Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10589


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Auno ili. humero 32

.

Por Idea deoois dos l.0110 dias do conieco c dentro do qnartel. .
Porte correio por tres mezes.......,...:
.,* .
5J000
6(000
750
QUIMA FEIRA 9 DE FEVEREIR0 DE 1865.
Por ibbo pago dentro de 10 iias do l.'mez ,,,.,.. i91000
Porte ao correio por um anno.........., 3000
DIARIO DE PERNA
ENCARREGADOS DA SUBSCR1PQAO NO NORTE
Parahyba, oSr. Antonio Alexandrino de Lima;
Naial, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaly, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
OHveira; Haranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves 4
Filaos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudine Falclo Dias; Babia, o
Sr. Ios Martins Alves; Rio de Janeiro, oSr. Jos
Ribeiro Gasparinbo.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estacos da via frrea at
Agua Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anlo, Gravat, Bezerros, Bonito, Carnar,
Altinho, Garanhuns, Buiqoe, S. Bento, Bom Con-
selho, Aguas Bellas e Tacarat, as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira,
Ingazeira.Plor'es, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury.Salgueiro eEx.nas qoartas feiras.
Serinhem, RioFormoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas feiras.
liba de Fernando todas as veres que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao meio da.
EPHEMERIDE8 DO MEZ DE FEVEREIRO.
Qnarto cresc. as iO h., 48 m. e 88 s. dat.
10 La cbela as 2 h. 7 m. e 16 s. da t.
18'Quarto ming. as 7 h., 18 m. e & s. da L
25 La nova as 5 h., 43 m. e 22 s. da t.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda. quintas s 10 horas.
Jnizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1
hora da tarde.
C
DIAS DA SEMANA.
6. Segunda. S. Dorotha v. m.; S. Autholiano m
7. Terca. S. Romualdo ab.;S. Ricardo rei.
8. Quarta. S. Joo da Malta ; S. Corynthia m.
9. Quinta. S. Antonia v. m.; S. Ansberlo.
10. 'Sexta. S. Guilherme duque; S. Silvano b.
11. Sabbado. S. Lzaro b.; S. Clocro.
12. Domingo. S. Marcello p. m.; S. Eulalia v. m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 hora e 54 m. da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1ROS.
Para o ral at Alagoas a 14 e 30; para o norte
at a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernn
do nos dias 14 dos mezes de janeire, margo, njaio
julho, selembro e nevembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manee! Figueira de
Faria & Filho.
PARTE QFFICIAI
--------------------------------------------------------------

G0VERN0 DA PROVINCIA.
Espediente do dia 6 de fercreiro de 4865.
Oflicio a Exm. presidente da provincia do Para-
n. Coro offlcio de V. Exc. de 28 de dezembro ul-
timo, reeebi ooq exemplares do relatorio com que
o ex-presidente Exm. Sr. Dr. Jos Joaquim do Car-
ino, passou a V. Exc. a administrago dessa pro-
vincia.
Dito ao Exm. desembargador provedor da Santa
Casa de Misericordia.Queira V. Exc. expedir
suas nrdens aflm de que ao hospital Pedro il seja
recolhido o enfermo desvalido Joao Evangelista,
quando all fr apresentado.Communicou-se ao
Dr. rhefe de polica.
Dito ao coronel com mandan le dar armas.Ha-
beiiie-me V. S. com a sua informado de modo a
poder satsfazer o que exige o Exm. Sr. ministro
da guerra acerca do incluso requerimento em que
Anna Clemencia rsula das Virgens Lima, pede
a graca de ser engajado para servir na eompanhia
de artfices da Babia sen marido Braulio dos San-
dente da estrada de ferro para sen conheciraento i forma urna 3.a baha (a do Anap proprio) que a
que em aviso de 21 de Janeiro ultimo, declarou-me
o Exm. Sr. ministro da agricultura, commercio e
obras publicas, que nao s ficava approvado o acto
da presidencia, pelo qual ordenou-se que nenhum
trem especial para o servico do publico e de que
trata o art. 93 do regulamento interno da mesma
estrada >eja expedido por preg inferior a 255000,
qualquer que seja a distancia que tenha de per-
correr, mais tambem que o prego da miliagem de
que falla o mesmo artigo, pode ser reduzido at
50 por cento para as viagens de volta d'aquelles
trens, que se recolherem ai offleinas ou aos seus
depsitos.Igual comraunicago se fez ao eoge-
nheiro fiscal da estrada de ferro'.
Dito ao director da eompanhia de Beberlbe.
Conslando-me de aviso da repartigao da agricultu-
ra, commercio e obras publicas, de 19 de Janeiro
ultimo que, por decreto n. 3376, de 14 d'aquelle
mez, bou ve S. M. o Imperador ppr bem suspender
at ulterior, decretago, os estatutos da eompanhia
de Beberibe, approvados por decreto n. 3013" de
28 de novembro de 1862: assim o comraunico
Vmc. para os devidos effeitos.
Dito ao juiz municipal de Nazareth. Em res-
peta ao seu offlcio de 24 do correte, tenho a
dizer-lhe que nao me foi apresentado o menor An-
tnnlA ftlU Portel, este ultimo o mais indaslrioso e agrcola;
e o primeiro o mais commercial.
Os prtelezes tem cora effeito mui pronunciada
vocagao para as profissSes industrlaes, faltando-lhes
porem, o estmulo e Influencia do commercio para
acarogoar e Jar pleno desenvolvimento a essa ten-
dencia natural.
Estaleiros.Como prova dessa vocagao eu cita-
rei apenas alguns factos.
No estreno do Anap ha um bom estaleiro, onde
se tem construido varios barcos, candas e escale-
res. Quando por all passei fra langado agua
um excellente barco construido em Ilaba, com ca
Arroz, 500 alqueires.
Milho, 500 ditos.
A caslanha que se colhe as margeos do Jacnn-
d exportada em grande qnantidade d'alli mes-
mo para a capital ou para Breve, e por isso nao
ligura entre os geBeros da exportagao de Mel-
gago.
O districto de Breves exporta cerca de 30,000 ar-
robas de borracha e 60 de bren.
Do de Oeiras nao pude obter osclarecimentos que
meregam confianga.
Consume, todava, que all se fabrica e se ex-
porta grande quantdade de farnha, arroz, borra-
menor e a mais povoada de ilhas pequeas. En-
trara, ali, da margem norte os nos Pracupij e
Curupa, e pela margem sul sahe o furo Pacajahy,
que communica as asnas do Anap com o Pacaj,
formando a grande ilha Pacajahy a qual nio ter
meaos de 12 leguas de extenso.
O Anap rene ento todas as suas aguas e for-
ma um Estreito fundo e longo, comprimido por
trras altas, e vera sabir junto extremidade no-
roeste da babia de Portel que formada por suas
aguas e pelas do Pacaj que ahi se Ibe rene.
encaras, caramba, ao principio por entre trras i Era outro lagar do mesmo estrello, assim como cunda e Aratic
altas, no rumo geral de b. a N.; mas, ao eneon- j na baha do Camohy e no no Cuxian vi outros
irar o i acajahy, volta-se de repente para E., rece-, peqnenos estaleiros, mas muito imperfeitos e mal'
pe logo o Lamaraipi, e fazendo urna pequea evo-' montados, as quaes apenas se construiam escale-
mgao para o N. entra na baha onde se rene com res e pequeas canoas.
as aguas do Anap entre a ilha Pacajahy a pon-1 Nessa construego empregam-se as madeiras re-
la Manarij em cuja face oriental est a villa de servadas, existentes em ierras devolujas por nao
h ,k- b"-|as Ja "s particulares. Seria conveniente
&sta baha que comega cima e a NO. de Portel, acabar-se com a reserva de madeiras, franquean-
termina abaixo e a SE. de Melgaeo, tomando qoasi do-se a lodos o seu lvre corte para o fabrico dos
a forma de um grande S. barcos de que precizassem, sera dependerem de li-
Jsntre as duas villas entra, do lado sul o rio cencas.
Acutypirra, que e o limite com Melgaeo ; e logo
"' TE27Lua,D,"5,a 17 """'"'ani'o aos san- "'r-ine que nao me ro apresentado o menor An- Acuiypirora, que e o limite com Melgaeo ; e logo E' melhor isso do que o abuso auotidiano nua se
Dita ao mesmo.Em defenmento ao requer- Vmc. trata, entreunto fica expedida a convenien-1 Melgago o Tajapur-min e o Tajapur grande que nago.
- te ordem para ser elle admittido na eompanhia de' trazem do Amazonas aguas lodosas e brrenlas que
ment do boticario Joaquim Mariinho da Cruz so-
bre qoe versa a soa informago n. 247 de 3 de cor-
rente, aotoriso V. S. a mandar receber os- onze vi-
dros de alpioi, onze ditos de knosolo cbloroformi-
sado 6 urna libra de balsamo de conscina que elle
tem d recolher a pbarmacia do hospital militar
para completar os medicamentos e objectos que
cooiraioo com o eonfelho administrativo vender
para aquelle eslabelecimento.
Dito ao mesmo.Queira V. S. informar acerca
do que pede Vieul das Chagas Coelno no Incluso
requerimento.
Ditoaa mesmo.-A V. S. se apresentar Fran-
cisco Antonio Marins para qne o faga alisUr, afim
de aervir como se offereceu no corpo de Velonta-
rios d Patria no caso de estar as condiges do
decreto n. 3,371 de 7 de Janeiro ultimo.
Dito ao mesmo.Queira V. S. informar sobre o
qne solicita o eomraandante superior da guarda na-
cional do municipio de Nazareth no offlcio incluso
que me ser devolvido.
Dito ao mesmo.Srvase V. S. de mandar as-
sentar praca depois de inspeccionado e julgade
apto a Basiiiano Bandeira de Mello Cesar Lonreiro,
furriel do corpo de polica, offererido voluntaria-
mente pelo respectivo pai para servir em o 9* bata-
Ihaode infantarla e nos termos do decreten: 3,371
de 7 de Janeiro ultimo.
Dito ao mesmo.Rometto por copia a V. S. para
ter a devida execucao, o aviso da repartigao da
guerra de 18de ianeiro ultimo, determinando que
se recolham sera demora a corte os offleiaes do
orpo de eogeoheiros e dos corpos de 1* e 2"
classe que estiverem nesu provincia desempre-
gados.
Dito ao mesmo.-Queira V. S. mandar alistar a
Jos Franeiseode Paula Cosu, que se offerece
para servir no corpo de voluntarios da patria, se
for juigado apto para isso em inspeccao de saude.
Dito ao mesmo.Queira T. S. ministrar os es-
elareeimeatos que julgar precisos, afim de eu po-
der Informar acerca do incluso requerimento, era
qoe Isidro Baptista de Rosario pede ser desem-
barcado da fragata Uniao, allegando j ter servido
no exercito e obtido baixa no 2 batalhe de^inlan-
taria.
Dito ao mesmo.Queira V. S, ordenar qne pela
eompanhia de artfices se passe ao soldado do 9
baulhao de infamara Antonio Carneiro de Arau-
jo, segunda via do titulo de voluntario, como elle
reqoereu e se determinou em aviso da repanigao
da guerra de 12 de Janeiro ultimo.
Dito ao mesme.Reeebi o offlcio do V. S. n.
250, de 3 do correte, e fico sciente de haver o 2
lente do 4* batalho de anilharia a p Jos An-
tonido Ribeiro de Freitas, renunciado naquella
dala e resto da licenca qoe Ihe foi concedida
por por'aria de 2 de Janeiro nltimo.
Dito ao Dr, ebefe de polica.Para enmprimen-
to do aviso circular do ministerio da jusliga de 17
do mez prximo lindo, remello a V. S. os dous in-
clusos mappas, afim de qne em observancia do
disposto no art. 6o 2 do regnlamenlo que bai-
xou com o decreto n. 2.350 de 5 de fevereiro de
1859, e com a maior
aprendizes marinheros, urna vez que esteja as
condigSes do respectivo regulamento.
Dito ao director do arsenal de guerra.Remet-
iendo por copia Vmc. para sen conheciraento o
offlcio de 26 de Janeiro nltimo, em que o Exm. pre-
sidente do Cear representou sobre a desigualdade
que se dtu na cor da fazenda erapregada na lista
dos booets e vistas das sobrecasacas ltimamente
reraetlidas ao corpo de guarnicao d'aquella provin-
cia, tenho a recomraendar-lhe qu providencie
conveniente para que na factura de ariigos de far-
damento dos corpos do exercito, tenha muito em
vista os figurioos dados para isse afim de nao ap-
parecerera alteragdes. Comrauolceu-se ao Exm.
presidente da provincia do Cear.
Dito a Jos Francisco Thomaz do Naselmento.
AcceiUndo em parte o offerecimento, que Vmc.
fez em seu offlcio de 28 de Janeiro ultimo, o auto-
riso a engajar as .pragas de mannha que poder
obter com as quaes deve seguir para a. curte na
primeira oppornidade, apresentar-se ao Exm.
Sr. ministro da marinha, afim de servir na lula
em que se acha empenbado o governo imperial
contra as repblicas do Uruguay e Paraguay, de-
pendendo do mesmo governo a designagao do lugar
em que possa Vmc. servir na armada, o qoal sera
duvda ser correspondente ao seu patriotismo, e
serygos que prestar.
NesU inteliigencia, pois pode Vmc. promover
sera demora o engajamento, ficando obrigado a
apresentar diariamente na capitana do porto, e
em quanto esliver nesta capital os engajados que
obtiver, os quaes serlo depositados em quartel dille-
rente d'aquelle em que se acbam os deraais de
marinha.Communicou-se ao capttSo do porto.
do dia 6
Eipedieale do secretaria do governo
, de fevereiro de 1863.
Offlcio ao coronel eomraandante das armas.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, manda com-
municar V. S. que por despacha desu data con-
ceden o prazo de 10 dias, para Maooel Francisco
Soares apresentar documentos com os quaes possa
o recrota Maooel Lino Soares Caldeira effecluar o
casamento que contraton com a orphaa Vicencia
Isabel'da Paixo.
nodoam e lurvam as aguas cristalinas da babia.
Com suas aguas, assim manchadas, os dous'
nos, reunidos com os que acabo de mencionar,
penetram por 5 furos, mas principalmente pelo |
CaraaU e o Campia, e vo sabir por 11 boceas
Louga.as bahas de Camuhy e Anap fabri-
cam-se varios ulensls de arga plstica, como pa-
nellas, potes, alguidares, bacas de rosto e tachas
de torrar farinha.
Para prepararem esta louga, queiraa-se a casca
da arvore chamada Caraip e misturam-se os seus
na baha das Boceas, incorreeUmente dita dos residuos com arga, que" adquire por este modo
ocas, donde seguem at encontrar o Tocantins, urna solidez e consistencia, que al ent3o nao pos-
lomando d abi em liante at o ocano o norae de i suia ; a louga depois submeitida a acgo do foco
ttio Para, inteiramente independente do Araazo- no forno ou sobre urna Irempe de pedras, e toroa-
na?; s mui forte e resistente.
Na baha das Boceas entram, da Iiha de Maraj,! Em nimias barracas preparara-se umbem as t-
os nos Guajar, Piria, Guanalc e Pracnba e da jelinbas de barro, destinadas a receberora o leite
costa meridional o Jaeund com seus bracos Ta- das Seringueiras, para o fabrico da borracha,
quary e Juruparypuc, o Tiririca, Panaba, Mu-; No municipio de Breves s conheco um estabe-
cajatuba Arauc e Cupij. j leoimento industrial que contrasu nobreraente com
esta baha as ilhas mais notaveis sio: perto da! a Industria do seringueiro. as mmediaedes da
cosu sul, as de Murulituba, do Jaeund, Pirauaia, villa, do outro lado rio, est o sitio de Santo Ama-
;re, Coinprida, Alnn, Japiitn e Tatuoca ; e ro, onde ha urna olaria bem mouda de material e
Populaco.Resta-me fallar da populacao.
Nao fcil conhece-la pela sua dispersao em to
vasto territorio, escondend-se frequentemenle,
pelos iguraps oade s vao os ineressados no com-
mercio.
Se, todava, pode-se fazer um calculo da popula-
go por um certo numero de moradias eflectivas,
esta a base nica que rae pode auxiliar n'este em-
penho, erobora eu nao possua urna resenha comple-
ta do numero de casas babiUdas, mesmo em mui-
tos pontos onde passei.
Na bahia do Camuhy ha 78 casas habitadas.
prximo a cosu de Maraj, as das Araras, Tabrt
ca, Anajatuba e Murumurutuba.
A grande ilha Tatuoca forma a ponta occidental
da barra do Tocantins.
Navegago.Do ligeiro esbogo, que acabo de fa-
zer, pdese ver que urna immensa baca hydro-
graphica estende-se da barra do Tocantins at s
cachoeiras do Pacaj e Anap.
Deixo de parle o l. destes rios que nao exami-
namos, mas cuja navegacio Umbem livre de
embaragos, para fallar smente do Anap. At
Na do Anap.......... 56
No estreito............ 74 >
No furo Pacajahy...... 20
No furo Pacajahy at a
ponta do Manarij.. 21
249
Todas estas habtagoes acham-se acraa da villa
de Portel.
O Pacaj, o Camaraipi, a costa snl at o Acntipi-
rra e este rio sao muito povoados de sitios e eu
creio que pode-se calcular todas as do interior do
municipio era 700, que habiudas, termo medio, por
7 pessoas, do 4,900. Este numero reunido ao de
300 que vivera na villa e em torno delta, da um to-
tal de 5,200 habitantes.
Melgago nao pode ter em todo o seu territorio
mais de 3,000 e Oeiras nao tem mais de 3.500. O
total destes 3 municipios pois, de 11,700 habi-
tantes.
Acerca da populagao do municipio de Breves na-
da se pode saber com exaclido. A numerago dos
seus habitantes urna questao qu se prende corr.
outras que dizero respeiio aos hbitos e modo de
existencia dos seringueiros.
as ilhas, rios e furos do municipio de Breves,
mal comega o vero accumula-se urna mullidlo de
individuos que coraonome de seringueiros partera
dos districtos da capital, Igarapmirira, Baiao, Ca-
rnet, Oeiras, Muan, Melgago e Portel, levando cora-
sigo para famoso Estuario suas familias e tudo
quanto possuera.
Aquel les lugares nao tem ento menos de 10 a 12
.-----r. -, mil individuos.
punum o seu cafcsal. E' raro o sitio onde nao ha- Apenas, porra, entra o invern, retiram-se to-
a i.. -LrJ^* a *V5 ^u'ando-se muitos em que ha: dos para seus districtos, e o Estuario torna-se de
i plantagoes de 2, 3 at 5 mil ps. A pequea culta- nevo um deserto, onde nem serapre se eccontra nma
ra, que um poderoso auxiliar de agricultura est barraca habitada. Toda a populacao nao excede en-
pem representada naquelle municipio, e, para pro- to de 600 pessoas
i3mS?l!3&2!!P ^P60/6 omento de j Em presenca de to extraordinaria disposlgao,
BSZSJSX I"80 Podiam dar-lhe os gran- nenhum calculo de populagao posso apresentar qu
Fm'lirfS4 T "f* Uk' ,eDba um carac,er e approximago da verdade.
bm Melgago culliva-se Umbem o caf, mas em Nao duvido, porra, qoe a populacao do municipio
cala Uo pequea oue nao da oara o consumo. de pessoal. Nesle bom eslabelecimento se fabricara
tenas, lijlos e louga de barro, do qual ha grande
abundancia em quasi toda a extenso das ierras do
sitio.
E' desU olaria que tem sabido as tenas com que
recenteraenle cobrram-se muiUs casas da villa,
podendo fornece-las a todas as'povoages vsinhas,
asslra.eomo a Macap, Mazagio e Chaves, para as
3uaes rauito mais fcil a conduegao d'alli do que
a capital.
O fabrico da farinha urna industria geral dos
I .. j-----------.------------. -----r -" miiuim o una IUUU3III
i ach0*!ira des'e ultimo, a distancia, segundo habiUntes do Portel, Oeiras e Melgaeo
minhas cbservagoes proprias e informagoes de pra- O caf a cultura Tavorita dos Porlelezes; todos
ticos, pode ser calculada em 95 leguas do modo os qne possoem urna casa e urna porco de trra
segrate : nimiim r, c... ,....! o> -. .:.:.*__
Ba barra do Tocaatins baha das Boc-
eas.
Despachos do dia 6 de fevereiro de 18tt.
Requerimentos.
Antonio da Cosu e S.Junte o ttulo pelo qual
se acha no seu dominio ut d) terreno de mari-
nha em que esl sita a casa que pretende vender.
Francisco Antonio Marins. Apresente-se ao
Sr. eomraandante das armas.
Felisberto Gllmerico de Souza.Ioforrae o Sr.
commandante superior da guarda nacional do mu-
nicipio do Recife.
Flix Vieira de Oliveira.Indeferido em vista da
informagio.
Helena Francisca Maria.Informe o Sr. capitao
do porto.
Jos Elias Machado.Informe a cmara munici-
. urgencia os mande eocher
com as informagoes nelles indicadas acerca da di- Pa' ao ecre.
vso policial e do pessoal da secretaria darepar-' ^aquim Teixeira Peixoto.-Informe o Sr. ins-
tigao a cargo de V. S. I P^tor da Ihesourana de fazenda.
Diio ao inspector da (hesouraria de fazenda. I Commendador Joaquim Lucio Monteiro da Fran-
O bacharel Bartholomeu Torqnate. de Souza e ca.Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
ilva reassumiu o exerekio do cargo'de promotor zeda;
publico da comarca de Pao d'Alho, em 28 do mez I j0.se AuK proximo findo : o que communico V. S. para 8ando prazo por 3 mezes e meio.
eu coobecimento. I Joanna Maria da Conceigao. Informe o Sr. te-
Duoaomesmo.-A visu das inclusas conus nenie coronel recrutador.
por duplicata, e nao havendo inconveniente, man-1 Manoela Maria do Nasciraento. IntJeferido por
de V. S. pagar ao gerente da eompanhia Pernam- na0. constluirem as allegages da supplicante,
bucana, como me sollcitou era offlcio de 3 do cor- mollvo de isengo li-g*, sen i o | 3." do art. 27
rente, a qanla de 1:229*639, era que imporlou o do decreto de li dcrabdl dj 1851 licavel s-
transpcrle de carga e passageiros, effecluado por men'e30s recruUs Jeitos en>r ,i gento do mar,
conla de ministerio da guerra, a bordo dos vapo-' cireumstancia que nao allega a supiiii tnte.
res daquella eompanhia.
Dito ao mesmo.Remelto V. S.
convenientes, o raappa nominal demnstrativo do
pessoal das enfermaras do hospiul militar na 2* no .imperial, que segundo-a ..
quinr-ena do mez de Janeiro ultimo. I P,lao do Por,. o supplicante seguid para a corte
Dito ao mesmo.Remello V. S. por copia, como voluntario.
pra seu conhecimentoe execugae, na parte que i---------------------
Ibe toca nao s o aviso da repartigao da guerra de \
13 de Janeiro ultimo, mas Umbem o decreto n. i
3,375 de 11 daquelle mez, declarando quaes os
empregados qoe devera desempenhar as attribai-1
goes qae exerciam os conselhos administrativos'
para fornecmeato dos arsenaesde guerra extinctos
pela iei n. 1220 de 20 dejunho de 1864.-Iguaes co-
pias foram reraetlidas ao director do arsenal de
guerra e ao coronel Antonio Pedro de S Barrete
Dito ao mesmo Cnmmnnicando-me o Exm.
Sr. ministro da agrienltura, commercio e obras ,
publicas em avtso de 7 de Janeiro ultimo, que por
(loriara dessa dau prorogpu por mais um mez
sem vencimenlqs a licenga concedida >o Ia tenente
do corpo de engenheiros, Jos'Carneiro da Rocha,
ajadanle do engenheiro fiscal da estrada de ferro
desta provincia ;assim o fago constar a V. S. para I
os devidos effeitos. Commanicou-se ao engenheiro !
fiscal da estrada de ferro.
Dito ao inspector da thesouraria provincial. 1
Para que eu possa cumprir quanto se
i do decreto de li Va.boi
mente aos recrutas fe:os en>r ,t gahto do
rcumsuncia que ao'allpga a'sui'pll rate.
Manoel Francisco Sire. Concedo j prazo-de
para os tins I 8 ^'as Para snppWant pr*tar seoc v legal,
wnstrativo do' Venancio Flix R'Jrig .<;:, ao gover-
intormaclj do Sr. ca-
INTERIOR.
RBLATORIO DO SECUETARIO DA PRRSIDRNCU DA PRO-
VINCU, RELATIVAMENTE NAVEGABlLIOADK DOS
RIOS DBSSA E DA PROVINCIA DO AMAZONAS.
(ConiinuacSo.)
Segnnda parte.
A HltlAO D.tft BAHAS.
Sumraario :Geographia da regio.ExtensJo na-
vegavel ; navegago actual; conveniencia da
navegago a vapor; situaglo interessanto de Bre
ves.Industria e commercio; resentas sobre
os productos industriaos, agrcolas, e nalnraes.
Populagao. -Limites.Communicagoes terres-
tres do Anap com o Xing.Conclusao.
Geographia da regioDous rios notaveis des-
. rios .
.,------,-----------ri------ -- determina cem dos declives meridionaes de monlanhas que,
no aviso jnnto por copia, expedido pelo ministerio segundo minhas conjecluras, formam com vanos
da fazenda em 19 de Janeiro nltimo, faz-se preciso bragas de outros rios a linha divisoria entre esta
qae V. S. me d com a mxima possivel brevidade, provincia e a de Matto Grosso : sao o Anap a O.
os esclarecisemos constantes do citado aviso, re- e o Pacaj a E.
lativamenie as verbas de receita provincial e para O Anap conflue com o Tauer," tendo ambos
esxe Im remetto-lhe o mode-lo a que se refere o' grandes cachoeiras, junto s quaes se diz que che*
mesmo aviso. i ga anda mar, em vero. Segu de S. a N. at
Dito ao superintendente da estrada de ferro. ilha Jadiara, e d'al alarga-se em direccao SE.
Com offlcio que em 31 de Janeiro ultimo, me diri- a NO, formando a sua !. baha, chamada do Pra-
Sio o Sr. G. O. Mana, superintendente da estrada cap!, onde entra o pequeo rio de?;.; noae.
o ferro desu provincia, reeebi por copla os arti-! Rene todas as suas aguas' om um estreito de
fos da compoeicio eom qnosepoz termo a qaestio caita extenso, chamado do CasUnhal, e logo de-
jndicul, qne eorria em Londres entre o Sr. G.Far- pois brese em urna vasu bahia que tem o nome i pa, urt
ness e a eompanhia da mesma estrada. de Camuhy, na qoal entra o rio Cuxian o cuja \ Quanto s predueces aaricolas. as canoas rece-
,^r!l^r e.8,,^L0riODidade P""4 aPre?D,,r direccao de S. a N. be farnha, caf, arroz, cacao, azule e um pouco
ao mesmo Sr. superintendente a seguranga de mi- NesUs se acham as duas ilhas Pracajur e Taja- de gergelira, Ubaco, algodo e milito
D ni^1*!.^5^*510- I papproximadas cosu oriental. Industria e commercio.-Dos qoatro municipios i
Dito ao mesmoCommunico ao 8r. saperintoa- Ba baha Camahy rprape no rumo O. a E., o' de que trato nesta parte, Breves, Oeiras, Melgago e t Caf, 350'dlias.
escala Uo pequea qoe nao d para o consumo.
O cacao comega a ser cultivado em Portel, e o
de muilo em Melgago, roas nao em grande escala.
O algodo e o tabaco as margens do estreito e
em alguns outros pontos de Portel produzem e ve-
getam de um modo animador para os cultivadores,
mas as plantacoes sao anda recentes e, porUnto,
diminutas.
A canna de assucar cultivada no districto de
Oeiras em maior escala do que em qualquer dos
outros.
O fabrico de redes urna industria commura nos
districtos de Portel, Oeiras e Melgago, mas semen-
t as fazera em numero sufBciente para o uso do-
Da bahia das Boceas, pelos furos, vil-
la de Melgaeo.................... 4 -
De Melgago a Portel................ 4 '
Da villa de Portel at bocea do Es-
treito........................... j ,
O Estreito at baha do Anap...... 12 >
Baha do inap at do Camuhy..... 3
Babia do Camuhy at ao Casunhl..... 6
Babia do Pracnpi at ilha do Jadiara. &
D* i" Jacitra at a confluencia do
Tauer......................... 16 ,
Da barra do Taer at i. cachoeira. 14
95 leguas
be a este algarismo ajunUr-se a disUncia que
yai de Belm barra do Tocantins, que sao mais
16 leguas, ter-se-ha assim, da capital cachoeira
do Anap, urna navegago limpa e fcil de mais
de 100 leguas.
Com excepgo dos baixos que, a cada passo, .,
obstruem a larga bahia das Boceas, nao ha em to-' mestico
da essa extenso obsUcub algura navegacio,' As varzeas que se encontram no Anap e Paca-
senao tena a luz do da; a bahia do Camohy, que j e as ilhas de Melgago sao abundantes de serin-
ga mais rasa, nunca tem menos de 2 bragas de gueras; nenhum districlo, poraa, pode competir
lunao, o as suas aguas sao to lmpidas e cristali- a este respeilo com o de Breves, onde a borracha
as, que conhece-se, grande disuncia, onde ha tudo : trabalho, industria, negocio e vida dos ha-
baixos pela cor amarella qne ellas tomara nesses hitantes.
lugares de pengo, sendo assim muito faeil ovlu- as, trras altas dos rios Pacajs e Anap abun-
i .,. ... dava'n os casunheiros, boje porm, vo-se afJas-
ii ka,naveacao Que ale hoje tem havidona- lando muito para as cachoeiras des:es rios, em
is e ros exclusivamente a' de barcos consequencia da avidez com que para aproveitarem
tudo de, urna vez, arrancavam-lhes a casca am de
tirarem della estopa para calafetos. O cravo tem
desapparecido totalmente dos lugares prximos s
margeos dos nos; para se obt-lo ja indispensa-
vel ir procura-lo rauilo no interior das matas, por
haverem os seus colhedores amigos e alguns mo-
dernos destruido brbaramente as arvores que o
produzam.
A bauoilfta, do mesmo modo que o cravo, abun-
da va naquellas maUs; hoje s se encontra alguma
as proximidades as cachoeiras. E' outro produc-
to que se tem tornado raro pelos antigos estragos
que soflreu dos colhedores.
O oleo de cupaba pela mesma razio, ja se nao
e canoas vela. sta navegago moito morosa,
por isso que depende das mares e dos ventos, nao
pode trazer aos habitantes grandes vanUgens.
A navegago a vapor urna necessidade recla-
mada por todos os moradores d'aquelles districtos.
Com ella, a villa de Portel tomara em pouco lem-
po a posieo. a que a chama a fertilidade de seu
slo, o genio agrcola e industrioso dos seus habi-
tantes, a salubridade do seu clima e a qnalidade de
suas aguas.
N'uma regio em que os habitantes, a despeilo
da falta total de auxilios eprotecgo da adminislra-
gao, esforgam-se por vencer os embaragos que os
privara de communlcages facis para a exporU- ^ y. UD tura.u* ,
gao deseus gneros e insisten) na cultura das ter- encontra fcilmente,
ras, nao obstante falur-lhes a antmago e o esti- Assim, gragas a' improvidencia
mulo que d o commercio, n'uma tal regio, a na
vegagao a vapor e a vida para os habiUntes, o ali-
mento da sua industria, o conductor da sua pros-
peridade, o protector do seu futuro.
Em quanto essa navegago se nao esUbelecer,
em quanto a populagao de Portel se achar entregue
a seus proprios recursos, a industria, a agricultu-
ra e o commercio bao de permanecer no estado de
aprendisagem sem mestre, e de infancia sem ali-
meniago.
Quanto a Melgago, a sua proximidade da villa
de Breves, e a facilidade eom que para ali pode
transportar os gneros ae prodcelo, di-lhe orna
posigao excepcional que nao permute augurar-lhe
grandes vantagens com a navegago por vapor;
seus destinos parecem a este respeilo que eslao in-
teiramente ligados aos de Portal; desde que para
esu villa bouver navegago a vapor, Melgago a to-
ra igualmente.
Oeiras est muito alastada do camlnho do com-
mercio e da industria, e escusado fallar em na-
vegago para este ponto, onde o vapor entrarla e
sahiria sempre e smente eom a mesma carga
Breves, como j fieou mencionado, a povoa-
gao mais bem situada um relaco i navegago o
commercio; o seu porto que igualmente q mais
seguro e o mais comraodo, alm dos vapores qoe
nelle tocara, frequentado por grande numero de
barcos e canoas que trafleam entre as aguas da Pa-
ra e do Amazonas, ou se ompregara no transporte
de gneros para os seringaes e no da borracha
dos seringaes para Breves en Belm.
As canoas dos regatdes percorrem todos os rjos
e furos desde as cachoeiras do Anap e Pacaj at
i cosu norte do Amazonas, trocando com os ha-
bitantes o com os seringueiros mercadorias nacio-
naes e estrangeiras por gneros de prodcelo na-
tural, como a borracha, caslanbas, curaaru, esto-
pa, bren, leos, grade, resina, peixe, o madeira.
seja actualmente de 5,000 rabilantes.
Limites.Nao posso dekar de diier doas pala-
vras .sobre os limites actoaes entre dievrsos muni-
cipios da comarca de Camet. Passando por di-
versos pontos que se acham designados como limi-
tes, pude verificar que essa designaglo nao a
mais canveniente ao servigo publico e ao interesse
coramum.
De GameU para a barra do rio Cupij, onde se
acha a Ilha dos Defuntos; de Oeiras para a bar-
ra do Jacond e Melgago a bocea superior do
furo Jangu: as communicagoes com a sede do
municipio, a que perteocem esses pontos, sao mui-
to difflceis, ao passo que sao muito mais commodas
para os dos mnnicipios visinhos.
Portel, por exemplo, est defronte da Ilha Acra-
lo para onde se pode passar em 40 ou 60 minutos
guando muito; e todava essa ilha pertence toda
inteira a Melgago, para onde as communicagoes sao
difflcilimas, havendo ocrasies em que nao se gasU
menos de 16 oras em viagem. A bocea supe-
rior do Jangui fica anda muito mais affaslada de
Melgago.
Os limites mais naioraes mais convenientes me
parecem que sao os segrales :
Entre Portel e Melgago : ambas as margens do
furo Tatuoca at o Jangui, e por este cima at o
igarap Curuary, pelo qual seguira o limite at suas
cabeceiras.
Entre Melgago e Oeiras : o furo Juruparypuc,
qne vem do Jaeund e sai em frente da ilha Pi-
raaya, pertcncendo ambas as margens e esta ilha
a Melgago.
Entre Melgago e Breves : a margem occidental
do Tajapur (a partir do ponto que serve actual-
mente de limite) inclusive a ilha Cnxi, seguindo
sempre a mesma margem pelo Tajapur grande
at a bocea do Parauacaxi e depois ambas as mar-
gens do brago que vai ter ao poco do Cabral; lodo
este pogao cora suas ilhas e margeos; depois todo
o Furo Grande do qual sahir no'Caruanajuba, e
por este abaixo al a bahia das Boceas.
Entre Oeiras e Camela : o igarap ou ro Jussa-
ra com as ilhas da Conceigao e do PaulisU e dos
Defuntos; o no Cupij at o furo Murucuruj, ou
o primeiro affluente que se encontra em qnalquer
das suas margens.
Cumpria-me escrever anda nma palavra acerca
das communicagoes enire o rio Xing e Anap
aproveilando para ellas o curso dos 2 igaraps
Maxiacaque vai lancar-ae naquelle rio, e o
Pracupi-que afllue para o Anap.
Mas eu faria injustica ao zelo e inteliigencia com
que o engenheiro que comigo subi o mesmo rio
Pracupy, se pretendesse accrescentar quaesquer
obsejvagoes a respeilo deste assumpto por elle exa-
minado.
Entretanto, crente ainda de que urna commuoi-
controu-se ouro em certa quanudade, ha cerca de cago por agua ou por trra entre aquellos grandes
JO annos. Nao vejo motivos, para duvidar da exs- rios darla multa importancia ao commercio e nave-
tencia desse precioso metal, naquella parte; pelo gago as grandes bahias do Anap, estou conven-
conirario tudo induz a crer qne nio so ali como no cido de que seria de grande utilldade que se man
alto Anapu deve have-lo, senao em abundancia, ao dasse proceder no prximo vero, sobre o isthmo
menos em quantdade sufflciente para bem com- que separa os dous rios, a um exame completo, que
pensar os trabalhos da saa extraegao. Nos tres on- o lempo e o? mais do que dispunhamos nao permit-
iros mnnicipios nao ha noticia da existencia delle ram realisar.
. on barbaridade
dos seus usufrucluanos, o castanheiro, o craveiro,
a baunilheira, a cupaibeira-, qaatro vegetaes dos
mais estimados, pouco a pouco desappareceram an-
te a forca do machado e do tergado daquelles mes-
mos que os deviam zelar, conservar e cultivar, se
Unto fosse preciso.
As florestas do districto de Portel contm madei-
ras de superior quaiidade para todo o genero de
constrceoes e para as mais delicadas obras de
marcneria, conUndo-se entre ontras amnrapini-
raa, o pau-marflm, o setira, saboarana, janipapo,
arraim, itauba e pquia'. Breves pobre de madei-
t ras; Oeiras e- Melgago as posso excellentes, mas ja
em pequea quantdade. c
Portel e seus districtos sao muito abundantes de
peixes de ekceileolea quaiidade e de cacas diver-
sas.
Do reino mineral refere-se que, na altura das
cachoeiras de Paeaja', on ponco cima dallas en-
e a natureza do terreno nao permute jamis
contra-lo.
Segundo as informagoes qne pnde obter, expor-
tam-se dos districtos de Portel annnalraente os se-
guinles productos:
Caf,i,000 arrobas.
Farinha de mandioca 9,000 alqueires.
Borracha, 3,500 arrobas.
Castanhas, 8,000 alqneiros.
Tabaco, arroz, milho e alguns ootros gneros nao
se tem exportado nem Importado; a,quantdade
produzida smente bstanle para o consumo.
Segundo as mesmas informagoes, Melgago pro-
doz annnalmente e exporta :
Farinha do mandioca, 3,000 alqnoires.
Borracha, 3,000. arrobas.
A extenso desta exposigao enfadonha ; mas,
alm de que o assumpto exiga entrar em alguns
pormenores, falu-me o talento de dfzer muilo em
poucas palavras.
Descreyendo os logares por onde passei, indiquei
o que nelles eoconlrei de bom ou de rao e o que
precsam para os seus melhoramentos.
Creio que nao me affaslei do de.ver dizer a ver-
dade a quem a deva, e de fallar com franqueza a
quem sabe aprecia-la.
Guarde Deus a V. Exc-Illm. e Exm. Sr. Dr.
Joo Mana de Moraes, vice-presidente da pro-
vincia.
Belm, d Para, 29 de fevereiro de 1864.Do-
minooi Soares Ferreira Penna, secreUrio da pro-
vine.
Appeadiee.
Parecendo-me conveniente extremar do corpo
do relatorio tudo quanto nao fosse essencial ao de-
senvolvimento dos diversos pontos das instrncg5es
que reeebi da presidencia, reservei para este ap-
pendice e aqu ajunto algumas noticias qoe esto
nestes casOj^ versando todas sobre varios gneros
de produego natural e industrial, por me persua-
dir de que ellas nao sero totalmente destituidas
de interessse. Comego pelo
Cacao.
Desde os primeiros annos da descoberta da Ame-
rica, foi o cacao conhecido pelos europeos. Os in-
dios do Mxico e principalmsnto de Guatimala,
3ue o chamavam cacahual!, faziam constante uso
elle, desfeito em forma de chocolate.
A faclldade cora que se encontrava o cacao, o
seu sabor e sobretodo a arestia ou falta de outros
gneros de alimenucae, flzeram que os hespanhes
residentes na America o apreciassem como umdos
producios mais uteis, e a sua eslima era to gran-
de que, durante longos annos, os fructos maduros
serviram de moeda corrente em toda a America
hespanhola, e no Para ; com elles se comprava to-
da a sorte de objecios, pagava-se o dizimo, os di-
reilos reaes, as eonhecengas e officios divinos aos
padres, as bullas da cruzada, e o sold ao exerci-
to ; os pobres e at os Santos nao oblinham esmo-
ras em outra moeda.
Antes do fim seculo XXL segundo o testemunho
do padre Joseph d'Acesu (Historia natural e moral
ac las Indias) a exporUgo do aco era j consi-
deravei, indo navios carregados delle para a Hes-
paoha, e um corsario inglez em 1588 queimou no
porto de Guatulco mais de 100 rail cargas dessa
mercadoria.
Cultivado mais urde as colonias hespanbolas e
descoberto em grande quanlidade as margens do
Tocantins e do Ama-.onas, o cacao tornou-se um
producto precioso, quer como principio de alimen-
ugao para o indigente, quer como nm regalo para
as classes abastadas.
No Para, era 1739, o cacao disputava aos Bovel-
los de algodo a honra de representar a moeda
corrente, e urna ordem rgU dess annoe expedida
a requisicao do governador ecapito-general, raan-
dou reservar para pagamento do fardamento da
rafanteru a sua colheiu na cosu desde o rio Jary
at o Cal do Norte.
Em 1728 s o collegio dos Jesutas reeeben em
seus armazens 2:492 arrobas e 12 libras, segundo
urna certido jurada do respectivo procurandor,
passada para o Um de justificar a insignificancia
do commercio que estes raissiouarios faziam.
Baena, o laborioso investigador da bisioria do
Para refera em sua preciosa chronicaComprn-
dio das Eras,qae a cmara do Para pedir em
em 1749 ao governo que mandasse mais navios
afim de levarem a grande quantidade, que eslava
perdendo, de cacao, e outros gneros, havendo
ento em cultivo mais de 700,000 ps daquella
planu.
Era 1753 um navio levou para Lisboa 37,425 (a
e 18 Ib. de cacao era seraenles e 4|e 3 Ib. em
chocolate. Nesse anno e no de 1762 o prego regu-
lava a 2 pesos por a .
Parece que o chocolate era to estimado pelos
indios e europeos qne habitavam a America, quan-
to mal visto pelos hesponhes na Europa ; o que
claramente o d a entender o historiador, padre
Joseph d'AcosU a que j me refer, as seguintes
palavras que ponh era porluguez:
O principal beneficio deste cacao urna bebi-
da que fazem, chamada chocolate pela qual sao
loucos os moradores daquella ierra (que es cosa
loca lo que m aquella tierra le precian); aos que
nao esto habituados a elle causa asco,pois tem por
cima uraa 6spuraa o fermentagao como de fezes, e
preciso ter fe robusta para traga-lo. Mas l
urna bebida apreciada cora que os indios mimo-
seara as pessoas de distinecao que passam pela
trra. Os hespanhes, pnncipalmentu as hespa-
nholas acostumadas no paiz do a divida pelo ne-
gro chocolate... Seja como for, o qne verdade
que aquelles que nao sao creados nesu opiniao
nao o apetecem. >
A despeito desu repugnancia do paladar hespa-
nbol, o uso do chocolate unlversalisou-se e Lioneo
o ennobreceu dando-lhe o nome scientfico de
tteobroma (nutrgo dos Deosos).
A maior parte das nossas provincias podem cul-
tivar o cacao coro grande vanugera para os lavra-
dores; basta para isso que empreguem na sua
cultura um pouco de inteliigencia e de perseve-
ranga.
Os valles do Parahyba desde Campos at os li-
mites da provincia do Rio de Janeiro cera a de S.
Paulo, os do Rio Doce, Mucury e Baixo Jequitinho-
una offerecem terrenos mui favoraveis sua pro-
duego. Sabe-se qde na provincia da Bahia o ca-
cao floresceu mullo ; e que a decadencia de sua
cultura, hoje aquasi entregue exclusivamente
industrias particulares de alguns libertos, devida
a incuria ou ignorancia de uus e inconstancia de
outros cultivadores que esquecerara as ligoes e
couselhos daquelle que introduzio na provincia o
cacao como um beneficie real para ses habi-
tantes.
Na provincia do Amazonas ninguom o cultiva :
um producto exponuneo que fornece abundante
colheiu aos mercaderes.
Na do Para a proJucgao que hoje figura na ex-
portagao era geral cultivada, constitundo urna
regular oceupagio dos habiUutantes dos munici-
pios de Camota e Obidos.
A produego natural tem diminuido sensiret-
nente. Os districtos do Tocantins produzem por
si sos quasi metale do cacao produzido era toda a
provincia como o mostram as seguintes resenas,
colindas de documentos offleiaes :
ANNOS.
1861
1862
1863
Ter mo media
PRODCCAO TO-
tAL DA PRO-
VINCIA.
210:192
172:118
243:482
208:597
PRO Di: CC A 0 DO
TOCANTINS S0-
MKNTK.
72:843
111:244
109:682
97:923
EXPORTACAO.
Desie quidro se v que as procedencias da pro-
vincia do Amazonas e das repblicas vsinhas pou-
co elevm a exportagao, sendo digno de nou que
o termo medio da exportagao nos tres annos flnan-
ceiros de 1860 a 1863 representa um algarismo
menor do qne a produego de toda a provincia em
1863.
Concluo transcrevendo aqni o trecho da carta
de Mr. Bruire relativa ao modo de melhorar o ca-
cao da qual fiz mengao no relatorio. Esta interes-
saale carta diz assim :
As sementes devem ser acondicionadas pela
maneira segrate : tsndose colbido os fructose
tirado com cuidado o involucro das sementes, para
obstar sua fermeotago, llrapa-se e faz-se seGcar,
-



1 Atia*l~*fc r% #


/
Diario de Pcraambnco Quinta fdn 9 ie Fevereiro de t 8*.
durante* uta tifa na sombra, e^wffifllteS.qfle'maMT, oa trazW mtg ao depois ieira no fondo da qual se deposita urna carnada; guarnecidas com urna grade d'arame de ferro, no
de trra vegetal rom duas pollegadas fle espessura. Ilgelra, pouco hmida, onde eslejam ptoafados
aquelles vegetoes-; suslente-se a trra oera pautas
seccas mettidas entre elles. Estas caixas devem
vir no convez no navio em lugares distantes das
caldeiras da machina de vapor, e abrigada* do sol
Sobre esta pnmeira amada de trra se fax urna
outra de sementes de urna pollegada de espessura,
pouco mais ou menos,
t GoDtia-se assim alternando as carnadas de
trra com as de sementes, separadas urna das oa- eoanto mr posslvel.
tras por urna pollegada de espessura pouco mals i t Erapregando-se estes processos, o jardim bota-
oumeno?~at a altura de om pe. Cbrese a olti- nieo poder fornecer, em poneos annos, boas se-
ma carnada de trra com palha bem secca e oto- mentes ios agrieullore da provincia
posta de maneira que eoefca exactamente a caixa productos da rboiao do TOCAirTWS.
se impedir a penelraoi do ar, e obste que a ter- O quadro que vou apresenur ofTerece ao mesmo
ra e as sementes m mwturem durante a viagem. tempo uns poneos de esclareeimentos. -
A caixa assim preparada fechada com ama l Em primeiro logar indica os producto mais va-
tampa tambem de madeira com grande numero de liosos qnr industriaes, qur naturaes portados
pequeos buracos e posta i bordo no coove do de varios pontos do Tocantins para a capital.
n**^ntmJg^nS!!^Sla SSrX^te? Em seS lugar indica o estado e movimento
mar ooe tem a profmedade de alienar **n* da naVegaco, mostrando a preferencia que os mo-
. As sementes ^^l^^^^^-nora toubT^% de vela (canoas) sbreos
tas no porao do navio ou era caixa"j**"** parto das caldeiras da machina de vapor se dele- *9 i noriam egualraente. meta, onde chega o vapor da compaoMa do Ama-
Logo que a caixa tiver chegaco ao seu aesu- 20MS> acha.se em decadencia e isolamenlo em con-
no, ser inmediatamente aberta, e as sementes seqaeiJCa do coramerclo directo dos sillos com a
grelladas, durante a viagem, planudas em um ter-, tapiMj pr ,niermedio das embarcacoes a vela,
reno fresco e preparado cou antecedencia no jar- Ver-seha, com effeito, pelas sommas parciaes dos
dim botnico ou qualquer outro lugar apropriada generos exportados que, em relacao ao total, a dif-
Quant remessa dos fainos de cacaoeirus, eis ferenpa em favor ^ transporte directo em barcos
o methodo expedito e pouco dispendioso, do qual a vpl de uma ,nmensa desproporcao. De cacao
por vezes lire resultado : depois de ter arrancado por exemp|0 lrouxe 0 vapor 8,948 arrobas e 8 11-
cora as convenientes precauges para nao damnill- b ao 0 as can0as yo^eram 100,734
ear as raes, e lirado as fomas, excepto a que e arrobas e 7 ,Dras.
visinha do boio terminal, mettem-se estes vege-
taes era uma caixa de folha de Flandres, que te-1 Por ultimo, o quadro, orgaoisado como se acha,
nha o seu comprmeuto, na qual sao dispostos sem medir quaes os mezes de roaior produccao e por
ierra oem palha, e sufficieotemeate aperlados pa- consegulnte de maior exporlacao de c?rtos generos.
________;. ..:7.o;,...l i Une mnvimontn al. Assim v Se OUe a CaSUDha COme<
ra que nao seja possivel entre elles movimento al
gum, durante a viagem. Fecha-se hermticamen-
te a caixa, betumando as bordas com uma carnada
espessa de breu, rezina ou outra qualquer subs-
tancia prepria para obstar a peoetracao do ar na
caixa Desl'arle conserve! plantas vivas, durante
tres mezes; roas preciso evitar de introduz-las
as caixas, quando estejam molhadas com agua da
chuva ou orvalho.
Finalmente para roaior seguranca, pode-se
-UUOC|l,UI"**' **" lilil II m^v.^------.----------o-------------------
Assim v se que a caslanha comecou a appareeer
em fevereiro e terminou sua safra em setembro,
porque deste mez at tins de dezembro ella se nao
encontra em parle alguna do paiz ; e que o cacao
foi exportado em maior quaniidade desde marco
at agosto, ao contrario da borracha que avulia
muito no principio e fim do anno e diminue desde
abril al julho.
O quadro seguinte d os meios de fazer estas
cemparacoes que nao me parecem sem interesse.
GENEROS.
MEZES.
Janeiro.
Fevereiro

e
II6
17-*
9
42*4
Marco.........
Abril.
53-
i0-i5
14016
76*9
Maio.
284
30726
Juuho.
Julho
Agoslo-
Setembro
Outubro...
Xoverabro.
Dezembro .
Somma.
Total.
419 8
21812
4816
136- 8
A Iqneires
3,147
32
4,633
2,193
1,671
860
12
5716]
134 2
57-24
26
65-
10719
147-
6820
56
94
1,049
1,33529
2,38429
507
550
12
32
15,585
15.617
i
9
788
1,188- 9
1,157- 2
6,724-17
3,515 9
11,945-11
~975- 8
24,296-30
611-
12,063 4
102
15,287-22
451-
11,77728
196
14,493- 1
150-21
2,201-10
2
746 3
8,948- 8
100,734 7
109,68215


680- 8
1,539-22
474-31
345- 9
832-24
522- 4
207-25
41020
4
117
~55-16
24126
25616
15128
939
734-24
1,114 7
91720
1,048-24
2,93413
465-
2,246
56016
2,603-17
6,639- 7
12,76423
19,403-30
800
Vapor.
Canoa.
321
Vapor.
Canoa.
353
512
303
1,079
92
669
10
1,323
40
732
6
996
604
419
446
1,160
1.604
8,261
9,865
I S:
c r~ 3
iM 2
Vapor.
Canoa.
Vapor.
Canoa.
Vapor.
Canoa.
Vapor.
Canoa.
Vapor.
Canoa.
Vapor.
Canoa.
Vapor.
Canoa.
Vapor.
Canoa.
Vapor.
Canoa.
Vapor.
Canoa.
Vapor.
Canoa.
PERNAMRUCOi
ROTISTi DIARIA.
Reunio-se ante-hontem o conselho de direcc/o da
ssocia^o Promotora da Colonisarao Polaca, sob
a presidencia do Exm. Sr. conselheiro Antran.
Resolveu-se que se procedesse assignatura dos
estatutos pelos membros fundadores, aflm de serem
snbmetiidos approvacao do governo ; que se offi-
ciasse aos Exms. e Rvros. Srs. arcebispo e bispos
das differentes dioceses do Brasil, remettendolhes
algons exemplares dos estatutos e solicitando sua
valiossima inlervencao para a nstalla^ao de as-
sociaoSes idnticas era cada uma das provincias
idnticas em cada uma das provincias sujeitas
sua jsrisdiccao.
O Sr. Dr. Sabino communicou ao conselho que o
Exm. Rvm. Sr. bispo do Para se dignou de offe-
recer a mais ampia coadjuvaco em favor das ideas
e fins da associaco na sua diocese; e essa deca-
raco foi ouvida e recebida com agrado.
Resoiveu-sc mais que as sess5es ordinarias do
conselho tivessem lugar as quintas-feiras mais
prximas as partidas dos paquetes para o norte e
para o sul. eterminon-se a compra dos livros
necessarios para a escriturado e mais objectos
indispensaveis para a secretaria.
A inscripeo dos socios protectores e benemri-
tos de que tambera se compoe a associaco, ter
lugar logo que os estatutos sejam approvados pelo
governo. ,
Eis a carta de autorisacao que a associaco d
ao Sr. conde Antonio Ladislao Jasienski, para pro-
mover a installaco de smelhantes as deraais
provincias:
t O conselho da direccSo da Assoaacao Promo-
tora da Colomserao Polaca era Pernambuco, eu-
carrega ao Sr. conde Antonio Ladislao Jasiensfci
de promover nae provincias do imperio, por onde
transitar, a Inetallacao de assoeiacSes do mesmo
genero, ecom os>Besmos fins.
c Essas assooiaooes devem ser regidas pelos es-
tatutos organisadosjiela de Pernaeibuco, salvas al-
gumas modiBeao5es exigidas por circumstancias
especiaes, mas que de maneira alguma alterem o
systema de organisacao, quer em relacao a parte
adiniui.-irava, quer m relacao aos fins da asso-
iago.
Installada uma associaco, o Sr. conde ~ infor
mar este conseho.o que houver orcorrido, c
lembrar a dirpetoria da associaco installada a
conveniencia de participar-nos o facto da installa-
cao, se adoptara os estatutos em sua tetegra, ou
com alguma modificarlo c qual seja ella.
c O Sr. conde, que bem conhece as caatagens
da umformidaie dos principios e harmona dos
fins, ij je mister exista aire todas as assocla-
c5es, deve ter muito em vista que as modifleacSes,
que porventura se posaam facer, nao prcjudtquem
essencialmente o systema que a associaco de Per-
nambuco adoptou reeooMuenda.
c A Assoaacao Promotora da Colonisacao Pola-
ca no Brasd nao tem carcter a!gm potico. Os
bomens de todos os partidos Ihe pertencem, 'por
que a todos elles pnente a bandeira da huraani-
dade e patriotismo. Assim, pois, o Sr. conde te
desvelar em procurar o apoto de todo e desviar
qual.quer tendencia poltica que por aceaso se qnei-
ra dar associaco, desvirtuandp-a deste modo nos
seos verd.ideiros ios,
Ceno de que estas inslruccoes serao fielmente
exeeutadas, o conselho de direceo da associaco
em Pernambueo dirige os seus protestos de estima
e consideracao ao Sr. conde Antonio Ladislao Ja-
sienski, e Ihe deseja prospera viagem.
Conselneiro Pedro Autraa da Malta* Alboqoer-
que, vice-presidente.
Dr. Sabino Olegario Ludgero PDho, secre-
tario.
Joae Eustaquio Ferreira Jacobina. 1 secre-
tario.
(Continuarse ha)
Ignacio Joaquim de Souza Leo, thesoureiro-
Conselheiros Fr. Antonio do Patrocinio Araujo,
D. Abbade, Gervasio Rodrigues Campello, Francis-
co Accioli de Gouva Lins, Diodorollpiano Colho
Catanho. >
nte.-hontem reunidos na Associaco Com-
mtrcial Beneficente, 36 commercianles matricula-
dos, sob a presidencia do Exm. Sr, desembargader
Peretti, procedern) eleicao de um supplente de
deautade do tribunal do coramercio, obtendo votos
os Srs. Antonio Jos Leal Res 25, Domingos Alves
Matheus 8 e Manoel Ignacio de Oliveira e Thomaz
de Aquino Fonseca 1. Em vista do resultado foi
declarado supplente o Sr. Leal Reis.
Sem embargo da m qualidade e do preco
elevado por que ora est sendo vendida a carne,
informam-nos que os talhadores com difficuldade
que fazem pesos menores; de modo que deixam
muitos,que consomem pouca carne, de ser prvi-
dos, ou o sao mal e difDcultosamente.
Convm, portanto, que seja isto veriGcado, para
que apparecam as providencias por que o caso
urge.
Chamamos a attencao da autoridade Oscal
para a qualidade do leite, que ahi se vende po-
pulars ; pois que a falsificaco vai em grande es-
cala em tal genero, e sem robuco algum, com de-
trimento da saude publica.
Ha vendedor que traz at dous (landres, capitu-
lando um de leite puro, e por isso mais caro, e o
outro de baplisado, e por isso tambem mais bara-
to ; ao menos ha franqueza no commerclo.
Consta-nos que destaca para o presidio de
Fernando de ivoronha pracas da guarda nacional
sob o commando do Sr. capito Jos Luiz Pereira.
Reputamos muito acertada a escolha do referido
capitao para esse commando, visto que nellg con-
correm todas as precisas qualidade?, reunindo ao
amor da disciplina o prestigio de que gosa entre
os seus camaradas, e que uma condico essen-
cial regularidade do servico.
No arruado que segu da pontezinha do Cho-
ra-Meinuos pOnte grande da Passagem nota-se
uma c-wn-agracao popular, commemorativa do fei-
to militar do nosso exercito nos campos da rep-
blica cisplatina no dia de Janeiro provimo pas-
sado.
No ngulo sul, em frente da primeira casa all
construida, t-se como denominagao, era fundo pre-
to e caracteres brancosRa de Paysand.
O Club Pernambucano d hoje reunio fa-
miliar pertenceate ao mez de Janeiro prximo pas-
sado.
Remettem-Dos o seguinte, pedindo a publi-
cago :
Srs. redactores da Revista Diana.Pedimos
o favor da publicaeao destas lionas outra vez.
c Na tarde de domingo 29 do prximo passado,
antes de sahir en sua conceituada Revista aquellas
ideas a respeito do entrujo em Olinda, deu-se logo
um espectculo entrudioo em dita cidade, que pelo
Introito mostrava que ser peior este anno. E* pois
preciso que ae autoridades competentes nao dur-
mam o somno do indiferentismo como acontecen
em o anno passado, pois que a iufraccTio do art. 23
das posturas da cmara municipal importa a in-
fraccao de ouiros artigo?, bem como de intereses
rrtaes da muoicipalidade, >e o abuso desses teriam
por certo decisiva represso, nao menos deve ha-
ver com o abuso deste a respeito do eutrudo.
Consta-nos que no dia 2 do corrente a tarde,
os emtrudantes oceuparam o poce do conselho, es
gotaram a agua pouca que havia em detrimento
do povo das ras adjacentes que delle fazem uso,
precisa a polica deitar suas vistas para isto.
As ras j se veem chelas de taboleirlnhos de
limas que se irendem a sen salvo.
i Olinda, 2 de fevereiro de 1865. Os habitantes
sensatos da cidade Olinda. *
Hoje reune-se a assembla-geral da compa-
nhia Pernambucana de vapores costeiros, no se-
gundo andar do sobrado a. fl da praca do Corno
Santo.
A carta, proclaraacjio e portara acerca de vo-
luntarlos da Pauia, non tem publicadas, forara tam-
bem dirigidas aos fcxms. Sr?. vlgariocapitnlar I E, poli, Prrnambueanos.
com mandan te das armas, e Sr*. chefe de poUcia, grito de guerra.
Levanlai o vosso Agora desejo que omeuco'lega tolere qoe me
lembre que eu disse na mioha historia que a
desembargados?, inspectores do arsenal de raari- Sorjaa i pinoria de todos os feitos iramerro- dente aprsenla va unsibilidadt isqimia do tm-
nha, da thesourarias geral e provincial, da alfan- doaro de Pernandes Vieira, D. Felippe Cama- tre particular peroniu t todos os rnats sympto-
dega, director do arsenal de guerra, commandanto rae, Heirlqoe Dias, Manas Soares, Dias da Pran- -
de fortalezas, Associaco CommercH* e mais atea- ea, e o de tantos outros bravos, que sao o orgulho
ciacoe?, e aos cidadaos mais influentes de todos o* lee tome Pernambucano, e do povo brasileiro.
municipios. i A' guerra, povo de hroes. E' a brado, qae se
Depois d'amanhaa se extrablr a 3* parte da levanta 4o tmulo venerando de todo* aquelles
11* lotera da matriz da Boa-Visto (5"). travo*.
Hoje ( 9 do corrale ) erTeetda-se o leilo de Ouvtr, e obedecer a esse brado marchar para
generos de estiva, touca, droga* e cadeiras, ou ob- os eoabaies e para a gloria.
jecto* salvados da barca franceza Les nus de
Saint Jean de Luz na alfandega armazens ns. 8 e9.
Passagelros do hiato brastietro Exhahcio,
vinde do Assu :
Jos Vicente Monteiro da Costo, Amonio Moetei-
ro de Torres Castro.
REPARTICXO DA POLICA :
Extracto das partes do dia 8 de fevereiro de
1863.
r orara recolhidos casa de detencao na dia 6
do corrente :
A' ordem do Illra. Sr. Dr. chefe de polica, Joa-
quim Flix dos Santos, para recruta.
A' ordem do Dr. delegado da capital, Manoel Be
Illm. Sr Dr. Ramos.
Deixei de proposito de responder ao commun-
cado e V. S. inserto no Diario de 14 do correle,
! nao porque o sao julgasse muito merecedor de
uma contestado, mas para Bao cansar a paciencia
dos leitores com materia anda e destituida de in-
teresse para as pessoas que nio sao da proQssao
, medica ; e pensando que V. S. eslivesse satisfeilo
, com as satisfactorias explicacbes que dignou-se
dar-me, flquei surpreso com o seu communicado
de 28 do corrate; e nao concordando
mas proprios das peiitonites puefperaes graves, e
que o meu raigo reprodgzio estas palavras na sua
carta de 28, como j fiz ver ao principio, e como
anda vem perguntor pela tu me fa cao do ven tre ?
Pois quem diz a mdicos dr particular s perito-
nites e todos os mais symplomas proprios delta
tem mais neeessidads de dizer coosa alguma ?
Quem que pode confundir uma peritonite com
outra qualquer molestia f Nao ser s mais das
vezes bastante ornar para o doente para dizer que
a molestia uma peritonite T Estou certo que o
meu collega Sr. Dr. Ramos ha de ter diagnostica-
do muitas molestias, so por olhar para o ddeate :
quando os mdicos tem o habito de ver as moles-
3* E' uma das mais palpaveis eontradic5es em
que cabe o Sr. Dr. Ramea : .admitie a* duas peri-
tonrtes de Paute Frani corh Tocos de suppuraco na
regio umbilical ; agora qeer uo o pos fosse pro-
curar a parte mais baixa : dedius uma, ou Paulo
Frank mele quando drz que vio rfaas per.tonites
terminadas por snppuraco perto do umbigo, ou se
falla verdade, tambem pde-se acreditar no caso
que eu retiro : Paulo Frank nio tem mais autori-
dade para mentir do qoe en : te-la ha para fallar
verdade : se falta a esta, pecea duas vezes, em-
quanto eu pecco uma so : o Sr. Dr. Ramos acre-
dita em Panto Frank, e batease as suas asser-
edes para rae contestar, Pasto Frank que mente
mais do que en : quem qurzer que tire a conse-
cuencia, que en temo offender a susceptibidade do
met amigo e cottega.
Pedia, meu collega e amigo dar por Anda esta
eu com as
zorra da Sirva" por crime de redolfr p'essoa livro" opiniOes por V. S. mitlidas o'elle, vejo me toreado t
escravido. a dirigir-lhe a presente, que afOrmo-lhc ser a ulti- i
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Eu- raa> 8m le que nao passe era julgado que ea con-
genia Mara da Concei?o, para correceo. j lormei-me com o modo de pensar do meu nobre
A' ordem do de S. Jos, Joaquim Antonio de Br- collega; e por contraria-lo, nao se segu que dei-
to, para correecao. xe de o venerar. .
O chefe da segunda seccao, Permuta V. S. que eu aproveite-me quasr ex-
J. G. de Mesquita. elusivamente de suas propusieses para sobre ellas
Movimento da casa'de detencao do dia 7 de bascar a minha contrariedade : no seu communi-
fevereiro de 48641. "do de 14 do corrente declarou V. S. que nos
Existiampreso*390;entraramlO; sablram 13; nao eramos competentes para jolgarmos anos
existen) 387.
A saber : nacionaes 308 ; estrangeiros 21 ;
mulheres 3 ; estrangeiras 2 ; escravos 48 ; escra-
vas 5 -Total 387.
Alimentados custa dos cofres publico* 154.
Movimento da enfermara do dia 9 de fevereiro
de 1865.
Tiveram alta :
Manoel Miguel dos Anjos.
Joaquim Jos de Sanl'Anna.
COMUNICADOS.
tas, e nao os doenles sraente, isso succede fcil-' mnna u|tma resposla a V. S., por'm peco-lhe a
mtpD. e" ___!.'.:". --. ... ,. devida venia para anda dizer-lhe dnas palavras
Ficando provado a oda a evidencia qoe se pode cerca da gravidade da peritonite puerperal, gra-
determ nar linha por Imha o volume do tero, pois vidade esta que V. S. pinta cora tao felas cores,
que pelo som macico que elle d percussao, s qaei excepco dos homens da sciencia que tem
pode ser confundido com a bex.ca distendida pela de nos julgar, todos os mais flearao acreditando
nnna, cesta duvida tira-se immedlarncnte pratican- qae 6 nma mo|est!a de ue nunca se escapa I I
do o catheterismo, claro que se pode dispensar o e Mta coro eft-eit(, nma das molestias mais gra-
tocar vaginal, que V. S lrouxe como cousa muito ves e ningnem a afeia mais do qae o Sr. Valleix ;
importante para o diagnostico visto como por meto mas elle ,arabeiB dix qiw ella curavel, ainda sen-
delle apenas se pode conhecer do esudo do eolio do do geral ou mesmo febre puerperal, e mesmo
Ur%e a6 Se qni,er leVar ma,s'onfeaJ9 ,BdKa.- quando esU epidmica: felizmente ere que
ros, ha de se provocar a exaco.rBacao dersas u- ainda n5o honve ao menes qe eu Mib m9
res que V. S. pinta tao insupporiave.s que impos- ns epidemia desta nalureza
sibilitami sempre a apalpac.io, ainda que feta cora A raolestla de que se lrata a qne conhecida
a delicadeza e prudencia precisas. vulgarmente, pois, como nome de sobre-parto :
- todos sabera o que um sobre-parto e navera mu-
mesmos : eu achava-me contenlissimo com essa
deciso sua e com prazer esperara que alguns dos
competentes se encarregassem de proferir senten-! caespersistiram
ea sobre o pleito, e assim julgava-me dispensado
de dizer mais cousa alguma.
Para os que nos lenham de julgar pens que fui
bastante explcito na ennnciaco da minha histo-
ria e depois Do communicado em que expuz as ra-
zoes, porque nao pude compTehender e a maneira
como naqueile caso se fez a commnmcaco do tu-
mor com os intestinos ; visto o desear jlvimeni
extraordinario do tero
q
Diz mais V. S. no seu communicado de 28 :
Depois deve fazer considerar que no caso des-
cripto por V. S. se dea am phenomeno extranho
qne nenhnm pratico pode admitlir : os symplo-
mas geraes diminuirn! ?e intensidade, e os lo-
to quem diga que j vio esta ou aquella lenhora
estar muito mal de um sobre-parlo, s portas da
morle, sem sentidos, sem falla e j fedendo, e en-
tretanto escapar : por tanto ainda por esse lado o
II
As manifestacSes de enlhnsiasmo e patriotismo,
qne tem havdo no Rio-Grande do Snl, em Minas-
Geraes, em S. Paulo e na Baha, e qae vao surgin-
do exponianeas em oulras provincias do imperio,
consumera certamente um bello padro de gloria
para a naco.
Todas essas provincias indignadas com as tro-
pelas do governo de Agnirre, e com o procedi-
mento covarde, prfido e baixo do regalo do Para-
guay, levantam-se cheias de ardimento, como o
leo, a quem atacaram de sorpreza, e aspiram
exercer uma vnganca tremenda e completa, qae
possa apagar da memoria e coracao de todos os
brasileircs a lembranca e a dr das affrontas rece-
idas
Os Rio-Gradenses j l se acham nos campos da
Latalha, adqnirindo faz s bencos e s ovacoes da
patria.
Minas sempre pacifica e laboriosa nao hesita em
trocar os seus hbitos de paz pelo afn da guerra.
A
citude
aGm de melhor habilitarse a correr ao sacrificio,
que o pgiz espera de seus bros.
Em S. Paulo o sentmenlo patritico vai produ-
zindo prodigios.
O Dr. Gamillo Gaviao Peixoto, cidado respeita-
vel pelo seu grao cientfico, pelas extensas rea-
cees de sua illustre familia, ao mesmo tempo ma-
ndo e pai extremoso, socio de uma casa bancaria
do berro dos Andradas, offerece em holocausto
patria as affeic5es mais intimas e mais sagradas de
familia, toda a fortuna, de qnedlspde, e o seu pro-
prio saogae.
Bello exemplo de dedicacao cansa commom 1
Bahia. a primognita de Cabral, nao se deixa ex-
ceder em patriotismo pelas suas irmaas. Ao con-
os lochios restabeteceram-se Sr. Dr. Uamos nao" M atucar, ama vez que a
. e appetite reappareceu, mas o estado loca coat- mieslia por mais 8ravfdade a que' possa all Dg,r
nuou na mesma e isto tanto maisraadm.ssi- nSo nr^||Veimente mortal I!
ve), quando se v pela sua exposicao que isto i 0 ^.^^ reCrio duer mais ^^^ a
coincidi com a poca da suppuracao.c febre puerperal, uma das molestias mais morti-
Entao seriamente V. S. acha isto extranho I E fliras que B0S conDecenK)S enireiaDto en tonbo
como achana se eu dissesse que os ss'mptomas lo- conseguido curar um ou outro doenle, e o colieea
caesdimmuiramoudesapparecerameficaramosge- na de ler feil0 outro tantl). no olesmo,Biro 3JJ
raes e tambem classiflca a suspensao ou restobe- febre amarella, a febre typhoide, quando chegam
e por consegninte a dis- lecimento dos lochios como symptoma geral ? Est ^ -^j^ de- mau)r gravidade, entreanto escapam
taea em que aquelle* se deviam achar I este o que eu nao sabia II felS alguns doentes : al de phthys.ca pulmonar
v TS,. qu9 M le? eoaseaido ale "ie ,d! Eu eslava persuadido que quando apparece uma no U|Umo ^^ com diarrba colliquativa, suore
rezes que casos destes molestia inflammatona em umorgao qualquer, des- visgueolo? unhas aduncadas i vi escapar doeeto
envolvem-se mais on meuos os symplomas geraes, e curado"'r mlm que io J Bem serei aaac%
e que se por acaso a molestia se termina por sup- grande meslre e como CODCor(Ur 0 eoilen
puracao, logo que- ella esta formada ja quasi ne- que uma vezadmiltidaumaperitonitepaerperalflo
nhaoi symptoma geral existo ; e abstrahindo da rave J elJ#/de ^ m.
terminacao por suppdracaq, quando uma molestia
sao muito freqoeotes na pratica, e para prova
apresentou dous de peritonite terminada por ab-
cessos na regio umbilical : ora deas casos colhl-
dos, quem sabe com que trabatho, nos livros des-
de qoe o mundo mundo constituem frequencia
na pratica II Isto nao carece ser contestado II j grave tendea ceder," em pri'mro lugar diminuera
Ns fallamos perante os nossos julgadores e elles os symplomas geraes, o qae sempre Indicio de
certamente ho de dizer que um abeesso, seja elle
em qae parte fr do ventre eommunicando com
os intestinos caso raro e bem raro na pntica.
O contrario disto s se pode dizer por mero espin-"
lo de leima.
Quanto a maneira porque se poda ter feito a
commuaicaco do intestino com o foco do tumor
no caso relatado por mim, e sobre que eu linha
{ duvida e ainda a tenho, V. S. contentou-se de apre-
' sentar a tbeoria das adherencias e depois procla-
mar Consegu explicar segando os preceitos da
sciencia todas as hypothests figuradas por V. S.
e no mesmo tom dogmtico annuncia 'que a moles-
tia qae deuorigem ao tumor nao foi peritonite 11
Bem.
Da primeira questo nao convem fallar mais,
tal 7 Asseutado qae seja qu um doente escapoa
do uma molestia, ha de se conceder que 20. :io e
mais possam escapar, guardada a proporcao com
os qoe morrem.
Nao quero dar por terminada esta arenga sem
coramanicado de
melhoras, e depois vao tambem dinuindo os ymp-
tomas locaes ; mas, despparecerem estes primeiro
que aquelles, o que se podena chamar phenorae- ciUr U| dos uJtimos rodos ^
no exlranho, e quica nanea visto ; e como ajnda v s de 28 do eorrenle>em qae ge exprtaie ^^ .
c Temos de mais qne no caso de temor do abdo-
men, como ea diagnostico ( o Sr. Dr. Ramos
isto ponto de pathologia geral, fique para ser de-
cidido pelos nossos julgadores.
Contina o Sr. Dr. Ramos: t Agora permita
c V. S. que ihe perguate, onde se acham mencio-
< nados os symplomas inseparaveis da suppuraco
no pentoneo ? Poderia ella dar-se sem o cortejo
c serio de seus symplomas, ou ainda mais com as
melhoras geraes.
A esta pergunta de V. S. certamente ea nao pos-
so responden: ea fiz mensp de alguns symplomas
e por nao tornar a historia muito extensa, colligi
os mais sob denomiaaro de todos os mais sympto-
'surguard'aiacTonal Md^'comTaveiavers'o- uma vez <,ue e"a"*s* dependente de julgamento, e mas proprios da peritonite. Por mais qae ea te-
le para ser instruida no manejo das armas i e o* ia'ies declararen qne a molestia quo faz ob- nha procurado os symptomas especiaes suppora-
' jecto da quesillo muito frequente na pratica e cao do peritoneo, nao os tenho aehado nos autores
que V. S. explicoo satisfactoriamente o qumodo \ qae ltimamente tenho lido. Fallara da soppura-
se fez em tal caso a comrounicaco com o intesti-
no, eu dou-me por vencido, ainda qae nao esteja
convencido do contrario, tenha paciencia meu ami-
go, nao arreio as armas. Mas nao percamos tem-
po. Vamos a ver se V. S. prova no seu commu-
nicado de 28 do correle que a molestia nao foi
cao do peritoneo em suas differenies obras, dos
ovarios, das trompas, dos ligamentos uterinos, etc.,
etc., mas sendo'a perjtonite puerperal uma moles-
tia muito grave e muitas vezes mortal e em pou-1
eos das, todas estas lesoes sao descriptas vista da
aulhopsia cadavrica : em nma molestia que apre
sob o nome de abeesso das paredes do ventre.
Permita que Ihe diga, mea senhor, qae nunca
foi V. S. tao infeliz como n'esta sua demonstrado,
e per mais que eu queira seguir o preceito de am
grande meslre, esto brevis, nao tenho remedio se
nao por s claras as conlradicdes em que V. S. se
trarioaprsenta-se po ventora mais briosa, do que i nvo'veu e mesmo alguns esquecimentos que leve,
nunca, e em poucas semanas organisa corpos de. de*,os m duvida ao trahalho ser omito extenso:
voluntarios, qae vio arrestar denodados o sybillo ?" ,n lone ?! e8-1 obrepere somnum
peritonite, mas sim a descripta[por Vidal de Cass seata symptomas geraes lo fortes, e cujo anda-
das balas inimigas.
Pernambuco nao pode, pois, delxar de erguer o
sen grito de guerra, e f6r-se, como exigem as tra-
dicoes gloriosas de suas armas, na vanguarda do
movimeolo patritico do imperio.
Para defender as insliloirdes patrias amparadas, i
e manter a ordem publica seriamente compromet-
tida era varios pontos do Brasil, o soldado per-
nambucano tem derramado corajosamente o sea
sangue.
Quantas expedfcdes patriticas nao tom feito a
provincia, para sustentar direttos ."ommans Unilo,
compromettidos em territorios de outras provia-
cias I
Ainda ahi esto, bem dignos de figurarem entre
os hroes de Plutarcho, alguns Peroambucanos,
que vencendo mil dfllculdades, superando todas as
fadigas e sacrificios, se foram nos campos de Pi-
raj lan$ar o peso de nossas armas ns lulas dfc rn-
dependencia.
A' guerra, pois, Pernambacanos I
As nossas discordias intestinas, a luta de nrssos
partidos perdem todo o interesse e valor diante da
lula travada com a Repblica Oriental, e com esse
covil de feras, a que ehamam Paraguay.
A historia do Brasil encerra milhares de acedes
gloriosas, de valor quasi sobre-humano, quando os
nossos antepagados em varios pontos do imperio
expulsaran) do ninho paterno o estraogeiro, que o
invadi.
Falta-nos dar exemplos de sacrificios de igual
ordem, ainda r,ue de maior tomo e momento.
As bostes do imperio j tomarara parte activa
as lutos da Repblica Oriental; j plantamos all
a ordem publica, quando os nteresses brasileiros
nao esta vara compromettidos como hoje.
Os nossos compatriotas nio eram ento assassi-.
nados feroz e systematicameotc pelos gentes do go-
verno ; estancias intelras pertencentes subditos
brasileiros oo eram ofilciarmente devastadas, e as
reclamacoes de nossa diplomacia nao haviam sido
escarnecidas e ludibriadas, como o foram nesles l-
timos lempos.
Os nossos exercitos cobriram-se de loaros, e
quando os nossos compatriotas vollaram aos seus
Peco aos nossos julgadores que tenham o traba-
iho de ler o communicado do Sr. Dr. Ramos de 28
ment s mais das vezes rpido, seria muito dif-
flcil senao irapossivel descriminar o symptomas
particulares a ella dos que fossem devidas a essas
suppura?oes qoe to frecuentemente se enconiram
depois da morte : e se o meu collega no seu com-
municado de 21 de dezembro affirma que Gnsolli
diz que nos casos de peritooites parciaes que se
v o derramamenlo circumscrever-se e ter sahida
pelo intestino ou atravez das paredes abdominaes ;
se o meu collega cita os doas casos de Pedro Frank
< quem diagnostica ) concebe-se fcilmente como
c possa ter reapparecido os loebio e o appelito
com a persistencia da dor local, por qne quando
< o trabatho phlegmarico tom diminuido depois da
c formacao de pus, os symplomas geraes e sympa-
t laicos diminuem, mas a dor ordinariamente per-
c siste at que o pus seja evacuado.
t E' tambem fcil n'este caso a explicaeo do
< apparecimento de um segundo tumor sem a reac-
t cao inflammatoria, como meu collega mni bem
c da a comprehender, e no caco de nma peritonite-
< geral grave inadmissivel tal oceurreecia. >
E' o proprio -r. Dr. Ramos quem escreve o qae
cima fica transcripto : o proprio Sr. Dr. Ramo
quem j tioha escripto ao pracipio do sea com-
municado o seguinte :
t Depois devo fazer considerar qne no can de*
< cripto por V. S. se deu am phenomeno xtranee
quenenhum pratico pode admiltir, os syreptomas
t geraes diminuirn) de intensidade.e oe leaes per-
< sislirara :. os ociaos restabelearmntt, a appelUe
f reappareceu, mas o estado local contienou no
< mesmo, e isto tanto mais inadmissivel, quando
< se v"pela sua exposicao que isto coincideu coa
c a poca da snppuraco. >
Para conhecer que uestes doas trechos be duas
opiaioes contraras, nao carece ser medico, qoal-
quer que tenha um pouce de hermenutica pedir
aoSr. Dr. Ramos que declare qual das duas opi-
mdes que quer que seja adoptada : eu nada direi :
se o meu cuuega cua os aous casos ne reuro r raiin g. i. Damos falla enm i\arat tn rMhnrirt *
, de peritonite terminados por suppuraco, sahindo ^UB "J^JT22E22sm
do corrente : do quinto periodo e.m diante trans- pus em grande quaniidade junto a regido umbelU- adroaT^too'T*? ^STL^-Jtotte
ve elle os princpaes trechos da-mi.ma historia : cal, e accrescenta mais que elle (Pedro Frank) ob- ^LI Uer une los nao ^Jr!,te ean.
eu quando fallo dos symptomas da molestia digo-! servou iguaes casos era mulheres em puerperio, '
tero enormemente distendido a ponto di exceder o i sem que fossem sempre mortaes, como querer que
umbigo, sensibitidade exquisita do vertir SS?* /""'
ticular peritonite. ^~% e S39" todos os mais sym
ptomas proprws das peritonitis graves II
Chamo toda attencao sobre estas palavras, por
que o Sr. Dr. Ramos lendo-as e eopiando-as, ainda
eu, em uma succinta narracao, que ao linha ou-
tros flus seno chamar a attencao para um caso ra-
ro, fizesse uma descripeo minuciosa dia por dia,
instante por instante, de tudo quanto se passon t
Se Valleix compulsando todas as memorias es-
medir as molestias; por que em grande parte dos-
individuos os symplomas geraes nao esto ora pro-
porgad com os locaes por exemplo : eos indivi-
des tem um panaricio em am dedo : um grita,
geme, atordoa a visinhanca, nao eoesento que Ihe
toquem ; o outro sofTre suas dores sem essas de-
roonslracoes ao desespero : um tara mals sensibili-
dade e por tanto mais susceptibilidade de desen-
volver s sympathias, outro tem meaos.
Antes de concluir direi sempre a V. S., mea col-
assitn tem a coragem de perguntar : onde estao os criptas sobre a molestia de que fallamos, todas as
sywpfoea da peritonite puerperal ? E' ventade j obras de pathologia em francez, latim, inglez e al-
demasiada de contrariar II lemo confessa que ha duvidas sobre maitos pon-
Agora vejamos o que diz o Sr. Dr. Ramos :
c be o meu il'
c facao do ventre eoBStituem v.-
. symptomas das perilonies, e V. S. autonsa-me descrim.nar at boje ; oomo querer o Sr. Dr. Ra- *% S fis vTitSe Fran-
a peusar que tal tumefaco nunca existiu, nao raosgue eu em uma resumida historia, Uzease ama SSJTSSX'JSSSmJSSS^JS^
s porque della nao z meneao como ^^^^^^ ^^^}^^^^:^ r^^S^^^S^^l
para se convencer por seus proprios osforcos, qne a
molestia nao poda deixar de ser uma peritonite
ios oque diz oSr. Dr.Ramos : Sa- tos que ainda se nao acham claramente determi- J IT^mnniZ .s L'J: .mT.
lustre collega que a dr e a turne- nado*! e nao aprsente os s^nptoma? especiaes da'Sm,~ Mtavras^ae V? S ttSSiJZ Res-
tire eoastiiuem os doze, principaes suppuragao do peritoneo, porque ninguem os pode mnicuUr awritniie
; e V. S. au.or.sa-me (descrim.nar at boje ; oomo querer o Sr. Dr. Ra- %' sJnptooZs varios d
que pela apalparlo conseguio avaliar o volume j neira que podesse ser tomada para compendio de
do ulero : e nao concebo como em nm caso de eosno ?
metro periKnite dos mais graves pdde V. S. (a-1 Ah I meu amigo, se eu podesse, o teria feito, e -
zer sobre o ventre uma tao forte pressao, que ] ento estou certo que tambem seria lido por gran- F
t chegasse a julgar precisamente do desenvolvi-
meato do tero etc. >
Tobern ea oo concebo como se possa exami-
nar doentes de qualquer enfermidade, que seja-
com fortes pressoes ; nunca vi isso recommendado
pelos graades me-tres, e nem nunca pratiquei as-
sim, e pens qae nenhum dos collegas para che.
gar ao diagnostico de uma molestia por pouco do
torosa que seja. necessito de fazer fortes pressoes
ao contrario quanto mais grave e delorosa a mo
lestia, tanto mais melindre e delicadeza exige da
parte do medico : e por mais dolorosa que seja
uma enfermidade, mesmo a peritonite puerperal,
o medico pode fazer o exame que seja necessario
para determinar o ditgnostiee -, e se assim nao
fosse eomo se terla feilo o diagnostico de certas
molestias? Se houvesse esta impossibilidade que <" iii: n imuu uo
o raeu nobre collegase figura na'sua imag.nacao, de por necessidade da argumentado proposites de SBoaA^s n7 seguido andarP ifoSnar ff
como se tena feito a relacao de lodos os sympto- qae telvez nao eslea convencido, tambera parece-, "^o ,kar coavevida mas da peritonite ? Para que serve a delicadeza, l me que nega. outras de que est convencide por SgJ rdade Mi
o mimo, a paciencia do medico ? Para que ser-1 necessidade da argu.menlacao, e a isso que eu al-1 rwculne me V S n en Anrt-i .SMM, lonm
pena.es,7ecebera"m chetoTde jbll7''bVncaor^ ^j^^J!^1! ?L*> & 2%!$& 3a*** *% ll.t'\ palavra que nao s* do agrado de V S^pois o Te-
forSn^fmeDlC CSl0U 100g6 ^ t6f 6SU fSSCS Pol^Ke^aoTa^c?^
.rl^ih-S^m^^
*> opimao do meu amigo nestas tres proposicoes: tL'SUSH ?S2?225 tZt^l?na*J&~
infelicidade minha discordar em ludo da sn opi- ,n'1Jll?e1" Z*?SZmSl .
niio;-porfim. assim como o Sr. Dr. llamos conce- BJf am^l tX ul SZ^lrTT PCT't"
imentaco nrooosicSe mtoA -A'.Dd.' hJ2 Sr- f" Ram.os Pod? r a prac
patria agradecida.
As violeacias hoje exercldas contra os nossos
conterrneos residentes no Uruguay sao mais eru-
ctantes ; as depredares pralicadas em mais vasta
escala. Os motivos, que temos para empunhar a
espada, sao mais imperiosos e mais sagrados.
Os nossos triumphos sero, pois, mais brilhantes
e as nossas victorias mais esplendidas.
O governo de paiz, comprehendendo o papel de
um povo livre, nao precisa por ora de medidas ex-
tremas e desesperadas; nio lanca Impostes vexa-
torios sobre o paiz, nem quer arrancar o cidado
dos seus lares, sem qu primeiro appel le para o
patriotismo nacional. E' preciso, por tanto, cor-
responder dignamente esse convite patritico.
as lutos heroicas, qoe os nossos avs sustenta*
ram com as torcas da HoManda, nossas mes, nos-
sas Irmaas e nossas mulheres, sentiam-se chelas
de ufana, quando tianam noticia de qae seus fi-
nios, seus irmos e seas esposos cobriam-se de fe-
ridas aos cmbalos.
Eram esees es loures, que todos eatd mais ambi-
cionavam.
D. Mara de Souza, enviando seas ltimos filhos
ao campo das batalhas, ao saber que os primeiros
filhos e o genro, baviam suecumbido, defendendo
a sua Ierra natal e a religio, 6 um exemplo de
sublime abaegacd patritica, que s por si im-
mortalisana uma naco.
D. Clara, combalendo intrpida juntamente com
D. Felippe Caraaro seu nobre e Invicto esposo,
mereceu aaquellas eras, mereee hoje e merecer
em todos os lempos os louvores e a gralidao dos
coevos e posteridade.
Guiados por todos esses actos de Leroiamo, tro-
quemos, pois, as delicias da paz pelos perigos da
guerra.
A energa dos povos apparece as suas grandes
crises.
Para um povo, qne sabe presar debidamente-a
soa hoora, a guerra apenas am vasto campo para
a gloria, um vivairo de benemritos da patria.
Antonio Correa Sera e Jos Joaquim Coelbo,
passaram do 'pracas de pret generaos do exerci-
to brasileiro. A carreira das arma* os nobiiitou ;
e seos nomes sahiram da obsonridada para o Pan-
theon da historia
ada soldado, qae vai para a guerra tova, na sea
patrona a ptenle de general.
tersse que mostra o medico pelo doente, senao quaes, cem perdo de V. S., parece que esto am
para convence-lo de queelle deve submeiter-se ao' pouco fra do principio da sciencia :
exame necessario, mesmo eom algum soffrimentof'| 1* Admittida que seja a formacao de um abees-
Qual o medico que tem deixado de entrar n so em qualquer lugar ou orgo, pode elle lee um,
conhecimenlo da molestia, de cujo tratamento se dous e muitos focos, separados por laminas do le-
rei feito sem intenco de offende-lo.
A vista do exposto supponho que nao toado eo
Meado satisfeilo cora as esplicajoes que V. S. se
dignou dar-me, ( e muito menos'com as do sea ul-
eacarregou, porque ella muito dolores ? Como; cido cellular ou parte dos orgos em que os abees- < J" ESEffiUZtSm vTS S
pode elle dirigir racionalmente a medicagao sem' sos se formarlo, e esses focos abnrem-se um hoje,; g" (inda aS "
fazer o diagnostico ? j outro amanha, ootro depois, e outro muitos dias ''
Verdade qne em alguns casos de peritonite
minha tarefa, oo me quereodo privar
-!artyiasT,rcffiL
Sosos, e ainda mais nos abees- ^el,de^.>_precia-|os n,to : PeBsa** P^?1 nue ere
mesma distinceao e estima
Dr. Lobo Musgoso.

muito difiicil fazer um exame severo ; mas o que'se aprsente o mesmo cortejo de symptomas geraes:
difiicil nao e irapossivel; e como esta molestia Isto se observa em
ha oulras muitas em que a sonsibilidide excessi-' nos abeessos fleumoosos, e ainda mais nos abees- Drnpurar ..._ mn|- _._
va dos doenles obste muitas vezes s indagaedes! sos dos seios :.-e telvez seja extemporneo lembrar I Tir%?* mo, ^ W* s*re este ja
qae o medico deseja fazer. ama certa rutina quo tinham os amigo? de intro-
Mas o meu coMega o Sr. Dr. Ramos nao admit-: duzirem o dedo nos abeessos (depois de abertos) e
te os meios termos ; ou irapossivel porque nao percorrerem cora elle todo o seu interior, aura de
fcil, on raoito frequente porque vio #uas on tres deslruirem todos os obstculos que se podessem op-
vezes II i i por sahida da pus: pratica este a muito tempo
Vamos adianto, mea amigo : ser smente por! condemnada; perqu se destruiam vasos e tecidos,
meio de pressoes fortes que se pode determinar o < que uniam as partes urnas s outras o'serviam
volume do tero ? A percarso feito com a roaior! para evitar o enrraqueciraeoto da pelle e a gran-
delicadeza que se possa imaginrr, nio pode mar-' grea della, etc. ..
car lioba para liona o volme do alero ? A apal-1 Ora, admHliodo-se (o que admlssivel poique
paco feito com mimo nao dar o conhecimenlo Pedro Frank, Grisolle oatros grandes mestres ad-
exaclo do tamaaho do tero ? Como o nobre col- mittem) que se pode formar uma colleccao de pus
lega quiz soccorrer-se aos cempendios para fazer no peritoneo na parle correspondente ao umbigo,
sua contestecao, ha de permittir qoe ea traga deve-se tambem admittir, que a nalureza procu-
baila um pedacinho que approveita muito ao caso ""do traze-lo ao exterior, nesse trabalho elimina- c % Ti|tt-, s
- Va em portugus ao p da letra : | torio, em vez de fazer um s caminhe para o ex-1 grand^ e calamitosa inuodaco vos ameacasse:
- O augmento do volume do.olero e tal que uma tenor, fize se dous ou mesmo mais, e qae havendo por ventura ficarias quedos e tranquillos ataoo a
Soa sempre com a
seu collega amigo.
31 de Janeiro de 18d5.
F'JSLICACCES AFEUDO
---------------------------------
Pergnntas Importaiitfsslms
. para os eufermo.
Se por acase visses qoe um perigo eminente vo
acercava, esperarlas voluntariamente qae o seo
contacto iaevitavel
que acaa o som intestinal, e o em que comeca
som macico do ulero tumefelto etc. Valleix, Guia
do Medico pratico, tom. IV pag. 133 ed. de 1833.
V por tanto o meu collega qne ha meios de re-
conhecer perfeitamente e estado do tero e sio contestar,
elles a apalpago e percussao fetas com delicade-; As adherencias
abertura do abeesso ern um lugar'prximo da prl- "urada um anoasfl
meira, quando" esta anda esteva aberta e deitava! J JoS oueTbUa! mra^Ssi^ !K
Crelo que Isto tao commum que nao val a pena i nmdv0$ inmediatamente do maravilboso PntZal
, de Anacahuita de Kemp.
que se formara no pentoneo, e | Ern ^j, qaajtodes calmantes e saiatiferas se
za e mimo, qualidades estes de que devera ser do- as vezes com immensa rapidez, e que podem limi-' flr
tados todos os mdicos, e qae por tanto para se t lar a colleccode pos e impedir qae elleje os liqai- xNem a .oVe -eeV A to^mi^oL ST^^
chegar ao conheciraonto da molestia nao neces-| dos proenrem as parles mais baixas, eomo muito nem as .m;,S. thaiW m ir^SEm.
sario pressoes iones, como entende o meu amigo, bota descreve Valleix. Se nao esta a expilcaco, "em TinZco^m\i^^^,Jl^l
Com prudencia, calma elempo consegue-se ludo: oa.ra eu nio posso dar. XmidaS^^
dos doentes, o para- fazer a devida just.ca ao S Aviste do exposto a sciencia nao repello am firmada, podem resistir a sorpoderosa nftaeecia
meu amigo, declaro que estoa erlo que S. S. I facto desta natnreza : a sciencia nao pode repel ir curativa ; o sea poder inraeiuo. osea valor
para chegar ao conhecimenlo de ama peritonite j outros que sao extraordinarios, quanto mais este; impagavei.
i

nao empregar fortes pressoes.
qoe de observaco diaria.
i Acha-se de renda em

*

'
i

"




MU
NMBMMBM
HBHWHBI
lA^W^IMilitfllW^Iltrt Mn ** crcrclre d 1 it5.
C0MME1CI0.
.......i. 111......i ............
1Vto banco de Pernambnco.
0 baaee doaeonta letras na presente semana a
tf por Mato ao atino ate o prazo de seis mezes, e
toma dinheiro a juros a praso nanea aeuor de
tres mezes.

Cala filial do banco do Brasil
em PernaMfonee.
a d*<*ertt datta caixa saca sobre a Catxa flli a
aa Baha.
Q goarda-livros,
Ignacio Nunes Correia.
Alfandega
Sendnenlo do dia 1 a 7.........191:488*77
lemdodia 8................. S0:26Sa64
24i:7oCSil
Hovi ment da alfandega
sanirnl da casa do detenrjfo foi transferida par o gera os prazc-s establecidas no arUiro 3 do decre- lHHteetaMM do arsenal de guerra, 3 de fevereiro
dia 9 do crreme. | ton. 11 6 de 111 te oatuaro de (88*, e que escu-, do 65
SecreUria da thesouraria provincial de Pernam- i*aa o oaciooaido servio mliur;
buco d fevereiro de 1865.-0 secretario, f ** 0*s *|S-rnizWeiTMeT pM$a J
A. F. d'Annuociacao. periaes mariatelros.
CoUSClllO de COitlDCS OilVaCS '-'" -os <1"n seL''aaltaareBi nara batalho naval.
i
Pronxwe o conselho no da i 1 do corrate mz,I J,"o *o^ toKS"ds'differeiii
. vista da propostas receidas at as 11 Horas da
imnhaa, a compra sobas condicoes do estylo d >s
seguales objectos de materi.il da armada : 5 an-
corotes de 3 quiataes, 1 ancorte de 4 guinlaes 1
Velames entrados cora fazendas..
om gneros..
i Volaaws sabidos com fazeedas.
com gneros
172
898
----- 1,070
177
905
-----1,08!
.)escarregam no dia 9 de evereirode 1865.
Escana ingle*-/'M* mrlt mercaderas.
Barca francezalean Bastiste-idem,
Vatacho prussiano Freiheitmercadorias. .
Brigue nfleWeri'i/-dWersos gneros.
Barca InglesaImperadoridem.
Barca portuguesaLauraidem.
Pataco inglezCarmelitefarinha de trigo.
Bngue bamburguezPalma idem.
Biigue mgtezMehnabacalho.
Bafea ingreza Metararvao.
Barca inglezald'llonesty -idem.
Barca inglesaChanzaidem.
Barca ingleza-AwM. Barca mglezaWilhamdem.
Pataeho InglezMondaidem.
Samara hespanhoiaPorfolios-vinhos e raais ge-
aaros de e*tiv*.
Hiate nacional -K.rhalarao -diversos geaero3.
Importaeo.
Brigne bamburguez Palma, entrado de New-
York, consignado a, manifestou o seguinle:
50 barricas breu; a Manoel Joaquira R. e Silva
i ciiros.
4 barricas candieiros e pertences, 8 caixas relo-
gios, 6 ditas pesos para relogios, 4 ditas ferragens,
1 dita correales; a Henry Forsler 4 C.
3 caixas objectos para phulographia; a A. W.
Osborn.
6 fardos fem; a Phlpps Brothers & C.
45 voiumes, 18 amarrados e 9 caixas arados de
zarraados, 18 caixas moinho, 1 dita folla, 1 dita
nanga de couro, 6 caias ferros de engoramar, 8
flameas vidros, 1000 birricas farinha de trigo; a
ordem.
350 barricas farinha de trijro, 1500 resmas de
papel, 100 caixas oleo de Keroseau, 1 caixa un
carro e perlences, 2 ditas mercadorias, 2 barricas
breu, 100 ditas cimento, 34 caixas relogios. 3 ditas
pezos para relogios, 6 rodas, 8 fardos e 42 caixas
motores, 48 caixas machinas para descarocar al-
godao, 28 ditas ditas para costura e agulhas, 36 di-
tas e 3 barricas vidros, 9 caixas pilulas, 62 ditas
agua da Florida, 125 ditas salsa, 4 ditas prompto
aluvio; a J.'Pater A C.
Patacho inglez Melino, entrado de Terra-Nova,
consignado a Jobnston Pater & C, manifestou o se-
gninte:
2236 barricas e 216 meias ditas bacalho; aos
mesmos.
ExportaeSo.
Barca franceza Guilherme Tell, carregoa para o
Havre por Macei o seguate :
2300 saceos com 11500 arrobas de assucar mas-
cavado, 566 saccas cora 3102 arrobas e 29 libras
de algodao.
Brigue portuguez Solieran*, carregou para Lis-
boa o seguate:
I barrica e 9CO saceos cora 4807 arrobas e 24
libras de assucar branco, 1 barrica e 1006 saceos
com 5038 arrobas e 2 libras de assucar maseavado,
106 cascos com 7914 medidas de niel e 74 voiu-
mes com 164 arrobas de nomina de mandioca.
Barca ingleza IsbeUa Kydlt. carregou para Li-
verpool o seguinle:
1517 sarcos com 8002 arrobas de assucar mas-
-cavado, 814 saccas com 4571 arrobas e 2 libras de
-algodao.
Kecebedoria de rendas Inter-
nas geraesde Pernambnco.
Rendimetododia 1 a 7........ 7:33I54.*2
fftsaa do da 8................ 1-.166/.768
de 4 quialaes
ancorete da 6 qoinlaes, 50 amololias de falla, 75
bracas de crrante de (erra de 58 de grossura, 50
chapeos de oleada, 145 coradas de damasco de se-
da verd,4 iences de chambo, 50 esgaochos 20 ,errainad d -
escovae iaalesas, Ib arrobas de ferro em varoes ejnc ai.nsima^n
classaB
defiuidas no artigo antecedente devera ter os re
qnisilos seguinles :
1.* Class.Os que m alistarem para a irinha-
jrem sea lempo aeterminado, devem ser fortes,
saos, acostumados a vida do mar, ou palo menos
capazes de servir na praca de grumete.
i.' CIs*.Os que se con trataren! par praios de-
a tres anuos, devem ser fortes
M
Antonio Pedro de S Barreto,
Gonotl prandanta.
SAastiio Jos Basilio Ryrrko,
Vflftl secretario.
mam
a71 'o'oX'iTW^aI' u.TIi \n v "'" a" u i sost acostumados a vida do mar.
de 4|8. 20 anternasde patente 100 pecas de son- 3. Classe.-Os que so contrataren para servit
SjwttE?!S?i m ^r0b.avd?-K,e "a mariohagem o praza de seis ou de oito annos,
delohaca,*0 ditas de ocre amarello, 100fibras i e, COBform1dade fh.!lXXf?..0brH,#60to'.,,,!l debnm l(? "ak de 25 de outubro, derem ter os requisitos dos da
S&iufSS ^r0AbV das p3ra^ b?"l^'J.0,segundaclasse, excepto a pralica da vida marinia
arrobas de zarcao, 800ps de canno de ferro gal-' q^e odtrJk se'r -es7nsa,da Cora a clausula que
vanisado, de 1 pollegada de dimetro exteriar em
pedacos de 4 ps de comprmanlo, 340 ps de can-
00 de ferro gaivaoisado, de I 1|2 pollegada ue
dimetro exterior em pedacos de 4 ps de compri-
mento, 60 ps do canoo gaivaoisado, de 2 pollega-
das de dimetro exterior em pedacos de 4 ps de
compnsienlo, 4 tees de ferro gal vanisado de 1 1|2
pollegada, 12 tees de ferro gaivaoisado de I polle-
gada, 6 teas de ferro galvanisado de I 1|2 polle-
gada de un lado, e t de outro, 30 curvas de 1
pollegada, 18 ditas de 1 i|2 pollegada, 6 ditas de 2
pollegadas, -2 torneiras de ferro galvanisado de 2
poilegadas de dimetro exterior, 6 ditas de metal
pratiado de 3|4 do pollegada de dimetro exterior,
6 ditas de metal praliado de 3i8 de pollegada de
dimetro exterior, e 100 tubos de metal de 11 ps
e 2 pollegadas de comprimento e 3 3(8 de pollega-
da de dimetro exterior.
Sala do'conselho de compras navaes, 8 de feve-
reiro de 1865.
O secretario,
Alexondre Rodrigues dos An/os.
lnspecco do arsenal de raariaha.
Faz publico que a commisso de peritos exa-
minando na forma determinada no regularaeoto
adianto (artigo 16) se expressa.
4.* Classe.Os alistados para o cofpo de
impe-
AVISOS MARTIMOS. ''
...... .............' "
COMPAffHIA BKASILEIEA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portas do noria espera-
do at a da 17 do eorrenle o va-
por Paran, eommaodante o ca-
piAo de Trgala Sana Barbara, o
nal depois da demora do' cost-
me seguir pafa os porros da sal.
Desdp rertbet-se pasageiros e engaja-sea
carga que o vapor poder conduzir, a qaal derer
ser embarcada no dia de soa chegada, eoeommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 no-
rtees marinheiros devem ser cldadaos brasilelros ras: agencia, ra da Cruz u. 1, escrtptario de Au-
anuexo ao decreto o. 1324 de 5 de faverelro de niente para o servico, por
1854, os vapores Camaragtbee Jaguar ib, este per- diatamenle attendldos.
(encent a corapanhia Pernambucaoa, e aquello a
companhia Vigilante, achou que podiam continuar
de 18 35 aunos de idade, ou at 40, sendo horneas
do mar; fortes, saos, a capazes de todo o servio.
5.* Classe.Os alistados para o batalho naval
derem ter 18 at 45 annos annos de Idade, e os on-
tros requisitos da qnarta classe.
Todava poder-se-ha admittir signas estrangei-
ros mediante previa aBtorisafSo do gorerno.
6." Classe.Os aprendizes marinheiros devem
ser cidados brasiteiros, de 10 17 annos de ida-
de, de coaslitaicao robusta, e apropriada vida do
mar.
Poder-se-ba tambis admittir menores de 10 an-
nos, qua tenham safflciente desenvolvimento phy-
sico para os exercicios do aprendisado.
Art. 14. Os voluntarios da priraeira classe perec-
berio os sidos concedidos pelo artigo 1 *do decre-
to o. 1466 de 25 de outubro, mas nada recebarlo
a titulo de premio oa gratiOcacio.
Ser-lhes-ha declarado, e expressado nos seus as-
sentamentos, qae naoobterao guia de desembarque
sem previair ao commandante respectivo dous
mezes antes, salvo se nlsso nlo houver inconve-
tonio Luiz de Oliveira Asevedo & C.
Companhia das tfensagerle
imperlalis.
Al o dia 14
do crtente mez
espera-se da Eu-
ropa o vapor fran-
cs Bear*, oqual
depois da demora
do costume se-
guir para Baha
e Rio de Jsneiro.
Para fretes, condicgSes e passsgens trata se na
agencia ra do Trapiche b. 9
que entao serio imme-
00 servico em que se empregam por eslarem os
cascos, machinas, calduiras, apparelhos, mastrea-
(es, velamos, amarras e ancoras em regular es-
tado.
Inspeccjio do arsenal de marinha de Pernambu-
co 7 de fevereiro de 1865.
0 iospeclor,
II. A. Barbosa de Almeida.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente aa provincia de 7 do eorrenle, manda fa-
zer publico que no di 23 do mesrao, peranle a
junta da fazenda da mesma thesouraria, vai nova-
mente a pra^a para ser arrematada a quem por
menos lizer, a obra da ponte do ferro de Maloco-
lombo, avahada em 68:930?, servlado de base a
essa arremataco o abalimento de 7 0/0 offerecido
pelo licitante /os Augusto de Araujo. E para
constar se raandou publicar o presente pelo jornal.
Secretaria da ihesourara provincial de Pernam-
buco 8 de fevereiro de 1865.-0 secretario,
A. F. d'Anounciacao.
El y
Urna resalva, que Ihes deveri ser entregue com
a gnia de desembarque, declarar qae a contar
dessa data os sobreditos voluntarios, se forem na-
cionaes, (team Isentos do recrutamento por um au-
no, ou por lempo igual ao que tiverem servido nos
navios do estado, se este prazo for menor ; salvo,
porm, o caso de circumstancias extraordinarias
durante s quaes ficar suspensa a isencao.
Art. 15. Os da segunda classe receberaos os pre-
mios sega i n tes :
Se farem grumetes; dez, vinte e dous, oa trinta
e quatro mil reis, segundo se contrataren! por am,
dous, ou tres annos.
Se forem marinheiros : vinte, qoarenta e cinco,
oa setenta mil reis, segundo o prazo de seu contra-
to for de um, dous, ou tres annos.
Alm do premio receberSo mais os referidos vo-
luntarios se directamente se apresentarem, a gra-
tificado de quatro mil reis sendo estrangeiros, e
da cinco mil reis sendo oacionaes.
Esta gralifleaejio, porm nao se abonar repeti-
damente ao inesmo individuo por cada novo con-
trato successivo que lizer, se este for da prazo me-
nor de tres annos.
Art. 16. Os da terceira classe receberao mais
urna quarta parte do maior premio que poderiam
obter contratndose romo os da segunda classse
na praf a de grumete ou de marlnbeiro, que Ihes
eompetir, e a mesma gratificado apresentando-se
directamente.
Exceptuam-se os que nao forem bomens do mar,
e tiverem mais de 40 annos de idade, os quaes po-
dero alistar-se com as condiecOes dos da terceira
classe, mas sem augmento de premio.
Art. 17. Os da quarta classe receberao como pre-
mio cem mil reis, se forera marinheiros,e sessenla
mil reis se forem gTnmeles.
Art. 18. 0 pois da demora do costume se-
guir para os portes do norte.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a
carga qae o vapor poder conduzir, a qua) devera
ser embarcada no dia de sua chegada: encon-
iendas e dinheiro a frete ateo diada sabida s 2
oras, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Para.
Brevemente seguir em direitura ao indicado
porto o veleiro brigue escuna nacional Graciosa,
capilo Jaciolho Nunes da Costa, para alguma
carga que anda pode receber tratase com o res-
pectivo consignatario Antonio de Almeida Gomes,
na ra da Cruz o. 23, primetro andar.
8:4985220
Consulado nrovlnclal.
Randimeato do da 1 a 7....... **:liZS?
(deas do dia 8............... 7:7o588*
41:8735672
MQYIMENTG BO POETO
K-ir ios entrados no da 8.
Ass 8 dias, hiate brasileiro Exhalarao, de 38 to-
neladas, capilo Trajano Antunes da Costa, equi-
pagem 5, carga algodao e outros gneros; a Jos
de Souza Leite Jnior.
'Terra-Xova28 dias, patache inglez Nore Crema,
de 134 toneladas, capito Richard Keaney, equi-
pagera 8, carga 1,953 barricas com bacalho; a
Jonston Pater & C.
Sahido no mesmo da.
ValparasoBarca ingleza Emogene, capitao \V.
Smith, carga assucar.
Oservajo.
Saspendeu do lamaro para Macei o patacho in-
glez Ida, capitao Samuel Harris, com a mesma car-
ga que trouxe de Terra-.Nova.
A. r. a Aiiounciacuo.
Vai praca no dia 14 do crreme a casa terrea
n. 12 da ruado Mandege, freguezia da Boa-Vista,
pelo juizo de erphos, a re.iuerimento de um dos
consenhores : quem pretender pode ir corre-la.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co que no dia 15 do eorrenle findam-se os 30 dias
utcis marcados para a cobranza a bocea do cafre
do anno inanceiro vigente dos impostos de 4 0/0
sobre os estabelecimentos de commercio fra da
cidade do Recife, prensas Ue algodao. cocheiras, | decent e cincoenta mil res, se nao forem maiores
cavallarices, botequins, holeis, casas de pasto, ly- de quarenta annos e o do cem mil reis, se tiverem
pographias e fabricas; de 8 0/0 sobre consultorios' mais daquella idade.
mdicos e cirurgicos, escriptorios e canarios : de Art. 19. O premio dos voluntarios menores, des-
20 0/0 sobre estabelecimenlos de comraercio era tinados para as companhias de aprendizes mar-
grosso e a retalho, armazens de recolher, depsitos'nheiros, ser de cem rail reis, e se abonar aos
e trapiches; de 505 por caa de bilhar e de mo- pais, tutores, ou quera suas vezes flzer :
das ; de 100,5 por casa de compra e venda de es-1 Art. 20. Os premios de quo tralam os artigos an-
cravos, do vender roupa feila no eslrangelro, de; teeedentes sero pagos pela raaneira seguinle :
correctores commerciacs e agentes de leilao; de I." Os dos voluntarios da segunda classe, se o
1:0005 sobre casas de operaces bancanas com allstamento for por um anno, Ihes serao pagos in-
emisso e previlegios ; de 6005 pela commisse e tegralmente no acto de assentarem pra^a; se por
sem previlegios; de 4005 sobre as companhias, dous ou tres annos, receberao em tres prestacSes
anonymas e agencias ; de 2005 pelas casas de' igoaes, sendo. primeira paga como no primeiro
caso, segunda quando vencida metade do prazo
do contrato, e a terceira find o dito prazo.
g Os voluntarios da terceira classe recebe-
rao urna terga parte do premio respectivo logo que
tenham assentado prafa, outra terca parte no fim
do primeiro anno de servico, e a restante fiado o
prazo de seu alistamento.
3. Os premios dos imperiaes marinheiros e os
das pra;as do batalho naval serio abonadas como
os dos voluntarios da terceira classe.
i i." Os premios devidos pelo alistamento de
menores paras as companhias de aprendizos mari-
nheiros sero pagos integralmente, logo que se ve-
rifique a entrega dos ditos menores.
Art. 21. As gralificacoes que competem aos vo-
luntarios que directamente se alistarem no servico
da armada, sero pagas conjuntamente com a pri-
meira prestaco do premio respectivo.
O secretario da capitana.
Uiew de Aquino Fonceca
Consclho administrativo
O conselho administrativo para fornecimento do
DECLAMyuES.
Caixa filial do banco do Brasil
em Pernambnco,
14 de nirod1865.
Deprdem da'directora desta caixa, se convida
ao credores da >ebaslio Jos da Silva a virem
receber do thesonrelro fla mesma caixa'o que em
rateio Ihes toca da venda de una das proprieda-
des, que segundo a concordata,llie foram entregues
para serem vendidas.O guarda-livros,
Ignacio Nanes Correia.
Ue ordem da directora desta mesma caixa se
faz publico aos senfaores accionistas que o respec-
tivo tbesoureiro est autorisado a pagar o 22.* di-
videndo de 105 por aecSo.
O guarda livros,
Ignacio Nunes Correa.
Pela thesouraria provincial se faz publico
0 foi transferida pafa o da 9 de fevereiro prxi-
mo iodoare.
Saerettria dathesaoraria provincial de Pernam-
ibuco M da jaaaira de 1805.-0 secretarlo,
A. F. d'AnnuBciac.ao.
Aviso
aos navegantes.
Peta capitana do porto de Pernambnco se faz
publico para coohewoerto dos navegantes, que a
fonia do extremo do sul de banco do itlglez que ha-
via sido lanaad* prla por Ih haver arrebenta-
do a amar/aeSo, ro novamente coHocada, demar-
cando Ine a pharol do picao ao O 1/2 N O, ei tor-
redosealiliafio-fc dlinda ao!* 1/2 5 0, mmos
raagoeticas, a em fundo de 5 bracas, exactamente
ante termina pelo sul o Recife que forma o banco
ingles. Capitana do porto da Peruamboco 4 da
levjreko de 48CIW) secretario,
Deeio de Aquino Fonseca.
Companliia pcrnauhucana
De orAom da eanselho da direceo a era virtude
la art. 24 dos estatutos sao convidados os Srs. ac-
eMOitiUs reunirem-sa ara assembla peral no
soeunJe andar la casada praca do Cofpo Santo
n. 11, petas 12 horas do dia. 9 de fevereiro pr-
ximo.
Paraambuco, 30 4a Janeiro d 1865.
O gerente, f. F.Jiorges. .
*_ Pela icsonfaria provincial se faz publico,
que a arremataco da obra d coocfds'o'' do raro
cambio 1 de 505 por cada alqueire de sal; de 305
por escravo empregado em servido de alvarengas;
de 15 por lonclteda de alvarenga, lancha e canoas
abertas: de 205 por cada bote ou saveiro; de 305
por cada balieira; de 105 por escravo ganhador
ou empregado em servico de transportes ou em
armazens; de 105 por cada cavado de sella de
aluguel; de 65 por cada cavado de sella particu-
lar ; de 5 0/0 sobre a venda do capim e o. de car-"
ros, carrocas e mnibus, e tambem o Io semestre
do de 20 /O do consumo de agurdente das fre-
guezias desta cidade, dos Afogados, Muribeca, San-
io Amaro de Jaboalo, S. Lonreneo e Varzea, fi-
cando sujeitos a multa de 6 0/0 sobre sed deutos
todos os conlrihi)inles que pagarem depois daquei-
le dia.
Me.sa do consulado provincial de Pernambaco
6 de fevereiro de 185-.0 adrainisirador,
Antonio arneiro' Machado Rios.
1.' secgo.lSecretaria da polica dePernambn-
co, 1 de fevereiro de 18650 Illm. Sr. Dr. chefe
de polica, manda renovar a publicaco da postara
addiconal de 12 de fevereiro de 1863 aba i xo irans- arsenal de guerra precisa comprar o seguinle.
de Janeiro.
Sogae nestes das o patacho nacional Tupi, re-
cebe carga a frete : a tratar na ra do Trapiche
numero 4.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperado
at o dia 14 do corrente um dos
vapores da compauhia o qual de-
Lelao de tone olio de Lsdo?, casia anas
e mantriga ingleza.
MOJE. /
O agtMa PeaUna vandera por tantl e risco de
quem partencer 30 barris #a 2 arrobas com Kra-
ciaio da Lisboa, 14 caaastras com excedentes cas-
lanbas a 30 barris com manteiga ingleza em lotes
a vontade eos compradores : hoje 9 do corrente
pelas 10 boras da manba na armazem do Sr.
Annes. ______
LeilSo de 7*00 pefas de bico o 1,000 saceos
Moa*
' Tudo avarlado.
Sexta-feira 10 da fevereiro era frente a alfandega.
O agente Pinto far leilao por coala e risco de
nueaj perteaeer e sem reserva de prego de 700
pecas de Lieos e 1,000 saceos vaxios, tudo com
a vara d'ajroa salgada as 9 l|2 hars em ponto em
frealt a afcndega,
I^cllo em continnacao de fazen-
das a va riada.
Stxta-feira 10 de feveret o.
Na alfandega armazem n. O.
O Diario do da designar as qualidades das ra-
leadas que deverao serem expostas em leilao
d'aquede da.
Leilao seiia-feira 10 do crrente.
De urna casa terrea n. 4 sita na travessa dos
Quarteis, cnao foreiro, rende 1445 por auno, se
vender em leilao pelo maior preco que se achar
pelo agente Euzebio, a ra da Cadeia d. Si, ar-
mazem.
Porto.
Segu hrevemente a barca portugueza Sympa-
thia por ter seu carragamento complete : quem
quizer ir de passagem, para o que tem excedentes
com modos, emenda-se com Bailar & Oliveira, ra
da" Cadeia n. 26.
Para o Rio de Janeiro deve seguir com bre-
vidade por ter prompta a maior parte do earrega-
inonto, o brigue nacional Intensnel, recebe o res-
to da carga e escravos a frete: a tratar no escrip-
torio de Amorim Irmos, ra da Cruz n. 3, ou
com o capitao Antonio Albino da Souza, na praca
do commercio.
Lisboa e parlo
Pretende seguir com a maior brevdade a bar-
ca portugueza iLaura, por ter parte da carga
prompta, para o resto e passageiros tratase cora
o consignatario T. de Aquino Fonseca Jnior, tra-
vessa da Madre d-. Dos n. 5, primeiro andar ou
com o capilo na praca.
LEILGEi.
L> ilao de escravos.
Q iin a-feira 9 s
53Ra da Cadeia
11
do
hora^.
Re ife53
OLYMPIO
vender em leilao diversos e.-cravus de ambos us
sexos cora habilidades e sem ellas.
cripta, aim de que niagucra allegue ignorancia de
suas disposicoes.
Postoras.
Art. i.' Fica prohibido neste municipio o brin-
quedo de inlrudo com agua por qualquer raaneira
que se empregue ; os infractores pagarao a malta
de 15*000 reis, e 8 dias de prisao.
Art. 2. Fica prohibida a venda de limas dechei-
ro ; os infractores alem de as perderem, pagarao
45OOO de multa.O secretario, Eduardo de Barros
Falco de Lacerda.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que a arremataco da obra da conclusao da casa
da cmara e cadeia da villa do Bonito foi transfe-
rida para o dia 9 do corrente.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco Io de fevereiro de 1865. O secretario,
A. F. d'Annunciacio.
O conselho de compras para o arsenal de
guerra precisa comprar o seguinte :
Para a companhia de cavallaria.
75 mantas de algodao, 160 bracas de cordas de
linho : as pessoas que qnlzerem vender ditos ar-
tigos, apresentem suas propostas em carta lechada
na sala do canselho, as 10 horas da manha do da
15 do corrente mez.
Sala das sessoes do conselho de compras para o
arsenal de guerra 7 de fevereiro de 1865.O en-
carregado da escripturaco,
Manoel Jas de Azevedo Santos.
Capitana do porto de Pernambaco, 14
de Janeiro de i 865
Em vistadascircumstancias melindrosas em qae
se cha o paiz, seudo necessarlo que todos os bra-
sileros, concorram para a sustentado dos bros e
dignidades naciooaes, comprometidos na guerra
com as repblicas do Uruguay e Paraguay, maoda
o Illm. Sr. capitao do porto, em virtude do qae Ihe
foi determinado por S. Exc o Sr. ministro a secre-
tario de estado dos negocios da marinha, convidar
nao so aos matriculados, como a todos os cidadaos
que se queiram alistar na qualidade da voluntarios
para i armada, a se apresentarem nesta capitana
nos das utes das 9 s 3 1|2 horas da tarde.
Outro sim, sao igualmente convidados os indivi-
duos que liverara liaixa do servico naval, a alista-
rem-se por um anno ou mais, ;garanUndo-se-lha
n3h so aS respectivas escusas log que termine
os seas contratos, mais ainda os premios flxados na
lei, para os que voluntariamente procurara o ser-
vico da armada, e bem assim urna gratificaejio
mensal, igual a metade dos solios, que percebiam
na occasio cm qu obtiverara baixa.
As-vaougens o condkcSes para a alistamento se-
ro as eslabelecidas pelas instruceoes qne balxa-
ram com o decreto n. 1501 de 14 de abril-de 1850
qua sao as seguimos :
Art. 12. Dtnguir-se-h0 seis classes de volun-
tarios ;
1.a Dos individuos que quizerem servir Da ma-
rnhagem sem lempo determinado ;
2. Dos que se quizerem contratar para servir
aa marinhagem por lempo determinado ;
3.* Dos que se prestarem serrrr na Biarinha-
Para o presidio de Fernando.
2 bandelra imperial de flele de seis panos.
2 ditas de lele incarnado de4 panos com 12 pal-
mos de cumprimento.
2 ditas de dita aznl com as mesuras demensoes.
2 gallardetes de Alele encarnado de dois panos
com 30 palmos de cumprimeoto.
2 ditos dito azul com as mesmos demensoes.
2 dito dito de dois panos com 10 palmos de en-
carnada junto hastea e 20 ditos de azul na pona.
Para o 9 uataluo de infantina.
405 varas de brim branco.
405 ditos algodosinho.
242 esteiras.
857 1|2 varas brim branco.
772 i|2 ditos algodbsinhos.
Para corpo de voluntarios.
500 varas brim branco.
250 ditas algodosinho.
Para o 4 batalho de arlilharia ap.
12 malas forradas de couro.
6 caixas com folhas de [landres da 16 a 20 pole-
gadas de comprido e i la 14 de largura para mar-
mita do mesmo batalho.
As pessoas que quizerem vender taes artigos
aprsente! suas propostas em carta fechada na
-secretara do conselho s 10 horas |do da 13 do
eorrenle.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 0 de fe-
Tereiro de 1865.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel-presidente.
. Stbaso Jas Basilio Pyrrko,
, Vogal-secretario.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra teta de comprar os objedos
seguinles:
Para o arsenal de guerra.
50 resmas de papel almajo.
60 ditas de dito pautado.
50 garrafas de"tlnfa preta.
3 arrobas de estanto em verguinhas.
4 anchamos com 25 palmos da comprmeme e
6 pollegadas' em quadro, sendo da madaira de qua-
lidade.
9 ditos de 25 palmos de comprimento e 5 polle-
gadas em quadro.
Leilao de pianos, movis e outros ob-
jectos de goslos.
Sexta-feira It) do corrate as 11 horas.
Cordelro Sim5es venoer cm leilao os seguintee
movis como sejam : 1 rico piaoo de armnico, 1
santuario com as competentes iraagens, 1 mobilia
de amarello, 1 guarda roup de moguo, e diversos
trastes novos e usados.
Na mesma occasio vender um pislo e um
baixo rujo leilao ser effectuado a ra da Cruz nu-
mero 57._____________________
Leilao de nena es era va.
Sabbado 11 de ft-vereiro a i hora da tarde.
O agente Pinto far leilao a requerimente de D.
Idalina dn^Siquefra da Costa Menezes inventa-
rame de seu casal por faUeeimealo de seu marido
o Dr. Jos Raymundo da Casta Menezes, e por
j despacho do Illm. Sr. Dr. juiz de orphos, de urna
i eserava por neme Amalia, a qual ser vendida pa-
I ra pagamento da dividas, a i hora da larde do dia
, cima dito em seu escriptorio a ra da Cruz n. 38.
Leilao de dividas.
Sabbado 11 de fevereiro.
O agente Pinto levar novamente a leilao as di-
vidas activas da extracta firma de vi uva Vielra &
C na importancia de 1:6875223 rs., servindo de
base o maior prego obtido ni leilao anterior, isto
a 1 t|2 horada tarde do dia cima dito em seu
escriptorio ra da Cruz n. 38.
AVISOS DIVERSOS.
Leilao de trastes e outros muitos arli
tos denosto.
HOJE.
Quin'a-feira 9 as 11 horas.
53Armazem ra da Cadeia de Recife53
OLYMPIO
vender em.leilao por ordem de urna familia que
se relira para fora, os objectos seguinles : i. mo-
bilia de amarello quasi nova, 1 rico piano de ar-
mario, quadro?, consolos de Jacaranda com pedra
e espclho, 1 commoda de Jacaranda com pedra,
marquezas, cadeiras avulsas para sala de janlar,
candieiros a gaz. candelabros, mesa de jantar,
guarda louca, estante para livros, carteiras para
escriptorios, mesas redondas, consolos, objectos
de auro e eutros muitosarligos que eslaro pa-
tentes no da do leilao._____________________
Leilao da leja de selli-iro da ra Nova
numero 28
Marlins competentemente autorisado far leilao
da ioja de selleiro cima em lotes a vontade dos
compradores, bem como de urna excedente ma-
china delixir couro o de armagao de amarello
de dita Ioja.
HOJE
Quinta-feira 9 do corrente as 11 horas do da.
Ama de lete
Precisa se de urna ama de leite : na roa nova
de Sania Mito n. 50, segaudo andar, junio ao de-
posito du earto.
Precisa-so de una ama, oa criado forro, ea
escravo que saiba cosiohar, e bem assim de urna
ama para engorarado-, pagam-se bem ; no 1. an-
dar do sobrado n. 34, na ra do Crnz do Recife.
Aula particular.
O abalxa assignado, professor parfcalar, provi-
ionado peUdirectoriageralda instruceopablica
para ensinar primeiras lettras, lalim efrancez,
parTrcfpa ao respeitavel publics e gualmeaie aos
seaherespais de seus discpulos qae segunda-feira
9 do corrate lem de continuar m ensino das su-
praditas materias, admiilmdu mairicula alumnos
externos,pensionistas e meis-peusicsistas. A pra-
tlcade lJawnos consecutivos no exercicio de sea
magisterio,sua inteiradedcaco e sua moralidad?
sao garantas qne offereceaos senhores pais de fa-
milias, que desejam a sa a til educaeao a seu
[I n os.
(Juem perianto fuizer coartar ao mesmo abaixo
assignadoa cdueaSodeseusfilhos, pdenlgirse
qualquer hora do dia aoterceiro andar 0* sobra-
do n. 58 da ra Nora, onde ha muito lempo est
estabelecido.
_________Jos M Franca & Brasil.
J. Mercier, alfaiate fratieez, precisa de bens offl-
eiaes e de boas coslureira : airas do Corpo Santo-
.fL______________________________
Na ra do Imperador por cima do armazem
Atlianca segundo andar, preeisa-se de ama ama
que saiba engommar.
Precisa-se de um hornera qu saiba tratar de
arvoredos c de horU, e ajue seja casado, para se
encarregar do trabalho de um silfo perto desla ci-
dade : na ra do Imperador n. ffc.
Preri*a-sa de urna lavadeira para lavar a
rcupa de uiua familia : oa ra d Imperador nu-
mero 44.
Precisase alugar um preto qtie nao tenha o
vicio de beber, para fazer o servico de urna casa :
oa ra do Imperador n. 44.__________________
Aluga-se urna ama boa engomroadeira e ex-
cedente ensaboadeira para casa de powa familia :
quem quizer flirija-se a praca da Boa-Tista, esqui-
na que vira para a ra do Aragao, primeiro andar.
Aluga-se ama casa terrea com soao, lendo
comraodos para grande familia, sita no pateo da
Paz, na povoaco dos Afogado?, quartos para cria-
dos, estriban, quintal balame grande ecora mu-
tos arvoredos : a tratar no pateo do Terco n. 44,
ou na mesma povoaco com o Sr. Jo.- Lucio Lins.
Precisa-se alugar no bairro de Santo Anto-
nio urna rasa terrea nao muito grande, com bom
quintal, paga-se bem : na ra do Queimado n. 46,
Ioja de GuimarSes A Bastos.______________
Joaquim Fernandes da Silva Campos retira-
se para Portugal.____________________^__
Joao FraneiscoPardelhas, agradece a todas as
pessoas que Ihe fizeram o obsequio de arnmpanhar
os restos morlaes de sua presadsima mai D. Anna
Joaquina da Croi, e de novo roga o caridoso obse-
quio de assislirem a missa do stimo dia que ter
ogar segunda-teira 13 do corrente as 4 horas da
maohaa, na igreja do Pilar, de cujo acto sou eter-
namente grato.
Aos 6:0000O.
Corre depois d'amanhaa.
Sabbado 11 do corrente mez se extrahir
a terceira parta da dcima primeira lote-
ra (*) a beneficio da matriz da Boa-Vis-
ta, no consistorio da igreja de Nossa
Senhora da Rosario da freguezia de Santo
Antonio.
Osbilhetes, meios e quartoseslaoa ven-
da na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. 15.
Os premios de 8:080#000 at 10,5001)
ser5o pagos urna hora depois daextraccao
ats 4 horas da tarde, e os outros depois
da dislribuicao das listas.
As encommendas sero guardadas so-
menteat a noite da vespera da extraerlo
como de costume.
0 thesoureiro,
______Antonio Jos Rodrigues deSouza.
Roga-Fe ao Sr. baclisrel (lezario
de Azetcdo juiz municipal de(iarau-
huns, queira diriga se praca da In-
dependencia ns. G e S, ou a'nnUnciar
sua meroda para ser procurado.
. Chamamos a altencao da cmara municipal
para o regulamento do matadouro publico, porque
entendemos que, quando a cmara municipal faz
tima lei no seu municipio deve ser posta em ese
cacao e ser igualmente para lodos. Vamos agora
ao que inleressa: a cmara municipal deu licen^a
para fazer-se um matadouro particular na fregue-
zia dos Afogados, deu mais urna licenga para fa-
zer um curral ou deposito dos gados na ra Impe-
rial, no lugar denominado Coqueiros daTrindde.
Ora, digam-me, a cmara municipal refieleria bem
quando deu estas licencas ? Do matadouro publico
vo carnes para as fieguezias da Boa Visia, Man- Aluga-so o seguudo e terceiro andar da rua-
guioho e Ponte de Uchoa lodosos das, e como nao 0 juramento n. 36, muito frescos proprios para
Arrenda-se um eugenho muito perto desta
pra;a, moenle e eorrenle, cora boa casa de vivenda
e de lavradores, lendo terreno para grandes plan-
taches, pedreiras e fornos de queimar cal : os pre-
tendeiftes dii ijara-se a Soledade n. 32, das 6 as 8
horas da manhaa e das 4 da tarde era diante.
No arco de Nossa Senhora da Concec,o, lojo
de ourives, Itra ropos com as competentes salvas a
talheres. tudo de prata proprio para as meninas
levar para os colegios ; j resta pouecs.
Manoel Joaquim Augusto da Cunha, retira-s
para fora da provincia._________*___________
Uesapareceu hontera 8 do corrente da taberna
da ra das Cinco-Pontas n. 82, urna negrlnha de
idade 7 a 8aonos, tendoos signaes seguinles : bem
preta, cora as pernas marcadas de feridas, levou
vestido azul, sem camisa : quem a pegar leve-a a
ra cima na referida casa, que ser recompen-
sado_________________^_________________
Ollerece-se para ama de leite urna parda for-
ra sem Cilios e que lem bastante leite : quera a
pretender dirjase a ra da Roda n. 31 para
tratar.________
Precisa-se de urna creada para comprar e co-
sinhar : na ra da Cadeia Velha n. 45.
Aluga-se um raoleque pega de idade 17 an-
nos douco mais ou menos para servido interno de
casa estrangeira : quem pretender Oirija-se a ra
da Alegra n. 3.


X3 C c -i M -i i 5' 3 'ti 5 -i m -i i s -1 w a J-V 3" 3 t a. 9 a 5' -i 3" -i o 3 > 3 Di O -! a (A i o m o er V 3"
o r> 5' o o s o 0 s O B V -i 9 O O) 3 -o. n p a. o o o & g -i l s i" Cfl ai 3 a -i o > i

Leilao de gneros de estiva, drogas,
cadeiras e louca.
A saber :
49 barris com manteiga marca M. S.
30 ditos com dita marea T.
79 meios rom dita marca M. S.
36 ditos cam dita marca T.
29 caixas com queijos marca A.
13 ditas com sardinhas marca V.
3 ditas com vinho marca F. M.
35 ditas com cbampanhe marca F. S. C.
0 ditas com dita marca C. F.
7 barris com farinha de trigo.
1 barril vinho tinto.
1 late garrafas vazias.
3 caitas drogas marca C S. P.
3 ditas com cadeiras marca H. L. &C.
4 ditas com ditas marca R. S. & C
4 barricas com louca marca id. S.
i ditas com dita marea F. A. & C.
IIOJI.
Na alfandega urmazens m-. 8 e 9.
O agente Pmle far leilao com autorisago do
cnsul de Frao$a, cora Uceaba do lospector da al-
fandega em presenta de um empregado da mesma
reparbjio com assistencia do delegado do dito cn-
sul e por conta a risco de quem perteucer de to-
dos os objectos cima mencionados, parte dos sal-
vados da barca franceza Les Aml9 de Saini Jean
de Luz, uo da a lugar cima- mencionad*.
Principiar-as 10 horas.
pode ir para a freguezia dos Afogados que raais
perto delle os acougnes dos Afogados do que para
es da ribeira de *. Jos ? Mas, senhores, a queslo
nao de commodidade do carrelo das carnes ou
lougitude, para se verem livres das obrigacoes
do regulamento quedes que tem seus amigos e
qae sao- bem aventurados.
prohibido pelo regulamento matarem-se bois
chegados da feira corridos ou toriados, sob pena de
pagar M> de multa; prohibido matarem-se bois
depois do moio dia, sob pena de pagar 105 ou 205
de multa. Nao se podendo matar no niataeouro
publico, depois de meio dia, o gado quando vem
do pasto, e s depois de duas horas, claro que o
pobre que mata boi no raaladouro- publico, se tem
a infelicidade de ver o seu gado chegar do pasto
com um oa dous bois doenles, ha de velos mor-
rer sem poder dar-I he remedio, que quasi todus os
das succede isto; e o dono do carral dos Coquel-
ros da Trindade sujeitou-se a perder um curral
que tinha dentro do matadouro public, e que Ihe
tinha custado mais de 150,5, fom tanto que se
visse hvre do regulamento ; e nao Ine dire desta
rez todos os abusos que se commettem, porque
segundo dizem-me at bois doentes se tem morto
por ahi. No raais at a priraeira vista._______
Aluga-se um sobrado de um andar e soto,
sito no pateo da Paz, na povoaco dos Afogados :
a tratar no pateo do Terco n. 44.
urna familia : a tratar na Ioja.
Precisa-sede um caixeiro portuguez de 14 a
16annos: na livrara popular n. 67 ra d* Impe-
rador. _____
" Aluga-so a casa n. 64 na ra do Padre Flo-
rano propria para ter negocio, pois nao tem pare-
des dos reparlimentos : a fallar na roa da Impera-
triz Ioja de ourives n. 33._________________
A pessoa que precisa de 2003 com hypottae.
ea em ama casa apparefca ra da Imperalriz o
44, Ioja.
Livro do Povo.
O livro do povo, obra ornada cora estampas, con-
teodo a vida de Nosso Senhor Jess Chrislo, e mul-
los artigos atis. Este livro das familias recom-
mendad.i e approvado pelos Exms. Srs. D. Luiz
bspo de MaranhAo e D. Manoel areebi3po da Ba-
ha, vende-se a 4060 cartoriado, na livrara de
Jos Nogueira de Souza, ra do Crespo n. 2.
Convite.
A iimandade de N. *. da Boa-Viagem, erecta na
povoaco do mesmo nome, precisa decapello pa-
ra celebrar missa nos das santificados, annoal-
raente : a tratar cora o tbesoureiro, no paleo do
Paraizon. 10.
Laboratorio enolosico e chimico de F. P. Lebeui e C.k
ra Montmartre, 31, em Pars.
Fabrica em Argentewll, prs Pars (Franca).
? w B0^iri4Q\O E FABRICADO
83
8 feixes de ripas. .
Para a enfermara dos menores do arsenal da leilao de 13l ftiSS COul DataldS C
t*Ht*rri i f1 o
1 livro de 200 tedias para o recelluario da mes- i dtOS C0U1 CCrVPja.
mt enfermarla, com 10 pollegadas de largara a 15 Hoje 9 de fewctro.
de comprimento. Por olfTveocSo do agente Piolo, s 10 horas
1 dilo de 200 (olhas para o registro pe entradas em ponto no trapicho da alfandega. _______
e sabidas dos doenles, com 19 1/2 pollegadas de
largura e> 15 de comprimento.
2 ditos de 200 folhas cada uro. para os offkios
receidos e dirigidos.
Quem onizor vender taes artifes aprsenle nas
>ropostas em carta fechada na secretaria dronse-
lio adininistiativo, s 10 horas da manha do dia
10 do corrente.
Leilao boje 9 de fevereiro,
Adafjiscm, HffWle & C continnario o seu leilSo
da fezendas inglezas as mais ajireclaveis e pre>
prias do mercado, e entre ellas ha ver liado sotv.
tanlo de vestuarios para hornera e para senho-
ra. para coja venda nao lem -ha vida lewpa -. pria-
dpiari sais cedo do que anlerirraeniai,

VINH03.Imitacao dos vlnhos de todas as
qaalidades, Extracto de Mednc, adose para 230
Ktros, 1 r.,de Bordeax, f., de Potnard, 3
f.,de Lisboa, 2 f,-do CataJan, 2 f..-de Portor
Xerez, Musaatel, Malaga, dose para 25 oa 30 li-
tro, 4 f-
Substancia-para fabricar com o alcool e agria1
os vinhos cima e lodos os outros. A dose para
500 litros, 50 f.. .
CLACIFICACAO.-PS tnglezes, pos dos viahos
da Hespanba, da Fransa, etc. A libra para 500
litros. 5 f.
COLORACAO.Purpirigine para colorear os
vinhos brancas e vinhos claros. As duas liaras
___S naao ao que am
Sala das sessoes d coaseho administrativo para armanto, ra do Trapiche.
Dos viihts, agurdente e licores,
..:_..,.. .i tnAt* < AGUARDE.VTES.^Essencia de cojjnac para dar
as agurdenles ordinarias o sahor e o aroma de
cognac. A garrafa para 100 litros, 5 f.
KIRSCH K ABSINTHO: Essencia de kirsch e
de absintho, para os fazer com alcool o agua. A
garrafa para 100 litaos; S f.
LICORES.-Extractos para fabricar se lodos os
ileores eonhecidos spin fngo era alambique, (in-
dicar-se Os'qu se deseja.) A dose para O ou 25
litros, 3 f.
PERFUMES para fabricar-se os licores finos ou
commnns a dose para 20 ou 25 litros, 1 f. 25.
TODOS os outros productos para o trabalho dos
vinhos, agurdenles, licores, vinagres, etc., sao
fabricados de encommenda.
UTENCIL10S de laboratorio ede chlmlca.
mitad nossas preparacoes, e engaada aossos
para 500 litros, 16 f.
Alguos de nossos agentes tendo fatsiOcado e......_ -.
fregaezes, deve-se exigir*bre as rofhas a rtulos as itriciaes F. V. fc. Pars,
nado de osir-sa das preparifles asba-se indicado no rotura.
As encommendas dovam ser acompanhadas pof urna letra sohre Pars wi qualquer outra cida-
de (fe Franca, ou garantidas por urna casa conhec0a.-lngir-se aos Srs. Lebeui &.C cnunico,
Monlmirtre, n. 31, era Paris,Oua sua fabrica e Argenteml, pres ParlS^
Yende-se oa botica franceza, fa'a do Imperador n. 38.
ra


i


iarl. de rtta-l.Bc... IX. letra e Ferer.lr. de .*
C4SA DA MITIM.
AOS 6:000,000
Bilhetes garantidos
1' ni aeCrespe a. 23 cu doeastiae
O abano issiguado vendeu nosseus muitofeli-
zes bilhetes garantidos da lotera, que se aeabeu
de extrahir a beneficio do iheatro de Santa Isa-
bel, os seguales aremis,fB>
Deas quarios n. 3462 eos a sorle de 6:0Oo000.
Dm raeio n. 531 com a sorle de 1:48000#
Doas qaarlos n. 2200 com a serte de 500i)00.
Boatrasmuitassortesde 200J, 10*9, 40J e
20*000.
Os aossuidorespodera vir receber seusrespec-
tivos premios sem os deseontos das Ieis na Casa
da Fortuna ra do Crespn. 23.
Acbam-se renda os da terrelra paite da de-
cima primeira lotera a beneficio da nutriz da
Boa-Vista, que le extrahir no dia 11 do cor-
rente.
Preci.
Bilhetes inteiros..... 7*00
Meios......... 3*500
Qiartos........ 1*908
Paraas pessoas qne cemprarem
de 100* para cima.
Bilhetes....... C*B0B
Meios........ 3*250
Qaartts......, 1*700
_______________Manotl Marti* Fivza
Aluga-se a loja da casa n. 59 da roa Augus-
ta ; qaem pretender dirija-se a mesma casa cima
qne achara com qaem tratar.
Precisa-se de urna ama : na ra do Encan
lamento n. 12, primeiro andar.
Compositores tviographos.
Na tyj>ographia do Correio d 1 Recif>
ra do Imperador n. 79, preeisa-se de
compositores habis, pagando-se a 350 rs. o
nvloei o de lettras; quem pretender en-
tenda-se com o $es pro; rieta i o no mesmi
estabele imento depois do meio dia at a o
horas da tarde.
Precisase de urna ama que cosinhe para ca-
sa de pouca familia : no caes do Ramos n. 4.
Precisa-se de um amassador
gel n. 9.
na ra do Han
Saude dada a todo o inundo.
Peles preciosas medicamentos des Srs. Grimault
C, paarmactiticas de S. 1. I. o principe Na-
peleo, raa de la Feaillade 7 ea Pars.
Porque es Srs. mdicos o publico usara de pre-
ferencia dos medicamentos especiaos dos Srs. Gri-
mault 4 C., pharmaceuticos cni Pars, com os quaes
elles tem sempre oblido as curas as mais extraor-
dinarias ?
1." Porque esta casa sendo sera contradila a
mais importante do Pars, honrada com aclientella
de urna parte da curte, palenteada por S. A. I. o
principe Napoleo s vende productos de urna effl-
cacia recenhecida.
2.9 Porque esses medicamentos representan) as
mais recentes conquistas da medicina e da chi-
mca.
3. Porque tem todos um goslo agradavel, salis-
fazem a vista, e podem ser admioistrados sem pe-
rico, tanto s mancas cerno s pessoas adultas.
4. Porque elles differem inteiramente desses re-
medios inglezes e americanos, preparados j>or ln-
dustriaes estranhos, tanto a med>:na como a phar-
macia, dos quaes nao tem era a scincia era os
ttulos.
5. Porque estes medicamentos s se applcam a
um numero limitado de doencas, e nao as curara
todas, cono os remedios de que acabamos de fal-
lar ; emfim cada producto tem sua applicaco par-
jicular.
Por isso pensamos prestar um servico a todo o
mundo, indicando aqu as importantes propieda-
des dos prncipaos medicamentos dos Sis. Gri-
raault & C.
Xarope de laifoit lodado.
Erapregado com successo certo em lugar do oleo
de ligado de bacalho, tao desagradavel, tao di DI-
cil a digerir. E' o especifico o mais certo contra
as escrophulas, o lymphatismo, a moleza das car-
nes, os humores das cnanc-as, a papeira, os rheu-
malismos, o escorbuto, as affec$6es da pelle, as
molestias do pcito.
Todos os mdicos de Pars o empregam como o
depurativo o mais poderoso, e o recoinmendara em
todos os casos que precisa-se corrigir a acrimonia
do sangue, e dar-Ihe todos os principios vitaes que
perdeu, seja pelos excessos, pelas affeccSes lym-
phaticas, escropliulosas, e venreas.
Aarope de qnina veruielha fer-
roginoso.
Ou associacao dos doas poderosos remedios da
materia medica que sao : o ferr um dos princl-
paes elementos do nosso sangue e a quina que o
tnico e o febrfugo por excellencia.
Este delicioso medicamento ag-adavel ao paladar
e a vista, tem um resultado admiravcl as flores
brancas, dores de estomago, falta do appetile, po-
breza de sangue. Elle sobretudo til as senho-
ra< e as mogas delicadas, para desenvolver e re
gularisar a menstruacao e suspender os effeitos
perniciosos das flores brancas, que"sao a causa de
tantas doencas. Elle soberano depois das con-
valecencias de molestias graves, elle o reparador
das forras e da saude para os doentes enfraqueci-
dos pelo trabalho, os excessos, as affeccSes escro-
phulosas ou venreas.
As mais de familia achanto neste xarope um me-
dicamento sem igual, para fortificar e desenvolver
a systema osseo das criancas e os preservar das
offercoes escrophulosas.
Elixir digestivo de pepsina.
Delicioso licor que oceupa o primeiro lugar en-
tre as aeras conquistas da scincia, a pepsina pos-
sue com effeto a propriedade importante de fazer
digerir os alimentos quasi em socrorro do esto-
mago, o remedio soberano das gastrites, gastral-
gias, das inflammaces do estomago, dos flgados e
dos Intestinos. Elle supprime os gazes, as nauseas,
as pituites, o desgosto des alimentos, e presta prin-
cipalmente um immenso servico as scnheras-n'uraa
posicao nteressante da qual supprime os vmitos.
As pessoas que padecem de cancro no estoma-
go ou nos intestinos, verao sua vida prolongada
peto uso do elixir de pepsina, e os velhos e cenva-
lecentes o sustento de sua saude e o reparador de
suas forcas; porque com una aoa'digesto sempre
segosa de boa saude.
Xarope peitoral de H. Jorge.
Novo especifico, sera opio, reconheeido como o
melhor medicamento para curar a tosse. defluxo,
catarrho, grippa, irritado do peito, anginas, dores
de garganta, coqueluia.etr.
Este delicioso xarope popular em teda a Franca
foi descocerte pelos monges da abbadia de S. Jor-
ge, no Aojou, e actualmente preparado pelos Srs.
Grimault receita. Recommenda-se aos doentes qne usem ao
raesmo tempo das deliciosas pajitilhas peilovaes ao
surco de eiface de louieiro-crrrja dos Srs. Gri-
mault & C, este excellente remedio i cqmposto
com as duas substancias as mais calmantes e ao
m'smo tempo as mais inoTensivas da materia me-
diqa, e nao contera opio.
jeeeo e capsulas naatico.
Estes dous productos que cons'tituem a mais re-
cente e a mais importante mediacao para curar os
arrimemos e as molestias reneraes do. borne e
tera mercurio, e sao pieparaos com as folhas do
ujalico arvore do Pern. Nao ha molestia conta-
giosa aatiga oa rcenle que- resista ao aso desses
us meios. Sua rapidez de accao superior a
tudo quanto se tem feito at hoje. As capsulas
nunca cansam o estomago nem os intestinos como
as capsulas de copahyba, cubeba e outras; a in-
jcco nunca produx o estreitamento como aconte-
ce cora as lojeecoes cora bue metlica aconseJha-
das at hoje.
Todos estes productos vendem-se as principaes
pharmacias do Brasil, agente para vender por ata-
cado, no Rio de Janeiro, E. Chavle/, ero Pernam-
buco, Caors de Barbosa, na ra da Cruz n. 28, na
Baha, Lima & Irmios 1 em todas as boas phar-
/nanas do Brasil.
Deve-se exigir s,empra i asignatura Grimault .,, por qua ha falsificac5 38 "* botie* "*mii ro* 0' imperador
CHEGARAM OS MODERNOS CHILES DE
FIL PRETO.
Superiores clmles de fil prelo cliegado* polo ullimo vapor fr.m ez, a
loja daS columnas ra da Crespn. 13, de Amonio Coneia de Vas.or.cel-
los & C.
A NACIONAL
Companhia geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISaDA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
lima Manca en dinheira, depositado nos cofres da estada, praate a boa ad
ministraco da coapanhia.
I DIRECgO GERAL
BANQUEIROS DA COMPANHIA
O Banco de Hespaaha
Hadrld : Raa do Prado n. 19
dos segaros
dose-
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinacoes de supervivencia
sobre a vida. /.
Nella pode se tazer asubscripeo de maneira qne em nenbum caso mesmojpor morte
gurado se perca o capital nem os juros correspondentes a estes.
Sao tao supreheodentes os resaltados que produzem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL, queauda mesrao dimlnuindo urna terca parte do interesse produzido em recentes liqoidacdes,
ecerabinaado-o cora a raortalidade da tabella de Depareieux que e adoptada pela companhia para os
seus clculos e liquidacoes, em segurados da idade de 3 a 19 annos, ama imporsicaoannaai le lOOi
produz em efTectiro metlico :
No tira de 5 annos. ...... 1:1195300
de 10 .......3:942600
de 15........11:208*200
de 80 .......30:2864000
de K .......80:3314000
as idades menores de 3 annos e maiores de 30, 5 productos sao mais considerareis.
Prospectos e mais informacSes serlo prestadas pelo snb-director nesta provincia o Sr. Jerony
mo Joaquim Fiuza de Oliveira, ra da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista roa da Imperatriz n. l, eslabe
.ecimento dos Srs. Raymnndo, Carlos, Leite & Irmao.
--------
ADVOCACIA
0 Dr. Maneel de Nascimeilo Machado
Portella
K O
(Bacharel Joaqiim Pires Machado Portella
s
S contlauam [a advocar no civel, crime, 5
1 commerclal, ecclesiastico e administran- 1
vo, e pedem ser procurados em sea es- SM
5 criptorio na ra do Imperador n. 83, pri- S
I meiro andar.
mwm mm mm mmmmmm
O Sr. Elias Cordetro Cintra que ira vir pa-
daria da ra Oireita n. 84, a negocio que nao ig-
nora.
O BACHAREL
Joo Goncalves da Silva Mon-
ta n-ovos
Advogado
Ra estreita.do Rosario n. 17.
s
.....mmmmm
Saques ebre Portugal.
O abaixo assignado, autorisado pelo
Banco Mercantil Portuei_se. e na ausencia
do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef-
ectivamente por todos o.1 paquetes sobre
as pracas de Lisboa e Por.0, e mais luga-
I res do reino, por qualqner sc-mma vis- 8
ta, e a praso; podendo, o qne teinarcm
saques a praso,receberem alista,no mes-
I mo Banco, descontando 4 0|0 aoanno: na 1
loja de chapos da raa do Crispo n. 6, ou ws
na ra do Imperador n. 63, segando an- H
m dar.Jos Joaquim da Costa MVia.
Ililllllllllll
bsta para alugar-se urna casa terrea na ra
da Gloria n. 14, um 1* e 2 andar de um sobrado
THESOURO DAS MAIS
Providencia das enancas.
COLLARES KOV III
Electro- --aagielices.
CHAMADOS
COLLARES ANODINOS DE DENTICO
Contra as convnlsSes e para facilitara
dentice das criancas preparados e inventa-
dos por Rover, pbarmacentico da esco-
la superior do Pars, snecessor de Cherean,
memoro da academia de medicina
amiga casa de Bonillon-Lagrange, pbarmacentico
do imperador
chefe dos trabafhos ciilmicos da escola po-
lytechnica, director da escola de pharmacia de
Pars, o membro da academia imperial
de medicina.
Estes collares vendem-se nicamente na loja do
Gallo Vigilante ra do Crespo n. 7.
O solicitador Pedro Alejandri-
no da Costa Machado
se encarrega ante o (oro desta cidade de tudo qne
for tendente a sua proflssao, aceita de partido an-
nnalas pendencias judiciaes de qualquer casa
commercial mediante razoavel ajuste. Contina rena fiel,
a seencarregar de cobranzas nos termos do Cabo Xa.*,ra-
e Ipojucaaonde continua a trabalhar como d'an-
tes.e encarrega-se de defezas perante o jury nos
termos prximos a via frrea, offerecendo gratui-
tamente seus servigos aos desvalidos, pode ser
procu-ado todos os das uteis das 9 horas da ma-
ntisa as 3 da tarde na ruaestreita do ttosario n.
34, efora dessas horas na roa Imperial n.36, ca-
sa de sua reidencia.
Antonio Lilil* cOliveira Azevedo C-
i Agentes do banco Unilo do Porto.
I Competentemente autorisados sacam por todos
os paquetes sobre o raesmo banco para o Porto e
I Lisboa e para as segrales agencias :
Londres sobre Bank of London.
Pars Frdric S. Baliin & C.
Hambargo > Joao Gabe Si Filho.
liarcelloua > Francisco Rbala 4 Ballesta.
Madrid > Jaime Uerie.
Cadis Crdito Commercial.
Setilha > Gonzalo Segoria.
Valencia z M. Pereira y Hijos.
Em Portugal.
Amarantes. AngVa Terceira. Pigneira.
Arcos de Val de Caminba. Guarda.
Vez. Castello Branco. Golmaraes.
Aveiro. Chaves. Lagea.
Barcellos. Ceimbra. Lagos.
Bastos. Covilho. Lanego.
Beja. Elvas. Leiria.
Braga. Extremos.
Braganea. Evora.
Faro Fafe.
Oliveira d"Aze- Pinbal.
rais. Porto-alegre.
Tbomar.
Villa Nova de
Portimao.
Moncao.
Moncorva.
Regoa.
Setubal.
Viairaa do
tello.
Villa Real.
Madeira.
S. Miguel.
Cas-
Villa do Conde.
Villa Real de Vizeu.
5. Antonio. Faial.
No imperio.
Bahia. Maranhe.
Rio de Janeiro. Para.
Qualquer somroa a prazo ou a vista, podendo
logo os saques a prazo serem descontados no
' mesrao Banco a razo de 4 por cesto ao anno a
, ratar na ra da Cruz n. 1.
Joao da Silva Ramos, medico pela Cni
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
em suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ar-
gentes, que sero soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhla.
Tem sin c^sa de saude regularmente
montada para receber qualquer doente,
anda mesmo os alienados, para o que
tem commodes aproprados e nella pra-
tica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de saude.
Primeira classe 34000 diarios.
Segunda dita.... 24500 >
Terceira dita.... 24006 >
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado, v
O propietario espera que elle conti-
nu a merecer a conOanca de que sem-
pre tem gozado.
Deposito geral do rap trincea Gasse e
Cordeiro nesia provincia, raa da Cruz nume-
re 18.
Grande aroiazeai de tintas.
RA DO IMPERADOR N. 22.
O armazera de tintas um grande deposito de
productos chimicos utensis n os maisempregados
e usados na pharmacia, pintura, photo^raphia, ta
turara, pyrotechina(rogos deartiQcie) eem outras
industrias.
Montado em grande escala, e supprindo-se di-
rectamente uas principaes drogaras de Paris, Lon-
dres, Haraburgo, Anvers e Lisboa, pode offereceer
produetos de plena conflanca e satisfazer qualquer
encommenda a grosso trato e aretalho, porprejos
I razoaveis.
Prvidos de machinas -approp iadas satisfar
com proraplldao qualquer pedido de tintas moidas
: a oleo, cuja qualidadee pureza de seus ingredien-
: tes podera ser examinada pelo consumidor, o qne
,no fcil fazer cora aquellas queso importadas,
; e que se enconlram no mercado em latas fechadas.
Tem grande collecco de vidros de difTerenles
formatos, desde urna oitava at dezeseisoncas de
icapacidade; de vidros para vdrac,as e diamantes
I para corta-Ios; de piuceis para fingir madeira com
propriedade e outros; de papis dourados e pra-
jteadose folhas de gelatina para ornamento; de
I papel grande e pequeo formato de varias cores
para embrulho, para forro de casa, para desenho
com fundo j feito; de papel albuminadoe Bristol,
Paulo verdadeiro saxe para photographia e para filtrar,
e outros ; vernizes de essencia para quadros, de
espirito para madeira, copal para o interior e ex-
teiior ; oleo graxo, oleo seccativo, oleo de linhaga
princeza Gasse flno, meio grosso e grosso, Paulo
Cordeiro, dito meio grosso e viajado, qualidades
: estas que tem nesta provincia ohtido grande cre-
na rna do Rosario da Boa-Vista, quasi no pateo da dito pela sua excellente fabricaco, e materia prl-
Santa Cruz, e ama mei agua na estrada de Joao roa de que composto ; isto o atiesta a innmera
de Barros, com arvoredos, agua de beber, e porto'. exlracco qne elle tem tido, e a eondecoracao que
para o becco do Pombal : quem pretender falle obteve'na exposicao nacional, cuja medalh'a vem
na ra das Cruzes, sobrado n. 9, das 9 horas da gravada nos rtulos dos mesmos botes, teem elle
Jos Joaquim Lima Bairao, recebedor do rap | clarificado, oeode oie'let, secativo'de HarTinirouro
verdadeiro em p ; prata, euro, e estanho em fo-
Augusto Moreau subdito
cel.
francez vai a Ma-
Attengo.
Roga-se a qnem achou ama bolsa com alguna
roupa dentro era am dos omnibas do Poco ao Re-
rife, que dinja-se a praca da Independencia os. 14
e <6, que ser bem recompensado.
COMPHIS.
euro e prata tro
na rna larga do
Compra-se um domin de cambraia
branca, que seja forrado de maapolao oa
outra qualquer fazenda, e que esteja em
bom estado, e se for novo melhor ser; a
pessoa que o tiver annuncie para ser pro-
curado^________________
Compra-se um balco qne tenba sido de ta-
berna de 10 a 12 palmos de eomprido: qnem ti-
ver annuncie por este cDiario para ser procu-
rado.
Ateodfio
6vuuV em caroca.
Compra-se qualquer quantidade por malor pre-
go do que se paga no mato : na fabrica da traves-
sa do Carioca n. 2, caes do Ramos.
manhaa at ao meio dia.
Na praga da Independencia loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro e prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de
encommenda e todo e qualquer concert.
ZAQtVMa

7 MB
bacharel
Francisco angosto da Costa
ADVeGADO
O Dr. Carolinc Francisco de Lima San-1
9| tos,contina a residir na ra do Impe- S
"fiS rador n. 17,2 indar, onde pode ser pro- j
^ curado aqualqaerhoradodfae da noite J
para o exercicio de sua profisso de me-1
)M dico ; sendo que os chamados, depois de 1
^ meio dia at 4 horas da tarde, devem ser g
fl? deixados por escripto. O referido Dr. i
tfjg nao abandonando nunca o estudo das
^molestias do interior, prosegue, com o
| maior afflnco, no das mais dfficeise deli-
^K cadas operarles, como sejairdos orgos
v^ oarinarios.dosolhos, partos,etc.
Ra do Imperador
9BQ
numero 69.
A luga-se
de mais a vantagem de nao terir o nariz. Tam-
. bem vende-se o rap denominado Araarillinho que
na Baha goza do grande aceitadlo. O deposito
acha-se sempre sapprido de todas estas qu'li-
dades.__________________________^__
O London & Brazilian Bank, saca por todos
os paquetes, sobre
Lisboa.
Porto.
Braga. ,.
Vianaa.
Guimaraes.
Villa Real.
Coimbra.
Amarante.
IR
Ktmmm
Pedese ao Sr. fiscal doRecfe que lance suas
vistas para a ra da Senzala Nova, onde deita-se
ourina, aguas servidss, e todo mais licho, que for-
ma um lamaQar que encommoda a todos os mora-
dores.
_ Em virtude de ter ido para o sul o Sr. capi-
tao Borges Lima, est de novo para ser alugada a
casa n. 14 da ra do Progresso : quem a preten-
der diiija-se a ra da Praia 34, armazem de
carne secca junto a ribeira do pene.
A quem faltar uns pares de borzeguins, pro-
cure na ra nova de Santa Rita, armazera n. 19.
O Sr. Jezuino que seeraprega em condcelo
de objectos da estacao das Cinco Ponas, tenha a
bondade apparecerno armazem n. 19 na ra nova
de Santa Rita.
Precisa-se de 2004 sobre garanta de urna
casa : quem quizer dar annuncie com brevidade.
Alugam-se dous grandes sobrados com com-
modos para numerosa familia, noros e aceiados,
com jardim, cochefra, estribara e outras comrao-
didades, na travessa de J0S0 Fernandes Vieira : a
tratar na ra da Senzala Nova n. 42.
as
t- 9
3,n
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e V andar, onde pode ser procu*
rado para o exercicio de sua profis-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhes;
2* de peito:
3 dos orgos geaiti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rlo examinados na erdem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d si
6 as 10 da manhaa, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
Club Pernambnean*.
A directora tendo em ceasidraco qne grande
numero de familias de seus assoeiados se acna-
vam fra da cidade. resolveu transferir a reunio
familiar do mez de Janeiro prximo passado para
q dia 9 do corrente.
Engomroast roupa rom perfeicio e em contar
na raa nova dos Pires, casa n. 18, se dir quem
precisa.________ .
Aluga-se urna escrava que sabe cozlnhar
bem. faz todas as compras e muito fiel: na tra-
vessa do Pocmbo n. SI.
Qaem precisar de urna criada portngueza
para ir na companhia de alguma familia que te-
nha de se retirar para Pcrtugal. pagaado'lka a
passagem, pede ser procurada na ra do fueima-1
do n. 49.
Precisa-se de um Sr. sacerdote que
queira ser coadjutor em una /reguezia o5o
muito distante d sta praca. onde se loe of.
ferece vantagens na ra do Cre-po n; 41,
9? dir com (nem deve tratar.
Ihas de varias cores ; tintas vegetaes, inoffensi-
vas proprias para confitaras ; la de cores, e
olhos de vidros para imagens ; tintas em tobos e
telas para retratos ; tintas em pastis e em p pa-
ra aquarella ; essencia de rosa superfina, de ne-
roly, jasmm,bergamota, aspice, patchouly, mbar,
bouquet.limo, alcarava, melissa, ortela pimenla,
louro, cereja, alfazeraa, Portugal, lima, junpero,
ans da Russia, canella, cravo e muitos outros ob-
jectos que s com a vista poderaoser mostrados.
Joao Pedro das Neces,
Gerente.
Na mesma casa cima comprase e paga-s
bem, estando em bom nso, nm sellim nglez, em-
bora teja s o casco.
Compra-se urna casa terrea em qualquer om
des bairros, nao estando mesmo bem reparada :
oa ruada Palma n. 41.
Compra-se um ou dous corropioes perfeta-
mento domesticados e tambem um papagaio con-
trafeito qae seja muito Tallador: es pretendentes
podem dirigir-te a praca do capim n. 6, sobrado
em que raorouo Sr. Dr. Sabiao.
Aluga-se
Imperial n. 27
Dos n. 21.
o primeiro andar e sotao na ra
a tratar na travessa da Madre de
O Dr. Jeronymo Villeia de Castro Ta-
vares advoga no crime e cvel, commer-
cioe ecclesiastico. Pode ser procurado
todos os dias uteis at 3 horas da tarde
ero seu escriptorio, ra do Crespo n...
primeiro andar defronte d livraria eco-
nmica.
3
o annunciante enrontra-lo, por mais qne o procu
re, na raa das Cruzes n. 23, onde apenas se encon-
tra um senhor que diz ser seu roano, mas que S.
S. alli nao mora.
urna casa acabada agora, eom commodos para fa-
milia, estribara, cocheira, quartos para feitore
escravos,com banho na porta, no lugar do Poco
daPanella,ruado Rio : a tratar com Tasso ir-
mos, na ra do Amorim n. 35.
mwm mmmmmm mmm
2 Companhia fldelldade d
m seguros martimos e ter-
restres estabeleclda no
S Rio de Janeiro.
W AGENTES EM PEPNAMBUCO
m Antonio Luiz de Oliveira Azevede & C,
H| competentemente autorisados pela direc-
f toria da companhia de seguros Fdelida-
8 de, tomam seguros de navios, mercadu-
ras e predios no sea escriptorio ra da
Cruz n. 1.
mmm *&& sin!
O escrivao S Iva Reg mudou o seu
cartorio para a tr ve sa de Ouvidor n.., em
amadas loj s pr baixo do sobado onde
morad solicitador o.Sr. Joaquim de Albti-
querqne e Mello.
Precisase alugar orna ama forra oa escrava
qae saiba cozinbar e comprar : na loja da ra
Nova n. 11.
Para todos~
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavtl
publico que mudou a sna offleina de palhiaha da
ra do Imperador n. 24 para a rna das Cruzes n.
23, igualmente tem para vender palba e junco
mais barate que em outra qual juer parte.
Manoel da Costa Azevedo Napoleo.
Jos Soares d'Azevedo, professor lingua e iilteratura nacional no Gyn nasio a professora, abaixo assignada, que
Provi cial do Recife. tem aberto em sua na r.ua d? pia'mudou a sua residencia
casa, ra Bella n. 37, um curso especial
rara cada urna das seguimos disciplinas:
LINGUA FRANCEZA,
GEOGRAPHIA E HISTORIA,
PHILOSOPHIA RACIONAL E MORAL,
RHETORICA E POTICA.
As pessoas que d sejaren estudar qual-
Precisa-se de urna criada para o servigo de
casa : na ra Augusta n. 5.
Lino de Faria o nico competente
para haver as dividas activas e outros
quaesquer bens da extracta firma Faria
& C. Elle pois avisa a todos os devedores
para que nao paguem senao a elle ou
pessoa por elle devidamente autorisada.
Espora que os mesmos devedores sero
pontuaes em satisfazerem seus dbitos,
livrando-o assim de recorrer aos meios
judiciaes. Elle mora na ra do Impera-
dor n. 57, segundo andar.
A Semana .Ilustrada
que se publica uo Rio de Janeiro ledos os domin-
gos, assignise na ra do Crespo n. 4. Prego da
assignatura, trimestre 6$, siraestre 11$, um anno
YENDAS.
A pessoa qne carregou um guarda chuva no
da da fesja rio Peco, da casa da sociedade Relia
Unio, tenha a bondade de entregar na rna dos
Pires n. 3 ; o qual bem conhecido.
O Sr. Soares Jnior, redactor que foi da Cri- 18J10O.
se (jornal) tenha a bondade de declarar por este -71----------TTu-------------1rr~,rr
jornal aonde e quando paga sua senhoria a resti- Aluga-se um sitio na ra do Cabral da
toicao ao que hava recebado adiantado pela subs-1 cidade de Olinda, com casa terrea.com co-
crpclo do dito jornal, visto como nao possive piar nfrente, bota os fundos para aestra-
Ama
Na ra Imperial n. 1 precisa-se d* urna araa de
leite escrava, sem filho.
da e margem do rio Beberibe, com com-
modos para familia, estribara para cavallo
e capim para sustenta-los, arvoredos de
frudos, sem visinho defronte'nem pelo
fundo.com ptimos passeios,sala e gabi-
nete na frente, muito propria parapassar a
festa.e tambem se alugarporanno : a fal-
lar no Recife, na livraria n. 6e8 da praca
Aluga-se nm sitio na estrada de Joo de Bar-
ros, com grande casa de vi venda, cocheira. estriba-
quer des tes preparatorios podem dingir-se ria, casas de banho e de pretos, com arvoredos de
indicada residedeia, d manhaa at s 8 fructos : a tratar na ra nova de Santa Rita, casa
Precisa-se de urna cozinheira*orra oa captiva : I ?a Independencia; e em Olinda nacasaco-
na ra do Hospicio n. 36. ______ tigua;om o capitao Antonio BernardoFer-
Desappareceu no dia 3 do correte am ca- Ir /________________________________
vallo rugo cora pintas de pedrez, cgo dos dous Na mesma casa cima precisa-se alugar um
olhos, os quaes nao mostrara deleito, foi tirado com escravo meramente para servico de tratamento de
a caruja I ha : Quem tiver noticia dirija-se a ra do cavallo, e nada mais.
Rosario n. 1, taberna do Pocas, que ser recom-_____________________________________
_____ No melhor lugar da cidade de Olinda, defron-
residia te de S. Pedro novo, vende se urna casa com 5
para a,quartos, gabinete, 2 salas, cczinha fra, estriba-
camboa do Ganso, primeiro andar n. 21. Os dig-1 ria, tem tres frentes, o sitio tem 400 palmos de fun-
nos pas de familia, tanto desta praca como fra do e 300 de largura, proprio.tem varios arvoredos,
delia, quequizerem confiar ama sincera educacao 2 cacimbas, sendo urna d'agua de beber e outra
a suas filhas, tanto externas como pensionistas, de gasto, as quaes esto eutulhadas ; duas casas
poderao se dirigir a dita casa para tratarem com a na raa de Baixo com commodos para familia, am
mesma professora. sitio na Estrada Nova, sendo por barato preeo:
em Olinda a tratar com o Sr. Luiz Jos Pinto da
Cesta ; cm Santo Antonio, travessa da Cruz n. 12,
com Jos Jacnlho Pavo.
Joaquina Lourenra dQ, Luua.
horas e de tarde a qualqu r hora.
OBACHAREL
Pedro Alfonso de Helfo
Advogado
sjjS Larjro do Livramento n. 38.
Precisa-se de ama ama para o servico do-
mestico deve saber cosinhar e engemmar e pre-
fere-se escrava ) a tratar no pateo do Carmo so-
brado que tica ao entrar na rna de Santa Thereza.
se at amanhaa a preta Anna fr entregue
ao seu senhor proeeeMe-ha-eom todo o rigor da
Ie[ contra quem a tem ocenlta a seo servico,
Perdeu-se hontera um lapis de ouro riscado
cora a pena do mesrao metal com o nome, da pes-
soa a quem pertence gravado no lapis : quem o
achar pode leva-re no Caf e Restaurante do Com-
merco rna do Trapiche Novo n. 22, qae receberi
205 de grati Acacio.
n. 5, ou na ra das Trincheiras, cartorio n. 19.
Cosas para alugar.
Alugam-se duas mei-aguas a 10,5000 cada urna,
sendo praia do Forte n. 6, ra Nascente n. 14 : a
tratar com Azevedo Irmao, ra do Qneimado
numero 32._____________________
Aluga-se o ierceiro andar do sobrado n. 24
do ra da Cadeia do Recife, entrada pelo becco
Largo : a tratar no armazem do mesmo sobrado,
Q bacharel
Antonio Joaquim Ayres do Nascimento
tem o sea escriptorio de advogcia aa ra
estrellado Rosarion. 8, onde pode ser
procurado das 9 horas da manhaa as 4
da tarde.
Precisa-se de urna preta velha escrava : na
ra de Corredor do Bispo n. 24. ________ .
O abaixo assignado estabelecido com taberna
na Capunga, pede a todos os seus devedores que
venbam pagar seus dbitos no prazo de 8 dias, os
que se o nao fizerem sero chamados a juizo.
Jos de Alraeida Ferrrira.
Precisa-se de um forneiro de primeira classe
e de um ou doas trabalhadores de masseira qae
entendam perfeitamente do trafego de padaria.no
se duvidar dar-se ura ordenado correspondente
ao seu desemprnho : na ra lara do Rosario pa-
daria n. 16, achara com quem tratar.
Vende-se um ptimo cavallo para ca-
brio! 1 ou ca ro : a tratar na ra larga do-
Rosario n. 36, segundo andar, das as &
4a tarde. r
ALMANAK.
Acaba de sahir dos pr-
los de nossa typographia o
Almanak Administrativo ,
Mercantil e Industrial desta
provincia, correcto at 31
de dezembro, e vende se a
1$; na livraria ns. 6 e 8
d prapa da Independencia.
Vende-se o sobradinho da rna nova de San
ta Rita n. 41 : a tratar na ra de Santa Rita nu
mero 3.
Vcnrtc-se
um sitio no caminho novo, ra da Esperanga, qno
vai para o Manguinho, com grande casa muito
fresca, tendo 4 salas e 6 quartos, cozinha e doas
terracos na frente e fundp da casa, e mais um
grande sotao com tres salas bastantes frescas por
ter 11 janelas, estribara, quarto para criados,
duas cacimbas com agua de beber, tanque e casa
para banho, o sitio todo murado, cora mil e tan-
tos palmos de fundo, pono de ferro, boas laran-
geiras de umblgo; sapots e outros arvoredos : a
tratar na ra do Destino n. 16.
Vende se
urna armncao de taberna e os seas atencilios : na
ra de Joo Fernandei Vieira n. 64, Soledade.
Vendem-se charutos da Bahia de varias fina-
lidades: era casa de Monhard & C. roa do Tra-
piche n. i.____________ ,
Cixas hajnbnrgueas.
Vende-sena ra Nova n. 61.
Bomnegocn
m dos socios da casa de banho* da raa da
Cruzn 17, por motivos de molestia, venle a sua
parte de sociedade que tem na mesma eaa, offere-
cendo vantag-ns : entenda-se o pretndeme no-
dito estabelecimento.
Vendem se casaes de vados muito mansos, a
entre estes tem um com cria : na :B>a Vista, ra
da Glorian. 75______________________
Na ra do Sf jndega n. 93, vende-se grande
quantidade de ps de dores por barato preco, ito-
st o fim do mez.
Vende-se calcado francs da barca franceza.
S. Jalo da Luz, na ra do Livraraento n. 21.
Borzoguins de lastre (Nantes) 62000.
Ditos de hezerro de tre solas (Naotrs) 6*000,
Ditos de bezerro de duas solas 6*000.
Sapatos de tapeta 640 rs.
Trancez"
m
AMA.
Precisa-se de urna ama para casa de familia :
na pra$a do Corpo Santo n. 17.
Proclsa-se de nm Sr. sacerdote para capel-
lao de orna fazenda muito perto desta praca : a
tratar na ra da Cruz o. 30 das 7 horas da ma- rio da firm p Cror p Pprionn'
nna as 6 da tarde, ou na roa da Palma n. 41, de- 10 9- irma fle bU,rge e rdigao,
de ie irar-se para ?o Aracity deixa
pois destas hora*.
Deseja-se fallar a Sr. Dr. Guilherme Cordel-
ro Slntra, na na estrella do Rosario n. 1.
fe ohSftff*cR.51 fft,Sf5r__|
voga no termo do Bonito e Caruan, pode
ser procurado na villa do Bonito ra Di-
reUa n. 16.
_ Vicente Gurgel do ;Aunral. liquidata-
tendo
a nesta
praca legalmeute autorisado o Sr. Jos S
Leito Jnior, morador a ra da Madre de
Dos, armazem juno a botica ingleza, e
previne a todos os devedores tauto d sta co-
mo de outras provincias que quanto antes
tratera de liquidar seus debios.
Aluga-se o segundo e tercero andar com
bom sotao da ca>a n. 16 da travessa da Madre de
Dos junto a alfandega : a tratar com Barros &
Silva uo primeiro andar da mesma casa.
0 3r. Manoel Jos d Souza Pi langa,
que t ve loja na ra do Qucimad vlem urna
tata na livraria a. fi e 8 da praca da Inde-
pendencia.
0 Sr. Aun tiano C. da Rocha Wander-
ley, queira mandar buscar urna carta na
linaria n. 6 e 8 da praca da Independen-
c a.
Saca-se sobre Lisboa, Perto e liba de
a-IHSft EBlE 21 MMi s- M'u6'-na raa Jo AP"" i0' wn:-
m- mtimw wmwtmKwmm* aiRiinin jprj0 ^ ^jj-yalho e NegUO ra.
Precsa-se {alugar ou comprar un escravo
sem habilidades: na roa da Madre de Dos n. 36,
primeiro andar..
Vende-se um elegante cabriol!
ranjado de novo, com arreios inglezes inteiramen-
te novos, e eom um excellente cavallo. ou sem
elle; a tratar na praca de Capim I. andar do so-
brado, onde morou o Sr. Dr. Sabino.
Vende-se queijo suisso frescal 500 rs. a li-
bra, dito de nrato a 960 rs., dito do remo do ul-
timo vapor 2*300. no largo o Carmo, esquita da
ruajle lionas n. 2.
Vende-se lagedo de Lisboa da melhor quali-
dade possive para calcadas : na ra do Queiroado
n. 18, segunda loja.
MI
DI
Partidas dobradas.
Mantel Fffnsect it iedeirss.
Acha-se a venda as prineipaes livrarias desta
cidade pelo preco de 58 o exemplar, cartonadrv.

Precisase de urna escrava de idade que sai-
ba eosinhar o diario de nraa casa e engommar :
na roa do Livramenlo sobrado o. 30, para tratar.
Precisa se alugar urna ama que saiba cozi-
nbar e fazer o servico externo de urna casa : na
ra da Imperatriz n. 34, primeiro andar.
Precisa-se de ama ama forra para o servico
i interno de ama casa de pouca familia : a tratar pa
'i do Pires o. 24.
rechines* ten igtfl
Camisas que valsm rfjj a 20800.
Vendem-se camisas de linho mam Anas bons
gostas pelo baratiesimo preco de 24800 cato ama
e em dnxia a 325, vende-se por aqaelle diminuto
preco per serem arrematado* em leito do tai va-
dos do navio francez : na ra do Livramenlo n. 4
armazera de Joao Evangelista de Si.
12,000
Paleicts sebrecsacados de
Ttaie-se na. roa do Crespo n. i
nao preto lino,
f -lxeiro.
Precisa-se de un caixeiraquolcnha grande pra-
lica de taberna, dando fiador a sna conducta, pre-
(erlado-se nao rapaz.: na ra da Madre de.Dos
g. 38 se dir quem precisa.
Aluga-se o sobrado de om andar a solf fia
raa Direita n. 74, pintado de novo, e com commo-
dos sofflelentes para qualquer familia qun o
pretender dirija-se a raa da Imperatriz n. 7, qae
achara cora quera tratar. i n
Mobllia
Alugam-se mobilias : no patee do Terco xwme-
ro42. hTc? -c
Cousalterio medieo-cirurgico na raa larga do
Rosario a. 20.
O Dr. Joo Ferreira da Silva regressando sna
casa, contina em o exercicio de sua profisso
nao s na parte medica eomo tambem na Cirtr-
giea.
Cempram-se escravos.
Silvino Guilherme de Barros compra, vende a
troca escravos de ambos os se es e le toda idade:
na ra da Imperador n. 79, Urceiro andar.
Compra-se ouro e prata em obras velhas, pa-
ga-se bem : na loja de bilhetes da Praca da Inde-
pendencia n. 22.
Compra-se effectivamente
obras velhas, pagando-se bem :
Rosario n. 24, loja de ourives.

'
.
L



DUrio 4e Peruau^u** .tata leira t Je FcTerelr* de lsA.
i

.



I
>
'I
0 VIGILTE
Ra do Crespo o.
O gallo vigilante tetdo sido agraciado pelo pora-
poso Qallisa, i) sua orden do da, e pela Braaca
Agnia, apesar de que, para estes o Gallo com seas
agudesesporOes nuneaos onVnder, intes osagra-
ciara na raesma conformidad?, para que o Baliza,
possa marchar em fronte, a Branca Agaia possa
levantar seu vo,|levande nd bico as paliabas seo
ni nao; e o Callo ficara em seu epagoso campo
daado de novo o sea canto aanunciaado a seus
bons tregeles e ao respeilavel publico
0 grande sor (Mello eobjeetts de lito gosto qne
acaba de recebar.
Ricas caixiahas rom msica ricamente entena-
das para costura, propria para um delicado me-
nino.
Riquissimos eofresinhos com cadeadosd metal
para guardar joias.
Ricas canas cnm estejo, contende todos os per
lencos para bomem.
Iliquissimas voltas tiogindo perola.
Ditas comlacinho de lila.
Ditas de liadas cures e preta, de todas as gros-
snras. r
Lindos adececos com pedrinhes tinglado bri-
dantes.
Ricas fuellas para ciato, de todas as qualidades
e bom gesto.
Ricos ciatos ultimo gotte de Pars.
Grande sortiraeeto de lindos eafeites para cabe-
ra, sendo do ultimo gostoe de todos osprecos.
Flores muilo Anas para noivas.
Lavas enfeitadas e meias de seda para noivas.
Touquinhas sapatinnos e meias de seda para
aptisado.
Riquissimas fitas de todas as qualidades parala-
do, ciatos ecinteiros.
Camisinhas e goilnbas para senhora.
Riiuissimos jarros e figuras para ornamento de
sala.
Grande sortimento 4e gravatinbastaato para se-
nt >ra como para homem.
Lavas de pelica branca e decores.
Cascarrilhasde bonitas eores.
Tranciadas,galo e maravilhas para enfurtes.
Traaselias de cabellos e de retro* para reloglos.
i'apel amisada e de outras qualidades.
Bolsas para viagem.
ntremelos e babadinhos de lindos padrees.
Lenciabos de Hubo bordados.
Veas para bomem, senhoras, meninos e meni-
nas.
Fitas de veludo-lisas e com mtame de todas as
larguras.
Tnesuras e caivetes de todas as qualidades.
Grande sortimento de sabonetes.
Liados vasos com banha para offerecimentos.
Caixinhas com seis frasquinhos.
Esseacias de tojas as qualidades.
Agua verdadeira Florida.
Agua da Colonia, em garrafas grandes, e em
frascos qaadrados e garrafinhas.
Pomi la fina de tolas as qualidades.
s-nnriif banha em frasese copos de lodosos
tamaitos.
Sanio inrzlez era paos grandes e pequeos.
Esovas se cabo de madreperola, marfim e de
osso, para denles..
Peales para deserabarac.ar, cora friso de metal e
sem elle.
de muit is outras qualida-
Grande liquidado.
Ra da imperatriz n. i
Lo]a de fazeodas do pavao de Gama A SIt
Acha-se este eslabeiecimenio completamente
sortido de fazeBdasiagletas,franeezas,allemias e
amasas, proprias tanto para a praga comoaara o
mato, prometiendo vender-se mais barato ao que
em oatra qualquor par te, prisai palmen te sendo em
porco, e de todas as fazendas do-se amostras,
deiaado Qcarpenbor, ou ruaudam-so levar era ca-
sa pelos caixeiros da loje o Pavo.
Vestidos soutambarqne.
Pelo aliirao vapor francez chegaram riquissimos
restidos soutambarque, os mais modernos que
oeste mereade tem apparecido, os quaes esli
promptes com saia, corpinho e seu competente
soutambarque, ludo guarnecido de seda, velado e
renda. Qtem tlver bom goslo dirija-se aloja do
Pavao,na ra da Imperairiz a. 60.
AOS TIE8 MIL VESTI-
DOS.
Na loja do Pavao, a 3#. U
e 7*000.
Vendem-se Iindissimos cortes de vestidos india-
nos, sendo todos bordados e de listras de cores e
brancas,proprios para casamento, pele baratsi-
mo prego de 33 cada corte por se ter comprado
urna grande porclo, sendo fazenda que vale 63,
ditos Mara Pia, tendo quatro pannos, fazenda
para o corpo com os competentes enfeites para o
mesmo, pelo baratssmo nreeo de 45 cada nm,
ditos de todas as cores com as barras bordadas a
crox, sendo cada nm em seu cartao, tendo rada
um todos os enfeites precisos, pelo baratssmo
prego de 7$ cada um, ditos com babados multo bo-
nitos, mas sem ser em cartao, pelo diminuto pre-
go de 33600 cada nm ; advertindo-se que os dones
da loja do pavao vendem estes mtidos por lio di-
miDuto prego por terem comprado urna grande
quantidade e convir-lhe liquidaren! logo, na soa
loja, ra da Imperalriz n. 60, de Gama<& Silva
Aos vinte mil covados de la
Grande peehlncha, a 4
e 3o rs.
vendem-se as mais bonitas lazinhas transpa-
rentes, sendo com listras e quadrinhos miudnhos,
e lisas, tendo de todas as cores, assim como pretas
e roas para luto, pelo baratissimo prego de 240 o
covado,ditas transparentescom palmtnhasde seda
a Mana Pa, tendo de todas as cores, e tambem
algumas proprias para luto, pelo barato prego de
320 cada covado, isto por baver orna grande por-
cao : na ra da Imperalriz n. 60, de Gama &
Silva.
Latas e eopos com banha fina.
A aguia branca, na roa do Queimado u. 8, rece-
beu esta estimada banha fina em latas e copos, isso
alem de outras em diversos frascos.
As medmiissinias lazinhas de urna so
0 6ASTELL0 DE GBASYILLE
Tradaiia te fraacri por A. J. C. da Craz.
, Vende-se este bello romance em quatro
tomos pelo Jbaratissimo prego de 20500 :
na prag4 da independencia, livraria, ns.
6 e 8.
Wri
FOLHI\flA
Para 1865
Aeham-se venda na livraria ns, 6 e 8 da
praca da Independencia:
A FOLHINHA DE PORTA, abrangendo o
Kalendario civil e eclesistico, tabellas
de feriados, de emolumentos dos tribu-
naes do commercio, etc. a ICO rs.
A FOLHINHA DE ALGIBEIRA contendo 6
mesmo que aquella e mais orna nova
Salve Iiainlia em versos, o Stabat Mater
em verso, devocao as agonisanie, corco
de Jess, cntico em loor doSantissi-
rao Rosario, cntico a Virgem Maria Nes-
sa Senhora, trinta e tres chistosas anc-
dotas, um indito poema sobre as aven-
turas de um cozinheiro, o canto de urna
solteira (poesa), crescido numero de m-
ximas e pensamentos, urna historia como
muitas (romance), e vinte cinco novas e
pilhericas charadas a 320 rs.
Salsa parrilha de Ayer
PARA A CURA DA
tESCROFUIiA
e todas as molestias
provea lentes del la
de trabalhar JL mi
desearocar algodo
raaMCaMa
Por Plant Brothers & C.
oda.

Estas machina*
podem descaro car
qualquer especi*
de algoda 'se*
estragar o
sendo bastante
duaspessoaspart
o trabalho; pdt
descarogar un
arroba de algo
do em carnee
em 40 minutos.
ou 18 arroba*
por dia ou 5 ar-
robas de algodac
iimpo.
Ditos d tartaraja
des.
Peites de tartaruga pira senhora.
Ligas le si!Ja e de algodo, assim como nriito-
oairos enjertos de gosto que seria impossivel men-
ciair, jue a vista far fe, s6 no Gallo Vigilante,
ru do Crespo n. 7.
VolUnhts.
U-ilas voltinhas de perolas falsas comcnuinlias
flaj i Id brilliaates, assim comocruzinhas avirlsas
e vjltiahas, palo barato prego de 15 e 1J200, as
eruzes avuls asa i')0 rs. s uo Vigilante, ruado
Crespo n. 7.
Leques.
lUluissimosleques de madreperola tanto para
seniuras como para meninas, pelo barato prego
de 125 e U5; s no Vigilante, ra do Crespo
n. 7. ,
GRANDE MOVIDADE.
S uo Vigilante.
Riquissimos enfeites de todas as qualidades para
sehoras e meninas, chegades hoje da alfandega.
flatos
Riquissimos sintos de fita larga e estreta com
fivelas grandes epequenas.com brilhantes falsos,
ousa de muito gesto.
Albnns
Tambem chegaram os riquissimos albonspara
59 retratos, com capa de tartaruga e de mariim,
coasa muitocbique : s oo Vigilante,ra doCrea-
p a. 7.
Galianas. J
Riquissimas golinhas e manguitos, omelhor gos-
to ptssivel, aJ.afijOO e35;s no Vigilante,
ra da Crespo n. 7.
Enfeites aara senbera.
Riqaosssim enfeites com la^o e sem lago e de
oaires multos gostos a 15, 15500 e 35: s no Vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Traneelins.
Linios trancelinsfe cabello para relegia 00. lo-
netas, pelo baratsimo prego de 15500, ditos de
retroz a 200 rs. .
Babadinhos ntremelos.
Riquissimos babadinhos entremeios com lindo*
desenhos tapidos e transpirentes, pelo baratissimo
prego de 15i>3, 15500, 25 e 35; s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Cascirrilais.
Orande sortimento de cascarrilhas de diversas
larguras, assim como galozinho e trancinbas pro-
priw para enfeites; so no Vigilante, roa do Cres-
po tt. 7.
Fitas.
Graade sortimento de titas de diversas largaras
e qualidades, por pregos que admiram aes com-
pradores, havendo Atas largas proprias para cin-
tel ros que se pede vender a 300 rs. a vara, e pega
de 9 varas a 25; s no Vigilante, ra de Crespo
n. 7.
ritas 4a ua.
Fitas de lia de todas as 'qualidades, proprias pa-
ra debrum da vestido a 700 rs. a' peea; se ao Vi-
gilante, ruado Crespon. 7 '
. ilesa asalhM.
Eiquissimos espelhos com moldura douraJa|
se.u ella d#|, 4fl, 12# e 145, assim como com
columnas de differeates teminhos a 25, 35,45, 35
e C>5; s no Vigilante, roa do Crespo n. 7.
Liados jarros e fijaras.
Riquissimos jarros e figuras de poreelana Una,
para enfeite de sala, sendo oinelhorgosto queaqui
tem appareeido; s no Vigilante, rna do Crespo
n. 7.
Para ais fe arras.
Riquissimos vasos eom borwda para pos de arroa
cousa de mutto goslo a 15800 o 25, aseim coma
pacotas s com os pos a320 rs. cada um; s no
Vigilante, ra da Crespo n. 7.
Poi-faairiti.
Graade sortimento de extractos e banhas, poma-
das, assim como de lindos copos ou vasos rom dis-
tinctivos e offereeimeatos as sinhaeinhaa dos me-
Ihores e mais afamados autores de Caris e Inglater-
ra, assim eotna os grandes copos de baaba janeaea
a Al e a 15,asia como outros objeelos que nao e
possivel por baje aaaoneiar, a vista dos fregar
zea se far todo nefasto; ni loja do Gallo Yjf lante,,
roa ao Crespa n. 7. ^
cor, a iuitaco de prgoro, ven-
de o Pavo.
Chegaram pelo ultimo vapor francez as mais
modernaslaazinhasde cordaozinbo, as mais pro-
prias e mais lindas qne tem vindo, proprias para
vestidos,soutambarques, capas,etc., dara-se amos-
tras deixando penhor, e vendem-se pelo baratissi-
mo prego de 560 rs. o covado : na ra dalmpe-
ratnz n. 60, loja e Gama e Silva.
As ISazInhas do Pavo.
Vendem-se lazintias de quadrinhos transparen-
tes, boa fazenda, pelo prego de 280 rs. o covado,
ditas largas multo finas a 400 rs., ditas estampa-
das, cor segura, padres miudos e grandes a 320
rs. o covado, ditas transparentes com palminhas
de seda a 400 rs., ditas escocezas a 560 rs., isto lu-
do para liquidar : na loja e armazem do Pavao,
ra da Imperatra n. 60.
Os gresdenaples do Pavas.
Vendem-se grosdenaples pretos, fazenda supe-
rior a 15600 rs. o covado, ditos largos muito en-
corpados a 25400, 25600, 25800 e 35000, ditos
brancos, cor de rosa, azul e amarello a 25000 r.s
o covado : na loja de Gama & Silva, denominada
do Pavao, ra da Imperatriz n. 60.
s mais mudemos vestidos Maria Pia,
na loja do Pavo, a 16$
Vendem-se fioissimos vestidos Maria Pia com
os corpinhos diflerentes, tendo todos os preparos e
com o competente sinto^: na ra da Imperatriz n.
60, loja do.Favo.
As novas ias garibaldinas a 500 rs.,
na toja do Pava.
Vendem-se as mais modernas lazinhas garibal-
dinas, fazendainleiramenle nova no mercado, sen-
do todas com listras miudinhas, e transparentes,
com lustroa imitacao das sedinhas, tendo varias
cores, sendo azol.or de lirio, carmezim, cinzenta |
e cor de havana, etc.; isto a 500 rs. o covado para
vender depres?a : na loja do Pavao, ra do Impe-
rador n. 60 de Gama a Silva.
(aniisinlinsa 1$00'
Vendem-se camisinhas com manguitos, sendo
muito bcra enfeitadas. proprias para senhoras e
meninas, polo barato prego de dez tnsloes cada
urna: na loja do Pavao, ra da Imperatriz n.60,
de Gama & Silva.
Vestidos para meninas.
vendem-se s mais modernos vestidinhos para
meninas, sendo muito bem enfeitades Maria Pia,
tendo de difirales tamanhos, pelo barato prego
de 85 cada um : na loja do Pavao, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Roupa feila barata.
Vende-se um grande sortimente de roupa feita
para horaens, sendo caigas de bnm brance e de
cor, ditas de casemira preta e de cores, ditas de
meia casemira, paletots saceos e sobrecasacos de
casemira e panno preto fino, colletes de todas as
qualidades : na loja do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Grosdenaple de cor a I 600 o eovado.
Vende-se grosdenaple de cor azol, branco e pre-
to, pelo barato prego de 15600 o covado : na loja
do Pavo, roa da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Panno de linue a 700 rs. o eoudo.
Vende-se o verdadeiro panno de hnho propro
para lenges, toalhas e ceroulas, pelo barato prego
le 700 rs. a vara : na loja do Pavo, rna da Im-
paratriz n. 60, de Gama & Silva.
Economa do Patas
Vende-se para acarhr, nma pergo de retalhos
Je Ias ecassas de todas as qualidades, e por pre-
gos muito em couta; qnem tem economa que
pode apreciar : isto na ir-a do Pavo, rna da im-
peratriz n. 60, de Garra & Silva,
ladapoUo a 74000, s na loja do Pavo.
Vende-se superior madapolo mnito encorpado,
tendo 30 varas cada pega, coro 4 palmos de largu-
ra pelo baratissimo prego de 75000 a pega, ditas
muilo finos a 85, 95 e 105000. E' pechinrna.na
loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Cortos de eassa a 3000.
Vendem-se muito bonitos corles de cassa, tendo
7 varas cada corte, com desenhos muilo delicados
pelo baratissimo prego de 35000 o corte; s na
loja do Pavo, rnada Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Cartea de chita Traaceu.
Vendem-se flnissimos corles de chita fran-
ceza.com II covados, tendn, padres eseuros e
alegres de coras fitas pelo b'aratissimo prego de
45000 o corte; s na loja do Pavo roa da Impe-
ratriz n. 60 de Gama 4 Silva.
Ganiraias lisas, ai leja da Pavo.
Vendem-se pegas de camnraia lisa mnito fina,
tapada eiransparente, pele baratissimo prego de
450O0'.niio 8 1/3 varas cada pega, ditas muii fi-
nas a 75, 85, a 95 a pega, ditas Victoria com 10
varas pelo baratissimo prego de 75,95 o 105,di-
tas Garrazes fazenda muito encorpada, fazenda pro-
pria para forro a 360 rs. a vara oo 5600 a peca;
Isto na lora do Pavo roa da Imperatriz n. 60,'de
Gama i Silva.
todas as molestias da
pelle-
eherysipellas, tumores, nleeraa,
sarnas,
aaseidas, empiogens,
reumatismo
SYPHIIIS
em todas as su as formas, assim como todo
o mal que provm do oso excessivo do
MERCURIO
l'Iceraeo do ligado
e em summa todos os males que tem sua
erigem na
IMPUREZA DO SANGUE
um alterante poderoso para a
RENOVAgO DO SANGUE
e para dar nova for^a e vigor ao corpo j
enflaquecido pela doenga.
Vende-se na ruaDireila ns. 12 e7 Hospicio n. 40.
Vende-se era Pemambuco:
na pharmaela f raneeza de
P.IMURER & C.
RA NOVA N. 18. .
No armazem de fazendas b>
ratas de Santos & Colho
Rna o Cocinado i. 19.
Vende-se o segnlnte:
Lences de panno de linho
pelo baratissimo prego de 35400.
Lences de bramante de linho
de um s panno a 3550S.
Cobe.rta de chita da India.
pelo baratissimo prego de 25500.
Lencos de cambrata brancos
proprios para aljibe ira, a 25 a dnzia.
Pecas de bretanha de rolo com 10 varas
propria para saia,a -'i.
Pegas de cambraia de forro, a 2(5600.
Esteira da India
propria para forrar salas, de 4, 5 e 6 palmos de lar-
gura, por menos prgo do que em oulra qualquer
parte.
Toalhas alcochoadas para mSos
55 a rimia.
Lazinhas carmezim miudinhas
proprias para vestido de menina, a 600 ris o co-
vado.
Lazinhas de cores finas
do melhor gosto que ha no mercado, a 560 ris o
covado, neste armazem de fazendas se encontrar
um grande soriimento de roupa feitae por medida
A LEGITIMA
SALSAFAMILHA
Assim como machinas para serem movidas por
animaes, que descarogam 18 arrobas de algodat
iimpo, por dia.
Os mesmos tem para vender un bellssimo va-
por que pode fazer mover seis dess machina;
mencionadas ; para o qne convida-se aos Srs.
agricultores a virem ver e examina-lo, no arma-
zem de algodo, no largo da ponte nova n. 47.
Sauaders Brothers k C.
N. II, praca do Corno Santo
RECIFE.
Os nicos agentes neste paiz.___________
Frascos com gomma arbica
dissolvida e pincel.
Vendem-se na ra do Queimado n. 8, loja da
agua branca.
JVtvos albnns.
A agnia branca acaba de receber ootra encom-
menda de bonitos o bem encadernadosalbuns de
capas de velludo, massa, tartaruga e marfim, al-
guns dos quaes eom microscopio para augmentar
o tamanbo dos retratos, continuando a serem ven-
didos pr.precos commodos : na rna do Queimado
loja da agnia branca n. 8.
Galanteras para festas Se
A aguia branca nao oessa de encommendar do
queda de melhor e maisagradavel.e porissoaca-
ba de receber diversas figurase vasos de pede
pedracom fina banha, assim coma bonitos frascos
de excellentes extractse lindas caixinhas de ma-
deira envernisada cona finas perfumaras, tuda
muiproprlopara presentes de tstasete, havendo
dmbeirodirija.seo pretndeme a ruado Queima-
do n. 8, loja da aguia branca.
Ail
Hiova loja de fazendas e roupa
feita nacional, ra da Impe-
ratriz, luja de A portas n. 3 8.
Cuitas da leja a. 72.
. Vendem-se (hilas linas a, 240 e 28 o eovadO,'
ditas francezas finas a 320, 360 e 400 rs. 0 covado,
cassa franreza fina a 320, S60 c 400 rs. o covado,
fllazinhas para vestidos a 360, 400, 500 e S60 o
eevado, pegas de madapolo fino a 65, 75, 85 e
95, pegas de algodo a o}, 65 e 85 : ra da im-
peratriz n. 72.
Itoapa feita nacional
Vendem-se paletots de panno lino a 145, 165 e
185. ditos saesos a 65,85 e 105, ditos de casemira
de cores a 65, 85 105, ditos do brim d<* cores a
255OO, 35 e 4", caigas de casemira preta e res, rolletes e calcas de brun decores a 25009e
15900: ra da Imperatriz a. 71
Soolambarqoe a 85.
Vende-se soutambarque de iasiaha a 75 o 83,
ditos de alpaca branca a 85 u <05, ditos de gros-
denaple preto a 205 e 2)3, capas pretas do gros-
denaple finas a 205 e .'3. panno tino preto a 25.
35, 45 o 55 o cavado, car emira preta a 25. 25500
. e '-'5. grosdenaple preto para vestido a 15600, 25 e
1 255OO o covado : ra da Imperatriz n. 72.
Corles de la Hara Pia a 105
Vendem-se corles de vestidos n Maria Pa a 105,
145 e 165, cortes de cassa franceza a 35, cortes
RIVAL Stfti SEGUNDO.
'.Uia do Queimado as. 'i*J e 55, loja de mifpaaa
de Jos de Azevedo Main est rontinuan'o a
vendei1 muito barato, pois se*'genio dar a fazen-
da por todo prego a vista dos cabres.
Cartas dcalimetes fraocezes da melhor qualidade
a 80 rs.
Grosas le peanas de ac inglezas da melhor qua-
lidade 1 640 rs.
Caixas de bcheles fraacezes do superiores qnab-
dades a 40 rs.
Grosas de boides de madreperola muito finos aWO
e 640 ris.
Carretela com 4 a 5 oitavas de retroz preto Ino a
640 rs.
Resmas de papel de peso liso muito superior a
^ 25000.
Grvalas da liga e de outras multas qualidades a
500 rs.
Caivetes para penna com 3 folhas fazenda boa a
800 rs.
Duzia de botSes branco para casaveques de senho-
ra a 100 rs.
Pegas de fita de eos eslreitas com 9 varas garan-
tidas a 320 rs.
O Expositor Portuguez para os meninos a prender
a lera 800rs.
Os segredos da natureza para os meninos a pren-
der a ler a 15000.
Cartilliasda doutnoa chrisia, finas e superiores a
Pe320 rs.
Pantes finos de marfim a 15000, 1,5200 e 15500.
res de I uvas de seda para homens e senhoras a
500 rs.
de brim para caiga a 15600 o *5, ditos de case- i Go]{"lias P.ara senhora o melhor que ba a 320 e
mira de cor a 35, ditos de dita preta a 35500, 45,
35 e 65 : roa da Imperatriz n. 72. Este novo es-
abelecimeiito vende barato para ohter fregaezia :
na ra da Imperalriz, loa n. 72.
PASTILHAS JT
ESTIVAS
DE PEPSINA I
BE WASMAN
As ptttilhat digestivas com a pepsina de Wat-
man, emprego se com tuccesao h j alguna
aamos pelas celebridades medicaes de Pars,
Landres, Yicnnt, etc., em todas as ineommodi-
dades era as quaes a digestSo difficil, penosa,
iaaperfecta ou mesmo impossivel: eis o melhor
remedio para cnrl as
Diarrkeaa e comtl-
pac* praduilria*
pelas elaboraaea
defeetaaaaa de ali-
menta*.
fino para engom-
mado
atralglaa.
Mapeaalaa.
araron ili Ico
Irfto.
arreecea orcAal-
eaa aianiaa;*.
Em todas as molestias empregio-se a minde aa
agus alcalinas, especialmente a agua de Vichi/,
a igualmente atpaitilhas de Vichy. Esse meio s
afficaz qnando se trate de dispepsias de curta *V
racao, mas o prolongado uso das aguas e patlilKa*
ie Vichy, tem grandes inconvenientes, por quinto
es alcalinos empobrecem o sangue e isso de Ul
maneira que lhcs arrebalhio a parte vivificante,
muiriiiva e reparatriz. Com a pepsina, a contraro,
como ella cuma substancia orgnica, albuminosa,
transforma-se ao mesmo lempo qne se effectut a
transformaco dos alimentos assimilhando-se
como el les c ajndo lahcm como el les a nutricio
5eral. Sua aceito vivifica o sangue e os drgos
e tal sorte que, alb as pessoas qne sem soffrer as
afecces gstricas cima mencionadas sao nica-
mente fracas ou d'um temperamento um pouco
dbil, e necessilo substancial alimento para for-
tificar se, achao no emprgo das pastiihas pep-
ino
A agnia branca na ra do Queimade n. 8,rece-
beu glbulos de ail fino e frasquinhos cem es-
sencia de dito para engommados.
Outros enfeites.
A aguia branca acaba de receber por este ulti-
mo vapor um novo sortimento de bonitos e delica-
dos enfeitesde moldesinteiramente novos e de um,
apuradogosto.assim pois comparegam os preten-' *? 'w. poderoso meio para a
sincagdes e mitacoes d'esse producto que os
P'itf lOtrt g nowt'9 fia tuV mulos se querem desfazer. Pois por falta d'uma
M oy WUIIU0 pVMVS XXV IO f boa prepiraci0 pepsina que n'ella entra, jas
/rti'K/r/f i ,'terada- Seremos ao abrigo d'este inconveniente,
lili (AlJUi. exigen do os compradores que as pa sthas tenhio
A agola branca na ra do Queimado n. 8, rece-' iniciaesB. P. e saiio da pharmaciaChevrier.
ceben novamente esses pequeos pentes de tarta- Depsitogeralem Pans, pharmaciaChevrier,
raga que por suas qualidades de pequeos, lisos, *' ubourg-Montmartre, e em tedas as boas
bonitos e bem fetos tanta estima tem merecido pa- P*armacias de Franca e dos paues estrangeiros.
ra as senhoras segurar o cabello quando atado ; a
aguia branca porra avisa aquellas pessoas que os
naviatn enfcommendado e a quem mais queira
aprovetar a occasio de os comprar continuando
a serem vendidos pelo mesmo prego de 49 cada
um.

Estando brancos ficam pretos \ l^fli] k-fz
O bom resultado e o rpido effeito que produz "8 3 Jf ="1 'a&l'c
INJECCAO BROW.
Remedio infallivel contra as gnorrhet
antigs a recentes, nica denosita rabo-
ica franceza, r8 da Graz n. 22 re-
o?|
PREPARADA MCAMENTE POR
Li\n\\ & KEtfP.
NOVA YOEE.
Composta de substancias, gozando de
propriedades emitientemente depuratiTas;
approvada pelas juntas e academias de me-
dicina ; usada nos principaes liospitaes, ai-
vis, militares e da marinba as Antilhas e
no continente americano; recetada pelas
fe'cultativos os mais distinctos do imperio da
Brasil e da America hespanbolaJ'^XT'
, CUEA EADICALMENTE
escrophulas, rheumatismo, escorbuto, en-
fermidades venreas e> mercuriaes, chagas
antigs, morphea e lodas as ntolestias pro-
venientes (Tum estado vicioso do sangaa.
Emquanto existem -varas imitac5es
fajsificacoos, preciso a maior cautela para
evitar os engaos, ,
A legitima salsa deBristol vende-se por
CAORS 4 BARBOZA
JOAO DA C. BRAVO tfc.C.
Vendem-se no Recife em oasa de Caors dV
Barboza e Jofo da G. Bravo A C.
a tintura de chromacoma, e mesmo o facillimo
modo deapplicartem se tornado muiconhecido e
apreciadaportodos que usam della e por conse-
guinteaugmentadoa extrago.pelo que a aguia!
branca mandou vir mais o novo sortimento que '.
acaba de receber constando elle de
Caixas com chromacoma para tingir os cabellos.
Frascos com coloricoma para lustrar ditos. |
Ditos com hydrocallethrichina para limp'ar ditos
Ditos com oryehromantina para limparas unhas
Sabonetes brancos para lavar os cabellos.
Pomada callicomphila para dar chelfo aos di-'
tossemoffendera preparagofeita. t
Sapatos de marroquimou-
rado para.bailes.
Esses sapatosdo grande tom vendam-se nica-
mente narua do Queimado loja da aguia braia a.
8 a 65 o par.
Meias finas para senhoras
gordas.
Vendem-se amado Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Esponjas finas para rosto
Vendom-se na ra do Queimado loja da agnia
branca u. 8.
Vende n- e na bi .as para desc r car
a'godo con m olores para a: i 1 aes: na iua
da Sa-zalla Nova n. 42.
J. Kel er A C. vedem supero- vi-
11 ho lint d-Brdeaix, tanto m qur.ola
co.iin em caixas de duzia d- garrafas.
Bicos da ierra
Vendem-se bicos da Ierra ; na rna da Cadeia
n. 39, loja.
Predios venda
(Bm leiloou em partieular)
Um sobrado de dous andares e soto em chaos
proorios, na ra do Amorim n. 17.
Um dte de dos andares e soto, em chaos pro-
prias, na ra do Burgos n. 3.
Urna casa terrea com soto, em chaos proprios,
na ra des Burgos o. 5.
Metade -du urna casa terrea, era chaos proprios,
na ra da Sexala Velha n. 8 : a tratar com o
agente Simoes.na ra da Cruz a. 57._______
-Veede se c-aixoes vaziaproarios
para bahnlciros c fanileirosa 1J760
cada um; nesla lyppirapbis,
aA
GRAWJASo
GLISE CONT
lnm>< pala Academia da Medicina da Parla.
Resalta peloi dous relatnos, adoptados pela dita
1840 e em 1858, que as iragkas d
o melhor e mais efficaz remedio
Academia em
L1S e CO.VTB sio
ferruginoso para curara chlorosis (alias fluor-albo), os
Imioi brancas, a fraqueza de eompleiiio nos dous
asios, tambem para ajudir 1 mcn$iraai,io du mocas.
Islas Grageas alo ato vendidas santo em caiiinhas
aa vidros cobertos eom rotulo e fechados com ama tira
lavando a firma da depositario geral : labklowi,
ykarmacentico, rus Bourbon-VWtnture, 19. Parit.
Deposito geral em Pernambnc* ra da
Cruz n.22 em casa de Caros & Barboza.
TINTA PRETA COMMEHC1AL.
Vende-se tinta com esta denorainagao prepara-
da por Joao Cincia Gomes da Silva, a ra de Qeei-
mado n. 32.
Vnho da Madeiri e do Parlo
Vende seosaperiorvloho da Madefcrae do Pd*; 'bra? P.'s'ma,^ < hjm imeresso, tem a estampa
Sitado da Mantua
Attendendo as ireuiastariai do lempo al ou-
tro aviso, resol vo-ine a ven ler a lira de-Simio de
Nantua palo duniuat.prego de 8;.i rs. cida ejem-
plar. A olira cjirrpWa, te.ii a inunda parte das
ta,-"n '-aixas Je ama 4oas duzias : s na foja
doVz!ant?,rua do Craaj n. 7.
Xtlenco.
Casa aos .Migados.
Vende-se o tobradinbo de um andar na rna Di-
reita dos Afogados n. 50, edificado em ches pro-
pro*, com quintal murado e porto ; rende 235
ir.anfaes, e eom algum concert poderia render
405 : a tratar na Ponie des Car val U* com o Stv
Fcln Ramos Leutier, ou na din doria dae Obras
publicas cora o capilo Raynrando da Silva Mt$.
Vende-se a paotrla da ra Imperial n. 199, etM
parte dos utencilios, bem afreguezada para a ier-
ra, a (juai se arlia desmanchando 10-a 11 arrollas
de pao, com. urna excellenle fr*guetia: quem
de Simfio de .Vantua.'e e inen nca-fornaca-;
na rna d> Imperador n. 15, defronte de S. Fran-
cisco, onda larobein ha para ve:ider se urnas pou-
ras de calas de papel do. Diario casias, e pelo
mesiiu pn;'{'i iiue vende o I)iari>.
ItAPE'' .,.''
Duarte, Pereira & C. continuara a vender e afa-
pretender dirjase ao mesmo eslabelecimonlo rjne Crespo a.
achara com qem tratar e se dir a circainstancia, _'
pela qual *e vende. ,4 -. re
mado e fresco rap Princcza de Petropolv em seu
grande armazemde '
.
louga e vidros : i ra jo
Vende-se a casa terrea 11. 25 da ra de la
tbias Ferreira da eidade de Olind : <|uem a pre
tender dirija-se a tratar neste ajdi'e na ra Au
tmu.sf,
>ttbi en
UajBif/ at c.'fdii
Vende-so um sitio na Rojviagfm, terreno
proprlo, murado, e duas casa pertenrentes ao
mesmo, tendo una de pdra o cal com bastantes
corftm'odos para familia, tem bastantes fructeirs e
cacimba com muito boa agua, por prego commode:
a tratat narua Imperial-a. 33,padana de Francis-
co Jos Campos, ou na B laviageoj na mesma caaa.
v
Borr
Vndese nm'grande e eie ja ia ro^ fm Jiom estado : a f;|'hr D? fa^ Nova n, 17,
loja. %
:
farello saperiar de Lisboa a 3$ o sacco. ..
Tetn para ve^terA tonie L-iix tle Olivei-
IraiAzevelo no 8*ii esfrrb:iO}'l*a da Crut
Fazcnlas baraiasrua doPasseio n. 5, loja
'do sobrado doSiMaia.
^endem-se chales de raerin liinps a 15, pae-
lots mnito finos de panno a 125 e 135, brim de li-
nho rortes a 15280, .paletots de bombailn Ona a
$, mad.ipoldose chitas (ranceas m.liarata do
1 que cm outra qualquer parte, panno lino preto a
Ifffl, lenco; de chita a 15 a duzia.
.'oo rs.
Frascos com superiores banhas a 240, 320, 800 e
15000. .
Lvros que serve para assentar roupa, pelodimino-
lo prego de 160 rs.
Capachos redondos muilo finos a 500 rs.
Cordao branco para espartlhts muito superior, 1
vara a 20 rs.
Carritis com 150 jardas de linba branca a 60
ris.
Candes com 200 jardas de linha branca garanti-
dos a 60 rs.
Grosas de pennas de ago superiores a 500 rs.
Varas de franja branca e de cores larga para toa-
lhas a 160 rs.
Pares de botSes de punho, oh que pechincha a
120 rs.
Tinteiros de vidro com tinta a 160 n.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
Grosas de botoes de louga prateados muito 6ro a
'160 rs.
Tesouras para costura superior qualidade a 500
ris.
Escovas para lmpardentes, superiores a 200 rs.
Caixas eom superiores phosphoros de segnrangaa
160 rs.
Caixas com 100 envelopes o melhor que ba a 640
ris.
Caixas com 20 quademos de papel amizade,muito
fino a 600 rs.
Quademos de papel pequeo mnito fino a 20 rs
Grande liquidadlo de fazen-
das finas, rna da Impe-
ratriz, loja e armazem.da A-
rara n. 56, de Loureneo R.
. Mendes Guimaraes.
Fazendas para o carnaval.
Vende-se velbutina de todas as cores a 800 rs. o
covado, ganga encarnada a '60 o covado, sarjelim
de cores a 280 o covado, alpaca de cores propria
para vestuarios a 320 c 360 o covado, tafet de seda
de todas as cores a 600 rs. o covado : roa da-rhipe-
ratriz, loja da Arara n. 56.
Chitas baratas a 210 Ti
Vendera-se chitas finas a 2i0 e 280 o covado,
chitas fraucezas linas a 320, 360 e 400 r>., eassaa
(inris de cores a 320 o 400 rs. o covado, percalas
linas para resudo^ o 500 e 560 o covado : ra da
Imperalriz, loja da Arara n. 56.
Caries de cambraias, a arara veude a 3.
Yeudem-se corles de cambraias finas brancas s
35->00, 45 e 55, cortes de cassas francezas linas a
35, cortes de chita de 10 covados a 25400, ditas
linas a 35200 : na loja da Arara, ra da Impera-
triz, n. 56.
dus a 35 e 3500 o covado, grodenaple preto lino
a l>o, 15800 e 2-3, dito superior a 25600, dito
com 5 palmos du iargura a 33 o rovado, panno li-
' no preto a 25, 25800. 35300 e 55 o covado, case-
mira prela fina a 23,25500 e 35 o covado, alpaca
pruta a 500, C00 e 800 rs. o covado : ra da Im-
peratriz, loja da Arara n. 56.
Arara veade cortes de casemira prela a 3300.
Vendem-se cortes de casemira preta a 35500,
45, 55e03, ditas de cores a 35,45, 55 75. cor-
tes de brim e ganga para-calca a 15600, 13800 e
25 : ra da Imperalriz, loja da Arara n. 56.
Panno de linho a CIO rs.
Vende-se panno de linho para lenges e tallias
640 e 7.0, hamburgo a 500 e 560, bramante de"
10 palmos de largo a 35 e 25500 : ra da Impe-
ratriz n. 56.
Arara rende os baldes a 33 c madapolo a -..>
Vendem-se bales americanos a 35. 35500 e 45,
ditos de musselina a 4'5500, pegas de madapolo
enfestado a 45, dito de 24 jardas, largo, a 65000,
05500, 75, 85, 95, 105 e 125, finos, algodo pe-
gas a 55, 63. 75 e 85 : ra da Imperetnz, loj.
da Arara n. 56.
Soutambarques pretos a 203
Vende-se soutambarque preto de grosdenaple a
205 e 255, capas pretas de grosdenaple fifias a
205, 255 e 305, soutambarque de lazmha a 73 e
85, ditos de alpaca braBces a 85 e 105, fi^os ves-
tidos Mara Pa de novo gosto a 85, 12?, li$,
165 e 205 : ra da Imperalriz, loja e armazem da
Arara n. 56.
Grande sortimento de roupa
feita.
Vendem-se paletots de casemira de cores a 53,
65, 85 e 105, ditos pretos de panno fino, sobreca-
sacas a 125, 14$, 165 e 233, paletots saceos pretos
de panno a 35, 65, 85 e 103, caigas de casemira
?reta a 45. 63 e 83, ditos de casemira de cor a
%, 65 e 85, ditos de meia casemira a 35 e 3500,
ditos de hrim e ganra a 25 e 25560, ditos de brim
branco a 33300 e 45, colletes de todas ns qualida-
des, camisas franccz.-is a 25 e 23500, ditas Inglezas
de linho de pregas largas a 35 e 35500, ceroulas
a 1328, 15600 e 23. paletots de brim de cor a 25
e 35, ditos de alpaca preta a 33 e 33300, ditos de
alpaca branca a 45500, ditos de alpaca de cordao
a 45, e >larinliu< d linlio a 640, ditos de papel a
640 a dnzia : na ra da Imperalriz, loja da Arara
numero 56. O proprielarioda loja e armazem da
Arara declara que todas as suas fazendas se vende
em perfeito estado, como os compradores poder"
examinar; .1 loja est aberta at as 9 horas da
noite : ra da Imperatriz, leja da Arara n. 56, de
Mendes Guimaraes.
I10GARIA.
31Ra Uarga do Rosario-34 .
BarUtOiOiueti Francisco de Staza & C,
Vendem :
Acido actico puro pira retratistas.'
Esmaltes para otirives. a
Papel para forrar casas.
Guarnigoes avelludadas.
Tinta branca superior em lata.
Alvaiade Veneza, fino, em paes.
Os Srs. preasurips compradores a"e al-
godo. estopa a 240 rs. a jarda,
pechiucha.
Vende se por este preg p*r existir um graH*
deposito na loja do Vellozo, ra-da Madre de Dcus
n. 16. ______________
i Vende-se urna escrava mulata qne encomio,
compra e faz doce : quem a pretender, dirija-se a
ra da Aurora, terceiro andar, aa loja de funi-
leiro.
Raa da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Jobnaton & C,
sellins e silhoaa Inglezes, candieiros e casti-
faes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e mootaria, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
turo patente ioglez.
,



BUi4o de e>-ameo ~ Hlala frtra o de Perrolre de 196)6
i

ROPA FEITA
WJ mi" trt 'iffl iiy iflpn
ABI1EB
DB
Wift^ ^ Vfcfl^
i
d^
'319A BD $llIHllA\iBI)a*fltl
UBTR3BJORO VERDB.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qoalidades, tamben se manda fazer por medida, vontade dos eoncer- 2
rentes, para o que tem um dos melhores professere, assim eomo tambem tem um S
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qtialidades, para senhoras, I
Ditos de setim preto. .
30*000
254000
hoisens e m&niuos.
Casacas de panno preto, 350 e
Sobrecasacas idem, 30(5 e .
Paletos idem e de cores, 250,
200, 150 e......10*000
Dites de casemira, 20*, 15*,
120, 10* e...... 7*000
Ditos de alpaca, 5*, 4* e 3*500
Ditos ditos pretos, 9*, 70,
5#, 4* e......3*500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 4*500, 4*, 3*500 e. 3*000
Dites branco de linho, 6*, 5* e 4*000
Ditos de merino preto de cor-
dio, 10*. 7* e..... 5*000
Calcas de. casemira preta, i 2*,
160, 80 e......7*000


AURORA BRILHAKTE

GRANDES KMkUm
DE
Ditas de cores, 9*, 80 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 5*000 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 4*500 e. ,
Ditas de brim branca e de co-
res, 5*, 4*500, 4* e .
Ditas de ganga de cores, 3* e
Colletes de velludo preto e de
cores, 9* e......
Ditos de casemira preta, 5* e
Ditos de ditas de cores 5*
4*e
7*000
4*000
4*000
2*500
2*500
7*000
4*000
3*500
Ditos de ditos e seda braceo,
6* e.......
Ditos de gorgorito de seda
pretos e de cores, 6*, 5* e
Colletes de fusto e brim bran-
co, 3*500, 3(5 e ... ,
Seroulas de brim de linho,
2*400 e ......
Ditas de aigodio, 4*600 e. .
Camisas de peitos de linho,
Ditas'de madapolo, 2*500,'
2*e........
Chapoo de massa, pretos fran-
ceses, 100, 9* e .
Ditos dcfltro, 5*, 4*, 3*500 e
Ditos de sol, de soda, 12*,
410, 70 e......
CoHarinhos de linho too, ulti-
ma moda duzia. .
Sortimento completo de grava-
tas.
Toabas parroslo, duzia, ti*,
e .......
Chapeos deso, de alpaca, pro-
tos e de cores.....
Lences de bramante de linho.
Cuberas de chita chineza.. .
Illlllllfillfli
Slllll
Largo da Santa
az ns. 12 e 84,
quina da ra do
Cebo. .
VIMOS
ESPECIA ES
NEM CORO AS NEM MITRAS
E
O oao das j multo arredilados amaleas de rfiolbados denominados Aurora
Brilhante, acaba de receber de sua prepria encomtaenda, muitos generos delicados
praprios da presente estaeao, e teado frande sortimento comprado aqu,aianc que tedaa
es seas generes si* de 1.a qualidade.
A Mnima tabella servir a tolas de base para ajuste de coatas aes por-
tadores.
Naihuin araaiem vendar mais barata, e awlhofes eneros do tue a Aorera
Brilhante, j pelo grande sortimento que tem, j nesmo par toa ira* m aehar encoco-
medado em sua sande e ter da veader om de seus armazans agora, e o ontro na pr-
xima primavera, par isso asve-se aprtveitar ama quadra dess para se comprar
barato. I .
6*000
4*000*
3*000
2*500 j|
DE
J. VIGNES.
X. 55. RA DO IXPRRADOR rV. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz couhecidos para que seja necessario insistir sobre t
sua saperioridade, vanlagens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
vais que elles tem deflnitivamente conquistado sobre rodos os que tem apparecido nesta praca ; odo-
guindo um teclado e machinismo que obedecem todas as voatades e caprichos das pianistas,sem-
nunca falhar, per serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importaa
lsinioi para o cjima destepaiz ; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e per isto remito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sf. Blondel, de Pars, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expesicSes.
Ha mesmo estabelecimento se acha sempre nm explendldo e variado sortimento de msicas dos
melhores autores da Europa, assim como harmnicos e panos harmnicos, sendo tado vendido por
preeos commodos e razoaveis.
CONSULTORIO MEDHMIRMGICO
DO
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
HEDICO, PARTEIRO E OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fundao 3
das das 7 s 1
dias santificados
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres lodos os
horas da manhaa, c das 6 e meia s 8 horas da noite, excepeo dos
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisaces e pelos preeos seguintes
Carteiras de 4 2 tubos grandes. 42*000
de 24 tabes grandes. 45*000
> de 36 tubos grandes. 24*000
de 48 tubos grandes. 30*000
> de 60 tubos grandes. 35*000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se frzer, e ce os rom 8
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meiaenca 40'0O.
Senda para cima de 42, custarSo os preeos estabeteedos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
LITROS.
A melhor obra da homeopathia, o Manual do Medicina Homeopathica do Dr. Jah?,
doas graades volumes com diccionario............ 260060
Medicina domestica do Dr. Hering,........- ? 160OOD
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... .. 60OQQ
Diccionario de termos de medicina......., 3*081
Os remedios deste estabelecimento sao por demais conhecidos e dispensam porta
to de serem navamente recoramendados as pessoas que quizerem usar da remedios ver
ihieiros, enrgicos e duradores: hatudo do melhor que se pode dasejar, globo de ve*
dadeiro ssucar de leite, notaveis pela sua boa conservacSo, tintura dos mais acreditados
estabelecimentos europeos, a mais exacta e aecurada preparacao, e portanto a maiorenefl
gia e certeza em seus effeitos.
Casa de sade para escravos,
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fareT-sf-Ihe qtraiquw
o)3raco, para o que o annunciantejulga-se sufficieatemente habilitado.
O tratameoto o melhor possivel, tanto na parte alimeatar, como na medica
funcionando a casa a mais de quatre annns, ha muitas pessoas de cujo conceilo se ao
pote duvidar, que pdem ser consultados por aquellos que desejarem mandar seos
Paga-so 2*000 por dia durante 60 dias e d'ahi e diante 1*500.
As operares sero previamente ajustadas, s nao se quizerera sujeitar aos preces
azmeis que costuma pedir o annunciante.
Latas com 8 libras de chourlgas muito aovas,
7*500.
Bitas jraadea com peiie em pastas intelras,
mais de 12 qoalidades, a 1*000, 1**80 e
. 10*00.
titas com asirs, eieeNeute petisce para fra-
gideira, a 720 rs.
Bitas com ervilhas aovas, ensopada, a
720 rs.
Bitas cora faras, .40 rs.
Ditas com amsixas a 1*300,1*800 o 3*500.
Ditas cam marmelada do afamado fabrica -
cante Abreu, a 880 ri.
Bitas de massa de tomate, a 500 rs.
Bitas com figos de comadre, nevos, a 1*500,
2* a 2*500.
Bitaswm bolachinhade soda muito aovas, a
2*030.
Ditas com biscoitiohos ioglezes de aaoitas
qualidades, a 4*400.
Caacafatte.'
Chocolate superior maito novo, a Libra a
13200.
MicarrSo telnarira e aletria amarella, a libra
a .3 rs.
Dito dito dita branca, a libra a 100 rs.
Caixas com estrelinha, pevide e outras mas-
sa, a calta 3*500.
Ditas dita em libras a 640 rs.
Sag, a libra a 360 rs.
Sevadioha para sopa a libra a S40 rs.
Krvilh is seccas, a libra a 160 rs.
Bitas descascadas, a libra a 200 rs.
Tapioca maito nova, a libra a 280 rs.
Fariaba de ararau verdatlra, a libra a
500 rs.
Arroz do Maranhao, em sacca a arroba a
2*>00 e a libra a 80 rs.
Dito da India e Java, a arroba a 3*200 e a
libra a 100 rs.
Toucinlio de Lisbea a 9*500 a arroba e a 350
rs. a libra.
Dito de Santos, a arroba 7*000 e a libra a
260 rs. .
Molboscom 125 lebelas grandes, a 1*280.
Mestarda ranceza caixa com 2 dnzias a
8*00X
Frasees com mostarda preparada em vina-
gre, a 400 rs.
Ditos com conservas inglezas e francezas,
a 610 e 800 rs.
Ditos com sal refinado fino, a 40 e a 500
ris.
Ditos eom a verdadeira genebra de laranja
a 1*200.
Dites de 2 garrafas de Hollanda verdadeita,
t*000. .
Ditos de 1 garrafa de Hollanda verdadeira,
a 610 rs.
Botijas com dita propria para negocio, a
400 rs.
(arraffies com 2 gaiCes com dita, a 65000.
Serveja boa, marea, a 500 rs. a garrafa, e a
duzia a 0*009.
Viahe mascatel de telaba, a garrafa a
1*000.
Marrasquiaho verdadeiro, frascos a 800 rs.
e a 1*200.
Champagne,a duzia 20*000, e a garrafa a
2*090.
Azeite retinado portuguez e francs, a gar-
rafa a 1*000.
Caixa de vinbo Rordeaux muito superior, a
7*, 8*, 9* e 10* a caixa.
Bitas com dito branco, a 7,1000 a caixa.
Ditas com dito lagrimas do doura verdadei-
ra, a 20*.
Ditas com duque do Porto verdadeiro, a
1**000.
Bitas com chamisco superior, a 14*000.
Ditas eom Porto velbo e ostras multas mar-
eas, a 12*000.
Vinho do Porto da pipa, a garrafa a 640,
72t e 800 rs.
Dita de Lisboa milito bsra, a ranada a
I 3*200,3*500 e 4*000,_e a garrafa a 500
e 560 rs.
i Dito da Pigneira, das sepointes marea, (N.)
i (I. A. A.) (J. L. G.) (O. M.) caada a
4*508 e a garrafa a 560 e 640 rs., deste
t que j e.'t engarrafado e lacrado com o
i rotlo do armazem.
. IDitos de marcas mais deseonhecidas, a eana-
t da a 3*500 e 4*000 e a garrara a 480 e
i 520 rs.
Viahe branco fioo, a garrafa a 640 rs.
Dito de caj muito superior, a garrafa a
SBtrs.
Viaaa varde taaeriar.
A caada a 3*500 e a garrafa a 480 rs.
fitiani.
Sacca de 4 arrobas, a verdadeira de se
engommar, a airaba a 3*0*0 e a libra
120 rs.
Sabia massa, a libra a 200, S40 a 280 rs.
-fariaba.
'arcas graades con arinha deGoianna mul-
ta aova, a 5*000.
Cafe.
Caf do Rio molto superior, a arroba a 8*,
8*500 e 9*000.
MI.
Cha temos uestes gneros o melhor aossivel,
hyssoa, a libra a 2*600.
Bltoperola a 3*000.
Bitouxima 2*700,
Bilo byssoa muito fino a 2*800.
Dito redondo a 2*500.
Dito prete de primeira qualidade a 2*500.
Bita mais baixo a 2*000 a 1*600.
Erra mate.
Excellente cha medicinal, a libra a 320 rs.
Espramete.
O masso com 6 vellas de espermacete a 600,
640 e 720 rs.
Passas.
Caixas 4* 41 a O libra de passas novas pro-
prlas para mimos a 4* e 2)500.
Neies.
No2es, a libra 100 rs e arroba a 4*000.
Alpisla e paiace.
Alpistae patojo,a arroba 1*000 ea libra a
160 rs.
Cartas.
Cartas fiaas para jogar, a duzia a 2*500.
Castaahas.
Castanhas novas vindas neste vapor, aarro-
ba 4*000 e a libra 200 rs.
Azeileaas.
Barris com azeitonas novas a 1*500
Manleifa.
Manteiga flor, a libra a 1*000.
Dita maisabaixe a 800 rs.
Dita menos superior a 640 rs.
Dita francesa nova,a libra a 720 rs.
Dita ditaem barris e meios ditos, a libra a
660 rs.
Ditapara tempero a 400 rs.
Qneijes.
Queijos novos vindos neste vapor a3*200 e
3*500.
Dites loadrinos muito novos, a libra a
1*000
Papel.
Papel almaco pautado, a resma a 4*800
Drto dito lizo de linho, a resma a 4*500
Dito de peso lizo e pautado, a resma a
2*500
Dito deembrulho bom a 1* e 1*200.
Vinho Madeira.
Garrafascomo verdadeiro vinhoXereze Ma-
deira a 1*500 e 2*.
Temperes.
Folhasde loufo, pimenta do reino, cominn
e cravo,a libras 400 rs.
friaa de earBaba.
Masseseom 6 velas de carnauba reflnada a
480 rs.
Amenteas.
Amendaas eom casca,a libra a 320 rs.
Deee.
Caixoesdodoeede golaba, grandes a l*w
e pequeos a 640 rs.
Tijelos de I impar.
Tijalos de arear facas a 140 rs.
Graxa.
Duzia* de boioes de graxa 07 a 2*600, e
de latas a 1*000, e os baioes a 240 rs., ca-
da um, e as latas a 100 rs.
Chantas laas.
Charutos Unos dos melhores fabricantes d
Bahi* por diversos preeos, caixas e meias
caixas.
\mm*mmmmMMwm
Tabrca Conceicaa da
ahia.
Andrade h Reg, receben eonstante-
meate e tem venda no seu armazem n.
34 da ruado Imperador, aigodio d'aqael-
la fabrica, proprio aara saceos de ssu-
car, embalar algofoempluma etc., etc..
pelo preeo mais razoavel.
AGENCIA
va
AGENCIA 19W-M00!.
Ra da SenuRa aova n. 42.
Neste estabelecimento contina a have
\ nm completo sortimento de moendas emeiai
| moendas para engenho, machinas de vapor
tachas de ferro batido e coado, de todos o
lmannos para ditos. -
Feijo
Vendem se saceos com 22 cuias de feij3o fajado
do Porto por 11*, em cuias a 520 : na ra Direi-
n. 8 ta______________________. .
Vinho do Porto superior
em barris deaitavo a dcimo, vende Antonio Lniz
di Oliveira Azevedo & C.: no seo escrfptrio roa
da Crnz n. 1 _______________
" Rm da Scnzalla oTa 4?.
Neste estabelecimento!vendem-setactias de
fer'ro coado libra a[!10 rs., idem de Low
Moor libra a!20 rs.
Vende-se por preco commodo um piano de
mesa propria para quem anizer aprender : a tra-
tar na ra de Santa Tbereza n. 44.
Arados americanos e machinas para
lavar roapa: em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
ATTENQAO..
Vende-se por 800* a quarta parte de um sobra
do de dous andares, silo na ra do Padre Floriano
n. 21, edificado em cbaos proprios : os pre.tendea
tes dirijam-se a ra das Ciace Pontas a. 72, que
ahi achario com fuem tratar.
E grande qaantidade de gneros tendentes
a estes estabelecimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
.sioqui^i
8 0 CORTE
Pecliinclia aem igual.
,1/31
I
*
Linios cortes-para vestido d& percal*s de edret
ciaras e escuras com grande variedade de padrn
pelo baratissimo preco de A$ d corle: na loja das
columnas ra do Crespo n; 13, de Antonio Cor-
rea de Vasconcellos & C.
GR1VDE
MK
Chales de merino
a t*, iJSOO e 1$ i vends-se por esta preco nw
,ter-se arrematado na alfanea ter nm defeit:
na faja da rna da Madre de Dos n. 16, defronta
pa guarda da alfandega.
Potassa da Russia
"Acbad chegar amis nova e verdadeira po-
tassa da Russia, e vende-se a preco commodo : no
escriptorlo de Maaoel Ignacio de Olivetra & Filho,
largo do Carpo Santo n. 10.
tmm
Vende-se potas! era barris a commadapreceo
na raa 4a Cruz a. 23. arimeiro andir, esorlpterr:
de Aatoale de Almeida Gomes.
RIJA IfO IMPERADOR M* A*
Jiato ae se ora do em t, ae mora eSt. ftlni^
Datarte Alaneiala A C, receberam de ama a>ra>rla eneoanmeH-
o nais liado e variada sortimento de aaalhado, proarlos
da presente estacao.
Manteiga inglesa Habit brancas
4a safra novavinda no ultimo vapor a l,ooo jpara sopa a melhor qne se podo dfs^at,
rs. a libra eem barril a 8oo rs. macarrao, talharim e aleiria
Manteiga franceza
ala safra nova a 60o rs. alibra, e em barril
560 rs.
mendoas
eoofeitadas de liadissimas cores a 800 rs. a
libra.
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
2*400, muito propios para mimos,
Cartoes
com bolas francezcs a 500 rs. cada um.
Latas
com bolacbinbas de soda de todas as qua-
lidades a 1*306.
Glidcolates
de todas as qualidades a \$Q0Q alibra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambem
temos vcos para 569 rs.
Queijos flaaiengos
chegados neste ultimo vapor a 2*6oo.
Qateljos
chegados no ultima vapor a 2*600 cada om.
<*veljo
londrine o mais fresco que se pode esperar
e de escollante maree a 800 rs. a libra
sendo intetro e a 900 rs, a retalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente dour,auas,
proprias para mimos a 900 e 1*260.
Cha uxim
o melhor que se pode desejar, que ontro
qualquer nao pode vender por menos de
3* a 2*600.
dem perola
especial qualidade a 2*300 rs. a libra.
dem hvsson
o mais aromtico que tem vindo ao dosso
mercado a 2*600.
Massas amarellas
para sopa, macarrao, talharim e aletria a
480 rs. a libra.
COOVAC
o muito afamado cognac PairBrandy a l,8oo
rs. a garrafa e de outras muitas qualida-
des a 1,000 e 8oo rs. a garrafa.
COPO
lapidados para agua a 4,5oo e 5,ooo rs.
duzia, e a 440 e 5oo rs. cada um.
PAPEL
almaco, greve, peso e de outras muitas qua-
lidades de 2,2oo, a 4,5oo a resma do me-
lhor.
Papal de botica
de exeeUente qualidade a 20200 a resma,
PAPEL
azul e pardo para embrulhode l,4oo a 2,2oo
t. a resma.
Corinthias
passas corinthias muito novas proprias para
podtm a 8oo rs.a libra.
Fumo
o verdadeiro fumo americano em chapa a
Moors. alibra.
Vinagre
PRRem aricoretas de 9 caada a 15,ooo rs.
cada urna.
Cekllas
as mais aovas do mercado a 7,bo rs. a caixa
e l.ooo rs. o molho.
Alpista o Irainco
o mais novo do morcado a 14t> rs. a libra,
e 40400 a arroba.
CEBLAS
muito noas a 10000 acento naruado Que".-
mado n. 7, ra do Imperador n. 40 e lar-
go do Garmo n. 9
GRAO DE BICO
maita novo a 30406a arroba e 140rs. a li-
bra na ra do Queimrdo n. 7, rua'.do-
Imperador n. 40 e largo do Carmo n." 9.
QUfiO SUISSO
muito fresco a too rs. a libra na ra do
Oueimadon. 7, ra do Imperador n. 40 e
largo da Carmo a. 9
a40ur*.a
libra e 40506 a caixa.
Vinho
Figueira J A A e outras muitas mareas aa>#-
ditadas a 560 rs. a garrafa.
dem de Lisboa
o de outras marcas a 460 rs. a garrafa, e
20800 a caada.
dem do Porto
generosos engarrafado dos melhores fabri-
cantes da cidade do Porto a 10 e 10260
a garrafa e de 160 a 120 a caixa, as mar
cas sao asseguintes: Ckamissa aFilha,
F. & M., Nctar ou viahe des Deuzes,
lagrimas do Douro e outros muitos.
Latas
com 10 libras de baoha a 40600.
Bolachinha ingleza
a 10800 a barrica damesaa que
vendem a 20660 e 20466.
Nozes
as mais novas do mercado a 120r A bra.
Cervejas
dos melhores fabricaritesle de todas as mar
cas de 40500 a 60500 a duzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Res e outros em
meias caixinhas a 10500.
Arroz
do Maranhao a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 20506 a 30666 a ar-
roba desses que rendem por 30400.
CAF
de i.1 e 2. sorte do Rio de Janeiro a 85f
e 80800 a arroba, e 280 a 360 rs. a libr
arralos
com 4 V garrafas com vinagre a 10600 seo
ogarraRo.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 10000 o frasco, e de H0O6C
a caixa.
IDEM
em frasqueiras de Hollanda a 50800 com
12 fraseos.
GENEBRA
de Hollanda verdadeira em frasqueira a 600
rs. cada urna.
PALITOS,
os verdadeiros palitos do gaa a 2,2oo a groza
e2o rs. cada caixinfia,
LICORES.
finos de todas as qualidades, a lo,000 a caixa
com urna duzia e a 1,000 a garrafa.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
iam Abreu e outros muitos a 600 rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunlo de Lamego a 52o rs.
a libra.
ARROZ
Maranhao, Java e India, a leo rs. a libra e
de 3,ooo, a 3,2eo rs. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas mareas a 56o rs.
a libra e em eaixa ter abatimento.
VELAS
de carnauba em eaixas de arroba a 9,3oo b
caixa e 34o rs. a libra.
Ratatas oras
em caixas de 2 arrobas a 50 a caixa e 60 rs.
a libra.
Passaa muite navas
em quartes e inteiros a 20 o quarto e 60560
a caixa e 400 rs. a libra,
Choeolate
portuguez o mais especial que se pode de-
sejar a 800 rs. a libra e 140 rs. o pao.
Frats em calda
chegadas ltimamente, pera, pecego, ginja e
outros muitos a 640 rs. a lata.
Osee 4a casca da goraba
a 600 e 40 o cak5e. ,
GOMMA MUITO NOVA
em paneiros de 1 e 2 arrobaba 30500 a ar-
roba el 40 rs. alibra na rna do.Qoei-
mado n. 7, ra do Imperador n. 40 e largo
do Carme n. 9
BOLACHINHS
em latas de defferentes qualidades a 1200
a Tata
QUEUOS FLAMENG06
chegadosneste ultimo vapor a 20800 ni.rat
do Queimado n. 7, roa de Imperador n.
*6e largo do Carme n. 6.
Os proprietarios do grande armazem o Verdadeiro Princir>al declaran aos seus
rreguezes e amigos e ae publico em geral, que para facilitar a comaedidade de todos es-
tipuiaram os mesmos preeos nos segomtes lugares:.
0 Verdadeiro Principal raa do Imperada* a, 4#w
FARELLO DE LISBOA

!*!.
Marca N verdadeiro em saccs novas e grandes a 40500: na raatkImperador n. 40.

NOVEDADES.
, Queijos do .UOOjejp,,ditos das ilhas o mais fresco qua SO pdde dese-
jar a 10200 a libra, e sendo inteiro ter algum abatimento, ricas caixinhas
redondas enfeitadas, proprias para mimo da festa pelo barato pr cada urna, ricas caixas de figos tambem proprias para mimo de 866 10660
cada ama, Vende-se nicamente no armazem Verdadeiro prlBcipah Toa do
Imperador n. 4.


GAZ GAZ GAZ/l
Vende-se gaz da melhor gualidade a
iU a lata: nos armaaens da rate fm-
pettav fr. 16 e roa de Trapiftft WotoaJ-g
* H~Venie-58 superior farinhi da mandioca,
borda do pataeh) Bratit, atracado no caes Bara
do Livrameiito
SaaeriareaUeLisBaa..

Teaothsa lupanar tx\i ~iatpa mal* ora
queaa bc ercada,taatO-aaa aorcia^aaaa a raB>
I ha, per aaral* arja>fiameaaaoe aas cpaiara-
dari iinrierqnaliaafla: a tratar a safaiilfa
reas: Crespa a. 7. Imperador n. S8, farta do Ma-
tos, arnmera de Sr. Avilla, defronte o trapicha
> algodae.
'
t

-.


hurlo ate rtrmmmhmem alte lelra O da? Wvmrtm 4e 1#M.
a

>
.
>
.



NOVOS VESTIDOS DE PHANTASIA

Choraran es ons vestidos da dentella de seda ce* barra, iateiraaienu noves
m |osl e qoilidade : (ja das cotaaaaa?, a rua do Crespo n. i3, do Antonio Corroa
de Yascaoeellos de C, fcaccesseres da Jos Moreira Lepes.
Fazendas de bom gosto
Para vestidos de seihera
Snperieras cortes de seda de cer, de moranle, de gurgurao a de setiffl imperial.
ites de blead, e de cambria braaca berdades.
Sitos de lia cea barra e grande rariedade era cores e padrees.
Ditos de orgaodys com barra
Liadas sedas de qoadres eseesseza e miadas.
Sapwleres 13as tisas com grande variedade de cores.
itas cea saleicos, cea Bares e de anadres.
Liadas paapoliaas de qaadres e de Dores, fazenda inteiramente nova.
Superiores cassas de cores, e lindas caabralas ergandy*
Grande variedade- le chita de cores, de perealia e outras multas fazenda? dejaa-
Para hombros de sentara

Liadas capas e bournonx de casemira de cor.
Bitas de lia e de seda. -
Graade variedade de sout'eabare,aes de seda de 1J a 402.
Manteletes de seda.
Superiores basquinas.
Superiores chales de seda, de merino estampados fiaos, de eacbimira coa listras de
seda e de Al preto.
Caaiziabas aoderaas, zuavos brancos e de cores, colletes le cambraia, lindas gel-
Itahas com pantos e outros muitos artigos.
Para cabera de senhora e menino
Superiores chapeos e ehapellinas do palo* de Italia enfeitades para senhora.
Ditos de feltro enfeitados para senhora.
Ditos da palha enfeitados para menino.
Graa.de sortimento de enfeites modernos de retroz, de free, de tabello e de flores
para senhora. '
Na laja das colomaas da roa do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vasconcel-
los 4 C.
CafiRAli RECOJO! E?l)AlO
AS PUBLICO
Sem Menor constrao-
gtmenio se entregar
Imperte to genero ae
So agradar.
ATTENgfiO
Oa orejee da seguate
tabella para todea, po-
dendo asslm servir de na
se para o ajaste de coates
com os portadores.
ARMAZEM UNIAO MERCNTIL
RUA HA CABRIA DO RECIFE W. 53.
(Loga asmada o ana da Ceaceiee)
Grande redneeSo de precos, equivalente a dez por cento menos do que outro qualqucr
annuaclante.
Collegas.Nao posso por mais apo sustentar o pre^e da manteiga iagleza a l,ooors. a libra, bem assim o de ouiros
muitos objectos, etc., dando cora isto ocas a todas as esptaseos acabarem por bom preco a manteiga de tempero, e gritaren) era
alta voz, que podem vander pelo preco que eu vendo 1! 1 Oca* eu offeodide con estas obscuridades e receiose era adoptar o raesmo
ARM4ZEM CONSERVATIVO
23-Largo do Terco~23.
Jeaqaia Siinj dos Santos, done deste bem sordo armasem da molbados faz selente rtr
reeemraendacao aos seas amigos, freguezes e a todos em geral, que esta resolvido a vender o* ens
bem couhecidos gneros de priraeira qualidade,por menos de 10 a 20 por cento, menos doouewn nu-
tra qualquer parte a dinheiro contado.e todo o comprador que comprar de XQ& a 1005 terio oWnn-
to de 5 a W por cento pelo seu prompto pagamento; e por isso se faz nnnncio de flgnnsseeros
para com este melhor se certificaren!.
iassas para sopa macarrao, talharim e aletria a
210 rs. a libra e em caixa a 5.
Toacinho de Lisboa alvo muilo superior a 280rs
a libra e 8^800 a arroba.
Daf da Rio da prinuira a segunda sorte a 2*0.280
e 300 rs. a libra e a arroba ou taceo a 8a e
a*5oe.
Chonrteas as aais novas do mercado a 560 rs. a
libra e em barril a 12.
Passas rindas pelo ultimo vapor a 400 rs. a libra
e a eaixa a 8.
Batatas em (rieres de 35 a 40 libras por 2&400 a ar.
robae a 80 r?. a libra.
Ca hysson miadinho superior qualidade a I^OO,
2*000, 2*500 e 33 a libra.
Vinho de Figoeira, Porto e Lisboa em pipa a 560,
500, 400 e 640 rs. a garrafa,
dem proprw para negocio a 320 e 360 a .garrafa
a caada a 2*409 e 2*700.
rs.a
Milho alpista e painco rauito limpo a 140 rs. a li-
bra e a arroba a 4*400 e 4*200.
Phasphros do gaz vindos por conta propria a 180
rs. o maco e a 2* a groza.
Azeite doce de Lisboa a C00 rs. a garrafa e o ga-
lo a 2*800 e a caada a 4*500.
Serveja das marcas aais acreditadas a 500
garrafa e a duzia a 5*800.
Figos de Comadre muito novoe a 288 rs. a libra e
em barril oa caixa se fara abstinente,
arroz do Maranhao e Java a 100 e 80 rs. a libra
e a arroba a 2*800, 2*e 2*400.
Assim como ha um grande sortimento de charo-
tos e genebra de Hollanda, tanto em frascos como
em botijas, bolachinhas de soda, conservf.cnoco-
late, marmelada, vinho engarrafado e outros atri-
tos gneros que enfadqnho raenciona-los, e se al-
systhema que vira encontrar, de so se vender com ara por cesto a carola, resolv fater esta grande reduccao de precos, como veris! affeces dormaes.
I pela segunte tabella, pois como sabis ca pelo mea bairro, at a abertura do raoraoravel arraazem de molhados Uniao Mercantil nao
se sabia de outro preco de .manteiga ingleza a nao ser o de l.4oe a l.Goo rs. a libra. Hoje porem, resentidos da reduccSo a que
estao obrigados, encarando todos os dias de seus freguezes reclamacao de precos, e anualidades, vingam-se de um e outro portadores
al informado deste novo estabelecimento. para lhe vender goneros nao proprios de um estabelecimento desta ordem que o seu im
to smente obter a concorrencia de seus freguezes.
rara foean de todos.
Sentares e Sentaras o aceio qne presidio, aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que todo aproraptido e entei-
reza cora que serSo tratados, convida a una mita ao mesrao, certos de que sem duvida rae. dar5o a proteccSo e preferencia na compra
dos gneros que precisare, e quando nao pocam vir podero mandar seus portadores, ainda que estes sejam pouco pratices, pois
serio to bem servidos como seviessem pessoalmente, haveade* para cora estes toda recommendaco, aira de que nao vaoemoutra parte
Perfumara e sabonetes de
Toilet
da casa Violet, perfumista com privilegio,
fornecedor das casas de S. M. impera-
triz dos Francezes e da rainha Isabel II
de Hespanba.
As floree as mai9 esquisitas, as plantas as mais
ricas em aroma, os blsamos os mais odoritlcos,
servem a composlco dos producios exclusivos da
rainba das Abelbas.
Sabo real de Tridace.
O nico recommendado pelas celebridades me-
dicas como hygienica da pelle.
Balsamo de Violeta.
Pomada fluidificada pelos olea virgens para o
servico dos cabeleireiros.
Gotas de Violetas.
Extracto da flor natural, perfume de S. M. a ra
uha Victoria.
Sabo de balsamo de Violetas.
Homenagem a S. M. a Imperatr::.
Agua da belleza de Sua Magestade a
Imperatriz.
Lcelo benfica para o toilet das damas.
Flor de arroz rosada.
De S. M. a Imperatriz Eugenia.
Perfume de nctar.
Este p refrigerante preserva a pelle de todas as
guem dnvidarvenha
JOS OJIES TILLAR
Com loja de fazendas rua do Crespo n, 17.
Pretendendo ir muito breve a Europa tratar de sua saode, pede aos seus devedores
unto do mato como desta praja qne saldem seus debito* quanto antes, e
Protejam Excellentmimas senhoras a esse impor-
tante estabelecimento.
Fazendas muito proprias para a qnaresma, grs preto, moreantiques. cortes de se-
das pretas, capas pretas, casacoes, soutembarques, chapeos de palha, chapelinas de palha.
Boumus pretos de renda
qne de mais bello e mais importante para os hombros de urna Excellentissima senho-
a, assim como chales de renda de apurados gostos, camisinhas bordadas.
FRANCISCO J. GERMANN
SI RUA 1VOVA W* *1
Acaba de reeeber um magnifico e completo sortimento dos objectos que de melhor qnalida
de encontrar em orna relojoaria, taes como>: chrooometros martimos e de algibeira, relopios 'de ouro
e prata, doorados e foliados, ditos para mesa e de parede, franceaes, soissos, allemaes e americanos
reguladores d corapeosacao, relogios grandes com msica e sem ella, dito de sol montados com pecas
para disparar em certas horas, despertadores de diverso? tamanhos, caixas com msicas, igual sorti-
mento de oculos e lunetas de ouro e prata dourada e tartaruga, bfalo, ace, e varios metaes oculos e
lunetas especiaes para senhoras, de ultimo gosto, ditos proprios para 01 que fofirem de infla'mmarSes
nos othos, tabricados segundo os preceitos dos mais acreditados mdicos da Europa e igualmente os de
Pernambuco, os quaes s se vendem por consalla dos mdicos, vldros de crystal branco e de cores
oculos de alcance para o mar e outros proprios para observantes astronmicas, oitantes e sextantes'
binculos para theatro, para mar e para campo, microscooios e meridiano universal, barmetros ter-
mmetros, calzas de instrumentos mathematicos, cerrentes e chaves, sinetes e trancefins de ooro 'doo-
rados e foleadas, ludo dos melhores fabricantes. Encarrega-se de qualquer concert e encoromend'a don
objectos mencionados, e responsabilisa-se durante um anno por qualquer relogio vendido ou concert
eito, em sea estabelecimento; e vende por menos que pode fazer outro qualquer.
Cassas para vestidos.
Tal pechincha s a dinheiro se pode vender.
Superiores cassas francezas de cores miudinhas, de quadros, lisas, e de ramagens, com grande
variedade de padrpes, fazeoda que se tem sempre vendido a 800 rs. a vara, pelo baratsimo preco de
JO rs. o covado : na loja das columnas da raa do Crespo n. 13, de Antonio Correa de Vasconcelos
* u>mp.
BOTICA E DROGARA
Barihoioaea Fraacssco de Sonza & .
34(ua larga do Rosario34
Vendem:
Pillos Holloway.
Pillas do Df. Laville.
Pilulas do Dr. Alian. .' .*
Pillas* do Pobre-homem.
Pilulas americanas.
Plalas vegetaes.
Pilulas vegetaes assucaradas de Kemp.
Salsa de Bristol.
Remedios do Dr. Chable.
Elexir de Pepsina da Grimanlt.
ViQho de Salsaparrilha da Ch AiberL ^fl
Injecce Feaugas.
Agua dentilea de Desirabode.
Papel chimico, para taino*.
Xarop'e depurativo de Chante.
Licor aromtica de Raspail.
PWanti-eoiletteas de Brest.
Rob L' Aflaetear.
Xarope do Bosque.
Ungento Holloway.
i
Coke o gaz.
*itchleg;az.
Aleatrio da gaz.
Coke, tonelada lOaOOO.
Pitea, arroba 3*000.
Aleatrio, caada 300.
O cok reconheeidaneate o carvlo- mais eeoa"-
mico, toraa-se por isso recommendvel, bem co-J
mo pelo aceio que se nota as casinhas aonde
elle usado. Pitch e aleatrio, alera das apalica-
c5e diversas aqoe se prestaVj, como para calafe-
tar embareaooea, alcatroar madeiras, etc., teem
estes a praprldade de preservar do eapim, 1er-
raigas, etc. E entregue na fabrica do gaz, eu.maa-
dado per em qualquer ponto da cidaa, segando a
vontade do comprador e previo ajaste.'
Milbe novo em saceos grandes: no trapicheJ Vndese ama eseravacom habilidades : aa
da Cuaba, a tratar com Tasso Irmaos. roa da imperatriz n. 34, piimeiro andar.
COMPENDIO D0L0E0S0
que contm o oflcio de Nossa Senhora das
Dores; o modo de resar e offereeer a co-
rea, um setenario e mais outros exerci-
Manteiga ingteza (safra nova) especialmente
escolhida a 8oe rs. a libra, em barril se
faz abatimento.
Idea franceza a. mais nova que tem rindo ao
mercado a 56o rs. a libra, e em barril ou
meios a Soo rs.
Cha bysson de superior qualidade a 2,6oe rs.
a libra.
Idlm perela o mais superior do mercado a
2,8o rs.
dem huxim o melbar que se pode desejar
oeste genero 2,6oo rs.
dem preto bomespatbico por ser de superior
qualidade a t,ooo rs. a libra.
dem hysson, huxim e perola mais proprio
para negocio o 4,6oo, 4,8oo e 2,ooo rs. a
libra, garante-se ser muito regular, igual
ao quese vende emoutra parte por 2,4oo
e2,6oo rs.
Linguicas, chonrieas e paios em latas de 8
libras, emticamente lacradas a 5,5oo rs.
garante-se serem superiores aos que vem
em barris.
Chourigas e paios em barrs de meia e urna
arroba a 8,ooo rs.e l,Seo o Seo rs. a libra.
Queijos flamengos muito frescos chegados
neste nltimo vapor a 2,2ao rs. e do vapor
passado a 4,6ee e 4,8oo rs.
dem londrioos os mais superiores qae tem
viudo ao mercado a Soo rs. a libra entei-
re se faz abatimento.
Idea prato muito fresco a 8oo rs. a libra,
[.dem do Alentejo o que se pode desejar de
fresco e superior a 8oo rs. a libra, a el les
antes que se acabem.
Ervilbas e favas portuguezas em latas j pre-
paradas a 64o rs.
Marmelada imperial dos mais acreditades fa-
bricantes de Lisboa a 6oo rs. a libra.
Prezunto d remo vindos de casa particular
a 56o rs. a libra, e a Soo rs. inteiro.
dem inglzas para fiambre chegado neste
vapor 72o rs. a libra.
Copos lapidados para a guaa 5,oo e 5,5oo a
dozia,
Choculate francez, suisso e hespanol a 9oo
4,ooo e 4,2oo rs. a libra.
Espermacete em caixinhas contendo 6 libras
por 4,ooo rs., garante-se serem transpa-
rente e de superior qualidade, tambem tem
de 42 por libra propria para carro.
Peixe em posta sovel, corvina, gors. pesca-
da, salmeo, ostras e chernee, vezogo em
latas grandes a 8oo e I,ooo rs. eada urna.
Vinho Bordean* das, marcas mais acredita-
das qne tem vind ao nosso mercado a
6,ooo, 7,ooo e 8,ooo rs. a caixa, garante-
se ser de qualidade superior, que outro
qualquer nao pode vender por este preco.
Genebra de Hollanda a 56o rs. o frasco, e
5,7oo rs. a frasqueira.
dem de laranja verdadeira de A'tona em
frascos grandes a 4 ,ooo rs. o frasco, e
*44,ooors. a dnzia.
rs. e em barricas de 4 dazias se faz abati-
mento.
Cafe do Rio a 26o e 28o rs. a libra, 7.Soo
e 8,5oo rs. a arroba.
dem lavado de primeira qualidade a Soo rs.
a libra, e S,oeo rs. a arroba.
Idea do Ceara de superior qualidade a 24o
o 28o rs. a libra, a 7,8o a 8,aoo rs.
arroba.
Arroz do Maralo a loo rs. a libra, e 3,aeo
rs. a arreba.
dem dalndia multo alvo egraudo a loo rs. a
libra, e 3,ooo rs. a arroba.
dem de Java a 8o rs. a libra, e 2,2oe rs.
a arroba.
Painco e alpista a 14o rs. a libra, e 4,3oo
rs. a arroba.
Massa de tomate em latas da 4 e 2 libras a
6oo rs. e de barril muito superior a Soo
rs. a libra.
Aletria, macarrao e talharim a 4oo rs. a li-
bra, e 9,ooa rs. a caixa.
dem e talberim branco a 32o rs. a libra,
estas massas tornam-se recomendaveis as
pessoas doentes por serem propiamente
ieitas para esse tina.
Estearinas a 56o rs. a libra, e em caixa com
25 libras a 52o rs.
Yinbo do Porto muilo fino excellente qua-
lidade proprio para engarrafar em ancore-
tas com 9 caadas por 45,ooo rs.
Tinto depipaPorto, Figueira, e Lisboa a32o,
4o o e joo rs. agarrafa, em caada a 2,5oo,
3,ooo e 3,8eo rs.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e 5oo rs.a garrafa, em caada
a 3,ooo e 3,5oo rs.
Vinho branco para missa em caixa de l duzin
a 8,ooo e a 68o rs. a garrafa.
Vinho do Torto das melhores marcas, que
vem ao mercado como sejam Lagrimas do
Douro, Doqie do Porto, DuqueGenuiuo,
1). Luiz I., Madeira secca, Malvazio fino,
Fetoria em caixa de 1 duzia de 9,ooo a
4o,ooo rs. e a 9oo e 4,ooo a garrafa.
Vinho /Colares o mais superior que tem
lindo ao mercado a 64o rs. a garrafa.
SardinhasdeNantesem quartos'e meiaslatas
a 36o e 56o rs. cada urna.
Sardinhas portuguezas em latas grandes
preparadas pelo melhor conserveiro de Lis-
boa a 64o rs.
Bolachinhas inglzas as mais novas do mer-
cado a 2,8oo rs. a barrica, e 24o* rs. a
libra.
Bolachinha de soda em latas com diversas
" qualidades a 4,3oo rs.
Bolo francez em caixinhas muito proprias
para mimo a 64o rs.
Passas muito novas de carnada a 4oo rs. a
libra e 6,ooo rs. a caixa com 28 libras.
Figos de comadre a 24o rs. a libra e
1,8oo rs. a caixa com 8 libras.
Amendoas de casca mole a 32o rs. a libra.
dem de Hollanda em botijas grandes 4oo > Bolachinhas d'agua em sal da fabrica do Beato
Antonio da Lisboa em latas coa S libra
per 2,5oo; ditas dece em latas ce o es-
mo peso a 2,S*o; ditas imperaes em latas
de 3 libras por- l,5oo rs.
Ameixas francezas em latas de 4 e meia libra
por 4,2ao; ditas em caixinhas de deverses
tamanhos coa bonitas estampas na caixa
exteriora 4,2oo, 4,Sea, e 1,8oe rs.
Azeite dece refinada Penanel ou do Kempas
b Lisboa a 85o rs. a garrafa e 9,5ea a
caixa com urna duzia.
Batatas muito novas a 5o rs. a libra e 2,ooo a
caixa coa 2 arrobas.
Conservas inglzas a 75o rs. o frasco e
8,Seo a duzia.
Yassouras de escova para esfregar easaa 32o
Nozes muito novas a 46o rs. a libra.
Melho inglez em garrafa do vidro coa
rol ha do mesmo a 5ao rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes a
8oo rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes j preparada
a 4o rs.
Lentilhas excellente legume para sepa a 2oo
rs. a libra.
Marrasquino o verdadeiro de Zara em garrafas
grandes a 4,ooors. o 14,oee a duzia
Palitos para dentes a 14o e 16o rs. o maco
Sal refinado em frasco de vidre com rolha do
mesmo a 5oo rs.
Cerveja branca e preta das marcas mais a-
creditadas que vem ao mercado a5,ooo e
5,5oo a duzia e 48o rs. a garrafa.
Sag muito novo e alve a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca muito nova a2oars.
Cbarutosdetodososfabricantes da Bahiae das
mais acreditadas marcas conhecidas no
nosso mercado a 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo,
3,5oo e 3,8oo a caixa de 4oo charutos.
Cognac inglez das melhores marcas a
l.oeo rs. a garrafa.
Doce da casca da goiaba em latas de 4 li-
bras por 2,ooo; dito em caixes a 6oo rs.
cada um.
Farinha de araruta verdadeira a 32a rs. a
libra.
Velas de carnauba de 6 e 42 por libra a
32o rs. a libra e lo,ooo rs. a arroba.
Azeitedocede Lisboa a 64o rs. a garrafa
e 4,8oo a caada.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra
e 36o rs.'em barril.
Capil de diversas frutas muito frescas a
64o rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a graza.
Toucinho do Lisboa muito alto e alvo a
32o rs. a libra e 8,5oo a arroba.
Ameixas francezas em latas de 3 libras per
2,eoo. rs.
Cebollas solas, a I,4oo o centa ; ditas em
molhos com cento e tantas por l,2oo rs.
Malte excellente cha para os navegantes a
a 2oo rs. libras.
O
""" eoo n *-5 (u o o S o
= O O -> *-' .
-O.c.:-;ooa
S>o.Bp et2b
im zem de iiiollio
81-RUA AO IMPERDOK-81
Segunda casa do lado direito indo do pateo do Collegio.
Francisco Jos Leite, tem a sattsfaclo de avisar aos seus freguezes e ao respeitavel
publico que, estando restablecido de seus incommodos de saude, acha-se novamenta
com um bello e bem sorlido atmazem de sceos e molhade6 primorosamente escolhidos;
como sempre caprichou terdas melhores qualidades, efrancamente afiancas pessoas que
nhora que se acha erecta na egreja de N.
S. da Peona do imperial hospicio dos re-
verendos padres missionarios apostlicos
eapuchinhos italianos de- Pernambuco,
approvado por S. M. I., que Deusguarde;
dado a luz por devocao do muito reve-
rendo padre Fr. Placido de Missina.
Vendo-se a 320 rs. na livraria ns. 6 o 8
da prata da Independencia.
la irmandado dosservos da mesma Sp* se dignarem comprar emseuestabelecimentcqualli de preferencia outra qualquer par
te ser2o mais bem servidos, em qualidade e precos, como em pesos e medidas, no que
sempreo annunciante foi escrupuloso, em summa, nao illude a pessoa alguma.
AosSrs. da engenho e lavradoresqueo queiram honrar como seu comitentelhes
assegura qu o producto deseu laborioso trabalho sera o mais bem reputado te merca
do a1 esta praca, para o que sejulga convenientemente habilitado pela longa praticacom-
mercial que tem exercido, sendo seus portadores despaobadoetom presteza, depois da se-
rem fielmente umprido as suas ordens.
Fornecera gneros aos Srs. agricultores e negociatesqae lhe merecam confianca, fa-
zendo um abate vantajoso aos qnepagarem a vista suaa mercadoria, a encarrega-sa da
venda de qualquer genero do paiz, mediante urna mdica commisso, entregando de
prompto eu producto,e sendo esto applicado compra de gneros em seuarmazem,
prescindir da commisslo.
Dos seus antigos ebenignos freguezes espera o annunciante sua valiosa proteccSo, fre-
qnentandocomo outr'orasua casa, e pelo reconhecimento que lhes tributa o Acrece expon-
taneamente seus serviros.
Jolga desnecesariopublicar a tabella dos precos de seus gneros: sao seus recursos
garanta sufficiente de poder accempanhar os menores precos de idnticos o mesmo de
mais apparatosos estabelecimento, tendo somente em vista o augmento de suas vendas
diarias.
ireveneS aeeessaria.
Tendo sido o proprietario estabelecido muitos annos com o mesmo ramo.de nego-
cio ni mesma rua, jolga prudente advertir que s affirma e se respensabilisa pela qno
tem declarado no que disser respeito ao armaze
HO i ORES
para machina de algodo.
Aeabam de chegar agora riovos motores para
um e dous eavallos para mover machinas para
descarocar algodo, cyliadros de padaria, e outras
qaaesquar machinas para agricultura, os quaes se
vendem por preco maito em conta. Tambem se
vende nm motor americano para 2 e 4 cavados pa-
ra o mesmo fim, qne trabalha muito bem; elles
se acham montados para o comprador ver o sea
trabalho : na fabrica da travessa do Carioca n. 2,
caes do Ramos.
Vndese um engenho d'agna, moeate e cor-
rente, com proporcoes para colher-se grandes sa-
fras annualmeate atiento a bondade e extencio de
seos terrenos ; esta ainda quasi todo em mata
virgem, e dista apenas meia legoa da urna das es-
tacSes da vla-ferrea : anim o pretender, dirlja-se
aoSr. anjor Lutz Jos Perelra SiaiOes a rua do
Livramento, sobrado n. 24, prirqeiro aadar.
81-RUA DO IMPERADOR-SI
Segunda casa do lado direito ind do pateo do ColUgxo-
a 3 fe-o
>-i?D.
a._.S? S got>
03 -- V- -1
tu
en
-> a i 2 S o
t
I?
sr-o
E*9

O 1
g
sg
o tt
2. R C T3 -T3
fi q H S

S-o
yo
2 5
o S -;
a
o o
o
gis-
% ss.
ce 03 O
a. s
*>
> 2
-! 2 3 B
H^I&H-a
- <* S 2 a K
= S 2. o.
L8*
03
n
03
.
f
Eaa
S
1
s
&

"SS2
c 03 a Sf
O
s
a
si
a
a"
B*
e
e
e
Agua Florida.
Para restabelecer e conservar a cor atnral
des cabelles.
A agua florida nao ama tintura, fcto essea-
cial-acontestar, a mesma agna dando a car primi-
tiva ao cabello. Compasta de plantas exticas e < praia do Caldeirero n. 24
Kosado das abelbas.
Loc$ao refrigerante para o toilete e os bancos.
Crome poupador.
Da belleza da pelle.
Para prevenir as rusgas e refrescar o rosto.
Ceme Sevigo.
Composifao especial, para lustrar e flxar os ban-
dos (cabillos.)
Treme fri espumoso.
Segredo da belleza.
Para refrescar o tessido dermal.
Perfumes das bribas de malo.
Delicias dos lencos e saldes.
Dicado a S. M. a Imperatriz da RnsFia.
Caixa de Javcncio.
Cofre mysterioso.
Encerrando talismans, segredo para tiieza.
Vermelho da China, preto indio e branco
de Lys.
Para passeios e soires.
P horisoHlal .
Pas as nnhas o brilho de nacarregado.
Perfumes horisoataes.
Para perfumar as cartas, toalhas e os quarlo?.
Vende-se na rua do Imperador n. 38, botica
-nrfceza.
RIVAL SEM SEGUNDO.
Rua do Sueimado ns. 49 e 55 loja do Barateirc
conhecido j como tal, esl dispondo da faienda
por todo o preco para apurar dinheiro, quem qui-
zer venha ver e traga o cobre, e ver o seguiote.:
Baralhos de cartas para voltarete muito
finasa............................. 200
Miadas de linha froia para bordar a.... ao
Pares de sapatos de tranca de todos os
tamanhos e finos a................... 1^500
Massos de superior grampos para cabellos 30
Duzias de palitos.de gaz superiores a..... 20
Libras de ara prea muito superior a... 100
Frascos de superior macaj oleo a___ 100
Bitos de dito perola a.................. 200
Ditos de oleo de babosa muito finos a 320
rs.e............................... 500
Ditos de agua de colonia superior, garan-
tida.............................. 400
Ditos de banha muito fina a............ 640
Ditos de ebeiros muilo tinos para o prego
a ris-----......................... 600
Sabonetes de todas as qualidades a 60 rs.
60, e............................ 40
Novellos de linha com 400jardasa...... 60
Carriteis de linha de cores com 200 jar-
das a............................. 60
Novellos de linba de gaz de todas as ca-
res a ............................. 30
Pecas de fitas elsticas com 10 varas pa-
ra vestidos a....................... 240
Frascos de superiores cheims, pequeos, a 200
Pares de ligas muito superiores a bonitas
a ris........................... .. 400
Varas de blros francezes, superiores a... 40
Opiata para dente? da melhor qne ha a.. 1,8000
Frascos de agua para denles, superior a
tndo a............................ 10008
Pegas de tranca preta liza muito fina a.. fi
Caixas com 4 papis de agnlhas Victoria a 200
Varas de fita preta com cohetes a...... 40
Libras de lia sortida de todas as cores a 10500
Boneccs de choro muilo bonitos a...... 160
Caixas de obreias de ma ssamuto novaba 40-
Varas de franja .branca e deires para
toalhas a.............,.......... 8
Frascos de oleo Philocomescupenor ... 600
Ditos com superior tinta a320 e........ 600
Caixas de linha de gaz com 50 novellos a 800
Enfiadres-para espartilbo .......... 200
Duzias de botoes enrarudaos para vesti-
^t.;......,.......................
fa tos e oa ratas
Nova preparado para matar ratos e baraias.
acaba de chegar de Liverpool pelo navio Toan of
Liverpool. A verdadeira massa phospborica aova
e fresca evidente para este flm. Nao bavendoha
uniros no mercado senao j muito velha, quasi
nenlium effeite produzia, por isso rtcoir.menda-se
a lodos que sequeiram ver livres de lanos aci-
aaes e insectos que infestara as rafas, amazenr,
navios, etc., dirigirem-se travessa di Madre de
Dos n. 16, arroazem de Doarte, Carvalho &-C-,
que acuario a excellente massa em boioes a preco
de 640 rs. cada um, e em duzia a 60.
A ttencao.
Vende-se superior vinho do Porto em caixas de
urna duzia : em casa de Johnston Patar de C. rua
do Vigario n. 3.
ESCBAVOS FGIDOS.
Ausentou-se no da 31 de Janeiro prximo
passado da casa do abaixo assignade sen escravo
por nome Maneel, com os signaes segoiwes: pre-
to, idade 13 nnos, corpo Qno, dentes alvos, muilo
ladino, tem ama sicatnz no calcanfaar da um dos
ps, levoo duas caigas urna.branca e ouira parda,
doas camisas urna branca e nutra de algodSo : pe-
de-se as autoridades policiaes sna aprehendo e
leva-loa rua da Cruzn. 18, qne se gratificar.
Antonio Alvesde Moraes.
Fugia no da 2 de Janeiro a preta Romana,
de idade 28 annos, crioula, magra e fala, bem fal-
lante, e tem sido vista aele Mngainho : qoem a
pegar leve-a a sea saabor, aa praca da Boa-Vista
n. 22, ou Campo Verde, roa da Trapiche n. t, que
ser bem recompensado.
5;0OO de gratificaco
Continua a estar fgida a preta eserava de nome
Mara do Bosario, crioula, de meia idade, cheia do
corpo, altura regular, falta de nm dedo aa mo es-
querda, nadegas empinada, abrumas marcas as
cestas de chicote, consta ter sido eserava do en-
genho Sant'Anna, foi comprada em 12 de jnlho do
anno prximo passado ao Sr. Chrisliano Jote la-
vares e fgida em 18 do. mesmo mez e anno : ro-
ga-se as autoridades policiaes e capitaes de campo
on qualquer pessoa do povo que aprehenda e le-
ou no beco das
de sabstancias inoBeasivas, ella tan a prapriedade Remelas n. 12, que sero gratificados com a quan-
derestituir aas cabellas o principio coraate i)m el- tiaaciau.
les ten perdido, 'orna salubridade inceatesta- No dia 5 do correte das 8 as 10 horas d3
vel, a Agua Florida ntrete a limpexa da tabees! non, fogio. da casa de sen seBhor baixo asslgaa-
iestroe as caspas e irapede os cabelles de eaalr de a mulita Joanna, escora, altura regular, seca
Oleo i Florida. : do corpo, trajando vestido de chita desboiada e le-
Ceropesto de substancias vegetaes citicas, elle' vando comsigo umi Qlhinba sua de 2 anuos de
censtite poderesamer", com a Agna Flarjda, a idade, mulatinba clara de nome Thereza. Dita mu-
letea, a belleza e a oatiservaeie daseabeUjs. i lata, fai eserava de Jos Antonio Lopes Dias : ro-
Em Pars, casa da Quislanr 1. 12, rua da liche- ga-se pois aos agentes de polica e a qualquer au-
llen, e 21, baulevard MaatamT,
Tedas as fraseas, aaa teada alucia a clara,a
timbre prateado da casa, saa repatadas faltas.
Deposito, roa 4a Imperador, pbarmaeia a. 31.
tra pessaa que a aprehender on der naticia della,
o otseqaio de dirigir-9e .ao Monteiro a casa do
abalxo assignado, onde ser recompensada.
Francisco Rodrignes do Passo.
V





8
Mario e rerraarnafcneo lata lehra 9 de reverttro de 1 6*.
LITTERATRA.
AoExm.eRvra.Sr.D. Manoel Joaqnim da
Silveira,diguissimoai ccbispo da Ba-
ha, primaz e metropolitano do Brasil,
com o oais profundo i espeilo
O. D. C.
0 padre Manoel Anisado das Dores Chaves.
PONTIFICADO DE PI IX.
Inlrourro.
( Continuago.)
Assim que d prova de urna Inconcebivel Ii-
geireza quem se er na classe do homem de esta-
do. Nao de pnraeira intulgo, mesmo para um
menino, a i inmensa differenga que ha entre os es.
dominio. Esse dever era anda comprebendido no
principio des te seculo. ',
No coogresso de Viena, a Inglaterra e a Rus-
sia so mostraran) to solicitas como as outras po-
applicacao da lei. Que supplica, sem embargo, ao
tribunal que tenba a nraior indulgencia.
O presidente depon de deliberar e com a voz com-
movida.Este um desses casos em qae a justica
haver ontro raeio para que o pontfice supremo da
f catholica na; seja tratado como quer o Seculo
que sejam tratados nossos bispos, para que venham
dizer-llie em nome da democracia : Cala-te, nao s
seno um funecionario assalariado? Haver no es-
tado actual da sociedade europea urna combinado
urna organisaeo que possa ter lugar, 4 f dos ca.
tlrolcaa, e a essa independencia ndispensavel d-,
seu pae, das garantas que Ihes assegura a sobera- tm erro, porque nao eranecessario ao equilibrio
nia temporal do papa? europeu ter um padre ornado de cora real. Qui- ccusado Para onco"1 'balho, e que no dia em
liberdade de consciencia dos 1e "mmetteu o delicio nao tinha um bocado de
tencias em reintegrar o papa na posse de todos os em presenca de factos reprorads pela lei, con-
seus dominios temporaes. Diz-se que den ata (de(DIU com josUcj, porm con, pezar.
conducta ser attribuida ao desejo que tintaam es-
sas potencias de eslabelecer o equilibrio europeu ; / acto culpavel e deve ser cast.gado; porm.
devemos attender aos esforcos empregados pelo
Que late, e depois d de canellas,
Que late e foee assim nm din inteiro ;
E que, pirata ousado e ratonelro,
Furia o qu diz, passando embagadelas;
Nioguem anda o Imag.oou, ninguem o descoe Mlhelic J;sseflnrando a indeneodencia daquelle P* Par cor. Nao devia ter snceumbido, cer-
hru, Nao sio os mandaraentos, nem mesmo os '^^J^^^^^^T, lo 5 porm tambem o que nes.a causa ex.stem,
cndilo, que o d.zem ; a voz ananime dos no- Ou sujeito besta e sem vergonha,
Que nunca vio rubor na cara sua,
E que, por muita caree, qual pamonha ;
Ou vadio od|doutor, que anda na ra,
Mostrando de paio a carantouba,
Ou lazarento cao ladrando la.
A Kacao publica o segnlnte
moos de estado conscienciosos, e que teem alean.
gado os grandes interesses polticos e sociacs. Nao
ha um que nao diga como Mr. Odilon Barrot, en-
to presidente do conselho, na memoravel discus-
so que tantas vezes temos citado (a de 1849).
tados puramente seculares, e os pontificaes? Os misie,-que os dous poderes t,jam confundidos no.
ovemos legos sao o d.rcito de um homem, ou de estados rma .flm ^ nQ ^
urna dynastia ; o governo pontiflcal 6 o direito da do mun0 ,%\ ,
propria egreja, personificada em seu chefe. Os
governos leigos teem por flm. os interesses tempo-l Sera m,sler> em Presenca destas bellas palavras
raes dos povos o governo pontifical, que nao des- collocar > UIB oulro Publicista que nada en.
preza esse flm secundario, tem por flm principal os!,ende da Quostaot Os mesmos argumentos que
interesses espirituaes de todo o mundo catholico. empregam os apologistas do poder temporal dos
* denominado mesmo de-Estados da Egreja-] W- Mr. Frcade (3), teem sido invocados
devia apontar essas differencas, se em nossos dias \ Para a dcfeza dos aDt,80S P"vlegios temporaes, de
nao houvesse o coslume de raciocinar sempro sem ,1 eava a etTC* em lodos oapaes, e nenhum
reflexo e sem o estudo das questoes. Em toda a'des?es wgunientos tem em parte alguma detido a
sociedade, o inleresse geral sobreelevase ao parti-
cular : com maioria de razao o interesso religioso
de toda a ebristandado deve elevar-se aos caprichos
de urna faego impa, que nao tem a menor idea
dos verdadeiros interesses do povo.
E' Isto o que nao percebem os publicistas qoe,
as saas doutriuas da poltica, e de ensinar aos
res, aos pontfices e aos povos o que ellos teem a
fazer.
A segunda proposicao, mais cima referida, nao
menos falsa que a primeira, e testemunha nao
menos roa f, do que ignorancia, porque lera sido
refutada cem vezes, e de um modo sem replica)
Dizem (escreveuaesse respeito Mgr. Dupanloup.
dizem que tocar no soberano nao tocar no pont-
fice.
Sem duvida, o poder temporal nao de iostitui-
ro divina ; quem o ignora ? Mas elle providen-
cial ; quem tambem nao n'o v ? Sem duvida, du-
rante tres seculos, os papas nao tircrara senao a
independencia do martyrio ; mas por certo elles
tinbara direito a urna outra ; e a Providencia que
visivelmentees sustentara, mas que nao obra sero-
pre por meio do milagro, estabeleceu sobre a so-
berana mais legitima que ha na Europa a liberda-
de, a independencia da egreja... Sira, misler
para a liberdade da egreja e nossa que o papa seja
livre e initpendente ; mistar que essa indepen-
dencia seja soberana : c mister que o papa seja li-
vre e que o pareca ; mister que o papa seja livre
interna e externamente.
Nos varaos mais longe e dizemos :
Nao somente a soberania temporal dos papas
a garanta necessaria da liberdade de consciencia
do mundo catholico, mas d'ora em diante a nica
salva-guarda dessa liberdade no estado actual da
sociedade.
Oulr'ora a autondade espiritual tinha mil bar-
reiras contra a invasao e dominio do poder leigo.
O direito cannico umversalmente reconhecido
como superior ao direito civil os bispos dotados
de ricos patrimonios, e muitas vezes investidos de
orna jurisdiego temporal ; a idea catholica gera-
dora da conslituicao poltica, em virtude da qual o
principe nao poda abandonar a f .-em se tornar
> iodigno do throno ; as censuras ecclesiaslicas em
vigor produzindo seu efTeito, mesmo na ordem ci-
vil ; a isencao dos tnbnnaes leigos para os eccle-
siasticos; a audiencia dos bispos exigida para a
confecgo das leis ; o beaco secular posto ao ser-
vico da autoridade espiritual eis algmas dessas
barreiras que impedala, a oppresso da egreja pelo
estado. *
Olha-se como um progresso o ter-se destruido
todas essas barreiras; seria superfino discutir aqu1
esta questao ; basta contestar o facta.
Ora, o facto que, gracas ao progresso das lu-
zes, teem-se atacado com encarnicamento todas
essas prerogativas da egreja ; depois de haverem.
Ihe roubado toda a accao na ordem civil e poltica,
submetteram os seus ministros ao poder leigo abo-
lindo as inmunidades ecclesiasticas,#c substitundo
por um salario do estado as propnedades de clero-
O que resta apenas a soberania temporal do papa.
Gracas a essa soberana, o chefe da jerarchia ec-
clesastica ao menos notoriamente sui generis ; c
independeute ; esta coliocado fra de todo o cons.
trangknento; pode imprimir um livre movimento
a todo o corpo da egreja ; s elle, era quanto ca-
deias prendera os outros bispo, em quanto o si
leDcio lhes imposto, s elle, dizemos, pode obrar
livremente e fazer retumbar do alto do yalicano
urna palavra livre que echoa at as extremidades
. do mundo, para entinar as Bacoes. Desapparega
essa independencia, e a egreja calholica nao ter
mais garanta ; ficar a merc e a descripjao do
poder leigo.
Estas conclusoes sao evidentes para os inimigos
da egreja ; precisamente porque reconhecem a
josteza deilas, que elles com tanto encarnicamento
atacara a realeza pontifical; sabem que este o
ultimo obstculo que se opp5e aos seus designios jj
desmantelaran! a praga, mas o amago mesmo da
praca nao est invadido ; para l que elles asses-
lam suas bateras.
Serao os calholicos menos perspicazes T A con"
ducta de seus inimigos nao lhes far ver o logar
do perigo i Nao reconhecerio elles, altenta a vasta
conjurado urdida contra a realeza temporal, qne
- hoje mais que nunca, essa realeza necessaria
egreja para a independencia do ministerio sacer-
dotal, e para a liberdade das consciencias ?
Escotemos o Sr. conde de Montalembert :
i Os calholicos nao confunden), como cora ra
f se lhes exprobra, o espiritual e o temporal; mas
todos crem na necessidade do poder temporal do
pontfice, para a independencia espiritual do mun-
do catholico. Elles nao vem nisso um dogma, um
artigo de f ; vem simplesmente,um direito, hu-
mano, se o qoizerem, e sujeito s peripecias das
cousas humanas ; mas providencial, sagrado, legi-
timo entre todos.

< Vem urna garanta indispeosavel, que nenhu-
ma ontra pode substituir; que substitue para elles
todas as qne offerecia a organisagao antiga da so-
ciedade, onde o poder espiritual tinha mil baluar-
tes, mil cidadellas, mil privilegios, que nao tem
mais. Niognem os reclama, ninguem os lamenta
(1); porm a sua destruicao torna tanto mais ne-
cessaria, para a dignidade e segurase da (, a
plena inlegridade da independencia pontifical. E
e despertou-lbes no coracSo nm sentimento de
pledade religiosaT Eu o pense! com eompaiao e
reconbecimenio. Elles ajoelbarara-se e Acarara
assim prostradM at o fim da ceremonia fne-
bre.
Qnando e enterro deixou a egreja para buscar o
cemiterio, todos qualre levantarm-se, eu nada
mais esperava delles e qoisera por tanto agrade-
cer-lhes era nome de Deus a oda acgo, que aca-
bavam de fazer. Mas qual nao foi a minha sur-
preza, vendo que elles tomaran) lugar a trai da
carroagera do mono, todos descubertos I Aquellos
Os Inglezesestao negociando a acquisigao da ilha que os vjairi| JU,gavam que era o Inbuto pago a
de conducta a seguir. Quanto as potencias catho- ",qne'f.f alqIue'1 outra' circumstancias atle' de Zanzbar que possue um excellente porto e um a um a um collega de
licas. evidente que o seu dever mais rigoroso ""J-''T? ^ de,,berado .Palonee ao irmao do imn de Moscate, conservan- mas Eu porm sabia qne nada disto era.
aind;;emquanto que catholicas.ellas devera olhar ^'f 'f cnm.noso, vd-se na dura neces-(do ao possuidor o titulo de sultao urna pensao v q aua osio era
a egrea corno sua me e por consequenda pora dade de condemnar o culpado, porm usando da; com a qual v viver na ilha de Pemba. E,les v,nham Qe Toulousa e nao tinham che-
espada ao servico della' Quando as cousas'se pas- maxima indulgencia possivel, impoe-lbe 15 dias de a ilha de Zanzbar situada na costa de Zangue- gado senao algamas horas antes com o seu bala.
sam assim em ordem, os fiis v.vem tranquillos PrisSo- | bar ter urna importancia consideravel quando o Mo, e o pobre morto, habitaado no asylo da men -
somhra do poder que mantm os seus direitos. Mas! a"n*"to prorompendo em so/ucoj.-Obrigado, canal de Suez se abrir.
quando os governos, por urna ou outra razio, fal- Sr- Pldente; obrigado, senhoros. -------,,..,., _
tam a esse dever sagrado, o direito de defeza reca-1 O auditorio, vivamente commovido, derramava L.se no l/Wramor :
he naturalmente sobre os individuos, e vemolo al- 'aK"as em abundancia. Carlas de Bardez informara-nos que.na noute de
(i) Nos nao varaos to longe como Mr. de Mon-
talembert ; lamentamos o enfraquecimepto civil da
egreja, porque esse enfraqnecimento nma cala-
ndade para os povos e para a liberdade ; mas
esta reserva em nada diminuea forca da argumen-
laclo do ilustre escriptor.
emancipadlo da sociedade civil. Em um grande
numero de paizes em que florescc o catholicismo, o
que feito dos bensdo clero? e o direito civil nao
lem feito recuar o direito cannico?
Se este raciocinio alguma cousa prova que
pde-se cortar o pescogo a um homem sem risco
de se Ihe tirar a vida, porque, sem risco de o ma-
tar, pde-se-lhe cortar um braco ; mas como esta
consequencia parecer indubitavelmente absurda a
todo o mundo, segue-se que o raciocinio de Mr-
Forcade prova justamente o contraro do que elle
pretende. Porque razao a egreja tem- podido flo-
rescer e prosperar nos paizes em que Ihe lem sido
roubados lodos os seus privilegios ? Ser porque
elles Ihe teem sido roubados, ou ser antes porque
nesse universal despojo um s prestigio Ihe foi res-
peitado, e esse o mais imporlanle de lodos, a inde-
pendencia civil do soberano pontfice, independen"
ca que salvou tudo o mais?
Eis como e disse o Sr. conde de Montalembert,
o privilegio que pode substituir todos os outros e
o qual nenhum podia substituir.
Elle tem podido substituir todos es outros, por-
que os pastores das egrejas particulares, privad :s
de todas as suas antigs garantas contra as inva-
ses do poder secular, e ameacados por este po-
der, tem-se mais estreitameulu unido ao seu che-
fe ; e porque a Independencia desle Ibes tem ser-
vido de escudo commum.
Ao mesmo tempo os Seis, gracas a essa inde-
pendencia do soberano pontfice, bao reconbecido
que elles tinhara um tribunal supremo, a que po-
dan) recorrer em qualquer occasio; um pharol
luminoso, cujos raios podiam esclarece-los era to-
das as suas difflculdades. Assim que esse privi-
legio da independencia pontifical tem podido subs-
tituir lodos os outros.
Nenhum outro privilegio, porm, podia subsli-
tui lo, porque nenhuma garanta pode valer aquel-
la que assegura a livre dimanagSo do mesmo prin-
cipio da vida o da acgo em lodo o grande corpo
dos fiis.
se pois quizessem raciocinar bem, nao deviam
argumentar da deslruigao dos privilegios locaes
para chegar a destruicao desse privilegio funda-
mental e universal; ao contrario a deslruigao
dos primeiros que torna mais necessaria e Indis-
pensavel a conservagao do ultimo.
A consequencia evidente e irrecusavel do que
precede que, cada catholico em particular, e to-
dos os calholicos em geral teem o direito de exigir
e obter, tanto quanto delles depende, a manuten-
gao e a integridade do poder temporal dos papas.
Este direito deriva do que elles teem liberdade
de consciencia, tal como Christo a denlhes.lsto
independente de toda a autoridade humana e ter-
restre.
Ora, essa liberdade seria socialmentc aniquilada,
se roubassem-lhe a garanta capital, a garanta ni-
ca que actualmente Ihe resta pela independencia
do poder temporal.
O direito que possuera os catholicos torna-se um
direito muito mais sagrado anda para os bispos
entre cujas mos est collocada a guarda de to-
dos os interesses da egreja, e de todos os direitos
dos fiis.
E' nelles que se encontrara esses direitos ; sao
elies que devem assegurar a sua manutengSo ; pa-
ra eiles, propnamente fallando, menos um direi-
to do que nm dever : nao podem dspensar-se da
obrgacao de eccorrer, de ele'var a voz e defender
'im todas as forgas seus rebanhos atacados pelos
lobos. E isto o que explica o magnifico espec-
tculo que temos ante os olhos, essa unanlmidado
de todos os bispos do mundo catholico a protestar
contra as usurpagoes dos dominios pontificaes e
contra os seus cumplces.
Essa voz a propria voz do calbolicsmo que se
levanta vista do perigo, e que proclama a invio-
labilidade de seus direitos pela bocea dos seus
pastores. Se nao viuse o mesmo espectculo em
1848, anda que o perigo fosse o mesmo, foi por-
que enlo as potencias catholicas se moslraram
prestes a sustentar, mesmo pelas armas, os direi-
tos do chefe da egreja.
Nao se teve ento o pensaraento de considerar
como orna intervengan estrangeira a acgo dos fl-
Ihos que corriam defeza de pae commum : nSo
se pensou que o ultrage feito a cabera deixava de
tocar a algum dos merabros do corpo inteiro. ^o-
je, porm, a espollacao sacrilega da Santa S se
poe em pralica, sem que aquel les que teem aa mo
a forga, cuidem em repriml-la de modo algum
, pois, aos membros da grande sociedade catho-
lica que volta a defeza do direito ; aos pastores
que pertence proclama-lo.
O direito dos calholicos independencia civil do
soberano pontfice, como garanta de sua liberdade
de consciencia, nao um direito civil, nem polti-
co ; um direito natura]; ao meemo tempo um
direito individual e conectivo ; privado e publico,
de todos e de cada um.
O direito de qae fallamos nao Impoe algum 'de-
ver aos governos ?
Quando se conhece a natureza do governo civil,
a resposta faci!. Com effeito, o governo civil nao
tem outra razao de ser, senao a proteegio dos di-
reitos dos individuos associados.
E', pois, para elle um dever amparar sobre ludo
e direito mais vital e mais importante do homem.
Esse dever nlo menos rigoroso para os governos
protestantes que para os outros. Todos sao obri-
gados a manuienir sa e salva a independencia *, e
por consegrante, a soberana-temporal do papa,
chefe espiritual des catholicos que vivem sob seu
lamente reclamado pelos chefes espirituaes da fa-
milia calholica.
Apoltica pode mudar de principios, ou trahir
sua propria mlssao ; mas os fiis nao perder por
Uso o seu direito i liberdade de consciencia ; a
sociedade catholica nao cessa por isso de ser urna
sociedade.
Da Estrella do Norte transcrevemos :
OS CARNEinOS.
I
Andar um dia no monte nm pastor guardando
o seu rebanho.
Assentou-se na ponta de um rochedo, sombra
O direito dos catholicos nasce de urna raiz indes-' d'um pinheiro, -e adormeceu, e como durante o
tructivel, o dever religioso ; essa sociedade foi di-: somno a cabega Ihe penda continuamente para a
rectamente instituida por Jess Christo, e por elle direita e para a esquerda o carneiro que pastava
9 do crreme s 10 horas, sentio-se ah um tremor
de trra acompanhado de um ruido extranho.
Era Tangm se observou egual phenomeno, e mais
pronunciado foi elle em Ribandar.
Ca ero Salsete nao sentimos nada disto.
Nos lempos modernos nao se havia observado
neste paiz um semelhante phenomeno.
A' mesma hora em que-elle se manifestava aqui
em Bombaim houve urna forte ventana e chuva.
provida de todos os direitos necessarios sua con-
servagao, e ao seu livre desenvolvimento.
Resumamos :
A realeza pontifical necessaria ; logo legi-
tima :
Ella est nos designios da Providencia; logo nao
pode ser contraria aos verdadeiros e grandes in-
teresses dos povos.
Ella se formou naturalmente, pela forga das cou-
sas, sem injustiga, em virtude de direitos os mais
evidentes e sagrados; logo, nao se pode restring-
la, sem violar todos os direitos, sem dan urna for-
ga perigosa revolugao, sem abalar todos os thro-
nos e todas as autoridades.
De direito, a realeza pontifical a mais legitima
do mundo e a mais necessaria.
De facto, ella a mais benfica, mais que qual-.
quer outra em estado de provar a legitimidade de
suas possessoes, e a illegalidade e injustiga dos fac-
tos violentos com qoe se pretende des poja-la.
Sao essas consecuencias que decorrem da histo-
ria da realeza pontifical atravez dos scalos; os
factos respondem as aecusaeoes ; e nos temos feito'
ter se essa realeza est rednzida a soffrer como
mai perto delle julgou que o pastor o desafiava, e
quiz empenbar urna lula com elle.
Tomou urna posigao aroeagadora, recuou depois
alguns passos, e atirou-se sobre o pastor, daodo-
Ibe urna furiosa marrada.
O pastor, irritadissimo por se ver despertado tao
desabridamente d'um somno delicioso, levantou-se,
cheio de colera, agarrn o carneiro cora ambas as
maos e atirou com elle para longe de si.
O animal assustado quiz fugir e cahiu em um
precipicio.
Os caroeiros que eram cem, saltaram tedos atraz
do carneirerqua tinha cabido no precipicio, e que-
braram a cabega contra o rochedo.
O pastor vendo isto arrancou os .cabellas na
maior desesperagao, e gritou :
Oh 1 meu Deus, o que eu Qz por ter escuta-
do a cholera I E que spero castigo !
L-se no Commercto do Porto o seguinte :
As cartas de Italia do noticia de um accidente
de caga acontecido ao rei Vctor Manoel.
O rei de Italia, andando a caga, cahiu-lhe a sua
faca, ferindo-o u'um p.
Este ferimento, que foi leve, nio impediu o rei
de no dia seguinte presidir ao conselho de minis-
tros.

Haver' quioze dias que o soberano da Italia pre-
seoteou a guarnicao de Milao com sessenta gamos
magnficos cagados na tapada de Monza.
Cada regiment de granadeiros recebeu doze ga-
mos, cada regiment de infantera dez, e cada um
de cavallaria oito.
Os commandantes dos cornos aproveitaram esta
occasio para fazerem urna distribuido extraordi-
9 homem que se deuca vencer vor suas paixoes''Daria de v'Dno e caf e concederem as tropas mais
ampia liberdade de sahida.

; leal, tinha alguns filhos, rapazes e raparigas. Ira
merecidos os u traces que he prodiealisam: sa- ., ,-
k_ ___A A.m^, .,.. ,r..- j..!fl. ..:.. jdia pediram elles a seu pae licenga para irem a
I um baile que se dava na povoago vizinha: o pae
respondeu-lhes :
Meus filhos, do baile nao vos pode vir bem
algum, at aqui lendes vivido no bem, conforman-
impe-se a si proprio urna dr amarga l
II
Este desgragado acontecimento foi logo sabido Diz Dm Jornal de Andrs que se calculam.em
por todos aquelles arredores. i 1-200.000 [raucos (216 conlos de ris) as costas do
Um pastor devoto e homem muito prudente e | precesso instaurado em Berln aos polacos do du-
cado de Posen.
dicidade depois de muitos annos, nascido em um
canto do departamento do Indo, Ibes era inteira-
mente desconhecdo. Quando acabamos de per-
correr os oto ou nove eeotos metros, que separan
a parochia do cemiterio (notae bem I estes boas
militares acabavam de fazer urna longa viagem) e
chegamos ao tmulo, elles curvaran) o joelbo sobre
a trra santa: um soldado do Irem das equipa-
gens, e que eslava de gnarnicao em Chateauroux-
se tinha juntado estes; todos cinco, 'comora
acatamento profundo, recitaran) entao suas ora-
goes, em quanto eu acabava a ceremonia. Aquelles
dos cinco, que eu observava mais piedosamente
absorvido com suas oragSes, tinha a gloriosa me-
dalha militar suspensa ao lado da medalba da
Crimea.
Eu sabia do cemiterio, quando nm delles, sal-
vando-me, deu-me occasio de felicitar a todcspela
sua admiravcl conducta.
Vos acabaes de praticar nma boa acgo, lhes
disse eu; Deus vos abengoar, meus bravos ami-
gos, por terdes acompanhado este pobre desgranado
ao sea ultimo jasigo.
Que queris vos, meu padre, respondeume
elle, nos vimos que ninguem acompanhava o [ere-
tro ; isto nos desperlou a compaixio; entao Iera-
bramo-nos de que um dia talrez tambem sejamos
abandonados no mundo, e reunimo-nos vos, na
esperanca de que o bora Deas ha de inspirar a boa
lembranca de vir langar agua benta sobre nossos
tmulos e recitar preces para descango de nossas
almas I
Eu ihe estendi a me desejando-ibes tedas as
bengos do cu.
Eu tinha as lagrimas nos olhos e a mais doce das
emogoes no eoraco.
\M PODCG DE TUDO.
Raras vezes, diz a Gazette des Trtbunaux, se
tem commettido um roubo com circunstancias tao
dolorosas como o'que vamos narrar. Se o roubo
podesse ter alguma desculpa, o tribunal te-la-bia en-
contrado nesja occasio. A indulgencia extrema e
a commogao de que deu pro vas o presidente Du-
paly ao pronunciar a sentenga, demonstram su-
ficientemente a obrgacao de applicar a le, mesmo
quando seja cruel essa dura necessidade.
O aecusado um hornera de 40 annos.
Chora era silencio e oceulta o rosto com um
leen.
O presidente.E' aecusaao de haver tirado dous
livros de urna bibliotheca.
O aecusado.Sim, senhor. Reclamo a indulgen-
cia do triounal.
O presidente.Quem o induziu a comraetter tao
m acgo ?
O aecusado, contendo os solucos Minha mu-
Iber e minha lilha estavam enfermas, e nos todos
prestes a morrer a forae. Achava-me sera trabalho,
havia algum tempo, e intilmente diligenciei collo-
car-me como escrevente em qualquer escriptorio.
be-se se difficil relevar o insolente desafio adra-
do por um Jornal impo a Mi. Dupanloup :
< O Sr. bispo de Orleans, dizia esse jornal, c as-
ss imprudente para fallar da historia dos papas,
de sua historia temporal. Qaer elle qae nos o fa- ,
H!...k.......i........___ x do-vos com os piedosos usos do campo, e tendes
gamos ? Nao sabe que tantas scenas que nos se-' r ,
.___. u.:j..__... escapado a corrupcao que avra as grandes trras,
riamos obrigados a contar poderia fazer-nos levar ,.
... .... participando desses prazeres tumul uanos cor-
aos tribucaes por causa de offensa a moral publi-i _, 5TT m,jjc
a .-, ... rereis risco de vos peraerdes.
ca ? Escrevei-a, pois, se vos atrevis, essa historia
que declaraes tao gloriosa. (i)
Os catholicos nao teem esperado esse desafio pa-
ra escrever a historia dos papas : elles sabem tu-
do o que os protestantes e os incrdulos teem feito
para manchar a memoria dos soberanos pontfices,
assim como sabem que os historiadores protestan-
tes ou incrdulos teem de sua parte vingado esta
memoria, e confundido a calumnia.
Agora podemos entrar na historia dos aconteci-
mentos.
(Continuar-se-ha.)

-
Coota o Herald de Wicksburgo, que qnando o
vapor James Watson fez a sua ultima viagem d'a
quella cidade para Memphis, estarla a cincoenta
milhas de Wicksburgo quando foi chamado a [alia
por um bando de uns sessenta guerrilheiros que
esperavam a sua passagera na margem direita do
rio.
Havia a bordo um piemontez com um rea
Os filhos respondern): Ite*0-
Os oatros l vio e nao lhes succede mal' O capltio lerabrou-se de*o chamar ao con vez e
algum. de Ihe mandar que tocasse a aria de Dixie. Foi
E' rerdade, replican prudente pastor, maitos urna eonsa maravilhosa.
l rao e sacrifican) a saude, vida, honra e innocen.-; Os gnerrlhas em lugar de fazerem [oro sobre o
cia. Queris imitar esses que se perdero ? Sede, vapor, saudaram-no-com eolhusiaslicos hurrahs, e
portanto, mais prudentes que os carneiros qoe vos deixaram-no passar livremente.
goardaes; sabis multo bem que qnando um delles | E' proravelmeote o mais bello successo histori-
cahe n'uma bysmo todo o rebaoho vae atraz delle, Co que tenha obtido um realejo,
e por issochamaes-lhe acertadamente eslupidoj ani- Merece o primeiro premio no congresso de teca-
maes. Mas o hornera que quer cahir na corrupgao; dores de realejo que vae abrr-se brevemente em
porque outros cahero, ser mais sensato do que os: UB)a cidade da Ailemanha.
caroeiros privados de otelligencia ? I m uau ,
Caros leitores, tenhamos compaixdo desta loucat Da Ettretttt do Nortet transcrevemos o que
mocidade que se perde no luxo e na Itviandade.' Segue :
Deve-se sacrificar ao mundo, d molleza, os bens que \
Deus prometle em sua eternidade f
Na Gazeta de Portugal encontramos a secuinto
curiosa noticia, acerca dos ornamentos da despeza
em 49 nages, calculada em moeia forte

O PASTOR DEVOTO.
Em urna linda tarde de vero, quando os cam-
pos eslo tapetado; de verdura e de flores, guar-
da va as suas ovelbas um rapaz por' nome Wen-
delui.
Eslava ao pe de um piiriteiro todo florido.
as feigSes lia-se-lhe urna profunda magua e
semelhaoca de dous fios de peroias corriam-lhe por
suas coradas faces abundantes lagrimas.
O pequeo Antonio, filho do ralleiro, voltava
Jerusalm
rrado.
Dous irmos possuam
edificado o templo.
Um delles era casado
vivia s.
os DOUS AIUBIS.
era no principio um
campo la-
o lugar onde depois foi
e tinha filhos, o outro
Cultivavam em commum
herdado de sua me.
o campo, que tinham
Chegou o tempo da colheila e os dous irmaos
juntaran) os molhos das cearas [azendo duas me-
neste momento do bosque, e logo den pela preoc- das eguaes. Durante a noute o rmo que nao era
cupago do jovem pastor.
Que leas tu, meu amigo ? perguntou-lhe elle.
Porque choras tu desse modo ?
Ah 1 responden o pastor, escondeuse nest
piiriteiro um horrendo sapo.
Que tolice ento urna semelhante bagatella
faz-te chorar assim I exclamou Antonio. Wenfle-
lui, eu julgava-te mais razovel.
Oavi.me, continuou o pastor, veris que a
reflexo que acabo de fazer a respeito desle horri-
leve um bello pensamento e disse com-
e filhos para susten-
Procurei trabalho ; nao o obtive... Minha mulher vel animal de natureza a afflgir-rae. Tenho olha.
Correspondente do mez de outubro de
1859.
(3) Revista ios Dous Mundos
de 1869.
de 15 de outubro
e minha filba, que sao costureiras, cahiram enfer-
mas e nao podiam trabalhar. Depois, senhor, se"
guiu-se urna espantosa miseria ; nao tinhamos um
bocado de pao.
Achava-me em urna slluago deplorare), vagan-
do pelas ras de Pars, sera saber onde me dirigi-
ra, sem ter comido desde a vespera, tentado mil
vezes a pedir esmola o bastante envergonbado para
me decidir faze-lo. Encontrei-mc defronte de urna
livrana : Que quer ? Perd a cabega, estendi tre-
mendo a mo, apoderei-me de um livro para o ir
vender e levar algum alimento para os meus...
(Commorao e pronto no auditorio). Sede indulgen-
tes, seahores ; eu vo-io suppbco.
Amparada por nma guarda aproxima-se lenta-
mente urna mulher, em cuj > rosto se l o desgosto
e a miseria. Vacula, treme e chora. E' a muHier
do aecusado. A desgranada offerece o mais dolo-
roso espectculo da pobreza envergonhada, da mi-
seria limpa, dessa miseria que se oceulta, que a
caridade descobre muitas vezes, porm que teme
humilhar com o oflereciraenlo de urna esmola.
Minha fiiha e eu esta vamos doentes, e care-
camos de pao, disse. Mea marido perdeu a cabe-
ga e roubou, para impedir que morressemes de
[orne. Perdoae-lhe, senhores, eu vo-lo pego de joe-
lhos; elle nao rollar a praticar semelhante acgo.
O presidente eom voz commovida.Levntese,
sentiora. O tribunal tem um dever imperioso que
cumprir; porm nao se mostrar iosensivei rossa
desgraga, nem aos sentimentos do accqsado.
O adrogado imperial faz conhecer que o com-
missario de polica na sua pesquiza ao domicilio
do acensado, noton a mais espantosa miseria, e
descobriu cartas que proram os esforcos feilos por
aquelle desgragado para encontrar trabalho. Em
laes circumstancias, o agente do ministerio publi-
co declara que expenmentou'profunda commisera-
cao pelo hornera que o tribunal se r obrigado a
julgar, e que deplora ter que reclamar para elte a
(4) O Seculo, Janeiro de 1860.
casado
sigo:
Meu irmao tem mulher
tar; por isso nao justo, qne a minha parte seja
egual delle, ramos, tomemos alguma porgo do
que me pertence, qae ea ajuntarei secretamente
delle: elle nao dar por isso e nao poder assim
recusa-la.
E fez como tinha pensado.
Na mesma noute o outro irmao accordou e disse
para a mulher:
Meu Irmao jeren e vire sem companha,
do para este repugnante reptil, to detestado dos
homens, que se arrasta com difflculdade por entre' nao tem pessoa alguma qae o ajude no sen traba-
as flores, qne chaforda na lama, sem ter a menor Iho e que o consol as suas fadigas; por isso nao
Idea do Creador, ao Qual todo o ser dere a sua justo que Hquemas com nma porcao egual
existencia, e flz comigo esta reflexo : O homem
tem o corpo direito, lerantado ; tem feigoes no-
bres ; camiaha com liberdade, pode pensar no cu
e na trra, regosijar-se com todas as maravihas
da natureza ; conhece o seu divino Creador, todas
as sensages de sua alma immortal... E todava
tenho ea dito comigo : o hornera, oo gozo destas
'inmensas vantagens, destes incalcuiaveis benefi-
cios, dotado de urna otelligencia que o colloca
tanto cima deste nojento bicho, o hornera, repito,
pensar muitas vezes em sua nobre origen, e no
fim para que foi creado ? Agradecer elle a Deus
do universo ? Nao ser elle jamis ingrato para
com elle ?
Estas devotas e sensatas reflexoes oommovef am
profundamente o pequeo Antonio, e nunca mais
se esqueceu deltas.
Na sua velhice contara-as elle aos seus filhinhos,
e accrescentava :
Quando mesmo nos podessemos adquirir
prora de que es reptis de todos* es gneros sao
inuteis aos homens, haran) de conserrar sempre
a nossos oibos esta rantagem, e vero a serque
pdem fazer-nos apreciar as nobres prerogativas
que nos foram concedidas, e das quaes nos gosa-
mos de preferencia a todas as outras creaturas.
Tudo pertence bondade e a grandeza de Deus.
Aquelle que vive no seio da rica natureza, deve
amalo, e achar em cada creatura urnahomenagem
brante ao seu divtno Autor.
O Sr. A. emette-nos o seguate :
SONETO
A CERTO CRITICO.
O critico qu morde as furtadels,
Qual esfaimado goso tragoeiro ;
Que (ere, por qne um golpe foi cerleiro
Lembrar-lne consciencia as mil amellas
delle; levanlemo-nos, varaos e ponhamos sera que
se perceba no seu qunbo nma parte do nosso;
manha nao dar por isso, e assim nao o recu-
sar.
E fueran) como tinhara pensado.
No dia seguate fioaram ambos os irmos muito
surprehendidos, porque quando voltaram ao campo
acharara os quiohoes eguaes; nem um nem outro
poda ioleiramente dar conta desse prodigio.
Continuarara a fazer o mesmo durante muitas
noutes em seguida, mas cada um dos irmos pu-
nha no qniobo do outro urna porcao egual; os
quinhes estavam sempre da mesma maneira, at
que urna noute, em que ambos caminharam para
averiguar a causa deste milagro, se encontraran)
levando cada nm a porgo que destinava para o
nutro.
Ora o lugar onde dous homens tireram um pen-
samento to bom e to continuado deria ser um
lugar agradar! a Deus.
Os homens o escolheram para ser urna casa
de Deus e o Senhor dignou-se coasagra-Io.
'
ACCAO SUBLIME.
Nio se pode lr wm emogo a seguinte carta,
escripia por um sacerdote de Cbateauroux :
Hespanha.
Franga .......
Inglaterra.......
Anbalt-Dessu.....
Anhall-Bernbourg .
Austria.......
Badn........
Bavjera.......
Blgica .......
Bremen.......
Brunswick......
Dinamarca ......
Francfort......
Grecia......,
Hamburgo ......
Hanorer......'.
Hesse-Eleitoral. .
Hesse-Gra-ducal. .
Hesse-Homboure. .
Italia ........
Lectenstein. ......
Lippe. .....
Lubeck.......
Nassau .......
Oldemburgo.....
II llanda.......
Roma........
Portugal.......
Prussia.......
Reuss.......
Rupsia......_
Finlandia ... .
Saxoia-Real.....
Saxonia-Weimar .
Saxone-Weimingen .
Saxonia Altembonrg .
Saxona Cobourg Gotha .
Lipa" Detmotde ....
Budoltstadt.....
Schwarzbourg ....
Sehleswig-Holstein. .
Suma e Noruega .
-ufssa.......
Turqua......
Principados Danubianos .
Servia.......
Montenegro.....
Waldeck......
Wurtemberg.....
Total das despezas publi-
cas nestas nagoes .
Era 1854 as despezas pu-
blicas annuaes as
mesmas nagdes impor-
tavam em.....
144,000:000*000
373,300:000*000
315,000/
1,265:113
883:911
232,060:830*120
639.391*100
17,719.414*650
- 28,088:422*200
497:996*550
1,636:762*500
14,744;441*745
896:306*715
4,050:000:4000
7,398:884*925
7,792:574*725
3,510:675*000
3,672:120*825
210:473*235
168,369:565*500
585:0)10*000
139:876*875
355:500*000
1,698:058*080
1,707:952*580
46,302:287*400
10:800:000*000
18,046:723*050
97,087:773*150
136:000*000
270,738:988*650
2,324:214*900
9,219.814*200
1,116:826*650
765:662*085
559:930*050
241:261*740
154:800*000
518:052*455
348:480*675
1,609:200*000
11,677:500*000
3,360:897*180
60,729:646*500
9,181:920*375
1,101 -.940*785
18:000*000
306:246*375
5,666:281*920
1,817,545.050*720
1,125,000:000*000
Differenga para mais em
10 annos.....
Supponde que as despe-
zas publicas vo sem-
pre no mesmo augmen-
to, devero subir em
1874 a ......
Os emprsstlmos contrata-
dos durante o auno do
1864 pelas nagdes cita-
das sobem a mais de
Da qnantia total a qoe
sobem as despezas do
anno de 1864 mais de
sao applicados a pagar
os* juros das dividas
publicas.
Mais de......
sao destinados a sos-'
tentar 3,000,000 de
.soldados.
S........,
servem para pagar as
despezas da in-truego
pblica.
Os empregados pblicos
em numero de 500,000,
sem contar os das ca- v
maras monicipaes e
os provinciaes conse-
mem.....".' 315,000:000*000
E' de a gente por as maos na cabega, e deitar a
fugir para onde nao baja soldados nem emprega-
dos pblicos.
60,254:050*720
3,150,000:000*000
225,000:000
450,000:000*000
900,000:0004000
21500:000*000
Achando-se um taberneiro multo calvo" sentado
porta do armazem, perguntou-lhe osa individuo
que passara :
Tem queijes do reino para vender ?
Nao, senhor ; responden o cemraerciante. -
Pois entao tire a amostra da porta, tornou o
individoa apoatando-ltie para a calva.
Eu reciura nontera o officio dedefantos na egreja
de S. Margal sobre o fretro de nm pobre epileptt- Um ladrio, tendo side condemnado norte e
co, fallecido no a*ylo da mendicidade. Ah eu escutando a leitura da sentenga, em a qnal esta-
*> I e defunto nao tinha neste paiz nem prenles ram comprehendidos todos os seus crimes, dizia
nem amigos para recolher seus restes mortaes. Tez era QO*ndo :
Quatro soldados infantes fazendo parte do tercei- Aloda l coas* *eior ro batalhao e trarendo todos sobre o peito es glo- PerRantoulbe e julz que cousa petor era aqnei-
riosos nomes de Alma, Inkermaan e Sebastopol, de 'a. o ,f,ar*0 responden :
passagem por Cbateauroux, eotraram entao na O.ter-rne delxado prendar,
egreja deserta.
l


? >
y
*
<
Esta solidio ao redor desle fretro commoreu-s PERNAMBUCO.-TYP.-DE M. F. DE F.& FILHO
^

.'
-.
-^


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EMI3WTRMR_OZFE27 INGEST_TIME 2013-08-28T02:24:21Z PACKAGE AA00011611_10589
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES