavalcanti.
Fugio o Jacob.
Anda fgido ha 15 dias o escravo de naeao de
nomc Jacob, maior de 40 annos, que foi pn irie-
dade do Sr. major Ignacio de Barros Wanduley
senbor do engenho Ubaquinha, tumo de Sm-
nhem. O escravo tem os sigBaes ffgoiotfs :
alto, cheio do cerpo, olhos grandes e rosto riirpi.-
do, anda de vagar e parece arralar de urna per-
n, est o, liado e tem por isto giai.de palpgo,
nao muito ladino, levou vestido camisa de mtia
e caiga de riscado, dizem que anda pela Pasagan
da Magdalena aonde tem sido visto e de 1 nr
qoe ande ganhando, elle faz vassouras e chapeos,
presume-se qoe esleja acontado por alguma pes-
soa que o seduzo e contra quem se protestar rom
o rigor da lei : qoem o trouxer a casa de seu se-
nhor o abaixo assigoado na ra da Cruz n. 33, se-
r recompensado.
Domingos Rodrigues de Andrade.
Fugio desde 14 de margo prximo lindo da
roa da Gruc o. 8, texceiro andar, a negra Bene-
dicta, tem os signaes seguintes : nago Angola,
alia, cor fula, tem falta de dentes na frente, sig-
naes de chicoudas j antigs as costas, costuma
embreagar-se ; levou vestido escuro de palmas
brancas e chale encarnado, lem sido vista 1 pela
casa Forte e Pogo : recommenda-se as autoridades
policiaes e capitaes de campo a sua apprehensao,
e levem-na a casa cima dita, que ser recom-
pensado. '
Resma do mesmo papel............. 25000
Duzia de lacea e gario mnito boas.... 25460
Saboste de espuma muito superior... 040
Capachos compridos e redondos muito
Sons___..............'........... 500
Ditos para sof..........,............ 25000
Pares de suspensorio muito boas e para
acabar.........................:. flOO
Essencia oriental para tirar nodoas de
roupa..........................- 500
ereSo para dezenho de todas as qna-
. iidades................-.......... 020
Cartas de alfinetes fraocezes mnito su-
periores..............;............ *00
Calas coleante*franceses a 40 ris
Duzia............................ 380
Carretis de retos ebtn quatro citaras.. 800
Gallnhas para senhera a memor quali-
dade............................. *"0
Negro ftig*do
Est fgido desde o dia 27 de fevereiro deste
asno o preto Joaqoim, de nacae Angola, que foi
escravo do Sr. capitao Francisco Joaquim Cavai-
eanti Gatvao, morador em Maria Farinba (Praia),
o qua I vendeu-o nesta cidade em dezembro do an-
no passado ao Sr. Manoel Francisco Marques erm
armazem de assucar a rita de Apollo; levon ca-
misa e caiga de algodo branco, ropresenta ter de
45 a 50 annos de Idade, alto e de grossura regu-
lar, cor fula, cabeoa comprMa, qneiiis largos,
olhos amortecidos, beigos grosses, sendo o supe-
rior nm tanto defeituoso, bastante barba, porm
raspada, finalmente tem orna grande costora entre
os peitos proveniente de nueimaduca, e snpp^e-se
ter-se dirigido para o norte, d'onde velo : gratn-
ca-sea qoem o apprehender oo dennnrar o coito
em qoeestiver : naroa d* Cadeia do Recife nu-
mero 52.
' Fugio em principios do mez de fevereiro do
correte anne e consta estar aeootado cesta cidade
o molenoe Eujebia, escravo da viuva do Dr. Fer-
nando Alfonso de Mello, de 12 annos Je idade pou-
eo rb* on menos, oor prwa, *> molares afumados, eabeca um pouco grande
e meia chafa, beicos finos, dentes bem alvos ps
Metoee amito ladino :H*i-s pW'anloa todas as
autOTddes> policiaes o capitaes de ampo qne aap-
nrehendam e levem-o a roa da Mangoeira sobrada
a. q ser|Mfl*adbS, pfWstOdft-se osar das
tos judiciaes contra qualquer pessoaque o tonha
em seu poder.


*> tf*
Diario de reraanhaco Qnluta felra 19 de Abril de 15.
LIfTEH ATURA.
da verdade, sem atlender para os tactos
mais estrondosos, e para os milagres mais
! evidentes feitos pela pessoa de Jess Chris-
to, e sem justica alguma pega da penna e
Paiio de Momo Senhor lesas
... o .* senteuca a Jess Christo com um grande nu-
01 : CRECIDA AO MEU AMIGO O 1LLM, SR. JOSt
Christo, afim de que Elle chegue ao Cal- passaram esses dias to amenos, em que cu-, com o decreto citado para canveoceivse-que
vario: Vem homem bemaventurado, Ihe
diz Jesos Christo, vm, nao receses carre-
gar a redempcao do genere humano, e ento
no u'timo dia, no dia em que mea Pae hou
AZEVEDO DE ANDRADE.
Crucifige, crucifige eum !
mero de acoutes, depois de preso a urna co- -ver de tomar-te conta, aprsenla o teu tra-
que remorsos, e que sustos tras; assam as
almas de todos os homens! I
O Golgalha estremece, a trra se abre, os
mortos resussilam e vem assistir a scena mais
patbelica, o aclo mais edificante, e o mais
acrisolado amor d Jess Christo para com
asireaturas !
balho, e recebers a tua recompensa
Jess Christo chega ao Calvario. Furio-
o ar; e
Christo j desfallecido supporla as miserias
da' natureza humana.
lumua, e de tirados os seus vestidos
Que espanto, que lurbago e que confuso c rac3 cru.e>. e mais cruel do que a
se opera em toda a natureza!! Que dr, raais cruel das feras < existe na natu- &osalgoses o pregamsobre a Cruz, estron-
reza .' dosas marteladas i choam o ar; e Jess
Jess Christo conduzido para o suppli-
cio, amarrado com duras cerdas a essa
columna, e robustos bracos descarregam so-
bre Elle dilacerantes acoutes. e servindo de
divertimento ao immenso povo qpe o cerca-
va, nutre falsas e phantasticas ideas, pen-
sando acabar ali, e com Elle as sublimes
O veo do templo se rasga, os tyrannos se verdadeS) e as saudaveis |e|g ,h haya
confundem, a lei dos homens se perde, e so- ninstraj0
mente Jess Christo impera sobre toda a na- 0. ^^ treme g ^ ^.^ geme
e chora o teu peccado f Fazes morrer so-
Ali, christos, eslava entre as santas mu-
Iheres que o cercavam a Virgem Santissima,
que vinha presenciar os ltimos momentos
de seu querido e estimado filho: o Evange-
lista S. Joo, nico que o acompanhou tam-
bem ali estava, para dar o ultimo testemu-
nho da santidade de Jess Christo, e como
que para servir de sello a sua ultima von-
tade.
O principe de Synagoga engendrava em
sea delnqueme pensamento a traca maior
que podia inventar para atormentar a Jess
tureza.
pepois de hver santificado os puros dic- brea Cruz o Creador dos Cus edai trra";
tames do corago Humano, Jess Christo nao p0n.m espera 0 teu rig0roso castg0. xuas
recusa dar o ultimo alent pela redempcao ras, tuas casas, teus mausoleos, e teus ha-
do genero humano. hitantes se vero destruidos e anniquillados, Chris'to. Manda que guardas o cerquem.
Revestirdo-se de nossa frgil aatureea, to- e servirs de escarneo aos olhos de todos os Jess Christo levantado sobre a Cruz
mando sobre seus hombros o pesado lenhoj habitantes do mundo! 1 no monte Golgotha
Acoutado Jess Christo no pretorio de P-
lalos, e sua alma egual em poder e mages-
tade a de seu Eterno Pae, compassivo soffre vantam-no' de novo e" ento
toda a casta de soffrimentos. ; cado.
Plalos despedacado de remorsos, e adver- D'ahi v Jess Christo todas as revoluges
tio por sua mulher da santidade de Jess do globo, d'ahi contempla a ioutilidade de
Christo, anda assim o quer livrar; porm|seu sangue para muitos que esqueeidos de
seu corago dir.g.do por urna poltica am-! sua doutrina, procurara antes servir a Sat-
biciosa e sem justica, o aparta desse pensa- naz do que a Elle.
da Cruz, vae sobre o monte Golgotha unir
a creatura ao seu mesmo creador !
O' cruz bemaventurada, mysterio de
amor e de grandeza I I Tu sers de hoje em
diante o selo de lodosos livros da lei, a cha-
ve da vida eterna, e a salvago do ge:ie;o
humano 1 !
Jess Christo, consubstancial a seu pae,
gerado no centro eterno da gloria inmensa,
t mando sobre seus hombros.ps peccados do
genero humano, ancioso procura o momen-
to em que possa, dando a ultima golla de
seu preciossimo sangue. tirar o homem do
infame e horroroso captiveiro que se acha-
va reduzido.
depois de'suspenso
o fazem cair, afim de que Elle soffra urna
dr incomprehensivel a razo humana; le-
flea crucifi-
mento, e ento presenciando o furar anda
do povo, apresen ta Jess Christo, na varan-
da de sea palacio e diz: Ecce homo : Eis
aqui o homem, que acaba de supportar pelos
vossos peccados to crueis agoutes: eis aqui
o homem que por vossas culpas se acha en-
Por seu amor incomprehensivel, e por sua sanguenlado da cabeca al os ps: eis aqui
impenetravel sabedoria procura ficar unido o homem innocente, com poder sobre toda
comnosco at a consnmmago dos seculos I '
Hysterio que s podia ser appresentado pelo
poder de Deus Omnipotente !!
a natureza;
soltar.
julgo que o deveis mandar
Pensaes, enristaos, que essas palavras fe-
Seucorago, gerado nabondade extrema reram os coraces desse povo cruele mal-
de um Deus Creador do universo, appresen-
ta o raeio raais admiravel, engenhoso e natu-
ral creatura, que tinha sido formada por
suas mos no delicioso parazo do Edem ; e
para que ella se disponha a dar sua vido, as-
'sim como tambem o ^Seu sangue, ache o
meio aqui mesmo neste mundo, de alcancar
a sua salvago, vae, parte, e corre ao lugar
do cenculo, e ali, comoSenhor de todos osj
senhores, Re de todos os res, e o nico
Creador dos cus e da trra, rene seus dis-
cpulos, toca-lhes os coraces e baixando
seus ndos olhos sobra a mesa, pega com
seus sacrosantos dedos em um pao, eleva
seus santissimos olhos ao cu, como pedindo
3pprovaco de seu Eterno Pae, e depois par-
te eo distribue com seus discpulos dizen-
do : Comei, este o meu corpo.
Alegra-te, homem, que s desde este
momento semslhante aos cherubins na glo-
ria eterna, e leras por sustento a mesma car- [
ne, a mesma vida, ea mesma alma deJesos
Christo !
Que pretender a razo humana fazer nes-
te mysterio I I
Jess Christo continua, e diz : derra-
mando um pouco de vinho em um ca-
lis : Este 6 o meu sangue, que hei-de derra-
mar pela redempcao do genero humano, e
iodo aquelle que o beber receber vida
cierna.
O' christos, meditae bem nestas pala-
vras de Jess Christo. Receber a vida ter.
na t t
Corroborado p homem com o sangue de
Jess Christo, sua alma humilhaaa emsua
presenca, seu coraco deposito de to inc .-.-
plicavel reliquia, transforma-se-ba todo en)
gloria e receber de Jess Christo, sua gra-
ca e sua benco.
Mas, que dr, ao mesmo tempo nao sen-
to o coraco de Jesi-s Christo, quando des-
cobre entre as almas puras que o cercavam,
um traidor, um Judas Escariles, que sur-
gindo do inferno e consentindo que Satanaz
se apoderasse de seu espirito, vendo o seu
div.no metre, aquelle mesmo que egualmen.
te loe promette a vida eterna t
Preso Jess Christo, maltratado e enjuria-
do pela plebe, queaedenta de sangue pro-
curava as maiores Iracas para realisar .^eus
nefandos intentos ; appresentado o nosso
Divino Mestre na casa deAnnaz, que, des-
prezando as leis da conscienca s procura-
va saciar seus ambiciosos desejos. Ali Jess
Christo insultado e injuriado como o mais
vil homem do mundo, ali depois do urna s
palavra nao respon !er, ama mo sacrilega,
urna mo sabida das profundidades dos abys-
mos fere, com toda forca, o sacrosanto ros-
to de Jess Christo.
O' malvadi, que te fez Jess Christo I
9oi ven tu a no te deu Elle sempre bons
conselhos, nao te ensinou o caminho da ver-
dadeira lei, prometiendo a vida eterna a to-
do aquelle que a.obser\ ar e a guardar ? E
porque o feres ? ,-:
Zombado e escarnecido Jess Christo, de
urna maneira a mais atroz e a mais cruel
que imaginar se pode, condusid a casa do
sommo sacerdote, e poste perante qm juiz I
lenal e corrapto, que, desojando frabicio-
nando as grandezas do mundo, quer part ihar
da sympathia do povo, nao perdendo junta-
mente as do M; e por seguinte, sem pro-
cesso sem testemunhas legaes, sem consul-
tara saa cofttciencia, seas oavir os orculos
fadado? Nao. Eis que de repente ouve-se
um grito espantoso: Crucificae-o, crucifi-
cae-o ; caia sobre nos o seu sangue !
Plalos confuso e desejoso de realisar seus
ambiciosos desejos, corre, e sem mais pen-1 're, ella que d'Elle tinha recebido sua ac-
sar na divindade de Jess Christo, e no hor- [ Cao e movimento, quer patentear a todos,
rivel castigo que o esperava, pega da pen- seu pezar e afflicco.
na e lavra a sen tenca de morte de Cruz
O momento j se aproxima de Jess
Christo. Elle sent em seu coraco os ri-
gores da morte. Sua alma substancial" a de
seu Pae Eterno, j se quer separar deste mun-
do : e Elle entre tantos horrores procura,
com palavras carinhosas e proprias de um
Deus, perdoar a seufc inimigos; dando-nos
com isto o exemplo do que para sermos
d'Elle perdoados, convm que perdOemos aos
nossos inimigos, que Ihes fagamos todo o bem
possivel, porque Jess Christo uos recom-
pensar. E ento diz El'e : Meu Pae per-
doae-lhes, que elles nao sabem o que fa-
zem !!
A natureza humana, neste momento, prin-
cipia a sentir as dores que Jess Christo suf-
ravas todos os enfermos que te procuravam a nica disposigo applicavel materia, de
como um medico que tem remedio infallivel qae tratamos, a do decreto,
para tolas as molestias do corpo e d'alma I Antes de tado convm notar que admira.
Dar vista aos cegos, levantar os paralyti- que, sendo a epigraphe do citado capitulo
eos, sarar os leprosos s o Filho de Maria,' t5o genrica, e empregando a phrase. todos
sou mais escravo que o esemo que me ser-
ve de copeiro. Adeos; eu vos ovejo, meu
caro Floros; conti'nuae a gozar urna paz
que no foi feita para mim ; vossa solido
vale mais que urna cora. Nao ha remedio
Me hnmacnlada, que conceben iseta do os commercantes, fosse necessario um avi- -nba maisRloriosaaDarama rehffio'do^n^"
peccado original, podia repisar 1... so qae ialerpretasse o citado capitulo; de- uspalavras de ninripnann
Mas que agtra me lembro que os ho- pos de ter sido publicado um assento do
mens, a qnem encuestes, de beneficios, te tribunal do commercio; e este aviso inter-
arrebataram do meio das turbas que ouviam prelativo sq valesse do mesmo argumento de
a predicada philosophiadocu sabir dessos generalidade, em que o citado assento lia-
labios to andidos e bellos* que nenhum va fundamentado a sua doutrina, oque pro-
pintor humano por mais hbil que se.a pude va de algum modo que os consultantes Qa-
desenhar taes como elles sao vam-e muto pouco em semelhanle argn-
E' que agora ouco dizer que esse Homem- ment que o aviso, em falta de outro, tam-
Deusque enchugava as lagrimas de t dos bem aproveitou em seu appoio.
qae nelle procuravam balsamo para os seus O assento foi mais longe ainda, comba-
males foi escarnecido, vilipendiado, manie- tendo urna interpretaco que por ventura se
lad como um assassino, e alrim conduzdo d ao art. 4 do cdigo ; por quanto consi-
pelas ras da Juda, para ser crucificado dera que, se o cdigo neste artigo diz: nin-
em urna cruz entre dous ladres !... guein reputado commercante para effeito
Oh I Cruz que foste levantada pela ce- de gozar da pro'.ecgo que este cdigo libe-
gueira dos homens, s osymbolo da pacien- ralisa em favor do commercio, sem que se
cia, porque ah o Justo d u a humanidaiie tenha matriculado em algum dostribunaes
inteira o exemplo de todas as virtudes que do commercio do imperio, e faga da mercan-
nos abrem as portas do reino celeste. ca profisso habitual; refere-se aos benefi-
________ I cios* concedidos aos commercantes matricu-
' lados, e firma a regra em contraro de que
os nao matriculados nao gozando das mes-
E'doSr. Dr JooVieirad'Araujoeste arti- r
go, no qual sustenta que -pela nossa legis- ^ e ^tivas'dahl !e (ledz a'nd;como
laco o commercante-nao matriculado- f.onse,Iuenfia- fe os nao matriculados es-
noest sugetoasobrigages do cap. 2o til. ta suge'los a todas as obngacocs impostas
pelo cdigo aos commercantes.
Ora, esta argumentago, que nao diremos
O nosso cdigo commercial publicado em f,cn
50, consagrando no capitulo segundo do ff *?' ^^'^ente. E eis porque. Qual-
ttulo primeiro, as obries communs a SICi'SS. menS f clf ecidaf J?
ind.i lmmm.n.;9nia.!!lmn*JmcQ,. matena de direito comprehende perfeita-
lodas os commerciantescomo"assim sea-
cha inscripto, deu lugar a duvida de se sa- SV,T P 5a.,d ,-d0 '"
berse as obrigac&es'ai exaradas eram ap- ^UI ado1f,a.comftamente anl,"omi1ca
plicavcs a todos os commerciantes em geral lSe 8"'La do0ulrnah d aVS0 e a^nt0 ^-a-
ou somente aos commerciantes matricula- *S!iTJSlrS!l T d,SPS,Ca
^Qg sobre o caso vertente nao basta urna argu-
Levada aquella supposta lacuna da nossaCf30 da ordem do assenl Para rev-
legislacao commerc al a apreciago do gover ^p,', ..
no.etedea o seu parecer a consulta pelo ^ F'^ente conclu.ndo consideraremos,
aviso n. 108 de *> de julho ,1c S que' bem Se pde d,?r' 2? nolamos ac"
Pdo mii-n fiv.,nrir. n^ An ^ccn na, o aviso e o assento attenderam mais aos
al ,13o como Sontraveludo. funJmenlou ?aranllr \ ? 1? raesm0 atll,ra ,mills
mos a philosophia da lei, sustentamos com-
Jesus Christo!
O' momenlo desafortunado entre todos os
lempos do mondo! O' Juiz perverso e
cruel!
Christos, o povo pervertido alegra-se
com esta sentenca, o Cu entristeoe-se. a
natureza enluta-se, e os coraces bem for-
mados que anda exstiam partem-se de
dr; e Jess Christo recebe sua sentenga
cheio de gozo e de prazer, porque com ella
tinha de reunir a natureza humana.
O alvorogo contina, Jerusalem ainda mais
se resolta, e o Cesar collocado no throno de
Roma suppoe ter darrubado o maior colosso
que ante seus olhos va, esquecdo que pro.
pheticamente Ihe tinha sido dito, que sobre
seu throno se levantara a Cadeira de S.
Pedro para dominar sobre todo o orbe ca-
tholico.
Jess Christo conducido, smelhante ao
bom o obediente Izaac, para o Sacrificio.
Elle nao diz urna s palavra, nao solta um
s gemido ; seu corpo urna chaga s, seus
olhos esto amortecidos, seusjoelhos dilace-
rados ; e assim sentado sobre urna pedra
tos a e bruta, e na mo Ihe collocam urna
canna, como por irriso, e juntando-se ao
redor d'Elle esse povo desenfreado e sem
pudor, entram a insulta-lo, a zombar d'Elle,
a cuspir-lhe no rosto, dizendo: Este o
Re dos Judeos! I Jesus.Christo tudo soffre
Tres horas sao chegadas; Jess Christo
tendo a alma ardente de sede pede agua, e
a crueldade humana apresenta-lhe fel e vi-
nagre. Elle o recebe. Elle o traga, para
nos ensinar a sup urtar os amargores de
possa natureza: Sua Me Santissima tras-
pas3ada de dor, urna patarra ndo d : o
discpulo amado entregue a urna mmensa
tristeza, aponta para Elle, querendo dizer :
Eis ali o Deus de Isaac, o Salvador do ge-
nero humano, o Pae de todos os homens, e
o Consolador de todos os afilelos, a que es-
tado est reduzido !
E entao Jess Christo abre, pela segunda
vez, sua santissima bocea e diz : Me eis
ahi o teu filho : Filho eis ahi tua me : para
significamos que Maria Santissima, desde
aquelle momento se constitua a corredemp-
tra do genero humano ; porque urna espa
da de dor traspassava seu santissimo cora-
gao ; e ao Evangelista Sagrado, de que* nos
a pessoa d'Elle a reconhecessemos como
n< ssa Me, nossa guia, nosso refugio e nossa
salvago. '
Omomentofinal aproxima-se,e Jess Chris-
to sent em seu corago o horror da morte.
A natureza enluta-se, as trevas cobrem os
abysmos, o sol perde o seu giro, a luz amor-
teco o seu explendor, as propbecias esto
aos seus ps, Satanaz ruge e treme no in-
ferno, Jerusalem abala-se em seus funda-
mentoSi ocenturio recophece a dnindade
de Jess Christo, a synagoga treme de hor-
com tudo se resigna, e s anceia pela horajrisada( osmo tos app\recein aos seu es
em que l.nha de remira natureza bu- !Dimas chora o sen peccado, a Magdalena ar-
mana" rependa-sede suas culpas, Longuinho reee-
Depois desse trance o mais cruel para j be a vista, a egreja levanta-se gloriosa, Judas
Jess Christo, conduzido carregar sobre ,morre desesperado, os santos padrfS o es-
seus hombros e pesado lenho da Cruz. peram, a natureza humana triumpha do in-
Christos, a Cruz era o supplicio s desti-1 ferno e Jess Christo, Deus e homem
nado para ladrfs.e malfeitores, e nesse verdadeiro, Senhor docoe da trra, ncli-
palibulo que vae espirar Jess Christo I!!
Porm, as propbecias se devem cumi rir.
Jess Christo deve entre os horrores, de
urna morte cruel salvar o mundo, e o ho-
mem, por conseguinte, deve ser unidS So
seu mesmo Creador.
Jess Christo toma sobre seus hombros
o pesado madeiro. Elle o abraga, ileA o
beija, e'Elle diz : Vm lenho para mim
desejado a 33 annos; vm, precioso em-
blema da redempcao ; quem te abragar,
quem te carregar em meu nome ter a vida
eterna.
O alvorogo do poyo inmenso, as tro-
pas estao preparadas, as santas fllhas de Je-
rusalem seguem; e Jess Christo vae
apenas carregando com" vagar a Cruz ; seus
hombros despdagados mal podem susten-
ta-la, e de espago espago cae por trra.
Christoe, cada queda que Jess Christo leva,
nando sua cabeca, e dando o ultimo bra lo,
diz : consummatum esl : e expira.
J. J. RAYMUND0 PE MENDO.NpA.
-
UM POUCO DE TUPQ.
vir agella palavra to pura e virtuosa, co-
mo pura a innocencia, quio bello e subli-
me era esse espectculo t..
E' do Srft J. M Mecdes da Conlia Azeve-
do ete artigo :
A MORTE DE CHRISTO.
Oh! Christo I Onde estaes Senhor ? Des-
appareceste do cenculo ?
Quando esta vas doutrinando as turbas
que presurosa < corriam a tua presenga ou- la os negociantes que, pela pouca importan-
ur 'innlh nilirri I3r\ ufla a itrtnA aa aSa ,1.. *. ...-.....:.. ..s n...i.An .I...
pitulo 2o.
Nos, porm, que em nosso humilde pen-
sar, entendemos que nao havia necessidade
de urna consulla smelhante ao governo, e
ainda menos da doutrina de um tal avi o,
vamos fazer algumas considerages tenden-
tes a demonstrar que o mesmo aviso, con-
lendo urna doutrina contraria a expressa
dis osigo de nossa legislago a respeito,
inteiramente inapplicavel,
Quando a lei prev um caso e dispe sobre
elle, proceder contra os mais inconcussos
dictames da razo, querer, interpretando
ootra disposigo da ra^sma lei, fa/.-la appli-
cavel ao mesmo caso previsto por ella.
Nestas circunstancias, si o legem habe-
mus, principio geralmente recebido, para
que havemos de desprezar a lei, e acceilar
esse aviso, que totalmente esqueceu o mes-
mo principio, embora corrento em direilo ?
Posta a questo nestes termos, pegunta-
remos que motivos presidiram a confecgo
de dito aviso.
A ignorancia nao admissivel.
Vejamos outro; o occorre-nos o se-
guinte:
Talvez que o governo, attendendo que a
doutrina do citado aviso (que j tinha sido
consagrada por um assento do tribunal to
commercio da corte), era a verdadeira na
sciencia do direito; e crendo que aquella
doutrina melhor garantira, o commercio no
interesse de suas operages, quiz com o cu-
nti de sua autoridade firmar a nossa juris-
prudencia de accordo com aquellos princi-
pios.
Mas esta interpretago que meramente
doutrina!, por mais valiosa que parega, nao
o ser mais do que os fundamentos ou moti-
vos em que o mesmo governo a baseou, e os
quaes mais adiante apreciaremos.
E visto isto, revogaria o aviso a nica dis-
posigo applicavel da nossa legislago ?
Certamenle nao. Nem o aviso revogou a
disposigo de nossa legislago, nem tambem
deve este aviso ser applicado hodiernamen-
te como o tem sido, e o atiesta a jurispru-
dencia uniforme dos nossos trbunaes neste
ponto; confirmando assim evidentemente na
pratica o dizer constante de que o governo
revoga e altera a legislago do paiz, como
bem Ihe parece.
E digamos de passagem que nao justifica
aos nossos tribunaes a interpretago decuso
e jurisprudencia, por Ihe faltarem os requi-
sitos essenciaes; sendo um destes njjp ser
o uso eslabelecido contra lei exproisa: o
que nao acontece na bypothese em ques-
to.
O citado aviso nao revogou a disposigo
de nossa legislago a respeito; porque um
aviso nao pode, previnindo um caso suppos-
to omisso, revogar a disposigo de um-de-
creto que j o tinha previsto, e tambem j
tinha astatuido sobre a mesma materia.
Portanto a nica disposigo, que deve re-
gular este ponto da nossa legislago com-
mercial, a parte segunda do artigo 15 do
decreto n 738 de 15 de novembro de 1850,
que expressa e clarissima se exprime deste
modo:
Fica ententido. que os mesraos tribu-
naes nao devero admiltir matricula aquel-
es negociantes, que, pela qualidade, ou
pouca importancia do seu negocio, se nao
acharem as circumstancias de podere i de-
sempenhar as obrigaedes impostas aos com-
merciantes matriculados no capitulo ti-
tulo i" do cdigo commercial.
Ora se o citado decreto declara mui posi-
tiva e terminantemente que os tribunaes de
commercio nao. tic vero admitlir a matricu-
lado (pie se a disposigo citada nao ^e acha
as condiges mais rasoaveis do aviso e as-
senlo.nem por isto doixa ella de merecer to-
da a veneraco; e nao s isto, deve tambem
ser applicada sob pena de a verdadeira le-
gislago commercial neste ponto nao ser ob-
servada ; e pelo contrario infringida.
(
Da Estrella do Norte transcrevemos o se-
guinte ;
O HOMEJVERDADEIBAME.NTE LIVRE E O VERDA-
\J DEIBO E8GBAV0.
O imperador iocleciano, que perseguiu
os christos com tanto furor, ia muitas vezes
Salona, cidade de Dalmacia, onde se julga
que nascera, e onde tinha bellos jardins ; e
como pretenda engrandece-los, langou os
olhos para um jardim separado de seu muro
smenle por urna sebe.
Perguntou quem era o dono ; responde-
ram-lhe que era um solitario que ha 25 an-
nos nao tinha sabido de( seu ritiro, e que
vivia dos Inicios de seu campo.
Quiz v-lo, foi elle mesmo bater porta :
o solitario abre ; Diocleciano reconhece Fio-
rus, seu melhor amigo, compatriota, com-
panheiro d armas, e um dos inelhores ofli-
ciaes do exercito, que estivera com elle em
campanha, e que se linba julgado morto em
Mesopolamia. Salta-lhe ao pescogo no mes-
mo instante.
Como sois vos a quem vejo ? pos-
sivel que estejaes enterrado aqui ainda vivo,
eque tenhaes sacrificado ludo o que vosso
mrito, tudo o que urna nobre ambigo vos
promedia no mundo. Vs nao sabis o que
perdestes.
Eu sou mais ambicioso que vs, meu
caroDiocls (1).
Corra o anno de 1778 ; Mozarl eslava
entao em sua maior glorja, e urna ultima
composigo deste bello genio, o Ave verum,
excitava a admirago de toda a Allemanha
catholica.
Esta suave composicao sublime foi atil-
dada cora o maior cuidado pelos cantores do
cura, e a primeira execugo foi fixada para a
festa do Santissima Sacramento.
Neste dia oSr. Blum se adiando em via-
gem, Ludovics acompanhou egreja sua
me que se senta levemente indsposta.
Depois das vesperas, o mancebo ouviu
com notavel impaciencia a allocugo pater-
nal que o cura dirigi aos fiis, e ia pretex-
tar um rendez-eous para poder despedir-se
de sua me, quando o orgo fez ouvir o re-
tornello da obra prima de Mozart.
Ossons do instrameoto sagrado delive-
ram principio Ludovics como pela mo ;
depois, logo que as vozes harmoniosas dos
cantores se complcaram com as vozes mult-
plices do orgo, sentiu elle enternecer-se
seu peito, e debaixo do peso de urna agita-
gao que nao tinha experimeniado seno no
dia de sua primejra communho, desfez-se
em lagrimas e se proslrou em trra, onde
licou como desfallecido.
O hymno do Santissimo Sacramento nao
tinha ainda acabado, e a graga Divina j ti-
nha penetrado neste coraco contricto.
Sempre ajoelhado e era orna profunda
meJitago, Ludovics nao viu a retirada de
sua me, que o tinha deixado inteiramente
no combate interior que elle experimentava
em sua alma; a egreja mesma tornou-se logo
deserta, e elle, que quera deixa-la antes de
todos os fiis, ahi ficara por ultimo.
O cura sahindo da sachristia, para voltar
ao presbyterio, observou pela sombra urna
pessoa quejulgou adormecida Elle apro-
ximou-se, reconheceu Ludovics e Ihe disse:
Que fazeis, meu filho, nesle lugar ?
J tempo de sahir.
Eu vos esperava, respondeu o benig-
no mancebo levantando para o sacerdote os
olhos banhados em lacrimas; queiraes ou-
vir-me no santo tribunal.
Sahido da egreja com seu veneravel ami-
go, Ludovics correu casa de sua me e se
langou a seus ps exclamando :
Perdoae-me todo o incommodo que
vos tenho causado e....
Bemdi'.eio filho prodigo! Acrescen-
toao cura que entrav i no mesmo tempo.
Consternada e clieia de alegra, madama
Blum misturon suas lagrimas g do filho e
do bom pastor ; a felicidade tinha tornado a
entrar nesta piedosa familia !
Mozart sabedor desta conversago, agra-
deceu a Deus ter-lhe concedido ser causa
indirecta da mesma, e apressou-se a enviar
ao bom cura a coilecgo de suas obras sa-
gradas, supplicando que Ihe preparasse por
citna um lugar no co no meio do coro se-
rapharico que canta o eterno Hosanna.
E' verdade, meu imigo, miaba mu-
lher s gosta dos vestidos ricos, thealros,
concertos. Son um homem maito infe-
liz!
Porm ella io-joven To bella!
Ali! Pois ida quera que ella fosse
velha' e feia f Nao rae faltava mais nada.
Que fin levou o Juca"?
Pos nao sabes ? O /Pimontel pren-
dance
cia de seu negocio, nao pu-ierem desempe-
nhar as abrigaedes impostas aos negocian-
tes matriculados no capitulo 2o titulo Io do
Quando eslavas no meio d >s teas disci- cdigo commercial; como acceitar-se a doii*
polos, infiltrando Ihes no corago a dou- trina do aviso que faz extensivas as mencio-
trinada verdade.de cujo ensino fosles eo-l nadas obrigages abs nao matriculados,
carrega.do pelo Pae Celeste, eque esses dis-' quando citado artigo as,faz privativas, es-
cipulos te escutavam inteiramente, convictos tabelecendo assim perfeita aniimonimia en-
de que no teu coracSo estava personificada tre o decreto, cuja disposigo nao d lugar
rup'icou o solitario. Vs! .
nao quizestes seno um lu^ar no imperio; deu" l1"3- voluntario,
eu quiz imperio todo inteiro ; porm maior,
raais solido mais dilli.il de conquistar que o
imperio romano. Isto sorprehende-vos ? es-
quecereis os seatimenlos de vossa juventude ~~ T tia' da "cenca que eu
eessa liberdade mais nobre que a ambigo esta va'^ com a mmha pr.minfca ?
que aspira veis. E' o bem que possuo ; no!. .Na0' ,Airred0 '- eIla Ja danscu muito ;
me podem arrebala-lo. e preciso descancar um pouco. No entan-
Mas vs podereis goza-lo comigo. Fio- l0 Podes dansar com|g!
rus: j passou-se o tempo em quetinhamos
de soffrer caprichos d'um senhor ou sober-
ba d'um cortezo. Sou eu que possuo este
imperio que buscaes. Minhaamizade vos lo-
ria cedido a raetade do throno, e nao gasta-
reis cousa alguma.
Eu gastara tudo ; nao bastante. Dio-
dos, ser senhor dos outros, preciso ser
senhor de si mesmo.
E' verdade; mas podis lisongear-vos
de s-lo, vos, cuja vida e fortuna dependem
d'um governador de provincia, ou d'um vui-
nho invejoso que quer expellir-vos da vossa
heranga ? E' este o vosso imperio ?
Minha liberdade, Diocls, consisto em
nada temer ; posto que me expellissem des-
te retiro, da Dalmacia, do imperio, e de
t'.do o mundo, nao consegu, iam seno tor-
nar-me mais livre. Minha linerdade est na'
alma sobre a qual nao se tem dominio. Nin- i
guem poderia tornar-me escravo, seno fa-'
zendo commelter urna acg" m, e espero
que nenhum homem ter jamis esse poder.
Oh quo bella direcgo, meu caro Diocls,
nao o ser to moderado em seus .desejos,
to recto em seus pensamentos, tofusto em
seus sentimentos, que a intelligencia infini-
ta nada ache reprehensivel em vosso cora-
go Esse imperio vale apenas ser dispu-
tado, e por elle que combato 30 annos
Confessae-o: nao achastes que era mais fcil
governarb mundo'-do que suas paixes ?
Eu o confesso: minha conscienca
por vos, meu caro Florus; vos me deleitaos,
tendes senlimentos sublimes ; mas entre-
ta to sois culpado de te-Ios encerrados com I
vosco : deveis vir minha corte ; ter-rae-!
hes instruido.
Nao me escutareis, meu caro Diocls.
Esta do trina nao nova ; ella nao minha
invenco ; ba homens que a ensinam. Escu-
^^.^^.^.u^mm, a firtnde,qoH essa .doutr.npto santa comoa a duvida e o aviso que a soppz, para re- ^-^^'rasie-osY juigae-
se Ihe sobrevem novas dores; multido SUaorigemencerrava a sement que plantada solv-la, interpretando o capitulo 2o do tilu- sS,0cua"0 leflbr0L,'se.de
corrupta inquieta suppe qoe-ao Golgolha no universo produziria os mais saborosos lo Io, cuja verdadeira interpretago est as
bawchegar ; e ento usando de forga e rj-'rfructesqu seriam colhidos por ldos, por- ultimas palavras da disposigo citada qae ,
or, olevantam, e obrigam-no a caminhar; 1e todos sao filhos do me-mo Pae, qoe vela por assim dizer o complemento daquella par-
M,'IMl. ,r ... noule e da na fehetdade dos seus amados te do nosso cdigo ?
na 3. ou 4 queda elles entregaos todos a flhw qa per sua aescoanca, charaam a um homem, a; de sfflicgoes e miserias assento de 16 de Janeiro de 1851, nem lam-l
taste-os, honraste-os? Julgae-vos vs mesmo
suas persegaU
ges^e cahiu em profunda melancola. Em
seguida disse ao solitario :
Avi vastes raeus remorsos, eu'perse-
gu urna doutrina que araava ; nao atrevi-me
a ser justo; ainda imperador como sou,
que venha ijodar a carregar a Cruz de Jess I Oh > hristo Porque to depressa se bem de acurada confrontado destas decises
(1) O nome que tinha Diocieciano antes \
de ser imperador, '
O bejo um frucio
De gosto sahido.
Mas deve colhido
Na arvnre ser:
Mandado nao presta,
Nem mesmo tem gosto...
Furtado n'um rosto.
Que gosto o colher

Se a arvore nova,
Vigosa. mui beHa,
D fructos toda ella
Dos olhos ao p :
Encostam-se os labios.
Que doce prazer
D gosto morder
as cascas at.
Se as llores sao bellas.
Se os pomos sao lindos,
Que gozos nflndos
Os beijos nao tem f
O corpo gozando
A alma tasia...
Melhor airbrozia
Do cu nao nos vem.
Mal colhe-se om froclo.
Ha outro a colher...
Jamis se ha de ver
Dos fructos o fim I
O corno se cansa,
O espirito aocea,
E a arv're inda cheia
De fructos as?im.'
Quem dera que sempre
N'uraa arvnre novinha,
Vigoso e lindinha
Podesse os colher!...
Sorvera-lhe o nctar,
Morrera sotvendo...
De gosto morrendo.
Que gosto o morrer!
PERNAMBCO.-TYP. PE M. fr. DE F. & VlLtl

s


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