Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10621


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Full Text

AMO IL1. HUMERO 64.
Por quartel pago dentro de 10 das do i. mei : :
dem desos dos i." 10 dias do comecoe dentro do qaartel. .
Porte ao eorreio por tres nezes
SABBADO 18 DE MARCO DE 1865.
Por amo pago dentro de logias do 1.' mez ,,,.,.. 191000
Porte ao eorreio por nm anno.........._' 3|000
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrnu de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos" de
Oliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Har, os Sis. Geraldo Antonio Alves &
Filhos ; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO DO NORTE
Alaloas, oSr. Clandinp Falco Oas; Babia, o
Sr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, e Sr Jos
Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estagdes da via frrea at
Agoa Preta, todos os dias.
Iguarassii e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Car ua ni,
Allnho, Garanhnns, Buiqoe, S. Bento, Bom
Conselho. Aguas Bellas e Tacarati, as tercas
feiras.
Pao d'AJho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiro e Ex, as :jnarlas
feiras.
Segunda vara do clvel: qnartas e sabbades a 1
hora da tarde.
Serinhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Bar-
reiros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas
feiras.
EPHEMERIDE8 DO MEZ DE MARCO.
4 Qoarto creso, as 9 h., 59 m. e 16 s. da m.
12 La cheia as 8 h., 22 m. e 10 s. de m.
20 Qoarto mng as 10 h., 16 m. e 22 s. da m.
27 Loa nova as' 3 h., 8 ro. e 22 s. da m.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do comracrcio : segundas e quintas.
Relago : tercas e sbados s lO horas.
Fazenda : quimas s tO horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 hora?.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civil: quartas e sabbados a I
hora da tarde.
DIAS DA SEMANA. '
13. Segunda. S. Sancha princeza v.; S. Rogerio
14. Terca. S. Mathilde rainha de Allemanha.
lo. Qutrta. S. Zacharias p.; S. Longolnho s.
16. Quinta. Ss. Cyriaro e Taciano diar. mm.
17. Sexta. S. Patricio b. ap. da Irlanda.
18. Sabbado. S. Gabriel arch.; S. Narciso are.
19. Domingo. S. Jos esposo de N. Senhora.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 9 horas e 18 m. da manhaa.
Segunda as 9 horas e 42 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sol at Alagoas a 14 e 30; para o norte
ata a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 14 dos mezes de Janeiro, marco, rhaio,
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa de
Faria & Filho.
PARTE GFFICiAL
DE
thusiasmo, pela esplendida victoria que acabamos
de alcancar, expellindo desta bella cidade os nos-
sos inimigos, estes monstros que a dominavam,
sem derramar orna s gota de saogue I
Parabens ao Brasil, que a mamfestaco de sua
virilidade v lavadas offensas antigs, e restaura-
do o seu crdito militar, infamado por urna looga
serie do annos I
A paz est feital Esta a palavra mgica que
corre de boca em boca desde o dia 19, que'expan-
de a alegra no rosto de oacionaes e estrangeiros,
que s alme.am a tranquilizado do. paiz p?ra so
dedicar aos seus trabalhos, e reparar os prejuizos
que lm soffrido durante esta guerra civil, to
inhbilmente sustentada pelo partido vencido, que
C.OVKRXO DO B1SPADO
PlilIVAMBltO
SI! VAi AVTE
Expediente do dia 14 de" marro de 1865.
ufflcio o Exm. presidente da provincia.Res-
pondendo ao offlcio do V. Exc. de 8 do correnle,
em que por parte da assembla legislativa provin-
cial sulltcita o roen parecer acerca do projecto n.
33 do anno passado, que crea a nova freguezia da
Capunga, desmembrada da do SS. Sacramento da
Boa-Vista dessa cidade, cumpre-ma dizer, a fim aesacreditou-se para sempre.
de que V. Exc. se digne levar ao conhecfmento da Pelo Sanlonge, e depois pelo Princeza, refer
mesma assembla, que, altendendo ao bem espiri- que o almirante bario de Tamandar recebra dos
tual dos fiis que habilam os arrebaldes compreen- agentes estrangeiros proposigoes de paz, e que as
didos na divizo projectada, os quaes sero sem probabilidades para se chegar a um convenio cres-
duvida mals promptamente e com menos grvame cram rom a queda do governo de Aguirre, Car-
da soa parte soccorridos em suas neressidades es- reras e seus comparsas e elelgo de Villalba.
pintuaes; altendendo a que a freguezia do SS. Sa- j Todava ninguem poda dissimelar-se quo diffl-
cramento da Boa-Vista, pela sua extenso actual e, cil pareca alcancar este resultado, altendendo a
pelo progresslvo augmento da populacao nessa. que a guarnigo da praga se achava mm exaltada,
paite da capital, pode soffrer essa divisan, sem e qoe os sitiadores nao se podio satisfazer seoo
aos parocbos respectivos venham a faltar os com condiges vantajosas para elle?, que importa-
tica indicada, nao autorisada alm disso pelo poder |
legislativo.
O poder executivo decreta :
t Art. l. Cessa em suas funcg5es de agente di-
plomtico junto do governo do Paraguay o Dr. D.
Jos Vasquez Sagastnme.
t Art. 2." Suppnme-se a legago que o dito a-
gente desempenhava.
Nao pode baver urna mudanca mais radical de i C'P'
INTERIOR.
Re de jim:iho
21 de fetereirodel86S.
Por decreto de 13 do correte creou-se, no muni-
ipio do Jardim na provincia do Cear, um coreo
Consta-nos que fo ongado capitao do porto das SSa "" da *"*' *qai d* *** ^^
Alagoas o Sr. capito-tenente Ricardo da-Silva Ne- pe?
i ves, sendo removido para Paranagu o Sr. capilo caira
de fragata Rodrigo Jos Ferrei ra, que exercia no a" larde desse
primeiro porto as mesmas funegoes.
1 de margo.
construir expensas do Rd. vigario Lo-
Esta bem trabalhado e completamente rebo-
tante do partido blanco sensato assim procedeu,
quelinha de conducta oo adoptara' o general Flo-
res? Conjectorando sobre isto, ha qoem esteja
persuadido de que elle fez comuosco urna allianga
intima contra aquella repblica.
Pelo qHe se conhece da convengan de paz cla-
ro que a dignidade do imperio foi salva, assim co-
(lili AC ii.' ili.illn. n .,.-. kX> uJ(. ._?_~__ a_
I""'" Por decreto, de 14 do passado foi exonerado do cZrStomSml
mesmo dia grande oumero de
posmas, lano nacionaes como estrangeiras, alli se
reuni, e depois de servido um copo d'agua offere-
cido por S. livina, sahiram em forma, precedidos
politica a respeito do Paraguay,' e, se um represen- de avallara e urna secgo de balahao do'seVv'igo caDii'aoTnTn^Ti^op'^WH p,rVIIMs dn ParaDa por u,na ,,anda de raasica e estandarte brasileiro ;
de reserva. ^ V S^^dS^^J^AS^h^ PeTC0 todos os caotes.oode paravam, e
Por decreto da meama data festn do com- ffBSSSfi S7LSSJ22&2E*? pis enlhusiastics vivas locavam o hymno a-
mando superior dos municipios doSobral e anne- ferida DrSh aPre^izes mar.nhe.ros na re- c.ooal.
xos da mesma, a guarda nacional pertencente ao por Qir,
districto de santa Quileria, incorporando-a ao com-' bem S M
mando superior do Ip. r,heiro
i-o-o-gi ii n I dous
Foi nomeado presidente e commandante das ar-' dado do batalho navaVjoiio da Cos'la Veigao cri- chara
s da provincia de Matto-Grosso o Sr. coronel Ma- i mo de 2* deserco ae noel Pedro Drago.
que aos parocbos respectivos venham a faltar os
meios de decente subsistencia; altendendo a que am um completo triumpho para o partido colora- mente da situago, e com o seu'too e nolavel la
o tinado diocesano j reconheceu necessaria a crea-; do, o completa reparaeo para o Brasil. lento complelou a obra encelada, e to adianlada
cao dessa freguezia; altendendo flualmente a que Felizmente o homeni que tomou a peito a nobre no terreno militar, realisando urna paz honrosa e
na divizjo ecclesiaslica deve sempre concliar-se o raisso de salvar Montevideo da inevitavel ruina a i digna para o imperio, e prestando-lhe assim um
bem espiritual dos povos com os legtimos nteres- que o tinham coodemnado os desalmados loucos relevautissimo servigo, porque livrou-nos do oimi-
sos dos Revds. parochos; nao posso recusar a mi- que governavam o paiz, e qtre calmo, no meio! go mais perigoso que tinhamos, nao tanto por sua
nha annuencia creagao da referida freguezia, i desta cegueira que dominava no partido blanco, forga, como pela sua perfidia e audacia,
servindo-lhe interinamente de matriz a capella de comprehendeu perfeitamente a situago, mostrou I Este triumpho pacifico mals urna prova da im-
Jos do Manguinho, em quanto se conclue a | mais urna vez quanto vale um carcter enrgico e' porlancia do sitio e tomada de Paysand. As ope-
mo os seus direilos; o que nao podia deixar de
.HS-rS-'f S.^1! d.iri8indoos"0^os negocios dous iBaVda"proBCtade Ma^GrnoTsr. eor^B? i molo" Vdeserea^iJra'S
generaes e um diplmala lao distinclos. noel Pedro Drago __ >
Jt^V* d Sr" bar0 de Tamandar; sna lin- Foi nomeado commandante da canhoneira Ypi-
lrSJ^aHt^,^um> C gaS .a,miran,S?' ranga o 1 tenente Alvaro Augusto de Carvalho.
, 1, amao partido blanco o apoio do corpo di- Con,-ta que esta canhoneira, a Ar amar ti ea
plomaico com qUe centava. Faltando-lhe este, Jgnatemy partem amanh.ia para o Rio da Prata.
sendo_ illusono o do Paraguay, s Ihe resiava a 27 -
SUnm;lrS>nn'0Qih. n__l L-, Effecluou-se hnnlein o embarque do contingente
?_.:>-^ion-Sfi.,le,/0 Paranhos aProve.tou s hbil- da guarda nacional da curte que, sob o com.nando
3
Entrou hontem dos porlos do sul o vapor Brasil,
com datas de Porto Alegre al 16, Rio Grande 22,
e Santa Cath.irina 27 do passado.
Pirn Mana Amaro, director das obras de
pequea
. do rio, onde o Sr coronel
Vargas, commandante da fronleira e guarnigo,
enioou vivas a S. M. o Imperador e ao corpo do
commercio desta cidade.
O Sr. Bernardino Jos de Oliveira, subdito
portuguez e negociante desta praga, corresponden
le
pro
a prompta concluso
se est edificando, e que j Arme, e urna reputago firmada sobre honrosos
ser a matriz permanente; pelo que fura mui! precedentes.
lenle que a assembla provincial auxilasse O Sr. Villalba entrn no poder, e pasmn ad-
quirindo a conviegao do que suspeitava, isto de
que nao baria compromisso nenhum serio cora a
repblica do Paraguay, cujo auxilio nao podia a
defesa da praga esperar. Indignou-se reconhecen-
do que todo o partido tinha sido sacrificado a um
manejo infame que o fez crer oeste pretendido
igreja que na Capuoga
deve
conveniente qoe
com o seu efflcaz e po apoio
dessa igreja.
Dito ao Exm. presidente de Macei.Tenhoa
honra de acensar o offlcio de V. Exc. firmado em
11 do prximo passado, acompanhando o offlcio
por copia em que o director geral dos indios expoe
a necessidade que ha de construirse urna capella j apoo, e que todos os documentos publicados pelo
na aldeia dos indios denominadaCabcga de Ca-
vadoa fim de que com mai.- facilidade se possa
celebrar o Santo Sacrificio da missa e acudir s
necessidades espirituaes dos mesmos indios.
Attendendo necessidade que ha de administrar
o pasto espiritual a esses fiis, que tanto necessi-
lam da educago religiosa, compenetrado das pias
inleng5es do capno Jos Isidoro de Sant'\noa, cu-
jos sentimentos religiosos sao dignos de todo o elo-
gio, e finalmente altendendo ao que expoe e Revd.
vigario e o digno director geral dos indio?, conce-
do hcenga para que se edifique a capella na coo-
formidade do offlcio de V. Exc. e da informago
dada pelo digno director geral dos indios.
Dito ao vicario do Pilar.Tenho presente a of-.
tirio de V. S. firmado sm 30 de Janeiro ultimo, em
qoe me diz qoe, existindo em algomas capellas fl-
liaes dessa freguezia algn? assentos nao langados
de Sacramentos aellas administrados anteriormen-
te posse de V. S., tornase necessario a minha
autorisagao para que taes assentos sejam compe
tentemente langados nos livros respectivos. Pede
mals V. S. a minha solugao sobre os tres seguintes
quesitos.
1. Se vista do disposto nos IC e 20 da ta-
bella approvada pelo decreto n. 689 de 27 de julho
de 1853 pode continuar a praxe que V. S. achou
nessa freguezia de adrainistrar-se o baptismo em
casas particulares por mais prximas que estojara
igre]a matriz.
2. Se em face doaviso n. 332 de 13 de novem-
tiro de 1858 os orphaos que nada herdaram de seus
paes pedem cazar sem licenga do juiz.
3." Se es parochos tera direito a emolumentos
por certidoes negativas que alias deraandaram
busca em livros lindos.
Em respesta tenho a dizer-lho primeiramente
que pode e deve langar nos livros respectivos os
assentamentes que achar nos lugares de que falla,
verificando previamente a sua auteolicidade.
Quanlo ao !. quesito, sabe V. S. quo expressa-
mente prohibido pelos sagrados caones e consti-
tuigoes diocezanas celebrar o Sacramento do bap-
tismo em casas particulares : com tudo, attenden-
do aos longes da dioceze e aos males qoe podem
resultar da observancia restricta da le a tal res-
peito, para maior commodidade dos povos permit-
to que quando os paes da crianga morarem muito
distantes da matriz ou de qualquer igreja ou capel-
la filial possam os parochos conceder licenga para
se administrar o baptismo em oratorio privado :
no caso contrario s coro licenga por escriplo do
ordinario se poder celebrar este Sacramento em
casa particular.
6overno tinham sido synicamente adulterados
Desde este momento a paz ficou resolvida em
seu espirito. As difflculdades desappareciam ;
porque nao se tratava ja de obler concessdes que
salvassem o partido, mas sim garantas para as vi-
das e propriedades, as quaes os vencedores, geoe-
rosos como se tem mostrado sempre durante a
lula, nao hesitariam em dar.
As negociacoes se animaram entre o ministro
italiano, como decano do corpo diplomtico, e o
Sr. Paranhos, entre Herrera y Obes e o general
Flores, aotorisado aquelle por Villalba, e accorda-
das as bases com os nossos chefes militares, das
quaes nao se satisfez plenamente o nobre Sr. ba-
rio ee Tamandar, se assignou finalmente a con-
vengo de paz no dia 20 do corrente, anniversario
da batalha deltu'.aingo.
. Muilas versSes correrara a respeito, mas ja se
sabe que o que se ajustou foi o que publicou o
jornal El Syglo que tinha sido obrigado a suspen-
der sua publicaco pelos blancos ha alguos mezes,
e acaba de reapparecer enm a queda delles.
O digno Sr. Villalba formulou a id de garan-
ta diplomtica dos Srs. agentes da Italia, Inglater-
ra e Franga, para este convenio : mas nao insisti
nella, coovicto de que nao havia necessidade para
a pjena execugao das bases accordadas.
Nao se sabe positivamente quaes sao as repara-
goes ao Brasil ajustadas com o general Flores;
mas pensa-se que sao dignas e satisfactorias.
O ultimo insulto feito a' bandera nacional
ragoes militares que alli cobriram de gloria aos
bravos do nosso exercito e da armada simia
nao disseram sua ultima palavra, iremos palpan- .
do as suas benignas consequenciaspara oossa can-' cresrida tdmiravj o seu garbo e aspecto militar
ficlt camDaPnhf ^ rmS pr0gred,Bdo nei,a dif" I s 7,1 os Srs. ministrla guerraPe commandan-
) uossoTsUncto alliaJo nao quera assumir J%S*" ""^ DaCOnaI Percorreram a ^
As 8 horas o batalho poz-se em marcha, tendo
na frente o Sr. commandante superior.
roas da Misericordia e Direila, por onde
ireV^^!avosaia?oPCl2n^ &T&
I lides da guarda oacional da corte, e cora o Sr. Dr..
e dous mezes eom tres corapanheiros, desbaratar
d ..Sr tenente-coronelcommendador ftSSS | ^^^^^Z^S^^fft& "*?. ^ -Br'as.kims'em^ra.
Leao Cohn, val reunir-se ao nosso exercito em
Montevideo.
Foi um acto solemne o tocante. Os menos sen
veis a taes scenas cominoviam-se ante esses rostos
condecido?, ante esses prenles, companheiros, ami-
gos que, deixando tudo, posigao, empregos, relagSes Esla noticia porra nao foi confirmada pelas fo-
e commodos, corriam a desaggravar sua patria de '"as de data posterior, e urna carta de Jaguarao,
graves e pungentes affrontas feitas sua digni-' de 18, escripia ao Diario, e publicada na folha de
da .e. 122, diz apenas o que segu :
As 7 horas da manhaa comegon a formar-se o Chegou aqu hontem noile o Sr. Hvppolvlo
hao no largo de Moura, onde a muliid j '
poder supremo. Foi quasi Coreado a isso pela ne-
cessidade de dar garantas aos seus amigos. I a
A revolugo encabegada por elle, e coroada com as
brilhaote triumpho, um fado maravilho- desfiloo
to
as
lado.
Cora effeito, saltar no Estado-Oriental ha vinte Dias da Motta um grupo numeros ~que"sotava re-
petidos vivas aos denodados defensores da patria.
^?*?_toWJ** **> de ".'s d No arsenal de marinha achavamse com Si M. o
T nmmbar 1 e,0d0S 0S seus ,a,m'gos e 1'Perador os seus semanarios, ministros da justlga
2*^."" de 'e.' VIVer SCm cor.?' da msrinha, ajudante-general do exercito, pre/i-
t Zi Jer^ SUa ?enie COm J?a,s .d,sc,Pl,naJ dente da provine a do Rio de Janeiro, inspector do
x asSSJBrft ,s, revel3l sr1 e diversos offlciaes do ex"cito e da raa-
collorado, conseguir a allianga effectiva de nossas b-lo dirigio-se
armas, sem o menor sacrificio para o seu paiz, em-1 do embarque
quanlo seus adversarios mendigavam a allianga All realisou-'e
intil do Paraguay, que zombou completamente
delles, isto revela mais do que valor militar
que, depois de rece-
com toda a comitiva para a ponte
a entreg
occasin, dirigindn algumis
da bandera, e nessa
palavris affectuosas
vhh uZZ 1 ,-, 'S ZSJr TT m""?r; pro-.ao >r. tenenle-eomnel Cohn, dlsse-lhe Sua Mages-
^i S P?1"'?' aplldao administrativa, ad-'tade que, confiando-lhe aquelle penhor, esperara
quirida na pral.ca da vida, se o quizerem, mas nao que com elle voltasse triumphante.
O Sr. tenente-coronel Cohn respondeu que ou
baseada em va theoria.
Este hornera, lio calumniado, esta' hoja no logar ^TrmS dVbaUlha.mPeradnr U ^"^ ^ Vda
Ao Sr. ajferes commendador Jos Antonio Vaz
r como
que Ihe compete em seu paiz. Depois de urna "to
rude campanha parece que devia encontrar o des-1 MiJEl ^.T8"^ !?** S ol
canso. Nao succede assim; agora que elle vai 825 iS l hm 25! dS reCebe
comegar o mais d.fflcil de sua tarefa, sustentar PS fae* ? EiSS aHr'-verde-
luu mais forte e renh.da para firmar a ordem e a Ja** fe,^ead's'e'lhK <*a* conservasse bem
liberdade ne?ta bella terr. alt^ e-P de<"d!Sse,cJn, !0'" Braslleiro-
Emquanto havia perigos no campo da batalha, p ^J??*^,^1"10 S^ apondeu
prlvagoes e sacrificios, os palradores permanece fftendose nelsn n^h'M0* "*" com e,,
i nossa esquadra. u i-iaeU,| ^podjr, y^fl-^ ^ a _transcended VjAT^tfSS
muito irritou
chefe.'foi objecto de urna sa'tisfacgao especial.
me S2tt5S5JT ^eWKsS;
e que, castigando os gauchos do Uruguay e os mi-
seravels selvagens do Paraguay, se recordassem
sempre de que eram Brasileiros, e, como taes, sol-
dados de urna causa em que a hnmanidade e a ci-
vilisagao tinham tudo a esperar de sua dedicagao e
O partido blanco um nimigo que pela segunda coragem.
vez supplantamos, e que s renascera se, depois da laminando, deu vivas S. M. o Imperador,
lela, de nossa parte succeder a mdilTerenga a tilu- BBa*nff8ta familia, guarda nacional da corte,
Quanto an Brasil, a ligao de 1851 Ihe deve ser
bem proveitosa. Deixemo-nos tambem de theo-
rias abstractas e sejamos consequentes com a nos-
sa obra.
igou esse precioso emblema, e saudou-o com 21 ti-1te A?,mn.nnaD Pe.rsP'capa-
ros, que foram logo correspondidos pela corveta'
Bahiana, tendo a bandera oriental igada m mas-
tro grande.
De accordo aquellas estlpolagoes o general Flo-
res foi logo proclamado governador provisorio da
repblica, e por elle se acha autorisado para
referendar os despachos seu secretario D. Jos
Candido Bustamante.
Para principiar a execnta-la, Villalba mandn
desarmar o primeiro batalho da guarda nacional,
que era o mais oxaltado, e o da marinha, desli-
tu|/ido o nunca assaz ponderado coronel Palome-
que, que fugio na canhoneira hespanhola Fnd
Itaes. levando comsigo a bandeira da capitana
como levou no Salto a daquella cidade, que nao
snube defender, e enlregou logo ao general
Flores.
Respondcndo ao i. quesito, tenho a dizer-lhej Que querera" fazer este desfrurtavel com tantas
gne, declarando o citado aviso de 13 de novembro bandeiras e sem o seu caliente caballo 1
V JUe para ? ra15amenl dos orphaos meno- j Feito isto entrou o general Caraballo no dia 21
res indi?pen?avel a licenga do competente juizo, cora qualrocentos homens, e tomou conta da praga
e nao tazendo excepgao alguma, claro est que es-' como governador.
ta le geral, e que a ella sao sujeitos todos os | Monlvido transformou-se
que a ella sao sujeitos todos os
orphaos menores, tanlo os que herdam como os'
qne nao herdam.
A respeito do 3." quesito, claro que dando
tanto trahalho a procurar um lancam.'nto que exis-1
te no? livros como ura que neles nao existe, o !
principalmente nao fazendo a tabella em vigor dis
tinrgo alguma entre certidoes negativas e cerli
does afflrmativas, evidente que podem
chos levar pelas certidoes negativas os mesmos
emolumentos que levam pelas certidoes afflrmati
como por encanto;
vendse livre de seus oppressores, manifestou
urna alegra ruidosa, que Ihe restituio a vida e a
animagao.
Aguirre, Carreras, Susvella, Medina, Luiz Her-
rera, Palomeque, Langa Secca, Massa, Barra,
lo de urna tasnstentavel neutralidade entr os dous
partidos. Esta a verdade, e para ella chamo a
attengao de todos os nosos estadistas.
J entrn urna brigada do nosso exercito, com-
posta dos balalhoes 4o, 6 e 12, e commandada,
pelo bravo coronel Sampaio. Annuncia-se que em
poneos dias todas as Torgas adiadas farao um pas-1
seio militar pela cidade
nago brasileira e aos seus brioso* defensores.
O povo, que enchia todo o pateo e as immeda-
goes do arsenal, accumulando se na ponte ao ponto
de difficultar o embarque, correspondeu com vivo
enlhusiasmo a essas saudagoos que o Imperador
acolhia cora visivel commogo.
Pouco drpois o vapor Santa Isabel e um lanehao
por elle rebocado recebiam o batalho, e os offl-
O Sr. Paranhos acha-se alojado na casa em que ; ^,a('s 1ue assisliam sua partida, e entre os viva?
residi o Sr. Loureiro. io Pvo singravam para o vapor Cruzeiro do Sul,
O general Flores fez sua ontrada honlem, e foi: fm cuJa direegao segua Sua Magestade na sua ga-
ella urna verdade'ira ovagao. !a'i.
A imprensa do Paiz publicou um novo jornal, a' A Dordo, onde se achava o Sr. chefe de dlviso
Paz, que de principio, aQm faz os maiores elogios l^mfSn. visitou Sua Magestade todas as accommo
La mego
dagfies do vapor.
_ Seguo-se o alnjogo, convidando Sua Magostado
Emnm, e urna tran?formagan completa que a to- para a sna mesa toda a of&Vialidade do destaca-
mento e a dos diversos corpos da guarda nacional.
aos Brasileiros.
dos admira, porque nao pareca to fcil fazer suc-
Passos filho, vindo da campanha com oficios "do
general Netto para S. Exe.o Sr. presidente da pro-
vincia e Sr. commandante da guarnigo, fazendo
este seguir hontem mesmo s 8 horas da noite um
proprio com offlcios para a presidencia.
t Dizem--aos qoe o ioimigo os blaocos vo
quasi em debaodada com destioo Coxilha Grao-
de.
i Levam em sna frente, retendolhes a marcha,
os bravos Moyano e Carabajal; no flanco o general
Netto, ficando-lhes retaguarda o bravo Fidelis.
Este, segundo as ordens do general Netto, tem
feito alguos prisioneiros, aos quaes tem passado a
resbalosa.
E' justo sso, porque amor com amor se paga.
Nao desconhecemos ser um procedimnto bar-
baroL porem, depois do que essa cafiia fez em Ja-
guarao, nao devem ter utro lim esses homens, ma-
xeme, quando nao se sabe quaes sao os autores de
certos attentados que a peona nao pode descrever,
e a moralidade publica manda calar...
O inimigo vai to corrido que antes de hontem
(16) matou cento e tantas rezos nos Hervaes e nao
pode carnea-las, devido ao bravo Fidelis.
t .Segundo nos consta, as ordens que existem do
general Netto, para nao se fazer um prisionoiro...
Comega a voltar a conlianga ao povo Jaguarao,
e algumss familias que tinham emigrado pnnc
piam a regressar a seus lares.
O commercio por emquanto est paralysado.
A mesa de rendas geraes tem tido dias de render
400 rs.
t Chegou de Pelotas no vapor Rio Grandense no
da 16, o Sr. Dr. Annlbal entunes Maciel, trazendo
as duas boceas de fog enviadas pela presidencia.
As pegas achara se collocadas na praga da igreja, e
j principiaran os respectivos exercicios.
Consta-nos lambem que o Rio Grandense fura
portador de algum armamento e munlgo.
S. Exc. o -r. presidente tem dado ltimamen-
te alguraas providencias em favor do nosso Jagua-
rao.
Cootinuava no entretanto a agglomerar-se forga
em diversos pontos prximos da fronteira, para rt-
pellir qualquer ataque que tentassemas hordas de
Munhoz e dos seus lenles.
causa, o qual Ihe ofereceu refrescos com profusao
e asseio.
A columna anda subi para o centro da cida-
de e debandou na praga da igreja era frente da ca-
sa do Rvra. vigario, que guardou-lhe o estan-
darte.
t O Sr Pedro Mara recitou ura breve, porin
elaborado discurso, que fot recebido cora vivo en-
thusiasuio.
Hoje deve reunr-se todos os cidados arma-
dos e desarmados, nacionaes e estrang-iros, para
regular se o servigo dos canloes e a bengo destes e a' publicaco de seus nomesou t-
tulos.
Este acto deve ser solemne e tocante ; a elle
nao deve fallar um s cldado, e milito confiamos
que os nossos benvolos companheiros porlogue-
zes, allemes, francezes, americanos e europeos de
todas as nacionalidades a elle nao fallaro cora
aquella boa Vontade, alegra e pontualidade de que
tem dado exhuberanles provas.
t Juntamente convidamos aos nossos camaradas
que sabem a arte de msica e teem instrumentos
seus para formarem a banda marcial qoe dever
abrilhaular o acto.
Com a actividade e#anraago que se tem des-
envolvido entre os bravos habitantes desta boa ci-
dade, podemos cora f esperar a p firme os vis
sicarios assassinos e salteadores blancos, quando
queiram por outra vez nos experimentar.
O Echo Gabrietense, dando noticias das frontei-
ras de Corrientes, diz :
Est em completa paz a provincia de Corrien-
tes, e nem receiam revolugo e nem que os Para-
guayos invadam seu territorio. Ao contrario, cons-
ta que estes que vivem em continuo alarma, re-
celando que o nosso exercito os ataque.
Seguidamente Ihes do noticias que o nosso
exercito passou o Uruguay. Esto comprando aos
Correntiuos cavalhadas e gado.
No dia 4 raandou a oficialidade da guarda na-
cional destacada no servigo da guarnigo de Por-
to-Alegre celebrar na igreja do Rosario exequias
solemnes era memoria dos bravos que pereceram
no ataque de Paysand.
O Crrelo do Sul, da mesma cidade, sob a epi-
graphe Noticias do Paraguav, diz em data
de 12 :
t Devenios a um de nossos amigos da campa-
nha a communicago de um termo de declarages,
tomado a um desertor paraguayo pelo Sr. tenente-
coronel Tristao Nobrega, e comquanto muilas da-
l'ma brigada de guardas naconae
10 homens, i
*bero o'c1rpCohdevaaa I! X m-U.las
tres corpos cada um eom a
commandada pelo Sr. coronel
forca Se %0 homen^e' ,4Ue"as UeV,am T ser du raz3' por SMS? chS 11 e .aC-ba^e f.ora d0.seu P na mais dd me.
ceder rpidamente ao reinado do terror, o reinado | Ao Andar o alroogo, o Sr. commendador Espirito
da paz, da alegra, da felieidade pnblica. Santo propoz um brinde, que foi calorosamente cor-
os Brasileiros, insultados at agora, sao hoje re- respondida, S. M. o Imperador, S. M. a Impe
Acha e todos os culpados das desgragas da patria, rebidos como os redrmptores do paiz. Nossa bri; ratriz, Suas Altezas, nagao brasileira e aos que
qne anda na vespera dzam que Montevideo mor-! C?da dcsfilou por enlre urna chuva de dores e co-; que por ella esto promptos a derramar o sangue.
"re mas nao se rende, correram covardemente a; ""a". e n general Flores ficou to commovido qne. Momentos depois dava-se um episodio interessan-
refugiarse no brigue e canhoneira hpspanholas, | na praga da Matriz fez um discurso ao povo, tendo te. O vapor Santa Isabel, que tinha ido buscar ao
ura- p nnhr nm- ': vociferando contsa o Brasf, declarando que am f'uda em suas mos a bandeira orintale brasi- Presidente os voluntarios de Campo?, passava as
nJt^Tnte^&^iSSZ'i Paa o Paraguay, onde Jbe pagaramos, tan. : aguas do Cruzeiro do Sul, o de um a utro bordo
Ja a canhoneira conduzio mais de 3 0 destes he-
Dito ao vigario de Quehrangulo.-Em reposta ao "S SS^SH?A V^V?*' Ch.el0'
seu offlcio de 6 do prximo passado, tenho aobser- Jl"Sta12JSlFSEZE3P>
var-lhe que. vivendo esses conlrahentes em concu- f' 6 Z fS i llT^T b"k-'
binato publico como V. Rvma. afflrma, nao com- ? ^.Tr-ii ." 2 P el .OTeroi"
prehendo qual a causa porque mepergu.ua se deve ''r,0deste d,re,,n'Ja P">piaram a entrar no
effeituar o casamento. j ""'"
Esses infelizes tocados sera duvida pela graga E' digno de nofa, e talvez sem exemplo nos an-
divina, querem deixar a vida peccaminosa em que naes da historia, fazer-se dous bloqueios sem tomar
tem vivido e ligitimar a sua unio; e V. Rvma., urna s preza. E' um progresso realsado no di-
em lugar de approveitar essa feliz disposieSo, hesi- retomartimo que satisfaz as aspiragoes do Brasil
ta anda, e consulta sedeve csalos. Eia pois:: de que a propnedade no mar seja to respeitada
entre o Sacramento do Matrimonio e o concubinato como em Ierra,
nao pode haver hesitagao nem escolha, e por con- i A nossa marinha de guerra execotando esse pe-
segumte deve V. Rvma. effeituar quantos antes esse' noso servigo, em um porto como o de Montevideo,
casamento. com tanta delicadeza e attengao, Junlou mais um
Circular aos viganos das freguezias do Reei- louro aos que adquiri nesta luta no campo de ba-
fe.-Cheganoaomeu conhecimento por participa- talha, e mostrou-se apta para todos os deveres da
Em Buenos-Ayres somos lambem sandados com
i enlhusiasmo. Alli corra a noticia, vinda do Uru-
guay, que os Paraguayos tinham sido cnmpleta-
j mente derrntados prximo a Cuyaba'. Por mais
que nos seja ella lisongeira e agradavel, nao pode-
Sao official da promotora publica dessa comarca profissao.
que Guarino de Souza Peixe, filho natural de Fran- Antes de entregar o poder, qoiz Villalba mostrar
cisca de tal, residente na freguezia de Santo Anto- o que valia a allianga do Paraguay, e publicou o
"' seguinte importante decreto, que ha de fazer dam-
nio dessa cidade, tendo offendido a menor F... pelo
que j foi denunciado a autoridade competente,
procura casar-se com outra que nao seja a offendi-
da, sirva-se V. S. registrar este impedimento no
livro; bem como, tendo noticia de estarem se
concorrendo proclamas em alguma freguezia, diri-
girse em meu nome ao vigario respectivo, alim de
qne fiuarino de Souza s possa casar com aquella
a quem offendeo.
nar o presidente Lpez, que vai ter os mais des-
gradaveis momentos, sabendo r,ue fica s na luta
a que imprudentemente nos provocou.
c Resultando de todos os antecedentes relativos
a' misso diplomtica junto do governo do Para-
guay, que ella nao deu resultado algum nem te.m
rnos dar-lhe inteiro crdito.
El-la como se acha concebida
avalie devidamente :
trocavam-se as mais entusisticas saudagoes.
Sobre as caixas das rodas e debrugados na amu-
rada, os soldados pareciam esquecerse dasuade-
dieago para s feslejarem a sympathica presenga
de seus futuros companheiros de armas.
s 10 e 3|4 Sua Magestade, tendo-se despedido
com paternal affabilidade de todos os offlciaes do
o leitor que a batalho destacado
, embarcou na sua galeota e foi
visitar o novo vapor S. Francisco.
t Salto. Fevereiro 20 de 1865.A noile checou : ,^. afaslar-se a galeota do Cruzeiro do Sul, os
um proprio mandado pelo coronel D. Gregorio Sua- i so|dados, como que tocados por urna pilha eleclr-
rez communicando a derrota completa do exercito, ca' atriParara em todos os pontos de onde podiam
paraguavo em MatoGrosso; transcrevo a carta i ver ainda Sl'u monarcha, e agitando os bonets o
saudavam cora a mais enrgica expresso de amor.
O Imperador nao cessou de agradecer-lhe> essas
original qne isto refere.
Illm. Sr. coronel Gregorio Suarez.Estimado
amigo.Neste. momento acabo de receber parte do
coronel Feliciano R. de Almeida, cnmmnnicando-
me a agradavel noticia de ter sido completamente
Ourives, chegraa
era o corpo de Via-1 r,,,!,,,,,.,,,,
mao, commandado pelo tenente-coronel Ramiro | E-nos
l-eij. O mesmo desuno iam ter em breve os cor-
pos da Encruzilbada e de Taquary, ao commando
dos Srs. icnentescorooeis Pereira de Oliveira e
Patricio de Azambuja.
Ao Sr. baro de Jacuhy foi confiado o comman-
do de urna diviso ligeira que tambera deve ope-
rar na fronteira. S. Exc. tinha seguido para Pe-
lotas. Os Srs. baro de Ssrro Alegre e coronel
Mello, da Cruz Alta, comraandaro cada um urna
brigada para iguaes operagoes.
Segundo o Diario, organisar-se-ha um novo exer-
cito na provincia para operar sobre o Paraguay,
sob o commando do Sr. general Canabarro, que se
acha testa de 8,000 homens.
O oumero de
viocia tem
20,000 horneo
e oulros que
A' Bag tinha chegado no dia 4 a brigada doSr.
coronel Tristao Jos Pinto, a qual acampou em Pi-
rahy em forga de 800 homens.
A 8 chegou alli a noticia da approximago de
Goyo Soares, e a 9 soube-se que ficava adiante de
Fraile Muerto.
Tendo o Sr. coronel Themaz Jos de Campos,
que se achava em Tahaim reunindo os corpos 19 e
20, coramunicado no dia 14 a approximago de
urna forga de 800 homens sob o commando de An-
gelo Moniz fronteira de Chuy, ordenou a presi-
dencia que a brigada do Sr. coronel Ourives mar-
chasse immediatamente para aquelle ponto.
e as tropas com quem vamos
Sem exagerar o valor desse documento, tem-
lo por nteressante em mais de um sentido :
Aos 10 dias do mez de Janeiro de 1865, neste
acampamento do corpo provisorio de guardas na-
cionaes, em observago sobre a fronteira Jo Uru-
guay, no Passo de S. Matheus, e sendo ahi o te-
nente-coronel Tristao de Araujo Nobrega, presi-
dente o meemo tenente coronel, compareceu Igna-
cio Cuellar, natural da repblica do Paraguav,
idade que dsse ter trinta e seis annos, solteir'o,
cujo individuo havendo chegado ao connecimento
do mesmo tenente coronel, que se achava emigrado
desta parte do Uruguay, nos fundos dos campos de
S. Lucas era casa de Agostinho de tal, natural da
sua pre-
que son-
onde natu-
ral, o qual fez pelo modo seguinte
Declarou que sendo soldado do exercito para-
guayo, desertara do acampamento da Trincheira,
deste lado do rio Paran, na noite de 23 de novem-
bro do anno prximo passado, e que pastara o
Uruguay esta parte no dia 26 do mesmo mez,
permanecendo desde esse dia era casa do dito
Agostinho.Foi-lhe perguntado, pelo dito lenenle-
coronel, ao emigrado, quem era o commandante
da Trincheira, e que jorcas tinha all ? Rosponneu
que era o alferes graduado Jayme Aquino, com-
mandante permanente da partida de Bmbeiros,
alcangando suas correras at o Aguapehy a urna
-. derrotado o exercito Paraenay, composto de 8 mil
homens, ao mando de Barrio?, pelo exercito de S.
Paulo e Minas.
t O combate foi renhdo per ter-se parapeitado
o exercito paraguayo na costa de um forte arroio :
foram perseguidos al villa Mara. Houve muita
mortandade, ficando em nosso poder cerca de dons
mil prisioneiros. Passo do Baptista, 15 de feve-
"reiro.
Ora, nao possiveJ que as forgas de Minas e S.
obje.to deutilidadecublica contriboinda, pelo con-! panlo j estejam operando perto de Cayana mas
EXTERIOR.
Montevideo, 24 de fevereiro de <85.
Escrevo-lbe chelo de jubilo, arrebatado do en-
trarlo, para entorpecer as boas relagoes do governo
- da repblica com ontros gevernoa.
< Resultando dos mesmos antecedentes que nao
existe pacto, nem compromisso formal entre o go-
verno da repblica e o do Paraguay, qoe os obri-
gue a seguir urna linha de conducta estabelecida ;
e consideraodo qne o erario ptablico tem que at-
teiiuer a necessidade de interesse vital e de outra
importancia, do qne a que tem a misso diploma I te continente.
j nm bom ageuro para os Mineiros Pauistas,
este prognostico de orna victoria.
Enlhusiasmo, e adiante, e neste anno mesmo
dictaremos as condigSes de paz na Assumpglo.
A estrella do Brasil se ostenta radiante, e o co
parece protgelo. A cansa jnst e santa ; tem a
sympathia universa; Lpez n/io pode escapar a
seu destino, e a tmartfite ser urna realldade nes-
luntarios.
No Rio Grande tinha comegado ne dia 14 o tra-
balho da remogiio das araa das trincheiras, oas
quaes se iam asseotar novas plataformas para a
artiihana, sendo as despezas feitas por grande nu-
mero de negociantes daquella praga. medante urna
. subscripgo que j montava a 20:000000.
demonslrages. Escievem de Pelotas ao Diario :
Depois, tratou-se da partida, e era de ver romo Domingo 12 do coi rente se reuniram no salo
nessas frontes que voltaro tisnadas pelo sol dos do theatro os subditos portuguezes, que nomearam
combates tumultuavam sentimentos sublimes : com Para commandante do seu corpo ao Sr. Jos Vieira
a saudade da patria e da familia, misturndose es- Pimeota, e para o commando de quatro compa-
sa obediencia ao dever, essa adheso causa com "Mas aes Srs. Oliveira Leilao, Domlogos A. F.
mura, esse potriotismo que se prova em factos que Gosla, Antonio R. de Abreu e Manoel Jos de Oli-
eoosiituem o soldado e que o transforman) em he- veira.
roe, recommendando-o s bengaos da patria e ve- O Sr. tenente Pimenta fez um brilhante dis-
"' Posteridade. curso, mostrando as vantagens de se exerritarem
r ZL?L0f>1^ s,8am,em m" booapeoso o co- na tctica militar, pedindo o respeito e unio de
re de tantos affeclos de tanta abnegacao, de tanta todos, e declarando que o fim a que os Portouuezes
bravura, e, la, no calor das pelejas, na frvida agi- se propuaham era a defezados hab
Aquella noticia, porm foi desmentida oor cora- Snu. "."rJdnSh-C5r,0S'."F?'"ihe m^S pef-
munlcagoes posteriores. i ff*Xwl2SJL!2 tnhn d ,ro lado D0 ParaDa'
Seguneo estas, tmham-se construido em Santa 5KfijL ^^ ******* mil
Victoria, a expensas dos habitantes, alguns fortes L*3fiTll!!JELa2S ^orze pegas
que se achavam guarnecidos por cento e tantos vo- f^lM^SES <;Q,ra?dVUtn obuz M
mando ao capitao Pedro Duarle.-Foi-lhe mais per-
tago da luta, cheguem ao corgo dos bravos as
preces e os votos de seus concidadao?, sern em
sua alma nossas explosoes de jubilo, quando a vic-
toria coroar seus esorgos e os approximar do re-
gresso a* trra de seu bergo.
Seja por elles a sorte. Horaenagera a essa co-
lumna de valentes que v na.patria a familia, e
parte snrrindo a' eonquista de louros.
O Cruzeiro do Sul conduzlo igualmente mais 150
pragas do corpa policial da provincia do Rio de
Janeiro.
habitantes dos In-
teresses desta cidade, que S. Exc. o sr. presidente
da provincia aceitou e agradeceu tao lisongeira of-
ferla.
Muitos se inscreverara na neva lista, offerecen-
do seus servigos, tanto na cidade como na costa de
Pelotas, quereudo estes fazer o servigo a cavado e
ao que ja se tem prestado, acompanhando o bene-
mrito subdelegado daquelle *> districto as rondas,
o que tem sido de muita Importancia.
Lse na Atalaia de Jaguarao :
No dia 8 do corrente concluic-se a obrado
guntado que forga havia na Candelaria, e Tron-
quera do Lorelo ? Respondeu que na Candelaria
havia dezeseis homens, commandados por um ar-
fe res graduado de nome Dorotheo Figueiredo, e
em Loreto regola em sessenta homens commanda-
dos por nm capitao Gonsales. Fo-lhe mais
perguntado a que corpo pertencia ? Respondeu
que ao esquadrao Suello, commandado pelo te-
tente Elias Cabrera. Foi-lhe mais pergun-
guntado que forgas ouvia elie emigrado dizer que
existiam na repblica do Paraguay, era que pontos
e quaes seus chefes ? Respondeu que ouvia dizer
haver sessenta mil homens, entrando neste numero
jrmfa mil reclutas e trinta mil ceteranos a sa-
ber : em Serr Leo 18,000 homens, commandados
pelobrigadeiro Wenceslao Robles ; Santa Thereza
1U. homens, commandados por um lente Ortiz ;
no Passo de la Patria do Paran 60 homens, cora,
mandados por um Baptista Inane* ; em S. Jos My
100 homens,.commandados por um lenle; em a
villa da Conceigo 500 boraens, commandados pelo
coronel Francisco Isidoro Resquim ; e que nos ou-
lros pontos, para os lados de Matto-Grosso, capital
da Assumpgo, e forte de Humait, existiam gran-
des forgas, mas que elle nio sabia qual o numero
e quaes os seus chefes : existindo em Santa Ro
nm deposito e grande armamento, e apenas gua'
dado por urraTorga diminuta.-Foi-lhe mais per-
guntado pelo commandante, o que se dizia alli de
guerra daquella repblica com o Brasil ?Respon-
deu qne a voz geral era de esperarse alli o exem-





Diario de ^croambuco Sabbado 18 de Mareo de ie&
I 1 1 T il
<>
to brastkiro, e que na ofllclalidade c ouviam pala-
vras de enthasiasmo O no rosto ds tropa ^ mas que
em pmiicular Jooia elle emigrado ene muttos indi-
viduos ton mnilas- reservas, diziam que s espera-
vam a entrada do acerato brauletro. para com elle
se ligaran, aflm de shir'em' do' jugo ern que so
chavam.-Foi-lhe raais perguntado, pelo dito l-
ente-coronel, em que est* de discipHoa, paga
ment e soccorros se actavn o exercito paraguayo,
e qual sua morahdade e sanidade? Bespondeu
que a disciplina era morossima, qne nao rece-
biam sidos, vniam completamente mis, e queso
tinlmm por sustento urna rez para duzentos ko-
mt-ns sem mais auxilio algum, nem de sal; e que
quan'to a sanidad* alli morre muito gente sem que
hoja epidemia *. que isto aconteca no exercito,
talvez pela defeiliaade e falta de soccorros, e qoe
I soldados oonlnulamente mor km por na havcr
mdicos e svccoirosFoi-lhe mais pergeniado co-
mo se arhava o exercito paraguayo de moulana e-
gado para sustento ? Respondeu que ouvla dizer
que paiao centro havia porgoesdecavalhdas, e
qne io-qado luwta tscassez.-ot mais perguntado
se marcuavam torgas para esta fronteira do Para-
n eflara o Mallo Grosso ? Respondeu que ouvia
di.er que as torcas que se achavam no Serr Leao
distante 12 leguas da capital, ao mandD do brrga-
deiro Wenceslao Robles, marehavam para Multo-
Gmsso e queso para esta fronteira tinham de ap-
pwent'ar mas forcos sobre o Paran sem passar a
esia parte.Foi-lhe fnals pergumado se nao lem
vido alguma tentativa contra o governo da rep-
blica ? Responden que se achavam mais do cem
homens presos como indiciados em urna conspira-
do premeditada ha 'mais de dous anuos, tendo o
mesmo governo fuzllado a alguns dos suspeilos.
Foi mais perguntado pelo tenente-coronel ao emi-
grado, que qualidade de embarcagoes de traLspor-
tetxisliam na villa da Encaruaco oultapae
Candelaria, distante urna da outra tres a qualro
leguas do Paran f Respondeu que no porto de
llapa do mesmo Paran, ha urna balea de passa-
geni de gado, que passa por cada vez 12 aoiinaes,
un Lote ou Umolio de guerra, duas chalanas pe-
quenas de cemarrobas de carne, 16 canoas, e no
passo da Candelaria, tres canoas. E nada mais Ihe
fe perguntado, o uue sendo-lhe lido achou confor-
me- o que (toba declarado, resolveDdo mais o le-
en le-coronel fazer seguir elle emigrado a. presen-
ta do Illm. sr. coronel commandaute da fronteira
Fernandos Lima, para dar-lhe o destino que con-
vir, assigoando o mesmo emigrado com o lenente-
coiouel o presente termo de declaragoes em dous
de uui lidor comigo Miguel Baptista Meirelles, at-
ieres secretario que o escrevi.Ignacio Cuellos:
Tnstao de Araujo Nobrega.O alftres secretario,
Miguel Baptisla Meirelles.'
Por decretos de 28 de fevereiro e prlmeiro do
corrente
Furara removidos :
O juiz de direito Antonio Jos Alfonso Goima-
res, "da comarca de.Piratiny de segunda entrancia
para a do Rio Grande de terceira, ambos na pro-
Tinria de S. Pedro do Rio Grande do Sul;
O jur: de direilo Severino Alves de Carvalho, da
comarca de Nossa Senhora da Graga de primeira
entrancia, na provincia de Santa Catharina para a
de Pirtioy de segunda, na de S. Pedro do Rio
Grande do" Sul ;
Ojoiz municipal e de orphos Melchiades Au-
gusto de Azevedo Pedra, do termo de Maraca' para
os de Belmonte e Canavieiras, na provincia da
Babia ;
O juiz municipal e do orphes -Luiz Jaciotho
Verguea de Abreo. dos termos de Belmonte e Ca-
navieiras, para o de Maraca', na mesma pro-
vincia.
Foi promovido o lente Antonio Alves de Me-
nezes ao posto de cap to quartel-mestre do com-
mandn superior da guarda nacional do municipio
da cpital da provincia do Para'.
Foram reformados no mesmo posto :
Francisco Bezerra de Vasconcellos Torres, coro-
nel commandante superior da guarda nacional dos
municipios do Bonita e Caruar da provincia de
Pernambuco.
l>ve mprc da serventa vitalicia :
Antonio Teixeira Mendes, dos officios de parti-
dor e conlador do termo de S. Gonzalo, na provin-
cia do Piauhy.
_4 _
Ilontcm demos aos nossos assignantes da corte
em forma de Botetim as importantes noticias trazi-
das do llio da Prala at 24 do passado pelo vapor
de guerra Rerife, pertencente nossa tsquadra de
operaeSes naquelie rio. Nos lugares competentes
reproduziroos boje para conhecimente dos asig-
nantes das provincias e do exterior as mesmas no-
ticias, aproveitando a occasio paraaddieionar-lhes
mais alguos documentos que a escassez do lempo
nos nao permillio inserir no referido lieMhn.
E>i fela a paz com o Estado Oriental, sem nava
effusao de saugue ; o nosso aliado o general Flo-
res, hoje o chefe supremo daquella repblica vi-
zinha, que nos mover guerra injusta, e se allira
ao brbaro governo do Paraguay.
Este feliz aconlecimenlo realisou-se 20 de feve-
reiro, justamente no dia auniversark) da baialha de
Ituzaiogo. Nao se pode descrever o regosijo a que
se tnlregou a populago nacional e estrangeira de
Monledo. Em Buenos-Ayres foi tarabem gran-
de o eoihuslasmo entre os emigrados e seus ami-
gos da Repblica Argentina.
G Imperador do Brasil, a nago brasileira, o mi-
nistro d) Brasil que negocioo esse desenlace, o Sr.
conselheiro Paranhos, os generaes braslleiros e to-
dos os nossos bravos foram saudados com as mais
entusisticas demonstrarles. Todos faziam jusli-
ga ao lino, prudencia e generosidade com que o
Brasil soube coroar a sua intervengo e por termo
ao seu conflicto sem recorrer de novo s armas,
que estavam promptas e seriam to valentes em
Montevideo como em Paysandu'.
Em seguida publicamos o convenio de paz a que
nos referimos bem como acotas reversaesque nel-
le su mencionara, e que haviam antes resolvido a
nossa queslo com o governo de Montevideo, por
un honroso e prevideule accordo enlre o nosso en-
viado extraordinario e o general Flores.
Quarlel general do exercito libertador.Colora-
do, em 28 de Janeiro de 1863.Senhor ministro.
A alianca entre o Brasil e a grande matarla da tia-
ra oriental, que me cabe a honra de representar
como general em ebefe do exercito libertador, esl
feita. Ella existe de ha muilo nos sentimentos e
as conveniencias reciprocas ; hoje existe tambem
nos factos, porque o tnumpho de Paysaodu' foi sel-
lado com o generoso sangue dos bravos de urna e
oulr,: nacionalidade.
Sempre fiz justiga s nobres iotenooes do gover-
no do Brasil, sempre conliei no seu respr-ito in-
dependencia de minha patria, e na forea dos prin-
cipios de juslica e liberdade que o povo brasileiro
e seu '.Ilustre monarcha professam.
Hoje, porm, tenbo novos ponhores de eus gene-
rosos sentimentos para enm a sociedade oriental
que tanto amo, e siato o dever, Sr. ministro, de
dar-vos urna demonstrago de mea reconhecineulo
e de quanto desejo estreitar a solida amizade entre
os Orientaes e os Brasileiros.
Como general em chefe dos Grientae que com-
poem o esercito libertador e representam em nos-
sa h nr -a cruzada a grande maioria de meus
compatriotas, cabe me a honra de dar ao Brasil a
seguranga de que as suas reclamagoes que motiva-
ran) o ultimtum de 4 de agosto ultimo, serao at-
tendidas com rigorosa ju.-tiga e inteira lealdade,
valendo esta miaba declarago como empenho de
honra e acto solemne e pereito da soberana orien-
tal logo qne esta eja libertada da faego que hoje
a nppnme.
Os autores e cmplices notorios de delietos com-
mi nulos contra as pessoas dos subditos brnsiieiros
residentes em men paiz sero punidos com toda a
severidade das leis da repblica, sendo destituidos
imroediatameote, e sem prejuizo dos respectivos
processos criminaos, os que anda exercerem car-
gos pblicos.
Sero suspenso? de seu empregos, civis ou mi-
litares, e sabmettidos ao jiUg&menio ordinario to-
dos os iadiciados de deudos contra os mesmos re-
sidentes, urna vez qne a lepgao imperial taha
ornecido u fornega a respeila de laes individuos
fundamento haMante para que o governo do meu
paiz possa eonscienciosameote dar esse exemplo
de sna severa jusliga e do grande aprego em que
tenbo tima pereita inteliigencia e amizade com o
imperio do Brasil.
Os subditos braslleiros que tenbain sido forga-
dos a qualquer servigo publico por autoridad,* da
repblica sero postos era liberdade, e indemuisa-
dos dos prejuizos qne lenbam soffrido to depressa
esta reparago possa ser ordenada pelo ahai&o as-
signado, ou por quem o substituir no exercicio do
pojer supremo da repblica.
Observar-se-ba esiriciamenle o accordo celebra-
do pelos dous governos era olas reversaes de 28
de novembro e 3 de dezembro de 1837 a respeito
dos certificados de nacionalidade passados pelo
respectivos agentes consulares, hern como o oiilro
accordo semelhantcmento cstabetecido por notas de
i a ? do dito miz de dezembro.;relalivo ao alista-
ment para o servigo militar ios dous paizes.
Considerr-se-ha com torga de lei e ter plena
execugio dtesde logo o accordo de 8 de maio do
1858, pelo qual o governo da repblica, em virin-
dfl de um eompromisso de honra, garanti s re-
clamagoes provenientes de prejuizos de antiga
prerra civil, o mesmo processo e a mesma equl-
dade que conceder s reclamag5es fraticezas e in*
glezas da mesma orlgem.
Os tratados, cajos aatographo3 foram entregues
s chammas do furor dos dominadores de Monte-
vido.cantinuard a ser fielmente respeltados como
leis da repblica, a est ligada a sua palavra hon-
rada, e qoe ambos os paizes tm o dever de sus-
tentar e cumprir.
O general em chefe do exercito libertador, nao
muns, como os potMttos que possam eslir sujeilos o mundo civilizado eternamente possuidos das as armas em desaggravo de pungentes affrontas.
jurisdicgQ dos trbunaes da jo&iiga por sea ca- m* paixoes. | Possam demonstragoes Iguae festejar cedo o
racter espwial. Honra a todos qoe contribuiram com seu esror- nosso trlnmpho sobre as hordas selvagens do Pa-
Art. 3.* Emqnanto se restele o governo e co para a obra da paz, psrm sobre ludo, honra a* riguay I
perteito rgimen constitucional, paiz 9era regido bravo exercito e armada imperial que, confundlodo
por aro governo provisorio presidido por S. Ere. a saogne com o sangue dos orientaes, soube de-
o Sr. brigadeiro-general D. Venancio Ffores, com por justos resentimenios para ajudar-nos a cimen- meados.
um ou mais secretarios de estado responsaveis, li-' taf hinapho das;instiluigCes sem nova effaso de ] Cavalleiros da ordem da Bosa
Por decretos dafadds de 1 do crreme foram no-
vrenwnte escolhidos pelo mesmo Sr. general e de-
missiveis ad mntum.
Arl. ." As etetg5e>, assim para deputados e se-
nadores coh par as juntas econnmicoadminls-
trativas, terSo rogar o mais brevemente pecsivel, e
logo que o estado interno do paiz o permita nao
devendo em nenhum caso dcixar de fazer-se na
poca designada pela lei.
Em ambas as eleigoes proceder se-ha pelo molo
e forma que as leis especiaes lem determinado,
aflm de assegurar a todos os cidadaos as mais am-
sangue
Compatriotas I
Tiva patria I
Vr*a povo oriental!
Viva a onio sincera dos orientaos!
Viva o nobre povo brasileiro I
Viva o Imperador do Brasil I
Venancio Flores.
Thomaz Villalba, eleito pelo senado de Montevi-
dpara substituir desacreditad givemo de
Aguirre.comprehendcu pols que a sua mais patrio-
armacia Joo Gongalves Uuarte e o guarda-mari-
nlia Carlos Miguel Conrado, pelos relevantes servi-
gos prestados na actual campanha do Estado Orien-
tal do Uruguay ;
Conego penitenciario da catbedral da diocese de
S. Paulo, o padre bacharel Joo Jacinlho Gongal-
ves de Andrade ;
Conego da mesma cathedral.o sub-chanlre Fran-
cisco Hermenegildo de Carvalho.
Por decretos do Io do correle raez foram no-
s cumpriros ajustes preexistentes cima indica- pas garantas para a liberdade de seus votos. tica misso era negociar urna capitulago honrosa,' maH'0"
dos, mas anda so prestar com igual boa fea ce-i ArU 5.* Fieam recoohecidos todos os grus e que evitasse a capital da repblica as desgragas de rSSte'd*
lebrar quaesquer ooiros acrordos necessocios para | empregos militares conferidos at a data em que que eslava ameagada por um ataque que se da^a' CQQf" reQ[" da ,esma rep^rtigo Francisco Ferrei
as relagoes de Loa vizinhanga
guranga entre os dous povos.
Conirahindo, Sr. n)inistro, em
e de
reciproca se- fr assignado o presente convenio.
Art. 6. Todas as propriedades das pessoas com-
notne da grande promeltidas na contenda civil, que lenbam sido
contra fortiQcagoes
populosa cidade.
A" requisigo do general
collocadas quasi cm meio da
Flores, no dia 22, en-
maioria da nagao oriental que represento, estes sa-; becupadas oa seqoestradas por d'isposigoes geraes trou Ua ddade^deMontevIdo.e alli se aquartelou,' m kure| Brj[o
grados corapromissos, eu o fago, cerno vos hei ob-
servado, levado pelos estmulos de nossa civilis-
go, e em cumprimento dos deveres internaclonaes
laes quaes os comprehendeu sempre o governo
oriental em snas pocas re grala rerordago.
Ao transmitir a V. Exc. estas declaragoes, nao
pego nenhuma seguranga de reciprocidade, porque
nao desejo tirar ao meu acto o seu carecter de es-
pontanea reparago devida ao Brasil, e porque es-
tou certo de que o illustrado governo brasileiro ha
de atteud-r com a mesma nobreza a quaesquer re-
clamagSes fundadas que Ihe lenham sido ou sejara
de futuro apresenladas em nome da repblica.
Oabaixoassignado assegura por ultimo ao go-
verno dt S. M. o Imperador do Brasil que a Rep-
blica Oriental desde j, e raais anda quanto fr
de todo libertada de seus actuaos oppressores,
ou especiaes das autoridades contendoras, sero
immediatamente entregue a seus dooos, e colloca-
das sob a garanta do art. 144 da constituigao.
Art. 7. Immediatamente depois de concluido o
prsenle convenio todos os guardas nacionaes que
se acham no servigo activo de guerra sero licen-
ciados, e suas armas recolhidas e depositada*, na
forma do costme, as repartgoes competentes.
Art. 8." O presente convonio se considerar deli
nitivamenlc concluido, e lera immediata c plena
execugo logo qne conste por urna maneira au-
thentica sua aefitagao por parte de-4>. Exc. o Sr.
I). Thomaz Villalba, a qual ser dada e coramunl-
cada denlro de 24 horas depois de firmado pelos
negociadores.
Ouvido o Sr. ministro de S. M. o Imperador do
Brasil respeito dos sobreditos artigos, declarou
prestara ao imperio toda a cooperagao que esteja-6. Exc. que o accordo celebrado pelo alllado do
ao seu alcance, considerando como um empenho Imperador nao podia seno ser applaudido pelo
sagrado a sna alliaRga com o Brasil na guerra des- governo imperial, que veria nelie bases rasoaveis e
lealmente declarada pelo governo paraguayo, cuja justas para areconciliago oriental, e solida garan-
ingerencia na quesloes internas da Repblica; na dos legtimos motivos que obrigaram o Imperio
Orienta! urna prerengao ousada e injustiflcavel.; guerra que felizmente ia cessar.
O abaixo assignado se compraz em reiterar a S. I Tendo sido antes offerecida ao Brasil por S. Exc.
Exc. as expressoes de sua distincta consideragao e o senhor brigadeiro general I). Venancio Fi
ajirego. Venancio Flores.A' S. Exc. o Sr. con-' res, coma seu alliado, a justa reparago que o Im-
stbiro Jos Mara da Silva Paranhos, etc., etc..
etc.
Misso especial do Brasil.Buenos-Ayres, em 31
de Janeiro de 1863Illm. e txm. Sr.U abaixo
assignado, enviado extraordinario e ministro pie
perio havia reclamado anteriormente a guerra,
e confiando plenamente o governo imperial no ami-
gavel e honroso accordo constantes das notas de 28
e 31 de Janeiro ultimo, espontneamente iniciado
pelo illastre general que vai assurair o governo
nipoenciario de Sua Magestade o Imperador do supremo de toda a repblica, o representante do
Brasil, acreditado em mis.-ao especial junto a Re-
publica Argentina, teve a honra de receber a nota
que S. Exc. o Sr. brigadeiro general D. Venancio
Flores Ihe dirigi era data de 28 do corrente.
Pela referida nota o Sr. general man festa seas
sentimentos araigaveis e justos para com o Brasil,
contrahe em nome da nago oriental, como seu or-
gao fiel e competente, no carcter de autoridade
suprema edsenconaria deque se acba revestido,
o eompromisso solemne de sallsfazer s reclama-
Brasil declarou que nada mais exiga a esse res-
peito, julgaodo que a digoidade e os direitos do
Imperio, cam salvos sem menoscabe da iodepen-
dencia e da integridade da repblica, e em harmo-
na com a politica pacifica e conciliadora que se ia
inaugurar neste paiz.
S. Exc. o Sr. Dr. D. Manoel Herrera y Obes de-
clarou que Ihe era grato ouvir os sentimentos mo-
derados, justos e benvolos que S. Exc. o Sr. minis-
tro do Brasil manifestou a respeito da nago orien
g5es do ultimtum brasileiro de 4 de agosto, ena-j tal; que folgava recouhecer que no accordo conti-
meradas na supracitada nota, e de fazer respeitar do as notas a que se refere o Sr. ministro, e cojas
todas as estipulagoes vigentes entre o imperio c a copias aulhentcas Ihe agradeca, nada ha que nao
repblica. seja honroso para ambas as parles, e que sendo
No intuito de evitar futuros motivos de desaven-, este accordo um eompromisso cuja satisfago cabe
ga entre os dous estados e assentar sobre bases so- r ao governo provisorio, do qual ser chefe o Sr.
lidas as suas boas relacotfs de vizinhanga, o Sr. ge- brigadeiro general D. Venancio Flores, elle nao
neral assegura que a governo oriental se prestar poda oflerecen a menor difficuldade celebrago
de hom grado a quaesquer outros ajustes necessa- da paz enlre os Orientaes, e entre estes e o
rios para se conseguirem aquelles objectos, sao Brasil.
digno* da prevso
vernos.
e solcitude de ambos os go-
0 Sr. general accrescenta que considera um de-
ver de honra, alm de ser urna medida de segu-
ranga vital para a repblica, aallianga destacora
o Brasil na guerra ja declarada pelo governo para-
guayo, o qual por sua parte tem procedido ruino
alliado fio governo de Montevideo. Aquella alian-
ca tambera um empenho solemnemente conirahi-
do pelo,Sr. general, no seu carcter de poder su-
premo o"discricionario, e se far tao effectiv-i na
pratica qnanto fr possivel repblica, nos termos
que ulteriormente se accordar enlre os dous go-
\ col lo, lavraram-se tres exemplares, que foram fir-
E achando-se lodos concordes no presente proto-
raados pelos negociadores.
Feito na villa da Uuio aos 29 das do mez de fe-
vereiro de 1863. -Venancio Flores.Jos M. da
Silva Baranhos.Manoel Herrera y Obes.
Assentada assim a paz, o Sr. marerhal de campo
Joo Propicio Meona Barreto, commandante do
nosso exercito de trra, publicou a seguinte ordem
do dia.
Quarlel general do commando era chefe do exer
cito do sul, em operagoes no Estado Oriental.Vil-
la da Unliio, 21 de fevereiro de 1863. Ordem do
vernos. dia o. 24.-Cora viva satisfago communico ao
O ahaixo assignado leu com a mais ntima sa- exercito que hontem 20 de fevereiro de 1863, con-
tisfagao a referida nota de S. Exc. ogeueral D. Ve- cluio-se e firmeu se a paz entre os Orientaes ; e o
nancio Flores, e, agradecendo em nome do gover- Brasil e a Repnblicn do Uruguay marrharo unidos
no imperial os concetos justos e amigaveis em na senda do progresso e do engrandecimento.
que abunda essa espontanea manifestago, aceita Aceitas hontem inesrao pelo novo governo de
igualmente as declaragoes de S. Exc. nos mesmos Montevideo, personificado no distincto patriota
termos, e com carcter de eompromisso internaco- oriental Sr. D. Thomaz Villalba, as condigoes ajus-
nal que S. Exc. fhes dcu. Essas decloracous sao tadas no documento diplomtico sobre o grande
dignas do espirito de justiga e da reciproca estima successo da paz interna e exlerna desta repblica,
e confianga que devem presidir s relagoes dos dous entrou na ordem dos factos consummados.
governos. A causa de imperio e dos seus alliados obteve o
O abaixo asignado issgOra por sua parte ao desojado trurapho.
Sr. general, ainda que S. Exc. o nao exija, que u Os inimifos depuzeram as armas e entregaram o
governo do Imperador tomar sempre a jeito ga- pnmeiro cargo da repblica ao distincto general
rantir aos cidadaos orientaes a protecgo de que Flores, nosso alliado e corapanbeiro ao glorioso
elles caregam sob a jursdiego do Brasil, e que combate da Paysandu.
nunca desattendeu, e nem jamis deixar de pres- j Aquelles que nos nsultavam grosseiramenle, que
tar-se de boa f a quaesquer reclamagSe legitimas' nos provoca vam a guerra mais cruenta, reconhe-
I Franga ;
2o escripturario da recebedoria da mesma pro-
vincia, o 3 escripturario da respectiva Ihesoura-
oiii ou uum i< i' 'u j '
urna brigada brasileira composta de tres batalhoes
de infantana 4 6 12 sor. o enmmando dn co-' AJudanle do inspector da alfandega de Santos, o
ronel Sampaio commaooo do co t. coaferenle da mesma reparlicao joaquim de je.
A entrada da forga brasileira foi urna verdadeira I sos1. .f*!1"* L,-j. j-,. i,-^ 9 ..
ovago : homens e sen horas da repblica se dispn-! conferenle da dita alfandega, o i Andrel.no
tavam a primazia em festelar alliados qne trouxe-! flV T jI -,
rara com" a paz externa o f.m da guerra civil que I ,nr2;ricn0"e5rnem3erl1a ^SsTSSS^ 3 **"'*'
d.lacerava os orientaes. turanoJoao Carlos da Co-ta Aguar.
As jauellas das casas por onde passou a nossa; Por decretus da sobre,l,la dala foram :
tropa estavam ornadas de colchas alguraas verdes
e amarellas ; as flores choviam de lodas as parles,
ao som de vivas ao leal e generoso povo brasi-
leiro.
O general Flores e seu alliado foram magnni-
mos, como deviana ser,.o prlmeiro no seu caracler
de patriota oriental, o segundo como vfinho, amigo
e interessado na consolidagao da paz da Repblica :
mas os energmenos do partido decabido quizeram
com tentativas amaradoras impedir a sabia reso-
lugo do Sr. Vilaiba e do seu interprete o Sr. Her-
rera y Obes ; convencidos da sua impotencia ante
a energa do novo presidente que elles mesmos es-
colherm, emigraram precipitadamente, como fugi-
tivos ou dispersos de um combate, nao obstante as
garantas do convenio de paz, e la vo para Entre-
llios, onde Dos queira so conserven! tranquillos.
Os almirantes e agentes diplomticos das outras
nagoes houveram-se de maneira louvavel no desen-
lace do drama oriental, prestando ao Sr. Vilaiba o
seu apoio moral e o de suas forgas de desembar-
Aposeniado, o chefe de secgo da alfandega da
Bahia Jos Pires de Carvalho e Albuquerqne.
Demittido, o 2 conferenle da do Maranhao
Francisco Jos Monteiro de Carvalho.
Por nomeago da referida data passou de 4o a 3
escripturario da alfandega de Santos, Lourengo
Jos Martins Ramos.
A respeito da convengo'de Montevideo fez hoje
o orgo official do governo a seguinte declarago :
A nasa correspondencia e a leitura rpida dos
respectivos documeniosdeixa-am-nos impressionar
principalmente pela benfica influencia de um ac-
cordo que poz fim a guerra, abrindo nos as portas
de Montevideo sem derramamento de urna s gota
de sangue, e entregou o governo da repblica ao
general Flores, nosso alliado e nosso amigo.
Por este lado o accordo de 20 de fevereiro foi
til, manifestando que o imperio nao affagava nem
aliaga resalva alguma em seu procedimenlo.
Todava, a propria altitode do Brasil impunha-
a propria attitude do Brasil
que, que guarneceram a casa do governo e varios1 Ihe deveres que por mais de urna vez registramos
e fundadas do governo oriental ou de seus~conci-
dados.
E' conviego do governo imperial que de fora tao
razoavels e honrosas condicoes.a paz dos dous esta-
dos ser um bem precario e seus mutuos interes-
ses nao podero attingir o desenvolvimento que
ambos os governos devem desejar.
cendo que a victoria dos alliados era aijui infalli-
vel, como foi brilhante no nico combate que se
attreveram a sustentar, desappareceram da scena
politica deste paiz ante o aspecto e firme resolugo
dos exercitos alliados, prestes a cumpnrem o seu
dever e eompromisso de honra.
Vencemos em Montevideo sera derramar o san-
O abaixo assignado se compraz em aprovetar j gue dos nossos soldados, e o de rmaos e visinhos,
esta opportnidade para renovar a S. Kxc. o Sr. | a quem homens tresloucados pelas paixoes de par-
general D. Venancio Flores as expressoes de sua judo conctavam a urna resistencia mpossivel.*
perfeila estima e alta consideragao. Jos Mara] Congratulemo-nis com nossos dignos alliados por
da Silra Paranhos.A' S. Exc. o sr. brigadeiro este novo e incruento trumpho, que abre as portas
general D. Venancio Flores, commandante em che-ida capital da repblica a todos os Orientaes eBrasi
fe do exercito libertador. I lelros, e entrega os destinos deste bello paiz ao
l'rotocollo da negoaarao de-paz celebrada na tilla magnnimo general Flores, centro de unio para
da Unido. \ rada a familia oriental, e baluarte da independen
Tendo S. Exc. o Sr. Thomaz Villalba, como ca de sua patria, como e ser tambera a melhor
presidente reconhecido por ura dos beligerantes, garanta da paz do Brasil com este estado vismho.
manifestado a S. Exc. o Sr. brigadeiro general D. J nao temos inimigos no solo oriental. Os que
Venancio Flores, como chefe reconhecido por oulra hontem existiam desappareceram, e em seu lugar
fraegao dos Orientaes, e a S. Exc o Sr. conselheiro acha-se hoje um governo amigo e alliado, que
Jos Mana da Silva Paranhos, como representante nos prestar toda a cooperagao possivel contra o
diplomtico do Brasil, seus desejos do fazer cessar feroz e detestavel governo do Paraguay,
quanto antes a guerra interna e externa em que se: Este resultado fde nossos sacrificios, de nosso
acna a Repblica, evitando-se, se fr possivel, no- sangne Vlentemenle derramado, immenso e de-
va effusao de sangue e novas desgragas entre r- ve ser grato a todos os Braslleiros como o aos
maos, e ama nagao vizinha, cuja amizade deve ser bons Orientaes.
um empenho honroso e grato pata ambos os go-' Asnossas reclamagoes sero satsfeitas.a amnis-
vernos :. tia concedida pelo Ilustre general Flores nao corn-
il tendo S. bxc. o Sr. ministro residente de Ita- prehende os roubos, assassinatos e outros crimes
lia D. Raphael Ulysses Barbolani, ao annnnciar es- communs, pelos quaes antes e durante a guerra
les pacficos, illustrados e patriticos sentimentos se assignalaram algons dos ferozes sequazes do
de S. Exc. o Sr. D. Thomaz Villalba, declarado que partido vencido. Taes crimes sero punidos, por
o fazia por eommtssao deste, e em nome de todo o que a moral, a civilisacao e a jusliga assim o re-
corpo diplomtico de Montevideo, e solicitado para' clamam.
a negociago de paz urna suspensao de armas, co-1 As armas e a diplomacia brasileras nao podiam
mo reciprocidade do que por parte de um dos bel- ser mais felizes, nem mais generosas em seu tri
ligerantesja se havia ordenado a guarngo da'umpho.
praga de Montevideo. o Brasil nteiro o ha de reconhecer e applau-
Pch esta medida ordenada por parte de S. Exc. o' dir.
Sr brigadeiro-geBeral D. Venancio Flores e de SS. Nossa misso, porm, nao esta' terminada; pre-
Excs. os Srs. vice-aimirante baro de Tamandar e paremo-nos para oolra nao menos gloriosa : santa
marechal Joao Propicio Menna Brrelo, generaes i a cruzada que vamos emprenender. na qual nos
em chefe da esqoadra e exercito do Brasil, e se acompanharao diversas nacionalidades. O desag
manifestou ao mesmo lempo pelos orgos compe- gravo da nossa dgnidade, nossos direitos desconhe-
tenles dos beligerantes alliados, que as aberturas; cidos, e a redempgo de um povo inteiro, que ge-
feitas por parte do outro belligerante seriam acolhi- me sob o mais brutal despotismo, exigera do exer-
das com o mais sincero desejo de evitar a capital cito brasileiro novos sacrificios, e elle os fara' por I
da Repblica, se fosse possivel, as tristes conse- certo,
ucencias de um assalto.
Verificndose no dia seguinte ao daquellas
aberturas de paz, que llveram logar em 16 do
corrente mez de fevereiro, a apreentago de S.
Eic. o Sr. D. Manoel Herrera y Obes, como orgo
e negociador aolonsado por S. Exc. o Sr. D. Tho-
maz Vilaiba, para propor e ajustar as condigoes ve!, o bom nome de qo gosamos entre c
de paz que os belligerantes preferem anls cele-: alliados e todos os estrangelros de boa f, que teem
brar do que recwer de novo s armas; reun-1 podido apreciar o brioso comportmento doexer-
Descansae nm momento em meio dos Orientaes,
nossos companbeiros d'armas, mas sem afrouxar
em vossa dedicago ao Imperador e ao Brasil, que
nos contemplam com amor e confianga.
Velemos agora com mais escrpulo, se possi-
eslabelecimeulos puilicas e particulares.
Eti feita a paz com honra e gloria para o Bra-
sil : resta agora que seja ella duradoura. Faze-
mos votos para que o nosso alhado, cujas inien-
goes raerecem inleira conanga, seja bem inspira-
do, e auxiliado por todos os homens sensatos do
seu paiz
Ainda se fallava nos projectos do Paraguay con-
tra o Rio-Grande do Sul e Estado Oriental, e' na-
tural que os emigrados de Montevideo vo excitar,
da Conceigo do Uruguay e da Concordia, o nosso
temerario aggrcesor. Compre qne estejamos mui
alientos para aqueHe lado.
Nao sabemos at qoe ponto 6 exacta a noticia
de urna eslroudosa derrota dos Paraguayos pelas
nossas forgas de Matio-Grosso, as iramediagoes
de Guiaba, eu em villa-Mara.
As gazetas de Buenos-Ayres a poblicaram como
narrago fidedigna, e as particularidades que net-
la se centm iaduzem a crer que nao de todo
imaginaria.
O nacional de Buenos-Ayres publica urna carta
a este respeito dirigida ao coronel D. Gregorio Soa-
res, e que os leitores encontrarn transcripta na
nossa correspondencia de Montevideo.
Esta noticia, que nao so sabe por onde chegou
nossa fronteira do Uruguay, traz urna nova e forte
presumpeio, de que a chamada exploso dos Deli-
rados foi urna tremenda derrota ante Villa-Maria.
Se nao ha erro de nome, dizendo-se Villa-Maria
om lugar de Villa de Miranda, o laque nao poda
ter-se dado as hnmediagoes de Cuiah, porqoe
6nto oulro eaminho seguira o inimigo em sua
fuga, nao iriater primeira villa, que tica na re-
taguarda de Guiaba, no Alto Paraguay.
Como quer que seja, esta noticia leve o grande
merecimento de coincidir com os applaosos da paz
no Estado Oriental, iraiendo mais ura incentivo
ao regozijo publico.
A decadencia do arrogante tyrannele do Para-
guay vai comegando. Villalba foi o priineiro que,
suppriraindo por intil, sem objecto e compromet-
tedora, a legaco no Paraguay, Ihe imprimi o fer-
rete da condemnago, que lia de ser completa no
dia em que o exercito brasileiro ehegar Assump-
gao, porque nesse da o povo paraguayo sera livre.
A populago fluminense recebeu hontem cora os
trnsportes do navio vivo jnbilo a noticia que nos
trouxe o vapor de guerra Reafe da capitulago de
Montevideo.
Apenas se espalhou a boa nova, apanhon-se o
povo defronte da praga do Commercio, de onde
muitos negociantes e correctores reunindo-se
mnllido e precedidos pela banda de msicos alte-
rnaos sahiram ao encontr de S. M. o Imperador
que fora visiar o hospital militar.
Ao passar o povo pelo largo do Moura saudou
com repetidos vivas os voluntarios da patria que
alli estavam formado?, tendo sna frente o seu
commandante o Sr. tenente-coronel Norberto Au-
gusto Lopes.
O Imperador descia pela ladeira do Castello
quando o povo encontrnu-o. Ento o Sr Francisco
Antonio de Faria, corrector de fundos, dirlgindo-
se Sua Magesiade disse-lhe que, sciente da agra-
davel noticia, o corpo do commercio corra a feli-
citar a Sna Magestade por tao fausto motivo.
O Imperador agradeceu, e dst>unha-se a seguir
a p, mas nooconsentindo o povo, entrou no seu
coche e seguio a passo para o arseBal de marlnha,
rodeado de milhares de cidadaos, que algando o es-
tandarte nacional e ao som de girocdolas, sauda-
vam Sua Magestade, sua augusta familia,ao exer-
cito e armada brasileira, anio dos Brasileiros,
ao Sr. visconde de Tamandar, ao Sr. conselheiro
Paranhos, ao governo imperial, aos voluntarios da
patria, eaos estrangeiros amigos dp Brasil.
Tinham-se embandeirado todos os consulados,na-
vios de guerra nacionaes e estrangeiros, ea praga
do commercio ; fecharam-se as reparligoes publi-
cas, e a bandeira nacional fluctuava em varios es-
lahelecimentos, e em muitos pontos agrupavam-se
os cidadaos dando-os mntuos parabens e trocando
alegres congralulagdes.
Era urna hora da larde quando Sua Magestade
com esse longo sequilo que encina meia ra Di- i
reita entrou no arsenal de marrana e embarcou na '
galeota a vapor que alli o esperava, e em cuja ca
ruara recebeu a commissao. encarregada de annun-
ciar-lhe a capitulago de Montevideo. Cempunha-
se esta commissao dos Srs. chefe de diviso Fran-
cisco Perera Pinto e pnraeiros tenles Antonio
Carlos de Mara e Barros, Helveeio de Souza Pi-
mentel e JosLaraego Costa, os quaes foram tam-
bem incumbidos de entregar a Sua Magestade urna
bandeira oriental.
O Imperador demoron-s a conversar com esses
cavalheiros, e fo> depois fortaleza de S. Joo, cu-
jas reparligoes percorreu miouciosamenle.
O povo tinha avistado o Sr. tenenla Mariz e
Barros, um dos bravos que mais se destingniram
era Paysandu'. Correr para rile, carrega-lo em
triumpho e leva lo entre ruodosas ovagoes at a
praga do Commercio foi obra de um momento.
Nao ficoo, perm, nisto o preilo rendido bravu-
ra do jovem official; acempanharam-o casa de
sen digno pai, o Sr. ronseHuiro Joaqulm Jos Ig-
nacio, e alli na presenga de ambos, repetiram-se
as demonstragoes populares.
s 2 1|2 horas Saa Magestade regressou ao ar-
senal de marinha e, avistando na janella da ns-
em nossas coluinuas, e anda no artigo editorial
desta manha repelimos esse pensameuto nos ter-
mos seguinte :
Como lemos anteriormente dito, nao possi-
vel accordo algum digno para o imperio sem a
mais completa satisfago e condigoes indeclinaveis,
pois, alm da entrega da praga, mpossivel con-
sentir em Montevideo a gente do governo de Aguir-
re, os chefes influentes do partido blanco e os pri-
sioneros que, sob palavra de honra, libertamos
cm Paysandu, mas que voltaram as armas contra
nos. E, se taes condigoes eram razoaveis antes
dos graves e horrorosos atlentados em Jaguaro e
suas immediagoes, o dos insultos a nossa bandeira
em Montevideo no dia 9 de fevereiro, hoje tornam-
se forgosas.
O accordo nao attendeu tanto quanto cumpria as
consideragoes que flzemos no nosso referido artigo.
Com ludo, o governo imperial reputa de sua
lealdade manter o que foi ajustado.
O governo imperial resolveu dispensar da
misso diplomtica, que Ihe estava confiada, o con-
selheiro Paranhos.
m ,1 li Si 'I I
y Obes, para entenderera-se sobre tao importante proclamacao : I nbado o esperava. O coche imperial parou defrn-
assompto. Companheiros de armas! Chegamos ao feliz ter- te da praga do commercio, e Sua Magestade, mos-
Enire S. Exc. o Sr. brigadero-general D. Ve- mo de nossas pobres e legitimas aspiragSes. trando profunda emocao, mais urna vez conboceu
nancio Flores e S. Exc o Sr. D. Manoel Herrera, Depois de dous annos de sacrificio e abnegagoes, de quanto amor e respeito o rodeia o seu povo.
y Obes, forera estipulados os segrales artigos de conseguimos por meio de urna paz, sem humilha- Ao som do bymno nacional, entre repetidas gi-'
recoBciliago e de paz pelo que loca dissidencia (cao para o adversario, o reslabelecimento dos san- randolas, o parecendo nao fartar-se de ver e sao-!
eutre os Orientaes. tos principios, que garantem a todos os direitos ci- dar o Imperador, a multido acompanhou a coche
Art. 1." Fica felizmente restabelecida a recon- j vis, estabelecendo a gualdade perante a lei. pela ra do Ouvidor, enchendo o ar de calorosos
eiago enlre a fmula oriental, ou a paz e boa i Moetrai-vos to grandes na manifestago da ma- vivas.
harmona entre todos os seus membros, sem qoe' gnanluudade, como fostes bravos 6 perseverantes At a nonte cresceu o enthnsiasmo e o regosijo,
nenhum delles possa ser aecusado, julgado nem as prva perseguido por suas opinioes ou actos polticos e Orientaes iodos I Contemos este dia como o pre- lares, precedendo columnas de povo que has tea va
militares praueados na presente guerra. Por con- cursor de urna nova era de felicidade e ventura o pavlho auri-verde, passeiavara pelas principaes
segrate, desde este momento lica em vigor a igual- para a familia orionlal; que a paz que allumia, ras victoriando os defensores da patria,
dade civil e politica entre todos os Orientaes, e nao seja, como outras vezes, ama tregua, para vol- Houve illuminacao geral na cidade, primando
lodos elles no pleno goso das garantas individuaos tar de novo com mais rancor a peleja, que rompe entre outras a da fabrica de gaz.
e dos direitos polticos que lhes concede a consli- os queridos vnculos da familia, separando os paes Convicto da grandeza e justiga da causa que
dos liliios, o esposo da terna esposa, e o amigo do sustentavamos o povo applaude desse modo o seu
eompaoheiro da infancia, qoe fecha as veias da ri- desfechn, e as puras manifestagSes de sua alegra
queza da nossa patria, e nos aprsenla aos olhos nio se esquece dos que anda tm de empunhar
tuigo do estado.
Art. 2. Sao exceptuados das declaragoes do ar-
tigo precedente, assim os crimes e delicios com-
Por decreto de 28 de fevereiro ultimo conce
deu-se reforma na conformidade do S Io do ar t. 9o
da lei n. 648 de 8 de agosto de 1852, ao coronel
commandante do Io regiment de cavallaria ligei-
ra Joo Fraocisco Menna Barreto, visto soffrer mo
lestia incuravel, que o torna incapaz do servio
activo.
6 -
Embarcou e parti hontem no vapor Prnceza
para Montevideo o 1 balalho de voluntarios da
patria sob o commando do Sr. coronel Joo Manoel
Menna Barreto.
s 7 horas da manha, o balalho composto de
743 pragas sabio do quarlel do Campo da Accla-
maguo, rodeado do inmenso concurso de povo que
alli se agglomerara, e saudado com cnihusiasticn
vivas desulou pelas ras de S. Pedro e Direila at4
o arsenal de marrana.
A novidade do seu fardamento, o seu garbo mar-
cial e a ordem com que marehavam aps to pon-
eos exerccios, prendiam todos os olhares e ganha-
vara a sympathia de todos os coragoes.
Pouco depois chegou ao arsenal -na Magestade
o Imperador acompanhado dos seos semanarios,
sendo recebida petos Srs. ministros da guerra, ma-
rinha, imperio, jusliga, fazenda e agricultura, aju-
danle de campo marquez de Caxias e general Ca-
bral, ajudante-general interino do exercito, teen
te-general Caldwell, inspoctor do arsenal do ma-
rinha eseus ajudantes e chefe de diviso cirurgie
mor da armada.
Formado o batalhao Sua Magestade passou Ihe
revista, recebeu a continencia e dirigio-se para a
ponte onde se effectaou o embarque.
Alli Sua Magestade o Imperador abragou o Sr.
coronel Menna Barreto, e entregou-lhe a bandaira
do batjlho, que passou para as mos do Sr. alfe-
res Cardira, como porta-estandarte.
Durante o embarque, o povo que enchia o re-
gilo do arsenal nao cessou de vieloriar os bravos
voluntarios da patria, que agitndoos chapeos
correspondan! aos votos do seus compatriotas,
dando repelidos vivas a Sua Magestade o Impera-
dor, aS. M. Imperatriz, a augusta familia imperial
nago brasileira e ao povo fluminense.
Em toda essa bella columna de valentes tnns-
luzia o enlhusiasmo pela causa que vo defender,
sendo notavel o sangue fro com que despediam-
se de tantas alfeiges, incutindo no animo dos que
os rodea vam o mesmo afdor, a mesma dedicago
que os anima va.
No vapor que rebocava os lanchos com a tropa
seguio para bordo do Princesa o Sr. ajudante-ge-
neral interino.
Urna barca com a offlcialidade de varios cerpos
da guarda nacional, alm de muitos botes, segui-
rn! os lancboes trocando cora a tropa fervorosos
vivas.
Terminado o embarque, Sua' Magestade o Im-
perador com a sua comitiva foi para bordo do
Prnceza onde examinou minuciosamente lodas as
aocommodagoes da tropa, recommendando-a muilo
ao respectivo commandante ; e deixando alli os
ministros seguio com os Srs. generj.es marquez de
Caxias, Cabral e Caldwell, ebefe do Io districto
naval capllo do porto para o quarlel da Arma-
go, passou revista forga viada do norte, e re-
gressou ao arsenal do marinha as 11 horas.
Entraram hontem do Rio da Prata o vapor Oya-
pock e o paquete inglez Mersey, ambos com datas
de Montevideo at 1 do corrente e Buenos-Ayres
28 do passado.
Por decreto de 28 de fevereiro, o governador
provisorio do Estado Oriental, D. Venancio Flores,
organisou o seu ministerio, chamando o Dr. D.
Francisco A. Vidal para a pasta do governo, o Dr.
D. Carlos de Castro para a de relagoes exteriores,
D. Juan Ramn Gmez para a da fazenda o o co-
ronel D. Lorenzo Batlle para as da guerra e ma-
rinha.
Todos estes bomens pertencem ao partido colo-
rado ;. os tres priraeros sao novos, e bem concei-
luados, o quarto exerceu aquelle mesmo cargo no
ultimo periodo da defensa de Montevideo, durante
o sitio de Oribe.
Em seguida foram reintegrados os officiaes maio-
res dos ministerios do governo e relagoes exte-
riores.
Thomaz Villalba foi nomeado conlador do es-
tado.
O governo argentino e os ministros estrangeiros
acreditados em Montevideo ji tinham respondido a
nova em que se lhes anuunciara a elevago do ge-
neral Flores suprema magistratura da repblica
em virtude do convenio de 20 de fevereiro. As
respostas foram cortezes e amigaveis.
O seguinte decret revela as melhores intengoes
e tendencias do novo governo :
"Montevideo, 24 de fevereiro de 1863.
yuerendo o governo provisorio eviu.r ao livr
transito das pessoas peas matis e prejodlnaes, e
que sobreludo esflft em opposigo com os princi-
pios de liberalidade, norma de sna marcha admi-
nistrativa, decreta :
Arl. !. Fica desde esta data abolido o passa-
porto em todo o territorio da repabltca.
t Art. 2. Commnniqne-se, ele*Venanao Flo-
res.
Um decreto de 27 declarou sera effeito, por nao
ter razo de ser, a misso confiada a D. Candido
Juanlc, jamo das cortes de Pranga, Inglaterra,
espanlia o Italia, devendo este e os empregados
qoe o acompanham devolver ao thes-oro nacional
os fundos qoe receberam, eseeplo o impone das
passagens.
O docreto do governo 4#JfiBh"rre qne casson o
tenente da exequtur aos agentes consolares brasileiros foi
tambem declarado sonofleite.
O aeto segrale julgamo* dover reproduzi-lo na
sna integra :
Montevideo, 28 de fevereiro de 1863.
O governo provisorio da repblica, conside-
rando qoe o decreto do gevenm do Sr. Aguirre
que deo por millos os tratados existentes entre a
repblica e o Brasil e os condemnon s chammas
um acto irritante era si mesmo cura dos seus
mais deploraveis excessos ;
Considerando qno o simples Tacto de haver
cessado a guerra externa independentemente d
outras consideragoes restabe;eceu aquellas estipu-
lagdes internaclonaes no statu quo ante bellum ;
Considerando que a repblica nao s esl hoje
era perfeita eiionrosa paz com o Brasil, msate
Ihe deve pela segunda vez <, mais generoso concur-
so para a recenriliago dos Orientaes e reslabeleci-
mento das suas liberdades civis e polticas ;
Considerando, finalmente, qne pelos compro-
missos que expoolaneamenle conlrabio em nome
da repblica, por nota de 28 de Janeiro ultimo, de-
ve como alliado do Brasil nao s a elimioago da-
quelle acto, mo e lamentavel, mas al pelo con-
trario toda a reciprocidade possivel na guerra de-
clarada ao governo do Paraguay ;
Decreta :
Art. l. Fica sem effeito como se nunca tves-
se existido, |e eliminado do registro nacional, o de-
creto do Sr. Aguirre datado de 13 de dezembro pas-
sad".
Art. 2. Os tratados vigentes ao tempo em que
solireveio a guerra que felizmente terrainoa entre
a repblica e o imperio do Brasil contrauaro a ser
le commum dos dous paizes e como tal devem ser
acatados e observados.
Art. 3." Nenhum cidado da repblica poder
tomar armas contra o Brasil na guerra entre este
e a repnbtna do Paraguay, nem de nenhum outro
modo directa ou indirectamente auxiliar o inimigo
do Brasil.
Art. 4. Fica prohibido por parte da repbli-
ca a exportago de quaesquer artigos de guerra
para a repnblica do Paraguay, assim como o alista-
ment de soldados ou marinheiros para as fileiras
do referido belligerante. Venancio ores Carlos
de Castro.-francisco Antonio Vidal.Lorenzo Ba-
tlc.iuan R. Gmez
Era Montevideo tinham-se j desc* berto 27 mi-
na*, das dispostas pelo governo de Aguirre para
defeza d cidade. As mechas eram laes que a ex-
ploso teria sido instantnea, ne dando s pessoas
encarregadas de por fogo o tempo de fugirem.
No da 23 houve nma grando manifestago po-
pular de nacionaes e estrangeiros, em que se de-
ram as rnaiores demonstragoes de sympathia ao-
governo de Flores, ao exercito brasileiro e aos ci-
dadaos Thomaz Villalba e Manoel Herreira V Obes
que tinham salvado a cidade de urna ruina emi-
nente.
Era geral o contentamento por se ler por urna
paz honrosa escapado a urna guerra sem espe-
ranca.
O governo oriental expedio novas forgas, de que
faz parte um contingente da nossa cavallaria, con-
tra Muoz e Apparicio, para livrar a campanha
oriental e a nossa fronteira das excursoes destes
bandidos.
O Sr. marechal de campo Joo Propicio Menna
Barreto publicou a seguinte ordem do dia ao exer-
cito :
Quartel-general do commando em chefe do
exercito do-sul em operagSes no estado Oriental.
> Villa.da Unio, 1 de margo de 1863.
Ordem do dia n. 27.
Publico para conhecimento do exercito o aviso
abaixo transcripto, qoe S. Exc. e Sr. ministro e
secretario de estado dos negocios da guerra dirigi
om 3 do mez prximo Dudo.
1." directora geral, l. seceo.Rio de Janei-
ro.Ministerio dos negocios da guerra, em 3 de
fevereiro de 1863.Em seu offlcio de 13 do mez
de Janeiro ultimo, expoz V. S. que, tendo-se cada
vez mais aggravado o seu mo estado de saude,
nao era possivel continuar testa do exercito, cojo
Commando sua magtstade o Imperador houve por
bem confiar-lhe. Em resposla declaro a V. S. que
o mesmo senhor, a quem foi preseute o seu citado
ofQeio, foi servido ordenarme que autorjsasse V.
S: a entregar o commando das forgas em opera-
goes ao official a quem competir por sna gradua-
go, at que seja nomeado qoem Ihe deva succe-
der. O governo imperial sent qne nm motivo tao
ponderoso nao perjnnta que V. S. continu a pres-
tar seus valiosos servigos no lugar de honra, onde
V. S. tanto tem contribuido para reilgar o nome e
valor do soldado brasileiro.
Dos guarde a V. S.Henrique de Benarepaire
Roban.SrA Joo Propicio Menna Brrelo.
Servindo-me. pois, da autorisagoqoesua ma-
gestade o Imperador houve por bem concederme,
fago hoje entrega do commando em chefe do exer-
cito ao Exm. Sr. brigadeiro Manoel Luiz Ozono,
cuja aptido e antecedentes sao por de mais co-
nhecidos dos nossos companheiros d'armas.
t Ao separar-me de untos e tao distinctos ca-
maradas, cumpro um grato dever agradecendo-lhes
a lealdade, dedicago e patriotismo de que deram
exuberantes provas durante o tempo que servirn
sob o meu commando. Resignago nos soffrimen-
tos, bravura no combate, sublime magnanimidade
com os vencidos, escrupuloso respeito s proprie-
dades, ordem e subordinago, nada faltou ao valen-
le exerciio do sul.
Quando a historia irapareial commemorar os
grandiosos resultados da campanha qoe terrainoa
com a paz de 20 de fevereiro de 1863, ha de regis-
trar no grande livro gloriosas paginas para a nossa
patria.
Fago votos para que, restablecido dos meus
encommodos, possa anda parlilhar comvosco as
fadigas da guerra, os pengos de combale, e o jobi-
to ruidoso da victoria.
Qualquer que seja o vosso destino, acompa-
nhar-vos hei com o meu pensaraento, esperando
que os vossos iriumphos sejam o fructode tantos
esforgos. sacrificios e abnegagao. Joo Propicio
Menna Barreto, marechal de campo.
OSr. marechal licava a retirar-se por mar para a
provincia de S. Pedro do Rio Grande do Sul, e
dizia-se que o acompanhariam os Srs. coronel Va-
lenga e brigadeiro Portinho
Suppunha-se em Montevideo que urna diviso da
i) I nossa esquadra ira bloqaeiar as Tres Boceas, daa-
s do assim comego nossa offensiva contra o selva-
gem da Assumpgao.
Alm da noticia, ainda incerta, de nma derrota
dos Paraguayos, nada mais tinha transpirado a
respeito da nossa provincia de Malto-Grosso. A
posigo do inimigo em Corrientes ainda de quem
se prepara para operar do lado do Uruguay.
A guerra contra o despola, qne lo brbaramen-
te nos tem provocado, popular no Rio da Prata;
todos a consideram ama cruzada de cvilisago, e
fazem votos para que a acgo do Brasil se desen-
volva quanto antes.
E ella se desenvolver' em toda a sua forga ago-
ra que pode coosiderar-se terminada a questio
oriental. Foi nma vez desfraldado aos ventos do
Paraguay o estandarte de guerra dos Brasileiros,
nao tornara' a enrolar-se se nao depois de ter fluc-
tuado sobre os muros da Assumpgao vencida.
Pelo vapor Imperador, entrado hontem dos porto
do sul, recebemos datas de Porto-Alegre at 23 o
do Rio-Grande at 28 do passando, e de Santa-Ca-
tharina at 2 do corrente.
A noticia da lerminago da guerra com o Estado
Oriental, levada ao Rio-Grande pelo Imperador, foi
muito festejada nesta cidade, tendo-o j sido ante-
riormente em Porto-Alegre, em virtude o coramu-
niragoes nao offlciaes.
O Diario da ultima data publica o seguinte
offlcio:
Misso especial do Brasil, villa da Unlao, em
21 de fevereiro de 1863.Illm. e Exm. Sr.Tenho-
a honra de communicar a V. Exc. quo hontem foi
concluido e firmado nesta villa ura convenio de paz
efitre o Sr. D. Venancio Flores e o Sr. Dr. D. Ma-
noel Herrera y Obes, commisslonado ad hoc do Sr
Thomaz Villalba, qoe substituir o Sr. Aguirre no
governo de Montevideo.
< Em termos muito ltenlos e amigaveis para
cora o Brasil, communicou-m o Sr. Villalba. por
nota datada de hontem, que aceitava o-referido
convenio.
t Desde esse momelo, pois, peder considerar
pacificada a Repblica Oriental, eslo resttbeleei-
das as suas relagoes de paz cora o Brasil.
t Congratnlo-me com V. Exc. por este feliz
aconlecimenlo, que ponpou aos dous exercitos
alliados a perda de muitas vidas preciosas, e evitou
I

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1


I
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Diario de frrnirti'biiG Wibbd 18 de Mff d t 865




a destruido de ama parle da capital desta rep-
blica.
Os termos essenciaes deste convenio sao os
se gutntes:
Coocessao de garantas a lodos os compromet-
tidos na prsenle lula, quanto s suas pessoas e
bens, exceptuados os criraes
que possam estar sujeitos jurisdicgao dos tribu-
naes.
Reconherimento do general Flores como enere
de um governo provisorio, que em manto nao se
procede s e!ec5es, que tero logar no termo da
le constitucional, ou antes se tur possivel, reger
o paiz com ministros livremente escolhidos pelo
mesmo general, responsaveis e demissiveis ad
nukim.
Licenciamento dos guardas nacionaes que se
acham em servigo activo da guerra.
t Pelo que respeita as reclamacoes brasileiras
repellldas pelo governo de Montevideo, j eslava a
sua satisfago garantida pelo compromlsso que o
general Flores contrahio em nota que comigo tro-
coa antes da celebracao do dito convenio.
Cnnclulrei esta commnnicaeac annonciando
a V. Exc. que em virtude daqnell compromisso
o actual governo oriental alliado do Brasil contra o
Paraguay.
Renov a V. Exc. a seguranga de minha per-
fcia estima e consideragAo.Jos Maria da Silva
Prannos. A S. Exc. o Sr. Joao Marcellino de Sou-
za Gonzaga.
A mesma folha d a seguate narracao dos testejos
que houve na cidade do Rio-Grande :
a Ainda nao presenciamos tanto e to espontaneo
rigosijo publico come o que tivemos nestes nltimos
tres das nesia cidade, com a noticia da entrega da
cidade de Montevideo s nossas armas !
c E' urna cousa qne nao se pode descrever.
Cnmo na primelra noute, que fui a de sabbado,
e da qual j demos noticia, sahiram na de domingo
retaguarda, na distancia de menos de S legoas, o
general Netto pela frente, na distancia de quatro
a cinco legoas, e Garabaja! por um dos flancos,
tambem a curta distancia.
Os blancos fngiam na direcciio dos Hervalitos;
mas, cercados como se acham, 6 de presumir que
DIARIO DE PERMMBUCO: PERNAMRUCO,
faz com o requerlmeuto que sujelU a approvacao venante que a disensso do artigo J nhb seja en-
A* datas da que foi portador o vapor ta|l Pa-
ma, procedente do Rio e Baha, alcnncam a ti
tomamos e'pcHticos; [ jentiam sido batidos; mrmente se f6r exacta a sob^rubricas\teme Exterior vo ai noli-
noticia, qne nos d a pessoa a que nos referimos,
de ler o general Jetto recebido boa cavalliada das
invernadas coloradas do Rio-Negro.
o Breve deveremos ter noticias mas positivas.
L-se no Diarto de 23 :
De Santa Victoria recebemos cartas de 19 do
correte.
Conservava-se ainda alli o Sr. coronel Thomaz
Campos as rennioes dos corpos 19 e 20 que iam
progressivamente.
t O major Bueno tinha marchado para a linha
por ordem do Sr. coronel Campos.
t Eiso qne nos diz urna das cartas recibidas:
t Por ordem do Sr. coronel Thomaz Campos o
major Bueno est cobriodo a linha de Chuy.
O capilao Marcellino, por ordem do mesmo co-
ronel, est reunindo a gente que flcou no dislricto
do Povo Novo, para marchar cora o que se espera
de Mustardas.
O Sr. coronel Thomaz Campos tem reunido
grande numero de guardas naciouaes tanto do 19
como do 20 corpo de e-avallara, e de dia em da
se vai reunindo mais gente.
t A fronleira do Chuy hoje pdese dizer estar
guarnecida. E', pois, de esperar que us guardas
iue ainda nao se tenhara apiesenlado at agora o
garo,acorapanhando o seu cominandante ao pos-
to de honra.
Fallecer na capital da provincia o Sr. Dr. Flix (jov
Xavier da Cunha, escrptor publico, ex deputado '
assemblea geral.
O Commercial noticiando esse passamenlo diz :
Aps repetidas lutas mais ou menos esperan-
cosas, suecumbio o distuc.to rio-grandense Dr. Fe-
cias mais importantes, alm das qnaes encontra-
mos mais o que segu :
Rio DBUNEiBO.Foi publicado, com o n. 3409 e
data do Io docorrente o decreto seguinte:
Hei per bem. tendo nuvMo o meo eonselho de
ministros, prorogarpor un mez os prazos marca-
dos ao art. 44 do decreto n 3,37 de 7 de Janeiro
do correte anno, para a apresentacao dos Volun-
tarios da Patria.
< Os meus ministros e secretarios de estado dos
negocios das diversas reparticoes assim o teobam
entendido e fagam execur.
Palacio do Rio de Janeiro, em 1 de marco de
ASSEHBLKA PROVINCIAL.
13'ESSAO EM 16 DE MARCO DE 18G.
PRESIDESCIA DO SU. DR. Pi:HKIRA DE BKITO.
fConcIuso)
O Su. Cunha Teixeuia vd >o na n-ce.ssidado de
dar a razao, pela.qnal pede as iuformayeit men-
cionadas no reqoerimenlo em discussao.
Diz o orador que estamos em una poca em
que a bem do paz exige de lodos que se calem
muilas verdades ; que estaiaos em urna poca em
que o amor da patria invocado para lancar-se um
veo de esqdecimento sobre ludo. Pela sua parte
est disposto a fazer taotos quantos sacrificios fo-; prcsta-lo.
da casa.
O requerimenlo lica adiado.
Entra depoie em discussao o requerimenlo ad'
do do Sr. Reg Barros, o, sendo posto a volos re-
jeilado.
Enira tambera em diseusso o requerimenlo
I adiado do Sr. G..Campello.
Depois de orar o Sr. Jacobina, o mesmo reque-
rmenlo approvado sendo retirada a emenda do S-.
Araujo Barros, a seu pedido.
CoDiinua a discussao do art. 1 do projeeto n. 12
deste auno, relativo aos voluntarios da patria
O Su. Cunha Tkdf.iiia declara que nao est dis
posto a prestar o sen voto a todos os arllfos do materia de ordem, e di* -me em lempo
projeeto, mas era relajo ao 1 entende qoe deve apresentado a sua reclamaeao.
O Sr. Cunha Teixeiha declara qne qoer *hegar
cerrada hoje, pensando ao contrario que assem-
blea nada lera a perder ra qne a discussao se
abra notamente amanhaa.
E' venlade do i' arligoaassemli-a ja la h'ijecenstrrida no
proprlo jornal suravel. O orador nao se oceupar do proredi-
menlo do Jornal do Becife, porque a sua redac-
go para ludo se presta.
O orador enfeude qne, se (al acto nao parti da
redaego, e sira de algum deputado, sen collpga,
ainda mais censoravel esse procedimenm.
O Sr. Presidente pede ao orador que se Hoja a
poda ter
1865. 44 da independencia e do imperio.Com a posi,0i jainll(!|n uo ^g deuar de prolpstar
rem necessarios para nao criar embaracos de qua- Diverge alguma cousa do que se disse hontem a ,
lidade alguma a ludo aquillo que tender ao bem respeito da perraissao que ja tinha o presidente da
' publico. i provincia para aceitar as prajas do corpo de poli-
Mas se venlade que o orador est neste pro- ca que quizessem marchar para o sul, e segu a
rubrica de S. M. o Imperador. Francisco Jos
Kurtado.Jos Liberato Barroso.Carlos Carnero
e Campos.Joao Pedro Dias Vieira. Vi-conde
de Caraamt.Francisco Xavier Pinto Lima.Je-
suino Marcondes de Oliveira e Sa'.
No dia 7 chegra a esquadrilha portugoeza,
composta da Bartltolomeu Dias, Estephania e In-
fante D. Joao.
S. paulo.Iostallra-se, no dia 24 do passa-
do, a 2 sessao da 15* legislatura da assemblea
provincial coja mesa ficon assim organisada : pre-
sidente Joaquim Egydio de Souza Aranha, vice-
presidente Dr. Antonio Carlos, secretarios Drs. An-
nio Moreira de Barros e Miguel Monteiro de Go-
as msicas a percorrer as mas com immenso po
vo, foguetes, bandeiras naciouaes e ardiles, tocan- lix Xavier da Cunha.
do o dando vivas. Nem a sciencia, nem os cuidados poderam sal-
A cidade cooservou-se durante as tres noules var de nma cruel enformidade aquello homem que
brilhantemente illuminada. I pe'" seu talento e seu carcter se tinha posto
t O theatro tambem se apresentou em grande frente de um partido a quem dava alma e espe-
gala, em h&nra grande noticia que festejavamos, raneas.
e ahi, ante a raagesu>sa efflgie de S. M. o Impera- t Ha pouco rhorava a provincia do Rio Grande
dor, cantado o hvmno nacional pela companhia o seu filho querido L>r. Amaro Jos de Avila da Sil-
lynca, fazendo-lhe coro urna luzida mocidade, em-1 veira, e apagas suas saudades estavam mitigadas,
Cootinuava com influencia o alistamento de
voluntarios, tanto na capital como no interior da
I provincia.
Paran.Havia-se promovido orna stibscripcao
, de 2:803^, para gratificar cora 20 cada urna das
pessoas que se alistar no corpo de voluntarios da
! patria.
- De todas as partes da provincia chegavam
offertas de Tardamente, gado, medica raen los, dinhei-
ro etc., para os corpos de voluntarios ali organi-
sad05- i a
Espirito-santo. -Seguir, a visitar a colonia ne parte de indjVjju0S
Santa Leopoldina, o presidente da provincia
e solemnemente contra os abusos o vexaees
se estao dando todos, os dias em nome da patria e
por amor da patria.
. Lastima profundamente que a provincia de Per-
; narnbnco at hoje ainda nao tenlia respondido de
um mulo miiil) solemne ao appello que lite fez o
. governo imperial a respeito do concurso do bra-
' eos para repellirem essa horda de vndalos
que estilo invadindo o territorio brasileiro ; lasti-
ma porque desejarla ver sempre o n^me de Per-
nambce cercado de toda a gloria. Mas infeliz-
mente raides muito poderosas, que nao cenvm
agora discutir, tem actuado para que isso acon-
tega : em* priraeiro lugar a razao de ser o povo
de Permmbuco ura povo de verdaderos parias,
e em segundo lugar a talla de coolian^-a, cora que
infelizmente luiam lodos os nossos governos,
quanio ao cumprimenio de suas promessas, tem
conc.orndo muito para isso.
alta opinao daquelles quo entendem que se o presiden-
que te da provincia poda aceitar os oferecimentos vo-
luntarios dos soldados de poliria, todava nao poda
sem ferir urna le da assemblea, mandar todo o cor-
po para fora daprovincncia.
E' verdade que o presidenta podia aceitar como
do.lunlarios individualmente a cada um dos sida-
vos, maj aquolk-s <|ue assim se apreseulassera, nao
gosariara das vantagens que esta lei tem por fim
dar-Ibes, nao formariam o corpo de polica desta
provincia, serian simples voluntarios; eutretanto
que como >e trata de faze-lo marcliarem, elles mar-
chara como soldados do corpo de polica de Per-
nambuco.
Neste ponto diverge o oralor da opinio daquel-
les que entendem que nao devia o corpo de polica
marchar com vantagens, porque assim nunca po-
der hombicar cora aijuelles que sem essas vauta-
gi'ii4 se apresenlam nos campos do sul.
estao imperio precisa de
a isio : cao pode haver inleressc algnrri para a
assemblea, para a provincia, em qne a-tfif-eusso
denm projeeto de lana imporiauv.iast-jaairopella-
da, e pede aoSr. presidente qu* se digne de con-
sultar a casa para que a dscussfi* de projeeto em
questao continu amanhaa.
(insultadaa casa decide pela afirmativa, pelo
que v Sr. presidente declara adiada a desenseo e
d para a ordem do dia 17 acontmnacao da ante-
riormente dada.
Levantase a sesso s 3 horas e 33 minutos.
14* SESSAO EM 17 DE MARCO DE {865.
PRESIDENCIA DO Sil. DR. PKHBIRA DE DIUTo.
As II e 1/2 da manha. feita a cli.imada, aeham-
se presentes os Srs. depulados Maraulo. Tei-
xeira dMello, Joaquim do Reg Barro-, Conni-
ves da SH-va, Braulio, Buarque, Arminio, Netto,
Ribeiro, Pereira de Brito, Sabor, Aminthas, Lou-
rero, Braado, G. t^ampelli, Aquino Fouceca,
Ramos, SaMno, S Perelra e Jos Maria.
O Sr. Presidente abre a sesso.
Comparecerm depois o Srs. Jacobina, Slveira
Lobo, aplisia, Diodoro. Araujo Barros e Ayres-
Gama. -,
Procede-se a leitura da acta da sesso antece-
(IWclamafo'es.)
, Haviam chegado de Garapary e Itapeminm y orador diz que afelizmeate assim o lastima
pregados pablrcos e do commercio, qof,,* casaca | qfdoornavm ^I^P8^^1^" ca" 20 voluntarios da patria. _:_ prorundamente, porque era materia
mo nao cede a prlmazia a ninguera
e luva de pellica branca e lago ao peito de fitas na-! ba de desafiar novas lagrimas e novos suspiros.
Os hmeos como o Sr. Flix Xavier da Cunha
sao raros, e as vezes longos annos se passam antes
que pm perfeito substituto venha oceupar o vacuo
que deixam.
c Podemos apenas unir nossos pesares aos que
a proviocia sent, e qne para sea predilecto filtio
pede urna lagrima, urna sincera saudade, e ura ju-
zo raparcial sobre sua vi-la poliiica.
Em Santa Calharma abrlra-se.no dia 1 a assem-
blea provincial.
No dia 28 do mez lindo haviam passado no ru-
mo do sul as canbooeiras Ypiranga, Araguary e
Iguatemy.
No vapor Cruzeiro do Sul, que daqni levou o 1
batalhM da guarda nacional destacada, embarca-
ram 150 pracas do batalhao de deposito da provin-
cia.
Estavam alistados e em inslrucgao uns 00 vo-
luntarios, mas ainda nao lindara fardameato nem
armamento.
--------- i 1096 I
S. M. o Imperador, acompanbado dos seos sema-
narios, chegou honlem s 9 1/2 horas da madhSa
ao arsenal de marioha edalli, embarcando na ga-
leota a vapor com a mesma comet va, e os Srs. mi-
nistro da marrana, ajuJante de campo gene|al Ca-
bra I, chefe commaodante do 1 distrelo naval, e
capilao do porto, dirieio-se para a corveta porta-
gueza DarUwlomeu Uias. que entrava cora a cor-
vetas D. Estephania e Infahie D. Joio.
Sua Magestade passou para a galeota a remos e
Hontem da designado para o Te Deum e o approximou-se das corvetas, qae pararam, subm-
terceiro e ultimo das festas populares, rompeu a aurora entre o troar de mil foguetes, repiques de augusto visitante.
sino, musir e urna salva de 21 tiros peta batera Sua Magesiade demorou-se a bordo do Bartho-
que se acha collorada na praca Municipal. lomea Dias, conversando com o seu sabrinho o Sr.
t A's 11 horas leve lugar o TeDeum na igreja dnque de Penlhivre, que nelle serve como 2 le-
do Carmo, ,-omparecendo a cmara municipal em nente, e consta vai hoje para Petropolis com S. M.
corp&rayo; o Sr. general commandante da guar- e relirou-se, recebendo dos tres vasos todas as hou-
nicno, eusajudantes de ordens e offlciaes; o Sr. ras que Ihe sao devidas
capitao do porto, commaodonte de flotilha e mais Seguio depois para a fortaleza de Viliegaignou,
oQIciaes da armada ; o Sr. commandante interino afjm de assistir a experiencia das chapas de ferro
da batalhao da guarda nacional com sua officiali- destinadas ae forro dos navios encouracados em
dade; os Srs. Dr. juiz difeito, Dr. delegado de po- construccao no arsenal de marinha e ilha" das Co-
licla, subdelegado e mais empregados da polica, o bn*, e collocadas sobre o casco do transporte Ja-
Sr. Inspoctor da alfandega do com grande numero guartbe, que, aps alguns tiros, submergio-se. Tra-
de empregados da sua reparlicSo; o Sr. adminis- ia-se de suspeode-lo.
trador da mesa de reodas provinciaes e emprega- x' 1 hora da tarde Sua Magestade desembarcou
dos; varias agentes consulares estrangeiros, inuitas no arsenal de marinda e retirou-se 40 minutos
e Ilustres senhoras, e grande numero de distinctos' depois, tende percorrtdo as oflleinas de machinas,
cidados.
cidade to
clonaos, achavam-se collocados era ordem no no
palco, suslentando cada um a gloriosa bandeir a
auri-verde.
t Findo o hymoo, o Sr. Dr. delegado de polica
Canarim den os secuintes vivas :
t A S. M. o Sr. D. Pedro III
t A na.'-io Brasileira 1
Ao exercito e a armada imperial!
Aos denodadts baro de Tamandar e general
Joao Propicio I
e Ao digno Sr. presidente desta provincia!
Vivas que foram correspondidos por toda a
platea e camarotes. Tornou a tocar o hymoo, e de
um camarote da 1* ordem Toi recitada urna patrio-
tica poesa pelo Sr. Constantino Lucio Jardim, qne
foi mu i lo bem acol bula com bravos vivas ect. Se-
guio-se a opera, n'um dos entre-actos o Sr. Dr. An-
tonio Ferreira Garoez, digno filho da provincia da
Bahia, como que agracedendo Hm estrepitoso tita
aos bravos da heroica Baha, ergoeu-se do seu ca-
marote, 2" ordem, e proounciou tambem urna
bella produreao, que foi muito applaudida. Tanto
esta como aquella a presentaremos no numero de
amanhaa.
A banda de msica da sociedade Unio Com-
mercial, que em todo este festim se tem portado
digna de todo o louvor pelo muito que se tem pres-
tado, tambem ajudou a abrillantar o acto, poslan-
do se no saguo do theatro a tocar o hyinno; e
findo que foi-o espectculo ainda sahio a percorrer
as ras, alternando com a msica da orchestra.
BahaFoi grande o enthusiasmo na capital,
por occasio da chegada da noticia da tornada de
Montevideo, percorrendo diversas bandas de msi-
ca as ruas.acompanhadas de innmero povo, que
elevava vivas enthusasticos, nao s nesse dia, co-
mo as Ires noules segrate*.
Os offerecimentos repetiam-se diariamente e
em crescida escala, sobresahindo o do coromenda-
dor Jos Joaquim Brrelo, senhor dn engenho S.
A questo magua
Acha o orador lovavel o procedimento de todos quem o defenda nessas provincias que flotara-
aquelles que se eslorcao para mandar voluntarios, didas pelo esiran;eiro: o corpo de polica nao po-,
julga, porm, reprehensivel o procedimento da- de ser obrigado a marchar; a assemblea concede
quelles que, aproveitando a occasio, raaudaui, era vantagens cora o menlo de obter que os soldados l
vez de voluntarios, verdadeiros recrutados, policiaes marchara mais fcilmente para os campos
C orador julga que o actual corpo da volunta- do sul. |
Que importa que e>te corpo j nao esteja l ? E
de lastimar, e o orador lastima. Mas, como anda
nao est nessas paraguas do imperio, como nao ira
sem vantagens, dever tirarse a coiisequencia lo-
d patriotis-1 gica de que nao devenios offerecer vantagens para
e naquelles que esse corpo marche? Ao contrario, entende o
orador que todas quantas vantagens esliver aj al-,
canee da assemblea conceder, devem ser conce-
didas.
ros de Pernamtraco compoe-se de uraa grande
verdaderamente recrutados.
patriotismo,
peitos que mais forera dominados de
iiave-lo-ha tanto quanto no seu.
Observa o orador que geralinenie se diz que I
algnmas pessoas, que exrcem cargos pblicos e a
quera o governo lera incumbido o alistamento de
voluntarios mandara chamar individuos no caso de
seren recrutados, o diera-lhes : c vos ou seris
voluutarios, ou recrutados; e dahia consecuencia
Yem mesa e lido o segrale requenmento:
Requeireinos que esta asseinbV'i noui-ie, urna
cornmisso de r'n'.e.o membros para felicitar a S.
M. o Imperador pelo triumpno alcanzado pelas
armas brasileiras na Repblica Oriental do Uru-
guay.
17 de marco de 1863. Buarque, Goncalves da
Silva, Francisco Pedro, Arrainio Tavares, Garra-
mo Moura, Soares Brando, Silva Ramos. Lourei-
ro, Teixeira de Mello, MarauhSq, Sa Pereira, Sa-
bina,
bino Olegario, Braulio, Nabor, Ferreira Jac
Um n.DEkT.vDO :-S o corpo de polica que ,:,S.!,aic"il'!I^O, Reg0E ^TT<*' Manoel Sell)' '
deve ter vaniagens?
Goncufo.na avultada somraade 9:0005 paia auxi- necesslr|a que esses individuos preferem vir ofle-
lio das despezas da guerra.
batalhhoes de voluntarios coniavam, no
0-.
dia 11 <*o correte : o 1 461 pracas. o 2 158; o
3 73; a 1* compaahia de Zuavos 61 e a 2'23.
No da 1 de corrente teve lugar a abertura
da assemblea provincial, compondo-se assim sua
mesa : presidente Dr. Pedro Brandao, secretarios
Drs. Gustavo de S e Goncalo Bulco.
O baoco da Baha elegeu, em 12, os seguin- esi;andao avuTtara"
tes membros : director Jos de Castro Gnimaraes,
supplentes Manoel Antonio da Cunha e Manoel
Joaquim Alves.
L-se no Jornal:
t Hontem (13) o governo recebe u offlcios do
sudelegado do lugar onde eocalhou o paquete fran-
cez Bearn, que seguudo dos consta, aclia-se na
Ponta dos Castelhano
O Sr. Cunha Teixeira nao duvidariaestende-los
a quaesquer outros cidadaos pernambucanos que
marchassem, se a provincia podesse supportar la-
manha despeza ; e, na impossibiiidade da provin-
cia fazer" muito, faja pouco.
O orador sabe que cora a votaco do projeeto
vai se trazer embaracos para a provincia que as
sommas que se vo despender poJeriam ser bem
c Jamis vimos um Te-Ueum nesta
brilhantemente concorrido.
O Rv. vigario Damaslo de Mattos antes de
subir os degrus do altar pronuncou do pulpito
orna oraco com referencia ao assumpto da festa,
que nada deixou a desejar.
t Urna gyrandola de 100 duzias de foguetes
annunciou cidade e ao immenso povo qne se
achava agglomerado as esquinas contiguas ao
templo que a ceremonia religiosa se tinha conclui-
do ; e momentos depois seguiram as fiis para a
casa da cmara a comprimentar a efDgie de S. M.,
marchando aps a guarda de honra do destaca-
mento da guarda nacional com msica e estandar-
te, commandada pelo Sr. capitao Matbias Rodrigues
Vasques.
Na casa da cmara deu os vivas do estylo o
Por carta imperial de 4 do correte mez foi na-
turalisado cidadao brasileiro o subdito porluguez
Jos Goncalves do Passo.
i i.'M...... ----------------
Por decretos de 4 do corrente foram nomeados:
O bacharel Antonio Caetano Seve Navarro, juiz
municipal e de orphos do termo de Sant'Anna do
Livramento, na provincia de S. Pedro do Rio Gran-
de do Sul;
Foi declarado avulso o juiz de direito Joao Anto-
nio de Aranjo Vasconcellos. e vaga a comarca de
Bragaoca, da provincia de S. Paulo.
Por decreto de 2 do corrente foi perdoado o im-
perial marinheiro Manoe1 Jos de Campos da pena
que Ihe fora imposta pelo eonselho supremo militar
presidente daqnella corporaejio, Sr. tenente-coronel de juslica, per crme de terceira desergao.
Francisco da Silva Flores ; seguio-se o cortejo
efrigie, e logo as descargas pela guarda de honra e
salvas pelo parque de arlilhana.
A' larde tres bandas de muica sahiram nova-
mente a percorrer as ras da cidade, acompanha-
das de muita gente decente com bandeiras a povo,
no que levaram at tarde da noite, acompanhados
de archotes e foguetes em grande abundancia, to-
bando o hymno, obrados e varas pegas na praca
Municipal", em frente ao hospital da sociedade por-
tngueza de Beneficencia, que tambera conservou-se
todo Iluminado, e porta da casa onde se acha
hospedado o Sr. Jos Antonio Correa da Cmara,
valente otficial do exercito que se distingui em
Paysand, e por cujo acto de bravura acaba de ser
promovido a tenente-coronel.
Eis-ahi, ao correr da penna, a descrip^ao dos
festejos fetos nesla cidade inesperadamente, em ap-
plauso a ,'S fetos d'armas de nossos compatriotas
no Prata e Paraguay.
< Mas, apresentando nos este anda que ligeiro
trabalho, nao podemos deixar de dar conta da raa-
neira por que se achava decorada a pequea mas
elegante igreja do Carteo, onde celebrou-se o Te-
deum. ,
c O templo, j por si limpo e bem arranjauo,
achava-se todo guarnecido de bandeiras nacionaes
e grinaldas de Adres naturaes.
c Oito primorosas coras de flres'.artificiaes pre-
sas em largas litas achamalotadas de verde e araa-
rello achavam-se collocadas caprichosamente com
os seguintes e bem significativos dsticos, em graa-
des letras de ouro : nos tocheirfls da capella-mr,
Marinha e Exercito ; as columnas do arco-cru-
zeiro debaixo dos trophos nacionaes, Montevideo
e Paysand ; e nos quatro tochekos abaxo do ar-
co, Paranhos, Tamandar, Flores, Joao Propicio.
A frente do templo eslava toda ornada de ban-
deiras nacionaes, sobresanindo entre ellas quatro
que ficavam sobre as grades do adro, qne tambem
cram guarnecidas de grinaldas de flores.
Na capital corra qoe as forcas de Muoz tinham
invadido a fronteira de Sant'Anna do Livramento
e feito muilos estragos, roubos e assassinatos na
villa.
Esta noticia, porm, qne se dizia vinda de S. Ga-
briel, nao ra acreditada.
O xVolcirator de Pelotas de 23 d a respeilo das
forcas daquelle sicario a seguinte noticia, confir-
mando o que anteriormente se asseverava :
< Hontem tivemos occasio de fallar com urna
pessoa chegada das torgas do major Fidelis, que
forma a vanguarda das forcas do general Netto,
qae no dia 16 do corrente, de raanta dea no
acampamento das forjas blancas, ao mando de Mu-
oz que se pozeram em precipitada fuga, abando-
nando o gado que esjavam carneando e tomsndo-
the 300 e untos cavallos, alm de soITrer a perda
de alsumas vidas.
Essa forca blanca calcula-se em 800 horaens.
O encontr teve lugar tres egoas cima do
passo do Acampamento, em que no da 14 teve
lugar outro encontr das mesmas torcas, como an-
teriormente noticiamos.
E' possivel que, como hontem dissomos, por
tima carta que vimos escripta do Rio Grande, te-
nham esses bandidos sido completamente batidos.
porque a pessoa a que cima nos referimos nos in-
forma, qoeos blancos estavam cereados por forrjas
brasileiras c coloradas, tendo o major Fldelis pela
Por portara de 6 do corrente foram nomeados :
Jos Ireno de Araujo, para o lugar de agente do
correio da villa de Cascavel, na provincia do Cea-
ra; Ignacio Evaristo Monteiro, para o de agente do
correio da cidade de reas, na provincia da Para-
hyba, vago por demsso concedida a Manoel Jos
da Silva ; e Jos Francisco Alves Gama, para o de.
ajndante da mesma agencia de Aras.
- 10 -
O ministerio da guerra remetteu hontem para
Santos, no vapor Presidente, com destino i provin-
; cia de Mato-Grosso, um parque completo de pecas
de bronze a La Hitte, urna forja de campanha com
, ferramen'a e armo, 100 caixoes de armamento e
: outros artigos bellicos.
Chegou tambem om passageiro, que, tendo
tomado urna caoa para Vaienca no dia 28 s 9
horas da mohaa, veio ter a .tapanca, donde se
passou para esta cidade.
Suppoe-se que o paquete tomoa o phsrol do
Morro de S. Paulo pelo da pona de Santo Antonio
nesta cidade, e oreando, no ineio da graude cerra-
cae, pensando varar a barra da Bahia, cabio so-
bre a coroa.
t Traz cerca de 300 passageiros, entre os qua^s
felizmente nao houve sinstro algnm a lamentar-
se. Estes, em falta de abrigo em trra, armaram
barracas ligeira, onde so accomodaram.
t Orommandame do paquete contava poder po- voluntario, e qu.s apeza
lo a nado independenle de desearla, mas parece tdo aguado Ihe informaran!,
que reconheceu a Impossibiiidade de o fazer. Coin-
tudo, informara-nos que nao se ple anda consi-
derar perdido o navio, porque esperase poder,
alliviando-oda carga e ate do maclnnisino, polo a
nado.
t Hontem seguio para l o vapor Colinyuiba, le-
vando a reboque varas lanchas do arsenal de
marinha.
recer-se como voluntarios, com lagrimas nosolhos.
Isto um mal que se esta fazendo ao paiz, urna;
mentira, urna ticeo
O orador foi informado por pessoas fidedignas de...
que era algnmas freguezias perlencentes a esta applicadas nesta provincia, to mal aquinhoada na
propria cidade, factos seinelliantes se bao dado; e partilha das vantagens que o imperio olferece. A
esta mesmo iuformado de que no 7 batalhao de; provincia de Pernambuco tem solli ido muito com o
infamara da guarda nacional de Muribeca, taes. recrutameuto, e assim embora se diga que Peruain-
buco tem sido exiguissimo na emergencia porque
Traan o distinti tenente-coronel Aguiar Mon-i passamos, a verdade que os campos do sul estao
(arroyo de obter ura ncleo de voluntarios e con- juncados de cadveres pernambucanos. (Apoia-
seguio de alguns guardas nacionaes a proraessa dos.)
de parlirem porque pana tambem ura llio desse Mas, sendo g.sral a affronta recebidt pela inva-
tenente-cfironel. Mais larde vin-se este senhor em- sao dos Paraguayos, o tirador enteBde que a as-
baracado, porque, sanando dista circuinslancia o sembla nao s-s pode allastir deste caiiunho :
commandante do batalhao, reunio-o e constrangeu .cercar o governo de todos os meios para que elle
alguns guardas a se atistarera como voluntarios, possa desaffrontar o paz. Se elle nao li/.er i
quando realmente ellos n3o prelendiam faze-lo,' meios uso devdo, maldito seja esse governo (apoia-
seno acompanhando o filho do Sr. Montarroyo. dos), mas ao menos nao se d razao de queixa, nao
Quando derain ao orador esta noticia, apezar de se diga que os llliios do Brasil foram hlhos ingra-
parlir de fonte muito pura, elle pedio lempo para tos, que o delxaram entregue ao mimigo. O pajz
acreditar em tal ; mais tarde, iwim, vio quo em que lance sobre o governo oanatheina se elle nao
ura officio do presidente da provincia so dizia, a| desaffrontar a honra da nacao.
par de niuitos elogios, ao Sr. coiottaudante do 7
batalhao, que nao podia ser acceilo o oHereci-
meuto de ura dos guardas nacionaes porque o pro-
prio guarda declarou que uopodia ser voluntario.
Este individuo foi o mesmo que havia derrama-
do lagrimas quando o Sr. coinuiandaute do 7 ba
talho exigua de
para aqui
Nao faz o orador quesio" de poltica do apoio
que o governo geral pede a todas as provincias,
nao faz mesmo questo de provincialismo. Como
Pernambiicanoanta muito a sua provincia ; como
Pernainbucano tem queixas e queixas muito serias
contra o governo geral ; como Pernamtucano far
elle que se viesse apreseular como tudo quanto estirar ao seu alcance para ijue a pro-
. apezar disso foi para aqui reraet- vincia da Pernambuco seja melhor aquinhoada as
Mas.se verda le que este individuo teve tor-
cas bstanles para arrostar a odiosidade do seu
couiiuaudante pelo fado de recusar-se a marciar
como voluntario ; .juanio- uo estarao cora prega
que nao tero tido animo para reagirein conira
urna deciso dessa ordem ?
E quando o lessem, nao tendo por si isenco
I alguma, a consequencia necessana seria que o
t No da 3 a' noite chegaram no vapor Gonarl- coinraaoanle. disprestiiado de alguma forma por
res Martins 111 passageiros do Bearn, fallos al m procedimento, reagria mais wrte coulra elles
de roupa, por terera ficado suas bagagens na praia e S(.riam recrutados.
no lugar do naufragio. Como o orador enleude que um corpo de vo-
t Informara-nos que o Bearn trazia excellente imtanos por esta forma desmorece aos olhos da
viagem at o momento do naufragio, que foi no u/oviucia, desmerece aos olhos do paz, nao pode
dia 27 a's9 horas da noite, tendo passado por den-1 deixar de protestar .soleranemeiit-, e protesta pe-
tro dos Abrolhos, e tendo vindo sempre muito ater- dindo as informacoes constantes do requerimento
rado. | em discusso.
c Hoave grande confuso que pode aflnal ser. o orador reconhece qu no corpo dd voluntarios
contida, at ao amanhecer, quando se efTectuou o esses individuos (cara em melhores condicoes ;
Baptisla.
Fallara sobre o requerimento os Srs. Gervasio
Carapello, Buarque, Gongalves da Silva e Drura-
moud.
Quando este ultimo senhor conclua o seu discur-
so, foi a sua voz abafada peto sora de nina mostea
que acorapanhada por grande numero-de pessoas,
se dingia para a casa da assemblea.
O Sr. presidenta suspende a sesso em conse-
queocia do susurro que reina no recinto e gale-
ra e, dirigindo-se, acompu-nhado pelos deinais
Srs. depuiados, a porta do edificio, ahi recebe o
povo que vem felicitar a assemblea, Do-se os
vivas do estylo, e a msica Boca o hymno nacio-
nal.
Reunidos de novo os Srs. deputados continua a
dscusso do requenmaoto, Jomando a palavrao
Sr. Sabino Olegario.
Finda a dscusso, o requerimento appro-
vado.
Vem mesa o seguinte reqoerimenlo, que 6
tambera approvado :
c Propomos que se autoris o pipsidente dest
; assemblea para nomear a cornmisso que deve fe-
licitar a S. M. o Imperador pela victoria das ar-
mas brasileiras n Repblica do Urugay. Silva
Ramos, Loureiro.
E' finalmente approvado o seguinte requeri-
mento. '
Requeramos que em regosijo pelo triumpho
alcancado pelas armas brasileiras na Repblica o
Uruguay sejam suspensos por hoje os tranalhes
desui asserabla. Recife.317Jde marco de 1863.
Loureiro, Buarque, Fiaucisco Pedro, Luiz Gon-
eaira8 da Silva, Siares Bramhw, Carvalho Moura
Silva Ramos, Teixeira de Mello, Arminio Vararos
Maranhao, Araujo Barros.
O Sr. presidente levanta asssae, dando a mes-
ma ordera do dia para a segrate sesso.
REVISTA DIARIA.
vantagens do imperio ; eorao Pernaiubucano, em-
fim, nao defxara nunca de protestar contra os
haldoes cora que se aura a Pernambuco, de que
sesta provincia olferece massa recrntavel.
Alguus enieadeni que a assemblea nao est au-
tonsado a prestar esses meios que o governo ge-
ral pede as provincias \^aasJ.^^S,l%ll' i O vapor inglez Paran, que hontem aqui aporto
semblea prov.ucial nao temo poder de decre ar des- d d* ^ f '^Tior da du la f;>usl0.
pezas para urna emergencta.qual a era que se acha, P lomi. p07a|,Uuiaco da praca de
o paiz; mas com quanto estas considerares acluaes Monlevidoaedrderrota dos paraguayos era no espirito do orador,elle assim naj entende des !e ^QiS0 y '
que se trata de ura objeclo de tanta RvWade,. A diffandii-se o conheciraento desles aconteci-
oesde que se trata de salvar o mi^^de JJ mentes gloriosos para as-armas do imperio pela
se trata de desalfroular o paiz. Cre que a despeza v sat.sfaco rebentaram espon-
nias para que se ha de est fazeado tammho alar-
que se fizer cora a marcha do corpo de pelicia pa
ra o sul, ser talvez aquella que menos censuras
dispertar por parte da pcpulaco. (Apoiados.)
O Sr. Dr. Aqlino Fonseca :Mis preciso sa
ber se estamos aulorisados a faze-lo.
O Sr. Cunha Teixeira entende-que, dante da
raagntude do ObjeOto de que se trata, a asserabla
Amanhaa ir pelo vapor Sania. Mana ontro par-
que, igualmente prompto, outros tantos caixoes de
armamento, munic5es e varios arlgos, tndo com o
mesmo deslino.
No dia 19 do corrente reunem-se os collegios
eletoraes para elelco de um senador pela provin-
cia do Rio de Janeiro.
- 11
No dia 22 do corrente se reun rao os collegios
eletoraes para a eleieo de um senador pela pro-
vincia do Rio de Janeiro.
chado, nao por falla de patriotismo daquelle
que o compoera, e sim por nao estar a sua_ testa
ura cidadao bastante prestimoso, um cidadao qne
atteuda mais ao amor da patria do que as suas
vantagens individuaos.
O orador v con
N*uma correspondencia de Corrientes, dirigida
Tribuna, de Buenos-Ayres, em dala de 21 de fe-
verero, lemos o que segu:
* O vapor Esmeralda fez urna viagera ale Hu-
roayt, no domingo, e regressou na segunda-feira.
Levava urna pequea carga de azeite e espingardas
para o Paraguay. Muilas pessoas aproveitaram esta
opportunldade para ver a afamada fortaleza de
Humayta, e dizem que contaram urnas 100 pecas
de artilhana,algumas de Armstrong: que ha obra
de 10,000 homens.a maior parte recrutas, vestidos
de blusas encarnadas, caigas brancas e kep en-
carnado e preto; andara descalcos. Os offlciaes an-
dara muito bem vestidos a' ingleza: urnas 1,000
mulheres acompanham seus maridos, paise irmaos.
Todos os sabbados e domingos ha bailes obrgato-
rios para homens e mulheres. Poderam os viajan-
tes chegar at ao acampamento das mulheres, mas
nao as bateras.
Ao passar o vapor por diante das tortiDcacoes,
todos os arlneiros estavam de morroes acesos, o
que nao deixou de causar ura bom susto.
Dizero mais os passageiros que os offlciaes e as
mulberes os trataran) com muita amabilidad*,
quando assistiram ao baile dos prlmeirw, para o
qual foram convidados pelo coronel Hermosa. Ha
muita vigilancia e ninguera dava um passo sem se
ver seguido de individuos que a titulo de curiosos,
espreitavam todos os moviraentos, e loraavam sen-
tido as palavras, nao provando tudo issoseno
urna cega obediencia ao presidente da republica.era
cumprimento de cujas ordens obram estes Infelizes
chamados soldados. Em quanto ao enthusiasmo,
simplesmente o da humKhae.o o qoe se v no Hu-
mayta', de qoe Unto blazonao Semanario.
Dizem mais quo nao ha um s estrangeiro no
desembarque com a ordem possivel. Armado um _
grande barraco na praia, e mais algumas peque- de do patriotismo cusa de tantas lagrimas do deve-sejnlgar autorisada a assim proceder,
as barracas, foram os passageiros recolhidos a p0VO ? Pensara alguns que o corpo de polica nao mar
ellas, mas infelizmente choveu sem cs^ar desde o o patriotismo nao precisa das roupagensda raen-, chara, apezar das vantagens que se Ihe busca con-
momento d naufragio at a occasio do embarque ira, o palrelisrao deve mostrarse tal qual i ceder. O orador raanifesta-se contra esta opiniao,
para esta cidade. O Sr. Buarque : -At agora o nobre deputado s e acredita que, se o corpo de polica nao tem mar-
t Hoove desgosto na maior parte dos passagei- tem ura Tacto,
ros nacionaes e portuguezes por causa da alimenta-'' o Sn. Cu.nha Teixeira diz que pode citar outros.
cao. O orador passa a fallar da corapauhia do apren-
t O vapor, que a principio nao faziaagna, era dizes menores, diz que um grande numero delles se
virtnde dos grandes tombos que levava sobre o pe- foi offerecerporilusoapresidenciadaprovinciaaflm
dregulho ende encalhra, ja" fazia bastante, e snp- de marchar para os campos do sul. Infelizmente
pde-se que com muita difflculdade podera' ser entre estes menores achavam-se individuos de lia
salvo. la annos. pessoas por tanto que bem poucos servi-
t O Bearn conduzia para Pernambuco cerca de qS podero prestar na amergencia era que nos
1,000 contos em dinheiro, que estao depositados no acharaos.
banco inglez. i Entretanto, como era preciso apparecer o alardo
Dizera-nos que esta' de todo perdido o casco 0 patriotismo conseguido dos aprendizes menores
deste bello vapor. Esta' adornado tendo urna das. p0r um funecionario, a quem-se quiz aprsenlas pe-
machinas cheia d'agua, ; rante a opnio publica, como digno de eucoraios
t A carga deve estar muito avariada. Salva- f0 aceito o oflerecmento.
ram-se, porm, quasi todos os vveres, que eram j Mais tarde comegaram a apparecer reclamacoes
em grande quanlidade. dos tutores, dos pas e mais dos referidos menores
Antehontem a' noite chegaram as bagagens e at do juiz de orphos. O propro orador levo
dos passageiros do Bearn, com pequeas perdase' occasio, de fazer um requerimento em no-
nouco avariadas me de um desses menores para que nao tosse acei-
O paquete Bearn trazia 207 passageiros e 116 to esse ofl-recimenlo por quanto era elle o ultimo
homens de trpolacao. Aquelles estao espalhados( arrimo de sua mai.
pelos diversos hteis desta cidade, a'excepcaode Foi necessano segundo e terceiro requerimento
dous acadmicos que iam para Pernambuco, e que para o Sr. presidente dar o seu despacho,
se internaram por Vaienca. (Ha alguns apartes.) ,,..
t O agente d passagem no paquete inglez a to- [ O Sr. Cunha Teixeira :O orador declara que
dos aquellos, para os quaes houver lugar. Ha, po-: nesta questo de aprendizes menores tem pala-
rm, passageiros do Rio da Prata, que. tomaram vras de censura, e censura bem cabida ao prest
oassaKem por sua conta para nao se arriscarem a eente da provincia e se o chamara para esse ierre
S.ar *, I no, declara francamente que esta prompto a fazer
! censuras aquelles actos que a merecerem ;
t Consta-nos que, apezar de considerado intelra- declarando mais que nenbuma coodanca Ihe incre-
mente perdido, e das grandes pancadas que cons- ce o presidente da provincia, pois ura presidente
lantemente leva, com o fluxo da mar, desde o dia gue pratica o que o actual pralicou eom esta as-
em que encalhon, o paquete Barn ainda esta' com sembla, nao pode de formar alguma iusprar con-
toda a mastreaQio I Tambem dzem-nos qne a ca- flanea.
mar ainda esia' perfeita, nao tendo sido ainda in- Mas esta falta de confianca nunca levar o ora-
vadidos pela agna seis magnficos quadros que ha dor a negar justica a quem tiver; nos actos em
na sala de jantar, de custo talvez de 1,000 a 1,500 flUe o presidente da provincia for digno do apoio,
teos de todos os pontos, subindo logo aos ares
grande porco de foguetes, repicando os sinos de
_ ; varios templos, embandeirando-se quasi todos os
"; navios surtos no porto, salvando a fortaleza do
Brum com 21 tiros, interrompend)-se os trabalhos
de repartieoes publicas, fechndose osestabeleci-
inentos coinmerciaes de pequeo e grosso trato.
.' e finalmente percorrendo as ras a ban-lade msi-
ca marcial dos menores do arsenal de marinha, se-
guida de numeroso concurso de povo de todas as
classes, que levava ante si o estandarte bra.ileiro,
a que de continuo votoriava-se por plireoetica ex-
ploso de patriotismo.
Esta mesma banda de msica, era seu passeio
festival, foi ao pago do corpo lesislaiivo que func-
cionava; eah fazendo soar o hyinno uacioual em
*, .. Ho preseucados membros desse corp'o, ijtieoccupavam
stantemente no expedente do ^Staa. alcaram estes varios viras ao uu
pie ha
governo serem aceites pff?recenJ"JeJ"* P0' deubaroMCHMtotewiteiro; e em seguida
soldadas do corpo de polica, afta de marcharein wtum moi.rxo parva encerrarera-se os irabalhos.
para o sul sera as vantagens que ora se busca
dar-lhes: o que significa isto t Qoe ha bastante
patriotismo no corpo, que Independenle de vanta-
gens os soldados mostram desejos de partir. E se
assim fazem aquelles que bem poucas vantagens
percebem dos ctfres provinciaes, porque razao o
commandante do corpo, aqnelle que mais vanta-
gens aufere, ha de mostrar por assim dizer tanto
indifferentir-mo ?
O orador er que essa obstinacao da parle do
coraraaudante nao ser um embarago para o corpo
sembla auto-
levaotando-se a sesso para logo.
Esses irraos italianos que tocam amhulanle-
raente varios instrumentos, apreseoterara-se por-
ta da secretaria da polica, e tocaram o hymno bra-
sileiro por enlre os applausos do povo que os cer-
ca va, enlevado as harmonas dessa peca de inspi-
raeio patritica, que desperta lodosos senlimentos
por mais adormeoiados que elles estejam.
As 6 horas da tarde na freguezia de S. Fr. Pe-
dro Gongalves teve lugar urr T celebrar por varios cidados d'alli era acgfto.de
nao marchar, e entende que se a asseiumea, amo- ToJo Poderoso pelo nwmo- motivo cima
rsar o corpo de polica a marchar c o seu com- ... Z.,..-... ------..,,_
mandaDte.aHo haver motivo justo, nao quizer
faze-lo, este facto deve ser tomado na devida con--reCBbd Compareceram os Exms. Srs. presidente
siderago pelo presidente da provincia. commandante das armas, Ur. chefe i polica e
O orador condue declarando prestar o seu voto
ao artigo em dscusso.
Humayta". Bjeve estar' concluido um telegrapho
desde Assumpcao at alli, pois ja eneja a 35 legoas j preliminares da obra do ent-anamoato do
de distancia da capital. Ifaf.
trancos cada ara.
t Ha, porm grande e insupportavel fedor,_pro-
veniente, segundo se supp5e, da fermenU$ao do
caf e dos couros seceos.
c Ouvimos quo brevemente se pora' em leilao
esse navio com tudo qoanto Ihe restar.
t O (toverno da provincia fretou hontem por...
10:0005000 dous vapores da Companlita Bahtana,
o Santa Cruz o Goncalve Martins, para condu-
zrera para o Ri > de Janeiro o prlmeiro corpo de
voluntarios, a companhia de zuavos, os voluntarios
e mais pracas de Sergipe, e, segundo nos consta,
os restos dos batalhfies de tropa de linha, forman-
do todo mil pracas pouco mais ou menos.
Sahiram para Pernambuco : a 2%, a sumaca
Otlhermtna; a 26, a barca franceza Maunce; a
5 a barca iWo de Janeiro; e a 9, o patache Poly-
pena.
Otwgaram, procedentes de Pemamboco: a.
27, o pataeho inglez Cartnettta,com 11 das; a 28,
a barca Invencivel, com 12; e a 4, o patacho Tu-
pa, com 13.
O cambio sobre Londres regulara 2'i 3|i, 23
7|8, 26, 6 li8 e 2 114 d : sobre Paris 365 a 37.0
rs.; sobre Hamburgo 687 a 693 rs.; e sobre Por-
tugal 109 a 112 OpO
Sbroipr.L-se no Correio Setgtpenst:
A assemblea provincial elegeu presidente o
vigario Jos Goncalves Birros, e vice-presidente
o Dr. Francisco Jos da Silva Freir.
Tinha chegado o engenheiro encarregado dos
rio Pi-
sera o'orador o priraeiro a da-lo; naquelles em
que for digno de louvores, ser o prmeiro lece-los
nesla assemblea; mas tambem naquelles era que
for digno de censura, saber ven er todos os obs-
tculos para fazer-lhe opposgao. E' assim que o
oraor compreheude o dever de deputado, assim
que est disposto a desuinpenlia lo.
Tendo de concluir, o orador faz votos para que p-
paregara fazendo mas sabias medidas tendentes a
augmentar o nnmero de voluntarios, porque nao
com nomeages como a que-se acaba de fazer para
o commando do corpo que o presidente da provin-
cia ha de conseguir grande^numero de volun-
tar ios.
O orador refere-se a nomeagio do commandante
para o corpa de voluntarios, noraegao que tanto
clamor tem despertado, e declara francamente
qu s eslivesse dlsposto a ser voluntario, sob a d-
reoeao de um lal oaimandante, nao se offereceria.
Chama o orador lioataiente a atteogo do presi-
dente da provincia para os pontos de que acaba de
tratar, pedindo-lhe que se digne do langar suas vis-
tas sobre os abusos que era nome da patria se estn
dando, alim de que a popnlaco pobre nao seja de-
simada, como tem sido, por essa forma arbitraria,
a fim de que aquelles que quizerem pratlcar actos
de patriotismo, pratiquera-os cam sacrilcto pro-
prio, e nao a cusa de o-jlrem.
Bsseluxo de pairotismo entende oeradorqne
do |aproveita a patria; contra ossa ostengao
a cusa dos menos favorecidos, da fortuna
qoe o orafior nao pode deixar de protestar e o
Vem a mesa e apoiada a seguin'.e emenda:
t Accrescente se:neste caso o mesmo corpo
ser considerado em cornmisso ou diligencia ex-
traordinariaAlbuquerque Mello.
O Sr Jos Mara pede-a palavra e justifica a
sua emenda.
O Sr. Nabor fundamenta e manda mesa a se-
grate emenda.
Depois da palavra autorisJda diga-se : a di-
vidir o corpo de polica em duas secges volantes,
perrailtindo que urna dellas va tomar parle na
guerra actual, considerada como em cornmisso
extraordinaria, e fleando desde
actual secgo volante.
O Sn. Araujo Barros justinca a emenda apo-
sentada pela cominiss especial, e impugua a offe-
recda pelo Sr. Nabor.
Este uliimo senhor loma de novo a palavra, e
sustenta a sua emenda.
Kocerradaa ihscusso e procedendo-se votat-
go, approvado o artigo Io o a seguinte emenda
da cornmisso especial.
Ao ao artigo 1" aterescente-se o seguinte i
elevaodo-se desde j a JIJO vragas, as quaes rao
a organisagao da actoaTsesso volante e o. mesmo
uniforme.
Entra finalmente em discussao o artigo. 2.
O Su. Josa Mara observa que, tratando o arti-
go 2? da creagio de um corpo provisorio, como
se entendeu sempre que na decretago
policial pode haver discussao polttteay
t corarnannaoie uas armas,
muilas pessoas gradas daquella e das ouiras fre-
guezias desta cidade.
A noute a cidade illuminou-se, eom differentes
esiages publicas cvis e militares vam-se illumi-
nages, que agradavara a vista pelo arranjo e bello
elleito.
As roas foram percorridas por varias msicas
marciaes at alta noite;. batalboes patriticos cora-
poslos de pessoas de todas as gerarcOias inundavam
as mesmas ras, levaado a sua freale o estandarte
glorioso que fluctuoa nos muros de Paysandii e
Montevideo, como um. preludio da victoria que de-
ve aJeangar da barbaria do Paraguay.
Alm di.lo, ondas de povo se agilavara em todos
desde logo extracta a | os sentidos, e asskn forraavam ocraadro mais sor-
prendente de patritico enthusiasmo que se tradu-
za de tudo, dessss milhares de vivas, desse pulsar
ardente do nobaes coragdes que alli se casavam
i'um s pensamenlo o amor patrio.
O vapor brasileiro Puruwi devia sahir da
corte no dia l do corrente, para os porto do
norte.
A' bordo, do vapor ingiez Paran segnem
para a Europa lf;> passageiros, ssiwlo 77 para Sou-
ihaiupton e 78- para Lisboa, entre os quaes vo o
general Juan Sa eosr. Sm Reys, de quera es-
creve o Diario do Bodt Janeiro o segu ule :
< Saguem para a Europa a deseancar das glo-
riosas todigas da guerra coaira o Brasil.
Juan Sa e um dos mais sannurauios cau-
dilhos Mancos, o autor d i celebre c.rniticiua de
ta forga i S. Joao. em quo soasw^aoou o governador Abe-
porque o j raslain, e se violanua ftltus junto aos cadveres
maior.on monor numero delta depende de mais ou j dos paes.
menos cenfianga depositada do presidente da pro- Juan Saa, por antonomasia Launa secca, pre-
vwcia, vai oerecer um requerimento conside- valescendo-se ds vantagens d> convenio, vai a
ragao da casa para evitar que o prejeCto tenha de- Europa mostrar mils uraa deseas Jeras hunuDas,
longas. quando todos esto cenoordes na sua Idea cuja irapunidade ura* naJoa para
a sociedade
capital.
Vem mesa e apoiado seguinte requwi-
menlo :
Requeiro que seja retirado da discussao o ar-
tigo 2 para ser tomada em considerago em pro-
jacto separado, ou quando se tiver de iivar a forga
policial. S. RAlbuquerque Mello, d
O Sr. Cunha Tkjxehia pela ordem, observa que
a hora osla ranilo adtatttata, qw ser mais ton-
oderna. .
- Eslava na Bahia o vapor de guerra S. Fran-
cisco do volta oe Ahgoas, onde fora recebar a tro-
pa que alH havia.
De Montevideo escreveram ao Jornal-da ahta
em data de 2i do prxima passado, o seguinte :
< A pequea distancia de Montevideo esta em
urna eminencia mui bem fortificada anfortaleza do
Sjrro, Diiem-B que oa Nancos, que a guarne'


Mario de Peraambuco ... ftabbado 18 de Marca de ftSttd.
ciam. quando lhe foi intimada ordera para eva-
caa-la em virtude do tratado de paz, recusaran),
resultando d'ahi om combale contra as Torcas ai-
liadas, que os repelliram, apoderando-se da forta-
leza. >
Oulra carta da mesma data diz-nos:
a esquadra vai sabir brevemente para
boceas a flxar o bloqneio do Paraguay.
Gomes, W. Thomas W., Arnobio I. P. d'Albuquer-
que, Aotonio Medronho, J S. Valentim.
Seguem para Europa:
Amedeu Schaffter e sua senhora, Francisco Jos
Goncalves da S.lva, Jos Francisco de Andrade J-
nior, Joao Antonio da silva, Manoel Jos da Silva
Maia, Paulo Pereira da Silva, Jos Rodrigues de
Araujo Porto Jnior, Luiz Jaquinot, Alvaro Augus-
aZ..u tr toeSdTeao Paraguiyo a iYacio. to de Almeida, Joao Fortunato Soaredra, Pedro D.
tM n ?r CU 08ea'Dte' 1ue dino i le-' de Oliveira, James Eustace, Joao Rodrigues de Oli-
Tres
tura publica
Uizem que os emigrados paraguayos tratara
de formar um exercito, para pela sua pane cor-
correrem para a queda do brbaro tyranno.
Ao sabemos onde se levantara "este exercito,
se em territorio oriental, oa as fronteiras do Bra-
sil, porm podemos assegurar que am pensa-
ment pelo qualse trabalha activamente.
A guerra pela liberdade do desgranado povo
paraguayo nao s popular entre os proscriptos
daquelle pan, mas tambem em todo o Rio da Pra-
U, como esUmos certos, nella toraaro parte to-
das as nacionalidades do mundo.
t Seberaes que muilos emigrados paraguayos
dispoem-se para alistarse as flleiras do exercito
brasileiro, que val deitar baixo o brbaro despo-
tismo de Lpez. Os voluntarios paraguayos me-
recem mil felicitaces.
. ~ R* c*rt dirigem a seguiste carta em data
e 10 do corrente ao Jemal da Gala :
Chegou no da 3 a noticia d capitulaco de
Montevideo. Dos documentos publicados, conhe-
ce-se qne a paz nao podia ser mais honroza para
o Brasil.
* Os palacios imperiaes, os quarleis, as repart-
cues publicas, as casas dos ministros& eidade em
peso embandeirou-se e llluminou-se como por en-
cauto, e no da 4 o Diario Oficial, dando noticia
de que a convenco ora honroza e qu o governo
aprovavaa, annunciava ao mundo a demisso
afroulozido inlelhgente diplmala o Sr. conselhei-
ro Poranhos, demisso dada no mesmo dia em qne
chegou a noticia I I I
Esta demisso assombrou o commercio, as-
sombrou a populacao sensata de um e outro cre-
dj, mas a descoufianca assim atirada pelo governo
contra o consumado diplmala toi gauhando vul-
to, e o Sr.consellieiro Paranhos seria desfeitiado
se se achasse na corte.
t Que papel triste fazemos perante as naedes da
Europa civilisada ? I
O commercio nacional e estrangeiro tem pro-
testado enrgicamente contra a alTronta que o go-
verno quiz atirar ao Ilustre b>lnauo ; o Mercantil
e o Jornal do Commercio tem viudo cheios de ar-
tigos em defeza da illustre victima. Recommendo-
Ihe os artigos do Jornal do Commercio do dia e
10 asignados por Kpaminondas : sao da penua de
um dos nossos mais uotaveis estadistas, e diguos
de transcripcao.
t A reaco vai apparecendo em favor do nosso
exdiploniata, e cresee de hora em hora depois das
noticias vindas do Rio Grande, dos festejos que se
tlzeram, e a maneira por que foi victonado o uoso
enviado.
t Ora, se Flores, reconherido na convenco com
Villalba, chefe supremo da Repblica, se compro-
metieu por notas trocadas com o nosso enviado a
dar ao Brasil todas as satisacoes pedidas no ulti-
mtum Saraiva ; se nao se negava a qualquer ou-
lra estipulaco razoavel; seoart. 2- da convenco
p5c (ora da amnyslla os assassinos e castradores,
e os sugeila aos julgamentos dos tribunaes, o que
mais quera o Brasil, digo mal, o que mais quera
o governo que flzesse o talentoso Sr. Paranhos T
A resposta fcil quena que o adversario pol-
tico nao viesse coberlo d.? louros fazer-lhe sombra !
Esta questo ha de dar d-; si, e ns ser para
estranhar se o paquete que sahir a viole e tantos
levar a noticia de urna nova organisaco ministe-
rial, pos que se falla muito nella.
A audiencia do juizo de paz da freguezia de
Santo Antonio que devia ter tido lugar honlera
(17) boje s mesmas horas e lugar do eestume,
em consequencia do rigosijo da tomada de Monte
video.
velra Santos, Bento Jos usteves Das, Joaquim
Ribeiro da Costa Salgado, Joaquim Fernandes da
Silva Campos, Marcelllno Jeronymo de Azevedo,
Daniel Tavares Colho, Antonio Fernandes de Aze-
vedo, Narciso Jos Machado, Manoel da Silva Maia
Juuior, Braz Antonio Florentino, Miguel M. de Bra-
ga, Joaquim Lopes Machado, Mary Anne Patchetl 1
fllha menor e 1 criada, Augusto Ferreira Pinto, J.
I. Loppicher.
Passageiros do brigue-escuna brasileiro Aguia,
sabido para o Rio de Janeire : Antonio Alves da
Silva, Francisco Robinson, e 2 escravos a en-
tregar.
Casa de detencao.Movimento da casa de
delenco do dia 16 de marco de 1865. Existiam :
presos358, entraram U.sahiram 18, exislem 35i;
a saber: nacionaes 275, estrangeiros 20, mulhers
2 ; estrangeiras 2, escravos 49; escravas 6.To-
tal 354.
Alimentados a cusa dos cofres pblicos 151.
Movimento da enfermara do dia 18 demarco de
1865.
Tiveram baixa : Belarmino Baptista Alves de
Calvalho, rheumatismo; Joao escravo, sent. inter-
mitente
Cehiterio publico.-Obituario do dia 16 de
margo de 1865.
Julia Augusta Galvo, Pernambuco, 23 annos, sol-
teira, Sanio Antonio; pthysica pulmonar.
Alfredo, Pernambuco, 3 annos, Santo Antonio ; es-
pasmo.
Mara. Pernambuco, 9 mezes, eidade de Oliuda;
S. Joao, 8 de fevereiro.
L-se no PubUcador de 17 de Janeiro o seguinte:
Appareceu na villa de S. Joao nm moco qne diz
chamar-se Joaquim Gomes da Cunha Beltro-ser
lilho de Pernambuco, e bacbarel formado era di*
reito, procedendo de tal maneira que foi chamado
pelo subdelegado assignar termo de bem viver, e
recelndose que fossecriminoso etc. etc.
E desta maneira que pretenden) meus iminigos
acobertar seus criraes, faltando miseravelraente
verdade.
J estou estabelecido aqu ha dous annos, com
escriptono de advogacia tenbo estado constante-
mente nos tribunaes como advogado ; sou juiz de
fado aqui, qualitlcado no anno de 1863, exerc o
anno passado por algum lempo o cargo da promo-
tor publico interino, e funccionei durante toda a
sessao do jury, fui tambem curador geral de or-
phos aqui, paguei aqui o anno passado direitos
de escriptorio e laxa de escravos ; o propno pro-
motor publico e juiz de dlreilo interino foram meus
contemporneos de estudo, etc. etc Mostrada at
a falsidade a calumnia das palavras appareceu,
e parecendo ser criminoso ; por que, quem parece
ser criminoso nao est dous annos em>um lugar
advogando, e oceupando cargos pblicos; donde se
v que as prisoes feitas em minha pessoa e de meu
escravo foram calculadas e premeditadas, tanto as-
sim que no da 2 de Janeiro Amaro protestou em
miaba porta efTectoa-la, se nao me retirasse do lu-
gar, ja tendo antes ameacado prenderme; e no da
6 mandn por duas vezes soldados prender-me.
Diz o calumniador procedendo de tal modo,
mas nao declara o modo, por que Dos louvado o
calumniador nada acha em mira que allegar para
justificar o seu procedimenlo negro. .
Fui chamado assignar termo de "bem viver,
nao pelo subdelegado, como diz o Publicalor, mas
calumniosamente, por um acadmico de nome Do-
mingo da Costa Ramos Filho, por quanto, tendo o
| tal acadmico feito a petico, e mandanuo despa-
char em irez de Janeiro, at hoje 8 de fevereiro,
C0MMUNIC1D0S.
convulsdes. i anda nao provou o quo allegou, nao obstante i
Mafia, Pernambuco, 1 dia Recjfe, eicrava; asphi- ,er eo requerido que fosse citado o acadmico para
, *,a- ; Pryar, e apresentar em audiencia o befe, ou che-
Luiza, Pernambuco, 6 mezes, Poco; denles. fes de familias, quem tivesse eu fallado com o
Manoel, Pernambuco, 9 mezes, Boa-Vista; febre menor respeilo.
perniciosa. Donde v o publico que esse acadmico um in-
fame calumniador, e que os Illms. e Exms. Srs.
lentes das faculdades de direlto do imperio devem
lomar nota do procedimenlo desse acadmico, que
ludo e real; pois nao possivel que um hornera
que tem praticado a sene de actos desde noite de
O autor do communicado publicado a 3 do cor- natal ate 6 de Janeiro, alm de muilos outros se
rente neste Diario, sob a lrma-P. P.ou foi vic- j habilite para dirigir os deslinos do paiz.
tima de algum embusleiro, ou calculadamente e Desafio a qualquer miseravel mimigo a paten-
lalvez por habito, faltou a verdade, quaodo, pre- (lear nimba vida, e meus actos quer pblicos, quer
tendendo ensinuar a presidencia da provincia po- particulares, por que Dos louvado alada nao com-
linca tacanha, proeurou demonstrar a torca doran- metti aqu, e em qualquer parte, factos que me
cor e repugnante exclusivismo do alguns lberaes dcsabonem : entretanto que meus ioimigos nao po-
de sua escola com o fado de se nao haver effeciua-. dem dizer o mesmo.
do a creaco da guarda civica nesta eidade. j Queiram, senhores redactores, dar publicidade
A reunio para esse lim convocada, sem cor de estas toscas linhas, que muito agradecer,
poltica algum*, nao leve lugar no dia designado, Juaquim Gomes da Cunha Beltro.
que foi o da 26 do inez prximo lindo, por que
lendo-se feito o convite para as 10 horas do referi-'
(acmenlo com os soldados esto aqu, mais para
ajudar o subdelegado seu irmao, e mais alguem de
sua familia a commettor disturbios, do que para
garanta e tranquilidade puJjlica.
Roga-se ao governo geral se digne mandar in-
conlinenti para essa comarca um juiz de direlto
Ilustrado, probo, intelligente e severo, capaz de
fazer observar a lei e os direitos do cidado, e pu-
nir os criminoso!:.
Joaquim Gomes da Cunha Beltro.
Agua florida de llorray e
I.uuiuan.
A ntroducco deste saudavel e dolicadissimo
perrume ineviiavelmenle deve fazer com que essas
mil e urna aguas a espirilos de chairo, compostos
principalmente de leos essenciaes fortes e d urna
qualidade impura, se transforraem n'uma verda-
delra droga nos mercados.
A' viole annos esta parte, ella tomou o lugar
de todos os extractse essencias europeas nos mer-
cados do Sul, como as Antlhas, suppriraindo to-
das as duTereotes qualidades dessas chamadas
hau de Cologne.
O seu deleilavel aroma tem urna approximaco
mais estrena e anloga respiraco delicada das
verdadeiras fl ires.do queaquelle de rienhum outro
artigo em uso para a mesa do toucador.
Usada como urna lavagem ou eoxagoamento da
bocea, ella igualmente neutralisa e faz desappare-
cer o mao gosto e ha ico causado pelo fumo do cha-
ruto, melhorando jjt condico e estado dos denles
e ge ng i vas.
Visto, existirem por loda a parte imitacoes frau-
dulentas, as qnaes do forma alguma po tas qualidades, preciso, poi, se faz que haja toda a
cautela na sua compra, tomando-se sentido que os
nomes de Murray e Linman se achem inscriptos
sob cada envoltorio, letreiroou garrafa, pois que na
falla dos msenos nenhuma verdadeira.
COMMEICIO.
Hoje se exlrabir a parle da lotera de
Nona Senhora do Amparo de Oliuda (9*), sendo
o niaior premio 6:000O0.
Par um aviso do governo se ordenou que a
memoria histrica do anno acadmico da Faculda-
.de fosse remedida para a corle, afim de ser all
jmpressa, lendo-o :-Mo sempre aqui.
I'ara nao sermos privados de termos logo esse
impoitante documento publico, escripto pelo Sr.
conselheiro Jos Bento da Cunha e Figueiredo. pu-
blicamo la gratuitamente na 8* pagina, p.\ra a qual
chamamos a attencao dos nossos leilores.
Era commemoracao da rendicao da praca de
Monleviio, d hoje o diguo empresario do Santa
Isabel um espectculo extraordinario.
O drama os Mtseraveis, sendo precedido do
hymno nacional e do entreacto Os Voluntarios da
Patria, e da cancao popular compo las filho, com dedicagao aos bravos do exercito bra-
sileiro de mar e trra, e especialmente aquelles
dignos Olhos da Ierra da Santa Cruz.
De Olinda communicam-nos o seguinte :
O estado calamitoso de Olinda a respeilo d'a-
goa e (de ludo) reclama prompta providencia de
quem quer que competir. Todos sabem da misr-
rima siluaco desta eidade, onde s mercadeja
agoa com usura, a proporcao que os ardores do
sol vao-se tornando peiores ; a populacao pobre ha
muito que s bebe agoa salobra por que a doce,
se se pode assim dizer, que se vende em cargas, ha
um tal monopolio que s os ricos ou os que tem
mais algum vintem sao os que a bebem.
O caso este : agglomeram-se os agoadeiros
as princlpaes ras deixando o resto do povo esta-
lando ; alm disto \o preferencia aos que tornara
carga nleira, de mrnera que aquelles que s p
dem tomar um ou dus-baldezinhos nao alcancam,
e morra-se de sede I Ha familias que passam qua-
tro e cinco das s bebendo agoa de gasto a usu-
ra tal que um canequinho de um e meio palmo
de altura e um de dimetro sao tres vintens. Um
ou outro agoadeiro menos refractario candade
que o cede a 40 rs. o baldezinho.
Se nao houver una medida contra eSse flagello,
lera a medicina de registrar em seu cathalogo pa-
thologico mais urna enfermidade ou resultante da
seqoidio de entranlias humanas, ou do uso de be-
bidas de agoas impuras.
t Os Pobres de Olinda.
N. B.Nao satisfeitos anda os meus rancorosos e
gratuitos inimigos com o que tem feito, uretandem
do da, na casa da cmara, succtdeu que grande | me fazer calar com ameaca de ser julg ida a fianca
numero de pessoas interessadas na reunio se! quebrada, como dizem ; erafim, parece que nao
achasse at as tres horas da tarde occopadas cora cessam em macr'
a organisaco da junta revisora da qualilkaco dos eu desoecupar o
votantes desta freguezia, para cnto adiada. Por .--------
Moto banco de Pernam-
buco.
O banco paga o 14* dividendo na razao e
por accao.
Novo banco de Pernambuco.
O banco desconta letras na presente semana a
12 por cento ao anno at o prazo de seis nieze e
toma dinheiro a juros a praso nunca menor da
tres mezes.
.klfandega
fSS?! 4I* *lfi....... 461:1084193
dem do du 17............... 10-77QMI
xada na porta da igreja matriz da respectiva fre-
guezia a lista dos guardas naclonaes do batallio
de adunara, que foram designados para fazer
parte dos corpos destacados para o servco da gaer-
ra, mandados crear pelo decreto n. 3583 de 21 de
Janeiro do corrente anno : assim como tambera
faz constar que o mesmo conselho se reunir nos
das 20, 21 e 22 deste mez para receber as recla-
rraces que tiverem apresentar aquelles que em
dita lista se acham contemplados.
Sala do conseibo 14 de marco de 1865-
Joaquim Jos Silveira,
Tenente-coronel presidente.
Manoel Nascimenta de Araujo,
Capito.
Jeronymo Emiliano de Miranda Castro,
Capiao-secntaro.
Jos Joaquim Lopes de Almeida,
Io leaente.
Manoel Osmundo da Cmara Pmentel,
2o lente.
Sania Casa da Misericordia do
Hecije
A Illnstrissima junta administrativa da Santa
Casa de Misericordia do Recife precisa contratar a
construeco de um caes junto a porta d'agoa do
viveiro da iiha do Nogueira, com 30 palmos de
extensao e 18 de altura, tendo a base 12 palmos
de grossura a morrer em 5 ; bem coma um al
de 15 palmos de largura ao lado de dito caes.
As pessoas que quizerem encarregar-se desta
obra podem dirigirse a esta secretaria afim de se
Ihes dar os esclarecimentos que julharem necessa-
rios, e oevem apresentar-se com suas propostas em
cartas fechadas na sala das sessoos da mesma jun-
ta, pelas 4 horas da tarde do dia 23 do corrente.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife. 17 de marco de 1865.
O esenvo,
F. A. Cavalcanli Cousseiro.
Aviso aos navegantes
Pela capitauia do porto de Pernambuco se faz
publico para coubecimento dos navegantes, que a
boia do extremo do sul do banco do mglez, que
hava sido laucada praia por Ihe haver arreben-
tado a araarraco, foi novamente colloeada.demar-
cando-lhe o pharol do pico aoO 1/2 N O, e a Or-
re do seminario de Olinda ao N 1/2 N O, rumos
magnticos, e em fundo de 5 bracas, exactamente
onde termina pelo sul o recife. que forma o ban-
co inglez. Capitana do porto de Pernambuco 4
de fevereiro de 1865.O secretario,
Deciode Aquno Fonseca.
Para Lisboa
pretende sahir era poneos das o patacho porluguez
Jareo por ter a maior parte da carga tratada, e pa-
ra o pouco quo Ihe falta trata se cem os consigna-
tarios Palmelra & Beltro, largo do Corpo Santo
n. 4, priraeiro andar.
Para V Rlo~de'4aneiro
pretende seguir com mula brevdade o brigue es-
cuna Joven Anhur, tem parle de seu eajregamon-
to engajado : para o' resto que Ihe falta trata se
com os seus consignatarios Antonio Luii de Oli-
veira Azevedo & C, no seu escriptorio roa da
Para o .Porto pela llha de S.
Miguel.
O vellero e bm conhecido brigue nacional A-
melta pretende seguir com muita brevdade tem
parte do seu carregaraento engajado, para o resto
quelhe falta e passagei.os, para os quaes tem ex-
celentes commodos : traase com os seus consig-
natarios A. Luiz de O. Azevedo & C. no seuescrip-
orio na ra da Cruz n. 1.
Para o Rio Grande do Sul segu em poucos
das o brigue brasileiro Prazeres, capito Jerony-
mo Jos Telles : recebe alguma carga a frete e a
bem coma um aterro tratar no escriptorio de Amorim Iraos, ra da
Cruz n. 3.
471.88U134
esta razao, pois, e mesmo por que o lim da guarda
civica era subsiituir a guarda nacional aqui desta-
cada, quando esta houvesse de receber sold e de
dar o seu contingente para a guerra, hypotheses
que ainda nao se tinha realisado, foi que ficou de-
morada a creaco da dita guarda
Para que esta se eomponha e sub.-llua a desta-
camentos de oilo ou dez pracas, sendo bastantes
40 ou 50 pessoas, ne se faz de tamaita necessi-
dade a coadjuvacao daquelles, que nao duvdam
fazer alarde pelos jornaes do mais odioso exclusi-
vismo, e que com o maior desplante at se poe era
almoeda, exgindo concessoes para ento prestarem
o seu auxilio ao governo as circumstancias em
que nos adiamos.
Nao foi verdadeiro quem affJrmou ao autor do
ou
cessam em machuar no que ho de fazer, afim de
becco.
ni i ii Q ni i
S. Joao, 21 de Janeiro.
Os direitos absolutes que o homem recebe da
na tureza se rednzem aos tres seguintes:segu -
ranea, liberdade e propriedades.
Estes direitos sempre foram e sero garantidos
por todos os jurisconsultos, porque sao as bases
dos dMitos sociaes, os quaes jamis podem ser
abalados.
A nossa constiluicao poltica reconheceo e res-
peitou esses direitos, como se v do artigo 179 e
seus paragraphos, e era pode deixar de ser as-
sim.
Portaoto, tendo a sodedade escolhido a sua for-
| ma de governo, e jurado urna constituco; funda-
t da naquelles principios, cuja constituigao e gover-
no sao sustentados pela sociedade, anda cornos
Hovlraentodaalfandega
volumesentradoscomfazendas... 140
I P.nm ii>ih ;j(j'j
com gneros..
Voluntessahidoscom fazendas.
com gneros ..
Para Lisboa.
Pretende seguir com rouita brevdade a barra
portugueza Henriqueta, tem parle de seu carrega-
mento prompto : para o resto trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
U, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Rio de Janeiro.
O brigue Trovador segu com brevdade e rece-
be alguma carga a frele e escraves : tratase com
os consignatarios Marques, Barros & C.
Para Lisboa
pretende seguir com toda a brevidade o patacho,
portuguez Flor de Mana por ter a maior parte da
carga prompta : para o resto e passageiros trata-
se com o consignatario T. de Aquino Fonseca J-
nior, na travessa da Madre de Deo n. 5, primeiro
andar.
s
Tiicvmo
-----505
24
343
-----367
communicado que os lberaes daqui, ou alguns; ""'ores sacrificios, parece qne todo o lira desse
delles, responJeram aos iniciadores dessa idea que fioverno deve ser cuidar da manuteoco, da segu-
tudo faziam por si e nada com elles. D'entre os li- < ranea, do pregresso e tranquilidade dos direitos so
beraes convidados alguns apploudiram a idea, e
promelteram a ua coadjuvago, mesmo quaudo
nao podessem comparecer i reunio ; assim o li-
zeram os Srs. Joo da Costa Ribeiro e Souza e ca-
pito Ignacio Xavier Carneiro de Albuquerque ;
outros como os Drs. Fabrcio Gomes de Andrade
Lima e tose Jeronymo Pacheco de Albuquerque
Maranho approvaram a dea >em calor, mas nao
a repelliram, e s o Dr. Jos Igoacio de
ciaes, o que nada menos importa do que serescru
puloso as nomeaces dos seus agentes, e nunca
deixar-se levor por intormaees de certos polticos
que s tem por lira usurpar os direitos sociaes, ur-
dir vraganeas, dar expansoa seu genio, e de suas
familias, etc. etc.
Ilaja vista o papel triste e abominavel que tem
feito ne?ta villa o subdelegado 1- sapplonle, Amaro
Andrade J* 'la Ram3, seu irmo, o acadmico Domingos
i convite "a Cosa Ramos Filho, e dizem queestumados por
Desarregam no da 17 de marco de 1865.
ungue inglezBeltow Creslmercaduras.
Barca mgleza/. O.dem.
Barca iogleza Seraphmaidem.
Lugre ioglezLacinia diversos gneros.
Brigue portuguez -Constante //idem.
Galera inglezaHermionecarvo e ierro.
Bares inglesa-iroii Gem -objectos para a estrada.
Bnguo inglez Carrie-idem
Baroa ingleza/). Marta -carvo.
Brigue inglezElizia-idem.
Patacho inglezf/ndaunl-idem.
Hecebedorla de rendas nter-
nasgeraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 16........ 32-221^997
dem do dia 17................. 493J412
32715*409
Consulado provincial.
Rendimento do da 1 a 16....... 55:648i877
dea do dia 17............... 1:758*915
EMPREZA-COIMBRA
Recita extraordinaria em regosijo
ao tnumplio hrasileii o alijan -
cauo em liontoideo."
HOJE
Sabbado 18 de margo de 1856
vExm. Sr. presidente da provincia abrillanta-
ra com a sua presenga o espectculo que ser dis-
tribuido da maneira seguinte :
A orcheslra executar o
HYMNO N4CI0M
depois do qual ser represen:ado o patritico en-
tre-acto
LEIIOES.
Lcilo de
batatas e ceblas
HOJE
57:407^7
Lima simplesmeoto deixou de responder ao convite ua VjU!'.'a nai"os runo, e uizem queestumados por
que por carta se ihe fez. ?eu I13' Domingos da Costa Ramos e outros de sua
Se alguem usou dessa linguagem inserta no 'amilia. l>orque estiveram reunidos em caso do
communicado, nao o fez por certo para com os ni- I'ron.Kior publico, no ultimo dia dos ataques ; sen-
dadores da idea, a qual poder ou uo ser reilisa-1 do anda ni ais para sentir que as honras e os krios
da, independente do apoio de quem quer que por mi"lares fossem-lo vilmente vilipendiados, pres-
demasiada faluidade se suppunha ainda necessario ^d? sua frca suas baionetas para satisfayo de
nesta ierra. caprichos miseraveis e mesquinhos.
MOYIMEWTO 90 PORTO
Os que indirectamente excitam por ahi algures o
povo a nova maribondada, para evitar o recruta-
mento, tratando assim de crear difflculdades na
comarca, que procurem por esse e outros meios
iguaes fazem necessario o seu chamado as sospi
J sabe o publico que esse subdelegado Amaro
da Costa Ramos, com sua familia da Ponta da Ser-
ra, despeitado contra o abaixo assignado, por-
que por mais de urna vez tem cahido debaixo
de sua garra, tirou-se dos seus cuidados para exi-
JfMM entrado no dia 17.
Rio de Janeiro e Bahia- 6 das, vapor inglez fa-
rana, de t, 129 toneladas, commandante T A
Bens, equipagem 130.
Navios sahidos no mesmo dia.
Rio de Janeiro Brigue escuna brasilei ro Amia
capito Domingos Tregua, carga assucar.
Southampton e partos intermedios Vapor inglez
Paran, commandante T. A. Beris.
Obserraco.
Suspendeu da laraaro para Buenos-Ayres por
Montevideo a barca belga Meteore, capito Haack
com a mesma oarga.
DECLAfiACES.
radas po.-goes QfJkiaes ; os que se orgulham de di- 6ir"lne passaporle, para raarcar-lhe urna hora para
zer que fra Nazarelh o berco da revolta de 1848, aPresenla-lo sob pena de prso e de soffrer ; para
e que elevam questoes pequeninase pessoaes a al- sf. re,'rar do luSar> sob Pe>a de prso e de com
lora de principios polticos, que repillam essa idea' elle se navrer;para manda-lo intimar para ir sua
generosa e patritica, que certaraente nao calara Presen9a o da 6 de jaueiro ; para manda-lo bus-
em coritos obsecados pelo odio e que s se dei-1 car P?r duas ve?es P^so, por ser desconhecdo e
xam preoecupar pelas mais exageradas e exclusi-1 safPeil0 de ser criminoso, indo os soldados com
vistas aspiracoes. ordem expressa de entrarem torga em casa do
Entreunto os vermeihos desta eidade applaudi-' aDaixo assignado, agarram-no e arrastarem-no at
rara a idea da creaco da guarda cvica, e promp-; a Pr^"ca do subdelegado ; sendo bacharel e ad-
is ainda esto a coadjuva-la ; esses, ao menos, *3" a fr0 na ^u annos neste lugar, e lendo
ao quizeram rebaxar ados fiaes de urna grave am. ccupado os cargos de promot ir publico e cu- De ordem da directora desta caixa se rnnvirf*
questao nacional ao nivel de demissoes de subde-1 rador 8eral de orphos, sendo jurado qualifleado, e aoscredores de -ebastio Jos da Si'lva a virLir
legadas e de outras Iludidas prolencdes II.... t,endo ai>no passado pago neste lugar direitos de receber do ihesourero da mesma caix o l
rato ao que foi dito no communicado a que escnpiono, e laxa de escravo. raleio Ibes loca da venda de urna dasproprieda
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambueo,
ide nmo V1865.
Os Voluntarios da Patria,
no qual tema parte toda a companhia alm dos
seguintes personagens:
Jorge, soldado veterano condecorado
com a medalha do Uruguay e
Buenos-Ayres....., Porto.
Julio, seu filho.......Lisboa.
Joanna, sua filha.......D Eugenia.
Este entre-acto terminar com a magnifica
Caoco popular-expressamente composta pelo Sr.
Colas Filho, e O. Ce D. aos bravos do exercito
brasileiro de mar e trra, e com especialidade aos
VOLUNTARIOS DA PATRIA.
Segundo-se a represeutaeo do muito applau-
dido drama em 5 actos
0$ UISEIUVIIS.
Nenhura outro drama mais apropriado do que
estepoderaa empresa escolher, pois que alm
de suas incontestaves bellezas, de assumpto na
cioual.
Os bilhetes acham-se a venda no escriptorio do
Iheatro.
Comecar as 8 horas.
O agente Pestaa vender" por conta e risco de
quem pertencer 150 caixas com excellentes cebo-
las e 100 caixas com batatas de 2 arrobas em totes
a vontade dos compradores : hoje 18 do corrente
pelas 10 horas da manba no armazem do Lopes
defroate da escadinha.
Leilao de urna casalerrea na ra dos-
Prazeres n. 12.
Freguezia da Boa-Vista.
Marlins far leilao de urna casa terrea edificada
em terreno proprio nos Coelhos a roa dos Praze-
res cora 2 salas, 3 qoartos, cosinha, quintal com
cacimba e mais um qoarto no quintal.
Segunda feira 20 d corrente.
Em seu escriptorio ra da Cadeia n. 9, primei-
ro ^id^JsJ^Jioradodia.
Leilao de 60 saceos com caf do Cear,
Segunda-feira 20 do corrente.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem pertencer de 60 saceos com cato do Cea-
r em lotes a vontade dos compradores : segunda-
feira20do corrente pelas 10 horas da manha
em ponto no armazem do Annes defronte da al-
fandega.
Grrode lcilo de trastes c escravos
Segunda-ieira 20 do crreme as 11 horas
no armazem da ra da Cadeia do Recife n.
36, pelo agente Olympio.
Leilao de duas machinas a vapor
Sendo:
Urna portavel, torca de 14 cavallos, sobre rodas,
cora caldeira patente e todos seus pertences.
Oulra tixa e orisontal.forca de 12 cavallos com
caldeira e mais pertences.
Terca-feira 21 de marco, em frente a
Associaco Commercial.
O agente Pinto fara leilao por conta de quem
pertencer das duas machinas a vapor cima des-
criptas proprias para engenho, as quaes se tornara
recommendadas pida sua perfeigo e par serem
dos melhores fabricantes de Inglaterra, os preten-
dentes podero desde ja' examinaren! ditas ma-
chinas para o que podero eotendercm-se cem o
mesmo agente em seu escriptorio ra da Cruz nu-
mero 38.
AVISOS DIVIESOS.
n
De Caruar remettem-nos a seguinte noticia,
dando nos na oilava pagina o discurso a qne ella
se refere.
No domingo (5 do corrente) antes da missa
conventual, o Revm. Sr. vlgario Francisco Freir
de Carvalho, subi ao pulpito, e cora sua palavra
autorisada exortou e persuadi aos que alientos o
ouviam a alistaren! se como Voluntarios da Patria,
fazendo nessa occasio a leitura do decreto n. 3,371
de 7 de Janeiro deste anno, e igualmente a das ex-
plicacSes e proclaroaco do Exra. Sr. presidente
da provincia.
esse mesmo da, pelas 4 horas da tarde, te-
ve lugar na casa da cmara municipal urna reu-
nio para o mesmo lim, convocada pelo Sr. Dr.
Miguel Bernardo Vieira de Amorim.digno juiz mu-
nicipal e deiegado do termo, a que concorreram
para mais de trezentas pessoas, sem disiincco de
classe, e nem de credo poltico.
Ento, o Sr. Dr. Amorim pronuncou um dis-
curso anlogo, que foi enthusiastir-amente applau-
dido, e o deveria ser, porque na verdade, recom-
mendavel pela clareza da phrase e belleza do es-
tylo.
Finda a leituradoeloquenle discurso, o meg-
mo Sr. Dr. Amorim declarou aos assistentes, que
bavia plena liberdade para aquelles quequizessem
manifestar os s*us pensamentos : pelo que, pedin-
do a palavra o jovem acadmico do 3 anno, o Sr.
Ermsto, filho do Sr. tenente-coronel Joo Vieira de
Mello o Silva, em urna lacnica, porem bem agr-
davel aHocui,o excitou os brios, mostrando os de-
veres do cmadao, amante de sua patria, nos apu-
ros em que ella reclama o seu auxilio e soccorro.
Em seguida fez anda o Sr. Dr. Amorim a lel-
tura do decreto de 7 de Janeiro, das explicaces a
elle dadas, e da proclamaco do Exm. Sr presi-
dente da provDcii, concluindo por dar vivas, que
foram enm todo o enlhusiasmo correspondidos,
sendo tambem correspondido com frenes o viva
dado pelo Sr. acadmico Ernesto ao Sr. Dr. juiz
municipal e delegado do termo de Caruar.
Daudo esta resumida e abreviada noticia, s
temos por im dar a lodos a certeza de que em Ca-
ruar se lera em muito os sentimentos de patrio-
tismo. >
O leilao de mobilias, escravos, cava los e outros
arlg s de gosto,annuncjado para hontempelo agente
Olympio, na ra da Cadeia n. 36, Ocou transferido
para segunda-feira 20 do corrente, as 11 horas no
mesmo lugar em consequencia da chegada do vapor
do sul.
Passageiros do vapor Paran, entrado do Rio
de Janeiro e portos intermedio : Roberto S. de
Barros, Luiz V. de Rexende Silva, Jos Antonio I
alludo, era ralago ao actual subdelegado de S. Vi- i ltimamente foi
cente, mella o autor do communicado a mo em sua companhado de seu ,.
consdencia, que ha de reconhecer que esse sub- i da "? Hamos Filhp, cujo carcter ja deve "ser
delegado se acha a todos os respeitos muito supe-1 col>necido, soldados, paisanos, negros, canalha,
rlor ao subdelegado demiltido. i moleques, meninos etc., etc., tudodebaixo da maior
Continu o autor do communicado seu bom ca- 8",aria e eonfu-o infernal entraram pela casa do
minho, certo de que ser o terror dos seus antago-' abaixo assignado a dentro a torca com as baione-
nistas emquanto se ataviar con. to bellas cores.
Nazarelh, 10 de marco de 1865.
o tal subdelegado era pessoa des, quesegundo aconcordala.lhe foram entregue'
irmao, o acadmico Domingos para serem vendidas.O guarda-livro
guarda-livros,
Ignacio ft'unes Correia.
Tupi.
PUBLICARES A PEDIDO
tas nas, Amaro e Domingos 'gritando porta,
I agarraram ao abaixo assignado, e a um seu e=cra-
; vo, e arrastaram para a cadj, uo obstante nao
i terem a menor suspeita de crime, sendo o raoleque
espancado desde a casa at a' cada.
Ainda nao satisfeitos dictaram um auto de resis-
tencia contra o abaixo assignado, nao obstante o
---- j que dispde os artigos 116, 142 e 143 do cdigo crl-
Pedem-nos a transcripto das seguintes corres- i m,nai' sendo que toda a arma que exista dentro
pondencias, insertas no Jornal da Parahyba, n 287 T casa era uma faca t'ue um dl s soldados til
H. Joo. I. de IiiipIm !rnIro e uma gavela>ea fora 1ue exislia era pa
. ... o Janeiro. doente de rheumatismo e paralysa, com um mole,
Ao ilira. Sr. commandante do corpo. policial da 1ue Pequeo; e a legalidado das ordens sao as que
provincia da Parahyba.J deve saber V. S. os,los leitores ja sabem; em cujo prooesso figura como
attaques e violencias que tenho soffrido este anno, teslemunha o irmao do subdelegado e um dos au
fetos directamente por Amaro da Costa Ramos,! lores dos ataqnes Domingos da Costa Ramos como
seu irmao Domingos da Costa Ramos, filho, acade- promotor o cnuhado destes, o i|ual tendo o abaixo
mico, aquello revestido de autoridade do subdele- assignado recusado nao toi atiendido pelo juiz de
gado, e outros de sua familia. Mas. cumpre-mt
participar a V. S. que oses attaques foram-me in-
directamente fetos pelo tenente do destacamento de
polica, Joo Antonio Pinto dos Santos, por assim
dizer, do qual tambem com loda a razao me quel-
xo, por que se esse tenente nao tivesse dado os
seus soldados, aquelles individuos nao me atlaca-
riam, por que sabido que todo attacante insul-
tante e cobarde.
O tenente desculpar sem duvida que nao saba
para que fim eram os soldados, porm, affianco a
V. S. que Domingos da Costa Ramos, pai de Domin-
gos acadmico e Amaro, se empenh.ira com o te-
nente para dar os soldados, dizendo para que flm
eram, como tudo me consta. Depois disto, o te-
nente assistio tudo de parle ; e nao satisfeito com
o espaocamento, que os seldados tizeram injusta-
mente em meu escravo, por mandado de Amaro
da Costa Ramos e Domingos da Cosa Ramos, filho,
gritou no pateo da cadeia como um louco 'por uma
palmatoria para surrar o escravo sob sua respon-
sabilidade, como quem eslava prestando grande ser-
vido seos araos I! Que vergonha para a classe
militar I!
Sei que as intencoes de V. S. sao boas, o abusa-
rem nao V. S. culpado, por isso eu espero da
pmbidade e honra de V. S. que'o lenle ser pu-
nido como merece para saiisfaco a mim e a socie-
dade, exemplo para os outros, e em desafronta dos
livres militares ultrajados. Nao t o tenente como
lodos geralmente sabiam que eram attaqnes e infa-
mias <|ue aquelles individuos estavam praticando, e
nao que ea merecesse, ou tivesse a menor suspeita
decrme.
te em seu ceneatuado jornal, que muito ihe agr.-
deoera.
Juaqmn Gomes da Cunha Beltro.
direito interino;-sendo que esse juiz de direlto tam-
bem deixou de tomariconhecimento do habeas-cor-
pus, que o abaixo assignado requereu e dizem que
por pedido da gente da Pona da Serra.
Dizem que agora me acho ameacado e jurado de
ser a fianca que preste! julgada quebrada, pela
menor e mais innocente palavra que proferir.
Emflm o que temos visto prova tudo o mais.
E' esta
e ordera da directora desta mesma caixa se
faz publico aos senhores accionistas que o respec-
tivo thesoureiro est autorisado a pagar o 22 di-
videndo de 10$ por ac$o.
O guarda livros,
Ignacio Nunes Correa.
A thesourara provincial compra para a casa
de detencao o seguinte :
2 caldeirSes de ferro para a cozinha, iguaes aos
que actualmente servem no mesmo eslabeleci-
ment.
1 dito de dito forrado de porcellana de 22 ea-
tirou loes.
A quera convier tratar semelhante fornecimento
compareca na mesma thesourara, no dia 23 do
corrente, pelo meio dia, com sua proposta em carta
fechada.
Secretaria da thesourara provincial de Pernam-
buco, H de margo de 1865.
O secretario.
_ fl. F. d'Annuncia ao.
Delegacia de polica do 1* distrelo do termo
da eidade do Recito '6 de marco de 1865.
Por esta delegacia foi appreheodida uma barri-
ca com bacalho : quera se julgar com direito a
mesma, apresente-se para ser-lhe entregue, pro-
vando quanto baste.O delegado,
L. A. Minios Pereira.
Precisando o arsenal de marrana de serven-
Gran es bailes em regosijo
SABBADO E DOMINGO.
AYISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
IVavegaelo eosteira por vapor.
Paranyba, Natal, Mico, Aracaly, Cear
e Acarac.
O vapor iJaguaribei, com-
mandante Lobato, segu no dia 22
do corrente as 5 horas da larde,
para os portos indicados. Recebe
'carga at o da 21. Encommendas,
passageiros e dinheiro a frele at 2 horas da tarde
do dia da sahida : escriptorio no Forte do Mal-
los n. 1. |
Precise-se de um distrib idor para
distribuir este Diario, do Mondego a Api-
pucos, que saiba 1er e escrever: ua livra-
ria n. 6 e 8 da praca da Independencia,
LOTERA
. AOS 6:000^000.
Terca-feira 28 do corrente mez, se ex-
trahir a ultima parte da l1 p Ia da 2* lo-
tera (10) a beneficio o\ nutria de S. Jo-
s do Recife, no consistorio da igreja de
Nossa Senbora do Rosario da freguezia
de Santo Antonio.
Os bilhetes, meios e quartos esto a Ten-
da na respectiva thesourara ra do Cres-
po n. 15.
Os premios de CO00,JO00 at 10*000
serao pagos urna hora depois da extracto
at as 4 horas da tarde, e os outros depois
da distribuicodas listas.
As encommendas STo guardadas so-
mente at a noite da vespera da extraccao
como de costume.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Para o Para.
2? a'riste siluaco deste lugar, onde a lele tes livres para seus traba Ihes, con ida cTllm Sr"
mS0deneiltz^aed^nPdTvTdueo1 """* "'" Cap'S M de SSSS!SJL
Roga-se ao governo se digne mandar para aqui
uro juiz de direito eum delegad) militar, intelli-'
gentes, probos e honrados.
Queiram dar publicidade em seu conceituado
jornal,
Joaquim Gomes da Cunha Beltro.
blicos
pector.aos que quei
ram assim empregar-se e estejam as devidas con-
diccoes apresentarem se-lhe.
Inspecco do arsenal de marinha de Pernambu-
co 16 de margo de 1865.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Vai praca de renda pelo juiz de orphos
por lempo de 3 annos, pela qnaotia annual de
S. Joao. 2i de janeiro de 1865. 600*. o sitio no largo da Casa Forte, com grande
ao passo que ha sedados pagos pelos cofres pu- casa de vivenda e todo seu terreno coroprehen-
icos para atararem, vlolentarem, injuriarem, dend* tambem o lado que dividi o encanamento
accommelterem s pessoas e easas dos cidados pa-! grande baixa de capim, pudendo os pretendentes
cincos e mermes, e espancarem escravos, entra-1 diriglrem-se ao lutor dos menores e conenhor
rem a torga era casa do cidado e arra*tarem-no; Joao Joaquim da Costa Lelte, na ruado Queimado
para a cadda, como tudo se den nesta villa, no dia n. 2, para dar as inforrnaces que quizerem
6 de janeiro do corrente anno, com o abaixo assig-1 O Illm. Sr. engenheiro e chefe interino da re-
nado, por mandado do subdelegado 1 supplente partico das obras publicas manda fazer publico
em exercicio Amaro da Costa Ramos e seu irmo! que no dia 21 do corrente ao meio dia optar em'
o acadmico. Domingos da Cosa Ramos Filho e ou- hasta publica, perante a mesma reparlico nara
tros; cao ha soldados para guardaren! a cada des- serem arrematadas a quera mais der as madeiras
ta villa, nao obstante existir aqui um deslaca-' vlnas que foram da Boa-Vista.
m^Qto. As pessoas a quem c
Por qjiaulo, ao amanhecer do dia 23 do corren-1 cao, devero comparecer na sobredita
vai seguir com muita brevidade o palhabote Pa-
raense, tem a maior parte da carga prompta, e
para o resto que ihe faila trata-se cora o consigna-
Uno Joaquim Jos Goncalves Uellro, na ra do
Vigario n. 10, ou no largo do Corpo Santo o. 6,
armazem.
Maranliao
O palhabote Ganbatdi segu para Maranho por
estes dias, recebe carga : a tratar com Tasso Ir-
raaos.__________
OOMPANJA BRASILERA" "
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos portos do norte
at o da 20 do corrente o vapor
Apa, commandante Carlos Anto-
nio Gomes, o qual depois da de-
mora do costume seguir para
os portos do sul. v
Desde jrecebem-se passageiros e eogaja-sea
carga que o vapor poder conduzir, a qtnkf dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete ateo dia da sahida as 2 ho-
cenvier a mesma arremata- ras: agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
ru. ....,, ao iiiiannecer ao oa jm ao corren-1 cao, everao comparecer na sobredita reparlico lJni<> Luiz de Oliveira Azevedo & C.
le fuglrara da cada desta villa seta ou oilo crimi-' no dia e hora indicada com suas proposias
nosos, tendo elles abe to o tronco, algemas, oulro61 Secretaria das obras publicas 17 de marco de
foram encangados com ellas, quebrado grgaii
ras eanertoum grande rombo no paredo da ea-
da, d'onde se cooelue que a cadda estivera em
completo abaodooo;e parece que o tenente do dea-
1865.O secretario interino,
Manoel Loureoco de. Mallos.
O coneelbo de qualilkaco da parochia de S.
Fr< Pedro Gunealves faz constar qne se acba affi-
- Para a Baha pretendesahtr em poucos das
a escuna Eliza por ter alguma carga tratada, e
para o resto que Ihe falta, trata-s com o consig-
natario Joaquim Jos Goncalves Beltra, na ra do
Vigario n. 10, oa no largo do Corpo Santo n. 6.
armazem. '
Gompanhia da estrada de Trro
DO
Recife a Sao Francisco.
AVISO.
Pela superintendencia desta companhia se faz
publico a quem interessar, que tendo sido autori-
sada pelo Exm. Sr. presidente da proviscia a mo-
diflcacao no regulamento do trafego desta estrada
de ferro, permittindo o transporte de gado vac-
cum someote nos trens de mercaduras, regulares
on especiaes, tera' comeco de execoco semelhan-
te modifleaco 8 dias epois da presente data em
diante.
Villa do Cabo, escriptorio da superintendencia
18 de marco de 1865.
G. O. Mann, ,
Engenheiro e superintendente interino
Uma^jessoa bastante habilitada pro-
poe-se a leccionar a litigua portugueza e-
franceza em algum engaito do interior des-
ta provincia ; quem se qui/.er utilisar diri-
ja-se a ra Direita n. 75, que achara cem
quem tratar.
Aluga-se
nm pre lo proprio para casa de pasto por ter muila
pritica, on mais servco : a tratar no armazem da
ma da Guia n. 36.
I
f
i
t

'*-.
i


Diarlo de Pernambuco SaJ>b_do as Je narco de isas.
*
Fagio'do da 14 do corrate mez, as 3 horas da
tarde, o preto J oao, crioalo, idade 30 aanos, poaco
mais oa meaos, estatura baixa, um taoto fulo e
barrigudo, proveoiaote de refraldade de que pa-
dece ; este escravo foi da ramilla do Sr. Cardeal,
foi veodido para o sal, e depois veio vendido para
esta cidade, tem offlcb de pedreiro, e por isso por
de ser que ande trabalhaadn em algum obra '
Alagase um molenue ou urna preta que te. I
nha bons costamos : na ra das Cinco Ponas n j
45, segando andar.
quera o pegar Inve-o a ra da Coocordia n. 8, que
se gratificar cem geoerosidade.
Perdeu-se no dia 16 do corrente, das 4 as 6
horas da tarde, da ra da Imperador n. 43 al a
roa de Apollo, e dahi at o ra do Crespo, a quan-
tia de 1005 era duas notas de 504 encarnadas da
cala filial d banco do Brasil nesta provincia: se
alguma pessoa que tiver achado aquella quantia
Suizer restui-la por espirito consciencioso, baja
e leva-la ou manda la a sobredita casa n. 43 na '
ra do Impejador, ondd recebera por so recom- [
pensa eorrespon.eaie.
Precisa-se de ura criada qae faca todo o ser-
vico de urna casa de hom.m solteiro, inclusive co-!
rinhar, prefere-se escravo : na ra da lmperatriz
n. 26, priraeiro andar.
Precisa-se de urna pessoa qne queira entrar
do socio em urna taberna, ou se vende pelo dono
ter outro oogocio : a pessoa qoc |uizer dirija-se
a ra das Cruzes n. 9 queso dir a pessoa que faz
negocio.
Precisa-se alugar urna criada livre qae sai ha
coziohara engomraar para casa de amas pessoa:
na raa de S. Francisco n. 39, casa terrea.
Irmandade do Divino Espirito
Santo
A mesa regedora manda celebrar segunda-feira
20 do corrente, era sua igreja, pelas 7 horas da
manhaa, urna missa por alma de seu fallecido ir-
mao e capello o Rvra. Ignacio Antonio do riego,
lloga aos seus charos irraos e aos amigos do fal-
1 ecido, obsequio da sua assistencia.
Loja de calungas, roa do Rartgel n. 24.
Nesta loja tem um sortimeato de calungas dos
melhores gostos e molduras douradas para quadre
em vidro, tambera se arranjam quadros de moldu-
ras doaradas para estampas, tiutas de superiores
qualidades, preta e rdxa, por prece barato, a 320
rs. a garrafa.
Respndese ao curioso do Diana de Ver-
nambuco n. 63, que o fiscal de Santo Antonio nada
tem cora a ribeira do peixe, e sim o fiscal de S.
Jos. Quaoto ao que se pergnnta na Revista Dia-
ria, responde-se igualmente que a illustrissima
cmara tem de providenciar acerca da materia de
que trata a Revista, a qual sabe-se qne desde o dia
10 do correle foi objecto dos cuidados do fiscal de
Santo Antonio.
CASA DA FORTlA
Aos 6:000#000.
lllllieles garantidos.
A' RA DO CrBSPO H. 23 B CASAS DO COST-MK.
O abaixo assignado vendeu nos seus mullo fli-
tes billmtes garantidos da loieria que se acabou
de extrahlr a beneficio da Santa Casa de Miseri-
cordia, os seguintes premios :
Dous quartos n. 3:227 com a sortc de 10:0005000
Ura quarto n. 1383 com a sorle de 3:0005000.
Um bilhete inteiro n. 2299 com a sorle de 800$.
E outras fBuitas sortes de 2005, 1005, 405 e
Os possqidores podem- vir receber seus respec-
tivos premios sem os descontos das leis na Casa
da Fortuna ra do Crespo n. 23.
Acham-se a venda os da parte da 1> lotera
beneficio das obras da igreja de Nossa Senhora
do Amparo de Oliuda, que se exlrahir no dia 18
do corrente.
PRECO.
Bilhetes.....75000
Meios......35300
Quartos.....15900
Pr as pessoas qne compraren! de 1000000
para cima.
Bilhetes.....65300
Meios......35250
Quartos.....15700
_______________Manoel Mautins Fiuza.
Precisase de urna ama para casa de pouca
ramilla : a tratar na travessa da raa das Cruzes
n. 12, segundo andar.__________
Aluga-se um silio na ra do Cabral
da cidade de Olinda com casa terrea, com
cupiar na frente, bota os fundos para a es-
trada c margem do rio Beberibe', com com-
modos para familia, estribara para cavallo
ecapim para sustenta-Io, arvoredos deruc-
los, sem visinho defronte nem pelo fundo,
com ptimos passeios, sala e gabinete na
frente, muilo propria para passar a fesla, e
tambera se alugar por anno: a fallar no Re-
cife, no Recite, na iivraria ns. C e 8- da pra-
ca da Independencia e em Olinda na casa
contigua com o capito Antonio Bernardo
Ferreira.
CUJ* PERN.MBIJhN
A reuniao familiar do corrente mez, teri lugar
na noite do dia 24.
A quem inicressar
O abaixo assignado solicita pela polica em ge
Maques sobrePortuga!.
10 abaixo assignado. amontado [ BancoMercam// Portuei.se. e na ausencia
|do Sr. Joaquim da Silva Casl/o.saca ef-
tfectivamentepor todas o paquetes sobre j
a.spracas de Lisboa e Por .0, e mais luga- '
[resdo reino, por qualquei senna vi.-l
aa,e apraso; podando, o que temaren
saquesa praso,recc.crcm> ista.no mes-
|mo Banco, descontando 4 0(0 acanno: na I
iloja de chapos da ra do Crispo n.6, on I
[na roa do Imperador n. 63, segundo an- 5
Costa Mala.
COMPRAS.
ra qualquer pretencao como: passaportes, porta
nas, apprehencoes de quaesquer objectos; pela
presidencia portaras, passaportes, patentes de of-
tlciaes da guarda nacional e outras quaesquer in-
cumbencias ; pelas repartieres Oscaes desembara-
50 de terreos de marinha e de cstabelecimenlosi ^------- inuawi u
que por engao ou ignorancia de seus uroprieta- Hida'".Jos Joaquim da
nos estejara sujeitos ao rigor do Uc; pela capi-,
lanudo porto matriculas de carpinteiros, calafa-
tes, bolas, canoas etc. Pode s?r proourado no Re-
me armazem de molhados do Sr. Antonio Lopes
raga, ra da Cruz n. 36; em S. Antonio loja de
livraria popular, ra do Collegio n. o7 do Sr An-
tonio DominRues Ferreira, e em S. Jos ra Direi-
ta botica n. 88 do Sr. Jos da Rocha Prannos.
______Joaquim Jos dos Santos Barraca.
Aluga-se urna "casa terrea na roa da Concor
da, tendo 2 salas, 2 quartos e quintal com cacim-
ba : a tratar oa ra Nova, loja de ferratens con-
fronto a botica rranceza.
Aulonio-Luiz de Olivcira Aievedo C
Agentes do banco Uniao do Porto.
Competentementeautorisados sacam por todos
os paquetes sobre o raesmo banco para o i'orto e
Lisboa e para as seguintes agencias:
Londres sobre Bank orLondon.
Compra-se ouru e prata cm obras velhas, pa
ga-se bem : na loja de bilhetes da Praga da Inde"
Ideniencian. ,..
Compra-so um eserato de idade que
sir.a para trabalho de silio: ncsla Itpo-
graphia se dir que m quer.
Comprase efleelivamcute ouro e prala em
oDras velhas, pagando-fe bem: na ra larga do
osario fl. 24, loja de ourives.
XARPE
deLABELONYE
mpregdo com inTariavel saecessu d.sde 30 anuoa
*'* Medico de todoi 01 pmei contra as uiolesiiai
A pessoa qae anounciou dar dinheiro sobre
hypotheca, queira ter a bondade de deixar o seu
nome e morada nesta typographia, em carta recha-
da com as iniciaes V. A. V. para ser procurado.
Nopassa emjulgado.
Protesta-se contra os annuncios da Sra. D. Rila
Maria dos Aojos Paula, por quanto seu marido
sempre soflreu da molestia que agora diz a mesma
senhora em seus annuncios, e tanto verdade que
seu marido contina como d'anUs na gerencia do
estabelecimento, e a trazer escondidos pelas casas
alheias os seus escrotos. tarde Sra. D. Rita I
Vmc. e o seu curatetado devtam ter aproveitado o
ensejo em outra poca.
Um credor. .
DA
O conselheiro Francisco de Paula Bap-
tista continua em sua protissao de advera-
do em seu escriplorio na ra d s Trinche,
ras. primeiro andar da casa n. 19, aonde
poder -er procurado desde as 10 horas
do dia al'1 as 3 horas da tarde.
Vende-se os compendios de herme-
nutica jurdica, e de tbcoria doprocesso
civil reunidos emum so lhro, na loja de
livros de Nogueira, e na casa di residencia
doautordos ditos compendios, o conselhei-
ro Paula Baptista na ra do Hospicio n. 31,
u era seu escriptorio na ruadasTrinchei-
ras n. .9.
Aluga-se urna casa com bota sitio, na Ca-
punga Velha.que foi do Sr. Sebasliao Penna, com
bastantes commodos, tendo cocheira, estribara,
quartos para prelos, e muitas rructeiras : a Iratar
na ra do Imperador n. 46.
instriicco particular.
Urna pessoa com todos os ttulos de habitacao
propoe-se a aceitar em sua casa alguns meninos
menores de 12 annos por preco muilo razoavel :
quem se quizer utilisar de seu presumo pode se
dirigir ra da matriz da Boa-VUta n. 26, pri-
meiro andar, que achara com quem Iratar.
Aluga-se a casa terrea n. 10o da ra de San-
ta Rita : na ra da Aurora n. 36.
Samuel Power JoIids.ob & Conipanha
Raa da vnzala Nova n. 4.
AGENCIA DA
a nu.livao del.ow Moor.
Machinas a vapor de 4 e 6 cavallos.
Moendas e meias moendas para engenho.
Taixas de ferro coado e balido para enge-
nho.
Pars
Hamburgo
Barcellona
Madrid
Cadis
Sevilha
Valencia
Amarantes.
Arcos de Val de
Vez.
Aveiro.
Barcellos.
Bastos.
Beja.
Braga.
Braganca.
Faro
Oliveira d'Aie-
meis.
Penna fiel.
Tavira.
Villa do Conde.
FrdricS. Ballin C.
JoaoGabe & Filho.
Francisco Rohala & Ballesta.
Jaime Merie.
Crdito Commercial.
Gonzalo Segoria.
M. Pereira y Hijos.
Era Portugal.
Pechincka
PBOCM.0
a irmandade do Senhor Bom Jess dos Afflicto
erecta na igreja de S. Jos de Riba-mar, tendo de
apresentar aos fiis em solemne procisso a ima-
gem de seu padroeiro, no dia 19 do correle, pe-
de a todos os moradores das ra. abaixo mencio-
nadas, de limparem as trentes de suas casas, cujas
raas sao ai seguintes : ao sahir seguir em 'ren-
te, voltando ao ladoesnuerdo da ra do Nogueira
parte da Assumpco, Calcadas, Pescadores, Sania
Rita, pateo da ribeira, Rangel, Queimado, estreita
do Rosario, Larangeiras, Cabug, Trincheiras, pa-
tee do Carmo. Horlas, Martvrios, Augusta, Impe-
rial, Cinco Ponas, pateo do Terco, Direita, traves-
sa da Peona, segunda parte da ..ssumpeio, aboba-
da da Penha, a recolher.O secretario,
Manoel Joao Berurde.
O portuguez Albino Baptista da
Rocha, relojoere e dourador, da
praca da Independencia loja n. 12,
raz qualquer concert de relogio e
douradopor preco mais commodo
i do que outro qualquer e responsa-
Poilisa-se pelo >eu trabalho e espera
protece;ao de seus amigos e compatriotas.
r?ih assignado desejando retirar-se de Pao
a Alho em virtude dos grandes encommodos de
sua ramilia, se v na dura precisao de venders
suas casas situadas no melhor local, seDdo urna
bonita casa de morada na ra do Livramento
urna outra ao p, propria para hotel ou outro esta
befecimenlo, urna outra coro a frente para a es-
trada nova, tendo ao p urna grande corheira pa,
ra *o cavallos passando o rio na porta, lendorom-
modos para carros e estando muilo acreditada :
quera quizer comprar dirija-se ao mencionado lu-
gar para tratar.
______'______Accurcio Jos de Medeiros.
Julio Cesar Pinin de Oliveira~declara "que"os
Srs. BAZILIO DA ROCH* OLIVEIRA e Augusto
Jos de Azevedodeixaram ambos de ser ssus ca
xeiros.
Salitre
aa ra do Queimado n. 37, leja de ferragens, de
Domingos Jos Ferreira Guimarcs, vende-se sali-
tre refinado por 235 a barrica de 4 arrobas, ou a
b5'*00 a arroba s a dinheiro.
Os Srs. academices que vao matriftilar-~e
no terceiro anno da Faculdade de Direito podem
dingir-se a ruada Saudade n. 9, fronteira a do
Hospiio, onde se Ihes vender o compendio de
direito civil ai as 9 horas da manhaa, e da 4 at
as 6 horas da tarde.
D. Mana Rosa da Silva Ayres, Lttiz Jos
da Silva Guimaraes, Joao Pereira Reg e fi-
Ihos, agradecem cordialmenle a todas as
pessoas que se dlgnaram de assisiir as exe-
quias celebradas na igreja da ordem terceira
do Carmo pelo seu finado mando, sogro e
pai Joao Cardoso Ayres, e convida-os a ou-
vir a missa do stimo dia que se celebrar
na expela do cemiierio publico segunda-
leira 20 do corrente pelas 8 horas da ma-
ntiaa, protestando-lhes eterno reconhec-
menlo.
Arreos d >. carro para um e dous cavallos.
Relogios de o:iro patente inglez.
Arados americanos.
Machinas para descansar algodo.
Motores para ditos.
Machinas de costura.
Alfonso Jos de Oliveira, professor jubilado
da cadeira de geographa e hisloria do exlyco
desta cidade e competentemente autorisado pela
directora geral da instruyo publica para ens-'
nar primeiras letras, latim, francez, rhetorica e
geographa, contina rom aula aberta desias mes-
mas materias na ra larga do Rosario n. 28, se-
gundo andar, e recebe alumnos internos e ex-
ternos.
A seguoda escola primaria da fiegue-
zia de Sanio Antonio dcsla cidade
continuar aberla a coocurrencia publica do dia
16 do corrente em diante, na mesma casa da roa
da Palma n 23.
Por occasiao de fazer o presente annuncio o
abaixo assignado, professor publico da referida es-
cela, faz ver aos Srs. pas de familia, e a quem
mais interessar, que, como d'antes, continua a
leccionar tanto por casas particulares cumo na de
sua residencia nao s as materias de sua profis-
sao como o latim e o francez, para o que se acba
devidamente titulado
Joao Jos Rodrigues.
Angra Terceira
Caminha.
Castello Branco.
Chaves.*
Coimbra.
Covilho.
Elvas.
Extremos.
Evora.
Fafe.
Pinhal.
Porlo-alegre.
Thomar.
Villa Nova
Portimao.
de
Figueira.
Guarda.
Guimaraes.
Lagoa.
Lagos.
Lauego.
Leiria.
Mone.3o.
Moncorva.
Regoa.
Setubal.
Vianna do
tello.
Villa Real.
Madeira.
S. Miguel.
Compra-sc um escravo rozinhelro que ija
moco, robusio e sem vicios : a Iratar no sobrado
P- 32 da run da Auroia.
Compra-i cobre,"bronze e ferrj ruado vt
Iho : na fundicao da Aurora, em Santo Amaro.
Compra-se urna escrava moca qoe (alba co-
ser e cozmhar : na ra larga do lunario n. 20.
Compra-se ou aluga-se um escravo que sirva
para todo o servico : a tratar na ra da Coneor-
da n. bi, padaria dogaz.
VENDAS.
Cas-
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e
engotr.mar para casa de pouca familia : a tralar
na ra do Crespo n. 18, primeiro andar.
Villa Real de Vizeo'.
S.Antonio. Faial.
_, No imperio,
aha. Mar nhao.
Rio de Janeiro. Para.
Qualquer somraa a prazo ou a vista, podendo
logo os saques a prazo serem descontados na
mesmo Banco a razao de 4 por cento ao anno o
ratar na ruada Cruz n. i.
8a nBja _*
Companhia fldclldadc de
segaros martimos e ter-
restres estabelecida no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PEPNAMBUCO W
Antonio Lniz de eiiveira Azevedo 4 C, m
competentemente autorisados pela direc- S
toria da companhia de seguros Fidelida- 5
de, tomam seguros de navios, mercado- f
rias e predios no seu escriptorio ra da C__
Cruz n.l. m
*m*mnmu*. mmwm m
O solicitador Pedro Alexandrl-
o da Costa -Hachado
se encarregaante o foro desta cidadedetudo qae
fortendenteasuaproOssao,aceita departido an-
nualas pendencias judiciaes d qualquer casa
commercialmediante razoavel ajuste. Contina
a se encarregar de cobranzas nosicrmos do Cabo
ejpojucaaondecontinuaatrdbalhar como d'an-
tes ,e encarrega-sc dedefezasperante n jury nos
termosproximosa via frrea,offerecendo gratui-
tamenteseus servicos aos desvalidos, pode ser
procu-adotodososdias utesdas.horas da ma-
nhaa as3daiardena ruaestreita do Rosario d.
34, eforadessashorasna raa Imperla)n.36,ca-
s.desua reidencia.
ALMANAK.
Acaba de fallir dos pro
los de nossa typograpLia o
Almaiiak Administrativo e
Mercantil e Industrial desta
provincia, correcto at 31
de dezembro, e vende se a
1$; na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia.
ttenco.
Vende-se superior vinho do Porto em caixas de
ama duzia : em casa de Johnston Pater & C. ra
do Vigario o. 3.
riamcu ou nao orgnica _o eorac, u diversas hj-
drapisiai e a maiiir parla das molestia do pello e dea
kronchios (pneumonUs, cttarrkoi pulmonares, astkmtt.
infammaSts nertosa$ dotbronchiet, calarrheiras,ete..'.)
O XAltera de i wii-xbwE nia se tendesauio e
Crrafas com rotulas de cor e. fechadas com urna chapa
lando a firma da nrentor.
taa PAniS, rita Bonrhau vlrnrutr, 10.
Deposito geral em Peraambnc. ra da
Cruz p.22 em casa de Caros i Barboza
Veudem-e seis Icrrenos pata (oitifai, d'o)'
propnos, todos cem frente? para n>nl; ,g_U0 el-
les com 30 palmos de frenlc, dou com 150 de fundo ; a localidde e- W M^Kssi-
yel, entre a ponte do Chora-menino s >* Bl :',.
iena, no mesmo ponto em qBe a n n r*t hia i- t-
berlbe acaba de collocar um rtiafarifl^^Ktjf.
ber ao p, lao perto da idade, i ara Vnde i dVi d-
se pode fazer o irajeclo a 0. a Le na c'f un .s
irada frequenladis.-ima, dous iniu-p, o v tto e o
da eamboa. para embarque e diM-n.barq, t t ara
banhos, cuja iiecessidade c tilo n da mida', on eos-
so clima qin-nte, e cidade edilicada ci-m tacnas dev-
cooveniencias hygieriiea;, .'So rr-mmolfiVs n.i:i
vantajosas e apreciaveis. Um di.s ditos ferrrnos,
o da esquina ao nasccnle, tem duas frentes livre^
e una grande mangueira da mais 1 ella e atirativa
sombra, e de frucios, cuja excellencia nao red.- ao
ae nenbuma outra mangueira da provircla ; dos
outros terrenos, um tem boa cacimba e os out-os
algumas arvores rucliferas, cajueiro,' r.meiras e
sapoiizeiros que dao ptimos saeolis : na ra do
Imperador n. I i.
Queijos
o melhor que ha neste genero a 2 cada um e ce-
blas a i o cento : no amigo o acreditado esla-
belecimento jnnto a esla typographia n. 42.
Acedes do navo banco.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho vendem 100
ac.Ses.
Accoes da caixa filial.
Manoel Ignacio de Oliveira & Filho vendem 20
acoes.
Livraria ftencailcriifMo aratarieatf
Joao W. ite Hedeiros, (ex caixeiro
(5a livraria econmica) ruado lm-
pcradi.r n. 79
O proprielano* de. ao Ulusirado corpo acadmico, que se arf.a f-u-
belecido na muilo conheeida livraria arai'emiea
rom um grande sorlimenlo de obras de oiie-ito
de lilleratura, onde encontrar-se-ha a.- plincipaes
obras, assim como lodos os compendios da Pa nl-
oade de Direita r dos preparaienos. Tan bem
prepara em sna officiua quaesquer encadercicoe'
eom apurado gosto e limpeza. Tudo pelo menor
preco posmvcI, bem como relaeo.-s de Eren.mta
lulitica pelo Sr. conselheiro Aunar' ro-:? l vo-
lme encadernado ; lieOes Acadmicas ni re. arfo
gos do Cdigo Criminal por Jannarie Bezerra
aionlenegro 1 volume encadernado SJl, Waidork
Uireilo Romano, obra completa, 1 volme enca-
dernado em couro ",&, e outras muilas obras cue
com avista se veiilicara.
jUPENDIO 13L0E0S
^mafranceza0, TUnSXSLLS *&** **> e Noss. Senl.or. do,
__ ----> w. auiaiciiu o uilld
cama franceza, e alguns objeclos de cozinba e de
casa : na travessa do Queimado n. 7, segundo an-
dar, onlr'ora becco do Peixe Frito
Roga-se ao Sr, bacbarel Cezarie
de 4zevedo jaiz mneicipal deGaraB-
hoas, qoeira dirigase praca da Ib-
v*_w im wu^/ s^ idepefldeacia bs. 6 e 8, oa aiiuociar
Os abaixos asignados declaram que pessoa al- R0a BlOroda para Ser procurado
Roma faca negocio com as partes do eDgenho i ----^----------r------------------------------------
Timb, pertencente a Francisco Virissirao do Reg' Tn pra'a Independencia loja de ourives
n. 33, eompram-se obras de ouro e praiae pedras
dreciosas, assim como se faz qualqoer obra de
encommenda e todo e qualquer concert.
O abaixo assigade declara que no dia 13 do
corrente, tendo desapparecido de seu paletut a
quanlia de 8005, do porlo da escadinha al o
becco do Amono), pede a qualquer pessoa que
lhe der noticia ou por ventura o lenha achado
Barros, porque o raesmo senhor ainda nao pagou
aos abaixo assignados ; e para ninguem se chamar
a ignorancia previnem era lempo.
Antonio da Rocha Accioli Lins.
Joaquim Luiz Vires.
Alaga se urna casa nova muilo fresca, caiada
dafflo_i_sne 9Tatr^SmesrPEnua ZffXPl* PT **" echado
mero 30 A. g 1ae,ra "Unir ao mesmo abaixo assignado na
Tin tarara
Na ra Direitan. 116 conlinua-se a tingir para
qualquer cor, e o mais barato possivel.
Precisa-se de urna ama
Rosariofn. 35.
na ra larga do
Attencao.
Perpiinu-se aos senhores enlendedoros da le
se o official de jusiica no principio da estrada des
Afflicios, junto ao Manguiuho, por urna intimaeio
l_SeS Uem 0ns ,,ne dSo' ou,ros "ne sim,
i#uuu ; e rogase o esclarecimento a respeito.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 18 annos
de idade, que tenha prallca de molhados : na ra
do Imperador n. 83,
Mtenco.
Jos Joaquim de Xovaes faz setenta ao respeita-
vel publico e a todos os senhores officaes do exer-
cito e da marinha que contina a ter sua casa sor-
tida de fazeodas e roupas feitas, e por medida no
largo do Livramenlo n. ,'ii.
gO itacliarei Jos Baptista (iitiraoa
Sadvoga nos termos do Bonito e Caruar.
Pode ser procurado na villa do Bonito,
ra Direita n. 16, defronte da cadea.
Precisa-se de um criado estnsgelro, bom co
peiro, e que afiance a sua boa conduela : na ra
do Imperador n. 29.
RIJA .LAttClA DO
Regarlo n. 3 9.
O proprietaho do hotel Traviala, achando-se de
aovo em seu estabelecimento, e tendo feilo nelle
muitos melhoramentos, convida a seas mai dsiinc-
tos freguezes, que se dlgnem de honra lo com suas
pre-enyas ; offerecendo-se-lhes para remeller co-
mida at suas casas com toda prompitdo e asseio
pelo preco mais commodo possivel: no mesmo es-
tabelecimento ha buhares, sorvetee refresco.
~ Precisa-se alngarTrnTpreta para lodooser-
vico de urna casa de familia : na raa do Trapiche
numero 4.
Precisa-se de un criado que faca todo o ser-
vico de urna casa de nomem solteiro, inclusive co-
zinhar, prefere se escravo : na ra da Imperairiz
n. Zo, primeiro andar.
H_TUu.etm quilr P0Ssuir m nonm~mlatinho
ae iza 1. annos, mmto hora para qualquer ser-
vico de casa e mesmo de/oi, dirjase a raa Nova
n. <. loja, .. ~7a Ff :a,uR|da na tres m^s a mulata Benedic-
inm f,U A 3"10S' aUUra reKUlar' Se,'CS A "rPO,
com falta de denles na frente, cabellos caxiados
consta andar aqu mesmo na cidade, ribeira e Aro-
gados : quem a pegar leve-a a ra do Hospicio
numero 46.
Alugam-se dous andares de nina casa com
commodos paragr.nde familia : quem pretender
dlnja-se a ra do Crespe n. 8 B.
mero 30 A.
Precisa-se por aliiguel de urna preta escrava
que nao beba agurdente, ou forra de boa condue-
la, para fazer todo o servico de urna casa de fami-
lia : quem assim o queira, dirija-so a ra de S.
francisco, como quem val para a ra Bella, sobra-
do n. 10, para iratar do ajuste.
Phosplioros.
Na loja do rival sem segondo, ra do Queimado
ns. 49 e 55, chegoa urna pechincha ; duzia de
phosphoros de seguranca a 120 rs caixas de pen-
nas inglezas muilo finas a 500 rs.; estes dous ar-
tigos sao pechinchas por serem de qualidades su-
periores.
A pessoa que annuncin no Diarto de Per-
nambuco de 14 do corrente dar dinheiro a premio
sobre hypotheca, querendo dar cerca de 5:0005
com hypotheca em predio ruslico de muito mais
superior valor, annuncie aonde deve ser procura-
do para tratar-se de semelhanle negocio.
sera generosamente
ra do Queimado n. 17, que
gratificado.
Joao Pereira de Mallos Oliveira.
Ama
Em Saiii'Anna de dentro
aluga-se urna boa casa muito fresca, e por preco
muito commodo : a tratar com o solicitador Ma-
nocl Luiz da Veiga na ra da Gloria n. 94.
A pessoa que annuncioudar dinheiro a pre-
mio sobre hypotheca queira ter a bondade de
deixar o sen nome e lugar onde pode ser procura-
do em carta fechada com as iniciaes A. A. V-, nes-
ta typographia.
Urna mulher branca de bons costumes se pffere-
ce para ama, cozinha e compra : na ra da Penha
n. 1, primeiro andar.
Aluga-se urna pequea casa terrea com quin-
tal, cacimba, etc., preco de 125 ; na ra do Gazo-
metro confronte a fabrica.
Os administradores da massa faiidTde~Arao-
rra, Fragoso, Santos & C. declaram que o paga-
mento do dividendo de 5 0/0 j annunciado por
vezes, ter lugar somente al o dia 31 do corren-
te, e depois desse dia depositario as quantias per-
tencenles quelles senhores credores que nao se
apresentarem no praso marcado.
Avisase aos pretendentes que~
Colares Boyer
ou colares anodines elctricos conlra as convulses
das erianeas.
O bom e proveitoso resultado que as criancas
obtem na denticao. trazendo desses colares, e j
bem conhecido, e por isso se tornam hoje indis-
pensaveis porque assim teem os pas incontesta-
velmente prevenido o mal: esses colares vendem-
se tambem na ra do Queimado, loja d'aguia bran-
ca n. 8.
Agua florida e tnico orien-
tal de Kmp..
Continua-se a vender em porco e a retalho
na ra do Queimado, loja d'aguia branca n. 8.
Bonitas trancas, franjas
e gales pretos para vestidos,
A aguia branca recebeu novamente um bello
sortimento de enfeites pretos para vestidos, sendo
bonitas irancas, franjas, galGes e bicos pretos, etc.,
assim como bol5es enfelados de vidrlhos e ou-
tros muitos enfrites de differentes cores, conti-
nuando a aguia branca na ra do Queimado in. 8
a vender tudo Isso por prceos commodos.
Bonitas camuas
com msica e sem ella pan costura, contras
igualmente liadas com perfumaras finas.
A aguia branca na ra do Queimado n. 8 acaba
de receber um bom sorlimenlo de caixinbas para
cc-stura, e oulrascom perfumaras finas, e conti-
nua a vende-las baratamente.
Dores; o modo de resar e offerecer a co-
rea, um setenario e mais outros exetcl-
cios de piedade e devocjio; ordenado po-
la irmandade dosservos da mesma Se-
nhora que se aclia erecta na egreja de N.
S. da Penha do imperial liospr.io elos re-
verendos padres misionarios apostlico.
capuchinhos italianos de Pernamhuco,
approvado por S.M. I., que Deusguarde-
dado la por devoro do muito reve-
rendo padre Fr. Placido deMi-sina.
Vende-se a 320 rs. na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia.
AGUA FLOR
2>E
Padaria.
AMA
Claudio ubeux, proprielano das iradas de
mnibus, faz scieote ao publico que no dia 15 des-
te corrente mez de marco lira do Cacnang o om-
nibusjjue pme daquella povoacao as 7 horas da
manhaa e as 5 1|2 na tarde do Beofe ; assim co-
mo tira tambem no mesmo di. o mnibus de Api-
pucos que pane daquelie lugar as 6 horas da ma-
nhaa, e do Recife as 6 da tarde. ________
Alaga se o segundo e terceiro andares doso-
brado n. 62 da ra da Guia com commodos eada
ura delles para grande familia, os quaei se acham
pintados de novo por acabar de ser dito sobrado
concertado : e a tralar no primeiro andar com o
pre.prwunq hachare! Francisco Luiz Correia de
AndraaW.
Aluga-se.
nmacasa acabada agora, com commodos para fa-
nidia,estribara, cocheira, qnartos para eitore
e*cravos,eom banho na porta, no logar do Poco*
da Panella.ruado Rio : a tralar com Tiesoir-
mios,na ra do Amonra o. 35.
Na ra do Crespo n. 14, primeiro andar, preci-
sa-se de urna ama que saiba cozmhar e que faca
o servico de casa e ra. "^
tma pessoa bastante habilitada propoe-se a
leccionar preparatorios em algum engenho do in-
terior desta provincia : qnera se quizer ulilisar
d.rlja-se a livraria ns. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia, que se dir com quem tralar.
Est para alugar-se urna casa terrea na ra
da Gloria n. 14, um e andar de om sohrado
na rna do Rosario da Boa-Vista, quasi no S di
Sania Cruz, e urna mei agua na estrada de Joao
de Barros.com arvoredos, agua debeber.e portao
para o becco do Pombal : quem pretender falle
manhaa al ao meio dia.
Frerisa-se de duas pretas escravas para o
rafico de ra : quem tiver dirija-se a ra do Co-
t o vello a. zo,
Precisa-se de urna ama para.cozinhar c en-
gommar em urna casa de duas pesoas na ra
da Penha n. ... segnndo andar. '
Precisa-se alngar urna ama ou escrava~para
cozmhar para pouca familia': na rna da Impera-
a padaria de Domingos Amonio da Silva Bei-
ris, na ra da lmperatriz n. 66, precisa-se de um
amassador que saiba bem desempenhar o seu lu-
gar e que saiba corlar massas.
reilor
Precisase de um feltor, no primeiro sitio da ra
do Hospicio n. 34.
Alnga-se um pardo escravo muito fiel para
criaoo : na ra larga do Rosario n. 20.
A. W. Reman, Ma senhora e sua filha, reti-
ram-se para Knrupa.
Autouio Pereira dos Sanios, subdito perlu-
guez, retira se para Lisboa, levando era sna com-
panhia sua criada Auna Rita Viera, tambem or-
tugueza. H
Precisa-se de um bom jardineiro, e pagare
bem : na ra do Queimado n. 31.
Precisa-se alugar ama escrava para cozinhar
e razer mais algum servigo para casa de familia
a tratar na ra da lmperatriz n. 4, primeiro andar!
Quem perdeu um boto de ouro para punho
com um lopasio queira procura-lo ra da Cruz
fi- 07.
- Na ra da Florentina n. 36, prepara-se co-
mida para fora por commodo prego.
Aviso
Quem levon por engao nm chapeo de sol de U
asteas e deixou um com 16, queira fazer o favor
de vir desmanchar o troca na rna das Laraneeiras
numero 16.
Precisa se de urna ama de leiie : na ra lar-
fa do Rosarlo q. t, segondo andar.
Francisco das Chagas Cardoso por haver ou-
tro de igual nome, se assignar de hoje em dame
Francisco das Chagas Oliveira Cardoso.
Qalqaer Rvm. Sr. sacerdote qae queira ser
eapellao da irmandade de N. S. do Trro enlen-
da-secom o ihesoureiro ama Apgnsu o.'SO.
. Na ra da Cruz n. 64, segundo andar, pre-
cisa-sade urna ama para cozinhar e engommar
para ama pessoa. "
I recisa-se de urna ama para cozinhar
na da Cadea n. 12, primeiro andar.
-----......i .vao ser arre-
matadas pelojuiz de commerrio da villa do Cabo
oito moradas de casas na me;-ma villa, seis de li-
jlo, estando duas em caixao, urna de laipa, e a.
ultima de tijolo e taipa, t. das em boas localidades,
e por barato prego : os pretendentes podem ir
examinar antes que chegne o dia da arremajagao,
podendo all se entender com o Sr. Joao Jps
Pinto de Oliveira, e nesia praga com Joaqoim
Francisco dos Santos, na ra do Queimado em sua
loja. _________
O preto Antonio, crioulo, de idade de
25 a 30 annos, altura regular, espadaudo
e grosso do corpo, queixo fino, mac5es do
rosto alta, barba na ponta do queixo, falla
grossa e descancada, acaba de as assinar a
seu senhor o alferes Manoel Jos da Costa,
no engenho Pererecas do Rio Formoso.
Faz-se o presente aviso alim de evitar que
esse malvado se alis'e em algum dos corpos
de voluntarios da patria escapando.dest'arte
Vendem se 25 saceos de feij. j muialinho
rajado e 70 ditos de muito bom milho por barato
prego, t barrica com cerca de 4 arrobas de sebo
derretido, e 400 est-lras do Araeaty : no armazem
- Ig^rua de Santa Rita, ribeira do peixp.
Vende-se urna taberna n ra Direita dos
Aogados, com poucos fundos, e propria para qual-
qoer principiante, ou vende-se somenie a armagao
e portenc.s da mesma, como melhor confiar ao
comprador : a iratar na mesma ra, padaria u.
* a mesmo lugar vendem-se por prego com-
modo duas carrogas, sendo ma propria para car-
regar agua e ouira para condugo de genero?.
~ Vende-se um sobrado de um andar na Boa-
Vista, chaos proprios, na travessa do Veras n 13
na_ ra da Alegra, casa n>3, se dir quem vende'.
Vende-se um bonito cavallo gordo, alasao,
dos quairo ps calcados, frente abena, andador de
baixo al meio, novo e sem achaques, elegante
para_um cabriolet : na ra do Cotovello n 25
FAKEXO
em saceos de mais de 100 libras: nos armazens
de Tasso Irmao.
MURRAY & LANMAN
A agu florida de Murrav A Ltnms
Vende-se o estabelecimento da roa da Im
peratnz n. 53 : quem pretender dirija-se a ra
Imperial n. 61, defrente do viveiro.
avariado.
Francez barrica 54000
Porlland dem 850O
Em perfeito estado:
Francez barrica 105000
Porlland dem 12000
No armazem de Tasso Irmaos caes do Apollo.
bem merec Ja.punicao legal.
C lub eommcrclu.
A partida do clon cammercial no corrente mez
lera lugar na noite do dia 25, anniversario do ju-
ramento da co.slituieao do imperio.
Francisco Lucro de Castro
secretario.
na
I\a ra da -Aurora n. 86, primeiro
andar, ha para alugar urna escrava que en
gomma e cosinha sofirivelmente.
~ Ala&a se* Primein> andar do sobrado da
ra Direita n. 88, com bons commodes para fami-
lia : a tratar,oa padaria n. 84.
Yeneravcl coifraria de Santa Rita de
Cania,
O abaixo assignado, era nome da mesa regedora
convida a lidos os irmaos desta confraria para n
domingo, 19 do corrente, pelas 2 horas da larde
reunirem-se em nossa igreja, afim de encorpora-
dos. acompaubarmos a procisso do Senhor Bom
Jess dos Afilelos que tem de sahir da igreia de
S. Jos de Riba-mar. B ae
Consistorio da confraria do Sania Rita de Casia
15 de margo de 1865.O escrivao,
_____________Joap,_da Malla Beltro.
Aluga-se um primeiro andar na ra da l'e-
nha com fundos para a ra Direita : a tratar no
segundo andar.
Precisa-se do urna ama livre ou escrava eme
cozmhe o diario de urna casa de familia : a tratar
na ra da Cruz n. 8, terceiro andar, ou na ra da
Senzala Velha n. 94.
Jos Francisco da Andrade Jnior vai a"a
ropa, edexapor seus procuradores em 1" lu.ar
a eu socio o Sr. A. J. W. Maia, em 2- o Sr. S
nsUdeaS U,maUe5' Sr' JooETaDKe-
Precisa se de uin caixeiro que lenha pralica-
na loja de fazendas 0. 9. da rna da lmperatriz.
Feljo.
Vende-se urna porcao de feijo muialinho muito
novo a 1 & a cuia, dito preto a 880 rs., dito rajado
do Porlo a 520 rs.: na ra Direita n. 8.______
Farinha de milho,
Vendem-se barricas de farinha de milho ameri-
cana de 6 arrobas : na ra do HDpel n. 3.
Vende-se urna escrava crioula com 25 annos
de idade. cozinha, engamma e disposta para todu o
servigo : para ver e iratar na rna Bella n. 6.
Vende-se urna vacca crioula. parida de pon-
co, mmto boa de leite : para ver e tratar na ta-
berna defronle da eapelta de S. Jos do Man-
guinho.
Salsa parrilha de
Brislol.
Punas de Keap.
Vende-se na pharmaca de Pinto, ra larca do
Rosario n. 10.
FeijSo e raillio chegado
agora.
Sacos cora feijao muialinho novo a 1.J ditos
com milhJ novo a 4300 : na roa dos Quar'teis n.
2.juntoalojadc funleiro.
Fredio a venda.
Vende-,e a casa terrea da ra da Conceicio n
r?_aAfegSM"dr.?oa-Visto: a,r,,ar a ">'
5 da arde B' ** ,0 hm da mann5a M
. 7 Vende-se urna negra de meia idade boa'c-
zinheira : oa ra da Gloria n. 80. w*at*.ooa
A agu flor i Ja de Murrav ct Lyi
olliada como um rtigo de perfunjl, n
tem podido ser igualada pelas pr$araeoes
as mais costosas: conserva seu arina,corto
se formasse parte da prenda a que ella se
apphea. Sua efflcacia t!io delicada, como
elegante^ sao seus multiplicados usos, qnei
seja empregada como artigo de toocador.
quer no uso do banho, ou como stiavisaricr
da pellp, depois que se tenlia feito a bai ha;
j para limpar as gengivas ou aromat'ar o
hlito.
D suavidade, brilho e elasticidade ss
complei.oes,depois de se ha\cr tarado;al*
livia a irritacaodc erupffjes ordinarias; \;i
desapparecer o desagrada el aspecto doa
pannos, das sardas do rosto, rugas e toda a
casia de ebulicoes, e d vigor e frescura a
parte onde quer que se appwque. Sua t-ffi-
ciencia e elegancia sao igualmente infalli-
veis nos casos em que seja preciso anrt-
ca-la como estimulante e antisptico, nes
concursos e assemblas numerosas, as lo-
calidades infeccionadas, na alcova de um
enfermo, assim como um antidoto excel-
lenteparaos desmaios causados per canta-
co ou suffocacTio. Preparada nicamente
por Lanman A Kcmp, Nova-York, e a venda.
por Cao.-s A Barbosa.
Vendem-s> no Recife em casa de Cajars d
Barboza e loSn da C. Bravo C.
SaEa parrilia de Ayer"
PARA A CURA DA
E8CROFUIA
e todas as molrsag
provenientes della
todas as molestias da
pe le
eherjsinellas, tnuiorcG, ulceras,
sarnas,
nascidas, empingens,
REUMATISMO
tnA SI Pili||S
em todas as suas formas, a.vsim como todo
o mal que provea do uso excessivo do
MERCURIO
t'leeracSo do flendo
e em summa todos os males que tem raa
origem na
IMPUREZA DO SANGUE
h um alterante pod.r-.Qio para a
RENUVACA DO SANGUE
e para dar nova forca e vigor ao corpo .i
enfraquecido pela doen.a.
Vende-se na ra Direita ns. i 2 c 76 e
Hospicio n. 40.
Vende-se em Pemamhuco:
na pharmaca franeeza de
P.MAURER & C.
RA NOVA N. 18.






Otarlo de Fernn
nuco sabbado ffS de Xareo de 865
AURORA BRILHARTE
GUNDES ARMAZENS
DE
MOLHADOS
YIMIOS
Largo da Santal
Cruzas. 12 e 84,1
esquina da ruado]!
Cebo. 1
9*4
Largo da Santa1
Cruz ns. 12e84<
JSesquina da ra do'_
|ceDo. g i:ilc i a i s
O dono dos ja multo acreditados arraazens de molhados denominados Aurora
Brilhante, acaba de receber de sua propriaencommenda, tnuitos gneros delicados
proprios da presente estacao, e tendo grandesortimento comprado aqu, aflancaqueto-
dos es seus gneros sao de primeira qualidade.
A seguinte tabella servir a todos de base para ajuste de contas aos por-
tadores.
Nenhum armaiem vender mais barato, e melhores generas do que a Aurora
Brilhante, j pelo grande sortimento que tem, j raesmo por eu dono seacbar encom-
modado om saa sande e ter de vender um de seus armaieas agora, e o outro na pr-
xima primavera, por isso deve-se aproveitar urna quadra destas para se comprar
barato.
[L-itas com 8 libras de chouricas muito novas,
a 7j0.
era postas inteiras,
a 1&000, 15280 e
kl)iias grandes cora peixe
mus de 12 qualidades,
lJiOO.
i Dita* com ostras, excedente petisco para fri-
gid;ira, a 720 rs.
'Ditas coan orvilhas novas, ensopadas, a 720 rs.
Ditas com favas, a 610 rs.
{Ditas c >m ameixas a 45200, 15800 e 35500.
i Di las com marmelada do afamado fabricante
Abreu. a 880 rs.
Ditas com massa de tomate, a 300 rs.
S- Ditas com ligos de comadre, novos, a 15300,
25 e 25300.
[Ditas com bolacbinha de soda muito novas, a
25000.
| Ditas com biscoitinhos inglezes de muitas qua-
lidade*, a 15'tOO.
Chocolate.
i
I Chocolate superior muito novo, a libra a
15200.
Macarrao, talhariam e aletria amarella, a libra
a 48;) rs.
Dito dito dita branca, a libra a 400 rs.
kCaixas com estrelinha, pevide, e outras mas-
sas, a caixa 35300.
Ditas dita em libras a 640 rs.
Sas, libra a 360 rs.
IsWtafca para sopa a libra, a 240 rs.
Emitas snecas, a libra a 160 rs.
0itas descascadas, a libra a 200 rs.
}Tapio-a muito nova, a libra a 280 rs.
Farinha de araruta verdadeira, a libra a
[ 300 rs.
I \rroz do Maranhao, em sacco, a arroba a
25400 e a libra a 80 rs.
Mto da India e Java, a arroba a 35200 e a li- Cartas finas nara jogar, a duwa a 25-5 o.
) bra a 100 rs. I Castanhas.
'Toucinhi de Lisboa a 93300 a arroba e a 320Castanhas nova* vindas neste vapor, a
' rs. a libra. ba 45000 e a libra a 200 ts.
>i)iio d Santos, a arroba 75000 e a libra a j Azeitonas.
*60 rs. Barris com azeitonas novas a 15300.
jVfolho* om 123 ceblas grandes, a 13280. Manteiqa
Mistarla francesa, caixa cora 2 duzias a
Vinho verde superior.
A caada a 35500 e a garrafa a 480 rs.
Gomma.
Saccas de 4 arrobas, a verdadeira de se*
engommar, a arroba a 3J0OO e a Hora
120 rs.
Sabo massa, a libra a 200, 240 e 280 rs. |
Farinha. j
Saccas grandes com farinha de Goianna mu-,,
to nova, a 55000.
Caf. ,
Caf do Rio muito superior, a arroba a 85,.
85500 e 95000.
Cha. 5
Cha, temos nestes gneros o melhor possivel.
hyson, a libra a 25600.
Dito parola a 35000.
Dito uxim a 25700.
Dito hyson muito fino a 2JS00.
Dito redondo a 25300.
Dito prelo de primeira qualidade a 25500.
Dito mats baixo a 25000 e 15600.
Erra mate.
Excedente cha medicinal, a libra a 320 rs.
Esperraacete.
O masso com 6 vellas de espermacete a 600, |
640 e 720 rs.
Passas.
Cairas de 16 e 8 libras de passas novas pro-
prias para mimos a 45 e 85-500.
Nozes.
Notes, a libra 160 rs. e arroba a 45000.
Alpisla e painro.
Alpistae painc, a arroba 45000 e a libra ha
160 rs.
Cartas.
arro-
P 8j00.
yjD frascos com mostarda proparada em vinagre,
M a 400 rs.
M Ditos com conservas inglezas e francezas, a
.fk 640 e 800 rs.
KS5 Ditos cora sal refinado fino, a 640 e a 300 rs.
df) Ditos cora a verdadeira genebra de laranja, a
13000.
? 9% Ditos de 2 garrafas de Ilollanda verdadeira, a
c.v 40 rs.
Bitijas cora dita proprla para negocio, a
400 rs.
l(Virno>s com 2 paloes com dita, a 65-
i Sirvej i boa, marca, a 500 rs
duzia a GjOOO.
'Tioha nniscatel de Setubal, a garrafa a 15-
MaTrasqmnho verdadeire, frascos a 80C rs. e
' a 15200.
Chrnpagae, a duzia 205000, e a garrafa a
25030.
lAieitereflaado portngnei e fraacez, a garrafa
a 15000.
Caixa d i vinho Bordean* raaito snperior, a
75, 85. 95 e 103 a caixa.
JOitas cot dito bronco, a 75 a caixa.
. Dita* com dito larimas do Douro verdadeiro,
fm, a 205-
(fpDita* com duqae do Porto verdadeiro,pa
Jv* 185000.
i'-^ Ditas com chamisso superior, a!45-
<3jP Ditas om Porto velln o outras muitas mar-
X "!, a 123.
rfNSVmho do Porto da pipa, a garrafa a 640, 720
yAV e80rs. ^ft
SfDilo de Lisboa muito bom, a caada a 35200,
i 355!)D e' 45- e a Sarrara a 50 e 56 rs- .
iSpDit) da Fijueira, das seguintes marcas (N'.)
(J. A. A.) (I. L. G.) (O. M.) a caada a
433 10. e a garrafa a 560 e 640 rs., desle
que j e*t engarrafado e lacrado com o
rotulo do armazem.
^Dito* di marcas mais desconhecidas, a cana-
I da a 3*500 e 45000, e a garrafa a 480 e
529 rs.
.Yinho branco fino, a garrafa a 640 rs.
Manteiga superior, a libra a 15000.
Dita mais abiixo a 800 rs.
Dita menos superior a 640 rs.
Dita franceza nova, a libra a 720 rs.
Dita dita em barris e meios ditos, a libra a
660 rs.
Dita para tempero a 400 rs.
Qneijos.
Queijos novas vindos neste vapor a 35200 ek
35300. '
Ditos londrinos muito novos, a libra i
15000.
Papel.
rs. a garrafa, e a Pape] aimago pautado, a resma a 45800.
,. Dito dito li/o de linho, a resma a 45500.
lizo e pautado, a resma a
Dito de caj
800 rs.
muito superior, a garrafa a
Dito de peso
25-300. _
Dito de embrulho, bom a 15 e 13200.
Vinlio Madeira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xeroz e Ma-l
deira a 15300 e 25000.
Temperos.
Folbas de Iouro, pimenta dj reino, cominho
e cravo, a libra a 400 rs. t
Velas de carnauba. \
Massos com 6 velas de carnauba refinada a.
480 rs.
Amendoas.
Amendoas cora casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Caixoes de doce de goiaba, grandes a 1'i00
e pequeos a 640 rs.
TijolOs de (impar.
Tijolos de arear facas a 140 rs.
Graxa.
Duzias de boiSes de graxa n. 97 a 25000, e j
de latas a 15000, e os boioes a 240 rs. ca-j
da um, e as latas a 100 rs.
Charutos Gaos.
Charutos finos dos melhores fabricantes da,
Babia por diversos pre?os, caixa* e meias'
ca xas.
grande quantidade de gneros tendentes
estes estabelecimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
ATTENCAO
Laboratorio enologieo e cliimico de F. P. Lebenf e C.
ra Montmartre, 31, em Pars.
Fabrica em Argenten!!, prs Pars (Franca).
BONIFICADO E FABlilCAClO
Dos vinhos, agaarflentcs e licores.
0
NEM COROAS NEM ftlITRAS

CHMOE 1RMAZEM
VINHOS.Imitagao dos vinhos de todas as
qualidade?,Extracto do Medc, adose para 230
litros, 1 f. 25,de Bordeax, 2 f., de Poraard, 3
f.,de Lisboa,? f.,-do Cataln, 2 f.,-de Porto,
Xerez, Muscatel, Malaga, dose para 25 ou 30 li-
tros, 4 f.
Substancia para fabricar com o alcool e agua
os vinhos cima e todos os outros. A dose para
500 litros, 50 f.
CLAC1FICAC0Pos Inglezes, pos dos vinhos
da Hespanha, da Franca, etc. A libra para 500
litros. 5 f.
COLORACO.Pnrpirigine para colorear os
vinhos brancos e vinhos claros. As duas libras
AGUARDENTE5.Essencia de cognac para dar
as aguardemes ordinarias o sabor e o aroma de |
cognac. A garrafa para 100 litros, 5 f.
KIllSCH E ABSI.N'THO. -Essencia de kirsch e
de absintho, para os fazer com alcool e agua. A
garrafa para 100 litros, 5 f.
LICOKES.-Extractospara fabricar se todos os
licores conheeidos sem fogo nem alambique, (in-
dicar-se os que se deseja.) A dose para 20 ou 25
litros, 3 f.
PERFUMES para abrcar-se os licores finos ou
conimuos a dose para 20 ou 85 litros, 1 f. 23.
TODOS os outros productos para o trabalho dos
vinhos, agurdenles, licores, vinagres, etc., sao
fabricados de encommenda.
UTENCILIOS de laboratorio e de chimica.
engaado nossos
para 500 litros, 16 f.
Alguns de nossos agentes tendo falsificado e imitado nossas preparacSes, c
freguezes, deve-se exigir sobre as rolhas e rtulos as iniciaes F. V. L. Pars,
0 modo de usar-so das preparaees acua-se indicado no rotulo.
As enconan indas davem sar acompanhadas por urna letra sobre Paris ou qualquer outra cida-
de de Franca, ou garantidas por um i casa contieciia.Dirigir-se ass Srs. Lebeuf & C. chiraicos, ra i
Montmarire', n. 31, era Pa/i*, oua sui fabrica em Argenteml, prs Paris.
Vende-se na botica franceza, ra do Imperador n. 38.
RA DO IUPERABORW. 40
Junto ao sebrado em que ora eSr. Osbarne,
Dnarte Almelda A C, receberam de sua proprla ccccn n co-
da o mais linde varlado sortimento de molhados, r* | ri*
da presente estaco.
Manteiga ingleza Ma^as brancas
da safra aova viada ao ultimo vapor a l.ooo] para sopa a melhor qne se pdde dc*r,
rs. a libra eem barril a 8oors. j macarrao, talharim e aleiria a 4tC u. i
Manteiga franceza I libra e 4:)'i00 a caixa.
pn afra nova a 60o rs. alibra, e em barril Vnh.0
M:60 rs. Figueira J A A e outras muitas marcas aae-
.-3
CONSULTORIO MEDUMGICO
DO
DR PEDRO DE ATTAHYDE LORO MOSCOSO,
MEDICO, PARTE1RO E OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fundao 3
O Dr. Lobo Mo&coso d consultas gratuitas aos pobre todos os dias das 7 s l
lloras da maatiaa, e das 6 e meias 8 horas da noite, excepcao dos dias santificados
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tubos avulsos, assim como tioluras de varias dymnamisacoes e pelos precos seguintes
Carteiras de 12 tubos grandes. 12)J0O0
de 24 tubosgrandes. i 8,5000
de 36 tubosgrandes. 240000
de 48 tubosgrandes. 3O/J00O
de 60 tubos grandes. 35#000
Prepara-se qualqaercarteira conforme o pedido que se fizer, e com os remed
jete se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tfntura de meia onca 1(5"00.
Sende para cima de !2, custaro >s precos estabelecdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
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A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina ,Homeopathico do Dr. Jahr,
dons grandes volumes com diccionario............ 2O#00Q
Medicina domestica do Dr. Ilering,........... 103000
Repertorio do Dr. Mello Moraes. *........... 65000
Diccionario de termos de modicioa......., 3#000
Og remedios deste estabelecimento sSo por demais conheeidos e dispensam portan
to de seren novamente recoramendados aspessoas que quizerera usar de remedios ver-
dadeiros,energicos e duradores: ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de ver-
dadeiro tssucar de leite, notaveis jela sua boa conservaco, tintura dos mais acreditados
estabelecimentos europeos, a mais exacta e aceurada preparado, e portanto a maior ener-
ga e certeza em seus effeitos.
Casa de saiiie pira escravos.
Recebe-seescravos para tratar de jualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operagao, para o que o aanunciantejulga-se suficientemente habilitado.
O tratamento o melhor possivel, tanto na oarte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa a mais de quatro annos, ha muitas pessoas de cujo conceite se nSo
pode duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
loentes.
Paga-se 23000 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 10500.
As operaces serao previamente ajustadas, se ne se quizerem sujeitar aos precos
azoaveis que costuma pedir o annunciante. _____
F4BRICV M CHPEOS M SOL
Amendoas
otifeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
23400, muito propios para mimos,
Cartoes
com bolos francezes a 560 rs. cada um.
Latas
com bolachinhas de soda de todas as qua-
idades a 13300.
Chocolates
de todas asqualidades a 13OO0 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambem
temis velhos para 500 rs.
Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 236oo.
Qneijos
chegados no ultimo vapor a 23600 cada um.
Qneijo
londrinoo mais fresco que se pode esperar
e de excellante mare a 800 rs. a libra
sendo inteiro e a 900 rs, a retalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
O ICa co.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 13200.
Cli uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qaalquer n5o pode vender per menos de
I Seo perola
pecial qualidade a 23700 rs. a libra.
dem livsson
nais aromtico que tem vindo ao nos*;
aereado a 23600.
para sopa, macarr5o, talharim e aletria a
480 rs. alibra.
CO :%C
o muito afamado cognacPal Brandy a 1 8oo
rs. a garrafa e de outras muitas quaida-
desa 1,odo e 8oo rs. a garrafa.
OOJMM
lapidados para agua a 4,5oo e 5,ooo rs. a
duzia, e a 440 e 5oo rs. cada um.
PAPEL
alrnaco, greve, peso e de outras muitas qua-

ditadas a 500 rs. a garrafa,
lden de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e
23800 a caada.
dem do Porto
generosos engarrafado des melhores fabri-
cantes da cidade do Porto a 13 e d^CO
agarrafa ede 13 a 123 a caixa, a? nar
cas sao as seguintes: Chamisso Fillt-,
F. 4 M., Nctar ou vinhe do6 Deutes,
lagrimas do Douro e outros muitof.
Latas
com 10 libras de banha a 430C0.
Bolachinha ingleza
a 13800 a barrica da mesma que
vendem a 23000 e 23400.
Nozes
as mais novas do mercado a 12Cr* .4 bra.
'Cervejas
dos melhores fabricantesje de todas as mai
cas de 43500 a 63500 a uzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Reis e outros em
meias caixinhas a 13500.
Arroz
do Maranhao a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 23500 a 33000 a ar-
roba desses que vendem por 33400.
CAF
de 1.a e 2.1 sorte do Rio de Janeiro a 85f
e 83800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
arralos
com 4 '/i garrafas com vinagre a 13000 tm
ogarrafao.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 13000 o frasco, e de H3000
a caixa.
DEM
em frasqueiras de Hollanda a 53800 coa
12 frascos.
GENEBRA
de Hollanda verdadeira em frasqueira a 6oo
rs. cada urna.
PALITOS
os verdadeiros palitos de gaz a 2,2oo a groza
e 2o rs. cada caixinha,
LICORES
finos de todas asqualidades, a lo,ooo acixa
com urna duzia e a l,ooo a garrafa.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
jam Abreu e outros muitos a 6co rs. a
libra.
Pregunto
% vi
31 11 \ v.i c6-juTi? d:i CtnhDi do Cirai e na do
Cabng n. 8.
A lir;tori Jje eUabalBciaafintd o ratis importante que existe neste ger.ero!
as provincias Jo norte do im.urio, querenlo que o publico desta provincia gnze das'
"vanlagens que proporciona a fabricaco cnugrande escala e directa relaco com as mais
importantes fabricas da Europa, faz sciente qii resolveu-se a vender ainda mais barato
do que do costurae como dennnstra a seguinte tabella :
Jidades de2,2oo,a4,5eoa resma do me- o verdadeiro prezunlo de Lamego a 52o rs
U1 a libra.
Papel de botica
| de excellente qualidade a 23200 a resma.
Descont em duzia.
20
10
<>/
15
15
15
7o
7
0'n
o/o
Chapeos de sol de panno a 23000.......
armaco de baleia a 23300 .
> de seda armaco de ac inglez de 20 pollegadas
43, de 24 53, de 26 53500 e de 28 63......
Chapeos de sol inglezes .a balo 12 varetas, cabos muito ricos e
seda superior de 21 pollegadas 83, de 26 93, e de 28 103-
dem idem a balo de 16 varetas patent paragon de fox de 24
pollegadas 113, de 26 123, e de 28 133......
Alm de muitas outras -pialidarles de chapeos de sol que existem na mesma casa
como sejam de alpaka, ditos debrim de linho, etc., etc. ha tambem de seda e de panno
de todos os tamanhos e feitios, os quaes sao to vantajosos como os annunciados, ha
sempre um constante sortimento de bengalas, chicotes, cachimbos, entilara fina e ar-
mas de caca, os quaes vendem-se igualmente em porco e a relalho, notando porm
que o comprador por atacado ter sempre um descont razoavel, afim de poder reta-
Ihar pelo preco que o estabelecimento retalha.
N. B. Os objeetqs comprados em menos deuma duzia serao considerados como
a retalho.
PAPEL
azul e pardo para embrulho de 1,4oo a 2,2oo
rs. a resma.
Corinthias
passas corinthias muito novas proprias para
podim a 8oo rs. a libra.
'Fumo
ARROZ
Maranhao, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3,ooo, a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas marcas a 5Co rs.
a libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
de carnauba em caixas de arreba a 9,3oo x
caixa e 34o rs. a libra.
Batatas novas
o verdadeiro fumo americano em chapa a em caixas de 2 arrobas a 53 a caixa e 60 rs
l,4oors. alibra. alibra.
Vinagre
IV


AO
NOVO AMAZEM DE MOLHADOS
N. 18Rna do Cabngan. 18,
Defronte da matriz de Santo Antonio,
DE
Lima & C.
Os proprietarios deste novo estabelecimento avisa ao respeitavel publico, que acha-
re prvido de um completo sortimento de molhados e seceos, todos novos e por precos
commo os c-larios nunca quizeram annunciar pelo jornal a existencia de seu estibe-
le i meato ; porm, como faz-se necessaria a noticia aos senhores de engenho e agncul-
to.ei.qoe mandam seus portadores directos a esta ou aquella casa, motrvo pelo qual os
oroorietarios o fazem agora. .
Aproveitam a occasio para declarar aos Srs. consumidores, que seu estabeleci-
monto se achara sempre completo de um variado sortimento de molhados. seceos e ou-
iro obiectos pertencentes ao mesmo ramo de negocio.
Seus precos serao menos 5 por cento do que em outra qualquer parte, e para
'est fim chama-so a attenco de todos em geral.
Os pesos c medidas, c qualquer engao dado na casa, serao garantidos pelo dono
ta favor do consumidor1, em qualquer occasio que reclamar.
Os propretarios deste novo eslabeleeimento esperara dos seus freguezes, e do
piblico em ueral toda a proteccao, prometiendo os proprietaros da Flor dos Progr>s-
-,,s tirar trio smente um lucro razoavel do laborioso trabalho, com que possam dar
cumprimento a esta ardua missao. I'; > J
Acbando denecessaria a puhjjcaco dos precos minuciosamente explicados de
seas ceneros com o que genlmente todje-fogem, pele motivo n3o somenrede serenfa-
dVho orno'tambem nornafla valer, os'pTPrietar1os tem smente em vista entreter es
seas cns imidjras com gneros aovo," e precos mais razoaveis do que em oulra qual-
auer parte, pois sero as garantas para a proteccao ao Novo Armazem de Wthaot.
H 1 FLOR DOS PROCiRESSO.
[Chales de renda preta e bournns deguip preto|g
4' leja da ra do Crespo n. \7, J>
DE
Vende a 135,20*, 305, 405, 50* e 60*, capis e casac5es de gros pretos, chapeos
e chapelinas de palhae outras muitas fazendas proprias para a qnaresma.
Jos Gomes Villar pretendendo ir a Europa tratar de sua saude espera que seus
devedores tanto do malo como desta praca saldem seus dbitos quaolo antes.
1

GOMMA NOVA.
Em paneiros muito Iva a 4,ooors. a arroba e 163 rs. a libra e compran-
do de um paneiro para cima se far abatimento na ra do Imperador n. 40.
CHEGVItVH OS MODEiNOS CHiLES DE
FILO PRETO.
Superiores chales de fil preto cliegados pelo ullimevaper fran*ez, a
loja das columnas ra do Crespo n. 13, de Anionio Corroa de Vasconcel- j
los&G. ________ |
PRRem ancoretasde 9 caadas a 15,ooo rs.
cada urna.
Ceblas
as mais novasde mercadea 7,ooo rs.a caixa
e l.ooo rs. o molho.)
Alpista o Hinco
0 mat',ArvV0 d0 I?ercado a l Wrs. a libra,
e 43400 a arroba.
CEBLAS
mu.tonovasa 13000 ocento na ra do Que:-
mado n. 7, ra dofmperador n. 40 elar-
godoCarmon. 9
RAO DE BICO
muito novo a 33400a arroba e 140rs a li-
bra na ra do Queimrdo n. 7, ra do-
Imperador n. 40 e largo do Carao n. 9.
Q'JEUO SISSO
muito fresco a 800 r,. a libra na ra do
largo do Carmo n. 9
Passas mnifo oras
em quartos e inteiros a 23 o quarto e C,G0
a caixa e 400 rs. a libra.
Chocolate
portuguez o mais especial que se ccVe de-
6ejara800rs.almrael40rs.SLee
, j 'rntas em calda
chegadas ltimamente, pera, pecego, iria e
outros muitos a 640 rs.a lata. J
,Mn. BDsee da sea da goiaba
a 600 e 13 o caixe.
. GOMMA MUITO NOVA
em Paneiros do 1 e 2 arrobas a 35C0
roba el 40 rs. alibra na ra do
a ar-
Ccci-
rCa?mo'nD9d0lmperad0rD-40elar0
BOLACHINHAS
em tatas de deferentes qualidades a 1^2C0
QUEIJOS FLAMENGOS
chegadosneste ulUae va?or t. mo na rea
X ?,eUM0 ,?* 7' 'o Imperadore.
40 e largo do Carmo n. 9.
ftnft.? PrPrietar<8 do grande armazem e VeMaSirrtodiftii,-.-.
aos sees
0 Verdadeiro Principal roa do Imperador n 40
FARELLO DE LISBOA
Marca N verdadeiro em saccas nevas e grandes a 43S00: na rea do Imperador n. 40.
1E
DE
J. VIGNES.
,,* ** RlJA D IHPERADOR X. &&.
Os puos desta antiga fabrica sao hoje assaz coahecidos para que seja necessario insistir sobre t
sua superiondade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qaaMMtos estts rncontfsta-
Teis que eues tem deflBitivamente conquistado sobre todos os que tem appareeide neta praca ; odo-
juindo um teclado e machinismo que obedeeem todas as voatades e caprichos das pianistas, sera-
aunca falhar, por serem fabricados de prepsito, ter-se feito nlliiwnnf melhoramelos mportan-
ssimos para o clima deste paiz ; quanto s oses sao melodiosas e flautaas, e per isto muito agrada-
reis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabfiea ceno na e Or. Bloae, Pars, sott
correspondente de J. Yigoes, em cqja capital foram sempre premiados en todas as npesifles.
No mesmo estabetecimesto se acha sempre um exptendido e variado sortime-ato de-rausieas de
melhores autores da Europa, assim como harmnicos a pianos harmnicos, seminado Teatfdo pa
precos commodos e razoaveis.





I
1
\
Diarlo de Pernaainc afeitado 18 de Mar^a de 1SS5.
AtteatfQ,
Fazeadasp retas para a quaresma por
r*r baratissiniu prega, a* laja e r-
masela da Arara, raa da Imaeratrtz
Lourtnco Ptrira Alendes Gimar&es.
O proprietario deste estabelecimento rotira-se
para a Europa a traur de sua saude, porm antes
de retirar-se pretende fazer urna liquidago de ba-
baratisslmo prego para fechar coalas; agora fre-
guezes veode-se grosdenaple* preto muilo bom
para vestidos, a 15600, i> e 34lK), dito de 5 pal-
mos de largo, a 34 : oa roa da Imperalriz luja da
Arara n. 5o.
ileui-au ique preto a 3$.
Veule-se meuranlique preto para vestido a 34 o
corado, grosdenaple muito largo e encorpado a 34,
JoOO, 24 e 14600 o covado, alpaca pre para
vestaos e palitos a 300,600, 700 e 800 rs. o cova-
do, sarja de la para vestidos, caigas e palitos a
640 e 800 rs. o covado, la prea para vestidos a
640 rs, bombaziua prea para vestidos a 14180 o
covado : ra da Imperalriz lojada Arara n. 56.
Ricos vestidos a Maria Piaa 12$.
Vendem-se ricos vestidos a Maria Pia a 100,
124 140,165 : roa da Imperatriz loja da Arara
Arara vende pecas de panninho a 5$ e de
madapolo a 40.
Vendem-se pecas de panninho muilo fino de 12
jardas a 55, vendem-se pecas de madapolo infes-
tado a 45 e 45500, vendem-se pegas de madapolo
de 24 jardas bom a 65, '$, 75500, 85,9, 105 e.
125, vendem-se pegas de algodosiuio a 55, 65,
75, e 85 : ra da Imperalriz n. 5i.
Arara vende os bales a 2)5300.
Veudem se bales dearcosde todos os laraanhos
a ,25500, 35, 35500 e 45: ra da Imperalriz
n.*36.
Laazinhas da Arara a 320 rs. o covado.
Vendem-se laazinhas para vestidos de senhoras
e meninas a 320, 400 e 500 rs., ditas lizas de to-
das as cores a 400, 500 e 560 rs. o covado. cassa
linas para vestidos a 320, 360 e 400 rs. o covado :
ra da Imperalriz n 56.
Chitas da Arara a 240 rs. o covado.
Vendem-se chitas de cores (lias a 240 e 280 rs.
o covado, mas francezas linas a 320, 360, 400 e
500, preolara para vestidos a 500 e 560 rs. o cova -
do : ra da Imperatriz loja da Arara n. 56.
Liquulaeao de soutambaques e laazinhas a
70, 80 e m.
Vendem-se soutambaques de laazinhas para se-
nhoras a 75, 85, dita de alpaca branca a 105, ditas
muito linas de grosdenaple preto a 205, 235 a 305
capas preas de grosdenaple fino a 205, 255 e 305,
manteletes prutos de grosdenaple a 205 e 225, g
linhas para senhora a 240, 320 e 506 rs., mangui-
tos com gola a 15. camiziohas para senhora, 25,
e 35, ditas metilo finas bordadas a 45500 : na loja
do oarateiro da oa-Vista ra da Imperalriz loja
da Arara n. 5.
Cortes de ditas finas, a 20400.
Vendem-se cortes de ditas com 10 covados por
25400, dilos do dita franceza a 35200, cortes de
cassa franceza floa com 11 covados, por 35, ven-
dem-se p?cas de cambraia branca lisa a 35500,
45)00, 3-5;)0'J, 65 e 85: ra da Imperatriz n. 56.
Liquidaco de roupasfeitas palitos a 20.
VeuJem-se palitos de brira de cor a 25, 2530 e
35, j.Kjurioes de brim pardo a 35 e 35500, palitos
de casimira bem feito a 55, 65, 75,85 e 105, di-
tos de panno preto bom a 85 e 105, ditos sobreca-
sacos de casimira de cor e preta e de panno a 125,
145,16-S e 205, caiga de brim deci a 25 e 25500,
ditas brancas de liniio a 35500 e 45, dilas de ca-
simira de cor 45,65 e 85, prelas a 55, 65 e 85,
colleles de casimira de cor e preio, de brim de cor
a 15500, biaocos a 25 e 05.0, ceroulas fetas a
15280, ditas finas a (5600 o 25, camisas frauce-
zas a 25 e 25500, ditas inglezas de pregas largas a
35, d.i linlio a35 e 35300, colerinhos econmicos
a OiO rs.a dazia, ditos de linho a 500 rs, um : na
ra da Imperatriz loja da Ar.ua n. 56.
Arara vende as cobertas a 20.
Vendem-se cobertas de chila linas a 25 e 25500,
ditas de damasco a 45 : ra da Imperatriz n, 56.
E na Arara que e ven le cortes de casimira
preta a 30.
Vendem-se cortes de casimira preta para caiga a
35, 35300, 45500, 65 c 85, ditos de cor a 35,
15300 e OJ : ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende panno preto a 20.
Vende se panno preto para caiga e palito a 23,
35, 3)500, 45, 455OO e 65 o covado, casimira pre-
ta lina a 25,25300 e 35 o covado e outras muitas
fazendas para liquidar: na loja e armazem do
Arara, ra da Imperatriz n. 56. ______________
Fazendas pretas para a qua-
resma.
X* loja do Pavo.
Acha-se este estabelecitnentocompletamente sor-
tldo de fazendas pretas propriaspara a qusresma,
a saber :
Grosdenaples preto largo e muilissimo encorpa-
do, oulros mais estrenos tendo dos pregos de
15280, 15600,15800, 25, 25400 e 35, superior
moreaatique preto a 35, superior sarja preta he>-
panhola, superior setiiu preto maco, ricas capas
pretas bordadas, soutembarques muito bem eofei-
ladas, ricas vasquinas e casacos dos mais moder-
nos que lem viudo, superiores manteletes,.camisi-
irhas com manguitos proprias para luto e ricos
chales pretos de rede, tudo isto se vende mais ba-
rato do que em outra qualquer parle por ser a di-
nheira : na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60
de Gama Silva.
As roupas do Pav2o.
Acha-se nesle estabeleci ment om grande sorti-
mento de roopas fritas para homem como sejam :
superiores paletots sobrecasacos de panno preto
muilo fino e forrados de seda a 225, 255 e 305,
ditos forrados de alpaca a 115, 165 e 205, supe-
riores paletots de casemira tanto saceos como so-
brecasacos, ditos de meia casemira pretos e de co-
res, ditos de brim do todas as qualidades, colletes
de casemira pretos e de cores, vo'ludos, setins
etc., sendo todas estas obras cortadas por um dos
melhores mestres nacionaes, manda-se fazer qoal-
AO PUBLICO
Sem o menor eoastran-
glmento se entregar o
importe do genero que
nao agradar.
ATTENQ60
O precos da segulnte
tabella para todos, po-
dendo assim servir de ba-
se para o ajaste de coutas
eom os portadores.
RA DA CADEIA DO RECIFE N. 53
(Logo passando o areo da Coneeieo)
PARA BEM DE TODOS.
Na loja do Pavo vende se urna grande porgo
de cortes de chitas/ -*ncezas sendo claras e escu-
ras todas de crestl *as com 10 covados a 35200,
com 11 covados a 35600 e com 12 covados a.45,
pechincha para se apurar dinheiro : na loja do
Pavo, de Gama & Silva, ra da Imperalriz n. 60.
Grande liquidaco.
Ra da Imperatriz n. CO, loga de fazendas
do Pavo de Gama & Silva.
Acha-se este estabelecimentocompletamente sor-
tldo de fazendas inglezas. francezas, aileroaas e
suissas, proprias tanto para a praga como para o
mato, prometiendo vender-se mais barato do que
em outra qualquer parte, principalmente sondo em
porgo, e de todas as fazendas do-se amastras,
dcixando flcar penhor, ou mandam-se levar era ca-
sa pelos caixeiros da loja do Pavo.
Camisinhasa 1$.
Vendem-se camisinhas com manguitos, sende
muito bem enfeitadas, proprias para senhoras a
meninas, pelo barato prego de dez tustoes cada
urna : na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,
pe Gama Silva.
Cortes de cassa a 30.
Vendem-se muito bonitos cortes de cassa, tendo
7 varas cada corte, com desenhos muito delicados
pelo baratissimo prego de 35';( o corte : s na
loja do Pavo, ra da Imperalriz n. 60, de Gama
& Silva.
Cmbraias lisas, na loja do Pavio.
Vendcai-se pegas de cambraia lisa muito fina,
tapadae transparente, pelo baratissimo orego de
45 tendo 8 1|2 varas cada pega, ditas muito finas
a 75, 85 e 95 a pega, ditas Victoria edm 10 va-
ras pelo baratissimo prego de 75, 95 e 103, ditas
Garrazes fazenda muito encorpada fazenda pro-
pria para, forro a 36a rs. a vara ou 25600 a pe-
ga : isto na loja do Pavo ruada Impojatriz n 60,
de Gama Je Silva.
Os vestidos do Pavo.
Grande pechincha a 35500.
Vendem-se os mais bonitos vestidos de cambraia
transparente a imitago de tarlatana com mnitos
delicados desenhos, muiio proprios para partidas e
passeios pelo baratissimo prego ne 35500cada um,
sendo fazenda que seinpre se vendeu a 75, na loja
Jo Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Vestidos a 40 e a 7
Na loja do Pavo vendem-se ricos cortes de vesti-
dos Maria Pia, sendo bordados e com barras,
pelo barato prego de 45 e 75, sendo fazenda que
val multo mais dinheiro, isto por baver grande
porgo, na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60,
de Gama & Silva.
Os enfeites do Pavo.
Vendem-se os maksmodernosenfeitesparacabega
de senhora: na loja do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As cassas do Pava.
Vendem-se as mais bonitas cassas francezas, de
padroes mludinros e grados, chegados pelo ulti-
mo vapor, pelos baratos pregos de 300, 320, 360
rs., por- baver grande porgo : na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Is laazinhas transparentes a 100 rs.
Na loja do Pavao vendem-se as mais modernas
laazinhas transparentes, sendo de listas miudinhas
a imitago das sedinhas, pelo barato prego de 400
rs. o covado ; dilas enfestadas de urna s cor e
ditas de salpiquinhos proprias para vestidos e rou-
pas de criangas : na loja do Pavo ra da Impera-
triz n 60. de Gama & Silva.
Kieos soulanbarqaes do Pavo.
Acaba de chegar nm rico sortimento de sou-
tambarques de grosdenaple preto muito bem
s de chita com 10 covados a enfeitados, que se vendem pelo barato prego de
2ji00 a 33200, ditos de cassa a 35. ditos de lazk 205, 225, 255, 305- Capas e casacos de glace pre-
Senliores e senhoras, o aceio que presidio aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que tudo a promptidao e inlei-
reza com que ser5o tratados, convida a urna visita ao mesmo, certos de que sem duvida me daro a proteccao e preferencia na om- <
iS^X^^^n\^^9*^t^^ Pra dos &eneres flue prec sarem, e quando nao possam vir podero mandar seus portadores, ainda que estes sejam pouco praticos,
imperatriz n. 60, de Gama & silva pois ser5o to bem servidos como se viessem pessoalmente, havendo para cora estes toda recommenda,ao, afira de que nio vo em
Chitas em corles cona 10, 11 e 12 covatks outra parte.
I O 111 MI tS
rara 1865
Acham-se venda na livraria ns, 6 e Ma
praca da Independencia:
A FOLH1NHA DE PORTA, abrangendo o
Kalendario civil e ecclesiastico, tabellas
de feriados, de emolumentos dos tribu-
naes do commercio, etc. a 160 rs.
A FOLHINHA DE ALGIB*EIRA conferido o
mesmo que aquella e mais una nova
Salve Rainha em versos, o Stahai Aiater
em verso, devoco ao agonisanie, coracao
de Jess, cntico em louvor do Santissi-
mo Rosario, cntico a Virgem Maria Ko-
sa Senhora, trinta e tres chistosas anc-
dotas, um indito poema sobre as aven-
taras de um cozinheiro, o canto de mia
solteira (poesia), crescido numero de m-
ximas e pensamentos, urna historia como
muitas (romance), e vintecinco novase
pilhericas charadas a 320 rs.
Milbo novo em saceos grande?: no trapiche
; da Cnnha, a tratar com Tasso Irmao?.
ESCBAVOS FU&IDS.
Manleiga ingleza especialmente escollada a
i.ooo e 8oo rs. a libra e em barril se fz
abatimento.
dem franceza a mais nova do mercado a 0 !o
'rs. a libra e 900 rs. em barril ou meios.
Cha hysson de superior qualidade a 2,000
rs. a libra.
Cha perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs. a libra.
dem hysson muito superior em latas de 15
libras milito proprio para negocio a 2,ooo
rs. a libra.
dem hysson nacional em latas de 1 e 2 li-
bras a \ ,6oo rs.
Alelria, macarro e talharim a 4oo rs. a li-
bra e 6,ooo a caixa.
Massa para sopa : estrelinha, pevide e rodi- Cerveja branca das marcas mais acreditadas
nha branca ouamarella a 64o rs. a libra e
3,5oo a caixa com 8 libras.
Vinho do Porto muito fino proprio para
engarrafar, em ancoretas de S caadas a
3,ooo rs.
Vinho em pipa: Porto, Figueira e Lisboa a
32o, 4oo e 5oo rs. a garrafa, e em caada
a 2,5oo, 3,ooo e 3,8oo.
i Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e ioo rs. a garrafa e em cana-
da a 3.000 e 3,5oo.
Vinho branco para missa em caixas de 1 du-
zia a 8,ooo e 68o rs. a garrafa.
Sal refinado em frascos de vidro com lampa
do mesmo, a 5oo rs.
dem preto o que se rjde desejar neste ge-
nero a 2,ooo e 2,2oo rs. a libra.
Linguicas muito novas a 8oo rs. a libra e em .Vinho do Porto das melhores marcas que
Navidades
Na nova loja de fazeadas e
roupa feita nacional
Ra da Imperalriz m. 72
Pectiiacha
Cortes de chita a S04OO
nhas para vestido a 35600 e 4-3, ditos finos de bar-
ras a Maria Pia a 125, '45 e 16*, ricos souteam-
barques de laazinha em fantasa a 85. 75 e 105,
diloi de grosdenaple prelos finos a 205, 225 ts 255,
capas pretas de grosdenaple a 205, 235, e 255,
na ra da Imperatriz n. 72.
Fazendas prelas para a quaresma. .
Vndese grosdenapie preto fioo a 15600, 25, e
25530 o covado, panno fino para caigas e paletots
a 25,35, 355OO, 4550J e 55 o covado, casimira
preto tina a 25, 25-jOO, e 35, alpaca preta para
saias e vestidos a 500, 600 e 800 rs., sarjas de la
para caigas e paletols a 640 e 800 rs. o covado.
Laazinhas a 320 e 3ii0 rs. o covado.
Voud-sc laazinhas para vestidos a 360, 400,
500, e 560 o covado. chitas finas para vestidos a
240 o 280 o covado, dilas francezas linas 320,
360 e 400 rs. o covado, capas francezas Unas a
320,360 e 400 rs. o covado:
Roupa feita.
Vende-se paletots de cor e preto a 55, 65, 85 e
105, caigas prelas de casimira a 55, 65 e 85, cor-
tes de colletes o paletols de bTira a 25, 25500 e
33 : na ra da Imperalriz n. 72.
Madapolo entestado a 4#.
Vende se pegas de madapolo eufestado a 45,
dito em panamito a 55, pegas de madapolo de 24
jarlas bom a85,75 e 105, dilas de algodo a 55,
65, 7 e 85, cortes de caigas de brim a 15600 e
25, ditos de casimira prela a 35, 35500 45 e 55 :
na ra da Imperatriz n. 72.
BENZINA
Nova essenda para tirar nodoas sem ata-
car os teciJos nem alterar as cores
Mancha algama produzida por gorduras,
cera, etc., reste a este famoso dis-
solvente, que pode, sem receio apli-
carse sobre vestidos de seda, la,
uipegarias. panos de bilhar etc.
Restaura perfeitamcute as luvas de peli-
ca usadas.
Cada frasea l#00.
I'm impresso que acorapaoha cada fras-
co onsina a raaneira de usat-se, assim
como indica outras muitas applicages
que esta nova essetcia poda tor las-
arles.
PHARMACIA RIBEIRO
EM PKBKAM8UCO
22Praca da Boa-Vista22
:
Vende-se calcada fraucez da barca franceza
S. Joto da Luz, na roa do Livramento n. 21.
Boraoguins de lustre (Nanles) 65000.
Dito-; de hezerro de tres solas (Nantes) 65000.
Ditos de bezarro de doas solas 65000.
Sapaios de tapete 640 rs. _____
barricas com gesso
mos.
Gessa
nosarmazens de
Tasso Ir-
Vacca
Na Piranga, defronte ao sitio do Sr. Millet, ven-
de-se urna vacca muito boa leiteira com cria.
los que se vendem muito em conta: na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60, de Gama t Silva.
Casimiras escossezasa 1,600 rs.
Vende-se as mais modernas casimiras escossezas
proprias para caigas, colletes, paletots, ronpas para
criangas : na loja do Pavo, ra da Imperatriz
a. 60, de Gama & Silva. *
Aos vinte mil covados de la.
Grande pechincha a 240 e 320 ris.
Vendem-se as mais bonitas laazinhas transparen-
tes, sendo com lislras e quadrinhos miudinhos, e
lisas, tendo de todas as cores, assim como pretas
e roxas para luto, pelo baratissimo prego de 240
rs.o covado; dilas transparentes com palminhas
de soda Maria Pia, tendo de todas as cores, e
algumas proprias para luto, pelo barato prego de
320 rs. cada covado, isto por haver urna grande
pnrgo : na ra da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
Vestidos Hara pia,
Grande pechincha a 10:5000 rs.
Chegaram os mais bonitos cortes de la Maria
Pia com as barras primorosamente bordadas, tra-
zendo os competentes enfeites para o corpo, beodo
todos com as cores mais delicadas que tem vindo,
e vendem-se pelo baratissimo prego de 105 o cor-
te, ditos deprcala com lindas barras e enfeites,
com 19 cavados cada um a 105, ditos de cambraia
com barras bordadas a crox no ultimo gesto, pe-
lo barato prego de 65 : na loja do Pavo, ra da
imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Cassas de Ilnho a 3GO rs.
Chegou esta nova fazenda, sendo cassa de linho
propria para vestidos e roapas para criangas, com
muito delicadas cores, moderna, e vende-se pelo
barato prego de 368 rs. o covado : na loja do Pa-
vo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
IiSazInhas Usas.
Vendem-se as mais ftoas laazinhas de nma s
cor, tende grande sortimento : na Iqja do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chales argentinos de renda.
Chegaram ltimamente para a loja do Pavao os
mais ricos chales de renda com tres ponas, sendo
todos pretos, e tambemeom assentos de cores, sen-
do neste artigo os mais ricos que tem vindo a este
mareado, ricamente bordados e celulados de nm
elegante bira preto de mais de palmo de largura-,
estes modernissimos chales nao s sao proprios
para passeio por fazerem urna elegante vista sobre
om vestido de qualquer car, assim como muilo
proprios para as actos da quaresma : vendem-se
nicamente na loja de Gama & Silva, ra da Im-
peratriz n. 60, loja do Pavo.
Soutambarquesdecor na loja
do Pavo.
Chegaram pelo ultimo vapor francez os mais ri-
cos soutambarques de cores, sendo os mais bero
enfeltados que tem vindo a este mercado, com
adornos da reliado, seda e setiro, renda, etc.. s
avista do grande sortimento qn* os fregoezes
podem dar o v<>rdadeiro apreco a esta fazenda, p
vende-se por differentes precos conforme a qnali-
dftde : na loja do Pavao de Gama e Silva, ra da
Imperatriz n. 60.
barril se faz abatimento.
Chouricas e paios a 800 rs. a libra.
Costelletas inglezas a 64o r3. a libra, serve
para temperar panella ou para fiambre.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo rs., ditos de navio de vella a
2,000 rs.
dem londrinos muito frescos e de superior
qualidade a 800 rs. a libra,
dem pratoa 800 rs. a libra, e inleiro se faz
abatimento.
dem suisso o mais superior qne tem vindo
ao mercado a 64o rs. a libra.
Ervilhas e favas portuguezas ja preparadas
em latas hermticamente lacradas a 64o.
Feijao verde muito superior a 640 rs. a lata.
Copos lapidados para agua a 5,ooo e 5,5oo
rs. aduzia.
dem idem para vinho a 2io rs.,e 2,4oo rs.
a duzia.
vem ao mercado como sejam : Lagrimas
do Douro, Duque do Porto, Rainha de Por-
tugal^ Duque genuino, D. Luiz I, Madei-
raSecca, Malvazia fina a I6,ooo, u.ooo,
12,000 e 10,000 a caixa com i duzia e Ooo,
l.ooo e I,5oo rs. a-garrafa.
Vinho Cherex de superior qualidade a 16,000
a duzia e i,5oo rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantes a 4oo rs. os quartos e
64o rs. as meias latas.
Bolachinhas inglezas muito novas a 5,ooo a
barrica e 320 rs. a libra.
Bolachinhas de soda em latas de diversas
qualidades a l,3oors.
Cartoes com bolo francez muito proprios pa-
ra mimo a 64o rs.
Passas muito novas em caixinhas enfeitadas
para mimo a 3,ooo rs.
Passas de carnada a 8,000 a caixa e 4oo rs.
a libra.'
Chocolate francez hespanhol c suisso a Ooo, Figos de comadre a 24o rs. a libra.
I,ooo e I,2oo rs. a libra. j Amendoas de casca mole a 4oo rs.libra.
Espermacele superior a 600 e 64o rs. a li- Milo de amendoas a 5oo rs.
Bolachinha d'agua e sal, da fabrica de Jo5o
de Brito no Beato Antonio, em lata de 6 li-
bras por 2,5oo rs.
Ameixas francezns em f asco de vidro com
lampa do mesmo, a 1-"co.
Ameixas franc zas em caixinhas de diversos
bra e em caixa se faz abatimento.
Peixe em posta em latas hermticamente la-
cradas e das melhores quadades de pei-
xe a 8oo, I,ooo e I,2oo rs.
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-
das que vem ao nosso mercado a 7,ooo e
8,000 a caixa c 64o e 7oo ris a gar-
rafa.
Gencbra'de Hollanda a 48q rs.a botija de
conla certa.
Frasqueiras de genebra de Hollanda a 6,800 a Ooo rs. a garrafa el 0:000 a caixa.
e 64o rs. o frasco. I Batatas muito novas a 80 rs. a libra e2,5oo
Genebra de laranja verdadeira em frascos! o gigo com 36 libras,
grandes a l,oooe 11,000rs. a frasqueira.1 Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco e
Caf do Rio de Ia qualidade a 28o rs. ali-j 8,000 a duzia.
bra e 8,000 rs. a arroba. j Vassouras de escova para esfregar casa a
Caf do Cear muito superior a24o rs. ali-J 4oo rs.
bra e 7,000 rs. a arroba. Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Arroz do Maranho de Ia qualidade a loo.Molho inglez em garrafa de vidro comrolha
rs. a libra e2,8oo a arroba. do mesmo,. a 16o rs.
dem da India a loo rs. a libra c2,8oo a Mostarda ingleza dos melhores fabricantes,
arroba. | a 800 rs. o frasco.
dem de Java a 80 rs. a libra e 2,4oo a ar- Mostarda franceza em potes j preparada a
roba. 4oo rs. o frasco.
Painco e alpisla a 14o rs. a libra e 4,000 a Lentilhas francezas. excellente Iegume para
arroba. | sepa, a 2oo rs. a libra.
Massa de tomates de superior qualidade a 64o Marrasquino de Zara propriamente dito a
rs. a lata de urna libra e56o rs. a reta-; 1;? a garrafae 11,000 a duzia.
lho. Palitos de dente a lio rs. o mago.
que >em ao mercado, a 5oo, 56o e 64o
a garrafa, e 0,800, 6,000 e 6,000 a du-
zia.
Cevadinha de Franca muilo nova, a 2oo rs.
Charutos do aflamado fabricante Jos Furta-
do de Simas, das seguintes qualidades:
Exposicao Normal de ILivana, Imp'eriaes,
Londrinos, Guanabaras, Parisienses, Sus-
piros Delicias, a 4,ooo, 4,000, 5,ooo,
6,000 e 7,ooo a caixa ou em u.eias.
Charutos finos de diversa> marcas e fabri-
cantes, como sejam: Flor do Norte, Ma-
ndilas de Havana, intervallos. Vencedores,
Panatellas e Suspiros, a 2,ooo, 2,Soo e
3,ooo a caixa.
o gnac inglez das melhores marcas, a 800 e
l,2oo a garrafa. ,
Doce da casca de goiaba a 2,000 a lata com
4 libras.
Farinha de ararula verdadeira a 32o rs. a
libra.
Matte, excellente cha para os navegantes, a
2oo rs.
Sebollas de Franca muito grandes e novas
a l,8ooo cento e l,2oo solas.
Palitos do gaz a 2,2oo a grosa.
Toucinho de Lisboa muito novo a 32o rs. a
libra e 8,000 a arroba.
Banha de porco retinada a 56o rs. a libra.
Bolachinha Alberto, as melhores que pre-
senlemeule tem vindo ao mercado, a 2,ooo
a lata.
Farinha do Maranho muilo alva e cheirosa
a 2oo rs. a libra.
Frascos com fructas em calda de diversas
qualidades a 2,000 e l,5oo o frasco.
Caixinhas com fructas em doce secco de di-
versos tamanhos, muito proprias para
mimo, a l,6oo, 2,6oo e 3,5oo cada urna.
Ruibos, excellente peixe portuguez, em
barris pequeos ou a retalho, a vista se
far o prego.
. Azeitcnas de Rivas em ancoretas grandes de
tamanhos com4>onlas estampas na ca-1 8 garrafas por 600 e 800 rs. a garrafa,
xa exterior, a l,4oo, l,6oo, l,8oo e 2,ooo! Azeitonas portuguezas a 5oo rs. a garrafa e
cada urna. l,ooo cada urna ancorela.
I Azeite doce refinado hespanhol ou portuguez Champagne da melhor qualidade que vem
ao mercado, a 2,ooo e 3,5oo a garrafa, e
24,ooo e 26,000 o gigo.
Gomma de engommar muito alva a 12o rs.
a libra.
Figos em sextinhas a 80 rs, cada urna e 72o
rs aduzia.
Papel azul para botica a 2,ooo a resma.
Balaios para roupa suja, grandes e peque-
nos, per diversos pregos.
Amendoas confeiladas a 64o rs. a libra.
Latas com fructas em calda: pera, pecego,
damasco, rainha Claudia e cereja, a 800
rs.
Vinagre de Lisboa a 2oo e 28o rs. a garra-
fa e a l,4oo e 2,ooo rs. a caada.
Azeile doce de Lisboa a 4,8oo rs. a caada
e 640 rs. a garrafa.
Vinagre branco j engarrafado a 5oo rs. a
garrafa.
RIVAL
Sem segundo,
Ra do Quoimado, a. 49 e 5o. E' para admirar.
Carreleis de liana com 150 jardas...... 60
Diius com 00 jardas de Alexandre de
12 a60.............................. 120
Dito dito de 60 a 200.................. 100
Novellos de liuha grandes com 400 jar-
das ................................. 80
Id=m idem brancos e ae cores de 100
jard.s............................... 30
Livros para assento de roupa hvada... 100
Cordo branco para espartilho (vara) 20
Varas de franja branca larga.......... 160
Pares de botdes de punho todos de cores 120
Ti niel ros de barro com tinta........... 100
Tesouras para costuras finase unhas 400
Dilas para costuras com toque d'avaria 200
Escovas para limpar dentes muito finas
160, 200e.............................. 320
Caixas com 100 envelopes das melhores
qualidades........................... 640
Ditas com 20 cadernos, rapcl pautado e
liso................................... 600
Cadernos de papel pequeo (e a reta-
lho).............................. 20
Meiadas de linha frouxa para bordar... 20
Pares de sapalos de iranga........ IjiSOO
Massos com superiores grampas para
senhora.............o............ 30
Frascos de macaca perola muito suerior 200
Ditos de verdadeiro oleo de babosa a
400rs. e........................ 300
Ditos e garranhas de agua de Colonia
muilo una........................ 400
Ditos de banha a Ganbaldi e da familia
imperial.............2...........
Pegas de Otas elsticas para vestidos a
melhor qualidade.................. 2*0
Pares de ligas para senhora as melho-
res ..... ........................ 320
Pegas de blcos francezes e renaas..... 320
Frascos de anua dentifrice muito supe-
rior................................ 800
Caixas com 4 papis de agulhas a balo
e Victoria........................ 200
Libras de la sendo de todas as cores... 6J000
Bonecos vestidos e tambera de choro... 160
Caixas com superiores obreias......... 40
Ditas de I taha de gaz com SO novellos.. 800
EnQadeiras de fita para espartilhos..... 60
Carretis delinba de crs com 100 Jar-
das ............................. 20
Pegas de cordo imperial............ 40
Bixas hamhurgaeza.
Vende-sena roa Nova n. 61.
Vende-se a casa de molhados na rna da Im
peratriz o. 34, por sea dono ter de retirar se para
tratar de soa saude, faz-se todo o negocio : a fal-
lar oa mesma cima.
Vende-se um sitio com casa de morada, ter-
reno proprio, j com alguns arvoredos e boa ca-
cimba para agua, na povoagao do Caehanc, sitio
aoode tem a padaria : a tratar na roa da Impera-
triz, taberna n. 42.
BOTICA E DROGARA
Bartholomeu Francisco de Souza &C.
31Rna larga do Rosario3-1
Vendem:
Pilnlusllolloway.
Pillas do Dr. Laville.
Pilulasdo Dr. Alian.
Pilulas do Pobre-homem.
Pilulas americanas.
Pilulas vegetaes.
Pilulasvegetas assucaradas de Kemp.
Salsa de uristol.
Remedios do Dr. Chable.
Elexir de Pepsina de Grimault.
Vinho de Salsaparrilba deCh Albert.?
InjecgoFeaugas.
Agua dentificade Desirabode.
Papelchimico, para talhos.
Xarope depurativo de Chable.
Licor aromtico de Raspail.
Pos anti-epileticos deBrest.
RobL'Affeclenr.
-Tarop do Bosque.
ungento' HoHoway.___________________
Per lunilla na o v a loj a de fazendas
roupa feita nacional, roa da Impe-
ralriz n 72.
Pechincba a 240 rs. o covido de chita.
Vendem3e chitas de cores fixas a 240,280 m. o
covado, _d%s francezas largas a 300, 320, 360, 400
e 440 rs. o.covado ; pegas de madapolo fino a C,
75, 8, 9$ e 10$; pegas de algodo a 5#, 6, 7j)
e 8 : rna da Imperatriz n. 72.
Rtnpa feita nacional.
-, Vendem-se patitos de cazemira preta e de cores
a 5$, 64, 84 e 104, ditos sobrecazaros a lz>, 149
e 164 Palitos de brira de cor a 24500, 34 e 34500
rs., caigas de cazomira preta a 6{, 7J> e 8fli, ditas
de cazemira de cor a a#, 64 7, e 84 i coletos de
cazemira de cores e pretos e ditos de brim a 14500,
e 24500 rs.,; caigas de brim de cor a 24, 24500 :
roa da Imperatriz n. 72.
Sontambarqne de edres a 7, 8$ e 10$.
Vendem-se soulambarqoe de la e seda para se-
nhoras a 79, 84 e 104; ditos de grosdenaple pre-
to a 20j) e 254 ; capas pretas a 209 e 254 ; vesti-
dos de la a Maria Pa a 124, 149 e 164 : ra da
Imperatriz n. 72.
Certes de cazemira preta a 3#.
Vendem-se corles de cazemira pretjt para caiga
a 34, 345OO, 54 64 e 64, ditos de cazemira de
cor a 34, 44,39, e 74. ditos de brim de cores a
14600, e 24, dtlos de chitas Anas a 24400 e 34200,
ditos de cassas franceza a 34 roa da Imperatriz
loja do baratelro n. 72.
FIJSo
Ifa rna da Madre de Dos n. 9 vende-se feijao
mulatinho.dito I raneo, e dito preto, mis barato
do qne em ontra qnalquer parte, approveitem a
peehincba que a quaresma bale porta.
RIVAL
SEM SEGUNDO
Na ra do Queimado n. 49 e 55 tojas de miude
zas de Jo.- i Azevedo Maia e Silva contina a
vender ludo por pregos mais barato do qne em
outra qualquer parte, qoem guizer ver o que ha
bom e barato venha a loja do Rival.
La las com superiores banha............
Frascos de vidro com superior banha..
Pares de luvas de seda muito finas....
Enfeites do melhor gosto que lem vindo.
Garrafas d'agua de Florida, verdadeira.
Pulceiras do melhor gosloe modernas.
Volla para pescogo do melhor gosto.,..
Baraihos para voltarete, finas a 200 e..
Varas de franja branca de liHba que
tem muita srventia.................
Duzia de pinnas d-'ago muito superiores
Frascos de oleo Bboza muito Unos.....
Talheres para meninos a melhor quali-
dade............................
Diversos livros, todos rellgiesos a 100,
200.................................
Duzia de colheres de metal muito finas
para sopa...........................
Duzia de colheres de metal muijo finas
para cha........................
Grosas de botdes de osso para calca...
Grosas de boioes madreperola para ca-
rniza..............................
Grosas de boioes de looga prateados
muito finos......................
Varas de tobado do Porto sonido.....
Dnzias de lapes differcnles qualidade a
240.............................,
Quadernos de papel de peso muito fino.
2O0
240
320
24o0G
1C280
500
500
240
060
060
200
240
300
244OD
13500
2O0
500
200
066
400
030
Resma do mesmo papel............. 24000
Duzia de facea e garfo muito boas:...
Sabonete de espuma muito superior...
Capachos compridos e redondos muito
bons.............................
Ditos para sof......................
Pares de suspensorio mmto bons e para
acabar...........................
Esseocia oriental para tirar nodoas de
roupa..........................
Creio para dezenbo de todas as qua-
lidades...............'............
Cartas de aluneles francezes muito su-
periores..........................
Caixas de clchele* francezes a 40 ris
Duzia............................
Carretis de retros com qnatro oitavas..
Golinhas para senhora a melhor quali-
dade.............................
2440O
040
500
24OOO
{lOf
500
020
100
800
200
Aos c-fyilrs de ciimpo.
Fugio no dia 27 de fe.vereiro desie *nno. de ca-
sa de seu seuhor o escravoSebasiio, 11 ionio, lu-
lo, com idade de 22 a 24 ;.i.ih.-, fui ihuvo de
senhor do engenho Quandus da con arra de Salto
Anlo, d'onde linha viudo para efla i-WaV a 8
dias, e de presumir qoe segulsse fmtt Tmu-siiiid-
ga aonde tem mi e irmus, levou 1 alga t amit*
branca bastante suja, altura regular, cabello a i>-
covinha, cabt-ga pequea e redonda, lesta grande e
bem cantuda, olhos prelos e refalare!*, narw cha-
lo, bocea regular, beicos regulares, denle- lotfc* e
limados, nenliuma barba.apeas um | eqne Upe-
de, corpo bem limpo, pea regulares e pouco lar-
gos : roga-se por tanto ios Srs. canilles de can |,o
a apprehensao do mesmo a entrega lo ,1 ra to
Imperador n. 83, segundo andar, defronie do cr-
relo, que se gratificar com i".
Negro f'ug do
Est fgido desde o dia 27 de fevereiro J.-ie
anno o preto Joaquim, de nagae Angola, que foi
escravo doSr. capitao Francisco loaqmm Cnval-
eanti Galvo, morador em Maria Farita (Praia),
o qual vendeu-o nesta cidade em riezeutl.ro do ati-
no passado ao Sr. Manoel Francisco &!aiu.us ctu
armazem de assucar ra de Apollo; nou ca-
misa e caiga de algodo braneo, 1 < 111s rila ler de
45 a 50 annos de idade, alio e de grenura rrpu-
lar, cor fula, rabega comprid, qoiixis lardos-,
olhos amortecidos, beigos grottos, smiiu o fuk-
rior um tanto defeituoso, bstanle, baiba, pertru
raspada, finalmente tem urna grande costura entre
os peitos proveniente de queimariura, e suppo-se
ter-se dirigido para o norte, d'onrie rio -. gratig-
ca-sea quem o apprehender ou denunciar o ceilo
em queestiver : na ra da Cadeia rio huie nu-
mero 5^____________________________
Aviso
aos capites de campo c s poticia.
Desapparecen em pjinripio do rr.rz de ontnhro
do anno passade, de bordo do palrahtie narioial
Araujo Malo, dous escravus de nones Kclerlo
(por apellido Macei), e Aligut I ; o 1' de idade 45
annos, pouco mais ou menos, crenlo, ior fula,
estatura baixa, barba serrada, um ponfo lorio das
pernas, e com alguns cabellos bra ores, tapie na
barba como na cabega ; o 2 alto, che 10 du corpo,
sem barba e falla grossa, repre.-inla U r de 25a
30 annos, cujos escravos desconia-se andar pe-
los arrabaldes desta cidade : qnem os a|preh(n-
der queiram levar a ra do Tiapirl e u. 4, que
ser generosamente gratificado.
Fngio no dia 14 do corrente da rna da Cruz
n. 8, terceiro andar, a escrava Beneoiela, com os
signaes seguintes : cor fula, tem falta de denles
na frente, levou vestido escuro de palminhas bran-
cas, chale encarnado, bem contienda por ter si-
do escrava do Sr. Salnstiano Cant;lisia : M1MU-
menda se as autoridades policiaes e capilrs do
campo que a peguero e levem-na a ca-a cima, ou
a ra daSenzala Velha n. 94, que serio gratifi-
cados.
Fugio no dia 18 demarco prximo
passado, um cabra de neme Malntas,, do
engenho PontaI termo de Scrinliem. jul-
ga-se elle andar para as bandas de l'nto
Calvo, a tilulo de ferro, com os signaes se-
guinles: cor cabra, corpe gres-so, cbelas
carapiRhados, com bigode e pequea barba
no qoeixo, tem urna das pernas ma s gr: -
sa qne a outra motivado de nma ft 1 ida ci eio
que ainda conserva, tem urc dedo do | por
cima do outro encostado ao dedo grande e
tem falta de um devte na frente no queixo
de cima, carreiro etrabalba de sapateiio :
quem o pegar ou delle d r noticia certa le-
ra 100i5 de gratificacSo no mesmo enpeabo
Ponlal ou em casa doSr. Mfioel Alv* Fer-
reira, nesta praca, assim como o dito es-
cravo mudou o nome de Mathias para o do
Joaquim Antonio,
100
Quem apprehender e levar no palacete do Vis-
conde da Boa-Vista, ra da Aurora, ou n<> epgen&o
Trapiche do Cabo, a escrava Joaquina, fula. alta,
falla de dentes na frente, mnito <-opherida nr-tta
cidade, anda as vezes de timo ou saia de balo, .
se diz que est em eompanhia de um [ardo de
nome Jacob, que mora em Itamarac, receher a
gratificagao cima de 1004- Esta escrava est f-
gida desde setembro do anno prximo passade, e
desde j se protesta contra quem a ti ver eea taa
ceropanbia.
"~Gratificaco de 100$
Fngio dos abaixo assignados no dia 8 de Janeiro
desle anno o seu escravo crioulo de m me in,
com os signaes seguintes : cabra escuro, cabel-
los caraplnhos, estatura baixa, chein do corr, pos
largos, e faz nm geit as pernas quando anda,
muito pouco barbado, e tem urna cicatriz lem vi-
sivet em um lado db qneixo; quanto a senta Sw
ha signaes por ter legado mais do que a do rr rro,
mas o chapeo 6 do Chile GaribalHi ; cujo escla-
vo compramos junto com outro ao Sr. capitao Sil-
vino Guilherme de Barros, e este senhor os hav
comprado ao Sr. Jlo Cabral, morad, r ero Kazs-
reth. Consta-nos que o referido escravo antes e
nertencerao Sr. Gabral, fra de um senhor wajr i,
morador no Brejo d'Areia, onde o dito efrravo
casado e tem filbos, tendo nltimasienie mcrrrlo
a mulher. Sabemos com certeza de ter passaim
este nosso escravo em Pao d'Alho com dirreSo
aquellos lugares : rogase perianto s autoridades
policiaes e a qualquer particular a captnra do
mesmo escravo, e trazerem-iro aes seus eniisres
nesta praga, roa da Imperatriz n. 46, refisse*,
que se gratificar com 1004.
Luiz da Silva Ferretra C.
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz da melhor qualidade a
iS,5 a lata : nos armazerista rt do In-
perador d.16 e roa do Trapiche Nevn. 8.
Fngio do sitio Tabocas comarca do Drejo da
Madre de Dos u escravo Alhaoazio, de idade du
25 annos pouco mais ou menos, om pouco baixa,
cara bexigosa, nariz chai, dentadura perfpfta, ns
de bigode, lerou vestido camisa de madapolSe e
caiga de ca-emira pardae seguio em de.-iino ;i
capital: roga-se as autoridades policiaes a cap-
l tnra de dito escravo e a qualquer capitao de ram-
360' po qualquer pessoa pois qoe o aprehender o pe-
derem entregar no Repite ao Sr. Jos Luiz Gafxo
ou trazer ao seu senhor no Brejo, que ser bem
recompensado.
Escravo fiuriifo.
No dia Wdo mez passado fngio do P gra lierin, cor ful, filatera baixa e Pela, mtty
marcada de bexfgas, tee> nma dar em in p ejro
ousta andar, e anda come penando- *, baifos cree-
sos, olhos fumacados : rocomraeoda-se a ouem a
encontrar que leve-a a ra de Hurtas n. 68, qie
ser gratificado.
I I
1% #1


1
Diarlo de Pernamhaco ftafebad* 18 de narro de tHO&
LHER ATORA.
~<
Cursos pblicos.
At esta data nao se tem instituido por au-
tonsago da Congregacao curso algum par-
UEMOIUA IllSTOMCO-ACADEMICA DO ANXO
ma applicaco aos principios mais culminan- das as materias do direito puplico pelo dig-
tes ou anlogos do nosso direito patrio.de no lente substituto o Sr. Dr. AprigioGui-
preferencia ao direito germnico. ma 5es, que analysou a constituigo at o
Eu nao duvidaria tomar para texto das 70, nao havendo lempo para o esludo do di-
ices as Institutas de Justiniano, como o me- reito das gentes, e dep omacia.
Ihor e mais auttientico resumo do direito
Na 2* cadeira foi explicado o direito pu-
romano. se esta obra, alias de alto vIoi, blico ecclesiastico at o fim do compendio
Vaculdade de direito do Recite, ticularmente destinado |>ara explicado das
materias obrigatorias, de que falla o artigo
164 do regulamento. O Dr. Joaquim Jos
de Campos, amigo discpulo desta Faculdade, i
- No sei porq u delicio
itavel corporacSo pupi
jlpregando-ine do pe;
memoria histrica
curso de alguma das ma-a'umnos- acoslumados com a dicgo fcil e criminal.
feo prcciarissima; extemiao pelo ta- tenas, que sao explicadas nas Facul(todes|miente da nossa poca ; dicc3o alias mni Na i1 cadeira do 4o armo explicou-se o
balho da regencia de urna cadeira, que li de Direito. Esta pretengo a meu ver mui conveniente para, com um pouco do bmum direito civil desde o 349 tt *;03 docom-
pe! j pi imeiia vez, desprovido inteiramente proveitosa, est ainda pendente de despacho.!et?'. temperar a aspereza e rigorismo pendi do dig:o cathedratico o Sr. Dr. Lou-
do necesario aLtl'ismn f ilt'liiis (Ip. linio Km minli:i.fr:i.--> nnini'in n nrimn <...ni./.;4n da Si'ii' fia iln strir.liim inri tnrnai-iin roirn fli Qa ,(.!> a..I. ta >-
-Jo necesario atticismo e depois de tudo Em minha.fraca opinio o artigo supracta-
isse, fi ouxo observador; era eu o menos do do regulamento necessita de explicaco
gfoprto para debidamente apreciar o movi- acerca do que s deve entender por mate-
raeuto da ji .esa Faculdade. Mas se, em lu-1 rias obrigatorias ; e me parece indispensa-
-?ar de punido, quiz a douta congregago | vel que o governo imperial determine pre-
prodigar-me urna honra inmrita,simo no, viamente o modo pratico deconceder-se se-
guido d'ama nao poder agradece-la sem vivo melhantes autorisacoes, afim de evitar-se
pezar; por achar-me convencido de que a qualquer concesso exocbitante.
mi escolta do chronisla rcduni'a era des-1 Nao sei, sea ingerencia, que o dito artigo
abono do reeonhecido disc rnimento dos' regulamcMar commclte a Faculdade sobre
meus dignos collegas, cuja repulago przo a exposicao das doutrinas nos cursos p-
nalo, seno mais do que a minlia propria. blicos, poder-se-ha estender aos que sao
i: po s fecho triste e conslr&ngidn, pela for- creados nesti capital por leis da assembla
ca cumplimente da obdicncia, ofterecer o provincial, como os cursos commercial, de
peco tributo de minha insufliciencia; res- pedagoga, e do Gvmnasio Pernambucano.
tando-me s um lance feliz, e : o ter mui Nao havendo linha divisoria bem definida da
pouco a dizer depois das luminosas obser- instrueco secundaria e superior; nao es-
v;u;es, j recolhidas no thesouro das Me- tando positivamente consagrada entre nos a
norias histricas de meus predecessores, coherencia dos systema i, ou antes o prin-
com quem folgo de apadiinhar-me. ripio de unidae de ensino, e inspeccao do
Senhores, tal como se acha moralmente governo central em todas as escolas do im-
org.iisaua, e materialmenteencerrada n'um'perio. como fra para desejar, ha bom fun-
edilici. previsorio eacahado, a Faculdade: damento de hesitago para aquelles que,
;ssim mesmo trabalhou o mais regularmente: como- eu escrupuisam melter a mo em
possivel, sem ter havido incidente algum |seara alheia.
i^ue pert arbasse a disciplina das aulas. Acre-
dito que este bom xito o resultado ani-
mador do exacto cuniprimento de deveres
nao so da parte dos lentes, como do com-
porlan,enlo em geral comedido c louvavel
dos estudanles. Bem se v que to boas dis-
posicoes poderiam ser agorentadas, seno
tivessemos testa do nosso importante esta-
bole'imento urna direceo Ilustrada, sisuda,
e nimiamente sympathica.
No oxercicio do ensino todos os lentes ho
desenvelvido em suas prelecces oraes a
doutrina mais sa, que se acha em voga as
F culd des cultas da Europa, sem jamis,
mil louvores Ihe sejam dados, sem jamis
laverem perdido de vista os senlimentos da
phil s;>pliia chrislaa, que mais do que outra
qua que^ -abe aliar o amor e benevolencia
com os verdadeiros dictamos da justica Uni-
versal : Deas scientiarum Dominus.
E a prova desle facto vae gloriosamente
revelando-se nao s nos compendios sahidos
do seio da Faculdade, e em outras prodc-
eles Iteraras dos nossoslentes,cimo tam-
Lem n'ajgans escriplos dos estudanles, e
at no acert com que estes sustentam, nos
actos acadmicos, os cmhecimentos que ad-
rjuirem. __
Pai a que esle progresso, j tifo avultailo,
possaaitin>;irmaior grao de deseuvolvimen-
lo, lora bastante que os cursos de icsiruc-
gao superior, hoje dispersos pelo imperio,
se refundissem em urna corporaco Univer-
sitaria, que, como aarwire da vida apresen-
tasse associados e recprocamente fortifica-
do*, cem a seiva do tronco commum. todos
os ramos das sciencas protectoras da huma-
tvdnde, es.-e nico ponto de mira, a que
d--vemos dirigir todas as investgages do
LSpwitu.
Provera aos cus, que o governo impe-
rial, usando da autorisaco que tem para
instituir um curso de direito cannico, qui-
zesse ai.nexa-lo nossa Faculdade de direi-
to ; empieza mui fcil e pouco dispendiosa,
urna vez que se contasse com o Seminario
Episcopal de Olinda, que possue as cadeiras
de direito cannico, theuloga moral e dog-
mtica, e urna excellente casa j preparada,
e bem conservada peo actual zeloso reitor,
o conego Andrade.
Os estados de direito cannico, e do di-
reito civil nnrcham no mesmo nivel at cer-
i ponto, em que as materias sao mui cor-
relatas. Os estudanles que tivessem certido
de direito natural, romano e civil pela Fa-
culdade de Direito, .poderiam concluir os
estilaos cannicos, e tomar o gru no Semi-
nirin de Olinda, creando-se mais alguma ca-
deira que faltasse para completar o curso ;
e estahelecendose com mdica despeza a
(.oroplenla se retara, e alguns poucos tunc-
cionarios. O hispo diocesano poderia ser o
director nato da Eschola, como j o do se-
minario.
A objeccao mais seria, que se pode apre-
sentar este alvitre, que alias pode ser me-
Ihorm. nte delineado, vira nicamente da
idea fixad' ma Unvcrsidade. Mas quando
so effcctiw tal desidertum ? At que hora
esiavain os ecclesiasticos atirados ao des-
prezo, privados do estimulo, que se tem
dado i outras profisioes, que tanto se hao
avHOtajado sobre as ouiras, absorvendo to-
das as aspiracoei publicas, e pondo cada
\C7. ma do clero brasileiro ?
' rea que nao fazem mui los dias, que se
declamou emphaiicamenle no parlamento,
que nao tnnamos necessidade alguma de
excreto e armada: hoje, depois de amarga
experiencia, o arreganho paraguayo j con-
verteu a outra crenca o utapista de hontem.
Mui soberbos, nao sei de que, pensamos
agora mesmo, que o3o temos urgencia de
boa milicia e clesiastica; c amanha nos con-
venceremos de um padreJom, como deve
ser, tem mais valor do que o delegado de po-
lica com a calerva de subdelegados e ins-
pectores de quarteirao.
O imperio da verdade, pela doutrina, pela
persuaso, pela cathequese, sobrepuja mui-
to torca physica. Que o digam os grandes
e esforcados generaes dos Cesares, quando
tiveram sua frente os pescadores da Gali-
lea, homens simples, ignorantes, gro=seiros,
mas inspirados. Que o digam na America
os prodigios aacificos dos Anchietas em con-
traste com a ferocidade militar dos Cortez...
Na continuarei a digresso, que fra um
nao acabar.
Farei no entretanto um voto para que o
nosso Ilustre collega o Sr. conselhero Jos
Liberato Barroso, que neste momento tema
bonra de sentar-se noconselho da cora, n5o
perca occasi5o to propicia de immortalisar
seu nome; estendendo suas vistas providen-
tes para a instrueco publica do.paiz, e es-
pecia lm*nt para esta Faculdade, berco de
sna educado jurdica, theatro dos seus fu-
turos triumphos na carreira do magisterio.
Daqui a necessidade de algum esclareci-
mento que possa orientar a Faculdade.
Exercicio das aulas.
As aulas dos diversos annos tranbalha-
ram com solicitude, procurando cada lente
adiantar o mais possivel o seu-compendio.
Na Ia cadeira do Io anuo o nosso Ilustre
collega o Sr. Dr. Drnmmond. substiluindo
ao digno cathedratico o Sr. Dr. Siiveira de
Sonza, explicou todo o conpendio de direito
natural, passoo ao direito publico universal,
fazendo applicacSo a nossa constituiejo;
mas nao pode esgotar toda a materia por fal-
ta de tempo.
Na 2a cadeira li o Waldeck at as nocoes
dos testamentos, nao me sendo tambem
possivel avancar mais como dezejava por
muito que procurasse condensar as ideas de
minhas lices oraes. fugindo de afogar a
atieocao dos alumnos em amplacoes ap-
paratosas que elles nlo pdem comprehen-
der antes de ficarem senhores dos princi-
pios elementares da disciplina. Com tudo
iz ponto onde se nao havia ainda ebegado.
Servi-me do Waldeck para texto ds li-
ces, por ser o compendio adoptado pela con-
gregaco : mas, sem nenhuma ousadia de
minha parte, ser-me-ha licito aproveitar a
occasio para fazer algumas rellexoes, que
serao tomadas na considerado que por veo-
lura merecerem.
Tenho por averiguada a indecnavel ne-
cessidade de serem esgotados todos os
principios elementares, ou rudimentos de
qualquer disciplina que se aprenda. Quando
o esludante nao conhece mais do que urna
parle do seu manual, visto que nao pde-
la ter diante% do pensamenlo a synthese
completa da scieocia que cultiva; e conse-
quentemente jamis, perceber a relacSo e
nexo dos principios, que a constituem um
corpo de doutrina. Assim, que nao poder
gabar-se de saber as preposices elementa-
res de direito romano, quem nao livor per-
corrido todo o Waldeck, O direito das pes-
soas, das cousas, das obrigacoes e accOes,
tem entre si to immediata connexo, que o
conhecimenlo de um urge pelo conhecirnen-
to dos outros.
Ora, taes como sao expostas por Wal 'e k
humanamente mpossivel que todas essas
materias possam ser bem explicadas e estu
dadas em um anno lectivo. Alera, de miudas
divisoes e subdivises, subtilezas e restrie-
gues, as vezes de puro luxo esco'astico, que
na phrase de Gravinas servem de desmem-
brar o assumpto, em lugar de esclarocc-lo :
o Waldeck accumula tantos textos indenticos
do corpas jun, tantas praticas supersticio-
sas, e tantos symbolos caduco?, que vem a
furmar a iqassa de um gordo livro, augmen-
tado ainda com o direito germnico. A obra
bLin duvida alguma preciosa : mas se-lo-ha
como compendio elementar ?
Se se reputa indispensavel fazer do di-
reito romano o preliminar necessario que
tenha de servir ao jurista incipiente como'
de lento ptica por onde elle descoatine o
immenso estadio do nosso direito civil; for-
ca ou estender o tempo de frequencia, ou
formular um compendio cam tal conciao,
que comprehenda nicamente os principios
elementares da jurisprudencia romana, que
assentam em razoes philosophicas admitti-
das pelas nacoes cultivadas, e conformes
com as luzes dos seclos; remettendo-se >
para o grande receptculo da historia todas
as particularidades vaas e caprichosas, todos
os usos anacbronicos. fundados as supers-
ticoes filhas db paganismo, e condemnados
pelo progresso hodierno da sciencia do di-
reito : ab intrma pkilosophia haurienda est
juris disciplina, Cicero.
Nada me parece mais irracional, na pe-
nivel do que termos nos, os degradados fi-
mos de Eva, a necessidade fatigante de pes-
quizar e reproduzir muito do que ha de
mo, para sabermos um pouquito do que
ha de bom. Verdade seja, que esta neces-
sidade, convm confessa-lo, nao ha muitas
yezes seno o parto da mana plagiara ou
a vaidade humana que se abriga tambem
na loqua idade, ou no vicio de muito escri-
vinhar. (*)
Um epithome de direito romano, que fosse
expurgado do monto de leis e formulas ar-
tificiaos, inteiramente estranbas aos usos da
nova forma social; mas contendo o que se
acha apurado pelo bom senso e boa critica,
poderia em duvida com mais proveito ser
explicado em um anno lectivo ; havendo
ainda tempo de fazer de sua doutrina algu-
da scie cia do strictum juris; tornardo reiro. Na 2a cadeira explicou-se a Ia par-
assim majs instructivas, qu mais palpaveis te soraente do cdigo commercial.
as reduccoes do raociocinio.
Na Ia cadeira do 5o anno deu-se atheo-
Frequencia e aprovetlamento dos estu-
danles.
Accresce, que fazendo as institutas mui- ria do processo civil, comparado com o
tas vezes mensao do amigo e obsolito histo- commercial, e os principios de hermeneuli-
rico do direito romano, indicando sempre ca jurdica, sobrando somente dois mezes
muitas normas e principios j regeilados para as decanias.
pelo direito novo ; esse bom livro cae nos Na 2a cadeira tambem deu-se toda a
inconvenientes que cima apontei ; isto : materia d > compendio de economa poli-
torna-se um volume tao grosso como o Wal- tica do n sso decano o Sr. Dr. Autran.
deck, tendo de menos alguns preceitos, que Na 3a cadeira foi explicado o compendio
este autor, seguindo Heinecio, extrahiu do de direiro administrativo brasileiro, confic-
Corpus juris, e que nao devem ser ignora- cionado pelo nosso collega o Sr. Dr. Perei-
dos, visto constituirem ainda regra de jul- ra do Reg.
gar. Lembrei-me do- Warnkoenig, pelo Como se observa, nao foi bastante a mui
qual se explica em S. Paulo: mas correndo louvavel assiduidade dos lentes para que
elle parelha com o Waldeck, incorre na mi- podessem ficu- engoladas as materias de to-
nda opposic3o, como compendio. dos-os compendios, como muito converia
Do que infiro que, em quanto nao possuir- ba regularidade dos estudos. II i por lan-
mos um compendio que bem se ajuste ao to, era meu humilde parecer, um vicio ra-
tempo e systema dos nossos estudos acade- dical, que convem corrigir. Ou o tempo,
micos, convir deixar ao prudente arbitrio marcado para estudar-se completamente
do professor escolher o methodo de ensino, cada materia, insufficenle, ou os compen-
que julgr mais rasoavel, para n5o ser sa- dios sodiffusos, ou tsprelecces oraes sai
criticada a essencia pela forma, e o til pelo demasiadamente eruditas tm qualquer
intil destas hypotheses ha imperiosa necessidade
de empenhar todo o possivel para que nao
fiquem os ostudantes privados de conhece-
rem todos o- rudimentos das dive:sas disci-
Sinto nao poder qualificar a frequencia, punas que estudSo:
e o aproveitamento litlerario dos alumnos' Porque rae parece que a boa exegese nao
tifo ventajosamente quanto o Gz. com mui- manda sacrificar preceitos, que em primei-
tq prazer, a respeito do seu comportamento meira linha se deve ensinar e aprender, ao
disciplinar. Tivemos verdade esludantes prazer da supererogaciio, ou ao furor de
mui distinctos em todas as aulas; infeliz- destrincar o pensamento sibyllino da turba
mente porm alguns houveram menos es- dos comentadoresmultorum camsllorum
tudiosos, e outros inteiramente descuidados: onus. Fora isto, segundo creio ; o mesmo
Entretanto inegavel que nao falta grande queministrar potagem, nao para alimentar
talento a nossa mocidade. Pode ser que o o jovera sequioso, mas para hydropica-lo.
mo successo escolar d'alguns mocos pro- Quera com rehender e digerir,bem todos
venda da falta de muitas e diversas acade- os principios cardeaes das sciencias, char-
mias, em que possam ser bem empregadas se-ha mui h bilitado para profundar no seu
as inlelligencias que nao tiverem peador gabinete as questes mais int incadas: e fa
para a jurisprudencia. Outras causas po-!lq-hacom interesse, e sem aquelle enojo e
dem ainda explicar a negligencia dos es- i displicencia, que tristemente assaitam aos
tudantes. que navegam as escuras, nao vendo um
N5o de desprezar a tendencia que elles pharol que os guie no largo mar "das diftl-
tem mostrado para os trabalhos da imprensa | culdades.
peridica, tomando as vezes parte activa em i Tomarei o 5. anno, como sendo o mais
suas lides. Estou mui longe de censura- importante, para simplesmente cotejar o que
los por to nobre empenho, e muito mais venho de dizer. Quem no sabe que as ma-
da ter a pretenco de cortar os vos sua terias que n'elle se teem nao sao acurada-
fogosa imaginacao; tanto mais quanto con- mente estudadas, mas reduzidas quasi a
fesso for sido outr'ora reo, contrito e ar- urna formabdade. apenas necessaria para
repcndiJo, do mesmo delicto : mas obser- cingir o barrete da Facul lade? Muitos es-
varei apenas que muito receio, que o dse- tudantes dizem de bocea cheia a quem qaizer
jo prematuro de urna gloria litteraria, que ouvir, que a economa poltica urna mas-
julgam obter por meio da publicidade das sada, urna excrescencia intil; e zombam
gazetas, nao baja de transvia-los, ou mesmo d'ella nao obstante a belleza com que o il-
n5o os alienne dos estudos positivos, de que lustre lente, meu antigo meslre, o Sr. conse-
devem dar conta no termo peremptorio, que lheiro Autran, prende, arrasta, e seduz a to-
Ihes prefixo ; e que de cerlo"n3o sobra dos que o ouvem.
para as composces livres, mais aflamado- A theoria e pratica do processo civil, com-
ras, mais devertidas, do que o silo as duras mercial, e criminal, com o importante ap-
sentencas de Paulo, Ulpiano e Gafo e os pendx da h rmeneutica jurdica e decanias,
comentarios de ''njacio; do que os verci- do, como sabemos, immensa materia para
culos do Digesto e das Novellas; do que numerosos exereicios, que n3o possivel
as demonsiraces rigorosas da Economa vencer no prazo lectivo, seno mui incom-
politica, e os paragraphos das OrdenacPs pleta e perfunctoriamente, como nao negar
o Reino : e outras embirrancias. que de o mui distincto lente da cadeira, o meu ve-
certo em nada se parecem com o cantar dos' Iho amigo e condiscpulo, o Sr. conselheiro
cysnes do Parnas O .direilo administrativo ? esle tem pro-
juridico-social, que antolhamos, antes que
ella nos persiga, como o est fazendo a fi-
nanceira. E s podemos faze-lo recusando
o pergaminho, esse titulo de capacidade, a
quem nao ti ver merecimento bem compro-
vado.
(Conlinuar-sc-ha.)
r>.B^gH*
veremos furtar, porque para defender a
honra e a dignidad nacional to acintemen-
te ultrajad'.
Nao convm, porlanto, avahar e medir
es?es sacrificios agora, quando nossos ir-
mos, uns prisioneiros, ootros martyrisados
; e alguns j mortos,% todos reclamara v'n-
ganca!
E, pois, nada de hesitaco, ?enhores,
preciso nao nos tornarmos surdos para at-
tender ao grito da patria, que afilela nos
cha a, | reciso resgatar os nossos irraos
prisioneiros, preciso desaggravar as cra-
zas ainda quentes daquelles que suecumbi-
UM POUCO DE TUDO.
Este discurso foi pronunciado pelo Sr.
Dr. Miguel Bernardo Vie ra de Amorm,
em Caruar, em urna reunio patritica :
Senhores.Conridando-vos pan vos reu- rara na lua, em urna palavraT" precfsTde-
nirdes hoje neste recinto, venho dizer-vos, fender a patria, corramos a d'efende-la en-
queos Ilustre j habitantes deste termo, no- toando desde ja
brefraeco do heroico e denodado povo; Viva a religio Catholica Apostlica Ro-
pernambucano, nao pode e nem deve ser' mana !
Viva S. M. o Imperador 1
Viva a Constituico Polilica do Imperio
indifferente lula, a sanguinosa gu rra, em
que se acham empenhados outros dos nossos
concidados, que. affrontando os medos, do Brasil J
arriscam a esta hora sua vida, pela causa da I Viva a Naco Brasileira !
Patria- Viva a heroicidade dos Bravos de Pavs-
Fallando-vos assim, bellamente compre- sand I
hendis, que quero fallar-vos da guerra ac-1 Viva o Povo Pernambucano !
tual entre o nosso paiz e as repblicas VivaoExm. Sr. Presidente da Provin-
cia
Caruar, 5 de marco de 1865.
!C< '
onentaes.
Pois bem : pres'ae-me, por momenDs a
seriedade de vossas attences, c ac ilae com
cordialidade o que sin era mente vou di-
zer-vos.
Quando, senhores, o pa z se acha revol-
vido e agitado por urna guerra estr nha,
HuaadoSs bros"* j+fm manchados|S".S ??*** I*
pelo vilipendio, quando se violam e se rom-
A Delhi Gazette narra o seguinle facto :
Um hind' perseguido ror urna serie de
pem os tratados do allianca, quando o des-
potismo de raaos dadas com a selvageria
fazem ostentacao e alardo de suas airocida
des e cruezas, quando finalmente, para con-
ter tanto excesso c desvario, para vingar
teis preces aos seus deuzes, afim de ob-
ter de.lts o allivio que desejava, revellou
os seus tormentosa ou ro hind' seu ami-
go, pedindo-lheconselho sobre o que devia
fazer.
Quiz o acaso que este fosse empregado no
cara nho de ferro, e tal vez por isso lem-
tanta affronta e opprobro, os nossos irraos hr"' Vf ,''
cheios de intrepidez, arriscam a preciosio-1 *Jj"'> desgracado que devia
sidadedesuavida, derramando em Jorros SSdlff?r *"" J!?l* intrc'
seu saogue, certamente dever de todo o > Sft Pe'os estrange.res. a loeomohva, por
meio das offerendas e sacrificios do cos-
tume.
Coherente com o conselho recebido, e
?: nosso homem, n'outro dia, preparen as suas
j offerendas, que consistam em flores arroz,
CeTsem, e fiquem para sempre envolv- i etcl' SUS ^?* k
dosnosdobras do esquecimenio, esses re-! hi Xl{ ,?C?^ S liva.raente'- ch^ou'.
1 du fez a sua olferenda, porera ficou lit-
cidado sabir da indolencia, fazer se solda-
do, correr ao campo da bitalha, para cora o
seu auxilio revocar a honra e os direitos de
sua patria, que sao 03 seus
reitos.
hi
teralmente esmigado debaixo das rodas.
sentimeniose inimisades nascidasde nossas
desavengas polticas.
Cessem, ainda repito, porque agora n5o
se trata de urna luta de partido : nao, tra-
tra-se de urna causa commum, da causa I Ha poucos dias teve lugar n'uma das sa-
pubbca, pelo que para ell 1 devrem s todos las do Grande-Hotel, em Paris, um lauto
concorrer, afim de esbarrar e conter a am- banquet 1 em que todas a> iguaria* servidas,
bicao, eo atrevimento de se iuimigo prfido exceptuando a sobremesa, eram de carne de
e ingrato. cavallo.
E nao senhores, sem grande ati dad A este jantar, realisado com o fim de des-
que neste momento invoco e supplico o vos- truir o preconceito que tona por emquanto
so auxilio ;por quanto, se verdade, como repug ant para a mxima parte dos pala-
des de Ouvidio....
Nao smente a falta de tempo para os fundas raizes em nossa profuza, e quotida-
exercicios da imprensa o que mais deve pre- \ mente crescente legislac; e por isso,
j ud car o ata refado estudante de direito.; devendq elle sopezar todo o corpo das scien-
Ha certo perigo e temeridade em descorrer cias jurdicas e sociaes, seno para ensma-las
afoit miente, e escrever sobre assumptos que departidamente a 1 menos para superintende-
noestosufficientementeruminados, eama- las no exercicio pratico da potencia gover-
durecidos, para poderem ser entregues a natriz; este direito digo, nao pode de mo-
circulaco publica, com toda a cautela do do algum emparedar-se nos limites esirei-
nojium prematur in annttm de Oracio. E tissimos em que aperlado as poucas li-
da infraccao d'esta regra de prudencia re- ces, que o mui illu>trado lente, o meu pre-
sulta commumente a propagaco do erro, e zado amigo, o Sr. Dr. Pereira do Reg,
urna fofa presumpro de sabedoria, quasi pode atropeladarae.te expr em quanto o
sempre fatal na estaco adolescente. Ha tempo nao se esvaesse.
urna edade em que se escuta e er; outra' E todava tanta scicn ;a se ensina e se
em que se peza e escolhe: na primera po- aprende em 1 ouco menos de seis mezes em
de se ser, nao poucas vezes, arrastado pelo nossa Faculdade!.., e com to maravilhosa
entluisiasmo mal cabido; na segunda os bonanca, que ordinariamente os descipulos
passos sao mais seguros.... Para esta data sahem mais raestres do que os n.estrs;
que eu qui/era chamar os novicos adep- nao havendo um s estudante do 5. anno
tos da mprensa. que com certeza nao cont com app ovaco
, ... 'plena e plenissima, assim nao tenha elle a
Accresce anda que a contravena da ira-; desv ntura de (lar quarenta faltas!!..
prensa susnta odios e provoca despezas, | Esle fact0 na verda(le desanimador, e
que em ultimo caso recuera todos sobre'lem assaz concor fIo at certo ponto, para
os 1 aes de f mil.a. que alias nao podem ter ;0 descrdito 1 as Faculdades de direito, as-
senao, que os tillios estu-|sim COmo-para formar myriadas de bacha-
s hgoes, era quanto neces-1 res. que sem emprCg0 public0> que n5o che.
ihamada do Bedel; podra-|gam para todoS) v3o.se amonton(Jo nas ca.
do ao depois de emancipados das aulas, Jptaes mais populosas, trocando as pernas
subirem. mesmo co-a azas icarias, ate as por falta de trabalho, e carpindo -era rerae-
mais alta? regioes da phantasia Afora mu.; dio 0 temp0 perdid0j que podera ter sido
raros estudanles, todos espinis entro pa- aproveita.Jo em oulra profisso, que com
ra a Facudade no lempo em que nogoso! mais segUrarca Ibes desse o pao de cada dia,
arada do exercicio dos direitos civis e poli-! e a independencia
ticos : e ..50 obstante considerante habili-j Quando tssim' 'm exprmo nao deix0 de
lados para seremesm lores pblicos e di- recoohecer as honrosas excepces, que se
rectores da opraiaq ....In vihwn hber- l!0ta a reSpeto daquelles estudanles, que
tas exctdtt. Nao e raro a qntefeer que mui- dotados de talento superior podem preen-
tos alumnos, nao tendo paciencia para f,.ze-!cher, com estudos posteriores, as lcunas
outro interesse
dem muito a suas
sito de acudir ac
rem correctamente as suas di^ertagoes, do ensino, adquirindo boa repulaco litlera-
achara-se com bastante sciencia rifusa para!ra, e salvando os crditos da Faculdade.
milagrosamente redigirem e publifiarem es- < v. ,
tirados artigos de gazeta, abandonando alf Mas sera .ssq bastante para sat.sfazer com
obrigago pela devogo, e muitas vezes"i fart9ur C0-3Ca verd1|,lei!"aa?ente P11"
abracando a nuvem por Junr i $ ? Se q"?os attender bem ao futuro
c : da nossa patria, temos necessidade de gran-
Antes de p:ssar a outro artigo convem'de reforma na instruego superior, nao tan-
ponderar, que me parece md collocado o to no formal e scientifico, como sobretodo
estudo do direito romano no Io anno do|no rigor dos exames, que liajam de prestar
corriculo ac lem co. Devendo conciderar- 03 palinuros, que tem ura dia de empunhar
se as deas elementa es d'ess- direito como garbosos o leme da nao do estado, para fa-
os prolegmenos ou a introd ggo do nos>o 'zerem a felicidade publica. O bispo mais
direito pratri, parece-me mais acertado se-'oolavel das Gallias em seu tempo, S. Re-
rem ellas esludadas no 2o anno joridico pa-migio, dizia ao rei Clovis : que os mance-
ra effeito de erem immediata applicago bos intervenham em tuas festas; es homens
nas aulas do 3o e 4 anno. Observarei por de edade em teus conselhos. Por antithese
ullimo. que reputo mui onerosa para o pri- d'este luminoso pensamento est por ahi
(') Nao obstante reconhecer a grande meiro-aiista a accumulago de tantas mate- abena a quadra mgica em que a mocida-
difliculdade de organisar um bom comp n- rias, cada urna das quaes, por si s dara de, apenas sahidas das faxas acadmicas,
disscSdustio,que pela discordia as cou-
sas maiores c anniquillam, tambera outra
verdade que pela concordia e unio as
menores crescem e >e fortificam: e vs sa-
bis, que quando o perigo ameaca a todos,
cada um deve redobrar seus esforgos para
supplanta-lo, afim de nao ficar sepultado em
suas ruinas.
E, pois, se para o bem publico fr ne-
cessario o sacrificio de vossa pessoa, ou de
vossos bens, tudo deveremos cader, porque
ser servigo que faremos a nos mesmos.
O que a p tria seno a familia, esse ag
gregadj de inlelligencias e vontades que
const tuem a sociedade ? O que 1 patria
senao o slo onde nascemos, e que d pois
e mais tarde nos d o honroso nome de ci-
dado ?
Defendendo-a, por tanto, defendemos
nossos paes, nossos filhos, nossos irmos,
n ss s amigos, defendemos a nos mesmos.
Que de factos notaveis, e quasi que so-
brena'uraes nao nos apresenta a hstoria no
desaggravo da honra, e defeza dos destinos
da patria ?
Vede Fuhio morto por ordem de seu pro-
prio pae, por envolver-se na conjurago de
Calilina !
Vede L. Bruto assistindo na p ac 1 ubli-
ca a execugo de seus filhos, porque contra
seu juramento conspiraram com o embaixa-
dor Toscano para restabelecer os Tarqui-
nios I
Vede, e rede, cheios de orgulho, os nos-
sos Fernandes Vieira, Camaro, Negreiros,
Henriquas Dias e outros hroes, que cbm
assombrosa coragem e desmedido valor tu-
do expozeram e sacrificaran! para nos livrar
do jugo do hollandez ambicioso e teme-
rario I
Porlanto, senhores, se o Brasil tem nos
annaes da historia um nome honroso, e Per-
nambuco sobre tudo, pela serie de fados
famosos que o elevara e ennobrecem, nao
convm desmentir esse nome, nao convm
embaci r a dourada moldura do quadro e u
que esto estampados seus gloriosos feilos.
Sfm, senhores, quando todas a provincias
do imperio tem dado p ovas de seu valor e
de sua dedicago, quando ellas esto como
que espreitando o momento em que o leao
do norte erga sua cabeca magestosa, e v
com seu brago poderoso ajudar no campo
da batalha, para que ma sdepressa, e com
mais certeza seja o inimigo derrotado, ser
do nosso brio, da nossa honra, do nosso no-
mo tradicional, ficarmos na apathia e na in-
d ffereng, representando o triste papel de
egosta ? Nao : mostremos ao paiz e ao
mundo inteiro que ainda somos os Pernara-
bucanos que fomos outr'ora,
Sei bem, que o meu vulto pequeo, e
que minha voz fraca para pedir-vos tanto :
mas, se considerardes que vos pego em 10-
me da patria o vosso patriotismo, devereis
por isso considerar-me com toda a impor-
tancia e merecimento para alcangar de vos
o que por 1 lia e para ella de vos eu reclamo
neste momento.
Eutretanto, releva dizer-vos, que se nao
poderdes correr ao campo da baialha para
comparlilhar da sorte dos bravos que l se
debatem com o inimigo raivoso e frentico,
neste caso concorrei com a vossa bolsa, com
o vosso prestigio einfluencp, fazendo que
Pernambuco aprsente no theatro da guerra
como as outras provincias, um numeroso
regiment de bravos voluntarios da patria.
' Se felizmente conseguir o auxilio que vos
pego, na aperlada conjum tura em que nos
adiamos, ser isto mais um padro para
dares a carne desse presiadio animal, assis-
tiram varias pessoas consideradas, profe-
rindo-se por essa occasi) discursos enlha-
siasticos, toilos tendentes a fazer desvane-
cer a geral averso a esse alimento, no di-
zer de Mr. As ezal, substancial, de gosto
agradavel e de fcil digesto.
Segundo Izidoro Geoffroy Saint-Hilare,
a cuja memoria foi proposto um brinde por
M. de Quatrefazes, quepresidiu ao banque-
te, a repulso de que objeclo a carne
de cavallo funda-se n'um motivo religioso.
Quando os saxonios queriam mostrar-se
gratos aos seus deuses, matavam os chris-
toi e festejavam o suc:esso regalando-se
com carne de cavallo.
O pontfice romano julgou dever con-
demnar tanto um como outro uso e d'ahi
essa geral antipathia, que nos eremos, to-
dava, manifestada em virtude de outras
causas.
O jantar de que tratamos foi promovido
por urna commisso escolhida d'entre os
membros da Sociedade Protectora dos Ani-
maes, singularmente empenbada era fazer
triumphar o projecte de generalisar o uso da
carne de cavallo.
Se este, efectivamente, propagar, tere-
mos urna considerave) baixa no prego da
carne de vacca, o que seria de certo urna
consolaco, quando todas as outras substan-
cias alimenticias vo ascendendo a pregos
elevadissimos.
finn 1 11
Segundo se l na Correspondencia de
Hespanha o cnsul geral de Hespanba em
Smyrna, participa ao ministerio d> s nego-
cios estrangeiro>, em 14 de Janeiro ultimo,
que a colheita de algodo na Anatolia se ele-
vara a mais de 80:000 balas de todas as
qualidades; que do algodo que se apresen-
lra n'aquelle mercado nos dous ltimos
mezes do anno passado, calculado n'umas
15:000 pacas, s metade de boa qualida-
de e a outra metade de media e m dasse;
que isto influir na colisago dos pregos, que
foram pela boa qualidade atl:000piastr s
o quintal turco, tendo-se vendido as out as
qualidades a 900, a 800, e at a 700 pias-
tras o mais inferior; e que das 15;00o ba-
las se exporlra j urna terga parte, prin-
cipalmente para Inglaterra e algumas para
Franga, e s 300 pacas para Hespanha,
quando do anno anterior se expediram
talvez 3:000.
Alm d'iso, expoz o mesmo cnsul que
o prego do algodo na actualidade, das me-
Ihores" qualidades respectivamente, o se-
grate ; a qualidade chamada sabuch 945
piastras o quintal turco, o cassab 800, e
o kiskagache 780.
x-<3i
Umjornalista de Paris, conta nm jornal
d'aquella capital, quando fallava do autor
do Guilherme Tefl cstumava sempre es-
crever M. Rossini, como mostr do seu res-
peito ao celebre maestro.
Nas provas dos seus artigos. porm, nun-
ca se lia seno Rossini.
interrogado o lypogradho sobre a motivo
d'esta pertinaz omisso, respondeu ao jor-
nalista:
muilo simples: c entre com-
cslumamos tratar-nos familiar-
E'
positores
mente.
No que ltimamente deu o principe Na-
poleo em Paris, a despeza das flores em-
~ nossa gloria, porque faremos anda conh'ecer pregadas na decorago do PaUis Royal. ou-
dio, eu ja tena talvez, fazendo da fraqueza servigo bastante oara seisrneze de rigoroso logo chamada a toda pressa, de enleviada, ao mundo, que os filhos do grande Imperio |de bailc teve ioS^> importou em 10:000
forga, debuxado as suas primeraj linhas, estudo, a nao querer-se raulitar os comp n- a collocar-se na base e no cume da pyrami- da Santa Cruz sao como aquelles bravos de francos, ou 1:8006000 ris.
seas cousas publicas do meu paiz nao me
tivessem desgostado tanto, causando-me o
mior desanimo e urna especie de hor-
ror I !,. Deus nos queira aecudir....
dios como ordinarimente acontece; e ve lo- de social; havendo hoje fcnta facilidade de
hemos na conlinuacSo da resenha -iobreo cunhar estadistas como em estampar papel
exercicio das aulas: moeda sem lastro melallico I Torna-se pois
Na Ia cadeira do 2 anno foram explica- indispensarel conjurar desde logo a crise
Marengo, quena defeza da patria morrem,
mas nao se rendem !
O momento, senhores, de sacrificio ; po-
rm de sacrificio doce, e a que nos nao de-
As despezas da ceia elevaram-se som-
roa de 17:000 francos.
I
i

'
i
'

PERNAMBUCO.-TYPDE M. F. DE P. & FlLtO
II m\ #r-i


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