Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10587


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Full Text

/
AHHO ILI. NUMERO 30
,** i l



Por [oartel pago dentro de 40 das do 1. mez ...::.. 5)000
dem depois dos l.0410 das do comeco e dentro do quartel.... 6)000
Porte ao eorreio por tres metes ,........., : 750
-a_
.
EXCARREGADOS DA SUBSCRIPTO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima ;
Natal, o Sr: Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Geraldo Antonio Al ves &
Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARRUJADOS DA SUBSCRIPCXO NO SCL.
Alagoas, o Sr. Claudine Faleo Dias; Baha, o
Sr. Jos Marlins Alvs; Rio de Janeiro, oSr. Jos
Bibeiro Gasparinho. '
PARTIDA DOS EsTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estages da via frrea at
Agua Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinho, Garanhuns, Bniqne, S. Bento, BomCon-
selho, Aguas Bellas e Tacarat, as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqaeira,
Ingazeira, Fiores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury, Salgueiro e Ex as quartas feiras.
Serinhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimentetras, as quintas feiras.
ilia de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estfelas partem ao roeio dia.
EPHEMERIDE8 DO MEZ DE FEVEREIRO.
5 Quarto cresc. as 10 h., 48 m. e 58 s. dat.
10 La ebeia as 2 h. 7 m. e 16 s. da t.
18 Quarto ming. as 7 h., 18 m. e 4 s. da t.
25 La nova as o b., 43 m. e 22 s. da t.
TRQAFIR 7 DE FEVEREIRO DE 1865.
Por anno pago dentro de 10 iias do l.mez ,,,...
Porte ao eorreio por um anno ', ,....., ,

19?000
3$000
AUDIENCIA DOS TKIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quimas.
Relago: terca* e sabbados as O horas.
Fazenda. quintas as 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbadcs a 1
hora da tarde.
DIAS DA SEMANA.
6. Segunda.. Sv Dorotha v. m.; S. Autheliano m
7. Terga. S. Romualdo ab.; S. Ricardo rei.
8. Quarta. S. Joao da Malta ; S. Corynlhia m.
9. Quinta. S. Antonia v. m.; S. Ansberto.
10. Sexta. S. Suilherme duque; S. Silvano b.
11. Sabbado. S. Lzaro b.; S. Clorro.
12. Domingo. S. Marcello p. m.; S. Eulalia v. m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as I hora e 18 m. da tarde.
Segunda as 1 horas e 42 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1ROS.
Para o sal at Alagoas a 14 e 30; para o norte
at a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernn
do nos das 14 dos mezes de janeire, marco, maio,
julho, setembro e novembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Maneel Figueira de
Paria & Filho.
PARTE 0FFIGIAL
GOVBRlfO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 3 de fevereiro de 18C>.
Officle ao coronel commandanle das armas.
Quaira V. S., informar acerca do qne pede Jos
Joaquim do Bomm no incluso requerimento.
Dito ao Dr. chefe de polica. Remetta V. S. pa-
ra a provincia das Alagoas na primeira opportu-
nidade o preso Lu*. Lopes Pedregulho, que te
acha na casa de detengo e tom de responder ao
jnry na Villa da Assembla, segundo declarou-me
o juiz municipal da Ia vara un offlcio de 31 de Ja-
neiro ultimo.Cemmunicou-se ao juiz municipal
Dito ao inspector da tbesouraria de fazenda.
au havendo inconveniente, mande V. S. pagar
ao gerente da companbia Pernambucana, a presta-
do de 7:000,8000 relativa ao mez de Janeiro ulti-
mo, eom que o governo imperial auxilia mensal-
mente aquella companhia, que segando consta de
offlcio do mesmo gerente datado de 31 do predito
mez cumprio nelle com as suas obrlgagoes.
Dito ao mesmo. Recommendo V. S. que, em
vista da foiha junta em duplcala, e nlo havendo
inconveniente, mande pagar os vencimentos relati-
vos ao mez de Janeiro ultimo dos offlciaes encarre-
gados do recrnlamenio neste municipio e no de
Otinda.
Dito ao inspector da thesourana provincial.
Nao havendo inconveniente mande V. S. entregar
ao vigario da freguezia de Santo Antonio da Gara-
ohnns, padre Nemezio de S. Jeao Gualberto, me-
med inle lianga idnea a quantia di 1:0005000
oesignado pelo 7 do artigo i4 da le do orea-
ment viogente para as obras'da matriz daquella
freguezia.
Dito ao mesmo.-Recommendo V. S. que de-
pois de incluido na respectiva folha mande pagar
ao amanuense da secretaria do geverno Joaquim
Leocadio Viegas como pede no incluso requei mien-
to os seus vencimentos a contar do dia 24 em que
foi Horneado at 31 de Janeiro prximo Ando:
Dito ao mesmo.Annnindo ao que solicitou o
chcf.inlerino da reparticao das obras publicas em
Offlcio do 1 do correte, sob n. 27, recommendo a
V. S. que, em vista do incluso pedido e nao haven
inconveniente, mande entregar ao agente |flel paga-
dor daquella reparticao em prestages semanaes a
quaniia de 7:9004000 para conlinuacao das ebras
por admiaistraco neste mez.Communieon-se ao
chefe interino da reparticao das obras publicas.
Dito ao cemmandante do presidio de Fernando.
informe V. S. se dos ohjectos aproveitados da
galera americana Susan Houtand, o ahi existentes
sao precisos alguns para o servico desse presidio,
declarando me no caso de afflrmativa, o estado
em que se acham os referido; objectas e o prego
presuimvel por que podeui ser comprados, poden-
do V. >. consentir na vinda dos que tem o cnsul
dos Estados-Unidos de mandar buscar para esta,
capital, como declaron-me com offlcio de 31 de de-
zembro ultimo, nma vez que nao sejam ahi neces-
sarios.Neste sentido otlkiou-se ao cnsul dos Es-
tados-Unidos.
Dito ao commandanle superior interino da guar-
da nacional do Recite.Expega V. S. as suas or-
dens para qne do 1 batalho ae artilharia da guar-
da nacional sob seu commando superior, desta-
quen para o presidio de Fernando, noprimeiro na-
vio que para all seguir, urna torga de 101 pravas
inclusive 1 capuan. 2 subalternos, os inferiores e
tambores necessanos, podendo ser essa loro tira-
da de outro corpo no caso de que aquelle batalho
nao possa presta-la.Communicou-se ao coronel
commandanle das armas.
Dito ao director geral da instrurcao publica.
Em vista de sua ntormago datada 'de hoje, sob n.
28, dada com referencia ao reqnerimente do com-
mandante superior Joaquim Cavalcanli de Albu-
quer .ue, mande V. S- admittir no Gymnasio Pro-
vincial cuino alumno interno o filho do supplicante
de n une Herculano de Hollanda Cavalcanli, de que
tratim os papis inclusos.
Dito ao inspector do arsenal de marinha.An;
toriso V. 8. a comprar a ancora e correntes que
secundo o seu offlcio n. 827 do Io deste mez, sao
necessarias as boias destinadas ao balisamento dos
bailas do ioglez e de Olinda.Communicou-se ao
inspector da thesouraria de fazenda.
Dito ao commandanle do corpo de polica.Po-
de Vmc. fazer alistar para o servico do corpo sob
seu commando o paisano Manoel 'Ferreira Lima,
ap-esentado por seu offlcio n. 63 desta data.
Dito ao cori-elho administrativo.Autoriso o con-
selho administrativo a comprar nos termos do res-
pectivo regulamento os objecios mencionados no
incluso pedido, os quaes sao necessarios para sa-
tisfazer diflerentes requisicoes, Communicou-se
a ihesouraria de fazenda.
Dito ao inspector da saude publica.Remettendo
por copia a Vmc. o offlcio que em 31 de Janeiro
prximo findo me dirigi o parocho da fregaezia
de Iguarass, tenho a recommendarlhe que v
quanio antes a aquella villa allm de fazer os esta-
dos precisos sobre a epidemia de que trata o mes-
mo offlcio, e propr as medidas qne julgar con-
veniente adoptar-se para desapparecimenlo do mal.
Dito ao chele interino da reparticao das obras
publicas. Mande Vmc. com urgencia um enge-
nheiro a villa do Cabo, examinar e orear os repa-
ros de que precisa a cadera da mesma villa para o
qual envi o incluso passe.
Dito ao thesoureiro das loteras.Autonso Vmc.
em vista de sua informacao de 30 de Janeiro ulti-
mo a mandar entregar ao thesoureiro da irmanda-
de do Santissimo Sacramento da freguezia da Boa-
Vista, Joaqoiin Ignacio Ribeiro Jnior, Ando o pra-
so da lei e depois de mostrar elle com documentos
haver prestado a nrcessaria Banca na ihesoararia
provincial a importancia do beneficio da 2 parte
da 11" lotera extrahida em favor das obras da
Igreja matriz daquella freguezia.Communicou-se
a thesouraria provincial.
Dito a cmara municipal de Villa-Bella.Pelo
offlcio que me dirigi a cmara municipal de Villa
Bella em 12 de Janeiro ultimo, flquei inteirado de
se acharen juramentados e empossados os novos
vereadores desse municipio.
Dito ao gerente da companhia Pernambucana.
Pode Vmc. fazer seguir para os portos do norte
ate o Acarac, o vapor Jaguanbe no dia 7 do cor-
rente, a hora indicada em seu offlcio do 1 deste
MI
Portara.O presidente da provincia attendendo
ao qoe reqnereu ejuiz municipal e de orphos do
termo de Goianna, barharel Henrique Pereira de
Lnrena, resol ve conceder-lhe 30 das de I cenca
com vencimentos na forma da lei, para tratar de
toa saude
Dita. O presidente da provincia attendendo ao
que requeren o juiz mnmcipal e de orphos do
termo de Pao d'Alho bacharel Maximiano Francis-
co bnarte, resolve conceder-lhe um mez de licenca
eom vencimentos na forma da lei, para tratar de
sua saude.
ii i > 11 n n ii
Expediente do secretario do governo do dia 3
de fevereiro de 1865.
Offlcio ao coronel commandanle das armas.S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda commo-
nicar a V..S. que por despacho desta data antori-
son o director do arsenal de guerra a satisfazer o
pedido do commandanle da companhia de ('avalla-
ra a que a I lude o offlcio de V. S. n. 309 de 30 de
Janeiro ultimo.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda trans-'
mitiir a V. s-as inclusas ordons em duplicata, sob
ns. 430 e 431, expedidas pela reparticao do aju-
danle general do Exercito.
' Despachos do dia 3 de fevereiro de 1863.
Requerimenlos.
Antonio da Costa e S. Informe o sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Antonio Francisco Paes de Mello Barreto. In-
forme o Sr. director das obras publicas.
Antonio Alves Barbosa" Volte ao Sr. Inspector
da ihesouraria de fazenda.
Ceciliano Augusto Xavier Ramos. Informe o
Sr. commandanle superior da guarda naeional do
Recite.
Guilhermina Mara da Costa Oliveira. Informe
o Sr. deserabargador provodor da Santa Casa de
Misericordia.
Bacharel Henrique Pereira de Lucena. Passe
portara concedendo a licenca requerida.
Innocencio Rodrigues Lima. Informe o Sr. de-;
sembargador provedor da Santa Crsa de Misericor-
dia.
Irmandade do Santissimo Sacramente da fregu-1
zi da Bi-Vista desta cidade. Prestada a flanea
idouea na thesouraria provincial, dirijam-se os sup-
plicantes ao thesoureiro das loteras.
Jos Henriques Machado. Informe o Sr. direc-
tor geral da inslruccao publica.
Joao Carlos Cavalcaole de Albuquerque. Nao
admissivel a pretencao do supplicante por nao es-
tar esta presidencia aUorisada a conceder IJceecas
indeferidas, por j ter o supolicante dbtido urna de |
6 mezes em 6 de julho de 1864, e por dever a sua ,
subsltiiico no exercicio do emprego de escriyo '
de orphaos ser feita de conformidade com o | 2
do art. 6 do decreto n. 817 de 30 de agosto de
1861.
Joao Candido de Freitas. Dse a passagem de
estado pedida pelo supplicante, havendo vaga.
Mara Ignacia Ferreira. Concedo o prazo de 15
dias que requer a supplicante.
Manoel Joaquim do Reg Barros Jnior. Infor-
me o Sr. commandanle superior da guarda nacio-
nal do Recife.
Paulenlino Pereira dos Santos.Requeira ao go-
verno imperial, visto ter j seguido o iilho da sup-
plicante para a corto, como declarou o Sr. com-
mandanle das armas em sua informacae.
Theodoro Daniel da Silva. Informe o Sr. com-
mandanle superior.
ees publicas em toda a dlocese ; as quaes devem
ter lugar na cathedral, as matrizes e conventos
desta cidade, e da cidade do Recife nos dias 9, 10
e 11 do corrente ; e as demals matrizes se farao
dentro de oito dias depois que os respectivos pro-
chos receberem este offlcio, ou tivertm noticia por
qualqner des jornaes da diocese de serem ordena-
das evas preces.Igual, a cada um dos vgarlos
do bispado.
Dito ao vigario da cidade do Souza.Tenho pre-
sente o seu offlcio de 18 do prximo passado, pelo
qual me d V. Revm. a infausta noticia de haver
fallecido no dia 17 do mesmo o Revd. Joaquim
Theophilo da Guerra, vigario eucommendado na
nova igreja de Nossa Senhora do Rosario da povoa-
cao de S. Joao.
Para que em dita fregaezia nao soffra o pasto
espiritual, cumpre quo V. Revm. me indique sem
demora om sacerdote idneo para entrar quanto
antes na regencia delta, sendo que at esse tempo
se encarregar V. Revm. da sua regencia, ou por
si, oa por sacerdote da sua confianza.
Dito ao vigario de Santa Luzia do Norte.-Pode
o Revd. Francisco Antonio da Costa Palmeiro, en-
carregar-se da regencia de Sania Luzia do Norte,
urna vez que o Revd. fre Francisco de Santa Gui-
lhermina nao preenche a commisso de que foi
enearregado, e visto V. Revm. se achar ainda en-
fermo.
Fic assim respondido o sen offlcio de 14 do
prximo passado. ,
Offlcio ao vigario da Serra Talhada.Attenden-
do loogitude em que est essa freguezia e a po-
tras razdes expostas no sea offlcio de 28 de dezem-
bro ultimo, dou Ihe autorisaco para tomar justifl-
cacoes de bito e de baptismo, e julga-las a llnal :
advertindo porm que quando as JustificacSes de
baptismo forem para casamento, e nao para verifi-
car idade oa abrir lancamento, deve V. Revm. to-
ma las verbalmente, sem forma de processo e sem
que as partes dispendam cousa algama, como se
pratica em todo o bispado. Concedo-lhe licenca
para dar as heneaos nupciaes no lempo prohibido;
e quanto numeracao e rubrica dos livros da sua
matriz, pode V. Revm. dirigir-se ao vigario de
Flores, a qaem agora autoriso para por esta vez
numerar e rubricar os seus livros.
Dito ao vigario de Flores. -Autoriso V. Revma.
para numerar e rubricar os livros que por este
vez Ihe forem apresentados para servir para o uso
da matriz da Serra Talhada.
<-OVi:il\o DO BISPADO DE
i'i:ii\tniii(o
SKIE VACA\TE
Fevereiro de 1865
Expediente do dia 1.a
Offlcio ao Exra. Sr. presidente da Parahiba.
Tenho presente o offlcio de V. Exc. datado de 2 de
Janeiro findo, remetlendo-me por cpta o offlcio
em que a cmara municipal da villa do filar re-
prsenla contra a nomea^ao do Revm. Dr. Leonar-
do Antunes Meira Henriques para vigario encom-
mendado d'aquella freguezia, pedindo a exonera-
cao deste, e a nomeaco do Revdf frei Alberto; e
isto sem motivo al^um plausivel, e fundando se em
meras aprehensoes e accusac5es vagas.
Em resposla cabe-me ponderar V. Exc, para
que se digne communica-lo municipalidade, que
en, fiel aos graves deveres que me impoe o meu
cargo, s po ra que o houver nomeado, ou por falta de cumpri-
menio dos seus deveres ou por crime ou erro de
offlcio, e nao a bel prazer de quem qaer que fr.
O Revm. Dr. Meira, segundo as informacoes que
tenho, al o presente, tem regido bem a freguezia
do Pilar, e eu sou contente cora os servicos que el-
le ah vai prestando religlao e aos povos.
Dito ao conejo cura da S.Foi-me entregue o
offlcio de V. S., datado de 13 do prximo passado,
no qual me declara qoe a causa de nao haver pre-
sidido ao Te-Deum que teve lugar na igreja do
Amparo no dia 22 de dezembro ultimo foi o ter de
j assistir na igreja do Carmo a urna novena do Me-
I nio Dos; e que apezar de haver previnido em
tempo que nesse dia entrasse a novena mais cedo,
apezar de toda a soa deligencia, nao pode conse-
guir o que desejava, chegaodo por isso ireja do
Amparo no momento em que bavia principiado o
acto. Diz mais V. S. que ainda qniz pedir a capa
de asperges ao Revm. frei Luiz, mas que por aca-
nhament o nao fez; porm que flcou na capella-
mr, .d'onde assislio ao sermo, e depois posse
da nova mesa, seguindj-se depois o Te-Deum, an-
tes du fim do qual se retiroa.
Com razao disse en no mea offlcio de 24 de de-
zembro, que niio accreditava que V. S. deixasse de
prezidir ao acto por um motivo to frivolo como o
que me referiram: agora vejo confirmado o meu
jnizo, o que muito me apraz, pois em V. S. reco-
nheco o sacerdote zeloso e enmpridor dos sens de-
veres.
Oito ao vigari) de Santa Luzia do Noria.Accu-
so recebido o seu offlcio de 20 de Janeiro prximo
passado em que me partecipa achar-sc na regencia
da freguezia de Santa Lnzia do Norte, adtorisado
por urna portara do ex-visitador dessa provincia
das Alagoas.
Estranhando que no espaco de nove mezes nao
me fesse presentada essa portara, e qae s agor
se reselvesse V. Revm. a dar-me parte do occorri-
do, enmpre qae com a possivel brevidade sollicite
provi3o de vigario encommendado para continuar
a reger essa freguezia.
Dito ao vigario da Matta Grande.Pelo seu offl-
cio de 23 de dezembro passado, fico scente de ha-
ver V. Revm. no dia 19 do mesmo recebido do.vi-
gario d'Agua Branca os livros de casamento*, bap-
tizados e bitos, e todos os demais papis tendentes
a essa freguezia, e dos quaes elle se achava de
posse.
r-3
i Offlcio ao vigario de Santo Antonio do Recite,
Qoando o imperio se acha empenhado em tma
guei ra estrangeira para defender a honra e dig,nl-
dade nacional, quando todo o paiz se agita, e to-
dos os cidadaos, sem aistincao de classes desejam
tomar parte, segundo o sea estado e condigao nes-
1 sa guerra justa e santa, nao possivel que o clero
desta dioeese, que tanto se ha distinguido pelo seu
civismo e pelo sea zelo, deixe de concorrer da sna
parle e ao seu modo para o favoravel desenlace de
nma guerra a que fomos provocados por vtzinhos
; fementidos e ingratos.
Fiis ao nosso dever de cidadaos e nossa mis-
sao de sacerdotes, devemos acudir ao reclamo da
patria; e ao passo que os nossos irmaos, uns se
batem j nos campos cb baialha, e outros correen
a alistarse como voluntarios, devemos pela nossa
I parte correr pressorosos aos templos a implorar
j as misericordias do Altissimo, e a soberana pro-
teceao do Dos dos exercitos, a fim de que conti-
ne a ser propicio s nossas armas, e cobrindo de
i gloria o nosso exercito, faga em breve cessar a
guerra de um modo honroso e digno da nossa
na cao.
1 Para este fim tenho revolvido qae se facam pre-
INTERIOR.
REVISTA MILITAR.
Rio, 14 de Janeiro de 1863.
Summario.Considerares sobre a grande queslao
do da.A guerra do Brasil ao Estado Oriental e
ao Paraguay santa e justa ; suas razoes justifi-
cativas e motivos de conveniencia.Como deve
ser ella fela.O conhecimento do terreno do
theatro das operaeoes indispensavel para o pla-
no de batalha e de campanha.Appello im-
prensa da corle.Noticiario militar.Necrol>
gio, fallecimento do tenente-coronel J. P. Heitor.
Erapresencadosgrandesacontecimentos, que ora
se do ao sal do imperio e das extraordinarias cir-
cunstancias do paiz, quo o arrastam a urna guer-
ra, vamos, como militar, fazer algumas considera-
coes no intuito de melhor esclarecer e preparar o
caminho, pelo qual po.samos cora seguranza acom-
panhar aquelles acnteeimentos; graves na verda-
dade, precursores, porm, de um futuro todo pra-
senteiro, todo de prosperidades e venturas para o
imperio.
A guerra, a que o palz' provocado pela insolen-
cia de caudilhos e tyrannetes, santa e justa : jus-
ta pelas razoes que a legitiman), santa nao s pelos
motivos da sua conveniencia, como pelo Om a que
ella se propoe.
Todos sabem, nioguem ignora, que no Estado
Oriental rasgou os tratados celebrados com o impe-
rio, maudou trucidar Brasileiros e nos insultou um
governo, baseado e firmado em crimes, e tirado do
seio de um partido deshumano e sanguinario, cujo
maior padrao de gloria o assinalo de Quinteros,
essa pagina negra e hedionda da historia da Ame-
rica, vergonhosa e lgubre tradiccao, que recorda
a horrive! hecatombe, na qual foram sacrificados
Ilustres e distinctos rientaes, como os generaes
Cesar Dias, Freir e coronel Tages.
Aquelle governo autorisou toda a sorte de depre-
dares, toda a especie de doestos e insultos, atira-
dos aos Brasileiros, o a tudo quanto tem olles de
mais charo, por urna imprensa descomedida e to
licenciosa, quanto apaixonada; ainda mais, esse
governo, cuja marcha se tem assignalado pelo in-
cendio, roubo e assassinato, autorisou a persegu-
cao e a trucidago dos nossos coropatriolas, que,
com seus laboriosos esforcos, tem contribuido, e
nao pouco, para o engrandecimenlo do Estado
Oriental, bastecendo as suas princlpaes fontes de
riqueza com o suor do Irabalho.
Era muito; (anta longanimidade por parte do im-
perio poa>r-se-ha traduzir como raqueza. Acordou
elle da lelhargia em que estava, abandonou a err-
nea e pusilnime poltica da complacencia, toda
prejudicial aos seus interesses, e reclamou com
energia por meo de urna misso especial, que foi
destratada, e al ridcularsada por aqhelle selva-
gem governo.
Affronta atroz qoe exigi quanlo antes urna re-
parado estrondos, cimentada e firmada com san-
gue no ardor dos combates.
Tentaram-so antes todos os meios brandos e con-
ciliatorios, a nossa missao especial at envdou
esforcos com o fito de, aplaioando as difflculdades
que pudes*em sobrevir no terreno das negociac,5esi
conseguir a conciliacao dos rientaes, para que,
tranqoili rosa salisraco no meiff da seguranza Interna da-
quelle desgranado paiz, tao agitado pelas lutas dos !
partidos.
Alm dos meios conciliatorios empregou o impe-
rio outros qne, sem inlerromper inteiramente as
relagoes de paz e de amisade, era com todo j o
emprego da torga : fez oso das represalias.
Tudo foi baldado. O governo oriental cerrn os
onvidos a ratSo, de desatino em desatino preeipi-
lou o paiz, cuja direcgSo Ihe fra infelizmente>"1con-
fiada, as contingencias de urna guerra com im-
perio.
Temos, pois, de por roeio da torca armada rei-
vindicar nossos direitos, resguardar e salvar nossos
legtimos interesses. Esgotados os meios racionaes,
s nos restam os roatenaes.
Surge tambera o Paraguay, cujo governicho, es-
quecido dos grandes beneficios que ao imperio de-
ve, acobertado pelo fotil pretexto de equilibrar as
repblicas do sul, atira-nos urna grande affronta,
commettendo nm acto de vandalismo e de selva-
gem piraiaria com o apresamente, as aguas do
seu territorio, de nm vaper inerme, em cujo bordo,
alm do nosso dinheiro, acbava-se de passagem pa-
ra Mato-Grosso um alto funecionario poltico, que
ia presidir essa provincia.
Por meio das armas, e smente por meio deltas
temos de repellir essa atroz injuria, e temos mais
de desaTronlar-roo-nos de to grave desacato nos-
sa soberana, nossa independencia.
Sao estas as razSes, geralmente hoje sabidas, qae.
obrigam o imperio do Brasil, depois de doze annos
de paz, a desembainhar a espada contra visinhos
turbulentos ejrtidac'ioso, razoes por demai< justifi-
cativas, decisivas e imperiosas quo legilimam a
guerra, que tem elle de razer, como urna necessi-
dade da sna honra.
A guerra nos trar urna paz, tanto quanto fr
possivel, duradoura e invaravel, e que garantir
um melhor futuro ss nossas importantes provincias
fronteiras, livrandoas da agitaco continua que
perturbam constantemente seu pregresso, soceeo e
; sna tranquilidade.
Levar a civilisago onde reina o barbansmo, e
arrancar povos americanos do jugo de despotas e
tyrannetes, tambera gloriosa misso das nossas
armas.
Ha portanto, conveniencia para o imperio na
guerra, cujo fim todo justo e santo.
A' respeito do Estado Oriental esta hora ter
jo sea tresloucado governo pago com asante
usora a sna ousadia. Necessariamente com a que-
da de Paysand, j estarao acampadas em Sania
Luiza as nossas tropas, e em caminho de Montevi-
deo para ahi adianto das portas da cidade paten-
tear seu valor, e elevar sua reputaco a altura das
mais gloriosas do mundo.
A questao de Montevideo j est por si mesma
decidida, preparan sua solucSo o grande feilo de
armas de Paysand, onde o desembarque dos nos-
sos bravos, fui um rasgo de audacia, cora tenden-
cias para a temerfdade.
S nos resta a guerra com o Paraguay, lula se-
ria, para a qual deve o paiz preparar-se conve-
nientemente.
Como, com que recorsos, deve ser ella feita, e
orno formar estes recursos T E' este o grande pro-
lema a resolver-se.
Na gu- rra. como geralmente se sabe, ha tres
grandes systemas, segundo se segu a oensiva, a
defensiva simplesmente ou a defensiva activa.
Qual destes systemas convm ae imperio seguir
na lula que vai travar com ama repblica, que pa-
ra isso se prepara ha dez annos, emquanto nos, ha
perto de quarenta, tratamos de destruir a obra de
nossos maiores ?
Estudemos tambem o problema, o encaremos
por difiranles faces, e vejamos se podemos tam-
bem apresentar urna solucao: para isso discutamos
eanalysemos, a discussao dar luz a queslo, fa-
zendo eonhecer o qne til e verdadeiro, a analy-
se investigar os embaraces, patentear os erros e
os inconvenientes, ensinando-nos' a removlos.
Antes de se principiar urna guerra deve-se eo-
nhecer muito o terreno, que tem de servir de thea-
tro de operaees : nao basta ter-se conhecimento
do paiz que se oceupa, necessario tambem le-lo
do que se vai occopar, daquelle que se quer inva-
dir, e dos quo Ihe ficara vizinhos, o que mais rela-
cao tem com o theatro de operares. O pleno co-'
nhecimento do terreno que ensina a meditar, a
reflctir e a formular os projectos que servem de
base, nao s'aos planos de batalha e de campanha.
como organlsaco do exercilo de operacoes.
Por isso ser o nosso estudo precedido por urna i
descripeo do terreno, que tem de servir de thea-!
tro das nossas futuras operacoes, descripeo com-!
pilada de varias memorias, do diversos maouscrip-!
tos, e de obras publicadas ultim.mente, e filha de !
intormaces particulares, que temos obtido.
No numero segrate principiaremos a publicar o
nossolrabalh, com o receio e camella de qaem I
pisa em solo desconhecido, com a conviego po-'
rm de que vamos prestar ura pequeo servico
aos nossos leitores, preparando-lhes o animo para
comprehenderem e segairem de perlo os futuros
acontecimentos.
Terminando por hoje, fagamos um appello im-
prensa da corte. O jornalismo esseacialmente
civilisador, por meo delle as sciencias se desen-
volvem, os espirites se aperfeigoam e as emer-
gencias, como a actual, o seu ntluxo todo ben-
fico, quer animando a populago e excitando os
bros, quer lembrando ao governo medidas que
muito podem coocurrer para o bom resultado que
todos almejam. Ha cousas, porm, que nunca de-
vem ser publicadas, como sejam na occasio de
embarque de iropas, o numero das pracas que
marcham, das boceas de fogo que seguem e seus
calibres, etc. por isso que por este modo ficar o
inimigo conhecendo o estado e a torga do exercilo,
que o tem de combaten Nao ha muitoque as nos-
sas tolhas diarias deram a espessura das couragas
dos nossos vapores em construegao ; se elles tive-
rem de entrar em acgo, j o inimigo sabe com
que projeelis os deve bater.
Quando dous paizes se acham em luta, muito
difllcl e dispendioso o sustentar os esculcas, por
meio dos quaes se obtem informages exactas so-
bre a torga inimiga ; entretanto que, mj entre nos
continuar o systema de tudo se publicar, basta ao
inimigo mandar alguem assignar os jornaes da
corte.
Nada mais simples, nem mais fcil.
Noticiario. A classe militar tem sido muito
considerada ltimamente.; o governo reuni na
secretaria da guerra os offlciaes generaes da corte
para com elles conversar a respelto da emergencia
actual, tendo-se deliberado na primeira reunio
remoller o governo certos quesilos, aos que se
achavam presentes, relativamente a grande ques-
tao do dia. Com quanto enxerguemos nestas pales-
tras consultivas tal ou qual utilidade, achamos com
tudo mais conveniente que o governo nomeie(
quanto antes o general em rnefe do futuro exer-
cilo de operagoes, o seu ajudanie e quarlel-mestre
general, asslm como o chefe da corporaglo de en-
genhelros. Estas principaes pegas da grande ma
china qae tem de funccionar, iro com interesse,
zelo e dedicago, orgaoisando j os elementos com
que devem jogar na grande luta que se espera.
O negocio trge,e toda a demora pode criar em-
baracos e aggravar mais as nossas circumslan-
cias.
Seria_ bem cabida em ootra qualqoer occasio a
discussao, os conselbos e as opinies de generaes,
que sero tantas quantas as eabeeas; na presente,
porm, deve o governo somonte envir e marchar
de aecurdo com os que cora responsaliilidade tem
de propor os meios para o bom desempenho de sua
ardua e gloriosa misso.
Entendemos que sera tambem conveniente fuer
o governo marchar, e quanto antes, um efflcial ge-
neral coi- ofllciaes experimentados para cada urna
das provincias de Maito-Grosso e de Paran, atim
de all dirigir guarda nacional e a populago
armada no caso de algoma aggressio s nossas
ronteiras por aquelies lados, visto que seria im-
prudente distrahir boje torga de linha, qae deve
ser toda concentrada na provincia do Rio Grande
do Sul. |
Com a promulgacao do decreto o. 3,371 de 7 do
corrente mez, e que criou o corpo de voluntarios
da patria, deu o governo imperial pravas dos de-
sejos, que o animan, de nao querer coagir a po-
pulago, antes pelo contrario espera que elle acu-
da voluntariamente ao reclamo da patria ofen-
dida na sua honra, e por isso tratou de estabelecer
garantas e vantagens para aquelles, qae espont-
neamente vlerem alistarse as fileiras dos defen-
sores da nossa soberana ultrajada.
E' mais urna tentativa, vejamos seprodnziro
desojado effeito.
Aquelle decreto, com quinto provisorio, lei do
estado, respeitomo-lo. Tmanos snenle a lber-
dade de lembrar ao governo. os nossos veteranos,
as pragas, qne apezar de terem concluido o.sea
tempo, mareharam e tem de marchar ; eslao ellas
muito as circumsiancias de gozar das vantagens
concedida aos voluntarios da patria.
Necroloaio. A chronica mortuaria tem ainda hoje
de registrar um triste acontecimento, a perda de
urna vida preciosa, e de firmar com caracteres de
viva saudade o passamento do tenente-coronel de
estado maior de segunda classe Jos Pedro Heitor.
Bacharel em maihematicas, era elte intclligente
e illustrado, tendo exercdo, sempre eom elogios
do governo, diversas commisses.
Como militar linha urna bnllianle f de offlcio ;
seus servigos toram sempre assgnalados por actos
AbrVrura e de hero,snM nos campos de batalha.
Ainda que mogo na peregrinagoo neste mundo
de engaos, e na qual dexou transluzir a nobreza
de seu carcter, e as mais virtudes que o ador-
navam, Heitor foi successivamente oceupando por
raerecimentu os postes do exercilo at o de tenen-
te-coronel, brlhavam no seu valoroso peito as in-
signias de offleial da Rosa, de cavalleiro de Aviz e
de Chrislo, e medalha das campanhas de Uru-
guay e Argentina.
Possuai Heitor o talento o o segredo de conciliar
aamabilidade, que era o principal distinctivo de
seu nobre carcter, com a severidade da discipli-
na : linha a estima e respeilo dos seus superiores,
o amor dos seus amigos e parantes e era .adorado
pelos seus subordinades.
Emjoda a sua vida foi modesto, modesto mor-
reo; nao qait que o sea enterro tosse acompanhado
pelas vaidades do modo, recommendou muito que
nao se Ihe llzessem as honras militares.
Religioso em extremo raorreu abragado cruz
do Redemptor. Junte a sua sepultura, humedec- j
da pelas lagrimas dos qne verdaderamente o es-1
tiraavam, entoaram-se sraenle os cnticos dos!
morios.
Com a sua morle perdeu a patria um benemri-
to militar, de quem recebeu valiosos e relevantes
servigos, e por isso sempre o chorar, muito es-
pecialmente hoje, que tanto precisa dos seus bra-
vos para desafronta-la dos iusulos que tem rece-
bido.
A missa do 7o dia esteve muito concorrida : du-
ro e trisle, porm, o dizer-se que nao vimes a
ella concorrer um s militar I
P. S. E?ta revista ser de ora em diante publi-
cada em todos os saDbados; nao comportando ella
materias do trancripgao ; (rio estas, publicadas
no alto da folha, gragas a benevolencia da sua
Ilustrada redaego.
(Correto Mercantil.)
PERNAMRUCO,
REVISTA DIANA.
No dia 19 do corrente ter lugar a festa de
S. Francisco de Paula do Caxing com o brilhan-
tismo proprfo s funeges religiosas, pregando o
Revd. Fr. Espirito Santo no Evangelho.
A respectiva bandeira levanta-se 9 pelas 7 ho-
ras da noite, percorrendo o prestito diversas di-
reeges daquelle povoado ; e a 10 comecam as no-
venas.
A' tarde do dia da festa ha cavalhada?, e a noite
queima-se ra belto togo de artificie, havendo em
lodo esse espago a ascenso de variados baldos s
regies ethrreas.
No dia 3 comegaram as novenas da festivida-
de da Senhora dos Remedios, e tem continuado
com grande concurrencia de devotos e correspon-
dente brilho era lodos os actos religiosos, alm do
apparato de que sao cercados es les em sua pratica
festiva.
A novena est incombida ao Bevd. padre Anto-
nio de Mello e Albuquerque com acompanhamento
de msica de orchestra; e os versos fraaes em loa-
vor da Senhora dos Remedios, sao cantados com
acompanhamento da musiea marcial da sociedade
inagdalenense de Curiosos por vanas senhoras
disnctas d'alli, cujas vozes se casam em harmona
com os sons que sabem tirar de seus instrumentos
esses, Curiosos que secompoemde mocos filhos das
familias mais gradas d'aquelle arrabalde.
Esia msica toca antes de principiar o acto, e
depois d'elle terminado, agradaveis dobrados e ou-
tras pegas que encantara pela escolha e pelo bem
de.-erapenhado ; e no seu regresso sede da socie-
dade, acompanhada por grande concurso de se-
nhoras e cavalheiros, aquera deleita pela audigo
de variadas pegas que igualmente toca durante o
trajete a Magdalena.
O Exm. Sr. vigario capitular acaba de orde-
nar que se fagam preces, as matrizes e conventos,!
implorando da Providencia a ccntinuago de pros-
peros resultados ao exercilo e armada, e a promp-
ta conclusao da guerra, sem quebra da dignidade
nacional. Na S (ero ellas lugar nos dias 9, 10 e
II do corrente, e as demais matrizes oito dias de-
pois que os respectivos parochos tiverem commu-
nlcago.
A junta administrativa da Santa Casa de Mi-
sericordia paga hoje, s 10 horas da manhaa, as
mensalidades das amas externas.
Para os portos da Parahyba, Natal, Macu,!
Aracaty, Fortaleza e Acarac expede hoje a com-
panhia pernambucana o seu vapor Jaguaribe.
Constando grassarem em Iguarass febres
perniciosas, o Exm. Sr. presidente da provincia
mandou para all seguir, a examinar qual a mo-
lestia, o Sr. Dr. Firmo Xavier, no sabbado. Vol-
tando hontem, este senhor declarou serem fe-
bres intermitentes, com mo carcter, por falta i
de tratamento das pessas affertadas; em conse-1
quoncia disso, seguio hontem tarde um medico'
com a ambulancia necessaria.
A's instancias da alguns amigos, o Exm. Sr. I
monsenhor J. Pinto de Campos oonsentio na pa-
blieaco da seguinte carta :
lllm. Sr. Dr. T. N. de A. Nao a mo!
de um finado, mas a de um proscripto no go-
zo da iiberdade da palavra, quem neste momento
Ihe traga estas apressadas linbas, com o nico e
principal tlm de felicitar V. S. pelo denodo, e
nobre ardimeuto com quo, na assembla provincial
do Rio de Janeiro, tem profligado a invaso protes-
tante, qae assoberba o imperio, e o apoio incoosi- i
derado, e al criminoso, que Ihe vai pregando o
nosso governo, cuja iadilT^renga religiosa mette i
modo, se nao lastima 1 A decisiva e brllhante attl-!
lude qae V. S., com outros collegas seu*, tem as- j
sumido em defeza dos bsus pnneipis caiholicos, |
tente, e base da verdadeira Iiberdade, segundo
aquillo do S. Panlo (Ubi est spiritus Domini, ibi ti- \
berta), os torna dignos das heneaos da patria I
t E' para deplorar que a rellgiaocathollca,nico
elomenio estavel e congenito da nossa sociedade
elemento superior, e sobrevivente fluctuago, e
vlcissitude dos temposse tenha tornado estes
ltimos annos objecto de constantes ataques, nao s
de mullos que juraram sustenta-la, como dever
inherente posicn, mas at de vagabundos'
aventureiros, que abusara da nossa hospitalidad?
e affrootam o nosso carcter nacional, pregando
doutrinas que ultrajan) a magestade dos dogmas
consagrados pela nessa Magna Carta, e offendem
os eos tomes pblicos, que sao a ex-pressao da mo-
ral coilectiva de um povo c- por consegrante o
mas caro patrimonio que est pode legar s futu-
ras gerages E ser iste Iiberdade de conscien-
cia ? Pois liberdad. de conscieneia ser a triste
faculdAde de adbtrir o erro, ou de consentir que
este se propague em detrimento do que ha de
' mais sagrado no mundo ? Ser toleraocia theolo-
gica.ou civil ? Que qur dizer tolerancia theulo-
gica r Nao quer dizer indifferenga criminosa, com
que se consente alterarem-se os dogmas, ou a saa
mr J Que quer dier lolerancia civil ? Nao
qur dizer que se nao persiga, e maltrate ningoem
por motivos de religiao, ou que se permita as di-
versas seitas religionarias exercer o seu culto, sem
oflensa, e daino da religiao dominante ? E ser
isto o que se est praticando no Brasil ? Nao,
meu illustre senhor, o que se est praticando no
Brasil, nao se pratica em paiz algura da trra,
mesmo naquelles que infelizmente se acham inga-
dos, ou gatos do protestantismo. L, de nenhuma
sorte e concedido aos caiholicos mais do que urna
permissao tacita de praticar os seus ritos venera-
veis, dando-so antes a entender, que se ignoram es-
tas praticas, do quequeso toleradas de boa vonla-
de. Poderia enumerar V. S. urna infinidade de
lactos, que attestam a intolerancia cruel com que
o protestantismo procede nos lugares da sua do-
minacao.
i Ora, se o erro, que e a afflrmagao de satanaz,
nao pode soffrer a presenga da verdade, como e
que a verdade, que a afflrmagao de Dos, o sea
verbo, o carcter de sua substancia personificado
em Jess Chrislo, psder supportar o erro T Nao,
se a santa religiao da Calvario prescreve a carida-
de para com os hereges, impoe todo o rigor para
com as sous embustes. Tolerar impassivelmente
estes omhustes, consentir que elles se inoculen) no
animo da populago, de rerto modo negar Jess
Cariste, o qual ameaga desconhecer na presenca
de seu Eterno Pai aquelles que o nao confessarem
na trra, na presenca dos homens, e principalmente
na presenga dos impos, que o combaten).
Prosiga, Sr. Dr., no seu nobre, empenho. Nao
receie pprdcr as suas credenciaes peranie o libera-
lismo exaltado. Fuja de toda a Iiberdade, que nao
foruma denvago immediata do catholecismo.' Nao
creia tambem nessa loo falada Iiberdade de cons-
cieneia, que, como geralmente a intendem, a
escravidao da conscieneia. Nao crea tao pouco
nessa, nao meBos apregoada, tolerancia religiosa,
que o priraciro grao do atheicmo, porque a in-
differenga, e a indifferenga mil vezes peior qne a
heresia accesa, e beligerante.
Basta. Dentro em pouco lempo, talvez Ihe
possa remelter um estado que estou fazendo, no
qual estabelego as dilerengas fundamentaes, que
existem entre a relmio caiholica, e o protestantis-
mo, a nm de que os iocautos se nao illudam,
tomando a nnvem por Juno.
Acceite V. S. os meus parabens, e se digne de
os fazer extensivos aos Srs. Castro Silva, Heredia,
e outros, se que se nao enojam de receber embo-
ras de um vermelho, que alias alliado natural de
todos os homens, que fazem da Iiberdade um ins-
trumento de edificago, e nao de destruigao.
t Son com estima, e consideragao, de V. S.
t Recife, 12 de dezembro de 1864.
t J. Pinto de Campos.
REPARTigAO 0A POLICA
Extracte das partes dos dias 5 e 6 de fevereiro de
1865.
i-oram recolhidos casa de detengao no dia 4
do corrente :
A' ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, Fran-
cisco Xavier da Luz, Jos Ignacio de Sant'Anna,
Manoel Francisco, Francisco de Lima Aran-
te, Manoel Flix de Oliveira, Launano Venan-
cio de Santa Cruz, e Manoel Francisco do Nasci-
mento, viudos de Nazareth para recrnlas.
A' ordem do subdelegado do Recife, Desbarres
Henry Adolpbe, francez, requisigSo do respecti-
vo censul.
A' ordem do de Santo Antonio, Joaquim Ferrei-
ra Pinto disposigo do tenente-coronel Recru-
tador.
A' ordem do de S. Jos, Pedro Jos Campello.
Jos Mauricio de Souza, e Mara Qniliiia da Con-
ceigao, por briga.
A' ordem do da Boa-Vista, Francisco, cscravo
de Manoel Carneiro de souza Lacerda, por desor-
den).
A' ordem do da Capumga, Manoel Rodrguez, e
Jos Joaquim Pereira, por espancamento.
Dia 5 -
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Amancio Jos dos Santos, e Thomazia Mana de
Jess Rodrigues, para correceo.
A' ordem do de S. Jos, Gaspar Claodino de
Franca, e Bento Jos Roque, por briga.
A' ordem do da Boa-Vista, Julio Arininlo da Sil-
va, por ferimentos, e Franeisco de Souza Ferraz,
por em briaguez e desorden).
O chefe da segunda secgao,
J. G. de Mesqutta.
Passageims sabidos para Macei no vapor
brasileiro Parahyba :
Antonio Jos de Fignriredo, Jos Mendes de Li-
ma e um caixeiro, N. Borandy, Joao Teixeira Ma-
chado, Benio J. de Medeiro, Manoel Muniz Tavares
Cordeiro, Manoel Gomes de Alraeida Leite, Flix
Pereira de S.iuza, Manoel de Araujo Moraes.Olym-
pio Euzebio Arroxela Galvao, Amonio Bezerra Xa-
vier, Antonio iTeixeira Peixoto A. Lima, Pedro da
Silva Bego, Bellarmine Pinte de Aranjo.
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Masculino.
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J'Vminino.
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3

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9
g.
5
a.
3

Total.

i




Mario de r eraanibneo Terca lelrt
ADVERTENCIA
Na tolalidade dos doeules existem 140, sendo 89
nomens 51 mulheres.
Foram visitadas as enfermaras estes dias :
As 6 l|,fi i|S, 6 ift 7, 7 Ira, 6 lit, 1 1|2 horas
pelo Dr. Ramos......._
As 8 3|4, 8 314,8115,8 111,8,7 40,8, pelo
Dr. Sarment.
Fallecern) :
Ignacia Maris Firroisina ; phtysica pulmonar.
Honorato Jos Teixeira ; dem.
Mara do rtosario ; idea.
Joao Teixeira ; hepatite rhroniea.
Amanda ; entente chronica.
Hara Rosa da Coneeicao ; gaslro entente.
Casa dk dktenqao.
Movimento da casa de detengo do dia 4 de
fevereiro de 1863.
Existiam presos 379; snlrararo 16; sabiram 13;
existera 380.
A saber : nacionaes 98 ; estrangeiros 24
mulheres 4 ; estraBgeiras i ; escravos 47 ; escra-
vas5-Tolal 380.
Alimentados a custa dos cofres pblicos 156.
Moviraeuto do da 4 de fevereiro de 1865.
Existiam 380 presos ; entraram 15; sahiram 3 ;
xistem 392.
A saber : nacionaes 310; estrangeiros 2i ; mu-
lheres 4; estrangeiros 2 ; escravos 47 ; escravas 5,
Total 3**.
Alimentados cusu dos cofres provineiaes la.
BALANCO DA CAFXA FILIAL EM PERNAMBUCO,
EX 31 DE JANEIRO DE 4864.
ACTIVO.
Letras descontadas .... 2,39:719*010
Crditos sobro diversos, outros
bancos e caltas fffiaes, ;,226:947 ICO
Caixa :
Era moeda correte. 3:9768o0
PASSIVO.
Capital fornecido pela caixa ma-
triz ........
Depsitos.......
Crditos diversos, outros ban-
cos e caixas filiaes. .
4,829:643020
888:888,5890
1,460:554^970
(Ha um aparte.)
Un. Sr. Deputado : E' t toeompreaeasivel. Sr. Dehjtado :Nao de certo : isto nao lem
isspsca.
(Ha um aparte).
O Sn. Cokdoli.no :Vea casa e o nobre deputa-
do que esse juiz nao o modelo da magistratura co-
modkse. ^
(Ha um aparte.) ^^
O Sr.Cobdolino :-E' qne esse juiz tnica a pa-
gar urna grande divida a esse escrivae
Su. Coiidolino :Se algnem haa qoem ea pe-
disse votos que o declare.
O Sr. B. Coudkhio : O nobre diputado nao es-
t habilitado para pedir.
(Trocamse outros apartes.)
O Stt. Presidente :Reclamo a altenco dos so-
bres depulados.
O Sr. Cordouno : Sr. presidente, a separacao crlvao o Snha ajudado a envolver o espirito publi
do efflcio de orphos de Baluril justa entila eo e degeverno da provincia nona celebre ques-
todos os respeito*; justa pelas consterac/ies tao dos 480.5000 do orpliao, de qpe toda a provln-
que ligeiramenle Acara exposlas sobre as qnaes ca tem noticia, e ainda precisava fletle para o mes-
no quero insistir ; til porque ssim o reclama mo firn, e portanto convinha po-Io era liberdad* a
i darme atlenco i agrade
que me ouvio nio quero
;o a benevolencia com
abusar.
( Cearente.)
Recite, 4 de fevereiro de 1865.
W. J. Baynes,
Acountant,
o sirvico publico e ainda inais a actual ordera de
| cousas era Baturii no que respeila a admiuistra-
2,480:199*160 cao da justica publica.
------------------1 O furo de Balurit tai vez o de imior rooviroen-
4,829:643*020 o em toda a provincia, sem exceptuar mesmo o
desta capital.
todo transe.
O Sa. Presidente :Leir.bro ao nobre deputada
que est em discusso a separacao dos offlcios de
BatMiM.
O Sr. Cordolino :Sr. presidente, eu creio que
I sini, mas tendo o nobre deputado a quem respondo
COMMNICADGS.
I'mSii. Depitado :Quantas questSes ha la por usado de lanta liberdade, alias sera ser provocado,
aDQo T I eu Julgo poder gozar da mesma, em face da provo-
0 Sr. Cordouno : Nao sei, que nao rae dei ao' cacao felta por elle, alm de que tenho preciso de
trabalho de conta-las ; sei smeule que existem i fazer conhecer o modo porque procedera os empre-
alli seis ou oito advogados, e pens que 15 offlcios gados da justlca publica em Baturit.
Em falta dos documentos e nformacoes indis-
{ensaveis para pi ovar a falsidadd das aecusacoes
feitas a meu cunhado, o bacharel Felinto Elysio gar.
Movime^tod eneTmara'To dia 7 de fevereiro jde Carvalho Couto, juiz municipal em Baturit, | O Sr. B. Corokiro :Nao apoiado
de justica, dos quae as vezes nao se encontra om
na cidade, sem fallar no que corre pelo tobelliona-
to de notas.
O Sn. B. Cordeiro :Quem sabe !
O Sr. Cordolino : Todos que vo quelle lu
da 186.
Te ve bai xa :
Francrsco Trromaz d* Assis; rheumatlsmo.
liento Jo- da Rosa ; gastrite.
Joahn Horissom; ferimentos.
Obituario do ma 4>e fevereiro de i 80u.no ,
CEM1TERIO PUBLICO. '
Maria Adelaide da Silva Lemos, Pernambuco, J l
annos, viuva, Boa-Visja ; embolia.
Oeusdedile, Pernambuco, 6 mezes, Recife; den-
* -Di. 5-
Varia Rosa da Coneeicao, Pernambuco, 30 aonos,
solteira, Boa-Vista; gast enterite.
CHRONICA JIDIC1AR
TRIIUWL A HELADIO.
SESSAO EM 4 DE FEVEREIRO DE 1865.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHBIRO
SOUZA.
As 10 horas da manha, presentes os senhores
n um communicado sem assignatura, inserto no O Sr. Cordoli.no ; A serventa dos offlcios de
Diario de 4 do correle, peco ao publico, _e part- justica nao dada a titulo de proprledade e nem
cularmente ao respeitavel tribunal da relaejio, cuja | tao pouco por mera proteccao e favor ao serventua-
alinelo foi reclamada, que sospendam o seu joizo, ros, e sim em bem do servigo publico, e por UntoJ
at que esse communicado possa ser respondido desde qn* dos offlcios separados os inventarios l-
convenienteraente. ram meios suffleientes, de subsistencia, nao vejo
Entretanto, farei sempre algomas observares, razio porque se accuraulem os lugares, quando
aflra de mostrar, que o communicante anonymo I desia accnmulaco ffl pode resultar desvantogem
nao merece a attencao. que pede. para o publico.
Nao exacto, que meu cunhado procerasse de- A ordera actual de cousas em Baturit ne que
fender-se da aecusaco, que tizera-lhe o promotor respeita a administracao de justica, tambera reda-
do seu termo, formando um processo contra este, ma a reparacao, porquanto o 2o labeltio, que por
Tendo apparecido, no jornal Pedro I, ama denon-; servicos polticos conseguo os favores da assera-
cia anonyma contra meu cunhado, chamou elle bla de 1862, procura agora rnostrar-se agradecido,
responsabilidade o autor, e apresentaram-lhe um favoneando todas as arbitrariedades e desmandos
pobre homem, que declarou ter assignado um pa- do juiz municipal de Baturit o bacharel Felinto
pe, que derribe o promotor, sem que scubesse o Elisio de Carvalho Couto, que all nao mais de
que era, por achar-se ebrio I que um vil instrumento de seus novos parentes.
Conhecido assim o autor da denuncia, deo-se co- O Sr. B.' Cordeiro : Instrumento o protegido
meco ao processo ; e produzidas as provas, foi jul- do nobre deputado.
gada falsa a denuncia, e pronunciado o promotor. I O Sr. Cordolino : Qual protegido, Sr. depnta-
No deixou, portanto, meu cunhado de defender- do, eu nao tenbo protegido nesta questo ; o nobre
foi defendendo-se que condemnoa -o pro- deputado parece nao rtflectr no que diz ; nao se
se
motor.
E' tambem inexacto que fosse chamado o segun-
do supplente do juiz municipal, estando o primeiro
desemuargadores LaeUno Santiago, Gitirana, Loa- era exerclej0< TeDdo esle id# capita|( J6 oa 2q
renco Santiago, Almeida e Albuquerque, Assis,
Doria, Motta, Guerra, procurador da coroa. Do-
mingues da Silva e Barros Vasconcellos, faltando
o Sr. deserabargador cha Cavalcanti, abrio-se
j sp^^o *
Passados os fitos e entregues os distribuidos,
deram-se os seguintes
JLGAMENTOS
Aggravo de peti$o.
Aggravante, Antonio Pinto de* Leao ; aggravado,
juizo.
Relator o Sr. desembargador Vasconcellos.
Sorteados os senhores desembargadores Guerra,
e Almeida Albuquerque.
Negaram proviraento.
Appeacpes crimes.
Appellantes, o juizo e Jos Flix Rodrigues ; ap-
pellados, os mesmos.
A novo jury.
Appellanle, o juizo; appellado, Manoel Vctor da
Silva e outros.
A novo jury.
AppellaQoes citis.
Appellantes, Firmtno Theotonio da Cmara San-
tiago e outro; appellados, a fazenda e Joo do Re-
g Barros Falco.
Reformada a sentenca em parte.
Appellanto, Monica Ignez da Silva ; appellada,
Tnereza Camarina da Conceicao.
Confirmada a sentenca.
Appellante, a administracao dos conventos de
Olinda e Igoarass ; appellado, Joao Antonio de
Oliveira.
Coulirmada a sentenca.
DILIGENCIAS CIVEIS.
Com vista ao Sr. deserabargador procurador da
coroa, as appeilacoes civeis :
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Francisco
Pereira da Silva.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Francisco
do Reg Maia.
PASSAGBNS
Do Sr. desembargador Santiago ao Sr. desembar-
gada Gittraoa, as appeilacoes civeis :
Appellante, ADtonio Jos de Medeiros Biltan-
ceurt; appelladas, D. Josepha Maria Gomes e
outra.
Appellante, Urbano da Silva Costa Gondim de
Albuquerque; appellado, Tbomaz Jos de Sena.
Appellante, D. Maria de Jess Neves Quaresraa;
appellado, Joaqun) Francisco Duarte.
Do Sr. deserabargador Gilirana ao Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago, a appellacao crirae, em
que sao :
Appellante, Jos Lucio Monteiro da Franca ; ap-
pellado, Fraucisco Jos da Silva Santiago.
Ao Sr. desembargador Almeida e Albuquerque
a appellacao civel :
Appellante, Dr. Felippe Carneiro de Oiioda Cara-
pello ; appellados, los Duarte Rangel e outros.
Ao Sr. desembargador Motta, a appellacao ci-
vel :
Appellante, D. Josephina Sebastiana Cavalcanti
deAlbuquerque ; appellado, Bernardo Jos de Bar-
ros.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
deserabargador Assis, a appellacao civel, em que
sao :
Appellante, Joaquim Francisco de Albuquerque
Santiago; appellada, D. Francisca Thomazia da
Coiiceicao Conha.
Ao Sr. desembargalor Motta, as appeilacoes ci-
veis :
Appellante, Luiz Jos da Cosa Amorim ; appel-
lada, a fazenda.
Appellante, Gervasio Jos dcMagalhes; appel-
lado, Jos Soares de Azevedo.
Appellante, D. Jovina Simplicia das Neves ; ap-
pellado, Victorino Pereira Maia.
DoSr. desembargador Almeidae Albuquerque ao
Sr. desembargador Assis, as appellac5es civeis, em
que sao :
Appellante, Jacintho Alfonso Botelho ; appellado,
Manoel Elias de Moura.
Appellante, Jacintho Luiz da Silva ; appellado,
Mauoel Pereira da Costa.
Appellante, JoSo Crrela de Araujo; appellado,
Maneel Joaquim de Albuquerque Lins.
Appellante, D. Joarrna Maria das Odres ; appel-
Jados, Baziliano de Magalhes Castro e outros.
Do Sr. desembargador Assis aoSr. desembarga-
dor doria, as appeilacoes civeis :
Aitpellantes, Josepha Mara da Coneeicao e seus
iilbos; appellado, Joo Ribeiro de Leaos.
Appellante, Dr. Antonio de Vaseoncellos Mene-
zes de Drummood ; appellado, Francisco Antonio
liandetra de Mello.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Molla, as appeilacoes civeii., em que sao :
Appellante, Lino Ferreira da Silva ; appellado,
Jos kendes Carneiro Rodrigues Campelle.
Appellante, D. Maria Cordeiro ; appellado, Pau-
lino iaoocl da Silva Oliveira.
Appellante, Antonio Corroa Pessoa de Mello ;
appellado, AntODo da Costa Melle Lima.
AppeUaJUe, Antonio Ferreira da Ponte; appella-
do, Manoel Ferreira da Ponte.
Ardame, Manoel Flix de Mello ; appellado,
Manoel < araeiro de Freilas.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Gtterra, as appeilacoes civeis, em que
sao :
Appellante, Manoel Jorge de Souza ; appellado,
Francisco de Assis Pereira Freir.
Appellante, Macee! Francisco de Lona ; appel-
lado, Alexandre de Souza Rolim.
Do sr. desembargador Barros Vasconcellos ao
desembargador Caetano Santiago, a appellacao
civel ;
Appellante, Joo Vasco Cabral; appellados, Tas-
so & Irrao.
A raeta hora depois do meio-dia encerroa-se a
sesso.
leguas distante do seu termo, sem licenja, entreu
em exercicio o segundo supplente, para que nlo
fossem prejudicados os que tinham questSes em
juizo.
Diz o communicante, que as testemunhas do
processo eram todas parentes
cunhado.
Nao basta, porm, dize-Io, mister que o prove
em juizo ; e foi o que anda bao se fez.
A reforma da sentenca pelo Sr. Caraca sui ge-
trata de unir o 2o tabelliooato ao i trata-se s
mente de separar aquelle lugar do offleio de or-
phos, por amor do serviyo publico a utildade dos
particulares, e tambem por acabar com essa ma-
cumunaco entre o juiz eescrvo para as tracan-
cias escandalosas que lodos os das lem lugar na-
que I le termo.
O Sn. B. Cordeiro : Nao apoiado ; nao v por
. .ihi, porque tenho muita cousa boa a dizer a esse
da mulher de meu respeito ; o escrivo de que falla o nobre deputado
um homem cheio de dignidade.
O Sr. Cordouno :Deixe-me fallar Sr. deputa-
do, se tem muita cousa boa que dizer, alm do que
j dlsse, diga que niinguem Ibe impede, mas por
nerw I Este senhor limitoo-se a dizer : isto deve: ora deixe-me continuar,
ou nao deve ser assim, e nocitoo urna s lei, nma! O Sr. B. Cordeiro :Tambem me derara apar-
s dispo icao em que se fundasse I E depois, como! tes.
diz, que um promotor, que d urna denuncia ano-1 O Sn. Cordolino :Mas eu o dexei fallar; con-
nyraa, e aprsenla um outro individuo como au- j serveime irapassivel no'meio dos Insultosdo nobre
tor, esiava no exercicio de suas funccSes ? j deputado.
Este que um verdadeiro rasgo dejurispru-! O Sr. B. Coedkiro :Se nao dea apartes foi por
denaa I I qUe nao quiz.
Era outro communicado, publicado no Diario de, O Sn. Cordolino :Como a dizendo, Sr. pres-
hojej diz-se que o termo dado por certido pelo es- dentetrata-se da separacao do lugar de 2" tabel-
crvao do jury falso, e s falla-se neste documen- lio do offlcio de orphos, de cujo escrivo aeaba
to. No enlamo, foi apresenUda a certdao de outro de dizer o nobre deputado que am homem cheio
termo, lavrado na collectona de Baturit, certdao de dignidade, sem baver repellido o aparte que llie
passada pelo respectivo escrivo. Quanto a ser deraro quando fallava, sobre ter esse escrivo co-
falso aquelle primeiro termo, o que nao est pro- brado para si mais de um cont de rtls por costas
vado : a declaracao e o juramento do Sr. Huir em um inventario, o que eu affirmo ser verdade e
valen tanto quanto o dou f o funccionario pelo que foi prooessado, devendo achar-se hoje o
Publico. processo na relagao do districto: um hornera de
iNao minha tencao discutir cora o communi- dignidade nao procede asim, amenos que a pala-
i anonymo ; e por isso c provavel, que nao
volte.
Asexpres5es grosseiras, que ocoinmunicante
dirige a meu ennhado, deixo passar sem observa-
?o alguma ; porque sendo proprias dos anonymos,
para elles lornam.
Recife, 6 de fevereiro de 1865.
Dedo de Aquino Fonceca.
PBLIGldSES 1 PEDIDO
C KAKI.
vra dignidade, nao exprima para o nobre deputa-
do urna idea difireme da do commum. dos ho-
mens.
Sabe tambem o nobre deputado a grande serie de
actos illegaes e arbitrarios a que deu lugar um
processo instaurado contra esse escrivo por rri-
me de falsidade. Absolvido no jury, e dando-se
I appellacao, foi mandado submetter a novo julga-
raento, e por essa occaso nao bouve traDcanca
que seBo empregasse para livrar o criminoso da
ponigo merecida.
O Sr. B. t ordeiro :Nao apoiado.
O Sr. Cordolino :O nobre depotado para quem
minha pala vra nenhum crdito parece merecer, me
Discurso do Sr. Cordolino pronunciado na sesse de br'la a nisloriar rpidamente esse relo, e produ-
11 ,1 1 Pnraunciaoo segM fle f documen,os qne )eTem a convjC55o ao espirito
t qc outooro tle iow. de todos, meos ao do nobre depntado qne disto nao
u 5>n. lordolino :Sr. presidente, bem desejra precisa, pois tem estado em Baturit e de tudo sa-
nao rallar nesu questao, ella se ha tornado odiosa be muilo bem.
pela race que Ihe procurou dar o nobre deputado O Sr. B. Cordeiro :Eu tenho urna carga de
que acaba de sentar-se ; nao tenho gosto pela po- documental em contrario,
iemica, e srato decidida repugnancia pelas qoes- j O Sr. Cordolino :Como dis. toes pessoaes e recrimjnacoes individuaes ; desde escrivo sendo mandado submetter a novo julga-
que entrou em discusso o projecto em questao que ment Jpela relaco do districto deu azo a que o juiz
cu resolv logo pautar o meu procediraento pelo municipal de Baturit, ento juiz de direilo Inferi-
do nobre deputado, a quem respondo, sinto que elle i no, praticasse actos de prevaricacao para livrar o
procurasse arrastar me tao inconvenientemente a dito escrivo das maos da justica publica; assim
questoes fora do assumpto, queoecupa a attengao epenas chegado o procese e sendo-lhe feito con-
da casa. | cluso, em fugar de prr oc impetentecumpra-se
u &r. a. cordeiro : Offendeu-o o meu proce-; e o fazer voltar ao juizo municipal, para o apresen-
nee r tr de no*0 ao Jury guardou-o, com o nico fim
u sr. lordolino : Nao por mim.mas pelos meus apparentemenle de evitar a ex,.edico do mandado
igos, que vi m nllados to atroz e injustamente, de priso da parte do juiz municipal ; sabendo po-
Um Sr. Deputado :A assembla nao tribunal
competente.
O Su Cordolino : -Competente ; o mais que
pode dizer o nobre deputado o que fora de oc-
caso e opportunldade; sou levado peia discusso;
urna cousa chama outra, ao me leve a mal esle
proced ment.
Como ia dizendoo juiz de direilo interino pre-
cisava do escrivo para a questao dos 100*000 do
orpho, dos quaes, voz publica em Baturit, lau-
cara niao aqivlle juiz para fins eslranlios, e de que
nao quero fallar.
O Sr. B. Cordeiro :Nao exacto.
O Sr. Coiidolino .Nada affianco sob minha pa-
lavra, aqui eslo os documentos ; sabido o facto
dos 400,5000 o promotor publico deu denuncia pe
rante o governo da provincia contra aquelle juiz
por am acto de prevaricacao, e este em lugar de
recolber o dinbeiro e procurar juiii(icar-se o>me-
Ihor modo ao seu alcance, deixou-se levar pelas
fanrurris de seus parentes e pelos conselhos da-
quelle escrivo que Ihe metleram em cabeca a cou-
sa mais fora de proposito e nunca vista-, islo,
aconselhar-se para processar o promotor pelo cum-
priraento daquelle rigoroso dever, a pretexto de na
quena calumniosa, de modo que a auribuicao que
d ocod. do proc. aos promotores de denunciar os
actos de prevaricacao dos empreados pblicos, nao
deve ser exercida no termo de Baturit com o juiz
Felintho Elisio, e um escrivo.
Com eiTeilo, deu aquelle juiz, queixa contra o
promotor peranto o delegado de polica, mais no
comeco da questao, e por occaso de urna ustifi-
cago que deu o promotor sobre o faci allegado
na queixa, aecusou o Dr. juiz que nao se poda sa-
bir bem com urna auloridade impareial, aprovei-
tou a circumstancia de sabir o primeiro substituto
do juiz municipal desta capital para abandonar o
processo comegado perante o delegado, e dar nova
queixa pelo mesmo facto perante o segundo substi-
tuto daquelle juiz, que seu prente e subservien-
te aes caprichos de seu sopro, e para isto o inan-
dou chamar a toda pressa em seu sitio, onde se
achava.
Ntese que o primeiro substituto do juiz muni-
cipal sahio para esta capital em teropo das ferias
da semana santa, donde pode em 24 horas compa-
rece r no logar das audiencias, e assim nao passon
o exercicio e menos commuuicou ao segundo subs-
tituto.
Nao obstante este, entrou em exercicio, evocou
a causa pendente no juizo da delegacia, noraeou
escrivo interino a um to por afioidade do juiz de-
nunciado, e teve tanta pressa que coin?ou e aca-
bou o processo e expedio mandado de priso
contra o promotor publico, tudo em um s dia,
como se v dos documentos que aqui tenhol.
( Ha um aparte.)
O Sr. Cordounoaqu estad as pecas compro-
batorias : ajusiiiicaco dada pelo promotor com au-
diencia do juiz denunciadoa segunda queixa pe-
rante o segundo substituto ; o mandado de priso
contra o promotor-continuando a lero mandado
de priso nao est datado. -Vean pois os nobres de-
putados que exacto tudo qaante allego*
Um Su. Depurado :E* irresponavel.
O Sr. Cordolino :No entretanto nao podis
fazer idea dos meios empregados por aquelle juiz e
seu escrivo para por em duvida a veracidade da
aecusaco contra elle feita, e arredar de si a res-
ponsabilidade do acto imputado logo veremos
isto.
Mesa -fegedora da traardade de Nossa Se-
nbora da Concedo do Militares no cor-
rente anno de 18(15.
Presidente.
Tenente Manoel Antonio Viejas Jnior.
Vice-presidente.
Dr. Deodoro Ulpiano Coelho Caunho.
Secretarlo.
Manoel Jos Victoriano de lorba.
Thesoureiro.
Tenente Manoel Joaquim Machado.
Procurador do patrimonio.
Tenente Leopoldo Borges Galvo Ucha.
Procurador das contaras.
Luiz de Franca Souto.
Vogaes.
Capito Manoel Porfirio de Castro Araujo.
Tliom Lopes de Sena.
Capito Trajano Alipio de Carvalho Mendonca.
Alferes Antonio Jos Ribeiro de Moraes.
Capito Jos Pereira Teixvira.
Bemardino de Sena da Silva Guimaraes.
Capit3o Frantisco Borges Lima.
Tenente Jos CaeUao da Silva.
Alferes Joaquim Velloso da Sllveira.
Jos da Cruz Santos.
Luiz Clementino Carneiro de Lyra.
Tenente Joaquim Jos de Souza.
Zelader.
Jos Firmino de Oliveira Regio.
Eleig3o de juizas, escrives e raordomas
que hao de festejar a immaculada Con-
ceigo dos Militares, no auno de lHiw
prximo futuro.
Juiza por eleico.
A Exma. Sra. D. Maria Jos Monteiro, consorte do
Illra. Sr. Antonio Euialio Monteiro.
Juiza por devogio.
A Exma. Sra. D. Francisca a'Assis Cavalcanti de
Albuquerque Ucha, consorte do Illm. Sr. teen-1 soa misso.
que tanto a exaltavam, deven ella somente aos es-
toreos de urna nMareta rwiietiada.
U
Na idade de quirree aevws- Di Henriquota nnio
seu destino, pelos lacps sagradas ao matrimonio, ao
do tenentecoronel Jos Joaquim dos Santos.
Sua brandura, sua mansidi lio bem se combt-
naram com a energa de angsdo honrado esposo,
que roram um casal emplar no accordo do rgi-
men domestico e no reciproca-amor.
Coro seis filtras abencoou Deas este consorcio.
Os penosos deveres da parala mi de familia,
enjo desempenno requer urna attenpo de todas
as oras, um cuidado que nao eessa, orna pacien-
cia qne nao se eagota, ella aseumprio to cabal-
mente como o attestam quaatoe a conheceram, e a
profunda saudade que deixou gravada no coraco
dos seus.
Depois de baver assim com desvelo nunca des-
mentido creado seos flllios, a rao da mortefez san-
grar dolorosameote seu coraco de mi ronbando-
lhe em pouco mais de um anno a maior parte del-
les; o mais moco na idade de sete asnos.
Entretanto nao tinham ndado as provacoes por
que lia via de pausar aquelle coraco exemplar aura
de melhcr se manifestaren as virtudes que o ador-
navam.
Quando nSo eptavam anda cicatrizadas as ferl-'
das abenas pela morle dos fllhos queridos, veio
reabr-las a magoa causada pera perda do espeso
amado, do compaoheiro dos lempos felizes e das
horas de amargura.
Mas a blasphemia nao tentou-.lhe o corago ; seus
labios nao proferiram nma queixa.
E' que a virtude se acrisola no padecer.
Sem reprimir as lagrimas que a lembranca do-
esposo e dos fllhos Ihe arrancava, ella eneonirou
em seu espirito eminentemente religioso a censo-
lago nica para dores taes, a firme crenca na vida
futura.
HI
Viuva antes de completar cincuenta annos, con
fortuna bastante para satisfazer as vaidades mun-
danas e os prazeres ruidosos da ostenlaco, nunca
a frivolidade exerecu imperio sobre seu anime es-
clarecido : soube comprebender a subiimidade da
Aos bailes, aos theatros, aos dvertimentos pbli-
cos, que jamis frequenlou, prefera o lar domestico,
e os cuidados que Ihe impunha, na direceo de sua
casa, a falla do sen esposo.
Queriam encontra-IaT Procurassem-a onde a
chamavam os encargos
mi de familia.
do nma zelosa e diligente
te-coronel Gaspar Cavalcanti de Albuquerque
. Ucha.
Escriva por elelcao.
A Exma. Sra. D. Maria do Monte Vianna, consorte
do Illm. coronel coramandante superior Antonio
Al ves Vianna.
Escriva por devocd.
A Exma. Sra. D. Maria Francisca de Castre e A-
raojo, lilha do nosso irmo presidente o Sr. capi-
to Manoel Porfirio de Castro e Araujo.
Mordoinas.
A Exma. Sra. D. Joaquina Guimaraes, consorte do
Illm. Sr. Dr. Aprigio Justiniano da Silva Guima-
raes.
A Exma. Sra. D. Olympia Candida Guimaraes, fl-
lha do Illra. Sr. tenente-coronel Sebaslilo Lopes
Guimaraes.
A Exma. consorte do Illm. Sr. Joaquim Antonio
Pereira.
A Exma. consorte do Illm. Sr. Dr. Joaquim Pires
Machado Portella.
A Exma. Sra._ D. Candida Lins Sonano, filha do
Illm. Sr. Joo Lins Suriano.
A Exma. consorte do Illm. Sr. Manoel Antunes Per- Conceigo," acabada com todo o esmero; e cerno
reir Villaga. prova da earidade que Ihe aorasava o ceraco, ia
A Exma. Sra. D. Maria da Gloria Vi?gas de Brito. est o hospital dos escravos preparado com o aceto-
consorte do Illm. Sr. Adriano Xaxier Pereira de e rommodidades, quaes costnmam ter os que as
Brito. nessas cidades -sao desuados pessoas livres, e-
A Exma. consorte do Illm. Sr. Dr. Ernesto d'Aqai-! que ella frequentemente visitava para fiscalfsar o-
bo Fonceca. tratamemo dos doenles, a quem rauitas vetes minis-
A i-Jxina. Sra. D. Maria da Silva Campos, consorte trava por suas mos os medicamentos,
do Illm. Sr. Custodio Jos Alves Guimaraes. Sempre propensa a acedes generosas, libertou en>
A Exma. Sra. D. Senhorinha da Silva Campos, fl-! vida alguns de seus escravos, e ainda em seu tes-
ina do Illm. Sr. Oomingos da Silva Campos. i lamento nao se esqueeeu de outros.
E Dos abencoou os seos esforcos.
Apezar de ser o mais rendoso de seus bens urna
fazenda de cultura de cafs, que nao poda deixar
de resentirse das calamidades que ha lempos tem
vexado os hmadore*, motivanto a ruina de algons,
o atrazo de moitos, D. Henriqueta ahi deixa consi-
deravelmente accrescentado o patrimonio dos fl-
lhos, ha oito annos confiado sua viuvez.
Prodigio do trabalho e da economa I
Em todas as suas accoes revelava-se sua boa n-
dole, e o espirito religioso qne a animava.
Na sua fazenda entre diversas obras e melhora-
mentos propries de seu ali lamento, e do acert com
que sab-a reger-se e administrar sua fortuna, so-
bresane, dando testemunho de soa piedade, a ca-
pella que pretenda dedicar Nossa Senbora da
A Exma. Sra. D. Mana do Carmo de Souza Maia,
consorte do Illm. Sr. Vicente Ferreira da Por-
eracula.
A Exma. Sra. D. Francisca d'Assis Viegas.
Sua earidade estendia-se muito alm de sua
casa.
Mas... o acatamento devide sna memoria nio
tolera offender-se a modestia que a acompanhou
Consistorio da irmandade de Nossa Senbora da sepultura, enumerando beneficios que lizera com
Coneeicao dos Militares, 11 de dezembro de 1964. inlenco verdadeiraraenla evanglica, rabera j
O conego vigario.
Venancio Henrtques ie Rezendt.
Eleicao de juizes, escrives e mordomos
que ho de fesiejar a iminaculada Coneei-
cao dos Militares no anuo de 1863 proxi-
futuro.
Juiz por eleico.
! O Exm. coronel commaadanle das armas Joaquim
Joi Goncalves Fonles.
n ^""^- _, Avajiem agora o de que se bavia de lembrar o
u M. t.oRDOLwo :Elle foi to livre, aecusando, escrivo preso, pronunciado nao afflancado de um
sr. P^sidenie, que eu julgo dever gozar da mesma mandado de habeos corpus que requereu e Ihe foi
liberdade deffendendo; nao obstante, eu obedeco concededido pelo Dr. juiz de direilo Felintho Eli
"i--m, A- j sio; sendo que Ihe foi concedido o mandado por
*2l ? a ,Sao d0 label||0',ato de Ba'i-' s'mples despacho na petigo, sem processo e sem
ru aata de muitos annos; antes de 1855 o 2 ta-; recurso ex-offlcio para a relacao do d.stricto-aqui
neniao era unido ao offlcio de orpho<, porque,' esto os decumentos qoe provam tudo isto (l).
sendo o Baiunie muito pobre entendia-se que o es-1 O Sr. B. Cordeiro :-0 homem de bem ha de
de orphaos, qoe vive por assim dizer dos sempre ir para o inferno, e o perverso ha de r para
inventarios, e nao havendo Inventarios onde nao
ha riqueza, entendia-se, digo, que o escrivo de
orphos eslava peior aquinhoado do que o tatiel-
liao, e pois as questoes civeis e crimes, o serveo
de notas nao est em tao inmediata dependencia
das fortunas dos particulares.
Cora o desenvolvimento da agricultura qoe all
que foi
oco.
Um Sr. Deputado :V jusiar estas conlascom
Deus.
Outro Sr. Deputado : Isto nao tem re-
plica.
O Sr. CoRDEmo : Solt o escrivo, correu a esta
. capital e d'aqui requeren flanea, e ainda ao juiz de
irouxe rpidamente a riqueza, quando nao absol- direito, que continuou a guardar o processo.
lamente fallando, era relaco ao estado anterior, as O Sr. B. CoRrarao :-Quera Ihe disse i
cousas mudaram de race, e ou fosse porqoe se en- d'aqnT
tabellio estova de peior condi-1 O 8n. Condolino ;Foi d'aqui, como prova o do-
o nobre deputado
ra que a reque-
.---------.....- i.......mz de flreito e que este a concedesse,
p ,-% re"!tfaro ao 1 creio que isto se deu proeessasse e julgasse aflnal....
em Ife5 e assim continaou at o anno de 1862, OSr. B. Corde.ro :-Eu explicarel Isto.
22?*? *"'* Da15'l' localidade orna sisao O Sr. Comouifo :-Provavelmente a pretexto da
h I % ,^- ^ ConserYador' qne se di^M'oem disposicodo 8- do art. 46 do ccd. do prec. cri-
duas rraccoes, das quaes nma constitue hoje o par-! mina. "
tido liberal, e lazendo-se o escrivo de orphos, o O Sr. B. Cordeiro :-E porque n5o?
S, "S2* conservadores, a assembla desta po-1 O Sr. Cordolino :-Porqoe boje nao ba maiscri-
Hira divMio o tabellionato para dar o segundo lu- minosos pronunciados perante o jury; nao lemos
mais
cias.
jory de aecusaco para sustentar pronua-
E do se contentou com iste o jale de direito in-
terino; em lugar de vollar o processo aojuiz mu-
nicipal para o preparar e apresentar de novo ao
jory, encarregou-se de o preparar a o ferou na al-
gibeira para o triwmal de jury : apenas formatro o
gar ao escrivo de orphos.
Nao se passoo, porm, mnito lempo que nao vis-
sera a eoormldade da injustlca feito, e logo no au-
no seguirte a mesma, assembla procurou sepa-
ra-1. *
O Sn. B. Cordeibo :Tal era a assembla de qne
o nobre depotado fazia parte.
Outro Sb Dbpctabo :Nunca chegaram a fazer' trlbunaUe opromoor levaniar-se da cadeira do
o que o nobre depotado fea. ministerio publico a pretexto de ser sospeito por
u 8n. LoRnoum>: A mesma assembla, ia en intmisade eom o red em Ijaestao e nometm para
oizenao, &r. presidente, vendo que emquanto o promotor ad hoc o mesmo indivKHw qoe ilntia vfo-
tarjeiiiao em um termo dividido em muitos distric- do de Caniad eomo advogado, qne nao fot outro
tos de paz,e por tanto o trablho dividido por mu- senao o nobre deputado mesmo: aqui est a acta
tos esenvaes, nao ganhava pura vver, o 5, que da primeira sessie do jory (l).
parta com elle por destribuico, sendo ao mesmo O Sr. R Cowramo: -Hequeiro a V. Etc. o ada-
lempo escrivo de orphaes era todo o municipio, ment da discusso para pedir ae presidente da
dlspunhade grandes meios pelos lucros dos dons provincia informaeCes a respeito dente facto.
'cos reunidos, vendo isto, digo procuroa reparar O Sr. Cordolino : Deixe-me continuar I O pr-
ttscrivo por eleicao.
O Illm. Sr. Autouio Peregrino Cavalcanti d'Albu-
querque.
Escrivo por devocd.
O Illm. Sr. Dr. Joaquim Jos de Souza.
Mordomos.
Os Illms. Srs.:
Tenente coronel Antonio Garios de Pinho Bor-
ges.
Anselmo Jos Pinto de Souza.
Antonio Ferreira d'Annunciaco.
Antonio Goncalves Ferreira.
Domingos Alfonso Nery Ferreira.
Jos Caetano de Carvalho.
Joaquim Jos de Miranda.
Jos Marques da Costa Soares.
Jos Carneiro Rodrigues Campcllo.
Luiz Jos da Costa Amorim.
Manoel Antonio Ribeiro.
Tbomaz Carneiro.
Consistorio da irmandade de Nossa Senhora da
Coneeicao dos Militares, 11 de dezembro de 1864.
O conego Vigano,
Venancio Henrtques de Rezende.
O promotor retirou-se para a serra de Baturit e
d'al veio a esta capital nao s para evitar a cadeia | ja por devoco
que Ihe preparavam, como para quelxar-sc ao gn- ;0 Exm. Sr. Dr. Jos Antonio de Figueiredo.
verno contra o proeedimento das autondades de '
Baturit; e Sr. Dr. Jos Bento mandou acabar com
aquelles disparates, e responsabihsar os seus raulo-
res e executores-tado isto deu em nada.
O Sr. B. Cordeiro :Eu hei de responder.
Um Sr. Deputado :Responder que se pode dar
queixa contra o promotor por que este denuncia
actos de escandalosas prevaricacoes t
O Sr. Cordolino :Como disse, no entre tanto o
juiz Feliotho com seu escrivo empregaram tudo
para embrulhar a questo -attestados de particula-
res ante e post datadascertidoes felsas, e termos
falsos de entrada e sahida do dinheiro do cofre dos
orphos, e tudo mais, quanta trafleancia poderia
servir foi posta em pratica para aquelle liraaqu
eslios documentosl.
VJes que os termos de entrada e sahida do di-
nheiro do cofre dos orphos nao esto assignados
pelo thesoureiro, e que este attesta nunca ter ouvi-
do fallar nesse dinheiro se nao depois da denuncia
do promotor ao governo da provincia ; que pela
certido do escrivo da collectoria o dinheiro en-
trou naquella repartico no da t4 de novembro
quando e termo de sahida do cofre de 18 de se-
'embro, que tendo o juiz Felintho passado ao exer-
cicio de juiz de direilo em 20 de setembro por oc-
casiio de sahir o Dr. Cerqueira Lima para fora da
provincia, e continuando esse exercicio por quasi
seis mu, nao podia no dia 14 de novembro reco-
lber o dinheiro collectoria, por que o juz de di-
reito nao impresta dinheiro de orphos a fazenda,
e lendo sahido o dinheiro do cofre, dado que la al-
gum dia elle tivesse entrado, onde estava desde 18
de setembro a 14 de novembro 7 uomo defender
um facto desta ordera ?
O Sr. B. Cordeiro :Tudo isto est muito alte-
rado.
O Sr. Cordolino :Nio est tal, consta dos do-
cumentos que li a casa l v-se que tudo
pura verdade e ainda mais corroborado pela mesma I
defeza que se fez aquelle juiz no Pedro II n. 292.
de 24 de dezembro do auno passadi ; esta defeza !
a condemnaco daquelle juiz l vede que im-
pavidez, que lnguagm bombstica, que indignaco I
nao transuda destas palavras, dir se-hia a purc-za i
em pessoa acensado de ignominiacontinuando a '
ler no entre tanto vede ae pelos seus mesmos !
documentos transcriptos o dinheiro foi recolhdo a '
eolleetoria a 14 de novembro tepdo sahido, como!
elle mesmo o diz, no dia 18 de setembro do cofre
dos orphos, devendo-se notar ainda que aqui elle i
diz haver recebido o dinheiro ri da 5 de setem-
bro ena contra f da segunda queixa diz que rece-
beu a 15 do mesmo mez.
O Sr. B. Cordeiro : -D om aparte.
O -r. Cordolino : -o que t
O Sr. J. Pinto :nao nada, continu que va
muilo bem.
A' sentida morle da Sra. D. Hen-
riqueta Amalla Barbosa dos
Santos, viuva do Sr. tenente-
coronel Jos Joaquim dos San-
tos, mal do Sr. Dr. Jos Joa-
quim Houteiro dos Santo* e
da Sra. D. Ilenriqueta Caroli-
na de Souza Ramos, casada
rom o conselhelro Jos Ilde-
fonso d Souza Ramos.
Ha irinta das que deixou de existir a Sra; D.
Henriqueta Amalia, Barbosa dos Sanies-.
Para o homem que tivesse passado a vida no bo-
lleo das palx5es sera curto o lempo paradissi-
par-se o nevoeiro levantado pelos iuteresses ofen-
didos.
Has para orna senbora que passou a existencia
no tranquillo desempenno das virtudes domesticas,
e no cumpnmento dos preceilossantqs da nossa ru-
"igiao, o teropo de sobra para reinar o slencioem
O Sr. Verdeiba :continua que quero ver isto redor ^ seu sepuJchro, permittiado que se ouca
al o fim.
O Sr. Cordolino :Vem os
nobree depo todos
voz branda da verdade.
A penna singella, que quiz para si o encargo sa-
que tal 6 o modelo da magistratura do nobre depu-" ^o de repeti-la, nao pode deixar de ser fiel, em-
todo.
7
. O Sr. B. Cordeiro :Eu responderei.
O Sr. A. Ribeiro :Isto nao lem resposta.
O S. Cordolico :Oh I Sr. deputado I isto
muito impavidez em affrontor a verdade, parece
que,V. Exc. esteve em Baturit na mesma escola
em que tero estado o juiz Feliotho Elisio, que se
mostrou to indignado no Pedro II.
K, senhores, no meio d* tudo isto o Sr. Dr. Jos
Bento mandou ouvir aojuiz em questo sobre a
,- denuncia do promotor, nio se contentando cora as
L..' 1 i tod0' P9 n0 8e ,ra,a de molor Put,llc protestou contra este acto arbitrarlo explicacSes por este dadas, remetteu ludo ao iuiz
mif Z 2K a '.Como fM f M,es-,ra-M *- do jui de direilo, appellou da sealeoea absolutoria de direito da comarca para o responsabilisar-n-
StS lm aParte.eB8 2 lo*r, separado do decretada pelo tribunal, e de tudo deu conhecimea- lio estova ausente o Dr. Cerqueira Lima, e sen-
VZ .nn ?t^ I' k,a. ., a re,a?S5 do'8,rleto por meto de tima queixa do a questao com o juiz municipal de Baturit de-
AmXw^JSS assembla passada eral- documentada, de que al hoje nao no uve sola- va sefvir (fe juiz de direito o iuiz municipal de Ca-
*1 nnTiU J Sf Tra, d4Ben,,mos em &} n n\n,A mo deste foram parar os papis; apenas
vqLP ,^ Iras d? "obr! Reputado. | O 8a. B. Corbeiro :-0 juiz de direito proeedeu o Dr. Felintho soube que os papis passaram no
ve, pois,a casa, que a idea nao miaba e que com toda justica.
Lora perturbada muiia vez pela dr da saudade;
porque nao a dirige mo indifferente : inspirada
por um coraco amigo... extremosamente amigo.
Nem por isso a a verbera de suspeM.
Nao ha adulacao para os morios seno quando se
quer cortejar os vivos.
Aqui a adulacao impossivel.

A' SENTIDA MOR TE DA SRA. D. HENRIQUETA AMALIA
BARBOSA DOS SANTOS.
I
D. Henriqueta Amalia Barbosa dos Santos nasceu
nesta cidade aos 14 de Janeiro de 1807.
Sendo seus pais beinquistos e abastados, a vida
Ihe apparecia rsonha, e por muito lempo estreme
de pezares.
Engaadora visa 1
Loadonafr. Brasilian Bank (Li-
mited).
Capital do banco 15,000 accoes
a 00.......13,333:333*330
Accoes emltidas 13,000 a a> 100 H,855:oo*550
Capilal pago a SB 40 por accle. 4,622:822*220
Cedo, bem cedo, experimenten D. Henriqueta os
. rigores da desventura, qu& maior nao pode baver
correio de Baturit correu ao Canind, e J ene- para urna menina em tenca idade, que a privacd
SrTesse SLnrfn J tlZT n]X> T*T' ,' J^, Co^DOmo :~9n f Sr- potadol pois o gando, de accordo como nobre deputado a quera dos desvelos, dwse interesse cada ez mais Za
2 rom toZ Ifa JSM2SS 1n?b^de* JU|Z de '.wtoqueconeede mandado de habeos cor- redondo, conseguid qoe aquelle juiz de direilo tu-, desse amor sempre puro, cujo segxedo a nalureza
si cAmTa t assacad- aI Injurias, e pus por simples despacho so requenmento, e sem do Ihe entregasse para vir a esta capital valer se do I confiou s mais. ""'."""""
t^^^^U^J^9^^^u i recurso leal W concede, processa e jdlga a presidente que ento era o Sr. Dr. Vicente Alves e E como se golpeumaobo nao baslasse para acos-
evenindo de modo to in- flanea ; que prepara pessoalmenle o processo e o tanto foz e tao bem andou que por c Acarara esses tumar-lhe o animo s ddres e soffriroeates em bre-
leva para o juryque obnga ao promotor publico papis ate hoje. ve tambera perdeu seu pai.
deixar a cadeira da aceosaeao a prelelto de inlmf- Sr. presidente, a hora est dada, e tlnha muita A orphandade, a tutela deestranhos, tal o quadro
saoe com o ro-pois o |uz de direito qne faz ludo cousa ainda a dizer, flear para outra occaso, por que se aprsente! D. Henriqueta quando seus
Isto, procede com toda justlca T ora vejo que s por muito favor a casa continuar olhos se abrirara luz da razo. Os dotes moraes
slito e inconveniente soa decisao sobre a qnestao.
Assim, repito, nio tem cabimento as aecusacoes
feitas pelo nobre depntado de um modo to impro-
prio.
sabidos, uns pela notoriedade, outros peia gratido
dos beneficiados.
A aversae maledicencia era anda um dos
modos per que se patenteava soa lhmiada eari-
dade. Fallara bem dos proprios immigos se os
tivra.
A ferida do coraco qne lbe ftzra a roert?, ron-
bando em to corlo esparo quatro Sitios, na flor da
idade, procurou ella curar acomendo em seu seto
os netos.
A companhia destas innocentes creaturas era o
prazer de seus nltimos lempos.
Sabendo que a educaeo dote de maior valia
qoe a riqueza, comprazia-se em associar-se ao cui-
dado de cultivar a intelligencia e formar o coraco
daquelles em quem reviva.
J alqtiebrada pela enfermidade empregava ain-
da urna parle de seu tempo em dirlgi-ios na carrei-
ra das lettras em qne davam os primeiros passos,
assistindo s ligdes com visivel interesse. contente
do frucio do seu trabalho.
Quervndo que sna sombra protectora conti-
nuarse, depois de sua raorte, a tarera a que par-
ticularmente dedicou seus ltimos das, deixou i
cada urna de suas netas um lecto para abriga-las,
e renda que bastara para soa edoraco, se ella nao
houvesse to zelosamente cuidado dos bens de seus
filbes.
Sen lindo aps tonga e dolorosa enfermidade
aproximarse o termo de urna existencia tao pro-
veiosa aos seos e a bumanidade, submetten-se com
resignaco christa vontade de Deus : pedio e
rerebeu os sacramentos da iirreja.
E no da 28 de outubre de 1864, s 7 horas da
tarde, deixou de vver, pranteada peles sens, pelos
amigqs, e por estraobos que aconheeiam pelos be-
neficios.
A sabedoria e justica de Deus, qne asseguram
premio da virtude em urna vida melbor, eis a nos-
sa consolaco. ?
Rio de Janeiro, em 28 de novembro de 1864.

O acadmico do quinto anno Pedro Ulysses
Porto oOerece-nos os seguintes apontamentos acer-
ca do embarque do nono balaibao.
Hontem parti para engrasar as fiieiras de
exercito brasileiro no sul, o nono bauluo de in-
fantaiia.
Em seu embarque como era de esperar, bouve
bastante concurrencia e inmenso entbusiasmo pa-
tritico.
A Iguns estudantes da facudade de direilo, e do
collegio das artes, dirigiram-se ao quartel do dito
batallio, para um nome de suas curpora$oes dt-
zer-llie alguma? palavras de despedida, e acompa-
Bha-lo ao seu embarque, para o desempenno dessa
misso ah encarr-garam aateu coega Manoel
Leile Cezar Lourelro, o qual deu parte ao major
do corpo, e este mandou formar o balalbo, cha-
mando lora da forma toda a officialidade, perante
a qual o Sr, Cezar Loureiro pronuaciou um dis-
curso breve, eloquente e cheio de verdadeiro eo-
Ihusiasmo, onde raosirou quanto era sublime aquel-
le que derrama seu saague pela honra e digni-
dade da patria* como elle mesuio disse, eotre ou-
tras pbrases as segulutee ; est alm de todo
panegrico ; as palavra expUam nos labios, os
pensamentos agrupam-se no cerebro e ligeiramen-
te desapparecem como que dizendo uns aos outro
somos insigulficantes para exprimi-to *
E finalmente, lermioou inostraudo o quanto Ifie
era mpossivel manifestar os senuaieote* de pa-
triotismo e admiraco que o nono batatod savia
causado a seus collegas o /ram estas as ultimas
palavras de seu d*curs : > diga a arcad, diga uro
acto, diga um abrac dado lodos vos aqu>ik que
as palavras sao impotentes para dze-fo.
Assim terminando abraca a teda a ofkialidade
que chora va duraute o discurso.
0 major do Uauibo agradece ao corpo acad-
mico, e do cullegio das artes a deferencia que u-
veram para com o nono balalhe, ao qual anda o
Sr. Cezar Loureiro respondeu que o passada deste
corpo auterisava a dizer que a mocidade cademi-
ca do cullegio das artes e a patria deiie muito es-
pera va, e por isso desde j elevava o bradoViva
o nono batalho.
Em seguida o Sr. major Bernardo Lnis Ferreira
Cezar de Loureiro, por tres- vtzes eatoon vivas en-
Ibusiaslas a Sua Magestade o Imperador, outros
tantos ao brioso exercito brasileiro aos bravos e
di.-linctos offlciaes e pracas do novo bataihao de
i ufan tana, cujo vivas foram respondidos > ver-
dadeiro eotbusasmo.
Agua florida de larra) e Lanman.
Com quasi toda a oertesa pode se por am duvida
setas mil e urna varaveis flores que adornavam
e derramavam tao delicioso perfuma sob o verdes-
centejardim do Paraso: espalhavam urna fra-
{
'
'
-.


'
I
i.
!
L,



_

Wil de Pernantnra Tewea lelra 1 de FevrrHro de 83

que aquella que se diflande e enebe o gabinete de
wstir, n Borneo*, no qaa se baja harto
frasca desta odorfera e doleitavel agua de ehei-
ro. Comparada cora paasageiro voltil them,
deesas esseucias ordinarias, o seu mimoso e deli-
cioso aroma pdese chamar oexlinguel, Inapga-
vel. erequanJ qe *rWi"* lado a verdadeira
quinta rtm*lBndia *e*fo, que d'uma maneira
a mais viva, as faz agradavelraenle recordar, tra-
zendo-ms mente o deleliavel e genuino perfume
das aromticas eJoreacentes lores; n'uma pala-
vra nella existe e ftoresce a Belleza e o encanta-
mento. O volume do delicado roma espargldo de
algumas gotas derramadas sob e lenco, verdadei-
ratneote aneravilhoso e deleitavel; e como un
gradavel meio de restabelecer desmatos, verti-
gens dores de cabeea, assim como servido de
odorfero adorno pessoa e ao paladar, quando
usada em diluicao como, um eniagainento de
bocea oa cosmtico, ella por oerto nao tem seu
igual entre todas as mais agnas cheirosas impor-
tadas. (Haja sentido pols era se examinar e ver
que as nomes de HHorray e tanmtm se achem
incriptos e impressos sob cada envoltorio, letreiro
011 garrafa, pois que na falte dos raesraos nenhuma
verdadeira.)

graneia mais pora e elicala naatraosphera, dol Conrome.-O 3. escriptarario, JoBo dos Smiff Companhift Pf rnambueaua
Porto.
AecebederU de renda* nter-
%a geraes de Peraanbnc*.
Renttlmentododial a 4........ 2:40t*77
Mem do da 6................ 4:328JS19
i 6:719*696

GOMMEBOIO.
Consulado orovlnclal-
Rendimento do da i a 4....... M 780*266
(dan do di 6..... ......... 9:6x4*036
25:404*322

Cota?oes offlelaes.
PIUCA 00 IlECiFE.
6 de fevereiro de 1865.
Acedes'a companbia de Bebcribe 68*300 por
cada ama.
Dubourcq Jniorpresidente.
Guimaressecretario.
Noto baneo de Pcrnambiico.
O banco desconta na presente semana a 10 por j
cento ao anno t M prazo de quatro mezes e a 12
por cento at o de seis mezes; tama dinheiro a ju-
ros a praao nuaca menor de tres mezes, e saca
sobre a pra;a da Baha.
Alfaadega
Keadimenroa 1 a 4.........111:619,8382
Idead* dia 6................. 35.0945832
M0YIME1IT0 DO PBTO
A'ato entrado no dia 6.
Para18 dias, barca ingleza tiabigh, de 264 (ose-,
ladas, capilao William. F. Wliittles, equlpagem
10, ero lastro; Tboro Burklnyoung & Ro-
ben. Receueu ordens e seguio para Macelo.
Navio* saludos no mesmo iba.
Macei(Lugre ingiez Artknr, caplto Stronack,
em lastro. -
Ihamburgui (ao sul da Baha)Escoua brasileira
Calado, capitao Aurelio B. de Montes, carga va-
rios gneros.
MaceloVapor braslleiro Parahyba, commandante
J. I. Martios.
EDITAES.



446:714*234
uvlmentoda alfandeg*
Valamesentrados com f sendas.
com gneros...
Volumes sahidos core axeedas..
i com geuwos ...
117
364
98
414
481
512
Descarregara no dia 7 de fevereirode 1865.
brigue francei-Louize Halier-diversos gneros.
Barca portuguezaDesfique ff-diversos gneros.
Barca iogleza=Totco o/ Uvtrpooldem.
Brigue ingiezCin-mercadorias.
Brie tmkt-Vmwmcr- idea e ferro.
PatRi*. prnssIBo7>ft*ritnercadarrts.
iirgrt bamhurguexPalma -dem e gas.
Brigue IngiezFloristeai versos gneros.
Patacho ingiez-PerMe idem.
Barca InglezaImperadoridem.
Patacho ingiezCarmeWe-farinha de trigo.
Barca ingleza S/eH/tcarvo.
Baraa iaglez*OlHomsty idem.
Barca ingleza Chanzaidem.
Barca inglezaAmblesule idem.
Barca ingleza Whamdem.
Patsebo ingle f. E. Corming idem.
Pa'aeho ingiez -Monda idem.
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO,
AUTA DOS PRBgO DOS GENK0S SUJEITOS A DIBE1T0 DI
EXPORTAgiO.SEMANA DE 1 A 6 DO HEZ DE FEVE-
REIRO DE 1865.
Mercadorias. Unidades. Valores.
Aoaoe......... eeate li>0Q
Agurdente de cana..... caada 800
dem restilada ou do reino 800
dem casaca........
idem genc-bra.......
idem aJcooI eu espirito de agua- >
ardente.....,
Algodo em caroco...... arroba
dem em rama ou em laa.
Arroz com casca...... <
dem descascado ou pilado <
Assucar mascavado......
dem branco........
dem refinado....... <
Azeite de amendoim ou mendo-
bim......... caada
idem de coco....... >
dem de mamona ....'. *
Batatas alimenticias..... arroba
Bolacha ordinaria, propria para
embarque........
dem fina........
Caf bom.........
idem eseoiha ou restolho ...
4dem torrado....... libra
aibros......... um
Cal........... arroba
!dara branca..... >
a^arne seeca (xarque) .... >
Ca neiros ........ um
Carvo vegetal...... arroba
Cavernas de sicupira .... urna
Cera de carnauba em bruto. libra
fdem idem em velas ....
Cha..........
Charutos........ cento
Ovados (porcos)...... um
Cocos (seceos). ....... cento
Colla......... libra
Couros de boi, salgados ...
dem idem seceos espichados. >
dem idem verdes......
dem idem cabra cortidos. um
idem idem de onca.....
Doces seceos ....... libra
idem em gela a nassa.
dem em calda...... >
Espanadores grandes ura
dem pequeos.......
Esteiras para forro de estivas
de navio........ cento
siopa nacional...... arroba
O Dr. Francisco de Araujo Barros, cavalleiro da
imperial ordem da Rosa, juiz municipal da 2'
vara da comarca do Recife, por S. M. o Impera-
dor que Deus guarde.
Fago saber que pelo Dr. Joao Antonio de Araujo
Freitas Henrjques, juiz de direito da 1* vara crimi-
nal desta comarca, me foi communicado ter desig-
nado o dia 20 do correnle pelas 10 horas da ma-
nha, para abrir a 1* sesso do jury, que trabalha-
r em dias consecutivos; e havendo hoje procedido
ao sortera de 48 jurados qne tem de servir na mes-
ma sessao, era conformidade do art. 328 do regula-
mento n. 120 de 31 de Janeiro de 1842, foram sor-
teados e designados os ridados seguintes :
Preguezia de S. Fr. Pedro Goncalves.
Jos Paulo da Fonceca.
Octaviano de Sonsa Franca.
Dr. Alfredo da Rocha Bastos.
Francisco de Salles d'Aodrade Luna.
Candido Cassimiro Guedes Alroforado.
Freguez'ia de Santo Autenio.
Dr. Pedro Dornellas Pessoa.
Francisco Geraldo Moreira Temporal.
Dr. Deodoro Ulpiano Collio Calanho.
Dr. Manoei Jos Pereira de Mello.
Dr. Joo Goncalves da Silva Montarrayos.
Sebaslio Jos Gomes Penna Jnior.
Jos Joaquina da Costa.
Dr. Jos da Cuuba Teixeira.
Manoei Joaquim da Silva Ribeiro.
Dr. Rufino Augusto de Almeida.
FregMzia de S. Jos.
Manoei da Foneeca de Medairoe. ,
Francisco da Silva Reg.
Fula Paz da Silva Pereira.
Francisco d'Oliveira M*llo e Silva.
Freguezia da Boa-Vista.
Dr. Joaquim de Souza Res.
Joao Hermenegildo Borges Diniz.
Dr. Jos-dos Aojos Vieira d'Amorira.
Joao dos Santos Porto.
Dr. Julio Augusto da Gunba Guimares.
Dr. Bernarda Pereira do Carino.
Sebaslio Alfonso de Reg Barros.
Dr. Bento Ceciliano dos Santos Ramos.
Pedro Alexandrino de Barros Cavalcante de Albu-
querque.
Antonio Ihnacio do Reg Medeiros.
Tbomaz Antonio Maciel Montetro.
Joaquim Franco de Souza.
Antonio Mara de Miranda Seve.
na praca egruaekfhu de jnarinheiro, que Ihe
competir, e asma gratilieacio apreaeitaaido-se
directamente,
Eicepma#-*ej ata fom henana da mar,
e tiverem milsde #bn|o8 de jidade, oa ques po-
dero alislar-se com as ondiccoes dos fla terceira
classe, mas sem augmento d#jpajemi9.
Art. 17, Os da guara classe receberao tomo pre-
mio cem mH reis, se forem msrinheiros, e sessenta
mil res se forem grumetes. '
Art. 18. Os da quinta classe reeeberio o premio
de cerno e cincoenta mil res, se nao forera raaiares
de quarenta amios e o de cem mil reis, se tiverem
mais daquella Idade.
Art.|r9. O premio dos voluntarios menores, des-
tinados para as companhias de aprendfzes raari-
nhetros, ser de cem mil reis, e se abonar aos
pais, tutores, ou quem suas vezes fizer :
Art. 20. Os premios de qne tratam os arflgos an-
tecedentes sero pagos pela maneira segnlnte :
| I." Oa dos voluolarn da segunda classe, se o
alistaraento fur por um anno, Ihes serlo pagos in-
tegralmente no acto de assentarem praca; se per
dous ou tres annos, receberao em tres prestacoes
iguaes, senda primeira paga como do primeiro
cato, segunda quando vencida metade do prazo
do contraidfie a terceira finda o dito prazo.
| 2. Os voluntarios da terceira clasae receha-
raa urna terca parte do premio respectivo loga que
tenham assentado praga, ontra terca parte no tim
do primeiro anno de servigo, e o restante Ando o
prazo de seu alisiamento.
J 3." Os premios dos imperiaes marinheiros e os
das pragas do hatalho naval sero abonadas como
os dos voluntarios da terceira classe.
S 4. Os premios dt vitas pelo aiistamento de
menores paras as companhias de aprendizes mari
De orein do conserbo de direccao e em vrrtude
do art. 24 as estimo* sao coaviaadosos Srs ac-
cionistas reurirem-se em assembla eral no
segundo andar da casa da praca do Corpo Santo
n. 11, petas 12 horas do da de fevereiro pr-
xima.
Peraambuco, 30 de Janeiro de 1865.
O gerente, F. F. Borges.
Coagulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co que no dia 15 do crreme findam-se os 30 dias
1 uteis marcados para a cobranca a bocea de cafre
do anno fioancelro vigente dos impostos de 4 0/0
sobre es estabelecimentos de commercio fra da
cidade do Recife, prensas de algodao, cochelras,
ca,vallarices, botequins, hoteis, casas de pasto, ly-
pographlas e fabneas ; de 8 0/0 sobre consultorios
mdicos e clrorgicos, escrlptorios e cartorios : de
20 0/0 sobre estabelecimentos de commercio em
grosso e a retalho, armazens de recolher, depotos
e trapiches ; de 505 por ca?a de bilhar e de mo-
das ; de 100* por casa de compra e venda de es-
ravee, de vender ronpa feita no eslrangeiro, de
correctores commerciaes e agentes de letlab -, de
4:000* sobre casas de operacoes banearias com
emisso e previlegios ; de 600* pela commisso e
sem previlegios; de 400* sobre as companhias
anonymas e agencias ; de 200* pelas casas de
cambio : de 50* por cada alqueire de sal; de 30*
per escravo empregado em servigo de alvarengas;
de 1* por tonelada de alvarenga, lancha e canoas
bertas; de20* por cada bote ou saveiro ; de 30*
por cada balieira; de 10* por escravo ganhador
ou empregado ero servigo da transportes ou om
armazens; de 10* por cada cavallo de seHa de
aloguel; de 6* por cada cavallo de sella particu- nheires sero pagos integralmente, logo que se ve-
lar ; de 5 0/0 sobre a venda do capim e o de car- rifique a entrega dos ditos menores.
COMPA3THIA BSASILEIEA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos ortos do sul esperado
at o dia 14 do correnle um dos
vapores da companbia o qtial de-
pois da demora do costume se-'
guir para os portas do norte.
Aesde ja recebem-se paasageiros e engaja-se a
carga ne o vapor peder conduzir, a qual devera
aer embarcada ne dia de sna chegada : encom-
mendas e dinheiro frete ateo diada sahida s 2
horas, gencia ra da Cruz n. i, eaeriptorio de
ilonin titiir de Oliveira Azevedo A C._______
COMPANHU PERNAMBGANA
M
Mavegaco eoatelra por vapor.
Parahyba, Natal, Macio, Aracaly, Cear
. e Acarac.
O vapor Jaguaribe, comman-
dante Lobato, segu no da 7 do
correte as S horas da tarde. Re-
bebe carga t o dia 6, encom-
mendas, passageiros edinbetro a
freta at o da da sahida as 2 horas : escriptorio
no Forte de Manos n. 1.__________^_____
Para.
Btevemente seguir em direitura ao indicado
porto o veleics brigue escuna nacional Graciosa,
capitao Jacintho Nunes da Costa, para alguma
carga que ainda pode recuber tratase com o res-
pectivo consignatario Antonio de Almeida Gomes,
na ruada Cruz n. 23, primeiro andar.
china delixar couro a de armario de amareis
de dita leja,
(juinta-eira 9 do correle as li horas do dia.
AVISOS DITEESOS.
?; Raymundo da Silva Maia.
J Thomaz de Garvalhe Soares Brando.
900
5*375
2i*50C
1*500
2*600
1*950
.15200
5*120
2*000
1*600
1*000
1*200
3*000
7*000
7*400
6*000
440
360
280
500
3*200
4*800.
1*080
8*000
300
300
1*500
2*500
15*000
6*000
600
150
240
105
350
10*000
1*000
320
500
4*000
2*000
I Conselheiro Francisco de Paula Baptista.
Francisco Augusto de Araujo.
Francisco de Paula Goncalves da Silva. -
Francisco de Miranda Lal Seve.
, Frederico Lopes Guimares,
Francisco Antonio Cavalcante Couceiro.
| Frederico Augusto de Lemos.
Freguezia dos Afogados.
Anacleto Antonio de Moraes.
Freguezia do Poco.
Jesuino Ferreira da Silva. ^
Dr. Jos Rodrigues dos Passos.
Freguezia da Varzea.
Francisco da Silva Miranda:
Dr. Manoei Arthur d'Hollanda Cavalcante de Albu-
querque.
Freguezia de Jaboato.
Manoei de Souza Leo Jnior.
Freguezia de S Laurenco.
Manoei Joaquim do Reg Barros.
A lodos osquaes e a cada um de per si, bem co-
mo a todos os inleressados em geraL se convida
para comparecerem no primeiro andar da casa que
foi cadeia, na sala do jury, tanto no referido dia e
hora, como nos,dernais dias seguintes em quanto
durar a sesso, sob as penas da lei, se faltarem.
E para que chegue a noticia a todos, mandei
passar o presente edital, que ser lido e affixado
nos lugares mais pblicos, e publicado pela im-
prensa, e tarobem remetter iguaes aos respectivos
subdelegados para os publicaren] e mandarem fa-
zer as notifleacoes necessarias aos jurados, aos cul-
pados e s testemunhas qne se acharen, em seus
districtos.
Recife, de fevereiro de 1865. Eu Joaquim Fran-
cisco de Paula Esteves Clemente, escrivo do jury,
o subscrevi. v^
Francisco de Araujo Barros.
15*000
15600
2*500
Farinha de de mandioca. alqueire
dem de aramia..... arroba
Feijas de qualquer qudlidade.
Frechaes........ na
Fumo em tolha, bom .... arroba
idem ordinario ou restolho *
Idea era rato bom......
dem ordinaria oa restolho >
Gallinhas........ ama
Corana......... arroba
Ipecacuanha (raz)......
Lenha em achas...... cento
Toras..........
Linbas e esteios....... um
Mel ou metaco. ,..... caada
Milho.......... arroba
Pao Brasil '.< /: )if\\'.\ *i auintal
dem de jangada...... um
Pedras de amolar..... urna
dem de filtrar...... *
Idem de rebolo ......
Plassava......... momo
Puntas, oa chifres de vaccas ou
noviihos ...... cento
Pranchoes de amarelto de dona
costadoB'........ oa
dem da tonro....... >
Hai. ....-.. libra
Sabio..........
Sai......
Salsa parrilb*vii.ni.,{. 9h .
Sebo em rama,
dem em velas........
Sola em vaqueta. ..... upa
Taboas de amarello..... duzia
dem diversas.......
Tapioca......... arroba
Taujuba......... quintal
Travs......... urna
iJnbasdebei....... Cania
Vassouras de piassava. ...
Pila* de timb -...... -
DiflM de carmMba ..... ^J-'
Vmagte......... enada
AUandega de Peraambuco, 4 de fevereiro de
186.".
(Assignaioa):'I! i li'
O i" oeatonaMa, Januino Jos Tasares.
O 2.' conarante, franctc Affcmso ferrewa.
Approvo.-Alfandega de Peraamnce, 4 defa- f<
vereira de 1865 A. Eulatto.
2*800
5*000
14*000
8*000
8*000
5*000
600
2*500
25*000
2*000
11*000
8*000
24
900
3*000
5*000
5*000
800
4*000
1*000
120
3*500
20*000
10*000
1*000
;:,_ 120
alqueire 400
arroha 25*000
5*000
7*000
2*600
140*000
87*000
3*000
2*000
6*000,
200
10*000
II tfhlift
upuuu
as
DECLiHACOES.
Santa Casa da Misericordia do
Recife
O lllra. Sr. thesoureiro da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife manda fazer publico que no dia
7 de fevereiro prozimo vindouro, pelas iO horas
da manha, no salo da casa dos expostos, far pa-
gamento das raensalidades vencidas al o ultimo
dedezembro do anno passado, todas as amas qe
se apresentarem, acorapanhadas das enancas
Ihe forara confiadas.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife. 31 de janeiro de 1865.
0 escrivo,
F. A. Cavalcanli Cousseiro.
Calva filial do banco do Brasil
ea Pe mamoneo,
14 de nnrodl865.
De ordem da directora desta caita, se convida
aos credores d *ebastio Jos da Silva a virero
receber do thesoureiro da mes ma caixa o que em
rateio 1hes toca da venda de urna das propieda-
des, que segundo a concordata,Ihe foram entregues
para serem vendidas.O guarda-livros,
Ignacio Nunes Crrela.
ros, carracas t mnibus, e tamhera o 1 semestre
do de 20 0/0 do consumo de agurdente das fre-
guezias desta cidade, dos Afogados, Muribeca, San-
to Amaro de Jaboato, S. LonrenQo e Varzea, fi-
cando sujellos a multa de 6 0/0 sobre seus dbitos
todos os conlrihuiutes que pagarem depois daqnel-
le dia
Mesa do consulado provincial de Peraambuco
6 de fevereiro de 1865. O administrador,
Amonio Carneiro Machado Bios.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que a arrematacao da obra da concluso do ralo
seniral da casa de deteoco foi transferida para o
dia 9 do crreme.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
bnco i de fevereiro de 1865. O secretario,
A. F. d'Anauaciaco.
1.* seccao.|Secretaria da polica dePernambu-
co, 1 de fevereiro da 1865.-0 Illm. Sr. Dr. chefe
de polica, manda renovar a publicacao da postura
aadicional de 12 de fevereiro de 1863 abaixo trans-
cripta, afim de que ningaem allegue ignorancia de
snas disposicoes.
Posturas.
Art. 1. Fica prohibido neste municipio o bnn-
quedo de intrudo com agua por qualquer maneira
que se empregue ; os Infractores pagaro a multa
de 159000 reis, e 8 dias de priso.
Art. 2." Fica prohibida a venda de limas de chei-
ro ; os infractores alm de as perderem, pagaro
4S000 de mulla.O secretario, Eduardo de Barros
Falco de Lacerda.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que a arrematacao da obra da concluso da casa
da cmara e cadeia da villa do Bonito foi Iransfe-1
rula para o dia 9 do correte.
' Secretaria da thesouraria provincial de Peraam-
buco Io de fevereiro de 1865. O ecretario,
A. F. d'Annunciacao.
Ca pila na do torta de Pe mam lineo, 44
de Janeiro de 18f>
Em vista das circumstanoiaE melindrosas em que
se acha o paiz, sendo necessario que todos os bra-
sileros, concorram para a sustentado do6 brios e
dignidades nacionaes, comprometidos na guerra
com as reoablicas do Uruguay e Paraguay, manda j
o Illm. Sr. Caplto do porto, em virtude do que Ihe
foi determinado por S. Exc o Sr. ministran secre-
tario de estado dos negocios da mannha, convidar
nao s aos malrirulados, como a todos os ridados
qne se queiram alistar na qualidade du voluntarios
para armada, a se apresentarem nesta capitana
nos das uteis das 9 s 3 1|2 horas da tarde.
Outro sim, sao Igualmente convidados os indivi-
duos que tiveram haxa do servico naval, a alista-
re ra se por ura anuo ou mais, garantindo-se-lhe
nao s as respectivas escusas, logo que terminem
os seus contratos, mais ainda os premios fixados na
lei, para os que voluntariamente procuran) o ser-
vigo da armada, e bem assim urna gralificacao
mensal, igual a metade dos sidos, que percebiam
na oceasio em que nbtiveram baixa.
As vantagens e condiecoes para o aiistamento se-
ro as estabelecidas teias instraccoes quo baixa-
ram com o decreto n. 1591 de 14 de abril de 1855
que sao as seguintes :
Art. 12. Distinguir-se-ho seis classes de volun-
tarios :
1.a Dos individuos que quizerem servir na ma-
rinhagera sem tempo determinado ;
2.* Dos que se quizerem contratar para servir
a mariBhagem por lempo determinado :
3." Dos que se prestarem servir na marinh-
gem os prazos estabelecid-s no artigo 3 do decre-
to n. 1166 de 25 de outubro de 1854, e que escu-
sam o nacional do servico militar ;
i.* Dos que quizerem ter praca no corpo de im-
periaes marinheiros.
5." Dos quo se destinaren para a batalho naval.
6.a Dos aprendizes marinheiras.
Art. 13. Os voluntarios das diferentes classse
defluidas no artigo antecedente devero ter os re
qnisitos seguintes :
1.a Classe.Os que se alistarem para a marinba-
gem sem lempo determinado, devem ser fortes,]
saos, acostumados a vida do mar, ou pelo meaos
capazes de servir na praca de grumete.
2.a Classe.Os que se contratarem porprasosde-
terminados, de um a tres annos, .devem ser fortes
saos, e acostumados a vida do mar.
3.a Classe.Os que se contratarem para servir
na marinhagera o prazo de seis ou de oito nnos,
em conformidade do artigo 2.* do decreto n. 1466
de 25 de outubro, devem ter os requisitos dos da
segunda classe, excepto a pratica da vida martima
que poder ser despensada com a clausula qoe
adianto ( artigo 16) se expressa.
4.a Oasse.Os listados para o corpo de impe-
riaes marinheiros devem ser cidados brasleros
de 18 a 35 annos de idade, ou at 40, sendo homens
do mar; fortes, saos, e capazes de lodo o servico,
5.a Classe.Os alistados para o batalho naval
devem ter 18 at 45 annos annos de idade, eos os-
tros requisitos da quarla classe.
Todava poder-se-lta adinlttir alguns estrangei-
ros mediante previa antorisaco do governo.
-6.* lasse.Os aprendices marinheiros devem
ser cidados brasileiros, da 10 a 17 annos de Ida-
de, de constituico robusta, e apropriada vida do
mar.
Poder-se-ba tambera admillir menores de 10 an-
nos, que tenham snfflcienle desenvolviraento phy-
sioe para os exercieios do aprendisado.
Art. 14. Os voluntarios da primeira classe perce-
bero es solos concedidos pelo artigo 1 "do decre-
to n. 1466 de 25 de outubro, mas nada receberao
a titulo de premio en gratiflcago.
Porto.
Art. 21. AifratilieacSes que comoBlem os no
Imtanos que 'rectamente se alistarem nnatrvico
da armada, sedo pagas conjntamente coa a pri-
meira prstacTSo do premio respecfivo.
O secretario da capitana.
Uecio de Aquino Fonc/ca
Arrematacao
Finda a audiencia do dia 17 do carrente do jui-
zo de orphos, GutmarSes, a reqnerrmento da jun-
ta administrativa da Santa Casa da Misericordia
dasta cidade, ser arrematado por venda urna par-
le do sobrado de nm andar e solio, ailo na ra de
Hurtas n. 66, freguezia de Santo Antonio, avahada
dita parte era 630*129, deducida esta da de 4.000*,
par quanto fei avahado o dito sobrado, a qual par-
te pertencenlea Auna Rosa das ulerees por an-
tonomasia, Tempera, que se acha recolhida ao hos-
picio dos alienados, e vai a praca a referida parte
para satisfaco das despesas de alimentos e ves-
tuario da mesma alienada.
C'oaselho admlnlstratflTO
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra precisa comprar o seguinte.
Para o presidio de Fernanda.
2 bandefra impenal de flele de seis panos.
2 ditas de flele incarnado de4 panos com 12 pal-
mos de cumprimento.
2 ditas de dita azul com as mesma* demensSes.
2 galhardetes de (lele encarnado de dois panos
com 30 palmos de cumprimento.
2 ditos dito azul com as raesmos demensdes.
2 dito dito de (luis panos com 10 palmos de en-
carna J junio bastea e 20 ditos de azul' na pona.
Para o 9 batalho de infantaria.
405 varas de briro branco.
405 ditos algodosinho.
242 esteiras.
857 1|2 varas tirim branco.
772 1(2 ditos algodaosinhos.
Para corpo de voluntarios.
500 varas brim branca.
250 ditas algodosinho.
Para e 4 batalhe de artilbaria ap.
12 malas forradas de couro.
6 caixas cora fainas de (landres de 16 a 20 pole-
gadas decompridoe 11 a 14 de largura para mar-
mita do mesmo batalho.
As pessoas que quizerem vender taes arligos
apresenlem suas propostas em caria fechada na
secretaria do conselho s 10 horas |do dia 13 do
correte.
Sala das sessoes do conselho administrativo,
para fornecimento do arsenal de guerra, 6 de fe-
vereiro de 1865.
Amonio Pedro de S Brrelo,
Coronel-presidente.
Sebastiao Jos Basilio Pyrrho,
Vogal-secretario,
Conselho administrativo.
0 conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de gaerra tem de comprar os objoctos
seguintes:
Para o arsenal de guerra.
50 resmas de papel almaeo.
60 ditas de dito pautado.
50 garrafas de tinta preta.
3 arrobas de eslanho em vergonhas.
4 enehams com 25 palmos de comprmeme e
6 pollegadas em quadro, sendo d* madeira de qua-
lidade.
9 ditos de 25 palmos de comprimento e o polle-
gadas em quadro.
8 feixes de ripas.
Para a enfermarla dos menores do arsenal de
guerra.
1 livro de 200 ralba* para o receituaro da mes-
ma enfermara, com 10 ol legadas de largura e 15
de comprimento.
1 dito de 200 folhas para o registro pe entradas
e sahidas dos doentes, com 19 1/2 pollegadas de
largura e 15 de comprimento.
2 ditos de 200 folhas cada um. para os offlcios
recebidos e dirigidos.
Quem quizer vender taRs artigos aprsente suas
propostas em cana fechada na secretaria do conse-
lho administrativo, s 10 horas da manha do dia
10 do correte.
Sala das sessos do conselho administrativo para
ornecimeato do arsenal de guerra, 3 de fevereiro
de 1865.
Antonio Pedro de Sa Barreto,
Coronel presidente.
Sebastiao Jos Basilio Pyrrho,
Vogal secretaria.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento
Sepe brevemente a barca portngueza Sympn-
thia fpr ter seu crre:anu'iito completo : quem
quizar ir de passagem, para o que tem excellentes
commodos, entenda-secom Bailar da Cadeia n. 26. _________I
Para o Rio de Janeiro deve seguir com bre-
vidade por ter prompta a maor parle do carrega-
roonto, o brigue nacional Invensivel, recebe o res-
to da carga e escravos a frele : a tratar no escrip-
torio de Amorm Irmaos, ra da Cruz n. 3, ou
com o capitao Antonio Albino de Souza, na praca
do commercio. ______
Para o Rio de Janeiro.
Pretende seguir em poucos dias o patacho Ca-
puan, tem parte de seu carregameuto bordo, pa-
ra o resto que Ihe falla e escravos a frete : trata-
se com os seus consignatarios Antonio Luz de
Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
Rio de Janeiro.
Deve seguir eui poucos dias para aquello porto
o brigue Cruzeiro to Sul, ainda recebe alguma
carga e escravos a frete : Irala-se com Marques,
Barros 4 C, largo do Corpo Santo n. segundo
andar._________^________________^_
Para a Baha
Pretendeseguir com brevdade a sumacaHor-
tencia, tem parle de seu carregamenlo promplo
paraorestoque Ih* falta trata-se com os seus
censignatarios Antonio Luiz le Oliveira Azevedo
& C., no seu escriptoriorua da Cruz n. \.
Lisboa e Prto
Pretende seguir com a maor brevdade a bar-
ca portugueza Laura, por ter parte da carga
prompta, para o resto e passageiros tratase com
o consignatario T. de Ajumo Fonseca Jnior, tra-
vessa da Madre de Dos n. 5, primeiro andar ou
com o capilao na praca.
Sattbadu 11 &
a terceira parto da dcima primeira tele-
na (5'J a benelicio da matriz da Boa-Vis-
ta, no consistorio da igre;a da Nossa
Senhora da llosari da freguezia de Santo
Antonio.
Os bilhetes, meios e quartos esto a ven-
da na respectiva thesonraria ra do
Crespo n. 15.
Os premios de 6:0004000 at 10/1000
serio pagos ama hora depois da extraeco
at s 4 h&ra-s da tarde, e os outros depois
da distribuicSo das listas.
As encommendas sero guardadas so-
menteal a noite da vespera da extraerlo
como de costume.
O thesonreiro,
Antonio Jos Koflriyoe> eSonza.
Alvaro An*imo de Almeida, suftdito brasi-
leiro, val a Europa.______________
Precisa-se alugar urna eserava para easa do
pouca familia : na roa dos Pire* i.ft_______
Esta para alugar-se urna casa terrea na ra
da Gloria n. I i. um 1 e 2 andar de um sobrado
na ra do Rosario da Boa-Vista, quasi no pateo da
Santa Cruz, e urna mei agua na estrada de Joo
de Barros, com arvoredos, agua de beber, e portao
para o beceo do Pombal : quem pretender faite
na ma das Cruzes, sobrado n. 9, das 9 horas da
manha at ae meio dia
O testamenteiro de D. Joanna Francisca de
Menezes faz publico que terca-feira 7 de fevereiro,
das 7 para as 8 horas da manha, na porta do con-
vento do Carmo, se ha de distribuir pelos pobres
a quaotia de 1004, sendo a cada ura 500' rs, :
quem estiver as cirenmstancias de receber esrao
las compareca a dita hora^__________________
Precisa-se de urna ama que compre e faca
todo o servico de urna casa de pouca familia : n.i
ra Velha n. 52.____________________-
Rogase ao Sr. ha cha re I Ceza rio
de Azevedo jaiz municipal de fiaran-
luns, quena dirigia-se praca da In-
dependencia ns. G e S, on annuiiciai-
sua meroda para ser procurado. ____
Aluga-se nm sobrado de um andar da ra-
Nova n. 48, a qual tem bastantes commodos.
LEILES.
Loilao de 3 casas terreas, sitas no aterra
Martins competentemente autorizado far leilao
de 3 casas terreas de ns. 138, 140 e 141, tendo as
de ns. 138 e 140, 2 salas, 2 quartos e cosinha fora,
e a de 144, 2 salas, 1 quarto e cosinha tarabem
fora e rendem 6 mensacs cada urna (terreno fo-
reiro.)
HOJE.
Em seu escriptorio ra da Cadeia do Recife n.
9, as 11 horas do dia, os pretendenies podem obter
qualquer Hiformacao ao mesmo Martins._______
O abaixo assignado estabelecido com taberna,
na Capunga, pede a todos os seus devedores que
venham pagar seus dbitos no prazo de 8 dias, os-
que se o nao Bzerem serao chamados a juizo.
Jos de Almeida Fem*ra.
Precisa-se denm furnerro de primeira classe-,
e de um ou dou trabalhadores de masseira que
enlendam perfeitamenle do trafego de padaria.no
se duvidar dar-se um ordenado correspondente
ao seu desempenho: na ra larga do .Rosario pa-
llara n. 16, achara com quem tratar.
Aluga-se o segundo e tercciro andar com
bom soto da casa n. 16 da travessa da Madre de
Dos junto a alfandega : a tratar com Barros &
Silva no primeiro andar da mesma casa.______
~ AMA.
Precisa-se de urna ama para casa de familia :
na praca do Corpo Santo n. 17.______________
0 Sr. .Manoei Jos d Souza Pilanga,
que t ve toja na ra do Queimad >, lem urna
caita na livraria n. e 8 da praca da Inde-
pendencia._______________________
0 Sr. AuHiano C. da Rocha Wander-
ley, queira mandar buscar urna carta na
liraria n. 6 e 8 da praca da Independen-
ca.
i.eilo de movis.
Cordeiro Simoes fara Idilio dos seguintes mo-
vis como sejam : 2 mobilias de amarello, 1 guar-
da roupa de mogno de espelho, 1 sanctuario, 1
grande espelho com moldura, I secretaria de
amarello, um piano de mesa de Jacaranda, 1 rico
candelabro de p de vklro, aparadores, espelhos,
cadeiras de amarello e de faia, candieiros a gaz,
relogiosde mesa e dealgibeir?, camas francezas
e outros artigos de gosto.
-"-3
Ter^a-feira 7 defevereiro as 11 horas
em ponto.
57No armazem a ra da Cruz57
~ I,eIio de fazcudas.
A 7 do correnle.
Adamson, Howie & C. farao leilao por inter-
vengo do agente Oliveira do mais completo e
apreclavei sortimento de fazendas inglczas as mais
proprias do mercado, entre ellas muitas para fe-
char conlas e outras para roupa feita.
HOJE.
as 10 horas da manbaa, no seu armazem, ra do
Trapiche Novo, Recife.
I.cllo de escravos e pianos.
HOJE.
Cordeiro Simoes fari leilao de um rico e forte
plano armnico moderno e de nm moleque do ida-
de de 8 annos, bonita figura e sadio.
Ser* effectuado o leilao s 11 horas no arma-
zem a ra da Cruz n. 57.
De ordem da directora desta mesma caixa se
faz publico aos sennores accionistas qne o respec-
tivo Ihesooreiro est antorisado a pagar b 22.a di-
videndo de 10JJ por aegao.
0 guarda liaros,
I$nacio,Nunes Corre.
Pela thesOufaria provincial se faz publico
que a arremataeao da obra da ponte de Motocolom-
b foi transferida para o dia 9 de fevereiro prxi-
mo vindouro. j
Secretaria da thesouraria provincial de Peraam-
buco 28 de janairb de 1865.-0 secretario,
A. d'Annunciacao.

AVISO
aos navegante.
Pela capitana deporto de Peraambuco sa laa
publico para eonbecimeeto dos navegantes, rjue a
ola do extremo do sul do banco do iuglez que ha-
v| sido toncada praia por Ihe haver arrebenta-
do aamarracio, foi novamente collocada, demar-
cando-Ihe o pliarol do ptcao ao O 1/2 N O, e a tor-
re do seminario de Olinda ao N 1/2-N O, ramos
magnetices, a em fondo de vi bracas, etaotanente
onde termina pelo tul o Reci qoe ranea o banco
iuglez. Capitana do porlp de Peraambuoo 4 de
Ser-lhes-ha declarado, e expressado nos aras as-
sentamentos, trae nao obtero gota de desembarque
sem prevlnir ao commandante respectivo dous
mezes antea, salvo se nisso nao houver inconve-
niente para o servico, por que ento serSo imme-
diatamente attendidos.
Dma resalva, que fhes de ver ser entregue com
a guia de desembarque, declarar que a contar
dessadataossobredilosvoliintarios.se forem na-
cionaes, cam isentos do recrutamenlo por um an-
no, ou por lempo igual ao que tiverem servido aos
navios do estado, se este prazo for menor ; salvo,
porm, caso de circunstancias extraordinarias
durante s quaes ficar suspensa a senySo.
Art. 15. Os da segunda classe receberaos os pre-
mios seguintes :
Se far&ui grumetes ; daz, vinte e dous, oa trala
e quatro mil reis, segundo se contrataren por um,
dons, ou ires annos. ;J__.
Se forem marinneiros : vinte, quarenta e einco,
ou setenta mil reis, segundo o prazo de seu contra-
to fur de um, dons, ou ir.es annos.
ATm do premio reeeberio mais os referidos vo,
luntarios se directamente se apresentarem, a gra-
lificacao de quatro mil reis sendo estrangeiros, e
de cinco mil reis sendo nacionaes.
Esta giaflfcaote, porm sao se abonar repeti-
damente na mesme individuo por cada nevo con-
trato suoeessivo que fizer, se este lor da prazo ma-
nar do tres annos. .
Arl. 16. Os da terceira classe receberao mais
LELAO
No dia quarta-felra 8 do correnle se vender
em leilao pelo agente Euzebio e pelo maor prego
do arsenal de guerra precisa comprar os objec.os qne se adiar, o sobrado n. 2i silo ao largo do
seguintes :
Para o presidio de Fernando.
2% arrobas de assucar branco.
2 ditas de arroz.
1 dita de cha da india.
5 ditas caf de carogo.
10 barricas de farinha de trigo.
5 resmas de papel pautado.
4 arrobas de velas de carnauba.
8 arroban de sabSo (massa).
Quem quizer vender taes artigos aprsente suas
propostas ai carta fechada na secretaria do conse-
lho administrativo, s 10 horas da manha do da
8 do corrente.
Sala das sessoeeo conselho administrativo para
forneciQeuta do arsenal de guerra 3 de fevereiro
Se 1865.
.Antonio Pe/lro de S Brrelo,
Coronel-presidente.
SebastMO Antonio do Reg Barres,
- < h

Vogal secretario interino.
AVISOS H12ITIH0S.
Terco, chao proprio, que rende 40,1 por mez, sao
convidados os pretendenles a examin-lo.
Leilao de 30 Kairis com manteiga in-
gtfza.
Quarta-'eira 8 de coarente.
O agente Pesian vender por conta e risco de
qnem pertencer 30 barris com excellente manlei-
ingleza, a qual ser vendida em lotes a vonta-
dos compradores para o que convido os Pro
gressos e Progressistas raeus camaradas : no ar-
mazem do Sr. Annos, quarta feira 8 do corrente
pelas 10 horas da manha.

L-ito de escravos.
Qiin'a-feira 9 as H hora*.
53Rjua da Cadeia do Re ife53
OLYMPIO
vender em leilv Jwersos Miravos ue auraos us
sexos com habilidades e sem ellas.
OOMPANHIA BRASILEIKA
DE ,
PAQUETES A VAPOR.
Uu.s portos do norte eepera-
do at o da 17 do correare o va-
por Paran, commandante o ca-
pitao d fragata Sania Barbara,
qual Vuoi Sa demora do cosiu-
me seguir |iaros (erlua sal.
Desde ji roce bem-se passageiros e engaja-oe a
carga qne o vapor poderoooduair, o,uai daaajs
ser-erabareada no dia de saa chegada. encoramen-
das e dlnhefro a frete at o dia da sahida as ho-'
ras: ageacki, roa da Cruz n. 1, escriptorio do An-
tonio Lah dr Oliveira Aeevedo & C.
Leao 4e trastes outros moitos arti-
0S CiOSlO.
Qain>feirajas II horas.
53Armazem riada Cadeia de Recife-tf*
OLYMPIO
fareiro da 186S.0 secretario,
Docto de Aqaagfleaae8nm
- 1 urna quarta parte do maior premio que poder taro
Rio ile Janeiro.
, Sogue oestes das o patacho nacional Tu, re-
cebe earga a frea : a tratar na coa do Trapiche
*E>era4. _____^_
Rio fie Janeiro.
O brigue Bezari, .segu bcova para aquello
porto, simia roe*teia le : a tratar coa Marque torro A C-, largo. Ib
I obter contratando-se como os da segunda ciases) Corpo Sanio n. 6, segundo andar.
veader em leilao por ordem de urna familia que
se relira para foEa, os objctes seguintes i mu-
bilia de amarellotjuasi uova. Iriso piano de ar-
marte, quadro*,. consotos de Jacaranda eoaa pedra
e espelho, 1 commoda de Jacaranda com pedra,
marquetas, caderras avnlsas para sata de jantar,
candieiros a gaz, candelabros, mesa de jantar,
guarda loma, estante para llvros, carleiras para
escriplohos, mesas redondas, consolos, objectos
de ouro. e outros mallos amigos que stafo p-
tenles m dta do leilao._______"_____________
leilao 4a lojA\li seHrito da ra \\a
nuMoro 28
Previne-se aos boleeiros que sabem a posicao
que Ihe compele, que se forem convidados pai a
exercer a sua arte para as bandas de Tracunhem
vejam como contratam visto que por esses lugares
existe ura cavalheiro, que quer que elles prati-
quem impossiveis na sua arte, isto Ihes adverte.
_________O Lpez._______
Jos Soares d'Azeredo, | rofessor de
lingua e litteratura nacional no Gyu nasio
Provi cial do Recife. tem aberto em sua
casa, ra Bella n. 37, um curso especial
para cada urna das seguintas disciplinas:
LINGUA FRANCEZA,
GEOGRAPHIA E H STORIA.
PHILOSOPWA RACIONAL E MORAL,
RHETORICA E POTICA.
As pessoas que d sejare n estudar qual-
quer dests preparatorios podem dirigir-se
indicada residedeia, de manha at s 8
horas e de tarde a qualqu r hora.
*0 BACHAffiL m
^ Pedro vffonso de Helio >|g
H Adrogade
Largo do Livramento n. 38. gC
Ausentou-se no dia 31 de Janeiro prximo
passado da casa do abaixo assignado seu escravo
por norae Manoei, com os sgnaes segrales : pre-
to, idade 13 annos, corpo fino, denles alvos, muito
ladino, tem urna sicalriz ao calcanhar de um dos '
ps, levou.duas calcas urna branca e oulra parda,.
duas camisas urna branca c outra de algodo : pe-
de-se as autoridades poJieaes sua aprehengao e-
leva-io a ra 4a Cruz o. *8, que se gratificar.
Antonio Aives du Moraes.
Precisa-se d urna ama para o servico do.
mestico deve saber cosinbar e engimmar e pre-
fere-w eacrnva : a tralar no pateo do Carmo so-
brado que fica ao entrar na ra de Santa Thereza.
se at araanhaa a preta Anna fOr entregue
ao seu senhor proceder-se-ha com todo o rigor da
le contra quem a tero, occulta a seu servico.
Precisa-se de unvamansador : na ra dolan-
ge. n. 9. ____________________________
Perdeu-se honiera um I apis de ouro risoado
com peoa do mesan metal coaa o nome da pes-
soa a quem perteoce gravado no lapis : qpera
aehar pode leva-iono Caf e Reelaurante do-Com-
mercio,ra do TaafMcbe Novo n. 22, quo reoeber
205 de gratificacaa.
Vicente Grgel do ,A i-arat, Uqfiidata-
rio da firma de Gurgel e Perdigau, tendo
de i e irar-se para Jo Aracty deiva nesl
praca legataente autorisade o Sr. Jos S
Lei tilo Jnior, morador a ra da. Madre de
Dos, armazem juno a botica ingleza, e
previne a todos qsdevedores ta;.to d sla co-
mo de outras provincias" que quaiato antes,
tratem de liquidar seos dbi os.________
,ii
lisian HUM 2H
Manas eompetentoaaente antorisado Car* leMo
da lo}a de seMoiro dma ero ble*, a ventado
\ compradores, bem como de urna clenle
dos
Sa*a-se sobre Lisboa, PWto e Itt de
S. Mague', a ra d A^ilo n. 21, escri|--
torio.de ()arvatboeNetter.
Fugiram duas scravas, umadenoane Mana,
cfioala.oor tula, FepresenU 38-anoos de idade,
esttnra regular, cheia do cepo a 0*,,^i, de "om.e
Thereea, parda, reptesenU 43 anaos de idade, al-
a, magra, eetn (Wta de dente* na frente, tem ca-
bellos braneos: era as fef P*de ovar a viuva
de Francisca Jos do Refev#o writa n. 2, qne
sera recompensado. __________^
A pessoa que carregou um guarda chuva no
da da testa do Poeo, da casa da sociedade Bolla
niao, lenha a b*iide de entregar M ra dos
Pires n. 3 ; o <{uai i he eoohacido.



I


;
Mari* de rcrnloco .-- ler^a Cclra f ele ltaMr e .$.*#*>.

CASA D4 FORTUNA.
AOS 6:000.000
Bilhetes garantidos
1' na deCresie i. 23 e cas detstame
O abano usignado tendea nosseas muiufeli-
es bilhetes garantidos da lotera, que se acaboo
de extrahir a beaecio do theatro de Santa Isa-
bel, os sejrulates premias:
Dous quartos 3462 com a sorte de <5:O00,$0O0.
Um meio n. 531 cnm-a sorte de 1:4005000
Dous quartos n. 5200 com a sorte de 00u00.
Eoutrasmuitas sones de 800$, 1-OOj}, 40* e
565000.
Os possuidores adero vir receber seosrespec-
tiros premios sem osdescontosdas leisna Casa
da Fortuna a ra do Crespn. 23.

DEGISTA DE PAS
19 RA NOVA lft
FRBBEWG0AUTIER, CIRURGLAe uENTISTA, de votta de sua Tiagem a Enropa, aonde tomn o-
uhecimeoto .das mais recentes daanfcartaa ltimos aprfeicoaraentos que se >tem feito na arte den-
taria, atora de omprar o segredo |de diversas preparaces empregadas com mnila vantageos, tesa
a Mi de participar ao respeavei publico em geral e aos seus numerosos luientes em particular,
que se acha de noto prompto a sea dispr para todos o* misteres da sua prole ao, adverlindo qua
trouxe um inmenso sortimento de denles artiOciaes, eaaulcbou vulcanisada, .euro, platina, massas
divereaa muito aperfeicoadas, para otonrabar, instrumentos novos, ferramenta moderna, cadeira de
operacoes, tic, etc., dos oais aorodltados fabricantes da Pars, Londres e Mew-York, e por isae
estando mais do que ounea no casa de sertir do modo ais satisfactorio, *ortanio espera con-
tinuar a mereoer toda a confianca.
Acha-se empre no seu gabinete das 8 horas da mautra at ao raeio-dia eoa certeza e at as i
Acbarse%%VndaTs da,rceiVa P.r,e a de- "oras da lardeando nao ver de ir em casas particulares.
cima primeira lotera a beneficio da matriz da
Boa-Vista, que se eitrahir no dia ii do cor-
rente.
Precos.
Bhetesinteiros..... 7*000
Meies......... :t500
Qaartos........ 1*906
Paraas pessoas que comprarem
de 100 para cima.
Bilhetes....... 64506
Meios........ 3*280
Quartos......, 1*700
Manoel Marlins Fiuza
.
CIIEf.AR.4M OS MODERNOS CHALES DE
FILO PRETO.
< THESO^iRO 'BAS MAIS
Providencia 'das enancas
(OLMKtX ItOlIK
Ileetro'sjoelices. "
CHAMADOS
COLLARES ANQ&OOS DE DENTICAo!
Contra as convulses e para facilitara
denticae das enancas preparados e inventa-
dos par Rojer, pJiartBaoeuliee da*sco-
la superior do Pars, suceessor de Chorean,
membro da academia de medicina
O barharel Hanoel Finnno de Mello
contina na eoa prolssao de advogado e
para isto pode ser procurado em sen ea-
ci iptorio da ra estreita do Rosario nu-
mero 27.
Cousta-nos que vao ser recolhidas ao colle-
Cio das orphlas duas menores de cor prela, as
quaes embora teuham pai, cem ludo acham-se el
Club Pernambuano.
A dir ct ria tendo e n cons deracSo cu"
grande rcmer d fa ir lias de feus ssocis-
des se achavam f ra da cidade, r so'veu
trans rir a reunil i famil r do mez di' j i-
n iro prximo pasado para o dia 9 d i cor-
rente. _______
Jos Prancisco de Andrade Jnior faz scien-
te ao respeitavel publico e principalmente ao cor-
po do comraercio, que admeltio para socio a Anto-
nio Joaquim Vinha Maia, e ficar gyrando de hoje
em diante sob a Arma social de Andrade & Maia I
Recife t de feverelrode 1865.
S;.penares chuls de fil preto c ejados pelo ulimo vapor
loja das columnas ra do (.rapo n. 13, de Anonio Coneia de
los & C.
km ez, a
Vas o:.cel-
Precisa-se de urna ama para todo o servigo;
na ra Direita n. 60, primero andar.
Alusa-se o sobrado de urn andar c sotao da
ra Direita n. 74, pintado de novo,, e com coramo-
dos sufflcieotes para qualquer familia quem
pretender dirija-se a ra da Iiaperatriz a. 7, que
achara com quem tratar._____________________
Cozinheiro.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 52, compra-
se um preto cozinheiro, o a alugase-jima pessoa
para omesmo fim.__________________________
Pechliicha
Borzeguins de bezerro para homem a '* : na
loja do Arantes._____________________________
Precisa-se de una ama para casa de una s
pessoa, quer-se que saiba engommar e coser, no
armazem de louca, ra do Imperador n. 41.
uga-se urna escrava para todo servico de
urna casa : nao sae ra : quem a pretender
dirija-se ra do Rangel n. 30, segundo andar.
Theodoro de Carvllio Cavalcanti, Brasileiro,
Tai a Europa.
Mobllla
Alugam-seraobilias : no paleo do Terco nume-
ro 42.
A. NACIONAL
Companhia geral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
(na flanea em dinheird, depositado ros cofres do estado, garante a boa ad
ministril cao da companhia.
anliga casa de Bouilloul,agrange, pharmaceulico ,as em completo desamparo, visto como seu pai
da imperador I Pau>cendo ha muito de alienaco mental, era arri-
chefe dos trabalfcos crnicos da escola po- I,rtado Plo seu nico filho, qae ha pouco fra re-
iytechnlca, director da escola de pharmacia de' "otado para servir na marinha, e tal vea a esta
Paris, e membro da academia imperial i 5 ra -eja Das camP">as de Montevideo defenden-
de medicina. o pan que o vio nascer : sao estas M primei-
Estes collares veudera-se nicamente na loja do ras C0!L pre,a tae va0 Para aquelle e Gallo Vigilante ra do Crespo n 7 I menl- H<>nra, pois, ao digno provedor e mais
wnnk-------------s----------------------- membros da Joma aa Santa Casa da Misericordia,
V solicitador redro Arcvandrl- loal demonstrando por actos desu ordem a soa
BO da Costa Hachado verdadeira Bstitui^o, tambem demonstra que o
e encarrega ante o foro desta cidade de tudo que *LarL 179 da1con.s,io'?ao de imperio, est de
or tendente a sua profissao, aceita de partido an- i(XOTo^ a religiao do_craeifleado.__________
nual as pendencias judiciaes de qualquer casa Joao Bernardo Neivas de Figueiredo agrade-
eommercial mediante razoavel ajuste. Contina cordialmente ao Sr. Dr. Jlo da (Uta Ramos
a se encarregar de cooraB^as nos termos do Cabo Pela promptidao e delicadeza com que se prestou
Ipojuca aonde continua a trabalhar como d'an- a trala-lo, do qual o attestou.
ts,e encarrega-se de defezas perante o jury nos nf ntiin I ni ea lliAin .r>^. l~
termosproiiinosa via frrea, ofrerecendogratui-;Anl0.nl<,L,llZ.ee,,Ve,^J, *fM A C-
lamente seus servicos aos desvalidos, pode ser:
procu-ado todos os dias uteis das 9 horas da ma-
nhaa as 3 da tarde na ruaestreita do Rosario d.
34, e fora dessas horas na ra Imperial n.36, ca-
ade sua residencia.
Alugam-se dous grandes sobrados com com-
modos para numerosa familia, novos e aceiados,
com jardim, cocheira. estribara e ontras commo-
didades, na travessa de Joao Fernandes Vieira : a
tratar na ra da Sem ala Nova n. 42.
Coosulteris medieo-cirurgicu na ra larga do
Rosara n. 20.
O Dr. Joo Ferreira da Silva regressando sua
casa, contina em o exercicio de sua ptoflssau
nao s na parto medica eomo tambera na cirnr-
gica.
Precisase de ama ama forra ou captiva que
cozinhe e CRgonrae aiguma cousa : na ra do
Cabug, loja d'aguia d'ouro n. 1 1!.
Augusto Moreau subdito francez vai a Ma-
cei.
Offerecese ama ama seca que faz o servico
de urna casa de familia : na ra dos Pires n. 34,
-e dir.
Aula particular.
O abaixe assignado, professor particular, provi-
sionado peldirectoriageral da instruceMpallica
para ensinar primeiras lettras, latim e francez,
participa ao respeitavcl publico e igualmente aos
senheres pais de seus discpulos que segunda-feira
J do correntetem de continuar noen.-ino das su-
praditas materias, admitlindo matricula alumnos
externos, pensionistas e meio-pensionislas. A pra-
ticade 19 anuos consecutivos no exercicio de seu
magisterio, sua inteira dedicagao e .-ua moralidade
sao garantas que offerece aos sunbores pais de fa-
milias, que desejam a saa e til educacao a seus
filnos.
Quem perianto quizer confiar ao mesmoabaixo
assignado a educacao de seus filhos, pode dirigir se
a qualquer hora do dia aoterceiro andar do sobra-
do n. 58 da ra Nova, onde ha muito lempo est
eslabelecido.
_____ Jos Mara Hachado de Figueiredo.
BAN'QUEIROS DA COMPANHIA
O Banco de Hespanha
DIRECCO GERAL
Madrid : Ra do Prado
n. 19
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinajes de supervivencia dos seguros
Nella pode se lazer asubscripcao de maneira que em nenhum caso mesmojpor morte do se-
gurado se perca o capital nem os juros correspondentes a estes.
Su to suprehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole deA NACIO-
^AL,-queainda mesmo dimlnuindo urna ter?a parte do interesse produzido em recentes liquidacoes,
VT, i"a?- iSL* morta,idade databolla de Depareieux que e adoptada pela companhia para os
seus clculos e liquidacoes, em segurados da idade de 3 a 19 annos, urna iraporsicoannuzl le 100J
produz em electivo metlico
annos.
mo
No fim de 3
i de 10
de 13
> de 20
i^as idades menores de 3 annes e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis
lJ& pll6Amnt ,n.formaes serao prestadas pelo sub-director nesta provincia o Sr. Jerony
Joaquim Fiuza de Oliveira, ra da Cadeia n.32, ou a Boa-Vista ra da Imperatriz n 12 eslabe
mnntn dos Srs Ravmiman Cirinct i ai,a *. r.o,s "uperdini n. tz, esiaDe
.....1:1192300
.....3:942,1600
.....11:2082200
.....30:2562000
80:3312000
Joao da Ailva Ramos, medico pel"ni
versidade de Coimbra, da censults em
sua casa das 9 as H horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
ea su as casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serlo soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro H.'j
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tcm sea casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodes apropriados e nella
tica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 32000 diarios.
Segunda dita.... 22500
Torceira dita.... 22000
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a confianza de que sem-
pre tem gozado.
Agentes do banco Uni3o de Porto.
Competentemente autorisados sacam por lodos
os paquetes sobre o mesmo banco para o Porto e
Lisboa e para as seguinles agencias :
i.ondres sobre Oank o London.
Caixelro,
Precisa-se de um caiulroqaetenha grande or-
tica de taberna, dando Oidor a saa conducta, pre-
terindo-se nao rapaz : na ra da Madre de Dos
n. 38 se dir qnem precisa.
_u_______.. :
llFlil."
Jeru.acs para cmlrulho.
Comprase na fabiiea de cigarros anliga rna Quarteis de Polkian. 21, paga-se bem.
tlompram-se escravos.
Silvino Guilberme de Barros compra, vende e
troca escravos deambos os sexos e de toda idade:
na ruado Imperador n. 79, t;rteire andar.
Comprase ouro e prata em obras velhas, pa-
ga-se bem : na loja de bilhetes da Praca da Inde-
pendencia n. 2-2. *
Compra-se effectivameBte
obras velhas, pagando-sa bem :
Rosaris n. 24, loja de ourives.
ourn e prata em
na ra larga do
Compra-se um domin d cambraia
branca, que seja forrado de madapoilo oo
outra qualquer fazenda, e que estejVem
bom esdo, e se fortune faelhor ser; a
pessoa que o liver annuncie -para ser pro-
curado.
Paris
Hamburgo
Barcellona
Madrid
Cadis
Sevilha
Valencia
Frdric S. Itallin & C.
Joao Gabe <& Filho.
Francisco Rohaia & Ballesta.
Jaime Merie.
Crdito Commercial.
Gonzalo Segoria.
M. Pereira y Hijos.
Em Portugal.
Figueira.
Compra-se um balco que tenha sido de ta-
berna de 10 a 12 palmos de comprido : quem tl-
ver annuncie por este Diario para ser procu-
rado.
VIUDAS.
pra-
Guarda.
Guimares.
l.agoa.
Lagos.
Lat ego.
Leiria.
Mongao.
Moncorva.
Regoa.
Setubal.
Viauna do
tello.
Villa Real.
Madeira.
S. Miguel.
Cas-
-ecimento dos Srs. Raymundo, Carlos, Leite & Irmao.
Gralifica-pe bem
quem achou urna azeiteira de carro da
Sebo al a do Imperador e leva-la a dita
xeira n. 23.
ra do
ruaco-
Na ra Nova n. 65, segundo andar, precis*
se de um escravo para carregar agua e
ugeitc a todo o servido baixo da rasa.
que
Precisase alugar um moleque e um cozi-
nheiro para um hotel : na ra das Larangeiras
numero 10.
ADVOCA CA
i 0 Dr. Manee! do Nascimenlo Machad
Penda
! E 0
Bacharel Joaqaini Pires Machado PorlelliH
! continuam [a advngar no civel, crime, 2
I coiimercial, ecclesiaslico e administrati- $5
vo, e podem ser procurados em seu es- 3|
criptorio na ra do Imperador n. 83, pn- Sg
meirn andar. B
Para escriplrio.
Aluga-se o primeiro andar da ra do Crespo
23 : a tratar na loja.
O advogado Joo Francisco Teixeira conti-
nua com o seu escriptorio de advegaeia na ra do
Queimado, sobrado n. 29, onde pode ser procura-
do nos dias uteis, das 9 horas da manhaa as 3 da
tarde, e daht por diante na casa de sua residencia,
na mesma ra n. 12, terceiro andar.
Precisa-se de um fornelro : na ra do Ran-
gel n. 9.
Aluga-se a casa terrea da ra da Esperaqa
n. 6 1, (caminho novo): a tratar na mesma ra
iium eio 59.
Amarantes. Angra Terceira.
Arcos de Val de Caminha.
Vez. Castello Branco.
Aveiro. Chaves.
Barcellos. Coimbra.
Bastos. Covilho.
! B ! Braga. Extremos.
Braganca. Evora.
, Faro Fafe.
; Oliveira d'Aze- Piaba!.
meis. Porto-alegre.
Penna fiel. Thnmar.
iTavira. Villa Nova de
l Villa do Conde. Portiraao.
Villa Real de Vizeu.
S. Antonio. Faial.
No imperio.
Baha. Maranho.
Rio de Janeiro. Para.
Qualquer somma a prazo ou a vista, p.odendo
logo os saques a prazo serem descontados no
mesmo Banco a razao de 4 por eento ao anno a
ratar na ra da Cruz n. 1.
(irau.le armazem de tintas.
RA DO IMPERADOR N. 22.
O armazem de tintas um grande deposito de
AMA. producios chimicos utenss e os mais empregados
i Precisa-se de urna ama que saiba engommar pa- e usados na pharmacia, pintura, photographia. tia-
ra pouca familia; na ra Nova de Santa Rila nu-. turara, pyrotechinia(fogos deartiflcie) e em olras
mero 17.____________________________ industrias.
Precisase de um escrave cozinheiro: naj Monta(, em granje escala, e supprindo-se di-
, ra da Madre de Dos n. 36, primeiro andar. i rectamente as principaes drogaras de Paris, Lon-
'n------S---------ri--------------:---------^-----------^r ldres- Hamburgo, Anvers e Lisboa, pode offereceer
Deposito geral de rape prueea Gasse e Paulo produelos de plena confianca e satisfazer qaalquer
Cordeiro nesia provincia, ra da Crux nuuie- encommeuda a grosso trato e aretallio, por presos
Vende-se um ptimo cavallo para ca-
bnol.lou cairo : a tratar na ra larga o
Rosario n. 36, seguHdo andar, das i as 6
lia tarde.
ALMANAK.
Acaba de sahir os pr-
los de nossa typographia o
Almanak Administrativo f
Mercantil e Industrial desta
provincia, correcto at 31
de dezembro, e vende se a
lj?; na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia.
AGUA FLORIDA
O Sr. Elias Cordeiro Cintra queira vir a pa-
daria da ra Lireita n. 84, a negocio que nao ig-
nora.
Aluga-se o lerceiro andar do sunradu 24
do ra da Cadeia do Recife, entrada pelo beico
Largo : a tratar no armazem do mesmo sobrado,
OBACHAREL
JooGoncalves da Silva Mon-
tan-ovos
Advogado
Ra estrellado Rosario n. 17.
Maques obre Portugal.
O aoaixo assignado. autorisado pelo
Banco Mercantil Portueuse. e na ausencia
do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef-
fectivamente por todos o i paquetes sobre
as pracas de Lisboa e Poi.o, e mais Inga-
res do reino, por qualquer somma vis-
ta, e a praso; podendo, ot que temarem
saques a praso.receberem -ista.no mes-
mo Banco, descontando 4 0|0 aoanno: na
loja de chapos da ra do Crispo n.6, on
na ra do Imperador n. 63, segundo an-
dar.Jos Joaquim da Costa Maia.
5
de
3\>
Q bacharel
Antonio Joaquim Ayres do Nascimento
tem o seu escriptorio de advogaciaaa ra
estreita da Rosario n. 8, onde pode ser
procurado das 9 horas da manhaa as 4
da tarde.
*
Na praca da Independencia loja .
n. 33, compram-se obras de ouro e prata o pedra<
preciosas, assim como se faz qualnuer obra 'f
Antonio Joaqun Vinbas Mau faz publico
bne desde o dia 28 de Janeiro do corrente anno
entregou amigavelmente a ge negocio do Sr. A. Casemiro de Gouvea ao Sr. Ma-
thias L. da Costa Maia, curader An mesmo Sr.
Gouveia. Recife 3 de fevereiro de 1865.
Para todos.
O abaixo assignado faz sciente ao respeitav!
publico qu mudou a sua elBeina de palhioha da
ra do Imperador n. 2* para a rua Tas Cruzes n.
23, igualmente tem para vendar palha e junco
mai barata que em oulra qua! |uer parte.
_______Manoel da Costa Azrvedo Napoleao.
Precisa-se de urna ama para todo o servico
de urna pessoa : quem quizer dirija-se a rua do
Caldeimro n. 70.
mmmmmmmmmm
imperial Instlalo de Nsa Se-B
nhora d i(m tansellio.
aR Estando a terminar o curso-de ferias fB
^ (este Instituto, desde j acha-se aben a 2$
5 matricula do anno lectivo para todas r.s ^
m'mm-mmmmmmmmm
No melhor lugar da cidade de Olmda, defron-
e de S. Pedro novo, vende se urna casa com 5
fruartos, I ahinete. 2 salas, cc-inha fra, estriba
na, tem tre frentes, o sitio tem 400 palmos da fun-
do e 300 de largura, proprio, tem varios arvoredos,
2 cacimbas, sendo urna d'agua de beber e outra
de gasto, as quaes esli eolalhadas ; duas casas
na roa de Baixo com corouodos para familia, um
sitio aa Estrada Nova, sendo por barato preco:
mOlinda a tratar com o Sr. Luiz Josd Pialo da
Costa ; em Santo Antonio, travessa da Cruz n. 12.
ourives
s
- qualquer obra de
cncommenda e todo e qualquer concert.
Aluga-se um sitio na .-oledade, rua de Jooa
fernandes Vieira, com urna boa casa de vivenda
assobradada, reedificada de novo, rodeada toda de
laneltas, com grandes commodos para familia nu-
merosa, tendo um grande copiar na frente e col-
locadas nelle tres grandes mesas de pedra mar-
more, quarto fra para pretoe, grande cocheira
para carros, e grande estribara, e em frente a
casa um grande telheiro para jogo da bola com
loos os seus perteaces, Iluminado a gaz, assim
orno a casa de vivenda : a tratar no cae* do Ra-
mos n. 2.
O Dr. Carolina Francisco de Lima San-
M tos.contina a residir na rua do Impe-
rador n. 17,2- indar, onde pode ser pro-
tf curado aqualquerhoradodiae da neite
m para o exercicio de sua profissao de me- <
J| dico ; sendo r,ue es chamados, depois de I
S meio da at 4 horas da tarde, devem aer i
m deixados por escripto. O referido Dr.
^ nao abandonando nunca o estudo das
me molestias do interior, prosegue, com o
m maior afflnco, no das mais diffleeise deli-!
3? cadas operarles, romo sejandos orglos ]
y ourinarios.dosolbos, partos, etc.
Manoel Francisco da Silva Carrito ora
residente emMacei, julga nada dever nes-
ta praca ou fora della, mas se alguem se
julgar seu credor queira apresentar seu ti-
tulo nestes 8 dias, que depois de verificados
ser immediatamenie pago por Francisco
Ribeiro Pinto Guimar5es (para isso aulori-
sado) rua d'Apollo armazem n. 38. Reci-
fe 23 de Janeiro de 1865.
Attenco.
Jos Joaquim da Costa Ferreira faz sciente ao
PHblico e com especialidade ao eorpo do commer-
cio, que tem traspassado o seu armazem de molha-
dos na rua do Imperador n. 14 aos Srs. Ferreira
& Almeida, ficando o activo e passivo cargo da
reda ma.
mmmmtm m-mmmmmm
& O hachare
Francisco Aognsto da Costa 9
re 18.
Jos Joaquim Lima Bairao,
recebedor do rap
razoaveis.
Prvidos de machinas -appropriadas satisfar
princeza Gasse flno, meio grosso e grosio, Paulo fm PromPUiU) qualquer pedido d tintas moidas
Cordeiro, dito meio grosso e viajado, qualidades ?.oleoiCUJ.a l,B*,,*2" PurMa de seus "igredien-
estas que tem nesU provincia obtido grande ere- p.,eTa, s,er e*a"iinada pelo consumidor, o qne
dito pela sua excellente fabricacao, e materia prl-: e [ac'1 fazercom aquellas que sao importadas,
ma de que omposto ; isto o altesta a innmera:e qTue se "co."ra"1 no mercado emlatasfeehadas.
extraccao que elle tem tido, e a condecoracao que'' fnr grande collergao de vidros de differentes
obteve na exposico nacional, cuja medalha vem Iorj"ai(ls> aestle uma uilava al deiesesoncas de
gravada nos rtulos dos mesmos botes, teem elle C3Paciuade ; de vidros para vidrajas e diamantes
de mais a vantagem de nao lerr o nariz. Tam- para lroila;,0S' e P'nceis para fingir madeira com
bem vende-se o rap denominado Amarillinho que PK!t# ii6 ?tr0S! d* pape" dourildos e Pra'
naBahiagoza do grande aceitacao. O deposito ieauose'o'"* de gelatina para ornamento; de
acha-se sempre supprido de todas estas qft-.li- papel ^nd,f e pequeo formato de varias rres
dades. paraembrulho, para forro de casa, para desenho
n'i^aT-J5rtr n1-;----------------.~ com fundo Ia feito; de papel albnminadoe Bristol,
OLondonA Brazillan Bank, saca por todos verdadeiro saxe para photographia e para filtrar'
I e outros ; vernizes de essencia para quadros, de'
. espirito para madeira, copal para o int*Tor e ex-
teiior; oieoiraxo, oleaseccativo, oleo do linhaca
DE
os paquetes, sobre
Lisboa.
Porto.
Braga.
Vianna.
Guimares.
Villa Real.
Coimbra.
Amarante.
O Dr. Jeronymo Vileia de Castro Ta
vares advoga o crime e civel, comraer-
cio e ecclesastico. Pode ser procurado
I todos os dias uteis at 3 horas da urde
I emseuescriptorio, ruado Crespo n....
! primeiro andar defronte da livraria eeo-
: nomica.
MURRAY & LANMAN
A agu florida de Murray & Lanmaa,.
olbada como um artigo de perfume, n
tem podido ser igualada pelas preparacoes
as mais costosas: conserva seu aroma.como
se formasse parte d prenda a que ella st
applica. Sua efficacia to delicada, coaio
elegantes sao seus multiplicados usos, aoer
seja em pregada como artigo de toucador,
quer no uso do banao, ou como suavisador
da pellfi, depois que se tenliafeito a barba ;
j para limpar as gengivas u aromaLsar <>
balito.
D stiavidade, brilho e elasticidade as
1 ra aquarella ; essencia de rosa superfina, de ne-
roly, jasmirn,bergamota, aspice, patchouly.ambar,
bouquet.limo, alcaraiva, melissa, ortela pimenta,
louro, cereja, alfazema, Portugal, lima, junpero,
anis da Russia, canella, cravo e muilos outros ob-
jectos que scom a vista poderoser mostrados.
Joao Pedro das Nevcs,
______^____________ Gerente.
Urna senhora com
as habilitayoes precisas
,e licenciada pela directora da inslruccao psblica
Aluga-se a loja d casa n. 59 da rua Augus- Para. magisteiio do eu>ino de primeiras letras,
ta ; quem pretender dirija-se a mesma casa cima i !eunindo outras habilitagoes, como bordar de to-
que achara com quem tratar. |das as qualidades, costuras, etc., offerece se para
-------- I ensinar ditas materias em alpum eDgenho porto
aa-ida praca, ou rm outra qualquer lugar : os pre-
tendeotes que quizerem si-rvir-se de seus prestl-
i
clarificado, oleo de oielet, secativode Harlim, ouro
verdadeiro em p ; prata, ouro, e estanho em fo-
lhas de varias cores ; tintas vegetaes, inoffensi- COmpIeiyOes, depois de S haver lavado- al-
vas propnas para confeitarias; la de cores, e livia a irritarSo de erapcocs ordinarias fsz
olhos de. vidros para imaccns; t nas em tubos i j FVM luiiniid}., uz
Smi^Bm^p^^^ (1^gradavel aspecto dos
, telas para retratos
' quem i
Jos Francisco de Andrade
tario da extracta firma de Monteiro 4 Andrade,
UrLg1nrna,,Ia.n,a!deVer' T ? *'ne!" i'gr I mos, podem se dineir ae Sr. colector Amerim, em
credor, aprsente sua con ta para depois de cone- oiinda, rua do Varadouro.
Antonio Moreira subdito pertuguez vai para
refada provincia.
Cosinheiro
Preclsa- rua larga do Rosti n. 44, pagase bem.
Smele ua casa de buhares dedomioa-
da Travista rua larga do Bagara
anioera 37.
Do dia 4 do crrante continuar haer sorvete
com toda perfeicao a 240 rs. copos grandes, ha-
vera caf, cha, bebidas e raao de vacca es sab-
bados,
m
m ADVBCADO
^ Rua do Imperador numero 69.
mmm mmmm mmmmm
A luga-se
urna casa acabada agora, com commodos para fa-
milia, estribara, cocheira, quartos para feitore
escravos, com banho na porta, no lugar do Poco
da Panella, rua do Rio : a tratar com Tasso ir-
maos, na rua do Amorim n. 35.
rida ser paga
de 1865.
incontinente. Recife 31 de Janeiro
Precisa-se de dous trahalhadores :
nacao da rua nova de Santa Rila n. 53.
na refi-
n i0,ii a. *ra"e,'Wca\ Aluga-se o primeiro andar e soto na rua
O eibw dos queijos suissos annunclado pelo Imperial n. 27 : a tratar na travessa da Madre de
agente PesUna, ncou transferido para quarta-eira: Dos n. 21.
8 do corrente, pelas 10 horas da manhaa, no arma-!
zem do Annes.
O Sr. Seares Jnior, redactor que foi da Crt-
se (jornal) tenha a bondade de declarar per este
; jornal aonde e quando paga sua senhoria a resti-
; tuicao do que havia recebido adiantado pela subs-
cripcSo do dito jornal, visto como nao possivel
i o annnnciante encontralo, por mais qne o procu-
re, na rua das Cruzes n. 23, onde apenas se encon-
tra um senhor que diz ser seu mano, mas que S.
S. aili nao mora.

Ama

\ Companhia fldell Jfde de S
La freta.
Precisa se alugar um preto possanle para o ser-
vie/i ordinario de ama padaria : a tratar na rua
da Smala Vellu n. 96.______________________
Precisa-se da quantia de l:000#a premio,
dando se garaetla obre um predio na freguezla
da Boa-Vista de muito maior valor ; qnem os qui-
zer dar aanuncle.
. Seria bom que o Sr. fiscal da frvguezia de
Santo Aolonio nao se esquecesse de dar um passeio
Preeisa-se alegar dous escravos, sendo um
cozinheiro e ontro para o servico de casa : na rua
da Cadeia n. 27, primeiro andar.
O Sr. Dr. fielte," agrimensor, se irofter faaer
urna demarcacao de trras, appareca na roa do
Padre Floriano n. 34, para tratar.
segaros martimos e ter-
restres estabcleelda
RO de Janeiro.
AfiENTKS KM PEPNAHBCCO
iuionio Luiz de Oliveira Axevede A C, m
B competentemente autorisados pela direc- J
toria da companhia de seguros Fidelida- W
3 de, tomam segaros de navios, mercado- m
rias e predioi no. aea escriptrit ros da H
wammmmmmm mwmmm
Aluga-se a excellente casa terrea da roa da
Florentina n. 20, que tem muitos commodos para
grande familia, grande quintal com arr-n*al, e
opiima agua para o gasto : .quem pretender, en-
tfBda-se cem o Sr. Gnrjao, na mesma roa, com
oficina de carros.
Na rua Imperial n. 1 precisa-se > urna ama de
le le escrava, sem filho.
AH.
Precisa-se de urna cozinheira, forra on captiva :
na rua do Hospicio n. 36. _______ ^^
Desappareceu no dia 3 do corrate um ca-
vado ruc<* coa pintas de pedrez, cago des dous
olbos, os quaes-nao mosiram deleito, foi tirado com
a cangalha : auem tiver noticia dirija-se a rua do
Rosario n. I, taberna do Pocas, que ser recom-
pensado.
-- Pede se ao Sr. fiscal do Recife que lance suas
vistas para a rua da Senzala Nova, onde delta-se
orina, aguas servidas, e tete mais llcho,. que for-
ma nm lamacar que encomrooda a todos os mora-
do rs.
Em virtade de ler ido para o snl o $r. capi-
tao Borges Lima, est de novo para ser alugada a
**m- rua do PrH"' a4n a preten-
pela rua do Imperador, e azer remover urna por- der d'"ja-se a rua da Praia n. 34, armazem de
ao de eniulho que all existe, porque este entulbo carne secca junto a rlliglra do pene.
ouiil da lugar aos moradores umt all o despejo ~m} T----------.....
Na areth
j despejo
o aguas ptridas ele, ele. Nao ae ecqueca o Sr.
fiscal, porque com a chava que boje canto as agua*
nao podem correr e procurar os canos de sgoto.
- Precisa-se de urna prea velba ecarava !
roa 4o QQrredpr do Bispo o. 14.
Prevlne.se a pessoa que quera fazer negeelo
cem os ducuifidjjios assignados pelo gr. Ignacio
nal Vieira de Mello, quo appareja na ruada l'dfili do
J Recife n 54.
Precisa se de nma ama de leite que
BU? : ni rna Nova n. 47.
O escrvao S Iva Reg mudou o seu
cartorio para a lr>ve sadoOaTidorn... em
urna das loj ipr baixo do sob ado onde
mora n so'icitador o Bf. Joaquim de Albu-
querqne e Mello.
Pr^lsa-se de ama rilada para o-servhjol-
terno de urna easa, sabendo coser e cosiuhar com
pereicao : a tratar na roa do Ap-tlo n. 36, pri-
meiro andar.
A professora, abaixo assignad, que resida
na rua da Pria, mudoq a sua residencia para a
camboa do Carme, primeiro andar n. 2!. Os dig-
nos pais de familia, tanto desta praca como fra
della, que quizerem confiar urna sincera educacao
a suas filhas, tanto externas como pensionistas,
poderao se dirigir a dita casa para tratareni com a
mesma professora
____________Joaquina Lourenja d?l,uua.
Precisa-se de urna criada para o servico de
casa : na rua Augusta n. 5. _______-
Aluga-se a casa terrea n... a rua do Gazo-
metro com commodos para pequea familia, prego
de 12 : a tratar com o Sr. Valenca.
mmm mmmmmm mm
Lino de Paria o nico competente
para haver as dividas activas e outros
SQaesquer bens da exii.ncta firma Faria
i C. Elle pois avisa a todos os devedores
para que nao paguem senao a elle ou 5
pessoa por elle devidamente autorisada. w
X|S Espera que os mesmos devedores serao t
>S pontuaes em saUsfazerem seus dbitos, s
aR livrando-o assim de recorrer aos meios JR
$j judiciaes. Elle mora na rua do Impera- S
g dor n. 57, segundo audar.
mmmmmmmm mmmmmm
Semana I Ilustrada
que se publica no Rio de Janeiro ludo os domin-
gos, assigni-se na rua do Crespo n. 4. Preco da
assignatura, trimestre 6$, siniestro 11,5, um apno
pannos, das sardas do rosto, ingas e toda a
casta de ebulicoes, e d vigor e frescura a
parte onde quer que se appiique. Sua effi-
ciencia e elegancia sao igualmente infalli-
veis nos casos em que seja preciso appli-
ca-la como estimulante e antisptico, nos
concursos e assemblas numerosas, as lo-
calidades infeccionadas, na alcova de um
enfermo, assim como um antidoto excel-
lente para os desmaios causados por canaa-
co ou suffocacao. Preparada nicamente
por Lanman A- Kemp, Nova-York, e af venda
por Cao rs A Barbosa.
Joo da C. Bravo & C.

Vendem-se no Recife em casa de Caors A
Barboza_eJoo da C. Bravo C.
Vende-se nma negrinha~peca~de~ 3 anuos :
na rua de Hortas n. 92.
Kttencao*
Precisa-se de um engommadeira
do Imperador n. 11, primein andar.
na rua
Ollerece-se para casa do bomim solleiro ama
senhora que engomma, cozioha e cose : a tratar
na rua do Secego n. 35.
Aluga-se uro sitio na estrada de Joao de Bar-
ros, com grande casa de vivenda, cocheira, estriba-
nao tenha ria> ci*aB d6 b>"bo e de pretos, com arvoredos de
fructos : a tratar na rua nova de Santa Hita, casa
o. 5, ou na rua das Trincheiras, cartorio n. 19.
-rpjwJsa-se alagar urna ama forW oo crata
que sa>b tttjtfpre comprar
Nova n. U.
na loja da toa
Cosas para alugar.
Alugam-se duas mei-agoas a IOO0O cada urna,
sendo praia do Forte n. 6, rua Nascente n. 14 : a
tratar com Azevedo A Irmao, rua do Qoeimado
numero 32._______________________
IPJECCAO BROW.
Remedid infallivel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposita r a bo-
jea fraaceza, roa ii Cruz a, i% pr-
Co3*
Aluga-se om sitio na rua do Cabral da
cidade de Oiinda, com casa terrea.coua co-
piar nfrente, bota os fundos para a estra-
da e margem do rio Beberibe, com com-
modos parafamilia, estribara para avalle
e capim para sustenta-los, arvoredos de
fructos, sem visinho defronte nem pelo
fundo.com ptimos passeios,sala e gabi-
nete nfrente, muito propria para pausar a
festa.e tambara se alagar poranno : fal-
lar no Recife, na livraria n. 6 e 8. da praca
da Independencia, eem Oiinda na casa con-
tigua :om o capitoAotoaio Bernardo Fer-
reira.
- D4-se 300| ou 400 eom hy'potheca em nma
escrava que saiba cosinhar e engommar, cande
es servicos pelos juros por 4 oh 6 meres como su
cenvencionar : a tratar na refinaco da Senzala
Novan. 4.
Precisa-se fallar ae Sr. Elias Leite da Silva,
e como se ignora a sua morada, pede-se ao dito
senhor dirijas* a rua do Quelmado tt. 4, on a
rua do Hortas n. 22, I fallar eem o Dr. Angelo
Heorionet da SHva.
,-
l4
Vende-se a padaria da ma Imperial n. 199, com-
parte dos utencilios, bem afreguezada para a ier-
ra, a qual se acha desmanchando 10 a 11 arrobas
de pao, com tima excellente freguezia: quem
pretender dirija se ao mesmo estabelecimonio que-
achara com quem tratar e se dir a circunstancia
pela qual se vende.
Na Piranga defronte do sitio do Sr. Miliet,
vende-se 1 bezerro c urea bezerra de raca lurina.
Burra.
Vende-se um grande e ferte j manso para car-
ro e em bom estado : a fallar na rua Nova n. 17.
loja.___________________________
Vende-se um sitio na Boaviagem, terreno
proprio, murado, e duas casas perieiwente* ao
mesmo, sendo urna de pedra e cal com bastantes
commodos para familia, tem bastantes fructeiras e
cacimba com muito boa agua, por preco commoJo-
a tratar na roa Imperial n. 33, padaria de Francia-
co Jos Campos, ou na Boaviagem aa mesma casa
~ ATTENgAO.
Vende-se por 800,5 a quarta "parte de um sobra-
do de dous andares, silo na rua do Padre Floriano
n. 21, edificado em chaos proprios : es pretendeu-
tes dinjan^-se a rua das Cinco Ponas n. 7, que
ah acharad'com quem tratar.
Chales de mer
a 1^, i500 e ii ; v*nde-se por este' prero por
ter-se arrematado na alfanorga e ter em Vfello :
na lija da rua da Madre de Dos n. 16, defronte
da guarda da alfandesa.
---------~rr.-----:~-------------:------r-i?"*
bimao de Mantua
Attendendo as circumstaecias do tmpo at on-
tro aviso, resolvo-me a vender a obra de Simio de
Nantua pelo diminuto preco de 800 rs. cada exem-
ular. A obra completa, tem a segunda pane das
bras poslhmas, e bem mpresso, tem i estampa
de Simao de Nantua, e de mela encaderacio :
na rua do Imperador n. 15, defronte de S. Fran-
cisco, onde tambera ha para venderse urnas pou-
cas de calxas e papel do Diario vasft, e pelo
mesmo preco que vende o Diarlo.
Vende se o sobradinho da rua nova de San-
ta Rita n. 44 : a tratar na ra de Santa Rita nu-
mero 3.^^^^
Potassa da Russia
Acaba de ehetar a mais nova e vrddeira 'po-
tassa da Rusta, e vende-se a preco ommodo a*
escriptorio do Manoel Ignacio de Oliveira A Fno,
largo do Corpa Santo n. 11,
ilUftlV/FI

..







..-.-.-_
Dimit de I'CkiauuilMioo Tciea elra 9 Je Fevcreir* de lt43.
0 CASTELLO DE GBASVILLE
Tradmido do franeei por A. J. C. da Cnu.
Vendes| te, bello roaance em qtatro
to)pioi pllf t>arati*irjdo e?o de 20100 :
na praga da IoilepeJBBeia. livrariav ns.
Mi- **vF. .1** VJ
10LHI*HA*
/'ara 18C5
Acham-se venda na livraria ns, 6 e 8 da
praca da Independencia:
A FOLHINHA DE PORTA, abrangendo o
Kalendario civil e ecelesjastico, Uibdlas
de feriados, de etofjlttmehtos dostribu-
naes do commercio, etc. a ICO rs.
A FOLHINHA DE ALOIBBIRA contendo o
mesmo que aquella e mais orna nova
Salve Rainha em versos, o Stabat Mater
em verso, devoco ae agonisante, corago
de Jesas. cntico em louvor do Santissi-
mo Rosario, cntico a Virgem Maria Nos-
sa Senhora, trinta e tres chistosas anc-
dotas, um indito poema sobre as aven-
turas de umeunaeiro, o canto de urna
solteira (poesa), erescido numero de m-
ximas e pensamentos, urna historia como
wuitas (romanee), a vinte cinco novas e
piI pericas charadas a 320 rs.
SALSA PaRMLIU DE AYElt.
Transcueyemos aqu alguns
dos muitos altestados que temos
recebido das virtudes da salsa
parriHttdo Dr. Ayer.
Rheuiaatiaano.
DI JOO JOS DOS SANTOS.
Ouro Prtto.
< Soffri rheumatismopormu?-
tas rezes, e vendo annunciado
em um jornal (Testa cidade a
Sttha parrilha de Dr. Ayer, n-
Solvi-me a comprar um frasco e fazer uso
d'ella ; e ames de concluir o primeiro fias-
co, achei-me forte e sem sentir a mais leve
dr nos joelhes i a parte do corpo que es-
tava affectada d'esse terrivel encommode
que rouboo-me tantas neites de somne.
Ernpces, boiJmlfaas pstulas,
ulceras, e todas as Molestias
da pelle.
DO SR. JOO PAULA DS ABREU E S01ZA.
Ra de S. Pedro.Ri o de Janeiro.
c Soffria mais de dous annos de urna
erupeo eypuililica em todo o corpo, mos-
trando-se sempre cora mais violencia na ca-
ra, prove mitos medicamentos e cnsul tei
muilos mdicos, e estava quasi desanimado
quando vi os annuncios da Salsa parrilha
do Dr. Ayer: comeeei a fazer uso d'ella e
os primeiros dias a erupeo aggravou-se,
porm antes de acabar o segundo frasco ti-
uha o mal desapparecido completamente de
todo o corpo.
Docron Don Jos Valdes Herrera, profes-
SOR DE MEDICINA Y CfRVRJIA, SUBDELEGADO
EM AMBAS AS FACULTADES DEL SESTO DIS-
tricto.Habana.
Certifico que he usado U\ Zarza.parril-
la del Dr. Ayer, y como depurativo be ob-
tenido de el!a los mas felices resultados en
los casos de ulcera crnica, como asi mismo
ensayado las Pildoras catrticas del mismo
autor y las considero como um purgante,
cuya accin ademas de ser segura, ha sido
muy eficaz en el tratamento de las enfermi-
dades que exageu el uso de los purgantes,
y uo vacilo en recomendar estas preparacio-
nes. Y para los fines que puedan convenir
doy la presente en Regla 7 de Setiembre
de 1860.
Dor. Jos V. Herrera.
VMerofirlA.
ATTESTASO DO IU-M. SR. FRANCISCO FERRAZ
dos Santos.Otiro l'rete.
Me acho ha quasi dous annos affectado
de escrfulas, e tendo soffrido tanto qie al-
gumas vezes quasi que diego a desrnimar
da vida e maldizer da minha infeliz sorte;
tenho sido tratado por muitos medir ta cidade, e neeUum pode vencer i tenaci-
dade de miaba molestia, estava se ib espe-
;-auras de recobrar a rainha saude ; quando
ltimamente resolv fazer uso da alea par-
rilha do Dr. Ayer. Completa n-se hoje
trwta e sete dias que eomecei com este
santo remedio, e tantas melhuras tenho
sentido que tenho coR-vieeSo de em breve
recobrar a minha saude. perdida ha tanto
teaapo.
Myphilis e molestias uercuriaes.
Do Illm. Sr. Ds. Jaciso:'.
Medico maito cotilleado as provincias do
sul do Brasil.
* Tent receitado a Salsa parrilha do
Dr. Ayer aos casos mate inveterados de
Syphilis coutUucioml e sempre com os
~mais felizes resultados; o melhor alteran-
te que conheeo. !
J.cucorria e Odres bramas, i
''emos cartas em que nos coutam casos
inveterados que fcjraro radicalmente curados
com um ou dous frascos d'esta Salta par-
rilha.
O eupaco nao nos permiti trauscrever
todos os attestados que possuimos .las vir-
tudes d'este extracto composto de Salsa
parrilba do Dr. Ayer. Basta deterar ao
publico que lera sido erapregado ba mais
de vinte annos pela proiissao medi a tanto
das Americas como da Europa, soji nunca
desmentir a sua alta repuiacao.
Para a cura radical de escrfulas e iffeoces
cscroiulos, syphfe e molestias syphi-
liticas, ulceras, feridas, chagas,
erupcoes eutoneas e todo e
qualquer incomir.odo que
provm d'um estado
fanpuro de sangue,
TOMEM A
MACUIMSEPATENT
de trabalhar ft mo para
dcscarocar aSgodSo
FABRI0ADA8
Por Plant Brothers &'C.
etA
Estas machina.-
podem descaroear
qualquer especit
de algodao sea
estragar o fio
yendo bastante
duaspessoaspar
o trabalho; pdt
descantear um
arroba de algo
dao" em earoot
em 40 mimiioV
oa 48 arroba*
por da oa 3 ar-
robas de algodc
limpo.
Assim como machinas para serem movidas por
aoimaes, que descarocam i8 arrobas de algodao i
limpo, por dia.
Os mesmos tem para vender um bellissimo va-
por que pode fazer mover seis destas ma'cMba
mencionadas ; para o roe convida-se aos Srs.
agricEtilores a virem ver e examina-lo, no arma-
zem e algodao, no largo da ponte nova n.47.
Sanoders firultiers & C.
-\. II, praca do Corpo Santo
REC1FE.
Os aicos agentes neste paiz.__________
Frascos com gomma arbica
dissolvida e pincel
Vendem-se na ra do Queimado n. 8, toja da
aguia bianca.
JVovos albuns.
A aguia branca acat>a de receber oura encom-
menda de bonitos e bem encadernados alfcuns de
capas de vailudo, massa, tartaruga roaTflm, al-
guns dos ;uaes com microscopio para augmentar
o (amanto dos retratos, continuando a serem veu-
aidos prjprecos commodos : na ra do Queimado
loja da aguia brancan. 8.
Galanteras para fes tas
A agaia branca n5o cessa de encommendar do
quehaie memor emaisagradavel,e porissoaca-
ba de receber diversas figuras e vasos de p de
pedracorn Qoa banha, assim como bonitos frascos
de excetlentes extractse lindas calimbas de ma-
deira eavernisada com finas pecuniarias, tude
mui propriopara presentesde festas etc., bavendo
dinlieirodirtja-seo pretendente a ruadoQu^ima-
don. 8, loja da aguia branca.
Ail fino para ewgom-
mado
A aguia branca na ra do Queimade n. 8,Tece-
beu glbulos de ail fino e frasquinhos com es-
sencia de dito para engommados.
Outros enfeites.
A aguia branca acaba de receber por este ulti-
mo vapor um novo sortimento c bonitos e delica-
dos enfitesde moldesinteiramente novse de um
apurado gosto,assim poiscomparecan os preten-
demos munidos dedinheiroe cora disposigao de
gastar: na loja da aguia branca ra do Queima-
do n. 8.
Pequeos pentes de tar-
taruga.
A aguia bianca na ra do Qoetoado n. 8, rece-
ceben Bovamente esees pequeos fentes de tarta-
ruga que por suas qualidadcs de pequeos, lisos,
bonitos e bem feilos tanta estima tem merecido pa-
ra as senboras segurar o cabello quando atado.; a
aguja branca porm avisa aquellas pessoas que os
haviam encommendado e a quem mais queira
aproveitar aoccasio de os comprar continuando
a serem vendidos pelo Resino preco de 4j> cada
um.
Estando brancas ficom pactos.
O bom resultado e o rpido effeito que produz
a tintura de chromacoma, e mesmo o facillimo-
modo deappheartem se tornado muiconhecido ei
apreciada por todos que usamdella e porconse-]
guinteaugmectadoa exiracao.pelo que a aguia
branca mandouvir mais o bovo sortimento que i
acaba de receber constando elle de
Caixas com ohromacoma para Ungir os-eabellos. I
Frascos com eoloricoma paca lustrar ditos.
Ditos com liyirocallethricbioa para limpar ditos
Ditos com nrychromantina para iimparas unhas I
SabonetesljraBi;os para lavar os cabellos.
Pomada uallicomipliila para dar cheiro aos di-'
toesemoffendera preparacaofeita.
Sapatos de marroquimou-
rado para bailes.
Esses sapatosio grande tom vend3m-se uniea-
ment na ra do Queimado loja da aguia braia b.
% a 6* o par.
Heias finas para senwras
gordas.
Vendem-se na ra do Queimado loja da aguia
brancan. .8.
Esponjas finas para rosto.
Vendora-se na ra do Quei-maiio loja da aguia
branca n. 8.
Nova loja de fazendas e roupa
felta nacional, ra da Empe-
ratriz, loja de 4 portas n. t.
Chitas da loja n. 72.
.Vendem-se dulas unas a 240 e 280 o covado,
aftas ranceza* flus a 320, 3G0 e 400 rs. o covado,
rassa ranceza Gna a 320. 60 e 400 re.o eovaao,
laazinkas para vestidos a 360, 400, 600 e 880 w
covado, pegas de madapolao fino a 65, 'fc W
P, pegas de algodao a o& 6* e 8 ; ra da Im-
peran u n. 72.
Roupa feita afien!
Vendem-se paletots de panno fino a 145,165 e
185. ditos saesos a 65,85 e 105, ditos decasemira
de cores a 65, 85 105, ditos de brim da core a
25300, 35 o 4?, caigas de casemira prela o da H-
res. rolletese caigas de brim decores a 25000 e
kiOO: ra 71a Imperatriz n. 71
Senlankarque a 8^.
Vende-so sootambarque de lasinha a "5 '15,
ditos o alpaca branca a 85' e '05, ditos de gros-
denapre preto a 205 e S">5, capas pretas do gros-
denaple finas a 205 e 2.'5, panno fino preto a 25,
35, 45 c 55 o cevado, casemira preta a 25. 25500
RIVAL SEM SEGUNDO
Sua do Queimaflo ns. 49 e 55, loja de miudezat
do Jos de Azevedo Maia est coBtiuuaudo t
vender muito barato, pois eeu genio dar a fazen-
da por todo preco a vista dos cobre.
Cartas dealueles franceies da melhor qualidad
t a 80 rs.
(roiasde peu&as de ac inglczas da nulhor qua-
lidade a 640 rs.
Caixas decolchetes fraoceies de superiores quali-
aades a 40 rs.
Grojas de bornes de madreperola muito finos a59'
e 40 ris.
Carreteis com 4 a o oitavas
40 rs.
Resmas de
50S0.
Grvala da liga e de outras muitas qualidadesi
500"rs.
Caivetes para penna com 3 folhas fazenda boa a
800 rs.
Duzia de boloes branco para casaveques de senho-
ra* 100 rs.
Pega* de fita de eos tstreitas co 9 varas garan-
tidas a 320 rs.
O Expositor Portugus pare os meninos a prender
a lera 800rs.
Os segredos da natareza para os meninos a pren-
der a ler a 15000.
de rctroz preto fino a
papel de peso liso muito snperior a
Grande liquidado.
Una da Imperatriz &. CO.
Loja de fazeiulas do pavo de Gama o. Silva
Acha-se este estabetecimento completa mente
sonido de fazeBdasiuglezas.francezaSiallemaas e
suissas, propras tanto para a praca como para o
nato, promeitcndo vender-se mais barato do que
em outra qualquer parte, principalmentesendo em
porcao, e de todas as fazendas do-se amostras,
eixando llcarpenhor, oumandam-se levar em ca-
*a peloscaixeiros da loje do Pavao.
Vestidos soul;imbarqr,e.
Pelo ultimo vapor fraucez cliegaiamiiquissiroos
vestidos soulambarque, os inais inodeinos que
neste mercado tem apparecido, os quaes eslo
promptos com saia, corpiulio e seu competente
outambarque, tudo guarnecido deseda, velndo e
renda. Quem tiver bohi goslo dirija-se aloja do
"avo, na ra da Imperalriz B. 60.
5*
e :-5, grosdenapie preto para vestido a 15H00, 25 e Cartilhasda doutrina christa, finase superiores a
25300 o covado : ra da Imperatriz n. 72.
Corles de la a Hara fia a 10
Vendem-se curies de vestidos a Mara Pa a 105,
145 e 165, cortes de cassa francesa a 35, cortes
de brim para caiga a 1600 e 25, ditos de case-
mira de cor a 35, ditos de dita preta a 35500. 45,
55 e 65 : ra da Imperatriz n. 72. Este novo es-
abelecimenlo vende barato para obter freguezia :
na ra da Imperatriz, loja n. 72.
D'IODURETO DUPLO

de FERROeQUININA
AOS TUES MIL VS.l-
DOS.
Na loja do Pavao, a 3j. 4
0 VIGILAN! K.

Os elementes que compeem esta prepacacio, o
ferro, o iode e a quina, a coMocio no primeiro
grao das preparares ferruginosas. Basta testar
seus resultados obiidos petos Mdicos dos hospi-
taes, e os relatnos dos prcticos mais eminentes,
que confirmrao sua poderosa efficackiade as
seguintes al'feecoes:
Pe3fO rs.
Pastes finos de marfim a 15000,15200 e 1*300.
res de luvas de seda para homens e senhoras 1
M*rs.
Gdllinlias para senhora o melhor que ba a 32 t
500 rs.
Frascos com superiores lanhas a 240, 320,9001
15000.
Livros que serve para asentar roupa, pek diminu-
to prego de 160 rs.
Capachos redondos mnito finos a 300 rs.
Cordo branco para espaitifliesmnito superior,
vara a 20 rs,
Carritis com ISO jardas de linha branca a 60
ri.
CartSes com 200 jardas de linna branca garanti-
dts a 60ts.
'Grosas de fiennas de ago superiores a 500 r.
Varas de franja branca e de coreslarga para toa-
Ibas al60rs.
Pares de botoes de pnnho, ob que pecbincba a
120 rs.
Tlntelres de vidro com tinta a 100 rs.
Ditos de barro com superior trnta a 100 rs.
Grosas de botoes delonga prateados muito fino a
16ft rs.
Tesomas para costura superior qualidade a 508
rrs.
Escovas para limpar dentes,-superiores a tOOra.
Caixas com superiores phosphoros de seguranga
160 rs.
Caixas cora 100 envelopeso melhor que ha a|64(
ris.
Caixas com 20 quadernos de papel amizade,mon<
fino a 600 rs.
Quadernos de papel pequeo milito'fino a W r> 1
Ilua de Crespo n.
O gallo vigilante tendo sido agraciado peio poli-
poso allisa, na sna ordem do da, e pela Liai ta
Aguia, apesar de (|u, para enes o Gallo ecm ii u>
agude.~-esporoesnuiiiaos ofender*, antes osfia-
ciarana mesma couformidade, para que o Batir,
po>'.-, marchar em frente, a Branra >guia pessa
ievantarsen vo,'levaudo nu bicoas palinbas seu
ninha; e o Gallo ficar em seu espagoso can.po
dando de novo o seu cnto anniirciantio astus
buusfreguezes o norespeilavel puliliro
es de maito gusto qre
araba de rereler.
Ricas raixinlias rom msica rifan rite enfeHa-
das para costara, propriopara um delicado ate-
tuno.
Iliquissinios cofresinbos rom'radeadosdc nil
para guardar joias.
Ricascaixas com estejo, cuutcndo lodos o ei
lences para liomem.
Biquissimas voftas tingindoperola.
Ditas com lacinliode tila.
Ditas de lindas cores e preta, de ledas as gros-
suras.
Lindos aderecos com pedrinhos lingindo bri-
MlBsaa aangae.
Fraquema.
Am-mlu.
ChlorOHC <>u Ictericia..
Menstruo.
Affrceoc* do utera.
Ouppreaaoea daa rc-
Itra e dcwordra Da
meiinti-iiiirfia.
AaTeecaa |iiiluianar
phthlNlr.
Molestias ilcHlmaBit.
Oaatralaclaa.
rerdu d'uppttile, i-tc.
Veje se os bulUUns
Convalcaeraea 4* ton-
ina aaoltaHai.
Moleodaa eaerofulo-
<.
Pape Ira.
ObMlruccfco i |lon-
dnlaa.
Himinrcn ntoa.
Nninorea tnraaeaa.
Ilncliltifinin.
Alfi-ccoe canceroaai
a yphllMlcaa.
Febrea lypboldea.
Variles, ., ele.
de therapeutica medie*
Grande liquidae&o de fazen-
das finas, rna da Impe-
ratriz, loja e armazem da A-
rara n, 56, de Loureno P.
Mendes Gaimarftes.
Facendas para o carnaval.
Vende-sc velbatina de todas as cores a~600 rs. o
: covado, ganga encarnada a 360 o covado, sarjelim
de cores a 280 o covado, alpaca de cores propria
e cirurgka de 30 de nouernAre 1S60; o Caula para vestuarios a 320 e 360 o covado, tfet de seda
o hospilaes de 28 dejulho 1860, etc., etc. do todas as cofos a 600 rs. o covado : ra a Impe-
Alm das pilulas de odureto duplo de ferro e de ratriz, leja da Arara n. 56.
inina de Iltbillot, os Mdicos aconseMo
m
igTialmente o Xarope d'lodure duplo de
ferro e de quinina do mesmo aulhor para as
pessoas que nao gosto de medicamentos sob for-
ma pilular e os meninos. Este xarope nao tem
como o xarope d'todure de ferro, o inconveniente
de alterar-se e de se nao poder conservar.
Peca-ge o folheto que se d de graca em casa
dos pharmaceulicos depositarios.
Para-se evitarem falsificacoes, exija o com-
prador em cada frasco de Pulas on Xarope a aa-
signsUira do inventor.
Depsito geral em Par, pharmaciaRebuloai,
442, ru du Bao, e si todas as boas pharmacias
de Franca a dos punes esirangeiros, etc.
GRANULOS
BISMTH
Os granulos au bismutk de Chevrier bem
superiores a todas as outras preparacees e
bintnuth empregadas antes com o maior succeseo
pelos mdicos e todos os paizea, para prevenir e
corar as
Dlarrhcaa sananicas. Maa .
Dja.K-tilii-la. (jasorllea.
Odres d'ealoaiaco. I.aliral^laa, e|e.
Dyapepalas.
Os primeiros syBiptomas d'essas formidavei
affecedes se manifeslao ordinariamente por dift-
tSes laboriosas, azidutnet, falta d'appetite, pesos
'estmagodepoia de cada comida, caimbrat es-
tomafae*, e, muitas vetes, por espasmos nervosas
eom vmitos.
Este estad mrbido, e o deseuidao, traz ine-
vitavelmeote, |ue seja:
Oppreasea.
Holeatlas A Ictericia.
Pal p l taca* ate caraca*
Dores nos rlns.
Vende-se um cavallo mofto bom andador de
baixo.a meio, esqulpadar, tudo brando e natu-
ral, esta bstanle gordo, novo, capaz de urna se-
nhora montar por ser muilo manso e bonito, nao
tem defeito era achaque : a tratar ha eidade de
Olin da, ra do Amparo n. 40, com Jos. Figueira
Cnrado. O mesmo senhor vende urna ei-crava de
28 annos, e lambem iroca por um escravo on mo-
legue.___________]_________
Vendem-se ps de craveires, roseiras, sapo-
lis, Iarangeiras, aleerim. murta, afazema, ainhei-
ras, adalias, parreiras ele,; na ra da Soledade
n. 72._________________________
Vende-se nm bom engenho que dista da pra-
ca-4 leguas, moente e crreme, para informacSes
na travessa do Carmo n. 1.
Vende!H--e ma.hinas para desear car
a'godSo com molores para anjmaes: na ra
da Sanzalla Nova n. 42.
J. Kel'er & C. vendem ue'rior vi-
t'ho Jtnti d" B rdeatix, tanto em com em cairas de dozia di- garrafas.
Bicos da trra
Vendem-se bicoR da ierra ; na ra da Cadeia
n. 39, loja
i?_______i_________

(lira lello ou en p.ir(Ionlar)
Vm sobrado de dous andares e sotS em cliaos
proorios, na raa do Amorira n. 7.
L'm dile de dons andares e solio, em chaos pro-
SAvt.S A PARRILHA I IS A* MU prh9t ,, 0 Burg05 3
t.
redios yenda

A' venda na raa Direita, ns. 12. 6 e 71;
ra da Quitanda B. 51 : pra?a da Consti-
tuirlo, n. 30 e Hospicio, n. 40. E na-
principaes pharmacias e drogaras do im
per i o.
Yende-se em Pernarabuco:
a pharmaela f rancea de
P.MhURER & c.
RA NOVA If. t8.
Oria casa terrea com soto, em chaos proprios,
na ra do Burgos n. S.
Melade de urna casa terrea, em chaos proprios,
oa ra da Senzala Velha n. 8 : a tratar com o
agenie Simoes aa roa da Cruz 57.
Vende-se eaiioes vaziesproarios
para bahnleiras e fanileirosa .(760
cada an; nesla typaxrap.ia.
rea He cubera
IrrJlacoea da b ral ja
da niatrls, etc.
Os granulas Qievrier sao ordenado pela
ommidades meteaes para prevenir essas diver-
sas molestias e cural as quando sao tomado a
tempo.
0 preco de cada fraseo de i francos.
Deposito geral em Pars, pharmaota Chevrier,
e em todas as pharmaeias de Franoae dos pases
estrangeiros.
II III IWallaaallMIWIIWaMMa
MSSAE XAROPE T
-BERTH
COH CUDE1NA
Preconizados por todos os medico contra'
as fefluxos, a tlrifpa e todas as In-itafUet
do peilo.
) AVISO
Falsificacoes reprehensiveis excitadas pelos
snecessos do Xarope o. da Uassa de Berth,
nos Qbrigo a recordar que esses producto M
tio justamente
nomeados n3o se
cntrego seno em
bocetas c em fras-
cos eom a asigna-
tura aqu indicada. r*Hn*iai ir*tmApaaS
451, ru Sainl-Honort, NA PHARMACIA
t.rviiK, e cm todas as pharmacias.
t
Cbilas baratas a 240 rs
Vendem-se chitas Anas a 249 e 280 o covado,
chitas franceies Unas a 320, 360 e 400 rs., cassas
tinas de coresa 326 e 400 rs. o covado, perealas
finas para vestido o 500 e-oGOo covado : ra da
Imperatriz, loja da Arara n. ."iti.
Caries de cambraias, a tiara vende a 'l&.
Vendem-se cortes de canraias finas brancas a
35500, 45 e 55, corles de cassas francezas finas a
, 3, corles de-cbKa de 10 cavados a 25400, ditas
: finas a 3520i~: a loja da Arara, ra daJupera-
j tm,n. 56.
Fateai pretas, nutriaaliqn.
Vende-se murintique preto lavrado para vest-
' dos a 35 e 35500 o covado, grodenaple preto fino
: a leeo, 15800 e 25, dito suporior a 25600, dito
com 5 palmos de .largura a 39 o covado, pauso fi-
no preto a 25. 5803. 35500 e 5 o covado, case-
I mramela fina aii, 25500 e 35 o covado, alpaca
! preta a 500, 600 e 800 rs. o covado : ra da Ira-
peratm'z, loja da Arara n. 56.
Atara .vende cortes e casemira arela a 3.->OO.
Vendem-se cortes de casemira prela a 35500,
45, 55e65, ditas de eeres a 35,45, 55 "5. cor-
tes de i>.;m e ganga para calca a lii00, 15800
55 : ruada Imperatriz, loja da Arara n. 56.
Panno de Cabo a SiO r.
Vende-se panno de lirrfio para lenceies e toalhas
a 640 e 70, hamburgo a 500 e 560, bramante de
Ui palmos de largo a 35 2a500 : ra da Impe-
ralriz n. 56.
, Arara vende s bales a 3$ t madaaeji a i)
Vendem-se bales americanos a 35.35500 e 45,
ditos de musselina a 45500, pecas de madapolao
I enestado a 45, dito de 24 jardas, largo, a 65000,
6550, 75, 5.-95. 105 e 125, finos, algodao pe-
cas a 55, 65, 75 e 85 : ra da Imperetriz, loja
da Arara n. 56.
^oiitautbarquesprelosa 10$
Vende-se soutarabarqne preto de grosdenaple a
5 e 235, capas pretas de grosdenaple finas a
205, 255 e 30, soutaaibarquo de laazinha a 75 e
85, ditos de alpaca brancas a 85 e 105, ricos ves-
tidos Maria Pa de novo gosto a 85, 125, 15>
35 e 205: ra da Imperatriz, loja e armaiera da
Arara n. 56.
l.raude sor licenlo de roupa
felta.
Vendem-se paletots de casemira de cores a 55,
; 65, 85 105, ditos pretos de panno fino, sobreca-
I sacas a 125,149,165 e 255, paletots saceos pretos
j de panno a 55, 65, 85 e 105, calcas de casemira
preta a 45. 65 e 8$, ditos de casemira de cor a
45,65 e 85, ditos de neia easemira a 35 e 3j."00,
, ditos de brim e ganga a 25 e 25560, ditos de brim
branco a 35500 e 45, colletes de todas as qualida-
' des. camisas francezas a 25 e 25500, ditas Inglezas
de liulio de pregas largas a 35 e 35500, ceroutas
a 15280,15600 e 25, paletots de brim de cor a 25
e 35, ditos de alpaca preta a 35 e 35500, ditos de
alpaca branca a 5S0O, ditos de alpaca de cordao
a 45, cnlarmlios de lintio 640; ditos de papel a
6i a duzia :' a ra da Imperalriz, loja da Arara
numero 56. propietario da loja e armazem da
Arara declara que todas as suas fazendas se vende
em perfeito estado, como os compradores peder"
examinar; a loja cs| aberta at as 9 horas da
noita : 1 ua da Imperatriz, loja da Arara n. 56, de
Vendes Guimaries.
-IWOGARI4.
e 7$000.
Vendem-se lindissimos cortes de vestidos india-
nos, sendo lodos bordados e de listras de cotes e
fcrancas,proprio para casamento, pelo baratissi-
010 preco de 35 cada corte por se ler comprado
urna grande porcao, sendo faltada que vale 65 ,
ditos a Mana Pw, tedo qualro pannos, fazenda I "'^a.e".s* ",".i,'?.,,
para o corpo com os competentes enfeites para o rane sortimento de objrct
mesmo, pelo haratissimo pre^o de 45 cada um,
ditos de todas as cores com as barras bordadas a
croxo, sendo cada um em seu carto, tendo cada
um todos os enfeites precisos, pelo baratissimo
preco de F5 cada um, ditos com babados multo bo-
nitos, mas sem ser cm rartao, pelo diininnto pre-
co de 35500 cada uei; advertindo-se que osdonos
da loja do pavao veodem estes vestidos por lao di-
minuto preco por tercm comprado unca grande
quantidade e convir-lhc liquidarun logo, na sua
loja, ra da Impc-glrt n. 60, de Gama Silva
Aos vinte mil covados de la
Grande pechlneha. a 140 Ibantea.
e 3SO rs.
VeBdem-se as mais bonitas lazinhas transpa-
rentes, senco com llslrase quadrinhosmiudinhos,
e lisas, tendo de todas as cores, assim como pretas
e rxas para luto, pelo baratissimo proco de 240 o
covado.ditas transparentescom palminhas de seda
a Maria fia, tendo de todas as cores, e lambem
alpumaspropras para luto, pelo barato precode
3-0 cadacovado, isto por haver urna grande por-
cao : na ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Latas e copos com banha fina. >
A ag-aia branca, na ra do Queimado u. 8, rece-
beuesta estimada banha fina emlatas e copos, isso
alemde outras em diversos frascos.
isaiaderoissimas lanulias de urna so
cor, a imitace de ^orgurao, vea-,
4e o pava.
Chegaram pelo ultimo vapor francez as mais
modernaslaazinhasde cordozinho, as mais pro-
prias e mais lindas que tem \indo, proprias para
vestidos,soutanrearques, eapas.etc, dam-se amos-
tras deixando pefihor, e vendem-se pelo baratissi-!
rao preco de 569 rs. o covado : na ra da Impe-
ratriz n. 60, loja de Gama e Silva.
As lazinhas do Pavo.
Vendem-se laazmbas de quadrinhos transparen-
tes, boa fazenda, pelo preco de 280 rs. o covado,
ditas largas mello finas a 400 rs., ditas estampa-
das, cor segura, padres miudos egrandes a 320
rs. o covado, ditas transparentes com palminhas
de seda a 400 rs., ditas eseocezas a 560 rs., isto tu-
do para liquidar : na loja e armazem do Pavao,
ra da Imperatriz n. 60.
Os grosdenaples do Pavao.
Vendem-se grosdenaples preos, fazenda supe-
rior a 15600rs. o covado, ditos largos muito en-
corpados a 25400, 25600, 25800 e 35000, ditos
brancos,cr de rosa, azul e amarello a 25000 r.s
o covado : na leja de Gama & Silva, denominada
do Pavao,"ua da Imperatrizn. 60.
Os mais moderaos vestidos Maria Pia,
na loja doPate, a IOS
Vendem-se finissimos vestidos Hara Pia cora
os corpnhos differentes, tendo lodos os preparse
com o competente sioto : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo.
As iievas las garibaldinas a 500 rs.,
oa laja do Pavao. Lindas voltinh de perol"'falsas com muidos
_ venaem-se as mais modernas laazmbas garibal- flngindo brilhann -, assim con o ernzit lias vclsas
dinas, fazondainteiramente nova no mercado, sen- e voltinl.,s, pelo barato preto de 1 e 1A2C0 as
do todas com lislras miudinhas, e transparentes, tarases avuls asa iOO r ; a no Vicilante rna'd
comlustroa imitagao das sedinbas, lefidQ varias | Crespo n. 7. !
cores; sendo azul,cor de lirio, earmezim, cinzenta
e cor de havana, etc.; isto a 500 rs. o covado para
Ricas fivellas para cinto, de todas as qualidadcs
e bom gesto.
Ricos cintos do ultimo goslo de Pars.
Grande sortimento de lindos enfciies para cal e-
ja, sendo do ultimo gosto e de todos os prcer*.
Flores muito finas para ootva*.
Luvas enfeitadas e mnas de seda pata r.oivs?.
Touquinbas sapatinhos c metas do seda jar?.
ba plisa do.
Riquissimas fitas de todas as qualidade para ia
co, cintos e cinletros.
Camisinhas c gollnhas para sentsera.
Riquissimosjarros e figuras para ernan-tnro de
sala.
Grande sortimenloe gravatinhastaclc para fe-
nhora como para homem.
Luvas de pelica branca e decores.
Cascan ilhas de bonitas cores.
Trancinbas.galao e maravillias para enfeiter.
Transelins de cabellos e de retroz para retcglos
Papel amisadee de outras qualidade?.
Bolsas para viagem.
lintremeios c babadinhos de lindos paun~i
Lencinhos de linho bordados.
Meias para homem, senhoras, meninos e n enl
lilS.
Fit.is do veludo lisas c com rral.-irre de ufr 3s
larguras.
Thesouras o caivetes de todas as qualidade?:
Grande sortimento de sabonetes.
Lindos vasos com banha para offercciniectcf.
Lsixinnas com seis frasquinhos.
Bssencias de todas as qualidade.
Agua verddefra Florida.
Agoa da Colonia, em garrafas grande, e rm
rrasros quadrados egarrafinhas.
Pomada fina de todas as qualidades.
Superior banha cm frasese copos de locV c
tamanbos.
Sabiolnglez em paos grandes e peqnenr.
Lsc0vas.ec.1b0 de madreperola, naifim e do
osso, par denles. 8
Pentes para descmbarar,r.r,(rm fnso C.i n<;,te
sem elle.
de muitas entra; floalida-
-
{'entes de tartaruga paia scnhoia.
Ligas de seda c de alg..(i.r0l astiri. ct-ii < rr ;;i:cs
outros ulij. >
crinar, qi
riw do ureapi
Ditos de tartaruga
des.
1 objectos de pos!.- qne cria ixf-AsMW : 1,
que a v.tn f.aa, -sljo (Tallo-Y^.; i.i,.
i Crespo n. 7.
no
Va da ladera e do Porto
Ve n le se o superior vinho da Uadelrae do Por-
Vene-seumoifra.ovode meia vega pro-: te,era'jaixas.de aipae uas duzias : s na loja
prio para o servico da escadinna por preco com- do vigilante,r> do Crespo B. 7,
modo
r w -* -w ^ -'-- i-H'J (S t IBS |i--I %* ^V* wmm j
a tratar na ra do Seno n. 54, taberna. 7""r

. qna-i 1
K ci#e, tnom bom nade, por) Veode-se ama
Vende-se urna armafao de tsbenu,
teiro*, balean,
preco com modo : tratar m meira laborna, na bairro do Recife
ra< do Sebo n. 16, a. 1, obrado,
1
Attencao.
parte de um sobrado silo a o
: a tratar-n U.vcsa do Carmo
I ff)
3 iRa Jlarga d* RsariU
BartholonieuTrancisctf deSouza A ,
Tienden:
Acido actico pore p-.ra'retrati.-las.
Esmaltes para ourives.
Papel para forrar casas.
Guarnicoes avelludadas.
TiaU branca MMrior era lata.
Alvaiade Venefe^fino, em pes.__________Q
Os Srs. prnsanos compradores de qd-
godo, estepa a 240 rs. a jarda,
Dfchincha. .
, Vende-se por esle prece per existir um grande
Vendem-se as afamadas luvas de pellica de Jou- deposito na loia da Vellozo. ra da aladra de Dos
rin e bem assim um completo sortimento de mas-' n. 16.
caras de velludo,settm, era, rame e naoellao, I 'te-----' .;t-*-t,- ,'.'.r~~*
que se vande mullo barato para fechar conTa? ~ arft0 de 5 S< da Con;e,f' ,w de P"
1 .__ ; inve, tem copo cora as competente salvas e ta-
Cliega para lodos, 'Iberas, tudo de prata, propro para as meninas le-
varera para oscpjU?(tios ; ja resiam poucos. I
Ra da Senzalla 0. 42.
Vende-so, era casa de S. P. Jolinaton d C,
sellins e siih5es inglczes, candieires e easti-
caesbronzeados, lonas inglezas, o de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
Deposito ajeral etu Pernamliuc roa da
Gnu n.2 em casa de Oros A Bartoza.
P4R4 0 CARNAVAL
No grande armazen
Da Expoco de Londres. !
60Raa da Cadeia do Reoife00
. .ai.
pelo I
Vandem-se
IVntes d alisar a 200 rs. cada um
Cruz, rasa de banhoi n. 17.
na ra da
.Ibua*
para 20at 200 reirtos.muilo bons e pt
prer;o que ara oafra qualqoer parte: na rn
Crespo n. 4.
do
vender depreca: na loja do Pavao, ra do Impe-
rador n. 60 de Gama & Silva.
('amisinhasa 1$000*
Vendem-se camisinhas rom manguitos, sendo
muito bem enfeitadas. proprias para senboras e
meninas, pelo barato preco de dez lusioes cada
urna: na loja do Pavao, ruada Imperatriz n.60,
de Gama & Silva.
Vestidos para meninas.
vendem-se s mais modernos vestidinhos para
meninas, sendo muito bem enfeilades Maria Pia,
tendo d diflerntes tamanhos, belo barato prego
de 85 eada um : na loja do Pavao, ra da Impe-
ratriz n. CO, de Gama & Silva.
Ronpa feita barata.
Vende-se um grande sortimento de roupa feita
para homens, sendo calcas de brim branca o de
cor, ditas de casemira preta e decores, ditas de
meia casemira, paletots saceos e sobrecasacos de
casemira e panno preto fino, colletes de todas as
qualidades : na loja do Pavao, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Grosdenaple de cer a 1600 covado.
Vende-se grosdenaple de cor azul, branco e pre-
to, pelo barato preco de 1,1600 o covado : na loja
do Pavo, ra da imperalriz n. 60, de Gama &
Silva.
Panno de linbo a 700 rs. covade.
Vende-se o verdadeiro panno de linbo proprio
para lences, toalhas e ceroulas, pelo barato prego
le 700 rs. a vara : na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 69, de Gama & Silva.
Eeonaia d Pava.
Vend-se para acabar, urna porco de retaluos
de las e cassas de todas as quaiiddes, e per pro-
cos nmito em couta; quem tem economa c que
pode apreciar : isto na leja do Pavao, ra da Im-
peratriz d. 60, de Gaon & Silva,
Madapolao a 7000, s na leja do Pavo.
Vende-se superior madapolao muito eneorpado,
tendo JO varas cada pega.com 4 palmos de largu-
ra pelo baratissimo prego de 75000 a peca, ditos
muito tinos a 8, 9$ e 10-3000. E' pecbinrha, na
loja do Pavo, ra da imperatriz n. 60, de Gama&
Silva.
Corts de cassaa ;t000.
Vendem-se muito bonitos cortes de ca.-.-a. tendo
varascadacorte.com desenbo& muito delicados
elo baratissimo. prego de 33000 o corte ; s na
do Pavao,.ruada Imperatrizn. 60, de Gama &
Laaiea.
Rlqnifsimosleques de madreperola tanto pira
senioras como para meninas, pelo barato puco
de 12-5 e 14j; s no Vigilante, rna do Crespo
GRANPE NOVIDADE.
M 10 Vipilanie.
Iiiquissimos enfeites de todas as qnalidadrs rara
senhoras e meninas, chocados boje da alfandrca.
ninfos
Itiquissimossintos do lila larga e estreila cem
nvelas grandes e pequeas, com brilhantps falscs,
rousa de muilo gesto.
Cortes de chita ft <:eia.
finissimos1 corles de chila
Venden se chareto da iabia 4farias qua.'
Iidades: flva d-M^Aard fl r\ia doTra.i"11*08 de ume doas cavallos, e relogios de
ceza.com 12 covados, tendo, padnies escuros c
alegres de cores fizas pelo baratissimo prego de
If000 o corle; s na Inja do Pavo ra da Impe-
ratriz n. 60 de Gama <& Silva.
Cambraias lisas, na leja do Pavo.
Yundem-se pegas de cambraia lisa muito fina,
tapada elransparente, pelo baratissimo prego de
*5000tndo 8 i/2 varas cada pega, ditas mnito fi-
nas a 75, 85, e 95 a pega, ditas Victoria coiq 10
tiras polo baratissimo prego le 75,95 1105, di-
tas Garrazes fazenda muito encorpsda,fazenda pro-
pria para forro a 160 rs. a vara on 8(600 a pega ;
Istq naloja do Pavo,ra da Imperatriz a. 00, de
Gama A Silva.
Farelle superior de Lisboa a 5 o sacro.
TWh para vender Antonie Lttiz de Olivei-
ra Azevedo no seu escri| torio roa da Cruz
n. i.
Albnns
Tambem cheuaram os riqnissimos albim; para
50 retratos, oom capa de tartaruga e de trarn,
cousamuitocluque : s no Vigilante, ra do Crts-
po n. 7.
Gallabas.
Riquissimas golinhas e manguitos, omelbor gos-
lopossivel,.a25,25o00 e35 s no Vigilarle,
ra do Crespo n. 7.
Eufeiles para srBhora.
Riquosissira enfeites cora lago e sera lago e de
outros mnitosgostos n 15, 15300 e 35: se r.o Vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Trancelins.
Lindos trancelins re cabello para refegio on lB
netas, pelo baratissimo prego de 15S00, ditos d',
retroz a 200 rs.
Babadinhns fnlrrmelcs.
Riqnissimos babadinhos entren-cios rom lirdc?
desenhos lapadof e transparentes, pelo baraissin o
orego de 15200, 15300. 25 e 35; s no Vigilante.
ra do Crespo n. 7.
Cascan ibas.
Grande sortimento decascarrilhas de divcjsr.s
largura?, assim como glaozinhoe IrancInTas pio-
orias para enfeites; so no Vigilante, ra do Crn-
po u. 7.
Filas.
Grande sortimento de filas de diversas larguras
? qualidades, por pregos que admiram aos com-
pradores, havendo fitas largas proprias para rin-
leiros que se pae vender a 300 rs. a vara, e prca
de 9 varas a 25 ; s no Vigilante, roa to Cmjo
Filas de la.
Fitas de la de todas s qualidades, propris ra-
ra debrum de vestido a 700 rs. a pega; s 10 Vi-
gilante, ra do Crespo n. 7
Mires rspclbos.
Riqnissimos espelbo com n:oldcra dctrr'.la*
I sem ella de 85, 105, 125 e 145, assim remo crin
fi an- celumnas de differentes tamanhos a 25,35,45, f'5
'
piel i. 0.

snr t,
ouro patente inglez.
.1
por

Vendo-so um bota escravo de 30 anuir
1005 : WHrawsa do Carmo 1. J.
aq -
e 65; s no Vigilante, roa do Crespo n. 7.
Lindos jarros e figuras.
Riquissimosjarros e.figuras de porcelana fina,
para enfeite de sala, sendo omelborgosto 041c agu
tem apparecido; s no Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Para tos de arroz.
Riqnissimos vasos com bonpcla para pos de arri*
cousa de mnito gesto a 15.100 e 5, assim rorro
pacotes s com os pos a 320 rs. cada u_n; s no
Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Perfumaras.
Grande sortimento de .extractos e banbas, perra-
das, assim como de lindos copos ou vaso eom dis-
linctivos e offerecimentos as siobasinbas dr.s me-
Ihores e mais afamado* autores de Parts* toglater-
ra, assim como os grandes ropos de banaa japcaeza
a 25 c a 15, assim como ontros objectos que nao e
possivel por boje annoneiar, e vista dos frpgne-
zes se far todo neeocio; na loja do GalkrVigilante,
roa do Crespo d. 7.

11 cr*t\in




Otarte e -Peramaafcveo Terca eir 1 de Fererelre de i 85
ROPA FEITA
NO
AIIAIII
XJETREIKO VK3W0K.
Neste estabelecimeoto ha sempre un sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor-
rentes, para o que tem uin dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para "
horneas e meninos.
&&&&&&&&&&&
Casacas de panno preto, 355 e
Sobrecasacas dem, 300 e
304000
25(5000
Paletos idem e de cores, 250,
200, 150 e......100000
Dites de casemira, 200, 150,
120, 100 e...... 70000
Ditos de alpaca, 50, 40 e 30500
Ditos ditos pretos, 90, 70,
50, 40 e......30500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. 30000
Ditos branco de linho, 60,50 e' 40000
Ditos de merino preto de cor-
do, 100, 70 e..... 50000
Calcas de casemira preta, 120,
100, 80e......70000
Ditas de cores, 90, 80 e. 70000
Ditas de meia casemira de co-
res, 50OOOe.....40000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 40500 e. 40000
Ditas de brim brance e de co-
res, 50, 40500, 40 e 20500
Ditas de ganga de cores, 30 e 20500
Golletes de velludo preto e de
cores, 90 e......70000
Ditos de casemira preta, 50 e 40000
Ditos de ditas de odres 50
40 e........30500
senhoras,1
50006]
40000
20500
20000
10400
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos 6 seda branco,
60 e.......
Ditos de gorguro de soda
pretos e de cores, 60, 50 e
Golletes de fusto e brim bran-
co, 30500, 30 e .
Seroulas de brim de linho,
20400 e ......
Ditas de algodao, 10600 e. .
Camisas de peitos de linho,
40, 30 e......
Ditas de madapolo, 20500,
20e........
Chapeos de massa, pretos fran-
ceses, 100, 90. .
Ditos defttro, 50,40,30500 e
Ditos de sol, de seda, 120,
110,70 o......60*00
Collarinhos.de linho fino, ulti-
ma moda duzia. 60000
Sortimento completo de grava-
tas. 0
Toalhas para rosto, duzia, 110,
e........60000 5
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de coras.....40000 1
Lences de bramante de linho. 30000 ^|
Cuberas de chita chineza.. 20500 |
mmmmmm
80500
20QOO
DE
J. VIGNES.
X. 55. RIJA DO IMPERADOR X. 55.
Os pianos desta aotiga fabrica sao hoje assaz conhecidos para que seja necessario insistir sobre
-na superioridad.:, vanlagens e garantas que efferecem aos compradores, qualidades estas incontesta-
vea 'jue elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; odo-
uindo um teclado e machinismo que obedecem todas as voitades e caprichos das pianistas,som-
uunca falhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente raeihoramentos importan-
tissimos para o clima deste paiz -, quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e par isto multo agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expesicoes.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimento de musioas do
.iwlhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido por
preces commodos e razoaveis.
CONSULTORIO MEDIG0-CIRURG1C0
D
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
MEDICO, PARTEIRO E OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fundao 3
0 Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres lodos os das das 7 s 1
horas da manha, e das 6 e meias 8 horas da noite, excepcao dos dias santificados
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisacoes e pelos preces seguintes
Carteiras de 12 tubos grandes. 120000
de 24 tubos grandes. 180000
de 36 tubos grandes. 240000
de 48 tubos grandes. 300000
de 60 tubos grandes. 350000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e cora os ceanii
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tfntura de meia onca 10f 00.
Sende para cima de 12, custarao os precos estabelecdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada om a 500 ris.
LITROS.
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. Jahr.
dons grandes volumes com diccionario............ 200000
Medicina domestica do Dr. Bering,........... 100900
Repertorio de Dr. Mello Moraes............. 60000
Diccionario de termos de medicina ...,...,,.. 30000
Os remedies deste estabelecimento sao por demais conhecidos e dispensam portan-
te de serem aovamente recommendados aspessoas que quizaren osar de remedios ver-
dideiros, enrgicos e duradores: ha tudo do melhor que se pode desojar, globos de ver-
dadeiro assucar deleite, nota veis pelasua boa conservacSo, tinturados mais acreditados
cstabelecimentos europeos, a mais exacta e aecurada preparac2o, e portanto a maior ener-
ga e certeza em seus effeitos.
Casa de sade para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade on fazer-se-lbe qualquer
operaco, para o que o annunciante julga-se suficientemente habilitado.
O tratamento o melhor DOSsrveL tanto na parte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa a mais de quatre annns, ha muitas pessoas de cujo coaceito se nao
pe duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que dosejarem mandar seos
doentes. '
Paga-se 20000 por dia durante 60 dias e d ah en dtante 10500.
As operac5es sern previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos preces
az)aveis qae costuma pedir o annunciante.
fabrica Concei$Lo da j
Bahia.
Andrade 4 Reg, recebem constante-
mente etem venda no sau armazem n.
3i da na do Imperador, alfteda d'aqnel-
!a fabrica, propno para saceos de assu-
car, embalar aigeaao empluma etc., etc.,
pelo preco mais razoavel.
a
Eeijo
Yeudera-ee saceos com 25 cnias de fejo rajad
do Porto por 1 li, em, cuias a 620 : na ra Direi-
n. 8ta____________________________
Vinho ilo ferto superior
em harri deaitavo e dcimo, vende Antonio Luiz
de Otirelra Arevedo & C.: no sen eserfptorio roa
d* Crot p. 1 __________
~ Ra 4a Senzaila Nava kl.
Neste estabftiecimento'vendem-setachas di
ferro coado libra a[M0 rs., idem de Lo
Moor libra a!20 rt._________________
~ Vende-se" nm escravo perfite otlnbeiro,
bom pintor, caiador e maeinario, flanc-s* as
habilidades : 10 pateo de N. S. do Ter$o a-141.
AGENCIJ.
AGENCIA L0W-M00L
Rut da Senullt aova a. 42.
Neste estabelecimento contina a have
ana completo sortimento de moendas e meiai
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos o*
lmannos para ditos.________________
Arados limemanos e machinas par
lavar rompa: em casa de S. P. Johnston 4 C,
roa da Seazalla Nova n. 42.________'
AFINCA i
Vendarse superior vnho do Porto em cautas de
ama dnzia : em casa de Johnston Pater C. ru
Vende -se a na aa turra iv 36.a roa de, M-
ihipi Fenrwp. da ciWe deslinda ; qoem apre.
tender dinja-se a tratar nesla cioade na roa Aa,
gaita n. 59.______________________.'
i- Ten*emse poiM0 8iflM etsar o>-tK)a.
hm ronstraidas, B^n^iftlSilMtiir^ ifJ T-fle*'
40000 measaes cada ama, oa fat-M entro jnal
qaer aegocio : a tratar aa roa Imaerial a. loo.

AURORA BRILHAHTE
GRANDES ARHAZINS
0
NEM COROAS NEM MITRAS
GRM9E ARM1KEM
MOLHADOS
RIJA OO IflPERADOR M 40
JmhIo a* Mirada em que mura Sr. O&barae,
Duarte Almelda A C. receberasa de ama propria eaconarneu-
4a sala Hade e variado ornteato de aIhada, proprios
da p resente estaca*.
Largo da Santa
ruz ns. 12 e 84,
esqua da ra do
Cebo.
VIMOS
Larf o a Sant
SgCruz ns. 12 S4,
esquina da ruado
ESPECIAES gcebo.
WM mmM
O doao dos j mnito acreditados armazeus de moliados denominador Aurora
Brilliante. acaba de receber de soa propria encommenda, muitos gneros delicados
proarios da presente estago, e tendo grande sortimento comprado *^ui,aliani;a qae todos
es seas generes sao de i.'.qualidade.
A segaiate tabella servir a todos de base para ajas e castas aos por-
tadores.
Xenhum arraazem vender mais barato, e albores gneros do ^ne Anrwa
Irilhante, j aelo grande sortimenta qae tem, j Memo par sea dao se aehaT eaca-
dade em su saude e ler da reader ura de seas aiwnaaa H'iin, e o onire na pr-
xima primavera, per isso ere-se aproveitar asta quadra destas para se comprar
barato.
Latas com 8 libras de chonrlgas milito navas,
a 70390.
Ditas grandes com peixe em postas iaJeiras,
mais do i2 qualidades, a 1000, 10280 e
tyAM.
Ditas com ostras, excellente petisce para fr-
gideira, a 720 rs.
Ditas cdin ervilhas aovas, ensopadas, a
720 rs.
Ditas com favas, a 6i0 rs.
Ditas comameixas a l200, 15800 e 3300.
Ditas cam marmetada do afamado fabricar.-
cante Abreu, a 880 rs.
tas de massa de tomate, a 560 rs.
Ditas com figos de comadre, novos, a 10500,
25 e -25300.
Ditas 'om bolachinhade soda milite novas, a
25000.
Ditas com bisceitinhes ngleies da muitas
qailidades, a 15400.
tikecolate.
C.iocalaie uperiur muito novo, a libra a
iffia.
Mtcarro telbarim e aletria amarella, libra
a 480 rs.
Dita dito dita branca, a libra a 400 rs.
Caixas com estrfrtmlia, pevide e ootras mas-
sas, a caixa 35300.
Ditas dita era libras 640 rs.
Sag, a libra a 360 rs.
Sevadinha para sopa a libra a 140 rs.
firvilfeas seccas, a libra a 160 rs.
Ditas descascadas, a libn a 200 rs.
Tapioca muito nova, a liba a 280 rs.
Parinha de araruta veroadeira, libra a
300 rs.
Arroz do Maranhao, em sacca a arroba a
23100 e a libra a 80 rs.
Dito da India e Java, a arroba a 35300 e a
libra a 100 rs.
Toucinho de Lisboa a 95300 a arroba e a 320
rs. a tibra.
Dito de Santos, a arroba 75000 e a libra a
260 rs.
Molhos rom 125 soblas grandes, a 15280.
Mostarda franceza caixa cora 2 duzas a
85000.
Frascas com mostafda preparada em vina-
gre, a 400 rs.
Ditos com conservas inglezas e-francezas,
a 40 e 800 rs.
Oitos com sal refinado fino, a 640 es 500
ris.
Ditos cam a verdadeira genebra de laranja
a 152OO.
Dites de 2 garrafas de Hollanda verdadeira,
(5000.
Ditos de l garrafa de Hollanda verdadeira,
a 640 rs.
Botijas cora dita propria para negocio, a
408 rs.
Garrafoes com 2 galdes com dita, a 65000.
Ser veja boa, marca, 500 rs. a garrafa, e a
duzia a 65000.
Vinh mscate I de tetuba, a garrafa a
15000.
Marrasquinho verdadeiro, fraseos a 800 rs.
e 15200.
Champagne, a duzia 205000, e a garrafa a
15G0.
Azeite refinado portuguez e francez, a gar-
rafa a 15000.
Caixa de vinho Bordeanx muito superior,
75,85, 95 e 105 a caixa.
Ditas com dito branco, a 75000 a caixa.
Ditas com dito lagrimas do douro verdadei-
ra, 205.
Ditas com duque do Porto verdadeiro, a
185000.
Ditas com chamisco superior, a 145000.
Ditas com Porto velbo eoutras multas mar-
cu, a 125000.
Vinho do Porto da .pipa, a" garrafa a 6*0,
729 e 8O0 rs.
Dito de Lisboa mnito boin, caada a
35200,35500 e 45000, e a garrafa a 500
e 560 rs.
Dito da Pisraelra, das segables marca, (ff.)
(J. A. A.) (J. L. G.) (O. S.) caada a
45300 e a garrafa a 560 e 640 rs., deste
t qae ] est engarrafado lacrado com o
i rotla do armazem.
Ditas de marcas mais deseonhecidas,a rsna-
l da a 35500 e 45000 e a garrafa a 480 e
} 520 rs.
Vate bruce fino, a garrafa a 640 rs.
Oka de caj muito superior, garrafa a
DtOrs.
Vina verde saperier.
A casada a 35300 e a garrafa a 480 rs.
fiama.
Saccas e 4 arrobas, a verdadeira de se
engonuaar, a arroba a 35000 e libra
120 rs.
Sabo massa, a IIwa 200, *40 e 280 rs.
rarinha.
laceas grandes com farinha deGoiann mui-
to nova, a 55000.
Gaf.
Caf do Rio mnito superior, a arroba a 85,
85300 e 95OOO.
Ca.
Cha temos oestes gneros o melhor possivel,
hyssoo, libra a 25600.
Dte parola a 35000.
Ditouxima 25700,
Dito byssoa mnito fino a 25800.
Dito redondo a 25500.
Dito preta de primeira qualidade a253O0.
Dito mais baixo a 25000 e 1,5600.
Erra mate.
Exceileatecb medicinal, a libra a 320 rs.
Esperncete.
O masso com ft relias de espermacete a 600,
640 e 720 rs.
Passas.
Caixas de 16 e 8 libra de passas aovas pro-
prlas par mimos a 45 e 2J300.
Heies.
Neaes, a libra 160 rs e-arroba a 45000.
AI aisla e aaiaee.
Al pista e paif.ro.a arroba 45000 ea libra a
4rs;
Carlas.
Cartas finas para jogar.a duzia a 25500.
Castalias.
Castaahas novas vindas neste vapor, aarro-
ba 45000 e a libra 200 rs.
Altitonas.
Barrs eom zeitonae novas a 15300
Man triga.
Manteiga tor, a libra a 15000.
Dita maisabaix a 800 rs.
Dita menos superior a 640 rs.
Dita franceza nova, libra a 720 rs.
Dita dita em barris e meios ditos, a libra a
tato*
Ditapara tempero a 400 rs.
Qaeijes.
Queijos aovas viados neste vapor a 35*00 e
35508.
Ditas londrinos mnito novos, libr
15000
Papel.
Papel almago pautado, a resma a 45800
Dito dito Kzo He linho, a resma a 45500
Dito de peso lizo e pautado, a resma a
25300
Di e embrolho bom a 15 e 15200.
fiaba ladeira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-
deira a 15500 e 25.
las peras.
Folhasde louro, pimenta doreloo, cominho
e cravo.alibraa 400 rs.
Vela* da earnaba.
Masseaewn 6 velas de carnauba refinada a
480 rs.
Aneada.
AmeiHeas om casca,libra a 320 rs.
Date.
Caixoesdedooede goiaba,grandes a 15400
rjnflpnriT a .640 rs.
Tijelae de 1 impar. .
lijlos dearear facas a 140 rs.
Ama.
Dnzlas de boi6es de grata 97 a 25*00, e
da latas a t5000, e os boiSes a 240 rs., ea-
diejm,e as latas a 100 rs.
Charutos finas.
Chantes fleos des melhores fabricantes da
BsBaia por diverso precos, caixas e raeias
cdkas.
E grande quantidade de gneros tendentes
a estes estabelecimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
Manteiga ingleza
da safra novavinda no ultimo vapor a l.ooo
rs. a libra eem barril a 800 rs.
Manteiga franceza
Ha safra nova a 60o rs. alibra, e eta barril
a 560 rs.
Amendoas
corrfeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Amixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
2400, muito propies para mimos,
Gartoes .
com boles francezes a 600 rs. cada um.
Latas
com bolacbinhas de soda de todas as qua-
lidades a 15300.
Chocolates
de todas as qualidades a 45000 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambem
temos velbos para 590 rs.
Queijos flamengos
ebegados neste ultimo vapor a 256oo.
Qaeljoa
chegados no ultimo vapor a 2#60O cada um.
iondrino o mais fresco que se pode esperar
de excellante maree a 800 r. a libra
sendo inteiro e a 900 rs, a retalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
propria s para mimos a 900 e 10200.
Cha uxim
o melhor que se pode desojar, que outro
qualquer n5o pode vender por menos de
U a 20600.
dem perola
especia] qualidade a 20700 rs. a libra.
dem livsson
o mais aromtico que tem vindo ao nosso
mercado a 20600.
Massas amarellas
para sopa, macarro, talharim e aletria a
480rs. alibra.
COGXAC
o muito afamado coRnac Pal Brandy a 1,800
rs. a garrafa e de outras muitas qualida-
des a l,ooo e 800 rs. a garrafa.
COPO
lapidados para agua a 4,5oo o 5,ooo rs. a
duzia, e a 440 e 5oo rs. cada nm.
PAPEL
almaco, greve, peso e de ootras muitas qua-
lidades de 2,2oo, a 4,5oo a resma do me-
lhor.
Papel de botica
I de excellente qualidade a 20200 a resma,
PAPEL
azul e pardo para embrulho de l,4oo a 2,2oo
rs. a resma.
Corinthias
passas corinthias muito novas proprias para
podima 800 rs. a libra.
Fumo
o verdadeiro fumo americano em chapa a
i\4oors. alibra.
Vinagre
PRRem ancorelas de 9 caadas a 15,ooo rs.
cada urna.
Cebollas
as mais novas de mercado a 7,00o rs. a caixa
e 1 ,oeo rs. o molho.
Alpista o Parolo
o mais nevo do mercado a 140 rs. a libra,
e 40400 i arroba.
CEBLAS
muito oras a i 0000 o cento na ra do Qoel-
mado n. 7, ra do Imperador n. 49 e lar-
go do Carmo n. 9
GRAO DE BIC0
maite nove a 30400 a arroba e 140 rs. a li-
bra na ra do Queimrdo n. 7, ra do-
Imperador n. 40 e largo do Carmo n. 9.
QJEIJO SUISSO
muito fresco a 890 rs. a libra na roa do
Queimadon. 7, ra do Imperador n. 40 e
largo de Carmo n. 9
desejar,
a 400 rs. a
ti*




Pechincha aem igual
Liados cortes para vestido de ptrcalts de cores
niaras t escuras com grande variedade de padrees
yeto oaratissimo preqo de 4$ o <5re: na loja das
columnas ra do Crespo n. 13, de Antonio Cr-
rela de Vasconcellos 4 C.
Algodao em carolo. I P0TASS4
Compra-se qiulqner quantidade aor malornre-
co do qne se par no mato : na fabriea da travs-
su do Cariosa 1.9, eaes do Ramos.
Ma$as brancas
para sopa a melhor que se podo
macarrto, talharim e aleiria
libra e 40500 a caixa.
Yuifeo
Figueira J A A e outras muitas mareas acre-
ditadas a 500 re. a garrafa.
lien de Lisboa
t de outras marcas a 400 rs. a garrafa, o
20800 a casada.
dem d Parte
generosos engarrafado des melhores fabri-
cantes da ctdade do Porte a i 0 e 10200
a garrafa e de 100 a 120 a caixa, as mar
cas sao as seguintes: Chamisse AFilhe,
F. 4 M., Nctar lagrimas do Douro e outros moflea.
Latas
com 10 libras de baaha a 40000.
Bolachinha ingleza
ja 10800 a barrica damesmaqaa
vendem a 20000 e 20400.
Nozes
as mais novas do mercad* a ItOr* bra.
Cervejas
dos melhores fabricantesfe de tedas as mar
cas de 40500 a 60500 a duzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Res e outros em
meias caixinhas a 10500.
Arrea
do MaranhSo a 100 rs. a libra, o da rndia
a 80 rs. a libra, e 20500 a 30000 a ar-
roba desses que venem por 30400.
CAF
de l.1 e 2. sorte do Rio de Janeiro a 805f
e 80800 a arroba, e 280 a 300 re. a libr
arrafes
com 4 '/ garrafas com vinagre a l 000 ce
o garrafao.
GENEBRA DE LARANJA
verdadBira a 10000 o frasco, e de 1*0000
a caixa.
IDEM
em frasqueiras de Hollanda a 50800 eoa
12 frascos.
GENEBRA
de Hollanda verdadeira em frasqueira a 600
rs. cada urna.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza
e2o rs. cada camua,
LICORES
finos de todas as qualidades, a lo,000 a caixa
com urna duzia ea'l,00o a garrafa.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
jam Abren e outros muitos a 600 rs. a
libra.
Presunto
o verdadeiro prezunlo de Lamego a 52o rs.
a libra.
ARROZ
Maranhao, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3,000, a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas marcas a 56o rs.
a libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
de carnauba em caixas de arroba a 9,3oo e
caixa e 34o rs. a libra.
Batatas novas
em caixas de 2 arrobas a 50 a caixa e 60 rs.
a libra.
Passas aaita aeras
em quartos e inteiros a 20 o quarto e 60590
a caixa e 400 rs. a libra.
Chocolate
portuguez o mais especial que se pode de-
sejar a 860je. a libra e 140 re. o pao.
Frats ent calda
chegadas ltimamente, pera, pecego, gioja e
outros muitos a 640 re. a lata.
Dsce da casca di goiaba
a 600 e 10 o caixe.
G0MMA MUITO NOVA
em eaneiros de l arrobas a 30509 a ar-
roba el 40 rs. alibra na roa do Qoei-
mado n. 7, ruado Imperador n. 40 e largo
do Carmo a. 9
BOLACHINHAS
em latas de deffereotes qualidades a 10200
a lata
QUEIJOS FLAMENGOS
chegadosneste ultimo vapor a 0800 na rna
do Queimado n. 7, roa e Imperador n.
40 e largo do Carme n. t.
Os proprietarios do grande armazem o Verdadeiro Principal declaram aos seus
freguezes e amigos e ao publice em geral, que para facilitar a comaodidade de todos es-
tipularan! os mesmos precos nos seguintes lugares:
'
0 Verdadeiro Principal rna do Imperador n. 40
FARELLO DE LISBOA
Marca N verdadeirr>era saccas novas e grandes a 40500: na ra do Imperador n. 40.
NOVIDADES.
Jl #\. i >*#'*
jar a
Queijos do Alentejo. ditos das ilbas e mais fresco que so pode dese-
10290 a libra, e sendo inteiro ter algum abatimento, ricas caixinbas
redondas eafeitadas, proprias pata mimo da festa pel barato prece de 40
cada urna,ricas -caixas de figos tambem proprias para mime de 800 10500
ca ama. Vende-se uwcsmeute 00 armazem Verdadeiro principal, ra o
Imperador a. 4.
Tende-se peus^ tn barris a comraede avece o
na rna 4 Crnt a. 11. primmro anatr, eseriptori: I
de Antonio de Almeida Ganas. '
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz melbArqualidade a
44 a lata : nos armazens1 de ra do Im-
perador j^lBerua^WTrai^^^
~TBixas.de HmburgO
Vendetn-se na rna Non n. ti,
Superior cal oe Uskea.
Vende-se sn>erlor s%\ <3 ^fsrca a mais ora
qpp ka ar. aiirean,Unto eaa aorpaa naaaaaret-
Iho, n*awas ari>,DC.aBa-e es coro^r.
Mraa: wporior qnaMsia: a tratar as Haiite
raas : Crespo n. 7. Imperador a. 58, Forte da Ha.
tos. ar mu era de Sr. A vil la, defronta o trapiche
-> algodio.
!S

L



I IIII I '....... III I I I


fcrl de lernace Tere lelra 9 de Fevereir* do t M*.
^
.
NOVOS VESTIDOS DE PHANTASIA
Chegaran es moderaos vestidos de dentelle de seda com barra, lateiramenU novos
em gosto e qnalldadls r loja das columnas, aa ra do Crespo n. t3t de Aatwtlo Correia
de Vascoaeeflos k C., uecessores de Jos Mereira Lepes.
Fazendas de bom gosto
Para vestidos de senhora
Soaeriares corlas de seda de cer, de morante, de gurgurao e de setim imperial.
Sites de olead, e de cambria branca bordados.
Ditos de la com barra a grande vanedade em cores e padrees.
Bitas de organdye com barra
Liadas sedas de quadros esrsseza a miadas.
Sapaciores lias lisas com grande variedade de cores.
itas com salpicas, com flores e de naros.
Liadas aaroeolmas de qoadres e de flores, fazenda inteiramente nova.
Superiores cassas de cores, e lindas canthraias ergandy
Graade variedade de cbita de cores, de perealia eoutras muirs fazendas de na -
i- I
0 PUBLICO
N
Para hombros de senhora
Liadas capas e bournoux de casemira de eor.
Vitas de laa e de seda.
(iranda variedade de sout'enibarques de seda de ISj a 40$.
Manteletes de seda.
S apar ores basquinas.
Superiores chales de seda, de merino estampados finos, de eachimira com listras de
seda e de fil preto.
Camizienas modernas, zuavos brancas e de cores, colletes de cambraia, lindas gol-
liahas com punhos e outros maitos artigos.
ATTEHC10
Os precos da seguate
tabella para todoa, po-
dendo salas servir de ba
se para o ajuste de conta
coaa e>a portadores.

Para cabeca de senhora e menino
Superiores chapeos e ehapellinaa de palha de Italia enfeitadas para senhora.
Ditos da fettreeufei lados para senhora.
Ditas de palha enfeitados para menino.
Graade sortimento de enfeiies modernos de retroz, de froeo, de cabello e de flores,
para senhora.
.Ha leja das columnas da roa do Crespo n. 13, de Antn i Correia de Vasconcel-
os k C. \
GKRAIi RECOJflJtEENDA^lO
Sera menor eenstran-
giraente ae estregar o
Iraporte de genero que
io agradar.
ARMAZEM
RA A CAI1EIX IIO RECIPE I. 5.
(Ufo passande arce da Conectis)
4-raurlr redurco de precos, equivalente a dez por ccato menos do que entro qualquer
annunciante.
Col legas.Mo posso por mais tempo sustentar o preco da manteiga ingleza a l.ooors. a libra, bem assim o de oatros
muites objectos, etc., dando com islo ocasio a todas as espeluncas acabarem por bom preco a manteiga de tempero, e gritarem em
alta voz, que podem vender pelo prego qae eu vend! t! Ora. eu offendloo com estas obscuridades e receioso em adoptar o mesmo
systhema que vim encontrar, de s se vender com una por cento acarola/resolvi fazer esta grande redueco de precos, cobo veris
pela seguinte tabella, pois como sabis ca pelo meu bairro at a abertura do momoravel armazem de molhados Uniao Mercantil alo J-jfflm+m. ^SSS
' se sabia de outro preco de manteiga ingleza a nao ser o de f,4oo a 4,6oo rs. a libra. Hoje porem, resentidos da redcelo a que por todo 0 pre(;o para apurar dinharo> quem qui.
estao obrigados, encarando todos os das de seus fregnezes-r-eekwsacao de precos, e qualidades, vingara-se de um e outro portadores -
i # i >ia .>_______* "- .__ _-. _^^ _t J. ^ ^^a.V.1. *- .!. -!,-. ^_ J aw\ ^.* a r* i>uii fian
No armazem de fazendas ba-
ratas de Santos & Colho
Ra da Qneiwad u 19.
Vende-se o seguinte:
Lcnces de panno de linho
pelo baratissimo preco de 2480.
Lehces de bramante de linho
de ura s panno a 3500.
Cubera de cbita da india,
pelo baratissimo preco de 24500.
Lencos de cambraia brancos
proprios para algibeira, a 24 a duzia.
Pecas de bretanha de rolo com 10 varas
propria para saia, a 4.
Pecas de cambraia de forro, a 2600.
Esleir da India
propria para forrar salas, de 4, 5 e 6 palmos de lar-
gura, por menos prego do que em outra qualquer
parte.
Toallas alcochoadas para maos
54 a duzia.
Lazinhas carmezim miudinhas
proprias para vestido de menina, a 600 res o eo-
vado.
Lazinhas de cores finas
do melber gosto que ha no mercado, a 560 ris o
covado, neste armazem de fazendas se encontrara
um grande sommenlo de roupa feitse p"r medida
RIVAL SEM SEGUNDO.
HAZH CONSERVATIVO
23Largo do Terco23.
Joaquina Siia-i des Santos, dono deste bem sonido armazem de melhados fax selenta erag
reeemmendacao aos seus amigos, frageles e a todos em geral, que esta resoirido a vender os seus
bem coahecijus gneros de primeira qualidade.por menos de 10 a 20 por cento, menos duque em ou-
tra qualquer parte a dinheiro contado,e todo o comprador qu compiar de 04 a 1004 tt-i. o descon-
t de 3 a 10 por cento pelo sen prompto pagamento; e per isso se faz annuncio de ilguns gneros
para com este melhor se certificaren!.
Massas para sopa macarro, talharim e aletria a
2i0 rs. a libra e em caixa a 5.
foucione de Lisboa al va muito superior a 280 rs.
a libra e 84600 a arroba.
Saf de Rio de primeira e segunda sorte a 260,280
e 300 rs. a libra e a arroba oa saceo a 8 e
85M.
Chauncas as mais novas do mercado a 560 rs. a
libra e era barril a 125.
Passas viadas peto ultimo vapor a 400 rs. a libra
e a caixa a 84
Batatas eragigos de 35 a 46 libras por 2440a a ar.
roba e a 80 rs. a libra. ~^.
Cha hysson miudinho superior qufidade a 14200,
24000, 25500 e 34 a libra.
Vinhe de Figueira, Porto e Lisboa em pipa a 566,
300, 400 e 640 rs. a garrafa. <.
dem proprie para negocio a 320 e 360 a garrafa
e a caada a 24106 e 25700.
Milho alpista e painco muito limpo a 146 rs. a li-
bra e a arroba a 44400 e 4*200.
Pbospnros do gaz viudos por conta propria a 180
rs. o maro e a 24 a groza.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa e o ga-
lo a 25800 e a caada a 44500.
Serveu das marcas mais acreditadas a 500 rs. a
garrafa e a duzia a 54800.
Figos de Comadre muito novos a 280 rs. a libra e
em barril ou caixa se far abatimento.
Irrez do Maranhao e Java a 100 e 80 rs. a libra
e a arroba a 24800, Uc 24400.
Assim como ha um grande sortimento de chara-
tos e genebra de Hollanda, tanto em frascos como
em botijas, belachinhas de soda, conservas.choco-
late, marmelada, vjnho engarrafado e outros inul-
tos gneros que enfadonho menciona-los, e se al-
guem duvidar venha ver.
al informado deste noto estabelecimenlo. para lhe vender gneros nao proprios de um estabelecimento desta ordem que o seu
tao smente obter a* concorrencia de seas freguezes.
\ Para bm do todos.
Senhores e Senhoras o aceio que presidie, aos arranjos deste novo_estabeiecimento, e mais que lude apromplido e entei-
reza com qu sero tratados, convida a urna vizita ao mesrao, certos de que sera duvida me darao a proteccao e preferencia na compra
dos gneros que precisaren^ e quando nao pocam vir podero mandar seus portadores, anda que estes sejam penco pratices, pois
serao to bem servidos como seviessem pessoalmente, ha vendo para com estes toda recommendacao, afim de que nao v5o em outra par te
Manteiga ingleza (safra nova) especialmente
escomida a 8oe rs. a (era, em barril se
faz abatimento.
dem franceza a mais nova que tem viudo ao
mercado a 56o rs. a libra, e em barril ou
meies a 5ee rs.
Cha hysson de superior qualiade a 2,6oe rs.
a libra,
dem perela o mais superior do mercado a
2,8oo rs.
dem huxim o melhor que se pode desejar
neste genero 2,6oo rs.
dem preto bomeopalhico por ser de superior
qualidade a 2,ooo rs. a libra,
dem hysson, huxim e perola mais proprio
para negocio e l,6oo, 1,800 e 2,ooe rs. a
libra, garante-s ser muito regular, igual
ae quese vende em outra parte por 2,4oo
e 2, to o rs.
Linguiras, chourigas e paios em latas de 8
rs. e em barricas de 4 duzias se faz abati-
mento;
Caf do Rio a 29o e 28o rs. a libra, e 7.8oo
e 8,5oo rs. a arroba,
dem lavado de primeira qualidade a 3oo rs.
a libra, e 9,ooo rs. a arroba,
dem do Cear de superior qualidade a 24o
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,ooo rs. a
arroba.
Arroz do Maranh2o a loo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba,
dem da India muito alvo egrtfudo a loo rs. a
libra, e 3,ooo rs. a arroba,
dem de Java a 8o rs. a libra, e 2,2oo rs.
a arroba.
Painco e alpista a 14o re. a libra, e 4,3oa
rs. a arroba.
Massa de tomate em latas de 1 e 2 libras a
6oo rs. e de barril muito superior a 5oo
rs. a libra,
ibras, emticamente" lacradas a 5,5oe rs. I Aletria, macarro e talharim a 4oe rs. a li-
garante-se serem superiores aos que vem I bra, e 9,ooe rs. a caia.
em barrs. I dem e talherim 1 tranco a 32o rs. a libra,
Ckouricas e paios em barris de meia e urna J estas massas tornam-se recomeadaveis as
arroba a 8,ooo rs. e l,5oo e 6oo rs. a libra. pessoas doentes por serem propriamente
Queijos flamengos muito frescos chegados feitas para esse lim.
neste ultimo vapor a 2,2oo rs. e do vapor Estearinas a 56o rs. a libra, e em caixa com
25 libras a 52o rs.
^FOS COTIES VIIiLA
Com loja de fazendas ra do Crespo n, 17.
Pretendendo ir muito breve a Europa tratar de su sande, pede aos seus devedores
tanto do mato como desta pra;a que saldem seus dbitos quanto antes, e
Protcjam Excellentissimas senhoras a esse impor-
tante estabelecimento.
Fazeadas-muito proprias para a quoresma, grs preto, moreauliques, cortes de se-
das pretas, capas pretas, casacoes, soutembarques, chapeos de palha, chapelinas de palha.
Boumu* pretos de renda
o que de mais bello e mais importante para os hombros de urna Excellenlissima senho-
ra, assim como chales de renda de apurados gostos, camisinhas bordadas.
FRANCISCO J. GERMANN
*1 RIJA MOVA N 1
Acaba de receber um magnifico e cunipleto sortimento dos objectos que de melhor qualida
de encontrar em urna relojoaria, taes como : chrooonietros marinmos e de algibeira, relogios fde ouro
e prata, dourados e foliados, ditos para mesa e de parede, francezes, suissos, allemaes e americanos,
regaladores de compeosacao, relogios grandes com msica e sem ella, dito de sol montados com pegas
para disparar em certas horas, despertadores de diversos tamaitos, caixas com msicas, igual sorti-
mento de oculos e lunetas de ouro e prata dourada e tartaruga, bfalo, ac, e varios metaes, oculos o
lunetas especiaes para senhoras, de ultimo gosto, ditos proprios para os que >olTrem de inammacoes
nos olhos, fabricados segando os precetos dos mais acreditados mdicos da Europa e igualmente os de
Pernambuco, osquaes s se vendem por consulta dos mdicos, vldros de crysial branco e de cores,
oculos de alcance para o mar e outros proprios para observacoes astroaumicas, oitantes e sextantes,
binculos para theatre, para mar e para campo, microscopios e meridiano universal, barmetros, ter-
mmetros, calas de instrumentos mathematicos, correales e chaves, sinetes e trancelins de ouro, dou-
rados e foleadas, tudo dos melfiores fabricantes. Encarregase de qualquer concert e encomraend'a dos
objectos mencionados, e responsabilisa-se durante um anno por qualquer rplogio vendido ou concert
eito, em seu estabelecimento; e vende por menos que pode fazer outro qualquer.
Cassas para yes!idos.
Tal peehincha s a dinheiro se pode vender.
Sapertores eassas francezas de cores miudinhas, de quadros, lisas, e de ramagens, com grande
variedade de padroes, fazenda que se tem sempre vendido a 800 rs. a vara, pelo baratissimo prego de
300 rs. o covado : na loja das columnas da ra do Crespo n. 13, de Antonio Correa de Vasconcelos
& Uomp.
BOTICA E DROGARA
Bartholomen Francssco de Soaza & .
31Ra larga do Rosario34
Tendera:
Plalos Holloway.
Plalas do Dr. Laville.
Plalas do Dr. Alian.
Plalas do Pobre hornean.
Pilulas americanas.
Plalas vegetaes.
Piluias vegetaes assacaradas de Kemp.
Salsa de Bristol. w
Remedios de De. Chatio.
Elexir de Pepsina de Grimault.
Viaho de Salsaparrilha deCh Albert. ^8
Injeccie Peaogas.
Agua dentidea de Desrabode.
Papel chimico, para talho.
Xarope depurativo de Cbable.
Licor aromatice de Raspad.
Pos anti-epiletiees de Brest.
Rob L'ATecteur.
Xarope do Bosque.
Ungente Holtbvray.
Coke do saz.
Piten do gaz.
Alcatro do gaz.
Coke, tonelada 10*000.
Pitch, arroba 3*00.
Alcatrao, caada 500.
O cek reconhecidamente o carvio mais econ-
mico, torna-se por isso recommemivel, bem co-
mo pelo aceio qae se nota as casinhas aonde
efte aado. Pitch e alcatrao, alem das apetica-
^Ses diversas a qae se prestio, como para calafe-
tar embarcarles, alcatroar madeiras, etc., tee*
estes a nropriedade de preservar d eapim, ler-
migas, etc. entregue na fabrica de gaz, ou man-
dado per em qaalqner ponto da ridade, segando a
vootade do comprador t previo ajaste.
Mime mvo ea saceos grandes : ne trapiche
de Cuaba, a tratar com Tasso Irmaos.
COMPENDIO. DOLOROSO
que contm o officio de Nosea Senhora das
Dores; o modo de resar e offerecer a co-
rfia, um setenario e mais outros exerci-
cios de pledade e devocao; ordenado pe-
la irmanilade dos servos da mesma Se-
nhora que se acba erecta na enreja de N.
S. da Periha do imperial hospicio dos re-
verendos padres misionarios apostlicos
capuebinhos italianos de Pernambuco,
approvado por S. M. I, que Deus guarde;
dado luz por devocao do muito reve-
rendo padre Fr. Placido de Minina.
Vende-se a 320 rs. na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia.
passado a l,6oo e l,8oo rs.
dem londrinos os mais superiores que tem
viudo ao mercado a 8oo rs. a libra entei-
ro se faz abatimento.
dem prato muito fresco a 8oo rs. a libra.
dem do Alentejo e que se pode desejar de
fresco e superior a 8oo rs. a libra, a elles
antes que se acabem.
Emilias e favas porluguezas em latasj pre-
paradas a 64o rs. .
Marmelada imperial dos mais acreditados fa-
bricantes de Lisboa a 6oo rs. a libra.
Prezunlo do reino viudos de casa particular
a Go rs. a libra, e a Soe rs. inteiro.
dem inglezas para fiambre chegado neste
vapor 72o rs. a libra.
Copos lapidados para a gua a 5,ooo e 5,5oo a
duzia,
Choculate francez, sniss e hespanol a 9eo
l,ooo e l,2oo rs. a libra.
Espermacele em caixinlias contendo 6 libras
por 4,ooo rs., garante-se serem transpa-
rente e de superior qualidade, lambem tem
de 12 por libra propria para carro.
Peixe em posta sovel, corvina, gors. pesca-
da, salm5o, ostras e chernee, vezugo em
latas grandes a 800 e !,ooo rs. cada urna.
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-
das que tem vindo ao nosso mercado a
6,000, 7,ooo e 8,oeo rs. a caixa, garante-
se ser de qualidade superior, que outro
qualquer nao pode vender por este preco.
Genebra de Hollanda a 56o rs. o frasco, e
5,7oo rs. a frasqueira.
dem de laranja verdadeira de A'tona em
frascos grandes a 1.000 rs. o frasco, e
ll,ooo rs. a duzia.
dem de Hollanda em botijas grandes 4 400
Vinho do Porto muito fino excellente qua-
lrdacle proprio para engarrafar em ancore-
tas com 9 caadas por 48,000 rs.
Vinho de pipa Porto, Figueira, e Lisboa a32o,
4oo eooo rs. a garrafa, em caada a 2,5oo,
3,eoo e 3,8oo rs.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e 3oo rs. a garrafa, em caada
a 3,000 e 3,5oo rs.
Vinho branco para missa em caixa de 1 duzia
a 8,000 e a 680 rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas, que
vera ao mercado como sejam Lagrimas do
Doero, Duque do Porto, DuqueGenuino,
D. Luiz I., Madeira secca, Malvazio fino,
Fetoria em caixa de 1 duzia de 9,ooo a
10,000 rs. e a 9oo e 1,00o a garrafa.
Vinho Colares o mais superior que tem
vindo ao mercado a 64o rs. a garrafa.
Sardinhasde Nantesem quartos e meias latas
a 36o e 56o rs. cada urna.
Sardinuas porluguezas em latas grandes
preparadas pelo melhor conserveiro de Lis-
boa a G4o rs.
BoLacbinbas inglezas as mais novas do mer-
cado a 2,8oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
Bolachiaha de soda em latas com diversas
qualida des a l,3oo rs.
Bolo francez em caixiuhas muito proprias
para mimo a 64o rs.
Passas muito novas de carnada a 4oo rs. a
libra e 6,000 rs. a caixa com 28 libras.
Figos de comadre a 24o rs. a libra e
l,8oo rs. a caixa com 8 libras.
Amendoas de casca mole a 32o rs. a libra.
Bolachinhasd'agua em sal da fabrica do Beato
Antonio de Lisboa em latas com 6 libra
por 2,ioo; ditas dece em latas cem e mes-
mo pese a 2,5eo; ditas imperiaes emlatas
de 3 libras por l,5oe rs.
Ameixas francezas em latas de 1 e meia libra
por l,2eo; ditas em caixinhas de deversos
tamanhos com bonitas estampas na caixa
exteriora l,2oo, l,5ee, e l,8oors.
Azeite dece refinado Penanol ou do Kempes
de Lisboa a 85o rs. a garrafa e 9,5oe
caixa com urna duzia.
Batatas, muite novas a 5o rs. a libra e 2,eoe
caixa com 2 arrobas.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco
8,5ee a duzia.
Vasseuras de escova para esfregar casa a 32o
.Nbzes muito nevas a 16o rs. a libra.
Molho inglez em garrafa de viere com
rollia do mesmo a 5oo rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes a
Soe rs. o frasee.
Mostarda franceza em potes j preparada
a 4oo rs.
Lentilhas excellente Iegume para sepa a 2oo
rs. a libra.
Marrasquino o verdadeiro de Zara em garrafas
grandes a l,ooors. e H.ooo a duzia-
Palitos para dentes a 14o e 16o rs. o maco-
Sal refinado em frasco de vidro com roma do
mesmo a 5oe rs.
Cerveja branca e preta das marcas mais a-
creditadas que vem ao mercado a5,ooo e
5,5oo a duzia e 48o rs. a garrafa.
Saga muito novo e alve a 2*o rs. a libra.
Sevadinlft de Franca muito nova a2oors.
Charutos detodos osfabricantes da Bahiae das
mais acreditadas marcas conhecidas no
nesso mercado a 2,ooo, 2,5oe, 3,ooo,
3,5oo e 3,8oo a caixa de loo charutos.
Cognac inglez das melhores marcas a
1,090 rs. a garrafa.
Doce da casca da goiaba em latas de 4 li-
bras por 2,000; dito em caixoes a 600 rs.
cada um. .
Farinha de araruta verdadeira a 32e rs. a
libra. 1^
Velas de carnauba de 6 e 12 por libra a
32o rs. a libra e 10,000 rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa
e 4,8oo a caada.
Banha de porce refinada a 4oo rs. a libra
e 36o rs. em barril.
Capil de diversas frutas muito frescas a
64o rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a graza.
Toucinho de Lisboa muito alto e alve a
32o rs. a libra e 8,5oo a arroba.
Ameixas francezas em latas de 3 libras per
2,eoo. rs.
Cebollas solas a l,4o o cente ; ditas em
molhos com cento etantas por l,2oo rs.
Malte excellente cha para os navegantes a
a 2oo rs. libras.
zer venha ver e traga o cobre, e vera o seguale
Baralhos de cartas para voltarete muito
nasa............................ 906
Miadas de linha froxa para bordar a----- 20
Pares de sapatos de (ranea de todos os
tamanhos e Anos a................... i800
Massos de su perior gra mpos para cabellos 30
Duzias de palitos de gaz superiores a..... 200
Libras de ara preta muito superior a... 100
Frascos de superior macar oleo a----- 100
Ditos de dito perola a.................. 200
Ditos de oleo de babosa muito linos a 320
rs.e............................... SOO
Ditos de agua de colonia superior, garan-
tida.............................. 400
Ditos de banha muito lina a............ 640
Ditos de cheiros muito finos para o preco
a ris............................. 600
Sabonetes de todas as qualidades a 60 rs.
160, e............................ 4#0
Novellos de linha com 400jardasa...... 80
Carrlteis de linha de cores com 200 jar-
das a............................. 60
Novellos de linha de gaz de todas as co-
res a ............................. 30
Pecas de fitas elsticas com 10 varas pa-
ra vestidos a......................'. 540
Frascos de superiores cheiros, pequeos, a 200
Pares de ligas muito superiores e bonitas
aris..:......................... V
Varas de bicos francezes, superiores a... 40
Opiata para dentes da melhor que ha a.. 14000
Frascos de agua para dentes, superior a
tudoa............................ 1000
Pe^as de tranca preta lira mnito fina a..
Caixas com 4 papis de agulhas Victoria a
Varas de fita preta com col jetes a......
Libras de laa sortida de todas as cores a
Boneeos de choro mnito bonitos a......
Caixas deobreias de ma ssa mato novas a
Varas de franja .branca c deires para
toalhasa............ ..........
Frascos de oleo Philocomescuperior ...
Ditos com superior tinta a320 e........
Caixas de linha de gaz com 50novellos a
Enfiadorps para espartilho ..........
Duzias de boloes encaiuaaos para vesti-
*jaa............................
O
100
40
65500
160
40
8
6X0
503
809
2W>
fo tos e oarolas
Nova preparaeo para matar ralos e barata*,
acaba de chegar de Liverpool pelo navi'1 Toan cf
Liverpool. A verdadeira massa phnsphorica nova
e fresca evidente para este fim. Nao havendo ha
lempos no mercado seno j muito velha, qnasi
nenham effeite produzia, por isso recomraenda-se
a todos que seqneiram ver llvres de tantos ani-
maes e insectos que infeslam as cafas armazens,
navios, etc., dirigirem sea travessa da Madre do
Dos n. 16, armazem de Duarle, Carvalho A C,
que acharo a excellente massa em boioes a preQ
de640rs. cada um. e em duzia a 6,5.
Vende-se superior
borda do patacho Brasil,
do Livramente
farinha de mandioca, a
atracado no caes Baro
BAPE'
Duarle, Pereira & C. continuam a vender o afa-
mado e fresco rap Princeza de Petropoles em seu
grande armazem de louca e vidros : ra To
Crespo n. 16.
ESCBAVOS FGIDOS.
O
MO ORES
para machinas de algodio.
Acabam de chegar agora novos motores para
um e dous cavallos para mover machiaas para
descarocar algodo, cyliadros de padaria, e outras
quaesquar machinas para agricultura, os quaes se
vendem por prego milito em conta. Tambero se
vende nm motor americano para 2 e 4 cavallos pa-
ra o mesmo ira, que trabalha muito bsm ; elles
se acham montados para o comprador ver o sen
trabalho : na fabricada travesea do Carioca n. 2,
caes do Ramos. ^^_______^__^_
Vende-se um engento d'agna, moente e cor-
rente, cora propor$5es para colher-se grandes sa-
fras annaalmente atiento a bondade e extencao de
seas terrenos; est aieda quasi todo em mata
virgem, e dista apenas meia legos de ama das es-
tacoes da via frrea : qnero o pretender, lirlja-se
aoSr. major Luiz Jos Pereira SimSes ra do
Livramente, sobrado n. 24, primelro andar.
Arnuzem d. molliaio
81-RUA DO IMPERADOR-SI .
Segunda casa do lado direito indo do pateo do Collegio,
Francisco Jos Leite, tem a satisfacao de avisar aos seus freguezes e ao respeita-vel
publico que, estando restabelecido de seus incommodos de saude, acba-se novamente
com um bello e bem sortido armasen* de seceos e molhados primorosamente escolhidos;
como sempre capriebou terdas melhores qualidades, efrancamente afliancas pessoas que
s,e dignarem comprar em seu eslabelecimento^que alli de preferencia outra qualquer par-
te sero mais bem servidos, em qualidade e precos, como em pesos e medidas, no qoe
sempreo annunciante foi escrupuloso, e,m summa, nao Ilude a pessou alguma. ;
Aos Srs. de engenho e lavradoresqueo qaeiram honrar como seu comitente Ibes
assegura qoe o producto de seu laborioso trabalbo ser o mais tam reputado io merca-
do dsta praca, para o que se julga convenientemente habilitado pela longa ortica com-
mercial que tem exercido, sendo seus portadores despachados com presteza, depois de se-
rem fielmepte umprie'o as suas ordens.
Fornecer gneros aos Srs. agricultores e oegociantesque lhe merecam confianca, ra-
zendo'um abate vantajoso aos quepagarem a vista suas mercadorias, e encarrega-se da
venda de qualquer genero do paiz, mediante urna mdica commissao, entregando de
prompto seu producto, e sendo este applicado compra de gneros em seu armazem,
prescindir da commissJo. .
Dos us antigos e benignos freguezes espera o annunciante sua valiosa proteccao, ire-
qoentandocomo outr'ora sua casa, e pelo reconhecimento que lhestributa offerece expon-
taneamente sens servicos.
Jalga desnecesario publicar a tabella dos precos de seus gneros: s3o seus recursos
garanta suficiente de poder accempanhar os menores precos de idnticos e mesmo de
mais appartosos estabelecimentos, tendo somente em vista o augmente de suas venda*
diarias.
Prsemelo neeesaarla.
Tendo sido o proprietario estabelecido muitos annos com o mesmo ramo de neg-
ci m mesma ra, jolga prudente advertir ue s afirma e se retpeasabilisa pele que
tem declarado do que disser respeito ao armazem.
o e co
S-S-o-g r?

Na ra Nova n. 6*, segando aadar, precisa-
se de urna ama idosa e de boa conducta. i
O P USEBeAEiTlli
Si-ltlJl DO IMPERADOR-SI
Segunda casa do lado dirito indo do] pateo io Colleqw
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9
e
i
!'' -I -"- '
Agua Florida.
Para restablecer e conservar a edr natural
das cabellos.
A agua larlda nao ana tillara, facte essee-
cial a contestar, a roesraa agua dando a cr primi-
tiva ao cabello. Compesta de plantas exticas e
de substancias ineffeasivas, ella ten a prepriedade
deresutir aee cabelles e prieipia ceraite qie el-
les tem perdido. D'uma salubrdae incentesta-
vel, a Agua Florida entreten a limpe da cabeca
destroe as caspas e impede os cabelles de eahir
Oleo de Florida.'
Compeste de substancias veawlaeexetieas, elle
coBSlite peder?anrr, cem a Aua Flerida, a
forca, a belleza e a conserva(ae dos eab,:.
Em Pars, casa de Quislaer a. 1?, ra de Ricbe-
Uen, e 21, benlevard MeBtmr'rr.
Tales es frascas, lie teada iataete e clara,*
timbre prateada da rasa, saa refmlades falsas.
Deposito, ra de Imperador, pharmacia n. 31.
Auscntou-se de casa no dia 31 de Janeiro pr-
ximo pascado, a negra Victoria, de id'ade 44 an-
nos ponco mais on menos, tem um caroco no la-
bio superior, falla fina e estacada, baixa e corpa
regular, ha noticia que anda em Santo Amaro das
Salinas, imitula-se por forra e costuma mudar o
nome : portanto rogase a quem a pegar de traze-
la a padaria n. 146, a&s Cinco Ponas, de Henezes
& Silva.
No dia 24 de deiembro prximo gastado fu-
gio o preto Braz com o? signaes seguintes : altu-
ra baixa, regular do corpo, sem barba, cara larga,
rom muitas verrugas em cima do olho direito, le-
vou vestido camisa de algodaozinho e calca de
azulao e outra de baeta verde/chapeo de palha, e
este talvcz j tenha mudado, costuma andar muito
de vacar e puxa pela perna esquerda por causa
de seffrer de dores rheumaticas, foi escravo do
Dr. Olinda Campello : quem o pegar sirva-se le-
va-lc ra das Cruzes a. 32, padaria, que ser
bem recompensada.
No da 27 de Janeiro ausentou-se de casa de
seus senhores a preta Anna, crioula, de 80 annos,
alta e boa figura, rosto redondo, om urna eicatria
amiga por baixo da orelha; esta preta foi escrava
do Sr. Teixeira Bastos, e de tarde venda pao-de-16
pela Ponte de Ucha e Soledade : roga-se, pois, s
antoridades pollciaesa sua apprehens3o e de a en-
tregar na Soledade, padaria do Sr. Joaqoim Jorge
da Sitva, defronte da iereja.
Fugio do engenho Cavalleiro, fregoetia do
Afopados, no dia Io de Janeiro deste anno, o escra-
vo Theodoro, crionlo, de 24 annos de idade pouco
mais ou menos, o qnal costuma mudar de nome
quando se ausenta, e tem os signaes seguinte :
estatura regular, cor preta, cabellos carapinho?,
olhos nm pouco vermelhos, nariz chato, tem falla
de dous dentes na frente, boca grande, ps apalhe-
tados, deve ter cicatrizes de chirote as costas,
gago, gosta de cantar e de estar em sambas, me-
tido a glozador, levdu vestido palltot de alpaca pre-
ta, camisa branca, calca de brim eom IteUs azues,
e mais roopa de servlga e chapeo de couro novo,
j foi encontrado pa capital e seus arrebaldes romo
ganhador e depois em Cruaogy com um surrao s
costas inculcando de correio : roga-se portanto as
aotoridides policlaes e a qualquer particular a ap-
prebensao de dito escravo, levando ao seu senhor
Francisco Casado da Fonseca no referido engenho
que generosamente se recompensar o apprehen-
sor.
No dia 9 de dezembro de 1864 fugio de casa
de seu senhor o escravo Hercnlano, pardo escuro,
com 35 annos, alto, cabellos raraplabe*, olhos e
orelhas pequeas, tem apias bigode pera, per-
na e andar de quebra-mangue, tende o p esquer-
do torio e'sahido para fra cene pata de seri, e
por isso pocha algama censa aela aerna qnindo
anda, levon vestido cal^a branca reaendada e ca-
misa branca, levando na cabeca chapeo de palha,
condnzio Irnalmente teda a rooe-a qoe posste, np-
pBe.se andar aqol mesme pela oidade : qoem o
ppgar leveo a raDireitan. W, qoe ser genere-
samente recompensado. |
Fngo no dia i de janeiro a preta Romana,
de idade 28 annos, crioula, magra e fula, bem fal-
lante, e tem sido vista pelo llangainho : qnem a
pegar levu-a a sea senhor, na praca da Boa-Vista
n. 22, oa Campo Verde, roa do Trapiche o, 2, qae
ser bem recompensado.





Mario de rerBambuco -- rerca feira 9 de VtverHio de 1S5.
UTTERATRA.
in:i.i:vv
(Episodios da giierra civil)
fC Felizes aqaelles que tiveram ama mae affelcoa-
da que os encaminhasse na senda da vida, e que
Ihe (Ueste 6bnheoer a tempo os precipicios que por
toda a parle nos cercam. Eu perdi a minha mui-
to Mo h..
Helena e a freir abracaram-se mutuamonte le-
: vadas em pranto... Aquella alma de anjo pareca
De que to admiras, minha filha ? continaou He-; j no pertencer a Deus.
lena. Pois nlio saies qnal fai a educacao relgio?a ral foi q^oternecmento de Helena, tal a sensi-
que rccebi de mens paos ? ijiidnde qae nella se excitara, que nesse da, jun-
Sabes que minha miie fallecen, sendo en moito to noute,. febreaugmentou consideravelmente.
enanca, e abenas lev,) ella tempo para me ensinar Debalde Ihe forain
o padre oosso e alguma doutnna, e essa mesmo
pouca, e da qual ja pouco me lembro ; meu pae
tinha completo despreso por tudo quanto eram
ideas de religio, da qual mofava constantemente,
duendo que era completamente desnecessaria s
pBsMM IHustradas, porque o que ella tinha nica-
mente de bom. que era a moral, essa fcilmente se
adquira por meio da educaco e com o desenvol-
vimento da razo.
applicados os soccorros da
medicina : a deenea lornou-so rnais grave, e o fa-
culiativo declarou que nao poderla ella ii existir
por muilo tempo.
Tres dias epois os symptomas tornaram-se as-
sustadores. Helena fol a propria que pediu os au-
xilios esplrtuaes, que logo Ihe foram ministrados,
recebendo o Sagrado Viatico da maneira a mais
edificante.
A communidade assistiu a este acto de tochas
A sua leara favorita eran, as obras de Vollaire, aPeZas, e todas as freira estavam sobre maneira
que nanea cessara de por as nuvens, bem como >movidas, considerando que teriam dentro em
a encyclopedia. A sua gente era Diderot, d'AIem-1 poUco de se separar para sempre de Helena, com
bert, o oabbade Reynat (I) dos. quaes tu provavel- j quera tanto sympathisavam, e cuja companhia Ibes
monte nao tens noticia alguma, e ser esta talvez ; era to agradavel.
a priraeira vez que ouves fallar nelles.
Terminada a augusta ceremonia, volleu-se para
Assim fcilmente acred.tars que nem eu, nem ; a madre Angelina, e disse-lhe :-minha querida
mcus irmaos pensavamos nunca cm cousas de re-1 amiga> fracas s5o j as prisi5eS) que me fiS.
Ifgtio, e que assistiamos a missa como a qualquer to raundo a vida 6g| eitinguir_se e breve.
outro espectculo, sera Ihe ligarnos maior impor. menre n5o Fere ma|s do que nffi cadaver mas
tanca I e quo se nao delsavamos .le o fazer, era \ minna alma voara para Deus> qoe me e
pan nos nao tornarmos salientes, o que naquelle Ver o cu aberto para a receber. Tal a confian-
ja que tenho na sua bondade Eu te agradece to-
do quanto tens feto em meu obsequio e em mea
tempo n:lo so podia praticar impunemente.
A freir, que nunca tinha ouvdo fallar to livre-
ment*, nem proferir tal doulrina, ficuti sobrema-
ueira sorprendida, e por um pouco mais acertava
com o que havia de dizer.
Minha filha. comegou ella emlm, agora que eu
conheco qual foi a causa que realmente deu lugar
a tua desventura, que nao podia ser outra seno a
falta de educado religiosa; porquanto certo que
se a tivesses tido, nem amanas com tanto excesso,
nem praticarias ura acto, em virtude do qual s
hoje o alvo dos olhos do mundo.
Sinto nao ter talento para te dizer o que cumpri-
r que tu ouvisses nesta occasio, nem ter palavras
que rtevidamente exprimam as miabas ideas ; mas
sejara ellas supridas pela leilura desse livro sa-
grado, que a sabedoria por excellencia, e onde
encontraras tudo o que careces saber.
Ahi ters nos quatro evangelhos a pathetica his-
toria da nossa redempeo, que por onde alendo
que deves comecar, afim de teres o preciso conhe-
cimento da doutrina de Jess Christo, bem como
dos mysterios sagrados, que formam a base da
nossa sanU religiao ; seguiudo depois as epstolas,
em coja leitura teras lugar de admirar os sublimes
escrlplos de Phlo e seos companheiros.
No anligo testamento vers a noticia da creacao
do mundo, a origem do genero humano, a origem
do mal, a historia dos patriarchas e do povo he-
breu, do qual sabio o Messlas.
Leras tambem os proverbios, o ecclesiastes, o
-livro da sabedoria, onde encontrars a mais sau-
davel doutnna, eos mais admiraveis preceitos; em
Job, em Ruth, historias cheias de encantos, e fi-
nalmente nos psalmos, urna poesa mais sublime
do que toda a que toin sido depois escripia por au-
tores proplianos.
Helena mal podia coinprehender que a biblia t-
vesse tanto merecmeoto, nem que retraase tantas
. bellezas; e por isso excitada pela curosidade, co
mecou desde logo a leitura do livro sagrado
Em seis das tinha ella devorado os evangelhos
a as epstolas, c encantada pela leitura das sagra-
das lettras, agradeca sua amiga o ter-lhe pro-
porcionado meios de adquirir os couheimentos re-
ligiosos de que tanto careca.
Passou depois, leitura do amiga (eslamento e
medida que ia abrindo as sagradas paginas,ia com-
tnuncando sua amiga as sensagoes que exper-
mentava.
Esta ultima erppreza foi comludo relativamente
muito mais demorada, porque Helena ia cada vez
mais perdendo a saude, e debilitndose em fercas,
resultado das fortissimas afteccoes moraes que ex-
perimentava.
O desposto em que viva era prolundissimo, e a
beneficio. O que te pego encarecidamente que
nao desampares at ao ultimo momento, que eu
pedirei a Deus que te leve para a sna presenca.
O' quanto eu desejaria estar l comtigo, e...
Helena nao pode continuar, porque os solucos
Ihe embargaram a voz; sobreveio o delyrio, e as-
sim se conse/vou resto do da e a maior parte da
noute.
Sobre a madrugada do da seguinte recuperou
os sentidos ; mas conhecendo que poucos momen-
tos leria de vida, mostroa desejos de se despedir
de todas as suas companbeiras de clausura.
As freirs- nao tardaram a apparecer, afim de
Ihe darem o ultimo adeus.
A scena foi curta, mas tocante. Helena aperton
a mo a todas as religiosas, mas poucas palavras
pode pronunciar, porque o estertor dos moribun-
dos Ihe embargara a voz na garganta.
As freirs abrindo os breviarios, comecarara o
offlcio da agona, enloando entre solucos o salmo-
di profundts clamav ad te,domina.-Findo o qual
Helena deu a alma ao Creador.
A' maneira de flor mimosa, que desabrochara
beira de caminho, e que encantava o viandante
com o brilhantismo de suas cores e fragancia de
seu aroma ; mas a quem o calor da ssta em bre-
ve havia feto pender na baste : assim a desdilosa
Helena dexou este mundo, na edade de vinte e
dous anuos, quando justamente, por seus dotes
physcos e moraes, eslava as circunstancias de
poder ser ornamento nao vulgar da sociedade.
Havia-se determinado que o enterro hou vesse de
ter lugar naquelle mesmo da de tarde. Por isso
todas as freirs concorreram pressurosas para o
arranjo da cora de Dores que deveria cingr a ca-
liera de Helona.
Eram cinco horas quando chegou a clerezia de
cruz aleada, e dirigiram-se logo para O'cro, onde
se acbava depositado o carpo.
Abriu-se ocaixo para >e Ibe fazerem as absolvi-
eses, que a egreja manda praticar em taes occ-
sioes.
Mal a vio porm o parocho logo declarou que
nao enterrava o corpo, sem que primeiramente
fosso examinado por facultivo. Tal era a bellez8
de Helena, que at propria morte resista 1
O facultativo nao se fez esperar; e depois de
examinar o cadaver, declarou que o podiam en-
terrar sem escupulo, porque ali j nao havia
signaes alguns de vtalidade.
Poz-se portante em marcha o prestito, na direc-
cao do UMtturiu do convento. A clerezia ia na
frente, e junto ao caixo as freirs, quatro das
a peri anente. Comecou a sentir graves in- 1aaes ***** as ar8las do fere,ro; e ao som
commodos, depois accessos febrs, e por ultimo a! montono e compassado do salmoladale, o
febre tornou-se continna. !foram dePsi,ar Jun, a c-
Helena conheceu o seu estado, e fcilmente se Seguiram-se as aspersoes de estylo; e passado I
convencen de que o sen fim estava prximo
rtn em vez de se alligir com isso, manifestou
.sua amiga, que nao t estava completamente re-
signada com a sua sorte, mas queacetava a mor-
te como o maior favor que Deus Ihe poderia fazer.
Stneea disse que a morte era o melhor dom <1
natureza. Equemdeixar de acreditar que, as
precarias circunstancias, em que se achava a in-
feliz Helena, vendo-se clausurada n'um convento,
sem familia, sem prenles, sem meios, tendo per-
dido a pessoa que mais estimara, deixara de ser
para ella, aquelle o nico remedio possivel.
Asshn Deus o delerminuu na sua infinita sabedo-
ria, e deWminou o que era justissimo, mesmo aos
olhos dos hbmeus.que a maior parte das vezes cha-
mam injusto ao que nao comprehendera.
Helena cemegou enlo a empregar todo o tempo
em fervorosas praticas de devo^o, entregndose
oraco e a eonlcmplacjio dos mysterios augustos
da nossa religio, dando parabens a sua amiga pe-
los conhecimentos que Ihe proporcionara, que tan-
to alivia davam s suas penas, e a levaram a fir-
mar a sua coufianca em Deus, e esperar na vida
futur.a
Assim se passaram cousa de tres mezes, e por
Gm Hete na, ralada pelo mal que a consuma, nao
pode mais largar a cama.
Ura da em que se achava conversando com a
r-ua amiga, depois de prolongada medilaeao, vol-
tou-s* para ella, e disse-lhe :minha qaerlda,
quanto me parece hoje pequenino, baixo edespre-
zivel esse mundo, no qual viv, e cajas delicias
tanto apreciava I Quanto me parecen! agora in-
significantes as grandezas da trra em compara-
cao com a immensidade dos cus I Quanto na ver-
dade breve a vida era comparado da etermda
de Quanto acho frivolas as paixoes, que me en
levavam e seduziam 1... A vida nada; um
abrir e fechar d'olhos, a flor de um dia, o fu-
mo que se esvaece, urna idea que passa I
O mundo o pomo da fabnla que sednz pelas
cores, mas cujo interior est cheio de cinza. Nin-
guem se deixe ppis levar pelas apperencias, por-
que a amargura certa...
Talvez que a estas horas esse mundo, tao devas-
so poi um lado, e por ootro tao austero em con-
densar as faltas dos outros, me esteja censurando
sem me fazer justica ; talvez... porque nem sem-
pre cenbece as causas qae deram lugar a deter-
minados effeitos ; mas em breve serei en julgada
por qnem tudo sabe e tudo cenhece ; e ento esse
me rara a justica que o mundo por ventura me
njga.
, algum lempo, ouviu-se ura sem rouco, cavernoso,
e desentoado. Era a trra que cahia sobre o cai-
xo; e o sem ia diminuidlo medida que a cova
se a enchendo, al que de todo se sumu I
Assim tinha desipparccido do mundo a infeliz
Helena, da qual j nada existia sobre a trra 1
No dia seguinte, depois do coro, vieram as freirs
em communidade encommendar a sua alma, e lan-
zar flores sobre o tmulo, em signal da saudade
que por ella sentam; pratica devetissima, que se
repeta todos os mezes, no da correspondente ao
da morte de Helena.
Nao pode ella conservarse nem mesmo por um
anno, porque alguns ambiciosos, que estavam com
a mira nos bens das freirs, delgerfeiarara que o
governo exlingnisse o convento; e assim se proce-
den Ilegal o arbitrariamente, pela raesma forma
que mutas outras cousas se fazem neste paiz.
Kxtincto o convento, venderam-se os bens, e o
proprio edificio, profanando-se a egreja, e por con-
vernos mais dlfferentes pelos principios sobre qae
repousam.
Os protestantes, os judeus, os scismallcos e os
incrdulos do-se as raaos; a liberal Inglaterra
est de accordo com o autcrata da Russia; a im-
prensa republicana da Franca faz ehoro aom ama
parte da imprensa governamental.
O que tem pois Po IX, o que teem feito os papas,
para se tornarem e objecto desses odios e desses
clamores T
Ha t8 seclos, os papas sao os mais firmes ba-
luartes da liberdade humana, e da autoridade, que
a sua salva-guarda; elles salvaram as lettras, res-
lauraram as ciencias, protegeram as arles; elles
sostenlaram longos combales para fundaran a
realeza chnstaa sobre as ruinas do despotismo pa-
go; teem sido sempre os protectores dos freos e
pobres; a Europa chrlslaa deve-lhes a existen
ca; em toda a parte onde se esleqde a civihsaco,
o vesligio de seos passos Oca tragado em caracte-
res indelevefc; com soberanos, teem elles sido os
mais clementes; so as ultimas extremidades ho
recorrido ao emprego da forra, mesmo legitima; e,
de mullos scalos, o seu governo ha por sem duvi-
da sido o mais paternal do mundo.
Os ltimos papas nao teem abandonado essas
radijSes.
Basta citar es nome3 de Pi VI, VII e IX. Pon-
tfices e res elles nao bao sido menos victimas, que
soberanos; e, se tyrannos e oppressores querem
encontrar, nao ha de, por certo, ser na cadeira de
3. Pedro que os devara procurar.
Corao, pois, que se ouve-partir das quatro par-
tes do mundo esse grito que outVa ouvio Jerusalm
para sua eterna condemnaeo Tollt, tollel -nao
mais queremos que o papa seja rei; a soberana
temporal do papa urna anomala era nossas socie,
dades civilsadas; ura obstculo ao progresso-
uma vergonha para a humanidade, um opprobo
para a Italia e para a Enropo?
Fcil a explicacao desse phenomeno extraordi-
nario. O papa o vigario de Jess Christo, chafe
supremo da egreja catholica. Sao esses os seus t-
tulos para o odio dos herticos, dos-scismaticos,
dos judeus, dos incrdulos e de todos os amigos do
despotismo, que o ponto final da revolucao; por
qoe a revolucao, destruindo os direitos de Deas,
para substltui-Ios pelos do homem, nenhum outro
resultado podo obter, seno a divinisaco do ho-
mem, e om abatimento moral; onde nao ha moral
fallece a Independencia e a liberdade : ahi a exal-
tacao do despotismo absoluto.
Cada poca tem sua maneira de atacar a egreja.
Os imperadores pagaos tentaram afoga-la em sen
proprio sangoe : nao o conseguirn). Juliano, o
apostata, qoiz suffbca-la sob urna perseguido mais
inteligante e sagaz; o Galileu nao se dexou ven-
cer. Mais tarde velo a heresia para arrancar aos
pedamos as diversas partes do seu symbolo. Foi
esmagada a heresia.
O scsma tentoo fazer desaliar o edificio, arran-
cando-lhe a pedra angular ; o edificio ressliu, e e
scsma nao fez mais que precipitar-se era um abys-
mo, onde se perders ao mesmo tempo a inteli-
gencia e a liberdade. Desesperado, depois de tan-
tas e louteis tentativas, o inferno fez um supremo-
e poderoso esforz; e de roldao precipitou contra
a egreja todas as foreas de qe dispe | a heresia
e o scsma ; perseguico saoguinolenta e sabia ; a
incredulidad)) e a corropcio dos cosime*
Ha tres secutos qoe dura essa nova guerra;
roobarara i. egreja os seos bens ; truncaran) del la
povos inteiros ; restringiram soa autoridade sobre
as almas; pozeram peas sua liberdade, emquao-
lo se davam todas as ensanchas ao mal; aos livres
corraptores da inteligencia e do earacao ; a im-
prensa, que nao viu senao mentiras, calumnias e
escndalos. E a egreja leva sempre a dianteira.
E' ento qoe a impiedade pergonta a si meswa
d'onde vem esse admiravel pode de resistencia,
essa superabundancia de vida que permitte a egre-
ja catholica rejuvenescer no meio das lutas, e emer-
gir sempre mais vivida e forte de seio das ruinas,
sob qoe pensavam have-la para sempre sepul-
tado.
A independencia do soberano pontfice, nnica
sal/a-gaarda da literdade das eoosciencias catho-
licas, foi reconhecida como obstacolo principal ao
triumpbo da revolocao. E' esse obstculo que se
cura remover.
O 16 secnlo tentoo destruir o dogma ; o 17" al-
gemou a liberdade; o 18 atacoo as proprias ba-
ses do christanismo. E nada teve xito, porque
Homa velava e resista; e Roma velava e resista,
porqoe sobre o throno reinava o papa. L que
mister darse o golpe, para se obter o tnumpho.
Fra o poder temporal dos papas I E' a feico do
seculo 19-; ser essa a sua heresia especial.
No seculo actual tem-se posto maos a obra; seus
primeiros annos viram o papa despojado dos seos
estados; mas o pontfice reentrou em Roma trinm-
phante emquanto que seu perseguidor, reconhe-
cendo mui tarde as suas fallas, foi merrer eom as
suas heneaos sobre um rochedo solitario no meio
do ocano ; o meiado do seclo vio anda urna vez
o papa exilado; e o proprio successor do perse-
guidor de Pi VII, um Napoleao, qn resttbeleceu
Po IX sobre o throno. Por ora assisiirnos novas
tentativas, cujo resultado anda nos Incgnito.
Veremos anda Po .retomar o caminho do exi-
lio ? Veremos as catacumbas se reabrirem para
os pontfices romanos ?
Ninguem poderia responder a estas questSes;
mas o certo que a egreja nao perecer jamis ;
Co ou de vaos terrores os gritos de alarma ergai- de. Por conaeejoenca, a questao de soberana, em
dos pelo episcopado e pelos catholicos qae se nio ootra qualqoer-parte poltica : em Roma urna
tnham Iludido cora as apparencias. Sobre todos ''eraestao religiosa.
os pontos derrama? a luz o empeobo se ha tor-
nado mais fcil para os defensores da soberana
temporal dos papas.
Essas lutas da egreja terlo sir-t alindado, pre-
pararlo novas vcloriif. O nico facto desse ac-'
cprdo de todos os inimigos da egreja para d^rri-'
Ba*em a realeza pontifical demonstra de um modo !
maifesto de que inleresse ella para a religao
catholica. Os filhos das trevas, disse Jess Christo!
por bocea do evangelista, sao mais prudentes que
os filhos da luz. '
Fil hujus ixculi pruaenciores filiis lucs m
generatione sua sunt. (S. Luc. 16, 8.) Elles nao
detestaran! tanto, nao atacarlam com tanta gana
e furor a soberana temporal dos papas, se
nao vissem nella um dos meios humanos mais
qqestSo religiosa.
(Cdnlfnuarse-ha.)

>j><
BU P0UC8 DE TUDO.
L-80 n'um jornal estrangeiro de 19 de dezem-
bro:
No sabbado ullmo passou-se um caso muito
divertido no fauburgp de Gumpendorff, era VI-
i
Um joven commerciant, que fazia corte mul-
to assidua a urna joven da familia de um tntu-
reiro, teve a infelicidade de ser surprehendido por
este. ^
O tintureiro chamou a sua gente, e, sem mais
ceremonia, o janota foi mergulhado n'uma lina de
magnifico azul, onde o pobre homem foi to com-
Os morto*... ei-los na frente
K os vivosonde que eato ?
Que quer o povo T que sent ?
ledo de correr t... ah f nao.
lorrer soltar om grito
Qae rola pelo infinito,
Terrivel, terrivel -r slm ;
E o nome, o loavor sabido,
A D'aqueJIe rolar sem Om.
A Nardo publica o seguinte :
Tal o nome de nma nova condecoracao insti-
tuida pelo imperador da China, eni memoria da
morte do almirante Prolet, e das ser.viQOs preata-
dos pela Franca, ao grande imperio.
A condecoraba suspensa n'uma fita amarello
e representa o drago imperial, com esta nscrip-
cao em letras chins.
pletaraeuto tingido, que nao ousou mais apparecer
proprlos para proteger e fortificar a acejio da egre- era pub|ico#
que '
ja. Pensam, e com razao.
destruindo esses <
meios, elles enfraqueceriam ao menos notavel- 0s am'gs da victima pediram ao homem da
menle, se nao podessera anni |aiHa-lo, o mais po- vinganca azul para destngr o mancebo, porm
deroso obstculo que se oppe ao seu designio.' e8,e ""espondeo :
Ferr o pastor dispersar o rebanho ; se a egreja
nao tvesse mais que um chefe sem independen-
cia, a merc do braco secular, ou errante pelo
mando, a revolucao seria desembarazada do seu
mais temivel adversario ; porque a consciencia
humana nao terla mais refugio em parte alguma,
o a lei divina faltara entao seu defensor e seu I
guarda natural. A guerra contra o catholicsmo j
continua ; a Roma christanio goza de maz paz,
do que a Roma dos scipioes e dos Cesares; mas
a guerra que se Ihe faz reveste diversas formas!
segundo os temos. Se, em nossos dias, pareco
que nao se ataca seoio a coroa terrestre do pont-
fice, nao nos illudamos; sempre a Deus e a
Nao possivel, porque a tinta fina, e por
mais que eu quizesse, nao poderla agora torna-lo
senao verde ou cor de violeta.
Urna carta de Londres d noticia da chegada do
paquete Osis, da America do sul, pelo Hait, com
33 sinos.
Estes sinos faziam parle do carrlho da egreja
de S. Joo da cidade de Santiago, que foi destruida
ha lempos por um incendio, no qual morreram
alguns centos de pessoas.
N'estes sinos apparecera os signaes da intensi-
dade das chammas, que causaran) a morte de tan-
sua egreja que se dirigem os tiros, quaesquer que ',a *enle
sejam os pretextas cora que se cubram.
Estes sinos, que foram fundidos em 1819, pesam
de 4 a o mil libras cada um.
Foram levados a Londres para erem refundidos
e enviados de novo para a cidade de Santiago (Re-
publica do Chile.)
Algumas palavras serao aqu uteis para fazer
comprehender o pontificado de Po IX, c essa
queslao romana, que nao fundamentalmente,
seno a eterna questo da luta do bem contra o
mal, da verdade contra o erro, urna das phases j '" *
dessa grande guerra que a revolugao tem declara- Um acadmico portuense a quem fra dado para
do a toda a ordem sobrenatural. I ihema de dissertaejio:
Questoes ha que as paixoes baralham por gosto, i Que revolucao se operara no universo se varias-
eqae ama simples atteocao, am pouco de bom' u a veloade da luz ? iisse aos seus eondsci-
senso e boa f basta para esclarecer. puIos qne salisfaria da manelra segnrate .
Urna destas a questo da soberana temLoral i .
dos pap'as Supponho nulla a velocidade da luz; fleo as
' eseoras, e, por conseguinle, nao posso fazer a dis-
0 que e o papa na egreja catholica ? j 5erta5ao.
Nao simplesmeute um homem estabeleeido por | ________ _
Deas para abenqoar e orar ; mas tambem para go-
vernar a egreja universal ; eHe o centro para
onde convergen) todas as solicitudes; donde deve
partir a luz e a acejio : em urna palavra, o vi-
gario do Jesus-Christo sobre a trra. Para preen-
L-se no Botsehafter o que segne :
Surge na Hungra a favor do livre cambio um
moviraento que parece dever tomar grandes pro-
por?5es.
conveniente exteoso de territorio, afim de estar ao Iera Vwnoa> actualmente, sao- os jogos de artificio
abrigo da violencia de visinhos- poderosos, e pos- ide sa4*-
sair os reeursos necessarios a enmprimento de i Laucam-se pequeas bombas que rebentando
sua missao. espalham um cheiro perfumado no aposento.
Fumam-se cigarros que formam um como
resplendor cor de rosa roda da cabera dos- fu-
madores ; e olTerecem-se s damas ramalhetes,
pessoa Huminandc-se as cercan de urna aureola odo-
que o exarce e preciso urna liberdade completo ; a'
cher a sua missao no interese de todos, mister AetuiHraente o livre cambio tornou-se a profis-
qoe elle seja livre, e qae niogoem possa por em s5 de nacional da Hun^ria, e sabe-se a que
duvida a soa liberdade ; preciso por consequen- ponios nossos ceacidados do Este sao capa-
da que ello seja independente dos poderes polticos zes "* enthusiasmar et quest5es d'esta na-
do mundo.
Ora, na sociedade n5o se pA encontrar senao
estas duas eondJgoes-, a de vassalto e a de sobe-
rano.
E, para ser soberano mister tfuo elle seja o- se-
nhor absolato-do lugar da sua residencia : mis-
ter que elle possna em derredor dessa capital urna
tureza.
Se nos nao engasamos, es movlmento exerce-
r sobre a poltica interior do imperio nma influen-
cia de que poucos espirito pressentem anda o
alcance.
L-.-e n'um jornal, de Londres :
As recreacoes favoritas e de grande nevidade
Isto evidente, quer se considere a acejio do |
ministerio apostlico na pessoa que o exerce, ou'
naquelles sobre quem ella se exerce. Na
rifera.
Estas
rige.
recreatoes nao causam o menor pe-
B' do
poesa :
Sr. Tobas Barrete de Menezes esta
autoridade espiritual perdera toda a sua forea se
se podesse cre-la submssa a urna influencia tem-
poral estraoha. Naquelles sobre- quem essa aeco
se exerce, sto nos fiis, preeiso a certera da
que jquelle que ordena, fa-l* de seu proprio im-
pulsle que o que elle diz 6 a manifestaeSo da
sua livre vonlade ; a dnvda s, em urna materia j
to delicada, como o governo das almas, atrara ;
todas as coosciencias catholieas na pertavfcacao e
na eonfu-ao.
A* objeegao de que seria entao preciso que os
bispos (amfcem rozassem da independencia lempo-! N,1S unnas ae frm. de lofames rapaces
ral, o qoe isto pedir a dominacao para o clero, L morre o soldadu que a patria enviotx
responde-se de prompto que comprehender mal Pnr plle l>ma t9*1"'"1* inunda-----qoe lares !..
aymO ; por qne os bispos nio lem a reger s So inda liA qoem yicMe' qUem diBa-"ao voa'
3o egreja particulares sob a saprem* direccao do Assim que. a vida se cobre de flores.
KM NOHF. Dt l.MA FERNAMBLCANA, E F..S MEU
PllOPIU NOME.
Pleurez It dshonneur de tonte notre- race
El Fopprobre ternetqu'il aisse au nomd'Horace
Corneille.
De beijos, de risos, de dias raudaes
Desfarte que vamos.... ser uns senhores
Galentes, robusto*, covardes, banaes
Ruido.nos mares.... claro no horsonto...
Os nossos iiiurinuramsao elles que- vera
A'ciina das serias lampeja urna fronte
soberano pontfice ; em quanto que este deve re-
ge-las todas, a qualquor nacao que pertencam. E1
precisamente por que os bispos, como cidados, sao
submissos aos poderes temperaes, que A mister seja
independente, ao menos, o seu chefe espiritual, afim
de que a presso dos poderes homanos nao possa E' o sol que evanla-se* nada, ninguem.
fazer calar a voz da egreja. Isto, sem duvida, por Na orga do fogo, ao abrir de mil boceas,
ae encommodar o poder temporal mas est no in" Quem dera urna tafa, um talhr para raim f..
teresse dos fiis, e a historia mosrra que tambem o' Ah- "bra medrosa que o peito me apoucas....
est no dos soberanos. I Rebento-te, infamese tremes assim.
Supponhamos o papa vassalio da Franca : que' Que desses valentes que abraeam as glorias, .
dir a Austria ? Supponhamos o vassalio da Aus- Que plantan) eidades nos seos raaus otos?
tria, da Hospanha, ou mesmo de nma repblica!0"1 nde escalda r-vos ao sol das victorias,
italiana, que dir a Franca, que dirao as outras na- hspa
Infeliz Helena.
Thomar, 15 do outubro de 1864.
P. DE ROLRK PlETRA.
sequencia o local onde repousam os restos da' > que, se Deus nao condemnou a Europa, o pont-
fice permanecer em Roma, como soberano res-
peitador e independente ; e, apezar dos tristes fac-
tos que ora nos afiligem, mas de um symptoma d
esperanza animadora de am prximo triumpho.
Entretanto a heresia e a fmpiedade teem sido
40Km.eHvm.^r.D. Hanoel JoaiJBlIB da bastante habis para seduzir os espirites impru-
Silveira, (lJnSSniO arcebispe da Ba- dentes e pouco esclarecidos. Des que o convenio
hia, prinr-tz e metropolitano do Brasil,!M fez>de diriB'r todS es K0|Pes e^z o soberano
ces ?
Supportarse-hia fcilmente ver snhgeito ao go-
verno de um homem, ou de urna assembla parti-
cular aqnelle que deve fallar a todos em nome de
Deus, e que deve ter urna tao grande autoridade
sobre a parte mais nobre e mais delicada das al-
mas T
Seria entiopossivel evitarse um perigoso came
entre as diversas nacoes christes, e oada governo
nao tera um pretexto especioso de tomar seguran-
eaSj o exercer urna minuciosa vigilancia a respeito
da communicacao dos seos proprios vassalio com
o vassalio de urna outra potencia, mntas vezes ri-
val, maltas vezes estrangeira I
Dest'arle sera roubada a christandade a livre
commanicacao do chefe com os membros, e um
scsma universal tornar-se-hia a consequencia do-
lorosa, mas ipevtavel, de urna tao grande desor-
dem. Esta razao podia ter nma menor forca,
quando um s imperador fosse o senhor do mondo;
e entre tante a historia testemunha os graves dam-
nos^qne resulUvam entao da dependencia do papa.
Qoao maiores nao seriara, agora que a christanda-
de esl dividida em um grande numero de estados,
independentes uns dos outros, o tendo cada um o
direito qoe o sen supremo chefe espiritual nao seja
submisso ao governo de outro estado ?
Os mais graves testemunhos de ponfos mais
do soberano pontificado, qaerem fazer remar sohre I ^ veem aqae conflrmar esta ver(,adfl
todos os coraras aquelle a quem nao querem dei- j Sem duvida (dlia 0 mMn ^^ ^^
xar, um vassalio ; era urna palavra, beijam com ern im> com os applaQSOS de toda a Reiipanha,
todos os testemunhos de ternura e veneno sera duvida 0 ^r esperitoal o poder principal
aquelle que vao entregar aos seas algozes. do pap, tenporJl| nio ^ ^^ ( M.
Esses tragos de semelhanca do papa com o di- cessario.
vino Mestre, que elle representa sobre a torra, de-. t O mondo ratholco tem o direito de exhrir que
nome da liberdade de consciencia que procurara veriara abrir os olbos dos mais cgos ; e mullos, o orculo intallivel de suas rencas se>a livre e
sua queda; o orculo vivo do dogma oda moral entretanto, se deixaram illudir a principio com .independente.
esses hypocrilBs tlslemifnhos de respeito. Flix- O mundo catholico nao pode saber, descien-
mente a conjuraco, mui segura de sea triumpho, ca cerla, como tem preclsao, h esse oracnlo in-
creu que poilij levantar a mascara, e comeca- dependente e livre, quando nao soberano; por-
rnos a ver claro; nao se acensa mais de exagera- que o soberano o nico qae de ninguem depen-
com o mais profundo respeito
O. D. C.
O padre Manoel Anuncio das Dores Chaves.
PONTIFICADO DE PI K.
Introduccao.
O mando apresenta hoje um singular especia,
culo.
Ha um soberano, sephor de um dos mais peque-
os estados,da Europa, velho veneravel e bom, coja
ascensao foi aclamada por um universal enthnsias-
mo, enjo reinado foi assignalado por urna serie de
beneficios, e rasgos de una inexgotavel clemen-
cia ; e contra esse soberano qae se vem colliga-
das as mais poderosas nage?, e quasi todos os
orgos da opinio publica.
Ella o chefe da religio que dotou o mando
com a verdadeira liberdade, e progresse; e em
nome da liberdade que o atacam : elle o defen-
sor da liberdade da consciencia humana, e em
evanglica, e 6 era nome do exangelho que contra
elle se insurgen).
E nesse empenho se vem reunir os espirites mais
divididos acerca de todos os outros pontos; os go-
temporal, cuidaran) era tratar e soberano espritus
com mafores signaes de respeito ; e para salvar a
egreja catholitica que os scismallcos, os hereges, e
os judeus e os incrdulos pedem que se tire ao
papa os seus estados I e todos esses inimigos do
papado, que nao o aborrecen), senao por causa da
sua autoridade csperitual, se ho por esearneo
ajoelhado peraote elle, exaltando seus beneficios, e
gemido pelos embarazos que Ibes suscita o gover-
no temporal.
Escutae-os; elles nao querem seno o triumpho
do catholicsmo ; nao desejam seno a exaltagao
i
Volvem-se os ossos da historia,
01 ha-se em torno---- ninguem!
E' o eclypse de orna gloria
Em pleno dia pois bem
Impetos d'almas ardentes, .
Coracoes, torgas, torrentes,
Vos todos que cavalgaes
De um pulo os corseis da morte,
Guerreiros, ventos do nono,
Deus de Vieira onde estaos ?
De seas rmiios aos gemidos,
A mais valenle pasmae
Com as mos tapando os ouvidos,
Responde que la nio vae.
Pode Achilies gastado
Salnr e ver-se viogado,
Porm t, cidade, nao.
Negas a tua phalange 1
E's a bastarda d'Orange,
Ou Clara de Carnario 1
Corre da patria em defeza,
F no triumpho que vffl.
Diante da tua grandeza;
En me engraodeco tambem
V do passado as entranbas :
Sepulchros, tropheus, montannas,
Esqueletos de titus,
Nomes que os mundos ouvram,
Garras, jubas que inda inspiran!
Terror aos rbidos caes.
Sob os saios tumulares Que heroicas palpitaeoes,
Quando abrerri-se em nossos ares
As azas dos batalbdes I
o esses de peito forte,
Meio-engllelos da morte,
Sublimes, descomunaes,
Que o golpho da noute escara
Some-os at cintura
Sement nio pode mais.
Emmuderidos, guardadus
Porque n5o querem luzir
Coracoes acrysolados
No brasileiro sentir?
Sue gelo em trrida zona.
9 Deus que nos abandona,
Vingae-nos, velhos hroes
Vossa? testas sao levantes;
Lavae as barbas, gigantes,
No sangue dos arrebes.
Dianle delle empallidece o leo t se calla o tigre.
Dlstribuiram-se 140 destas condecorares das
quaes sao de ouro e 40 de prata, a primeira dallas
foi enviada viuva do almirante Protet acempa-
nliada de urna carta do imperador-
,M
Este celebre e erudito jesuta est chamando a
altenfo publica com os seus serra5es na cidade
de Rennes. Parece que no seu ultimo sermo pro-
gou sobro a obediencia que se deve aos soberanos-

- Mr. Len Lacordaire, irmao do celebre pregador
deste nome. tinha intentado ara processo M. o
ahbade ferreyve, afim de fazer que este Ihe entre-
gasse os manuscriptos inditos tr seu irmao; pe-
dia mais 100:000 francos de perdas e danos.
O tribunal civil julgou infundado o pedido e
condemnou-o as custas.'
a
Um Inglez foi multado ha pouco em Londres por
se ter apeado do wagn antes do signal; pogou a
multa, mas nao perdeu a e peranca de rehav-Ia;
viajando poucos das depois do acontecido pela
mesma linha sorprendeu um passageiro que se
apeou antes do signal, buscn testemnnhas do fac-
to e citou-n perante o juiz.
O culpado era o director da lnha.
O Inglez chegou-se ao p da sua victima e disse-
lhe :
i Ja eston satisfeilo, se nao queris dar man
exemplo tornae a entregarme a minha malta.
O director nao teve oatro remedio sena* metter
a nio a algbeira e pagar 40 schellins.
O aecusador, depois de ter recebido o draheiro,
voltou-se para os que presencavam a scena e mes
disse:
t Em Inglaterra limes n money (o tempo di-
nbeiro.)

Lernos n'um jornal do reino vsnho, que ao bis-
pado de Gerona piuduzio a subscrip(ao para Sua
Santdade a ijuaniia de 481:013 reales e 85eiti-
mo.

A rainha de Inglaterra dea o titulo de ba-rao s
M. Myella, gelogo eminente qoe presidia ao oon-
gresso da associaejio britannca para o progresso
das sciencias osiebrado ltimamente em Ralis.

Os comes dos presidentes que-, depois da fonda-
cao da republicaa americanaa, tireram a honra de
ser reeleitos, sao os segnintes :
George Washington, 1788-1798;
Thomaz Jeflerson, 1800-1808";
James Madion, 1808-181(5;
Jame Monroe, I81o-i824:
Andre-v,--Jacson-182-1836:
Abraham Lincoln. 1800-1864.

A fula pulsacao normal, a cada oscilagao de um
relogio de segundos, morre uro homem em algam
ponto da superficie i& trra : ama morte em cada
segundo d, em nmeros redondos 80,000 diarios,
ou uns trinta miihcoscada annai
Sooimando as mortes oecorridas de tres md*an-
nos at c somente (qae dizer desde os primeiros
alveres da historia, desde a poca em que a popa-
lacao* total do globe oscilla seBsivelmente em redor
deum mesmo termo medio), teremos, sem exage-
rado, um total e-TWventa ntiimilhdcs de boraens
que tem morrido. Quaotos del les lera deixadoras-
to da sua passagem pela trra?...
Abri a biograpliia universal mais conpleta, o
apenas lereis nelki uns dtizealos mil nomes.
E' verdade qoe- nem todas as notabilidades so
acham registadas as btographias, porra tambem
estas registain muitissimos nomes que nio valem a
pena : bastante, a anda muito pois, admttriOO
rail notabilidades.
O batalho sagrado da civlisacao numrica-
mente mu inferior ao de Lenidas.
De qae tem servido, pois, para a intelligencia e
para a razo, tantos milhares de anlhoes de seres
humanos.
Os animaes nao legam pensamenlo algam a seus
descenden'es, nem Ihes transmiltem nada perfecti-
vel: nascem, crescem, comem, propagam-se, e
morrem.
Isto mesmo, nem mais era menos, faz a immea-
sa maioria dos raortaes.
Queris saber quantos sao os horneas que se m-
teressam pelo movmento e pelos progressos da
scencia?...
Contae o numero dos subscriptores dos peridi-
cos scientificos.
De cada 90,000 homens apenas ha um que tomo
tal interesse. E, sem embargo, a ignorancia e a
miseria sao nma mesma coqsa 1...
A Gazetta de Odessa, assegura que Francisco
Muller, o assassina de M. Briggs, vjyau dous ou
tres annos em Berdansk, e foi depois empregado
da sociedade de navegaco russa em Odessa, sen-
do obrigado a dexar este emprego em consequen-
cia do roubo de Um relogio pratcado por elle !
Diz urna correiqoodenca de New-York :
Mademoiselle Monroe, do condado de Chenango,
joven medica da eschola hydropathica, adopten
completamente o trage masculino e usa os vestidos
de homem com rumio desembarazo e elegancia.
E' um bello cavalheiro.
O seu procedimento irreprehenslvel, e na sua
qualidade de medico d provas de muiu babilida-
de, coragem e ambico.
Adoptou o trage masculino, porque o acha mais
adaptado aos hbitos de activiflade necessarios
sua pofissio.
Os habitantes de Victoria (Australia) mandaran
am presente de pelas prnceza de Galles.
O presente chegou a Inglaterra no navio Jfo-
narrh, que sahiu da cidade de Victoria a 22 de ou-
tubro.
Este presente consiste em um vaso de flores,
avallado em 300 guineos. (I:380|000).
.
t
ERIUMBUCO.TYP.-DE M. F. DEF.4 FILHO


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