Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10564


This item is only available as the following downloads:


Full Text

AWjWIU HOMERO 7.
Por qaartel pago dentro de 10 das do i. mez
dem depois dos l.0i 10 dias do comer o e dentro do qaartel.
Porte ao correio por tres mezes
TERCA FEIKA 10 DE JANEIRO DE 1865. -
19!000
3|000
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima ;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Letnos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
liveira; MaranUo, o Sr. Joaqulm Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Geraldo Antonio Alves &
Filhos; Amazonas, o Sr. Jt-ronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPGAO NO SUL.
Alagoas, a Sr. Claudios Falco Dias; Bahia, o
Sr. Jos Martins Alvt-s; Rio de Janeiro, oSr. Jos
dibeiro Gasparioho. I
PARTIDA DOS E>TAFETAS.
Olinda, Cabo, Escada e eslagSos da via frrea at
Agua Preta, todos os dias.
Iguarass e Goyanna as segundas e sextas feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Allinho, Garanhuns, Buique, S. Bento, BomCon-
selho, Aguas Bellas e Tacarat, as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazarelh, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Cabrob, Boa Vis-
ta, Ouricury.Salgueiro e Ex.nas quartas feiras.
Serinhem, RioFonnoso, Tamandarr, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras, as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas parten) ao meio dia.
EPHEMERIDE8 DO MEZ DE JANEIRO.
4 Quarto cresc. as 1 h., 22 ra. e 52 s. da t.
i 1 La chela as 8 h. 40 m. e 10 s. da t.
20 Quarto ming. aos 16 m. e 52 s. da m.
27 La nova as 7 h., 10 m. e 46 s. da ni.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda. quintas s 10 horas.
Juizo do commercio : segundas s 11 horas.
Dito de orphos : toreas e sextas s 10 horas.
Priraeira vara do civel: tercas c sextas ao meio
dia.
Segunda vara docivel: quartas e sabbadcs a 1
bora da tarde.
DIAS DA SEMANA.
9. Segunda. Ss. Julin e Baslica sua esposa mm.
|0. Terca. S. Nicanor diac; i*. Agatho p.
11. Quarta. S. Hyglno p. m.; -. Salvio m.
12. Quinta. S. Salyre m.; S. Arcadio m.
13. Sexta. Ss. Hcrmillo eStraconio mm.
14. Sabbado. S. Flix m.; S. Macrina v.
15. Domingo. S. Amaro ab.; S. Habacuc prof.
PREAMAR DE HOJE.
Primeira as 2 hora e 54 m. da tarde.
Segunda as 3 horas e 18 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1ROS.
Para o sul at Alagoas a 14 e 30; para o norte
at a Granja a 7 e 22 de cada mez; para Fernan-
do nos dias 14 dos mezes de Janeiro, marco, maio,
julho, setembro e nevembro.
ASSIGNA-SE
no Recife, na livrarla da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figueirda de
Faria i Filho.
PARTE GFFIGIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 5 de Janeiro de 186o.
Offlcio ao Evm. presidente da provincia de Ser-
-gipe.Com o offlcio de V. Exc. de-21 de dezembro
ultimo, recebl 2 evemplares das colleecoes das leis
e resolucSes da assembla legislativa dessa provin-
cia promulgadas em 1863 e 1864.
Dito ao Exm. visconde da Ba-Vista, comman-
dante superior da guarda nacional do Recife.Sir-
va-se V. Exc. de informar acerca do que pede no
incluso requerimento, o guan: do 6o batalho de
infamara deste municipio, Antonio Joaquim Gon-
calves de Mello.
Dito ao coronel commandante das armas.Re-
meti inclusos os processos de conselho de guerra,
"feitos ao 2 cadete Jos Leo Geraldes e soldados
Rufino Jos dos Santos e Trajano de Jess, para
que V. S. se sirva de mandar cumprir as sentencias
proferidas pelo conselho supremo militar de juslica
em ditos processos.
Dito ao mesrao. -Em offlcio n. 139 de 30 de de-
zembro ultimo, declarou-me o director do arsenal
de guerra que far concertar logo que forem all
da directora do hospital
do brigue escuna de guerra Tonelero, os quaes
se deverao reunir a V. S. para aquelle Gm.
Espero que V. S. aceitando esta commissao,
procurar desempeoha-la rom a soliciiude e dedi-
cacao que se deve aquellos Augustos Viajantes.
Mutatis mutandis ao capitao do porto, e ao com-
mandante do brigue escuna Tonelero. Fez-se
convites a todas as autoridades, magistrado,
chefes de repartieses e respectivos empregados
desta capital, para irem receber os Augustos Via-
jantes.
Dito ao commandante do corpo de polica. Fi-
cando inteirado pelo seu offlcio n. 8 de 4 do cor-
rente, de ter V. S. de faltar ao servico do corpo de
seu commando por alguns dias, em consequencia
de achar-se doente, tenho a dizer-lhe em resposta
que convenho em ser V. S. substituido no com-
mando pelo major do mesrao corpo.
Dito ao director do arsenal do guerra.Pode
Vmc. remetter para as provincias da Parahyba e
Cear os objectos, que segundo o seu offlcio de
hontem, se acham promptos para esse lim, fleando
certo de que a agencia da companhia brasileira de
Soquetes tem ordem para fazer transportar os re-
sridos objectos no vapor Tocantins.Expedirn)-
se as ordens de qua se trata, e communicou-se aos
Exms. presidentes das provincias da Parahyba e
Cear.
Dito ao chefe interino da repartilo das obras
publicas.Transmiti Vine, para flm indicado
igreja da Congregacao. Nao tem lugar vista da Hio de infamara da guarda nacional desta cidade,
informaco. que fot substituido pelo 2 da mesma guarda, o co-
Jos Domingos da Costa. Informe o Sr. Dr. ronel eemmandante das armas sent a mais viva
chefe de polica. i satisfarn em louvar e agradecer ao Sr. major
Josepha de Araoritn Rodrigues de Brto. Pode commandante Claudino Benicio Machado, e aos
ser a supplicante entregue de seu filho, nao haven- Srs. offlciaes e mais pracas do referido contingente
do inconveniente. a manerra digna porque se houveram durante o
Joo Landelino Doroellas Cmara. Informe o | aquartelamcnto. e a coadjuvaco que prestaram a
; Sr. Dr. director geral da instrucc,o publica. I diminuta forca de linha, no servico da guara^ao.
Joaquim Jos Pereira.Nao tem lugar avista da j No seio de suas familias ir essa milicia cvica
informacic refocilar dos seus trabalhos, cuidar de seus afaze-
Jos Augusto de Araujo. Informe o Sr. inspec-, res domsticos, e preparar-se para aecudir aos re-
tor da thesouraria provincial. __ clamos da patria, que hoje mais que em lempo al-
Luiz Flix da Rosa.Concedo o prato de la dias j gum necessita de seu auxilio para, na ausencia da
para o supplicante provar a isenco que diz mili-, tropa de linha manter a ordem publica, e velar na
tar em seu favor : sendo este despacho aprsenla- seguranea.individual e da propriedade do seus con-
do qnem competir. cldadosj
Luiz Jos de Franca. Informe o Sr. Dr. enge- O coronel commandante das armas conta que o
nheiro fiscal da estrada de ferro. 2 batalho aqnartelado nao desmentir os seus
Manoel Igncio de Carvalho Mendonea.Concedo i precedentes, e seguir os mesmos passos que tri-
o prazo requerido, sendo o presente despacho le
apresenlados por parte -..... r.-
militar, as camisolas que foram impunnadas por te- ,me.u o0'9 de hontem, o incluso reqnenmento
rein a abertura curta, mas que suppoe nao ser o de Jose dos Santos Ramos de Oliveira relativa-
conserto to necessario, visto que os doentes j' men,e a alteraco da planta desta cidade na parte
osarn dellas.como presenclou na occasio de assis- relativa a ra da Concordia.
tir a missa solemne celebrada no mesme hospital:' Dlto ao mesmo -Mande Vmc. fzer quanto an-
o que julgo conveniente communiear a V. S. para! ,ei reparos consumes do orcaroenlo, que, na
seu conhecimento. importancia de 902$, veio annexa a sua informa-
Dito ao mesmo.Communicando-me o Exm. Sr.! Sao de hontem, sob n. 364, os quaes segundo de-
ministro da guerra em aviso de 27 de dezembro clara o inspector da thesouraria provincial em offl-
tiltimn, haver-se expedido ordem ao Exm. presiden-;010 a6. de 23 de dezembro ultimo, lornam-se
te das Alagoas, afim de fazer seguir para esta pro-; necessanos na coberta da parle do edificio deno-
vinca o alferes reformado do exercilo e coronel da minado Lollegiooceupado por aquella reparti-
guarJa nacional Francisco Joaquim Pereira Lobo, ca0> no ladnlho do corredor que Ihe da entrada e
que naquelladata foi exonerado do logar de recru-! na casa da respectiva guarda, devendo essa des-
Udor geral: assim o faco constar a V. S. para seu PZa Crrer Pr couta dos cores provinciaes.-
onhecimento.Igual communicaco se fez a the- Commnnicou-se thesouraria provincial,
souraria de fazenda. l, ao Dr- Juil de direito de Nazareth.Urge
Dito ao mesmo.-Em aviso de 20 de dezembro Que Vmc- ministre a informaco queexigi emoffl-
proximo findo, d3clarou-me o Exm. Sr. ministro da ; ciode 17 de dezembro ultimo, constante da copia
guerra, que regressa para esta provincia o 2 ci-: inclusa, acerca do recrutado Manoel Ignacio de
rurgio do corpo de sade do exercilo Dr. Ernesto Carvalho Mendonca.
Feliciano da Silva Tevarcs qne d'aqui havia se-1 _J?.'?.ao Dr- Maxiralano Lopes Machado.Sendo
guido para a corte com o 7 batalhio de infamara:
neesssarios os seus servicos na Escola Normal,
como declerou-me o respectivo director em officio
desta data, tenho resolvido desanoja-lo, afim de
que continu Vmc. a comparecer naquelle estabe-
lecimento.Communicou-se ao director da Escela
Normal.
Dito ao director da Companhia de Beberibe.
Informe Vmc. sobre a conveniencia de serem
o que comraunico a V. S. para seu conhecimento.
Fez-se igual communicaco a thesouoaria de fa-
zenda.
Dito ao mesmo.Remettoa V. S. para ter o conve-
niente destino, a inclusa certido de assentamentos
do soldado Tneotonio Jos da Stha, do corpo de
guarnico desta provincia.
Dito ao mesmo.Para cumprimento do disposto collocados dous ehafarizes um no pateo do Terco e
no aviso da repartido da guerra de 16 de dezem-1 ulro no pateo da Penha.
bro ultimo, exija V. S. que o commandante do 4 Dito cmara muulcipal da Boa-Vista.Res-
JmaHiao de artilhana a p, declare o numero e pondendo ao offlcio que me dirigi a cmara rau-
qualidade dos exercicios que fez o mesmo batalhio niaipal da villa da Boa-Vista, em 10 de dezembro
durante o mez de agosto do anno prximo passado, ultimo, tenho a dizer que ao juiz de paz do dis-
de contormidade com o que est determinado em ,ricl de Cabrob, sede da freguezia da Ignga
ordem do dia n. 260, visto que na parte correspon- Nova, que essa cmara devia ter remettido a
dente ao citado mez de agosto, apenas diz o predlto lisla dos juizes de paz eleitos em 1860, para a con-
tramandante que houve exercicio de artilhana e vocaco da junta de qualificaco daquella fregue-
de infamara. z'a, no crreme anno, mas nao se tendo isso eito,
Dito ao mesmo.-Declarndome o Exm. Sr. cumpre que envi agora a lista dos eleitos em s-
ministro da guerra em aviso de 21 de dezembro tembro ulliina, visto que j estao elles em exerci-
ultimo, que o capitao do 10 batalhio de infantaria cio> quando se tiver de fazer a convo.iaco da re-
Manoel Ferreira da Fonceca Lyra, que vem a esta 'erida junta, para a qual designo o dia 12 de mar-
provincia conduzmdo sua familia, deve regressar 5 prximo vmdouro.
no 1 vapor que aqu tocar com destino a corte a Dito irraa superiora do Hospital Pedro II.
flm de reunir-se ao mesmo batalho, assim o com- Mande Vmc. recolher cora urgencia no Hospital
munieo a V. S., para seu conhecimento e direccao. Pedro II, afim de ser tratada, a Isabel Francisca
Igual communicago se fez a thesouraria de fa- da Conceico, que se acha muto doente.Commu-
nicou-se ao vice-provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia.
Dito ao juiz de paz mais votado do 1 districto
da fre!ueza do Bonito Goncalo Teixeira de Carva-
lho. -Respondendo ao seu officio de 4 do corrate,
tenho a dizer que dependendo ainda da approvacae,
u ni cacao i
senda.
Dito ao mesmo.Transmiti a V. S. afim de ter
o conveniente destino, a inclusa certido de assen-
.tamuntos do capitao Joo Antonio Cardozo, que foi
<"tranferido do 7 para o 9* batalhio de infamara,
corno declarou-me o Exm. Sr. ministro da guerra
em aviso de 23 de dezembro prximo lindo.Com-
municou-se a thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Queira V. S. informar sobre o da lei de 19 de agosto de 1846 presidir a respecti-
que pede Domingos Jos Gomes no incluso reque- va junta de qualificaco.
rimento documentado. Dito aos agentes da companhia Brasileira de pa-
Dito ao mesmo.Sirva-se V. S. de informar so- quetes vapor.Podein votes, fazer seguir para
bre o que pe Je no incluso requerimento Francisca os porlos do norte amanha, ahora indicada em
Mana da Luz. seu olllcio de hoje, o vapor Tocantins, procedente
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. dos do sul.
Em vi^ta da inclusa gula e nao havendo inconve- R'm. e Exm. Sr. presidente.Cumprindo com o
a eleicjio de juizes de paz a que se procedeu ness;
freguezia Vine, compete nos termos do arl. 110
niente, mande V. S. pagar a Simplicio Jos de Mel-
lo, conforme solicitou o chefe de polica em offlcio
de hontem,sol) n. 14 a quantia de 540O,provenien-
te da etapa abonada ao recrutaJos Bispo dos San-
tos, remettido do termo do Brejo para est* capital.
despacho de V. Exc, tenho a informar V. Exc.
que D. Amelia Januana de Andrade foi conduzda
do Rio de Janeiro para essa provincia no paquetea
vapor Tocantins, c que desembarcou para trra
com sua bagagem lem que fizesse observaco al-
fleando V. S. na intelligencioa lie que, o menciona- guma. Desembarcada, porm, voltou bordo e
do recruta foi apresentado no dia 2 do corrate ao disse que tendo aberto o bah cora a chave eocon-
coronel commandante das armas, segundo consta trara a falta dos tres mezes de sold que seu mari-
ta do predio offlcio.Communicou-se ao Dr. ebe-, do Ihedera e que ah os guardara,
fe de polica. Fiz-lhes as naturaas perguntas (para basear as
Dito ao mesmo.Man lia Januaria de Andrade do 1* do mez crreme senca dos passageiros que eslavam a bordo, que o
em diante, como determinoo o Exm. Sr. ministro bah eslava fechado, que o abrir cora a propria
da guerra, era aviso de 26 de dezembro prximo chave que em seu poder Uvera sempre guardada,
findo, o sold por nteirq que Ihe consignou o res- Indague! se havia alguma cousa quebrada no
pectivo marido o alferes agudante do 7" batalho bah, disse que nao percebera cousa alguma se-
de infantaria Aurelio Jos da Costa. nao depois de abrir. Nessa occasio ouvi a passa-
Dito ao mesmo.De cooformidade com o dispos- geiras que vinham a bordo, que urna pessoa que era
to no aviso do ministerio da guerra de 24 de de da amizade da ara. D. Amelia, no arrumar da ba-
zernbro prximo findo, mande V. S. suspender do gagem, por varias vezes indagara onde tinha guar-
Io do crreme era diante o abono da consignaco dado o dinheiro, e aconselhara para mudar deste
de -2\-i men-aes que deixou do respectivo sido para aquelle bah, pirque por esse meio tirarla
nesta provincia o alferes do i* batalho de infan- bem informado do lugar onde elle se guardara.
taria Buaventura Leito de Almeida, enviando V.
S. a competente guia reparticao de conlabilldade
de do mesmo ministerio.
Dito ao vice provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia.Mande V. S. passar para o hospicio dos
alienados, o individuo de norae Jos Joaquim de
Lima, que tendo sido recomido por doente ao hos-
pital Pedro II na qualidade de soldado do corpo de
polica, ali ticou demente e nesta data foi escuso
do servico.
Dito ao director geral da instrueco publica.
Con 40 alumn>s a cadeira deiustruccao primaria de
Fazenda Graode, qu ora se acha vaga pela trans-
ferencia que obteve o respectivo professor para a
de Cimbres, informe V. S. se convem ssr nomea-
do para reger interinamente aquella cadeira Ma-
noel Vieira de Fontes Feitoza, ou outra possoa com !
Outro sim, Exm. Sr., as bagagens sao fechadas
no por,a o e nao se'mecheuat que aqu chegamos:
como fazer falsificacdes, a ponto de se nao confie-
cerem, sem que se percebesse I E de mais, nao
parece extraordinario e frade natural, que viu-
do bagagens de tantas pessoas, todas no mesmo
poro nenhuma fosse falsificada, e mesmo que nos
volumes da Sra. l>. Amelia, vindo dous bahs, se
fosse falciar aquelle em que vinham valores e nao
o outro 1
Entretanto, Exm. Sr., fizas indagaedes possiveis
e fiquei convencido que o falseamento foi feito com
descanco, e por pessoa que tinha alguma indica-
cao do lugar onde eslava o dinheiro, e nao no po-
rao de um navio, por pessoa qoe nenhuma idea
poda ter, onde exlstiam valores, se no bah de D.
Amelia, ou em qualquer outro.
Deus guarde V. Exc. Pernambuco, 5 de ja-
as habelitacoes necessarias para semelhante fim. i neiro de 1865. IIIm. e Exm. Sr. desembargador
Dito ao director das obras militares.Remello Anselmo Francisco Perelli, presidente da provin-
incluso por copia o offlcio do tenenle-coronel ela.Pedro Hypolito Dttarte, commandante do ?a-
commandantc do nono batalho de infantaria, data-1 por Tocantins.
do de 24 de dezembro ultimo, e do commandante i -----
das armas da. mesma dala, para qne V. S. se en-1
tenda com a gerencia da companhia de Ilumina-1
cao a gaz, acerca da substituir \ que convm fa-,
zer por novos lampeoes no quartcl daquelle bata-1
lbo, apresentando V. S, o ornamento da respecti
de iSthi.
va despera, afim de ser ouvido sobre ella o inspec-
tor da thesouraria de fazenda^
Dito ao inspector do arsenal
ir bordo do paquete inglez comprimeotar Sua
Alteza Imperial a Sra. D. Isabel e seu augusto es-
poso o Sr. conde d'Eu, e saber se desejam desem-
barcar nesta cidade. julguei conveniente nomear
urna commissao de offlciaes da armada, composta
de V. S.; do pap',So do porto, e do commandante
Despachos do dia o de Janeiro
Renuerimentos.
Teneote Antonio Mara de Araujo. Informe o
Sr. Dr. secretario da presidencia.
Adriana Mara da Conceico.Nao tem lugar.
u. Amelia JaBuaria de Andrade.A' vista da in-
do marioba.Para formaco, nada ha que deferir.
Amonio Jos Gomes do Correio.Como requer
vista da informaco.
Ignacio Joaquim de Sania Anna. Prove o sup-
plicante o qne allega com documentos que niere-
Cam crdito, e qne nao se reputen) offlciosos.
Irmaadde de Nossa Senhora da Conceleio da
vado ao conhecimento da autoridade a quem com-
petir.
Manoel Alves Guerra.Como pede.
Alferes Manoel Araojo Albuquerque. Informe:
o Sr. commandante superior da guarda nacional
de Santo Antas.
Maria Custodia da Conceico. Junte certido
de seu casamento com o sentenciado Antonio Lou-
renco.
Manrel dos Anjos Torres.Informe o Sr. capitao
do porto.
hou a forca que sobstiluio.
Assignado.Joaquim Jos Goncalves Fontes.
Conforme.O capitao /. F. de Moraes e Koscon-
cellos.
Conforme.Caetano Cyriaco da Costa Moreira,
capitao ajudante de ordens interino.
COMANDO DAS ARIAS.
Qaartel do commando das amas de Pernambeco, S
Janeiro de 1863.
ORDEM DO DIA N. 21.
Dignando-se sua alteza imperial a Sra. D. Isabel
e seu augusto esposo o Sr. cande d'Eu em sua via-
gem Europa desembarcar nesta provincia, e per-
manecer nesta cidade 9 lempo em qne o paquete
inglez se demorar no porto, o coronel commandan-
te das armas em cumprimento as ordens que reee-
beu da vice-presidencla, na data de 3 do correnle,
determina que urna Brigada composla do batalho
da guarda nacional desta capital e de um parque
EXTERIOR.
_________________
CORRESPOXDEXCIAS BO DIA
RIO DE PER!AHUECO.
iiihrihi;o,
'> de dezembro de 1864.
A paz com a Dinamarca, como os nossos leitores
saiiem. acha-se concluida e ractificada.
O re Christiano, por motivo da mesma dirigi
urna carta patento aos habitantes dos ducados de
Schleswig Holsteis e Lauemburgo, desligando os
mesmos do seu juramento de fldelidade.
O Jutland j foi evacuado das tropas alludas -,
os. ltimos baUlhoes prussianos o deixaram no dia
30 de novembro; mas a questo Schleswig-Hols-
teineza acha-se ainda bem longe de sua soluco.
Com a Dinamarca o combate acabou ; urna lula
.1 n... 11 1 ., i uJlll 1* LfllldlUdl ta u CU UUdtU CdUUU unid luid
,^raodhe,q?hari,0CCfiHdef0g0 S-erV!aS por: unto mais rdeme e exasperada ameaca porm de
pracas do 4. batalho de artilhana a_ p e da cora- mnammar-sn na Attflmsnh m-ca d mesma
inflammar-se
questo.
Como sabido, a intervenco da Allemanha con-
tra a Dinamarca no anno passado principiara com
urna resoluto da dieta, determinando a exeeue.ui
panliia de artfices, commandada pele Sr. corone
Hygino Jos Coelho faca suas altezas as honras
do desembarque e embarque, e para este fim achar-
se-ha postada em linha no campo das Princezas,
,..j, _,,_ j> .. ... una icsmuuau ud uictd, uoioi imuauuu a CACtuv^
knLU!%fi a rW "IDroloneando a federal nos ducados de Holstein e Lauemburgo m
TrJql^"* direCa da rnn d ImDerador,- em consequencia da qual ali entrar urna brigada ha-
n&tnS cfm.po.U(lue .""mecido. ID^,, como'ropas de execuco, debaxo do
hnr?\Sa de.,,nfan,aiia fT,ara af uar.dade commando commum do general saxono de Hacke.
2;d"i!'re,lU-' palaCI da Presidencia e a Com a paz concluida com a Dinamarca era Vien-
r/ni,K gi" ,1 na no dia 30de outabio, a execuco dirigida con-
A companhia de cavallana em sua maior '-"
formar na direita da brigada, em attitude a acom-
inhar suas altezas no caso q
a cidade c os seus suburbios.
tra a mesma lornra-se porm sem objecto, e
deraes
e Lauemburgo,
sim como na nresenca das tropas tederaes e dos
panhar suas altezas no caso que queiram percorrer Comm.ssarios da dieta no Holstein
^ oi .i ,..li.". a .. j desde muito se encontrara em Berln um impe- novas elelcSes.
^Jgattgfe '^TZA^JS^S&X'Esil^ umli,ulfor,na,para des"
brigada, a guarda de honra, e a companhia de ca- '"KBXmS
u/timo panto, limitando-se a insistir em Berlin em
que o negocio fosse resolvido segundo o direito fe-
deral, e declarndose ao mesmo lempo prompto
para apoiar na dieta a exigencia prussiana de con-
cluso da execuco.
Se a Prussia nao aceitasse isso, ento a Austria
nada restara, do que prestar seu sorcorro armado
ao direito federal tesado. Isso foi de elTeito decisi-
vo em Berlin. Ainda na sesso. extraordinaria da
dieta em 29 de novembro, na qual a Saxonia apre-
sentou a sua proposta, o plenipotenciario prussia-
no tinha declarado qoe o seu governo insista na
immediata retirada das tropas saxonas e hannove-
rianas e dos commissarios civis, que nao era ne-
cessaria urna resoluco federal, e que a Prussia
tornara responsavel por todas as consecuencias
aos governos que qnizessem demorar a evacuaco
in continenti do Holstein e do Lauemburgo. A
maioria da dieta porm nao deixou isso influir em
sua deciso, e entregou a proposta saxona, segun-
do o regnlamento dos negocios s competentes
commissoes para exame e referencia. Ao mesmo
ella resolver, em resposta pergunta do cora-
mandante das tropas foderaes no Holstein e Lauem-
burgo, o general de Hacke, de ar ao mesmo a or-
dem de sustentaras suas posicoes militares at re-
ceber nova ordem da dieta.
Assim a dieta salvara sua autoridad?, e a Prus-
sia nao ousou empregar medidas violentas.
No dia 1 de dezembro leve lugar urna nova ses-
so da dieta. A Austria e a Prussia apreseotaram
na mesma a proposta commum, que a dieta decla-
rarse terminada a execuco no Htlsiem e Lauem-
burgo e resolvesse a retirada das tropas federaes e
dos commissarios civis dos ducados. Em Berln
tinha-se esperado que a dieta votara inmediata-
mente acerca da proposta ; mas a mesma adiou a
votaco para a prxima sesso, que devia ter lugar
hoje 5 de dezembro.
Naturalmente nao se duvjda, como a Austria
apoia a exigencia da Prussia, que o voto da maioria
ha de ser afflrmativo. Mas tambern se comprehen-
de, que a Austria e os estados secundarios se tor-
naro tanto mais alertos relativamente aos passos
futuros da Prussia, e que os esforcos da mesma en-
coutraro dora em diante urna opposico mais for-
te na dieta.
A animosidade acerca do progresso da poltica
Bistnark extraordinaria, e se a Allemanha esta
vez escapou felizmente guerra civil que a amea-
Cava, ninguem poder finalmente calcular onde le-
vanto as paixoes irritadas.
Um testemunho caracterstico pelas circunstan-
cias interiores da Prussia, apresentaram nos lti-
mos dias as eloires, cumpridas em todas as cida-
des da monarchia, de renovaco de urna parte dos |
representantes das coinmunas.
To mmensos que fossem os esforcos de parte
do governo de influir sobre as eleicoes, to brlhan-
te e completa fra a victoria da opposico. Era to-
da a parte os candidatos conservadores ficaram em
decidida minora, e mesmo onde o partido nrnis-
terial anda tinha assentos as assemblas dos re-
presentantes das communas, elle perdeu-os as j
resses importantes das communas on de particula-
res. Ao mesmo tempo elle insiste em qoe se Ihe
aprsente o mais inferior negocio da adroioistraco
para sua deciso pessoal, e assim elle se acha ha-
bilitado para fazer sentir por todos os lados o seu
agastamento.
Urna corporagao ou nm particular, por exemplo,
quer edificar urna casa, o plano de consiroccao
apresentado autoridade, e esla deve submetle-lo
ao gabinete eleitoral, ea respectiva pessoa pode espe-
rar mezes e anoos, antes, de receber urna soluco.
Um numero de projecton de leis, urgentes para os
interesses materiaesdo paz se acha resolvido desde
annos pelas cmaras, s falta a assignatnra do
principe eleitoral, e as leis podein ser publicadas
caita momento, numerosas emprezas indu>triaes
esto esperando pela publicaco, nao querendo co-
merar sua actividade antes para nao ter de fazer
logo mudanzas em conformidade das novas leis ;
mas as leis nao apparecem, e descancam nao re-
so! vidas no gabinete eleitoral.
Bem se comprehender as conseqoencias que
disso resultam ao paz. Tudo v-se parado, e em-
bancado ; mas o principe eleitoral nao se importa,
e nao se deixar levar a resolver nenhuma das
tantas mil cousas, conservadas em sua chancellara
sem soluco.
As cmaras por essa razo finalmente julgaram
dever romper o silencio e dirigiram um endereco
de querela ao principe, no qual Ihe expoem fran-
camente a sluaro do paz e exigein mudanea. At
agora se sabe de urna resposta mu lacnica, Mni-
mamente indignada, prohibindo dieta para o fu-
turo a repeliro de semelhaoles inrompati-
veis com o respeito pelo soberano, sciu que fosse
questo alguma de remediar o estado.
Com impaciencia espera-se de ver as demais re-
solubles que a dieta tomar neste negocio.
DIARIO DE PER^AMRUCO
em-
vallaria marcharn a seus destmos.
O Sr. commandante d brigada tirar seus
pregados nos corpos de que ella se compSe.
O parque de artilhana, que oceupar o terreno
entre a rampa e a coxia indicada, ir munciada
para salvar com 21 tiros ao aproximar-se a rampa
a galeota que conduzir suas altezas e quando tver
de embarcar.
As fortalezas do Brum e Buraco, na occasio que
a galeota demandar a barra e della se aproximar
salvaro com igual numero de tiros e tambera
quando a mesma galeota conduzir suas altezas para
abordo do paquete.
O senhores offlciaes do exercilo em elTiictvida-
de do servico que nao marcharen) na linha e os
reformados, dado o signal que lira mencionado, se
dirigiro ao palacio da presidencia, afim de rece-
bercm e cumprimentarem os augustos viajantes.
Assignado. Joaquim Jos Gonqalces Fontes.
Caoforme. O capitao Jos Francisco de Moraes
e Vasconcellos, ajudante de ordens interino.
Qtiartei general do commando superior da guarda
nacional do muniripio do Recife, 7 de Janeiro de
186o.
ORDEM DO DIA N. 2.
Faco constar aos corpos da guarda nacional des-
te municipio, que nesta data, acabo de passar o
exercicio do commando superior da mesma guarda
ao Sr. coronel Domingos Alfonso Nery Ferreira,
em consequencia do mea mo estado de sande
obrigar-me a sahir para forado municipio.
Com a retirada dos corpos de linha para o sul,
ter a guarda nacional de ser chamada a um str-
vico mais actiyo.
Espero que ella comprehendondo bem as cir-
cunstancias ora que agora nos vamos achar, se
preste cora a maior vontade ao servico, que, pelo
governo, Ihe for exigido.
Por nimias vezes j tem a guarda nacional dado
provas do seu patriotismo, nao se recusando ao
servico, em crlses arriscadas, pelo que lem mere-
cido os maiores elogios, e at disiinci-o do governo
imperial. Faco votos para que ella os continu a
prestar do mesmo modo, e a firmar o conceito que
tem sempre merecido.
Nao terminare! esta ordem do dia sem que faca
menco do officio, que recebl do Exm. Sr. comman-
dante das armas, acompanhando a que elle fez pu-
blicar, quando dosaquartelou a ala esquerda do 1
batalho de infamara, e que faco transcrever.
Como commandante superior nao pude delxar
de ter satisfaco de ver apreciados, por um dos
mais distinctos offlciaes do exercilo, como o o
Illm. e Exm. Sr. commandante das armas, Joaquim
Jo; Goncalves Fontes, os servaos que prestou a
ala esquerda do 1 batalho de infamara. E aos
seus elogios, eu junto tambem os meus aos Srs.
major Claudino Benicio Machado, commandaute da
forca anuartelada, e a todos os Srs. offlciaes e mais
pracas que della fizeram parte.
Confio que os outros corpos nao se mostrar >
menos dignos de iguaes elogios-, e que toda guar-
da nacional do municipio do Recife dar ainda
desta vez, urna prova da sua disciplina, amor a or-
dem publica, e de que sabe comprehender os de-
veres a que est sujeita, pela lei de sua crearn.
Visconde da Boa vista, brgadeiro reformado do
exercilo, e commandante superior da guarda na-
cional do municipio do Recife.
Illm. e Exm. Sr.Por occasio do desaquartela-
raento do cootingente do 1 batalho do infantaria
da guarda nacional, que foi hoje substituida pelo
2 batalho da mesma guarda nacional publiquei a
ordem do dia que por copia envi V. Exc, que
ter a bondade de a fazer chegar ao conhecimento
do commaudantc daquelle batalho.
Deus guarde V. ijxc.Quartel do commando
das armas de Pernambuco, em 7 de Janeiro de
1835. Illm. e Exm. Sr. general visconde da Boa-
vista, commandante superior da guarda nacional
do municipio do Recife. -Joaquim Jos Goncalves
Fontes, commandante das armas.
ADDICIONAl A DE N. 23.
Desaquartelando hoje o contingente do Io bata-
secundarios allemes, do outro lado,
se sforcavam de prolongar quanto possivel a de-
mora das tropas federaes no Holstein e Lauembur-
go, e se se devia recoohecer que o titulo formal
dessa demora, a execujo, se achava extincto, fa-
zia-se valer, o tal vez nao sem razo, que em quan-
t nao fosse decidida a questo de successo e com
ella a constituirlo definitiva poltica dos ditos pai-
sas federaes, a confederaco achava-se aulorisada
e obrigada a tmalas at ento em seu sequestro.
Tambem a Austria apoiou essa opinio. Ella de-
clarou-se entendida, que a execujo devia cessar;
1 pronuncindose todava as respectivas negocia-
1 ces cora a Prussia pela demora das tropas fede-
raes nos ducados.
Entretanto linha comec'ado, em consequencia da
conGluso da paz, a retirada das tropas alliadas
qae fizeram a guerra Do* Austracos dsvia licar
smente urna brigada de cerca de sete mil homens,
em quanto que a Prusia, segundo accordo
com a Austria, devia oceupr os ducados at a
final soluco da questo Schle>wig-holsteneza, cora
urna diviso (cerca de 13 mil homens); e para es- jecto de endereco da cmara
se tim, a Prussia lenconava retirar todas as tropas maior importancia. As vistas
e em lugar de deixar urna das divisos antigs, de
suppri-la por urna nova, que ainda nao tomara
pane na guerra.
Como dito, a retira la das tropas tinha comecado;
os Austracos, com excepeo da brigada que devia
ficar, tinham j abandonado o territorio dos duca-
dos, de parte prussiana por contra achava-se nelles
anda mais do que urna diviso, ao mesmo tempo
que a nova j estava em marcha, quando de repen-
te chegou de Berlin a ordem que as tropas prus-
sianas ainda nos ducados, deviam all ficar, nao obs-
tante que a nova diviso destinada para rend-las
continuara a sua marcha; do mesmo modo que as
duas divisos j voltadas concentradas provisoria-
mente perto de Berlin e de Minden, ali deviam
conservar sua posico. Nao se ttcou por muito tem-
po em duvida acercada signilicaco dessa medida.
A imprensa offleosa em Berlin disse claramente :
que a diviso prto de Berlin era tima demonstra-
cao contra a Saxonia, a perto de Minden contra o
apresentaram diversas
eleicoes supplementares havidas no ultimo tempo
para a cmara dos deputados, por membros da mes-
ma que abandonaran] seu mandato.
O Reichsrash austraco acha-se anda oceupado
com sua discusso do endereco, ou inelhor dito, s
ainda a cmara dos depurados, porque a cmara
alta j concluio seu endereco de resposta falla
do throno, e j o entregou ao imperador, como se
limita a parapnrasear simplesmente a falla do thro-
no nao lem interesse particular.
Na discusso foram notaveis duas fallas, do an-
tgo ministro do commercio, '.onde de Wickenburg
e do coode Adolpho Auerspers, os quaes ambos
mu energiramente, se pronunciaran) contra a po-
ltica exterior do ministro, que araba de retirar-se,
conde de Rechberg, fazendo decididamente frente
contra a allianca com a Prussia.
O conde Rechberg defendeu sua poltica com
bastante fraqueza, e declarou ao resto, que lamben)
elle se empenhra pela allianca com a t'russia so-1
mente em harmona con o direito federal, e que j
logo que a Prussia tentasse de lesar o mesmo, a j
posico da Austria era do lado da dieta, e a Aus-
tria nao poda mais sustentar a allianca. O pro-!
dos deputados de
optimisticas do go
verno encontram no mesmo urna crtica mui deci-
dida, e tanto acerca das questoes interiores, como
das exteriores, nao oceulta descontentamento com
a aciividade e resultados do ministerio. Sobretudo
relativamente aos negocios e>lrangeiros elle expri-
me-se mui acerbamente, cxigindo um accordo de-
cidido da Austria com a dieta contra todos os es-
forcos particulares anti -federaes.
O conde de Mensdorff conservou-se mui reser-
vado as suas expressSes, mas accentuou, que a
Austria nunca ina com a Prussia contra a dieta e
sen direito. Quanto questo italiana elle fez
lemhrar as iotencoes pacficas da Austria; mas
tambem a sua resoluco de oppor-se cora loda 2
forca lodos os inimigos.
Reservamo-nos de communiear aos nossos leito-
res o texto completo do endereco da cmara dos
deputados, logo que o mesmo se achar concluido
definitivamente. Notaremos aqui ainda a discus-
so do endereco, urna declarago do ministro de
da Hun-
Hannover, e que a reuaio de duas divisoes, no: estado de Schmerling acerca' da questo
Schleswig devia offereccr a Prussia os moios mili- gria.
lares para expedir eventualmente com forca as O governo, disse o mesmo, deseja ver chamada
tropas saxonas e hannoveriaoas ali estacionadas, quanto antes a dieta da Hungra ; mas que devia-
Essas odicacoes officiosas foram aeompanhadas de 1 se deixar-lhe o lempo devido para seu preparo, so-
passos offlciaes em Dresden e em Hannover. A Sa-1 bretudo acerca da influencia sobro as eleicSes, ao
xonia e o Hannover foram convidadas por notas que elle nao poda renunciar. Que o governo tam-
mu urgentes a chamarem sem perda de tempo j bem lenconava dar o maior espaco discusso da
suas tropas e seus commissarios do Holstein e de dieta da Hungra sobre a questo da constilulco,
Lauemburgo.
K-n Hannover moslraram-se logo promptos a sa-
tisfazer a exigencia prussiana. Era Dresden porm
declararam perentoriamente nao poder e nao
querer retirar as tropas, antes do haver a dieta re-
solvido a cessacao da execuco e a chamada das
e com rauito prazer receberia resoluces aceita-
veis. Mas que elle sustentav, que a reviso da
constituico, que eventualmente se tornasse neces-
saria s fosse realisada na va constitucional.
Entre o principe de Hohenzollern e a corle da
Baviera acham-se presentemente pendentes nego-
ropas e dos commissarios civis. Ao mesmo tempo; ciaeoes, sob mediado da casa imperial da Austria,
o gabinete de Dresden tomou as medidas necessa- acerca dos esponsaes do joven rei da Baviera com
rias para por seu exercto sobre p de guerra. urna fllha do principe do Hohenzollern, a pnnceza
A justeza da attitude saxona nao poda ser ne- j Maria. O principe de Hohenzollern esteve nesles
gada. A dieta linha resolvido a execuco, era a I dias em Vienna por esse motivo,
dieta que devia resalver sua cessacao, e antes dis- No dia 30 de novembro leve lugar em Vienna a
so os respectivos governos nao podiam considerar j solemne entrada dos regimentos austracos volta-
por exlinctas as ordens de execuco. Mas o Sr. de' dos da guerra com a Dinamarca. A cidade acha-
Bismark, fiel i sua tctica, tentara por de lado a | va-se ornada brilhantemente, e a populaco saudou
dieta, e se fesse possivel, completamente fra da com jubilo enlhusiaslico as tropas e seu chefe, o
aciividade, fazondo valer sua'propria deciso abso-! marechal de Gablenlz.
lula em lugar de urna resoluco da dieta. A resis-
tencia do gabinete, saxono fez que isso se malo-
grasse.
Apenas se achava entregue em Dresden a nota
prussiana, o Sr. de Beust mandn por telegrapho
ao enviado federal aa Saxonia em Francfort a or-
0 imperador com palavras cordlaes Ihes expri-
mi a gratido sua e da patria.
A Hesse Eleitoral o suas circumstancias consii-
tucionaes orenpam de novo a attenco publioa. En-
tre o principe eleitoral e o paiz, o reslabeleeimenlo
da constituico legal (ao que como se sabe elle
dem de apresenjtar a questo dieta e de propdr 1 fra abrigado finalmente pela Prussia, ento ainda
qae mesma deliberasse so a execuco no Holstoin! liberal) servio to pouco para restabelecer a paz,
e Lauemburgo devia ser considerada como conclu-1 que a anliga lata s lomou urna nova ( raa. O
da o em conformidade as tropas e os commissarios
civis retirados dos mesmos ducados.
Era Vienna a* repentinas medidas militares da
Prussia nSo sorrlrehcnderam menos do qae em to-
da outra parle. Na imprensa austraca rebentou
urna tempestado!do indlgoaca ; tambera o gabine-
te de Vienna fleca vivamente resentido, e exigi
inmediatamente em Berlin esclarecimentos acerca
principe eleitoral s reden com a maior >' gnan
cia a imperiosidade das circumstancias. ,-, \igia
o restabelecimeoto do amigo direito uj pmz, e o
paiz deve sentir o mo humor do seu moaarcha.
A tctica do principe eleiioral muito simples. Nao
somante, que elle nao compra nenhuma das leis,
que a dieta delibera e de que o paiz tem argente
preciso, mas tambem elle nao resolve consequen
do occorrldo. PoMm nao se qniz levar o negocio ao, tmeme neuhum aeto do govoroo, redativo aos lnte
Pernambuco e o Rio de Vauelre.
III
Pretenden um amigo legislador dos lempos pri-
mitivos da civilisagao grega nivelar as fortunas
particulares, de modo que nenhara cidado se op-
pulentasse em bens ; entendendo qne com esse ni-
velamento havia conseguido nm grande flm poli-
tico.
Mas certamente enganou-se ; porquanto as suas
leis de.nivelamento social ooattingiram ao escupo
desejado ; e Aristteles na sna poltica, examinan-
do o effelto d'essas leis, pondera, que na realidad-;
o nivelamento das fortunas individuaes um ex-
cellenle meio de prevenir as discordias -. porque
estabelece o enfraqueciment, e desalent geral,
mas pergunta elle, suffocar os germens da di-
sencao T
Elle responde, que nao; e pelo contrario susci-
tar as classes distinclas da sociedade o desejo de
levantarse contra essa igualdide, que constitu
urna verdadeira injustica; pr-tenco que repelida-
mente ha perturbado a paz dos estados, e exeludo
revolucoes.
Assim nao na contrariedade dos factos ing-
nitos da sociedade, que cumpre buscar remedio
aos males dos povos: e, sim, no regular desenvol-
vimento d'esses factos, a que o governo deve pres-
tar esclarecida direccjio; porquanto o cssencial
nao nivelar tudo na sociedade ; mas fazer leis
laes, que o homem, predisposto para a virtude.
nao queira ser injusto, e que o mo nao o pos-
sa ser.
Isso, porm, s se conseguc com o criterio da
razo applicado aos nstinclos da humanidade ; sen-
do o governo o interprete da razo, e fautor su-
premo da justira, base inconcossa da vida civil.
J se v que nao novo o systema nivelador,
antes muito amigo ; m s nem por isso d>-ixa de
ser mu e errneo. Elle em pocas diversas toma
novo assumplo de desenvolv ment; todava
sempre o mesmo em essencia, e em seus el-itos.
So o nivelamento das fortunas um fado de
iniqua e inconveniente poltica, nao o menos o
nivelamento das influencias pessoaes ; porque a
acquisico da fortuna, assim cerno a creaco da
preponderancia poltica teem por base a legitima
capacidade, quer nos dotps do espirito, quer as
vantagens da fortuna : e contrariar os factos da
natureza querer o que o homem nao pode, islo
, crear novas regras de direccao para a hnmani-
dade, cuja sabedoria consiste no aproveilamento
dessas regras eternas, que se revelam pelos factos
Como supprimir a influencia do homem de alto
engenho, e do proprietario abastado.
0 governo s o consegue pela violencia e abuso
da forca. E o que vemos praticamenie no nosso
paiz, quando o governo desalb-nde consideracao
das pessoas, e mandando para as provincias ho-
mens destituidos de idoneidad*, os encarrega de
derrotar as chamadas influencias provinciaes e lo-
caes, e passar a rasoura que tudo iguala.
Assim aconselhava Tarqumio Soberbo ao filho.
que procedesse em Gabias : supprimir os obstcu-
los pela morte dos cidados notaveis e construir-
se tyranno.
Nao evidente o perigode tal systema ? A de-
mocracia pede a igualdade, Oizem os pseodos ami-
gos da liberdade ; e em nome desta imploran) a
destruico ; em vez de pedirem a conservacio, c
forlificaco dos principios da vida social.
Nao sectario da liberdade, o que a aprega
era vozes, e fantsticos systemas ; mas aquelle que
a firma na realidade de principios razoaveis.
A natureza, quer no mundo physieo. quer no
moral, nao procede de salto : tudo iaz gradaiiva-
tnente. era sobe, nem desee de repente. Ha urna
coocatenaro as suas obras, que maravilha o nos-
so fraco entendimento, e o confunde na contempla
Cao da sua portentosa ordem de rousas. Ahi deve
raos ver o archetypo das oossas acedes.
Por tal forma ella procede na disposico de soas
obras, que de urna e outra serie de cousas pasa-
n os sem nos aperceber do ponto aoode urna ara
ha, e a outra principia. E'assim que as disposi-
roes da creaco, nem os sabios han de descriminar
aonde termina a ordem das formaedes brolns t-
inertes, e comeca a serie dos entes animados: nem
qual o ultimo elo da cadeia vegetal, e o primevo
annel da existencia animal.
Aprendamos da natureza essa ordem regalar do
msensiveis iransaccoes : nao contrastemos a har-
mona natural das maraviihas da creaco.
Se, pois, assim tndo no mundo, nao demnos-
na sociedade apresentar regra ditersa ; e, notan-
do a sociedade, crear um poder immenso e respi-
no levantado sem apoto alm do seu propn eso.
Formulado o poder mooarehico, como sabiamen-
te temos estabelecido, convem cerca-lo de forras,
que a sustentem, e nao deixa-lo crescer desmedida-
mente, conslituindo o corno social um monstro.
como esses seres humanos, qu" apresentam de-me-
dida cabeca, a quaL avolumada peta encefalites.
nao se pode susler sobre o corpo frgil e rachi-
tico.
Assim cono o gigantesco carvalho nao se ergue
Isolado as campias porqoe all o vendaval o der-
ribara em seas impetos, mas sim no meio das flo-
restas, aoode arvores menos elevadas, porm ro-
bustas e froedosas, o amparara, quando sepra o lu-
fo que passa sem imprimir todo o seu vigor no
colosso os bosqnes, ajfim tambem 0*5 sociedade >

lll f-*~
1% #11


IHBMHI
^Hi
.-!
Diarlo de -Pernanabuco Terca felra t% de Janeiro de t 8S-

de rgimen monarchico deve o principe nao e*por-
se s6 a violencia das paixes, mas antes deve ro-
dear-se de entidades, que o anleparem, e nos mo-
mentos da ertee conjunctos receban a lacla dos
vendavaes polticos, que passaro, deixando sem-
pre sobraneelra a egregia cbega, que nem por se
eercar d'esses naturaes auxiliares deixa de ser
menos magestosa, nem menee respeilada.
Em taes casos o che da uacao adqalre vigor
novo, porque Iodos o coBsteram amigo, coadju-
tor na obra rommum da sal vacio.
O homem so de Deus recebe o beneficio como
dlspens&co de greca : dos demais homens s o
recebe complceme como acto de justica.
E' preciso, pois, para beneficiar os honens, nao
erguer poder oa sociedad*, que pareca iuipor o
bein por suas desmedidas forgas antes convem
conceder a inlervencao da vontade de todos, anda
que remota.
Fallando deste modo, temos a intima conyiccao
da necessidade, em que estaraos de modificar o
systeina, que emerjamos nos actos do governo
supremo, a partirde alguns anuos para ca.
Medite no que so vai realisando.
At eerta poca vimos, qoe levantavam-se poi"
toda a parte no imperio homens importantes, de
quem o governo com proveito da causa publica lan-
cava mo em casos inomeoto.-os, e cujos servidos o
pair sempre galardoou com o seu justo e hooroso
conceito.
Hojo vemos, samirem-se esses nomesconbecidas bo
paii : nenhum de novo se levanta, porque o nive-
lamento o nao consente. A fileira dos nossos es-
tadistas se rarefaz e j poucos vultos se destinguem;
o tenipo roai os vai levando sem deixar substitu-
tos. Esses imponentes vultos se crearam na mi-
noridade, e logo depois, sem que
instiluicoes livres, nem soffressem
governo
---------
sob a direcrao das Revds. raouchinhos rom o no-
me de Ptqnene seminaria episcopal, una casa do
edueacao, ase nao leo urna seccao do scmi-
aario da dloeeso aberto em 18)6, o no qoal sere-
cebem alomaos de tod a idade o sera disimce^ao
aljruma de vocacao.
Conta actualmente este importante estabeleci-
mento crea de dtenlos alumnos, que se appli-
am ao estado de preparatorias. elle eosinam--
e as seguimos materias sob as condicoes abaixoi
Aulas principis.
Philosophia (2 annos)
Fheiork-a.
1* aula de latim.
2' dita de latim.
3* dita de latim.
4* dita de liagua nacional. -
Aulas especiis.
Geometra, physica, astrooomia, historia da ida-
de media e moderna.
Mathemalica, historia romana, francez, inglcz e
grega
Historia amiga, geographia, francei.
Historia universal, geoxrapbia, arithmetica.
Historia patria, geogTapbia, arithmetica o msi-
ca vocal.
Geographia, historia sagrada.
Os alumnos que nao se destinara alguma car-
reira Iliteraria, podem, pedido dos pais, ser dis-
pensados das aolas principaes, e frequentar somon-
te os cursos especiaes, que Ihes conv'erem, como
francez, geographia, arithucetica, etc.
O anno lectivo abre-se a___.de.......e acaba
a.... de
Durante esse lempo os alumnos nao sahem da
car-a, sem ser acompanhados, e sem verdadeira ne-
perigassem as I cessidaile. Nao se permitte ir passear na cidade,
as regalas do | ou passar o dia em casa de correspondentes, nem
mesmo a pedido dos pais. E' facultativo passar as
A nossa socedade actual representa a figura de ferias no seminario, porm nesse lempo as aulas
um sereno lago, sobre cuja lmpida face est so- esto fechadas.
branceira mo, qoe snbroerge quanta cabeca vai Aflm de que os pais eslejam sempre am dia com
assomando, de maoeira que ningueni passa do per- o esdo de seus lllnos, recuberao cada tres mezes
feito nivel das aguas; e assim nao podemos como o nra boletim assigoado pelo reltor e o mostr res-
Cysne Mantuano dizer, que entre nos alguem se peclivo, dando iaformicfles exactas sobre seu com-
ergue: No: ludo rasteiro; s um vulto domina e son estudo.
apparece. | Condicoes.
Convm esse summo poder na socedade 7 Nao Todo o alumno deve trazer sua certidao de bap-
haver perigopara ambos; isto ,para o supremo tismo, e sendo maior de 16annos um attestado de
poder, e para asocidadeT bom coraportamenlo passado pelo vigarlo do lugar
Cremos que sim ; e n'ura paiz monarchico, aon- de seu ultimo domicilio. ,
de a snppresso da le dos morgados anniquila as A mensalidade de 243000, e paga-se um anno
fortunas, nao deve o governo esforcar-se com sof- adianlado. Se o alumno sahir antes de acabar o
freguido em abater as influencias benignas, que semestre, se Ihe restituir o 2o por inteiro.
se lirmam na riqueza en no talento. As despezas de doencas licam cargo da casa.
Sao naturaes elementos de torca para a mages- A lavagem da roupa Oca por conta dos pais. A ca-
tade e seguranca do throno. | sa se encarrega desse mister medante a quantia
Insistimos na idea da nossa magestosa omao: e de 2*;000 por anno. Os pais devem alm disto
por hM) ciosos dessa ida, nos affligimos sempre, deixar ni mao do re:tor urna quantia proporcional
que observamos symptomas, ou germens de ideas, as despezas que seus filhos liverem da fazer du-
que possam contrariar to momentoso faci. rante o anno, em livros, papel e outros objectos
Cultivemos com esmero a nossa esperancosa que por ordera sua, a casa tiver de Ihes fornecer.
uniao. Hrraando-a no mteresse de todas as partes Para evitar as despezas surperfluas, os bitheles
componentes : e como governo o principal pro-; dos alumaos aos seus correspondentes irao sempre
motor desses interesses reciprocos, nunca soper-'. assignados pelo padre mestre procurador,
fluo chamar rom eficacia asna seria attencaopara O uniforme consiste era urna sobrecasaca, cha-
tio m|K>rtante motivo. peo de copa alta, grvala, collete o caiga prelos.
Repelimos, que urna das cousas, que omito nos' Devem trazer alm disto toda a roupa de corno
impresiona por cansar geral descontentamente, e de cama suficiente para um anno ; um colxae,
o desacert da nomeaco dos presidentes; por baca e jarro, um copo de metal, e emfim todos os
que v-se cora isso que o governo moslra, ou nao j objectos de uso pessoal.
dar ponderado cousas de tanta monta, oa nao j Na manha de hontem foi preso Manoel Ma-
ligar jnipoiunca aprovincias. | ria da Silva, porluguez, no lugar de Santo Ama-
A autondado a lei fallando : e quando vemos ro, do qual tomou o respectivo inspector de qaar-
ura orgao incapaz e defeltuoso, nao podemos espe-' teiro nm puuhal, urna pistola de espoleta e um ca-
perar, que a le seja devidamenle expressada. i labrte.
Assim quando nos mandam presidentes sera con- O fado da prisao leve lugar e foi a mesma rea-
caito firmado, a sem aptldo reenoheeida, nao li- Tusada por pessoas do povo, vislo ter Silva descar-
lo inspirar nos povos essa ceolianca de criterio' regado tres pancadas com o calabrote em Joaquim
de Oliveira Mello, que repellio a seu aggressor
rom o chapeo de sol, poden lo evitar novas bor-
doadas, o que Ihe ia sendo fatal ; pois Silva lancnu
eicita a obediencia voluntaria e ef-
e justica, que
ficaz.
Nao fallamos sem fados, que presenciamos, e
fundamentara s nossas assersoes.
E' de nossos das, hodierno o espectculo, que
tivemns aesia provincia.
Anda sent se o calor da cadeira, de onde
se ievantou um delegado do imperador, cuja
capacidade governativa deu-nos o triste e la-
mentavel exemplo de vermos o nom da autorida-
de em raaos de um, a o poder das decisoes e das
ordens em mos de outros, que todos julgamos im-
proprios de governar-nos.
mo da pistola e engailihando-a apunta a mesma
contra Oliveira que, pode anda como chapeo de
sol, fazer inutilisar a arma existente em poder de
seu aggressor, porque acerlou felizmente a panca-
da na mo que mpunhava o instrumento mort-
fero.
A nao ser a hora em que foi Oliveira aggredi-
do, leria elle succumbido -. visto como rauilo tempo
ha Silva resolver offende-lo ; pois quera, segun-
do declarou, vlngar-se de Oliveira, por ter este
Pernambuco nao poda ser governado por um i querido faze-lo casar com urna moca em condicoes
conselho privado, que em palacio dictava determi-1 desfavoraveis, o que tomara Silva com urna af-
nacoes.annunciando-secoma aniecedenciaquanlose i fronta a sua honra.
faria : mas o fado deu-se e ineficazes se ergueram | Conta que Silva em das do anno passado fora
brades incessantes.
Se na forma hava desacert, no essencial o havia !
tambein; para o que mostr algum nesses lempos
mais prximos nm acto presidencial de interesse
1 chamado a delegecia e ah reprehendido porque
a elle foi attribuida a apparico de cartas anony-
publico, que excite o louvor.
Nao o sabemos; e por certo ninguem o apon
tara.
E* contra tal norma de proceder, que cumpre
despertar a ailenco, o zelo e os cuidados de quem
vela pela sociedade brasileira.
Tenha a imprensa valor, e cumpra o seu dever ;
porque do cumplimento do dever individual,que guezia da
resulla o concert geral, sob o qual nicamente po-! 'iS|il!
de marchar desassombrada a naco.
E lempo de iiidifferentismof Cremos que nao.
Attenda-se para o nosso esiado interno, veja-se o
desencadeiamento dos nossos negocios externos, e
eouhecer-se-ha, que necessitamos de despertar o
patriotismo dos cidadaos, e a solicitude do go-
verno.
mas em casa de Oliveira.
Hoje se extrahir a 2* parte da 1" lotera do
hospital Pedro II para canalisagao d'agua e gaz
(l1), sendo o maior premio 6:0004000.
Hontem enlrou em exercicio o Sr. Dr. Eduar-
do Augusto Pinto d'Olivcira do lugar de juz mu-
nicipal e de orphaos do termo de Oliuda, para o
que fra nomeado ltimamente.
Lista dos haptisados e casamentos da fre-
Ila-Vista, no mez de dezembro de
PERNAMRUCO.
REVISTA DliKU.
Devendo S. A. I. a Sra. D. Izabel cora seu au-
gusto esposo o >r. conde d'Eu desembarcar nesta
cidade, por occasio de sua prxima viagem de
rerreio a Europa, tem de fazer as honras aos au-
gustos visitantes urna brigada ao mando do Sr. co-
ronel Hygioo Jos Collio.
Compoe-se essa brigada dos batalhoes da guarda
nacional desla capital e de um parque de arliiha-
ria de quatro boceas de fogo; a qual ao desembar-
que e embarque d'aquelles principes estar posta-
da em liuha no Campo das Princezas.
A guarda de honra prestada pelo 9a batalho
de infamara; e a companha de cavallaria, que
formar a dueita da brigada, constituir o pique-
te de honra para acompanhar S. S. A. A. se digna-
rem-se percorrer a cidade e seus suburbios.
Ao sigoal telegraphico do vapor inglez ao sul, a
fortaleza do linn dar o aviso com tres tiros de
canhao com intervalios de minuto de um outro;
e tanto esta fortaleza como a do Buraco salvarao
com 21 tiros ao demandar a barra a galeota que
conduzr S. -. A. A.; o que far tambera o parque
de ariilharia ao apreximar-se a mesma galeota da
rampa de desembarque.
Iguaes ceremonias sarao repetidas ao embarque
de S. S. A. A.
No dia 7 do corrente foi empossada a nova
cmara municipal desta cidade, e ero proveito do
municipio desejamos que cumpra satisfactoriamen-
te o seu mandato.
Dirigem-nos o seguinte :
Srs. redactores da Revista Diari*.Rogo-lhos a
puhlicaco da segrate missiva, aa saa Revista,
por ser a parle mais lula do seu apreciavel Diario.
O quintal da casa n. 7 da ra da Capunga, foi
assaliado, morando ahi o Sr. Pregutea; levaram
at vasos com era vai ros etc. O dono da casa n.
13, vio amanhecer morto de veneno o seu cachor-
ro, alim de I lie furtarem as gailinhas; da casa i).
1S furtaram uas poucos de cocos e galinhas, mo-
rando ali o Sr. Goocalves Torres ; a mielia cosi-
oha eslavsm-na desiei/iando no dia 23 d'outobro,
aoe gritos da Sra. B. Maria Francisoa da Coneei-
oQu-iiO'ze, desist i ara da emureza.
Mo da 26 de dezembro prximo passado re-
peiiram a mesma manobra em outro lugar do te-
Ihado, o que sendo por mira presentido, Ihes man-
dei tre tiros; havendo os gatunos em outras Gi-
les, levado por oezes uvas, laranja6, gererouns;
para dormir descaneado, vie otirigado, a amar-
rar as 3 eseadas de mo do neo do cio, com ama
corrate e eadeado; abrir algans fossos, nos qaaes
coloquei eeoto* de sovellas de eorreeiro envenena-
das, a eravadas em laboas, a na direceao dos lu-
gares mais fraseos, por algumas armas do espole-
ta, com habas prezas aos gatillios, carrejadas
coro bastante chumbo grosso e aJgumas balas.
Como o nasso cilio fe.ix.ada d muro, jnlgo-
me cora direito de assim praticar.
Sirva Ate de avi>o aos asfaltantes, e de pre-
venir ilustres autoridades policiaes sobre os
desastres que possam sobrevir, visto que nao
periwtkdo saltar moros, nem destelbar acasade
quem quer dormir tosugs
Seu consnte leitor e assigaaate.* >
< Ha aigiras annos esubeleeMa em- S. Paulo,
Manoel, branco, filho lesitimo de Angelo de Freitas
e Anna Antonia de Freitas.
Annunciada, branca, filha legitima de Umbelino
Ferreira do Nascimento e Antonia Raymunda
Ferreira.
Amelia, branca, filha legitima de Joao Baptistas
Fernandes e Hermenegilda Soares da C-
mara.
Joo, pardo, filho legitimo de Jos Mendes do Reg
e Besa Maria da Concego.
Martiniano, branco, filho legtimo da Francisco
Xavier da Cruz e Josefina Maria dos Pra-
zeres.
Alfredo, branco, filho legitimo de Antonio Annes
Vieira e Francisca Vieira Lopes.
Leopoldina, parda, filha legitima de Felippe Santia-
go e Guilhermina de Paiva.
Augusto, pardo, filho natural de Thereza, escrava.
Bosa, branca, filha natural de Francisca Maria da
Conceico.
Pedro, branco, filho legitimo do Dr. Manoel Joaquim
da Silveira e Hermina Amelia Guimares da
Silveira.
Maria, branca, filha legitima de Joaquim Adolfo
Pendra Guimares e Francisca Francelina Ca-
valcanle.
Maria. branca, filha legitima de Jacintho Manoel
da Ponte e Rosalina Pires Ponte.
Fjavia, branca, filha legitima de Joo de Fontes
Braga e Auna Maria do Rosario Braga.
Manoel, pardo, filho natural de Thereza, escrava.
Joanna. branca, filha legitima de Francisco Bibiano
de Goveia e Mana da Silva Cordeiro de Go-
veia.
Elvsa, branca, filha legitima de Jos Francisco de
Paula llamos e Amalia Forreira de Paula Ba-
mos.
Olivia, branca, filha legitima de Jo; Muniz de
Alnieula e Josepha Supina Almeida.
Olympia, branca, filha legitima de Franklin Clima-
co Pereira de Souza e Bomualda Joaquina de
Mello.
Adolfa, parda, filha natural de Josepha, escrava.
Joo, pardo, filho legitimo de Jos Amonio das
Mercs e Maria Senhorioha das Merces.
Henedna, pardt, filha legitima de Henrique Flix
de Dacia e Vicencia Alves de Dara.
Joanna, parda, filha natural de Martiniana Maria
da Coacoieao.
Jos, branco. ti i rio legitimo de Jos Joaquim llamos
e Silva, Maria do Rosario Marques Ramos.
Edeltrades, parda, filha natural de Christina, es-
crava.
Eugenia, parda, filha legitima de Oreherio da Silva
e Joanna Mara da Conceico.
Emilio, branco, filho legitimo de Joaqnim do Car-
ino Fernandos e Leopoldina Amelia da Fon-
cera.
Isabel, branca, filha legitima de Porfirio Antonio
Fernandes e Engrana Maria.
Anna, branca, lidia legtima de Candido da Costa
Dourado e Francisca Maria Cavaleante.
Hereulana, branca, filha legitima de Guilliermino
de Albuquerque Martin* Pereira e Theodolinda
Jaceme Martins Pereira.
Anna, parda, filha legitima de Jo Antobio Rodri-
gues e Luiza Maria da Conceico.
Antonio, pardo, filho legitimo de Mariano Pereira
Branco e Jaciatha Candida de Mello.
Maria, parda, lilha legitima de Angelo de Oliveira
Custodio e .enhorioha Thomazia da Visf-
taco.
Francisco, branco, filho legitimo de Francisco Joa-
quim de Mello Tavares e Mana Soares de Mello
Tavares.
Eduardo, branco, filho legitimo de Francolino Do-
mingues da Silva e Anna Argemira de Oliveira
Silva.
Ialina, parda, filha natural de Josepha, escrava.
Zulmira, parda, lllha natural de Francelino de
Souza Barros e Maria Joaquina da Concei-
co.
Mara, branca, filha legitima da Joio Bernardo
N.civa de Figueiredo e Mana Joaquina da Con-
ceico.
Casamentes.
Jas da Costa Bispo com Rosa Marra Francisca,
brancos.
Dr. Jos Austregsillo Rodrigues Lima com Maria
Adelaide do Nascimento Peitosa, brancos
Jos Antonio de Miranda com Paulina Cicilia Co-
lon a I)ier, brancos.
Guilherme E*peer com Carolina Knot, brancos.
Eustaquio Zeferino da Silva Braga com Marta
salera Botelho, brancos.
Francisco de Paula Neves de Seixas com Julia De-
rotea llrunet Fachinethe, brancos.
Augusto Emiliano Falco com Isabel Alves Pereira
Simdes, brancos.
Candido Jos do Espirito- anto com Ignacia Maria
de Sant'Anna.
REfAIlTigAO oa polica.
Extracto das partes dos das 8 e 9 de Janeiro de
1865.
Foram recolhldos casa de detenco no dia 7
do corrente :
A ordem do Illra. Sr. Dr. chefe de polica, Anto-
nio Gomes de Souza, Manoel Antonio Accioly, como
desertores; Jos Soares, Manoel Pires de Souza,
como recrutas; Manoel Ferreira da Silva, Raymun-
do, escravo de Francisco Xavier, como crimi-
nosos; Bellarmno Jos de Lima, como suspeilo de
ser criminoso; Joo Antonio de Sant'Anna, Jos
Felippe da Silva, Manoel Francisco Ferreira, e
Francisco Barbosa Camello, como coudemnados,
vindos do termo de Llmoeiro.
A ordem do Dr. delegado da capital, Manoel Jos
Pereira, para correccao.
A ordem do subdelegado do Recife, Celestino
do Nascimento, para correccao.
A ordem do da Boa-Vista'. Joaquim, escravo de
Joaquina Maria de Deus Marinbo Ferro, por in
fraeco de posturas.
- 8
A ordem do subdelegado de S. Jos, Manoel Joa-
quim Bella-Cruz, e Joao Jos Santiago, por embria-
guez.
A ordem do da rapunga, Ignacio Eleuttrie dos
Santos, para correego.
O chefe da 2* secgo,
J. G. de ilesquita.
Movi ment da casa de detenco do da T de
Janeiro de 1865.
20 1 c 1
Saturara ___, 8 1
402
A saber :
Naciooaes .... 332
Estrangeiros... 1
Malher...... 16
. Enrangeiras... 2 1
41 >
Bscravas...... 6 >
402
Alimentados a casta dos cofres pblicos.... 163
Movimento da casa de detengo no da 8 de
Janeiro de 1865.
Existan)..... 402 presos.
Entraran)..... 3
Sahiram...... 1
Existcra......
A saber :
Nacionaes.....
Mulheres......
Estrangeiros...
Estrangeira....
Escravos......
Escravas......
40*
334
5
16
2
41
6
404
Alimentados a castados cofresprovinciaes. 162
Movimento da enfermara do dia 8 de Janeiro
de 1865.
Tiveram baixa :
Jesuino Celestino da Cruz, febre.
Jos escravo de Joaquim Ferreira dos Sanios, feri-
mentos.
Teve alta :
Joao, escravo, sentenciado.
H I S
i i
i ?
3
PJ
W I
f | P S !
1 :
I : i :
>
O
O
I .

i* I I S
Masculino.

*l I
Feminino.
B
a
3
9
>
i
. I .
.Ifuscufino.
Feminino.
i i i
Masculino.
Feminino.
>
O
ao i |
-a
Masculino.

Feminino.
i'?
. I 2
Masculino.
Feminino.

I I
I h. | TOTAL.
I Sil
B
3
O
O.
os
ADVERTENQA.
Na totalidade dos doentes existem 125, sendo
72 homens e 53 mulhercs.
Foram visitadas as enfermaras estes das :
Pelo Dr. Ramos s 7,6 l|2,.b i|2, 6 l|i, 6 1|2,
6 i|2.
Pelo Dr. Sarment s 9 lii, 7 3|4, 9, 9, 9, 8
1|2, 9 3|4.
Falleceram :
Maria Jo* da Conceico ; bexigas conlluenles
Vicente Ferreira da Silva, epilepsia.
Maria Francisca de Lima, apopiexia.
>- Passageiros do biate brasileiro Exalacao
vindo do Aracaty : '
Antonio R. Padilha. Manoel Beraardino de Al-
meida e Antonio Barboza Carneiro.
Obituario do cemitkrio publico no da 7 de
JANEIRO de 1865.
Mara, Pernambuco, 6 dias. S. Jos, espasmo.
Vicente Ferreira da Silva, Pernambuco, 30 amos
casado, Boa-Vista, eplepsia.
Mara, Pernambuco, 2 dias, S. Jos, ignora-se.
Benjamn Peres de Albuquerque Maranho, Per-
nambuco, 34 annos, solleiro, Boa-Vista, febre
perniciosa.
Joo, frica, ^5 annos, solteiro, escravo, S. Jos,
hydropesia.
Ftorinda, Pernambuco, 3 annos, S. Jos, varilas.
Amonio Joaquim Goianna, Pernambuco, 22 annos,
solteiro, S. Jos, tubrculos pulmonares.
Bosa Alexaodrina Saralva Galvo, Pernambuco,
24 annos, casada, Afogados, escrfulas.
Rosa Mara Cesar Dnarie, Pernambuco, 68 annos,
viava, -16a-Vista, apopiexia fulminante.
: Maria, Pernambuco, 40 annos, soHeira, escrava,
gastrite cbronica.
8
Manoel da Conceieio Borges, Pernambuco, 47 an-
uos, casado, Boa-Vista, congefio cerebral.
Maria, Pernambuco, 1 hora, Recife, espasmo
Mara Francisca de Lima, Pernamboco, fiiannos,
viava, Ba-Visia, apopiexia.
PUBLIC1G5ES 1 PEDIDO.
wdeiite da prtvfncia e ao publico ; o que agora pe-
dimos aos senderes redactores, dar ao dito doc-
umento a pobltcidade em sea conceitaado jornal.
Illm. Sr. Dr. juz de direito da comarca.Diz o
cidado portoguez Manoel Jos Mendes Bastos, que
a bam de sea direito precisa que V. S. mande qoe
o eserivo Santos, a vista dos autes de aggravo que
correa poi este juizo, Ihe d por certidao a semien-
ta do Dr. juz municipal do termo que supprio o
consenlimento paterno relativo a sua lilha menor,
Maria 4a Natividade Rastos, no projectado consor-
cio coa o baeharel Jos Roberto da Cunha Saltes,
verbo adverbum : nestes termos pede a V. S. defe-
rimenla recebar merc.
D-se-llv, nao havendo inconveniente. Gara-
nhu, 24 de dezembro de 1864.Cerqueira Pinto.
FrancineaJes Cordeiro dos ante*, primetro tabet-
liao do judicial e notas, eserivo do crime e ci-
vel, e encarregarTo do residuo, n'esta vifta de Ga-
ranhuns provincia de Pernambuco, por sua ma-
gesiade o Sr. D. Pedro 0, que Dos guarde etc.
Certifico que revendo os autos de que traa a pe-
tico retro, n'elles a folhas 15 versse acha a sen-
tenca do iheor segninte :
Vistos esles autos etc. concedo a licenca reque-
rida e mando que se passe al vara, pagas as cusas.
O eserivo conserve em sesillo estes autos, segun-
do por lei reeommeadado, e intime a parte este
meu despacho, passando-se para isto mandado.
Garanhuns, 20 de dezembro de 1864.Fraocisco;
Antonio Canario de Azeved.
Em lempo certifico que a parte aggravou da pe-
ticao para o Dr. |uiz de direito da comarca, da sen-
tenca suppra.
E mais se nao continha cousa alguma que bem
e fielmente extrahi por certidao dos proprios autos
de supprimento de consentireento paterno, n'esta
villa de Garanhuns aos 24 dias do mez de dezem
bro de 1864.
Em f de verdade o tabeUiao Francisco Jos Cor-
deiro dos Santos.
Fastidias vermfugas de Hemp.
Cnancas atormentadas por vermes podem ser
aliviadas com urna s dosede pastilhas vermfugas
de Kemp, que sao incitantes em apparencia e deli-
ciosas de ma no seo rosto para serem rejeitadas.
Estas pastilhas sao amito procuradas por quatio
motivos; ellas nao contera mineraes, nao precisam
depois de purgante, effecluam o que se deseja sem
causar dor as eraneas esto prompts a tomar
mais do que a receita.
Nenhuma mae que ji as tenha experimentado
urna vez quer outro vermfugo na saa casa.
A venda por lodos os pri metros droguistas no
mperio e em Pernambuco por Caors & Barbosa e
iJ. da C. Bravo & C.
GOMMEEGIO.
Cotaedes oflciaes.
PIUCA DO RECIPE.
9 de Janeiro de 1865.
Cambios sobre Londres 90 div. 27 1|4 e 27
i|8d.por 1*008.
Cambio sobre Pars 90 djv. 3">0 rs. por frrnco.
Dubourcq Jnior, presidente.
Gu i maraes secretario.
Moto banco de Pernambm-o.
KM 4 DE JANftlBO DE 1865.
O banco descoma letras aa presente semana a
10 0/0 ae asno at o praso de quatro mezes e a
12 0/0 at o de seis mezes ; toma dinheiro a jaros
a praso nanea menor de tres mezes. e saca sobre a
praea da Babia.
Alfandega
Rendimentodo dala 7......... 133:142*808
Ideado dia 9................. 22.188*081
lo7:330*889
Hovlmento da alfandega
Velamos entrados com fazendas..
i com gneros... 324
Volantes sabidos
> >
com fazendas...
com gneros
64
443
324
507
Descarregam no dia lOdejaneirode 186o.
Barca inglezaVfaveletfannha de trigo.
Lugre inglezRothy -idem.
Patacho hamburguez ljs Hermanosidem.
Barca ingleza Tickler diversos gneros.
Brigue portuguezConstante Idiversos gneros.
Brigue inglezStand carvo de pedra.
linportaeae.
Patacho hamburguez Los Hermanos, entrado
de New-York, consignado a Saunders Brothers &
C, manifestou o segunde :
2,640 barricas fannha de trigo c 30 ditas em
duvida se exstem a bordo ; aos mesmo?.
Hiate nacional Santa Cruz, entrado do Aracaty,
consignado a C. C. da Cesta Moreira, manifesieu
o seguinte :
409 saceos com 2,288 arrobas e 19 libras de al-
godo, 4o saceos 180 arrobas de cera de carnau-
ba, 40 molhos com 1,000 esleirs de palha de dita,
e 200 saceos cora 31 arrobas e 3 libras de velas
de dita ; a ordem.
Hiale nacional Exhalacao, entrado do Aracaty,
consignado a Bemvindo Gurgel do Amaral mani-
festou o segninte :
77 saceos com 316 arrobas e 30 libras de algo-
do, 129 ditase 1 barrica com 319 arrobas de ce-
ra de carnauba, 106 canas com 106 arrobas de
velas de carnauba, l barrica com 4 arrobas de se-
bo, 481 meios de sola 2 volumes com 32 1|2 arro-
bas de pennas de ema ; a ordem.
itecebedoria de renuas Interna*
geraes de Pernambuco.
Rendimentododia 1 7......... 4.266&814
dem do da 9................. 469*o't8
4:736362
Consolado provincial.
Rendimento do dia 1 a 7........ 36:213*701
dem do dia 9................ 4:7W*7*
41:008*443
MOVIMENTO DO POETO.
Navtos entrados no da 9.
Aracaty9 dias, hiate brasileiro Sania Cruz, de
101 toneladas, capito Jos Victorino das Neves,
equipagem 10, carga algodo e outros gneros j
a C. C. da C Moreira.
Aracaty-8 dias, hiate brasileiro Exhalacao, de 37
toneladas, capito Trajano Antunes da Costa,
equipagem 6, carga algodo e outros gneros: a
Bernvindo G. do Amaral.
Cabo-Verde 13 dias, barca ingleza Saugeen, de
481 toneladas, capito fater Black, equipagem
14,em lastro; a ordem.
Navios sahidos no mesmo dia.
Bio-Grande do Salbarca nacional Norma, capi-
to Frederico Jos Prates, carga sal.
Rio-Grande do Nortehiate brasileiro Gigante, ca-
pito Manoel Caetano de Araujo, em lastro.
e fabricas, de 8 0|0"sobre consultorios mdicos e
eleurgieos, canarios e eserptorius. de 20 QjO sobre
estabelecimentos de eonrm/rcto em grosso e a re-
tablo, armazens da rscolber, a oa trapiches de
505 por casa de bilhar e modas, de 100* por casa
que vender reupa feita-noestrangerro, de compra
e-venda de escravos, da corretores commerciaes e j
agentes de leilo, de 1:000* sobre casas de opera-
edes bancaras com emisso e previlegios, de 600*
pelas ditas com emissoe sem previlegios, de 40*
peas ditas sem emisso, compaahias anonymas e
agencias, de 200* pelas casas de cambio, de 30*
pelos escravos empregados no servido de al varen-
gas, oe i* por tonelada de alvaresga e canois
abenas, de 20* por cada bote en saveiro, de 30*
por cada balieira, de 10* por escravo ganhador ou
empregado era servieo de transporte ou em arma-
zens, de 16* por eavallo de sella de alegue!, de
6* por eavallo particular, de S 0|0 pela venda de
capim e o imposto de carros, earroeas e mnibus,
e tambem o Io semestre do de 20 0|0 do consumo
de agurdente das freguezias desta cidade e dos
Afogados, S. Lourenco, Santo Amaro de Jaboato,
Muribeca e Varzea, ficando sujeitos a multa de 6
0|0 sobre os seus dbitos depois de lindo o dito
praso.
Mesa do consolado provincial de Pernambuco
7 de Janeiro de 186o.
Antonio Carneiro Machodo Ros.
O Iflm. Sr. Inspector da thesouraria de fa-
zeoda desta provincia, manda fazer publico a todos
os habitantes da mesma provincia, que em virtnde
da circular do tribunal do ihesouro n. 33 de 22 de
dezembro do anno passado, acha-se abena na
mesma thesouraria a substituirn das notas de
5*000 da 4.* estampa, e que em tempo convenien-
te se annnnclar o da em que deve principiar o
descont mensa! de 10 por rento no valor das no-
tas que al enlao nao Uverem sido substituidas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco, 7 de Janeiro de 1865.
Servmdo de official-maior
.Manoel lote Pinto.
O Illra. Sr. inspeelor da thesouraria de fa-
zenda manda fazer publico a todos os habitantes
desla provincia, que em virtude da circular do
thesooro n. 56 de 23 de deiembro do anno prxi-
mo pass*do, tica prorogado at o lira de abril fu-
turo o praso marcado para a sub.-tiluico das no-
las de 200*000 da 2.' e 3.' estampas, devendo co-
mecar do 1.a de maio em diante o descont na
forma da lei.
Secretaria da thesonraria de fazenda de Pernam-
buco, em 7 de Janeiro de 1865.
Semndo de official-maior
Manoel Jos Pinto.
Capitana Porto de Pernambuco 31 de dezem-
bro de 186-1.
Em vista das circumstancias melindrosas em
que se acha o paiz, sendo necessario que lodos os
brasileiros concorram para a susteniaco dos'bros
e dignidade naciooaes, comprometidos na guerra
com as repblicas do Uruguay e Paraguay, manda
o Illm. Sr. capito do Porto, em virtude do i,ue Ihe
foi reeommeodado por S. Exc. o Sr. ministro e se-
cretario de estado dos negocios da marinba, con-
vidar nao s aos matriculados, como a Iodos os
cidadaos que se qaeiram alistar na qualidade de
voluntarios para a armada, a se apreseuUrem nes-
ta capitana nos dias otis das 9 s 3 l|2Qhorasda
tarde.O secretario da capitana,
ecio de Aqaino Fonseca.
Conselho adnimslralho.
0 conselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra precisa comprar os objec.os
seguintes :
Para a eompanhia de artfices.
2 colheres de ferro.
1 dita grande.
2 caldeiras de ferro para 30 pracas.
1 copo de vidro.
2 enxadas.
2 espumadeiras.
1 garfo de ferro.
1 lavatorio com bacia e jarro.
paes de ferro.
1 prato de vidro para copo.
Har a fortaleza de Itamarac.
1 livro com 150 folhas para registro de offjcio
do quartel geneal.
Quera quizer vender taes arligos aprsente suas
proposlas em carta fechada na secretaria do conse-
lho administrativo, s 10 horas da manha do da
13 do corrente.
Sala das sessoesdo conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 9 de Janeiro
de 184.
Antonio Pedro de S Barreto,
coronel-presidente.
Sebastiao Antonio do Reg Barros,
vogal secretario interino.
Crrelo geral.
Pela administrarse do correio desta cidade se
faz publico que em virtude da conveuQo postal,
celebrada pelos governos brasileiro efrancez.se-
ro expedidas malas para Europa no dia 15 do
corrente pelo vapor inglez Magdalena. As cartas
sero recebidas at tres horas antes da que for
marcada para a sahida do vapor, e os jornaes at
quatro horas antes.
Administrado do correio de Pernambuco 10 de
Janeiro de 1865.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
AfISOS MARTIMOS.
COM AS MA.
DAS
MESSIGEIUES IMPERIALES
At o dia 14
do corrente es-
pera-se da Euro-
pa o vapor fran-
cez Gmenne, que
depois da demo-
ra do costume
segu i r para
Baha e Bio de
Janeiro.
Para freles, condiccoes e passagens Irata-se na
agencia ra do Trapiehe h. 9.
C0MPANHI1 PERNAMBLCANA

\avegti*o costeara a vapor.
ima de Fernando.
No dia 14 do corrente ao meio
dia sahir para o porto cima
Indicado am dos vapores desla
wmpanbia. Recebe carga somen-
_________al o dia 13; encommendas,
passaifeiros u dinheiro a frete at as 10 horas da
maihaa do dia da sabida : eseriptorio no Forte do
Mattos n. t._____________________________
COMPANHA PEKNAMBUCAiNA
M
Naregaeao cootetra a vapor.
Araeaj e escalas.
No da 14 do corrale as 5 o-
ras da tarde sahir para os portes
cima mencionados o vapor Pa-
, ahyba, commandante Martina.
_____ ^ Recebe carga somente al o dia
13 ; encommendas, passageiros e dinheiro a frele
at as 2 horase do dia da sahida : eseriptorio xo
Forte do Maltes n. 1._____________________
Rio de Janeiro*
O patacho nacional Capvan pretende srgnir at
o da 10 do correle, s recebe carga n.iuua es-
cravos a frete, para os quaes tem excellenlrs coa-
modos : trata-se com os seas consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo 4 C, no sen es-
eriptorio ra da Cruz a. 1.
Para o Para pretende seguir em pomos dias
o pa i ha bote Dout Amigos ; para pouca carga que
Ihe falta, trata se com os seas consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo A C./ no sea es-
cjiptorcio ra da Cruz n 1._____________^^^
Para o /lio de Janeiro
pretende segnir rom multa brevidade o Irigne es-
cuna Nao Sei, tem parte do sen rarrrgamento
prompto : para o resto que Ihe falla e escravos a
frele, para os quaes tem excedentes rcmmcdos,
trata-se cem os seus consignatarios Antonio Luix
de Oliveira Azevedo & C, no seu eseriptorio roa
pa Cruz n. 1.
Para a Bahia
Pretende seguir com brevidade a sumaca O/-
tencia, tem parte de seu carregamenlo primpio
para o resto que Ib- falta trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
(Si-C, no sea eseriptorioraa da Croz n. 1.
EDITiES.
O tenente Decio de Aquino Fonceca, jniz de paz
do primeiro distncto da freguezia da Boa Vista.
era virtude da ley, etc.
Faro sciente que as audiencias deste juizo, se-
ro dadas nos dias qnartas e sabbados de cada se-
mana, s 4 horas da larde em a easa de sua resi-
dencia raa da Imperatru n. 47, segando andar, e
quando esses dias forero santificados oo feriados
ser a audiencia no dia antecedente. Recite, 7 de
Janeiro de 186o. Eu Francisco de Barros Correia,
eserivo qne o escrevi.
DEC1AHAS0ES.
Ao publico.
Por circumstancias deixou de ser inserido no
Diario n. 301 de 31 de dezembro prximo passa-
do, o documento de qoe trata o conununicado de
Manoel Jos Mendes Bastos, a saa Exc. o Sr. pre-
Consulado provincial.
Peta mesa do censuado provincial se faz publi-
co que no dia 10 do crrante se principiara a coa-
tar os 30 dias otis marcados para; a cobranca
bocea do cofre do auno Bnanceiro vigente dos im-
posto* de 4 0|0*sobre casas em que se acharen)
esiabelecimenios de cooiraercie fora da cidade do
Recife, prensas de algodo, typograpsias, cochai-,
ras, botequins, notis, casas de pasto, ca val lrices
COMPANHA beasileika
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado des portos do sul
at odia 14 do corrente o vapor
Apa, commandante Carlos Anto-
nio Gomes, o qual depois da de-
mora do costume seguir para
os porros do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzr, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras : agenela, raa da Cruz n. 1, eseriptorio de An
ionio Luiz de Oliveira Azevedo fi C.
Para Lisboa
O veleiro e bem conhecido brigue portugus
Conceico ie Mara, capuo Januario Jo> de Oli-
veira, pretende seguir com mulla brevidade, ten
parte de seu carregamento prompio; para o resio
iue Iha falta trata-se com os seus ronsicnaiarics
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no sea es-
eriptorio ruada Crnzn. I.
Para Lisboa
pretenda sahir com a possivel brevidade o brigne
portugqez Relmpago, para o que tem grande par-
te da carga tratada : para o resto e passageiros, a
quem offereee aceiados commodos, traa sr nm o
consignatario T. de Aqaino Fonseca, ra do Viga
rio n. 19, primeiro andar. _______
Para Lisboa
sahir nestes dias o meito conhecido brigne por
tuguez Constante, de primeira marrha, par ter
prompto quasi todo o sen carregamento, recebo
anda alguma pouca carga qne Ihe falta, e passa-
geiros : iraia.se no eseriptorio de Manoel Ignacio
de Oliveira & Filho, largo do Corpo Sanio d. 1,
ou com o capito a bardo._________________
Porto por Lisboa.
Pretende segnir com brevidade a mnilo veleira
barca ponugueza Corea, por ter grande parla da
carga engajada, paro" o resto e passageiros aos J
quaes offereee os melhores commodos : trala-se
com o consignatario T. de Aquioo Konseca Junier
na travessa da Madre de Dos n. S, primeiro an-
dar, ou com o capito na praca.
LEILSES.
COMPANHA BRSILEIRA
DE
PAQUETES A TAP6R
Dos portos do norte i espera-
do at o da 21 do corrente o va-
por loranlins. commandante Pe-
dro Hypolho Duarte, o qual de-
_____'pois da demora do costume segui-
r para os portos do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzr, a qual devera
ser embarcada aa dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at diada sahida s 2
horas, agencia raa da Cruz n. 1, eseriptorio de
Antonio Luix de Oliveira Azevedo & C.
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir al o dia 12 do crrente a barea
Rto de Jantiro, s recebe escravos a frele e carga
miuda : tratase cora os seus consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seues-
crtptorio roa da Croz n. 1._______^^ _
Brigue Mrquez de Olinda.
Vende-se o brigue Majquez de Ottnda, surto
neste porto, onde pode ser examinado pelos pre-
| tendentes : trata-se no eseriptorio de Manoel Ig-
nacio de Oliveira & Filho, largo do Corpo Santo
n. 19. ___________________________
Para a Bahia pretende sahir em poneos dias
a veleira encuna Eiiaa, capito Belmiro Baptiita
da Souza, tem a maier parte da carga tratada, para
.o pouco que Ihe falla trata-se cora os consignata-
rios Palmeira & Bal trio, largo do Corpo Santo n. 4,
primeiro andar.
Lello de differentes objectos
de ehapelarla e dividas activa
da lo Ja de chapeos da raa da
< adela n. 46
MOJE.
0 agente Pinto far leilao a requerimento de
Joaquim Luiz Vieira e por despacho do Illm Sr.
Dr.juiz especial do commercio, de urna porcode
chapeos e objectos de chapelaria, assim romo as
dividas arlivas da extincta firma vinvaVieira AC,
ra da Cadea n. 46, onde se effeclnar a leilo s
10 horas do dia snpradilo, podendo os pretendentes
all examinaren! os ditos objectos, e em poder do
agente encontrarlo a relacio das dividas.
i.el <> de Importantes dividas.
Martins levar novamrnte a leilo por despacho
do Illm. Sr. Dr. jniz esjecial do commercio, as di-
vidas activas da marsa fallida de Joaquim Vieira
Coelho & C. na importancia de 81:66IJ324 rs.
sendo 50:58IA965 em conta de livro e 31:079359'
rs. em letras.
HOJE
Em sea eseriptorio ra da Cadeia do Recita n.
9. as II horas do dia.
Leilo de 3(> cal xas com cha da
India
Hoje 10 do corrente.
O agente Pestaa far leilo de 36 caixas com
superior cha da India chegado ltimamente eat
um ou mais lotes : terca-feira 10 do correnle pe-
las 10 horas da manha na porta do armazem de
Annes.
Leilo de leljo mu I atiabo.
Marline far leilo de 25 saceos com feijo mu-
latinho : na terca-feira 10 do crreme as 11 hora
no armazem do Annes defronte da alfandega.
i.eilo de carne seeea.
Quarta-feira 11 do corrente.
Manoel Ignacio da Oliveira & Filhos farao leiio
por conta o risco de quem pertencer de porco de
carne seca viuda do Rto Crande no patacho Via-
moi, ser vendida em ioles a vontade de 100 ar-
robas para cima a bordo do mesmo patacho:
qaaru-feira 11 do correte as 10 oras da ma-
nhaa.
Leilo de cognac.
Quinta-feira 12 do corrente s II horas.
No armazem do Annes detraate da perla da al-
fandega.
OLYMPIO
vender em leilo alguns barris com legitimo
cognac.
ATOOS BITOSOS.
Aos 6:000.1000.
Terfa-feira 17 do corrente mez, se ex-
trabir a pri me ira parto da qaarta lotera
(*) a beneficio da Sania Casa de Miseri-
cordia, no consistorio da igreja de Nossa
Senhora do Rosario da freguezia d e Sar.to
Antonia.
Os bilhetes, meios o qaartos esto a ven-
da aa respectiva thesouraria i ra do
Crespo n. 18.
Os premios dft6:00O#000 at 1QJO0O
serio pagos urna hora depois 4a exiracca
at as 4 horas da Wde, e es outros depois
da distribuicSo das listas.
As encommendas serSo guardadas so-
mente at a aoite da vespera da extraccao
como de costumo.
* O thesonreiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza
,
<
.
i
I
1
X S
\



T
Diarfe Je r ernaniniien Terea fefn i O de JWtfrg le f

GRANDE DEPOSITO DE PUOS
DE
5-RIJA IOVA- 25
Nossa Senhora do Monte de
Oliada.
S. Esc. Sr. D. abbade de S. Denlo, de awor lo
como abaixo assignado, deiiaram de azer a Tes-
ta d'aquella Senhora etn sua igreja, do da por
coslume marcado, em virtude de se achar era rui-
na a coberta da mesura igreja, c altares, visto sua!
antiguidade, a ponto de ameacar desabamento,
sendo concordes em o da 15 do corrate solemni-
sala com toda a decencia possivel com una missa
cantada, e ficando o mesmo templo aberto al a Tendo Hennque Vogeley Icado com a acreditada casa de pianos do Sr. Jaao Pedro Vogeley.
ooite, para os liis devotos, que o quizerem visi- sita na ra Nova n. 25, tem a honra de annanciar ao respeitavel publico que continua a dita casa
tar; e depois deste dia tratarem de arrear a velha eom o mesmo fin esperando o anunciante que merecer a mesma confianza que tirera seu ante-
eoberta, para ser substituida por outra, e, promp- eetsor.
ta que seja, S. Exc. o Sr. D. abbade designar o | Neste estabeleci ment encontrar o respeitavel publico um grande sortimento de pianos fran-
dia que deve ter lugar a fesia como de coslume ceiese allemaes dos melhores fabricantes da Europa, escolhido* especialmente para este clima pelo
com toda a pompa e esplendor. proprietario deste deposito entre os melhores e mais acreditados que stiveram na ultima exposigao
O abaixo assignado, antes desta concordata com universal em Landres.
S. Esc. o Sr. D. abbade, que (oi a 27 do prximo Os amadores deste instrumente sao rogados a virern apreciar as ball.-.s votes desles pianos c
passado mez, j havia a'presentado a eleigo dos admirar a sua excellente conslrucco nico aesla cidade.
juizes e juizas para saber qual suas esmolas; sen- No mesmo estabelecimeolo continua-se a alugar, afinar e concertar es pianos, Unte tu ciaJe
do-lhe declarado pelo Sr. juiz Joo Maria de Albn- come nos arrabaldes.
querque Oliveira 1003000, a Illma. Sra. juiza D.
Maria Felismioa do Reg Costa 50W00, a Illma.
Sra. jaita por devoeao D. Anna Izabel da Costa
1003000 e a Illma. Sra. escriva D. Francisca Ca-
rolina Pontes Tasse 6003000, cojas esmollas nao
entraram na despeza da robera da igreja; nsim
ficarao reservadas para a festa, tendo o abaixo as-
signado feito constar a S". Esc. o Sr. D. abbade as
referidas esmollas por elle obtidas, di veudo tirar
-deltas o quauto tr preciso para a* missa do dia
15.
Recife, 10 de Janeiro de 1865.
O juiz perpetuo
Manuel Kiz Viran.
WtmMWi WkWMwWw W&WSkw.
RA NOVA N.34 M
JOSEPH PRADINESl
ri'TILlSIRO
** tem a honra de prevenir as pessoas que S*
m tem qnalquer eoncerlo on a molar o era ^
I roaos delie toe venham os buscar ale o w
SI* fim de Janeiro, es que ficarera dessa dala
Bm sero vendidos para pagamento dos mes- jjjj
| fiios, nao se atindeosloa reclamacSo al- j<
R guma passado esse prazo. g^
um Approveila essa occasiao para avisar gjj
^B ao respeitavel publico, que elle tem para ^
venderos S
| AFIADORES 1
ti I e sua nvencao, pelo quaes obteve um>**
PRIVILEGIO DE 15 ANNOS
^ a sua superioridade sobre todos os que Sg
fBt appareceram at boje de sobre-mo- JR
Jig do provado pela estraeco que elles tem Jjtf
| no Rio de Janeiro, aonde sao muito apre- S
O abaiso assignado tendo em seu poder o li-
quido producto da venda feila em leilo da taber-
na sita na Capunpa, pertencenle ao ausente Jos
da Silva Stntos, pele aoscredores da mesma para
apresentarera seus ttulos no praso de oite dias, e
finio este proceder ae competente rateio. Recife
4 de Janeiro de 1865.
__________Francesco Alves Monteiro Jnior.
(Mercese uina ama sesea sem til lio para
casa de pouca familia ou hornera solleiro : na ra
de S. Bjm Jess das Creoulas n. 23.____________
Aviso.
A abaiso assignada, directora do collegio de
Santa rsula, previno aos pais de suas alumnas,
que os traba'hosdocoll'gioa seu cargo leras prin-
cipio no dia 16 do co rente.
rsula Alexandrina de Barres.
0 abiixo assignado deixou de ser caixtiro
do Sr. Antonio Marfira Lisboa desJe o dial do
crrante.Firmino Dias Correia.
Domingos Rodrigues de Aodrade saca sobre
a praca dirija-? a ra da Cruz n. 33.
Aiuga-se o 1 e 2o andar do sobrado da ra
do Arajj n. I. ou cada um de per si : a tratar
na ra da C.dea do Recife n. 62, primeiro andar.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar :
na ra Nova, luja n. 7.
O propietario responsaliilia-se pala ina excellente qualiaadt.
r
XAROPE DEPURATIVO
JLE GOX
BRMO-SULPHOvIODRADO
Este novo producto resultado de urna trplice conibinaco de tres mctalloides cujas proprie-
dades sio mu conhecidas, o Bromo, o Euxofre e o lodo, oceupa boje a primeira ordem de
entre todos os depurativos dos quaes 6 o mais poderoso.
As experiencias dos mdicos mais notaveis dos hospitacs de Paris, os senhores Cazenave,
Puche, Bazin, Blache, Guihout, Baroschet, Danet, Legroux, Vasse e Aubry, etc., demonstrarao
sua poderosa efficacia as afecccs seguientes :
Doraras dr prlle,
Darirus r borbitltaaa dr toda a especie,
Piaran murosas,
Obste-ueeoes lympkatlcM,
Paprlran,
Eseroftalas,
Abeesaos, postema*.
Cancros,
Ulceras,
Tiaha.
Escorbato,
Plan ou noubas (do Bmil ,
O Xarpe de Le Goux, de urna fcil digestao e de gosto delicioso, se emprega tambem
com muita vantagem e aconselhado pelo doutor Barthe, do hospital dos meninos, para as
criancas debis, escrofulosas e rachilicas ou sobre a influencia de um vicio hereditario, e mui
superior neste emprego ao oleo de figado de bacalho e aos xarpes depurativos e anti-escor-
buticos que se adminislravo at agora.
Beposiio geral, em Paris, na botica Boullay, membro da Academia imperial de Medicina de
Paris, official da Legio de Honra, e em todas as boticas de Franca e dos paizes estrangeiros.
Framborsla,
llumorCs trios,
lUirhlll-mo,
ophlhalwla eaerafulaaa e chreulra.
Tsica rsrrafulosa,
Affcrres sypbllltlcaa,
Elrphaatlasls dos Greros,
E todas as (tocin;as occasionadas por um vicio do
aangue, ej irotadas sem neuhum siiccesso pelas
preparatSes vegetaes, iodadas e o oleo de figado
de bacalho.
U
XAROPE D'ETHER
DE BOULLAY
boulor da Faculdadede Sciencias, membro da Academia imperial de Medicina,
Official da Leijiao de Honra,
Ra des Fosss-Montmartre, 17, Paris.
Esle xarpe composlo mais de vinlc annos pelo sabio lente Boullay, conslitue a mellior
maneira de administrar o Ether. He empregado com successo em todas as doencas que tiro sua
origem de um criiismo nervoso, como sao as :
Eamqneca,
\rvrnlisluM,
EMfinsnios,
\ tii<[iim de ervos,
l iTllgrna,
Sjncopcs,
r.nlmbroa de estomago,
IlllllgeKlOCB,
Convnlsrs.
Acresos bysterleaa c hypo-
rontlrlaros,
Clicas veolosas OU nervo-
sos, bepallcas Hatulcntas,
Acecssor de (ota e de i-licu-
niallamo.
Casos de rnvcncnjcmeuto,
ele, etc., etc.
Deposito geral, em Paris, na botica de Boullay, doutor em Sciencias, membro d.i Academia
imperial de Medicina de faris, official da Legio de Honra, ra des Fosss-Montmarlrc, 17, c
em todas as boticas de Franca e dos paizes estrangeiros.
ASTHMA ASTHMA ASTHMA
SUFFOCQO NERVOSA E OPPRESSO
nico remedio cfticaz para combattir estas molestias, acalmar um attaque d'asma e impedir a
volta 6 o Xarpe aromatice de Succino (mbar amarello) do Dr Danet. be6coberla inteiramente
recente, este novo producto se tem propagado com extrema rapidez gracas aos admiraveis resul-
tados que tem semprc produzido.
Deposito geral, na botica Chauveaud, 'l, ra do Comercio, Paris-Grencllc, e em todas as
boticas de Franca e do estrangeiro.
Veiieza do norte.
lili das GruM n. 39, confronte a tvpographia do
Diario de Fcrnanibueo.
Acha-se de novo nesli ra o botequim Veoea do na ra dos Martynos n. 1, na praia do Caldeirairo
Norte, o qual principiar a foruecer comedonas i 3. no largo da Paz n. 13, no Bu ca de ijuarla-feira 11 de Janeiro em diaute, lauto com muios commodos e sitio n. 124 : a tratar na
avuiso como par assiffn-ituras, com promptidao e ra dasCruzes n. 42, junto a lypographia.
aeeio. Tem na mesma para vender urna grande __________
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22,|em casa de Caros A Barbosa.
Casas para alugar Aos Srs pais de familia
Faz ver o abaixo assignado, professor da se-
gunda eadeira publica primaria da freguezia de
Santo Antonio do Recife, que os trabalhus lectivos
da escola a seu cargo comcenm no dia 7 do cor-
renle mez dejaneiro. O mesmo, devidamente ti-
armacio envidracada, sobre columnas torneadas I Antonio de Souza Uangel, mirador uo sitio tulado pela directora geral dos estudos, continua
a mo lerna, tu lo de amarallo, envernisada, que denominado do Tjque, cralilica razoavelmente a a Ieecionar na casa de sua residencia o latim e o
serve para qualquer esu'ieluriment). Na mesma quein pegar o seu escravo Francisco, (|ue se au- francez, e por casas particulares nao s cssas duas
precisa->e de um eserav> para todo o servirlo ex- senlou de casa no dia 1 do crrente. O referido linguas, mas ainda as primeiras lellras, ensinando
;rnodacasa. ________ escravo crioulo, d.t estatura baixa, de.-dentado e todas as materias que constituiam o exmelo se-
, de ps grossos em razao dos Bravos de que ha pa- cundo pro, e comprometindose a dar o alumno
>wm
deeido.
fallandoe ocrevendo o frann-z, assim elle esludc
Anda fgido o escravo Manuel, de idade de 30 a
4') annos, baixe, reforjado, de cor preta, porm
fulo, e tem 6 dedos em cada mao : quem dello
souher ou der noticia, dirija-se ao armazcm de
Jcaquim Antonio Pinto Serodio, ra do Brum, ou
ra do Trapiche n. 3C.
Jos Gomes Villar declara que o seu anmin-
cio publicado neste Diario dos dias 20 e 21 de de-
aembro prximo passado, chamando o Sr. Jos Fo
liciano Machado, que nao se entende com este se-
nhor ditos annuocios, que houve completo engao,
pois a pessoa a quem se referia o annuncio a
J.isc Fernandino Machado, e nao alose Feliciano
Machado, que por diversas vezes contrahio dbitos
com o annunciante, e sempre foi pontual em seus
pagamentos.
lastriic^o particular.
O abaixo assignado contina a Ieecionar latim e
francez no segundo andar da casa n. 32 da ra
do Qu.'imado. L E. H. Vianna. *>
- Precisase de um cozioheiro : na ra de
Ilortas n. lo.
para Portug
IVA
OSr. Antonio Jos Mirquos que morn na
ra do Padre Floriano n. 41, queira vir praca
da Independencia ns. 6 e 8 a negecio de seu lote-
resse, l
Jeaquim Jos de Sant'Anna liarros, com au-
la particular de instrurc.io primaria na ra da
Cruz n. 31, primeiro andar, participa nao s aos
films. Srs. pas de seos alumno-, como aorespeila- i
v.'i publico, que abre sua aula no dia 9 de Janeiro
corrale. ___^_______ ^______
Precisa-se de dous trabajadores de padaria
pai a o mato
n. 39. '
D-se costura da ponte
Floriano n. 26.
na ra do Padre
Jos Alfonso Serdeira subdito portuauez re- e lenha gosto. As pessoas que de seu presumo
tira-se para Portugal se quizerem utilisar podem procura-lo a ra da
' 'man. 23.
Jo.io Jos Rodrigues.
jB$ Precisa-se alugar um moleque : na rna das
; Larangeiras n. 10, hotel.
Precisa-se de mn raixeiro que enlenda |ra"
na cousa de pharmacia : na botica da ra do Ca"
bug n. 11._________________________________,
O preposio Jos Izidoro Martins icm o seu es-
criptono a ra da Cadeia n. 9, onde pode ser pro
curado das 9 horas da manhaa as 3 da tarde.
Ociaes de alfa ate, e coslureira.
Na ra da Cadeia do Recife n. 11 primeiro andar,
preciza-se de offlciaes de allaiale e coslureira.
Precisa-se de um criado no Gymnasio Pro-
vincial.
Corta-se e coze-se com perfeico para senho-
ras e mininas e principalmente para noivas, qual-
quer especie de costuras, por preco commodo :
ua ra Direita sobrado n. 4, segundo andar.
instrueco primarla.
Tertuliano Ernesto de Moraes Carvalho, proles-
sor de instrueco elementar, participa aos pais de
seus alumnos que sua aula achar-se-ha abena no
dia 7 de Janeiro, na ra de Hurtas sobrado n. 106.
Aluga-se o primeiro e segundo andares da
casa da ruado Nogueira n. 19; para ver a chaves j
acha-se na mao do morador da loja da mesma ea-
sa, e para tratar na ra da Cadeia n. 26, esquina
do Boceo Largo eseriptorio^_____________
0 padre Joaquim Mancio Maciel avisa aos
'rs. paes de seus alumnos o a quem mais oon-
vier, que jase acha aheria a sua aula de latim na
mesma casa da ra Nova n. 65, segundo andar.
Francisco Pinto Ozono contina a col-
locar dentes artiQciaes tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquera a vonlade de seus dones, tem pos
e outras prepararles as mais acreditadas
para conservarlo da bocea.

- Aluga se a casa da rin do Tambia n. 30, as
a tratar na padaria da ra Imperial chavesesto na praca da Bit Vista n. 10 e trata-
se na ra de S. Tbe'reza n. 38.
Joao Manoel da Veiga e Seixas, subdito por-
inuner, retira-se para Europa com sua familia,
-constante de sna nralher I). Maria Sophia dos San-;
(es Saxes e Seixas e cinco tilhos menores.
SOCreDADE-DRAWATICA-PARTICULAR~ I
TULL PERNAMBLCANA
De ordem do Iltra. Sr. presidente do censelho
administrativo desta sociedade, faco scientea todos
os .rs. socios installadores, que nao tendo compa-
recido numero sufflciente de socios para que po-
desse ter lugar a sessao de assembla geral an-
nunciada para 8 do cor rente, foi esta transferida
para o dia 15 deste mez, a 10 horas da manhaa,
aa s le da sociedade. Novamente srieniitlro aos
a
* 3
8
t r.* x
o
|1
? 5
"-y 9
a o
3
9
l %
p s S"
g I
S 2 & I 3
5 1:3
1 O. id
9>
!
Consultorio medico-ebirurgiro na roa larga de Re-
sane ii. 20.
O Dr. loao Ferreira da Silva regressando sua
marinos senhores socios que de coaformidade com casa, contina em o exerclcie de sua proflssao,
o paragrapho nico do artigo 51 dos respectivos n? 50 na P^'e medica como lambem na chirur-
cstatutos, s poderao volar e serem volados na 'ca-
froxima eleicao-do conselho administrativo, qoe ---------------------------------------------------___
ter lugar na referida sessao, aquel les senhores fTVT fl^Pr1 4 \ RRAW
so -ios que^ se acbarem completamente quites com Li\j\Jt\. \J DIW 1 w u
a sociedade. i Remedio infallivel contra as gnorrbeas
Secretoria da socieiade dramtica particular antigs t recentes, unice de0St0 rabo-
Tb^iaPernambucana^em 0 dejaneiro de 1865. _ica franceza) rua da Cruz n_ 22 pre.
_________________Io secretario. C ^w
Mara d'Assumpci d'Andrade Luna, pro-. Precisa-se alugar urna ama forra ou escrava
fe-sora de instruegao primaria d terceira eadeira que saibr. cozinhar : na rua da Cruz, sobrado n.
de S. Antonio, faz saber a qaem convur que tem 6i, segundo an lar. Na mesma casa alagase nhia
ab.rio a sua aula rua di Florentina n. 6. escrava boa quitanleira.
Precisa-se de um eopeiro : na rua da Au-
rora n. 50._________________________ _____
relator.
Precisase de um homem para tratar de um pe-
queo sitio : a fallar na Capunga nova, ultima
casa uo porto-do Jacobina.
Precisa-se alugar urna preta ou preto para
carregar fazendas : na rua do Hospicio o. 62.
Arrenda se um sitio no Jacar, estrada d'A-
gua-Fria, com casa de pedra .-. cal nliimamenle
construida, com bastantes arvores de differenles
fructas : a tratar com o solicitador Barroso, rua
da Concordia n. 34.
Fupio no dia 8 do corrente, um escravo d
Borne Jos com os signaes seguuiles : cabra es-
curo, estatura baixa, cheio do eor^o, ps largos e
quando amia faz um yeito as per as para dentro,
tem pouca barba, cabello carapinbo e lem urna si-
catnz bem vislvel em um lado do qneiio, levou
vestido calca de brim meio brauco de quadrinhos,
camisa branca, chapeo do Chili de copa alta e le-
vou mais urna Irxaconleodo urna calca de brim
escuro e outra do algodo nscado. urna camina
branca, urna de chita ja velha e rasgada, ino es-
cravo foi comprado o Sr. cai)itao Silvino Guilber-
ine de Barros junto com mitro e este senhor os
havia comprado ao r. Joo Cabral de Naznrelh,
por isso de suppor que tenha seguido para esse
lugar.: portanto pede se a captura do mesmo e le-
ve-o a seu senhor na rua da linperatru reunaga
n. 46, que so gratificara gonerosarueute.
INJECTION BROU
PERFUMARA medica hygienica
De J.-P. LAROZE, qumico, pharmaceutico do la Escola especial de Parle.
Kalaa producto ato o resultado da aplicacls das tais da higiene i parfusseria, ana M ergse
toraue pharmacia da balltia, encarregada de prov*r hygieue da prlle, dos cabellos, dosdeates,
rgass tan inportantea; tullo evita e dastro* as causas das iion.;ai |ue sua i rian mais vclba,
i aharmacii propriameate chamada, tem aae curar.
olio DB aVBLA rBRroMADO pin riniadiu a
duesa dos cabtllos a aaa atona, o vidro. 2 *>.
aia ara enrar Hmdiattnante ai
danta os rsTas do dostoa; o vitro 1 ir. 25
pa DSMTnrniciOB cok db bosa asm base da
HacMoaia, para nraiiqiuar e conservar os denles-;
sidr...........1 fr. as
OPUT* DESTiraicnO para rortiRcar u gingivas
afilar as nevralgias dnUrias; o sote 1 fr. 50
oatto BsrrAsUO para tratar ea dentea
cahadsa antea do cBumbaasento, e avilar os ab-
ceasos e dores; o vidro com o instrumento a fr.
AODA ledcodermiha, para conjerrar a frescura
funecoes da palle ; o vidro S fr.
SMarra BB am% rectificado, ooaplemento
do aeeio da bocea desaois de comer; e vidro 1 fr. 25
BABO LBBUT1VO MEDICINAL, de vieleU, amendoa
amarga, bouqaat, o pa.......2 fr.
UBB uaio uamro medicinal de
Semas da evos, para avalar as feadas, frieiras e
oeacaa de potle, dv violeta, de bouquel; o pie 2 fr.
SREME DB lASSO LEH1TIVO MXDIC1SAL en
pa. Ella especial para a barba, o acae das
aaakeru a daa criancas, o vidro.....2 fr.
AOCA LtraTRAl. para conservar a aabelleiar os
caaeUoa, a foniSear aaaa raizas, o vidro. S fr.
Depositas en cada cidade, era cata dos pharmaceucos, perfumistas, canalleireires, negoeiantes da
anodas de faiandas. Varejo: Pharmacia Laioze, ru Ncuve-dcs-l'ets-Cliamp. 16.
tipacticoes: em caza de J.-P. Lapioze, rae dea Lions-Saint-Paul, u* i, em Paria.
!t i -" I ii>t:i ti ti- > 'M linlwa f|-;m-fl :,
VIKAORI BB TOILETTE BPBBIOH pela laa
suaviJade e sua aacSo refrescanu, e vidro. 1 fr.
COLD CREAM SUPERIOR para conjervar a petie
ciara, fresca, e diaphaaa, e evitar es mos effeites
do uso das corea, e pota......1 Ir 51
ACOA COLOCHA 8BPBRJOR, mbar; permanencia de seu perfume o fas bascar
para a loaadar, baaos geraee e loeaea, o vidro 1 fr.
PAST1LHAS OBEWTABS do Dr. Paul Cierne!,
Eara tirar o chaire o tabaco a pera modificar os
allitos fortes; 1 a 2 fr. a a na.
AGUA DB I-LORES DB ALFAXEMA, cosmtico
bascado para tirar as ccmichOcs, forlifliar e re-
frescar cenes orgSos, e vidro.....| fr. 25
I8PDUTO DB HOBTBLAB tOPERFINO. HH. o
aperfeieeamento inaispenaavel do aceio da bocea
depots de comer, o vidro. 1 fr. 25
POMMADA conservadora da quinina pura
para fortificar oa cabellos, os aabelleiar a evitar
o ancanecimeato prematuro, o pele.. 3 fr.
\.
XAROPE
DE CASCAS de LAR AN JAS AMARGAS
de J. P LAROZE, Chimico,
MAaaACIBTICO da escola superior BB PARII.
Este xarpe, regularisando as funecoes do estomago e intestinos, destroe cssas
iedisposicoes preteiformes, c faz abonar as molestias de rrae sSo indieios precurso-
res. Mdicos e doentes tem rcconhecio' que restabelecc as indigestocs, fazendo
dsapparccer os pesos de estomago, que calma as enxaqnecat, espasmos, a eaimbras,
?ae sao resallado de digestes penosas. Seu gosto agradavel e a acilidade com quo
! suporta, o tem fcito adoptar como especifico infallivel das doencas nervosas,
gastritis, gastralgias, clicas de estomago e de enlranhas, palpitacOes, dores de
txracao, vmitos nervosos; sua aeco sobre as funecoes assimiladoras tal, que os
mdicos mais Ilustres o tem adoptado por rescipiente real dos dous primeiros
agente therapeulicos: o Iodureto de Potassa e o Prolo-Iodurelo de ferro, tendo
Observado que dcbaixo de soa influencia, o primeiro perde sua acco irritante, e o
segundo seu effeito adstringentc.
XAROPE DEPURATIVO
De cuca* de laranjas amargas com Ia-
ureto da potassa.
| O iodurela de potassa, administrado em
Calucio ou debaixo da forma solida, causa ao
oente urna grande repugnancia, ou determina
cidentes que o forvao renunciar a esta
edietcio fficaz.
Unido porm ao Xarpe de cascas de aran-
as, elle nao causa nem gastralgias, nem per-
;urliai,-o do estomago e intestinos, e grabas a
'este salvaguarda, os tratamentos depurativos
sao continuados sem inlerrupcio, as affec-
cOes escrofulosas, tuberculosas, cancerosas e
aot secundarias $ terciarias, racimo reuma-
tkitmaes, as quaes elle o mais seguro espe-
cifico. A dose esti definida de tal maneira
XAROPE FERRUGINOSO
De cascas de laranjas amargas com
proto-iodureto de farro.
A aisociaco do aal ferro ao Xarpe de cas-
cas de laranjas tanto mais racional quanto
que esle xarpe, empregado s, para estimu-
lar o apetite, activa a secreco do sueco g-
strico, e por fim regularas as funecies abdo-
minaes, neutralzaos mos effeitos dos ferru-
ginosos e dos ioduretos (peso de cabera, pri-
tao da ventrt, dores epigstricas) cm quanto
que facilita sua absorpcio. Dissolvido ao
Xarpe, elle se toma e se supporta fcilmente,
por achar-se no estado puro mais assimilavel;
e assim pode continuar-se a cura da pallidsz,
corrimentes brancos, anemia, atfecr,oea escro-
fulosas e racbitismo:
0 fraioo: 4fr. 10 c.
que o medico pode varial-a sua vontade:
0 (rateo: 4 fr. 60 o.
Os Xaropes de J.-P. LAROZE esto sempre em frascos especiaes
(nunca em meias garrafas nem em frascos redondos). ExpedioSes: em casa
J.-P. LAROZE, rae des Lions-Saint-Paul, 2, Paris.
U,i i : titiu'' b*r it. -IS. ii.hiim -r ii.i'Z.i.
M LaVl
M LL.
o ^
Q P=
("*=-rs^
. ? O ITrS O
:st|hlH

s

m o 2
7 -." 2 S 1. E'
tsi'f||-i
5ffo.il
glllslfj
O
Vende-so na ruado Imperador botica franceza n. :J8.
Approvada por varias AttJemias e ulitis
summidades medicas,
O que occasioDB cm gral aa raalestias abaixo
asignadas a a esla>,nnvo do sangue em cci la
parir* do eorpo, a qual producida pelos icsfria-
dteiitos e mullas oalras cautas, onio dcclai -o-e
o* RAcumaltsmoa, Cota, Paralytia, Fraqium
o* membrrs, Cotistipafes. fclephanliasis ou
Peritas luchadas, el Dores lernosas.
O uso da escora ELECTRO-MAGN-
TICA ten successo certoparn a cura dr lod.is
lasmolestias, sem recorrerc a nriihunia outra
madieacaa. Ella tem urna forma mui munejarel
e produi, a vonlade de quem d'ella usa, seos mais
uleis a feliies resallados. Seo emprego preserva
ata* mol ti tas cima. Para maL infoi maco, stoo-
wl-te-se a uolicia que accompanha cada Escova.
Deposito Gbax.
Mvuleiarl du Prinoe Eviene, tt, Part.
i AtteiiQao.
Aluga-e a loja da rasa n. 18 di praca da Boa-
; Vista propria pata deposito de padaria, taberna
; ou outroquahiuer estabeleriraento por 5 mea"
| saes: a tratar no flm da rua esireila do Kosario
ao voltar para o paleo do Carino n. 47.
NOVO SYSTEM
Retrato* em porcelana
Retratos cm porcelana
, Retratos em porcelana
l Retratos em porcelana
Retratos em porcelana
S conhecido na America
S mullendo na America
S souheridn na America
S conhecido na America
S conhecido na America
| Est prompto e ensajado
| Est prooiptoe ensaiado
j Esta prompto e ensaiado
Est prompto e ensaiado
1 Est prompto e ensaiado
Para servir ao respeilavel publico
Para servir ao respeitavel publico
Para servir ao respeitavel publico
Para servir ao respeitavel publico
Para servirn respeitavel publico
caina rua do Imperador.
Iivro do Povo.
raoceza n. 38.
O livro do povo, obra ornada com estampas, con-
tendo a vida de osso enbor Jess Ciiristo, e mui-
los artigas uteis. Este livro das familias recom-
menJaiio e apprpvado pelos Exms. vrs. D. Lult
Venfle-se na rua do Imperador botica <* Maranh.ioe d. Manoel arcebispo da Ba-
ha, venoo-se a 1*000 carlonado, na livrana de
Jos tojueira de Souia, rua do Crespn. 2.
BELOGIOS,
Vende-se em casa de Johnston Pater A
C, rua do Vigario, n. 3. um bello sorti-
mento de relogios de ouro patente ki-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
A molestia ou iiifecco pecec
ral'conhccida pelo nome le Es-
crfula e um los males mai-
prevalecerrtts e universal que
ba em toda a extensa. lista da.s
enfcrmiilades de que solTresse
genero humano : disse um no-
bre escriplor da medicina que
< mais de urna ten;a parle de
todos aquelles que morrean antes
da velbice sao victimas, ou direc-
ta ou indirectamente da Escrfu-
la : por si nao to des.
uctiva, porm a principal causa de mui-
| ras outras eofermidades que nao I he sao ge-
ramente attribuidas.
E' urna causa directa da phyhiska pul-
I monar, das molestias do figado, do estoma-
I yo e a/feccee d cerebro : Entre os seus
: numerosos symirtomas acham-se os seguin-
i tes : falla de appetile ; o semblante pal-
j I ido e .i vrzes incitado, s tixet de urna
| mvura transparente e outras corado e a-
laarellenlo ao redor da bocea ; fniuuna e
! molleza nos msculos : di-gesto fraca e
! appetite irregular, falta de energa, venlre
| incitado e evacuaro irregular ; quando o
; mal lem sen assento sobre os pulmoes, urna
cor azulada tnostra-se em roda dos olhos ;
quando ataca os orgaos digestivos, os olhos
tornam-se avermelhados : o hlito ftido,
a l'tngua carregada, dores de cabeca, ton-
leiras etc.
as pessoas de disposico escrofulosa ap-
parecem requenteraente erupcoes na pella
da cabeca e outras partes do corpo, sao pre-
disposlas s affecces dos pulmes, do figa-
do, dos rins e dos orgaos digestivos e ulc-
. finos. Portanto nao smente, aquelles
que padecem das formas ulcerosas e tuber-
, culosas da escrfula que uecessitam de pro-
tecce conlra os seus estragos ; todos a-
quelles em cujo sangue existe o virus laten-
, te d'este terrivel flagello (e s vezes heri-
ditario) esto expostos tambem a solrer da*
enfermidades que elle causa, que sao:
.4 phthysica, ulceraedes do figado, do es-
tomago e dos rins : erupces e enfermida-
des eruptivas da cutis ; rosa ou erysipela ;
borbulhas. pstulas nascidas, tumores, rh-
cumaca hmalos, ulceras e chagas, rhru-
matismo, dores nos ossos, as costas e na
; cabeca, debilidades femininns, flores bran-
cas anisada pila iilcernco interior, e en-
fermidades uterinas, lii/dropesia, indiges-
tlo, enfraquecimenti) e dcbilidae anal.
Aos pulmes a escrfula produz tubercu-
. los e finalmente consumpeo pulmonar :
as planillas ella produz inchacoes e tornam-
se ulceras: nos orgaos digestivos causa
desarranjos que produzem ndigestiio, dis-
pepsia, molestias do figado e nos rins :
na pelle produz erupcoes e affecces cuta-
; neas.
Todos estes males tendo a mesina ori-
gem, carecem do mesmo remedio: a sa-
' ber : purificar e fortalecer o sangue.
A salsa parrilha de Ayer
composta dos antdotos mais efficazes que
a sciencia medica tem podido descubrir,
para esta m lestia assoladora e para a cura
de todos os males provenientes d'ella que
contm virtudes verdaderamente extraordi-
narias provado incontestavelmeule pe!a
curas nolaveis e bem conhecidas que tem
feito de tumores, erupcoes cutneas, erysi-
pelas, borbulhas, nascidas, c/iogas antigs,
ulceras, rheuma, sarna, pruebas, hffdrope-
sia, tosse quando causada por depsitos tu-
berculosos nos pulmes. Debilidade ge-
I ral:Indigeslao, Sypftilis constitucional e
molestias mercuriaes, molestias das intilhe-
res, ulceraces do tero, a nevralgia e con-
vulges epilpticas e em summa, toda serm
de enfermidades que nasceni da impureza
do sangue. Vede as cerlides no Alma-
nack e Manual de sade do Dr. Ayer que
se distribue gratuitamente nos lugares onde
se vendem os remedios.
Este remedio o fructo de tongas e labo-
riosas experiencias, e ha abundantes provas
. das suas virtu es: posto qoe offerecido
ao publico sob o nome de Salsa parrilha, -
composlo de diversas plaas, algamas das
qaaes sao superiores a melhur salsa parri-
lha no seu poder alterante.
PEIT0R.1L l!E CEItEJ.l DE ATEU.
Cura promplamenle a astlima, bronchite,
tosse, defluxo, angina, coqneluihe,
phthysica primaria, tubrculos
pulmonares, e todas as
moleslias pulmo-
nares.
Allivia os etlicos declarados.
Todas as moleslias da garganta, do peilo
e dos pulmoes pdem ser curadas em pon.
co tempo pelo peitoiial de cerma do dr-
AYF.K.
A' venda as principaes boticas e droga-
ras do imperio, e na agencia central d<#
Rio de Janeiro rua Direita n. 15.
Vende-se em Pernambuco:
na pharmaeia franceza le
P.MAURER & C.
__________RUA NOVA N. 18.
Jos Soares d* Azevedo, professor de lincua
e litteratura nacional no (iyinnasio Provincial do
Recite, lem abe.rlo em sua casa, rua Bella n. 1",
um curso especial para cada urna das seguiute
materias:
Lingua franceza,
Geqgraphia e historia,
Philosophia nacional e moral,
Rhetorira e potica.
As pessoas que des -jarem freque>lar qualqiwr
atestas disciplinas, podem dirigirse indicada re-
sidencia, de mantisa at as 9 horas, e de larde a
qualquer hora.
<;yaiiea*io Provincias.
Bo dia 16 de Janeiro em diante, esiarao ber-
tas as matriculas das seguinte aulas do Gymnasio
Provincial: primeiras Utrax, latim, francez, in-
fle?, grego alteniao, inatliemaiica, geographia e
historia, eloquencia e potica, phil&sophia, liu^ua
e litteratura aacional, setenctas naturaes e/nvisira.
Nesse estadeiecimento mediante a mdica acuan-
tia de i i diarios, lem os alumnos internos rmipa
lavada e engommada, medico, botica, barbeiro.
luz, penna, papel, nnla e creados para o servico.
Os meios-pensionistas pagam metade dessa qoan-
tia e os externo 15J. por trimestre, podrodo fre-
quenlar as aulas que quizerem.
O secretarlo, Cabral.
O Sr. Francisco J. Y. Guimare*. queira tfe
rijir-se praca da Independecia n. e 8, fjtsi >c
Ihe deseja fallar.
Prtasa-sc de nina \na paracosiuluir: na rua
(do Iinj: rador n. 83, ruada.
Aluga-se a casa terrea n. ii da rua DiMlUi
dos Afogados, : a fallar na cainhja do Carmu n. 8.
C.ose-see eneomma se cjiii muita peiMcao, ,
e por commolo prego': na ua d;t Maiiiz tU Ba-, "* laiverpnol, e tambem urna varmOade de
Visia n. 60. ) bonitvsurancelins para os mesmoslt.
Joaquim Jos de Sant'Anna Barros com aula
particular do iQStroeeao primaria, na rua da Cruz
b. 31, primeiro andar, participa nao s s lllms.
Srs. pais de seus alumnos, como ao respeitavel pu-
blico, que abre sua aula no dia 9 do janeiro tur-
rente._________________________________
J. H, Diorauer, suisso, vai para o norte.
Jos Ferreira Alves tendo de ir tratar de sua
saude, vende a sua taberna no Forte do Mallos, de-
fronte do trapiche do Sr. Cunhc.
J
'
P


ufarlo de rcraambueo ... erca Iclra O e Janeiro de I8.
JOS GOMES YIIiLAR
Coin loja de fazendas rua do Crespo n, 17.
Pretenderte ir nuito breve a Europa tratar de sua saude, pede aos seus devedores
tanto do malo rom desta praca que sadem seus dbitos quanto antes, assim como
Est liquidaodo
o sea importante estabeleeimento de faxendas, vendendo ludo por presos que na raUda-
de admirara; aproveitem ExceUentissiBUs senhoras
As fazendas de apurados gostos
As fazendas de apurados gostos
As fazendas de apurados gostos
E por precos que admirara
E por precos que admirara.
GERJLIj RECOMMENDA^AO
CONSERVA!!
23Largo do Terco-23.
Jeaquim Siia.ii dos Santos, dono deste bem sonido armazem de molbados faz sdente erag
recemmendaco aos seus amigos, freguezes e a todos em peral, que est resolvido a vender os seus
beta cooheados gneros de priraeira qualidade, por menos de 10 a 20 por cento, menos do que em ou-
ira qualquer parle a dioheiro contado, e todo o comprador que comprar de 505 a 1005 lera o descon-
t de 5 a 10 por cento pelo seu prompto pagamento; e por isso se faz annuncio de ilgnns gneros,
para com este melhor se certiflcarem.
Massas para sopa macarro, talharim e aletria a
210 rs. a libra e em caixi a 55-
Toueinhe de Lisboa alvo muito superior a 28* rs.
a libra e 83800 a arroba.
Caf do Rio de primeira e segunda sorte a 260,280
300 rs. a Jifera e a arroba ou sacco 8jt
8*500.
Cnouricas as mais novas do mercado a 560 rs. a
libra e era barril a 125-
Passas rindas pelo ultimo vapor a 400 rs. a libra
e a caixa a 85.
Batatas em gigas de 35 a 40 libras por 25400 a ar-
riba e a 80 rs. a libra.
Cha hyison miudinho supe ior jaalidade a 15200,
24000, 25300 e3 a libra.
Vinho de Figueira, Porto e Lisboa em pipa a 560,
500, 400 e G40 rs. a garrafa.
dem propria para neeocio a 320 e 360 a garrafa
e a caada a 2*400 e 2*700.
Milho alpista e painco muito limpo a 146 rs. a li-
bra e a arroba a 4*400 e 4J200.
Phosphros do gaz vindos por conta propria a 180
rs. o maco e a 2* a groza.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa e o ga-
llo a 2*800 e a caada a 4*500.
Serveja das marcas mais acreditadas a 500 rs. a
garrafa e a duzia a 5*800.
Figos de Comadre muito novos a 280 rs. a libra e
em barril ou caixa se far abatimento.
irroz do Maranhao e Java a 100 e 80 rs. a libra
e a arroba a 880, 2* e 2*400.
Assim como ha um grande sortimcnto de charu-
tos e genebra de Hollanda, tanto em frascos como
em botijas, bolachinhas de soda, conservas, choco-
late, marmelada, vinho engarrafado e outros mui-
tos gneros que cnfadonho menciona-los, e se al-
guem duvidarvenha ver.
A NACIONAL
Companliia geral kespanhola de seguros mutuos
sobre a vida
AUTORISADA PELO REAL DECRETO DE 21 DE DEZEMBRO DE 1859
lina flanea em dinheiro, depositado nos cofres do estado, garante a boa atl"
minislneo da companhia. *
BANQUEIROS DA COMPANHIA
O Banco de Hespanha
DIRECgO GERAL
Madrid : Rua do Prado n. 19
Esta companhia liga pelo systema mutuo todas as combinacoes de supervivencia dos seguros
sobre a vida.
Xclla pode se lazer a subscripcao de maneira que em nenhum caso mesmo^por morte do se-
gurado se perca o capital nem os juros correspondentes a estes.
Sao lao suprehendenles os resultados que produzem as sociedades da ndole deA NACI-1
NAL,queanda mesara dimlnuindo una terca parte do interesse producido em rcenles liquidacoes, I
e combinando o com a mortalidade da tabella de Depareieux que e adoptada pela companhia para os
seus clcalos e liquidacoes, em segurados da Hade de 3 a 19 annos, urna imporsico annusl le 100*
produz em effectivo metlico :
No fim de 5 annos. ...... 1:1195300
de 10 .......3:9425600
de 13 .......11:2085200
. de 20 ........ 30:2565000
de 25 .......80:3315000
Xas idades menores de 3 annos e maiores de 30, os productos sao mais consideraveis.
Prospectos e mais informacoes serio prestadas pelo sub-director nesta provincia o Sr. Jerony
mo Joaquim Pinta de Oliveira, rua da Cadeia n. 52, ou a Boa-Vista rua da Imperatriz n. 12, estabe
leo ment dos Srs. Raymundo, Carlos, I.eite & Irmao.
GASA DA fOlTlM. f
AOS 6:000.000
B lbete* garantido*
1' roa do Crespa n. 23 e casa de eostume
O abano assignado Tendea nos seas muito eli-
es bilheles garantidos da lotera, que se acabou
de extrahir a beneficio da Sania Casa da Mise-
ricordia, os segulntes premios:
Deus quartos n. 1137 com a sorte de 6:0005060
Doas quarios 797 com a sorte de 1.4005060
Um meio o. 1510 com a sorte de 500** 00
E oulras militas sortes de 1009,40* e si .
Os possuidores podem vir reeeber seus respec-
tivos premios sera os descontos das leis na Casa
da Fortuna rua do Crespo n. 23.
Acham-se venda os da segunda jarte- da
primeira lotera a beneficio da Sania Cara (*; Mi-
sericordia, para canalisario d'agua e gazno hos-
pital redro II, que se exlrahir to di 10 de
Janeiro.
Precos.
Bilbetes inteiros..... 7*000
Heios......... 3*800
Qaartos........ 1*900
Para as pessoas que eomprarem
de 100* para cima.
Bilheles....... 65500
Meios....... 3*250
Qaartos......, 1*700
______________Manoel Martins Fiuza
Joao Evangelista de S Souto Maior, mora-
dor na rua do Livramenlo n. 4, faz sciente ao
respejtavel publico qne havendo onlro de igual
nome da data deste assigna-se per Joao Evange-
lista de S.
Joao da Silva llamos, medico pela Un
versidade de Coimbra, da consultas em
sua casa das 9 as 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
em suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que sero soccorridos era qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem BCa casa de sade regularmente
montada para reeeber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o qne
tem commodos apropriados e nella pra-
lica qualquer operaco cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 25500 >
Terceira dita.... 2*006
Este estabeleeimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O propretaro espera que elle conti-
nu a merecer a confianca de que sem-
pre tem gozado.
Antonio Lopes Braga faz sciente ao publica
por este meio, e particularmente ao corpo do Gom-
mercio desta praca, que nesta dala tem formado
sociedade entre si e seu caxero o Sr. Francisco
Jos Gomes e o Sr. Jos Joaquim da Costa Remi-
ra; continuando o seu estabeleeimento no mesmo
gyro de commercio debaixo da razio social de An-
Ionio Lopes Braga & C, oceupando-se alera disso
do negocia de commissoes. A liquidacao das tran-1
saccoes pendentes fica a cargo da nova firma ; e o 1
annunciante espera que os seus amigos e fregu-',
zescontinuem a depositar nos seus associados a
mesma confianca que tem tido a fortuna de mere-
cer-lhes. Recife 2 de Janeiro de 1865.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e
engommar com perfeicao : na rua do Sebo n. 29.
O Dr. Carolina Francisco de Lima San- ]
los, contina a residir na rua do hnpc- |
rador n. 17,2* andar, onde pode ser pro- j
curado a qualquer hora do diae da selle
para o exercicio de sua profisso de me- <
dico ; sendo que os chamados, depois de
meib dia at 4 horas da tarde, devem ser I
! deixades por escripto. O referido Dr.
| nao abandonando nunca o estado das
| molestias de interior, prosegue, cora e
[ maior afflnco, no das mais difflcese deli-
cadas operaedes. como sejamdos orgos
I oarinanos,dos olbos, partos, ele.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo A C
Agentes do Banco Inio do Porto.
Competentemente autorisados sacam por todo
paquetes sobre o mesmo Banco para o Porto s
Lisboa, e para as segninles agencias.
Londres sobre Banh of London.
Casa de educarao.
Jeronymo Pereira Villar transfeno o seu esta
belecimenlo de instrueco* primaria e secundaria
para a rua larga do Rosario^sobrado de dona an-
dares n. 22 ; e parlieipa nao, s aos Illms. senho-
res, pas de seus alumnos, como ao respeitavel
. publico, que as aulas cstarao abenas no dia 8 de
Janeiro do anno vindeuro de 1865.
t Precisase do urna ama para casa de homem
solteiro : na roa da Guia n. 4t.-_____________
Manoel Francisco da Silva Carneo ora
residente em Macei, julga nada dever
nesta jirafa ou fora dola, mas se alguem se
julgar seu credor queira apresentar seu titu-
lo nestes 8 das, que depois de verificado
ser immediatamente pago por Francisco
Ribeiro Pinto Guimaraes (para isso autori-
sado) rua d'Apollo armazem n. 38. Reci-
fe 7 de Janeiro de 1865. ____
Paris
Hamburgo
Barcellona
Madrid
Cdiz
Sevilha
Valencia
Frederic S. Ballin dt C.
Joao Gabe & Filtio.
Francisco Raboba & Ballisla.
Jaime Meric.
Crdito comraercial.
Gonzalo Segoria.
M. Perera Y. Hijos.
Em Portucal.
Figueira.
0 professor de piano
J. Coelho da S. Araojo, contina a 1er-
cionar, mora na rua de Lvramento n.
21, se?undo andar.
C0MFE1S.
Amarantes. Angra Terceira.
Arcos de Va I de Caminha.
Vez. Castello Branco.
Aveiro. Chaves.
Barcellos. Coirabra.
Bastos. Covilha.
Beja. Elvas.
Braga. Extremos.
Braganca. Evora.
Faro. Fafe.
Oliveira d'Aze- Pinhal.
meis. Porto-alegre.
Penafiel. Thomar. Viannado Cas-
Tavira. Villa Nova do
Villa do Conde. Portimao.
Villa Real de Vizeu.
S. Antonio. Faial.
No'impebio.
Rahia. Maranhao.
Rio de Janeiro. Para.
Qualquer somma prazo on vista.podendo logo
os saques nrazo serem descontados no mesmo
Banco a razo de 4 por cento ao anno : a tratar
na rua da Cruz n. 1.
msmaaomcmt
Guarda.
Guimaraes.
Lagoa.
Lagos.
La mego.
Le ira.
Monclo,
Moncorva.
Regoa.
Setubal.
Vianna do
tello.
Villa Real.
Madeira.
S. Miguel.
H Compra-se ouro e prata em obras velhas
daga-se bem: na loja de bilbetes da. praca da Inde
pendencia n. 22._________________________
Compra-se effectivamente
ouro e prata em obras velhas pagando-se bem :
na rua larga do Rosario n. 24, loja de ourives.
Comprarn-se ai'(det da companhia de Bebe;
rie, no Rcrife, iravessa da Madre de Dos n. 18 ;
, e na mesma alugam-se tres casas terreas na fre-
,guezia de p. los, dita na rua dos Acouuinnos
n. 26. e 1 dilaao lado da fortaleza das Cinco Pon-
tas n. 11, 1 dila na freguezia do Recife. iravessa
do Star n. 5, em Fra de Portas, 1 sobradinho
mei agoa pegado a igreja de N, S. do Pilar : a
tratar das 6 s '0 horas do da.______________
Comprase urna baianga decimal nova bu em
bom estado, com os competentes pesos e que pese
20 arrobas : a tratar no escriplorio da Companhia
Pernambucana._______________________
Comprara se garrafas vazias : na rua do
Ca bug n. 18, armazem de molhados.
Aos senhores pais de familia.
O padre Flix Barrete de Vas-
concellos, com aula particular de la-
tim na rua do Imperador n. 35, i."
andar, contina a reeeber alumnos ^0,
de todas as classes, durante e de-
pois das ferias. Tambem est dis- gg
poste a abrir um curso de primei-
ras lettras e de francez, logo que
naja numero sufficiente de alumnos
para cada urna destas materias, e
assim tambem a reeeber como in-
ternos alguns rueninosjde cuja edu-
caejo o quizerem encarregar. Os
pagamentos sero por trimestres S
adiantados, e os precos declarados I
pessoalmente na occasio do ajuste |
para a entrada do alumno. 9
VENDAS.
FOLHI^ni
Hura 18(i5
Acham-se venda na linaria ns. (5 e 8
da praga da Independencia:
A FOLHIMIA DE PORTA, abrarper.Oo o
Nova liqnidaco de faz< DO at !
do mez, para lechar facturas uade-s suile
barate, por ser o ilUne n:cz dt fcala, qae
frelaezes devem aprevcilar : na leja e ai :azf
da Arar, rua da Imperatriz a. SO, de Leiirti-
(0 Pereira Mendts Guimaraes.
Raxeddas especiaes para senhora.
Venue-se ricos cortes de vestido de laa a Marra
Pia para senhora de bonitas barras a 8*, 10*, 13*,
14* e 16* o corte : na rua da Imperatriz o. 56,
loja da Arara.
A Arara vende a 2A4CO
Corles de chita de cores fizas rtm 10 ti \sdcs
a 25400 e 35200 ; cascas de cores a SO, 2C0 e
400 rs. o covado : na rua da Itoftntib n. if,
loja da Arara.
Caries de onibraia ir Mlplteai (HQ.
Vende-se cortes de rarr.l.raia de salpiM a
25400, 35 e a 45000 a peca, ditcs de r; ritma
liza c fina a 35500, 455C0,55510 e C, liia> bor-
dadas para enfeilar vestidos e ti tnn.tio> al* e
a 1*200 : na rua da Iniperalriz n. 66, loja da
Arara.
Seiltmbarqnes a 7, 8, e a \C/>.
Vende-se souien.Largue de laiinhas de rtirs
para senhoras a 7*, 8* ea 10*, dilo di fiifCtr.a-
ple preto muito enfestado a 20*, 25* e 3(<* : riras
capas de grosdenaple a 2C*, 25*, 30* e ::*. tara
liquidar : na rua -da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
A Arara vende de ceresa Ipakapara veslide.
Vende-se alpaka decores para volido 3CO
rs. o covado, challes de lazinhas a 1/6(0 e I52e0
dito de merino a 4*500, ditcs fir.os hW "5 e
85 : na rua da Imperatriz n. 56, lija Ca Aisi."
Cassas da Arara a 280, 320 e 400 ris rende.
Vende-se cassas de cores a 80. 320 e 4f0 !*.'
covado, lencos de seda a 800 e I* : ra ma da
Imperatriz u. 56, loja da Arara.
Lazinbas a Haria Pia a ;:( rs.
Vende-so lazinhas a Maria Pia tara mtMcs,
com palmas de seda a 500 rs, o covado, diis* de
cores a 320, 400 e 500 rs ditas li;as de rwft za-
ra capas e vestidos a 560 rs. o covado, can n>iias
para capas de senhora a 1*800, 2{5f.O e 3* : r.a
rua da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
A Arara vende chitas a 240, 286 t 320 r*.
Vndese chitas de cores fixas a 240. e f 0 rs.
o covado, ditas francezas a 320, 360, 440 e CCO rs.
e covado, percallas para vestidos fres a.'f( (CO
rs. o covado, camisinhas para seiitoia a 15- UC(0
3* e 455C0, gollinhas para senhcias e Venir ai a
240, 320 e 500 rs., eneiKs pata ralii.a t Varia
Pia a 15, 15400 e 25, para liquidar : ra ira a
Imperatriz n. 56.
Balees americanos para referir.
Vende-se baldes americanos, ts n.cll (n s cite
tem vindo ao mercado, de 20, 25. '0 5 ; i < i a
25500, 35 e 355(0 e 45, ditcs de LiilUn.i. e
musselina a 45500 : na rua da In rrraliiz k. C,
loja da Arara.
Fazendas para ucmrm.
Vende se corles de calcas de t rirx lata limn
a 15600 e 25, ditos de casimira a 3*. :/(0 e
45500
? *

4
COMPENDIO DOLOROSO
que contea o oflicio de IS'ossa Senhora das
Dores; o modo de resar e offerecer a co-
ra, um setenario e mais outros exercicios
de piedade e devofo; ordenado pela ir-
mandadt Jos servos da mesma Senhora,
que se acha erecta na egreja de N. S. da
Penha do imperial hospicio dos reveren-
dos padres miss'ionarios apostlicos capu-
chinhos italianosdePernamhuco, approva-
do por S. M. I., que Deus guarde; dado
luz por devocSo do muito reverendo
padre Fr, Placido de Messina.
Vende-se a 320 rs. na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia
THESORO* DAS MAIS
Providencia das criancas.
COLLARES ROYER
Eleclro-mageclicos
CHAMADOS
COLLARES ANODINOS DE DENTICAO
Contra as convulsoes e para facilitar a
dentiQao das criancas preparados e inventa-
dos por llover, pharmaceutico da esco-
la superior de Paris, successor de Chereau,
membro da academia de medicina,
antiga casa de ll)uillon-Lagrangp, pharmaceutico
do imperador,
chefe dos trabalhos chimicos da escola po- .
lytechnica, director da escola de pharmacia de
Paris, e membro da academia imperial
d* medicina.
Etes collares vendem-se nicamente na loja do
Gallo Vigilante rua da Crespo n. 7._________
- laga-SO a 10/1000 mensaes a casa
terrea n. 2r3 da rua Imperial, concertada,
caa la e pintada, propria para estabeleei-
mento de negocio e moradia: a tratar na
ra do Crespo n. 15, das 10 horas do dia
as da larde.
mwmmmmmmm mmmmm
Maques sobre Portugal, pg
O abalxo assignado. autorisado pelo mt
Banco Mercantil Portuet.se. e na ausencia 1
do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef- ff
fectivarnente por todos a < paquetes sobre mu
as praeas de Lisboa e Por.o, e mais luga- V
res do reino, por qualquer somma vis-1
ta, e a praso ; podendo, o que tomarem mg
saques a praso.receberem i* ista, no mes- fl
mo Banco, descontando 4 OjO ao anno: na ff
loja de chapos da rua do Crupo n. 6, ou mk
na rua do Imperador n. 63, segundo an-
dar.Jos Joaqoim da Costa MVia.
PRIMEIRAS LETTRAS.
Maria Barlholeza da Conccicao parlecipa acs
Illms. senhores pais de suas alumnas e a todas as
pessoas que I he quizerem dar a honra de Ihe
confiarem suas meninas para lhes ensioar o
necessario s materias de primeiras lettras e
lingoa Iranceza : far todo o esforco para que
ellas obienham o desojado aperfejcoarnentoafTian-
cando-lhe a boa lelira, e Ihe tirar qualquer vi-
cio na prenuncia, se o tiverem. Sua escola estar
roerla de 9 de Janeiro em diante : defronte da
matriz da Boa-Vista n. 84.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na rua da Cruz n. 53,
Io o 2 andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
sao medica, e com especialidade
sobre e seguinte
Io molestias de olhos ;
2o de peito:
3o dos org5os geni
urinarios.
Em seu escriplorio os doentes se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s
6 as 10 da manhaa, menos nos do-
mingos.
Platicara toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.

DENTISTA DE PflRI
19Rua Nava -19
Frederico Gautier, cirurgiao dentist i,
faz todas as operac5es de sua arte, e c< l-
loca denles artificiaes, tudo com superi>
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
55 : na rua da Imicratriz n. 6, n.: da
, Arara,
kalendario civil e ecclesiastico, tabellas de lloupa feilapara faonum de icd?s t* %i,tiitin.
feriados.de emolumentos dos iribunaes Vende-se paiimisde inn. d( ccii.a ,i;.f'e
Hncnmmprcin pie a 1(10 rs 3*, ditos branco a 255C0, dilo de lirlt 111 s '.$,
a nSSfil \J i rii rontendo o d,los de al|aka de cores f "an'^ a "* dilt>
A FOLIIINHA L ALGIBblKA contenao o meia casemira a 4S(1 rt^ djlis Ce ,(i ia ,
mesmo que aquella e mais urna nova 65,85,105, 105,16* e205, dito dejai< lio
Salve Rainha em verseo StabatMaterem preto a 8>, 105,145. 16*. 205 e 'Ct>, rabas de
verso, devoco ao ODlM^MnQds j^^ll^tJJtSKi;
Jess, cntico em louvor do Santsimo cores a 25, e brim a 2550o, de raaiatias de
Rosario, cntico a Virgem Mana Nossa cores e preas a 35500 e 45, ralsai dr rana ira a
Senhora, trinta e tres chistosasanedoctas. 55,69 e 85, de meia can nira a 35 e ?*E1 (, ra-
francezas a 25 e 25500, de llbbc iifU;a. e
a 3c e 35500, gravitas de ttas as
eSO, 8C0, 15 e 154CO, rcllsiir.i.
(poesa), crescido numero de mximas e i iodos os tamaianos e muito ben> feitcs, rua li-
nensamentos, urna historia como muitas'/faidar or ser lempo de fe.ta : r.a ma da In teta-
Fromancoje vimeecinco nova, pl- tSJ,,,, ^
Vende-se colchas de el ita para c; n a a 2?. ditas
de damasco a 45. ditas de fuslao a .'?,(11:> ta
cobertas a 320, 360, 400 e 500 rs. o covado : na
aeituoia, 11 una e 11 es tiiisiusaaiiuuuv.^. --, --, -
um indito poema sobre as aventuras.d&ftfJJJjf
um cosinheiro, o canto de urna soltetra (%a|jdaoes8ce
(irande aniwueiu do Unas.
O armaz?m^ t,urc^umTran^22deposi.o de' rua dUmpera^lm .. 56. loja da Arar,,
productos chimicos e uleosis os mais ompregados
e usados na pharmacia, pintura, photoraphia. tin-
A Arara vende niadapule enfrslida a -L*.
Vende-se pecas de madapi lao enrolada > 45 a
CASA EM CA(
Aluga-se urna casa nova muir
cellente sotao sita no Cachang c.^.
nho Poeta : a tratar na rua do Crespo loja de An- com promplld.io quahiiMr pedido de miis
drade A Reg. a oleo, cuja qualidadee pureza de seus ingndien-
ta
Aluga-se urna casa nova muito fresca com ex-
cellentesoto sita no Cachang defronte do enge-
7*MO. dito
a < 1?*,
ta 11.a da
35
a 4*
'TOO,
rua
Ao publico.
Fonseca Rocha julgam nada
dever nesta praca on fora della, se
porm alguem se julgar seu credor
tenha a bondade apresentar sua
conta pata ser incontinente salis-
feita. Recife 31 de dezembro de
1864-
Aluga-se um sitie na rua do Cabral da
cidade de Olinda, com casa terrea, com co-
piar nfrente, botaos fundos para a estra-
da e tnargem do rio Beberibe, com com-
modos para familia, estribara para cavallo
ecapim para sustenta-los, arvoredos de
fructos, sem visinho defronte nem pelo
fundo, com ptimos passeios, sala e gabi-
Precisa se do nina ama para cozinhar e com
prar : na rua das Cruzes n. 9, segundo andar.
A bordo da barca franeeza Virgile tem urna
porcao de vasos para flores e alguidares vidrados:
as pessoas qoe desojaren comprar dirijam-seao
capilo da mesma, em casa de Tisset Ffares, rua
do Trapiche.
O Sr. morador da rua Nova que se
acha a dever 6 quarteis de assignatnns des-
te Diario, queira manda-las pagar pois
assim como elle posta de reeeber a paga de
seus servicos deve attender a das ou-
Companliia fldelldade de
seguros martimos e ter-
restres estabelecida no
Hio de Janeiro.
AGENTES EM PEPNAMBUCO
Anlonie Luiz de Oliveira Azevedo & C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escrptorio rua da
Cruz n .1.
pac
dres, Hamburgo, Anvors o Lisboa, pode offerecer carne varea a 75, dilo d.-n oslir*. a
productos de plena ronlianca e salisfazer qualquer pau ferro a 85, dilo L9 a 105, dito T
encommenda a grosso trato" o a retalho, por precos dito sienpira a 850OO, para liquidar,
razoaveis. Imperatriz n. 56, leja da Arara.
Prvidos de machinas appropriadas satisfarj Palilc-ls de alpaka.
Vende-se palitois de alpaka prefaA
ditos linos de cord.io. lizas e brancas
(W poder ser examinada pelo consumidor, oque ja Imperatriz n. 56 loja da Arata.
nao fcil fazer com aquellas que sao importadas,
e que se encontrara no mercado em lalas fechadas.
Tem grande collceijao de vidros de differentes
formatos, desde urna oitava al dezeseisonqas de
rapacidade ; de vidros para vidracas e diamantes
para corta-Ios; depineeis para fingir madeira com
s orn?ntoe5pdeNo armazem de fazendas la-
di varias cores
Ao liaroteiro da 1 na da luipriadiz n. .'."6.
Vende-se seroulas a 1*280, ditas Iranrezas a
15600e 25 : e outras muito boa* fazendas t]iie o
freguez encontrar na loja da Arara, rua da Im-
peratriz n. 56.
tros, principalmente o do Diario em W^^^i-f^^^ij^^^
trabalham mais de 60 pessoas.
teadose folhas de gelatina para
papel grande e pequeo frmalo
para emhrulho. para rorro de casa, para desenlio
; com lundo j feilo ; de papel albuminado e BriStol,
i verdadeiro saxe para photographia e para filtrar,
I e outros vernizes de essencla para quadros, de
I espirito para madeira. copal para o interior e ex-
I teiior; oleo graxo, oleo seccativo, oleo de linbaea
" Adverte-seao Sr. Feliciano Joaquim clarificado, to*otel**atoodeJto^oBTo
... j verdadeiro em n ; prata, euro, e e^tanno em io-
de Aginar, que a sua assignatura desle lhas de varias cores timas vegetos, Inofeol-
Diario est por pagar desde oetubro do vas proprias para confeilarias; lia de cores, e
annopassado, e que o proprietario da loja olhos de vidros para imagens; tintas era tubos e
de ourives da rua larga do Rosario n. 40, ""MM^li,^^
tem declralo.que nao se responsabilisa, ^^^'b^^l^^i^.^r, ^Sr^Sm^'SZm
- boquet, limo, alcaraiva, melissa, ortelaa pimenia, 30,
ATTENQftO.
ta typographia.
louro.cereja, alfazema,
anis da Russia, canella,
Portugal, lima, junpero,
cravo e muitos outros ob-
Na praga da Independencia, loja de ourives eclos ,1Ue so com a vista podero ser mostrados.
n. 33,compram-seobras de ouro o prata, e pedras Joan Pedio das Neves,
Ainda contina a nrecisar-se de urna senhora de preciosas,assim como se faz qualquer obra de en-
idadeedebons coslumes (nao tendo filhos) que'coramenda.e todo e qualquer cencerlo.
achando-se desvalida queira recolher se a urna ca-,-------------------------------------------------------
sa de familia para tratar de alguns meninos, dan- % Vi ^Idl^
nptp na frpnte mniln'nrnnria'nim rucear a ,do-se-lhe cama, mesa e urna gratifleaco que se 1 '. _,
fpctt l amhp'm cJo^.FL? lp p r, '"": a nuemconvier- Pdc procurar na ma! aos terccir.s de S. Francisco.
esta, e tambem se alugara Ppr anno : a fal-1 dos Quararapes n. 28, sobrado, que achara cora j Chegou a verdadera estamenha para hbitos, a
lar no liectie, na livraria n. 6 e 8 da pra^a | quem tratar.___________________________ | qUal se vende muito barato : na rua do Queimado '
da Independencia, e em Jlindanacasacon-
Gerente.
ligua com o capito Antonio Bernardo Fer-
reira.
s
O bacharel
Francisco Angosto da Costa
ADV6GAD0
Agora que a impiedade parece querer alear o
eolio orgulhosae audaz, e que os malvados, para
consegurseos nefandos fin, se tem valido de
n. 39, loja de 4 portas.
f ozinlicii'o e lioleeiro.
Vende-se um escravo moco, rozinheiro e boleei-
ro, perito em qualquer dc>tes oflieios : tratase
na rua do Destino, rasa terrea n. 18, com Seve-
riano Muniz Pacheco. ___________
~Vende~sTuma morada de ca^a terrea com
bastantes commodos, cacimba, quintal grande
O Sr. Miranda que tem re.cebido um Diario murado, na rua Direita n. 62 na povoaeao dos A-
*? Rua do Imperador numero 69. $j?
A ttenco.
Omethodo Cestilho.
Manoel Jos de Faria Simoes, professor de ins-
trueco elementar pelo meihodo Castilho, partici-
pa aos pais de seus alumnos e ao publico que no
da segunda-feira, 9 do corrente, estar aberta a
sua aula na rua do Lvramento, sobrado n. 20, se-
gundo andar.
Alugam-se dous grandes sobrados com com-
1 modos para numerosa familia, novos e aceiados,
j com jardim, cocheira, estribara outras commo-
' didades, na iravessa de Joao Fernande* Viera :
Carlos Uommsne, atraate de Pars, previne ao a tratar na rua da Senzala Nova n. 42.
publico desta cidade, que se acha estabelecido aa --------------riB.. D.D. ,-,.,--------------
rua da Cadeia n. U, por cima da loja do relojeiro, .. CASAS PARA ACUCAR,
primeiro andar, aonde se encarrega de apromptar I A'ogam-se duas meias aguassendo nmana praia
toda e qualquer obra de seu aflelo com perfeicao' J/ortte ". J> e a f na, f*j
e comraodo preco. [? ,r-a,ar rn do Qaeimado com Azevedo &
_________'--------------------------------------- Irmao.
Dase a quantiade 205 pelo aluguel de urna ------s!--------5-------------r~--------------r
escrava para o servlco interno e externo de uma! ~ W5-M de um coz.nheiro ou coznheira.
casa de pequea familia : a tratar na rua dos P^rc-se escravos : na ruada Cruz n. It,.01
Guararapes, sobrado n. 18._________________ a l^W.1 ^JMTP^
- O uchigrapho C. Falcao acha-se de volta i^". "^ m9*J "^ ** W*
esta cidade, e reside na rua Imperial n, 25, pri- *"*"" df uma ama 1ne ,e:ha boyle'te
meiro andar P amamentar um recem-nascido, aeradando
__^^^____________ : P'?8"88 be : a iralar no largo do Corpo Santo
numero 19.
na rualmperial com o nome deJoo Kranse-queira
quantes impressos ha, al mesmo da sagrada bi- vr a esta tvpographa desmanchar um engao,
blia.ji falsificando-a edislribuindo-a assim lalsi-j
ficada, j vondeudo-a, j conservande-a era seu
poder, e fornecendo a sua leilura pessoas inex-
perientes ou ignorantes, e ja Analmente dando-a
mesmo gratis, nao posso nem devo eu, que, gra-!
Qas a Dees, disponho, livre de dividas, de uma ty-'
pographia o de uma cncadernaco, dexar de,
abrindo mao de uma parte do que Dos me deu,,
acompanbar o meu Exm. e Rvm. vigario capitu- !
lar em seus constantes esforcos para o engrande-
cimento da nossa santa religio, e de cncorrer Aula BiU'lil 11 lar.
com o meu fraco, mas muito sincero contingente 0 ahaix9 assignado, professor particular, provi- i """'"*" .
para esse tao elevado Um. Neste .intuito, enten-, sionado pela dir?ctoria geral da mstrucco pablica I. ~ }!*$**.
dendo que presto algum servido a causa desta ra ensjnar primeiras lettras, latim e francez, "ndoja t.nas .
fogados; tambem se permuta por outra nesta ci
dade : a fallar na rua da ramhoa do Carmo n. 8.
Cellegio de S. Jeaquim.
As aulas deste collegio tantoas do cur-
so da ferias como as do anno lectivo
principiarao a funecionar a 9 do cor-
rente.
s
Uma raulher viura se ofTereee para o servico
interno de casa de komern solieiro ou de, pouea
familia : na ruado Rangel n. 71.
Antonio da Funseca, subdito portujuez, re-
tira-ce para o Rio de Janeiro,
para ensinar pri
mesma rehgiao-, com a reimpreso da viaqem de Darlcjpa ao respeitavel publico e igualmente aos
mu Berrormo Jerusulem, e visita que fez aos lu- ,nhor;,s pa, de seus discpulos que segurrda-feira
gares sanios em 1817 fr, Joao de Jess Chnsto, 9 do crreme tern de continuar no encino das su-
mcicto filho de Seraphtco, patrtarcha S. Francisco, pritditas materias, admttindo a matricula alumnos!
tenho resolvido por no preloesta obra, e pretendo ex,rnos, pensionistas e meie-pensionistas. A pra-1
fazer a rej^mpressao da maneira segrate : Reim- ,icade |9 annos COB5ecutivos no exercicio de sen
Pmi,r"jl3000 exemplares, desles serao destina- magisterio, sua inteira dedicacao e sua moralidade
dos 1,000 para todas as pessoas de ura e outro se- sao*Rararit,as que offerece aos senhores pais de fa-
mn nina nnfii ilitftiimarilA Liiml ni r> Cauri PAVninnrlAP. > .^
Vende-se um escravo de 30 e taotcs annos
de idade : na rua do Rangel n. 58. sobrado.
__ Vende-se uma escrava com 19 annos de ida-
de, e uma cria : a tratar na Iravessa da Concor-
dian. 6C______________________________
Vende se a taberna da rua do Socego, no
Campo Verde n. 49, com poucos fundos e bem
afreguezada ; vende-se por o seu dono se achar
doente : quem quizer fazer negocio, dirjase a
mesma.
-se alguns viador muito r
na rua da Gloria n. 75.
Feijao.
9- Rua <'a Naife de Dos-9
Vende se feijao mulaiinho novo, saceos de 22
cuias, o mais novo que se pode deejar, e mais
barato do que em outra qualquer parle.
Vende-se um sitio na estrada nova, do sobra-
xo, que com documento legal dos seus reverendos- mmSr^'deaetam^O siaTotil dWaSo*alees io rande Para d,ante> deron,e do s,, da v'QYa
parochos se me apresenlarem, e a cada uma das f||n05 do Villa Secca, com portao encarnado : quem o
Quem porlanto qoizer confiar ao mesmo abalxo Pretender, dirija-se ao mesmo, que achara com
assignado a educaco de seus filhos, pode dirigir se quem tratar.____________________________
a qualquer hora do dia aoterceiro andar do sobra- Versos ao Divino
don. 58 dama Nova, onde ha muito lempo est | Acharase a venda na rua do Imperador n. 15
ratas de Santos Coelho,
llHa doQueimdde "o. 19,
Vende-se o segiifnfe :
Ailencao! I
Ricas lazinhas, fazenda a melhor que um vin-
do ao mercado, tanto em gosto cerno em qualida-
de, pelo baraiissimo preco de 560 rs. o rovado.
Ditas miudinhas carmezins, proprias para velli-
dos de meninas e ramisinhas a 640 o covado.
Cortes de laa com 15 covados, pilo barato prece
de 65.
Cobertas de chita da India a 25500 e 3J.
Lences de panno delinho a 25 e 25500.
com 8 Ii2 varas
35200.
Toalhas alcochoadas proprias para mos a 55 a
du/ia.
Ricos cortes de laa com barra Maria Pia a
185-
Pecas de platilhas de algodo com 19 varas,
proprias para saia a 45-
Algodo enfestado com 7 12 ramos de largnra
a 15100 rs. a vara.
Esteira da India, propria para forro de sala d
4, 5, e 6 palmos de largura, por menos preco do
que era oula qualquer parle.
esle estabeleciraeuto tambem se encontrar
um grande sortimento de roupas feitas, e por me-
did a
ARMAZEM GiRANTIA.
14Rua do Imperador11
Esquina da Iravessa do Oniider
Grande rcduico de procos ne^e am.-azim de
molhados, que foi completamenle refrreade, rrdo
o publico encontrar sempre um (scclbilo m.i la-
mento dos melhores gneros qne vem aonrirsdo,
garantindo-se o bom peso e qualidade, e 1,1; i d
nao agradar o genero ao comprador, rcMimir-e-
ha a sua importancia sem o menor conslrangin rn-
to. O proprietaric de-.te eslabelecimrnlo l ir a
a consciencia de que ninguera poder servir u e-
Inor o publico, e por precos mais mdicos, poden-
do tambem afiancar, que no sen esiahelecimenlo
nao se illude pessoa algnma, por isso nao anona-
da pregos, pelos quaes nao possivel vrndrr-.-e ;
venham, pois, ao armazem garanta sorlir se de
bons gneros, que nao se arrependerao. rendando
o proprietario que as pessoas que alli b n m rara
vez, continuarlo a frequpntar o seu esiabelrrin en-
lo, que aguarda a concurrencia dos qne pesia
do bom e barato.
quaes eatregarei gratis um exemplar em brochu-
ra ; 2,000 sero reimpressos mediante assignatu-
ras, para as quaes desde j convido a populaco
dos fiis, e de indos solicito e espero o valioso coa-
curso, ha razo de 15 cada exemplar. Nao posso
prescindir, porm, de rogar o pagamento adianta-
do de cada assigoatura,
estabelecido.
Jts Harta Machado de Fij ueireio.
defronte de 8. Francisco por prego de 160 rs. ca-
da um exemplar cm brochura, versos ao Divino,
1 proprios para se cantarera depois ou antes de
\ qualquer solemnidad, festa, novena eu mesmo
em casas particulares. '
sm o que nao me sera i _
permiltido effectuar essa reimpressao e conseguir Mu rio ti 0>\
apresentar ao publico uma edlcao, j em si mes- JIlUAUUIyUi
ma grande e dispendiosa. Paia os que nao assig- Manoel Ferreira inlo Malheiro mudou a sua
narem, o preco de cada exemplar venda ser loja de ourives da rua das Larangeiras para a rua \ Testamentos.
determinado na occasio. do Cabug n. 2 3, onde espera continuar a mere- Acham-se a venda os seguales testamentos,
Nao sm qual sera o resultado dos meus esfor- cer a confianca de seus amigos, e de publico em 0Dra$ proprias para entreter em horas vagas na
eos, mas eja qual fer, de Dos espero a recom- geral. rua do iraperador n. 15, defronte de S. Francisco :
pensa.Francisco Coelho de Simoes Silva.
Aluga-se a sja da rua da Penha n. 29
/aliar oa roa .da caotvoa do Carmo n. 8.
Precisa-se de ama ama de leite sem lilho :
a tratar na rua da Cadeia n, 12 eu na reflnaeo
, da Senzala Nova n. 4.
da gallinha, gallo, per, leo, onca, tigre, caxorro,
vigario, porco, pelleja entre uma alma, S. Miguel
e o diabo a 160 rs. cada um exemplar-
* Libras esterlinas.
Vende-se ao preco correte de 93 por
cada uma: na rua do Crespo escriplorio
n. i5.________________________________
Vende-se a loja de selero da rua Nova n.
28, com todas as fazendas, on somente a armar*,
sendo esta toda de madeira de amarillo, e ptima
para qualquer outro estabeleeimento : a tratar na
mesma leja.___________I_________________
Bixas de Hamburgo
Vendem-se na roa Nora n. 61.
Vende e
uma taberna com poucos fundos e iaz-se todo
negocio por seu dono ler de retirar-se para a Eu-
ropa, na ma Imperial n. 195 a tratar na mesma.
V
fu cr\/iri I


Diarlo de Peruambuco Ter^a felra Je Jaueno de !.
CONSELHO
DE
>
Deiai que os Huios da civilisago vos preguen)
economapara os ps 1! Esta parle 9o corpo
humano por certo aquella que, nesle clima ne-
cesita de maior agasalho: pela hmida de nos ps
se introduz a grande maioria das molestias, e com
estas a perda da saode e da vida 111 Fra com as
botinas e sapatos velhos; reforma-Ios
45-Rua Dereite-45
Borzeguins francezes para homem s*tmn
Ditos inglezes id-m a 8JS, 7 e 64000
Ditos para senhora 4J800
Ditos para menina 2*000
Sapatoes esmaga cobra 5*000
Bitos de Nantes de duas golas s|000
Ditos dito de sola e vira 4SO0O
Sapatos de borracha para senhoras 1*400
Ditos de dita para meninos 1*000
Ditas de tapete para bomens e se-
nhoras a 800 e 1J>0M
Sapatos de lustre para senhora a 1*000
Ditos para casa 500
Chinelas rasas do Parto 1*W0
D/IODURETO DUPLO
de FERROequinina
Os elementos que compoem esta preparado, o
ferro, o iode e a quina, a collocSo no primeiro
grao das preparacoes ferruginosas. Basta attestar
seus resultados obtidos pelos Mdicos dos hospi-
taes, e os relatnos dos prcticos mais eminentes,
que confirmrSo sua poderosa efficacidade as
seguintes affcccocs:
Con valor on r a tu Ion-
Kiin molcaltaa.
Mu. II. mrroful-
raprira.
ofcBlrnccuo 4a .Un-
dulan.
Hiirnurr frlaa.
iiiiniiiiTi branca*.
iturhltlnnio.
Affccce raaeeraaat
e ayahilldeaa.
Fdirr. lypholdr*.
Varile*, ele., ete.
MIngon no aanaue.
Frnqnru.
Anemia.
Chleraae ou Ictericia.
Menatraa.
Affeeeea do tero.
Suaareaaoea daa re-
ras e deaordea na
naenalrvarao.
AfTrecSo pulmonar e
nklhlale.
Molestia* d'eatomaga.
GaatralKlaa.
rerda d'appellte, ete.
Yejae se os bullelins de therapeutica medica
e cirurgica de 30 de novembre 1860; a Gateta
dos hospaes de 28 dejulho 1860, etc., etc.
Alm dus pilulas de iodureto duplo de ferro e de
quinina de Rebion, os Mdicos aconselho
igualmente o Xarope d'iodure duplo de
ierro e de quinina do mesmo author para as
pessoas que nao gostao de medicamentos sob for-
ma pilular e os meninos. Este xarope nio tem
como o xarope d'iodure de ferro, o inconveniente
de alterar-se e de se nio poder conservar.
Peca-se o folheto que se d de graca em casa
dos pharmaceuticos depositarios.
Para-se evilarem falsificcSes, exija o com-
prador era cada frasco de Pilulas ou Xarope a as-
signatura do inventor.
Depsito geral em Pars, paarmaciaRebillon,
4 42, ru du Bac, e em todas as boas pharmacias
de Franca a dos puizes estrangeiros, etc.
GRANULOS
Ide BISMUTHJ
DE CHEVRIER
Us granulos au smuth de Chevrier bem
superiores a todas as outras preparacoes de
smuth empregadas antes com o maior successo
pelos mdicos de-todos os paizes, para prevenir e
ouraT as
a dlgeatdca.
GaatrUea.
Galtralglaa, ete.
iiliinirus clironlcas.
nyMNentrrlua.
Dnca d'catdmasa.
D)pepalaa.
Os priraeiros symf*omas d'essas formidaveis
affeccessc manifeslo ordinariamente por diges-
toes laboriosas, asktsnes, falta d'appetite, pesos
d'estmayo depois de cada comida, caimbras es-
tomacaes, e, raujtas vezes, por espasmos nervosos
com vmitos.
Este estado mrbido, se o descuidao, traz ine-
vitavelmcnte, que seja:
Moleatlaa de gado.
A li-li-ri. la.
1 ul|.iaino de eoraeo
Ifci ( noa rlna.
Opprcaaoe*.
Ddrea de i-alirra.
Irrliarea de bcalga e
da mal Ir, etc.
Os granulos Chevrier sao ordeuados pelas
sommidades medicaes para prevenir essas diver-
sas molestias e cura! as quando sSo tomados a
lempo.
O preco de cada frasco Depsito geral em Paris, pliarmacia Chevrier,
e era todas as pharmacias de Franca e dos paixes
estrangeiros.
GRAGEAS de CUBEBINA
;omCOPA,BAdeLABLONY
Estes confeitos que lem por base o prin-
cipio activo (te primeita cnbeba juulo com
a cupahijba pura, niio naasen o estomaga.
Elles !.!.'.i.'iu parar inmediatamente as mais
iebeldes gooorrtas, mesmo as que ressti-
ram a cubeta o a cupahyba isoladamente.
Deposito geral em Pernambuca rna da
Gr nz n. 22 eaa sea de Caros \ Barbara.
ATTENCA0.
tei Santo Amaron principio da etrada de
Belci casa encarnaba vende-se 9 morarlas de < -
sas pequeas de pedral ral, chaos proprios, c quintal du 160 palmos de fundo e 16 de la r. '
do a ca-a 40 palmos de fundo a 400$. rendem 4>&
por mee. Vende-se mais no mesmo lugar dous
sitios cuai boas casas de viienda, cacimba d'agna
de beboc. dous grandes wrdros de peite, tendo
um 113 -bracas de compriio e mais 4 peqaenos,
mnilas ardores com mais 4e 40 qualidades de
ruetas, gcaodes baixa* de apirn mM sse con-
serva lodo uno, um hauhewo de pedra e cal,
.cercada para gado e carril, proporgoes para ter
einpre 6 vaecas de leite, trra cultivada para
plantacoes asade j lem mandioca, algodao erva-
io edocrioulo, 300 ps de caf novo?, grande
plaotajao de sraruta etc., nao tendo estas proprie-
dad-'s necessidaie de cercas por ter natnraes,
tena.- alm disso expeliente porto de emliarqite
dentro do mesmo lio, alm das exeellentes casas
mais a mais milita lenlia de mangue : vende-se
j.mio eooio as casas aeima annunciadas ludo jun-
to ou separado.
Tsberna e n^ougue.
Venda-se a taberna e a<;oogue no caminho da
8oledade n. M; tambem vndese a iaberna e a
armacio barata, visto seu dono precisar retirarse.
Vende se por precisaoa armsco da lojade
calfado, toda envidracada, da ra da Impcrairiz,
na Boa-Vista n. 13, o alague! razoavcl, e a casa
tem no interior beslante espaco para morada : a
tratar na mesma loja com a viuva de Joao Jos
Mendes da -ilva,_____________________________
Feijdo
Veodemse saceos com 2i cillas do ffijao rajado
do Porto por 11*, em euias a 5i0 : na roa Direi-
tan.a___________
Veadem ?e esteiras depalha de carnauba de
superior qualidade, vindas dq Aracatj : na ra
do Vigario n. 1A, primeiro andar.______________
Farelo de Lisboa
a 4*800 a sacea ; no armaiem da Estrella, largo
do Paraizo n. 14.
Rna do Crespo n. V.
O gallo vigilante tendo sido agraciado pelo pom-
poso Ballisa, na sua ordem do da, e pela Branca
Aguia, apesar de que, para estes o Gallo com seus
agudos esporoes nunca us olTender, antes os agra-
ciar na mesma conformidade, para que o Baliza,
possa marchar em frente, a Branca Aguia possa
levantar sen vo,;levando no bico as palinbas seu
ninha; e o Gallo tirara em seu espacio campo
dando de novo o seu canto annunciando a seus
bons freguezes o ao respeitavel publico
0 grande sorlimenlo de objectos de niuilo gosto que
acaba de receber.
Ricas caixinhas com msica ricamente enlejia-
das para costura, proprio para um delicado me-
nino.
Riqusimos cofresinhos com cadeados de metal
para guardar joias.
Ricas canas com estejo, contendo todos os per-
tences para homem.
Riquissimas voltas fingindo perola.
Ditas com lacinhode lita.
Ditas de lindas cores e prela, de todas as gros-
suras.
Lindos aderecos com pedrinhos fingindo bri-
1 liantes.
Ricas fivellas para cinto, de lodas as qualidades
e bora gesto.
Ricos cilos do ultimo gosto de Paris.
Grande sorlimenlo de lindos enfeiles paracabo-
?a, sendo do ultimo gosto e de lodos osprecos.
Flores muit linas para noivas.
Lavas enfeitadas e meias de seda para noivas.
Chaposinbos, sapatinhps e meias de seda pan.
baptisado.
Riqnissimas fitas de todas as qualidades parala-
do, cintos e cinteiros.
Camisionai e gollnbas para senhora.
Riquissimos jarros e figuras para ornamento de
sala.
Grande sortimento de gravatinhas tanto para se-
nhora como para homem.
Luvas de pelica branca e de edres.
Gascarrilliasde bonitas cores.
Trancinhas, galao e niaravilhas para enfeites.
Transelins de cabellos e de relroz para reloglos.
Papel amisade e de oulras qualidades.
Bolsas para viagem.
ntremelos e babadinhos de lindos padrees.
Lencinhos de linho bordados.
Meias para homem, senhoras, meninos e meni-
nas.
Fitas de veludo lisas e com mtame de todas as
larguras.
Thesouras e caivetes de todas as qualidades.
Grande sorlimenlo de saboneles.
Lindos vasos com banha para offerecimentos.
Caixinhas com seis frasquinhos.
Essencias de todas as qualidades.
Agua verdadeira Florida.
Agua da Colonia, em garrafas grandes, e em
frascos cuadrados egarralinlias.
Pomada lina de loJas as qualidades.
Superior banha em frascos e copos de lodos os
lmannos.
Sabao-inglez em paos grandes e peqaenos.
Escovas de cabo de Uiadreperola, marfini e de
osso, para denles.
I'entes para desembarazar, com friso de metal e
sem el(e.
Ditos de tartaruga e de mnitas oulras qualida-
des.
I'ontes de tartaruga para senhora.
Ligas de seda e de alg>dao, assim como mullos
ouiros objectos de gosto que seria impossivel men-
;einar, que a vista faF s no Gallo Vigilante,
ru 4o Crespo n. 7.
Y trillabas.
i Lindas vollinhns de perolas falsa? com cruzin'ias
iogindo brilbantes, assim como cruzinhas avulsas
e vollinhas, pelo barato preco de 1* e 1*200, as
cruzes avuls asa 400 rs.; s uo Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Leqties.
Riquissimos loques de madreperola lano para
senhoras como para meninas, pelo barato prego
de 12* e 14*; s no Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
GRANDE NOVIDADE.
S no Vigilante.
Riquissimos enfeites de lodas as qualidades para
senhoras e mcuinas, chegados boje da alfandega.
Slntos
Riquissimos sintos de fila larga e estreita com
llveles grandes e pequeas, com brilhantes falsos,
cousa-de muito gosto.
Air>un*
^ Tambem chegaram os riquissimos albons para
50 retratos, com capa de tartaruga e de marfim,
cousa nntitocliique : s no Vigilante, ra do Cres-
po n. 7.
Golinfeas.
Riquissimas golinhas e manguitos, omelhor gos-
to possiveL a 2*. 2*300 e :*; s no Vigilante,
: ra do Crespo n. 7.
Enfeites para enbura.
Riquosissim enfeites com taco e sem lago e de
outros^martes gosios a 1*, 15500 e 3*: s no Vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Traneelinc.
Lindos traaeelins de cabello fiara relegis ou lu-
netas, pelo baratissimo prego de 1*500, ditos de
retroz a 200 rs.
Dabadinhes entremetes.
Riquissimos babadinhos entremetes com lindoi
desenhos lpades e transparentes, pelo baratissimo
prego de 1*20, *500, 2* e 3*; s ao Vigilante,
ra do Crespo u. 7.
Cascarrilbas.
Grande sortimeato de cascarrilbas de diversas
larguras, assim cosi galaozinho e traseinhas pro-
prias para enfeites; s no Vigilante, ra do Cres-
po u. 7.
Filas.
Grande sortimente de tilas de diversas larguras
e qualidades, per preeos que admiram aos com-
pradores, havendo fitas largas proprias para cin-
teiros que se pode vender a 300 rs. a vara, e pega
de 9 varas a 2*; s no Vigilante, rna do Crespo
n. 7.
Fitas de lia.
Fitas de lade todas as qualidades, proprias pa-
ra debrum de vestido a 700 rs. a pega; s no Vi-
gilante, ra do Crespo n. 7 ,
Ricos espelbos.
Riquissimos espelhos com moldura deurada'
sem ella de 8*, 10*, 12* e 14*, assim como com
columnas de differentes tamanhos a 2*, 3*, 4*, 5*
e 6*a, s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Lindos jarros e figuras.
Riquissimos jarros e figuras de porcelana fina,
para enfeite de sala, sendo omelhor gosto queaqui
lem apparecido; s no Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Para aos d arroz.
Riquissimos vasos com bonecla para pos de arroz,
cousa de mullo gosto a 1*800 e 2*, assim come
pacotes s com os pos a 320 rs. cada um; s no
Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Perfumaras.
Grande sortimento de extractos e banhas, poma-
das, assim como de lindos copos ou vasos com dis-
tintivos e offerecimentos as sinhasinhas dos me-
lhores e mais afamados autores de Faris e Inglater-
ra, assim como os grandes ropos de banha japoneza
a 2* e a 1*. assim como outros objectos que nao e
possivcl por boje annunciar, e vista dos fregu*-
zes safar todo negocio; na loja do Gallo Vigilante,
rpa do Crespe n. 7.
Grande Lliquida$k).
Rna da iMperatrlz
Loja de fazendas do pavo de Gama & Silva
Aeba-se este estabelecimnto completamente
sonido de fazendas iuglezas, franeczas, allemaas e
suissas, proprias lanto para a praga como para o
mato, promeltendo vcuder-sc mais barato do que
em ouira qualquer parte, principalmente sendo em
porgo, e de todas as fazendas do-se amostras,
deixando ficar penbor. ou mandam-sc levar em ca-
sa pelos caixeiros da luje do Pavo.
Vestidos soutambarqDe.
_IVIo ultimo vapor francez chegaram riquissimos
vestidos soutatnbarque, os mais modernos que
nesle mercado tem apparecido, os quaes esto
promptes com saia, corpinho e seu competente
soutambarque, tudo guarnecido de seda, veludo e
renda. Quem tiver bom gosto dirija-se loja do
PaTo, na ra da Imperatriz n. 60.
AOS TKES MIL VESTI-
DOS.
Na loja do PavSo, a 3$. 44
e 7$000.
Vendera-se lindissimos cortes de vestidos india-
nos, sendo todos bordados e de listras de cores e
brancas,proprios para casamento, pelo baratissi-
mo prego de 3* cada corle por se ter comprado
urna grande porgo, sendo fazenda que vale 6*,
ditos Mara Pa, tendo qualro pannos, fazenda
para o corpo com os competentes enfeites para o
mesmo, pelo baratissimo prego de 4* cada um,
ditos de lodas as cores com as barras bordadas a
crox, sendo cada um em seu rarlo, tendo rada
um todos os enfeites precisos, pelo baratissimo
prego de 7* cada um, ditos com babados mullo bo-
nitos, mas sera ser em rarto, pelo diminuto pre-
go de 3*500 cada um ; adverlindo-se qoe os donos
da loja do pavo vendem estes vestidos por lo di-
minuto prego por terem comprado urna grande
qoanlidade e convir Ihc liquidaren! logo, na sua
loja, rna da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Aos vinte mil covados de lila.
Grande pechlncha, a 840
e 8SO rs.
Vendem-se as mais bonitas lazinhas transpa-
rentes, sendo com listras e quadrinhos miudinhos,
c lisas, lendo de todas as cores, assim como pretas
e rxas para luto, pelo baratissimo prego de 240 o
covado, ditas transparentes com palminbas de seda
Mara Pa, tendo de lodas as cores, e tambem
algumas proprias para luto, pelo barato prego de
320 cada covado, isto por haver urna grande por-
flo: na ra da Imperatriz n 60, de Gama &
ilva.
Latas e eopos com banha fina.
A aguia branca, na ra do Queimado u. 8, rece-
beu esta estimada banha fina em latas e copos, isso
alem de outras em diverses frascos.
s niouVrnissinias lazinhas de tima s
cor, a iii i la ('A o de gorgaro, veo-
de op*\o.
Chegaram pelo ultimo vapor francez as mais
modernas lazinhas de cordaozinho, as mais pro-
prias e mais lindas que lem vindo, proprias para
vestidos, soulambarques, capas, etc., dam-se amos-
tras deixando penhor, e vendem-se pelo baratissi-
mo prego de 560 rs. o covado : na ra da Impe-
ratriz n. 60, loja de Gama e Silva.
As lazinhas do Pavo.
Vendem-se lazinhas de quadrinhos transparen-
tes, boa fazenda, pelo prego de 280 rs. o covado,
ditas largas multo linas a 400 rs., ditas estampa-
das, cor segura, padres miudos e grandes a 320
rs. o covado, ditas transparentes com palminhas
de seda a 400 rs., ditas escocezas a 560 rs., isto lu-
do para liquidar : na loja e armazcm do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60.
Os grosdeoaplrs do Pavo.
Vendem-se grosdenaples pretos, fazenda supe-
rior a 1*600 rs. o covado, ditos largos muilo en-
cobados a 2*400, 2*600, 2*800 e 3*000, ditos
brancos, cor de rosa, azul e amarello. a 2*000 r.s
o covado : na loja de Gama & Silva, denominada
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60.
As novas las garilialdinas a 500 is.,
na oja do Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas garibal-
dinas, fazenda inleiramertte nova no mercado, sen-
do todas com listras miudinhas, e transparentes,
com lustro a imtagao das soitmbas, lendo varias
cores, sendo azul, cor de lirio, carmezim, cinzenta
e cor de liavana, ele.; isto a 500 rs. o covado para
vender depreca: na loja do Pavo, ra do Impe-
rador n. 00 ? Gama & Silva.
Os mais modernos vrstidos Hara Pia,
na loja Vendem-se finissimos vestidos Mara Pia com
os corpinhos diflerentes, tendo lodos os preparse
cnm'o compelento siuto : na ra da Imperatriz n.
60, loja do Pavo.
lamisiiihasa i$000-
Vendem-se camisinhas com manguitos, sendo
muilo bem enfeiladas. proprias para senhoras e
meninas, pelo barato prego de dez tustoes cada
tima : na loja do Pavao, ra da linperafriz n. 60,
de Gama<5 Silva.
Vestidos para meninas.
vendem-se os mais modernos vestidinhos para
meninas, sendo muito bem entenados Mara Pia,
tendo de difirales tamanhos, pelo barato prego
de 8* cada um : na loja do Pave, ra da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Roupa fcita barata.
Vende-se um grande sorlimenlo de roupa feita
para homens, sendo caigas de bnm brance c du
cor, dilas de casemra prela e de cores, ditas de
meia casemira, paletots saceos e sobrecasacos de
casemra e panno preto fino, colletes de todas as
qualidades : na loja do Pavo, ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
Grosdenapledecor a I 600 o covado.
Vende-se grosdenaple de cor azul, branco e pre-
to, j>elo barato prego de 1*600 o covado : na loja
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Panno de linbo a 700 rs. o covado.
Vende-se o verdadeiro panno de linho proprio
para lenges, toalhas e ceroulas, pelo barato prego
de 700 rs. a vara : na loja do Pavo, roa da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Economa do Pavo.
Vende-se para acabar, orna pergo do retalhos
de las ecassas de lodalS as quididades, e por pre-
eos muito em cotila ; quem tem economa que
pode apreciar : isto na leja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 60, de Garr. & Silva,
Madapolo a "000, s na loja do Pava*.
Vende-se superior madapolo muito encorpado,
tendo 20 varas cada peca.com 4 palmos de largu-
ra pelo baratissimo prego de 7*000 a pega, ditos
muito finos a 8*, 0* e 10*000. E' pechinrba, na
loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama
Silva.
Cortes de eassa a 3000.
Vendem-se muito bonitos cortes de cassa, lendo
7 varas cada corle, com esenhos muilo delicados
pelo baratissimo prego de 3*000 o corte; s na
loja do Pavo, ruada Impeatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Cortes de ebita franeeza.
VenJem-se finissimos corles de chita fran-
eeza, com 12 covados, lendo, padrdes escures e
alegres de cores (xas pelo baralissimo prego de
4*000 o corte; s na loja do Pavao ra da Impe-
ratriz o. 60 de Gama <& Silva.
Cambraias lisas, na loja do Pari.
Vendem-se pegas de cambraia lisa muito fina,
tapada e transparente, pelo baratissimo prego de
4*000 tendo 8 1/2 varas cada pega, ditas muito fi-
nas a 7*. 8*, e 51* a pega, dilas Victoria com 10
varas pelo baratissimo prego de 7*, 9* e 10*, di-
tas Garrazes fazenda muito encorpada, fazenda pro-
pria para forro a 360 rs. a vara ou 2*600 a peca :
Isto na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60,'de
Gama & Silva.
Cortes de lia a 4000.
Vendem-se corles de las garibaldinas, malisa-
das e de quadrinhos, tendo 12 robados cada corte
pelo baratissimo prego de 4*000 o corte; isto na
loja do Pitvao, ra da Imperatriz d. 60 de Gama &
K111
MME
\.
^.
RA DO QUEIMADO IV. 45.
Passand o becco da Congregado segunda casa.
nouaapj
NOVIDADE
iPereira Rocha dt C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Claiioi < tnmtr
cial, ondeo respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhorcs gneros que vem ao ntsso imeatio M
ijuaes sero vendidos por preeos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abano mencioneda; gar?nie-se tm
peso e boa quaiidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranh5o, India e Java a 60, 80 e
100 rs. a libra, e i800, 20600 e 30000
a arroba.
*"! avirancezas em latas e em frascos a
i*?99 e 10600, e em frascos grandes a
ZOU.
I dem em caixinhas elegantemente enfeiladas
com ricas estambas no interior das caixas
3 10200,10400, 106OOe2.
; Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba.
Azeite doce francez mnito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a640 rs. a garrafa.
Ararula verdadeira demalarana a 320 rs. a
libra.
Avell5as muile grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 rs.
Bolachinhas de soda, latasgrandes, a 20 rs.
a lata,
dem inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinhaea200rs. a libra.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
em barril a 400 rs.
Cha hysson, huchin e perola a 10600, 20,
20500, 20800 e 39000 a libra,
dem preto muito superior a 20000 a libra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a earrafa
e 50800 a duzia.
Cognac inglez fino a 90^ rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa a 10800,
20000, 20200, 20500, 20800, 30000 e
305OO a caixa.
Caf do Rio muito superior a 280 e 320
rs: a libra e80500 a 80800 rs. a arroba.
Cartoes de bolinhos francezes muito novos e
bem muito enfeitados a 700e 600 rs.
Choiin'cas e paios muito novos a 800 rs a
libra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra. Cevadinha de Franca muito superior i 220
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
muito novo a 640 rs.
Queijos fiamengos do ultimo vapor a 20800
dem prato.
dem londrino chegado no ultimo vapor a
900 rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a C00 rs
cada'um.
Sardinhas de Nantes a 300 rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra
Tuucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a libra,
dem stearinas muito superiores a (>( 0
libra.
Eigos em caixinhas ermeticamente lacradas
a 10600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste peero e de varias marcas, como
sejam : Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I. Hara Pa,
Bocage Chamisso e outros a 800, 900 e
rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a ala.
dem seccas muilo novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro em canata
de oito libras e canastrinhab de I arroba a
10800, 50500 e 280 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a ICO rs. a libra.
dem de trigo a 120 rs. ? libra.
Genebra de Hollanda vcrdadiira maica \7>
a 560 rs. o frasco c 6620 a frasquera.
dem em garrames de 3~e 5 galcs a 5|M6
e 70500 cada um com o garrafac.
Graixa a 100 rs. a lat.; e 10100 a iizi*
Licores muito finos a 700 rs. a garran.
dem, qualidade especial em garrafas bvIi
grandes, a 1^800 a garrafa.
dem em garrafas mais pequeas a SCO rs.
dem, em garrafa forma de pi a e relias de
vidro, a 10000, s a garrafa \aV v di-
nheiro.
Mantejga ingleza perfeilamenlc flor, desem-
barcada de pouco a 900 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
10000 a garrafa, e ero caixa com urna du-1 dem francez muito nova a 640 rs. a libra.
zia a 90000 e 100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa.
dem deBordeaux, Medoc e S. Julien a 700
dem de tempero a 400 rs.
Maca de tomates em barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a G40 rs.
Marmelada imperial dos metieres coaatliai
ros de Lisboa a 60 i rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grande*,
800 rs.
e 800 rs. a garrrafa, e 70000 a 70500 rs. dem regular a 500 rs.
Macas finas para sopa: estrellinha, pevide,
rodinha e aletria a 600 rs. a lilira e a 40
a caixinba com 12 libras.
Nezes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixt em latas preparado pela primeirf. aru
decozinha a 10 a lata.
Paliios de dentes a 160 rs. o mago.
a duzia.
IdemMorgauxeChateauluminide i 85 i, a 10
a garrafa,
dem muscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
102OOrs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-i dem de dentes a 120 rs.
mos grande porcao de outros que deixamos dem de flor a 200 rs.
de mencionar, e que tudo ser vendido por Amendoas confeitados a 900 rs. a libra,
pecas e carnadas, tanto em porces como Doce de goiaba em latas o meilior pomvei t-
retalho- 20 e em caixao a 640 rs.
Quem comprar de 1000000 para cima te- Palitos do gaz a 20200 a groza.
r o abate de 5 por cento. Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Frascos com gamma arbica
dissolvida e pincel.
Vendem-se na ra do Queimado n. 8, loja da
aguja branca.
> vos albuns.
A*ma branca acaba de receber outra encom-
menda de bonitos e bem encadernados albuns de
capas de velludo, massa, tartaruga e marfim, al-
guns dos quaes com microscopio para augmentar
o tamanho dos retratos, continuando a serem ven-
didos por pregos commodos: na ra do Queimado
loja da aguia braman. 8.
Galanteras para feslas
A aguia branca nao ressa de encoicmendar do
que ha de melhor e mais agradavcl, e por issoaca-
ba de receber diversas figuras e vasos de p de
pedra com fina banha, assim como bonitos frascos
de exeellentes extractos e lindas caixinnas de ma-
deira envernisada com finas perfumaras, tudo
mu proprio para presentes de festas etc., havendo
dinheirodrija-se o pretndeme a ruado Queima-
do d.-8 Joja da aguia branca.
Ahil fino para engom*
ma do
A aguia branca na ra do Queimade n. 8, reee-
beu glbulos de ail fino a frasquinhos com es-
sencia de dito para engonimados.
Outros enfeites.
A aguia branca acaba de receber por este ulli-
mo vapor un novo sortimento de bonitos e delica-
dos enfeites de moldes nteiramente novos e de nm
apurado gosto, assim pois coinparegam os pretn-
denos munidos de dinheiro e coro disposigao de
gastar : na loja da aguia branca ra do Queima-
do n. 8.
Pequeos pentes de tar-
tarvga
A aguia branca na ra do Queimado n. .8, rece-
ceben novamenle esses peqaenos pentes de tarta-
ruga que por suas qualidades de pequeos, lisos,
bonitos e bem feilos tanta estima lem merecido pa-
ra as senhoras segurar o cabello quando atado ; a
aguia branca porm avisa aquellas pessoas que os
haviam encommendado e a quem mais queira
aproveitar a occasio de os comprar continuando
a serem vendidos pelo mrtmo prego de 4j cada
uro. *
Estando brancos ficam pretos
O bom resultado e o rpido effeito que produz
a tintura de ebrornacoma, e mesmo o facillimo
modo de applicar tem se lomado mui conhecido e
apreciada por todos que usam della e per conse-
guinte augmentado a cxlragao, pelo que a aguia
branca mandou vir- mais o novo sorlimenlo que
acaba de receber constando elle de
Caixas com ibromacuina para tingir os cabellos.
Frascos com coloricoma para lustrar ditos.
Ditos com hydrocallelhricbina para limpar dilos
pitos comory.hromanlina para limpar as unhas
Sabonetes brancos para lavar os cabellos.
Pomada callicomiphila para dar ebeiro aos di-
tos sem'offender a preparagao feita.
Sapat/s de marroquim rfow-
rado vara bailes.
Esses sapatos do grande lom vendem-se nica-
mente na rna do Queimado loja da aguia braia n.
8 a 65 o par.
Meias finas para senhoras
gordas
'endem-se na ra do Queimado loja da aguia
oran,- n. g,
Esponjas finas para rosto
Vendcm-se na rna do Queimado loja da aguia
Tanca n. 8.
Cylindros para poda
ria.
Na aadaria da rna Direita n. 84 ha para vender
os conhecidos e acreditados cylindres americanos
para trabalho de padara ultimamant' chegados.
RIVAL SEM SEGUNDO
Ra do Queimado ns. 49 e 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia est conlinuando a
vender muitc barato, pois seu genio dar a fazen-
da por todo prego a vista dos cobres.
Cartas de alneles francezes da melhor qualidade
a 80 rs.
Grosasde pennas de ago inglezas da melhor qua-
lidade a 640 rs.
Caixas de clcheles francezes de superiores quaii-
dades a 40 rs.
Grosasde boioes de madreperola muito finos a56t
e 640 res.
Carreteis com 4 a o oilavas de relroz prelo fino a
640 rs.
Resmas de papel de peso liso muito superior
200.
Grvalas da liga e de outras mnitas qualidades >
500 rs.
Caivetes para penna com 3 follias fazenda boa a
800 rs.
Duzia de botoes branco para casaveques de senho-
ra a 100 rs.
Pegas de lila de cs cstreitas com 9 varas garaii
lidasa 320 rs.
O Expositor Porlugucz para os meninos a prender
a ler a 800 rs.
Os segredos da lutureza para os meninos a pren
der a ler a 1*000.
Cartillias da doulrma christaa, finas e superiores a
320 rs.
Pentes finos de ciarfim a i000, 1,8200 e 15500.
Pares de luvas de seda para homens e senhoras a
500 rs.
Gollinhas para senhora o melhor que lia a 320 e
500 rs.
Frascos com superiores banhas a 240, 320, 500 e
15000.
Livros que serve para assentar ronpa, pelo diminu-
to prego de 160 rs.
Capachos redondos muilo finos a 500 rs.
Cordao branco para esparlilhes muito superior, i
vara a 20 rs.
Carritis com 150 jardas de linha branca a 60
reis.
Candes com 200 jardas de linha branca garant-
d< s a 60 rs.
Grosas de pennas de ago superiores a 500 rs.
Varas de franja branca e de cores larga para toa-
lhas a 160 rs.
Pares de botoes de punho, oh que pechincba a
120 rs.
Tinteiros de vidro com tinta a 160 rs.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rf.
Grosas de betoes de louga prateados muito fino a'
160 K/V,
Tesouras para costura superior qualidade a 500
res.
Escovas para limpar dentes, superiores a 200 rs
MACHINAS liEP4il[
de
Vi
trabalhar wao para
descai-ocar aSgodo
FABMCADAS
Por Plant Brothers ; C,
ID.Ui
.^_-^ Wv- putl. Il'll|^l v*tnvv.^, ^ ....... ...
Caixas com superiores phosphoros de seguranga a, rs. e.
160 rs. ,.,.
Caixas com 100 envelopes o melhor qne ha a 640
ris.
Caixas com 20 quadernos de papel amizade, moitc
, Bno a 600 rs.
Quadernos de papel pequeo muito fino a 20 rs
Estas maebiBU
poica desraragv
ucalqtt t i
de ilg,: isi
> -ir. gv 0 0,
sendo ba:sr.t?
duaspessoa.-par?
o trabalho i'ft
dp'rarogar urna
arroba de af.;.-
diio em caraba
em 40 mii..tos,
ou U arrobas
por da op t ar-
robas de ala C3t
limpp.
Assim romo machinas para seirm mvid.' i cr
animaes, que descarogam 18 ambas ie iiccm
limpo, [or dia.
Os mesmos tem part vci.der un 1 cilifsnro va-
por que pode fazer mover seis (estas n sel :rc:
mencionadas ; para o que ctuvida se ;cs Irs
agricultores a'virem ver e txamina-lo, no arma-
zem de algodo, no largo da ponle novtf r. 47
Saunders Brothers C
X. II, praca'do Corpo Murta)
RECTFE.
Os nicos agentes neste paiz.
RIVAL SEM SEGUNDO.
Ra do Queimado ns. 49 e 55 loja do Barartirr
conhecido j como tal, est dispoudo da fazenda
por todo o prego para apurar dinhriro, qcem qni-
zer venha ver e traga o cobre, e vera o secunte :
Baralbos de cartas para vollarete u.uilo
finas a........................... M
Miadas de lii.lia fioxa para bordar a___ 53
Pares de sapalos de nanga de ledos os
tamanhos e finos ai.................. IjfN
Massos de superior graropos para caljti^ 50
Dalias de palitos de gaz superiores a. .. 2tS
Libras de ara preta muito superior a. ti O
Frascos de superior Eiacag oleo a .... ItO
I Ditos de dito perola a................. 200
Ditos de oleo de babosa mnito finos a 320
Ditos de agua de colonia superior, garan-
tida..............................
Ditos de banha muilo fina a............
Ditos de cheiros muilo finos para o prego
a ris.............................
Saboneles de todas as qualidades a 0 rs.
160, e............................
Norelos de linha com 400 jardas a......
Carritis de linha de cores com 200 jar-
das a....................,........
Novellos de linha de gaz de todas as c-
I res a.............................
> Pegas de fitas elsticas com 10 varas pa-
| ra vestidos a.......................
^ rf' i Frascos de superiores cheiros, pequeos, a
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti- Pares de ||gas muit0 superiors bt)Dlla
gaes bronzeados, lonas inglezas, fio devela,; aris............ .................
chicotes para carros e montara, arreios para Varas de bicos francezes, superiores a...
carros de ura e dous mallos, e relogios to$^^^w^
ouro patente inglez.
V nhe da Madeira d do Porto
Vende seosaperlor vinho da Madeira e do Por-
te, em caixas de urna e duas duzias : s na loja
do Viganie, ra do Crespo n. 7. ^^^^^
Ra da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C,
M
40O
64i>
600
4CO
80
aj
o
240
M
41*
fi
ifoe-
Roa da Senzalla Nova i. 42.
Neste estabelecimnto vendem-se: tac (i
ferro coado libra a i 10 rs., idemd eLoa
Moor libra a!20rs._________________
Farela superior de Lisboa a 5)5 o sarro.
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C n,o sen escriptorio ra da Cruz n. 1.
Albim
para 20 at 200 retratos, mnito bons e por menos
prego que era outra aulquer parte: na ra do
Crespo n. 4. '
tudo a............................ lf Of
\ Pegas de tranga prela liza mnitn fina a.. W1.
Caixas com 4 papis deagulhas Vicluria a 200
Varas de fila preta com colxetes a...... 40
Libras de lia sortida de todas as cores a 6J6T0
Bonecos de choro muito bonitos a...... MJ
Caixas de obreias de ma ssamnlo novas a '-0
Varas de franja .branca e deires para
toalhas a......................... W
Frascos de oleo Philocomescopenor a... 6t-0
Dilos com superior linta a320 e......... 5"0
Caixas de linha de gai rom 50 novellus a CCO
Enfiadores para espartilho \ ....... 400
Duzias de bol5es encarnaoos para vest-
m a...............................
/

7


I


aBBI
PMM
Diarlo de PrrunbHeo Terca lelra O de Janeiro de 1804

AURORA BnlLHAHTE
GkUNDES 4RMAZENS
lE
MOLHADOS
i-?-*
M Largo da Santa;
Craz ns. lie 84,]
|j|rts juina da ra do,j
gCebo. |
Largo da Santas
^ruzns. 12e84,j
esquina da roa dolS
ESPEC1AES mCeb0-
O dono dos ja raaito acreditados armazens de molhados denominados Aurora
ruante, acaba de receber de sua propria encomraenda, rnuilos gneros delicados
proarios da prsenle estatu, e teado grande Borlimento comprado agui,aanca que lodos
os seos gneros sao de .* qualidade.
A seguinte tabella servir a todos de base para ajuste de contas aos por-
tadores.
Nenhum armazem vender mais barato, e melhores gneros do que a Aurora
Brilhaate, j pelo grande sortimento que tem, j mesmo por sea dono se aeaar encora-
raedado en sua saude e ter de vender um de seas armazens agora, e o outra na pro-
zima primavera, por isso deve-se aproveitar urna quadra destas para se comprar
barato.
Latas com 8 libras de chouricas muito novas,
a 75O00.
Ditas grandes com peixe em postas inleiras,
ni in de 12 quaiidades, a 15000, I08O e
1*400.
Ditas com ostras, oscellenle petisce para fre-
gideira, a 720 rs.
Ditas com erviltias novas, ensopadas, a
72 rs.
Ditas coia lavas, a 646 rs.
Ditas cein ameixas a 15200, l800 e 3*300.
Ditas com marmelada do afamado fabrican-
cante Abrcu, a 880 rs.
Ditas de massa de tomate, a 500 rs.
Ditas com ligos de comadre, botos, a 1>00,
23 a 25300.
Ditas nona bolachinbadc soda muito novas, a
Ditas com bistoitinhas ingieres de nuitas
quaiidades, a 15400.
Gtorttato.
Chocolata superior muito novo, a libra a
15290.
Htcarra telharim e alelria amarella,a libra
a HO rs.
':!> dito dita branca, a libra a 400 rs.
Caixas cora estretirtia, pevide e outras mas-
sa-, a caixa 34500.
U;:as dita em libras a 610 rs.
Sag, a libra a 360 rs.
Savadtnha para sopa a libra a 240 rs.
Ervillus seccas, a libra a 160 rs.
Ditas descscalas, a libra a 200 rs.
Tapio.;a muito nova, a libra a 280 rs.
Panana de araruta verdadeira, a libra a
08 rs.
Arroz do Mar.tnha'i. em sacca a arroba a
25400 e a libra a 80 rs.
Dito da India e Java, a arroba a 35200 e a
libra a 100 rs.
Toucinho de Lisboa a 05500 a arroba o a 320
rs. a libra.
Dito de 'autos, a arroba 75000 e a libra a
200 rs.
Mol nos rom 125 sebolas grandes, a 15280.
Shstirda franceza caixa com 2 duzas a
85300.
Frascos com moMarda preparada em vina-
gre, a 400 rs.
Ditos cim i-onservas inglezas e francezas,
a 640 e 800 rs.
Ditos cora sal refinado lino, a 640 e a300
ris.
Ditos com a verdadeira geuebra de laranja
a 15200.
Ditos (I.! 2 garrafas de llollanda verdadeira,
l 00). ^n
Ditos de 1 garrafa de Hollanda verdadeira,
a 010 rs.
Botijas com dita propria para negocio, a
400 rs.
(arralos com 2 galoes com dita, a 65000.
Serveja boa, marca, a 500 rs. a garrafa, e a
duzia a 65000.
Vinho mascatel de tetuba, a garrafa a
15300.
Marrasi|uinho verdadeiro, frascos a 800 rs.
e a 15200.
Ctiampsgue, a dozla 205000, e a garrafa a
25000.
Azeito retinado portuguez e francez, a gar-
rafa a 15000.
Caixa de vinho llordeanx muito superior, a
"5,33, 95 e 105 a caixa.
Bitas com dito branco, a 75000 a caixa.
Ditas com dito lagrimas do douro verdadei-
ro, a 205-
Dit com duqae do Parto verdadeiro, a
MIMO.
Ditas cora chamisco superior, a 145000. ,
Ditas com Porto velao e outras multas mar-
cas, a 125000. '
Tinbo do Porto da pipa, a garrafa a 640,
72* e 800 rs.
Dito de Lisboa muito bem, a caada a
352OO, 35500 e 4*000, e a garrafa a 500
e 60 rs.
Dito da Figuira. das segrate marca, (li.)
(I. A. A.) (i. L. G.) (O. M.) a caada a
45300 e a garrafa a 560 e 640 rs., deste
que j est engarrafado e lacrado com o
rotlo do armazem.
Ditos de marcas mais desconhecidas, a cana-
da a 35500 e 4*000 e a garrafa a 480 e
32* rs.
Vinas branco uno, a garrafa a 640 rs.
Dito de caj muito superior, a garraa a
800 rs.
Vinho verde superior.
A caada a 35500 e a garrafa a 480 rs.
Gemma.
Saccas de 4 arribas, a verdadeira de se
engommar, a arroba a 35000 e a libra
Sabio massa, a Una a 200, 240 280 rs.
Farinha.
accas grandes com farinlia deGoianaa mui-
to nova, a 35000.
Caf.
Caf do Rio muito superior, a arroba a 85,
85-500 e 95000.
Cha.
Cha temos nesles gneros o melhor possivel,
hysson, a libra a 25600.
Dito perola a 35000.
Dito uxira a 25700,
Dito hysson muito lino a 25800.
Dito redondo a 25500.
Dito preto de primeira qualidade a 2>oou.
Bilo mais baixo a 25000 15600.
Erva nale.
Exeellente cha medicinal, a libra a 320 rs.
Espermacete.
masso com 6 vellas de espermacete a 600,
640 e 720 rs.
Passas.
Caixas de 16 e 8 libra de passas novas pro-
prlas para mimos a 44 e 2g500.
NMeB.
HoaM, a hbra 160 rs e arroba a 45000.
Mpista e paince.
Alpista e paii.co, a arroba 45000 e a libra a
ICO rs.
Cartas.
Carlas finas parajogar, a duzia a 25500.
Gastabas.
Castanhas novas vindas neste vapor, a arro-
ba 45000 e a libra 200 rs.
atattaaat.
Barris com azeilonas novas a-14500
Manteiya.
Manteiga flor, a libra a 15000.
Dita mais abaixo a 800 rs.
Dita menos superior a 640 rs.
Dita franceza nova, a libra a 720 rs.
Dita dita em barris e meios ditos, a libra a
660 rs.
Dita para tempero a 400 rs.
Queijus.
Queijos botos vindos neste vapor a 35200 e
35500..
Ditos londrinos muito botos, a libra a
15000
Papel.
Papel almaco pautado, a resma a 45800
Dito dito liso de linho, a resma a 45500
Dito de (ieso lizo e paulado, a resma a
25300
Dito de embruliio bom a 15 e 15*00.
Viuho Madeira.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-
deira a 1500 e 25.
Temperos.
Folhas de luro, pimenta do reino, cominho
e cravo, a liara a 100 rs.
Velas de carnauba. 0
Massos com 6 velas de carnauba refinada a
4S rs.
Aneadoas.
Amendoas com casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Caixees de doce de goiaba, grandes a 15400
o pequeos a 640 rs.
lijlos de limpar.
Tijlos de arear facas a 140 rs.
Gran.
Duzias de boioes de graxa b. 97 a 25600, e
de latas a 15000, e os boioes a 240 rs., ca-
da um, e as latas a.100 rs.
Charutos finos.
Charatas finos dos melhores fabricantes da
Bahia por diversos precos, caixas e meias
Bjaaiaas.
E grande quantidade de gneros tendentes
a estes estabelecimentos, que deixam de an-
nunciar-se.

NEM COROAS NEM MITRAS
E
GRAIDE ARMAZEM
RIJA UO IMPERADOR W. 40
Jante ib sebrado em qne mora Sr. 0>brne,
Datarte Almelda <& C, receberam de ana propria eneonunen-
da o mala lindo e variado sortimento de molhados, proprlos
da presente estaco.
Manteiga ingteza Macas brancas
da safra novavinda no ultimo vapor a 1,00o; para sopa a melhor qne se pode desejar,
RUPA FEITA
NO
ABBAZES
H
rs. a libra e em barril a 800 rs.
Mamtelga franceza
da safra nova a 60o rs. alibra, e em barril
a 560 rs.
Amendoas
confeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
2(5400, muito propios para mimos,
- Cartoes
com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
com bolacbinhas de soda de todas as qua-
iidades a io300.
Chocolates
de todas as quaiidades a 15000 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambem
temos velhos para 500 rs.
Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 26oo.
Queijos
chegados no ultimo vapor a 2600 cada um.
QueIJo
londrino o mais fresco que se pode esperar
* e de excellante maree a 800 rs. a libra
sendo inteiro e a 900 rs, a retalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 700 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinlias ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 1#200.
Cha uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qualquer nao pode vender por menos de
30 a 20600.
dem perola
especial qualidade a 25700 rs. a libra.
dem tavssou
o mais aromtico que tem vindo ao nosso
mercado a 20600.
Massas amarellas
para sopa, macarrao, talharim e aletria a
480 rs. a libra.
COUVaC
o muito afamado cognac Pal Brandy a l,8oo
rs. a garrafa e de outras muitas quaiida-
des a 1,000 e 800 rs. a garrafa.
COPOS
lapidados para agua a 4,5oo e 5,ooo rs. a
duzia, e a 440 e 5oo rs. cada um.
PAPEL
almaco, greve, peso e de outras muitas qua-
iidades de 2.2oo. a 4,5oo a resma do me-
lhor.
Papel de botiea
! de exeellente qualidade a 20200 a resma,
PAPKL
azul e pardo para embrulbo de l,4oo a 2,2oo
rs. a resma.
. Corinthias
passas corinthias muito novas proprias para
podim a 800 rs. a libra.
Fumo
o verdadeiro fumu americano em chapa a
l,4oo rs. alibra.
"Vinagre
PRRemancoretasde 9 caadas a 15,ooo rs.
cada urna.
Cebollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e i,ooo rs. o molho.
Alpista o tiiinco
o mais novo do mercado a 14o rs. a libra,
e 40400 a arroba. -
CEBLAS
4 8 0 CORTE.
Pechineha sem igual.
1
Lindos cortes para vestido de percales de cores
claras e escuras com grande variedade de padres aja
pelo baratissimo prego de 4$ o corte: na l<>ja das 1J
c lumnasrua do Crespn, id, de Antonio Cor- ^
reia de Vaseoncellos C. \
i
Farelo de LisJ)oa.
Vcnde-ae superior farolo em saceos {rrande. e
por preco commodo, vindo pelo ullimo bajo : na
ra do Amorim, armacm n. 50.
vmm
Tende-so potas* sao harria a comraedo prego
na raa da Cruz b. 23, primeiro andar, sseriptori:
de Antonio de Almeida Gomes.
macarrao, talharim e aleiria a 400 rs. a
libra e 40500 a caixa.
Vinho
Figueira J A A e outras muitas marcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
dem (te Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, 6
20800 a caada.
dem do Porto
generosos engarrafado dos melhores fabri-
cantes da cidade do Porto a 10 e 10200
a garrafa e de 100 a 120 a caixa, as mar
cas sao asseguintes: Chamisso AFilho,
F. & M., Nctar ou vinho dos Deuzes,
lagrimas do Douro eoutros muitos.
Latas
com 10 libras de baaha a 40000.
Bolachinaa ingleza
a 10800 a barrica damesma que
vendem a 20000 e 20400.
Nozes
as mais novas do mercado a 120c* .di bra.
Cervejas
dos melhores fbricantes|e de todas as mai
cas de 40500 a 60300 a duzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Reis e outros em
meias caixinhas a 10500.
Arroz
do Maranho a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 20500 a 30000 a ar-1
roba desses que vendem por 30400.
GAF
de 1.* e 2.* sorte do Rio de Janeiro a 805f
e 80800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
Ciarrafes
com 4 7* garrafas com vinagre a 10000 ca
o garrafo.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 10000 o frasco, e de 114080
a caixa.
DEM
em frasqueiras de Hollanda a 50800 com
12 frascos.
GENEIRA
d^ Hollanda verdadeira em frasqueira a 600
rs. cada urna.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groaa
le 2o rs. cada caixinha.
LICORES
finos de todas as quaiidades, a lo,ooo a caixa
com urna duzia e a 1,000 a garrafa.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
iam Abreu e outros muitos a 600 rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunlo de Lamego a 32o rs.
a libra.
ARROZ
Maranblo, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3,ooo, a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas marcas a 56o rs.
a libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
de carnauba em caixas de arroba a 9,3oo e
caixa e 34o rs. a libra.
Batatas novas
em caixas de 2 arrobas a 50 a caixa e 60 rs.
a libra.
Passas nwiic aovas
em quartos e inteiros a 20 o quarto e 60500
a caixa e400rs. a libra.
Chocolate
portuguez o mais especial que se pode de-
sfijar a 800 rs. a libra e 140 rs. o pao.
Frutas em ealda
chegadas ltimamente, pera, pecego, ginja e
outros muitos a 640 rs. a lata.
Dsce da casca da goiaba
a 600 e 10 o caixe.
GOMMA MUITO NOVA
US-nUEXKO VERSE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roopa feita de
todas as quaiidades, tambem se manda fazer por medida, a vontade dos concor-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assira como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as quaiidades, para senhoras,
homens e meninos.
Casacas de panno preto, 350 e 300000, Ditos de setia preto.
250000
Sobrecasacas idem, 300 e .
Paletos idem e de cores, 250,
200, 150 e......100000
Ditos de casemira, 200, 150,
120, 100 e...... 70000
Ditos de alpaca, 50, 40 e .
Ditos ditos pretos, 90, 70,
50, 40 e......
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. .
Ditos branco de linho, 60,50 e
Ditos de merino preto de cor-
do, 100, 70 e ; .
Calcas de casemira preta, 120,
Ditos de ditos e seda branco,
60 e.......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 60, 50 e
Codetes de fasta e brim bran-
co, 30500, 30 e ....
Seroulas de brim de linho,
21400 e .....
utn'DiUs ^ al8od5e l**00 e-
} Camisas de peitos de linho,
40, We......
Ditas de madapolSo, 24500,
50000; 20e.........
30500
30500
30000
400001
Chapeos de massa, pretos fran-
100, 80e......70000! cezes, 100, 90 e. .
Ditas de cores, 90, 80 e. 70600; Ditos defltro, 50, 40,3J5Q0 e
Ditas de me a casemira de c- 'Ditos de sol, de seda, 120,
20BOO
10400
20900
10600
80600
20000
res, 50000 e.....40000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 40500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40500, i| e .
Ditas de ganga de cores, 30 e
Cohetes de velludo preto e de
cores, 90 e......
40000
20500
Ditos de casemira preta, 50 e
Ditos de ditas de cores 50
40e........
110, 70 e......6*boo
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda duzia. 60000
Sortimento completo de grava-
tas. #
20500 Joalhas parroste, duzia, 110,
e........60000
70000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
40000; tos e de cores.....4*000
Lences de bramante de linho. 30000
30500 Cobertas de chita chineza.. 20500
DE
J. VIGNES.
V 55. RA DO mPERADAR M. 55.
Os piaaos desta antiga fabrica sao hoje assaz conhecidos para oue seja neeessario insistir sobre ?
sna superoridade, vantagens e garantas qne oflerecem aos compradores, yiaJklades estas nconiestt-
veis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem appareeido nesla praca ; odo-
suindo uro teclado e maehinismo que obedeeem toda as *OBtades e caprichos das pianistas, jem-
nunca falliar. por serem fabricados de proposito, e ter-se fciio ltimamente melhoramentos impurua-
tissimos para o clima deste paiz ; quanto as votes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
reis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as eneommendas, tanto nesta fabrica como nado Sr. Bluodel, de Par, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expesieas.
No mesmo estabelecimento se ada sempre um esplendido e variado sortimento de msicas dos
melhores autores da Europa, assim como harmnicos e piaaos harmoaicos, sendo tudo vendido por
precos commodos e razoaveis.
moito novas a 10000 o cento na ra do Qoel- em paneiros de 1 e 2 arrobas a 30500 a ar-
mado n. 7, ra do Imperador n. 40 e lar- j roba e 140 rs. a libra na ra do Qoei-
go do Carmo n. 9 mido .'.7, ra do Imperador n. 40 e largo
GRAO DE BICO doCarmo ?.. 9
maito novo a 30400 a arroba e 140 rs. a li-1 BOLACHINHAS
bra na ra doQueimrdo n. 7, ra do- em Utas de defferentes quc'.idades a 10200
Imperador n. 40 e largo do Carmo n. 9.
QUEIJO. SUISSO
muito fresco a 800 rs. a libra na ra do
Queimado n. 7, ra de Imperador n. 40 e
largo a Uta
QUEIJOS FLAMENGOS
chegados neste ultimo vapor a 20800 na rna
do iQueimado n. 7, ruado Imperadorn.
40 e largo do Carmo n. 9.
Os proprietarios do grande armazem o Verdadeiro Principal declaram aos seus
freguezes e amigos e ao publico em geral, que para: facilitar a enmmodidade de todos es-
tipularan! os mesmos precos nos seguintes lugares:
0 Verdadeiro Priicipal roa do lBperadrj*40
NOVIDADES.
Queijos do Uenlejo. ditos das ilhas o mais fresco que se pod deso-
jar a 10200 a libra, e sendo inteiro ter algum abatimento, ricas eaixinhas
redondas enfeitadas, proprias para mimo da festa pelo barato prco de 40
cada urna, ricas caixas de figos tambem preprias para mimo de 00 10500
cada urna. Vende-se nicamente no armazem Verdadeiro principal, ra do
Imperador a. 4.
CONSULTORIO MEDICO-CIRIRGICO
DO
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LORO MOSCOSO,
MEDICO, PARTEIRO K OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fundfio 3
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres lodos os dias das 7 s I
horas da manilla, edas 6 e meias 8 horas da noite, excepcao dos dias santificados
Pharmacia especial homeopathic
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisaces e pelos preces seguintes
Carteiras de 12 tubos grandes. 120000
> de 24 tubos grandes. 180000
de 36 tubos grandes. 240009
a de 48 tubos grandes. 300000
de 60 tubos grandes. 350000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com os reaa;l
que se pedir.
m tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 10' 00.
Senda para cima de 12, custaro os precos eslabelecdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
LITROS.
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeepathteo db Br. Jabr,
dons grandes volumes com diccionario.............200800
Medicina domestica do Dr. Ilering,........... 100600
Repertorio do Dr. Mello Moraes............. 60000
Diccionario de termos de medicina ........... 30000
Os remedios deste estabelecimento sSo por demals conhecidos e dispensam portan-
to de serem novamente recommendados aspessoas que quizerem usar de remedios ver-
daderos, enrgicos e duradores : ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de ver-
dadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservaco, tintura dos mais acreditados
estabelecimentos europeos, a mais exacta e aecurada preparado, e portanto a maior ener-
ga e certeza em seus effeitos.
Casa de sade para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operado, para o que o ananociante julga-se suficientemente habilitado.
O tratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, a
funecionando a casa a mais de quatre annos, ha muitas pessoas de cujo conceito se nao
pode duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que desejaram mandar seus
doentes.
Paga-se 20000 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 10500.
As operacoes serao previamente ajustadas, se n5o se quizerem sujeitar aos precos
azeaveis que costuma pedir o annunciante.
Vinho do Porto especial.
0 mais geseroso e genuino vinho do Porto, mar-
cas novas e especiaes, em caixinhas de 12 parra-
a, sendo marcaRainha de Porlngala 48,8000
a caixa, e marca Pedro Va I6; em perca
far-se-ha im abate razoavel : no aromem de Per-
rclra & Uatheus, junto ao arco da Conreicao n.
66. No mesmo armazem ha tambem exeeileate
vinho do Porta em aororetai de 32 garrafas a 3f
cada urna, em porcSo por menos algoma cousa
Vendem-se charutos da Baha de varias qua-
iidades : em casa de Monhard & C. rna do Tra-
piche n. 48.
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz da melhor qualidade-a
1L0 a lata : nos armazens da ra do Im-
perador n. 16 e ra do Trapiche Novo n. 'g
i(M)
Veaaa-se superior viaho do Porto em etiis de
nma duzia : en casa de Julinstoa Palor k C, ra
do Ai*"o b. 3.
Superior cal de Lisboa.
Vende-se superior cal t Jais* a mais nova
que ba na mercado, tanto em porfao como a reta-
lho, por barato pr^, afianganda-se aos compra-
dores qperior qualidade: a tratar as segnitles
ras : Crispo n. 7, lmpprador n. 2s\ Forte do Ma-
los, armazem doSr. Avilla, defronte ^ trapich
algodao.
ViBiho do Porto superior
em barris de oitavo e dcimo, veade Aatonio Lai
da Albuquerque Azevedo k C.: b seu ascrlptorio
roa a C/ti 1
s
Fabrica Oonceic^o da
Bahia.
Andrade k Repo, recebem consunte-
jR mente e tem venda no seu armazem a.
Jttf 34 da ra do Imperador, algodo d'aqael-
5 la fabrica, proprio para saceos de assu-
PJ car, embalar aiRodo empluma etc., etc.,
MK pelo preco mais razoavel.
Casaes de pombos e borrachos.
?endem-se casi es de pombos bons batedores, e
borrachos: na roa larga do Ressrio n. 21, trcei-
ro andar.
AGENCIA
AGENGI L0W-10OL
Ra da Seaama aava a. 41
. Neste estabelecimento contina a aaver
am completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.____________
Arados americanos e machinas para
lavar rowpa: em casa de S. P. Johnston 4 C
ra da Senzalla Nova n. 42.
~Vende-se
um exeellente carro americano com 4 ra-
das e arreios para um e deus ca val los sen-
do muito maneiro e leve, o qual tendo si-
do todo reparado de novo se acha no me-
lhor estado de perfeicjio e asseio: a tratar
com Antonio Jos Rodrigues de Souza aa
ra do Crespo n, 15, das 10 horas da dia t
as 3 da terde.______
Vende-se em casa de Mareeao i C a roa
do Crespo n. 5,- um paleo da draaaca e seda
branca, vindo de Lisboa pelo ullimo vapor.


1
Diaria de
Terca lelra i O de lanrire de 1 8&
MAGNIFICO SORTEJIENTO
DE

I
i
MOLHADOS
NO
GRMDE AKMAZEAI
DA
1
!
LIGA.
O -RUI NOVA OO
Casa da esquina Junio a ponte da Boa Vista.
MUITA ATTENQAO.
Parece que o respeitatel publico se achara bastantemente convencido de que a
direeeSo deste importante estabelccimento tem sido sempre caracterisada pelo maior
gosto e capricho, nlo s com retalio ao asseio, superioridade das mercaduras, como
na sinceridade do trato e maneiras altenciosas dos empregados da casa para com todas
aquellas pessoas que se dignara de frequenta-la.
. Muitas senhoras pernambucanas e eslrangeiras, cujo trato ameno e delicado nao
pode ser concedido a qualquer individuo no recinto de um estabelccimento da ordem
da Liga tem vindo possoalmenie refazer as suas despensas nesta casa e vollado assas
satisfeitas.
E' preciso fazer desapparecer desta importante capital estas nojentas tascas ebeias
sempre de escravos embriagados, onde as chufas sao jogadas sem respeito.
O importante e magnifico armazem da Liga se acha felizmente muito fura
dessas condieces. E' necessario v-lo para bem se prestar crdito a nostaspalavras.
A mercadoria nunca ser bem comprada se ella nao or de boa qualidade-
sobre este ponto que chamamos a attenco das pessoas que nos quizerem honrar com
a sua freguezia; porque o nosso grande estabelccimento se acha completamente prvi-
do do superiores gneros, que em sua mxima parte foram comprados a dinheiro
vista, e receidos directamente de Londres, Pars e Lisboa.
Ninguem se acha entre nos com mais propones para vender barato.
As pessoas que compram para negociar, fariam muito bem se quizessem se cer-
tificar do quanto havemos expendido procurando afreguezar se com bosco.
?3o duridamos vender a crdito a quem nos der conhecimento de sua probidade.
Amendoas confeitadas em irasa s de vdro, ditas com casca mole
c dura Ameixas francezas em frasees de vdro, ditas em latas,
ditas em cartoes, ditas a varejo =Alpiste e milho miudo.As-
sucar refinado fino, dito baixo. Azeite doce em barril, dito
em boi5es, dito engarrafado, dito francez e pertaguez refinado.
Arroz do MaranhJo, dito de Java, dito da India, dito de Penedo.
Azeitonas de Lisboa, dita do Porto.Banha de porco em barril
dita em latas, dita refinada em barril e latas. Batatas em giros,
dita em caixas, ditas a varejo. Bolaxinhas finas de diversas
qualidades, ditas de soda, ditas para lanche, ditas americanas.
Biscoites inglezes, Mixede, Medom, Cabim, Seed, Soda, Cuddy
Cracknel, oval Thim tapitam e outras mais, ditas de leite de
Edimburgh,etc.Caf do Rio de I.", 2.* e 3. qualidade, dito
miudo.Cha, o que ha de melhor existe era nessos armazens,
uiira, miado, dito hysson de 1.a, 2.a, 3.a e 4.a qualidades, dito
prato homeopathieo, dito commum.Charutos Mussissipis, ditos
Panetelas, ditos regala imperial, ditos suspiros, ditos delicias,
ditos Napeleoes, ditos Parisienses, ditos apraziveis, ditos lancei-
roi, ditos imperiaes de diversos fabricantes. Chouricas mou-
riscas de-noa, ditas em latas.Chocolate de diversas qualida-
des e de diversos fabricantes. Cerveja Basse, dita Victoria,
ditas Alesops, dita tenente, dita H, dita XXX, dita em barril
branca e preta.Conservas inglezas, dittas francezas, dittas ali-
menticias.Cevadnha de Franca. Chanpanha superior de di-
versas marcas.Cognac inglez, ditto francez. Ceblas de Lis-
boa em molhos, ditas em reslias.Copos lapidados para agoa
ditos para vinho. Doce de calda em latas de diversas qualida-
des, ginja, alperch, pera, pecego, doce de goiaba, em latas ditos em
caixoes ditos era frasco de calda de assucar, ditos de cognack.Ervi-
lbag em latas, ditas em casca, ditas sem casca.Espermscele de 5 e 6 o
maco.Fig09 em latas de 4 e 8 libras lindamente enfeitadas, ditos em
caixas grandes e pequeas em barril. Farinha de trigo de diversas
marcas, dita de araruta, dita do Maranho, dita do Aracaty.Fumo
de Rio em latas dito em rolos, dito em lata (do Para) para cigarros.
Genebra ingleza marca gato, dila dita em frteos, dita de 11 llanda era
frascos, dita dita em botijas, dita de Hamburgo em frascos, ditaem bo-
tijas, dita em garrafoes.Graxa em latas.Limonada de diversas fruc-
tas.Licor inglez, dito francez, dito allemao. Manteiga ingleza flor,
dita de 2.a qualidade, dita de 3.a, dita de 4.a, dita franceza de 1.a qua-
lidade, dita dita de 2.aMassas para sopa, macan ao, talharim e aletra,
dita estrellinha e pevide branca e amareila.-- Marrasquino de zara de 1.a
qualidade, dito 2.a dita, dito 3 dita. Maimelada muito fina.Molho
inglez, dito francez.Moslarda ingleza, dita Iranceza.Presuntos in-
glezes para fiambre, ditos americanos, ditos do Porto para tempero,
dito de Lisboa. Passas de Malaga, ditas de Corinthias para podim.
Pomada do Pato.Pimenta do reino. Peixes em latas, savel, curvi-
na, pargo, espada, congro, chermy preparado pelas melhores artes de
cosinha.Papel greve branco, dit pautado, dito almaco, dito de peso,
dito amarello.Palitos lixados para dentes, ditos ditos cora flores, ditos
americanos, ditos do gaz.Queijos inglez e londrino, dito flamengo dito
prato, dijo suisso.Rap Meuron, dito francez Salame em latas de I
libra o melhor que aqui tem vindo.Sardinha de Basse, dito de A.
L'Auile. Sahao nacionol, dito massa e nao massa, dito inglez. Sal
nacional, dito inglez a varejo, dito em vidros. Toucinho d^ Lisboa e
Porto, dito de Santos.Tijolospara limpar facasVinhos, neste gene-
ro os nossosarmazens tem o melhor soitimt-nto quesepode imaginar,
duque do Porto, lagrimas do Douro, C Lote, Pedro II, Malvazia, Madeira, Cherry, Bordeaux, tudo engarrrkdo.
Prevenimos ao publico de que no armazem da liga s tem vinhos engar-
rafados no estrangeiro, dito em pipa do Porto, Lisboa, Figucira e de Sete,
dito em b rril de todos os paizes, dito em ancoras, dito chamisso mui-
to propina para casa particular em barrilinhos com 450 garrafas por
preco a satisfazer o mais exigente comprador ern quanto a qualidade
garantida por nos e pelos seus importadores, dito em caada por prego
baretissimo, dito branco para misa.Vinagrepurode Lisboa, dito ham-
burguez, dito em garrafoes. Vassouras do Porto, ditas americanas.'
NOVOS VESTIDOS DE PHANTASIA
Cbegaram es modernos vestidos de dentelle de seda com barra, inteiraraenu hotos
em (rosto e qualidade : loja das columnas, na ra do Crespo n. 13, de Antonio Correia
de Vasconcellos & C, soccessores de Jos Moreira Lepes.
Fazendas de boin gosto
Para vestidos de senhora
Superiores cortes de seda de cor, de morante, de g.>rgurao e da setim imperial.
Ditos de blend, e de cambria branca bordados.
Ditos de lia com barra e grande variedade em cores e padrees.
Ditos de organdys com barra
Lindas sedas de quadros tscesseza a miudas.
Superiores aas lisas com grande variedade do cores.
Ditas com salpieos, com" llores e de quadros.
Lindas pampolinas de quadros e de llores, fazenda inteiramente nova.
Superiores cassas de corea, e lindas eambraias organdys.
Grande variedade de chita de cores, de percaHa e outras aioitas fazendu de gost.
Para hombros de senhora
Lindas capas e bournoux de easemira de cor.
Ditas de lia e do seda.
Grande variedade de aoutf embar,e de seda de 18 a 40*.
Manteletes de seda.
Superiores basquinas.
Superiores chales de seda, de merm estampados Anos, de cacbittira em luirs de
seda e do 816 prato.
Camizinhas modernas, zuavos brancos e de cores, colletes de eambraia, lindas gol-
liohas coas poAos o outros inultos artigos.
Para cabeca de seahora e menina
V
Superiores peos e ctwpellioas de palha de Italia enfeitadas para senhora.
Ditos de feltroenfeitados para senhora.
Ditos da- paiha enteitados para molino
Grande sormeito de afeites moderaos de lelroz, e (roce, de eabello e de flores,
para senhora.
Na loja das colamnas da ra do Crespo o. 13, do Antonia Crrela da Tascse!^-
las* C
0 PUBLICO
Sem o mcior constraa-
glmeno se entregar o
importe do genero que
io agradar.
ARMAZEM
ATTENC&O
Os preeos da segninte
tabella para todos, po-
dendo asstm servir de ma-
se para o ajaste de eontas
com os portadores.
PASTILHAS
VERMIFU6AS
RA RA ADEfil RO RECIFE IV. 53.
(Lega passaade a arca da Cont ir)
Grande redneeSo de preeos, equivalen*e a dez por reato menos lo qne tro qualquer
annastelaase.
Co!Iegas.Nao posso por mais tempo sustentar o preco da manteiga ingleza a i-,ooora. a libra, bem assim o de outros
amitos objectos, etc., dando com isto ocasiao a todas as espeluncas acabarem porbom preco a manteiga de tempero, e gritarem em
alta voz, que podem vender pelo preco que eu rendo } t Ora, eu offendido com estas obscuridades e receloso em adoptar o mesmo
systhema que vim encontrar, de s se vender com um por cento a carola, resolvi fazer esta grande redueco de preeos, orno veris
pela seguidle tabella, pois como sabis ca pelo meu bairro, at a abertura do momoravel armazem de molhados lnio Mercantil nao
se sabia de entro preco de manteiga ingleza a nao ser o de I,4oe a i.Goo rs. a libra. Hoje porem, resentidos da redcelo a que
esto obrigados, encarando todos os das de seus freguezes recJtmacSo de preeos, e qualidades, vingam-se de um eoutro portadores
al informado deste novo estabelecimento. para lhe vender goeros nao proprios de em estabelecimento desta ordem qne o seu fim
tio sement obter a concorrencia de seas freguezes.
Para bem de todos.
Sniores e Senhoras o acei que presidie, aos arranjs desta novo estabelecimento, e mais que tudo apromplido e entei-
reza com que serao tratados, convida a urna vizita ao mesmo, certas de que sem duvida me darao a protecclo e preferencia na compra
dos gneros que precisarem, e quando nao pocam vir poderlo mandar seus portadores, anda que estes sejam pouco pratices, pois
serao to bem servidos como se viessem pessoalmente, Lavendo para com estes toda recomaendaco, afim de que nao vio era oulra par te
Antonio de Lisboa em latas com 6 libras
Manteiga ingleza (safra nova) especialmente*
escolbida a 8oe rs. a libra, em barril se
faz abatimento.
dem franceza a mais nova que tem vindo ao
mercado a 56o rs. a libra, e era barril oa
meios a 5oo rs.
Cha hysson de superior qualidade a 2,6oe rs.
a libra,
dem perela" o mais superior do mercadea
2,8oo rs.
dem huxtm e melhor que se pode desejar
neste genero 2,600 rs.
dem prelo homeopathieo por ser de superior
qualidade a 2,ooo rs. a libra.
dem bysson, huxtm e perola mars proprio
para negocio o I,6oo, 1,800 e 2,oo rs. a
libra, garante-se ser muito regular, igual
ao que se vende emoutra parte por 2,4oo
e 2,6oo rs.
Lingicas, ebeuricas e paios era latas de 8
rs. e em barricasde 4 dozias se faz abati-
mento.
Caf do Rio a 26o e 28o rs. a libra, e 7.8oo
e 8,5oo rs. a arroba,
dem lavado de primeira qualidade a 3oo rs.
a libra, e r,ooo rs. a arroba,
dem do Cear de superior qualidade a 24o
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,000 rs. a
arroba.
Arroz do Maranho a loo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba,
dem da India mult alvo egraudo a loo rs. a
libra, e 3,ooo rs. a arroba,
dem de Java a 801 rs. a libra, e 2,2oo rs.
a arroba.
Painco e alpista a 14o rs. a libra, e 4,3oo
rs. a arroba.
Massa de tomate era latas ds 1 e 2 libras a
600 rs. e de barril muito superior a Soo
rs. a libra.
libras, emticamente lacradas a S,5oe rs. Aletria, macarro e talharim a 4oo rs. a li-
garante-ss seren superiores aos que Tem
em brris.
Chouricas e paios em barris de meia e nma
arroba a 8,000 rs. e 1,5oo e 600 rs. a libra.
Queijos flamengos muito frseos chegados
neste ultimo vapor a 2,2oo rs. e do vapor
passado a l,6oo e i,800 rs.
dem londrinos os mais superiores que tem
viudo ao mercado a 800 rs. a libra entei-
ro se faz abatimento.
dem prato muito fresco a 800 rs. a libra.
dem do Alentejo o que se pode desejar de
fresco e superior a 800 rs. a libra, a elles
antes que se acabem.
Ervilhas e favas porluguezas em latas j pre-
paradas a C4o rs.
Marmelada imperial dos mais acreditados fa-
bricantes de Lisboa a 600 rs. a libra.
Prezunto do reino vindos de casa particular
a 56o rs. a libra, e a Soo rs. inteiro.
dem inglezas para fiambre chegado neste
vapor 72o rs. a libra.
Copos lapidados para a gtia a 0,000 e 5,Soo a
duzia,
Choculate francez, suisso e hespanol a 9oo
I,ooo e i,2oo rs. a libra.
Espermacete em caixinhas contendo 6 libras
por 4,000 rs., garante-se serem transpa-
rente e de superior qualidade, tambemtem
de 12 por libra propria para carro.
Peixe em posta sorel, corvina, gors. pesca-
da, salm5o, ostras e chernee, vezugo em |
latas grandes a 800 e 3,ooors. cada urna.
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-
das que tem vindo ao nosso mercado a
6,000, 7,ooo e 8,000 rs. a caixa, garante-
se ser de qualidade superior, quo outro
qualquer nao pode vender por este preco.
Genebra de Hollanda a 56o rs. o frasco, e
5,7oo rs. a frasqueir.
dem de laranja verdadeira de A'tona em
frascos grandes a 1.000 rs. o irasco, e
H,ooo rs. a duzia.
(em de Hollanda em botijas grandes 4oo
bra, e 9,oo rs. a eaixa.
dem e talberim branco a 32o rs. a libra,
estas massas tomam-6e recomendareis as
pessoas doentes por serem propri ament
fe i tas para esse lim.
Estearinas a 56o rs. a libra, e em caixa com
25 libras a 52o rs.
Vinho do Porto muito fino excellente qua-
lidade proprio para engarrafar em ancore-
tas com 9 caadas por 45,ooo rs.
Vinho de pipa Porto, Figueira, e Lisboa a32o,
4oo eSoo rs. a garrafa, emeanada a 2,5oor
3,ooo e 3,8oo rs.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa, em caada
a 3,000 e 3,5oo rs.
Vinho branco para missa em caixa de 1 duzia
a 8,000 e a 680 rs. a garrafa.
yinho do Porto das melhores marcas, que
rera ao mercado como sejam Lagrimas do
Dooro, Duque do Porto, DuqueGenuino,
D. Luiz I., Madeira secca, Malvazio fino,
Fettoria em caixa de i duzia de 9,ooo a
10,000 rs. e a 9oo e 1,000 a garrafa.
Vinho Colares o mais superior que tem
rindo ao mercado a 64o rs. a garrafa.
Sardinbas de Nantesem quartos e meiaslatas
a 36o e 56o rs. cada urna.
Sardinhas portuguezas em latas grandes
preparadas pelo melhor conserveiro de Lis-
boa a 64o rs.
Bolachinhas inglezas as mais novas do mer-
cado a 2,8oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
Bolachinna de soda em latas com diversas
qualidades a 1,3oo rs.
Bolo francez em caixinhas muito proprias
para mimo a 64o rs.
Passas muito novas de carnada a 4oo rs. a
libra e 6,000 rs. a caixa com 28 libras.
Figos de comadre a 24o rs. a libra e
l,8oo rs. a caixa cem 8 libras.
Amendoas de casca mole a 32o rs. a libra.
lidiad lindas d'agua em sal da fabrica do Beato
por 2,5oo; ditas doce em latas com o mes-
mo peso a 2,5oo; ditas imperiaes em latas
de 3 libras por l,5oo rs.
Ameixas francezas em latas de I e meia libra
pori,2oo; ditas em caixinhas de derersos
tamanhos com bonitas estampas na caixa
exteriora I,2oo, I,5oo, e I,8oors.
Azeite doce refinado Penanel ou do Kempes
de Lisboa a 85o rs. a garrafa e 9,5oe a
caixa com urna duzia.
Batatas, muito novas a So rs. a libra e 2,eoo a
caixa cora 2 arrobas.
Conservas inglezas a 75o rs. o fraseo e
8,Soo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a 32o
Nozes muito novas a 160 rs. a libra-
Molho inglez em garrafa de vidro com
rolha do mesmo a 5oo rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes a
800 rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes j preparada
a 4oo rs.
Lentilhas excellente legume para sopa a 2oo
rs. artrbfa.
Marrasquino o verdadeiro de Zara em garrafas
grandes a l.ooors. e i i, 000 a duzia-
Palitos para dentes a 14o e I6ors. o maco-
Sal refinado em frascode vidro com rolha do
mesmo a 5oo rs.
Cerveja branca e preta das marcas mais a-
creditadas que vem ao mercado a5,ooq e
5,5oo a duzia e 48o rs. a garrafa.
Sag muito novo e airo a 24o rs. a libra.
Seradinha de Franca muito ora a2oors.
Charutos de todos os fabricantes da Bahiae das
mais acreditadas marcas conhecidas no
nosso mercado a 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo,
3,5oo e 3,8o a caixa de loo charutos.
Cognac inglez das melhores marcas a
l.oso rs. a garrafa.
Doce da casca da goiaba em latas de 4 li-
bras por 2,ooo; dito em caixoes a 6oe rs.
cada um.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Velas de carnauba de 6 e 12 por libra a
32o rs. a libra e lo.ooo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa
e 4,8oo a caada.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra
e 36o rs. em barril.
Capil de diversas frutas muito frescas a
64o rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a graza.
Toucinho de Lisboa muito alto e airo a
32o rs. a libra e 8,5oo a arroba.-
Ameixas francezas em latas de 3 libras por
2,oo. rs.
Cebollas solas a l,4oo o cento ; ditas em
molbos com cento etantas porl,2oors.
Malte excellente cha para os naregantes a
a 2oo rs. libras.
DE KEMP,
NOTA YORK.
DE COB CHEIBO E SABOR AGRADWEIS
Ipfmitamente mais eflicazes do que todos
os mais remedios perigosos e nauseabundos
qu existem para a expulso das lombrigas.
Nao causam dores e pruduzcoi seu effeito,
sem precisar logo depois de porgante ne-
nhum e to incitantes em apparencia e deli-
ciosas em gosto, que as facas estSo
promptas a lomar mais do que marca a re-
ceita.
Uteis como um excellenle meio de fazfr
remover as obstrueces do ventre, mesmo
no caso de nSo existirem verme algum, us
PAST1LHAS VERMFUGAS* DE KF.Ml'S S-U pi < Hie-
las e infalliveis na sua operacao e por ledos
os respeitos dignas de cwifianca e approra-
c5o de todos os paes de familias. Prepa-
radas nicamente por Lanman o< Keir.p,
Nova York.
Vendera-se no Recife em casa de Caors A
Barboza e Joo da C. Bravo 4C,______
Esptranea
Luvas de pellica, brancas, pretas e de k,i c;
em as brancas ha especialidade e un.a forma 1-
teiramente nova, cadeias de ac pollido e finada*,
voltas de eontas azues torqueas, hnnros Lalao a
800 rs. o par, Poleeim de cabello a 5JCC0. fraila
eron< mira a 328 rs. a caixa, tiBla roanuiDirativa
qne depois de 8 das se pode tirar r| a para Mta
especialidade anda nao apparereu plagiario, a-
feites com rifa de froco, a Esperanza tova teto va-
por estes enfeites,nao constando que algumi .*;-
tivesse recebidn, porm nm per >m o- vtDdcia
por mais de 3{000, muitas especialidades qoe naa
podemos annunciar por rerdespendioso: vaa roa
do Queimado n. 33 A, qoe se vender barato c a
dinheiro.__________________________________
Assacar erjslalisao da fabrica
2 de Julho
Pte Bahia.
Noa/mazemd* roa-da Maire de Dos n. 28,
ha a venda o n.ulio superior assivar cristaloide,
em saecos e i arroba*, ao prego de t> eaa
ar-
30.
Vende-se caixoes vazio* propri* ^
para hahnleiros e finileiros a \%7i\>
cada nm; nesta typographia.
Vende-se um eomometro marilin.o inslez do
melhor fabricante Charly Frodshan, aianrande o
seu regulamento, por diminuto p-eco : a" tratar
na ra Nova n. 21, leja de Francisco Jos Ger-
mano.
O
fin
e iiiolhn
SI-RIJA DO IMPERADOR-SI
Segunda casa do lado direito indo do pateo do Collegio.
Francisco Jos Leite, tem a satisfaco de avisar aos seus freguezes e ao respeitavel
publico que, estando restabelecido de seus ineommodos de sande, acha-se novamente
com um bello e bem soriido armazem de seceos e molhados primorosamente escolhidos;
como sempre caprichou ter das melhores qualidades, o francamente affiancas pessoas que
se dignarem comprar em seu estabelecimento,que all de preferencia outra qualquer par-
te ser5o mais bem servidos, em qualidade e preeos, como em pesos e medidas, ne que
sempreo annunciante foi escropuloso, em summa, nao illude a pessoa alguma.
Aos Srs. de engenho e lavradores que o queiram honrar como seu comitente Ibes
assegura que o producto de seu laborioso trabalho ser o mais bem reputado no merca-
do desta praca, para o que se jtrlga convenientemente habilitado pela longa pratica com-
mercial que tem exercido, sendo sea portadores despachados com presteza, depois de se-
rem lielmente umprido as suas ordecs.
Forneccr gneros aos Srs. agricultores e negociantes que lhe merecam coafanca, fa-
zendo um abate vantajoso aos que pagaren a vista suas mercadorias, e encarrega-se da
venda de qualquer genero do paiz, mediante urna mdica commisso, entregando de
prompio seu pn duelo, e sendo esto applicado compra de gneros em seu armazem,
prescindir da commisso.
Dos seus amigos e benignos freguezes espera oannuncianle sba valiosa proteccao, ffe-
quentando como outr'orasfta casa, e pelo reconhecimepto que lhes tributa offerece expon-
taneamente seus servicos.
Julga desnecesario publicar a tabella dos preeos de seus getieros : s3o seus recursos
garanta sufliciente de poder accr.mpanbar os menores preeos de idnticos e mesmo de
mais apparatosos estabelecimenlos, tendo somente em vista o augmento de suas vendas
diarias.
arVereneio aeeessarta.
Tendo sido o proprietario estabelecido muitos annos com > mesmo ramo de nego-
cio na mesma ra, julga prudente advertir que s affirma e se responsabilisa pelo que
tem declarado no qae disser respeito ao armazem.
2 ^SS c o o -i rr-i a p o
^5 *
g. s i
5 6S m ^_
O q." B
s M
3 o
o o
0.0
b
9
g; = ST STctR B'
& u> Cl. a _rfa d
ift* Sil
IFillllff|fl
ST3 Sl1 So 8 o
" 5- S 2. o S &
o

o "
H2
H o
O. B
99
i.
ESCBAYOS FGIOGS.
o
m m a> =>-
rig 3
B}E *
O B O. rm
a o ar

a. 1
5 o
oc
P -5
5
C -i
f i s

jo
S
o.
o
O 1
a

z
itf
?
g
i
Fugio no da de segunda-feira SC de dezem-
bro deste anco, o mulato Manoel, escravu do afrai-
lo assignado, o qual tem os signaes >eguinles :
baixo, cheio do corpo, edr clara, cab llea grahdrs
e perneados, metade de nm dente d> frente qre-
brado, costuma andar calgado.de palet -l c chsro,
levou caiga e camisa branca. E>te mulato foi rs-
cravo do Sr. Antonio da Silva usmfio, n roMama
diier que livre : roga-se a todas as autoridades
policiaes e capiles de campo, de o appreh-nde-
n*m e levar a seu senhor, Frederico G utier, den-
tista, ra Nova n. 19, que ser bem recompen-
sado.
Fugio no da Io do crreme, o prelo Joaqnim,
de nago, cor preta, narii chato, roto ramirtSn,
barbado, de oecupacao martima, levou resudo
caiga e camisa de algado azul e bonei de lia pro-
prio de manijo : pede-se as autoridad^ i
    ciaes
    o favor de o apprehender no caso de o encontrar,
    e aos capiles de campo de procurarem rom estes
    signa?s e prender levando-o ao largo do Corpo
    Santo n. 21, primeiro andar, ou a bordo do brigne
    Principe D. Affonso, defronle da alfandi-ga, qoa
    ser recomrensado. ______________
    No da 9 de dezembrode 1864 fugio it cs.a
    de seu senhor o escravo Ilerculsric. parde tit'..to,
    com 35 annos, alio, cabellos carapiohes, olh(^e
    orelhas pequeas, tem apenas bigode e pera. *-
    nas e andar de quebra-mangoe, teidoo p esqoer-
    do [orto e sabido para fra como pala de sen.
    por isso puxa alguma rousa pela pena acardo
    anda, levou vestido calca branca remendada e ta-
    misa branca, revando chapeo da palha. roBdmio
    igualmente toda roupa que possie, apio>-*e au-
    dar aqui mesmo pela ridade: quem o pegar U v-
    a ra Direita n. 54, que ser generosamiate re-
    compensado.
    Fugio pela manhaa do da 28 do ci rrrMe
    escravo denome Paulino, cem os sigiaes ffft;r-
    tes : cal n. cara picada de texigas, deates tina-
    dos, cal ell > carapinho, estatura regular, rkrii de
    corpo, muito condecid* por andar veodeado fa-
    zendas com um caixelro da casa do* Srs. Marceli-
    no 4 C. : r*ga-se a qnem pegar, de levar a
    casa dos mesmos na roa do Crespo n. 5, que sera
    generesamente recompensado.
    Ausrntou-se cm 29 de dezembro passado do
    eugenho Ulinga de cima, no Cab*, a ratatraka
    Jonna, de 14 anuos provaveis, ctmprada a !f! dia
    ne Recife, a Jos Firmino d* Medelns p*r 1 ,
    rago de sua a* Josepha Mara dcsPrazerfs. d
    radores ambos no Brejo da Madre de Dos, Um os
    signaes seguintes : cor alvaceata, naocbas no
    rosto, eabello earapiaho e ro{o, coa rma cicatnz
    na testa, corpo regalar, cora lodos o denles, em
    peitos, as pomas finas, vestigios antigos de chirota
    no corpo, padece de bobas as parles orrnltss, a
    falla as vezes viciosa : roga-se s autoridades a
    sua raptara, e a qualquer particular, poderdo ser
    remettido para o referido eagenbo, ou a Joo Jet
    de Carvalbo Mnraes Filbo, roa dt Queimado a. 13,
    que sero gratificados.
    t,Mn futido o pr*lo Thom, baixo, corpo re-
    forjado, bem preto, rosto largo, olhos grandes e
    tem o p direito um pouco inchalo, anda garhan
    do em S. Joe : na roa do Imperador n. 73, pn
    aeiro andar, se gratificar a qoem pegar.
    BilGXD' BDEie
    81-R1JA jDO IMPERADOR-SI
    Segunda casa do lado direito indo do pateo do Qottegxu,
    Agua
    Florida.
    Para restabelecer e eensarrar a ar Batnral
    des cabeHos.
    A agoa florida nao urna tintura, fele essen-
    eul a eoalesur, a aaesma agoa daad* a er primi-
    tiva ao caballo. Coaposta de plantas exticas *
    de substancia? inoffensivas, ella tem a propriedade
    de restituir aos cabellos o principio corante qie el-
    lee ton perdido. D'nma salubridad* ioceatesta-
    vel, a Agoa Florida eatretem a Impera da cabeet
    detroe as caspas e iaipede es cabelles de cabir
    Oleo de Florida:
    Composto de substancias vegetaes exticas, elle
    coastitie noderosati^ eoot a Asea Florida, a
    torca, a belleza, a a oopservacao ds eabt^.
    Em Pars, casa de Quislaur i. 12, ra de Riebe-
    lleo, e *i, boelevard Moatnzrrfi
    Todos os fraseo*, ai tend iataato a claro,
    tnbre prateado da casa, sao reaatadM falsee.
    Deposito, ra do Imperador, pbarmacia n. 31.
    Desappareceu do engenho Pereirinha na fre-
    gaeiia de Agna-freU, os escravos abis*, rom os
    signaes seguintes : Pedro, de naci, mas parecei-
    do crioulo por ter vindo reoleque, estatura rega-
    lar, secco do corpo, ana pooce falo da cor. barba
    toda branca, cabellos da cabeca, cacaaco e brae*s
    tambem brancos, testa cantoda^-ps cropridts o
    seceos, falla fino, prreelpalmcnte quaado cnia. e
    alguma cousa cangueiro quando anda, idade 50
    annos, pouco mais ou menos, se bem ane parcea
    muito mais reino, fugio no 1* de jaaeiro de it2.
    Mara, condecida por Caouta, crioola, baixa,
    secca do Corpo, cor fula, rosto descarnado, deafes
    limados, ps curtos e cbatos, pomas m lauto ar-
    qoeadas, urna marea em um dos bracos j basta-
    te axiga, ffrio em 8 de aevembro prmiavo passa-
    do ; o son senbor protoMs sobre os dios de mi-
    cos da ditos sao escravos contra qoeas o tver
    acontado.
    Rega-M a qialqoer aaleridade ptlieiaj oa eapi-
    tes de campo a apprebeosao dos referido* earra-
    vos^aii serao entregues ne Recife aos senberce
    Cunda, iraaos 4 C, a oeste eafeabv a se-
    nhor, qae ser salisleita qualquer despera.
    TTT"


    Diarlo de f ernambuco Terca felra lO de Janeiro de iW5.
    L1TTERATRA.
    n 0 SOLDADO BRSILEIRO:
    (Ao aasso exercito de Montevideo, pela noticia
    do ataque de Paysandi.)
    Ei-lo o soldado valente,.
    Pedestal da liberdade.
    Conquistao sangue fervente
    Louros a posteridade.
    Ei-lo na luta i-ruerna
    Como o trovo que rebenta
    Das gulas da tempestado;
    Ou corsel que invade os campes
    Ao luiir dos pirilampos
    Que voatn na immensidade.
    Doma-Ios! quem pode ? Dea?,
    Que tem de tudo os destinos;
    Mas nao de parar nos cus
    Os ferrenhos desatinos.
    Se nao, l vae o trovo
    as asas do furaco
    Cuspindo odio e vinganca;
    E o suarenlo corsel
    Sorvendo o p do tropel
    A correr, corre e nao canea.
    N"um paiz desconhecido
    Anda, em furor que transluz,
    O soldado desternillo.
    Da trra da Santa Cruz.
    Que vae fazer? Vae lutar,
    Novo marco levantar
    D'um direito subtrahido.
    Vae ufanoso vencer,
    O estulto ergulho abater
    Desse povo fementido.
    Ah quanto esforgo devemos
    A peitos tao valorosos I
    Quando dissermos vencemos !
    Saibamos ser generosos.
    Deixando mulhcr e filhos
    Corre o soldado esses tnlhos
    Que a patria de longe acea;
    Nada Ihe impede a carreira
    Seu guia ? nos.-a bandeira.
    E sabe morrer na arena.
    Hao de vencer. A maldade
    Ter um novo atade.
    Deus protege a liberdade,
    Como protege a virlude.
    ladeo anjo da victoria
    Depr-lhes croas de gloria,
    Desse teito o galardao ;
    E antes de ir-se p'ra os ceus
    Ha de abracar os tropbus
    Do brasileiro pendo.
    Batei-os, bravos, batei-os
    A' esses povos corruptos.
    A patria dirplantei-os,
    Agora recolho os fructos
    Se lutaes contra inimfgos
    No calor dos desabrigos
    Desses terrenos de l;
    Tendes em vosso favor
    Votos de mrnenso fervor
    Dos vosses irmaos de c.
    Diga o vlajor cstraogeiro
    Onde vir urna facanha
    Foi soldado brasileiro
    Que fez proeza tamarilla.
    Aqui erguen-se o estandarte
    Awi-verdi, e o baluarte
    Destes bandidos venceu
    E tenha f nessa palma.
    E tenha preces pela alma
    Do que na luta morreu.
    Auri-vtrde! esta allianga
    Exprime a nossa grandeza.
    O verde dizesperanca
    O ouro tradozriqueza-
    Das nagSes no alto congresso
    Dictar a lei do progresso (*)
    Espera o Brasil tambem.
    E quanto 6, quanto val
    O nosso paiz natal
    Sabem todos que aqui vm.
    Sim, meu Brasil, quanto vales
    Sabem todos que aqui vm :
    -Seus montes, ros e valles
    Que oc tro paiz nao tem.
    Tens um povo hospilaleiro ;
    Mas que sabe ser guerreiro
    Quando llie tocam nos bros;
    E se este povo arremessa,
    O inimigo entas tropera
    A tremer de calafrios.
    Lutae, meus irmaos, a lula
    Ennobrece o coraco.
    A causa nao polluta,
    Nao temaes a perda; nao.
    Caminhae de louro em louro.
    Ide augmentando o thesouro
    Que herdamos de nossos paes.
    Batei esse povo gralha,
    T que no p da batalha
    Prostrado diganao mais '.
    Depois de ver abatido
    Do inimigo o orgulho vao,
    O gnerreiro desteido
    Sabe atirar o perdao.
    E da patria aos lares v6a
    A trombeta que apregoa
    Os annuneios da victoria ;
    E as heneaos de um povo inteiro
    Dizem que o hroe brasileiro
    Tem um renome.na historia.
    Um rica ao grande pedal
    Em que a patria recostou-se:
    Um praoto, que muito val,
    Ao que na lula Onou-se.
    Um viva aos Albos do povo,
    Rebentos do mundo novo,
    Colhendo flores alm.
    Prantos de eterna saudade
    Pelos irmaos, que a vaidade
    De alheias trras contera.
    Jefferson Mtrabeau.
    HISTORIA DE I'M CONSCRIPTO DE 1843.
    EreknuBU-Chatriai.
    XIV
    (Continuago.)
    Tado isso, o momho, o acude, as janellas ar-
    rembadas, as mulberes a fugirem, os nossos sol-
    dados oora bons de polica como verdadeiros ban-
    didos, o velho a amaldicoa-los, e a* vaccas a da-
    rera a caneca para se livrarera de quem as levava
    Torga, em quanto outros as plcavam por detraz
    eem as bayonetas.. .tudo isso est anda diante
    dos meus olhos, como se se passasse agora.
    Sao gatunosoase o furriel Poitevin.J
    nao estamos longe do exercito.
    <) Nlo me redro ao progresso actual.
    Mas isto abominavel I clamei ca de
    ladroes I
    E' verdade;-respondeu o furriel contra
    a disciplina; se o imperador o soubesse mandara-
    os f azi lar.
    Atravessamos entao a ponte de que fallei; e co-
    mo nesse momento se ttnha forado um dos barris
    que Qeavam na parte posterior do carro, os solda-
    dos apinhavam-se de redor com um cntaro e be-
    bam passando a vasilha de um para ontro. Este
    espectculo indignou o furriel, que gritoa em tom
    magestoso:
    Com que autoridade fazem voces esse roubo ?
    Alguns voltaram a cabega, e vendo que eramos
    s dous, porque os outros quatro nao tinham pa-
    rado, responden um dellcs:
    Ah, meu velhote...tambem queres urna pin-
    ga.. muito natural. Mas para isso escusado
    estar ahi a pnxar pelos bigodes. V l, bebe.
    Apresentou-lhe a bilha, e o furriel pogou nella,
    olhando para mim de lado, e beben.
    E tu, meu rapaz,tornou o soldado,tam-
    bem queres, nao ? Olha que ni* m pinga.
    - Obrigadorespond en.
    Mullos gritavam de redor de nos
    Vamos, vernos; a caminho sao horas I
    E outros :
    Ainda nao; esperem.. .E' preciso ver o que
    ha mais.
    Ora vamos;replicou o furriel em tom re-
    soluto-voces bem sabem, camaradas, que nao se
    deve commelter excessos.
    Ah, sim, sim, meu velhoterespondeu urna
    especie de tambor-mr, com o grande chapu de
    bicos alravessado, e sorrindo era ar de escarneo,
    com os olhos meo fechados.Descansa, que nos
    haveraos de depennar a gallinha com (odas as re-
    gras. Nao se ha de faltar ao respeito a ninguem.
    O furriel nada mais disse e estava enrergonba-
    do por causa da minha presenca all.
    Que quedes tu, meu amigo ?disse-me elle
    alargando o passo para alcangar os outros.Isto
    por (Im de contas guerra... A gen% nao ha de
    morrer fome.
    Eslou certo de que elle fu-aria tambem se nao
    receiasse ser preso. Eu estava triste, e dizia com-
    migo : Ora vejam l que bebados 1 talvez lenhara
    boas inelinaedes, mas vendo um cantare de vinho
    j nao se lembram de nada.
    Erafim, pelas dez horas da noule, descobrmos
    fogueiras de acampamento em ama encosta escu-
    ra, direila da aldeia de Gauernitz e de um ami-
    go caslello em que brilhavam algumas luzes. Mais
    longe, na plaaicie, treraiam outras fogueiras em
    roaior numero.
    A nouto estava clara. As chuvas copiosas ti-
    nham limpaJo o cea. Quando chegavamos ao
    acampamento, grilaram-nos:
    Quem viva?
    A Franca Irespondeu o furriel.
    O meu coracao bata com Torga, lembrando-me
    que nao tardara a ver os meus antigos camara-
    das, se ainda fossem desle mundo.
    De urna especie do alpendre sahiram alguns sol.
    fados da guarda, a meia distancia de tiro de es-
    pingarda da aldeia, que vieram reconhecer-nos. O
    commandante da guarda, velho alferes de cabellos
    brancos, com o brago ao peito debaixo do capote,
    perguntou-nos don le vinhamos, para onde iamos
    e se tinhames encontrado alguma forga de cossa
    eos na estrada. O furriel respondeu por todos. O
    otfkial preveniu-nos entao de que a dlvisao Sou-
    ham tinha saludo dos arredores de Gaaernitz pela
    manha, e dise-nos que o seguissemos para ver-
    mos as nossas guias, o que flzemos em silencio,
    passando volta das fogueiras do acampamento
    onde os soldados, cobertos de lama sen-a, dormiam
    em magotes. Nem um se moveu.
    Chegamos ao alpendre. Era urna antiga offleina
    de labricagao de lijlo; o tecto muito largo, em
    forma de apagador, descansava sobre pilares a
    uns seis uu sete ps cima do chao. Pelo lado de
    detraz levantavam-se grandes provisdes de lenha.
    L dentro era agradavel i temperatura. Tinhase
    accendido fogo; o cheiro do barro cosido estendia"
    se para longe. O quarte do forno estava alulhado
    de soldados, que dormiam com as costas para a
    parede, como uns abbades; a labareda ailumiava-
    os debixo das vigas ennegrecidas. Ao p dos pi-
    lares 1 rilhavam as espingardas em feixes. Parece
    que estou a ver tudo isso; sinto o agradavel calor
    que me corre por todo o corpo; vejo os meus ca-
    maradas, cuja roupa fumega a alguns passos do
    forno, e que esperam gravemente que o offlcial
    acabe de ler as guias luz vermelha da fogueira.
    S velava um soldado velho, magro e negro : es-
    tava assentado com as pernas em cruz, e segura-
    va entre os joelhos nm sapato que elle concertava
    com urna sovela e barbante.
    Fui eu o primeiro a quem o offlcial den a guia.
    Am;nhaa estars no regiment daqui a duas
    leguas, ao p de Torgau.
    Ento o soldado velho, que estava a olhar para
    mim, poz urna mao no chao para mostrar-me que
    havla lugar para mim, e fui assentar-me ao p
    delle. Abri a minha mochilla e mudei de pingas
    e sa patos.
    O velho perguntou-me :
    Vaes para o corpo ?
    Vou para o 6o, que est em Torgau.
    E d'onde vens ?
    Do hospital de Leipzig.
    Bem se v. Ests gordo como um conego.
    Encheram-le a barriga com pernas de gallinha,
    emquanto nos aqni comamos carne de boi dam-
    nado.
    Olhei para os meus rizinbos, que estavam a dor-
    mir. Elle tinha razo ; aquellos pobres conscrip-
    tos nao tinham senao a pelle e os ossos; estavam
    amarellos, cor de chumbo e cheios de ragas como
    se.fossem veteranos. Ninguem acreditara que po-
    dessem terse em p.
    O velho, passado um instante, tornou :
    Foste ferido ?
    Kui, em Lutzen.
    Quatro mezes de hospital; disse elle esten-
    dendo o beico inferior, que fortuna Eu venho de
    Hespanha. Pensara que adiara os kaiserlicks
    de 1807... uns borregos... mesmo nns borregos.
    Mas qual historia estio pelores do que guerri-
    llas. Isto na vae bem, nao vae bem.
    Dizia isto em voz baixa como se fallasse comsi-
    go.sem me f restar altengo, e puxando as duas
    ponas do barbante como um sapatero, e apenan-
    do os beico*. De lempos a tempos calca?a o sapato
    para ver se a costara o incommodaria. Por flm
    melteu a sovela na mochilla, oalgou o sapato e cs-
    lendeu-se, pondo a cabeca n'ura fexe de pal ha.
    Eu estava lio cansado qne me costara adorme-
    cer. Comtudo, ao cabo de urna hora, cahi em pro-
    fundo somno.
    ' fo dia segulnte ptiz-me a caminho com o fur-
    riel Poitevin e mais tres soldados da diviso Sou-
    bam. Entramos na estrada que corre ao comprido
    do Elba. O lempo estava temido, e o vento que
    acontara onoatrara com escama at a estrada.
    Havia urna hora que camlnhavamos a passo lar-
    go quando de repente disse o furriel: ;
    Attencao I
    Tinha parado com o nariz no ar, como .cao de
    caga que fareja alguma cousa. Todos nos escuta-
    mos sem onvir nada, por causa do sossurrar das
    aguas na praia e do vento as arvores. Mas Poi-
    tevin tinha melhor ouvido do que nos.
    Vae ali troteio, disse elle apontando para
    um bosque que flcava direita. O inimigo pode
    ! estar deste lado. Nada de flear no meio. O mais
    ' acertado raeltermo-nos no arvoredo e continuar
    o nosso caminho com prudencia. Veremos oque
    rae do oulro lado. Se l estiverem Rassos oa
    ' Prnssianos, retiraremos sem sermos vistos. Se fo-
    rera Francezes, avangamos.
    Todos acharam que o furriel tinha razo, e a sos
    comigo admirei a finura daquollo velho beberro.
    Desceraos porlanto da estrada para o bosque, Poi-
    tevin nfrenle e nos na retaguarda, com as armas
    carregadas. Carainhavamos p anle p.parando de
    cem em cem passos para escutar. Os tiros ja eram
    mais perto, e seguiam-se nm por nm, rotumbando
    nos barrancos. O furriel disse-nos :
    Sao atiradores qae observam urna forga de
    cavallana, porque os outros nao respondem.
    E era verdade ; dez minutos depois, descebria-
    mos por entre as arvores um batalbao de infante-
    ra franceza a fazer o rancho no meo do matto, e
    ao longe, em planicie pardaeenta, pelotoes de eos-
    sacos passando de aldea para aldea. Alguns atira-
    dores, pela beira do bosque, faziam fogo sobre el-
    le?, mas ficavam quasi fra de alcance dos tiros.
    Varaos ; ests em tua casa, meu rapaz, disse-
    me Poitevin sorrindo.
    Devia de ler bom olho para poder lr o numero
    | do regiment a tal distancia. Eu olhava e torna
    va a olhar, mas nao via senao gente esfarrapada e
    em tanta penuria, que todos tinham o nariz afiado,
    os olhos luzentes, e as orelhas affastadas da cabe-
    ga pelo encovamenlo das faces. Em cada capote
    cabiara quatro daquelles corpos ; pareciam capas
    1 os capotes, tantas eram as dobras qne faziam so-
    bre os bragos e pelas costas abaixo. Quanto a la-
    ma, nem bom fallar nisso : era urna cousa si-
    nistra.
    fContirmar-teha.)
    UM PIUCO DE TUDO.
    Do Jornal das Familias transcreveraos o se-
    gainte:
    UMA TRAVBSSIA NO MAR.
    Embarqaei no porto de Santos para o Rio de
    Janeiro em um esplendido dia do mez de dezem-
    1 bro de 1861.
    Depois de ama viagem de dous annos pelo in-
    terior da provincia de S. Paulo, e de alguns mezes
    de residencia no seu mais importante porto ma-
    ! rilimo, almejava o momento de chegar corte,
    onde me esperavam amigos e parentes de qne ha
    tanto lempo eslava separado, sem ao menos ter o
    consolo de roceber noticias directas, apesar de
    1 toda a felicidade e continuos meios de transporte
    1 que nommunicam a capital do imperio com a pro-
    vincia qne eu aeabava de percorrer.
    , Se para os que residem em lugar fixo to
    difflcil manter correspondencia regalares com as
    pessoas da capital, o que nao ser para um pobre
    viandante que, perigrinando de trra em trra,
    de aldeia em aldeia, de cidade em cidade, nao se
    demora muitas veze nem nm dia em ura ponto, e
    passa a maior parle do lempo transitando por
    meio de estradas mais ou menos desertas, e nao
    sabe boje onde se encontrar manha ?
    Sirva porlanto isto de juslifieagao aceitavel aos
    meus preguigosos collegas, se bem que, falta
    d'esta, nao Ihes seria difflcil encontrar outra des-
    culpa, to fecunda a imaginativa dos que sao re-
    fractarios ao tinteiro e a penna.
    Nem por ser quasi eterna a queixa d'aquelles
    que se ausentam, deixara de ser menos verdadeira
    que a falta dos que ficam. Ser para nao desmentir
    0 anligo ditado, e provar at evidencia que quem
    est longe da vista esl tambem longe do co-
    racao ?
    Nao sei. Quanto a mim, desminto o proverbio.
    A incerteza augmenlava-me a saudade, e com ella
    1 o desejo de voltar ao Rio de Janeiro.
    A viagem foi feita no magnifico vapor d'aquella
    carreira Juparana. E' um lindo barco, e dos mais
    ! seguros que conhego. E' porm forgoso lembrar-
    j nos qne tem um digno rival, o Diligente, que a to-
    das estas vantagens acrescenta a da amizade par-
    i ticular que me liga ao seu commandante.
    O Juparana largon do porto de Santos era urna
    ! hora da tarde. As montanhas cobertas de ver-
    dura, as praias amientas da costa, as casas e os
    | edificios da cidade, tudo ia desapparecendo nos-
    sa vista ponco a pouco ; e, como costume, de
    trra nos saudavam algumas familias e pessoas
    Iconhecidas dos passageiros do vapor. A hora da
    despedida sempre urna hora de tristeza I Se-
    parar-nos dos entes com quem convivemos, do
    paiz em que habitamos, da socledade onde se es-
    treitaram relagdes, 6 triste, ainda que a ausencia
    seja momentnea; qnanto mais se ella por annos,
    e muitas vezes para sempre I
    A limpidez do cu, o azulado das aguas, a im-
    mobilidade da natareza qae aos rodela, lado isto
    anda mais contrasta com as sensagoes qae nos
    agitam a alma, e nos fazem volver os olhos sau-
    dosos para o valto da trra que vae surolndo-se
    1 ennevoada nos longincuos confins do horisonte.
    uepois o pensamento volve-so mais placido para
    o nutro lado do mundo, onde nos esperam antigs
    ! affeigdes, e o espirite mede a distancia qne ainda
    : nos separa dos bragos d'aquelles que aos aguar-
    dan).
    Estas duas ordens de to diversas sensagoes lem
    por theatro o abysmo do ocano, qae em breve
    por toda a parte nos envolve e isola.
    a sahida de Santos de sua natareza melan-
    clica. 'Ao lado direito Oca a extensa praia cha-
    mava de fra, e <>squerda acompaaha a vista nm
    morro at chegar-se fortaleza ; logo depois o mar
    largo se desdobra vista em toda a sua am-
    plido I
    O vapor Juparana largou cora pouca forga, e
    antes de meia hora estavaraos fra da barra. A
    fresca, porm agradavel (virago que nos embalou
    at esse momento foi aqni substituida por vente
    bastante forte e penteiro, que nos acorapanhou,
    crescendo de violencia, quasi at o lira da via-
    gem.
    Algumas retes tullamos assistido de Santos
    sahida do vapor Diligente. Anda, nos lerabra ver
    aquella bonita embarcagao fazendo al-larga no
    meie do porto, e, dpola de descrever o sarni cir-
    culo, largar com (oda a forga do vanor a sua car-
    reira magestsa, era quanio o seu sympatluco coa-
    mandante, de p sobre a caixa das rodas, corres-
    ponda com garbo varonil s saudages que de
    toda a parte Ihe dirigan) das praias e da ci-
    dade 1 |M
    Apenas deixamos o pequeo canal qae nos s-e-
    parava do ocano, o mar estava j bastante revolto
    com a firmeza do rento ; o navio comegou a jogar,
    e foi esto o prologo que annunciou maior parte
    dos passageiros a proximidad* da hora do enjo e
    das tribulacSes da! viagem.
    O convez do Juparana offerecia nm espectacu-
    lo curioso. Mais do sessenta estudantes, vestidos
    com mais ou men >s originaliilade, formavam di-
    versos grupos, pssseaado uns, sentados, reclina-
    dos e deilados (Jutros, fumando e entrelidos em
    joviaes o espirituosas conversas. A cada bordo
    que dava o navio seguia-se urna pilheria chistosa,
    acompanhada de urna gargalhada mais ou menos
    em afinago de tons.
    O vento no entinto augmentava de intensdado,
    o mar ura cada vez mais picado, e o vapor jogava
    cora pequeos lntt>rrallos, mas todava quanto era
    bastante para desconcertar os estmagos menos
    aproprlados a este genero de gymnasllca.
    Ura mogo Minciro, estudante do quarto aBno,
    conversava com Jim seu collega do Rio-Grande, e
    dizia-lhe, segurando-se por precaugo a urna das
    onxarcias :
    Sabes que jnais?... antes quero andar as
    costas de um Barro qae sapportar os corcovos
    d'esta besta bravia I Estoa-me sentindo agoniado>
    e, se Isto nao passa, lango toda a bilis que rae
    deixarara no estomago os meas livros do quarto
    anno!
    Pois eu, tonou Ihe o Rio-Grandense, n3o es-
    tou melhor do que t; e se me acontece a mesma
    cousa, vae-se ei ibora a substancia de todas as
    preleegoes cathedraticas que me imbotiram em S-
    Paulo!
    Quem despeja o estomago allivia a cabega,
    Ihe tornou o primeiro; sao dous armazens que
    precisam ser amjados e nao guardar mercaduras
    em deposito.
    Deposito. sim, deposito, replicou o segn,
    do interlocutor, esludando praticaraente as mia-
    gues que existen entre os dous orgos em discus-
    so : os deposios ficam abolidos de hoje em dian-
    te; o primein passo para a liberdade das alfan-
    degas, e um e; eraplo salutar para aboligao da*
    barreiras I Di hoje em diauto nao haver mais
    depsitos do pousa alguma. O que est depo-
    sitado est immovel. A immobilidade a ne-
    gacao do progresso I Vira a livre circula-
    cao I...
    E dizendo cas paiavras, poz em pratica de tal
    modo o seu p ;nsamento, que nao precisou outra
    pro va sua profonda argumentagao.
    Este primero grito de alarma teve urna reper-
    cusso sinisira em toda a fileira estudantesca.
    Em poneos minutos a maior parte d'elles havia
    abandonado o convez e recolhdo-se aos seas ca-
    marins, resolvidos comtudo antes a affrontar a
    marte do qne terem sequer a lembranga de re-
    gressar a S. Paulo antes da abertura das aulas.
    As'im foram rareando a pouco e pouco os gru-
    pos dos passageiros qae haviam sabido tolda
    at que em breve achamo-nos apenas em estado
    valido, afora a tripolago, tres pessoas : o estudan-
    te Mineiro, nm gordo burguez e eu, que anda
    nao enjoel urna s vez, apezar das riagens que j
    leiilio feito.
    Por urna especie de attracgo homognea forno-
    nos aproximando nm dos oulros, e estabelecemo-
    nos em sessfeo permanente, sentados perto da bi-
    tacola.
    O mar hakia crescid em serras alterosas. O
    vento irapeckaoso, continuad) e cheio, agoutava os
    vagalhes qpe se amootoavam, estorciam e rebea-
    lavam por fjm em cachoeiras de espuma. Os silvos
    da ventana, o estrondo das vagas furiosas, forma-
    vara urna orchestra medonha, que quasi nos ensu-
    dercia ; accjrescente-se, porm, a isla os arrancos
    desenconlrdos do vapor, jogando de pepa a proa
    e de bombdrdo a estibordo, como urna casca d>
    noz no meio de am lago agitado, e ter-se-ha urna
    idea do espectculo que estavames presenciando,
    nos os nicos que haviamos assumido as propor-
    gdes heroicas de Scipio, sentados sobre as ruinas
    de um iiiuudo... de enjoados.
    A Iripolalgao estava em movimento, e o com-
    mandante pasieava agitado, com os bragos cruza-
    dos atrazdas costas.
    Apezar do serio cuidado qne nos inspirava a
    inqnietag do commandante, em breve os tres
    1 encelamos urna conversa animada, embora esco-
    Ihessemos as mais grutescas posicoes para resis-
    tirnos aos batanos do vapor-
    0 estudite Mineiro resisti como nm bravo I
    ! Por mais que Ihe rogasseraos que se fosse accom-
    modar, respondia-nos que o parto era laborioso, e
    devia ser forte o vomitorio para arrancar-lbe das
    entranhas a bilis inveterada de nove mezes de es-
    tados jurdicos. No entanto leve de suecumbir na
    Iota. O meu impassivl companhep-o e eu demos o
    brago ao estudante, e o acompanhamos at ao ca
    marm, onde flcou deitado, dizeodo-nos quando
    saturnos :
    C os espero quando Ihes chegar a sua vez.
    O lempo est endiabrado ; e se frmos para o fun-
    do, convido-vos para ura jantar de peixe, visto a
    difflculdade que o nosso amigo do Rio Grande (era
    sem duvida em nos mandar buscar as linguas de
    sua trra I
    O lutador cania como um hroe I Ao render o
    ultimo alent, ainda escarneceu de seu adver-
    sario I
    O nosso amigo burguez e eu regressmos de no-
    vo ao torobadilho, nao sem alguma difflculdade,
    pois os balaacos eram cada vez mais fortes, e a
    agua ontrava por todos os lados da embarcagao.
    Senlmo-nos ura ao p d'.outro,e eu, vendo a sna
    imperturbavel Iranquillidade, comecei a sentir um
    cerlointeresse por este hornera, que, de urna tao
    vulgar apparencla, pareca ter no entando urna al-
    ma temperada para affrontar, resistir e ganbar a
    victoria as grandes lulas.
    Entao, que Ihe parece isto, meu amigo ? per-
    guntei-itae eu com esse ar de curosidade banal
    muilo em voga hoje, e conhecido em todos os tem-
    pos, por quem procura encelar urna cooversagao.
    O caso nao est bom, nao, senhor, me repli-
    cou examinando a direcgo do vento, saccudlndo
    a cabega. aportando os labios, e arregalando os
    olhos de am moa* significativo. O sueste est rijo I
    Se nao abrandar, o que nao provarel, vamos ter
    urna noute de trabalho I Mas eu j estou costuma-
    do com o mar e os temporaes, porque viajei na
    osla d'Africa, e ja em outro tempo andei pesca
    do bacalho nos bancos da Terra-Nova.
    Ah I o Sr. enio martimo ?
    Nao, Sr.; viajava para negocia
    Se nao indiscreta a minha pergunta, pode-
    mi saber qual era a especialidade do sea com-
    mercio T
    Nos priraeiros tempos, como Ihe disse, a pes-
    cara do bacalho ; depois entreguei rae ao trafico
    da escraratura, negocio muito mais rende-o, e qne
    ama pena ter acabado tao inesperadamente, por-
    que a gente ganhava dinheiro, e nao escasseavarn
    como apora os bragos para a laronra.
    Ao oorif esta sincera confisso, expressada rom
    o desprendiraento de urna consciencia perfeilv
    mente tranquilla, qae revela espontneamente o
    que sent, nao pode deixar de fixar com maior cu-
    rosidade a physionom1a.vulgar, mas rude e fran-
    ca, do meu interlocutor,^ de sentirme tomado da
    irresistivel aociedade de levar mais longe esta
    conversagao, a ponto de saber quem era este sin-
    gular e impassivel personagem
    Porm hoje nao seria possivel ja a continua-
    gao desse commercio deshumano, que era um re-
    prehensivel protesto contra a civilisagao do sca-
    lo, e urna affronta para a dignidade do homem I
    A escravatura o cancro da nossa socledade. Lon-
    ge de dar-lhc incremento, devem os cldados pro-
    curar substituir o trabalho escravo pela llvre e es-
    pontanea contrihuigao de suas forgas para o pro-
    gresso geral; e ver entao como a felicidade e a
    riqueza publica adrahiro os beneficios da egual-
    dade das condigoes e da harmona das fortunas.
    Essas paiavras, me respondeu elle offerecen-
    do-me cynicamente urna pitada e saboreando com
    prazer o seu rap de baunilha, essas paiavras, te-
    nho-as eu ouvido e lido em um milhao de jora-
    nacs : Egualdade de condigoes e harmona de
    fortunas IOr3 essa I me replicn elle rindo com
    riso alvar. E depois proseguio : Dexe-mo contar-
    Ihe a esse respeito urna anedocta :
    Perguntava um hespanhol a oujro porque mo-
    tivo nunca se acabavam as pendencias no mundo.
    Apezar de todos os melhoramentos moraes e ma-
    teriaes que a socledade conquista de dia era dia,
    os interesses chocam-se da mesma mrneira, as
    ms paixes exercem por toda a parte o seu per-
    nicioso imperio, as rivalidades e os interesses con-
    tinan) a irazer os borneas em guerra viva, e a
    faze los appdllar para a forga bruta, como nos
    tempos mais rudes e primitivos da raga humana.
    O oulro respondeu-ihe deste modo : Meu amigo,
    sabe quando acabaro as guerras, os conflictos,
    as lutas e os odios entre os homens ? Pois eu Ihe
    digo : tudo isso terminar no dia feliz em que nao
    houver um patacao s para dous Hespanhes I
    Calcule quando ha de chegar esse tempo
    O Sr. entao er pamente nessa doutrina ?
    Se a vejo a lodo o momento confirmada pelos
    fados.
    Mas a consciencia, o dever, a honra, a hones-
    tidade f
    Sao muito bonitas paiavras, mas nunca do-
    rara fortuna a ninguem ; e se eu nao fosse costa
    d'Africa, nao estava agora rico e independenle.
    Ento est gozando o fruto de suas fadigas, e
    por consequencia a realisago de suas Iheorias ?
    Completamente, me tornou elle.
    E accrescenlou :
    Perdoe-me a pergunta : o Sr. que emprego
    tem ?
    Eu... sou escriptor publico.
    Defende o governo ?
    Nao, Sr. Aggrido-o.
    Quaes sao as suas ideas ?
    A liberdade em todas as suas manifestagoes
    de accordo com a razo, a justiga e o direito uni-
    versal.
    Entao est pobre ?
    Pohrissmo.
    Pois, mea amigo, ha de morrer em um hos-
    pital.
    Nao duvido. Mas poderei saber tambem cora
    quem teoho a h ara i fallar ?
    Sem duvida. Sou millonario e bario t
    Deixo ao leitor o cuidado de tirar a moralidade
    desta conversa ; nio tenho geito para escrever
    preli-cces de moni de compendio ; e quanto mais
    que, quando o dialogo chegou a este ponto, j era
    completamente noute, e nao se podra parar mais
    um instante no convez. To furiosa era a ventana
    betormentoso o mar, que me desped de Ilustre
    a rao, e fui deitar-me pensativo para o mea ca-
    marim.
    Fumei, e furaei. Quiz conciliar o somno enao
    pude. A tempeslade estar em todo a sua pleni-
    tudc. O que se passava nos carnarios era um es-
    pectculo afflictivo. Mais de oitenta passagpiros
    estavam enjoados : senhoras, mocambas, amos,
    criados, tudo se estorcia em ancias desesperadas,
    oa pediara misericordia em altas vozes 1
    O vapor jogava era todos os sentidos, rangindo
    a mastreagao e o madeiramo nlo de um modo a
    causar verdaderamente terror e desanimo.
    De repente sentiu-se o vapor levantar-se ao alto
    sobre urna vaga montanhosa, e logo em seguida
    precipitarse com tao violento abalo, qae as portas
    dos camarotes abriram-se de per s, o lampeao
    da cmara quasi bateu no tecto, e os bancos que
    estavam em roda da mesa cahirara e rolaram no
    chao.
    Apenas conheci que o vapor continuava a andar
    e nao estavaraos ainda no fundo do mar, julguei
    mais acertado subir de novo ao convez, e obser-
    var o pongo ao ar livre, era lugar de o estar sen-
    tindo approximar fechado entre quatro paredes.
    Com muila difflculdade sub a oseada do toraba-
    dilho. Fui agarrando-rae pelo corrirao, e aguen-
    tando o melhor que pude os guiados do navio.
    Seriam duas horas da madrugada.
    O cu estava limpo e alcatifado de brilhantes e
    vividas estrellas; mas em vez se arquear immo-
    vel, pareca antes urna cortina Immensa que se
    corra de um lado para outro, com estranha rapi-
    dez, por cima de nossas cabegas, tao accelerado
    era o movimento da embarcagao.
    O commandante andava descaigo pelo convez,
    dirigindo a manobra, e os marinheiros cornam
    de nm para outro ponto sobre as taboas molhadas
    e escorregadias, que o mar de instante a instante
    inundava como se estivesseraos no meio de am
    diluvio.
    Apenas consegu entrar ne convez, dirigi-me ao
    commandante e perguntei-lhe :
    Como vae isto ?
    O vento est forte, e s o que desejo nao
    passar de noute os rochedos.
    Ento porque nao arribamos 7
    Porquo o Juparana nao vapor que arriba,
    e, alm d'isso, porque estamos no mar largo, visto
    qne julguei mais prudente nao me arriscar no
    canal.
    En s desejo ama cousa, Ihe tornei eu ;
    passar as horas que faltam para romper o da mais
    dlstrahdo do qae dentro do carnario), sem ter
    com quem cenversar.
    Ha um meio nico: o Sr, cstama celar T
    Quando sa offerece occasio.
    Pois vamos tomar urna garrafa de cerveja, e
    ver se nos do alguma cousa de comer.
    Aceitei a proposta, e aeompanhei o sympathico
    commandante, que era am moco de seas trrata
    annos, agradavel e delicado, destimido ovlente,
    como o dere ser um rerdadeiro lobo dos mares.
    . Deseemos a escada de brago dado para melhor
    resistir s oscillaoes do navio, e entramos no sa-
    llo do jantar.
    Qual foi porm a minha sorpreza quando vi
    mesa.tranquillinwnte sentado, comendo ainda ba-
    nanas com qyel)es,e defroole da am rutilante c-
    lice de vinho de Porto, o mea impertubavel inter-
    tacuior do Jiftfo do convez,
    Por c ? Ihe pergnntei eu am Unto admi-
    rado.
    E' verdade. Bem r que sou coherente com
    os meus principios. Gomo a minio da vida en-
    cerra-se quasi exclu si ramete ea andar com a
    barriga farta, eu nSo quero ter o remorso de ir pa-
    ra o ontro mundo com o estomago pegado as
    costas.
    Senlmo-nos o ceimos. E* escasado dizer qne
    o nosso companlieiro nos fez a bonra de participar
    de nossa refeigao, variando a conversa com a nar-
    rativa dos seus episodios de viagem, qae s por
    si dariam thema a muitos volemes curiosos.
    Quando voltamos ao convez, e rento tinha amai-
    nado ura pouco, e dava-os esperanca de chegar
    mos a porto de salvamento depois de to arriscada
    travessia.
    Os lugares mais perigosos, passmo-los j de
    dia claro. No em tanto ainda observamos o mag-
    nifico espectculo que offerecera os recite e a
    praia de Maramhaia e Copa-Cabana aromados pe-
    las ondas, e cobrindo de esporaa as margeos arei.
    entas d'aquella costa agreste e despida.
    Chegnmos ao Rio de Janeiro com vinte e tres
    horas de viagem.
    Nao ha melhor remedio contra o mal da mar
    que a vista de trra. Porlanto todos os passagei-
    ros do Juparana foram sahiodo de seas cmaro,
    les, e apreseotando-se successivamenle no tomba-
    dilho armados das competentes mala, oa cha
    mando pelos sens pageos para tomaren) conta das
    bagagens.
    Ao chegar ierra, toda aquella tribu qae esti-
    vera as horas do grande perigo abrigada debaixo
    do mesmo tecto se separou indifferenle ; cada nm
    seguio o sou caminbo, e nao curou mesmo de
    volver os olhos airas.
    Eu fui dos ltimos que deserobarqnei, mas ainda
    tempo de fazer esta observago : de quasi noventa
    passageiros qne eramos, o nico qae tinha nm
    carro sna espera era o nosso singular bario.
    Cortcjou-me graciosamente com a mao e parti
    1
    O SouveUuti de Marselba conta que nm estran-
    gero que chegou aquella cidade em 17 de novem-
    bro, pediu em urna hospedara um quarto parapas-
    sar a noute.
    Nada havia nesse eslrangeiro que parecesse ex-
    traordinario, e o dono da hospedara mandoo qne
    o conduzissem a am quarto do terceiro andar.
    As primeiras horas passaram-se tranqnillnaen-
    te ; dena-se sappor qne o eslrangeiro, como os
    outros hospedes da casa, estara entregue ao som-
    no, quando, de repente, pelas quatro horas da ma-
    nha, todos foram acordados por gritos e grandes
    arruidos que se fazia no quarto do recem-cne-
    gado.
    O dono e criados da hospedara correram a in-
    dagar a causa daquelle barulbo e dirigirara-se ao
    quarto do eslrangeiro.
    Como a porta estivesse fechada os gritos coa-
    tinuassem, arrombarara-na, e virara qae o hospede
    tinha descido pelo exterior da easa at ao segundo
    andar, e que continuara a gritar agarrndose a
    taboleta da hospedara, correndo a cada instante o
    perigo de can ir na ra e morrer.
    Apezar de uxhortacoes e outras diligencias, nao
    era possivel faze-lo sahir daqoella perigosa po-
    sigao.
    No momento em que algaem pensava agarra-I.
    passava elle de um pulo de orna exlremidade da
    taboleta outra.
    EraGra, depois de bastante tempo em qae cada
    minuto era urna angust pare os espectadores e
    diminu as torgas daquelle homem, o dono da
    hospedara consegua deitar-Ihe a mo, e apezar
    de grande resistencia, ajudado pela sua genes,
    metteu-o dentro de casa.
    Ahi lutou desesperadamente o eslrangeiro rom
    os seus salvadores, chegando a morder um, e a 3r-
    raahar e dar muitos marros nos oulros.
    Domado e preso, foi emfira eooduzido a um hos-
    pital oode se Ihe ministrasse os primeros sowor-
    ros que pedia o sea estado de demencia.
    ------- m aun --------
    Sendo inconlestavel que a meteorologa est em
    moda, nao vem fra de proposito citar aqui o que
    se l n'um jornal' scientifico acema dos exlraordi-
    narios contrastes da temperatura em CoaManli-
    nopla.
    Se alguera liver tenlacSes de mudar, com fre-
    quencia de clima, poupando-se ao trabalho des-
    peza de andar sempre em viagem, faca ama s
    viagem, transporte-se para Constantinopl, deixe- ficar ahi quieto, e pode ler, como em 18M, o clima
    dePekin, Baltimore ou Jfilo ; como em Mi,
    1847, 185i e 1860, o clima de Toulon oa Bolonha;
    cumo em 1848 e 1853 o clima de Niee oa de Ge-
    nova ; como em 1861 e 1862 o de Trieste oa de
    Veneza.
    As differenras de temperatura em cada anno sao
    algumas vezes de cincoenta graos, e raro que
    deixem de chegar a trinta e oto.
    No anno passado a differenga entre as tempera
    turas extremas foi apenas de trinta e tres graos.
    E' a minima differenga exemplo nico
    L-se no Secuto XIX :
    as Recreares Matkemalicvs de P. SenreehoB,
    jesuta lorreno, enconlra-se o seguinte Irecao :
    Ponte de Monsson, 1636. Diz algaem que por
    meio de nm imn, oa qaalqaer outra pedra te-
    melhante, pode a gente conrersar enire si. Per
    exemplo : Claudio esl em Paris, Joao em Roma,
    se arabos tivessem ama agulha tocada ecsta pe-
    dra, cuja virlude fosse tal qae ao passo ^ae ama
    agulha se raovesse em Paris outra se moresse em
    Roma pela mesma forma, poderla coos^gnir-se
    qne Claudio e Joo tivessem o mesmo alphabeto, e
    que eombioassem fallar-se todos os das as C he-
    ras da urde, operando a agnlha tres rollas e meta
    como signal que era Claudio e nao ootro, ejoe
    qoeria fallar a Jlo ; entao Gandi, qaereudo di
    zer-lhe qne o re esta em Paris, fazia mover a sna
    agulha sobre o O, depois sobre o R, o E, o I, es-
    sim por diante. Ora ao mesmo lempo a agulha da
    Joao ajosundo-se com a de Claudio, fre merend-
    se o parando sobre as mes mas lauras, e per Ul
    modo um pedera fcilmente escrever oa entender
    o qae o outro qulzesse dizer-lhe.
    A invengao bella, e accreseeetera o jesnata,
    mas alo arelo qae neja no meado imn, qne te-
    nha Ul virlude,
    A electricidade resolreu sate secnio e pro-
    blema.
    Entreunto, o qae era humanamente tepossivel,
    foi o qae acontecen coro preciso : e sabedor ia
    dos homens viu-se confundida, asslm como trena-
    tornadas todas ai idees vulgares.
    A cruz triumphou do o ni verso e hoje o .ral-
    blo imraortal; s perduravel monamente docbris-
    tiauismo.
    PERNAMBCO,^-TYP. DE M. F. DEP.4 PILHO



    I
    .


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E3HWX6HT7_I9IJ5P INGEST_TIME 2013-08-27T23:33:19Z PACKAGE AA00011611_10564
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES