Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10635


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Full Text
*.
ANUO III. HOMERO 78.
Pr furtel pago elr de 40 dias do i,* mei i j
dem depois dos i." 10 dias do cenece e dentro do quarte 1. .
Porte aocerreio por tres mezes......,.....
.*
SJ000
DIARIO
1> iJftf
QABTA FE1BA 5 D ABRIL DE m.
Por ante pago detitro de 10dias do \. mez 491000
Porte ao cerreio por uu iodo.......,,.,.,, 3)000
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Aleandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Par, os Srs. Geraldo Antonio Aires &
Pilhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENGARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Alabas, oSr. Claudino Falco Dias; Babia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, e Sr. Jos
Ilibeiro Gasparinho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estagoes da via frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguarass o Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Allinho, Garanhuns, Buique, S. Bento, liom
Conselhok Aguas Bellas e Tacarat, as tercas
feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella. Cabrob, Boa Vis-
ta, Ourlcnry, Salgueiro e Ex, as quartas
feiras.
Segunda vara do civel: quartas e sabbades a 1
hora da tarde.
Serinhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Bar
reros, Agoa Preta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
EPHEMERIDE8 DO MEZ DE ABRIL.
2 Quarto cresc. as 10 b., 59 m. e 22 s. da t.
11 Loa chela as 2 h., 17 m. e 52 s. da m.
18 Quarto ming as 9 h., e 16 m. da t.
27 La nova as 11 b., 53 m. e 46 s. da m.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : segundas e quintas.
Relago: tercas e sbados as 10 horas.
Fazenda: quintas as 10 boras.
Julzo do c#mmercio: segundas s II horas.
Dito de OrphSos: torgas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: torgas e sextas ao mel
dia.
Segunda vara do civil:
hora da tarde.
quartas e sabbados a 1
DIAS DA SEMANA.
3. Segunda. S. Paneracio b. S. Benigno m.
4. Terga. S. Isidoro are. dout. da egr.
5. Quarta. S. Ira v. m.; S. Zenon.
6. Quinta. Ss. Diogenes e Flatonides mm.
7. Sexta. S. Epbiphanle b.; S. Rufino presb.
8. Sabbado. S. Amando b.; S. Elizio ra.
9. Domingo de Ramos. S. Demetrio m.
PBEAMAR DE HOJE.
Primeira as 10 boras e 54 m. da manha.
Segunda as H horas 18 e minutos da tarde.
m.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul al Alagoas a 14 e 30; para o norte
ata a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 14 dos mezes de Janeiro, margo, maio,
julho, setembro e novembro.
ASSIG.VA-SE
no Recife, na vraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figneiroa de
Faria & Filho.
PARTE QFF1CIAL
G0YERK0 DA PROVINCIA.
EDITAL.
Secretaria do governo de Pernarabuco, 29 de
marco de 1865.
Pela secretaria do governo se faz publico, que
por afluencia de trabalhos, S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia so dar audiencia de un hora da
tarde em diante, excepto aos chefes de reparligoes
aos quaes ouvir em qualquer hora.
O secretario do governo,
Dr. Francisco de Paula Salles.
Expediente do dia 1 de abril de 1865.
Offlcio ao Exm. conselheiro presidente do supre-
mo tribunal de justiga.Communico a V. Exc,
que por decreto de 14 do mez passado foi o juiz
de direito Marcos Correa da Cmara Tamarindo,
removido a seu pedido da comarca do Joazeiro na
Babia para a de Tacarat nesta provincia. Fize-
ram-se as demais communicagoes.
Dito ao Exm. visconde de Cimaragibe, director
da Faculdade de Direito.Sirva-se V. Exc. de in-
formar a cerca do que pede no incluso requer-
mento Leopoldino Antonio da Fonseca.
Dito ao Exm. conselheiro presideule da relacao.
Remetto incluso o roquermento que me dirigi
o preso Severino Rodrigues Ferreira, alim de que
V. Exc. se digne de informar com o que houver
occorrido acerca da appellago de que trata o sup-
plicante.
Dito ao coronel commandante das armas.Haja
V. S. de informar sobre o que pede o voluntario
da patria Francisco Santino de Souza no incluso
requerimento.
Dito ao mesmo.Fica approvado provisoriamen -
te o contrato que, segundo o termo annexo ao offl-
cio de V. S. n. 557 de 21 do corrente, celebrou o
delegado do cirurgio mor do exercito com o boti-
cario civil Jos Elias de Moura para servir na
Pharmacia do hospital militar : o que declaro a V.
S. em resposta ao citado oIBcio.Comraunicou-se
ao inspector da thsouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de informar so-
bre o que pede Augusto Cesar da Cunha no inclu-
so requerimento.
Dito ao mesmo.Agradccendo muito o louvavel
offerecimento que, segundo o requerimento anne-
xo ao oficia de V. S. de 30 de margo ultimo sob
587, faz o 2o cadete sargento quarte I -mostr do
1* cirurgo Dr. Prxedes Gomes de Souza Pi-
tanga.
Dito Dr. Francisco Gongalves de Moraes.
2 Dito Dr. Joo Honorio Bezerra de Menezes.
Dito Dr. Ernesto Feliciano da Silva Tavares.
Alferes pharmaceutieo Manoel Francisco de Oli-
veira.
Dito Joo Gualberto de Souza Gouveia.
Communiceu-se ao coronel commandante das
armas.
Dito ao mesmo. Recommendo V. S. que em
vista da relago junta em duplcala, que me foi re-
medida pelo commandante superior da comarca de
Santo Anto cora oficio de 12 de margo ultimo, e
nao havendo Inconveniente, mande pagar a Anto-
nio Domingoes de Almeida Pogas a quanlla de rs.
Vl*80O, proveniente dos vencimentos de urna es-
colla de guardas nacionaes que conduzio d'alli
para esta capital os reerntas Jos Florentino Alves
da Silva e Jos Francisco da Silva, dos quaes o 1*
sendo reconhecido criminoso no termo de Brejo,
acha se recolhido casa de detengao e o 2 foi pos
to dispesigo do coronel commandante das ar-
mas para ter o coaveniente destino, segando cons-
ta da informago do chefe de polica datada de 30
de margo ultimo, sob n. 458. Comraunicou-se ao
Dr. chefe de polica.
Dito ao mesmo.O bacharel Luiz Antonio Pires
reassumie o exercicio do cargo dejulz municipal e
de erphos do termo da escada em 27 do mez pas-
sado : o que V. S. communico para sua intelli-
gencia.
Dito ao inspector da thsouraria provincial.
Nao havendotynconveniente, mande V. S. fornecer
ao administrador da casa de detengao, como solici-
ten o Dr. chefe de polica em oficio n. 467 de 31
da mez fiado a fazenda de algodo azul necessara
para duas mudas da roupa a 200 presos. Com-
munlcou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao mesmo. Annuindo ao que solicitu o
chefe de polica em oficio de 30 do corrente, sob
n. 462, recommendo V. S. que mande pagar ao
teoeota Ped'y Paulo dos Santos a quantia de 3,5500
rs. despendida pelo delegado do termo de Carua-
r com a compra de 3 pares de algemas para se-
guranga dos preses remedidos d'alli para a esta
capital. Communicou-se ao Dr. chefe de po-
lica.
Contiauago do expediente do secretario do gover-
no do dia 31 de margo de 1S65.
Oficio ao tenente coronel Fernando Francisco de
Aguiar Montarroyos.Pela secretaria do governo
da provincia, se corarounica ao Illm. Sr. lente
coronel Fernando Francisco de Aguiar Montarroyos
que o governo imperial segundo constou de aviso
da repartigao da guerra de 22 do cadente mez,
louva o digno proced ment de S. S. offerecer para
n
corpo de guarnigo desta provincia Alexaodre de 'seren alistados como voluntarios da patria um seu
Macedo Passos, para servir na campanha do sul, j filho de nome Joo Capislraoo de Aguiar Montar-
tenho a declarar a V. S., para o fazer constar ao royos, e dous netos Fernando Pacifico de Aguiar
mesmo 2 cadete, que ser tomado em considera Montarroyos e Lauriano Germano de Agniar Moa-
cao o seu offerecimento. tarro vos, offereceodo lamiera .para as despezas da
Dito ao mesmo. Sirva-se V. S. de informar aj guerra actual, em quaato ella durar, a terga parle
cerca do que solicita o juiz municipal e de orpaiyi to .sold que percebe, como oficial reformado do
do termo de Olinda no incluso oficio,. ; exrcilo.
Dito ao inspector da thsouraria de fazenda. i Dito ao Dr. Joao Baptista Casanova.Pela secre-
Remetto a V. S. para seu coohecimento copia do taria do governo se communica ao Sr. Dr. Joo
oficio do coronel commandante das armas de 31 Baptista Casanova que o governo imperial appro-
de margo lindo e da ordem do delegado do cirur-[ vou, como consta de aviso da repartigao da guerra
giao mor do exrcito datada de -27 d'aquelle mez, de 22 do cadente mez, a deliberago que tomou o
da qual consta o modo porque foram detalhados,
para o servigo dos estabelecimentos militares de
sade e corpos da guarnigo desta provincia, os
mdicos que se offereceram para servirem gratui-
tamente oa mesma guarnigo.
Dito ao mesmo.Tomando em consideragao o
que expoz o gerente da companhia pernambucana
em oficio de 30 de margo ultimo, recommendo a tonio Carnero, que de aviso da repartigao da guer-
V. S. que, nao havendo inconveniente mande pa- ra do 22 do cadente mez consta que o governo ira-
gar-lhe a subvengo de 7 000,5000 correspondente perial louva e agradece a offerta patritica, que fez
Exm. Sr. presidente da provincia de aceitar o lou-
vavel offerecimento de S. S., para prestar gratuita-
mente os seus servigos na qualidade de medico do
hospital militar por terem sido chamados curte
os cirurgioes do corpo de sade do exrcito.
Dito a Joaquim Antonio Carnero. Pela secre-
taria do governo se communica ao Sr. Joaquim An
aquelle mez com que o governo imperial auxilia
a mesma companhia, visto ter ella cumprido com
as suas obrigagoes no predilo mez de margo.
Dito ao mesmo.Em vista do atteslado junto em
duplcala, que me foi remedido pelo coronel com-
mandante das armas com oficio de hontem seb n.
594, mande V. S. pagar ao cabo de esquadra do
4 balalho de arlifharia a p, Manoel Joaquim da
Silva a gratifleago a que tem direito por haver
apprehendido o soldado diserlor do 2o balalho de
infantaria, Felippe Santiago da Silva.
Dito ao mesmo.~Partdpando-me o coronel
commandante das armas em oficio de 3t de margo
(Indo, que o Io cirurgio Dr. Prxedes Gomes de
Souza Pitanga o j 2o dito Dr. Ernesto Feliciano da
Silva Tavares, que Jera de seguir para a curte,
deixam de seus sidos nesta provincia para ali-
mentos de suas familias; o.lJ a quantia mensal
de 40,51000, alera de 20*000 que deixa na da Ba-
ha, o segundo a de 46*000 tambem mensaes : as-
sim o comraanico a V. S. para que mande abonar
aos procuradores dos referidos cirurgioes essas
consignagSes em os devidos lempos e a contar de
hoje em dianle.
Dito ao mesmo.Transmuto a V. S. a inclusa
folha cm duplcala, aflm de que nao havendo incon-
veniente mande pagar es veucimentos relativos ao
S. S. de 400*000, sendo 300*000 para as despezas
da guerra em que o paiz se acha empenhado cora
as repblicas do Uruguay e Paraguay, e 100*000
para .soccorro das familias dos voluntarios da pa-
tria que desta provincia marcharem.
Dito a Manoel Francisco Ferraode Albuquerque.
Pela secretaria do governo se communica ao Sr.
Manoel Francisco Frro de Albuquerque que do
aviso da repartigao da guerra de 22 do corrente
consta que o governo imperial agradece a S. S. a
patritica olTerta que fez da quantia de 100*000
para as despezas da guerra em que o imperio se
acba presentemente empenhado.
:IHTERI0~
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
Macelo, 1 de abril de1865.
Em mo dia escrevo-lhe hoje : primeiro de
abril I Dia das patuscadas ou pilherla*. Os im-
plnos devem cahir o'alguma das artimanhas que
noticiaran) os dous diarios da trra. Vistas e cos-
mrdTmarTultim,' dos7ffldae7e"mp7egado~ moramas das balabas do sul, combates de Pay-
recrutamento nos municipios do Recife e O.inda. sand, en rada de Montevideo, retratos de Lpez,
Dito ao mesmo.-Devolvendo o requerimento Agnlrre Leandro Gomes e seu irmao Servando,
docunenudo sobre que versa a sua informago Lamas, Carreras, Susvielas Saga .mes, Jos Ber-
ae28deraargI ultimo n. 211 e no qual Antonio ges, Palomeques, Muoz, Appar.c.o, Lucas Pires e
Gomes Cordeiro do Melle pede o pagamento da
quantia de 112*300 proveniente de medicamentos
por elle fornecidos para o tratameoto das pessoas
desvalidas accomrnettidas da febre epidmica, que
so desenvolveu na villa de Igaarass, autoriso V.
S. em vista da informago junta p r copia minis-
outros foi ludo hoje annunciado por pregos ri-
diculas, havendo algn*, at expostos gratuitamen-
te II Eu, que esta va um pouco desprevenido, saU
le de contente com tanta novidade, mas logo voltei
a mim e lembrei-me do qae ah fizeram era 1862
com os retratos de Mr. Christi.
O costeiro Parahiba ser portador d'esta. Elle
nao a
irada hoie a esse resoeito oelo inspector da sade o cosieiro rarai
"undo as 12 contas que devolvo era dTpIica.a, e Alagas va. destacar e expedir para as fronte ras
aue me foram enviadas com oficio do inspector do imperio, ceslas do mesmo e guerra do Para-
do arsenal de mariba de 21 do citado mez de guay j bera como a noticia de que fura escolh.do
marco n 865 importa o gaz consnmido com a il-, commandante da mesma o tenente coronel Irabu-
KaSoSuelle arsenal e da casa da nspecgo zeiro, d.st.ncto cldadao e illustre pernambucano,
durante os mezes de julho a dezembro do anno '
prximo passado.Communicou-se ao inspector
interino do arsenal de marinha.
Dito ao mesmo. Ao BMente Pedro Paulo dos
Santos mande V. S. pagar', nao havendo iocouve-
niente, a quantia de 6*080 rs., que pelo delegado
do termo de Caruar foi adiantada aos
residente em nossa provincia .onde tem suas mais
caras affeigoes. A S. Exc. j tem-se offerecido
alguns oficiaos para o mesmo corpo.
Folgo de participar-be -que augmenta e en-
grossa a fileira dos Voluntarios da Patria, forman-
do j mais de urna companhia, leado sido noraea-
recrutas, do commandante da mesma o tenente Pedro Soa-
promovido ao posto de
Communicou-se ao Dr. chefe de policia. i .T Cin Twnnniinn Aranm Oliveira
hontem e passar guias de soccorrimen
ciaes do corpo de sade mencionados na relacao
jaula, os qoae tem de segair para a corle na for-
ma das ordens imperiaes no vapor qae se espera
do norte.
Relago a qae se refere o oficio sapra.
Cirurgio de brigada Dr. Jos Sergio Fer-
reira.
ves Andrade, qae era sargento ajudante e filho do
distiucto tenente-eoronel commandante do bata-
IbSo de Pao de Assucar Jos Gongalves de Andra-
de) 7 primeiros sargentos, 6 segandos, 2farrleis,
3 cabos e o restante soldados. Com os 430 volun-
tarios e policia que j d'aqul segairam sommara
a 541 os Albos que as Alagoas tem espontanea-
mente offerecido em corto praso para a guerra do
do sul.
E' ama prova evidente qae os descendeotes dos
autigos defensores de Porto Calvo, que expelhram
de sea territorio a poderosa Hollanda ; que os
comprovincianos da heroica D. Clara Carnario ;
que os irraos legtimos dos valorosos Pernamba-
canos, nao degeneraran) anda o santo fervor pa-
tritico qae nobilitoa sempre aquellos ardentes co-
racSes.
Nosso distfneto patricio o Sr. Dr. Lourengo Ca-
vbante d' Albuquerque, deputado provincial, for-
mado ahi em 1863, filho do tenente-eoronel Nicolao
Florentino d'Albuquerqae Maranhao, commandan-
te do balalho de guardas nacionaes das Alagas
(cidade) e abastado propietario, sobrinho do Exm.
Sr. baro d'Atalaia, acaba; de partir para a corte,
ondechegou ealistoase como simples soldado no
quarto balalho de voluntarios, j em marcha para
o Paraguay.
E' um proceder honroso, nobre e patritico. O
Brasil est dando ao mundo, grande exeraplo de
rara abnegago e desinteresse de seus Albos. A
historia ha de custar a apresentar um periodo to
importante esagrado como esse que atravessa hoje
o magnnimo e bem consolidado imperio sudame-
ricano I
E' urna verdadeira cruzada, ama romana
bella, libertadora e admiravel. Nao importa em
nada menos do que livrar um povo martyr das
garras de um lyranno, arrancar um paiz das tre-
vas da ignorancia e barbara, doar a urna nagao
instituigoes livres e democrticas come nos os bra-
sileros possuimos.
Honra e gloria aos benementoss Cilios do Cru-
zeiro Immortahdade segunda gerago da se-
gunda metade do scalo XIX.
Nesta provincia tem brotado milita dedica-
gao: o chronista minucioso ter bastante assumpto
se quizar catar com Interesse ludo quanto ha por
aqu apparecido. Registro, por exemplo, oprocedi-
mento exemplar do digno aneio, residente na co-
marca do Porto Calvo, EliasJes da Silva, que teodj
j mandado para o corpo de Voluntarios que se-
guio no mez passado (no S. Francisco) para o sal
dous lilhos de nome Jos Alexandre da Silva e
Joo Cancio de Carvalho e Silva, offerecera agora
ltimamente para o mesmo corpo sea terceiro fi-
lho Jaciotho Paes da Silva I
O Sr. presidente tribubu ao distiocto patriota os
louvores qae merece to grato proceder.
< O servigo qae Vrac. tem prestado, disse S. Exc.
dando tres lilhos para na guerra defenderera a
patria, inapreciavel, em virtnde de sua excessi-
va altara, e o presidente da provincia resume o
elogio as seguintes palavras : Glorias ao pai qae
presta tres lilhos seus para a defeza da oa-
tria I
t Oxal que to coospictio exeraplo seja imi-
tado. >
A vista pois disso, a historia ter um dia de ns-
crever no sea livro d'ooro, qae a humaaidade te-
ve urna segunda Sparta e que esta foi o Brasil,
a Ierra dos Camardes e Nagreiros, dos Buenos e |
Aadradas, dos Evaristos e Heariques Das, i i
vo multi|ilicando-se os casos de abnegago pater-,
na e materna : os de bravurase encontraran de
modo inimitavelnos noraes de Tamandar, Mari-
ze Barros, Martins, Lima Jnior, o infeliz, Mon-1
taury, Peixoto e tantos oatros.
Entre os offerecimeclos de admiravel patrio-
tismo que lem brotado dos coragoes alagoaoos,
um houve lo alto e digno de louvor, que eu rom-
pende o silencio, tal vez conveniente, da iroprensa,
ous.i trna-b publico, porque entendo ser a raaior
das injustigas, que continu elle as trevas da
ignorancia por mais lempo.
E' admiravel, primeiro : por ter sido especial
no sen genero e partir d um pedo bastaole juve-
nil : segundo- por ter sido o primeiro e mais anti-.
gt, quando nao eram chegadas ainda as noticias:
do insolente Lpez e dos ullrages de Montevideo,
os quaes produzirara logo estrondosas roanifesta-
edes : terceiro pela qualidade do agente e de sua
familia.
Pego que me desculpem as pessoas que por ven-
tura forem inleressadas na conlinuagao do myste-
rio em que ainda jaz o facto de que vou tratar, al-,
tendendo a que presto um servigo real aos faustos
patriticos de minha provincia e historiar
No dia 25 de Janeiro ultimo o honrado Sr. Dr.
Silverib Fernando de Arauje Jorge, muito digno
juiz de direito desta capital e um dos mais distlnc-
tos lilhos da provincia, desvelado pai de numerosa
familia, notou na sua casa a falta repentina de sen
filho Silverio Fernandes de Araujo Jorge, joven de'
16 annos, estudante do lyceu, dedicado muito as I
ledras onde ha dado provas de inielligente e ap-,
plicado nos estados de latim, francez, inglez, geo-'
raetria, arithmetica e geographia.
E' fcil comprehender a atfliceao de um pai e de
urna carinhosa mi, de Irmas e irmos, com se-
melbante acoctecimento, sobretodo depois que se
recooheceram inateis os esforgos e providencias
empregados para a traoquilisago de espirito da-
quellas pessoas.
Foi um desappareclmento subtil e que nao dei-
xou o menor vestigio por onde se conheces>e a
causa que o motivou. 0 joven Silverio, reuna s
qualidades ja descnpias, a de mudo obediente fi-
lho e amante de seo pas.
Portanto nao foram a rebelda ou desobediencia
os sentlmentos menos nobre; qne fizeram abando-
nar a companhia dos seos. Vagamente comegou-se
a pensar, entre as muitas conjecturas a que o caso
dava lugar, que elle dlrigb-se a alguma praga yi-
sinha para se inscrever como Voluntario da Patria.
Com effeto ; em quinze ou vinto dias depois veio
familia explcago do facto, que eu resumirei. O
joven Sr. SilVerio era dolado de um corago muito
brasileiro : fcilmente se enthusiasmava pelas tra-
diccoes e glorias de seu paiz.
Diste que prinripiou a guerra db Brasil ao Uru-
guay, desde que vieram as noticias do inqualifica-
vel altentado do aprisinamelo do Maques de
Olinda peb'pespota de. Assumpgo, elle comegou
tambem a flear agitado, nao podendo conler em si
a jndignago qae a lodos causou o coohecimento
de tamanhas intolerancias.
Foi o tempo em que appareceu o decreto de* 7
de Janeiro, chamando os Brasileiros s armase
creando os corpos de Voluntarios da Patria: foi o
tempo tambem em que chegavam da Bahia noti-
cias do maior enthuSiasmo pela guerra, porque,
justiga seja feita a ella, foi a primeira provincia do
Norte que dea o alarma e estimaba os brios de
suas irmas.
O Sr. Silverio, filho, resolveu de si para si des-
prender-so de suas mais charas affeigdes e correr
ao chamado da patria. Pela sua idade, pela amlza-
de de seu pais, comprehendeu (raro tino da mo-
cidade I) que encontrarla di (Acuidades a vencer se
coramunicasse sea pensamenb a quem quer que
fosse, e tcntasse obter a devida perraissao de seus
progenitores.
O que certo que elle de vera ter pensado mul-
to ; e que erafimVencen o amor da patria. Em-
prehendeu viagens arriscadas com o auxilio da
noute, embarcndose daqui em paquete ou jan-
gada para o Pba, d'alli se dirigi ao Penedo, onde
calculoa achar de regresso (como encontrn qoasi
ultima hora) o vapor da companhia Bahlana, no
qual tomn passagem para a Babia, d'onde entao
escrevea familia a 10 de fevereiro.
Tive o prazer de lr as express5es que aquelle
joven eoraglo patritico dirigi aos pais, snpplican-
do-lhes perdo, abeogo, e dando coma de sua re-
sol u gao.
Meas pais: (disse elle mais ou menos), aqu
rae acho oa Bahia,fnde^iieguei a.....tendo me
apresentado logo ao qtiartel e me inscripto como
Voluntario da Patria, s ordens do coronel Gal vo.
Bogo qae perdoem os desgostos e cuidados que en
dei a Vncs.
< Nao sahi de casa por vadio, aera por desobe-
diente, aem por etqoivar-me aos estados, do que
sempre dei provas era contrario : sahi por que nao
podia irapassivel ter mais os ultrajes que -tem sof-
frido minha patria, e por que entend que a ella
devo tambem o mea corago e minha vida. Sou
tambem filho Jella, e por isso jurel defend-la at
morrer. Vou contente derramar meu sangae por
ella e protesto s voltar depois que deixa-la vin-
gada.......................................i
Agora aeorescento smente que, sentindo a il-
lustre familia do joven a falta que elle fazia casa
principalmente pelos incommodos a que natural-
mente den lagar cora sua inesperada sahida, tran-
quillisou-se com a noticia da dedicagao do mance-
bo, sellando o pai com o seu conseniimento a reso-
lugo inopinada do fino, a quem enviara, segundo
me consta, os papis de lharn, idade, e outros,
para Ihe serem uteis conforme fosse preciso e elle
quizesse s milisar.
Esse rasgo de admiravel amor da patria n'am
peito to joven como o de um mancebo de 16 an-
nos, precdeu a todos nesta provincia e quig em
todo o norte do imperio.
E' portanto digno, louvavel e honroso para as
Alagas.
Sabe-se hoje qne o bravo Alagoano, que foi als -
tar-se como Voluntario na Bahia, ja seguio para o
sul, com o 2 corpo de voluntarios daquella heroica
provincia.
O distiocto juiz de direito de Anadia, o Sr.
Duarte, um dos cidados qne mais se tem dis-
tinguido nesta provincia na proraoco de volunta-
rios, dos quaes (era enviado constantemente bom
numero ao governo. Alm disso nao cessa de en-
tusiasmar com reano.lpasseios, festejos e dis-
cursos seus dignos comarcoes, por entre os quaes
ha promovido tambem ama sobseripcao em prol
das familias dos mesmos voluntarios. S. Exc. tem-
Ihe trioqtado os mais merecidos elogios.
Ha tambera se distinguido e prestado pre-
sidencia grande coadjuvacio, o illastreSr.com
mendador Pitanga, prestigioso Alagoano e dingo
director geral dos Indios desta provincia. J tem
vindo mitos daquelles, qne sao em geral homens
fortes, dispestos e vigorosos.
O Sr. Miguel Soares Palmeira, abastado pro-
prietario de S. Miguel, offerecera para as urgencias
do estado a quantia de 506*000, comprometindo-
se alm disso a fazer entrar para os cofres geraes
todos os nonos igual quantia aquella.
Esse offerecimento e o do Sr. tenente-eoronel
Abantara Lima, que j noticie, sao por ora, os
dous inaioreH, coahecidos nesta provincia, isto ,
ollerecimentos pecuniarios.
A al (aniega desta cidade renden no mez pr-
ximo pasan* de marco 40:780*072.
O frSsntedk provmeial arrecadon no mesmo
periodo -24 806&878. Esta repartidlo no trimes-
tre de Janeiro a margo Tendeo aos cofres provin-
ciaes 88:733*333, e do t. de julho do anno pas-
sado a 31 de margo deste anno a quantia de......
19l;025*6i8. 1
Adeus.
para eliminar do imposto de casa de vendas de es- O Sr. Josk Mabja :-Prudenle
cravosa Joao Pereira Moutnho. O Sr. Aquino Fovseca :-.'... nao bonita
Io Quantos escravos despachou por exportago o (contina a lr)
referido Moutinho no passado e no prsenle anno.
Aquino Fonseca.
Requeiro que por intermedio do Exm. presiden-
te da provincia se pega o seguinte :
W Se a presidencia desta proviucia nao solici-
tu perraissao do governo imperial era 1849 para
poder n.raear Inspector da thsouraria provincial
ao tenente Jos Pedro da Silva, professor de geo-
metra do Collegio das Artes.
2* Lpia dos oficios em que ella solicitava essa
permissao e da resposta. S R. Aquino Fon-
seca.
Requeiro que por intermedio do Exm. presi-
dente da provincia se pega copia da informago.
que em 1849 ou 1850 dea o inspector da thesou-
raria provincial em urna petigaode Bernardino Jo-
s Serpa, ex-delegado do extincto conselho geral
; de salubridade publica no municipio de Olinda,
I que pretenda ter direito ao ordenado embora ti-
vesse sido demittdo pela presidencia da provin-
| cia, ento oceupada pelo Exm. Sr. baro de Muri-
, liba.Aquino Fonseca.
E' apoado e posto era dlscusso o seguinte re-
I querimento :
Requeiro que sejam remedidos commissao
de legislago e a qualquer outra que parecer con-
\ veniente as informagSas qne vieram a esta a as-
jsembla, procedentes da thsouraria provincial,
i alim de qae diga :
i !. Se considerndose inspector effectico dessa seguinte :'(edo"'
I SgggF1 .g** J geometra do collegio A ncorapatlbilidade do exerciciode empregos
| das artes, tenente Jos Pedro da Silva, pode este diversos pode provir de qualquer dos tres- princi-
contrauar no exercicio daquelle emprego, embora pos:
seja considerado incompativel como deste avista! ti
do que dispoeos avisos de 4 de julho de 1847 e 22 rado.
|d%Tcd,e1i8?0', A-- -A ,1 2 Q^ndo as funegoes dos empregos repug-
2. Se, a vista do que dizia o referido inspector nam entre s por sua propria natureza
em relago as defraudages da renda publica era j .3Quando da accumulago della resulta a impos-
sua informago. pode considerar-se fundado o que. sibilidade de ser cada um deserapenhado alisfac-
escrevea em seu reiatono dirigido ao Exm. nresi- toriaraente. O efleo, porm. sempre o mesmo
; dente da provincia, e attribuir-se falta de em e consiste em inhabilitar o empregado para servir
pregados na thsouraria provincial as prevarica- | ontro emprego, sendo certo nue a le tem creado os
g5es qne se deram no corpo da policia, e os estra- empegos para o bem publico, e nao vara benetio
vios de dmheiros que sao adribuidos ao ex-thesou- de quem os oceupa ; e e esta urna das razSes r>or
reiro do consulado provincial e repartigao de obras. que antiqusimas exoressas disposicoes lem sanc-
pubhcas e a outros. cionade a doutrina de se nao accumularem os offi-
J.* be no estado em que se acha a esenptura- cios em urna s pessoa
gao dessa thsouraria provincial, pode dizer-se I O inspector diz mais na sua ioformaco qae da
que o respectivo inspector tem cumprido pontual- (accumulago nao Ihe tem resultado proveito algum
mente suas obngages, e considerar-se como fun- por quanto nao tem elle exercido o lugar de pro-
a conservaco do emprego de profesor de
geometra do collegio das artes da facntdade de
direito desta cidade, em que alguem se tem ba-
seado para considerar-me interino no tugar de
Inspector nao o ped, foi acto espontaneo do go-
verno geral, e por Isso nao pdt determinar es-
sa interinidade, lano mais que alguns emprega-
f dos geraes accumulara actualmente erapreges
provinciaes, sem que tenham sido estes empre-
gos considerados interinos -r porque nao po-
' hihido a accumulacao de empregos geraes e
provinciaes, e os presidentes nao exhortitam de
suas attribug5es quando conceden! estas acco-
< mulagoes.
O orador jlga este ponto da Informago o prin-
cipal, e por isso que pede que seja ouvda a com-
missao de legislago.
O inspector diz que ha empregados geraes qu
accumulara actualmente empregos provinciaes. Se
ha, o que o orador nao nega, um abuso. Esse
empregados, porm, exercerem accumulativamen-
to empregos que nao sao incompativeis, e o em-
prego de inspector da thsouraria incompatver
com o de professor do collegio das arles.
O aviso n. 48 de 22 de maio de 1850) diz qae o
ugar de inspector da thsouraria incompativel
com o de professor da instruego publica ;-eqaan-
do islo nao bastasse ha o aviso an. 87, de 4 de ju-
; Iho de 1817, relativo s accumulagoes, qae diz c-
Quando a le expressamente a tem decla-
dado o que elle disse em relago a esse alrazo, is-
to que devido a' falla de pessoal.
fessor.
Obserna o orador qne, se elle nao exerce o lugar
feriores relatnos o augmento do pessoal dessa th-
souraria, esta assembla nao tem attendido aos
pedidos, tornando por conseqnencia esta as-
bla indirectamente responsavel por tudo que
denuncia, isto defraudarlo das rendas pu-
blicas ; alrazo da escripturagao, etc etc. S. R.
Aquino Fonseca.
O Sr. Aquino Fonseca diz que, teado.no princi-
pio do mez passado lido as primeiras paginas do
relatorio do inspector d thsouraria provincial,
PERNAMRUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
27' SESSAO EM 4 DE ABRIL DE 1865.
PRESIDENCIA DO SR. DU. COSTA RIBEIRO, Io SECRE-
TARIO.
Ao meio dia, feita a chamada, acham-se pr-
senles os Srs. depulados Teixeira de Mello, Gon-
galves da Silva, Ribeiro, Joaquim do Bego Barros,
Arminio, Buarque, Francisco Pedro, Rochael, G.
Campelb, Aquino Fonseca, Silva Barros, Ramos,
Nabor, Jos Mara, Brando, Reg Barros. Amyn-
thas, Lopes, Maranhao, Diodoro, Ayres Gama, Ja-
cobina e Araujo Barros.
O Sr. Prbsidsnte abre a sesso.
E' lida e approvada, depois de terem orado os Srs.
Diodoro Ulpiano, Buarque e Silva Ramos, a acta
da sesso anterior.
Compareceu depois os Srs. Drummond, e Cunha
Teixeira.
EXPEDIENTE
L'm oficio do secretario do governo, remetiendo
tnformagoes da thsouraria provincial sobre a col-
beta do sobrado, da ra da lmperatriz pertencente
a Manoel Antonio de Azevedo, cm solugo ao ofi-
cio sobre numero 41. A' quem fez a requesi-
go.
Oulro do mesmo, enviando os balangos c contas
de 1863 a 64, que remedeu a cmara municipal de
Olinda, e tambem o orgamento do exercicio de
1864 1865,a' commissao de orgamento muni-
cipal.
Oulro do Sr. Dr. Sabino Olegario, commun>cando
que, por incommodos de sade, nao pode compa-
recer sesso de be je.Intelrada.
Urna peligo de Candido dos Santos Lopes Cas-
tello Branco, professor de intruego primaria n
villa do Cabo, pedindo se marque quola na le do
orgamento para seu pagamento, fazendose effecti-
va a disposigo do art. 30 da lei n. 598. A' com-
missao de orgamento.
Outra dos proprlelarios e moradores do pevoado
do Campo Grande, oa freguezia da Boa-Vista, pe-
dindo a factura de um pequeo passadigo sobre a
camba da Tacaruna.A' commissao de obras pu-
blicas.
Outra do padre Jos Ildefonso Rodrigues da Sil
v Dutra, parodio colindo da freguezia de S. Lou-
rengo da Maua, pedindo a revogago do art. 10 da
lei n. 600,quemandou annexar Varzeauma par-
te daquella freguezia.A' commissao de eslatislica
e diviso civil.
Outra de Antonio Francisco da Silva, oficial da
subdelegada da cidade da Victoria, pedindo se Ihe
marque qnota para pagamento da quantia de rs.
159*300, que Ihe deve a respectiva cmara de
cusas de processos.A' comutisso de contas raa-
nicipaes.
Outra de Olegario Gomes de Mello, oflerecendo
documentos para serem apreciados peia commissao
a que foi remedida a' sua peligo.A' commissao
a qne foi a petigo.
Outra de Cosme Damio Ferreira, servente do
consulado provincial, pedindo que seja igualhado o
seu jornal ao do servente da thsouraria provincial.
A commissao de ordenados.
Outra dos moradores em Santo Amaro das Sali-
nas, freguezia da Boa-Vista, pedindo a creagao de
duas cadeirasdd instrnegio primaria, urna do sexo
mascolino e outra do femenino.A' commissao de
instruego pnblica. *
Outra de Francisco Jos de Oliveira Barbosa,
mesire dos novicos da veneravel Ordera Terceira
do Carmo desta cidade, pedindo preferencia na
extraego da lotera- concedida na presente sesso.
A' commissao de orgamento.
Sao approvados os seguiutes requer meatos :
Requeiro qae por intermedio do Exm. presiden-
te da provincia se pega o seguate :
1" Era qae se fandoa a tnesouraria provincial
Contina o inspector : (lendo)
t Cnmpre-me declarar que em roen relatorio
quando fallei das dra0dac5es, referi-me aquella*
qne foram conhecidas pelo ezame das coolas, e
quedeixarlam de ser to importantes se este exa-
me estivesse em dia.
t Nao eslo, pois, comprehendidas neste caso
as que feriram o solicitador da fazenda, e o thesou-
reiro do consulado, porque este fegio com a renda
cobrada em urna semana, que devia entregar no
julgou necessaro pedir algtJBS mformagoes, e; sabbado thsouraria, equele"om Manantas
entre ella se o inspector era ou na* elfectirc. que levantou do deposito por autorisago do joizo
Pondera o orador que juiga terem havido preva-
ricagoes, entre ellas a das contas do corpo de po-
licia, mas nao por falta de pessoal, e sim por que
essas cenias eram ficticias.
O orador conclue dzendo qae juga conveniente
ouvir-se a commissao de legislago ou qualquer ou-
tra, am de decidir se cora eleito as razdes apo-
sentadas pelo inspector da thsouraria podem le-
var a se o considerar como effeclivo, e foi esta ra-
zo por qm apresentou o requerimento em discus-
MHIM
dizia.
K-iis informagoes foram demoradas eso chega-
rara a' esta assembla no da 1 deste mez, depois
do orador haver instado por ellas.
. Principia o inspector dizendo na sua informa-
go :
Illm. e Exm. Sr.Em observancia da ordem
de V. Exc, constante do oficio de 9 do corrente,
passo a dar as informagoes que me foram exigi-
das pela assembla provincial : Io, fui prvido
fsem o pedir, e pelo contrario muito instado, como .
poderei provar, se fr necessario) no emprego de {sao, esperando que a casa o approvar.
inspector desta thsouraria a 26 de setembro de Encerrada a discusso o requerimento appro-
1848 pelo presidente da provincia, que para isto vado.
achava-se autorisado pelo arl. Io da lei provincial | (Continuar-seha.)
n. 223, que creou esta repartigao e extingui a ,m B ,
que ento existia. ERRATA
O orador diz que a le n. 223 apenas deu ao pro-, lNo exiracto da sesso do da 3 deste mez, pu-
sideniente da provincia autorisago para nomear 0|caao hontem, escapou o seguinte engao :
os empregados que deviam reconstituir a thesou- Na |a das emenaas offerecidas ao projecto n. 88,
rana provincial; quo a autorisago nao Ihe poda I em Lugar de Nofga Senhora do SoDrai leia.se
ser dada se nao dentro dos limites legaes 5 e que o lNossa genhora do Ltvramento.
aviso n. 21 de 12 de Janeiro de 1856 diz que fien-!
do) :... com quanto seja permittido aos presi-
dentes da provincia pela lei de 3 de outubro de
1834 commetter empregados geraes negocios pro-
vinciaes, esta aiinbuirao (notem bem) nao deve ser
atlendida com regra eral, nem com tal amplitude
ce me Ihes 5n immm salvo rom tudo os ca- ,m coa!,eauencia se acharem vagos um
&IXS2&X2&2E2?* de Sfi? procurador da pon-
frana seminarista das Dores, foram para ellas no-
meados os Srs. Assencio Francisco de Paula Ca-
sos, em que por circunstancias extraordinarias e
excepcionaes, que o governo as apreciar, os ditos
presidentes julgarera inispensaveis taes servigos.
etc.
Por consecuencia, continua o orador, nao apro-
mente.
valcanti de Albuquerque e Floriaoo de Oueiroz
Coutiabo, pelo respectivo juiz, cooego Dr. Manoel
l'homaz de Oliveira, de accordo com o tbesoureiro
preceitua o compromisso.
Informam nos que os nsmeados sao dignos de
Diz mais o inspector da thsouraria qne o sea I oceuparem os referidos empregos, por serem dota-
titulo nao contem a declarago de ser Interino o | dos de probidade e -gosarem da estima dos seus
provimento, e que est passa'do como geralmente superiores,
se pa.-sam lodos os ttulos effectivos. Bemettem-nos o seguinte :
Observa o orador que se no titulo nao se declara; c A freguezia da Boa-Vista est orpha de fiscal.
ser a nomeago interina, tambera nao se declara < Nao sabemos o que adianton a cmara muni-
ser effecti va.' e as phrases sao as mesmas que se cipal. Se e fiscal demitlido nao era bom, o que se-
encontram em todas as portarlas de nomeago: per, ra o novo T O que se ganhoncom tal subsltuigo ?
tanto nao v que seja isto urna razo. Digara as ras inmundas, como por exemplo,
Continua o inspector (lendo) : Accresce que ( a da lmperatriz, Aurora e largo do Hospicio : oes-
paguei logo e integralmente os no vos e velbos di- te ha dous depsitos de iixo e de despejo, que fa
reitos, como do mesmo titulo consta ; o que nao te-
ra lugar se o provimento fosse interino. >
Diz o orador que tambem sto nao razo, por
qae raudos tem pago diredos, e depois provam que
pagaram indevidamente.
Accrescenia o inspector (lendo) :
t Cerno inspector effectivo, poto, tenho oxercido
c este emprego por mais de 16 annos,, e durante
t este bogo tempo nenhuma declarago on acto
c dos vinte antecessores de V. Exc, poz em duvida
c esta effeclividade.
0 orador diz que nao v ainda razo no exposto,
por quanto muitos fados vo passando sem serem
averiguados: de um abuso nao se deduz direito.
Diz mais o inspector (lendo) :
c Se o emprego de inspector me fosse dado in-
< ferinamente, ou por qualquer maneira podesse
< ser assim considerado, cortamente nao o aceila-
1 ria, porque nao ira onerar-me do penoso e
c dllcil trabalho a que estou obrigado, e de im-
t mensa responsabilidades sujeitande-me a esta
t precariedade.
O orador diz que deste tpico se conclue qne o
inspector quera ter um lugar que ihe dsse bons
venciraentos, e conservar um outro qae era vitali-
cio, aflm de qne, dado o caso de ama demisso,
podesse para elle voltar.|
O Sr Jos Mara : Obroucora prudencia...
O Sr. Aqcrio Fossec.v : Este eto, porm
nao ...
zem vergona. Em um dos depsitos, favorecido
por jurubebas seccas, se v constantemente inde-
cencias durante o da e immoralidades durante a
noile.
c O municipio nada ganha com a persegaigo a
nns e prolecgo a outros. >
Hoje pelo agente Euzebio se vender em le -
lo duas mobilas de Jacaranda, ama secretaria e
outros artigos.
ItEPARTIQAO DA POLICA'.
Extracto da parte do dia 4 de abril de 1865.
Foram recolhidos casa de detengao ne dia 3
de margo: *
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Luiz
de Pinho Branco, sera declarago do motivo, e pos-
te logo em liberdade ; Antonio Jeronymo dos San-
tos, por expancaroento; Raphael, escravo de Anto-
nio de Souza Nova, per fgido; e Gaspar Jos da
Silva, para averiguagdes sobre crime de furto.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Tha-
maz, escravo de Jlo Jacintho de Medeiros, para
correego. __.
A' ordem do de S. Jos, Jos, escravo de Traja
Aprigto, por fngide; Manoel Ferreira l>;,e, por
espancameolo.
A' ordem do da CapnBga, Joaquim, escravo de
Francisco Jos Vianna, a re^aerimento deste.
O chefe da 2* secgio,
J. G. deMesguila.
/
4." 5e, tendo sido reorganizada essa thsouraria porque nao pode exerc-Io; e para mais compro-
provincial com quinze empregado?, em 1848, e ha-, var esta assergo aceresceota qoe, quando o Sr
vendo esse municipio sido augmentado successi-. Jos Pedro foi nomeado inspector da tbesouraria
vamente, de sorte qoe1 se acha elevado a vinte e o collegio das Artes eslava ainda era Olinda, nao
cinco, ha razao para qeixar-se o referido inspec- podendo de certo o mesmo Sr. exercer funeces
tos, como o fez em seu relatorio em que diz qae- diarias e permaoeoles aqui no Recit e ir todas os
debalde tem repetiiigsyfze rfquisitado em snt$ an-1 das i Olinda.

RBYISTA DIARIA.
Est designado o dia 10 do corrente para ler
'
ILEGVEL


, .n,-------irflwr
t------------------
rite deVencao.TRovft
Casa' rite"bfrugXo.TBoviroento da casa de
detengao do dia do abrirte IMS. Etffllam
presos 361, entraran 4, sahiram 5, existem 360 ;
a sabir: nattenaei 273, estrangeiros 23, muthe-
res 2": Mtr*getras eScnrvoS 53; escrivas 7.
Total 180. ...
Alimentados a costa dos cofres pblicos 156.
Movimealo da enfermara do dia 3 de abril de
1863.
Teve baixa :
Jos Pedro da Sania Croa.
Movimenlo da casa de detenco do dia I de
abril de 1863.Existan preses 360, entraran) 5,
existem 36o: a saber: naclonaes277, eslrangeiros
23, mulheres 2, estraogeiras 2 escravos 54, esco-
tas 7.Total 36o.
Alimentados a cusa dos cofres pblicos 157.
OBITUARIO 00 MA 3 DK ABRIL DE 1865, NO
aunara humo :
Manoel, Pernambuco,9mezes, c. Jos: convnlsSes.
Maria, Peraarabuce, $ mezes, Santo Antonio ; es-
pasmo.
Ado, frica, 78 annos, solteiro, escravo, Boa-Vis-
ta ; tubereolos pulmonar.
Antonia Mara da Couceigo, Pornambnco, 50 an-
nos solleira, Boa-Vista ; phthysica pulmonar.
Artequilino Ayres Albano da Costa Marauhe 23
anuos, solteiro, Boa-Vista ; gaslro encepbalite
Tnereza Mara de Jess, frica, 40 annos, solleira,
Santo Antonio ; tubrculos pulmonar.
Joao, Peroambuco, 4 meres, Santo Antonio; in-
flammacao de intestinos.
mi O r
CIIKONICA CIARA
Mr-fr+ m i <
tf-r-it"rrr
telarlo de Peruambuoa QuaHa (eir 4 de Abril de I8ft.
xm. ^Sr. presidente jaron suspenso a 30 de
maigo : V^. TesemErrgador Reis e ilva negou
provimenlo.
Nada mala havendo a tratarle o Exm. Sr. pre
dente encerrou a sesso a 1 /hora da tarde.
1.1, m "
TRIBUNAL VA HELADIO.
SB6S0 KM 4 DE ABRIL DE 1801
} PBjaWDENCIA DO IW. SB. COHSELHEIRO
OCIA.
As 10 horas da manla, presentes ossenhores
desembargadores Santiago, Gitirana, Almeida e
Albuquerque, Assis, Doria, Motla, Domingues da'
Silva e Barros Vasconcelos, faltando os Srs. des-
embargadores Lourenco Santiago e Guerra, proca-
rador da cora, abrio-se a sessao.
Passados os feilos e entregues os distribuidos,
deram-se os seguinles
IULGAMENTOS.
Aggravo de peticao.
Aggravante, a Santa Casa de Misericordia ; ag-
gravado, o joizo. Relator o Sr. desembargador
Santiago. Sorteados os Srs. desembargadores Bo-
ria o Barros Vasconcelos.Negou-se provimento.
Aggravate,Guilherme Augusto Rodrigues Sete;
aggravado, o julzo. Relator o Sr. desembargador
Almeida Albuquerque. Sorteados os Srs. desem-
bargadores Santiago e Domingues da Silva.Ne-
gou-se provimento.
Aggravante, Guilherme Augusto Rodrigues Sete;
aggravado, o juno. Relator o Sr. desembargador
Assis. Sorteados os Srs-, desembargadores Almeida
Albuquerque e Motta.Negou se provimento.
Appellacoes ticis.
Appellante, a mesa daordem terceira deS. Frao-
TltlKl \ \L DO COMMERCIO cisco i appellado, o juzo.Reformada a sentenga
ACTA DA SESSACADMINISTRATIVA DE 3 DE "fig^ Antoaio arques de Araujo Caval-
auhu- uc ooo. canl. appe||ad0( Jos Victoriano de Carvalbo Ca-
mesibencia do exm. sr. desembargabor valcanti.Julgou-se deserta a appellagao.
ANSELMO FRANCISCO PERETTI. HabeOS-COipUS.
s 10 horas da manhaa, estando reunidos os Srs. Concederam ordem de habeas-corpus a Maaoel
deputados Rosa, C. Alcoforado, Basto e M. Leal, c Mana Monteiro, para a sesso de 8 do crrante, as
presente o Sr. desembargador fiscal, o Exm. Sr. 11 horas da manhaa.
presidente declarou aberla a sesso. diligencia crime.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-1 Com vista ao Sr. desembargador promotor da
dente. Justiga
expediente. Appellante, Ricardo Lopes da Normandia ; ap-
l'm aviso do Exm. ministro da justiga de 16 de appellada, a justiga.
margo ultimo, autorisando o tribunal a despender Appellante, o promotor ; appellado, Mathias da
a quantia de 400*000 com o docel que cobre a effl- Cunha.
gie de Sua Magestade o Imperador, e com o panno | m Appellante. Antonio Lourenco Gomes : appella-
que orla a mesa dos despachos :Archive-se.
Dotis ofilcios do secretario do meritissimo tribu-
nal do commercio da corte, de 13 de marco_prxi-
mo passado ; um icompanhando a relacao dos
coramerciantes matriculados naquelle tribunal no
decurso do mez de fevereiro do correte auno, e
outro acrusando'a recepgo do que Ihe foi dirigido
por ete tribunal em 1 de marco Ando.Mandou-se
aecusar a recepgo do primeiro e archivar am-
bos.
Outro da junta dos corretores, remetiendo a co-
tagao offlcial dos pregos correntes da praca na se-
mana linda.Archive-se.
Distribuiram-se aos senhores deputados os livros
Diario e Copiador de Domingos Al ves Matbeus, e o
Diario de Alfredo Garca & Irmo.
DESPACHOS.
No requenmento de Jos de Castro Redondo e
Joo de Almeida Lima, salIsfzeBdo o despacho de
dos, ojuizo, eTrajano Francisco Brasieiro e ou-
tros.
Appellante, ojuizo; appellado,Manoel Francisco
de Araujo.
DILIGENCIA CIVBL.
Com vista ao Sr. desembargador procurador da
cora
A appellaco civel.
Appellantes, Jos Rabello Padilha e outros ; ap-
pellada, a fazenda.
Assignou-se
tes
DESIGNAQAO DE DA.
da para julgaments
das seguin-
30 de margo ultimo, para ter lugar o registro do! noel da Cunba Freir.
Appellagoes crimes.
Appellante, LourengoJos de Araujo; appellado,
Manoel da Cunha Lima Ribeiro.
Appellante, o promotor; appellado, Joao, es-
cravo.
Appellante, Rosa Maria Jorges; appellado, Ma-
Valorfornccido pe-
la caixa matriz.
Etnissao.
Valor em circula-
cao........
Letras a pagar.
Por dinheiro toma-
do a prwto. .
Par saques. ....
Diversot.
Saldo de variascon
tas........
hueros e ptrias.
Lucros sujeite* a
liquidacao. .
LL
I
3,221:
3*907
do
fatal e
priMiptl i* osm aira; eoa a raio calma,
emGm, so movido pela vontade de ser ntil a mi-
nha ierra: eoropr ebrade-je bem que en me diri-
ja a todos os nnbywseR, nomo paineles, coja es-
A concordia da torgas 4 ira-povo Iraeo ? f a {ima e consideraeao aspiro, emhora as predilec-
espacosa
*lA^^r^rTdnrtfTln,e"T. -A Concordia iWTa,mu Jeasafiis vr- Sembrando dellas para lamenur a causa
2,uuu.uuu#w mo teaoo tratado, lomassu agora a br...nos ludes, como a conclusao das prenusaas- de nm ra-
ntes e formulasse a sua resposta s rainhas oen- locinio -r e assim como aquella rtppbem ecessa-
-^. .^ Mrt5' em termos que nada dizem a respelto das riamente estas, atftm, sem talaieta eiusrtem lio
8;994:780#000 tuntas fetUs por alguem ao Sr. Jos Luir de pode haverconcoTdii
Saaca, por este Diario, de 10 do prximo pas- A concordia i
8>rP-____ i^^ 'Dt n** Irevas; opera prodigios, e abre
nW Venas na oitava pMMi; quero diaor : no senda para todos os raemorauMotos.
2,8U:3l||S07 ,i*B*iodo do seu compMi isjiizel-, aicassa Estas poncas palanas bastan par aser sentir
sonsa de nalogo com o que por ah corre, acerca que, sem tolerancia, justica, oooocoria. neaboma
| a preemsada tndwidualidade do seu briMiz ami- poltica, nennu pariide pode cabalmente satlsfazer
Igo; is quando V. S. diz, com todo arreganho sua mlsso ; neahuma sociedade pode desempega-
daraente marchar no caminho do progresso.
_Ns, pois, os-Brasileiros, que temosos espirito?
tao agitados por nma freneiica e infundada exa
O guarda livros,
Ignaci Nunes Correa.
4,02t:788f?t32 de um aeloso secretario de privada, que; roubar e
' roubar fes c urna virtude para ot vemeos e tra-
' tan tes t
51:7664756 Bofe; nonca V. S. andn com mais acert, nem
se mostrou ant'a expectativa pnblica com mais
i pan faz'T, "Ti lo breves traeos, a
gerago poltica, por odios, prevengdes, e rivalida-
des, que se apadrinham e cohonestan!
goaode coragae e as aQiaidisa das ideas se con-
servem as masmas que semjre foram.
De Indo o qoetenno dito i manifest que, co-
mo eltao e leal soldado das eiras liberaes, eu
aceito a situago presente ; mas, sem os odios e
caprichos quo por ventora a possam agitar: nes-
: se terreno que en desejo manler-me, com os bra-
cos abortos para todos que fonram alistarse as
bandeiras do progresso ; armado de tolerancia e
respeito para aqnelles que divercirem de mim ;
reconhecido e benevolente para todos os que me
'
Pede-se alengo aos jurisconsultos.
Temos, infelizmente, em nosso fro commercial
arestos que Armara a seguinte doulrina :t que
o commereiante que fechou o seu eslabelecimento,
cessando os seus pagamentos, j nao pode mais ser
declarado fallido. >
O Cdigo Commercial diz : arL 797. Todo o
commereiante que cessa os seus pagamentos, enten-
de-se quebrado ou fallido.
Portanlo, quem nao fr commereiante nao pode
quebrar ou fallir.
Assim, Pedro, que fechei oteu eslabelecimento
e deixoi) de commerciar, est ao abrigo da fallen-
ca, anda que tivesse eessado os seus pagamentos;
porque, nao commereiante.
1 ftlho degenerado 8'um molafo captivo, que foi do
j Rio de Janeiro, para a villa de -Atorara, junte-lhe o
retrato dessa persoaagem e em torno delle. um
gruposioho ae innocentes orphlos e viuva do Qoa-
do M. J. S. banhados em lagrimas, amaldigoando o
espoliador de seus bens, que ssim, ter V. S. pres-
tado um grande servico as galeras nolaveis do
mundo caridoso.
Dessa enterneoedora estampa resultar, por sem
duvida, urna gloria para a pobre mai desse fllho
renegado, qne vive, coitada, esmolando o vergonho-
so pao da candado pelas ras d'A*urra, villa do
Conde e Povoa do Varzim, quando souber que esse
fllho que ella urna vez amaldicoou pele estado de
abandono e penuria em que a deixou, vai.por agora,
com a censuras dos homens, recebeado o justo cas-
ligo dos seus crimes. e mais tarde, ser elle severa,
mente, punido pela justica divina, que sabervellar
constante sobre a cabega desse verdader*tratanle-
reflnado vehaco e reconhecido usurpador dos bens
Exlranho modo de entender e appliear a
Pois assim, ^ se entendido e ju, I ** $ff *fi% ^35!
gado no illuslrado furo desla cidade, no mel de
tanta luz que resplandece d'eoire mvriados de
doutores, adyogados e legislas I
A fallencia s se pode abrir aquello, que est
comraerctando :lendo fechado o seu eslabeleci-
mento, e deixando a proflsso do commercio,
adeus luzes que se apagaram as candeias....
Porque o Cdigo diz : enlende-se fallido o com-
HerriatUe, que cessa os seus pagamentos.
Logo, quem nao actualmente commereiante,
nao se entende fallido.
... Que porta franca para os bancaroteiros
fraudulentos t
Segundo o Cdigo, a fallencia d-se no instante
a em que acontece a cessaco de pagamentos por
ensolvencia ; e smente debaixo desla cond>co se
verifica.
Para quebrar ou fallir, preciso :!.* ser com-
mereiante :2. ter cessada os seus pagamentos :
ninguem o contesta.
Mas, quando se requer em Joizo a fallencia de
surrupio -do sitio das Larangeiras.
Creio ter respondido cabalmente a sua primeira
missiva, aguardndome para responder a segunda,
terceira, ou quarta, para o que j tenbo de antemao
preparados alguns apontamentosinhos, que faro
saltar de contente aquella hornera que lem a cabe-
ga nesla povoagSo, a barriga na ra tortuosa e os ps
na cadeia aonde elle grangeou umlornopelos
seus principios deprobtdade e honradez.
Ao revoir.
Recife, 3 de abril de 186o.
O Vanista.
CORRESPONDENCIAS
Srs. Redactores. Em nossa correspondencia
do Io de abril, em resposta pergunia anonyma,
promeltemos apresentar os documentos comproba
qualquer commereiante, o que se pede, que ella lori1fs de Q.ue >s ceriides do Sr. Raymundo da Sil-
seu cntralo de sociedade : Registre-se e publ
que-se.
No de Vctor Grandln, pedindo o registro de um
papel de arrendaraenlo que aprsente : Regis-
tre-se.
No de Guilherme da Silva Guimares, pedindo o
registro de duas precuragocs que aprsenla :Re-
gistrem-se.
No de Joao Qairino de Aguilar & C, pedindo
tambem o registro daprocurago que aprsenla :
Begistre-se.
Consultando o offlcial-maior da secretaria se o
oflicio de corretor geral da praga de Macei, coja
patente vai ser concedida a Joo Esteves Alves,
est sugeito ao imposto annuo de 400J0G0, e neste
caso donde deve ser pago ou se o mesmo est com-
prerndido na disposicao do aviso do ministerio da gader
azenda de 3 de Janeiro de 1864 ; resolveu o tribu-1
Appellante, o julzo ; appellado, Joo Baplistados
Santos.
Appellante, o juizo ; appellado, Braz Gomes da
Silveira.
Appellante, Jos Sancho Bezerra Cavalcanl; ap-
pellada, a justica.
nal que se consulte a respeito ao inspector da ihe
sonraria de fazenda.
Com informagao do Sr. desembargador fiscal :
No requerimento de Olympio Gongalves Rosa,
pedindo o registro do distraiode sua sociedade com
Antonio Ferreira da Cunha :Registre-se e publi-
que-se.
No de Henriqu de Oliveira Soares e Joaquim
Francisco da Silva Azevedo, pedindo o registro do
.-'ii contrato de sociedade sob a Arma de Henriqu
No do corrector geral Antonio Bolelhe Pinto de
Mesquita Jnior, em que pede prorogago de licen-
ca por seis mezes, continnandoseu preposto a subs-
titu lo em seu impedimento .Como requer.
Sendo presente a defeza produzida em favor do
administrador do trapiche Pelounnbo, enjoadvo
gado apresentou procurago, foiamesma defeza
mandada juntar aos respectivos autos, e <"" vista ao Sr. desembargador &>oi.
Sendo conclusos us autos de rehabililacao de Jo-
s Amonio Moreira Das, tiveram o seguinte des-
pacho :Satisfaga o parecer fiscal.
Nada mais havendo a tratar, o Exm. Sr. presi-
dente encerrou a sessao as onze horas eum quarto
da manhaa.
SESSAO JUDlUARlA EM 3 DE ABRIL
DE 186o.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
ANSELMO FRANCISCO PEBETTI.
Secretario, Julio Guimares.
As onze horas e meia da manhaa o Exm. Sr.
presidente abri a sessao, estando reunidos os se-
nhores desembargadores Caetano Santiago, Res e
Silva, Silva Guimares, Acci&li e Barros Vascon-
celos, e os senhores deputados Rosa, Lemos, Can-
dido Alcoforado, Basto e Miranda Leal.
Lida, foi approvada a acta da esso antece-
dente.
O Sr. desembargador Caetano Jos da Silva San-
tiago apresentou-se neste tribunal dizendo haver
sido designado pelo Exm. conselbeiro presidente da
relago para rever os embargos que penden) da
appellagao entre parles, appellantes D. Josepha Jus-
tina de Jess Gongalves e outros, appellados Isaac
Curio 4 C E sendo-lhe apresentados ditos autos,
o raesmoSr. desembargador jnrou suspeicao porque
o Sr. desembargador Silva Guimares funecionou
como juiz no primeiro julgamento : e o Exm. Sr.
presidente officlou de nove ao dito Exm. conselhei-
ro reqoisitando a desigoacSo de outro juiz.
Foi lidoo aviso de 10 de margo do correte an-
no expedido pelo ministerio da justica, sol vendo do
seguinte modo a consulta que Ihe dirigi o Exm.
Sr. presidente deste tribunal a 4 de julho do anno
prximo passado : que ha sido curial o seu proce-
dmenlo de mandar cumprir os provimentos dos
solicitadores do (oro commercial expedidos pelo
presidente da relagao, e abusiva a pratica contra-
ria por estar em desaccordo eom a doutrina do
aviso n. 148 de 11 de junho de 1855.
JL'LGAMENTOS.
Appellante, Francisco Jos da Costa Barros; ap-
pellados, os administradores da massa fallida de
Pacheco & Mendes.
Adiado na ultima sessao
Foi confirmada a sentenga appellada.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Amorrm, Fragoso, Santos & C.; appellado,
o bacharel Manoel Gentil da Costa Alves.
Adiado o jnlgaraenlo a pedido de tira dos senho-
res deputados.
Appellante, Virginio Barbosa da Silva ; appella-
dos, Cardozo & Souza.
Adiado as sessdes de 27 e 30 prxima pretrita
Ordenou-se nma diligencia com o voto do Exm'
Sr. presidente.
Appellantes, Candido Moreira da Costa e ontros;
appellado, Joaquim Monteiro Guedes Gondira.
Adiado na sesso anterior.
Adiou-se de novo a pedido de outro Sr. depu-
Appellagoes elveis.
Appellante, Manoel Elias de Moura; appellado,
Joaquim Francisco Cavalcanli de Albuquerque.
Appellante, a fazenda; appellado, Joo Francisco
do Reg Maia.
Appellante, a irmandade de S. Jos da Agona :
appellados, esherdeiros de'Anionio Pereira de Aze-
vedo.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. desembar-
Gitirana
A appellaco civel.
Appellante, Joaquim Jos Ferreira da Costa lle-
bimba ; appellado, Raphael Fernandos Porto.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Lourengo Santiago
A appellaco crime.
Appellante, o juizo; appellado, Silvino, es-
cravo.
A appellagao civel.
Appellante, o cnsul porluguez; appellada, D.
Aona Lopes dos Reis. i
Do Sr. desembargador Almeida e Albuquerque ao
Sr desembargador Assis
A appellaco crime.
Appellante, Lourengo Justiniano Pereira dos San-
tos ; appellado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Doria
A appellaco civel.
Annetiaoco, os herdeiros de Bernardo Antonio
ue Miranda ; appellados, Joaquim Jos de Miranda
e outros.
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarga-
dor Gitirana
A appellagao civel.
Appellante, Mathias Lopes da Costa Maia ; ap-
pellada, D. Maria de Jess Cordeiro.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Guerra
As appellagoes civeis.
Appellante, Jacintho Luz da Silva ; appellado,
Manoel Pereira da Costa.
Appellante, Joaquim Ignacio da Silva Guiarle ;
appellados, Sampaio e Silva & C
Do Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Barros Vasconcellos
As appellagoes crimes.
Appellante, o juizo appellado, Manoel Correia
Lima.
Appellante, ojuizo ; appellado, Luiz Gonzagade
Senna.
Appellante, Jos Gomes de Oliveira Jnior ; ap-
pellada, ajusltga.
Appellante, o juizo ; appellado, Antonio Fran-
cisco Maia.
A appellagao civel.
Appellantes, a parda Cordilla e seus ilhos; ap-
pellado, Jos Vicente Ferreira de Freitas.
Do Sr. desembargador Vasconcellos ao Sr. des-
embargador Caetano Santiago
A appellagao civel.
Appellante, o Dr. Jos Angelo Marcio da Silva ;
appellado, e juizo.
A' 1 hora encefeu-je a sesso.
va Maia, thesoureiro das obras publieas, nao eram
exactas : ahi vo as certiddes dos mesmos docu-
mentos extrabidas dos originaes, archivadas na
thesourana provincial, faltando dous documentos
de forneclmentos de pedras que sanio acharam. O
publico que julgue quem fallou verdade.
Feliciano Rodrigues da Silva.
Illra. Sr. inspector da thesourana provincial.
Feliciano Rodrigues da Silva precisa a bem de seu
direito, que V. S., mandando rever os documentos
originaes comprobatorios das despezas, pagas pelo
thesoureiro da reparlica das obras publicas, Irte
d por certido o seguinte : Primeiro, quantos do-
no o comentos existem de despezas pagas com as obras
de empedramentos encampados na estrada da Vic-
toria no anno de 1861, declarando se esses docu-
mentos sao de ferias oq de fornecimento de mate-
riaes; soas quantias, dalas, e nomes dos credores
desses materiaes; segundo, se no titulo ou desig-
nago da obra, a que eiles se referen), tratam do
empedramento de 1067 bragas encampadas a Joo
Hyppolito de Meira Lima, ou do empedramento en
deslocar-se para produzir o effeto lre os. narcos de 6000 a 8000 bragas, encampado a
Antonio Malaquias de Macedo Lima; terceiro, se
seja declarada. A declaragao de nm fado suppoe a
sua preexistencia.
Fuo era commereiante ; cessou os sens paga-
mentos ; fechou a luja ;falli. Eis abi o laclo
debaixo de todas as suas condgoes legaes.
Trata-se de declralo ;dizem ento os magis-
trados :Fuao depois que falli deiiou de ser
i commereiante ? Sim. Logo nao falli.
A fallencia ou a cessaco de pagamentos deu-se,
i quando Fuo era commereiante,-clamam as par-
tes, embora hoje nao o seja ; isto nada importa.
Nemo ex suo delicio meliorem suom conditionem
i facer potest.
Nao,dizem os magistrados, fallido
commereiante que cessa os seus pagamentos, mas
o que nos declaramos como tal.
Sim; porque substitus a iei pelo arbitrario. A
le estabelece o que a v* incumbe declarar.
Se cessago de pagamentos se junta o acto de
fechar-se o eslabelecimento, a insolvabilidade esta'
manifesta e evidente. Como, pois, esta eircums-
tancia que assigaala completamente o estado de
fallencia, pode
de impedi-lo ?
Ninguem pode escapar a Iei sobre o fallido, sen-
do, ou lendo sido commereiante quando a fallencia
se operou ;porque antes de em tal hyptthese al-
guem deixar de commerciar fechando o eslabele-
cimento, est o motivo por que o faz.
Esse motivo nao outro seno a propria fal-
lencia.
Pois bem; ltimamente proferto-se o seguinte
julgamento: "*JIL
c Veriticando-se dos autos que o'Joatlfnwlo Fuao
nao commereiante, pois que desde 1832 fechou
esses documentos estao revestidos d todas as as
signaturas legaes, isio do director, engenheiro,
agente pagador, e do thesoureiro Raymundo da Sil-
va Maia : o que pede a V. S. se digne deferir-lhe.
Espera receber merc. Recife, 3 de abril de 1865.
Feliciano Rodrigues da Silva.
Certifique. Thesouraria provincial de Pernam-
buco, 3 de abril de 1865.-Silva.
Em cumprimento do despacho supra, certifico
que, revendo os documentos de despezas pagas pe-
lo thesoureiro das obras publicas, Raymundo da
- com Princi
cas poimco, aaswndo uotcamente de interesaos ,,,.nrtarAm choin a n,P,
verdadera apologa do sea desgracadlssimo pessoaes, de amb.gSes immoderadas, insac.aveis e SnfosS oanhe ro VSrJl ^ P
amiB I exclusivistas: nos, qne temo* verdadeira sede e fo- com.os,comPanne'">!' oa adversidade.
Para V. S. enrequecer,-em brochuf-, a his- (me de justica, devramosi maistalmclc,S Jt N teDh C,umes nem Invej0 a for,unir lheia
toria dessiseu compatriota; objecto constante dos u
seus disvellos e solicitudes, typo apardavascado e
nella temar todos os conselbos e inspiraces da v7da
desdo o bergo al ao tmulo.
S assim poderemos aproveitar os grandes e ii
vejados recarsos, com que to prdigamente nos
brindou a natureza, e que jaxem, com pasmo dos
mais povos, e para vergonha e descrdito nosso, de
todo en) todo desprezados.
S assim poderemos tirar partido das crises e
revolugoes, que ali quando apparecem em outros
paizes as quies tem sido quasl que de todo perdi-
das para nos, apezar da Iei providencial que quer
que o mal, que vem ao mundo, nao seja era damno
da humanidade, mas se converta em beneficios e
meliioramenlos para a parte mais carecedoraem
instrumento de progresso e aperfeigoamenlo geral.
Quanlo nao teriamos nos apreveitado da ultima
crise alimenticia e da situaco penivel da Irlanda,
donde urna emigrago espantosa tem corrido para
mitras trras, sem absolutamente lembrar-se de
nos, que estamos defiohando a falta de bracos ?
De que poderoso auxilio nos nao feria sido a de-
sastrosa lua da Unio Americana, seoutras foram
as nossas circnmslancias, e particularmente outro
o estado de nossa lavoura 7
Que va.nlagens inmensas nao poderiaraos collier
das condigdes polticas e sociaesd'aquetles e de ou-
tros povos, se o nossa governo, |menos tortorado
pela necessidade, alias creada e mantida por elle,
de dar todo o seu lempo ao ingrato, infecundo, e !
desastroso irabalho de formar mawrias artifictaes,
tivesse se quer urna pequea folga para dedicar-se
anles, reconhecendo-me inferior em talentos e re-
cursos outros vultos, applaudo a preponderancia
que tem nos negocios pblicos, se a estes do a
raelhor direego.
Nao crearei, piis dificuldades a' ordem estabe-
lecida, antes desejo sinceramente cooperar para
sua consolidagao e melhoramento, como meio do
melhorar a sorie de todos os Brasileiros, realisan-
do as promessas de nossa sabia constituigao e o
reinado da tolerancia, justica, liberdade e igual-
dade.
Nao duvido da inteira confianga.dos raeus anii-
ges amigos ; mas julgo de meu dever, tornar-lhes
tao transparente o meu pensamento, que elles e to-
dos, possam lr na mmna alma, e bem preciar
suas disposigoes.
Julgo ter satisfeito este intento.
Caxias, 14 de agosto de 1864.
A. Borgts L Castello Branca.
in ii m ii u
ni ni i
CANTOS
RECITOnOS NO ARSENAL DE MARINEA PELOS ALfMNOS
DO GYMNASIO BAHIANO, POR OCCAIIAO DO EMBARQUE
DOS VOLUNTARIOS DA PAT11U, 17 DO COUSENTE.
o seu esianelecimeato bancario, e nao conste que Silva Mala> no anno Ae *&k ^e"^s conste, quanto
se tenha posteriormente dado a qualquer outro
genero de negocio, julgo improcedente a justifi-
cago, e assim incabivel a abertura de fallencia
requerida pelo justificante, que pagar as custas. >
Eslava provado, que o sujeito fallir ou cessra
os seus pagamentos, (que o que constitoe a fal-
lencia c nao a declaragao do juiz) quando tioha es-
labelecimento bancario.
Como, porm, fecbasse o mesmo eslabelecimento
por fallencia ; dlsse o julz,[no falli, pois que no
commereiante.
Leiam-se agora os seguintes pareceres a respei-
to da questo :
PROPOSTA
ao primeiro quesito, que existem cinco documentos
de despezas de ferias, sendo um da quantia de
10,3000, despezas miudas pagas em 30 de abril de
1861, outro de ferias de operarios da quantia de
156\>800, do Io a 30 de abril do mesmo anno : ou-
tro dito da quantia de 231^680, do i a 15 de maio
do mesmo anno : outro da quantia de 101,5120, de
16 a 20 de maio do mesmo anno: e outro, final-
mente, da quantia de 109*280, de 21 de maio a 7
de Junho do mesmo anno. Na mesma conformidade
existem quatro documentos de fornecimentos de
materiaes, sendo um da quantia de 28*080 de tr-
ramente comprada Antonio dos Santos Freir, em
II de maio de 1861: outro de pedras da quantia
que fechou o sen estabelec-! e 472*OO0, fornecida por Francisco de Panla
is annos, pode ser declarado fallido a; Buar i de um credor que aprsenla ifto' F0 da O commereiante
ment hadou
requerimento _.
vencido e nao pago ao tempo em que elle exercia Ilmo Carneiro de Lacerda, na mesma data
a proflsso de commereiante e justifica a sua in-
solvencia ?
RESPOSTA
O espago de dous annos decorrido depois que o
commereiante fechou o seo estabeleclmento, nao Cas> encaPado por Antonio Malaquias de Meira Li-
a sua fallencia, se para ma i qoa"'lao terceiro, finalmente, lodos os docu-
. e ou-
tro, finalmente, da quantia de 80*000, fornecida
por Bernardino Ferreira da Cruz na mesma data.
Quanto ao segundo, os documentos tratam do em-
pedramento entre es marcos de seis a oto mil bra-
Caixa filial do banco do Brasil em Per-
ita mbnco
BALANCETE EM 31 BE MARQO DE 1865.
ACTIVO.
Letras descontadas. *
Com duas asigna-
turas residentes
no lugar do des-
cont....... 732:851*767
Com urna s dita
dito....... 7:215*000 840:066*767
Letras caucionadas.
Por ouro, prata e
ttulos commer-
ciaes........
Por outros ttulos.
14:861*060
tado.
Appellante, Jos Guilherme Guimares ; appel-
lada, D. Mana Venancia de Abreu Lima Bastos.
Adiou-se o Julgamento a requerimento de um
dos senhores deputados.
Appellaote, Jos Duarte das Neves; appellado,
Jos Bapsta da Fonseca Jnior.
Adiado a pedido de um dos Srs. deputados.
AGGBAVO UtrERPOSTO DO J1Z0 ESPECIAL DO
COMMERCIO.
Aggravantes, Jos Virissimo dos Aojos e o padre
Juven*1> Virissimo dos Anjos; a|gravados, Morei-
ra 4 Doaric.
O Exm. Sr. pedente negou provimento.
AGGRAVO DE mSTEMf.5:TO WTBBPOSTO DO JUIZO MC-
NtpiPAL E CQMMEB^W DE IPOJCCA.
Aggravante, Joo Pinte ,de eraos Jnior ; ag-
gravado, Francisco Antonio de Olive?*.
Letras a receber.
Saldo desla conta.
Contas correntes.
Saldo desta conta.
Diversos.
Saldo de varias con
tas........
Caixa.
Pelos seguintes va-
lores:
Em raoeda de ou-
ro de 22 quila-
tes,...... 2,238:050*000
Em notas do the-
souro dos valo-
res de 10*000 e
superiores,'...
Em notas menores
de 10*000.....
Em moeda de tro-
co .... ... .
Em notas da pro-
pria caixa.. .
14:861*060
6,526:962*007
761:433*560
6,138:889*482
obsta a que seja aberta
isso derem-se as condigSes legaes, pois nao se cha
estebelecida no Cdigo Commercial essa especie de
prescripgo.
Enlendo, porm, que com quanto a fallencia
possa ser declarada a requerimento de algum cre-
dor,art. 807 do Cdigo Commercial, todava
misler que o devedor tenha faltado a mais de nm
pagamento, em vista da disposicao do art. 797 que
considera fallido o commereiante que tem eessado
os seus pagamentos. Esta disposigo entrando na
classe das penaos, deve ser entendida strict jurts.
Sub censura.
Recite 3 de abril de 1863.
Dr. A. J. de Mortes Silva.
* Se a cessago de pagamentos se deu em tempo
em que o commereiante tlnha ainda o estabelec*
ment, pouco importa para o caso o ter elle deixa-
do de commerciar ba dous annos ; pde-se-lhe
abrir a fallencia. Se, porm, a cessago de paga-
mentos se verificou em tempo em que elle j tmha I ''ikwn -
deixado de commerciar, ento nao se Ihe pode: -
abrir a fallencia, porque esta s se abre a com-
mereiante que cessa os sens pagamentos, e nao
urna pessoa que, havendo sido commereiante, ces-
sou seus pagamentos quando j o nao era.
Como" pois, a proposta diz que a cessago de pa-
gamentos se deu quando o devedor era commer-
eiante, nao pode haver duvida de qne a fallencia
pode ser aberta agora, embora j o devedor nao
seja commereiante.
E' o meu parecer que snjeito censura.
Recife, 3 de abril de 1865.
Dr. Joaquim Jos de Campos.
mentos estao revestidos de todas as assignaturas
legaes, isto do director, engenheiro, agente pa-
gador a do thesoureiro.
E' o que consta dos referidos documentos aos
quaes rae reporto, e para constar passei o presente.
Cartorio da thesouraria provincial de Pernam-
(.bucu, 3 de abril de 186o. O carlorario Antonio
Jos Duarte.
Srs. redactores do Diario de Pcrnambuco.Saina-
do hontem na Revista Semanal, do 1 do actnal, os
i pregos dos gneros viudos a este mercado, e ven-
; do notado algodao de 11* a 18*500, julguei ser er-
> re de impressao, e por esta razo esperava que bo-
je fosse rectificado tal engao, porm como assim
. nao tenha succedldo, espero que Vv. Ss. tero a
bondade-de o fazer; asseverando a Vv. Ss. que o
, prego geral do mercado foi de 14*, havendo so-
i alguma yenda de qualidade escoibida a
e vinte saccas especiaes a
14*300 e nunca o mencionado prego de 18*300 :
de cujo favor Ihe ficar summamente agradecido
Um dos recebedores de algodao.
Recife, 4 de abril de 1865.
PUBLIGACQES A PEDIDO
i. a r_u
18:910*000
29:237*000
*915
705:220*000 3,011:417*919
1 Passivo.
Banco do Brasil conta do capital.
17,293:630*793
Ao ponugnez.
Moncher Li, com as palpeleras humedecidas
pelas lagrimas da mais estrepitosa gargalhada, a
furiosa e tremebunda catilinaria, que V. S. fez
estampar as columnas deste Diario, em resposta
a censura por mim feta aos seus pessimos e ordi-
narios sentimentos.
Depois de ler essa sua misturada de grellos,
foi-me preciso ler ainda, para entender bem o sen-
tido das snas arengas, e d'ahi, procurar caminbo
certo para nma resposta breve.
Tornei a ler; dei trates a irnaginacao, Gz mo-
ver-se nos gonsos o porlao grande do intellecto, dei
entrada franca ao vulto gigante das suas asneras
e parvoices, e, apesr desse grave sacrificio, nao
me foi possivel acommoda-lo na ultima camarinha
do bom senso.
Ainda assim, procurando traduzir os beiros com
qne V. S. se fez annunciar, e advinbar a razo dos
seos formidaveis couces, vim finalmente a conhecer
a necessidade qne V. S. gente de alimentos proprtos
para o substanciar e fortalecer.
Seria portante, de micha parte, um indicio mani-
fest de mu carcter, se deixasse V. S, morrer a
forae, quando destas feriis copinas da Yarzea, Ihe
posso remetter tanto ca... quanto Iba seja preciso
para sea sustent e ali raed tago.
O que lamento porm, que V. S. desconbecen-
Pl.tl'HV.
Aos meus patricios da provincia do Piauhy.
Aspirando a honra de ser contemplado na lista tri-
plico que nossa provincia tem de votar para o pre-
enchimento da vaga, que no senado deixon o con-
selheiro Joaquim Francisco Vianna, do meu de
ver solicitar o valioso e efflcaz apoio de meus pa-
tricios.
E pois, me aprsenlo elles com os mesmos sen-
timentos e principios, que sempre me conheceram;
corrigidos por urna maiqr experiencia e estudo ;
modificados pelos progressos da sociedade e do es-
pirito publico ; o moderados pela ealma que a Ida-
de imprime s paixoes.
seriamente, como sem duvida deseja, ao estudo dos
interesses pblicos ?
Uro s fddo asss eioquenle para mostrar co-
mo corrern entre nos as cousas, e como se pensa
na Europa a nosso respeito.
Centenas de individuos l morrem de fome, ou
se acham langados de improviso .na mais horro-
rosa miseria por falta de algodao : o prego deste
sobe um algarismo fabuloso ; os governos, os ca-
pitalistas, os industriosos, todos em sarama, reco-
nbecem a urgentissima necessidade de animar e
desenvolver sua produegao, nao s para curar o
mal presente, auferindo incalculaveis lucros; se
nao para evitar sua reproduegao, sempre possivel
em quanlo um s paiz, que tem sido al agora a
Unio Americana, for o foraecedor quasi exclusivo
de lo precioso genero. Grandes emprezas se for-
maran), importantes medidas se adoptaran! ; mas
nesses clculos nao entrou o Brasil. No entretan-
to todos o reconhecem destinado pela natureza, e
sem rival, para esta cultura, e nico paiz onde a
produegao do algodao pode tomar proporges to
grandiosas que preserve o mundo de urna nova
crise quando por qualquer eventualidade a Ame-
rica Ingleza nao leve seus productos aos merca-
dos europeos.
Nao para, porm, aqui a nossa mesquinha es-
trella : o nosso governo, apezar de tantos estmu-
los, de tantos exemplos, e da agitago geral, dei-
xou-se ficar na inaccao, e nao me consta que desse
urna s providencia para melhorar o estado da la-
voura, para augmentar a produegao de um genero,
que, se rei, oomo o qualiflca um distinelo escrip-
tor, deve rei fazer o sea maior productor.
Muito longe me levara a flliacao das ideas em
assumpto lo importante : forga pois, interrom-
pe-Jas ; e o farei, vollando ao symbolo principal de
minha fe poltica.
Sendo elletolerancia, justiga, e concordia, eu
continuarei a defende-lo sempre com todas as de-
bis torgas da minha alma : eu as empenharei to-
das para o seu iriumpho e predominio : eu me
comprometi solemnemente a respeita-lo, e a ob-
serva lo, tanto qnanto me permittirera as minhas
fraqnezas \ e, por amor d'elle, a immolar no altar
da patria, sempre que isso Ihe aproveitar, todas as
minhas prevengSes, divergencias, e odios, se al-
gnns tenlio.
Eis o fundo do meu pensamento, e a disposigo
do meu coracao, no qnal nenhum sentimento e
mais enrgico do que o amor do meu paiz, nenhum
pesar to doloroso como o de nao ler bastantes ta-
lentos e illustrago para o bem servir.
N'uma poca em que as palavras nao sao urna
manisfestago verdadeira do que temos n'alraa, mas
anuloso meio desfarga-lo, de Iludir, 'e de chegar
fins determinados pela lisonja e falsa f ; eu ouso
lodavia esperar que se nao duvide da sinceridade
das minhas.
Fallo aos Piauhyenses qne me devem conhecer,
sendo que entre elles tenbo passado quasi toda a
minha vida, que j conta 48 annos feilos ; e lison-
jeo-me com a doce crenga de qne sempre me terao
achado leal, sincero e delicado, at mesmo em cir-
cumstancias bem defficels, em que interesses e
cooselhos outra conducta me impunham.
Espero, pois.qae os meus patricios, tomaodo era
considerago smente o que eu son; guiando-se
pura e simplesmente pelo jnzo que de mim pos-
sam formar, e pelas sympalbias e benevolencia,
que por ventara Ihes mereca; se dignem dar-me es
seus votos, e empregar ses esforgos para qne mi-
nha candidatura triumphe. Isso dupplicara pro-
funda gratido, que j Ihes tributo, pelas inequvo-
cas provas de estima com que por diversas vezes
rae tem honrado ; e ser mais um estimulo, qne
me dar novas torgas para fevorosamente dedicar-
me ao seu servigo, e ao do paiz, que alias nunca
abandonarei, embora contraria seja a sentenga das
urnas.
Caxias, 11 de agosto de 1864.
Antonia Borges Leal Castello Branca.
Aos meus antigos amigos de Piauby.-*- Apresen-
tando-rae candidato a um assento no sena do, diri.
jo-me por circulares todos os Piauhyenses, que
tomam ou podem lomar urna parte mais efflcaz nos
negocios pblicos : nao sei se terei involuntarias
mente esquecido algum.
O meu desejo de guardar esta attengao para
com todos, pois que :
Aos meus antigos amigos devo a maior gratido
pela firmeza e lealdado com que sempre, e at em
occasies difficeis, me tem acompanhado ; e nao
rae possivel esquecer a communho as vistas,
nds interesses, nos esforgos e as (utas, que crea-
ran) entre nos lagos, que reputo sagrados.
Aos alliados devo o prazer, que sinto, de nos
veimos as mesmas fileiras : o reconbeciment
dos servigos que ah tem prestado, e do franco
apoio com que me consta tem honrado minha can-
didatura
A' muitos dos conservadores da provincia me
prendem amigas relagoes de amisade ou de bene-
volencia, e as sinceras sympathias que, tambem
sei, Ihes inspira a minha causa, ou a minha
pessa.
A muitos outros preciso demonstrar nesta occa-
sio solemne, e por um acto publico, a minba co-
herencia de sentimentos ; a sinceridade de mi-
nhas coovicgSes, qnando ejn 1856 eu pugnava pe-
la concihaeo, e as disposigSes tolerantes e harmo-
nisadoras do meu espirito, que nao esquecendo a
historia, nao guarda todava odios, e quer esque-
cer resenlimentos.
Em 1856 elles podiam suppor que smente a
necessidade de seu anpio me_ diriga : hoje reco
Ide, oravos lidadores,
Calcar de afames traidores
A levantada cerviz ;
Ide aos campos da victoria
Dar mais lustre a nossa historia,
Dar mais gloria ao Paiz.
Quando a conertia^o se proclamou como ban- nhecero o contrario, pois tao manifest e o pre-
deira de urna situago, eu a abracei cordeal e sin- nunciamenlo dos progressistas meu favor, e tao
ceramente, por que a harmona dos Brasileiros seguro o seu trlampho, que ninguem pode a'credi-
sempre foi um dos mais fervorosos votos do meu tar que eu precise dos votes conservadores para
corago. entrar na lista trplice.
Essa bandelra rasgon-se, eeufuiumdos eren- Esses votos sem duvida me hQwarao, e unidos
tes sacrificados : nao me irrltei, porm : nao. ab- aos dos meus amigos polticos, podero dar-me um
jurei, e, ainda hoje, a tolerancia, justiga, e concor- lugar mais distihcio na lisia: eu pois os deseio
dia me parecera a base mais solida da s poltica, mas, esse desejo dominado por outro mais forte
ea primeira necessidade da sociedade, o do Iriumpho dos meas amigos progressistas por
Pala tolerancia os homens se supportam, se por- toda a parte onde legtimamente o possam ter
mitlem mutuamente aquillo que cada qual quer Se eu estivera na provincia, agitado pelas oai-
para si : a indulgencia nos erros", a liberdade e be- xoes e interesses que nella se debatem irritado
nevolente franqueza as opinioes, as acgffes Inof- por aggresses, involvdo no turbilho que
fensivas, e no ejercicio de todos os direilos.
A justica reconhece esses direitos ; proejam, e
garante imparcial e Igualmente a lodos o seu uso,
reprimindo do mesmo modo os abusos, e assim fir-
mando a ordem e a paz pela exacta observancia da
le.
ou menos, arrasta todos os homens; lalvea
mais
fura actualmente miaba conduela" mas, "luiente
della, e das lulas muitos anuos, oceupado com a
confemplagao dos mil e variados progressos da ve-
Iha Europa ; sem tempo, por conseguate, para
recordar offeasas e injustas hostilidades, e s me
Sim ; mostrai ao mundo todo
Queao brasieiro denodo
Nenbnma torca destre ;
Qu', pela Patria otorgado
Cada Bahiano-om soldado,
Cada soldadoum here
Nao vacillou-se um minuto:
Cada qnal paga o tributo
Que exige um santo dever;
E, neste augusto momento,
Nao ha mais qne um pensamento :
Ou triumphar ou morrer f >
Oh I ditosa a Magestade
Que, onida co'a liberdade,
Contla em sua Nago I
E p'ra punir insolentes
Tem soldados to valentes,
Soldadoscomo estes sao I
Part; e leva gravado
Dentro do peito inflammado
Da Patria o sagrado amor.
Part, qne a victoria certa 1...
Quando am povo assim despena,
Despena voz do Senhor I
Ante o sangue l vertido,
To precioso e querido
De nossos bravos irmios,
Entre o furor da peleja
Quera vinga-lo nao deseja ?
Quem pode crusar as mos ?
Mas se em parte foi vingado
Esse sangae derramado
Da Patria peto tropho,
(Oh embora a face esconda)
Paysand que responpa...
Responda Mentevido I
Novo theatro de guerra
P'r'os filhos de nossa trra
L s'abre em novo torrito.
Nao se acobarda o que forte :
Se querem lata de morte
Na l uta a morte acharan (
Para o Leo do Cruzeiro,
To nobre, tao sobranceiro,
Que nunca cabio nem cabe.
Qa'lmporta o rugir da fera,
Qne sobre escravos Impera
Dos covis do Paraguay ?!
Ide, bravos lidadores,
Calcar de infames traidores
A levantada cerviz;
Ide aos campos da victoria
Dar mais lustre a uossa historia,
Dar mais glorias ao paiz.
Manoel Pedro Rezenit Jnior,.
Dizer n'esta despedida
O seu adeus fraternal,
Vem a phalange das letras
A' phalange marcial.
Ardente de patriotismo,
Espelhada no civismo
Do seu sabio Director,
Do Gymnaslo a mocidade
Aqu, no altar da saudade,
Inceusa o patrio valor: -
ust valor de guerreiros,
Que, assim espontneos, vo
Apagar com o sangae a nodoa.
Que mancha o seu pavilho.
Que heroica e santa ernsada I
Pele Co abengoada,
A salvamento ella v
Florescer ao sol da gloria,
E consummar a victoria,
Comegada em Cu yaba I
Tenha esse Lpez nefando,
De tantos dellctos reo,
Sorte ptior do que teve
Aguirre em Montevideo.
Como all; tremule algada
Nessa Assampgo, depravada
Nossa bandeira gentil;
E fique sabendo o mundo
O que val Pedro Seguudo,
O que na guerra o Brasil.
Ao Paraguay, Voluntarios,
Eia, depressa ebegai 1
Ligo eterna, tremenda,
D'exterminio ao Paraguay I
Filhos de Sergipe bravos,
Meus intrpidos Zuavos,
Corre lide I cefrei I
Da inercia passado o somno ;
Gloria d'Amerlca ao Ihrooo 1
Renome a brasilia grei I
Ide s geragSes futuras,
Voluntarios, exemplar I
Nos meninos saberemos
Vosso legado guardar I
Viogue-se a patria offendida f
O que ante ella, a vida,
Meus nobres concldados?
Nada ; tudo a nossa trra.
Para salva-la na guerra
Sejamos todos irmios.
Joao Ferreira (Do Jornal da Baha.)
(
r .
Agua de Florida de Murray e
Lana a o.
Os perfumes compoem a parte potica, a verda-
deira poesa do toilet, e as senhoras de elegancia
e refinados gostos sao de ordinario mais on menos
fastidiosas e dffflculiosas de contentar, relativa-
mente a escolha destes artigos.
As bellas habitantes da Amertca do Sal, as quesr
sao perfoitas conhecedoras de taes objectos, teem
dado para mais de vinte anuos esta parte, nma
decessiva preferencia esta refrigerante e odor-
fera agua para o toucador. Ella tem sido manu-
facturada quasi que exclusivamente para o consu-


.** MH mo da Amrica Geo|ral,e joSul; aorm bem pou-
co lempo ha qae oeste paiz se fer a .discoberta da
su avantajada superioridade sobre 06 perfumes
de orna qualidade imperfaita e demasiadamente
oppressivos importados da Europa, era consecuen-
cia pols deste novo augmento em sen consumo, os
proprietanos estao empreando todos os neuses-
forcos aflm de satis(aelorfamnte supprirem ro
vasto pedido.
Alm de suas muitas virtudes, em qualidade de
um delicioso e vjvicanta perfume, ella iorna-se
quando misturada n'uma pouca d'agfta, urna ex-
cellente preparacao para a pelie ; assim como po-
de servir como urna admiravel lavagem para os
dentes e geogivas, deixaudo um agradavel a aro-
mtico clieiro aa bocea.
Vede que os nom.es de Marray e Latunan, se
achem devidaraente inscriptos soD cada envoltorio,
letreiro e at mesmo gravados no vidro das pro-
prias garrafas, e na falta ou ausencia dos mesaos
claro se torna falsidade da mesma.)
Vende-so as pbarmacias de Caors <& Barbosa
e J. C. Bravo & C.
Para e Illa). Sr. capito do porte
ver,
O abaixo assignado, morador na freguezia de
Maranguape, vera peranle o publico desta cidade,
patentear a injustica que soffra do capataz daquel-
la localidade Manoel Antonio Cavalcanti, que era
verdade se torna indigno de exercer um lugar de
conflanca: tendo a itlustrissima cmara muuicipal
do Recife, prohibido por posturas a concurrencia
dos atravessadores de peixe ao mercado, e semen-
t perroittido qof lies que s apresen tam matri-
culados pela capitana do porto, orna vez que mos-
treo) exercerem a proflsso de pescador; tem isso
dado lugar a que o dito capataz v preterindo ao
abaixo assignado, qne tem jangada de pescar, e os
deraais quesilos, e dando falsamente habilitago
aos seus lhos Alexandrlno dos Prazeres Albu-
querque e Joo Tiburcio de Souza, compadre do
mesmo capataz, sendo to escandalosa a protecgo
do primeiro, que at se servio de urna matricula
de terceiro, sendo publico qne nenlmm destes tem
pesqueira, no entretanto esto matriculados, sendo
os verdadeiros atravessadores. E' desta maneira
que a justlga exercida para serem (Iludidas as
boas intencdes da cmara municipal, pelo que cha-
mamos a altencao para quem eempelir, afim de que
sejam conhecidas as boas qualidades de tal senhor
capataz.
Recife, 2i de marca de 1865.
Jos Uaria da Costa Bandeira.
Qtaarregam na dia 5 de abril de 1865.
Escuna fienZampamercadela.
Patacho ingle*AW*agaz mals gneros par
fra.
Barca Bgleza-AssdWi-farinha de trigo.
Barca ingl naVa'-ybacalbo.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria nravia-
cial, em cumpnment da ordem do Eta.br. pre-
sidente da provincia de 16 do corrente, manda fa-
aaraubBeoque m dia i de abrtt prximo rinato*
na, peraMe a jaita da fczeada da mesma theaoo-
raria, se ka de arrematar a aueoa por menos flzer
Patacho hanoverianott'i'dor diversos gneros, as reparos de qoe precita a ponte do Rio Forraosa,
Brigue hanoverianoUopoido fajriuua de trigo, aervindn de basa a esta aj-remataba a quantia de
GaJeola boilandeza-fizaftiAcarvao e canes de 1600.
Circular n. 9.
! secgo.Ministro das negocios da fazenda.
Ra de Janeiro em 13 de kvttceira de 1865.
Car loa Garneiro d Campos, presidente do tribu-
nal do aaojooro aaciooal. commnnica aos seaores
inspectoras das thesouraria de fazenda,para a de-
vida iniaaVgancia e axeeudio,"queja praso para
a anestitaicao das nulas de ttK) da 3* estampa de
Leilo ale WO caitas cem 150 Helos
e 100 ruaries ce paasas.
AOJE
O agente Pestaa far leilo por conta de qaem
pertencer de 200 canas, 130 meios e 100 qaartos
com passas de superior qualidade e sarao vendi-
das em um ou mais lotes a vootade dos comprado-
ferro.
Patacho nacional Beberibeiagedo.
Brigue nacional -Palias-charque.
Sumaca bespanholaGnadalupeidem.
Barca porlugueza S. Joaodem.
Barca aglezaD. Mana -carvao.
Barca inglezaScott -idem.
RECEREDORIA DE RENDAS INTERNAS
ERAES DE PERNAMBUCO.
A arrematacao ser feta na formada le por Ldn<*leriinaretB 31 de maio uo cor
vincial n. 343 de 13 de marco de 1854, e sob asfprtieipiandodo 1"dejunho em diante
clausulas especiaes abaixo copiadas. progressivo na forma da lei.
As pessoas que se propozerern a esta arremata-
c3o comparecam na sala
que trata a circular n. 46 de 4 de oevembro ullimo. j res (,a,r,a.fera 5 do corrente pelas 10 horas da
do corrente anuo,
e descont
Rendimento do dia la 3
idem do dia 4.......
1:959*047
647*500
2:606*547
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 1 a 3
dem do dia 4
6:945*448
4:099*691
10:945*142
Paras. Exc. o Sr:presidente da
, proTlnela ver!!!
A abaixo assignada vendo no expediente do go-
verno da provincia de 24 de marco prximo findo,
am despacho de S. Exc. o Sr,. presidente da pro-
vincia, mandando o Exm. commandante das armas
Informar acerca de urna peticio da abaixo assig-
nada, vem muil solemnemente declarar ao Exm.
Sr. presidente da provincia, e commandaute das
armas e a qnem interessar possa, que ella nada
requereu a presidencia da provincia, e que so al-
guem usou do nome delta para requerer alguma
couza ou isencao de rer.rutamento de Jozinn da Sil-
va Accioly, una perfeila falsidade que nao deve
pascar desapercebida.
Para evitar portanto qualquer engao, e nao se-
ja Iludida a lei, vem a mesma abaixo assignada
irazer ao conheciraento das autoridades e do pu-
blico o facto suppra referido, qoenaopassa de per-
feila falsidade, e tendo o mesmo Jozino da Silva
Accioly, embora casado com a abaixo assignada,
deixado a tres annos sua companhia a ponto de
morrer a fome se noachasse um irmo que a soc-
corresse, nao pode apresentar-se agora requeren-
do isencao para marido dessa natureza, que falla
alguma Ihe faz e que nao ihe pode fazer mal senao
no caso que obteoha a isencao ou dispensa que to
fraudulentamente se requer em nome de quem ig-
nora e nao concorda com semelhante pedido.
Recife, Io de abril de 1865.
Francelina Harta dos Sanios.
Cura eaaantaaa c adnravel de ama iaflamaiacau
careaiea do haca aa apleait.
Um tilho do Sr. cwoaei Bernardo Jos da Cma-
ra, senhor do engeoho Cuyambuca, toi atacado des-
la terrivel molestia inflaramagao ctrronica do bago,
ou splenita mesma envolva outros padec mee -
tos, como cansaco, palidez, inapetencia, etc., etc.
Durante todo este terrivel estado, todos os re-
cursos medicinaes, qne emtaes casos se uzam, fo-
ram abundantemente empregados, sem que fizesse
parar a marcha lenta e destruidora de to horri-
vel enfermklade, e ledos os meios e esforcos fo-
ram baldados, tanto que este moco ja foi Euro-
pa e nenhum resultado obteve, no entanto o mal
resela ; e estando neste ponto se experimehlou o
xarope etherio de veame.
O effeiloproduzido por este estimavel remedio
foi veraadeirameote maravilhoso e sem igual. Nao
menos importante o xarope alchoolico, e as pila-
tas purgativas do mesmo veame, por gozar de
propnedades iminenlemente depurativas, appro-
vadas por mdicos e pessoas desta provincia, e de
outras curas radicalmente efectuadas, como es^
crophulas, rheumatismo, escorbuto, enfermidades
venreas e mercuriaes, cligas antigs e todos as
molestias provenientes de um estado vicioso do
sangue. Nao impede os banhos fros do mar ou
do rio.
Entre outros muitos fados um, ha pouco, acabo
de realisar-se bem importante : um escravo do
Sr. coronel Pedro Cavalcanti Wanderley, proprie-
tario do engenho Japaranduba achava-se atacado
de anemia, ou frialdade; e cansava a ponto de
o poder carrear, nma s caxa das pilulas pur-
gativas de veame o resiabeleceu.
Nesta molestia oque muito contribue para o cu-
rativo, o trabalho, o que se realisou com o dito
escravo sem precisar do xarope. Um meu escravo
de nome Jos, que o arrematei em hasta publica,
achar com urna chaga em urna das coxas, e entre-
vado, com o xarope e pilulas de veame, >e acha
bam, empregado como servente de pedreiro. Um
outro escravo que comprei ao Sr. Joaquim Gncal-
ves Ferreira, que se acava com escrophulas, f-
tidas, palidez e cansando, com o mesmo xarope,
pilulas e banhos no rio de Una esta perfeitamente
bom, e tambem empregado em servido de pedrei-
ro. Outros muitos factos desta ordem em ptssoas
|iie deste salutar remedio tem feito_ uzo, poderia
numera-los, o qae nao faco para nao ser prolixo.
Veode-se estas preparares em minha botica,
ra Direita n. 88.
Jos da Rocha Prannos.
MOVIMENTO SO PORTO
Minios entrados no dta 4.
Rio Grande do SuI-26 das, barca brasileira Nor-
ma, de 244 toneladas, capitao Fredenco Jos
Prates, eqoipagem 13, carga 9,500 arrobas de
carne secca; a Maia & Espirito Santo.
Rio Grande do Sul 30 dias, patacho brasilelro
Dltalia, de 175 toneladas, capitao Joaquina Gon-
calves Cardoso, equipagem lrj carga 8,000 arro-
bas de carne secca ; a Maia & Espirito Santo.
Rio de Janeiro21 dias, escuna hanoverian Gesi-
na, de 200 toneladas, capito M. Athaos, equipa-
gem 5, carga 3,800 quintaes hespanhes de car-
ne ; a Amorim Irmao.
Rio de Janeiro14 dias patacho brasileiro Vatente,
de 263 toneladas, capitao Joo Manoel da Silva,
equipagem 10, carga farinha de mandioca e ou-
tros gneros ; a Marques Barros & C.
Harbowr Grace37 dias, patacho inglez Hmbotor
Grace, de 190 toneladas, capito James Browon,
equipagem 10, carga 2,711 barricas com baca-
lho ; a Saunders Brc thers & C.
Nanos sahidos no mesmo dia.
4racatyhiate brasileiro Exhalando, capito Tra-
jano Antones da Costa, carga differentes gneros.
Rio da Prata -escuna hanoverian Eitea, capito
P. Lucht, carga assucar.
EMTAES.
das sessoes da referida
junta, a di cima mencionado, pelo meio-dia, e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandeu publicar o presente
pelo jornal.
Secretarla da thesourana provincial de Pernam-
buco, 20 de marco de 1865.
O secretario,
Antonio P. da Annuneia^o.
Clausulas especiaes para a arrematac.o.
1.* Os reparos da ponte do rio Forrese, sarao
feitos de conformidad* coub o orcainento na Impor-
tancia de 787*600*
Carlos Caroelro de Campos.
Tribunal do eoammercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
i Pernambuce se faz pnbllco, qne nesla dala o Sr.
Antonio Duarte Caraeiro Vianna, cidado portu-
guez; foi inscripto no livro da matricula dos cora-
merclanles.
Secretarla, 4 de abril de 1864. Julio Guima-
riles, offfclal maier.
Tribu aa I do commercio.
Pela secretaria do tribunal do commercio de
Pernambuce se faz publico, que cesta data fica re-
gistrado o contrato da sociedad* celebrado entre
2.' As obras devero ser principiados no prazo Manoel Jos Guedes do Magalhes e Joaquim Jos
de 15 dias e concluidas no de 3 nezes, ambos con- da *,v* Olrveira, portuguezes, estabelecidos nesta
cidade, sob a firma de Magalhes & Oliveira, da
qual s poder usar o socio Magalhes ; devendo
a meso>a soeiedade durar per espaco de dous annos
contados de 31 de dezembro de anno prximo
, passado, era o capital de 19:161*675 rs., para o
qual entra o socio Magalhes com 16:556*042 rs.,
e o socio Oliveira com 2:609*633 rs., existente no
! fondo do estabelecimento social.
Secretaria, 28 de marco de 1865. Ooffleial-
I maior, Julio Guimares.
tados da data da approvaco da arrematacao.
3.a Os pagamentos serio realisados em duas pres-
tares iguaes,t a primeira qaando tiver metade da
obras e a segunda na sua concluso e entrega de-
finitiva.
4* Para ludo o que nao estiver especificado nos
presentes clausulas seguir-se-ha o que determina
o regulamento de 9 de julho de 1864.
Conforme.
A. F. da Anounciaco.
O Illra. Sr. inspector da thesourana provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 10 do corrente, manda fa-
zer publico qne no da 14 de junho prximo .vio-
douro, peranle a junta da fazenaa da mesma the-
sourana, se ha de arrematar, a quem por menos
flzer, a obra da cadeia da cidade de Nazareth, ava-
hada em 18:093*900 rs.
A arrematacao ser falta na forma da lei pro-
vinciel n. 343 de 15 de maio de 1854, sob as clau-
sulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerern essa arremata-
cao, comparecam na sala das sessoes da referida
junta, no dia cima indicado, pelo meio dia, e com- Recita extraordinaria livre da assignalnra, com
manhaa no armazem do Annes.
THE ATRO
S. ISAB
EMPREZA--COIMBRA
ERRATA.
Na 19' linha da correspondencia do Sr. Jos
Rodrigues do Passo, onde se l-foi desembargada
a sentenga, leia-se que foram preparados por mim
os embargos, para sahir com vista as partes, e de
fceto j-as partes disseram, e voltaram para o car-
torio do escrivo Peres, para snbirem a conclnsao.
C0MM.EBCI0.
Caia filial dt banco do Brasil em
Pe-Bambuco.
A directora desta caia saca sobro' o banco do
Brasil no Rio de Janeiro e sobre a caixa filial do
mesmo banco na Bahi.
%ove banco de l'crnam-
feuco. .
O banco desconta letras na presente semana a
12 por ceBto ao anne at o prazo de seis mezes,
comadinheiro ajaros a praso nunca menor da
tres mezes, e sac\sobre a praja da Baha.
\ovo banco de fernambnco.
O banco paga o 14 dividendo na razodc8*
por aeco.
ALFANDEGA.
endlmento do dia l a 3 ...... 71:528*177
llera do dia 4.........'..... 27:79I324
99:31950l
Perante a cmara municipal desla cidade tem
de ir novamenle em praca no dia 8 do mez de
abril prximo vinduu.ro,'para ser arrematado pelo
lempo de um anno por quem mais offerecer o di-
zimo do capira de planta, servindo de base a quan-
tia de 700*. Os pretndeme* podera comparecer
no referido dia com seus fiadores habilitados na
forma da lei.
Secretaria da cmara municipal de Olinda 29
de marco de 1865.
O secretario,
Marcelino Dias de Aranjo.
O Dr. Tristo de Alencar Aranpe, offlcial da im-
perial ordem da Rosa, ejuiz de direilo especial
do commercio, nesta cidade do Recife. capital
da provincia de Per na mbuco e seu termo, por
Sua Mageslade Imperial e constitucional o Sr.
D. Pedro II, quem Dees guarde etc.
Faco saber aos que o presente edital virem, e
delle noticia tiverem que no dia 1 de maio do cor-
rente anno se ha de arrematar por venda a qaem
mais der em praca publica deste juizo, na sala dos
auditorios os bens seguintes :
Florencio, crioalo, que representa ter 35 annos
pouco mais ou menos, avahado em 650*. Chris-
tiana, cabra, que representa ter a mesma idade,
avallada em 700*. Sophia, cabra, representa ter
16 annos, avahada em 8U0*, os quaes foram pe-
nhorados por execoco de Joaquim Luiz Vi raes;
contra o Dr. Joaquim El viro de Muraos Carva-
llo.
E havendofalta de lanzadores ser a arrematacao
feita pelo preco da adjudicaco com o abatfmento
respectivo da lei.
E para que ebegue ao* conhaelmento de todos
mandei fazer o presente edital, que ser afflxado
nos lugares do eos turne e publicado pela im-
prensa.
Recife, 30de marco de 1865. Eu Manoel Maria
Rodrigues do Nascimento, escrivo, o subscrevi.
Tnstao de Alencar Aranpe. "
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de 16 do corrente, manda fa-
zer publico que no dia 6 de abril prximo vindou-
ro, perante a junta da fazenda da mesma thesoura-
ria, se ha de arrematar a quem por menos flzer os
reparos de que precisa .o empedramento da estra-
da de Apipucos, desde o lugar em frente a da
Trempe at o Chora-Menino, avahados em rs......
3:080*.
A arrematacao ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clansulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerern a essa arremata-
cao comparegam na sala das sessoes da referida
junta, no dia acuna mencionado, pelo meio dia, e
competeniemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 20 de margo de 1865.
O secretario,
Antonio Ferreira da Annanciaco.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1.* As obras dos reparos ao empedramento ci-
ma mencionadas sero feitas de conformidade com
o ornamento junto na importancia de 3:080*.
2.* O arrematante dar principio no prazo de 15
dias, e concluir no de dous mezes, ambos conta-
dos da data da arrematacao.
3.* O pagamento ser realisado em tres presta-
res iguacs, sendo a primeira quando liver feto
urna terca parle da obra, a segunda quando tiver
teito dous tercos, e a terceira e ulbma quando ti-
ver concluido e entregue definitivamente.
4.' Para todo mais qae nao estiver especificado
as presentes clausulas, seguir-se-ha o rfue deter-
mina o regulamento de 9 de julho de 1864.
Conforme.
Antonio Ferreira da Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesonrana provin-
cial era cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 4 do corrente, manda fazer
publico que no dia 12 de abril prximo vindouro,
perante a janta da fazenda da mesma thesoararie
se ha de arrematar a qnem por menos lizer os re-
paros de qae precisa a ponte de Goianna, avallados
em 2:200*000.
A arrematacao ser feita na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerern a esta arremata-
gao comparegam na sala das sess5es da referida
junta no dia cima mencionado pelo meio dia e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provintial de Pernam-
baco, 9 de marco de 1805.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematacao!
1* Os reparos da ponte de Goianna na importan-
cia de 2:200*800 sero feitos de conformidade com
o respectivo orgamento approvado pela presiden-
cia.
2* O arrematante dar oomego aos trabamos no
prata de II das, e os concluir no de tres metes,
contados ambos n forma da lei.
3 Os pagamentos serao feitos em daas presta-
goes e igOaes, a primeira quando estiver feita me-
tade da obra, e a segunda depois deconelaidos to-
dos os irabalhos.
4a Na execugio dos trabalhos o arrematante se.
gair restrictamente as instraccoes do eogenheiro
encarregado da fiscalisago dos trabalhos.
f" O arrematante far entrega ao engenheiro de
potentemente habilitados.
E para constar, se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretar i n da thesouraria provincitl de Per
naraburo, 14 de margo de 1865.O secretario, A-
F. d'Annunciago.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1.' O edificio para a cadeia de Nazareth, ser !
feito de conformidade com a planta e orgamento
junto, na importancia de 18:093*900 rs.
2/ O arrematante ser obrigado a dar principio
aos trabalhos no prazo de 30 dias, e concluidos
no de um anno, ambos a contar da data da assig-
natura do contrato.
3.1 Os pagamentos serao feitos em 3 prestagoes
iguaes correspondentes a cada terco da obra Onda.
4.a Nao ser em tempo algum altendida qualquer
reclamagSo por parte do arrematante tenden-
te indemnisacao, quaesquer que sejam as allega-
g5es em que se hajam para esse fim, ainda mes-
mo por prejnizos provados.
5.a Para ludo o que nao estiver especificado as
presentes clausulas, seguir-se-ha o que dipoe o re-
gulamento de 9 de Janeiro de 1864.
Conforme.A F. d'Annunciago.
o concurso do Sr. Comingio flagliano,
afamado concertista admirado em todos os ih-a-
tros da Europa.
Guiita-ieira 6 de abril de
1865.
Subir a scena depois da onverlura pela orches
tra a excellente o sempro applaudida opera brasi-
leira em 3 actos
Leilo de novis, eseravos e ostros
arligos de gosto.
IOJE
Quarta-feira 5 do correte as 11 horas em ponto
em seu armazem a ra da Cruz n. 67.
(Sem limites.)
Cordeiro Simoes far leilo de diversos movis
como sejam : camas francezas de amarello e Ja-
caranda, mesa elstica, guarda lougas, guarda rou-
pa, commoda, santuario, machina de costura, ca-
ma de ferro, I mobilia de amarello, cadeiras de
Jacaranda, ditas de faia, marquezas, cabidos, cau-
ces, garrafas, relogios de ouro e prata e eutros
muitos objectos de gosto.
Escravas.
1 escrava crioula de 20 annos com 1 cria.
1 dita > 30 i cosinha.
1 dita 35 >
Leilo de IDO saceos com faiello de
90 e 130 librars
Quinta-feira 6 do corrente.
Palmeira & Beltro faro leilo par conta c lis-
, co de quem pertencer de 100 saceos com farello
i de 90 e 130 libras cada nma em lotes a vontade
Idos compradores : quiota-feira 6 do corrente no
' trapiche do Cunha.
Leilo de cerveja, mauteiga. hatilia,
biseoitis,palitos pkospioricos, lou-
ca e dobrulices de ferro salvados
do brigue inglez Hehe ofthe Exc.
Quinta feira 6 de abril.
Por intervengao do agente Pinto.
No armazem do baro do Livramento caes do
Apollo. O Diario do dia designar a quanlidade
de cada genero.__________________________
Leilo de um cuto e urna parelba de
ca>;il!os ireos,
Martins far leilo por conta e risco de quem
pertencer de tim bonito carro da passeio d-j 4 ro-
das quasi novo, com essento para 4 pessoas, ar-
reios novos para i cavados e urna rica parella de
cavallos pretos, o carro pode ser puchado por um
s cavallo.
Quinta-feira 6 do corrente
Em frente da Associago Commercial as 11 ho-
ras do dia.
BECLABiSGES.
PBiNTlSMA BIUMO.
No fim do 2o acto o Sr. Comingio cm sua caixa
harmnica executar a bella aria de bartono da
operaTraviala.
Depois oPoulporrl sobre o motivo da opera
Sooambula.
No fim-da pega e para terminar o espectculo o
Sr. ^agliano era seu narmonioso copo executar o
excellente dueto de tenor e contralto da opera-
Trovador.
SeguinJo-se um trecho concertante sobre a ron-
dinela da operaBarco Visconli.
Principiar s 8 horas.
CASI 01 FORTiti
Aos 10:000^00.
llilhetes garantido*.
A' ua do Caaero n. 3 b casas do costime.
O abaixo assignado vendeu nos sena muito feli-
zsbilhetes garantidos da lotera que aa arabou
de exirahir a beneficio da matriz de S. los do
Becife, os seguintes premios :
Dous qnartos n. 2839 com a sorte 6:0004000.
Um meio n. 2305 com a sorte de 1:400*000.
E outras muitas sortes de 100*, 40*, 20* e
tOJOOO.
spossuidorespodem vir receber seas respec-
; tlvospremiossem os desceios das leis na Casa
da Fortuna ra do Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da 2" parte da Ia loleria
beneficio das obras da igrfja de N. S. do Am-
paro de Goianna, que se extrahir no dia 8 de
abril.
PREGO.
Bilhetes.....12*000
Meios......600
Qaartos.....3*000
Para as pessoas que compraren! de 100OOO
para cima.
Bilhetes. 11*000
Meios......5*500
Quartos.....2*750
______________Manoel Mabtihs Fu za.
Na roa Direita nT78, refinaco, precisase de
urna ama que oozinhe para bomem solteiro.
81
Joao da Silva Ramos, medico pela U
versidade de Coimbra, d consullas em
sua casa das 9 s 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doenlas
em suas casas regularmente as heats
para isse designadas, salvo os casos ar-
gentes, que sero soccorridos em qual-
quer occasiao. D consultas aos pobres
que o proeurarem no hospital Pedro 11,
aonde encontrado diariamente das J
s 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodes apropriados e nella pra-
tica qualqoer operago cirurgica.
Para a casa do sade.
Primeira classe 3*000 diarios.
Segunda dita.... 2*500 >
Terceira dita.... 2*000
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
0 proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a contanga de que sem-
pre tera gozado.
Leilo de 2 casas terreas sitas na Capunga
a ra das Crioulas ns 39 o 41, em chaos
proprios, edificadas ha pouco lempo,
com um grande terreno junto as mesmas.
Sem limites.
Cerdeiro Simoes far leilo por conta e risco
de quem pertene.eo das casas e terreno cima men-
cionadas. Os pretendentes poderao examinar e
qualquer 'informaeoes o mesmo agente satisfar,
cujo leilo ser effectuado quiota-feira 6 do cor-
ren, e as 10 horas no armazem a ra da Cruz nu-
mero 57.
llanta
do
MOVIMENTO DA ALFANDEGA.
Vulomes entrados cm fazeodfc... 234
com gneros.-.
474
------70
Vulomes sahidos com faxendas___ 139
com geeeros...,, 621
AVISOS MAMTTMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DR
Xavega$5o costelra por vapor.
Prauyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear
e Acarac.
No da 7 do corrente segu as
5 horas da tarde 0 vapor Maman-,
guape, commandantc Moara pa-
ra os partos indicados. A carga
ser recebida al o dia 6. En-
commendas,passageiros e dinheiro a frete at 2
oras da tarde do dia da saluda : escriptorio
no Forte do Mallos n. 1.
""""" COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavcgaco cosleira por vapor.
Macei em direitura.
Amanha as 6 horas da tarde
segu para Macei o vapor tPa-
rahiha> commandante Martins.
Recebe carga hoje at -"> .horas da
tarde. Encommendas, passagei-
ros e dinheiro a frete at 2 horas da larde do
da da unida : escriptorio no Forte do Mattos
n. \.___________________________________
Para a Babia pretende sahir em poucos dias
a escuna Eltza, por ter alguma carga tratada, e
para o resto que Ihe.falta trala-se com o consigna-
tario Joaquim Jos Gongalves Beltro, na ra do
Vi gano n. 10, ou no largo do Corpo Santo n. (i, ar-
mazem.
Casa da Misericordia
Recife.
. A Illm" junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
no da 6 do mez de abril prximo futuro, pelas 4
horas da larde, na sala de suas sessoes, ir pra-
ga por lempo de 9 annos, cotitadus do 1 de jullia
du corrate anno a 30 de junho de 1874, as rendas
do armazem n. 21 publico e 38 particular da tra-
vessa da Madre de Dos, servindo de base a rre-
mataeo o offerecimen'o feito pelo actual rendeiro,
Joaquim Mauricio Gongalves Rosa, constante das
clausulas especiaes abaixo declaradas,e dependen-
do o contrato da approvaco do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, de conformidade com o disposto
no 7o do art. S2 do cumpromisso. Os pretenden-
tes devem comparecer acompanhados de seus fia-
dores, ou munidos de contas destes.
Clausulas especiaes.
j" Fazer no praso de tres mezes, eontados do
dia em que principiar a vigorar o contrato, e sem
dispendio algara des cofres da Santa Casa, as se-
guiutes obras : coberta nova, levantar as frentes,
tanto de diante como de delraz, avangando esta
mais seis ou oito palmos, e tendo ambas tres portas
com soloiras e portadas de podra, substituir o la-
drilho por asphalto, fazer novo soto.'cora seta de
tres jaueilas na frente de detraz, mudar o traveja-
mento que estiver arruinado, podendo servir-se
dos oitoes, que sao communs ao dito armazem, e
a outros predios da Santa Casa.
2a Pagar durante o tempo do arrendamento a
quantia animal de 502-5, qne actualmente paga o
rendeiro, Joaquim Mauricio Gon$al>es Rosa.
3a Por morle do arrematante gozaro os seas
nerdeiros o tempo que faltar para- completar os
nove annos, podendo tanto aquello como estes sa-
blocar o arrendamento, dando previamente parte
junta, e prestaodo em qualquer dos cases flanea
idnea.
4a Que somento no caso de venda do predio ser
a Santa Casa origada a indemnisar ao arrema-
tante ou aos seus herdiros da quantia proporcio-
nal a 2:7rj03em que foram orgadas as obras ci-
ma mencionadas, tendo em vista o tempo do ar-
rendamento que deixarem de gozar.
5a Que alem das obras descriptas na 1" condigo
Oca o arrematante obrigado, no acto de assignar o
respectivo lermo, a entrar eem o donativo da
quanlia de 500* para o cofre dos orpbos.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do armazem.
Recife 31 de margo de 1865.
O escrivo.
F. A. Cavalcanti Gousseiro.
; pretende seguir com multa brevidaoe o veleiro
Santa Casa da Misericordia do hiate Dous Amigos, tem dous tergos de seu carre-
i gamento ptompto : Dar o resto qae Ihe falta tra-
nCClfe j ta-se com os seus consignatarios Antonio Luiz de
. Pela secretaria da Santa Casa de Misericordia Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio ruada
do Recife se faz publico que entrn nesta data de (
mez no hospital Pedro II o Dr. Antonio Maria de
Para o Porto segu com brevidade o brigue
Esperanca por ter a maior parte de sea carrega-
mento pfompto : para o resto e passageiros tra-
ta-se com Cunha lrmos & C, ra da Madre de
Dos o. 3, ou com o capito na praga.
Para o Para.
AYISOS OTEMOS.
LOTERA
AoslO;OO6000e 3; Sabbado 8 de abril do corrente anno, se
:extrahir a 2aparte da Ia lotera (IIa) a
beneficio d> groja de Nossa Sen hora do
I Amparo de Goianna, no consistorio da,
| igreja de Nossa Senhora do Rosario da
freguezia de Santo Antonio.
Os bilhetfis.meiose quartos esto a ven-
da na respectiva thesouraria ruado Cres-
po n. 15.
Os premios de 10.0005000 at 20,5000
serao pagos unta hora depois da extracclo
at asi horas da tarde, e os outros depois I
da distribuirlo das listas.
As encommendas s r5o guardadas so-
mente at a noite da vespera da extraeco
como de eos turne.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Na praga da Independencia loja de onrives n.
33, compram-se obras de ouro e prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda e todo e qualquer concert.________
~Da-se dinheiro a juros em pequeas quan-
lias : na ra do Livramedto loja n. 33.___
Francisco Jos Fernandes Pires retirase pa-
ra Portugal tratar de sua saude, levando em
sua companhia sua seuhora e 7 ttlhos^________
Domingas Jos
se para Portugal.
Regueira, Porluguez, retira-
l-i
Qnem tiver e quizer vender um moleqne on
molatinho de 10 a II anata, dirjase a rua do Im-
perador n46^eachara com quem tratar.
Engomma-se com perfeigo, aceio e prego
commodo : na travessa da rua Bella n. 7.
Precisa-se de urna ama que saiba engommar:
na rua da Palma n. 41, sobrado.
Os credores de Jos Marques dos Santos
Aguiar A Filhos e do fallecido Jos Gongalves
Malvelra, queiram mandar receber o primero di-
videndo conforme a concordata, manidos dos res-
pectivos ttulos, em casa do garante, rua da Ca-
deia n. 4.
Vaccina publica.
As possoas que precisaren! vaccinarse devero
comparecer no lerreao da alfandega as quintas e
domingos das 8 as 10 horas da manhaa. para anre-
veilar-se a transmisso do Buido de brago a brag
Precisa-sede um criado forro eu escravo :
a tratar na na da Madre de Dos n. 36, primeiro
andar, das 9 as 2 hars da tarde.
Precisa-se de um bom cosinheiro : no hola
de Franga rna de Trapiche n. 11. -
Sedlas de 23 e 1* boas e prata, halempro
com premio de l por centu na loja n. 24 da rua
do Queimado.
Attencao
A loja de trastes na rua do Imperador n. 47 est
liquidando por seu dono ter de fazer tima viagent
a tratar de sua sade, e por isso tem resol vid
acabar vendendo os trastes, e todos os mais per-
teuces do estabeieetMento de amciaria r qaem
pretender e quizer aproveilar-se da necasio, liri-
a-se mesma loja, qae se faz negocio por renos
de seus valores; assim come de urna morada de
casa terrea na rua Imperial n. 272, de pedra e cal,
chao proprio, com duas salas e dsus quartos, eozi-
nha jra, cacimba, e quintal murado com porto
para o rio.__________________________
o dia 2 do corrente appareceu urna cabra e
cria no porto de urna casa da rua da Coaeordia :
portanto qaem for seu doBo dirija-se a roa Nova
n. 69, que dando os sigues Ihe ser entregue.
Alugara-se tres eseravos, sendo duas esara-
vas que fazem o servigo de urna casa de familia,
intero j e externo, e um escravo muito inteligente
para o servigo de campo : na rua du Pires u. 34
Joaquim Fernandes dos
vai a Portugal.
GeorgeM. Reay,subditobritannico, retirase
pajra fra do. Imperio.._____________________
vai seguir com muila brevidade o
raente, tem a maior parte da carga prompia, e
para o resto que Ihe faita trata-se, com o consigna-
tario Joaquim Jos Gongalves Beltro, na rua do
Vigarie n. 10, ou no largo do Corpo Santo n. 6,
Eugenia Augusta Alves da Rocha, subdita por-
i tugueza, retira-se para Portugal, levando em sua
r^ihsiw,. Da companhia tres Albas menores e seu irmao Jos
. I Maria Alves Cardoso, e sua lia Candida Emilia da
Silva. ___________________________
Thomaz J. Harding retira-se para a Europa
e deixa como seus procuradores em primeiro lu-
Santos, Portugaez,
Quem precisar de um caineiro com pralic*
para taberna, dirjase a rua das Cinco Pona n-
98, que achara com quem tratar, e d llanca de
sua conducta.
Para o Para
Paria Neves, e que continuara igualmente de mez
na casa dos expestos e collegio de orpbos o Dr.
Antonio Herculano de Souza Bandeira, e no hs-, Preted^e^r..c?m.m^1ia.-ll'!eil.d?-d? ?.^ai?r
Para Asboa
pital dos lasaros, collegio de orphas e hospicio de i lugueza Henriqtttt, lamparte de seo carregamen
_1. ,Th ,..' i to a bordo para orslo que Ihe falla e passagei
q^ asentar praga : eonduz chapeo de Pa'ha wjho ama-' dafundigaod Sr. Starr em Sai Amaro.
gar o Sr. Nicolao Hartery e em segundo o Sr. Ho-
ratins Jos Cannan. _____
Thomaz J. Harding, gerente da casa com-
mercial de Adamson, Howie & C, retira-se para
a Europa e deix nesse lugar o Sr. Uuraliu Jos
Cannan, o qual acha-se manido dos respectivos
poderes para exerce-lo durante a sua ausencia.
r- Fago m da 14 do eerrenle mez de marco de
1863, ura cabrinha da povoagao de Gameleira ;
coi) os stgaat* sagnjntos : C*r de canella, cabeca
grande e um pouco pontuda para traz.

i 11 ?: s t ? 11

Prectsa-se de umt ama para todaaaarvtgo
de portas a dentro, e que saiba cozinjiar. uara casa
de urna famflia portuguesa : aa roa das Ciaco
Ponas n 98.
Joao Fernandes Lopes vai a Europa
cabellos, ^ ,-----------
poaco enrp&cados, b,era parecido de feiges, ojbps /oo Pernandes Lopes val a Earona, adep
grandes eem Wls de dealee oa freole, pos pei|tte-1 durante a sua auseBCi* coaw primeiro p/oeurai
no idade de 14 annos, tem mais as costas Mea- Joo Evangelista de S, e segundo Manoel Jd
tnas de r*rho, muito regrlsta, talvez eotitule-se ; Moreira. ^ ^y____________________
poi forro, e queira'coai influeocia de voluntados prccisase de um amassadur : q padaria.
xa
or
s
alienados Antonio Jos Gomes do Correio. Ast*> a bordo : para orslo que Ihe falla e passagai
pessoas que pretenderem fallar aos mencionados |s, para os-quaes tem muitos commodos, trata-sft|
mordemos sobre aegoeios relativos aos ditos esta- com os seus consignatarios Antonio Lu' ae_.01'- eifo" calcas" brancas de panno o> algodo, pajetot <
veira Azevedo a C, no sea escriptorio rua da Cruz \rj_utl..-x___,. ^ iki.. j ocn mnnn I
numero 1.
Iwlecimentos, pedein dirigir-so quanto ao primei-
ro thesouraria provincial das 9 as 3 horas da
tarde, on* em seu sitio, na estrada de Joo de Bar-
ros, a oulra qualquer hora \ quanto ao seguodo
em sua residencia, na roa da Unto, ao norte do
canal; e qaanlo ao terceiro era sua casa, oa cida-
de nova de Santo Amaro.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife. Io de abril de 1865.
O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Santa Casa de Misericordia do Recife.
A Ilfm.a junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
precisa comprar a madeira abaixo declarada, e
convida as pessoas que a quizerem fornecer, a
a presen tarem suas propostas era cartas fechadas
no dia O do corrente pelas 5 horas da tarde na sa-
la das sessoes da mesma junta.
13 duzia; de taboas de soalho de madeira de
louro, com 1|2 palmos llmpos de largura e 27 de
comprimen'.
2 duzias de taboas de soalho de madeira de
amarello com 2 palmos limpos de largura e 28 de amarras correspondentes : irala-se eom os con
comnrimento.
130 cafbros da malta de madeira de qualidade
com 35 pannos de 'comprimento.
Secretarla da Santa Casa de Miserioordia do
Mec fe de abril de l8o.
O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
De ordem do Hlm. Sr. inspector da ihesou-
toda a madeira velha que flcar da ponte e pelos ex ,
travios ser o responsavel at que efleolue. a dita rana de rateada desta provincia, se f
entrega.
t> O arrematante nao ter direto indemnisa
gao alguma, qnalouer que seja a naturea da alie
Para o Hio de Janeiro
o veleiro brigue escusa Nao Set, pretende seguir
no fim da presente semana, tera parte do seu car-
regamento emgajado : para o resto qae Ihe falta,
trata-se cora os seas consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo 4 C-. no seu escriptorio rua
da Cruz n. 1.
Porto.
Segu com brevidade para o porto cima indica-
do a muito vleira e bem conbecida barea Chudi-
'i.i, por ter a maior parte do seu carregamento
prompto; para o resto e passageiros para o que
tem expelientes commodos, trala-se com Cunha
lrmos & C, na roa da Madre de Deas n .3, bu com
o capillo na praca.___________. ______
"^"Vende-se o brigue brasileiro tFIrma, de 175
toaelladas, constrocgo brasileira, carrega 10,000
arrobas com l palmos d'ngua, forrado de cobre.
aparelnaUo promplo a navegar, cora os ferros
eom
signatulos-largo do
andar.
Corpo Santo a. 6, segundo
Aluga-se ama carroga com bai
Florentina n. 2, casa da esquina.
naraada.
de nlgodo azul, camisa de listra do mesmo panni,
por nome Guilherme ; que de ludo pede se des-
fazer pan desacert am formaed,.e rame u- i _
dar o nome, por ser bastante ladino, rogo por tan- j A reuniao familiar do Club Commercial.co
t-i aos Srs. capites de catapo, e inspectores de corrate mez, ter Ingar na noite do.da 13.
quarteiroes, e os Srs. caftitas de eompanhias do j y
corpo de voluntaiio, e prahen lar aonde aeonr
teoer que o dito cabrinha apparee e mandar ep-
traga-lo ao Sr. Manoel Alves Ferreira, que gratifi-
cara generosamente a apreheosw.
Genuino Alves Maciel.
r*
t
Antonio loaqaim Das Medronha ;vai
ropa.__________________^^
a Eu
JJH
precisase de urna ama que.tenha bom leite, o
sej> sadia ; na casa da uva de coameadader
Lujz Gomes Ftrre(ra, oolanadego.
l'm pedido triste poi-^m neces-> |^
sari*.
Os Srs. Francisco Lonrengo de Araujo,
Jeronymo Lourengo de Araujo, Joo Ro-
drigues Freir de Camino, estuJanies
de preparatorios e natorses da provincia
da Baha; que'ram dirigir-se a travessa
do Veras n. 13, primeiro andar, aaegoeio.'
LEILOES.
gagSo, para esse flm flzer.
Conforme.
7601 Antonio Ferreira q"ArratmciacSo.
ra conhecimeuto de lodos a oircular do tribunal do 1
thesouro n. 7 de 13 de feverelro prximo pasad,
abaixo transcripta.
Secretaria, da thesouraria de fazenda dp. Per-
namburo em 31 de margo de 1863. Sen Indo de
ofljeiil-maior, M%nof\Jo? Pto't, .
Leilao hije.
Pelo agente Euzebio se vender' pelo maior pre-
go qae se achar duas mobilias de j icaranda' no-
vas com lampos de pedra branca de superior mar-
more, guarda venidos, guinja Iones, estante para
livroSi wna rica secretaria e ontos artlgos que
serio presentes.
Saca-se sobre Lis'oa. Pofl, !lla de
i- Precisa-se aluga* um prelo pira"" o servigo S. Migu 1 e Rio do Janeiro : IVO soriptorio
denma casa de familia, prefere-se o ave filend* i ^e Cartalhn A Nogueira, rua do' Apollo UU-
da cosinha: na cidade novare Sanio Amaro se-, ^
gunda casadoS/.-Gijinei^aCojeo._ ___L nK*v "v'__________________________,
^"0 abaixo assignado pede ao Sr. Filippe 8aa- i Ainga-se ma easa terrea na ra da Sonr.alla
liaco Yiejra da uicta. btl*flr dfl twmiu alaca-.^va a. 20. a uuai umUmh amrumraod-, o
coilia freguezia do Ipojuca, que responda a caria quintal rom porto para a roa de Apollo : a tratar
que Ihe foi dirigida em 21 de fevereiro prximo na rua do Imperador n. 81,
passado, alias soffrer a3 consequencias do seu ~_ p/ecsa.se ie um caixeiro porluguez de
procedimento. 16 annos na rua Augusta a. 76.
Manoel Elcuterio do Reg Barros.
14 a
Attencao.
Precisa-se de um caixeiro que tenha principio,
da taberna, oe idade de 14 annos : na travessa do
Campello n. 1, freguezia do Recife, achira .rom
quem tratar._______ _______* _______
, Quem tiver urna escrava para alugar. para o
servigo de casa e rua; emendase na rua das Cru-
zesn.21.
Precisase alugar urna escrava, qoe saiba
bemeozinhare eugommar: no becoodas Barrelras
n. 1. __________

Precisa-se de urna ama
da n. 29.
na um da Concor-
Aluga-se o 3 andar do sobrado da rua do Li
vramento n. 7 ; a tratar na loja do mesmo,


""'_' I '"

****
.- ara fclra t AjrU t ts6.
INJECTIGN BROU
XAROPE
DE CASCAS de LARANJAS AMARGAS
de J. P LAROZE, Chimico,
BAEMACEHTICO ti ESCOLA SUPERIOR RE PARIt.
Este xarope, rcgularisando as funccoes do estomago c imolinos, destroe esas
indispOMcoes protciformcs, c faz abonar as molestias de que sao indicio* prccBrso-
rcs. Mdicos e doculcs tcm reconbecido que restabelece as i:uiigcsidcs, faxcndE
desaparecer os pesos de estomago, que calma as enxaquccas, espasmos, e eaimbra?,
que sao resultado de digo-lcs penosas. Seu gosto agradavel c a facidailc com que
se suporta, o tcm feito adoptar como especifico infallivel das doencas nervosa',
gastritis, gastralgias, clicas de estomago e de eMranhas, palpitacBes, dores de
poracao, vmitos neruosos; suaaccao sobre as funecocs assimiladoras tal, que os
mdicos mais Ilustres o tcm adoptada por reseipiente real dos dous primeiros
agentes tlierapeaticos: Iedurcto de Potassa e o Proto-Iodurcto de ferro, tendo
observado que dcbaixo de sua influencia, o primeire perde sua aceto irritante, e o
segunde seu effeito adstringente.
XAROPE FERRUGINOSO
XAROPE DEPURATIVO
De cascas d* laranjas amargas com Io-
dureto de potassa.
O iodureto de potassa, adinnisjrado cm
solacio ou dtbaixo da forma solida, causa ao
docnte ama frande repugnancia, ou dclcriuina
accidentes que a orvio 4 reouaciar a esta
Ricdicicio eflicaz.
l'nido parta ao Xarope de cascas de laran-
jas, elle na causa ncm gastralgias, nem per-
lurbacio do estomago intestinos, e gracaa a
esta salvaguarda, es tratamentos depurativos
sis eoBtiaiados sem interrupeio, nai affec-
ooes ticrefufosat, tuberculosa, cancerosos
s sftidaris e terciarias, Eterno reums-
Ihitntei, aas quaes elle o mais seguro espe-
cifico. A dose esti definida de tal maneira
qae o medico pode varial-a a sua Tontade:
O frasco: 4 fr. 50 o.
De cascas de laranjas amargas com
proto-ioureto da forro.
A asseciacao do sal ferro ao Xarope de cas-
cas de laranjas tanto mais racional guante
que este xarope, einpregado so, para estimu-
lar o i'ctite, activa a scercclo a sueco g-
strico, e por Km regularisa as funches abdo-
uiinaes, neutraliza s mos effeitos dos ferra-
gisosos e dos iodurctos (peso de cabrea, pri-
sao i* reatre, llores epigstricas) cm quanto
que facilita sua ahsorp<;o. Dissolrid* uo
Xarope, elle se toma e s* supporta fcilmente,
por acbar-se no estado puro mais assimilarel;
c assim pode coutinuar-se a cara da pallidez,
corrimentos brancos, anemia, affecciei escro-
fulosas e rackitismo:
0 frasco: 4 fr. 50 e.
Os Xaropes de J.-P. LAROZE estilo swnpre era frascos especiaes
(nunca cm metas garrafas nem em frascos redondos). Expedig'es: era casa
J.-P. LAROZE, rae des Lions-Saint-Paul, 2, Paria.
Ra do Imperador d. 38, botica franceza.
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D*
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C/3
o
o
XAROPE DEPURATIVO
liE GrOUX
BR0M0-SULPH0-I0DURAD0
Este novo producto resultado de urna trplice combinacSo de tres metalloides cujas proprie-
dades sio mu conhecidas, o Bromo, o Euxofre e o Iodo, oceupa hoje a primeira ordem de
entre todos os depurativos dos quaes o mala poderoao.
As experiencias dos mdicos mais notareis dos hospiUes de Pars, os senhores Cazenave
Puche, Bazn, Blache, Cuibout, laroschet, Danet, Legroux, Vasse e Aubry, etc., demonslrarSo
sua poderosa emeacia as afeccoes seguientes :
rurmm le atella,
rtros e borbnlhaa le tmtm m ripele,
ne
Darlro*
rlaraa muroiaa,
ObaCrarcoc lymphatleaa,
Papel ras,
Eacrefnlaa,
AhcessEB, poateiMM,
Caeras,
Cceras,
Tlatha,
Framboeala,
llnntore frlaa,
Racbltlunia,
ophthaiMia eacrEfaUsa e chranlea,
Tlalea rarrofuloaa,
AfTeceoea yphlllllraa,
Elephanllaala atoa Grryoa,
K todas as doencu occasionadas per am vicio de
sangue, e ji tratadas sen neuhum sucessso pelas
preparaedes vegetaes, iodadas e O oleo dE firado
de bicalbao.
'Kaearhaita,
ran ou Bonbaa (de Brasil),
O Xarope da Le Goux, de ama fcil digestio e de gosto delicioso, ce emprega tambera
com muita vantagem e aconselhado pelo dontor Barthe, do hospital dos meninos, para as
enancas debis, escrofulosas e rachiticas ou sobre a influencia de um vicio hereditario, e mui
superior neste emprego ao oleo de ligado de bacalho e aos xanJpes depurativos e anti-eseor-
buticos que se administravio at agora.
Deposito geni, em Parts, na botica Botdlay, membro da Academia imferial de Medicina de
raru, offictal da Legi&o de Honra, t em todas as boticas de Fnnca e dos paizes estnngeiros.
ASTHME
ASTHMA ASTHMA ASTHM
________________________ SUFPOCgiO NERVOSA E OPPRESSlO
nico remedio efficaz pan combattir estas molestias, acalmar um attaque d'asraa e impedir a
volts o Xarope aromatice de Succino (mbar arnarello) do D' Danet. Dascoberta inteiramente
recente, este aovo producto se tem propagado cora extrema rapidez gneas aos admiraveis resul-
tados que tem sempre produzido.
Deposito geni, na botica Chauveaud, 54, ra do Comercio, Paris-Grenelle, en todas u
ticas de Franca e de estnngeiro.
XAROPE D'ETHER
DE BOULLAY
, Doutor da Faculdade de Sciencias, membro da Academia imperial de Medicina,
Official da Legi&o de Honra,
Roa daa Foaaa-Montmartre, 17, Paria.
Este xarope composto mais de vinte aunes pele sabio lente Boullay, constitue a melhor
maneira de administrar o Ether. He empregado com suocesso em todas as doencas qae tino sua
erigem de um erithisrao nervoso, como sao as: .
tniaaneca,
Nevral(laa,
Eapaamaa,
Ate*iEiaB m amrvaa,
Vertlara.,
jaeapea,
Calaabraa t cal asna ge,
iaalajeataa,
Caavalaea,
Arreaaaa hysterieaa e h;pa-
eanalrlacaa,
Calleaa vealaaaa U
aaa, heaalleaa aatnleataa,
Aeceaaaa 4c sata a de rbeu-
aa eoteneal
Etc., etc., etc.
Eeaata,
. DeP,,u5 "!.. n Par, na botca de BouUay, doutor em Seiencia:, membr da Academia
imperial de Mediana ie farit, offeial da Legi&o de Honra, roa des Fosss-Montmartre, 47, e
em todas a boticas de Franca e dos paizes estnngeiro.
*"^""------nrmrrni i a i ... ........
Deposito gera! em Pernambuco ra da Cruz n. 22, em casa de Caros Barbosa.
MUDANCA
ANTONIO JOREZ
Fundidor e trneiro em metaes.
que rnerava na roa da lraperatrz em casa do marcineiro poirier n. 35, pre-
vine ao respeitavel publico e a todos os seas freguezes em particular, que
muden sua officina para a mi da matriz da lloa-VMa" n. 36, onde se acha
prompto para fazer o qae compele a sna arte de fundidor e machinista.
19 RA NOVA 19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista.
De volta de sua viagem a Europa, aonde tomou conhecimento das mais recente.;
descobertas e ltimos aperfeicoamentos que se tem feito na arte dentaria, alm de com-
prar o segredo de diversas preparacoes empregadas cora muitas vantagens, tem a hon-
ra de participar ao respeitavel publico em geral e aos seus numerosos clientes em par-
ticular., que se acha de novo prompto ao seu dispor para todos os misteres da sua pro-
issao, advertindo que trotine um immenso sortimento de dentaduras artiflciaes; caout-
chou galvanisado, ouro, platina, massas diversas muito aperfeicoadas para chumbagem-
instrumentos novos, ferramenta moderna, cadeirade operaces, etc., etc., dos mais acre,
ditados fabricentes de Paris, Londres e New-York, e por isso estando mais que nunca
no caso deservir do modo o mais satisfatorio possirel, espera continuar a merecer toda
a confianza.
Acha-se sempre no seu gabinete das 8 horas da manha at ao meio dia com cer-
teza e as 4 horas da tarde quando naotiver de ir em casas particulares.
O London & Brazillan Bank, saca por doos
os paquetes.sobre
Lisboa.
Porte.
Braga.
Vianna.
Guimaraes.
Villa Real.
Coirabra.
Amarante.
Criado ou criada.
Precisase de una pessoa livre ou escrava para
o sen ico de nina casa de familia : a tratar na ra
do Imperador n. 17, pritneiro andar*, defronte da
igreja de S. Francisco, das 11 horas da manhaa as
3 da tarde.
Alugam se dous grandes sobrados com com-
modos para numerosa familia, novos e aceiados,
' com jardim, cocheira, estribara e ontras commo-
Aloga-se o sitio qae foi do'Sr. Sebastio Pen-! didadeS, n travessa de Joo Fernandes Vteira :
na, na Capunga Velha, com boa casa, cocheira, a tra'ar na rua da Senzala Nova n. 42.
estribara, quarlo para preto, tanque para banho,
latrina etc., e muitas fructelras : a tratar na rua
do Imperador n. 46.
A iuga-se
Companbia fidelidade de seguros
martimos e terrestres
estabelecida|no Rio de Jaueiro.
AGENTES EU PERNAMBUCO
Antonio l.uii de Olive ira Azevedo & C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhla de seguros Fidelida-
de, tomam segaros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio rua da
Crut n. 1.
: umacasa acabada agora, com commodospara fa-
milia,estribara, cocheira, quartos para feitore
escravos.com banho na porta,no lugar do Poco
daPanella,ruado Rio : a tratar com Tassoir-
maos.na rna do Amonm n. 35.____________
Aluga-se o segundo andar do sobrado da
rua da Senzala Nova n. 42 : a tratar no armazem
: do mesmo. ____________^_
Saca-si sobre Lisboa, Porto e Rio de Janeiro
no escriptorio de Carvalho & Nogueira, rua de
Apollo n. 20.
Grande armazem de tintas.
RUA DO IMPERADOR N. 22.
O armazem de tintas ara grande deposito de
productos chimicos atensis e os maisempregados
e asados na pbarmaci,pintara,photogrphia. tin-
turara, pyrotechinia(fogosdeartiflcio)eeuioatra8
industrias.
Montado em grande escala, e supprindo-se di-
rectamentenas princlpkes drogaras de Paris, Lon-
dres, Haraburgo, Anvers e Lisboa, pode offereceer
productos de plena confianga e salisfazer qnalquer
encommenda a grosso trato earetalho, porprecos
razoaveis.
Prvidos de machinas ^appropriadas satisfar
com promplldao qualqusr pedido de tintas moidas
a oleo.cuja qualidadee pureza de seus ingredien-
tes poder ser examinada pelo consumidor, o que
nao fcil fazercom aquellas que sao importadas,
e que se encdniram no mercado eralalasfechadas.
Tem grande collecclo de vidros de differentes
formatos, desde urna oitava al dezeseis^ncas de
capacidade; de vidros para vidragas e diamantes
para corta-Ios; de pinceis para fingir madeira com
propriedadee outros; de papis dourados epra-
teadose folhas de gelatina para ornamento; de
papel grande e pequeo formato de vanas cores
paraembrulho, para forro de casa, para desenho
com fnndo j feito; de papel albnminado e Brislul
verdadeiro saxe para photographia e para filtrar,
e outros ; vernizes de essencia para quadros, de
espirito para madeira, copal para o interior e ex-
teiior; oleograxo, oleo seccativo, oleo de linhaca
clarificado, oleode oielet, secativode Harlim.ouro
verdadeiro em p ; prata, euro, e estanho em fo-
lhas de varias cores ; tintas vegetaes, inoffensi-
vas proprias para confeitarias ; la de cures, e
olhos de vidros para imagens; tintas em tubos e
telas para retratos ; tintas em pastis e em p pa-
ra aquarella ; essencia de rosa superfina, de ne-
roly.jasmim, bergamota, aspice, palchouly,mbar,
bouquetjlimao, alcaraiva, melissa, ortela pimenta,
louro.cereja, alfazema, Portugal, lima, junpero.
ans da Russia, canella, cravo e muitos outros ob-
jectos que s com a vista poderaoser mostrados.
Joao Pedro das Neces,
_____w .. ______ _______Gerente.______
O Sr. Francisco de Paula Rodrigues, nego-
ciante na Macahiba, povoacao do Rie Grande do
norte, tenha a bondade de declarar sna residen-
cia, oo ir na casa dos Srs. Alfredo & Mlhens, roa
da Cadeia n. 35, qae muito se lhe agrade'era.
Precisa-se de urna ama quecosinhe e compre
na rua : a tratar na rna da Cruz n. 8, terceiro
andar._______.____________________
Quem precisar de algum sacerdote para ce-
lebrar missas nos domingos e das de guarda em
alguma capella, sita nesta capital ou em seus su-
burbios, dirija-se a rua da Florentina n. 10, que
achara com quem tratar.
Na rua do Queimado, loja n. 20, precisa-se
de urna ama que salba coznhar, preere-se es-
crava.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia : a tratar no becco da Lingoeta n. 10, pri-
meiro andar.
A pessoa que por engao trocou na matriz
da Boa-Vista um chapeo com as iniciaes A. C. S.,
dirija-se a rua da Aurora n. 74, primeiro andar,
para desfaze a troca.
Vcneravel ordem terceira de Nossa
Sen hora do Garmo.
Determinando o art. 10 dos actoaes estatutos
que sejam reptanos estrandos a' ordem os novi-
cios qae fallecerem, tendo completado o anno do no-
viciado e mais seis mezes de aviso sem haverem
feito as suas profissoes; e bavendo a mesa rege-
dora deliberado que os ditos seis mezes de aviso se
O bacbarel Alvaro Caminha T. da
tem seu escriptorio de advocada a
do Imperador n. 41, primeiro anda
de pode ser procurado das 10 as 3 horas.
Em qualqaer oatra occasiao sera' encon-
trado na casa de sua residencia a mesma
roa o. 3, junto ao Gabinete Portugoez.
Na rua do Imperador n. 46, primeiro andar,
contar da data do presente para ~:^'Z u"a ama Yara coznhar oTele
nnn taniln faiin a na entrada > precisa-se ae orna ama para cozmnar, que seja
principiassem
aquelles irmu?,
annos, anda nao professarara : assim se faz cons- '"pa e oe hons costumes.
taram de que jamis possam allegar ignorancia; I Precisa-se alugar i
; sendo que, (indo esse prazo,
prolissao com a mulla de o000 por cada anuo de
! corrido depois delle, como eslabelecido no final
do art. 9 dos mesmos estatutos; sendo-lhes impos-
ta a pena do art. 10 no caso de fallecerem sem ha-
verem professado.
Secretaria da veneravel ordem terceira do Car-
mo, 24 demarco de 1865.
O secretario,
Jeronymo Emiliano de Miranda Castro.
Precisa-se alogar ama escrava para todo o
serviro de ama casa de familia : na rua das Cru-
zas n.9, segundo andar.
Eseola particular.
Clara Olympia de Luna Freir, professora prti
cular de inslruccao primaria, competentemente au
torisada pela directora da instraccao publica,
abri sna aula na rna Direitan. 60, segando andar.
ama que siba cot-
s'serlo admtlidos a nhar e para comprar, assim como outra que saiba
ALMANAK.
Acaba de sahir dos pr-
los de nossa typograpliia o
Almaiiak AdministratiTO e
Mercantil e Industrial desta
provincia, correcto at 31
de dezembro, e vende se a
lj>; na livraria ns. 6. e 8
da praca da Independencia.
Instruccoes para o seivigo
das guardas do exercito, extral.idas do re-
gulamento de infanlaria e arecnicodadas ao
exercito brasileiro; obra que muito convm
aquellas pessoas que se aliMam qos corpos
de voluntarios; veode-sc na livraria n. C e
8 da prara da Ind< pendencia, a !<).
Attenco.
Vende-se superior vinho do Porto em caixas de
ornaduzia :em casa de Jobnston Pater & C. rua
doVgario n. 3.
Vende-se um terreno na CapunRa com 40
palmos de frente e 280 de fondo, plantado de la-
raugeiras novas, tendo cacimba e duas frentes,
urna para a estrada do Lacerta, e outra para um
becco! a traiar na Capunga, venda dos Qaalro
Cantos n. 35, de Jos de Almeida Ferreira.
Ceblas a 800
rs.
50, esquina
o cento : na rua larga do Rosario n.
para a roa estreita do Rosario.
Vende-se urna negrinhe pe?7~de- 10 annoe,
muito sadia, por preco commodo: no pateo da
matriz de Santo Anttnio n. 8.
Vende-se urna mulata coznheira e lavadet-
ra : na rua Nova de Santa Rita, casa n. 5.
Algodo avaiiado a 3$500 e 4.s000
Vende-se algodo a variado a 3500 e 1$ a peca,
fazenda de 9 e 10: na loja do Pavo, rua da lra-
peratrz n. 60, de Gama & Silva.
Har
safra.
ATTENCO.
O abano assignado, sabendo que existe outra
pessoa de igual nome, assignar-se-ha de hoje em
diante Francisco Jos Nunes Machado.
Francisco Jos Machado.
Aluga-se um moleque de bonita figura, peri-
to copeiro, e muito del, que se garante sua con-
ducta ; nao se duvidando mesmo aluga-lo para ou-
tro qualquer servico : a tratar na roa do Aragao
numero 28.______________________________
Precisase ds um moleque de 14a 20 annos
para casa de pasto: a tratar na rua da Lingoeta
n. 5.
bem engommar e coser para urna casa de duas
pessoas: a trarar na rua da Imperatriz n. 34, pri
meiro andar
A tten?a
Ensina-se a lingoa franceza em tres mezes, por
um novo systema, e com mais facilidade de traba-
Iho e estudo do que por todos os methodos em uso
at hoje : quem pretender maiores informacoes,
dirija-se a typographia econmica, rua do Crespo.
Aluga-se urna sala do primeiroaodar da casa
da rua do Queimado n. 41 : a tratar na mesma.
Precisa-se de 2 itrabalhadores de padaria :
na rua do Rangel n. 9.
Na rua da Florentina o. 36, prepara-se co-
mida para fora por commodo prego.
kttengao.
Jos Joaquina de Novaes faz sciente ao respata
vel publico e a todos os senhores officlaes do exer-
cito e da marinha que contina a ter sua casasor-
tida de fazendas e roapas feitas, e por medida : no
-argo do Livramento n. 34.
r.5
lo *
[ bacharel Jos Baplista Gilirana
advoga nos termos do Bonito e Caroar.
Pode ser procurado na villa do Bonito, ^
T| roa Direita n. 16, defronte da cadeia.
A quem interessar.
O abaixo assignado, con-senhor do engenho No-
vo, da freguezia de Serohaem, declara que, que-
rendo sua sogra, a Sra. D. Ignacia Mara do Sacra-
mento, arrendar a parte que tem em dito engenho.
elle nao arrenda a sna por negocio algum, pois qu,
pelo direito que tem, quer nellatrabalhar e lucrar :
outrosim, que nao autonsoo a pessoa alguma a fa-
zer negocio com dita parte, e se algoem apparecer,
desde j protesta, e declara que rara valer sea di-
reito. Engenho Novo, Ia de abril de 1865.
I ______________Minervino Francisco Lobo.
Tinturara
Na roa Direita n. 116 eonlinua-se a Ungir para
qnalquercor, e o mais barato possiveh________
| ~^ Anda contina por alugar o sotao do so-
i brado n. 62 da rna da Guia, qae equivale a um
i terceiro andar por ter 2 janellas de frente, 2 salas,
6 quartos e ama grande cosinha, o qaal acha-se
pintado de novo, e aluga-se barato: a tratar no
primeiro andar com o sea proprleurio o bacharel
Francisco Luiz Correia de Andrade.
Aluga-se o armazem n. 10 da rua das Flores,
propno para qualquer officina ou cocheira : quera
pretender dirija-se roa Nova, na loja de ferra-
gens n. 31.
Precisa-se de um caixeiro com alguma pra
tica de ferragens : na rua Nova, loja n. 31.
Estando de presente nesta cidada Miguel No-
rat, socio da firma Norat Ruaos, pede a seos de-
| vedores virem pagar quan'o antes seas dbitos,
porque do contrario entregar as contara seo pro-
curador para liquidar judicialmente sem excepcao
alguma : na roa da Florentina n. 14, ou na roa
da Cadeia do Reeife n. 40.__________________
D-se 600J a juros sobre hypotheca em casa
nesta praea : na roa de Santa Rita n. 1 se dir
qoem di. ___________
Aviso
Era Sanf Anna. frogaezia do Poco da Panella, as
noutes des sabbados ao amanhecer nos domingos
existe ommaracati, dirigido por um Africano li-
vre, e para o qaal consta que afflue alguns escra-
os, fugindo da casa dos senhores ; ja tendo sido
pegados alguns, e por isso rogamos a polica alga-
mas ^vidoncUs i ceiw sen>p|hanb bataqne lio
incommou.'.vvp. ;
" I
SOCIEDADE DRAMATICV THALIA PER-
NAMBUCANA.
Di ordem do conselho administrativo desta so-
ciedadh*, scientifleo a todos os Srs. socios, que no
dia 15 do correte tura lugar o espectculo de inau-
gurado esta ociedade.
SeceUria" daociedade dramtica Thalia Per-
Harabucana. % .le aferjl de 1865.
T.B Lint de Barros,
i* secretar/?.
Na padaria franceza da rua da Imperatriz n.
50, precisa-se de ama pessoa forra ou escrava pa-
, ra entregar pao e fazer algum servico interno.
! Um pedido.
Pede-se a um senhor o favor de ir ponte de
l'cha a entregar os documentos do importe de ama
I carrosa, ou o dinheiro qae para esse fim receben;
do contrario, ter de ver sea nome por extenso
neste jornal.______i_______________________
Preoisa-se de am rapaz de 14 a 16 annos, ou
' de um homem de 30 ou 40 anno que saiba ler : a
tratar na rna da Concordia, das 3 oras em dlante-
Aloga-se a casa terrea n. 105 da rua de San-
te Ril# ; na rn# 4a Aurora n. 36.
Precisa-se de um moco
rua do Rangel n. 9, padaria.
para caixeiro : na
Consultorio mfdico-cirurgiro na roa larga de
Rosario l. 20.
O Dr. Joo F.erreira da Silva regressando asna
casa, contina em o exercicio de sua profisso nao
s na parte medica como lambem na cirurgica.
Alugl-se um sitio na rua do Cabral
dacidade de Olinda com casa terrea, com
cuplar na frente, bota os fundos para a es-
trada e margem do rio' Beberibe, com com-
modos para familia, estribara para avallo
eoapim para sustenta*lo, arvoredos deruc-
tos, sem visinho defronte nem pelo fundo,
com ptimos passeios, sala e gabinete na
frente, muito propria para passar a fesla e
tambem se alugar por anno: a fallar no Re-
cife, no Recite, na livraria ns. 6 e 8 da pra-
ea da Independencia e em Olinda na casa
contigua com o capitto Antonio Bernardo
Ferreira. ______
~^- Est para alugar-se urna casa terrea na rua
da Gloria n. 14, um e 2* andar de um sobrado
na rna do Rosario da Boa-Vista, quasi no pateo da
Santa Cruz, e urna mei agua na estrada de Joao
de Barros.com arvoredos, agua debeber.e portao
para o becco do i'ombal: quem pretender falle
naruadasCrozes, sobrado n.9. das 9 horas da
manhaa at ao meio dia.________________'
Samuel Power Jobnston & Companha
Rua da Senzala Nova n. 4.
AGENCIA DA
Fundi Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e batido para enge-
nho,
Arreiosde carro para um'e dous cavallos.
Relogios de ouro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descansar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
No dia 2 do crreme perdeu-se do sitio do
Dr. Alcoforado at a entrada do Arralal, urna pnl-
seira de ouro lavrado : quem a achar tenba a
bondade de a entregar oo no escriptorio da roa de
Crespo n. 2, ou em seo sitio no Caldeirelro, qoe
ser recompensado.____________^^^^^^^^
Caixeiro.
Precisa-se de um caixeiro que tenha pratica de
taberna e d fiador a soa condocta, d-se bono or-
denado : quem esliver nesta cirenmstancia v a
roa da Madre de Dos n. 38 qae achara com quem
tratar._________________________________
Que boa localidade
Estevao Rodrigues Fontes precisando retirar-se
para Europa a tratar de sua saade, vende a sua ta-
berna sita no largo, do Carmo n. 13, a qoal est
bastante afregoezada, tanto para o mato como para
a praca e serve para qualquer principlante, por ter
pencos fondos ; a tratar na travessa do Qqeima-
do n. 1.
Ama.
Precisa-se de ama ama para casa de' pouca fami-
lia : a tratar na praca doCorpoSaDtD.p. 17, ter-
1 cejro andar.
Precisa-se de um trabalhador para padaria :
na rua largado Rosario n. 16.
Precisa-se alugar urna escrava ou moleque
de 14 a 16 annos, qae seja fiel para servico de
roa: a tratar no largo do chafariz da rua do
Bmm n. 47._____________________________
Precisa-se de um caixeiro portuguez de 14
a 16 annos, que tenha pratica de taberna : na rua
do Brum n. 47.__________________________
tasa vazla.
Aluga-se urna peqnena casa terrea a rua
do Nascente n. 14: a tratar na rua do Quei-
mado n. 32. loja.
a nova
Urna excellente machina de 20 serras para des-
carocar algodo, est a venda na rua Direita n.
84, padaria.
0 GASTELLO DE GRASVILLE
Tradniidojdo francez per A. J. C. da Crcr.
Vende-se este bello rt manee f m quatr
tomos pelo baratissimo ,preco dt 2^500
ua pratja da Independencia, livraria ns.
608.____________________________
Coke do gaz.
Pitch do gaz.
Alcatio do gaz.
Coke tonel ladas rs. '. lOOOO
Pitch i ......'.. 800000
AlcafirSo caada..... 40O
O coke reconhecidamente o carvo mais econ-
mico, lorna-se por isso recommendavel, bem co-
mo pelo asseio qae se nota as cozinhas aonde
elle usado. Pitch e alcatrao, alm das applicac5es
diversas a que se prestam, como para callafetar
erabarcacoes, alcatroar madeiras, etc., teem este a
propnedade de preservar do coplm, formgas, ele.
E' entregar na fabrica do gaz ou mandado por em
qualquer ponto da cidade, segundo a vontade do-
comprador.
Ama.
Precisa-se de urna ama para comprar e cesi
nhar para urna pessoa ; no becco das Barreiras
numero 3.
COMPRAS.
Compram-se libras sterlinas: no ar-
mazem de Ferreira & Matheus, na rua da
Cadeia do Recife n. 66. __________ .
Compra-se ouro e prata em obras velbas,pa
ga-sebem: naloja de bilbetesda Praca da'Inde-
pendencian. 22._____________|____________
Compra-se efectivamente ouro e prata em
obras velhas, pagando-se bem : na rua larga do
Rosario n. 24, loja de ourives._____________
Compra-se um escravo cozinheiro que seja
moco, robusto e sem vicios : a tratar no sobrado
n. 32 da ruada Anrora.___________
Compra-se cobre, bronze e ferro coado ve
Iho: na fundicao da Aurora, em Santo Amaro.
Francisco Jos Germano
nri ow x. i,
acaba de receber um lindo e magnifico sortimento
de oculos, luoetos e binculos, do ultimo e mais
apurado gosto da Europa.
Promessas para Santo Amaro-
Vendem-se pernas, bracos, cabecas, pellos, de-
dos, ps, mos e coracOes, vellas enfeitadas para
baptizados, ludo de cera feito com perfeicao por
commodos preces : na loja de cera da rua do Li-
vramento n. 36 junto greja.
Cobre, lato e chumbo.
Compra-se cobre, lato e chumbo : no ar-
mazem da bola amarelia no oilao da secretaria de
polica. ______________^_
Comprarse urna loja
Queimado, pagndose vista, se convier o nego-
cio : na rua do Brum n. 70, segundo andar, se
achara com quem tratar. ______
Compram-se os seguintes nmeros do Jorna'
do Recife222, 281 c 287 do anno passado j 22 e
23 deste anno: a tratar na loja de livros da rua
Estrella do Rosario n. 12.___________________
Compram-se dous ornamentos para celebrar
missas, encarnado e branco e um todo rlxo com
Vendem-se fazendas salvadas do brigue in-
glez, na rua Direita n. 3 :
Pecas de chitas largas francezas a TjOOO.
Dita para coberta a 75000.
Dita de algodaosinho com 30 varas a 6$000.
Dita de dito com 20 varas a 49500.
Dita de dito com 20 varas a 43000.
Corles de laasinha a gjjjOO.___________
FARELO
de Lisboa.
Vendem-se sarcos com 90 libras de farelo, pelo
barato preco de 4500 : na rua da Madre de Dos
numero 9.'
Na rua estreita do "Rosario n.24, loja, vende-
se um relogio patente inglez, 2 ditos horisontaes,
1 dito patate suisso, 2 pares de brincos, 2 alfine-
tes, 2 medalhas, 2 correntes para relogio, 1 abo-
toadura para collete, todo de ooro, e 1 marco de i
de fazendas na rua do i libs de bronze. Na mesma loja precisa-se fallar
ao Sr. Belarmino Firmine Bezerra de Mello, ou a
pessoa de sua familia, para interesse do mesmo
senhor.
Vende-se um pardo moco de boa conducta e
por prego commodo : na rua do Passeio Publico,
| ioja de fatendas n. 7.__________________^^
Vende-se urna carroca e um boi : na rua do
(Camaro n. 13.______
Madapolo perfeTto a 65 a peca, e de algo-
todos os seus pertences e que esteja em bom uso :; dozinho fino de 20 jardas a 4S6'00 : no armazem
na casa do sacnstao da ordem terceira de S. Fran- da estrella, largo do Paraizo n. 14.
cisco.
Comprase urna escrava moca que tenha boa
conducta, e que saiba bem coznhar e engommar :
a traiar na rua de Apollo n. 32, segundo andar.
Compra-se ouro e prata em obras velhas,
paga-se bem : na loja de bilhete da praca da In-
dependencia n. 22.
VENDAS.
Vende-se ama preta de meia idade
do Rangel n. 18.___________________
na rua
Fjazend>is arariadas
Na loja da rua da Madre de Dees n. 16, defronte
da guarda da alfandega, liquidara-se as seguintes
fazendas avahadas, porm com pouco defeito : j
pecas de algodo encorpado com 20 jardas, dito!
largo muito superior com 24 jardas, madapolo .
muito largo e fino com .24 jardas a peca, chitas!
francezas escuras muito finas, deixa-se de men-1
clonar o prego por haver conviccao de ser mais ba-'
to do que em outra parte e nao servir de inveja a vana de diversas qualiaaaes.
alguns dos collegas do annunciante, por tanto Polvo.
cheguem a ellas antes que se acabem ; assim co-; ,, .... .. nR jefrftntft
ojo tambem ha palltot de brm avariado a 15200. ,Na r,ua da C" .l6'
Lingoeta, se vende polvo
BOMBA DE JAPY
Vende se urna bomba de Japy n. 3, ainda nao
servida, por preco commodo : na roa da Cadei
do Recife n. 62, 1 andar._________________
~ Vendem-se duas escravas, sendo urna de na-
ci, de idade de 36 annos, boa coznheira, e outra
crioula.de idade de '8 annos, reforcada, sem habi-
lidades, propria para engenho : na fundicSo da
rua do Brum n. 84.
~ PeehlaichiiT-
Madapolo fino rom pequeo.toque de avaria a
6, 7 e 85 a peca, chitas largas a 340 rs. o covado :
na rua da Madre de Dos n. 7; loja.________,__^
Soda caustica.
N. O. Bieher St C. snecessores, vendera soda
caustica em barris de ferro : roa da Cruz n. 4.
da Havaa.
Na rna da Cruz n. 4, vende-se charotos de Ha-
do
recentemente
Vende-se vinte e duas pipas de mel encasca- do Porto ao preco de 160 rs. a libra.
do em barris, por commodo preco, e tambem se
vende sete toneis vasios de arnarello de 120 cana-
das cada um, e 400 adoelas de arnarello com os
seos competentes fundos para toneis; na roa do
Pillar n. 94, em fra de Portas.
becco da
chegado-
Vende-se tres carrocas para boi, duas ditas
para cavallo, dous carros para condcelo de- ge-
nerr s de estiva ou outro qualquer mister, todo em
bom estado, e por preco commodo, por sea don-
Pesos
Vendem-se 8 pesos dV 2 arrobas, 3 de 1 arro-
ba e 1 de meia arroba, por preco commedo : na
rua do Vigario n. 21, loja.
Vendem-se M qnartos: na entrad* da rna
da Palma portao a direita a tratar no mesmo.
Na padaria da rua Direita n. 24, tem para
querer acabar com esse negocio : a tratar na*rua ender moedas de ouro portuguezas de 15. *
do Sebo n. 54, taberna. laios para o servico de padaria.




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**>-'mMHiWW*!W : tJ&KMm. *jfe4fcrU **.*#
O NOVO GERENTE
ESTABELECIDO A RA NOVA N. 60
Ha, para vender
Pinho, |>inh, naiink, muitopiah,
pinito, roa da Praa, hoje, ra Nova
de Santa Bita n. 17.
j 7_8910 e 1 i pollegedas de largura
De 10 a 35 palmos de comprido, ce usa
muito boa e barata, e cora todas as gros-
suras : cheguem raa Nova de Santa Ra
n. 17, serrara de Jos F. Coelho.
D'IODUBETO DUPLO
de FERROeQUININA
121H JJDna ID3 33 MJIJB23i
r
AO
O
-

DE
Os elementos que eompoem esla preparado, o
ferro, o i'e c a quina, a colloco no primeiro
grao das preparaces ferruginosas. Basta attestar
seus resultados obtidos pelos Mdicos dos hospi-
taes, e os relatnos dos prcticos mais eminentes,
Mingas no (.
Fraquesa.
AinU.
Chlorsse lele riela.
Menstrua.
Affeee>t-s do utrra.
Supprrsscs da re-
rm e rtexorde na
urnstrnsro.
Atleceo pulmonar e
phlhlslc.
Molestias d'esto asaga.
Gastralgia*,
rerda d'apartlte, rtc.
Coavaleacenca de Ion-
' maleadas.
Molestias escrofulo-
sas.
Paaelra.
Obstruccao das glan-
dalaa.
Humares trias-
Humares braacoa.
Racbltlsnia.
Affeccoes cancerosa
a Hjphllltlcas.
Febres lyphold.es.
Varales, etc., ete.
RESPEITAVEL PUBLICO*
A apreciado dos habitantes desta heroica provincia existe no grande arma-,
zem da Uga cstabelecido ra Nova n. 60 um magnifico sortimento de molhados,
que sendo em sua mxima parte mandados vir directamente do estrangeiro podem ser
vendidos por precos asss razoaveis.
Sem a fatuidade de querer que este novo e interessante estabelecimento seja o
primeiro e nico em seu genero, pde-se porm .-ffiancar, com toda a*seguranca de que lue confirmaran sna poderosa efficacidade as
nenhum outro o exceder no restricto cumprimento das seguintes promessas:
1.' Delicadeza no trato.
2.] Fidelidade no peso.
3. Sinceridade nos precos.
As pessoas que por sua poscSo social gozam de certo tralamento, acharSo nesta
casa os melhores queijos londrinos, cerveja, vinhos finissimos mantega e cha sempre de
primeira qualidade. etc., etc.
Qualquer que seja a condico do freguez, elle deve contar que ser sempre mui-
to bem servido. ,
Aquellos que sao pouco favorecidos da sorle farao mensalmente urna economa de
muitas patacas, afreguezando-se nesta casa, onde se Ibes vender o arroz, o caf, a man-
teiga oassucar, etc., etc. de boa qualidade pelo prego que em algumas parles nao po-
dem u nao querem vender.
Os senhores de fra da cidade, dos arrebaldes ou centro, que comprara para ne-
gociar, devem vir, pelo seu proprio ioteresse, a este estabelecimento para se convence-
ren! do quanto se pode vender barato.
Para os senhores que compram para tornar a vender existe um sortimento espe-
cial, escolhido por pessoa entendida que certamente muito dere agraiar aos senhores
compradores.
Nao se tem poupado sacrificios, nem se deixar de fazer a diligencia para agra-
dar a todos.
PELOS SEGMVTES PRECOS S SE VENDE
A DINHEIRO A VISTA:
CENEBRA de Hollanda em botijas, frascos,
garrafas, etc.. etc.
Vejat se os bulletins de therapeutica medita
e cirurgica de 30 de novembre 4 &60; a Gauta
dos hospitaes de 28 dejulho 1860, etc., etc.
Alm das pilulas de iodurelo duplo de ferro e di
quinina de Rebillon, os Mdicos aconselhio
igualmente o Xarope d iodure duplo de
tarro e de quinina do mesmo author para as
pessoas que no gostSo de medicamentos sob for-
ma pilular e os meninos. Este xarope nao tem
como o xarope d'iodure de ferro, o inconveniente
de alterar-se e de se nao poder conservar.
Peca-se o folbeto que se di de graca em cata
dos pharmaceuticos depositarios.
Para-se evitaren) falsifkacSes, exija o com-
prador ero cada frasco de Pilulas ou Xarope a as-
signatura do inventor.
Depsito geral em Pars, pharmaciaRebillon,
t 42, ru du Bac, e em todas as boas pharmaciai
de Franca a dos puizes estrangeiros, etc.
GRANULOS
AZEVEDO <* FLORES
Ra da |>deia do Reeife, esquina da Midre de Den.
Prestem atten$to ao discurso do Bailo.
Moreantique superior a 2#500 o covado.
Grosdenaple de 1^600, I800, U c 3*.
Baloes de 20, 25 e 30 arcos a H e ; ,31500.
dem para meninas de arces e de morselina.
Gbales pretos de fil do ultimo gosto.
Laa preta para luto e de todas as mais cores.
A molestia ou infeceo \m u-
lial conhecida4)elo- nomo de Es-
crfula um dos males mais
prevalccentes c imiver^aes <|ue
lia cm tuda u extensa lisia das
enferniidades de que sofie o
genero humano : disso um cele-
bre eserptor da medicina que
mais de nina leea paite de'
todos aquellos que morrem antes
da veltiice sao victimas, ou dire-
ta ou indirectamente da Escrfu-
la > :por si nao tao des-
Uva, porm a principal cau.-a de mu i tas
outras enferniidades que nao Ihe sao geral-
mente attribudas.
E'uma causa directa da philjun pul-
monar, das molestias do (gado, do stonw-
\go e affeccoes do cerebro : numerosos symptomaa.ai,ham-sc,os egifin-
tes :falla de appetilc ; o semblante pal-
j liQ e ds vezes inchado, s vetes de uma
Jligura transparente e outras corado e a-
Tyirellento ao redor da bocea ; fraqucia $
molleza nos msculos : disgesio fraea t
appelite irregular, falta de energa, teir*
I mchado e evaeuaco irregular ; quando o
t mal tem seu assento sobre os pulmoes, uma
' cor azulada mostra-se cm roda dos cilios;
quando ataca os orgos digestivos, os olhos
tornam-se avermclhados: o hlito feudo,
a lingua carregada, dures de cabera, ton-
tetras etc.
as pessoas de disposico escrofulosa ap-
parecem frequentemente erupcDcs na peile
o. ir TUTsyre c6r de "oores raal2adas'fattnda ^^^T-tr-tr-is
ALPISTE E PAINQO a 120 rs, a lib a.
AMENDOAS novas a 28o rs. a libra.
AVELAES a 240 rs. a libra.
ARROZ de 80 rs, a libra a,..
AME1XAS francezas em latas, potes, fras-
cos, bocetas, etc etc.
AZEITE doce a 600 rs. a garrafa, cadada a
BANHA de porco a 660 rs. a libra, em por-
cao faz-se abate. '
BOLACHINHAS do beato Antonio a
BOLACH1NHAS de soda lata grande a 2,000
res.
BISCOITOS ng'ezesem latas de 1,200 rs. a
BOLACHINHAS principe Alberto a 2,000 rs.
C
CHOURIQAS muito novas a 800 rs. a libra.
CAF de 260 rs. a libra.
CHOCOLATE francez a 800 rs. a libra.
CHAMPAGNE das marcas mais acreditadas
a 25,000 rs. o gigo.
CHARUTOS de todas as qualidades, suissos,
araercan s, habannos, fluminenses, etc.,
de 1,400 a 10,000 o cento.
CHA HYSSON de 2,200 a
COPOS 1 sos ladidados de todos os taa-
nnos a
D
DOCES de todas as qualidades.
E
ERVILHAS seccas e em latas portaqueza e
francezas.
F
FARINHA de araruta verdadeira a 800 rs. a
Jibra.
FARINHA do Maranhe ou tapioca a
FARELLO de Lisboa a 4 e 5.CO0 rs. a sacca.
FAVAS portuguezas em lata a 600 rs.

GOMMA muito nova e alva a 120 rs. a libra.
GRAO DE BICO a 120 rs. a libra.
GENEBRA delaranja a 9 e 10,500 rs.
Noarmazemde fazendas ba-
ratas de Santos & Colho
Raa do Queimado a. 19.
Veade-se o seguate:
Lences de panno de linho
pelo baratissimopreco de 2J400.
Lences de bramante de linho
de um s panno a 34500.
Coberta de chita da India
pelo baratissimo prego de 2X500.
Lencos de cambra ia bra ricos
propcios para algibelra, a i a duzia.
Pegas de bretanha de rolo cora 10 varas
propria para saia, a 3800. ,
Pegas de cambraia
para forro com 8 l 2 varas a 2,564 0.
Gaardanapos
de linho Anos duiia 35500.
AlgodSo eafestado
com 7 112 palmos de largura vara 1X200.
Cortes de lia
com 15 covados a 6,5.
Cambraia adamascada
com 20 varas propria para cortinado peca 119.
Pil |de linho
Uso fioo vara 800 n.
Atoalbado adamascado de akgodao
com 8 palmos de-largara vara 2X200.
Atoalbado adamascado de linho
com 8 palmos de largara vara 3X200.
LiaziBhas carmezlm miudinhas
prepria para vestido de menina, covado 600 rs.
LSaiinhas
de cores Anas covado 560 rs.|
Fazendas para a quaresma.
Grosdenaple, moreantlqoe e ricas eapas de troe-
denaple bordada.
Esteira da India
propria para forrar salas, de 4, 5 e 6 palmos de
largura, por menos prego do que em oulraqael.
qaer parle.
Ueste arma zem de fazendas 'se encontrar i um
grande sortimento defronpa feita e por medida.
HYMnfOS
Acham-se a venda os hymfios dos voluntarios
da patria da provincia de Pernimboco, ,e o hyrano
des voluntarlos de Henrxrues de Pern?mbnco, e a
historia sagrada por.Roymont, em um livro bem
eneadernado : na ra do Imperador D. 15 defren-
la de S. Fraaeiseo.
BISMUTHI
Cbitas largas de 300 rs. o covado a 500.
Lene/ s brancos a 20500, idem de esguiao j embanhados.
Madapoloes francezes propriospara saias e camisas de seohoras a 560 rs. a va;a.
dem muito finos de 14(5 a 160 a peca.
Cambraias brancas muito finas a 50 a peca.
Chales escuros proprios para as senhoras trazerem por casa 40.
Meias cruas inglezas a 80 a duzia.
ROHM FEITA.
Paletos de alpaka brancos muito finos a 40500 e 50.
dem de casemira de cores de 100, 110 e 120.
Calcas de casemira pretas e de cores de 70, 80, 100 e 120.
dem de brim branco de 40, 40500 e 50.
Colletes de casemira pretos e de cores de 40, 50 e f 0.
dem brancos de brim e frutas de 20, 20500 e 30.
Camisas verdadeiras inglezas, vista far o prego,
dem petos de linho, e de algod5o de 20 a 50.
Seroulas de linho com duas costuras.
dem de esguio de algod5o a 10600.
Colleirinbos de linho inglezes.
dem de papel de cores.
Camisas de flanell i de cores de 33 a 60.
H i muitas outras fazendas que se vendem por precos muito barato?, dc-se
amostras com penhores e tambem se mandam levar s casas. Na toja do
M
MANTEIGA ingleza e franceza de 400 a
MACARRO a 400 rs. de 8 libras para cima
a 360 rs. a libra.
MASSA DE TOMATE a 600 rs. a lata.
MOSTARDA ingleza a 800 rs. o frasco.
MARRASQUINO de Zara.
MARMELLADA de diversos fabricantes e
diversos precos.
P
PEIXE em latas a 1,000 rs.
PERAS SECCAS a 500 rs. a libra.
PASSAS muito novas a 320 rs. a libra.
PRESUNTO para fiambre.
4
QUEMO do reino de 1,500 a
DEM londrino.
DEM suisso a 400 rs. a libra.
DEM prato a 800 rs. a libra.
H
SABA0 MASSA a 160 rs. a libra e grande
abate em caixa.
SEVADINHA a 200 rs. a libra e 8 libras se
far grande abatimento.
v
VINHO linto de 360 a... garrafa.
VINIIO tinto em caada de 2,560
VINHO branco em caada de 3,500 a
VINHO verde a 400 rs. a caada.
VINHO Bordeux em caixa a 6.C00, 7,000 e
VINHO de Grave a 6,000 rs. a caixa.
VINHO Cherry a 1,000 rs. a garrafa.
VINHO do Porto de todas as marcas e todos
os precos.
VINHO Collares a 800 rs. a garrafa.
VINHO tinto, neste genero ha constantemen-
te 20 a 30 pipas ao torno de divesas
qualidades e diversos precos.
VINAGRE em ancoretas a 15,000 rs.
VINAGRE em pipa a 160, 200 e 240 rs.
VINAGRE branco a 400 rs. a garrafa.
VELLAS de carnauba a 13 e 13,500 rs. a
arroba.
Baleeira.
Vende-se uma balee-ira espagosa e bem cons-
truida, com os seus pertences : na ra da Cruz n.
23, primeiro andar, para ver no trapiche do
Cuoha.

2- 3
"SfasI'J
a
O Sr ? 2. o 35 o. >
gSg-o

B
&S.5
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si
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ili 3.
O 3 n
nn
te
O
o e
s.s;
a> -j
MARA PA
Mara Pa
Hara Pia
Acaba de ebegar pelo ultimo vapor ingles um
esplendido sortimento de enfeiies de cabega a Ma-
ra Pia, os quaes pela sua elegancia e bom gosto
de rada qu a I o mais bonito nada deizam a desejar
sendo pretos, renos, cor de bonina e aznlzioho
sens prfge g 5#500, 3J, W, 61,81 e 10V: na
)o;a do novo rival ra do Queimado n. 16.
DECHEVWER
Os granulos au bismuth de Chevrier bem
superiores a todas as outras preparacoes de
bismuth empregadas antes com o maior successo
pelos mdicos de todos os paizes, para prevenir
curar as
Dlarrhraa hronlcaa. Ma dlfestves.
D;ssenlcrlas. Gastrltca.
Dores d'eatdmaga. Callralglas, ete.
Dyspepslas.
Os primeiros symptomas d'essas formidaveis
affeccoes se manifesto ordinariamente por diges-
tdes laboriosas, azidumes, falta d'appetite, pesos
'estmago depois de cada comida, caimbras es-
tomacacs, e, muitas vezes, por espasmos nervosos
com vmitos.
Este estado mrbido, se o descuidSo, traz ine-
vitavelmente, que seja:
Opareaaoes.
Dores ala eafceea.
Irrlcacoes de bcilga s
da malrls, ete.
Os granulos Chevrier sao ordenados pelas
sommidades medicaes para prevenir essas diver-
sas molestias e cura! as quando sio tomados a
tempo.
O preco de cada frasco de i francos.
Depsito geral em Paris, pharmacia Chevriar,
e em todas as pharmacias de Franca e dos paizes
estrangeiros.
Molestias de Osudo.
A Ictericia.
Falpltaeao de rorarao
Barra as rim.
GRAGEASotCUBEBINA
Estes confeitos que tem por base o prin.
cipio activo da orimeira cubeba juulo com
acupahyba pura, nonausen estomaga.
Elles fazem parar immediatamente as mais
rebeldes gonorrhas, mesmo as que ressti-
ram a cubeba o a cupahyba isoladamente.
Deposito geral em Pernambnce ra da
Cruz n.22 em casa de Caros 4 Barboza
Colares Eoyer
ou colares anodines elctricos contra as eonvulses
das enancas.
O bom e proveitoso resultado <
obtem na dentigao. trazendo desses colares, j
bem conhecido, e por isso se tornam hoje iudis-
pensaveis porque assim leem os pais incontesta-
velmente prevenido o mal: esses colares vendem-
se tamjDem narua do Queimado, leja d'aguia bran-
ca n. 8.
Agua florida e-tnico orien-
tal de Kemp.
Continna-se a vender em porgo e a retalho :
na ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Bonitas trancas, franjas
t galles prelos para vessidas,
A'aguia branca recebeu novamente um bello
Superiores cortes de moirs preto com barra, o qne ha de melhor gosto era
Pernambuco.
dem de gorgur5o preto adamascado com barra a imperatriz Eugenia,
i-dem de gorgur3o de seda bordados com barra.
Superiores moirs pretos e largos 20400, 2(5600, 30, 30500, 40, 50, 60, (
70 e 80 o covado.
Superior gorgurao de seda preto, a melhor fazenda que ha para vestido.
Sarja preta de seda,
dem preta hespanhola.
dem idem lavrada a 20 o covado.
dem idem lavrada muito superior. t
Completo sortimento de grosdenaple preto a 10500, 10800, 20,20500, 30,
30500, 4, 40500 e 50.
Pannos prelos de soperbr qualidade de 30 a 120 o covado.
Casemira preta de 10600 a 50 o covado. t
Lindos chales, bournus, algeriennes e retoudes de fil preto.
Mantas pretes de fil e los pretos.
E muitas outras fazendas de superior qualdde na 1< ja das Columuas
na ra do Crespo n. 13 de Antonio Correa de Vasconcellos & C. successores
de Jos Morei' a Lopes.
MACHINAS DEPATEM
de trabalhar ro i r rs
trabalhar irso
desearocar algodSo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAfi
Estas machinai
podem desearocar
ualquer especis
de algodo sem
estragar o .fio,
sendo bastantt
duaspessoas para
o trabalbo \, pode
desearocar urna
arroba de algo-
do em earoct
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por da ou 5 ar-
robas de algodae
limpo.
Assim como machinas para serem movidas por
animaes, que descarogam 18 arrobas de algodae
sortimento de enfeites pretos para vestidos, sendo i limpo, por dia; e motores para mover uma, duas,
bonitas trangas, franjas, galocs e bicos pretos, etc.,! eutr?s dessas machinas.
assim eomo botdes enfeitados de vidrilhos, e ou- Os mesmos tem para vender um bellissimo va-
tros mutlos enfMtes de diflerentes cores, eonii- por que pode fazer mover seis destas machinas
uuando a aguia branca na ra do Queimado n. 8 mencionadas ; para o que convida-.-e aos Srs.
a vender (udo isso por precos commodos.
Bonitas caixinhas
cea msica e sera ella para costura, e entras
ifulmeite lindas cora perfumaras finas.
A aguia branca na ra do Queimado n. 8 acaba
dereceberum bom sortimento de caixinhas para
costura, e ootras com perfumaras finas, e conti-
na a vende-las baratamente.
agricultores a virem ver e examina-lo, no arma-
zemde algodo, no largo da ponte nova n.47.
Saunders Brothers k C.
IV. II, praca do Corpo Santo
RECIFE.
Os nicos agentes neste paiz. __________
Bixas hamburge/as.
Vende-sena rna Nova n. 61.
Por 8*$! I
Yende-se para crucial de infanlaria da puarda
nacional nm fardao, um par de dragonas, barreti-
na e ploma, banda rica e fiel* de onro, pelo barato
prego de 801' a tratar nrua Nova n. 17, ou na
rna dos Prazeres n. 4.
Carta chorographiea
DO
THEATRO DA GUERRA.
. Acha-se exposta venda, as tojas abaixo men-
cionad is, a carta chorographiea do theatro da guer-
ra nos Estados do Sal da Am rica Meridional, con-
tendo as plantas do Paysand, e do bloqueio e cerv
co de Montevideo. Ella torna-?e recommendavel
nao s pela lcuna que veio preeneber, como pelo
esmero do trabalho lytbographico. ,
Vende-se pela mdica qoanlia de 200Oas livra-
rias dos Srs. Nogueiri, ra do Crespo; e do Sr.
Cardoso Ayres, na da Cadeia do Recite, assim como
as iojas da Exposicao de Londres e na lythogra-
phia do Sr. Carlos, a mesma ra n. Si, e na loja
do Sr. Cardoto de Aimeida, ra da Cruz.
Vende-se arroz com casca a 3 a sacca de
20 cuias : na ra Direita n. 69.
Attenco
Vendem-se pegas de esleirs para forro de sala,
tinta branca preparada a oleo, em talas de 35 li-
bras, para pintar casa, reloglos para cima de me-
sa e para pendurar, arreios para I e 2 cavados,
velas de spermacete, tudo de superior qualidade,
vindo dos Estados Unidos : noarmazemda ra do
Trapiche n. 8.
Vende-se rr.ilhn muito bom, ebegado ba pou-
co do Penedo a 35300 o aiqueire (32 cnias) : ne
caes do Ramos n. 5.
Oleo de Florida
Composto de substancias vegetaes exticas, elle
coniribue poderosamente, com a agua de Flo-
rida a torga, a belleza e a conservago dos cabel-
los.
Em Paris casa de Guilaur o. 112 roa de Rechl-
-lien e 21 boulevard Montmarlre.
Todos os frascos nie tendo intacto e clare, e Un-
cir prateado da casa. reputado falso.
Deposito ra do Imperador pharmacia n. 38.
Precos que admira.
Sapaios de tranga superiores pelo barate prego
de i o par, e andiz 10 : no vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Bico adamascado de iddas as larguras, i pega
com 10 varas, cada pega a 400, 480, 500 e 600
rs. : no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Clcheles em cartao de uma e duas carreiras
perfeitas, pelo barato prego de 40 e 60 rs. cada
carto, e duzia a 400 e 500 rs.
Pentes para atar cabello, aduza a 1J200,1J6O0,
25,3,8,4$ e5$.
Balaios propriamente para costura e para inic-
ias, e para menina trazer no -braco a l'00,1600,
15800, 2J e 25500.
Perfumarla, macaca perola a 25, 25200, 35 e
45 a dnzia, oleo de maozinba a 55 e 65 a duzia,
banha a 35, 45 e 55 a duzia. Estes objeetos se
vendem por admiraveis pregos em censequencia
de serem arrematados dos salvados da barca fran-
ceza, pois affanga-se a pouca a varia e a boa qua-
lidade: s no gale vigilante, rna do Crespn.7.
orguos Uige;
nnos. Portanlo, nao smente, aqueiles
que padecem das formas ulcerosas e tuber-
culosas da escrfula que necessitam de pro-
teceo contra os seus estragos; todos as
quedes em cujo sangue existe o virus laten-
te d'este lerrivel flagello (e s vezes 6 hen-
ditario) estao expostos tambtm a soffrer das
enfermidades que-elle causa, que sao :
A phthysica, ulccraces do figado, do es-
tomago e dos rins: erupcoes e enfertmaa-
des eruptivas da cutis ; rosa ou ergsipela ;
oorbulhas, pstulas nascidas, tumores, rlt-
cumacarbunculos. ulceras e cliagas, rtteu-
mptismo, dores nos ossos, as cosas e na
cabeca, debilidades femininas, flores blan-
cas causada pela ulceraco interior, c tn-
fermidades uterinas, hydropesia, indrges-
tao, enfraquecimento e debilidade geral.
Aos pulmoes a escrfula produz "tubrcu-
los e "finalmente consumpeo pulmonar :
as glanulas ella produz inchacoes o tornam-
se ulceras: nos orgos digestivos" causa
desarranjos que produzem indigestSo, dis-
pepsia, molestias do figado e nos rins :
na pelle produz erupcoes e affeccoes cut-
neas.
Todos estes males tendo a mesma ori-
gem, carecem do mesmo remedio: a sa-
ber : purificar e fortalecer o sangue.
A salsa par rilha de Ayer
composta dos antdotos mais effiCrzes que
a sciencia medica tem podido descolnr,
para esta m lestia assoladora e para a fura
de todos os males provenientes d"clla que
eontm virtudes verdaderamente extraordi-
narias provado incontestavelmenie pelas
curas notaveis e bem conhecidas/que um
feito de tumores, erupedes cutneas, ery-
pelas, borbulhas, nascidas, chayas antigs,
ulceras, rheuma, sarna, parbas, hydrope-
sia, tosse quando causada por deposites tu-
berculosos nos pulmoes. Debilidade ge-
ral-:Indigeslo, Syphilis constitucional e
molestias mercuriaes, molestias das muje-
res, ulceracoes do ulero, a nevralgia e con-
vulces epilpticas e em summa, toda serie
fde enfermidades que nascem da impureza
do sangue. Vede as certides no Alma-
nack e Manual de sade do Dr. Ayer que
se distribue gratuitamente nos lugares onde
se vendem os remedios.
Este remedio o fructo de longas e labo-
riosas experiencias, e ha abundantes provas
das suas virtudes: posto que offerecie
ao publico sob o nome de Salsa parrilha,
composto de diversas plantas, algumas das
quaes s5o superiores a melhor salsa parri-
lha no seu poder alterante.
I'KITOIMI. DE CEREJA DE AYER.
Cura promptamenle a aslhma, bronehite,
tosse, defluxo, angina, coqueluclic-,
phthysica primaria, tubrculos
"pulmonares, e todas as
molesliss pulmo-
nares.
Allivia os etlicos declarados.
Todas as molestias da garganta, do peito
e dos pulmoes pdem ser curadas cm pou-
co tempo pelo peitohal de ceueja lo di.
AYER.
A' venda as principaes boticas e ('.rega-
ras do imperio, e na agencia central do
Rio de Janeiro ra Direita n. V.
Vende-se em Pernambuco:
Dapbarmaea franceza dr
P.MAURER 4 C;^
RA NOVA N. 18.
tDROGARIA.
- 34Ra! larga do Rosario34
BarlhftloRieu Francisco deSouza
Vendem :
Acido actico paro para retratista*.
Esmaltes para ourives.
Papel para forrar casas.
Guarnigoesavelludadas.
Tinta brancasuperior em lata.
AlvaiadeVeneza, fino, em paes.
t.
J
AGUA
d a
0B
Flor i
para restabelecer e conservar acor nataral dos ca-
bellos.
A agua de Florida nio urna tintura, facio.es-
sencial a contestar, a mesma agua dando a cor
primitiva de cabello. Compostas de plantas exti-
cas e de substancias ioorTensiveis, ella tem a pro-
priedade de restituir aos cabellos o principio co-
rante que elles tem perdido.
De uma salubridade incontestavel, a agua de
Florida entretem a limpeza da cabeca, jestroe as
caspas e empede os cabellos de cair.
Attenco
o
Antonio Duarte Carneiro Vianna sclenliflca ao
respeitavel publico, e espccialmtnte aos feus nu-
merosos freguezes, que acaba de abrir um novo
eslabele imcnio na casa n. 22 da ra Nova, situa-
da entre o seu antigo armazem de ferragens e a f ua
bem conhecida e popular loja da exposigao de can-'
dieiros gaz, exislindo entre as tres ca.as pa-
gosas communicages, de maneira que faciliiam ai s
compradores munirem-se eouimodamenle dos ob-
jeetos diversos de que precisaren). Alcm do ros-
turnado e variado sortimento, qne o respeitavel |>-
blico sempre enconiroa, e continua a encontrar rra
seusestabelecimentos, achara no que acaba de fran-
quear uma multidao de objeetos de luxo, cono h
utilidade, das mais afamadas fabricas deFrarca,
Inglaterra Allemanha, para as quaes cenlinuai
sempre a fazer encommendas especiaes; e sendo,
corno fastidioso numeraros muito. e vanados
artigos de catenaria, tapegaria, crisialari, de rr<-
taes finos, de porcellanas, etc., etc., deixa de o l.-
zer, e convida ao mesmo publico, que ven ha vist-
ar os seus mencionados estabelecimentos.
fflobin de Jacaranda.
Vende-se urna mobilia de Jacaranda (m rrf io
uso, 12 cadeiras de amarello un meio ufp, laiiltr-
nas de vidro, mesas e eutros tbjeclos que se ven-
derlo por prego commodo : a tratar Da la dos
Prazeres n. 4. _______ ______
Na roa da Cruz o. 38, em casa de Milis nat-
teau & C, vende-se:
Cha.
Oteo de linhaga.
Folhas de Flandre.
Sitios e silhoes inglezes.
Cervei Aspinall.
Dita Bass.
DiU John JefTres C.
UaVfcbno com pouco uso.


-vuHjm**-v,mhMm,-uj-m*t*t*i**-\mtw.*
AURORA BRILIAKTE *""
GRANDES 4RH4ZENS
DE fc'ffi-
MOLHADOS
s
\II\H0S
Largo da Santa
Cruz ns. 12 e 84;
[esquina da ra do
itleDo.
Largo da Santa
Cruzns. 12e84,
_esquina da ruado
ESPECIAES icebo.
multo acreditados armazensde molhados denomiDados Aurora
receber de saa propria encommenda, muitos gneros delicados
prupnos da presonte estacao, e tendo grande sortimento comprado aqui, aflama que to-
das os seus gneros s;o de priraeira qualidade.
A
tadores.
Nenhuin
O dono dos ja
Brilhante, acaba de
CONSULTORIO MEMMIRIRG1C0
DO *.
0
NEM CORO AS NBM MITRAS
segunte tabella servir a "todos de base para ajuste de contas aos por-
arraazera vender mais barato, e melhores gneros do que a Aurora
Brilhante, j pelo grande sortimento que tem, ja raesmo por s"eu dono seachar enconv
raodado em sua saude e ter de vender um de sens armazens agora
xlma primavera, por isso deve-se aproveitar urna
barato.
Latas rom 8 libras decliouricas muito novas,
, a 7/500.
Ditas grandes cora peixe em postas inteiras,
mais de 12 qualidades, a 15000, 1280 e
, D.tas cora ostras, excellente petisco para fri-
gidiira, a 720 rs.
'Dita*ora ervilhas nova?, ensopadas, a720rs.
Ditas com favas, a 6M) rs.
| Jilas com arneixas a 15200, 15800 e 35300.
iitas com marmelaJa do afamado abricante
Abreu. a 880 rs.
j Ditas com massade tomate, a 500 rs.
Ditas cora figos de comadre, novos, a 15300,
2 e 25300.
Dita9 com bolachlnha de soda muito novas, a
[ 23')00.
Di:asc.omliiscoitnhos inglezes de muitas qua-
lidades. a l-i'm i.
e o outrona pro-
quadra~destas para se comprar
Chocolate.
superior muito novo, a libra a
, Chocolate
15203.
i \l icarro, talhariam e alotria amarella, a libra
a 43J rs.
Dito dito dita branca, a libra a 400 rs.
. Caixas cora estrellaba, pevide, e ootras mas-
sas, a eaixa 38300.
J Ditas dita era libras a 640 rs.
\Ji i,', a libra a 30 rs.
'"?jp ievadiula para sopa a libra, a 240 rs.
ir vil tus suecas, a libra a 160 rs.
titas descascadas, a libra a 200 rs.
muito nova, a libra a 280 rs.
de araruta verdadera, a libra a!
JJ rs. .
Vrroz do Miranhao, em sacco, a arroba a '
2540J e a lit>ra a 80 rs.
,- O MUS 00!
'. "ipior.a
i "arioha'
Vinho verde superior. \
A caada a 35300 ea garrafa a 480 rs.
tiomma.
Saccas de 4 arrobas, a verdadeira de se'
engommar, a arroba a 35000 e a libra
120 rs.
Sabo massa, a libra a 200, 240 e 280 rs,
Farfolla.
Saccas grandes com farinha de Goianna raui-
to nova, a 55000.
Caf. ,
Caf do Rio muito superior, a arroba a 85,
85300 e 95000.
Cha. |
Cha, temos oestes gneros o mellior possivel,^
hvson, a libra a 25600.
Dito parola a 35000.
Dito uxim a 25700.
Dito hvson muito Uno a 25300.
Dito redondo a 25300.
Dito preto de priraeira qualidade a 25>00.
Dito mais baixo a 25000 e 15600.
Erra mate.
Excellente cha medicinal, a libra a 320 rs.
Esperraaeete.
O masso cora 6 vellas de esperraaeete a 600,
640 e 720 rs.
Passas.
Caitas de 16 e 8 libras de passas novas pro-
prias para mimos a 45 e 25300.
Nozes.
Notes, a libra 160 rs. e arroba a 45000.
4lpista e painfe.
1 Alpistae painco. a arroba 48000 e a libra a,
160 rs.
Cartas.
')ij da India e Java, a arroba a 38200 e a li- Cartas finas para logar, a duza a l$5'H).
bra a 100 rs. Castanhts.
fjjcioh i de Lisboa a 9^300 a arroba e a 320 Castanhas novas vinmv ne*te vapor, a arro-
jl rs. a libra.
y.A tito di Santos, a arroba 78000 e a libra a
f 260 rs.
"x' ilbos cora 123 ceblas grandes, a 1J280.
'/S {istaria franceea, caita cor 2 du?ias a
'if 8JOO0.
tO frascos om mostarda preparada em vinagre,
j a 400 rs.
Ditos cora conservas inglezas e francezas, a
t6i0 8 800 rs.
)iios com sal refinado fino, a 640 e a 500 rs.
Ditos com a verdadeira genebra de larania, a
1*000.
nDitos de 2 garrafas de Hollanda verdadeira, a
^ 640 rs. "
.Rolijis com dita propria para negocio, a
40J rs.
-arrads com 2 galoes com dita, a 65-
wveja boa, marca, a 500 rs. a garrafa, e a i
dalia a 6JOO0.
Violn mnscatel de Setubal, a garrafa a 15-
Marrasqmaho verdadeiro, frascos a80C rs. e
a 15200.
Jharapagae, a dnzia 205000, e a garrafa a
2 5030
1 \zeite reinado portuguez e francez, a garrafa
' a 15000.
Caixa oa vinho Bordaaux muito superior.a
83,08 e 105 a caixa.
'Oltts cora lito branco, a 75 a caix.
Dita' com dito lacrimas do Douro verdadeiro,
a 205.
Ditas cora duque do Porto verdadeiro,"a
185000.
Ditas cora chamisso superior, a!45-
Ditas com Porto velh) e outras muilas mar-
cas, a 125.
Vinho do Porto da pipa, a garrafa a 640, 720
j 800 rs.
Dito do Lisboa muito bom, a caada a 35200,
35500 e 48, e a garrafa a 500 e 560 rs.
Dito da Figueira, das segaintes marcas (X.)
) (J. L.-G.) (O. M.) a caada a
e a garrafa a 500 e 640 rs., deste
que j est engarrafado e lacrado com o
rotulo do armazem.
Ditos de marcas mais desconhecidas, a cana-
da a 35300 e 45000, e a garraa a 480 e
S20 rs.
Vinho branco fino, a garrafa a 640 rs.
Oito da caj multo saperior, a garrafa a
800 rs.
(J. A. A.)
45300, e
ba 48000 e a libra a 200 re.
Azeitonas.
Barris com azeitonas novas a 15500.
Manteiga.
Manteiga suoerior, a libra a
Dita mais abaixo a 800 rs.
Dita menos superior a 640 rs.
Dita franceza nova, a libra a 720 rs.
Dita dita era barris e meios ditos, a
660 rs.
Dita para tempero a 400 rs.
Queijos.
Queo* novos vindos nesie vapor a 35200 e;
35300.
Ditos londrinos muito novos, a libra a
15000.
Papel.
! Papel almaco pautado, a resma a 45800.
Dito dito lizo de linho, a resma a 45300.
Dito de peso lizo e pautado, a resma a
25500. ,,ft
Dito de embrulho. bom a 15 e 15200.
Vinho Madeira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-
deira a 15500 e 25000.
Temperos.
Folhas de louro, pimenta do reino, continuo
e cravo, a libra a 400 rs. ,
Velas e carnauba. \
Massos com 6 velas de carnauba refinada a.
480 rs.
Amendoas.
Araendoas com caica, a libra a 320 rs.
Bou.
Caixoes de doce detoiaba, grandes a 1J4001
e pequeos a 640 rs.
Tijotos de Rapar.
Tijolos de arear facas a IM.-rs.
firaxa.
Duzias de boioes srcaxa ib 97 a S5000, e
de latas lfOW,-os hoi5o3a'240 rs. ca-j
da um, e as latas a 100 rs.
Charatas sos.
Charutos finos dos malhores fabricantes iJa
Bahia por diversos precos, caixai e meias;
caixas.
graae quaatdade de gneros tendentes
estes estabelecimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
N. "11 Ra do QueimadoN. 11
Superiores cortes de seda preta com liadas barras.
Saoerior seda faconn o que ba de melbor e mais gosto.
Moreantique preto muito boato a 25800, 35, 35500 o 45 o covado.
Completo sortimento de grosdenaplt preto de muitas qusdades.
Pannos pretos e casemiras de ouitas.qualidds.
Bournus, chales e los de renda pretos superiores.
Superiores paliases esoatembarques de seda para s nhor^s.
Bjurnosds la para seahoras a 125.
Chapeos e r.hapeJinas de palha de Italia para senhoras.
<;orts de la de barras de 145 a 225 de.muito gosto
li rautas outras Uzeadas de saperior qiulidade na loja de Augusto Frelerico dos
Santos Porto aoade tambm se vendem asmilores e mais baratas
Esteiras da India para forrar salas.
H. 41 Ra do QueimadoN. ii
<
i 12^00 A S4CC4.
Feijo italatinho novo a 125, tnilho a 45 : na
roa dos Quarteis n. 22.
Feijo mulatinho.
Vendesa superior feijSo mulatinho da If
a.
na ra da Maire
ni ''ma ipre:a.
de Dos, no armazem Ji
3B
Milho novo em saceos grandes: no
de Canoa, a tratar com Tasso Irraaos.
h
. avariado.
^ Franeez barrica 65000
Portland dem 85800
ES perfeito estado:
Francez barriea 105000
Portland dem 125000
No armazem de Tasso Irmaos caes do Apollo.
DR. PEDRO DE ATIAHYDE LOBO MOSCOSO,
MEDICO, PARTCIRO E OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fundo' 3
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos os das das 7 s 1
ooras da nanbSa/e das 6 e meia s 8 horas da noite, i excepcSo dos das santificado
m s
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio ba sempre o mais appropriado sortimento de rarteiras
tobosavulsos, assim como tintaras de varias dymnamisaces e pelos preces seguimos
Carteiras de 12 tubos grandes. 12|000
de 24 tubosgrande. 180000
' de 36 tubos grandes. 2^0000
de 48 tubosgrandes, 300000
de 60 tubos grandes. 33/1000
Prepara-sequalquercarteira conforme o pedido que seflzer, e com os remed
jue S3 pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tfntura de meia onca 10000.
Sendo para cima de 12, custaroos precos estabelecdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
LITRO.
A meihor obra da homeopathia, o.Manual de Medicina HomeopathicodoDr. Jahr
onsraades rol ames com diccionario............ 2O0GOO emtr,a^os de. dro com 3 libras liquido a

GRAT5ME ARMAZEM
Z92
SA
RITA DO IMPERADOR \. 40
JnU ao sebrad em \wt mora iSr. Osbarie,
DuartcAlmelda A c. receberam 4e sua propria enctn u co-
ila o mal linde e variado sortimento de elhado*, prc|tlua
da p rescate estacao.
Ma^as brancas
Manteiga ingleza
da safra novavinda no ultimo vapor a 1 ,ooo
rs. alibra eem barril a 8o rs.
Hantels;a franceza
pa safra nova a 60o rs. alibra, e em barril
a oWJrs.
mendoas
libra.
Arneixas
.Medicina domesticado Dr. Hering
Repertoriod Dr. Mello Moraes. .
Diccionario de termos de medicina
Os remedios deste estabelecimento slo por demais conbecidos e dispensara portan-
te de serem novamente recommendados aspessoas*que quizerem usar de remedios ver-
dadeiros^energicos e duradores: ha tudo do meihor que se pode desejar, globos de ver-
dadeiro assucar deleite,notaveisselaua boa conservado, tinturados mais acreditados
estabelecimentos europeos, a mais jxacta e aecuradapreparacao, e portante a maior ener-
ga) certeza em seus effeitos.
Casa de sade para escravos.
100000 2^i. muito propios para mimos,
65000 Cartoes
30000 com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
com bolachinhas de soda de todas as qua-
lidades a 10300.
Chocolates
dtodasasqualdadesal0OOO alibra.
Presuntos inglezes
Recebe-seescraves para tratar de jualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer dosmelhoresabricantes a 800 rs., tamben
operacSo, para o que o annunciantejulga-sesuficientemente habilitado.
O tratamento o meihor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa a mais de quatreannos, ba muitas pessoasde cujo conceito se n5o
pode duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
deentes.
Paga-se20OOO por dia durante 60 dias e d'ahi era diante 10500.
As operaces serio previamente ajustadas, se n5o se quizerem sujeitar aos precos
izoaveis que eostoma pedir o annunciante.
Laboratorio eologico e chiruico de F. P. Lebeuf e .
ra Montmartre, 31, em Pars.
Fabrica em Argemteull. prs Parto (Franca).
BONIFICADO E FABRK4(!\0
Djs vinhos, agurdenles eliceres.
VINHOS.Imitajao dos viahos de todas as
qualidades, Extracto da Medsc, a doso para S30
litros, 1 f. 25,de Bordeax, 2 f., de, Pomard, 3
f.,de Lisboa, t f.,de Cataln, 2 t,,de Porto,
Xerez, Mscate!, Malaga, dase para 2f ou 30 li-
tros,* t.
Substancia para fabricar com o alcool e agua
os vtaho cima e todos os outros. A dose para
500 litros, 50 f.
CLACIFICACOPs ingieres, pos das vinhos
da Hespanha, da Franga, etc. A'libra para
litros. 5 f.
COLORACO.Purpirigine para colorear. os
vinhos brancos e vinhos claros. As duas libras
I AGUARBENTES.Essencla de cognac para dar
as agurdenles ordinarias o sabor e o aroma de
cognac. A garrafa para 100 litros, 8 f.
KHtSCH E ABsINTHO. -Essencia de kirsch e
de absintho, para os fazer com alcool e agua. A
garrafa para 100 litros, 5 f.
LICORES.Extractos para fabricar se todos os
licores conecidos sem foso nem alambique, (in-
dicar-se os que se deseja.) A dose para 20 ou 2o
litros, 3 f.
PERFUMES para fabricar-se os licores finos ou
commnns a dose para 20 ou 25 litros, 1 f. 25.
TODOS os outros productos para o trabalho dos
vinhos, agurdenles licores, vinagres, etc., sao
fabricados de encommenda.
UTENCILIOS de laboratorio e de chimica.
e engaado nossos
para 500 litros, 16 f.
Alguns de nossos agentes teado falsificado eiminlo nossas preparacoes,
freguezes, deva-sa exigir sobro as rolhas e roalos as iolciaes F. V. L. Pars,
0 modo de usar-so das preiaraees acha-se indicado no rotulo.
Ai encommandas devera sar acorapanhadas por urna letra sobre Pars ou qualquer outra cida-
de de Franga, ou garantidas por urna casa p.onlia.iida.Dirigir-so aos Srs. Lebeuf & C. chimicos, ra
Montmartre, a. 31, era Pars, on a saa fabrica em Argcntenif, prs Pars.
Vendo-so ua botica franceza, ra do Imperador n. 38.
FABRICA DE CHtPOS DE
SOL
e rna do
temw velbos para 500 rs.
Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a'206oo.
I QueIJM
chegados no ultimo vapor a 20600 cada um.
Queijo
londrinoo mais fresco que se pede esperar
e de excellante maree a 800 rs. a libra
sendo inteiro e a 900 rs, aretalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras ecaiiinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 10200.
Cha uxim
o meihor que se pode desejar, que otrtro
qualquer n5o pode vender por menos de
30 a 20600.
dem perola
especial qualidade a 20700 rs. a libra.
dem hyssen
o mais aromitico que tem vindo ao nosso
mercado a 20600.
Massas amarellas
para sopa, raacarrao, talharim e a/etria a
480 rs. alibra.
COGNAC
o muito afamado cognacPal Brandy a 1 8oo
rs. a garrafa e de outras muitas quaida-
desa l,ooo e 8oo rs. a garrafa
COPO?
lapidados para agua a 4,5oo e S.ooo
duzia, e a 440 e 5oo rs. cada nm.
PAPEL
al"X gre7e' peso e de oulras muitas.
ljdadesde2)oo,a4,5ooaresmad0
Papel de botica
bra.
IV. 9 "Jli \iv esquina da Cambo do Carmo
Cabug n. 8.
A tirdJtoria desse estabelecimento o muis importante que existe neste genero) de excelient ~r*"^*"t
as provincias do norte do imperio, (juerendo que o publico des la provincia goze das' qualidade a 20200
vantagens que proporciona a fabricaco em grande escala e directa relacao cora as maisl^yj e Dar(jn I^APJEL
importantes fabricas da Europa, faz sciente qtw rewrteu-se a vender anda awis barato rs aresm nf)ru'aoc
do que do costume como demonstra a seguinte tabella :
rs. a
qua-
me-
a resma.
Descont em du:
20 /o
10 /0
ta.
15 ?/o
15 /o
15 o,'0
Chapeos de sol de panno a 20000.......
armac3o de baleia a 20500 .
de seda arraacSo de ac inglez de 20 pollegadas
40, de 24 50, de 26 50500 e de 28 60......
Chapeos de sol inglezes a balao 12 varetas, cabos muito ricos e
seda.superior de 24 pollegadas 80, de 26 90, e de 28 100.
dem idem a balo de 16 varetas patent paragon de fox de 24
pollegadas 110, de 26 120, e de 28 130......
Alm de muitas outras cualidades de chaptos de sol que existem na mesma casa
como sejam dealpaka, ditos debrim de linho, etc., etc. te-tambern de seda e de panno
de todos os tamanhos efeitios, os quaes sao lo vantajososcomoosannunciados, ha
sempre um constante sortimento de bengalas, chicotes, cachimbos, entilara fina e ar-
mas de caga, os quaes vendem-seigualmente em porco e a retalho, notando porm
que o comprador por atacado ter sempre um descont razoavel, afim de poder reta-
lhar pelo preco que o estabelecimento retalha.
N. B. Os objectos comprados era menos de urna duzia sero considerados colno
a retalho.
ADMIRAVEL PECHINCHA
CHALES DE REMDA PRETOS
a 10#000 cada um,
Cassas organdysde cores a SO rs. o covado.
A' na do Crespo. Damero 17,
LOJA DE
Jos Gomes Villar.

\^>m*m #^^&^sib
GOMMA NOVA.
Em paneiros muito alvaa 4,ooors. a arroba e 16o rs. a lfBtVe compran-
do de om paneiro para cima se far abatiraento na ra do Imperador n. 40.
CHH41M OS MODERNOS CHILES DE
PILO PRETO.
Snperioreschales.de fil preto chegados pelo ulUmovapor francez a
I loja das columnas ruado Crespn. 13, deAnlonio Correia de Yisconcel-
' los & C. _
! 93
de 1.4ooa2,2oo
Corinthias
Fumo
T^^^'*******
VLaagre
racadeamurfeUSde9can^^^oors.
Oekllas
as mais novasdo mercadoa 7,000 rs a oaioi
e l,ooo rs. o molho.
. Alpisfca e' bdmo
o mais novo do mercado 11 -.
e 40400 a arroba: a'40 rs' a hbra-
CEBLAS
muitonoasa 10000 n.04
madon. 7, ruaTL "aruadoQe:-
godoCarCt.d9emPe"dorn.40elar-
ORlo de sica
muito novo a 30400
para sopa a meihor que se pde ttejar,
macarrao, talharim e aleiria a 4to is.
libra e 40500 a caixa.
Vinho
FigueiraJ A A e outras muitas aarcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
dem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e
20800 a caada. e
dem do Porto
generosos engarrafado des melhores fabri-
cantes da cidade do Porto a 10 e l/oo
a garrafa e de 100 a 120 a caixa, a$ n ar
cas sao asseguintes: Chamisso dFilbo
F. & M., Nctar ou vinho dos t'euzes'
lagrimas do Douro e outros muitof.
Latas
com 10 libras de banha a 40OCP.
Bolachinha ingleza
a 10800 a barrica da mesma ane
vendem a 20000 e 20400.
Nozes
as mais novas do mercado a 12Cr* .4
'Cervejas
dos melhores fabricantes|e de todas asma,,
cas de 40500 a 60500 a duzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Reis e ontros em
metas caixmhas a 10500.
, ,. Arroz
do Maranhao a 100 rs. a libra, e da India
a'&Ors. a hbra,e?05oo a 30000 a ar-
roba desses que vendem por 30400.
CAF
**J sortedoRio de Janero a 803f
e 80800 a arreba, e 280 a 300. rs. a libr
(ar raides
com 4 garrafas com vinagre a lOOOcoa
ogarrafao.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 10000 o frasco, e de 118000
a caixa.
DEM
em frasqueiras de Hollanda a 50800 con
12 frascos.
GENEBBA
de Hollanda verdadeira em frasquea a 00
rs. cada urna.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza
e 2o rs. cada caisisha,
LICORES
finos de todas as qualidades, a 10,000 a cixa
com urna duzia e a l.ooo a garrafa.
Marmelada
dos memores fabricantes de Lisboa, como se-
- jam Abreu e outros muitos a 6oe rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunlo deLamegoa 52o
a libra.
ra.
ARROZ
Maranhao, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3,ooo, a 3,2oo r*. a arroba."
VELAS
de esperraaeete de diversas marcas a Eto ra
a libra e em caixa ter abatimento.
_ VELAS
de carnauba em caixas de arreba a 9.2oo 1
caixa e 34o rs. a libra. 0I
Batatas novas
em caixas de 2 arrobas a 50 a caixa e 60 r*
a libra. .
Passas naito novas
em quartos einteiros a 20 o quarto e Ctto
a caixa e 400 rs. a libra.
Chocolate
[portuguez o mais especial que se rede dr-
8ejai-a800rs.almrael%rs!0Cpo
a ou e 10 o caixae.
. COMMA MUITO KOVA
emPane7/dele2arrobaso^
robae 140rs. alibra na
i-* in rao n- 7 "a do-
O'pAeLargod0GarmOQ- 9.
O SUSSO
Imperador n. 401
m*?Jr0**<>rs. libra
Queimadon.7 ra/zinf IluraJna rHa do
:,rAr_aaadoaiPeradorn.40e
freguezes i*$!&&** armazem oYS^SKS^
largo do Carm n. 9
Os Proprietar
a ZiSCO a ar-
do Carmo a. 9
eJarre
a 1/200
. OUEfJOS FLAMENnnq
Aegadosneste.uitimo vapor^OO na rna
7> roa do Imperador .
do Queimado n
40
'. mesprecos nos segointes-lugares: ^mmodidade de todos ea-
e FARELLO DE LISBOA
e grandes a 40500: na rna do Imperador n. 40,
b. 40
**& verdadeiro era "saccas novas
""'' ..
DE

DE
Jo VIGNES.
* iitJA do inpiii tnon
N. ftft.
^SS^^^^^^^S^^
Tis que
juiudo nni
teclado
nconteau-
raja; odo-
dfiitframrtite conquistado sobre lodosos qu taAjSm^TfeL
ss. .a^, P.r .asa sar. aKsS^3
??%5, T'SL35 ^c^men^as, tanto nesta /aJwica eomo nado Sr. BloiMel A? Pi
orr^pondeote d^-Vtajcs, em enja capital foram sempro premiados em todas as exns&^
No mesmo sfefeMctaento se acha sempre nm esplendido e varado smimeKe^sioas do
Meia


* Mlrri* t l^rfcaafca?*
* dt *l>rfl 4e 1SO&.

b
vi

Atten$to.
Fa zedas gretas pira aqurapa aar
pw aarlissiua are$a, aa laja e ar-
mazoada 4rara,raada laperatriz
a.fc6.
Lottrnpo Pereifa Mefiits GuimtirSes.
O proprietario deste estabeieeimento retira-se
para a Ettrop* a tratar do sua sude, porm antes
de reltrar-se pretende Cazer ama liquidado de ba-
baratsimo prego p.ira_ fechar coalas ; agora fre-
gueses

tazeti&at. pretas para a rwma.
Na laja do l'avio. !
Acha-se ee esiabelecimenlocoaspletamente sur-
tido, de fazendas pretas propriaspar a quaresma,
a saber :
Grosdenapls preto largo e muitisaafi encorpa-
do, outros mais estrenos tendo flllfcrecos de
10*80, i600,1*800, 20, 3*400 e 307 superior
moreanliqae preto a 3*, superior sarja preta hes-
pauhola, superior setim preto maco, ricas capas

AO PUBLICO
vTade-srfirosdeoaDTes preto muito bom prelas bordadas> soutembarques muito bem enfei-
11 tatfes, ricas vasqulnas ecasaeosdos mais moder-
nos que tem viudo, superiores manteletes, camisi-
has cora mangaiios proprias para lato e ricos
chales pretos de rede, tudo isto se vende mais ba-
rato do que era ontra qualquer parte por ser a di-
nheira : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60
de Gama & Silva.
As roupas do Pavo.
Acha-se oesteestabeieeimento um grande sorti-
mento de roupas feitas para humem como sejam :
superiores palelots sobrecasacos de panno preto
muito fino e Torrados de seda a 220, 25* e 30*,
ditos torrados de alpaca a 1*0, 16* e 20*, supe-
riores paletots de casemira tanto saceos como so-
brecasacos, ditos de meia casemira pretos e de co-
res, ditos de brim de todas as qualidades, eolletes
de casemira pretos e de cores, velludos, setins
etc. -*- *-
para vestidos, a 10600, 2* e 2*500, dito de 5 pal-
nos de largo, a 3* : na roa da imperatriz loja da
Arara n. 56.
HeiirauUque preto a 30.
Ven le-se raeuraatique preto para vestido a 3* o
covado, grosdenaple multo largo e encorpado a 3*,
2*500. 2* e 1*800 o covado, alpaca preta para.
vestidos e palitos a 500,600, 700 e 800 rs. o cova-
do, sarja de la para vestidos, calcas e palitos a
040 e 800 rs. o covado, la preta para vestidos a
640 rs, bombizioa preta para vestidos a 1*280 o
covado : ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Ricos vestidos a Mara Piaa 120.
Vendem-se ricos vestidos a Mara Pia a 10*,
12*, 14*, 16* : roa da Imperatriz loja da Arara
b. 56.
Arara vende pecas de panninho a 50 e de
madapolao a 40.
Vendem-se pecas de panninbo muito fino de 12
jardas a 5*. veudemse pegas de madapolao ines-.
tado a 4* e 4*500, vendem-se pecas de madapolao
de 24 jardas bora a 6*, 70, 7*500, 8*, 9*, 19* e
12*. veudein-se pecas de algodosinho a 5*, 6*,
70, o 8* : ra da Imperatriz n. 55.
Arara vende os baleS a 20500.
Vemlein-se baldes dearcosde todos os tamanhos
a 2*500, 3*. 3*500 e 4*: ra da Imperatriz
n.o6.
Laiinhas da Arara a 320 rs. o covado.
Venlem-se laazinhas para vestidos de senhoras
e raeniflas a 320, 400 e 500 rs., ditas lizas de to-
das as cores a 400, 500 e 560 rs. o covado. cassas
fiaas para vestidos a 320, 360 e 400 rs. o covado :
ra da Imperatria n 56.
C! litas da Arara a 240 rs. o covado.
Vendem-se chitas de cores fixas a 240 e 280 rs.
o covaij, ditas francezas finas a 320, 360, 400 e
50J, preclara para vestidos a 500 e 560 rs. o cova-
do : ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Li midaco de soutambaques e laazinhas a
70, 80 e 100.
Vendem-se soutambaques de laazinhas para se-
nhoras a 7*, 8*. dita de alpaca branca a 10*, ditas
muito finas de grosdenaple preto a 20*, 25* e 30*,
capas pretas de grosdenaple fino a 20*, 25* e 30*,
manteletes pretos de grosdenaple a 20* e 220, go-
linhas para seohora a 240, 320 e 500 rs., mangui-
tos com gola a i*, camizinhas para senhora, 2*,
e 3*, ditas muito tinas bordadas a 4*500 : na loja
do arateiro da Boa-Vista ra da Imperatriz loja
da Arara n. 5.
Cortes de ditas finas a 20400.
Vend n-se cortes de ditas com 10 covados por
20400, ditos ds dita tranceza a 3*200, cortes de
cassa franceza fina com 11 covados, por 3*, ven-
dem-se ue;is lie cambraia branca lisa a 3**00,
4*50), 55j\), 6* o 8* : ra da Imperatriz n. 56.
Li.j ii hi;3) de roupas feitas palitos a 20.
Veuae.n-s's palitos de brim de cor a 2*, 205CO e
3* j niu-iloas de brim pardo a 3* e 3*500, palitos
de'casimira bem feito a 5*. 6*, 7*, 8* e 10*, di-
tos de panno preto bora a 8* e 10*. ditos sobreca-
sacos .le casimira de cor e preta e de panno a 12*,
li*, 16* e 20*, calcado brim decr a 2* e 2*500,
ditas brancas de iiatto a 3*500 e 4*, ditas de ca-
simira de cor 4*, 6* e 8*, pretas a ?*, 6* e 8*,
eolletes de casimira de cor e preto, de brim de cor
a l*00, braacos a 20 e -203*0, ceronlas feitas a
1*230, ditas linas a t*600 e 2*, camisas france-
zas a 2* e 2*500, ditas nglezas de pregas largas a
3*, da linho a 3* e 3*500, colerinhos econmicos
ctn i-j Hiit ra i; de linho a 500 rs. nm : na
Sea* o naener coaatraa-
glmento se entregar
importe do genero que
5o agradar.



ATTENCAO
a preoea da seguate
tabella para todo, po-
deado assim servir dt ba-
se para o ajante de coatas
com a portadores.
ARMAZEM UNIAO ME
RA DA CADEIA DO RECIFE N. 53
(Logo passaodo o areo da Coaeelco)
PARA BEM DE TODOS..
Senuores e senhoras, o aceio que presidio aos arranjos deste novo estabeieeimento, e mais que tudo, a promptidao e inlei-
sendo todas estas obras cortadas por um dos reza com que serao tratados, convida a urna visita ad mesmo, certos de que sem dovida me darao a proteceo e preferencia na coni-
que!rSlS7!3Tri3rS^SSl!S prados generes que precsarem, e quando h5o possam vir podero mandar seus portadores, anda que estes sejam pouco praticos,
imperatriz n. 60, de Gama & Silva. pois serao t5o bem servidos como se viessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommendaiSo, aflm de que.n5o \3o em
Chitas em cortes cota 10, 11 e 12 covados outra parte.
Na loja o Pavao vende-se urna grande pbrjo
Francez barrica 5#"00
Portlan barrica h^5< 0
No trapichibarao do Livramente ao caes
d'Apollo. _____________________
Atten^o.
Loureiro Santos & C, acabam de rereber da Eu-
ropa pelo vapor, nm lindo sortimenio Je Ntfi-iies
pretos, proprios para a quaresma, eiifeiles atnda
nao vistes em Pernambuco, pelo preco di :i>, <>,
10*, 123 e 20J>, bem como grosdenai,li-s pretn. in-
reantiq, cpasele grosdenapls, e soiihan.i>ar<|ii''s
do mesmo ; tudo por precos mdicos : ra do
Crespo n. 44, junio a loja de louca. .
CEBLAS
aTi't'-) rs. a dazia, ditos de linho a 500 rs, nm
ra da Imperatriz loja da Araja n. 56.
Arara vende as cobertas a 20.
Vendem-se cobertas de chita finas a 2* e 2*500,
ditas de damasco a 4* : ra da Imperatriz n, 56.
E' na Arara que e vende cortes de casimira
preta a 30.
Vendem-se cortes de casimira preta para caiga a
3*, 3*500, 4*500, 6* e 8*. ditos de cor a 3*,
4*500- e 6 J : ra da Imperatriz d. 56-
Arara vende panno preto a 20.
Vende se panno preto para caiga e palito a 2*,
3* 25500, 4*. 4*300 a 6* o covado, casimira pre-
ta tina a 2*, 2*300 e 3* o covado e outras muitas
fazeadas para liquidar : na loja e armazem do
Arara, ra da Imperatriz n. 56; _
Navidades
Na nova loja de fazeadas e
roupa feita nacional
Ra da Imperatriz ni. 72
Pichincha
Cortes de ehitaa 04OO
Venle-se cortes de chita com 10 covados a
2aWO a 3S2D0, ditos de cassa a 3*. ditos de lazi-
ntns para vestido a 35G09 e 4*, ditos finos de bar-
ras a Miria Pia a 12*. ti* e 16, ricos souteam-
baniues de laazinlia em fautasia a 8*. 7* e 10*.
ditos de grosdenaple pretos finos a 20*. 22* e.2o*,
capas pretas de grosdenaple a 20*, 23*, e 25*,
na ra da Imperatriz n. 72.
Fazendas prelas para a quaresma.
Vende-se grosdenapie preto lino a 1*600, 2*, e
2*550 o covado, panno tino para caigas e paletots
a 21 3*, 3*500, 4*30J e 5* o covado, casimira
pmo fina a 2*, 2*500, e 3*, alpaca preta para
saias e vestidos a 500, 600 e 800 rs., sarjas de laa
para caigas e paletots a 640 e 800 rs. o covado.
Laazinhas a 320 e 360 rs. o covado.
Vonde-se laazinhas para vestidos a 360, 400,
500, e SJO o covado. chitas finas para vestidos a
.240 o 283 o covado, ditas francezas finas 320,
360 e 400 rs. o covado, capas francezas unas a
320, 360 e iOO rs. o covado:
Ro.ipa feita.
Venie-se paletots de cor e preto a 5*, 6*, 8* e
10*, caigas pretas de casimira a 5*, 6* e 8*, cor-
tes de eolletes e paletots de brim a 2*, 2*500 e
3 : na ra da Imperatriz n. 72.
Madapolao enfestado a 40.
Vende-se pegas de madapola eufestado a 45,
dito em panamito a 5*. pegas de madapolao de 24
jardas bom *8*. 7* e 10*. ditas de algodao a o*,
65, 7 e 8*, cortes de caigas de brim a 1*WKJ e
2*, ditos de casimira prela a 3*, 3*800 4* e 5* :
na ra da Imperatriz n. 72.
COiWEIT 4RI1
dos aoanazes, ra da Crus numera 16
Contina a ter eoipadas, superior presunto a
850 rs., dito em fiambre a 1*600, reeebemf e en-
comraendas de bandejas de doces, pes-de-Jo sim-
ples e enfeitado i, kkes, para es guaes ha bonito?
enfeites, tambera tem figuras em grupos para bap-
tisadis e casamentes, prepararse Igual mente lata
eom caj crystalisado proprio para exportar, vi-
nhos-do Porto e Figueira, outras qoalidades, e su-
perior Bordeau* em garrafas graudes a 800 rs.
de cortes e chitas Mncezas sendo claras escu-
ras todas de cresli xas com" 10 covados a 3*200,
com 11 covados a 3*600 e com 12 covados a 4*,
pechincha para se apurar dinheir : na loja do
PavSo, de Gama & Silva, ra da Imperatriz n. 60.
Camisinhas a 1$.
Vendem-se camisinhas cora manguitos, sende
muito bem enfeitadas, proprias para senhoras a
meninas, pelo barato prego de dez tus toes cada
urna : na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
pe Gama & Silva.
Cortes de cassa a 30.
Vendem-se muito bonitos cortes de cassa, tendo
7 varas cada corto, com desenhos muito delicados
pelo baratissimo prego de 3** (0 o corte : s na
loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
Cambraias ligas, na loja do Paio.
Vendem-se pegas de cambraia lisa mnito flna,
tapadae transparente, pelo baratissimo prego de
4* tendo 8 1|2 varas cada pe$a, ditas mnito finas
a 7*, 8* e 9* a pega, ditas Victoria com 10 va-
ras pelo baratissimo prego de 7*, 9* o 109,ditas
Garrazes fazenda muito encorpada fazenda pro-
prla para forro a 360 rs. a vara ou 2*600 a pe-
?>: isto na loja do Pavao rna da Irapojatriz n 60
de Gama & Silva.
Os vestidos do Pavo.
Grande pecbincha a 3*500.
Vendem-se os mais bonitos vestidos de cambraia
transparente fraitago de tarlatana cora muitos
delicados desenhos, moli proprios para partidas e
passeos pelo baratissimo prego ne 3*606cada nm,
sendo fazenda que sempro se venden a 7*, na loja
do Pavao, ra da Imperatriz d. 60, de Gama &
Vestidos a -10 e a 70
Na loja do Pavao vendem-sericos cortes de vesti-
dos Maria Pia, sendo bordados e com barras,
pelo barato prego de 4* e 7*. sende fazenda que
val muito mais dinbeiro, isto por haver grande
porgo, na loja do Pavao ruada Imperatriz n. 60
de Gama& Silva.
Os enfeites do Pavo.
Vendem-se os maismodernosenfeitesparacabeea
de senhora: na loja do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As cassas do Pavo.
Vendem-se as mais bonitas cassas francezas, de
padroes miudlnbos e grados, chegados pelo ulti-
mo vapor, pelos baratos pregos de 300, 320, 360
rs., por haver grande porgo : na loja doPavo
ruadalmperatrizn.60, de Gama & Silva.
is laazinhas transparentes a 400 rs.
Na loja do Pavao vendem-se as mais modernas
laazinhas transparentes, sendo de listas miudinhas
a imitago das sedinhas, pelo barato prego de 400
rs. o covado; ditas eBfestadas de urna s c6r e
ditas ae atp^uoo pmiris paja vestidos e mil-
pas de cnangas : na loja do Pavao ra da Impera-
triz n. 60. de Gama & Silva.
Ricos soulainbarques do Pavo.
Acaba de chegar um rico sortimento de sou-
tambarques de grosdenaple preto multo bem
entenados, que se vendein pelo barato prego de.
20*, 22*, 25*, 30*. Capas e casacos de glace pre-
tos que se vendem muito em conta: na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Aos vinte mil covados de la.
Grande pechiacha a 240 e 320 ris.
Vendem-se as mais bonitas laazinhas transparen-
tes, sendo com llstras e quadrinhos miudinhos, e
lisas, tendo de tedas as cores, assim como prelas
e roxas para luto, pelo baratissimo prego de 240
rs. o covado ; ditas transparentes com palminhas
de seda Maria Pia, tendo de todas as cores, e
algumas proprias para luto, pelo barato prego de
320 rs. cada covado, isto por haver urna grande
porco : na ra da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
Vestidos Diaria pia,
Grande pecbincha a 100000 rs.
Chogaram os mais bonitos cortes de la Hara
Pia com as barras primorosamente bordadas, tra-
zendo os competentes enfeites para o corpo, i-endo
todos com as cores mais delicadas que tem vindo,
e vendem-se pelo baratissimo prego de ]0* o cor-
te, ditos de precala com lindas barras e enfeites,
cora 19 cavados cada um a 10*, ditos de cambraia
com barras bordadas a crox no ultimo goslo, pe-
lo barato prego de 6* : na loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cassas de linho a 360 rs.
Chegou esta nova fazenda, sendo cassa de linho
propria para vestidos e roupas para criangas, com
muito delicadas cores, moderna, e vende-se pelo
barato prego de 360 rs. o covado : na loja do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Laazinhas Usas.
Vendem-se as mais finas laazinhas de urna s
cor, tendo grande sortimento : na laja do Pavo
ra da Imperatriz a. 60, de Gama & Silva.
Chales argentinos de renda.
Cbegaram ltimamente para a loja do Pavao os
mais ricos chales de renda com (res ponas, sendo
todos pretos, e tambemeom assentos de cores, sen-
do neste artigo os mais ricos que tem vindo a este
mercido, ricamente bordados e cerculados de nm
elegante bico preto de mais de palmo de largara;
estes modernsimos chales nao s sao proprios
para passeio por fazerem urna elegante vista sobre
um vestido de qualquer cor, assim como muito
proprios-para os actos da quaresma : vendem-se
nicamente na loja de Gama & Silva, ra da Im-
peratriz n. 60, loja do Pavo.
Manteiga ingleza especialmente escclhida a Aletria, macarro e talliarim a 4oo rs. a li-
1 ,ooo e 8oo rs. a libra e em barril se faz
abatimento.
dem franceza a mais nova do mercado a 96o
rs. a libra e 900 rs. em barril ou meios.
Cha Itysson de superior qualidade a 2,600
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra.
dem hysson muito superior em latas de 15
libras muito proprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a l,6oors.
dem preto o que se pode desejar neste ge-
nero a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
Linguicas muito novas a 8oo rs. a libra e em
barril se faz abatimento.
Chouricas e paios a 8oo.rs. a libra.
Costelletas inglezas a 6o rs. a libra, serve
para temperar panejla ou para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo "va-
por a 2,2oo rs., ditos de navio de vea a
2,ooo rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 8oo rs. a libra.
dem pratoa 8o0 rs. a libra, e inteiro se faz
abatimento.
dem suisso o mais superior quetem vindo
ao mercado a 64o rs. a libra.
Ervilhas e favas portuguezas j preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Feijao verde muito superior a 640 rs. a lata.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e 5,5oo
rs. aduzia.
dem idem para vinho a 24o rs.,e 2,ioo rs.
a duzia.
Chocolate francez hespanhol e suisso a 9oo,
l.oooel,2oors.a libra.
Espermacete superior a 6oo e 64o rs. a li-
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
cradas e das melhores qualidades de pei-
xe a 8oo, l.ooo e l,2oo rs.
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-
das que vem ao nosso mercado a 7,ooo e
8,ooo a caixa e 64o e 7oo ris a gar-
rafa.
Genebra de Hollanda a 48o rs. a botija de
conta certa.
Frasquelrasde genebra do HoiianO* a 6,8oo
e 64o rs. o frasco.
Genebra de laranja verdadeira em frascos
grandes a 1,ooo e ll,ooors. a frasqueira.
Caf do Rio de Ia qualidade a 28o rs. a li-
bra e 8,5oo rs. a arroba.
Caf do Cear muito superior a 24o rs. a li-
bra e 7,5oo rs. a arroba.
bra e 6,ooo a caixa.
Massa para sopa : estrelinha, pevide e rodi-
nha branca ou amarella a 64o rs. a libra e
3,5oo, a caixa com 8 libras.
Vinho do Porto muito fino proprio para
engarrafar, em ancoretas de 9 caadas a
35,ooo rs.
Vinho -ern pipa : Porto, Figueira e Lisboa a
32o, 4ou e 5oo rs. a garrafa, e em caada
a 2,ooo, 3,ooo e 3,8oo.
Vinho branco de Lisboa de excWente quali-
dade a 4oo o 5oo rs. a garrafa e em cana-
da a 3,ooo e 3,5oo.
Vinho branco para missa em caixas de 1 du-
zia a 8,ooo e 68o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas que
vem ao mercado como sejam : Lagrimas
.do Douro, Duque do Porto, Rain ha de Por-
tugal, Duque genuino, D. Luiz I, Madei-
ra Secca, Malvara fina a 16,ooo, 45,ooo,
12,ooo e lo,ooo a caisa com 1 duzia e 9oo,
1 ,ooo e 1,5oo rs. a garrafa.
Vinho Cherexde superior qualidade a 1G,ooo
a durae l,5oo rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 4oo rs. os quartos e
64o rs. as meias latas.
Bolachinhas inglezas muito novas a 0,000 a
barrica e 320 rs. a libra.
Bolachinhas de soda em latas de diversas
qualidades al,3oors.
Cartoescom bolo franeez muito proprios pa-
ra mimo a 64o rs.
Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
para mimo a 3,ooots.
Passas de carnada a 8,000 a caixa e 4oo rs.
a libra.
Figos de comadre a 24o rs. a libra.
Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra.
Milo de amendoas a 000 rs.
Bolachiflha d'agua e sal, da fabrica de Joo
de Brilo no Beato Antonio, em lata de 6 li-
bras por2,5oors.
Ameixas francezas em frasco de vidro com
tampa do mesmo, a l."oo.
Ameixas franc zas em caixinhas de diversos
tamaiihos com bonitas estampas na cai-
xa exterior, a l,4oo, l,6oo, l,8ooe 2,ooo
cada tima. _______
Alerte doce refinado hespuniui uu purlUguez
a 9oo rs. a garrafa e 10:000 a caixa.
Batatas muito non* eo re. a libra e2,5oo
o gigo com 36 libras.
Conservas nglezas a 75o rs. o frasco e
8,5oo a duzia.
Vatsouras de escova para esfregar casa a
4oo rs.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Arroz do MaranhSo de Ia qualidade a loo Molho inglez em garrafa de vidro comrolha
rs. a libra e 2,8oo a arroba,
dem da India a loo rs*. a libra e2,8oo a
arroba,
dem de Java
roba.
do mesmo, a 16o rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
a 800 rs. o frasco,
a 80 rs. a libra e 2,4oo a ar- Mostarda franceza em potes j preparada a
4oo rs. o frasco.
Painco e alpista a 14o rs. a libra' e 4,ooo a Lentilhas francezas, excellente legume para
arroba. sopa, a 2oo rs. a libra.
Massa de tomates de superior qualidade a 64o Marrasquino de Zara propriamente dito a
rs. a lata de urna libra c56o rs. a reta-1 1:> a garrafa e ll,ooo a duzia.
lho. : Palitos de dente a 14o rs, o maco.
Sal refinado em frascos de vidro com lam a
do mesmo, a 5oo rs.
Cerveja branca das mareas mais acreditadas
que \ em ao mercado, a 5oo, 060 e 64o
a garrafa, e 5,8oo, C,ooo e 6,5oo a du-
zia.
Gevadinha de Franca muito nova, a 2oo rs.
Charutos do aflamado fabriesnie JosFurta-
do de Simas, das seguintes qualidades:
Exposicao Normal de Havana, lmpci iaes,
Londrinos, Guanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,ooo, 5,ooo,
6,000 e 7,ooo a caixa ou em n eias.
Charutos finos de diversas marcas e fabri-
cantes, como sejam: Flor do Norte, Ma-
nilbasde Havana, intervallos, Vencedores,
Panatellas e Suspiros, a 2,ooo, 2,5co e
3,ooo a caixa.
o gnac inglez das melhores marcas, a 800 e
l,2oo a garrafa.
Doce da casca de goiaba a 2,ooo a lata com
4 libras.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Mae. excellente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Sebollas de Franca muito grandes e novas
a l,8oo o cento e l,2oo solas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.
Toucinhode Lisboa muito novo a 32o rs.
libra e 8,5oo a arroba.
Banha de porco refinada a 56o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
sentemente tem vindo ao mercado, a 2,ooo
a lata.
Farinha do Maranhao muito alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,5ooe l,5oo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, ^ l,6oo, 2,6oo e 3,5oo cada urna.
Ruibos, excellente peixe portuguez, em
barris pequeos ou a retalho, a vista se
far o preco.
I Azeitonas de Rivas em ancoretas grandes de
8 garrafas por 600 e 800 rs. a garrafa.
Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
l,5oo cada urna ancorea.
Champagne da melhor qualidade que vem
ao mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
24,ooo e 26,ooo o gigo.
Gomma de engommar muito alva a 12o rs.
a libra.
Figos em sextinhas a 80 rs, cada urna e 72o
rs. aduzia.
Papel azul para botica a 2,000 a resma.
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
nos, per diversos precos.
Amendoas confeitadas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia c cereja, a 800
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a l,4oo e 2,ooo rs. a caada.
Azeile doce de Lisboa a 4,8oe rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre branco j engarrafado a 5oo rs. a
garrafa.
i No armazem da viuvr Paula Lopes oVm nu do
embartrae na escadinba, vendem-te ctiolts &s 11 e-
Ihores do mercado, em caixa e rento, t mk lo-
ratopossivel.
Fazenda a bula>
No armazem que fci de Jcaiju ni FiatriMi re
Alfm, largo da A.'s frsnreas. algodao grosfo, fslopa Isrf a e l ile
chita, ludo por f'irco muio ronn.cd<(h KUise-
qnencla de se actarc-m molbados d'agua taigada.
Fugio o Jacob.
Anda fgido ha lo das o csciavo de nadto oe
nome Jaceb, maior de O annof, qu' foi plbprie-
dade doSr. major IgDacio de Barros Wandliley
senbor do tngenbo CLaqninha, tcrrr.o de Befi-
uhaem. O ocravo un os signaes se^uiclis t
alto, cheio do cerpo, olhos grades e roto un .-
do,anda de vagar e partee arra.-tar te urna per-
ra, est 0,-ilado e tem por isto grar.de palpitante,
nao mnito ladino, levon vestido tamisa de nceia
e caiga de risrado, dizem que anda pela Passigem
da Magdalena aoode tem sido visio e de rrir
que ande ganbando, elle faz wcsooms e cbaj ra-,
presume-te que esleja arculado por alpcina |cs
soaque o sednzio econiraquern si pioioiar rcn
o rigor da lei : quem o trouxer a casa de mo te-
nhor o abaixo as-signado na ra da Ciuz n. SB, se-
r recompensado.
Domingos- Rodrigues de Andradc.
Superior farinha de
mandioca.
Vende-se excellente farirma de mandioca a bor-
do do patacho nacional cPolycena, atracado ao
trapiche bario do Livramento e na ra da Cruz
n. 23, primeiro aadar, esWH>towjfo Antonio de
Almelda Gomes. ___

FABU- K
PI'
ARA HiRCAR
IAS.LE1
CARTOES 1)1 riZITA
FASCK SIMT1
PAR ACM i[|R*!A I
NrTwBb'AragSo n. 14.
PRO?IO PAR i SENHORA.
Vende-se um excellente cavallo muito no-
vo tJ&iPWW:l4o'ps"andares: na co-
ebeira do Paulino, raa de Santo Amaro.
Soutambarquesdecor na loja
do Pavao.
Cbegaram pelo ultimo vapor francez os mais ri-
cos soutambarqnes e cores, sendo os mais bem
enfeitados qne tem vindo a este mercado, com
adornos da velludo, seda e setim, renda, etc., s
avista do grande sortimento que os fregnezes
podem dar o verdadeiro apreso a esta fazenda, e
vende-se por differentes precos conforme a quali-
dade : na loja do Pavao de Gama e Silva, rna da
Imperatriz n. 60.
Manteletes d fil na loja de Pavo.
Vendem-se os mais ricos manteletes de fil pre-
to e outros com os centros de cor, sendo neste ar-
tigo o mais rico qne tem vindo ao mercado e mais
moderno por serem muito compridos e com deli-
cadissinios lavrores : na loja do Pavao, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Para meninos.
Vendem-se muito bonitas roupinbas proprias
par meninos de 1 a 4 annes, sendo calcinitas e
aquetinhas guaes, e muito bem enfeitadas : na
oja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
eilfinhis do Pavo..
Vendem-seTnuite bonitas caleihhas bordadas pa-
ra meninas a 640 .: na loja do Pavo, ra da
Imperatriz n. 60. 1
RIVAL
Sem segundo,
Ra do Queiiuado, a. 49 e 55. E' para admirar.
Carrelis de liona com 150 jardas......
Ditos com 200 jardas de Alexandre de
12 a60..............................
Dito dito de6Q a200..................
Novellos de linha grandes com 400 jar-
das.................................
dem idem brancos e de cores de 100
jard.s ...............................
Livrospara assento de roupa lavada...
Cordao branco para espartilho (vara)
Varas de franja branca larga..........
Pares de botes de punho todos de cores
Tinteiros de barro com tinta...........
Tesonras para costuras finase onbas
Ditas para costuras com toque d'avaria
Escovas para limpar denles muito finas
160,SO0e..............................
Caixas com 100 envelopes das melhores
qualidades...........................
Ditas com 20 cadernos, rapel pautado e
liso...................................
Cadernos de papel pequeo (e a reta-
lho)....................-............
Meiadas de linha frouxa para bordar..
Pares de sapalos de tranca.......... 1500
Massos com superiores grampas ara
senhora.............o............
Frascos de macaca perola mnito suenor
Ditos de verdadeiro olea de babosa a
4O0rs. e........................
Ditos e garrafinbas de agua de Colonia
muito fina.......................
Ditos de banha a Ganbaldi e da familia
imperial.............5...........
Pecas de fitas elsticas para vestidos a
melhor qualidade..................
Pares de ligas para senbora as melho-
res ......................,'........
Pegas de bicos francezese renaas.....
Fraseos de agua dentifrice muito supe-
rior..............................
Caixas com 4 papis de agolbas a balo
e Victoria........................
Libras de la sendo de todas as cores...
Bonecos vestidos e tambem de choro...
Caixas com superiores obreias........
Ditas de linha de gaz cm 30 novellos..
F.nfiaileiras de fita para espartilhos.....
Carretis de linha de cores cora 100 Jar-
das.............................
Pecas de cordio imperial............
_1_______________1_________
Vende-se na roa da Traia, n. 34, colla
da Rahia._________________________
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz da melhor .qualidade a
125 a lata : nos arnaazensda ruado Im-
perador n.16 e rna do Trapiche Novon. 8.
60
120
100
80
30
100
20
160
120
100
400
200
320
640
600
20"
20
30
200
300
400
900
240
320
320
800
200
62000
100
40
800
60
90
40
ROT1CA E DROGARA
Bartholomeu Francssco de Sonza C.
34ttua larga do Rosario34
Vendem:
PilulusHolloway.
PilulasdoDr. Laville.
Pi lu as do r. Alian.
Pilulasdo Pobre-homem.
Pilulas americanas.
Pilulasvegetaes.
Pilulasvegetaes assacaradas de Kemp.
Salsa de Bristol.
Remedios do Dr.Chable.
Elexir de Pepsina de Grimault.
.VinbodeSalsaparrilha deCh Albert."
InjeccaoFeangas.
Agua denlifica de Desirabode.
PapeIchimico, para talbos.
Xarope depnraiivode Chable.
Licor aromtico de RaspaU.
Pos anti-epileticos deBrest.
RobL'Affecteur.
Xarope do Bosque.
Ungento Holloway.___________________^
per hincha Bao ^ lej a de fazendas
roupa feila nacional, rna da Impe-
ratriz n 72.
Pechincha a 240 rs. o covado de chita.
Vendem-se chitas de cores fiias a 240,280 rs. o
covado, ditas francezas largas a 300, 320, 360,400
e 440 rs. o covado : pecas de madapolao fino a 65,
70, 8J, 90 e 80 : ra da Imperatriz n. 72.
Ronpa feita nacional.
Vendem-se patitos de cazemira preta e de cores
a iii, 60, 80 e 100, ditos sobrecazacos a 12, 14
el60. Palitos de brim de cor a 20500, 30 e 30500
rs-, calcas-de cazemira preta a &, 7# e 8, ditas
de cazemira $e c,or a $&, 60 7, e 80 ; coletes de
cazemira decores e pretos e ditos de-brim a 10300,
e 2*800 rs.,; calcas de brim de cor a 20, 20500 :
ra da Imperatriz n. 71.
Soutanibarque de cores a 7, 8 e 10.
Vendem-se soutambarque de la e seda para se*
nhoras a 7, 80 e 100 ; ditos de grosdenaple pre-
to a 20 e Vg; capas pretas a 20 e 250 ; vesti-
dos de laa a Maria Pia a 120, 14* e 160 : mi da
Imperatriz n. 71.
Cortea de cazemira preta a 3.
Vendem-se cortes de casemira preta para calca
a 30, 30500, 50 60 e 60, ditos de cazemira de
cor a 30,40,5j, e 70, ditos de brim de cores a
10600, e 20, ditos de chitas Bnas a 20100 e 30200,
ditos de cassas franceza a 30: ra da Imperatriz
loja do ba*atelro n. 72.
Potassa da Rsala.
Acaba de chegar a mais nova e verdadeira po-
tassa da Rnssia, e vende-se a prego commdo: no
escriptero de Hanoel Ignacio de OMveira & Pilho,
largo do Corpo Santo n. 19.
RIVAL
SEM SEGUNDO
Na rna do Queimado n. 40 e 55 lojas de miude-
zas de Jos & Azevedo Maia e Silva contina a
vender tudo por pregos mais barato do qne em
outra qualquer parte, quem qaizer ver o que ba
bom e barato venba a loja do Rival.
Duzias de phosphros de segnranca a ... 120
Francos com essencia de Sndalo muito
superior.......................... 1^000
Peutes de tartaruga muito lino a....... 00
Pegas de fila de la preta para vestido de
10 varas......................... 6O000
Escovas de roupa muito superiores a... 00
Latas eom superiores banha............ 200
I Frascos de vidro eom superior banba.. 240
Pares de luvas de seda muito finas.... 320
Enfeites do melhor gosto que tem vindo. 20500
Garrafas d'agua de Florida, verdadeira. 1^280
Pulceiras do melhor gosto e modernas. 500
Volta para pescoco do melhor gosto.,.. 500
Baralhos para voltarete, finas a 200 e.. [240
Varas de franja branca de liaba qne
tem muita serventa................. 060
Duzia de pennas d'aco muito superiores 06*0
Frascos de oleo Bboza muito linos..... 200
Talheres para meninos a melhor quali-j
dade............................ 240
Diversos livros, todos religiosos a 100,
200.................................. 500
Duzia de colheres de metal muito finas
para sopa........................... 20400
Duzia de colheres de metal muito finas]
para ena........................ 10500
Grosas de botes de os so para calca... 200
Grosas de botes madreperula para ca-
rniza.............................. 500
Grosas de botes de louca prateados
mnito finos.......:.............. 200
Varas de babado do Porto sonido..... 060
Duzias de lapes differentes qualidade a
240............................., 400
Quadernos de papel, de peso muito fino. 030
Resma do mesmo papel............. 20000
Dazia de facca e garfo muito boas.... 20400
Sabonete de espuma mnito superior... 040
Capachos compridos e redondos muito
bons............................. 500
Ditos para sof.......... ........... 20000
Pares de suspensorio mnito bons e para
acabar............................ |i00
Essencia oriental para tirar nodoas de
roupa................:............ 500:
Creiao para dezenho d todas is qua-
lidades........................... Cartas de alfinetes franceaes mnito su-
periores.......................... 100
Caixas de colchetes francezes a 40 ris
' Duzia............................ 360
Carretel de retros om qnatro cHatass. 800
Golinhas para senhora a melbtt ojoata-
dade............................. 200
Vendem-se jarros virado? rindes de Mirse
lha, proprios para agua, farinha, e masmo u-ia
depos-ite de dore de calda : na rna do Tiapd-
Novo n. 24, achara ccmqOfm tratar.
No e?criptorio de Pameira & BehtftP, large
do Corpo Santo n. 4. vende-se o eeinnte :
Farello de Lisboa em sarcos grande?.
Toros d Jacaranda.
Conservas inginas em Irascos rccderius.
Vinho do Porto fino em barris.
Sement em latas de 1 hl-ra moito siferior
Chocolate especial iraraubense.
Farinha de mandioca da Rabia omite fov* tm.
saceos de 2 alqueiies muito tum medidos.
Varmouth em caixas de 1 duzia.
ESCBAYOS FGIDOS.
Desappareceu no dia 22 de margo do cor-
rentranno, da casa de Fiancbco UoteiUo de e-o--
donca, a preta Mecas, escrava do 8r. Amonio Ma-
ria de Aiaujo senhor doengenho Par*;- no tem.o
de Agoa l'rela, represeriia ler de idde 53 a 4.
annos, estatura regular, canal do curio, canstfl*-
to, beigosgrossos, levou ve?nd(' de cLlja e zs-
fento ixo com flores encarnadas e rales juro
de merino : quero aprehender kvscdc-a ao 1-
genho supra ou ama Nova de Santa Rita n. 35,
que ser recompensado.
Aos copitts de campo
Desappareceu do dia 21 do corntte, da ca#s de
seu senhor, e esrravo de nome Benedicto, cabra
escuro, com idade de 25 annos, levtu vestido cai-
ga de algodo de listra, camisa de alperiao da tr-
ra, e chapeo de como de abas largas, lem altura
regular, cheio do corpo, cabello a escovlnha,
olhos pretos merto vivo, tiam f btma_Lt}ialattt- -
muito pouca barba do queixo e um peqneDo tu-
go, todos o denles, ps regulares, etc.: de pre-
sumir que seguisse a estrada de Goiarra (rrler
vindo da cidade deSouza, niovinria da I'suliila,
ha 13 ds, e foi comprado 00 H. Jos Anlcnio
liorges daquella cidade : ropa-se 1 orranio aos se-
nhores capilaes de campo a if>|iFtflorean do lefe-
rido escravo, e levarem-no a ra do Imrcrrdcr n.
83, segundo andar, qne segralifieai com 500.
AVISO.
No dia 30 do margo fugiram do rngpnho docta,
na freguezia de Agoa-Preta, osescravis Satt.rnico,
Anna e Hilario, todos crioulos; o primeiro rcm
cbaga chronica em urna perna, iu||5es-c leicni
seguido para esta cidade, onde furam remirados,
e sao conhecidos: roga-se s autoridades policiaes
e a qualquer ontra pessoa, de os apprehendtr e os
levar a ra estreita do Rosario n. 23, segundo an-
dar, ou ao referido engenho, que ser recompen-
sada -. e protesta-sc contia quem os guardar < 11
delles se servirem contra a vontade de seu dono
Fugio desde 14 de margo prximo lindo da
ra da Cruz n. 8, tercerro andar, a negra Bene-
dicta, tem os signaes seguintes : nago Angola,
alta, cor fula, tem falta de denles na trente, sig-
naes de chicoladas j antigs as costas, costuma
embreagar-?e ; levon vestido escuio de palmas
brancas e chale encarnado, tem sido vista pela
casa Forte e Pogo: recommendase as autoridades
policiaes e capilaes de campo a sua apprehensan,
levem-na a casa cima dita, que ser rccim-
pensado.
No da 31 de margo passado fugio da rara
de Jos Pedro do Reg, na ra das Cruzes n. 18. o
preto de nagao, de nome Camillo, que representa
ler de 45 a 50 annos, alto, seco do corpo, falla de
dentes na frente, rosto enrugado, e cor fula, levo
vestido camisa de risrado azul e caiga da mesrca
cor: quem o aprehender leve-o a mesma casa ci-
ma ou a rna do Apollo n. 35, esrnptorio de Do-
mingos Jos da Costa Guimaraes correspondente
do Sr. Manoel Gongalves da Fonte lavrador do en-
genho Cabuss em Serinhaem, de quem o mesmo
o escravo, que ser recompensado. ___
Negro fu g rio
Est fgido desde o dia 27 de fevereiro desto
anno o preto Joaquim, de nagao Angola, que foi
escravo do Sr. capitao Francisco Joaquim Cava)-
eanti Galvao, morador em Maria Farinha (Fraia),
o qual vendeu-o nesta cidade em dezeoibro do an-
no passado ao Sr. Manoel Francisco Marqoes com
armazem de assucar ra de Apollo ; levon ca-
misa e caiga de algodao branco, representa ter de
45 a.50 annos de idade, alto e de gross-ura regu-
lar, cor fula, rabeca comprlda, qceixos laicos,
olhos amortecidos, beigos grossos, sendo o supe-
rior um tanto defeitooso, bastante barba, ffcrm
raspada, finalmente tem urna grande costura en;re
os peitos proveniente de queimadnra, e suproe-s
ter-se dirigido para o norte, d'onde velo ; gratifi-
care a quem o apprehender 00 denunciar o coito
em que estiver : na ra da Cadeia do RecrT cu-
meroM.. ____
Fugio no dia 14 do corrente da roa da Cruz
n. 8, terceiro andar, a escrava Benedicta, com os
signaes seguintes : cor fula, tem falta de dentes
na frente, lerou vestido euro de palminhas 1 ran-
eas, cbale encarnad*, bem conherida por ter si-
do escrava do Sr. Salustiano Canta lista : rrrfro-
mendase as autoridades policiaes e capltae's de
campo que a peguem e levem-ua a rasa arima.on
a rna da Senzala Velba n. 94, qu serao gratifi-
cados, i______ _
Fugio em principios do znez de fevereiro do
corrente anno e consta estar acontado nesta cidade
o mnleque Euzebio, escravo da viuva do Dr. Fer-
nando Affonso de Mello, de 12 annos de irfade bro-
co mais ou menos, eor preta, secco do corpo. h^s
regulares e afumaydos, eabeca m ponco prwde
e meia chata, beigos finos, denles bem lvos^pg
seceos e muito ladino: roga-se por tanto a tedas ss
autoridades policiaes e capmes de campo qne o ap-
preheedam e leenw a rna da aneara sobrado
n. 6 qw serio gratificados, pratesiaado-ee osar dos
melosiiidicaes coatra qualquer pessoa que o tenca
em seo poder.
IHHH

->
r mjnLfiDO]



Diaria de FeraaaiJto* arta (Ira & de Ahrll de *&&
JURISPRUDENCIA
O Foinn.
Abrimos espaco a urna publicaciw do Sr.
m ior Fabricio Gomes Pedrosa, honrado i
laborioso negociante e propietario na pro-lio comQ autoridade e como simples csdado,
pude sei insensivel aos bons desejos mani-
festados pelo presidente, e que me offere-
ciam opporlunidade de realisar o rneu antigo
plano i'm beneficio da provincia. Contra cer-
tas dilfieuldrides que. eu por mim s nao
podesse superar, garantiu me a promessa,
feita por S. Exc, deprestar-me o seu auxi-
vincia do Rio Grande do Norte, onde reside
h;i muito tempo.
:. 3 Rustica feita ao*Sr Fabricio por um
do governo, que lbe cassou um titu'o
legitimo de aforamento de um terreno de
iuannua, podia dar lugar merecida censu-
re, fazendo recordar a facilidade extrema
:om que se nullificam concesses legaes,
al
facilitando-me at as expropriacoes dos ter-
reBos quejossem necessarios.
Para o indicado ponto commercial foi es-
colhido, marfem do rio Salgado, na dis-
tancia de duas leguas da cidade, o lugar de-
nominado Guarapos, d'onde segu a estrada
de S. Jos, j livre dos embarazos que ea-
contra ao sabir da capital. Com urna ra-
il escindem contractos (como agora est pidez quasi incrive! pude levantar telhei-
em voga n'algumas provincias do norte) em rose barracas, e nao sem grandes incom-
del rmenlo de interesses individuaes, e com modos e dissabores consegu logo mudar-
balde, desprestigiar-me no concedo de meus
num rosos amigos e freguezes. Gracas a
Deus nao achara, um pretexto apparente que
me desabone*.
Vou occapar-me principalmente de um
fado para mostrar at que ponto chegam t s
e commercio da provincia, e utidade da
fazenda publica, os terrenos que pedir, con-
vertendo-os com o auxilio de suas forcas e
recursos era povoado e porto commercial,
satisfazendo assim a condic5 essencial do
aforamento dos terrenos de marinhas :
me para aquella localidade, onde concen-
trei todo gyro de meus negocios commer-
ciaes,.
No dia 6 de fevereiro de 1859 fia alta
a primeira feira, a que affluiu toda a gente
grada da capital, e grande concurso dos ar-
redores. Foi um dia de festa, em que se
confundiram os applausos mais expansivos
do todos os visitantes, sem distinicao decr
poltica,"e sem que se levantasse urna s voz
dissonante. A idea emsi mesma, o alto func-
gnade quebra da f que devem merecer os
actos da autoridade publica, folgamos de ap-
plaudir a solemne e completa reparaco da-
quoll injusta pela jurdica decisao poste
rior. que abaixo se le.
O MAJOR FABRICIO COMES PEDROSA.
I.ileiramente adstricto aos deveres de mi-
nha profissao, nunca pensei que teria de
viT-me um dia na gorosa ne.essidade de
occopar a attenco publica com assumptos
relativos min' a pessoa, cionario que a concebera, e o individuo en-
!!a quarenla e tantos annos que sou ne- [ carregado de realisa-la eram objectos de lou-
gociante e lia 22que resido na provincia do, VOr unnime.
Ro Grande do Norte, onde, atrn de urna Fez-se um grande atierro naquelle por-
fanilia numerosa que se a ha all mu radi- to todo coberto de mangues, projectando-se
cada, sustento a mais de vinte que resi- construir na extremidade delle urna ponte
dem no meu estabeleciment commercial e que dsse communicaco entre as duas mar-
era diversas propriedades que possuo. gensdo rio, que all offerece espacoso an-
Desde que para all fui t-nho sempre ma- coradeuro para embarcaces de certo por-
nifestado por factos o mais vivo interesse pela te, como desmoslrou urna viagem de expe-
prosperidade da provincia, nao perdendo riencia, feita pelo ex-presidente o Exm. Sr.
occasiSo de prestar, at com sacrificio, os Dr. Jos Bento Jnior, no vapor de guerra
serviros compativeis com as minhas-forcas. nacional Thetis carregado com toda a arti-
Considerado sempre pelos diversos pre- lharia.
sidentes que all teem servido, nunca os! A'rainha costa comprei por altosprecos
importunei com pretences do meu inters- terrenos adjecentes para augmentar as obras,
se pcssoal. Qur como cidado, quer como i qae avalio em mais de 40:000$, e constru
fimccionario publi o gratuito, nao dei jamis armazens para recolher gneros vindos do
algum motivo a reclamafo contra mim. j interior da provincia, e que d'alli sao expor-
Mas, infelizmente, no meu modesto retiro; tados. passando pela capital, onde se acha a
sou constantemente incommodado, desde jatfandega.
certo tempo, por inimigos gratuios que; Releva aqu notar que nunca o fisco, mi-
nio poupam meios de apurar-me a pacien-, nucoso e exigente amo encontrou moti-
cia. Nao os apontarei nominalmente, e o. vo para notar alguma irregularidade no rao-
meu silencio neste ponto ser mais urna pro-j do por que se effeitua o despacho, embar-
va Je que pretendo apenas defender os meus que e transporte das mercadorias.
direitos, sem concorrer para fomentar intri-, o proprio governo lem favorecido e-te
gas, quando o meu desejo mais ardente era commercio, permittindo-me at alfandega
qne meus gratuitos perseguidores deixassem- meu armazem em 1862. Um dos ltimos
me cm sania paz. Neste caso eu poderia: presidentes, o Exm. Sr. Dr. Leo Velloso,
dar flanea de que, em justa retribuico de procurou auxiliar-me no emrenbo de avan-
sua generosidfide, procurara at esquecer- tajar aquello importante emporie.
me dclles totalmente. Ao incentivo creado pelo trafego mercan-
Farei urna ligeira exposico, e os homens til do porto de Guarapos, onde se carregam
sensatos que decidam de que lado^est a annualmente 8 ou 10 navios, deve-se tara-
razio e a justica. bem em grande parte o estabelecimento de
Toda a populado do Rio Grande do or-, Uma casa commercial estrangeira, que tira
te, e todas as pessoas que bem conhecem a < mu grande vantagem da affluencia dos
provincia, sabem perfeitamente que a sita- gneros altrahidos do interior pelas facili-
to da cidade do Natal mu desvantajosa, e dades que offerece aquelle porto. Antes
seguramente a principal causa datrazo da- j delle os gneros escoavam-se para Pernam-
quella capital. Oe um lado, segundo-se pe ii buco por diversos logares da costa, e assim
estrada de S. Jos, enconlram-sesete morros; divididos nao era fcil avahar como elles po-
de ara, que difficultam excessivamente o deriara agglomerar-se n'um ponto central
transito. Ao poente corre o rio Salgado,' offerecendo grosso cabedal a qualquer nego-
de consideravel largura, interrompendo a ciantepara uma exportaco directa em navios
communicago da cidade com parle do cen-. de longo curso,
tro da provincia. Mas no meio dos bons auspicios com que
E' fcilconceber que estas condices des-jera abracada a minba idea, present logo
vaiajosaS prejudicavam mu gravemente o.mus agouros que a pouco e pouco se fo-
commercio. Os homens do interior, que ram convertendo em tristes realidades. Ha-
tinliam de exportar ou importar seus gene-: via certa inveja, desgostos e ciumes laten-
ros, encaravam com uma especie de horror tes, que s foram reprimidos emquanto es-
as difficuklades que haviam de vencer para tere na provincia o Sr. Dr. Nunes Goncal-
chegarem cidade. Medidos n'uma casinha;ves, para quera bem se via que nopodiam
que mal podia abriga-los momentaneamen- ser potentes quaesquer meios insidiosos em-
te. perdiara tempo e paciencia esperando que pregados contra mim. Innocentemente con-
uma triste canoa os transportasse ao outro corri para preparar futuras odiosidades e in-
lado, mediante um tributo. Por isso prefe- j quietaces.
riam muitosembarcar as mercadorias em pe- Nao fallarei de uma conspiraco sur da
quenos porlos ao longo da costa. E' escusado i entre algamas pessasda capital que talvez
lembrar os inconvenientes que dahi podiam nao podessera ver com bons olhos o que
resultar quer para o fisco, quer para o flores- suppunbam olTensa de interesses (ou nao
cimento da capital, privada assim de ser o sei de que) no florescimento do porto de
emporio do movimenlo commercial. Guarapes.
Todo este mal que se lamentava geral- Mas quando invoco o testemunho da mi-
manejos dos meus gratuitos desaffectos, ou, Resol vea o governo iftip^al que, ficandode
antes, do seu principal instigador. nenhum effeito o citado aviso de 12de.se-
Quando tratei de estabelecer-me em Gua-, tembro de 1864, subsista em seu inteiro vi-
rapes, o gov rno provincial concedeu-me em' gor. o ttulo de concessa9-de aforamento ex
1859 o aforamento de 930 bracas de terre- pedido por essi presidencia em 16 de maio
no de marinha alagado e coberto de man- de 1863 ao relerido major Fabricio Gomes
gues em lugar ermo e desaproveitado, on- Pedrosi. O que communico a V. Kxc. para
de, como j disse, fundei um estabelecimen-, seu conhecimenlo e devidos effeitos.Deus
to commercial, que tem augmentado consi- gmrdea V. Exc-Carlos Carneiro deCara-
deravelmente as rendas publicas, e o com- pos.Sr. presidente da provincia do Rio-
mercio, attrabindo navios nacionaes eestran-' Grande do Norte.
geiros, como consta dos relatnos de dous ._ .. _
presidentes, e attestado pela cmara mu- \
niclpal e pessoas qualifleadas. Com grande
dispendio flz aterros, armazens, e at om;
trapiche.
Depois de tudo isto aconteceu que o re- j
querimento de um herdeiro, levado pelo es-
pirito de emulaoSo, desejo de prejudicar-me j
mente, reconheci-o eu tambem quando es-
tabeleci a minha casa commercial na cida-
de do Natal, em 1849, fazendo tentativas pa-
ra ver se chamava do centro compradores e
vendedores ao mercado. Fui o primeiro
negociante que se aventurou a isso. At en-
t3o nem um outro se quiz expor a um risco
certo de perda, ou, pelo menos, de bem pou-
co lucro.
Por minhas relaces pessoaes consegu
attrabir individuos do Serid, Maioridade,
Ass e oulros pontos. Mas elles desgotavam-
e com os obstculos que cima notei, pro-i
nha consciencia, que nao me aecusa de ha-
ver concorrido para qualquer prejuizo ou
aggravo de quem quer que seja, tenho toda
a razo para reconhecer a origem d'onde
procede essa longa serie de dissabores por
que tenho passado.
Apezar de viver concentrado eu soflro
guerra incessante e variada de um visinbo,
imejoso e ambicioso a quem nunca offendi
venialmente, mas que move contra mim ou-
tros inimigos, anda mais gratuitos ( si
possivel.)
Na falta de um motivo serio, nao posso
venientes da posicao lopographxa. j deixar de imputar esse rancor ao facto sira-
A pratica demonstrou-rae que seria j pies de nao ter-lhe eu nunca rendido vassa-
burlada qualquer experiencia no Natal, tanto! ktgem, e satisfeito a certo interesse particu-
mais quanto os morros de areia impediam o | lar inconfessavel: o que elle talvez atlriba
LITTER ATORA.
e nao [sei mais o que, provocaste o aviso
n. 9 de 12 de setembro do anno passado,
que mandou cassar o aforamento do terreno
em questao e passa-lo aos herdeiros da pro-
pietaria fronteira, sobre o fundamento de
O CONVENIO DE 15 DE SETEHBR0 E A ENCYGLICA
DE 8 DE DEZEMBRO, RESPOSTA PELO EXM. E
RVM. SR. BISPODEORLEANS.
Primeira parte.
n
O que espero de Franca.
(Ceo!inua$ao.)
O convenio defende por ventura o papa
que esta n3o fra ouvida, nem se fizeram dos perigos interiores ? N5o, bem pelo con-
editaes avisando os- que tinham preferencia | trario.
legal; e que finalmente um dos herdeiros n;,(n ... .. .
requena o aforamento ao mesmo lempo DiMM* 1UC o memorndum do conste,
que eu- Cavour fora a faulha de um irresistivel
Entretanto mostrei com documentos que | incendio. Mas o era o memorndum, que
houvera sciencia e consentimento da preprie- conclua somente pela separacao das Roma-
taria, cujos herdeiros s reilamaram em nhaSj a par de todos esses discursos do par-
jrjr^sfoteWss *r>. *. ^ *~-
s5o era publico e notorio, constndo^ at de os direitos do Piemonte sobre Roma, em
relatnos da presidencia. qu-, mais alto que nunca, Roma proclama-
Por motivos independentes de minha von- da capital da Italia, em que o Piemonte de-
tade, como a falta de agrimensor, foi o tita- ciara sempre a sua inhabalavel resoluc5o de ir
lo mandado passar por despacho de 19 de fe-; a ^oma c,
vereiro de 1863, e effectivamente expedido
eaf 16 de maio, quando j estavam f tas as I Quem nao v que a s tuaco futura do pa-
importantes obras de que tratei, e estabele- pa vae ser a mais anormal, a mais intoleravel
Ddd um*0!!? ma'S ^ ^ annS'|de todas as stuacoes? A provocac3o perma-
A falta de?ditaes,rattenta a publicidade e Deotf aPPell revolt3' Permanente, o
consenlimento que notei, n5o podiam preju- estado de gue.ira moral, declarada contra
dicar-me. elle permanente, todos os revolucionarios
Um acto administrativo nao era sufflcien- e seus estados animados pelas ambices e
te para destruir o meu direito de proprie- |a cobi apertando Roma de todos os la.
dade que se fundava em titulo legitimo pas- v. ^__ ,i j
sado por autoridade c mpetente, e que re- dos: ,em uma tal s,tuaCa0- ^ e estado'
presenta um contrato bilateral e oneroso, grandc ou pequeo, onde fosse possivel o
que n3o pode ser rescindido pela vontade de socego interior, e que nao fosse ameacado
uma das partes. d'uma revluc3o certa ?
Decites do governo imperial, taes como
as ordens de 29 de agosto de 1836, 8 de; No meio de tudo iste conservar em Roma
abril de 1842 e 29 de fevereiro de 1844,tranquillas as paixoes anarchicas, quando
consagrara a doutrina de que um titulo de jhouvermos partido, sabendo ellas, que Ibes
aforamento somenre poderia ser desfeilo! ,, .r ,. ...?
pele poder judiciarioe mediante acC5o ordi- -esla alraz de S1 Remonte decidido
naria.
Seria, portante iniquo, contra asnocoes
de direito, e contra o espirito das leis, que
a ir a
Roma ; impossivel.
Nada, portanto, que vede aos Piemonte-
zes entrar em Roma depois de nos. Chama-
se mandasse entregar o terreno a um her-,jos pe|os movimentos insurreccionaes, com
deiro, que guardou silencio, que agora alie-; r.. rnmniCPS a
ga fra de tempo uma preferencia de que 1ue enes conlam, cujos sao cumplas, a
fez tacita renuncia, e pretende excluir, em pretexto de uma msurreicao qualquer bao
proveito particular, a quem desde logo be-! de l entrar; e j o affirmam. E mais odio,
neflciou o terreno com antagem publica, j so de tudo isto que, pretendendo o con-
Note-se que pela concesso primitiva eu' ven0 deixar o papa somente em face do
tinha 930 bracas, e apenas utilisei-se de n- mn. .,.
100. Mas o herdeiro era questo, em vez de P,emonle e das for^as morae$ ** c,v,l,sa-
requere-las, deixa-as devolutas e cobertas de f&o moderna, toda a revoluco, que banir o
mangues, para s JcTamrss TOO j bene-' papa, ha de ter essa tmalificacao.
ficiadas com proveito publico. e que taremos nos eto ? Nos reserva-
Ainda esta vez mea gratuitos desaffectos .. ^esnarlm da Sr Droiivn de
obrigaram-me a distrabir-me de minhas oc-;mL0S' d,z um aespacho do br. urouynae
cupaces, a deixar a familia e o estabeleci-1 Lhuys a D0Ssa "berdade de aeco. > Vaga
ment, para ir corte expender pessoalmen- e fraca reserva, que ser, tudo o faz temer,
te os meus dirfilos. N5o foram baldados to Ilusoria como todas as outras !
2 ^SSlISSXJTSS ^2S Reservamos a nossa liberdade de aeco
justica, reparando o seu acto, como severa ,. A
do a?iso abaixo transcripto. mas sem d,zer como a empregaremos. O
Agora consta-me que o herdeiro em ques-: Piemonte que nao reserva a sua; annuncia
tao, o Sr. Jos de S Bezerra, morador na e declara abertamnte o que ha de fazer.
corte, e na mais perfeita intelligencia com Assim para nos o queconvinha era uma
meus gratuitos desaffectos. que elle deve|, f ^
conhecer perfeitamente, interpoz recurso da desS s Palavras c'aras* mes' HF15315'qual
decis5o do governo para o conselbo de esta- a requer a gravidade dos interesses que pre-
tendemos defender, e a gravidade das cir-
cumstancias.
Recordemo-nos de todos os factos, de to-
do. Embora eu cont com mais de uma von
tade avessa, e elle com muito bons patronos,
e um delles bem poderoso hoje em dia;
O Piemonte, que tem quasi tantos sida-1
dos, como o papa tem agora de subditos,'
previu o caso, e fingiu temer um ataque do'
papa contra elle ; ese o convenio disse : o.
papa, que faca um exercito ; acrescenta ex-
pressaraente : uma vez que este exercito nf o'
ve nha a^r < um meio de ataque contra
o 1'iengRe !
E qflBin ha de ser juiz do perigo ? O pro-
prio Piemonte. O convenio nao diz o con-
trario.
Realmente podemos nos esquecer que
este precisamente o pretexto de que o Pie-'
monte j uma vez lancou mo para invadir'
os estados do papa ? Elle que tinha 70,000
homens aglomerados na fronteira romana,
e nao esta va em guerra com ninguem, pre-l
tendeu que o pequeo exercito do general
Le Moiricire, espalhado pelas provincias'
pontificias, era om perigo para a Italia, e'
antes mesmo de declarar guerra ao papa, e
estando nos enlo em Roma, arrojou os seus
70.000 homens sobre este punhado de fran-
cezes, de belgas e de irlandezes l
Por sta palavra am meio de alaqae,
que o Piemonte interpretou j, como nos
sabemos, e que pode ainda interpretar do
mesmo modo, pois nada ha no convenio, que
lh'o probiba, por esta pa'avra, digo, o con-
venio poe positivamente as mos do Pie-
monte uma arma, d pretexto, } achado,
para as suas recrminaces futuras, e se a
revclla tardar muito em sua obra, abre-lhe
uma porta, por onde seus proprios exercitos
podero passar.
Eis o que se prepara contra o papa; ve-
jamos o que se lbe pede.
IV
O que se pede ao papa.
Diz-se ao soberano pontfice :
Faze soldados;
Fazei dinheiro ;
Fazei reforjnas.
Depois : reconciliae-vos com a Italia.
Ora ser bem serame de, que se falla da
liberdade dexada ao papa, para se crear, em
dous annos, meios de defeza?
E primeiro pelo menos surperfluo reco-
nhecer um soberano o direit de todos os
soberanos ; mas nao seria surperfluo indi-
car os meios de recuperar forcas a um sobe-
rano, a quem se tem syslematica e violen-
tamente enflaquecido, a quemdespojaramde
quinze de suas vinte provincias.
I. Um exercito I mas vos tendes emprega-
do, ha seis annos, todos os meios de impedir
que o papa forme um exercito. Impedistes
os recrutamentos, ameacastes as commis-
ses, chegastes at a declarar aos nossos ge-
nerosos voluntarios, que perderiam asuana-
conalidade: isto verdade ou nao?
Aflnal o pequeo exercito formado pelo
papa com grandes dilliculdades. commanda-
do por um bomem Ilustre, o general de La
Moriciere, mas saturado de desgostos e de
inquietacoes em suas guarnices, privado
at, de servir de guarda ao padre santo, foi
esmagado por dez contra um em Cantelfi-
dardo.
Hoje convidan o padre santo a recome-
car e a chamar os bravos mancebos de
Franca, da Polonia ou da Irlanda para os
expor a uma nova emboscada ?
Um joven principe, pobre, fraco, abando-
nado, o rei de aples, hospede do papa,
que j fra hospede de seu pae ; est ah,
todos os das a dizer-se, que a sua presenca
um perigo. O que seria se o padre santo
formasse um exercito ?
Mas como o formar elle ? Os italianos ?
Haviam dizer que seria preparar a guerra
civil.
De estrangeiros, austracos, hespanhes,
franceses, polacos? dir-se-ha, ser uma pro-
vocado guerra estrangeira ; e um dos suc-
cessores do Sr. Cavour fallir de novo, das
hordas papes, commandadas por esse La
Moriciere.
Ou o papa renunciar a servir-se do seu
exercito, no caso de invas3o ou de revoluco,
e n'este caso, de que Iheserve o exercito? Ou,
se o empregar em sua defeza, ser um ty-
ranno que derrama o sangue de seus sub-
ditos.
(Continuar-se-ha.)
estabelecimento de boas vas de communica-'
fio que, alm do mais, barateassem os fre-
tes excessivos das mercadorias.
a orgulho ou menospreco de minba parte.
Mas nao esse o motivo da reserva mu i
polida em que tenho estado para com essa
embora trabalhe da e noute como da pri- do 0 o desta trsle isloria de quant0 ou-
meira vez, em due fazia cabedal de seu va-1 .
limento no thesouro ; embora atlribuame | su Piemonte impunemente, a nossa vista,
at m f nesse negocio, quando meu carac- ja dous passos do nosso exercito. Mu grado
ter e precedentes repellem tal imputaco, | nossos conselhos, nossas promessas, nossas
ameagas, pode approximar-se das portas de
Roma, estando nos l, e nao sendo elle anda
senao o Piemonte. E agora que se pretende
ser Italia, e quando nos houvrmos repassa-
do os Alpes, fariamos depois contra elle o
seceo.Ministerio dos negocios da fa- que nao fizemos antes! Como que, reti-
5?"-?,!0 de Janei 22 de fevereiro de' rando-vos de Roma por uma porta, em obe-
s abatas; h'v^ *i t po,uica-ha-
imperial dirigi o major Fabricio Go i es Pe- (veis de vlolar reentrando pelaoutra no da
fico tranquillo em minha consciencia, e con-
sidero-me forte pelo direito que me assiste,
e que tem de ser apreciado por uma corpo-
raejo digna de toda confianca.
Recife, 4 de abril de 1865.
* Fabricio Gomes Pedrosa.
3a
Lancei enlio as minhas vistas para o lugar pessa. A minha ndole repelle demons-
Coit, hoje conhecido por Macahiba, cinco tracoes de certa ordem para com aquelles
leguas aeima da cidade Natal- Em 1852co-
mecei a constituir all um ponto commercial.
Fui luctando com interesses offendidos, ou
antes com certociume, bem mal entendido,
dos habitantes da villa de S. Goncalo, e po-
voacao de Utinga, loe didades prximas, mas
que alm de carecerem de certos elementos
de futura prosperidade, florescemhoje mui-
to menos que a Macahiba, oude, em 1857
abr um porto, a um quarto de legua do
meu eogenho, e constru armazens e casas
de vi venda.
Estive all sete annos. O commercio pro-
gredia, pessoas e gneros affluiam do inte-
rior, e eu me contentava com o hora xito
de meus esforcos, vendo alm disto que era
geralmente applaudida a real sarao de minha
idea.
Mas em 16 de novembro de 1858, indo
comigo quelleponto o Exm. Sr. Dr. Antonio
|Iarcellino Nur.es Goncalves, afim debservar
uma experiencia pa: a afabricacode gaz.reco-
nheccu os meus esforcos, mas de certo modo
lamentou qce nao tivessem applicacSo mais
ulil provincia. Concebra elle ento o pro-
jecto efe centralisar o commercio, estabele-
cendo um ponto que offerecesse livre transi-
to aos navios. Neste proposito manifestou-
me o sen ti ment de nao ter quem o ajudas-
se efficazmente. _
Apezar dos inconvenientes das mudanfas.
|a por mim experimentados, e das grandes
-despezas que eu devia logo aventurar, sem
a quem nao voto particular confianca e ami-
sade. Mas sou incapaz de offender inten-
cionalmente a ninguem. Appello para os
que me conhecem ou tem t ido commigo re-
laces.
Essa pessa que eu nao quero nomear,
mas a quem nao posso deixar de alludir,
achou-se infelizmente envolvida n'um pro-
cesso. Posto qae eu sempre fugisse de ex-
ercer cargos publico?, era ento sabdelega-
do por instancias repetidas do ex-presiden-
te Dr. Jos Bento Jnior. As diligencias
eram sempre feitas directamente pelo gover-
no e polica da capital. Nunca dei o menor
passo contra esse individuo no districto de
sua residencia e da minha jurisdieco.
.Nao me envolv jamis as lutas polticas,
e por isso nunca merec as sympathias dos
partidarios por esse lado. Mas para nlo dis-
perdicar uma s conjectura sobre a origem
dos vexames que vou soffrendo, confessarei
que oblive o voto d* tres amigos ntimos
para um candidato que competa com outro
a quem o meu desaffecto se acba ligado por
Iacos muito estreitos.
Seja porque fr (nio por culpa minha)
o que est fra de fluvida a perseguico
que por todos os modos me teem feito.
Derrubam as maltas de meus terrenos, alli-
ciam-rae os devedores para nSo pagarem,
obrigam-me a questoes civeis para defeza de
meus direitos, procuram amoBnar me com
falsidades sem a mais leve cor de verosimi
j drosa contra o aviso expedido por este mi-
jnisterio em 12 da setembr de 1864 a essa
! presidencia, mandando cassar o titulo de
aforamento de terrenos de marinhas a elle
; concedido pela thesouraria de fazenda dessa
provincia, e:Considerando que quando o
seguiute? Quando, com uma palavra, poda-
mos fazer parar o Piemonte em Bolonha e
n'outras partes, nao dssemos essa palavra,
e quando fr necessario um exercito e um
novo assedio de Roma, nj contra Gari-
dilo major Fabricio Gomes Pedrosa pedir emlbaldi, mas contra uma grande naco, quete-
IUIIb., Im.nnna A* ..;knl. A*. "- .____... ... ..."
1859 os terrenos de m rinhas da Carnaubi-
| nha se achavam elles, em consequencia da
medcao e demarcaco a queem 1837 proce-
der a mesma thesouraria de fazenda, reco-
nhecidos por esta como nao oceupados ou
devolutos: Considerando que o dito major
fra o nico que entao requerera os di los
terrenos, tendo em seu favor a probabilida-
de do respectivo melhoramento, nos termos
jda circular de 20 de agosto de 1835.Con-
j sidemndo que, quando pedir elle em de-
jzembro de 1862 o aforamento de cem
bragas nos ditos terrenos, havia j construi-
do neste por conc ssao d'essa presidencia
, em 1859 um armazem para deposito de ge-
eros e mercadorias de importacSo e expor-
r 200.000 soldados e talvez umaallianca,
ento que teremos essa tarda resoluco!
Nao ; de mim digo, que nunca me entrete-
rei com taes illusoes.
Sou portanto obrigado a dizer : o con-
venio nao previu o que devia prever ; nao
disse o que devia dizer ; nao fez reserva do
que devia reservar.
N'uma palavra tratou o mais grave dos
interesses e a mais critica das stuacoes
com uma ausencia de precaucoes que nada
poder explicar.
E nestas circunstancias, que nos reti-
ramos ? Nao. Em um tal estado de cousas,
devia dizer-se ao Piemonte uma palavra,
que seria, ella s, para o papa uma seguran-
za : DeixoRoma; mas vos nao haveU de
l eDtrar, nunca, por nenhum preco, e sob
Mas essa palavra o con-
esperaoca de oompensaco immediata, nloilhaDca ao menos, e tentam, felizmente de-
tacao, o qual careca por isso mesmo de 'o-
; da a facilidade para o competente embarque
; e desembarque:Considerando que em taes
condiges o major Fabricio se achava de boa nenhum pretexto,
f na posse dos proprios terrenos de mari- venio nao a diz.
nh'S que pedir: Considerando ainda que Ora com uma tal lacuna o convenio nao
esse pedido em dezembro de 1862 fra mu- protege papa ; entrega-o a consniraces
to anterior ao deTheotonio Coelho Cirquei- j certas, previamente annunciadas, da reve-
r e Jos de S Bezerra, o qual tivera lugar luco e do Piemonte, que vem atraz della.
a 16 de maio de 1863, data do titulo expe-
dido quelle major, e depois de medidos e
demarcados os terrenos de que se trata ;
Considerando, finalmente, que o major Fa-
bricio provou satisfactoriamente haver apro-
veilado e melhora 'o em favor da industria
Desta maneira, para obter, em qoantidade
sufDciente, urna preza que se lbe esquiva
com extrema agilidade, o tamandu tem de
nio perder tempo a msstigar os insecto-,
medida que os introduz na boca, mas eogo-
li-los inimediatamente, para sem detenca
poder de novo Yibrar a lingua sobre outras
formigas.
Os denles ser-lbe-hiam inuteis e entretan-
to para bem digerir os alimentos, preeisa
tritura-los; o estomago substitue-lhe as ma-
xillas como apparelho triturador. Para este
effeito as paredes deste sacco, em vez de
serem finas e membranosas, como nos mam-
mferos ordinarios, sao grossas e carr.osas
como o papo de um aves'ruz.
Finalmente, para dar s patas do taman-
du a forca de que carecem para escavar o
solo e desenterrar as forangas, o osso do
braco em vez de ser cylindrico, como vul-
gar, achatado como na toupeira, e afim de
con-ervar o agugado das unhas, este singu-
lar animal nunca pousa em ebeio o p no
chao, caminhando sempie com o bordo ex-
terno deste orgo, ou por outra, com o p
revirado.
A todas estas notaveis particularidades,
cumpre ainda acrescentar a disposico da
cauda do tamandu, a qual semelha um
enorme penacho, que lhe serve ao mesmo
tempo de cobertura quand > se deita para
dormir.


A verdade esta.
Mas se o convenio nao teve a previso
nem disse a palavra, nem fez a reserva ne-
cessaria, teve pelo contrario, ama outra
previso, disse uma outra palavra, fez ama
outra reserva, bem estranha em verdade.
UM POUCO DE TUDO.
De um relatorio de M. Milne Edwards so-
bre as recentes acquisices. feitas pelo jar-
din das Plantas, extraliirnos as linhas se-
guales :
O museu de historia natural de Pars
recebeu ltimamente uma magnifica collec-
cio de animaes vivos, proveniente da America
meridional e offerecida a este estabelecimen-
to scientifico por M. J. de Buschental, rico
proprielario em Montevideo e M. L isseau,
agrnomo francez estabelecido ha muitos an-
nos na repblica do Uruguay.
O objecto mais notavel desta remessa o
tamandu ou grande formivoro, que ainda
nao havia sido visto em Franca.
Este singular quadrupede tem mais de
dous metros de comprmento e a sua forca
muscular e to grande que se defende contra
o jaguar ou o tigre da America.
Ccmludo, tem a bocea desprovida de den-
tes, e, para se alimentar, limita-se a apanhar
cora a lingua, formigas ou outros insectos
egualmente pequeos. Tudo, porm, na sua
organisaco admiravelmente bem calcula-
do para semelhante genero de existencia
anormal. Assim, as patas anteriores do ta-
mandu sao armadas de enormes garras, por
meio das quaes este animal e-cava o solo e
poe a descoberto os escondrijos subterr-
neos habitados pelas legies de formigas que
abundam era todos os sitios quentes da Ame-
rica.
A lingua do tamandu um excellente
instrumento para a captura (lestes insectos,
porque desmesuradamente comprida, es-
treita como o corpo de um verme, em ex-
tremo mobil, e constantemente untada de
uma saliva peg josa, de modo que pode dar-
dejar este orgo pe as feodas do solo onde
avista algum formigueiro e apoderar-se sem
custo de todas as formigas que conseguir
alcancar. Para alojar semelhante lingua,
-lhe mister uma bocea extensa, estreita e
pouco rasgada, que parece quasi uma trom-
pa e para que a superficie desta lingua seja
suficientemente adherente, precisa de uma
consideravel proviso de saliva viscosa : ef-
fectivaaiente o rosto deste animal parece
passado fieira, a as glndulas salivares que
ni maior parte dos quadrupedes, ficam si-
tuadas por traz do ngulo da maxilla, adqui-
rem neste um desenvolvimento to desmesu-
rado, qae Ihe'cobrem (oda a parte anterior
do pescoco e uma parte do peito.
Can rao patritica do Rvd. Manoel Aman-
do das Dores Chaves, de Mace, por occa-
siSo do embarque do corpo de polica e vo-
luntarios da patria :
Ide, punhado de bravos,
Ide, valenles zuavos
Da raca de Camaro !
Ide affrontar os perigos,
E mostrar aos inimigos,
Brasileiros o que sao.
Tingi as aguas do Prata,
Com o sangue dessa ingrata
Horda de vis traidores ;
Que do rio banba as margeos
O sangue desses selvagens,
Ferozes salteadores.
Ide, soldados briosos,
Rebaver louros vqosos,
Col nidos em Tonelero ;
Queomonstro sanguinario
Se lembre do extraordinario
Feito de Monte-casero.
Acud da patria aos gritos,
E aos vossos irmos afflicto<
Soccorro prestae ligeiro :
Do combate no furor
Nao desmintaes o valor
Do renome brasileiro.

Dizei ao vil paraguayo,
Ao selv.igem uruguayo,
A Lpez ingrato e vil:
Unidos por fortes lacos,
c Nossos peilos, nossos bracos
i Sao muralhas do Brasil.
Tendes um rei cidado,
Vosso pae, e vosso irmo,
Immortal Pedro II;
Mostrae o vosso valor,
Vossa adlieso. vosso amor,
Ao her do Novo-mundo.
O auri-verde estandarte
Erguei nos campos de Marte,
Filbos d Caramur ;
Que tremole sob o cu
D'Assumpco, Montevideo,
Como j em Paysand.
Eia, sus I filbos de bravos,
Mostrae d'Aguirre aos escravos
Que sois sangue de guerreiro :
Destru a tyrannia,
Castigae a ousadia
Desse bando aventureiro.
Ide, punhado de bravos,
Ide, valentes zuavos.
Da raca de Camaro !
Ide affrontar os perigos,
E mostrar aos inimigos,
Brasileiros o que sao.
Vae-te, egregio Castro forte
Arrestar da guerra a sorte
Com essa por?o de bravos !
Vae mostrar que brasileiros
Sao bi iosos, sao guerreiros
Nao sao d'Aguirre os escravos.
Vae-te, Lessa generoso,
Vae, patriota brioso,
Vae, levita do SENHOR,
Pedir a benco de DEUS
Para os companheiros teus,
Companheires de valor.
Oh! s'eu podera seguir,
Vossos louros compartir,
Ou morrer ao vosso lado I
Verieis cheio de gloria,
L nos campos da victoria
Um padre feito soldado.

Mas eu ergo as mos p'ra os cu*,
E sem cessar peco a DEUS
Que vos d felicidade;
Que valor j vos sobeja,
P'ra nos campos da peleja
Mostrardes heroicidade.
Adeus, queridos, mimosos,
Filbos da patria briosos.
Da raca de Carnario !
Unidos por fortes lacos,
Estretae em vossos bracos
Os bravos que j i esto.
Dizei que suas mulheres,
E seus mais queridos seres
Nao esto abandonados ;
Que a patria os perfil hou,
E que o governo adoptou
Os filhos dos seus soldados.
Adeus, punhado de bravosa
Adeus valentes zuavos.
Da raca de Camaro I
Ide affrontar os perigos,
E mostrar ao> inimigos,
Brasileiros o que sao 1
V,
y
PERNAHBCGO.-TYP. DE M. F. DE F. & FILHO
mTILADl


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