Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10586


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Full Text




at.
f
AOO ILI. NUMERO 29
.20 | - V
.
V

P*r qiartel pago dentro de 103asdo I* mez ... : : 5S000
Memde^dwl.'MOdiasdoceawceedentrodoqBartel. 6S000
Porte ao ctrreio por tres mezes .,*.,.

SEGUNDA FIRA 6 D FEVE1EIR0 DE 1865.
Por anno pago dentro de!0 as do 1. mez ,,,.,.. 191000
Porte ao correie por um anuo.............. 3Q0O
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
S. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
twveira; Maranho, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigu*; Para, os Srs. Geraldo Antonio A)ves A
Filhos; Amazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudin Palco Dias; Bahia, o
Sr. Jos Martins Alv*s; Rio de Janeiro, oSr. Jos
Ribeiro Gasparinbo.
PARTIDA DOS EsTAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e estogdes da via frrea at
Agua Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Anto, Gravat, B^zerros, Bonito, Carnart,
Altioho, Garanhnns, Buque, S. Bento, BomCon-
selho, Agoas Bellas e Tacarat, as torgas feiras.
Pao d'Alho, Nazareih, Liraoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury.Salgueiro eEx.nas quartas feiras.
Seriuhera, RioFormoso, Tamandar, UniBarrei-
ros, Agua Preta e Ptmenteiras, as quintas feiras.
liba de Fernando todas as vezes que para ali sabir
na*io.
Todos os estafetas partem ao meio da.
EPHEMERIDE8 DO MEZ DE FEVEREIRO.
2 Quarto cresc. as 10 h-, 48 m. e 58s. dat.
10 La chela as 2 h. 7 m. e 16 s. da t.
18 Quarto ming. as 7*h., 18 m. e 4 s. da t.
25 La nova as 5 h., 43 m. e 22 s. da t.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segandas e quintas.
Relago: tercas e sabbados as 10 horas.
Fazenda. quintas as 10 horas.
Juizo do commerrio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos j tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
[Segunda vara docivel: quartas e sabbadcs a 1
hora da tarde.
PARTE QFFICIAL
Ixpedienle do dia Io de fevereir de i 865.
Officio ao Exm. presiden* da provincia de San-
ta Cathanna.Transmiti a V. Kxc. o incluso avi-
so pelo ministerio da justca expedido a V. Exc.
em 18 do mez prximo Ando, relativamente a des-
pezaN com o material e pessoal da polica deesa
provincia, equeoi por mim aberto por vir com
odereco a esta presidencia.
Dito ao coronel commanlante das armasSir-
va-seV:*. de informar sobre o que pede Anselmo
Jos Ferreira, no iocluso requerlmenlo. ,.
Dito ao Dr. chete de polica.Faja V. S. regres- *al da Baha, em um dos lugares de proa deslina-
DIAS DA SEMANA.
6. Segunda. S. Dorotha v. m.; S. Autholiano m
7. Terca. S. Romualdo ab.; S. Ricardo rei.
8. Quarta. S. Joo da Malla ; S. Corynthia m.
9. Quinta S. Antonia v. m.; S. Ansberto.
10. S.iXta S. Guilherme duque; S. Silvano b.
11. Sabbado. S. Lzaro b.; S. Clorro.
12. Domingo. S. Marcello p. m.; S. Eulalia v. m.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as Ohora e 30 m. da tarde.
Segunda as 0 horas e 54 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o.sul at Alagoas ali e 30; para o norte
at a GraBja a 7 e 22 de cada mez; para Fernn
do nos das 14 dos mezes de Janeiro, marco, maio,
julho, selembro e novembro.

ASSIGNA-SE
* otMiapit
no Recife, na livrarla da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manee] Figuelrta de
Faria & Filho.
'
Dita.-Os Srs. agentes da eompanhia Brasileira
ae paquetes,.fagam transportar para a corte por
conta do ministerio da guerra no vapor Apa, ao
vairen1rs;XICh0s,ih?.Cl0a l'5 de Sou". 1^ >r,-.69 dacoastituigo, reduzissepor'u modo
min^?l^ ?* qu Perlence.-Cora- atir.buigoes das cmaras municipaes, e as collo-
Dita O- & coramandan^ las armas, j casse em urna to estreita epeodencia do governo
de dmwips faMfi, da eompanhia Brasileira e dos conselhos geraes de provincia, ponto de
nslennrtf.S\'anTrU{. Pi'r C0D,a d0 ""I Ihes ,irar as>im ^uasi tda a possibilidadede fa-
SrShSraS 2EL5 a,e a CaPllal z"?m aos municipios o bem que era l.cito esperar
t deve desembarcar imprelerivel-, dellas.
O acto addicional foi anda mais longe. Passando
para as assemblas legislativas provtnciaes as
fanecoes tutelares, que sobre as municipalidades
exerciam os conselhos geraes de provincia, ento
supprimidos. cerceou anda mais a esjjhera livro I
preencher esta .acuna e de satisfacer o preceito do | E. ,eni, i ^jgfe, conformado com &&&$ )&m!SS
mente, a familia do *. cirurgiao do corpo de
saude do exercto Dr. Jaimes Gomes Robinson,
coinposla de mulher e 2 lhos menores.-Com-
municou-e ao corronel coramandant8 das ar-
mas.
nia n o. j ippi imiuos. cerceou ainua mais a esphe
d"'.:^ S"- nenies da companh.a Brasileira das attnbuicSes das cmaras municipaes.
ae paquetes, mandem dar transporte para a eapi-' *T-----
sar a capital da Parahiba na primeira opportnni-
dadf, como solicitou o Exm. presidente daquella
provincia em offlcio de 24 dejanelro ultimo, duas
prSras do corpo policial que tem de vir a esta, es-
coltando nm seott-nciado Antonio Cathanna desti-
nado ao presidio de Fernando.
Dito ao mesmo.Allegando Joanna Mana da
Conceicao ser vuva com 4 fllhos, dos ouaes um
nico de nome Antonio Duarte Ribeiro he serve
de arrimo, sendo os outros, om aleijado e 2 mu-
-----, .. H... w- .upm cj UO
dos a passageiros de estado no vapor "Apa a Ma-
uoel Joao Baptista, correndopor conta desloas des-
pezas de comedonas.
2" -
Portara.Os Srs. agentes da eompanhia Brasi-
leira de paquetes a vapor, mandem transportar
para a corte no vapor Apa, por conta do mioistt-
rio da guerra, nao srt os offlciaes e pracas do 9."
Dataiiiao de infantaria, as pragas do 2., 7. e 10.
irma e recrutas mencionados na inclusa
Nestas circunstancias, as cmaras municipaes
ficaram em urna condigo de notavel infenohdade
aos antigos senados municipaes, compostos, segun-
do a phrase da lei, dos homens bont, que tinltam
todo o reghrunto da ctiade ou cilla, para ordena-
ran o que ntrndessem que era bem commum, di-
retto e justita. A aotiga instituigao municipal,
mais arcommodada natureza das cousas, exercia
com effeito urna influencia real e benfica no pro
o dito parecer.jx sua immediata resolugo de 14
no crreme, as>im o.eommun'co a V. Exc. para os
flns convenieate. Jos Liberato Barroso. Sr
Carlos Caroeiro de Campos.
jt Reraettem-aos o seguiute :
Vraes. tero a bondade de publicar em sua
mu Inleressante Btata Diaria o segainte facto,
digno da maior reprehensao por seu inaudito es
cndalo.
Hootem petas 7 horas da noite na estrada do
Manguind quaodo se proceda a recrutamento,
prenderam varios escravos, que esliverara detidos
at pela manilla de boje, tomando a autoridade que
os pnndeu o arbitrio de mandar castigar cada um
aesses escravos com 36 palmatoadas em razo de
andar a aquella hora sera escriplo do respectivo
Eoa lugar s 7 horas da noite nao ha a me-
nor pronibigao de andar na roa o escravo sem esse
Mnete ; em 2 |ugar se f para recrutaiBent0 qUd
se nzeram taes prises, o castigo dado aos escra-'
vos nao pode assentar nos motivos allegados que
ineres; e nao podmdo ella provar e^sas cirenms-' r<,|afao, como tambem a bagagem do sobredito
Uncas por saa miseria, sirva-se V. S. ordenar as
autoridades pohciaei da freguena de S. Jos, que,
procedondo as precisas iadasragoes. informem sem Bita.Os Srs. agentes da eompanhia
perda de lempo se verdadeira a alleeacao da son-! de P*1"etes -
,-------.------------r^ i _H 111-h.^ii^ui...-, IMIUt IIICIII .Cll
perda de lempo se verdadeira a allegagao da sup- >'ira a vapor, mannem dar paa"
piteante, visto como seria duro qoe a indigencia ?*tod a Prd at a Bahia, ao ex-praga do exercite
einliarar.assi> n omn Ha nmi miI. or.n,>.^; ...,...,_ I______.. -
(jresso da sociedade, e o seu bem entendido poder por isso bem futi
era tao forte, e tao livre de dependenews mesqui- j Sem querer fazer valer sen direito o dono de
nhas, que por muitas vezes os nobres senados le-' um desses escravos, cotim^
2^^=^^^= gaga^Begasas aaasSaS
a vapor, mandem dar
Brasileira
passagem de
de onza, no vapor que parte hoje
embaracasse e gozo de urna regala concedida
por le.
Dito ao inspector da thesooraria de fazenda.
A vista do incluso requerimento e de conformi- k~ivbo a *uur, iiianuem oar traw
dade com o aviso circular do ministerio da gaerra ia c"r,e no VP0'" pd, por conta do ministerio
d 17 e Janeiro prximo findo, de que Ihe remel- ierra, ao 2. cirorgiao do corpo de sadde
to copia nesta data, mande V. S. abonar a familia
do lente do balalhao de cagadores, Estevo Jos
Jos Pereira
para o sul.
Dita.Os Srs. agentes da eompanhia Brasileira
de paquetes a vapor, mandem dar transporte para
da
do
Ferraz, a importancia do sold da respectiva pa-
tente que elle pretende eousignar-lhe para sua sns-
tent.icao.Comtnuuicou-se ao coronel com man-
dante das armas.
Dito ao mesmo.A1 vista do pret em doplicata,
quea commandanie das armas desta data, mande V. S.
entregar ao capito Antonio Pedro Heitor a quan-
tia de 145^070, em qoe imporiam os vencimentos
das pragas alistadas para o eorpo de voluntarios
da patria que se teas de crear nesta provincia.
Commonicoa-se ao comman lante das armas.
Ditoao mesmo.A' vteta da soa informagSo n.
?o d*-sta data, aumriso V. S. a mandar adlamar ao
tenente Joaquim Antonio de Moraes, que vai reu-
Bir-se ao 2 baUlhao de infamara a que pertence,
na provincia de S. Pedro do Sul, a importancia de
3 mezes de sold para Ihe serem descontados in-
tegralmente.Communicou-se ao coronel comman-
dante das armas. .
Dito ao mesmo.-Mande V. S. ajustar contas at
bontem e passar guia de soecorrimento com urgen-
cia ao lenle do 2 balalhao de infamara. Jos
Caelano da Silva, que amaabaa tem de seguir para
o. sol no vapor Apa.
Outro sim, faga V. S. abonar em os devidos tem-
pes a importancia do sold desse offlcial que, se-
gundo o iBclaso rejueri ment, pretende elle con-
signar nosta provincia para allimentagao de sua
1 exercito, Dr. Jaime Gomes Rihfnsoo, cuja familia
deve ficar na cap.tal da Bahia, como declarei na
portara de hontem datada.
Eipedieale do secretario do governo do dia' l.d
de fevereiro de 1865.
Offlcio ao coronel comniandaiite das armas.
S. Exc, o Sr. presidente- da provincia, manda com-
mumear a V. >. que, por despacho (tota data,
autorisou.se o director do arsenal de guerra a sa-
tisfazer o pedido do 4. batalho de artilhara ap,
a que allude o offlcio de V. S. n. 237.
pito ao inspector da thesourana de fazenda.-
k-.kxc. o Sr. presidente da provincia, manda Irans-
Mnmir a V. S. as 7 inclusas ordens do thesouro na-
cional, sob n. 2 a 7.
Despachos do dia U de fevereiro de 18SS.
Ueqnerimentos.
Antonio Gongalves da Silva.-Concedo a licenga
pedida nos termos rio art. 108 do regulametito de
27 de outuhro de 1860. ^
Antonio Jos de Castro.-Informe o Sr. inspector
da tnesouraria de fazenda.
Francisco Flix de Souza. Informe o Sr. capilao
do porto.
Francisco Jos de Santa Anna. Informe o Sr.
commandanie do corpo de polica.
Marcelina Mara da Coccecao.Tendo i se-
a dizer qoe a falla do agente fiscal de qoe trata o ^
ueo ufflrio de 27 do citado mez, na comarca da
Bea-\ isla, e nao na do Bonito, como per engao
escreveu-ee no meo predito offlcio.
chegaram a prender era nome ^erei, e a evia- alhdosTsem ImEwoUbsS "
corporacoe municipaes, os amigos senados da ca
mar t Que daquelleamigo poder? Que da-
quella nobre independencia? Que d'aqueila in-
fluencia benfica no progresso dos municipios, na
commodidade e bem estar dos poves ? Tudo, tndo
desappareceu. S nos resu hoje um vo phantas-
ma de governacao municipal, cujas funcc5es mais
numerosas e importantesa de contar votos e de
expedir diplomas de cargos de eleigao popular-
sao de todo o ponto alheias ndole e naloreza de
sua instituigo.
Encabe aqu notar que o mal nao vara da consti-
tuigao, a qal, rando-lhes. como eia de razo
que tirasse, o direito de julgar, que devia caber a
um poder dislncto, parece ter-lbe querido conser*
var, era tudo o mais, a sna vivaz e enrgica pre-
pouderanua amiga na admnisiracao o economa
dos munjcjplos, como se pode ver da integra dos
segrales^ artjgo :
Art. 167. Em todas as cidades e villas, ora exis-
tentes, e nos mais, que para o futuro te crearan.
Hatera cmaras, s quaet compele o governo econ-
mico e municipal das mesmas otdades e villas.
Art. 168. At cmaras serio electivas, e compos-
tas do numero de vareadores, que a lei designar, eo
que obtiver matar numero de votos ser presi-
Art. 169. O exertuio de suas funerdes munici-
paes, formacao de suas posturas poliches, applica-
cao de suas_ rendas, i de todas as suas particulares
e uteis altrtbuices, serio decretadas per urna lei
regulamenlar.
As comas por aqoi nao vo boas : ti vemos
mao lira e peior entradas de anno.
.Fufiram ao amanhecer do dia 14 do correte,
9 presos da cadeia desta viHao os quaes flzeram
nm arrombameato toga.abaixo da soleira de ama !
jaoella da prlso terrea da parto do nascente.
Antonio Alves, los Francisco Barbosa, Francisco
c.ongalves e Jcwo Gualberto, como desertores Joao
Francisco da Silva. Jos Fernando, Jos Antonio de
Barros, Francisco Barbosa de Lima, Manoel Jos
Joaquim, como recrutas.
A' orden subdelegado do Recife, Thome Joa- '
quim e Candido, africano vre, por briga.
A- ordem do de S. Jos, Jo= dos Sanios Bom- i
Kim, por embriagues; e Francisco Daniel Secan-1
amo, a disposigao do tenente-coronel recrutador '
A ordem do da Moa-Vista, Joao, escravo de um
Fulano Porto, por fgido.
A' ordem do da Capnnga, Joao Jos da Cunha,
por desordem.
A' ordem do do Pogo, Manoel Cabral Borges, !
disposigao do lllm Sr. Dr. chefe de polica.
O chefe da segnnda secgo,
J. G. de Mesqutta.
"Lasa de detencao.
Movimento do da 3 de fcvereiro de 1865
Existan 382 presos ; entraram 20; sahiram 22-,
existem 379.
A saber : nacionaes 299; estrangoiros 21 : mu-!
t"5 ,6q;-f,ranelros 2 escravos 46 ; escravas 5.
Alimentados cnsta dos cofres pblicos 151
Tiveram alto : Manoel Joaquim Monte.Ma-
noet Kiachao Moror e Manoel Jos do Nasct-
mento.
Passageiros do patacho Tlente, sahido para o
Hlo de Janeiro : Antonio Moreira e nm escravo.
CUR0llCA_JlDICURI4
TBIlllVIL !>(> CO Ti HER( IO
hotre os ugitivos haviam tres autores de cri- ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 3 DE
mes gravsimos, e destes foram apprehendidos no
mesme da tarde dous, Manoel Cabral de Mello e
Mano r.erraz do. Sanios, deixando de o ser o ter-
ceiro, Francisco Xavier daAraujo, condemnado a
1* anuos, o qual, ojuiao passado, com o maior cy-
nisrao e crueldadeHnp sua propria av, urna
FEVEREIRO DE 1865.
PRBSIDE.NCIA DO EXM. SB. DESEMBARCADOR
i" ALSELHO PANCISC0 PERETTI.
As 10 horas da manhaa, estando reunidos os Srs.
deputados Rosa.. C. Alcoforado, Basto e Leal, e
presente o Sr. desembargador Hscal, o Exm. Sr
j,.7l i r"*"'"* iirufirta avo, urna i" *=; u ar. aesemDargador Hscal. 0
pobre velna de oftetta e tantos annos de idade,' presidente deelarou abena a sessao.
nur roQuA'ia I Liria fi-; n..^A...->- ... .
para rouba-la f
Esta importante apprehenso foi devida ao
inspector Agostinhe Teixeira de Macedo, que tea-
do noticia da passagem desses assassiAos pelo
quarteiro de sua jurisdiego, foi em sen segui-
mpntocom gente aimada,e pdde realisa-la
. Na verdade nao admira que isso aoonfecesse,
pois apenas havia de guarda n'oma cadi-ia impor-
tanie, qual a deste termo, pelo grande numero de
criminosos que sempre ha nella recolhldos; dous
miseravws mortos a iorae, com o indevdo titulo
Lida, i foi a pprovada a acta "da sessao antece-
dente.
EXPEDIENTE.
b offlcio do Exm. Sr. presidente da provincia,
oe 2/ de Janeiro ultimo, aecusando o reeebimento
do que em que o Exm. Sr. presidente do tribunal
me commumcou ter reassumido o exercicio do seu
cargo.Archive-se.
-.Outro da rectora central da secretaria de es-
tado dos negocios da agricultura, commercio e
obras publicas, de 19 de Janeiro findo,
Dito ao raesmo. De couformidade com o aviso
circular da repanico da guerra de 17 de Janeiro
prximo lindo, declaro V. S. que em virtude do
regulamenlo n. Ii9 de 2 de janeiro de 1842,
nao deve exigir apresenlaclo de cartides de vida
para abonos de consignacoes deixadas s familias
dos offlciaes que esliverem era servigo de cam-
panha.
COIIANDO DAS ARMAS.
Quarlel do couimaudo das armas de Pernam-
baco, na cidade do Recife, 3 de fevereiro de
1865.
Ordem do dia n. 33.
"O coronel rommandante das armas, faz publico
para conhecimento da quarnigao e devido effeto
queoSr. 2o lpenle do 4" batalho de artilhara'
ape Jos Antonio Ribeiro de Freitas, que se achava
d.'mi.V.uI -~*~ ,~c""' """ ,MUC:,U" l,,u' i T """"T" ue ," ae Janeiro nndo, communi-
oeguardas nacmoae;! Se o governcr nao mandar ndo ter sido presento ao Exm. ministro da mes-
a?eferMaCa,TaeB!10 ,1 ^ TeeaUr par:i B**** i repart.go, a relacodos commerciantes matn- i
a retorna cadeia, alm de outras providencias qu "-tos neste tribunal no decurso do anno prximo'
a sua reconhecida illuslraco e justca Ihe diiarem, passado.- Archve-se.
tereitos de ver aroprodoegao de fictos ideticos J Qu'ro do Exm. Sr. conselheiro presidente da ro-
que anas, ta muiles annos nao iavam-so qui. \ 'gao, de 26 de Janeiro preirito, aecusando a re-
Bem se v, pelos rticos cima transcrintns m I rom f^,T>'J,ae n:'a p0US?' FST9 lo,aodo i STC d em q"e Exra' Sr- Presidente d) Irib- !
a CMMta^^^SS^^JS^^l^l I VZJJShF**. <* caiat|a lartnha estaa"! Ihe communicoo ter reassum.do o exercicio
econmico de m Zwl "niaras o governo fera aibeo, e era poder dos monopolislas, gente do seu cargo.Archive-se.
d'os BLu orSsemJSffiBS?S S .B5J.*' Pr,me'ra aeCeSS'dade W-MMfl ---- r^im^ de & communcago'
SuSthl, d senhores Potados Rosa, Candi-
do Alcoforado, Basto e Leal.
de^m.'rnH arprovada a ^ta da esso de 19 de
aezembro do anno prximo passado.
l*oi lido o officio de 20 de dezembro ultimo, do
SS' consell">'ro presidente da relagao, em
Z, *Tl se lhed'"g'0 a 15 do dito mez,
Snr T,?'eanDdoiaver ""-signado o Sr. desembarga-
do^ Alvaro Barbalho Ucha Cavalcanti para rever
Uto^rV6 r(,rboa snspeigo o Sr. desem-
bargador Silva Guimares, entre partes : Apro-
antes os administradores da massa fallida de Bas-
n CT ; aPPe,lados, Compiaoo & Cordeiro.
vPn,.,MeSera argarior Jos ,nac'0 Accioli de
nST^l' cm mci0 da,ad"* hse. C""mn-
nicou ao Exm. Sr. presidente nad poder compare-
dnr ? ses?ao poT aehar-se incommodado.
'nr r dos pel Sr ^sembargador Silva Gui-
ns.2\,L foram.ass'gnados os accordos proferidos
Jarles3 ^ aDD Proximo Passado, entre
n^fflH' Ias' Irm5a i appellados, Ma-
outros'" g Cout. Francisco Luiz Salgado e
Appellante, Simplicio Tavares de Mello ; appel-
lado, o commendador Antonio Francisco Pereira.
iendo cessado o impedimento do Sr. desembar-
gador Res e Silva, o Sr. desembarcador Silva Gui-
mares passou-lhe a appellago entre partes :
Appellante, Jos Soares Leite da Costa ; appel-
lado Antonio Fefreira da Silva Maia.
Carta lestemnnhavel viuda do juizo especial
do commercio.
Aggravante, Esmeralda Maria da Conceigao ;
ageravado, ojuzo.
O Exm. Sr. presidente deu provimento.
Aggravo inlerposto do mesmo juizo.
femKVcnle'LoureDg PDW'' arava O Exm. Sr. presidente den provimento.
ada mais havendo a tratar, o Exm. Sr. prn-
denle encerrou a sessao a 1 hora da tarde.
Caita filial do banco da Brasil em Per-
nambuct
BALANCETE EM 31 BE JANEIRO DE 1865.
ACTIVO.
Letras descontadas.
Com duas asigna-
turas residentes
no lugar do des-
cont....... 316:2I8387
Com urna s dita
dit0....... 7:870*000 324:088*387
Letras caucionadas.
Por ouro, prata e
ttulos commer-
e'aes....... 16:877*380
Por outros ttulos. *
o bem commum,
nados.
como o faziaqi os antigos se-
No da 8 do torrente a noite, por occasio de
nr.',^, Pawrri8-7 applicacao de suas rendas; novo arrombaram os oreaos a cadeia rtsta villa e
^aKonraas3oean S!STJSS "* ^SvSS^BS^uV^t
tS^S^l^Md^^^^^LST' DOel d05JSanl-s terral o Joaquim Correia de Li-
-t a- l>>-" legislatura ordinaria deffaiisse ma, sendo aquellos dous os annrehenrlirtns da nri
^^t^^^^M'J^l^tll Ea'ne>'osd'-' 1"nZe das houve dous arrora-
7o e 8. Adaicionai, art. 10 3, 4, 5, 6,: bamentos, e quaoduise queira desculpar o prime-
isa ss sari tsss tr > ?v?!tt*L+ d0 fc
Dito ao commandanie superior da guarda na- llt J.05e/nlonio R'heiro deFreitas, que se achava
cional do Recife.- Expeca V S as fuas ordens am do'S meZBS de llcenca cncedida pela presi-
para que o batalho n.5?e nfant.ra da guarda dSSSSdiK d sua sand3( renunciou nesta
nacional, sob seu rommando saperior nre-te urna resto a licenca com r,m de Prestar seus
guarda de Honra para assistir ao acios dabstoS SerV!V'S "as fr0Btelras do sal CODforme offereci-
S. Sebasliip, que" deve ter .ugar na m,ir z de S mTs,s0ienDUadoeS,Jir,,d0 r> K,ver0S ,f"per,aL
Lourengo da MatU no dia 5 do corrente, e acom-, r^h^""Vqu'^ G.onSalvfs FontfS-
panhar o mesmo Santo em precisso. i Pj,-? rT'b!!rc'0, ,hh!no da S,'l'a 7'<".
Dito ao director do arsenal de guerra.-Faca i P ajudante de ordens interino.
Vroc. recolheraos armazeos desse arsenal, como
soliciton o coronel conwiiaiidante das armas em
ollicio desta data, os objeclos mencionados as 2
reijuisiges inclusas os quaes estavam a cargo do i
9. baialbo de infantorU.Commumcou-se ao co-
ronel commandanie das armas. A
Djto ao conselho administrativo.Auloriso o
consoibp adujinUrativp a comprar para prov-
ment dos armazeiis do almoxariado do arsenal
de guerra os objeclos meacionados no incluso
pedido.
Dito ao commandanie do brigue escuna Tonele-
'o-Respondendo ao offlcio que Vroc. me dirigi
em 30 de Janeiro, prximo Godo, lenho a dier-rne mero de documentos
que dos recrutas de marinha mencionados na re-
lagao annexa ao citado offlcio s podem seguir para
a corte no vapor Apa o da nome Jos Gongalves da
Paixo e os voluntarios Manoel Joaquim de Santa
Anna e Venancio Flix Jos Rodriitues, visto que
os demais tem reclamagoes pendentes de diciso
da presidencia.
Dito aos agentes da eompanhia Brasileira de
paquetes a v,apor. Podem Vmcs. fazer seguir
para os portos do sul o vapor Api, amanha a ho-
ra indicada em seu offlcio de hoje.
Portara.Os *r$. ageotes da eompanhia Brasi-
leira de paquetes, mandem dar transporte para a
corte no vapor Ap marinha ao recruto Jos Gongalves da Paixo e os
voluntarias Manoel Joaquim de Sania Anna e Ve-
nancio Fe.lix Jos Rodrigues.
Dita.-Os Srs. agentes da eompanhia Brasileira
de paquetes, fagam desembarrar e entregar ao
commandanta do brigue escuna Tonelero, se j es-
tiver no vapor Apa o recruto de marinha Jos
Gong, ives da Paixo, ficando sem elTeito na parte
/fm "va ao n,esm<) recruto a portarla desta data.
OfflNou-se ao commandanie do brigoe eseuna To-
nelero.
Dita Os Srs. agente da eompanhia Brasileira
de paqnetes a vapor, mandem dar passagem de
estado a repara a provincia da Bahia a-Antonio
Pereira Valladares, no vapor que amanha segu
para o sol.
Dita.- O* Srs. agente? da eompanhia BrasHeira
de paquetes, mandem dar transporte para a corte
por conta do ministerio da guerra, no vapor Apa,
ao cabo de esquadra Manoel Antonio de Medeiros
que vai recolher-se ao 10 batalho de infamara
a que pertence.-Communieoa-se ao coroneT com-
mandante das armas.
. ------ ; wrf wlt> r. Muflir l.llir> ,|(l[ I-
ouigocs, e cerca-las da influencia e do prestigio de
que necessitam para se tornarem os centros pro-
motores do progresso social pelo melhoramento ma-
terial e moral de seus respectivos municipios.
Ser ij-to o assuuipio de outros artigos.
PERNAIWRCO.
REVISTA DIARIA.
Amanha reuoe-se a Associacao Prmotoi-ada
Colonisacuo Polaca no Brasil pelo meio dia, para
o hm de serena assignados os estatutos, o tratar-se
te termo, nomeago esta que agradou os homens
honestos, por ter recahidoem pessoa prudente, bem
intencionada e de algroa energa.
Vollando s mis>oes, dir-Jhe-hei que foram
ellas bem concorrMas oestes uliimos dias, nao ha-
vendo igual concurrencia desde o seu principio
por causa da secca e fome com que luamos, e que
a nao haver invern, causaro grandes prejuizos e
desgragas,
Fr. Ejiydo, pelo espirito evanglico, caridade
chrislaa, fervor religioso e mansuetude edillcaote,
de que dotado, captjvou seus ouviotes. E' um
verdadeiro ministro do Senhor, sem impostura
nem terrores, pregando cara dialctica irresislivel
as verdades eternas, e deste modo levando, pela
da expedigao para o sul do encarregad'o da mesma ?S verdades eternas, u deste modo lev
associago. 'orga dos seus argumentos, a convjcgo a lodos os
O Sr. Julio Cezar Maciel Monteiro fez sabba- cora_0,e?-
do exame do 1. auno da Escota Normal e foi ao- i !naB*ave' ine sao immensos os beneficios
provade siraplesmenle. {1.ue derraraam por lodo este imperio elle e os seus
Mbbado izeram acto dous alumnos do lan- dl6nos companheiros : s a impiedade poder des-
no do Curso Commerciat, sendo um approvado P^nhece-tos e assacr-lhes vicios e defeitos, em-
plenamente e oatro simpliciler. DOra l,ai"a isso recorrara s argucias dos mais sub-
Pelo ministerio da fazenda expedio-se aviso tis S0P!ismas-
a tnesouraria de-la provincia, declarando em res-' penitentes, pouco mais ou menos, acha-
posta ao seu offlcio n. 121 de 22 de agosto do anno rain "^ triDUal da confissio remedio a seus males
passado, que a pralica, adoptada na alfandega da esP'r"uaes ; diversos.concubinanos legltimaram e
mesma provincia, de permittir descargas depois Prete.ndein legitimar, por meio do Sacramento do
das 6 horas da tarde, para o prompto desembara- raatrinonio, suas unioes peccaminosas ; muitos
Co dos paquetes a vapor das iinhas regulares de Piadores crometteram e perseveram em emen-
Southarnpton e Rordo-, est de inteira harmona dar a.sua Vlda- .
como accordo celebrado em virtude das resoluces malfiz velha desia villa, que achava.se
n. 591 de 13 de selembro de 1850 e n. 803 de 20 (}uas' ^ae em completo desmoranamento, foi por
vem ser os referidos paquetes adraittidos imme- i da ConceigSo.
dala descarga pelo seu manifest, e a despacha-' Naopodendo, pela necessidadeque tomdereti-
rem a nova carga que hajam de receber, sera que [ar-s6. por assim o determinar o seu superior, aca-
flquem snjeitos escala, tendo preferencia a quaes-1 Daro W^CO deslacapella, que aos presentes e vin-
quer outros navios, havendo para o fim de prev- idouros lembrar cora lema gfaiidao a sua passa-
nir qualquer demora, na sabida nm agente da res- 8em Dor este ,nKar> e,le oomeon urna commsso,
pectiva eompanhia, responsavel pelos direitos e C0,nPosta do vigario Nemezio de S. Joo Gualberto,
DIARIO DE PERKAMRUCO
^^ sswsysIssfcssfcsnsW asis^
Caaras Honlclpaes.
Ha muitos annos qoe se senle e reconhece em
todo o paiz a necessidado urgente de reformar as
nossas municipalidades. De lodos os ngulos do
imperio se pede com instancia a satisago promp-
ta e immediata d'essa necessidade. O proprio 20-
0 aconfessa e proclama em um grande ou-
"-,- nment" iBciae*' desde relatorio do u., ,
ininiMeno da azenda do anno de 1832, e, ha mais de selembro de 1859 entre o governo Imperial e o e,le demolida. e ia se esto ergueodo das suas rui-
*L at ann.0!! na aberlura d cadases- da Gra-Bretanha, de conformidade com o anal de-1 as sob a invocago de capella de Nossa Senhera
sao dos corpos legislativos, promette acudir de -- --
prompto ella. Os nossos legisladores, em falla
de proposta do governo, j se lem oceupado d'ese
importante assumpto. Na sessio da cmara dos
deputados de 19 de junho de 1856, apresentou o
8r. Candido Borges Monteiro um projecto de re-
forma das cmaras municipaes ;e, com quanlo nao
tivesse merecido o apoio da oplnio das coramis-
soes reunidas de consliluigo e cmaras mueici-
paes, a que foi submettido, certo com tudo que
as referida* eommisses, era sen luminoso pare-
cer, manifeslam-se em favor da idea cardeal da
reforma, e a justificara mesmo, indicando as cau-
sas principaes a que se pode altnbuir o nao te-
rem as municipalidades correspondido na pratica
do rgimen constitucional ao fim til de sua an-
liga in.-tituigo.
Assim, pois, seria ocioso querer demonstrar,
hoje, a necessidado e a conveniencia dessa refor-
ma. O que conven aber como ella se deve ope-
rar, estudar, nos vicios e;defeitos actualmente
existentes e conbecidos, o meio de os evitar para o
futuro.
E' corto que, depois da constitnicio do imperio,
em que se consigna como principio fundamental a
divisiodos poderes polticos, a autiga organisago
das cmaras municipaes, das ordengoes do reino,
nao poda subsistir. Ahi os magistrados judicia-
rios intervinham as funeges da edilidade, e s
cmaras era comraeUido, em cortos'casos, o poder
de jalgar. Era de necessidade descriminar as func-
gdes judicinas, que exerciam Indevidaraente as
cmaras, das puramente econmicas e administra-
tiva*, -que de rigor Ihes deviam competir, e que o
ri. 167 % coostituico Ihes conferio.
pecuva compannia, responsavel pelos direitos e ^'"vsia uu vigario ivemezio ue s. Joao uuaiherto,
contribuiges que ejtosdeverein pagar, epelas'mul- j caJJlao Ja" Lourengo de Mello, professor Miguel
las que,'em virtude dos *eglamcntos flcae# f0.! Archanjo de Meadonca, padre Antonio Baptista H*
rem impostas aos commandautes dos mesmos pa-! Me"t? v^f*, negociante Antonio Osorio da Sil
tas que, em
.ostas aos commandantes dos mesmos'p;
quetes, naopodendo, portento, em conseqaencia 1 "rasileiro
dessa responsabilidade, serem eiles detidos o nem
embaragar-se a sua sahida sob pretexto algum, a
qualquer hora do dia ou mesmo da noite; assim,
achando-se firmada as disposigos expostas a men-
cionada pratica, foi approvad^ a deliberago cons-
tante do citado ofllcio da mesma thesourana, pela
qual deterraiiion que o servigo de descarga desses
paquete* fosse feito pelos serventes da capataziada
alfandega gratificados pela fazenda.
/o ministerio do imperio foi expedido em
data de 21 do prximo passado o seguiute aviso :
lllm. e Exm. Sr.Teoho presente o aviso de 7
do mez Ando, no qual V. Exc. requisita deste mi-
nisterio que declrese para o pagamento das con-
gruas dos vgarios das freguezias novas necessa-
no que a respectiva despeca seja incluida no or-
{amento ou aulorisada pelo ministerio competente.
Segando a inferraago do inspector da laeaoii
padre Antonio Baptista de
.3 Antonio Osorio da Silva
e collector Joo Ferreira Chaves, os "" "ry,3^" uo "'" -^'t1
quaes, em seu nome, tera promovido urna subs- de*Pacho de 26 de Janeiro uliimo
3.AAAT r.,,. ...2.____I1-- O TAfflStrO lin mnfrutn ra ll cnr.it
Archive-se.
Oulro do inspector da thesooraria de fazenda, da 1
mesma dala, aecusando tambem o reeebimento de !
igual communiGaco.Archive-se.
Outro do inspector do arsenal de marinha, de 30 :
de Janeiro prximo passado, dizendo ter flcado
scieuie de igual communcago.Archive-se.
Outro do secretorio do iribunal do commercio
da capital do imper o, de 9 de janeiro ultimo, di-
zendo ter iicado de pnsse do que Ihe foi dirigido
em o de dezembro do anno prximo lindo, que
acompanhou a relagao dos commerciantes malri- '
culados nesle iribunal no decurso do mez de no-
vembro do anno passado.Archive-se.
I Oulro do mesmo secretario, de 9 de Janeiro ol- '
sao, remetiendo urna relago das commerciantes
all matriculados durante o mez. de dezembro do
anno proximo passado. Accuse-se a recepgo e
archvele: .
Oulr0 do secretario do tribunal do commercio da
Baha, de 18 de Janeiro passado, remetiendo tam-
bera urna relago dos commerciantes all matricu-
lados no decurso dos mezes dejulho a dezembro
do anno proximo lindo.Accuse-se e archive-se.
Oulro do secretarlo da Associago Commercial
Beneficeote, de U6 de Janeiro proximo UnJo, duen-
do em resposla do que Ihe foi dirigido em 19 do
referido mez, que licam dadas as ordens precisas i
para que seja saiisfeila a requisico desle tribunal.
Archive-se. j
Oulro da junta dos corretores, remeltendo a co- 1
tacao offlcial dos pregos correntes da praga na se-
mana finda.-Archive-se.
Foi presente o mappa dos gneros entrados e
sabidos do irapiche Machado, no semestre Ando em
dezembro do anno prximo findo, e entregue nesle
tribunal em 30 de Janeiro ultimo.
Foram distribuidos pelos senhores doputados,
para serem rubricados os livros Diarios e Copia-
dores das casas commerciaes de Gregorio Paesdo
Amaral & C. e Antonio J-.s dos Reis.os Diarios das
de Cascao & Ponlual, S. T. Bastos & Irmds, Joa-
quim Antonio Pereira & Sobrinho, o desahidas do
agente ae leiles Jos Marja Pestaa, e o copiador
da Manoel Figueira de Faria 4 Filho.
DESPACHOS.
No requerimento de Jos A. de Castro Ohvera,
pedindo por certido o dia, mez e anno em que foi
recolhida a carta de registro do brigue Santa Bar-
bara, propriedjde de Jos Rodrigues Sacavera.
Como pede.
No de Guherme da Silva Guimaries e Grego-
rio Paes do Amaral, pedindo que seja registrado o
seu contrato de sociedade que aprsenla : Vista
ao Sr. desembargador fiscal.
No de Guilherme da Silva Guimares e Marceli-
no Jeronymo de Azevedo, pedindo que seja regis-
trado o distrato da sociedade que linham sob a fir-
ma do Marcellino & CVista ao Sr. desembarga-
dor fiscal.
No de Domingos da Silva Campos, salisfazendo
despacho de 26 de Janeiro ultimo, para ter lugar
_ o registro do contrato de sua sociedade com Ber-
'" 16:877*380
Letras a receber.
Saldo desta conta. .355:309*360
tontas correntes.
Saldo desta conta.
Diversos.
Saldo de varias con
tos........
Caixa.
Pelos seguintes va-
lores:
Em moeda de ou-
ro do 22 quila-
tes ........

1258:0.50*000
Em notas do the-
souro dos valo-
res de 10*000 e
superiores. .
Em notas menores
de 10*000.....
Em moeda de tro-
co ........
Em notas da pro-
pria caixa. .
772:739*895
1,601:340*763

8:820*000
12:816*000
*684
355:870*000 2,635:556*684
11,705:912*469
Passivo.
Banco do Brasil conta do capital.
Valor fornecino pe-
la caixa matriz.
Emisso.
Valor em circula-
gao. .
Letras a pagar.
Por dinheiro toma-
do a premio. .
Por saques..... 107:168*350
Diversos.
Saldo d varias con
tas... '......
Lucros e perdas.
Lucros sujeitos a
liquidago'. .
cripgo que j sobe a 2:000*. que sero applipa-
dos edifleaco de semelhante capella, qne, a ex- "Jae10 Campos, salisfazendo o despacho
cepgo de ca, ja tem todo o material preciso, man- de 26 de iiaei ultimo para ter lugar o registro do
dado conducir e adquirido por seus esforgos. cootrato de sua sociedade com Bernardino da Silva
o-.k. .. (^)S,a :_Volle ao Sr. desembargador fiscal.
'"ef oi!?"aD,0> T dlf,no "onario os No de Joaqnira Jos de Seixas, ped.ndo o regis-
SS \d esuma, respeito e alta consideragao de tro de orna escritura antenupcial de dote e arrhas
todos os habitantes deste lugar, e com especlalidade que aprsenla Registre-se
daqnelle que tragou estos toscas, Iinhas, e qoed'ootra i No de Antonio Lopes Braga, Francisco Jos Go-
5Stt*J*"*? ,he '"er ver Wl 'os Joaquim da Costo Ferreira pedindo que
rana de fazenda da Bahia, onde s levantoaaques-' Luz
tao HiiuK.iP nara til nurun.niA .. a5-___
---------------r__._ -.> .. .ww. .. 1 v rau ID-
conheriraento pela bondade, com qne tratou-o, sem
I ser della merecedor, do que pubhcaodu os rele-
van tes servigos por elle prestados i rehgiio, e as
muitas virtudes que ornam a sua pessoa, cuja be-
nevolencia escusar tis -offensas qne vem de ser
j feitas soa modestia e humildade religiosa. >
Contina neje 6 do crreme o leilao dos sal-
vados da barca. frauceca. Let amis d Saint km de
lao exlge-se para tal pagamento, ou que a qespeza
saja comprehendlda no orgamento, ou uue seja
Completamente autorisada.
Ouvidaa secgo dos negocios do imperio do con-
elho de estado,rb 9e pafecer, era eonsnlta de 27
aaPAimcAO da nuc a :
Extracto das partas 'do dia i de fevereiro de
1865.
roram recelhidos casa de detencao no dia 3
do corrale:
seja registrado "o seu contrato de sociedade : Vis-
ta ao Sr. desembargador fiscal.
Nada mais havendo a tratar, o- Exm. Sr. presi-
dente encerrou a sessao s 11 horas e meia da ma-
nhaa.
SESSAO JUDICIARIA EM 3 DE FEVEREIRO
DE 1885. '
PMSIDENC1A DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
Secretario, Julio Guimares.
As onze horas e meia da manhaa o Exm. Sr.
presidente abri a sessao, (estando reunidos os se-
nhores desembargadores Res e gilva e ,Silva
2,000:000*000
8,277:350*000
107:168*350
1.270:414*802
ti-
11,705:912*469
O guarda livros,
lanudo Nunes Correa.
COMMUNICADGS.
Para o Exm. Sr. presidente e
mal desembargadores da rc-
la?ao de Pernambuce verem.
Imformam-nos que o Sr. Dr. Fellnto, actual juiz
municipal de Balurit, apresentou em sna defesa
para 0 tribunal da relago a certido d'um termo
d onde consto que foram recolhidos ao cofre dos
orphaos, a 18 de setembro de 18C3, os 400* ris
de que fOra eHo acensado haver retido em provei-
lo seu, por mais de tres mezes, entregando-os a
collectoria depois de denunciado ao presidente da
provincia.
Nao/se poem duvida sobre a existencia desse ter-
mo no livro de entrada do dinheiro dos orphaos,
mas que, seja verdadeiro o qne se sega, porque'
nem o Sr. Dr. Felinto assiguon dito tormo at 20
de novembro, quando delle se pediu urna certido
e nem o thesoureiro, o capito Man ol Dulra de
Souza, tambem o assignon, como se v do atista-
lo abaixo, tendo este j prestado o seo juramento,
uesse sentido como testemuoba.
O Sr. Dr. rento bem sabe que por esse termo
est sendo processado o seo eserivo que, o lavrou,
e que Ihe era vergooboso defender-se com um do-
"



.
r ; H'.'";.r /
Diarlo de Peroambueo Segunda felra S de Feverelro de 1 8s.
T *
sustento e repito
'/Tdact
diaule de meios de*ta ordermeem Mi kwbe- cX^^,T^^^Z%?foMm ni^tSmltne^^V^Mvm que as autoridades superiores loiaem aspro- Vreguezia da Gloria de Gort, publicadas en.o
gue aos seus los, quiz anda por esse modo .Iludir JjpjjPfcl **> *.. tg SSae. "erIS mvo? dePristo 223? A videncias neoessaras, o soldado Corre* estando da Jkario de hontem, desper toa m ma o de**) de
ao digne iriUmal da relacao, a quem n*s prope J o f* ??,^?*n*z '"ft ,f.i IifS? da baTouetes abanan-me e ioVwff ? I"* uMbrmisado, e arm?do de bayoneta, em- vfr tambera a Imprensa.
zemodar e*s estlatecimtitc^ rara melhor pos> veidefen de r- ^m ^,s ^^ Srlz ram m-\glwZih3$ briagou-se Tnoi.o do dia 15 pelas 9 e raeia ho- E1 ranegavel a falta d'agua, que sent a popula-
da ido approvado urn projec-
a provincial em sessiio
ndando fazer unT^cude para
lugar. Mas como nao acon-
vezes se desatiende as ne-
caprichos pequeninos'.'
lastimo o q ae passa na
arocameate de algodiio, e que
sejam queimadaa dexando
-. ....u,.^ ou apodrecamempestaodo as
:t^^mli^\Soi?^^A^^n..ye\ooSr.mmci0r de qorteirSp Mascarenhas e commpdo das armas segundme rnifflll ffllfl 0 jKSfeaf**4* ^^ -Ma-4toue"
! gos, a quem mais ainda esta vez rotamos profundo narrando-fne eu o oeeorrido e vendo elle o estado I soldada ha eompndo as as ordena Sera crl-; derera partir
agradecimento. dess.es infelizes soldados que tao mal comprehen-
Do que levo exposto cima ja v o respeitayel j dem a soa missao ordenou a elles que me deixas-
publico o que at aqui bou ve e de que foi mal in- sem, e os prenden.
Mal peasava eu, que 24 annos de residencia
n'este imperio merecendo por micha conducta a
considerado de todas as pessoas que me confie-
ren! e das autoridades a quem nunca encommodei
para fado algum de minha vida, fossem garaotja
Vinhos..
Ateiturade vinagre..."."___O de Portugal vendeu-se de 100$
a WJ* a pipe.
...... Os. de Lisboa v#nderam-se de
Umtm t 3 de outros pajzas diR.t52* a 190*.
Velas..........As de coniposicao venderam-se
a 5i0 rs. *tcote de seis velas.
Descontos.......O rebate de lettras regulon de
10 a 12 uorcento ao anno.
Fretes.........Pira Valparaizo 50 por tone-
lada S y, peto assncar; para Li-
verpool 1 i. por libra, 5 % pelo-
mUUjUS k FEOHO.
PARA.
31 -.V'dezcuibro de 4864.
TOEMENDO DESACATO.
Pnblicamos lioje na seccao do interior a exposir
cao qoe (az o Sr. Jos Aulouio da tosa, honesto e
honrado negociante da cidade de Manos, de urna
vMtMCia inaudita que soffreu, de urna pairuttia na
noile de 15 do mez que lioje linda, seu irmac An-
tonio Joaquim da Costa.
E' lamentavel que na capital de urna provincia
se representen! srenas desta natureza contra cida-
dos pacicos laboriosos, e que as autoridades
locaes deiwi correr laes tropelas revelia, por
compadrice e afilhadagem de urna para com as ou-
Mal va i ao progresso moral e material do paz
quando os cidados se veeni assia exposts ao in-
sulto olcial e se a suprema auioridade local em
vez de punir o abuso e a cpmpressao, que se exer-
4*m em sen oome.os alimwiUm pela uipuwdade,
ou, o que aindac peor, os auxiliara e patrocinara
imprudeulmeute como nos coftsta que se eu cm
Mana os. .,
G Sr. Cosa tinba e tem direilo de ser conside-
rado e respeiudo como homem livre, como cava-
Iheiro disiincssimo, e como negociante de crdi-
tos inabalave*, tanto na proviucia do Amazonas
como na do Para.
O cuefe de uui casa respeitavel da nossa praca,
por cujo intermedio sao (eilas as publicacues que
dizem respeilo a este desgracado caso, nos assegu-
ra que o Sr. Casta um carcter muo respeua
vel e de bonissimas qualidades individuaes e com-
merciacs. ..
A este respeila eis-aqoi o que toflibem se le na
siW/d do Amazonas de 21 do expirante mez :
3a nuile de 15 do eorrente rccolhendoy&e a
sua casa o Sr. Antonio Joaquim da Costa, foi ag-
redido pelo cooiraandante da patrnlha que ronda-
va s 10 oras da noile na ra Brasileira, que era
estado de embriaguez provocara a quantos por all
passavam ; felizmente a lempo acudi um mspec-
lor de quarieiro<|ue livrou o Sr. Cosa das gar-
ras desse hroe e bravo amante da Bacho.
c Esperamos que. p'Sr. major commandante do
corpo de guarnico,,a que perlence esse soldado,
nao deixar passar impune um fado desta ordem,
cuja reproduccao pode traaer faues cwsaquen-
quencias. ...
t Os agentes da forja publica dev&m ser os-pn-
meirosa garantirem aordem, e nao os primeiros
a provocarem desoracns.
Repetimos: este facte nao pode ficar impune,
assira o exige a bonra e moralidadede noaso exer-
cilo. >
------------- TaT' Jh^-,~ --------------
Jos Antonio da Costa ao respeitayel publico e aos
seos amitos.
Sr. redactor.-Mo sendo acusturaado a recorrer
aos pelos, senaoquando a isto sou compellido pa-
ra esclarecer a rerdade dos (actos, isto, quando
urna ou oulra vez tenlu sido injustamente aggre-
dido em meus bros de homem de bem, de que me
preso, por um ou entro inimigo gratuito e mal uit
tencionado, vejo-me hoje forcado era satisfcao ao
respeitavel publico e aos meus amigos, a aposen-
tarme na tribuna universal, a esclarecer aclos,
que se deram para <*om o meu irmao Antonio Joa-
quim da Costa, factos, que nao sendo patenteados
ao juizo do respeitavel publico, taes e quacs se pas-
saram, poderiara de algum modo ferir nao s a re-
putaco e eslima, que nos ufanamos de gozar ja
pelo nosso proceder, na vida do commercinj co-
mo estrangeiros pacficos na maneira de viver par-
ticular e publicamente, respeitando seuipre, e es-
perando toda a garanta das leis do paz que por
tanlos annos nos tem hospedado.
Passarei a narrar taes factos como elles real-
mente se deram. e no final s rogo ao respeitavel
publico que, depois de ler o que passo a expor, se-
ia meu severo juiz e de meu irmo e moralise de
que parte est a raz5e e a equldade, ese assim eu
e elle, ou quajquer estrangeiro pacifieo, iaborloso
e honesto pode contar sempre cora a proteccao das
leis do paz, e sombra dellas e de seus fiis eje-
cutores ter plena convicio de inleira seguranja
.ndividual.
Nanoite do da 15 do conenle, ce iuar claro,
a poucos passos do distancia da propriedade em
que habite, e bem assim meu irmao, Antonio Joa-
quim da Costa, e quasi em frente i residencia do
vice-consul de Portugal, pelas nove emeia horas
da noittti recolhendo-se de um passeto meu irmo,
foi assaltado por urna patrnlha de praca* do corpo
de guarnico, das quaes urna se achava perfeita-
mente ebria, e me intormaram depots ser o cabo
ou commandante da palrulha, este dirigindo-se en-
tao a meu irmao, que manso e pacifico se recolhta
casa, o interrogou, perguntando-lhe, quera era, e
para eode ia, e leve a fesposla, mui pacificamente,
que era commerciante e que ia para a sua casa, e
apontaodo para esta, disse-lhemais, que era aquel-
la que o soldado via all prxima, mas este sem
altender a coosa alguma, e nem declarando o mo-
tivo que tinha para prender meu irmao, respon-
deu-lhe inmediatamente, que elle esteva preso ;
ao que retorquio-lhe meu irmo, dizendo-lhe
amarada, lalvez esleja engaado, isto nao ha de
ser comijo, que nao sou desordeno e ntio tenho cons-
ciencia de ter commettido, nem de leve, crime al-
gum, a nao ser o de ir-me recolhendo socegadamen-
te para minha casa,ento o tal soldado borra-
cho, e que me consta ser de mos precedentes em
tudo e por tudo, tomando o ar arrogante, de que se
costumam revislir lodos os homens estupidos, in-
vehidos do. poder, por raais pequenino que seja, e
abosando da orea tarvez pea agurdenle que Ihe
effervecia no crneo, disse com o senltor mesmo
que fallo, e siga j para a cadeta : meu irmo pe-
dio-lhe com. toda a moderacao, de que talvez nao
itesse uso um nacional, que o deixasse seguir o
seu caminho, pois que nenhum motivo, como j
Ihe tinha fete ver, tinha dado para ser preso, se
em resposta, saiba o respeitavel publico, que leve
meu irmo um. furtissimo impuno e umsiga
j-bem expressivo ; avista pois de tao desarra-
zoada insistenpia, e do estado de embriaguez do
tal camarada, emenden meu irmo ser mais pru-
dente concordar e disse-llie, bem, vamos, nao pre-
ciza empurrarme, nova empurrao, ainda mais for-
te, Ihe foi dado por esse desalmado agente da forja
publica, e a insinuante ordem de calar a bocea por
elle me rol Intrhlada em t3o amcacador tom de
voz, que meu Irmao aehoo fKirto pfadante, para
uo expor-se a nova affrontae, o calar-s e seguir
al defroitle d Bossa easa, que j se achara com
as portas fcotutla* e ah rppeli pois que era esta a soa morada, e eno ouvindo
eu a sua vos, Cheguei immediatam; ule a jabeila, c
pergunUndo-ibe o que era aquillo, quando lie uY
fra comecava a contar-m o occorrioo, entao re-
crndeceu furor no animo do soldado borracho,
que logoagarrou-o com as brutees mos por uro
brago, e dando-Jbe forjes e violentos empuiiJeiS o
fez ir de rosto a terra, do n^ue resullou near coip
um dedo da mao cquerda deslocado, e ueste acto
o desalmado soldado, puchando pela, bayoneta, o
accommette com ella, tazendo grande alarido e.
como insinuado para prajicar lautos desacatos e
abuso de for{a ; avista do ferro empunhado por
esse soldado acostumado a praticar destas e oulras
facanhas do mesmo on dwmetker jaez, meo irrao
assuslado griten, pedrodo soccorro e ao seu grito
acudi u digno in-peclor, Jos Bar boza Mascare-
nhas, a oulras rumias pessoas. >
Aqu cabe, Sr, reqaclor, que eu e meu irmo
rendamos a esse senhor os nossos cinceros agrade-
cimentos, nao s por ter tafvez salvado a vida de
meu irmo, como irmao, como pelo modo agencio-
so e delicado com que o Iratou, e se soulie haver,
tiranda-o das garras daquelle brutal soldado ver-
dadeira fera cotn a figura humana, eque tao indig-
namente veste a larda, sjmbolo da ordeau e da
formado o Sr. Dr. Caldas Barrete, delegado de po-
lica desta capital, etantc verdade o que levo di-
to, que o digno Inspector rondante tomando conhe-
cimento do fado mandou retirar a patrnlha, e en-
lo eu, meu irmo, o Sr. vicecnsul Amorim. oSr.
Silva eoutres amigos, procuramos, em companhia
do St. inspector rondante, ir casa do Sr. Dr. de-
legado de polica (que tambe eslava fazendo as
vezes de chefe de polica, na ausencia do Illm. Sr.
Dr. Romualdo que foi a Teff buscar sua Exma.
familia), para Ihe exponaos o faci; porm quan-
do chegamos a ponte do Espirito Santo o Sr. ins-
pector ponderou-nos, que j sendo tarde riamos
as6im taivez ncommodar a auioridade superior, e
que desnecessario sena rmos al abi; pois que
tendo elle presenciado o (acto, a viste o estado de
embriaguez do sofdado.de tudo no da seguate el-
le circumstaaeiadamente informara ao Sr. Dr. de-
legado d polcia.e llw far conbeeer o procedimen-
to da palrulha.
Este digno inspector, que lo cordatamente assim
procedeu, salvando das garras brutees da um sol-
dado embriagado, e quem sabe 6e do ferro homici-
da, a um estrangeiro pacifico, que honestamente
tem vivido no Brasil por espago de 4 annos, e em
Manos ha 13 para 14 annos, sena nem de leve of-
fender as leis do paiz, e sem que isto dsse lugar
menor reprehenso, advertencia ou qbservacioda
auioridade, que, de sociedade com o seu irmao,
lera aqui edificado em grande escala e se acha es-
tabelecido, gosando sempre do conceito de homm
de bem e pacifico, que nenhoma rapasiada tem
commettido, sempre respailando a raoralidade pu-
blica e privada, essa digno inspector consta que f-
ra demiltido, islo de certo em vez de o amotinar,
dere-lhe ser de muia bonra, pois que cumprio dig-
namente seu dever, quando o insultante soidadu
nada solTreu pelo seu procedmento.
Atteudendo, Sr. redador, eu, mea irmo e meus
dignos amigos, ao que nos ponderen o Sr. inspec-
tor, reliramo-nos parafiossas casas. -No dia segra-
te, eu e meu irmio, fomos dar parla do proced-
mento desse soldado ao Exm. Sr. commandante das
armas, 6 achando-sn-este um pouco iuconimodado,
forabs recebidos pelo Sr. capito Innocencio, aju-
dante de ordens a qnein expozemos o que cima
dito Oca, e este senhor imraediataraente deu ordem
paraj-erem presos os soldados da palrulha, e nos
disse que o tal soldado, commandante della era
acostumado a isto, tendo ji sido por .este motivo
castigado algumas vezes, e que ate em urna noute
em que se achava lalve/. borracho, tinha dado voz
defrlsoi orlen de S. M. o Imperador, aoseu
proprio commandante o lllm. Sr. teiente-coronel
Kelly.
Aqui cabe de passagem,j que tratei deste digno
militar, dizer que elle severamente punia, como
conste, aos soldados borrachos e desordeiros, o
mesmo acredite que far o Htm. Sr. major actual
commandante interino do corpo de gnarnieo e os
de mais senhores eommandanles, quando factos da
orein dos que praticou o soldado Correa, chefe da
palrulha, chegar ao seu conhecimento.
De tudo tambem demos parte ao Sr. major com
mandante do corpo de guarn$o, ao Sr.-subdeje-
gado Joo Jos Monteiro, e a.este di mo que ia a casa do Sr. Dr. delegado coinmiini-
car-lhe o occorrido, leve a bondade, eontiecedor,
como ha milites annos da conducta de raen ir-
mo, e querendo fazer-lne um favor e Ulvez poo-
pa-lo desle trabalho, disse-lhe que desnecessano se
lornava isto, pois que elle mesmo de todo informa-
ra ao Sr. Dr. delegado de polica, visto que sabia
do procedimenio do soldado e de que modo meu
irmo se liona portado ; vista, pois, disto, ainda
desta vez nos retiramos para nossa casa muito per-
suadidos de que se nos feria justica e a este res-
peiio descansados; mas qual nao foi o nosso es-
panto quando s 10 horas do da se nos apresenlou
em casa de nossa residencia um soldado, ordenan-
za do Sr. Dr. delegado, dizendo-nos que irazia or-
dens do Sr. chefe de polica para conduzir e reco-
Iher preso meu irmo cadea 1110 publico rei-
pelavel que seja ainda neste pouto o nosso juiz se-
vero.
Entao disse meu irmo a este soldado, que ti ves-
se a bondado de o acompanhar at presenca da
Sr. chefe de polica, com quera quera fallar, e o
soldado respondeu-lhe que nao, que as ordens que
tinha eram conduzi-lo dalli para a cadeia; pois en-
lo, retorquio-lhe meu irmo, leona a bondade que
eu v ter com o Sr. Dr. delegado; nao senhor, nao
estou por isso, ditse-lhe o soldado, e nao me facam
demorar; finalmente, muito rogada, permttiu que
meu irmo fosse mudar de roupa. e ento dirigi-me
ao Sr. Dr. delegado para Ihe pedir que altendesse,
que mandava recolher cadea meu irmo sem
culpa formada o sem a menor crirainalidade, e que
nao havia de que formar-lhe culpa, pois que as ra-
forHiacoes dadas pela palrulha nao eram vindicas,
romo poderia provar com o teslemunho de pessoas
nsuspeitas e ao chegar aonde se achava S. S., en-
contris em audiencia, e recelando fallar-lhe para
nao perturbar o exercicio de suas funcee9de juiz,
chaniei de parte o Sr. capito Clemenlioo, e ped
a esta meu lom amigo de a tal respeito, visto que
de tuda o flz sabedor, fallar ao Sr. delegado Caldas
Barrete, e este preslimoso amigo, annukido ao meu
pedido, foi faiiar-llie, e ento ose senhor volndo-
se para mim perguntou-me o que quera, ento ex-
puz-lhe todo o occorndo, fazendo notar S. S. a
conduela pacOra e quasi exemplar de meu irmo,
o desacate que tinha soffrido da palrulha, e que
ainda era cima ofaz-lo entao recolher preso ca-
de seria injuslica, e finalmente ajudado do teste-
munho dos Srs. capito Clemenlino, major ttoima-
res e promotor publico Joaquim do Reg Barros,
qne lodos se achavam presentes e qoe sabem qne
nos 24 aunes que tem meu irmo de estada no
Brasil e 13 em Manos nunca tinha desmentido sua
boa conducta, o que abonaram, asseve^ando o Sr.
Reg Barros a veracidade dos factos exposts e o
procedmento da palrulha, que tinha presenciado,
o que tudo fez cera que o Sr. Dr. delegado de po-
lica maadasse por urna praca sua ordenanca reti-
rar a que tinha de conduzir mea Innocente irmo,
a essa nafcitaeo chamada cadea, onde tena de ser
de cerlo, a nao ser isto, arrojado no meio de fac-
ci oras.
No dia segrate aoda prisao, por ordem do com-
mando das armas do soldado borracho que deu
causa a tantos encommodos e desacatos, fa elle
posto em liberdade, vista de urna requisicio do
Sr. Dr. delegado de polica, que aitendendo ulvez
s taformacoesTlelle, assim proceden, tonoceHtan-
do-o, nao obstante o teslemunho de lautas pessoas
sizodas, que confirmavam o facto e que abboavam
e abonam rom justica a conducta de meu irmo.
O sr. Dr. delegado 'de polica de certo deve ter-se
fundado em bem fortes e convincentes razoes pa-
ra assim proceder, est no sea direilo, So o aecu-
samos por isso e o publico respeitavel; que ainda
d'sto seja nosso juiz.
Sr. redactor, em attengSo smente ao respeita-
vel publico e aos nossos amigos, e para earanlir o
credile de nossa casa ferido na pessoa de meu Ir-
mo e socio, que venho oceupar as colomnas de
seu conceiluado Jornal rom esta minha longa ex-
posico dos factos occorridos na nonle de 15 do
eorrente, em pleno Iuar, e no seclo XIX, seculo
do progresso e rtvilisa{io," m que a gurariea in-
dividual de quem quer qne seja deve ser garant-
remedio a Isso ? Sem duvida da
vel que S. S. tenha dado ordens para que as palfu- cmara municipal dePod'Alho, a pois muito
lhas assim andassem atacando e maltratando o$ desejaremos que o noticiador, sendo, cerao
pacficos viandantes ? Disse mais o Sr. Dr. dele- desse lugar, chame para lal facto a attencSo
gado que tinha sido preso pw andar cora um cace- dessa cmara para que faga remover semelhante
te na rao : vejara agora, a parte do soldada Cor-' mal.
rea se confirma o dita de S. S. el la ipsis verbis. A necessidade de obras na matriz dessa fregu
zia igualmente sentida, e muito agradecida fica
r a populaco se vir realisadas essas obras. Cam-
pre que o poder competente preste a isso o neces-
sario cuidado.
Gloria doGoit, 4 de feverelro de 1865.
algodo pata vapor, e Vi d. a J/t
por libra 8*/ por navio devpla.
MOVIMENTO SrO PORTO
Illm Sr. ut. ehefe de polica.
PartetParticpo a S. S. que achan mo depa-
sufllciente para merecer alguma benevolencia da truiha das nove horas e tres quartos da noile en-
parte dos agentes da justica publica, daca illusao eontre o poringoez Costa, que nunca o vi, e inda-
foi este meu pensamento, per que no seguala dja gande para onde ia elle nao respondeu-me foi so-
fui mimado por um soldvdo em rainba casa para bre elle alm de reconhecer que era o dito portu-
recolher-me prisao ordem do Sr. delegado de guez digo quem era o dito portuguez correo, e se-
poiicia Dr. Manoel Caldas Barrete, mas Julgando gundo as ordens que recebemos das 9 horas em
mpossivel que este magistrado dsse semelhante diante nao consentir pessoa alguma pnncipalmen-
ordem e ainda mais quando este soldado nao vinha le pessoas desconhecidas andar pelas ras da cida-
com o mandado legal para etTeetuar a miBtia pri- j de, o qoal eu usei do meo dever preddi- a ordem Cotacoes OlUClaes.
sao, pedi a meu irmao que fosse entender-s com de S. S. e juotando-se os portuguezes Joaquim Pa- PRaCa DO RECiFE.
S. S. e expllcasse o occorrido, apezar de, eu na ma-' deiro e Jos Barateiro, afim de toraarem-rae o ho- 4 de |everero de 185.
nha seguinte ter procurado o Sr. subdelegado de mera, e o inspector de qnarteirao de nome Masca- Algodao prmeira serte22*000 por arroba,
polica para Ihe relatar todo o aeonteclmenlo. rentias, mandou-me para o quartel dizendo que eu | Algodao segunda sorie20:000 por arroba.
Por esta occaslio o Sr. subdelegado j eslava ao esteva ebrio, o quanto ignoro porque provo com os Cambios sobre Londres-UO div. 27 1|4 e 27 1|8
COMMEBCIO.
fado da exposigo que Ihe faiia exranhando o' camaradas rondaBles no districto ; e mandou-me o
procedimento da palrulha, abonoo ao mesmo tem- quartel o dito inspector deu sultura ao dito maivi-
po minha conduca, pois a parte qoe tinha recebi-, do, o qual nSo acho ser o inspector antondade
do da inspector do qoarteirao *ava a referida pa- superior para desfazer a ordem de V. S-, para que
truiha era estado completo de embriaguez. I se acabem esses abtsos que os inspectores praticam
Tambem manifestei ao Sr. subdelegado o intento 1 as rondas que fazem e qhe partecipo a V. S., afim
que linha de procurar o Sr. Dr. taldas, actual-
mente eacarregado 4a polica, porm o Sr. subde-
legado respondeu-rne que nao era preeiso pois ella
azta ver a S. S. todo o acontecimento e que eu es-
livesse certo que o meu aggressor sena corrigido :
com tudo meu irmo voltou com ordem de S. S. o
Sr. Dr. Caldas Barrete em contrario, mas soube
tambem qne S.S. havia assim procedido depois de
terem os Srs. Clemenlino Jos Pereira GuimarSes,
deprovideoeiar eonio julgar acertado.Quartel em
Manos 16.de dezenibro de 1864.Francisco Cor-
roa da Costa.Soldado alvorado commaudante da
patrulha.t
Por aqui verlo que nem fui preso por estar de
ccete e nem por outro qualqner motivo justo,
nao ser conheeido dos soldados patralhantes, nao
deve ser motivo de piiso para os que ando as
roas da eidade, porque ao contrario todas as noi-
Joaquim do Reg Barres, Joo Jos de Freitas Gni- tes se atumavam as prisocs de deseonheclmenlos
maraes, a outros cawalheiros a quem summamente nao me tornei suspeito de haver commeitldo crime
agradego, abonado minha conducta e feito ver a S. algn, logoe da propria parte
S. que os soldados estavam embriagados r,uando
me prenderara ; respondendo S. S. que isso nada
importa va.
Respeitando como devo a todas as antorldades
d'este paiz e especialmente s dVsta capital onde
d. por JWOO.
Dubouroq Jnior presidente.
Guimaressecretario.
\ovo banca de PerDambnco.
O banco descosta na presente semana a 10 por
canto ao auno al ao prazo de quatro raezes e a 12
por cento at o de seis mezes; toma dinheiro a ju-
ros a prazo nunca menor de tres mezes, e saca
sobre a praca da Babia.
Alfandega
Rendiment do da 1 a 3......... 83:69504G
dem do di 4................. 27.923^436
111.6193382
Xlovlmente da all andega
Volurnes entrados com fajeadas.
com gneros.
249
469
-----718
do soldado Correa
qae se v que nem um motivo justo leve para pren-
der-ule e que s foi levado esse acto pela caxaga*
que liana na cabeca.
A falsidade da parte, que aetma (lea transcripta,
est provada; porque quando meu irmao Jos che-
"lili lutlJ*Mai'll. jW mmH* iiWI llllil Dr. gou ao lugar do conflicto, j o inspector rondante
Caldas delegado de polica que S. S. foi injusto me tinha lirado das garras do meu aggressor como
para comigo quando quiz comparar-me a homens ja dedarou se* juramento- peraote o Illm. Sr. Dr.
desordeiros, (segundo sou informado ) eu qhe du- chefe de polica ; e o Sr. Joaquim Pinto das Retes Barca francezaJeau Baptutemercaduras
rante minha estada neste paiz, unea soffri nem se padelrose achava no bilhar de Manoel Gil Ama-1 rjrgUe nglezL'o)fl/<--id*m.
qu r a mais leve advertencia das auioridade, eu ro desde as sele horas at a meia noite em compa- -^ Brgue ng\ezChanceiem.
que busco ganhar minha vida honradamente, e que nia doscommerclantes, Jos Pedro Paraguassu, grigue nglezF/orisi-diversos gneros.
irato a todos cora a eonsideracao devida ; em du-, Antonio Gomes Barbosa, e seu irmao, ajuize pois patach0 nglez-Perito idem.
vida S. S. nao me conoece. o respeitavel publico de que lado esta a razo e p4tacno inglez-Cai-w^/e-farinha de trigo.
Jnlgando-me offendido em minha dignidad?, j justiga^ ^ ^ ^^ U1,^|Barca portuguezaLaurafarinha de trigo
Dia 4.
Nao boveram entradas e sabidas.
Navios entrados ne da S.
Rio Grande doSul, 23 das, palhabole nacional Ar-
roio Mao, de 332 toneladas, capito Jos Joa-
quim Soares, equipagem, 10, carga 12,000 arro-
bas de carne; a Maia & Espirito Santo.
Philadelphia, 35 dias, barca ragleza Imperador, de
281 toneladas, canille Power, equtpagera 11,
carga 3,000 barricas cora farinha de trigo e ou-
tros gneros ; a Malheus Aostin & C
Maranho, 20 dias, brigue escuna brasfleiro Gra-
ciosa, de 218 toneladas, capito Jacintho Nunes
da Costa, equipagem II, carga varios gneros -r
a Antonio de Almelda Gomes.
Navio sahiio no mesmo da 6.
Ro Grande do Sirt, escuna nacional Plomosa, ca-
pito Antonio F. de Souza, carga assncar e a-
guardente.
Rio de Janeiro, patacho brasileiro Valente, capi-
to Joo Manoel da Silva, carga assucar e sola.
Liverpool, bgne inglez Jane, capito Daniel Me.
Nile, carga algodoo assuear.
Macelo, nrigue inglez Talbot, capito Daniel Putt,
em lastro.
Liverpool, barca inglcza Isabell Ridley, capito R.
Bullcy, carga assucar e algodao.
Lisboa, brigue portuguez oberano, capito Manoel
Bernardo Buginganga, carga assucar e outros
gneros.
Havre, barca franceza Guilherme Tell, capito Le-
bourgeois, carga algodo e outros gneros.
EDIT1ES.
Voiumes sahidoscom azendas.
1 com gneros .
Descarregara no dia 6
140
935
1,075
de fevereirode 1865.
faz -ubir presenga do Illm. Sr. coronel comman-
dante das armas orna queixa contra a violenciaqae
solTri desse soldado, e espero que S. me far jus- com os quaes posso exuberantemente provar, que
liga, apezar de me onstar que elle ji foi posto em esse soldado, que se achava de servico, estava
iberdae por dizer que me baala prendido por | ebrio, a que pelo auto de pergontas feltas na che-
meter encontrado armado com m ccete, eserem fatura de polica ao Sr. inspector de qnarteirao
essas as ordens que recate d Sr. subdelegado, rondante se v que eu nenhum ccele trazia, que.
admirando a maneira porqwtioje se quer salvara fui violentamente maltratado e que nao fui tirado
esse soldado da offensa qoe me fez, nao posso del- das mos da palrulha por meu irmao, e pelo Sr.
xar de protestar contra a infame calumnia, p'* Joaquim Pinto das Nevos, como em sua parte afflr-
que eu apenas1 trazia ama pequera varinha de jen-' ou esse soMado ebrio, o qoai no entretanto tica
- cocom que costumo andar. Nao flndare ee ar- assim impune, com plena liberdade para pratiar
Alm do que cima fica dito, garante ao publico Barca por,uUezaDespique //-diversos gneros
que em meu poder exislem muitos documentos, Barca iag\cu==Towon 9( Liverpooldem.
nosso exuberantemente nrovar. que d i,,_ ci.;/_5
que
tigo sem que diga que o soldado Correa por quem
fui insultado de mos precedentes, que o que co-
migo praticou o fea tambem ha dias eom o >r. te-
nenie Serafira 4a corpo ia artilbaria, a quem in-
suitou a porta de soa propria easa aponlando-lhe a
uaioneta aos peitos ; ha um anno pouco mais eu
menos publicamente ferie gravemente ao africano
livre Alfonso, alm de outros disturbios que cons-
tantemente pratica e qne esli ao alcance de lo-
do?. 1
Um criminoso d'esla ordera sem duvida 5o o
mais proprio para se Ihe confiar a seguranga da
ordem publica. Contra criminosos d'esta natureza
que o Sr. Dr. Caldas deve oipregaT teda a sud
vigilancia e lodo o sen lelo; e o publico bem dir
o nome de S. S. se assim proceder.
Parece-me qoe offereco mais algumas garantas
as autoridades d'csto pan para ser tratado com
raais alguma consideragao, quando nao bastasse a
minha condigo de commerciante matriculado, pro-
pietario e os precedentes de minha vida, tmenos
a condigo de estrangeiro, em um paiz que tanto
precisa de gente para seu engraodeciraento e nao
sem duvida maltratando-eos que abandonaremos
patria e familia para virnos concorrer para o ee-
grandecimente d'esle abencoado paiz.
Nao tenbo por fin injuriar a ninguem e nem um
homem de bem que tenha consciencia da propria
dignidade deve ver n'estas proposicoes orna insi-
nuncio de ordem qualqaer; limilo-me apenas a ar-
ticular idees e factos ; a a fazer conhecer ao pu-
blico o inaudito insulto de que fui victima.
Manos, 18 de dezembro de i864.
A.NTO.MO JOAQLIM DA COSTA.
( Diario do Gram-Par )
eom outros actos da mesma natureza, e o estran-
geiro, que pacificamente e tantos anuos aqui vi-
ve, sem peder contar eom a seguranga individual,
que a elle, como lodos, garante a let do paiz.
Manos, 8 de Janeiro de 1865.
Antonio Joaquim da Costa.
Jornal do Para.
CURA
l!spau.o/jt' e Adiuiravel
.DE UMA CHA.OA
CANCROS E ROEDORA
ou .
POLYPO NO NARIZ.
-*-
0 ec-mmerciante Anlnnio Jnaqnim da Cosa.
ANDA ao publico.
Ainda por esta vee venho oceupar a aitencao do
respeitavel publico, pedindo Ihe para qu se digne
altender a transcripcao, que ora figo publicar as
columnas d'este jornal d'aqoella parte do men com-
municado que vem inserto no n. 60 da Estrella do
Amazonas de 28 da mez prximo Ando ; visto qoe
tenho dito que me tinha dirigido por meio de urna
represeotaeo ao Illm. Sr. coronel commandante
das armas, esperava que soa senhoria me faria
jusilga ; i vista pois diste cumpre-me ainda sclen-
liflcar ao mesmo respeitavel publico, qne ful Ilu-
dido em miohas ate" ento bem baseadas esperan-
cas e para conseguir provar esta minha assergao
que ainda venho pedir ao mesmo, qne Mtenda ao
qae abaixo vai transcripto, onde se v qual o des-
pacho, que do mesmo senhor obtive e bem assim
qual foi a parte que contra mim deu ao Sr. Dr.
delegado de polica Manoel Caldas Barrete, o tal
soldado Correa, alvorado, commandante da palru-
lha. Pela Muir d'esta peca efilcial flear o pu-
blico sciente que o motTo, qoe teve esse desalma-
do para me prender e enxovalhar foi o oio ser en
seu conheeido, e como pessoa desconbecida andar
das 9 horas danofte em diante ha ra (II Ao res-
peitavel publico pego que leia esse documento, o
qual prova exuberantemente o carcter e ndole do
lal mantenedor do socego publico, e pelo mis que
fago, ora transcrever tambem se flea sanendo que
alem das faltas graves commetlidas por esse sol-
dado ebrio e desordehro, ineorreu elle na de ama
parte falsa dada a auioridade.
Trafiscrfpfoa.
Ainda na esperanga de onter urna reparaclo de
affronia rereblda, flz subir a presenga do. flhn. Sr.
coronel commandante das armas nma, representa-
cao dando cocta do procedmento do soldado Cor-
rea, e pedindo sua punigo perante as leis milita-
res e offerecendo me a provar com tesleraonhas ff-'
dedignas todo occorrido ; Infelizmente S, S. nao se
servio aeeeitar a minha quetia dizendo em seu
descacho t qne o soldado Correa preso por urna
lal occorrencia, tinha sido solt de conformidade
com a informacao do Dr. delegado de polica e que
sua ptmigao nao podia ter |ngar a vista daque.Ha
informagflo e do majen" commandante do corpo de 1
guarnigo e o ofUcia de estado-maior. N3o sei at
que ponto se casa a decisao do Illm. Sr. coronal
commandante das armas, cornos devores e com a
disciplina militar, as extranhosa um tal assumpto,
da. Nao tenho em vista acensar ninguem, longe de m paroce ue C0Blna factog m|fsados nao ha "ar
mim tal pensamento, mas jevia, forgado peta mi- cumeoU)s: represealeraebre facloserieiinosos pra-
nha posigio social, este pequeo envaro ao publico |Icjl4os p(ir unj ,^^0., ea servico militar ; disse,
e as pessoas qu nes codhecem ha tanlos apnos. eria prov|f esfeg faol6s S- s para m6 fa.
Elles que nos desculpem e tos juiRuem. 7J,r ustiga, devia aceitar a minha. representago e
Mani?, 21 de dezembrb de 1864. mandar recolher aaipravas qoe titease para couba.
Jos Antonio da Costa. cer se ^^ ou n^ 6TOS. verdadeiras; e nao
mandar informar qaem, cu tinha interasse de
11 1' desfiguras os factos, en desmenli-los, completamon-
0 comaerciaatr.
AXTO.M iOAQUIU DA COSTA AO l'CBUCO.
Tendo soffrido no dia 15 de correte, urna inau-
dita violencia em mraha pessoa, vejo-me na dura e
radeelinavel necessidade de vir patentear ao po-
te, para debaixo dessas intermages impedir que a
rerdade apparecesse. ""4
Se e exacto que taes informagoes oontestaram a
represaoUto ne6 seus pontos essenctaes, isto ,
adiarse o soldado Correa embriagado e ter contra
buceos moiiwo* que.a isso deram cansa. |mira,omeliido violeneia; a pretexte de eervloone-
Na noite de 15 seria 0 e meia 'horas recoma-' garam urna verdade que esta no dominio do pebli-
T'mn creada de servir residente em Pernam-
bnco e pertencente Ex".' Ser: Viscondkssa
de GoiAHlA, foi aticudu 'unm terrivel cha-
ga cancrosa e roedoraoa Polypo n Nariz.
A mesma involria e tomara todo a parte in-
ferior do nariz, anicaf ando ji di-trui* tanto a
parte cartilgine 190 como o mesmo oso; Come-
$ou primeiro por apparecer sob o beigo supe-
rior e parte da face, cxtendendo-Be i>or tal
forma e com tal rapidez, que em ponoo amea-
^ava transformar todo o- rosto n'vima enorme
cliarga viva e asquerosa. Durante todo este
terrivel estadoi todos os rscnisos msdicnaes
que em taes casos se uzio forSo abundante-
mente empregados, sem que de lev^) fizesse
parar a marcha lenta e dlstruidora- de tao hor-
rivel enfermidade, e todos os meios e estoicos
forSo baldados, e no em tanto o mal creera e5s
qne por milagrosa fortuna da infeliz estando
os cotizas neste ponto, se experimentou pela
vea prmeira a
SALSAPARBILHA
DE BRISTOL.
O efteito produiido, quasi que instantneo
por este inesmavol lemedio foi verdaJeira-
mente maravilhoso c sem igual; esle grande
parificados do sangue e doe humores do sys-
tema, immediatamente pz nm termo mar-
cha disastroza e fatal da molestia, derramndo-
se e infiltrndole atraveg dos tecidos os mais
delicados do corpo, expetHndo at ultima
propriedade bu vestigio virulento da molestia,
e dentro d'um curto espago de lempo prodazio
ama
CURA

Completa e Radical.
Este feliz qnao admira vel resaltad* foi obti
do apenas eo o simples uso
D'niua so nica Garrafa!
d'este incomparnvel e inapreciavol depuratorio,
recommsndamos portante todos 'os Doentes
que procurem obter com. o maior cuidado a
nica, e verdadeira Salsaparrilha de BrUtol,
nicamente preparada por
Barca inglezaStellaoarve.
Barca ingleza lMoiwtuidem.
Barca ingleza Chanzadem.
Barca inglezaAmblesideidem.
Barca inglezaWilliamdem.
Patacho inglez M. K. Corminq- idem.
Pataeho ingle-Monda idem.
Escuna InglezaEltsabeth Barter mercaderas.
Brigue fnacezLouize Halda diversos gneros
Importafo.
Brigue francer Louize Halda, entrado de Mar-
seille, consignado a Tisset, treres, manifestou o se
guinte!
1 cama obras de madeira; a Fierre Germotte.
2 caizas agua de flor, 1 dito essencias; a Joao
da Silva Faria.
20sisas licor, 3 ditas arligos de panno, 40 di-
tas sabo ; a ordem.
578 barrs e 73 pipas vinhos, 20 saceos alpiste,
10 ditos herva-doce, 10 ditos alfazema, lo ditos co-
minhos, 100 ditos farello, 30 barris chumbo de
munjgao, 40 caixas enxofre, oOO barricas cimento;
aos consignatarios.
Exportado.
Barca ingleza Jane, carregou para Liverpool por
Macei ;
1,200 saceos com 6,000 arrohas de assucar mas-
catado.
Vapor inglez Galilen, carregoa para Liverpool :
360 suecas com l,a6 arrobas e 12 libras de
algodo.
Hecebedorla de rendas Inter-
nas ge raes de Pernambaco.
Rendimentodedia ia3........ 1:217510"
dem do du 4................ 1:183*772
:

LANMAN & KEMP,
De X0VA YORK,
'!! ".[ir.
na certeza de que, todas as mala preporacoca
iraitatirae nao valem pura couza alguma.
2:400*877
PRACA DO RECIPE
4 DE FEVEKEIRO DE 18G5.
AS THES HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambio........Saccou-se sobre Londres a 27 e
27 '/, d. por 15O0O, wbre Pars
a 350 rs. por fr. e sobre Lisboa
de 97 a;98 por cento de premio;
elevando-se os saques efectua-
dos durante a semana a st
60,000.
Algodap........O de Pernarabuco vendeu-se de
215300 a 225000 por.arroba,o
de Macei, posto a bordo, de
225500 a 23*300, e o da Para-
hvba. tambem poste a bordo, a
'' 245000.
Assucar........0 branco vendea-se de 35'O0
. a 359OO por arroba, o somenos
de 258O0 a 259OO, o masca vado
purgado de 25200 a 25400, e o
bruto de 1*800 a 15850.
Agaarown.....Venden-se de 68500r>a 705000 a
pipa.
Couros.........Os seceos e salgados vonderaa-
se a 145 rs. dot libra.
Arroz.........O pilado da India vendeu-se
a 2*900 por arroba.
Azeite doce.....Vendeu-se o de Lisboa a 25300
o galn, e odoBstreito a 25900
Baeatno.......Vendeu-se em alaeado a 165000
por barrica, e a retalho a 175-
Batatas........Venderam-se a 1*500 rs. a ar-
oba.
Bolachinha......dem a 85OOO a barrlqninha.
Caf...........Vendeu-se do 75000 a 85000 a
arroba.
Carneecca.....A do Rio da Prata vendeu-se de
2*000 :i*500 a arroba, Meando
era deposito 52,000 arrobas, e da
do Rio-Grande do Sul nova as
ultimas vendas foran? de 1*300
a 5*000 a arroba ; ficando em
deposito lU.OMl arrobas.
Cervcja......... Vendeu-se de 8*500 a 6*000 a
dnzia de garrafas.
Farinha de trigo. A de Philadelphia e New-York
retalhou-se de 19*000 a S05006
por barrica, a fle Trieste de 22*
a 23*000; tirando em deposito
2,300 barrica^ da fnrimeira,
9,500 d segunda e -000 da ter-
ceira, ao todo 14:800 Entraram
na semana doos earregamealos
dos Estados-Unidos e 800 bar-
ricas dos portss de Portugal, que
Ja se acham incluidas no total.
Feijao.......... Vendeu-se- a iWf o sacco.
Louca..........A' ingleza ordrfaria vendeu-se
com no por cento1 de premio so-
bre a factura.
Mantelga.....'.. A ingleza vendeu-se de 780 a
800 rs. a'libra, e a franceza a




" Vonde-se as boticas de Caors & Barbosa*
Bravo C.
e im f tr.o >b nrtl

eC.
W' 1
60 rs. a dita.
Maneas.........Venderam-se a 6*500 a caixa.
Passas..........Vendeu-s a 6*000 a dita.
QHelios.......... Os flamencos venderm-se "a
?*000 ca'dn nm.'
Sabio..........O ingle venlfta-se a 140 rs. a
libra, e o do Mediterraeo a 260
s. a dita.
Toueinho....... Vendeu-s. de 7*800^,81000 a
arroba o de Lisboa.
O Dr.Trislao de Alencar Araripe, efficial da impe-
rial ordem da Rosa, juiz de direito especial do
commercio desta cidade do Recite de Pernamfcu*
co, seu termo, por Soa Magesiede Imperial e
Constitucional o Senhor D. Pedro II a quem Dos
fuarde ele.
age saber aos qne e presente edita! virem e
delle noticia tiv*rem que no dia 6 do mee de feve-
rriro. do anno prximo vindouro se ha de arrema-
tar por venda a quera mais dr, em praca publica
deste juizo, depois da audiencia respectiva, duas
pipas com vioho Figueira,avahadas em 250* cada-
urna, as quaes sao pertencenles a Jos Ribeiro da
Cu 11 ha Guimares, e vae a praca por execncao de
Campiano & Cordeiro. E na falta de licitantes ser
a arrematado fela pelo prero da adjudieacao eom
o abat ment respectivo da l'ei.
E para que ebegue ao conhecimento de todos
mandei fazer o presente edital que ser affixado
nos lugares do coslume e publicados pela im-
prensa.
Dado e passado aesla eidade do Recife de Per-
nambuco aos 12 de dezembro da 1804.
Eu Manoel de Carvalho Paes de Andrade, escri-
vo o escrevi.
Trittio do Alencar Araripe.
O Dr. Trislo de Alencar Araripe, offteial da impe-
rial ordem da Rosa, jniz de direito especial do
coBimercio desta cidade do Recife de Pernambn-
co, e seu termo por S. M. I. e C. o Senhor D.
Pedro H, quem Deus guarde etc.
Faco saber aos qne o presente edital virem, e
delle noticia Uverera, que Ferreira A Martins, por
seu advogadOi me dtrigtram a peticao'.do tbeor se-
guinte :
Dizem Ferreira & Marlins, cemmerriarrtes desta
praca, que as pessoa constantes da relacio fncra-
sa, essas residentes no termo desta eidade e ooiros
ausentes em lugar incerlo, como consta annotado
na mesma relacao, sao-lhes devedores por ttulos
comprehendidos nos arts. ti3 e 445 do cdigo com-
mercial, cujos valores e vennmenlos Realmente
vo declarados Da mencionada relaeio, sendo as
dividas provenientes de transarroes mercantis, e
sujeitas s disposigoes des arts. 19 e W do regula-
mente a. 737. E porque nao tenhara sido pagas e
aproxime-se a poca da prescripeo, qoerem os
supplicaotes inierrompe-la com relacio a cada nm
das seus devedores, e seos respectivas ttulos, nos
termos do art. 353 3* de cdigo, por isso vem
peraote V. S. e em resalva dos seus trerlos pa-
ra ehVito de inlerromper sobre cada nm dos pre-
ditos litlos, e contra cada um dos citados devedo-
res a prescripeo, protestar contra esta, visto estar
para isso dentro do termo legal; assim reemerem a
V. S. digne-se mandar tomar por termo o seu pro-
teste, que ser intimado pessoalmenlo a cada um
dos devedores relacionados e residentes dentro do
termo, e quanto aos outros por meio de editos com
o prazo, dignando-se V. S. para iso marear dfa e
hora, arm de produzirem os snpptieants a res-
pectiva prova da ausencia em lugar incerto. Pedetri
ao Illm. Sr. Dr. juiz do commercio deferimento
por merc.O advogado, QasteMo Branco.
Segundo o que assia se centraba em dita peti-
c,ao, na qual dei o despacho segrate :Justifique
a ansencia no dia 15 do eorrente mes s 11 horas
da manha. Recife, ti de dezembro fle WW.
Alencar Araripe.
Segundo o qoe assim se contraria em dito des-
pacho, por forra do qoat tora feita a distribuirlo
ao esenvo deste meu jone Manoel de Carvalho
Paes de Andrade, o qual lavrou o termo de pro-
testo do theor seguinte :
Aos 13 de derembro do dito amo, em meu car-
torio veio o solicitador Joto Caetano de Abren,
procurador dos supplieantes, e perante mtm e as
testemunhas abaixo assigaadas, disse, qne nos
termos de sua petieao retro, que Dea sendo parte
dos presentes, proteslava por todo seu eonted, e
de como assim disse e protesten Sr este termo, no
qual se assignou com as mesetas testemunhas.
Eu Faustino Jos da Fonseoa, escrevente juramen-
tado, o eserevi.E;i Manoel de Carvalho Paes de
Andrade, escrivao. o subserevi.Joao Caetano de
Abren.Joo Jos de Paiva.Antonio Alves da
Fonseca Jnior.
Segundo o qae assim se eonnha em dito termo
de protesto, depois do qal se moslra, que sendo
dito protesto devidmente intimado aos devedores
residentes dentro do termo,-predozlram os srrapli-
caotes suas testemaebas, qne depoifam conve-
nientemente acerca da ausencia dos demais deve-
dores constantes da relacao, que nesta vai trans-
cripta, depois do qne o respectivo eserivo, fazendo
sellar e preparar os autos, me os fez conclusos, os
quaes, sendo-me entregues, nelles del e profer a
sentenca da forma e theor seguinte r
Bel por justificada a ausencia dos snpplicados,
qoe se moslrou acharem-Se em lugar incerto, pelo
que mando qn os meemos suppltcados sejam cita-
dos por editos de 30 dtas para o fim requerido a
fls. a, e fica deferida a materia da peficio a fls. 2.
Recife,. 19 de dezembro de 1864.Trislo de Alen-
car Araripe. ^
'Segundo assim se conlmha em dita sentenca,
depois da qual se mestra seguir a relacao dos de-
vedores ausentes, os quaes s3o os segurares :
Bento Jos Antones Pereri saccador Antonio
Carflho de Albuquerquej Alvaro Barbalho Caval-
canti LVhoa, letra vencida, em 26 de dexembro de
183, 338*180 -, Fulgencio Jos de Oliveira, "dita
vencida no Io de Janeiro de 186L 50* : o mesmo,
dita vencida no Io de marco de 1861, 50* o mes-
mo, dita vencida no Io de mai de 1861, 50*; o
inesnfo, em Io de junho de 1861, 41*165; Jos Lo-
es, da Silva, letra vencida a 30 de marco de 1861,
03 ; o mesmo, dita'vencida a 30 de mato de 1861,
50* ; o mesmo dita vencida a 30 de junho de 1861,
50* ;'o mesmo, dita vencida em 30 de setembro
de 1861, 39*508, o mesmo, por runa conta aceita e
vencida a T de outubro de (860, 36*500 ; Manoel
Lniz de Lima, letra vencida em 10 de setembro de
186:1,75*220; o mesmo, dita vencida em '0 de
di'rttnbra'doifito auno, 7iif>il(}i Manoel Gomes
Villar, por sua conta commercial aceita e vencida
8 27 dejapeir9.de 1860,. 81*710 ; Aoloijio Tho-
plazPereira^tsna conta ctnierc,ia1 aceita a
vencida em ?9 de mato de;i8fll4lf4Jp40 ; o mes-
moi Bija veijcrtra ae" fikw ty '861, 325; o
mesmOj por'sua cont coracneTCll vencida em II
flfe agoste de 1861, 525800 : o mesmo, dita vencl-
|a a 27 de julho de 1861,61*7^0. Recife, 10 de
Bezcmbro de 1864.Ferreira & Martins.



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IfffnanAiifa- egrmdfl /efra fe Pmrelr* de 1#05.
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Segando o que assim m cooinha en dita rea*
'eSlo, Jepois da qual so ostnc que o respectivo es-
criv klaaadl delCarvaHio Paos de Andrade, que
este sabserereu e fez passar o presente, pelo qual
e.seutaor ctuioa, cito har por citados todos os
sancionados doradores aasenie, eonsfantes da re-
a-So faro, #fr* que dentro do proa 4 Tinte
drarcdmpar
vando ma
pena de reVelra.
Porunto, teda
go ou cooliecido
Ihes-hao fazer seienie de lodo o expendido. E para
que chegue ao coohecimaoto de todos, mandei.fa-
xer o preseute edital, que ser afhado aos laga-
res do costurae e publicado pela imprensa.
Dado e passado tiesta cidade do Recite da Per-
narabaeo, aos 19 de dezembra de 1864.Eu Ha-
noel de Camina Pies de Andrade, escrlvo o sub-
3CTUV.
Triitio de Alinear Aranpe.
de, de constituirlo" robusta, e apropriala vida do
mar.
^l'odaf-se-ua tambem adraillir menores de 10 an-
uos, que tenbam suficiente desenvolvimento phy-
sico para os exercieio* do aprendisado.
ArL 14. Os voluntarios da primeiraelassef erce-
berao 05 sidos concedidos pelo artigo 1 do deere-
DEGliligOES.
salvados da barca franeeza Les Aais da Saint
Jean de Luz, no da lugar aeiroa menciona*.
Principiar as JO hora,
Lei o de 1,000 saceos vasio* com vana.
Segunda-feira 6 de fevereiro cm frente
a al/andega.
Santa Casa da Misericordia do
Hecifc
O lllui. Sr. the.oureiro da Santa Casa de Mise-
ricordia rio Recife manda iazer pubfce que do dia
7 de fevereiro prximo vindouro, pelas tO huras
da raanhia, no sali da casa dos expostos, far pa-
amento das raensatrdades vencidas at o ultimo
e der.embro do anao passado, todas as amas que
se apresentarem, acompanhadas das criancas que
Ihe fqram confiadas.
Secretarla da Santa Casa da Misericordia do
fecife. 31 de Janeiro de 1865.
O esenvia,
F. A. Cavalcanti Consseiro.
Calva filial do banca do liras;!
cm PcrnanifeBieo.
lid* nitro de 1865.
De ordem da directora desta cala, se convida
tos credores de "ebastlao Jos da Silva a virem
receber do thesoureiro da mesma caixa o que em
rateio Ibes toca da venda de urna das propieda-
des, que segundo a concordata,Hu foram entregues
para sema vaWidas. gnarda-trvros,
Ignacie Nunes Correia.
De ordam da dvneetona desta mesma caixa se
faz publico aos sentares accionistas qne o respec-
tivo ihe soureiro ata autorisado a pagar o 22. di-
videndo de 10 por aegao.
O gnarda livros,
Ignacio Aunes Correa.
Pala thsouraria provincial se faz publico,
que a arremataeao da obra da ponte de Motocolom-
b fui transferida para o da 9 de fevereiro prxi-
mo vindouro.
Secretaria da thsouraria provincial de Pernam-
buco 28 de Janeiro de 1865.-0 secretario,
;.,, o f aV F: d'Apouneiacae.
-- Pela thsouraria provincial se faz publico,
que a arrematarlo da'otira da conclusao do raio
entral da casa de detencao foi transferida para o
dia 9 do crreme.
Secretaria da thesonraria provincial de Pernara-
feaco i* de fevereiro de 18650 secretario,
A. F. d'AnnunciacSo.
Aviso
aos navegantes.
Pela capitana da porto de Pernambuco se fax
publico para conhecimeoto dos navegantes, que a
bia do extremo do sul do banco do iuglez que ha-
va sido laucada praia por I lie ha ver arroben ta-
4o a amarracao, foi novamente collocada, demar-
cando-lhe o pharol do pieao ao O 1/2 N O, e a tor-
re do seminario de Olinda ao N 1/2 N O, rumos
magnetices, e em fundo de 3 bragas, exactamente
on te termina pelo sul o Recife que forma o banco
inglez. Capitana do porto de Pernambuco 4 de
fevereiro de 1865.O secretario,
Decio de Aquino Fonseca.
Companliia pernambueana
De orden do eenselho de direceo a em virtude
do art. 24 dos estatutos sao convidados os Srs. ac-
cionistas i reanirem-se em assembla geral no
segunda andar da casa da praga do Corpo Santo
n. 11, pelas 12 horas do da !) de fevereiro pro-
limo.
Pernambuco, 30 de janoiro de 1863.
O gerente, F. F. Borgcs.
1.a secgio.|Secretaria da polica dePernambu-
co, 1 de fevereiro de 1865.O Illm. Sr. Dr. chefe
de polica, manda renovar a publicagao da postura
addicional de 12 de fevereiro de 1863 abaixo trans-
cripta, adra de que ninguem allegue ignorancia de
snas disposicSes.
Posturas.
Art. 1." Fica prohibido neste municipio o brin-
quedo de inlrudo com agua por qualquer maneira
le lajjOOO res, e 8 das de prisao.
Art. 2.* Fica prohibida a venda de limas de chei-
ro ; os infractores alem de as perderem, pagarao
4&000 de multa.O secretario, Eduardo de Barros
Falco de Lacerda.
Pela thsouraria provincial se faz publico,
que a arremataeao da obra da conclusao da casa
da cmara e cadeia da villa do Bonito foi transfe-
rida para o dia 9 do crreme.
Secretaria da thsouraria provincial de Pernam-
buco 1 de fevereiro de 1865. O ocre tari o,
A. F. d'Auunciagao.
Capitana do porto de Pernambuco, 1-4
(lejaneii-otJe ISliJi
Em vista das circnmstaneias melindrosas em que
se acha o paiz, sendo necessarlo que todos os bra-
ileiros, concorram para a sustentaco dos bros e
dignidades nacionaes, comprometidos na gnerra
com as repablicas do Uruguay e Paraguay, manda
o Illm. Sr. capito do porto, em virtude do que Ihe
foi delermioado por S. Exc o Sr. ministro e secre-
tario de estado dos negocios da manaba, convidar
uao so aos matriculados, como a todos os cfdados
que so queiram alistar na qualidade de voluntarios
para armada, a se apresentarem nesta capitana
nos das uteis das 9 s 3 1|2 horas da tarde.
Oulro sim, sao igualmente convidados os indivi-
duos que tiveram baixa do servigo naval, a alista-
ron se por um anuo ou mais, igaranlindo-se-lbe
nao s as respectivas escasas, logo que ternufinv
os seus contratos, mais anda os premios Qxados na
lei, para os que voluntariamente procurara o ser-
vir da armada, e bem assim urna gratificaco
mensal, igual a metade dos sidos, que percebiara
na occaslao em qne dbtiveram baixa. ^
As vantagens e condicgSes para o alistamento se-
r j as estabelcidas pela1; instnicrOes que 'baixa-
ra.-n com o decreto n. 1591 de 14 de abril de 1855
qaa sao as segolntes : /'
Art. 12.' Distingur-se-ho seis classes de volun-
tarios :
1.a Dos individuos que qnizerem servir na ma-
rnhagem sem tempo determinado ;
2.a Dos que se qujzerem contratar para servir
na marjahagem por tempo determinado :
3.a Dos que so prestarem a servir na raarioha-
gpm os prazos estabelecids noarUgo 3. do. decrc-
(o n. 1466 de 25 de outubro de 183 i, e que escu-
sam o nacional do servigo militar ;
i.' Dos que qu'rzerem ter praga no corpo-deim-
peraes raarinbeiros.
o.' Dos quo se destnarem para e batalhao naval.
6.a Dos aprendices marinheire?.
Art. 13. Os voluntarios das dfferentes classse
4rtiiiasao artiga antecedente deverao ter os re
qnisitos seguiutes :
1." Cas.Os que se afistarem para a raarinha-
fiCTi sen tempo determinado, Jeem ser fortes,
saos, acestumados a vida do mar, ou pelo menos
capazas de servir na praga de grumete.
2.a Glasa.O quo sa, conratwem por prazas de
terminadas, de um a tres artnos, devem ser fortes
saos, e acostumados a vida do mar.
3.a Classe.Os qne se contrataren, para servir
na tnarinhagam o praaa de seis ou de oito atino?,
em cenformldade do artigo 3. do decreto a. 1460
de 2$ de outubro, devem ter os requisitos dos da
nefanda classe, excepto a prtiea da vida martima
*a adianto ( artigo 16) se expressa
4' Classe.Qe alistados para o corpa de impe-
rra maYinhelros deVm ser crdados brasileiros
de t8 a 35 annos le Mide," on a( 40, sendo tioriiens
domar; fortes, s*, eapares tfe totf "o Serlfo:
5" Classe.Os alwados para d BatatttSb* naval
devem er !8at 45 annos annrs detdade, etis on-
ti*s requisitos da qwarta classe.
ofi*ia pdiiMe-fa adtorttir flgtms gsfrant-.
ros medrttW^ftWl* StHoffsapo do gbvorqo.
i.' Classa.9a #*t*dizw larinbairos flovem
ser cidadaos fceasiseiro, da 10 a 17 asnos de Mar
mezes antes, salvo se nlsso nao .houver inconve-
niente para o servigo, por qua entae (erao inme-
diatamente attcndldos.
Urna resal va, que lhes deveri ser entregue com
a guia de desembarque, declarar que a contar
dessa data os sobreditos voluntarios, se forem na-
cionaes, eam isentos do recrutamento por ora an-
uo, ou por tempo igual ao que tiverem servidlo nos
navios do estado, se ste prazo for menor ; salvo,
porm, o caso de circunstancias extraordinaria
durante s quaes flear suspensa a iseneao.
Art. 15. Os d segunda classe receberaos os pre-
mios segontes :
Se farem grumetes; daz, viole e dous, on trjita
e quatro mil res, segundo se contrataren*.por um,
dous, ou tres annos.
Se foram mariabeires : vinte, quareuta a cinco,
ou setenta mil refs, segundo o prazo de seu contra-
to for de um, dous, ou tres annos.
Alera do premio receberto mais os referidos vo-
luntarios se directamente se apresentarem, a gra-
tlficago de quatro mil reis sendo estraugeiros, e
de cinco mil reis sendo nacionaes.
Esta gratficarao, porm nao se abonar repeti-
damente ao mesmo individuo por cada novo con-
trato successivo que flzer, se este for de prazo me-
nor de tres anuos.
Art. 16. Os da terceira classe recebero mais
I ama quarta parte do maior premio que poderara
obler contratando-se como os da segunda classse
na praga de grumete ou de marinhelro, que lhes
competir, e a mesma gratifleagao apresenlando-se
directamente.
Exceptuam-se os que nao forem heraens do mar,
e tiverem mais de 40 annos de idade, os quaes po-
derac alistar-se com as coodicgdes dos da terceira
classe, mas sem augmento de premio.
Art. 17. Os da quarta classe recebero como pre-
mio cem mil res, se forem marlnheiros,e sessenta
mil reis se forem grumetes.
Art. 18. O? da quiota classe recebero o premio
de cento e cincuenta mil res, se nao forem maiores
da quarenta annos e o de cen mil reis, se tiverem
mais daquella idade.
Art.|19. O premio dos voluntarlos menores, des-
l.ello de qneijos suiasos.
HOJI!.
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem pertencer 30 queljos suissos era um oa mais
lotes a vontade : segunda-feira 6 do correte pe-
las 10 horas da manhaa no armazem do Sr. Annes
defronte da alfandega. ^____
Grande Irilo de fa/eudas, miatleas,
calcadosc otijectos para scllciros,
(Com ara ta d'agua salgada.)
Hoje 6 do correle, na alfandega, armazem nu-
mero 8^^___________^^^
L"ilao de 3 casas tarreas sitas no aterro
do Giqui.
Martins competentemente autorisado far leilo
de 3 casas terreas de ns. 138, 140 e 141, tendo as
de ns. 138 e 140, 2 salas, 2 quartos e cosinha tora,
e a de 144, salas, 1 quarlo a cosinha tambem
(ora e rendem 65 mensaes cada urna (terreno fo-
reiro.)
Terga felri 7 docorrente
Em seu escriptorio ra da Cadeia do Recife n.
9, as II horas do dia, os pretendentes podem obler
qualquer informacao ao mesmo Martins._______
JLeilo de novis.
Cordeiro Simoes far IWIo dos seguinles mo-
r- tretht-s aiagar ama ascrava aara casa do
pouca familia: na roa do Pires n. 4._______
MoMlla
Angam-se moWfias : n% pateo do Tereo nnrae-
ro42. _________
CsslUiri mediro-cirurgica na rHa larga do
Baaarit a. 21.
O Dr. Joao Herrera da Silva ragressando sua
casa, contina em o axereicio de saa frotisso
nao s m parta medlea como tambem na cirur
gica.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva que
rozinhe e eagecome alguma cousa: na ra do
Cabug, Ipja ffagaia d"ouro n. 1 Jj.___________
Augusta Morcar subdito francez vai a Ma-
cei.
Offeraee-e urna ama seca que faz o servigo
de urna casa de familia : na ra dos Pires n. 34,
se dir.
Festa de &. Braz, adngado 4a r
garita.
Sexta-faira 3 de fevereiro tara lugar na igreja
de M. S. do Tergo, pelas 7 horas da manibaa, mus-
sa cantada a a notte ladanha, Onda a qual sa ben-
zera a garganta, e estar a milagrosa imagein a
veneragao dos fleis por oito das.
t'luh PcrnambucuHO.
A dir ct ria.tendo e n cons derago (u"
grande numers d fa n;lias de seus associa-
d# se acliavam fura da cidade, r snlvo.
t ansf nr a reuna > famiti r do raez d: j i-
n-rto prximo pas^ido para o da 9di cor-
rente. ______
"Na rna dos Coeloos n. 10 se dir
(ju'in d alguma. quaatias, com | veis como sejam : 2 mobitias de amarello, 1 guar- .,,. T? '
da roupademogaode espeiho, 1 metuarb, 1 *K SO >' boas garantas.
grande espelho -com moldara, 1 secretaria de
amarello, um piano de mesa de Jacaranda. 1 rico
candelabro de p de vidro, aparadores, espelbos, .
cadeiras de anrarallo e de faia, candie.ros a gaz, \ ""f1 "? ireetoriagara da instrucgacpmbhca
relogias de mesa e da algibeiri, camas francesas' r eos,nar prtaeirai latirs, lat.m francez,
fiar li'ini i(\ ra^nailtva inihhn a innalmntc 1AC
Aula particular.
O abaixe assignado, professor particular, previ-
e outros arligos de gosto.
Terga-feira 7 de fevereiro as 11 horas
em ponto.
57No armazem a ra da Croz57
Leilo de fazendas.
. A 7 do corrate.
Adamson, Howie & C. farao leilao por intar-
participa ao respeitavel publico e igualmente aos
seabares pas de seus discpulos que segunda-feira
9 4o correntatem de continuar no easino das sa-
praditas materias, admiltindo matricula alumnos
externos, pensionistas e raeie-pensionistas. A ara-
tica de 19 annos consecutivos no exercieio de sea
magisterio, sua inteira dedicagao a oa moral idade
sao garantas que offerece aos senbores pas de fa
* vengao do agente Oliveira do mais completo a; millas, que deseiam a saa e til educago aseas
tinados para as eompaohias de aprendiias man- apreclavel sortimenlo de fazendas inglezas as mais flinos.
nheiros, ser de cem mil reis, e se abonar aos
pais, tutores, ou quem suas vezes flzer :
Art. 20. Os premios de que tratam os artigos an-
tecedentes serao pagos pela raaneira seguate :
t. Os dos voluntarios da segunda classe, se o Trapiche Novo, Recife.'
alistamento for por um anno, lhes serao pagos in-
tegralmente no acto-de asseutarem praga; se por
dous ou tres asnos, recebero em tres presiagoes
iguaes, sendo primeira paga como no priineiro
caso, segunda qando vencida metade do prazo
do contrato, e a terceira linda o dito prazo.
J 2. Os voluntarios da terceira classe recebe-
ro urna terga parte do premio respectivo logo qne
tennam assentado pr&g, outra terga parte no fim
do primeiro anno de servigo, e e restante findo o
prazo de seo alistamento. '
5 3." Os premios dos mperiaes marinheiros e ee
das pragas do batalhao naval serao abonadas como
os dos voluntarios da terceira classe.
4. Os premios devidos pelo alistamento de
menores paras as eorapanhias de aprendizes mari-
oheires serao pagos integralmente, logo que se ve-
rifique a entrega dos dilos menores.
Art. 21. As gratificagoes que competen) aos vo-
luntarios que directamente se alistareis no servigo
da armada, serao pagas conjuntamente com a pri-
meira prestarlo do premio respectivo.
O secretario da capitana.
Decio de Aquino Fouceca
proprias do mercado, entre ellas muitas para fe-
char contas e ootras para roupa feita
Terca-Mra 7 do crreme
as 10 horas da manhaa, no seu armazem, roa do
A7IS0S MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Xavegaco costeara por vapor.
Parahyba, Natal, Mico, Aracaty, Cear
e Acarac.
O vapor laijuaribe, comman-
dante Lobato, segu no da 7 do
correte as 5 horas da tarde. Re-
cebe carga at o dia 6, encom-
mondas, passageiros e dinheiro a
frete at o da da sahida as 2 horas : escriptorio
no Forte do Mattos n. I.___________________
COMPANHIA PEKNAMBUCA IVA
*'ave Macei em direitura.
Expede-se o vapor Parahyba,
no dia 6 do correte as 6 horas da
tarde. A carga deve ser posta a
bordo at o dia 4 : encomme.ndas, i
1,111 \fl>
No dia quarta-felra 8- do correte se vender
em leilao pelo agente Euzebio e pelo maiar preco
que se achar, o sobrado n. 24 sito ao largo do
Terg, chao proprie, que resde 40 por mez, sao
convidados os pretendentes a examina-h.
Leilo de 3o hanis com masteiga in-
|lez.
Qaarta-feira 8 do corrate.
O agente Pestaa vender por canta e risco de
quem pertencer 30 barris com excellehte mantei-
ga ingleza, a qual ser "vendida em lotes a vonta-
de dos compradores para o que convido os Pro-
gressos.e Prograssislas meas camaradas : no ar-
mazem do 8r. Annes, quarta feira 8 do corrente
pelas 10 horas da manhaa.
Leilo de rseravos.
Q lin'a-feira 9 s II horas.
53-^-Bua <1a Cadeia do Re ife53
Quem perianto quizer confiar ao mesmo abaixo
assignado a educago de seus filhos, pode dirigir-se
a qualquer hora do dia aoteroeiro andar do sobra-
do n. 38 da rna Nova, onde ba multo lempo est
estabelecido.
________Josa" Mana lachad de Figueiredo.
Or.rruralor di r.iia Nova que se
acha a rJavec 6quarteisde asignaturas des-
te (Diario*, queiramatida-las pagagarpois
assim como elle gosta de receber paga de
seus servirlos deve attender a dos ou-
tros principalmente o do tDiario queem
iraliallian mais de 60 pessoas.
O bacbarel
Antonio Joaquim Ayres do ffascimento
tem o seu escriptorio de advogaria na ra
estreita de Rosarie n. 8, onde pode ser
procurado das 9 horas da manhaa as 4
da tarde.
OLYMPiO
vender em leiiai diversos o>eravos de amos os
sexos com habilidades e sem ellas.
Leilo de trastes e outros mullos arti-
go* de goste.
Quin'a-feira 9 as 11 lioras.
53Armazem ma da Cadeia do Recife33
OLYMPIO
vender em leilj por oraem de urna familia que
se relira para fora, os objectes seguinles : 1 uio-
bilia de amarello quasl nova, 1 rico piano de ar-
mario, quadros, eonsolos de Jacaranda com padra
e espelho, 1 coinmoda de Jacaranda com pedra,
marqueas, cadeiras avulsas para sala de jantar,
candieiros a gaz, candelabros, mesa de jantar,
gaarda louga, estante para livros, carteiras para
escriptorios', mesas redondas, consolos, objeclos
de onro e outros muitos arligos que estarao pa-
tentes no da do leilo.
TUKSORO DAS MAIS
Provi'dtn&ia da crianzas
COLMHES ROYIS
llBla."a|Delicos. .11
CHAMADO
COLLARES ANODINOS DE DENTig
Contra as convulsoes e para facilitara
dentigaa das criangas preparados e Inventa-
dos por Rover, pbarmaceolico da esco-
la superior do Pars, soccessor de Cherean,
nenabro da academia de medicina
amiga casa de Bouillon-Lagrange, pharmaceatico
do imperador
chefe dos (rabaihos chimicos da escola po-
lytechnica, lraetor da escola de #harmacia de
Pars, e membro da academia imperial
de medicina.
Estes collares vendem-se anreameate na loja do
Gallo Vigilante ra do Crespo o. 7.
O solicitador Pedro Aiexandrl-
do da Costa Hachado
se encarrega aate o foro dasta cidade de tudo que
for tendente a sua proissao, acaila departido an-
nnal as pendencias jadicraes de rrnafqaer casa
commercial mediante razoavel ajuste. Conaa
a se encarregar de eobrangas nos termos do Cabo
apojaca aonde continua a trabalhar como d'an-
tes.e encarrega-se de defezas parante o jury nos
termos prximos a via frrea, pITerecendo gratui-
tamente seas servigos aos devalidos, poe ser
procu-ado todos os dias uteis das 9 lioras da ma-
nhaa as 3 da tarde na ra estrella do osario n.
34, e fora dessas horas na ra Imperial n.36, ca-
sa de sua residencia._________________
Aliigam-sp dous grandes sobrados cop rom-
modos para .nanerosa familia, novos e aceiados,
com jardim, aaeheira, estribara e ootras cemmo-
didades, a trafess^ie Joao Fernandes Vieira : a
tratar na,ua a Seala Nora n. 42.
i
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
andar, onde pode ser procu-
rado para o exercieio de sua profis-
sSo medica, e com especialidade
sobre o seguinte
1 molestias
2
de olhos;
de peito :
3o dos orgos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rlo examinados na ordem de suas
entradas comeando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d si
6 as 10 da manhaa, menos nos do-
mingos.
SPraticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabetecimento dos seus
doentes.
teposite geral ia rap prinrea Gasse e Paulo*
Cordeiro nesia provincia, ra da Cruz nume-
ra 18.
Jos Joaqun Lima Barao, recebedor do rap
princeza Gasse lino, raeio groaso e grosso, Paulo
Cordeiro, dito meio grosso a viajado, qoalidades
obtido grande cre-
0 aballo assignado julga nad de ver tiesta pra-
?a neai fora della, mas se algufni se julgar seu
redor' quera apresentar seu titulo oestes 8 dias
qie deptols de verificado ser inmediatamente pa-
go na roa da Imperalriz n. 38.
PVahcisr Maciel do Sqoza'.
-^ A. W. stwroe, tendo le retirar-se para o
Norte da Amrica, para tratar de sua saade, faz
idate ao publico qua de accerdo e era perfetta
harmooia com a xm.a r. U. Josepha Mara dos-
Praures a uus berdeiroa do san casal, fez venda
do sen eslabalecimeato ao Sr. Julio dos Santo* Pe-
reira, ficando o mesu.j.senlwr no gozo do contra-
to por elle celebrado com a mesma Exra.a srnbo-
ra e mata berdeiros respeii ao primeiro andar do
seu edificio "o na ra do Imperador n. 38. Ao-
mesmo tempo aproveita to favoravel occasiao
para agradecer a Exra.a ?r.* I>. Josepha e a todos
os mais herderres as maneiras delicadas porque
sempre o trataran! ; bem como a publico em ge-
ral pelas bondades que lite proiJ.ifaJis.aram duran-
la a sna estada nexta capital.
* ~~~~~-------MM.-' "**--------------
Precisa-so de um. ama que saiba engomnar pa-
ra pouca familia; m ra Nova de Saota Rita nu-
mero 17.
A mo'cstia ou mfecefeo peeu-
Ital conhecida pelo nome de K-
erofnla um dos males mais
prevaleceotes c universaes que
ha em toda a extensa lista das
enfermidades de que soffre o
genero humano : diese um cele-
bre eseriptor da medicina que
mais de una terca parte de
todos aquelles-que moriem antes
da velhice sjo victimas, ou dre-
ta ou indirectamente a Escrfu-
la :por si nao to des-
tiva, porm a principal1 cansa de muitas
outras enfermidades que nao Ihe sao geral-
mente attribuidas.
? orna causa directa da p/itftysica pul-
monar, das molestias do iyaio, do estoma-
go e affeccdn de cerebro: Entre os seus
numerosos symptomas acham-se os seguin-
les : falta de appetile ; o stmblante pal-
udo e s vezes incitado, s Btt$ de umtt
altura transparente e outras corad e a-
marellento ao redor da bocea ; fraqne/.a e
molleza nos msculos: disgtttao fraca e
appetite irregular, falta de energa, ventre
incitado e evacuaro irregular; quando o
mal tem seu assento sobre os pulmoes, tima
cor azulada mostra-.se em roda dos olhos;
quando ataca os orgaos digestivas, os olhos
tornam-se avermelhados: o hlito ftido,
aiingua fanegada, dores de cabetp, Ion-
tetras etc.
as pessoas de disposicao escreftilosa ap-
parecem frcqiientemente erupcoes na pelle
da cabeca e outras partes do corpo, s3o pre-
dspostas s affeccoe dos pulmes, do /ga-
do, dos rins e dos orgos digestivos e ute-
rinos. Portanto, nao smente, aquelles
ijue patean das formas ulcerosas etuber-
Atten$o.
Vande-se urna parle de um sobrado sito no
bairro do Recife : a tratar na travessa do Carm
n. 1, sobrado. ____ _____
passageiros e dinheiro a frete se LeIO da leja de sellePO llai'Ua.\o>a
receber at ~i horas da tarde do dia da sahida -
escriptorio no Forte do Haltos n. 1.
Rio de Janeiro.
Sogae nestes das o patacho nacional Tupi, re-
cebe carga a frete : a tratar na ra do Trapiche
numero .
Porto.
Segu hrevemente a barca portugueza Sympa-
thia por ter seu carregamenlo completo : quem
quizer ir de passagem, para o que tem excellentes
commodos, eutenda-secom Bailar & Oliveira, ra
da Cadeia n.'iC.
Para o Rio de Janeiro deve seguir com bre-
vidade por ter prometa a maior parte do carrega-
monlo, o brgue nacional Invensiuet, recebe o res-
to da carga e escravos a frete: a tratar no escrip-
torio de Araorim Irmaos, rna da Cruz n. 3, oa
cora o capito Antonio Albino de Souza, na praga
do coinmercio.
Rio de Janeiro.
O brigue Botizario, segu breve para aqnelle
porto, anda recebe alguma carga e escravos a tre-
ta : a tratar coa Marques Barros & C, largo do
Corpo Santo n. 6, segundo andar._____________
Para o Itto de Janeiro.
Pretende seguir em poucos dias o patacho Ca-
puan, tem parte de seo carregamenlo bordo, pa-
ra q resto que Ihe falta e escravos a frete : trata-
se cora os seus consignatarios Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio ra da
Cruz n. 1.
_------------_------;--------------_---------------------------
Rio de Janeiro.
Deve seguir em poucos dias para aqoelle porto
o bngue Cruzeiro da Sul, anda recebs alguma
carga e escrav*os a frete : tratase com Marques,
Barros & C, largo do Carpo Santo n. 6, segundo
andar._______________________________.
Para a Bahia
Pretendeseguir com brevidade a sumarafior-
teneia, tem parte paraoreste que Ihe falta trata-se oom es seus
eensgnatarios Antonio Luizda Oliveira Azevede
& C, no seu escriptoriorna da Cruz lli II I li ~M
i. i sh o a e porto '
Pretendo negoir com a maior brevidade a har-
ea portdgaeza tLaura, per ter parte da carga
prompta, para o resto e passageiros trata-se com
o consignatario T. de Aquino Foaseca Jnior, tra-
vessa da Ihdr de Dos h. 5, primeiro andar Oa
com e capitao na praca.
I
L IL O 5.
j-ra-ri----------------------------------------------
Leilo em eonlimaro
De fazendas, diversas mindeas e objectos para se
leiro, tad* avariado.
"', Na afandega armazem n. 8.
>an' _--. _,
,0 agente PTrto far letRo cora autorfa.cao do
ebmnl'de Franga, caro ticeaca do Inspector da al-
iftidega em presenca tte um empregado da rnesma
reparlicao, com assislencia do delegado -do dita
S'oaBoi'por conla erisoo dequem parienoer de
oos as objeclos cima menetoaaioc, parto dos'.
numero 28
MarliQS competentemente autorisado far leilo
da loja de selleiro cima em lotes a vontade dos
compradores, bem como de urna excellente ma-
china de lixar couro*e de armaco de amarello
de dita loja.
Quinta-feira 9 do corrente as 11 horas do dia.
iYISOS P1VEBS0S.
Aos is.
Sahbado li do corrente mez se extrabir
a terceira parte da decima primeira lote-
ra (a*) a beneficio da matriz da Boa-Vis-
ta, no consistorio da igreja do Nossa
Senhora dj Rosario da freguezia de Sanio
Antonio.
Os bilhetes, melse quartosestSoa ven-
da na respectiva-thsouraria ra do
Crespo n. iS. *
Os premios 4a fr:000000 at tOJKKK
serao pagos urna bora depois daextraccac
at s 4 horas da-tarde, e os oulros depois
da distribaifao das listas. ,
As encommendas serao guardadas bo-
menteat a aoite da vespera da extracco
como de costume.
O theooreiro,
Antonio Jos Rodrigaes de Souza.
C4S\ DA FftRrai
O professor de latir da freguezia de S. Jos
desta cidade, abaixo assigna-io, faz sciente ao pu-
blica que se acha aberta a matricula de sua aula,
e que o exercieio da mesma eomecara no dia 3 de
fevereiro prximo futuro : quem se quizer matri-
cular, dirija se ao sobrado n. 5, sito no largo da
ribeira.Mar.oel Francisco Coelho.
Antonio Joaqoim Vinhas Maia faz publico
fme desde o dia 28 de Janeiro do corrente aano
entregou amigavelmente a ge(encia das casas de
negocio do Sr. A. Casemiro de Gouvea ao Sr. Ma-
thias L. da Costa Maia, corader do mesmo Sr.
Gouveia. Recife 3 de fevereiro de l8G'i.
Para todos.
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico que raudou a sua ofQcina de palhinha da
ma do Imperador n. ti para a ra das Crnzes n.
13, igualmente tem para vender palha e junco
mais barato que em outra qual raer parta.
Manoel da Costa Azevedo Mapolean.
Precisa-se de ama ama para todo o servico
de urna pessoa : quem quizer dirjase a ra do
Caldereiro n. 70.
Imperial Instituto de i\>sa Se-'
nhora do Kniu (onsellio.
Estando a terminar o curso de ferias
deste Instituto, desde j acha-se aberta a
matricula do anno lectivo para todas es
aulas.
os paquetes, sobre
Lisboa-
Porto.
Braga.
Vianna.
Guimares.
Villa Real.
Colmbra.
Amarante.
Aluga-se a loja da casa n. 59 da ra Augus-
ta i quem pretender dirija-se a mesma casa cima
que achara com quem tratar.
&39 "\ar &%*
Ausentou-so de casa no dia 31 de Janeiro pr-
ximo passado, a negra Victoria, de idade 41 an-
nos ponco mais on annos, tem um earoeo no la-
bio superior, falla Bna e estacada, baixa e corpo
regular, ha noticia que anda em Santa Amaro das
Salinas, iutitula-se por forra e cosluma mudar o
nome : portanto rogase a quem a pegar de trazo-
; la a padaria o. 146, as Cinco Pomas, de Menezes
dt Silva.
C"1
AOS 6:01)0.01)0
Bilhetes garantid
i' ma a Crespas. 23 e casas do castaa
8 abaixo issgnadb venden nossens muitofeli-
ses biltaatos garantidos da loteria, qneseacabou
de exrrahlr a'neae&clo,do Uieatro de Sanfalsa-
bel, os segulntes premios:
Baos quartos n. 346f com a sorte de 8:0002000.
Um meio n. 531 com a sorte de 1:400*000
Dous quarfas oTHOO cm -sorte de SDo^OOO.
E outras iiutUs-sortes le 20O, iOO{>, 40 e
505008. c .
Os pQssuidorespodem vr receber sesrenec-
tlvos premios sem os descontosdas leisna Gasa
da fortuna ra do Crespn. 23. .
Acham-se vendaos da teraeiraparte da de-
cima nrneira lotera ar beneficio da nutriz da
Boa-Vista, q"e se extrahir no dia H do cr-
rante. .t. ; M
Preeoa.
Bilhetes inteiios 7j|6
estas que tem aesta provincia on
dito pela sua excellente rabricacao, e materia pri-
ma de que composto ; isto o atiesta a innmera enlosas ta escrfula que necessitara de pro-
, extraccao que elle tem tido, e a condecoracSo que {teccao contra OS seus estragos ; todos as
a Ta* ^lobteve na exposicao nacional, cuja medalha vem quetles cm Cilio sangue existe O virus laten-
- Aluga-se o tarceiro andar do sobrado n. 24 fraVada nos rtulos dos inesmos botes, leem elle ,, t(H.F.L\ fi,tii,/. 4b,' J a k
do ra da Cadeia do Recife, entrada falo becco e maisa vantagem de n5o lerir o nariz. Tam-; J' e e ernvol flagello (e as vezes 8 heri-
Largo : a tratar no armazem do mesmo sobrado, bem vende-se o rap denominado Amarillinho que altano) eslao expostos tambem a SOfTrer dos
na Bahia goza de grande aceaeao. O deposito enfermidades que elle causa, que s2o :
acha-se sempre supprido de todas estas qu 1-1 phthipica, ulcerar-Oes'do /gado, do es-
dades-__________________________________\lomago e dos rins: erupcoes e enfermida-
Precisa-se de urna ama para cozinhar : na des eruplieas da cutis ; rosa ou cnjsipela ;
rna da Cadeia do Recife n. 52, terrelro an_dar._ | borbul/tas. pstulas nascidas, tumores, rh-
o London & Brazilun Bank, saca por todos. cumacarbmculos, ulceras e chaaas, rheu-
mattsmo, dores nos ossos, as costas e na
cabeca, debilidades femininas, (lores bran-
cas causada pela ulceraco interior, e en-
fermidades uterinas, hydropesia, indiges-
to, enfraquecimento e debilidade geral.
Aos pulmes a escrfula produz tubrcu-
los e finalmente consumpeo pulmonar :
tas flanulas ella produz inehacoes e tornam-
se ulceras: nos orgos digestivos causa
desarraigos que produzem indigestao, dis-
pepsia, molestias do figado e nos rins :
na pelle produz erupgoes e affeccwes cut-
neas.
Todos estes males tendo a mesma ori-
gem, carecem do mesmo remedio: a sa-
ber : purificar e fortalecer o sai/gue.
A salsa parrllha de Ayer
composta dos antdotos mais efflcanes que
a sciencia medica tem podido descubrir
para esta molestia assoladoia e para a cura
de todos os males provenientes- d'ella que
cootm virtudes verdadeiramente extraordi-
narias provado incontestavelmente pelas
curas nolaveis e bem conhecidas que tem
feito de tumores, cruprOes cutneas, erysi-
pelas, borbulhas, nascidas, chagas antigs,
ulceras, rhettma, sarna, parchas, hydrope-
sia, tosse quando causada por depsitos tu-
berculosos nos pulmes. Debilidade ge-
ral :Indigest3o, Syphilis constitucional c
molestias mercuriaes. molestias das mulhe-
res, ulceracoesdo tero, a nevralgia e con-
vulcoes epilpticas o em summa, teda- serie
de enfermidades quo nascem da impureza
do sangue. Vede as certldes no Alma-
nack e Manual do sarklo do Dr. Ayer que
so distribud gratuitamente aos lugares onde
se vendem os remedios.
Este remedio o Eructo de longos o labo-
riosas experiencias, e ha abundantes provas
das suas virtudes: posto quo oHeiccido
ao publico sob o nome de Suba parrilha,
composlo de diversas plantas, algumns das
quaes sao superiores a melbor salsa parri-
lha no sen poder alterante.
MAL DE CEREU DE \Xt.
Gura promptamenle a asthma, bronchke,
toss, defluxo, angina, cftqueluphe,
phlhysica prtmoir, Urberculos
pulmonares,., o todas as
awlfl&lias pulmo-
nares.
Allivia os ethicos declarados.
Todas as molestia* ^garganta, do peito
e dos polmcjes pdam ser curadjis em pou-
co tempo pelo (rsioaAL a'cbrwa oom-.
ATES. _____ '
. A' venda as principada boticas e droga-
ras do imperio, o na agon entral da
Rio de Janeiro ra Direita n. 15.
Vendo-so em Pernambuco:
..,. mi phMtaaaeta f raoeesa de
| P,MAURB1C.
______tt RAN0YAK.8.
Urna vida salsa.
0 abaixo asgnado agradece cordalmenta ao
Se- Dr. Silvio Tarqoino Viltasboas pela promptldao
e delicadeza com que mostra de urna maneira a
mais ciara e persuasiva, o poder da scicncia me-
dica, do que se prestou a salvar a sua lina Mara
Acha se na raa da Praia n. 10, um numero
de chaves que foram acnadas : qnenr;der os sig-
naes certos Ihe serao entregues pagando-se a des-
pea do aauuncio.
('oainbeiro
Precisa-se de. um cosinheiro : no hotel Trovador
ra larga do Rosti n. 44, pagase bem.
Sonde n casa de buhares dedomioa-
da Traviata raa larga do Rosario
numero 37.
Do dia 4 do corrente continuar ha*er sorvete
do Cjraio dos Sfntos Figueiredo, de dada de 3 cora t0(i;l perftf|,;ao a 240 rs. copos grandes, ha-
mezes, abaixo da Providencia, da qual se nao jul- ver car) cna> bebidas e mao de vacca os sab-
gra mais'a continnago de sua existencia. bados
Joao Bernardo Keivas de Figueiredo. I ------'------------------------r-___ -- -rrr -
-----tH .".. '^^r-----,- -. o-, f recisa-se da ama criada para o sevvico m-
P/ecisa-se Tallar aa Sr. Elias Leite da Silva, i lerno e Qma casa) sabendo coser e cosiohar oom
e como se iguora a sua morada, pede-se ao dito perr^o : a traUr na rna do Apollo n. 36, pri-
senbor dirija-se a ra do Queiipado n. 24, ou a; miro andar
n^naffA Ml" C6m Dr Aflgel! ^Precisa-se alngardoas escravos, seodobm
ques aa auva.--------------------------------- j coznneiro e ontro para 0 servso Qe CiSk na roa
' da Cadeia n. 27, primeiro andar.________
Alugam-se dons grandes sobrados com com-
modos para numerosa familia, novos a aceiados,
dom jardim, cocheira,estribara o outras corarao-
cidades, na travessa da Joao Fernandes Vierta
a tratar na ra da Senzala Nova 42.________
Alvaro Augusto de Almeida,
leiro, val a Europa. ._________
Na ra Nova n. 63, segundo andar, precsa-
la de urna ama desdada e de boa conducta.
Est para alugar-se urna casa terrea na ra
Sa Gloria n. 14, um t e 2" andar de um sobrada
ra do Rosario da Boa-Vista, quast no pateo.* I ~fos*anelseo de Andrade Jnior, lk}wda-
iita Cruz, e urna mef afoa na estrada de Joio!tar8 da etaeta firma de Monleiro & Andrade,
HfrBarros, com arvoredos, agua de beber, e portao :Bj-a a(ja roai5Q>ver, mas sa alguem se- jolgar
para o becco do Vombal : quera pretender falia cre(jor aprsente saa cOnta para depois de con**-
sa ra das Ouea, sobradp a. das 9 horas da riia ^r ^^^ coatinante. Recife 31 de Janeiro
manhaa at aa meio dia- de 18(W
- 0 i*siamaeiro de I). Joanna Francisca de ; _-j0s Pnrnei Men-zes fat publica qa*ierca-feira 7 de fevereiro, t9ao pespeiuvel pnMro e prieipalmala ao cor-
tas 7 para as 8 horas da aiaahaa, na porta do coa- w o o^mMicio. u* admaUio liar soel a Anto-
PtodoCarmo, se ha de distribuir pelos pobres SJoaquimVinha HL** fica/ girando de hoJj
aqoaolw da I90#, sendo a nada um 000 rs.
qflem estiver as circumstancias de receber esmo
las comparaj a1a>lfta'iara.
Precisare da aaaAia de 1.0005 a premio,
dando-se garanta sobra ara predio oa aeguezia
da B-^a/Vista do inuito majar valor ; quem os qui-
zer dar aaniincle.________________________
- Preosarta de uaaa ama qua compra e faca
todo o servipo_d|,oma c** ca Velh n..Jtt.____________; .
Nomelhor lugar da cidade de Oi;oda, defron-
te ^e S. Pedro novo vendase una casa com 5
qnartos, rgaoraeie, 5 salas, cczinha fra. esirrba-
mVJoaquim Vinha Maiaj..
em dame sob a Urina sortil de Anarde a Hail.
Pteeife Vo de feverslro rhr 186a.
_----------1. i. i < i ip...... .
Precisase da urea awa,para todo o serviooi
M ra Diretta n. GO.'p'rimeJro andar._________
Aluga-se o aahrado da um andar, e sotao da
m Birail a. 74, pintaojaaBovo, a eo oommo-
*fi suffISientes para qualquer familia quem .a
qualquer familia
fjase a roa da oneratriz 0.
qe
U.
im. leaSSftsJMltaa.biltro (erUiOOf.aknasda'f**- fwa oaiesmo Dm.
C'ot:inhf iro. t
Na ra da Cadeia do Recife, loja A. 81, c
se um preto raiBteiro, oa alaga se orna pessoa
s
Ik
Qnartos.-. ...... l|900
Baras pessoas qie MSkpracaai. '
de 1005 para cima.
Bilhetes...... .
Maios....... 3
Qnarlos. ....... !
Manoel Martins fuzt
i
4o a 300.dft.lrfiura propri.o,|tr varios arvocedoa,
2 cacimbassendo urna d'agua de habar a outra
e gasto, is quaes esto enramadas ; duas casasi inirri^Arant'
l ra deBao m commodos para familia, um 'oja^Ara^iea.
sitio aa Biarada Nova, jeso par barato preco:
Dliada a irar aoi .o Sr. Lui J*^^ Pialo 4a
Santo Antonio, traversa da,ffui n. 13,
i~eenaacna -
Borzeguins de botarro jfara hoaam a
a
mi.-
*
na
cdnt Jo^'Jacinthx) PavSo.
% i > a*JI'"l.tVil o\< ------*~-------H*-
*.TV ni
t-
x\m preto possaqje para o sor
Tama pallarla : a tratar na roa.
vico or_._
da Sanzala Velha n. 96.
* Precisa-so de una ama para drs de urna s
pessoa, quer-se que sarija engommar e aoser; ao
armazem do louga, raatdo- Imperador av 4L
, Akiga-se uina esorava par todo servio i*
casa : nao sao ra : quem a pretender
.e i roa do Raogel. n. 50, styindojndaj.
Thodro de CarvJho'Ga"
vai a Europa.
- Prajaa rea da IiUaVee Meas o. 36, priaeiso andar.
Precisa-se alugar. m 'moleque de 12 a IB
aaaosou ama n'gnnha da mesma Idade : na rQk
qjpImperador n. i6, primeiro andar. .. \
-#*- >0b-tiatoreiro ,-n ra r.eita u. 416,
isa a seus tregese* qtro conlimta a lingii-
Wtod^ascores e o mais ba ato posiivel,
sis oVio pNs a todos q* teta" ehrts-
a, doas wwa.tfrof no.firjKsdoOHodias, do
' ^ "Icontra io serSo vendidas -pana pagamento





Diaria de reraaml
eglUMla letra 4 Fererelra i;M#|.
s

i
JU'3
19 RA NOVA 19,
FRERERICO GAUTIER, CIRURGIO nENTISTA, de rolla de sua riagem a Europa, aondft tomn co-
nhecmento das s recentes deseoberlas e ltimos aperfeicoaraentos que se lera foito na arte den-
taria, alm de comprar o segredo |de diversas preparacoes empregadas com muita* vantageos, tetn
a honra de participar a6 respeitaref publico etn geral e aos seas numerosos {cflenles em p qae se arha de novo prompto ae seu dispor para todos os misleres da ana prolis >ao, ad verlindo que
trono um imraenso soriimento de dentes artiflciaes, caoutcbou vuleanisada, ouro, platina, massas
diversas multo aperfeieoadas, para chumbar, instrumentos novos, ferramenta moderna, cadeira de
operaedes, etc., etc., dos mals acreditados fabricantes de Pars, Londres e New-York, e por isso
estando mais do que nunca no caso de servir do modo o mais saiisfaetorio, perianto espera con-
tinuar a merecer toda a conflanea.
Acha-se sempre no seo gabinete das 8 horas da manhaa at ao meio-dia eom certeza e al as 4
horas da tarle quando nao tlrer de ir em casas particulares.
Antonio Lnii de Oliveira Azeveda k C-
Agentes do banco Uniao do Porto.
Competentemente Molidos sacam por todos;
os paquetes sobre o (sesmo banco para o t'orio e
Lisboa e para as seguinis agencias :
Londres sobre Bank o Loodon.
Haris Frdrc S. Baliin & C.
Hambargo < Joao Gabe & Filho.
Barcellona > Francisco Kohala 4 Ballesta.
Madrid > Jaime Merie.
,, Cadis > Credo* Commereial.
Sevilha > Gonzalo Segoria.
Valencia s M. Pereira y Hijos.
Em Portugal.
Amarantes.
Arcos de Val d
Vez.
Aveiro.
Barcellos.
Bastos.
Beja.
.
Braga.
OS MODERNOS CHALES DE
FILO PBETO.
ales de fil prelo xVegados pelo ultimo vapor
il ra do< reso n. 13, de An'.onio Coneia de
A NACIONAL
Brsgaaaa. .
Faro
Oliveira d'Aze-
meis.
Penna fiel.
Tavira.
Angra Terceir'a.iFiguir!111"';
Camlnba. Guarda.
Castello Branco. Guimaraes.

Chaves.
Coimera.
[Covilhao.
Eiras.
Extremos.
.-, BMMa..i*1i
Faf..,
Pinnal.
Porto-alegre.
Thomar.
Villa Nora
de
Lagoa.
Lagos.
Lanego,.
Leiria.
Mooeao.
Moneorva.
Regoa.
Setnbal.
Viauna do
lello.
Villa Real.
Madeira.
3. Miguel.
:1
Cas-
arel ManoelFirmino de Mello fH
contina na sua proOssIo de advogado e H
para isto pode ser procurado em seu es- j)B
ciiptorio da ra estreita do Rosario nu- i
mero 27. g
7- Consta-nos que vao ser recolhidas ad clle-
gio das orphaas duas menores de cor preta. as
quaes embora tenham pal, com tudo *charn-se el-
las em completo desamparo, vito como seu pai
padecendo ha muito le lieoaco mental, era arri-
mado pelo seu nico filho, que ha pouco fura re-
crutadopara servir na marinha, e ulvez a esta
bera esteja as campias de Montevideo defenden-
do o paz que o vio nascer : sao estas as primei-
ras de cor preta que vao para aquello etablec-
ento. Honra, pois, ao digno provedor e mais
tftribros da junta da Santa Casa da Misericordia,
a qual demonstrando por artos desta orden a sna
verdadeira instituicao, lambem demonstra que o
13 do art. 179 da constituicao de imperio, est de
accordo eom a religiao do crucificado.
Joao Bernardo Neivas de Figueiredo agrade-
ce cordialmente ao Sr. Dr. Joao da .-Iva Ramos
pela promptidao e delicadeza com que se preslou
a trata-lo, do qual o attestou.
COMPBAS.
A tlenqo*

Companhia- gral hespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
ATORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
Villa do Conde. Portimio.
Villa Real de Vizeu.
S. Antonio. Faial.
No imperio.
Baha. Maranbo.
Rio de Janeiro. Para.
Qualquer soama a prazo ou a vista, podendo
logo os saques a prazo serem descontados no
mesmo Banco a razio de 4 por cento ao anuo a
ratar na ra da Cruz n. i.
(iraude armazem de Untas.
RA DO IMPERADOR N. 22.
O armazem de tintas um grande deposito de
productos eniraicos utensis e os mais empregados i
e usados na pharmacia, pistura, photographa, tin-
turara. pyrotecbfnia(fogos de artificie) e em outra. Qnams de">oTicTa"^LCpagat8e'bm!
Procisa-se comprar urna escrava negra de 25 a
30 annos de idade, que ssiba engommar e cozi-
nhar, ou irooa-se por outra : na na da Aurora,
passando o Gymnasio, primeira casa depois da
pontesinha de ferro.
Jaroaes para entum ha.
Compra-se na fabrica de cigarros aotiga ra dos
'-ompram-si', escravos.
Urna fianca em dinheiro, depositado nos cofres do estado, gararte a boa
mioistraco da companhia.
ad-
industrias.
I Moudo em grande escala, e supprindo-se di-
rectamente as principaes drogaras de Paris, Lon- Silvino Guilbe'rme de Barros compra, rende e
dres, Hamburgo, Anrers e f.isboa, pode offereceer troca escravos de ambos os sexos e de toda idade-
produetos de plena connancae satisfazer qualquer na ruad Imperador n. 79. Urceiro andar
encommenda a grosso trato e aretalho, por preeos i-----rm ----------------- ^
razoarei. i "" Lompra-se ouru e prata em obras velbas,
BANQEIROS DA COMPANHIA
O Banco de Hespauba
DIRECCO GERAL
Madrid : Una do Prado u. 19
segqfOs
mesmojpor morte do se-
Esla companhia liga pelo systema mutuo todas as corabinacSes de supervivencia dos
sobre a vida.
Nella pode se tazer asubscripcao de maneir que em nenhum caso
gurado se perca o capital nem os juros correspondentes a estes.
Sao to suprehendentes os resultados que produzem as sociedades da ndole deA NACIO-
NAL,queamda mesrao dimlnuindo urna terca parte do interesse produzido em recentes liqnidacoes,
e combinando o com a mortalidade databclla de Depareieux que e adoptada pela companhia para os
seus clculos e liquidacoes, era segurados da idade de 3 a 19 annos, orna iraporsico annual le 100*
produz em effectiro metlico : ^
No fim de 5 annos.......1:1195300
* de 10........3:9425600
de 15 .......11:208*200
de 20 .......30:256*000
de 25 .......80:331*000
jas idades menores de 3 annes e maiores de 30, os productos sao mais considerareis
Prospectos e mais informacdes serao prestadas pelo sub-director nesta provincia o Sr Jeronv
roo Joaquim Fiuza de Oliveira, ra da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista ra da Imperatriz n. li, estte
-ecimento dos Srs. Raymundo, Carlos, Leite A Irmao. K '
-. pa-
ga-se bem : na lojz. de bilhetes da Praca da Inde-
pendencia n. 12.
Gralifca-se bem
a qnem achou urna azeileira de carro da
Sebo al a do Imperador e leva-la a dita
1 eir n. 23.
ra di
ra co-
Na ra Nova n. 65, segundo andar,
se de um escravo para carregar agua e
sugeite a todo o serrico baxo da pasa.
pncisa
que se
Para escripti-no.
Aluga-se o primeiro andar da roa do Crespo n.
23 : a tratar na loja.
Precisase de um pequeo para caixeiro que
tenha alguma pratica de taberna : na ra doRan-
gel n. 75.
Prvidos de maehiaas appropriadas satisfar
com promptidao qualquer pedido de lilas moidas
a oleo, coja qualidadee pureza de seus ingrediea-i Compra-se efectivamente ouro e prata em
tes poder* ser examinada pelo consumidor, o que obras velhas, pagando^ bem : na ra larga do
nao fcil fazercom aquellas que sao importadas, Rosara n. 24, loja de ourives.
e que se encontram no mercado emlalas fechadas.
Tem grande colleccao de ridros de diferentes
formatos, desde urna oitava at dezeseisoncas de
capacidade ; de ridros para vidracas e diamantes
para corta-Ios; de pinceis para fingir madeira com
propriedade e outros; de papis dourados e pu-
teados e folhas de gelatina para ornamento; de
papel grande e pequeo formato de varias edres
RIVAL SEM SEGUNDO.
Ra do Queimado ns. 49 e 55 loja do Barateirc
conhecido j como tal, est dispondo da fazenda
por todo o preco para apurar dinherro, quern qui-
zer Venha ver e traga o cobro, e ver o segnlnle :
Baralhos de cartas para voltarete muito
finas a.............................. J08
Miadas de linha froxa para bordar a.... 20
Pares de sapatos de tranca de todos os
tamanhos e linos a................... 1*500
VENDAS.
Vende-se um ptimo cavallo para ca-
m brioli'l ou caro : a tratar na ra larga do
para embrulho. para forro de casa, para desenho Krjsario n. 36, segundo andar, das as 6
eom fundo j feito; de papel albuminado e Bristol, *a tarde.
vtrdadeiro saxe para photographia e para filtra*, ------------- SS ht m--------------~
e outros ; vernizes de essencia para onadros, de A I .\rfi M\K .
espirito para madeira, copal para o injerior e ex-1 iT j 7
tenor ; oleo graxo, oleo seccativo, oleo de linhaca; AC&Da (16 &Jjir UOS
Urna senhora com
. as habilitacSes precisas \(\q
e licenciada pela directora da instrnrco pablica ^
O advogado Joao Francisco Teixeira cooti-
nh7irftP ,'f SC KU,e?r Um BM^M ,e um C0ZI" ma com Sf u escritorio de advegacia na Tdo
nnm,rnPt um holel: M rM das ^rangeiras Rimado, sobrado n. 29, onde pode ser procura
do nos dias uteis, das 9 horas da manhaa as 3 da
clarificado, oleo de oielet, secativo de Harlim, ouro tarde, e dah por diante na casa de sua residencia,
verdadeiro em p ; prata, euro, e estanho em fo- na mesma ra n. 12, terceiro andar.
Ihas de varias cores; tintas vegetaes, inoffepsi-
vas proprias para confeitarias ; la de cores, e
olhos de vidros para imagen?; tintas em tubos e
lelas para retratos ; tintas em pastis e em p pa
ra aquarella ; essencia de rosa superfina, de ne-
roly, jasmim,bergamota, aspice, patchouly, mbar,
bouquet.limao, alcaraiva, melissa, ortelaa pimenta,
lonro.cereja, alfazema, Portugal, lima, junpero,
auis da Russia, caneila, cravo e muitos oulrosob-
juclos que s cora a vista poderaoser mostrados.
Joo Pedro das Neves,
________________________Gerente.______
Ao publico.
Desencaminhou-se urna letra da quantia de rs.
6763420 sacada por Patn Nash & C. e aceila pe-
los Srs. Francisco Pereira de Mendooca 4 C, com
data de 30 de mao de 1864, e vencida em 30 d
Janeiro do eorrente anno, cuja letra j sendo paga
pelos aceitantes, flea sem raler algum.
Tendn ahaixo assignado comprado ao lilm
Sr. A. W. Osborne, o sou estabelecimentophotogra-
phico, com todos os seus perlences, faz publico
que all se contina a trabalhar em todas os sys-
temas conhecidos e pelo melhor gosto possivel.
O eslabelf cimento continuar a marchar com toda
a regularidade no aceio e promptidao do trabalho,
para o qoe o seu novo proprielano dispde de todos'
os precisos a poder servir ao publico satisfactoria-
mente. Ao mesmo tempo faz publico que por es-
tes dous ou tres dias um sortimento rariadissimo
em gosto moderno, de objectos exclusivamente
mandados vir empressamente para este estabeleci-
menlo.
u favoravel ensejo deste anauncio, ordena ao
mesme Sr. a agradecer publicamente a Illma.
Eima. Sra. u. Josepha Maria dos Prazeres, ea to-
dos os mais herdeiros do seu casal, as delicadas
maneiras e attencSes que para com elle tiverara no
traspasse do referido esiabetecimenlo.
___________ Mi dts Santos Pereira.
O Sr. Elias Cordeiro Cintra queira vir pa-
daria da ra uireita n. 84, a negocio que nlo ig
ora.
Precisase de um forneiro :
gel n. 9.
na ra do Ran-
Aluga-se a casa terrea da roa da Esperanca
n. 61, (caminho novo): a Iraiar na mesma ra
numeto 59.
s
m
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado. autorsado pelo
Banco Mercantil Portuei_se. e na ausencia
do Sr. JoaqHim da Silva Castro, saca ef-
fectivamente por lodos 0; paquetes sobre
as pracas de Lisboa e P01.0, e mais luga-
res do reino, por qualquer somma vis-
ta, e a praso; podendo, o; que temarem
saques a praso,receberem ^ ista.no mes-
mo Banco, descontando 4 0|0 aoanno: na
loja de chapos da ra do Crupo d.6, ou
na ra do Imperador a. 63, segundo an-
dar.Jos Joaquim da Costa MVia.
pre-
de nossa typographia o
paraomagisteiio do ensino de primeras letras, AlTYiOTirlr yn>;n!n+^
reunindo ootras habilliacoes, como bordar de to'! AlUtaiiaK AUlUlIllStratlVO ,
SSSSSS3S SSC'SS Mercantil e Industrial desta
IdS^^KSKir^ correcto at 31
mos, poderase dirigir ae 5r. colector Amerim, em An Ai\r*i\ml>.*,n -m^Jl*
Olinda, ra do Varadouro. ; (16 eZemDrO, 6 VCDu6_ge a
na livraria ns. 6 e8
Massos de superior grampos para cabellos
Dozias de palitos de gaz superiores a.....
Libras de ara preta muito superior a...
Frascos de superior macaj oleo a-----
Ditos de dito perola a..................
Ditos de oleo de babosa mnito finos a 320
rs. e...............................
Ditos de agua de colonia superior, garan-
tida..............................
Ditos de banha muito fina a............
Ditos de ebeiros muito finos para o preco
a ris.......:.....................
Sabonetes de todas as qualidades a 60 rs.
160, e............................
Novellos de llnha com 400 jardas a......
Carriteis de liaba de c6res_com 200 jar-
das a............jr..". J...........
Novellos de linha de gaz de, todas as co-
res a.............................
Pegas de fitas elsticas com 10 varas pa-
ra vestidos a.......................
Frascos de superiores cheiros, pequeos, a
Pares de ligas muito superiores e bonitas
a ris........................... ..
Varas de bicos francezes, superiores a...
Opiata para dentes da melhor que ha a..
Frascos de agua para dentes, superior a
tudo a............................
Pecas de tranca preta liza muito fina a..
Caixas com 4 papis de agulhas Victoria a
Varas de fita preta com colxetes a......
Libras de lila sortida de todas as cores a
Bonecos de choro multo bonitos a......
Catxas de obreias de raa ssa muto novas a
Varas de franja .branca e deires para
toalhasa............ -.. .......
Frascos de oleo Philocomescupenor >...
Ditos com superior tinta a320 e........
Caixas de linha de gaz com 50 novellos a
Enfiadores para espartilho ..........
Duzias de boloes encangaos para vesti-

30
200
10*
100
200
500
400
640
600
MO
80
60
30
240
20C
4O0
46
i*0O&
1200C
60
200
40
6*500
160
40
8*
60V
50?
80
200
Vende-se caixoes vaziosproprios
para bahaleiros e funilciros a i$760
cada ora: nesta typographia. ^___
ttcnco
na refi-
Precisa-se de dous trabalhaderes
nacSo da ra nova de Santo Rita n. 53.
Aluga-se o primeiro andar e solo na rna
Imperial n. 27 : a tratar na travessa da Madre de
Dos n. 21.____________
Precisase de "urna criada para o servico de
casa : na ra Augusta n. 5.
Precisa-se de urna mulher capaz para cozi-
nhar o diario de urna casa de pouca familia : a
tratar na ra do Arago n. 27.
Aluga-se a casa terrea n... a ra do Gazo-
metro com commodos para pequea familia, preco
de_12* : a tratar com o Sr. Valeoca.
Desappareceu no sabbado~pelas 8 horas da
noute da pona da leberna da travessa da ra das
Cruzes u. 16, um cavallo rodado, lendo urna ma-
iha na anca esquerda, cojo cavallo se achava car-
regado com carne, levando lambem um sacco com
peas de ferro emais trens, suppoese ter sido
roubado ; porlanto roga-se a pessoa que delle no-
ticia ti ver, dirija-se aieferida taberna que ser
recompensado pelos abaixo assiguado.
Recife, 2 de fevereiro de 1865.
Martins & Lebre.
da praca da Independencia.
0 CASTELLO DE GRASVILLE
Traduzido do francez por A. J. C. da Cruz.
Vende-se este bello romance em quatro
tomos pelo baratissimo prero de 2>00 :
na praga da Independencia, livraria ns.
6e8.
Manoel Francisco da Silva Carrico ora
residente emMacei, julga nada dever nes-
ta praca ou fora delta, mas se algupm se
julgar seu credor queira apresentar sen ti-
tulo nestes 8 dias, que depois de verificados
ser mmediaiamenle pago por Francisco
Ribeiro Pinto Guimar5es (para isso autori-
sado) ra d'Apollo armazem n. 38. Reci-
fe 23 de.Janeiro de <865.______
Na ra dos Coelhos n. 10 s? dir qnem d
algumas quantias com premio razoavel sobre boas
garantas.
O BACHAREL
JoeGoHcalves da Silva
tranos
Advogado
Ra estreita do Rosario
Mon-
g| Kua estrena do Rosario n 17 flaf
Na praca da Independencia loja de ourives
a. 83, compram-se obras de ouro e prata e pedras
preciosas, assim como se taz qualquer obra de
enopamenda e todo e qualquer coneerlo.
Aluga-se um sitio na aoledade, raa de Joo
Fercaades Vieira.com urna boa casa assobeadada, reedificada de uoo, rodeada toda de
janelias, com grandes commodos para familia nu-
merosa, locadas elle tres grandes mesas de pedra mar-
more, quarto fra para pretos, grande cocheira
para carres, e grande estribara, e em frente a
casa om grande telheiro para jogo da bola com
toos os seus perteooes, Iluminado a gaz, assim
como a casa ie nvenda : a traur no caes do Ha-
mos n. 2.
Attentfo. .
Jos Joaquim 4a Cosa Ferreira faz sciente ao
publico e com especialidade ao eorpo do commer-
co, que tem traspassado o seu armazem de molha-
nos na ruado Imperador n. 14 aos Srs. Ferreira
ai Almeida, ficando o activo e passivo cargo da
O Machare!
Francisco augusto da Costa
ADVOCADO
Ra do Imperador numero 69,
O portuguez Albino Raptista da
Rocha, relojoeiro e dourador, na
praca da Independencia loja n. 12,
fax qualquer concert de relogio e
dourado por preco mais commodo
do que outro qualquer e responsa-
bilisa-se pelo seu trabalho e espera
seus compatriotas.
Lino de Faria o nico competente
paraaaveras dividas activas e outros
quaesquer bens da exlincia firma Faria
Si C. Elle pois avisa a todos os devedores
para que nao paguem senao a tile ou
pessoa por elle devidamente autorisada.
Espera que os mesmos devedores serao
pontuaes em satisfazerem seus dbitos,
livrando-o assim de recorrer aos meios
judiciaes. Elle mora na ra do Impera-
dor n. 57, segundo andar.
m
m
A iuga-se
Carlos Ragner Rebacbo vai
lar de sna saude.
a Portugal tra-
FOLHIXIIAS
Para 1865
Aeham-se venda na livraria ns, 6 e 8 da
praca da Independencia:
A FOLHINHA E PORTA, abrangendo o
Kalendario civil e ecclesiastico, tabellas
de feriados, de emolumentos dos tribu-
naes do commercio, etc. a 160 rs.
A FOLHINHA DE ALGIBEIRA contendo o
mesmo que aquella e mais urna nova
Salve Rainba em versos, o Stabat Mater
em verso, devocno ao agonisanle, corceo
de Jess, cntico em louvor do Santissi-
mo Rosario, cntico a Virgem Maria Nos-
sa Senhora, trifila e tres chistosas anc-
dotas, um indito poema sobre as aven-
turas de um cozinheiro, o canto de urna
solteira (poesa), crescido numero de m-
ximas e pensamentos, urna historia como
muitas (romance), e vinte cinco novas e
pilhericas charadas a 320 rs.
Vndese um cavallo muito bom andador de
baixo a meio, e esqulpador, tudo brando e natu-
ral, esta bastante gordo, novo, capaz de urna se-
nhora montar por ser muito manso e bonito, niio
tem defeito nem achaque : a tratar na cidade de
Olinda, ra do Amparo n. 40, com Jos Figueira
Curado. O mesmo senhor vende urna eocrava de
28 annos, e tambera troca por um escravo ou mo-
leque.
\ova loja de fazendas e roupa
feita n iclinial, rna da impe-
ratriz, loja de 4 portas n. 7 2.
Chitas da loja n. 72.
Vendem-se chitas finas a 240 e 280 o covado,
ditas francezas finas a 320, 360 e 400 rs. o covado,
cassa franceza fina a 320. 260 e 400 rs. o covado,
lazinhas para vestidos a 360, 400, 500 e 560 o
covado, pecas de madapolo fino a 6|J>, 7f, 8fi e
.9.5. pecas de algodao a > e 8 : ra da Im-
peratriz n. 72.
Roupa feita nacional
Vendem-se paleiots de panno fino a 145, '65 e
185. ditos saesos a 65,85 e 105, ditos de casemira
de cores a 65, 85 105, ditos de brim de cores a
25300, 35 e 4, calcas de casemira preta e d* co-
res, rolletes e calcas de brim decores a 25000 e
25300 : ra da Imperatriz o. 72.
Sontambarque a 8$.
Vende-se soutambarqne de laasinha a 75 e 8 ditos de alpaca branca a 85 e M)5, ditos de gros-
denaple preto a 205 e 253, capas pretas de gres-
denaple finas a 205 e 255, panno tino prelo a 25,
35, 45 c 35 o covado, ca-emira preta a 25. 25500
e :J5, grosdenaple prelo para vestido a 15600, 25 e
25500 o covado : ra da Imperatriz n. 72.
Corles de lia Maria Pia a 105
Vendem-se cortes de vestidos a Maria Pa a 105
145 e 165, cortes de cassa fran>*eza a 35, cortes'
de brim para caiga a 15600 e 25, ditos de case-
mira de cor a 35, ditos de dita preta a 33500, 5,
55 e 65 : ra da Imperatriz n. 72. Estn novo es-
: tabeleciment vende barato para obter freguezia :
na ra da Imperatriz, loja n. 72.
Grande liqoida#iQ de fazen-
das finas, raa da Impe-
ratriz, loja, e iprmiKQB % -
rafa n. 56, d T^uren^o R
Mendes Ghrimarles.
Fazendas aara cirnaval.
Vende-se veftmtmade todas as cores a 800 TS
covado, ganga encartada a 9t0 o C(rvado,"sarielim
de cores a 280 o covado, alpaca de cores ptoprla,
para vestuarios a 320 e 360 o corado, tafetS de seda
de todas as cores a 600 rs. o corado : Ha da Imoe-
ralri, leja da Arara n. 86;
Chitas baratas a 20 rs
Vendem-se chias finas a 248 e 280 o covado
chitas francezas unas a.320, 360 e 400 rs., cassas
finas de- cores a 356 c iOOTS. o covado, pereala
finas para vestidos o 500 e 560 o covado : ra da
Imperatriz, loja da Arara f. 6.
Caries de rambriiu, a irira vende a 30.
Vendem-se cortes de cambraias tinas brancas a
35500, 45 e 35, cortes de eassas (ranceza* Oaa a
35, cortes de chita de 10 covados a 25400, ditas
finas a 33200 : na loja da Arara, ra da Impera-
triz, n. 56. ^
Fazendas prclas, uuriaatia.nc.
Vende-se muriantique preto lavrado para vesli-
?.e* e 3|5500 a covado. grodenaple preto fino
a 15600, 13800 e 25, dilo superior a 25600, dito
com 5 palmos de largura a 3# o covado, panno fi-
no preto a 25. 25800. 35500 e 55 o covado, case-
mira preta fina a 25,25500 e 31 o covado, alpaca
preta a 500, 600 e 800 rs. o covado : ra da Im-
peratriz, loja da Arara a. 56.
Arara vende cortea de casemira prea a 3^300.
Vendem-se corles de casemir* preta a 35500,
43, 35eb3, ditas de ceres a 35,45, 55 t 75, coa-
tes de brim e ganga para caiga a ijtoo, 1*800 e
25 : ra da Imperatriz, loja da Araran. 56.
Panno de linho a (40 rs.
Vende-se panno de imbo para leoces e toalhas
a 640 e 70, bamburgo a 500 e 560, bramante de
10 palmos de largo a 35 e 2*500 : ra da Inioe-
ratriz n. 56.
Arara vende os balaca a 3*5 e aadaaale a 4$.
Vendem-se bales americanos a 35. 35500 e 45,
ditos de musselina a 45500, pecas de madapolo
enfestado a 45, dito de 24 jardas, larao a 6*000
65300 75, 85. 95, 105 eJ125, fino^.lgoJaoT
cas a 55, 65, e 85 ; ra da Impereinz, loja
da Arara n. 56. ^
Sautambarqnes pretos a 205
Vende-se souumbarque preto de grosdenaple a
XT *J8r c,pas ,,re,as de frosdenaple linas a
zu,, 253 e 305, soutambarqne de lasnuha a 75 e
85, ditos de alpaca brances a 85 e 103, riros ves-
l'dosa Maria Pa de novo gosto a 85, 123. 5,
165 e 205 : roa da Imperatriz, loja e armazem da
Arara n. 50.
iude sortimento de roupa
feita.
Undem-se paletots de casimira de cores a 2$,
05, 85 e 105, diios pretos de panno fino, sobrec*-
sacas a 125, 14, 165 e 255, paleiots saceos pretos
de pauno a 55, 65. 85 e 105, calcas de casemira
preu a 45. 65 e 85, ditos de casemira de cor a
45,65 e 85, ditos de mvia casemira a 35 e 3^500
ditos de brim e gan?a a 25 e 23560, ditos de brim
branco a 35300 e 45, colletes de todas as qualida-
des, camisas francezas a 25 e MSOO, ditas Inglezas
de linoo de pregas largas a 35 e 33500; cerclas
a 13280,13600 e 23, paletots de brim de cor a 23
e 35, ditos de alpaca preta a 35 e 35500, ditos de
alpaca branca a 45500, ditos de alpaca de cordSo
a 43, colarinhos de linho a 640, dilos de papel a
640 a duza : na ra da Imperatriz, loja da Arara
numero 56. O proprielarioda loj e armazem da
Arara declara que tudas as suas fazendas se vende
em perfeito estado, como os compradores peder'5
examinar; a loja est aberta at as 9 horas da
noite : 1 ua da Imperatriz, leja da Arara n. 56, de
Mcndes Guimaraes.
Frascos com gomma arbica
dissolvida e pincel.
adem-se na ra do Queimado n. 8, loja da
branca.
Novos albuns.
A LE68T1MA
Precisa-se de urna ama de lete que nao tra-
ga menino
pasto.
PREPARABA NCAffiENTE POR
uMti & KEMP,
NOVA YORK.
Composla de substancias, gozando de
Vendem-se ps de craveires, roseras, sapo- propriedades eminentemente depurativas;
tis,larangeiras, alecrim,murta, alfazema, pnhei- approvada pelas, juntas O academias de me-
na roa das Larangeiras n. 10, casa de ras, adalias, parreiras etc.: aa rna da Soledade! dicina ; usada nos principaes hospitaes, ei;
'vis. militares e da marinha as Anlilhas e
Aluga-se urna exeellenle easa na povoacao' Vende-se um bom engenho que dista da pra-1 r
de Beberibe, com 6 quartos, 2 gnudes salas, co- leguas, moente e eorrente, para informarles
piar, cosiaha e dous quiotaes murad, teodo no n travessa do Carmo n. 1.
primeiro boa estribara e no segundo urna planta
cao de bananelrs com fructas e excellente ba-
nheiro : a tratar na ra da Imperatriz n. 38, se-
gundo andar.
Joao Venere, subdito italiano, retirase para
a Babia. '
s
Dase 3003ou 4005com hyputheea em ama
ese-ara que saiba cosinbar e eogommar, ficande
os servicos pelos juros por 4 ou 6 mezes como su
ceiwencicmar : a tratar na reloacao da Seozala
.Nova a. 4._____________
IXoel Eyraad, tbido francez, relira-se para
o Pilar das Alagoas. ^7
^ Ur. Garolioc Praneic de Lima Saa-
j& to*,colioiU a residir na ra do Impe-
ZC radur n. 17,2 judar, onde pode ter pro- 3
^ curado a guaUjuerbpra do diae da noite J
3K Pra o eiercicto de sua proflsso de me- W
}M Jico ; sendo que es chamados, depois de aat
;S meio du ai i horas da Urde, deven ser
2B deixadgs aor escripia, O referido Pr.
jjgg n3o abanottandx) nunca o estado das
w*. molestias teioterior, prewgue, com o
7K maior afflnco, no daanuls^UOceise derf-
g ouriQanos.dosoIbos.partoF.et/. I
mmmmmmmmmmKm
Antonio Moreira iwbdiio (.'rtdguez rai para
rafa da provincia, "
urna casa acabada agora, com commodos para fa-
milia, estribara, cocheira, quarlos para (eitore
escravos, cora baobo na porta, no logar do Poco
da Panella, ra do Rio : a tratar com Taaso jr-
maos, na ra do Amonm n. 35.
Compaahla OdelldSe d7
* mar i tino c ter- m
1 estabeleeltjlii 10I
AD CKwF **
0 Dr. Manoel do Naaei'mento lachada
Panella
s
3
i
Rio de Janeiro.
AGKNTKS BU PBPNAMBUCO
Aatoaio Luiz de Oliveira Azevede & C,
competentemente antdrisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navieo, nwrcado-
rias e predios no sea escriptrie ra da S
Crnzn.l. < ws mtmmm
Aloga-sa a excellenta casa terrea 4a roa da
Florentina n. 20. que ten mnitos commodos para
grafde familia, grande quintal oaa panviral, e
ptima agua para o gasto : qnem pretender, en-
tenda-se com o Sr. Gnrjao, na mesma roa,
ofltein de carros.

s
I i < h
Bacharel Joaquim Prea lachad Porlellii
coAtnuam a advocar- no irel, critne', f
commercial, ecclesiastico-0 administrati- j
o. e podem ser procurados em sen es-
critorio na ra do Imperador n. 83, pri-
meiro andariiHijb rtilv/
___A Semana Ulastrada
que se publica no Rio de Janeiro (Mos es domin-
gos, assigm-.se na ra o Cresp* 4. Preco da
awigoatora, trimestre 65, simestre 115, um anno
185000. .. i]
PARA 0 CARNAM
Ka grande arnazem
Da Exfwfigdo de Londres.
60Raa da Cadeia do Recate60
Vendem-se as afamadas luras de pellica de Jou-
] rio e hem assim um completo soriimento de mas-
caras de velludo, setim, cera, rame e papello,
que se vepde muito barato para fechar contas.
Cbeya para todos,
Pon tes do alisar a 290 rs. cada um : na ra da
Cruz, casa de banhos n. 17.
Vendrn-"e inn-hinas para desean car
a'godSo com molore para animaos na ra
da Sai zalla Nova n. it:
J. Keer dVC. vendem su.erior vi-
,| nbo lint) d;Bxdeaux, Unto em qu rila
com > em caixas de duz a rj> garrafas.
1
Precis-s0 de urna ama de leite que nao (aa
itim : ni m Nova n. 47.
x O fiatvivao S Iva Reg mudou o seu
cartorlo para 9 tr-ivewi doOavidor n... em
omaldas loj s p rba-xo do sob ad anAf>
paora so'icHador O -Sr. Toar/uim de Albu-
qwfqoe e MeHo;
1 -. Precisa-se de urna engommadelra : na ra
aa Imperador n. 14, prtowir andjlr.
Aluga-se um sitie na ra do CabraTra
eidade-de Olinda, com casa terrea.col co-
piar nfrente, bota os fundos para aestra-
daemargemdo rio Beberibe, ota coa-
modos paraamilia, estribara tara cavallo
ecapim para sustenta-los, arvoredos de
fructos, sera, visinpo defronie nem pelo
fundo, com ptimos passeioa, sala e gabi-
nete na frente, mrto aropria parpassar a
fest, e tamben s alabarporann ; a, fal-
lar no Recife, na Jivrarian. fte8 da praca
da IndependeneW; bitf alinda na casa con-
tigua.;orn o etpiVi'nUf^'tn^dt^T
reirat ;> ^ .
Bicos da ierra
Vendem-se bieos da (erra ; na rna da Cadeia
n. 58, loja. |W
Tredlots v^nda
K leilo ou em particular)
m sobrado de dous andares e solio em chaos
preorto.-, na ma do Amorim n. !7.
Vm dits de don* andares e sotao, em chaos pro
prits, na ra do Burgos n. 3.
Urna rasa terrea com soto, em chaos proprios,
na ra dos Burgos n. 3. -
Melad.' de urna casa terrea, em chaos proprios;
na ra da Beuzala Velfia n. 8 : a tratar com o
agente SlirSes aa ra da Cruz a. 57.
Os Sr.. prnsanos com pra do es deal-
godaa. enlapa a UO rs. a-4arda,
pecbinchl '-" '
v.
e por este pre^o |>er existir um
t pa loj > Vellozo, ru da Madre 1
grande
le Dos
continente americano ; receitada pelos
i facultativos os mais distinctos do imperio d*
Brasil e da America hespanhola
CURA RADICALMENTE
, escrophulas, rheumatismo,
fermidades venreas e mercuriaes,
antigs, morphea e todas as molestias pro-
venientes d'um estado vicioso do sangne.
Emquanto existem varias imitaces e
falsrflcacos, preciso a maior cautela para
evitar os engaos,
A legitima salsa de Bristol vende-se por
CAORS & BARBOZA
OO DA C. BRAVO C.
Vendem-se no Recite em casa de Caors &
Barboza e Jp3o da C. Bravo & C.
"'
Hotos e oaratas
1 Aova preparacao para 1 matar ralos e baratas,
acalta de chegar de Liverpool pelo navio Toan 0/
Ltverpooli A verdadeira inassa phospboriea nova
e-iMMA vidente para -este ftm. Neo havendo ha
lempos no mercad* sepa** ja1 utto velha, quasi
nenhum ffite produza, por isso recammeoda-se
a lodos que sequeiram ver lives de unios ani-
maos e iasecios quo infestara as casas, arnjazens,
navios, etc., diriirem-se travessa da Madre de
Dos n. 10, arouaem de Duarte, Canratiio & C,
que acharo a excellente raassa em boioes a preco
de640r>. cada um, e em duzia a 65-
A a8"'abranca acaba de receber outra encom-
I menda de bonitos e bem encadernados albuns de
capas de velludo, massa, tartaruga e marfim, al-
guns dos quaes com microscopio para augmentar
i o tamanho dos retratos, continuando a serem ven-
didos por preeos commodos : na ra do Queimado
loja da aguia brancan. 8.
Galanteras para fettas
A aguia branca nao cessa de encoinmendar do
quena de melhor e raaisagradavel.e por issoaca-
ba de receber diversas figurase vasos de pede
pedra com Qna banha, assim como bonitos frascos
de excelentes extractle lindas caixmnas de ma-
deira envernisada com finas perfumaras, tudo
mu proprio para presentes de fesias ele, havtndo
dmheirodirija-seo pretendente a ruado Queima-
do n. 8, loja da aguia branca.
Ail fino para engem-
mado '
A aguia branca na ra do Queimade n. 8,rece-
beu glbulos de ail fino e frasquitibos com es-
sencia de dito para engommados.
Outros enfeites.
A aguia branca acaba de receber por este ulti-
mo vapor um novo soriimento de bonitos e delica-
dos enfeitesde moldesinteiramenle novse de um
apurado gosto,assim peiscomparecam os preten-
deutesmurados dedinh'eiroe com disposico de
gastar: na loja da aguia branca ra do Queima-
do n. 8.
JPequenos pentes de tur-
taruga.
A aguia branca Da ra do Queimado n. 8, rece-
ceben novamenteesses pequeos gentes de tarta-
ruga que por suas qualidades de pequeos, lisos,
bonitos e bem feilos tanta estima tem merecido pa-
ra as senhoras segurar o cabello quando ald ; a
aguia branca porm avisa aquellaspessuas que os
haviam encommendado e a quem mals queira
escorbuto, en- aP.roveitar oceajsjio de os comprar continuando
chagas f.lerem ven s p' rasmo Pre d"e 4 cada
A 25000 a duzia de caixilaos. para cariSe
com retratos: nar-praca da Independencia n. 22.
Vende-se um escravo perfeito cozinbelro.
bom pintor, caiador e maginario, afianca-se as
habilidades : no pateo de N. S. do Terco n-14|.
Venie-se um carro novo de meia velta pro-
prio para o servico da escadinha por preco com-
mode : a tratar na rn^da&tjbOgn. 54, taberna.
Vende-se urna armado* de taberna, quan-
teiros, balco, 4 caixoes, ludo em bom estadp, por
orefo com modo : a tratar na mesma taberna, na
fttfrdb,S'DQn.*6.
Vende-se um boa escraro d 30 aanofe
7005 : B irawsa do Carmo n. I.
f*
um.
Estando brancas ficam preto*.
O bom resultado e o rpido efeito (]ue produz
a tintura de chromacoma, e mesmo e facfllfmo
modo de'pplicar tem se tornado rh'oi conhecido e
apreciada por todos que usarndella e por conse-
guate augmentado a exfracSbpelo que a aguia
branca mandn vir mais novo soriimento ntre
aeafta de receber constando ete de
Caixas' com ebremacoroa para Ungir pscabeftf.
Frascos com eoforicotna pata lustrar ditos
Ditos com hydrocallethrichina partmpar "ditos
Ditos com oryehromantina para limpiras unhaj
Sabonetes brancos para lavar os cabelfos,
Pomada ealHcomiprnla para-dar cheio" abs di-
tos sem ofrendara preparacao feita.
Sapatos de, marroquimau-
ra do para bailes.
Esses sapatos do grande lom veadmn-st. nniea-
meute na ra do Queimado toja da aguia braia
" a 65 o par.
Mias finas para senhoras
(ITtlft*
VTUUS. ,,
veadem-se na ra de Qneiatado. Iota da aguia
branca b. 8. I '
Esponjas finas pata rosto,
Veudom-se na raa doQueimado laja da aciii
branca n. 8.
r- Vfinde se ura engenho d'acna, moenifrec.
rente, com propercSe par*, ctlher-se grandes sa-
fras,,aRnualnwaJ tiesto hondada e eumrae de-
tseus terrenos ; est ainda. quasi todo enmata
virara, e dista apenas meia legos de pina.da cs-
tacSes da via-ferrea : aero o preonder, diriia-s
ao V-. reajor Luis Jos Aereira ^m&e rna .do
Lirtamente, sobrado n. H, f^^^'- *"
Isa






larto .
,$MOS VESTIDOS DE PHANTASIA
ntedenos vestidos de destelle de seda com barra, nteiramente noros

dais ; 4 laja das colujba*a ra do Crespo n. 13, de Antonio
* C, auccesieres da Jos Mareira Lepes.
Crrela
zndas de'bom gosto
^Jfm BlMe de atabera j )
Superiores cortes de seda de cor, de meriante, de gorgoro e de setim imoeriai
DilM de blo*J, e de cambra braoca bordados. p '
Dites de la casa barra grande vanedade en cores e padrees.
Ditos de organdys cera barra
Liadas sedas de quadros escasseza e Diadas. .
Smperieres lias usas can gran variedad* da ceres.
Bitas cara safplcos, coa Bares e de euadros. **
Liadas bmmoHms da aoadres e de flores, fazenda nteiramente nota
-- Uftrlas casa*, de cores, e liadas cambraias organd }i.
kiot Gr",e *"'" chita de cores, de eercali % entras multas fazendas leiia- -
Para hombros de senhora "-""l
Lindas eapas e boarnoui de casemira de cor.
f!- i filias de liae da seda.
Grande rariadade de sout'embarqaes de seda de 181 a 402
Manteletes de seda.
Superiores basquinas.
i.SeT wTSf" d6 S6da' raern CS,ampad0S 8noS>de *' c 'rs de
^SS^7S^^^\ *" C0,,etM rWMi H-dM 1.1-
Pira eabeca de senhora e meuino
Superiores ehape e ebapellinas de palha de Italia enfeitades para senhora
Ditas de eltro entenada para senhora. v ennora.
Ditas de palha enfeilados para menino.
pareis;!0"'"'1"0 ^ "**"' ^"^ d* mrM' *> froco> "Wlo e de flores,
Na laja das columnas da
los & C.
AO PUBLICO
Sern o menor eonatran
glmento ae entregar
importe de> genero que
lo agradar.
TTENgiO
Os precos da aegnlnte
tabella paca todos, po-
den se para o ajuste de eontas
cora os portadores.
ARMAZEH UNA
RIJA IVA.

A ISO hecife ur. 3.
(L| pasunda ardp da Ceneeica)
rande redaicoio de preco*.
Collegas.Nio
jeitos, etc., dando .
alta voz, que podem tender pelo preco que eu.^ndo 1
equivalente a dez por cento meaos do que outro qualquer
annuneiante.
C"TJ2Ep08SO-P," mteW atentar o preco da manteiga ingleza a i,ooors. a libra, bem assim o
muits onjettos etc., dando com isto ocasi5o atodas as espeluncas acabarem porbom preco a
oarmazenide fazendas ba-
ratas de Santos & Coelho
Ra da (iueimadn u 19.
Venderse o seguate:
Lences de panno de linho
pelo baratissin o preco de 2*400.
j Lentes de bramai.te de linho
de un s panno a 3.ri00.
Coberla de cliila da India.
! pelo Laralissinio preco de fStt.
Lencos de eambraia brancos,
proprios para algibeira, a 2 a dozia.
Pecas de breanha de poh>tom 10 varas ,
propria para saia.a 4.
retas de cambraia "de forro, a 2j)600.
Esleir da India
propria para forrar salas, de 4, 5 e G palmos .le lar
'gura, por menos prtco do que cm oulra qualquer
| parte.
Toalhas alcochoadas para mos
' a b& a duna.
La/.inlias carmezim miudinhas
proprias para vestido menina, a 600 res o co-
vado.
Laazinhas de cores finas
ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia de Vasconcel-
do melhor gosto que ha no mercado, a 560 rls o
de OUtros covado, nesie armaiem de fazendas se encentrara
_ manteiga de tempero, e gritarm em um *>,rande sor,,n>fnt *< ronpa reae por medida
STsthema ZeCZZSSl P F* V Ul0n- *a offendido obscuridades e receloso em adoptar o memo
wmm^uM^^^^^^1^^ ce?A,oa5arola' resolvflizer esta grande rednecao de presos, como veris
L sao?? d ?u^c^l^t^.^^ T baim! ff "^S* d B,0,BOravel arffiazem de molhados "alil nao
UotS^t^Toco^^l
I-:HAl. ECOTME^A-pAo

i
Para bena de todos.
reza com auTserlo fraSf I5?0 qnC P^M%0 a0S arr3njOS ^ DOT0 tab'wn>ento, e mais que ludo apromptidao e entei-1
dos SIS oS^ nrSm ?Z ""* T2?Z Cflrto,/e qa6 sem duvida dar3 a P"Wo preferencia na compra
aosLgneros que preusarera, e quando nao poeam vir poderao mandar seus portadores, aiuda oue estes seiam nourn nraticos Zm
serao tao bem servidos como seviessem penalmente, haTendo para enm estes toda re^ZJoXl^TmSmXS^ll
Manteiga mgleza (safra nova) especialmente
escolhida a 8oe rs. a libra,
'WWI DUPLO
t;
&i&
23Largo do Ter^o23.
iantos, dono deste bem sonido armaiem de
em'-coonTcTo; Z^'$S&$Mi loTmlno^TiO^o SS^ "t*7* ^ IWem ,huxim Q meUwr V* ** pode desejar
Wra qualquer parte a dinhetro coBtado,e todo 0 compTador qn comfrad S(2*.""tnoi fqUe m oa' ft DeSle gener0 2'6 rs'
*? ** '.po_r c""Pe, s" Pimplo paaamenio TL?T^?.? *Lf?*.! W ,e"o descon- dem pretohomeODathicorSerde anMrinr
^n&^^ss fsusa zffrjsr
'az sciente erag
faz abatimento.
dem francesa a mais nova que tem viudo ao
mercado a 56o rs. a iisra, e em barril ou
meies a 5oe rs.
Cha hysson de snperior qualidade a 2,6oe rs.
a libra.
dem perela o mais superior do mercado a
2,8oo rs.
rs. e em barricas de 4 duzias se faz abati-
mento.
s: zrsssssssBTpagaraem; e *"* sas ^sssgss
alharim e aletria a Milho alpina e pain5o mui.o limpo a ,40 rs a II
bra e a arroba a 4f40O e 4>200.
Phosphro do gaz yindos por coma propria a ISO
rs. o mago e a ti a groza. *
Aieite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa e o m
lao a 280O e a caada a 4*500 ga'
Serveja das marcas mais acreditadas a 00
garrafa e a duzia a 5800.
Figos de Comadre muito novos a 280 rs. a libr
em barr.l ou caixa se far abatimento.
arroz do Maranhao e Java a 100 e 80 rs a libra
e a arroba a 2800, 2e 2*400.
Assim como ha un grande sortimento de chau-
2i0 rs. a libra a em cajxa a !i.
foaeinha de Lisboa alvo muito superior a 280rs
a libra e'g8O0 a arraba.
Daf da Rio de primaira e segunda sorte a 260 280
81oOOrS' 'bra *n'0ba D SaCC '" e
Ghouricas as mais novas do mercado a 360 rs. a
libra e em barril a 12*.
Passas rindas pelo ultimo vapor a 40 rs. a libra
e a caita a 8*.
Batatas emifigos de 35a 4S libras por2*40ea ar
roba e a 80 rs. a libra.
GiitJ?on miudiabo superior qualidade a 1*200
23000, 2*508 e 39 a libra.
rs.a
Idea propr8 P*r> nnSo 320 e 360 a an|^e^^S^^OTII!f*?d e,,ros mui"
i caada a 2*409 e 2*700. guemduv^ar vena ver meBC10Da"]os. e s *
e a
JOS i.OSIS VIliLAK
Com loja de fazendas & ra do Crespo n,
17.
Pretendendo Ir muito breve a Europa tratar de su ando n. ,
tanto do mato como desta praca que saldem seus del'" qa' P ^ deVed
Protejam ExcellenUssimas senhoras t
ores
impor-
temos quanto anles, e
esse
tante estubelecimento.
tioui-nus pretos de renda
FRANCISCO J. 6ERMANN
Aeaba de receber um magnilico e completo sorlimento dos ol.lerios ni! de nu.li L.i^
de encontrar era urna relojoaria, taes como : chronometrosmar m n e prata dourados e f .Lados, ditos para mesa e. de pTed", fra. \Smt^M^il0fm d-e Ur
reguladores de compepsagao, relogios grandes com msica eem"^
para disparar em certas horas, despertadores de diversos laiiniJ?-?. nio'ados com pecas
ment de oculos e lunetas de uro e prata dou?adaTUriana nfaf^f"1 P"""*' ,guBl so*,i-
lunetas especiaes para senhoras, de ultimo goTo ditos ponfos f's^ !ffr2? 2"??' 0ru,os
nos olhos. labricados segundo os preeeitos dos mais acreditados edieS a^ de "fimai^^
** em ^...ff.S^tr^ga'l'g,; V*,",/'", """""i
Cassas para vestidos.
Tal pechincha s a dinteiro se pode vender
preto homeopathicaapor ser de superior
qualidade a 2,ooo rs. a libra,
dem hysson, huxim e perola mais proprio
para negocio o'i.Coo, i,8oo e 2,ooe rs. a
libra, garaste-se ser muito regular, igual
ao quese vend$ em oulra parte por 2,4oo
*2,fioor8.
Linguicas> ebeurias e paios em latas de 8
libras, ermeticamente lacradas a 5,5oe rs.
garante-se serem superiores aos que vem
em barris.
Clrouricas e paios em barris de meia e urna
arroba a 8,090 rs. e l,5eo e 6oo rs. a libra.
Queijos flamengos multo frescos chegados
aeste ultimo vapor a 2,2oors. edo vapor
passado a l,6oo e l,8oo rs.
dem londriDos os mais superiores que tem
vindo ao mercado a 8oo rs. a libra entei-
ro se faz abatimento.
dem prato muito fresco a 800 rs. a libra,
dem do Alentejo o que se pode desejar de
fresco e superior a 800 rs. a libra, a elles
antes que se acabem.
Ervilhas e favas porluguezas em latasj pre-
paradas a 64o rs.
Marmelada imperial dos mais acreditados fa-
bricantes de Lisboa a 600 rs. a libra.
Prezunlo do reino viudos de casa particular
a 56o rs. a libra, e a 5oo rs. inteiro.
dem inglezas para fiambre chegado neste
vapor 72o rs. a libra.
Copos lapidados para a gia a 0,000 e 5,5oo a
duzia,
Choculate francez, suisso e hespanol a 9oo
1,000 e i,2oo rs. a libra.
Espermacete em caixmhas contendo 6 libras
por 4,000 rs., garanle-se serem transpa-
_ rente e de superior qualidade, tambem tem
de i 2 por libra propria para carro.
Peixe em posta sovel, corvina, gors. pesca-
da, salmo, ostras e chernee, vezugo em
latas grandes a 800 e I,ooo rs. cada urna.
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-
das que tem vinde ao uosso mercado a
6,000, 7,000 e 8,000 rs. a caixa, garnte-
se ser de qualidade superior, que outro
qualquer nao pode vender por este preco.
Genebra de Hollanda a 56o rs. o frasco, e
5,7oo rs. a frasqueira.
dem de laranja verdadeira de A'tona em
frascos grandes a 1.000 rs. o irasco, e
H,ooors. a duzia.
ramagens, com grande
pelo baratissimo prego de
Correa de Vasconcel los
- em barril se
Cal to Rio a 26o e 28o rs. a libra, e 7.8ee"
e 8,5oo rs. a arroba,
dem lavado de primeira qualidade a 3oo rs.
a libra, e 9,ooo rs. a arroba,
dem do Cear de superior qualidade a 24o
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,000 rs. a
arroba.
Arroz do MaranhSo a loo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba.
dem da India muito alvo egraudo a loo rs. a
bra. e 3,ooo rs. a arroba,
dem de Java a 80 rs. a libra, e 2,2oo rs.
a arroba.
Painco e alpista a lio rs. a libra, e 4,3oo
rs. a arroba.
Massa de tomate em latas de 1 e 2 libras a
600 rs. e de barril muito superior a 000
rs. a libra.
Aletria, macarrao e talharim a 4oo rs. a li-
bra, e 9,ooe rs. a caixa.
dem e lalherim branco a 32o rs. a libra,
estas massastornam-serecomendaveis as
pessoas doentes por serem propriamente
feitas para esse im.
Estearinas a 56o rs. a libra, e em caixa com
I 25 libras a 52o rs.
Vinho do Porto muito fino excellente qua-
lidade proprio para engarrafar em ancore-
tas com 9 caadas por 45,ooo rs.
ViBho de pipa Porto, Figueira, e Lisboa a32o,
4oo e5oo rs. a garrafa, em caada a 2,5oo,
3,eoo e 3,8oo rs.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa, em caada
a 3,ooo e 3,5oo rs.
Vinho branco para missa em caixa de 1 duzia
a 8,000 e a 680 rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas, que
vem ao mercado como sejam Lagrimas do
Douro, Duque do Porto, DuqueGenuino,
D. Luiz I., Madeira secca, Malvazlo fino,
Fetoria em caixa de i duzia de 9,000 a
lo.ooo rs. e a 9oo e l,ooo a garrafa.
Vinho Colares o mais superior que tem
vindo ao mercado a 64o rs. a garrafa.
Sardinhasde Nantesem quartos e meias latas
a 36o e 56o rs. cada urna.
Sardinhas portuguezas em latas grandes
preparadas pelo methorconserveiro de Lis-
boa a 64o rs.
Bolachinhas inglezas as mais novas do mer-
cado a 2,8oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
Bolachinha de soda em latas com diversas
qualidades a l,3oo rs.
Bolo francez em caixinhas muito proprias
para mimo a 64o rs. ,
Passas muito novas de carnada a 4oo rs. a
libra e 6,000 rs. a caixa com 28 libras.
Figos de comadre a'24o rs. a libra e
l,8oo rs.a caixa com 8 libras.
Amendoas de cisca mole a 32o rs. a libra,
aem de Hollanda em botijas grandes 4oo Bolacliinhaad'agua em sal da fabrica do Beato
Antonio de Lisboa em latas com 6 libra
por 2,5oo; ditas doce em latas cem o mes-
mo peso a 2,5eo; ditas imperiaes em latas
de 3 libras por l,5oo rs.
Ameixas francezas em latas de 1 e meia libra
por l,2oo; ditas em caixinhas de deversos
tamanhos com bonitas estampas na caixa
exteriora l,2oo, l,5oo, el,8oors.
Azeite dece refinado Penanol ou do Kempes
de Lisboa a 800 rs. a garrafa e 9,5oo a
caixa com urna duzia.
Batatas muito novas a 5e rs. a libra e 2,000 a
caixa com 2 arrobas.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,5eo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a 32o
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Molho inglez em garrafa de vidro com
rolda do mesmoa 5oo rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes a
800 rs. o frasco.
Mostarda franceza era potes j preparada
a 4oe rs.
Lentilhas excellente legume para sipa a 2oo
rs. a libra.
Marrasquino o verdadeiro de Zara em garrafas
grandes a 1,000 rs. e 11,000 a duzia-
Palitos para dentes a 14o e 16o rs. o maco-
Sal refinado em frasco de vidro com rolha do
mesrao a 5oo rs.
Cerveja branca e preta das marcas mais a-
creditadas que vem ao mercado a5^000 e
5,5oo a duzia e 48o rs. a garrafa.
Sag muito novo e alvo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca muito nova a2oors.
Charutosdetodososfabricantes da Bahiae das
mais acreditadas marcas conhecidas no
nesso mercado a 2,ooo{ 2,5oo, 3,ooo,
3,5oo e 3,8oo a caixa de loo charutos.
Cogna inglez das melhores marcas a
l.oeo rs. a_garrafa.
Doce da cascaba goiaba em latas de 4 li-
bras por 2,000; diloemcaixoesaOoers.
cada um.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Velas de carnauba de 6 e 12 por libra a
32o rs. a libra e 10,000 rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa
I e 4,8oo a caada.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra
e 36o rs. em barril.
Capil de diversas* frutas muito frescas a
64o rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a graza.
Toucinho de Lisboa muito alto e alvs a
32o rs. a libra e 8,5oo a arroba.
Ameixas francezas em latas de 3 libras per
2,ooo. rs.
Cebollas soltas a I,ioo o cento ; ditas em
molhos com cento e tantas por l,2oo rs.
Matte excellente cha para os navegantes a
a 2oo rs. libras.
Os elementos que compoem esta preparacao, o
ferro, o iode e a qtfina, a collocao no primeiro
grao das preparaijdes ferruginosas. Basta atfaatar
seus resultados obtidos pelos .Mdicos dos hospi-
taes, e os relatnos dos prcticos mais eminentes,
que conlirmro sua poderosa efficacidade as
seguintes affecedes:
Mlngou no BRngne.
Fr Anemia.
Chloroae o* Ictericia.
Mrnutriin.
A fice cor do ulero.
Sappresnoea las re-
gran e desorden na
luenatruaeao.
Afreccao pulmonar e
phthlMle.
MoleaUaa iTi-n l oiuago.
Gastralgia..
Terda d'appellle, etc.
Convalcgcenca de lon-
Ra molemlM.
MoIcmIu.h cacrefula-
aa.
Papelra.
Obntruccfta daa glan-
diilan-
Hamorea frl.
Humoi-ea brancas.
Rachltlmuo.
Affec'ceN canecroaa*
c xypbllillcaa.
Fc!>rrn lypboldcH.
Varile, etc., ote.
Vejao se os bulletinsde Iherapeutica me-dica
e cirurgica de 30 de novembre 1 SCO; a Gax-eia
dos hospitaes de 28 dejulho 1860, etc., etc.
Alm das piulas de iodurelo duplo de (erro e de
quinina de Rebillon, os Mdicos acanscMo
igualmente o Xarope d'iodure duplo de
farro e de quinina do mesmo auihor para as
pessoas que nao goslao de medicamentos sob for-
ma pilular e os meninos. Este xarope nio tem
como o xarope d'iodure de ferro, o inconveniente
de alterar-se e de se nao poder conservar.
Peca-se o folhelo que se di de graca em casa
dos pharmaceucos depositarios.
Para-se evitarem falsifkacdes, exija o com-
prador em cada frasco de Plalas ou Xarope a as-
signatura do inventor.
Depsito geral em Pars, pharmaciaRebillon,
442, ru du Bac, e em todas as boas pharmacias
de Franca a dos puizes estrangeiros, etc.
Os grnales au bismutk de Ghevrler bem
superiores a todas, as outras preparaedes de
bismutk empregadas antes com o maior successo
pelos mdicos de todos os paizes, para prevenir e
curar as
Man dlgeatdea.
eawtrMaa.
Galtralglaa, ele.
MnrrlicN rhronlcaa.
Djarii{crliN.
Ddrca ri'efctAanaga.
Djaprpalua.
Os priiiiciros symptomas d'essas formidaveis
affeccoes se manifesto ordinariamente por diges-
toes laboriosas, azidumes, falla d'appetite, pesos
estomago depois. de cada comida, cambras es-
tomacae*, e, muits vezes, por espasmes nervosos
com vmitos.
Este estado mrbido, se o dcscuidao, traz ine-
vitavelmente, que seja:
do.
Holrsllaa de flg
A Ictericia.
I'ulpliarao de roruro
Dore no rlna.
O
*
BOTIQA EDR06AWA
artbolMiea Fraacse de Ssiza 4 .
;i iRii laraa da RosarU34
Vanoeai
Piluloj Holjoway.
JEfMI de lUOlllNlO
Plalas do Or. Lf/Ue.
Pilulas do Or. A--
Hiiuias ao ur. Alian.
Pilulas do Pobre-omm. s1! 9 *
Pillas MnarieafMai.
Plalas vegetaes.
Pilmas vegetaes assacaradas de Kemp.
Salsa de Bristol.
Remedios do Dr. OhableL- .;. ;uii? fh
Elexir de Pepsina de Griraault.
Vinho de Salsaparrilba de Co, Alberi.
8fJ
^w


Injeccao Peaogas.
Agua deotilca de Desirabode.
Papel ehimieo, para Ulhoa.
Xarope depurativo de Chable.
Licor aromtica de Hasfatl.
Pos anti-epiletioM de Bfest.
RobL'AITectaar.
Tarop do Rosque,
l'oguento Holloway.
Csltfi 4o pi.
rltrhdt*T.
Alcatfre)* do taz.
Coke, tonelaaa KhSOfL
Pitcb. atoba 3#0QS.
Alcatran, caada Seo.
O cok reconbecidamente o carvao mais econ-
mico, torna-so por isso recomraeodveJ, bem co-
mo pelo aceio one se dota as caslaM >*
ella oado. Wi e aleatrio, aem das apfUrra
coes diversas a qjwaapnestao^ como para ealafe
81RA no IMPERA UOR81
COMPENDIO D0LOEOSO Segunda casa do lado direito indo do pateo do CoHemo.
que coBtem o ofllcio de Nossa Senhora das Francisca Jos Leite, tem a satisfago de alisar ^s seus freguezes e ao respeitavd
uores; o modo de resar e offerecer a co- puWlC0 estando restablecido de seus iocommodos de saudeJ aba-sc novamente
ra, um setenario e mais outros exerci- "
fO?,!Pei,(,eJedevoio; ordenado pe- c
se digaarem comprar em seuestabelecimente^que all de preferencia i oot'ra qualquer par-
te serao mais bem servidos, em qualidade e preces, orna *m pesos e medidasVno que
aempreo annanciante foi escropaloso, em summ, nao illode a pessoa alguma
cft-iS ,dee^geDho^-,avradores^ieo qaeiiam honrar como seu comitente Ibes
assefnra que o producto deseti laborioso trabalho ser-o mais bem reputado ao merot-
rnL- fpr3ca' p,>ri oqueejqlga conenentemnte habitado pela,h)ng pftcacom-
mercial que tem exercido. sendo sena nnrtadnrpip*na.'ha.inern^-X.#nJ5*Ta3K. j. ..
la irmandade dos servos da mesm* Se-
nhera que se acha erecta na egreja de N.
S. da Peoha do imperial hospicis ^os re-
verendos padres missionarios apostlicos
capuchinlios italianos .de Pernambuco,
? apfroradapor 8U.'\,^m Deusguarde;
dado luz nnr J-------- *-
,'Sd"E.23 -' o o o e o
o'5,s.|&t-.,oss:e5-ssss.
s&:
Oppreaavea.
Dore. de caneca.
Irrltacoca de beziga e
da niatrls, etc.
Os granulos Chevrier sio ordenados pelas
sommidades -medicacs para prevenir essas diver-
sas molestias e cural as quando sSo tomados a
lempo.
0 preco de cada frasco de i francos.
Depsitogeral em Pars, pharmaciaChevrier,
e em todas as pharmacias de Franca e dos paixes
estrangeiros.
-/*
*>
ST oo
BJ a
ce
"i
. luzjjor devolo do muito reve-
rendo paqre Pr. placido de Minina
Yende-se a .320 rs, na livraria us. 6 e 8
da prafa da Independencia.
------*rV
Ur embarea$5e*,
estes a propriedade
miRas, etc. E enlte]
dado per em
Tontade
itroaf maiWra.
de preservar do
ido per em gqalaoeif ponto d cit*; egaBdo a "M
mude do rompradar e are^o fosM. *?" tu, MjeW
r- Mili hoto aaa aammMs'^'Wpilene: fiftarrm i
*t Ce*, a tratar co Taseo irra*s.
R0T0R8
.%iit (tr**t*ehiaa*d* i*o4o.
, Acabam de chegar agora novo
ora e dous eavalips para mover .
desearocar alfodao, cylindros de padari;
qnaesqtlar machinas para atricultra,
vandem por preco muito em costa. Tambero se
vende um motor .americano paj j e 4 cavallos pa-
ra o mesrao fim, que trabalba muito bem : elles
se arham, montados para o comprador ver o seu
trabalho : na fabricada Iravessa do Carioca n I
caes do Ramos. '
Uafaco dar faien#as detiaofragie
da barca fraacfza. .
Chalas de dierin- de 4fli*ersis cfirM padrSes
o* do iranias datedaa Ifi, paletots de panga
padroes ewhto* a i|, chegnem a esta adni.
Vbeta, visto que m referidas fazendas
ainda etlai, que" laTano ficam per
>-'1*' M + ncl biae .-.su-bisY
que tem exercido, sendo seus portadores despachadqs com presteza, depoisdsse
reai Belmente umpjtdo as suasordens. '
7OnZ0rne zenonm salevantajoso aos qupagarem a^istasuas
a o
g,8^w? g g^ g. a .o
iM-aif 3 sifL-*igg
-S'-t*i-j-1';03oc,S
Silifflf ^3^*-
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B
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!
o-

venda de
encarrsga-se k
qualquer genero dopai, miediant*iia modi^TiaomaJ alo, entriando,
n^K*^prodacto'e8en(WestoaPP,icad<,**omPra 4e gneros em seu armazen
prescindir da commissSo. I
Stan^^i^f.f^i?"0^^^ ^ft11"^.?^!803 Tal0M PrOtCCCSO,
Wk., teem
:53P,* .'aSRE'-
Agua Florida.
Para rstabelecer e censerrar a coi satura!
?La SUT,cieDte ?'P?4? .ac^p-nnr os>"eoreI "pte^oTT ule^?osTmesne
maisapparatososestabelecimentos, tendo somante em vista o augmento de suasVeDdafc.'
diari* a. ena^n
i .
m
S
?
9
i
e
s
e
s
~~

(10*

do* cabellos.
A afu nortea sao ai tintara, fot essarj.
al a contestar, a mesma a coa dando a cr primi-
CoroposU da plasta extica* e
FIGADOde bacalhau
Peo proersso de Cbrrricr, pharuiacfutifo
Pars, ma do Fauhourg Hontmarte 21.
Este oleo de um cheiro agrndavel, c ..
asi sabor assucarado o tirita) que niio tem
non o goxlo, um o cheiro do peixe. Ob-
jecio de numerosos reltanos scientiikos e
mdicos, este medicamenie que goza cm
Franca de um successo lao raro como bem
merecido, aceitado diariamente pelo*
prmeipaes mdicos dos hospitaes de Pont
O OLEO DI- FtGADO DE BACALHAO BESINFCTA-
no FEnBx-cixoso emprega-se com os maiores
successos as molestias e^n.que se empresa
o oleo quando s3o acompbadas de Jebilt-
dade e atona.
Deposito eral em Pernanbuca roa da
Crua n. 12 enxcasa de Caros A Barbn.
Barato.
tiva ao cabello.
einJm00 p.roIprie{ar!10 esUbelecfdo mitos^anhos cpni o mesip ramo deneff
2?ln rU"' JQ,a.Prudante advertir que aBrttia e ** r^nSUaliio n*i^
n declarado no que disser respeito ao armazem.
de substancia^ inoaensiras, ella tepia. Brai)ri#aadf
Vdi dereswsir^ cabelles o pfjnapitloa-i? a el-
g|f les ten pVf00. D1ma*UTriSade^c onda entretem a limpea da cabecj
sm e impede os cabellos de cabir
Oleo dfi Florida.
'.
Vende -se nm excellente sitio na Caannea Velf..-.,
comuma excellente casa de rwdra e cal para f*
man, concertada de novo e es-t caiada b pintad
taaakem de novo, rnnlm 3 salas, e urna dells
propria para partHa?; e 6 qtiarios, cozinha fraj
rasa para escravos, dita para feitor, cocheir.t, es-
tribara, tanque para banha, dito para laTar na-
pa, terreno proprio, vlveirocom peixe, e r.\ m-
:xa de rapim e .las cacimbas eom excellente agua
de beber, eslao concertadas e limpas de jioto, c
muitas frnrteiras, com 150 oes de laranpeira* do
diversas qaiaIIdades, sapotis. goiaheias, abac1,!
manjueiras, jaqneiras, coqueiro.saracazeircs.'H*^
refra.-e emfm-que se acta Jivr dcsembaracc'
convidase os pretendentes qoeiram dirige
aquelle lugar para examinar o dita sitio, qod
dwoectioadp, eurntem esl aberlo das 8
vii>i:Rinoit-Ht
- .
j"no-
*:BIA ce oiorvfA h' --. o .1. ir ., .
Coaposte de suttanms vegetaes exotW ellf d? manha at as 6 horas da tarde, que s cm a
consllte noderesmrr-, eom a Afea Florida,-a ,sla Dcar salisfcitos : a tialar na Capunpa No-
forea, a belleza e a conservare eseabe;:.:. !a> D0 rntrar da mesma ao lado es^ierte-. pausan-
1 *b
Bm Paris, casa de Qnislaar a. J, roa de Riofce-
lien, e SI, bonlevard Hontnur'rf.
Todos es frasees, aa teado iaiacta a clara, r
do o primeiro portSo no segwido, qne'achara com
qnem lraiar>ste neeocio.
Vende-se snperior fariuha de naodroca a
toordedo patacho Bmtfl atracado no caes Bario
saLiTraBente.
I aT amil #


'*


.
a-
n|j^^^^^"^|pi
$
Diarlo de Peruaaabnco Segunda elra O de Feveretro de t SOS
:
*
ROPA FEITA
NO

DI11EI
H
Wlft %
t
*d&
AURORA BRILHAKTE

XXTREXRO viw>.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roapa faita da ^
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade do eoncor- 5
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um l
grande e variado softmento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras, I
homens e meninos. ......_. .. i ?' >;
. 50OUo|
GRANDES 4MAZENS
aat
io000
75000
30500
3#500
3,1000
4*000
Casacas de panno preto, 350 e 300000
Sobrecasacas idem, 300 e 25*000
Paletos idem e de cores, 25*,
20*, 15* a. -.
Dites de casemira, 20*, 15*,
12*, 10* e.......
Dita de alpaca, 5*, 40 e .
Ditos ditos pretos, 9*, 70,
5*, 4* e ...
I Ditos de brim e ganga de co-
res, 4*500, 4*, 3*500 e. .
Ditos branco de linbo, 6*, 5* e
Ditos de meFi preto de cor-
dio, 10*, 7* e..... 5*000
Calcas de casemira preta, 12*,
10*, 8*'e......7*000
Ditas de cores, 9*, 8* e. 7*600
Ditas de meia casemira de co-
res, 5*00e.....4*000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 4*500 e. 4*000
Ditas de brim brance e de cob-
res, 5*. 4*500, 4* e 2*500
Ditas de ganga de cores, 3* e 2*500
Colletes de velludo preto e de
cores, 90 e......7*000
Ditos de casemira preta, 5* e 4*000
Ditos de ditas de cores 5*
4* e........3*500
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda braoco, *
6* e.......5*0001
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 6*. 5* e 4*O#0O
Colletes de fastao e brim bran-
co, 3*500, 3* e .... 2*500.
Seroulas de brim de -linho,
2*400 e......2*000
Ditas de algodo, 1*600 e. 1*400
Camisas de peitos de linho,
4*. 3* e......2*500
Ditas de madapolo, 20500;
2*e........1*600
Chapos de massa, pretos fran-
cezes, 10*, 9* e. 8*500
Ditos de fltro, 5*, 4*, 3*500 e 2*000 j
Ditos de sol, de seda, 12*,
H*,7*e......6*000
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda duza. 6*000
Sormento completo de grava-
tas. #
Toalhas parroslo, duzia, H*,
e........6*000
Chapeos deso, de alpaca, pre-
tos e de cores.....4*000
Lences de bramante de linho. 3*000
Cobertas de chita chrneza.. 2*500
Si JR.
Largo da
Ctqz.iis. 12 e 8I,|
esquila da ra d
ebo.
VIMOS
ESFECIA.CS
Lar|0 da Santal
Cruzas. 12/84,5
esquina da ra do]
Cebo.
DE
DE
J. VIGNES.
X. &&. RITA DO IMPERADOR M. &ft.
Oj puos desta Mitiga fabrica siio hoje assaz eonhecidos "para que seja necessario insist? sobre 1
sia superioridade, vanlagens e jarantias que offererem aos compradores, qualidades estas incontesta-
veis que elles tem defuvameiite conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; odb-
stado um teclado e machinismo que obedecem todas as voalades e caprichos das pianistas, setn-
nunca falhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se eito ltimamente melhoramentos importan-
tisstnw para o clima deste paiz; quanto M vozes sao melodiosas e datiladas, e por isto muito agrada-
veis aos onvidoa dos apreciadores. .
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Pane, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expasic5es.
o mesmo estabolecimento se acha sempre um expleijdido e variado sortimento de msicas dos
melhores autores da Europa, assim como harmnicos e planos harmnicos, sendo tudo vendido por
praces commodos razoaveis.
CONSULTORIO MEDICO-CIRIRGICO
DO
DR PEDRO DE ATTAHYDE LORO MOSCOSO,
MEDICO, PARTEIRO E OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do fWdo 3
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres lodos os dias das 7 s 1
horas da manlia, e das 6 e meia s 8 horas ta noite, ; excepco dos^ dias santificados
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio ha sempre o raais appropriado sortimento de carteiras
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisac5es e pelos preces seguimos
Carteiras de 12 tubos grandes. 12(5000
de 24 tubos graneles. 180000
de 36 tubos graneles. 240000 .
de 48 tubos grandes. 300000
de 60 tubos grandes. 350000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com os remli
que se pedir. ;
m tubo avulso ou frasco de tfntura de meta onca 100O.
Sende para cima de 12, custaro os precos estabelecdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
LITROS.
A melhor obra da homeopalhia, o Manual de Medicina.Homeopathico do Dr. Jahr,
dons grandes Toluraes cem diccionario............'" 200000
Medicina domestica do Dr. Hering............ 100000
Repertorio d Dr. Mello Moraes............. 60000
Diccioaario de termos .de medicina ........... 30000
Os remedies deste estabelecimento sao por demais conltectdos e dispensara portan-
to de serem novamente recoramendados aspessoas que qaizerem usar de remedios ver-
la.ieiros, enrgicos e duradores: ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de ver-
dadero assucar de Ieite, notaveis pela sua boa coaservagao, tintura dos mais acreditados
estabelecimentos europeos, a mais exacta e aecurada preparacae, e portanto a maior ener-
ga e certeza em seus effeitos.
Casa de sade para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer eafenmMade ou fazer-se-lhe qdalquar
o^raco, para o que o annunciante julga-se suficientemente habilitado^-..
Otratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como-na medica, e
funecionando a casa a maisMe quatro annos, ha muitas pessoas de cojo coaceito se nio
pie duvidar, que pdemrier consultados por aquelle* que desejarem manoar seas
doentes. aaLa,< i-,_ mu jc
Paga-se 20000 por dia dorante 60 das effam emaiante I0TOO-.
As operaces serio presamente ajustada, Ae nlo se^uizerem sujetar aos precfls
ajiaveis que costuma pedir o annunciante. m a
O doto das ja auito acreditados armaens de molhados denominados Aurara
Brilhante, acaBa de receber de sua propri* encommeada, moitos ^eneros dencaaos
proprlos da presente- stocio, e tendo grande sortimento comprado aqu,aaus que teoos
9S seus gneros sao de 1.* qualidade.
A seguate tabella servir a todos de base para ajuste de contas aos per-
eahun' armaiem vender mais barato, e melhores gneros do que a Auro
irilhante, j pelo grande sortimento que tem, j mesmo por seu dono se acnar encom-
Mdsde en sua sud e ter de ?ffer um de seus armarens agora, e o ootre na pro-
xla priMStera, par iso dere-se aproveitar ama quadra desUs para se comprar
barato.
i atas com 8 libras de chouricas milito novas, Viako branco Qno, a garrafa a 6i0 rs. .
Dito de caj maito Superior, a garra a
99v iS.
a T500.
Ditas grandes cora peixe em postas uMeras,
mais de 12 qualidades, a t000, 1280 e
Ditas cem ostras, excellente petisco para re-
gidelra, a 728 rs-.
Ditas eom ervillias Batas, ensopadas, a
72* ra.
DiUs cora fava, a to&j*.
Ditas com ameixas a 1*200,1*800 3*500.
Ditas com marmulada do afamado fabrican-
cante Abren, a 880 rs.
Ditas de massa de tomate, a 500 n.
Ditas eom tigos de comadre, oras, a 1*300,
2* e 2*500. ;; '
Dius.'om bolachnhade soda muite novas, a
2*800.
Ditas com biscoitinhos iaglezes de muitas
qu-ilidades, a 1*M0L
Chocolate.
Chocolate superior mfto boto, a lftra a
i*2tO.
Mtcarrfio telharim e aletria araarell, a libra
a iSO rs.
Dito dito dita brartca, a libra a 400 rs.
Caixas com estrelinha, pevide e outras mas-
sa?, a caixa 3*500.
Dius dita era libras a 640 rs.
Sag, a libra a 360 rs. ,
Sevadraha para s"pa a libra a 240 rs.
Brvilhas seccas, a libra a 160 rs.
Dirs descascadas, a libra a 200 rs.
Tapioca muito nova, a.libra a 280 rs.
Farinha da aramia verdadeira, a libra a
500 rs.
Arrer do Maranhao, em sacc a; ar'rob a
2*400 e a libra a 80 rs.
Dito da India e Java, a arroba a 3*200 e a
libra a 100 rs.
Toucinho de Lisbea a 9*500 aarroba e a 320
rs. a libra.
Dte e Santos, a arroba 7*000 e a libra a
260 rs.
Molhoscom 125 sebolas grandes, a 1*280.
Hostarda francea calxa com 2 duzas a
8*000.
Frascos com mostarda preparada em vina-
grera 400 ts.
Ditos com conservas inglezas franeezas,
afriOaSOOrs. .
Dites com sal re(lna,do Uno, a 640 e a 500
ris.
Ditos cana a verdadeira genebra de laranja
a 1*200.
Dites de 2 garrafas de Uolianda verdadeira,
1*000.
Ditos de l garrafa de Hollanda verdadeira,
a 64* rs.
Botijas com dita propria para negocio, a
40J rs.
Garrafdes cora 2 galoes com diu, a 6*000.
Scrveja boa, marca, a 500 rs. a garrafa, e a
iuzia a 6*000.
Vinhe moscatel de tetaba, a garrafa a
Marrasquinho verdadeiro, frascos a 800 rs.
e a 1*200.
Champagne, a dalia 20*000, e a garrafa a
2*0*0.
Azeite refinado portuguez e francez, a gar-
rafa a 1*000.
Calxa de vinho Bordeaux muito superior, a,
7*,8*. 9* e 10* a caixa.
litas com dito branco, a 7*000 a eaixa.
Ditas com dito lagrimas do doaro verdadei-
ra, a 20*.
Ditas com duque do Parto verdadeiro, a
Ditas com chamiaco superior, a 14*000.
Ditas com'Porto velho e outras multas mar-
cas, a 12*000. ^
Vinho do Porto da pipa, a gamra a 6iu,
728 e 800 rs. f ,
Dito de lisboa mito bera, la cenada a
33200,85500 4#)0O, e a garrafe a 50
e560-r9. .'
Dito da Figueira, das aegurates marca, (N.)
(J. A- A.) (J. L. G.> (O. M.) a caada a
4*500 e a garrafa a 560 e 640 rs., deste
1 que j est engarrafado e lacrado com o
j rotla do armaxam.
Ditos d marcas mais *9Mnhecidas,4a ana*
Aaa 3*300 a 4*000engrrala a 480 -
820 rs.
Vinho verde superior.
A casada a 3*500 a a garrafa a 4*0 rs.
fiaataa.
Saccas da 4 arrobas, 6 a veri*e*a.-d* ae
en*ommar, a arroba a 3*000 e a libra
lrs.
Sabao massa, a liora a 200,240 e 280 rs.
ftriata.
Saccas grandes cem farinha deGoiannamui-
tanova, a 5*000.
Caf.
Caf do Rio muito aaperlor, a arrota a 8*,
8*500 e 9*000.
Cha.
Cha temos uestes gneros o melhor possltel,
hyssoii, a libra a 2*600.
Dttaperola a 3*000.
Dito oxim a 2*700,
Dito hvssoa muito fino a 2*800.
Dito redondo a 2*500.
Dito preto de primeira qualidade a 2*500.
Mo mais bata a 2*000 e 1*600.
Erra mate.
Excellente cha medicinal, a libra a 320 rs.
Ispermacetf.
O masso com 6 vellas de espermacete a 600,
640 e 720 rs.
Passas.
Caixas de 16 e 8 libra de passas novas pro-
prlas para miraos a 4* e 2J500.
Nazts.
Nozes, a kbra 160 rs e arroM a 4*000.
Alpista e paiaea.
Alpista e pain^o.a arroba 4*000 ea libra a
160 rs.
Carlas.
Cartas finas para jogar, a duzia a 2500.
Caslanhas.
Castanhasnovas vindas neste vapor, aarro-
ba 4*000 e a libra 200 rs.
Axeitoaas.
Barris com azeilonas novas a 1*500
Vanteiga.
Manteiga Bor, a libra a 1*000.
Dita maisabaixo a 800 rs.
Dita menos superior a 640 rs.
Dita franceza nova,a libra a 720 rs.
Dita ditaem barris e meios ditos, a libra a
660 rs.
Ditapara tempero a400rs.
Queijas.
Queiios botos vindos ueste vapor a 3*200 e
3*500.
Ditas londrmos mnito novos, a libra a
1*000
Papel.
Papel almaco pautado, a resma a 4*800
Dita dito lizodeliuho, a resma a 4*500
Dito de peso Uzo e paulado, a resma a
Dito deembruHio bom a 1* a l*w-
Vinha Madeira.
Garrafas como verdadeiro vinboXerez e Ma-
daira a 1*500 e 2*.
Temperos.
Fojhasdelouro, piraenta do reino, cominho
o cravo, a libra a 400 rs.
Velas de cirnata.
Massescom 6 velas de carnauba refinada a
480 rs.
Amendoas.
Ameudoas com casca,a libra a 320 rs.
Boca.
Caixoesdedocede goiatoa, grandes a 1*400
e pequenos a 640 rs.
ljeles de limpar.
Tijalos aeaaev facas a 140 |s.
Grata.
Duzias de boides de graxa n. 97 a 2*800, e
de latas a 1*000, e os beloes a 240 rs., ca-
da um, e as latas a lOOTs.
Charatas finos.
Charutos dos aminores fabricante da
Babia par diversos precos, caixas e meias
caixaa. ,J
ivmmnni
.Turica Conceicao da
1 Bakift.
Andrade k Reg, recebem coustante-
* mente e tem vendano seu armazem n.
g 34 da ruado Imperador, algodo d"aqHel-
S '-a fabrica, proprio para saceos de assu-
H car, embalar aigodao empluma etc., etc.,
2 pelo preco mais razoaveL
9
$
E'grande quaatidade de gneros tendentes
a estes e^taMecimentos, que nunciar-se.
lOtUW

o
NEM COROAS NEM MITRAS
E
i 4 I
GRAVOE
ARifAZEM
DE .
I
b *). fl
il



RVA DO IMPERADOR N. 40
JiHto ae sebrado em qne Dora Sr. Obbarae,
Ouarte Almelda <& c receberaai de sata propria eaeomniea-
da o aaala Hado variad* sortimento de raelhados, proprlos
da p resente estacSo.
Manteiga ingleza i Macas brancas
ia safra novavinda no ultimo vapor a l.ooo para sopa a awlbor qaee p64 desdar,
rs. a libra eem barril aoo-r.
Hantelga franceza
Ha afra nova a 60o rs. alibra, e em barril
|i 360 rs.
Amendoas
eoofeitadas de liadissimas cores a 800 rs. a
libra.
Ameixas
em frascos de viiro com 3 libras liquido a
2iJ400, muito aropios para mimos,
Cartoes
eom bolas francezes a 500 rs. cada um.
Latas
com bolacbinbas de soda de todas as qua-
lidades a 1*36*.
Chocolates
de todas as qualidades a i000 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tamben
temos Telhos para 500 rs.
Cueijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 2*6oo.
. Qneljos
chegados no ultimo vapor a 20600 cada um.
lucijo
macarrSo, talhaflm e aletria a 400 m a
libra e 40500 a caixa.
Vinho
Figueira J A A e outras milita* marcas acre-
ditadas 500 rs. a garrafa.
Ideal de Lisboa
e de outras marcas a 460 rs. a garrafe, e
2*800 a caada.
dem do Porto
generosos engarrafado das melhores fabri-
cantes da cidade do Portea i# e 1&200
a garrafa e de 10* a 42* a caa, as mar
cas sao as seguintes: Chamisso AFilho,
P. & JA., Nctar ou vina* dos Beuzes,
lagrimas do Douro e outros muitos.
Latas -
com 10 libras de banda a 4#009.
Bolachinha ingleza
a 1.5800 a barrica da mesma qae
vendem a 2*000 e 24*60.
Noaes
as mais nova do mercado a l20r* A bra.
Cervejas
dos melhores fabricantes|e de todas as raai -
cas de 40500 a 60500 a duzia.
CjjARETOS
tondrino o mais fresco que se pode esperar 1 ^^g j^^ pBto ^g e ^^^ em
e ule excellante maree a 800 rs. a libra
sendo inteiro e a 900 rs, a retalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 700 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 10200.
Ch. uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qualquer na"o pede Tender por menos de
30 a 20600.
dem perola
especial qualidade a 20700 rs. a libra.
Mem hyssoB
o mais aromtico que tem vindo ao nosso
mercado a 20600.
Massas amarellas
para sopa, macarro, talharim e aletria a
480rs. alibra.
o muito afamado cognac Pal Brandy a l,8oo
rs. a garrafa e de outras muitas qualida-
des a l,ooo e 800 rs. a garrafa.
COPOS
lapidados para agua a 4,5oo e 5,ooo 1
duzia, e a 440 e 5oo rs. cada um.
PAPEL
almaco, greve, peso e de outras muitas qua-
lidades de 2,2oo, a 4,5oo a resma do me-
lhor.
Papel de botica
de excellente qualidade a 20200 a resma,
PAPEL
; azul e pardo para embrulho de l,4oo a 2,2oo
rs. a resma.
Corinthias
passas corinthias muito novas proprias para
podim a 800 rs. a libra.
Fumo
o verdadeiro fumo americano em chapa a
1,4oq rs. alibra.
Vinagre
PRRem ancoretasde 9 caadas a 15,ooo rs.
cada urna.
Cebollas
as mais oras do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e l.ooo rs. o molho.
Alpista o taiu^o
o mais novo do mercado a 140 rs. a libra,
e 40400 a arroba.
CEBLAS
muitonoTasa 40000 ocento naruadoQne;.
atado n. 7, ra flolmperador n. 40-elar-
go do Carmo n. 9
GRAO DE BICO
maito novo a 34400a arroba e 140 rs. a li-
bra na ra do-Queimrdo a.'7, ruado-
Imperador a. *0 e largo do Carmo a. 9.
QUEUO SUISSO
muito fresco a SOO rs. a libra na ra do
Queimadoa. 7, raad Imperador o. 40 e
largo Carmo.*. t
meias caixinhas a 10500.
Arroz
do Maranhao a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 2*500 a WQOO a ar-
roba desses que vendem por 3400.
CAP
de i.* e 2.a sorte do Rio de Janeiro a 805f
a
Feijdo.
AGENCIi.
DA
<4 AGENCIA L0W-M001.
Roa a Somalia aera n. 42.
Neste estabelecimento contina a have
' om completo sortimento de moendts emeiai
moendas para engehh'o, machinas de vapor
' e tachas de ferro batido e coado, de todos 01,
amanaos para dlq,.__________.
Arados americanos a machinas pan
lavar roapa: em casa e S. P. Johnston i C,
Vendem-se saceos com 35 cnias de feja rajado
o lorto por 11*, em caias a S20 : na ra Otrtiv-
n. 8.1a .
ruada Senzalla Nova n. 42.


'
.
Pee
em
I :
Vinho do Porto superior
em'harria deaitawa dcimo, vende Anlanio Lnii
de Oliveira .Aaevad;*C.; no sea asariptork) roa
da Crot.p, 1_____________
Ra da Senzalla flora 1.42.
Naste estabelecimeato*vendemistachas de
ferro coado libra a|4Wn., ido;deLo,at
Moor libra 180 rav
"LABARRaQ.
Vende-se superior viaho do Porto em caixas de
urna daxia : era casa da Johnstou Ijater C, rn
do a gario n. 3. .....___^_
Vende-e casa terrea : INi roa da Mar
Hilas Femir^O**<** '> OMna ; qoam a.pnv
tefldwainia-e a*traar nesta cidade na rn* Un
Man.89. ': "'
.a"c^?as
irt&os Cffrtts para uesf de^maUs de core*
cUras e escuras cpm grande variedaie, de padrd'ii
pelo baratissimo preco de 4$ 0 corte: na toja das
columnas ra do Crespotf.iWm, Antonio Cor-
Meift de tasconcellos A C,
L 9Hi'
Gemina airaa de labarraque, a 13 a g
na pra;a da Independencia n. 22.
rftrlr
> quer negocio
que mm
____m, o^TSt-ii omro qw
a tratar na raa Imperial n. 106.

co do qtte se paga
sa do Carioca n. 8, caes do Ramos.
I da Aatoaio da Almeida Gamas.
e 80800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
arrafdes
com 4 '/a garrafas com vinagre a 10OOOcam
ogarrafao.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 40000 o frasco, e de 1I000
a caixa.
IDEM
em frasqueiras de Hollanda 50800 com
12 frascos.
GENEBRA
de Hollanda Terdadeira em frasqueira a 600
rs. cada urna.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2.2qo a groza
e 2o rs. cada caixinha,
LICORES
finos de todas as qualidades, a 4o,ooo a caixa
com urna duzia e a 1,000 a garrafa.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
jam Abren e outros muitos a 600 rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunto de Lamego a 52o rs.
a libra.
ARROZ
Maranhao, Java e India, a loe rs. a libra e
de 3,000, a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas marcas a 56o rs.
a libra e em eaixa ter aba timen to.
VELAS
de carnauba era caixas de arroba a 9,3oo e
caixa e 34o rs. a libra.
Batatas novas
em caixas de 2 arrobas a 50 a caixa e 60 rs.
a libra.
Passas muito navas
em quartos e inteiros a 20 o quarto e 60500
a caixa e 400 rs. a libra.
Chocolate
portuguez o mais especial que se pode de-
sejar a 800 rs. a libra e 440rs. o pao..
Frutas em calda
chegadas uWmameate, pera, peeego, ginja e
outros maitos a 640r?. a lata.
asee da casca da piaba
a 600 e 10 o caixae.
GOMMA MUITO NOVA
era patieiros de 1 e 2 arrobas a 30500 a ar-
roba e 140 rs. a libra na ra do Qoei-
mado d. 7, ra do Imperador n. 40 elargo
do Carmo n. 9
MLACHINHAS
em lata* do deffereaios qualidades a 40200
a lata ; 4: v fc. -i.
QUEUOS FLAMENGOS
chegados neste ultimo vapor a W600 na ra
doQueimado n. 7, ridiffy liiperattor n.
40 e largo do Carmo n. $.
e
proprietarios do grande armazem o Verdadeiro Principal declarara aos seus
s-
1
Os .
tifii Mreguezos aiamigos ao publico em geral, que para facilitar a commodidade d lodos o-
^^ tipularam as raesmesprecos ties seguintes lugares: -^"
0Mlr#>fWrt^IPera4e^^
FAftELLO DE LISBtt^
Marci N *etdadeh*o em saccas, novas e grandes a 40500: na ra 'oV&paiadoc a. 40.
^4BeaVJaHWa>
NOVIJOADES.
' H : .
Quejlos do 41entejo, ditos das'ilhas o mais friscftfB*'*0*** deso-
jar a 40200 a libra, e sendo inteiro. ter algum abataMtafaAaajxinhas
redondas afeitadas, ptoprias para raimo dafe.ga*^baaVAW de>4J
cada unta, ricas 'carias de figos tambem proprias para miaw^i aWWSOO
cadaama. Vende-se nicamente to armaiem Verdadeiro prfBcoai, na do
Irapacadox a. 4i
Vende-se gaz da mol%; quatMade a
1U lata ; os armazn d* m 4# m-
peraoor n. 46 a ttm d TrapUawi H*vo +S*.
~ FlXaS ^-HaraMMi
1 VaMe-aa saj
a-iMtaor
17^1
Tandam-se na roa Nova a. (51.
por b:
^"ftrS
,,armaiem dfWr?KHM,
> algodo.
Tii
reii\/c


i
II
Diario de PcruMHliiKO Segunda Icira O de Feveroiro de lgs.
r



0 VIGIL4NTE
Roa do Crespo n.
0 gallo vigilante tendo sido agraciado pelo pom-
poso Ballisa, oa sua ordem do da, e pela Branca
Aguia, apesar de que, para estes o Gallocem seos
agudos espores nunca os (Tender, antes osagra-
ciar na uesou ceaformidade, para que o Baliza,
possa marchar em frente, a Branca iguia possa
levantar seu v6o,|levando no bico as palinbas seu
ninho; e e Gallo ficara em seu tspagoo campa
dando de novo o sen casto annnnciando a seus
bons fregaezes e ao respeilavel publico
9 fraude soriimenio deobjecUs de Maito gostoqot
acaba de rtceber.
Bicas caixinhas rom msica ricamente nleita
das para eostura, proprio para un delicado me-
nino.
Riguissimos coresinbos cona cadeadosd metal
para guardar je i as.
Rieas caixas com estejo, contendo todos os per
teaees para hornero.
Biquissimas voltas fingindo perola.
Ditas com lacinho de tila.
Ditas de lindas cures e preta, de tedas as gros-
soras.
Liados aderece com pedrinnos fingindo bri
lliantes.
Ricas fivellas para cinto, de todas as qualidades
e boa gasto.
Ricos cintos de ultimo gostede Par?.
GrandeserUmanlo de lindas enfeiies paracabe-
ra, sendo do ultimo gostoe de todos osprecos.
Fifires muiio Gnas para noivas.
Lavas enfeitadas e metas de seda para nc-rtas.
Touquinhas sapatinnos e meias de seda par
baptisado.
lliquissimas filas de tedas qualidades parala-
do, ciise cinteiros.
Camistrhas e gollnhas para senbora.
Biquissimos jarros e figuras para ornamento de
sala.
Grande sortimento de gravatinhas tanto para se-
nbora como para homem.
Lnvasde pefica tiranra e de c6res.
Cascarrrmas> bonita? cores.
Traneinhas,galo e maravilhas para enfeites.
Transe!ias de cabellos e de retroz parareloges.
Papel anisada e (La oulras qualidades.
Bolsas para viagem.
ntremelos e babadinhos de lindos padrSes.
Leacinbos de tioho bardado?.
Meias para homem, senboras, meninos e meni-
nas.
Fitas de velado lijas e cora mtame de todas as
largaras.
Thesouras e caivetes de tedas as qualidades.
Grande sortimento de sabonetes.
Lindos vasos com baaha para offerecimentog.
Caixinhas eom seis frasquinhos.
Essencias de todas as qualidades.
Agua verd.deira Florida.
Agua da Colonia, em garrafas grandes, e em
Irascos quadrados egarraflnbas.
-Pomadafina de todas as qualidades.
Superiorbanha em frascos e copos de todos es
tamanhos. /
Sabo inglaz em paos grades e pequeats.
Escovasde cabo de madreeroli^majm e de
osso, para denles.
Peales para desembarazar, eom friso de metale
sem elle.
Ditos de tartaruga de multas oulras qualida-
des.
Pentes de tartaruga para senbora.
Ligas de seda e de afgodlo, assim comomuitos
outros objecto* de goslo que seria' impo?sivelme-
eiaar. que a vista far t, e do Gallo Vigilante,
ru6 do Crespo n. 7.
fina indo brijhanles, assim como cruzinbasavulsas' Una da Imperatriz n. 6. iwj nt Ttftt.
e voriinbas, pelo barato prego de l> e l*2ti0,as Loja de fazendas do pav5o de Gama d Silva |..TeBd*Bl"s* miis modernas Itazinbas garibal-
cruxeesrol8asa4Ors.;|9iroV1glaiie, ruado! Aeba-se este estabefecimento comoretamente | *m.asl ^Maioteiramesrtanevana mercado, sen-
Crespo n. 7.
Leaaea.
Biquissimos leques de madreperola tanto para
senhoras como para meninas, pelo barata prego
de 12 e 14*; s no Vigilante, ra do Crespo
B. 7.
GRANDE NOV1DAE.
S no Vigilante.
Riquissimos enfeites de todas as qualidades para
seahoras e mt>ninas, chegados hojeda alfandega.
Slattos
Biquissimos sintos de illa larga e estreita com
fivelas grandes e pequeas, com brilhantes falsos,
coosade mnilo gesto.
Albnns
T*mbera chegaram os riquissimos albonspara
SO retratos, com capa de tartaruga e de marfim,
cousa muitochique : s uo Vigilante, ra do Cres-
po n. 7.
Celinbas.
Biqaissimas golinhas e manguitos, omelbor gos-
topossivei, a 2*, 2*5500 e3*;s no Vigilante,
roa de Crespo n. 7. I
Enfeites para senfaera.
Riquosissim entones com laeo e sem lago e de
outros mu i los gustos a I*. 14500 e 3*: s no Vi-
gilante, ra do Crespn. 7.
Tranerlins.
Lindos trancelins ae eab'ello para relegie on lu-
netas, pelo baratissimo preco de 1*500, ditos de
retroz a 200 rs.
Babadinhos cntrrmcios.
ac-rlido de futiida iogtezas, francesas, aUemas e
dWsaas, proprias tasto ara a praca tomo par a. o
malo, prometteBdo.veader-semaisbarato do que
em outra qualquer parte, principalmente sendo em
porcio, e de todas as fazendas do-se aawstras
deixaado ficar penaor, oumandam-se levar m ca-
sa pelos ca xeiros da Jqje do Pavao.
Vestidos soutambarqoe.
Pele ultimo vapor francez chegaramriquisslmos
vestidos i soutambarqne, os mais moderaos qne
oeste mercada tem apparecieo, oa quaea esli
promptes com saia, corpiobo e seu competente
soutambarque, tdo etiarnecido deseda.veludoe
renda. Qvem tiver bou gosto dlrija-se aloja do
Pavao, aa na da Imperatriz n. 60.
AOS ms MIL VEST
DOS.
Na loja do Pavao, a 3$.
7|000.
Vendem-se Iindissimos cortes de vestidos india-
oos, sendo todos bordados e de listras de ores e
brancas,proprios para casamento, pelo baratissi-
mo preco de 3* cada corle por M ler comprado
urna grande porgao, sendo fazenda que vale 6J,
ditos a Mara Pa, tendo quatro pannos, fazenda
para o corpo com os competentes enfeites para o
mesmo, peobaralissnno precede 4# cada nm,
ditos de todas as cores com as barras bordadas a
Kiquissimos babadinhos enlremeios com lindoi crox, sndo cada um em seu cartae tendo cada
deseohos upados e iransparenles, pelo baratissimo nm todos os enfeites .precisos Dlo' baratissimo
preco de 1^200, l506, 2J e 3; s BO.Vifilanle, n~"n ^"'
ra do Crespo n. 7.
Casearrilbas.
Grande sortimento de cascarrilhas de diversas
larguras, assim como galaoziho e trancinbas pro-
priae para enfeites; s no Vigilante, ra do Cres-
po n. 7.
lilas.
Grande sortimento de fitas de diversas largaras
e qualidades, por precos qne admlram aos com-
pradores, bavendo filas larga? propnas para cb-
teiros que se pede vender a 300 rs. a vara, e pega
de 9 varas a 2; so no Vigilante, ra do Crespo
B. ".
. Filas de lia.
Fitas de lia de todas as qualidades, proprias pa-
ra debrnm de vestido a 780 rs.a pega; s no Vi-
gilante, ra do Crespo n. 7
Ricos espefnos.
Riquisslmos espelhos com moldura deuradaj
sem ella de 9&. JO, 15 e i'i$, assim como eem
calumnas de diflerentes tamanhos a 2#, 3#,4^, 5J1
e 6; s bo Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Lindes jarros e figuras.
Biquissimos jarros e figuras de porcelana fina,
para enfeke de sala, sendo omelborgosto queaqoi
tem apparecido; e no Vigilante, ra do Crespa
n. 7.
Par es de arroz.
Riquissimos vasos com bonecla para pos dearroz,
consa de multo gosto a 12500 e 23. assim coma
pceles s com os ps a 320 rs. cada um; s no
Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Perfumaras.
Grande sortimento de extractos e banha?,poma-
das, assim como de lindos copos on vases con dis-
tlnctivos e offerecimentes as subasinhas des me-
lhores e mais afamados autores de Faris elnglater-
ra^assimeomo os grandes ropos de banha japoneza
a t cal, afsim como cutres objectos que nao e
pessivel por boje annnnciar, e vista dos fregan-
tes se far todo negocio i na loja do Gallo Vigilante,
roa de Crespo n. 7.
AC.
DROGARA.
31Ra 'larga do Rosario 34
Barlholonieu Francisco de Souza
Vender:
Aeido actico puro para retratistas.
Esmaltes para ourives.
Papel para forrar casas.
Guarn coes avellodadas.
Tinta branca superior em lata.
AJvaiade Veneza, fino, ero paes. ________
, Farello superior de Lisbaa a '65 o saeta.
Tem para vender Antonie Luiz de Olivei-
ra Azevedo no seu escritorio ra da Cruz
n. 1.
pre?o de 7 cada um, ditos'com babados rntrlto bo-
i ma*Si.em ser em canae. pelo diminuto pra-
vo Umhou cada nm; advertindo-se que osdonos
aa loja do pavao vendem estes vestidos portaodi-
minuto prefo por terem comprado xm grande
quantidade e confvir-lbe liquidarrm lego, nasua
loja, ra da Imperatriz n. 60, de Gama i Silva
Aos vinte mil coyados de l
f-rande pcibiucha, a 4
m e 32o rs.
venaem-seas mais bonitas laazinbas trnspa-
renies.sendo com listras e quadrinhosmradinhos,
e lisas, tendo de todas as coree, aaaim comopretas
e roas para lulo, pelo baratissimo preco de 240 e
covado.ditas traosparenlescom palminhasde seda
a Maria Pa, tendo de todas as cores, e tambera
algnmas proprias para lato, peto batato preco de
-O cadacovado, iste portiaverama grandapor-
gao; na ra da Imperatriz n. 60, de Gama 4
Silva.
Latas e copos com banha fina.
A aguia branca, na ra do Qaemado u. 8, rece-
ben esta estimada banha fina enjlatase copos, isso
alemde otrtras em diversos frases.
As niodern issimas I aa/.inhas de o a s
cw, a imitaco tJe gorgor*, Wi-
de o pave.
Chegaram pelo ultimo vapor francez as mais
modernaslaazinbasdecordaozinho, as mais pre-
pnas e mais lidas que te vindo, proprias para
veslidos.seutambarques, capas.etc., dam-se amos-
tras deixando penhor, e vendem-se pelo baratissi-
mo precode 560 rs. ocovado : na ra da Impe-
ratriz n. 60, loja de Gama e Silva.
As laazlnhas do Pavao.
Vendem-se laazinhas de qoadrlnhos transparen-
tes, boa fazenda, pele pre?o de 280 r. ocovado,
ditas largas multo unas a 400 rs., ditas estampa-
das, cor segura, padresmiudos agrandas a320
rs. o covado, ditas transparentes com palminhas
de seda a 400 rs., ditas escocezas a 560rs., isto to-
do para liquidar : na loja e armazeea do Pavao,
roa da Imperatriz n. 60.
Os grosdenaplesde Pavio.
Vendem-se grosdenaples pretos, fazenda supe-
rior a t,5600rs. ocovado,ditos largos maito en-
corpadosa 2,-3iOO, 25 brancos.cr de rosa, azul e amarello a 2*000 r:s
o covado : na loja de Gama 'A Sirva, denominada
do Pavao, ra da Imperatriz n. 60.
Os mais modernos vestidos lara Pa,
na loja do Pavae, ai 6$
Vendem-se finissimos vestidos Mrfa Pa com
oscorpiahos diflerentes, tendo todos os preparse!
RAPE*
Daarte, Peretra & C. continaam a veader e afa-
mado e fraseo rap Prioceza de Petropoles em sen
com ocompetentosinto : na ra da Imperatriz a. | grande armazemde louja e vidros : i rna da
do todas com listras estudiabas,, e transparentes,
com lustroa mltagao das sedinhas, tendo varias
cores, senda azul,cor delirio, carmetim, cinzenta
e cor de havana, ele.; isto a 600 ra. e covado para
vender depresta: na loja do Pavao, rna do Impe-
rador O. 60 de Gama di Silva.
Camisinhas a 1$0C0-
Veadem-se camisinhas com manguitos, sendo
mnilo bem enfetadas. proprias para senboras e
eniuas, polo barato pre?o de de tundes cada
ama: na loja do Pavao, ra da Imperatriz n.60,
de Gama & Silva.
Vestidos para meninas.
Vendem-se s ma modernos vestidinhos para
meninas, sendo muito bem enfeilades a Maria Pia,
tendo de differantes tamanbos, pelo barato preco
de 8* cada um : na loja do Pavae, ra da Impe-
ratriz n. 60 de Gama & Silva.
Roupa feita barata.
Vende-se nm grande sortimento de roupa feita
para homens, sendo caigas de bnm branee e de
cor, ditas de casemira preta e de cores, ditas de
meia casemira, paletots saceos e sobrecasaces e
casemira e panno preto fino, rolletes de todas as
qualidades : na leja do Pavao, roa da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Grosdenapledecer a 15300 covado.
Vende-se grosdenaple de cor azul, branco e pre-
to, pelo barato prego de 1*600 o covado : na loja
do Pavao, roa da Imperatriz a. 60, de Gama &
Silva.
Pana e tinao a 7d0 rs. covado.
Vende-se-o verdadeiro panno de linho proprio
para tenges, toalhas e ceroulas, pelo barato prego
de 700rs. a vara : na loja do Pavao, ra da Im-
peratriz n. 69, de Gama & Silva.
Ecevamm daPavie.
Vende-se para acatar, orna porcio deretalbas
de lias e casias de todas as qualidades, e par pre-
gos maito ea couta; quem tem economa que
pode apreciar : isto na lca do Pavao, ra da Im-
peratriz b. 00, de Garra & Silva,
MadapolSe a 79000, s na teja di Pavis.
Vende-se snperidrtnadapolao milito encorpado,
tendo 20 varas cada peca, com 4 palmos de larga-
ra pelo baratissimo preco de 7*000 a peca, ditos
mnitofinos a 8'*, 9* OJOOO. E'pechinrba.na
toja do Pavao, raa da Imperatriz n. 60, e Gama &
Silva.
Car les de caisa a 3A0OO.
Vendem-se muitu Bonitos cortes de cassa, tendo
7 varas cada corte, com esenhos muito delicados
pelo baratissimo prego de 3*000 o corte; s na
loja do Pavao, ruada Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Cortes le chita franeeza.
Tendera-s frntssimos cortes de rtifta fran-
cesa, com 11 eevaides, teBdo, padroes osamos e
alegres de cores fixaa aesa baratissimo preco de
43000 o corte; s na loja do Pavao roa da Impe-
ratriz n. 60 de Gama 4 Silva*.
Cambraias lisas, na laja do PavSe.
Vendem-se pegas de cambraia lisa muito fina,
tapada etransparente, pela baratissimo prego de
4*000tendo 8 1/2 varas cada pega, ditas muito ti-
nas a 7*, 8*. e 9* a,pega, ditas, Victoria com 10
varas pelo baratissimo prego de "*, 9* e 10*, di-
tas Garrazes fazenda ranlto encorpada.fazendapro-
pria para forro a 360 rs. a vara on '2*600 a peca;
isto na loja do Pavao, roa da Imperatriz n. 90, de
Gama iSitra.
ACHINAS BEPAJEM
e rtrabalhar a mo para
descarocar algdfto
FABBICADAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAH
Etas machina;
podemdescaroear
qualquer especie
de algodao sen
estragar o fio
sendo bastante
duaspessoas para
otrabalho; pode
descarogar uau
arroba de algc-
dio em caroor
em 40 minutos.
oa 18 arroba*
por da on 5 ar
robas de algodac
mpo.
de retroz preto fino a
peso liso muito superior a
outra s muitas qualidades a
Ita da Sen zalla n. 42.
Venfle-se, em casa de S. P. Johnston 6VC,
.sellins e silbos inglezes, candieiros e cast-
caes bromeados, lonas inglezas, fio devela,
chicotes para carros e montaria, arreios para
carros de um e doas cavallos, e relogios de
onro patente inglez.
Vndense charutos da Baha de varias qua-
lidades: em casa de Monhard & C., raa do Tra-
piche a. 48.______________________________
Vinho da Vadeira e do Porto
Vende -se o superior vinho da Hadeirae do Por-
to,ti caixas de urna e duas dazias : s na loja
do Vi sil ante,rna do Crespo n. 7.
60, loja 4o Pavo.
i Crespo n. 18.
Assim como machinas para serem movidas por
animaes, que descarogam 18 arrobas de algod
limpe, por dia.
Os mesmos lera para vender um bellissimo va
por que pode azer mover seis destas machina-
mencionadas ; para o qne convida-se aos Srs.
agricultores a virem ver e examma-lo, no arma
zem de algodiio, no largo da ponte nova n. 47.
Saundcrs Brolhers A t.
N. U, praca do Corpo Santo
RECIPE.
Os aicos agentes neste paiz.
RIVAL SEM SEGUNDO
9oa do Qaeimado ns. 4? e 55, loja de miudeza-
ae ios de Azevedo Maia est comineando *a
vender muito barato, pois seu genio dar a fazen-
a por todo prego a vista dos cobres.
Cartas dealnetes rancezes da melbor qualidads
a 80 rs.
Grosasde pennas de ac ingieras da melhor qna-
lidade a 640 rs.
Caixas decolchetes francezes de superiores quali-
dades a 40 rs.
Grosas de botes de madreperola moto finos a 56*
e 640 ris.
Carreteis com 4 a 5 oitavas
640 rs.
Resmas de papel de
2*080.
Grvalas da liga e de
500 rs.
Ca?!e,e8 Para P60113 eom 3 folhas fazenda boa a
oO rs.
Duzia de botSes branco para casaveques de senho-
TaalOOrs.
Pega de fita de cs estreitas com 9 varas garan-
tidas a 320 rs.
O Expositor Portoguez para os meninos a prender
a lera 800 rs.
Ossegredos da natareza para os meninos a pren-
der a ler a 1,8000.
Carnlbasda doutnna ebristaa, finaae superiores a
Pe320 rs.
Pautes finos de marfim a 1*000,1*200 e 1*500.
res de luvas de seda para homens e seaboras a
00 rs.
Gollirmas para.senbora o melhor aue ha a 320 e
500 rs.
Frascos com superiores
1*000.
Livros que serve para assentarroapa, pelodiminn-
to prego de 160 rs.
Capachos redondos muito finosa 500 rs.
Cordao branco para espartilhes muito superior, i
vara a 20 rs.
Carritis com 160 jardas de linba branca a 60
ris.
Cartoes com 200 jardas de linha branca garanti-
dos a 60 rs.
Grosas de pennas de ago superiores a 500 rs.
Varas de franja branca c de coreslarga para toa-
lhas a 160 rs.
Pares de botSes de pnnbo, ob que pecbincha a
120 rs.
Tinteiros de vidro com tinta a 160 rs.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
Grosasde betoes delouca prateado* maito fino a
160 rs.
Tesonras para eostura superior qoalidade a 500
ris.
Escovas para Iimpar denles, superiores a 00 rs.
Caixascom superioresphosphoros desegurangaa
Caixascom 100 envelopes o melhor que ba a 640
ris.
Caixas com 20 quadernos de papel amizade,moitc
fiooaaOGrs.
Quadernos de papel pequeo .muito; fino a 20 rs
No arco de N. S. da Conceigao, loja de ou"
rives, tem copos com as competentes salvas e la-"
Iheres, tudo de praia, proprio para as menioas le-
varem para os collegios ; ja restam poneos.
Albans
para 20 at 200 relratos.muito bons e per menos
prego que em outra qualquer parle: na ra do
Crespo n..4.
ESCRITOS FGIDOS.
..... '
Desappareceu no dia 26 o'e Janeiro do bote
Aguia d'Ouro da ra estreita do Rosario, um mo-
leque crioulo por nome Luiz, de idade pouco mais
ou menos de 18 para 19 annos, de bonita figura,
muito ladino, bem fallante, alio, secco do corpo,
sem barba, lem urnas pequeas marcas por baixo
de um olho parece de ventosas e urna marca de
fogo em um dos bragos, cor bem preta, muito re-
g Ista.levou vestido caiga de brim pardo ;uja e
camisa de algodao branca, consla que anda aqu
na cidade e desconfiase que esteja oceulto, por-
tanto o annunclanto declara que desde ja proletta
contra qoem o lenha contado elle capaz de so
ialitular por forro, pois o dito moleque muito
conhecido esta cidade : porlanlo rej-a-se as au-
toridades policiaes e capltaes de campo que o
prondam e levem a sen senhor no dito estabele-
cimento quesera rfcompensado generosamente.
o melhor que ba
banbas a ?40,320, 500 e
No dia 24 de dezembro prximo passado fu-
gio o preto Braz com o sgnaos seguiotes : altu-
ra baixa, regular do corpo, sem barba, cara larga,
cora muitas verrugas em cima de olho direito, le-
vou vestido camisa de algodozinho e caiga de
azulao e outra de baeta verde, chapeo de palha, e
esle lalvez j tenha mudado, costuma andar muito
de vagar e puxa pela perna esquerda por causa
de soffrer de dores rheumalicas,' foi escravo do
Dr. Olinda Campello : quem o pegar srvase le-
va-lc ra das Cruzes n. 32, padaria, que sera
bem recompensado.
No dia 27 de Janeiro ausentou-se de casa de
seus senhores a prola Anna/crioula, de 30 annos,
alta e boa figura, rosto redondo, com urna cicatriz
amiga por baixo da orelha ; esta preta foi cscrava
do Sr. Teixeira Bastos, e de tarde vendia paode-l
pela Ponte de Dobla e Soledade : roga-se, pois, s
autoridades policiaes a sua apprehensao e de a en-
tregar na Soledade, padaria do Sr. Joaquim Jorge
da Silva, defronte da igreja.
Fugio do engenho Cavalleiro, freguezia do
Afogados, no dia Io de Janeiro deste anno, o escra-
vo Theodoro, crioalo, de. 24 annos de idade pouco
mais ou menos, o qual costuma mudar de nome
quando se ausenta, e tem os signaes seguinles :
estatura regular, cor preta, cabellos carapinhos,
olhos nm penco vermelhos, nariz chato, lem (alia
de Oous denles na frente, boca grande, ps apalbe-
tados, deve ter cicatrizes de chicote aas costas,
gago, gosla de cantar e de estar em sambas, me-
tido a glozador, ievou vestido palitot de alpaca pre-
ta, camisa branca, caiga de brim com lisias azues,
e mais roupa deservigo e chapeo de conro nevo,
ja foi encontrado na capital e seus arrebaldes romo
ganhador e depois em Cruangy com um surrao as
costas inculcando de crrelo :' roga-se perianto as
autoridades policiaes e a qnalqner particular a ap-
prehensao de dito escravo, levando ao seu senhor
Francisco Casado da Fonseca no referido engenho
que generosamente se recompensar o apprehen-
sor.
No dia 9 de dezembro de 1864 fugie de casa
de sen senhor o escravo Herculano, pardo escuro,
com 35 annos, alto, cabellos carapiabes, olhos e
orelhas pequeas, tem ananas bigode e pera, per-
na e andar de quebra-mangne, tendo o p esquer-
do torio e sabido para fra cerne pita de ser, e
por isso pucha alguma cousa pela perna qnando
anda, levou vestido caiga branca renendaia e ca-
misa branca; levando na cabega chapeo de palha,
conduzio iaualmenie toda a roupa que possue, sup-
poe-se andar aqui mesme pela cidade : qoem o
pegar leve-o a ra Drela n. 54, que ser genero-
samente recompensado.
Fngio no dia 2 de janeiro a preta Romana,
de idade 28 nnos, crionla, magra e fula, bem fal-
lante, e tem sido vista pelo Mangainho : qnem a
pepar leve a a sen senhor, na praga da Boa-ViMa
n. 22, ou Campo Varde, roa do Trapiche a. 2, que
ser bem recompensado.
i
.Ma *

:
,1
'
i
I




a a
DOS PREMIOS DA A. PARTE DA 4. LOTERA, CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 74, A BENEFICIO DO. TflEATRO DE SANTA ISAREL, EXTRAHJDA EM 4 DE FEVEREIRO DE 1865.


O oaciMk>/j!o# Pedro dwAavesi
&
37
44 # 100*
"T > M naaroi Wl
.03 .,:,. 34h,' .'
Pm.+-Typ. Jf.-A MfcPtav-JVtta-
93
97
41 "O
1865.
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10* "
6*
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Diarlo de reraambncA -A fcrfrinrl* fefra O t> FcYcrcIrn de 1S5.
LITTEBTRA.
0 de Braganga divide-se do de Vizu pelo, rio
Buranonga; e do de Ourem pelo ramo tirado das
cabeceiras do rto Pirabas at as cabeceteas do rio
Ciit, e descando por este al Teotugal, e d'ahl
segaindo por oulro ramo al a parte superior do
rio Ourupi: i ,
O de Oarem dvide-se do da Caxoeira pelo rio
e do de Intua por
Noticias sobre a comarca de Bra-
gauca, na provincia do Para.
-Tendo rendido na comarca de Bragaoca na pro-,
vinera do Para por espago de i raaos, a natural Serrara"atis aotewHetes,
curiozidade, e tambera as obrgages do euprego, uma Nnha rada da margem wqaerda do Gu|man
<1W all exeici, me levaram a fazer algumas m- buscando as nascengas do rio Intua
verages acerca do estada phpico e. civil d'a-| Na parle externa estes diversos dslrictos confi-
quella comarca, no intuito do .mtruirme; e o que mf CQm rerrj(orio dag ^^ yW
a co.lligiodo langava por escripto para formar ura ncam ap(mtadas. W* ,
complexo de noticias, a que podesse recorrer, quan. i
do misler fosse Dwtzao eleitoral.
"'. i ., Na deicao, que em 1823.se fez oara deoatados
E.jorqut, a8ora 1,^no D.ano de Pernambuco a- fa corles* da provLia adherir 4
-nos artigo, contendo.nformacoes sobre a comar-.ndependeDCa dQ \LZu)
cade Camela na raesraa provmc.a lembrc.-rae do Qm conseibo, aonde se reuna a assembla eleiur
que eu havia cdugido sobre aqucll'oo.ra comarca, *, para a e|ei?5o dos ^.^ dQ ^'^X
c pareceu-rae, que a sua pnb.icacao, se nao fosse cujos votos ^.^ ^ ^ ^
ut.1, tambera nao rana preju.so, pudendo abaz rados na capi[ali cab da ^ e|ei,ora, PQa
pelas nogesestatlstieas, que aprsenla, salisfazer frma da Mrto de ,e de ,7 d o de |WJ
ao menos a curiosidade de alguem, que aprecie o de omcio da jus, do governo de 19 de hmt9ltot
1823).
conhecimento das cnusas da propria trra.
27 de Janeiro de 1865.-T. A. A.
Recife>
Proclamada a independencia nacional, e tendo de
fazer-se a eleigo de depatados e senadores na for-
A comarca de Braganga urna das 3 comarcas, ma estabelecda pe|a constiluico do imperio, for-
em que actualmente 4856) se acha dividida a pro- J mou Bragaoca um collegio eleitoral, comprehen-
vincia do Para, e oceupa a parle mai oriental da deudo as fregoezias de Braganga, Ourem, e os lu-
mesma provincia, limitrophe com a provincia d0 gares de Porto-grande, S. Joo, Vizeo, Redondo,
Maranhao. Peri, Gurupi, Turiass. (Offlcio do presidente
Estado primitivo. | Machado de Oliveira de 6 de setembro de 1832).
guando comecou-se a descubrir a costa, que de-
corre da sorra Ipiapaba at o cato do norte, o go-
verno portuguez a foi dividindo em douatarias ou
capitanas, que dava a pessoas, que as mandassem
colonizar e povoar. Entre as sele ephemeras capi-
tanias, que enlo se forraaram nsgsa extensao da
COSU do Brasil, foi uiua a denominada de Caite,
ou Gurupi, que abrangia o territorio, desde o Tu-
. riass at o Caite, e 20 leguas para o seriao. Essa
capitana foi originariamente dada por carta regia
de 2o de maio de 1622 ao govemalor Ga-par de
Sonta pelos servicos prestados na recuperacao do
Maranhao, e depois ao porteiro-mr Jos de Mello
Souza. .-,
Depois cahindo a dita capitana no dominio da
cora, por nao ser divdanteme colonizada e povoa-
da pelo donatario, passou a formar parte da capi-
tana-mor do Para, que ora independenle, ora su-
bordinada ao Maranhao, fez parle do estado deste
oome.
Quando finalmente, extracto o chamado estado
do Maranhao, ficou o Para como capitana inde-
pendenle como as oulras do Brasil, o territorio da
actual comarca de Braganga foi comprehedido no'
seos limites, como hojo o nos da provincia do
Para.
Pedro Teixeira, mandado por Francisco de Cal- 1849
delra Castello-Branco de Belm ao Maranhao em \ *K50
1616, foi o prmeiro, que passou pelo territorio de .^
iiraganga, e em norae da corda tomou posse do; i833
ierreno oceupado pelos Caites.
Fra das margeus de Diosesa ros de algns
ribeiros, que.a.evles ve lar, raro encontrarse
no meio das matas eslabeleeimeotos e habltacoes,
salvo na parte superior do Gurud, as tristes caba-
nas onde vivera os Indios silvestres.
Assim, pois, v-se, que a populago da comarca
oceupa nma esireita zona, que orla a costa marti-
ma, e as margns dos rios Guarnan, e Irilula por
uma re la extensao, ficando inteiramentedespovoa-
do o grande terrilrioj'que se delata desde-a parte
superior do Gurupa ate as cabeceiras do Caite, e
proximidades da villa de Ourem o povoaoao de
Iritnia, intesiando em parte com o territorio-do co-
marca do Camela.
Vejamos qoal foi, e qual hoje a populaco
do territorio, que actualmente constitua aco-
marca.
Monteiro Baeaa, no Ensato Corografico
do Para, escripto era 1833, d-lhe uma popula-
cao de 9,930 pessoas destribuidas da frma
seguiute:
Municipios de Braganga.
Fregnezia de Braganga. Livres.... 6,365
> Escravos. 482
Vizu....... Livres... 172
Gurupi..... 223

Pen*.......
Quando em >837 leve de se proceder a eleicao
de depatados a legislatura geral, e i i legislatura
provincial do Pr, dividiu o governo provincial a
provincia em II circuios elaitoraes por portara e
22 de maio do dito anno, e a ento villa de Bragan-
ca foi designada para reunio do collegio eleitoral \
do sen circulo, que se compunha das freguezias de:
Braganca, Peri, Gurupi, Vizeo e Turiass. Esta
diviso subsistiu at o anno de 1847, lempo em qoe
se poz em execuco a lei eleitoral de 18 de agosto
de 1846.
Com a nova diviso eleitoral da provincia, ficou
o circulo eleitoral de Braganca composto das duas
freguezias de Braganca e Vizeo, comprehendendo
Vizeo as duas desertas freguezias do Perla e Gu-
rupi.
Ourem, Caxoeira e Intua pertencem ao collegio
da capital e do quatro eleilores.
Qual o numero de eleilores e votantes das duas
mencionadas freguezias, a contar de 1848 para c
ver-sc-ha do quadro Infra :
Votantes
Anno Bragau- Vizeo
ca
421
490
1848
28
126
Tolal Votantes
Bragan- Viteo
448 12 1
616 14 2
Cveacao da comarca.
At o anno de 1839 o territorio, de que se rom-
poz a comarca de Braganga, perlenceu a comarca
da capital da provincia. Reconho^endo se enlao
que a sua populajao ia em augmento, e nao poda
tercom facilidade a precisa administracao da ju $tj tratou-se da creac.lo desta nova comarca. Foi
1854
1855
500
598
761
858
906
14
14
14
14
i
2
2
2
Total
13
14
16
16
16
16
Em 1849 tevea provincia 16,272 votantes e 417
eleitores, vnto assim o circulo de Braganca a dar a
26* parte dos volantes, e 27* dos eleilores da pro-
vincia.
O segrate quadro mostra a parte, que as ele-
gdes da provincia tem tido Braganga desde 1826!
at o presente (1856.
53
~- 7,29
Municipios de Ourem.
Ourem...... Livres... 509
> Escravos. 160
Cachoeira... Livres... 629
Escravos. 442
Irtuia...... Livres... 807
* ou Escravos- 108
------2,655
Em quanlo Monteiro Baena d ao municipio
de Braganca 7,295 habitantes, da-lbe o coronel
Ignacio Accioli, na Corografa Paraense, escripia
quasi no mesmo lempo, em que foi escripto o En-
sato Corografico, apenas uma populago de 3,388
almas, diiTerenga bem notavel, que nos mostra a
pouca seguranca dos clcalos dos sobreditos au-
tores.
Em 1848, a populaco do territorio actual da
comarca foi pelo presidente Jeronymo F. Coiho,
computada em 11,050 pessoas. Sendo a populaco
da provincia no dito anno computada era 186,862
habitantes, v-se, que a comarca de Braganga dava
quasi a 17* parto dessa populago.
Actualmente pouca merenga poder haver
nesse computo da populago da comarca, cujo
crescimento nao se pode tornar sensivel dentro de
poucos annos, por nao haver emigrago estraogei-
r, que augmente alm i aeresti.no natural da
reprodocgo da especie (4 por cento ao nno).
Segundo o mappa esttico apresentado pelo
referido presidente no sed relatorio assembla
legislativa provincial, assim se destribula a popu-
lago da comarca.
Municipios de Braganga.
Lugares. Hom. Mulb. Hen. Meo.* Total.
Fregnezia de
Braganga li-
vres ....... 1298 1475 1322 1330 5425
dem escravos. 647
Vlzo livres.. 327 373 419 408 1525-
dem escravos. 289
nesse anno, que o presidente da provincia Remar
do de Souza Fianco dirigiu-se assembla legisla- Dcadareu- Legisla-Eleit.de Eleit.de Total
Uva provincial oestes termos: 'odeis porm de-
cretar a ereaeo de mais duas ou tres comarcas na'
provincia, e eu as requisito, Com particuiaridade'
a elevago do terreno de Braganca e Turiass '
comarca. Esta medida da primeira neces'sidade:
para d,r um centro judicario mais prximo ao ter-
mo do Turias.-, e uara tirar a pouquissimos habi-
ianles deste districto os pretextos, com que reqe-
reram a assembla geral legislativa a desmembra-
cao do seu territorio do da provincia do Para.
Com effeito estas razes foram atteudidas, e a as-
sembla legislativa provincial decretou a creago
da comarca de Braganga pela lei de H de setem-
jto de 1839.
Tei rtlorio.
nio dos elel- turas
lores.
............. 1" 26-29
Dczembro 1828 i' 30-33
Janeiro 1833 3" 34-37
Margo 1837 4 38-41
Janeiro 1841 5; 42 ..
Setembro 1842 6* 42-44
Outubro 184* T 45 47
Novembrol847 8- 48-49
Agosto 1848 9" 50-52
Noverabro52 10* 53-56
Bragan-
ga
6
6
5
10
10
12
12
12
12
14
Vizeo
2
2
2
4
I
2
2
Ourem livres.
dem escravos.
Cachoeira li-
vres........
dem escravos.
Irtuia livres.
dem escravos.
i
Mmncipios de Ourem.
210 275 219 258
-----1 7886
862
189
148 132
313 203
59 69 378
. 151
364 333 1303
281
3164
6
6
5
12
12
14
18
13
14
16
as legislaturas 1, 2* e 3* a freguezia de Vizeo;
(da qual, ha muitos annos, faziam parte as fregu-'
zias desertas do feria e Gurupij nao deu eleitores j
'em separado comprehendendo a eleigo da paro-!
cha de Bragauga aquella freguezia.
A parochia d'ourem fez parte do collegio de
O territorio da comarca de Braganga, abrang.a BragaD-a na occasil) da e|e o 2. ,
em principio os dous termos de Braganca e Turias- tura porra nao vieram os e,Vei Jes da *
su ; mas por decreto da assembla geral legisIaU- cnjai nera sabido 0 numere des,e8
va de 12 de junho dd I8j2 foi o territorio deste ul-'
timo termo annexado a provincia do Maranhao, e
por consegulnie licou a comarca de Braganga re-
duzida a um s termo desde ento, at que pela
le provincial de 23 de outubro de 1854 foi o ter-,
. Por portara do actual bispo diocesano do 1
mo de Ourem desmembrado da -----------"- ---: '
A parochia do Turiass fez parte do mesmo col-1
legio durante as legislaturas 1', 2', 3" e 4a, dando
as mesmas legislaturas 4 eleitores.
Diviso ecclesiasltca.
.de
comarca da cap- m de 1834 foj a provncja divdida em duas
tal, e reunido a de Braganca. Assim a comarca I ..
aJ nr,nn, ti ""'ru* comarcas ecclesiasticas ; a da caplia e do Baixo-
de Braganga comprehende acta mente os doas .
,*, JL u j uuu'Amazonas, contendo a 10 dislnc os, e a 2a 4.
termos ou muuicipios de Braganga e do Ourem. : A D n'
,. J As freguezias do Braganga, Vizeo e Ourem com-
Limites i _. .. .. :
.... .. ... ... poem o o districto da 1" comarca.
Em virtudc da autonsacao conferida pela lei da -. <
creago da comarca, o presidente da proviuci, As freguez.as da Caxoeira do Geraman, e Intua
marcou quaes os limites da nova comarca por por-! Per,encem ao 4 d'stric, da coma^
taria de 6 de margo de 1840, a qual determinava, I ada comarca ecclesiast.ca est subordinada a,
que a relerida comarca cuoslaria dos termos das! ura vigan0 geraI; e era cada district0 ha m P"8*,
villas de Braganga, e Turiass, sendo limites d.el.! "ero arcipreste, que, alnvdas altribuiges aune-.
ia aquelles que distnguem os referidos termos; su" lugar "JF"0 da vara? e,xerc varMrvfa-
portaria approvada pela lei provincial de 28 de se- C,dadeS c7d,dasKna Kg* V**- <*'
tembro do diio anno. copa car8 da Presbtero arcipreste do-5 distric-
to o vlgario da freguezia de Braganga.
Quaes sao esses limites, e os limites do termo de .,-
Ourem, que formam o contorno da comarca ? Nao Eistem a comarca ia Braganga 5 freguezias
os sabemos com preeU; porque tem desappare- 2 D0 munic'Po de Braganca (a deste nome e a de
cido dos archivos competentes os actos primeiros, Vlwo) 8 3 mon'c'Pio de Ourem (a deste nome
que tragaram com indivlduagao os mesmos limites. da CachoeKa *> Guarnan, a de Irituia). No seco-
Com tudo taes quaes os podemos designar ellos sao PMWd0 e*'sram
os segrales :
Pelo lado do oriente o rio Guropi;
Pelo lado do norte o Atlntico;
Pelo lado do occidente o rio Pirabas desde a sua
foi no Atlntico at as suas nascengas; e destas
cm liona recta foz do ro Jurujaia no Guarnan, e
o mesmo Jurujaia al as suas cabeceiras;
Pelo lado do sul uma linha divizoria a partir das
cabeceiras do Jurujaia at a parte superior do rio
Gurupi passando pelas ultimas vertentes .do rio
Guarnan.
Ao oriente ficam-lhe as duas comarcas do Ta-
riass, e Chapada, da provincia do Maranhao;
Ao occidente ficam-lhe as comarcas de Belem e
Camela ;
Ao sul a comarca da Carolina no Maranhao.
Diciiao civil.
mais duas freguezias, a do
Peri e a do Gurupi, ou Carrazedo, as quaes esto'
boje sem templo, fazendo parte da freguezia do Vi-
zeo.
Os parochos destrs freguezias teem a congrua
aooual de 4005.
As igrejas das commarcas de Braganga teem si-
do visitadas por 3 hispo* da diorese. O 1 bispo,
que as visitn fui Fr. Castao Brando em 1786,
o 2 fot D. Romualdo de Souza Coelho em 1829, e
3 foi D. Jos Alfonso em 1849.
Populaco.
A populago da comarca easss diminuta* em
reiago a extenco do territorio, que ella abrange.
A maior parte flesse territorio est completamente
deserto e seta cultura alguma.
Sendo a comarca banhada do lado do norte pelo
Atlntico, todos os rios, que vero do lado do sul, e
que correa no municipio de Braganga, langam-se
Sorama.. 11,050
, Administracao judiciaria.
Creada esta comarca ordenon o presidente da
provincia por offiuios de 6 de margo de 1840que
o julz municipal de Braganga passasse exercer as
funegeea de jiuz de direito interino, convocando o
jury no lempo dado, julgando a final os feitos c'
veis na frma das leis, exercitando as attribuicoes
de polica, que Iho competissem, at que a comarca
fosse provida de juiz de direito; ao que se deu
logo cumprimento.
Segundo a legislago ento vigente (cdigo do
procesa-criminal), formou-se o coneeiho de jura-
dos, ndjjfcou s o promotor publico, e substituto
para ewcer Jo lugar de jlz municipal e de or-
ph3o?, enjVproprietario servia inteiramente como
Juiz de direito na forma da lei.
Dentro em pouco porm com a le de 3 de de
xembro de 184', e regularaento de 31 de Janeiro
de 1842 appareceu a reforma do cdigo do pro-
cesso cnminal.
Foi por offlcio do presidente da provincia, de, 28
de abril de 1842,'que se" mandn por em execugo
na comarca a referida reforma, tendo para isso em
19 do mesmo mez expedido portarla, na qual deter-
minava a nova diviso civil da comarca em termos
e districtos. (Vlfle o apndice.)
Para o deserapenho das attribuigoes crmas,
civeis, e policiaes existen! na comarca:
O juiz de direito com o promotor publico, e juizes
de facto;
Um iuiz municipal e de orphee, que exercita
a sua jurisdigo sobre os duus termos reunidos da
comarca;
m delegado de polica, que exerce jnrsdicao
em ambos os termos;
Cinco subdelegados, de polcia, sendo um em
cada districto:
Cinco juizes de paz, sendo um para cada fre-
guezia ;
Diversos inspectores de quarteirao.
De 1843 para c pouca alteragao tem tiavido na
qualifieago dos juizes defacto; e eis o numero
qualificado nos diversos annos:
Anno Jurados
N
52
19
52
38
58
67
Em qurntoao3 crimes jolgados pelo jury, 3 ca-
sos de homicidio, 1 de tentativa de.morte.-i de de-
Qoraraento, 22 de offepsas physicas, 3 d'armas de-
fezas, 1 de fuga de preso, 1 de ajuntamento illci-
to, 1 de roubo, 2 do furto, i de esielliooato, ao todo
39 caaos, nos quaes flgurarara 48 reos, e deram-se
23 condemnagdes, e 2o absolvieses;
Em quanto aos crimes jnlgados definitivamente
pelas autoridades policiaes, 2 casos de injuria, nos
que flgurarara 3 reos e houverara 2 condemiagocs
e 1 absolvigoj;
Em quanto aos crimes de responsabilidade jnl-
gados pelo jirizo de direito, deram-se 4 casos de
prevaricado, 2 de abuso de autoridade, e 3 de
falla de cumprimento de deveres,, na vendo 5 con-
demnagdes e 1 absolvgo, e 3 despronuncias. (Vi-
de o appendice).
Admiifracao municipal
Depois da nossa independencia poltica, tratou-se
da organsago das cmaras municipaes, que a
constiluico determinu houvesse em todas as ci-
dades e villas para cuidarem do governo econmi-
co e municipal destas, e appareceu a lei do pr-
meiro de outubro de <828, dando s cmaras exis-
tentes frma e novas aitribuigSes.
Posta a dita lei em execugo em todo o imperio
em 1829, fez-se nos 2 municipios da comarca a
eleigo dos respectivos vereadores. Como a eleigo
feita quatMennalmente bo dia 7 de setembro, a
contar do dia 7 de setembra de 1829, a cmara
que actualmente serve nos ditos dous^munlcpios
a stima na ordem de suceesso, sendo a mesma
eleita em setembro de 1853.
Com a elevago de Braganga catliegoria de ci-
dade, passou a sua cmara a ter nove vereadores,
em vez de seto, que d'antes linha como villa, con-
forme foi determinado por offlcio do presidente da
provincia de... de... de 185... em execugo da
le'de 2 de outubro de 1853.
Existem actualmente (1856> dous municipios na
comarca, o da cidade de Braganga e o da villa de
Ourm.
A exguidade das rendas em ambos os munici-
pios faz com qoe as cmaras respectivas nao pro-
raovam beneficio algura aos mesmos : agora, po-
rm, que passaram para as rendas municipaes as
dcimas dos predios urbanas, talvez a cmara de
Braganga possa ao menos cuidar da limpeza das
estradas, e dos ros mais frequentados.
Nos livros da cmara de Braganga nao pude en-
contrar o langamento da sua receita alm do anco
de 1774. Delld? se v, que, sendo o rendimento
municipal em 1774 de 57#300 rs., foi augmentan-
do com leolido at 1821, e veio a ser o seu mxi-
mo de 203J334 rs. no anno de 1799. D'ahi decres-
ceu, e em 1821 montou o rendimento importan-
cia de 183JJ333 rs. Do resto total deduzia-se a ter-
ga parte, que era remettida para o Erario-regio, fi-
cando smenie as duas partes restantes para as
despezas do municipio, e no espago de 47 annos
foi o rendimento total de 6:098^964 rs., indo para
o dito Erario 2:0329988 rs.
De 3 frates provinha o rendimento das antipas
cmaras : 1.acontrato da agurdente que dava
a maior parte 4a renda; 8.imposiedes sobre
alambiques; 3.*condemnagSes por infraeco das
|Cis municipaes.
O rendimento da amiga cmara de Ourem tem
sido empre to diminuto, que rara vez chegava
a mais de 100j ; e provinha principalmente do
imposto sobre tabaco.
Hoje as reodas das duas eamaras esto augmen-
tadas, sobre ludo da de Braganga. No correte
anno a despeza da cmara de Braganga foi orgada
em 1:150325 rs., e a de Ourm em 300. (Vide
appendicef.) .
Cobram-se nos dous municipios os seguintes im-
posto* :
1." Aferigao annual de balangas, pesos e medi-
das (L. 22 de outubro 40 e do 1. art. 22 L. 116
de 43.
2. Licengas municipaes annuas para se abrir e
ter casa de commercio, venda ou offleina, isto ,
4 por licenga'para toja de fazenda ; 2j por licen-
ga para casa, de officio, mechauismo. etc.; 43 por
licenga para- venda de carne verdes;
3. 640 rs. por amanho de rezes moras para o
consumo;
. 4. Decima de predios urbanos ;
o.' Por cada enlerramento nos remtenos 1$ ;
Ia Maltas.
Cobra mais a cmara de Braganga :
7." Por licenga para levantar curral de peixe
nos nos, caoaes, ou furos, e enseadas 2 g
8.* 6 por cento deauzdo do valor do gado vac-
cum exportado do municipio.
Rendas provinctacs
Em quanto o termo de Turiass' fez parte desta
comarca, existiam nella 4 coectorias para a arre-
cadago das rendas provinoiaea, as quaes em 1847
montaran) a 2:1518033 rs.; e em 1848 a...,-----
3:140*728, perlenceado ao termo de Braganga
836S386 rs.
Depois da desmembraeio do Tnriassa* as rendas
provinciaes na comarca decresceram limito, e hoje
pode calcnlar-se o rendimento provincial na co-
marca em
Actualmente existem 5 collectorias as 5 fre-
guezias de Braganga, Vizu, Ourm, Cachoeira e
Irituia, e o rendimento dessas collectorias tem sido
o segrate : '_______________
:

157
91
SI
6
135
i
A comarca tem oous municipios ou termos, o de B0 n,esmo Atlntico ; e as margeos da parte
Braganga e o de Ourem, que actualmente se achara i,,,,,rior desws rios> e na orla ""ridional e septen-
reunidos sob a jurisdiego de um juiz municipal e
de nrphao^ Separam-se os dous municipios por
uma linha tirada das nascengas do rio Pirabas s
vertentes do ro Caite, descendo por esle at o por-
to denominado de Tentugal, d'onde corre em ru-
mo a parte superior do rio Gurupi.
Forma a comarca um s termo policial, conten-
d os 5 districtos seguiutes:
Da cidade de Braganga,
Da pevoago de Vizu,
Ba villa de Ourem,
Da povoaco da Cachoeira do Guarnan,
Da povoago de Irituia.
trienal dos ros Guarnan e Irituia do municipio de
Ourem, que est dessimioada a escassa populago
da comarca.
Entre os dous ros Gurupi e Pirabas, que formam
na costa p limite oriental o occidental da comarca,
correm qnasi paralellos aos mesmos os seguintes
ros : Peri, habitado da foz at 10 leguas, Bura-
monga at 4, Peroba at 3, Ba canga at 2, Bmbo
rahi at 3, Aturiabi at 2,'.rumj at 3, Cilt at
11, Cutipur atTO, Japerica al 2. No rio Guropi
as habitacoes sebera at 18 leguas, e no Pirabas
at 6. O ro Guarnan habitado desde o limite
com a comarca da capitel at 10 leguas cima da
Nao ha oda juiz municipal letrado, servrado o*
'. substitutos nomeados qnatrienalmente pelo presi-
dente da provincia na frma da lei. ()
A eslalistica criminal da romarea nao pode
I apresentar um resoltado completo, porque as auto-
ridades policiaes nem sempre teem a necessara
deligencia na indagagao dos crimes; todava ala-
da levando-se em coma a negligencia das referi-
das autoridades v-se pela deminula cifra da esta
tistlca quo pacifica a indele da populago da
comarca.
Nio ba nos cartores respectivos, elemento
algum, per onde se possa conhecer quaes os cri-
mes commeitidos ao termo ames da sua elevago
a comarca.; mas nos 15 annos decorrldos de ls40
al 2854 a eslalistica criminal d o sejuiote re-
sultado:
Os 5 districtos cima mencionados dividem-se da villa de Oarem, o Irituia desde a sna foz no mes-
maneira segainle : mo Guarnan t pouco mais de dez leguas.
() Boje ha juiz municipal letrado, creado por
decreto imperial.
o -a o o 51
S S i' P 5
o
I 9
F i. -3
3 :
s
o
03
o
3"
5
a>
S 5!
5.* 100 rs. por frasqueira de agurdente pelo fa-
bricante ;
6. 103 por licenga de Ioja, taberna e padaria ;
7. 5 por cento da compra e venda de es-
cravos ;
8.a 10 por cento de heraogas e legados ;
9.* Rdito de bens do eventJ;
10. Multas por nfraegao de lei, e regularaento
provinciaes.
At o anno de 1854 cobrava-se lambem 2 por
cento das Gangas criminaos, e decimas dos predios
urbanos; reas este imposto passou agora para a ;
cmara municipal, e aquolle foi suppnmido.
Rendas geraes.
Para arrecadago das rendas geraes ba uma
collecloria era cada freguezia; todava acontece
por falta de pessoa idnea, estare m algumas del las |
por multo lempo vagas. As que regularmente tem'
colleclor sao a de Braganga e a de Ourem, abran-
gendo aquella a freguezia de Vizo, e esta as da
Cachoeira e Irituia. Actualmente porm todas tem
colleclor.
De pequeo rendimento sao essas collectorias.
a de Braganga a que d mais consideravel ren-
dimento. Nos anuos anteriores 1854 ella renda
de 5000000 a 60031 no mencionado anuo porm
chegou o seu rendimento a 9333534.
A collecloria de Irtuia rende regularmente de
1003000 a 1503-
as collectorias da comarca arrecadam estes im-
postos :
1. Sisa de bens de raz, ou 6 por cento sobre o
valor do objecto vendiido;
2." Sisa de escravos, ou 5 por cento do valor do
escravo; #
3. Diretos novos e velhos ;
4.a Dizima da chancellara, ou 2 por cento do
valor demandado ;
5. Sello flxo e proporcional;
6. Sello do correio;
7. Taxa de escravos, isto 23000 por esvravos
na cidade e villa ;
8." Imposte sobre lejas, isto 12f800 por cada
loja.
, 9. Imposto sobre barcos do interior.
Guarda nacional.
Tendo sido organisada n'esta provincia a guarda
nacional em virtud da lei de 18 de agosto de 1831,
que creou mesma guarda no imperio, formou-se
no municipio de Braganga uma companhia de guar-
das naciooaes, composta de 194 cidadios, entre os
do servigo activo e da reserva.
Pouco lempo porm durou esta cvica instlatelo
na provincia, e portento n'esta comarca; porque,
havendo sido transtornada a ordem publica no an-
no de 1835, pormulgou o corpo legislativo o de-
creto de 22 de setembro do dito anno, pelo qual fo'
o governo aulqrisado a dissolver nesta provincia a
guarda nacional por tres annos contados da execu-
go desse decreto, podendo o presidente da provin-
cia armar 600 cidados dos referidos guardas, e
dar-Ibes a conveniente organisaco. Foi dessa au-
tonsago, qne to calamitosa poca tomou necessa-
ria, que se origioou a guarJa policial; e nao ob-
stante baver-se passado o prazo dos tres ancos
marcados para a suspenso legal da guarda nacio-
nal, nio fot esta restabeleclda, continuando a guar-
da policial, cuja existencia as ira tornava-se illeg.il,
nao s em quanto ao tempo, como em quanto ao
numero, que excedeu muito ao determinado na lei.
O presidente Soares d'Andrea, hoje baro de Cas-
sapava, eucarregado de pacificar a provincia, en-
conirou na execugo do dito decreto um poderoso
auxilio em bem da ordem publica alterad ; e por
isso deu-lhe tanta extensao. Fallando perante a as-
sembla provincial, na sua sesso de abertura de
1838, logo .depo> de restablecida a paz, assim d
coota o referido presidente de semelhante assump-
to :
i A guarda nacional tem sido extracta medida
que pode ser substituida pelas guardas policiaes,
sendo a lei que a manda dissolver de 7 de novem-
bro de 1835. Para substituir a guarda nacional
tenho levantado era amitos lugares e villa*, bem
como n'esta capital diversos corpos propiamente
de 2a linha com a denominago de guardas poli-
ciaes. Os offlciaes sao escolhidos por mira. >
Organisadas as guardas policiaes, formou-se na
comarca de Braganga um batalho, o qual em 1848
constara de II fp pragas, pertencendo ao termo
de Braganga 718, e o restante ao de Turiass, en-
to parle integrante da comarca. O total da guar-
da policial em toda provincia era no dito auno de
16,029.
Posto que era diversas pocas se reelamasse con-
tra a continuago Ilegal da guarda policial, appa*
recende nao poucas vezes no parlamento brasiietro
vozes neste sentido, com tudo ella s deixou de
existir, qnando se houve de por em execuco a lei
vigente de 19 de setembro de ISSO, que reformou
no imperio a guarda nacional.
Para execugo da dita lei proeedeu-se nesta co-
marca, bem coma era' teda a provincia, a qualifiea-
go dos guardas aacionaos no aano de 1851, e (o
ram logo organisados os respectivos corpos.
O municipio de Braganga forma um batalho de
infantera composto de 8 companhias, cada nma
com 118 pragas. Todava s existem effediva-
mente 6 companhias, cujo numero de praga j ex-
cede o de 118. O batalho teve em principio a nu-
merago de 12, agora porm tera a de 13 da in-
fantera. O municipio d'Ourem forma uma secgo
de batalho, sujeila ao caminando da capital.
Em principio o municipio de Braganca, e o de
Turiass formaran! um commando superior ; po.
rra desmembrado este para o Maranhao, foi este
commando superior supprimido, e ficou o batalho
de Braganga sujeito ao commando superior da ca-
pitel. ()
Em 1852 foi nomeado tenente-coronel comman-
daote do batalho de Braganga, e log depois os
domis uflieiaes, qoe s em junho de 1854 tomaram
posse, Ucando assim regularmente organisada a
guarda nacional do municipio.
A qualifieago do municipios, que formara a co-
marca, Braganga e Ourem tera dado o segrate re-
sultado :

M ti
3 8 -
i HS^
8 2 w
!?'
E
Si
Arrecadam-se nessas collectoiias os seguintes
impostes : *
i.* Dizimo de gado vaceum;
-! 2 por cento de cabeea de gado talhado para
o consume em carnes verdes ;
3.* 69 por evallo nos povoados :
4.* 30 por cento do consumo 'agurdenle;
Municipio de Bra-
ganga.
I
Freguezia de Bra-
panga .........
Freguezia de Vizeu
Municipio de Ou-
rem.
Freguezia de Ou-
rem ........
Freguezia de Ca-
choeira........
Fregtrezia de Iri
uia...........
Acl.
636
1851
Res.
636
101
$
177
357
66
66
16
9
31
56
11854
Act Res.
775
150
925
-
1855
Act Res.
120
120
786
127
91
192
136
18
154
135
CCmftNuar-M-Aa.
(*) Hoje Braganca forma um commando supe-
rior, ltimamente creado por decrete impenal.
i roice DE TUDO.
O padre V......... de Olioda nps remelle o
seguinte': K
A VBBDADEIIU AMISADK.
Nada to conveniente a natareza come a ver-
dadera amisade; porqne liav o vnculo mais
precioso qo* Ui unir os animes dos que mutua-
mente se apiam.'
O ter um verdeare amigo nma das maiore
felicidades que os honens conseguera no mun-
do.
Para o uso mais necessara qne a verdeira amisade.
Um amigo verdadeiro ah?gra-se com as prospe-
ridades do seu amigo,* e sent coma elle as adver-
sidades.
Acompanha-o com prazer na fertuna, e nao o
desampara nadesgraga. J 1
Enche-se de uns affaveis e benignos sentimentos
para o seguir no bem, e no ma!, porque com os
prazeres so alegra, e com os pezars se entristece,
estimando, ou sentiodp cerno seu, o bem, ou o mal
do seu amigo.
Todos estes bem nasoidos1 efectos, sao effeitos
da verdadeira amisade.
Elles nascem de um coraeo benvolo, generoso,
e grato! que p:r incllnago natural se sujeila a
comprazer com a vontade daquelle a quem verda-
deramente ama; este o carcter do verdadeiro
amigo.
E' a amisade a suinma concordia, ou a comros-
nicagao de todas as cousas divinas, e humanas
acompanhadas com a benevolencia e cardade,
como afflrraou Santo Agostinbo, amicitia est
omnium liumanarum divinarumque rerum cum
benevolentta et chntate.
No mesrao livro da sabedora, l-se, que bema-
venturado aquello que acha ura verdadeiro ami-
go; beatas qm incemt amicum verum: e segura-
do esta verdade proferida pela sabedora eterna,
nao ha no mundo cousa mais estiraavcl, que a
verdadeira amisade.
Deste mesmo parecer erao todos aquellos que
no seu corago conservaren) os beolnos sentimen-
tos da Odelidade; porque a mesma os ha de obri-
gar a corresponierem com affectos, a quem rom
fidelidade os ama.
m corago sincero, chelo de docllidade e ter-
nura sabe conhecer o valor desta estimavel vir-
tude.
Elle sabe, que sem amisade, nao pode haver na
vida recreagSo, alegra, ou prazer: sabe que sem
amigos nao pode haver obsequios, obrigagoes bu
louvores : conhece finalmente, que sem beneficio
de muitos amigos, nao pode subsistir o poder; por
que pela benevolencia, que se conserva o respei-
to, se alcansa o nome, e- se adqulre as hon-
ras. ,.
As monarchias nao se sustentam sem o beneficio
da amisade.
Perguntando-se a Alexandre Magno, aonde linha
ello os seus thesouros; mostrando ele os seas
amigos, responden, Qne naqaelles; dandoa conhe-
cer, que na paz, e na guerra, nao ha Ihesonro
mais importante, qne os fiis e verdwfei'ros ami-
gos.
Isto mesmo se l no livro do eoclesistico, qne o
amigo fiel umaproteegao forte.e rraequwn o acha
acha ura thesouro : avticus fidehs protettxo forti}!
qui autem invenerit ittum, invemt thesoarwn.
Une-so um ferro com oulro ferro pebeneficio
do logo; e une-se uro corago eom ontfd eerapo
pelo beneficio da amisade; e assim como o fgo
faz com que resulte um s ferro, pela nnio de
muitos ferros; assim tambera a amisade faz com
qwe resulte urna s vorrtade pela nnio de muirs
vontades.
Para prova desta verdade, tem-se o exemplo nos
dous principes de Israel, Jonathas e David.
Riles unirara a suas almas pelo vinculo da
amisade; e deste unie resulten o serena tao con-
formes, na vuntade, que Jonatnas ana va tent a
David, como se elle fosse a sua propria alma :
anima Jonatlue conglutinatn est anima; David ; e
David chegou a confessar, que amava tanto a Jo-
natbas, como a me extremosa ama a seu nico
fiiho: sicutmater unicum amat filium swtm-, ita
fijo- te dtligebam. ,
Todos esses exames de amor, sao efleitos da
verdeira amisade.
Quanto se alegran os verdatfeiros amigos,, quan-
do se chegam a vh> depois de uma dilatada ausen-
cia I
Alegra-se o navegante depois de uma longa via-
gem com a vista do desejado porto; mullo- mais
se alegra.o verdadeiro amigo depois de uma dila-
tada ausencia, com a psesenga do desejado
amigo.
Elle o aviste, e logo as lagrimas, qne correm
dos olhos, se misturara com a alegra, que sae do
cofago, dando bem a conhecer o quanto elle sou-
be sentir a sua ausencia.
- Elle o recebe com ura sembante alegre, com um
genio affavel, e com uma vontade benigna.
Ura verdadeiro amigo deve ser benvolo, sincero
e grato; grato para corresponder comes affectos,
a quem cora os mesmoo o ama; sincere para nao
tratar com lisonjas ao amigo, que com siocerida-
de o trata; o benvolo para estimar lodo o bem do
seu amigo. 1
Sao estes os predicados que se deven) achar no
verdadeiro amigo.
A principal le da amisade consiste, em que os
amigos nao pecatn, o que nao devem pedir, nem
fagam o que nao devem fazer.
Haja benevolencia, porque assim o pede a ami-
sade ; benfgnidade, porque assim o pede a razo;
mais nunca se offenda a rastlga.
Sao estas urnas leis bem conformes a todo o
direito natural, humano, e divino; e para que
ellas se observem, deve-se fazer uma prudente
escolha dos amigos; porque a experiencia nos
mostra que nem todos os conheeidos sao bons
amigos.
Devemos attender aos genios, e nao aos teres ;
porque como diz S Jeronymo, nos amigos procu-
ra-se a vontade, e nao \ posgibilidade: n amias
non res tuentur, sed voluntas.
Presentemente difflcil encontrar-se entre mui-
tos amigos um amigo verdadeiro; para prova des)
t verdade nao precisamos recorrer a historia
amiga; basta nos lempos presentes.
Vemos to frequentedas ai casas dos grandes, e
ao desertas as dos pequeos; toda esta differenga
procede da desigualdade dos teres.
Procura-se o grande porque tem; e.vendo nos
to difierente modo de proceder, e que bavemqs de
presumir, se nao que aquella amisade uma refi-
nada lisonja, com que estes aduladores querem
attrahir as vontades para conseguiris a ulilidade
dos seus intetesses T
Estes na verdade nao seguem a frase do aposte-
lo : eu procuro a vos, e nao o que vosso; por
qne pela maior parte procura-se ao amleo, nao oor
eHe, mais pele beneficio; qne o mesmo que
cultivar a avore pelo fructo, e oio pela arvore.
Esta a moeda mais correte da, repblica
destes amigos: pelo que. se pode julgar, que a sua
amisade nao mais, qu nma negociagao disfama-
da com as apparencias de amisade, e que por este
mesma razio nao se devem acereditaras suas bas
julaces; pois todas ellas nao sao mais, que umar
disiargadas lisonjas, que no conceiio de S. Thomaz,
se oppoe a verdadeira amisade, a qnal deve se-
sincera, desinteressada, e Del.
PEWAMBUQQ.-TYP.-DE M. F. DE F. F1LHO
/




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