Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10607


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Full Text
ANUO ILI. HOMERO 50.
.4!
Pr qurtel pago dentro de 10 das do 1. mez ...;:.
Idea dettis dos 1.0! 10 das do comeco e dentro do quartel. .
Porte ao carreio por tres mezes......\
SJO0O
6S000
750
DIARIO
0U1HT FEIRA 2 DE MARCO DE 1865.
"' *"
for anno pago deatro de 10 iras do l.mez ..... 19|000
Porte ao correio por um anno.............. 3J000
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima ;
Nalal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; C$ar, c Sr. J. Jos de
Oiiveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Geraldo Antonio Al ves 4
Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPC.AO NO SUL
Alagoas, o Sr. Claudne Falcao Dias; Baha, ol
Sr. Jos Martins Alvs; Rio de Janeiro, oSr. Jos[
Ribeiro Gasparinho.
PARTIDA. DOS EsTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estafes da via frrea at
Agua Preta, lodos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras-
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar
Altinho, Garanhnns, Buique, S. Bento, Bom Con
selho, Aguas Bellas eTacarat, as tercas feiras
Pao d'Alho, Nazareth, Llmoeiro, Brejo, Pesqneira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis
la, Ouricury, Salgue i ro e Ex.nas qnartas feiras
Serinhiem, Rio Frmoso, Tamandar, Una, Barrei
ros, Agua Preta aPimeuteiras, nasquintaseiras
lllia de Fernando todas as vezes que para alsabirj
navio. \
Todos os estafetas parten) ao meio da.
EPHEMERIDE8 DO MEZ DE MAR0.
4 Qaarto cresc. as 9 h., 89 m. e 16 s. da m.
12 La chela as 8 h., 22 ni. e 10 s. da m.
20 Quarto ming. as 10 b., 16 m. e 22 s. da m.
27 Loa nova as 3 ti., 8 m. e 22 s. da rn.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segunda e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazonda. quintas s 10 horas.
Juizo do coramerrio: segundas s 11 horas.
Dito'dc orphaos : tercas e sextas s 10 horas.
Priraeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara docivel: quartase sabbades a 1
bora da tarde.
DIAS DA SEMANA.
27. Segunda. Ss. Aniigono, Curso eBessas. mm.
28. Terga. S. Romo ab.; S. Cereal m.
1. Qusrtade craza. S. Eudocio e Antonina mm
2. Quinta. 8?. Jovino, Basilio e Januaria rara.
3. Sexta. Ss. Hemeterio e Aslerio mm.
4. Sabbado. S. Casemiro rei; S. Lucio p,
5. Domingo. Ss. Focas e Palatino mm.
PREMIAR DE HOJE.
Primera as 8 hora e 30 m. da manhaa.
Segunda as 8 horas e 54 minutos da tarde.
.PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 14 e 30; para o norte
at a GraBja a 7 e 22 de cada mez; para Fernn
do nos das 14 dos mezes de janeire, marco, maio
julho, selembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da prara da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Maneel Figneira de
Faria & Filho.
PARTE 0FFIG1AL
GOVEMO DA rROVMUM.
Expediente do dia 27 de fetereiro de 186.
Oflcio ao Kxm. presidente do Coar.Vaf ser
hoje iransmidido no vapor inglez que segu para o
sul o officio que para ser remedido ao Exm. Sr.
eoaselhein presidente do tribunal do thesouro na-
cional, V. Etc. me enviou com o seu de 20 do
correle, sob n. 9.
Dito ao Exm. desembargador Anselmo Francisco
Peretli, 1 vice-presidente da provincia.Tenho pre-
sente o officio de 25 do correte, em que V. Exc,
com referencia a pnblicacao no Diano de Pernam
ticionario de nome Jos Francisco Nunes Soarcs
de natureza que autorise a baixa do mosmo.
Dito ao mesmo. Mande Vmc. fornecer ao ter-
ceiro batalho de nfmtaria da guarda nacional
deste municipio, mediante ndemnisagao, conforme
indica Vmc. em sua informago desla data, sob n.
195, o diversos artigos de "armamento e corrame,
solicitados pelo respectivo commandante no pedido
junto.
Dito ao chefe interino da reparticao das obras
publicas.PJe Vmc. mandar lavrar, como pedio
era seu officio de 14 do corrente, sob n. 37, o .ter-
mo de recebimento definitivo das obras dos repa-
ros da pontez'mha do Tirnbi, que j se acham con-
cluidos, de conformidade com o respectivo contrato,
segundo consta de seu citado Qffieio, Dcando na in-
teligencia de que nesta data expelo ordem a the-
souraria provincial, para que em vista do compe-
tido daquela dala" do oflcio esta presidencia di- tente certificado pague ao empreiteiro de taes re-
rgido era 21 pelo julz de direito da comarca do paro* a quantia de 4005000 a qne tem direito.
Cabo, bacharel Manoel Clementino Carneiro da Cu- j Aproveito o onsejo para recommondar a Vmc.
nha, declara-ine que, o que consigoou em seu re- Que nao coosiota que os empreileiros ou arrema-
latorio de 30 do nuez prximo Ando, por occasio tanles de obras deem principios a ellas sem que os
do uass?r rae a adminisiraeao desta provincia, re-! respectivos contratos sejam approvados por esta
latinamente a 2* sessao do jury do termo de Ipoju-: presidencia, como se pratica na thesouraria provin-
ca em dezetnbro do anno pausado, foi em vista de cial Expedio-se a ordem do que se traa,
esclarecimeotos ministrados pela secretaria ; e em Dito ao mesmo. Declaro a Vmc. para seu co-
resposta cabe-me dlzer, que fleo inteirado do seu nhecimenlo e fim conveniente, que de conformida-
conielo, e pode V. Exc. publicar o seu officio aci- i de com a sua informago de 24 do corrente, sob
ma citado. 3z, a qual veio annexa por copia a do engenhei-
Dito ao coronel commandante das armas interi-1 re Francisco Apoligorio Leal, dadas acerca do re-
no.Sirva-se V. S.de informar acercado que pede quenmento do commeodador Manoel da Vera Cruz
o inclusorequenmeoto Antonio Lopes de Mello. k'8 e Mello, acabo de conceder a este a autorisa-
Dito ao mesmo.Queira V. S. mandar alistar no cao que pedio para mandar fazer as obras que jul-
corpo de voluntarios da patria, se para isso forem j 5ar necessarias para o esgoto das aguas as Ierras
julgado- aptos, o paisano Francisco Jos Themoteo, I de seu engenho denominado Guerra, na freguezia
o 2* sargento Joaquim Silverio Pimenlel, furriei do Cabo, urna vez que o supplicante se sugeite por
Wenceslao da Silva Ribeiro Campos e guardas na-1 um termo as condigoes constantes das citadas ra-
cionaos Claudino Francisco Eugenio, Guilherme I formages, no qual se mencionar ainda que ditas
Pereira de Sant'Anna e Joao Francisco de Oiiveira j obras sero feilas debaixo da inspergao dos enge-
do 2 batalho de artilharia do Rio Porraow, que nheiros da reparticao das obras publicas, que po-
para Uso se offerecarara, e aos quaes V. S. man- dero mandar demolir as que nao estiverem feila*,
dar abonar sold desde 15 do crreme, dia em i de conformidad com aquellas condges, o execu-
quealli se apresenfarara ao respectivo comman-! tar as que forem necessarias a cusa do supplicante
dante superior. i n3 caso de omisso sua.
Dilo ao mesmo.Expega V. S. suas ordens para Dito ao superintendente da estrada de ferro.
que das 3 horas da tarde s 8 da noite dos dias de Recommendo ao Sr. superintendente da estrada de
boje e d'amanba sejam postas disposicao do sub-
delegado da freguezia da Boa-Vista desta cidade, 3
pragas de cavallara.Communicou-se ao Dr. chefe
de polica.
Dito ao Dr. chefe de polica.Expega V. S. as
saas ordens para que sejam remedidas a esta pre-
ferro do Recife a S. Francisco a expedigao de suas
ordens aos chefes das estagoes da mesma estrada
para que dem passagem nos trens da via frrea
para esta capital a todas as pragas do corno de vo-
luntarios da patria que Ihe forem apresentados pe-
las pessoas encarregadas de promover o alistamen-
sideocia as retardes dos presos pobres recolhidos a lo dos referidos voluntarios em vista da portara
cadeia do termo de Flores, nos mezes de outubro j que exped em 21-do corrente eque lhe remedo
e novembro do aono prximo passado ena de Villa copia. Offlciou-se no mesmo sentido ao engeubei-
Bella no de novembro, adra de que possa ter lu- ru fiscal da mesma estrada de ferro,
gar o pagamento das despezas (citas com o susten- Dito ao major Jos Ignacio Pereira da Rocha.O
to de taes presos naqoelles mezes, segundo consta
de offlcio do inspector da thesouraria provincial de
22 do corrente, sob n. 78.Comraunicou-se ao ins-
pector da thesouraria provincial.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Em aviso de 10 do corrente declara o Exm. Sr.
ministro da guerra que, a 'isla do que expressa-
raenle di-oe o art. 5 das instruyo ss de 24 de ju-
lho de 1837, bom procedeu essa thesouraria om n;l i
fazer carga ao majar Fernando Machado de Souza
da quantia de 61,1600, provenieute das forragens
que lhe forara abonadas no period > decorride de
15 de novembro a 28 de dezembro de 1863 : o que
communico a V. S. para *eu conheciment.
Dito ao mesmo.Communicando-me o capto
de mar e guerra, Hermenegildo Amonio Barbosa
de Almeida, em officio de 24 do corrente, sob o.
850, que na mesma data entrara no geso da licen-
<;a que Ibe fra concedida pelo goveroo imperial,
governo imperial a quem foi presente o offereci-
raento que fez Vmc. para ir servir no Rio da Pra-
la no posto de major, que oceupa, no 4." batalho
da guarda nacional deste municipio manda, louvar
e agradecer a Vmc. aquella prova de patriotismo
de que se ulilisar era lempo conveniente.
Dito ao engenheiro Eugenio Adriano Pereira da
Cunha Mella.Comrannico a Vmc. para seu conhe-
ciment, que nesta data designei o engenheiro Jus
Carneiro da Rocha e no impedimento deste a Vmc.
para exercer interinamente as fuucge de enge-
nlKiro fiscal da estrada de ferro, visto ter de lomar
assento na ajsembla provincial o Dr. Manoel Buar-
que de Macedo.
Dito ao Dr. juiz de direito da primera v.ara des-
ta capital. Remedo a Vmj. copia do officio em
que o bacharel Manoel Joaquim Silveira offerece
os seus servicos na prorn-itoria publica desta co-
marca durante o impedimento do bacharel Jos
passando por isso a inspeccao do arsenal de mari-1 Paulino da Cmara, independente de qualquer ven
nha ao seu ajudante capito-tenenle Salustiano '. cimento dos cofres genes c proviociaes, o qual re-
Caetano dos Santos : assira o communico a V. S. I nuncia em favor das familias de 4 cidadaos que se
para seu conheciraento e direegao. I queirara alistar no corpo de Voluntarios da Patria,
Dito ao raesrao.Offerecendo o padre Jos Ray- i afim de que Vmc. tome em consideragao o seu pa-
mund Baptista, professor da cadeira de laum do \ triotico offerecimenlo.
seminario episcopal de Olinda 5&000 measaes de- i Dito ao juiz municipal da primera vara desta
duzidos do seu ordenado, a contar do 1 de margo capital Tendo de seguir para o presidio de Fer-
proximo vindouro para auxilio das Jespezas ex-; nando as 10 horas da maoha do dia 14 de margo
traordinarias da siluago al aconclusao da guer- vindouro um dos vapores da companha Pernam-
ra era que se acha eraoeuhado o paiz com as repu-, bucana : assim o communico a Vmc. afim de que
Micas do Uruguay c Paraguay ; assim o commu- ponha a disuosico do Dr. chefe de polica os sen-
nlco a V. S. para que mande proce ler raensalmen- tenciados que para alli tiverem de ir, e me remeda
te a arrecadagao de semeltianle offerta. cora antecedencia as respectivas gulas, bem como
Dito ao mesmo.Expega V. S. suas ordens para as dos que j l esliverem sem ella para terem o
aue no dia Iode margo vindouro um empregado cinveniente deslino. Communicou-se ao Dr. che-
essa repartigo assista a revista de raostra do cor- fe de polica,
po da guarda nacional destacado no quartel do Dito ao alferes da 5.a companha do batalho n.
Hospicio.Communicou-se ao commandante supe- 16 da guarda nacional do Pao d'Alho, Manoel Al-
ror da guarda nacional do Recife. ves de Souza Cavalcanti.Agradecendo o patrio-
Dito ao ooronel refrmalo da guarda nacional tico olTerecimeoto, que em 20 do corrente, fz Vmc
Tiburtino Pinto de Almeida.Recib o officio da. para commandar gratuilameute o destacamento
18 do eoaronte, em que V. S. tendo em considera-
cao as cireurastancias do paiz offerece o seu pros-
t>mo da cidade da Victoria.
Em resposta cabe-me dizer-lho que logo que se
offerega occaso, serao os seus servicos aprovei-
tados.
Entretanto agradeco e louvo e:.sa manireslacao
do seu patriotismo.
Dito ao coronel commandante superior interino
da gaarda nacional do Recife.Queira V S. ex-
pedir as suas ordens, adra de que seja dispensado
do servigo do 1 batalho de artilharia da guarda
nacional deste municipio Juveniano Fernandes da
Silva Manta, o qual sendo oppositor s cadeiras do
Cnrso-Commercial Pernambucano considerado
por forga do art. 17 do regulanrmto de 29 de fe-
veroiro" de 1860 como substituto dos respectivos
professores e por isso comprehendido na disposi-
cao do 3o do arl. 14 da le geral n. 602 de 19 de
.selembro de 1830.Communicou-se ao director
geral da instrocgo publica.
Dito ao commandante do corpo de polica.
Pode V. S. mandar eliminar do corpo sob seu com-
dessa villa, em quanto este for composto de guar-
das nacionaes, tenho a dizer-lhe em respota, que
ao commandante superior da guarda nacional des-
se municipio;recommondo uesla data, que aprovei-
te os seus servigos se julgar conveniente, e ao co-
nheciraento do governo imperial vou levar isso
mesmo. Officiou-se neste sentido ao respectivo
commandante superior.
Dito ao gerente da companha Pernambucana.
Ple Vmc. fazer seguir para o presidio de Fernan-
do o vapor de que trata o seu officio de 2o do cor-
rente ; fleando certo de qne expediram-se as ne-
cessarias ordens para serem embarcados cora a
necessaria antecedencia a carga do estado, officiaes,
pragas e sentenciados destinados ao mesmo presi-
dio.Neste sentido offlciou-se ao coronel comman-
dante das armas.
Dito ao mesmo.Pode Vmc. fazer seguir para os
portos do sul o vapor PaiaJba no dia e hora In-
dicados em seu offlcio de 24 do corrente.
Portara, -u presidente da provincia tendo em
vista a informago ministrada pelo chefe interino da
reparticao das obras publicas em 21 do corrente e
Seja o filho de supplicante alistado como voluntario
da patria, a quem tao patriticamente prestam am-
bos umlservgo de tal Importancia at pela circuns-
tancia de ser o primelre voluntario de distlocgao,
que abri carainho para oflertas semelhantes.
Antonio Rodrigues de Albuqoerqne.Dse.
Alejandrina Maria do Espirito Santo.Declare
qnal a isengaoque pretende provar.
Africanos livres, Lourengoe Thom.Ficam da-
das as convenientes ordens para qne os supplican-
tes sejam postos em liberdade, visto serem Africa-
nos, e nao sngeilos ao recrulamento.
Bacharel Arminio Coriolano Tavares dos Santos.
Passe portara nomeando o supplicante promotor
publico da comarca de Santo Antao.
Antonio Jos da Silva.Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
Candida Rosa de Lima.Admitase, estando na
caso e havendo vaga.
Casimiro Mendes da Cunha.Informe o Sr. Dr.
juiz de direito da comarca do Cabo, oavindo ao
Rvd. vigaro da mesma fregnezia.
Chaves & Vianna.Informe a cmara municipal
do Recife.
Bacharel Kseqniel Franco de S. Como requer,
era vista da informago.
Francisco das Chagas Cavalcanti Pessoa.D-se.
Francisco Genuino de Sonta. Indeferido, por
'nao allegare nem provarisengo legal.
Francisco Jos Tavares.-Informe o Sr. tospec-
1 tor da thesouraria de fazenda.
Gustavo Joaquim de Mello.Indeferido por nao
! ser isenjgo legal o que allega o supplicante.
Ilyppnlito da Silva.O offerecimento do suppli-
1 cante aceite como um acto de patriotismo digno
de loovdr : apresentese ao Sr. coronel comman-
dante das armas para o fazer alistar no lugar que
'lhe compete.
Innocencio Rodrigues Lima.Informe o Sr. di-
| rector geral da inslrucgo publica.
Jos Francisco Creto. Ao Sr. Inspector do arse-
nal de marraba se expede ordem no sentido que
requer o supplicante.
Joao Fernandes Eiras.Concedo llcenca pedida
depois pagos os diieilds "nacionaes, e de obter o
supplicante o titulo de terreno de que se trata.
Revd. Jos Raymundo Baptista. O offerecimen-
to patritico do supplicante aceito com reconhe-
cimentoj
Joaqojm Francisco da Silva.Entregue-se nao
havendo inconveniente.
Joao Soares Guimares.Entregae-se.
Jovenano Fernandes da Silva Manta.Ficam
expedidas as ordens no sentido qne requer o sup-
plicante.
Joao Hennque de Albnquerque Mello.Passe
portara nomeando o supplicante interinamente.
Josepha Mara de Jess.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Jos Silvestre da Silva.Informe o Sr. Dr. juiz
i municipal da priraeira vara se j foi remettida a
guia de que se trata.
Liberata Maria da Concegao.Ficam expedidas
; as convenientes ordens no sentido do qne pede a
supplicante.
| Teneote Luiz Jeronymo Ignacio dos Santos.
Informe o Sr. Dr. director geral da instruccSo pu-
' blica.
Luiz Manoel Rodrigues Valenga.Entregue-se.
Manoel Saturnino dos Santos Neves.IndeferiJo,
por nad ser permitlida a imporiagao de bebidas
espirituosas naquelle presidio.
Commendador Manoel da Vera-Cruz Lins e
Mello.Concedo a autorisago pedida pelo suppli-
cante, uma vez que se sujeite por um termo s
condigdes estipuladas as informagoes juntas por
copia na qual so mencionar/ anda que as obras
de que se traa sern feilas debaixo de inspeegao
dos engenheiros da reparticao das obras publicas,
que podero mandar demolir as que nao esliverem
feilas de conformidade com aquellas condlgoes,
executando as qne forem necessarias a custa do
supplicante, no caso de omisso sua.
Moreira & Duarte.Remedido ao S-\ Inspector
da thesouraria de fazenda para mandar passar t-
tulos dos terrenos de qne se irata, nao havendo m-
conven ente.
Manoel Gongalves Nunes Machado.Informe o
Sr. Dr. juiz municipal de Goianna.
Rotilp Tolentino de Flgueiredo Lima.Informe o
Sr. Dr.juz municipal do termo de Goianna.
Silvestre de ^ouza.-NSo havendo no arsenal de
marrana servigo algnm,-era que possa serapro-
vetado o supplicante, segundo informa o respecti-
vo inspector, nao pode ser atlendida a sua pre-
tencao.
Thom Rodrigues da Cunha e outros rendeiros
do finado Nicolao Rodrigues da Cunha. Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Vicente Moreira da Silva.Informe o Sr. Dr.
director geral da Instrucgo publica.
Segundo se quer saber de parte bem informada,
a mtengao do conde de Mensdorff agora, de apre-
sentar a novisslma resposta da Prussia aos gabine-
tes da Saxona e da Baviera, para obter um accor-
do com elles acerca da sua resposta. A importan-
cia de emelhante ntengo d nos olhos. Os esta-
dos secundarios al agora excluidos das nogocia-
goes austroprussianas entrariam assim as mes-
mas, e a prussia char-se'-hia Isolad em frente da
Temos reproduzido essa falla, porque mais ca-
racterstica do que toda outra eousa, para a actual
situagao dos negocios na Prussia. O jdeputado
Loewe respondeu de modo mui enrgico, concluin-
do com as palavras : se o accordo, que o minls-
terio nos offerece, devera ser que nos lemos de
abandonar o nosso direito por nos reconhecido,
cntao nenhum accordo possvel para nos.
Seguio a volago, e a recusa de uma resposta
7EZ5KCreada coali5io ds lo a oulra parte da! falla do throno teve lugar, como j foi dito, cora
Aiieraanna. nma immeesa inaioria.
Se dessa
JXXauSf*1 para esse lad0 frucl rta, Desd ent0 nao liveram luar s**o-es de inte-, Zf!?f sf r,n,paff e,do'
poltica de Bi^mark se mostr totalmente contrario [ resse geral as duas cmaras. O trabalbo princ- que Fada. c|dadao,
priafior e"Ca' D5 ada Pr S S' por SUas pro"
,-J Opre-iso aue Por um exercicio assiduo a for-
f?rT a aD0derar de uma dse mais ou menos
m1JUA-)'lsllae a reuniao dos conhecimentos
n ?' prec,sJ que duran,e lonos annos se
Prepare o espirito das jovens gerag5es, qne as con-
auza, nao a possuir uma infiniu vanedade de co-
nhecimentos superflciaes, mas a se achar ao nivel
dos conhecimentos de seu tempo, a comprehender
is pnncipaes e dominantes de sua poca de
ges qne reina nos ducados.como fora provocada pelo
enderego dirigido aos soberanos da Prussia e da
Austria pelos chamados dezessete, isto pelo par-
tido do barao de Scheel-PIessen.
Esse enderego n.o obteve al agora mais de 30
assignaturas; por contra o enderego tpposlodos
3 grandes proprietarios reunidos naquella poca
em Kiel, o qual se pronuncia em favor da plena in-
dependencia do* ducados, nao querendo saber se-
nao de uma relacao com a Prussia, segundo o di-
reito federal, j se acha coberto de 39,500 assigna-
turas, continuando as mesmas arada.
Elsle ainda um terceiro partido, o qual umbem
faz decididamente frente contra o enderego de
Scheel-PIessen. porm exigindo urna uno intima
com a Prossia em respelto militar e martimo. Os
seus proprios orgos, porm confessam, que esse
programma, que merecer as sympatbias de urna
grande parte da populago, j ia'perdendo suases-
perangas cada vez mais, em consequencia do pro-
cedimento da poltica do Sr. de Bismark. Por essa
razao p dito parlido reunclou a apresentarse com
um enderego, porque receia de assim nao fazer do
que manifestar sua l'raqueza.
A cmara alta na Prussia respondeu a falla do
throno com um enderego, o qual nao merece parti-
cular menco, porque limita se simplcsmente a
uma_ transcripgo nbmiss da mesma.
A deputagao da cmara alta, que entregou o en-
dereeo, o rei respondeu do modo segnlnte :
Ouvi com prazer qne a cmara dos senhores
aprecia gratamente a aclividade do governo. Esse
ai-radecimeoto pela gloriosa atttude do exercito,'
assim cmo pelos esfurcos cordados de successo do
governo, disso estou-convencido, tambera reina en-
tre o meu povo.
Esta conviccao faz bem a mea coragao. O me-
Ihor que ludo quanto foi feito, tivera lugar sob
uma base que nicamente garante durago e esta-
obrigatorio nao
chegar ao syste-
bilidade, sob a base c i relgiao. O mea mais ar-1 coldade de Ibe oxpor era
truegao de estradas de ferro de parte do governo, '?! Icm f,do dlseulida, sob o ponto de vista po
para as qanes.se exige emprestimos, de adiar sna =, e social' c,?m omaior talento por Mr. Jules
resolugao, aid achar-se realisado o orgamento para f'moii.era.am. l"!ro intitoladoL'Eeole(A Esco-
1865 na via constitucional. IIa'- *0' nesejanamos que o governo podesse se
Mui singularmente parece que larabem era Vien- ^mPenfilrar.das ideas do eminente publicista e
na se vai desenvolver entre o governo e o Richs- PrseKulsse a sua realisago.
ralh um conflicto serio, e umbem por causa do or- h uePls er fallado do ensno
gameuto Por ora, verdade, trata-se somente de "a necess'dade de iransigao para
uma qileslo com a commisso das finanesas da ma comP'eiaraen|e gratuito do ensino primario,
cmara dos deputados. a mesma exige a elimi- '| e3"ea .Dri?aco de pagar uma relrlbnigo
nago do defleit do orgamento apresentado para escolar determina ainda muitas pessoas sera recur-
1863, e que o ministerio tome a iniciativa para ,,la desPrezar rateiramenle a instrucgo de seus
esse flm, reduzmdo as despezas convenientemente. 5?'
O ministerio nao se oppoz a isso, mas apresentou H !mPerador quer fazer apresentar um projecto
exigencias, que a comihissao das fioancas nao jul- so ensino primario gratuito. Nomeou
gava poder satisfazer. A consequencia foi que se para J"" uma commisso especial composta do
nao realisou um accordo, e que a commisso das Princ|Pe >apoleao, do duque de Persigny, do ma-
flnangas est tratando de fazer por si s as jeduc- recna' ^ a'"ant, e do ministro da instrucgo publi-
g5es que julga necessarias para remover o dficit ua'lh fc*Peran)03 com conflanga o resaltado dos tra-
E' de esperar que nao faltariio novas tentativas Dainosrdes,a commisso.
de conciliagao, e tambem se pergHnta se as reduc- L,or!'eu recentemente em Pars o boato que o
goes da commisso das fioangas, em quanto o mi- 8ovcrno "nha '' reraeller santa sede uma nota,
nstero as nao acceitar.encontraro gratiflcaco no na pleno da cmara. S ama coasa 6 certa ;pelas nap,a recusar-se entender cora a Italia; e na qnal
suas concessoes commisso das fioancas, o miis- "fctorava nao ler mais que execntar pura e sim-
terio reconheceu que sao possiveis reduegoes im- EIesm5S!f a convengao de 15 de setembro. Mas
portantes das despezas, e por essa razo o pleno na razoe' Para crr que este boato sem funda-
por motivo para exigir' m. ? mani'eslopontifical conlina a provocar
entre nos os mais vivos protestos; cada dia v
nascer novas cartas ou circulares dos nossos bis-
pos, e pode se olhar como certo, que tomadas omi-
to poucas excepgOes, todo o episcopado francez, fa-
ra acto de adhesao eneyelica. Em presenga
destes protestos, o governo nao pode ter senio a
atttude de uma completa indifferenga. A opiniio
publica v com descontentamente a conducta dos
do clero ; esperava-se cousa me-
nos tem concedido a publicidade das sess5es do r d^ sua Parte lnes a"ribaiam ideas menos re-
corpo legislativo e do senado ; nos tem dado a fa- !rc*raaas. na acreditavara em ama antlpatbia tao
da cmara tomar
economas efficazes.
isso por
Pars, 7 de fevereiro.
Acaba de se dar no sudoeste da Fraaga um acto .
de rebellio respcosa, se se poder combinar estas! P00"0,*. ve com d<*content;
dnas palavras. Traia-se de eleieSes. O governo dlgtttUrtos do clero ;
peticoes, e pela voz de irr.eC8nci,iavel entre seas sentlmentos, e os ane
. i % -------a ~~~- --- ....... n, | w^MiwaiMb iuv -.\j"ji t_tn uxjtiwc?. c irla TUL UC .--------- j *> **<
dente desejo e de ver accomraodada a dissencao| nossos deputados, nosso sentime'nlo sobre a poltica anim m o resto da socmdade.
entre o governo e urna parte da representacao na- interna e exlerna : tem adopladojjm modo de dis- M,nsenhor Dupanloup, hispo de Orleans, na
emnal __._t- a. _... ..^ r [ nnpnnAva limitar n nmi ...i. .----1 __
mando, e apreseota-los ao coronel commandante sob n. 44, res >lve, nos termos do artigo 6 do regu-
das armas, para manda-Ios alistar como volunta-
rios da patria, os soldados Manoel do Nascimeoto
de Jess e Joao Bento Bandeira, que para isso se
otfereceram. conforme declara V. S em seu of-
ficio de hoje datad-, sob n. 126.-Communicou-se
ao coronel comman (ante das armas interino.
Dito ao mesmo. Mande V. S alistar para o ser-
viro do corpo sob seu corara indo, como se offere-
ce, o paisano Joao Manoel da Silva, depoU de ins-
peccionado
Dito ao mesmo.Mande V. S. apresentar ao co-
ronel commandante das armas, e excluir do corpo
sob sea commando, se for julgado apto para o cor-
lamento de 9 de julho do anno prximo passado,
nomear a Joao Henrique de Albuquerque Mello pa-
ra exercer interinamente o logar vago de escre-
vente da repartigo das obras publicas.Fizerara-
se as necessarias communicagoes.
Dita. O presidente da provincia resolve.demit-
tir o bacharel lo-is da Costa Dourado do cargo de
promotor publico da comarca de Garanhuns por ser
formado em paiz strangeiro, e para o substituir
nomea o bacharel Antonio Salustiano de Abren Re-
g.Fizeram-se as necessarias communicagoes.
Ota. O presidente da provincia resol ve nomear
o bacharel Arminio Coriolano Tavares dos Santos
pode voluntarios da patria, cono se offerece o para o lugar vago de promotor publico da comarca
soldado Manoel Gorrea da Silva, a que allude o de Santo Antao.Fizeram-se as necessarias com-
sca offlcio n. '27, desta data. municages.
l)to ao director do arsenal de gaerra.Faga --------
Vmc. apromptar os objectos que ti ver de reraetter Eipedien,e de secretario de overee do dia 27 de
para o presidio de Fernando, afim de serem em- r.i.ini inm
bareados no da 13 de marco prximo vindouro no everaro oe im.
vapor que a companha Pernambucana tem de Officio ao director das obras militares.-De or-
mandar ao mesmo presidio, no dia 14 daqnelle dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, en-
mez vio a v. S. a planta que devia ter acompanhado
Dito ao mesmo.-Mande Vmc. admiuir na com- offlcio da presidencia de 9 de dezembro ultimo e
panhia de menores desse arsenal, havendo vaga e de que trata o aviso do ministerio da guerra de 19
achando-se elle as condicSes legaes, o de nome de novembro antecedente, ficando assim satisfeita
Lenidas Bezerra Cavalcanti, fllho de Candida Ro- a requisigao de V. S. contidaem seu offlcio dirigido
sa de Lima. ao mesmp Exm. Sr. em 10 do citado mez de de-
Dito ao mesmo. Para que en possa resolver zembro, sob n. 192.
acerca do qne pede Joao Tiburco iinnes Soares
Falcao no requerimento sobre que versa sua infor-
macio de 25 do corrente, sob n. 194, naja Vmc. de
declarar-roe se a molestia que soffre o fltho de pe-
Bespachoss des dias 2o e 27 de fevereiro de 186o.
Requerimentos.
Dr. Antonio Vicente do Nascimento Feilosa.
EXTERIOR.

f l>URESPOIH:SrCIA RO DIA
RIO DE PER Y A HBU o.
II 1MBI !.!?
i de fevereiro de 186S.
Passaram-se dnas semanas mui pobres em oc-
currencias. Nem na qnestSo do Schleswig-Holstein,
a qual lera urna vez o privilegio de preoecupar o
priraeiro lugar na ordem do dia allemaa e quem
sabe por quaclo tempo ainda, nem no conflicto
constitucional prussiano, nem a qualquer outro res-
peilo, aconteceu cousa alguraa, que fosse de impor-
tancia decisiva.
Na questao do Schleswig HoLtera, a nica cousaJ
de novo que o Sr. de Bismark se decidi Anal-
mente a responder a nota austraca do 21 de de-
zembro do aono passado.
A resposta pardo de Berln no dia 27 de Janeiro,
e chegou em 30 de Janeiro as raaos do conde Mens-
dorlT. Com isso as negociagSos austroprussianas
nao lizeram nenhum progresso. A resposta pu-
ramente dilatoria. Ella recu.-a a exigencia da Aus-
tria da installaeo provisoria do duque do Augus-
temburgo, no governo dos ducados, at ulterior de-
ciso da questao de successo, e declara que a
Prussia, antes de poder tomar uma resolugao acer-
ca do regularneoto definitivo dos ducados, devia
ver reguladas as suas relagoes para com os mes-
raiuadas. Que brevemente esperava poder commu
nicar ao gabinete de Vienoa o resultado dessas de-
liberacoes e que enlao se negociara a esse res-
pe to.
Esta claro que esse novo acto da tctica de de-
mora prussiana nao agradar de maneira alguma,
e isso se coBlirma de todos os lados. Tanto mais
conveniente foi elle segundo todas as apparencias,
aos estados secundarios da Allemanha. Ella ser-
ve-Ibes era frente da Austria como argumento ai
homincm, quo pouco ella aproveita de uma allian-
ga cora a Prussia, e n3o se pode desconhecer que
suas representagoes encontrara cada vez mais ouvi-
do em Vieuua.
A Austria approxima-se visivelmente cada vez
mais dos estados secundarios, e trata de Ufar de
novo as relagoes com elles, durante algnm lempo
quasi totalmente rompidas.
_ naetem
cusso e de votagao sobre os orgamentos mais fa-' 3ueridose limitar a uma carta pastoral; em uma
voravel ao carcter da cmara, que niooerao Droc"uraquo elle tomou a defeza da eneyelica.
svslema anterior. O governo lem sabiamente re- '''ll0 so"rer era certas partes deste escriplo
formado o seu plano de ensino publico. Emfim "na transformagao compteu.
_ nos concede boas reformas, que temos aeolhldo vamos dar ,m exemplo disto.
sustentado mabalavelmenle, porque me esforco com satisfagao. oosenhor de Orleans lem de se explicar sobre
exwscienciosamentc para fazer tudo que for com-1 Mas urna propriedade do nosso carcter na-1 n *r,.|W O"' pondomn o prluclpto ctiaraadbda
pattvel com o bem-estar da patria. cional, levar as coasas ao extremo, ser sempre' nao 'n'ervencao? Faz saliente que .olerven-
Com essa intengo confio que a dssengo que apressados em conseguir o fim e nao saber es-' W Dao pode ser uma rei?ra absoluta, mas que a
rema em breve se achara removida.! I perar. ina0 'U'ervengao, nos negocios humanos em geral;
Na discussao do endereco na cmara alta, alias Os eleitores de Rochefort e de Marennes (Cha- qae uma e^oulra sao boas ou ms, justas ou injus-
sem interesse particular, foi nolavel na falla do pre- vente inferior) julgarara muito natural que outras
" "- reformas segnissem a aquellas, e se aproveilaram
cional.
t A Jalla do throno veto ao encontr da repre-
sentacao nacional; a mesma pertence pois agora,
de vir ao meu enconjro.
i O que eu declarei do throno, ser por mim
sidenle do conselho, a declaragao que o governo ac-
tual nao provocara o conflicto na questao militar
com a cmara dos deputados, mas que j o encon-
trara, e que nao approvava lodos os passos do ga
bnete que preceder; mas que assira como as
cousas se achavam, nao poda satbfazer as exigen-
cias da cmara dos deputados.
Tambem a respeto da poltica externa o Sr. de
Bismark se pronunciou ; mas somenle era sentido
retrospectivo para justificar a allianga cora a Aus-
tria e sua altiudc para com a confederago alle-
maa. Juntamente com a confederago e n via do
direito federal, pensava elle, que a Prussia nunca
teria oblido no Schleswig-Holstein as vantagens
que promedia a amisade benvola da Austria. E'
verdade que confessou que s o futuro podia tra-
zer a plena justificago de sua poltica.
Da parte da racgo conservadora e da chama-
da catholica, como a seu tempo referimos, linha
sido proposto na cmara dos deputados uma res-
posta falla do throno.
Na sessao de 24 de Janeiro essas proposlas en-
iraram em discussao, mas foram rejeiladas com
grande maioria. Da parle da fraego liberal s fal-
laran os dous relatores os deputados Twesten e
Assenann, e provocado pela falla do ministro do
interior, conde de Eulonburg, o deputado Dr.
Loewe. O relator Twesten declar iu que sob base
da falla do throno, qualquer tentativa de um ac-
cordo era sem esperanga, e a cmara applaodio
com imraeusa maioria. Na dita falla do ministro
do interior elle dizia :
O ministerio actual enconlrou uma siluago,
que nao provocou e nao teria provocado. O mi-
nislerio, do mesmo modo, cene a maioria desta
< cmara, acha-se collocado era uma posigo, que
nunca teriam oceupado, se aqui reinasse res in-
t legra. Mas agora Irat-se de remover um esta-
do, com cuja remoco tambem ficariarn removi-
< das as consequencias.
Imaginai vos uma guerra victoriosamente ter-
minada debaixo desta organisago militar, tiran-
do esta concluso natural, que talvez se teria
de uma eleigao que tinham de fazer, para manifes-
tar altamente suas aspiragoes liberaes. Tres can-
didatos se tinham apreseniado : Mr. Leclerc, can-
didato do governo, Mr. Paulo Bethmont, candidato
liberal, e Mr. Gabion, cujas opinies sao muilo
moderadas, e evidentemenle conservadoras.
Um primeiro escrutinio tendo tido lugar sera
que algura dos concurrentes lvesse obtido a maio-
ria absoluta, procedeu-se a una segunda votagao.
Mr. Gabion que tinha tido peucos votos no escruti-
nio precedente desisti, e a luta se tem restringido
entre Mr. Paulo Bethmont e Mr. Leclerc. Mr.
Bethmont candidato da opposigao a tem vencido.
Teve 13,317 votos; c Mr. Leclerc nao alcangava
seno 9,463. Esta maioria bastante forte para
dar algum peso manifestago daopinio publica
da Qual a expresso.
Seriamos muito felizes se o governo do impera-
dor tomasse em consideragao estas demonslrages
legaes, pela conciliagao e pacfleago das ollensas,
das fraegoes do corpo eletoral que lhe tem mos-
trado, nao diremos antipathia, mas frieza.
De boa f, os eleitores do Chvente teriam offen-
sas verdadeiras, como, alias, poderiam ter todos os
eleitores da Franga ? Ser que o estado legal do
nosso paiz nosupporte certos embaracos liber-
dade do cidadao ? Nao ser porque a 'administra-
gao tenha algumas vezes abusado de seu poder ?
E' evidente que es eleitores do Chvente inferior
assim o tem julgado. De um outre lado, impor-
' ji"J. fo lu] uunu mu", o iiiipvi j i .
tante fazer notar que a escolha, que elles lizeram, ,raDaino e espirito.
_;. .__n j *____.. .i'.' ________ A imnressan nrm
nao implica, do sua parle, algum antagonismo
empregamos cima a palavra : demonstrago,
provavelmenle a pala/ra justa e applicavcl cir-
cunstancia.
Se estarnos bem informados, Mr. Paulo Bethmont
ser um deputado independente de toda especie de
conluio, e nao far opposigao systemaiica. O de-
partamento do Chvenle inferior tem sido em to-
dos os lempos alfeigoado ordem. As ideas, que
tem feito fermentar tantas cabegas em 1848, as
i grandes cidades, nunca tomaran) raizes nesta re-
gio ; os eleitores nao tem querido dirigir uma
las, segundo as circunstancias; que o papa quer
smente que se nao faca da nao intervengao um
principio universal applicavel cm todos os casos,
pois que se apresentam casos em que a interven-
cao preferivel: que o que elle diz a respeto, nao
pois seno uma mxima de bom senso.
Nos subscreveriamos de mos dadas estas
ideas, mas eremos que a eneyelica nao tem queri-
do dizer isto : a pasiagem, explicada de uma ma-
neira tao admravel por Monsenhor Dupanloup se
applicava antes, julgamos nos. eramancipagao
italiana, que um fructo do principio da nao inter-
vengao.
Quanto a passagem onde se acha proclamada a
impossibildade de um accordo entre o papa e a
civilisago moderna, Monsenhor de Orleans o ex-
plica assim :
No que se desigoa, diz elle, sob o nome de
civilisago moderna ha bem e mal; o papa con-
demna que mu e approva o que bora.
Se fosse stooquetinha querido dizer o Stjllabus
nao haveria do que nos receiar.
Mas como illudirraos-nos
Antes de declarar a guerra a civilisago moder-
na (sem fazer reselva alguma em favor do que ella
pode larde bom) o papa nao tinha ferido de uma
irremissivel conderanago estas grandes neges,
estas grandes ideas, que sao, por assim dizer, como
a moral, a qual a civilsaco deve sua forma, a
sor.iedade sua consliluigao f
Nao, bem seguramente, Monsenhor Dupanloup
nao far prevalecer >ua inierpretago sem muilo
. que
vencido tambera sem esta orgunisagao, mas me- Kiao os ewiwres nao
nos seguramente, mead regularmente, ou, por ameaga ao governo do imperador, ao qual elles
assim dizer, menos elegantemente do que nesla | tem mitras vezes dado provas de sua sympalhia i
guerra. Lerabrai-vos tambera que os perigos, que j quizeram somenle avangar mais resolutamente, no
raziara recetar a falta de orgamento, nao appare- caminlio liberal, onde tem j dado mais de um
ceram, e Iratai depois de persuadir o monarcha
de abandonar suas obras em favor das quaes fal-
lara todos os Tactos, e sacrificar uma parle do
que fuera a grandeza da Prussia. Isso impos-
sivel, nem o soberano actual, ora outro re da
Prussia, abandonara a miniraa parcella dos prin-
cipios desta organisago militar, e das disposicoes
legaes que elle pensa serem correlativos neces-
sarios da mesma, e os res da Prussia subsisliro
mais tempo do que cmaras eleitas por tres an-
no.-.
passo.
Mr. Paulo Bethmont, saber tradnzir, sem duvi-
da, o pensamento que o lem enviado ao corpo le-
gislativo ; e votar todas as leis que o governo le-
var a bem apresentar... com tanto que sejam li-
beraes.
J que fallamos em leis liberaes vem a proposito
mencionar um projecto de lei, sobre a decentrali-
sago administrativa, que deve ser submeitdo aos
deputados na sessao deste anno. Neste projecto
as altrlbuigoes dos conselhos geraes, dos conselhos
Senhores, uma vez que o governo nao pode municipaes, e dos conselhos de districto, tero mais
ser levado a ceder neste ponto, vos faries me- importancia, que nao lem tido al hoie.
Ihor de nao tomar a questao militar por pedra Tero o privilegio, bem natural na verdade, de
de toque da>|uestao do direito de votar o bnd- votar os fundos reclamados pelas necessidades do
get. A conveniencia da reorganisago, a dura- departamento, do districto, e da communa, e de
gao maior ou menor do lempo de servigo, nao regular a sua apolicacao ; se a lei for adoptada
sao lao importantes, para sustentar, cora part- pelo corpo legislativo, os conselhos deparlamenlaes
cular tenacidade, se nao pensastes que a drfesa poderiam exercer suas novas uncedes j deste
do direito de votar o budget se acha ligada a anuo em diante. Nos approvamos sera reserva
ellas. Abandonai essa idea, procurai um ouiro estas medidas. E conforme ao bom senso que
thema, um outro direito que julgardes dever fa- quaesquer despezas, assim como as contribuges
zer prevalecer. Mas duvido que encontrareis al- destinada a fazer-lhes face sejam decretadas por
gum; porque o governo acha-se prorapio a adap- aquelles que fornecera o dinheiro, ou pelos magis-
tar, onde circumstancias de facte nao se oppoero, Irados municipaes que sao seus mandatarios,
a inierpretago dos paragraphos das nossas leis, Pareca que um projeeto de lei sobre o ensino
que vos juigareis dever sustentar. obrigatorio tinha sido ltimamente apresentado ao
Que este faci vos sirva de ligio para o Intu- conselho de estado, c que nao tinha ido acolhid
ro, e ento a lata que snstensies desde dous seno com repugnancia, o que d a entender que
anno?, o que peder prolongar-se a perder de, tenciona sujeila-lo ao exame do conselho privado,
vista, se nao cederdes neste ponto, servir para Esta questao excita em Franga um muito vivo e
o bem da patria e para o progresso da vida cons-
titucional, mais do que agora pensamos. Nao
deixai a yossos successores de dar essa prova
de patriotismo, pondo quanto antes raaos obra
para tornar a Prussia unida, e lao grande e tao
forte, cerno ella o merece.
muito legitimo interesse.
E' tambem uma questao de futuro para o paiz
para a humanidade. Tem se proclamado era uma
certo poca o direito ao trabaja; nos desojara-
mos ver proclamar o direito intelligencia. No
estado de soetedade, esta (acnldKtde que se chama
A impresso produzida em geral por estas adver-
tencias que nos sao laogadas de Roma nao a do
respeto, eu de um salutar temor, antes a da
admiragao e de uma curiosidade un pouco escar-
necedora.
E-les analheraas teriam convindo a homens de
uma oulra idade, e o carcter, o mais saliente de
semelhantes palavras o que ella offerecem de
disparatados com os costumes do XIX seculo.
Seja o que for, ponivel pensar-se que, os
esforgos que poderiam tentar catholicos liberaes
para reconciliar o papa com a liberdade, sero
inuteis.
O papa deve, ou deveria ir adianto da liberdade,
pois que a liberdade de insiituigo divina, e por
consegrante a lem feito compativel cora a reli-
gio.
O que nao menos penivei a dizer, que entre
os catholicos, ha muilos que nao sao liberaes. Mas
a marcha das cousas conduzir forzosamente uma
mudanga em suas opinies.Parece que neste
momento as corles d'Aostria e da Prussia se acham
de accordo sobre algnns pontos.
Antes de ludo ellas querem manter a allianea
intima que tem durado lio longo lempo entre os
dous paizes, e que era onlr'ora slidamente Gasea-
da sobre a commummdade aos senlimentos patri-
ticos.
Os dous soberanos projeclam, dizem, introduzir
certas modiflcages na organisago da confedera-
go Germnica, que teriau por fin, Ihes dar algu-
ma iniciativa, alguma f, rga de acgo, urna certa
energa, uma certa vitalidade que lhe tem faltado
at hoje. Lhe conservariam no entonto seu carcter
exclusivamente defensivo.
Estas reformas nao seriam superfluas e os acon-
lecimenios tem provado que as resoluges as mais
convenientes, as mais sabias, mesmo as mai* pro-
nunciadas da dieta tinham se tornado esteris pela
sua fraqueza.
A Austria e a Prussia leriam anda em vista
levar os estados confederados a um estado de uni-
dade, de semelhanga tao completo quanto possivel,
no que diz respeto as nstituiges polticas.
Por toda parle, na Allemanha. os grandes pode-
res teriam os mesmos prerogalivos, os povos teriam
os mesmos direilos.
Estas insliluiedes consolidaran! na Allemanha o
regimern raonarchico e dariam ao mesmo tempo
satUfages as tendencias democrticas.
Estas ideas se espalkam cada Vez mais no mundo
offlclal allemo.
Se este arrnjo se realisar um dia, ter certamen-


l



. a i
CU
Diario de Perna tabuco Qtitaa lelr& At Marco de i 866.
--------- -.--------------1 i. ---------------------

r
/
te ama multo grande influencia sdbre os negocios sejavel, tSo benfica nio_sefar mais loDgo lempo ciacs^se o presidente da provincia assim o julgar
d'Allemanha. esperar. conveniente.
Maspude ser que o espirito de validade, e de | A Hespanha se preocupa com duas cousas: Art. 9.Para occorrer ao pagamento das sobre-
antagonismo (pie existe entre as popularles d'Aus-. sua differenga com o Per, diietn que haver pre- ditas gratificoes, fardamento e transporta e para o
trln 4<. Drac.ii s Ia o nnnnnha Xmamenle ama snlnran nariVa Toftavia n irnVM*- emnreco de niiaesnuer nutras nrnvldonrlic ana n
tria da Prussia, a isto se opponha. [ ximamente urna solacio pacifica. Todava o gover- emprego de quaesquer outras providencias, que o per a nossa sociedade.
Ere antagonismo se tem manitestado.com a no tem julgado a proposito augmentar as (breas presidente da provincia julgar necesarias para No dia 15 de maio prximo futuro deve
(temos Firme conviccao) se necessario fr, marcha-
r para o sul do imperio a combater esses seiva-
gens que ameacam a um paiz civilisado como e o
Brasil. Sao destes homens de que se devia eom-
ter
maior vivandade, e em rouitas occasioes, as
sesses da cmara dos depulados austracos.
As negoeiages que se procediam a respelto des
ducados do Elba tem igualmente offerecido indi-
cios destas Jivises.
tomo acabar* os negocios dos ducados e
quaodo ?
Os Prussianos estio muilo dispastos a annexar
si estes territorios, e pretendem qoe se formem
sociedades, cujo flra i recolher e manifestar clara-
mente, por meio de peticSes as aspirages popula-
res sobre este otbecto.
O tratado de Vienoa de 30 de -outubro tem con-
ferido a Austria e a Prussia, es meamos direitos
sobre es ducados.
Mr. de Bismark nao pode quasi tentar anne-
xa-los, sem -que a Austria Co venha reclamar a
so* parte.
Mr. de Bismark prope Ih'es assegnrar sua
independencia poltica, impondo-lhes a coodigio de
por seas recursos marHirr.os disposigao da
Prussia.
A Austria nao parece ter repellido este arran-
jo; mas pede que se proceda immediaumenlo
elrigfto do soberano, tfim de regular-se todas estas
ondtres com elle: a Prnssia quer peio contrario
condlges sem ter sido.
A Austria quereria concluir promplaraente; a
Prussia nao o quer.
Com effeilo, durante a duracao dos preliminares,
sua influencia cresce nos ducados, e as populagoes
tazem-se pouco a pouco Prussianos de cpra-
o.
A Austria vai approveltarse desla occasiao para
resuscitar um projecto que ella tem erapre lido
em mente.
Pensa-se que ella consenliria as vanlagens
territoriaes que a Prussia ambiciona, com a condi-
cSo que esta ultima potencia e toda a confederado
Germnica qmzessem bem Ihe garramir a pos>e de
todas as provincias que compoo o imperio d'AUs-
tria.
Ella aprsenla a necessidade, que ha para a Alie-
manha, de fortificar seu poder naval sobre o
Adritico, queocaminho doMediterraneo.de
outro modo chamado um instrumento de properi-
dade commercial.
Ahi haveria a renniio das'torgas martimas de
toda a Allemanha; a Prussia a representara no
Norte e a Austria no Meiodia.
Se esta coaligao estrella e sincera dos interesses
allemes se tornar nm da orna realidade; haveria
de que despertar as inquietages das potencias que
dominam hoje no Meditterraneo.
Mas nos sabemos de que capaz a Allemanha
em factos de unidade, e isto tranquillisa nosso
patriotismo de Francs.
A poltica externa observo nesle momento os es-
piraos na Prussia. Todava sua situado propria
merece sempre altencao, pois que a harmona est j
longe de ser restabelecida enlre Guilherme e a ca-
mar dos deputados. Mas emfim esta harmona j
pode renascer. O conde de Lulembourg, ministro
do interior, em um discurso que acaba de pronun-
ciar tem reconhecido francamente, em nome do |
governo, que a cmara tinha o direito de regularas
depesas publicas. Depois dirigi cmara as
mais urgentes recommendages para que ella nao
usasse de seu direito de inspercao reduzindo as
sommas pedidas para a manutengan do exercito.,
A honra e a graudesa da Prussia estao interes.-a-'
das na qoestio, e se diz, e o rei nao pode ceder.
A assembla no parece disposta a se aproxi-
mar de seu soberano : todava o novo plano de or-
ganisacao militar, nao dizem, distituido de al-
guos bns principios, e se a cmara nao estivesse
muito preocupada de manter seus priviligios, e ob-
ter a regracio das injurias que tem soffrido, tal vez
seria ella menos desfavoravel esta organisacao.
A concloso das questoes actualmente [tenden-
tes, relativamenle sorte das provincias conquis-
tadas exercer, e nao duvidoso, orna influencia
mais ou menos directa, mas seguramente mui gran-
de sobre as delerroinages
Prussianos.
martimas que tem neste momento sobre as costas promover o alislameoto de voluntarios da patria, lugar no estabelecimento da sociedade liortologlca
peruvianas. Mas o segundo negocio muito mais flea o raesmo aotorisado desde ja a despender Flora, en Colonia, urna exposlgio iaternacional de
espinhoso do que o outro. loflantiade 150:000$, faiendo para isso, no caso agricultura e economa, sob a ala proiecgio deS.
E' o projecto de empreslitno. O emprestlmo de nao haverem nos cores provinelaes fundo suf- "
necessario para Tazer face as obrigages do paiz, fltenles disponiveis, as operagdes de crdito que
mas o pan carece de recursos (ou de ronBanca), e forem necessarlas.
nao sobrescrevert, isto infinitamente provavet Art. 10. Ficatn revogadas as dfeposigoes em con-
Na Turqua o throue esteve quasi aficar vago, trario.
O sulto Abdul-Agis esteve a ponto de perecer ; os Paco da assembla provincial ao 1 de marco
cavallos de sua carraagem se enfurecern, e pon- de 1856.- Pranclaco de Araujo Barroa>-F. Re-
co faltn para que tile fosse precipitado em um chael Pereira de B. Medeiros.Loureneo Trigo
barranco de urna profundidade prodigiosa. A ques de Loureiro.F. de Carvalho Soares Brando.J.
lio que flxa a'oalmente sua aflencao saber se o J. do Reg Barros.Arminio da C. Tavares dos
clero 'Grego ser*, ou nao seri subvencionado pelos Santos.Ayres de A. Gama.C. Xavier Pereira de
fundos do thesouro publico. Se osundos nao fal- Rrito.Francisco Pedro da Silva.Joao da Silva
tassem, este clero seria com effeito sustentado pelo
estado, por que este o desejo do sultao ; mas es-
te desejo nao poder ser rcausado senao quando
as financas estiverem em urna ;boa situacao e d'a-
qui at la poder passar muilo tempo anda.
PERNAMRUCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL
S1SS0 DE INSrAU.Ar.AO M O Io DE MARQO DE 1865.
Predencin do Si: consellieiro Dr. Lonrtiro.
As U horas da manhaa achando-se presentes
os Srs. Loureiro, Baarque, Jacobina, Rocbael, Jos
Teixeira, Aquiuo Fonseca, Brilo, Sabino Olegario,
Andrade Lima, Campello, Braulio, Amyntas, Bran-
do, Ayres Gama, Reg Barros, Sa Pereira, Ra-
mos, Diodoro lpiano. Ribeiro o Francisco Pedro ;
o Sr. presidente declara abena a sesso
Compareceram logo depois os >'rs. Nafeor, J. do
Reg Barros, Soulo Lima, Souza Bandeira, Armi-
nio, Araujo Barros e Drummond.
O Su. I" SBcnETAnio leu um officio do Exm. Sr.
presidente da provincia, no qual paiticipava com-
parecer no dia Io de marco, a i hora da tarde,
aflm de tazer a leitura do seu relatorio.
Em seguida pedio a palavra pela ordem o Sr
Aqumo Fonseca, e dlsse que, comquanto nao esti-
vesse disposto a voltar mais assembla, urna oc-
currencia o deliberara a isso. Coastou ao orador
ter havido na rasa das sessoes urna renniao, qoe
assistiram al deputados geraes, aflm de se che-
gar a um accordo a reipeito da eleicae da mesa,
para a qual indicara os nemes a presidencia da
provincia; e que nesta reuniio concordaran) os
deputados ausentes. O orador deseja saber se
com effeito se deu, declarando que nao ssistio a
neshuma sessao para semslbaate tim, e nem en-
trou em convenio algum.
<3 Sr. Jos Teixbira, pedindo tambem a pala-
vra pela ordem, comeca por declarar qne motivos
muito ponderosos actuavam no seu espirito para
nao voltar mais a assembla, a que fizera este pro-
posito desde o dia 19 de marco do anno passado,
da em que o orador e oito* seus companheiros
(orara quasi que repeilidos da assembla, a' forca
de bayonetas. Esta generosidade por elles prati-
cada fui mal comprehendida e explorada como
urna verdadeira mina e quando as portas Ihes de-
viam ser abertas, sendo para isso necessaria a re-
lirada da forca, vio o orador e a provincia com
dor, (uu se mantiveram as galeras oceupadas
por forca at os ltimos das de sessao, acto que
foi interpretado por um modo muito desfavoravel
a esta assembla, tendo nicamente por fira arre-
da los delta para passarem mullas leis prejadiciaes
a provincia.
Conheceu enlao o orador que elle e seus com-
panheiros tinham errado, mas erraram porque nao
contavam com semclhante procedimento da parte
de seus collegas. O orador, vendo que a sua au-
sencia e a de seos uito collegas era aproveiada,
mudou de opinac e flrmou o proposito de se apre-
sentar, resolvido a nao deixar a assembla senao
arrastado pelo chao, se tanto fdr preciso. Boj que
o orador volta assembla, pede permissao para
fuuras dos depuados \ perguntar ao Sr. presidente se ainda militan os
mesmos motivos pelos quaes se julgou necessaria
Mr. Bright tem fixado a attengao de toda a a forca armada, ou se nao, deseja ser esclarecido,
Inglaterra pelos discarsos que vem de pronunciar nao porque esteja no proposito de se retirar, ao
em (lirminghan. Mr. Bright reclama o progresso, contrario, tem hoje proposito muito diverso do que
em todas as cousas,agricultura, industria, comnier- leve. Venham forjas armadas, venham pecas de
ci : pede tambem a igualdade civilje poltica. Mas' arlrlbaria, o orador estar sempre na assembla,
o interesse que elle mostra ao coramerco Ihe pre- c transpoe noje o seu h'miar firme nos mesmos
Ramos.Manoel Buarque de Macedo.
O Sr. Jos Teixeira fundamenta e manda a me-
sa, sobre a qual ficou para ser depois apoiada, a se-
guinle indicacao :
Propon ho que por parte da mesa sejam convi-
dados os membros dpsta assembla a cederem pa-
ra as despezas com a guerra em que se acha o
pait empenhado, o sobsidio do correte anno, de-
vendo darse cenhecimento do resultado ao gover-
no da provincia para os fins convenientes.
Io de marco de 1865.-C. Teixeira. >
O Sr. Jacobina pedio urgencia para lr um pro-
jecto, que se achava sobre aj^tnesa, e qne em vista
do regiment, nao pude ser lido pelo Sr. Io secre-
tarlo.
H. a rainha Augusta da Prusia.
Esta (ncelo industrial cooprebende machinas,
instrumentos e producios de horticultura, econo-
ma rural e forestal, alm de objeclos de economa
domestica agrcola.
A exposicao comecar a 15 de maio, e ser en-
cerrada no l1 de junho, reservando-se, no entretan-
to a rommissao directora o direito de urna prolon-
gacao ulterior de 13 das.
Dez mil talhers, cerca de quarenta mil francos,
sao applicados a compra dos objectos expostos,
para com estes institnir-se urna lotera, devendo
os expositores avisarem se vendem ou nao os seus
productos, cuja lista ser publicada o mais tardar
at 30 do corrente, comecando a recepsao delies de
15 de abril a 15 de maio. *
A commissao directora airige-se a todos os fa-
bricantes e agricultores, quer do interior, quer do
estrangeiro, convidando-os a participar da exposi-
ao, cuja sede se recommenda por sna admiravel
situacao sobre as margeos do rio mais animado da
Allemanha, no ponto de juneco da rede mais ex-
tensa dos caminos de ferro, no centro dos distric-
tos mais industriaes. assim como par suas commu-
nicacoes como interior e o estrangeiro.
Toda a correspondencia deve ser enderezada
aos Srs. Dr. Hartolein e de Ralh, de Bonn e a so-
Depois de am ligeiro debate, fol a urgencia ap-1 ciedade Flora, de Colonia,
provada, passando o mesmo senhor a lr o seguin- O vapor Prsinunga, da companhia Pernam-
te projecto que Icou sobre a mesa : bucana, chegado hontem direcumente do Rio
A assembla legislativa provincial de Pernam- Grande do Norte, nao foi portador de noticia digna
buco, resolve : de mencao.
Art. l! Fica o presidente da provincia auto-! Tera mais jurado bandeiras as seguintes pes-
risado a mandar o corpo de porcia para fora da soas :
provincia, afim de tomar parte na guerra ac-
tual.
I3i Joaguim G. Pereira de Lyra, 21 annos, Per-
Dambuco.
Art. 2. Os offlelaes e pragas de pret que nlo 135 Manoel Leite dos Santos, 26 idem, dem,
qnizerem ir voluntariamente para a guerra, farao 136 Hermillo Peregrino Uavid Madeira, 31 idem,
orna declaraco por escripto no prazo de 3 das de-1 idem.
pois de commomcada a presente lei ao comman-
dante do corpo.
Art. 3. O corpo de polica perceber em cam-
panha os mesmos vencimentos marcados pela le
n. 583 de G de maio de 1864.
judica a opiio : censura e reprova altamente o
principio de intervencao, e se ajoelharia volunta-
riamente perantc o gabinete por que elle nao lem
ido em sorcorro da Dinamarca. Quando se tem
principios, sendo o mesmo homem de 1864, dis-
posto a sustentar suas ideas e fazer respeitar os
seus direitos.
O Sr. Presidente responde ao primeiro orador
um coracao generoso, e que se tem odio injusti- que nao sabe que naja o Sr. presidente da provn
na nao se pode pensar como o cavalleiro inglez. ca ntervmdo em cousa nenhuma da assembla,
Quando v se um povo sustentar contra um adver- [ e ao segundo que nao foi requisitada torga ar-
sano mais poderoso urna lula desigual e desespe- [ mada.
rada, quando se v o direito suecumbir forca, de-' Procede-se em segui la a eleicao da mesa obtendo
ve-se >enr que um restricto dever de humani-! raaoria de votos
dade, de honra para um povo, soccorrer o oppri-
mido, com seu sangue, com seus recursos, e sem
diobeiro Mr. Snghl tem declarado que o direito
de intervengan, e a balanca poltica sao machinas
de servido e de destruicao. Isto depende dos ca-
sos. Quando urna nagao ataca injustamente sua
visinha. Se exerce o direito de interveogosoccor-
reudo aquella que tem o direito por si, faz-se della
um instrumentofde liberdade e de justlga. Melhor
Valeria dizerque muitas vezes os povos tem em sua
propria situara muitos embaragos para as compli-
car emprehendendo guerra cavallerescas, mas rui-
nosas. Mas nao era preciso dizer, que intervir,
appoiamlo-se urna causa justa merecer a exe-
crago do povo. Temos insistido sobre esta parte
do discurso de Mr. Bright, por que em presenca
de mximas lio egostas tao pouco humanas no
se pode reter seus protestos, e porque ha desgraga-
dainente motivo de crr que a maioriado povo in-
glez est compenetrado dos mesmos sentimentos.
Em urna oulra parle do seu discurso, Mr. Bright,
lem discutido com seu emthusiasmo e seu arreba-
tndolo habitual sobre as instituigoes, e principal-
mente sobre o systema eleitoral de seuscompatrio-
tas. L'ra inglez, disse elle, pode votar no Cabo,
pode votar na Australia, pode votar no Canad, po-
de volar em todos as colonias inglezas; e todo In-
glez nao tem o direito de votar na Inglaterra. Tem
desala fado suas queixas com um azedutue excessi-
vo. Nisto ns nos acharaos completamente de ac-
cordo com elle.
Sem duvida o genio particular de seu paiz
qnanto ao presente incompativel com o suffragio
universal. As iastitnices, em lugar de ter sido,
cerno ntrenos violentamenteiniroduzidas por urna
revolugao, tem durado, se lem raantido em p, seu
progresso lem resultado de aperfeigoamentos trasi-
dosmui lentamente pela forra das coosas. N'estas
instituigoes que, os o repetimos, nao tem sido re-
novados radicalmente, ha cousas que nao podem
se combinar com as Ideas tao modernas, como a
igualdade poltica e absoluta de todos os cidados,
da qual o suffragio universal nina eraanacao di-
recta.
Mas eis precisamente o que deploramos. Se a
modicago do systema eleitoral, feita em vista da
igualdade universal deve produzir, em todas as
outras parles de rgimen legal da Inglaterra mo-
dilicacoes anlogas, qoe teriam por consequencia
eslabeiecer esta igualdade, per toda parte, em to-
das as cousas, nao venamos nisto nada de recelo-
so, antes pelo contrario tudo eria bem.
Dlzem que antes de ser admettidos as leis, as
revoitics sociaes devem ter mudado as ideas, os
sentimentos, os costumes de um povo. Se todos ot
principios justos deveriam ter antes de triumphar
um lo longo caminho, se elles.deveriam conquis-
tar todas as inlelligencias seria desesperar de os
ver estabeleeer-se Quereriamos antes que Mr.
Bright podesse persuadir ao governo de proclamar
o suffragio unkversal, em risco deferir a maioria
da nago.
O exercic.io de um direito tao proprio a elevar o
caraeter dos cidados, acabara por rae dar o gosto,
por tornar o seu uso familiar. Seria urna forte raiz
que aprof ufldaria na Inglaterra a noci da igualda-
de poltica.
Sena urna introdcelo manejada da igualdade
civil. Assim somos inleirameute inclinados a des-
pulpar as violentas furias de Mr. Bright contra o
priucipio da nlervencao em favpr dos combates
que elle sustenta pelo principio da universalidade
do voto.
Nao preciso crr que a manifestgao de Bir-
minghao seja solada, a Inglaterra comeca a sentir
que soffre a muito tempo ama falla de eleilores ;
que os negocios do paizesto concentrados em mui-
to poucas mos. A Ig urnas vozes se elevara ao la-
do de Mr. Bright.
l'ra mecting acaba de ter lugar em Leed, e a
inmensa assembla, que nelle tem tomado pane,
manlfestou os mesmos desejos que Mr. Bright Nos
pois permetiido esperar que orna reforma tao de-
Para presidente, o Sr. Brito, 20.
Para vice-presidente, o Sr. Sabino Olegario, 22.
Para secretarios os Srs. Costa Ribeiro 22, Ra-
mos 12, Ayres Gama 6, Arminio e Jos Fonseca,
2 cada um.
O Sn. Presidente convidou entilo os novos mem-
bros eleitos para temaren] possede seus respectivos
luyares, feito o que, suspendeu-se a sessao afim de
irem os senhores deputados assislir missa do Es-
pirito Santo.
Reunidos de novos senhores deputados, nomeou
o Sr. presidente para a commissao que tinha de
receber S. Exc. o Sr. presidente da provincia, os
Srs. conselheiro Loureiro, Diodoro Ulpiano e Fran-
cisco Pedro.
A' urna hora, annunciou-se a chegada do mesmo
Exm. Sr. presidente, o qual sendo recebido com as
formalidades do estylo, procedeu
relatorio, (inda a qual retirou-se.
Art. 4." A thesourara provincial entregar
todos os mezes a thesourara de fazenda para ser
entregue por intermedio da pagaderia militar ao
corpo de polica em campanha os vencimentos de-
vidos.
t Art. 5. As viovas e filhos dos offlciaes e pra-
gas de prel que morrerem terao direito ao sold por
inteiro.
Art 6.0 Os offlciaes e pracas de pret, que fica-
rem invlidos serao aposeniaaos com o sold por
inteiro.
Art. 7.* O tempo de servigo fora da provincia,
sera* contado pelo dobro para as condigoes de apo-
sentadoria.
Art. 8. De volta da campanha o corpo de po-
lica continuara' a exercer as funcgSes de que est
enearregado.
c Art. 9. O presidente da provincia ter em
considerago os servigos prestados na guerra pelos
offlciaes e pracas de pret do corpo de polica,
qnando tiver de fazer nomeagoes para empregos
pblicos que pretenderen).
c Art. 10. Ficam revogadas todas as disposigoes
em contrario.
t Pago da assembla provincial, Io de margo de
1863. G. R. Campello. J. E. Ferreira Jaco-
bina.!
O Sr. Presidente levanta a sessao s 2 horas,
dando para a ordem do dia de hoje eleigaodecom-
mssoes.
a>^-48t--"
REVISTA DIARIA.
Teve hontem logar a installagao da assembla
provincial, com a solemnidade do estylo. No lu-
gar competente vai o resumo dos trabalhos.
Em os nmeros segointes daremos o relatorio
lido pelo Exm. Sr. presidente da provincia.
O valente veterano alteres Felippe Jos da
Exaltagao Maoiva, acaba de offerecer-sc a S. Exc.
o Sr. presidente para organisar um corpo de vo-
luntarios de homens pretos ; e S. Exc. aceitando o
seu patritico offerecimento, designou para o res-
pectivo aqoarielamento a fortaleza das Cinco-
Pontas.
O descendente de Henrique Das, nao desmente
137 Manoel Alfonso Ferreira, 20 idem, idem.
138 Manoel Ferreira de Mello, 23 dem, dem.
139 Manoel do Nacmento de Jess, 35 idem, idem.
140 Joao Bento Vianna, idem, Parahyba.
141 Vicente Augusto do Nascimenlo Felosa, 22
Idem, Peroambuco,
142 Joaquira Silverio de Souza Pimentel, 23 idem,
idem.
Carlos, branco, filho legitimo de Adriano Augus-
to de Alraeida- e Josepba Dantas JordSo.
Balbino, crioulo, filho d Joaquina, eserava de Ma-
noella Mara da Concego.
Mara, branca, fi|ha legitima de Jos Ferreira da
Costa e Amella ManoellaGongalves Affonso.
Urna fllha natural de Anna Mara da Conceigao :
licenga.
Joio, branco, filho legitimo de Joao Leopoldo do
Reg Villar e Francellina de Souza Jardim
Villar.
Lenidas, branco, filho legtimo de Antonio Jos
de Andrade e Ermelinda Mara de Andrade.
Melchiades, pardo, lillio natural de Clara Maria
da Conceigao.
Regina, branca, Glha natural de Rosa Fellsmina
de Jess.
Damiana, parda, eserava de Maria da Annnnciacao
Cavalcanli Lins.
Casamentos :
Antonio de Azevedo Carvalho com Maria Francis-
ca de Azevedo Carvalho.
Fortunato Joao Pires com Maria Manoella da
Costa.
Joaquira Jos de Jess com Marii da Penha Go-
mes.
Luiz do Franga Cordeira com Theodora Amvntas
de Oliveira.
Guilherme Augusto de Almeida com Arcelina Eu-
genia de Albuquerque Maranhao.
Obituario do da 27 de fevereiiio no cemi-
tkrio publico :
Exequielj Pernambuco, 11 mezes, Boa-Vista ; febre
perniciosa.
Mana, Pernambuco, 8 mezes, Santo Antonio; dear-
rha.
Agostinho Jos dos Prazeres, Pernambuco, 55 an-
nos, casado, S. Jos; indocardile.
Albina, Pernambuco, 6 das, S. Jos ; espasmo.
Maria Mena Brrelo Barros, Pernambuco, 13 an-
nos, sol teira, Boa-Vista ; ttano]
Carolina Maria da Conceigao, Pernambuco, 38 an-
nos, solteira. Boa-Vista : tubrculos pulmonares.
Paulo, liberto, frica, 80 annos, solteiro, S. Jos;
ascite.
Thomaz, Pernambuco, 3 mezes, Boa-Vista ; desin-
teria.
Francisco das Chagas, Pernambuco, 95 annos, vu-
vo, &>. Jos ; Intente chronica.
CHRONICA JUDICIARIA
143 Wenceslao dadiva Ribeiro Campos, 40 idem, Pr^denc,a
144 Joao Manoel da Silva, 23 idem, idem.
145 Guilherme Pereira de Sant'Auna, 23 idem,
dem.
146 Francisco Jos Tbemotheo, 23 idem, idem.
147 Manoel Correa da Silva, 28 idem, idem.
148 Claudino Francisco Eugenio, 40 idem, idem.
149 Joao Francisco de Oliveira, 23 idem, idem.
150 Joao Correa Baptisla, 28 idem, idem.
151 Sebastiao Leopoldo de >ouza Chaves, 20 idem,
idem.
152 Joao de Oliveira Lins, 26 dem, dem.
153 Joao Amonio de Souza Leo, 19 idem, dem.
154 Joaquira Jos de Sant'Anna, 25 idem, idem.
155 Jos Flix de Almeida, 18 idem, idem.
156 Paulo Gomes da Silva, 20 idem, idem.
157 Antonio Ferreira Campos, 20 idem, idem.
158 Maximiano Francisco Santiago, 20 idem, idem.
159 Vctor Jos da Silva, 18 idem, idem.
160 Jos Salvador da Silva, 19 dem, dem.
161 Antonio Jos do Nascimenlo, 28 idem, idem.
162 Antonio Jos Firmino, 20 idem, idem.
163 Francisco Isidro de Amarantbo, 18 idem.
idem.
164 Isidro Jos Feliciano, 23 idem, idem.
165 Gaudencio Pereira da Silva, 21 idem, idem.
166 Cyrillo Soares de Medeiros, 27 idem, idem.
- Do balango da thesourara provincial no cor-
rete mez, venlicou se os seguintes saldos as di-
versas caixas, a saber:
1864 1865Moeda corrente...... 135:821*493
Calgamento ...... 491*600
Apolices ...... 4:652*899
Depsitos :
Acgoes.......................... 32:033*800
Letras........................... 322:751*940
Moeda corrente.................. 25:3115463
A barcaca Umbelina que d'aqui havia sabido
com destino ao Rio-Grande do Norte, e com um
importante carregainento de farinha da Ierra e de
trigo, carne secca e bacalho, abri agua, correu
. para a praia, e conseguio por a carga em trra,
nao sem a varia, na praia do Rio-Doce.
Movimento do hospital de Nossa Scnhora da
fri?" -rg^iI-Hlr"-1r .1 p "5od *" Conceigao dos Lazaros, do I ao ultimo de fevere-
tria ; e a designacao da fortaleza das Cinco-Pontas, rn .ex '
O >R. Barros pedindo urgencia,
projecto de lei, que ficou sobre a mesa para ser
depois apoiado:
A assembla legislativa] provincial de Pernam-
buco, resolve :
Art. 1. Todos os offlciaes e pragas do corpo de
polica, que se alislarem nos corpos de voluntarios
da patria, serio-considerados em commissao ou
deligencia extraordinaria durante a actual guerra
e readmittidos os que o quzerem, finda a mesma,
no dito corpo, se para isto se apresenlarem dentro
de um anno depois.
Art. 2. Para aquelle fim senao houverem vagas
de pragas no referido corpo de polica na occasiao
em que aquellas se aprsentelo, dar-se-ha baixa
sobre proposta do respectivo commandante a tan-
tas das existentes no mesmo corpo quantas forem
necessaras para que possam aquellas ser readmit-
idas.
Art. 3. Ainda para o mesmo fim quanto aos
ofliciaes do mencionado corpo de polica, que fo-
rem empregados nos de voluntarios da patria,
serao os seu lugares preenchidos interinamente
naquelle, al sua volta, por outros offlciaes do
raesrao, ou por outros cidados para Isso no-
rotados.
onde aquelle hroe da nossa historia Ilustren seu
nome, para quartel dos homens pretos que se alis-
taren!, um preito rendido memoria do mesmo
nos seus descendentes, qoe all se nao de ajuntar,
para defenderem o legado glorioso do pai a li-
berdade, otegridade e honra da patria.
A proclamago qoe o digno veterano dirige aos
seus irmaos de cor opulenta de patritico ardor,
e por si diz tudo para poupar-nos a outras pala-
vra- que nao sejam as de recommendar que a
leiam :
< O alteres Felippe Jos da Exaltagao Maniva
aos homens pretos da heroica provincia de Per-
nambuco.
Descendentes do immortal Henriqne Das, e do
valorozo Agostinho, s armas I
Ultrajada pelos ferozes assassinos de Montevi-
deo, e selvagens do Paraguay, a nossa chara pa-
tria brada por vinganca, e nos, homens livrcs, que
descendemos de hroes, que nos legaram na histo-
ria um nome glorioso, nao devenios ficar inertes,
quando de urna a ootra exiremidade do Brasil sa
a leitura do seu j o grito de guerra contra o inimigo estrangeiro, que
tem levado a morte, o roubo e a devastagao ao seio
ro de 1865
Exslem 10 homens e .16 mulheres; total 26
doenles.
Empregados: 1 capellao, 1 medico, 2 regentes,
1 cozinheiro, 2 serventes; total 7.
Hoje, 2 do corrente, effectuar-se-ha o lelo
de movis e mais objectos existentes no armazera
da ra da Cadoia n. 36, aununciado por interven-
gao do agente Pinto. .
REPARTigAO DA POLICA :
Extracto das partei dos dias 28 de fevereiro e 1
do corrente.
Foram recolhidos a casa de detengo no dia 27
de fevereiro :
A' ordem dolllm. Sr. Dr. chefe de polica, Ma-
noel Joaquim Ferreira de Moura, como desertor,
Manoel Francisco da Rocha, Manoel Luiz da Silva,
Jos Joaquim Medina, Joo Felippe da Silva e Luiz
Antonio de Mello, como recrutas ; e Lucio Candi-
do, como criminoso.
A' ordem do subdelegado do Recite, Paulo Fran-
cisco da Silva, Agostinho Bispo e Manoel do Rosa-
rio, para correegao; e Bernardo Francisco dos
Santos, como suspeito de ser desertor.
ten o seguinte dos nossos irmaos da provincia de Matto Grosso, e A'ordem do de Santo Antonio, Manoel Ignacio
Art. 4." Readmitlidas no corpo de polica as
pragas de que trata o arl. 2,as vagas que no mesmo
se derem d'ahi por dianle at 2 annos depois, so
serio preenehidas por cidados ou guarda nacio-
naes que tenham servido nos corpos de voluntarios
da patria, se dentro de 20 dias depois de annuncla-
das taes vagas apparecer pretenden tes naquellas
condices, que nao sejam infeabeis- para o ser-
vigo.
Arl. 5 o Tanto as pragas do corpo de polica,
como quaesquer cidados ou guardas nacionaes
que se alistarem uaquelles corpos de voluntarios! tos, e da de Garanhuns o
da patria, perceberiodesde o dia estique sahirem da de Abreu Reg ;
provincia no tervigo da guerra yl a soa volta urna' Foi exonerado, de promotor
que lenta invadir e apoderar-se de outros pontos
do territorio brasileiro.
Eia, pois, irmaos, as armas,aos combates)
Que os bandidos do Urngnay. e que os escravos
do lyranno Lpez tremam e suecumbant a nessa
vista, assim como o Hollandez succumblo aos gol-
pes dos nossos antepassados.
Do alto dos cus Henrique Dias, o venerando pa
Quitates, por insultos ; e Antonio, escravo de Cos-
ma Damiana, para correego.
A' ordem do de S. Jos, Pedro da Costa, por dis-
turbios.
- 28
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Pe-
dro Francisco Celestino, como criminoso de morte;
Joaquim Ferreira dos Prazeres, como desertor ;
triarcha da nossa raga, e Agostinho, o intrpido Francisco Antonio Vaz, Alexandre Luiz Bezerra,
guerreiro que o mitou, nos estao observando.
Que da mansao dos justos elles vejam, que nao
desmentimos a nossa origem, e .que somos dignos
herdeiros de suas glorias.
Incumbido pelo Exm. presidento da provincia
para reunir-vos e fallar-vos sobre a necessidade de
auxiliardes o governo na defeza da honra o da in-
tegridade do nosso paiz, em nome da patria e da
lealdade que sempre distingui aos homens da
nossa cor, en vos convido a aiistar-vos como vo-
luntarios no corpo que me proponho a organisar,
concorrendo a fortaleza das Cinco Pontas, que o
lugar designado para o nosso aquartelamento.
Posto que adiantado em annos aeompaohar-vos-
hei ao campo da honra, e ahi aqnecido ao sol das
balalhas comvosco me exporei a todos os perigos.
Por meu Dos, e por minha patria,assim o jurol
Viva o Imperador I
Viva a integridade do Brasil 1
Vivam os Voluntarios da Patria,
honra e dignidade nacional I
Joao Correa da Rocha e Manoel Paulo do Nasci-
menlo, para recrutas.
A' ordem do subdelegado do Recite, Alvare Fran-
cisco Bezerra ou Rodrigues, para correegao ; Jos
e Galdino, escravos, este de Antonio Luiz de Oli-
veira e aquelle de Alexandre Garca, o 1" por uso
de armas prohibidas, e o ultimo a requerimento do
respectivo senhor.
A' ordem do de S. Jos, Miquilina Archanja Ma-
rmita, por disturbios.
A' ordem do da Boa-Vista, Joaquim, escravo do
bario do Livramento, sera declarago do motivo e
na raesma data posto em liberdade.
O chefe da 2* seccao,
.1. G. deMesquita.
Quartel da Cinco Pontas, 1 de margo de 1865.
O alteres, Petippe Jos da Exaltaqao Maniva.
Por portara de 26 do passado :
foram nomeados, eserevente interino das obras
publicas, o Sr. Joao Henriques de Albuquerque
Mello, e promotores pblicos da comarca de Santo
Antao, o Dr. Arminio Coriolano Tavares dos San-
Dr. Antonio Salustiano
publico de Gara-
nhuns, o Dr. Jos da Costa Dourado, por ser for-
mado em paiz estrangeiro.
O capilio Jos Mariano de Albuquerque, do
3 batalhio da guarda nacional, nio podendo pres-
tar actualmente servigo na guerra que se acha
aleada entre o imperio e as repblicas do Uruguay
que elles desigoarem directamente, ou aosiesmos e Paraguay, em vista do grande peso de familia
tora della ou em campanha, pelos meios que o, que lem e mesmo de sna idade, acaba de pralicar
presidente da provincia para isso julgar mais un acto de puro patriotismo, offerecendo o seu fl-
proprio. lho mais mogo para servir no corpo de Volunta-
Art. 7. As vanlagens concedidas no art. 5* aos riot da Patria.
offlciaes e pracas do corpo de polica e s pragas H muito coahecemos qne e eapitao Jos Ma-
da guarda nacional sao applicaveis aos mesmos, rianno pela sua firmeza de carcter e os seus actos
quer no caso de se alistarem nos corpos de volun- nao um destes patriotas Improvisados. Este ci-
tanos da patria compostos com os mais cida- dado peles servigos que tem prestado na guarda
nacional, foi conde orado com o habito de cava-
Ibeiro da Rosa ; oceupa boje nm lugar de impor-
tancia qual o de escrlvo do tribunal do contraer-
Relago dos baptisados e casamentos havidos
na malriz de Santo Antonio, durante o mez de fe-
vereiro de 1865 :
defensores da Joaquim, branco, filho legitimo de Joaquim da
Silva Rosas e Marianna Rosa Leite Guimaraes.
gratificagao addicional de 200 rs. diarios pelos
cofres proviociaes. Era nenbnm caso, porm,
ser percebida a dita gralificacao lindo o praso de
6 mezes depois de terminada a guerra.
Art. 6. Essas gratificagoes serio pagas na pro-
vincia s familias dos voluntarios, ou as pessoas
daos, quer no de marcharem com seus proprlos
eorps.
Art. 8. 0 fardamento des cidados e bem assim
das piagas de polica e da guarda nacional, que
vio encorporados se alistarem em corpos de vo-
luntarios da patria, e o transporto at o Rio de Ja-
neiro dos ditos eorpos e do de polica, qnando sen
corpo se offereca, serio pagos pelos cofres provn-
Maria, crioula, filha de Rita, eserava de Joaquim
Pereira Arantes.
Maria, branca, Mlha legitima de Luiz Clementino
Carneiro de Lyra e Guilhermina da Conceigao
Barros Carneiro.
Secundina, parda, filha de Maria, eserava de Um-
belina Helena do Carmo Nunes.
Idacia, branca, filha natural de Joanna Francisca
das Chagas.
Elysia, branca, fllha legitima de Silvino Guilher-
me de Barros e Antonia Amalia da Cunha
Barros.
Emilia, parda, filha natural de Candida Cyprianna
Serafina.
Andr, pardo, filho natural de Rita Mana.
Jos, branco, fllho legitimo de Bernardlno de Senna
Henriques e Maria Athanazia do Carmo.
Dervlno, pardo, filho de Luiza, escravo de Alexan-
drina Cardoso.
Josepha, parda, filha legitima de Fortuna Jos de
Medeiros e Joanna Rosa Neporancena.
Maria, parda, filha legitima de Jos Victor Ramos
Soares, e Joanna Francisca da Assumpcio.
Sanlina, parda, fllha natural de Epiphania Mara
da Ressurreigio.
Amalia, branca, filha legitima de Antonio Joaquim
Fernandes da Silva e Emilia Fernandos da
Silva.
TRIBUNAL DA RELACiO.
SESSAO EM 28 DE FEVEREIRO DE 1865.
Interina do Exm. Sr. desembargador
Santiago.
As 10 horas da manhaa, presentes os senhores
desembargadores Gitirana, Lourengo Santiago, Al-
meida e Albuquerque, Assls, Doria, Motta, Guerra,
procuradur da cora, Domingues da Silva e Bar-
| ros Vasconcellos, abrio-se a sesso.
Passados os fetos e entregues o< distribuidos,
deram-se os seguintes
JULGAMEXTOS
Appetlaroes civeis.
Appellante, a fazenda; appellado, Ignacio Luiz de
Brito T.borda.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, D. Jovina Simplicia das Neves ; ap-
pellado, Viclorino Pereira Mala.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, Joaquim Francisco de Albuquerque
Santiago; appellada, D. Francisca Thomazia da
Conceigao Cunha.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, o juizo ; appellado, Dr. Jos Joaquim
de Moraes Sarment.
Desprezaram-se os embargos.
Appellaifies crimes.
Appellante, Antonio Duarte Repardo ; appellada,
a justiga.
Improcedente.
Appellante, Manoel Lniz de Araujo ; appellada,
a jasliga.
Improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos de Castro
Oliveira e Silva.
Nullo o processo do llhello em diante.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Custodio
de Souza Trindade
-Nullo o processo.
Appellante, Joaquim Manoel Borges Macaco ; ap-
pellado, Joaquim da Cunha Freir.
Confirmada a sentenca.
DESIGNgAO DE DIA.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
lei tos :
Appellarao civel.
Appellante, Felippe Gomes da Frota; appellado,
Domingos Gomes da Frota.
PASSAGENS.
DoSr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
| gador Lourenco Santiago
A appellagao civel.
Appellante, ojnizo; appellado, Jos Francisco
i Pereira da Silva.
Do Sr. desembargador Lourengo Santiago ao Sr.
desembargador Almeida e Albuquerque,
A appellagao civel.
Appellante, Flix Jos da Costa ; appellado, Ma-
noel Alves Barreto.
. DoSr. desembargador Almeidae Albuquerque ao
Sr. desembargador Assis
A appellagao civel.
Appellante, D. Sancha Mana da Conceigao Caval-
canli ; appellado, Dr. Joao Francisco de Arruda
Falcao.
Do Sr. desembargador Assis aoSr. desembarga-
dor Doria
A appellagao civel.
Appellante, o juizo ; appellados, os herdeiros de
Manoel Rodrigues de Oliveira.
A appellagao crime.
Appellante, o juizo; appellado, Manoel Simio
da Graga.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Motta
A appellagao crime.
Appellante, Joaquim Jos da Silva, por seu cu-
rador ; appellada, a justiga.
DoSr.desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Barros Vasconcellos
A appellagao civel.
Appellante, Dr. Jos Lourengo Meira de Vascon-
cellos ; appellado, Francisco Lins Caldas.
Do Sr. desembargador Guerra ao Sr. desembar-
gad, r Domingues da Silva
A appellagao civel.
Appellante, Lino Ferreira da Silva appellado,
Jos Mendes Carneiro Rodrigues Campello.
Ao meio-da encerrou-se a sessao.
deixar tranquillo o embustero, quando se lbe pode
por a calva jostra* O povo tem direbo de ouvir
e deve ouvir a verdade.
Falta de patriotismo de nessa parte I Alto l I
Ninguem mais patriota do que aos desde que
procuramos desvendar o povo, sera descarrea-lo.
O que se quiz dizer no commanicado foi que essa
grande maioria que creou a attnago nao deve tre-
pidar em correr s armas e ptr-se na vanguarda,
nao so porque maioria, como porque tomou para
^exclusivamente aresponsabWidade do mando,
pTomettendo mu solemnemente que a bemaventn-
ranga na ierra coroaria a grande obra da reaegao,
e desappareceriam todos os mates prsenles, pret-
ritos e futuros. O nosso fia nao foi otro senao
positivamente enthusiasmar esta immensa maioria
que vamos encolhida e tmida.
Pretendemos fazer nm grande servigo, e agora
s lamentamos a tibieza com qoe ella anda se est
mostrando. Sus, pois, maioria! levantai-vos, cor--
rei s armas, a patria sotfre I
Ninguem acredita que os vermelhos sejam indif-
ferenles aos males que nos perseguem, ao insulto
estrangeiro que nos avilla. Ninguem com justiga
poder dizer que naja um s Pernambucano desse
partido morlo denominado vermelho, qne nao este-
ja soffrego e devorado de desejos de punir a arro-
gancia, o aire vi ment do Paraguay.
Nao, nao possivel aventurar isto. O que dese-
jara os vermelhos marchar, porm marchar na
retaguarda da grande maioria ligueira.
Sus, ligue iros, vanguarda I E se qulxerdes le-
var com vosco, como irncbeira volante, todas as
urnas que conquistastes, levai-as erabora ; porm
marchai, marchai ; qne os vermelhos rao eobrin-
do a vossa retaguarda, levando por trincheira um
peiio de ago, e nio os cascos das urnas quebradas
com bayonetas.
Dos sentimentos patriticos dos conservadores
nio ha quem duvide, nem os proprios progressis-
las. Appellamos para um trecho da corresponden-
cia ligueira que vem no Jornal do Commerno de
31 de Janeiro.
f Se a provincia de Pernambuco nao der gran-
< de contingente de tropa na presente conjunclura
i (diz o Ilustre correspondente insuspeito) isso nio
i poder ser attnbuldo de modo algum divisa
t de partidos, o que infelizmente constitue o so-
i phisma com que hoje se pretende excluir de lu-
c do os Pernambucanos.
Querem-no mais claro ? J clamam contra a
exclusio 1 Mas o motivo verdadeiro da frleza na
orgaoisagao dos voluntarios est, segundo o corres-
pondente, em ter o governo mandado nm presiden-
te que nao filho da provincia, e por isso nao sa-
be a liga se S. Exc. merecer a confianga dos Per-
nambucanos para dar coma da empreza. Os li-
gueiros, pois, nao estao contentes com o ministe-
rio, por jue este nao se mostra em Pernambuco
ligiieiro por actos, como na Babia, que tero seu
presidente de embigo, que sabe passar a rasoura
no resto dos empregados conservadores para empo-
leirar o resto da liga, qoe s deseja mamar. Faga
isso o Sr. Caslello Branco ; applique telas aos me-
ninos ligueiros, que o descontentamente desappa-
recer, e chusmas de voluntarios surgirao da trra
como sapos as primeiras aguas. "
Consideramos o Sr. presidente em mos lenges
com as suas circulares em qne nos promette a to-
dos o justo e o honesto. Os homens da liga nao en-
tendem essa linguagem, estao acosiumados com a
dos Sousas.
Basta-nos a minifestacao genulna e clara do cor-
respondente do Jornal do Commercio para consi-
derarmo-nos plenamente justificados para com o-
publico acerca da snpposta falta de patriotismo,
qoe nos aitnbuida pelos commentadores Sficjaes^
do nosso artigo.
Entretanto cumpre confessar qne adeseolpa da
liga nao procedente, e muito menos decente.
A parte os agastamentos por falta de conflanca
de mmala : cuidem os ligneiros, como maioria
que sao, de fazer o seu dever empunhando as ar-
mas ; e depois qne Hverem abatido o soberbo es-
trangeiro, venham entao exhibir as suas qneixas
perante o directorio. A liga nao est anda no po-
der ? Est.v nao ha duvida : e consequentemente
os amigos do governo, segundo a ingenua expres-
sao do correspondente, sejam os primen os a coad-
jtwa-lo no cumprimento do grande dever, e hvra-lo-
da immensa responsabtltdade que sobre elle pesa.
Se Uzerem o contrario, podero dizer as ms lin-
gnas que a liga, conhecendo sua impotencia, j se
est sangrando na veia da sade. Sus, dona i;i r
nada de esquivar-vos ; as armas!
Se o vosso ventre nao comporta sacrificios, falla!
claro; confessai a vossa debilidade.e pedi nm caldo
no hospital dos invlidos. Deixai que a impercep-
tivel maioria carregue os vossos neceados, sim v
mas provando que o valor que nasce dos prin-
cipios e do verdadeiro patriotismo, do palriotlsmu
de cabega e de coragao, opera prodigios de que
nao capaz o valor vri que s reside no ventre, no
abdomen.
Veris entao que essa calamidade qne creastes e
que nao pedis esconjurar, poder-se-ha talvez con-
verter, de um momento para ootro, em elementos
di triumphos, ede gloria Immarcessivel, as mos
dos que nao sao generaes de papel.
Se estas considerages vos desagrada, esquecei-
vos dellas, e no meio de vossosjhymnos de victoria,
nao fagis caso da voz de um finado, que perten-
ceu a um partido morto e sepultado ha multo-
tempo.
CORRESPONDENCIAS
COMMNICAEOS.
ci, onde tem prestado os seos servigos sem nota., Manoel, pardo, filho legitimo de Manoel Francisco
Nem s o posto de capillo da guarda nacional,' da Conceigao e Valeriana Mna da Conceigao.
como a condecorado e o lufcar que eccnpa, nSo Elelvina, branca, filha legitima de Manoel Jos
Ihe foram concedidos se nSopelo seu procedimento
e illibada conduela na sociedade. O sr. capilio
Preslrello fi Arcellina Theodora dos Santos Pres-
trello.
A situacao ainda.
E' um facto geralmente sabido qne o communi-
cado A situacao causou bulicio nao peque-
no. Alguns qualiiicarani-no de inconveniente, ou-
tros de antl-patnotlco na presente quadra, quando
se trata de animar o recrutamento voluntario: mas
todos concordam unnimemente n'um ponto
que all nio havia senao verdades verdadeiras.
Tanto nos basta : quanto aos mais avango.-, Remos
a consciencia tranquilla ; porque estamos certos
deque nio somos anti-patriota, nem escrevemos
inconveniencias. Pelo contrario.
Ha veidades que devera ser ditas em certas oc-
casioes, as quaes, rnente, podem ser ouvidas.
Em outras, passam ellas desapercebidas. Eis por-
que nao recuamos ante a considerago da oppor-
tunidade.
Ainda atram nossos ouvidos ashosanasdos con-
quistadores das urnas do anno de 1863, os qoaes
promettiam [a este paiz as delicias do reino de Sa-
turno e Rha.
Urna vez banldos os conservadores, o erapolga-
dos os diplomas de depulados e de cinco senadores
d'antemio escolhidos, a gente ligueira promeda-
nos enchentes de prosperidade, e lio completa re-
generago, que nio teriamos mais necessidade de
ganhar o pao com o suor do rosto ; porque todo
elle nos cahiria do co em grandes llocos, como o
maca do deserto no lempo de Moyss.
Em lugar de todas essas proraessas tio precon-
sadas, qual a realidade que estamos experimen-
tando, sentindo e chorando ? As pragas do Egyp-
to, sem faltar urna s. Nio ser isso verdade ?
Pois enlio porque j nio ter chegado a opportun-
dade de apuntar ao povo todos esses falsos prophe-
tas, todas essas mentiras misera veis, para que elle
nio mais se deixe engaar com as labias de espe-
culadores 7
Nio diziam anda hontem que a grande maioria
da nagao era toda ligueira ? Mal os factos estao j
eloquenlemente mostrando o contrario. E porque I
Srs. redactores do Diario de Pernambuco.Li
hoje na sua Kevista o seguinte, a respelto da.fre-
guezia de Grvala, sob data de 23.
< A polica vai bem, pois nio dorme o somnoda
indolencia j o qne j nao pouco.
Estas llnhas nao posso deixar passar sem protes-
to da minha parte, pois nunca naquella freguezia
sentio-se tanta ausenciadesegoranga individual como
agora ; e basta o facto escandaloso qne all se deu
no domingo 19 do passado, 4 dias antes da noticia
cima para prova-lo.
Eis o facto a que me retiro :
O Sr. Joaquim Manoel de Oliveira e Silva, pro-
fessor publico daquella freguezia, castigava um f-
mulo seu na occasiao em que por sua porta passa-
va o Sr. Antonio Manoel Pereira Vianna, que da
ra ordenou-lhe cessasse tal castigo, o que alias
nio foi ouvido pelo mesmo professor Joaquim Ma-
noel, que conlinuou a castigar o rapaz, at quando
julgou conveniente.
Despeitado por isto, o Sr. Vianna faz-se acompa-
nhar de dous ou tres individuos e armados de ca-
cetes, invadem a casa do Sr. professor, que entio
se achava era sua sala de jantar, e dio-lhe muitas
cacetadas, apezar dos brados de sua honesta fami-
lia, abandonando-o somente depois que saciou-se a
vontade do Sr. Pereira Vianna !
E, emquanto o cidado pacifico, como in,coo-
testavelmente o Sr. Joaquim Manoel, debatia-se no
mais intimo da sua casa com seus aggressores, a
polica nao mostrou ter dispertado do somno da in-
dolencia.
O facto dispensa commentarios: e por sna mag-
nitud recommenda-se por certo aattengio das au-
toridades superiores da provincia.
Comprehendem Vv. Ss. Srs redactores, a obrv
gagio que tenho de adiantar este protesto, em vista
do estado excepcional e anarchlco em que collo-
carara a 4 circulo, que me henrou com seu
votos.
Recite, Io de margo de 1865.
Jos Leandro de Godoy Vasconcellos.
' -1!"."
m
PUBLICARES A PEDIDO
Todas as cousas neste mundo tem o seu justo li-
mite. O commercio, como lodo o mais que impri-
me movimento na vida conectiva, est sujeito
aquelle preceito universal; elle nio pode sabir das
raias tragadas pelo dever.
Assim, pois, o commerciante nao pode ser o tra-
ficante, por que este principia, onde aquelle acaba.
Cada um lem o seu limite na esphera das prous-
sties, e assim como o commerciante por via de re-
era est longe da cada, o traficante dista della
apenas um passo. Portante sendo de ordem social
a observancia do justo limite para evitar-se a dege-
neragao, cumpre a qnem compete ter sob suas vis-
tas urna certa loja da ra dama.... que tem
agentes espalbados por dilTerentes ras engana-
rem os pobres matutos, mediante a mdica porcen-
tagem de 7 por cento, os quaes vio all pagar caro
a ligio da inexperiencia e da simplicidade 1 Entre
aquelles nota-se negros captivos e agentes serenos,
e gente lal urna viva amelga em um centro com-
mercial 1
Dos nos acuda se nao houverem providencias.
As localidades, como os individuos, tem o seu
conceito. A ra.... desde tempo immemonal go-



V
i


Bforfo trtvnamhmo ininfa felra de Marfd de I8e.
soa r-empre daqneile prestigio commercial, que a
honra e a probidade tabeo) crear e manter. Aia-
da exstem por abi commerciantes antigos da ra...
que sao outros tantos symbolos de f e crdito
commercial. Os bons exemplos faziam bons ho-
mens, e era impossivel admttir-se ero sea seio
quero nao tivesse reputagao conhecida, como pdr-se
era duvida a palarra honrada do commerriante da
rna... A polica nanea leve o que fazer all. Ero hon-
ra, pol, dossas tradigoes, qae a ninguem sio occul
tas, procrese, e ja, saber de que lado est essa
toja qe quer marear a historia dessa rea cera pre-
juizo do publico e dos que eommercara sera des-
doure dos seas antepassados.
O Argos.
HUMA VIDA SALVA!
Nao temo* conhecimento algum de nenhuui
caso que to perfectamente mostr d'um* m-
neira a mais clara e persuasiva o poder da
(ciencia Medica sobre a molestia ; qual seja o
de Antonio Joaquim 1'kheiha. da Baha.
Este homcm infeliz haria mais d'um anno que
soffria as dores as mais atrozes e pungentes
proveniente de
Trez
Terriveis (liabas A heras
ospaUnulas por sobre diflVrentes partes de ten
corpo, sendo urna das quaes sobre o peito do p
una funda e maligna chaga, a qual o privava
de andar, eauzando-lhe as dores as mais agoni-
santes quer de dia quer de noute ; continuada-
mente atormentado por taes affiiccocs e dores,
c quasi que aborrecido da continuar/ao de sim-
ilhante vida, tc-ndo posto de parte toda a f e
con ti nnca mi riedncinna, e na realidade pareca
qu para eOo nao lhe restara mais esi>eranca
olguma; assnn pois resignado esperara cora-
paciearia o termo final de seus mutipricados
soffrimentos, eis que milagrosamente por for-
tuna sua lbe receitarao o grande purificador
do sangue
A Salsaparrilha
DE BRISTOL
e mediante a sua grande eficacia eeicellencia
elle se achou dentro de pouco tenipo, livre de
seu irrcmediavel estado de desespero, e a doce
e risonlia esperanza tornou de novo reriver
em seu coracao; sob a poderoza e benvola iu-
fluencia dcste admirar el medicamento, as suas
chagas em breve prmeipiarao assumir um ca-
rcter favoravel diminulndo o aspecto de sua
malignidade. A massa do sangue e mais
humores do systema tornou adquirir urna
apparencia clara e aaudavel, as dores ator-
mentadoras d'outro ora o deixarao, e urna dora
^ suave tranquillidade principiou precorrer
todo o seu systema, restaurando-llie a desejada
paz e socego d'espirito : as chagas urna urna
se torio fechando ate que finalmente se cica-
triza rao d'um todo, e hoje acha-se perfeita-
mente sao, gosando d'um perfeito estado de
saude, depois de se ter visto privado d'este
grande gozo durante mais d'um anno. Elle
durante esta sua cura, apenas fez uso da
Dataseis garrafas da Genuina Salsaparrilha
Ut Brisiol, preparada exclusivamente por
LANMAN & KEMP,
De NOVA YORK.
Reeommenda-ee mu particularmente aos
Doentes d'ambos os sexos, que empreguem
toda a cautflla na eecolha d'este admirarel
remedio, afim qii* nao obtrnlio nutra com-
posicSo qualquer, que nao seja a Salsaparril-
ha Genuina de Bristol, pois que todas as
mais prep&racoes e imitac.oes d'esta natureza
sao falsas n5o possuindo virtude alguma.
Veade-se as boticas de Caors-Barbosa
e C. Bravo & C.
COMMEBGIO.
Noto banco de Pernambnco.
0 banco desconta letras na presente semana a
i por cento ao anno at o prazo de seis mezes,e
(toma dinheiro a juros a praso nunca menor do
tres mezes.
Alfaiidega
'iendiaiento do da 1 .......... 18.7805185'
ti(vJmcu(oda alfandega

Volamesentradoscomfazendas.,
i com gneros..
Volamessahidoscom azeedas.
* com gneros .,
367
418
-----783
56
424
------474
Desarregam no dia 2 de margo de 1865.
Lugre inglaz-SnMa<=-farioha de trigo.
Escuna hollandeza -Jacobodem.
Brigue inglez Hantressenercadorias.
Vapor inglez -Saladin mercadorias.
Brigue portuguez Bella FVguerenceaidem.
Brigue inglezNenabacalho.
Brigue inglezRunumede carvao de pedra.
Sirca ingleza-Amo/md-idcm.
Barca inglezaContad-iem.
ilccebedorla de rendas Inter-
nas jeraes de Pernambueo.
Rendiraento do dia 1 ........... i-6465991
Consulado oroTlncfal.
Rendimento do da 1 .......... 3:4635314
TOBOTO DO POMO
Nano entrado' no ala i.
Rio Grande do Norte 17 horas, vapor brasileiro
Persinunga, de 422 toneladas, comraandante Ra-
tis, eqaipagera 20, carga tabeado.
Philadelphia 32 das, barca ingleza Joao Ma-
lh:us, de 247 toneladas, capitaoLong, equipagem
40, carga 2,280 barricas com farinha de trigo e
outros gneros ; a Mathens Austin & C.
Observaco.
Nao nouveram sabidas.
SDIT1ES.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprtaieoto da orden do Exra. Sr. pre-
sidente da provincia de 23 do correte, manda fa-
zer publico, que no dia 16 de marco prozimo vln-
donro, perante a junta da tazunda da mesma the-
soararia se ha de arrematar quero por menos li-
zit, os reparos de que precisa a ponte dos Carva-
llios sobre o rio Jaboatao, a va liados em 550*000.
A arrematago ser feita na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de malo de 1854, e sob as clau-
sulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas qne-s* propozerem a esta arremata-
cao coropareewn na.sib das sessOes da referida
i tata no dia cima mencionado, pelo meio dia, e
^fompeteotemente habilitadas.
E para constar se mandoa publicar o presente
>elo jornal.
Secretaria da thesooraria provincial de Pernam-
mico, S7 de fcvereirode 1865.0 secretario,
Antonio Fenreira d'Annonciago.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1.* Os repsros da ponte dos Caminos sero ti-
tos de conformidad* com o orcamento junto da im-
portancia de 5505000.
1* As obras deverio ser principiadas no prazo
de 10 dia?, e coneloidas no de 3 mezes, ambos con-
tados da data da arrematarlo.
3.* O pagamento ser realisado em nma so pres
taco, quando o arrematante tiver concluido todas
as obras e entregue definitivamente.
4." Para ludo o que nao estiver especificado as
presentes clausulas, seguir-se-ha o que disp5e o
regulmento de 9 de jalho, qae rege esta repar-
tico
Conforme,
Antonio Ferreira d'Annnnciacao.
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumpriraento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 20 do corrente, manda fa-
zer publico que no dia 16 de margo prximo vin-
doaro, perante a junta da fazenda da mesma the-
sooraria, se ha de arrematar quem por menos fl-
zer, os reparos indispensaveis da cadeia da villa do
Cabo, avallados em 345.
A arrematacao ser feita na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as clau-
sulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
cao comparecam na sala das sessSes da referida
junta, no da cima mencionado, pelo meio dia e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandoa publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
bueo. 27 de fevereiro de 1865.O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1.' As obras dos reparos urgentes da cadeia da
villa do Cabo, sere feitas de conforraidade cora o
orcamento junto na importancia de 345JOO0.
2.' O arrematante dever principiar as ditas
obras no prazo de 10 dias, e conclui-las no de 60,
ambos contados da data da arrematacao.
3.' O pagamento sera' realisado em urna so
prestacao quando o arrematante tiver concluido to-
das as obras e entregue dellnitivamente.
4 Para todo mais que nao estiver especicado
50 iaboada.
100 caetas.
20 traslados de bngtardinho.
30 ditos de bastardo.
50 ditos de A B C.
As pessoas que quizerem vender taes artlgos
apresentem saas propostas era carta fechada na
sala das sessoes do con sel ho, as 11 horas da ma-
nha do dia 8 do corrente.
Sala das sessoes do conselho de compras do ar-
senal de guerra Io de marco de 1865. O en-
carregado da escripturaco,
Manoel J Aviso
aos navegantes*
Pela capitana do porto de Pernambueo se faz
publico para conhecimento dos navegantes, que a
boia do extremo do sul do banco do iuglezque ha-
via sido laucada praia por lhe haver arrebeuta-
do aamarracao, foi aovamenle collocada. demar-
cando lhe o pharol do pico ao 0 1/ N 0, e a tor-
redo seminario de Olinda ao N 1/2 K O, rumos
magnticos, e em fundo de 5 bragas, exactamente
node termina pelo sol o Recife que forma o banco
ngilez. Capitana do porto de Pernambueo 4 de
fevereiro de 1865.O secretario,
Decio de Aqaino Fonscca.
Aviso aos navegantes.
Pela capitana do porto de Pernambueo se faz
publico para conhecimento dos navegantes, que. no
dia 18 do corrente foi novamente collocada, e na
mesma posicao, a boia que marca o termo dos
baixos de OliBda ; e a qoal hav/a sido arrojada
praia por lhe haver faltado a amarra.
Capitana do porto de Pernambueo 18 de feve-
reiro de 1865.O secratario,
Decio de Aqaino Fonseca.
Cerreio geral
Pela administraco do correio desta cidade se
faz publico para flns convenientes que em virtude
do dL.posto no art. 138 do regulmento geral dos
correios de 21 de dezembro de 1844, e artigo 9 do
Para Lisboa.
Pretende seguir com mnita brnvidade i barca;
rngneza Henriqeta, tem parte de seu carrega-
' ment prompto : para o resto tratase com os seos
' consignatarios Antonio Lalz de Olivelra Azevedo &
j C, oo seu escriptorlo ra da Cf uz n. 1.
Para o Ble de Janeiro-
LOTERA
Aaa.OflOfliOOOe 3;n0090.
Sexta-fe:ra 10 de marco t"r lugar ex-
travo da 2a parte dt 4a lotera da Santa ,.
Casa da Misericordia (8>) no consistorio da ^^SSS^^
Saude dada a todo o mundo.
Pelos urecUsos medieameaies d*s Sr. briniault k
Cr, phrtBaefntleo de S. 1. I. o principe Ka-
ooleo, raa t la Fenilladf 7 m Paris.
Porque es Srs. mediros eo publico nsam de pre-
r!o Sr?. Gri-
comos quaes
to engajado : para o resto que lbe falla trata-se 8 Antonio.
na^rkem^chsu^Tegu r-se-ha' 0^ d ter- ^TJ' ^ 8 f6 ma,dt IMl' t ^
__ f. ,....._J. ra o rnnmimri ilae r-rrc Tilonlfl* nn anmmilra-
mina o regulamenlo de 9 de julho de 1864.
Conforme,
Antonio Ferreira d'Anounciacao.
O lllm, Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em cumprimento da ordem do Exm Sr. presi-
dente da provincia de 23 do corrente, manda fazer
publico que no da 16 de mareo prximo vindouro
perante a junt da fazenda da mesma thesouraria,
se ha de arrematar quem por meno3 fizer os re-
paros de que precisa a estrada do Porto de Galli-
nhas avaliados em 7481000.
A arrematacao ser feita na forma da lei pro-
vincial a. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremata-
gao comparecam na sala das sessoes da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio-dia e
competentemente habilitados.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
bueo, 27 de fevereiro de 1865.
O secretario,
Antonio Ferreira d'Annuuciago.
Clasulas especiaes para a arremacao.
Ia As obras dos reparos da estrada do Porto de
Gallinhas serio feilas de conformidad com o or-
camento Junto na importancia de 748000.
2a O arrematante dever principiar as mencio-
nadas obras no praso do 10 das, e conclui-las no
de 3 mezes, ambos contados da data d'arremata-
Qo.
3" O pagamento ser realisado em duas presta-
cSes iguaes, a primeira quando tiver o arrema-
tante feito metade das obras, e a segunda quando
tiver concluido todas as obras e entregue ditlnitiva-
mente.
4* Para tudo mais que nao estiver especificado
as presentes clausulas seguir-se-ha o que deter-
mina o regulmento de 9 de julho de 1864 que re-
ge esta reparticao.
Conforme.
Antonio Ferreira d'Annnnciacao.
Rodolfo Joao Barata de Almeida, commendador da
imperial ordem da Rosa, cavalleiro da de Cliris-
to, tenente-coronel commandante do 2o batalho
de infanlaria da guarda nacional do municipio
do Recife por S. M. o Imperador que Deus
guarde etc.
Faco saber que em comprimento de'ordens su-
periores tenno convocado o conselho de qualiflca-
cao para que se rena no dia 3 do corrente pelas
nove horas do da, no consistorio da matriz de S.
Jos, afim do designar de conforraidade com o art.
124 da lei n. 602 de 19 de setembro de 1850, vin-
te cinco pravas para formar o contingente para o
batalho que tem de destacar segundo o decreto
3383 de 21 de Janeiro do correte anno.
E para que chegue a notieia aos interessados,
mandei publicar o presente.Recife, 1 de marco
de 1865.Eu Miguel Bernardo Quroteiro, capitao
secretario o escrevi.
R. J. Parata de Almeida.
r o consumo das cartas existentes na administra-
gao perlencenles ao mez do fevereiro de 1864, no
dia 6 de margo prximo, as II horas do dia, na
porta do raesmo correio, e a respectiva lista se
acha desde j exposta aos interessados.
Adminstragiio do correio de Pernambueo 20 de
fevereiro de 1863.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Crrelo geral.
Pela administrago do correio desta cidade se
faz publico que em virtude da cenvengo postal
celebrada pelos governos brasileiro e francez serao
expedidas malas para Europa no dia 30 do corren-
te pelo vapor francez Bearn. As cartas serlo re-
cebidas at tres horas antes da que for marcada
para a saluda dos vapores, e os jornaes at quatro
horas antes.
Administrago do correio de Pernambueo 20 de
fevereiro de 1865.O administrador,
Domingas dos Passos Miranda.
Arsenal de guerra.
De ordem do Sr. director do raesrao arsenal se
coqvida aos operarios de espingardeiros, latoeiros,
correeiros, coronheiros e tanoeiros, para trabalha-
rem por empreitadas neste estabelecimento : os
interessados comparecam ao referido arsenal, das
9 horas as 3 da tarde, a entenderem-se coro o
, mesrao senhor director.
Directora do arsenafde guerra de Pernambueo
1 de marco de 1865.O escripturario,
Jos Alfredo de Carvalho.
IHfTRO
DE
S. ISABEL
Concert vocal e instrumental dado
do salo do niesni Iheutro pelo artisla
Jos Coelko Barbosa.
Sahbado 4 do corren te.
3ECLAItA|;uK.
Cal xa filial do banco do Brasil
em Pernambueo,
14 de neiro de 1865.
De ordem da directora desta caixa, se convida
aoscredores de >ebastio Jos da Silva a vrem
receber do ihesoureiro da mesma eaixa o que em
rateio Ihes toca da venda de urna das propieda-
des, quesegundo a concordata.lhe foram entregues
para serem vendidas.O guarda-livros,
Ignacio Nunes Correia.
De ordem da directora desta roesma caixa se
faz publico aos senhores accionistas que o respec-
tivo thesoureiro est autorisado a pagar o 22. di-
videndo de 105 por aegao.
O guarda livros,
Ignacio Nunes Correa.
COMPANHIA PERNAMBUCANA,
De ordera do conselho de direegao sao convi-
dados os Srs. accionistas a reunirem se era assera-
Mea geral no dia 9 de margo prximo, ao meio
dia, uo segundo andar da casa n. 11, na praga do
Corpo Santo. Pernambueo, 24 de fevereiro de
1865.
O gerente,
F. F. Borges.
De ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica
se fez publico por esta repartigao, para conheci-
mento de quera intressar possa, qae se acha pre-
so na cadeia da villa de Piracuruca da provincia
do Plauhy, o crioulo de nome Paulino, que diz ser
escrave de Joaquim Severiano Leite, morador nes-
ta provincia no lugar denominado Barra do Libe-
ral, segundo consta da communicagao do respec-
tivo Dr. chefe de polica de 12 de janeiro ultimo.
Secretaria de polica de Pernambnco Io de mar-
ga de 1865.O secretario,
Eduardo de Barros Falcao de Lacerda.
?SQS MHITIMQS.
Companhia das Mensageries
Imperlalls.
No dia 2 de
maigo espera-se
dos porlos do sul
o vapor francez
Bearn, comman
dante Enont, o
qnal depois da
demora do cos-
turoe seguir pa-
ra Bordeaux, tocando em S. Vicente e Lisboa.
Em S. Vieente ha um vapor ein corresponden-
cia coro Gore.
Para fretes, condigoes e passageas trala-se na
agencia ra do Trapiche n. 9.
COMPANHIA BRASILEIEA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos porlos do sul esperado
at o dia 2 de margo um dos
vapores da companhia o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desde ja recebem-se passageiros eengaja-sea
carga que o vapor poder conduzir, a qna] dever
ter embarcada no diado sua chegada: encom-
mendase dinheiro & frete ateo diada sahida s 2
horas, agencia rna da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Lniz de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DR
Vavegaeo. costelra por vapor.
Ilha de Fernando de oronlia.
No dia 14 de marco prximo,
as 10 horas da manna seguir
um d.\s vapores da companhia,
para o presidio de Fernando, lie-
cebera carga at o dia 13. Encom-
mendas, passageiros e dinheiro a froto at 9 horas
da manna do dia da sahida : escriptorio no For-
te do Mattos n. 1.
ATTENQO.
Pela delegacia de polica do termo de Pao d'A-
Iho foi preso no dia 24 do corrento o moleque
crioulo de nome Bibiano, que declarou ser escra-
vo de um senhor morador na Capunga, tendo sido
anteriormente do Sr. Plinlo Cavalcaoti : quera se
julgar com direito ao mesmo comparega compe-
tentemente habilitado.-O delegado de polica em
exerclcio, Luiz Candida Carneiro da Cunha.
U conselho de compras do arsenal de guerra
precisa comprar o seguinte :
Para o corpo de voluntarios da patria
2,000 covados de panno azul.
2,800 capotes de dito.
1,400 covados de baeta verde.
30 covados de raemira verde.
25 ditos de dita amarella.
133 varas de aniagem.
2,300 varas de algodaoziBho.
3,000 ditas de brim branco.
4,600 botoes grandes de metal amarello.
2,800 ditos pequeos de dito dito.
para provimento dos armazens.
7,500 varas de brim branco,
7,500 ditas de brim da Mustia.
500 meios de sola.
6 chapas de lalo de n. 13.
6 arrobas de rame de lati de o. 7.
6 ditas de dito dito de n. 8.
6 ditas de dito dito de n. 12.
Para a aula dos menores do mesmo
arsenal.
7 Simaos de Nanlua.
- 40 Economas da Vida Humana.
100 carias de A B C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
:Vavega$5o eosteira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear
Acarac e Granja.
No dia 7 de margo crrante se-
gu para os portos indicados um
dos vapores da companhia. Rece-
be carga al o dia 6. Encommen-
as passageiros e dinheiro a frete
at 2 horas da tarde do dia da sahida : escriptorio
no Forte do Mattos n. 1.____________________
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do norte espera-
do at o da 3 de margo o va-
por locantins, commandante Pe-
ro Hypolho Duarte, o qual de-
sos da demora do costume segui-
r para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder eondiuir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras : agencia, raa da Cruz n. 1, escriptorio de An-
-ooio Luiz de Oliveira Azevedo & C
Para o Porto pela Ilha de S.
MigueL
O velleiro e bem conhecido brigue nacional A-
meha pretende seguir com rauita brevidade, tem
parte do seu carregamento engajado, para o resto
que lhe falta e passageiros, para os quaes tero ex-
cedentes commodos : trala-se oera os seus consig-
natarios A. Luiz de O. Azevedo torio na ra da Craz n. 1.
cornos seus consignatarios Antonio Lu de Ol-' 03 bilhetes,meios e quartos eslo a ren-
yetra Azevedo & c, no seu escriptorio ra da da na respectiva thesouraria ruadoCres-
Lnt -' ______________. po n. 15.
pdra. i Os premios de IO-OOO0OOO at 20;>000
Segu oestes dias em dircitara ao indicado por- s*0 pagos untl hora depois da extraerlo
too veleiro brigue escuna brasileiro Granosa, ca- at as 4 lloras da tarde, e OS outros depois
pitao Jaciniho Nanes da Costa, por ter qaasl prom- da distribuiclio das listas,
pto o sea carregamento ; para o poaco qm alada 3 encominendas s sp trinnlirn al a
pode admettir, trata-se com o seu consignatario .. eiitoiuiuenaas so he guararao ato
Antonio de Almeida Comes, ra da Cruz n. 23, n0lte da vespera da cxtracfo como de COS-
primeiro andar. tume.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Sou/.a.
Para Lisboa
pretende sahir em poucos das o patacho portuguez
Jareo por ter a maior parte da carga tratada, e pa-
ra o pouco que lhe falta trata-se cera os consigna-
r.onsiilail tl.-i Snissa.
Deseja-se fallar neste consulado com o Sr. Gia-
tarios Palmelra & Beltro, largo do Corpo Santo como Rovelli de Pallanza (Italia), ou a quem delle
n. 4, prlmelro andar. : tiver noticias.
O Dr. Antonio
Para
de Vasooocellos Menezes de
Druromopd, aotigo advocado neste foro, contina
Lindo
ral
trala-se com o respectivo
Almeida Gomes, roa da
andar.
1." Porque esta casa stnde sera eontradita a
mais importante de Paris, honrada rom a rlientella
de nma parte da corle, pateaeada por S. A. I. o
principe Napoleao s vende producios de urna efi-
cacia reconhecld.
2." Porque esses medicamento* represeniam as
mais recentes conquistas da medicina "e da chi-
mira.
3. Porque tem lodos m gosio agradavel, satis-
fazem a vista, e pdem ser administrado* sem pe-
rico, lano s criancas cerno as pessoas adultas.
'i.0 Porque elles d.inVrem nleiramentedesscs re-
medios inglezes e americanos, preparados por In-
(Visrriaes estranhos, tanlo a medkina romo a phar-
macia, dos quaes nao tero nein a scincia nem os
lilnfo?.
'.* Porone estes medicamentos- s se appliram a
um nn.iero limitado de doengas, e nao as curara
todas, como os remedios de que acabamos de fal-
lar ; emfini cada producto tem sua applicagao par-
licular.
Por isso pensamos prestar um serviga a todo o
mundo, indicando aqui as importanrs proprieda-
mediramentos dos Srs. Gri-
Cruz n. 23, primelro
J'orlo e Lisboa
A galera Nova Fama, de primeira classe, segu
para os porlos indicados at o dia 15 de margo,
por ter a maior parte de seu carregamento promp-
to : para o resto da carga e passageiros para os
quaes tem excellentes commodos, trata-se com Cu-
nha, Irmos & C, ou romo capillo na praga.
Rio de Janc>ro.
Pretende sahircom brevidade para aqaelle por-
to o brigue Cruzeiro do Su!, anda recebe alguma
cargaeeicravos afrete: a tratar com Marques,
Barros 4 C.
casos argentes a qualquer outra hora
seu domicilio ra da Aurora n. M
CASA DA FWtTU
Aos 10:000^000.
Bilbetes garantidos.
A' BA O CllBSP N. 23 F. CASAS DO COSTI'ME.
O abaixo assignado venden nos seus rauito feli-'
zes bilhetes garantidos da lotera que se acabou'
de extrahir a beneficio do patrimonio de orphos, |
os seguintes premios :
Um quarto n. 989 com a sorle de 6:0005000.
Uro quarto n. 2469 com a sortc de i:inO000.
LEILOES.
Leilo de 18 camas de Trro novas.
HOJE
a 1 hora da tarde, por intervengao do agente Floto
noarmazem da ra da Cadeia n. 3.8, onde havera'
leilo de movis no mesmo dia.
ellio
De um piano forte de Wm. Sassenhoff, 1 mobi-
bia de Jacaranda' com tampo de pedra, 1 dita de
faia, 2 candieiros, 4 espelhos, 4 jarros, ricos qaa-
dros com linas gravuras, 1 guarda-roupa com es-
pelho, 2 ditos sem espelho, 1 guarda vestido, 1 to-
cador com espelho, 1 rica secretaria de mogno, 1
estante envidracada, 1 aparador de Jacaranda', 2
ditos de raogoo, 2 ditos de amarello, 1 mesa els-
tica de amarello, 1 dita de mogno, diversas mesas
de abrir, 1 earna franceza, 1 dita de amarello, 1
quartinheira, marquezas, cadeiras de diversas
qualidades, ditas de balango, 1 ocalo de alcance,
1 preosa de copiar cartas e rauitos outros objectos
que estao a vista dos compradores na vespera e
dia do leilo.
HOJE
Ra da Cadeia n. 36.
O agente Pinto fara' leilo por coala e ordem
de diversos dos objectos cima mencionados exis
lentes no armazem do sobrado da ra da Cadeia
n. 36, onde se eflertuara' o leilo devendo princi-
piar as 10 horas em ponto.
Desde ja' prevne-se aos concorrentes que de-
verao tomar conta de seus lotes em 24 horas,
visto ter-se de entregar as chaves do dito arma-
zem no dia posterior ao leilo. __^_
Leilo de 6 caixas com 600 chapeos de sol
de seda.
HOJE
N'o armazem a ra da Cruz n. 57 as 11 horas.
Cordeiro Simties vender em leilo por conta e
risco de quem pertencer 600 chapeos de sol de
seda para homcm. _________
Leilo
Sem limite.
De 3 casas terreas de pedra e cal de 15 pairo os
de trente, 32 de fuudo, cosinha fura, quintal ele,
sitas em chaos foreiro, por traz da ra Imperial
prximas aos armazens da estrada de ferro.
Ri<.ii:
Cordeiro Simoes autorisado por urna pessoa que
se retira para fora da provincia, vender as casas
terreas cima mencionadas pelo maior prego ao
coirer do martello. Ser effectuado o leilo no ar-
mazem ra da Cruz n. 57, as 11 horas.
Leilode ama casa terrea n 33 na ra
Velha.
Martins fara' leilo competentemente autorisado
de urna easa terrea n. 33 na ra Velha freguezia
da Boa-Vista, e de construego moderna, propria
para se levantar um sobrado por lerem as pare
des capacidade para isso, a qual faz esquina para
a travessa da Campia.
Sexta-feira, 3 de margo
a porta da assodago Commercial, as 11 horas do
dia._______________________________________
Leiiao da elegante casa de taipa assobradada
com cocheira e estribara fra, banheiro
de tijoto e cal forrado de cimento, jardim,
cercado e baixa de capim, em Caxang,
na estrada real de Pod'Alho.
Sexta-teira 3 de fevereiro de 1865.
O agente Pinto fara leilo precedida a compe
tente autorisago da casa de campo cima men-
cionada, a qaal se torna recommendada por ser
alm de mu fresca, perto da ponte pencil, e da
estagao dos mnibus; o leilo ser eflectuado as
11 horas do da cima dito na praca do Commer-
cio, em frente a Associacao Commercial.
Leilo de movis, crystaes e pianos.
Sexta-feira 3 do cor rente as 11 horas.
No armazem da ra da Cruz n. 57.
Cordeiro Simos far leilo de {rnobilia nova de
Jacaranda, 1 dita nsada, 1 dita de faia, 1 dita de
amarello, 1 machina para costura, marquezas, ca-
deiras, commodas, aparadores, cadeiras- de balan
go, espedios, candelabros, serpentinas e outros ob-
jectos
Leilo den sitio na estrada de Joao
de Barros.
Sabbado 4 do corrente as II horas.
Cordeiro simoes far leilo de um sitio na es-
trada de Joao de Barros junio do sitio da viuva do
Rufino, do lado do nascente, tero excedente terre-
no para plantagoes com mais 600 palmos de tun-
do e outros tantos ou mais de frente com Upa casa
de vivenda com 6 quartos, 2 salas, cosinha, senza
la fora, estribara para 2 cavados e boa agua. Os
pretendentes podero examinar e qualquer infor-
marlo dirija-se ao mesmo agente.
No arnv.zem da ra da Cruz n. 58.
Leilo de duas machinas a vapor
Sendo :
Urna portavel, Torga de 14 cavados, sobre rodas,
com caldoira patate e todos seas pertences.
Outra rlxa e orisontal, forga de 12 cavados com
caldeira e mais pertences.
Qutnta-feira 9 de marfo, em frente a
AssociagSo Commercial.
O agente Pinto fara leilo por conta de quem
pertencer das duas machinas a vapor cima des-
criptas proprias para engenho, as quaes se tornam
recomroendadas pela sua perfeicao e par serem
dos melhores fabricantes de Inglaterra, os preten-
dentes podero desde }a* examinaren dilas ma-
chinas para o qrw pieleriv) enlenderem-se coro o
meswo ageate em sen eswiptorlo rna da Cruz nu-
mero 38.
Ifort lodado.
do da, em Empregado com suecesso corto em losar do olee-
de ligado de bacalho, tao desagradavel, to difli-
cil a digerir. E' o especifico o mais certo contra
as esirophulas, o Ivnvphatismo, a moleza das car-
nes, os humores das enancas, a papeira, os rlieu-
i matismos, o escorbuto, as' afieredea da pello, as
l molestias do peito.
Todos os mediros de Paris o empregam romo o
I depurativo o mais pudoroso, e o recommendam em
lodosos casos que precwa-se corrigir a acrimonia
do sangue, e dar-lhe toiios os principios vitaos que
pordou, soja polos oxcessos, polas affergOes lv pbaticas. cscrophnlosas. e venoreas.
Xarope de quina vermelha fer-
ros I noso.
Ou associacao dos dous poderosos remedios da
o ferro um dos princi-
vm quario n. 1942 com a sorto de 500&000.
E oulras mudas sortes de 200, 100,5, 405 8 materia medica que sao
20&O00. | paes elementos de hospo sangue e a quina que o
Os possuidorespodem vr receber seus respec- tnico e o febrfugo por excedencia,
tivospremios sem os dcscontos das leis na Casa; Esle delicioso medicamentoar adavel ao paladar
da Fortuna raa do Crespo n. 23. e a vista, lera um resultado admiravel as flores
Acham-se a venda os da 2* parte da 4a lotera brancas, dores de estomago, falta do appetito, po-
beneScio da Santa Casa de Misericordia
extrahir no dia 10 de margo.
PHEC.
Bilhetes. ..... 125000
Meios......65000
Quartos. .... 35000
Para as pessoas que cempramn de 1O0.->000
para finia1
Bilhetes.....115000
Meios......55500
Quartos.....25750
Manoei. Martins Firz.x.
VIIVA LECOMT
que se I broza de sangue. Elle sobrotudo til as seiiho-
ra< o as mogas delicadas, para desenvolver e re
gularisar a monstnagao e suspender os effettos
perniciosos das lluros brancas, qup sao a causa de
tantas doengas. Elle soberano depois das con-
valecencias de molestias graves, elle o reparador
das forgas o da saado para os doentes enfraqueci-
dos pelo trabalho, os excessos, as ?fferg5es escro-
phulosas ou venreas.
As mfus de familia acharan neste xarope um raer
dcamenlo sem igual, para fortificar e desenvolves
a systema osseo das criancas e os preservar da-
offerroes escrophulosa*.
Elixir digest de pepsina.
Delicioso licor que orcupa o primeiro lugar en-
tre as novas conquisas da scienria, a pepsina pos-
sue rom effeilo a propriedade importante de fazee
digerir os alimentos qnasi sem >occorro do esto-
mago, o remedio soberano das gasirUes, gastral-
gia.-, das iuflammacoes do estomago, dos Ggadose
dos Intestinos. Elle supprime os gases, as nauseas,
as pilules, o desgosto dos alimentos, e presta nrrn-
7Rna da Imptratriz7
Madame Lecont participa aos seus freguezes,
que recebeu pelo uliimo vapor um completo e va-
riado ultmenlo de perfumaras as mais linas pos-
siveis, como sejam : Nonveau Rgnerateur de
Geil, nica para conservago dos cabellos ; rece- j
beu tambem correles de Plaqu, muito finas e do! cipalmente um immenso servigo as senhoras n'unia
ultimo gosto para relogio, p de brilhante e de poslro interessante da qual supprime os vmitos,
ouro para perneados d" bailes, 1,000 varas do biro: As pessoas que paderem de cancro no esioma-
prete proprio para enfeites de vestido, e diversas go ou nos intestinos, verao sna vida prolongada
outras cousas. Avisa tambem que na sua casa pelo uso do elixir de pepsina, e os velhos e cenva-
continaa fazer tolo o trabalho que diz respeito lecenteso sustento de sua saude e o reparador d*
a cabellos, como cabelleiras para horneo* e senho-
ras. assiro como penteados para fra.
SOUEAOE PAUTICL'LAB
I II AL I A PBIINAMBUCANA.
De ordem do conselho administrativo da laeie-
dade Thalia Peraambucana aviso a todos os senho-
res socios instaladores para que se reunam no dia de fargania, coqoeiexa, etc.
suas forgas ; porque com una boa digesto sempnj
se gosa do boa saude.
Xarope peitoral de H Jorge.
Novo especifico, sera opio, reconhecido como o
melhor medicamento para curar a tosse. defluxo,
catarrho, grippa, irritaoao do peito, anginas, dores
5 do moz de margo praximo futuro, polas 19 horas
da raanhaa, na Capung3' na sede da mesma socie-
dade, afim de ser cumprido o art 28 dos estatutos;
assim como tratarse da inauguraco da mesma.
utro sim o mesmo conselho pede cora instancia
que OS senllOro.S Sucios, expeetsdoroe o rupripn.
tantos tambem com paro gara, para que tostemu-
nhando o estado da sociedade, arrodem de si qual-
qaer idea que injustamente trnham feito.
Secretaria da sociedade particular Thalia Per-
nambucana Io de margo de 1865.
Io secretario,
_______________Thomaz B. Lins de Barros.
Criado.
Procisa-se de um criado para servigo de casa de
homem solleiro : a tratar na loja da ra do Quel-
mado n. 18.
os r, .pitaes de campo.
Fugo no da 27 de fevereiro deste anno, de ca-
sa de seu senhor o escravo Sebastiao, crioulo, fu-
lo, com idade de 22 a 24 annos, foi escravo do
senhor do engenho Quandus da comarca de Santo
Anto, d'onde linha viudo para esta cidade a 8
dias, de presumir que seguisse para Taquaritin-
ga aoode tem roi e irmos, levou caiga e camisa
branca bstanle suja, altara regular, cabello a es-
Este delicioso xrope popular em toda a Franca
foi descoberto pelos mongos da abhadia de S. Jor-
ge, no Anjou, e actualmente proparado pelos Srs.
(irimault fi C, nicos proprietarios da verdadeira
receita. Rerommenda-se aos doentes que usem ao
mesmo lempo das deliciosas pastdlias pciloraes ao
sueco de alface de loureiio-cereja aos sr*. esn-
manlt & C, este excedente remedio composto
com as duas substancias as mais calmantes e ao
mesmo tempo as mais inotlensivas da materia me-
dica, e nao ronlm opio.
Injeeeao e capsulas matico.
Estes dous productos que constituom a mais re-
cente e a mais imnortante modiagao para rurar os
corrimentos e as molestias veneraes do hnmem a
da mulher, sao exclusivamente vogelaes nao con-
tera mercurio, e sao pioparados com as folhas do
matico arvore do Porou. Nao ha molestia conta-
giosa antiga on rcente quo resista ao uso desies
dous meios. Sua rapidez de acgo superior a
tudo quanlo se tem feito al I.ojo. As capsulas
nunca ransam o estomago nem os intestinos como
as capsulas de eopahyba, cuheba e ouiras ; a in-
jcgo nunca produz o eslroitamento como aconte-
ce rom as Injergoes com base metlica aconseja-
das at hoje.
Todos estes productos vendem-se as principies
pharmacias do Brasil, agente para vender por ata-
covnha, cabega pequea e redonda, testa grande e rado> D0 |ll0 e janoj1U( e. Chevolei, em Pornam-
bem cantuda, odios prelos e regulares, nariz cha- huC0i Caors 4 Barbosa, na ra da Cruz n. 28, na
to, bocea regular, beigis regulares, dentes todos e Bahia, Lima* Irmos em todas as boas phar-
hmados nenhuma barba.apeuas um pequeo bigo-, macjas de, corpo bem lirapo, ps regulares e pouco lar- ; ye^.^ exgr sempre > asMgnalura rimanlt A
gos: roga-se portanto aos Srs. capitaes de campo c> r,or QUe ha falsiUoagoes porigosas.
a apprenenso do mesmo a entrgalo ra do yonde-se na botica franceza ra do Imperador
Imperador n. 83, segundo andar, deronte do cor- 33
reio, que se gratificar com 505-
Precisa-se de nm menino.de 14 a 15 annos
de idade com alguma pratica de taberna : na roa
do Padre Floriano n. 41.______________
Fugio de casa de Joo Esteves Varzea mora-
dorna Passagem da Magdalena, urna escrava de
nome Antonia, de 60 annos de idade, pouco mais
ou menos, alta, tem os pos enchados e um pouco
curvada, consta andar procurando senhor: quem
a apprehehder e levar a ra do Trapiche n. 4 ou
a bordo do brigue Aureliano ser bem gratificado. 1
Ama
Na ra do Sebo n. '
abundante leite.
de leite.
9, lera urna
com novo el
Na ra da Praia n. 62, precisa-se de nm cal-
xeiro de menor idade e que tenha pratica de ta-
berna, d-se boro ordenado e d inforraago de
sua conducta.
CAIXEIRO.
Precisa-se de um caixeiro que tenha bastante
pratica de miudeza para tomar conta da urna loja
por balango : na ra da Cadeia do Recife n. 4&
ATOOS WTOBOS.
Precisa-se de un criado estrangeiro boas eo:
pelro, a ane afiance a sua baa conducta ; sa ra
do Imperador o, 29.
Esfiravo.
Desde o dia 21 de fevereiro do corrente anno
ausenton-se da casa de sea senhor o malatinho
Vicente, cor um tanto clara, sem defeito no corpo,
tendo nicamente os dous dentes da frente um
tanto podres, idade poueo mais ou menos K a 18
annos e bem filiante, levou caiga de casemira um
tanlo escura e camisa de algodao : roga-se a quem
souber da sua existencia em lugar certo ou que o
tenha apprehendido o faga conduzir a roa da Ma
dre de Dos n. 23, que ser recompensado.
Precisa-se do- um feitor que seja portuguez
para um engenho : a tratar na ra Yelha n. 77,
das 4 horas da tarde em diante.
Precisa-se alugar urna preta para todo o se-.
vigo de urna casa de familia
numero 4. -
Precisarse do urna ama para todo o servigo
de casa de pouca familia : no pateo da matriz de
Santo Antonio n. 8.
Joiio Fortunato Savedra vai a Lisboa, e nao
tendo lempo para despedir-se pessoalmeole- de to-
dos os seus amigos pelas distancias em que alguns
reoram, pelo presente ihes faz suas despedidas e
ihet ogerece seu fraco presumo. _________
O Sr. Dr. Pempilio Numa
najaa do Trapiche (franceza n. 38.
1
Apprtwae por varimt Acidtmiai t mlltu
summidadei -medicas.
O que occQsiona cm % dr signadas a rsia^na^io do sangue em certas
parles do corpo, a qual prodiuida peles resfria-
mcnlus e nnllas oulras canias, entio dectarao-M
as Hkeumaiitmta, Gotm, Paralysia, Fraqueiu
dos membms, Cwistipafaes, EltphaMiasi* ou
Pemas luchadas, el Dores fenosos.
O uso la escova ELECTRO-MAGN-
TICA tem suecesso certo para a cura de toda
eslas molestias, sem recorrer se a nenhuma (Mira
medicacAe. Ella tem urna forma mai manejare!
c produz, a ventarte de quem d'ella usa, seos mata
atis e fellies resaltado*. Seo rmarego preserva
las molestias cima. Para maisiaforaaacoeaeaa-
wl-te-se a noticia que accoropauaa cada Escova.
DlFOUTO GMAI.
Mtttsmart du Princt Eapina. la, faru
Vende-se na ra do Imperador botroa
Procaradoria
Antonio Carlos Pereira da Burgos Pon-
ce de Lson, amo solieftatWr, se enparre-
ga das causas crimes, riveis, commer-
ciaes e ecclasiasticas. JSlie ainda recebe
algnmas ca-as do pjrtido, mediante a
, um ajnsle nazcavel. PodP sar procura-
do as salas das audiencias ou na raa
Pessoa, ebegado
no vapor do norte, qeira ir a ra,
numero iM.
Joo Antonio da Silva, subdito ptwtuguex,' ManoW d Alraeida, subdil portof uei, rtti-
vai a Europa tratar de sua saude.' (rase- para Lisboa.
roa, chfgado S nai s*1"* 0J1S aui"'^
do Iroptrador i > I Imperial sobrado n. 64.
Wksf



Diarto de re
talnta fcir* 4c Marco de l4*.
A NACIONAL
Companhia geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE
lima Sanca era dinheiro, depositado ros cofres do estado, garante
ministradlo da companhia.
COMAIEHCIO
Joaquim Gomes Douraao^irio fazem sciente
Na fabrica de calcado do pateo da ribeira de
S. Jos,. 25 precisa-se de artistas tamaiqueiros.
ao respeitavel corpo do commercioquejulgam nada fondn & Brazillan Bank, saca portodos
dever, mas se alguem se Julgar credor aprsente ,os paqueie*,sobre
as suas comas do praso de oito das para serem
proniptamente pagas.
1859
a boa
ad
BANQUEIROS DA COMPANHIA
O Banco de Hespanha
DIRECCAO GERAL
Madrid: Una do Prado n. 1
Lisboa.
Porto.
Braga.
Vianna.
Guimariies.
Villa Real.
Coimbra.
Amarante.
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinacoes de supervivencia dos seguros
sobre a vida.
Nella pode se tazer a subscripeao de maneira que em nenhum caso mesmo por mortedo se-
gurado e perca o capital nem os juros correspondentes a estes.
Sao to snprehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole de A NACIO-
NAL,que ainda mesmo dimlnuindo urna terca parte do interesse produzido em recentes liquida-
Soes e combinando-o com a mortalidade da tabella de Depareieux que e adoptada pela companhia .. ,
parasen, clculos e liquidacoes, m segurados de idade de 3 a 19 annos, urna imporsicaoannual y*9gmgj^2mg^^ Hospiio, onde.se Ihes vender
No pateo do P< raiza, -coolronle aigreja, no
sobradan. 29, segundo andar, alngam se ricos
vestuarios para mascaras, todo novo e de milito
bom gosto, dminos de seda e velludo, e outros
moitos vestuarios para honens e meninos, pelo
diminuto preco de 5 e 10. ______
Precisa-se alugar urna ama que saiba cozi-
nliar e engommar: natravossa da Madre de Dos
n. 7, primeiro andar.
Ama ouescrava
Precisa-se alugar urna ama que saiba bem cozi- do Queimadon. 37, leja de ferragens, de
nbar, ou urna escrava, paga se bem : na ra da Domingos Jos Ferreira Guimarus, vende-so sali-
Imperatriz n.' 47, segundo andar. ; tre refinado por 25fi a barrica de 4 arroba?, ou a
T, ,--------------i 6400 a arroba s a dinheiro.
Escriptura#to -ossrs~
l'm moco que exerce o cargo de escripturar os
O Sr. Leopoldo Cadaull tenh a bondade de
vira ra do Imperador n. 83, segundo andar, a
negoc+oqufi nao ignora.
Salitre
Belouehe avisa ao respeitavel publico que
comprou o estabelecimento de banhos, sito no pa-
teo do Carmo, que contina a dar banhos como de
costume, declarando que os cartees assignados pe-
lo Sr. Cancanas tero vigor para tomar banhos so
at o dia 28 de fevereiro de 186o. O mesmo convi-
da o respectivo publico que compareca no mesmo
estabelecimento, que verao executado com todo o
esmero o systema e asseio que de ve ter tal estabe-
lecimento.
Preco dos banhos.
Banho fri on quente, tomando 10 car-
ios, pelo preco de......4000
Um banho avulso ou s6 300
Consultorio medico-cirnrgico na rna larga do
Rosario n. 20.
O Dr. Juo Ferreira da Silva regressando sua
casa, contina em o exercicio de sua proflssao
nao s aparte medica como tambem nacirur-
gica.
de 10J produz em effectivo metlico:
No fim de S annos.......1:1194300
de 10........3:9425600
de 15 .......H:208200
de 20 >.......30:2565000
de 25........80:3314000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Prospect mo Joaqaim Fin/a de Olveira, rua da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista roa da Imperatriz n. 12, estabele-
cimento dos Srs. Raymundo, Carlos, Leile & Irmao.
BANCO HIAO
SEGUROS DE VIDA EM MTUALIDADE, I
A directo do BANGO UN'IA'O tendo obtido do governo de S. M. F. a autorsacao I
para estabelecer o seguro de vidas em mulualidade, faz publico que desde j toma subs-1
cripcoes annuaes por urna s vez, debaixo das seguintes condicSes:
Com perda de capital e lucros;
Dito de capital somente;
Dito de lucros somente ;
devendo a primeira liquidadlo ter lugar no Io de Janeiro de 1869.
As vantagens do emprego de capitaes em mulualidade, sao obvias, porque nao so-
menta se collie o juro de quanlias diminutas, de que avulsas se nao poderia tirar ne-
nhum resultado; mas alm d'isso, este rendimenlo augmentade pelo capital ou lucros,
ou ambas as cousis, conforme as condices da subscripgao, dos que fallecem. Tambem
partido pelos socios sobreviventes tudo aquillo que os socios morosos nos seus paga-
mentos, sao por este motivo obfigados a pagar, bem como caducidades que occorrerem
pela falta de cumprimento do compromisso social.
As liquidaces sao pelo systema das companhias liespanholas, tutelar e outras ; e
para se pnler fa/.er urna idea do que pode produzir urna entrada annua de I0#000, pu-
blica-se a seguinte tabella biseada sobre a experiencia de muitos anuos de companhias
desta natureza.
Em 3 (iiiiio.
I ios
!)()>
805
8G
863
8(3
86,?
865
905
ras vagas do seu emprego, de qualquer trabalho de
escripturacao mercantil : quem de seu peestimo
necessitar, e o queira honrar no seu servico, diri-
ja-se por carta fechada rua larga do Rosario n.
37, com as iniciaes J. A. R., e indique o local onde
deve ser procurado. ____
b ttenco.
academices que vao matricular-se
no terceiro anno da Faculdade de Dreilo, podem
dirigir-se a ruada Saudade n. 9, fronteira a do
o compendio 'de
direilo civil ai as 9 horas da manhaa, e das 4 at
as 6 horas da tarde.
Alugam-se o segundo e terceiro andares da
casada rua do Trapiche n. 46, com capacidade pa-
ra grande familia : ;i fallar na rua de Apollo o.
35, primeiro andar.
O hachare
Francisco Augusto da Costa
ADV60ADO
Rua do Imperador numero 69.
i
Precisa-se de urna pessoa habilitada
para escreventc de um tacnvgraDlio auem
Ao Srs. qne leve era sua casa a preta Anna, e a _,;__, J* u,.',ar,,u huoiu
mandou entregar no dia 18 do corrente seo se- esliver.no caso de bem preencher o lugar
nlior, roga-se-lhe o especial obsequio, no caso que dinja-se ao escriptorio desta folha ou ao
ella appareca de novo em casa de sua senhona, a hotel de l'Univers.
bondade de a mandar em casa de seu ex-senhor na I .'a ..a'" Soledade, cerlo de que, dahi mesmo sera ven-! ~ de i60 Sr- Ja0 e P^soalilho do B-
nado Antonio Gome Pessoa, nao se retirar para o
mato sem primeiro vira rua Nova n. 51, concluir
o negocio que S. S. nao* ignora.
Por um menino de 1 dia a 1 anno
<< de 1 anno a 2
de 2 * a 3 .
de 3 a i
C de 3 t a 13 <
Por urna pessoa de l a 20
de 20 a 30
de 30 a 40
de 40 a 50 c
10 annos
4005
3005
2905
2705
2705
2705
2705
2705
3035
lo annos
9005
7305
7205
7105
7005
7005
7105
7205
7305
20 annos
2:0005
1:7005
1:6005
1:3605
1:3305
1:5405
1:5605
1:6005
1:8005
25 minos
4:701 5
3:7005
3:5005
3:4005
3:3505
3:3305
3:4005
Joo da Silva Hamos, medico pela Uni
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 as 11 horas da manhaa, e
das 1 s 6 da tarde. Visita os doentes
em suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serlo soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montda para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operaco cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 34000 diarios.
Segunda dita.... 24500 >
Terceira dita.... 24000 >
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a confianca de que sem-
pre tem gozado.
Grande armazem de tintas.
RUA DO IMPERADOR N. 22.
Tinturara
Na rua Direita n. 116 continna-se a Ungir para
qualquer cor, e o mais barato possivel.
Manual do guarda naei*nal.
Acham-se irapre.ssas qualro formas com 64 pa-
ginas era oitavo francez do segundo volme do Ma-
nual do guarda nacional, ou colleccao de todas as
I leis, decretos, avisos e ordens concernentes a m'es-
roa guarda.
Ha nestas qualro formas, importantes decisoes do
governo, esplicando as duvidas, qne tem appareci-
do na execucao da lei da guarda nacional e seus
regulamentos, como sejam : o modo de se fazer as
propostas para officiaes dos corpos, quando estes
estao organlsados, ou em organisaco : formaco
da junta medica : reforma dos offlciaes e inferiores:
soluco das duvidas respeito das despensas do
servico activo :,tempo dos offlciaes se acharem far-
; dados e data do juramento : se official da imperial
, ordem da Rosa est sent de prestar servico como
simples guarda : se os inferiores dos corpos de-
; vera seguir a ordem gradual do accesso para ser
: promovido offlcial : quem sobslilue o coramandnn-
: te superior as suas faltas, ou impedimentos : qual
i deve ser a pena imposta aos inferieres que nao se
I apresentarem fardados no prazo que Ihes for mar-
! cado : se os instrumentos importados da Europa
1 para as msicas dos corpos da guarda nacional, es-
tao Isentos dos direitos da afandega : quaes os
venclmenlos dos offlciaes e guardas
Aulonio-Luiz do Olveira Azevedo|&G
Agentes do banco Uniao do Porto.
Competentemente autorisados sacam por todos
os paquetes sobre o mesmo banco para o Corto e
Lisboa e para as seguintes agencias :
i.ondres sobre Rank ofLondon.
Paris Frdnc S. Ballin & C.
Haniburgo Joo Gabe & Filho.
Barcellona Francisco Rohala & Ballesta.
Madrid Jaime Merie.
Cadis > Crdito Commercial.
Sevilha > Gonzalo Segoria.
Valencia s M. Pereira y Hijos.
Em Portugal.
Figueira.
Para iodo.
O abaizo assignado faz .cenle ao rufpeilave)
publico que mudou a sua offleina de palhiuba da
rua do Imperador n. 24 para a rua das Cruzes n.
23, igualmente tem para vender palba e junco
mais barato que em ouira qnalqner parle.
Manoel da Costa Azevedo aple ao.
" THESORO DAS MA!S~*
Piovidencia tas criancos.
COLLARES ROVER
Kiectreagaelieos.
CHAMADOS
COLLARES ANODINOS DE LIMITA6
Contra as convnlsSes e para facilitara'
denti(e das crianzas preparados e invri.la-
dos por Royer, pharmaceotico da ti ce-
la superior do Paris, snecessor de Chereau,
membro da academia de medirra
antga casa de Bouillon-Lagrange.phaimaceutico
do imperador
chefe dos trabalhoschimicos da escola po-
lytechnica, director da escola de pharmacia de
Paris, e membro da academia imperial
de medicina.
Estes collares vendem-se nicamente na Joja do
Gallo Vigilante rua do Crespn. 7.
agencia de passapiute.
Claudino do Reg Lima, despachante de passa-
porte, tiraos para dentro e fora do impfro por
commido preco e presteza : na rua da Praia, prl-
meiro andar n. 47._________
Aluga-se um grande sino com sifciencia
para ter 8 vaccas de leite, 2 baix;s para planta
I de capim, casa rom commodos para grande fami-
lia prximo ao Recife, que se pode ir a p e mui-
tos arvoredos de fructo : na rua larga do Rosario
lojaj. 32._______ 6
No Passeio Publico n. 11 na~para se alugar
um preto sem vicios e muito fiel.
5:0005
As entradas por urna s vez dao resultados muite superiores s annuaes.
Mnimo das entradas 55000.
Porto, 10 de agosto de 1863. Os directores do BANCO UNIA'O, Jos da Stlva
Machado.F. M. van der Kiepoort.
Agentes em Pernambuco: Antonio Luiz de Olveira Azevedo & C, rua da Cruz
numero I,
19 RUA NOVA 19
Frederico Gautier, cirurgio dentista.
-------------------------------------ero servico de
O armazem de tintas e um grande deposito de destacamento : se tem direito continencia o com-
productos cbimicosutensis eos mais empregados mandante superior, passando pela frente de urna
37005 ^e usados na Pharmacia,piatura.photographia, tin- brigada de nha : se o empregado de fazenda des-
1 turara, pyrotechinia(rogosdeartiflcie) e em outras tacado como offlcial da guarda Racional deve aecu-
i ni) usinas. | mular o seu ordenado : se offlcial da guarda nacio-
Montadoem grande escala, e supprindo-se di- nal suspenso, por crime de responsabilidade do
rectamente las principaes drogaras de Paris, Lon- cargo de delegado, ou de juiz de paz fica tambem
dres, Haraburgo, Anvers e. Lisboa, pode offereceer suspenso do exercicio da guarda nacional : que
productos da plena confianca e satisfazer qualquer honras competera aos capitaes da guarda nacional
encommenda a grosso trato e a retal lio, por precos designados majores dos mesmos corpos : se ha in-
razoaveis. compatibilidade na accumulaco do cargo de juiz
Prvidos de machinas appropriadas satisfar de paz e presidente da junta de qualifleaco dos vo-
compromptldao qualquer pedido de tintas moidas tantes, cora o posto da guarda nacional: ha incom-
a oleo, cuja qualidadee pureza de seus ingrudien- patibilidade na accumulaco do posto da guarda
tes poder* ser examinada pelo consumidor, o que nacional com o do cargo de juiz de paz : o offlcial
nao fcil fazer cora aquellas que sao importadas, que exerce interinamente o lugar de ajudnte dos
e que se enconlram no mercado em latas fechadas, corpos est on nao despensado de servir no conse-
Tem granda colleccao de vidros de differentes Ihodequalificacao : em que prisiio devern os offl-
formatos, desde urna oitava al dezeseisoncas de oiaes da guarda nacional cumprir as penas, con-
capacdade; de vidros para vidracas e diamantes demnado no foro commum : seos guardas a-
para corta-Ios; de pineeis para fingir madeira com cionaes estao ou nao isentos do recrutamento : se
propriedadee outros; de papis dourados epra- os vendedores de sello dos correios estao despensa-
teadose folhas de gelatina para ornamento; de dos deservir na guarda nacional: se os offlciaes re-
papel grande o pequeo formato de varias cores formados da guarda nacional podem ser aggregados
paraembrulho, para forro de casa, para desenho ao servico activo : em que circumstanclas podem
com fundo j feito; de papel alburoioado e Bristol, os commandantes interinos dos corpos fazerem
verdadeiro saxe para photographia e para filtrar, propostas para offlciaes : etc., etc., etc., etc.
e outros ; vernizes de cssencla para quadros, de; Quem quizer desde j possuir estes esclareci-
espirito para madeira, copal para o interior e ex- mentos, mediante nm diminuto estipendio antes de
teiior ; oleo graxo, oleo seccativo, oleo de linhaca se ultimar este segundo volume, dirija-se ao segun-
De volta de sua viagem a Europa, aonde tomou conhecimento das mais recentes
descobertas e ltimos aperfeicoamentos que se tem feito na arte dentaria, alm de com-
prar o segredo de diversas preparacoes empregadas com muitas vanlagens, tem a hon-
ra de participar ao respeitavel publico em geral e aos seus numerosos clientes em par-
ticular, que se acha de novo prometo ao seu dispor para todos os misteres da sua pro- clarificado, oleode oielet, secativode Harlim, oufo do andar do sobrado da rua do'Livramento n."31,
flssao, advertindo que trouxe um immenso sortimento de dentaduras artificiaes; caout-
chou galvanisado, ouro, platina, massas diversas muito aperfeicoadas para chumbagem-
instrumenios novos, ferramenta moderna, cadeira de operacoes, etc., etc., dos mais acre,
ditados fabrcenles de Paris, Londres e New-York, e por isso estando mais que nunca
no caso de servir do modo o mais satisfatorio possivel, espera continuar a merecer toda
a confianca.
Acha-se sempre no seu gabinete das 8 horas da manh at ao meio dia com cer-
teza e as 4 horas da tarde quando nao tiver de ir em casas particulares.
ama moleca de 14 annos
as Cinco Ponas n. 83.
4 tugase
para casa de familia :
Aluga-se um primeiro andar na rua da Pe-
nha com fundos para a rua Direita n. 9 : a tratar
no segundo an-lar.
Deseja-se fallar com o Sr. Jos Guilherme
Cesar de Vasconcellos, natural do Rio Formoso,
sobre o negocio de um escravo da cidade do Ass,
fazenda Olho d'Agua, o mesmo pode dirigirse a
rua do Kanir-I n. 61, a entenderse com Benlo Jos
Ferreira Lima.
MCAs)
Jos Joaquim ee Novaos faz sceule ao respeila-
vel publico e a todos os senhores offlciaes do exer-
cito e da marinha que contina a ter sua casa
.soriida de fazendas e roupas feias e por medida :
no largo do Livramento n. 34.
Precisa-se alugar urna ama portuguezaque
saiba engommar bem e coser," para urna casa de
duas pessoas : na rua da Imperatriz n. 34, pri-
m iro andar.
mMMM MSItf KOMI
aques notorePortugal.
O abaixo assignado. autorisaflo pelo 5
Wt (anco Mercantil Portuei^e. e uaausencia I
H'o-Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef-
''ectivamentie por todos o-! paquetes sobre
s pracas de Lisboa e Por .o, e mais luga-
Jes do reino, por qualquer somma vis-1
| a,e a praso; podendo, os que temaren) ^
g-aques a praso,receberem ,ista,no mes-
p| a.) Baaco, descoatando 4 0|0 aoanno: na I
oja do chapos da rua do Crupo o.6, ou S
t rua do Imperador n. 63, segundo an- I
fff lar.Jos Joaquim da Cosa Miia.
BKi
Alagare nm sitie na roa do Cabral da
cidaie de Olinda, com casa terrea,com co-
piar aafreaie, bota os fundos para aestra-
daeraargem do rio Beberibe, com eom-
modosparafamiUa,estrjariapara cavalo
e capim para sustenta-los, arvoredos de
ruetos, sem visjnho defroate nem pelo
funio,com ptimos passeoe,sala e gabi-
nete nfrente, muito propria parapassara
festa, e tambem se alagar poranno : a fal-
lar no Recife, na livraria n. 6e 8 dapraca
da Independencia, e em Olindanaeasacon-
tigua-.ora 0 capiSo Antonio Bernardo Fer-
reira.
Furtaram da povoaeao do Caehang, aaooi-
te Je 19 do correte, pelas 10 horas da noite, um
cavado rodado claro com dinas e canda brancas,
tendo uma pequea belide no olho direito, an-
dador debaixa a meio, um pouco abenas as per- Precisa-se de urna ama para fazer lodo o ser
nas: ''q-1-0 apprehender leve-o a roa dos Pires vico de casa de ama so pessoa ; no beceo das Ba
o, 33, que era generosamente reeompeasado,' reir*, asa n. 3.
Perfumara e sabonetes de
Toilet
da casa Violet, perfumista com privilegio,
fornecedor das casas de S. M. impera-
triz dos Francezes e da raiuha Isabel II
de Mespanha.
As flores as mais esquisitas, as plantas as mais
ricas em aroma, os blsamos os mais odorficos,
server a composlcao dos productos exclusivos da
rainha das Abelhas.
Sabo real de Tridnce.
O nico recommendado pelas celebridades me-
dicas como hygienica da pelle.
Balsamo de Vilela.
Pomada fluidificada pelos oleo virgens para o
servico dos cabeleireiros.
Gotas de Violetas.
Extracto da flor natural, perfume de S. M. a ra
nha Victoria.
Sabo de balsamo de Violetas.
Homenagem a S. M. a Imperatriz.
Agua da belleza de Sua Magestade a
Imperatriz.
Locero benfica para o toilet das damas.
Flor de arroz rosada.
De S. M. a Imperatriz Eugenia. .
Perfume de nctar.
Este p refrigerante preserva a pelle de todas s
affeccoes dormacs.
Rosado das abelhas.
Locco refrigerante para o tollete e os banhos.
Creme poupador.
Da belleza da pelle.
Para prevenir as rusgas e refrescar o rosto.
Creme Seviga.
Composico especial, para lastrar e flxar os bal-
dos (cabellos.)
Creme fro espumoso. %
Segredo da belleza.
Para refrescar o (essido dermal.
Perfumes das brisas ti malo.
Delicias dos lencos e salos.
Dicado a S. M. a Imperatriz da Rnssia.
Caixa de Juvencio.
Cofre mysterioso.
Encerrando talismn?, segredo para tiieza.
Vermelho da China, preto indio e branco
de Lys.
Para passeios e sores.
P hrisoiital
Pas as nnhas o brilho de nacarregado.
Perfumes horisontaes.
Para perfumar as cartas, toalhas e os qnartos.
Vende.se na rua do Imperador n. 38, botica
-nrfceza.
verdadeiro em p ; prata, euro, e estanho em fo- e ahi os encontrar em broxura, assim como enea-
lhas de varias cores ; tintas vegetaes, inoffensi- dernado o primeiro volume do Manual do guarda
vas proprias para confitaras; la de cores, e nacional.
olhos de. vidros para iraagens ; tintas em tubos e gn "' .r^T-----;I------KZ~a
telas para retratos ; tintas em pastis e em p pa-1 aca-S6 sobre Lisboa, Porto e liba de
ra aquarell
roly.jasm
bouquet '
louro, eereja, alfazema, Portugal, lima, junpero,
anisda Russia, canella, cravo e muitos outros ob-
jectos que scom a vista poderlo ser mostrados.
Joao Pedro das Neves,
Gerente.
ira retratos ; tintas em pastis e em p pa-1 aaca-se soure wsuoa, rorto e lina de
irella ; essencia de rosa superfina, de ne- S. Migue!, na rua do Apollo B. 20, escri|)-
smim.bergamota, aspice, patchouly,mbar, torio de Carvalho e Negueira.
t.limao, alcaraiva, melissa, ortela pimenta, j ^^m^ ^ili ni inai aaa imiimmiiii
Amarantes. Angra Terceira.
Arcos de Val de Caminha. Guarda.
Vez. Castello'Branco. Gulmares.
Aveiro. Chaves. Lagoa.
Barcellos. Coimbra. Lagos.
Bastos. Covilho. Lanego.
Beja. Elvas. Leiria.
Bragk. Extremos. Monrao
Braganca. Evora. onrao.
Faro Fafe. Moncorva.
Olveira d'Aze- Pinhal. Regoa.
meis. Porto-alcgre. Setubal.
Penna fiel. Thomar. Vianna do Cas-
Tavira. Villa Nova de tello.
Villa do Conde. Portimao. Villa Real.
Villa Real de Vizen. Madeira.
S. Antonio. Faial. S.Miguel.
No imperio.
Baha. Maranh o.
Rio de Janeiro. Para.
Qualquer somma a prazo ou a vista, podendo
logo os saques a prazo serem descontados no
me*mo Banco a razo de 4 por cento ao anno a
ratar na ruada Cruz n. 1.
O solicitador Pedro Atexandrl-
uo da Costa Hachado
se encarrega ante o foro desta cidade de tudo que
fortendenteasuaproflssao,aceita departido an-
nualas pendencias judiciaes de qualquer casa
commercialmediante razoavel ajuste. Contina
a seencarregar de cobranzas nostermos do Cabo
elpojucaaondecontinua a trabalhar como d'an-
tes,e encarrega-se de defezasperante o jury nos
termosproximosa va frrea,offerecendo gratui-
tamente seus servicos aos desvalidos, pode ser
pr'ocu-adotodososdias utesdas9horas da ma-
nhaa as3 da tarde na ruaestreita do Rosario n.
34, eforadessashorasna rua Imperial n.36,ca-
se des na reidencia.
Precisa-se de nm padeiro perfeto em seu
trabalho para ir para a villa do Cabo : a tratar no
pateo do Terco n. 141.
Alvga-se
o terceiro andar do sobrado da rua larga do
Rosario que volla para a do Cabug, com
i grandes commodos para familia: traa seno
i segundo andar do mesmo.
Na padaria da Torre precisa-se de um
amassador que saiba entregar pao.
Arrendase a propriedade dent mirada Barra
de Sernhem, sila na frepuezla do irefmo nnme,
com grande-coqueiral dsfructar, e muitos foros
cobrar annualmento : a tratar na rua da Aurora
numero 26.
IIVIOTIIECV
Hypothecam-se dous escravinhos por 1:200,5000,
dando-se como paga dos juros desta quantia o ser-
vico dos mesmos : a pessoa que pretender deixe
seu nome e o numero da casa sua residencia na
livraria ns. C e 8.
Companhia Odelidade d
seguros martimos e ter- s
restres estafceleclda no f
Rio de Janeiro. M
AGENTES EM PEPNAMBUCO
Antonia Luiz de Olveira Azevedo H.,
competentemente autorisados pela direc- S
toria da companhia de seguros Fidelida-1
de, tomam seguros de navios, mercado- f
rias e predios no seu escriptorio rua da 9
Cruz n. i.
Rogare ao Sr, barbarel Cezario
8
s
3
- Jos Soares d'Azevedo, | rof ssor de
lingua e literatura nacional no Gyn nasio
Provi: cial do Recife. tem aberto em sua j a7.
casa, rua Bella n. 37, um curso especial i Je flze>ed? J01.1 municipal de Garan-
part cada urna das spguintes disciplinas:I""18 flBeir" dirifjia-se a iraca da lo-
LINGUA FRANCEZA, dependencia ns. 6 e S, on annuociar
GEOGRAPHIA E HISTORIA, sua mororia para ser procurado.
PHILOSOPH.A RACIONAL E MORAL,
RHETORICA E POTICA.
As pessoas qu- d sejaren. estudar qual-
quer destes preparatorios podem dirigir-se
indicada residedeia, de nanita at s 8
horas e de tarde a qualqu r hora.
Jos Joaquim de Novaos faz sciente ao respeila-
velpublico e a todos os senhores cfficiaes do exer-
cito e da marinha, que contina a ter sua casa
sortda de fa?codas e roupas feilas e por medida :
no largo do Livramento n. 34. ____________
luga-se
urna casa acabada agora, com commodos para fa-
milia, estribara, cocheira, qnartos para feitore
escravos,com banho na porta, no lugar do Poco
da Panella, rua do Rio : a tratar com Tasso ir-
maos, na rua do Amonm n. 35. ________
Aluga-se a casa n. 199 da rua Imperial pa
ra padaria, com forno e todos os nlencilios: a
tratar no largo do Carmo, esquina da rna de Mor-
as n. 1
Est para alugar-se urna casa terrea na rua
da (Sloria n. 14, um I" e 2 andar de um sobrado
na rua do Rosario da Boa-Vista, quasi no pateo da
' Santa Cruz, e urna mei agua na estrada de Joo
de Rarros, com arvoredos, agua de beber, e porto
para o becco do Pombal : quem pretender faile
na rua das Cruzes, sobrado o. 9, das 9 horas da
manhaa al ae meio dia
Delonche, relojoeiro, avisa ao respeita-
vel publico e a seus freguezes que mu-
dou a sua loja de relojoeiro da rua Nova
para a mesma rua n. 50 esquina do bec- |
co de Santo Amaro, continua a fazer to- S
dos os concertos pertencentes a sua arte !d
com muita brevidade e preco commodo. >Jt
SS Na mesma casa acaba de reetber mui- gj
fjgg tos bons relogios Je sua propria enconi- &
^H menda, de prata dourados e ouro patente, %S
H tambem relogios americanos para cima ^
jjBj de mesa e parede, tem tambtm instru- Hs
US mentos de msica, candieiros para gaz e \f
S muitos outros objeclos todos por precos B
id muito commodos. ft
Na praca da Independencia loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro e prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de
encommenda e lodo e qualquer concert.
mmmm^m mM mmmmm
I O Dr. Carolina Francisco de LimaSan- g
I tos,continua a residir na roa do Impe- jj|
Krador n. 17,2 indar, onde pode ser pro-
curado aqualquerhoradodiae da noite g
f para o exercicio de sua proflssao de me- K
ufi dico ; sendo queos chamados, depois de )f
S meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
R deixados por escripto. O referido Dr. j
K nao abandonando nunca o estodo das
* molestias do interior, prosegue, com o
maiorafflnco, nodasmaisdiffieeise deli-!
C cadas operarles, como sejarrdos orgaos
Sourinarios,dos olhos, partos,etc.
mmummmmm
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na rua da Cruz n. 53,
Io e 2 andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profls-
sao media, e com especialidade
sobre o seguinte
Iomolestias de olhos;
2o de peito:
3o dos orgaos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rlo examinados na erdem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d sj
6 as 10 da manhaa, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
co que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
HftSftSIMgiMIli
l ozinheiro ou eozinheira e *m.
Na praca da Independencia hs. 3 e 25 ao p
do funileiro, precisa-se de qutm cozinhe, escravo
ou forro, quer tu mem ou mulher, assim remo se
precisa de quem eugtmme, preferindo-se alguma
Portugueza, garante-se bom tralanienlo, e a casa
de pequea familia.
Prf cisa-sc de urna ama para todo o servico:
na rua Direita n. 60, primero andar.
A roir-misso encarregada da liquidacao da
casa do finado Manoel de Gcuveia e Sema, convida
aos errdores do mesmo a apresentarem seos lta-
los no escriplorio do mesmo lirado, roa do Apol-
lo, e os senhores de enpenho a aprennianm suas
conlas corrente?, afim de facilitar a liquidacao as
ierras e srxtas feiras, das 2 as 3 horas da larde.
Precisa-se de un a ama de leile iim filbo,
devendo ser nm* mulher bem morigerada, e que
pense cuidadosamente de urna enanca : quem se
julgar em laes cond^Des dirija se a rua da Soleda-
de n. 36, ou a rua d Aluga-se a casa terrea n. 105 da rua de San-
la Rila : na rua da Aurora n. 36.
Empresta-se 900# a juros sob hypotheca :
no segundo andar do n. 1 da rua Augusta.
.4 quem Meressar
O abaixo assignado solicita pela polica em ge-
ral qaalquer pretenco como : passaportes, porta-
ras, apprehencoes de quaesquer objectos; pela
piesidencia portaras, passaportes, patentes de of-
flciaes da guarda nacional e outras quaesquer in
cumbencias ; pelas repartieses (iscaes desembara-
CO de terrenos de marinha e de estabelecimentos
que por engao ou ignorancia de seus proprieta-
res estejam sujeitos ao rigor d Ose; pela capi-
tana do porto matriculas de carpinteiros, calafa-
tes, botes, canoas etc. Pode ser procurado no Re-
cife armazem de molhados do Sr. Antonio Lopes
Braga, rua da Cruz n. 36; em S. Antonio loja de
livraria popular, roa do Collegio n. 7 do Sr An-
tonio Dominsues Ferreira, e em S. Jos rua Birei-
la botica n. 88 do Sr. Jos da Rocha Prannos.
Joaquim Jos dos Santos Barraca
Ama
Precisa-se de urna para o servico de urna pes-
soa : no becco largo do Recife n. esquina que
vira para da Senzaza Velha, primeiro andar.
~ Na fabrica ae sabo da rua de sTMguel, nos
Afogados, precisa se de quatro trabajadores for-
ros ou captivos : a tratar na mesma a qualquer
hora.________________
Joaquim Lopes Machado, cidado brasileiro
vaia America ingleza pela Europa.
Alugam-se dous grandes sobrados com com
modos para numerosa familia, novos e aceiados-
comjardm.cochelra,estribara e outras commo-
didades,natravessa de Joo Fernandes Vieira : a
tratar na rua daSenzala Nova n. 42.
II
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(U bachare 1.1 se Haplisla (iiliPana]
advoga nos termos do Bonito o Caruar. j
Pode ser procurado na villa do Bonito,!
rua Direita n. 16, defronte da cadeia. 1
Precsa-se alugar um preto para o servico
desta typographia, ao qual dar-se-ha sustento, e se
pagar por semana ou per mez, segundo convenha
ao senhor : a tratar na praca da Independencia
ns. 6 e 8.
Na rua do Cabug n. 3, segundo andar, se
apromptam comidas com limpesa, e tambem en-
gomma-se : quem quizer dirjase tratar deste
negocio.
Precisa-se de urna criada
mado n. i2, terceiro andar.
na roa do Quei-
Troca de chap*.
Na matriz de Santo Antonio, domingo 26 de fe-
vereiro. depois da missa de 9 horas, por occasio
dos haptisados.se quizer desfazer o engao, procu-
re o tenentsecretarlo do corpo de polica.
O Sr. Bebastio Accioli Santiago Ramos,
queira vir a rua o imperador n. 83. segundo an-
dar, pari concluir o ngocio que nao ignora.
Aluga-se mu escraiw na rua o Araga n.
12, sobrado de dous andares.
AMA.
Na rua do Queimado, sobrado n. 29. precisa-se
de urna ama para casa de homem sol tetro.
Na (abrica de charutos e cigarros, sita na
rua de Borlas n. I, precisa-se de um menino para
caixeiro, Brasileiro ou Portuguez, s se exige boa
conducta.
Francelina Alexandrina da Silva Marques, viu-
va e inventarame dos bens deixados por inortede
sen marido Diniz Antonio Ferreira Marques, faz
sciente a todas as pessoas que se. julgarem credo-
res do mesmo casal que iralem de provar os seus
crditos, nos autos do inventario que se est pro-
cedendo pe i juizo de orphaos desta cidade, escri-
vo Brito, os que assim nao fizerem nao sero at-
tendidos no acto da partilha, nao obstante serem
declarados na deseripcao feita pela mesma inven-
tarame. Recife 28 de fevereiro de 1865.
Venda-se ou trocase por casa nesta praca
um sitio no lugar denominado Curcuranas, com
1,000 ps de coqueiros, casa de vivenda, urna boa
horla com muitos ps de arvores fructferas, baixa
para capim, boa agua de beber, e grande acude
para lavar animaes, ierras de lavoura? para tra-
balharem at dez captivos, podendo terse cinco a
oito vaccas de leite amarradas; vende-se por nao
poder o seu dono continuar nelle : qnom preten-
der dirjase a ruado Rangel i. 6. ou no dito sitio
a Manoel Jos Nunes de Medeires.
Livro do Povo.
O livro do povo, obraorojraa com estampas, con-
lendoa vida deNosso Senhor JesusChristo, e mui-
tos artigos uteis. Este livro das familias recom-
mendado eapprovado pelos Exms. .krs. D. Luiz
bspo do Maranho e f. Manoel arcebpo da Ba-
bia, vende-se a l00o cartoriado, na livraria de
Jos Nogueira deSouza, rua doCrespo n 1-
1NJECCAO BRO'wr
Remedio infallivel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposito r a bo-
ica franceza, rua da Cruz n. 22 pre-
co U
GRAGEASdeCUBEBINA
comCOPABAdeLABLONYE
Estes cotifeitos que tem por base o prin-
cipio activo da vrimeira ctibeba jimio cora
a rupahyba pura, nao nauseo o estomaga.
Ellos fazem parar inmediatamente asmis
rebeldes gonorrbas, mesmo as que res sti-
ram a cubeba o a cupabyba isoladamente.
Veide-se caixoes mos proprias
para bahnleiros e funileirosa 1J760
rada ora; nesta typograpbfa.
Aluga-se urna casa na Passagem da Magda"-
HOllllias ae aiOgnei. do e banho no fundo: as pessoas quo prelende-
Alugam-se mobilias compleus de toda a quali- rem, dirijam-se a rua Direita numero 3, primeiro
dade ou qualquer traste separado e por preco com- andar.
modo : aa rna Nova armazem de mobilia do Pinto.
~ PrecJsa se alugar um escravo
Alwra-se o segundo andar e soio com bas-
para'. lodo o Untes commodos para grande familia, na rua da
servio fe urna asa de familia : na ruada Cadeia Penha n. 5 : a tratar na rua larga do Rosario, ar-
do Raeife a. 32, teneeiro andar. mum de louca.
C0MP1AS.
Compra-se ouro e prata em obras velhas, pa-
ga-se bem : na loja de bilhetes da Praca da Inde-
dendencian. 22.
Compra-se um escravo de idade que
sin a para trabalho de sitio: nesta tvpo-
graphia se dir quem quer.
Algodo em carolo.
Compra-se qnalqaer quantidade por maior pre-
co do que se paga no mato : na fabrica da travs-
sa do Carioca n. 2, caes do Ramos.
Compra-te effeciivamente ooro e prata em
ooras velhas, pagaodo-se bem : na rua larga do
Rosario n. 24, loja de ourives.

\
Comprase nm negro de treia idade
do Queimado n. 34.
na rua
i


I
Diarlo de f'ci-uaiukuco Quima elra le Mareo de 15tt5.
^
*
Attentflo.
Compra-se un bravo de balanza grande com
conchas e pesos at 4 arrobas ou sera elles em
boa estado : a tratar ai roa Direiia n. 76, ou na
roa toaperlal n. 161 ________________________
Vende-se por commodo prego o sobrado de
ira apelares e soto da ra do Amorim n. 19 para
cosaprir ordeos de sea proprielario que se acba
ausente : qoem o pretender dlrija-se a ra do Vi-
garlo a. 19, primeiro ander. ______
Coropra-se nm escravo cozinheiro que seja
moco, robusto e sera vicios : a tratar no sobrado
n. 32 da ra da Aurora.
VENDAS.
ttenco.
a
Vende-se superior vinho do Porto em caixas de
urna duzia: em casa de Johnston Pater & C. ra
do Vigario n. 3.
ALHANAK.
Acaba de sahir dos pr-
los de nossa typographia o
Almanak Administrativo e
Mercantil e Industrial desta
provincia, correcto at 31
de dezembro, e vende se a
1$; na livraria ns. 6 e8
da praca da Independencia.
Esriivv
Vende-se urna negrota de 12 annos, boa figura e
sadia, propria para casa de familia : quem a pre-
tender dirija-se a ra Imperial n. 36.
dos Acouguinhos
Vende-se a taberna da ra
n. SO: a tratar na mesma.
Vende-se a casa de molhados na ra da Im-
peratriz n. 31, por sea dono ter de retirar se para
tratar de sua saude, faz-se todo o negocio : a fal-
lar na mesma cima.
i Vende-se um sobrado de ura andar, sito na
raa Imperial, urna casa terrea na mesma ra,
mais outra na ra da Mangueira, por preco rom-
modo : a tratar na raa da Praia com Lurenco
Ribeiro da Cunta e Oliveira, no seu armazem de
carne.
Estanelecimento.
Vende-se o armazem/ da Aurora Brilhante ao
largo da Santa Cruz um aos melhores estabelea-
mentos na Boa-Vista : a tratar no mesrao ou com
os Srs. Rosas Afrmaos.
fa cao
Vende-se ura baldo de amarello minio bom :
na ra da Cadeia n. 50, assim como 2 IUeirns pa-
ra amostras e um grande feito armario todo envi-
dragado.
TESTtMEOTOS.
Obra absolutamente prtpria para en-
(re(enimen(.
Aeham-se venda, na ra do Imperador n. lo,
defrowede S. Francisco, os seguintes testamentos:
ua Gallinha, do Gallo, do Cachorro, do Porro, de
Per, da Onca Tigre, do Vigario e do Leo ; a Pe-
leja da Alma, S. Miguel e o Diabo, a 160 rs. cada
um ; aproveitem em quanto tempo. Igualmente
ha venda cartas de A II l!, tabeadas pamas, e
eutros objectos propnos para as escolas.
Vende-se ama taberna bem afrrgue/ada pa-
ra a trra : a tratar na ra das Calcadas n. 9.
Vende-se feijao mulatinho novo a 800 rs. a
enia: no pateo do Carmo n. i._______
vendeos!
nm rico vestuario a Luiz de Carnees e urna cabel-
ieira tateira, tudo quasi novo e por preco com-
modo : no becco dos Pecados Mortaes n. 4.
La para bordar
A laja da Aurora na ra larga do Rosario n. 38
recebeu um grande sortimento de la para bor-
dar das meihores cores que tem chegado, a qua
se vende barato, tanto em libra como a retalho.
SUS* PlRRILH* DE AYER.
Transcrevkmos aqu alguns
dos muitos aitcstados que temos
recebido das virtades da salsa
parrilha do Dr. Ayer.
Rlieiinititino.
DK JOAO IOS DOS SANTOS.
Ouro Preto.
t SolTri rbematismopormui-
tas vezes, e vendo annunciado
em um jornal d'esta cidade a
Salsa parrilha de Dr. Ayer, re-
8olvi-me a comprar um frasco e fazer uso
d'ella ; e ames de concluir o primeiro fras-
co, achei-me forte e sem sentir a mais leve
dr nos joelhos ; a parte do corpo que es-
Uva affeclada d'esse terrivel encommodo
que roubou-me tantas noiles de somno.
Unpedes, borbnlhas pastillas,
ulceras, e todas a molestias
da pello.
DO SR. JOAO PAULA DE ABREU E MOZA.
Ra de S. Pedro.Ro de Janeiro.
RIVAL
Sem segundo,
Ra do Queiiuado, 11. til oS. F,' para admirar.
Carrctis de linha com 130 jardas,
itos com 200 jardas do Alexandre de
12 a 60.............................
Dito dito de 60 a 200..................
Novellos de liuha grandes com 100 jar-
das ................................
IItim idein brancos e do cores de 100
jard s ...............................
Livros para assento de roupa hvada...
Gordo branco para espartilho (vara)
Varas de franja branca larga..........
Pares de botes de punho todos de cores
Tinteiros de barro com tinta...........
Tesouras para costuras Unas e unlias
Ditas para costuras com toque d'avaria
Escovas para limpar denles muito Bnas
160, 200e..............................
Caixas com 100 envelopes das melhores
qualidades...........................
Ditas com 20 cadernos, rapel pautado e
liso...................................
Cadernos de papel pequeo ( e a reta-
Iho)............................
Meiadas de linha frouxa para bordar...
Pares de sapatos de tranca..........
Massos cora superiores grampas para
senhora.............o............
Frascos de macaca perola muito suerior
Ditos de verdadeiro oleo de babosa a
400 rs. e........................
de agua de Colonia
60
120
too
80
30
100
20
160
120
1(10
X)
200
320
GM)
600
20
20
1*500
t SolTria, mais de dous annos de ama
erupcao sypbililica em todo o corpo, mos D,J e
trando-se sempre com mats violencia na ca- muil0 rtna.......
ra, prove muitos medicamentos e consultei Ditos de buba a Ganbaidi_e da familia
muitos mdicos, e estava quasi desanimado
quando vi os annuncios da Salsa parrilha
do Dr. Ayer: comecei a fazer uso d'ella e
nos primeiros dias a empeo aggravou-se,
porm antes de acabar o segundo frasco ti-
nha o mal desapparecido completamente de
todo o corpo;
Doctor Don Jos Valdes Herrera, profej-
sor de medicina y cirurjia, subdelegad
em ambas as facultades del sesto dis-
tricto.Habana.
.10
200
imperial.............J...
Pecas de fitas elsticas para vestidos a
melhor qualidade..................
Pares de ligas para senhora as melho-
res..............................
Pecas de bicos francezes e renaas.....
Frascos de asua dentifrice muito supe-
rior..............................
Caixas com 4 papis de agnlhas a balo
e Victoria........................
Libras de la sendo de todas as cores...
Roneros vestidos e lambem de choro...
Caixas com superiores obreias........
Ditas de linha de gaz rom 30 novellos..
Perlifico que be usado la zarza parril- Enfiadeiras de fita para espartilhos
Cimente romano e de Poiilan i
nos armazess de Tasso Irroaos._________________
Farinka de milho,
Vendem-se barricas de farinha de milho ameri-
cana de 6 arrobas : na ra do Rangel n. 3.
Vende-se a taberna da ra da Conceico n.
11, defronte do rancho, a dinheiro ou a praso..
faz-se t'ds o negocio anda mesmo s com arma-
j.io, a casa tem bons commodos para familia : a
tratar na mesma._____________________________
Vende se a propriedade e sitio n. 24, situa-
do as ra do Mondego e Trempo, pertencente
aos herdeiros do fallecido Feliciano Augusto de
Vasconcellos : quem pretender dirija-se ao mes-
mo sitio, das 6 as 8 1|2 horas da manha : a tra-
tar cora um dos berdeiros.
Legnmes noves a 6,40U rs. a anona"
Xa padaria atraz da fundicao do Sr. Starr ven-
de se ervilhas verdes, ditas amarellas e descasca-
das, lentilhas e sevadinha pelo prego em sortimen-
to de 6J400 rs, e conforme fr a porgo faz-se al-
gum abatimento.
Vende-se a casa terrea na ra do Padre l-'lo-
riano n. 62 : na ra do Imperador o. 14.
Vende-se doce seco de caj em Santo Amaro,
junto ao cemiterio primeiro sitio ao lado do norte.
AttenQao.
Vende-se em casa de Linden Wild & C, eslei-
rs para forrar salas de boa qualidade e diversas
larguras.
la del Dr. Ayer, y como depurativo be ob-
tenido de ella los mas felices resultados en
les casos de ulcera crnica, asi mismo au-
tor y las considero como um porgante, cuya
accin ademas de ser segura, ha sido muy
eficaz en el tralamento de las enfermidades
que cxsigeu el uso de los purgantes, y no
vacilo en recomendar estas preparaciones.
Y para los fines que puedan convenir doy
la presente en Regla a 7 de setembro de
1860.
Dr. jos V. Herrera.
Escrophnla.
ATTESTADO DO 1LLM. SR. FRANCISCO FERRAZ
dos santos.Ouro Pelo.
Me acbo ha quasi dous annos affectado
de escrfulas, e tendo soffrido tanto qie al-
gumas vezes quasi que diego a desrnimar
da vida e maldizer da minba infeliz sorte;
tenho sido tratado por muitos mediros d'es-
ta cidade, e nenbum pode vencer i tenaci-
dade de minba moleslia, estava sem espe-
ranzas de recobrar a miaba saude ; quando
ltimamente resolv fazer uso da lalsa par-
rilha do Dr. Ayer. Completa;n-se hoje
trinta e sete dias que comecet com este
santo remedio, e tantas meHuras tenho
sentido que tenho conviefao de em breve
recobrar a minha saude, perdida ha tanto
temjio.
Syphilis e molestias merourlaes.
Do Ii.lm. Sr. Dr. Jacksoi'.
Medico muito conhecido as provincias do
sul do Brasil.
Tenho receitado a Saina panilha do
Dr. Ayer nos casos mais inveterados de
Syphilis constitucional e sempre com os
mais felizesresultados; o melhor alteran-
te que conheco.
jLeucorrfaa e Mores brancas.
Temos cartas em que nos conlam casos
inveterados que foram radicalmente curados
com um ou dous frascos d'esta Salsa par-
rilha.
O espaco nao nos permilte transcrever
todos os atiestados que possuimos Jas vir-
tudes d'este extracto enmposto de Salsa
parrilha do Dte Ayer. Hasta declarar ao
publico que tem sido empregado ha mais
de vinte annos ^pela profissao med ,a tanto
das Americas como da Europa, se.n nunca
desmentir a suValta repulacao'.
Carrelis de linha de cores com 100 jar-
das .............................
Pecas de cordao imperial............
300
400
900
240
320
320
800
200
04000
160
40
800
60
20
40
Fazeiidat pretos para a qua-
resma.
.Ha lo ja do PavSo.
Achare este eslabelecimenloeoinpletamenle sor-
lidodo fazendas pretas propriaspara a quaresma,
a saber :
Grosdenaples preto largo e muitissimo encorpa-
do, oulro8 mais- estrenos tundo dos precos de t
14280,1*600,14800,24, 24400 e 34, superior'
moreantique proto a 34, superior sarja preta he>-
panhola, superior setnn preto maco, ricas capas
pretas bordadas, soutembarques muito bem enfei-
tadas, rica vasquinas e casacos dos mais moder-
nos que tem vindo, superiores manteletes, camisi-
Rhas com manguitos proprias para luto e ricos
chales pretos de rede, tudo isto se vende mais ba-
rato do que era outra qual^uer parte por ser a di-
nheira : na loja do P7o ra da Imperatriz n. 60
do Gama & Silva.
As roiipas do Pavo.
Acha-se nesteestiboleciinenlo um grande sorti-
mento de roupas feitas para homem como sejam :
superiores paletots sobrecasacos de panno preto
muito Bno e forrados de seda a 224, 234 c 304,
ditos forrados de alpaca a 1<4, 16-3 e 204, sups-
riores paletots de casemira tanto saceos como ao-
brecasacos, ditos de meia casemira pretos e de co-
res, ditos de bnmde todas as qualidades, colletes
de casemira pretos e de cores, s-e'ludos, setins
COMPENDIO D0L010S0
que coalm o officio de Nossa Senhora das
Dores; o modo de resar e oTcrecer a co-
rta, um setenario o mais outros exerci-
cios de piedade e devoco; ordenado pe-
la irmandade dos servos da mesma Se-
nhora que se acha erecta ua egreja de N.
S. da Penha do imperial hospicio dos re-
verendos padres misionarios apostlicos
capuchinhos italianos de l'ernambuco,
approvado por S. M. I., que Deusguarde;
dado luz por devocao do muito reve-
rendo padre Fr. Placido deMissina.
Vende-se a 320 rs. na livraria ns. 0 e b
da praca da Independencia.____________
RIVAL
SEM SEGUNDO
Na ra do Queimado n. 49 e 33 lojas de miude
zas de Jo- & Azevedo Maia e Silva continua a
vender ludo por precos mais barato do que em
outra qualijuer parte, quem quizer ver o que ha
bom e barato venha a loja do Rival.
Latas com superiores banha............
Frascos de vidro com superior banha..
Pares de luvas dn
e_tc.,jendo todas estas obras cortadas por ura dos nV^do '\Zr **u> que'^ra vindo!
manda-se fazer qaal-1 Garrafa. d.agua da ^^ venlailejra
Pulceiras do melhor goslo q moderna*.
PASTUMSU!1
OIGESTlVAs]fflJHi|
D WASMAN
As pasthas digestivas com a pepsina de Wat-
man, empregio se com successo ha j alguns
aivno* pelas celebridades medicaes de Pars,
Londres, Vienna, etc., em todas as incommodi-
dades em as quaes a digesto difficil, penosa,
imperfecta ou mesmo impossivel: eis o melhor
remedio para curl as
Gastralgia*. Dlarrheaa e a ranatl-
BJuaepalaa. pMca aradaaldaa
Kufcararaa galrlcaa. pelaa rluboraaoea
A naatrite. dofectaaaaa do all-
Aa affeeeea argAnl- inrnlai.
raa do rxlauago.
Em todas as molestias empregao-seamiude as
guas alcalinas, especialmente a agua de Vichy,
e igualmente aspaslilhas de Vichy. Esse meio < t
efficaz quando se trate de dispepsias de curta du-
racSo, mas o prolongado uso das aguas e pasthas
de Vichy, lem grandes inconvenientes, por quanto
os alcalinos empobrecem o sangue e isso de tal
maneira que lhcs arrcblho a parte vivificante,
nutritiva e reparatriz. Com a pepsina, a contrario,
como ella urna substancia orgnica, albuminosa,
transforma-se ao mesmo lempo que se effectua a
transformado dos alimentos assimilhando-se
como elles e ajudo taobcm como elles a nutrido
5eral. Sua aeco vivifica o sangue e os rgios
e tal sorte que, alh as pessoas que sem soffrer as
affeccoes gstricas cima mencionadas sao nica-
mente fracas ou d'um temperamento um poueo
dbil, e necessilao substancial alimento para for-
tificar se, acho no emprgo das paslilhas pep-
sina de Wasman, um poderoso meio para a isso
chegar.
( Avise importante. O snecesso das pasthas
pepsina de Wasman diu causa a se fazerem fal-
sifcatoes e imilacoes d'esse producto que os
mulos se quercm desfazer. Pois por falla d'uma
boa preparaco a pepsina que n'clla entra, ju
alterada. Seremos ao abrigo d'este inconveniente,
exigendo os compradores que as pasthas tenhio
as iniciacs B. P. e saio da pharmacia Chevrier.
Depsito geralem Pars, pharmacia Chevrier,
84, Faubourg-Montmartre, e em todas as bou
pharmacias de Franca e dos paites estrangeiros.
ffllfltlil
fr C 9 9
Volla para pesroco do melhor goslo ...
Daralhos para voltarelo, linas a 200 e..
Varas de franja branca de linha ijue
lem muila serventa ...............
Duzia de peanas d'aeo muito superior-is
Frascos de oleo Baboza muito litios.....
Talheros para meuinos a melhor quali-
dade............................
Diversos livros, todos religiosos a 100,
200.................................
Duzia de colheres de metal muito linas
para sopa..........................
Duzia de collieres de metal muito linas
para cha........................
Grosas de boloes de osso para calca...
Grosas de botoes nadreperula para ca-
rniza..............................
Gretas de boloes de louca prateados
muito finos..........."...........
Varas de babado do Porto sonido.....
Duzias de lapes differentes qualidade a
no..............................
Qaadernos de papel de peso muito iluo.
Resma do mesmo papel.............
Duzia de facca e garfo muito boas____
Sabonete de espuma muito superior...
Capachos compridos e redondos muito
bons.............................
Ditos para sof......................
Pares de suspensorio muito bons e para
acabar...........................
Essencia oriental para tirar nodoas de
roupa............................
Creiao para dezenho de tedas as qua-
lidades...........................
Cartas de alfinetes francezes muito su-
periores..........................
Caixas de clcheles francezes a W) ris
Duzia............................
Carreteis de retros com quatro oitavas..
Golinhas para senhora a melhor quali-
dade.............................
300
300
140
060
060
20!)
melhores mestres nacionaes
qner obra por medida : na loja do Pavao ru da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chitas em caries con 10, 11 e 12 covades
Na loja do Pavo vende-se urna grande porcao
de cortea de chitasf 'acezas sendo claras e escu-
ras todas de cresr. as com 10 covados a 3$20o,
cora 11 covados a 3W0o e com 12 covados a i,
pechineha para se apurar dinheiro : na loja do
Pavao, de Gama & Silva, ra da Imperatriz n. 60.
(Brande lquidaco.
Ilua da Imperatriz n. 60, loga de fazendas
do PavSo de Gama & Silva.
Acha-se esle estabelecimentocompletamente sor-
tldo de fazendas inglezas. francezas, allemas e
suissas, proprias tanto para a praca como para o
mato, prometiendo vender-se mais barato do que
em outra qualquer parte, principalmente sondo em
porgao, e de todas as fazendas do-se aniastras,
deixaodo flcar penbor, ou mandam-se levar em ca-
sa pelos caixeiros da loja do Pavao.
(amisiubasa 1S-
Vendem-se camisinhas com manguitos, sende
muito bem enfeitadas, proprias para senhoras a
meninas, pelo barato preco de dez tusies cada
urna : na loja do Pavo, ra da Imperatriz o. 60,
pe Gama & Silva.
Cortes de cassa a 3>.
Vendem-se muito bonitos cortes de cassa, tendo
7 varas cada corto, com desenhos muito delicadas
pelo baratsimo preco de 3'J(0 o corte : s na
loja do Pavo, raa da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Carubraias lisas, na loja do Pavo.
Vendem-se pegas de cambraa lisa muito fina,
tapada e transparente, pelo baralissimo oreco de
44 tendo 81|2 varas cada peca, ditas muito finas
: a "5, 85 e 95 a pega, ditas victoria com 10 va-
ras pelo baralissimo precede 75, 9* e 10, ditas
Garrazes fazenda omito encorpada fazenda pro-
pria para forro a 360 rs. a vara ou 25600 a pe-
ca : isio na loja do Pavo ra da Impojatriz n. 60,
1 de Gama & Silva.
Os vestidos de Pavo.
Grande pechincha a 35300.
i Vendem-se os mais bonitos vestidos de cambraia
transparente imitadlo de tarlatana com muitos
delicados desenhos, muiio proprios para partidas e
passeios pelo baratissimo prego ne 35300cada nm,
sendo fazenda que sempre se venden a 75, na loja
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Vestidos a \& e a "o ]
Na loja do Pavo vendem-se ricos cortes de vest-!
dos Mara Pia, sendo bordados e com barras, ""> P"a o carnaval,
pelo barato prego de 45 e 75, sendo /azenda que' Vende-se velbutina de todas as cores a 800 rs. o
val muito mais dinheiro, isto por haver grande r;ovai10. ganga encarnada a 160 o covado, sarjelim
porgo, na loja do Pavo ruada Imperatriz n. 60, .cores, a .80 ^?do'a'paca de cores ProPria
de Gama J Silva. 5ara *** 320 e 360 o covado, tafel de seda
Os nffits dn Patn e todas as cores a 600 rs. o covado: ra da Impe-
rairiz, loja da Arara n. 36.
0 VIGILANTE
Rua do Crespo n.
O alio vigilante tendo sido aadido ptlonm-
poso Uallisa, na sua ordrm do da, t jitij. ti enea
. Aguia, apesar de que, para estet o Galit u sena
Jo agudosesporoes nunca os otfender, antts o>?cra-
")(| clara na mesma confoimidade, paia qut ol':|ia
UfiOfl i ,possa lliarcliar em frente, a Branca Aris ro
2i0
300
25400
15300
200
300
200
060
400
030
25000
25400
OiO
300
3|000
fio:
300
020
100
360
800
200
Is280 le.van,ar-eu vi)o,|levando no bico as palinhas i *
limbo;-i o Gallo ficara ern seu espagofo carrfio
dando de no .-o o seu canto annunciando a cus
bonsfruguezos e aorespeitavel publieo
0 yrande orliineito dcobjedos demnitigosfoque
acaba de receber.
Ricas caixinhas rom msica ricamente nfeftir
e preta, de todas as gros-
cora pedrinhos fingindo hti-
Grande liquidadlo de tazen-
- das finas, rua da Impe-
ratriz, loja e armazem da A-
rara n. 56, de Lourenco P.
Mendes Guimarles.
M
air?oSa.ila
IIPffsElllj
S-R58S?5-a
Para a cura radical de escrfulas e iffeccocs
cscrofulos, syphili.se molestijs syphi-
liticas, ulceras, feridas, cliagas,
erapgSas cutneas s todo e
qualquer incomrr-odo que!
provm d'um estado j
impuro de sangue,;
1
TOMEM A
AL.SA PARRILHA I>K AYER.
A' venda na rua Direita, ns. 12 26 e 76; j
rua da Quitanda n. 51 ; praca da Consti-j
tuico, n. 30 e Hospicio, n. 40. E na- i
principaes pharmacias e drogaras do im-
perio.
Vende-se em Pernambuco:
a pharntaeia francesa de
P.MAURER & C.
RUA NOVA N. 18.
LOJA m BALO
Vendem-se os maismodernosenfeltesparacabeca
de senhora: na loja do Pavo, rua da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As cassas do Pata).
Vendem-se as mais bonitas cassas francezas, de
padroes mludinhos e grados, chegados pelo ulti-
mo vapor, pelos baratos precos de 300, 320, 360
rs., por haver grande porcao : na loja do Pavo, I
rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
s lazinhas transparentes"""-QO rs.
Na loja do Pavo veodem se as mais modernas
lazinhas transparentes, sendo de listas miudinhas
a imitacao das sedinhai, pelo barato preco de ion
rs. o covado; ditas enfestadas de urna s cor e
ditas de salpiquinhos proprias para, vestidos e rou-
pas de criancas : na foja do Pavao rua da Impera-
triz n 60. de Gama & Silva.
Ricos soutamliarques de Patio.
Acaba de chegar um rico sortimento de so-
Chitas baratas a 210 rs
Vendem-se chitas Anas a 240 e 280 o covado,
chitas francezas linas a 320, 360 e 400 rs., cassas
linas de cores a 320 e 400 rs. o covado, percalas
finas para vestidos, o 300 e 360 o covado : rua da
Imperatriz, loja da Arara n. 36.
Caries de eaiubraias, a Arara vende a 3 >'.
Vendem-se cortes de cambraias finas brancas a
35300, 45 e 35, cortes de cassas francezas finas a
35, cortes de chita de 10 covados a 25400,. dita?
finas a 35200 : na loja da Arara,
triz, n. 36.
Riqaissimoseofresinhos com eadeadosde metal
para guardar oas.
Ricasca tas era estejo, ,;ontendo todeeogBr-
tencus para homem.
Iliquissimas rollas fingindo perola.
Ditas co;n lacinho de lila.
Ditas de lindas cores
as.
Lindosaiereros
litantes.
Ricastivellas para cinto, de todas a' qnalfdadcs
e bom gesto.
Ricos cintos de ultimo posto de Pari.
Grande sortimento de lindo? enfries pan rs! e-
ga sendo do ultimo goslo e detedos opn.(-
flores muito tinas para nonas.
Luvas enfeitadas e meias do seda pars roivjg
louqninhas sapatinlins e mefasde -Va rsrft
Da pl I >3flO.
Riquissimas fitas de todas as qnalldades rar? ?a-
co, cmiose cinteiros.
Camisinhas e golinhas para senhora.
Riquissimosjarros e figuras ara tu. n i uto fe
Grande sortimento de gravativas t ame raa
nhora como para homem.
Lavade pelica branca e decores
Cascarrilhasde bonitascres.
Trancinhas.galao e maravilba.-para fufi it.
Transelms de cabellos e de retroz rr.ra r.l
Papel arnisadce de outras qualidade?
Bolsas para viagem.
Kntremeios e babadinhos delindo? rad)ls
Lencinhos de linho bordados.
Meias para homem, senhor.-.s. ir.evitcp t nn
as.
Fitas de veludo lisas e cem malan e
larguras.
11(>
Thesouras e caivetes de todas as qualidade.
Grande sortimento de sabonetes.
Lindos vasos com banha para offerepiyfnfr.
Laixinhas com seis frasquinhos.
Esseneias de todas as qualidades.
Agnaverdideira Florida.
Agua da Colonia, em garrafas eranc^ e i m
irascos quadrados egarrafinhas.
Pomadalina de todas as qualidades.
Superior banha em frasese ropo? de i.r7r
tamanhos.
Saboinglez em paos grandes e peqoenoe.
Escovasdecabo do madroncrola. maifim c o
osso, para dentes.
Pentes para des'embaraear, com friso t'f rrrfjli
sem elle.
Ditos de tartaruga e de mnitas nutras ioa)i des.
Pentes de tartaruga para senhora
Ligas desdda e do algodao, assim come n Hilos
otros objectos desrosto quesera impo-.v*lir ornar <|ue a vista f.ir f, s no Galj Vigilante.
cub do Crespo n. 7.
Valtiubas.
com
no preto a 25, 25800. 35300 e $5 o covado, case-
mira preta lina a 25,25300 e 35 o covado, alpaca
preta a 500, 600 e 800 rs. o covado : rua da Im-
peratriz, loja da Arara n. 36.
tambarques de grosdenaple preto muito bera rarjl T'en rtes'de"easVinira prcu a 3*300.
DE
AZEVEDO FLORES.
Rua da Cadeia de Reeife n. 17, esquina que volta para a Madre de Dees.
AttenQilo.
GRAGEAS
GLSECONT
Paletos de casimira (saceos)
10* e......
Ditos de alpaca 55 e......
Ditos de alpaca branca 55 e .
Sobrecasacos de panno fino francez
Calcas de brim pardo 25300, 35, 35300
Dilasdebrim branco 45. 45300 e .
Ditas de casimira de cor 35, 75, 85 e
Cortes de casimira preta fina 75 e .
Seroulas francezas finas.....
Colletes de cisirnira pretos e de cores
3*300, 4*........
Baldes de 20 e 40 arcos dos melhores
que tem vindo ao mercado .
Camisas francezas a 2*, 2*300, 35 e
MaJapoloes francezes ipeca) 13*, 14*,
Pelos segtilntes precos
12*, II*,
. 85000
. 45000
. 45300
225000
45000
35000
105000
3*000
1*600
Chitas para coberta (covado) .
Lias lisas de todas as cores
Vestidos de la Mara Pia muito finos
Lencos brancos muito finos (duzia) .
Um completo sortimento de chitas lar-
gas de 300 a ........
Cambraias lisas brancas muito finas
(Pe?a) ...........
Um variado e lindo sortimenta de cha-
les de merino estampados de 35 a
Seroulas de linho muito finas .
4*300 Aberturas de linho pregas largas .
Bramante de una largura ....
* Camisas de Uanella bonitas, cores eco-
3*000 flomicas.........
15*000 Lencos de esguiam.......
ADMIRE*!
320
5
185000
2*800
300
55000
85000
Appredat pela AeaatBl* Medicina da Par!.
Resulta petos dous relatnos, adoptados pela dita
Academia em 1840 e em 1858, que as GRAGEAS de
GKLIS e cont So o melhor e mais efficaz remedio
ferruginoso par* curara chlorosis (alias fluor-albo), o*
lot brancos, a fraqueza de compleixae nos doua
' saxos, e tambem para ajudar a menstruatio das mocas.
Estas Grageas ato sao vendidas sent em cajxinhM
cu Tidros cobertos com rotulo e fechadoa com una tira
lerando a firma do depositario geret : LABBLONTB,
yltannaceutico, rua Bourboiv-Villtneute, 19. Pars.
Deposito geral em Pernambnc* roa da
Croz n.22 em casa de Caros & Barboza
Papel para flores
Vende-se a folha a 160 rs., de todas as cores :
na rua da Cadeia do Reeife n. 39, secundo andar.
enfeilados, que se vendem pelo barato prego
20*, 22*, 25*, 30*. Capas e casacos de glace pre-
tos que se vendem muito em conta: na loja do Pa-
vo rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Casimiras esrussezas a 1,600 rs.
Vende-se as mais modernas casimiras escossezas
proprias para calcas, colletes, paletots, roupas para
crianzas : na loja do Pavo, rua da Imperatriz
n. 60, de Gama A Silva.
Aos vate mil covados de lia.
Grande pechincha a 240 e 320 ris.
Vendem-se as mais bonitas lazinhas transparen-
tes, sendo com listras e quadrinhos miudinhos, e
isas, tendo de todas as cores, assim como pretas
c roxas para luto, pelo baratissimo preco de 240 j
rs. o covado ; ditas transparentes com palminhas
de seda Mara Pia, tendo de todas as cores, e
algumas proprias para luto, pelo barato prego de
320 rs. cada covado, isto por haver urna grande
porcao : na rua da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
Vestidos Mara pia,
firaade pechincha a 10t9000 rs.
Chegaram os mais bonitos cortes de la Mara
Pa com as barras primorosamente bordadas, tra-
zendo os competentes enfeites para o corpo, beodo
todos com as cores mais delicadas que tem viudo,
e vendem-se pelo baralissimo preco de 10* o cor-
te, ditos de precala com lindas barras e enfeites,
:' com 19 cavados cada um a 10*, ditos de cambraia
cora barras bordadas a crox no ultimo gosto, pe-
; lo barato prego de 6* : na loja do Pavo, rua da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Cassa de linho a 360 rs.
, Chegou esta nova fazenda, sendo cassa de linho
propria para vestidos e roupas para criancas, com
muito delicadas cores, moderna, e vende-se pelo
barato preco de 369 rs. o covado : na loja do Pa-
1 vo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
LSazItahas lisas.
Vendem-se as m lis finas ISazinhas de urna s
cor, tendo grande sortimento : na luja do Pavo,
1 roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Chales argeutinos de ronda.
Chegaram ltimamente para a loja do Pavo os
mais ric >s chales de renda com tres ponas, sendo
' todos pretis, e tambemeom assentos de cores, sen-
do neste artigo os mais ricos que tem vindo a este
\ mere ido, ricamente bordados e cerculados de um
' elegante bico preto de mais de palmo de largura ,
' estes modernsimos chales nao s sao proprios
! para passeio por fazerem orna elegante vista sobre
um vestido de qualquer cor, assim como muito
! proprios para os actos da quaresma : vendem-se
nicamente na loja de Gama & Silva, rua da Ira-
Lindas voltinhas de perolasfalsas eoir,cnizit>b,-s
rua da Impera-, lingindo brilhantes, assiiri como cruzinhas a\iitjrs
e v.iliiniias, pelo barato preco de I* e 1*200 s
. iifif 1 m?0 Vv,d0' ro.den^'eIP"10 'T cruzes avuls asa 400 rs. s no Vigilante, rua do
a 15b00, 15800 e 2*, dito superior a 25600, dito Crespo n. 7.
5 palmos de largura a 3so covado, panno li-1 Lcques.
Rlqoissimosloques de madreperola tanto rara
senhoras ''nmopara meninas.pelo batato preco
de 12* e I5; s no Vigilante, rua de Cmro
n. 7.
Filas de la.
Fitas de laa de todas as qualidades, proprias pa-
ra debrum de vestido a 700 rs. a peca; ro Vi-
gilante, rua do Crespo n. 7
Ricos espelbos.
Riquissimos espelbos com moldura dfura*a
sem ella de 85. 105, 12* e 14*, assim como r< nt
columnas de differentes tamanhos a 2*, 35.45; *jg
e 6* ; s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.'
Lindos jarros e lisuras.
Riquissimos jarros e figuras de porcelana fina,
para eufeite de sala, sendo o melhor gosto quear, i
tem apparecido; s no Vigilante, rna do Cresro
n. 7.
Para pos de arroz. -
Riquissimos vasos com bonecla para pos de airea
cousa de muito gosto a 1*500 e 2*, assim etn 9
pacotes s com os pos a 320 rs. cada un-,; no
Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Perfumaras.
Grande sortimento de extractos e banha. pon-a-
das, assim como de lindos copos ou vasos com dis-
tinctivos c olTcrecimentes as sinhasinhas dos me-
lhores e mais afamados autores de Paris elnglater
ra, assim como os grandes copos de banha japoneza
. Laas lisas de todas as cores muito inasa
Os dono* da loja do BALO encarregam-se de mandar fazer qualquer obra de brim
etc., para horneo e meninos, ainda que a fazenda nao soja comprada na dita loja do
Zihco e cobre em folha, estadho, azaree e aliaia- peratriz n. 60, loja do Pavao.
de ingiez. Soutambarques de cor na loja
Km casa de Rothe n. 18, vendem-se os gneros cima por precos ra-
zoaves.
Vendem-se cortes de casemira preta a 35300,
45, 35 e 65, ditas de cores a 35,45. 35 e 75. cor-
tes de brim e ganga para caiga a 1*600, 1*800 e
2* : rua da Imperatriz, loja da Arara n. 36.
Panno de linho a 610 rs.
Vende-se panno de linho para lenges e toalbas
a 640 e 720, hamburgo a 300 e 360, bramante de
10 palmos de largo a 35 e 2$300 : rua da Impe-
ratriz n. 36.
Arara vende os baldes a 3* e madapelo a \-'>
Vendem-se bales americanos a 3*,35300 e 15.
ditos de musselina a 4*300, pecas de madapolo
entestado a 4* dito de 24 jardas, largo, a 6*000,
6*300, 75, 85, 05, 105 e 125, finos, algodao pe-
gas a 3*, 6*, 7* e 8* : rua da Imperetriz, loja
da Arara n. 36.
Soutambarques pretos a 20
Vende-se soutambarque preto de grosdenaple a
20$ e 235, capas pretas de grosdenaple finas a
205, 235 e 305, soutambarque do lazmba a 7* e
8*, ditos de alpaca brancos a 8* e 10*, ricos ves-
tidos Mara Pa de novo gostoa8*, 12*, 11*,
16* e 20* : rua da Imperatriz, loja e armazem da
Arara o. 36.
Grande sortinaento de ronpa
felfa.
Vendem-se paletots de casemira de cores a 3*.
6*, 8* e 105, ditos pretos de panno fino, sobreca-
sacas a 125, 'l9,165 e 235. paletots saceos pretos
de panno a 35, 65, 85 e 103, caigas de casemira
preta a 45. 65 e 85, ditos de casemira de cor a
45,65 e 85, ditos de meia casemira a 3* e 3(300,
ditos de brim e ganga a 2* e 25330, ditos de brim
branco a 35300 e i*, colletes de todas as qualida-
des, camisas francezas a 2* e 2*300, ditas inglezas
de linho de pregas largas a 3* e 3*300, ceroulas
a 15280,15600 e 2*, paletots de brim de cor a 2*
e 3*, ditos de alpaca preta a 3* e 3*300, ditos de
alpaca branca a 45300, ditos de alpaca de cordao
a 45, colarinhos de linho a 640, ditos de papel a
640 a duzia : na rua da Imperatriz, loja da Arara
numero 36. O proprielario da loja e armazem da
Arara declara que todas as sitas fazendas se vende
em perfeito estado, como os compradores poden'
examinar; a loja est aberla at as 9 horas da
noite : rua da Imperatriz, loja da Arara n. 56, de
Mendes Guimares.
'
Piano forte.
Novan. 11.
Vende-se um muito bom e
lindo piano forte de armario
o 3 cordas vertieses, fabrica-
do especialmente por encom-
menda e desembarcado a 8
dias : na loja fraoceza da rna
ou casimira
Farelo
em saceos de mais de 100 libras : nos armazens
de Tasso Irmos.
Vende-se calgado francez da barra franceza
S. Joao da Luz, na rua do Livramento n. 21.
Borzoguins de lustre (Nanles) 6*000.
Ditos de hezerro de.tres solas (Nanles) 6*000.
Ditos de bezerro de duas solas 6*000.
Sipatos de tapete 640 rs.
Milho novo em saceos grandes ; no trapiche
do Caoba, a tratar coro Tasso frmSo?.
do Pavilo.
Chegaram pelo ultimo vapor francez os mais ri-
cos soutambarques do cores, sendo os mais bem
enfeltados que tero vindo a este mercado, cora
adornos de velludo, seda e setira, ten la, etc., s
avista do grande sortimento que os freguezes
podem dar o verdadeiro aprego a esta fazenda, e
vende-se por differentes pregos conforme a quali-
dade : na loja do Pavao de Gama e Silva, rua da
Imperatriz n. 60.
Vende ae a meago da casa terrea da rua do
Noguetran. 41,livre e desembaragada : a tratar
na roa das Flores n. 33, das 3 horas da tarde em
diante.
IMRIhS IMLIZS
Bolachinha fe soda.
Graxa 97 em potes.
Qneijo de pinlia.
Conserva.
Serveja preta e branca de Bass.
Ditos fraocezes.
Vinho Bordeauz em caixas.
Amaizas em vidros.
Vende-se barato para fechar conta: no arma-
zem deThomazTeixeira Bastos, na rua daCadoa
do Recite n. 60.
a 2* e a I*, assim corno outros objeelos que nao e
possivel por hoje annunciar, e vista dos fregu-
zes se far todo negocio; na loja do GalloA'igilicte,
rua do Crespo n. 7.
Agua Florida.
Para restabelecer e conservar acor natural
dos cabellos.
A agua lorlda nao urna tintura, facto smt-
cial a.!ontest,i.-, a mesma agua dando a er pnn.i
tiva ao caballo. Composta de plantas exticas e
desubstancias inoffensivas, ella tem a propriedade
derestituir aos cabellos o principio corante que el-
les tem perdido. D'uma salubridade nconiesta-
vel, a Agaa Florida entretem a limreza da caneca
destroe as caspas e impede os cabellos de cahir
Oleo de Florida.
Comnosto de substancias vegetaes extica", el'e
constite poderosame*'", cora a Agua Florida,
torca,a belleza e a conservago dos c&bV...:..
Em Par':?, casa de Qnislaur n. 12, rua de Biche-
lien, e2l, bonlevard Montmar're.
Todos os frascos, nao tendo intacto e clare, e
timbre prateado da casa, sao reputados falsos.
Deposito, rna do Imperador.pharroacia n. 38.
Coke *o gaz.
Pitch lo caz.
Alctio do saz.
Coke, tonelada 10*000.
Pitch, arroba 3*000.
Alcatro, caada 500.
O cok reconhecidamente o carvilo mais er>>nv-
mico, torna-se por isso recommendvel, bem ro-
mo pelo aceio que se nota as castalias
elle usado. Pitch e alcatro, ah-m s airi
goes diversas a que se prestao, como par
tar embarcages, alcatroar madeiras, ef
estes a propriedade de preservar do cu,
migas, etc. enlreguo na fabrica do gaz,
dado prem qnalquer ponto da cidade, segando *.
vontade do comprador e previo ajuste.
Azeie de car rpalo
Vende-se por atacado ou a realho mais bar; (o
o que vendem os malulos as cargas : na fabii-
ca da iravessa do Cariaca n. 2, caes do Ramcs
'






"^fclarl de Peraaahnco -- Quinta lelra 9 de Mareo de i 85
PKODIXTON ADMIRAVEIS
DO
ENSIGNE CHIMICO
X
b.1
DO
RIO DE JANEIRO.
Pro
Dnzia.
Chumbador lelil.
ou esmalto branco inalteravel, sem cheiro nem sabor e da inais
simples applica$o para chumbar os (lentes por si mesmo, ins-
tantneamente, sem chumbo nem dor, meio prompto e perfecta-
mente eificaz. O chumbador Iehl torna-se na bocea branco co-
mo os proprios dentes: acompanha uina guia .......
Cimento ehiuez
para concertar com a maior perfeigao iouca, porcellana, crystaes,
\lro!, marmorc e qualquer objecto precioso...... 10500
Cimento de gutta percha
especialmente preparado para chumbar os dentes cariados. Acom-
panha urna guia........... 2?>O0O
Cosmtico Indiano epilatorio
54000 40)000
12;>000
Laboratorio enologico e chimico de F. P. Lebeuf e C.
., .j^ia Jtoutniartre, 31, em Pars.
Fabrica em Argenten!!, prs Paria (Franca).
BONIFICADO E FABttlC\C\
Das vinhos, agurdenles e licores.
VINIIOS.ImiUfio dos vinhos de toda as
qualidades,Extracto de Mudic, dose para 130
litros, 1 f. 23,de Bordeas, 2 f., de Pomard, 3
/.,de Lisboa, t f.,-de Cataln, S f.,de Porto,
Xerez, Muscatel, Malaga, dose para V.i ou 30 li-
tros, 4 f.
Substancia para fabricar com o aleool e agua
os vinhos aciraa e todos os outros. A dose para
50 litros, 50 f.
CLACIFICAGO.Pos Ingieres, pos dos vinhos
da Hespanba, da Franca, etc. A libra para 500
litros. 5 f.
COLORACO.Purpiriglne para colorear os
vinhos brancos e vinhos claros. As duas libras
48,)00O
AGUARDENTES.Essencia de cognac para dar
as agurdenles ordinarias o sabor e o aroma d
cognac. A garrafa para !00 litros, 5 f.
KIRSCH EABsl.NTHO.-Essencia de kirsch e
de absintho, para o* fazer com aleool e agua. A
garrafa para 100 litros, 3 f.
LICORES.-Extractos para fabricar se todos os
licores conhecidos sem fogo nom alambique, (in-
dicarse os que se dejeja.) A dose para 20 ou 2o
litros, 3 f.
PERFUMES para fabricar-sc os licores Anos ou
communs a dose para 20 ou 23 litros, 1 f. 25.
TODOS os outros productos para o trabatho dos
vinhos, agurdenles, licores, vinagres, etc., sao
fabricados de encemmenda.
JTENCILIOS de laboratorio e de chimica.
e engaado nossos
N1M COROAS NEM MURAS
0
GRAIDE ARMAZEM
para destruir quasi instantneamente os cabellos de qualquer par-
te do corpo, sem dor e sem alterar a pello. Ac urna guia. 3OO0 24(5000
para 500 litro?, 16 f.
Alguns de nossos agentes lendo falsificado e imitado nossas prepararles,
freguezes, deve-se exigir sobre as rolbag e roalos as iniciaes F. V. L. Pars,
0 modo de usar-so das prepararon acha-se indicado no rotlo.
As encoramendas devem ser acompanbadas por urna letra sobre Pars ou qualquer outra clda- pfiW rs-
de de Franca, ou garantidas por ama casa conhecida.Dirigir-se aesSrs. Lebeuf & C. chimicos, ra \
20000
500
500
i 5000
1*509
i: le vi i- edontalgleo vegetal
para curar instantneamente as dores dos dentes mais rebeldes, e
que tambem proprio para a conservacSo dos mesmos, o-en-
durecimento das gengivas e a suavidade da bocea. Acompanha
urna guia.................
Eaerfvore
para tirar a tinta do papel e limpar as pennas de ago.....
Helsteln
podra austraca para curar os tumores, inchaces e feridas prove-
nientes de rocadura de coleira, sellim, cangalha e outros arreios
dos burros e cava I los; adoptado as estribaras imperiaes da
Austria desde o armo de 1741. Afflanca-se que nao preciso
oais de 24 horas para que a chaga esteja cicatrisada, e que nao
exista mais inchacao. Acompanha urna guia.......
Urnas chlmlcaa
extraeco dos callos e cura garantida sem dor nem perigo, era 30
minutos pelas afamadas limas chimieas de Pedro Mourlh......
Acompanha urna guia. 0 par ... ...... 30000
Massa dentaria Samakol
esta ma? a, pouei temp > depois de sua inlroducco na cavidade
dentaria, adquire urna dureza consideravel e nao atacada por
I nenhuma das substancias alimenticias ou dentificias. Acompa-
nha urna guia................
Massa lustrosa
para limpar e abrilhantar instantneamente os trastes, pianos, ar-
macoes de loja, grades e corrimes de escada, tirar o sujo das
moscas, ficando envernisados como novos. Ac. urna guia .
Papel chelroso
iuflammavel, queimando sem bulla, para perfumar casas e quar-
tos, produzir sensagoes agradaveis e desinfectar o ar dos dentes:
Carleiras. .
dem.....
dem.....
pomada Rondesleus
con/ra piolos e lendeas; afiancada sem mercurio .
pos de prata
para pratear instantaieamente o cobre, o latao, o bronze, etc., e
reparar os objectos antigos prateados, como faqueiros, salvas,
casticaes, apparelhos de cha e outros objectos semelhantes, af-
fiangados sem mercurio, para uso dos joalheiros. relojoeiros,
pticos, negociantes de ferragens, curiosos e casas de familia:
Vidros de 2 oitavas. 10500
dem Je urna onca. 300? 0
pos para limpar a prata lavrada
sao affianndos infallivcis. Acompanha urna guia, vidro ....
pos purgativos
fura curar e prevenir as molestias dos caes. Acomp. ama guia:
Carteira. .
dem .
Habo oriental
para tirar todas as nodoas. simples ou compostas sem alterar os
lucidos como sejam: nodoas de vinno, licores, caf, frutas,
ordura, e limpar as golas e paramentos dos vestidos chis e mi-
nares. Acompanha urna guia...........
Tiuta Azul Indelevei para marcar a roupa
'; azul no escrever, e em 24 horas na sombra ou menos de urna
hora no sol, torna-se preta e nunca mas sabe do panno as la-
vagens. E' preciso escrever sobre panno encorpado ou engom-
mado. Affianca-.se que nao ha melhor na corte em qualidade.
Vidro de tres onca. 1->0U
dem de urna onga. 500
Tinta enea nada indelevei superfina
para marcar a roupa, em vidros de meia onca....... 2-5000
Utttcueut Iehl
remedio niaravilhoso o melhor at heje condecido contra feridas
a >vas e antigs, ulserosas e saniosas, fstulas, frieiras, hemor-
roidas, lueencas, mordeduras, muas, panaricos, queimaduras,
reumatismos, supuraces putredas, cabegas de prego, abeessos
. no seio das senhoras, tumores e ulceras em qualquer parte :
Rolos. .
dem. .
NA ittIT
RITA. DO IMPERADOR W. iO
Jante a o se hrada em qoe mora eSr. Osbaroe,
Duarte Almeida de. C, reeeberam de sua proprla enconinren-
da mala lindo e variado sortlmento de niolhados, proptlos
da p resente staeio.
Manteiga ingleza Ma^as brancas
da safra novavinda no ultimo vapor a l.oooipara sopa a melhor que se pode esejar,
macarrao. talharim ealeiria '
libra e 4)5500 a caixa.
Vinko
rs. a libra eem barril a 8oo rs.
Manteiga franceza
pa safra nova a 60o rs. alibra, e em barril
a 400 rs. a
Montmartre, o. 31, era Pars, ou a sua fabrica em Argenteuil, prs Paris.
Vende-se ua botica franceza; ra do Imperador n. 38.
i8000
I
[4,5000
1,5000 9*000
344000
3-5000 24,5000
14000 94000
DE
DE
J. VIGNES.
44000
74000
104000
21000 204000
\. ftft. RA BO IMPERADOR V .
Os pianos desta antiga fabrica s5o hoje assaz conhecidos para que seja necessario insistir sobre t
sua superioridade, vanlagens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
veis que elles tera definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; odo-
suindo um teclado e machinismo que obedecem todas as voiitades e caprichos das pianistas, sem-
aunca albar, por serem fabricados de proposito, e ter.se erto ltimamente melhoramentos importan-
ssimo* para o cliuia deate paii; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e par isto muito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as enconrmeadas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Pars, socio
aorrespondente de J. Vigiles, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expesicoes.
No mesmo estabelecimento se acba sempre um explendido e variado sortimento de msicas do-
aielhores autores da Europa, assim como harmonices e pianos harmnicos, sendo tudo vendido por
preces commodos e razoaveis.
124000
284000
500 44000
500
14000
44000
7-5000
500 44000
74000
40000
CONSULTORIO MEDHM1RIRGIC0
DO ,, -
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
MEDICO, PARTEIRO E OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fundao 3
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres lodos os das das 7 s 1
aoras da manhSa, e das 6 e meia s 8 horas da noite, excepeo dos dias santificados
Pharmacia especial komeopathica
No mesmo consultorio ha- sempre o mais appropriado sortimento de cartehas
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisacocs e pelos preces seguintes
Carteiras de 12 tubos grandes. .'. 12|JOOO
de 24 tubos grandes. 18^000
> de 36 tubos grandes. 244000
de 48 tubos grandes. 30^000
de60 tubos grandes. 394000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com os remedi
me se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tfntura de meia onca 1(5"00.
Sende para cima de 12, custaro os precos estabelecidos para as carteiras.
. Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
M VKOS.
A melhor obra da horaeopathia, oMinual 3e Medicina,Humeopatliicodo Dr. Jahr,
Jous grandes rolumes com diccionario............ 20400(1
Medicina domestica do Dr. Hering,........... 104000
Repertorio do Dr. Mello Moraes............. 64000
Diccionario de termos de medicina........... 34000
Amendoas
t&ufeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
24400, muito propios para mimos.
Cartoes
com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
com bolachinhas de soda de todas as qua-
lidades a 14300.
Chocolates
de todas asqualidades a 1400Q a libra.
Presuntos inglezes
dos melhoresfabricantes a 800 rs., tambem
teons velaos para 500 rs.
Queijos flameugos
chegados neste ultimo vapor a 2S6oo.
Qaeijos
chegados no ultimo vapor a 206OO cada um.
Qneljo
londrino o mais fresco que se pode esperar
e de encellante maree a 800 rs. a libra
sendo inteiro e a 900 rs, a retalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 14200.
Cha uxim
o melhor que se pode desojar, que outro
qualquer n5o pode vender por menos de
34 a 24600.
dem perola
especial qualidade a 24700 rs. a libra.
dem hvsson
o mais aromtico que tem vindo ao nosso
mercado a 24600.
Massas amarellas
para sopa, macarrao, talharim e aletria a
480 rs. alibra.
COJVIC
o muito afamado cognacPal Brandy a l,8oo
rs. a garrafa e de outras muitas quaiida-
desa l.ooo e 8oo rs. a garrafa
COPO*
lapidarlos para agun a 4,5oo e 5,ooo rs a
duzia, e a 440 e 5oo rs. cada um.
PAPEL
almaco, greve, peso e de outras muitas qua-
' de 2,2oo, a 4,5oo a resma dome-
lidades
Ihor.
Papel de botica
Os remedios deste estabelecimento sao por demais conhecidos e dispensam portan- j excellente qualidade a 24200 a resma,
184000!t ^e scrertt flavamente recommondados as pessoas que quizerem usar de remedios ver-! azui PAPEL
dadeiros.energicos e duradores : ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de ver- j' ?_ Para embrulho de l,4oo a 2,2oo
dadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservaco, tintura dos mais acreditados
estabelecimentos europeas, a mais exacta e acenrada preparago, e portanto a maior ener-
ga e certeza em seus effeitos.
44000
24000
304000
174000
nico deposito em Pernambuco em grosso e a retalho
EM CASA DE MANOEL i C.
11 DO (iBl-i
FOLni^HAff
Para 1S05.
Acham-se venda nalivraria ns, 6 e 8 da
jirafa da Indepeudencia:
A FOLHINHA DE 1>0RTA. Jbrangendo o
Kuiendario civil < ecclesiastico, tabellas
de feriados, de emolumentos dos tribu-
uaes do commercio, etc. a 160 rs.
A OLH1NHA DE ALGIBEIRA contendo o
mesmo que aquella e mais urna nova
Noaruiazemde fazendas ba-
ratas de Santos & Colho
Ra de Quciotado a. 19.
Vende-se o segnlnte:
Lenges de panno de linho
pelo baratissimo preco de IJAOO."
Lences de bramante de linho
de um s panno a 35500.
Coberta de chita da India.
pelo baratissimo prego de 25500.
Lencos de cambraia brancos
rs. a resma.
Casa de sade para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operaco, para o que o annunciante julga-se suficientemente habilitado.
Otratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
funecionano a casa a mai6 de quatreannos, ha muitas pessoas de cujo conceito se nao
pode duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
doentes.
Paga-se 24000 por dia durante 60 dias e d'afci em diante 14500.
As operacoes serio previamente ajustadas, se mo se quizerem sujeitar aos precos
azoaveis que costuma pedir o annunciante.
Corinthias
Salve Rainha em versos, o Stabat Mater
em verso, devoco ao agonisante, coracao Pps^rahSS.^* id^^
Je Jess, cntico em louvor doSantissi-
no Rosario, cntico a Virgem Maria Nos-
a Senhora, trinta e tres chistosas anc-
dotas, um indito poema sobre as aven-
Pecas de bretanha de rolo com 10 varas
propria para saia, a 45.
Pecas de cambraia de forro, a 24600.
Esteira da India
propria para forrar salas, de 4, 5 e 6 palmos de lar-
i aras de um cozinheiro, o canto de urna gura, por menos prego do qne em outra qualquer
solteira (poesa), crescido numero dcma-|Parte-
simas e pensamentos, urna historia como
muitas (romance), e vintecinco novas e
piihericas charadas a 320 rs.
Vende-se
'icliina para descaro^ar algodao, com motores
i ..a animaes : na ra da Senzala Nova n. 41
do melhar gosto que ha no mercado, a 560 ris o
Arados americanos e machinas para covado, neste armazem de fazendas se encontrar
13v*r roupa: em casa de S. P. Johnston C, um 8rande *OT!4ni!nJ0 ^e P.a. fe,a e_ P_r m!di,la
ra da Senzalla Nova n. 42.
Toalhas alcochoadas para m5os
55 a duzia.
Laazinhas carmezim miudinhas
proprias para vestido de menina, a 606 ris o co-
vado.
Laazinhas de cores finas
DUOARIA.
3iltua 'larga de Rosario3i
Hirtholomea Fimiicsco deSouza
Vendem:
H(q actico puro p.ira retratistas.
:1- niltes para ourives.
. :'apel para forrar casas,
luarnicoes avelludada.
na branca superior em lata.
Mvaiade Venaza, lino, em pes.
9 6STSLL0 DE GRASVILLE
fraduzido do francez por A. J. C. da Cruz. .
Vende-se este bello romance em quatro
tomos pelo baratissimo preco de 24500:
an praca da Independencia, livraria M.
6 e 8.
-| Fabrica Conceicfto da
f; S Bahia.
S Andrade k Reg, recebem constante-
I mente e tero venda no seu armazem n.
W3& da ra do Imperador, algodo d'aquel-
__ la fahrica nrnnrin tt^r QHpnn* Aa iGin.
Sa fabrica, proprio para saceos de asta-
car, embalar algodao empluma etc., etc.,
pelo preco mais razoavek
Roa da Senzalla a. 42.
Vende-se, eracasa de S. P. Johnston & C,
gChales de renda preta e limraus de gaipi preto'g
A'
ja da roa do Crespo 11. 17,
- DE
JOS! OJIES VIIiL VR
Vende a 155,205, 305, 405. 505 e 605, capas e easacoes de gros pretos, chapeos
e chapelinas de palhae ontras muitas fazendas propTfas para a juaresma.
Jos Gomes Villar pretenendo ir a Europa tratar de sna sao de espera
devedores tanto do mato como desta praga saldem seus dbitos quanlo antes.
FABRICA DE CHPEOS DE SOL
M. 99 R11.1 Xova esquina da Canib*a do C armo e ma do
Cabng n. .
A directora desse estabelecimento o mais importante que existe neste genero
as provincias do norte do imperio, querendo que o pabltco desta provincia goze das
vantagens que proporciona a fabricacao em grande escala e directa relacao com as mais
importantes fabricas da Europa, faz sciente que resolveu-se a vender ainda mais barato
do que do costume como demonstra a seguinte tabe'la :
Descont em duzia.
em cnapa a
a 15,ooo rs.
passas corinthias muito novas proprias para
podim a 800 rs. a libra.
Fumo
o verdadeiro fumo americano
i.4oors. alibra.
Vinagre
PRRem aecoretas de 9 caadas
cada urna.
Cebollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e l,ooo rs. o molho.
Alpiste o tainco
0 ?sinfSr;do ^ercado a m a iibra-
e 40400 a arroba.
. CEBLAS
go1rcran.9ImperadOrn-40elar-
CRAO DE BIC0
m h! n",0 r aH00a arroba e 140 rs. a li-
b"naruadoQueimio n.7, ra do-
Imperador n40 e largo do Carmo n. 9.
m... Queuo smsso
oriS!S*l00rs-a Iibra naruado
^TraVOIOIpe,,dorn-toe
Os
Figueira J A A e outras muitas marcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa,
dem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa> e
25800 a caada.
dem do Porto
generosos engarrafado des melhores fabri-
cantes da cidade do Porto a 15 e 14200
a garrafa e de 100 a 12(5 a caixa, as mar
cas sao as seguintes: Cbamisso AFilho,
F. & M., Nctar on vinho dos Deuzes,
lagrimas do Douro eoutros muito.
Latas
com 10 libras de banba a 40000.
Bolachinha ingleza
al5800 a barrica damesmaoue
vendem a 20000 e 20400.
Nozes
as mais novas do mercado a !2Gc* uf bra.
Cervejas
dos melhores fahricantes|e de todas as mar >
cas de 40500 a fi05OO a duzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Reis e outres em
meias caixinhas a 10500.
Arroz
do Maranhlo a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 20500 a 30000 a ar-
roba desses que vendem por 30400.
CAF
de 1.e 2. sorte do Rio de Janeiro a 803f
e 80800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
Ciarrafes
com 4 V garrafas com vinagre a 10000 (Mi
ogarrafSo.
GENEBFA DE LARANJA
verdadeira a 10000 o frasco, e de 110000
a caixa.
DEM
em frasqueiras de Hollanda a 50800 con
12 frascos.
GENEBRA
de Hollanda-verdadeira em frasqueira a 600
rs. cada urna.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza
e2o rs. cada caixinha.
LICORES
finos de todas as qualidades, a 10,000 a caixa
com urna duzia e a l.ooo a garrafa.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
jam Abreu e outros muitos a 600 rs. a
libra.
Presunto
o verdadeiro prezunto de Latnego a 52o rs
a libra.
'ARROZ
Maranhao, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3,ooo, a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas marcas a 56o rs.
a libra e em caixa ter abaumento.
VELAS
de carnauba em caxas de arroba a 9.3oo *
caixa e 34o rs. a libra.
Batatas oras
em caixas de 2 arrobas a 50 a caixa e 60 rs
a libra.
Passas muito navas
em quartos e inteiros a 20 o quarto e 60500
a caixa e 400 rs. a libra, '
Chocolate
portuguez o mais especial que se pode de-
sejar a 800 rs. a libra e 140 rs. o pao
Frotas en calda
chegadas ltimamente, pera, pecego, gima e
outros muitos a 640 rs. a lata.
, finn* lfD8ce.diea*a(Ugiaba
a 600 el0 ocaixae.
. GOMMA MUITO NOVA
em paneiros de 1 e 2 arrobas a 30500 a ar-
roba el 40 rs. alibra na roa do Coei-
rCarmo7'r:a9dOllBperad0rn-40e,a^
BOLACHINHAS
a lata5 deff0renles quWadei a ime
rhoo. QL'EIJ0S FI4MENGOS
ch^"n.este o v*1or a208OOna ma
A ? !Z3 7> rua d0 aperador n.
40 e largo do Carmo n. 9.
7
<'.,
.
lo o o
Chapeos de sol de panno a 2^000........ 20
armacSo de baleia a 20500 .... 4 O
de seda armacio de ac inglez de 20 pollegadas
40, de 2* 50, de 26 5#3d0 e de 28 60...... 15
Chapeos de sol inglezes a baJ8o 12 varetas, cabos muito ricos e
seda superior d 24 pollegadas 80, de 26 90, e de 28 100. 15
dem dem a balo de 16 varetas patent paragon de fox do Vt
pollegadas U0, de 261*0, e de 28 130 .
Alm de ntuitas ontras qualidades de chapeos de sol que existem na mesma casa
como sejam de alpaka, ditos debrim de linho, etc., etc. ha tambem de seda e de panno
de todos os lmannos e.feitios, os quaes s3o 13o vantajosos como os annunciados, ha
sempre um constante sortimento de bengalas, chicotes, cachimbos, entilara fina e ar-
sellins e silhesinglezes, candieiros e casti-mas de caga, os quaes vendem-se igualmente em porcao e a retalho, notando porm
caesbronzeados, lonas inglezas, fio de vola, f-qne o comprador por atacado ter sempre um descont razoavel, afim de poder reta-
chicotes para carros e montarla, arreios para lhar pelo preco que o estabelechuento retalfra.
carros de om e doos cavallos.Je reloglos de! N. B. OS objectos comprados em menos de rima duzia serio considerados como
ouro patete inglez. 'a retalho.
proprietarios do grande armazem o Verdadeiro Prmcinal
0 Verdadeiro Principal roa do Imperador 1 40
FARELLO DE LISBOA
vc^.c!leTas novas T""65 M50: na rui do taPeradw *
r
NOVIDADES.
Queijos do Uentejo, ditos das ilhas o mais fresco que c pode dese-
jar a 10200 a libra, e sendo inteiro ter algum abatimento, ricas caixinhas
redondas enfeitadas, proprias para mimo dafesta pelo barato preco de 40
cada urna, ricas caixas de figos tambem proprias para mimo de 800 10500
cadauma. Veade-se nicamente no armazem Verdadeiro principal rua do
Imperador n. 4.

GAZ GAZ Gesst
da melhor qualidade a Jrrf,SKm 8e?s0 : nosarraaiens de Tasso Ir-
GAZ
Vende-se gaz
120 a lata : nos armaiens da ruado Im-
perador n. 16 e rua do Trapiche Nevo n.'g
Vendem-se t bancos de corlar tora* wm
pnuoo aso e ama grade deamarello em fcora asta-
do : na roa do Rangel n. 24.

Feljfto.
VenaVce tuna porcao de feijSo mnlatnho mnito
novo a ti a acia, clfto preto a 880 rs., dito rajado
do Porto a 90 rs.: na roa Direta n. 8.
-

(
_^


BBHBaWBBiajBKMMBBBBJHaBaBBaBBB*JBl
Diario de Peiunnibitco -- Quinta lelra de Marco de 1865.
NOVOS VESTIDOS DE PHANTASIA
Chegaram os modernos vestidos de dentelle de seda com barra, inleirament notos
eragostoe qnalidade : aloja das columnas, na ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia
de Vasconcellos-A C, snccessores de Jos Moreira Lepes.
Fazendas de bom gosto
Para vestidos desenliara
Superiores cortes de seda de cor, ie morante, de gorgurao e de selim- imperial.
Ditos de blond, e de cambria branca bordados.
Ditos de laa com barra e grande variedade em cores e padroes.
Ditos de organdys com barra
Lindas sedas de quadros escosseza e miudas.
Superiores lias lisas com grande variedade de cores.
Ditas com salpico?, com flores e de quadros.
Lindas pampolinas de quadros e de flores, fazenda inteiramente nova.
Superiores cassas de cores, e lindas cambraias ergandy
Grande variedade de chita de cores, de percalia eontras muitas fazendas dea-
Para hombres de senhora
Liadas capas e bournoux de casemira de cor.
Ditas de lia e de seda.
Grande variedade de sout'embarques de seda de 18J a 40J.
Manteletes de seda.
Superiores basquinas.
Superiores cbales de seda, de merino estampados linos, de cachimira com listrasde
seda e de l preto.
Caraizinbas modernas, zuavos brancos e de cores, colletes de cambraia, lindas gol-
linhas com punhos e outros muitos artigos.
Pura cabeca de sealiora e menino
*
Superiores chapeos e chapellinas de palha de Italia entenadas para senhora.
Ditos de feltro enfeltados para senhora.
Ditos de palha enfeitados para menino.
Grande sortimento de enfeites modernos de retroz, de froco, de cabello e de ores,
para senhora.
Na loja das columnas da ra do Crespo n. 13, de Antonie Correia de Vasconcel-
os A C.
OERAIi IECOJJIJIEXHALO
A 48 0 CORTE.
rechincha sem igual.
Lindos cortes para vestido de percales de cores
claras e escuras com grande variedade de padroes
pelo baratissimo prego de 4$ o corte : na loja das
columnas ra do Crespo n. 13, de Antonio Cor-
reia de Vasconcellos & C.
Piano
i
Vende-se um piano em bom estado e proprio
para quera se propSe a aprender : quem preten-
der dinja-sc ra larga do Rosario n. 37, que alli
encontrar pessoa habilitada para tratar do aju>te:
o exiguo prego do objecto nao pode deixar de ter
muitos pretndanles.
PRELO
^pilli
mim CONSERVATIVO
23Largo do Terco23.
Joaquim Simio dos Santos, dono Ueste bem sonido armazem de molhados faz sclente erag
reco mu uJ aero aos seus amigos, freguezes e a todos em geral, que esta resolvido a vender os'seus
no.u eounaeidos gneros de primeira qualidade,por menos de 10 a 20 por cento, menos doque em ou-
ira qualquer parte a dinheiro contado,e todo o comprador que comprar de 505 a 1005 terao descon-
t de 3 a 10 por cento pelo seu prompto pagamento; e por isso se faz annuncio de alguns generos-
para com este melhor se certificar em.
Massas para sopa macarro, talharim e aletria a
CIIEGAKU! OSMODMS CHILES DE
PIL PRETO.
rea S penares chales de fil prelo c'iegados pelo ultimo vapor frn ez, a
gf^ loja das los & C.

240 rs. a libra e em caixa a :>>.
foacinbo de Lisboa alvo muito superior a 280rs.
a libra e 85800 a arroba.
Dat doRio de primeira e segondasorte a 260.280
e 300 rs. a libra e a arroba ou sacco a 8j> e
85500.
Cnourias as mais novas do mercado a560rs. a
libra e em barril a 125.
Passas rindas pelo ultimo vapor a 400 rs. a libra
e a caixa a 85-
Batatas em glgos de 3o a 40 libras por 2*400 a ar.
robae a 80 rs. a libra.
Cha hysson mindinho superior qualidade a 1*200,
23000, 23500 e 3 a libra.
Vinho de Figaeira, Porto e Lisboa em pipa a 560,
500, 400 e 640 rs. a garrafa.
Milho alpista e painco muito limpo 146 rs. a li-
bra e a arroba a 4*400 e 45200.
Pbospbros do gaz vindos por conta propria a 180
rs. o maco e a 2* a groza.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa e o ga,
lio a 2*800 e a caada a 4*500.
Serveja das marcas mais acreditadas a 500 rs.a
garrafa e a duzia a 5*800.
Figos de Comadre muito novos a 280 rs. a libra e
ero barril ou caixa se far abalimento.
Arroz do Maranhao e Java a 100 e 80 rs. a libra
e a arroba a 2*800, 2e 2*400.
Assira como ha um grande sorlimenlo de charu-
tos e genebra de Hollanda, tanto em frascos como
em botijas, bolacbinhas de soda, conservas choco-
late, marmelada, vinho engarrafado e outros mui-
tdem propria para neeocio a 320 e 360 a garrafaltos gneros que enfadonho menciona-los, e se al-
e a caada a 2*409 e 2*700. 'gnem duvidar venha ver.
FRANCISCO J. GERMA
SI RA IOVA N 21
Acaba de receber um magnifico e completo sortimento dos objeclos que de mella qualida
de encontrar em urna relojoaria, taes como : chronometros martimos e de algibeira, relogios de ouro
e prata, douradose foliados, ditos para mesa e de parede, francezes, suissos, allemes e americanos,
reguladores de compensado, relogios grandes com msica e sem ella, dito de sol montados ttm pegas
para disparar em certas horas, despertadores de diversos tamanhos, caixas com msicas, igual sorti-
mento de oculos e lunetas de ouro e prata dourada e tartaruga, bfalo, age, e varios metaes, oculos c
lunetas especiaes para senhoras, de nltimo gosto, ditos proprios para os que olTrem de iuOaromacoes
nos olhos, labricados segundo os preceitos dos mais acreditados mdicos da Europa e igualmente os de
Pernambuco, os quaes so se vendem por consulta dos mdicos, vldros de crystal branco e de cores,
oculos de alcance para o mar e outros proprios para observares astronmicas, oilantes e sextantes,
binculos para theatro, para mar e para campo, microscopios e meridiano universal, barmetros, ter-
mmetros, caixas de instrumentos mathematicos, correntes e chaves, sinetes e trancelins de ouro, dou-
rados e [oleadas, tudo dos melhores fabricantes. Encarrega-se de qualquer concert e encommenda dos
objeclos mencionados, e responsabilisa-se durante um anno por qualquer relogio vendido ou concert
aeito, em seu estahelecimento; e vende por menos que pode fazer outro qualquer.
Cassas para vestidos.
Tal pechincha s a dinheiro se pode vender.
Superiores cassas francezas de cores miudinhas, de quadros, lisas, e de ramagens, com grande
variedade de padroes, fazenda que se tem sempre vendido a 800 rs. a vara, pelo baratissimo prego de
300 rs. o covado : na loja das columnas da ra do Crespo n. 13, de Antonio Correa de Vasconcellos
A Comp.
0
Irm
e mollina
XAROPE D'ETHER
DE BOULLAY
Doulor da Faculdade de Sciencias, membro da Academia imperial de Medicina,
Official da Legiao ie Honra,
Ra des Fosss-Montmartre, 17, Paris.
Este xarpe composto i. mais de vinie annos pelo sabio lente Boullay, constitue a melhor
maneira de administrar o Ether. Be empregado com suocesso em todas as doencas que tirSo sua
origcm de um erithism nervoso, como sao as:
r.almbrt. de temas*,
Iaalgeatie,
Caatralaoca,
Aeeeaaoa hy.lcrlco e bypo-
eoBdrlaeee,
Celleaa veataaaa ou nei-T*-
Deposilo geral, em Parts, na botica de Boullay, doulor em Seienciat, membro da Academia
imperial de Medicina ie Paris, official da Legiao de Honra, ra des Fosss-Moatmartrc, 17, e
em todas as boticas de Franca e dos paizes estrangeiros.
Fni*i|iirra,
Nevralglaa,
Eapaaaiea,
Allaqaea a*e nrvea,
Verileen*,
Syneanea,
ana, hepatleaa latnlentaa,
Aeeeaaea de seta e de rheu-
Mrtlaaaa,
Casos de envenenlementa,
te., etc., etc.
ASTHME
ASTHMA ASTHMA ASTHMA
SUFFOCCO NERVOSA E OPPRESSlO
nico remedio efficaz para combattir estas molestias, acalmar um attaque d'asma e impedir a
volta o Xarpe aromtico de Succino [mbar amarillo) do Dr Danet. Ueseoberta inteiramente
recente, este novo producto se tem propagado com extrema rapidez gracas aos admiraveis resul-
tados que tem sempre produzido.
Deposito geral, na botica Chauveaud, 54, rea do Comercio, Paris-Grenelle, e em todas as
boticas de Franca e do estrangeiro.
a 3*000 : na ra larga do Rosarlo n. 50, taberna
da esquina que volta para a ra estreita do Ro-
sario.
Vende-se a quarta parte da propriedade de-
nominada Pona de Passambi. e nma parte do en-
genho Boacica, ambas na freguezia de Ipojuca : os
pretendentes entendam^se com o proprietario do
engenho Caithe na mesma freguezia.
Bixas hamburgne/as.
Vende-sena ra Novan. 61.
MACHINAS EPATKKT
de trabalhar mo par
descarocar agodo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAH
Estas machipas
podem descarocar
qualquer espeei
'de algodao sea
estragar o fio.,
sendo bastante
duaspessoaspar&
o trabalho; |>dt
descarocar," urna
arroba *de algo-
dao em carece
em 40 minutos
on 18 arroba*
por da ou 3 ar-
robas de algodc
limpo.
Assim como machinas para serem movidas por
animaes, que descaro^-am 18 arrobas de algodat
limpe, oor da; e motores para mover urna, duas,
eutris dessas machinas.
Os mesmos tem para vender um bellissimo va-
por que pode fazer mover seis destas machinai
mencionadas ; para o que convida-se aos Srs.
agricultores a virem ver e examina-lo, no arma-
zem de algodao, no largo da ponte nova n.47.
Saunders Brothers C.
\. II, praca do Corpo Santo
RECIFE.
Os aicos agentes neste paiz
A LEGITIMA
3 3aa:-n
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Z~ j, ~f- C
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ni n-B s =r 2
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3 VJ
XAROPE DEPURATIVO
LiE GOUX
BiCMQ^ULPHO-IODURADO
Este novo producto resultado de urna trplice combinaco de tres metalloides cujas proprie-
dades s5o mui conhecidas, o Bromo, o Euxofre e o Iodo, oceupa boje a primeira ordem de
entre todos os depurativos dos quaes o mais poderoso.
As experiencias dos mdicos mais notareis dos hoepitaes de Paris, os senhores Cazenave,
Puche, Bazin, Blaclie, Guihout, Baroschet, Danet, Legroux, Vasse e Aubry, etc., demonstrarao
sua poderosa cfficacia as affeccocs seguientes:
Doeneaa de pella,
Dartroa e borbnlhaa de todn a capele,
Piara* mneeaaa,
Obalrueeea lymphalleoa.
Papel raa,
Eaerofnlaa,
Franibaealn,
Humor.x Irlo,
RacbltlMNe,
Ophlliulmla eaerofnlean e cbronlca,
Tsica cacrefnleaa,
AfTeecea aypblllllcne,
Elenhantlaala dea Greyea,
E todas si doeiias occaiionadas por um vicio do
sangue, e ji tratadas sem neuhum succosso pelas
prepancoes vegetaes, iodadas e o oleo t figado
de bacalhio.
Abeeaaoa, poalemaa,
Canerea,
Ulceraa,
Tinka,
Eacorbnta,
Man ou Boubaa (do Brazil),
O Xarpe de Le Goux, de nn fcil digestSo e de gosto delicioso, se emprega tambem
com muita vantagem e aconselhado pelo doulor Barthe, do hospital dos meninos, para as
enancas debis, escrofulosas e rachicas ou sobre a influencia de um vicio hereditario, e mui
superior neste emprego ao oleo de figado de bacalho e aos xarpes depurativos e anti-escor-
buticos que se administravo at agora.
Deposito geral, em Paris, na botica Boullay, membro da Academia imperial de Medicina de
Paris, official da Legiao de Honra, e em todas as boticas dt Franca e dos paizes estrangeiros.
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Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22, em casa de Caros -Barbosa.
Presos que admira.
Sapalos de trauca superiores pelo barate pre^o
de 1-5 o par, e duzia I5 : no vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Rico adamascado de todas as larguras, a peca
com 10 varas, cada pega a 400, 480, 500 e G00
rs. : no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Clcheles era cartao de urna e duas carreiras
perfeitas, pelo barato preco de 40 e 60 rs. cada
cartao, e duzia a 400 e 500 rs.
Pentes para atar cabello, a duzia a 1,8.200, 1,8600,
23,35,45eo.
I Ralaios propriamente para costura capara fruc-
i tas, e para menina trazer no braco a llo00,1^600.
1 13800, 23 e 23500.
Perfumara, marac perola a 23, 23200, 33 e
145 a duzia, oleo de maozinha a 53 e 63 a duzia.
binha a 33, 43 e 53 a duzia. Estes objeclos se
vendem por admiraveis precos em consequencia
I de serem arrematados dos salvados da barca fran-
! ceza, pois affanga-se a pouca avaria e a boa qua-
dade : s no galo vigilante, ra do Crespo n. 7.
81 -RIJA O IMPERADOR-SI
Seganda casa do lado direito indo do pateo do Collegio.
Francisco Jos Leite, tem a satisfa5o de avisar aos seus freguezes e aorespeitavel
publico que, estando restablecido de seus incommodos de saude, acba-se novamente
com um bello e bem sorlido armazem de seceos e molhados primorosamente escolhido^;
como se npre caprichou ter das melhores qualidades, eFrancamente affiancas pessoasque
se dignarem comprar em seuestabelecimento,que alli de preferencia outra qualquer par-
te sero mais bem servidos, em qualidade e pregos, como em pesos e medidas, no que
sampreo annunciante foi escropuloso, em summa, nao Ilude a pessoa alguma.
Aos Srs. de engenho e lavradoresqueo queiram honrar como seu comitenttIbes
assegara que o producto de seu laborioso trabalho ser o mais bem reputado no merca-
da desta praga, para o que se julga convenientemente habilitado pela longa praticacom-
mercialque tem exercido, sendo seus portadores despachadoscom presteza, depois de se-
rem fielmente cumprido as suas ordens.
Fornecer gneros aos Srs. agricultorese negociantesque lhe meregam confianga, fa-
zendo um abate vantajoso aos que pagarem a vista suas mercadorias, e encarrega-se da
venda de qualquer genero do paiz, mediante urna mdica commissao, entregando de
prompto seu producto, e sendo este applicado compra de gneros em seu armazem,
prescindir da commiss5o.
Dos seus antigos e benignos freguezes espera o annunciante sua valiosa protecgo, fre-
qaentando como outr'ora sua casa, e pelo reconhecimento que Ihestributa offerece espon-
tneamente seos servicos.
Julga desaecesario publicar a tabellados pregos de seus gneros: sao seusrecursos
garanta suficiente de poder accempanhar os menores pregos de idnticos e mesmo de
mtis apparatosos estabelecimenlos, tendosomente em vista o augmento de suas vendas
diarias.
Prcvenco aecessarla.
Tendo sido o proprietario estabelecido muitos annos com o mesme ramo de nego-
cio ni mesma ra, jalga prudente advertir que s afirma ese responsabtlisa pelo que
tem declarado no que disser respeito ao armazem.
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8I-RUA RO IMPERADOR-SI
Segunda casa do lado dtreito indo do pateo do Collegio
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Bg.g'2.
g O. B3 O
o re -j .
4TTEN0JIO
Potassa da Russia
Acaba de chegar a mais nova e verddeira po-
tassa da Russia, e vende-se a preco commodo: no
escriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira 4 Fi'bo,
largo do Corpo Santo n. 19.
P0T4SSA
Vende-se potassa em barris a commedo preco o
na ra da Crnz n. 23, primeiro apdur, eseripton:
de Antonio de Almeida Gomes.
AO
NOVO ARMAZEM DE MOLHADOS
M. 18Roa do Cabugn. 18,
Defronte da matriz de Santo Antonio,
DE
Lima & C
O proprietario deate novo estabeleciment avisa ao respeitavel publico, que acha-
se prvido de um completo sortimento de molhados e seceos, todos novos e por pregos
commodos.
O proprietario nunca quiz annunciar pelo jornal a existencia de seu estaheleci-
mento ; porm, como faz-se necessaria a noticia aos senhores de engenho e agricultores,
que mandam seus portadores directos a esta ou aquella casa, motivo pelo qual os pro-
pietarios o fazem agora
Aprovcitam a occasio para declarar aos Srs. consumidores, que seu estaheleci-
mento se achara sempre completo de um variado sortimento de molhados, seceos e ou-
tros objectos perlencentes ao mesmo ramo de negocio.
Seus pregos serio menos 5 por cento do que em outra qualquer parte, e para
este fim chama-se a attengo de todos em geral.
Os pesos e medidas, e qualquer engao dado na casa, sero garantidos peto dono
em favor do consumidor, em qualquer occasio que reclamar.
Os proprietarios deste novo eslabelocimento esperam dos seus freguezes, e do
publico cm geral toda a protecgo, promettendo os proprietarios da Flor dos Progre-
sos tirar to smente um lucro razoavel do laborioso trabalho, com que possam dar
cumprimento a esta ardua misso.
Adiando desnecessaria a publicago dos pregos minuciosamente explicados de
seus gneros, com o que geralmente todos fogem, pelo motivo nao somente de ser enfa-
donho, como tambem por nada valer, os proprietarios tm smente em vista entreter s
seus consumidores com gneros novos, e pregos mais razoaveis do que em outra qual-
quer parte, pois sero as garantas para a protecgo ao Novo Armazem de Molhados.
FLOR DOS PROGRF.SSOS.
BOTICA E DROGARA
Bartholomea Francssco de Sooza C.
31Ra larga do Rosario31
Vendem:
PilulusHolloway.
Pilulas do Dr. Laville.
Pilulasdo Dr. Alian.
Pilulas do I'obre-homem.
Pilulas americanas. l
Pilulas vegetaes.
Pilulas vegetaes azucaradas de Kemp.
Salsa de Bristol.
Remedios do Dr. Chable.
Elexir de Pepsina de Grimault.
VinhodeSalsaparrilhadeCh Albert.''
Injeccao Feaogas.
Agua dentificade Desirabode.
Papelchiraico, para tullios.
Xarpe depurativo de Chable.
Licor aromtico de Raspall.
Pos anti-epilelicos de Drest.
RobL'Affecteur.
.Tarop do Rosque.
Ungento Holloway.____________________
Roa da Senzalla Nova o. 42.
Neste estabelecimento'vendem-setachas de
(erro coado ibra ajilo rs., idemde Loi
Voor libra at20rs._________________
relJSo
Na ra da Madre de Dos n. 9 vende-se fefjao
mnlatinbo, dito i raneo, e dito preto, mais barato
do qoe em ontra qualquer parte, approveifem a
peehlneha que a quaresma bate porta.
Vende-se a casa terrea b. J5 da roa de la-
mias Ferreira da cidade de Olinda : quem a pre-
tender dirija-se a tratar nesta cidade na ra Au-
gusta n.89.
PBIPAKADA NICAMENTE POR
LA\MA\ & KEMP,
NOVA YORK.
Composla de substancias, gozando de
propriedades eminentemente tlepuratia-s;
approvada pelas juntas e academias de me-
dicina ; usada nos pr-incipaes bospilae, ei-
vis. militares, e da marinha as Antih?s o
no continente americano ; rectitada pelos
facultativos os mais distinctos do imperio do
Brasil e da America bespanltola
CURA RADICALMENTE
escrophnlas, rheumatismo, escorbuto, eu~
l'ermidades venreas e mercuriaes, chegas
antigs, morphea e todas as molestias pro-
venientes d"um estado vicioso do sangue.
Emquanto existem varias imitagts 6
falsificagoos, preciso a maior cautela para
evitar os engaos,
A legilima salsa de Bristol vende-se por
CAORS & RARBOZA
JOO DA G. BRAVO & C.
Joo da C. Bravo & C.
Vendem-se no Recife em casa de CaofS 6
Barboza e Joo da C. Bravo A- C,

tt
ncao
XoTa loja de fazendas c ronpa
fela naelonal, rna da Empe-
ratriz, loja de 4 portas n. ?'.
Chitas da loja n. 72.
Vendem-se chitas linas a 210 e 280 o covs,..
ditas francezas finas a 320, 360 e 400 rs. o CSttdb
rassa franceza fina a 30, 360 e 400 rs. o eeudo,
laazinhas para vestidos a 360, 400, 500 e 560
covado, pecas de madapolao fino a C$, f, *s3^'
95, pe^as d'e algodao a iJ, 6^> e 8l : ra da Im
peratriz n. 72.
Roupa feita nacional
Vendem-se paletols de panno fino a 14, lt$ e
18^, ditos sarsos a r., 8 e H)-3, ditos de casen.ir
de cores a 65, 8 105, ditos de brim de cores ?
25o00, 35 e 't$, calcas de casemira prela e de eo-
res, colletes e caigas de brim decores a SJBDOe
25500: ra da Iraperatrlz n. 72.
Soulamliarque a ^.
Vende-se souiambarque de laasinha a "5t85,
ditos de alpaca branca a 85 e 105, ditos deRros-
denaple prelo a 205 e 253, rapas prctasde po-;
denaple finas a 205 e 2i5, panno flno preto a"25,
35, 45 e 55 o covado, casemira preta a 25. 25510
c '&, grosdenaple preto para vestido a 15t(0. 25 e
25-jOO o covado : ra da Imperainz n. 72.
Corles de til 1 Maria fia a 105
Vendem-se cortes de vestidos;. Maria Pa a 05-
145 e 165, corles de cassa franrera a 35, cort<".
de brim para caiga n 15600 e 25, ditos de cm -
mira de cor a 35, dilos dedila prela a 3J9CO. !.5,
55 e 65 : ra da mperatriz n. 72. Este novo es-
abelecimento vende barato para obter regaefia :
na rna da mperatriz, loja n. 72.
AGENC/
DA .
FUNDICO lOW-1001.
Ra da Senuila hoti n. 42.
Neste estabelecimento contina a baver
am completo sortimento de moendas enwist
moendas para engenho, machinas de vaf or
e tachas de ferro batido e coado, de todos 01
lamanhos para ditos.
ESC&AYQS F61M,
Negro fag do
Est lgido desde o da 27 de fevoreiro d i
.'alio o preto .loa juni, de na^ao Angola, que foi
escravo do Sr. capitao Francisco Joaqoim Caval-
eanli Galvao, morador em Maria Farinha (Prau),
o qual vendeu-o nesta cidade em dezembrodoan
no passado ao Sr. Manoel Francisco Marques u>n)
armazem de assucar ra de Apollo ; levou 1-
niisa e calca de algodao branco, representa ter de
45 a 50 annos de idade, alto e de grossura regu-
lar, cor fula, cabera comprida, queixos largo\
olhos amoitecidos, beicos grossos, sendo o snpe-
rior um tanto defeituoso, bastante barba, por; \
raspada, finalmente tem urna grande costura entro
ospeilos proveniente dequeimadura, e suppc-uu
ler-se dirigido para o norte, d'onde veio : graltli-
ca-sea quem o apprehender ou denunciar o coito
em que estiver : na rui da CaJeia do Recife nu-
mero 52._______ ________________
Aviso
aos capites de campo e a polica.
Desappareceu em pjinripio do mez de outulir.
do anne passade, de bordo do palhabole nacional
Araujo Malo, dous escravos de nomes RobeTjo
(por apellido Macei), e Miguel ; o 1 de idade 0
annos, pouco mais ou menos, crianlo, cor fula,
estatura bai&a, barba serrada, um peuco torio das
pernas, e com alguns cabellos brancos, tanto 114
barba como na cabega ; o 2o alto, cheio do eor"po,
sera barba e falla grossa, representa ter de Jo a
30 annos, cujos escravos desconfia-se andarem pe-
los arrabaldes desta cidade : quem os apprehen-
der queiram levar a ra do Trapiche n. 4, que
ser generosamente gratificado._______
Escravo fugido.
Desde o da 12 do corrente que se aoseniou da
casa de seu senhor, ra da Alegra n. 9, o escra-
vo pardo de nome Andr, idade de 40 annos, pou-
co mais ou menos, baixo e ebeio do corpo, coro
marcas de bexigas, barbado, com passa piolho, a
quando olha parece querer fechar um olho, quan-
do anda inclina a cabera para nm lado, tem ca-
bello caxiado e asa de banha : este escravo veio
cerca de dous annos da provincia do Cear am-
bareado : muito ladino, tem a falla muito des-
cansada, e falla sempre com umita moderado, e
humildade, consta que anda pelo bairro da Roa-
Vista para a Soledade, caixa d*agua, e ra do Cis-
co, tambem tem sido visto no Recife e Santo An-
tonio, mas poucas vezes : quem o pegar pode ie-
va-lo casa cima mencionada, que ser genero-
samente recompensado por seu senhor Jos Anto-
nio Rastos.
Moleque
No da 18 do corrente ausentou-se da casada
seu senhor o moleque Crubiano, de 14 nnps,
tem o rosto do lado esquerdo com pequeas mau-
chas amarellas, levon caiga de casemtra azul, e ra-
misa de cbila cor de rosa, o cabello cortado r*n-
te", e foi comprado no dia 16 do corrente ao Sr. *-
pitao P. Augusto Cavalcante De Alboquerque,je-
nhor do engenho Albuquerquena comarca de Sa-
zareth, 6 de suppor qne segulsse Rara aquellas pV
ragens, e por isso se recommenda s autoridades
pollciaesa sua apprehensao, e lvalo na Capunga,
padaria do Sr. Bastos, que generosamente se re-
compensar toda despeza.


larla de rernambnco tulnia tota de Mareo de 1 SG.v
i
RELI6I0
0 primeiro domingo que se segu o da
quaresoM! entre as celebridades da egreja
c: t'.olica, diz o padre Sarment, urna das
mais privilegiadas, e de mais singular ve-
r.eragto; por cuja cansa nao cede osen of-
II ..) a- ouira alguma fest.i. Tndo nelte i'
i '..uctivu, e mysterioso: ludo ali persuade
a penitencia, da qual vein a ser como urna
t.;a solemne. Hoje entre os latinos sim-
I mente denominado o pfimeiro domingo
da quaresma, e entre os Gregos o domingo
d-jj) santos jejuns.
Alas antes do seculo dcimo, cliamava-se
3 egreja occidental o domingo das luzes;
fttfqoe todos aquelles que se haviam diver-
t !; comexcreso nos (lias do carnaval, apre-
u utavun-se na egreja com urna tocha na
i 5o, como para darem urna satisfarn pu-
1 i dos seus mus exemplos, e cumpri-
..a a penitencia, que Ihes irapunliam os sa-
grados pastores, at o lia de guinta-feira
suata, em que recebiam a absolvicao ordi-
f lia.
K ainda que esta ceremonia depois foi an-
< ijfada para o da de qumta-feira de cin-
- ( como primeiro exordio do jejum da
quaresma) o nmterio das luzes nao deixou
firar aunexo a este primeiro domingo,
su pondo sempre, que os verdadeiros Deis
rZ deixaiiam de se purificar das snas cul-
I por urna perl'eita confissilo.
E se bem verdade, que lodos os (lias
da nossa vida devem de ser de mortilicarao
I ,i nos outros; porque de modo ordinario,
tepois do u/.o da ra/o, nenhum da lia
c'm que mais ou menos nao sejamos
f' L-adores ; com ludo, o tempo da qua-
i iita mais propiciamente a estacao da
^ .leticia, em que ella produz os seus truc-
eos coai maior abundancia, assim pela mul-
t, licidaa das oraces e soccorros espiri-
Cuaflu como pela pratica da abstinencia, que
?. egreja impe nestes quarenta dias de je-
A relaxarlo e delicadeza da maior parte
;: chrstaos dos nossjs lemposolham com
j '.j assombro para a rigorosa severidade,
com que os fiis dos primeiios seculos je-
t am a sania quaresma ; porque nao so-
.. ite as-pesso?s religiosas, senito anda os
llares, se abstinham de modo ordinario,
at do uso do peixe. MuitOS jejuavam toda
quaresma a pilo e agua; e nos seis dias
Cj. semana santa nsavam s do pao secco,
agua e sal; e alguns nos dous dias entre a
<- ..ala e o sabbado, perseveravam em abso-
l la abstinencia.
A hora do jantar (nica refeic/o, e com
(oda aquella parcimonia, nestes dias de je-
iura) era sempre depois de vesperas; e es-
te louvavel costiime durou mais de mil e
6uzelos annos; porque S. lienlardo, Pe-
C.j Blessense (que viviam no seculo duo-
decjmo) aflirmam que no sen tempo ainda
assim se pratieava Facullou-se depois, por
%:-tos motivos,, o poler-se antecipar esta
tija de comer; mas a egreja santa, para
enervara idea daqnella antiga disciplina,
C.'denou que se dissessem as vesperas antes
o jantar nos dias de jejum da quaresma.
E como restavam assi h multas horas at
O jantar do seguinte, permillio-se, atten-
Aeodo debilidade danatureza. o poder-sc
lomar ao por do sol um pouco de pao, e um
(: !' d'agua, o que vcio a cliamar-se colla-
f, por ter este nome a liccao espiritual,
..:: nos das de jejum faziam os monges, no
el-ustro/ou no capitulo, depois de haverem
tomado aquella rofeicao pequea, pelo livfO
i.;.miado collarao, dos santos padres.
A tolerancia da egreja aulorisa sufficientc-
i'.:sate a pratica-universal da colarn, po-
:.a nao permille que chegue a ser como
tiui quasi segundo jantar; por cajo excesso
(alvez que muita gente em nossos dias ve-
aua a quebrar o jejum. O cardeal S. Car-
las, as regras que eslabelcceu para os seus
domsticos, permitlio-lhes smenle onca e
( meia de pao, c um pouco de vinho por
sua coll cao na quaresma." Mas como esta
reslricco nao pode servir para todos, deve
cada um consultar a seu respeito o conse-
lho e direceo de algum medico, e confes-
sor prudente.
Se bem que a abstinencia e o jejum nao
consti toemos nicos deveres da religio,
Que Deus exige dos christaos no sagrado
t :upo da quaresma, o frequente uso da
Giacao, dos sacramentos e da esmola devem
acompanhar o jejum, e muito mais a refor-
ma dos costumes o pcnlao das injurias, a
abstenco de pleitos irritantes, a pureza, a
innocencia da vida, como tamben o fazer
que o mesmo jejum nao consista s era ser
O alimento de peixe, mas em diminuir, ou
reformar a profnsao de guisados, e a deli-
cadeza dos temperos, para que a pratica da
abstinencia nao venha a ser, em substan-
cia, um so mudar, ou variar de delicias.
Taes sao as severas observancias pratica-
duvidamos que exciten) o riso, e o despre-
so dos lillnis da gula, e da libertinagem, aos
Citaos de quem o mundo ludo, a elerni-
dade nada: no entretanto acreditamos que
i meio de nos ainda existe muita religiosi-
dade. As oossas familias e^empliricam com
O sen proceder, e nestes dias de lucto para
a santa egreja grato observar a concurren-
cia que ha em nossos templos.
JURISPRUDENCIA
O Foriim
O observador que compara a animaco decente
Que havia oulr'ora em nnsso furo rom a especie de
marasmo que hoje se oita geralmenle, nao pode
com razo aitribnir este factn anormal nem Insuf-
ficiencia de recursos por parle daqnf lies que podem
demandar, nem s difflculdades fioanceiras e ou-
lempos, nem lio pouco a ama certa revolugao mo-
ral que operando nos nimos um respeito religioso
aos direilos albeios, baja porventura diminuido
consideravelmente os motivos que originan) as
icontendas Individuaos. Nao.
E'certo que as riquezas nao seconservam tao
concentradas como d'antes, fornecendo suceulenta
teiva aos que sustentavam por mero capricho qnes-
loos mterminaveis ou desesperadas. Mas nem por
isso falliarn hoje os meios pecuniarios a muita gen-
te : e antes se deve acreditar que a disseminacio e
divisan das fortunas garante a um numero de indi-
viduos, maior que n'outras eras, os recursos in-
ispeasaveis para entrar n'um pleito em condiedet
razoavet!.
Os embaraces fmaoceiros e ontros, em vez de es
cassear o numero das questSes, tende, pelo contra-
rio, a augmenta-las. Os requentes prejuizos e cho-
ques individaaes, o alargamento do circulo das
transacedes, amultiDlicaco deemprzas o melhora-
mentos indusiriaes, o fervor das associacdes, as im-
portantes e variadas relacSes que resnllam do mo-
vimento social em maior escala, os caprichos que
naturalmente surgem no m^io desse movimentode
interesses encontrados, ludoisto, em summa, exige
o conselho, a pericia, o desvelo dos homens que
toem por miss3o zelor e defender os direitos e le-
gtimos interesses de seus concidadaos.
Nao se pode tamben) dizer que a corropcao dos
juizes afugenle do foro os individuos, que, sequiosos
de Justina, procuren) todava livrar-se das deman-
das, para nao serem victimas sacrificadas vena-
lidade Gra?as Divina ProWdeocia, nao temos
juizes que ponham sen vote em almoeda. E se na
classe da magistratura se apontar ainda algum
membro que fascinado pelo ouro nao ti ver pejo de
manchar a toga, a voz unnime da consciencia pu-
blica ha de proclmalo bem alto, o proprio inters-
sado na torpeza llie imprimir na fronte o ferrete
da ignominia, e os recursos salutares que a lei ga-
rante reagirao com forja contra esse commercio
escandaloso.
Qual en tito o motivo qae faz recuar espavori-
dos do gabinete do jurisconsulto ou do recinto da
justica aquelles que carecem de conselhos para
evitar-ihesdifflculdades presentes cfuturas; aquel-
les que necessitam de assegurar ou liquidar seus
direilos por meio de um processo regular ?
Um dos motivos, u mais poderoso talvez, sao as
cuslas]excessivas dos processos, nao as custas do
regiment, mas as que sao impostas, extorquidas
pela ganancia daquelles que Intervem as de-
mandas.
Um pobre uomem, estranlio aos mysterios do fo-
ro, quer intentar ama accao. Quod pafaman, fucile
ciedimus : por ignorancia ou boa fe elle acredita
que a razio est de sua parte. Mas o que faz o ju-
rista a quem o desditoso consulta?
Animao, muitas vezes, por falta de exame pre-
vio : mas ao depois, convencido do erro, nao quer
dar seu braco a to&er: cuida em salvar o seu cr-
dito compromellido, sem lembrar-se de que sa-
pientitium est mutare consilium.... A lide e-t
pendente, e pode ter sido mal encaminhada.....
Mas a parte vem a pagar essa triste velleidade do
amor proprio... Esgotam-se debalde todos os re-
cursos legaes; as despezas, os dissabores, a perda
de tempo, a impaciencia atormentam o misero lili.
gante at ao momento supremo em quo urna der-
radeira deoeprao, a mais cruel, vem rematar urna
serie mui longa de variados solT.-imentos. E o cau-
sador da ludo Uto esgota torrentes de eloquencia
para desculpar-se, attribuiado o rau successo da
demanda injustic.a dos jmzes. E' o ultimo reduc-
to a que se acothe o araor-proprio infeliz. E o cons-
tituate ou desillude-se afinal, ou einbjiido pela de-
monstraco technicado patrono, que elle mal com-
prehendeu, desafogase extra-jaiicialmente como
hohiem sincero que suppoe ter carradas de razo-
Algumas vezes o jurisconsulto reconhece nao as-
si.tir dlreito parle que defeode : mas entretm-
na com esperaojas que julga bem fandadas. A chi-
cara, as dilacoes, os aggravos e pelicos imperti-
nentes angmentam o tempo da demanda, a quanti-
dade do trabalho, e dio maior valor pecuniario
causa. Urna accommodacao, um conselho salutar
de desistencia, rende pouco.
A tudo isto accrescem as tardanzas no andamen-
to dos procesaos, os honorarios exagerados dos pro-
curadores, as custas excessivas cbralas por es-
crivaes que desdenham a cifra mesquiuha do con-
lado.
O demandista escarmentado, jura nao metter-se
cm outra. Os que sao previamente informados das
demasas e tropecos do nosso foro, fogem amedron-
tados, e sujeitam-se antes a urna perda certa do
ue s aventuras de um pleito*que pode trazer Ihes
dobrado ou triplicado prejuizo. As demandas, como,
o jogo, teem rednzido homens abastados, ou reme-
diados, ao ultimo apuro da miseria.
i
Nao esquiamos dizer que na grande concurren-
cia de advogados que apinham nosso foro, e entre
os quaes, muitas vezes, nao fazem as partes a de-
vida escolha, existe mais ama ongem focunda dos
males que aponamos.
Antigr.mente bavia advogados de consummada
prudencia e probidade, ante os quaes comparecan)
as partes confiadas no bom xito de conselhos sa-
lutares.
Presentemente est tudo nivelado. Sao as affei-
coes individuaes, os empenhos, as sorprezas que as
mais das vezes determinam preferencias
Alguns advogados e procuradores desfavorecidos
da fortuna aproveitam bem o ensejo qae Ihes de-
p>ra algum lance feliz... Ha exemplos de hono*
i ai iS fabulosos por trabalhos de pouca monta.
Regule-se porm devidamentea marcha do foro;
contenten) se os respectivos empregados com a pa-
ga legal de seus servicos; sejam os advogados e
procuradores razoaveis em seus honorarios; baja
o maior escrpulo, a maior sincerdade em acon-
selhar as partes, queno devem ser exposts a ri-
ladas, nem mesmo s contingencias de demandas
que podem terminar por araigavel composicao; je-
nham os litigantes o maior criterio na escolha de
seos patronos; retraiam-se esses prazos excessiva-
mente prolongados da durajo dos processos, que
passam nao poucas vezes, como heranca. de paes a
filhos; evitem-se as extor,oes sobre tudo... e es-
tamos certos qne se restabelecer toda confianza
as justigas do paiz, e o systema de perder antes do
que questionar nao ser mais a senha dos homens
escarmentados pela amarga experiencia alheia ou
propria.
P. J.
Recite !. de marco de 1865.
abre a porta s persegalefes, e s perturbacSes
sociaes.
E' principio admettido por todos os catholicos,
sem excepcao, e consignado no quarto artigo da
declaracSo, do clero de Franja de 1682, que os de-
cretos do soberano pontfice, as questOes de f,
comprehendem todas as egrejas, e que sao irrefor-
maveis, quando se Ibes addiciona o consent ment
no da egreja, o soberano pontfice possae o direito
de fallar i egreja universal sem qae qaslquer po-
tencia humana possa evitar a sna palavra. Este
direito vem Ihe de Jess Cbristo, e nao pode ser-
Ihe contestado sem que se desconheca a autonda-
de daquelle, que o cooferiu ae sea representante
na trra.
Mas, Sr. ministro, para
rae .nao affastar das
da maioria do episcopado. Ora, a eaeyclica, nao deas, que se conlm na sua circular. permittfvque
fazendo mais do qae reaovar a condemnaco de vos **'8a 1ue a publicajo da eneyelica nao pode-
proposicoes j condenraadas com o consentmento r,a ser rasoavelmente impedida em Franja, em
unnime do episcopado, lorna-se ama regra de f, virtude de leis anteriores ou posteriores concor-
que louo o catholico obrigado a acceitar, e lodo dala de 1801> neai em virluJi; da onim publica,
o hispo a fazer conhecer aos fiis confiados ao sea 1ue V> Exc- se nearregou de defeuder.
cuidado, nao parcialmente, segando a decisaodej A concordata concluida em 18')1, entre o so-
uma assembla secular, onde podem ter assento berano pontfice e o governo francez, creando no-
proiestantes e judeus, mas integralmente, como vo estado para a egreja de Franja, deslrulu tudo
dimana da autoridade divina da egreja.
que constitua anteriormente a etse acto solemne
Seria extraordinario, Sr. ministro, que as cons. seu antl8 es^do, os seas costumes e privilegios,
liluijdes do imperio, que garantem a llberdade de etodosos direilos, qne tivessem pedido ser conce-
lodos os callos, se podesaem invocar para embara-' d'dos Pe,os predecessores do papa contrllenle e
jar a llberdade do culto da maioria dos France- especialmenie os que tinhara sido usurpados pela
zes; llberdade para os blspos ensinarera, explica- !coroa e P*,os parlamentos.Pela sua parte, o go.
rem, justificaren e defeoderem a sua f, atacada vern0 na0 P** conservar em seu favor, com pr-
elos dissideoles de todas as especies; liberdade juizo dos direitos do ehee da egreja universal, leis
para os liis saberem o que devem acreditar. | ^ oppressao contra as quaes todos os papas
O silencio Imposto s aos bispos era pontos de i?,ham, v'Sor8sa. e constantemento elevado a
,,,.,* sua voz.
te detrados pela egreja, em presenca da ulena li-'. r j t ,
. M- / v DtS'e modo o papa, res abelecendo um estado
berdaae que scenseme a todos seus tmmigospa- inteirameme noVo para a egreja de Franja, nao
ra combaterem e desfigurarem a sua crenja, tem rewnlieccu a0 governo oulros direi,os senao os
alguma cousa de antiptico com a lealdade do nos- qae eslao iascriplos na concordata( e 0 0
. so carcter nacional, para qne este silencio possa no p0ljia ras0avelmente prevalecer-se de direitos
;ser conservado. Onde l.vre e ataque, a defesa particulares, senSo na parte que Ihe era concedi-
deve se-lo tambera. j da nesse acU) pBb|00 que cmt6m g vontae fle ca.
No decurso de mais de dezoito scalos, a da urna das partes contratantes.
egreja tem atravessado por numerosas provas, das
quaes sempre tem tnomphado; no poda esperar-
I so ve-las renovar n'ama poca em que a Franja,
fatigada de esteris c rautlo funestas agltajoes, es
timava descanjar na saa antiga f, e produzir as
obras profundas da caridade, que sao a fortuna e
a gloria das najdes christas.
wgnae-vos acceitar, Sr. ministro, a seguran-
ja da miuha alta e respeilosa considerajio.
t /. Henrique, bispo de Frejus e Toulon.
t Ora, seohor ministro, nao seria possivel fazer
sabir desta convenjo fundamental um nico arti-
go que podesse impedir no nosso paiz a pnblica-
jao cannica de urna eneyelica como a que o nos-
so santo padre o papa acaba de publicar para todo
o mundo.
O governo que nnha assignado a concordata
corapreheodeu tambem que tinha formalmente re-
nunciado naquelle acto, a revindicar o uso dos an-
tigos privilegios, os quaes Roma jamis tinha reco-
nhecido, e a embarajar no futuro o exereicio da
autoridade espiritual dos papas, que julgou dever
inventar subsidiariamente artigos orgnicos, com
os quaes entendeu completar a concordata, e fazer
reviver, no todo ou em par'e, os pretendidos direi-
tos de futuro extinctos.
Seria, pois, senhor ministro, nicamente em
virtude do primeiro artigo desse acto addicional
qne seria possivel suspender em Franja a pabli-
cijo cannica da eneyelica, mas para que aquelle
acto podesse ter esse direito exorbitante, era ne-
cessario que tivesse sido acceito por todas as par-
tes contratantes.
c Ora, Sr. ministro, V. Exc. sabe tambem como
eu qne era ama del las, o papa, reclamoa com to-
das as suas forjas contra esses artigos que foram
Reiras, 13 do Janeiro de 1865.Excellencia.
Recebi a vossa circular e o decreto imperial que
saneelona a decisao do conseibo de estado no que
toca publicaco da principal parte da eneyelica
do nosso santo padre Pi IX, datada de 8 de de-
zembro de 18i. Nos termos desta decisao, os
bispos de Franja no sao aatorisados a publicar o
julgamento, pelo qual o soberano pontfice repro-
va, prescreve e condemna as proposijoes indica-
das na sua eneyetca, e designadas mais circuns-
tanciadamente no Syllabtts, que a acompanha.
Nesla situajo, no me permute a prudencia que
publique offlcialmenie, como tinha vontade, a cons-
titaijiio dogmtica do chefe da egreja universal;
mas no me julgo dispensado per isto de a levar, I redigidos sera elle tomar parte nell^se addiciona-
debaixo das formulas do aso, ao coohecimeoto do; dos clandestinamente concordata. Foi mais alm,
meu clero. ; D'um consistorio qae houve 2i de maio de 1802,
Sou bispo, e o govsrno nSo podo impor-me o fez elle um protesto publico : foi renovado em seu
silencio, quando o meu dever fallar. Ora, no nome cm 1803, pelo sea legado, o cardeal Capra-
ser para mira evidente e imperioso este dever, | ra ; depois, fez elle proprio instantes reclamajoes
quando se trata, como nesta grave questao, de em circunstancias solemnes, que intil recordar
transmiltir ao clero da minha dlocese os preceitos aqu. Emfim, depois delle, todos os seus successo-
do pa>tor supremo, e de premonir os fiis confia-: res tem constantemente protestado contra esses ar-
dos minha sollicitude contra os erros condemna-! tigos orgnicos ndigidos sem conhecimento da par-
dos pela santa s apostlica, como contrarios re- te que devia discuti-les, e que leria evidentemente
no qual eu trato a questo na saa generlidade, de. cas do theatro, que servan de deposito a materias
maneira que se mostr qaal n'esta materia, o escencialmente combostiveis.
rigor dos meas deveres.
< Dignae-vos ler, senhor ministro, e depois vos
observarei:
< i* Qne do lado da eneyelica tratase muito
menos do fado do qae do direito, isto dos ver-
dadeiros principios debaixo do ponto de vista da
verdade revellada. No a V. Exc. Sr. gurna-
senos, quo me curapro explicar o alcance d'esta
differenca. Em Roma o papa tolera, e protege
mesmo os judeus ; segae-se daqui que deve don-
trnalmenle collocar o Talmude a par do Evaoge-
Iho No, evidentemente. Ora, na bulla Quanta
cura, assim como no Sytlabus, tudo doutrinal e
mesmo dogmtico. Estabeleeido isto, V. Exc. se
dignar comprehender :
t 2o Que para nos o dogma, nao ama simples
opinio, que se passa acceitar ou abandonar a von-
tade, a vontade divoa,|eterna. soberana, immu-
tavel como Deus; conseguintemente, pedir aos
simples fiis que a contradixam, e pedir ao pastor
d'almas que a oceulte, pedir o impossivel, por
isso que seria o sacrificio da Salvajo eterna ; de
maneira que um governo que se lanjase neste ca-
minho pelas prohibijSes publicas, expor-se-hla
desgranada alternativa, ou de proseguir ou de re-
cuar. No se pode duvidar disto, depois da teita-
ra da minha instruejao pastoral.
t Dir-rae-heis talvez, Sr. ministro, que todas as
condemnajoes pronunciadas pelos dous nliimos
documentos emanados da santa S sao apenas ar-
tigos de f.
Quanto a algumas d'ellas, confessarei que no,
Do sentido de que aquelles que as nao admitissem
no seriam por esse facto formalmente herticos,
mas nao no sentido de que se possa regeita-las sem
se tornal altamente culpados em materia de f.
c Veja-se bem que nao ha iliuso. Sejam quaes
lr ainda cm tlieoria as opiniocs c as discussoes
sobre a deelaraco de 1682, iodos os bispos de
Franja actualmente, creem ou professam que ti
papa recebeu de Deus o poder espiritual e supre-
mo de apscentar todo o rebanho de Jesua Christo,
isto alimentar primeiro que tudo os pastores, e
as ovelhas do pao da verdade divina, porque s
a Pedro e aos seus successores que se permiltiu
nunca os onsmar no erro (Lucas XXII, 32.)
ligiao e sociedade, antoridade da egreja, e ao
respeito devido a todo o poder estabelecido de
Deas na ordera poltica e na ordem ecclesiastca '.
Para desempenhar quanto fr possivel, esta
importante obrigajao, liz pois ebegar s mao* de
todos os padres da minha diocese, am exemplar
da eneyelica e do Sytlabus, taes como me foram
dirigidos por S. S., reservande-mo dar-lhes sobre
estes dous documentos pontificios, avisos, na o<-
caslo das instruejoes qne elle* devem fazer aos
seus (tarochianos, para os dispor a ganbar as in-
dulgencias, era forma de jubilu concedidas pelo
santo padre a todos os fiis. Ea Ihes indicare! o
methodo que devem seguir para instruir sofflcien-
teraente os seus parochianos sobre as verdades da
religio, que tem sido audaciosaraente atacadas
principalmente nestes ltimos lempos, pelos secta-
rios, racionalistas, pantbeistas, atheus, era ama
palavra por lodos os inimigos da egreja catholica
e da santa s.
Alm das suflicientcs provas qae Ihes ho de
'ornecer o evangelho, e as tradiejoes apostlicas,
eu os convidarei, para estabelecerem slidamente
a verdade, a recorrer ao preceito dos Ireno, Ci-
priano, Athanasio, Hilario de Polters, Ambrosio,
Agostinhe, Basilio, Chrysostomo, e em geral de
todos os doutores da egreja. Eu Ihes invocarei
tambem os decretos dos concilios ecumnicos, es-
pecialmente os dos quatro primeiros concilios ge-
raes, do quarto concilio de Latrao, do segando
concilio geral de Leo, do concilio de Florenja, e
do ultimo dos concilios ecumnicos, o concilio de
Trento.
repellido com um acto altentalorio da independen-
cia espiritual da egreja.
E' pois com difflculdade, Sr. ministro, que se
quereria appellar para leis antigs que a concor-
data fez felizmente desapparecer, ou para a juris- r
prudencia da antiga monarchia, afim de prohibir
Uta bispos a publicajo da eneyelica.
< O governo actual nada portera ter de commura i
com o velho regimem. Se era necessario invocar |
o passado, seria eofao necessario tambem estabe-
lecer semelhanjas com actos e acootecimentos glo-
riosos, e deixar no mais absolnto esquecimenlo
leis oppressivas, de que o governo do imperador
pareca ler felo ba justijaai aos ltimos tempos.
Quanto questo de ordem publica, qual ,
Sr. ministro, o hornera de iotelligencia que se no
ha de apressar a reconhecer que a eneyelica con-
deranou mximas perniciosas j feridas por nume
rosas censuras ?
Condemnou-as de novo porque, repredozindo-
se debaixo de formas diversas, apresentamjf novos
perigos para a egreja, e para o estado ; cndem-
oou principios subversivos de toda a ordem, e cu-
jo triumpho produziria na nossa sociedade, traba-
Ibada por tantas publcajdes impas, immoracs e
anarchicas, a desorden) horrivel das revolujoes, e
as suas desastrosas consequencias.
< Emfim, Sr. ministro, no fallare! da impoten-
cia de todas as medidas tomadas contra a publi-
cidade da eneyelica. V. Exc. sabe que toda a Fran-
ja tinha della conhecimento antes da sua circular
e a opposijo dos inimigos da egreja, s servio pa-
ra a tornar mais notoria.
LITTER ATURA.
O que vae pele mundo.
Damos em seguida algnmas das respostas dirigi-
das, por membros do episcopado francez, ao mi-
nistro dos cultos, por occasio da prohibico da
publicajo da eneyelica de 8 de dezembro.
Sao ellas dos bispos de Frejus, de Reims, de
Auch e de Arras :
< Frejus, 16 de Janeiro de 1865.Senhor minis-
tro. Accusando a recepeo da carta em que S.
Exc. me fazia a honra do me notificar o decreto do
conelho d'estado, que autorina a puhlicajso se-
ment de orna parle da eneyelica do soberano pon-
tifico, datada de 8 de dezembro, de qae resalta a
prohibijao de publicar o juizo doutrinal que acom -
panha essa parte da eneyelica, devo minha cons-
ciencia e a minha f protestar contra esta mutila-
jo de um acto solemne emanado do chefe da egre.
ja, vigario de Jess Christo, no qual fixa a f dos
fiis em pontos importantes do dogma catholico.
c Devo tambem Sr ministro, manifestar-vos to-
do o pesar qae me eausa ama medida qae, impe.
diado os bispos de camprir a misso que recebe-
ram de ensiaar as verdades definidas pela egreja,
Hei de Ihes indicar ainda os actos de S. Leo.,%
de S. Gregorio o Grande, o formulario d'HermIS-
das, as constituijSes de Leo X, e de Bento XIV
contra os erros do sea lempo, as do papa Po VI
contra os actos do synodio de Pistola, e contra os
erros da conslituijo chamada civil do clero de
Franja de 1791, e do papa Gregorio XVI, condem-
nando na eneyelica liirasi, os erros religiosos e
sociaesjlo abbadc de La Mennais. Mas com espe-
cia.lid.idi' hei de convida-ios a estudar e profundar,
como outras tantas origens fecundas, as encycli- dos aDOStoios -
cas, allocujoes, breves e oulros documentos dog-
mticos, do nosso santo padre o papa Pi IX.
Parece-me superfiuo acrescentar que defendendo
os direitos da verdade e da egreja, os meas coope-
radores continuaro a lembrar aos fiis que todo o
christo que d a Deus o que de Deus, d a Ce-
sar o que de Cesar, pelo respeito para com o
chefe do estado, e pela submisso a todas as leis
do paiz, no contendo cousa alguma de contrario
religio, justica, e verdadeira liberdade, que
nunca se deve confundir com a licenja.
Digne-se acceitar a seguraoja da alta c respeito.
sa considerajo, com qae soa, etc.
i Auch, 16 de Janeiro de 1865.
i Sr. ministro Por maior que possa ser o mea
amor pelo silencio, permilta-me, todava, que Ihe
dirija algumas observajes a respeito da sua cir-
cular relativamente eneyelica do nosso santo pa-
dre o papa, datada de 8 de dezembro ultimo. Ea
nao seria o primeiro a fazer conhecer V. Exc. a
peno-a impressao que existe no fondo de todos os
corajes catholicos; no direi cousa alguma de no-
vo ; mas associando-me aos mens venerados colle-
gas no episcopado, cumprirei am dever imperioso
de piedade filial para com o pae commum dos fiis,
] e satis fare ao mesmo tempo s neeessidades da
minha consciencia.
E' superfiuo, Sr. ministro, establecer aqnl,
que na esphera das coasas espiriiuaes e do gover-
Julgo ter dito bastante, Sr. ministro, para de-
monstrar a V. Exc. que a eneyelica nao pode ser
um attentado contra nenhama das leis do estado,
e muito menos contra a ordem publica
< O soberano pontfice naquelle acto solemne,
usou do seu direito, que nenhum poder da trra
pode legtimamente contestar-lhe. Cumprin o sea
dever no interesse da egreja, cujo governo Ihe foi
confiado por aquelle, qae possuindo as palavras d
verdade eterna, Ihe disse, na pessoa do principe
Pasee aynos meos... pasee oves
meas.
Acredito que V. Exc, Sr. ministro, no ver
as reflexSes, que julgue deve, dirigir Ihe o me-
nor senmento de opposijo, o muito menos ainda
de hostilidade ao governo do imperador. Submis-
so e respeitoso para com autoridade, hei de pres-
tar-ibe sempre com dedicajo tudo qnanto Ihe de-
vo, e precisamente por serem estes os meus
principios e as minhas dsposjoes, que eu quera
por todos os modos affastar todo quanto me pare-
cesse ser um perigo para elle, e podesse enfraque-
cer no corajao dos catholicos o sentimento da sub-
misso e do dever.
Eoganam-se pois extremamente os qae espe-
rara que na occasio do conflicto actual no have-
r diviso entre os bispos de Franca. Nem um
sd'elles resistir indirectamente ao Soberano
Pontfice, mas nenhum se abster de fazer conhe-
cer, segundo as forjas de que dispoe, ao clero e
aos fiis da sua diocese, dos documentos de que
V. Exc. julgou dever prohibir a publicajo cano
nica; e isto o que eu tenho tenjao de fa
zer pela parte que me diz respeito. Mas em con-
sequencia das prohibijoes impostas; ho de se
encontrar difflculdades, e hade haver desconten-
taraentos. Stnto ter que o dizer, Sr. ministro,
este o proveito que o ministro hade tirar desta
grave medida.
< No seria mais shnples deixar as cousas se-
guirem o seu curso natural, salvo, se se julgar
til, pedir aos bispos, por meio de urna circular
confidencial, que vigen) se no faja aquelles actos
pontificios o menor commentario que possa agitar
os espiritos ? Tudo estarla acabado, ha muito
tempo, sem ruido e as institaijoes mperiaes te
riam sidb mais fortalecidas do que abaladas.
Podis, Sr, ministro, pela linguagem desta car'
ta, julgar dos motivos que mo inspiraran). Dig-
nae-vos acceitar a seguranja da minha alta e res-
pcitosa considerajo.
P. L. bispo a"Arras.'
UM POUCG OE TUDO.
No Commercio do Porto le-se o seguinte :
O theatro de Surray.em Londres, hoje apenas
um monto de cinzas.
Pela meia noute, menos alguns minutos, do dia
30 de Janeiro, o colown Rowella vendo sahir
cbamraas da parte do tecto que ficava por cima do
astro, cora um sangae fri e presenca de espirito
credores de elogi, fez que improvsava urna das
suas pantomimas, csi.icou de sbito e com aquel-
las contorsoes, de que elle s possue o segredo, fo'
recuarfdo at os bastidores, sem que ninguem sus-
peitasse o perigo de quo todos estavam ameajados,
eaproximndose do director, M. Greco, disse-lhe
em voz baixa : fogo no theatro I
M. Green adiaatouse alguns passos ; neste rao-
monto as damas do corpo de baile e os oulros ac-
tores avistaran) as chammas. E' fcil de imagi-
nar-se o susto em que todos ieari.im. As pobres
niulheres, lanjando os olhos para o sea vestuario
lo fcilmente inflammavel, julgaram-se perdidas
e comejaram a gritar dietas de terror : fogo !....
fogo I...
Aceitae, Sr. ministro, a homenagem do profun-
do respeito com qae soa de V. Exc. maito bamilde
e multo obediente servidor.
Francisco Ang, arcebispo de Auch.
Arras, 18 de Janeiro de 186.
Sr. minstro.
Se me no un d'esde logo aos meas venera-
veis collegas nos seos protestos contra a carta de
V. Exc. datada de 1 deste m.-z, no porque de-
xe de partilhar efectivamente os seas sentimentos
a este respeito ; mas foi so para evitar quanto o
M. Green e Rowella, acompanhados do acrba-
ta Vivan e de M. Evans, vendo que se na scena
heuvesse a menor confusao, ninguem poderia sal-
var-se, tratarara de serena-las, e fazendo descer
o panno, ajudaram-as a sahir na melhor ordeml
Entretanto o incendio propagava-se com incrive.
rapidez, devorando o panno, os bastidores, as sa-
nefas dos camarotes, e todas as decorajoes do
theatro.
A' urna hora da noute, chegou ao logar do si-
nistro um dos propietarios, M. Shepperd.
Morrea alguem ? perguntou elle.
No, responderam M. Green e Rowella.
No ficou ninguem ferido f
No.
Demos grajas a Deus por isso. O mais pouco
importa. y
Este mais sao dez mil libras sterlmas, que o ca-
valleiroso proprietario do Surrey e sea socio M-
Anderson acabara de perder.
A's 8 horas da manha, as bombas lanjavam
agua sobre ara monto de ruinas furaegantcs. A
isto se actiava reduzda toda aquella grande fa-
brica.
As numerosas faiscas que irroraplam do foco do
incendio, indo cahir em torno do edificio em cham-
mas, fizerem recetar que estas se communicassem
s casas visiahas, produzindo coosidetaveis estra-
gos. Efectivamente, alguns prejaizos houve, porm
as preeaujes tomadas para obstar a communica-
cao do incendio, alalbaram opportunaraente lo
lamentavel desgraja.
O theatro de Surrey ficava situado era Black-
friars-road, tendo sido inaugurado a 7 de dezem-
bro de 1782 por MM. Hughes e Dibdin. Tinha nes-
E' do Sr. Tobas B de Menezes esta poesa :
PELO DIA EM QUE KASCBSTE. .
Ouve-me t :-na tristeza j
Como um,i sombra atendida
, No mais escuro da vida,
C onde nada sorri -
Mmha alna bebe os orvalbos
Do teu suor odoroso ;
("orno se eurico, ditoso
Velassc perto de ti !
Vol vendo as folhas dos dias
Paraste nodo, encantada,
Sobre a estampa mais dourada
Desse livro que no les :
Com o seu cocar luminoso
O sol espana o teu rosto ;
No (ca n'alma um desgosto,
Nem urna sombra na tez.
Hoje que cabes n'um berco,
Que abriste d'airaa o thesoaro,
O da teu livro de ouro,
E eu pego nelle subtil
Para escrever uos segredos,
Para depor uns carinos,
E uns beijos.. .nos sapatnbos
Da tua edade infantil.
Por ti.. .conservo sorrisos
Pela dr no apagados
Como ttulos gravados
Em fate de mausolu
Corntemplo o resto d'infancia
Que a tua testa allumia,
Quai o fim de um bello dia
Crepuscnlando no cu.
Bem sel que sonhas ventaras,
E a aragem que te balouja
Franzina, lnguida moja,
No te consente pender.
Socega flor bulijosa
Deixa em teu seio innocente,
Vertida em lagrima quenle
Minha alma se recolher.
Bella I... nem sentes o rur da vida
Celeste arroio qae to cobre a planta
Bafejada dos ceusestremecida,
Etherea, lmpida, impalpavel,santa...
Fulges como de orvalho perfumoso
Perola solaao matinal goltejo
Noiva do raio paludo, mimoso,
Que no calix da Qor sorve-a de am beijo.
Transparece o candor da alma sem magoas
A' noute. ao dia estranha, sobranceira
Teu trajo soa como o som das aguas',
Teu corpo treme, tua sombra cheira.
E tua alma tambera porque nao vua ?
Podamos subir, vagar a Ira
Pelo infinito sos
Eu tana de amor hymnos e preces
Ura ninho para ti... se m quizesses,
Um ninho para sos.
Oh I deixa aquecer-te ao calor de mea peito,
Derrama os cabellos por cima de mim ;
De flores e sonhos forremos o leito,
N'um beijo esvaidos... morramos assim.
E Deus que nos visse na campa dormindo
Vedara que as auras nos feesem bohr,
E aos anjos inquietos dissera sorrindo
Sao noivos anda deixae os dormir.
Que reeeias ?.. teu labio no murchece,
De moja eterna o raio te circunda.
Da fronte o lyrio no descae. Parece
Que urna alma exterior tea corpo innunda.
Como em floreo boto feixas as grajas
E de um peito aos anhelos doloridos,
A's ancias loucas no te vol ves... passas
Cuidas qae o soar de leus vestidos.
Ednica romn que um anjo parte
E' tua boeea entreabrindo-se risonha :
Sou pequeo bem sei : para tocar-te,
De que tamaito queres que eu rae pouha ?
N'um fio odoro tua imagen) sigo
Teu nome doce como ura bymno entoo
Eleva-me, que amar-le voar com tigo.
Ser agua, e de anjo acompanhar-te o vo.
Ei-la de brtlhos no sea throno aijada !...
Eu te saiMo, buriti do outeiro
Que bataneas a coma allumiada
Do sol nascente ao radiar primeiro.
Ouves ?... ea amo-te. Inda nao sentislo
A mo que acaricia a sombra tua I
Meu amor o .cismar da fra triste
Filando estpida o claro da lula.
Diz o Times que no dia 23 de Janeiro se com
melteu ura roubo escaudaloso no palacio de Win-
il.-ur. mesmo na cmara da rainna Victoria.
0$ ladres penetraran) furtivamente, nos aposen-
tos reaes, e levaram nao sas tapejarias, quadros
e objectos preciosos, mas at as cortinas do leito
da rainlia.
Os ladros tiveram a imp-udencia de expor
venda em um mercado de Londres os objectos rou-
bados, que foram reconhecidos, sendo por isso pre-
sos os seus novos possuiOores.
L-se na Paine :
As relajes da Turouia com os principaes mer-
cados liuauceiros da Europa tornara interessantes
todos es esciarecimenlos sobre a situajo finaacei-
ra do imperio ottomano.
A Porta mandou publicar e distribuir gratuita-
mente exemplares do seu orjamento de 1864
1865, precedido de dous relatnos, um de Fuad-Pa-
ch ao sulto e oulro do ministro das Unanjas ao
grao-vi-ar.
Mostrase nestes relatortos, que as receitas do
imperio ottomano mentam a 361 milhes de fran-
cos (14,560:000 lib. st.) e as despezas 360 mtthes
de fraucos (14,4000:000 lib. st.)
Fui em 1862 que a Porta publicou pela primeira
vez o seu orjamento.
As receitas eram ento de 372 milboes de
francos e davam um excedente de perto de 38
milhes.
No aono seguinte as receitas baixaram a 338
milhes.
No orjamento deste anno figura am capitulo de
recursos extraordinarios, caja creaoo equivale
nos-a emissao de bons do thesouro.
Estes recursos sao em grande parte exigido;
pela annuldade |da indemnisajo da Syria e p*las
despezas que para a Porta acarreto a' emigrajo
dos circassianos.
Era compensajo, ha reduejoes importantes as
despezas, sendo de mais de 10 milhes nos orna-
mentos da guerra e da marrana.
NSo ha augmento de impostos seno sobre os ta-
bacos.
No anno ultimo o tabaco deu 13 milhes de fran-
cos e este anno dar 26.
Isto pouco considerando-se qae o imperio otto-
mano, onde m fuma mais qae em neahuml outra
parle, tem 36 milhes de habitantes, o que em
Franja,Tde a populajo pouca d'ffereoja faz, o
rendunento liquido do imposto do tabaco de 161
milhes de francos, o que corresponde a 12 fran-
cos por cabeja. '
A
i -ia* Val pablcar-se em Barcelona ara peridico en-
cyclopedi de pergantas e respostas e observajes
interesantes sobre historia, llleratura, phvlolo-
sa poca o nome de Circo Real. Devorado pelas gia, bellas-artes, bihliographla, etc.
chammas em 1805, foi reconstruido em 1806 e de Intllula-se Consultor Universal.
novo aberto ao publico na primeira oitava da Pas- O primeiro numero tova ja no prelo.
choa do me.-mo anno. Parece qae o peosamenio n esta pobhcajo 0
Pelas averiguajes realisadas em virtude deste ttS^XSaX!RJfSl LV?-
ncendio desconhecem-se anda as causas de seme- ZS^S^wS^mLS tStS V*
possivel os mal-entendidos to requentes n'estas Ihantc catastrophe. Sm-poem se qae o fogo se de- J^or ff ^* C0"*'
*T^_____... m, n,aL0 c mtK.. clarou primeira na parte do tocto (inmediatamente ujrauur, u e,,c-
elrcumstancias, que qmz fazer preceder as miaa, ao |ag| nde com es,ranha voracjda.
reclamajoes de ama instraejao papal, de que te- ae se coraraunicoa ao resto do edificio, por ser na-
Dbo a honra de Ihe enviar o primeiro exemplar, qaelle lugar que cavara situadas vanas dependen- PERNAMBUCO.-TYP. DE M. F. OE f. A FILHO


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