Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10588


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Full Text
-.".:------
AMO ILI. HUMERO 31
.**#* %* i1ti*> r-i ,
Por qairtel pago denti* dem depois dos 1. Porte ao eorreio por tres mezes............: 750
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
Filtios; Amaionas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudio* Faleo Dias; Babia, o
Sr. Jos Martins AIvps; Rio de Janeiro, oSr. Jos
Ribeiro Gasparinho. I
QDAfiT FIRA 8 DE FEVEREIRO DE 1865.
Por anio pago dentro de 10 lias do l.mez ,
Porte ae correio por um anuo ..,.,...,
19J000
3$000
PARTIDA DOS ESTAFETAS
Olinda, Cabo, Escada e estacSes da via frrea at
Agua Prcta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonio, Caroar,
Altinho, Garanbuns, Buiqne, S. Bento, BomCon-
selho, Aguas Bellas e Tacarat, as tercas feiras*.
Pao d'Alho, Nazarelh, Liraoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flpre9, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ourieury.Salgueiro e Exu.nas quartas feiras.
Serinhem, RioFormoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Prela e Pimenteiras, as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao meio dia.
EPHEMERIDE8 DO MEZ DE FEVEREIRO.
2 Quarto cresc. as 10 h., 48 m. e 58 s. dat.
10 La ebeia as 2 h. 7 m. e 16 s. da t.
18 Qaarto ming. as 7 h., 18 m. e 4 s. da t.
25 Loa nova as 5 h., 43 m. e 22 s. da t.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
(Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relago: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda. quintas s 10 horas.
Jnizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orpbaos : tercas e sextas s 10 horas.
Pritneira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbadcs a 1
hora da tarde.
DIAS DA SEMANA.
6. Segunda. S. Dorolba v. m. ; S. Autholiano m
7. Terca. S. Romualdo ab.; S. Ricardo rei.
8. Quarta. S. Joao'da Malta ; S. Corynthia m.
9. Quinta. S. Antonia v. m.; S. Ansberto.
10. Sexta. S. Guilberme duque; S. Silvano b.
11. Sabbado. S. Lzaro b.; S. Clocro.
12. Domingo. S. Marcello p. m.; S. Eulalia v. m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 hora e 6 m. da tarde.
'Segunda as 2 horas e 30 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagoas a 14 e 30; para o norte
al a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernn
do nos dias 14 dos mezes de janeire, marco, maio,
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Maneel Figueira de
Faria & Filho.
& CInforme o Sr. inpector
o Sr. juiz
Jahnston Pater
da alfandega.
Luciano Gomes da Costa.Informe
municipal da Ia vara.
Manoel Jordao de Vasconcellos.Informe o Sr.
Dr. juiz de direilo da comarca de Goianna. ou-
vindo o juiz municipal respectivo.
Manoel Muniz Falco.Concedo o prazo de vin-
te dias para o fim que declara.
Romualdo Antonio do Sacramento. Nao pode
ser attendida a pretencao do supphcante por nao
justificar isempgao legal e confessar que tem mais
tres Glhos.
>-8'*><*-"
PARTE QFFICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Continuar!) do expediente do dia 3 de fevereiro
de i 86o.
Offlcio ao cnsul americano.Em resposta ao
oflicio que em 31 de Janeiro ultimo, me dirigi o
Sr. Thomar Adamson Jnior, consol dos Estados-
unidos d'America, tenho a dizer-lhe qne nesta data
nao s autoriso o inspector da thesouraria de fa-
zonda, a arrecadar a importancia das despezas fei-
tas por ordem do commandante do presidio de Fer-
nando com o sustento da tripolacao da galera ame- n Pa,C10 .6. de fceiro de i865. Illm. Sr....-
ricana Susan Houland, durante os dias em qne es- Re1ieUo a impressos o decreto n. 3,371 de 7
teve no wesmo presidio, em consequencia de se d Jane,ro ?esl *aao> uma portara concernente a
ter incendiado o seu navio, mas tambem dou scien- s,ua ej">cuQao. e urna proclamacao pela qual convi-
va aquello commandante dos agradecmentos que ,os l.rnambucan,osa se alistarem nos corpos de
lhe tributa o mesmo Sr. cnsul pela attenco que vo "nla"03 Patr'a- ,,. .
prestou aos tripulantes da referida galera I ogando-lhe de dar a maior publicidade a essas
Renov ao Sr. Thomaz Adamson Jnior a sega- i pe5as' IDV0C0 seu Pa'riolismo, e confio que em-
ranca de minha estima e coosideracao Fez-se o PreBara toda a sua influencia e prestigio para que
expediente de que cima se trata. : ai>Ui se Presente, com brevidade, o maior nume-
_4__ ropossivel de voluntarios, dirigindo-se tambem
Oflicio ao coronel commandante das armas. |com mesmo empenho seus amigos de outras lo-
Com o meu despacho desta data se apresenlaro a calldades. v'sw como sao urgentissimas e imperio-
V. S., atlm de serem alistados, se estiverem as sas as circumstancias do paiz.
condic5es do decreto n. 3,371 de 7 de Janeiro ulti- Jomare na maior consideracao os servaos pres-
mo, os individuos mencionados na relacao junta taaos e,n occasiao tao grave, e licando summaraen-
que pretendem servir no corpo de voluotarios da le reconn?cld.. evare ao alto conhecimento do
patria. i Bov'erno imperial os dos cidadaos que mais se dis-
Diio ao mesmo.Knvio a V. S. para os fins con- tDgQ'rem Pr sua valiosa coadjuvacao.
venientes, a guia de soccorriraento do alferes do I Em .oulra? Proveas tem o patriotismo feito
9 batalhao de infamara Albino Jos de Farias ad-1 *TOi,t"> batalhoes inteiros da guarda nacional
dido ao corpo de guarnico da provincia do Cear. se ^ offerecido ; proprietarios abastados teem
Dito ao mesmo.Remello a V. S. par* ler o con- i env,aao,<>3 seus aggregados, fazendo-lhes vanta-
-veniente deslino a inclusa certidao de assentamen-'geBS ;dons importantes tem sido fetos, e actos de
tos do soldado Jos Francisco Barbosa, que porten- j v<*dadeira de.(cacao,
ca ao corpo de guarnico da prevlocia de "
algum corpo, ou com um numero de voluntarios
sufllcienie para formar o ncleo ao menos de nma
companhia.
9.' Alm dos commandantes superiores de cor-
pos e mais encarregados do alistamento, quaesquer
cidadaos que, por sens esforcos patriticos e por
sua influencia, apresentarem voluntarios, oo con-
correrem para que estes se apresentem, presiarao
um relevante servico patria e seus nomes sero
publicados e levados com louvor ao conhecimenlo
do governo imperial.
10.' De quinze em quinze dias sera publicada
d'ore em dianle pela secretaria do governo urna
relacao dos nomes~de todos os Voluntarios da Pa-
tria, que se houverem offerecido, ou forem se offe-
recndo, cem declaraco do sua naturalidade, fi-
PrKi'-.manasSagera- 3ue es-sa lDfluencia ria,, a Em seguida 6 eneyelica se acha um cathalogo
jmente, urna influencia moral e anda as-, de erros precedentemente condemnados. Sao has-
slm sera de tal modo contrabalancada, que s mui
ligeramente poder influir no desenlace da ques-
lao. *
O resto do discurso consagrado ao interior.
Ah se encontra a confisso de estarcm as fioancas
do estado em urna situaco, quo reclama melhora-
mentos e a promessa de ser o crdito publico pes-
o sobre urna base inde.'tructivcl I Nao ser urna
temendade tomar tal empenho ? Nao ser susci-
tar hsongeiras illusSes ? Estamos anciosos de
conhecer as sabia* disposicSes legislativas que po-
dem produzj- to Instantneamente um resultado
tao maravilhoso. A Hespanha lalvez um dia veja
ir somonte qaando sua agricultura,
hacao, estado e mais circumsiancias, que os tor- fr florescente seu commercio, activo, sua ndas-
nem bem conhecidos, e possa o seu nobre sacrifl- tria, progressva, e fecunda; sua economa em nu-
ci ser bem apreciado pelo paiz. | merano, consideravel. Entao poder desenvolver
Antonio Borges Leal Castello Branco. \ e fertilisar as immensas riquezas naturaes que oc-
_______-^--------------- i eua su salo. Entrelanto, o meio para l chegar,
e preciso reconhece-lo, ser enthronisar um sabio
Proclamado.
Minas
foi transferido para o 9. batalhao de infamara.
Dito ao inspector da thesouraria de fizenda.
Em vista dos inclusos documentos, e nao havendo
inconveniente, mande V. S. pagar sob. minha res-
ponsabilidade, nos termos do decreto b. 288i do 1."
-de fevereiro de 1862, os veocimentos relativas a
segunda qunzena do mez de^janeiro allimo, da
torca da guarda nacional aquartellada nesta capital
para auxiliar a tropa de primeira linha no servico
da guarnico, continuando taes pagamentos a se-
rem fetos nesta conformidade at segunda ordem
do governo imperial.Communicou-se ao com-
maedante superior da guarda nacional do Recife.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Annuindo ao que solicitou o chefe de polica, em
oflicio de hontem, sob n. 168, recommendo a V. S.
<]ne em vista do incloso documento e n5o havendo
inconvenionte mande pagar a Jos Maria Ferreira
da Cunha a quantia de 4320 res, despendida pelo
delegado do termo de Villa-Bella com a compra de
ertos objectos necessarios respectiva cadeia, e
ora a remessa para esta capital do preso Jos Fer-
reira. -Communicou-se ao Dr. chofe de polica.
Dito ao director geral da fstrucc3o publica.
Tcodo de reunir se brevemente a assemblea legis-
lativa provincial, e devendo ella naturalmente de-
liberar sobre a reorganisaclo do Gvmnasio pro-
vincial, julgo conveniente que nao s'ejam por em
qnanto providas as cadeiras actualmente vagas na-
fuelle estabelecimento, afim de que o seu provi-
mento nao cause embaraco a quaqaer medida que
a mesma assemblea queira tomar a semelhante
respeito : o que communico a V. S. para seu co-
nhecimento e direceo.
Dito ao commandante superior interino da guar-
da nacional do Recife.Em additamento ao meu
oflicio de 3 do crreme, tenho a dizer V. S. que,
em vista do que me representou verbalmente o
ommandante das armas, a forca da guarda nacio-
nal, qne tem de ir destacar no presidio de Fernan-
do deve comprehender somente 40 pracas, 1 capi-
tao 2 subalternos, 2 inferiores e 1 tambor do Io ba-
talhao de artilharia, ainda mesmo- no caso de po-
der este batalhao prestar todo o destacamento, por
isso que tem elle de dar as guarnires das fortale-
zas, logo que siga para a corte o 4 r.atalho de
artilharia de linha.
O passado de Pernambuco mo assegura de sua
conducta no presente, que nao ser menos nobre e
patritica do que as das mais provincias do impe-
rio.
Sou com a mais dislincta consideracao. De V.....
Antonio Borges Leal Castello Branco.
Expediram-se a todos os juizes de direito e mu-
nicipaes,promotores, vigarios, cmaras municipaes,
delegados, subdelegados, Juizes de paz, director ge-
ral eparciaes dos Indios, deputados geraes e pro-
vinciaes, commandantes superiores e commandan-
tes de batalh5es da guarda nacional.
?**-*s*-**
Palacio do governo de Pernambuco, em 6 de fe-
vereiro de 1865.
O presidente da provincia, para melhor intelli-
gencia e execucao do decreto n. 3,371 de 7 de Ja-
neiro deste anno, resolve fazer as seguinles decla-
racoes :
1." Todos es cidadaos que, tendo a necessaria
robustez para o servico das armas, (art. 1" do de-
creto) quizerem se offerecer como Voluntarios
da Patria para tomarem parte Da guerra, em
que actualmente se achara empenhados os bros e
honras nacionaes, gosando dos privilegios e vanta-
gens do citado decreto, deveraofaze-loal o da 28
de abril vindouro, apresentando-so os que forem
guardas nacionaes aos respectivos commandantes
superiores, nos municipios em que estes residirem,
e nos mais aos commandantes de seus corpos ; e
os que forem pracas do corpo de polica ao com-
mandante deste. Os que nao forem deste corpo,
nem guardas nacionaes, se apresentarao aos en-
carregados do alistamento de cada localidade, que
por outra portara desta mesma data sao Hornea-
dos (art. 14 do decreto).
2." Entretanto, a apresentaco dos voluntar.js
de qualquer daquellas classes, quandi por algum
motivo nao possa ter lugar perante ns sobrdaos
commandantes superiores, de corpos ou encarre-
gados locaes do alistamento, poder ser feita direc-
tamente na capital ao presidente da provincia, ao
commandante das armas, ou a quaesquer autorida-
des, assim como a estas nos mais disirictos da pro-
vincia.
3." Os mencionados commandantes superiores,
de corpos e mais encarregados do alistamento de
Pernambucanos! mais nma vez invoca a patria
vossos brios e patriotismo, mais um ensejo se vos
offerece de mostrardes o vosso valor, de susten-
lardes o renome, a fama, devidos a
gloriosos de vossos antepassados.
ao
rgimen econmico. Tambem applaudiremos
a le benfica que se prepara ou so vai preparar,
quando a conhecermos. Por isso lemos com satis-
racao no fim da falla do throao, que se projecta
modificar a legislo sobre as sociedades com-
amos fetos merciaes de maneira a dar impulso maier ao em-
servada, u Iairocinio e urna mdusiria immoral e
a o vergonhoso para urna nacao nao
concedeu o Brasil.
Para vingar tantas affrontas, anumenudas ainda
pela insolente e tenaz recusa de todas as proposi-
coes pacificas, tendentes a garantir os nossos
patricios, necessaria se tornou a guerra.
O Paraguay, que, dominado pelos instinctosde bias
um suspeituso o feroz despotismo, ha milito es
tamo numerosos, e collocado sob diversos ttulos.
racionalismo, panlheismo, naturalismo, etc. etc. Al-
guns d'entre giles sao, preciso coufossar, erros
funestos ; mas nao se pode dizer o mesmo res-
peito de todos quantos o papa marca com o sello
de sua reprovaco. O 80 e ultimo erro consiste
em pensar que o pontfice romano pode e deve se
reconciliar e corapor com o progresso o raciona-
lismo e a civilsacao moderna I >
Este ultimo paragrapho parece por si s resumir
toda essa volumosa representacao. Nao elle urna
declaraco de guerra ao tempo presente ? A in-
compatibilidade entre as tendencias manifestas do
pensamenlo humano na meia edade, e as tenden-
cias que mostra em nossos dias, cresce continua-
mente. Se o santo padre nao pode absolutamente
se reconciliar com a civilsacao moderna, dever
renunciar a toda influencia neste mundo ; a civi-
lsacao moderna tendo a con mistar toda a trra I
Tambem se[_deve desejar que o soberano pontifi
ce mude de pensar, que volte a seus primeiros an-
uos, e que torne a achar as nspiracoes que teve na
idade madura. De que espanto nao nos sentimos
apossados, quando comparamos sua linguagera de
boje aquella, que ha 20 annos, provocou o enlhu-
sasmo e a admiracj da Italia e do toda a Eu-
ropa ? I
A Italia eslava curvada sob urna dura servido,
elladespertou acclamacao de Po IX a acreditou
ver nelle seu libertador. Elle se havia declarado
pelo progresso e pela liberdade, outorgra ao povo
meller a questao de heraca ao exame dos scyndi-
cos da cora. (Sabe-se que a Prussa faz valer por
bur) la0S ,IUl0S dacasa deBraDde-
A circular gueanouncou esta determinacao tem
o cuidado de fazer notar que a missae desses syn-
aicos, limitar-seha a urna consulta e que a questao
nao ser de forma alguraa decidida pelo resultado
de suas deliberaces.
Osnotaveis habitantes dos ducados teem feito co-
nhecer seus votos nesta circumstancias. Elles pe-
diram, em urna petico, que a snecessao fesse re-
Krada pela dieta dos estados do Schleswig e do
Holstein que, no estado actual das cousas nao se po-
de reunir seno depois de novas eleicoes.
A Austria, anda a pouco tempo, pareca feichar
os olhos aos manejos da I'russia; de modo algum
embaracava sua accao. Sua indiflerenca se expli-
cava pelo temor dos perigos que a podem ameacar
n um futuro prximo.
Quando o exercito francez deoecupacao deixar
Roma, a Italia talvez aproveite as raudancas e per-
turbares que disso resultaro, por dirigir urna era-
preza contra a Venecia.
A couflagraco poder lomar-se europea e a
Austria tera lalvez nece$sidade do soccorro da
Prussa.
Suppoe-se que para assegurar sua allianca que
neste caso evitava contrariar os designios de sua
poderosa visinha. Mas recentemente tem-se mani-
reslado dessentlraentos entre as duas cortes. Pa-
rece que o ministro d'Ausiria, conde de Alensdorf
expressava em nome de seu soberano ao embaixa-
estorbes: srsisssi' s? ^^wa'Jfrswsrs
expurga-lo.
Terminando a leitura da allocuco real, sente-
a boa impresso que deixim uo espirito as sa-
in.-trucces, as opporlunas medidas que se
azada de sas ambiciosas, I jBBlTSftk daf SfSS
fnnnle,?,mChe,gadaeSSa0pp(>r,Undade romPeu 1a oTla caminha ee engrandece P
inopinadamente a paz, em que comnosco eslava, | Quanto a questao de S. Domingos corra o boa-
de-
por actos da mais escandalosa violencia|e selvaja-
ria, aprisionando o vapor, que conduzia' o ^Vi^^^^^^S^^
^p^n^Jg****MMOrinm, emprehndeu coV? o^rebeE' Essa asSrg
e bastante inverosmil; a Franca nao tem pretex-
to ilgum por ilOmiscir-se nesse negocio ; ella dei-
xara a Ilespaoh ser nica juiza do que deve fazer
em ama guerra que s a ella interessa. Mas te-
nna ou nao sido dado conselho nao impossivel
que o governo hespanhol d em breve por Anda
urna expediccao que, pelo que parece, to one-
Dito ao commandante superior da guarda naci- i voluntarios, ou as autoridades civis ou militares,
nal de Nazarelh.Mande V. S. poslar em frente da quem elles se apresentarem, sao autorisades a en-
matriz dessa cidade, no dia 25 do correte, urna vlar sem perda de tempo ao commandante das ar-
guarda de honra tirada do batalhao n. 18 de in-1 mas, ou ao presidente da provincia, todos os que
faotaria desse municipio para acompanhar a ima- se lhes forem apresentando,.acompanhados das
gem de S. Sebastio .em proclsso para a sua competentes guias para serem pagos de seus ven-
'8r,'Ja- i cmenlos desde o dia em que se tiverem offerecido,
Dilo ao director das obras militares.Para po- podendo ser-lhes adiantados e abonados pelas res-
n"er resolver sobre o requerimenlo em que Fran- poclivas colleclonas os correspondentes aos dias
-cisco Antonio de Miranda pede o pagamento do necessarios para a sua viagera al a capital,
concert e limpamento dos canos quo conduzem 4." Os vencimentos dos sobreditos voluntarios,
agua para o quartel do Hospscio, recommendo seja qual for a sua cathegoria e classe, sao os mes-
V. S. que me imforme se taes concertos foram fei- mos que competen! aos voluntarios do exercito e
tos pelo referido Miranda sem aulorisacao de V. mais trezentos ris diarios (arts. 2, 3,13 e 14 do de-
S., visto como por offlcio de 30 de setembro do an- creio) alm das mais vantagens no citado decreto
no prximo fiado se mandou proceder as escava- concedidas.
ces precisas para o exame dos preditos canos, 5." O commandante das armas, logo que se lhe
afim de poder fazer-se o orcamento da despeza apresentarem, ou fsrem enviados voluntarios de
com os concertes de qne nocesstassem eno foi ain- qualquer daquellas classes, com guia ou sem ella
da approvado o ajuste de que trata V. S. em seu solicitando-a neste caso, os far aquartellar com a
offlcio de 28 d'aquelle mez sob n. 180. i decencia o distinecao devidas ao patriotismo de
Dito ao commandante do corpo de polica.A taes cidadaos, e os alistar em um corpo especial
vista da suainformaco n.66 de 3 do correte, auto- deVoluntarios da Patriaque delles ser exclu-
riso V. S. a mandar dar baixa ao soldado do corpo' sivameute formado, admittindo nos postos inferio-
seb seu commando Marcolino Cypriano de Albu- res que tiverem, at ao de sargento, os que forem
querque,qne finalisouoseuengajamentoenoqoer da guarda nacional, ou do corpo de polica, e na
continuar no servico. j qualidade de cadetes ou soldados particulares, com
Dito ao juiz municipal da 1* vara desta cidade. as facilidades recommendadas no decreto, os que
Remetto Vmc. para ter e conveniente des- estiverem no caso de s-lo (art. 6o do decrclo.)
tino a inclusa guia do sentenciado Antonio Fran- O referido corpo especial de Voluntarios da
cisco de Soma 1, que vet do presidio de Fer- Patriater quanto antes principio de organisago
nando e se acha na casa de delencao como declara com a nomeaco do commandante e dos offlciaes
o Dr. chefe de polica em offlcio de 26 de Janeiro para esse lira indspensaveis, e alm da divisa de
ultimo, constante da copia inclusa. | honra e dislincco, que lhe concede o decreto (arl.
Dito a cmara municipal de Nazarelhe.Pelo H do decreto) usar de um uniforme proprio e
oflicio que me derigio a cmara municipal da cida-distinclo. Composto esse corpo, se proceder
de de .Nazarelh, em data de 30 jaueiro allimo, fi- formaco de ouiros pela mesma forma,
quel inleirado de se acharem juramentados e em I G.1' A todos os sobredilos Voluntarios da Patria
possados os novos vereadores desse municipio. sao garantidas pelo mencionado decreto, alm de
Portara.O presidente da provincia, atienden-i outras vantagens, que o poder legislativo em seu
do ao que requereu o labelliao de notas e esciivo patriotismo, sem duvida confirmar e tornar ainda
do crime e civel do termo de Santo Antao Belar- I mais liberaes e mais ampias, as seguinles : baxa
mino dos Santos Bolco, resolve conceder-lfle 2 me-' immediata do servico, linda a guerra, sem mais
o qual e seus companheiros soffrem nos carceres
todas as agonas de um longo supplicie, para
serem aioda provavelmente sacrificados, quando
j a natureza exhauta os fr abandonar.
Pernambucanos I As recordaces destas atroci-
dades destes insultos nao vos faz ferver o sangue,
nao vos abraza no desejo de vingar vossos irmos
e sustentar com honra o nome Brasileiro?
Pernambucanos I Correi s armas, vinde
alistar-vos entre os Voluntarios da Patria.
Pernambucanos I E' chegada a hora dos sacrifi-
cios I Cumpre nao med-los, para que a vossa
gloria se torne lambera incommensuravel. Um
povo heroico, como sois, aeceita-os com enlhusias
mo, quando os exige a patria.
Pernambucanos I Todos os olhos esto Otos em
vos : todas as vozes vos chamara ao campo da
honra, onde se Ilustraran! vossos maiores.
Vinde, nao interrumpis essa tradicao gloriosa,
legado precioso de vossos pas, que deveis trans-
mitlir mais rico ainda vossos filhos. Temei a I tem de assustaaora gracas"aos"P0 mflhbes' qaelT
tamulos, o escarneo do presente, a' ram emprestados pelo crdito mobiliario italiano,
Pernambucanos. A's armas 1 Vossos .rmos' SEft ZX^T&r^tS,
Viva S. M. o Imperador.
Vivam os Pernambucanos.
Vivam os Bravos da Patria.
Recife, C de fevereiro de 1865'.
Antonio Borges Leal Castello-Branco.
Cao, parecer-lhe-hiam depois
religio ? Tinha o direilo de condemnar as dou-
tnnas contrarias a religio.
O que, porm, fez foi diverso. Pretende provar
que a autoridade da igreja deve at esteader-se so-
bre cousas de ordem civil e poltica. E" a velha
questao desde muilo lempo decidida em sentido
contrario. Se tem buscado explicar a conduela da
corle de Roma pela irrftagao que lhe teriam cau-
sado as convencoes de 19 de dezembro, em virlude
das quaes, as tropas francezas devera ser reti-
radas.
^ Sejam, porm, quaes forem seus motivos, ella so
expe lancar sustos e inquietaces em mais de
urna consciencia, inquieta e tmida. Ter ferido
em suas coovieces todos os calholicos que pensa-
vam poder conciliar suas crticas com as opnes
liberaes. Nao podem crer que lhes permiltido
acariciar como urna theoria favorita o priocipio da
roberania do povo, por exemplo. Criara at hoe
que a poltica nada linha de commnm com as opi-
responder que seu paiz antes de tudo, quera por
a; em salva-guarda os interesses militares, martimos
maidico dos
condemuaco do futuro.
ros j quanto estril nioes religiosas. Lendo o manifest do papa, vero
i poyo espannol sentir sem duvida grande hu- qoe novos deveres lhes sao oipostos, que os limites
minaeao vendo recuar sua bandeira, porm seria > de sua submisso sao alargados e que um appen-
loucura naver obstiaacao em um disignio que s, dice disparatado tem sido ajumado -ao veueravel
ruina e confusao pode preduzir. fundo de, suas crencas.
A situaco actual do reino da Italia parece querer Os jornaes ditos religiosos teem approvado a en-
meir.orar. u ministro da guerra acaba de tomar cyclica sem reserva, tem declarado que era um de-
exceiientes medidas para tornar menos dispendio- ver stncto para todo o bemealholico de se confor-
i 7 ,aaulen?ao do exercito conservando entre- [ mar com ella, mas muitos cathoiicos nao se pode-
lauto toda sua Torca effectiva. As reduceoes se rao resolver obedecer as ordeus quo lhes sao da-
dao nao so nos corpos nao comnateotes, trens, das, elles conservaro o thesouro precioso dos sen-
ooreiros militares, etc. como as repartlces. i tmenlos de f que receberam da educaco mater-
lo a situacao das finangas, parece que nada! na e recusaro as doutrinas da recente eney-
elica.
O catholcismo nao perde com isso nada, suas
raizes nao podem ser destimldas em nenhuma al-
ma, aquolles de quem o sustentculo ordinario,
despezas da adminlslracao, e o estabelecimento de
alguns novos imposlos lorao as finabas pouco
mais ou menos equilibradas.-Pelo menos, o que
se espera.Em breve ficar tudo prompto por a
transformago de Florenca em capital do Reino, e
esta iraosformaco nao provocar as resi-lencias
que se receiavam. Os habitantes de Turim esto
resignados a sua aova condiceo ; a municipalida-
de quer transformar o municipio em urna cidade
especialmente industrial ; pedir alguns grandes
Irabalhos pblicos, titulo de indemnisacao de sua
gloria perdida e ludo ser para melhor.
O papa acaba de publicar urna carta eneyelica
dirigida a todos os bisos, a qual tem eilo j um
enorme abalo e que fornecera um novo alimento
s paixoes que tem desencadeado os successos da
Italia. Ella mosira-se infelizmente repassada de
um espirito de hostildade implacavel contra as
ideas da soeiedade moderna. Amaldicoa princi-
meira reuniao dos representantes da nacao que os ; pios que a geracao contempornea ha proclamado
negocios do paiz estao em iristissima situacao. A com enthusiasmo. Faz votos pela ressurreicao dos
raiulia de llespenha vio-se forjada, pela evidencia: privilegios deque a igreja teve de pOsse, ma-,
urna tal confissao Ella disforcou, que os progressos da razao, e s nogoes do direito
EXTERIOR.
CORKKSPOffDEXCIAS BO IA
RIO DE PERVIURCCO.
P1RIN.
7 de Janeiro de 186a.
Deve por certo custar muilo a urna bocea real
confessar, em occasio to solemne como a pri-
quanto pode, no discurso que pronunciou na ses-
so de abertura das cortes, no da 22 de dezembro.
Nesse discurso, qae vamos analysar, se nota um
trecho em que S. M. declara ; t que o estado ge-
ral da monarchia, considerado era seu todo, nao
satisfactorio ; e que um projecto de lei de gran-
de importancia ser proposto s corles para reme-
diar esse estado.
Essas palavras infelizmente estao inteiramente
_ s nogoes
tem feito desapparecer para o bem de todos. Co
mo de lamentar que o papa nao tivesse tido um
pressentimeoto do mal que poda fazer a causa
sagrada deque o seu titule o torna primeiro de-
fensor ? Como nao comprehendeu elle que sepa-
rndole assim da soeiedade contempornea, se
expe a diminuir o imperio da religio no mundo?
A religio ser sempre a soberana
dos homens, sua iniciadora ni senda
c commerciaes que a ultima guerra creara para
elle em Schleswig-Holstein. Urna commisso cora-
posta de membros de diversa reparlices ministe-
riaes acaba de ser formada nesse sentido. Mas
em "ro^rdadeiro provavelmente applanar as
oitnculdades de todo genero que poderiam encon-
trar as usurpacoes projectadas. Espera-se ver a
Prussa elevar pretenges exorbitantes. Por outro
lado um commissario austraco acaba de ser envia-
do aos ducados. Seu papel consistir, pelo que se
suppoc, a destruir tanto quanto lhe fosse possivel
a preponderancia da Prussa. Deve comecar res-
taurado aos nacionaes utn grande numero de em-
pregos deque os prussianos se tem apossado na ad-
mimstragao dos cerreios e telegrapkos. Alm dlsso
o >r. de Mendorf declarara ae ministro da Bavira
que seu governo dosejava assegurar aos ducados
urna independencia to completa como a de que go-
zara os estados da coorederaco germnica.
be esta declaraco tem sido feita realmente, com-
prehende-se todo seu alcance. Desintelligenciasou
engaos dao-se a cada instantes sobre questoes de
detalhe, entre os dous grandes estados. A Prussia
tendo manifestado intencao de annullar urna coa-
vengao telegraphica que se concluir, sem direito
algum, pelos commissarios federaes com Hamhur-
go e Bremen, a Austria pedio que esta coavenco
fo. e mantida.
Apezar desies apparentes dissentimentos, ludo
faz pensar que a Austria deixaria a Prussia tomar
os ducados d'Elba, se, em troca de urna concesso
tao importante, a Prussia garantisse a Austria suas
provincias meridionaes. Alguns quercm que o
i facto somente da garanta prussiana permittiria a
Austria reduzr seu exercito e econemisar assim
) milhoes de dorios por anno. E' porm, prova-
evitaro perde-lo/ S o papa perder alnuma cou^ !"-S ^overno do rei da Prussia nao loraa>- t
ligeiraraeote empenho to serio. E" de presur
que a interveucao da Prussia nos negocios da Italia
provocara a intervengao da Franca em sentido con-
trario e neste caso graves riscos teria a correr.
A Allemanha tem ainda outras preoecupacojs
A Baviera e o Saxe tem reunido seus esforgos para
formar uraa poderosa allianca entre os estados se-
cundarios d'Allemanha e assim contrapesara Prus-
sia e a Austria, mas nada indica que esses esforcos
corara as noees que sao es fundamentos denbsso KLfiEE L?2* SnUpnd que Qma
direito publico, no ser publicado ; o clero tem uaTS 8e?iaP nmhm .?p* } f n?"?"10
sido iutirnado para nao fallar respeto disto. Um SSfifift H^ra0b5ma"ea' e ,|uao dlfflc''
tal decreto e,l perfeitamenle de accordo com as ZSEXtSS&SS mwnm eSladS
leis que regem as relaces da igraja com o estado
e com o papa. A medida que acaba de ser loma '
ja, acaba de augmentar ainda a impopularidade
que se liga a seu nome e que elle parece pro-
curar.
O governo francez, que voluntariamente reivin-
dica a herana das conquistas da revolugao, derla
sentir-se ferido por esse manifest. Tambera o
Monitor acaba de publicar um decreto que autori-
sa a publicacao da parte da eneyelica annunciando
o jubileo para 1863, somente. Quanto aos ataques
da, nao ple ser censurada, somente era quasi
desnecessaria, por isso que as doutrinas cuja pro-
pagago se quer impedir, bem poucas pessoas po-
diam seduzr era Frange.
Antes de annunciar, esse decreto deveria ter
fallado n'uin facto queche alguns dias anterior.
s nages estrangeiras fracas nao valcro
nunca um grande povo, e jamis se poderao man-
ter em um accordo comparavel a inabalavel, cohe-
sao que possuera por si s urna grande ngao.
Na luglalerra a vida poltica nao tem actualmen-
te manifestares mteressames, e realmente nada
amos a mencionar a seu respeito se ultmamen-
: anoraeago do princp7Napoleo"Vora Sdae d1falo*nT.id0'-nin- grade '^'^ libcral na
------- ----------...,.,,,.,,,. -n uncu aniouio i uuo UU..1CU3, aun iiuuiauura II l senua UO i
de accordo com a verdade.' A situagae nao boa coamento moral, mas seus representantes deve-
e torna-se^urgente dar de qualquer modo remedio riam conquistar-lhe os coracoes, em lugar de os
ao mal. O que resta saber se a lei que se por-
mette ter o poder de dar ao paiz a .prosperidad
e calma de cuja falta to cruelmente se ressente.
Esperava-se que a rainha fizesse alguma allusao
ultima crse ministerial e as circumstancias que a
occasionaram. A lal respeito porm guardou um
prudente silencio. E' fcil de comprehender a re-
pugnancia que deve experimentar um soberano
constitucional em tratar de iguaes queslSes. Ser-
Ihe-ha isto sempre penoso. Nessas guerras elvis
em miniatura, que se chamam tempestades par-
lamentares o chefe de um estado constitucional
res de licenga para tratar de sua sade.
Despachos de dia 4 de fevereiro de 186o.
Requerimentos.
Andr de Abren Porto.Informe o Sr. engenhei
dependencia de ordem do governo, paraos que nao
quizerem continuar nelle, passagem gratuita para
as suas provincias, gralificacao de tresentos mil
ris no fim da praca, iscnco do servigo do exerci-
to e marinha e da guarda'nacional activa, penses
aos feridos e s familias dos que fallecerem, pree-
ro chefe da repartico das obras publicas. rencia nos empregos pblicos e as promoges
Albino Pereira de Jess.informe o Sr. Dr. i offlciaes em igualdadede condices, ele etc (art
chefo de polica. 12, 4, S, 8, 9, 10e 12 do decreto)
Claudino Jos Crrela.Nao admlsslvel, em 7.a Formaraq tambem corpos especiaes de Vo-
vista da informaco do commandante do presidio,; luntarios da Patria guardas nacionaes com seus
apretengo do supplicante, quanto accondugo de j respectivos offlciaes e cora as raesraas vantagens
gneros para'o mesmo presidio. | para estes e pracas de pret os corpos da mesma
Deonizlo Ferreira Cavalcante.Informe o Sr. guarda, que em corpo se eflerecerera para o servF
Dr. juiz de direilo da eomarca de Goianna, ouvn- j co da sobredila guerra.
do o juiz municipal respetivo, 8.* Salvo o caso do artigo antecedente, e excep-
Francisco Gomes de Araujo Vasconcellos.Diri- tuados os offlciaes, que fr preciso nomear-se para
ja-se ao Sr. commandante superior da guarda na- a organisafao dos corpos, de que trata a ultima
ciooal do municipio de azareth.
Irmandade do Sanlissimo Sacramento da fregue-
zia da Boa-Vista desta cidada.-D-se.
parle do art. 5o desta portara, quaesquer outros
offlciaes de qualquer classe, q\ie se queiram offe-
recer para aquelle servigo, com as vantagens e
Joao ueociecio da Silva Paul, e mais quatro in-, privilegios do deereto, devero esperar por decisao
dividuos.Apresentem-se ao Sr. commandante das do governo imperial soBre a aceitago de seu pa-
armas- / triotico offerecimento, se nao se apresentarem com
Cao, e deve-se
zer o imperador, como urna demostraco comrai-
natoria extremamente clara com inder'ego corte
consoladora pontificia. E' notorio que o principe Napoleo
do aperfei-1 hostil ao papado no que diz respeito ao governo
temporal, c indubitavel que o accrescimo de influ-
encia que lhe pode dar seu novo titulo, nao ser
empregado em favor da manutengo desse gover-
no. Este acto do imperador dever ser extrema-
mente agradavel aos Italianos.
Eutretaoto necessario ser prudente e moderado
na interpretago do pensamenlo de Napoleo III,
por serem suas iotengoes sempre difficeis de co-
nhecer-se. Tem-se j vislo os Italianos, guindo-
se por indicios capazes e illudi-Ios, conceber so-
bre a poltica de Fraoga esperangas seguidas de-
pois de crueis desengaos !
Quanio ao_governo italiano, elle deixou publicar
sem opposico a eneyelica e as 80 proposigoes que
se referem aos erros exlra-pengosos, o publico ne-
nhuma impresso teve por isso.
Ha conviccSes de que a retirada das tropas fran-
cezas ser inmediatamente seguida pela queda do
governo pontificio, e espera-se ojacontecimento com
seguranga. Muitos Italiaoos desejam que o sobera-
no pontfice, deserabaracado de todo poder poltico,
. recolhe taci-1 lirio. Depois censura o p'rincipo em virtude do continu a residir na Italia. Como monarcha, Po
lamente sua parte, na colheita de injurias de que qual a vontade do povo manifestada, pelo que se IX 'em muitos inimigos ; como soberano pontfice,
seus amigos, seus conselheiros, seus ministros se i chama c opinio publica constitna urna le supre- tena muilo -nenos.
T,!!!08^ .' h1*- suPer,or a 'od^ o direilo divino e humano. o governo bavaro fez oublicar a ancvplica em
Quanto a des.ntell.genc.a que existe entre a Ser Mate pradeote atacar orna oocao Uo rasta, a Sl^SLJn^iSLl^A^JS
Hespanha e o Per, a rainha diz que espera que to popular, qual a que consagra o direito dos ho- mentros Saz or es sobre
' actual, substituindo-a -
O sob-secretario do eslado das
colonias tornou a palavra all. Fez a apologa da
conduca tda pelo governo da rainha em Nova-Ze-
primanas, pdese crer que a atfitude"queseaba de ffi ''2SLF S indigenas "!***?* PPri"
lomar o papa foi de algum modo por esla noraea-
encarar a escolha que acaba de fa-
membro e vice-presidenie do conselho privado do
imperio, cujo acce.-so ha 6 annos, lhe era recusado.
Sem receio de se perder em pesquizar as causas
alienar.
Em seu principio a eneyelica lembra que a San-
ta S nunca deixou de combater as doutrinas ten-
dentes a a-acar a religio, e a soeiedade civil. Para
continuar essas tradices o santo padre faz urna
critica realmente muilo amarga e injusta da mor
parte das negoes que formara, de algum modo, o
patrimonio moral de nossa suciedade. Assim, con-
demna as doulnnas que leudem, segundo suas ex-
pressoes, a obstar a forca saluiar que a igreja ca-
tholica deve exercer at a constfmmaco dos secu-
los nao s respeito de cada hornera, como das na-
gosa da prerogaliva, na vertade bem pouco inve-1 ges, dos povos e de seus chees.
javel, de assislir a luta como um iovisivel comba- j Parece isto orna especie de reminiscencia impr-
tenle, e, ate, receber golpes no refreg parecendo tuna de um poder que a igreja possuio outr'ora,
nao tomar parte nella.
se collocam em frente
Com effeito, dous partidos
um do outro ; disputam o
cujo renovamento, porm, impossivel.
Mais adiante, a eneyelica conderana a liberdade
pooer, lazendo reciprocamente aecusacoes as mais I de consciencia, e dos cultos, e lembra que Grego-
nramantes; mas o monarcha, que tem sempre af- rio XVI qualificra esta preriosa liberdade de de-
(lindado com ura dos dous partidos, >" : .~- n~.i ---------..
em breve cesse a guerra
urna paz duradoura.
Passando aos negocios do Mxico, a fallado
throno encara de um modo interamento favoravel
a exaltago do principe Maximiliano e exprime a
esperanga de poder a Hespanha renovar com 9sse
paiz, relagoes polticas e commerciaes que o ami-
go governo havia tornado impossiveis.
Sobre a questao italiana, era fcil sair bem do
uegocio, visto toda soluco definitiva ter sido es-
pacada pelas ultimas combloagoes diplomticas.
A rainha limitase a declarar que se a questao ita-
liana lomar urna nova phase, examinar os ajus-
tes que forem aessa occasio propostos, com os
senlimentos de submsso tradcciones que ligara
a Hespanha a Santa S.
Os negocios do soberano Pontfice, no que tem
de relativo aos destinos da Italia vo ter algum lem-
po de suspensSo. Seria pos ocioso discutir agora,
que peso podB ter a influencia do governo hespa-
nhol se, como provavel, a pozer com devolamen-
lo e submisso cega^ao servigo do papa. Notamos
3 ppffupirn iins Ipvii^
5??*hf!idHrig,re h6US PrPrios deslinos, de usar e phariseus que nao compreheadom ns necessda-
da liberdade que e dom de Deas, governando-se a des da humanidade e que recnsam tomar parle as
si proprios, ou escolhendo aqueles a quem encar- obras do progresso.
regara a confeegao e appliraco das leis ?* O prin- Na Austria, a existencia da concordata, colloca
clpio da soberana popular anda novo no man- os cathoHcos desse paiz, emuma estrena dependen-
do, mas conhece-se que e inabalavel, e que derru- cia emjrelagao a samase. A attitude do governo nao
bara lodosos obstculos que se lhe queira oppor. se desenhou anda. Demais todos os espiritos se
Sera sustentado *elo mstincto da justiga, esse sen- achara preoecupados cora a questao da successao
lmenlo de liberdade de que os bomens cada vez dos ducados Esle
raais se compenelraro. .
Nao preciso examinar detalha7BTTrettodos os
pontos tocados pela eneyelica, todava notaremos
o (recho em que s'esligmalisa a audacia daquelles
que professam a opinio perversa de que o poder
ecclesiaslico nao de direilo divino, disiinctoe in-
dependente do poder civil e que nenhuma inde-
pendencia deste genero pode ser manjjda sem que
a egreja nao usurpe direito* essenciaes do poder
civil.
Esta pretencao do oteroj-de se cellocar fra do
direito commnm est eerfha^no seria hoje ad-
railtida em estado atgum europe.
negocie parece intermina-
vel. v
Os ducados de Schleswig e d'Holsteio anda es-
peran* o soberano que se procura para les. A
conducto da Prussia neste negocio, faz crer que el-
la deseja annexar a seu territorio as provincias to-
madas ao rei de Dinamarca. Esta annexacao se
nao pode cumprr seno com lempo, mas parece
que desde j se vai preparando isto... E' prova-
vel que todo o tempo que se perte em hestaces e
negocuooes ser aproveitado. p^la Prussia, para es-
leuder e fortificar sua influencia nessas provincias.
O gabinete de Berln, acaba de informar aos outros
apenas que se linha obrado mal
daodo-lhes um governo popular, nao tendo elles at-
tragido a um certo grao de civlisago precisa para
a ello se submelterem e recolher seus beneficios.
Annunciou que se ia renunciar transporlaco para
a Australia.
Os habitantes deNova-Hollanda devem applaudir
esla medida, que sem duvida alguma favoravel a
sua considerago.
Esperava-se que os quadros da renda do eslado
para o anno de 1863 offerecero resultados satis-
factorios. A diminuigo dos diretos sobre o assu-
car, ser compensado pelo augmento do consumo
sobre diversos arligos e principalmente sobre os ta-
bacos ; os diretos do slo sero augmentados.
Predz-se urna prxima redueco de Imposlos.
Possa esta predicgo realisar-se I E' o melhor voto
que se pode fazer por um povo.
PERNAMRUCO.
REVISTA DftlA.
Aeha-se convocada para o dia 20 do correte
a primeira sesso judiciaria do jurv desta capital,
sob a presidencia do Sr. Dr. juiz de de direilo da
primeira vara Joo Amonio de Araujo Freilas
Henriques.
_ Como est licenciado o professor de instruc-
Co elemenlar desta freguezia, boin sera que nao
easse fechada a respectiva aula, mandando-se
funecionar nella e adjunto que ha.
Informam-nos que em Fra de Portas j co-
meta o folguedo de limas de cheiro; convm,
portanto, que a polica trate de cohibir a infraego
que aislo vai do que ha disposto em sentido prohi-
bitivo.
Dizem-nos o seguate :
< Era das da semana linda, por obra das nove
horas da note, foi preso um individuo para recru-
ta ou censa semelhante ; o qual por achar-se ebrio
dirigi insultos autoridade a quem foi apresen-
lado mesmo na ra, do que lhe resultou urna licu
de pancadas, que sempre lhe ficar em lembran-
ga, apezar daqnelle estado.
Era orna completa balburdia : de um lado o
estafar das pancadas, e de outro os gritos do apa-
ahado, que aflnal la fo com um tal inspector, que
raais sobresahio nessa scen, por certo inconve-
niente para ser representada por agentes da forga
publica, ou da autoridade legal.
De Maranguape (d'Olinda) nos dirige as se-
governos da Ailemanha que elle se propunha sub I guiles informarles com data de 4 do correnla o
>



-
'

J


*"
Diarlo de Pernatubnco Qnarta Irlra 8 de FeTerelro de 18 a.

Sr. capflSo Firmino Theotonlo da. Cmara San-
tiago :
t Ao conheci ment de Vmc venho trazer um
helo, fue pela sua gravidade pareee-me digoe- de
ser registrado em sua conceituada Revista.
Na noite do da l% de deeembre (erim dei
tioras) chegou oossa casa um comboy de volla
conduzindo um escravo do senuur daquelte enge-
oho que razia parte do comboy, gravemente ferido
sobre os rins com urna carga de grossa municio,
pedrado-me o encarregado do comboy soccorros,
visto achar-se o ferido em perigo de vida ; a se-
melhante reclamo, que se confunda com os pun-
gentes gemidos da victima, acodi promptamente
com os fracos recursos que dispunha.
t Concluida a cura, tratei dejioformar-me do fe-
rido a causa.de semelhante acootecimento, e de
sua narradlo conclu o seguinte :
t Um famigerado ladro de cavallos conhecido
por Santos, furlou um cavallo a Manoel Dultra,
morador em Papieu', e fatendo Dultra parte do
comboy em que elle doente a, ao chegar ao Reci-
fe, encontrou o seu cavallo e o tomou ; e como
dito animal ja estivesse em poder de terceiro, e
este supposto dona ficasse sem csuducgo para urna
carga que irazia, Dultra compadecendo-se entre-
gou o cavallo appreheodido aos seus companheiros
do comboy, e em outro que levava conduzio aquel-
la carga. '
- i De volla o comboy, ao chegar no lugar Agua-
fria, prximo rasa de um Dudu', intimo amigo e
comparca de Santos, e da grande quadrilha, cujos
membros sao Dtm conhecidos, observou que um
vulto descendo danuella espelunca atravessou
carreira a estrada, subindo a rampa do lado op-
posto ; e chegaado o ferido essa altura, um tiro
Ibe desfecharam, suppondo sem duvida aiirarem
em Dultra, por vir o ferido em um cavallo melado,
cuja cor tanibem tinha o que Dutra havia tomado,
e vinha na rectaguarda do comboy.
Santos alm de ser um dos mais audaciosos la-
droes de cavallos, depois da revolla de 1848, ma-
tou com om tiro a Manoel de tal, no lugar deoo
minado Cabeca de Cavallo, trras do engenho
Gurguria, cujas circunstancias nao duvidar de-
por a pessoa que perfeilamente sabe desse facto.
t Este malvado tranzita impunemente, vivendo
exclusivamente de furiar cavallos.
Pela subdelegada de Maranguape procedeu-se
a corpo de delicio, pessoalmenle entreguei o
competente autoridade, a quem corre o dever de
processar do faci, e tanto mais | sendo morlo
o escravo, o que me (o commuoicado por seu
senhor.
Um facto anda mais significativo, e que alta-
mente denuncia a primeira autoridade a quem
primeiro tambera cabe o dever de velar pela segu-
ranza da vida e bens do cidadao, a palpitante ne-
cessidade de se lomaren) serias providencias con-
tra essas quadnlhas, se deu no dislricto de Podras
de Fogo.
No da l. do eorrente, sendo preso pela poli-
ca um ladro de cavallos, e chegando a noticia
quadrilba a que pertenca, reoniram-se os ladroes
em numero de oto, e torga de armas soltaran) o
compaubeiro, resultando ferimeotos. Esta noticia,
que me fot dada por pessoa do lugar, foi confirma-
da por urna patrulha, que. passava de Goianoa.
c Estas quadnlhas nao se lmilam smenle a
urtar cavallos. Muitos roubos em casas vo pra-
ticaado, no que muito se tem distinguido a de
Olinda, e com tal arrojo, que al roubaram urna
casa conlingua do delegado, arrancando-lhe a
soieira 11 e j nao teleram, que se toinem os cayal-
Jos que furtam, e nenvque a polica os prendad 1
vo levando ludo a bacamarle.
A occasio a mais opportuna para livrar-se
a provincia da mor parte desses malvados, pagan-
do patria o tributo dos males, que a ella tem cau-
sado : porm qual I Nao conheco na minfaa trra
classe mais privilegiada.
< Ha poucos das estiveram presos na cadeia
dous famosos ladroes, Belisario e Quintilio ; aquel-
le alm de ier soffrido vinte e duas prisoes por
furto de cavallos, coiu quanto casado, s procura a
mulher quando est na cadeia : e este s tendo
para garanta a horrorosa industria de que vive,
foram ambos postos em liberdade,passaodose-lhes
resalvas, que mporlam o mesmo que autorisacoes
para poderem livremente exercer sua profsso II
Belizar'o, depois que Ihe deram a patele, ja
viajou desde Amazonas al o l'rata, sempre ca-
vallo, e s agora que appareceu, porein com tal
infelicdade, que 'oraarara-Ihe um cavallo furtado
no Cumbe e que foi depositado pela subdelegada
de Olinda ; e aqu est garantido na velha Mari-
cata ; e Qulnlilo na sua anliga cova em tres la-
deiras, ambos reorganisando suas quadrilhas, que
se achavam um pauco debandadas.
Mal pensavamos o anno passado, ao trans-
crevermos em nossas columnas as descripcoes do
naufragio do brigue Mondeqo, nos mares da India,
em que tantos acios de sublime heroieldade prati-
cou a lente da armada portugueza Jos Feliciano
de Caslilh, que, dentro em pouco lempo, tea-
mos de rsgistrar o fallecimento desse Ilustre tilho
do atlntico, que em to verdes annos logrou fa-
zerse delicias de sua familia, admirago de seus
companheiros, e gloria de sua naco I
Flor cortada em seu desabrochar de perfumes,
deixa aps si aromas que se nao esvaeeem; por-
que, fechados na nrna da saudade, ho de durar
lauto, quanto a memoria do denodado Portuguez,
cuja postendade comecou naquelle dia em que
os seus esforcos loucos, e sobrehumanos durante
muilas horas consecutivas, atravs de mil perigos,
ferido de contornes, e mergulhando semina timas
poucas de vezes as ondas com que arrasava, s
deveu o salvarse milagre da Divina Provi-
dencia.
Estas palavras que ah fleam soblinhadas sao ex-
trahidas de um primoroso artigo necrelogico, pu-
blicado na Recaiucao de Setembro de 24 de dezem-
bro prximo passado, em que, Irlhanle e exten-
samente sao descritos os dotes d'alma, e primores
de carcter do joven tenente Jos Feliciano de
Castilho, cujo genio admiravamos de longe, e cuja
raorte lamentamos, como se fra de algum dos
nossos bravos.
Chamamos a attencao dos leilores para a cir-
cular, portara e proclamado de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, acerca dos balalhSes dos
Volntenos da Patria, que vito publicados sob a
rubricaGoverno da Provincia.
Hoje impreterivelmente se vender em leilo
o sobrado n. 24 silo no largo do Tergo pelo agente
Euzebio.
REPARTIQAO DAtfOUCIA :
Extracto das partes do dia 7 de fevereiro de
1863.
roram recolhidos casa de deteoco na dia 6
do eorrente :
A' orden) do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Fran-
cisco Jos de Sanl'Anna, Ignacio Peixoto Bezerra
dos Santos, Francisco Cardozo dos Santos, e Seve-
riaco Joaquim dos Santos, como reerntas ; e Pedro
Antonio Coes, como desertor, vindos de Goianns;
e Francisco Dionizio de Souza Chaves, para c*r-
reccao.
A' ordem do subdelegado do Recife, Richard
Harres, amaricano, requisicao do respectivo
cnsul.
A' ordem do de Santo Antonio, Dionizio Bene-
dicto, para "Correcgo.
A' ordem do de S. Jos, Joe Francisco d'Arau-
jo Guimaros, por briga ; e Francisco das Chagas,
por disturbios.
A' ordem do da Boa-Vista, Joiin Morrison; por
embriaguez e Prudencio, escravo de Jos Jacome
Tasso, por insultos.
A* ordem do Feliciano Jos Gomes, por infraego de posturas.
O chefe da segunda secgo,
i. G. de Mezquita.
Casa de detemcao.
Movimenlo da casa de deteoco do dia 6 de
fevereiro de 1865.
Existiam pr'esos392;Blraram43; sabiram 15:
xistem 390.
A saber : nacionaes 909 ; estrangeiros 22 '
mulheres 4 ; eslrangeira* t; escravos 48 : sera-
vas 5-ToUI 390.
Alimentados custa dos cofres pblicos 156.
Movimiento da enfermara do dia 8 de fevereiro
de 1865.
Tiveram alta :
Casimiro Marinho Falco.
Benlo Jos da Rosa.
Jobn Morrissom.
Thomaz Gomes da Silva.
Anicele Nunes da Silva.
Passageiros do vapor nacional Jaguaribe,
sahido para o Acarac e porlos intermedios ;
D. Mara Resa de Oliveira, 2 fllhos e 1 criado,
Antonio de Frenas Guimares Jnnior, Manoel Go-
mes de Freitas, Manoel Gomes Moreira, Amaro
Harrelo de Albuqnerqne Maranho, Julio Cesar
Paes Brrelo; Joo Cavalcanti Barreto Chaves, Do-
mingos de Bessa GuiraarSes, Antonio Jos Barbosa
X
Bahiano, Francisco Jos da Cosa e Silva, Felicia
Rosa de esns, Autono A fio n so Moreira, Thomaz
Antonio Esninica, Antonio Benevides Seabra de
Mello, Claudiuo Joe Correa, FeureMe Gabriel,
Firmino Gongalves Freir BarSo de Mora, dan-
di no do Reg Barros, Jos do Porto 2 criados,
Vicente Gurgel do Amaral. Francisco Theophilo
da R. Perelra, Ursulino Jos Tavares.
Obituario do da 6 de fevereiro de 1865 no
cem1ter10 publico.
Felicia, escrava, frica, 55 annos, solteira, Sanie
Antonio ; febre gstrica.
Camilla, Pernambuce, 8 raezes, Recife; convul-
sas.
Francisca Augusta de Moura, Pernambnco, 25 an-
nos, casada, S. Jos ; febre.
Mjria dos Santos Falcad, Pernambnco, 23 annos,
solteira, S. Jos ; ascite.
Mara, Pernambuco, 9 mezes, Boa-Visl ; coque-
luche.
Thomaz Joaqaim de Castro, Portugal, 51 annos,
solteiro, Boa-Vista; escorbuto.
A pe Ion i a, escrava, Feroambuco, 20 annos, soltei-
ra, Santo Antonio ; tubrculos pulmonares.
Gervasio dos Pire Pernambuco, 22 ancos, soltei-
ro,Boa-Visla ; hexigas.
Manoel Felippe Magalhes, Diamantina, 42 annos,
solteiro, Boa-Vista ; nepatile chronica.
Francisco, escravo, frica, 60 anno8, solteiro,
Recife ; congesto.
Josepha, Pernambuco, 5 mezes, Boa-Vista; va-
rila.
CIIROMCA_JlDICURIA
TRIBIVAL IM tMMEBCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 6 DE
FEVEREIRO DE 1865.
presidencia do exm. sr. dbsembaroador
alselho francisco pehetti.
As 10 horas da maulia, oslando reunidos os Srs.
depuiados Rosa, C. Alcoforado, Basto o Leal, e
presente o Sr. desembargador fiscal, o Exm. Sr.
presidente declarou aberta a sesso.
Lida, foi a pprovada a acta da sesso antece-
dente.
expediente.
Offlco da junta dos correlores, remetiendo a co-
tacao official dos precos cor rentes da praga na se-
mana linda. -Archive'-se.
Foram distribuidos pelos senhores depntados,
para serem rubricados os livros Diarios e Copia-
dor da casa commercial de Res & Silva, e o Dia-
rio da de Pedro Joaqaim Vianna de Lima.
despachos.
No requerimento de Joo da Cunha Magalhes,
apresentando para ser regi>trada urna escriptara
de hypolheca: Registre-se.
No de Jos Marcelino da Rosa, Joo Cbrysostomo
Gongalves Rosa e Marcelino Goncalves Kosa, pe-
dindo o registro do seu contrati de sociedade :
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
No de Jo: Rodrigues da Silva Rocha e Antonio
Jos dos Reis, pedindo tambem que se registre o
seu contrato de sociedade :Vista ao Sr. desem-
bargador fiscal.
No de Godfrei 0. Man e Francisco Mara Du-
prat, pedindo o registro do d.strato de um contra-
to que haviam celebrado ; visto pelo Sr. desem-
bargador fiscal :Regs re-se.
No de Antonio de Souza Leal Flores e Frederi-
co Alves Pereira Pinto, pedindo o registro do dis-
trato do sua sociedade; visto igualmente pelo Sr
desembargador fiscal :Registre se.
No de Cari Fnedrick Theodor Chrisliansen, in-
formado favoravelmente pelo Sr. desembarga dor
fiscal, pedindo ser admittido matricula :Matri-
cule-se.
No de Francisco Ferreira Bailar, visto pelo Sr.
desembargador fiscal, pedindo caria de registro
para o seu brigue Nova Carolina :Como requer,
em vista do parecer do Sr. desembargador fisral.
No de Joo Antonio Alves, pedindo ser Momeado
corretor da praga de Macei :Satisfaga o pare-
cer fiscal.
Nada mais havendo a tratar, o Exm. cr. presi-
dente encerrou asessSo s 11 horas e meia da roa-
nha.
SESSAO JUDICIARIA EM C DE FEVEREIRO
DE 1865.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
ANSELMOJRANCISCO PERETTI.
Secretario, Julio Guimar&es.
As onze horas e meia da anhia o Exm. Sr.
presidente abri a sesso, estando reunidos os se-
nhores desembargadores Res e Silva, SilvaGuima-
raes eAccioli, e os seDhores depulados Rosa, Can-
do Alcoforado, Rasto e Leal.
Lida, foi arprovada a acta da esso antece-
dente.
Foi ponderado ao tribunal que se chamasse a
attengao do escrivao interino Innocencio Antunes
de Farias Torres que conveniente nao esquecer
se de numerar as folhas dos autos que sao por elle
apresentados ao tribunal
Apresenlados pelo Sr. desembargador Accio-
li, foi assignado o accordo proferido na ultima
sesso de dezembrodo anno prximo passado, entre
partes :
Appellante, Antonio da Cruz Ribeiro ; appellado,
Luiz Antonio da Silva.
JLLGAMENTOS
Appellanles, os administradores da massa falli-
da de Siqueira & Pereira ; appellados, os admi-
nistradores da massa fallida de Guimares & Ir-
mo.
Adiou-se o Julgamenlo a requerimento de um
dos senhores depulados.
Appellante, Francisco Luz Carreira & C.; ap-
pellados, Tasso & Irmao.
Sorteado o Sr. depu'.ado Leai em subsliluico ao
Sr. Lemos.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, Jos Teixeira Leite ; appellados, Ja-
mes Ryder & C.
Adion-se o julgamenlo a requerimento de um
dos senhores depulados.
Appellante, Jos Soares Leite da Costa ; appel-
lado, Antonio Ferreira da Silva Maia.
Desprezaram te os embargos.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr. des-
embargador Accioli, a appellago em que sao :
Appellante, Francisco Santiago Ramos ; appella-
do, Joaquim Elviro Alves da Silva.
Do Sr. desembargador Silva Guimares ao Sr.
desembargador Reis e Silva por ser este relator
primeramente nomeado e ter cessado seu impedi-
mento :
Appellante, Ignacio Jos da Silva ; appelladas,
Mara e Joaquina, viuva e herdeira de Manoel An-
tonio de Faria.
Do Sr. desembargador Silva Guimares ao Sr.
desembargador Accioli:
Appellantes, os curadores Gscaes da massa fall
da de Jos Marques dos Santos Aguiar & C.; ap-
uellado, Ignacio Luiz de finio Taborda.
Appellante, o Dr. Ignacio Afery da Fonseca; ap-
pellados, os administradores da massa fallida de
Siqueira & Pereira.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Res e Silva, por ser esle relator primera-
mente nomeado, e ter cessado o seu impedi-
mento :
A impelanle, Francisco Jos da Costa Barros ; ap-
pellados, os administradores da massa fallida de
Pacheco & Mendos.
Appellante, Amonio Joaqaim Salgado ; appella-
do, Jos Francisco Coelhoda Silva Vieira.
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Bastos & Lemos ; appellados, Coimbra &
Rivault.
Appellante o appellado, Joo Antonio Gongalves;
appellados e appellantes, os administradores da
massa fallida de Antonio Carneiro Pinto.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Res e Silva :
Appellantes, os administradores da massa fallida
de Aniorim, Fragoso, Santos & C. ; appellados, Ja-
mes Crabtree & C.
Appell. nte, Jos Moreira da Silva ; appellado,
Joaquim da Silva Lopes.
Appellante, Jos Guilherme Guimares ; appel-
lada, D. Mara Venancia de Abreu Lima Bastos.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimares:
Appellante, Joaqaim Goncalves Ferreira; appel-
lado, Pedro Cavalcanti de Albuquerqne Ucha.
nisTRiBi'ices.
Appellante, Antonio de Souza Reg; appellados,
os caradores da massa fallida de Joaquim Vieira
Coelho.
Ao Sr. desembargador Accioli.
Nada, mais havendo a tratar, o Exm. Sr. presi-
dente encerrou a sesso a ama hora e um ^tarto
da tarde.
TRIBUNAL DA BJELACAO.
SESSAO EM 7 DE FEVEREIRO DE 1865.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
SOUZA.
As 10 horas da manha, presentes os senhores
desembargadores Caetano Santiago, Gitirana, Lou-
rengo Santiago, Almeida e Albuquerque, Assis,
Dona, Motla, Guerra, procarador da coroa, Do-
mingues da Silva e Barros Vasconcelos, faltando
o Sr. desembargador Ucha Cavalcanti, abrio-se
a sesso.
Passados os feitos e entregues os distribuidos,
deram-se os seguinles
JLLGAMENTOS
DILIGENCIAS CIVEIS.
Com vista ao Sr. desembargador procurador da
cora, asappellarescives :
Appellanto, Luiz Jos da Costa Amorrm ; appel-i
ada, a fazenda.
Mandou-se proceder a habililago dos herdeiros
na appellago civel :
Appellante, Jos Hygino de Miranda ; appellada,
a fazenda.
PASSAGENS
Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. desembar-
gador Gitirana, as appellages erris, em qae
sao :
Appellante, Joo Vasco Cabra!; appellados, Tas-
so & Irmo.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
gador Loureaco Santiago, a appellago civel, em
que sao :
Appellante, Antonio Jos de Medeiros Biltan-
ceort; appelladas, D. Josepha Mara Gomes e
outra.
Appellante, Urbano da Silva Costa Gsndim de
Albuquerque; appellado, Thomaz Jos de Sena.
Do Sr. desembargador Leurengo Santiago ao Sr.
desembargador Almeida e Albuquerque, as appel-
lages crimes :
Appellanie, Jos Lucio Monleiro da Franca ; ap-
pellado, Francisco Jos da Silva Santiago.
Appellante, Aleixo Barbosa da Fonseca ; appel-
lada, a justica.
Do Sr. desembargador Assis ao Sr. desembarga-
dor Doria, as appellages civels :
Appellante, Joo Crreia de Araujo ; appellado,
Manoel Joaquim de Albuquerque Lins.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Guerra, as appellages cveis, em que
sao :
Appellante, D. Mara Cordeiro ; appellado, Pau-
lino Manoel da Silva Oliveira.
Appellante, Antonio Correia Pessoa de Mello ;
appellado, Antonio da Costa Melle Lima.
Appellante, D. Josephina Sebastiana Cavalcanti
de Albuquerque ; appellado, Bernardo Jos de Bar-
ros.
Appellante, Manoel Flix de Mello ; appellado,
Manoel Carneiro de Freitas.
Appellante, D. Jovna Simplicia das Neves ; ap-
pellado, Victorino Pereira Mala.
Ao Sr. desembargador Gitirana, a appellago ci-
vel :
Appellante, Gervasio Jos de Magalhes ; appel-
lado, Jos Soares de Acevedo.
A*s 11 horas da manha eacerreg. ue a ssso.
COMMUNICADOS.
i
u imperio nunca nutri aspirages de conquista
acerca dos estados, que Ihe sao viziuhos.
Os seus inleresses mais solidos consisten) em as-
segurar-lhes a paz, e todas as conicoes de prospe-
rdade.
Os esforcos pralicados por todos os homens de
estado do Brasil para conseguir-se esse grandioso
desidertum nao sao desconhecidos ae mundo civi-
lisado.
No comeco do asno prximo passado, qnando
sob a dolorosa impressao das atrocidades exerci-
das contra nossos compatriotas residentes na Ban-
da Oriental, a cmara dos deputados comprehen-
deu que era occasio de adoptar para com aquelle
Estado urna poltica firme, enrgica e bellicosa,
para garantir a vida, a hoora e a propriedade de
nossos concidados, perseguidos e trucidados pelos
agentes e Agurre, o governo do Brasil todava
nao se preparou logo para a guerra.
A misso extraordinaria, de que foi incumbido
o illustre conselheiro Jos Antonio Saraiva pz em
pralica lodos os meios de persuaso, para cbamar
ordem o Uruguay, e s depois que os seus con-
selhos de prudencia foram despresados, recusndo-
se acintesamente ao imperio as salisfages per elle
exigidas, expediram-se ordens para que o nosso
exercito e armada entrassem em represalias.
Antes desses acontecimentos podiam haver no
paiz diversas opinies sobre o modo de solver as
nossas quesles do Rio da Prala ; mas depois que
a torrente das circunstancias nos arraslou guer-
ra s deve haver um partido a tomar, e esse o
da guerra com toda a energa e vitalidade.
Os caudilhos do Estado Oriental, e o despola do
Paraguay, que j lem conhecimento da generosi-
dade e benevolencia do imperio, quando com elle
se trata em mizade, conhegam tambera a sua co-
ragem, dedicagoe herosmo, quando se provoca,
e alea a sua justa colera.
As armas trinmphantes do imperio j expelliram
do Rio da Prala um lyranno sanguinario, que fazia
a vergonha da America ; chegada a occasio de
acabar com os liberticidas, que a deshonran), ede
levantar naquellas regies o pendonacional, eomo
symbolo de todas as liberdades constitucionaes.
O Paraguay geme sob a bota ferrada de um
Atla burlesco, e o Estado Oriental eslorce-se as
mais horrivies convulses da anarchia.
A missiio do Brasil na guerra, que foi conslran-
gido a mover aos governos desses Estados, consiste
em abrir-lhes urna nova era de paz, engrandec-
ment e liberdae.
S mediante essas condigoes, as provincias, que
tem o imperio nos lmites desses Estados, podero
desinvolver-se, e atiingir o grao de prosperidade,
a que lem direilo.
Cumpre. portanto, promover e sustentar a guer-
ra com todo o vigor, e nao poupar sacrificios, em-
quanto a bandeira auri-verde nao tremular gallar-
damente era todos os reductos de Montevideo e As-
sumpeo.
Felizmente todos os brasileiros comprehendem
essa necessidade.
Do Prala al o Amazonas, a nago sentio a affron-
ta feita'ao seu pavilho. pelo selvagem do Paraguay.
As torturas e as depredages, de que tem sido
victimas os nossos irmos, suas mulheres e seus
Olhos, os quaes por forga das circunstancias resi-
dem no Uruguay, tem. revoltado o corago de todos
os brasileiros.
Pois bem I Que o Brasil inleiro levanle-se como
um s horaem, para vingar essas affrontas, e to
irritantes insultos.
Deponhamos no altar da patria todas as nossas
dissenses intestinas; cessem nessa quadra as la-
las dos partidos, e unidos era um s pensamento,
tendo dianle dos olhos a imagera sacrosanta da pa-
tria, auxiliemos o governo nos esforcos que em-
prega para castigar a insolencia dos caudilhos de
Aguirre, assim como a perfidia e a perversidade
do tyrannele do Paraguay.
Quando o estrangeiro ousado pisa o territorio
nacional, nao pode haver corago que nao bata, e
nao estremega de espirito marcial; erga-se o grito
de guerra de urna outra extremidade do imperio,
e moslremos a lodos os povos do mundo, que so-
mos os descendentes daquelles, que em tantos lu-
gares e lanas vezes humilharam as bandeiras das
naces mais aguerridas do velho continente.
Pernambuco tem urna historia brilhaote; os
seusbravos se contarara pelo numero de seis
filhos as guerras coro os Batavos, e quem tem o
conbecimento dessa lula titnica, sent exaltar-se-
Ihc o corago e o espirito diante de tanto herosmo,
na preseBga dos enormes sacrificios que todos fa-
ziam para expellir o estrangeiro das nossas plagas.
Por ora nao carecemos de tao gigantescos esfor-
cos.
Os partidarios dos sinistros hroes de Quinteros
j experimentaran) o valor de nossas armas. Os
muros de Paysand foram reduzidos cinzas pelos
nossos canhes, e os peitos dos caudilhos que es
defendiam. sentiram o ferro fro dos soldados bra-
sileiros. *"
Os habitantes do Paraguay acham-se abatidos
combate a centenares de Paraguayos, um feito
de armas, que podo aferir o valor do sida Jo bra-
sileiro ea frente das hordas selvagens, que temos
a debellar.
Eia, pois I Mostrem os Pernambucanos que sa-
ben) honrar a memoria de seus gloriosos antepas-
sados, e que, quando se trata de fazer sacrificios
por amor da patria, na sero ellos os-ultimos a
dar os mais brilhantes exemplos de aboegacao pa-
tritica.
A Montevideo 1 Ao Paraguay!
Taes sao os brados que hoje rompera dos cora-
ces de iodos os nossos irmos que ficara ao sal
desta provincia.
Ergarn os Pernambucanos os mesmos brados, e
lodo norte levaotar-sena como um s horaem
para rr tes campos do sul eolher a mais ampia co-
Iheilade gloria.
eleitos recentemedteyqc ho "e Impedir os neg- j a mulher do Illm. Sr. Antonio Joaquim da Fooceca
cios Ilcitos, para os-quaas j se preparara denil-
tmdo idneos empregados.
A fraude se levantou com este ministerio, que
para proteg-la, viola aberlamente as leis do paiz,
Galvao.
A mulher do Illm. Sr. Manoel Alves da Silva.
Juizas perpetoas.
D. Mara das Neves G. da Ctinha.
desarma-a justiga, e msisle que se acate como um d. Mara, mulher do illm. ?r. Jos J. D.
PUBLICARES i PEDIDO
palladium santo os livros do commerciante fallido,
deixando sem reparacao e ao desamparo os infeli-
zes operarios, desoladas viuvas e desesperadas fa-
milias, que se deitaram tranquillos e remediados, e
se acordaran) na miseria I
Entretanto, os mercadores reduzidos a migalhas,
as vctimas do destine, porque cessarm os seus
pagamentos, sdcualificados de falhidos fraodolen-
lose culposos, e vao sem reraissSo para os trabalhos
forjados I
A fraude tem tambem sua poca ; e como he-
diondo v-la triumphaote, protegida e sandada pelo
poder T
O governo fez-me jastlca qnando por me Julgar
adversario desla inqualillcavel siluago dignou-se
excluir-me da cmara municipal; ninguem melhor
de quo elle conhece os seus amigos e correligiona-
rios. .
Por suspeitar o Sr. ministro do imperio que na
eleigao de Sani'Anna nao houve fraude nem cor-
rupgo annullou-a. S. Exc. lgico, e comprehen-
0 Dr. Jos Joaqaim Monleiro dos Santos aos seus
municipes.
SU denijue scriptum in fronte
untuscujusque civis quid de repu-% deu perfeilamente a sua poca
Mica sentiat. No lempo em que as cmaras designavam os mi-
(Cickro.) nistros, e eram ouvidas nos grandes negocios, nem
No dia 7 do crreme, destinado presiagao do a fraod-e (Juebrou A uloridade das lei-.nemas
juramento dos vereadores eleitos para o quatrien-
nio que comega, o governo imperial houve por bem
remetler ao presidente da Rima, cmara municipal
a sua inopinada resuluco annullando as eleiges
da freguezia de Sant'Anaa, as quaes merec a
dislincgao de ser um dos mais volados.
Escusado moralisar esle acto imprevisto, por-
que nao vale a pena.
A historia do gabinete actual ama serie de
quedas e de erros que fica abaixo de exame, e s
inspira doloroso pezar.
Inleresses mesquinhos, resentimenlos pessoaes,
exigencias desairosas e paixes frivolas, sao as
causaes da annullago das eleiges da freguezia de
Sanl'Anna.
O governo, dispensado de pensar e resolver so-
bre os grandes interesses do paiz, contentou se com
a larefa de ageitar as pretenges Individoaes e aca-
nhadas de seus raros amigos.
Algumas arobiges Ilegitimas e srdidas especu-
lagoes exigirn) para sua completa tiaaquildade a
minha excluso do numero dos vereadores eflec-i
vos.
Considero-me genuino representante deste muni-
cipio, e guardo a satisfacao do tnumpho que alean-
cei, nao cusanle a liga formidavel que contra mira
se formn.
A resologo do governo em nada alterou ver-
dade da minha elego, que soliclei, nao pela van-
gloria de ser vereador, mas por desejar a ratilica-
go popular da resistencia que oppuz ao ministerio
do imperio, quando tentou absorver o elemento
municipal, do qne creio que ainda nao desisti.
Para a minha ccnsciencia basta a approvago que
das urnas veio saocclonar o meu procedimento.
Cidadao independen te poi meu carcter e posi-
gao, sabem os meas municipes qae da dignidade
de vereador nao seria capaz de tirar outro provei-
to qae nao losse o de servi-los com dedicago e de-
sinieresse, e oestes senlimenlos deixei felizmente
nos archivos da Illraa. cmara municipal irrefuta-
veis lestemunhos.
O meu desejo na cmara municipal foi o de nao
querer compartilbar a responsabilidade de aclos
nocivos economa de seus cofres c contrarios ao
espirito de jusliga e dignidade.
Estou convencido de haver acaatelad) minha!
consciencia e resalvade'de futuras duvidas a repu-
tago que adqueri e dignamente conservo.
Independente dos meus direitos de vereador, es-
candalosamente preteridos e confiscados pela reso-,
lucio que annullon a elelgo de Sanl'Anna, rsta-
me a faculdade de culpar por esse acto, como ci-'
dadao, ao governo que tao levianameote o pralicou.
Est na consciencia publica a legitimidade do
tnumpho opposicionisla na conlenda eleitoral da-
qaella freguezia; assim como sao publicas e noto-
rias as falsidades e fraudes da eleigao de S. Chris-1
lovao, desde o sea principio at a sua terminago,'
suffocando-se pela corrupgo um protesto bem de-
duzdo de nuliidades insanaveis e fraudulentos ar-
tificios.
A opposic nao pode vencer porque o governo
se irrita e quebra a urna no accesso de saa colera.!
O governo lem razao; e o povo nao comprthende
por Iludido o pensamento que encerra a silaagao
actual.
A eleigao deve ser urna farga, porque o systema'
representativo um simulacro. O poder se con-1
centra de dia em dia, e a onda da nsurpago vai i
derrubando todas as resistencias legitimas. Go-
verno de parodia, quo trahe a sua origem e abala
os seu? fundamentos, im a reservada intengo de
substituir a voniade de muitos pela vontade de um,
e organisar, sob a falsa apparencia da liberdade
constitucional, urna dictadura sem ideas e incapaz
da gloria. Sera direito a aspirar a consagragao da
opinio publica, por falla de grandeza d'alma; em
vez da poltica napolenica, miciam a pnica, mes-
quinha em seus successos, prfida em seus re-
cursos.
As grandes eminencias do poder sao occnpidas
por homens mediocres e sem nome, e que deslum-
hrados por urna dignidade que Ihes nao pertence,
cegamente obedecein a quem to graciosamente
Ih'as conferio.
O governo do estado tem sido ltimamente toma-
do por empreitada, e corre risco de se perder por
incapacidade.
Os homens experimentados foram inteiramente
laucados aoesqueciinento, e substituidos por ou-
tros, que nao podem lomar ao serio a responsabili-
dade do poder.
Nem a tribuna, nem a imprensa influem nos
destinos do imperio.
Os ministros actuaes nao conquistaram as snas
posicoes, receberamas em acto de obediencia; o
parlamento nao os ndicou, a opinio publica nao
os conhece, e nem os seus talentos e servigos os
fazera nota veis.
Era toda esta siluago domina a insensatez.
No da da tempestado o leme da nao nao se deve
confiar seno a mos seguras, habituadas a affron-
tar os perigos e a vence-los.
Pois bem : quando o imperio v abrir-se em seu
seio a garganta da bancareta, e indignado quer I
yingar-se dos Insultos do estrangeiro; quando no
interior apparece a negra imagem da miseria, e
no exterior a perspectiva de un guerra, que exi- i
ge muito sangue e muilo dinheiro; quando a pru-1
dente arte de governar aconselha a uniao de todos.
os Brasileiros, e a concentraco no poder de todas
18 grandes intelligencias, de lodos os grandes pres-
tigios da patria; precisamente neste momento
supremo que homens obscuros sao chamados aos
conselhos da eora, e fingem confiadamente tomar
sobre seus hombros o eBcargo pesado de dirigir os
deslinos do imperio.
To ardua misso faria estremecer o mais con-
sumado estadista, emquanto que os actuaes minis-
tros aceitam-a desembarazadamente, e conservam-
a com inexplicavel ousadia.
Em vez de reforgar o exercito, impriminde-lhe
unidade de pensamento eacgo; em vez de cha-
mar os Brasileiros concordia, esqoecendo as dis-
seages polticas ; em vez de restaurar a justica;
resolve de improviso annullar as eleiges da fre-
guezia de Sanl'Anna, com manifest escndalo ; e
parece empenhado em avivar o espirito de partido
e fa*er mais profunda a separago dos Brasileiros
insignificantes repblicas do l'rata ousaram contra
a dignidade e territorio do imperio.
Porque se nao faz a luz ? L'tat c'est moi, gran-
de palavra regia, preferivel a urna soberana
oca, e ao sysleraa constitucional representalivo, re-
duzido a comedia.
Se a ambiguo igual ao genio, venha o imperio
com suas glorias e seus progressos. Mas nao se
deve esquecer que s se pode dizer : L'tat c'est
nn qando rodeiam o poder homens notaveis, que
podem sustentar o bnlho da soberana mages-
tade.
O sublime esta perto do rediculo.
Dr. Jos Joacjuim Monteiko dos Santos.
Rio, 15 de Janeiro de 1865.
(Jornal do Commerrio).
UUM
CASO HOlIVll
D'IMA
Molestia Ulcerosa
Curada.
Todos aquellos que se chao sujitos sof-
frer molestias ecrofulosas, ulcerosas, ou srphi-
1 ticas, anda mosiiio as repatadas de peior
natureza, apenas necesfdto de 1er o seguinte
caso maraviUioso, para que se sintao inteira-
mente convencidos qne a sua propria cura,
nao s meramente poeeivel mas sim absolu-
tamente certa.
Jlo Jos Ferreira Barboza, residente
na i 'i-lado de Maranho, tinha todo o seu
corpo coberto de chagas ulcerosas, e durante
algunos annos seachava debaixodo tratamento
de mdicos os mais afamados, tendo usado
durante todo este tempo quasi toda a especie
de medecinas que um taes casos empregada
pela faculdade medica, porem debalde sem
obter o menor beneficio ou alivio achando-se
pois em taes apuros elle finalmente resolveu-
e, depois de repetidos e baldados esforcos 4
fazer uso da]
Salsaparrilha
DE BRISTOL.
No todo elle apenas chegou a tomar Cinco
Oarrafas de SasaparriUia e quatro frascos das
Pilulas Vegette Atsucarada, e o resultado
foi elle obter una completa e perfeita cura.
Os Sere. Ferreira & Cia., Droguistas de
MaranhSo, forao quem supprirao os medica-
mentos, e acho-se perfeitamente ao facto
d'este caso, e os meamos Senhores, nao s se
acho promplos confirmar o mesmo, como
tambem em fornecer o actual adreaso do Ser.
Barboza, toda e qualquer pessoa que por
ventura se desej informar da verdade.
Eecommenda-se mui particularmente aos
Doentes que tenhao o maior cuidado na escolha
deste excellente remedio, nao usando outro
n5o ser a Genuina Salsaparrilha de Bristol,
> qual t exclusivamente preparada por
LANMAN & KEMP,
De NOVA YORK
pois que todas as mais sao inefficazes o de nen-
hum pratimo
Vende-se as boticas de Caors & Barbosa,
e C. Bravo & C.
eieicSo dos jnizes, Julzas, cscri-
vaes, e mais empregados que
bao de festejar o glorioso ma r-
tyv s. Bebas tifia, na villa de
Ignarass, no aano de 1866.
Jnizes por eleicao.
Os Illm?. e Exms. Srs. :
Bar3o da Vera-Cruz.
Barao do Rio-Formoso.
Os Illms. Srs. :
Dr. Silvino Cavalcanti de Albuquerque.
Commandante superior Joaquim Cavalcanti de Al-
buquerque.
Comraendador Epaminondas Vieira da Cunha.
Major Manoel Juliao da Fonceca Pinho.
Dr. Leoncio Cavalcanti de Albuquerque.
V Sr. ministro do imperio, deputado pela pro- Negociante Jos Rodrigues de Andrade
vincia do Cear, annullando eleicdes da corte,' Joo Henrique Low.
porque o escrivao da polica, na qoalidade de juiz Jaizas por eleicao
de paz tomou a presideoca da mesa parochial I S. | As Illmas. Sras. :
Exc. por ventura se lera esqaecido das actas fal- D. Olindlna Vieira da Cunha.
sas, das duplcalas clandestinas, da prepotencia D. Emilia, mulher do Illm. Sr. Dr. Eslevo Caval-
Gomes Cor-
Celestino de
da polica, da corruf cao, e do sangue que mancha-
rara as elecSes de sua provincia ?
Consenle o Sr. presidente do conselho de minis-
tros, deputado e senador pela provincia do Mara-
nho, cujas eleicdes disputan) pnmazia com as do.
Cear na annullago do proce$o eleitoral da fre-
guezia de Sanl'Anna, disputada com dignidade pe-!
la opposico e terminada sem fraude ?
Fui excluido do Damero dos vereadores effectt- i
vos, verdade, mas o governo conseguio seu re-
canll de Albuquerque.
A malher do Illm. Sr. Dr. Antonio Vicente do N.
Feitosa.
D. Maria, mulher do Illm. Sr. Martiniano Jos Ri-
beiro Pessoa.
D. Anna, fllha do Illm. Sr. Joao Francisco do
Amaral.
Professora D. Francelina Cesarina.
Juizes por detogo. *
Os Illms. Srs.
provado intento, sacrificando a moralidade e a jas- Dr. Joo Carlos Augusto Cavalcanti Vellex
tica. Individualmente nada perdi, porque os meus Rvm. Manoel Ignacio Bezerra do Amaral.
_ municipes sabem qne da Illma cmara nao tirara Tenente-coronel Manoel Francisco de Souza Leao
pelo rgimen tyrannico em que vivem. 0 despolis- lacro de qualqoer-especie, e s encommodos e la- Ildefonso Vieira da Cunba
mo e o privilegio lem all amortecido todos os brios, tas desagradaveis. Joaqaim de Mello Ca.
eum povo em que nao ha estimlos degloiia;' Fez-me favor o governo, porque o tempo que Bento de Carvalho Bastos.
que nao se bate por urna causa sania, qual a que; exerri o honroso lugar de vereador me convenceu Joo de Carvalho Raposo.
leva as nossas armas ao Rio da Prala, nao capaz que nao ha remedio para corar a perverslo mo-
de prodigios,
Um paiz de escravos nao pode ser um paiz de
hroes.
O ataque de Coimbra, onde ara punbado de nos-
ral ; e para qae aggravar soffrimentbs moraes, as
sistindo a novas decadencias ?
O esforco para excluirme a maior recompen-
sa qae roe poda dar o Sr. ministro do imperio. Na
Escrlvaes pw evoco.
Os Illms. Sr. :
Padre Trajano Estevao da Providencia.
Padre Sebastio Jos Ribeiro Pessoa.
Padre Florencio Xavier Das de Albuquerqne.
Collector Carlos Augusto de Carros Lima.
Alferes Roberto Gomes de Fraga.
Manoel FranciM de Arrua Fraga.
Escrivas pordevocao.
As Illmas. Sras. :
D. Clara, mulher do Illm. Sr. Antouie
deiro de Mello.
A mulher do Illm. Sr. alferes Pedro
Souza.
D. Joaquina Maria Cavalcanti.
A mulher do Illm. Sr. Joo Ribeiro Pessoa.
A Olha do Illm. Sr.capilo Francisco das Chagas
Ferreira.
A mulher do Illm. Sr. Jeronymo da Costa Leilo.
Mordomos.
Os Illms.'Srs. :
Tabellio Francisco Xavier Cavalcanti.
Tabellio Luiz Ferreira Bandeira de Mello.
Teuente Francisco Cockles Teixeira de Araojo.
Jos Antonio Ferreira da Cosa.
Ismael Clementino Bezerra.
Jos Gaspar de Souza.
Jos Ribeiro Pessoa de Lira.
Manoel Joaquim Pereira.
Damio Jos Martins de Oliveira.
Luiz Francisco Muniz.
Manoel Joaqoim do Espirito-Santo.
Pedro Antonio Machado. ,
Mordonias.
As Illmas. Sras. :
D. Maria Joaquina Rozenda do Paraizo.
D. Maria Leonidia de Abreu e Mello.
D. Joaquina de Farias Brrtes. ,
A mulher do Illm. Sr. Amaro Joaqoim Galvo.
A mulher do Illm. Sr. Jos Ignacio Ovidio.
A fllha do Illm. Sr. Joo Nepomoceno Gomes
Coiti.
A mana do Illm. Sr. Jos Teixeira da Molla Caval-
canti.
a mulher do Illm. Sr. Trajano de Souza Bar-
bosa.
A fllha do Illm. Sr. Francisco Ambrosio.
D. Maria, mulher do Illm. Sr. Hollanda.
A mulher do Illm. Sr. Francisco Tavares de
Lima.
A mulher do Illm. Sr. Manoel Antonio Ferreira.
D. Anna Joaquina da Silva Leite.
Proco radores.
Os Illms srs. :
Theolonio Amanera de Souza Cavalcanti.
Antonio Gustavo de Lira Flores.
Eoprop'o Rosalino do Espirito-Santo.
Jos Roberto Powell.
Zelador.
O Illm. Sr. Raymundo Nonato dos .cantos.
Thesoureiro.
0 Illm. Sr. Bernardino de Senna Salles.
O vigarlo encommendado, Genuino Gomes Perttia.
Ao nono baalhSo de caradores.
O embarque do nono batalho de cacadores, que
no Apa leve lugar hontem deas de fevereiro, dia
para nos memoravel, derramou no corago desta
cidade bem sensiveis emogoes, desafiando assim
um numeroso acompanhamento popular, que entre
expansivas manifestagoes de interesse pela sna
sorte, nao cessou de o saudar em solemne des-
pedida, prorompendo em vivas eulhusiasticos,
quando feilas as ultimas carteras, deixou elle a
trra, e se entrego aos escaleres para bordo, sen-
do at all honrosamente acompanhado pelo dis-
lincto commandante das armas, e om nao pequeo
numero de pessoas gradas desta capital.
Bem significativa fui aquella popular despedida,
para que o nono de cagadores leve com sigo ama
viva prova do muito afleclo que Ihe tributara os
Pernambucanos, j por serem os seus soldados na
quasi tolalidade e os seus oDciaes na mxima par-
le fllhos da -merma mi heroica, e ja pela discipli-
na, moralidade, bizarra e amor da patria, que to
feralmente os distinguen). Nao nos basta, porm,
esta prova nao escripia, e sem meneo da pagina,
em que a devem procurar; e assim esereverao-la
chamando sobre ella a aliengo do publico e do
governo, que actualmente dirige os destino do nos-
so exercito e do paiz.
Nao somente a disciplina, a moralidade, bizar-
ra e patriotismo, que dislinguem os officiaes e sol-
dados da nono batalho de cagadores : ainda
mais : sao os seus servigo relevantissimos de nao
recente dala, sao os seus brilhantes e passados fei-
tos d'arma, sao as victorias, que o assignalam,
desde quando possuia a i uuineiago e denomina-
gao de segundo, enlre as quaes se torna digna de
especial menso a que muilo o exallou aos 16 de
julhe de 1840 na villa de S. Jos do Norte, provin-
cia do Rio Grande do Sul, sendo o director da ac-
gao o nosso distracto comprovinciano, cnlo rapilo,
e hoje major Joo do Reg Barros Falco ; em vir-
mde da qual baixou o decreto de 18 de julho de
1841 coneedendo ao corpo o honroso uso da meda-
lla da imperial ordem do Cruzeiro, em bordadura
de ouro no centro da respectiva bandeira, entre
duas brilhantes palmas de lonro, com a clasula de
ser conservado este uso emquanto existisse no bata-
lho um s official, ou soldado, que tivesse assistido
e tomado parte naquelle fetto.
E especialmente sobre esle ponto, qne deseja-
mos sejara langadas as vistas do governo, atreven-
dc-nos, por nos parecer licito, a fazer urna per-
yunta :
Sendo o nosso dislincto comprovinciano o major
Joo do Reg Barros Falco, dentre os Ilstrese
mui dignos officiaes actuaes do nono de cagadores,
o nico que lomou parte naquelle glorioso feito, e
no qual lano se distingui como seu hbil e va-
lente director, que nao s merecen exaltadores-
elogios do commandante general, como urna m?n-
sagem especial do proprio chefe da forca contra-
ria, elogiando-o como denodado bravo e habilissi-
mo cabo de guerra; tendo alera disso em sea abo-
no servigos relevantemente prestados j em renta-
dos ataques e j fora delles, as revolucoes da
Cahia e Pernambuco; descuidar-sc-ha ainda o go-
verno de Ihe conceder um accesso, e o effeclivo
coinmando de um batalla, para com elle fazer no
campo da guerra, que flucten), que resplendam
as glorias Pcrnambucanas ??.......
Seja como for, estamos certo, que o nosso dis-
lincto patricio nao deixar novaraente de assigna-
lar-se I nem de distinguir-se deixaro os seas no-
bres e valenles companheiros I......
Deus e a patria os conduzam e os abeocoem ..
e na historia dos nossos abra o historiador espago
para os seus nomes, em letras rutilantes de nao
mentidos brasoes I I....
Estes votos faz
O Pernambucano, N. C. B. C.
C0MME1CI0.
Cotaces offlelaes.
PIUCA DO RECiFE.
7;de fevereiro de 1865.
Cambios sobre Londres 90 d(v. 27 i|4 d. por
i006.
Dubourcq Jniorpresidente.
Guimaressecretario.
Noto banco de Pernambnco.
O banco desconta letras na presente semana a
12 por cento ao anno at o prazo de seis mezes, e
toraa dinheiro ajaros a praso nanea menor de
tres mezes.
Calxa filial do banco do Brasil
em Pernambnco.
A directora desla caixa saca sobre a ca xa filia
na Baha.
O guarda-livros,
Ignacio Nones Correia.
illandega
Rendimento do dia 1 a 6.........146:714*234
dem do dia 7

sos bravos, resisti com energa, lancando fra de' Illma. cmara fleam alguns disliocios brasileiros,
Juizas por devoco.
As Illmas. Sras. :
D. Mariana Rufina do Sacramento.
D. Mara Joaquina de Souza.*
A malher do Illm. Sr. Joaqaim Galeno Coelho.
A malher do Illm. Sr. Manoel Ignacio da Luz.
44:774J043
191:488*277
'




r
rlmento da alfandega
Velomesentradoscomfazendas... 493
eom gneros... 417
610


fct-f* e rttitohnv* triara felfa 8 de Ferereiro de i S(ti

T*
I
Voluntes sabidos eom Calendas... US Coasalado Drovil
eom gneros ... 1:340 Renimento do da 1 a 6......
------ 1:488 Me do dia 7
*srtH no di 8 de a*vereiro#e MU. '
Escuna ingieraEhssoeik Barter mercaderas
Brigue ingler UmaUr idea.
Brigue i nataflor ito -diversos gneros.
Patacho iag\ei-PenlUdera.
Barca ingiera]o}ptradordem.
Bitca portugueza Laura -farinha de trigo.
Patacho inglzCarouilili-farinha da trigo.
Brigue bamUurgueiPmlma-iem.
Saraaca hespanmrfaPortollat -trinltos.
Patacho prusslano--7;MAer-mercaderas.
Barca franceraJean Buptisle-iesa,
Brigue francez Louize Haiderdiversos gneros.
Barca ingiera-Stellacarvo.
Barca ingieraOitftfeawty-idem.
Barca ingieraChanzadem.
Barca ingiera -Amblesidt-dem.
Barca ingieraW/iioflidem.
Pasaeuo ioglezatoadaidem.
laaafi tocio.
HiMe nacional Airoio Malo, entrado do Rio
Grande do Sui, consiguado a Maia & Espirito San-
to, raaaifestou o seguate :
12,080 arrobas de charque, 178 ditas de sebo
era rana; 61 ditas de graxa, 71 couros accuos,
1,009 raleas de ceblas e 40 barris com 5,000
tainhas ; a ordem.
Escuna nacional Graciosa, entrada do Mara-
nbo, consignada a Antonio de Almeida Gomes,
manifestou o sectate :
600 barricas farinha de trigo ; a ordem.
118 barris alcatro : a Antonio de Almeida
Gomes.
Barca ingiera Imperador, entrado de Philadcl-
pitia, consignado a Matheus Austin & U, manifos
toa o segrale :
3,000 barricas farinha de trigo, 300 barriqu-
nhas bolachioha,-200 saceos farello, 1,000 remo3,
200 canas hirosine, 20 molhos com 1000 arcos
de pao para barricas, 10 barricas farinha de mi-
)ho, 20 barrilinhos ignora-se, 6 caixas amendoas,
i dita torcida para lampean, 1 volunte lampedes e
{Mrlences, 1 dito camisas, 20 cairas oleo de amen-
doas ein latas ; aos consignatarios.
iclal.
55:40322
. 8:702*217
roanlado provincial. *rto alistar-se com as contHccOes dos da tereera,
Pela mesa do coosotodo provincial se fax pobll- ". Mas sen augmento de premio.
34:1161339
MOTIMIHTO DO POMO
Novios entrados no da 7.
Terra-Nova37 das, brigue ingle Metina, de 130
toneladas, capito I. C Hole, equipagem 8, car-
ga 2235 barricas com bacalho ; a Johnston Pa-
ter & C.
Terra Nota3! dias, patacho ingler Ida, de 149
toneladas, capito Saranel Harris, equipe* em 8,
- carga 2O09 barricas com bacaiho ; a Jobnston
Pater Para e Macan36 dias e 8 do ultimo porto, escu-
na nacional Ernestina, de 133 toneladas, capito
Mnoel Pereira Marinho, equpagem 11, carga
sal e algodio ; a Palmeira & Beltrao.
Sahidos no mesmo da.
AssPatacho nacional Bom Jess, capito Joo
Goncalves Reis j em lastro.
Babia pelo Rio RealSumaca nacional Hortencia,
capito Antonio M. Pico; em lastro.
Acarac e pertos intermediosVapor nacionai Ja.
guaribe, commandanle Manoel Joaquira Lobato
EDIT1ES.
6 caixas sabo em latas ; a T. Adamson Jnior,
-cnsul americano.
2 voluntes ignora-se
a Tta. Harding.
O Dr. Tristo de Alencar Aranpe, offlcial da im-
perial ordem da Rosa, e.juir de direito especial
do commercio, nesta cidade do Recife, capital
da provincia de Pernambuco, por Soa Mageslade
Imperial e constitucional o Sr. D. Pedro II,
quem Deas guarde etc.
Paco saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem que no dia 13 de fevereiro do
auno prximo vindonro, se ba de arrematar por
yenda quem mais der em praca publica deste
juiso o escravo seguinte :
Amaro, crioulo, representa ter 14 16 annos de
idade, sem defeito algum, avaliado por um cont
e quinhentos mil ris, o qual fra^tenhorado por
execuco de Joaqun) Elviro da Silva, contra o te-
co que no dia l do crreme iadan-se 9*30 ate mareados para- a cttbranc a bocea 80 cene
do anno llnanrelro vigente dos-birpostos de 4 0/8
sobre os estabeleciromfts de eommercio fra da
cidade do fledfe, preBsas de algodao. eocneira's,
cavallarices, botequins, botis, casas de paato, ly-
pographias e fabricas ; de 8 0/0 sobre consultorios
medicas e cirurgicos, escriptorios e canarios ; de
20 0/0 sobre esubelesimentos de commercio em
grossa e a reu/ho, armazens de recoiber, depsitos
Art. 17. Os da quarlaclasse receberao como pre-
sle cen m reis, so forera. a,arinberos, ses.cnta
mU reis ttirea grumete:*,
Arl. 1% j3(HSita<-lao rerefrera o premio
.eento e cincoenta miLreis, se nao forem maiorai
fe quarenta annos e o de cen mil res- se Hvarem
mais daquella idade.
Art.J19. O premio dos voluntarios menores, des-
aliados para ae ompanhias <*e aprendizes ntstri-
fcoiro^ ser d cen mil reis, e se abonar aos
Pnr lR ^eiWdenoia escrava.
, A Uf IU. Silbado 11 de fevereiro a I hora da tarde.
Segu hrevemente a barca portugueza Sympa- O agente Pinto far ieiio a n-quorimente de D
tkia por ur sea carrogamesto completo : quem Malina 0> Siqueira da Cosa Meneaes inrenta-'
qaizer ir de passagera, para o que lea excelleates rante detu casal or fallecimealo de seu marido
eommodos, entenda-e com Bailar A Oliveira, ra o Dr. Jes Raymundo da Casta Menezes e or
Ja Cadft* 2*-______________, despacho do Illa. Sr. Dr. juir de orphoV'de unta
seguir com bre-, Meraw por ncme^Amalii, a^ujl ser vendida pa-
lo trapiches; de 5 por casa de buhar e da mo, P3'*- tutores, ou quem suas vezes flzer :
das ; de 109 por casa de compra e venda de esi: *""' *0- O premios de que tralam os artigosan-
cr.avos, de vender roupa feila no eslrangelro, de Mnes sern pagos pela maneira seguinte :
correctores commerciaes e agentes de leilio; de I Os dos volunurios da segunda elasse, se o
1:0004 sobre casas de operace bancanas com allstamento for por nm auno, Ihes serao pagos in-
emisso e previlegios ; de 6005 pela commisse a '^ramente no acto de assentarasa praca; se or
sem previlegios; de 400* sobre as companbias dou* oa res .aanos, roeeber3o am tros prestacoes
anooyraas e agencias ; de 200* pelas casas de 'guaes, sendo prinwira paya coaio o primeiro
cambio de 50* porcada alqueire de sal; de 30* ^aso- *uni|o,|uaalo Temida mette do praao
por escravo empregado em servido de alvarengas; P contras, a tereaira Hada o dito pTaio.
de l*por lonellada de alvarenga. lancha e canoas1 .8 voluntarios da lerceira elasse reeebe-
abertas; de 20* por cada bote oa saveiro; de 30 raotmn torca parta do prtsnio respectivo logo que
por cada balietra; de 10* por escravo ganhador tenham assentado praca, outra terca parle no flm
ou empregado em servjgo de transportes ou em Pr'meiro anno de servico, e e restante Ando o
prazo de seu alistamenlo.
| 3. Os premios dot imperiaes marinheiros e os
das pracas do batalbo naval serao abanadas como
semestre o*^0* voluntarlos da lerceira elasse.
das (re- i-^-* O* Premios devidos pelo alistamenlo de
armazens; de 10*por cada cavallo de sella do
aluguel ; de 6* por cada cavallo do sella partien-
do 5 0/0 sobre a venda do capim e o de car-
lar
ros, carrocas e mnibus, e tamoem o 1
do de 20 0/0 do consumo de agurdente
.Para o Rio de Janeiro deve
vidade por ter prompta a maior parte do carrega-
monto, o bngoe nacional Invemitel, recebo o res-
to da carga e escravo* a frete: a tratar no escrip-
torio de Amorim Irmaos, ra da Cruz n. 3, ou
eom o capito Antonio Albino de Souza, na praca
oo commercio.
Para Rio de Janeiro.
Pretende seguir em poacos dias o patacho Ca-
pua,tem parte do sencarregamento bordo, pa-
ra o resto,|ue lita falta e escravos a frete : trata-
se coca os seus caaeigoatarios Antonio Luir de
-Olivalra Azevedo d C, no seu arcriptorio ra da
Crtn n. 1.

guezias desta cidade, dos Afogados, Muribeca, San- men.ores Paras > eompanhias de aprenAzcs marl-
to Amaro de Jaboato, S. Lourengo e Varzea, 5- nheires serao nagas-integralmente, logo que se ve-
cando sujeitos a multa de 6 0/0 sobre seus dbitos finque a entrega dos ditos menores,
todos os contrihuintes qae pagarem depois daquel- Ari 2I- As tratificaSes que competen aoa vo-
l dia. luntarios que directamente se alistarem no servico
Mesa do consulado provincial de Pernambuco *' armada, ser pagas -conjuntamente cora a pri-
8 de fevereiro de 1865.O administrador, meira preslaco do premie respectivo.
Aotonio Garneiro Machado Kios.
1.* secgao.tSecretaria da polica dePernambu-
eo, 1 de fevereiro de 18650 Illra. Sr. Dr. chef<
Escuna nacional r*lina entrada do Para, nenie-coronel FraBdsco Santiago Ramos,
consignada a Palmera & Beltrao, manifestou e nao havendo lancador que cubra o preco da
aeguinie : avaliago, a arreraatacao ser eita pelo preco da
... De Macao, adjudicago na forma da lei.
212 saccas com 955 arrobas e 18 libras de al- E pafa que cheglie ao conheclraenlo ie todes
odao ; a Jose4e louaa MartMs.Peraira. mande p^T 0 ppesente ser pnb|cadolpela
70 saccas com 305 arrobas e 26 libras de algo-
do ; a Manoel Henriqoes de S Carvalho e Cesta,
8 saccas com 33 arrobas e 18 libras de algodao ;
a Jos Torquato de Sa Cavalcanti,
47 barricas com 22o arrobas de cera de car-
nauha a Luir Gongalves da Silva
60 coaros salgados, 3 barricas cora 10 arrobas
de cebo, 1 caixo cera de abelha ; a ebastio Jos
da Silva.
454 alqueires de sal; a Manoel Jos Pereira da
Cunba.
Mercadoria estrangeira.
Do Para.
200 saceos farelo, 86 barris e 60 meios
rnanteiga, 100 barris banha ; a ordem.
ditos
ALFANBEGA DE PERNAMBUCO,
AUTA OOS PRECO DOS GNEROS SUJKITOS A DIREITO DI
KXPOBTAClO.SEMANA DE 1 A 6 DO HEZ DE FEVE-
KEino de 1865.
Mercadorias. Unidades. Valores.
>
>
Abanos......... eento
Agurdente de cana. .... caada
dem resinada ou do reino >
dem caxaca........
dem geaebra.......
dem alcool eu espirito de agua-
ardente.....,
Algodao em caroco..... arroba
dem em rama ou em la.
Arroz com casca......
dem descascado ou pilado
Assucar mascavado..... t
dem branco........
dem refinado........
Azeite de amendoim ou mende-
bim......... caada
dem de coco.......
dem de mamona.....
Batatas alimenticias..... arroba
Bolacha ordinaria, propria para
embarque.......
dem fina.......
Caf bom.......
dem escolha ou restolho .
dem torrado....... libra
Caibros......... um
al............ arroba
dem branca..... >
Carne secca (xarque) .... i
Oarneiros........ um
Gamo vegetal...... arroba
Gavernas de sicupira .... nma
Cera de carnauba em bruto. libra
jdera dem em velas.....
Cha.......... >
Charutos........ cento
Cevados (porcos)...... um
Cocos (seceos)....... cento
Colla......... libra
Couros de boi, salgados ... <
dem idem seceos espichados.
dem idem verdes..... >
dem idem cabra cortidos. um
dem idem de onca..... >
Doces seceos....... libra
dem em gela ou massa.
dem em calda...... .
Espanadores grandes um
klem pequeos....... >
Esleirs para forro de estivas
de navio........ cento
1*500
800
800
408
800
900
5*375
2i*aOC
15500
2.56(10
imprensa e afiliado no lugar do co.-iume.
Dado e passado nesia cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 19 de derembro do anno do nasci-
mento de Nosso Senhor Jess Christo de 1864.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Na;ciraenlo, es-
crvo o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe,
O Dr. Tristo de Alencar Araripe, offlcial da im-
perial ordem da Rosa, juir de direito. especial
do commercio, da cidade do Recife e seu termo,
por Sua Megestade Imperial e Constitucional
o Sr. D. Pedro II, quem Dos guarde etc.
Faco saber aos que o presente edital virem,
e delle. noticia tiverem que a requerimento de P.
J. Foulkes fra rescendido a concordata de Caoli-
nita & Filaos pela sentenca do theor segrate :
Vista a materia da peticao de folhas919, na qual
expoe o supplicante Pedro Juao Foulkes que os
sappheados Vicente Ferreira dos Sanios Caminha,
Manoel Ferreira dos Santos Caminha e Alexandre
Ferreira dos Santos Caminha, socios da firma fal-
lida Caminha A Filhos nocumpriram a concorda-
ta que laes fo concedida por seuscredores na for-
ma do antodefolhas 696, e mostrando-se pelo do-
cumento a folhas 929, que com efleito a concorda-
la nao foi cumprida, deixando osupplicante de ser
pago na forma convenconada com falta de boa f
e preaizo do mesmo supplicaate ; julgo rescindi-
do a concordata, e mando qae sejam os credores
convocados nos termos do art. 139 do regulamento
n. 738 para se tratar da formacao do contrato de
. unio ou de nova concordata, devendo a reuniao
nn Itr lugar D8 dia 18 de outul>ro do correle anno
SJS, Pelas 11 horas da manhaa Ba sala dos auditorios
d*lzu:parao que se expediro editaes conforme o arl.
iSlVkl I -135 do Cita{l0 re8u'amento. Os curadores fiscaes
r*xxr ja nomeados reassumiro as suas funegoes re-
tmaa 1UPrend que entenderem bera da massa fal-
IJ22 lida- (Jue Pasar as cusas.
Recife, 23 de junho de.l86i.-Tristao de Alen-
car Araiipe.
_E mais se nao coniioha em dita sentenca ; mas
nao tendo os curadores liscaes reassumido os seus
cargos por se haverem recusado, assim como ou-
tros credores que forara nomeados, ficou a mes-
ma curadora atTecia ao Dr. promotor publico, que
prestou o devido juramento, e devendo-se proceder
a nomeacao de depositario da referida massa,, sao
pelo presente convocados os respectivos credores
a comparecerem na sala dos auditorios no dia 19
do crreme mez s 11 horas da manhaa, e para
que tenha lugar as diligencias prescriptas no art
139 do regulamento n. 738, cima indicadas, sao
os mesmos credores convocados pelo presente a
comparecerem no mesmo lugar no dia 20 de feve-
reiro do aneo prximo futuro pelas ditas horas;
adverlindo, porm, que nenhum credor ser ad-
rai.lido por procurador se este nao tiver poderes
especiaos para o acto, e que a procurago nao po-
der ser dada a pessoa que soja dovedora aos fal-
lidos, nem um mesmo procurador representar por
dous diversos credores; outrosim que seio unido
aos votos da maioria dos credores presentes, os dos
credores que que deixarera de comparecer.
K para que chegue ao conhecimento de todos
sera o presente publicado pela imprensa e afflxado
na forma da lei.
Cidade do Recife de Pernambuco, aos 15 de
outobrovle 186i.
O secretario da capitana.
ecio de Aquino Foneeca
C'oaselho adnilnlstradve
de polica, manda renovar a publicaco da postara, O conselho administrativo para fornecimenlo do
addicionai de 12 de fevereiro de 1863 abaixo trans- arsenal de guerra precisa comprar o seguinte.
cripta, adra de que ninguem allegue ignorancia de Para o presidio de Fernanda
2 bandelra imperial de Hiele de seis panos.
2 ditas de flele incarnado de4 panos com 12 pal-
suas disposicoes.
Postaras.
Art. !. Fca prohibido neste municipio o bnn- mos de cumprimento.
quedo de intrudo com agua por qualquer maneira 2 ditas de dita azul com as mesmas dcmensSes.
que se empregue ; os infractores pagarn a malta 2 galhardetes de Alele encarnado de dos panos
de lo$000 res, e 8 dias de prso. j cora 30 palmos de cumprimento.
Art. 2. Fica prohibida a venda de limas de chei- 2 dilos dito atol com as mesmos demensdes.
,'[0^sJinrraclores alm de as Perdere"i pagatio 2 dito dito de dois panos com 10 palmos de eu-
4*000 de multa.O secretario, Eduardo de Barros carnada junto a hastea e 20 ditos de aiul naaoBta.
Falcao de Lacerda. I Para o 9 natalho de infanlaria.
Pela thesourana provincial se faz publico,
que a arrematarlo da obra da concluso da casa
da cmara e cadeia da villa do Bonito foi transfe-1
rida para o dia 9 do correte.
3*000
7IM10
7fii00
05000
440
360
35200
4t00
15000
85000
300
300
15500
25500
155000
6500
600
150
240
105
350
iweoo
1*000
320
500
4*000
2*000
arroba
alqueire
arroba

nm
arroba
*
1
1
urna
Estopa nacionai
Farinha de de mandioca: .
dem de araruta.....
Feijao de qualquer qudlidade.
Frechaes .......
Fumo em tolba, bom .
dem ordinario ou restolho .
dem em rolo bom. ....
dem ordinario ou restolho .
Galliahas .......
Gomma.........arroba
lpecacuanha (raiz)......
Lenha em achas......cento
Toros.......... ,
Linhas e esteios.......am
Mel on molaco.......casada
Milho..........arroba
l'apagaies, .......um
Pao Brasil........quintal
dem de jangada......um
Podras de amolar.....urna
dem de filtrar...... c
Idem de rebolo...... 1
I'iassava........molho
Pontas, ou chifres de voceas ou
novilhos........eento
Pranchoes de amareUo de dous
costados........um
Mora de lauro. ...... >
5=4^..........libra
aabao.......... ,
Salea pai* nina...... arroba
Sebo em rama. ../..- 1
Mem era velas. ...... ,
15*000
15600
25500
4*000
SIMO
55000
145060
85000
8*080
5*000
600
25500
255000
25000
115000
8*000
240
900
35000
5*008j
5*000
800
4*000
1,5000
120
3*500
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimenlo, escrl-
vao o subscrevi.
Trulao de Alencar Araripe.
orna
duzia
>
arroba
Sola em vaqueta. .
Tabeas de araarello.
dem diversas. .
Tapiocas.....
Tatajuaa.........quintal
Travs......... urna
Gatas dobot.......Cento
Vassouras de piassava. '.
Ditas de timb...... *
Ditas de carnauba..... 1
Vinagre.........caada
205000
105000
15000
120
400
25*000
5*000
75000
2*b00
140*000
87*080
3*000
2506*
0*80
200
105000
85000
.6*008
500
DECUBAGES.
Aifandega de Pernambuco, de fevereiro de
86S.-
Assignados):
I 1." coafrente, Jmutuo Jos. Tutores.
0 2. conerente, Francisco Alfonso Ferreira.
Approvo.-Altaudega de Peraamuco, 4 de fe-
vereiro de 1865.A. Eulalio.
wnforme. v *. esenptsranov Joo dwx Santos
Porto.
fHeeebedorla fe renda* nter-
a geraeade Pernamhneo.
Beadimento dodia 1 a 6
dem do di 7 ........
t:7fJfl96
601*756
7:33f*43?
t'aixa filial do banco do Brasil
en Pernambuco.
14 de netro de 1865.
De ordem da directora desta caixa, se convida
aos credores de ^ebastio Jos da Silva a virem
receber do thesoureiro da mesma caixa o que em
rateio Ihes toca da venda de urna das propieda-
des, que segundo a concordata.lhe foram entregues
para serem vendidas.O guarda-livros,
'.guaci Nunes Crrela.
De ordem da directora desta mesma caixa se
lar publico aos senhores accionistas que o respec-
tivo thesoureiro est autorisado a pagar o 22." di-
videndo de 10* por accao.
O guarda livros,
Ignacio Nones Correa.
Pela thesouraria provincial se far publico
que a arremataco da obra da ponte de Motocolom-
00 foi transferida para o du 9 de fevereiro prxi-
mo vindouro.
Secretarla da thesouraria provincial de Pernam-
buco 28 de Janeiro de 1865.-0 secretario,
A. F. d'Annunciacao.
Aviso
aoa navegantes.
Pela capitana do porto de Pernambuco se faz
publico para conhecimento dos navegantes, que a
boia do extremo do sul do banco do iugiez que ha-
via sido lancada praia por Ihe haver arrebeata-
do aamarragao, foi aovamente collocada, demar-
cando-lhe o pharol do*pico ao 0 1/2 N 0, e a tor-
re do seminario de Olinda ao N 1/2 N O, rumos
magnetices, e em fundo de 5 bracas, exactamente
onde termina pelo sul o Recife que rma o banco
inglez. Capitana do porto de Pernambuco 4 de
fevereiro de 1865.-0 secretario,
Decio de Aquino Ponseca.
Coapanhia pcrnamhueaRa
Da ordem do conselho de direccio e em virtodo
do art. 24 dos estaflos sao convidados os Srs. ac-
cionistas rennirera-se em assemblea feral no
segundo andar da casa da praca do Corpo Santo
n. 11, pelas 12 horas, da da de fevereiro pr-
xima
Pornambuco, 30 d* Janeiro de 1865.
O cermie, F. F. Borgos.
Pela thesouraria provmcial se faz pnhric*,
que a arremataco da obra da eonetesao do ralo
sentral da casa de detenco foi transferida para oj
dia 9 do crreme.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco i de fevereiro, de 1865.-0 secretario,
A, P. d'Annmiciaeao.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco Io de fevereiro de 1865. O secretarlo,
A. F. d'Annunciacao.
O coosulhe de compras para o arsenal de
guerra precisa comprar o seguinte :
Para a companhia de cavallara.
75 mantas de algodao, 160 bracas de cordas de
linho : as pessoas que qulzerem vender dilos ar-
tigos, apresentem suas propostas em carta fechada
na sala do censelho, as 10 horas da raaahaa do dia
15 do correte mez.
Sala das sessdes do conselho de eotpras para o
arsenal de guerra 7 da fevereiro de 1865. O ea-
carregado daeseripturaco,
Maoael Jes de Arevedo Santos.
Capitana do porto de Pernambuco, 14
d'Janeiro de 1865
Em vistadascircumslancias melindrosas em que
se acha o pair, sendo necessarlo que todos os bra-
sileros, concorram para a sustentar;ao dos brios e
dignidades nacionaes, compromellidos na guerra
com as repblicas do Uruguay e Paraguay, manda
o lllin. Sr. capito do pono, em virtude do que ihe
foi determinado por S. Exc o Sr. ministro e secre-
tario de estado dos negocios da marmita, convidar
nao s aos matriculados, como a todos os cidados
que se queirara alistar na qualidade de voluntarios
para armada, a se apresenlarem nesta capitana
nos das uteis das 9 s 3 1|2 horas !a tarde.
Oulro sito, sao igualmente convidados os indivi-
duos que tiveram uaixa do servigo naval, a alista-
rem se por um anno ou mais, garantindo-se-lhe
nao s as respectivas escusas, logo que termioem
os seus contratos, mais ainda os premios lixados na
lei, para os que voluntariamente procurara o ser-
vico da armada, e- bem assim urna gratilicacao
mensal, igual a metade dos sidos, que percebiam
na occasio era que obtiveram baixa. f
As vantagens e condiccoes para o allstamento se-
rao as estabelecidas telas instruccoes que -baixa-
ram com o decreto n. 1591 de li de abril de 1855
que sao as seguintes :
Art. 12. Distngur-se-ho seis classes de volun-
tarios :
1.' Dos individuos quo quirerem servir na ma-
rinhagem sem lempo determinado ;
2.* Dos que se quizerera contratar para servir
aa marinhagem por lempo determinado :
3.' Dos que se prestarem servir na marinha-
gem os prazos eslabelecidis no artigo 3." do decre-
to n. 1466 de 25 de ootubro de 1854, e que escu-
sam o nacional do servico militar ;
4.' Dos que quizerem ter praca no corpo de im-
prtaos marinheiros.
5.' Dos que se deslinarem para o batalhao naval.
6.* Dos aprendizes marinheiros.
Arl. 13. Os voluntarios das differentes elassse
defluidas no artigo antecedente devoro ter os re
qnisitos seguintes :
1.' Classe.Os que se alistarem para a marinha-
gem sera lempo determinado, devem ser fortes,
saos, acostumados a vida do mar, ou pelo menos
capazes de servir na praca de grumete.
2." Classe.Os que se contratarem por prazos de-
terminados, de um a tres annos, devem ser fortes
saos, e acostumados a vida do mar.
3." Classe.Os que se conlralarem para servir
na marinhagem o prazo de seis ou de oito annos,
em conformdade do artigo 3. do decreto n. 1466
de 25 de outubro, devem ter os requisitos dos da
segunda classe, excepto a pratica da vida martima
que podera ser despensada com a clausula que
adianto ( artigo 16) se expressa.
4. Classe.Os alistados para o corpo de impe-
riaes marinheiros devem ser cidados brasileiros
de 18 35 anaos de idade, ou al 40, sendo homens
do mar; fortes, saos, e capazes de todo o servico.
5.* Classe.;0s alistados para o batalhao naval
devem ter 18;at 45 annos annos de idade, e os oa-
tros requisitos da quarta classe.
Todava poder-se-ha admitlir alguns estrangel-
ros medanle previa autonsacio do governo.
6/ Classe.Os aprendizes marinheiros devem
ser cidados brasileiros, de 10 a 17 annos de ida-
de, de constiiuicao robusta, a aproprada vida do
mar.
Poder-se-ha tarabem admitlir menores de 10 an-
nos, que tenham suficiente desenvolvimeato phy-
sico para os exercieios do aprendisado.
Art. 14. Os voluntarios da prmeira elasse perce-
be rao os sidos concedi4os pelo artifo 1 do decre-
to n. 1466 de 23 de outubro, mas nada receberao
a titulo de premio ou gratificarlo.
Ser-lhes-ha declarado, e expressado nos seus as-
sentamentos, que aooblero guia de desembarque
I sem previnir ao commandanle respectivo dous
mezes antes, salvo se nisso nao honver inconve-
niente para o servico, por qne ealo serao imme-
diatamem aitendidos.
Hmarosa+v, qno tes dever ser entregue com
a guia de desembarque, declarar qne a contar
dessa data os sobreditos voluntarios, se forera na-
cionaes, cam isenlas do recrulamealo por um au-
no, ou por lempo igual ao que tiverem servido sos
navios do estado, se este prazo for menor ; salvo,
porm, o caso de etreumotoaeias extraordinarias
durante s quaes ficar suspensa a isencao.
Art. 15. Os da segunda classe receberaos os pre-
mies segniates :
Se ferem grumetes; dez, viole o dous, ou trtntt
e qnairo mil reis, segando se contratarem por um,
dous, ou tres annos.
Se forem marinheiros : vinle, quarenta e cinco,
oa setenta mil reis, segunde o prazo de seu contra-
to for de ara, doas, ou tres annos.
Alm do premio receberao mais os referidos vo-
luntarios se directamente se apresenlarem, a gra-
tWcaQo de qoatro mil reis seudo estrangeiros, o
de cinco rail reis sendo nacionaes.
Esta gratifleaco, porm nao se abonar repet
405 varas de brlm branco.
405 ditos algodosnho.
242 esleirs.
857 1|2 varas brira branco.
772 l| ditos algodosinhos.
Para corpo de voluntarios.
500 varas brim branco.
250 ditas algodosnho.
Para o 4 batalhao de artilharia ap.
12 malas forradas de couro.
6 caixas com folhas de flandres de 16 a 20 pole-
gadas de comprtdo e 11 a 14 de largura para mar-
mita do mesmo batalhao.
As pessoas que quizerem vender laes artigos
apresentem suas propostas em cana fechada na
secretaria do conselho s 10 horas Ido dia 13 do
corrente.
Sala das sessSes do conselho administrativo,
para fornecimenlo do arsenal de guerra, 6 de fe-
vereiro de 1865.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel-presidente.
Sebastio Jos Basilio Pyrrho,
Vogal-secretarlo.
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo para foroecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objeclos
seguintes:
Para o arsenal de guerra
50 resmas de papel almajo.
60 ditas de dito paulado.
50 garrafas de tinta prela.
3 arrobas de estanto em vergninhas.
4 ruchamos com 25 palmos de comprmeme e
6 pollegadas em quadro, sendo madeira de qua-
lidade.
9 ditos de 25 palmos de compriraenlo e 5 polle-
gadas em quadro.
8 eixes de ripas.
Para a enfermara dos menores do arsenal de
guerra.
1 livro de 200 folhas para o receituario da mes-
ma enfermara, com 10 pollegadas de largura e 15
de comprimento.
1 dito de 200 folhas para o registro pe entradas
e sahidas dos doentes, com 19 i/2 pollegadas de
largura e 15 de comprimento.
2 ditos de 200 folhas-cada um, para os officios
recebidos e dirigidos.
Quem quizer vender laes artigos aprsente snas
propostas em carta fechada na secretaria do conse-
lho administrativo, s 10 horas da manhaa do dia
10 do corrente.
Sala das sessdes do conselho administrativo para
forneciinento do arsenal de guerra, 3 de fevereiro
de 1865
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Sebastio Jos Basilio Pyrrho,
Vogal secretario.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para foroecimento
do arsenal de guerra precisa comprar os objec.os
seguintes :
Para o presidio de Fernando.
24arrobas de assucar branco.
2 ditas de arroz.
1 dita de cha da india.
5 ditas caf de raroeo.
10 barricas de farinha de trigo.
5 resmas de papel pautado.
4 arrobas de vrlas de carnauba.
8 arrobM de sabao (massa).
Quem quirer vender laes artigos aprsente suas
propostas era carta fechada na secretaria do conse-
lho administrativo, s 10 horas da manhaa do da
8 do corrente.
Sala das sessdes do conselho administrativo para
fornecimenlo do arsenal de guerra 3 de fevereiro
de 1865.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel-presidente.
Sebastio Antonio do Reg Barros,
Vogal secretario interino.
Rio de Janeiro.
Deve seguir em poucos dias para aquelle porto
o brigue Cruzeiro do Sul, ainda recebe alguma
carga eescravos a frele : tratase com Marques,
Barros 4 C., largo do Corpo Saoto n. 6, segundo
andar.
.Para a Babia
Pretendeseguir com brevidade a sumaeaflor-
lenria.iem pane de sen carregamento prerapta
para o resto que lh falta trata-se com os seos
consignatarios Antonio Lu? te Oliveira Areveo
& C, no seu escriptoriorua da Cruz n. 1.
ra pagamento de dividas, a 1 hora da tarde do dia
aera dito em sen escnptorio a ra da Crur n. 39.
ittSOS DIYE1S0S.
Lisboa e l'iil'lt
Pretende seguir com a maior brevidade a bar-
ca portugueza tLaura, por ter parte da carga
prompta, para o resto e passageiros trata-se eom
o consignatario T. de Aquino Ponseca Jnior, tra-
vessa da Madre de Dos n. 5, primeiro andar ou
com o capilo na praca.
L'EILOES.
iimo
a da quarta-feira 8 do corrente se vender
em leilao pelo geme Eurebio e pelo maior preco
qne se achar, o sobrado n. 24 sito ao largo do
Terco, chao proprio, que rende 40* por raer, sao
convidados os prelendentes a examnalo.
Leilo de 3 iiarris com rnanteiga in-
"jlrza.
HOJTE.
O agente Pesian, vender por conta e risco de
quem pertencer 30 barris com excellente rnantei-
ga ingiera, a qual ser vendida em lotes a vonta-
dedos compradores para o que convido os Pro-
gressos e Progressistas meus cantaradas : no ar-
raazem doSr. Aunes, quarta feira 8 do corrate
pelas 10 horas da manhaa.
Leilo hoje 8 do arrate.
Contina o leilo do mais apreciavel sortimento
de fazendas inglezas, em o armarem de
Adamson, Howie & C.
rna do Trapiche, s horas em que hontem ce-
raecou.
Leilo de qneijo suissos.
HOJE.
O leilo dos queijos suissos annunciade para se-
gunda-tara passada ser elortuado hoje a vonta-
de dos compradores, sem limites : hoje as 10 1|2
horas da manhaa no armarem do Sr. Annes.
Leilo h-je
Pl agente Enzeblo.
De um cabriolet de 2 rodas com arreios e ca-
vallo, grande e bom,garante-se a qualidade, ser
vendido pelo maior prec/>.
L-ilo de escravos.
Q n'a-feira 9 s 11 hora*.
53Ra .1a Cadeia do Re ife53
OLYMPIO*
vender em imo diversos B.scravuS ue ainuos os
sexos com habilJJadcs c sem ellas.
A?IS0S MiBITIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do norte espera-
do at o da 17 do corrente o va-
por Paran, commandanle o ca-
ito de fragata Santa Barbara, o
nal depois da demora do cosa-
me seguir para os portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-sea
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e diaheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luir de Oliveira Azevedo & C.
Rio de Janeiro.
Sogoe uestes dias o patacho nacional Tupi, re-
cebe carua a frete : a tratar na roa do Trapiche
nuBiero 4.
Leilo de trastes e entros amitos arti-
gos dcgoslo.
Quin'a-feira 9 as 11 horas.
53Aroazrm raa da Cadeia de Recife'.i'i
OLYMPIO,
vender ein leilo por ordem de urna familia que
se retira para fora, os objectos seguintes : 1 rao-
bilia de amarello quasi nova, 1 rico prano de ar-
mario, quadros, consolos de Jacaranda com pedra
e cspelho, 1 commoda de Jacaranda com pedra,
marquezas, cadeiras avalaos para sala de jamar,
candiiros a gaz, candelabros, mesa de jantar,
guarda louea, estante para livros, carleras para
escriptorios, mesas' redondas, consolos, objeclos
de ouro e outros muitos artigos que estarao pa-
teutes no da do leilo.
Leilo da loja de selleiro da roa Nova
numero 28
Martins competentemente antorisado far leilo
da loja de selleiro cima em lotes a vontade dos
compradores, bem como de urna excellente ma-
china de lix.r couro e de armagao de amarello
de dita loja.
QuinU-feira 9 do corren,le as 11 horas do dia.
COMPAJTHIA BRASUJEIBA '
DS
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul esperada
at o dia 14 do corrente um dos
vapores da companhia o qual de-
pois da demora do cosame se-
__i guir para, es portos do norte.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada : encom-
damenle ao mesma individuo por eada novo ccjk meadas o dinheiro a frete ateo diada sahida s 2
trato successvo que flzer, se este for de praao me- horas, agencia rna da Cruz n. 1, escriptorio de
or de tres annos. [ AhtanfcvLtil d OHveira Azevedo & C,
Art. 16. Os da tereeira classe receberao mais -___________________________________
urna quarta parte do maior premio que poderiam
obter contratndose coma os da segunda dassse
na praca de grumete ou de marirthelro, qae lhcs
eompetir, e a mesma griltflcaeo apreseutaudo-se
directamente.
Leilo de geueros de estiva, dragas,
cadeiras e tonca.
A saber :
49 barris com rnanteiga marea M. S.
30 ditos com dita marca T.
79 meios com dita marca M. S.
26 ditos cem dita marca T.
29 caixas com queijos marca A.
13 ditas com sardinhas marca V.
3 ditas com vinbo marca F. M.
35 ditas eom champanhe marca Y. S. C.
6 ditas com dita marca C. F.
7 barris com farinha de trigo.
1 barril viBbo tinto.
1 lete garrafas varias.
3 caixas drogas marca C. S. P.
3 ditas com cadeiras marca R. L. & C
ditas com dilas marca R. S. & C.
4 barricas com louea marca M. S.
2 dilas com dita marca F. A. & C
Qiiila-IVira > de fvereirt>4
Na alfandega armazens os. 8 e 9.
O agente Pinto far leilo com aotorisajo do
cnsul de Franca, com licenca do inspector da al- d,ca> e nao contm opio.
ios 6:0906.
Satinado 11 do correte ajez se extrahir
a tereeira parto da deeiraa prmeira lote-
ra (5'J a beneficio da matriz da Boa-Vis-
ta, ao consistorio da igreja do Nossa
Senhora do Rosario da frgue-zia de Santo
Antonio.
Os biltuites,. meios e quarto esta o a ven-
da na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. 15.
Os premios de 6:000T000 ate tOfOOO
ser5e pagos urna hora depois da extraccao
at s 4 horas da tarde, e os outros depois
da distribuic5o das listas.
As encommendas sero guardadas so-
raenteai a noite da vespera da extraerlo
como de costume.
0 thesoureiro,
______Antonio Jos Rodrignes deSonza.
Rega-e ao Sr, hachare! Ozario
de Azevedo juiz municipal de (laran-
Iiiihs, qnera dirigase praca da In-
dependencia ns. 6 e S, ou nnnunciar
sua meroda para ser procurado.
Saude dada a todo o mundo.
Peles preciosos medicamenles des rs. tilintan!ti
C, pharmarcnlieos de S. A. I. o principe Na-
poleo, ra de la Feuillide 7 em Pars.
Porque es Srs. mdicos e o publico usara de pre-
ferencia dos medicamentos especiaos dos Srs. Gri-
mault & ()., pharmaceuticos em Paris, com os quaes-
elles tem sempre obido as ciiras as mais exiraor-
dinarias ?
1." Porque esta casa sendo sem rontradita a
mais importante de Pars, honrada cem a clientella
de urna parte da corte, paten'eada por S. A. I. o
principe Napoleo s veade productos de urna efll-
caeia reconhecida.
2 Perqu esses medicamentos repreentam as
mais recentes conquistas da medicina e da chi-
mca.
3.0 Porque tem todos um gosto agradavel, salis-
fazem a vista, e pdem ser administrados sera pe-
rico, tanto s crianzas cerno s pesfoas adultas.
4. Porque elles differem inteiramenle des*es re-
medios ingieres e americanos, preparados por ln-
duslriaes eslranhos, tanto amedi -inacomo a phar-
macia, dos quaes nao tent nem a scincia nem os
ttulos.
3." Porrjoe estes medicamentos se appliram a
um numero limitado de doenras e nao as curara
todas, como os remedios de que acabamos de fal-
lar ; emOm cada producto lera sua applicarao par-
ticular.
Por isso pensamos prestar um servico a todo o
mundo, indicando aqu as importantes propieda-
des dos principaos medicamentos dos -rs. Gri-
raault & C.
Xarope de raifort Sodado.
Empregado com successo certo em hipar do oleo
de ligado de bacalho, l.io desagradavel, lo difll-
cil a digerir. E'o especifico e mais certo contra
as escrophulas, o lymphatismo, a moler das car-
. nes, os humores das cnangas, a papeira, os rheu-
: malismos, o escorbuto, as affecr;ocs da pello, as
, molestias do peito.
Todos os mdicos de Paris o empregant como o
depurativo o mais poderoso, e o recommendam em
| lodosos casos que precisa-se corrigir a acrimonia
do sangue, e dar-lhe lodos os principios vitaos que
pordeu, seja pelos excessos, pelas adeccoes lym-
phaticas, escrophulosas, e venreas.
Xarope de quina veruaelha fer-
roglnoso.
Ou associaco dos dons poderosos remedios da
materia medica que sao : o ferro nm dos princi-
paes elementos de nosso sangue e a f nina que o
tnico e o febrifaco por excedencia.
Este delicioso medicamento ag-adavel ao paladar
e a vista, tem um resultado admiravcl as flores
brancas, dores de estomago, falta de appelite, po-
breza de sangue. Elle sobretudo til as senho-
ras e as mocas delicadas, para desenvolver e re
gularisar a menstruaco e suspender es effeitos
perniciosos das flores brancas, que sao a causa de
tantas doenras. Elle soberano depois das con-
valecencias de molestias graves, elle o reparador
das forcas e da saude para os doentes enloqueci-
dos pelo Irabalho, os excessos, as affecces escro-
phnlnsas ou venreas.
As mais de familia acharao neste xarope um me-
dicamento sem igual, para fortificar e desenvolver
o syslema osseo das crianzas os preservar das
affecces escrophulosas.
Elixir digestivo de pepsina.
Delicioso licor que oceupa o primeiro lugar en-
tre as aovas conquistas da scincia, a pepsina pos-
sue com effeito a propriedade importante de fazer
digerir os alimentos quasi sem soccorro do esto-
mago, o remedio soberano das gastrites, gastral-
gias, das inflammac5es do estomago, dos figados e
dos Intestinos. Elle supprime os gazes, as nauseas,
as pituites, o desgosto des alimentos, e presta prin-
cipalmente um immenso servico as senhoras n'uma.
poslcio iateressante da qual supprime os vmitos.
As pessoas que padeeem de cancro no estoma-
go ou nos intestinos, vero sua vida prolongada
pelo uso do elixir de pepsina, e es velhos e cenva-
iecenteso suslento de sua saude e o reparador de
suas forcas; porque com urna boa digestao sempre
se gosa de boa saude.
Xarope peltoral de S. Jorge.
Novo especifico, sem opio, reconhecido como o
raelhor medicamento para curar a tosse. defluxo,
catarrho, grippa, irritacao de peito, anginas, dores
de garganta, eoqueluxa, etc.
Este delicioso xarope popular em toda a Franca
foi descoberto pelos monges da abbadia de S. Jor-
ge, no Anjou, e actualmente preparado pelos Srs.
Grimault k C, nicos proprieiarios da verdadeira
receita. Recoramenda-se aos doentes que usem ao
mesmo lempo das deliciosas pasttlhas peiioraes ao
sueco de alface de loureiro-certja dos Srs. Gri-
mault & C, este excellente remedio composto
eom as duas substancias as mais calmantes e ao-
mesmo tempo as mais inoffensivas da materia me-
JeeeSo e capsulas niatico.
Estes dous productos que coostitaem a mais re-
cente e a mais importante mediacn para curar os
corrimentos e as molestias veneraos do hornera a
da mulber, sao exetosivamenle vtgetaes nao con-
tm mercurio, e sSo pi eparados eom as folhas do
rratico arvore do Pern. Nao na molestia conta-
-_____________________________________. P|esa anliga ou rcenle que. raebta ao uso desses
Latlu de 700 pecas de bico e 1,800 saceos dous meio- Soa raptdw a> aco superior a
fandeg* em presenta de um empregado da mesma
repartcao com asistencia do delegado do dito, cn-
sul e por conta a risco de quem pertencer de to-
08 os objectos cima mencionados, parle dos sal-
vados da barca francera Les Amis de Saint Jean
da Lar, ao dfa e lugar cima mencionadas.
Principiar as 10 horas.
Para. ^
Brevemente seguir em direllura ao ndioado,
porto o veleiro brigue escuna nacional Graciosa,
capito Jacintho Nunes da Costa, para alguma
, carga qua ainda pode reoeber trala-se eom o res-
fcxcepiuam-se os qna nio forem homens do atar, peelivo consigoaUrio Antonio de Almeida Qotnu.
e liverem mais de 40 annos de. jdde, os qua. no-, na ra.da Gnu n. 3, primeiro andar,
anos.
Todo avariada
Saxta-feira 10 de feweiro em frente a alfandega.
O agente Pinto far leilo per conta e risco da
quem perleoeer e sem reserva de proco de 700
pecas da bicos e 1,000 saceos varios, tu Jo coas
asara d'agua salgada as 9 |i horas era ponto eai
frente a alfandega.
cilio em eoittinnac de fazen-
das avariadas.
Saxta-feira 10 de feterero:
Na alfandega aratazem n. 8.
O Diana do da designar as quahdades das fa-
aeadas que devero serem expostas em leilio
'aquelle da.
Leilo sexta-feira 10 de carrenle.
De nma casa terrea n. 4 sita na travessa dos
QaarteTs, chao foreiro, rende 1442 por anae, sa
vendar em leilo futo maior nteco qua se ao'har
palo agente Kweljio, rw da Cadeia a. ar-,
marera,
tudo quanto se tem feite al boje. As capsulas
, nunca cansan o estomago nem os intestinos como
! a capsulas de eopalryba, robeba e outras; a in-
jaerao nunca produz o esiretlamento como aconte-
ce com as rajecgSes com base metlica aconseja-
das at hoje.
I Todo? estes productos vendem-se as priacipaes
I pharmacias do Brasil, agente para vender por ata-
; rado, no Rio de Janeiro, E. Chevolel, em Pernam-
buco. Caors A Barbosa, na roa da Vjai a. 28, na
Baha, Lima c Irmaos a em todas as boas phar-
macias do Brasil.
Deve-se exigir sempre assignatara Grimaall &
C por que ha falsifieaeoes perigosas.
Vene-se na bolica fraocoaa ra do imperador
n.38.
Convite.
A aiandade de N. S. da Boa-Viagem, erecta na
povoaco de mesmo nomo, precisa de capel lo pa-
ra celebrar mi-sa nos das santificados, annual-
mente : a tratar com e thesoureiro,- no pateo do
Parairo u. 10.

Precisa-aa de ana ama : na raa do Encan-
tamento n, 12, primeiro andar.
.i


Diario de FernaialsHco .- Quarla letra 8 Fererelro de 18*.

CAsA DA FORTIM
AOS 6:000.000
Biihetes garantidos
1' ru do Crespo n. 23 e casas doesstnme
O abaixo signado vendeu nosseus muitofeli-
zes biihetes garantidos da lotera, que se acabou
de extrahir a be acucio do theatro de Santa Isa-
bel, os seeuiates premios:
Daos quartos n. 3462 cora a sorte de 6:000*000.
Um meio n. 531 rom a sorte di 1:400*000
Dous quarto* n. 2200 com a sorte de oOOsJi 00.
t nutras militas sortes de 200*, 1009, 40* e
26*000.
Os possuidorespodem vir receber seusrespec-
tivos premios sera os descoalosdas lelsna Gasa
da Fortuna roa do Crespo n. 23.
Acham-se venda os da terreira paite da d-
cima primeira loteria a beneficio ca maliiz da
Boa-Vista, que se extrahir no dia 11 do cor-
rente.
Preces.
Biihetes inteiros ..... 7*000
Meios......... 3*506
Quartos........ 1*900
Paraas pessoas qae compraren,
de 100* para cima. .
Biihetes....... 6*800
Meiea........ 3*250
Qaartes........ I*'00
___________Manoel Martint Fiuza
Aluca-se nm sobrado de nm andar da ra
Nova n. 48, a qual tem bastantes romraodos.
O abalxo assignado eslabelecido com taberna
na Capunga, pede a todos os seus devedores que
vennam pagar seus dbitos no prazo de 8 das, os
que se o nao flzerem serao rhamades a juizo.
______________Jos de Alraeida Ferreira.
Precisa-se de um forneiro de primeira classe
e de um ou dous trabalbadores de masseira que
entendam perfetamente do trafego de padaria.no
se duvidar dar-se um ordenado correspondente
ao seu de>empenho : na ra larga do Rosario pa-
liara n. 16, achara com qaem tratar.__________
Aluga-se o segundo e terceiro andar com,
bom sotao da casa n. 16 da travessa da Madre de
Dos junto a alfndega: a tratar com Barros &
Silva no primeiro andar da mesma casa. _____
0 Sr. Manoel Jos <1 ? Souza Pilanga,
que t ve loja*na ra do Queimad y, lem una
caita na livraria n. 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia.
O Sr. Autvliano C. da Rocha Wander-
ley, queira mandar buscar uma caria na
li raria n. 6 &8 da praca da Independen-
ca.___________________________
Jos Soares d'Azevedo, profeasor de
lingna e itteratura nacional no Gy-i nasio
Provi cial do Recife. tem aberto em sua
casa, ra Bella n. 37, um curso especial
I ara cada uma das seguintes disciplinas:
LINGUA FRANCEZA,
GEOGRAPHIA E HISTORIA,
PIULOSOPUA RACIONAL E MORAL,
RHETORICA E POTICA.
As pessoas que d sejare n estudar qual
querdestes preparatorios podem dirigir-se
indicada residedeia, de rnanhaa at s 8
lioras e de tarde a qualqu r hora.
tm
m
O BACHAREL
Pedro Affonso de Mello
Advogado
Largo do Livramento n. 38.
Precisase de uma ama para o servido
mestico deve saber cosinhar e engommar e pre-
fere-se escrava : a tratar no paleo do Carmo so-
brado que fica ao entrar na ra de Santa The reza.
se at amanhaa a preta Anna lr entregue
ao seu senhor proceder-se-ha com todo o rigor da
lei contra quera a tem oceulta a seu servico.
m
do-
Prccisa-se de um amassador : na ra do liaa-
gel n. 9.
Perdeu-se hontem um lapis de ouro riscado
com a pena do raesmo metal cora o nomo da pes-
soa a quem pertence gravado no lapis : quem o
achar pode leva-lo no ("afc e Restaurante do Cmn-
raercio ra do Trapiche Novo n. 22, que receber
20> degratilicacao.
Vicente Gurgel do .Amaral, liquidata-
rio da irma de Gurgel e Perdigao, tendo
de e irar-se para ?o Aracity dei\a hesta
praca legalmcnte autorisade o Sr. Jos S
Leitao Jnior, morador a ra da Madre de
Dos, armazem jun'o a botica ingleza, e
previ.:e a lodos os devedores tanto d< sta co-
mo de outras provincias que quanto antes
tratem de liquidar seus debos.
Saca-se sobre Lisboa, Porto e liba de
S. Migue1, na ra do Apollo l. 20, escri-
torio de Carvalho e Negu ra.
A pessoa que carregou ura guarda chuva no
da da fesia do Foco, da casa da scciedade Bella
Uniao, tcnha a bondade de entregar na ra dos
Pires n. 3 ; o qual bern conhecido.
Precisa-se de uma ama forra para o servico
interno de uma casa de pouca familia : a tratar na
ra do Pires n. 24.
3ii,0OO de grtificaco
Continua a estar fgida a preta escrava de nome
Mara do Rosario, crioula, de meia idade, cheia do
corpo, altura regular, falla de um dedo na mito es-
querda, nadegas empinada, algumas marcas as
costas de chicote, consta ter sido escrava do en-
genho Sant'Anna, foi comprada era 12 de julho do
anno prximo passado ao Sr. Christiano Jos la-
vares e fgida em 18 do mesmo mez e anno : ro-
ga-se as autoridades peiciaes e capitaes de campo
ou qualquer pessoa do povo que aprehenda e le-
ve-a a praia do Caldeireiro a. 24 ou no seco das
lemelas n. 12, que serio gratificados com a quan-
tia cima.______________
Precisa-se de um Sr. sacerdote para capel-
lio de uma fazenda rauito perlo desta praca: a
tratar na ra da Cruz n. 30 das 7 horas da ma-
nha as 6 da tarde, ou na ra da Palma n. 41, de-
pois destas horas.
No dia o do correte das 8 as 10 horas da
noite, fuglo da casa de seu senhor abalxo assigaa-
do a mulata Joanna, escura, altura regular, seca
do corpo, trajande vestido de chita desbotada e le-
vando comsigo uma fllhinha saa de 2 annos de
idade, mulatinha clara de nome Thereza. Dita mu-
lata fi escrava de Jos Antonio Lopes Dias : ro-
ga-se pois aos agentes de polica e a qualquer ou-
tra pessoa que a aprehender ou der noticia della,
o obsequio de dirigirse ao Monteiro a casa do
abalxo assignado, onde ser recompensado.
______________Francisco Rodrigues do Passo.
Deseja-se fallar ao Sr. Dr. Guilherme Cordel-
ra Sintra, na ra estreita do Rosario n. 1.
Aluga-se uma escrava que sabe cozinhar
bem. faz todas as compras e multo Del: na ira-1
ves4a do Pocinho n. 61.
CHEGABAH OS MODERNOS CHALES DE
FIL PRETO.
Superiores chales de fil preto c'iegados pelo uliimo vaper fr loja das < olun n"s na do(rts;o n. 13, de Antonio Correia de Vas oacel-
los <3 C.
ir-a
A NACIONAL
. Companhia geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
lima fianca em dinheiro, depositado sos cofres do estado, garante a boa ad
* ministraco da companhia.
BANQUEIROS DA COMPANHIA
O Banco de Ilespaaha
D1RECCO GERAL
Madrid : Ra do Prado n. !
dos seguros
Esta companhia liga pelo sysiema mutuo todas as combinares de supervivencia
sobre a vida.
Nellapde se lazer asubscripcaode maneira que em nenhuracaso mesmojpor raorte do se-
gurado se perca o capital nem os juros correspondentes a estes.
Sao taosuprehendenles os resultados que produzem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL,queainda mesmo dimlnuindo urna terca parte do interesse produzido em recentes liquidares,
ecombinando-o com a mortalidade da tabella de Depareieux que e adoptada pela companhia para os
seus clculos e liquidacoes, em segurados da idade de 3 a 19 annos, uma imporsicao annual le 100*
produz em effectivo metlico :
annos. ...... 1:119*300
.......3:942*600
>.......11:208*200
>.......30:256*000
>.......80:331*000
as idades menores de 3 annes e maiores de 30, os productos sao mais considera veis.
Prospectos e mais informacoes serao prestadas pelo sub-director nesta provincia o Sr. Jerony
mo Joaquim Fiuza de Oliveira, ra da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista rna da Imperatriz n. 12, estabe
-ecimento dos Srs. Raymundo, Carlos, Leite & Irmao.
No
111ii de .1
i de 10
de 15
> de 20
de 25
ADVOCACIA
0 Dr. Maneel da Naseimento Hachada
Porlclla
31 EO 1
Bacharel Joaqnim Pires Machado Porlella]
I I
i continuam fa advocar no civel, crime, 5
I coinnierclal, ecclesiastico e administrati- |
I vo, e podem ser procurados em seu es-
I criptorio na ra do Imperador n. 83, pri-
f meiro andar.
O Sr. Elias Cordeiro Cintra qeira vir i pa
dara da ra Direita n. 84, a negocio que nao ig-
nora.
B O BACHAREL
JooGoncalves da Silva Mon-
tan-ovos
Advogado
S Ra estreita do Rosario n. 17.
Saques sobre Portugal.
[ O abalxo assignado. autorisado pelo
i Banco Mercantil Portueu-e. e na ausencia
| do Sr. Joaqaim da Silva Castro, saca ef-
fectivamente por todos o J paquetes sobre
as pravas de Lisboa e Pono, e mais luga-
I res do reino, por qualqner somma vis-
ta, e a praso; podendo, o que temarem
saques a praso.recebereroN ista.no mes-
mo Banco, descontando 4 0|0 aoanno: na
(loja de chapos da ra do Crespo n.6, on
na ra do Imperador n. 63, segundo an-
dar.Jos Joaquim da Costa MVia.
THESOLRO DAS MAIS .
Providencia das criancas.
COLLARES ROYER
Electroagaecos.
CHAMADOS
COLLARES ANODINOS DE DENTICO
Contra as couvulsoes e para facilitara
4enticaa das enancas preparados e inventa-
dos por Royor, pharraaceutico da esco-
la superior do Paris, successor de Chereau,
membro da academia de medicina
antiga caea de Bouillon-Lagrange, pharmaceotteo
do imperador
chefe dos trabalhos chimicos da escola po-
lytechaca, director da escola de pharmacia de
Paris, e membro da academia imperial
de medicina.
Estes collares vendem-se nicamente na loja do
Gallo Vigilante ra do Crespo n. 7.
O solicitador Pedro
no da Costa Hachado
se encarrega ante o furo desta cldade de tudo que
for tendente a sua prolisso, aceita departido an-
nual as pendencias judiciaes de qualquer casa
eommerclaI mediante razoavel ajuste. Contina
a se encarregar de cobraHgas nos termos do Cabo
e Ipojacaaonde continua a trabalhar como d'an-1
tes,e encarrega-se de defezas perante o jury nos
termos prximos a via frrea, offerecendo gratui-
tamente seus servc/>s aos desvalidos, pode ser
procu-ado todos os dias uteis das 9 horas da ma-
Bhaa as 3 da tarde na ra estreita do osario n.
Consta-nos que vas ser recolhidas ao colle-
gio das orpliaas duas menores de cor preta, as
quaes embora tenham pal; com tndo acbam-se el-
las em completo desamparo, vi.'to como sen pai
padecendo ha muito de alienaco mental, era arri-
mado pelo seu nico filho, qne ha pouco fdra re-
crutado para servir na marrana, taina Jk etta
hera esteja as campias de Montevideo defenden-
do o paiz qne o vio nascer : sao estas as primei-
ras de cor preta que vo para aquelle estabeleci-
mento. Honra, pois, ao digno provedor e mais
membros da jnnta na Santa Casa da Misericordia,
a qual demonstrando por actos desta ordem a sua
verdadeira inslituico, tanibem demonstra que o
13 doart. 179 da constituidlo do imperio, est de
accordo com a religiao do crucificado.
Antonio Luiz e Oliveira Aicvedo & C-
Agentes do banco Unio do Porto.
Competentemente autorisados sacam por todos
os paquetes sobre o mesmo banco para o Porto e
tipiinrlrl. Lisboa e para as seguintes agencias :
Londres sobre Bank of London.
Paris
Hamburgo
Barcellona
Madrid
Cadis
Sevilha
Valencia
Amarantes.
Arcos de Val de
Vez.
Aveiro.
34, e fora dessas horas na ra Imperial n.36, ca- Barcellos.
a de sua residencia.
Joao da SvaRamos, medico pela Uni
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da rnanhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
em suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serlo soccorridos em qual-
qner occasio. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da rnanhaa.
Tf ra sua casa de sade regularmente
mouda para receber qualquer doente,
anda mesmo os alienados, para o que
tem commodes apropriados e nella pra-
tica qualquer opera^ao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 3*000diarios.
Segunda dita.... 2*500 >
Terceira dita.... 2*006 >
Este estabelecimento ja bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O propietario espera que elle conti-
nu a merecer a conanca de que sem-
pre tem gozado.
Frdric S. Ballin & C.
Joo Gabe & Filho.
. Francisco Rohala & Ballesta.
Jaime Merie.
Crdito Commercial.
Gonzalo Segona.
M. Pereira y Hijos.
Em Portugal.
Angra Terceira.iFigneira
Caininha.
Castel lo Branco.
Chaves.
Coimbra.
Covilhao.
El vas.
Extremse
Evora. /
Fafe. /
Pnhal. (
Porto-alegre.
Thnmar. /
Villa NqVa
Portimao.
de
Guarda.
Guimares.
Lagoa.
Lagos.
La neg.
Leiria.
Monco.
Moneorva.
Regoa.
Setubal.
Vianna do
tello.
Villa Real.
Madelra.
S. Miguel.
Cas-
Naprajada Independencia loja de ourives '^5
n. 33, compram-sc obras de ouro e prata e pedras: f..^
preciosas, assim como se faz qualquer obra de ^
encommenda e todo e qualquer concert.
Aluga-se um sitio na Soledade, ra de Joo
Fernandes Vieira, rom uma boa casa de vivenda
assobradada, reedilicada de novo, rodeada toda de
jmilas, com graodcs commodos para familia nu-
merosa, tendo um grande copiar na frente e col-
locadas nelle tres grandes mesas de pedra mar-
more, quarto fra para pretos, grande cocheira
para carros, e grande estribara, e em frente a
casaumgrnde telheiro para jogo da bola com
touos os seus pertences, Iluminado a gaz, assim
como a casa de vivenda : a tratar no caes do Ra-
mos n. 2.
Bastos.
Reja.
Braga.
Braganca.
Faro
Olivera d'Aze-
meis.
Penna fiel.
Tavira.
Villa do Conde.
Villa Real de Vizeu.
S. Antonio. Faial.
No imperio
Baha. Maranho.
Rio de Janeiro. Para.
Qualquer somma a prazo ou a vista, podendo
. logo os saques a prazo serem descontados no
I mesmo Banco a razao de + por cento ao anno a
; ratar na ra da Cruz n. 1.
Grande armazem de tintas.
HUA DO IMPERADOR N. 22.
O armazem de tintas um grande deposito de
, productos chimicos utensis e os mais empregados
e usados na pharmacia, piatura.photographia, tin-
turara, pyrotechinia(fogos de artificie) eem outras
.industrias.
Montado em grande escala, e supprindo-se di-
rectamente as principaes drogaras de Paris, Lon-
; dres, Hamburgo, Anvers e Lisboa, pode offereceer
productos de plena confianza e satisfazer qualquer
encommenda a grosso trato e aretalho, por precos
: razoaveis.
Prvidos de machuas appropriadas satisfar
com promptldao qualquer pedido de tintas moidas
a oleo, cuja qualidadee pureza de seus ingredien
tes podera ser examinada pelo consumidor, o qae
! nao 6 fcil fazercom aquellas que sao importadas,
e que se encontram no mercado em litas fechadas.
Tem grande collecQo de vidros de differentes
- Est para alugar-se uma casa terrea na ra |"dV'qVe imposto";Ts ait'sta annume'ra 5,r"?'?2?'l de*de uma oitava al-l dezeseisoncas de
da Gloria n. 14, um e 2 andar de um sobrade extraccSo que elle tem tido, e a condecorado que 1 "pacidade ; de vidros para vidracas e diamantes
obteve'na expos.co nacional, coja medalha vem %S*?:lo$5 df P'nceis P^^ n com
gravada nos rtulos dos meamos botes, teem elle PfiT"ed?d,t !lro5 j ,de Papeis dourado!, e Pr*"
deraaisa vantagem de nao ierir o nariz. Tara-1leados folha de Celatina para ornamento; de
bem vende-se o rap denominado Amarillnho que
na Baha goza de grande aceitacao. O deposito
acha-se sempre supprido de todas estas quii-
dades.
Alvaro Augusto de Almeida, subdito
leiro, val a Europa.
Deposito geral do rap princeza Gasso e Paule
Cordeiro nesia provincia, ra da Cruz nume-
ro 18.
Jos Joaquim Lima Bairao, recebedor do rap
princeza Gasse fino, rauio grosso e grosso, Paulo
brasi- Cordeiro, dito meio grosso e viajado, qualidades
" estas que tem nesta provincia obtido grande cr-
dito pela sua encllenle fabricacao, e materia pri
s
na ra do Rosario da Boa-Vista, quasi no pateo da
Santa Cruz, c uma mei agua na estrada de Joo
de Barros, com arvoredos, agua de beber, e portao
para o becco. do Pombal : quem pretender falle
; na ra das Cruzes, sobrado n. 9, das 9 horas da.
manha at ae meio dia.
O bacharel
Francisco Angosto da Costa
ADVSGADO
m
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos,contina a residir na ra do Impe-'
rador n. 17,2 indar, onde pode ser pro-
curado aqualquerhoradodiae da noite
para o exercicio de suaprofissao de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio da at 4 horas da tarde, devem ser
deixados por escripto. O referido Dr.
no abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maicr affince, no das mais difficeise deli-
cadas operares, como sejamdos orgaos
ourinarios.dos olhos, partos, etc.
Ra do Imperador
mmmm
m
numero 69.
J-8
A luga-se
uma casa acabada agora, com commodos para fa-
milia, estribara, cocheira, quartos para.feitore
escravos.com banho na porta, no lugar do Poco
da Panella, ra do Rio : a tratar com Tasso ir-
maos, na ra do Amorim n. 35.
m
wm mmmi
~ SBS Wi i&. FP*.
O Sr. Dr. Sette, agrimensor, se quizer fazer
uma drmarcacao de Ierras, apparga na ra do
Padre Floriano n. 34, para tratar.
Companhia fldeildade de
seguros martimos e ter-
restres estabelecida no
Rio de ftanelro.
AGENTES EM PEPNAMBUC0
Antonio Luiz de Olivera Azevedo k C,
competentemente autorisados pela direc-
teria da companhia de seguros Fidelida-
dc, tomam seguros de navios, mercadu-
ras e predios no sea escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Pede-se ao Sr. fiscal do Recife que lance suas
vistas para a ra da Senzala Nova, onde deita-se
ourina, aguas servidas, e todo mais licho, que for-
ma um lama^ar que encommoda a todos os mora-
dores.
_ Em virtude de ter ido para o sul o Sr. capi
tao Borges Lima, est da novo para ser alngada a
casa n. 14 da ra do Progresso : quem a preten-
der diiija-se a ra da Praia n. 34, armazem de
carne secca junto a ribeira do peixe.
Na aretli
Quera precisar de uma criada portugueza
para ir a companhia de alguma familia que te-
nha de ce retirar para Pcrtugal, pagando-le a
passagem, pode ser procurada na roa do ueima-
d a. 49,
Precisa-se de um Sr. sacerdote que
queira ser coadjutor em uma freguezia n3o
muito distante d'sta praca. onde se Ihe of
ferece vantagens ?na ra do Cre-po n. 21,
"ZTpnT'lM'W .lugar ou comprar um escravo
sem habilidad;/ fla rua oa k^" de Deos n- 36>
primeiro andar. _
Preein-M de uma esr-""* da dada I1*1 sa^-
ba eosinhar o diario de Hrna casa WOMHr :
na rua do Livramento sobrado n. 30. p." *J2J*D
Prpvine-se a pessoa que quera fazer negecio
com os documentos assignados pele Sr. Ignacio
Vieira de Mello, que appareca na ruada Cadeia do
Recite n 54.
A quem fallar uns pares de borzeguins. pro-
enrena roa nova de Santa Rila, armazem n. 19.
Sr. Jezuino que se emprega em condurcao
de cbjectos da estacao das Cinco Ponta?, tenba a
bondade apparecer no armazem n. 19 na rua nova
de Santa Rita.
Pr-cisa-se de uma escrava para vender do'
ees, paga-se por da ou por mez : na rua do Cal-
de i roiro_n. 25, que achara coro quem tratar.
Precisa-se de 200* sobre garanta de uma
casa : quem quizer dar annuncie com brevidade.
Alugam-se dous grandes sobrados com coro-
modos para numerosa familia, noros e aculados,
com jardi i. cocheira, estribara e outras commo-
didades, i/a travessa de Joao Fernandes Vieira : a
tratar na rua da Senzala Nova n. 42.
mmmmmmmmmmmmm
O Dr." Cosme de S Pereira conti-
na a residir na rua da Cruz n. 53,
1 e V andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
sao medica, e com especialidade
sobre o seguinte
1 molestias
2-
3
. Pj-se alagar uma am* que saiba l"**'
nhar o fazer o servico externo de uma casa : na,
rua. d. Imperatriz n. 34, primoiro andar.
de olhos;
de peito :
dos orgSos geai
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rlo examinados na erdem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s
6 as 10 da manha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
co que julgar conveniente para o
prOQat*? fjstabelecimento dos seus
doentes.
3 OB&aaifl
Aluga-se a excellente casa terrea da roa da
Florentina n. 20, que tem muiros commodos para
grande familia, grande quintal com pam-iral. e
ptima agua para o gasto : quem pretender, en-
tenda-se com o Sr. Gurjo, na mesma rua, com
offteina de carros.
O escrivao S'lva Reg n udou o sen
cartorio para a tr.ive-sa do Outidor n... em
uma das loj s d r ba'xo do sob'ado ondi*
mora o so'icitador o Sr. Joaquim de Atbu-
querque e Mello.
Precisase de uma criada para o servico in-
terno de uma casa, sabendo coser e cosinhar com
perfeicao : a tratar na rua do Apollo n. 36, pri-
meiro andar.
Precisase alugar uma ama forra oa escrava
que saiba cozinhar e comprar : na loja da rua
Nova n. H.
Para todos.
O abaixo assignado faz sciente ao respeitaval
publico que mudou a sua offleina de palhiaha da
rua do Imperador n. 24 para a rna das Crines n.
23, igualmente tem para vender palha e junco
mais barate que em outra qualjuer parte.
Manoel da Costa Azevedo Napoleao.
K%Sy>?<>lK< vgyhgvvs<\W< yg ^Imperial Instituto de Ksa Se-
nhora do Bem Conselho.
5 Estando a terminar o curso de ferias
US destu Instituto, desde j acha-se aborta a
5 matricula do anno lectivo para todas as
Jm aulas. ,w
lilil ^^^l^l
Aula particular.
O abaixe assignado, professor particular, prov-
sionado peladirectoriageral da tnslruccopblica
para ensinar primeiras iettras, ialim efrancez,
participa ao respeitavel publico e igualmente aos
senheres pais de seus discpulos que seguoda-feira
9 do crreme tero de continuar no ensino das su-
praditas materias, admiltindo matricula alumnos
externos, pensionistas e mefo-pensionlstas. A pra-
ticade 19 annos consecutivos no exercicio de seu
magisterio, sua inteira dedicado e sua moralidade
sao garantas que offerece aos senhores pais de fa-
milias, que desejam a sia e ntil educacSo a seos
ftlhos.
Quem perianto quizer confiar ao mesmo abaixo
asslgnadoaeducaeiodeseosfllhos.pdedirigirse
a qualqner hora do dia aotereeiro andar do sobra-
do n. 58 da roa Nova, onde ha muito lempo est
eslabelecido.'
Jote Mara Machado de Figueiredo.
Club Pernambucauo.
A directora tendo em consideradlo qne grande
numero de familias de seos assoelados se acna-
vam fra di cidade, resolveu transferir a reuniao
familiar do mez de Janeiro prximo paitado para
o dia 9 do corrate.________
Engomma-se rotipa com perleieio e em conta;
na rua nova, dos Pires, ras* n. 18. se dir quem
preejsa, '
papel grande e pequeo formato "de varias cores
paraembrulho, para forro de casa, para desenho
com fundo j feito; de papel albuminado e Bristol,
! verdadeiro saxe para photographia e para filtrar,
----------------------------------i e outros ; vernizes de essencia para quadros. de
O London 4 Brazillan Baok, saca por todos espirito para madera, copal para o interior e ex-
os paquetes, sobre
Lisboa.
Porto.
Braga.
Vianna.
Guimares.
Villa Real.
Coimbra.
Amarante.
O Dr. Jeronymo Villeia de Castro la-
vares advoga o crime e civel, commer-
co e ecclesiastieo. Pode ser procurado
todos os dias uleis at 3 horas da tarde
em seu escriptorio, rua do Crespo n....
primeiro andar defronte da livraria eeo-
nomlea.
tetior; oleo graxo, oleo seccativo, oleo de linhaea
clarificado, oleo de oielet, secativode Harlim, onro
verdadeiro em p ; prata, ouro, e estanto em fa-
llas de varias cores ; tintas vegetaes, inoffensi-
vas proprias para confeitarias ; la de cores, e
olhos de vidros para imagens; tintas em tubos e
I telas para retratos ; tintas em pastis e em p pa-
ra aquarella ; essencia de rosa superfina, de ne-
|roly, jasmim,bergamota, aspice, palchouly, mbar,
boquet.lmao, alcaraiva, melssa, ortela pimenta,
louro, cereja, alfazema, Portugal, lima^ junpero,
ans da Russia, canella, cravo e muitos ontrosob-
jectos que scom a vista poderaoser mostrados.
Joo Pedro das Neves,
Gerente.
Uma senhora com as habililaeoes precisas
e licenciada pela directora da instrurcao publica
parao magisteiio do ensino de primeiras letras,
reunindo outras habiliUCdes, como bordar de to-
das as qualidades, costuras, etc., olTerecese para
ensinar ditas materias em algum engenho perto
da praca, ou em outro qualquer lugar : os pre-
tendentes que quizerem servir-se de seus prestl-
Jos Francisco de Andrade Jnior, liquida- m0S! p0(jem se dirigir ae Sr co|ector Amerim, em
tario da extiacta firma de Monteiro & Andrade, 0]jnda, rua do Varadouro.
Aluga-se a loja da casa n. 59 da rua Augus-
ta ; quem pretender dirija-se a mesma casa cima
que achara com quem tratar.
julga nada mais dever, mas se alguem se julgar
credor, aprsente sua conta para depois de confe-
rida ser paga incontinente. Recife 31 de Janeiro
de 1865.
Aluga-se o primeiro andar e sotao na rua
Imperial n. 27 : a tratar na travessa da Madre de
Deos-n. 21.
O Sr. Soares Jnior, redactor que foi da Cri-
se (jornal) tenlia a bondade de declarar por este
jornal aonde e quando paga sua senhoria a resti-
tuiQo do que havia recebido adiantado pela subs- >
cripcao do dito jornal, visto como nao possivel j
o annunciaute encontra-lo, por mais que o procu- *
re, na rua das Cruzes n. 23, onde apenas se encon- \
tra um senhor que diz ser seu mano, mas que S.!
S. all nao mora.
Precisa-se de una criada para o servico de
casa : na rna Angosta n. 5.
Ama
Lino de Faria o nico competente ijte
para haver as dividas activas e eutros S
quaesquer bens da extincta firma Faria ^
i C. Elle pois avisa a todos os devedores 2K
para que nao paguem seno a elle ou S
pessoa por elle devidamente autorisada. jf
Espera que os mesmos devedores serao $jjj
pontuaes em satisfazerem seus dbitos, ^g
livrando-o assim'de recorrer aos meios $&%
judiciaes. Elle mora na rua do Impera- yJ
dor n. 57, segundo andar. ig
Na rua Imperial n. 1 precisa-se d uma ama de
leite escrava, sem filho.____________________
AMA.
Precisa-se de uma eozinheira, forra ou captiva :
na rua do Hospicio n. 36.__________________
- Desappareceu no dia 3 do correte um ca- se b|jca no Rjo de Janero d d
vallo ruco com p.nus de pedrs, ceg dos dous assigni-se na rua do Crespo n. 4. Preco da
olhos, os quaes nao mostrara defeito, foi tirado cora M!lgna,urli lrraestre 6*, simestre 11*, um anno
a cangalha : auem tiver noticia dirija-se a rua do igooo.
A Semana lllostrada
Rosario n. 1, taberna do Pocas,
pensado.
que sera recora-
Precisa-se de uma engommadeira : na
do Imperador n. 14, primeira andar.
rus
Aluga-se um sitio na rua do Cabra! da
A professora, alano assignada, que resida
na rua da Pria, mudou a sna residencia para a
camboa do Caimo, primeiro andar n. 21. Os dig-' ,," Al- i ^___ ,
nos pais de familia, tanto desta praca como fra cidade de Olmda, com casa terrea.com co-
della, que quizerem confiar uma sincera educado piar nfrente, bota OS fundos para aestra-
a suas filbas, unto externas como pensionistas,; da e margem do rio Beberibe, com com-
metmaVrofSra a *"f "" """lraUrem Cm modos parafam'l'a. estribara para cavallo
Joaquina Lourenca de Loua. e capim para sustenta-los, arvoredos de
visinho defronte nem pelo
tratar fundo,com ptimos passeios,sala e gabi-
nete na frente, muito prpria parapassar a
festa.e tambem se alugar poranno : a fal-
lar na Recife, na livraria n. 6e8 da praca
da Independencia, e em Olindanacasacon-
Ugua;om o capitSo Antonio BernardoFer-
reira.
e capim para
Offerece-se para casa de homtn solleiro uma i 'CtOS, S
senhora que engomma, cezioha e cose :
na rua do Socego n. 35.
Aluga-se um sitio na estrada dr Joo de Bar-
ros, com grande casa de vivenda, cocheira, estriba-
ra, casas de banho e de pretos, com arvoredos de
fructos : a tratar na rua nova de Santa Rita, casa
n. 5, ou na rua das Trincheiras, cartorio n. 19.
Casas para alugar.
Alugam-se duas mei-aguas a 10*000 cada uma,
sendo praia do Forte n. 6, rua Nascente n. 14 : a
tratar com Azevedo & Irmo, rua do Qneimado
numero 32.
Calxeiro. -.::
Precisa-se de um eaixeiro que tenba grande pra-
tica de taberna, dando Dador a sua conducta, pre-
lerlndo-se nao rapaz : na rua da Medre de Deo
V e drquem precisa.____________
Jos Pranefsco de Andrade Jnior faz scie*-
te ao respeitavel publico e principalmente ao cor-
po do commercio, que admettio para socio a Anto-
nio Joaquim Vinha Maia, tirar gyrando de boje
em Recife 1 de feverelro de 1815.
Aluga-se o sobrado de um andar e sotao da
rua Direita n. 74, pintado de novo, e com commo-
dos sufllcientes para qualquer familia quem e
pretender dirjase a rua da Imperatriz n. 7, qne
achara com quem tratar.
C'ozlDheiro.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 52, compra-
se um preto cozinheiro, ou aluga se orna pessoa
para o mesmo fim.
Pechlucha
Borzeguins de bezerro para hbmem a 5* : na
loja do Arantes.
Precisa-se de uma ama para casa de uma *6>
pessoa, quer-se que saiba engommar e coser; no
armazem de louca, rua do Imperador n. 41.
Alnga-se uma escrava para todo servigo de
uma casa : nao sae rua: quem a pretender
dirija-se rua do Rangel n. SO, segundo andar.
Theodoro de CarvJbo Cavalcanti, Brasileiro*
vai a Europa.
Mobllla.
Alugam-se mobilias : no pateo do Terco nume-
ro 42.______________
Consultorio uiedico-cirurgico na rea larfa de
Rosario a. 20.
O Dr. Joo Ferreira da Silva regressando sna
casa, contina em o exercicio de sua profisso
nao s na parte medica eomo tambem ca ciror-
gica.___________^^^^^
vai a Ma-
Augusto Moreau subdito francez
ce.
Attencao.
Rogase a quem achou uma bolsa eom alguma
roupa dentro em nm dos mnibus do Poco ao Re-
cife, que dirija-se a praca da Independencia ns. 14
16, que ser bem recompensado.
COMPRAS.
Cempram-se escravos.
Silvino Guilherme de Barros compra, vende e
troca escravos de ambos os sexos e de toda idade:
na rua de Imperador n. 79, Urceiro anda*.
Comprase ouro e prata em obras velhas. pa-
ga-se bem : na loja de biihetes da Praga da Inde-
pendencia n. 22.
Compra-se effectivamenie ouro e prata em
obras velhas, pagando-se bem : na rua larga do
Rosara n. 24, loja de- ourives.
Compra-se um domin de cambraia
branca, que seja forrado de madapolo ou
outra qualquer fazenda, e .que esteja em
bom estado, e se for novo melhor ser; a
pessoa que o tiver annuncie para ser pro-
curado.
Compra-se um balcao qne tenha sido de ta-
berna de 10 a 12 palmos de'comprido : quem ti-
ver annuncie por este Diario para ser proca-
rado.
lgodao em carolo.
Compra-se qualquer quantidade por raaior pre-
co do que se paga no mato : na fabrica da traves-
sa do Carioca n. 2, caes do Ramos.
Na mesma casa cima compra-se e paga-se-
bem, estando em bom eso, um sellira inglez, em-
bora seja s o casco. ...
Compra-se um balcao que tnha sido de ta-
berna, de 10 12 palmes de coraprido : quem ti-
ver annuncie por este Diario para ser procurado.
Compra-se uma casa terrea em qualquer um.
dosbairros, nao estn lo mesmo bem reparada:
na rua da Palma n. 41.
VENDAS.
Vende-se um ptimo cavallo para ca-
briol l ou ca ro : a tratar na ru i larga do
Rosario n. 30, segundo andar, das i as fj
da tarde. '
D-se 300* ou 400* com hypotheca em uma
escrava que saiba cosinhar e engommar, ficande
os servicos pelos juros por 4 ou 6 mezes como so
convencionar : a tratar na refinacao da Senzala
Nova n. 4.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado n. 24
do rua da Cadeia do Recife, entrada pelo becco
Largo : a tratar no armazem do mesmo Mbradv^c^
Precisarse fallar ae Sr. Elias Leite da Silva,
e como se ignora a sua morada, pede-se ao dito
ALMANAK. ~
Acaba de sahir dos pr-
los de jiossa typographia o
Almanak Administrativo ,
Mercantil e Industrial desta
provincia, correcto at 31
de dezembro, e vende se a
$; na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia.
Vende-se o sobradinbo da rua nova de San*
(a Rita n. 44 : a tratar na rua de Santa Rita nu*
mero 3. ^^^^
Vende-se
um sitio no caminhe novo, rua da Esperanca, que
vai para o Manguind, com grande casa muite
fresca, tendo 4 salas o 6 quartos, ceziaha e dons
terracos na frente e fundp da casa, e mais um
grande sotao com tres salas bastantes frescas or
ter 11 janelas, estribara, quarto para criados,
duas cacimbas cora agua de beber, tanque e casa
para banho, o sitie todo murado, e eom mil e tan-
tos palmos de fundo, portao de ferro, boas laran-
geiras de umblgo; sapotis e outros arvoredos : a
tratar na rua do Destino n. 16.
Vndese
uma armacao de taberna e os seus uleocilios : na
rua de Jaao Fernandes Vieira n..64, Soledade.
Vende-se uma escrava com habilidades : na
rua da imperatriz n. 34, pumelro andar.
Vende-se uma escrava mulata que engomma,
compra e faz dece : quem a pretender, dirija-so a
rua da Aurora, terceiro andar, lia loja de funl-
leiro.
Casa nos Afogades.
Vende-se o sobradinho de um andar na rua Di-
reita dos Afogados n. SO, edificado era chaos pro-
prios, com quintal murado e portao ; rende 23*
mensaes, e eom algum concert poderla render
40* : a tratar na Ponte dos Carvalhos cora o Sr.
Flix Ramos Leulier, ou na dinctoria das, obras
publicas rom o capito Raymnndo da Silva Maia
Q bacbarel
Antonioloaquim Ayres do Naseimento
tem o seu escriptoriodeadvogaciaia rua
estrellado Rosarion. 8, onde pode ser
procurado das 9 horas da manha as 4
d tarde.
roa-de Hortas n. 22,
Henriques da Silva.
a fallar cem o Dr. Angelo
t'm preto.
Precisa se alugar nm preto possantc para o ser-
vico ordinario de uma padaria : a tratar na rna
da Saozali Velha n. 96.
Precisa-se de uma preta velha escrava : na
ruada Corredor do Bispo n. 24.
AMA.
Precisa-se de uma ama para casa d? familia :
01 praca do Corpo'Jtonto n. 17.
Na mesma casa cima precisa-se alugar om
escravo meramente para servico de tratamento de
cavallo, e nada mais._____________________
No melhor lugar da cidade de Otada, defron-
te de S. Pedro novo, vende se uma casa com S
quartos, I gabinete, 2 salas, cczinha fra, estriba-
ra, tem tres frentes, o sitio tem 400 palmos de fon-
do e 300 de largura, proprio, tem varios arvoredos,
2 cacimbas, sendo uma d'agua de beber e outra
de gasto, as quaes eslo entulhadas; duas casas
na rua de Baxo com commodos para familia, nm
Sitio na Estrada Nova, sendo por barato preco:
em Qiioda a tratar eem o Sr. Luiz Jos Pinte da
Cesta -, en Santo Antonio, travessa da Cruz n. 12,
cora Jos Japinlho Pavao.
Precisa-se de uma ama que compre e faja
todo o servico da urna casa de poaca familia:; na
/na Velha n, 31,
Faztndas baraias rua do Passeio n. 5, loja
do sobrado d > Sr, Maia.
Vendem-se chales de merino li ropos a 9*, pal-
tots muito finos de panno a 12* e 45*, brim de li-
nho corles a 1*280, palelots de bomba'zina Ana a
6*, madapoloese chitas francezas mais barato do
que em outra qualquer parte, panno fino preto a
1*600, lencos de chita a I* aduzia.
Vende-se por preco commodo um. piano de
mesa proprio para quem quizer aprender : a tra-
tar na rua de Santa Thereza n. 44.
TINTA PRETA COMMERCIAL.
Vende-se tinta com esta denocninaeao prepara-
da por Joao Cancio Gomes da Silva, a rua de Qnei-
mado n. 32.
Vende-se a casa terrea n. 25 da rua de Ma-
thias Ferreira da cidade de Olinda : qnem a pre-
tender dirija-se a tratar nesta cidade na rna Au-
gusta n. 59.
A ttengo.
Vende-se superior vioho do Porto em caixas de
uma duzia: em eaea de Johnston Pater k C rea
do Vigark) n. 3.
Binas liaburgueas.
Y0(Je-sepa TU Nv* n. 01,
III
cri\/i7i
i
1
i
<
I
3



Diarlo de Pcrnambuco <|uarta cira 8 Je fe vereco 4e JL^flf.

0 CASTELLO DE GRASVILLE
Tradnzido do franeei por A. J. C da Cruz.
Vende-se. este bello romance em quatro
tomos pelo baratissimo preco de 20500:
Da praca da Independencia, livraria ns.
6 e 8. ^__________
FOL.HINHAS
Para 1865
Aeham-se venda na livraria ns, 6 e 8 da
praca da Independencia:
A FOLHINHA DE PORTA, abrangendo o
Kalendario civil e ecclesiastico,. tabellas
de feriados, da. emolumentos dos tribu-
naes do commercio, etc. a 160 rs.
A FOLHINHA DE ALGIBE1RA contendo o
mesmo qne aquella e mis urna nova
Salve Rainha em versos, o Stabat Mater
em verso, devocao ae agonisanle, corceo
de Jess, cntico em lonvor do Santissi-
mo Rosario, cntico a Virgem Maria Nos-
sa Senbora, trinta e tres chistosas anc-
dotas, um indito poema sobre as aven-
turas de um cozinheiro, o canto de urna
solteira (poesa), crescido numero de m-
ximas e pensamentos, urna historia como
muitas (romance), e \ inte cinco novas e
pilhericas charadas a 320 rs.____________
MACHINAS DEPATEM
de trabalhar uo para
descavocar aSgodo
FABRICADAS g
Por Plant Brothers & C.
OLDAH
Estas machina.'
podem descarogaj
qualquer especi*
de algodao sea
estragar o fio
sendo bastante
duas pessoas para
otrabalho; pode
descarogar ums
arroba de algo-
dao em earoec
em 40 minutos.
ou 18 arrobas
por dia ou 5 ar-
robas de algodc
limpo.
fc HoiM.'Mt MUL SEM SEGUND
III I D A 1II flu do Queimado ns. 49 e 53, toja de mitidez;
1'ILILIM VEGETAES
DO
DR. AYER.
N5o ha necessidade mais ge-
ral em todos os paizes do que a
>de um purgante que seja ao
mesmo tempo innocente, efficaz
e digno de toda a confianca.
As pilulas que ora offerece-
mos ao publico preenchem esUs
condices; pois pdem ser to-
madas pelas pessoas mais fracas
sem perigo algum, nao tendo em
sua composico mercurio nem
outro ingrediente nocivo sau-
de, mas sendo composto de a-
gentes vegetaes mui fortes, sao bastante
etflcientes e activas para purificar os corpos
mais robustos.
Estas pilulas exploram e purificam toda
a extenso do canal alimenticio, e do vigor
a todas as partes do organismo, corrig'mdo
sua accao viciada e fazendo recuperar sua
vitalidade.
Um remedio inestimavel contra dr de
cabeca nervosa, enxaqueca, priso do vert-
ir, hemorrhoidas, molestias do figado, fe-
bre gastro-hepatica, e todas as molestias
biliosas que teem sua origem no entorpeci-
mento do ligado que causa a escassez da
bilis na inflamraaco d'ste orgao que pro-
duz derramameoto da bilis no estomago ou
em um desarranjo geral dos orgos diges-
tivos.
A Ictericia
produzida pela absorpcao da bilis no
sangue, dando S pele e aos olhos urna cor
amarellenta ; nao smente dolorosa por
si, pormeonduz aos mais serios soffrimen-
tos.
Para cura-la toma-se de 1 5 pilulas to-
das as manbas, isto bastante para mover-
o ventre smente at que se recupere a ac-
co saa do systema.
Mal do fuiado, febre gastro-hepatica,
diarrhen biliosa, indigesto, a nevralgia
ou tic douleureux, sao todas molestias que
tem seu comeco n'um desarranjo da bilis.
A observaco dos duc.tos da bilis faz esta
volver ao sangue, com que circula depois
em todo o corpo e causa estragos desas-
trosos saude e produz urna serie innu-
meravel Todos estes incommodos sao curados com
as pilulas do Dr. Ayer.
Direcces minuciosas acompanham cada
frasco.
Vende-se na pharmacia franceza de Usu-
rar & C, ra Nova n. 18.
AGENCIA CENTRAL
15 Rua Direita 15
RIO DE .IWIR.
Vende-se em Pernambuco:
na pharmaela franceza de
P.MAURER & C.
RUA NOVA N. 18.
Assim como machinas para seren movidas por
animaes, qoe descarogam i8 arrobas de algodao
limpe, por dia.
Os mesmos tem para vender um bellissimo va-
por que pode fazer mover seis destas machinas
mencionadas ; para o que convida-se aos Srs.
agricultores a virem ver e examma-lo, no arma-
zem de algodao, no largo da ponte nova n. 47.
Sauuders Brylhers k C.
M. II, praca do Corpo Santo
REC1FE.
Os aicos agentes neste paii.______
Frascos com gonmia arbica
dissolvida e pincel.
Vendem-se na rua do Queimado n. 8, loja da
aguia branca.
No vos albuns.
Nova loja de fazendas e ronpa
felta aoetonal, rua da Impe-
ratriz, leja de portas n. 99.
Cuitas da loja o. 72.
Vendem-se ilutas linas a 240 e 280 o covado,
dis francezas finas a 320, 360 e 400 rs. o covado,
cassa franceza fina a 320. 360 e 400 rs. o cavado,
lazinhas para vestidos a 360, 400, COO e 360 a
cavado, pegas de madapolao fino a OS, "5, 85 e
9#, pecas de algodao a 55, 65 e 85 : ida da Im-
peratriz n. 72.
Roupa frita nacional
Vendem-se paletols de panno bao a 145, 165 e
185. ditos saeso* a 65,85 e 105, ditos decasemira
decores a 65, 85 105, ditos de brim de cores a
25500, 35 e 4J, calcas de casemira prea e de co-
res, rolletes e calcas de brim decores a 25000 e
25500: rua da Imperatrlz n. 72.
Sonlambarque a 85.
Vende-se soutambarque de lasinha a 75 e 15,
ditos de alpaca branca a 85 e 105, ditos de gros-
denaple prelo a 205 e 255, capas pretas de gros-
denaple finas a 205 e 255, panno fino preto a 25,
35, 45 e 55 o cavado, ca?emira preta a 25. 25500
e ?5, grosdenaple preto para vestido a 15600, 25 e
255OO o covado : rua da Imperatriz n. 72.
Corles de la alaria PiaalO#
Vendem-se cortes de vestidos a Maria Pa a 105,
145 o 165, cortes de cassa franceza a 35, cortes
de brim para caiga a 15600 e 25, ditos de case-
mira de cor a 35, ditos de dita preta a 35500, 45,
55 e 65 : rua da Imperatriz n. 72. Este novo es-
abelecimento vende barato para obter freguezia :
na rua da Imperatriz, loja n. 72.
de retroz preto fino a
peso liso muito snperior a
PASTILHAS t
GESTtYAS
DE PEPSINA I
DE WASMAN
i
3
As pastilhas digestivas com a pepsina de Was-
man, empregao se com successo h j alguna
armo* pelas celebridades medicar* de Pars,
Londres, Vienna, etc., em todas as ineommodi-
dades em as quaes a digestio difficil, penosa,
Diarrheaa e cobsU-
paraa prodaiKaa
pela (lubornrac
defeetaaaaa aa alt-
ncBlH,
A aguiabranca acaba de receber outra encom-
menda de bonitos e bem encadernados albuns de
capas develludo, massa, tartaruga e marfim, al-
guns dos quaes cora microscopio para augmentar
o tamanho dos retralos, continuando a serem ven- SSftLZ"JS? ,mp0I8lvel: e" melhor
didos por.precos comraodos: na rua do Queimado rwnfd, P,ra mni u
loja da aguia branean. 8. 6aatraiiaa.
Galanteras para fes las rSS*""'
A aguiabranca nao cessa de encommendar do a arrecaca orcAai-
queha de melhor e maisagradavel,e porissoaca- asaata,
ba de receber diversas figuras e vasos de pede' Im todas as molestias empregao-se a miude as
pedracora fina banha, assim como bonitos frascos aguas alcalinas, especialmente o agua de Vichy,
deexcellentes extractse lindas caixinhas de ma- e igualmente as pastilhas de Vichy. Este mtio I ti
deira eovernisada com finas perfumaras, tudo efficaz quando se trate de dispepsias de curta dn-
mui proprio nara presentes de fesias etc., havendo racao, mas o prolongado uso das aguas e pastilhae
dinhelrodirija-se o pretendente a rua do Queima- de Vichy, tem grandes inconvenientes, por quanto
do n. 8, loja da aguia branca. os alcalinos empobrecem o sangue e isso de tal
roaneira que lhcs arreblho a parle vivificante,
nutritiva e reparatriz. Com a pepsina, a contrario,
como ella 6 una substancia orgnica, albuminosa,
transforma-se ao mesmo lempo que se effectua a
transformacao dos alimentos assimilhando-se
como ellcs e ajudo labem como elles a nutricio
Seral. Sua aceo vivifica o sangue c os
e talsorleque, alh as pessoas que sem soffre'r as
affeccoes gstricas cima mencionadas sao unica-
JtfVdo Queimado ns. 4 e 55, (ojade miudezas
de Jos de Azovedo Maia est continuando
vender muito barato, pois sea genio dar a aien-
da por lodo preco a vistadoa cobres.
Cartas dealnetes fraocezes da melhor qualidad
a 80 rs.
Groasde peonas de ac zlezas da melhor qoa-
lidadea 640 rs.
Caixas decolchetes fiancezes de superiores qaali-
dades a 40 rs.
trosas de botdos de madreperola muito finos a560
eMOris.
Carreleis com 4 a 5 oitavas
640 rs.
Resmas de papel de
25000.
Gr?.TUs d* "*a de on,ras muitas qualidades a
500 rs.*" r
Caivetes para penna com 3 folhas fazenda boa a
800 rs.
Duzia de bolSes branco para casaveaues de senbo-
ra a 100 rs.
Pega de fita de cs estreitas com 9 varas garan-
tidas a 320 rs.
O Expositor Portnguez paraos meninos a prender
a ler a 800 rs.
Os segredos da natareza para os meninos a pren-
der a ler a 15000.
Cartilhasda doulnna christaa. finase superiores!
Pe3O rs.
Pantes finos de marfim a 1 000,15200 e 15300.
res de I uvas de seda para homens e senhorasa
500 rs.
Gol I i nh as para senhora o melhor qne ha a 320 e
500 rs.
Frascos com superiores banhas a 240, 320, 308 e
15000.
Livros qne serve para assentar roupa, pelodiminu-
to prego de 160 rs.
Capachos redondos muito finos a 500 rs.
Cordao branco para espartillres muito superior,a
vara a 20 rs.
Carritis com 150 Jardas de linha branca a 60
ris.
Cartdes com 200 jardas de linha branca garanti-
dos a 60 rs.
Grosas de pennas de ac superiores a 600 rs.
Varas de franja branca e de coreslarga para toa-
Ibas a 160 rs.
Pares de botoes de pnnbo, oh que pechincha a
120 rs.
Tinteiros de vidro com tinta a 160 rs.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
Grosas de betSes delouga prateados muito fino a
160 rs-
Tesonras para costura snperior qualidade a 500
ris-
Escovas paralimpardentes, superiores a 200 rs.
j Caixascom superiores phosphoros de seguranga>
i 160 rs.
Caixascom 100 envelopes o melhor que ha a 64(
ris. '
Caixascom 20 quadernos de papel amizade.muitt
fino a 600 rs.
Quadernos de papel pequeo muito fino a 20 rs
Ail fino para engom-
inado
A aguia branca na rua do Queimade n. 8,rece-
beu glbulos de ail fino e frasquinhos com es-
senda de dito para engommados.
Outros enfeites.
ni. k. nentc fracas ou d'um temperamento um poueo
a branca acaba de receber por este nUI-, debiU e nccc$silSo subsiancal alimento para for-
pep-
1MO
SU.I-S2ILS5 novo,sortim?nto dc bonilos e delica-j lificarse.acho no emprgo da pastilhas p
dos enfeites de moldes inteiramente novos e de um sina de Was*ian, um poderoso meio para ai
apurado gosto,assim pois comparegam os preten-j ^ega,.,
denles munidos dedinheiro e com disposigao de -^0 importante. 0 successo das pastilhat
gastar: na loja da aguia branca rua do Queima- pepsina de Wasman diu causa a se fazerem fal-
d0 n- sincagdes c imitacocs d'csse
Grande liquidaQ^o de fazen-
das finas, ruadalmpe-
SrgS ratriz,loja e armazem da A-
rara n. 56, de Lourenco P.
Mendes Guiniaraes.
o*
A LEGITIMA
ALSAPABS1LM
PEEPARAD NICAMENTE POR
LAN1AN & KEIP,
NOVA YOEK.
Composta de substancias, gozando de
propriedades eminentemente depurativas;
approvada pelas juntas e academias de me-
dicina ; usada nos principaes hospilaes, di-
vis, militares e da marinha as Anlilhas e
no continente americano; receitada pelos
facultativos os mais distinctos do imperio d
Brasil e da America hespanhola
CUSA EADICALMENTE
escrophulas, rlieumatismo, escorbuto, en-
fermidades venreas e mercuriaes, chagas
antigs, morphea e (odas as molestias pro-
venientes d'um estado vicioso do sangue.
Enaquanto existem varias imitafes e
falsificacoos, preciso a maior cautela para
evitar os engaos,
A legitima salsa de Bristol vende-se por
CAORS 4 BARBOZA
JOAO DA C. BRAVO & C.
Veadem-se no Recife em casa de Caors &
Barboza e JoSo da C. Bravo & C.__________
Vende-se nm carro novo de meia volta pro-
prio para o servieo da escadinha poc preco com-
modo : a tratar na rua do Sebo n. 54, taberna.
producto que .
J^lJ aCitOS peni eS tte lO-J ~^ boa preparagSo a pepsina que n'ella entra, jaz
. alterada. Seremos ao abrigo oeste inconveniente,
taruga.
A. aguia branca na rua do Queimado n. 8, rece-
ceben nvaseme esses pequeos pentes de tarta-
ruga que por suas qualidades de pequeos, lisos,
bonitos e bem feitos tanta eslima tem merecido pa-,
ra as senhoras segurar o cabello quando atado a
aguia branca porm avisa aquellas pessoas que os i
naviam encommendado e a quem mais queiraj
aproveitar a occasio de os comprar continuando,
a serem vendidos pelo msmo prego de 4$ cadaj
exigendo os compradores que as pastilhas tenhio
as iniciacs B. P. e saiao da pharmaciaChevrier.
-Depsito geral em Pars, pharmacia Chevrier,
l, Faubourg-Montmartre, e em todas as bou
pnarmacias de Franca e dos paixta estrangeiros.
um.
Estando broncos ficam prets
O bom resultado e o rpido effeito que produz.
a tintura de chromacoma, e mesmo o facillimo,
modo de apphcartem se tornado mu conhecido e:
apreciada por todos que usamdella e porconse-|
guinteaugmenladoa extragao.pelo que a aguia
branca mandouvir mais o novo sorlimenlo que
acaba de receber constando rile de
Caixas comcliromacoma para tingir os cabellos.
Frascos com eoloricoma para lustrar ditos.
Ditos com hydrocalleihrichina para lirapar ditos
Ditos com irychromantina para limparas unhas
Sabonelesbrancos para lavar os cabellos.
Pomada nal licoaiiphila para dar cheiro aos di-1
tossemoffondera preparacaofeita. \
Sapatos de marroquimeu-
radn para bailes.
Es>es sapatoslo grande tom vendsm-se nica-
mente naruadjQi-.'imado loja da aguiabraia b.
8 a 65 o par.
tocias finas para senhoras
gordas.
Vendem-se na rua do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Esponjas finas para rosto.
Vendem-se na rua do Queimado loja da agnia
branca u. 8.
Venden- e ma ninas para desear car
a'godao co:n molores para ai imaes: na uta
da Sanzalla Nova n. 42.
J. Keler & G. ve dem snperior vi-
nho lint) d-' B irdeaix, tanto en quir'ola
como em caixas de duzia de garrafas.
lucos da ierra
Vendem-se bicos da trra ; na rua da Cadeia
n. 59, loja.
g1.3 3iSS.fg8
B.2.5 o t s g
$ Z n o <* n 3tn
. 9S
a
Sol-S"0 '
5 25ia:'?3
" o 2
o
Predios venda
(Em leilioou em particular)
Um sobrado de dous andares e sotao em chaos
proorios, na rua do Amorm n. 17.
Um dile de dous andares e sotlo, em chaos pro-
pries, na rua do Burgos n. 3.
Urna casa terrea com sotao, em chaos proprios,
na rua dos Burgos n. 5.
Metade de urna casa terrea, em chaos proprios,
oa rua da Senzala Velha n. 8 : a tratar com o
agente Simoes na rua da Cruz 57.__________
Veade se caixes mies proprios
para bahnleiros c ftiuileirosa 1$760
cada ora; nesla (ypographia,
Vinlio da Madeira e do Porto
Vende-seosaperiorvinho da Madeirae do Por-
to.em caixas de ama o duas duzias : s na loja
doViglante.rua do Crespo n. 7.
Mtenco,
Vende-se a padaria da rua Imperial n. 199, coro
parte dos ntencilios, bem afrrguezada para a tr-
ra, a qual se arha desmanchando 10 a 11 arroba;
de pao, com urna excedente freguezia: quem
pretender dirija-se a mesmo estabelecimonto que
achara com quem tratar e se dir a circamstancia
pela qual se vende. ^^^^
Vndese um sitio na Boaviagem, terreno
proprio, murado, e duas casas pertencentes ao
mesmo, sendo nma de pedra e cal com bastantes
commodos para familia, tem bastantes frncteiras e
cacimba com muito boa agua, por prego coramodo:
a tratar na rua Imperial n. 33, padaria de Francis-
co Jote Campos, ou na Boaviagem na mesma casa.
GRANULOS e XAROPE
D'HYDROCOTYLE ASITICA
de J. LEPINE
AC.
Veode-e urna arnugao de taberna, qoan-
teiros, btelo. 4 caixSes, toda, em bom estado, por
prejo eemnaado : a tratar na. negra., taberna, na
rua de Seno 16.
Bnrro.
Vende-se nm jjtane e ferte j manso nara car-
Ir e em bom esiado : a fallar na rw Ne\a' n; 17,
Hoja.
Remit pelas experiencias feitas as Indias e
Franca peloi mais afamados mdicos qne as GRANfT-
LAS e o XAROPE de I1YDROCOTYLA ASITICA 4t
/. LriNE tio o ptimo remedio contra toda* as ttm-
cit de IMPIGENS ou herpes e outras molestias
pell, at as mais inyeteradas, assim como a LEPRs*.
on morphea, a sipiin.is. as molestias escro-
fulosas, OS RHEUMATISMOS chronicos, etc.
Deposito geral em Part, em casa de fournier e
LABELONYE. rua Bourbon-YilUntuve, 1*.
Deposito geral era Pernambnce ma da
Crnz n.22 em casa de Caros & Barboza.
PAR 0 CARAVit"
Xo graode armazem
Da Export-co de Londres.
60Rua da Cadeia do Recife50
Vendem-se as afamadas luvas de pellica de Jou-
vin e bem assim um eompJeto sortimento de mas-
caras de velludo, selim. cera, rame e papello,
que se vende muito barato para f-char contas.
Chega para todos,
Pentes de alisar a 200 rs. cada usi : na rua da
Cruz, rasa de banhos n. 17.
Vende n-se charuto^ da Baha de varias qua.
lidades: m -asa de iloaliard & (!., rua do Tra-
pir.le i. 48._________________________
Simao de Vantaa
Allendendo as circu.nMancia* do lempo at ou-
tro aviso, resolvo-ine a vea Jar a obra de Simio de
Nantua pelo diminuto prvon de 833 rs. cada exem-
plar. A obr i c jrnpli-ta, te.n a segn la parle das
bras posthmn, e bem impresso, tem a estampa
de Simau de Xautua, e de m^ia encadernago :
na raa do Imperador n. 15, defr inte de S. Fran-
r. cas do caixas de papel do Diario vasia?, e pelo-
mesma prego que vende o Diario.
BAI'E'
Duarte, Pereira *. c, coniinuam a vender o afa- chites para carros e ntontaria, arreios para
raado e fresco rapePrmeeza de Petropole:= em seu z* A* m a j.no 7 ,i t j
frande armazerode loufa e vidro i i ra o carros de ura .e i0Us carallo!, e reloglOS de
Crespo d, 16,
Fazendas para o carnaval.
Vende-se velbutina de todas as cores a 800 rs. o
covado, ganga encarnada a 360 o covado, sarjelim
de cores a 280 o covado, alpaca de cores propria
. para vestuarios a 320 e 360 o covado, tafet de seda
, de todas as cores a 600 rs. e covado : rua da Impe-
ratriz, leja da Arara n. 36.
Chitas baratas a 240 rs g
Vendem-se chitas Anas a 249 e 280 o covado,
chkas francezas unas a 320, 360 e 400 rs., cassas
linas de cores a 320 e 400 rs. o covado, percalas
finas para vestidos o 500 e 560 o covado : rua da
Imperatriz, loja da Arara n. 56.
Cartes de cambraias, a Arara vende a 30.
Vendem-se cortes de cambraias finas brancas a
35500, 45 e 55, cortes de cassas francezas finas a
35, corles de chita de 10 covados a 25400, ditas
finas a 35200 : na loja da Arara, rua da Impera-
triz, n. 56.
dos a 33 c 3S300 o covado, grodenaple preto fino
a 15600, 15800 e 25, dito superior a 25600, dito
com 5 palmos de largura a 33 o covado, panno fi-
no preto a 25. 25800. 35500 e 55 o covado, case-
mira preta fina .125,25500 e 35 o covado, alpaca
preta a 500, 600 e 800 rs. o covado : rua da Im-
peratriz, loja da Arara n. 36.
Arara rende cortes de casemira preta a 3^00.
Vendera-se corles de casemira prela a 35300,
45, 53 e 65, ditas do ceres a 35,15, 54 75, cor-
tes de brim e ganga para caiga a 15600, 15800 e
25 : ruada Imperatriz, loja da Arara n. 56.
Panno de lialio a 610 rs.
Vende-S3 panno de linho para lenges e toalhas
a 640 e 720, hamburgo a 500 e 560, bramante de
10 palmos de largo a 35 e 2J500 : rua da Impe-
ratriz n. 56.
Arara vende os baldes a ;-5 o madapale a i 5.
Vendem-se baldes americanos a 35.35300 e 45,
ditos de musselina a 45300, pegas de madapolao
enfestado a 45, dito de 24 jardas, largo, a 05009,
65500, 75, 85, 95, 105 e 125, finos, algodao pe-
cas a 55, 65, 75 e 85 : rua ua Imperetriz, loja
da Arara n. 56.
Sontambarquespretos a 205
Vende-se soutarabarqae prelo de grosdenaple a
235 e 235, capas pretas de grosdenaple finas a
205, 255 e 305, soutambarque de laazinha a 75 c
85, dito? de alpaca brancas a 85 e 105, ricos ves-
tidos Maria Pa de novo gusto a 85, 125, 145,
. 165 e 205 : rua da Imperatriz, loja e armazem da
Araran. 56.
Grande sortiniento de roupa
felta.
Vendem-se paletots de casemira de cores a 55,
65, 85 e 105, ditos pretos de panno fino, sobreca-
! sacas a 125, 1&9,165 e 255, paletots saceos pretos
de panno a 55, 65, $5 e 105, caigas de casemira
preta a 45. 65 e 83, ditos de casemira de cor a
. 45,65 e 85, ditos de meia casemira a 35 e 3500,
: ditos de brim e ganga a 25 e 25500, ditos de brim
branco a 35500 e 45, cohetes de (odas as qualida-
des, camisas francezas a 25 e 25500, ditas inglezas
de lindo de pregas largas a 35 e 35500, ceroulas
' a (5280,15600 e 25, paletots de brim de cor a 25
, e 35, ditos de alpaca preta a 35 e 35500, ditos de
alpaca branca a 45300,, ditos de alpaca de cordSo
a 41, cjlarinhos de linho a 640. ditos de papel a
640 a duzia : na rua da Imperatriz, loja da Arara
numeco 56. O proprietario da loja e armazem da
Arara declara que todas as suas'fazendas so vende
1 em perfeito oslado, como os compradores poder"
examinar; a loja est aberta at as 9 horas da
noite : rua da Imperatriz, leja da Arara n. 56, de
Mendes Guimares.________'
DUCHARA.
34Raa 'larga de Rosario34
Bartholomea Francisco de Soma
Vendem:
kii acetfco phro pira retratistas.
Esmaltes para ourives.
Papel ara foreftr casas.
Guariiicdes avoUadadas.
Tinta branca snperior em lata.
Alvaiade Veneu, fino, em paes.
Os Srs. prensarlos compradores de al-
godao. estopa, a 2-40 rs. a jarda,
pechincha.
Vende-se por este preg* pr eilstirnm grande
d -psito na loja do Vello:o, raa da Madre de Dos
; n. 16.
o arco de N. S. d* C-mseicao, loja de ou-
rives, tem copjs com as competentes salvas e ta-
I lheres, tudo de prata, proprio fiara as meninas le-
varem para os collegios; j restam poneos.
Roa da Senzalla n. 42.
> Vendo-se, em casa do S. P. Joboston A C,
I sellins e stlBes inglezes, candieiros e cast-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
Grande- liquidadlo.
Rua da Imperatriz n. O.
Loja de fazendas do pavo de Gama & Silva
Aclia-se este eetabeiecimento completamente
sonido de fazendasiuglezas, francezas,allemas e
smssas, propras tanto para a praca comopara o
mato, prometiendo vender-se mais barato do que
em outra qualquer parte, principalmente seBdo en
porcao, o de todas as fazendas do-se amostras,
deiicando Ucarpenhor, oumandam-se levar em ca-
a peloscaiieiros da luje do I'av3o.
Vestidos soulambarqne.
Pelo ultimo vapor francezcliegaramriquissiuios
vestidos soutambarque, os mais modernos que
neste mercado tem apparecdo, os quaes estap
promptos com saia, corpiuho e seu compleme
soulambarqne, todo gnarnecido deseda, veludo e
renda. Quem tiver bom goslodirija-se aloja do
Pavao, na rua da Imperatriz u. bu.
AOS T8ES MIL VESTI-
DAS.
Na loja do Pavao, a 3$. U
e 7#000.
Vendem-se llndissimos cortes de vestidos india-
nos, sendo todos bordados e de listras decrese
brancas.proprios para casamento, pelo baratissi-
mo preco de 3 cada corte por se ler comprado
uma grande porsao, sendo fazenda que vale 65,
ditos a Maria Pa, tendo quatro pannos, fazenda
para o corpo cora os competentes enfeites para o
mesmo, pelo baratissimo preco de 43 cada nm,
ditos de todas as corjf com as barras bordadas a
croxe sendo cada ura em seu carlo, tendo cada
um todos os enfeites precisos, pelo baratissimo
preco de 70 cada um, ditos tom babados muito bo-
* mAslem ser era < artao, pelo diminuto pre-
?o ae..ajwOO cada um; advertindo-se que os donos
oa loja do pavao vendem estes vestidos por tao di-
minuto pre^o por terem comprado urna grande
quantidade e convir-llie* liquidaren) lc(.-o, na sua
loja, rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
Aos vinte mil covados de la
Grande peehincba, a 240
e sso rs.
veadem-se as mais bonitas lazinhas transpa-
rentes, sendo com listras e quadrinhos miudinhos,
e lisas, tendo de todas as cores, assim como pretas
e roxas para luto, pelo baratissimo prego de 240 o
covado,ditas transparentescom palminhasde seda
a Maria Pia, tendo de todas as cores, e tambem
algumasproprias para luto, pelo barato precode
d-0 cada covado, isto por haver una grande por-
cao: na rua da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Raa do Crespo n.
Ogallo vigilante tendo sido agraciado pelo ttro-
posoBallisa, na soa orein do da, e pela Biaua
t^\t^J de 'lue> '" f,ei Cano,,, etns
agudesesporesnuncaos oHender, Antes osaaia-
ciara na mesma conformidade. plaque Jj'jm
pessa marchar em frente, a Branca Aguia oofV
nilho "o eoU SSISS? D bC0 M Si *
muo e o Gallo ficara em seu spacoso can uo
dando de novo o seu canto annuuciando a cus
bonsfreguezes e aorespei.avel publico
0 graude sortimente deelijeetes de aiiie necio ene
acaba de rrbfr.
5 DrVSS rom n'usica ricaente enfeita-
i para costara, proprio para um delicado 3.
AtSrVoiirDbS Cm *** "'.1.
le.rce"paraXho,mm.eSlt'JO'CODteDd0 lodM cs !'er-
niquissimas volias fingindoperola.
unas com lacinliode lila
suas35 dlDdaS CrCS e p're,a' de ,oda as Sro-
ihLmdos adereces com pedrinhos flngindo I,ii-
e bRmSeSaSraraCCl',Jc tdas as m^&
Ricos cintos do ultimo Coto de Pars.
^ JntT!?eal de lindos eDfei"s r"a rale
ca, sendo do ultimo gosto e de todos o prece-
Hores muito linas para noivac
baSo sar'at,Ehos e B*las de seda
lira
Latas e eopos com banha fina.
A aguia branca, na rua do Queimado u. 8, rece-
beu esta estimada banha una em ltase copos, isso
alera de outras em diversos frascos.
s niodtM'aissiiuas lazinlias de ama so
cor, a imitaco de gorgaro, vco-j
de o Pavao.
Chegaram pelo ultimo vapor francez as mais
modernaslaazinhasde cnrdaozinho, as mais pro-
pras e mais lindas que tem vindo, proprias para
vestidos,soutambarque?, capas,etc., dam-sc amos-'
tras deixando penhor, e vendem-se pelo baratissi-
mo prego de 560 rs. o covado : na rua
ratriz n. 60, loja de Gama e Silva.
MS?^oMKiB^i^^i^
to de
As lazinhas do Pavao.
Camisinbas e golinhas para seniora.
Jl.qu.ss.mosjarros e G** !" UnBCBK
nuMfrdnmnr,,ne,loe raT>nhasiaBto im se-
nnora como para homem
Luvas de pelica branca e de cores.
Cascarrilhas de bonitascre
Trt^c"!'a!,Jgalao e maravilhas para enfeik
Jaran elin.s d,e cabellos e de retroz para reloi tes
nni aoam,Sadee de 'ras qualidades ^
llolsas para viagem.
tntremeio.se babadinlios de lindos padreen
Lencinhos de linho bordados.
dalrape-inas SParah0meR1' scnhoraf> anies c i,,,,.-
Filas de veludo lisas e
larguras.
com n;alsrr.e o'e ledas s
iouro patente ioglez.-
*..-.(.^
Vendem-se lazinhas de quadrinhos transparen-
tes, boa fazenda, pelo preco de 280 rs. o covado, I
ditas largas multo finas a 400 rs., ditas estampa-
das, cor segura, padroes miudos e grandes a 320
rs. o covado, ditas transparentes com palminhas
de seda a 400 rs., ditas escocezas a 560 rs., isto tu-,
do para liquidar : na loja e armazem do Pavao,
rua da Imperatriz n. 60.
Os grosdenaples do Pave.
Vendem-se grosdenaples pretos, fazenda supe-
rior a !600rs. o covado, ditos largos mnito en-
corpados a 25400, 25600, 25800 e 35000, ditos
brancos.cdr de rosa, azul e amarel lo a 25000 r.s
o covado : na loja de Gama & Silva, denominada
do Pavao, rua da Imperatriz n. 60.
Us mais moderos vestidos Maria Pia,
na loja do Pavao, a 16$
Vendem-se finissimos vestidos Maria Pia com
os corpinhos difleremo^, londo todos os preparse
Thesouras e caivetes de todas as qualidade*.
Grande sortimento de jabonete*
r1dfnh?sos corn b!nl,a ',ara offereciment
tauiniia5 com seis frasquinhos.
tssencias de todas as qualidade*.
Agua verddeira Florida.
fraoUsan!af.CoLODa' em *arrafas Prande. t enr
rrascos cuadrados e garrafinbas.
Snno*- a'',na e m** as qualidades.
JaniaE.^rLanha P1"fascose copos de tefics os
srnv^LeZ f,m PM grandps e Pnenos.
os^Taraden,^ ** madr^rola> nm.e de
sem "le Pai"a des*mbar*,) com friso
d')itos de'ar'aru=a e vp ">s outras
fffes de tartaroga r.aia enhma
i.igas a_c teda o di- alacdSo, assim i-, u i, umci
di Rdal i-
e de mnitas outras
com ocompetento sinto : na rua da Imperatriz n. ?lI*fi?ectoa (,e pO' (;ue seria imrcfn'-.f-. n tu-
60, loja do Pavao. |e .na^"er fcr f, sd no Gallo Xlgitu,
As novas las garibaldinas a 500 rs.,i,UB d0 CresP ? ,
tlliiilias.
v>
Qa loj;l do Pavo. j Lindas volilnhns d'protesfalsas tomcmriDbas
Vendem-se as mais modernas lazinhas garibal- unguido briiliantc-s, assim como cruzinhas avnlsas
dinas, fazendainteiramente nova no mercado, sen- e voitinhas, pelo barato preco de 15 e I18C0 as
do todas com listras miudinhas, e transparentes,
com lustroa imitaco das sedinhas, tendo varias
cores, sendo azul,cor de lirio, carmezim, cinzenta
e cor de havana, etc.; isto a 500 rs. o eovado para
vender depres'-a: na loja do Pavao, rua do Impe-
rador n. 60 de Gama & Silva.
Caniisinhas a 1S0<0"
Vendem-se camisinbas com manguitos, sendo
muito bem enfeiladas. proprias para senhoras e
meninas, polo barato prego de dez tustoes cada
uma: na loja do Pavao, rua da-Imperatriz n.60,
de Gama Silva.
Vestidos para meninas.
vendem-se s mais modernos vestidinhos para
meninas, sendo muito bem enfeitades Maria Pia,
tendo de difiranles tamanhos, pelo barato preco
de 85 cada um : na loja do Pavae, rua da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Ronpa fcita barata.
Vende-se um grande sortimento de roupa feita
para homens, sendo caigas de brim brance e de
cor, ditas de casemira preta e decores, ditas de
meia casemira, paletots saceos e sobrecasacos de
casenira e panno preto fino, colletes de todas as
qualidades : na loja do Pavao, rua da Imperatriz
u. 60, de Gama& Silva.
Grosdenaple de cor a 1600 o covado.
Vende-se grosdenaple de cor azul, branco e pre-
to, pelo barato prego de 15600 o covado : na loja
do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Panno de linho a 700 rs. o covado.
Vende-se o verdadeiro panno de linho proprio
para lenges, toalhas e cenulas, pelo barato prego
de 700 rs. a vara : na loja do Pavao, rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Economa do Pave
Vende-se para acabar, uma pergao de retalhos
de las o cassas de toda> as qualidades, e por pre-
gos muito em conta; quem tem economa que
pode apreciar : isto na leja do Pavo, rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva,
Madapolao a 7 Vende-se superior madapolao muito oncorpado,
tendo 20 varas cada pega, com 4 palmos de largu-
ra pelo baratissimo prego de 75000 a pega, ditos
muito finos a 85, 95 e 105000. E' pechincha, na
loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Cortes de cassa a 3000.
Vendem-s muito bonitos cortes de eassa, tendo
7 varas cada corte, cora desenhos muito delicados
pelo baratissimo prego de 35000 o corle; s na
loja do Pavo, roa da Impeatrizn. 60, de Gama A
Silva.
Cortes de chita franceza.
Vendem-se finissimos cortes de chita fran-
ceza, com 12 covados, tendo, padroes escuros e
alegres de cores (lias pelo baratissimo prego de
4J>000 o corte; s n loja do Pavo rua da Impe-
ratriz n. 60 de Gama 4 Silva.
Cambraias lisas, na leja do Pavo.
Yondem-se pegas de cambraia hsa mnito fina,
tapada etransparent, pelo baratissimo prego de
45000tndo8 1/2 varas cada pega, ditas muito fi-
nas a 75,85, o 95 a pega, ditas Victoria com 10
?aras pelo baratissimo prego de 75, 95 e 105, di-
tas Garrazesfazenda.muito encorpada, fazenda pro-
pria para forro a 160 rs. a vara on 2#600 a pega ;
Isto na lja.do Pavo rua da Imperatriz n. 60, de
Gama A Silva.__________ '
Farello snperior de Lisboa a 55 o saeco.
Tem para vender A itouio Luiz de Olivei -
ra Azevedo no su escrtptorio rua da Cni z
n.l.
cruzes avulf asa 00 r.; s do Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
L?ques.
Rlquissimosleqoes de macreperola tanto para
senhoras como para meninas, pelo barato prego
ae t .s e 1*5; s no Vigilante, rua to Crespo
7.
GRANDE NOVIDADE.
_. S to Vigilante,
luquissimo; enfeites de todas as qualidades
rara
_!_

Na l'iranga efronie do sitio do Sr. Muieit.
vende-se i beierree una bezerra de raga turina,
i)b
e/


sebhoras e ratuinas,cht-gndoshojedaalfandeg2.
tintes
Riquissimossintosde fila larga e estrea rcm
nvelasgrandes e pequeas, com brilhantes falsos,
cousade muito gosto.
Albuns
Tambem chegaram os riquissimo- altnns rara
oO retratos,com capa de tartaruga e de rr?rfiir,
cousamuilochique : s no Vigilante, rua do Cres-
po n. 7.
Geliuhas.
Riquissimas golinhas e manguitos, omelhcr ces-
to possivel, a 25, 25300 e 35; s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Enfeites para senhora.
Riquosissim enfeites com lago e sem are e fie.
outros muitosgostosa-15. 15500 e 35: so re \ i-
gilante,rua do Crespo n. 7.
Tranreiins.
Lindos tranceln.* ae cabello para rrirgif v, ir-
neias, pelo baratissimo preco de 45O, ditcs de
retroz a 200 rs.
Bah?diih(is rnlrftrcirs.
Rlquissimos lial.adiiihrs rnlreneic* rfmlirdo*
desenhos tapados r Iransnaretiles, pelo fcsratifsir o
prego de 15200, 15W, 2 e 35 ; s ro Vii'rite,
rua do Crespo n. 7.
Cascartilhis.
Grande sortimento de rascarrilhas de diversas
larguras, assim como galozinho e trsrrinhss r ro-
prias para enfeites; s no Vigilante, rua do Cres-
po u. 7.
Filas.
Grande sortimento de filas de diversas larguras
e qualidades, por pregos que admirara aos rcm-
pradores, havendo fitas largas proprias para cin-
teiros que se pode vender a 300 rs. a vara, e pega
de 9 varas a 25; s no Vigilante, rua dd Crespo
n. 7.
Fitas de la.
Fitas de la de todas as qualidades, proprias pi-
ra debrutu de vestido a 700 rs. a pega; s no vi-
gilante, rua do Crespo n. 7
Reos (sectiles.
Riquisslmos espelhos com moldura dturrda'
sem ella de 85, 105, 125 e 145, assim corr.n com
celumnas de differentes lmannos a 25, 35,45, 35
e 65; s no Vigilante, ma do Crespn. 7.
Lindos jarros e figuras.
Riquissiraos jarros e figuras de porcelana fina,
para enfeite de sala, sendo o melhor gosto qceaqoi
tem apparecido; s no Vigilante, ma do Creypo
n. 7.
Pata ees de arroi.
Riquissimos vasos com honecia para pos de arroz
cousa de multo gosto a 15500 e 25, assim rene
pacotes s com os pos a 320 rs. cada um; s no
Vigilante, ma do Crespo n, 7.
Perfumaras.
Grande sortimento de extractos e banhas, rema-
das, assim como de lindos copos on Vasos com dis-
tinctivos e offerecimentos as sinhasinbas dos me-
Icores e mais afamados auton t* i'r,c clnplater-
ra, assim como os grandes ropos uebauba ja^ei^-ra
a 25 e a 15, assim como ontros objectos qne nao e
possivel por hoje annunciar, e vista dos frfgue-
zes se far todo n^cocio; na loja do Gallo Vigilante,
roa de Crespo a. 7.
na



"____ ^ L-------
Cr>i\/n r
J








Mario de PeroaaalHico tnarta letra 8 de Ferereire de 8S5
&HH8HmM*****!
.
.1 *
ROPA FEITA
NO
ABIAZEI
IJETREXRO VERDE.
Neste estabelcimento ha sempre um sortmento completo de roapa feita de M
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor- 2
reates, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um 2
grande e variado sortmento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras, I
Ditos de setim preto. .
> 'UH^'W^'UV^'V^ W^Wuuor1 U6B" UfiT W6 UOT WO ootr *E#
301060
250000
i05000
horneas e meninos.
, Casacas de panno preto, 350 e
Sobrecasacas idem, 30(5 e
Paletos idem e 'de core, 250,
200, 150 e......
Ditas de casemira, 200, 150,
120, 100 e...... 70OOO
Ditos de alpaca, 50, 40e 30500
Ditos ditos pretos, 90, 70,
50, 40 e 30500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. .
Ditos branco de linho, 60,50 e
Ditos de aieria preto de cor-
dio, 100, 70 e.....
Calcas de casemira preta, 120,
100, 80e......
Ditas de cores, 90, 80 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 50000 e.....40000
Ditas de princeza e marin pre-
to de cordao, 40500 e. ,
Ditas de brim brance e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de cores, 30 e
Golletes de velludo preto e de
cores, 90 e......70000
Ditos de casemira preta, 50 e 40000
Ditos de ditas de cores 50
40 e........30500

AD80RA BRILHANTE
GRANDES ARNAZENS
DE
MOLHADOS
NEM CORO AS NEM MITRAS
t
500061
30000
40000
50000
70000
70000
I
40000
20500
20500
Ditos de ditos e seda branco,
60 e.......50061
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 60, 50 e 40OOC
Colletes de fustao e brim bran-
co, 30500,30 e 20500
Seroulas de. brim de lmbo,
20400 e......20000
Ditas de algodao, 10600 e. 10400
Camisas de pellos de linho,
40, 30 e......20300
Ditas de madapolio, 20500,
20 e...... 10600
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 100, 90 a. .. 80500
Ditos de fltro, 50,40,30500 e 20090
Ditos de sol, de seda, 120,
110, 70 e. ..... 60000
Collarinhos de linho fino, alti-
ma moda dazia. 60000
Sortimento completo de grava-
tas. #
Toalhas parroslo, dazia, 110,
O ........ 60000
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....40000 I
Lencties de bramante de linho. 30000 gg
Cobertas de chita chineza.. 20500 S
mmmmmmmmmmmmm
Largo da Santa)
iracas. 12 e 84,j
{esquina da ra doj
[Cebo.
mmmmmmm
Largo da Santa!
^Cruzas. 12e8l,|
SKesquiua da ruado;
ESPECIA.!] ipbo.
VINHOS
O dono des j multo acreditados armazeus de molhados denominados Aorora
Brilhante, acaba de recebar de sua propria encommenda, remites gneros delicados
prosrios da presente estaclo, e tendo grande sortimento comprado aqui,aaoca,ue todos
ss seus gentsros sao de 1.a qaalidade.
A seguate tabella servir a todos de base para ajuste de contas aos par-
ladores.
Xenhum armazem vender mais barato, e mehoros gneros do jne a Anrora
Brilhaate, j pelo grande sortimento qne tem, j mesmo por sen dono se achar eneom-
mudada era saa saude e ter de vender um de seas armazeus agora, e o oulro na pr-
xima primavera, per isso deve-se apreveitar ama quadra destas para se comprar
barato.
DE
JSL.Bki l@^C9
DE
J. VIGNES.
X. 55. RA DO IMPERADOR IV. 55.
Os pianos desta antiga fabrica sao hoje assaz eoahecidos para que seja necessario insistir sobre t
3U* superioridade, vanlagens e garantas que efferecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
vais que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesla praca -, odo-
suindo um teclado e machinismo que obedeeem todas as voatades e caprichos das pianistas, sem-
uunca falhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importan-
tissimos para o clima dste paiz ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e per isto muito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommeadas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados en todas as expesigoes.
o mesmo estabelcimento se aeha sempre um esplendido e variado sortimento de musioas dos
melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido por
preces coramodos e razoaveis.
CONSULTORIO MED1C0-CIRURG1C0
DO
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
MEDICO, PARTEIRO E OPERADOR.
3 ftua da Gloria, casa do Fundao 3
0 Dr. Lobo Moscoso.d consultas gratuitas aos pobres lodos os das das 7 s 1
horas da manlia, e das 6 e meia s 8 horas da noite, excepcio dos dias santificados
Pharmacia especial homeopathica
No mesmc consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisaeocs e pelos preces seguintes
Carteiras de 12 tubos grandes. 120000
de 24 tubos grandes. 18(5000
de 36 tubos grandes. 24)5000
de 48 tubos grandes. 300000
de 60 tubos grandes. 35,5000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e cm os ranj
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tfntura de meia onca 10"OO.
Sende para cima de 12, custaro os precos estabelecdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
LIVROSo
A mellior obra da homeopatbia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. Jahr,
di)QS grandes volumes cem diccionario............ 2O/5OO0
Medicina domestica do Dr. Hering,........... 100000
Repertorio do Dr. Mello Moraes............. 6j5000
Diccionario de termos de medicina......., 30000
Os remedios deste estabelcimento sao por demais conhecidos e dispensam portan-
to de serem aevamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedios ver-
daderos, enrgicos e duradores: ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de ver-
dadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservaco, tintura dos mais acreditados
estabelecimentos europeos, a mais exacta e accurada preparaco, e portanto a maior ener-
ga e certeza em seus efleitos.
Casa de sade para escravos.
Recebe-se escraves para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
op3raco, para o que o annunciante julga-se sufficientemente habilitado.
O tratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, t
funccionando a casa a mais de quatre annns, ha muitas pessoas de cuje conceito se nao
pie duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
doentes.
Paga-se 2(5006 por da durante 60 dias ed'ahi eradiante 10500.
As operacoes ser3o previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos preces
szmeis que costutaa pedir o annunciante.
Fabrica ConceiQao da
i Babia.
Andrade & Reg, recebem constante- S
mente etem venda no seu armazem n. 5
Igj 3i da ruado Imperador, algodao d'aqael- %XS
SZ la fabrica, preprto para saceos de assu- Z
I ear, embalar atgodao emploma etc., etc., 9%
fpelo preco mais razoavel.
Feijo
Veodemsesaceos com Mcnias de fejelde
d Porto por 114, em cuias a 820 : na rna Direi-
n.8ta
Vinho d Porto SBprior
em barris de eitavo e dcimo, vende Antonio Lniz
de Oliveira Azevedo & C.: no seo eseriptorio roa
d Opi d. t_______________________
Raa da Senzalla Nova a. 49.
Neste estabeiecimentoJvendem-setachas de
ferro coado libra a{110 r^ idem de Lo*
lloor libra al 20 r. .
nerfeite enzinbeiro,
aflanca-se as
AGENCIi.
DA
AGENCIi L0W-M001.
Roa da Senxalla nova n. 42.
Neste estabelcimento contina a haver
am completo sortimento de moendas e meiai
nnendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
iamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas pan
lavar rospa: em casa de S. P. Johnstoi 4 6.,
roa da Senzalla Nova n. 42.
Yaode-se um eseravo
hora pintor, eaiador e maiinario,
hatlidades : no ateo de N. S. do Teroo i-141.
ATTENQA0.
Vende-se por 8004 a quaru parte de ura sobra-
do de dnus andaros, silo na roa do Padre Floriano
n. f t, edificado em chaos proprios : os pmtenra-
tes dinjam-se a roa das Cinco tontas n. li; qui
ahi acharao com quem tratar.
:_______________.______i___________________________i________
-Chales de merino
a 15,14500 e 24 ; veode-se por este preco par
ler-se arrematado na alfanotra e ter um deleito:
a loja da rna da Madre de Dos n. 16, defrontt
pa guarda da alfandega,
Latas com 8 libras de choaricas muito novas,
a 74380.
Ditas grandes com peixe em postas inteiras,
mais de 11 qualidades, a 1400, 14280 e
14H0.
Ditas com ostras, ezcellente petisce para fre-
gideira, a 720 rs.
Bitas com erviluas novas, ensopadas, a
720 rs.
Ditas com favas, a 640 rs.
Ditas com amaizas a 14200,14800 e 34500.
Ditas com marmelada do afamado fabrican-
cante Abreu, a 880 rs.
itas de massa de tomate, a 500 rs.
Ditas com figos de comadre, noves, a 15500,
25 e 25500.
Ditas -.om bolachinhade soda muito novas, a
25000.
Bitas com biscoitinhos inglezes de moitas
qualidades, a 15400.
Chocolate.
Cocolate superior multo novo, a libra a
14210.
M icarr.io telharim e aletria amarella, a libra
a iSD rs.
Dito dito dita branca, 3 libra a 400 rs.
Caizas com estrelinha, pevide e outras mas-
sas, a eaxa 34500.
Ditas dita em libras a 640 rs.
Sag, a libra a 360 rs.
Sevadinha para sopa a fibra a 240 rs.
Ervilhas seccas, a libra a 160 rs.
Ditas descascadas, a libra a 200 rs.
; Tapioca muito nova, a libra a 280 rs.
Farinha de araruta verdadeira, a libra a
500 rs.
Arroz do Maranho, em sacca a arroba a
25400 e a libra a 80 rs.
Dito da India e Java, a arroba a 35200 e a
libra a 100 rs.
Toacinho de Lisboa a 95509 a arroba e a 320
rs. a libra.
Dito de Santos, a arroba 75000 e a libra a
260 rs. -
Malhoscom 125 soblas grandes, a 15280.
M -tarda franceza cajza com 2 duzas a
85')00.
Fra?cos com mostarda preparada era vina-
gre, a 400 rs.
Ditos com conservas nglezas e francezas,
a 640 e 800 rs.
Ditos com sal refinado Gno, a 840 e a 500
ris.
Ditos com a verdadeira genebra de laranja
a 15200.
Ditos de 2 garrafas de Hollanda verdadeira,
14000.
Ditos de 1 garrafa de Hollanda verdadeira,
a 6i0 rs.
Botijas com dita propria para negocio, a
400 rs.
Garrafoes com 2 galoes com dita, a 65000.
Serveja boa, marca, a 500 rs. a garrafa, e a
duzia a 65000.
Vinho mscate! de tetuba, a garrafa a
14000.
Marrasquinho verdadeiro, frascos a 800 rs.
e a 14200.
Champagne, a duzia 204000, e a garrafa a
24000.
Azeite refinado portoguez e francez, a gar-
rafa a 15000.
Calxa de vinho Rordeanx muito superior, a
75,85, 95 e 105 acaixa.
litas cora dito branco, a 75000 a caixa.
Ditas com dito lagrimas do dooro verdadei-
ro, a 205-
Ditas cora duque do Porto verdadeiro, a
185000.
itas com chamisco superior, a 145000.
Ditas com Porto velho e outras moitas mar-
cas, a 125000.
Vinho do Porto da pipa, a garrafa a 640,
729 o 800 rs.
Dito de Lisboa mnito bem, a caada a
35200, 35500 e 45000, e a garrafa a 500
e 560 rs.
Dito da Pigueira, das segoiltes marca, (N.)
(J. A. A.) (J. L. G.) (O. M.) a caada a
45500 e a garrafa a 560 e 640 rs., deste
{ que j est engarrafado e lacrado com o
) rotlo do armazem.
fDitos de marcas mais deseonhecidas, a cana-
\ da a 35500 e 45000 e a garrafa a 480 e
i 820 rs.
Vinho branco fino, a garrafa a 640 rs.
Dito de cai muito superior, a garrafa a
800 rs.
Vinho verde superior.
A caada a 35500 e a garrafa a 480 rs.
Semaa.
Sacew de 4 arrobas, o a verdadeira de se
engeinmar, a arroba a 340M e a libra
120 rs.
Sabo massa, a libra a 200, 240 e 280 rs.
Farinha.
accaa grandes cem farinha delioianna mui-
to aova, a 54000.
Gafe.
Caf do Rio moho superior, a arroba a 84,
85500e 95000.
Chi.
Cha temos uestes gneros o melhor possivel,
bv.tfsou, a libra a 25609.
Dito parola a 35009.
itouxima 25700,
Bito hysson muito fino a 25800.
Dito redondo a 25500.
Dito preto de primeira qualidade a25590.
Dito mais baixo a 25000 e 15600.
Erva mate.
Excedente cha medicinal, a libra a 320 rs.
Espermaeete.
O masso com 6 vellas de espermaeete a 600,
640 e.TO rs.
Passas.
Caizas de 16 o 8 libra de passas novas pro-
polas, para mimos a 45 o 2$500.
NMS.
Noze, a libra 160 rs e arroba a 45000.
.llpista e paiiice.
Alpfstae painco.a arroba45000 ea libra a
160 rs.
Cartas.
Cartas finas para jogar, a duzia a 25500.
Caslaabas.
Castanhasnoas vindas neste vapor, aarro-
ba 44OOO e a libra 260 rs.
Azeitouas.
Barns com azeitonas novas a 15500
lantega.
Manteiga flor, a libra a 15009.
Dita maisabaizo a 800 rs.
Dita menos superior a 640 rs.
Dita franceza nova, a libra a 720 rs.
Dita ditaem barrise meios ditos, a libra a
660 rs.
Ditapara tempero a 400 rs.
Qiieijos.
Queijes novos vindos neste vapor a 35209 e
35500.
Ditos londrinos muito novos, a libra a
14000
P*el.
Papel almaco pautado, a resma a 45800
Dito dito I70 de linho, a resma a 45500
Dito de peso izo e pautado, a resma a
25500
Dito deombrulho bom a 15 e 15209.
Vitthe Madeira. '
Garrafas com o verdadeiro vinhoXerez e Ma-
deira a 14509 e 24.
Temperos.
Folhasdo iouro, pimenta do reino cominbo
o cravo, a libraa 400 rs.
Velas de carnauba.
Massoseom 6. velas de carnauba refinada*
480 r.
Amendoas.
Amendtas eom casca,a libra a 329 rs.
Doce.
CaixSeeedoce de goiaba, grandes a 15400
e pequeas a 649 rs.
Tijelos de 1 impar.
Tijales do arear facas a 140 rs.
traza.
Duzia #e boioes de graxa n. 97 a 24600, e
de latas a iOOO, e os boides a240 rs., ca-
da um, eas latas a 100 rs.
Chantos finos.
Charutos Anos dos melhores fabricantes da
Rahia por diversos precos, caizas e meias
canas.
E grande pantidade de gneros tendentes sl
a estes estabelecimentos, que ieixam de an-
nunciar-se.
A 4 8 0 CORTE
Pechincha sem igual.
lindos cortes para vestido de percales de cores
claras e escuras com grande variedade de padres
pelo baratissimo preco de A$ o corte: na loja das
columnas rua do Crespo n. 13, de Antonio Cor-
rea de Vasconcellos C
P0TASS4
GR1IDE
ARMAZEM
DE
RIJA O IMPERADOR tf. lO
Jt a9 stbrad9 en qne uara tSr. 0sb9rie,
lnarte Al Bielda C. receberam de saa prepria caco
da na la liado e rarlado or tmenlo de molhados, proprios
da p resente eataeio
Manteiga inglesa
da safra nova viada no ultimo vapor a 1,000
rs. a libra eem barril a 800 rs.
Manteiga franeeza
I da safra nova a 60o rs. alibra, e em barril
1 a 560 rs.
Amendoas
confeitadas de lindissimas cores a 860 rs. a
libra.
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
2jl400, muito propios para mimos.
artoes
com boles franceses a 500 rs. cada um.
Latas
cem bolachinhas de soda de todas as qua-
lidades a 1.530.
Chocolates
de todas as qualidades a 1 $000 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambem
temos velaos para 590 rs.
Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 246oo.
Qneljos
chegados no ultimo vapor a 2(!000 cada um.
Queijo
londrino o mais fresco que se pode esperar
e de excellante maree a 800 rs. a libra
sendo inteiro e a 900 rs, a retalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinbas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e #$200.
Cha uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qualquer nao pode vender por menos de
U a 2600.
dem perola
especial qualidade a 2#700 rs. a'llbra.
dem hysson
o mais aromtico que tem vindo ao nosso
mercado a 20600.
Massas amarellas
para sepa, macarro, talharim e aletria a
480rs. alibra.
COGVO. C
o muito afamado cognac Pal Brandy a l,8oo
rs. a garrafa e de outras muitas qualida-
des a t,nnn ftnn rs. a garrafa.
COPN
lapidados para agua a 4,5oo e 5,ooo rs. a
duzia, e a 440 e 5oo rs. cada um.
PAPEL
almaco, greve, peso e de outras muitas qua-
lidades de 2,2oo, a 4,5oo a resma do me-
lhor.
Papel de botica
| de excellente qualidade a 24200 a resma,
j PAPEL
I azul e pardo para embrulho de 1,4oo a 2,2oo
rs. a resma.
Corinthias
passas corinthias muito novas proprias para
podim a 8oo rs. a libra.
Fumo
o verdadeiro fumo americano em chapa a
1.4oors. alibra.
Vinagre
PRRem ancorlas de 9 caadas a 15,ooo rs.
cada urna.
Cebollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e 1,060 rs. o molho.
Alpista o Paiuco
o mais novo do mercado a 14o rs. a libra,
e 40400 a arroba.
CEBLAS
muito novas a 10000 ocento naruadoQoel-
mado n. 7, roa do Imperador n. 40 e lar-
go do Garmo n. 9
GRAO DE BICO
muito novo a 30400a arroba e 140 rs. a li-
bra na ra deQueimrdo n. 7, ra do-
Imperador n. 40 e largo do Carmo n. 9.
. OUEIJO SISSO
muito fresco a too rs. a libra na ra do
Queimadon. 7, ra da imperador a. 40 e
largo do Carmo
Macas brancas
para sopa a melhor que. se pode doaejar,
macarro, talharim ealeiria a 400 rs. a
libra e 40500 a caixa.
Vinho
Figueira J A A e outras martas marcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
dem 4e Lisboa
e de oatras marcas a 400 rs. a garrafa, e
20800 a caada.
dem do Porto
generosos engarrafado dos melhores fabri-
cantes da cidade do Porto a 10 e 10200
a garrafa ee 100 a 120a caixa, asmar
cas sao as seguintes: Chamisso Fimo,
F. d M., Nctar ou vina dos Beuzes,
lagrimas do Douro e outros muitos.
Latas
com 10 libras de baaba a 40000.
Bolachinha ingleza
a 10800 a barrica da mesraa que
vendem a 20000 e 20400.
Nozes
as mais novas do mercado a 120r< A bra.
Cemgas
dos melhores fabricantes)* de todas as mar
cas de 40500 a 60500 a duzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Res e outros em
meias caixinhas a 10500.
Arroz
do Maranho a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 20500 a 30000 a ar-
roba desses que vendem por 30400.
CAF
de 1.a e 2.a sorte do Rio de Janeiro a 80Sf
e 80800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
Garrafoes
com 4 Y* garrafas com vinagre a 10000 cas
o garrafao.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 10000 o frasco, e de 110000
a caixa.
IDEM
em frasqueiras de Hollanda a 50800 com
12 frascos.
GENEBRA
de Hollanda verdadeira em frasqueira a 6oo
rs. cada urna.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza
e2o rs. cada caixinha,
LICORES
finos de todas as qualidades, a lo,ooo a caixa
rom nma diia a i,ooo a garrafa.
Marnielada
dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
jam Abreu e outros muitos a 6oe rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunto de Lamego a 52o rs.
a libra.
ARROZ
Maranho, Java e India, a loe rs. a libra e
de 3,ooo, a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermaeete de diversas marcas a 56o rs.
a libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
de carnauba em caixas de arroba a 9,3oo e
caixa e 34o rs. a libra.
Batatas oras
em caixas de 2 arrobas a 50 a caixa e 60 rs.
a libra.
Passas muit sevas
em quartos e nteiros a 20 o quarto e 60500
a caixa e 400 rs. a libra.
Chocolate
portuguez o mais especial que se pode de-
sejar a 800 rs. a libra e 140 rs. o pi.
Frotas em calda
chegadas ltimamente, pera, pecego, glnia e
outros muitos a 640 rs. a lata.
Osee da casca da goiaba
a 600 e 10 o caixe.
GOMMA MUITO NOVA
era paneiros de I e 2 arrobas a 30500 a ar-
roba e 140 rs. a libra na roa do Qoei-
mado n. 7, roa do Imperador n. 40 e largo
do Carmo n. 9
BOLACHINHAS
em latas de defferentes qualidades a 10200
a lata
QUEIJOS FLAMENGOS
chegadosneste ultimo vapor a 20800 na roa
do Queimado n. 7, ruado Imperadorn.
40 e largo do Carmo n. 9.
Potassa da Russia
Acaha de che par a mais nova e verdadeira po-
las da RnsM, e vende-sa a preco commodo : no
eseriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira Filho,
largo do Corpo Santo n. 1.
Tende-se etasas em barris a commede preco o
na roa da Crai i. M, prlmeiro asitr, eserlptari:
de Aatoaie de AUneida Goaes.
Os proprietarios do grande armazem o Verdadeiro Principal declarara aos seus
reguezes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a commodidade de todos 99-
upuiaram os mesraos precos nos seguintes lugares:
Verdadeiro Principal roa da Imperador n. 40
FARELLO DE LISBOA
Marca N verdadeiro em saccas novas e grandes a 40500: na ra do Imperador n. 40.
At*4BfiM&4?&aMMp4Mft
NOVIDADES.
Ou cijos do Aentejo, ditos das i I has o mais fresco que so pode dese-
jar a 10200 a libra, e sendo inteiro ter algum abatimento, ricas caixinbas
redondas enfeitadas, proprias para mimo da festa pelo barato preco de 40
cada urna, ricas caixas de figos tambem preprias para mimo de 800 10500
cada ama. Vende-se nicamente no armazem Verdadeiro principal, rna do
Imperador a. 4.

GAZ GAZ.GAZ
Vende-se gax da melhor qualidade a
10 a lata : nos araucana da ruado Im-
perador tf. 46 e.rn do Trapiche N9?9 n.'Q
. -i Vende-se superior fannH ds mandioca, a
borde do patacho Braiil, atracado no ooa Barae
do Li trmente
Superior cal de Lisboa.
Teade-se superior cal t* .Mea a mais Revi
qne ha ic mercad, tanto em percl cerno a reta-
lho, por harat jrs$Oi aflaneaii-se fcera-
rn-e* aporiorqnalidade: a tratar asi
rsas : Crespo n. 7. Imperador n. *9,
\


tes, armazem
^ algodie.
de Sr. Aviiia. derrwte o trapicho
11 r-dfci\ ja* i


-

Diarlo de PeniMbie Qnxra lelra 9 4c Fevertirn r i
K
NOVOS VESTIDOS DE PHANTASIA
Chegaram as modernos vestidos de dentelle de seda com barra, iteiranente novos
en gosto e qualidade : leja das coloranas, roa do Crespo n. 13, de Antonio Gomia
de Va^eencellos 4 C, successeres de Jos Mareira Lepes.
Fazendas de bom gosto
Para vestidos de senhora
Superiores corles de seda de cer, de morante, de gorgarSo e de setim imperial.
Ditos de load, e de cambria branca bordadas.
Ditas de laa cem barra* grande variedade era cores a padrees.
Ditos de organdys cora barra
Lindas sedas de qnadros escasseza a miada?.
Supriores las lisas cem grande variedade de cores.
Ditas cora salpicos, cara llores a de guairas.
Liadas pampolinas de qaadras e de flores, fazenda integramente nova.
Superiores cassas decores, e liadas cambraias ergandy
Grande variedade de chita da cores, de percalia e outras nuitas fazendas delia.
Para hombros de se ahora
Lindas eapas e bournoux de casemira de cor.
Ditas da lia a de sed*.
Graade variedade de sout'embarque* de seda de ISJ a 40.
Manteletes de seda.
Superiores basquinas.
Superiores diales de seda, de merino estampados unos, de cachi mira cora listrasda
seda e de fil preto.
Caraizinbas modernas, zuavos braneos e de cores, colletes de cambraia, lindas gel-
linhas com punbos e outros mnitos artigos.
Para cabeca de senbora e menino
Superiores chapeas e ehapetlinas de palha de Italia enfeitades para senhora.
Ditos de feltroenfeitados para senhora.
Ditas de palha enfeitados para menino.
Grande sortimente de enfeites modernos de retroz, de Troco, de cabello e de flores,
para senhora.
Na loja das columnas da ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vasconcel-
os k C.
t ERAL RECOJIHEXnA^lO
A8 PUBLICO
Sena Menor eonstran-
glaaente se entregar o
Importe do genero qne
5e agradar.
ATTENQO
preco 4a aegnlnte
tabella para tod, po-
dendo assim servir de na
ge para o ajaste de estas
cent os portadores.
ARMAZEM UNIAO ME
RA DA CAllEIA DO RECIPE M. 53.
(Logo pasand are* da Conceifi)
brande redaeeio de preeos,
No armazem de fazendas ba-
ratas de Santos & Colho
Ra da Que i nado a. 19.
Vende-se o segnlnte:
Lences de panno de linho
pelo baratissimo preco de 240.
Lences de bramarle de linho
de nm s panno a 3*500.
Cubera de chita da India,
pelo baratissimo preco de 2{50O.
Lencos de cambraia braneos
propries para algibeira, a 2 a duzia.
Pecas de bretanha de rolo com 10 varas
propria para s a, a 4*.
Pegas de cambraia de forro, a 2G00.
Esleir da India
propria para forrar salas, de 4, 5 e G palmos de lar-
gura, por menos preco do que em outra qualquer
parte.
Toalhas alcochoadas para maos
b& a duzia.
Laazinhas carmezim miudinhas
proprias para vestido de menina, a 600 res o co-
vado.

Laazinhas de cores finas
equivalente a dea por cento menos do qne entro qaalqner
I do melher gosto que ha no mercado, a 560 ris
Col legas.Nao posso por mais lempo sustentar o preco da manteiga ingiera a i,ooors. a libra, bem assim o de outros covado, oeste armazem de fazendas se enconirara
oauitos objectos, etc., dando com isto ocasio a todas as espeluncas acabarem por bom preco a manteiga de tempere, e gritaran em 101
alta voz, que podem vender pelo preco que eu vendo 11! Ora, eu offendido com estas obscuridades e receioso em adoptar o mesmo
systhema que vim encontrar, de s se vender com um por cento a carola, resolv fazer esta grande redcele de preces, como veris
pela seguinte tabella, pois como sabis ca pelo meu bairro, at a abertura do momoravel armazem de molhados Uniao Mercantil n5o
se sabia de outro preco de manteiga ingleza a nao ser o de ,4oe a i,6oo rs. a libra. Hoje perem, resentidos da redcelo a que
estao obrigados, encarando todos os dias de seus freguezes reclamado de preeos, e qualidades, vingam-se de um e outro portadores
al informado deste novo estabelecimento. para lhe vender goneros nao proprios de um estabelecimento desta ordem que o seu fim
t5o smente obter a concorrencia de seos freguezes.
Para bem de todos.
Senhores e Senhoras o aceio qne presidie, aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que ludo apromplidao e entei-
reza com que sero tratados, convida a urna vizita ao mesmo, certos de que sem duvida me darao a proteccao e preferencia na compra
dos gneros que precisaren, e quando nao pocam vir poderao mandar seus portadores, ainda que estes sejam peuco praticos, pois
serlo t5o bem servidos como seviessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommendacao, afirn de que nao vo em outra parte
IAZEM CONSERVATIVO
23Largo do Terco23.
Joaquim Sim--) dos Santos, dono deste bem sonido armazem de melbados faz sclente erag
reeeramendaco aos seas amigos, freguezes e a todos em geral, que esta resolvido a vender os seus
bem counecidos gneros de priraeira qualidade.por menos de 10 a 20 por cento, menos doque em ou-
tra qualquer parte a dioheiro contado,e todo o comprador que comprar de 50 a 10C terso descon-
t de 5 a 10 por cento pelo seu prompto pagamento; e per isso se faz annuncio de algnns gneros
para com este melhor se certificaren!.
Massas para sopa roaearro, talharim e aletria a
240 rs. a libra e em caixa a 5.
Toacinn* de Lisboa alvo muito superior a 80rs.
a libra e 8*800 a arroba.
Saf do Rio de prmairae segunda sorte a 260,280
e 390 rs. a libra e a arroba ou sacco a 8a-e
500.
Ghouricas as mais novas do mercado a 560 rs. a
libra e era barril-a 12J.
Passas indas pelo ultimo vapor a 400 rs. a libra
e a eaixa a 84.
Batatas eragiges de 35 a 49 libras por 24400 a ar.
robae a 80 rs. a libra.
Cha hyssoa miodinho supe-ior qualidade a 14200,
24000, 24500 e 38 a libra.
Vinho de Figrteira, Porto e Lisboa era pipa a 560,
500, 400 e 640 rs. a garrafa,
dem proprie para neeocio a 320 e 360 a garrafa
* e a caada a 24400 e 24700.
Hilho alpista e painco muito limpo a 140 rs. a li-
bra e a arroba a 44400 e 4)200.
Phosphros do gaz vlndos por conta propria a 180
rs. o maco e a 24 a groza.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa e o ga-
lao a 24800 e a caada a 44500.
Serveja das marcas mais acreditadas a 500 rs.a
garrafa e a dnzia a 54800.
Figos de Comadre muito novos a 380 rs. a libra a
em barril ou caixa se far abatinento.
irroz do Maranhao e Java a 100 e 80 rs. a libra
e a arroba a 24810, 2e 24400.
Assim como ha um grande sortimento de charu-
tos e genebra de Hollanda, tanto era frascos como
em botijas, bolachinhas de soda, conserva.choco-
late, marmelada, vinho engarrafado eoutros mni-
tos gneros qne errfadonho menciona-los, e se al-
gnem duvidar venba ver.
JOS GOMES VILLAR
Com loja de fazendas ra do Crespo n,
17.
Pretendendo fr mnito breve a Europa tratar de sua saude, pede aos seus devedores
tanto do mato como desta praca qne saldem seus dbitos quanto antes, e
Protcjam Excellentissimas senhoras a esse impor-
tante estabelecimento.
Fazendas muito proprias para a quaresma, grs preto, moreantiques, cortes de se-
das pretas, capas pretas, casacoes, soulembarques, chapeos de palha, chapelinas de palha.
Bom us preos de renda
o que de mais bello e mais importante para os hombros de nma Excellenlissima senho-
ra, assim como chales de renda de apurados gostos, camisinhas bordadas.
. FRANCISCO J. GERMANN
91 RIJA NOVA tf *1
Acaba de reeeber nm magnifico e completo sortimento dos objectos que de melhor qualida
de encontrar em ama relojoaria, taes como : chrouoraetros maritimos e de algibeira, relogios de ouro
e prata, dourados e foliados, ditos para mesa e do parede, francezes, suissos, alleroaes e americanos,
reguladores de compensacao, relogios grandes com msica e sem ella, dito de sol montados com pecas
para disparar em certas horas, despertadores de diversos tamanhos, caixas com msicas, igual sorti-
mento de oculos e lunetas de ouro e prata dourada e tartaruga, bfalo, ac, e varios metaes, oculos o
lunetas especiaes para senhoras, de ultimo gosto, ditos proprios para os que foffrem de inflanimacoes
nos olhos, fabricados segundo os preceitos dos mais acreditados mdicos da Europa e igualmente os de
Pernambuco, os quaes s se vendem por consulta dos mdicos, vldros de cryslal branco e de cores,
oculos de alcance para o mar e outros proprios para observarles astronmicas, oitantes e sextantes)
binculos para theatro, para mar e para campo, microscopios e meridiano universal, barmetros, ter-
mmetros, caixas de instrumentos mathematicos, torrentes e chaves, sinetes e trancelins de ouro, dou-
rados e foleadas, ludo dos melhores fabricantes. Encarregase de qualquer concert e encomraenda dos
objectos mencionados, e responsabilisa-se durante um anno por qualquer relogio vendido ou concert
eito, era seu estabelecimento; e vende por menos que pode fazer outro qualquer.
Cassas para vestidos.
Tal peehincha s a dinheiro se pode vender.
Superiores cassas francezas de cores miudinhas, de qnadros, lisas, e de ramagens, com grande
variedade de padroes, fazenda qne se tem sempre veBdido a 800 rs. a vara, pelo baratissimo prego de
300 rs. o covado : na loja ds columnas da ra do Crespo n. 13, de Antonio Correa de Vasconcellos
* Comp.
BOTICA E DROGARA
Bartholomen Fraacssco de Sorna C.
3 iItua larfi da Rosario3 i
Vendem:
Plalas Holloway.
Plalas do Dr. Laville.
Pilulas do Dr. Alian.
Pilulas do Pobre-homem.
Plalas americanas.
Plalas vegetaes.
Plalas vegetaes assucaradas de Kerap.
Salsa de Bristol.
Remedios do Dr. Chable.
Elexir de Pepsina de Griraault.
Vinho de Salsaparriltaa deCli Albert. _;
Injeccao Feaagas.
Agua denlilca de Dasirabode.
Papal coi mico, para talhos.
Xarope depurativo de Chable.
Licor aromtica de Raspad.
Pos anti-epilelieas de Brest.
Rob L'AITeclour.
Tarop do Bosque.
Ungente Hollovray.
tta fftz.
Pltch alo gaz.
AIcatro do g2.
Coke, tonelada 10*000.
Piten, arroba 34000.
AlcatrSe, caada 500.
O cok reconhecidamente o carvao mais econ-
mico, tornase por isso recaramendvel, bem co-
mo pelo aeeio qne se nota as casinhas aonde
elle usado. Pitch e aloatro, -alea dat applica-
r5es diversas a que se prestao, edmo para calafe-
tar embarcares, alcatroar madeiras, etc., teem
estes a prepriedade de preservar do enplm, fer-
raigas, etc. E entregue na fabrica te gaz, ou mu-
dado pir em qualquer ponto da cidada, segando a
vontade do comprador e previo ajaste.
Milhe nevo em saceos grandes : no trapiche
da Cunha, a tratar coa Tasso Irmaos.
COMPENDIO DOLOROSO
que contm o oflicio de Nossa Senhora das
Dores; o modo de resar e offerecer a co-
rea, um setenario e mais outros exerci-
cios de piedade e devoro; ordenado pe-
la irmandade dosservos da mesma Se-i
nhora que se acha erecta na egreja de N.
S. da Penha do imperial hospicio dos re-
verendos padres missiunarios apostlicos
capuchiohos italianos de Pernambuco,
approvado por S. M. I., que Deus guarde;
dado luz por devocao do muito reve-
rendo padre Fr. Placido de Mi>sina.
Vende-se a 320 rs. na Irvraria ns. 6 e 8
da praga da Independencia.
Manteiga ingleza (safra nova) especialmente
escolhida a 8oe rs. a libra, en barril se
faz abatimento.
dem franceza a mais nova que tem vindo ao
mercado a 56o rs. a libra, e em barril ou
meios a ioo rs.
Cha hysson de superior qualidade a 2,6oe rs.
a libra.
dem perela o mais superior do mercado a
2,oo rs.
dem huxim o melhor que se pode desejar
oeste genero 2,6oo rs.
dem preto homeopathicoporser de superior
qualidade a 2,oo rs. a libra.
dem hysson, buxim e perola mais proprio
para negocio o l,6oo, l,8oo e 2,ooe rs. a
libra, garaite-se ser moito regular, igual
ao quese vende em outra parte por 2,4oo
e2,6oo rs.
Linguicas, cheuricas e paios em latas de 8
libras, emticamente lacradas a 5,5we rs.
garante-se seren superiores aos que vem
em barris.
Chouricas e paios em barris de meia e urna
arroba a 8,ooo rs. e l,5oo e 6oo rs. a libra.
Queijos flamengos muito frescos chegados
neste ultimo vapor a 2,2ors. edo vapor
passado a 4,6oo e i,8oo rs.
dem londrinos os mais superiores que tem
vindo ao mercado a 8oo rs. a libra entei-
ro se faz abatimento.
dem prato muito fresco a 8oo rs. a libra.
dem do Alentejo o que se pode desejar de
fresco e superior a 8oo rs. a libra, a elles
antes que se acabem.
Ervilhas e favas portuguezas em latas j pre-
paradas a 64o rs.
Marmelada imperial dos mais acreditados fa-
bricantes de Lisboa a 6oo rs. a libra.
Prezunto do reino vindos de casa particular
a 56o rs. a libra, e a oo rs. inteiro.
dem inglezas para fiambre chegado neste
vapor 72o rs. a libra.
Copos lapidados para a gva a 5,ooo e S,5oo a
dozia,
hoculate francez, suisso e hespanol a 9oo
l,ooo e l,2oo rs. a libra.
Espermacete em caixinhas contendo 6 libras
por 4,ooo rs., garanle-se serem transpa-
rente e de superior qualidade, tambem tem
de 12 por libra propria para carro.
Peixe em posta sovel, corvina, gors. pesca-
da, salmo, ostras e chernee, vezugo em
latas grandes a 8oo e l,ooo rs. cada urna.
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-
das que tem vindo ao cosso mercado a
6,ooo, 7,ooo e 8,oeo rs. a caixa, garante-
se ser de qualidade superior, quo outro
qualquer nao pode vender por este preco.
Genebra de Hollanda a 56o rs. o frasco, e
5,7oo rs. a frasqueira.
dem de laranja verdadeira de A'tona em
frascos grandes a 1 .ooo rs. o basco, e
H.ooo rs. a dueia.
dem de Hollanda em botijas grandes 4oo
rs. e em barricas de 4 duzias se faz abati-
mento.
Caf do Rio a 26o e 28ors. alibra, o 7.8oo
e 8,5oo rs. a arroba.
dem lavado de primeira qualidade a 3oo rs.
a libra, e 9,ooo rs. a arroba.
dem do Cear de superior qualidade a 24o
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,ooo rs. a
arroba.
Arroz doMaranho atoo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba.
dem da India muito alvo egraudo a loo rs. a
libra, e 3,ooo rs. a arroba.
dem de Java a 8o rs. a libra, e 2,2oe rs.
a arroba.
Painco e alpista a 14o rs. a libra, e 4,3o
rs. a arroba. '
Massa de tomate em latas de 1 e 2 libras a
6oo rs. e de barril muito superior a 5oo
rs. a libra.
Aletria, macarro e talharim a 4oe rs% a li-
bra, e 9,ooo rs. a caixa.
dem e lalherim branco a 32o rs. a libra,
estas massas tornam-se recomendaveis asf
pessoas doentes por serem propriamente
fe i tas para esse Hm.
Estearinas "a 56o rs. a libra, e em caixa com
25 libras a 52o rs.
Vinbo do Porto muito fino excellente qua-
lidade proprio para engarrafar em ancore-
tas cem 9 caadas por 48.ooo rs.
Vinho de pipa Porto, Figueira, e Lisboa a32o,
4oo e5eo rs. a garrafa, emeanada a 2,5oo,
3,ooo e 3,8oo rs.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e ooo rs.a garrafa, emeanada
a 3,ooo e 3,5oo rs.
Vinho branco para missa em caixa de 1 duzia
a 8,ooo e a 68o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas, que
vem ao mercado como sejam Lagrimas do
Douro, Duque do Porto, DuqueGenuino,
D. Luiz I., Madeira secca, Malvazio fino,
Fetoria em caixa de 1 duzia de 9,ooo a
1 o,ooo rs. e a 9oo e l.ooo a garrafa.
Vinbo Colares o mais superior que tem
vindo ao mercado a 64o rs. a garrafa.
Sardinhasde Nantesem quartos e meias latas
a 36o e 56o rs. cada urna.
Sardinhas portuguezas em latas grandes
preparadas pelo melhor conserveiro de Lis-
boa a 64o rs. ~
Bolachinhas inglezas as mais novas do mer-
cado a 2,8oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
Bolachinha de soda era latas com diversas
qualidades a l,3oo rs.
Bolo francez em caixinhas muito proprias
para mimo a 64o rs.
Passas muito novas de carnada a 4oo rs. a
libra e 6,ooo rs. a caixa com 28 libras.
Figos de comadre a 24o rs. a libra e
l,8oo rs. a caixa com 8 libras.
Amendoas de casca mole a 32o rs. a libra.
Bolachinhas d'agua em sal da fabrica do Beato
Antonio de Lisboa em latas coa C libra
por 2,5oo; ditas doce em latas cem o mes-
mo peso a 2,5oo; ditas imperiats em latas
de 3 libras por l,ooo rs.
Ameixas francezas era latas dele meia libra
por 1,2; ditas em caixinhas de deversos
tamanhos com bonitas estampas na caixa
exteriora l,2oo,l,5oo,e 1,8ors.
Azeite dce retinad Penanel ou do Kempos
de Lisboa a 85 rs. a garrafa e 9,5o a
caixa com urna duzia.
Batatas muito novas a 5o rs. a libra e 2,ooe a
caixa com 2 arrobas.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,Seo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a 32o
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Molho inglez em garrafa de vidro com
rolha do mesmo a ooo rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes a
8o rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes j preparada
a 4o rs.
Lentilbas excellente legume para sepa a 2oo
rs. a libra.
Marrasquinos verdadeiro de Zara em garrafas
grandes a l.ooo rs. o H,oo a duzia-
Palitos para dentes a 14o e 16o rs. o maco.
Sal refinado em frasco de vidro com rolha do
mesmo a 5oo rs.
Cerveja branca e preta das marcas mais a-
creditadas que vem ao mercado a5,ooo e
5,5oo a duzia e 48o rs. a garrafa.
Sag muito novo e alvo a 24o rs. alibra.
Sevadinha de Franca muito nova a2ors.
Charutos de tod os os fabricantes da Bahia e das
mais acreditadas marcas conhecidas no
nosso mercado a 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo,
3,5oo e 3,8oo a caixa de loo charutos.
Cognac inglez das melhores marcas a
1,080 rs. a garrafa.
Doce da casca da goiaba em latas de 4 li-
bras por 2,ooo; dito em caixes a 6oo rs.
cada um.
Farinha de araruta verdadeira a 32 rs. a
libra.
Velas de carnauba de 6 e 12 por libra a
32o rs. a libra e lo.ooo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa
e 4,8oo a caada.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra
e 36o rs. !em barril.
Capil de diversas frutas muito frescas a
64o rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a graza.
Toucinho de Lisboa muito alto e alvo a
32o rs. a libra e 8,5oo a arroba.
Ameixas francezasem latas de 3 libras por
2,ooo. rs.
Cebollas sol tas a l,4oo o cent ; ditas em
molhos com cento etantas por l,2oo rs.
Matte excellente cha para os navegantes a
a 2oo rs. libras.
RIVAL SEM SEGUNDO.
Ra do ftueimado ns. 49 e 55 loja do Barateiro
conhecido j como tal, est dispondo da fazenda
por todo o prec.0 para apurar dioheiro, quera qui-
xer venha ver e traga o cobre,.e ver o seguinte :
Baralhos de cartas para voltarete muito
finasa............................ 506
Miadas de linha froxa para bordar a JO
Pares de sapatos de tranca de todos os
tamanhos e Anos a................... 14500
Massos de superior grampos para cabellos 30
Duzias de palitos de gaz superiores a..... 200
Libras de ara preta muito superior a... 100
Frascos de superior macaba oleo a----- 100
Ditos de dito perola a.................. 300
Ditos de oleo de babosa muito Onos a 350
rs.e............................... 500
Ditos de agua de colonia superior, garan-
tida.............................. 400
Ditos de banha muito lina a............ 640
Ditos de cheiros muilo finos para o preco
a ris............................. 600
Sabonetes de todas as qualidades a 60 rs.
160, e............................ 40
Novellos de linha com 400jardasa...... 80
Carriteis de linha de cores com 200 jar-
das a.. _.......................... 60
Novellos de linha de gaz de todas as ca-
res a............................. 30
Pegas de fitas elsticas com 10 varas pa-
ra vestidos a....................... 246
Frascos de superiores cheiros,pequeos, a 200
Pares de ligas mnito superiores e bonitas
aris............................ 400
Varas de bicos francezes, superiores a... 40
Opiata para dentes da melhor que ha a.. 14000
Frascos de agua para denles, superior a
ludo a............................ liOOC
Pegas de tranca preta liza muito fina a.. O
Caixas com 4 papis de agulhas Victoria a 200
Varas de fita preta com colxetes a...... 40
Libras de laa sorlida de todas as cores a 645J0
Bonecos de choro muito bonitos a...... 16C
Caixas de obreias de ma ssa mulo novas a 46
Varas de franja branca e deires para
toalhasa........................ 8
Frascos de oleo Philecomescupeiior ... 800
Ditos com superior tinfa a320 e......... FOO
Caixas de linha de gaz rom 50 novellos a 800
Enfiadores para espartilho s.......... 200
Duzias de Loioes encaraos para vesti-
OA A.............................
fot tos e oa ratas
Nova prepararlo para matar ratos e baratas,
araba de ehegar de Liverpool pelo navio Toan of
Liverpool. A verdadeira massa pho^r-horica nova
e fresca evidente para este flm. Nao havendo lia
lempos no mercado ?enao j muito velha. casi
nenhum tffeite produzia, por isso recommenda-se
a todos que sequeiram ver livres de lanos ani-
maes e insectos qne infesfam as ra'as, arn-azen?,
navios,etc., dirigirpm sea travessa da Madre de
Dos n. 16, armazem de Doarte, Carvalho e\ C,
que acharao a excellente massa f m boiSes a preco
de640rs. cada um, e em duzia a 64-
ESCEAVOS FGIDOS.
Ausentou-se de casa no dia 31 de Janeiro pr-
ximo passado, a negra Victoria, de idade 44 an-
nes pouco mais on menos, fem oni carolo no la-
bio superior, falla fina e estacada, baixa e corri
regular, ha noticia que anda rm Santo Amaro das
Salinas, iniifula-se por forra e costuran mudar o
nome : portanto rogase a quem a prgar de traze-
la a padaria n. 146, as Cinco Pcntas, de Menezcs
& Silva.
O
iflll
leni de molhac
2D-?soo-j rr-; F o o B g"
111*1 I*
se
81- HIJA DO IMPERADOR-SI .
Segunda casa do lado direito indo do pateo do Collegio.
Francisco Jos Leite, tem a sati'sfaco de avisar aos seus freguezes e ao respeitavel
publico que, estando restabelecido de seus incommodos de saude, acha-se novamente
com um bello e bem sortido armazem de seceos e molhados primorosamente escolhidos;
como sempre caprichou terdas melhores qualidades, e francamente affiancas pessoas que
se dignarem comprar em seu estabelecimento,que all de preferencia outra qualquer par-
te serao mais bem servidos, em qualidade e preces, como em pesos e medidas, no que
sempreo annunciante foi escropoloso, em summa, nao illu.de a pessoa alguma.
Aos Srs. de engenho o lavradoresqueo queiram honrar como seu comitentelhes
assegura que o producto deseu laborioso trabalho ser o mais bem reputado no merca-
do desta pra^a, para o quesejulga convenientemente habilitado pela longa praticacom-
mercial que tem exercido, sendo seus portadores despachados com presteza, depois de se-
rem fielmente umprido as suas ordens.
Fornecer gneros aos Srs. agricultores e negociantesque lhe merecam-confianca, ta-
zendoum abate vantajoso aos quepagarem a vista suas mercadorias, t encarrega-s da
venda de qualquer genero dopaiz, mediante nma mdica oommissio, entregando de
prompto seu producto, e sendo esto applicado compra de gneros em sen armazem,
prescindir da commissio.
DosseHS antigose benignos freguezes espera o annunciante sua valiosa proteccao, fre-
qoentandocomo outr'orasua casa, e pelo reconhecimento que lhestributa offerece expon-
taneamente seus servicos.
Julgadesnecesario publicar a tabella dos preeos de seus gneros: sao seus recursos
garanta sufficiente de poder aceempanhar os menores preeos de idnticos mesmo de
maisapparatososestabelecimenlos, tendo somente em vista o augmento de suas vendas
diarias.
Prevengo necessarla.
Tendo sido o proprietario estabelecido mnitos annos com o mesmo ramo de nego-
cio ni mesma ra, jnlga prudente advertir que s afirma e se responsabilisa pe qne
tem declarado no que disser respeito ao armazem. ____
si p Mm
Sl-RUA DO IMPERADOR-SI
7e5ma"m??d^ castdo lado dxrtxto indo do] pateo io Vollcgio>
O SORES
para machinas de algodo.
Acabam de chegar agora novos motores para
ora e dous cavados para mover machinas para
descampar algodo, cylladros de padaria, eotras
quaesqner machinas para agricultura, os quaes se
vendem por preco maito em conta. Tambem se
vende nm motor americano para 2 e 4 cavallos pa-
ra o mesmo Uro, qne trabalba mnito bem -, elles
se acham montados para o comprador ver o sen
trabalho : na fabricada travessa da Carioca n. 2,
caes do Ramos.
Vende-se um engrano d'agna, moente e cor-
rete, com proporQSe para colher-se grandes sa-
fras annnalmente atiento a bondade e extencSo de
seus terrenos ; est ainda quasi todo em mata
virgen, e dista apenas meia legoa de nma das es-
tacoes da via-ferrea : qnem o pretender, dirija-se
aoSr. major Luiz Jos Perelra Simoes a roa do
Livramente, sobrado n. 54, primelro andar.
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B C*
Agua Florida.
Para restabelecer e conservar a cor natural
dos cabelles.
A agua florida nao ma tintura, ficta essen-
cial a contestar, a mesma agua dando a cor primi-
tiva ao cabello. Composta de plantas exeticas e
desubstancias inefTensivas, ella ten a prapriedade
de restituir aes cabellas a principio eoraite qae el-
les tem perdido. D'umasalubridade incaatesta-
vel, a Agua Florida entreten alimbeza da cabeca
ieroe as caspas e impede os cabelles de caair
Ole de Florida.
Campaste le substancias vegetaes exeticas, elle
coBstite poderasanw'i*, etm a Afina Fin-ida, a
lorca, a beWeia a a canservacaa des cabei:.:.
En Paris, casa da Qnislaar 12, roa de Kiche-
lien, a 21, banlevarl MaBtnr'Tf-
Telas as frascas, aaa leda iitacta e clara.
timare pratead da rasa, saa rewindot falsos.
Depasito, roa da Imperador, pharmacia m. 31.
Ausentou-se no dia 31 de Janeiro prximo
passado da rasa do abaixo assignado sen escravo
por nome Manoel, com os signaes segnintes : pre-
to, idade 13 annos, corpo fino, dentes alvos, muito
ladino, tem urna sicatriz no calranbar de nm dos
ps, levou duas raleas nma branca e ootra parda,
duas camisas urna branca e outra de alpodao : pe-
de-seas autoridades policiaes sua aprehencao o
leva-Io a ra da Cruz n. 18, qne se gratificar.
Antonio Alves de Moraes.
Fugiram duas esrravas, urna donme Marra,
crioula, cor fula, representa 38 annos de idade,
estatura regular, cheia do corpo; e outra de nome
Thereza, parda, rtpresenta 43 annos de idade, al-
ta, magra, com falta de dentes na frente, tem ca-
bellos braneos: quem as pegar pode levar viuva
de Francisco Jos do Reg, ra Bireita n. 25, que
ser recompensado.__________________________
No da 27 de Janeiro ausentou-se de casa de
seus senhores a preta Anna, crioula, de 30 annos,
alfa e boa figura, rosto redondo, com urna cicatria
amiga por baixo da erelha; esta preta foi escrava
do Sr. Teixeira Bastos, e de tarde vendia pao-de-l
pela Ponte de Ucha e Soledade : rot_a-se, pois, as
antoridades policiaes a sna apprehensao e de a en-
tregar na Soledade, padaria do Sr. Joaquim Jorge
da Silva, defronte da igreja.
Fugio do engenho Cavalleiro, fregeetia do
Afolados, no dia 1 de Janeiro deste anno, o escra-
vo Theodoro, crionlo, de 24 annes de idade ponco
mais on menos, o qual cosfurra mudar de nnme
quando se ausenta, e tem os signaes segrete* :
estatura regular, cor preta, cabellos carapinhos,
olhos nm penco vermelhos, nariz chato, tem falla
de dous dentes na frente, boca grande, ps apalhe-
lados, deve ter cicatrizes de chicote as costas,
gago, gosta de cantar e de estar em sambas, me-
tido a glozador, levou vestid palitot de alpaca pre-
ta, camisa branca, calca de brim com listas azues,
e mais roupa de servico e chapeo de couro nevo,
j foi encontrado na capital e sens arrebaldw romo
ganhador e depois em Croangy com nm surrao
costa inculcando da correio : roga-se portanto as
autoridades policiaes e a qualquer particular a ap-
prehensao de dito escravo, levando ao sen sentar
Francisco Casado da Fonseca no referido engenho
qne generosamente se recompensar o apprchen-
aor.
No dia 9 de dezembro de 1864 fugi de rasa
de ou senhor o escravo Hercnlano, pardo esicuro,
; com 35 annos, alto, cabellos carapiahes, olhas e
orelhas peqnenas, ten apenas bigode a pera, per-
na e andar de quebra-mangne, tenda o pe esquer-
do torto e sahido para fra cana pata de seri, o
por Isso pnrha alguma consa pela perna qoaad*
anda, levou vesndo caifa branca re* endada e ca-
misa branca, levando na cabeca chapo de palha,
rondnzio ieoalmente teda a raopa *ne possoe, sop-
po>-$e andar aqoi mesmo pela cidade : qnem o
pegar leve-o a roa Direiu n. 54, qne ser genero-
samente recompensado.
Fogio no dia 2 de janeire a preta Ranana,
da idade 28 anno, crionla, maera e fila, bem fal-
lante, e tem sido vista pela Mangtrnho : qiem a
pegar hve-a a sea senhor, na praca da Boa-Vista
m. 22. on Campo Verde, na dTrapi*.a. I, qne
ser ben recompensado.


>

.-*'-




Otarlo de Peranmbnco Qart fefra 8 de Feverero de !**.





L1TTERATUB1
Ao Exm. c Ilvm.Si'. D. Manoel Joaquim da
Silveira,dis[nissimoarcehispo da Ba-
hia, primaz cmelropoiitanodoBrail,'
I \ X
com o mais profundo rcspoo
o. o. e.
0 padre Manoel Amando dasJDores Chaves.
PONTIFICADO DE TO IX.
Jnlitluccao.
( Continuagao.)
providencia preparava o imperio terrestre do viga-
rio de Jess Cbristo.
O que *a passoa sob o imperadores christos de
Constantinopla nao fez seno demonstrar cada vez
mais a necessidade dessa independencia poltica
do paja.
Quantas vezes a auloridade espiritual nao foi en-
tao compromettida pelas emprezas dos imperado
res, e por suas pretencSes I Que perlurbages na
egreja, que scismas, que heresias por causa dessas
Ilegitimas preteneSes I
Os fracos successores de Constantino, incapazes
. de defender seus estados contra os barbaros, pare-
t As assemblas constitnintes podemexistir em ciam nao ter conservado mais poder, senao para
outro qualqoer lugar, menos em Roma ali nao violentar as consclencias, e usurpar os direitos da
pode haver poder constituate, alm do poder egreja, e o papa tinha a corabater simultaneamen-
constituido. Nem Roma, nem os estados pontificios te as invases dos principes sobre a autorldade es-
pertencem a Roma, nem ao papa : pertencem ao piritual, e as invases dos barbaros que esses prln-
mundo catbohco. cipes nao sabiam deter.
O mundo eathelico reconheceuopapaseu pos- n a*~~ j. .
j n j 11 i 11 i i Us dons dos imperadores e dos Darticulares for-
suidor, afim de que elle fosse hvre c independen-' ma-,m .. f '"""f^"'"[
, i niaram pouco a pouco o dominio de S. Pedro. Os
te: e o papa mesmo nao pdese despojar dessa i.,ril,... h.in. ,.,... .
,; r naruaros, cooriudo a lia lia de ruinas, resoeitaram
soberana,dessa independencia. enn,antnn ,n, fk"uj
H somenteo soberano pontfice; os papas foram os
E' esse o testemunho de um catholico. Oucamos ( verdaderos salvadores de Roma o da Ralia ; os
agora urna voz que ser menos suspeila de parcia-; povos agradecidos, abandonados de seus amigos
lidade, a de Mr. Thiers, encarregado, no mez de j soberanos, reconheceram unnimemente essa nova
outnbro de 1849, de apresenlar a assembla na-; soberana que se tinha formado pela forja das cir-
cionalumTelatoho sobre os crditos pedidos para; cumstancias, sem o mundo o saber, nem mesmo
aquelles que haviam recebido os cargos.
Para aquelles que estudam seriamente a bisto-
a expedicao de Roma
< Sem a auloridade do soberano pontfice (diz
elle) a unidad*- catholica seria dissolvida; sem
essa unidade, o caltiolicismo acabara por se frac-
cionar m seitas innmera veis; e o mundo moral'
j tao fortemente abalado, seria solapado pelos
seus fundamentos.
Ora, a unidade catholica, que exige a submisso
religiosa as nacoes christaas, apenas poderia
subsistir, se o pontfice que delta depositario, nao
fosse absoluta e completamente independente ; se
co meio do paiz que os seculos lhe teem assignala-
do, e que todas as nagoes lhe tem mantido, s
elevasse um soberano, principe ou povo, pouco im-
porta, que tivesse o direito de dar lcis. Para o
pontificado nao ha outro modo de independencia,
senao a soberana. E esse um nter esse. univsal
da mais subida importancia, ante o qnal os inte-
resses particulares das naces devem calarse, como
nos estados calase o interesse particular cm pre-
senga do interesse publico ; assim esse interesse
universal mais que snfficieme para que as po-
tencias catholicas tenham o direito de restabelecer
Pi IX sobre a s pontifical.
Urna voz ainda menos suspeita, a de um protes-
tante, o velho marquez de Landsdowne, um dos
membros mais respeitaveis da cmara dos lords
oa Inglaterra, rende o mesmo testemunho.
A 21 de julho de 1819 diza lord Latfdsdowne :
A eondigo da soberana do papa tem isto de es-
pecial; que, era seu poder temporal, elle simples-
mente monarcha de quarta ou quinta elasse; em
seu poder espiritual, elle goza de urna soberana
sem egual em todo o universo. Tondo todo o paiz
vassallos caiholicos romanos, tem um interesse na
coudioao dos Estados Romanos, e deve velar em
que o pontfice possa excrcer sua auloridade, sera
ser embaragado por influencia alguma temporal,
,e nalureza a affectar o seu poder espiritual.
Ha urna autoridade mais alta e que ninguem con-
testar, a de Napoleao, o qual diza, quando anda
nao era mais que primeiro cnsul : A instituicao
que manlm a unidade da f, isto o papa, guar-
da da unidade catholica, nma iustituicao admi-
ra vel.
Exprobra-sea esse chefe o ser cstrangero. Esse
ebefe o com effeito, e disso devenios render gra-
Cas aocu. O papa est fra do paiz, e um bem ;
elle nao est em Madrid nem em Vienna, e a ra-
zao porque supportamos sua autoridade espiritual.
Em Vienna, em Madrid, lia razao para dlzermos
outro tanto. Pode crer-se que, se elle eslivesse em
Pars, os Viennenses, os Hespanhes consentiran)
era recebar suas decisoei ? E' pois, grande fortu-
na que elle resida fra da sua casa; e que, resi-
dindo fra della, nao resida entro rivaes; que ha-
bite nessa velha Roma; longe do poder dos impe-
radores da Allemanha, do dos reis da Franca e da
Hespanha, tendo a balanca enlre os soberauos ca-
tholicos, inclinando-se sempre ura pouco para o
mais forte, o reerguendo-se logo que o mais forte
se torne opprcssor. Sao os seculos que teem feito
isto; e teem-nu feito bera. Para o governo das al-
mas a melhor, a mais benfica insttuico que se
pode imaginar. iNao sustento estas ideas por perti-
nacia de devoto, mas pela razo. (Mr. Thiers,
hist. do Cnsul, e de l'Emp.)
O imperador;Napoleao III pensa como seu lio;
porque elle escrevia era 18'i8 estas palavras me-
moraveis ao nuncio do papa em Paris:
A soberana do veneravel cliefe da egreja est
inteiramente ligada ao esplendor do catholicismu,
como liberdade e independencia da tlia ; e
era 1859, respondendo ao cardeal bspo de Bor-
deaux, dizia elle :
Tenho a firme esperanca de que urna nova era
de gloria surgir para a egreja, no da em que to-
do o mondo partilhar a minha conviccao, de que o
poder do santo padre nao opposto liberdade,
nem a independencia da Italia.
Ha, porm, um testemunho mais importante que
o dos catholicos e dos homens de estado ; o tes-
temunho do um dos mais encarnizados inimgos da
egreja. Frederico IJ, rei da Prussia, o amigo de
Vollaire, e dos phlosophos incrdulos do seculo
que j ido, escrevia assim a Vollaire : a Pensar-
se-ha na fcil conquista dos estados do papa, afim
de fazer face s despezas extraordinarias, e ento
esta representada a sceHa. Recusando todos os po-
tentados da Europa reconhecer um vlgario de Je-
ss Christo submisso a ura outro soberano, crea-
ran! cada um, um pairiarcha em seus estados. As-
sim pouco a pouco se retirar cada um da unida-
de da egreja, e acabar por ter em seu reino urna
religiao, como urna Iicgua parte. (Tom. 9o de
la Correspondente, pag. 99.)
Nao eremos* que exista ura mais poderoso teste-
munho era favor da necessidade da soberana tem-
poral dos papas para a manutengo da egreja ca-
tholica e da sua unidade. Frederico II, descobrindo
os planos de impiedade, mostra aos catholicos o
que devem pensar de todos esses ataques que se
snecedem contra o.poder temporal dos papas :
egreja mesmo que se dirige o odio ; nao se pensa
em dominar o rei, senao porque se deseja aniqui-
lar a autoridade pontfice.
A soberana temporal, emflm de tal arte da es-
sencia da soberana espiritual, que daquella se
aprsenla na historia com um engrandeclmento na-
tiraldesu... Oque est na {orea ou nalureza
das coasas acaba sempre por se produzir, logo que
essas cousas se veem desavencilhadas dos bices
que se opponham ao seu desenvolvlmento Uvre e
regular. E' o que ha succedido egreja em res-
peitp ao sen poder temporal. Logo que triumphou
das perseguIgSes, ella adquriu urna certa sobera-
na temporal; e o proprio Constantino tanto seo*
tia a necessidade della, que transportou-o centro
do imperio para Constantinopla; desde emo a
' na, nao ha duas maneiras de explicar esse facto
nico da soberana temporal dos papas ; facto que
fere todos os olhos, e cujas origens se perdem as
mais espessas trevas : elle se ha produzido, ou pe-
la propria natuieza da autoridade espiritual, que
teem a exercer os pontfices romanos, ou o re-
sultado directo da vontade de Deus.
$o ultimo caso, querer destruir essa soberana
temporal, por corto querer se revoltar contra o
proprio Deas ; no segundo, querer mudar a na-
lureza das cousas.
Em ambos os casos, lutar contra urna impos-
sibildade ; urna empreza tao insensata, como
impia.
Esta, pois, provado, que, no interesse da egreja.
de todos os povos catholicos e de todos os fiis,
mister que o papa seja hvre e independente.
Est provado que essa independencia e liberda-
de, para serem reaese evidentes, devem seracom-
panhadas da soberana temporal.
Est provado que, combater a soberana tempo-
ral do papa, procurar agorentar e destruir sua
autoridade espiritual.
Quera, pois, tem o direito de imputar um enme
ao papa, por elle defender cora as armas espiri-
tuaes urna soberana que a salva-guarda do sua
independencia, e que est no interesse de todo o
catholicismo ?
Logo que a egreja decreta a excommunhao con-
tra todos aquelles que atacam de um modo direc-
to, ou indirecto essa soberana, isto que atacam
directa, ou indirectamente a obra de Jess Christo,
somente um direito para o papa mencionar essa
excommunhao e pronuncala, ou ao mesmo lem-
po um dever, e um dever rigoroso ? Podemos ce-
der o todo, ou parte dos direitos pessoaes que pos-
suimos; mas nao podemos, em consciencia, ceder
os direitos que nao possuimos, seno no interesse
dos outros, e com um tercoiro ; ora, a soberana
temporal dos papas nao um direito para elles,
mas para a egreja, para todos os fiis; logo, elles
nao teem o direito de o sacrificar ; mas dever de
o defender.
E nos accrescentamos que elles teem o direito e
o dever de o defender, mesmo com a forja, e at
recorrendo s armas, pela razao de que a forga
nunca mais legtimamente empregada, do que na
defeza do direito, e n3o se torna precisamente te-
to dos homens de bem, ver-se-ha se elle nao sem-
pre o pontfice acclamado oos primeros mezes do
seu reino orno a gloria da Italia e o pae dos seus
vassallos. ,
No meio mesmo de tantas difOculdades e obsta
liberdade puramente interior, da liberdade do es- Ai de nos, se a paralysia eotorpecesse a civihsa-
pirito, qne nao seria sufflciente a preencher o flm cao; se ainda no seculo' XIX, em roraarla suicida,
para qoe foi aatabelecido; trata-se de urna lber- nos fosseraos prostrar ante os despotas, formulan,
dade exterior, qne p6de obrar externamente, e do o desolador Djurna 4a Iba India,
obrar nao somente na sua esphera privada, mas Nao I O hornera tem na sua intellgencia a reso-1
., ,, ,. :------------------,. 7 7 '"v "" """ "K" F"". >" au i u nomem tem na sua intellgencia a reso-
TllTI.!'?>*,est^osaMrfP"f^f;Dda/inTeSphr ib,lea e SCa'- ^Tal a ]a& do problema da humanidade; felizmente a
de digna de invefa doatou-os com nsttukSes iberdade de nne & mster nm> m n mtinrmn ._.,....:, '
de digna de invefa; doatou-os con nstitujc5e
que basta desenvolverem-se, para satisfazerem to
dos os votos legitimo3. A egreja inimiga da des-
ordem; mas ama a verdadeira liberdade; nao
por culpa do grande e magnnimo Pi IX qflo essa
liberdade de que 6 mfttfer que poso o soberano .mmobilidade nao est na ordem denosso de tino;
pontfice, para que os direitos da consciencia ca- a civilisagao o verbo
tholica sejam respeitados. | As ,das de oalr.ora n5o o5o ag .^ af ^ ;
Desse lado anda se aeha demonstrada a neces- civilisaco filha do cu; todo o orbe devra ser
sidfcde da realeza pontiUcal. E' preciso, no in- seu imperio, e o temsido; e o boraem inspirado
Sm5 ?!/?' f jusuca teresse da liberdade da consciencia catholica, qu.- or sua voz tem trabalhado. Eis o mundo do se-
nao se tem operado era nossos das. |opapa seja ,,vrc. E. preclS0j po,g> fiue elle Dno culo deGrao 0no com suas luze^ para que Rous
Finalmente,os novos perigos que ameacam a so- SPJa clv'lme"Hc submisso a poder algum terrestre; seau o compare com o mundo de Brahraa, do Sil-
berania temporal do papa comecam a abrir os olhos preciso que elle seja soberano ua rigorosa acep- va e de Vichnou.
de todos; a revolla a Romana, a invasao das 5^0 da palavra. ...
Marcas e da Umbra, as machinacSes da revoluto! A soberana plena e inteira a nica condigo *' n '' ~ dei"m-|o1 f
na Italia, os crimescoramettldosemnome da liber-i ^.al que assegura e njanifesta a Independencia:P !' T lambem teve o seu desenvolv-
j-j.......ii*-------------------... ... ment; porm nunca mais brilhante victoria al-
-. .., v v.m.v.huvjvuI UUIHV Ua II1/WB I T-----.*** k^ <>'<>in i, -i* i* IUUV|i vum, ii i(v
dade, as espoliagSes que teem retomado o seu cur- daquelle que della revestido, e que o deixa livre
so, o clero perseguido e opprimido, apezar do adagio de obrar exteriorme^ conforme o seu pensamen-
Aegreja livre no estado livre nao permute mais *
nossa cegueira sobre otlm que tem em mira os ini-
migos da egreja. O mundo catholico se tem movi-
do todo lateiro, e o episcopado erguido a voz de
modo a dominar o ruido das calumnias e das men-
tiras.
Teem-se onvido enrgicas protestares; a im-
piedade, que se viu desmascarada, redtbrou de fu-
ror e ra va.
Necessaria e legitima, a soberana pontifical cons-
ume para os catholicos um direito, e por conse-
cuencia um dever ; porque um direito que elles mo"'a vist0 reaI'
3,1 ni,rTHAc ai^a. ,.._..._______:.. medidas tomadas
sao obrigados a defender, segundo seus meos, e
pelos caminhos que indicam as circumstancias.
O direito mais sagrado do homem o da liber-
dade de consciencia, porque a que de perto se
liga ao seu fim ultimo, e que concerne nao somen-
te ao seu deslino neste mando, mas ainda no mun-
do futuro.
Mas precisamente em nome da liberdade de
consciencia que se ataca hoje a realeza pontifical;
e os adversarios dessa realeza nao vo triumphar,
vendo conceder-se-lhes que a liberdade de cons-
ciencia o direito mais sagrado do homem, porque
elles nao teem eses anathemas contra a intoleran-
cia, conira o espirito oppressor e tyranoico do go-
verno dos papas? As ideas teem era nossos dias si-
do por tal arte falseadas que nao se sabe mais o
que a verdadeira liberdade, e nao se emende
mais por ella seno ama independencia absoluta de
todo o freio.
Importa, pois, distinguir o sentido caholico que
dao s palavras liberdade de consciencia aquelles
que bao abjurado todos os principios do catholicis-
mo.
Os racionalistas e todos os inimigos da revelacjlo
entendera por liberdade de consciencia a exempgo
de toda e qualquer outra regra que nao seja a da
sua razo individual, os catholicos entendem por
liberdade de consciencia a exempgo de toda e
qualquer outra regra que nao as estabelecidas pelo
proprio Deus.
Os racionalistas sao obrigados a nao terem razao
ou a confundir a creatura com o Creador, conce-
bendo o hornera como um ser independente; os ca-
tholicos sao rauito mais ra/oaveis q"ue esses adora-
dores da razao, maBtendo o carcter essencial do
homem, ente relativo e nao absoluto, creado e nao
creador, o dest'arte podem,'sem temor de se enga-
narem, seguir as deduecSes da lgica, fazendo con-
cordar com a noco de relaco e sogeiclo a Deus
todos os attributos que decorrem da essencia do
homem.
A liberdade leva comsigo, sem a menor dnvida,
urna idea de independencia, na-j dessa independen-
cia de todo o principio qualquer; mas sim de todo
o principio extranho existencia natural do ser em
questao.
Quando se diz, por exemplo, que o movimento
toe as suas inspIracSes interiores. Um papa que
nao fosse rei, e que tivesse ao p de si um gover-
no possuidor da forca, poderia ser roduzido ao si-
lencio por urna simples prohibico do conheci-
mento dos seus actos, entimada a todos os orgaos
da publicidade, sob o pretexto de os nao expr aos
ultrages de urna Imprensa licenciosa. Assim
que, sem a menor declaracao de hostilidade, e at
com as apparencias de respeito, bastara uma pa-
lavra, para emmudecer o doutor universal. Orai
esla hypothese nao imaginaria ; porque j te-
mo-la visto realisar se em menor escala. Se as
a respeito dos bispos de tal ou
tal paiz em particular, podessem se-lo a respeito
do bispo dos bispos, era que confuso, em que
perturbado nao seriam atiradas as consciencias
catholicas ?
A diuca suspeita de influencia preponderante
da um governo estrangeiro, mas amigo, tem bas-
tado muitas vezes para inquietar os espiritos, e
agitar os coracoes. O que acontecera pois se esse
governo tivesse o pontfice por vassallo, e :e o
pontfice re'cebesse delle um ordenado ? ma nu-
vem tenebrosa de duvida e de incerteza estender-
se-hia sobre tudo o que elle dissesse ou nao ds-
sesse; nao haveria mais fanal para as consci-
encias ; ludo cahiria na perturbacao e confuso.
Logo, diremos nos ainda com a cidade catholica,
de quera tiramos este raciocinio; logo, a sobera-
na temporal do summo pontfice nao tanto anda
um ornamento para a egreja catholica, e um mel
de cortar de prompto as rivalidades das diversas
potencias, quanto uma garantir e salva-guarda da
propria liberdade de consciencia para os simples
fiis; a realeza pontifical om direito para todos
os catholicos.
S a ignorancia e a m f poderao atacar estas
conclusoes. Desgracadamenie sao estes os dous
defeitos mais communs em nossos das, entre
aquelles meamos que pretendem dirigir a opiniao
publica.
t Trata-so hoje a respeito do papa (dizem elles)
smplesmente de uma dessas questoes de dominio
territorial, que sao os negocios mais comesinhos
dos governos humanos. Nao ha razo para cha-
mar em soccorro do papa, como principe temporal,
o dogma catholico da infallibilidade do soberano
pontfice. >
(Continuarse-ka.)
uw<^<.u uu .mi i-lu, cuau ao UI M.t I'ICLISainejIe le- ------------' r *--w..p.w, ^ww nu.imcui^
gitima, senao quando empregada no servico da Ide ama Penda,a livro, pode entender-se por sso
'*" o::------*-*-- que elle nao depende da forga que toma suas os-
cillaces isoehronas ? Quando se diz que o curso
de um rio livre, pretende-se dzer que suas
justica. Sao verdades do senso commum, que s
a ignorancia, m f.ou odio poder contestar. He-
mos (ido o testemunho de homens de estado, de
protestantes, e de nimigos os mais encarnizados
da egreja ; depois desses testemunhos a causa' est
defendida?
Se a soberana temporal dos papas necessaria.
legitima; a consequencia rigorosa.
Abrindo-se as paginas da historia, reconhece-se
que ella tem sido fundada do modo o mais legitimo;
neohuma empreza injusta veiu dilatar os estados
pontificios; todos elles sao'o fructo do doagoes vo-
luntarias, c de acquisic5es perfeitamente regulares.
Urna s voz, sob Julio II, elles se haviam estendido
legitimamente anda, em vrtude do direlo de con-
quista, e Parma tinha passado para o dominio dos
papas; mas essa conquista, por mais legitima que
fosse, sentia-se de violencia; nao subslstiu.
Segue-se d'ahi que atacar essa soberana que por
<'ia fra.iuezanenhum temor pode inspirar aos seus
visinhos, mas que sufflciente para assegurar a
ndepeadencia do papa; segue-se, dizemos, que
ataca-la, querer usurpar-lhe uma parte do seus do-
minios ou deslrui-la completamente, corametter
o acto mais injusto, mais violento, mais revolucio-
nario.
aguas nao obedecem lei do peso ? Nio, por cer
to. E' mesmo o contraste que se emende nesses
dous casos; porque, se proclamamos livre o mo-
vimento da pndula, ou o curso do rio, porque
elles nao sao submissos senao a impulsaO de um
principio que entra na ordem de sua natureza.
Appliqutm-se estes exemplos liberdade de
consciencia. Qual o principio natural, regula-
dor da consciencia humana 1 A lei divina. E' in-
contestavel. Mas para que a lei divina conserve
o seu carcter, mister que nao possa ser corrom-
pida, nem pelas dvagag5es da razao indivi-
dual, nem pelas falsa interpretagoes do senso
privado. D'ahi a necessidade de ser ella procla-
mada e explicada por um Interprete autorisado.
por um doutor infallivel, e precisamente o viga-
ro de Jess Christo esse interprete o doutor.
Para nega-lo, preciso negar a verdade da reli-
giao catholica, e demonstrar a verdade de ama
outra religiao : eis o impossivel. De outro lado,
nao esta a questo ; pois que trata-se do direit0
dos catholicos, como catholicos, e nao se lhes pode
contestar sua propria f.
UM P0UC6 OE TUDO.
Da Estrella do Sul extrabimos o seguate :
O PERDAO DAS INJURIAS.
Joao Gualberto, nobre militar, indo em certa oc-
casio acompanhado de alguns soldados, encontrou
o matador de um seu uoico irmo, em um camr
nho tao estrello, que era impossivel que elle lhe es-
capasse; de sorte que, vendo-se o criminoso neste
estado, desesperou da sua vida; e julgando se per-
dido, prostra-se por trra, e espera a morte com
os bracos estendidos cm cruz. Gualberto se com-
padeceu, e, era attengo e respeito cruz de Jess-
Christo, que elie n'uqael|a postura representava,
perdoou-lhe, dizendo-lhe que se retirasse, e que
d'ahi em diante poda andar livrcmente sem temer
nada.
Gualberto eacarainha-se d'ahi para a egrej i de
S. Minalo, perto de Florenca, e ajoelhando-se
para orar, viu que o crucfixo se iuclinava para
elle, como em testemunho de approvago do acto
heroico que acabava de praticar.
Esta cruz fol guardaa, e ainda hoje se mostra
em Florenga.
Jos Gualberto, compungido por este milagre
comegou a meditar seriameole em dexar o mun-
do, e entregar-se todo a Deus: tendo chegado s
portas de Flerenga ordena a seus fmulos, que vao
preparar-lhe o aposento, e volta outra vez egreja
de S. Minalo.
Como ah hava um mostero, perguntou pelo ab
bade, o rogou-lhe que o ajudasse nos seus intentos,
contando-lhe tambera o milagre da cruz que acaba-
va de acontecer. O abbade aconselhiu-lhe que dcl-
xasse o mundo; mas, para o experimentar, repre-
sentou-lhe os rigores da vi la monstica : e quan
to era difflcil supporta-ios
cangou do que com o chrisiianismo.
Deus o mandou para ensinar a mais santa phi-
losophia, a mais recta moral, e as mais sublimes
ideas pelas palavras de seu Divino Filho..
Mandou o chrisiianismo para abater os falsos
preconceito?, para mudar as armas do combate, e
para substituir o ferro pela razao.
Mandou o chrisiianismo para ensinar o perdo
a generosidade; para ensinar que as lagrimas d
arrependido tinham valor ante seu supremo tribu-
nal. Mandou o christiansmo para firmar na trra
a justiga, a virtude e a vida ; para lembrar aos
homens que elles tinham uma alma!
Aindamis I
Deus fazendo com que sea Filho nascesse do
ventre de uma mulher, mandou o christiansmo
para levantar a companheira do homem do abys-
mo, das trevas, do nada, que a materialista e
barbara antiguidade linha adrado o anjo da fami.
lia. Aqui desejavamos chegar : a regenerago da
mulher foi o chrisiianismo quem conomoo! Sob
as asas do Evangelho ella foi creatura de Deus>
e filha de Eva; antes disso fra materia : veja-
mo-lo.
II
Se essa autoridade tao legitima fr derribada, e segu a voz do Pastor Supremo, que goza da
a forga quem substitue o direito ; se se deixamos o j verdadeira liberdade de consciencia; para o pro-
S?7 h.,5 ^ dCSrdenSi; E 3SSm aDda ,eS,aD,e' para raca'*ta. essa liberdade nao
que o papa defendendo sua soberana temporal, seno a l.cenga ; pois que ella nao est mais sub-
derendendo todas as outras soberanas, pouco im- geita nica lei de Deas
porta sejam ellas representadas por principes ou Com effeito, para estes, essa lei pode ser mu-
,..-------_.... KKU.._ ,w na flor da mocdade.
lll^?.;J Ja qUG 1 calholicismo escula; Gualberto, porm, nao mudou de resolugao.
Entretanto, vendo um dos sejs fmulos qne elle
por assemblas.
Despojado, e impunemente despojado o papa, ahi
temos a espoliago reconhecida cerno ura direito ;
a propnedade ameagada em todos aquelles qu
possuera alguma cousa. E ser preciso acrescentar
que a desthronisagao temporal dos papas seria um
acto da mais clamorosa ingratido ? Amigos e ini-! catholico? Em vista do antecedente, claro que
migos concordara nisto: aos papas que Roma de- i a liberdade do consciencia o direito de seguir
ve sua conservacao e esplendor; aos papas que sem obstculo a dlrecgao desse senhor supremo da
os estados romanos devem sua prosperidade; aos lei divina; e, por conseguinte, de poder executar-
papas que a Italia deve o.ter conservado sua inde- 'be as ligoes, consultar seus orculos, avocar suas
pendencia o ter permanecido durante toda a edade ; decisoes, recebef suas luzes, conselhos e aniraa-
dada a talante de seus caprichos e de soas inter-
pretages individuaos; eoquanto para o catholi-
co, ella desee do cea, para e immaculada, gra-
gas infallibilidade do raestre," preposto sua
guarda.
O que pois, a liberdade de consciencia para o
media um foco de luzes e de civilisagao; aos pa-
pas que a Europa deve a sua civilisagao, e nao ter
cabido sob o jugo embrutecedor do mahometismo;
e teriam feito os papas tudo isto, se nao ti ves sera
sido soberanos e independentes ? Que vejam os pa
gao.
Esse direito pode ser offendido de dous modos,
ou o catholico impedido de receber a direcgo
de que se acaba de fallar, oa o papa, d'onde ella
procede, impedido de Ih'a dar. Em ambos os
- -.----------, .------------, r---------- mu, liiu aillU U
triarchas de Coostautinopla, e os popes da Russia casos, a consciencia do catholico se acha subtraht
e respondam
Nunca o papado desmereceu da Europa. Os pa-
da impulso natural que devia move-la; situago
dolorosa e terrivel para todo aquello que er em
pas nao sao os inimigos da sciencia, nem das artes, Jess Christo e na egreja.
nem de progresso algum legitimo o razoavel. Elles Mas, se bem reflectir-se, ver-se-ha que o segan-
favorecem a industria e o commercio, cream cami-: do caso mais terrirel ainda qne o primeiro-
nhos de ferro, adoptara a telegraphia elctrica : lo-' Neste o fiel est muito sojeito a obstculos que o
das as descobertas, todos os trabalhos nteis aeham affligem; porm, pode ainda tirar-se desses em-
nelles protectores esclarecidos; o papa actualmeo- baragos por sua propria coragem ; pode destruir
le reinante tem feito de sua parle, como adiante a violencia dos obstculos pela coragem do mar-
veremos, tudo o que lhe ha sido possivel na ordem yic* O martyrio mesmo nao pode remediar o
das reformas polticas; se nao tem ido mais longe, segundo perigo; o obstculo opposto ao livre rao-
6. porque o teem embaragado os inimigos de toda a vimento da consciencia insuperavel para o ia-
autoridade ; e, no da em que so firmar seu poder dividuo.
temporal hoje abalado; no dia em que, seguro do. Eis, pois, sobre que reponsa, como sobre sua
da segainte, e eessando de estar exposto aos gol- base necessaria, a liberdade da consciencia catbo-
pes da revolago, elle poder obrar Ba pleOHnde do
sea poder e afrouxar alguns lagos sem temor de
deixar ao mal o campo hvre com grande detrimen-
no vihha de Florenga, volta casa, e diz ao pae
de Gualberto o que se tinha pausado.
Este, cheio de susto, procura por toda a parte
seu filho; e, depois de muitas indagagoes, sabe que
elle est em S. Minalo, onde quera tomar o habi-
to monstico.
Este pae dirige-so logo para o convento, pede o
seu filho, exclama, ameaga, se lh'o nao entregam.
Joo nao quera apparecer diante de seu pae, pois
bem sabia que elle vinba para o tirar do mosteiro;
e nesta exlremidade diz comsigo mesmo :
De quem posso receber mais dignamente o santo
habito, senao do altar onde se oficrece o sangue de
Jess Cbristo ?
Achndo entao por acaso o habito de um dos
monges, levou-o promptamente egreja, p-lo
cora respeito sobre o altar; e depois de cortar os
cabellos, vestiu-o com alegria.
Todos os monges admiraram a sua f; e entran-
do o abbade, e vendo-o assentado com os outros;
mandou a sea pae que en'rasse.
Apenas elle viu sea filho n'aqaelle estado, bateu
nos peitos, e parecia fra de si; mas emflm, o ab
bade, os monges, e o sea proprio filho, fallara m-lhe
com tanta efflcacia, que elle tornou a si, abengoou
o filho, e relirou-se adorando os designios da Pro-
videncia.
Este foi S. Joio Gualberto, que, abragando de-
pois o instituto dos Camaldulenses, fandou o cele-
bre mosteiro de Valumbroso.
lica ; eis qual por assim dizer, o sea palladnm:
a liberdade do chefe supremo da egreja. E que
A MULHER REGENERADA PELO CHRISTIANSMO.
I
Com o perpassar dos seculos, ideas se mudam,
velhas inslituigSes se. derrocam, telhos pensamen-
tos caducara, e a humanidade, de metamorphose
em metamorphose, vae seu caminho de andamento
progresivo, gniada sempre pela m5o do Omnipo"
A historia da India se perde na nohte dos tem-
pos; mas alguns de seas usos e costumes atraves-
saram os seculos, e a sua tradigo tem chegado
at nos I Seus deuses, seus pagodes, esses obelis_
eos, essa theologia estranha, essa architectura gi
gantesca e assombrosa, tem prendido a attengao
de escriptores, que no-Io tem transmitido I
E o que referem elles acerca da uulher do In-
dou?
Dlria a lei de Manou : c ella nascida nica-
mente para servir a seu marido, e varrer a pe-
dra do lar. Eis o deslino daquella, que o Se.
nhor deu ao homem para sua companheira, para
consola-lo as horas de angustia, para amalo e pa
ra ser metade de sua existencia I Eis a triste mu
Iher sentada ao lado do escravo, e at venal como
elle I todos sabem que o Indoa tratava a unan de
sua filha, sem que ella tivesse conhecimento de tal
cousa ; todos sabem que, se a paga nao era logo
dada, o pae ia buscar sna filha, l mesmo no leilo
nupcial, para rend-la a outro; todos sabem que
o Indou mercadejava o seu sangue; vejidia-o como
uma machina de gerago, como um objecto qual-
quer !
Eis a importancia da mulher I
Ainda mais. Sea marido poda, a sea livre ar-
bitrio, despreza-la, e repudia-la, impingindo-lhe
castigos, condemna-la, e at entrega-la aos caes.
Abominavel arbiirariedade I Barbara ignorancia,
que assim desconhecias o valor do sexo que te da-
va o ser, o ment da mnlher que te trouxera no
selo, que te guiara pela senda da vida, quando an-
da nao conhecias os atalhos, perigos e bices I
E por fim, essa mesma triste mulher que tinha
sido vilipendiada por seu marido, se este morria,
linha a restricta obrigago de acompanhar o tyran-
no al na morte *
Eu vos convido, oh sectarios do ignorantismo, a
lemltrar essa scena horrivcl, hypocrita, antimoral
e repugnante Vinde ver a infeliz subir a uma fo-
gucira para seguir no tmulo aquelle que a tratou
qual escrava em vida I Vinde contemplar esse sui-
cidio barbaree eslranho; essa sociedade ordenan-
do a execugo de um alternado contra Deus, e con-
tra todo o raciocinio! E dizei-rae, que* a civilisa-
gao tem trazido a corrupgo, e nao distrudo os pre-
eonceitos eonsu'id:idos pela Ignorancia !
Infeliz sociedade, e mais infeliz ainda a mulher
de taes lempos!
III
Alhenas, esse bergo de luzes, leve tambera seu
da. genio do progresso depois do ter passado
pela India, Egypto, Persia e Phenicia, l assentou
a sua morada; roas a companheira do homem as-
sistiu muda a todo o adiantamento, e nao mais fe-
liz; ou se alguma reslea de fraca luz brlhou para
sua sorte, a tyrannia do homem sempre predomi-
nou, e ella tresparece nestas palavras: Lembra-
te mulher, que a sombra teu destino; tua vidi
pertence ao esquecimento.
Eis o quanto avangou a mulher do Atbeniense
sobre a do Indoa.
Nao mais um sacrificio, ura vver irracional,
como a desta; mas uma priso, a obscuridade;
e o que val a liberdade do corpo quando a alma
geme sob os grilhoes do despotismo ? Do que serve
a vida sem o que d a vida ? O viver sem luz, sem
conhecimento ? '
E" ter intellgencia, e nao t-Ia; um supphcio
de Tntalo; oavlr o mundo passar perto de si
cholo de harmona^ de venturas e de gozos, e
sentir urna mo de ferro qne lhe fecha as palpe-
bras 1
E' o homem querendo contrafazer a lei de Dsus;
um absurdo I E' o homem querendo em seu ca-
dinho de ignorancia, reduzir a intelligencia a sen-
tidos, a alma materia; o impossivel I
Esse estado cedo ou tarde linha de acabar I
Mas nem s fallemos da Ignorancia a que a in-
feliz mulher era votada. Em sea leito, em sea
proprio leilo nupcial, era ella o mais desditoso dos
seres; ahi ella tinha om esposo e nao o tinha; era
casada e viva na viuvez, porque o casamento nao
a unio de dous corpos em um tao somente;
tambera a unio de dnas almas em uma nica I E
a mulher nao tinha essa felicidsde; a pessoa a
quem o Atbeniense menos diriga a palavra, era
sna esposa.
E' s mais tarde que algaem vira ensinar esse
matrimonio; s mais tarde que o christiansmo
vira restituir aventura a ha da peccadora de
Edn.
Mas coovm notarle j um passo se tinha da-
| do no andar dos terapw. A polygamia fra bani-
da; ja' nao existia essa chaga no corpo da socieda-
de grega, chaira asquerosa porcerto!
A mulher foi nica em sea lar; adianton pois
algum caminho. Mas era ainda escrava!
a mulher leve licenca pata saber I Cansa vergo-
nha o dize-lo I Alm disso, sna personalidade fra
garantida por aro dote : porm nao estava tudo fei-
to ; a mulher ainda fra lafeiii' se seu destino pa-
rasse ahi 1 Anda nao fra dado o signal para Sua
completa regeneracao I
Breve I
V
Um dia l do extremo da Asia, orna voz se fez
ouvir, e o velho mundo pagao tremen e vacillou
em suas bases, e os idolos do Egypto baquearam.
Eisa voz era a do Messias, o promettido, o Olho do
Eterno.
Nascido de uma virgem, o Cbristo nao- quiz ver
a luz do dia n'um bergo sumpluoso, mas sim n'um
bergo de palba, para collocar -no mesmo nivel o
grande* e o pequeo, para ensinar a confraternida-
de universal : por qne os faustos e o luxo nao po-
deriam augmentar a grandeza I
s Era a voz desse Jess, que se entregou a todos
os soffriraenlos e martyrios, para remir o homem
de sua falta primitiva I
Era a voz desse que quiz ser crucificado para
dar a vida a creatura peccadora I-
Era a voz desse, que, pregado o divino corpo so-
bro os bragos-de uma cruz, pela malvadezae in-
gratido dos homens, levantando os olhos ao cu,
exclamou: Perdoae-lhes, raeu pae, que elles nao sa-
bem o que fazem.
Eis a mxima sublime, eis o resumo da religiao
de consolago, de bondade, e de perdo, que nos '
ensinou nossa mo sobre o bergo; eis a religiao -
que entoou seas cnticos fnebres sobre o tmulo
de nossos pae.-, e irmaos; religiao santificada, e
que no enlamo eu vejo por esse mundo despreza-
da ; que eu vejo entregue ao olvido por homens
sem f, sem crengas, sera nada ; por homens que
nao sao homens !
Eis o Deus de bondade, e que no entanto eu vejo
esquecido em seus templos, e ultrajado na pessoa
de seus ministros e nos seus altares 1
Mas, longe temos ido de nosso intento ; voltemos
ao assumpto.
Deus quiz que seu filho nascesse de uma mulher
para apagar a mancha de Edn : e desde ento ella
j mais poder ser desprezada I Foi Jess que
proclamou a indissolubilidade do casamento, ento
tudo se completon. A mulher foi o arauto de sua
verdadeira elicidade, fol a garanta do amor de
seu esposo.
A mo de Deus levantou-a do barathro e a irou-
xe a tomar parte nos destinos da humanidade :
nesse dia ella constituiose a flor perfumada da
existencia do homem ; constitaio-se o anjo de con-
solago e ventura por que ella tinha o desposado o
lempo na pessoa de seu marido na phrase de Eu
genio Pelletan.
VI
Mas o christiansmo se espalhoo pelo universo.
A cabega do raartyr l cihia aos golpes da ma-
chadinba do ero e Domiciano ; porm sobre seu
sangue levantou-se a egreja. S. Paulo, as Aguas
Salviennas expirou degollado; S. Pedro crucifica-
do sobre o Janiculb ; S. Thom martyrisado na In-
dia ; S. Matheus na Persia ; S. Thiago, o Maior,
em Jesusalm ; S. Thiago, o Menor, precipitado do
alio do templo de Deus.
Todos esses, e muitos outros tiveram a morte
em paga de seu zelo e de sna f ; mas a morte pela
religiao de Christo morte gloriosa I
O circo romano vio milhares de marlvres mor-
rerem por seu Deas ; porem Roma vio tambera
levantar-se a cadeira de S. Pedro para nanea mais
cai.ir; eslavam quites, Jpiter Capitolino e o mar-
tyr do Golgotha.
Mais dizia-nos que o chrisiianismo espalhava
seos raios pelo universo. Com effeito, assim foi, e
a mulher por toda a parte em r,oe ella appareceo,
augmentou em dignldade e ment ; na edade me-
dia a cavallaria dedicoulhe seus louros, e suas
palmas de gloria.
Esse sexo que tem dado ao mnndo uma Joanna
d'Are, uma Mmc. Stael, e ama Mara de Jess, j
mais voltou ao seu estado anligo, nem poder vol-
tar uma vez regenerado pela doutrlna do filho da
immaculada virgem.
Hoje a mulber tem ante si abenas as portas do
templo da sciencia, e da gloria, e tem ao mesmo
tempo sua ventura debaixo do tecto da familia.
Ella hnje a fonte de Inspiraco do poeta, o as*
suraplo de meditago do philosopbo, um. dos encan-
tos e;dos fins da humanidade a flor do lar, a fonte
no sarah da vida. Abaixo da religiao ocenpa o
lupar mais elevado do coragao do homem.
Hoje a mulher senhora; antes do christians-
mo era escrava de ura despota, e nada mais.
Segundo diz ara jornal, um francez descobriu o
meio de coser os alimentos sem necessidade de
fogo.
Eis o sagrada que o inventor j coramunicou
academia das sciencias:
Mette-se o que se pretende coser, legumes ou
carnes n'um lacho j experimentado pelo fogo e
cobre-se de muitos vidros postos uns sobre os ou-
tros, a acgo do sol se multiplica ao atravessar os
vidros de modo que em breve faz ferver a agua
que contm o tacho.
O saber da comida, diz o inventor que mais
siicoknto do que quando cosida pelos meios or-
dinarios.
Nes(a descoberla eHcoutramos ura inconvsaente
e que muitos dias deixaria sem jamar a ijuera
della usasse exclusivamente.
1
No da 19 deu-se na egreja de S. Sevenno, em
Paris, um caso notavel.
O cura Mr. Hanicle, respeitavel ecclesiastico de
70 annos de edade, passando na aave circular que
contorna c coro, receben quasi queima-roupa a
descarga dupla de uma pistola de dous canos.
O panno e ondulagoes da batina enfraquecerara,
f.Pizmente, o effeito dos projeclis, que s o feriram
levemente por baixo dos rins. y
O porteiro foi e primeiro que agarrou o assassi-
no.ou antes assassina, pois era uma mnlher vestida
de homem com barba postlga.
E' uma mulher de Bl annos, chamada Joanna,
que diz ser viuva de um antgo offlcial de estado-
maior.
Nao negou o crime e s disse que nao tivra
tengo de malar, -porque, se a tivra", o teria
feite.
Disse que o odio que linha ao cura nao provinha
dello lhe ter recusado soccorros, mas sim de uma
qnesto de interesse.
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nioguem se engae; aqui nao se trat de uma lente Creador; e ai de nos, se assim nao fosse
IV
Roma foi a saccessora de Alhenas ; coube-lhe a
vez, e a humanidade caminhou mais um signo no
firmamento do progresso. Sciencias, artes, gover-
no, leis, tudo se desenvclveq. A philosophia aper-
feigou-se ; mas qaanto ao destino da mnlher ? Deu
tambem mais um passo com a humanidade ; ella
pode assislir aos festejos da nlelligencia, e aos es-
pectculos que at entao lhe eram negados; emflm
As arlas de Rama contam que o imperador da
Russia offereccu 370,000 francos (66:60OO00) pela
estatua colossal de Hercules, reeentemente deseo-
berta, mas que o proprielario della prefera cede-
la ao papa, por melado do prefo, para que nao
saia de Roma.
w *> i
Esta' projectada para o mez de setembro de
1863, a abertura de um congresso de impresores
de Franga.
O congresso celebrar-se-ha era Leio.
Ho de ser miudamente examinados os princi-
paes interesses desta proBssao, o passado este exa-
rae, os impressores de eada departamento nomea-
ro um delegado encarregado de azer com que a
autoridade superior aceite as projectadas refor-
mas.
L-*se no Commercio do Porto o que segu :
No dia VI de dezembro, den-se na hospedara
das Tres Espadas, em Modena, um facto de que o
Patriota, de Parma da' a seguate noticia:
Um mogo de fretes, insultado por um seu fcora-
panheiro que lhe chamou cobarde, pegn n'uma
faca, e, para desmentir esta injuria, cortea a mo
esquerda I
Foram-lbe logo prestados os soccorros d'arte, e
julga-se que este novo Mutius Scevola escapara' a
inorte.
PERNAMBCCO.-TYP.-DE M. F. DEF.& FILHO


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