Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10636


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Full Text
AMOIU HUERO.79.
Hr qMrtel paft jeitrt de 10 das d 1. mez ; i
U*a *e,wis dos i." I Odiase* comecoe deetrod* qaartcl. .
Ptrte'Wetmfeftr tres Mezes....... ,

ABRIL

Por anno pago dentro de 10 dios do 1. nez ,',,.. 191000
Porte ao correio por un aaat.........., 3 $000
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexaodrino de Lima;
Natal, O Sr. Amonio Marques da Silva ; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, D Sr. J.Jos de
Oliv'eira ; Maranhao, o Sr. Juaquim Marques Ro-
drigues ;' P*ri, os Srs. Geraldo Antonio Alves
Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
EStRREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Alaloas, o Sr. Claudino Falco Uias; Babia, o
Sr. Jos Martias Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estafes da via frrea at
Agoa l'reta, lodos os das.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas (eiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Aitinho, Garanhnns, Buique, S. Bento, Bom
Conselhok Aguas Bellas e Tacarat, as tergas
(eiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricory, Salgueiro e Ex, as qnartas
feiras.
Segunda vara do civel: qaartas e sabbades a 1
hora da tarde.
Serinhem, Rio Formoso, Tamandar, aa, Bar-
reiros, Agoa Preta e Pimentelras, ns quintas
feiras.
EPHEMERIDE8 DO MEZ DE ABRIL.
2 Qnarto cresc. as 10 h., 59 m. e 22 s. da t.
11 Loa chela as 2 h., 17 m. e 32 s. da m.
18 Qnarto ming as 9 h., e 16 m. da t. .,
27 La nova as 11 h., 53 m. e 46 s. da m.
PERNAMBUCO
~ ^^^"~ i
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comraercio : segundas e quintas.
Keiacao : tercas e sbados s 10 horas.
Fazenda : quintas s 10 horas.
Julzo docommercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphios: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tergas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civil
hora da tarde.
quartas e sabbados a 1
DfAS DA SEMANA.
3. Segunda. S. Paoeracio b.; S. Benigno m.
4. Terga. S. Isidoro are. dout. da egr.
5. Quarla. S. Iria v. m. S. Zenon.
6. Quinta. Ss. Diogenes e flatonides rom.
I fe1 fPhiPhnle b.; S. Ruflno presb.
8. babbado. S. Aroantob.; S. Elizio m.
9. Domingo de Ramos. S. Demetrio m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 0 horas e 30 m. da tarde.
Segunda as O horas 54 e minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIRO.
Para o sul at AIagoa3 z 14 e 30; para o norte
lata a Granja a 7 e 22 de cada raez; para Fernaa-
Ido nos dias 14 dos mezes de Janeiro, marco, mate,
m.|julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprielarios Manoef Pigneiroa de
"aria & Filho.
PARTE OFFICIAL
29 de
GOYERRO DIT PROVINCIA.
EDITAL.
Secretaria do governo de Pernambuco,
marco de 1865.
Pela secretaria do governo se faz publico, que
por nfftuencia de trabalhos, S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia s dar audiencia de urna hora da
tarde em diante, excepto aos chetos de repartieres
aos quaes ouvir em qualquer hora.
O secretario do governo,
Dr. Francisco de Paula Salles.
pouco adiante do referido corpo ordenei que se pi-
cassem os mastros da referido hiate para nao re-
tardar mais a marcha do navio do meu commando,
que sendo de pouca tonca, como com esse rebo-
que mais demorada se tornara; pelas 9 horas e
35 minutos da manba do rsesmo da, ouvindo ti-
ros de artilharia e fuzilaria em o mesmo ponto, e
prestando alinelo que partlam da batera asses-
tada nos morros de Corumb, e por oolros tiros
de artilharia que onvi, reeonhec serem de maior
calibre, e, portanto, bem de crer ser nessa occa-
sio atacado aqnelle ponto pelas torcas paraguayas:
o foge de artilharia dorou de 10 a 15 minutos, con-
tinuando, porm, o de fuzilaria em tiroteio. Em'
laes circunstancias delermine metter a piqne a
a intimago ao commandante do forte, para que se
rendesse no prazo de urna hora, sendo ento 8 ho-
ras e 30 minutos da manhaa. Tai intfmago co-
mo era d esperar, nao foi aceita pelo tenente-co-
ronel Portocarrero.
As torcas paraguayas, desembarcadas na mar-
gen) direita, principiaran! a desenvolver-se para
contornaren] a montanha pela fralda e atsearem o
forte pela retaguarda; e para evitar tal nwvtmen-
to, on antes para difflculta-lo, segui no vapor An-
hambahy, que, como cima disse a V. S, havia to-
madojnterinamente o commando, a oceupar urna
posigao qne lhe podesse causar damno, e rompen-
do o fogo sobre ellas, Bz mudar a dtrecgao do
movmenio quanto ao augmento da difflculdade de
COMMANDO DAS ARMAS.
Quarlel do commando das armas na cidade do Recife, b' de abril de 1865.
Oretn do dia n. 70.
uiaem ao aiu n. iv. por m;i0 0 rehoque | porm como tinha de passar
O coronel commandante das armas interino faz janl0 ao vapor AnnmoaAy, provavelmente este o
publico par os bns convenientes que a presiden-1 tomarla.
la nomeon por portara datada de hontem, ao Sr. i quz desembarcar as familias que conduzia e
altores do 9 balalhao de infamara do exercito TOtar para cornmb, afim de reunir-me ao vapor
rraneisco de Freitas Moreno, para oceupar inten- Anhambahy, nico que tinha fleado no porto, e
mente o posto de tenenle secretario do corpo | asSim fazer faco ao inimigo ; porm nao me foi
embarcago que rebocava, e com as ordens que marcha, e desviando mais para o interior pnderam
precedentemente havia dado a tal respeito, ja o car- alcancar a montanha, e trraram por ella cobertos
pinteiro achava-se prompto^ passar para o refer- e fra do alcance da artilharia.
do hiate aflm de cumpri-W-, porm, sendo para1 As torgas desembarcadas na margem esquerda
isso necessano diminuir a marcha do navio, foi dirigiram-se para o merro fronteiro ao forte, con-
tal o terror de que se apossaram as familias, ven- duzindo urna batera de canhrjes raiados, que as-
do que tinha de parar o vapor, que todas em pran- sestaram na base do dito morro.
to e com grandes clamores e rogos me pediam nao
parasse, pois receiavam ser alcangadss petos vapo-
res inimigos;constrangido por tal modo, largeu-se
torcar-se o vapor Anliambahy com sete pragas de
iraperiaes do destacamento deste vapor, visto .nao
ser possivel ao commandante do forte destacar tor-
gas para os navios, pois que a que tem insufi-
ciente para guarnigao do ferte, em relacao s tor-
gas inimigas desembarcadas* e naval, podeodo as-
sim com brevidade levar mais promptos recursos
para o forte; por tanto, a coramissao deste vapor
supponho ser de prove to ao servigo publico, mes-
mo por que, mal armado como se acha, nenhum
Jwvigo podena prestar na occasio do rompimento.
Tomo o expediente de dirigir este a V. S. por
dirigir este a v. s. por
:ar,
tomar asjjrovidencias que
de Voluntarios da Patria organisado nesta pro-
vincia.
Determina, portanto, o mesmo coronel que o Sr.
Moreno se aprsente quanto antes ao Sr. coronel
commandante interino do referido corpo, afim de
entrar no exercieio de suas funecoes.
(Assigoado.) Jos Mana Ildefonso Jacome da
Vei'ja Pessoa e Mello.
(Contorme)Antonio Francisco Duarte, lente
ajudante de ordens interino, encarregado do de-
lalhe.
possivel faze-lo, nao s porque as margeos alaga
gadas como esto nao perpittem o desembarque,
mas tambem porque a artilharia com que jogava
As torgas oavaes e o numero de seis on sete va-
pores estabeleceram ama batera Quemante de
duas boceas de fogo, sendo ama de calibre 68 e
outra raiada de menor calibre, ficando os vapores
fra do alcance da artilharia de forte. Com direc-
cao ao vapor do mea commando dirigirn) os va-
pores inimigos.. fogo de artilbaria na oceasio em zembfo de' 1864.llm. Sr. capito'deTragtaFran-
qua romp fogo sobre as torca* inimigas' fesem-1 cisco Candido de Castro Menezes, commandante da
barcadas na margem direita, o quat nao ausou- flotilha Hyppolito de Simas Bittencoutt, segundo
nos damno por achar-se este vapor sombra de tenente, commandante interino.
un praga de bordo que aqn fago desembarcar,
mais prompto V. S.'
conveniente ; pois, necessarlamente dever
chegar a esta povoagao muito amos que este
Ppr, que pretendo effcctuar s 9 horas da ma-
nhaa.
E' o quanto com bastante pezar se me offerece
dizer a V. S., bem como a arrogante nota dirigida
pelo chefe da osquadrilha imiga ao commandante
do forte, e a copia de sua contestago, cujas, de-
pois de vistas por V. S., as passar as mos do
Exm. Sr. commandante das armas, a quera sao di-
rigidas pelo dito commandante do forte, que por
falta de lempo nao offlciou.
Dos guarde a V. S. Bordo do vapor Jauru', em
Albuquerque, s 11 horas da noite de 27 de de-
que tomar o pedido
ama ilha.
No mesmo dia 27 1 hora e 30 minutos da lar
de, Qz seguir o vapor Jauru' para este por, afim
( Dtario Official.
IRTERIOR.
.Ualo-Cirosso.
Documentos ofliciaes.
N. 343.Commando da ftotilba de Mato-Grosso.
Bordo do vapor Cortimod, no porto do mesmo
Dome, em 28 de dezembro de 1864.
Illm. e Exm. Sr.-So 3 horas da tarde e acaba
de cnegar o Jaur a este porto, e na mesma ocea-
sio um proprio com o offlcio incluso do comman-
danti' do vapor Anambahy, pelo qual V. Exc. sabe-
r do que por aqui ha. Eu s 5 horas deseo no
mesmo vapor Jaur e o Corumb, e ji me enteudi
cen o Exm. Sr. commandante das armas para em-
barcar o numero possivel de pracas, afim de poder
prrstar afgum soccorro ao torte, e mesmo ao va-
por Anaaibahy, que eonsia Ja estar em fogo com o
inimigo.
Pelo Exm. Sr. commandante das armas V. Exc.
recebar, a nota que o commandante da torga pa-
raguaya dirigi ao commandante do torte de oim-
bra, e assim a resposta dada por este.
Chegou bem doente no Jauru o 2 tenente Hyp-
polito, o qual entregan o commando do Anambahy
ao Io tenente Baldumo Jos Farreira de Aguiar.
Tambera aqui est bera enfermo o Exm. Sr. cora
mandante das armas; todava espero que aqui se
tomarao as precisas providencias para se defender
este porto.
Nao fago seguir um dos vapores pela precisao
delles na occio; porm vai com toda a celeridade
una igart bem tripolada, e que deve ahi chegar
com toda a brevidade.
Buscarei e espero que taremos toda ou qualquer
vantagem sobre os nossos aggressores; no emtanto
aguardo as ordens da V. Exc, que determinar o
gue tor conveniente.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. gene-
ral Alexandre Manoel Albino de Carvalho, presi-
dente desta provincia.Francisco Candido de Cas-
tro Menezes, commandauta da flotilha.
N. 344.-Commando da flotilha de Mato-Grosso,
nordo do vapor Anambahy, em Corumb, 30 de
dezembro de 1864.
Illm. e Exm.Como communiquei a V. Exc. em
meu offlcio n. 352 de 28 do corrente, nesse dia se-
gu para o torte de Coircbra cora o^ vapores Jauru'
e Corubm, conduzndo ms mesmos SO pracas de
artilharia para retorgo dos memos vapores ou do
forte; toda a noute naveguei sem novi lade, tendo
somonte a demora precsa para receber lenha, e
remediar ama pequea avaria no roachinismo do
vapor Corumb. J em distancia da 12 a 13 leguas
de Coimbra, e pelas 9 ,' horas do dia 29, encon-
trei o vapor Anambahy snbindo o rio com toda a
este vapor, sendo de calibre 12, de iutuigo que de communicar a V. S. as criticas creuinstancias
nenhum damno faria aos inimigos que servia com em que se achava o forte de Coimbra, que guar-
necido, segundo me consta, com pouco mais de 120
| a de calibre 68, alera da raiada, e por tanto joga-
va de longe. Ao chegar no lugar denominad
Tres Barras, tendo de tomar lenha para combusti-
vel da machina, desembarque! perto de 40 pes-
soas.
Ao passar pelo estaleiro dos Dourados grtei de
bordo para a trra, alim de ser onvido pelo direc-
tor do mesmo estaleiro para que, vindo a bordo,
lhe communicasse as ocenrrencias de Corumb, o
que consegrando, depois de o fazer sciente do qne
havia, e inteirado das intengoes do mesmo director
flz-lhe ver que abandonasse o referido estacelec-
mento, e se nao o aconselhei para que pegasse fogo
ao paiol da plvora, foi porque, podendo acontecer
nao chegar a invasSoatalii, nao se inntilisasse
um material de primeira necessidade para a gaer-
ra ; no entretanto que se tal fizesse nao s seriam
PERNAMRUCO,
pragas que compem o corpo de artilharia desta
provincia, nao p deria por certo oppr urna resis-
tencia eficaz e prolongada.
A' ama hora e trinta minutos do mesmo dia 27
o fogo combinado das bateras Taladas e fluctuan-
tes, de qae ja fallei, comegeu -sobre o forte e este
vapor.
As torgas desembarcadas na margem direita,
tendo conseguido postarem-se na retaguarda do
forte, atacaram a este, fazendo vivo fogo de fuzila-
ria, como para toma-lo de assalto. Duas pegas de
carapanha, qae tambem conseguirn) levar para
a montanha, os ajudaram no ataque, porm a re-1
sistencia vigorosa que este lhe oppoz mallogrou a '
tentativa, e em laes circomstancias o vapor do
meu commando, tomando posigao ora a baixo ora
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
27* SESSAO EM 4 DE ABRIL DE 1865.
PRESIDENCIA DO SR. DR. COSTA RIBEIRO, Io SECRE-
TARIO.
(Concluso..)
O Sr. Jos Mara (pela ordem) diz qne, tendo
de mandar mesa um roque rmenlo solicitando
intorm; ges, pedio a palavra para fundamenta-lo.
O requerimento o seguirte :
< Requeiro qne se pegam ao presidente da pro-
vincia informages sobre o seguinte :
1" Quantos troncos existem nesta provincia
substituindo as prisoes publicas.
2o Em que lugares existem esses troncos,
quaes as autoridades que os estabelleceram, e em
que pocas.
Pede a palavra o Sr. Aranto Barros, e flea a dis-
cussao adiada..
O Sr. Jos Mara requer urgencia o consultada
a casa decide pela afirmativa.
Orara em seguida os Srs. Araujo Barros, Jos
Maria, Silva Barros e Jacobina.
O Sr. Jos Mara pede depois a retirada do sea
requerimento, no qae a casa consente.
O Sr. Maranhao pela ordem, requer que seja
posto em discusso 6 projeclo n. 33 do anno pas-
sado. ,
O Sr. Presidente declara
em considerago.
ORDEM DO DIA.
Entrara em discusso e sao approvadas as emen-
das offerecidas na 3' discusso do projecto n. 88
do anno passado, que concede ama loteria de___
120:0003000 airmandade de Nossa Senhora da
Escada, erecta na igreja da Conceigao dos Mili-
tares.
Entra depois em 2 discusso o projeclo n. 33 do
anoo passado, creando na cidade do Recife, urna
freguezia com a denominagao da Capunga.
Oram pela ordem os Srs. Campello e Silva Ra-
mos, offerecendo este ultimo o seguate requeri-
mento :
Requeiro que seja adiada a discusso do pro-
jecto n. 33, visto estar adiantada a hora, e que se
entre na 2* discusso do orgamento.
O Sr. Presidente manda proceder a leitora do
arL i" do projaclo n. 33, e declara estar elle em
discusso.
E' subraettido depois ao apoiamento o reqaeri-
rneoio do Sr. Silva Ramos, o qual entra em dlscus
sao conjonctamente com o arl. Io.
Ora pela ordem o Sr. Jacobina.
0_Sr. 2 Secretario procede a leitura da infor-
magao ministrada pelo Rvm. vigario capitular.
O Sr. Reg Barros fundamenta e manda a mesa
o seguinte requerimento, que depois de apoiado,
entra conjunclamente em discusso :
Requeiro o adiamenlo do projecto por 24 no.
ras.Reg Barros.
Oram depois es Srs. Maranhao e Silva Ramos.
O Sr. Presidente levanta a sessio as 4 horas da
tarde, dando para a ordem do dia segniate :
i* parte : conlinagao da antecedente, e mais 3"
discusso do projecto n. 67 do anno passado, e 1
do de n. 30 deste anno.
2* parle : continuagio da 2* discusso do orga
ment provincial.
. posigao ora a
victimas dessa explosao todas as pragas all exis- cima de forte, defenda com o fogo de artilharia
lentes, como se havrarrr de perder todas as muni-, a retaguarda do mesmo, e assim susientou-se o fo-1 $ c- n,rlA n. _P.C ...i...
ges que alli se achavam tambem nao aeonselbei go at s 7 horas da larde, em que se calaram as' liciAmiR\!^^!^r!nrSi lX'
que a langasse ao rio, porque demandando multo bateras in-migas e as nossas. i cPmPih^nlB !h,?J g c n .k rePressa0,c11ntra
lempo e trabalho nao podia en esperar. Tendo o No dia 28, s 5 horas da manhaa, novas torgas! jTdec^arou o orTdnr IZSSSEFSfJ
.............................'....... P^4i%:v^ jSBE^Sgffi
ora aprsenla, e espera que estas suas palavras
referido director anauido s minhas observages,
embarcou neste vapor e bem assim as mais pes-
sos adjuntas ao mesmo estaleiro.
A's 10 horas da nonte do mesmo dia, abaixo da
ilha doregio, encontr! o vapor Prannos, e na
ao o seu commandante a bordo, coramunlqueilhc J progr divamente augmentando de visor al auc.
o occorrido ; o qual decidindo-se a regressar para
este porto, offereceu-se a alliviar-me de parte dos
passageiros; fporm, como acarrelariam maiores
despezas ao estado, ao passo que nada influa na
marcha do vapor do meu commando, dcixei de
aceitar tal offerecimento.
A' 1 hora da tarde do dia 3, achando me cima
da bocea inferior do brago da Sepultura, as vigias
que tinha colloeado as encapelladuras dos mas-
tros deste vapor, avistaram duas columnas d- fu-
maga, distando urnas das outras, quo pareciam se-
guir no mesma direegao, o que, em censequencia
da agagao dos campos e da permanencia deltas,
fez-me suppor que havia incendio de casas no lu-
gar denominadoSara.
No engenho denominado S. Jos da Manga
a tres leguas abaixo da barra
por intermedio do administrador
forte e sobre este vapor.
A' 1 hora da tarde principiou um tiroteio de in-
famara sobre a retaguarda do forte, o qual foi
carregando os sitiantes sobre as setelras, preten-
dan] toma-la de assalto, mas sendo enrgicamente
rechagados pela guarnigao do forte e pelo fogo de
artilharia feito de bordo do vapor do meu com-
mando interino, tiveram de relirar-se, cando o
campo coberto de cadveres.
Logo que o inimigo observou o revz que aca-
bava de soflrer embarcaram as torgas assaltsntes
e desembarcaram novas torgas de infanlaria, pas
sarara a balen i raiada para o lado do forte e ludo
se dispunha para abrirem brecha no flanco do for-
te, onde se acha o porto ja abalado, e darem no-
vo assalto, que auxiliado pelas torgas navaes, ne-
nhuma duvida poria tomada da praga. Em laes
circunstancias o tenentecornel Portocarreiro reu-
sejam acreditadas.
O orador foi surpreheodd por ama declaragao
que uuvio fazer no recinto da assembla de que
existiam troncos em diversos lugares da provin-
cia ; depois disto multas pessoas lhe tem dito que
esse um tacto muito coramum no interior, e que
at inspectores de quarteiro tem troncos nos
quaes prendem aquelles individuos que se crimi-
nosos ou que elles reputam como tal. No seu en-
tender isto urna vergonha para a provincia: o
28- SESSAO EM 5 DE ABRIL DE 1865.
PRESIDENCIA DO SR. DR. SARINO OLEGARIO.
Ao meio dia, feita a chamada, achara-se pre-
sentes os Srs. depatados Arrainio, Joaquim do Re-
g Barros, Buarque, Ribeiro, Goncalves da Silva,
Rochael, Reg Barros, G. Campello, Nelto, Teixeira
de Mello, Francisco Pedro, Sabino, Amynthas, Na-
bor, Brandao, Braulio. Ayres Gama, Silva Barros,
Ramos, Looreiro, Cunha Teixeira, Araojo Barros, I
Diodoro, Jacobina e Baptista.
Comparecen depois os Srs. Maranhao, Jos Ma-
na, e Drummond.
E' lida e approvada, a acta da sessao anterior.
EXPEDIENTE.
Um offlcio do secretario do governo, remetiendo
informages prestadas pela repartigo das obras !
publicas acerca do canal e ponte da ra da Aurora
com referencia ao offlcio n. 49. -A quera fez a re-
quisigao.
Outro do mesmo, remetiendo o roappa de que
w tronco um flagello horrivel, o remedio cons- trata o primeiro e segundo quisitos do oficio, sob
)s da Manga, duas uio os offlciaes em conselho, a por esta toi decid- pronunciados
de Cuyab, dirig,; do que e evacuasse o torte por nao ser possivel n Sr. Blaroif
trar cadeias (apoiados), e o remedio para cons-
truir cadeias economisar os dlnheiros pblicos,
_cortar-se desperas de mero lucro, despezas que
nao sao to indispensaveis como as que tem por
Om obstar que homens innocentes ou mesmo cul-
pados passem 5, 6 e mais mezes presos no tronco,
para depois serem sollos sem ao menos terem sido
do mesmo enge-: evitar a entrega do mesmo
guarnigao dotorte, queabandonra ao inimigo por
circomstancias qae seo patentes a V. Exc. pelo
Exm. Sr. commandante das armas; a vista disto,
voltei reunido ao vapor Anambahy, para onde me
transfer, e prompto para_resistir como pndesse e
fosse possivel perseguigo que se esperava por
algum vapor Inimigo : deste modo cheguei a este
porto hoje, s 5 X horas da manba, sem mais no-
vidade alguma.
Junto remetto a V. Exc copia da parte qoe me
dirigi o tenente Balduino Jos Ferreira de
Aguiar, que, como participei a V. Exc, tomou o
commando do vapor Anambahy, devido ao estado
de enfermidade do 2" tenente Hyppolyto de Simas
Bittencourt. Esse oficial porto-se dignamente, e
os seos estorcos e o soccorro do vapor Anambahy,
influirn) bastante para nao soffrermos maiores
desastres; e assim apezar da diminuta .torga da
ftotilha esta comprio do m?Ihor modo o seu dever.
Nao posso conjecturar quaes as inlenges do inimi-
go com a occopagao do forte, no entanlo me pare-
ce prndente fortificar a freguezia de Corumb pa-
ra a sustentar se for invadida; e como convenha
para isso armamento e muntges tanto para a flo-
tilha, como para a gente de trra, me parece pru-
dente que isso venha ; e pelo que ordeno ao com-
mandante do vapor que hoje segu para essa capi-
tal, alim de se entender com o Sr. capito-leoente
inspector do arsenal de marinha para satisfazer
aos pedidos que Ibe remetti, e outros que lhe faca.
Embora s se possS considerar o vapor Anamba-1
hy nico em estado de prestar algnm servigo, jal-
go conveniente a estada aqui dos mais vapores,!
para coro elles contar como nm meio de soccorro ;
s famjlias aqu existentes; e por isso peco o
prompto regresso do Corumb, a vinda do Alpha,
Cmab e Paranhos, se Y. Exc. assim entender
conveniente.
nho, aos moradores da margem esquerda do Baixo
Paraguay um offlcio para qup, commonicando
com Corumb, mandasse o mais breve possivel
noticias daquelle ponto, dirigidas a V. Exc.
No dia 8 encontrei com o vapor Corumb, que
por ordem de V. Exc. la verificar qual o destino
deste vapor, vista das noticias atterradoras divul-
gadas aqui pelo Paranhos.
Terminando este offlcio, devo trnsmiltir a V.
Exc as netlcias colindas pelo Sr. Ricardo Costa
Leite acerca da invaso paraguaya : que em Mi-
randa as torgas paraguayas invadiram em grande
numero e que tanto essa villa como a povoagao de
Nioac haviam sido incendiadas, sendo isto referido
ao Sr. baro de Villa-Mara por um indio Cadino,
e que se havia avistado urna fogueira em um dos
morros, na dirergo de Miranda, o qual foi cor-
respondido era Coimbra, e que, finalmente, no dia
31 do mez prximo passado, a freguezia de Albu-
querque fra bombardeada por torgas paraguayas
de desembarque.
Eis tudo quanto posso informar a V. Exc, a
quem Deus guarde.
Bordo do vapor Jaur, 10 dejaneiro d1865,
surto em Cuyab. Illm. e Exm. Sr. Alexandre
Manoel Albino de Carvalho presidente desta pro-
vincia. Baldumo Jos Ferreira de Aguiar, pnmei-1 te'sizria
cia de torgas, como por falta
fantaria.
Em seguida embarcaram no vapor do meu com-
mando toda a guarnigao do torte e mais habitan-
tes das proximidades : deixel o torte pelas oito
horas e trinta minutos da noite do da -28 em de-
manda deste porto, nao tendo sido esse movimen
nos pela dificien- VoVodaT""1" '""* deSPeZ" dUpensaveis na
de cartuxarae de in- 0 Sr. Jos Mara :-Ha de haver.
O Sr. Bcarque :Por exemple...
O Sr. Jos Mara diz que nao o seo proposito
provar que ba despezas dispensaveis; o que pode
provar que ha menos necessarias do que a do
que traa. O orador nao v qu a provincia te-
nha necessidade mais palpitante do que a de cons
to presentido pelos sitiantes, e dest'arte ficou sal- trur cadeias se
vo o vapor do meu commando, qae necessaria- com os tronco flaizeilo
mente tena metlido a pique afim de nao ser presa' pulagio da provincia.
*l!Swn a lamentara perdade praga alga-'^T^toJ^S^tt^
astvsr,ambera sottrea gravL at i &y^%a^rkgg ^,z
I que possivel fr, as diversas localidades, mas
n. 38. A quem fez a requisigo.
Outro do mesmo, remetiendo o quadro enviado
pela thesouraria provincial das dividas passivas
dos exereicios lindos liquidados a requerimento de
partes.A commisso de fazenda e orgamento.
E' julgado objecto de deliberago o seguinte pro-
A assembla legislativa provincial resolve :
Artigo nico. Fica restituida ao povoado de Ala
goa de Baixo, na comarca do Brejo, a sede da fre-
guezia daquelle nome: revogadas as disposigoes
em contrario.
Pago da assembla, 5 de abril de 1865. Buar-
que.Francisco Pedro.Teixeira de Mello.
O Sr. Presidente declara que o projecto supra
vai a imprimir.
O Sr. Buarque pede dispensa de impressao e que
raria provincial, o orador? v qoe este reconhece a
demonstrada maneira a mais clara que esse arre-
matante e seus fiadores tiveram o preiuie de 18
por cento ; e admira ao orador que a commisso
examinando os documentos, dissesse em om dos
considerandos que esse prejuizo nao est reconhe-
cido pelo inspector da thesouraria, cuja informa-
cao o orador l.
Por outro lado se o orador langa as vistas sobre
as arrematages de imposto? idnticos relativas
mesma poca, v qae a assembla concedea ara
abato aos arrematantes do imposto dos municipios
de Pao d Albo e Santo Aato ; v que estes arre-
matantes toram mais infelizes do qae o qae se tra-
ta, por que a le provincial de 1860 toi imperativa
na parte que concedeu Ihes o abale.
Ora, perganta, o orador, que motivos, qoe consi-
deragoes haverii e anda subsistem para que a as-
sembla era actos da mesma natureza faga justiga
a uns e nao faga a oolros, achando se lodos as
mesmas circomstancias 7 Se o poder legislativo
reconheceu que havia motivos poderosos para se
conceder o abata aos arrematantes de Pao d'Alho
e Santo Antao, por que razio ha de desallender de
um modo to duro, to severo, ao arrematante em
quesiao, quando a assembla, quando a illustre
commisso de fazenda nao poder contestar a de-
monstragao feita pelo inspector da thesouraria de
que essa arrematante e seus fiadores soffreram pre-
juizo ?
Cr mesmo o orador que convm aos interesse-
da fazenda provincial tirar a ultima camisa aos
seus devedores ; qae nao convm tratar com de-
masiada severidade, com dureza excessiva, aquel-
les que tem contratos com a fazenda, por quo pode
dali resaltar qoe os homens mais aptos e habilita-
dos para contratar com a fazenda procuren) evitar
semelhantos contratos.
O orador nota na questo vertento urna circoms-
tancias que parece dever merecer a considerago
da assembla ; o arrematante de que se trata ral
lecdo, tendo deixado saa,familia na miseria; al-
guns^dos seos fiadores fallecern]; e, se se procu-
rar cumprlr a rlsca o contrato, a execugao ter de
cahlr com toda a torga sobre om ou dous dos fia-
dores, e principalmente sobre um que requerea
por si a esta assembla, e que mostroo, com docu-
mentos authenticos, que nao leve parte alguma na
soeiedade havda entre os fiadores, e qoe por tanto
nao linha o menor interesse nesse contrato.
O orador pede assembla que alteada qae a
arremalago de que se trato nunca chegou a lao
alto prego. Este prego foi tal que excitoa a adrai-
ragao de todos que delle tiveram conhoeimento.
Por consecuencia, a assembla atteadendo ao peti-
cionario, nao cansa preiaizo fazenda, porque es-
ta, se tivesse mandado proceder arreeadacao
desse imposto por agentes seas, jamis tena rece-
bldo qaantia superior aquella queja esta effectiva-
mento recolhida aos seas cofres.
O orador, pois, fundado as razes que vem de
expender, offerece considerago da assembla o
seguinte projecto substitutivo do parecer :
A assembla legislativa de Pernambuco re-
solve :
Art. nico. E' concedida a Francisco Caval-
canti de Albuquerque, hoje representado pelos
seus herdeiros, arrematante do imposto de 25500
sobre o gado vaceum morto para o consumo bos
municipios do Recito e Goianna no Iriennio de 1857
a 1860, e aos seu fiadores a remissao do resto da
execugao que Ihes move a fazenda provincial para
o pagamento do prego da respectiva arremalago ;
revogadas as disposiges em contrario.Costa Ri-
beiro.
Note assembla que o orador nao aprsenla um
projecto que tenh.a por lira reslitoir-se ao arrema-
tante ou a seus fiadores aquillo que a fazenda j
recebeu ; apenas Ibes concede a remissao do resto
da execago, que orgar pouco mais ou menos por
9:0005, quanlia muito insignificante em relagao
aquella por que se fez a arrematago.
O orador conclue dizendo que lera dado as ra-
zes do seu voto, e que a assembla delibere como
melhcr entender.
E' apoiado e entra conjunclamente em discusso
com o parecer o projecto substitutivo do Sr. Costa
Ribeiro.
(Continuar-se-ha.)
declara que, antes quer que haja n'oma comarca
oo n um termo falta de urna cadeira d instruc-
go, do que a existencia de nm tronco, por qoan-
to prefere que seos filhos deixem de aprender a
lr a que estejara
ro tenente commandante.
Eis, pois, tudo quanto occorreu at a hora em
qne encontrei a V. S. duas leguas abaixo do porto
de Albuquerque.
Devo accrescentar que toda a guarnigao portou
2AL! "re FrSt WRaS^JJffiiSt
VL'jL 6. de.em,bro Ia *86i"l'n^ Sr. Francisca, Por consequencia a despeza com a instruccao Pu-
t^en,aaf(,fl^e.KeieS'pC(fUa0, de dWte* "O entender do orador, c mais dlspensavel
commandante da flotilhafia/teno Jos Ferreira do que a com a COnstrucgao d cadeias.
de Agnw, 1- tenente coraraandante. 0 orador quer que se Saben cora essas prues
... ". "' '' hornveis, barbaras, que nao sabe se existiam em
Sr.Ao romper do da de hoje, fez o tor-! Pernambuco no tempo do re velho; pensa qoe te-
de apparecerem navios ; pouco depois i to novo, e por isso quer saber quaes as autonda-
que com isto se pode acabar seja ouvido o Exm. Sr. vigario capitular,
que peza sobre toda a po- Consultada a casa decide pela afirmativa.
ORDEM DO DIA.
Discusso do parecer adiado da commisso de
fazenda provincial acerca da petigao de Casado da
Fonceca e outros.
Orara pela ordem os Srs. Boarque e Ramos, pe-
diodo que seja posto em discusso, visto nao ter
anda acabado a hora do expediento, o reqoerimen-
to adiado do Sr. Diodoro U/piauo sobre fados acon-
tecidos no Ex.
repatio o signa! de serem os referidos navios sos-
; peitos, e meia hora depois mandou o commandan-
te do torte prevenir-me de qae os navios suspeilos
i eram vapores paraguayos. Tomei as providencias
i nestTtarias ; e quando o vapor do mea com-
Commando da flotilha de Mato-Gresso. Bordo
do vapor Anhambahy, em Corumb, 1 de Janeiro
de 1865.
Illm, e Exm. Sr.J esto em Albuquerque dous
vapores mimigos ; tudo aqui est prompto, mas
de opinio o Exm. Sr. commandante das armas,
e rtssmo o Sr. lente-coronel commandante do
batalhao, que este ponto nao se pode defender por eamstanca to critica.
moito tempo, pelo que annui requisigo qae me | 0 Sr. t. ,eoente Balduino deseen com o vapor
aalfandega de por em segu- Anhambahy para flanquear o lado direite do for-
te, collocando este vapor ao lado esquerdo.
esses troncos e quantos
des qoe lem eslabelecfdo
elles sao.
O fim do requerimento chamar a attengao do
Sr. presidente da provincia para este facto, cha-
mar tambera sobre elle a altango da assembla,
mando estava prompto, enlreguei o comman-1 afim de que na decretago das despezas se atienda
do ao "Sr. i tenente Balduino Jos Pereira^e i urgente necessidade de fazerem-se cadeias, para
1 que se nao argumente com a absoluta necessidade
Aguiar, visto que o meu
possibilitava cumprir o
mo estado de saude im-
meu dever em urna cir-
ranga o cofre da repartigo, o que mandando-o
embarcar, o fago seguir no vapor Jaur para essa
capital japroveilando o mesm j vapor para levar a
reboque o palhabote com a plvora, e algumas fa-
milias, e nisto concordou o Exm. Sr. commandan-
te das armas, pois nao sendo o Jaur navio para
combate,s servigo dessa qnalidade rangosamen-
te pode prestar.
Todos eslao encorajados, mas a vista do que
cima digo, duvidoso o resoltado.
Espero que V. Exc. me faga seguir todos os va-
pora para este ponto, e assim as suas ordens.
Deas guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. gene-
ral Alexandre Manoel Albino de Carvalho, presi-'
dente desta provincia Francisco Candido de Cas-
tro Menezes, commandante da flotilha.
Illm. Sr. Havendo commanicado a V. S. em
offlcio datado de 27 do corronte, pelas 7 horas e
30 minutos da manhaa, achar-se nma esqnadrilha
Deus guarde a V. Etc.Illm. e Exm. Sr. gene- paraguaya vista do forte de Coimbra, e que em
ral Alexandre Manoel Albino de Carvalho, presi
dente desta provincia.Francisco Chndido de Cas
tro Menezes, commandante da flotilha.*
consequencia de achar-se bastante doente o com-
mandante do vapor Anhambahy, o segundo leen-1 movimento.
Os inimigos das oito horas em diante faziam os
seos desembarques de artilharia pelo lado do for-
te e a cavallara pelo epposto, em quantidade de
300 homens, mais. ou menos, dessa arma ; s 10
horas foi visto dos topos dos mastros do vapor
Anhambahy a torga immiga que se diriga para o
torte, deixando de a vanear em consequencia do
fogo de artilharia feito pelo. vapor Anhambahy,
embrenharam-se com 2 pegas de artilharia, e at
1 hora da tarde nao havia movimento nem da
torga inimiga em Ierra, nem to pouco dos vapo-
res, que se conservaran) fuodeados na poma abai-
xo da ilha, oo fim do estiro, vista totalmente do
forte sete vapores, os qoaes 1 hora e Ii4 prin-
cipiaran) a dar tiros destacados, como para signal
as torcas de trra embarcada nos lagares cima
citados. Parece me que a demora em atacaren) o
forte era devlda difflculdade de subirem o mor-
ro com a artilharia, ou flanquearen) tambem o lado
esquerdo, sendo certo qne at a hora da minha
sabida (1 hora e 30 minutos) nao havia o menor
de troncos era falta das mesma:-.
Diz o orador qne nao se argumente porque nao
acha que seja esse um motivo para atlenuaro pro-
Por terem escapado algans erros typographicos-
reimprimimos o seguinte parecer:
A commisso de fazenda e orgamento exami-
nou as petigSes de Joaquim Cavalcanti de Albu-
querque, Claudio nobeox, Francisco Antonio das
Chagas, Francisco Casado da Konseca e ontros
fiadores do finado Francisco Cavalcanti de Albu-
querque, arremtente do imposto de 25500 por
cahega de gado vaceum nos municipios do Recife e
de Goyanna no triennio de 1857 a 1860, que solici-
&S Sim orideffi'do dia ?"ui 'em ^Tc^T^oZI^Zr^
d^cussao se bouver terapo; e que jadeclarou estar anaa respons'avel fazenda, e que corresponde
por cento tudo do valor do respectivo con-
0 Sn. Presidente diz que n requerimento a que
em discusso o parecer.
O Sr. Costa Ribeiro Ion va a severidade com que
a commisso de fazenda costuma pronunciarse
contra as pretengoes qne sao submetlidas sua
considerago ; entretanto, havendo estudado as pe-
tges sobre que versa o parecer em discusso e os
documentos annexos, nao pode desta vez icompa-
nhar a commisso na severidade com qae indeferio
in totum essas pretengoes.
Na opinio do orador a severidade nunca excluio
a justiga; e, se decoroso, se digno defender-se
com zelo os inleresses da fazenda, nao menos de-
a 9
trato.
Allegara em seu favor os peticionarios que,
tendo esta assembla concedido igual abale a Joo
Anastaco Camello Pessoa Junier e Manoel Barbosa
da Silva, arrematantes dos municipios de Pao
d'Alho e Santo Anlo, por nma disposicao taxativa
da lei n. 488, estendeu este favor aos sopphcantes
por urna disposigo facultativa da mesma lei; que
nao tendo o presidente da provincia, por ama intel-
ligencia arbitraria da citada lei, usado dessa autori-
sagao, toram ellos privado do favor que Ihes havia
r^Rrima*XZta8 "** ^^ ^f ^ I Sd' j^^i^^^m^&lX'm
5 a, ; a v.,- 8Tandeparte realisado com a resliluigSo das letras
Assim, pois fazendo a assembla urna ligeira por elles garantidas. ".------"~
exposigo dos factos e urna succinta apreciago Lembrara mais
dos documentos .que acompanhara as petiges, o soffrer
os supplicantes, que teero de
as_ grandes perdas experimentadas nessa
cedimento de autoridades que taes barbaridades orador procurar demonstrar qoe ba da parte dos' arremalago pelo afiancado" e
te Hipolyto Ide Simas Bittencourt, tomasse eu o
commando do vapor Anhambahy, o qae efectiva-
mente teve lugar, cumpre-me agora dar conta a
V. S. dos acontecimentos qoe tiveram lagar dessa
O forte conservava saa gente a postos e nao ti-
nha rempido fogo por estar fra do alcance de sua
artilharia, por esterero os navios e a torga de-
sembarcada, por nao ter sido vista pelo mesmo
forte
Como j disse, me vi toreado a fazer entrega do
Illm. e Exm. Sr. Em observancia as ordens do
Illm. Sr. commandante desta flotilha, sahi do porto
de Corumb s 7 oras da manhia do dia 2 do cor-! bora em plante.
rente com destino a este porto, transportando alga- i Da esquadrilha paraguaya de seis oa.seto vapo-
mas faailias qoe se relimara daquelle lugar em res e de navios de vela, que os roesroos rebocaram j commando por me achar denle, e se fazendo pre-
consequencla da invaso paraguaya, que a todo mo-' arincipion e desembarque de grande numero de | ciso a prompla coromonicago a V. S". das circums-
mente se esperava chegar at alli. condazindoa torgas fra do alcance das bateras do forte, j era tandas cima referidas, de accordo com o Sr. pri-
rebque o hiate Presidente, que do servigo da al- outra margem do rio, enviando a este tempo o meiro tenente Balduino, resolvemos subir eu neste c em seguios apoiaao e po
fandoga aaasou a servir de deposito de plvora ; comroandaote da dita esqnadrilha por um offlcial' vapor para ir communicar a V. S. o occorrido. Ro^ -fequerioeato cima publicado.
pralicam. Se o orador fesse autoridade polica
em falte de cadeia deitasse o pescogo de um ho-
mem n'ura tronco, se julgaria criminoso e nao al-
legara a falta de cadeia como ulna cirenmstanca
adecuante.
Enlende o orador que, mesmo em falta de ca-
deias, o tronco desnecessane; a melhor cadeia
a guarda,'a melhor seguranga a sentinella.
Nos lagares onde nao existem cadeias gaardem-se
os presos n'uma qcalquer casa com mais on rae-
nos segnranga, mas noaca se os sojeitera torto-
ra do tronco.
Acha o orador moito digno de reparo a existen-
cia de troncos em tantos lugares da provincia, e
at no quarteiroes, com a facilidade que ha enlre
nos de se prender a quera se quer, e chama para
isso entra vez a attence da presidenta da provin-
cia, que pode acabar com tal abaso, determinan-
do qne se nao possa prender ninguem em tronco.
Se para os troncos fossem alguns qne tem nma
posigosioha qualquer na soeiedade, julga o ora-
dor que ba muito elles teriam desapparecido.
OSr. Aqiino Fonseca :A igualdade s do
paleto', para a casaca ; para a jaqueta, nao. (Nao
apoiado.)
OSr. Jos Mara: E' este a verdade naa e
en, difflcil de se dizer, mas sempre a verdade.
O orador conclue dizendo qae jnlga ter conse-
guido o seu fim, que chamar a attengao do pre-
sidente da provincia e da assembla para om facto
to horroroso.
E' em seguida apoiado e posto em discusso o
peticionarios razes fortes, razes poderosas, se nao | com
para tudo qoanto reqnerem, ao menos para que a
casa nao deixe de attend-los tanto quanto fr pos-
sivel.
Trala-se de um abate na arrematago do subsi-
dio de 25500 por cada cabega de gado vaceum
morto para consom nos municipios do Recife e
Goianna durante o triennio de 1857 a 1860. A ar-
remalago leve lugar por 99.0005000, sendo.....
89:0005 na parte relativa ao Recife, e 10:0005 na
relativa Goianna.
Mal se approxiraava o termo do triennio da ar-
rematago e j esta assembla, em vista de ama
representago feita pelo arrematante eseus Dadores,
submettia sanego do Sr. presidente da provin-
cia urna le concedendo o abate de nao menos de
25 por cento sobre o prego da arremalago. Esta
lei foi sanecionada ; |mas o Sr. presidente, enten-
dendo que se lhe dava autorsago e nao se lhe
impunha obrigago, deixou de dar execugao a lei.
Era vista disto, a fazenda teve de proceder a
execugao contra o arremtenla e seus fiadores, e
deste tacto nasce a reclamago de que se trata.
Se o orador considera o prego da arrematago,
v qoe em poca alguma o imposto toi arrematado
pelo preeo por qne essa arremalago teve lugar, a
qaal excedeu 75 por eeato dos pregos por que antes
estava o imposto arrematado.
Se o orador considera as arrematages bavidas
de entao para c, v, provado por documentos, qne
essa arrematago lem ido successivamente decli-
nando.
Se procara consultar a opinio de quaes se deve
suppor o tuajs entendido, Isto o chefe da thesoa-
que teem entrado
os seas bens para pagamento das letras divi-
das fazenda, por isso que nada possua o arrema-
tante ; que o consumo do gado no triennio de 1854
a 1857, encorajoa o arrematante, a quero os sup-
plicantes tiveram o infortunio de afiangar, a elevar
o prego da arrematago do triennio de 1857 a 60 a
75 por cento mais que o do triennio anterior; que,
sendo o mesmo consumo de 111,971 rezes, e do
segundo daquelles Inennios ficou muito a quera de
100,000, diminuigo estaque causou o prejnizoque
hoje allegara; que a fazenda provincial, concedido
o abate em qneslo, lucrara anda 50 % sobre o
rendimento do triennio anterior; qoe o inspector
da thesooraria provincial, tendo dado om lacnico
e duro parecer, e qnerendo fundamenta-lo em
outro que poaco depois foi obrigado a ministrar,
encarregon-se de demonstrar qae o arrematante
linha direito pelo menos ao abate de 18 por
cento.
Pondera por si o fiador Casado Fonseca, qoe nao
fez parte da soeiedade existente entre os deroais
fiadores, para gerlr os negocios do contrato; qne
estes asseveraram-lhe nao ser elle responssvel por
consa alguma, proroellendo-se-lbe exonerado da
fianga per ama declaragao, o que se nao reaUsou;
qae a dispensa do pagamento da ultima letra por
elle pedida, muito rasoavel e correspondante ao
abatimento de 9 por cento, roetede do qoe diz a
repartigo da fazenda ler direito a arrema-
tante.
A commisso, considerando qoe a disposicao da
lei n. 488, qoe concedeu o abale de 25 por cenio
sobre o valor do3 respectivos contratas a Joo
Anastaco Camello Pessoa Jnior e Manoel Barbosa


fiarlo de ?ernatttbuoo
da Silva, mlhalates'TIo
municipios de Pu d'Alho e Santo JUlloV^rl Uni| solieir, Retlrfe eofTlte chronlca.
tiva, e que a ella se nao poda eximir o presidente Julia Mara, Pernambuco, 15 das, Sanio Antonio ;
da ppoviiei, desde gue prestou a suaja>|fclo* etpalna. / 1 <
citada; que egalroente prOcedeu'a ihesraa presl- Joanna Francisca do Espirito-'Santo, Pernambuco,
denote nao se mineando da/acoldade-que lUe oon- U auws, easa4a, !a-Vista ; Wbereolos.
ceda a mesma lei para altender igualmente aos Maihias, Pernambuco, 10 dias, Recife; ttano.
suplicantes, porque usou ie um diceito incon- Joaquim, Pernaranuco, 9 dias, liecife ; espasmo.
Pernambuco, ^4 annos,
Quinfa elr 6 de Abril de i Se5.
testavel ?
Consiaerando, que i asta assambla no-ane-
pete mais apreciar os awHvos une doran lugar
primcira daquellas dispnacoes;
Considerando, que tom.proceeu a peesldaocia
de ento, recusando-se a conceder aos suplicantes
ou ao seu afiancado o abate de 23 por enio sobre
o valor dos contrato celebrado; porquanio em
presenea deste seria a fazenda prejndicada na
importancia de 74:6iS;
ConMderano, que este acto do presidente, fon-
dado em jBst'iQ e ero defeza dos interesses da'
azenda, foi duvidamente apreciado por e>la assem
bla,
GWMN
ICADOS.
A guita, t espirito nacional, e o par tido
- coasemdw.
Questdes de orna ordem lo superior, elevam-me
sobre toda e qualqner considerado, que possa ha-
ver em dizer a verdade.
Fallaret sem rebufo.
cima de interesses phempros esto os inters-
(nsicrand nP nenhima razo nova se aDre C^as das diversas fraccoes dos partidos em sua
sen! ho.e nara mi Au r!f/da de Sa **ompoiicio; se os aprsenla sob as formas ex-
SaToVaut^di^n^Kve forma^nhas de nma aova ordem poltica, que nao es-
''SdSV^e'rSi.os t fa'zenda em | S^Cr^n^d^E^
materia de arrecada?ao de impostes nao sao calca- 'ain^ "fT l" ** neceS9ld!M,es d POT8>
SSot %Sf SEKcSrVSSSSk *> ffiSSSnn, desencontrado, em
o" qSemosVP co"Suei" fazlra rreroatv *!?*>1~:** vaciando entre mil in-
coesdsses raposa, efectuadas em periodos loo-1 "'^2^"*fe Pr. i'enebrosas sinuosidades,
os, nada provm sobre os lucros e perdas; f h"^nh"m *ee lnina,do< {} repentinamente
(on.idera.do, que nem mesmo o direito a om i*"b^4a Pr,nin t^o, e laucada uo campo abra-
abate de 18 % asaste aos supplicaa*es e qne nao ^1<> pelo raio da guerra,
como allegam, que a ihesouraria recenhe-
consia,
ci-s.-c semelliante direito;
Observando, que, em vista dos contrato dos sud-
plicantes, o consuma havido dos municipios do
Recife e Goyanna no irieunio que lermiuou em
junli. de 1857 e ii'ah por diante at o ultimo de
levereiro de 1860, o qual nao eslnrowado com a
cerfidao_at>reseoUda, como diz o inspector daquella
repariico, nao Ihes serve de escusa.
Considerando, que, segundo as leis de fazenda,
os peticionarios nao podem em poca algurna
allegar perdas e damnos, nem usar de encampa-
no, |iara o que deviam renunciar, como effectiva-
mente renunciaram pela condicao terceira do seu
contrato, a todos os casos fortuitos, ordinarios e
extraordinarios, solitos e inslitos, cogitados e nao lX'",
cogitados;
Considerando, que sem o menor constrangiraento
procurou o arrematante ser preferido a cinco com-
petidores pela nica vantagem de superioridade do
lanco tfferecido, vantagem que desapparece peio
abale em questo que torna Ilusoria a concurren-
cia e causa consideral prejuizo fazenda;
Considerando finalmente, que ludo quanto allega
o fiador Casado da Fonseca, alm do que cima
lira dito, nenliuma importancia tem e nao Ibe d
melhnr direito que aos deroais fiadores;
E' do parecer que sejam indeferidas as petices
do Joaquim Cavalcanti de Albuquerque, Claudio
Dubeux, Francisco Antonio dasChagas e Francisco
Casado da Fonseca e outros.
Sala das commissoes, lde abril de 1865-Buarque "n") "a
de Macedo.-Campello.Reg Barros.
E atravs desse honsonte fumegante levaota-so
em negras nuvens o medonbo pbantasma de nossa
crise Saneara, que complicando as fortunas parti-
culares, e reduzindo a penuria as classes menos
favorecidas da sociedade, ufferece-nos um especta-
culo verdaderamente lastimo-o, e ameaca-nos om
um futuro desastroso.
Eis em poucas paiavras o silnaco.
Tudo parece concorrer para nossa decadencia,
mas cima de todas esssas miserias a nacao ergue-
se radiante I
Areola de luz prestigiosa circunda-lhe a fronte,
arfalbe o peito, suas faculdades se dilatarn, onve-
se bradar, honra, e patria; rebenta o trovo, e em
torrentes de luz elctrica assoma o espirito na-
Ao bullante, fanal se prendem todas as vistas de
um povo que a poucos instantes errava incerlo e
duvidoso.
Eliemarcha por urna senda que se lbe abri em
direccao a um fira determinado, marcha, pisando
sobre os destrogos calsinados e denegridos dos par-
tidos, sem olhar a direla, c nem a esquerda, sem
tergiversar.
Queririeis deter-llie a marcha ? Seria impos-
sivel.
Queris conhecer os elementos diversos, de que
se urmam essas massas. postas em movimeoto? S
lhe reconhecerieis urna cor, a cor nacional.
E quem est a frente deste movimenlo geral f
REVISTA DIARIA. .
Segoio honlem pela maohaa o vapor Impera-
dor com destino Parahyba, onde vai tomar a tor-
ca que all existe da provincia e do Rio Grande do
Norte, para conduz-la a corte.
Amanhaa pelas 9 boras da manhaa tem lu-
gar, na igreja da Concei$ao dos Militares, a solem-
nidade religiosa e patritica da bencao e entrega
do esiandarte imperial, que varios cidadaos offere-
ceram ao corpo de Voluntarios da Patria desta
provincia.
Acto de verdadeiro amor ao terrao natal, todos
devem concorrer qnanto ser possa para o respec-
tivo abrilhantamento; e assim conviria que os es-
tabelecimenios conservassem-se fechados e noite
houvesse illuminacao da cidade ; por quanto o
amor da patria, bem como a religiao, tem um cul-
. to interno que se alimenta no coracao, e outro ex-
terno, que sendo a manifestacao daquelle, se exhi-
be nessas mostras de fervor, as quaes mnito im-
portara para a sustentadlo desse cnlto, e por isso
nunca sao assaz.
O vapor de guerra, que as escurecer de an-
te-hontem apparecia ao norte, nao fundeou em
nosso porto., pelo que se ignora seu nome e des-
tino.
O Sr. Dr. Jo> da Cunha Teixeira, depulado
assembla provincial, offereceu ao Exm. Sr. pre-
sidente da provincia o importe do seu subsidio,
para as despezas da guerra, enviando a quantia de
1535000 que lhe conbe do primeiro mez.
Falleceu e foi hontem sepultado c Sr. Tho-
maz de Aquino Fonceca Jnior, negociante de nos-
sa praca.
Damos nossos sinceros pezames a seu pai e ir-
maos.
Depois d'amanhaa se extrahir a 2" parte da
Ia lotera de Nossa Senhora do Amparo de Goyan-
na fil*), sendo os dous maiores premios 10:0005
e 3:0005.
Remettem-nos o segninte :
Sea freguezia da Boa-Vista est orphaa por
que nunca leve pai, e nao porque o fiscal deixe de
enmprir 03 seos deveres, como hontem poblicou
sua Revista. E' publico o delelxo em que se acra-
va o municipio respeito da execucao das postu-
ras, e por isso parece que a cmara teve razio era
mudar o seu pessoal, alm de os sens empregados
nao serem vitalicios;, como se tem apregoado, e isto
mesmo se deprehender da lei do Io de outobro de
1828, e por tanto nao se pode reputar perseguirlo
aos demittidos e proterco aos nomeados. Os ma-
les de lmig-- data nao se curam repentinamente.
t Sirva isto de resposta ao autor da lembranca
qne Vracs. inseriram em sua Hmsta de nonlem.
Hoje 6, tem lugar o leilao de gneros de es-
tiva, calvados do brigne inglez Hete oflhe Exe, e
existentes no armazem do barao do Livrarnento,
cae de Apollo.
Amanhaa 7, se effectuara o ultimo leilao dos
salvados do dito brigue, constando dos pannos,
mastrescao, velames, e sobrecellentes do mesmo
navio, no mesmo logar cima indicado.
Heparticao oa polica :
Extracto da parte do dia 3 de abril de 1865.
Foram recolhidos casa de detencao ne dia 4
de marco :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Ma-
noel Francisco dos Santos, Flix Jos dos Santos e
Marcelli.no Correia Barbosa, para recrutas ; Joao
Luiz da Silva, como desertor.
A' ordem do Dr. delegado da capital, Mathias
Jos da Paz, para ser processado por crime de
damnificaco de bens pblicos.
A' ordem do Dr. joiz municipal da segnnd va-
ra, Marcellino Rodrigues da Silva, por crime de
estellionato.
A' ordem do subdelegado do Recife, Maximiano
Bispo do Espirito-Santo, Reinaldo, escravo de Ig-
nacio Ferreira de Atmeida, e Sebastiao, escravo de
Jos Mara Saporiti, todos para correojo.
A' ordem do de S. Joto, Manoel Jos da Motta
Cabra I, por disturbios: eServulo, escravo de Braz
Antonio da Cnnha Albuquerque, por briga.
A' ordem- do da Varzea, Julio da Hora e Luiz
Manoel Felippe, disposicao-do tenente-coronel re-
cratador.
O chefe da 2" seec3o,
J. G. deilesqutta.
Gasa dk detbhqao.Movimerrto da casa de
detencao do dia 3 de abril de 1865. Existiam
presos 3W, enfraram 8, sahiram 6, existem 367 ;
a saber: nacime^ 277, estrangeiros 23, muflie-
res 2 ;"efHrangeiras'2,escravos 56; eseravas 7.
Total 367.
Aumentados a-costa dos cofres pblicos 149.
Movimenlo da enfermarla do dia 3 de abril de
1863.
Teve t>ma :
Manoel JoaqoiiB d Sant'Anna, ophtalmia.
Tiveram alta :
Manoel Joaqoim de Sant'Anna.
Antonio Martins Chaves.
Marcellino Homem de Jess.
Movimento da caa de detencao do dia & de
abril de 1863.Eiistram presos 367, entraram 13,
sahiram 10, existem 370: a saber : naclonaes277,,
estrangeiros i3, 'mtffheres 2, estrangelras 2 escra-!
vos 56, eeravas 7.Tota! 367.
Alimentados a costa dos cofres pblicos 149.
Movimento da enfermara do da 5 de abril.
de 1865.
Tivettm baixa :
Cyprtab/o Francisco do Esphito-Santo, Intermit-
iente.
CamiHo Josfr de Afmeida, deMnnm tremen.
OBITAIIIO DO DIA ,'4 DE ABRIL DE 1863, NO
CmifEHIO PtTBCICO :
Quebraran! a f dos nossos tratados; romperam
lagos internacionaes; nossas fronteiras foram inva-
didas.
O Brasil levanta-se para vingar affrontas, fazer
respeilar a f dos tratados.
Quer guardar as suas fronteiras, quer sabir des-
te estado de fraqueza, e iopreviso a que o tinham
reduzido.
Quer sabir do estado de marasmo em que cahio
o seu corpo moral.
E a.guerra quem deve operar urna to feliz
mudanca ? Sim, ba males que vem para bem.
Os acontecimentos inesperados, as mudanzas re-
pentinas, o abalo, o eslremecimento, produzem
muitas vezes effeitos taes, que os mais bem com-
binados clculos, e os esforcos poderosas dos go-
vernos mais sabios o nao teriam conseguido.
O Brasil as diversas peripecias de seos dramas
poliiticos tem-se adiado rauilas vezes como Ores-
tes, agitado pelas furia;, brandindo ao sul e ao
norte espada fratrcida.
Preza dos poderesdifferentes, que sserviam aos
interesses das fac;5es, que elles representavam ;
lutando cero obstculos invenciveis para realisar
om systema, que tem sido sempre falseado ; e que
se acba reduzido a pratica abusiva do poder exe-
cutivo, absorvendo os mais poderes, e governando
o paiz lyranmca, e despticamente, tinba cabido
nessa especie de abatimento que se traduz pela dis-
crepa, e a mais completa insensibilidade.
Fi nesse estado que o apanhou a tempestade, foi
no meio das trevas, na escurido de ideas com que
se confundiam os partidos em suas tspeculacdes
vergonhosas, que acordou acclarado pelo fuzlar
dos relmpagos.
Foi nesse estado que surgi cheio de vida, ani-
mado de heroicos sentimentos, provando por tactos
gloriosos, que em seu lelhargo notinha diminuido
o quilate de seo valor, nem mudado o seu antigo
carcter.
Foi nesso estado, que ouvio essa voz, que trans-
pondo o espaco, crusando os mares, se confunde
cora o troar do canhae repetido pelo echo das mon-
tanhas era brados de triuinpho I
Essa voz a voz da naco, que reunindo suas
torcas dissemioadas, e se dirigindo a um Om com-
mum e determinado, tem adquirido o poder da uni-
dade, e tende a formar urna opiuio nacional, que
apoiada sobre o conhecimento das torgas verda-
dadeiras do paiz deve crear orna politica toda no-
va ; a qual pela forma que venha a tomar, talvez
tenha de influir na futura geraco da sociedade.
Nao ser um bem ?
E a proximacao dos partidos, concentrando to-
I das as soasforcas, e imprmindo-lnes o sello sagra-
do do amor da patria, e creando esse espirito na-
cional, que se manifesta com tanta torca, e vigor,
nao sera ja uro grande beneficio ?
Beneficio do qual ja vamos sentindo effeitos aos
quaes nenhum brasileiro deve ser indifferente.
Quem nao se move ao magestoso espectculo
jdessa geragao, que se levanta?
Qual ser a imagioagao, em que nao reflicta o
j brllho deslumbrante dessa mocidade, que se ergue
to cheia de ardor ?
Quem se recusar a tomar parle nesse movimen-
to da nago, que com tanto vigor, e sentimento se
levanta t
Quero pode ser insensivel a essa oacionaiidade,
que representa com traeos tao vivos o nosso ver-
dadeiro carcter?
Essa nacionalidado, que nos fornece tanta luz
para aprofundarinos o esludo de nosso estado so-
cial, para reconhecermos as causas e os effeitos do
abatimento moral em que jazlamos?
Nenhum brasileiro que se prese, que sinta pal-
pitar em seu peito o sentimento de sua nacionali-
dade.
E mnito menos aquellos que em todos os tempes
se tem assignaladoemtestemunhos de amor eadhe-
sao aos eternos principios da monarchia: E de en-
tro esses ningnem tem tomado a vanguarda aos
conservadores.
E' a elles que me dirijo particularmente; nao
para excitar seus brios, nem lembrar-lhes o dever
de pagar om tributo sagrado; isto seria urna inju-
ria ao seu nobre carcter, urna impertinencia; roas
para pedir-Ibes, que retirem de suas vistas o qua-
dro irritante que inopportunamente lhe apresen-
tam.
Tenho ntima conviegao de que a grande maio-
ria do partido, ouve com desdem o surdo rosnar-
do velho molosso, que saldo tangido, otilando anda
de esguetha para traz, e [orejando as iguarias do
poder ; mas (nioguem se ofrenda) muitas vezes se
resolvem as qoestoes de interesse nacional pelos
rescentimentos particulares, esse o mal que me
reervo o direito de pee vi ni r. ,
O partido conservador em vez de alimentar a
vaidade de alguns espintos superficiaes, revestin-
do-se de cores fantsticas, e tomando formas arti-
liciaes, deve appresentar-se tal qual .
No campo vasto que se lhe oferece, deve espa-
lhar smente;.
Nao lbe falla nem meios, nem habis cultores.
Grandes influencias territoriaes, horneas de ver-
dadeiro prestigio, grande soma de capiues; e
mais que ludo isso a confianza publica.
Cullivai horaens de pouca f.
E porqoe nao o fazeis ? Mdica fidei, quare du-
bitasti f
Nao veis coro que habelidade uzam os adversa-
rios dos onicos recursos de que dspoem, as som-
bras .do poder 1
Nao veis, que invadera o "vosso campo* /azem
ampia colhela e vao em seu nome depr a offoren-
da?...
Mdico? fidei, quare dubitatti ?
Cultivai, que o terreno fecundo.
Sao inuteis, e vergonliosos os meios qne vos w-
dicam os regalados apostlos do Indiferentismo.
As ideias sas nao aproveitam gurdos manejos;.
devem-ae conservar poras, intactas. O partido que
as representa deve estar certor ttetwtejKxr *>
pre o mais decidido apoio as clatsas anbvas e
pensantes da sociedade, e nn deve nunca teamr
a falta de sen concrso para cfcegar arealisa-U*.
Abate-se a voz do indiferentiaoie, $sa.jwnn-
queja praguejando o espirito naeitd; inspira
sentimentos de baixeza e covardra, proscTeVe
baora, aiUaa a uatancia peal iMMMa
Meiedade.
Onca o partido eeMervadnr.
Eu nao jo qne se eaijaecaai afrontas tao re-
centes; isto serta uma'ttpocriria, que:o; qae se
poaham de parla asnas manabas que roxelam o co-
raffto.
Nao proponbo um pactoindigiio.
Cnademno a intolerancia, e o fanatismo.
Pwewgno pela cantralhacao de todas as torcas
naclonaes. ___ ~
Que Teicao tem a poltica da provincia em refe-
rencia ao partido conservador e ao actoal adminis-
trador?
\n.,*4-;>
De om lado est a desconfianca, e a preveacao;
do outro se tem manifestado claramente o desejo e
a intengao de tudo armonisar, para se corobina-
rem os meios de aproveitar todas as forcas da pro-
vincia.
Haja um impulso decisivo.
Sao estas as minhas ideias quem poder, que as
combata; e por mais infructuosas, que sejam, en
nao as retiro do campo da discosso.
Entenda que sirvo assim melhor ao mea partido,
do que ocenpando-me frivolamente de um t mais
bem, ou mal collocado na erdem gramatical, dei-
xando intactos os principios radicaes, que foram
enunciados, e que muito bem podlam e deviam
seranalisados.
Entend) que quando os partidos se oceupara da
belleza das frazes, ou tem falta de assuraplo, ou
nao trabalham seriamente. Esta conflsso mais
que tudo me parece rnconveoiente: ella se fez.
Ora isso consumir lempo em vo.
Nao assim que se servem aos legtimos inte-,
resses de uro partido, nem a causa publica.
Deixemos porm esses desvos, e voltemos ao
assnrnpto de nossa discussSo.
Nada tem preoccopado mais o espirito potylco
nesses nltlmos dias do que a demisso do nosso
encarregade, o Exm. Sr. Prannos.
Essa qoesto melindrosa foi to lucidamente tra-
tada pelo Epaminondas, que nada poderei acajs-
cantar, mormente faltndome os dados necesa-
rios, porque tudo qoanio sei
li naquelle artigo.
Com effeito nao se poda com mais claresa e
evidencia provar, que o procedimenlo o Paranhos
foi irreprehensivel.
Que o governo em face dos artigos de conven-
cao foi digna e honrosamente representado,
que os interesses internacionaes foram devidamen-
te sustentados, e sobre tudo que a dignidade na-
cional foi colldcada em sua verdadeira altura; que
a miss|o em summa foi desempenbada de modo a
immortalisar o nome do nosso diplomata; urna
verdade Inexhoravel para o ministerio.
Confronte-se essas doas entidades, e oovidas a
accosago e defeza pelo que tem viudo a luz, emi-
ta-se om juizo.
Para o diplomata surri a nago, urna nuvem de
flores perfuma o ar, que elle respira, otfegaote
sob o peso de lourosj e grioaldas, radiante de glo-
ria, exulta, ouvindo saudar nelle nm smbolo de
victoria.
Para o ministerio o mais fri e desdenhoso aco-
Ihimento: pelas rasoes publicamente appresentadas
reo indefezo.
Mas esse ministerio se formar de nm grupo de
nomerts ioeptos e sem o menor criterio ?
Ser verosmil que se decidisse sera reflexo s
por espirito de partido, sem medir o alcance do
passo que dava ?
Esse acontecimento s por si explicarla, que a
politica do gabinete em toda altura d.* suas inspi-
ragoes nao excede o nivel dos interesses de mo-
mento ; que sem vistas para o futuro, sem re-
cordares para o passado.
Senaarrastado a urna posigo tao difflcil; por
um brago de ferro, que ergueodo-se at o alto da
cabeca ameacasse de cahir por trra sem aegao?...
Nao explicara Isso bem o mysterio...
Imperiosa raso de estado que envolve talvez
um pensamento oceulto, que nunca venha a ser
revellado?...
Quem sabe ?...
Coraplicagoe* pendentes, que por mxima inva-
riavel de governo nao tem publicidade, se nao de-
pois de urna sol ugo?
Em um governo bem organisado, de ama or-
dem fixa e regular, essa hypothese seria a nica
admittida, mas com o gabinete actual, esse facto
se explica pela torga da inevitavel lei de sua natu-
resa, eslava coudo em suas condigoes de fraque-
za, em sua posigo, e qualidades pessoaes.
Quando um governo delira seu fim est prxi-
mo. Ninguem mais do que o infermo conhece a
visinhanga da morle. Devemos crer que fez as suas
ultimas disposigoes testamentarias. E em todo ca-
so, se nao der outras rasoes de sua conducta, se
nao as que esto patentes, sellou a sua deshonra.
Nao mereceu a sango publica.
C. C.
?**.. ateto ponto de ser preciso favores de vo-
tatanios da patria, que anda precisara aprender
lita volver, e fielmente se jaramentarem com a
foaerno. t .
Sete desertor, Sr. presidente, d'ha mnito tempo,
ata da prejoizos com serios apuros de minha po-
wea, e robre elles, faz litrar ameacas minha vi-
da, MU fue no tempo da |aaafM|a dos varme-
m.Ihh0, ou levei mate aajNBlicopelo Dia- \
lia de Tmaambuco, de que elle por mezea fttou me '
aaadi. as chegando a goveroanea da liga, qne
pordMHa tem a curva, ai Jaras, com a appareci-
meato da carta dos exames do tal desertor, aoi
temos lia em seu inteiro vigor, a o que eu fazer,
Sr. pratidante, correr para V. Ese. que v-se em
lutas na numero de voluntarias, fazendo en ver
V. Exc. qoe o desertor ufana-ae da grande proiec-
pia, q'i?ndft fax ver que ten pi aper?r d |pr sido
um dos cheles da rebelda terminada no fatal 2 de
feverero de 49, sem coosa qoe duvida lizesse, foi
pelos vermelhos rogado para aceitar o almoaarifa
do desta provincia, como
desergSes.
Antonio VrmteTto'NSflmenoTeTfosa.
Joao Silveira de Sonta,
DoringosdeSouza Leao.
francisca dArau>o Barros.
Francisco "Rochael P. B. de Mederas.
Innpcencio Seraphico de AssisCarvallio.
M. Buarqoe de Macedo.
Franciaan Pedro da Silva.
Francia Carlos Hrando.
AntonaalRercalano de Souza Bandeira.
Abilo ips Tavres da Silva.
S. Exc. se digtlM dar a segoiote resposta :
Meus Senhora. Penboram-me em extramo os
graciosos cumprimenios. que Vv. Ss. me dirigem
em nome das cmaras municipaes de Olinda, Igua-
rass, Goianna, Nazareth, Rio Formoso, Ipojuca,
Villa-Billa, Flores eOarlcury. Este insigne favor
que me quizaran dUpentar aquellas respeiuvi*
cmaras, fartam-me expressSes com que o agra-
deca.
Meus traeos servigos ao paiz nao tem sido se nao
elle hoje teme de suas o eumprfmento de um dever; e este dever cada vez
me impelle com mais torga. E se, hoje, me falle-
Sr. presidente, se o desertor doodo, conforme cessem motivos para dexar de redobrar de esforgos
inculcara seus prenles, temos aqoi hospital; se nadedicagao do minhas acg5es ao bem commom de
agora est moneo para ouvir o sm do dioheiro
sedlas, dlzem qoe elle oove perfeitamente o som
cora distiDogo da prata ao ouro, e do ouro ao co-
bre, sem qoe de mais seja preciso ver.
Sr. presidente, eu no comego dos volontarios
mandei meu sobrlnho assentar praga: l est, sen-
do alias rendido de urna verilha, e leudo deleito
em um braco.
Sr. presidente, se a boa ndole de Antonio Hen-
rique, pal, seus inteiros conhecimentos, a pureza
de sua raga, nao bastarampara urna soffrivel se-
ment, que melhor gerasse aquella filho, como eu
serei o competente para lvalo de to grande man-
cha, de sea peccado ? Nao posso, Sr. presidente,
se o podesse,. eniao vera se poda augmentar os
lomos das ordenagoes do remo I. 5, e com elle ta-
na ama permuta oom o fim de eu continuar aqu
na minha propria meradia, continuando no meu
particular viver sobre o peso de minha legitima e
numerosa familia, visto que os comroodos que aqu
temos, bem ajudam ao referido viver, e fra d'aqui
nao chegam, porque o que de mais tenho, por gra-
ga de Deus e favor dos horaens, nao me bastante,
independente das vaidades, que muito se gasta.
Sr. presidente, V. Exc. releve a fraqueza dos
termos qne aqu de mim sam, pos neiles nao ha
exactamente o que dedo alhelo, pelo que Sr. presidente, eu son o ni-
co responsavel dos meus actos, quaudo desaperna-
do recorro a quem jnlgo dever ; e sou, Exm. Sr.,
com o mais aparado respeito, o menor observador,
Fraiicuco Jorge de Souza.
Sitio do Arraial 1 de abril de 1865.
todos, eu os adiara bastantes as manifestagoes,
para mim to lisongeiras, que tenho recebldo des-
sas Ilustres corporagSes tao prximas do-poro;
essa fonte d'onde, segundo nossa constuicao, di-
raanam todos os poderes.
, Rogo-Ibes, meus senhores, o obsequio de fazerem
chegar ao conhecimento das respeitaveis cmaras
: municipaes a expresso do meu profundo reconhe-
cimenlo, e o de aceitaren) o offerecimento de meu
limitado presiiroo.
Recife, 2 do abril de 1863.
Mrquez de Olinda.
HTT1MC
n'r.iiA

Ulcerosa
PUBLIAgES 1 PEDIDO
AO PUBLICO.
Allenco.
Acabo de denunciar peraote o Exm. Pr. presi-
dente da provincia, o Dr. juiz de direito da comar-
ca de Pao d'Alho, Deipbino Augusto Cavalcanti de
Albuquerque, nao por um crime imaginario, mas
exhuberantemente provado pelo documento que
juntei, pelo qual se v que aquelle joiz de direito,
mandou por um simples despacho, sustentar om
processo crime que corra peranle a subdelegada
da Luz, e isto depois de j ioqueridas duas teste-
monhas I
Eiso despacho :
efenndo ao requerido pelo supplicante, man-
do seja esta junta ao processo que pela subdelegada
da Luz se lhe instatirou de ordem deste juizo, para
que por aquella subdelegada se julgue exttnr.ta a
accao do crime, que se refere o supplicante, visto as
razdes por elle produzidas, e as do parecer do pro-
motor publico. Pao d'Alho, 26 de Janeiro de 864.
De)phtno Augusto Cavalcanti de Albuquerque.
Certifico mais, que o processo de que trata
a mesma peticao, se achava em conclusao do subde-
legado dessa freguezia, por s haverem sido tnqueri-
das duas lestemunhas, quando fbi mandado sus-
tar por despacho do lllm. Sr. Dr. juiz de direito
desta comarca Delpliino Augusto Cavalcanti de Al-
buquerque, cmo se v do despacho que anterior-
mente se acha mencionado.Nada mais. Em teste-
munho de verdade.- 0 escrtvae, Benedicto Andr
Xavier.
O nosso cdigo penal apona o arlgd em qne se
acba incurso o predito joiz de direito : denuncian-
do delle, oso do direito qoe a le me concede, e o
fago a bem da verdado e da jnstiga.
Entendo conveniente declarar, qne o promotor
que deu o parecer jk que se refere o Sr. Delphino
em seu despacho, nao era Lachare!, era Joao Paulo
Nnnes de Mello, promotor interino.
Pao d'Alho, 3 de abril de 1865.
Jos Januario Alvares ferrara.
Tudge. aquellas qne-ase adulo sujlioe sof-
l'rer molestias scrofuloaas, ulcerosas, ou syphi-
liiicus, anda menino as reputadas de prior
natura, apenas necoRgitao de 1er o seguinte
casu maraviUioso, .pai que se .sinto iuteira-
mente convencidos que a sua propria cura,
no s meramente poasivd mas sim nbsolu-
tumenie certa.
Joao Jos: Fbiiiieuia Cuicoza, residente
n Cidade de Maranhao. tinba lodo o sen
cnqio onberto de cimpas ulcerosas, c durante
algunos anaos seacliiiva debajxodo tratnmento
de mdicos os mnis afimndos) leudo usudo
turante todo tato teinjio quaol Una a especie
lie nii'deciias que em laes casos empreada
pola icu!d.-J]e medica, poi-u d-Laido sem
obti-r o menor l>enelicio ou alivio: arliando-se
pola em taes apuros elle finalmente resalveo.
so, depois de repetidos e baldados esforcos a
fazer uso da
a
Cora espantosa e admirare! de urna inflamtnacao
chronca do bago ou splenit.
Um lillio do Sr. coronel Bernardo Jos da Cma-
ra, seuhor do engenho Cuyambuca, toi atacado des-
ta terrivel molestia inflammago chronica do bago,
ou splenita mesma envolva outros padecimen-
tos, como cansago, palidez, inapetencia, etc., etc.
Durante todo este terrivel estado, todos os re-
cursos mudicinaes, que ero taes casos se uzam, fo-
ram abundantemente empregados, sem que Dzesse
parar a marcha lenta e destruidora de to horri-
vel enfermidade, e todos os meios e esforgos fo-
ram baldados, tanto que este mogo ja foi Euro-
pa e nenhum resullat^obteve, no entanto o mal
crescia ; e estando oeste ponto se experimenlou o
xarope ellierio de veame.
O eQeito produzido por este estimavel remedio
foi verdaderamente maravilhoso e sem igual. Nao
menos importante o xarope alchoelico, e as pilu-
> las purgativas do mesmo veame, por gozar de
propnedades iminentemente depurativas, appro-
. vadas por mdicos e pessoas desta provincia, e de
| oulras curas radicalmente elTectuadas, como es-
I cropholas, rueumatismo, escorbuto, enfermldades
I venreas e mercuriaes, chgas antigs e todos as
| molestias provenientes de um estado vicioso do
' sanguj. Nao impede os banbos fros do mar ou
! do rio.
Entro outros muitos tactos um, ba pouco, acabo
. de realisar-se bem importante : um escravo do
i Sr. coronel Pedro Cavalcanti Wanderley, proprie-
j lario do engenho Japaranduba achava-se atacado
: de* anemia, ou frialdade; e cansava a ponto de
i cao poder carrear, urna s caixa das pilulas pur-
> galivas de veame o restabeleceu.
Nesta molestia oque muito cootribue para o cu-
! rativo, o trabalho, o que se realisou com o dito
: escravo sem precisar de xarope. Um meu escravo
! de nome Jos, que o arrematei em hasta publica,
que foi da linada D. Candida por 804000, por se
TABELLA DO RENDIMENTO DA
I
LTIMOS
achar com ama chaga em orna das coxas, e entre-
v*do, ca | ia#j^^vjte, se acha
oom, empregado como servente de ped/eiro. Um
ootro eaeravo qnaeoapr aaitf. iaaatam Gongal-
ves Ferreira, ana se achava am *caphulas, fe-
ridas, palidez c cansando, com o mesmo xarope,
pilulas e banbos no rio de Uaa *sta perfeitamente
boa, e lamben) empregado *m servgo de pedrei-
ro. Outros mullos tactos desta ordem em pt-ssoas
qoe deste satattr remedio tea feito uzo, pedera
ennmera-los, o qne nao fago para nao ser prolixo.
Vndese estas preparagoai em minba botica,
ra Direita n. 88.
Jos da Bocha Paranhos.
_____COKMUCIO.
PRAA DO RECIFE.
Cotafes ofBeiaes.
3 de abril.
Algodo aa Parahiba primeira sorte 13i00
por arroba posto a bordo.
Cambios sobre Londres 90 di vista 26 d or
IJWOO. v
Dubourcq Jniorpresidente.
Guimaressecretario.
Gaia filial dt liauco de Brasil em
Per ii mi buco.
A directora desta caixa saca sobre o banco do
Brasil no Rio de Janeiro e sobre a caixa filial do
mesmo banco na Bahi.
Vovo banco de I'cruam-
htieo.
O banco desconta letras na presente semana a
12 por cento ao anno at o prazo de seis mezes,
toma dinheijo a juros a praso nunca menor
tres mezes, e saca sobre a praga da Baha.
\ovo banco de Pernambuco,
O banco paga o 14 dividendo na razode8
por accao.
ALFANDEGA.
Rcndimento do dia 1 a 4......
dem do dia o ...............
99:319S50I
19:671J379
118:990^880
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Volumes entrados com fazeodas... 184
com gneros___ 396
Volumes sabidos coto fazendas.... 118
com gneros..... 36o
------, 580
483
Desarregam no dia 6 de abril de 1865.
Barca inglezaAnsdett-farinha de trigo. '
Barca inglezaIfari/bacalho.
Brigue hanoverianoLeopoldo farinha de trigo.
Escuna inglezaZamparaercadorias.
Patacho inglez1AMeadiversos gneros.
Barca portuguezaC/aiifma-diverses gneros.
Brigue inglez- decan-bacalho.
Galeota hollandeza-7i3a& ferro.
Patacho nacionalBcberibepodras.
Barca inglezaD. J/ina-carvo.
Barca ingleza-Scof-idem.
Brigue nacionalPallas -charque.
Sumaca bespanholaGnadalupedem.
Barca portogueza-S. Joaodem.
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO NO MF7 HR marpo nn
0OTKENTEA3W0 FINANCEIRO COMPARADO COM O, DE IGl^M^l^^cfisOft
ImportacCw.
sapa
de e
No todo elle apias chtgon a tomar Cinco
(arrafas de Salsnparriilta e fliatro frascos las
Pilulas Vedetar kuwanttat, e o resultado
fui elle obter una completa e pereita cura.
Os Seiba. Fl inillll l i Cia., Droguitas de
Maranlif.o, forao quem supprirSo os medica-
rnentos, e aelio-se perfeiami-nte ao facto
deste caso, e os niesmo Senhures, n"io &'j se
^nchao promptos A confirmar o mesmo, como
tambem eiu form^cer o actual adense do Sei-.
Baikiza, toda c qualqner pessa que por
ventura se deseji- informar da verdade.
Recommendase mu particularmente aos
Doentes que tcnliao o maior cuidado na escollia
deste excellente remedio, nao usando outro A
n3o ser a Oenuina Salnaparrilha de Bristol,
a qual exclusivamente preparada por
LANM AK & EEMP,
De Ntfi YORK,
pois qne todas as mais silo inefficazes e de nen
num presthno
Vende-se as boticas de Caors Barbse
e C. Bravo & C.
Dircitos de consumo.........
Ditos addicionaes de 3 %.......
Ditos addicionaes de 2 e/e.......
Ditos de baldeacao e reexportagao .
Ditos de ditos e reexportacao para a Costa.
! d'Africa......".....
Expediente dos gneros estrangeiros nave-
gados por caljolagcm.......
Ditos dos gneros do paiz......
Ditos dos gneros livres.......
Armazcnagens..........
Premio dos assignados ....,.
Despacho martimo.
Ancoragem...........
Direitos de 13 % das einbarcacoes estrangei-
ras que passam a nacionaes.....
Ditos de 5 u/0 na compra e venda das enibar-
cacoes ............
! Exportacao.
Dircitos do 131% do pao Brasil ....
Direitos de 7 % de exportacao ....
Ditos de 2 % dem .......
Ditos de 1 % de ouro crs barra ....
Ditos de '/z dos diamantes......
Expediente das capatazias......
Interior.
Multas.............
Sello do papel lixo........
Dito do papel proporcional......
Emolumentos..........
Imposto dos despachantes......
Extraordinaria.
Receta eventual.........
1864 1863
Dizimos da provincia das Alagas.....
Ditos da provincia da Parahyba.....
Ditos da provincia do Rio Grande do Norte.
Contribuigo de caridade........
531:8335670
72:2035394
1295234
315944
5
9015509
3:5635017
3905*83
1:7405277
3:8285300
975513
745030
|
143:0435193
&
1:7375960
1863 1864
1862 1863
7055948
5895200
3035110
425200
106,3230
781:3285854
6:7555218
10:2035372
2:2175863
5825863
801:0885372
399:3335649
49:2875028
735079
745847
1:4745462
3:0355693
7005591
2:1415965
2:7305670
515000
106:5465261
2:1655880
9595328
4725400
2575440
885?00
4685750
5
629:8815291
5:5685676
10:8205134
1:8545005
8095543
648:9335649
359:3045272
48:3415031
1455356
625019
6315878
1:9405832
6565104
8:3585548
I
2:4865760
I
1945321
t
84:2105331
5
i
&
1:6545631
4025830
6755260
2035240
545000
2815250
509:6035603
5:7585040
3:9825198
1:4685001
8565180
521:6705023
Alfandega de Pernambuco, 31 de margo de 1865.
O 3o cscripturario,
Joao Bernardo Diniz Pessoa.
Meu Deus, a quem devo ir 1er ? ao Exm. Sr.
presidente desta provincia ? pois entao, Senhor,
ajudai-me naf, esperanza e caridade ; sendo pre-
As commissoes nomeadas por diversas cmaras
municipaes para apresentar os seus votos de res-
Importa^o.
Barca nacional Morma, entrada do Rio-Grande
do Sul, consignada Maia & Espirito Santo, raa-
I nifestou o segmte :
9:508 arrobas de carque, 103 ditas de sebo em
pes; a ordem.
Brigue nacional Tigre, entrado da Bahia, consig-
nado a Baltar & Oliveira, raanifeslou 7:689 arrobas
de carne de charque; ordem.
Patacho nacional Valente, entrado do Rio de Ja-
'< neiro, consignado a Marques Barros & C, raani-
feslou o seguinte:
Mercadorias eslrangeiras
10 caixas cha, 10 bailas papel, 500 frasqueiras
de genebra, 1 caixo raercadorias, 1 sof, 2 cadei-
ras e 8 ditas pequeas; ordem.
Gneros nacionaes.
2:100 saceos e 1 barrica farinha de mandioca,
143 ditos fejo, 732 ditos caf, 50 caixas velas, 1
l caixo e 124 rollos fumo, 9 volomes movis e ob-
jectos, 10 barricas araruta; ordem de diversos.
Sello do papel fixo................
Dito do proporcional.............
Premios dos. depsitos pblicos...
Emolumentos.................
Imposto sobre lojas e casas'de
descontos.........
Dito sobre casas de movis, rou-
pas, etc. fabricados em paiz es-
trangeiro............
Tana de escravos.........
Cobranza da divida activa .
Indemmsacacs......... '
Deposito de diversas origens.....
peito, estima e eosideraco ao Sr. marquez do i Barca ingleza Ansdell, entrada de New-York,
Olinda, curapriraro esse grato dever, depositando :C0Ss!j5S** a .Sunde'> Brothers & C. manifestou :
as mos do illastre marquez a felciucao que abai-! .2:7,? barricas farinha de trigo; a Phipps Bro-
zo se segu e resposta que lhe deu S. Exc. i tn?.rs_ c-. t,..
l * ellcliacao ao ;"* "- Florida, 100 ditas saisa-parrilha, 39 caixas drogas,
huc animaa. 70 barricas bolacha; aos consignatorios.
Illm. e Exm. Sr. As cmaras ci.-o pnmeiro eo fazer o meu acto de cootrieco Olinda, Igoarass, Goianna, Nazareth, Rio Formo-! consignado a N. 0. Bieber & successores manifes-
pela forma e maneira seguinte : |so, Ipojuca, Villa-Bellas, Flores e Ourcury, tendo tou
Exm. Sr. Dr. presidente desta provincia : sea- sciencia de que V. Exc. se achava nesta cidade, se
do eu perfeilamente pobre de intelligencia, i- deram pressa em apresentar a V. Etc. os seus
nbeiro e predomimo de familia, claro est que me cumprimentos, manifestando o regosijo de que se
altam as foroas precisas para me entender vocal- acham possoidas pela prospera viagem de V. Exc.
mente com V. Exc, por onde (talvez) a lingo me e os votos qoe fazem para que urna existencia to
ajudasse a dizer Jess;-roas comas faltas de preciosa ao imperio e a asta provincia, que se or-
provincia, que
to Becessaries requesitos, e mesmo o saber quan- gulha de to presante filho, se prolongue por mul-
to se v v. Excaagera em apuros com a guerra, eu, tos e dilatados annos.
pouco mais ou menos por aqu vou 5 nao obstante i Neste empenho, tao grato a seus coracSes per-
0 que me costa as declaracoes em ordem do dia nambucaaos, nomearam para interpretar-lhes to
por v". Exc. no Diario ie Pernambuco, qoe suas vivos, qoo sinceros sentimentos, aos abaixo assig-
grandezas chogara ao ponto, qne para fazer justica! nados que, aceitando to honorfica misso, nao fa-
ouve vocalmente ao sapieote, como ao ignorante e zem mais do que expflr o qoe elles proprios sen-
inexperiente, ao pobre de loslo como ao rico de | tem ao prononcarem o respeitavel nome de omei-
2:175 barricas farinha de trigo; a N. O. Bieber
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1 a 4........ 2:6065547
idem do dia 5................. 1:4015934
milho, ao titular de patente, come ao Sino das
ervas sempre descontente.
Exm. Sr., aqu vai o que, cora o devido respeito
de V. Exc, quero.
Na casa amarella do povoado deste Arraial, mo-
ra ha muitos annos Antonio Manrique de Miranda
Filho, soldado do exercito de 1* linha, com mais de
ama desercao, moco, bonito e bem feito, bello-sol-
teiro e valente por peasameotos, paiavras e obras,
dado, de nm peroambucaoo que, haveodo occapa-
do os mais eminentes cargos do estado, soobe alliar
o seu nome grandeza da patria.
Digoe-se pois V. Esc. de aceitar esta sincera ma-
nifestaco, como homenagem de respeito, eoside-
raco e reconhecimento ao estadista brasileiro, cu-
ja looga existencia orna serie de servieos ao paiz,
e de esforcos pela prosperidade nacional.
Deus guarde a V. Exe. por muitos annos. Reci-
e disso tem urna carta de approvaco pelas acide-; fe, 35 de marco de 1866. Illm. e Exm. Sr. mar-
aas do districlo, e por isso, Sr. presidente, bom quez de Olinda, dignissimo senador do imperio e
soldado para as guerras que Unto incomraodam conselheiro de estado. '
i
4:0085481
RENDIMENTO DA RECEBEDORIA DE RENDAS
INTERNAS GERAES DE PEnNAMBUCO Dn
MEZ DE MARgO A SABER :
Renda dos proprios nacionaes. ... 4605240
Si7a dos bens de raiz............. 5:0915210
Dcima addicional das corpora-
edes de mao morta............. 2435720
Difeitos nevos e velhes de
jhancellaria:................... 1 0955804
Dilos de patentes dos ofDciaes da
guarda nacional...........'..... 2S25O00
Di;.ima de chancellara........... 3395148
Matriculas da Faculdade do Di-
reito ...................... 17:3565800
Multa por infraccoes do regulo-
mente......................... 1:0295703
Recebedoria
de 1864.
de
Pernambuco,
fJe
4:9295800
9:5325780
2205766
2:0315500
4:5375431
2OO5OOO
2:2605000
1:9335624
2135530
3385192
32:0665338
31 de marco
J esenvao,
Uanoel Antonio Simes do Amoral.
RENDIMENTO DA MESA
VINCIAL EM O MEZ
A SABER :
Direilos de 90 rs. por (jl do as-
ucar exportado .......
Dito de 20 rs. por caada d'aguar-
denlo, etc......................
dem de 30 rs. sobre caada d'a-
cool........................
Dito 5 01o idem do algodo expor-
tado ..............
Dito de 7 Olodo ael. '. '. '. '.
Dito de 8 por cento de coaros
seceos, verdes e espichados...
dem idem de 5 idem dos mais
gneros exportados.......
505 rs. sobre escravos exportados.
20 0)0 do consumo d'aftuardente
50 rs. por cada alqueire d sal...
Decima dos predios urbanos .
209 rs. por meia siza de es-
cravos.............
10 por cento de novos e velhos di-
reitos dos empregados provin-
ciaes.. f._....... .
Sello de heranjase legados.. .
Dito de 5 0(0 sobre os premios
minores das roteras..........
Impnsio de4 por cento sotre di-
ersi> esiabelecii&entos fra
da cid < i a......................
8 0|Oaobre consultorios mdicos
e Pcriptotios..............
Imposto de SO por cento sobre
diversos estobelecmentos ",','
DO CONSULADO PRO-
DE MARCO DE 1865
42:8185338
1:4455120
iOOfOOO
30:807
-,500
4:578523o
1:9005000
5C25095
3665707
1:5865000
1055840
4165000
5:785*680
\
V


.1,
-...-.....
Wh-Hl JL >Jt_hit n n ifcnl Kii -**- a- .l., jt i
885.
0 sobre chapeos estrangeiros e
roupa eiu etc...............
dem de 4004 sobre companmas
aaoaymas e agencias.......
iOOJ sobre corredor commercale
agentes de leilo.............
20JI rs. per cada bote oa saveiro.
104' rs. por cada estrave gaaha-
dor........................
I'iH'u-to subre carro<. oaiuibiu,
carroca e vehculos'.......
mposi de cavallos de sella, par-
iicular e de aluguel............
2 0|o sobre Caneas crimes ......
5 por cento sobra a venda Jo
cepim..............
Restituic5es e reposicSes......
Multas da decima emais impostos.
5 0|0 sobre corporacoes de mao
mora..........................
Matricula da Escola Normal......
-^v~
2505000
4004000
1005000
JO00
305000
4685000
65000
35^00
515950
1305063
9315974
755000
97:3235594
O lita. 3r. inspector da thesouraria provin-
cial, em oumpnmenlo da ordem do Bxm. Sr. pre-
sidente da provincia de 16 do corrente, manda fa-
zer publico qoe do da 6" de abril prximo vindon- t*a i*tettgenta e
ro, peralte ajuDta da fezenda da raesma thesou- A absfitatco.fes notaafiloM da 3
rana, se ha de arrematar a quem por monos fizer
os reparos- de que precisa a ponte do Rio Pormoso,
servindo de base a esta arrematagao
7875600. a qQaD,a te
A arrematagao ser feita na forma da le por
vineial n. 343 de 15 demarco de 185i, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao comparegam na sala das sessoes da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio-dia, e
competentemente habilitadas.
E para constar se raandeu publicar o presente
pelo jornal.
Secretarla da ihesourana provincial de Pernam-
buco, 20 de marco de 1865.
O secretario,
Antonio F. da Annunciago.
uan salas especiaes para a arrematagao.
-----, ''y reparos da ponte do rio Formse, sero
Mesa do consulado provincial, 31 de margo j*ll? *^con^"fj**1* com orSaraent,> na Impor-
de1865.
Carlos Garneiro de Campos, presidejue do trifu-
nal do tbesonro nacional, communica-aos-senlidres-
^spectoresdas ihesourarjas de azenda, para a_de-
praso.m
. estampa il
e trata.a circala* n. %6 da 4 nevembro utfmv.
e uraJnarem31 de neio do corajpte aon*
principiando do Io de junho em diante Tdeswn
progressrvo na forma da le.
Carlos Carnelro de Campos.
THEITRO
DI
O escrivao,
L'lisses Cochles Cavalcanti de Mello.
MOVIMENTO DO PORTO
Navios entrados no da 5.
Burim49 das, brigne ingles Grecian, de 220 to-
neladas, captio Phelip Joste, equipagera 8, car-
ga 2,124 barricas com bacalho ; a Thon Bur-
kinyoung & Rcbert.
Liverpool-35 dias, escuna ingleza Zouare, de 195
toneladas, capito William Frerena, equipagero
8, carga fazendas e outros gneros ; a Greenup
A Schwisd.
Navios salados no tnesmo dia.
Bahia-brigue hollandex Orion, capito Hugues,
carga parte da que trouxe de Amers.
Rio da Pratabrigue nacional Iris, capillo Jos
Gongalves de Almeida Rio, carga assucar.
Macei-lugre inglez Lertnia, capito J. Le Mos-
surie ; em lastro.
Paratoiba-Vafe tmftraor, commandante Ma-
eiek
Gbstna^ao.
Saspetftreramdo lamarS^por* os porto do su)
o brigue hespanbot Ntarkf Bi^caoto-C. Bertrai),
com a nfosma csrg* que tremi de Barc^loo.-
Para a Baha o patacho gfez Harbmr Orace,
capito J. Brown, coto a mestn* carga qse trouxe
de Harbowr Grace.
BDITAES.
Peraote a cmara municipal desta cidade tem
de ir novamenle em praga no dia 8 do mez do
abril prximo vlndouro, para ser arrematado pelo
tempo de nm anno por quem mais olTerecer o di-
ziino do capim de planta, servindo de base a quan-
tia de 7005- Os pretendemos podem esmparecer
no referido dia com seus fiadores habilitados na
forma da le.
Secretaria da cmara municipal de Olinda 29
de margo de 1865.
O secretario,
Marcelino Dias de Araujo.
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa, e julz de direito especial
do commercio, nesla cidade do Recite, capital
da provincia de Pernambuco e seu termo, por
Sua Magstade Imperial e constitucional o Sr.
D. Pedro II, quem Deas guarde etc.
Fago saber aos que o presente edilal virem, e
delle noticia tiverem que no dia Io de maio do cor-
rente anno se ha de arrematar por venda a quem
mais der em praga publica desle juizo, na sala dos
auditorios os bens seguinles :
Florencio, crioulo, que representa ter 35 anuos
pouco mais ou meoo, avaliado em 6505- Chris-
liana, cabra, que representa ter a mosroa idade,
avadada em 7005- Sophia, cabra, representa ter
16 airaos, avahada em 8005, os quaes foram pe-
uhorados por execugao de Joaquim Luiz Vires,
contra o Dr. Joaquim Elviro de Moraes Carva-
Iho.
E havendefalta de langadores ser a arrematagao
feita pelo prego da adjudicago com o abatithento
respectivo da le.
, E para que chegue ao conheclmento de todos
mandei fazer o presente edital, que ser afllxado
nos lugares do co.-tume e publicado pela im-
prensa.
Recite, 30 de margo de 1863. Eu Manoel Maria
Rodrigues do Nascimento, escrivao, o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de 16 do corrente, manda fa-
zer publico que no dia 6 de abril prximo vindou-
ro, perante a junta da fazenda da mesma thesoura-
ria, se ba de arrematar a quem por menos zer os
reparos de qne precisa o empedramenlo da estra-
da de Api pucos, desde o lugar em frente a da
Trempe al o Chora-Menino, avahados em rs......
3:0805-
A arrematagao ser feita n forma da lei pro-
vincial n. 343 de'o de maio de 1834, e sob as
clausulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerem a essa arremata-
cao comparegam na sala das sessoes da referida
junta, no dia cima mencionada, pelo meiodia, e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 20 de margo de 1865.
O secretario,
Antonio Ferrara da Annunciago.
Clansnlas especiaes para a' arrematagao.
I.1 As obras dos reparos ao empedramento ci-
ma mencionadas sero fetas de conformidade com
o orgamento junto na importancia de 3:0805-
2.* O arrematante dar principio no prazo de 15
dias, e concluir no de dons mezes, ambos conta-
dos da data da arrematagao.
3.* O pagamento ser realisado em ires presta-
g5es igaaes, sendo a primeira quando tiver feto
urna terga parte da obra, a segunda quando tiver
feito doas tergos, e a terceira e ultima quando ti-
ver concluido e entreeue definitivamente.
4.a Para tudo mais que nao estiver es pee i tirado
as presentes clausulas, seguir-se-ha o que deter-
mina o regulamento de 9 de julho de 1864.
Conforme.
Antonio Ferreira da Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesonrana provin-
cial em camprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 4 do corrente, manda fazer
publico qne no dia 12 de abril prximo vindonro,
perante a junta da fazenda da mesma thesourarie
so ha de arrematar a quem por menos fizer os re-
paros de que precisa a ponte de Uoianna, avallados
em 2:2005000.
A arrematagao ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas qne se propozerem a esta arremata-
gao comparegam na sala das sessoes da referida
i unta no dia cima mencionado pelo meio dia e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretarla da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 9 de margo de 1665.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciagao.
Uncu de 7875600.
2.' As obras devero ser principiados no prazo
de 15 dias e concluidas no de 3 mezes, ambos con-
tados da data da approvagio da arrematagao.
3." Os pagamentos sero realisados era duas pres-
tagoes iguaes.t a primeira quando tiver metade da
obras e a segunda na sua concluso e entrega de-
finitiva.
4* Para ludo o qne nao estiver especificado as
presentes clausulas seguir-se-ba o que determina
o regulamento d 9 de julho de 1864.
Conforme.
A. F. da Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimentn da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 10 do corrente, manda fa-
zer publica qne no da 14 de junho prximo :vin-
douro, perante a junta da fazenaa da mesma the-
souraria, se ha de arrematar, a quem por menos
fizer, a obra da cadeia da cidade de Nazarelh, ava-
hada em 18:0935900 rs.
A arrematagao ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, sob as clau-
sulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerem essa arremata-
gao, comparegam na sala da^sess5es da referida
junta, no dia cima indicdmelo meio dia, e com-
petentemente habilitados.
E para constar, se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretarin da thesouraria provincul de Per-
nambuco, 14 de margo de 1865.O secretario, A-
P. d'Annnnciagao.
Clausulas especiaes para a arrematagao.
1.' O edificio para a cadeia de Nazarelh, ser
feito de cooformidado com a planta e orgamento
junto, na importancia de 18:0935500 rs.
2." O arrematante ser obrigado a dar principio
aos trabalhos no prazo de 30 dias, e concluidos
no de um anno, ambos a contar da data da assig-
natura do contrito.
3." Os pagamentos serao feitos em 3 prestagoes
igoaes correspondentes a cada lergo da obra rinda.
4.a Nao ser em tempo algum altendida qualquer
reclamarlo por parle do arrematante tenden-
te indemnisag3o, quaesquer que sjarn as llega-
g<5es em que so hajam para esse" flm, anda mis-
mo por prejuizos provados.
5.' Para tudo o que nao estiver especificado as
presentes clausulas, seguir-se-ha o que dipoe o re-
gulamento de 9 de Janeiro de 1864.
Conforme.A F. d'Annunciagao.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, ofllcial da im-
perial ordem da Rosa, e juiz de direito especial
do commercio nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, por Sua Madestade Imperial e Consti-
tucional o Sr. D. Pedro II, que Dos guarde, etc
Fago saber que rio dia 10 do mez de abr do cor-
rente anno se ha de arrematar pof venda a quem
mais der em praga deste juizo, depois da audien-
cia respectiva, o escravo Theodoro, crioulo, de 24
annos de idade, avalifeo era 8005000, o quai vai
praga por execugao de Jos Ribeiro da Cunta Gui-
maraes contra D. Joadna Maria das Dores e outros.
E na falta de licitantes ser a arrematagao fetta
pelo prego da atljudicagao com o abatimento res-
pectivo da le.
E para queopresente cheprue ao conhecimento
de todos ser publicado pala imprensa e afllxado
na forma do estylo.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 28 de margo de 1865.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, es-
crivao o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe,
S. ISABEL
EMPBEZA-COIMBRA
Recita eilraordiitarla lirre da assignitiro, com
o conclrw d Sr. Gominfio Gi|iiM,
afamado concertista admirado em todos os thea-
tros da Europa.
Quinta-ieira 6 de abril de'
1865.
Leilo de
caitas com palitos phosphoncos.
TdUjtf g) {tu de bigruiul""
48 bWm-coin baaria dks porco.
23 dUattOm manleipa.
25 bMtfans cam oervej.
"zdwte&cpin ditta granel.
280 billas de mrro galmsad..
3 barricas com dobradigas de ferrd.
*8 gjgos eom loaga.
Cerca de 24 gijros de longa agraoel
Hje t de abril.
O agente Pinto far leilao a requerimento dos
consignatarios do brigue ingles tRebe of the-Bie-
com Itcenfa do inspector da aifandega, era pnwn-
ga dos empregados da mesma repartigs, para o
i a nomeado-, eom resistencia do cnsul de S. M. i
i Briannica.e por conta e risco de quem pertencer j
dos objectos cima mencionados parte dos salva-
| dos do dito brigue existentes no armazem alfande- i
gado do baro do Livrameolo no caes do Apollo.
Uilao de 13 barri de 5o "com" vinho do
Porto.
Ilufe & de abril.
Por intervengao do agente Pin|p.
No armazen alandegado do barao do Livra-
menia caes do Apollo.
com-
Leilo hoje.
Pelo agente Euzeblo se vender' pelo maior pre-
, go que se adiar duas mobilias de "Jacaranda' no-
>ubira a scena depois da onvertura pela orches-1 vas com tampos de pedra braaa de superior mar-
tra a excellente e sempre applaudida opera brasi- more, guarda vestidos, guarda louca, estante para
lera em 3 actos- i.** -----
PH livros, urna ric* secrelana
serao presentes.
Leilao de 2 casas teo-eas
1 a ra das Crioulas ns
e oords anigos que
sitas na Capunga
39 e 41, em-chios
mercial de Adamson. Howie & (]. retra-e p>.
n Europa e deixa nesse lugar o Sr. Horaiins Jos
i^aonan, o qual acha-s munido dos rfesperlivos
poderes para exerce-lo durante a so aoienei*.
Antonio.J*]uira Das Moireoho vai a En
Hontem pela madrugada e depois de il-
libados [adecimentos, elevou-se a suprema,
regiao divina, a alma da-Exm.* Sr.J D Au-
na Mana Vieira do Mello, qw delfotr ihf-
mersos da mais intensa magoa tristes e in-
felizes orphaos.
Viuva'e ja' por urna larga e extensiva
serie de annos, soube extremecidamentede-
sempenhar os arriscados deveres que aco
berta o negro veo da vluvez.
Na tarde do mesmo-dia, fol-lho e com de-
cencia resido nm solemne offlcio, que levo
logar na igreja do Espirito Santo, onde a
tristeza se derramava em todos quaotos ahi
se reuniam : lego depois seguindo, por 5
I horas, o prestito ao cemiterio a daremse
seus restos mortacs ao lumoso tmulo.
A' sua familia e com particular especial!-
I dade ao nosso distincto amigo 'o Sr. Manoel
Bernarda Vieira de Mello, filh'o da finada,
damos o que a saudade exprime.
Sitio para aligar.
O abaixo asstgnado alaga
No flm do 2 acio o Sr. Comingio cm sna caixa
harmnica execufar a bella aria de bartono da
operaTraviata.
Depois oPoulporrtsobre'o olivo
Sonmbula.
o seu
sitio na traversa de Joo Fernandes
Vieira n. 6, o qual tem as seguiutes
commedidaries : boa ca a de mora-
da, eosinha fora, eoelieira, estriba-
jyiojjnub, eoiiicaaas na pouco lempo,: ra para 6 animaos, quarto para feitor ou escra-: Porque es Srs. mdicos e o publico usm de pre-
com um grande terreno junto as mesmas. vos, boa casa para banho com rico banheiro, co- ferenr'a 'jos inedicaraentos especiaes dos Srs. Gri-
sa, nm rico iardim1 mr,u't *C., pharmaeeuticos em Pars, com os (fines
CASA DA FORTUNA.
^qs 10:000^000.
(FaMHio.vsIgudoreflaMiM "U> Tf^1'
zesbilheles garantidos da lolena qoe.. 2
de extrahir a beneficio da matriz de S. h>-
MecitJ, os seguinles premios :
Dous quarios n. 2839 com a sorte 6:000500a.
di mei n. 2503 coro a sorte de 1:4005000.
i> Os possuidorespodem vir receber seus respec-
tivospremiossem os descontos das res na Cas*
da Fortuna rn* do Crespo n. 25; -j
Acham-se a venda os da 2* parte da lotera
a beneficio das obras da igrrj de N. s. do Am-
paro de Goianna, que se extraliira no dia i de
abril.
PRECO.
Dilhetcs.....125000'
Meios......65000
Quartos. 35000
Para as pessoa's que compraren! de 100;jCO
para cima.
Bilhetes. 115000
Meios......55500
Quartos.....25730
_______________Manoel Martins Fiiza.
Saude dada a todo o inundo.
Pelos preciosos medicamentos dos Srs. Grioianll
C, pliarmaceiitieos de S. h. I. o principe Xa-
poleao, raa de la Feaillade J era Paris.
Sem limites.
piar, mirante em frente da cas
DECL11AC0ES.
excellente dueto de tenor e contralto da opera-
Trovador.
Seguindo-se um trecho concertante sobre a ron-
dinela da operaBarco Viscontk
Principiar s 8 horas.
Cordeiro Simoes far leilo por conta e risco1 com bastantes diversidades de llores e um chafa-
da opera de quem perten.ceo das casas e lerrenoacima men "* no meio, o silio tem bastantes fruteiras e to-
M pretendentes podero eximinar e do murado, tem portao e gradiamento de ferro
tambero se alugacom
qunta-feira 6 do
ren.e as 10 horas no armazem a ra da Cruz nu
mero 57.
*r cZi pe?a 9 ^"i6Ttnmtr espectculo o (yrahjuer 'infor mages o mesno agente satisfar,
8 .2 8? s,ea narmomoso CP executara o enjo leilo ser effectuado quinta-feira 6 do cor-
elles-tem sempre obtido as curas as mais extraor-
dinarias ?
1." Porque esta casa sendo sera rontradlta a
toda a mobiba por seu pro- mais importante de Par's, honrada com a clientella
ima viagem fora desta pro-1 de uma Parte da corte, patenteada por S. A. I. o
alugam-se alguns escravos Principe Napoleao s vende productos de'nma effl-
AVISOS MABITIMQS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\'aveg:i?ao costelra por vapor.
Parahyba, Natal, MaGo^Arscaty, Cear
e Acarac.
Dos maslros, vergas, mastareos, ancoras, ca-
bos, velas, moitdes, signaes, 1 pedago de corrente,
1 cio, 1 virador, 1 guincho, I bote, 2 barris com
carne, meia barrica com farinha de trigo, 2 peda-
gos de lona, 1 sacco com arroz, 1 lata com oleo, l
caixa com macarrao, tudo salvado do brigue ic-
glez dlebe of the Exe.
Sexta-feira 7 de abril.
O agente Pinto fara' leilSo em continuagao aos
antecedentes com a mesna autorisagao, e sob
prielario ter de fazer um;
vinca, no mesmo sitio
com especialidade urna mulatinha que ongoibma
perfeitamente e cose : |uem pretender dirija-se ao
mesmo sitio a qualquer hora do dia que achara'
com quem tratar.
Guilberme Joaquim da Silva Braga.
mesmas condieges de todos os objectos cima
mencionados, pertenc'eutes aos salvados do brigue
No din 7 do crreme segu as|ine' Hebe Of the Exe .e exsteriles no arma-
5 horas da tarde o vapor Maman- \ Jem a'ljndegddo do barao do Livramento no caes
guape, commandante Moura pa-, Apollo, onde se effeetuara' o leilo as 10 horas
ra os portos indicados. A carga em ponto do dia cima dito,
ser recebida at o da 6. En- Leilfio Ip Ir fata*r-nm aav 1 enrm i\a t m
commendas, passageiros e dinheiro a frete at 2. e," a1& lala* COm ?a_' carro e 4 r-
oras da tarde do dia da sahida : escriptorio aas Para 9a,T.e?ar. e 20) capachos.
A mesa regedora da rmnndade da
Sen hora da Soledade erecta na igreja da
Senhora de Livramento, tendo de mandar
celebrar uma missa de triumpho, no dia
sexta-feira 7 do corrente pelas 9 horas do
as" dia, faz sciente aos irmaos e irmes afim de
comparecerem a esle acto, para maior bri-
lhantismo.Jos Ignacio Medeiros, secre-
tario.
no Forte do Mallos n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Nayegaco eosteira por vapor.
Macei em direitura.
Sabbado 8 do corrente.
O agent Pestaa fara* leilo por conta de quem
pertencer de 15 latas com gaz, 1 carro para car-
guejar, 200.capachos ludo em lotes a vontade dos
i compradoresj sabbado 8 do corrente pelas 12 ho-
i ras da manha no armazem do Annes.
ros e dinheiro fref ale
da da oahidV: escrfplOrio
n. 1.
Amanha as 6 horas da tarde Leilao de movis de escriptorio pertencen-
segue para Macei o vapor tPa- i tps. a"maa flla ,1o 1 R riQr.. a
rahiba commandante Martias. amasia laUa de A, B. Cueno 4
Recebo carga hoj at' 5 [horas da Sabbado 8 do corr">to.
'tarde. Encommends, pissa^i-
f hbi*as da t
rio Forra do'Mallos
A roqOerlfflenio do depositario da mssa fallida
.Me do' ?e A-B- Cnervo A C- e Pr de:P:>Pho do Illm. Sr.
.*__. "f. julz especial do commercio h por coma e ris
Para a Baha pretende sahir em poucos dias
a escuna Eltza, por ter alguma carga traada, e
paYa o resto que he falta trata-se com o consigna-
tario Joaquim Jos Gongalves Bellro, na ra do
Vigario n. 10, ou no largo do Corpo Santo n. 6, ar-
mazem.
Para o Porto segu com brevidatfe o brigue
Esperones por ter maior parte1 de seo carrega-
mentoprompto : para o resto e passageiros tra-
ta-se com Cunha lrmos & C, roa da Madre de
Dos n. 3, ou com o capito na praga.
Para o Para.
Manta Casa da Misericordia do
Recife.
A Illm" junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
no dia 6 do raez de abril prximo futuro, pelas 4
horas da larde, na sala de suas sessdes, ir pra-
ga por tempo de. 9 anuos, contados do Io de jutha
do corrente anno a 30 de junho do 1874, as rendas
do armazem n. 21 publico e 58 particular da tra-
vessa da Madre de Dos, servindo de base a arre-
matagao o olTerecimen'o feito pelo'actual rendeiro,
Joaquim Mauricio Gongalves Rosa, constante das
clausulas especiaos abaixo declaradas, e dependen-
do o contrato da approvagao do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, de conformidade com o disposlo
no 7o do art. 52 do compromisso. Os pretenden-
tes devem comparecer acompanhados de seus Da-
dores, ou munidos de contas destes.
Clausulas especiaes.
j" Fazer no praso de tres mezes, eontados do
dia em que principiar a vigorar o contrato, e sem
dispendio algum dos cofres da Santa Casa, as se-
guimos obras : coberla nova, levantar as frentes,
tanto de diante como de detraz, avangando esta
mais seis ou oito palmos, e tendo ambas tres portas
com soloiras e portadas de pedra, substituir o la-
drilho por asphalto, fazer novo soto, com seta de
tres janellas na frente de detraz, mudar o traveja-
mento que estiver arruinado, podendo servir-se
dos otSes, que sSo communs ao dito armazem, e
a outros predios da Sania Casa.
2' Pagar durante o tempo do arrendamento a
quantia annnal de 502& qne actualmente paga o
rendeiro, Joaqnim Mauricio Gongalves Rosa.
3* Por morte do arrematante gozaro os seos
herdeiros o tempo que faltar para completar os
nove annos, podendo tanto aquelle como estes su-
blocar o arrendamento, dando previamente parte
junta, e prestando em qualquer dos casos anga
idnea.
4" Que somente no caso de venda do predio ser
a Santa Casa obrigada a indemnisar ao arrema-
tante ou aos seus herdeiros da quantia proporcio-
nal a 2:7nOjem que foram orgadas as obras ci-
ma mencionadas, tendo em vista o tempo do ar-
rendamento que deixarem de gozar.
5* Que alem das obras descriptas na 1' condigo
flea o arrematante obrigado, no acto de assignar o
respectivo termo, a entrar com o donativo da
quantia de 5005 para o cofro dos orphaos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife 31 de margo de 1865.
O escrivao.
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Santa Casa de .Misericordia do Recife.
A Illm.* juBta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
precisa comprar a madeira abaixo declarada, e
.convida as pessoas qoe a quiterem forneeer, a
apresentarem suas propostas eni carias fechadas
no da 6 do corrente pelas 5 horas da tarde na sa-
la das sessoes da mesma junta.
15 dnzias de taboas de soalho de madeira de
louro, com 1|2 palmes limpos de largara e 27 de
comprimento.
2"dunas de taboas de soalho de madeira de
amarello com 2 palmos limpos" delargnra 28 de
comprimento.
150 eaibros da roatta de madeira de qualidade
co 36* palmos de comprimento.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
vai seguir com muita brevidade o palhabote Pa-
raenie,\em a maior parte" d c'arg'a prmpla, e
para o resto que Ihe faila tr*ta-se com o consigna-
tario Joaquim Jos Gongalves Bellro, na ruado
Vigario n. 10, ou no largo do Corpo Santo n. 6,
armazem.
Para o Para
pretende'seguir com muita brevidade o veleiro
bjate Dous Amigos, tem dous tercos de seu carre-
gamento prompto : para o resto que Ihe falta tra-
ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevdo & C, no seu escriptorio ru da
Cruz n'. 1.__________
Para isboa
pretende seguir com mnita brevidade a barca por-
tugueza Hnriquela, tem parte de seo carregamen-
to a bordo : para o resto que Ihe falta e passagei-
ros, para os quaes tem muilos commodos, tratase
com os seus consignatarios Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo AC, no seu escriptorio ra da Craz
numero 1.
Para o tiio de Janeiro
o veleiro brigue eseuBa Nao Sei, pretende seguir
no flm da presente semana, tem parte do sen car-
regamentoemgajado : para o resto qoe Ihe falta,
trata-se com os seus consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C, no sea escriptorio ra
da Cruz n. I.
por
05 de quem pertencer, o agertie Pestaa fara' lei-
lao de todos os objectos de escriptorio como car-
tearas, cofres emexos pertencentes a mesma massa
existentes no armazem da roa da Cadeia : sab-
bado 8 do corrente peras 10 horas da manha.
Leilao de movis pertencente a massa falli-
da de A. B; Cuervo 4 C.
Terga feira 11 do corrente
A reoerimento do depositario da massa fallida
Caiier. .
Precisa-sc de um menino de 14 a 16
annos que tenha bastante pratica de ta-
berna : na ra do Rosario da Bja-Vista
n. 43, paga-se boro ordenado.
- Uma mulher estrangeira de boa conducta
deseja arranjar urna casa de homcm solteiro ou
vitlvo para cosinhar; engommar e tomar conta de
casa : quero precisar pode procurar na ra dos
Pires n. 28.
Sitio
alujar
para U1US
Alugajse um dos melhores sitios, nao s pela
ptima casa de vivenda como por ter excelleut'>s
baixas de capim e commodos para vaficas, alem de
itnumerOs arvoredos de fructo : quem o preten-
der dirija-se ao primeiro sitio do lado esquerdo,
passando a capella dos Alllictos.
Aluga-se uma mulata para o servjgo interno
de casa de familia, a qual cose e engomroa : m
Santo Amaro, sobrado junto ao cemiterio IrigVz.
Precisa-so de una ama para casa de pouca
n. 10, ni Boa-Vista
de A. B. Cuervo & C.por despacho do Illm. sr. familia.: ni rtft h Muuurir.
Dr. juiz especial do commercio o agente Pestaa
fara' IpIIS por conta e risco de qnem penencer
de todos seus movis como sejaril : mobilias,
guarda roupas, guarda lougas, mesas, endeiras, cas-
tigaes, lougas de almogo e de jamar, trens de eo-
sinha etc., 1 cabriolet americano e arreios, 1 ca-
vallo, 1 tanque de ferro e muitos outros objectos
que se achara patentes : terga-feira H do cor
rente pelas 11 horas da manhaa na Ponte de
Uchoa.
Achar-se-ha um mnibus no dia do leilo as 10
horas para couducgo do concurrentes na esqui-
na da ra do Crespo ao p da loja do Sr. maia.
Socieiladc tfovJhterpif.
Por ordem da directora desta sociedade sao
convidados todos os socios para se reunir em as-
sembla geral no dia 9 do corrente, as 10 horas
da manhaa, na casa da sociedade, para a apro-
vagao dos estatutos e eleger a nova directora.
Recife a de abril de 1865.
A. J. BrandSo,
1* secretario.
Aluga-se o itio que fi doSr. Sebastiao Pen-
na, na Capunga Velha, com boa casa, cocheira, es-
tribara, quarto para preto, tanque para banho, la-
trina e muitas fructeiras : a tratar na ra do im-
perador'n. 46.
Precisa-se de urna ama para cozinbar e fa-
zer mais alguns servigospara casa de uma pessoa:
a tratar na travessa de S. Pedro n. 10, segundo
do liiiiii
Porto.
Clausulas especiaes para a arrematagao.
1* Os reparos da ponte de Goianna na' importan-
cia de 2:"200000 sero feitos de conformidade com
o respectivo orgamento approvado pela presiden-
cia.
2* O arrematante dar coraego aos trabalhos no
prazo de 10 das, e os concluir no de tres mezes,
contados arabos-n forma da lei.
3* Os pagamentos sero feitos emdus presla-
gSes e igahes, a primeira quando estiver feita me-
tade da obra, e a segnnda depois de coneloldos lo- Mecl'e l'de ab"l de 18#>.
do$ os trabamos. escrivao,
4* Na execugio dos trabalhos o arrematante se. F- A. Cavalcanti Cousseiro.
gnir restrictamente as InstrncgSes do engenheiro
encarregado da flscalisacao dos trabalhos.
5' O arrematante far entrega ao engenbeiro de
toda a madeira velha qne flear da ponte e pelos er-
iratio ser o responsavel at qoe effectoe a dita
utrega.
O arrematante nao ter (MreitG indomnisa-
gagSo, para esse Ora fijer,
Conforme,
De ordem do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia, se faz publico pa-
ra conhecimento de todos a circular do tribunal do
thesonro n. 7 de 13 de fevereiro prximo pausad),
abaixo transcripta.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco em 31 de margo de 1865. Servindo de
offlcial-raaior, Manoel Jos Pinto.
Circular n. 9.
1' seceao.Ministro des negocios da fazenda.
Segu com brevidade para o porto cima indica-!
do a muito vleira e bem coohecida barca Claudi-
na, por ter a maior parte' do seu carregamentoj
prompto; para o resto e passageiros para o que ,
tem exeellentes commodos, trata-se com Cunha I
lrmos 4 C, na ra da Madre de Deus n 3, ou com \
o capito na praga.
Vende-se o brigue brasleiro Firma, de 175 '
tonelladas, constrocg brasileira, carrega 10,000 '
arrobas com 16 palmos d'agua, forrado de cobre.
aparelhado prompto a navegar, com os ferros e '
amarras correspondentes : irata-se com os con-
signatarios largo do Corpo Santo n. 6, segundo
andar.
Leilo
De quatro grandes casas de campo em o melhor
dos arrabaldes a saber :
Duas casas terreas na entrada da povoagae de |
Aplpoeos ao lado direito da estrada real com 32:
palmos de frente $>*e fundo, 2 salas, 4 guarios, iandar- e"""ad-' "a ra do Fogo.
eosinha fora, com muro e porlo na frente e quin- j Irmandade acadmica de Nossa Seahora
Duas ditas no alto e pouco depois da mesma po-1 E d ai*nIico do S 1 do art
voagao a boira da estrada publica com :* raimn de frente cada uma e06 de fundo
quartos, eosinha fora, quartos pa
das na frenle e oit5es, fundos d
e lados por cercas, com quintaes, assim corao
grande pateo na frenle que pertence as mesmas
casas, dividindo uma cerca de madeira.
Terca-feira 11 0 agente Pinto fara'leilo precedida a compe-
tente autorisagao, das qnatro casas de campo ci-
ma descriptas, construidas-as primeiras em 1856
e as ontras em 1848, as quaes se tornam recom-
mendadas por seren edltieadas perto da pavoago
i do melhor dos nosso- arrabaldes, perto do rio Ca-
I pibaribe, e para'onde devemos ter em pouoo tem-
; po estrada d ferr. O leilo sera' effectuado as
i 11 horas do dia supradlto em seu' escriptorio na
, ra da Cruz n. 38. primeiro andar.
*
LEI10ES.
Leilo de 100 saceos com farcllo de
90 e 130 libras.
HOJE
Palmeira & Bellro faro leilo per conta e ris-
co de quem pertencer de 100 saceos com frello
de 90 e 130 libras cada ama em lotes a vontade
dos compradores: quinta-feira 6 do cof rente no
trapiche do Cunha.
Leilo de cerveja, raanteiga. baaha,
bisco i los, palitos plios|)hoi*icos, lon-
c e deUradiees de ferro salvaios
do brigue inglez Hehe of the Exe.
HHME
P0^inleTfng3rj do srnt Pinto.
No armazem do barSo do Livrafflfento cer do
Apollo. O Diario do dia designar a quantdade
de cada genero.
AVISOS DIVEBSOS.
LOTERA
Aos10;000000 e 3;O00$0O0.
Corre depois darnaaliu.
Sabbado 8 de abril do crrente anno, se
extrahir a 2a parle da Ia lotera (IIa) a
beneficio da igreja de Nossa Senhora do
Amparo de Goianna, no consistorio da
igreja de Nossa Senhora do Rosario da
freguezia de Santo Antonio.
Os btlhetes.meios e quartos esto a ven-
da na respectiva thesouraria ruado Cres-
po n. 15.
Os premios de 40.0005000 at 20^000
sero pagos uma hora depois da extracclo
ateas i horas da tarde, e os outros depois
da' dlstribaicSodas lisias.
As encommends s rao guardadas se-
ment at a noite da vespera da extraccSo
| como d coslume.
O thesoureiro,
_________Antonio Jtos Rodrigues de Souza.
O bacharel Felippe de Figueiroa Faria reti-
ra se parairadoimperio.
-- Joaquim. tonio Perelra e
ram-se para Cera d \ imperio.
se tem de celebrar por alma do nosso rmo Art-
teclino A y res de Albano Costa.
Consistorio da irmandade acadmica de N. S. do
Bom Conselho 5 de abail de 1865.
Augusto de Araujo Santo?,
____________________Secretario._________
Precisa-se de uma ama que cozinlu e en-
gomme, sendo de boa conducta: na ra do Viga-
no n. 22, 2 andar________________________
para casa de
na ra da Ua-
Precisa-se alugar urna ama
dous mogos estrangeiros : a traiar
dea do Hecife n. 18.
O Sr Hennque da Silva Coutinho,
de subdelegado da Varzea, queira apparecer na
ra do Queimado, sobrado n. 29, a negocio de seu
interesse.
Antonio Ferreira'd'Annanerago. Rio de Janeiro em 13 de fevereiro de 1865,
Leilo de uih carro e uma parelha
cavallos prelos,
Martins far leilo por conta e risco da quem
pertencer de nm bonito carre de passeio de 4 ro-
das quasi novo, eom essento para 4 pessoas, ar-
reios novos para 2 cavallos e nma rioa parelha de
cavltos pretas, o carrt pode ser ptwhado ptir um
s cava I lo,
r Em frente da ^siociacao. Comntercal as fl ho
I ras do dia.
sua familia reti-
Francisco IgWacifl da Silva', retirare pafa
a Europa, at o dia 15 do corrente mez. .
a praga da Independencia loja de onrives n.
33, coropram-se obras de ouro e prata e pedras
O! preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
oommenda e todo e qualquer concert.
Eugenia Augusta Alves da Rocha, subdita por-
tugueza, retira-se para Porlupal, levando em sua
! companhia tres fllhas menores e seu irmo Jos
Maria Alves Cardoso, o sua lia Candida Emilia da
Silva.______________^________,______
Thoma J. Harding retlra-se par a Europa
e dejia como seus procuradores em primeiro la-
gar o Sr. Nicolao Hartery e %\fi segundo o Sr. fo?
ratins Jos Cannan.
AMA
No bec.co da Boia, no Recife n. 2. primeiro an
dar, precisase de uma ama para comprar e cozi-
nbar.
r'ergantas que nao offeudeni
Primeira, ser admissvel, on curial, que exerga
nesta comarca o offlcio de contador de quasi lodos
os juizos, um escrevente de cartorio que nem tem
escriptorio para funecionar TI
Segunda, nao haver nesta grande capital pessoa
idnea que exerga semelhante lugar, no impedi-
mento do digno proprietario ?
Com a resposta voltar
______________0 immigo das accumulfaes.
Precisa-se de uma ama para todo o^servigo
de portas a dentro, e qaesarba cozinhar, para casa
de uma familia portugueza : na ra das Cinco
Ponas n. 98.___________________________
Joo Fernandes Lopes vai a Europa, e deixa
durante a sua ausencia como primeiro procurador
Joo Evangelista de S, e segundo Manoel Jos
Moretea-.
Prtcisa-se de, uro amassador : na nadara
da fuhdigo do Sr. Starr en Saato Amaro.
cana reconhecida.
2. Porque esses medicamentos representan! as
. mais rcenles conquistas da medicina e da chi-
| mica.
3. Porqno tem todos um goslo agradavet, sals-
I fazem a vista, e pdem ser administrados sera pe-
rico, tanto s criangas como s pessoas adultas.
4. Porque elles differem inteiramenle desses re-
medios inglezcs e americanos, preparados por n-
dustriaes eslranhos, tanto 'a medicina como a pbar-
maca, dos quaes nao tem nem a scincia nem os
ttulos.
.3. Porne estes medicamentos s se applicam a
nm DCUiera limitado de doem;a e nao as enram
todas, como os remedios de que acabamos de fal-
lar ; emfim cada producto tem sua appliragao par-
lirular.
Por sso pensamos prestar um servico a todb o
mundo, indicando aqu as importantes proprieda-
des dos principaos medicamentos dos Srs. Gri-
mault & C.
Xaropc de raifort ioddo.
Empregado com successo certo em lusar do oleo
de ligado de bacalho, to desagradavel, to diffl-
cil a digerir. E'o especifico o mais certo contra,
as escrophnlas, o lympkatismo, a moler. das car-
nes, os humores das enancas, a papeira, os rheu-
matismos, o escorbuto, as" alTecgoes da pelle, as
molestias do peito.
Todos os mdicos de Paris o cropregam como o
depurativo o mais poderoso, e o recommendam em
lodosos casos que precisa-se corrigr a acrimonia
do sangue, e dar-lhe todos os principios vitaos quo
perden, seja pelos excessos, pelas affeccSes' IVrn-
phaticas, escronhulosas, e venreas.
Xarope de quina vermelha fer-
roglnoso.
Ou associagao dos dous poderosos remedios da
materia mediea que sao : o ferro um dos princi-
' paes elementos de nosso sangue e a quina que o
I tnico e o febrfugo por excellencia.
Esto delicioso medicamento agadavel ao paladar
' e a vista, tem um resultado admiravcl as flores
brancas, dores de estomago, falta de appelite, po-
i breza do sangue. Elle sobretudo til as senho-
! rase as mogas delicadas, para desenvolver e re
| gularisar a menstuaco e suspender os eleitos
perniciosos das flores' brancas, que sao a causa do
i tantas doeugas. Elle soberano depois das con-
I valecencias de molestias graves, elle c o reparador
das forgas e da saude para os doentes enfraqueci-
dos pelo trabalho, os excessos, as affecgoes escro-
phulosas ou venreas.
As mais de familia acharao neste xarope um mer
dicamento sem igual, para fortificar e desenvolver
a systema osseo das criangas e os preservar da-
offeegoes escrophulosas.
Elixir digestivo de pepsina.
Delicioso licor que oceupa o primeiro lugar en-
tre as novas conquistas da scienea, a pepsina pos-
sue com effeito a propriedade importante de fazer
digerir os alimentos quasi sem soccorro do esto-
mago, o remedio soberano das gastrites, gastral-
gias, dos inflammagcs do estomago, dos ligados e
dos intestinos. Elle supprime os gazes, as nauseas,
as pituites, o desgosto dos alimentos, e presta prin-
cipalmente um inmenso servico as senhoras n'uma
poslgo interessante da qual stpprime os vmitos.
As pessoas que padecem de cancro no estoma-
go ou nos intestinos, vero sua vida prolongada
pelo uso do elixir de pepsina, e os velhos e cenva-
lecenteso sustento de sua saude e o reparador de
suas forgas; porque com uma boa digesto sempre
se gosa de boa saude.
Xaropc peitoral de 9. Jorge.
Novo especifico, sem opio, -reconhecido como o
melbor medicamento para curar a tosse. defluxo,
catarrho, grippa, irritago do peito, anginas, dores
de garganta, coqneluxa|efc.
Este delicioso xaropa popular ero toda a Pranga
foi descoberto pelos monges da abbadia de S. Jor-
ge, no Anjou, c actualmente preparado pelos Srs.
Griraault & C, nicos proprietarios da verdadera
receita. Recommenda-se aos doentes que usem ao
mesmo tempo das deliciosas pastilhaspeilorae* ao
supplenle i sueco de alface de lonreiro-cereja dos Srs. Gri-
m:inli & C, este excellente remedio composto
com as duas substancias as mais cajeantes e ao
mesmo tempo as mais inoffensivas da materia me-
dica, e nao conlm opio.
Injeeeo e capsnlas matiro.
Estes dous productos que constituem a mais re-
cente e a mais importante mediago para curar os
corrimentos e as molestias vencraes do homsm o
da mulher, sao exclusivamente vegelaes nao con-
tm mercurio, e sao preparados com as foloas do
matico arvore do Pern. Nao ha molestia conta-
giosa antiga ou recente que resista ao uso- desses
dous meios. Sua rapidez de acgo superior a
tudo quanto se tem feito al hoje. As capsulas
nunca cansam o estomago nem os Intestinos como
as capsulas de copahyba, cubeba e outras; a in-
jflcgo nunca produz o estreitamento como aconte-
ce com as injeegoes com base metlica aconseja-
das al hoje.
Todos estes productos vendemse as princfpaes
pharmacias do Brasil, agente para vender por ata-
cado, no Rio de Janeiro, E. Cbevol4, em Pernam-
buco, Caors & Barbosa, na ra da Cruz n. 28. na
Baha, Lima & lrmos rem todas as boas pat-
macias do Brasil.
Deve-se exigir sempre t assignatra Griroault &
C, por quo ha falsilicagoas perigosas.
Vende-se na botica fraoeeza rda do Imperador
n. 30.
9 do
Aluga-sv mMa carroga- com bol
Florentina n. 2, casa da esquina.
na ra da
A reunio familiar do Club Commercial no
corrente mez, ter logar na' noite do dia 15.
Saca-se sobre Lisboa, Porto, Illia de
S. Migu I e Rio de Janeiro: no escriptorio
de Carratho Nogueira, ra do Apolla au-
meiD 26.
' '------------ ; II r I f
Aluga-se uma casa terrea na ra da Senzalla
Nova n. 38, a qual tem tres quartos grandes, e
quintal com portao para a roa do Apollo : a tratar
na ra do Imperador n. 81.
Precisa-se de om caixeiro portuguez de i i a
16 anno t na ra Augusta n. 76.
.Haem liver urna escrava para alugar, para o
serv jo de casa e ra; entenda-se na sua das Cru-
lesn.ll. ____________________
i. Precisa-se alagar ota esefav, (.07~Tb
bem cozinhar e ?geommar: qq beCP-/aas Bawelras
B. 1.
Alugam-se ires eseravos, sendo doas esora-
vas que fazem o serVigo de om casa de familia
interno e externo, e nm escrato multo intelfigenta
pata o servico de campo : na ra dos Pires n. 54_
Joaquina Fernandes dos Santos, Portuguez,
vai a Portugal.
~i~Quem precisar de'ur^cMxTrii com pratica
para taberna, dirjase a ra das Cinco Ponas n
98, qne achara com quem tratar, e d anga d*
sua conducta
-5
.UJ.1


**

QUU ielra f Mril #**.
PRODUCTO ADMIRAREIS
DO
ENSIGNE CHIMICO
X
b.1
|do
RIO DE JANEIRO.
Ciiuiubador Iehl.
ou esmalte branco inalteravel, sem cheiro nem sabor e da mais
simples applicac5o para chumbar os (lentes por si mesmo, ins-
tantaDeamente, sem chumbo nem dor, meio prompto e perfeila-
mente efficaz. O chumbador Iehl torna-se na bocea branco co-
mo os proprios dentes: acompanha urna guia......
Cimento chnez
para concertar com a maior perfeifao iouca, porcellana, crystaes,
vidros, marmore e qualquer objecte precioso......
Cimento de gaita percha
especialmente preparado para chumbar os dentes cariados. Acom-
panha urna guia............
Cosmtico Indiano epilatorio
para destruir quasi instantneamente os cabellos de qualquer par-
te do corpo, sem dor e sem alterar a pelle. Ac. urna guia. .
isiexir odontalglco vegetal
para curar instantneamente as dores dos dentes mais rebeldes, e
que tambera proprio para a conservacao dos mesmos, o en-
durecimento das gengivas e a suavidade da bocea. Acompanha
urna guia..................
Encrlvore
para tirar a tinta do papel e limpar as pennas de ac.....
Ilelsteia .
podra austraca para curar os tumores, inchaces e feridas prove-
nientes de rodadura de colara, sellim, cangaltra e outros arreios
dos burros e cavados; adoptado as estribaras imperiaes da
Austria desde o anno de 1741. AQianca-se que nao preciso
mais de 24 horas para que a cbaga esteja cicatrisada, e que nao
exista mais inchaco. Acompanha urna guia.......
Limas cnimlcas
exlraccao dos callos e cura garantida sem dor nem perigo, em 30
minutos pelas afamadas limas chimicas de Pedro Mourth.
Acompanha urna guia. O par.........,
M.issa dentarla Samakol
esta mas a, pouca tempo depois de sua introduccao na cavidade
dentaria, adquire urna dureza consideravel e nao atacada por
nenhuma das substancias alimenticias ou dentificias. Acompa-
nha urna guia........*........
.Uassa lustrosa
para limpar e abrjlhantar instantneamente os trastes, pianos, ar-
maces de toja, grades e corrimes de escada, tirar o sujo das
moscas, ficando envernisados como novos. Ac. urna guia .
Papel cheiroso
'nlammavcl, queimando sem buiha, para perfumar casas e quar-
tos, produzir sensaces agradaveis e desinfectar o ar dos dentes:
Carteiras. .
dem.....
dem.....
pomada Rondeslens
contra piolhos e lendeas; afiancada sem mercurio.....
pos de prata
para pratear instantneamente o cwbre, o lato, o bronze, etc., e
reparar os objectos antigos prateados, como faqueiros, salvas,
castices, apparelhos de cha e oulros objectos semelhantes, af-
fiancados sem mercurio, para uso dos joalheiros, relojoeiros,
pticos, negociantes de ferragens, curiosos e casas de familia:
Vidros de 2 oitavas. .
dem de urna onca. .
pos para limpar a prata lavrada
sao alancados nfalliveis. Acompanha urna guia, vidro ....
pos purgativos
para curar e prevenir a molestias dos caes. Acomp. urna guia:
Garteira. .
dem .
Sabfio oriental
para tirar todas as nodoas simples ou composlas sem alterar os
tecidos como sejam: nodoas de vinho, licores, caf, frutas,
gordura, e limpar as golas e paramentos dos vestidos civis e mi-
litares. Acompanha urna guia...........
Tinta Azul Indelevei para marear a rotipa
azul no escrever, e em-24 horas na sombra ou menos de urna .
hora no sol, torna-se preta e nunca mas sahe do panno as la-
vagens. E' preciso escrever sobre panno encorpado ou engom-
mado. Afflanca-se que nao ha melhor na corte em qualidade,
Vidro de tres oncas .
dem de urna onca. .
T"ta enea nada Indelevei superfina
para marcar a roupa, em vidros de meia onca.......
Ungento Iehl
remedio maravilhoso o melhor at heje conhecido contra feridas
novas e antigs, ulserosas e saniosas, fstulas, frieiras, hemor-
roidas, lucencas, mordeduras, muas, panaricos, queimaduras,
reumatismos, supuracoes putredas, cabecas de prego, abeessos
no seio das senhoras, tumores e ulceras em qualquer parte:
* Rolos. .
dem. .
deposito em Pernaaibco em grosso
EM CASA DE MANUEL & C.
8 RITA DO CABITGA S
Um
Duzta.
MUDANCA
ANTONIO
Uratificacao de 100^ \Instruccdes para o gen^o
EsoraVo tatd*. das 8Mr(~s d exercto, HextrahidB do re-
A um mez e uoto fugio d lugar Bengalas da! fulamento de infantera e aeconi modadas ao
Fundidor e torneiro m nvetaes.
comarca da Limoeiro o escravo Rufino, com os sig-
naes seguintes : idade de 16 a 18 annos, balso,
grosso, olbos grandes, cara lustrosa, com falta de
dous dentes d frente, guando anda pnxa por ama
perna, e a cabera um tanto coraprida, e cansa
que fra para o Recife assentar praca : roga-se,
perianto, a todas as autoridades e capitaes de cam-
po de o apprehende-lo e levarem cidade da Vic-
toria, no sitio Sant'Anna, a seu senhor Joaquim
Hollanda Cavalcanti de Albuquerque, ou em Ben-
o000 404000
10500 120000
2000 i8000
3^000 24,5000
que raorava na na da Imperatrz em casa do raarcineiio poirier i, 55, pre
\iie ao respeilavel publico e a todos os seos freaaezes em particular, qne,
mudou sua oficina para a ra da matriz da Boa-Visla* d. 36, onde se acha ^ACSedeL'mteir,a Mam CaTa'caD"
prompto para fazer o qae compele a soa arte de fundidor e macliioista.
Aluga-se o primeiro andor do sobrado n. 55
da ra da Cadea do Recife : a tratar na ruada
Gloria n. 69.
Aos seahores veudelhes.
No armazem de Manoel de Soma Carvalho Pim-
> pao, largo da Assemblea n. 1, vende-se sardinbas
muilo novas a 8)000 o millieiro.
20000
500
180000
40000
19 RA NOVA 19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista.
De volta de sua viagem a Europa, aonde tomou conhecimento das mais recentes
descobertas e ltimos aperfeicoamentos que se tem feito na arte dentaria, alm de com-
prar o segredo de diversas preparacoes empregadas com muitas vantagens, tem a hon-
COMPRAS.
Compram-se libras sterlinas: no ar--
mazem de Fem ira A Matheus, na ra da
Cadeia do Recife n. 66.___________
Comprase ouru e prata em obras velbas, pa
ga-sebem: na loja de bilhetesda Traja dalnde
rade participar ao respeitavel publico em geral e aos seus numerososclientesem par-dendeDCia 22
10000 9,5000
30000 340000
30000 240000
,0 000 9,5000
ticular, que se acha de novo prompto ao seu dispor para todos os misteres da sua pro- Comprase effectivamente ouro e prata em
fissao, advertindo que trouxe um immenso sortimentodedentadurasartificiaes; caout- KJf II^K^uNves6"1' "'^ g"
chou galvanisado, ouro, platina, massas diversas muito aperfeicoadas para chumbagem- -r-1'----------------
instrumentos novos, ferramenta moderna, cadeira de operacoes, etc., etc., dos mais acre,' n^Vffio e'sem vSTa^marno^br^ao
aitaaos labncentes de Paris, Londres e New-York, e por isso estando mais que nunca n. 32 da roa da Aurora._______________
no caso deservir do modo o mais satisfatorio possivel, espera continuar a merecer toda Comprase cobre, tironze e ferro cuado ve
a confianca. | jho: na fundlco da Aurora, em Santo Amaro.
Acha-se sempre no seu gabinete das 8 horas da manh at ao meio dia com cer-
teza e as 4 horas da tarde quando notiver de ir em casas particulares.
O London & Braiillan Bank, saca por doos
os paqueles.sobre
Lisboa.
Porto.
Braga.
Vianna.
Guimaraes.
Villa Real.
Goimbra.
Amarante.
500
10O0
1,5500
ioOOO
7*000
10*000
Companbia fidelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecidafno Rio de Jaueiro.
AGENTES EM PERNAMBUCO
Antonio Lnii de Olircira Aievedo & G,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
tai
Criado ou criada
Precisase de urna pessoa livre ou escrava para
o servido de urna casa de familia : a tratar Da ra
Cobre, lato e chumbo.
Compra-se cobre, lato e chumbo-: no ar
mazem da bola amarella no oito da secretaria de
polica.
Comprase urna loja de fazendas na ra do
Queimado, pagando-se vista, se convier o neg
, co : na roa do Bmm n. 70, segundo andar, se
do Imperador n. 17, primeiro andar, defronte da; acnar com qaem tralar.
igreja de S. Francisco, das II horas da manhaa as:------^------^------------------------------------;:
3 da tarde. Compra-se urna escrava moja que tenha boa
------.,, -----^-----------:------r:--------------- conducta, e que saiba bem cozinhar e engommar:
m;i u*am se dous g,ran-,es sobrados com com- a tralar na rua de Apo|lo n 32 segundo andar.
modos para numerosa familia, novos e aceados,------------------------------------'-------------
cora jardim, cocheira, estribara e outras commo-j Compra-se ouro e prata em ebras velhas,
didades, na travessa de Joao Fernandes Vieira : Pa^a-s? bem : na loja de bilhete da praga da In-
a tratar na rua da Senzala Nova n. 42.
A tugase
dependencia n. 22.
Comprase ou aluga-se um escravo que seja
bom cozinheiro: a tratar no escriptorio de Claudio
Dubeaux, rua do Imperador n 43.
nmacasaacabada agora, com commodos para fa-
milia,estribara, cocheira, quartosparafeitore1 Compram-se libras sterlinas: na rua do
escravos,com banho na porta, no lugar do Poco Crespo p. 16, primeiro andar.
exercito brasileiro; obra que muito cotvm
aquellas pessoas que se alstam nos corpes
de voluntarios; vende-se na livraria n. 6 e
8 da prafca da Indipendencia, a ifi.
Attenco.
Vende-se superior vinho do Porto em caixas d
urna duzia : em casa de Johnston Pater & C rua
doVigarion.3.__________________
Vende-se um terreno na Capunga com 40
palmos de frf ote e 280 de undo, planlado de la-
rangeiras novas, tendo cacimba e duas frentes
urna para a estrada do Lacerda, e outra para uro!
becco: a tralar na Capunga, venda dos Quairo
Cantos n. 35, de Jos de Alroeida Ferreira.
0 GlSTELLOTETBlSlfTlif
Traduzido.'de franeci pr A. J. C. da Cmr.
Vende-se este bello romance em quatr
tomos pelo baratissimo pieco de 2500
aa praca da Independencia, livraria ns.
6 e8.
10000
80^000
4CO
Goke dogaz.
Pilca lo gaz.
Alcatio do gaz.
Coke tonelladas rs. .
Pitch .....
Alcatrlo caada.....
0 coke reconbecidamente o carvao mais ecom>
mico, torna-se por isso recommendavel, bem co-
mo pelo asseio que se ola as cozinhas aonde
elle usado. Pitch e alcatro, alm das arplicacoes
diversas a que se prestara, como para eallafetar
embarca^oes, alcatroar roadeiras, etc., teem e'le a
prepriedade de preservar do cnpim, formiga-- ele
ti entregar na fabrica do gaz ou mandado por em
qualquer ponto da cidade, segundo a vontade de-
comprador.
Francisco Jos Germano
RUA NOVA X. f,
acaba de receber um lindo e magnifico sortimento
de oculos, lunetos e binculos, do ultimo e mais
apurado gosto da Europa.
2000 20,5000
i 500
300(0
500 40000
500
10000
Precisa-se lugar ama escrava para todo o
servico de urna casa de familia : na rua das Cru-
zes n. 9. segundo andar. ______________
Eseola pdH^uar.
Clara Olympia de Luna FrefreTWofessora parti-
cular de insirucQo primaria, compeiijtemente au-
torizada pela directora da instraccao publica,
abri sua aula na rua Dircitan. 60, segundo andar.
Na rua da Florentina n. 36, prepara-se co-
mida para fora por cora modo prego.___________
kttenqaOs
Jos Joaquina de Novaes faz sciente ao respeita-
vel publico e a todos os senhores effictaes do exer-
cito e damarinha que contina a tersua casasor-
i-SC-00 tida de fazCQ(las e roupas feitas, e por medida : no
70000 '
da Panel la, rua do Rio : a tratar com Tassoir-
raaos.na rua do Araorira n. 38.____________
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
rua da Senzala Nova n. 42 : a tratar no armazem
do mesmo.
Saca se sobre Lisboa, Porto e Rio de Janeiro
no escriptorio de Carvalho & Nogueira, rua de
Apollo n. 20.
120000
280000
argo do Livraraento n. 34.
s
500 40000
0 hachare! Jos Baplisa GiUraoa
advoga nos termos do Bonito e Caruar.
Pode ser procurado na villa do Bonito,
roa Direita n. 16, defronte da cadeia.
iiliraaagl
Caruar. M
i ftnniln
O bacbarel Alvaro Caminha T. da Silva
lem seu escriptorio de advocada a' rua
do Imperador n. 41, primeiro andar, on-
de pode ser procurado das 10 as 3 horas.
Em qualquer outra occasiao sera' encon-
trado na casa de sua residencia a mesraa
rua n. 3, junto ao Gabinete Portuguez.
Compram-se moedas de pratas miu-
das eslrangeiras: na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia.
TESDAS.
- A LEGITIMA
UIUFIMIU
Tin tarara
10000
500
20000
Precisase de 2 (trabajadores de padaria :
na rua do Rangel n. 9._____________________
Consultorio medico-cirurgico na rua larga de
Rosario n. 20.
O Dr. Jeo Ferreira da Silva regressando a sua
casa, contina em o exercicio de sua profisso nao
s na parte medica como tambera na cirurgica.
Aluga-se uifi sitio na rua do Gabral
por alugar o sotlo do so- da cidade de Olinda com casa terrea, com
Guia que equivale a una 'CUpar na frente, bota os fundos para a es-
terceiro andar por ter 2 janellas de frente, z salas,;
6 quartos e urna grande cosinba, o qual acha-se
ALMANAK.
Acaba de sahir dos pr-
los de nossa typographia o
Almanak Administrativo e
jiMercantil e Industrial desta
-NaruadoImP.radorn.46,primeiroand"!PrCa, at 31
limpfe dedtosn"s?uraepsara cozinhar'qae "* dezembro, e vende se a
Precisa-se alugar urna ama que sibacoii- Ij^J lia llVraria nS. O e O
nbar e para comprar, assim como outra que saiba i i t J 3 1
be.m engommar e coser para urna casa de duas'. (la DraCa (la IndependenClft,
peSMH a trarar na rua da Imperatriz n. 34, pri- ------~----------------------------,------------------
Cebo fas a 800 rs.
SO, esquina!
OE BR1ST0L.
PREPARADA NICAMENTE POR
LAMAN & KEMP,
cento : na ma lar
a ra a rua estreita
Na rua Direita n. 116 continua-se a Ungir para
qualquercor, e o mais barato possivel.
_ Anda contina
75UOU brado n. 62 da rua da
40000
a do Rosario n.
o Rosario.
Vende-se urna negrinhe pr-ca, de 10 anaoe.
muito sadia, por preco coraraodo: no pateo da
matriz de Santo Ant3nio n. 8.
Vende-se urna mulata cozinheira e lavado-
ra : na rua Nova de Santa Rita, casa n. o.
nico
40000
20000
18000 Pin,a<* de novo, e aluga-se barato: a tratar no
primeiro andar com o seu proprletario o bacharel
1 Francisco Luiz Correia de Andrade._____^^
Dase 600 a juros sobre hypotheca em casa
nesta pra;a : na rua de Sania Rita n. 1 se dir
quera d._______________________________
Na padaria franceza da rua da Imperatriz n.
50, precisa-se de urna pessoa forra ou escrava pa
3O0OOO ra entregar pao e fazer algam servico interno.
170000 Precisa-se de um rapaz de li a 16 annos, ou
trada e margem do rio Beberibe, com com-
modos para familia, estribara para cavado
Vende-se urna preta de meia idade
do Rangel n. 15.
na rua
Fazends avariadas
Na loja da rua da Madre de Dos n. 16, defronte
el T*ptfl lllft *^e um nomem do 30 on 40 annos que saiba 1er :
a IC LalJIU tratar na rua da Concordia, das 3 horas em dlan
diante
AH
Precisase de urna ama que tenha bom leite e
seja sadia : na casa da viuva do corameadader
Luiz Gomes Ftrreira, no Mondego.
Precisa se alugar om preto para o servido
de urna casabe familia, prefere-se o que entender
de cosinha : na cidade nova de Santo Amiro se-
gunda casa do Sr. Gome do Correo._________
Atten^o.
Precisa-se de nm caixeiro que tenha principio
de taberna, ae idade de 14 annos : na travessa do
Campello n. 1, freguezia do Recife, achara com
quera tratar__________
Precisa-se de urna ama
dia n. 29.
na rua da Concor-
Offerece-se nm moco portuguez para qual-
quer oceupacao, bem como criado ou cozinheiro,
etc.: a tratar no Forte doMatlos, botequim de Jos
Maria Hespanhol.___________
Na rua Direita n. 78, reflnacao, precisa se de '
urna ama que cozinhe para hornera solteiro-
i
Joao da Silva Ramos, medico pela Un'
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 as 11 horas da manhaa, e
das & s 6 da Urde. Visita os doentes
em suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ar-
gentes, que serlo soccorridos em qaal-
quer occasiao. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
as 8 horas da manhaa.
Tem sea casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados,- para o qne
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 3^000 diarios.
Segnnda dita.... *|5O0
TeF&eira dita.... 2#008
u *. uUleeimanto j bem acredi-
UdoSpelosbon?w,,W50,,netem pre8-
O propnetano espera ,, -. aue gera.
me a merecer a confianca ac >
pre tem gozado.
I
Wm
ELECTRO
MAGNTICA
ApproveuU por varitu Academias t alia
summidadet mtdieas.
O qne occasionn < m grl u molestias *tiaio
designadas a csij,nui;ao do tanguc cm certa
partes do corpo, a qualproduzida pelos resfrii-
nentos c mullas unirs camas, cutio declaro-sc
es llhcumatismos. Cota, I'uralysia, f'raqueit
io$ mtml/ras, Coiiiipaeitt, EUphantiasit tu
Peri-ai luchadas, t Dores ,Xcriutas.
O uto da escova ELECTRO-MAGNI
TICA ten sucevkio ccrlo para a cura de ladas
estes moleslias, sera recorrer Ka acnhurrn oulr
medica;*. Ella h-m urna Corma mu manejafei
e prodtx, i venlade de quem d'ella uta, seos mil
uteis c fcliies resultados. Seo enprego preserva
4u nolestiascima. Para asiaibrmaces*a-
wl-te-se a uoiici qne iceompanha cada Escora,
DiroaiT* oiaax
tUulei-arl du Prista* Eufene, M, Parit.
Aluga-se a casa terrea n. 105 da rua de San-
ta Rita : na rua da Aurora n. 36."____________
Ama.
Precisa se de urna ama para casa de pouca fami-
lia : a tratar na praca do Corpo Santo n. 17, ter-
ceiro andar.__________________________
SOCIEDDE DRAMATICETHALIA PR-
NAMBCANA.
De ordem do conselho administrativo desta so-
ciedade, scientifleo a todos os Srs. socios, que no
dia 15 do corrente ter lugar o espectculo de inau-
guraran desta sociedade.
Secretaria da sociedade dramtica Thalia Per-
Bambucana, 2 de abril de 1865.
i T. B IAns de Barros,
! secretario.
.'^mnmmmmmmm
Um pedido triste porm Reces- p
sario.
Os Srs. Francisco Lourenco de Araujo,
Jeronymo Lourenco de Araujo, Joao Ro-
drigues Freir de Carvalho, estadantes
de preparatorios e natur:es da provincia
da Bahia; que'ram dirigir-se a travessa
do Veras n. 13, primeiro andar, a negocio,
Ama.
Imperador botica
Precsase de urna ama para comprar e cesi
nhar para urna pessoa : no becco das Barreiras
numero 3._______________________________
Sedulas de t$ e 1 boas e prata, ba sempre
com premio de 1 por cento na leja n. 24 da r ua
do Queimado._____________________
Precisase de ama ama gue cosinae e compre
na rua : a tratar na roa da Cruz n. 8, terceiro
! andar._____________________________
a rua do Queimado, loja d! 20, precisa-se
de urna ama que saiba cozinhar, prefere-se es-
crava.______________________________
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar ao becco da Lingoeta n. 10, pri-
meiro andar.____________________________
Aluga-se um moleque de bonita figura, peri-
to copeiro, e muito fiel, que se garante sua con-
ducta ; nao seduvidando mesmo aluga-lo para ou-
tro qualquer 6erv$o : a tratar na rua do Aragao
numero 28. ________________^^
Precisase ds um moleque de li a 20 annos
para casa dr>pasto: a tralar na rua da Lingoeta
n.^___________________________________
"sTf~8 San" "*__ t7iornb\,6ador p"a padaria:
Usgo Vieira da Cnnha, sonhor do engenho Maca-1 graa larffdo Rogino n. 16.______________
^ ~freguezia de Ipojnca, que responda a carta Ci vazla.
- No dia 2 do eorrente anpareceu ama cabra e' que The k[ ^.rif'i* !? ?' de fevereiro P'oximo, Aluga-Sb ma pequea cata terrea a rua
cria ao porto de orna casa da ma da Concordia : pasudo, all so,rr0rt as cseqQDms do seu
portaato quem for seu doao dirija-se a rua Nova procedimento. ,_, .... orn n t
n. 6!, que daado os signaes Ibe ser entrefae. i Maool Eleuterlo do Re|o Parroi, aoo n. 91, loja.
1
Vende-se na rua do
franceza n. 38.
Aluga-se o 3a andar do sobrado da rua do Li-
vramento n. 7 ; a tratar na loja do mesmo.______
Precisa-se alugar urna escrava ou moleque
de 14 a 16 annos, que seja fiel para servico de
rua: a tratar no largo do chafariz da rua do
Brnra a. 47. ______
Precisa-se do um caixeiro portuguez de 14
a 16 annos, que tenha pralica de taberna : na roa
do Brum n. 47. i
, da guarda da alfandega, liquidam-se as seguintes
ecapimparasustenta-lo.arvoredosderiic- fazendas avariadas, porm cora pouco dereito:
tOS, sem visinho defronte nem pelo fundo, pecas de algodo encorpado com 20 jardas, dilo
com ptimos passeios, sala e gabinete na largo muito superior com 24 jardas, madapolo
frente, muito propria para passar a festa e nwlto largo e no com 24 jardas a peca chitas
"_i_ i a f0,F00" francezas escuras muito finas, deixa-se de raen-
tambem se alugar por anno: a fallar no Re- clonal 0 pre0 por h3V^r conviego de ser mais ba-
Cife, no Recife, na livraria ns. 6 e 8 da pra- to do que em outra parte e nao servir de inveja a
ca da Independencia e em Olinda na casa algnns dos collegas do annunciante, por tanto
contigua COm 0 capitSO Antonio Bernardo ch. guem a ellas antes que se acabem
Ferreira.
assim co-
mo tambem ha palilots de brim avariado a 13200.
Vende-se vinte e duas pipas de mel encasca-
Est para alugar-se urna casa terrea na rua do em Larris, por commodo preco, e tambem se
da Gloria n. 14, um 1* e 2* andar de um sobrado vende sete toneis vasios de amarello de 120 cana-
na rua do Rosario da Boa- Vista, quasi no pateo da das cada um, e400adoelas de amarello cornos
Santa Cruz, e urna mei agua na estrada de Joao seus competentes fundos para toneis; na roa do
de Barros,com arvoredos, agna de beber,e porlao Pillar n. 94, em fra de Portas.______________
para o becco do Pombal: quem pretender falle i Vende se tres carrocas para boi, duas ditas
naruadasCruzes, sobrado n. 9. das 9 horas da para cavallo, dons carros para conducho de ge-
manhaa at ae meio dia.
Samuel Power Johnston & Companha
Ruada Senzala Nova n. 4.
AGENCIA DA .
FuudlcSo de JLow Hoor.
Machinas a vapor de 4 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenbo. |
Taixas de ferro coado e
nbo.
' nerrs de estiva ou outro qualquer miste-, todo em
, bom estado, e por preco commodo, por seu don-
querer acabar com esse negocio : a tratar na rua
do Sebo n. Si, taberna.
Ka rua estreita do Rosario n.24, loja, vende-
se um relogio patente inglez, 2 ditos horisontaes,
1 dito patate suisso, 2 pares de brincos, 2 alflne-
tes, 2 medalhas, 2 correntes para relogio, 1 abo-
kaArTnan *ff*vi toadura para collete, tudo de ouro, e 1 marco de 4
iMiiuu p ; ao Sr. Belarmino l-'irmioo Bezerra de Mello, ou a
------- pessoa de sua familia, para interesse do mesmo
Arreios de carro para um'e dous cavallos. senhor._________________________________
Relogios de ouro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para deBcarocar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura:.
No dia 2 do corrente perdeu-se do sitio do
Dr. Alcoforado at a entrada de Arralal, urna pul-
selra de ouro lavrad : quem a achar tenha a
bondade de a entregar ou no escriptorio da rua do
Crespo n. 2, oa' em seu sitio no Calderrelro, que
ser recompensado.
! Vende-se um pardo moco de boa conducta e
i por preco commodo : na rua do Passeio Publico,
ioja de fazendas n. 7. ______
Vende-se
Carnario n. 13.
urna carro e um boi : na rua do
Caixeiro.
Precisa se de um caixeiro qae tenha
Madapolo perfeito a 6& a peca, e de algo-
dozinho fino de 20 jardas a 4$500 : no armazem
da estretla, largo do Paraizo n. 14.
BOMBA DEJAPY
Vende se urna bomba de Japy n. 3, ainda nao
servida, por pre{o commodo : na rua da Cadeia
do Recife n. 62, Io andar.
taberna e d fiador a sua conducta, d-se bom or-
denado : qnem estiver nesta circunstancia v a
roa da Madre de Dos n. 38 qne achara com quem
tratar.
Vendem-se duas escravas, sendo urna de na-
pratca de gao, de idade de 36 annos, boa coiinhelra, e outra
crlouta,de idade de '8 anuos, reforcada. sem habi-
lidades, propria para engenho : a fundigo da
ma do Brum n. 84.______________________
Vende-se a casa terrea n. 35 da rua do Pa-
dre Floriano : a tratar na rua do Imperador n. 69,
primeiro andar.
A loja de trastes na rua do Imperador n. 47 est _. Vende-se urna urna de Jacaranda, propria
liquidando por seu dono ter de fazer nma viagem para deposito de ossos : na roa da Imperatriz, loja
a tratar de sua saude, e por isso tem resolvido i de marcineiro n. 25.
acabar vendendo os trastes, e todos os mais per
Attenco
do Nascente D/f :-> tra^r na rua do Quei-
tences do estabelecimeBto de marcinerisj quem
pretender e quizer aproveitar se da occasiao, diri-
-a-se mesma loja, qne se faz negocio por menos
de seas valores; assim come de urna morada de
casa terrea na rua Imperial n. 272, de pedra e cal,
chao proprio, com duas salas e d*us quartos, cozi-
nha fira, cacimba, e quintal murado com portao
para o rio.
Qnem liver e quizer vender um moleque on
mulatiaho de 10 a li ann?, dirjase a roa do Im-
perador D. 46, que achara com qaem tratar.
Botomma-se com perfeic.ii, aceio e preco
commodo: :>a travessaja rua Bella n. J.
Precisa-se de orna ama aoesaiba engommar:
na roa da Palma n. 41, sobrado.______________
Precisa-se de nm criado forro en escravo :
a tratar na rua da Madre de Dos g, 36, primeiro
audar, das $ as 2 h?ras da tarde.
Estiraros e mobilias
Vendem-se dnas mobilias de mogno cora pedras,
assim como urna escrava de 15 annos, com habili-
dades, e um escravo moco: a tratar na rua larga
do Rosario n. 12, botica.___________________
LUVAS DE PELLICA.
A loja da Aurera na roa larga do Rosario n. 38,
receben luvas de pellica muito frescas, prelas,
brancas e de eflres, tanto para hornera como para
aenhora, das mais novas e melhor qualidade qne
tem chegado, muito proprias para os actos da se-
mana santa.
ENFEITES DE BOM GOSTO.
Tambem receben eneiles de diferentes qualida-
de e gostos, muilo bonitos para cabeca, os qaaes
se vendem baratos : quem quizer usar do bom
gotto e do modernismo, mande comprar na loja da
Aurora d roa larga do Rosario p, 38, pois !a en-
contrarlo ludo qoanto iit cima.
NOVA YORK.
Composta de substancias, gozando de
propriedades eminentemente depurativas;
approvada pelas-juntas e academias de me-
dicina; usada nos principaes liospitaes, ci-
vis, militares e da marinha as Anlilhas e
no continente americano ; receitada pelos
facultativos os mais distinctos do imperio do
Brasil e da America hespanliola
CURA RADICALMENTE
escrophulas, rheumatismo, escorbuto, en-
fermidades venreas e mercuriaes, cbagas
antigs, morphea e todas as molestias pro-
venientes d'um estado vicioso do sangue.
Emquanto\ejistem varias imitaces e
falsiflcacoos, preciso a maior cautela para
evitar os engaos,
A legitima salsa de Brislol vende-se por
, CAORS & BARBOZA
JOAO DA-C. BRAVO C.
Joo da C. Bravo & C.
Vendem-se no Recife em casa de Caors &
Barboza e Joao da C. Bravo & C.________
tiran de armazem de fintas.
RUA DO IMPERADOR N. 22.
O armazem de tintas nm grande deposito de
productos chimicos utensis e os maisempregados
e usados na phannacia,pintura,photographia. tin-
turara, pyrotecbinia(fogosdeartifice) eem outras
industrias.
Montado em grande escala, e supprindo-se di-
rectamentenas principaes drogaras de Paris, Lon-
dres, Hamburgo.Anvers e Lisboa, pode offereceer
productos de plena confianza e satisfazer qoalqner
encoramenda a grosso trato e aretalho, por precos
razoaveis.
Prvidos de machinas ^.appropriadas satisfar
com promptldao qualquer pedido de tintas moidas
a oleo,cuja qualidadee pureza de seus ingredien-
tes poder ser examinada pelo consumidor, o que
nao fcil fazer cora aquellas qne sao importadas,
e que se encontrara no mercado emlatasfechadas.
Tem grande collecgo de vidros de differentes
formatos, desde umaoitava al dezeseison;as de
capacidade; de vidros para vdra^as e diamantes
para corta-Ios; de pinceis para fingir madeira com
propriedadee outros^ de papis dourados e pra-
teados e folhas de gelatina para ornamento: de
papel grande e pequeo formato de vanas cores
paraembralho, para forro de casa, para desecho
com fundo ja feito; de papel albuminado e Brisiul
verdadeiro saie para photographia e para filtrar,
e outros ; vernizes de essencia para quadros, de
espirito para madeira, copal para o interior e ex-
tetior; oleograxo, oleo seccativo.oleo delinbaea
clarificado, oleode oielet, secativode Harlim.ouro
verdadeiro em p ; prata, onro, e estanho em fo-
lhas de varias cores ; tintas vegetaes, inoffensi-
vas proprias para confcitarias; la de cores, e
olhos de vidros para imagens ; tintas em tobos e
telas para retratos; tintas em pastis e a p pa-
ra aquarella ; essencia de rosa superfina, de ne-
roly.jasmim,bergamota, aspice, paichouly, mbar,
bouquet.lirao, alcaraiva. mellssa, ortela pimenta,
Ionro, cereja, alfazema, Portngal, lima, jonipero,
anisda Rnssia, canella, cravo e muitos outros ob-
jectos qae s com a vista poderao ser mostrados.
Joo fiero das Neves,
^_______ Gerente.
Algodo avariado a 38500 c osOOO
Vende-se algodo avariado a 34500 e 54 a peca,
fazenda de 9 e 104, pecas de algodaozinbo muito
largo cora 2i jardas a 64 : na loja do Pavao, rua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Para a va safra.
Urna eicellente machina de 20 serras para des-
carocar algodo, est a venda na ma Direita a.
84, padaria.____________' _____
Pesos
Vendem-se 8 pesos do 2 arrobas, 3 de J arro-
ba e 1 de meia arroba, por preco commedo.: na
r pa d ILEGiVED



rrr; *
*mMHlMbri*V^fiimh*J*KHfr.4* ***
*
H3 para vender
Pinlio, |iinh, wi^ak, iiiHilopih,
pin lio, rui da, Praia, boje, ra Nova
deSaota bita n. 47.
789tOe Upollegedas de^rgura
vOe 40 a 35 palmos de compridn, cousa
muito boa e barala, e com todas a9 gros-
suras : cheguem ra Nova de Santa Rita
n. 17, serrara de Jos F Coelho.
D'IODURETO DUPIO
oe FERROeQININA
'aWL*<
ESTABELECIDO A RA NOVA N. 60
AO
RESPEITAVEL PUBMCO.
A apreciaco dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-
zem da Liga establecido ra Nova n. 60 um magnifico sortimento de mofeados, 0. eventos qujjompoem esu fgjjjg
que sendo em sua mxima parte mandados vir directamente do estrangtiro poaem ser ^ j^ preparacdes ferruginosas. Basta atiesto
vendidos por preQOS asss razoaveis. seus resultados obtidos pelos Mdicos dos hospi-
Sem a fatuidade de querer que este novo e interessante estabelecimento seja o ue., e reat*^V**"XlSe^as
primeiro e nico em seu geero, potase porm ffnncar, com toda a seguranza de que i confi**o sua poderosa efficaadade as
nenhum outro o exceder no restricto cumprimento das seguintes promessas:
1. Delicadeza no trato.
2. Fidelidade no peso.
3/ Sinceridade nos presos.
As pessoas que por sua posico social gozam de certo tratamento, acharo nesta
casa os melhores queijos londrinos* ceneja, vinhos injssimos manteiga e cha sempre de
primeira qualidade. etc., etc.
Qualquer que seja a condi?ao do freguez, elle deve comarque sera sempre mul-
to bem servido.
Aquellos que sao pouco favorecidos da sorle faro mensalmente urna
''.

-<
31
o
a
O
seguintes affecc5es:
Mlnroa na Mi|M.
lrHPl.
Anemia.
Chloroar u Ictericia.
Menstrua.
Arfeeee ) oera.
Su pi>resanes il re-
ras e denordr pa
uenatrnarao.
Affcccao pulmonar e
phthlsle.
Molestias deln.ago
Gastralgia*.
Coavaleseenea ale laa-
(as molestias.
Molestias escrofulo-
sas.
Papelra.
Obstmcro ass clan-
dalas.
amores fros.
amores braaeos.
Rachltlsmo.
AffccrSes cancerosas
o sypullllleas.
Febrcs typholdea.
Variles, etc., etc.
muitas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se llies vender o arroz, o caf, a man-
teiga o assuwr, etc., etc. de boa qualidade pelo prego que em algumas partes nao po-
dem ou nao querem vender.
Os senhores de fra da cidade, dos arrebaldes ou centro, que comprara para ne-
gociar, devem vfr, i elo seu proprio interesse, a este estabelecimento para se convence-
re^ do quanto se pode vender barato.
Para os senhores que compram para tornar a vender existe um sortimento i spe-
cial, escolbido por pessoa entendida que certameote muito de;e agradar aos serihores
compradores.
N5o se tena poupado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agra-
dar a todos.
PELOS SEGUINTES PRECOS S SE VENDE
A DIMHEIRO A VISTA:
CENEBRA de Hollanda om botijas, frascos,
garrafas, etc.. etc.

MANTEIGA ingleza e franceza de 400 a
MACARRO a 400 rs. de 8 libras para cima
a 360 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE a G.O rs. a lata.
MOSTARDA ingleza a 800 rs. o frasco..
MARRASQUINO de Zara.
MARMELLADA de diversos fabricantes e
diversos precos.
P
PEIXE em latas a 1,000 rs.
PERAS SECCAS a 500 rs. a libra.
PASSAS muito novas a 320 rs. a libra.
PRESUNTO para fiambre.
<*
QUEIJO do reino de 1,500 a
I OEM londrino.
rerda d'appetlte, etc.
Vejas se es Mletitu de teraputica medie*
. e eirurgka de 30 de novembre 1660; a f-
economa de ,5 hospitaes de 28 dejulho 48G0, etc., etc.
a Cateto
ALPISTE E PAINQO a io rs, a lib a.
AMENDOAS novas a 28o rs. a libra.
AVELES a 240 rs. a libra.
ARROZ de 80 rs, a libra a,..
AMEIXAS francezas em latas, potes, fras-
cos, bocetas, etc etc.
AZEITE doce a 600 rs. a garrafa, cadada a
B
BANHA de porco a 660 rs. a libra, em por-
co faz-se abate.
BOLACHINHAS do beato Antonio a
BOLACHINHAS de soda lata grande a 2,000
ris.
BISCOtTOS ing'ezesem latas de 1,200 rs. a
BOLACHINHAS principe Alberto a 2,000 rs.
C
CHOURICAS muito novas a 800 rs. a libra.' DEM suisso a 400 rs. a libra.
Alm das plalas de iodureto duplo de ferro e de
quinina de Rebillon, os Mdicos aconselhSo
igualmente o Xarope d'iodure duplo de
mito e de quinina do mesmo author para as
pessoas que nao gosto de medicamentos sob for-
ma pilotar e os meninos. Este xarope nao tem
como o xarope d'wdure de ferro, o inconveniente
de allerar-se e de se nlo poder conservar.
Peca-se o folheto que se di de graca em casa
dos pharmaceulicos depositarios.
Para-se evitaren falsicacSes, exija o com-
prador em cada frasco de Pilulas ou Xarope a ae-
signatnra do inventor. ..,..
Depsito geral em Paris, pharmaciaRebluo,
441, rae du Bac, e em todas as boas pharmaciai
de Franca a dos puizes estrangeiros, etc.______
GRANULOS
DE CHEVRIER
DE
AZEVEDO FLORES
Ra da (ladeia do Recifr, esquina da Muir de Deus.
Prestem atten$lo ao discurso do Balo.
Moreantique superior a 2#o00 o covado.
Grosdenaple de I#600, 10800, 20 c 3.
Balos de 20, 25 e 30 arcos a U e : $500.
dem para meninas de arce s e de morselina.
Chales pretos de fil do ultimo gosto.
La preta para luto e de todas as mais cores.
dem com assento prelo e cor de caf, flores matizadas, fazenda ntejrarctule nha o mal desapparecido completamente de
SWSA PiRRILIU DE AYER.
Transcrevemos aqui alguna
dos muitos altestadcs que temos
receido das virtudes da salsa.
parrilha do Dr. Ayer.
Rlic11u.at.smo.
DE IOAO JOS DO* SANT08.
Ottro Pa U.
< Solri rlieumuiismopoimur-
tas vezes, e vendo annunciado
om um jornal d'esta cidade a
Salsa parrilha de Dr. Ayer, re-
solvi-me a comprar um frasco e fazer uso
d'ella ; e ames de concluir o primeiro fras-
co, achei-me forte e sera sentir a mais leve
dr nos joelhos; a parte do corpo que es-,
tava affeclada d'esse terrive! epconmodo
que roubou-me tantas noiles de semino.
Ernp^cs, borbalhas pstulas,
ulceras, e todas as molestias
da pelle.
DO SR. J0A0 PAULA DE ABREU E S0U2A.
Ra de S. Pedro.Rio de Janeiro.
Soffria, mais de dous annos de ama
crupeo sypliililica em todo o corpo, mos
j trando-se sempre com mais violencia na ca-
, ra, prove muitos medicamentos e cnsullei
muitos mdicos, e estava quasi desanimado
quando vi os annnncios da Salsa parrlia
I do Dr. Ayer: comecci a fazer uso d'ella e
nos priraeiros dias a erupgo aggravou-^c,
porm anles de acabar o segundo frasro Ti-
CAFE de 260 rs. a libra.
CHOCOLATE francez a 800 rs. a libra.
CHAMPAGNE das marcas mais acreditadas
a 25,000 rs. o ggo.
CHARUTOS de todas as qualidades, suissos,
american s, baliiannos, fluminenses, etc.,
de 1,400 a 10,000 o cento.
CHA HYSSON de 2,200 a
COPOS 1 sos ladidados de todos os tama-
nbos a
DEM prato a 800 rs. a libra.
19
SABAO MASSA a 160 rs. a libra e grande
SEVADINHA a 200 rs. a libra e 8 libras se
far grande abatimento.
V
VIN'HO tinto de 360 a... garrafa.
VINI10 tinto em caada de 2,560
VINHObranco em caada de 3,500 a
V1NHO verde a 400 rs. a caada.
VINHO Bordeux em caixa a 6.(00, 7,000 e
VINHO de Grave a 6,000 rs. a caixa.
VINHO Cherry a 1,000 rs. a garrafa.
VINHO do Porto de todas as marcas e todos
os precos.
VINHO Collares a 800 rs. a garrafa.
VINHO tinto, neste genero ha constantemen-
te 20 a 30 pipas ao torno de dive sas
qualidades e diversos precos.
VINAGRE em ancoretas a 15,000 rs.
i i VINAGRE em pipa a 160, 200 e 240 rs.
GOMMA muito nova e alva a 120 rs. a libra. VINAGRE branco a 400 rs. a garrafa.
GRAO DE BICO a 120 rs. a libra. | VELLAS de carnauba a 13 e 13,500 rs. a
GENEBRA de laraDja a 9 e 10,500 rs. I arroba.
DOCES de todas as qualidades.
i
ERVILHAS seccas e em latas pertuquezas e
francezas.
F
FARINHA de araruta verdadeira a 800 rs. a
libra.
FARINHA do Maranhao ou tapioca a
FARELLO de Lisboa a 4 e 5,100 rs. a sacca.
FAVAS portuguezas em lata a 600 rs.
Os granulos au bismuth de Chevxier bem
superiores a todas as outras preparacoes de
bismuth empreadas antes com o maior successo
pelos mdicos de todos os paizes, para prevenir e
curar as
Dlarrhras urnicas. Ms dlgcatoes.
Dj'ssenterlas. Gaatrltca.
DAres cTrntoraago. Galtralglas, ele.
Dyspepalaa.
Os primeiros symplomas d'essas formidaveis
affeceoes se manifesto ordinariamente por diges-
toes laboriosas, a%idumes, falta d'appetite, pesos
'estmago depois de cada comida, caimbras es-
tomacaef, e, rauitas vezes, por espasmos nervosos
eom vmitos.
Este estado mrbido, se o descuidJo, traz ine-
vitavelmente, que seja:
Molestias de Agado
A leterrla.
Palpllacuo de coroco
Dores as ria.
Oaarcssoes.
nrro de cabrea.
Irrllaees de beslaa e
da muirle, etc.
Noarmazemde fazendas ba-
ratas de Santos & Colho
Ra d Qnelmado n. 19.
%'ende-se o segulne:
Lencoes de panno de liobo
pelo baratissimpre;o de 25USO.
Lenges de bramante de linho
ia um s panno 3,3500.
Coberta de chita da india
pelo Laratissimo pre(0 de 2500.
Lencos de cambra ia br a neos
proprios para algibeira, a ti a duzia.
Pecas de bretanha de rolo cora 10 varas
i.ropria para safa, a 3^800.
Pe;as de camhraia
paja forro com % Ii2 varas a 15660.
Guardaoa pos
de liaho Anos duzia 35500.
Algodio enfeslado
com 7 1|1 palmos de larpura vara 15300.
Cortes de lia
com 13 covados a 65.
Carobraia adamascada
com 20 raras propria para cortinado pera li|.
Pil |de linho
liso no vara 800 rs.
Atoalhado adamascado de algodao
com 8 palmos de largara vara 25200.
Atoalhado adamascado de linho
cm 8 palmos de largura vara 352OO.
Laazinhas carmezim miadlnhas
prspria para vestido de menina, covado 600 n.
Liazinhas
de cores Anas covado 860 rs.|
Fazenda para-a quaresma.
Grosdenaple, moreantique e ricas capas de gros-
denaple bordada?.
Esteira da India
propria para forrar salas, de 4, 5 e 6 palmos de
largura, por menos pre$o do que em onlraqntl.
qaer parte.
Neste armazem de faienda 'se encontrara nm
grande sortimento depoupa feita e por medida.
1 1 11
da lia va na.
Na ra da Cruz n. 4, vende-se charutos de
vana de diversas qualidades.
er tu t-. a a i -< S? o o w ST
Ha.
?g"3a
S!
o?
Of

o S
J-.S'l&fSiBg.
n --sas.
o-,
2 3
05

o
w 2.5
So
o cr o.
0.00,3 ja'
SC "3 C-T3 a
5oa3 2.03
s. 11 ooLS-S;
~L9*
w3g
a* ax* fD ^ --

Os granulos Chevrier sSo ordenados pelas
sommidades medicaes para prevenir essas diver-
sas molestias e cural as quando sao tomados a
lempo.
0 preco de cada frasco de 4 francos.
Depsito geral em Paris, pharmaciaGlievritr,
e em todas as pharmacias de Franca e dos paixi
estrangeiros.
^"rflASSA e xarope" ^
BERTH
COM CODEINA
Preconizados por todos os mdicos contra
as Defluxos, a Grippa e todas as IrritacSes
do peito.
AVISO
Falsficac5cs reprehensiveis excitadas pelos
srfecessos do Xarope e da Afoisa de Bcrth,
nos obrigSo a recordar que esses productos
lo justamente
Horneados nao se
entrego seno era
bocetas e em fras-
eos com a assigna-
lura aqui indicada. >>sa1a,aMaaialMaid
15t, ru Saint-Honor, KA PHARMACIA W>
UVRB, e em todas as pharmacias.
nova vista se far o preco
Vestidos a Maria Pia. os mais novos a 18i000.
Chitas largas de 300 rs. o covado a 500.
Lenp s brancos a 20500, dem de csguio j embanhados.
Madapoloes francezes proprios para saias e camisas de seahoras a OO rs. a ?at
dem muito finos de 140 a iH a peca.
Cambraias brancas muito finas a H a peca.
' Chales esturos proprios para as senboras trazerem por casa 40.
Meias cruas inglezas a a duzia.
ROUPA FEITA.
Paletos de alpaka brancos muito finos a 40500 e u.
dem de casemira de cores de 100, 110 e 120.
Calcas de casemira pretas e de cores de 70, 8>, 10-> e 120.
dem de brim branco de 40, 40500 e 50.
Golletes de casemira pretos e de cores de 40, o0 e f0.
dem brancos de brim e fiutas de 20, 20500 e 30.
Camisas verdadeiras inglezas, vista far preco,
dem peitos de linho, e de algodo de 20 a 50.
Seroulas de linho com duas costuras.
dem de esguio de algodao a 10600.
Colleirinhos de linho inglezes.
dem de papel de cores.
Camisas de flauell 1 de cores de 33 a 60.
Ha muitas outras fazendas que sevendem por precos muito baratos, cae-se
amostras com penhores e Umbem se mandam levar s casas. I^'a loja do
Superiores cortes de moirs preto com barra, o qne ba de melhor gosto em
Pernambuco. _, .
dem de gorguro preto adamascado com barra a imperatnz Eugenia,
dem de gorguro de seda bordados com barra.
Superiores moirs pretos e largos 20400, 20600, 30, 30i>OO, 40, o0, t.0,
70 e 80 o covado. ...
Superior gorguro de seda preto, a melhor fazenda que ha para vestido.
Sarja preta de seda.
dem preta hespanhola.
dem idem lavrada a 20 o covado.
dem idem lavrada muito superior. ,,-nn lann 9. 9 1-
Completo sortimento de grosdenaple preto a ,#500, 1*800, 2*, *#ow, o,
30500, 45, 40500e50.
Pannos pretos de supernr qualidade de 30 a I2> o covado.
Casemira preta de 10600 a 50 o covado.
Lindos chales, bournus, algeriennes e retoudes de lilo pelo.
Mantas pretes de fil e los pretos. .n^wrfinm,^
E muitas outras fazendas de superior qualidtde na W-sColomuas
na ra do Crespo n. 13 de AnlODo Correa de\asconcellos& C. sudores
de Jos Morera Lopes.

Deposito geral em Pernambuco ra
Cruz D.22 em casa de Caros & Barboza
da
O.
> 2 ^
JftO.I
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50

MARA PIA
Mara Pa
aria Pia
Acaba de chegar pelo ultimo vapor ingles nm
esplendido sortimento de enfeites de cabeca a Ma-
Fazendo8 baratas
No armatem qne foi de Joaqnim Francisco de rl Pia, os quaes pela sua elegancia e bom gosto
Ale, largo Aa Afsembla n. f, vndense chitas! de cada qnal o mais bonito nada deixam a dfsejar
francezas, algodio grosso, estopa larga e lencos del sendo prelos, rxos, cor de bonina e aioliiaho
cbiu, tndo por preco mnito commodo cm eonse- scus precos a 2*S0O, 3* && 6#,8Jl e 104 : na
quepcia de se acDarem notorio* frgna salgada.' Inja do boto rival IW do Qaeimado n. 16.
Colares Eoyer
ou colares anodines elctricos contra as convulses
das crianras.
O bom e proveitoso rebultado qne as criancas
obtem na dentico. trazendu de?ses colares, ja
bem conhecido, c por isso se lo mam hoje indis-
pensaveis porque assim leem es pais ncontesia-
velmente prevenido o mal: esses colares vendem-
se tambem narua do Quoimado, loja d'aguia bran-
ca n. 8.
Agua florida e tnico orien-
tal de Kemp.
Couiinua-se a vender em porco e a retalho :
na ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Bonitas trancas, franjas
e gales pretos para vessidos,
A aguia braBca recebeu novamentc um bello
sortimento de enfeites pretos para vestidos, sendo
bonitas trancas, franjas, galoes e bicos pretos, etc.,
assim como botfies enfeilados de vidrilhos, e on-
tros ramios enf- ites de differentes cores, conti-
nuando a aguia branca na ra do Queimado n. 8
a vender ludo isso por precos commodos.
Bonitas caixinhas
cent msica e sea ella para costura, e eutras
igaalmente lindas eom perfumaras finas.
A agola branca na ra do Queimado n. 8 acaba
de receber nm bom sortimento de caixinhas para
costara, e outras com perfumaras Anas, e conti-
na a vende-las baratamente.
~No escriptorfo de Palmeira & Beltrao, largo
do Corpo Santo n. i, vende-se o segninte :
Farello de Lisboa em sarcos grandes.
Toros de Jacaranda.
Conservas inglezas em frascos modernos.
Vinho do Porto fino em barris.
Sement em latas de i libra milito superior.
Chocolate especial maraohense.
Farinha de mandioca da Bahia muito ova en
saceos de i alqueires muito bem medidos.
Varroomh em caixa de 1 dmia. ______
Na padaria da ra Oireila n. 21, tem para
-ender moedas de ouro portuguezas de 1|, e ba-
Jaios para o wrvi(0 de padaria.
MACHINAS DEPATIM
de trabalhar nao |:r
descarocar algodio
FABE1CATAS
Por'Plant Brothers & C.
OLDAM
Estas machina
podemdescarocar
qualquer especii
de algodao sea
f 1 estragar o fio,
' sendo bastante
duas pessoas par
o trabalho; pode
descarocar omi
arroba de algo
dio em earoc*
em 40 minutos,
ou 18 arroba
por dia ou 5 ar-
robas de algodic
limpo.
Assim como machinas para cerera movidas por
animaos, que descaEO?am 18 arrobas de algodo
Ump, por dia; e motores para mover urna, duas,
eutr?s dessas machinas.
Os mesmos tem para vender um bellissimo va-
por que pode faier mover seis destas machinas
mencionadas; para o que convida-te aos Srs.
agricultores;! virem ver e examina-lo, no arma-
zem de algodao, no largo da ponte nova n.47.
Sanaders Brothers &C
%. II, praca do Corpo Santo
RECIFE.
Os aicos agentes neste paii._____________
Bixas liamburgae< as.
Vende sena roa Sova n. 61."___ _______
Veude-se arroz com casca a 3 a sacca de
20 cuias : na rna Direila n. 9.
Attenco
Vendem-se pecas de esleirs para forro de sala,
tinta branca preparada a oleo, em latas de 35 li-
bras, para pintar casa, relogios para cima de me-
sa e para pendurar, arreios para 1 e 2 cavallos,
velasde spermacele, tudo de superior qualidade,
vindo dos Estados Unidos: no armazem da roa do
Trapiche d. 8.______^^________________
Oleo de Florida
Composto de substancias vegetaes exticas, elle
contribue poderosamente, com a agua de Flo-
rida a forja, a belleza e a conservado dos cabel-
los.
Em Paris casa de Guilaur o. 112 ra de Rechi-
nen e 21 boulevard Monimarire.
Todos os frascos nao tendo intacto e claro, e Un-
cir prateado da casa, reputado falso.
Deposito roa do Imperador pharmaeia n. .18.
Soda caustica.
N. O. Bieber di C. saccessores, vendem soda
ewstica em biTri e ferro ; roa da Criz n. 4.
todo 0 corpo.
Dodon Don Josk Valdes Heiibera, profh*
SOn DE MEDICINA Y CII1IUJ1A. St'BDELEV D
EM AMBAS AS FACULTADES DEL SESTO I-IP-
TRicro.Habana.
Certifico que he usado la zarza par al-
ia del Dr. Ayer, y como depurativo hu ob-
tenido de ella los mas felices resultados en
es casos de ulcera crnica, asi mismo au-
tor y las considero como um porgarte, cuya
accin ademas de ser tegura, ha sido muy
eficaz en el Iratamento de las enfermidades
que exsigeu el uso de los porgantes, y no
vacilo en recomendar estas preparaciones.
Y para los (ines que puedan convenir doy
la presente en Regla a 7 de setembro do
1860.
Dr. ios V. Herrera.
Escrophnla.
ATTESTADO DO 1LI.M. SR., FRANCISCO PERRA!
dos santos. Ouro Preto.
Me acho ha quasi dous annos afectado
de escrfulas, e tendo soffrido tanto qi.e al-
gumas vezes quasi que chego a dcsi nimar
da vida e maldizer da minha infeliz soi te;
tenho sido tratado por muitos medicas d'es-
ta cidade, e nenhum pode vencer i teaaci-
dade de minha molestia, estava -tm espe-
ranzas de recobrar a minha saude ; "quando
ltimamente resolv fazer uso da Jalsa paf-
rilha do Dr. Ayer. Completa;n-sc hoje
trinta e sete dias que comecei com este
sanio remedio, e tantas melhoras tenho
sentido que tenho convieco de em breve
recobrar a minha saude, perdida ha tanto
tempo.
SyphiUs e molestias inerniriacs.
Do Illm. S. Dr. Jacksoi*.
Medico milito conhecido as provincias do
id do Diasil.
Tenho reeeitado a Saina pantl/u do
Dr. Ayer nos casos mais invett rados de
Syphilis constitucional e sempre com os
mais felizesresultados; 6 o me!!io\ alican-
te que conhec-o.
l.CHCorrhca e llores braat^.
Temos cartas em que nos conlam casos
inveterados que foram radicalmente curados
"com um ou dous frascos d'esta Salsa par-
rilha.
O espaeo nao nos permute iranscrever
todos os attostados que possuimos Jas v\0
tudes d'este extracto composto ce Salsa
parrilha do Dr. Ayer. Basta deciarar^o
publico que tem sido empregado ha mais
de vinte annos pela profissao medv a tanto
das Americas como da Europa, seui nunca
desmentir a sua alta reputado.
Precos que admira.
Sapalos de tranca superiores pelo Laraio preco
de l o par, e adiz 10$ : no vigilante, ra do
Crespo n. 7.
ico adamascado de todas as larguras, peca
com 10 varas, cada peca a 400, i80, 5CC e C00
rs. : no vigilante, roa do Crespo n. 7.
Clcheles em cartao de ama e duas carreiras
perfeltas, pelo barato preco de 40 e 60 rs. cada
cartao, e duzia a 400 e 500 rs.
Para a cura radical de escrfulas e iffecr,3es
escrofulos, syphilis e molestias syphi-
liticas, ulceras, feridas, chacas,
erupces cutneas e toilc e
qualquer incommado que
provm d'um estado
impuro de sanguc,
TOMEM A
SALSA PARRILHA DE AVER.
A' venda na ra Direila, ns. 12 26 e 7tt;
ra da Quitanda n. 51 ; praca da Consti-
ticSo, n. 30 e Hospicio, n. 40. K na-
principaes pharmacias e drogaras de im-
perio. .
Vende-se em Pernambuco:
na pharmaela fraac/n iSe
P.MARER i C.
RA NOVA N. 18.
Aencao.
Pentes para atar cabello, adazia a 1*200,1*600,
2*,3*,4*e3*.
Balaios propriamente para costura e par frnc-
tas.epara menina traier no brac,o a l*o(t0:1*600,
1*800, 2* e 2*300.
Perfumarla, marac perola a 2*, 2*200, 3* e
4* a duzia, oleo de maozinha a 5* e 6* a duzia,
banha a 3*, 45 e a duzia. Estes objectos se
vendem por admiraveis precos em consequencia
de serem arrematados dos salvados da barca fran-
ceza, pois affanca-se a poura avaria e a boa qua-
lidade : s no galo vigilante, ra- do Grespo d. 7.
|DROGARlX
34Rna'larga do Rosario 31
BarlholoHieu Francisco deSoaza A .
Venden:
Acido actico puro para retratistas.
Esmaltes para ourives.
Papel para forrar casas.
Guarnicdesavelludadas.
Tinta branc3snperior em lata.
AlvaiadeVenera, fino, era pies.
/ Antonio Duarte Carneiro Vianna sciendoVa s
AGUA
DI
Florida.
para restabelecer e conservar a cor natoral dos ca-
bellos.
A agua de Florida nao urna tintnra, ficto es-
sencial a contestar, a mesma agua dando a cor
primitiva de cabello. Compostas de plantas exti-
cas e de substancias inoffensiveis, ella tem a pro-
priedade de.restituir aos cabellos o principio co-
rante que piles tem perdido.
De ama salubridade incontestave!, a agoa de
Florida entreten) a limpeza da cabeca, desiroeas
caspas e empede os cabellos de cabir.
respeitavel publico, e especialmente aos eus mi-
merosos freguezes, que acaba de abrir em r.i-vo
e>ialiflecinu'ii[u na ta.-a n. 22 da tua Neva, situa-
da entre o seu amigo armazem de ferragens e a ua
bem couhfcia e popular loja da exposi;3n de iar-
dieiros gaz, exisiindo entre as tres casas f >p.
cosas communica5es, de maneira que facilitam ais
compradores munirem-se commodamente des rl>-
jectos diverso.- de que precisaren). Alm lo cf-s-
tomado e variado sor lmenlo, que o respeit* bllco sempre encontrou.e continua a encontrar nf-s
seusestabelecimentos, achara no qne aruba ci- Ciar
quear urna muliidt de ubcelos de luxo, fotfo
ulilidade, das mais afamadas fabricas di Ir;ira,
Inglaterra e Allemanha, para as quaes rcriii m
sempre a fazer encowmendas especises ; e m i do,
como fastidioso numeraros muito e vanados
artigos de cutellana, tapecariaircrislalaria, de n<-
taes finos, de prcellanas, etc.. etc., deixa de n fa-
zer, e convida ao mesmo publko. que venl.! h*-
ar as seus mencionarlos estabelrtmenlos.
Na rna da Cruz n. 38, em casa de M!s ttai-
teau & C, vende-se :
Cha.
Oleo de. linhaca,
Folhas deFlandrp.
Sllins e silhoes icgitzes.
Cerveja Aspinall.
Dita Bass.
Dita John JeiTres & C.
Um piano com pouco uso. -
FARLO
de Usboa.
Vendem se sarcos cog 90 libras de farelo, pelo
barato preco i* 4*K00 : na ra da Mtdre ilc Duos
numero 9.- .
ILEGfVEL
y*


. o*>
hM* de Ferncnrirnco lnta letra fe AUrlI de 1S5
I

AURORA BRILHAWTE
JORIO MEDICO-CIRURGICa
JJEM CORO AS NH MITRAS

DO
Bfi. PEDRO DE ATTAHYDE LOBO HOSCOSO,
^g MEDICO, PARTEIROEOPER1DOR.
ffi 3 Ra da Gloria, casa do Fundao 3
GRANDES ARMAZENS
DE
MOLHADOS!
VIMOS
Largo da Santal
^ruz ns. 12 e 84 j
[esquinada ra do]
ifttO.
Largo da Santa?
Cruzns. 12 e 84j
especiaes |ardaruadoj
arilhaat *S\3f ""0 a"editados wmazens de m jlhffi dfiSiRdTsjErort
Si -ber de iaa PrPriaencomraenda,mats gneros delicados
doTHaS CW' e tend0 8ranortimenlo comprado aqui, aOanca que to-
aos os seus gneros sao do pnmeira qualidade.
tadores sesuiat8 tabe"a servira a todos de base para ajuste de contas aos por-
tollfcaSlfL!2!22 w?.deri mas barat0> e nielhores gneros do que a Aurora
^ llJtll sortimento que tem, j raesrao por sea dono seachar encom-
modado em sua saude e ter de vender um de seus armazens agora, e o outro na pro-
por sso deve-se aproveitar urna rjuadra destas para se comprar
sima primavera,
barato.
Lstas cora 8 libras de chouricas muito novas
a 75300.
Ditas grandes cora peixe era postas inteiras,
mais de 12 qualidades, a 1,3000, 1280 e
ijiOO.
Ditas com ostras, excellente petisco para fri-
gideira, a 720 rs.
Ditas com ervilhas novas, ensopadas, a 720 rs.
Bitas com Javas, a 6iO rs.
Ditas cora ameixas a IJtfOO, 15800 e 35300.
itas com-marraelada do afamado fabricante
Abreu, a 880 rs.
\ % Ditas com raassade tomate, a 300 rs.
0> Ditas com figos de comadre, novos, a
28 e 25300.
15300,
Ditas com bolachinba de soda muito novas, a
f 25'-)00.
Ditas com biscoitinhos inglezes de muitas qua-
. Iidades, a 15i00.
Chocolate;
jCiocolate superior muito novo, a libra a
15200.
1 Kicarro; talhariaru o alatria amarella, a libra
' a 480 rs.
Dito dito din branca, a libra a 400 rs.
Paisas com estrelinha, pevide, e outras mas-
sas, 1 caita 35300.
cftii)ta5 Jiu em ll!jras a GW rs-
>\[A i 1,'ii, a libra a 360 rs.
ojp isvadiulia para sopa a libra, a 240 rs.
, 3rvilhas seccas, a libra a 160 rs.
Omitas descascadas, a libra a 200 rs.
7W Tapioca mano nova, a IH>ra a 280 rs.
:/ 'iriali de
rfg 300 rs.
53$ Arroz do Maranho, em sacco,
^ 25'tOO e a libra a 80 rs.
t>,it0 da '"di e Java, a arroba a 35200 e a
S bu a 100 rs.
araruta verdadeira, a libra a
a arroba a
Vinhe verde superior.
A caada a 35500 ea garrafa a 480 rs.
Gomma.
Saccas de 4 arrobas, a verdadeira de se*
engommar, a arroba a 35000 e a libra
120 rs.
Sabio massa, a libra a 200,240 e 280 rs.
Farioha.
Saccasgraades cora farinhade Goianna mui-(
to nova, a 33000.
Caf. i
Caf Jo Rio limito superior, a arroba a 85,
85500 e 950*00. (
Cha. <
Cha, temos nestes gneros o melhor possivel,
hyson, a libra a 2560D.
Dito parola a 35000.
Dito uxim a 25700.
Dito hvson muito fino a 25800.
Dito rdon lo a 25300.
Dito preto de priraeira qualidade a 250OO.
Dito mais baixo a 25000 e 15600.
Ena mate.
Escelleute cha medicinal, a libra a 320 rs.
Esperraaeete.
O masso com 6 vellas de esperraaeete a 600,
640 e 720 rs.
Passas.
Caixas de 16 e 8 libras de passas novas pro-
prias para mimos a 45 e 2J300.
N07.es.
Efees, a libra 160 rs. e arroba a 45000.
Alpista e patnee.
Alpista e painr, a arroba 48000 e a libra a
160 rs.
Cartas.
Cartas floas para logar, a-duzia a ifS'Q.
CastanhM.
uciulu de Lisboa a 9*300 a arroba e a 320lcastaha< !Uva* viadas ne*te vapor, a arro-
rs. a libra.
i% >ito de Santos, a arroba 78000 e a libra a
260 rs.
j\\ (albas ora 123 ceblas grandes, .1 I528O.
^j:^ 1 Ktar.la francea, caita com 2 duzia a
J jjOO.
yfiPrasew com mostarda proparada em vinagre,
a 400 rs.
4? Ditos com conservas inglezas e francezas, a
A, 640 e 800 rs.
7$) 'Jilos com sal refinado fino, a 640 e a 300 rs.
'?J Ditos cora a verdadeira genebra de larania, a
rfp 1*000.
XMK Ditos de 2 garrafas de Hollanda verdadeira, a
* ^ 640 rs.
Botija? com dita propria para negocio, a
400 rs.
'larrafes com 2 galoes com dita, a 65-
-rn Ser veja bja, marca, a 300 rs. a garrafa, e a
.dazia a 0*000.
*} Tuina muicatel de Setubal, a garrafa a 15.
,s|L.Marrasqiiinho verdadeiro, frascos a 80C rs. e
M a 15200.
'.jx>Champagne, a duzia 205000, e a garrafa a
rfn 23000.
Sm Azeite refinado portuguez e francez, a garrafa
^ a 15000.
Caita di vinho Bordeant muito superior,a
75, 85,95 e 105 a caita.
Ditas com dito branco, a 75 a caixi.
Ditas com dito lagrimas do Douro verdadeiro,
a 205.
'Ditas com duque do Porto verdadeiro/'a
185000.
Ditas com chamisso superior, a 143.
'Ditas com Porto velh) e outras muitas mar-
Ai cas, a 125.
JbVinhoilo Porto da pipa, a garrafa a 640, 720
3$ e 300 rs.
^Vy. Dito de Lisboa muito bom,-a caada a 33200,
^1 35300 e 43, e a garrafa a 300 e 360 rs.
^PDit) da Figueira, das seguintes marcas (V)
(J. A. A.) (J. L. G.) (0. M.) a caada a,
4530O, e a garra/a a 860 e 640 rs., deste
que j est engarrafado e lacrado com o,
rotulo do armazem.
jDitos de marcas mais desconheciJas, a cana-
i daa.35300 e 48000, o a gatrafa a 430 e
520 rs.
jVinho branco fino, a garrafa a 640 rs.
Dito d caj muito superior, a garrafa a
? 800 rs.
libra a
ba 45000 e a libra a 200 rs.
Azeitonas.
Barris com azeitonaa novas a 15300.
Manlriga.
Hanteiga -:iP'?rir, a libra a 15000.
Dita mais abaito a 800 rs.
Dita menos superior a 640 rs.
Dita francpza nova, a libra a 720 rs.
Dita dita em barris e meios ditos, a
660 rs.
Dita para tempero a 400 rs.
Queijos.
Quees novos vindos neste vapor a 38200 ej
35300.
Ditos londrinos muito novos, a libra
18000.
Papel.
Papel almaco pautado, a resma a 45800.
Dito dito tizo de linho, a resma a 45300.
Dito de peso lizo e pautado, a resma
25300.
Dito de erabrulho,*om a 15 e 15200.
Viaho Madeira.
Garrafas cora o verdadeiro vinho Xerez e Ma-l
deira a 15300 e 25000.
Temperos.
Folhas de louro, pimenta do reino, corainio
e cravo, a libra a 400 rs. ,
Velas de carnauba.
Masaos com 6 elas de carnauba refinada a.
480 rs. "-
Amemloas. ,
Araendoas com casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Caitoes de doce da goiaba, grande* a 154001
e pequeos a 640 rs.
lijlos ie limpar.
Tijolos de arear facaa a 140 rs.
Graxa.
Duzias de boioa de gra** n. 97 a 280U0, e 1
de latas a 15000, e os boiSes a 240 rs. ca-<
da um, e as latas a 100 rs.
Charatas fices.
Charutos finos dos melhores fabricantes da
Babia por diversos presos, caitas e meias!
caitas.
E grande quantidade de gneros tendentes
estes estabelecimentos, que deixam de an-

nunciar-se.
N. 11 Ra do (heimadoN. 11
Superiores cortes de seda preta com lindas barras.
Superior seda faconno que ha de melhor e mais gosto.
Moreantique preto*imito bonito a 25800, 35. 35500 e 45 o covado.
Completo sortiraento de grodenapls preto de muitas qualidades.
Pannos pretos e casemiras de muitas qualidades.
i juraus, chalas, e l de renda pretos superiores.
Superiores paliase*e&ontarabArqaesde seda para sentaras.
Bouronsde lia naca senhoras a 125
Chapeos 8 chapalinas de palba do Italia para senhoras.
Cortee de lia de barras de 145 a 2i5dan)uito gosto
E muitas outras tazen las de superior qualidade na loja de Augusto Freierico dos
iatos Porto aonde-tambem se vendem as ralheres e mais baratas
Esteiras da India para forrar salas,
H. 11lo* do Qtt6imado S. \\ '*
4 mm 4 S4GC4.
Keiio m.alatwbe nve^a 125, i'ho a 45 : na
ra dos jQuarteis a. 2.. T y^
Vendem-se jarro* vttrades yfndes de- Marse
Iba, [iroprios para agm, Kinha, e raesmo para
i'posite de doce de calda : na rna do Trapiche
Sovo n. 24, achara cow qnem tratar.
" Miiho novo em saceos grandes: ao traicne
de Cuaba, a tratar com Tasso Irmaos.
avatiado.
Francez barrica 55000
Portland idera 85800
Em perfeito estado:
Prancei barrica 105000
Portland idem 175000
No armazem de Tasso Irmaos caes do Apollo.
O Dr. Lobo Joscoso d consultas gratuitas aos pobres todos os dias as 7 s *
toras da maobSa, e das 6 e meia s 8 horas da uoite, excepto dos dias saoti&cado
Pharmacia especial komeopathica
ro mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tobos avulsos, assim como tinturas de varias Jymnaraisaces e pelos precos seguintes
Carteras de 12 tubos grandes. i 2^000 \
de 24 tubosgrandes. 18)5(000 /
de 36 tubosgrandes. 244000 '
de 48 tubosgrandes. 30)5000
d 60 tubosgrandes. 35,5(000
Prepara-se qualquercarteira conforme o pedido que se flzer, e com os remedj
rae id pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tfntura de meia onca 1)JO0O.
Sende para cima de 12, custaraoos precos estabelecdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
0 VERDADEIRO
E
GRANDE ARMAZEM
da
da
RA O IHPERABOR W
Jintt ao sebradoem <|Be mora oSr. Osberae,
Duarte Al acida de C, receberam de ma propria enrrn ilcb-
o malo lind e variado sortimento de nao I ha dos, prf rio*
p resente estaeo.
Macas bruscas
Manteiga ingleza
da safra novavinda no ultimo vapor a 1 ,ooo
rs. a libra eem barril a 8oe rs.
Mantelga franceza
pa safra nova a 60o rs. aiibra, e em barril
i 3$OJrs.
Amendoas
<5Mifeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
20400, muito propios para mimos,
Cartoes
com bolos francezesa 500 rs. cadaum.
Latas
LITROS
A melhor obra da liomeopathia, o.Manual de Medicina Homeopathicodo Dr. Jahr
donst-aadesrolumes com diccionario............. 200000
Medicina domesticado Dr. Hering, ... ,...... 100000
Repertoriode Dr. Mello Moraes............. 65000
Diccionario de termos de medicina......., 30000
Os remedios deste estabelecimento sSo por demais conhecidos e dispensam portan-
te de serem novamente recommendados as pessoas que qoizerem usar de remedios ver-
dadeiros,energicos eduradores: ha tudo do melhor qae se pode desejar, globos de ver- combotachinhas de soda de todas asqua-
dadeiroassucar deleite, notaveis^ela sua boa conservado, tinturados mais acreditados
estabelecimentos europes, a mais exacta e aecuradapreparago^e portanto a maior ener-
ga i certeza em seus effeitos.
Casa de sade para escravos.
Recebe-seescravQs para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operacSo, para o que o annunciantejulga-sesuficientemente habilitado.
O tratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa a mais de quatre annos, ha muitas pessoas de cujo conceite se n3o
pode duvidar, que pdem ser consaltados por aquellos que desejarem mandar seus
ioentes.
Paga-se 20000 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 10500.
As operares serao previamente ajustadas, se nao se quizerem sajeitar aos pre?os
tzoaveis luecosturaa pedir o annunciante.
Laboraorio enolo?Ico e chimico de E. P. Lebeuf e 0.
rna Montmartre, 3,--enr fiariss.
Fabrica em Argentenil, prs Vario (Franca).
bo^ifica^o e nm\m\Q
Dis vinhos, agaardentes e licores.
s
VINHOS.Imitado dos viabos de todas as
qualidades, Eitraeto de Meduc, dose para 230
litros, i f. 23,de Iiordeax, 2 r., de Poraard, 3
f.,de Li3boa, s f.,de Catalao, i f.,de Porto,
Xerez, Moscatel, Malaga, dose para 25 ou 30 li-
tros, 4 I.
Substaacia para fabricar cora o aleool e. agua
os vinhoj airima e todo os-outres. A dose para
500 litros, 50 f.
CLACIFIAQOPos ingieres, pos dos vinhos
da Hespanha, da Franca, etc. A libra para OO
litros, 5 f.
GOLORAQAO.Purpirigine para colorear es
vinhos brancos e vinhos claros. As duas libras
AGDARDENTES.Essencia de cognac para dar
as aguardentes ordinarias o sabor e o aroma de
cognac. A garrafa para 100 litros, 5 f.
KRSCH E AB5INTH0. -Essencia de kirsch e
de absintho, para os fazer com aleool e agua. A
garrafa para-100 litros, 5 f.
LICORES.Extractos para fabricar se todos os
licores conhecidos sem fogo nem alambique, (in-
dicar-se os que se deseja.) A dose para 20 ou 2o
litro*, 3 f.
PERFUMES para fabricar-se os licores Anos ou
comnrans a dose para 20 ou 25 litros, 1 f. 25".
TOBOS os outros productos para o trabalho dos
vinhos, agurdente?, licores, vinagres, etc., sao
fabricados do encommenda.
UTENCILIOS de laboratorio ede chimica.
e engaado nossos
para 500 litros, 16 f.
Alguns de nossos agestes tendo falsificado e imita lo nossas preparacoes,
freguezes, deve-se eligir sobre as rolhaserotulos as iniciaes F. V. L. Paris,
0 modo de usar-so das preparaees acba-se indicado do rotulo.
A encomraandas devem ser acompanhadas por urna letra sobre Pars ou qualquer outra oda-
de de Franca, ou garantidas por urna casa conhocida.Dirigir-se aesSrs. Lebeuf & G. chimicos, ra
ntmirtre, n. 31, em Paris, ou a san fabrica em Argenteiul, prs Paris.
Mo Vende-se na botica franceza, ra do Imperador n. 38.
F4BRIC l>E CHUMOS DE SOL
X. 8 3$ ai:n \iv,i esquina ta Camhna do Carmo e rna do
Calinga n. 8.
A tmastora desse estabelecimento o mais importante que existe neste genero
as provincias do norte do imperio, querendo que o publico desta provincia goze das
vantagens que proporciona a fabricacfto em grande escala e directa relacao com as mais
importantes fabricas da Europa, faz sciente que resolveu-se a vender ainda mais barato
do que docostume como demonstra a seguinte tabella :
Descont 20 10 em duzia. % %
15 Yo
io 7o
Chapeos de sol de panno a 2->000 .......
s armacao de baleia a 20500 .
de seda armagao de ac inglez de 20 pollegadas
40, de 2i 50, de 26 50500 e de 28 60......
Chapeos de sol inglezes abalo (2 varetas, cabos muito ricos e
seda superior de \ pollegadas 80, de 26 90. e de 28 100.
dem idem abalo de 16 varetas palent paragon de fox de 24
pollegadas 1U, de 26 120, e de 28 130...... 15 o/0
Alm de muitas outras iiialidades de chapos, de sol que existem na mesma casa
como sejam dealpaka, ditos debrim de linho, etc., etc. ha tambem de seda e de panno
de todos os tamanhos e feitios, os quaes sao tSo vantajososcomoosannunciados. ha
sempre um constante sortimento de bengalas, chicotes, cachimbos, entilara fina e ar-
mas de caga, os quaes vendem-se igualmente em porcao e a retalho, notando porm
que o comprador por atacado ter sempre um descont razoavel, afina de poder reta-
lhar pelo prego que o estabelecimento retalha.
N. B. Os objectos comprados em menos de urna duzia ser5o considerados como
a retalho.
dades a 10360.
Chocolates
detodasasqoalidadesal0OOO a libra.
Presuntos'inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambem
temos velhos para 500 rs.
Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 206oo.
I Queijos
chegados no ultimo vapor a 20600 cada um.
Qneijo
lendrinoo mais fresco que se pode esperar
e de^excellante maree a 800 rs. a libra
sende inteiro e a 900 rs, a retalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras ecaixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 10200.
Cha, uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qualquer n5o pode vender por menos de
30 a 20600.
dem perola
espeoial qualidade a 20700 rs. a libra.
dem hysson
omiisaromtico que tem viudo ao nosso
mercado a 20600.
Massas amarellas
para sopa, macarro, talharim e aletria a
133 rs. a libra.
COS*.4C
o muito afamado cognacPal Brandy a 1 8oo
rs. a garrafa e de outras muitas quaida-
aesa l,ooo e Soo rs. a garrafa
COPO*
lapidados para agua a 4,5oo e 5 ooo
duzia, e a 440 e Soo rs. cada um.
PAPEL
uSL8rT'Jeso e ^outras muitas,
l^adesde^oo.a^ooaresmdo
le excellente qualidade a 20200
^Treta^ mbmlho** Moo a 2,2oo
Corinfchias
s7^^r ******
'Fumo
Viuagre
bra.
asmai
e outros em
rs. a
qua-
ime-
a resma.
WMIRAVEL PECHINCHA
CHALES DJB BEi\'DA PRETOS
a 10#000 cada um,
Cassas organdys de corea a SOrs. o corado.
A ra de Crtspe numero 17,
LOJA DE
Jos Gomes ViHar.
GOMMA NOVA.
Em paneiros muito alva a 4,ooors. a arroba e 16o rs. a libra e compran-
do de um paneiro para cima se farabatnente na ra do Imperador n. 40.
GnEfiRVV OS YIODERVaS CH\LES DE
FILO PRETO.
Superiores chales de fil preto chegados pelo liimovsper frwirez, a
lojadascolHmn.isruado're*pon. 13, de Antonio Corroa ce Vasconce-
los & C.
para sopa a melhor que se pode desejar,
macarrSo, tabarim ealeiria a 4t0rs.
libra e 40500 a caija.
Tinho
Rgueira J A A e outras muitas marcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
dem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a arrafa e
20800 a caada. '
dem do Porto
generosos engarrafado des melhores falri-
cantes da cidade do Porto a 1 e l00
a garrafa e de 100 a 120 a caia, a* t, ar
cas sao as seguintes: Chaiisse dFilbo
F. & M., Nctar ou vinbo dos Deuzes'
lagrimas do Douro e outros muitof.
Latas
com 10 libras de baBha a 40000.
Bolachinha ingleza
al08OO a barrica da mesma ene
vendem a 20000 e 20400.
Nozes
as mais novas do mercado a 12Cr* .4
'Cervejas
des melhores fabricantesle de todas
cas de 40500 a 60500 a duzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Reis
meias caixinhas a 10500.
Arroz
do Maranho a 100 rs. a libra, e da ludia
a 80 rs. a libra, e 20500- a 30POO a ar-
roba desses que vendem por 30400
A CAF
cLh* sorte do Ri0 de Janeiro a 803?
e 80800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
CiarrafSes
com 4 V garrafas com vinagre a 10000 un
ogarrafao.
GENEBRA DE URANA
verdadeira a 10000 o frasco, e de H0OOC
a caixa.
IDEM
em frasqueiras de Hollanda a 50800 con
12 frascos.
GENEBRA
de Hollanda verdadeira em frasqueira a 600
rs. cada urna.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a greta
e 2o rs. cada caixinha.
LICORES
finos de todas as qualidades, a 10,000 a caixa
com urna duzia e a l,ooo a garrafa.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, coao se-
jam Abreu e oulros muitos a 60 rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunto de Lamego a 52c' rs
a libra.
- ARROZ
Maranho, Java e India, a loo rs. a lUra e
de 3,000, a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de esperraaeete de diversas marcas a 5fo rs
a libra e em caixa ter abatimertc
VELAS
ae carnauba em caixas de arroba a 9,2o t
caixa e^ors. a libra.
Batatas novas
em caixas de 2 arrobas a 50 a caixa e 60 n
a libra. **
Passas muilo novas
em quartos einteiros a 20 o quarto e 6^560
a caixa e 400 rs. a libra.
Chocolate
sejar a 800rs a libra e 140rs. o po.
. Frutas em calda
* finn Dsce da easc* da ociaba
a 600 e 1-^ 0 caixae !
as mais novasdo mercadea 7,000 rs a caixa
e 1,00o rs. o molho. '
. Alpiste o Paiuco
o mais novo do merca/fa Tj T ,.l
e 40400 a arroK^0 a ^". a 1 ibra,
mn,-f CEBLAS
maitonorasa I0oooo,-Ant 3 n
mado n. 7, ruaTn?T "/ ruado QDe:"
go do Cario n llm^n^rn. 40 elar-
Imperador n 40 hrtn 5l h rua d-
muito fresco a 800 r f 1 vL
Queiraadon.7 pJ ,lb" na rna do
largo do G,rmnp)doraiperadorn-40e
freguez ePaEoesterSSn,dKr,rrande armazem
tipularamosSoVn MP ,IC0 ^ geral, que para facilitar a cTm^id,eCiaram aos se"
esmosprecos nos seguintes lugares: a commodidade de todes es-
a 11200

M
DE
J. VIGNES.
** HIJA DO IMPERADOR M. 55.
ma !^^SSttSSt'Z^^
aos
compradores, cpulidades orino inomL,ui-
"fcSf^??L"T0 ^ obedecem todas as rondes e apricbM da* piatfsfe' ^
*l1S:ZriZ?? abr,?dos de Proposito, e ter-se feito nltnamento nenoraSSiff&S
-SS^^m9 as encw?W>s, tanto nest fabrica como na do Sr.Mosdel.de IV& mi
orrespondento de *. Vlgnos, em eJa capital foram sempre'premiados em U^ve*MteT^
No mesme esnhelMimearo w cha sempre nm explhdicro e variado sortimentVdZsioasdr,
jSgZ^XSEZ"** corac *^*^*^?tttttk


Mari e Vewm*mhuf *ul
-denfcrtlde 1S
J.
"
=
1
Fazesfas frotas jara a guaresna f or
p>r barjiUssia precu, na teja e ar-
auzeiu da Arara, roa.4a laperatriz
Lwmhqo Partir Mmdes Guiar aes.
O proprteurio deste atabelecimeato retira-se
para Europa a tratar de*u* sauJe, porna antes
da rtirar-58 preieade fazer ama liquidacao de ba-
baratissimo prego para fechar contas: agora fre-
guezes vende-se grosdenaples preto muito bom
para vestidos, a 15800, *5 e 25300, dito de 5 pal-
mos de largo, a 3J> : na ra da Imperatriz loja da
Arara n. 56.
Hcurautiqie preto a 3g.
Veole-se raearaaliqu preto para vestido a 35 o
covado, grosienaple mallo largo e encorpado a 35,
23''JO, ti e IfiiU o carado, alpaca prot para
vestidos e palitos a 500,61)0, 700 e 800 rs. o cova-
do, sarja de la para vestidos, caigas e palitos a
610 e 800 rs, o corado, la preta para vestidos a
640 rs, bambvzrna preta para vestidos a 15280 o
covad) : ra da Imperatriz loja da Arara n. j'6.
Kicos vestidos a Mara Pia a 12$.
Veadem-se ricos vestidos a Mara Pa a 105,
125, 145,165: ruada Imperatriz loja da Arara
n. 56.
Arara vende pecas de panninho a 5$ e de
madapolSo a 43.
Venlem-se pegas de panninho muito fino de 12
jardas a 55, venderase pecas de madapolo infes-
tado a 13 e 45500, vendem-se pecas de madapolo
de 24 jardas bom a 65, 75, 75500, 85, 95, 105 e
125, veuJem-se pegas de algodosinho a 55, 65,
75, e 85 : ra da Imperatriz n. 35.
Arara vende os baloes a 20500.
VenJam-se bai<5es de reoste todos os lmannos
a 28500, 35, 35800 e 45: ra da Imperatriz'
n. 36.
Laazinhas da Arara a 320 rs. o covado.
Venl fin-se laazinhas para vestidos de senhoras
e meninas a 30, 400 e 500 rs., ditas lizas de to-
das as cdres a 400, 500 e 560 rs. o covado. cassas
finas pira vestidos a 320, 360 e 400 rs. o covado :
roa da Imperatriz n. 56.
Cuitas da Arara a 210 rs. o covado.
VeudeiB se chitas de cores ttxas a 2i0 e 280 rs.
o covad j, ditas francezas fiaas a 320, 360, 400 e
500, preclara para vestidos a 300 e 560 rs. o cova-
do : ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Li'iai lico de soutambaqnes e laazinhas a
70, 80 e 100.
Vendem-se soutambaques de laazinhas para se-
nhoras a 75, 85, dita de alpaca branca a 105, ditas
muito unas de grosdenaple preto a 205, 235 e 305,
capas pretas de grosdenaple fino a 205, 255 e 305,
manteletes pretos de grosdenaple a 205 e 225, go-
liaias para sennora a 2i0, 320 e 500 rs., mangui-
tos co n gola a 15, camizinhas para senhora, 25,
e 35, ditas muito Unas bordadas a 45500 : na loja
do uarateiro da Boa-Vista ra da Imperatriz loja
da Arara n. 56.
Cortes de ditas finas a 20400.
Veilrnsa cortes de ditas com 10 novados por
25VJJ, ditas de dita frauctsza a 35200, cortes de
cassa fraaceza fina com 11 covados, por 35, vn-
dense p)'is da cambrala ranea lisa a 35500,
43>'V), ^3">)0, 65 e 85 : ra da Imperatriz n. 56.
Llqniiffilo 4c roupas feitas palitos a 20.
Vei te use palitos de bnm de cor a 25, 255C0 e
33, ja |i:toes de brim pardo a 35 e 35500, palitos
de casimira ue.n feito a 55, 65, 75,85 e 105, di-
tos de panno preto bom a 85 e 105, ditos sobreca-
sacos da casimira te edr e preta e de panno a 125,
14$, 165 e 205, calca de Drim oec' a 25 e 25300,
ditas brancas da lioo a 35300 e 45, ditas de ca-
simira da er 45,63 e 85, pretas a 55, 65 e 85,
collete* de casimira Je cor e preto, de brim de cor
a I500, brncos a 2$ e-JOo.Q, ceroulas feitas a
13S0, -litis Airas a 1*600 e 25, camisas france-
zas a 28 e 25500, ditas inglezas de pregas largas a
3$, da linho a 35 6 35500, colerinhos econmicos
a 61') rs. a dozia, ditos de liaho a 500 rs, um : na
ra Ja Imperatriz loja da Araaa n. 56.
Arara vende as cobertas a 20.
Venlem-so cobertas de chita finas a 2-5 e 25300,
ditas de damasco a 45 : ra da Imperatriz n, 56
E' na Arara que e ve'nie cortes de casimira
preta a 30.
Vendem-se cortes de casimira preta para calca a
35, 3530a, 4J500, 65 e 85, ditos de cor a 35,
45500 e 6"J : ra'da Imperatriz o. 56.
Arara vende panno preto a 20.
Venirse panno preto para caiga e palito a 25,
38, 25300, 45,45-jOOm 65 o covado, casimira pre-
ta lina a 25,25500 e 35 o covado e outras muitas
fazeadas para liquidar : na loja e armazem do
Arara, ra da Imperatriz n. 56. _______________
resma,
Xa leja de Pavo.
Aca-se este estabelecimentocompletamente sor-
tido de fazendas pretas propriaspara a quaresma,
Grosdenaples preto largo e mnitissimo encorpa--
do, outros imis estrenos tendo dos precos de
15280,1CG00,15800, 25, 25400 e 35, superior
raoreaatique preto a 35, superior sarja preta bes-
panhola, superior setim preto maco, ncas capas
pretas bordadas, sootembarqnes mnito bem enfei-
ladss, ricas vasqninas e casaeos dos mais modar-
nos que tem viudo, superiores manteletes, camisi-
ahas com manguitos proprias para lnto e ricos
chales pretos de rede, tndo isto se vende mais ba-
rato do que em ontra qualquer parte por ser a di-
nheira : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60
de Gama & Silva.
As roupas do Pavao.
Aca-se neste estabelecimento um grande sorti-
mento de ronpas feitas para homem como sejam :
superiores paletots sobrecasacos de panno preto
muito Uno e forrados de seda a 225, 255 e 305,
ditos forrados de alpaca a 1*5, 165 e 205, npe-
riores paletots de casemira tanto sacces como so-
brecasacos, ditos de meia casemira pretos e de co-
res, ditos de brim de todas as qualidades, colletes
19 wwuce
em o menor constran-
glmento se entregar o
importe alo genera que
5o agradar.
ARMAZEM
. f aaafe
ATTENgAO
Oh preces da seguate
tabella para todos, po-
dendo asslM servir de ba-
se para e ajaste de contas
com es portadores;
MERCANTIL
, Peeblnclia.
MadapofSo Oso com pegueto toque de avari* *
6, 7 e 85 a peca, chitos largas a 340 rs. o covado :
na ruada Madre de Dos d. 7; loja.
VendeiH-e II quarto? : 1 entrada da ra
da Palma portioa di/eita a traur no mesmo.
fdtf.
Na roa da Crnx n. 36, defronte do becco da
uiogoeta, se vende polvo recentemeote chegado
do Porto, ao prego de I60 rs. a libra.
Atiendo.
Loureiro Santos & C, acabam de rereber da Eu-
ropa pelo vapor, trm lindo sortimento de enfcites
pretos, proprios para a quaresma, enfeites aiuda
nao vistos em Pernambuco, pelo prego de 5,5. 6t.
105, 12j> e 209, bem como grosdenaplt-s prtjc mi-
reantiq, capas-de grosdenaples, e souihan barqnes
do mesmo ; todo por prfos mdicos : ru;; u
Crespo d. 14, junto a loja de loug.
RA DA CAMIA DO RECIFE N. 53
(Logo passae.de e areo da Coneeleie)
PARA BEM DE TODOS..
CEBLAS
de casemira pretos e de cores, velludos, setinsl Senhores e senhoras, o aceio que presidio aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que todo a promptido e inlci-
meitioresm'0^35 eslas.obras cortadas por um dos reza com qae sero tratados, convida a urna -visita ao mesmo, certos de que sem duvida me daro a proteceo e preferencia na com-
quer obra poVmedida ""nToS'd* PavKuTda' P dos Keneres que precsartm, e quando nao possam vir poderSo mandar seos portadores, ainda que estes sejam pouco praticos,
imperatriz n.60, de Gama & Silva. pois ser5o to bem servidos como se viessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommendago, afim de que nao v5o em
Chitas em cortes cota 10, li e 12 covados. outra parte.
No armazem da vinvr Paula Lopes, drfrrntr do
embarque na escadinba, vendem-se cellas ne-
Ihores do mercado, em caixa e cenlo, o n.ai d-
ralo possivel.
Nwidades
Na nova loja de fazeii&as e
roupa frita nacional
Kua da Imperatriz ni. 72
Pechincha
Cortes de chita a 204OO
Venle-se cortes de chita com 10 covados a
23'i00 a 3J200, ditos de cassa a 3-5, ditos de laazi-
nhas para vestido a 35500 c 45, ditos finos de bar-
ras a Miria Pia a 125, US e 16*, ricos souteam-
barqaes de lazinha em fantasa a 85. 75 e 105,
ditos de grosdenaple pretos fiaos a 205, 225 e.25'5,
capas pretas de grosdenaple a 205, 235, e 235,
-na ra da Imperatriz n. 72.
Fazendas preu para a quaresma.
Vende-se grosdenapie preto fino a 156OO, 25, e
25350 o covado, panno fino para caigas e paletots
a 25,35, 3500, 455OJ e 55 o covado, casimira
preto fina a 25, 25500, e 35, alpaca preta para
saias e vestidos a 300, 600 e 800 rs., sarjas de la
para caiga* palatots a 640 e 800 rs. o covado.
Laa/.inhas a 320 e 360 rs. o covado.
Vonda-se laazinhas para vestidos a 360, 400,
300, e 350 o covado. chitas finas para vestidos a
240 o 281 o covado, ditas francezas finas a 320,
350 e 400 rs. o covado, capas francezas linas a
320, 360 e 400 rs. o covado:
Roupa feita.
Venle-se paletots de cor e preto a 35, 65, 85 e
105, caigas pretas de casimira a 55, 65 e 85, cor-
tes de colletes e paletots de brim a 25, 25500 e
3j> : na ra da Imperatriz n. 72.
Midapoftft enfestado a 45.
Vndese pegas de madapolo eufestado a 45,
dito m uanninho a 55. P"?s de madapolo de 24
jardas bom a 85,75 e 105, ditas de algodo a 55,
65, 7 e 85, cortes de caigas de brim a 15600 e
. 2-5, dito? de casimira prela a 35, 35S00 45 e 85 :
na ra da Imperatriz n. 72.
COOTfilTARIA
dos anauazes, ru da Ous numero 16.
Contina a ler etnpadas, snperior presunto a
* 830 rs., dito en fiambre a 15600, recebem-se en-
commendas de bandejas de doces, pes-de-l sim-
ples e enfeitado*. kkes, para-es quaes ha bonito?
enfeites, tamben tem fisuras em grupos para bap-
lisadw o casamento, prepara-se igualmente lata
com caj crystalisad proprio para exportar, vi-
nhos do Port e Pignelra-, outras qoalidades, e su-
perior Bordeaux em garrafas grandes a 800'rs.
Na loja do Pavo vende-se urna grande porgo
de cortes de chitas 'ancezas sendo claras e escu-
ras todas de cresfi xas com 10 covados a 35200,
com 11 covados a 35600 e com 12 covados a 45,
pechincha para se apurar dinheiro : na loja do
Pavo, de Gama d Silva, ra da Imperatriz n. 60.
Camisinhasa1$.
Vendem-se camisinhas com manguitos, sende
muito bem enfeitadas, proprias para senhoras a
meninas, pelo barato prego de deztustoes cada
urna : na loja do Pavo, ra da Imperatriz n.60,
pe Gama & Silva.
Cortes de cassa a 30.
Vendem-se muito bonitos cortes de cassa, tendo
7 varas cada corto, com desenlies muito delicados
pelo baratissimo prego de 35'.f0 o corte : s na
loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Camliraias lisas, na loja do Pa^o.
Vendem-se pegas de cambraia lisa muito fina,
tapadae transparente, pelo baratissimo prego de
*5 tendo.8 1|2 varas cada pega, ditas muito finas
a 75, 85 e 95 a pega, ditas Victoria com 10 va-
ras pelo baratissimo prego de 75, 95 e inditas
Garrazes fazenda muito encorpada fazenda pro-
pna para forro a 360 rs. a vara ou 25600 a pe-
ga : isto na loja do Pavo ra da Impojatriz n 60
de Gama & Silva.
Os vestidos do Pavo.
Grande pechincha a 35500.
Vendem-se os mais bonitos vestidos de cambraia
transparente A Imitaco de tarlatana com muitos
delicados desenhos, moiio proprios para partidas e
passeos pelo baratissimo prego ne 35506cadanm,
sendo razenda que sempre se venden a 75, na loja
do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Vestidos a i r a 7$
Na loja do Pavo vendem-sericos cortes de vesti-
dos Mara Pa, sendo bordados e com barras,
pelo barago prego de 45 e 75, sendo fazenda que
val muito mais dinheiro, isto por haver grande
porgao, na loja do Pavo ruada Imperatriz n 60
de Gama & Silva.
Os enfeites do Pavo.
Vendem-se os maismodernosenfeltesparacabeca
de senhora: na loja do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As cassas do Pavo.
Vendem-se as mais bonitas cassas francezas, de
padroes mludinhos e grados, chegados pelo olti-
mo vapor, pelos baratos pregos de 300, 320, 360
rs., por haver grande porgo : na loja do Pavo
ruadafmperalrizn.60, de Gama &Silva.
Is laazinhas transparenles a 400 rs.
Na loja do Pavo vendem-se as mais modernas
laazinhas transparentes, sendo de listas miudinhas
a imitagodassedinhas, pelo barato prego de 400
rs. o covado; ditas entestadas de urna s cor e
ditas de salpiquinhos proprias para vestidos e rou-
pas de criangas : na loja do Pavo ra da Impera-
triz n 60. de Gama & Silva.
Ricos soiilaniliarijiips de Pavo.
Acaba de chegar um rico sortimento de sou-
tambarques de grosdenaple preto muito bem
enfeitados, que se vendem pelo barato prego de
205,225, 255, 305- Capas e casaeos de glace pre-
tos que se vendem muito em coma: na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
los vinle mil covados de la.
Grande pechincha a 240 e 320 ris.
Vendem-se as mais bonitas laazinhas l#nsparen-
tes, sendo com llstras e quadrinhos miudmhos, e
lisas, tendo de tedas as cores, assim como pretas
e roxas para luto, pelo baratissimo prego de 240
rs. o covado ; ditas transparentes com palminhas
de seda Maria Pia, tendo de todas as cures, e
algumas proprias para luto, pelo barato preco de
320 rs. cada covado, isto por haver urna grande
porco : na ra da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
Vestidos Mara pia,
Grande pechincha a 10000 rs.
Chegaram os mais bonitos cortes de la Maria
Pia com as barras primorosamente bordadas, tra-
zendoos competentes enfeites para o corpo, i-endo
todos com as cores mais delicadas que tem vindo,
e vendem-se pelo baratissimo prego do 105 o cor-
te, ditos deprcala com lindas barras e enfeites,
com 19 cavados cada um a 105, ditos de cambrala
cora barras bordadas acrox no ultimo gosto, pe-
lo barato prego de 65 : na loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cassas de Un lio a 86 rs.
Chegou esta nova fazenda, sendo cassa de linho
propria para vestidos e roupas para criangas, com
muito delicadas cores, moderna, e vende-se pelo
barato prego de 366 rs. o Covado : na loja do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Laazinhas lisas.
Vendem-se as mais finas laazinhas de urna s
cor, tenda grande sortimento : nalqja do Pavo
rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chales argentinos de renda.
Chegaram ltimamente para a loja do Pavao os
mais ricos chales de renda com tres ponas, sendo
todos pretos, e tambemeom assentos de cores, sen-
do neste artigo os mais ricos que tem vindo a este
mercido, ricamente bordados e cerculados de um
elegante bico preto de mais de palmo de largura;
estes modernissimos chales nao s "
Manteiga ingleza especialnriente escclliidaa
l,ooo e 8oo rs. a libra e em barril se faz
timento.
Ideto)Cranceza a mais nova do mercado a 98o
rsTipra^ke 900 rs. em barril oumeios.
Chn^ssonae superior qualidade a 2,600
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra.
dem hysson muito superior em latas de 15
libras muito proprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a 1,6oo rs.
dem preto o que se pode desej*ar neste ge-
nero a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
Linguicas muito novas a 8oo rs. a libra e em
barril se faz abatimento.
Chouricas e paios a 8oo rs. a libra.
Costilletas inglezas a 64o rs. a libra, serve
para temperar panella ou para fiambre.
Queijos do reino ebegados neste ultimo va-
por a 2,2oo rs., ditos de navio de vella a
2,ooo rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 8oo rs. a libra.
dem pratoa 8oo rs. a libra, e inleiro se faz
abatimento.
dem suisso o mais superior que tem vindo
ao mercado a 64o rs. a.libra.
Ervilhas e favas portuguezas j preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Feijao verde muito superior a 640 rs. a lata.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e 5,>oo
rs. a duzia.
dem idem para vinho a 24o rs.,e 2,4oo rs.
a duzia. .
Chocolate francez hespanhol e suisso a 9oo,
l,ooo e l,2oors.a libra.-
Espermacele superior a 6oo e 64o rs..a li-
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
cradas e das melliores qualidades de pei-
xe a 8oo, 1,oqo e l,2oo rs.
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-
das que vem ao nosso mercado a 7,ooo e
8,ooo a caixa cOlo e 7oo ris agar-
rafa.
Genebra de Hollanda a .48o rs. a botija de
conta certa.
Frasqueirasde genebra de Hollanda a 6,8oo
e 64o rs. o frasco.
Genebra de laranja verdadeira em frascos
grandes a l,ooo e U.ooors. a frasqueira.
Caf do Rio de Ia qualidade a 28o rs. a li-
bra e 8,5oo rs. a arroba.
Cafdo Cear muito superior a24o rs. a li-
bra e 7,5oo rs. a arroba.
Arroz do Maranhao de 4a qualidade a loo
rs. a libra e 2,8oo a arroba.
dem da India a loo rs. a libra e2,8oo a
arroba.
dem de Java a 8o rs. a libra e 2,4oo a ar-
roba.
Paincoe alpista a 14o rs. a libra e4,oooa
arroba.
Massade tomates de superior qualidade a 64o
rs. a lata de urna libra e 56o rs. a reta-
mo.
Aletria, macarrSo e talharim a 4oo rs. a li-
bra e 6,ooo a caixa.
Massa para sopa : eslrelinha, pevide e rodi-
nha branca ouamarella a 64o rs. a libra e
3,5oo a caixa com 8 libras.
Vinho do Porto muito fino proprio para
engarrafar, em ancoretas de S caadas a
35,ooo rs.
Vinho em pipa : Porto, Figueira e Lisboa a
32o, 4oo e 5oo rs. a garrafa, e em caada
a 2,5oo, 3,ooo e 3,8oo.
Vinho branco de Lisboa de excelleote quali-
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa e em cana-
da a 3,ooo e 3,5oo.
Vinho branco para missa em caixas de i du-
zia a 8,ooo e 68o .rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas que
vem ao mercado como sejam: Lagrimas
do Douro, Duque do Porto, Rainha de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz I, Madei-
ra Secca, Malvazia fina a 16,ooo, 15,ooo,
12,ooo e lo,ooo a caixa com 1 duzia e 9oo,
l.ooo e l,5oo rs. a garrafa.
Vinho Cherexde superior qualidade a 16,ooo
a duzia e 4,5oo rs. a garrafa.
Sardinhas de fiantes a 4oo rs. os quartos e
64o rs. as meias latas.
Bolachinlias inglezas muito novas a 5,ooo a
barrica e 320 rs. a libra.
Bolachinhas de soda em latas de diversas
qualidades a l,3oors.
Cartes com bolo francez muito proprios .pa-
ra mimo a 64o re.
Passasmuito novas ora caixinhas enfeitadas
para mimo a 3,ooo rs.
Passas de carnada a 8,ooo a caixa e 4oo rs.
a libra.
Figos de comadre a 24o rs, alibra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Milo de amendoas a 5oo rs.
Bolachinua d'agua e sal, da fabrica deJoao
de lt'ito no Beato Antonio, em lata de 6 li-
bras por2,5oors.
Ameixas francezas em frasco de vidro com
tampa do mesmo, a J5oo.
Ameixas franc zas em caixinhas de diversos
tamauhes com bonitas estairpas na cai-
xa exterior, a l,4oo, l,6oo, l,8ooe 2,ooo
cada urna.
Azeite doce refinado hespanhol ou portuguez
a 9oo rs. a garrafa e lo:ooo a caixa.
Batatas muito novas a 8o rs. a libra e2,5oo
o gigo com 36 libras.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,ooo a dozia.
Vassouras de escova para esfregar casa a
4oo rs.
Nzes muito novas a 16o rs. a libra.
MolhO inglez em garrafa de vidro comrolha
do mesmo, a 16o rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
a 8oo rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes j preparada a
4oo rs. o frasco.
Lentilhas francezas. excellente legume para
sopa, a 2oo rs. a libra.
Marrasquino de Zara propriamente dito a
# a garrafa e H.ooo a duzia.
Palitos de dente a 14o rs. o maco.
Sal refinado em frascos de vidro com lampa
do mesmo, a 5oo rs.
Cerveja branca .das marcas mais acreditadas
que vem ao mercado, a 5oo, 56o e 64o
a garrafa, e 5,8oo, 6,ooo e 6,5oo a du-
zia.
Cevadinha de Franca muito nova, a 2oo rs.
Charutos doaffamado fabricante Jos Furta-
do de Simas, das seguintes qualidades:
Exposico Normal de Havana, Imperiaes,
Londrinos, Guanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,uoo, 5,ooo,
6,ooo e 7,ooo a caixa ou em meias.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-
cantes, como sejam: Flor do Norte, Ma-
nilhas de Havana, intervallos, Vencedores,
Panatellas e Suspiros, a 2,ooo, 2,5co e
3,ooo a caixa.
o gnac inglez das melhores marcas, a 800 e
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,ooo a lata com
4 libras.
Farinba de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Matte, excellente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Sebollas de Franca muito grandes e novas
a l,8oo o cento e l,2oo solas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.
Toucinho de Lisboa muito novo a 32o rs. a
libra e 8,5oo a arroba.
Banha de porco refinada a 56o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentemente tem vindo ao mercado, a 2,ooo
a lata.
Farinba do Maranhao muito alva e ebeirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5oo e l,5oo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, a l,6oo, 2,6oo e 3,5oo cada urna.
Ruibos, excellente peixe portuguez, em
barris pequeos ou a relalho, a vista se
far o preco.
Azeitons de Rivas em ancoretas grandes de
8 garrafas por 6oo e 8oo rs. a garrafa.
Azeitons portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
l,5oo cada urna ancoreta.
Champagne da melhor qualidade que vem
ao mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
24,ooo e 26,000 o gigo.
Gomma de engommar muito alva a 12o rs.
a libra.
Figos em sextinhas a 8o rs, cada urna e 72o
rs. a duzia.
Papel azul para botica a 2,ooo a resma.
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
nos, per diversos precos.
Amendoas confeiladas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pesa, pecego
damasco, rainha Claudia e cereja, a 8oo
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a l,4oo e 2.000 rs. a caada.
Azeite doce de Lisboa a 4,8oo rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre branco. j engarrafado a 5oo rs.
garrafa.
RIVAL
Sem segundo,
Ra do Queimado, n. 49 e 55. i' para admirar.
Carretcis de linba cora 130 jardas......
Ditos com 200 jardas de Alexandre de
12 a60..............................
Dito dito de60 a200................;.
Novellos de liona grandes com 400 jar-
das .................................
dem idem brancos e de cores de 100
jard.s...............................
Livrosparaassento de roupa lavada...
Cordo branco para espartilho (vara)
Varas de franja branca larga..........
Pares de botoes de puubo todos de cores
Tinteiros de barro cora tinta...........
Tesouras para costuras finase unbas
Ditas para costuras com toque d'avaria
Escovas para limpar dentes muito i as
160,a00e..............................
Caixas com 100 envelopes das melhores
qualidades...........................
Ditas cora 20 cadernos, rapel pautado e
liso...................................
Cadernos de papel pequeo (e a reta-
Iho)
60
120
100
80
30
100
20
160
120
100
400
200
320
640
600
o s sao proprios Meiadas de u h f b d 20
para passeio por fazerem urna elegante vista sobre p^, de sapalos de tra^a.......... im0
Superior ftirmha de
mandioca.
Vende-se excellntefarinha de mandioca a bor-
do do patacho nacional Polycena, atracado ao
trapiche baro do Livramento e na ra da Cruz
p. 23. primeiroaadar.-esoriptWM da Antonio 6
Aimeida Gomes.
" \ C V
tti. MTIU"
ots r-K vizi
IVarCfa'Q6.Afgap"4"Tf-
PROPRIO PAR V SENHOfWL
Vende-se um excellente cavallo muto no-
vo e manso som tofos < os andares: na fio-
cheira do Paulino, roa de Santo Amaro.
um vestido de qualquer cor, assim como muito
proprios para os actos da quaresma : vendem-se
unidamente na loja de Gama & Silva, ra da Im-
peratriz n. 60, loja do Pavao.
Soutambarques de cor na loja
do Pavo.
Gtwgaraa,pele.ultimo vapor francez os mais ri-
cos soutambarques de.eores, sendo os mais bem
enfeltados que tem vindo a este mercado, com
adornos de velludo, seda esetrm, renda, etc.. s
avista do grande sortimento que os fregueses
podem dar o verdadeiro apreco a esta fazenda, *
vende-se por differentes precos conforme a quali-
dade : na loja.do Pavao de Gama e Silva, ra da
Imperatriz n. 60.
Manteletes de fil na loja de Pao.
Vendem-se os mais ricos manteletes de fil pre-
to e outros cm os centros de ccr, sendo neste ar-
tigo o mais rico qne tem vindo ao mercado b mais
moderno por serem mnito compridos e com deli-
cadissimos lavrores: na loja do Pavao, ra da Im-
peratriz n. 60, do Gama & Silva.
Para meninos.
Vendem-se muito bonitas roupinhas proprias
para meninos de 1 a 4 anno?, sendo acinhas e
atrtMtubas iguaes, e muito bem enfeitadas : na
oa do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Garra
i& Silva.
Calcinitas da Pari.
! Vendem-se omite bonitas calcinitas bordadas pa-
ta meias a 640 rs. : aloja do PtvSo, toada
Imperatriz n. 60.
Massos com superiores grampas para
senhora.............o............
Frascos de macaca perola mnito soerior 200
Ditos de verdadeiro oleo de babosa a
400rs. e........................ 5W
Ditos e garrafinhas de agua de Colonia
mnito fin........................ 4
Ditos de banha a Ganbaldi e da familia
imperial.,...........O........... *F*
Pecas de Utas elsticas para vestidos
melhor qualidade.................. **u
Pares de ligas para senbora as melho-
res.............................. 320
Pecas de bico.< francezes e renaas..... 320
Frascos de acoa dentifrice muito supe-
rior.............................. 800
Caixas com 4 papis de agulbas a balao
e Victoria........................ 200
Libras.de la sendo de todas as cores... 6000
Bonecos vestidos e tamhem de choro... 10
Caixas com superiores brelas........
Ditas de linba de gaz com 60novellos. 800
Enfiadeiras de fita para espartilhos..... 60
Carretis de linba de ores com 100 Jar-
das .............................
Pecas de cordo imperial............ *
Vende-se na ra da Prai, n. 31, colla
da Bahia. .
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gai d.a melhor qualidade a
IWalata: nos trmazensda ruado Im-
perador d.1 6 e ra do Trapiche Nevn. 8.
BOTICA E DROGARA
Barlholomeu Francisco de Sonza C.
34Ra larga do Rosario34
Vendem:
PilulusHolloway.
PilulasdoDr. Laville.
Pilulasdo Dr. Alian.
Punas do Pobre-homem.
Pilulas americanas.
Pilulasvegetaes.
Pilolasegetaes assucaradas de Kemp.
Salsa de uristol.
Remedios do Dr.Chable.
Elexir dePepsina de Grimault.
Vinho de Salsaparrilba deCh Albert."
InjecfoFeaugas.
.Agua deniifica de Desiraboe.
Papelchimico, para tainos.
Xarope depurativode Cbable.
Licor aromtico de Raspail.
Pos anti-epileticos deBrest.
RobL'Affecteur.
Xarope do Bosque.
Ungento Holloway.
Pechiocba oao lj a de fazendas
roupa feita nacional, roa da Impe-
ratriz n 72.
A f eetrncha a 210 rs. o covado de chita.
Vehdem-se chitas de cores flxas a 240,280 rs. o
covado, (Mtas francezas largas a 300, 320, 360,400
efc40rs.r>covftdo; pecas de madapolo fino a 6,
75, 8, 9 e 10; pecas de algodo a 5J, 65, 7#
e 8jS : ra da Imperatriz n. 72.
Ronpa-feita nacional.
Vendem-se patitos de eazemlra preta e de cores
a S|, 60, W 405, ditos sobrecasacos a 129,14
ei65 Palitos 4t brim de cor a200, 35 e 3*500
rs., calcas de cazemira preta a 69, 7a e 8, ditas
de cazemira de cor a 5, 65 7, e 85 4 coletes de
cazemira de cores e pretos e ditos de brim a 15500,
e 25800 rs.,; caigas de brim de cor a 25, 25600 :
ruadimperatriz r. 72.
Sootambarque de eres a 70, H e IQfi.
Veadem-se soutambarqne de lia e seda para se-
nhoras a 7?, 85 e 105 ; ditos de grosdenaple pre-
to a 20jf e 255 ; capas pretas a 20$ e 235 i vesti-
dos de 15a a Mara Pra a 125, 14# e 165 : roa da
Imperatriz n. 72.
Hartes de cazemira preta a 35>-
Vendem-secries de cazemira preta para caiga
a 35, 35500, 55 65 e 65, ditos de cazemira de
4r a 35-44,58,e 75, ditos de brim de cores a
15600, ($$, ditos de chitas finas a 25*00 e 35200,
ditos de cassas franceza a 35 : roa da Imperatriz
tajadotoarateiTDit.it. .
RIVAL
SEM SEGUNDO
Na ra do Queimado n. 49 e 5o lojas de minde-
zas de Jos & Azevedo Maia e Silva contina a
vender ludo por precos mais barato do que em
outra qualquer parte, quem quizer ver o que ha
bom e barato venha a loja do Rival.
Duzias de phosphros de seguranca a. ... 120
Francos com essencia de Sndalo muito
superior.......................... 15000
Pentes de tartaruga muito fino a....... 00
Pegas de fila de l prela para vestido de
10 varas......................... COOOO
Escovas de roupa muito superiores a... 05
Latas com superiores banha............ 200
Frascos de vidro com superior banha.. 240
Pares de lavas de seda muito Anas.... 320
Enfeites do melhor gosto qne tem vindo. 25S00
Garrafas d'agua de Florida, verdadeira. 1^280
Pulceiras do melhor gosto e modernas. 500
Volta para pescogo do melhor gosto.,.. 500
Baralbos para voltarete, finas a 200 e.. |240
Varas de franja branca de liaba que
tera muita serventa................. pro
Duzia de peonas d'ago mnito superiores 060
Frascos de oleo Bboza muito linos..... 200
Talberes para meninos a melhor quali-3
dade............................ 240
Diversos Hvros, todos religiosos a 100,
200.................................. 500
Duzia de comeres de metal muito finas
parasopa........................... 25400
Dozia de colheres de metal multo finas!
para cha........................ 15500
Grosas de botoes de osso para caiga... 200
Grosas de botoes madreperula para ca-
rniza"............................. 300
(Jaita chorographica
DO
THET RODA GUERRA.
Acha-se txpost a venda, as U.js.s aba 1x0 n en-
cienadas.a cana (horographica do theairu da cutr-
ra nos Eslados do Sul da Arrurira Meridional, con-
tendo as plantas do Paysanu, e do hloqueio e cer-
co de Monlevido. Ella torna se rece n.meodavel
nao t pela benita que vcio pre nchei, 1110 1 no
esmero do trabalho lytbographico.
Vende-se pela medica quanlia de SJOOOnas livra-
riasdosSrs. Nogueira, ra do Crespo; e do Sr.
Cardoso Ayres, na da Cadeia do Rccife, assim crn.o
as lojas da Exposigao de Londres e na I y Hipara-
tilia do Sr. Carlos, a mesma ra n. 52. e na lua
do Sr. Cardozo de Aimeida, ra da Cruz.
E&GBAGS FOGIBOL
Desappareteu no ia 22 de margo do ror-
rente anno, da rasa de Fianckro feolello t .Mon-
donga, a 1 rea W.cias, c crava v $r. Aikodc Ma-
ria de Aranjo serber do ebg'mbo Pacas no uimo
de Agua Prela, represf-nta ler de idade 53 a 2
annos, estatua regular, ibeia dororio. narizfha-
to, beigosgi osos, levon vestido de rMia de s-
.'ento ixo com flores er.Miuaif 1 d;ios jicto
de merino : qu gecho supra on arca Nova de Sat.is Rita n. 36,
iiue sera rerrmrensado.
Fugio no da 14 do correDte mez di marro de
1865, um cabrinba da povoagao de Gamelira ;
com os sigcaes seguintes : cer de canella, rabega
grande e um pouro poniuda para traz, cabellos
pouco enroscados, bem parecido de feicoes, clhos
grandes, com fallas de denles na frente, ps peque-
nos; idade de 14 annos, trm mail as costas >ica-
trlies de relbo, muito regrista, talvez entitulc-se
por forro, e queka com ii.flue.DCia de voluntarios
assentar praga : conduz chapeo de palha velho ama-
relio, caigas brancas de panno de algedo, p?.l ir:
de algodo azul, camisa de listra do mesmo panno,
por nome Guilherme ; que de tudo pode se des-
fazer para desacert das informagoes, e mtsmo mu-
dar o nome, por ser latante ladino, rogo portan-
te aos Srs. capitaes de campo, e inspectores de
quartiires, e os Srs. capites de companhias do
corpo de voluntarios, e prehender aonde acon-
tecer que o dito cabrinba apparega e mandar en-
trega-lo ao Sr. Manoel AI ves Ferreira, que gratifi-
cara generosamente o aprehensor.
Genuino Alves Maciel.
Fugio o Jacob.
Anda fgido ha 15 das o escravo de nagao de
neme Jaceb, maior de 40 annos, que fci prepcie-
dade doSr. major Ipnarlo de Barros Wanderley
senhor do engenho Ubaqninha, termo de Sen-
nhaem. O escravo lem os signaes seguintes: e
alto, cheiodo eorpo,olhos grandes e ro>to cr meti-
do, anda de vagar e parece arraslar Ce una per-
na, est o,-ilado e tem por islo grarde palpilago,
nio mnito ladino, levou vestido rmi.'a de nua
e caiga de riscado, dizom que anda pela Paaqafem
da Magdalena aonde t m sido vifio e de rrer
que ande ganhando, elle faz vassonras e rtaros,
preome-se que esleja arcillado por alf urna ps-
soaque o sednzio e contra quem se protestar rtm
o rigor da lei : quem o trouxer a casa de .tu se-
nhor o abaiio assignado ca ra da Cruz n. 33. se-
r recompensado.
Domingos Rodrigues de Andrade.
AVISO.
No dia 30 do margo fugiram do engenho Srnza,
na freguezia de Agoa-Preta, osescravos Saturnino,
Anna e Hilario, lodos crioulos ; o primeiro rom
chaga ehronira em urna perna, supicese ttrem
seguido para esta cidade, onde foram comprados,
e sao conhecidos : roga-se s aut?ri(larios policiaes
e a qualquer outra pessoa, de os api rehender e os
levar a ra estreita do Rosario n. 23, segundo an-
dar, ou ao referido engenho, qne seta recompen-
sada ; c protesta-se contra quem os guardar on
delles se servirem contra a voniade de seo dono.
lugio desde 14 de margo prximo finlo da
ra da Cruz n. 8, terceiro andar, a negra Bene-
dicta, tem os signaes seguintes : nago Angola,
alia, cor fula, tem falta de dentes na frente, sig-
naes de chicotadas j antigs as costas, coslunia
embreagar-se ; levou vestido escuro de palmas
brancas e chale encarnado, tem sido visia- pela
casa Forte e Pogo : recommenda-se as autoridades
policiaes e capilaes de campo a sna apprehenso,
e levem-na a casa cima dila, que ser recom-
pensado.
No da 31 de margo passado' fngio da ..::>
de Jos Pedro do Reg, na ra das Cruzcs n. 18, o
preto de nago, de nome Camillo, que reprsenla
ter de 45 a 50 annos, alto, seco do corpo" falla de
dentes na frente, rosto enrugado, e cr fula, levou
vestido camisa de risrado azul e caiga da mesma
cor: qoem o aprehender leve-oa mesma casa ci-
ma ou a ra do Apollo n. 35, escriptorio de Do-
mingos Jos da Costa Guimares correspondente
do Sr. Manoel Gongalves da Fonte lavrader do en-
genho Cabuss em Serinhem, de quem o mesmo
o escravo, que ser recompensado.
."
Potassa da Rnssia.
Acaba de chegar a mais nova e verdadeira po-
tassa daRttssIa, e vende-se a prego commodo: no
escriptorio de Manoel Ignacio de Oliveifa & Fimo,
largo do Corpo Santo n. 19.
Negro fgido
Est fgido desde o dia 27 de fevereiro desta
anno o preto Joaquim, denagae Angola, que foi
escravo do Sr. capito Francisco Joaquim Caval-
eanti Galvo, morador em Maria Farinba (Fraiaj,
o qual venden-o nesta cidade em dezembro do an-
no passado ao Sr. Manoel Francisco Marques com
armazem de assucar ra de Apollo-, levou ca-
misa e caiga de algodo branco, ropresenta ter de
45 a 50 annos de idade, alio e de grossnrarepn-
lar, cor fula, rabega comprlda, quelxos largos,
olbos amortecidos, beigos grossos, sendo o supe-
rior um tanto defeituoso, bastante barba, porto
raspada, finalmente temnma grande coslura tr.tre
os pellos proveniente de queimadurs, e sofpoe-se
ter-se dirigido para o norte, d'onde veio : grattfi-
ca-se a quem o apprehender ou denunciar o coito
em queestiver : na ra da Cadeia do Rccife rn-
Grosas de botoes de louga prateados mero 52.
mnito finos.........:.'........... 200 ------=f-j------ ,. .----------, .......r*sr
Varas de babado do Porto sortide..... 066 7 .Fn'? w> da 14 do correte da ra da Cruz
Duzias de lapes differentes qualidade a n- 8>,erce,ro, anoar>a e!c'Ta Benedicta, com os
20____ ... 400 signaes segnintes: cor fula, tem falta de trentes
QuadernoV d'e'ppel' de pes mui'to' fin! 030 > frente, levonveslido esento e^palmmhasikraB-
Resma do mesmo papel............. 25000 i ***> **' encarnadle bem eonbecida por4fr s
Duzia de faena e garfo imrito boas.... 25400 "
040
Sabonete de espuma muito superior...
Capacho^., compridos e redondos muito
bous.............................
Ditos para sof......................
Pares de suspensorio mnito bons e para
acabar...........................
Essencia oriental para tirar nodoas de
roupa............................
Creiao para derehho de todas as qua-
lidades...................:.......
Cartas de alnete* francezes muito su-
periores......................
Caixas de celcheies francezes a. 40 ris
Duzia............................
Carretis de Tetro* om qoatrn otavas..
GeHhat para senhora melhor quali-
dade.............................
25400 i do escrava do Sr. Salustiano Cantalista : wtm-
mendase as autoridades policiaes e capiart de
500
25OOO
|or
500
020
100
360
800
-
200
campo qne a pegnem e levem-na a casa acirira. on
amadaSenzala Velha n. 4, qne sern glnufi-
eades. _______ _______J_
Fogio em principios uo mez de fevereiro do
corrente anno e consta estar acontado nesta cflade
o moleqne Euzehio, escravo da viuva do Dr. Fer-#
nando Affonsode Mello, de 12 annos de idde noo-
co mais on menos, cor preta, serr do corpe, lhos
regulares e afumagados, rabeg um pouco grande
eineia chata, feelces nos,- dentes-'bero alvos ps
seceos e muito ladino : roga-se por tanto a tois as
autoridades policiaes e capfaesie campo qneo ap-
prehendam e levem-o a ra da Hangoma sowado
n. 6 aw serle gratrfleados, prc*stando-se tsar des
melos judlclaes contra qualquer.pesaw qne olenha
em seo poder.


*
;* Diario de PenaaMiM *< nlnta llra de Ahrll de 1 SOS
LITTEMTOaA.

rano.
papa, por meio do Sr. m rquez de La Va-
lette, para ser mediadora. Mediadora de
qaem ? Dum governo,que professava entSo
que neste caso a Franca so pdia propor ao
papa urna abdicacTio mais ou menos disfarca-
da. Ainda urna vez o que sequeria eraTu-
rin nao era urna Roma liberal, mas urna
Roma capital.
Mas esquecem-se de tres coosas: .
1.a Que n8o natural a partir o proprio
poder, cem aqueHe qse vos desapossa ; que
,. com um tal vigario a paz seria diflicil, e que
O CO.NVBNIO DE 15 DE SETEMBBO E A ENQCUCA este n3o lar(jara em p&f na rua 0 seU SZe-
DK 8 DEDEZEMBIIO, RESPOSTA PELO EUI. E1
nvs. Sr. bispooeouleans.
Priuielra parte.
IV
O que'se pede ao papa.
(CoQiinuasao.)
Nao ; nada disto serio ; aconselham o
iaipossiveL e comprebendo, que o doce c
nobre Pi IX, bem que confiado nos gene-
rosos mancebos, agrupados em volta d'ell o
dccdidos a morrer em defeza de sen pae, he-
Miar antes ae foraior um novo exercito.
I*. Mas alm disto para ter soldados
preciso ter dinbeiro.
O convenio de 45 de setembroest assig-
nado por douss soberanos, que sabem d'isso
iguaia cousa.
Foi por isso, que se esti;>ulou, que a Ita-
lii pagara ao soberano pontifico urna parle
de Ma divida ; urna cousa justa, porque
estando em equilibrio o orcamento dos es-
tados da egreja at 1858, o dficit cometa
em 1839, com a guerra d'I atia.
Mas por ventura a Italia, revolucionaria
ten com que pagar as dividas alhcias ? Os
emprestimos toreados, os impostas anlecipa-
dos). os bens confiscados, os bens vendidos,
os trabalhos concedidos, nao bastam para
pagar as suas, e se o padre santo conliasse na
palavra de Vctor Emmanuel, como bavia e-te
de u cumprir ?
Antes de a cumprir cometaria por Ihe pe-
dir a renuncia s Legaces s Romanhas, s
Marcas, Umbra e a tudo o qne lhe l m ti-
rad violentamente. Ora todos >abem, que
o papa nao/enuncia.
Querem indicar-me nm meio para o padre
santo obter de Vctor Emmanuel o pagamen-
to de urna parte de sua divida, sem dar
quilcao de suas provincias, sem que esta
oonsequencia seja logo tirada e procla-
mada ? -__^
E' seguramente muitopenoso contribuir
para o pagamento de dividas^tujas rendas
a Italia recebe: mas todos concordaram,
em que aos signatarios do tratado que
oump.'ia estudar as combinares em que es-
tas o deviam preceder, e em que o natural
era combinar com o papa. Qtf dirieis, vos,
simples partieular, de um ajuste, que con-
sistisse em fazer pagar as vussas dividas pe-
lo vosso principal inimigo, com a condicSo
de que elle ficaria com o que vos houvesse
tomado, e sabendo-o determinado a tomar-
vos o resto na primera occasiSo ?
Assim pois este artigo quarto do tratado
de todo panto mexequivel, porque decla-
ra que a Italia est preparada para entrar
m negociacTio, afim de tomar a seu cargo
uca parte proporcional da divida dos anti-
gos estados da enreja.
Ora. i." A llalia nao est preparada.
anonyma do grotesco, muitos dos velhos Ja-
bularios,e na ascese divina, a tentaco deque
estao ebeios Ribadaneyras e Bollandistas.
A sciencia, nos primeiros scalos da egre-
ja, foi desprenda, amaIdicoad como intil
e perigosa, porqoe tornava o pirita rebel-
2.* Esquecem-se, queafraqoeza da pom- de, orgulhoso ; a alma perda com ella a
ba mal confiada sobriedadajio abutre, simplicidade, que a elevara at Dens. A
excepto se a aguia souber contrem respei- .fcbservacSo d s leis physicas do mundo era
to o abutre; esquecem-se finalmente de que urna impiedade ; Bacon e Sylvestre II sSo
o proprio rei do Piemonte nao quera o vi- oteados como feiticeiros. Eummartyrio in-
canato, termnavel o desenvolvimento da raso. Foi
A Franca emfim em 1863 offereceu-se ao um dos Igozes S. Paulo : tEu destruirei a
pois que nao tem dnlieiro.
2." Entrar em negociaro : cora quem ?
Nao se diz. Se com o papa, verificou-se
que elle esleja preparado ?
3." A divida- Qual divida a actual ou a
antiga ?
4. Os antigs estados da egreja. E
abandonou-os portanto a egreja? Ser con-
siderndoos anligos, que se vira a um ac-
cordo ? Este artigo prepara um arranjo en-
tre urna parte que nao pode e urna outra
que nao quer, e sobre um interesse que nao
precisa.
DI. As reformas: ja tenhodo cento de
vezes o que tenho a dizer sobre este ponto ;
tenho feito centos de vezes as reservas e de-
cl incoes convenientes; e quem sou eu para
fallar?
O propri soberano pontfice tem j res-
pon iido cem vezes". O tratado de Zurich,
no seu' artigo 28, menciona expressa, e of-
tioialmente as generosas intencoes j ma-
nifestadas pelo soberano pontfice. Tudo
quanto se poder dizer sobre este ponto nao
ser hoje mais attendido do que entSo por
aquelles que nao querem j nem reformar
era um papa.
. 'Quando o mais generoso soberano subiu
a; adeira de S. Pedro, na pessoa de Pi IX,
auxiliado por um ministro, o Sr. Rossi, que
representava precisamente a allianca da
Franca e de Italia, o ministro cahiu aos
ps de Pi IX, assassinado pelo punhal ita-
liano.
Eis a verdade ; eis a historia I
O mesmo Sr. Drouyn de Lhuts acaba d"
reconhecer em um de seus despachos ao Sr.
de Sartiges, que em 1859 o papa requera
a evacuafao da guarniclo franceza, respon-
deado pela seguranga dos seus estados. Es-
ta segurancia foi abalada pela guerra da Ita-
lia ;ninguemoduvida.
E' desde esta poca, que comeca e:n li-
nhas paralellas urna dupla historia, historia
do que se diz e do que se fez, a serie dos
projectos apresentados, a serie dos fados
Consummados.
Os projectos sao em numero de cinco.
I. Carta do imperador depois da batalha
de Solferino;
2. Conselhos de reforma indicados no
tratado de Zuriche;
3. O sytema do Vicariato de Vctor Em-
manuel ;
4. O projecto do Sr. Ricasoli;
5 A mediaco offerecida por mr. de La
Valette. Esquecem que o Sr. Cavour de-
clarou a carta do imperador, mais importan-
te do que a batalha de Solferino.
Esquecem anda que a mesma Franca re-
cosou transmittir ao papa o projecto imagi-
nado pelo Sr. Ricasoli, que talvez, .em pou-
60 tempo, seja ministro de Florenca.
Quanto aos conselhos da reforma o gover-
no romano j bavia pensado n'ellas; escu-
tou-os, aceitoa-os, isto ainda oficial, com
a condicSo, que lhe garantissem o poder
temporal; porque as reformas criam des-
contentes, custam dinheiro eexigem urna
faz eslavel eduradra. Por ventura o S .
incoln reforma o seu governo durante a
nerra? Pediram reformas ao rei da Di a-
marca, emquanto suas provincias eram inva-
didas? O governo francez nao addia aou-
torga de liberdade mais completa para o
dia, em que nao houver partidos em
Franca ?
Porventura um capitSo de navio redige
reglamentos durante a tempestado?
Deram ao papa a garanta que elle tinha
pedido ? Nao. Vos desviaes, mesmo hoje,
a garanta colleciiva das potencias, que n'ou-
tro tempo offerecieis*
Tem-se fallado de faner Victor Emmanuel
vigario do papa.
sabedoria dos sabios e rejeitarei a sciencia
dos eruditos. O qne feito dos sabios ? O
que feito d'estes espiritos curiosos das sci-
abertamente a firme resoluco de fazer de encas do seculo ? Nao os ba convencido
Roma a sua capital, e que professa anda (Dous da loucura das sciencias d'este mun-
mai< alta, do que nunca, depois do conve-! do ? A egreja n3o se contentu com a
nio. Mediadora deque? Nao o disseram, I acrimonia da invgctiva, quiz encarnar este
mas quando se advogado d'um cliente, cuja' verbo do obscurantismo. As lutas e as ago-
pre'encao conhecida, o adversario pode | nias que se seguiram esto perpetuadas em
adevinhar a questo e presentir a resposta ? um sem numero de legendas.
Nunca foi dito claramente e se o perguntra Em pleno seculo XIV, O sol brilhante,
o papa ter-se-hia tirado de embarace e ao,
mesmo tempo mettido nelle a Franca; por-
em um ceu sereno e lmpido de um dia de
alegra, derramarava-se em torrentes sobre
a cathedral de Strasburgo. Voltada para o
oriente, segundo o rigor do symbolismo an-
tigo, recebia a luz do alto, como um cencu-
lo em que as linguas de fogo vinham rev ar
os mysterios da vida, e a serenidade, que
Ora sobre este ponto o papa detido por i ella havia infundir aos tristes que se accolhes
impossibilidades: detido pela justica e pelos sem, corridos das tempestades do mundo,
interesses da religiSo; convenha-se que o'na tranquillidade do seu recinto. Aluzre-
chefe da religiao, o papa, nao pode consen- flectia-se deslumbrante das vidracas, que
tir no que contrario a justica, nem renun- ostentavam um rosicler das cores mais capri-
ciar ao que til religiSo. chosas e vivas; cada pedra, cada ngulo, ca-
Nestas questoes pode soffrer tudo, ceder: da saliencia destacava-se mostrando os ren-
nada. dados e favores esquisitos, a torre pareca
De resto todos estes projectos nSo foram! ento mais altiva, nSo topetava com as nu-
senSo projectos, hypotheses, tinta no papel,' vens, perdia-se na profuudesa do espace azu-
palavras. Ora, emquanto se fallava, o que lado e puro. Era um bello dia de prima-
que se praticava ? Deixemos os despachos;! vera,
recordemos os acontecimentos : Diante da cathedral magestosa foram-se
O papa perdeu as legac5es em razo da' agrupando pouco e pouco alguns vultos ocio-
entrada da Franca na Italia ; est declarado; sos; e, atrahida na raso directa das massas,
oflicialmente. Perdeu as Marcas e a Umbra,; instantes depois a jpultido fluctuava impa-
sem o nosso assentimento, mas com a nossa' cienciente, como quem espera um prodigio
tolerancia e mu grado o nosso embaixador, \ annunciado, exempligratia, um ecclipse.
chamado primeiro, prestes depois reen- N5o era nenhum ecclipse, nem tao pouco a
viado. passagem de um cometa, que ento tazia tre-
Foi reconhecdo e reino de Italia e desde mer os pontiOces e os reis. N5o era mes-
entSo o mote de todos os successivos minis-
terios piemontezes tem sido requerer a pos-
se de Roma e a sua evacuaco pela Franca.
Ora, pelo convenio a Franca parte ; o Pie-
monte nada promette.
O papa perdeu um terco dos seus esta-
dos, depois outro terco, e o terceiro agora
confiado palavra do visinho, que se apode-
rou dos dous primeiros apezar da palavra
dada e que sempre declara que quer o todo.
Estn os neste ponto.
Ah estamos, pois, bem longe da reforma,
mo urna procissSo esplendida, que o povo e
os amadores do tertulias estavam esperando
com ancia. O que seria entSo ?
Urna figura extranlia em'wido em um
tabardo escura, cbapu emplumado ao uso
da corte, vinha montado, a passapello, em
um cavallo fonveiro; custavalhe a romper
por entre a turba apinbada ; estrangeiroali,
nao quiz atrepellar nioguem, e resolveu es-
perar que o concurso fosse diminuindo.
O que est toda esta gente aqu a fa-
zer, em um dia de trabalho ?pergunlou o
dos regulamentos de polica, judicaros, po-' descoahecido para um rapaz, que pareca
uticos, raunicipaes ou commerciaes do esta-! esconder-se entre o vulgo, com um ar de
do romano E' porque em verdade nada tristesa e de urna dr ind zivel.Ha alguma
est mais longe da idea dos pretendidos re- procissSo ou festa deju ileo ? Ainda aspor-
formadores. tas da cathedral estao fechadas.
Nao me esqueceram certos famosos dis- J E' certo que vindes bem de longe
cursos. Revolveram-se os despachos de du- volveu-lhc vivamente o pobre rapazpois
zentos annos escriptos sob governos, coja po- que ainda vos nao chegou a fama do gran-
litica nao ha a pretencSo de imitar, por di- de relogio de Strasburgo, E' urna maravi-
plomatas cujo nome d vonlade de rir tra- lha da Allemanba. NSo vedes aquella esta-
tanlo de reforma e de moralidade. Citou-se tuasinha da virgera ? Diante della, vem, ao
Bernardo- e Santa Catharna, sem se ser; bater do meio dia, os tres reis magos com
,-<.
santo, e exigem-nos, que nos confessemos a' seus presentes, e o gallo aulomato, que l
peccadores, determinados a negar-nos a ab- est, saccode as azas tambem, logo que o
solvicSo. Tambem nos nSo engaa este bello' sol toca o zenilb.
rigorismo. Se nesta Europa ha quem deixe' O cavallero nSo teve tempo para compre-
viver a Turqua e merrer a Polonia, naces'' hender o que ouvia, porque um susurro
asss livres e asss perfeitas para terem di-{immenso, repentino,borburinho por toda a
reto de reprehender no governo romano im- prac-a. O carrilbo de Strasburgo dava meio
perfeicoes, levante-se. | dia. Ficaram boquiabertos, attentos espe-
Mas Isto verdaderamente o que d cui-' rando o apparecimento dos reis magos. Sen-
dado De nenhum modo. O que se prelen-! tiu-se primeiro o ruido estrepitoso de urnas
de nao que o papa se reforme, mas que azas pesadas, depois o clangor de urna voz
se retire. E, qoando, partidas as tropas nea, soturna. O cavallero eslava pasmado
francezas, se gritar pelas ras de Roma: com o que via. A fama do relogio de Slras-
Viva a reformao santo veloo do Vaticano burgo correr as partidas do mundo. Os pa-
roltaros olhos para a Franca, para saber o laci s, os mosteiros, os castellos desejavam
que a reforma fez das tuilheria i em 24 de uma maravilba egual. Ignora se o nome do
fevereho de 1858 e a significacSodeita bella artista. O cabido da cathedral ufonava-se
palavra. com tamajiho e tSo singular artefacto.
IV. Quanto a reconciliaro da Italia e' Oh! dize-meaecudiu o cavallero,
do papado, desejo-a de toda a minh'alma. sahindo do espasmo da admiracaodize-me
Mas o cardeal Antonell, ha muito lempo, quem fez esta obra prodigiosa, que a in-
que tem escripto : A Italia e o papado nao veja de todas as cidades do mundo ? Porque
estao desavindos. Os italianos religiosos sen- se nao falla no nome delle ? Onde est o ar-
tem profundamente os ataques dirigidos tista ? Venho de Franca para ve-lo.
contra a soberana pontificia. Os que sSo Perguntaes, nobre cavallero, como se
razoaveis sabem muto bem, que a Italia sem eu podesse violar um segredo Mal sabis
o napa nao importara para a Europa muito Que as vossas palavras accordam na minha
mais do que a Dinamarca. Os italianos po- >toM umi dr profunda, como um echo n'um
bres, os operarios, os pequeos proprieta- pramo aziago. Quem fez o relogio, pergun-
rios sabem que a sua sorte nao melhorou ; taes vos, e a gloria tenta-me, precipita-me,
que os tributos quadroplicaram : dSo com impelle-me a arriscar a vida t Foi um pae I
pezar os seus fllhos e o s u dinh iro para E as lagrimas de alegra e pezar foram-
projectos que provam. Mas o Piemonte, esse lhe arrazando os olhos, at que rompeu em
eticar irreconcliavel, porque para elle, um choro i soffrido de crianca O cavallero
reconciliar-se, quer dizer sempre de pojar, apeou-se e estreitou o no bracos.
O convenio de 15 de setembro chama-se' E' a saudade de teu pae, que te lava o
convenio entre a Franca ea Italia. .roslotiom esse pranto de ingenuidade e de
A Italia revolta-se em Turin, resigna-se att>or ? NSo soube a morte respeitar tao pre-
em Mlo, indignase em aples e ei-la abi Caro engenho ? E eu que vmba da parle de
lancada em novas aventuras. Carlos V da Franca, para visita-lo e falar-
0 seu mesmo rei, esse rei que tem assig- 'De-
nado tudo, estou persuadido, sentiria eslre- Elle ainda vive, senhor. Mas que vi-
mecer todo o sangue, que lh corre as da I Oh! antas a moile o tivesse envolvido
veas, airando chegasse o momento de por a nas suas trovas geladas, antes houvesse nas-
raSo sobre a theara e o p no vestbulo, cido sem aquella luz do talento, que sem-
onde s entrara de joelhos os penitentes. ; pre a predestinacSo do martyrio.
Quem pois, que na Italia quer dftsthro- A praca eslava j deserta, e os dous par-
nar o papa ? Aquelles que em 1849 atira- tirara enleiados n'esta conversacSo. Chega-
ram sobre a bandeira franceza, e aquelles ram officina do relojoeiro. Era um ve-
que hoje estao j rasgando a assignatura de |ho; as cans alvissimas formavam-lhe um
Franca. Esses chamam-se boje Italia, como diadema venerando; tinha o rosto escondi-
entre nos os jacobinos se chamavam o povo do entre as mSos, como qaem se abysmra
francez. E com esta gente que querem n'uma abstraco intensa, ou n'uma grande
que o papa se reconcilie. E querem-no e intranhavel agona. O estrangeiro perma-
elles ? NSo; excepto se o pipa sahir e lhes neceu hirto sob a soleira da porta; nSo se
abandonar o Vaticano. atreva a interromper os processos mysterio-
ma tal reconciliacSo, proposta ao papa, sos d'aquella mente pjrescrutadora. A crean-
nao ser uma nova indignidade e como um ^a aproximou-se com familiaridade, e se-
ultraje magestade de sua justica e junta- gredou-lhe tongamente urnas palavras mal
mente clemencia do seu coraco ? articuladas e confosas. O velho ergueu en-
tSo a fronte bauhada em uma alegra suave
e voltou-se para a porta.
Buscam-me da parte de el-rei Carlos
V de Franca ?perguntoo elle com um ar
O relogio de strasburgo ; affavel e indicando u n assento ao desconhe-
(conto oe 1352) 4 cido. .
A edade media est completamente carac-, Em verdade el-rei me envia aqu,
terisada nas suas legendas ; porqoe se nSo ( -Eo que pretende de mim, que nada
ha de por ellas recompor a historia, anima- posso, el-rei, que tudo manda?
la com essas cores vivas dar-lhe movimento.. Conhecendo a vo.-sa boa fama, vendo
A mais extensa, a ,'que absorveu todas as que enriquecestes a AHemanha com essa
imaginacoes rudes e creadoras, foi a legen- maravilha do relogio d Strasburgo, elle
Como o nSo servira eu de boa vonta-
de, se me 11S0 lioavessem apagado para sem-
pre o lume dos olhos. NSo vedas estas r-
bitas vasias ? Cegaram-me. Ha j dezeseis
annos que vivo mergulhado n'estas sombras
cerradas, que me antecipam a escurido tec-
trica do sepulcro, mas que me prolongam
a vida, no abandono da desgraca, para sof-
frer a cada instante as miis excruciantes
provacoes. Eu vivo ao desamparo ; era
sei j trabaltiar. Nesta solidSo do esiurto,
para esquecer o tedio e a desesperacSo que
me pungem, eu invento raachnismos com-
plicados, que o meu pobre lillio executa.
E' elle o herdeiro do meu engenfio. Cada
pancada do relogio no carrilhao da cathe-
dral, uma palavra de sarcasmo, um insul-
to vibrado por uma lingoa satnica, s en-
tendida por mim. Vou contmdo as horas
na nudez das noutes de insomnia, e cada
' uma me descreve com mais feas cores esta
jmorte onde fui precipitado em vida.
Havia nas palavras do velho um mixto
de resignacSo e dr, uma grandeza, uma
isantidade admiravel. A fronte, enrugada
1 pelos annos e o estudo, pendia-he sobre o
I peito ; o filho ainda imberbe, engracado,
j ingenuo, eslava de p a seu lado, mudo,
, com os olhos no. chao.
Como houve maos to barbaras, que
I ousaram por diante do vosso espirito, para
' sempre, a sombra eterna da morte ? Foi
o acaso 1 Foi a malvadez que vos despenhou
nessa desgraca ? Seria a inveja quem vos
supplantou a traico, vendo-se obrigada a
admirar os artefactos que nao podia exce-
der ? Oh, contae-me. Nao 1 nSo tenho
horror de ouvir ; deve custar-vos muito.
El-rei ha de sabe-lo e acudir-vos.
O velho ergueu lentamente a fronte ;
poisou as mos sobre a cabeca loira do fi-
lho brincando distrahido com os cabellos
longos. Depois de um momento de indeci-
so, comecou :
O bispo J0S0 de Lichteraberg encora-
mendou-me um relogio grande para a torre
de Strasburgo. Era preciso que as horas
cannicas fossem observadas com escrpu-
lo ; as irregularidades na divisfio do tempo
causavam graves inconvenientes s resas e
j officios divinos do coro. Eu trabalhei dous
! annos consecutivos ; tinha empenhada na-
quella obra a minha fama. Inventei um ka-
lendario em que representava as indicaces
dasprincipaes festas movis ; ao lado puz-
Ihe um quadro em que estavam escriptas
em verso as prncipaes propriedades dos se-
te planetas; ao meio colloquei-lhe um astro-
labio, onde os ponteros notavam o movi-
mento do sol e da la, as horas e os quar-
tos.
Ao alto estava uma estatua da Virgem,
ante a qual se inclinavam, ao dar meio-dia,
as figuras dos tres Reis Magos Ficaram es-
pantados com a maravilha da obra; soou por
toda a parte a fama d'ella. O povo agglo-
merava-se na pi"aca para ver. O cabido re-
ceou que os outros"mosteiros ou as corles
da Europa quizessem ter um monumento
igual.
Como impedi-lo? Uma noute, estava eu
descancando do trabalho assiduo, improbo
que levava, quando me bateram a porta.
Vieram dizer-me que o relogio eslava para-
do. Levantei-me pressa, atterrado, con-
fuso, e dirigi-me para a torre. Quando ia
subindo, e j a uma altura vertiginosa, apa-
garam se de repente os archotes ; os que
me acompanhavam, lancaram mao de mim
para me precipitar; as unhas prendiam-me
s fendas da cantara, com a tenacidade do
amor vida.
Por fim, caneados, agarraram-rae e ar-
rancaram-me os olhos. Aos meus gritos,
os malvados respondiam que me dsse por
feliz em nao ser queimado vivo na praca pu-
blica, exposto irrisao da plebe, por feiti-
ceiro, que eu tinha pacto com Satanaz, que
o evocava com linhas cabalsticas com que
formava as rodas dentadas.
O pobre velho permaneceu um instante
1 silencioso reflectindo no assombro d'iquella
noute infernal; depois, mudando de con-
; versa, o embaixador pediu-lhe para levar o
j filho, que havia de fazer por certo o relogio
i para o palacio da Justica. NSo faltaram ne-
gaces e hesitaces. O velho conhecia o t-
lenlo do nlho e temia um igual desastre.
O cavallero jurou protege-lo com a vida, e
traz-lo inclume a casa de seu pae, logo que
livesse lindado o trabalho.
O relogio foi posto na torre do palacio da
Justica, e, elle, que aconselhava a observan-
cia da justica e das leis, foi o que, dous se-
culos mais tarde, tocou para a carnificina
de S. Bartholoraeu.
Quando o filho do relojoeiro de Strasbur-
go voltou patria, ainda o pobre velho vi-
va. Estava, no meio da sua desgraca, pos-
suido de uma alegra infinita. Na solidao
do espirito em que ficra, procurou cons-
tantemente vingar-se Vingou-se afinal. Um
dia conseguiu aproximar-se do relogio, e
tocou em uma roda de tal forma, que nao
tornou mais a regular, apezar de todos os
esforcos; em 1574, intentou reslaura-lo
Dasypodius, e em 1669, em 1732, at que
cessou de trabalhar em 1789. O desgrana-
do levava esta nica consolaco do mundo.
A mesma legenda se conia dos relogios de
Nuremberg, de Auxere e Lyon, em que as
verses parecem filhas da comprehenso de
uma mesma verdade.
THF.OPHILO BRAGA.
(Jornal do Commcrcio de Lisboa.)
(Continuar-se-ha).
tem a forca neceasaria para tnduii-los; va-
lha-me ao menos o meus desejos ardentes
e generosos. Senhores, revolva-se as pagi-
nas da historia da humanidade em seu per-
petuo esminhar, everse-aaque pelo patrio-
tismo que as nacoes podem sustentar e
defender sua independencia, e fazer respei-
tar seus estandartes perante os usurpadores
ou diante da agpressSo injusta, e insolencia
desmascaradi de povos quebratadores das
leis da justica e equidade.
Perguntae a Grecia, porque pequenim
desbaratou o poder colossal do orgulhoso
Xerxes, que procura va esmaga la com o
maioremais formim i.'os exerctos de
que ha exemplo perguntae a Roma porque
com uma porcao de salteadores chegou a
dominar todo o universo, e do alto do capi-
tolio dictar leis a todos os povos submissos e
I avassallados ; perguutae a Franca porque
j venceu, subjugou e fez recuar cheio de es-
j panto e de horror os ejrcitos colligados da
: Europa inteira, quando com ondas de san-
| gue, correndo do cadafalso ao Sena, faza
\ nascer e triumphar a liberdade por cima do
cadver medonlio do despotismo; perguntae
I ao nossso proprio paiz porque anda nascen-
te, e sem meios, conquistou sua independen-
cia, quebrando as eadeias com que Portu-
gal o trazia acorrentado ? A voz de seus
(ilhos, co:no que parece responder-vos do
tumulto, foi pelo patriotismo, e s pelo pa-
triotismo, sentimenlo que borbulhava nas
fibras mais delicadas de seus coraces.
E ser possivel que os filhos da trra de
Santa Cruz j nao conservem as tradicoes
[-gloriosas de seus avs, ser possivel que
em seuspeitosj nSo brilhe com o mesmo
fulgor essa faisca resplendente e sub'ime,
que desprendendo-se do seio da divindade
vem bafejar a alma humana e fortalece-la
para todas as dedicacoes ? Ser possivel que
j tenham renegado a todos os sentimentos
de pundonor e dignidade ?
NSo, porque nas occasies precisas. elles
sabem castigar com rigor e energa os des-
respeitadores do pavilho auri-verde. Sim,
senhores, um brado unisono de indignacSo e
ra a ecboou tSo rpido como o scintillar do
relmpago, por todos os ngulos do impe-
rio, nos coraces briosos dos Brasileiros;
desde que soou aos nossos ouvidos os soffri-
menlos pungentes dos no sos irmos nas
prfidas rep Micas do Uruguay e Paraguay.
Esse punhado de barbaros e selvagens, es-
ses vndalos modernos, declarando-se nos-
sos mortaes inimigos, tiveram o ousado ar-
rojo de, calcando aos ps as leis santas dos
tratados, sema mnima causa legitima, mos-
trar-nos os mais lgubres c sorprehendedo-
res espectculos; assassinatos terriveis, tor-
turas medonhas, roubos e espoliacoes de
propriedades brasileras, invasSo falsa f
do nosso territorio, devastacSo dos nossos
campos, violacio do que ha de mais sagra-
do no mundoa honra das casas, e o pudor
das donzellassao os triumphos decantados
com que elles procurara rebaixar nossa dig-
nidade e b: io M:is o gigante americano sa-
bendo ser pacifico, sabe tambera assanhar-
sc, e nao regeitar q ialquer cartel de desa-
fio ; aceitou a I ta, e hoje esses povos arre-
pendidos da sua audacia, s lhes restam ap-
pellar para a clemencia do vencedor. Sim,
os nossos bravos ardendo de vnganca een-
thusiasmo, tem affrontado todos os rigores
da guerra, afim, de casligando-os, desaffron-
tar nossos brios ultrajados, nosso pavillio
offendido, e a consequenca que Paysan
j cahiu, Montevideo alerrado capituoo, e o
tyranno Lopes, do fundo do seu antro, tr-
mulo e ra voso, ; lubriga no relogio do
tempo a destru cao de sua Cartlago, a sua
propria Tuina.
E se na fosse o ardor patritico que fer-
via no peilo desses hroes, seriamos senhores
dessas pracas, teriamos colhido esses louros,
teriamos castigado a uns e amedrontado e
outros dos nossos inimigos ? Nao, senhores.
Mas nJ# s no manejo das armas, no sibi-
lo das balas, no estampido do canhSo que se
mostra patriotismo, t mliem no alistamento
voluntario e espontaneo nasfileiras dos de-
fensores da patria, nos soccorros pecunia-
rios s familias dos bravos que perdem suas
vidas no campo da honra e do dever, nas
manifestac5es publicas pelos triumphos das
nossas legies, collados na arena dos com-
bates. Tal o motivo porque, columnas, re-
fulgencia da .^ciencia, vos achaes reunidos,
Ide, porque esse regosijo pela mais
santa das causas. Ostentae a face do publi-
co os sentimentos generosos, fecundados
pelo mais justo patriotismo, que borbulho
em vossos coraces; testemunhae a luz do
dia que nao sois indifferentes as glorias da
patria que vos viu nascer da patria onde
abnstes os labios aos primeiros sorrisos da
vida : provae a nossos concidadSos que sa-
bis amar com todo o delirio d'alma os brios
e dignidades naciones; entoae comigo es-
tas saudaces repassadas do maisdoce e fe-
bril enthusiasmo.
VivaS. M. o imperador.
Vivam os hroes de Paysand e Monte-
video.
Viva a valente armada brasilera.
Vivam os volntanos da patria.
Viva a nossa constituicSo poltica.
?-<&-*
.*-<&-
da do Diabo, esta reprodcelo do dualismo
antigo, que apparece fatalmente no periodo
instinctivo da gense religiosa. D'esta dea-
lisacao do mal pruvem, na arte, a reasacSo
quer tambem collocar na torre do palacio
da justifa uma machina, qqe dividindo com
jusieza as doze horas do dia, ensine a ob-
servar a justica e as 'eis.
UM POUCO OE TUPO.
Este discurso foi recitado ao corpo dos es-
tudtntes do Recife pelo Sr. Aristides Coelho
de Seuza, ao sahirem em passeatas de rego-
sijo pela capitulacc da praca de Montevi-
deo ; e um outro que publicamos no dia 30
do mezpassado, do Sr. Hermes Plinio Bor-
ba Ucba Cavalcanti :
Senhores.Desusando por sobre mar se-
reno e bonancoso, surge e desponta hoje no
herisonte paquete do sul, e com elle a
grata, e doce nova da entrega da praca de
Montevideo s nossas armas, e vos mocidade
estudiosa que ainda a pouco senlieis vossos
coraces arquejarem de duvida, temor ean-
ciedade pela sorte de nossos bravos no cam-
po de honra, vindes agora com os semblan-
tes radiantes de prazer e de enthusiasmo
festejar no altar da patria mais esse feito glo-
rioso que tem de ornar as paginas brilhan-
les da nossa hutoria ; tal o motivo porque
eo, humilde orador, ocetipo a tribuna popu-
lar, para ser o echo longiquo de vossos senti-
mentos patriticos, e se miohas palavras nao
Transcrevemos do Jornal das Familias
0 seguinte:
A MONJA.
Sou moca e diz-me o espelho que sou
bella, e bella chamam-rae as minhas com-
panheiras de infortunio.
Bella e moca, e na primavera da vida, e
no vico da belleza, e ao desabrochar do co-
racSo, cinge-me o corpo o burel de monja, e
condemnam-rae a passar a existencia entre
as paredes negras e solitarias do claustro!
E o coraco me bate com forca, e sinto
em meio da penitencia e dos cilicios, em
meio do murmurar das preces e do resoar
do orgSo essa anxiedade indefinivel, essa
aspiracSo ao gozo, .essa sede de vida, que
nao m'a pode dar o claustro.
E quanta vez, quando as negras fileiras
' das monjas entoara cnticos harmoniosos,
1 que de envolta com o incens se elevam ao
' cu; quanta vez, assistindo aos mais augus-
[ tos mysterios da religiSo santa, que foi fir-
' raada com o sangue da victima divina,
' proslrada ante as lages frias do templo, nSo
' se ausenta o meu espirito e nSo percorre os
, espacos d'esse mundo, que entrevi apenas,
e d'onde tSo deshumanamente me desterra-
ran!!
Oh t como felizes devem ser aquelles que
podem aspirar 0 perfume das flores, ao ar
livre, sob o ea de Dfus, sem quelh'o im-
pecam e embaracem as altas e grossas mu-
ralnas que circulam o claustro ?
CDmo-Tnvejo a vida do camponez, que des-
cortino por entre as grades da m'nha celia,
qoe passa o dia ao sol ardente de esto, e
volta noute clioupana em qu o espera
a meiga e amante coa panheii a de sua vida!
Monja I ai de mim! E tonco os olhos para
o futuro e s vejo a monotona do claustro,
e s descortino o psalmear das oraces, o
passeio solitario por sob as longas e som-
bras arcadas, o silencio dos labios, o palpi-
tar violento do coraco, tSo cedo crestado,
to bruscamente suffocado f
Monja E na primavera da vida, e ao de-
sabrochar do coraco, sinto a mortalha a me
cingir os membros, o cilicio a me apertar o
corpo, e a vida to triste como noute de fi-
nados ao cahir violento da lousa I
Como longas me sao as noutes nao dormi-
das, devorada pela febre, a passear pela
celia estreita, ou a devorar, em segredo, as
lagrimas que me molham o travesseiro !
Monja! Era eu bem crianza, a doudejar
nos campos, a aquecer-me aos raios do sol,
a correr aps a borboleta, e a colher as
flores embalsamadas que pendiam das peta-
las...
Era ainda bem crianca e descuidosa goza-
va a vida, como a bonina do prado o orva-
Ibo da minina.
Eum dia dsseam-me Deves ser mon-
ja; e trouxerara-me para aqu, e os gonzos
gemeram pesados, a porta fechou-se; en-
to~despiram-me as roupas brancas de crian-
ca, vestirara-me as roupas negras de monja,
profer.ram nao sei que palavras, rezaram
nao sei que rezas, fizeram-me cahir nocbSo
as lomas trancas de mens cabellos, o orgao
resoou melanclico pelas abobadas do tem-
plo, o pontfice pediu para mim a benco
do cu, senti o apertar convulsivo de minha
mae que solucava, e depois disseram-me:
s monja!
E quem Ibes deu a elles o direito de as-
sim me sepullarem em vida! Quem lhes
deu o direito de me arrancarem ao mundo,
de me suffocarem o grito do ceracjlo f
Ah! que o nao sufibcaram, nao, que vio-
lenta me ruge dentro a tempestade, e tris-
tes, como a solido d'estas paredes, sao os
dias a que me condemnaram, entregue s
lagri 1 a* do desespero, que cabem ardentes
de meus olhos abrasados.
Maz sou monja, e o coraco que se cale, e
as lagrimas que sequem, e os labios que
emmudecam ou murmurem preces; mas
quem me tirar d'aqui do peito o deslenlo
e o desespero?
Quem rae serenar a tempestade d'alma.
3uem me restituir a calma e a tranquilli-
ade?
Como sois felizes, vos que abi vivis ao
ar livre, ao sol de Deus, em meio das flo-
res, e sem que altas e lgubres muralhas
do claustro vos embaracem os passos!
E eu! monja! na primavera da vida, no
viro da belleza, ao desabrochar das flores
do coracSo, quando ardente sinto o sangue a
me gyrar nas veas, vejo a mortalha me cin-
gir os membros, o cilicio me apertar o cor-
po, e sinto a vida triste como noute de fi-
nados ao cahir violento da lousa!
O grande tunuel de Londres, sobre o qual
passa o Tamisa, foi executado pelo enge-'
nheiro francez Bruwel.
Os trabalhos comecaram em 1825, foram
interroinpidos por uma inundacSoem 1826.
Em 18 de maiode 1827 e em Janeiro de
1828 foram novamente os trabalhos inter-
rompidos por uma segunda nundacSo, e s
de novo recomecaram em 1835, terminando
em 1843.
O tunuel forma duas galeras inteiramente
construidas de lijlo e illumininadas a gaz;
para entrar no tunuel paga esda pessoa 225
res.
Este tem de extensSo 1:300 ps inglezes,
ou 396 metros e 23 centmatros. 6 metros
e 8 centimeiros d'a.tura e 4 metros e 27
centmetros de largo.
Atravessa por baixo do Tamisa entre Wap-
pong e Rotlierithe.
Esta grandiosa obra importou em......
2,273:0000000.
L-se no Doze de Agosto o seguinte :
Giba nos hombros, na razSo corcunda,
Trovista insulso de esfalfadas nugas.
Cansado Pegaso debalde a I lugas;
Nas longas varseasque oPermesso innunda.
Delido pranto em vSo no rosto enchugas.
No rosto sceo de carcaca immunda,
Cuja fronte j tem, bola infecunda,
Ps de galinha, encarquilhadas rugas.
Castrado eunucho de bastardas rhmas,
De antigo Apollo cootomaz lacaio,
Teu pingue crneo de masedo estimas.
Tens por modelo eximio, um velho ensaio,
Rancosas loas, por cancoes opimas.
Nao s cysne, s marreco, s papagaio.
Um jornal allemSo d conta de uma nova
moda, que mais uma das extravagantes
formas sob que aquella caprichosa deidade
se costuma transfigurar.
As damas deram em misturar com as flo-
res e fitas dos seus chapeHinhos espadas,
punhaes, e at pistolas e rewolvers, em mi-
niatura.
Onde esta bellicosa phantasia fez o seu
apparecimento nao declara o jornal allemSo.
Provavelmentaem Berln, onde as victo-
rias alcancadas sobre os diaanurquezes de-
vem ter desvanecido as imaginacoes fe-
minis.
Segundo uma noticia que temos vista, as
folias carnavalescas correram este anno ani-
madas e ruidosas, como de uso, na cidade
que foi outr'ora a ?de do sybarilismo e dos
prazeres, Roma.
Naturaes e estrangeiros procuram gozar
em toda a plenitude os diverlimentos da
qua Ira folgazSa.
Algumas janellas do Corso chegaram a
alugar-sepor i:0DOel:50O francos (1804
e 2705000,)
PBaNAMBCO.-TYP. DE,*. F. DE F. & riLHU


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