Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10557


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Full Text


Por tres muta adiantados 5$O0
Por Ires mezes vencidos 6JU0
Porte ao correio por tres meses. 750

A
SABBADO 31 DE DEZEMBRO DE 1864.
Por asno adiaoUdo.....49|00O
Porte ao correio por ? anno 3$00U
AURBGAD06 DA *CBsUtj?f;AO NO NOR'IE
Ohvetra; Maranhao, e Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C: A-
nazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
INC BREGADOS DA SUBSCRIPgAO NO SL.
Alagas. o Sr. Claudino Falcao Das; Bahia, o
rr. Jos dantas Alves; lo de Jaoiro, os Srs. Pe-
rlera Martins A Gasparlno. ;
.PAR i IDA DOS isblAr lAd.
Oliiida, Cabo e Escada todos os dias.
iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antio, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Altinho e Garanhuns as torgas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, TacanV.Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as qulrtas feras.
Sennhaem, RioFormoso.Tamandar, Una,Barrei-
ros.Agua Preta o Pimenteiras as quintas/eiras.
llha de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao Vi da.
EPIIEMERIDES DO MEZ DE DEZEMBRO.
6 QUarto cresc. as s b., ti m. e36 s. da m
13 Laa cheia as 4 h., 52 m. e 26 s. da m.
21 Quarto ming. as 2 h., 42 m. e 58 s. da m.
28 La nova as 7 h., 1 m. e 44 s. da m.
PREAMAR DR HOJB.
Primeira as 6 horas 6 minutos da manhaa
Segunda as 6 horas 30 minutos dajtarce.
P^R.ju.x DOS VAiOREo COSTJROJ.
Para o sul at Aiagoas a 6 e 25; para o norte at
a Gn.nja a 7 ?.$ de cada iij; para Fernando nos
dias 14 dus mezes de jan. marg., maio. tal. sel. e nov.
PARTIDA DO MNIBUS.
Para o Recife: do Apipucos s 6 "A, 7, 7 /, 8 e
8 Vj da m.; de Onda s 8 da in. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6 V da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; do Bemliea s 8 da m.
Do Recife: para o Apipucos as 3 Vj. 4,4 'A, 4 Vj,
5 o '/i, 5 Vi e 6 da tarde; para Olinda as 7 da
manhaa e 4 /i da tarde; para Jaboatao as 4 da
tarde; para Cachaug e Varzea s 4 Vt da tarde;
para temflca s 4 da tarde.
IDDiHNGiA DOS RJBNAKS DA CAP7AL
TrLbunai do commercio: segundas a quimas.
Relago: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: qmntaa s 10 horas.
Jaizo do coinmercio: segundas s 11 horas,.
Dito da orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas sextas ao meio
dia.
Segunda vara docivel: qnartas sabbados a 1 hora
da tarde
DIAS DA SEMANA.
26. Segunda. S. Etevn afta-martM
27. Terca. S. Juaap. | Maag. : S. Tn.-t.dora m
28. Qoarta. .S>. Castor, c. tarto Aaaam mm
. Quinta. S. Thi mai ai ia m
30. Sexla. S. Sabino ti. m.: S. An-i.. i, ni
31. Satinado. 8. Silvestre r- n. | u.miado ni
1. Domingo. S. Almario,., m S. Magno m.
ASSIGNA-SI
no Rec;fe, em a lirraria da praca da Independen
cans. 6*8, dos pro^rietarios Manoel Fbci
de Faria & Filho. *mn**
OS senhores asignantes destel Diloaojuiz de direito interino de Cabrob.-
latarlo. que teiu ul. .. de ter \ me. encarregado a urna commisso da es-
tamento le sua subscrlpcao pa-
ra e ultimo do quartcl, quei-
ram inanda-la pagar ( razo de
*# como sao obrigados) at o
ultimo do corrate niez. cm que
elies se lia da ni. pois nao pos-
sivcl prolougar por mais lempo
senaelliante pretexto: atienden-
do ao atrazo em que alguna se
acliam, somos obrigados a lau-
car mo de urna medida para fa-
zer cessar este abis o que lije
dcvc ser pouco agradavel, ms
a ponca attenco que a iguns
tem tido em pagar a to pesado
sei'ylco isto nos obrlgar.
"-T
PARTE 0FFICIAL
GOfgftM DA PROVINCIA.
Kxpediente do dia 28 de dezfmbro de Istii
Ollicio ao Exm. visconde da Boa-Vista comman-
dant.! superior da cuarda nacional do Recif. I
Rerebi 0 odlcio n. 162 de 26 do corrente, com que I
V. Exc. se servio apresentar-me a resposta dada
pelo 2. lenle do 1. balalhao de artilharia, Vi-
cente Thomaz Pires de Figueiredo Camargo, acer-
ca do fado relatado na parle do inferior que com-
mandiiu a guarda da caixa filial no da 19 deste
mez, e em vista della tenho a dizer V. Exc. que
me parece convenientemente declarar-se ao refe- i
tenante, que de sua parte deve evitar
rregado a urna commisso da es
colha da ocahdade e ornamento da obra do acude
da villa do Salgui-jr.0.
Dito ao gerente da companhia Pernambucana.
onc \mc. fazer sepuir para os porios de seus
destinos os vapores Parahyba o Jaguaribf nos das
e horas indicados em se oflicio de 21 do cr-
reme.
Portara.O vice-presidentc da provincia confor-
do-se com a proposla do Dr. chefe de polica n. 1623
desta data, eatt.ndendo as informacoes queda
comarca de Flores Ihe foram ministradas por pes-
snas lidedignas e em vista das qnaes cumpre pro-
videnciar se no sentido de ser garantida a segu-
ranza individual, e enVluar-se a captura dos cri-
minosos, resol ve dimitlir a Joao de Dr-os de Si-
qiieira do cargo de subdelegado do dslricio do
Aligados, quarto da freguezia de Ingazeira, e para
o substituir nomea o cidadao F*Y\k Ferreira da
Silva.=Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dita.=0s senhoies agenies da companba Bra-
sileira de paquetes facam trans|iorlar para a corte
porconta do ministerio da guerra no vapor Para-
n, o capilao do nono balalhao de infantaria Jos
Mana Ferreira da AssumpcSo e o alferes do seli-
mo da mesma ama Joao BaptLsia de Menezes. que
levam, este sua mulher e dous filhos menores e
aquelle Ires tilhos sendo um de JG annos de da-
.in
s lo de guerra, onde receberam armas de infanta- major do corno de eslado-maior de 2> classe Joao
na, nayoneas e corrame, para a primeira chama- Das de Ampuero. bem como ao capilao do 2" re-
r''SEf"* "romtos.caso a cousas cheguem gimenio de ravalluria Joaimim Thomaz Sanios e
nm,, Ser preC'S0 collocaron'-sc em frente da Silva, e ao 2-ieaente do I- regiment de artilharia
L nnm. a ia cva"" Jaquoi de Hiuencourt, visto solTrer
csse numero de voluntarios, em sua maior molestias inruraveis iiue o
parle gente pulsante e capaz de resistir, fcil ser : servico.
elevar-se a 240, por terem faiudo a reunio muilos
pescadores da Mangueira, Marambaia e ilha
Marinheiros.
V*m ^rtrt. i !----"" "* v*,,'b'"'v "'"o uc iM-ii.i-, pul >uiiier por nav
dJ. f ora,nandar a for^a da capitana, quando molestia incuravel, que o torna incapaz do servico,' familia
:;.:.r_JeD"a.t",Jancar raao! consta-nos que fora o na conformidade da imperial resoluco de 7 do '
as soas reverencias. Subir S. A. a serenissima
prineeza ao son lugar, depois de ter beijado a mi
a seus aojrastos progenitores e *. A. o principe
sabindoeal frente a S. M. o Imperador, ah rece-
bera du soas augustas maus as conJecoracOes des-
lornam incapazes do | imadas por S. t. I, que sero aprescnta.as
lao auspecioso e que tantas veatu-
sS diT&tfutSft T,a fnHa da fad,K-e de -,8 : pCrador M dinara d dar-llio u'm o"sculo p
,,u, t r L 8>i- alfe,res 4*,1"1111110 Va- bracado-j como publico testemoalu de
...4 :^"arat,ree^''>Uon(;al ves del; re.las, por solfrer por have lo recebido no cremio de ras a um acto
ras promelte.
A Sra. prineeza I). Leopoldina, a -^juivia
muito amada do Sr. I P.-dro II. Iig
destinos da un vida aos du
Lineadas as ordens,""s. m7 o lm -a, 8r--du**i ***
um |>riai-ipe4igao
gar.
Satfa jSSm *** I JSSnssL
nas o auto do casamento, e collocaodo-se em fren-
te a S. M. o Imperador, o lera em voz alta.
nda a leitura. nina salva da artilharia postada
desgnalo pelo Sr. commandanle da guarnco o corrente, tomada "sobre "consulta do conselho !
sr. capilao reformado Costa e mais um teneule. pr-mo militar, o alferos Jo 3 balalhao de infanta-
i or ordera do mesmo Sr. capilao do porto e ra Peregrino Alves Ribeira da Silva, segundo as
oe'fragata Jos Pereira Pinto, foi mandada postar disffeicdes do .1 do arl. 2da le n. 260"do 1" de
a escuna ujuru ao L. das tnocheras, trpoladapir dezfmbro de 1811
50 praCas dos menores com inferiores eollkiaes e 4 Foi noireado capello alferes da renartico ec- no*laro n*P^"' r'^'" "J*/1 ""!a" vT*'d '
p^r^^rrsto se Jtflaa rtf&sss.? SS7 ana-* *d" -
anguetra. | seis mezes de priso com trabalho a que foi ron-
J,- We mao da barca de viga, que a re- demnado por sentn do conselho supremo mili-
ZjS?, c.ap1!?0 d# P01-'0 f01 mandada im- i de iustca de 9 de jullio do corrente auno,
raediaiameute pelo Sr. inspector da alfandega por i________
a sua disposco, passar o destacamento dos guar- Por aviso de
das da alfandega
Como pa, eoi ciijo eoracao nao rabem distiar
r- i r? ,,ara m lillu's 'I'"1 M- Imperad,* Mi ^m
le sua imnem S *-"m*'' -eremonial ol)>-rv.-lo Afl4 me-
10 5Ua ""Per,dl zes antes no ca-amenlo da primog-nua. A-* 9 tto-
ara no U la-1 t&'SSU#Sm'S^
pira
por bons
Informe o Sr. ba-
Santa Casa
c,dad,VSe acam dispensados do servico por con- ? quer v S'ut talmigo da hiZ arTa
Mcnfdos SSSMn?;? 3 SUS,eDt3fS! sMr0,Sen-h0r, fft55** a=
V. io mesmo. S^'oo Je reprsenlo,, o ffi dbaarMLdr,;co,rVdiaamen,0' VCe"PrVedr da **
zsx 2a aa^&rs \ ^^x^sziss^ que
videi.ciar conveoienlemente, para que o servico de Irmanoade do Saati ILV ,.?m
"ex c^eEr^s^rssi o. S^t'issaprovinciai com a brevida-
go .1 \ txc. se digna de lomar cm considorasao, o Ttlneme Jos Antonio l\h-lro de Freita. Con-
cedo
9 do corrente foi Bombado o Io te-
a nova barca da excava- nenie Joao Mendes Salgado para commandar a ca-
* c. nlioneira Tiet.
,,,,1,. -, A "'- -------------- |, u ar- caP'tao commandanle interino do bala-; ________
e%X o ece4 o xpSiente 6Sl8 ^Vt^FP"* desta cid*de- Man0tl ?'' ** PW d 10 do corrente o Sr. arcebispo
I necesario expediente. ^t\fijwn Ve.lho- ** a ^^ da Bahia, primaz do Brasil, oomeou mestre de ce-
DesoacUos do dia 27 S d. dmhrn da 4fii m 7* fealeiInclus!ve urdas que esta-: remooas honorario do solio archiepiscopal o Sr.
uespatos do da 27 e 28 de dezembro de 1861. vam dispensados do serv.go aelivo ja como ca-; padre-mesire Gustavo Comes dos Santos poi
^ nequermentos. xeiros de negociantes malrculados, ja como guar- servicos prestados relBio
Antonio Deoclecio Gonzaga.-Informe o Sr. te-1 das da alfandega e j como alumnos da aula de
neme-coronel commandanle do corno de polica. I francez. capatazes, empregados do correio, etc.i
Amorim 4 Irmaos. -Informe o Sr. inspector da Consta-nos que algn* senhores allemaes em-
thesourana de fazenda. i pregados no coinmercio estao no (irme proposito de
Antonio dos Santos Falcao. Informe a Sr. Dr. organisarem um balalhao de voluntarios, seus com-
director gtral da instrueco publica. patriotas, caso a praga seja araeacada de um ata-
os Jos Das da Silva. Informe o Sr. Dr. O Sr. capilao reformado
. do exercito Jos Ma-
na de Camino foi nomeado instructor da guarda
nacional de infantaria desla cdade.
O Sr. tenente coronel Antonio Texera de Car-
valho foi encarregado de fazer remover as areias
que se acham aggiomerados peta parle de fora, .
junto a lmha do eotrinceiramento. para dentro.sen- general Dumas
do coadjuvado nesse servico pelo Sr. subdelegado '. 3 com as damas de SS AA
- 14
No prestito e ceremonias do casamento de S. A.
a Sra. prineeza D. Leopoldina com S. A. o Sr. du-
que de -axe, segurse-ha o segnnte programma :
A's nove horas da manhaa do dia designado par-
tirao SS. MM. e AA. do paco da Boa-Vista, em
grands eslado, na ordem seguinte :
Um piquete de cava liara.
Mocos da estribeira.
1" carruaeem do porleiro da imperial cmara
com o guarda-roupa e medico de semana.
2* eom os veadores de servico de SS. AA., o se-
cretario de S. A. H. o prncipe duque de Saxe e o
Gui maraes.
4* com a dama de S. M. a Imperatriz,
srrrrrr .. *-cum a aama ae s. m. a imperatriz, e a con-
begundo a mesma folha fora noraeado comman- dessa de Barral, aia de S. A. a Sra. D. Leopol-
dante geral de todas as fronteiras da provincia o dina.
que me requereu na petiQo junta por copia, Jos
Silvestre da Silva, preso na casa de detenco desta
eidade.
Dito ao coronel commandanle das armas.Sir-
Ta-se V. S. de informar acerca do que pede no in-
cluso rcqucrim:nto Manoel Saturnino dos Santos
Noves.
Dito ao Dr. chefe de polica. Pelo ofllco de
V. S. n. 1622, de 27 do corrente, fiquei sciente de ronel commandanle do corpo de polic
ter Manoel Antonio de Jess passado, por moles- Jos Pen-ira da Rocha e oulros herdeiros de Joao
ta, o exercicio do cargo de subdelegado da fre- Antonio Pereira da Roclia.-Como requerem vls-
guezia de Santo Antonio desla eidade ao 1." sup- ia da informagao.
a licenca requerida de conformidade com o
disposto no artigo 106 do regulamento de 27 de ou-
; tubrode 1860.
Capitn Jos Francisco Pereira da Silva Jnior.
Reniettdo ao Sr. Dr. chefe de polica, afim de
ouvir ao supplicado e dar as necessarias providen- foi nomeado medico da imperial cmara,
cas sob o objeclo da presente petico.
Jos Dias de Paiva. -Informe o Sr. tenente co
Sr. marechal de campo Lopo de Almeida Henque I 5- com o camarista, veadores de semana e do
SSS i n q"e deve esUbelecer seli W*' servico de SS. AA. os Srs. principes, e o meslre-
da fre- tes-general em Bage. i saia. ,
A' referida folha noticiara de Pelotas a priso de 6" com o eWneiro-mr
um capilao blanco que andava aluciando escra-' 7* carruajero de respeito.
QnanU ao mais, refernno nos a caria de Purto esposo.
Alegre em outro lugar transcripta. i 9" carniagem de S. M. a Imporatrlz eS.A.a
De santa Calharina nada temos que aerrescentar Sra. I). Leopoldina,
a nossa carta do desterro. I 10"carruagem de S. M. o Imperador com S. A.
. ------ R. o Sr. duque de Saxe.
a da Silva Continentino aos lados das porlinholas desta carniagem irao
i o commandanle da guanta de archeiros a direila e :
_ ~" 11 os ajudantes de campo entre rodas.
for cartas imperiaes de 7 foram naturalisados Fechar o prestito o regiment de cavallaria.
cidadaos brasileiros os subditos portuguezes Fran-: A guarda de archeiros dever estar formada no
siseo Pedro de Almeida e Nicolao da Silva Wille- largo do Roco da Cidade Nova, e d'ah acompa-'
O arcebispo entoar o hvmno Te Deiim Lauda-
mos.
Find i este, regressar o prestito na mesma or-
dem. SS. MM. e Altezas reeebero das janellas do
paco as continencias militares o salvas, Ondas as
quaes, se retirara a tropa a quarteis sem derfilar
perante SS. MM. o Suas Altezas.
SS.Ja*H. e Snas Altezas, subindo ao throno, re-
eebero o conejo do eslylo, ficando S. A. Imperial
a esquenla d S. M. a Imperatriz, o seguindo-lhe
S. A. a Sra. D. Leopoldina, *. A. o Sr. conde d'Eu
e S. A. o Sr. duque de Saxe.
Depois do cortejo, reeebero SS. MM. II. e Suas
Altezas, na sala inmediata do throno as senhoras
do corpo diplomtico e as convidadas, as qnaes,
regressando da capella esperaro as senhoras do
corpo diplomtico na sala chamada dos conseihei-
ros de estado, e as outras senhoras na sala dos
grandes.
Foram eonxidados para o aclo :
Os memoro do corpo diplomtico e snas mu-
Iheres.
Os ministros e eonselhelros de estado e suas mu-
Iheres.
Os grandes do imperio, c os que deslas honras
gosam, e suas miilheres.
Os conseliieros de guerra, vogaes, e do supre-
mo tribunal de justca.
Os senadores e deputados presentes, e suas ma-
nieres.
Os prelados das religies.
Os guardasroupas e suas mulheres.
Os titulares al os de conselho inclusive.
Os Odalgos cavallciros e mocos fidalgos.
Os generaes de mar e ierra effectivos e reforma-
dos.
Directores das secretaras de estado,
-eia- -
<.-w e b'ViaVs sccre\anaTau''esao e BU ca-
plriite Severiano Jos de Moura.
Dito ao mesmo.Remetiendo por copia V. S.
os ofllcios desta data sob ns. 377 e 378, que me
dirigi o ongenheiro Bacal da estrada de ferro, re-
coiiuiiiMulo V. S, a expedigo de suas ordens
para quje se nao repr-duzam as factos, de que tra-
tam os meemos offirios.
Dito ao inspector da thesonraria de fazenda.
O ba.-harel Maximiano Francisco Duarte, juz mu-
nicipal c de orphaos do termo de Pao d'Alho, en-
trn eml 23 deste mez, no goso da licenca que. ob-
teve : o que communico V. S. para seu conhecl-
mento.
Dito ao mesmo. Informe V. S. que importan-
cia fui despendida em medicamentos pelo hospital existe recrul;
Joaqun) Jeronymo Seipa.Informe o Sr. admi
nislrador do correio.
Jos Dias de Paiva.Nao lem lugar.
Jos Silvestre da Silva. Informe o Sr. Dr. juiz
de direito da comarca de Nazareth.
Manoel Antonio Texera. Informe o Sr. coro-
nel director das obras militares.
Mara Francisca dos Anjos. Nao tem lugar
vista da informaco do commandanle das armas.
Manoel Martins dos Santos. Concedo a lcenca
pedid i vista da informaco do commandanle das
armas e nos termos do artigo 106 do regularacnlo
de 27 de outubro de 1860.
Mara Magdalena de Carvalho.No deposito nao
militar no anuo financeiro de i803 1864 e pouco
mais ou menos quanto se gasta all por anno em
rom -dios, tuinando-se por base desle calculo a des-
peza dos 3 ltimos anuos com este objecto.
Dito ao mesmo. O juiz municipal e de orphaos
do termo de Ingazeira, o bacharel Joaqnim Fer-
reira Chave, passeu por molestia o exercicio do
seu carjio ao prmeiro supplenle no dia 12 desle
mez, como participou em olDcio dessa data: o que
coiiimunico V. S. para-sua intelligenria.
Dito ao mesmo.Rogo a V. S. se digne infor-
mar me se anda contina urna obra que o inspec-
tor do arsenal de mariuha eslava fazendo na ilha
do Nogneira.
Dito ao inspector da thesourara provincial.
Nos termos do meu oflicio de hontem, mande V. S.
pagar a Franciseo das Chagas Cordeiro Campos
pela vorha cventua9--^no corrente exercicio a
ment de luz para o qnart-l do destacamento de
Igu.rass.a comajulo^uWwTnovemhrodeste auno,
como sejai-oVcTla juntaem duplcala, que me ful
reoietlfa pelo cuefe de polica com o oflicio de
21 d/crrente, sob n. l389ryCommuncou-se ao
Dr. eliefe de polica.
Dito .lo mesmo.Recoramendo V. S. que faca
indemiiisar o cofre da thesourara de fazenda da
quantiajde 253^000 rs. em que, segundo a conta
junta por copia, importan) 25 tinas e igual nume-
ro de Larris de um fundo, qnc pelo arsenal de
i com o no.me que a snpplicante diz
se v da informaco do com-
conslanle do offlcio numero
ter seu filho, como
mandante das armas
2302.
Manoel Joaquim das Trevas Marinho.Nao tem
lugar.
Manoel Saturnino dos Santos Noves. Nao tem
lugar.
Prxedes da Silva Gusmo.Informe o Sr. ins-
pector da thesourara provincial.
Tertuliano Theopliilo da Silva. Concedo ni-
camente trinla dias de lcenca visto estar doente o
supplcante, c allendendo a informaco do com-
mandante do corpo a que o mesmo supplicante
pertence.
Zeferiua Maria da Conccgo. Informe o Sr.
baro do Livramento, vlce-provedor da Sania Casa
da Misericordia.
mea.
12 -
Por decreto de 10 do corrente foram Borneados :
Rispo da docese de Goyaz, o ronego da cathe
vedo.
nhar a rarruagem de S. M. o Imperador, fazendo
alas.
Ao chegar ae paro da cidade, onde j se achar.o
as pessoas convidadas, o mestre-sala determinar
ao introductor do corpo diplomtico, e aos seus
maras.
Os mdicos da imperial cmara e suas mulle-
res.
Os meslres da imperial familia.
Os ofBciaes superiores de tenente-coronel para
cima, tanto de linha como da guarda nacional.
Os condecorados que teem honras de coronel pa-
ra cima.
Os desembargadores.
A cmara municipal.
Os membros do tribunal do comnierco.
A commisso da praca do eommercio.
nas por onde devia doMar.
das de colchas estaram orea
pailas pur sentn*, e de toda ;i parle partum ac-
clamaeoes. a que S. A. corresponda .-ornado gra-
ciosamente.
A guarda ae archeiros. sjm eslava formadas
largo do Roco da Cidade Nova, riunmiodadt l.
Sr. camarista Duijue K-ira la Meyer. aeosofasman
d ali a rarruagem de S. M., fazendo ala.
As 10 i|2 horas cheg.m o prestito ao paco da
cidade. O Sr. Paulo Barbosa da Silva, que servia
de mestre sala, toada mt seus ajudantes os Sr-
guarda roopas Leopoldo Auguto ,1a Cmara Liosa
Duarte Lima, Cruz Li'na,olW,iaes da raa Knm.i de
Mello e Pamplona, fez pouco de;-, i- -^uir para a
capella os convidados que ja m achav un r uaidii.
O presiito imperial poz-se ,1 -, .;- n marrlia na
ordem .-oguinte :
Os porleiro- da cmara e da mam ;
Os oflieiars da ca-a, lactoMre | ..ir li- r >*.
mocos lidalgos e titulares eom li twatoiese-
ulioria :
O porleiro da imperial cmara :
O- Srs Pereira Baha. Gai uto Jlai,>r.
mo^'os fidalgo-, levando em salvas de prau. pri-
meiro o auto do casamento. .?> ann-i-
nupciaes e OS dous rartoe- em aor t arrasa r-,ri;i
las as palavra- rwoaJcas ajat SS. A \ tuili.im 4-
diter n acto do ra-amenio, i u kroawi a- gria-
cruzes das ordens do imperio.
S. A. a Sra. armera irajava un rk i v^tia da
renda, ponto de Alencon af.,glo. i niw|>
compridas. Longo veo da masma re, i.t. v-nnaMa
de llores de laranja ramo igual a cintura do 1*4
esquerdo e outro em um apauliad, da -au do ves-
tido.
Tralla a graa-cruz do Cruzeiro e cra-lhe nmea
joia o lindo bracelete que Ihe off-ruram as seoho-
ras Sergpen.-es.
S. A. It. o Sr. duque de Saz,' Mam o nmform
ae almirante da armada nacuma!. Ttaam a grie-
cruz do Cruzeiro e eomminda da m- -na ordem,
a da ordem da sua casa.
Fecharam o prestito os Srs. camarista Valle da
Cama, servmdo de mordoino-mr. Sr. Jjaiimni
UptAAa >;.... .... .... ^V
ajudantes Je campo damas e veadores de -man
e do sonren de h>. AA. os Sr3. principes, o guarda
roupa e medico de semana.
Foram lesteuionhas por parte de s. M. o impe-
rador os Srs. viscondes de Abacio de Sapwa*v:
por parle de S A. I. a Sr. dafaa de fsa>. 1 \
li. o Sr. cunde d*Eu e o Sr. eoade general I>uui*<
Findas as heneaos levantaram-se >S. AA e dan
do o principe a direila a serenissima ptlatna ov-
ceram do presbjlenoe froubiro- a SS. MM II
Ihe lizeram suas reverencia*.
S. A a serenissima prineeza sub enlao para o
seu lugar, depois de ler beijado a i ao
O
draj do Para Joaquim Gon^alves de Azev
Conegos da capella imperial os padres Jeronymo ajudantes, que facam seguir os me.mos convidados medicina.
Mximo Rodrigues Cardim. Gabriel Evaristo de para a capella imperial, alim de lomarem os luga-1 Os presidentese mesas dos instituios.
Oliveira Freitas, Francisco Xavier Pinheiro, Fran- res que Ihcs sao respectivamente designados. Os directores do museo, faruldades de medicina,
cisco Figueiredo de Andrade. i Logo depois seguir o prestito imperial pela fr- esrolas central e militar, e academias de marinlia
Foi apresenlado o conego de meia prebenda da ma seguinte : ; e das bellas-artes.
catiiedral da Babia, Flix de Santa Thereza de Je-: Os porteiras da cmara e da massa. Os jnizes territoriaes da corle e da capital da
sus Babia, em um canonicato de prebenda intuir Os offlciaes da casa, mdicos, guarda-roupas, provincia do Rio de Janeiro.
O presidente da provincia do Rio de Janeiro, os, guslos aljraaD(J().0S m-uil0 rmnmov,da.
membros da assemblea provincial e autoridades i s. A_ R 0 Sr { (|e Sax ini.,1Dandn.v an
superiores da provincia ; le S. M. o Imperador, recebeu a grao miz de toda-
residente e mesa da imperial academia de asrdeos do imperio, se.i-.lo-UM lanead ai |
o colar da ordem da Ilusa.
leudo vultado S. A 1!. as s.-n lunar, a Sr. mi-
ni-tro do imperio recebeu do porta-ui.-ignias o au-
to do casamento, caja leitura fz em alta.
da mesma cathedral. i mocos fidalgos, cavalleiros lidalgos, e Mulares com
Foi nomeado professor de inglez das aulas prc- ;0 iralamenlod- senlioria.
do Recire, Car-
foram no-
Ma-
paralaras da Faculdade de Direito
los Adulpho de Avellar Alchorne.
Por cartas irnperiaes da mesma data
meados :
Io vice-presidente da provincia do I aran,
noel Alves de Araujo.
6" vice-presidente da provincia do Para, Domin-
gos Antonio Rayol.
3o vice-presidente da provincia do Rio Grande do
Norte, Luiz Carlos Wanderley.
4o vicepresidente da provincia das Alagas, Ao-
brosio Machado da Cunha Cavalcanti.
6" vicepresidente da provincia da Babia, Ballha-
zar de Araujo Arago Blelo.
Foi naluralisado cidadao brasileiro o subdito por-
tuguez Manoel Jos Milheiro.
O porleiro d imperial cmara, indo ao seu lado
direito um moco (dalgo, levando urna salva do ou-
ro sobre almofada de velludo bordado, rom as con-
decoraedes que S. M. o Imperador designar ; e ao
seu lado esquerdo outro moco lidalgo. levando do i
i nupciaes, e dous cartoes, ministros de esta.fo, camaristas, veadores e' offlciaes '" re.raHfrM a lrul a ''uar,e,s --c'" d,-s,iu' *"
INTERIOR.
RIO DE itMIIIO.
10 de dezembre de 1861.
Pelo vapor Brasil, ntralo hontem dos portas do
sul, recebemos datas de Porto Alegro at 1, Rio
Grande 2 e Santa Catharina 6 do corrente.
Nos dous dias decorridos depois da sabida do
guerra foram fonveidos para o servico da casa de Prineeza. nao se havia recebido na cidade do Rio
dei.-nco.Fizeram-se as necessarias communica- Grande noticia alguma da fronteira do Chuy, pro-
C0,-s- xiiuo da qual, segundo j noliciamos, havia'acam-
Dito ab director do arsenal de guerra.Visto pado urna forca monlevdiana do partido blanco,
nao poder ler lugar por ora a admisso do ex- sob o commando do coronel Sa.
posto menor Antonio Jos, brinco, na companhia Entretanto cootinuavain naquella cidada os pre-
de aprendizes de-.-e arsenal por se achar ella cora- paralivos para repellir qualquer aggressao que se
pleta segundo consta da sua informagao n. 134 de tenlasse.
27 do correle, Oca Vine, aulonsado a admitti-lo E,s o que encontramos a tal respeito no Diario
em dita ompanhia na primeira vaga que se der, do Rio Grande de I e 2 do corrente :
etcuHqaBo-se para isso com o provedor da Santa c O Sr. coronel Thomaz Jos de Campos, multo
Casa dd Mi-ericordia.Communicou-se ao vice digno commandanle superior da guarda nacional
pjovedorula Sania Ca-a de Misericordia. | do municipio seguio hontem para fora, para se por
Dito ao^rjatde(ite do conselho de compras na- a testa da reunioda forca de seu tommando, a que
vaes.Respondo o offlcio que V. S. me dirigi em mandou proceder para marchar para Tahun.
20 do corrente, declarando-llie que ficam approva- Hontem aquariellou o Sr. major Christovlo
dos os contratos que o con>elho de compras na- Guilherme Breckenfeld com toda a seccao do bata-
vaes, celebrou com diversas pessoas em 17 deste |no de guarda nacional da artilharia, de que
mez para furnecer a carne verde c artigos de far- j commandante.
slamento necessarios aos eslal.elecimentos de ma- O segundo balalhao de infantaria ao mando
rinlia e navios da armada, c para a lavagem das do Sr. coronel Luiz Jos Perreira, segu boje as 6
roopas dos me.-mos esiabelecimentos tudo durante
j tremestre a contar de Janeiro a margo do anno
prximo vindouro, e sob as condices menciona-
das no termo de que V. S. me remetteu copia com
o citado oflicio. Commumcou-se a thesourara de
fazenda.
Dito ao pro presidente da cmara municipal de
Cabrob.Accuso recebido o offlcio de 17 de no-
vembro ultimo, em que Vmc me communica que
tendo de haver se-sao ordinaria no da 15 d'aquel-
le mez, nao foi possivel reunirse vereadores suf-
ficientes para a referida sesso apesar de ler Vmc.
t oinpregado es recursos da lei.
Dito ao engenhfiro liscal 4a estrada de ferro.
Nl)cc/are-ine Vmc, se tem de fazer algumas relie-
__#j5es sobre o rontedo do offlcio incluso do supe-
~Trinlendente da estrada de ferro, datado de 27 do
corrente
horas un manhaa para os Canudos, a bordo dos va
pores J/, Uniao o do hiato ilinuano, para d'ajli
seguir por trra para Tahim.
Segu tambera cora esle batalho um parque
de artilharia da sereno da guard~ nacional com
dtias pegas e um ofuVial.
O pequeo contingente da cavallaria da guar-
da nacional que eslava destacado na villa de S. Jo-
do Norte, chegou hontem pela manhaa a esta cida-
de, e seguio hontem mesmo a taade para a Ponta
da Turotama, para d'alli seguir incorporado para
Tahim.
c P,r ordem do Sr. capitao do porto o do fragata
Jos Pereira Pinto, reuniram-se hontem ao meio
d'a a frente da capitana, ISO bomens matriculados
naquella rcpartgo; o, segurado d'ahi em marolm,
a dous de fundos, levando a frcnN> o mismo Sr.
capilao de fragata Pereira Pinto, forant ate o depo-
Por decretos de 9 e 10 do correnlo foram no- A. imperial,
meados : i S. M. o Imperador,
O juiz de direito Luiz Antonio Barbosa de Al-j Imperatriz.
meida, desembargador da relago do Maranhao; Fechar o prestito o mdrdomo-mr, o ram.:rista,
O bacharel Ignacio Acioli de Almeida, juiz mu- ajudantes de campo, damas, e veadores de semana
nicipal e de orphaos do termo de S. Joo da Bar- e do servigo de SS. AA. os Srs. principes do guai-
ra, da provincia do Rio de Janeiro; da-rupa e medico de semana.
O bacharel Joo Severiano Martins da Cunha, Ao chegar capella -S. MM. e SS. AA. impe-
juiz municipal c de orphaos do irmo do Passo, na naes e reaes sero recebldas o espergidas pelo
provincia de S. Pedro do Rio Grande doSul ; arcebispo ; e dirigindo-so capella do Santissimo
O Dr. Jos da Gama Malcher, commandanle su-! Sacramento para fazerem orago, suhiro para a
perior da guarda nacional da capital do Para ; capella-mr, (icando o arcebispo no solio ao lado
Foi reconduzido o bacharel Braulio Candido do da Epstola e S MM. e AA. no throno.
Reg Mendes, no lugar de juiz municipal da capi-' Os monspnhores e conegos oceuparao a quadra-
lal da provincia do Maranhao. tura ; os marquezes, a condessa de Barral, aia de
Foi declarado da-aenhum effeilo o decreto do 1
O secretario de -. A. R. o Sr. duque de Saxe.
Os convidados deverao achar-se no pago da ci-
dade s 10 horas da manhaa, apresentan'do-se co-
mo nos cortejos, de grande galla.
Os membros do corpo diplomtico e suas mulhe-
res, orcuparo as respectivas tribunas.
As damas, milheres de grandes do imperio, de
em que estavam escripias as palavras cannicas mores da casa imperial, oceuparao as tribunas das'
que SS. AA. teem de dizer no acto do casamento: damas.
A' esquerda desle ir outro moco lidalgo, levando Os senadores deputados e suas mulheres, as tri-
tambera n'uma salva de euro o aulo do casa-1 bunas do lado do Evangclho.
O secretario de Sua Alteza R. o Sr. duque de
e os vea- Saxe, a tribuna de S. Sebasliao.
A corte e os grandes do imperio, oceuparao seus
respectivos bancos.
Os mais convidados licaro por dentro das gra-
des, e no centro da capella. dando a direila ao al-
iar de S. Pedro de Alcntara e a esquerda ca-
pilla do Santissimo Sacramento,
indo sua direila S. M. a ---------
Ao lindar e-ta leitura deu a artilharia da guar-
da nacional,postada no largo do Pac,, urna salva,
que foi correspondida pelas fortaleza- e embarra-
poes de guerra.
U Sr. arcebispo eatoon enlao o T-I>enm l.mili
mus. Fmdo este regressou o pro-til > na im-ma
ordem.
Das janellas da sala do throno a-M-tiram SS
MM. e SS. AA. s continencias militaras (.,- -..
ment- ,
I Os grandes do imperio, os camaristas
dores.
O mestre sata no seu lugar.
8. A. R. o principe duque de Saxe esquerda
| de-S. A. a Sra. I). Leopoldina.
A. R. o principe conde d'Eu esquerda de S.
Por decreto de 10 do corrente foi aposentado o
inspector da alfandega da provincia do Maranhao
Kayinundo Joaquim Canlanhede.
Por decreto de 9 do corrente mez foi concedida
ao baro de S. Lourengo a exouerago que pedio do
lugar de vice-presidente da directora do inijierial
instituto Bahianno de Agricultura.
i'or decreto da mesma dala foi nomeado para o
respectivo lugar o baro de Maluim.
18
Determinou-se pelo ministerio da raarinha, jjue
os guardas-maiinlia ltimamente promovidos, de-
S. A. a Sra. D. Leopoldina, as damas de servign, o vendo aproveitar muito em seu ensino profesional,
de julho de 1863, que nomeou o bacharel Olympio camarista, veadores de semana e do servico de SS. sendo embarcados a bonlo dos navios que consli-
Manoel dos Santos Vital, juiz municipal e de or- AA o mestre-sala e os porta-insignias estao no tuem a forga naval brasileira estacionada no Rio
phos do termo de Passo Fundo, da provincia de centro da quadralura, c bem assira as leste- da Prala, visto como all adquiriro a necessaria
I pratica do servico e disciplina militar, sajan desde
j distribuidos por aqourlles navios, inverlendo-se
no rorrete anne a ordem do ensino estabelecida
nos arts. al e 52 do regulamento mandado obser-
1 var por decreto n. 2,163 do Io de maio de 1838.
S. Pedro do Rio Grande do Sul. munhas.
Foi exonerado o baro d Jazuararv. do com- r. a i
mando superior da guarda nacional da provincia Q"ando udo fver pro,m^0' mSlre 1e Cerf"
do Para, por ser incompatvel este cargo cora o de m,T,aS ccles.asl.co o participara ao mestre-sala.
pres.dete do conselho administrativo do arsenal 0M,da a rde,a de S- f 'm,eraor. Parasetc?-
de guerra *"> mecarem as ceremonias, e fela a venia a SS. AA.
para os prevmir da ordem imperial, dando S. A. o':
Foi permittid a Francisco Alexandre Pinheiro, principe duque de Saxe a dextra a serenissima \ poi nomeado cavalkiro da ordem de Danebrog
tabelll do publico judicial e notas, e escrivu de prineeza descerao os degraos do throno, e do pav- por s M e|.rej da ujnamarca 0 r.Theodoro Laa-
orphaos e annexos do termo de Codo, e a Antonio meal frontlro a SS. MM. II. Ihes faro urna pro- arij resjdente na provincia de S. Paulo e aulor
Fabio da Silva Pinhe.ro, tabellio do publico ju- funda reverencia ; d ah subiro ao preshyterio je varias obras de medicina.
dicial de notas efcsprivao de orphaos e annexos, do coin raestre-sala, as testemunhas, a condessa de ____1
termo de Carolinymbos na provincia do Mar- Barrai, aia de S. A. a Sra. prineeza, as damas de Entrou hontem em nossas aguas trazendo 43
nho, permutarem entre si os referidos offlcios servigo c o porta-anneis. i i3l de viagem a barca he-panhola Eduardo, que
Foi creado no termo do Ex na provincia de Aproximndose SS. AA. ao arcebispo, esle Ibes sahira de Buenos-Avres com destino a Cdiz. Dei-
Peroambuco, o lugar de juiz municipal que accu- dirigir as perguntas cannicas, e f ,zendo SS. AA. xando aquelle pono no dia 3t de oulubro soffreu
motar as funegoes de juiz do orphaos. I orna reverencia a S. M. o Imperador para pedirem a barca 35 das depois um violento temporal que
Foi alterado o uniforme dos corpos da guarda o seo consenllmento, fepellro as respostas esenp- Ihe quebrou o maslro de traquetes e fez outras
nacional da cidade da Parahyba na provincia do tas nos cartoes, que Ihes sero apresentados pelo avarias.
"iauhy. ; mesire-sala. Nesse mo estado navegou ranilo tempo at que
--------- Tendo logo o arcebispo benzido os anneis nup- hontem foi encontrado junto as Tejucas pelo vapor
Por decreto de 10 do corrente foram transfer- ciaes que Ihes sero apreentados pelo monsenhor Paquete de Jrruminm, que sahia para esse porto,
dos de uns para oulros corpos da arma de infanta-^ dicono, entregar ao Sr. duque de Saxe o annel O commandante do vaporo Sr. Elias Jos de
ra os seguintes offlciaas : i a serenissima prineeza e este o pora no dedo an- Freitas, reconhecendo o perigo que Cuma a l"'..
Para o 6 batalho de infantaria, o capitaa do nullar da mesma augusta prineeza, recebendo de- offerccer-Ihe reboque, preferiodo eana '?;
batalho de cagadores de Goyaz, Manoel Baptisla pois o seu. ao aproveitainento de algumas bi* ^'V;
Ribeiro de Faria, para a 3'companhia. Concluida esta ceremonia, os goarda-lapegarias capitn da barca aceilou t- us oe viaaem. O
Para o 7 balalhao de infantaria, o capilao du 9: estendero no estrado do altar-mr urna rica col- sendo dado o relwqu* ",'" Bra,"i0 a oerta, e
balalhao, Jos Maria Ferreira da Assumpco para na bordada a ouro, e offerecendo aos veadores douro, saciado ,., ,un'le^u ei" no*>o ancora-
a 2-companhia, de semana e a servico de S. A. R. o Sr. duque do sen deli-' o^apor a 1 hora da tarde para o
Para o 9a balalhao de infantaria, o oapltao do 7o Saxe as alraofadas, os tnesmos Viadores as calloca- 'J' IR
balalhao J .ao Antonio Cardoso, para a 3- compa- r^^o^men^^s^aa, AA. reco- Para popahcSo Qa M hr,nlcm ^ um
Por decretos da mesma data concedeuse refor- NqdaTaSSaSrll SS *A e A,^n ?'" de ju,,i' T 'Tho;1ra, por ,ol im,'erio' onde
ma, na conformidade das d.sposiges do 1 do principo a dlralt/a tranissinmhVmrV .i- V,V iln"n!/,'' a" monarcha, e zelo-
9r..Vda.eio...l8de .8 de^o de ^^^^^^r^^^l^^ M&ta,,M,,,,**^
dynastia, se associa cora od; a's ye-
Seguio-se o cortejo ocupando o throno d.i direi-
la para a oquerda S. M. a tatfcrader, S. i Impe-
rial a prineeza D. babvl, S. A. a Sra. pnne-za Lea-
poldina, S. A. R. o Sr. conde d'Ku e ?. A. R. o Sr.
duque de Saxe.
Foram pronunciados tres discursos, um em n;
me do corpo diplomtico, pelo Sr. lutenaaano ;
outro em Dome da asseml.li a proviarial daRm de
Janeiro, pelo seu presidente o >r. Di. Rrrnarrfinn
Alves Machado, e o eg linie em nome da raniar i
municipal da corte pelo seu | r.-idenle o Sr. eum-
mendador Cunha Telles :
Senhor. alada to nt-m brames soanow
annuneiavain an Itra-il e ao mundo que um laclo
magestoso, nra sneresra nolavel ,-mmovia o cora-
gao de V. M. Imperial. AinJi hontem as (ehnta-
coe- de um povo inteiro vieram rar-turar se a f--
lade familia de seu augu-t chefe. Bsja, Si'ftaor.
eis de novo reunidos ao redor d thr"B" et
de V. M. Imperial, os liis >uhdlto- de l.i amad
soberano ; ac.ibaram-.-e as lacer.r/as do futura,
cumpnose a son que no livro d"- f. mo da Providencia esrnpt a resueno d ,-v,.
rangoso renov de tao illu-ire trooro. i^uaud.> a
arapulheta inrxoravel do lempo eslo se M-uand.
os derradeiros bago- da vid da cmara mumnpii
desle quatrieiinio. pira s verea lore- de praaar
iiii-lfavel, que um dos ltimos actos do seu maoda-
to soja anda urna vez manifestar a adliesao leal-
dade do pWO do Rio de Janeiro para rom V. M.
Imperial e para com a auj;u>t. familia imperial.
Nossa voz fraca e insunVieate para denun-
ciar os sentunentos dos Fluminense- ; ma* rfcv
quentemenle do que ella o p.eria fazer. (aUam <>-
precedentes de-la cidade, que Ihe vaieraw o uaata
de leal e heroica, e que assaz paienieaia pe*-
smenlos que deve nutrir ne.-i* da para rom V\
MM. II., para ron. a -eren.- votos acabara de ser sellados no reo, e para roa
illustre principe, que a -ain-.tna de V. M. I un
rial a-signalou para o amor e venerar,*) a** Bra-
sileiro*.
Dos mais discursos f di.-pr nsada a 1,-itara. va-
do entregues aoSr. ministro do imperio.
Terminado o cortejo suas mage^tades aMnaa
receberam na sala iiiin.ediata I do ihrono -afee-
ras do carao diplomtico e a- convidada*.
Pouco depois das duashora* M servid* jasMar.
sentndose mesa imperial -rnente SS. M e
J* astado jantram alm dns srsaa-
_.as. D. JoaeafeJa* da F,m-er Coala, aV
de servigo de S. M. a Imp- ralriz, a ronde*a *>
Barral, aia fle S. A. a Sra. pnoceza l^op->Miaa. a
Sra baroneza de Lago, dama de S. A. imperial, a
Sra. I). Ro-a U- Santa Anni Lapsa l> IVaMMUa
de Abreu Branda, damas de palario. a* S"^^
Mana Amalia Carvalho de Morae*. di^ ^ j^
a Sra. prinre'a D. l,eopol>lina 0< ^r f.mmii
conde Duma*. baro de \Afr ronselheiro l> La-
raare, Se.lz, sagrario de S. A. o Sr. .toque > Sa-
xe, Martiov Pinheiro, guarda roupa de S. R. w
Sr- c'oe d'Eu, major Rabello, serraiario 4o saaa-
'.iio principe, e os offlciaes da casa Cuaba, Pamplo-
na e Pinto de Mello.
Poucos mininos aoles do tres horas -S. AA. a
A A. A' meta
nari's a.*
ILEGVEL
/




Diaria) e Pera0!r.'jHe Sabhado 314? Dezembre le f t4
Sra, daqaesa o- o Sr. doqoe de Sixe partirn) do'
paco da cidade apenas acompatihados dos Srs.
conselheiro Ue Lamare e sua sonhora, veador e
dama qde foram designados para o seu servieo, e
do Sr. guarda-roupa l)r. Jos Machado Coelho do
Castro, e embarcaran! no arsenal de marinha para
Pelropolis, onde chegaram asG 1|2 lioras da larde
sem nuvidade, o de onde devem regressar a 20,
repeiindo->e na r-olle desse da e na da segrate a
lllumoacio geral que hontem houve na cidade, e
<*m to- sobresahio a da fabrica do gal, que fui
muilo oaucorrida.notando-seaindaem ponto menor
a da casa da correccao, a do quartel do campo da
Acetan nao e a da praca do Commercio.
Por caitas imperiaes de li do corrcnle foram
, Bonica d>>s :
Presidente da provincia de Goyaz, o bacharel
Angosto Ferreira Franca.
Gra-cruzps honorarios da ordem da Rosa, o lia-
rito de Seehach, ministro de estado do ducado de
axonia Cobargo Goilia, e o bario Emil de Pawel,
ministro da casa e corle de S. A. 11. o duque de
Saxonia Colon go Gotha.
iande dignitario da mesma ordem, Adam
SeiU secretario de. S. A. o r. duque de Saxe.
por decreto de tS:
Foi agraciada a condessa de Barral com o titulo
de condessa da Podra Ilranra.
Foi nomeado guarda loupa da imperial cmara
o bacharel Joao Pedro de Carvalho de Moraes.
Por decreto de 13 e 14 do crrente foram no-
meados : j r
O bacharel Carlos Antonio Rodrigues dos San-
tos, JIM municipal e de orbaos do termo de lira-
ca'.ca, na provincia de S. Paulo ;
Ernesto da Cusa Agrae Raymundo deSa Arau-
io, maiores ludan|es de ordeos do eommando su-
perior da guarda nacional dos municipios de La-
brob e Et, da provincia de Pernambuco
Jos Joaquim Amando Agr, capito secretario
coral do ioe>ino eommando superior.
O eapitao Joao Baplisla KooiZ Falr.ao, major
commandaute da serebo de batalhao da reserva n.
9 da guarda nacional da mesma provincia.
Foi comedida ao director de seccao da secreta-
ria da juajica Joao Caetano da Silva a graliiieacao
de 10 */o de seas vencimenros, de eoiif.rmidade
com o art. 18 do decreto n. 2,350 de 5 de fcverei-
ro de 1839.
s. M. o Imperador, querendo manifestar por
actos de clemencia o grande jubilo de seu paternal
eoracao no da de hontern, em que se celebrou o
casamento de sua muilo presada e querida lidia a
serensima princesa I). Leopoldina com S. A. II.
o duque de Saxe, houvo por bem perdoar:
A Joaquim Machado Butelho Jnior e Joaquim
Coelho Ramalho, o reslo do lempo que Ihe Taita
para cumprirem a pena de 2 aunos e 11 Diejes de
prisa* a que foram condemnados por accordao da
relacao do Rio de Janeiro de 26 de setembro da
18G2 era grao de app. llaco da sentenca dojuiz de
direilo da comarca de Cantagallo;
A Jos Licerio da SilveiraDrummond.o resto do
lempoque falta para cumplir a pena de 32 mc-
zes de pristo com irabalho e mulla de 13 Vi Por
cenlo, que Ihe foi imposta pelo jury da villa de lia-
borahy, provincia do Rio de Janeiro, no anno de
A Francisca da Costa, o lempo que Ihe falta pa-
ra cumplir a pena de 20 annos de pn>ao com
trabalho, que Ihe foi imposta pelo jury da A illa
Vicosa, pn.v nca do Cear, no anuo de 180I :
A Francisco de Paula Camargo, o resto do lem-
po que Ihe falla para cumprir a pena de 12 annos
de prisao com irabalho, a que foi condeinnado pe
10 jury da cidade de S. Paulo em 18i3.
Ciiimutar:
, Em G aunos de prisao com Irabalho, a pena de
12 anuos, a que foi condcinnado Casimiro Lucas
de Suuza, nor sentenca do jury da cidade de Bra-
ganca, provincia de S. Paulo, no auno de l8o;
No mximo do art. 20G ultima parte do cdigo
penal, a pena de oilo anBos de prisao com Iraba-
lho que foi iinposia a Thom da Rocha Bezerra pe-
lo jury da cidade de S. Bernardo, provincia do
Ceara, uo ouno de 1855.
" Por decreto de 10 do correnle foi nomeado aju-
danie do inspector da alfandega da provincia do
Maranh.io o Io couferente da mesma alfandega
Fernando Pereira de Caslro.
Por decreto de. 14 do corrcnle foi transferido pa-
ra a companhia do batalhlo do eaea Goyaz o eapitao do 6 haialho de nfautana Joao
JJapti-la da ilva.
Por aviso de 9 foi designado o ronselheiro Ma-
noel Felizardo de Souza e Mello, para 1er ejerci-
cio na seeco dos negocios de marinha e guerra do
eonselbo de estado, em substituido ao fallecido
couselheiro Juo Paulo dos Sautos Brrelo.
Pelo ministerio da marinha expedio-sc aviso ao
quartel general para que faca sabir a corveta Be-
miice no da 16 do carrate, com os aspirantes a
Buardas-mariiiha.-, em viagem de instrurejio at
a ilbade Fernando de Norooha, Meando as pro-
vincias da Babia e Pernambuco ; de modo, porm,
a achar-se uesla corte no dia 20 de fevereiro pr-
ximo viudoitro.
S. M. o Imperador mimeseou hontern o Sr. arce-
pispo da Babia com urna c.ixa de ouro para rap,
cravejada de brilhanles.
O mesmo augusto senhor nesta occasiao liberteu
todos os scravos que haviam estado ao servieo a.
S. A.a Sra. princeza Leopoldina e alguns outros
que por seu comportamento se tornaram dignos do
imperial favor.
S. A. R. o Sr. duque de Saxe, consta-nos que en-
tre outros brindes fez os seguintes:
Ao Sr. couselheiro Paula Barbo, a, mordomo im-
perial, urna calxa de ouro para rap com as suas
iniciaes e as da serensima princeza, era brilhan-
les.
Ao Sr. barao de Lagos urna linda abotoadura de
agatha e ouro.
Ao olcial da casa o Sr. Pinto de Mello, nm an-
nel de brilhanles.
Ao Sr. Cuuha, almoxanfe do pago da cidade,
um alQuele de brilhanles.
Ao chefe, das imperiaes cavallaricas ara alunele
de ouro e pedras preciosas.
1"
Suas altezas os senborcs conde e condessa d'Eu
tencionam, salva caso imprevisto, partir para a
Europa no paquete mglez de Janeiro, em viagem
de recreio, acompanhados dos senhores barao e ba-
roneza de Lage e conde Dumas, e lalyez mais al-
guma pessua de sua casa. A ausencia de suas al-
tezas nao passar de alguns mezes.
A faculdade de medicina conferio hontern o grao
de doulor aos aluuiuos que haviam terminado o
curso.
Hunraram o acto suas raagestades imperiaes e
su s altezas Doera'e rea' a senhora condessa eq
senhor conde d'Eu. -
Tornaram o grao os senhores : Manoel Joaquim
hPiro Frota, Serafim LuiX de Ahreu, Chraaeo
Rabosa. Br^. B*ru-a da SU -v^ da ^
".l Campos, Jos Juo Vianna Barbosa Jos Pe-
-reira Guimares, Jo- RuQno de Noronha, Fraueis-
e0 Ribeiro elllno Montezuma, Raimundo Jacintho
de Sampaio, Jos de Ges Siqueira Jaoior Juyen
cio AWes de Souza, Jos Joaquim Pereira de Souza,
AiKKtioho Jos de Souza Lima, Joaquim Sil veno
Gomes dos Res, Domingos de Souza Pereira Mon-
ean Joaquim Pedro da Silva, Francisco Basilio Du-
que Jos Joaquim Franco Valle, Franc^co Hono-
rio FerreiraJrandon, Francisco de Assis Pereira
de Andrade, Pedro Francisco de Oliveira Santos.
Depois do discurso do director, o Sr. Dr. Agos-
tinho da MWa Campos agradecen em noine do
seus collegas faculdade os desvellos que com
elles dispensara em longos e alanosos estudos, e a
honra que acabava de c.onferir-lhes.
O sr. ministro do imperio tambem esteve pr-
seme.
18
Por decreto de 14 do corrcnle foi concedido ao
segundo pharmaceulico da armada Jos Adorno
Tupinamba, a graduacao do posto de segundo l-
ente.
Por porlarias de 14 foram nomeados Joo Ro-
drigues Baplisla, para e lugar de ajudanie do cor-
eio da villa de Marvao, na provincia de Piauby,
?ago por nao ter querido aceita-lo .Malaquias Go-
-de Mello, e Jos Mara de Campos, para igual
ra<~ -. ||a d0 Rosario da provincia de Mara-
lngar na -Hado de residencia Antonio Dur-
uho, por ter mu:
eelino Bernardes.
T j -*dizesmari-
Foi nomeado commandanto dos aprc. nenie
nheires na cidade do Maranho, o-primeiro ..
da armada Carlos Ramel.
19
Por decretos de 3 do corrcnle foram reunidos
s Wmos de Icat ao do Rosario, e do Riacho ao (
da Carolina, na provincia do Maranho.
Por decreto de 10 do correle creou-se no termo'
do Ex, n provincia de Pernambuco, nm iugar
de juiz municipal que accumnlara as faneces de :
juir d orpbao.
Foi expedido em 17 do correte presidencia
da provincia da Parahib.x o aviso seguinte :
Tenho presente o ofllcio de 23 do mez lindo, com
o qu.il V. Exc. transmute copia do que Iho dirigi
o primeiro lenle de erigenheir')s Andr Pinto
Raboneas sobre a conveniencia de ser applicada
para tins de interesse publico a ilha da Restinga,
perlenconte ao mosteiro de S. Bento dessa provin-
cia, e ^ue se pretende aforar com previa licsnca
do poverno.
Sobre o reqnerimento em que o abbade do dito
mostiiro solicitoa essa lireoca, f>i onvida a seccao
dos negocios do imperio do eonselbo de estado ; e
sendo reconhecida, pela imperial resolncao de 19
de novembro ultimo, a utilidadeida acqaisleaoda-
quella ilha por liarte do estado mediante a indem-
nisaco de:):000|000 em apelices da divida publi-
ca que serio intransferiveis, exped avisos em 3 do
corrate aos ministerios da guerra e da marinha
para promoverem a dita acquisicao.
O que commiinico a V. Exe. para os fins con-
venieules, e em resposia ao sobredilo ofcio.
Por aviso de 1G do corrcnle foi nomeado segun-
do cirnrgiao da armada, do eommisso, o Dr. Alci-
biades Agesilao de Magalhaes Parauapusa.
-2i
Por cartas imperiaes de 17 do correnle mez, fo-
ram naturalizados cldadios brasjleiros os subditos
poi tuguezes padre Joao de Fre las Monteiro e Vas-
concellos, Joo Jos da Costa Lemos e Manoel Jos
de Carvalho Bastos.
Por carta de 17 do crrente foi nomeado oflcial
da ordem da Rosa o Dr. Luigi alvini, director da
diviso dos consulados na secaelaria de estado dos
negocios estrangeiros na llalla.
Tendo ogoverno imperial reeebido c.ommunicacao
de haver sido visitada em alio mar pelo vapor con-
federado em Shenniimlmih a galera americana
Katt Princt, que de Cardiff se diriga para a pro-
vincia da Babia, e de ter nesle aclo o commandan-
te daquelle vapor, James \V. Wadell, aberto o ma-
nifest da dita galera, quebrando o sello do consu-
lado brasilelro, resolveu mandar prohibir a entra-
da nos porlos do imperio ao mencionado vapor,
ou a qnalquer outro navio capitaneado pelo mes-
mo couiHiaudante Wadell.
de 15 do
ha
L-se no Minas-Gerc.cs do Ouro-Prelo
correnle :
No districta do Morro-Vermelho houve,
poucus dias, urna tentativa de fratricidio.
t Dous Binas de Jos de Araujo brigaram, e um
delles den ama tacada as cos/as do outro. Feliz-
mente nao foi o ferimeoto e fataes consequen-
cas.)
a Communicam nos de Marianna oseguinte:
No da 9 do correnle foi esta cidade theatro!
de um espectculo indecente c contristador.
O povo apiuhado na ponte da Ara e na ra.
que segu para a de Taboas, preseuciou a secna
mais escandalosa e humoral que seinedia dar ; a
com profundo pezar e desgo*ojpe vou narrar-
Ihe lao vergonhosa c triste occnrrenr.ia.
O eapitao Fraocisco Jos de Almeida Macha-
do, que ha das andava pelas ras apaixonado e
I quasi louco em procura de sua mulher, que havia
anido de casa, teve noticia que a mesma se acha-
1 va em casa do advogado Vicente do Paula Bernar-
dino, o qual disseram-lhe foi quem a seduzio e
aconselhou-a para abaudonar-lhe.
t Machado, que a amava em exlremo e cada .
1 vez mais apaixonado, furioso com esta lerrivel
noticia, destemido e resoluto, vai a casa de Paula
Bernardino, bate com grande forea porta, e ap-
parece-lhe na Janella o dono da casa, e travam-se
da raides. A disputa foi lerrivel; as patentas!
mais obscenas e torpes: os epilhetos mais inju-
: riosos e vergonhoses foram em altas vozes profe-
ridos pelo |iovo, que a ludo assistia, applaudindo
com estrepitosas gargalhodas.
Paula Bernardino assevera depois a Machado,
que sua mulher nao est em sua casa, e que se isto
duvidava fosse procurar um hornera de respeiio,
viesse com elle, e Ihe franqueara loda a sua casa
para corre-la.
t Salie Machado e encoolra-se com o digno Dr.
juiz municipal, conla-lhe o occorrido e pede-lhe
para que va com elle.
U dontor, receioso de algum confli' io, do
. qual podesse resaltar funestas eousequeoaias, as-
seulio ao pedido.
Paula Bernardino, recebe o Dr. com loda a
' polidez, e pi-riniitindo a Machado que corresse to-
! da a casa, tica na sala com o inesmo doulor, a
j quera cornaca a expor o que convinha, para justi-
Hcar-'e de lao grave e fe i a imputaco.
c H'ah a pouco ouvem-se os gritos do infeliz
marido, duendo -aqu e.-ta, ella, acbei minha
mulher.
c Paula Bernardino aoouvir estas palavras fica!
immovel, mal pode articular palavras ; acode o;
doulor ao lugar dos gritos, e ah euconira o infeliz
marido em lula desabrida com sua mulber, que |
' se havia occullado no pateo dentro do quarto da
estribara.
O doulor aconselba-a para que acompanhe a
seu marido ; ella nao se assigna nisso ; apenas
concorda em sabir para a casa de sua mae, pedin-
do ao doulor que a acompanbasse, teniendo que
| seu mando a espancasse.
a Machado requer logo precesso pelo crime de
' adulterio, e foi designado o dia de hoje para a in-'
'quirieao de testeinuuhas, e as horas marcadas
! coinpareceu o juiz a sala das audiencias e logo
depois appareceu a peleao de Machado desistindo
do processo, para o que, segunde me nformam,
houveram grandes empenhos for parte dos acen-
sados.
A peticao, em que o autor requeren o proces-
so, ama peca injuriosa para o reo, de quem se
allega fados bem desairosos e infamantes.
i E' para se lamentar, que em urna cidade ho-
nesta, a sede episcopal, onde o espirito religioso se
manifesta com grande fervor, onde quasi todos os
das se ouve a palavra evanglica, os principios
da saa moral, da jusiica, da paz, da concordia,
com tanta sahedoria enunciados na tribuna sagra-
da, por lanos e tao venerandos sacerdotes, se
dem aclos corno este.
< Mais anda se deve lamentar, quando seme-
Ibentes acontecimentos sao originuS" ? nraticados
por aquelles que por sua illustraeo e posicao que
oceupam na seciedade, deveriam ser o exemplo
vivo da moralidade, da honra e do pudor,
Que f, que conceito, poder ter o homem ca-
sado, o advogado, o curador geral de orphos, o'
guarda-mr supplente das trras e o eapitao de
guardas naciouaes que assim procede 7 Nenh"~*"'
absolutamente-. T^l
n po'icia tomou conhecimento honiem de um
facto horroroso que nos relatara da maneira se-
guinte :
Hontem, s dez horas da manha, indo um mas-
cate offerecer joias a urna sua fregueza, preta li-
vro, Jovita Rosa da Luz, natural de Peroamhueo e
moradora oa ra da Cuuceicao n. 29 A, e nao ven-
do apparecer ninguem empurroa a porta da ra,
que eslava abena e com a chave de fra, e recuou
ante o horrivel espectculo alipatente. Jovita jazia
estendida mora sobre um tapete, tendo a cabeca
quasi separada do corpo por um profundo golpe,
os bracos tambem golpeados, e varias cOntusSes
uas maos que ainda pareciam apertar alguns ca-
bellos de pessoa branca.
Sobre um leito prximo havia tima navalha.
O mscate |aterrado correu a avisar urna prela
bahiaaa visinha de Jovita, que ao v-la prorompen
em gritos, chamando soccorro.
Compareceram os Srs. inspectores Saturnino
Jos Goncah-es e Francisco Jos Adunes, Dr. Se-
veriaoo da Fonseca, Dr. subdelegado do segundo
districto da freguezia do Sacramento, e mais tarde
o primeiro delegado de polica com os Srs. Drs.
Neves e Lemos, qne flzeram o corpo de delicto.
Dizem-nos que encontrarm-se arrombados va-
rios movis.
A preta visinha acha-se detida pela polica, que
procede indagaces sobre o crime.
O paquete Satntonge trouxe datas de Bucnos-
Ayres al 14 do correte e de Montevideo at 15.
As noticias do Rio da Prala sao da maior impor-
tancia.
O governo de Montevideo prosegua em sua lou-
ca resitencia, mandando insultar-nos pelas suas
gazetas e procurando alliados e cmplices por toda
a parle.
Vo dia 8 do correnle foi a prart de Paysand
atacada oe'a* 'DTas to "eneral |i'luros e Pe|a 00,sa
esquadra, que dsemborcou 500 pracas de iofa*-
taria eassestou em ierra alguns de seus grosos
ranhoes.
O faraigerado coronel Leandro Gmez, na espe-
ranza de ser sor-corrido pelo exercito de Saa ou de
Servando Gmez, que para este tirn devia partir de
Montevideo, oppoz a mais lenaz resistencia.
U> assaltantes, espontneamente e a instancias
dos conimandantes navaes estrangeiros, concede-
rain varios prasos para que as familias de dentro
dos muros da praca se relira e urna ilha prxima, empregaudo-sc oeste trans-
porte os escalercs bra O ataque de Paysand' um feito d'arma que
nos laz honra, e que tambem abona o valor dos de-
fensores, bem que sejam estes responsaveis pelo
saugue derramado n'uma resisreucia temeraria.
As forcas brasileiras e coloradas portarara-se ga-
Ihardarnente.
A pra?a nao poda resistir por muito tempo, e
seria tomada ainda i|ue viesse eui seu auxilio o
exercilo de Montevideo.
A nossa perda, at a dala das ultimas noticias,
era de 4 morios e os feridos nao passaram de 21.
O eapitao Francisco Maria dos Gunnaraes Peixoto,
que avancou com denodo admiravel at aos pri-
meiros canloes da cidade, no comeco da aeco foi
ferido por una lula que Ihe levou o dedo grande
da mao direita e a espada, deixaodo-lhc s os co-
pos desta. Estava-se reslabelecendo pata r de
novo oceupar o seu poslo do honra.
O almirante barao de Tamandar commandou
em pessoa a* forcas brasileiras, e escusado dizor
que filo com a bravura e dedicagao que otemsem-
pr-i distinguido na sua brilhante earreira militar.
Sabia-se com certeza em Buenos-Ayres que a 1*
divisao do nosso exercito, cnmmandaia pelo briga-
dciro Osorio, achava-se sobre o serr do Hospital no
dia 23 do mez passado, e que a oulra divsao, com
a qual manhava o marechal Mena Brrelo, gene-
ral em chefe, chegaria aquello poni al ao da 28.
A sua marcha ulterior seria provavelmenle em di-
reccao a Paysand', se antes nao fosse attrahida
pelo exercito de Montevideo, caso esle se nao re-
colha em tempo praca de Montevideo.
A villa de Sallo rendeu-se ao general Flores,
sem resistencia, dias antes do ataque de Paysan-
d, e deutro de poucos dias toda a cosa do Uru-
guay e-tara sob o dominio daquelle general.
O Paraguay declarou guerra ao Brasil*, allegan-
do que nao lizemos caso de sua notilicaeao a favor
do governo oriental, invadimos e oceupamos a vil-
la de Mello, facto esle (o da oceupa^ao) de que
ninguem tem noticia senao o presidente Lpez. O
arrojo c deslealdade desle governo nao se manifes-
laram s per esle acto.
O paquete Mrquez de Ulinda foi a falsa f cap-
turado pelo vapor de guerra paraguayo Tacuari,
aguas acuna da Assurapcao, cora o novo presiden-
te de Mallo-Grosso o Sr. Fredenco Carneiro de
Campos, deputado as.-embla geral, e os olliciaes
cmtiregados bra-ileiros que o acompanhavam. Pa-
quete e os dlos passageiros la eslao retidos sob
ardente calor no porto da Assampoao por sse
inaudito abuso da f publica, por esse acto de pi-
ralaria paraguaya. Os alimentos dos presos sao
insudados para bordo pelo cnsul brasileiro, e a
cusa desle, mas o governo do Paraguay nao o
cousenle sera que os seus esbirros parlara o pao,
remexam o leite, etc., para ver se vai algum pa-
pel occulto I nao era, pois, infundado o boato de
que o Mersey nos trouxe nolicia.
O proced meato paraguayo lera sido severamen-
te csligmalisado por toda a imprensa de Buen>s-
Ayres; e nao haver em todo o mundo cvilisado
quem nao reprove a selvageria e perlidia daquelle
governo que tantos servcos recebeu do Brasil du-
rante o dominio de llosa?.
O astuto despota da Assampcao julga engaar
as oulras nacoes, declarando que Ibes franqueia a
navegaco e comraercio e Matto-Grosso sob as suas
respectivas baodeiras, t salvas as reservas que
autorisa o direito das gentes, O direilo das gen-
tes jiara o Paraguay a vontade arbitraria e estul-
ta do seu tyrannete A inculcada franqueza nao
lem outro lira senao oblea que Ihe deix'ein o rio
ai), rio para o seu commercio e para as suas ma-
nobras no Bio da Prala contra o imp-rio.
O Sr. Vianna de Luna, nosso miui.-tro residente
Baquella repblica, pedio logo os seus passaporles,
e retirouse cora o pe>soal da legacao para Buenos-
Ayres. Foi obngado a lransporlar-se n'ara vapor
do inesmo governo paraguayw, porque de outro
modo (icaria all d.-lido, e e.-ae inosmo tcaiikpurlu
nao o obteve senao a instancias do ministro dos
t-sU'los-1'niiios, que puguava pelas iinmuuidades
e regalas de um agente diplomtico.
O Sr. consellieiro Parahhos cUegou a Buenos-
Avies oo dia 2 do correle pela inaiiha, isto na
vespera da inesperada noticia que cima deixaraos
referida. S. Exc. foi acolhido como deviamos es-
perar do governo e povo argentino.
A sua recepcao ollicial foi no da G do correnle.
A resposta do geueral Mitre, presidente da rep-
blica, ao discur-o do nosso euviado extraordinario
devia ser mu grata a este, iiiamfesia disposi-
ces muilo amigaveis para o Brasil.
Eis aqu o discurso com que o Sr. conselheiro
Pranbos enlregou a sua credencial:
Exm. Sr. presdeme.A honra que recebo nes-
le inoinenlo, depositando as maos de V. Ex. a,
cana de S._M_. o-Imperador, inipe-ine como pr
meiro dev^m^nifestar mais urna vez os se
mentos da aRa-^stima que o inesmo augustos
uhor tribua a pessoa de V. Exc. bem como o
grande apreco em que o governo imperial lem as
relaces de perfeita iotelligeocia e estreila amisa-
de que felizmente subsisiera entre a Repblica Ar-
gentina e o Brasil.
Firmadas em vnculos naluraes indissoluveis,
tao justamente aquilatadas pela sahedoria dos dous
governos, e seinpre avivadas pela memoria do fei-
to glorioso que em 1852 a America e a Europa ap-
plauiiram unnimemente, as boas relaces entre o
imperio e a repblica Argentina nao precisara de
palavras que a eacaregam; mas nb pessiveL
eonlerapla-las hoje, em meio das actuaes emergen-
cias do Rio da Prala, sera que todos os amigos da
paz e da civiiisacao experiraeniein, como eu, urna
nova e agradavel enwcao.
Encarregado pelo governo do imperador, no ca-1
racter de seu representante em inissao especial
junto a Repblica Argentina, de sustentar os di-;
rcitos do Brasil ante as novas u graves circums-
lancias que presenciamos, feliz me julgarei, Sr. j
presidente, se eu puder conseguir fortalecer anida
mais essa amisade. tao digna das duas naco--.-, me- i
recomi ao inesmo lempo a benevolencia e estima
pessoal de V. uxc. este duplo resuliadu ser o lito
constante do rneus assiduos esforoos.
0 general Mitre resfiondeu i
Exm. Sr. ministro.Ao ter a honra de receber;
a carta de vosso augusto soberano que vos acredi-
ta em missao especial junto ao guveroo argentino,:
congratulo-rne por ter-se lembrado S. M. e Impe-'
rador do Brasil da vossa distincta pessoa para de-
sempenhar lao importante encargo.
Assiste-me a confiatica; Sr. ministro, de que vos-
sa misso ha de coulribuir para estreilar liada
mais, s possivel as cordiaes relages de perfei-
ta amisade e boa visinbanga que felizmente exis-!
tem entre ambos os paizes, ligados por inieresses
permanentes e communs o por gralas e gloriosas
recordacoes que em lempo algum so apagarao do
eoracao do povo argentino.
Fa'zendo a devida honra aos elevados sentimen-!
tos de \ M, o Imperador do Brasil e a g5 poltica
de seu Ilustrado governo, nao davdo, Sr. minis-'
tro, que em as novas e graves circunstancias em
que vos cabera representar os direitos do imperio,
procederis com o tino e prudencia de que tendes
dado tantas provas.
Agradecendo as vossas cordiaes felicitarles o.
fazendo votos ao co pela prosperidsde e engrarf-
deciraento da generosa nacao brasileira, e.pela fe-
licidade pessoal de vosso augusto e drnoJ sobera-
no S. M. D. Pedro II, -me agradavel faziPros igual-
mente pela felicidade de vossa distincta pessoa,
mai credora da consideracao* especial do povo e
governo argentino.
O governo do Montevideo promulgou com da-
ta de 13 os dous decretos seguintes, o primeiro
dos quaes precedido de um longo arrazoado :
O presi lente da repblica, no uso das suas
faculdades exlraordinaj^as accordou e decreloa
em eonselbo de ministros.
Art. 1. Dedaram-se rolos, nullos e cancella-
dos os tratados de 12 de outubro de fefiol e suas
modificagoes de 13 de maio de 1832, arrancados
violentamente repblica pelo imperio do Brasil.
Art. 2." A Repblica Oriental do Uruguay,
reluvidica por evte acto todos os seus dreitss s-
breos limites territoriaes que sempre Ihe corres-
ponderam
t Art. 3. As aguas da repblica sobre a lagoa
Mirim, com o-sens afflucntes, fleam sujeitasem-
quanto pertence a repblica, ao disposto na lei de
25dejunho de 1851, llcando em consequencia
abrfas aos navios e ao commercio de todas as na-
fidus.
Art. 4.* A repblica nao desconhece por este
acto as ei'rigacus pecuniarias que, cm virlude
dos tratados anadiados, tem com o imperio do
Brasil.
Art. 5. A repblica reserva-se todos os seus
direitos para reclamar e obter do governo impe-
r al plena indemnisaco dos prpjuizos cau-ados
pelas forjas imperiaes de mar e Ierra, e pelas hor-
das de salteadores conduzidos pelo assassino Ve-
nancio Flores, tanto por assalto de dinheiros p-
blicos e Qxaccao de contribuices, como por dam-
nos feilos aos habitantes no paiz, qualquer que
seja a sua nacionalidade.
Art. 6." Do presente derroto se dar conta,
com ama men^agem especial, ao poder legislativo,
inmediatamente i|ue se abrara suas sessoes.
Art. 7." Publique-se em lodos os departamen-
tos da repblica, eomflHim sar e expecam-se as ordens convenientes inserin-
do-se no/tfvro respectivo.=Aguiire.=Antonio de
las Carteras.=Slvc*tre Seuza:=Andrs A. Go-
mez,=E ustaquio Tom.
Mitristerio da guerra e marinha.Decreto.=
Montevideo, 13 de dezembro de 1864.Em pre-
senta dos allomados commeltidos pelas forcas na-
vaes do imperio do Brasil sobre as povoacoes do
litoral do Uruguay, sem previa declararlo de
guerra, sujeitando os navios mercantes nacionaes
a visita e coosequente veame sem direilo nem
razo justificavel, e consideran lo que a toleran-
cia com que o governo admillio nos r ortos da re-
publica a bandeira brasileira de commercio ja
incouipalivel com o estado -ciual das retacees com
o Imperio, e rom as hostilidades que aleivosa e
inhumanamente est, praticando contra aquellos
povos, dcslruindo importantes inieresses com-
mercia?s.
O presidente da repblica, sea conselho de
ministros accordou e decreta :
Art. 1. Ficam fechados os porlos da republi-
co a bandeira mrcame brasih ira.
Art. 2. As embarcaces brasileiras qut se en-
contrarem actualmente nos ditos pertos, e as que
eutrarem no prazo de qtiinze das, sahiro delles
acabado o dito prazo.
t Art. 3. Sero considerados contrabandistas e
castigados com as penas correspondentes os infrac-
tores desta disposicao.
t Art. 4." Communique-se, publiqne-se, etc.
Aguirre.Antonio de las Carreras.. Silveslra Sien-
za.-Andre A. Gmez. Eustaquio Tom.
Na conformldade deste ultimo decreto o vapor
brasileiro Gerente, ao chegar a Montevideo, leve
ordem de arriar a bandeira e tornar a sahir, o
que fez sem demora.
Deu-se as aguas daqaella cidade um lamenla-
vel desastre no da 14.
A's 5 horas da larde recebeu a direccio geral
da marinha communicaco deqne a nao a vapor
ingleza Bombuy, se havia lucendiafo prximo da
ilha das Flores para onde tinha do de manha fa-
zer exerciclo.
Avisados desle successo, todos os navios de
guerra inglezes e de onlras nagoes surlos no por-
to sahiram immediatamenie para e lugar do sinis-
Iro, o Itio de la Pista, os vapores inglezes Strom-
boli e Trtlo, o vapor francez Saintonge e o vapor
brasileiro Gerente, que poucos momentos antes
fundeara no porto.
O fio de la Plata vollou s 9 e meia horas da
noite trazendo a seu bordo muitos olliciaes e pra-
oas da Bombay encontrados as lanchas.
Suppunha-se que a maior parte da tripolacao
fra salva, concorrendo muilo para sso um ber-
gantm que eslava prximo.
O incendio, que se julgava ler tido origem no
paiol das bebidas, abrangia completamente a Bom-
bay aquella hora.
No dia 9 linha-se dado em Buenos-Ayres um
desasir de nalureza anloga. Foi urna exploso
no quartel da artilharia.
N'uma das qnadras do lado do norte estavam
depositados uns 600 cartuxos de pega rom que o
regiment de arlilharia devia ir fazer exercico
cm Belgramo. Repentinamente ^e!llio-se a expo-
sao desta plvora, sem que se saiba como Ihe foi
comiHunicado o fogo. Aquella parte do quartel
desmoronou completamente, Picando debaixo das
ruinas mais de cein soldados, que repressavam do
exercico e largavam as motilas o o cerreiame.
Das repblicas do Pacifico havia no Rio da
Prata noticias at '5 de novembro.
Do Chile nada se refera de interesse, mas no
Per iiianifrsiavi-se vic-lenta opposieao ao govor-
iio, opposigo que ameagava degenerar em revolu-
co aborta.
O congresso oceupava-se com a arcusagao dos
ministros que, segundo elle, nao tinham sabido
guardar a honra da nacao.
A socredade dos Defensores da Independencia
Americana dirigi a camarades depurados nm me-
morial, pedindo medidas extraordinarias para acu-
dir a patria um perigo e entre ellas declarar-se o
congresso geral o extraordinario, e eleper urna
junta execuliva de governo. Esta petigao foi de-
volvida a sociedade por accordo secreto da cma-
ra e em seguida apresentada ao senado.
O govo'uo julgando assim atacada a sua exis-
tencia prendeu os signatarios da petico e tomou
Hedidas preventivas contra urna revolugo. Por
edio e.xplieacoes ao governo.
A esquadra peruana ficava a completar o seu
armamento,edizia-seque com H2 canhoes e2.000
homens iria olfererer combate aos Hespanhes,
que tinham 90 pegas e 1,200 homens para oppor-
Ihe. Ninguem comludo sabia o que se faria, nem
o que acontecera, e ura partido numeroso exiga
a renuncia do presidente da repnblica.
Na Bolivla descobrio-s e abafou-se. urna cons-
piragao em Cochabamba a favor do general Belzu,
sendo tambem presas na Paz varias pessoas.
No equador partir Garra Moreno para Maubi,
onde rebentara urna revolugo capitaneada por
um tal Franco Len, O general Urbina, persegui-
do de perto,teve de evadir-te passandoa fronteira.
__ 2 __
As folhas e carias vindas hontem de S. Paulo,
noticiam-nos urna aggressao dos nossos vstanos
Paraguayos anterior a que hontem relatamos. E'
nada menos do que o aprisionamento do Sr. chefe
de esquadra Augusto Leverger, que fazia explora-
goes no rio Apa, e a morte do seu ajudante de or-
dens o r. capilo Antonio Mara Colho, que se
oppusera prisao.
Ao saber deste acontecimento, cuja neticia foi
levada a Cuayb 19 de outubro prximo passa-
do, por uns canoeros do Apa, ivandon o presiden-
te da provinoia de Maito-Grosso marchar para a
fronteira toda a forga de que podia djspr, e expe-
dio para esta corte oSr. aleres Manoel Estevfw de
Almeida Vasconcellos, com efflcios para 0 coverno
jmnenal.
ste oiuCial chegou hontem de Santos, no vapor
Presidente.
Nao podemos suppr relago entre este alternado
e o commeltido contra o vapor Mrquez de (titula,
a ululo de entrada das nossas forcas na Estado
Oriental, pois que de data muito aoterir Prova-
velmeute foi uma queso de lmites; mas como
quer que fosso mais um ullrage, pelo qual bra
o Paraguay de dar-nos estreitas comas. Nao lar-
dar o dia em que iremos pedir lh'as, pois a longa-
nimidade do Brasil esi esgotada.
Enlretanio sorprehendam traigoeirameote os Pa-
raguayos os nossos navios mercantes e os tossos
ooneidados. nne de^j.^rcebidos e lnerms Ihes
cahem as'maos; violera mesmo uma fronteira
aberta sob a conflanga da paz e a f das nagoes,
mas lembrem-se que o povo de Matto-Grosso mesmo
apachado do sbito pode fazer-lhes pagar caras as
demazias do sea feroz orgnlho, e sobretudo lem-
brem-se que dentro em pouco verao luzir as vin-
gadras armas de um Imperio qae se lem sido
fcil em dar crditos a boas palavras, desperta de
prompto'quando ihe cospem afftnias.
Por decreto de 14 do correnle foi nomeado:
Jos Eduardo deTorres Cmara, para o lugar
de secretario da capitana do porto da provincia
do Cear.
Foi nomeado 2o cirurgio do corpo de sade da
armada o Dr. Manoel Joaqoim da Rocha Frota, em
virtude de art. 32 do plano que altera o de 21 de
novembro de 1850, annexo ao decreto n. 739 de
mesma data.
Foi nomeado por S. M. Fidelissirna cavalleiro da
ordem de Cnrjsto, o Sr. Ventura Garcia, negociante
desta praca. '
_ 23 _
O vapor Getente, entrado ante-hontem dos porlos
do sal, Irouxe-nos datas de Porro-Alegre at 14,
Rio Grande 17, e Santa Catharina 19 do cor-
renle.
No dia 9 tinha chegado a Pelotas o presidente da
provincia de S. Pedro, e ali ficava estabelecida a
sede do governo provincial.
A' mesma cidade chegra o c!;efe Je polica, de
volta da sua digressoao interior da provincia.
Organisra-se mais ura corpo de voluntarios no
municipio da Cruz Alia, com a forga de 270 pragas,
sob o eommando do cidao Almeida Vidal.
Tinham sido nomeados coinmandantes do 15
corpo provisorio d guarda nacional o lenente-co-
nrael Balbno Antonio de aouza e do 16 o major
Jos da Silva Bueno.
A noticia da enirada do nosso exercil* de opera-
cots so Eslado Ori-'ilal, irasida polo paque do Rio
da Prala, confirmada polas folhas do Itio
Grande.
No dia 3 achava-se o grosso da forea, que se
avaha em 9,000 homens acampado no Hospital, es-
perando a brigada de coronel Valenga, quo licara
em Pirahy reeebendo armamento, equipamento o
cavalhaJa. A mesma brigada devia escoltar o di-
nheiro que tora de firmar a caxa militar.
Ao Iranspor a fionlera expodio o general em
chefe a seguidlo ordem do da sob o n. II :
Quarlel-geiif ral do eommando cm chefe do
exercilo do Rio Grande do Sal em marcha para 0
Estado Oriental, Io de dezembro de 184.
O exercito entrar buje em territorio orien-
tal.
O marechal commandanle em chefe, obedecen-
do s ordens do governo imperial, leva as forcas
que Ihe foram runfiadas a um paiz amigo e ao seo
de um povo com quem nos preiidera lacos ami-
gos e indestrucliveis.
A nossa entrada no Estado Oriental nao uma
invaso: o pavilho Imperial nao leva cm suas bras a desolago e a guerra a nossos visionos,
antes, como em 1831, llies occasiao do paz e
liberdade.
Olfensas graves honra nacional e ao dir.ito
e seguranga de nossos compatriotas obi igaram
governo de S. M. a mandar-nos marrnar, nao con-
tra a naci oriental, porm contra o governo que
1 antorisou aqueiles Tesantes, que so rucusou a
repara-los, e que antes galardoou aos seus au-
tores.
c A nossa missao o por sso to grave e austera
como restricta; o nosso encargo lao diflicil como
digno de nossa disciplina e coragem.
Nao estamos em guerra ; mas, fortes pelo
' nosso bom direilo, cumpre-nos imposslnlilar a
acgo militar daquelle que, depois de eiisangu>-n-
lar a bella trra oriental, provocaram-nos impro
sedentemente a urna lula irapossivel.
As ordens de S. M. bao do ser eumpridas:
1 pisamos um solo em que cada colima um teste-
innnho eloquente da ahnegago, da coragem e da
ocontrastavel resolugo das tropas brasileiras.
Marchamos entre recordacoes gloriosas, no
meio das lembrangas de tantos fonos heroicos, de
lantos nomos Ilustres, romo os que por vezes le-
I varam de trumpho em triumpho ao nossas baodei-
ras a se espalhar no Prala.
Catastrophe ou villoras, infortunios ou trium
I pho, nao ha nessas memorias moa .|ue vos nao
j seja ligo e exemplo, que vos nao diga sempre,
i como o nomo glorioso deMonte Caseros, que o
soldado impenarnao cede nunca senao ao destino,
! nem esqure jamis que s contra o forte e em
' balalha licito o emprego da* armas e da forga.
Essas liges, soldados, nao aeran perdidas. As
; bellas Irafliccdes de nossos antepassados nao hao
ide ser esquecidas; e, corno vos en-inarara elles,
I haveis de realisar plenamente as ordens do gover-
! na de S. M., as esperangas da patria e o brado de
rosaos emnpatri Jtas, eslendendo sobre o povo
oriental a sombra do nossas armas vencedoras,
como a oliveira da paz e a arca sauta de indes-
Irnctiveis alliaugas.
_ Ao momento de deixar o bello solo natal, taes
sao as re ommendagoes e a conllanga do vosso
general era chefe.
t Sao ellas ao mesmo lempo o tributo do nesso
jdever e da saudade que nos punge a lodos tablado
| do nosso nobre paiz.
Sejam para esle o nosso ultimo adeus o grito
que a todos rompe-nos do peito, e, volvendo-lhe
! um durradeiro olhar, iancemos-lhe em tima jura
suprema o protesto solemne de nao voliarnio?
mais, oa do vollar dignos d-lles !
Viva S. M. o Imperador.
Vivaanaco brasileira.Joao Propicio Menna
Barrete, marechal de campo.
Eram contraditorias as noticias da fronteira do
Chuy, publicadas diariamente pelas minas do Rio
Grande. Ora se davam em retirada as f reas
oricutaes sob o couunaiido de Saa para fazerem
juncci) rom o crosso do exercito de Montevideo,
ora batidas pelo general Caraball eo corone! Ca-
rabajal, em SeboHaty, junio ao passo do Grillo,
ora contramarehando e approximando-se nova-
mente da nossa fronteira.
O Commercinl de 13 diz :
O Sr. general Radgol. commandante dagnar-
nicao, e o Sr. coronel Tliomaz Jos de Campos,
commandante superior da guarda nacional, roee-
beram hontem oOloios da fronteira do Chuy, nos
quaes Ihes eomraunicam que as Toreas dos blanei S
I que apjtareceram anteriormente e se retiraran, ti-
I nham cootramarchado e approximavam-se nova-
' mente, em maior numero e cora infantaria : deu
isto motivo a que creseesse, a emigrago do Estado
Oriental para este lado.
t O Sr. major Jos de Oliveira Bueno, comman-
danle do 10 corpo provisorio, pede uovas provi-
dencias, enire oulras a de 100 pragas de infanta-
ria, para conler a ordem e respailo no seu dis-
tricto.
Assim, pois, quando o Sr. coronel Campos,
que se achava interinamente no eommando das
forcas desta freptejra, tinha recebide ordem para
licenciar a guarda naeiodal posta am armas quan-
do mesmo ja tinha mandado recolher a seu dis-
tricto as pracas destacadas do norte, quando ap-
parecera novus motivos para promptas c enrgicas
providencias.
Recolhera-se aquelle sr. coronel, como noli-
ciamos e por incomraodos de saude, e anles deslas
ultimas participagSes tinha hontem pa.-sado o eom-
mando superior ao Sr. major Miguel Tito de Sa .
porm parece-nos que tera de o reassumir so as
urgencias do servigo o reciaraarem.
E de infantaria, que se achava em Tahim, recebara
' ordern de ir roforgar a fronteira,para a qual se di-
! rigia tambem o Sr. marechal Lopo, nomeado com-
mandanie de toda a guarnigo da provincia.
A respeto ida nolicia que ante-hontem extrabi-
mos do Correi Paalistano e carias particulares de
S. Paulo, observa o Diario O/Jiciaiao hontem :
Hoje, depois da chegada do vapor Sonta Ma-
ria, vindo d S. Paulo, espalhon-se pela cidade o
boato, publicado no Correio Paulistano de 17 do
correnle, de haverem os Paraguayos invadido o
territorio de Mallo Grosso, apresiouado o chefe de
esquadra Levergor, e assassinado o seu ajudante
de ordens, o capilo Antonio Maria Cocino.
t Nao ha duvlda de que esse boalo porrofl na
oapilal de Matto-Grosso, dizendo se para ali leva-
do por alguns canoeros que chcgaram do rio Apa,
em 19 de outubro ; mas um portador que acaba
de chegar do districto do Miranda, afllrma que em
10 de novembro eslivera com aquello chefe de es-
quadra no rio Anhuar, o quo parece provar que o
boato infundado.
Entretanto essa noticia aconselhou que em Mat-
to-Grosso se tomassem as necessanas medidas
preventivas para impedir qualquer invasoda par-
te do Paragoay. Esta circunstancia deve Iran-
quilisar o espirito publico, que com razo estova
receioso depois do aprisionamento do vapor Jir*
quez de Olinda de que fossemos Iraigoeiramenle
soi prendidos pelos Paraguayos naquella provin-
cia longinqaa, na conlhnga que devia inspirar a
plena paz tntre o imperio e aquella repblica.
Por decretos da 20 do correte foram nomeados:
Anaslacio Francisco Braga, tenente coronel che-
fe do estado maior do eommando superior da guar-
da nacional do municipio da imper..triz da provin-
cia do Cear.
Anlonio Jos dos Santo?, tenente coronel com-
mandante do batalho de infantaria n. 25 da guar-
da nacional da mesma provincia.
Luiz FYancisCo Braga, lenente-coronel comman-
dante do batalhao de infamara n. 36 da mesma
provincia.
Foi removido o juiz municipal Augusto Freir
da Silva do termo de Batataes para o da Limeira,
ambos na provincia de S. Paulo.
Foi elevado a oilo companhias o balalho de in-
fantaria n. 5 da guarda nacional da provincia das
Alagoa.
Foram declarados vagos os oficios de tabellao
do publico judicial e notas e escrivo das execu-
goes e privativo do jury no termo do Codo, na
provincia do Maranho, llcando obrigado o serven-
tuario que for nomeado a prestar a lerga parte
dos rudimentos.
24 -
S. M. o Imperador passon hontem s i horas da
tnrde, como annuncaramos, revista em ordem de
marcha aos corpo* e cr.tng.nle do evmto M
lem de embarcar parara a -ul.
A's 3 3|i horas qnamln rbegt-u Su i M --'-!.
e.-Uviiin briiudtM no rami i .1 ji
bomensdol' hrtithin an iilririi P*
arlilliaria a |..... 2:0 d, b-.iaJi ... d : .
Pouro de.-nis ch. garam 473 o 7 4" mimUta
prefazendo uma forga de 1,733 h.nn^
eommando ,lo Sr. ..judarii- Man! iim.
Acompanhavam a Am Maci--i < !. trm i* -
manario-, os tana ijndanie* rainp aaarauri 0;
Callas e general i.abral.
() campo estn corarlo de povo.
Formada toda a forga, Sua Ma?x|4
ren-a, e aps varias ev..iuc.M f.-,t., a .
cia ao Imperador, desfjte* a Ir-pa para
a> .". 11 i horas.
Parlera b..e para a H i da Prata nn*
Apa c Cruzeiro d sl ., \ t* ,*-
fantaria, o 1 ile ariniiaria a i ,, \~ em
Sabe laml.eni im Hfi u. i p.ircpie 4t
e>ii iada,

DIARIO DE PERNAMBUCO
Com o pri'sente numero /,
o qua.irag.-sim .anno -i- -;
Anda que em sin vi.h |..n. -' f
pre passado pelas ililii.-ui.Ud.-s i|u^ ih^
prias, e arr.i-lrado aa NHrfan oipi.l'-
tem por bom as propfias f- niras. r nii
termo, e continuara em seo viver bices.
0 anno que hoje s.- f^r'.a r
eus das, tend pres,-nn ,
cesso de vai m >i i .y. preranm tamaeiu a p-
siv'o que onl.io Inmoii e-l.- H-iitn. rwj** i
loiam (i.ui.|ueaa.is a .<-n-oi.. d,^ a>i *>
der e assim, .o-iiaram uelle i> a>S)S
criptoros, como ludas os pie o r m a
dade que garantida pelo pacto fondatn^ut..:
imperio na eini.-so do Knsam.nlo.
Era lae> coudi r.e-. [,i^, ..-.unios qoe n
o Diario a sua missao, ( nrespontrod. -.
rio por tal son a confianga publira
alvo quo mira em seu rai'nmhar.
E nesse periodo lend\> ra^reri* franca
vaco da parle dos -rus numer >
nao pode omiilira ex|.ro-- igra^Vcn
to para com elle, ron o piliiai m "
ewrar inanter o estado de'cnnri.im-a e.^n ;nr n
(era al boje cercado a npinio ou(4-. av
zeiu uma gran-Je parte es seus dgaos i iif ii.
a > J i <"
Temos vista jorna-s do >ol do mapeno.
dos pelo vapor francez V.ttrem-iAm'. airan.; -
os do Itio h i r os da Babia a 2t> ,!
Alm do que damos sobre a rubrica Inh
apenas encontramos o que eirue.
uio he ja.nkiho Foram promovidos na araante
nacional :
A' rapilars de mar e jrnerra : m Oftm
fracala Candido Jos Ferreir e Fra^risr '-.aiaiO
de Castro Menezes, por mererime*|.>;
A' eapitao, |a fragata aa cijMa>s-tr'nir-
Francisco Joaquim de Si panera, p-r .n'i>m Jos Antonio de Faria, por mrrerinv**tn
A' capues lenles : os pnmein > tenrnr- nj.i
noel J.^quim de astro Oessa, i r aniif*WaV. e
Joaquim Jos Pinto. |>r meP*rimento ;
A' primniros lenle* ; os srgnndmi
Migml Anlonio l'.-stana, im Lmt P>
Souza. load Ant-raio Lopes, J.H- l^mi^p.. I
Jos Gomes dos Sanio. Ga-par da *tr*vira
gnes e Francise J.-ronvinio -nril*- :
A segundo--!.mente* : aa pd BanHano iM
Mnheiro, Jone Hoiningues lt.irla. Ja-a* laaJai-
gues (arria e Joaquim Alvrs Oett ate ito
Jnior.
Fallecer o Dr. Kranrim JwT'ir'.n 4a
Coala, appaaHer ateanafb nrnrcM-a da e*ruta aV
uiedieiHa da corle.
0 cambio MBjatem : sot.re l^wlrc 25 ^|V a
26 3|4 d ; sobre Franca e Antncrpta 35K I >
sol.re Hamhurgo M a rt*") rs r *e*re rnilarit
ll)H a lid o(o.
Fieavam carga para Prraamhn-
pertngoen Nota A'.in. Sahiram fiara P. ni an l.u... il o aftajaM
Crasriro o Sur; a l.">, linre.i BajfBaaMjaBa '
liifl.- iiig|.-z /{..(.o./ e. a :i. a hacra |
llriU'/i- la.
Chegoti. priN-i-.b-nte de iVrnantli
O lugre din?marqu.-z Flora annj tiidei- i 22
a escuna liarnl)nri;u.;i atetana, cm II
baiiia.Kniraraio no .-x-t.-i-h a rh^fr -t^ p-'
liria, o Dr. Jolia de llm.-n ,rt -rengurr
juiz de direito dp V.ranl.s. .- .I* r.KMaBBaaBBaac
superior da suarda nace nal .1 ipilat o tai *t
Itio Wrmelho.
Fallec.ra o amigo negoei.mfe Hcminf P-
reira hspmbeira.
O Banca to Kraril PaaaaaBB] qnr Iiqaa3*r a
Caila Filial, nnmeando para a commi*-ao Irn
dadora os -rs. : ron>e:h-irn Manorl Mana 'o
Araaral, coronel Throdoro Tennra ih me* lr
Luiz Kodrig'ics lii.lra H.K-ha
_ As chovas rahiam abundantes no ah rr-
tao, segundo carias de Catih>, Rio ate *>** la
vras e Lungan.
O cambio rrgnl.iva *..bre Londr** 2*>7|7a
27 11 i d. sobre Franca -tao r. e obre
0C3 rs.
PERNAMBUCO.
utista mm.
S. Exc. o Sr. vicepresidente, cota a aaeteanaaV
que Ihe i: propria e abrange a ludo quam .f.-
sob sua inspeccao, nao poda deixar d aakraatVr a
carencia d'agua poiave:.que i\KiiirBU a ralate
delinda actualmente. K as-;m. I.-imIi. alhrar a*
que eipntamaa sobre o canal da IV.unlw, aaaaante
logo suas ordens a r.- articao das obra palara"
para .jue Ihe iuforma.v-ea respeilo, raen ai iira^ao
do uni de supprir aquella falla, alia da 5. Ear.
poder resolver ulteriormente a que roubrr as .
I'(.nsii|ueutemei)le ja no da 9, lucaaa
cidade dous engenheiros da referan tt
examinar o e.-tado daquelle canal, ajan
mente acha-se com o arrombo ailoditio, i
bolece a in.mixlao das aguas do.-.: d .
com as salgadas do mar, in.ildis..ndo por tal arte
as mesmas para seren bebida*.
.Veste estado, pois, contando cora as prov lenraaa
romo uma realidad,-, apenas t-roo* a *darilar a
sua promptido, visto W a h,ragua d'agna aB
exltaoi diara.
O atierro que se est fazendo na roa do fu-
ma, na cidado >ova de -anlo Amaro, rar-
maior pressa em sua execocao ate qae a m* aa-
sonlemenle se 'be da ; visto romo de*e-r rana
toda a brevidade fazer desapparcrer o laan m
all rream as grandes mares por falta d rraVri.fc
atierro, difftVuitando assim o tran*iio.
0 Dr. oVhfan atena o..ital 'i rreaaVr a
casado deteneo Joaqun. Man el Torre*, mana
indiciado no roano das aacraa de^ altodaV-, a/i
ram sublrahidas do armazrm da e*i.irio canaral -aa
estrada de ferro, as Cmro-P .na*. Ti^r^s f
varoito saccas de algodao a pren-a .! .'
Guineo e tendo e*te feito rerlas afarignarr*. Irae
desenudanca da origem de .lila <*, o ajar aae-
morison o conductor das m.-maa, qoe pas aaja,
em fuga. R*se facto cheg ti ao nmhrria -ala ate
snlidelegado do Reeife, ajan iroux.- a orrern* aa
coihiMmenlo do Dr. detffa I -, qa aVrc rtar i-
teirado a esta hora da meiaate, qo.- sr coanera a
desenro'ar.
A com.ianhia do n^wrib.; f .rn.-c.-n a aaar
parte da agua empregada na exnnrcao do lerraate
da ra das Crozes, nos seo* chafanze* do tare ate
Paraizo e praca de Pedro II, o que di**ras k.-
lera refere-so ao esiabel.-cimroa pelo aaaarao
tubos, as enerotiln*las das malpara o (x
ment rpido (Pagua cm caso* s-memanie*.
Tendo segn/o para os port lisol o'
Cruzeiro do Sul c Ai/t, >o no .lia 27 do corrale.
salnria para os do n >rte o vapor Txanlim*.
Referera-nos que. n < di-i SO A renle, por
uma hora e meia da larde, aspa ni vergi d
crapho, do lado do norte, (Prado veio, u a
que depois de jequena demora voou na aa ma A-
rec;ao.
RRr.vnTiCAo oa roLim.
Extracto da partedodu 30 de der-mbroV I***.
r'oram recolhidos eaM de drten.,-.io no dia 9
do corrcnle : ..____
A'ordem do Dr delegad.) .la capital, aaarf.ee-
cravo de Joo llego Pacheco, para averjoaror* <~m
crime de atentean.
A' ordem do snbdelepd i do Sanio Anfoni-- F.m

ILEGIVEL


Diario de Ptra&mbne Sabbddo 31 de De/etubro de !_.
Si
lio, escrayo de Joaiuim Igaaeio Pessoa de Sque- 'corrento, rom urna correspondencia : vi qoo era
ra, par cnroe de resistencia, s Leocadio, escravo de Vine a victima do atroz drama. Meu amigo, fal-
Jajintho Jos de Mello, a requenraeato d'asle.
A'orJera do da Boa-Vista, Manuel Pedro Alc-
X-ulrino, para orreceao.
O chee da 2' seceo,
J. G. de Mesauita.
tana cora o de verde amisade se rae guardasse por
mais tempo silencioso em dirigir-lhe os meus sen-
timentos no momento em que se acha o mea ami-
go coberto de lucto e consteroaco, pelo esDulho
de seus dtreilos que so tem procurado usurpar ;
^)vimeiit) la casa do detencio no dia 29 de sim meu amigo, quandoo cidadose acha despido
de recursos e perdido no centro das brenhas, sera
guia era forca. para luctar com os selvagens,
, nao admira ser ludibriado seus senlimenlos e di-
reitos ;porm qoe horror 111 se-lo em vista das
j autoridades e estas raesmo servirem de esbirro *
I ociedade pacifica, lastimoso 1 ignobil I o fel
i raais (.cante que se pode tragar. Quera diria
que o amigo a 20 anoos em Garanhuns, o opulen
to uo lugar, bem quisto com lodos, passa-se hoje
por esta decepcao, sim ninguem pode prever o
futuro pois a Dos pertence, e nesta fonte de
justica que o amigo pode achar lenitivo aos seus
soffninentosT porque se as furas estrangulara os
1 rebaohos, o bom pastor as defende e as aguarda.
E* pois, meu amigo, no caso em que Vmc. se ai ha
Alimentados jcusta dos cofres provinciaes. 160 porque tendo por cei lo a boa administracao da
Moviineutoua enfermara do da 31 de dezembro justica do irte do E*m. Sr. prudente da pro-
dezembro de lGi.
Existiam---- 38_ 8 presos. i >
A saber : Mulheres..... 378 298 4
Estrangeiros.. Estrangeira .. 53 ...
47 4 >
378
de 186t.
Tiveram alia :
Ignacio Francisco da Silva.
Miaoel Antonio Bfberra.
lian m'I j ii |uiin de Santa Auna.
Jernimo Ferrara da Alhuquerque.
PaasagaiMS do vapor francez Extremadura,
entrada di Kio de Janeiro e Baha :
Gibnel Fourcadet, Kugenio Jacintho de "Miran-
da, Au jmhtgi Alveg, Miapiel de Miranda Vianni, Jle Ju-
jf'inl B-rlnsa Tinoco.
Leandro Mlh'nr Kampe,
Jos Alevaudre Garca, Uoavenlura Fernandes
Clapo, Antonio Lope* Carral, Jos Francisco Alen-
car, Mend de Sarnaaio.
= Passior-nrosdo vapor braslleiro Pcirahiba, sa-
hi lo para Sfaeeio e portes intermedios :
Itir.io de Jarago e 2 llhos, fir. Jacintho P. de
Mendnca, J >s francisco da Trindade Jnior,
vincia e do Exm. e Bvm. Sr. vigaro capitular e
: o ilm. Sr juiz de direilo de sua comarca Jamis
deve trepidar do bom resultado de sua justa cau-
| sa por estes (Rastres magistrados, jamis se dei-
: xam illudir por falsas apparenclas, nem parciali-
dades, por conseguinte o meu amigo deve confiar
na rectajuslica de ;Oeos, o o bem pensado dos
actos dotes funccioaarios. Aqui tico pois agu.tr-
dandosuas ordens com o diminuto presumo de
que disponlio, por ser seu amigo grato.
J. B. R. 3.
Reclo, 30 de dezembro de 1864.
Agua florida de Murray e
Lat-inan.
Os gostos sao tao variaveis relativamente per-
fumes como os viohos. Com tuilo lodos oigourmets
admirara e apreciara a champanha de Ciiquot; e
Francisco Gomes de Araujo Vasconceilos, Julia; de ^!mna *f y** retina las percebes,
Y c m -ellas admitiera que a fragancia da Aqua de Florida de
- i'ass.goiros do vapor francez Extremvlura. JK*l__^S!?' ?** qUa'|Uer ,U'ra
saludo para llordeaux e pono* intermedios : r"" ''c 1 A UQ'C 9*rtaT usado11na, A,ne-
Justino Rodrigues de Paiva Machado e Fritz R-o _5_ta5_?_^_52_S ")UC" _? que fl _
troduzda ueste mercado com tu lo cncontra igual
favor e aceitaran por uti das nossas bellas patri-
cias. Eila extrahida de flores rolhidas em toda a
sua fresquido, porra desde que a vegetacao aro-
mtica da FionJ.i, uns ojerifera do que a da
Europa, a Agua Florida (da marca commercial
acuna mencionada), posMe por sem duvida um
aroma mais rico e delicado do que qualquer ama
outra compo^cao europea.
Vede que os noines de Murray e I.anman se
achem inscriptos sob cada envoltorio, letreiro e
garrafa, sem o qe, nenhuma verdadeira.
der.
03M_II_ABGS.
I'ar.i S. Bu. o Sr. descmlianjador Aiicelino Fran-
cisco Perelli, ueiilissiuo presidente ikkta pro-
viucia 1er e prevideuciar, comu em sua sbelo-
ria entender.
Em meu precdeme manifest tiz seutir a S.
Exc. o r. presidente da provincia e ao publico o .
auxilio, que prestaram ao hachare! Ja* Roberto
cisco Autonio Cesario de Azevedo, e o delegado
deste termo o tenenlc Francisco Bezerra de Vas-
cinrellus para o rapto de miuha innocente filha
Mara, que fura levada por aquello hachare! para a I
villa de S. Bento com direceao comarca do Brejo
da .\1 .lre de Heos.
Continan-i, como promelti, no proseguimento
de Aochegar miiilia filha e o seu raptor a <. Ben-
to, para onde conduzio lambem a minha escrva
E luvigi-s, o tenente-coronel Luiz Paulino de llol-
landa Valenca, delegado do polica daquelle termo,
S0MME1GI0.
NOVO BWCO
l9DIIflHU0
KM 27 UEDEZEMimO DE186V
O banco descoma letras na presente semana a
10 0/0 ao auno at o praso de quatro mezes e a
12 0/0 at o de seis mezes ; toma dinheiro a juros
a praso nunca menor de tres mezes, e saca sobre a
leudo noticia de que ia seudo ajisiai levada essa mi- pra5il aa ""a-
ulia escrava, maediataineole a apprehendeu e po:
em custodia, recolhendo minha lil ia easa do mui- AlHlflP
to digno te.ienie do exeicito Joaquira Antouio de Rendimentodo dia 1 a 21)........ 861:o815ii9
lioraes, que sem demora me communicou achar-sc dem do dia 30................ 16:2595129
sob sua lloarada guarda aquella infeliz, que me se ---------------
seria restituida, logo que eu me apreseniasse em 877:840^578
sua demanda. =====
2 libras oleo de aniz.
2 ditas dito de nicocin.
J ditas dito de camomilas.
1 arroba dito de amendoa- (em garrafas).
24 vidros dito de vermfugo por Tabertokes.
1 libra pedra divina.
24 vidros de 2 eneas de pos de rog.
2 oii^as de pos de jasmim.
12 caixas pos de sedlite.
12 ditas pastilhas do chlorat) de potassa de
Delirara.
3 libras pyro-phorphato de ferro.
4 sitas quina era p.
*J ditas rasuras de guaiaco.
12 garrafas de 2 libras cada urna de suco de
groselhos.
12 ditas dita de dito de espargo.
6 arrobas ementes de linhaea.
4|8 slrichrnma.
16 libras sene.
2 ditas tuncbagem.
12 rolos viricatorio.
6 garrafas vinbo de Carlos Alberto.
12 garrafas de 1 1|2 libra cada urna vinho Moc-
lier.
12 velas de gomma elstica.
21 vidros de 4 oncas cada um de xarope de
naf.
10 arrobas assacar refinado de 1" sorte.
2 copos graduado* de 16 oncas.
2 ditos dito de 4 ongas.
4 capsulas de porcelana de 1 libra.
4 ditas dita de 2 libras.
4 ditas dita de 8 oncas.
1 espumadeira estaohada de cobre.
1 espanador.
50 garrafas brancas para oleo de ricino.
50 ditas prelas de 2 libras.
2 pares de Lioletas.
1 machina para espremsr tinturas.
1 dita para moer linhaea.
8 mos de papel marca grande para saceos.
50 potes brancos com lampas de 8 ongas.
50 ditos de 4 onc/ts.
50 ditos de 2 oncas.
2 resmas pape! paulado
1 regoa. *
500 rolhas do cnica fraoceza.
4 resmas de rtulos para receituario.
24 toalhas delinho de 1 1|2 vara cada ama.
50 vidros de bocea larga com tampade 8 libras.
20 ditos de bocea estrella csraerelados de 8 li-
bras.
50 ditos de 4|8 com rolha de vldro.
50 ditos de 1 onca.
50 ditos de 4 oncas.
50 ditos de 8 oncas.
Para o arsenal de guerra.
30 arrobas de cabo de linha velho.
a
ara o Rio de Janeiro
'-pretende seguir com muta brevidade o bngue es-
cuna Sao Sei, tem parte do seu carregamenta
promplo : para o resto que Ihe falta e escravos a
frete, para os _quaes tera excellentes comraodos,
trata-se cem o* seus consignatarios ntonio Lulz
de Oliveira Azevedo i C, no seu escriploiio ra
; pa Cruz n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCAJf
DE
)Vavegneo costelra a vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Gear,
Acarac e Granja.
O vapor Janiianbe, coramandan-
te Lobato, saiiir para os portos
cima nirncionados no dia 7 de
Janeiro as 5 horas da tarde. Re-
cebe carga at o dia 5. Encnm-
mendas, passageirat e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da larde do dia da sahtda: escriplorio no Forta
do Mallos a. 1.________________________
Para Lisboa
O veleiro e bem conhecido brigue pnrtugnez
j Conreirao de Mana, eapitao Januario Jos de Oli-
I veira, pretende seguir com muita brevidade, lem
i parte de seu carregamento prompto ; para o resto
; que Ihu falta trata-se com os seus consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C, no sea es-
: criptorio ra da Cruz n. 1.___________________
Para Lisboa
pretende sahir com a possivel brevidade o brigue
portuguez Relmpago, jura o que tem grande par-
i te da carga tratada : para o resto e passageiros, a
quem offereee acetados commodos, trata-se com o
consignatario T. de Aquino Fonseea, ra do Viga-
rio n. 19, primeiro andar.____________________
Para a Baha
nomo
Casa de ediraraa.
Jeronymo Perrira Villar tra*>frri> r+t*
beltrimnto de inslrtK-ro prinwm e
para a na larga do Rosario, vbrxlo oV
llaresn. 22 ; e participa nao M < li'm- >p*a*-
res, |>ais de seos alumno*, rimo ao r<*>prftap|
i'iiiiro, que as aulas r Janeiro do anno vindnnr 4* t*6R.
Ao amanhwcr do da 2tl de ounhf m r
rente anno de 1864, furutwn do rerra4e dW *m-
ntu Aldea, da fregoezia do Kio Form** *w
rularan de carga do mesm.i mj-Bh.-, o yul A
rnro pombn, grande, rastrado, nv boto, irm
ol.V) esqnerdo orna belii.V, e pi-nre i-m nada *
libras esterli-1 lel dito olho, ten um raM. trino no r*ptattaf.
Roubaram rO dia 37 de dezembro de 186', de
urna casa no mato os ohjectos seguintes: 1 niela-
Iba com 4 voltasde ror^ao lino, 1 cruxifuo CoUi
2 ditas de dito grosMi, I craz de ouro de urna cor
com una ifflgie de cor diversa, 1 anal de rabil I
largo porm sera cabillo nem Orna, I anelao gran
de com pedra, 1 anel de ouro rom urna cobra dv
prata cravado de pedias brancas, nuil 2 amos de
ouro lisos, 3 livelas de prata para colleie, 1 pon-
teiro de prata, 1 faquinlu lambem de prata, I
transelim Uno de relogio com urna rassoleta, 2
botdesde abertura, I eflgie de S. Joo, l aliiiule
de onro e um par de brincos e 14
as, todos estol objcclos estavam dentro de urna luga? em que tere ama bexiga. h?Tnu o topVtr wm
caixinha de Oandres : pede-so aos Srs. onrives e fado .cute, carrraa baivo. t i'n *"'ai
a lodas as pessoas que taes objectos offereeam de ladodrreiio da anra n ferro do ragnka es kftr*.
s offcrecr e participar ao *r. maiusclas rorai. aqui s< fd A !I 1 Adver-
apprehender quem os
Almcida Cruz na ra de Hurtas n. 114,
recompensados generosamente.
Os aballo assigiiados fazera scwnte a seus
devedores que oSr. Joio Jos Angosto ivrcira da
Costa deixou de ser seucaneiro di cobrancas dr>-,
de o da 27 do correte, e po- isso nao que serao te-se que os ravallns- assim frrrart ii
jcados nrrs rendidos, f o* rue forem
som ><-r a servido do mi"m" ne'iilM s*
dos, c di-veni >ci ypauftaaAM : | "rlat>' r>t
se as autor dado pelirtaM, r mfn a ajaaffavr
sendn narvnlsad* 4K> i
dido qualqner recibo do mesmo senhor, de dita
data em diante.
oes & Bastos.
Precisase de urna ama : na ra estreita do
Rosario n. 18, primeiro andar.
Ama
rallea aafaaa apyrfhitodi t:*. m m a*-
ni.-lrador daqctle cng. abo ou *> aftatao a<*igaa-
do propnlario de mesmo enfenho ajar SVsMV ea
ci.lade do Iterife, ra u B^flrin a. M. CidaV
do necife, de oulubro de it'.i Cartea Jar
da Silva Saniiapn.
CASA E CAdlANfii.
Alga-se urna atea ora Mj fr--ra '> ex-
Ci'llfnli'solan sii.i no t jclianga tt fi-i.l^ ftn rae-
Pretende seguir com brevidade a sumaca Uor-
leueia, tera parle de seu carregamento prompto j Crespo n. 6.
para o resto que lh falta trata-se com .os MUS
consignatarios Antonio Lui.i de Oliveira Azevedo |
& C, no seu escriplorio ra da Cruz n. 1.
Precisa-se de urna ama para tratar deum meni-
no dismamado : ua ra do Hospicio n. .'16.
Aluga-se urna escrava para lodo o servico de
urna casa de familia : na ra de Aguas-Verdes n.; "h",P,,fWu'-.a ,r*Ur rua d" 'rr'1* H*
6. Na mesina precisa-se de urna ama para todo o
serrico.
CREADA. |
Precisa-se de urna ciiada pe Uigueza que,
engomme bem e cozinbe a tratar na rua do ;
LEII5ES.
HOefE
VCS COXSULABO DE nESPAMIA.
Espolio
le Berto Antonio Continuo.
H-MM
f
50 arrobas de estopa de embira.
As pessoas que quizerera vender taes arligos, I
apresentera suas propostas em carta fechada na "tJfJ?!J"t JXAr*
secretaria do conselho no dia 4 de Janeiro futuro ^ wwvaaww
as 10 horas da manhaa. Saubado 31 do crrenle ao meto da fin poni.
Sala das sesses do coaselho administrativo, 30 0 agente Pestaa, competenBmeoie autori*ado,
de dezembro de 1864. far leilao no largo do Corpo Santo, de matada da
.Infonio Pedro de Sa Barreto, ca#a 87j tiu a rua do i>,|ar, p,rtcncente ao
Coronel presidente. espolio anta.
S bastido Jos Basilio Pyrrho,___________________________________________
I-EIHAO
DE
importan es dividas.
Martins levar novamente a Inilao por despacho
Moviuicnto da alfandega
V.-.l u.ues entrados com fazendas..
* com gneros..
343
Voluntes sabidos
>
com fazendas..
cora gneros..
------343
85
585
------670
.Nao posso deixar de par esta occasiao, consig-
nar um vol de reconhecimento e da mais fervo-
rosa gratidao a esse distincto cavalleiro, que, como
bom pai de familia, se coLdoea de meus infortu-
nios e dissauores, conservando sempre a bom re-
cato minha desgracada tillia, contra as tentativas do
Sr. Df. Salles, que prelenlia tira-la de sua casa,
al que me apresentei para a rneonduzir a minha.
Mas por faialldade viudo o delegado de S. Denlo,' nrwu^ng-Kr_-baMlho.
seguido de gente armada, acompanhando minlu II- p,taelio nacional -Jaft/in/fw-diversos gneros.
Iba, cora quem nicamente por seu consenso tam- lMga^ porUiraez Soberano-iaem.
raptor, este illudindo a vigilancia ,i:iri.a ngieza-Corfa -sal.
Brigue ingiezM/md ferro para a ponte.
rj.irca IViii -j'. VegM vinhiii! oaais fiBOOrOS.
Itrtgue ponugoei Rrtampujopodras.
Descarregam no dia 31 de novembio
vogal secretario.
Coiiselliu de compras n vaos.
Contrata o conselho no dia 5 de Janeiro prximo j
vindouro. sob as condleoes do estylo, e em vista i
de pro postas recibidas al as 11 horas da manhaa |
0 forneeimento dos objectos abaixo declarados,;
para completo do de fardamento no trimestre de do Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio as di-
janeiro marco de 1865. | vidasaciivas da massa fallida de Joaquim Vieira
Para os aprendizes artfices. Coelho & C. na importancia de 81:6615-324 rs.
Cohortores de lia, colchas de algodo, colches i HOJE
de linho cheios depalha, lencos de seda preta c No primPro andar da rua da Cai]eia n_ 48) as
travesseiros de linlio cheios de pama. (j nora.
Para os fuzileiro, navaes.
Grvalas de couro de lustre.
Para os imperiac^marinheiros e aprendizes
ditos.
Lencos de seda preta.
Taradem o conselho promove no fcrido Jia j Precis;J.se de nm dwlribuidor para
por igual forma a compra dos segrales onjerio:. ..... _jij i-
do material da armada: 1 ancoreta de 4 quintaes, Cite Diario: na prara da Iniependeiicta
1 dita de 6 quintaes, 200 canelas, 50. chapees de BS. 6 C 8.
oleado, 14a aovados de damasco verde de seda, 50 :
esgunchos, 6 escrivaninhas te metal, '20 lanternas
do patente, 20 arrobas de mialhar brance, 100 pe
a o
sa-
iii veio o seu
daquelle delegad,., consegaio que rainha lilha
pausar pala li;ibii.ic.\o do negociar.lo Antonio C
rio da Silva Brasilciroj,pesso-.i muilo aonoowAa
honesta, se precipTfSsj do cavado, que inontava e
se acolhesse na casa daquelle cidado, que hoje a
tem sob sua guarda.
N i da segrate o Sr. juiz municipal Dr. fran-
cisco AUtouio Cosario de Azevedo .se apresen! >u
era : 'ss >a a promover o processo do supprimento
do co isenlimeato paterno,andando publica e acin-:
tosaineate com os autos debaixo do brago de um
para outro lado, nomeaudo um carador ad Uoc,'
eoui uxcluso ilo curador geral, casa de quem foi
elle proprio diciar a resposta at que por ul-
timo oo dia Sudo crreme, j porto da noiie, fol
ao cartorio do esetivo Santos, eahi mandn la-
vrar mos os termos dando loga em seguida a
siiit'iica que aliaiso vai transcripta e que revela a
impamatidade de tal jn-z qae nunca se tfuiz dar
porsuspeito, apesta' de ser para isio requerido com
a'n'.jirau de falles os mais degradantes, t que se,
procam com emienda.
Tiln, pois, foi calculadamente arranjado de mo-:
do (iie com a subveniencia das ferias, eu nao po
des-e interpor o recurso legal.
Felizmente eslava en acaldado manir tanta per-
fdia, tmmoralidade e escndalos concluio e
a multo custo foi aceito o meu af gravo do qual o
Sr. Dr. C-sario se negou a dar couhecimeiiio ao
Rvd vigano a quem se pretenda apresenlar a cer-
tido da sentoBCi, para se conseguir a celebrarlo
do casamenta ; tendo porm abonado este infernal
plano pelas providencias que requer e oblive do
jxui. Sr. Dr juiz do direito Carlos de Cerqueira
l'iuta, que peia sua Imparcialjustica est superior
a tolo o louvor.
Galera franceza Tiioh'im -salitre.
Polaca hespanliolaViajeiro -charque.
Stcceberiorla de renuas internan
geraes de B'ernaEsilfueo.
Rendimento do dia 1 a 29......... 43:3695000
dem do da 30................. 3:945754
D. Anna Joaquina do Oliveira Saraiva e
Francisco da Silva Saraiva convidara os p-
rente p. amigos do finado Patricio Jos da
Silva Saraiva, para assisiirem a urna mis-a
que pelo eterno repouso de sua alma tem de
mandar celebrar na groja matriz da Iioa-
Vi-u as 7 horas da manhaa no dia 31 de
dezembro seiimo dia do seu fallecimento.
C'ORipnnhia fldrlldadr de
icanroH naarltlamo.H e irr-
retreii entabeleeida
liio de Vanelrt.
Al'.F.MKS tMPEI'SMi.il' ..
Antete Luii dr Ulitrira .laevrde 4 C,
competentemente auionsados pela direr-
toria da corapanhia di* s-
de, tomam seguros de navi -. nv-rrado-
rias e predios no seu esenptono rua da
Cruz n .1.
i
i
47:315*654
Joaquina Pacheco da Silva, proprie-
lario ilo esablecimento da rua das Oru7.es
cas'de meflira, 40 arrobas do chumbo em barra, q. 29, Oild-J 88 diiU O incendio de Iiouk'in,
20e^covas inglezas, 8 duzias de tahuas de cedro ym agradecer, lOtlOS OS 86U isillflOS e
de 3|4 de grosura, preferindo-se as de ma.or cm-1 concorreram para a ox-
pimiento. [,. l. '. '.
Sala do conselho de fiempras navaes de Per-.ili nenio do incendio e stlvammito do que li-
niiu no on adJtaboloeimflnln. a iimnniliilo
cun (jue acudlram e o empentro qoo pwsc-
ram em evitar-lhe grandes prejuizos. Ap
proveita a oxasio para convidar aquellas
pessoas. que se ju'garem suas credoras o
obsequio do apresentarem suas contas, que
sera i pagis, na rua das Cruzas n. 40, otll-
ciua de luarcineiria.
IiaiIlUUCO 00 Mr Om.rmtiiu ~. tOC.
Alexandre Rodrigues dos Anjos
Secretario.
Coasniado proTincial.
Rendimentodo dial a25......... 150:9805632
dem do dia 3)................ 7:4023365
158:391*99.
MOWMBWTO DO POBTO.
Safios entrados no dia 30.
Rio de Janeiro e Babia 6 das, vapor francez Ex-
Iremadure, de 1,167 toneladas, commandante A.
de la Noe, cquipagem 184, carga differentcs g-
neros.
Liverpool40 das, barca ingleza Jeelder, de 332
toneladas, capillo J. Drewer, equipgem" l>.
carga fazendas; a aun lers Brothers & C.
Safios sahidos no mesmo da.
Macei eportos intermediosVapor nacional Pa-
rahyba, commandante J. J Martins.
Bordcaux e portos intermediosVapor francez
Exlremadure, commandante A. de la Xoe.
Ao passo que assim proceda o corrupto e des- B
mu alisado juiz municipal de uumitavel paciencia i
e ia liar acvnmodar eu requera peame a sub-
delegacia o interrogatorio de minha escrava Eduvi-; _
g, jue tamoera foi raptada pelo Sr. Dr. Saltes j
a guau denuncia que o uiesuio Sr. Salles, desenvol- j
vend a sua usada coslumeira, e nata tnclmnaeo
sefvindo-se de chaces falsas, que para esse iin
cll: inesmo havia fahricado, devassava em adianta-1
das-hpras da noKe miuha habttaciee recinto, al
gu ca do salteador, depois de corromper os meus |
escrajros, expondo a ser rouhado o meu estabeleci-
niento de grosso trato e at a ser eu
Proseguirei, se Dos me ajudar, a pantentear a
manara por que se conduzem o tfr. Francisco An-
Conio Cesario de Azevedo, e o seu comparsa Salles
verdadeiros flagellos desie "termo.
Garanhuns, 23 de dezembro de 1864.
Mimrri Jos denles Bastos.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para forneeimento do
arsenal de guerra precisa comprar o seguate :
Para o hospital militar.
16 libras de alcatrao.
24 garrajas de agua de labarraque verdadeira.
32 illas de 2.libras cada urna de agua de flores
assassinado de larangeiras.
TEiTO ILNK1SI
Saiibado 31 le deze_brt te iSG.
lltimo esprrlaculo.
Finda urna linda ouveriura ropresentar-se-ha o
i drama em 3 actos, original francez
Diana de Eione.
Terminar o espectculo com a espirituosa co-
media em 1 acto
Quero e nao quero
Principiar as 8 horas.
itwmm
GRANDE E VARhDO ESPECT-
CULO.
Sahliado 31 d* dezembro de 1864
Pela couipanliia de nacienaes
Grymnastiea acrbata.
Toda DOmptmhia participa ao respeitavel piih'i"
co que se esforcaram nesla noite a bem de satis-
fazer os espectadores que bourarem com sua be-
nevolencia levando todos os trabilhos bem ejecu-
tados em ser a heneOcio do joven Virgilio (borra-
cha lirasileiro) onde ir sefli rerlamacjio o fogo
elctrico na columna gyraton'a, o hornera rain,
trabalbar um menino de 6 anuos, a eseada a
ctia, cadi-ira a cria, grupos, posicoes difflceis, o
salto niagara tralial.ho fempre muito applaudido.
Os bilhutes desde j achara-se a venda na lugar
do costume.
"" AfISOS MABITIMOS.
Salsa parrilha de Ayer
PARA A CURA DA
e todas as molestias
provenientes dekla
todas as molestias da
pellc
ehensipellas, tumores, ulceras,
sarnas,
nascidas, empinyens,
reumatismo
SYPHIIjIS
em todas as suas formas, assim como lodo
o mal que provm do uso excessivo do
MERCURIO
L'lceraeo do figado
e era sumrpa lodos os males que lem sua
origem na
IMPUREZA DO SANGE
um alterante poderoso para a
RENUVAQAO DO SANGE
e para dar nova torca e vigor ao corpo j
eufraquecido pela doenca.
Vettdc-se na rua Direita ns. l e 7 e
Hospicio n. t).
Vende-se em Pernambuco:
na (lincnniicLi franceza de
P.BHUSEB 4 C.
_________RUA NOVA ti. 18. _____
Para a fiesta.
Akiga-se um sitio na rua do Cabial da ci-
dade de Oltnda, edoa casa terrea, cota co-
'piar nfrente, bulaos fundos para aeslra-
da e margeni do rfo Reberibe, com com-
modos para familia, estribara para eavallo
freapim tiri sa-?tenta-lo, arvoredos de
fuuctos, sem visinhn defronte-nem pelo
trautraa segtmda parte da primeiralotenalneodo.comptimos passeios.sala e gabi-
(Ia) abeneicio do hospital Pedro II, pa- |feste na frente, muito propria para passara
ra canalisac-ao d'agoa e gaz, no consistorio i larta, e lambem se aluaar por auno : a fal-
da igreja de Nossa Senbora do Rosario da da no Recife, na livraria n. G e 8 da praca
freguezia de Santo Antonio. le Independencia, e em )lnnlanacasacon-
Os biliietes. m-ios e quartos esto a ven-'liguacom o capito Antonio RernardoFer-
da na respectiva thesonrrta rua do j reir.
Crespo n. 15.
Precisa-sede urna .iili'-ra VOOnarta jrU,
' menos, a ensinar bem prinvira* :.-tra. prnr:^i, .
i de musir e piano, c Iral.allm- iir ^n.aa. qm*
, ijueira ir para a rompaohia de nniu. >
1 radora n'uin engcnlio proiim.-a MM ,.
da estrada de ferro, li-rcmoar Irr riuar.o ; ga-
rantiinlo se trataiioplo aja i r jvrbicalrs a
tratar na rua do Trap'cl.f n. 13
I'rccisa-sc alugar urna pri'ta i\ne -a'to
nhar e engommar : na rua da Palma n. II. ta-
berna.
kw G:00>0oU.
Ti.cifeira 10 di Janeiro de i8153, se cx-
Adverte-se ao Sr. Pclin.no Juaqnmi
de Aguiar, tfM a sua assignalnra mttt
Diario esl por pagar desde cHtoferv '.<
anno pissado. e que o proprii tirio di
deourives da rtti larga do Ros;>t io n *U.
tem declara lo que nao < ri'sp portantoS. S. qneira mandir satisfaz-r nrs-
ta typograpbia.
THBSOUHO DAS MM
Providenoi das citme-s
COLLARES KOIKII
Electro Haqarlires
CHAJtAM I
COLLARES ANODINOS DE DI.M.AO
Contra as eonvolsoM e para (acuitar a
denticaodas criancas preparada e taiaatai-
dos por llover.obariiiacf.iiici. da em-
la superior de Pars, saeresee* membre daaeade_ia Je nxaVkia.
amiga casa de Houillon-I.agrang r, l' .rniariitt<
do imperador,
rhefc dos trabalhoa chimiro- da
lytcchnica, director da escola de i
Pars, e nicinliro da araeVnria im i-rial
di- Medicina.
Estes rollares vendem-s<' nniramrafc na luja n
Callo Vigilante roa do Crespn n. 7.
AliM-Sfl lil-OOO tr. 'ns.i.-s .i n*
Ioitki n. dOt caiada e pintada, propri i pan
monto de negocio e ora lia : a li
roa do Crespo n. 1.3, das |u h
as \ da tarde.

CORRESPONDENCIAS
Srai redactores.ke.iho do lr nm commnnica- ,
^o rae publica o sen conceituado Diario de hoje,!
asignado pelo Sr. Mano.-! Jos alendes Bastos, e
no ijual os nome.s de meu genro, o Dr. Francisco )
Antmo Cesario d'Arevedo juiz municipal de Ga-,
raiilura<, e de meu lilho Jos Ildefonso de Mello,
sao, ile parceria com o do Sr. Dr. Jos Roberto da ;
Cunta Salles, expostos publica ludignacae- A |
re -;. hUo principal mente de meu genro, no carcter I
de juiz municipal e desabrimento do Sr. M-rades |
Bastos assume urna grave respoasabihdade, que |
c-- Sr. deveria ler previamente pesado.
Se verdadeiros sao os lacios que o Sr. Mendos
Bastos subrartle ao esclarecido criterio do Exm.
Se. Df. Acelmo Francisco Peretti, eu coma pai
d" faiiiilia que son compartilho de una justa indi?-
nacaoT; mas, como tenho razoes de duvidar no to-
eantelae proccdimenio de meu genro e filho, e es-
tes srt achem distantes desla cidade pe i que nao
pndeil acudir-f a drfeza de snasreputac.5es.ve-
nlio lerantt o pnbltco ri*rHhe, qae suspenda o
seu jjiizo sobre os referidos met genro e filho, aje
que i atea posaam esclarecer devidamente a opraiao
aecna de um facto que entende com a sua honra
e hnas.
Be :ife. 30 de dezembro de 1861.
Joaquim Jorge, de Mello.
D
UBLI-AOIS A PEDIDO.
AriIso Bastos.
parando no Diario de Pernambuco de
30 do
i libras de altha em p.
8 libras de dita inteira.
5 jardas de adesivo estendido ingiez.
i-' algalias n. 1.
12 dilas u. 8.
12 ditas n. 3.
12 dilas n. 4.
SO garrafas agurdente.
2 libras alcoolato de aniz.
2 dilas dito de canella.
2 ditas dito de inclina.
1 onca arceniato de soda.
8 libra de breu.
8 .luas balsamo tranquilo.
12 vidros corrninalivo.
2 libras crmor de trtaro.
jo caixas capsulas de cupahiba e culeba.
1|2 onca cantharidas em p.
2 i l|2 vidros de citro cactato de Ierro.
1 onga degitalina.
2 libras espirito de bamuilha.
2 cn?as extracto de abstattuo.
8 libras fezes de ouro.
34 fundas ioglezas do lado direito.
24 ditas do lado esquerdo.
1 libra flgos seceos.
1 libra esponja fina.
12 vidros grainelos de ugona.
6 ditos de etrichimia.
t libras liera terrestre.
12 vidros graisulos de assofelida;-.
2 libras b y sopo.
1 libra iodureto de chumbo.
2,8 dito duplo de mercurio e morphina.
4 libras dito de potassio.
4 ditas jalapa em p.
2i vidros lactado de ferro.
6 pocas de madapolao lino.
1 machina para plela.
1G libras man de lagrimas.
16 ditas dito couieuitn.
4 dilas nitrato do potasa crystafisado.
12 vidros oleo iodato de IHirson.
32 garrafas de 2'libras tada ama. da oloo
oliveira.
COMPANHIA BRASILSIRA
. DE
PAQUETES A VAPOR.
i Dos portos do norte espera-
-T\ do at o da 31 do corrente o va-
f1?^ por Paran, commandante o ca-
(liao de fragata Santa Barbara, o
qual depois da demora do coslu-
me seguir para os portos do snl.
De^de j recebera-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras : agencia, rua da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
Os premios de 6:000$000 at 100000
sero pagos ama hora depois daextracgo!
al s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuigodas listas.
As encommendas seo guardadas so-
menteat a noite da vespera da extraeco
eomo de costumo,
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodri^nes de Sonza
mmMmrnmmmmMm
^imperial IiisIihIo de Vus>a 8e-^
^ nhon do Hora'oiisclho j^
*-S As aulas do curso de ferias deste insti- mM
i fS tuto abrem-se no dia 2 de jaueire proxi- j
] jB mo. No dia 9, porm. estarao abertas H
; ;^ todas as aulas do anno lectivo. 'M
II

Para o Porto.
A bem conhecida e veleira barca portugueza S.
Manoel II, capitao Pedro Jos da Rosa, pretende
seguir at o da 10 de Janeiro : para o resto da
carga e passageiros, para os quaes tem excellentes
commodos. trata-se enm os consignatarios M. J.
Kamcs e Silva v\ Genros, no seu escriplorio, rua
do Vigario n. 11, primeiro andar.
Para Lisboa ""
pretende segnir cora brevidade o brigne porteguez
Soberano por ler quasi todo seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta (500 saceos
com assucar ou seu equivalente) e passageiros,
aos quaes olferece bous comraodos, trata-se com o
capillo na praca. ou cora o consignatario T. de
Aqnfno Fonseea Jnnior, na travessa da Madre ee
Dos n. o, primeiro andar.
Manmko
Bma boa casa terrea para familia
esta poralngar-se rua da Uniaon.
39 : quem pretender dirija-se rua !
da Aurora n. 10. Tambem alugam- \
se as loias n. 44. roa da Aurora
Aloga-se t. segando andar .
da i'.ia da Aurora, pintada de ><,,
a tratar na pra$a do Corpa Saal i :i i".
andar.
feil^il i'
Maques sobre 5'*rln,';:i!. fl|
O. abaixo as.sirii.iIo aotoi
Banco Mercantil Portoei.*e.
do Sr. Joaquim da Silva Ca
fectivamente por todos o paqs*
as pracas de uskea 11'. i
res do reino, por qualqnei seeast i
ta, e a praso-, podrndo. nt mut i Taren
saques a praso.rccil-reni n:. -
mo Manco, intentando V ()|i> ann
laja de rhajioos da roa i ;
na rua do Imperador n. ;>'!. .ir
dar.Jos J.iai|iiim da C
AMAS
Precba-Sb de dnas amas, forras ou captivas,
sendo una de leite e outra para servico de casa :
no sobrado da rua do Imperador n. 57, segundo
andar por cima d3 armazem allianca.

Para o Maranho segu o Onrroaldi em poneos
rlias, tem parte da carD*a prmpla : a tratar cora
Tasso Irmo. _____________________________
Para o Para pretende seguir em pomos rlias
o paliiahote Dous Amigos ; para pouca carga que
Ihe falta, trata se enm os sens consignatarios n-
tonio Luiz Je Oliveira Azevedo 4 C.. no seu es-
I criptorio rua da Cruz n. 1.
^*y vV' >a/vsr<
liIJMHEIRO A PREMIO
Quem precisar de 7005 a premio, dando hypo-
theca im hens de raiz, dirija-se a prai;a di Inde-
pendencia n. 6 e 8que se dir quem laz esle ne-
gocio : assim como se dir quem d a juros ama
quanlia com hypolheca em urna casa terrea que
tenha bous commodos, e cujo aluguel corresponda
ao premio mensal. ^^^^^
Precisa se de urna ama para rozinhar c com-
prar : na rua das Cruzes n. 9, segundo andar.
O abaixo assignado faz scienteao corpo do
coramercio que deixou de ser caneiro dos Srs.
Goes & Bastos desde o dia 27 de dezembro de 1864,
c ao mesmo lempo agradece o bom tratamento que
recebeu do socio Sr. Goes durante o tempo que
esteve era sua casa.
Joo Jos Augusto Pereira Costa.
Deseja-se saber se existe nesla provincia,
para negocio de seu interesse.o Sr. Epiphanio Jos!
de Souza, que para aqui veio do Pao de Assucar, j
no Rio de S. Francisco : no largo do Corpo Santo'
n. 4, primeiro andar.
Precisase aluar um escravo para servico
de casa estrangeira: no caes 22 de Novembr nu- i
mero 17.
.______________________________________________________________________________________.----------------------------------------------------------------------------------------------- L-
Aluga-se um sitio para plantarles.
Est por ser aiugado ura grande sitio na ostra-;
da do Rosarinho, com excellente pomar de laran-
geiras o inultas tralras fruncirs, tem trra bas-!
tarite para qnalquer plaeJaco e Jiaixa para ca-
pia), casa de vi venda rom commodos para graede
familia, estribara, telheiro com carimba, to. etc.:
qnem o pretender arrendar, dirija-se a rua do
Hospicio n. 41, ou ao Forte do Mu tos, prensa de
algodao n.22.
A bordo da barca franceza Vir>t> tera urna
porcAo.de vasos para flores o alguidares vidrados:
as pessoas qne deeejarem comprar dirijam-sp. ao
OSr. morador da rua Nova que se
acha a dever Gijuarteis de assignatnns des-
te Diario, queira manda-las pagar pois
asstm como elle gesta du receber a paga de
seos servicos deve attende-r a d)S ou-
tros, principalmente o do Diario em que
trabalham mais de 60 pessoas.__________
' iMia
Precisase de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na camboa do Carmo n. 6, loja de re-
jojeeiro.______________________________
Cozinha-e, lavase e egemma-se com per-
feco e por mdico preco : na rua do Aragao
numero 3.________________________________
Precisase de urna ama para lavar e engora
mar : na rua de Aguas-Verdes n. '02._________
~ Precisa-se alugar urna escrava para o servi-
co interno e externo de urna casa de pouca fami-
lia : quem pretender dirija-se a rua do Cabuga n.
6, loja._______________________________ _
Precisa-sede urna escrava que saiba cozi-
nhar e comprar, para casa de pouca familia, e
tambem se precisa de urna ama forra para o ser-
vico interno : a tratar nesla typographia.
V
Jos Bezerra de Barros Cavalcanti cor-
dialmonte agradece a todas as pessoas e
amigos cjue se dignaram acompandar ao ce-
miterio publico no dia 26 do correte, o
or,po de seu presado Qlho Jos Quinlint de
Barros Cavalcanti, e pelo presente ths tii-
bnta seu vivo reconhecimento c eterna gra-
lido.
IBa
bu
A luga-se
o terca-iro andar da casa d- rna Dircir.a a
qual lera commodos pa-a praaait faiHilia
no segundo andar da M sina ta.-a, ou ao li. ofr aa
rna da Cadea n. 3.
O Sr. J. J. de Souza Serrano i-m un a arta
ne ta tvnographia.___________________
Na prae,a da Independencia, loja d>-
n. 33, compram-seobras de ouro e prata. |.
preciosas, assim como se faz qualquer ofcra d- i n-
commenda, e todo e qualquer c-incrrto.
Alujra-se a nu larrM <>_. M_i
ruada Alegra n. H : tratar na r_
Aguas Verdes sobfa/lo n. 64. no priaar>ro
andar.______________________________
O -r. Dr. Pacuno itodzigu F-tiiiiiiIk '
ves tem urna carta na roa a Ctdeu o. 26, e*ri|<
oria______________________________
AlTBNgAO.
A mesa regedora lia ven rav-l orden i>r~ira
de S. Francisco drsia r-idaie far H
lavel publico que M rasas perl-ocai. i
deirosdo finado Jas PH-li.no Kiras, n\ ran B-l
la, sao foreiras a seu patrimoiii.
Precisa-se de um forneiro palta rrt >na ar-
te, a quem se dar ora ordenad.) r..rrr>vn*-'*
aohom desempeo-" de sua prei-rih i'"
achar nesla* circutHst;iDcla~ p..ie
larga do Rosario a. 16, palana, qu* arkar_
quera iral-r.___________________________
Aluga-se a excellente. ras. Httei
ron o Sr. cnsul ingiez, sito na estrada !#< A.
tos, com todas a> commotidade tere*.iru- .
tral.tr na rua do Uueiiuad- o H, Wia de San
Ribeirn de Carvalbo.
Cia pessoa iulobuda oler-ee-v fm
cKHi.tr o>rluguez e franca em aigum en
pan administrador d.. mesm ni^m pimi-mr *
rija-sfl a rua do Viniri n i J. nrmMnr n**r
Precis,-se de urna a>ja para rnunhr par
duas pessoas : na rna das r.rnze* n. i\, !*-
AS8J.

Mtftfl de esera^os.
Aloga-se orna excellente escrava e nm escra-
capitoda raesma, em casa de Tisse Freresx iuu vo, a escrava laz todo larHfa externo e interno de
do Trapiche. urna rasa de familia: ua ruados Pires n. 54.
No primeiro andar Jo -obrado u. \\ da ras4b
i Imperatrii prorisa-se de urna ama para ....irpur
'cozinhar, preferind^-se e-rrava._______^^^
bttrncn.
Carlos oinrr.erie. allaiale .! Paa, f* i ^' *
publico. 4el* cidade, t\ne. *e arha e-iai d
rua da Cadeia n. II, por cima Ja loja do re jw.
priaaeiro andar, af-nnv e .nr-rm _nrawne~r
iMla a qualquer obra de sea oteio roe prtf^sr*
e commodo pTeco.
ILEGVEL


y
Mari* de Peraajafeaea aabbado Si e Dezembro le i&a4.
CAS4 U FORTUNA.
AOS 6:000.000
Bilhetes garantidos
A' ru 4o Crespa o. 23 e casas do costume
O abano assignado vendeu nos seus muito feli-
zes bilheles garantidos da lotera, que se acabou
de extrahir a benecio da Santa Casa da Mise-
ricordia, os seguales premios:
Dsus quartos n. 1137 com a sorte de 6:0005000
Dous quartos n. 797 com a surte de 1:4005060
Uin meio n. 1510 com a sorte de 500* 00
E outras muitas surtes de 1005, 405 e 205.
Os possuidores podem vir rcceber seus respec-
tivos premios sem os descontos das leis na Casa
da Fortuna ra do Crespo n. 23.
Acham-se venda os da segunda parte da
prirneira lotera a beneficio da Santa (la.-a da Mi-
sericordia, para canalisacfu d"a;ua e gaz no hos-
pital ivJru II, que se eitrahir no dia 10 de
Janeiro.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 75000
Meios......... 35500
Quartos........ 15900
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilhetes....... 65500
Meios........ 35250
Quartos. ........ 15700
Manoel Martins Fitiza
MAGNIFICO SORTIMENTO
DE
DA
AZEJfl
AO PUBLICO
Mem o menor constran-
glmento se entregar
Importe do genero qne
nao agradar.
ATTENQAO
O* precos da segnlnte
t.i bella para todas, f-
dbudo nKtiiin servir de
sp para o ajaste de
com os portadores.
Oabaxo assignado faz ver ao corpo do com-
mercio, qne tem comprado a armaro da taberna
da ra de S. Pedro n. 10, que partencia ao Sr.
Joao Marcelino Ribeiro Bastos.
Joaqnim Ferrpira Cne|ho.
D-se a quantia de 2o a 2-">* pelo alague
urna negra ou negro para o servico interno
terno de tima casa de familia: a tratar na ra
Guararapes n. 18, sobrado.
6O -Rui NOVA GO
Casa da esquina junto a ponte da Boa Vista.
MUITA ATTENQAO.
RA HA CA31EIA DO RECIBE 3u 33.
(Logo passanda o are* da Conceieio)
brande redueeo de precos,
pode ser concedido a qualqucr individuo no recinto de um estabelecimento da ordem
da Uga tem vindo possoalmenle refazer as suas despensas nesta casa e voltado asss
satisfeitas.
E' preciso fazer desapparecer desta importante capital estas nojentas tascas cheias
sempre de escravos embriagados, onde as chufas sao jogadas sem respeito.
Caixelro.
Offerecese para caixeiro uina pessoa com bas-
tante pratiea de taberna, e da fiador a sua eon-
ducta : na ra larga do ilosario n. 18.
Precisa-se para uin engenho distante duas
legoas da estaco da Escada (na va Terrea) de urna
senhora com as condiyoes desufflciencia para pre-
ceptora de meninas, devendo a mesma encarre-; A morcadoria nunca ser bem comprada se ella nao fr de boa qualidade
gar-se do i-nsmo de pnMiras letras, ariihmetica, ^bre este ponto que chamamos a attenco das pessoas que nos quizerem honrar com
estim aaseiramrtaae'us* qoe exigid as, oo- a, fagnezia; porque o nosso grande estabelecimento se acha completamente provi-
derdirigirse para tratar do seu engajamento do de superiores gneros, que em sua mxima parle furam comprados a dinheiro
com Albn) Jos Ferreira da
S. Pedro n. 17.
equivalente a dez por eento menos u'o que outro ajaalaaer
annunclante.
i Collegas.Nao posso por mais lempo sustentar o preco da manteiga ingleza a l.ooors. a libra, bem assim o de outms
muuos oDjectos, ete., dando com islo ocasio a todas as espeluncas acabarem por bom preco a manteiga de tempero, e gritare ea
ana voz, que podem vender pelo preco que eti vendo!!! Ora, eu oflendido com estas obscuridades e receloso em adoptar i awsn*
,a ^l1! .Vl,mnm'",.rar' des.se. vender com um por corito a carola, resolv fazer esta grande reducro de rrec.*. .,mot*re
do momoravel armazcm de moldados L'nio Mercantil
Goo rs. a libra. Hoje porem, resentidos da reilur.-.lo a qie
ringam-fe de um e outro porladi>r*s
imento desta ordem que <> seu fim
Parece que o rcspeitavel publico se achara bastantemente convencido de que
ireccSo deste importante estabelecimento tem sido sempre caracterisada pelo maior pela seguinte tabella, pois como sabis ca pelo meu bairro, at a abertura
_osto e capricho, nao s com relar.no ao asseio, superioridade das mercaduras, como: se fabia de outro preco de manteiga ingleza a nao ser o do l,4oo a l,Goo ,
f^ na sinceridade do trato e maneiras attenciosas dos empregados da casa para com todas: estao ohrigados, encarando todos os dias de seus fregones reclamarlo de precos, e qualidades, v
e ex- aquellas pessoas que se dignara defrequenta-la. a[ informado deste novo estabelecimento. para Ihe vender goneros nao proprios de um estabeec
a dos Muitas senhoras pernambucanas e estrangeiras, cujo trato ameno e delicado nao tM smente obter a concorrencia de seus freguezes.
dessas
Para bem de todos.
Senhores ., -.*. 4 inanjos .nt0,
reza com que serao tratados, convida a urna Tirita ao mesmo, certas de que sem duvida me darao a proteccao e preferencia na compra
I d0_lge.n-er?s5ue Purera, e quando nao pocam tir podero mandar seus portadores, anda que estes sejam pouco prat.cos. f
outra parla
es e Senhoras o aceio que presidie, aos arranjos deste novo estabelecimento e mais que ludo aproantauo
ao tratados, convida a urna vizita ao mesmo, certos de que sem duvida me darlo a prolecco e preferencia n
precisaren!, e quando nao pocam vir podero mandar seus portadores, anda que estes seiam nouco v
O importante e magnifico armazcm da Uga se acha felizmente muito fora i serao t.io bem servidos como se viessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommendacao, afim de que nao v3o em
condiegoes. E' necessario vo-lo para bem se prestar crdito a nos> as palavras.! wan,.ff, \na\Ma (Mrr nin9\ 0.no.\-imanla <,_. tJ
A morcadoria nunca ser bem comprada se ella nao fr de boa qualidade. ~Si ftf.S l!KSK! "li!10 baiasde 4 duzias se faz abali- Antonio de Lisboa em latas c
Cunha, no largo de
Aluga-se a casa terrea da ra Formosa n-
12 : a tratar na praja do Corno Santo n. 17, pri-
meiro andar.______'_______________________
Fugio no da de seRiinda-feira 2(3 de dezem-
bro deste anno, o mul.it i Manoel, eseravo doahai-
xo assignado, o qual tem os signr.es seguintes :
baixo, ebeio do corpo, cor clara, cabellos grandes
e penteados, metade de um denle da frente (jue-
brado, colunia andar caljado, de palelol e cha-
peo, levou caiga e camisa branca. E;te mulato
fui eseravo do Sr. Antonio da Silva Gusiiiao e cos-
tuma diier que livre : ruga se a tudas as auto-
ridades ptliciaes e capilaes de campo de o ap-
prehenderem e levar a seu Sr. Frederlco Gautier,
dentista, ra Nova n. 19, que ser bem recom-
pensado.
FreJerico (autier.
Aluga-se a raso terna defronte da igreja do
Mangunho n. 24, tem 2 salas, 2 quartos, quintal
mualo, cacimba com milito boa agua de beber :
a tratar na rua da Madre de Dos n. 14.
Jeuino Pinto do M^irelles lendo
se em breve desta cidade, declara que
a pessoa algoroa.
de retirar-
nada deve
O portuguez Alluuo llaplisla da
Rocha, relujoeiro e dunrador, na
jiraca da Inilependemia lija n. 12,
faz qnalquer concert de relugio e
'-"55 domado por preco mais barato do
*9Uqae outro qoalqoer e repon$abi-
Vlisa*se pelo sen Irabalho o es-.era
proteccao de seas compatriotas.
joao Evangelists de S Sonto Uaior, ino.a-
dor ni r;n lo Livr.i'ii.nlo n. 4, faz scientc ao
res|witavel publico que, havendo outro de igual
nome da data deste as lista de S.
t U H F A A .
Compra-se ouro b prata em obras velhas
daga-se bem: ualoja de bilhetes daprac,acia Inde
pendencia n. 22.
Compra-se effectivamente
ouro e prata ern obras velhas pagando-se bem :
na rua larga do Rosario n. 24, loja de ourives.
("ompram-sc dous escravos que sejam bons
carreiros : na rua do Trapiche n. 13.
escolhida a Soe rs. a libra, em barril se
faz abatimento.
dem franceza a mais nota que tem vindo ao
mercado a 5Go rs. a libra, e em barril ou
vista, e recebidos directamente de Londres, Pars e Lisboa. tn.<,c -. k*a rC
... iiiBioa a oou rs.
Ninguem se acha entre nos com mais proporcoes para vender barato. Ch ayssn de qualidade a 2,Goo rs.
As pessoas que compram para negociar, fariam muilo bem fe quizessem se cer- a |k_ r ,
tificar do quanto Lavemos expendido pro urando afreguezar se com nosco. Idem per'0[a 0 mas s ior do
Nao duvulamns vender a crdito a quem nos der conhecimento de sua probidade. 2 8oo rs.
,. dem huxim o raelhor que se rjode desejar
Amendoas conreitadas em li asa s de vidro, ditas com casca mole
e dura Ameixas francezas em frascos de vidro, ditas em latas,
ditas em cartes, ditas a varejo =Alpiste e milbo miudo.As-
socar refinado fino, dito baixo. Azete doce em barril, dito
ern boioes, dito engarrafado, dito francez e portuguez refinado.
Arroz do SlaranhSo, dito de Java, dito da India, dito do Penedo.
Azetonas de Lisboa, dita do Porto. Uanba de porro em barril
dita em latas, dita refinada em barril e latas. Batatas em gigos,
dita em.caixas, ditas a varejo.Bolaxinhas finas de diversas
qualidades, tlita& de soda, ditas para lanche, ditas americanas.
Biscoites inglezes.^iixede, Medum, Cabim, Seed, Soda, Cuddy
Cracknel, oval Thim tapiam e outras mais, ditas de leite de
Edimburgh, etc.Caf do Rio de 1.a, 2.a e 3.a qualidade, dito
miudo.Cha, o que ha de melhor existe em nossos armazens.
oeste genero 2,6oo rs.
dem pretohomeopathicoporserd'e superior
qualidade a 2,ooo rs. a libra. \.
dem hysson, huxim e perola mais^propro
para negocio o l,6oo, l,8oo e 2,ooo rs. a
libra, garante-se ser muito regular, igual
menlo.
Caf do Ro a 26o e 28o rs. a libra, e 7.8oo
e 8,5oo rs. a arroba,
dem lavado de primeira qualidade a 3oo rs.
a libra, e 9,ooo rs. a arroba,
dem do Cear de superior qualidade a 24o
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,ooo rs. a
arroba.
Arroz do Maralo a loo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba,
dem da India muito alvoegraudo a loo rs. a
libra, e 3,ooo rs. a arroba,
dem de Java a 8o rs. a libra, e 2,2oo rs.
a arroba.
Paingo e alpisla a 14o rs. a libra, e 4,3oo
rs. a arroba.
ao que se vende emoutra parte por 2,4oo Massa de tomate em latas de 1 e 2 libras
uxim, miudo, dito hysson de 1.a, 2.a, 3.a e 4.a qualidades, dito
prelo honieopaltiico, dito commum.Charutos Mussissipis, ditos
. Panetelas, ditos regala imperial, ditos suspiros, ditos delicias,
ditos Napoleoes, ditos Parisienses, ditos apraziveis, ditos lancei-
ros, ditos imperiaes de diversos fabricantes. Chouricas mou-
riscas dcLiboa, ditas em latas.Chocolate de diversas qualida-
e2,too rs.
Linguicas, chouricas e paios em latas de 8
libras, ermeticamenle lacradas a o,Soe rs.
garante-se serem superiores aos que vem
em barris.
! Chouricas e paios em barris de meia e urna
arroba a 8,ooo rs. e l,Soo eGoo rs. a libra.
I Queijos lamengos muito frescos chegados
neste ultimo vapor a 2.2oo rs. e do vapor
passado a l,6oo e l,8oo rs.
dem londrinos os mais superiores que tem
vindo ao mercado a 8oo rs. a libra entei-
ro se faz abatimento.
Compra-se una carleira rom duas faces para
escriptorio : no armazem da rua da Cadcia do Re-
.ife n. 48.
VSNDAS.
FO LU* HAS
Har 1M>5
Acham-se venda na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia:
A l'OLHINIIA 1)L PORTA, abrangendo o
kalendario civil c ecclesiastico, tabellas de
feriados, de emolumentos dos tribunaes
do cotnmercio etc. a 160 rs.
A FOLIIIMIA DE ALGIBEIRA contendo o
mesmo que aquella e mais urna nova
Salve Rainha em verso,o StabatMaterem
verso, devoco ao agonisante, coiaco de
Jess, cntico em louvor do Santissimo
Rosario, cntico a Virgem Mara Nossa
Senhora, trinia e tres chistosasanedoctas.
um indito poema sobre as aventuras de
um cosinheiro, o canto de urna soltcira
i poesa), crescido numero de mximas e
pensamentos, urna historia como muitas
^romaneo), e vintc e cinco novas e pi-
Ihericas charadas a 320 rs.__________
Vende-se urna varea grande, preta. do pas-
to, com urna cria de 4 me/es, manga, aiosiumada
mais de tres annos em estribara, com abundan-
te leite e bom, no sitio junto % ponte da Passagein
n. 24 : qnem pretender, pode ir ve-la, e as 6 ho-
ras da manhaa assistir aurar o leite.________
Vende-se em casa de Marcelino & C, na rna
do Crespo n. 5, um paleo de damasca de seda
branca, vindo de Lisboa pelo ultimo vapor.
Vendem-se seis mei-aguas no Campo Verde:
a tratar na rua do Cotovello n. 17.___________
Vende-se doce de caj secco e de laranja
mais barato do que em outra qnalquer parte, tan-
to a retalho como em grande porcao, aprompta-se
de eucommenla para fora da provincia : quem
precisar dirjase a rua Augusta n. 61, a qualquer
hora do dia.
Vende-se
um excellente carro americano com 4 ro-
das e arreios para um e douscavallos sen-
do mudo maneiro e leve, o qual lendo si-
do t"do reparado de novo se acha no me-
lhor estado de perfeiQo e asseio: a tratar
com Antonio Jos Rodrigues de Souza na
na do Crespo n, 15, das M horas do dia at
as 3 da lerdo.______________________
Libras esterlinas.
Vende-se ao preco corrente de 9# por
cala urna : na rua do Crespo escriptorio
n. 15.
de e de diversos fabricantes,
ditas Alesops, dita lenle, dita II,
branca e preta.Conservas inglezas, dittas francezas, dittas ali-
menticias.Cevadnha de Franca. Chanpanlia superior de di-
versas marcas.Cognac inglez, ditto francez. Ceblas e Lis-
boa em molhos, ditas em resas.Copos lapidados para agoa
ditos para vinho. Doce de calda em latas de diversas qualida-
, ginja, alperch, pera, pecego, doce de goiaba, em latas ditos em
coixooo ditoa ciii frasco C ld G assiirar. Milus ili' cognac;. t.rvi-
Ihas em latas, ditas em casca, ditas sem casca.Esperan cele de 5 e 6 o
maco.Figos em latas de 4 e 8 libias lindamente enfeiladas, dilos em
caixas grandes e pequeas em barril. Farinha de trigo de diversas
marcas, dita de araruta, dita do Manmho, dita do Aracaly.Fumo; Copos lapidados para a guaa 5,oooe 5,5ooa
do Rio em latas dito em rolos, dito em lata (do Pai) para cigarros. duzia,
Genebra ingleza marca galo, dita dila em fro.-cos, dita-dejl llanda era
frascos, dita dita em botijas, dita de Hamburgo un fiascos, ditaem bo-
tijas, dita em garrafoes.Graxa em latas.Limonada de diversas'fruc-
tas.Licor inglez, dito francez, dito allemo. Manteiga ingleza flor,
dita de 2.a qualidade, dita de 3.a, dila de 4.a, dita banceza de 1.a qua-
lidade, dita dita de 2.aMassas para sopa, macan ao, talbarim e aletria,
dita estrellinha epevide branca eamareila.- -Marrasquino de zara de 1.a
qualidade, dito 2.a dita, dito 3 a dila. Mar melada muito fina.Molho
Cerneja Basse, dita Victoria, dem prato muilo fresco a 8oo rs. a libra.
XXX, dila em barri dem do Alentejo o que se pode desejar de
fresco e superior a 8oo rs. a libra, a elles
antes que se acabem.
Ervilhas e favas porluguezas em latas j pre-
paradas a 64o rs.
Marmelada imperial dos mais acreditados fa-
Lricanles de Lisboa a Rnn re. a libra.
Prezunlo do reino vindos de casa particular
a Go rs. a libra, e a 5oo rs. inleiro.
dem inglezas para fiambre chegado neste
vapor 72o rs. a libra.
inglez, dito francez.Moslaraa ingleza, dita Iranceza.Presuntos in-
glezes para fiambre, ditos americanos, dilos do Porto para tempero,
dito de Lisboa. Passas de Malaga, ditas de Corinlhias para podim.
Pomada do P< rto.Pimenla do reino. Peixes em latas, tavel, curvi-
na, pargo, espada, congre, clieirny preparado pelas memores artes de
cosinha.Papel greve branco, dit paulado, dilo alniaro, dito de peso,
dito amarello Palitos lixados para dentes, dit"S ditos com llores, ditos
americanos, dilos do gaz.Queijos inglez e londrino, dito llamengo dito
pialo, dito suisso.Rap Meuron, dilo francez Sal. me em latas de 1
libra o melhor que aqu tem vindo. Sardinha de Basse, dito de A.
L'Auilc. Sahfto nacionol, dilo massa e nao massa, dito inglez. Sal:
8,ooo c .i (i8o rs. a Barrad.
Vinho do Porto das memores marcas, que
vem ao mercado como sejam Lagrimas do
Douro, Duque do Porto, DuqueGentiino,
D. Luiz L, Madeira secca, Malvazio fino,
Fetoria em caixa de I duzia de ),ooo a
lo.ooo rs. e a !)oo e !,ooo a garrafa.
Choculate francez, suisso e hespanol a 9oo Vinho Colares o mais superior que tem
^ l.ooo e l,2oo rs. a libra. vindo ao mercado a 64o rs. a garrafa.
Espermacete em caixinhas contendo 6 libras. Sardinhas de Nantesem quartos e meias latas
por 4,ooo rs., garante-se serem transpa-1 a 36o e 56o rs. cada urna,
rente e de superior qualidade, tambem tem Sardinhas portuguezas em latas grandes
de 12 por libra propria para carro. j preparadas pelo melhor conserveiro de Lis-
I Peixe em posta sovel, corvina, gors. pesca- boa a 64o rs.
da, salmo, ostras echernee, vezugo em Bolachinhas inglezas as mais novas do mer-
com 6 libra8
por 2,oo; ditas doce em latas coa o nr
mo peso a 2,5oo; ditas imperiaes emlataa
de3 libras por l,5oo rs.
Ameixas francezas em latas de I e meia titea
por 1,2oo; ditas em caixinhas de rie*erM
tamanhos com bonitas estampas na caita
exterior a 1,2oo, 1,5oo, e 1,8oo rs.
Azeite doce refinado Penanol ou do Kefu
de Lisboa a 85o rs. a garrafa e 9,5oo a
caixa com urna duzia.
Batatas muito novas a 5o rs. a libra e 2,o<
caixa com 2 arrobas.
Conservas inglezas a 75o rs. frasro e
8,5oo a duzia.
Vassouras de escota para esfregar casa a 'n
Nozes muito novas a 16o rs. a lihn
Molho inglez em garrafa de vidro .. m
rolha do mesmo a ooo rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes a
8oo rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes j preparada
a 4oo rs.
Lcntilhas excellente b'gnme pan <|
rs. a libra.
Marrasquino o verdadeiro de Zaraem garran*
grandes a I ,ooo rs. e II .ooo a duzia-
Palitos para dentes a 14o e Mi rs. i aa>
Sal refinado em frasco de vidro a,a rollu -i
mesmo a Boa rs.
nacional, dito inglez a varejo, dito em vidros. Toucinfio dr Lisboa e
Porlo, dito de Santos.Tijolos para limpar facas Vinlio>, nesle gene-
ro os nossos armazens lem o melhor sortim--ntoque se pode imaginar,
duque do Porto, lagrimas do Douro, Cimes, Bocagc, Maria Pia, D.
Luiz, Pedro II, Malvazia, Madeira, Cherry, Bordeaux, tudo engarrrLdo.
Prevenimos o publico de que noarmazem da liga stemvinhos engar-
rafados no eslrangeiro, dito em pipa do Porto, Lisboa, Figueira e de Sete,
dito em brril de todos os paes, dilo em ancoras, dito chamisso mui-
to proprio para casa particular em barrilinhos com i50 garrafas por
totas grandes a 8oo e l,ooo rs. cada urna. [ cado a 2,8oo rs. a barrica, e 24o rs. a
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita- libra.
das que tem vindo ao nosso mercado a Bolachinha de soda em latas com diversas
6,ooo, 7,ooo e 8,oeo rs. a caixa, garante- qualidades a l,3oo rs.
se ser de qualidade superior, que outro Bolo francez em caixinhas muito proprias
^ qualquer nao pode vender por este preco. | para mimo a 64o rs.
; Genebra de Hollanda a 56o rs. o frasco, e Passas muito novas de ramada a 4oo rs. a
5,7oo rs. a frasqueira. libra e 6,ooo rs. a caixa com 28 libras,
dem de laranja verdadeira de A'tona em Figos de comadre a 24o rs. a libra c
frascos grandes a l.ooo rs. o basco, el l,8oo rs. a caixa rom 8 libras.
H.ooo rs. a duzia. j Amendoas de casca mole a 32o rs. a libra,
dem de Hollanda em botijas grandes.: 4oo' Bolachinhas d'agua em sal da faVrica do Beato
6oo rs. e de barril muito superior a 5oo
rs. a libra.
Aletria, macarro e talbarim a 4oo rs. a li-
bra, e 9,ooo rs. a caixa.
dem e talherim branco a 32o rs. a libra,
estas massas tornam-se recomendaveis as
pessoas doentes por serem propriamente
feitas para esse lim.
Estearinas a 56o rs. a libra, e em caixa com
25 libras a 52o rs.
Vinho do I'orto muito fino excellente qua-
lidade proprio para engarrafar ern ancore-
tas com 9 caadas por 45,ooo rs.
Vinho de pipa Porto, Figueira, e Lisboa a32o,'- Cerveja branca preta das
4oo eaoo rs. a garrafa, emeanada a 2,5oo, crediUdas que vem ao mercado a ...*
3,000 e 3,800 rs. | 5 5oo a (iuzia e 4rto rs. a garrafa.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-1 sag muilo novo e alvo a 24o rs. a libra,
dade a 4oo e 5oo rs. a garrafa, em caada I Sevadinba de Franca milito nova a aa r>.
a3,oooe3,5oo rs. CbanMosde todos os fabricantes da Bahiai
Vinho branco para missa em caixa de 1 duzia mas arrediladas mmtm .-nnlMTiilj m
nosso mercado a Z^a>, Ma,
3,Son e :i.8oo a mx.i de L rli.miaa.
Cognac inglez das acMara aa a
l,o(*o rs. a garrafa.
Doce da casca da goiaba ai aai ai 4 li-
bras por 2,ooo; ditoeacaicaaCaava.
cada nm.
Farinha de araruta verdadeira a -'2" :;. i
libra.
Velas de carnauba di 6 e 12 por ini
32o rs. a libra e lo^Wi rs. i tn I ?.
Azeite doce de Lisboa a 5te rs. a i.-:rrab
e 'i,8oo a cauada.
Banha de porro refinada a le* n. i lata
c 36o rs. em barril.
Capil de di veras frutas mui as a
64o rs. a garrafa.
Pablos do gaz a 2.2oo rs. a grrwa.
Toiicinho de Lisboa milito all> e a!\r> a
32o rs. a libra e 8,"oo a arroba.
Ameixas francezas era latas de 3 libras par
2,ooo. rs.
Cebollas solas a I,loo o rento : ditas -m
molhos com rento e tantas ; 1 -
Malte excellente cha para os ria\?gaw a
a 2oo rs. libras.
AGENCIA
DA
AGENCIA LGW-MOOK.
Rua da Scnxalla non a. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
am completo sortimenlo de moendas e meiai i
SORTIMENTO PARA A FfiSTA
a' ro
preco a satisfazer o mais exigente comprador eaquanto a qualidade i; moendas para engenho, machinas de vapor
; e tachas de ferro batido e coado, de todos o
lmannos para ditos. ____
Arados americanos e machinas para
lavar rovipa: em casa de S. P. Johnston & C,
rua da Senzalla Nova n. 42.
WMmmmm mmm.mmmmm
m Fabrica Oonceicao da M
Baha.
garantida por nos e peles seus importadores, diloem caada por prego
baretissimo, dito branco para missa.Vinagre puro de Lisboa, dilo ham-
burguez, dito em garrafoes. Vassouras do Porto, ditas americanas.
ATTENQAO EXCELLENTISSIMAS SENHORAS '
NSERVATIVO
SChalcsde reuda
q de muito bom
i gosto.
a
Excellenlissimas
Eicellentissimas
SChales de rendad
M de muito bom
a gosio.
- Vende se cnixes varios pronrios
p;ira balinleiros e funileiros i$760
cada a; nesla Ivpographia.
Para missa do gallo
A loja dara do Crespo n. 17, de Jos Gomes Villar.
Recebe a de Paris chales pretos de renda o que ba de mais chique, para
eellentissimas senhoras lev.irem
A missa do
gallo
com os seus vestidos hrancos, pelo preco de 155 e 20JI I! admiravel pechincha t
Vestidos a Maria VU de diversas qnalidades, caacoes, capas e soulerobarques.
Cylindros para poda*
ria.
Na padaria da rua Direita n. 8fc ha para vender
os nonhecidos c acreditados eyhndros americanos
para trabalho de padaria, nlt'imamante chegados.
Vendem-se laranjas doces, fita peque-
as e glandes quantidades, a prego com-
modo : no sitio do sobrado atrax do Am-
paro.
Prelo superior de Lisboa a o$ o saeeo.
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C. BAgjgn escriptorio rua da Cruz n. 1.
Rna da Imperatrlz n. 43
Vende-se a armacSo e mais penences da loja
de charutos da rua da Imperatriz: a tratar na
rua larga do Rosario n. 30, tendo commodo para
I peqoeoa familia, e serve para qualquer principian-
te por ter poneos fundos.
Andrade 4 Reg, recebem constante- g
mente e tem venda no seu armazem n. Jflg
34 da rua do Imperador, algodao d'aquel- %SS
.'a fabrica, proprio ;-ara saceos de assu- ^
car, embalar algodao em pluma etc., etc., ff|
pelo prego mais raioavel.
mmmmmm mmm wmmmm
Rua da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
I sellins e silhes inglezes, candieiros e cast-
^' caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
; chicotes para carros e montara, arreios para
! carros de um e dous cavados, e relogios de
ouro patente inglez.
Roa da Senzalla Nava n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: taco i''
(erro coado libra a 110 rs., idem d eLou
Moor libra a 120 rs.
lobos para caadielro* a gaz.
Vende-se no armazem de louca de D-iwte, Pe-
reira & C, rua do Crespo a. 16, per preeflcoti-
| modo.
. 23-Largo do Terco-23.
Joaquim SBU/> dos Santos, dono Ueste armazem de meihado* avisa aos amigos 4o Vtm e la-
rato que se venhain sortir dos bons gneros esle estabelt-ciinenio que nao >e MTi-fttmeri. Uw
tu* a dilierenca de 10 a 0 por cento, pelo sen prompto pagamento ; e por isso se Uz t-iu 4e
ilguns gneros, que telo sempre esle estabelecimento um grande e vanUjoso sorli:iit-wo e tm*m
luanto pertencente a este estabelecimento.
Sentido! Vou fallar com o Conservat Queijos mais novos do mercado a ?-3-~>00 iirfiQ.
Sorreja das melhores marcas, lanl branra run.,>
preta a 500 rs. a garrafa e a duna a 'ti}
Sabo amarello massa a 180.200 e lio r.. a lil ra.
Charutos da Baha dos uv-llH>res LI>rraau-> e
HitO. 2*000, 2*500 e .1* a .-.xa.
Milho alpisla e paiticu a 160e lili rs. a libra.
Vinho de Figueira verdadeiro a 500 rs. a yarnh.
, dem de Li.-boa das melhores marras a Wo a fita.
, dem do Porto em barril superior pinga a >V" r<.
i Idem branco proprio para missa a WH r*. a rf.'a.
11 lem do Porto engarrafado a 800 e I*. lomando
mais de urna caada de qualquer umdr grande abatimento.
Conservas inglezas e portogneus a 500 r f,\i rs.
Biscoilos e bolachas de soda a 1*100 e 2*.
Massa de tomate a 600 rs. a libra.
Genebra de Ola ida em frascos e botijas e > la-
ranja de 180 a ti 40 c 1*200.
sorte a 800, 900 e
a 600 e 640 rls a li-
tara e 8*800 a ar-
e 2*000 a ar-
tfanteiga ingleza de 1* e2
a libra,
dem franceza em barril
bra.
roucinho de Lisboa a 300 rs. a
roba,
iatatas em caixas e gigos 1*200
roba,
iaf de primeira e segunda sorte a 250, 280 e 300
rs. a libra,
irroz da India, Maranhao o Java a 100 e 80 rs. a
libra.
Pbosphros do gaz a 2* a groza e 180 rs. o maco.
?assas novas a 180 rs. a libra.
Velas.de carnauba Aracaty composicao a WOe i40
rs. a libra.
Massas para sopa a 480 e 440 rs. a libra.
Marmellada dos melhores fabricantes de Lisboa de
1 a 2 libras a 140 rs. a libra.
Cb hysson o melhor deste genero a 2*800 a li-
bra,
dem perola miudinho a 2*500, 2*000 e 3*000 a
libra.
Banha ingleza alva e superior a 480 rs. a libra.
'Chouricas as mais novas a 560 rs. a libra.
Latas com 1 e meia libra de amenas a l*20u
Azeite doce de Lisboa a 440 rs. a garrafa e 3*
galo.
Vende-se uin comometro martimo inglez do
Y pnna-ga melhor fabricante Charly Frodshan, affiancando o
.. sea regularaento, por diminuto p-eeo : a tratar
I superior farinha de mandioca,abordo dos brignesnaruaNova ~ 2, ,oja de Francisco Jos Ger-
Vende-se um mulato eseravo, o qual lera scunas Principe, I). Affonso e Nao Se i, atracados mano
boas qualidades, eomo bem, muito fiel, bem copei- eo caes do Rarao do Livramento r a tratar a bor-
ro e holeeiro : a tratar na rua da Cruz n. 46, prl- do, ou no largo do Corpo Santo n. 4, primeiro an-
meiro andar.
Bixas de Hamburgo
Vendem-se na rua Nova n. 61.
dar,escriptorio de Palmeira & Beltrao.
_ Vedemse charutos da Bahia de varias qua-
lidades : era casa de Monhard & C, rua do Tra-
piche n. 48.
Vinho de Porto.
Vende-se superior vinho do Porto, em barris de
vigsimo, em casa de Ferrcirs & Malbeus, na roa
da Cadeia do Recite n. 66.
Assucar cryslalisado da fabrira
2 de Jullio
N> Bahia.
Nof.imazefH d rna da Madre de Dos a. a.
ha venda o r.alto nperior asr..-ar pn"ialia*>"
em saceos t 2 arrobas, ac prero dt 5* rada ar-
rio.


*


'
3
s
'
*
I
! (
- -... ...
- .
Diario de Pernambuco
ARMAS!
! GRIf D4 GUERRA JA' SE FEZ OUVIR.
*f VAI BOMBA!
SENTIDO.

O
Grande liquidaco.
Ra da luiperairiz n. O.
Loja de fazendas do pavao de Gama V Silva
Acha-se est estabelecimonto completamenle
sonidu de fazendas nglezas, fraucezas, allemas e
sutssas, proprias tanto para a praca como para o
mato, prometiendo vender-te mais barato do que
em outra qualquer part-, principalmente sendo era
porcao, e do todas as azendas do-se amostras,
deizando ficar penhor, ou mandam-se levar em ca-
sa pelos caixciros da luje do Pavo.
Vestidos soutambarqne.
Pelo ultimo vapor francez chegaram riquissimos
vestidos souiambarqne, os mais modernos que
ueste mercado tem aparecido, os quaes esto
promptos com saia, corpnho e seu competente
soutambarque, ludo guarnecido de seda, veludo e
renda. Quem tiver boro gosto dirjase loja do
Pavo, na ra da Imperatriz n. 60.
408 TRES MIL VESTI-
DOS.
Na loja do Pavao, a 3$. 4$
7$000.
abbadtfI
Dezembro de 1 *4.
e
RUJL DO QUKOIASM* M* 43.
Passand o becco da Congregarlo segunda* casa.
NOVIDADE
msmm
O assu o
O assu o
O assu o
% ^\\\>\%*

) rs. a libra, e 1,5800, 20600 e 3#000
rroba.
Aas francezas em latas e em frascos a
200 e \ 1600, e em frascos grandes a
500.
I era caixinhas elegantemente enfeiladas
m ricas estambas no interior das caixas
10200,10400, 0600e2.
ndoas com casca muito novas a 280 rs.
libra.
Bta a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba.
ite doce francez mnito fino em garrafas
randes a 960 rs. a garrafa,

4
i
t importantissimo.
importantissimo.
importantissimo.
Ningue^iteirompa o orador.
uciTomjHi w crter.
Ninguefnterrompa o orador.
Reine lencio em todas as colamnas.
Ileitie lilencio em todas as columnas.
Nao se admitte contestacao.
Nao se admitte contestacao.
NSo se admitte contestafo.
Os afolados s5o prohibidos.
Os apoiados sao prohibidos.
Os aponutos siio prohibidos.
nkncio-ew todas as columnas.
ADVERTENCIA.
de entrar na materia o inccnsavel Baliza nao pude pnescendir de^lr'
i signa de horror as -doiradas coreas e mal feitas mitras do progresso, inimigos do povo e chupadores do sangue da homani-V
estavel ede de oiro tem obseccado seus corajes de
Ileitae
1
^ fazer <
'aposto
i dade.
A
vampiros. |
Qiem fazer fortuna com a rapidez do coriseonao sabem ter f nem,
?esperaj
as os perfeitos unos da civilisaco.
MibM sejamieliesj que no possivel ao Bauza pr-lhesas mitrase
na cabaos bculos na mo e os sepatoes esmagm cobrasnos ps e espol-os aoaj
(publicoir tres dia& J
4fcltIOI DO DTi%.
N'ecasa naoe Ilude ao povoos pesos esto afelosa balanca do.
jmellios aleastee os gneros, partindo do solfrivel al o ptimo, podem serc
escolhidoj voatade por lodos, desdo pobre agoniado Clarim at o mak alto1
ICeneral.i
Nao ndo o agbak> e a sinceme-ade predicados que smente tivessem
ichegado a foico da domesticada e encantadora aguia branca, eslo dadas as.
Jmais ten ates ordeospara que d'ora.am diante se redobreas attences,paraj
com tod s freguezes, de forma que se opere a mate perfeila liga de entenes-
jses recjp s, a aier oveja a todos^at,as proprio cavalleiro da esquina da iruaJ
'Nova. ^- q
Ouarj ao djspontar da brilhante, aurora ou da aurora brilhante, fieer<-
jouvir o g*so galiA vigilante, com aqueHa bisarria que lhe propria, o ses^
|canto sonolsignal de (Amada dos amaveis freguezes e predilectas freguezas* *
jtimbem o jeito Bauza estar prompto em ordem de marcha,agradavel como
a aguia mea, diligente como o gallo, grave como o propheta, no mais per-*
feito e con io raovimento, servindo a todos, e a todos coaten lando.
Vendcm-se llndisslmos cortes de vestidos india
nos, sendo todos bordados e de listras de cores e
brancas, proprios para casamento, pelo baraiissi-
mo preco de 35 cada corle por se ter comprado
urna grande porcao, sendo fazenda que vale 65,
ditos Mara Pa, tendo quatro pannos, fazenda
para o corpo com os competentes enfeites para o
mesmo, pelo baratsimo preco de 15 cada um,
ditos de todas as cores com as barras bordadas a
crox, sendo cada um em seu carlo, tendo cada
um todos os enfeites precisos, pelo baralissimo
preco de 75 cada um, ditos com babados mullo bo-
nitos, mas sem ser em carian, pelo diminuto pre-
co de 35500 cada um ; adverlindo-se que os donos
da loja do pavao ver dem estes vestidos por lao di-
minuto prego por terem comprado urna grande
quanlidade e convr lhe liquidarem logo, na sua
loja, ra da Impera.riz n. 60, de Gama & Silva. m r5-
AOS Vlllte mil COVadOS de laa> n de Lisboa a640 rs. a garrafa.
Grande pechlucba, a 940 iruta verdadeira demaiarana a 320 rs.
e 3tO rs. ibra.
VeHdem-se as mais bonitas lazinhas transpa-llSasmuite grandes 6 novas a 180 rs.
rentes, sendo com llsiras e quadrinhos miudinhos,|ibra
e lisas, tendo de todas as cores, assim como pretasfntns int,iP7pc ar HV>rens marca*
e roxas para lulo, pelo baralissimo prego de 240 of?l??S in8lezes ae diversas marcas
covado, ditas transparentes com palrainhas de seda'03O< rs.
Mara Pa, tendo de todas as cores, e lambemlachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
algumas proprias para luto, pelo barato prego dea |ata
WO cada covado, i>io por haver urna grande porpm ngiP7as mn:tn nnv-, a o nnft Karri.
gao: na ra da Imperatriz n 60, de Gama em mgiezas muito novas a J0UUU a Dam-
Siiva. quinha e a 200 rs. a libra.
Latas e copos coma banha una. anha de porco refinada a 440 rs. a libra e
A aguia branca, na ruado QSeimado u. 8, rece em barril a 400 rs.
BXS&tStiSX?e copos' ^^SS^-ISS0^ moo>u'
As modcrnjssimas iU.hu e orna ^2^ ^0 libr,
cor, a iraitacao de gorgaro, veiCerveja preta e branca, das melhores marcas
de 0 Pvo. que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
Chegaram pelo ultimo vapor francez as ma' e 50800 a duzia.
rifr<"mViutn(!,a\LLTiozinH' as mais prCognac inslez fino a OO' rs. a garrafa.
prias e mais lindas que tem vindo, proprias parv," _,.-" -,an ^ !-
vestidos, soulambarques, capas, etc., dam-se amor?nserv?s,a 72 rs- frasco-
tras deixando penhor, e vendem-se pelo liaralis'tlem> S de pepino, a 720 rs.
mo prego de 560 rs. o covado : na ra da Imrjdem, S de azeitonas, a 750 rS.
rair.z n. oo loja de Gama e silva. Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
VendfJl CS? l ?7f*' e especialmente da fabrica imperial de
\ <.nuem-se diazinlias de r uadnn ios transan p.rj. p % Kn^n
tes, boa fazenda, pelo preco de 280 r= o cova Canilldo Ferreira Jorge da Costa a 10800,
250i 10, 20200, 20500, 20800, 30000 e
30500 a caixa.
Caf do Bio muito superior a 280 e 320
rs;a libra e8:?50Oa 80800 rs. a arroba.
Cartes de bolinlios francezes muito novos e
;Pereira Bocha 4 C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado anm Cmm\T-
i*iu> orespeitavel publico encontrar sempre um completo sorlimento dos melhores gneros que vem ao iwss. u;<
|ise5o vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionv'da; garante-e cu*
pi bea qoaiidade dos gneros comprados neste armazem.
A de Maranhao, India e Java a 60, 80 e Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra. Cevadinha de Franca muilo npriH f
PainfiO a 200 rs. a libra. rs. a libra.
Polvo secco muito novo a 400rs. a libra. -evada a 80 rs. a libia.
Presuntos de Lamego em calda de azeile e Emilias porluguczas a 6u rs. a uu.
muito novo a 640 rs. Mem seccas muito novas 1100 rs. a libra.
ditas largas muilo linas a '400 rs., dilas estam
das, cor segura, padroes mmdos e grandes a
rs. o covado, ditas transparenles com palminl
de seda a 400 rs., ditas escocezas a 560 rs., isto
do para liquidar : na loja e armazem do Pav
ra da Imperatriz n. 60.
Queijos flamengos do ultimo vapor
dem prato.
dem londrino chegado no ultimo vapor a
900 rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs
cada.um.
Sardinh'as de Nantes a 300 rs.
Sag muilo alvo c novo a 260 rs. a libra
Tuucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de 1 impar facas.a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a libra.
dem stearinas muito superiores a 6( 0
libra.
Eigos em caixinhas ermeticamente lacradas
a 10600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste peero e de varias marcas, como
a 2(>800 figos de comadre e do U< uro ni
de oito libras e OMSlMba i I 11
18(R). 51000 i! MO is. i libra.
Farinlia do HumMs a 100 r.
dem de trigo a 120 rs. ? libra.
Genebra de llollanda \enladei-a wmr, \f
a 560 rs. o frasco e 6S2t <> a fra>ii
dem em garrafoes de 3 e 5 gales n .". <..
e 70510 cada um com i> garra
Graixa a 100 rs. a lata e !lto a ana.
Licores muito linos a 700 is. a pmft.
dem, qualidade especial em garrafas muir-
grandes, a 10800 a garrafa.
dem em garrafas mais pequeas a M r.
dem, em garrafa forma de pera e rleas le
vidro, a l^OCO, so a fstraA val i
nheiro.
: Yelho de 1815, Duque do Porto, Manteiga ingleza pereilamenle II. r ibas
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I. Maria Pa, barcada de pouco a 900 rs. a b*f. i i
Bocaue Chamisso e outros a 800, 900 e de segunda qualidade a W 0 r.
10000a garrafa, e eio caixa com urna du- j dem francez muito nova a Ci i
zia a 90000 e 10)5000. dem de tempero a 400 rs.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a Maca de lmales em barril a IM rs. a fiwa.
480, 500e 560 rs. a garrafa c 30, 30500; dem em lata a 640 rs.
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa.
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrrafa, e 70000 a 70500 rs.
a duzia.
dem Morgauxe Chaleaulumini de 1854, a 10
a garrafa,
dem muscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
15200rs. a caada.
Maimelada imperial dos melhores. i rsener
ros de Lisboa a 60-I rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frasroj f mu
800 rs.
I dem regular a 500 rs.
Magas finas para sopa: estiHlir>r?.. \ ..'.
rodinha e aletria a 600 rs. iRfcr; i a
a caixinhacom 12 libras.
Nozes muito novas a 160 rs. a Ubre.
Peixt em latas preparado pela Brisen rte
de cozinha a 10 a lata.
Os grosienaples do Pavo. bem muito enfeitados a 700 e 600 rs.
Vcndem-se grosdenaples pretos, fazenda suf! Chouricas e paios muito novos a 800 rs
or a J5000 rs. o covado, ditos largos muilo lilira
corpados a 25400, 25600, 25800 e 35000, ( '
brancos, cor de rosa, azul e amarello a 2500( i --------------------------------------------
o covado : na loja de Gama & Silva, denomiii
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs. ^ Paliios de dentes a 160 rs. o mr.rc.
Alm dos gneros cima mencionados te- j dem de (lentes a 120 rs.
mos grande porcao de outros que deixamos, dem de fir a 200 r*.
de mencionar, e que tudoser vendido por! Amendoasconfeitados a 900 rs. a m
pecas e carnadas, tanto em portos como Doce de goiaba em latas o meili. r s
retalho- ^ c cm caix3 a 6i0 "
Quem comprar de 1000000 para cima te- Palitos do gaz a 25200 a prozn
r o abate de 5 por cento. Passas muito novas a 40 rs. a ttra.
do Pavao, ra da Imperatriz n. 60.
4s novas lias garialdioas a oOO
na Hijn a riaif.
Vendem-se as mais modernas lazinhas cari'
dinas, fazenda inteiramente nova no mercado, i
do todas com listras miudinhas, e transparer*
com lustro a imitacao das sedinhas, tendo v*s

Frascos comgomma arbica
Vendem-se na ra do Queimado n. 8, loja da
aguia branca.
N> vos albuns.
A aguia branca acaba de receber outra cncom-
RIVAL SEM SEGUNDO MCUiNASDLPVlt'-.
.re.s'^e,nll0.^ul'cor de lirio^carmezim, cirf^! mnda de bo
S^K^.,L?,,SDP',ew!iE capas de velludo, massa, tartaruga e marlim, al-
SK.^W Pavao, ra d^1^- guns dos ouaes com m.croscopio para augmentar
raoor n. ou de Uno Silva 0 tamanlio dos retratos, continuando a serem veu
US milis RluuerilOS VCSlidOS Ha1* ia> Mu* t><* presos commodos
aa loja do Paio, a I Gf ^ #gola Lrane*D' 8-
Bji;'aaje Galanteras para estas Res
na ra do Queimado
Una do Queimado ns. 49 e 55, loja de miudezss
i'' Ias4 fio AiavnHn M -. i i oira roolinujIlJo S
vender muitc barato, pois seu genio dar a fazen-
da por todo preco a vista dos cobres.
Cartas de allinetes francezes da inclbor qoalidat
a 80 rs.
Grosas de pennas de ac inglezas da melhor qua-
lidade a 640 rs.
Caixas de clcheles francezes de superiores rjuab-
dades a 40 rs.
Grosas de boldes de madreperola muilo finos a56(
e t40 ris.
Carreteis com 4 a 5 oilavas de reiroz prelo lino a
640 r?.
smas de papel de peso liso muilo -uperior ;
. o. corpinhos difiererrtes, temi todas r preparos u ,.
' rom o comnetemo sinto na ma da peratm n. I k ^uia branca nao cessa de encommendar do zi>uuu.
; CO loja do /avSo V ha de mell,or e ma,s agradavel, e por issoaca- Grvalas da liga e de outras militas qualidade* a
.. .'. .,wwa ;w de receber diversas figurase vasos de pede 500 rs.
amiSinliaS a I ^(J(0' Wra com Boa banha, assim como bonitos frascos (-aniveles para penna com 3 folhas fuzendt boa a
Vendem-se rarmsinhas ^om m*ngu tos, sendo fk excellentes extractos e lindas calxmnas de ma-1 ^00 rs.
muito bem enfeiladas. proprias para seuhoras edeira envrnisada com finas perfumaras, tudo; Duzia de botCes branco para casaveques de senho-
leninas, pelo barato preco de det.tosloes cadJlmui proprio para presentes de festas etc., havendo i ra a 100 rs.
urna: na loja do Pavao, ra da Imporifriz n. Cfldinheiro dirjase o prelendente a ra do Queiroa- Pecas de fila de eos estrellas com 9 varas garan
de Gama & Silva.
Vestidos para meninas.
vendem-se s mis modernos vestidinhos lTa
meninas, sedo murto bem enfertados a Mari/^*'
tendo de differ<*ntes tamanhos, pelo baratoAe'-''-1
de 8 cada um : na loja do Pavae, ra ""P0"
rairiz n. 60, de Gama A Silva.
Bonpa le la barata.
Vende-se um grande sorlimento de Hfa fei*
para homens,endo.calcas de brwn ffj? t *
cor, dilas de casemira preta e de^'o^A "ilas
meia casemira, caletots saceos e so&PSiCs
I UHIUC
don. 8, loja da aguia branca.
\Anil fmo para engom>
triado
de
de todas as
casemira e panno preto fino, collev
qualdades : oa loja do Pavao, ri>* Imperatne
o. 60, de Gama & Silva.
Grosdeoank de car 1 Gr ? fovado'
Vende-segrosdenapie de cor-' *r*nco e Pr?'
tDa loj.a
do Pavao, ra da imperatriz*''m- de Gama &
S-ta.
PaDno de IhIhi a Wn- COado-
Vide-sc o verdadeiro JP e; ,1,Bho ProPno
para lenges, toalhas e-c^- P.el hwato preco
de 7 rs. a vara : oa bj4.l avao> rua da
perato n. 60, de Ga
ADITAMENTO.
Vena-e para ac
de laas ecassas
Cos muito *m
pode apre&Lir
perairiz d.CO,
i Iva.
!o Pato.
urna pci\-o dortalhos
a* qualidades, e por pre-
quem tem conomia .' que
Irjk do Pavo, rua da Jm-
& Sflta.
Os pre
. sideravelme
do grande sortimenlo d'este magnifico armazem, se acbam con-J
reduzidos, e a respectiva tabella deixa de ser publicada por que
\a alma do t icio o segredo. Os freguezes reconhecero em vista do objec-
lo que prete r que O preco que se lhes pedir ser t5o rasoavel que nenbuma*
t) reclamacSo ( ecero. Venham todos a
RUA DO I-I Vil IHi:\TO 38
AO GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS
DO
BALIZA
PROPRIEDADE
DE
. PEDRO DE MELLO.
Hadapol/'7^000' M ,0J" PaT0-
Vende-se t*r'or madapolo mnito encorpada,
endo -^0 var *sula Peca.com 4 palmos de largu-
ra nelharlss'rao pre?o de 75000 a peca, dilos
rmiito lino' 8&< ^* e 1WW0- & pechincha, na
loa do fffi> rua ** Imperatriz n. 60, de Gama 4
Cortes de casas 3000.
se muito bonitos cortes de cassa, tendo
j v-is cada corte, com desenhos muilo delicados
pe/l-aratissimo preco de 35000 o corto; s na
^do Pavao, ruada Imperatriz n. 60, de Gama &
orles de cbila frasee**,
rendem se linissimos cortes de chita fran-
ceza, com l2covados, tendo, padrSes escuros e
alegres de cores fixas pelo baralissimo preco de
45000 o corte; s na loja do Pavo rua da Impe-
rar iz n. 60 de Gama <& Silva.
Cambraias lisas, na loja do Pavo.
Vendem-se pecas de cambraia lisa muito fina,
tapada e transparente, pelo baratissimo prego de
4000 tendo 8 1/2 varas cada peca, ditas muito fi-
nas a 75, 85, e 95 a pega, ditas Victoria com 10
varas pelo baratissimo preco de 75, 95 e 105, di-
tas Garrazes fazenda muito cncorpada, fazenda pro-
pria para forro a 360 rs. a vara ou 5600 a peca ;
isto na loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60,"de
Gama & Silva.
CorUs de la a i<5000.
Vendem-se cortos de las garibaldinas, matisa-
das e de quadrinlns, tendo 1-2 covados cada corte
pelo baratissimo preco de 45000 o corle i isto na
loja do Pavo, rua da imperatriz d. W de Gama &
Iva.
A aguia branca na rua do Queimade n. 8, rece-
bou glbulos de auil lino e frasquiuhos com es-
aencia de dilo para engommados.
Outros enfeites.
A aguia branca acaba de receber por este ulti-
mo vapor um novo sorlimento de bonitos e delica-
dos eneites de moldes inteiramente novos e de um
apurado gosto, assim pois comparecam os pretn-
denos munidos de dinheiro e com disposicao de
gastar : na loja da aguia branca rua do Queima-
do n. i.
Pequeos pentes de tur-
taruga.
agola branca na rua do Queimado n. ,8, rece-
ceben novament esses pequeos pentes de tarta-
ruga que por suas qnalidades de pequeos, lisos,
bonitos e bem feitos tanta eslima tem merecido pa-
ra as senhoras segurar o cabello quando atado a
aguja branca porm avisa aquellas pessoas que os
haviam ocommendado e a quem mais queira
apruveitar a occasio de os comprar continuando
a serem vendidos pelo mesmo prejo de 4a cada
um.
Estando brancos team pretos
O bom resultado e o rpido erTeito que produz
a tintura do chromacoma, e mesmo a facillimo
modo de appliear tem se tornado mui coohecido e
apreciada por todos que usam della e por conse-
guinte augmentado a ixtraco,pelo que a aguia
branca maudou vir mais o novo sorlimento que
acaba de receber constando elle de
Caigas com chromacoma para tingir os cabellos.
Frascos com coloricoma para lustrar dilos.
Ditos com hydrocalleihricbina para limpar ditos
Ditos com oryehromantina para limpar as unhas
Sabonetes brancos para lavar os cabellos.
Pomada cailicomiphila para dar cheiro aos di-
tos sem olendcr a preparacaofeila.
Sapatos de marroquim dou-
rado para bailes.
Esses sapatos do grande lom vendem-se nica-
mente na rua do Queimado loja da aguia braia n.
8 a 65 o par.
Metas finas para senhoras
qordas
Vendem-se na rua do Queimado loja da aguia
ranea n. 8.
Esponjas finas para rosto
Vendem-se na rua do Queimado loja da aguia
"Tanca n. 8.
tidas a :J20 i s.
O Expositor Porluguez para os meninos a prender
a ler a 800 rs.
Os segredos da nalureza para os meninos a pren-
der a ler a 15000.
Cartilhas da doutrina christaa, finas e superiores a
320 rs.
Pentes linos de marital a 15000, 15200 e 15500.
Pares de luvas de seda para homens e senhoras a
500 rs.
Gollinhas para senhora o melhor que ha a 320 e
500 rs.
Frascos com superiores banhas a 240, 320, 500 e
15000.
Livros que serve para assenlar roupa, pelo diminu-
to prego de 160 rs.
Capachos redondos muilo Irnos a 500 rs.
Cordo branco para espartilhes muito superior, 1
vara a 20 rs.
Carritis com 150 jardas de linha branca a 60
ris.
Cartes com 200 jardas de linha branca garant-
d. s a 60 rs.
Grosas de pennas de ac soperiores a 500 rs.
Varas de franja branca e de cores larga para toa-
lhas a 160 rs.
Pares de botoes de punho, oh que pechincha a
120 rs.
Tinteiros de vidro com tinta a 160 rs.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
Grosas de betoes de louca prateado* muito tino a
160 rs.
Tesouras para costura superior qualidade a 500
ris.
Escovas para limpar dentes, superiores a 200 rs.
Caixas com superiores phosphoros de seguranca a j
160 rs.
Caixas com 100 envelopt; a melhor que ha a 640!
ris.
de irabalhnr a mao ara
desea roca r a godao
rnwriini
P01* Plant .Brothers &
III im y
F.--
|i:al|(. :
' i
..Ha
" o tratan
Aneanvw mn
srri 1 .
tfao en -
era '.'> mir
f : a
iimpt!.
Assim como machina- para retrai 1
animaes, <|ue AMOnfM 1K arr>'
limpo, por dia.
Os mesmos tem para vender nm keiitssm.
lor qnc pode fazer mover -
mencionadas : para o qiw moti aw
agricullores a virem ver e examina-!
zem de algodo, no largo da poste nova -
Sannders Bretbers i C
X. II, praea da Corpa au
RECIFE.
Os nicos agentes neste paix.
RIVAL SEM SEGUNDO.
Rua do Queimado n. 4U e 55 h d<> tzt
conhecido ja como tal, eia di.^pt-nlo a ra uta
por terto o |ireco jar apurar trira, ;>Brm qu-
zer venha ver e traga o cobre, e v r 1 xc^r:
Barallios de car!a< para voltarrle rr
linas a.........................
Miadas de linha trolla para i niar 2.
Pares de sapatos le tranca t b M u>
lamanhis e finos a..............
Hassos de superior rampes | ara 1 I
Duzias de palitos de gaz Miptri-. r>> a.
Libras do ara preta muito MffiaC a
Frascos de Mipcrior macara oltt> a
Dilos de dito penda a............
Ditos de oleo de babosa mnito finus a ..2t:
rs. e............................
Ditos de agua de colonia superior, garan-
tida..........................
nt
m
. Ditos Je banha mnito l:na a........
Caixas com 20 nuadernos de papel annzade, rmiito Ditos de cheiros muito lin<.s nara 1 rea
flnn n (VI r_- 1 m mt.
fino a 600 r?.
Quaderncs de papel
pequeo muito fino
a res.
Roa cscrava.
a .20 rs i Sabonetes de todas as qualidad. | |
------'" I 160, c....................
V ..,.11, i I;_w_ ._ ,nr>
Horillos de linha coa 400jarda- i.
;
rj
m
Que bello presente!
Chegaram de novo rua Nova, loja n. 7, lindas
nonecas ricamente vestidas, as quaes chaman pa-
pal e ma-mi; este um dos mais interessante
presente que se pqdo fajer i meninas de 6 a 10
annos de idade.
Na rua dos Pires junio a caixa d'aguia n. 62 ha' Carritei'" de ''Bha dt c4fes c"m 2^ J-x-
uma excellenie escrava que cozinha o da io dej as a~ ..................
urna grande casa de familia, muilo aceiada, criou- Xovellos de'iinha de "** <** '^a* as M>
la, de 38 annos, muito fiel, e com mais nabili-l r-
aaoe_f-_________________________________| Pecas de litas elsticas com N vara* *
Viho do Porto engarrafado PrSeo7%r^Vi^^
Vende-se superior vinho do Porto denominado
D. Pedro V e rainha de Portugal, em caixinhas de
urna duzia de garrafas; na rua da Cadea do Re-
cife o. 66, armazem de Ferreira & Malheus.
Farelo de Lisboa.
Vende-se superior Trelo em saceos grandes, e
por preco commodo, vindo pelo ultimo navio : na
ruado Amorim, armazem n. O.
Vende-se a casa terrea n. 91 da rua Imperial
o sobrado de um andar na mesma rua n. 95, e a
casa terrea da roa da Mangneira na Roa-Vista n.
12 : a tratar com Lourencn Ribeiro da Cunha e
Oliveirn. na rua da Praia n. 76.
V nlio da Madeira a do Porto
Vende se o superior vinho da Madeira e do Por-
to, em caixas de urna e duas duzias : s na loja
do Vigilinte, rua do Crespo n. 7.
Pares de ligas muito superiores < Lt-nita*
a ris.............................
Varas de bicos franrezes, aerkrw l..
Opiata para dentes da Mu f la a..
Frascos de agua para denles, immtmi i
Indo a........................
Pecas de tranca preta iza mbi i na a.
Caixas com 4 papis de agolha Tictoria a
Varas de fita preta com edaafci a......
Libras de Ia soriida de todas as cures a
Ronecos de choro mnito benito* a......
Caixas de obreias de ma ssamutn Mtaa
Varas de franja .branca e deires para
toalhas a.........................
Frascos de oleo Philnroroescopenor a...
Ditos com snpenor tinta a320 e........
Caixas de linha de gaz rn.n 50nov
Enfiadores para espartilho. ......
Duzias de botoes enca aaoos para vrsi.-
j a...............................
Nt
M
i
l
m
vt
i
M
Ti*
MELHOR EXMPLR ENCONTRADO MUTILADO


*,-i-;- HBflH *
Diario de rcraenls bnado 31 de Dezembro de 184
AURORA BRILHARTE
GRANDES ARHAZENS '
MOLHADOS
0
NEM MITRAS
PE
NOVOS VESTIDOS DE PIUNTASIA

!'fS2S'3
JS Largo da Santa
Crol ns. t2e84,3g
esquina da ra dogS
$CebO. B
Largo da Santal
jCruz ns. 12 e 84,|
esquina da ra dol
ESPECIAES ^bo.
RIJA DOIHUINHI le 40
Junto ao Sfirado me mra o Sr. > borne,
ram de ana propria ecomnie-
iraenfo de neolhados, proprlos
Cegara* os ^X^^^^^^^' *
em eost e qoalidade : a to)a das coia""'*-'" ,...,<
d^V.sconceUos 4 G, ore. -. <^ .
Fazwdas de bom gosto
Para vestidos de sentara
Superfares res de wda de eor, e <**** *<* e fc ** *""*
Dilos de blond, i de eambria branca bordados
Ditos de laa com barra e grande variedade em cores fiarle*.
Dilos de organdv com barra
Lindas seda* de'.madres eseosseta '0**s-
Superiores laas lisas com grande variedade de cores.
Ditas eom salpicos, eom llores e de jiiadro.
Lindas
O dono dos j rnnito acreditados armazens de molliados denominados Aurora
Brilhante, acaba de rereber de sua propria encommenda, muitos gneros delicados
rancios da presente cstacao, e tendo grande sortimento comprado aqui.alianca que todos
os seus gneros sao de t." qualidade.
A seguate tabella servir a todos de ase para ajuste de contas aos por-
tadores.
Nenhum armazem vender mais barato, e melhores gneros do que a Aurora
Brilhante, j polo grande sortimento que tem, j mesmo por sen dono se achar encom-
adao em sua saudec ter de vender um de seas armazens agora, e o outre na pr-
xima primavera, por iss,o deve-se aproveitar urna quadra destas para se comprar
barato.
Latas com 8 libras de chouricas muito nova?,
a 7,5300.
Ditas grandes com peixe em postas Bteiras,
mais de 12 qualidades, a 1S000, 1*480 e
i 100.
Ditas com ostras, excellente petisco para fre-
iideira, a 7Ors.
Ditas cun ervilhas novas, ensopadas, a
7 O rs.
Ditas com favas, a 640 rs.
0,1 n com ameixas a i-200, 1*800 e 3*500.
Ditas com marmelada do afamado fabrican-
cante Abreu, a 880 rs.
Bitas de massa de tomate, a 500 rs.
Ditas com lu-os de comadre, botos, a 1*500,
23 ( 230.
Ditastom bolachinbade soda muile novas, a
23000.
Ditas com biscoitinhes inglezes de mnitas
qualidades, a 1*400.
aWMUt.
Chocolate superior muilo novo, a libra a
1*390.
M icarro telharim e alelria amarella,a libra
a 180 rs.
f,ito dito dita branca, a libra a 400 rs.
C litas cun eslreltnha, pevide e outras mas-
sa, a caixa 35500.
Ditas Jila em libras a 640 rs.
Sag, a libra a 330 rs.
5 tvadinha para sopa a libra a 240 rs.
Ervilh is sec.cas, a libra a 160 rs.
Oit-is descascadas, a libra a 200 rs.
Tapioca muito nova, a libra a 280 rs.
Farinha de araruta verdadeira, a libra a
r(Jp 5'JO rs.
'} Arroz do Maranhao. em sacca a arroba a
'<' -25100 i- a libra a 80 rs.
-".*/ Di'.) d.i [odia e Java, a arroba a 3*200 e a
-53 libra a 100 rs.
V To icinho de Lisboa a9*500 aarroba e a 320
**\ rs. a libra.
.; Dito de autos, a arroba 75000 e a libra a
P 260 rs.
Cfjn Huidos rom 125 soblas grandes, a 1*280.
.' > M urda franceza caixa cora 2 duzas a
-. i ..,, <. ..
- -. Fraseos rom moslartla preparada em vina-
; gre, a 400 rs.
' O; is c. mi conservas iuglezas e francezas,
a 640 e 800 rs.
'.:i'j- com sal refinado fino, a 640 c a 500
\/ ris.
Ditos eom a verdadeira genebra do laranja
',6 a 13200.
J Ditos de 2 garrafas de Hollanda verdadeira,
. r< >.
: //> Dit'.s de 1 garrafa de Hollanda verdadeira,
\> a (10 rs.
>',, Botijas com dita propria para negocio, a
.-;W, 101 rs.
-.yt' lia -rifas com 2 gales com dita, a 65000.
Serveja boa, marca, a 500 rs. a garrafa, e a
duzia a 6*000.
fcA Vioho mascatel de tetuba, a garrafa a
Xi 1*000.
larrasquinho verdadeira, frascos a 800 rs.
e a 13200.
Champigne, a duzia 20*000, e a garrafa a
25900.
Azeite refinado portuguez e francez, a gar-
rafa a 15000.
Caixa de vinho Bordeaux muito superior, a
75. 8*, 9* e 105 a caixa.
Ditas cora dito branco. a 7*000 a caixa.
Ditas com dito lagrimas do douro verdadei-
ro, a 205-
Ditas com duque do Porto verdadeiro, a
18500;).
Ditas eom charaisco suDerior, a 14*000.
Ditas com Porto velbo e outras muitas mar-
cas, a 12*000.
Vinho do Porto da pipa, a garrafa a 640,
720 e 800 rs.
Dito de Lisboa muito bom, a caada a
3*200, 3*500 c 45000, oa garrafa a 500
e 560 rs. .
Dito da Figucira, das segnintes marca, (o
(J. A. A.) (J. h. G.) (O. M.) a caada a
4*500 e a garrafa a 560 e 640 rs., deste
qne j est engarrafado o lacrado com o
rotlo do armazem.
Ditos <* marcas mais desconhecidas, a cana-
da a 3*500 c 4*000 e a garrafa a 480 e
520 rs.
**ei
Vinho branco fino, a garrafa a 640 rs.
Dito de caj muito superior, a garrafa a
800 rs.
Vinho verde superior.
A caada a 3*500 e a garrafa a 480 rs.
Uiatua.
Saccas de 4 arrobas, a verdadeira de se
engomraar, a arroba a 3*000 e a libra
120 rs.
Sabao massa, a liDra a 200, 240 e 280 rs.
Farinha.
Saecas grandes con farinha deoianna mui-
lo aova, a 5*000.
Caf.
Cafe do Rio muito superior, a arroba a 8*,
8*500 e 9*000.
Cha.
Cha temos nestes gneros o melhor possivel,
hysson, a libra a 2*600.
Dito perola a 3*000.
Dito tuina 2*700,
Dito hysson muito lino a 2*800.
Dito redondo a 25300.
Dito preto de primeira qualidade a 2jo00.
Dito mais baixo a 2*000 e 1*600.
Erva mate.
Excellente cha medicinal, a libra a 320 rs.
Espcrmacele.
O masso com 6 tollas de espermacete a 600,
640 e 720 rs.
Passas.
Caixas de 16 e 8 libra de passas novas pro-
prlas para mimos a 4* e 2g500.
."ieies.
Nozes, a hbra 160 rs e arroba a 4*000.
Alpista c painro.
Alpi>ta e painco, a arroba 4*000 e a libra a
160 rs.
Cartas.
Cartas finas parajogar, a duzia a 2*500.
Castanhas.
Castanhas novas vindas ueste vapor, a arro-
ba 4*000 e a libra 200 rs.
Barns com r.zeitonas novas a 1*500
Manteiga.
Manteiga flor, a libra a 1*000.
Dila maisabaixo a SOO r.
Dita menos superior a 6lo rs.__
Dila franceza nova, a libra a 720 rs.
Dita dita em Larris e nieios ditos, a libra a
660 rs.
Dita para (empero a 400 rs.
Qiieijes.
Queijos dovas vindos neste vapor a 3*200 e
3*500.
Ditos londriaos muito novos, a libra a
1*000
Papel.
PapH almsc-o pautado, a resma a 4*800
Dito dito lizo de linho, a resina a 4*500
Dito de peso lizo e pautado, a resma a
2*500
Dito de embrulho bom a 1* e 1*200.
Vinho Madura.
Garrafas com o verdadeiro vinho Xerez e Ma-
deira a 1*500 e 2*.
Temperos.
Folhas de lonro. pimenta do reino, cominho
e cravo, a li1>ra a 4"0 rs.
Velas de carnauba.
Massos com 6 velas de carnauba refinada a
489 rs.
Amendoas.
Amendoas com casca, a libra a 320 rs.
Doce.
Caixoes de doce de goiaba, grandes a 1*400
e pequeos a 640 rs.
Tijolos de limpar.
Tijolos de arear facas a 140 rs.
Grana.
Dnzias de boioes de graxa n. 97 a 2*600, e
de latas a 1*000, e os boioes a 240 rs., ca-
da um, e as latas a 100 rs.
Charutos Gnos.
Charutos finos dos melhores fabricantes da
Rahia por diversos precos, caixas e raeias
Scaixas.
Dnarte Almelda <& 4., re
da o mala Hado e varalo
da presente estacao.
Manteiga inglesa
da safra nova vinda no ultimo vap>r a
rs. a libra eem barril a 800 rs.
Manteiga franceza
da safra nova a 60o rs. alibra, e em
stttOrs.
Amendoas
confesadas de lindissimas coras a 8Q<
libra.
Ameixas
Maeas brancas
1 para sopa a melhor que se pode _dcsejaT,
uperiores cassas de cores, e bodas ca.bra.as *"*.- .
rande vari* dt chita de cores, de percalia oniras aof., mi de
Par n#mbrii defenhera
ji~i..
a garrafa e de 405 a 125 a caixa, as mar
cas so asseguintes: Chamisso Filho,
F. A M., Nctar ou vinho dos Deuzes,
lagrimas do Douro eoutros muitos.
Latas
macarro, talbarim e aleiria a 400 rs. a
libra e 45500 a caixa.
Vinlio
Figueira J A A e outras muitas martas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
dem de Lisboa
de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e
2$800 a caada.
Idena do Porto
em frascos de vidro com 3 hbras bqu.d! engarrafado dos melhores fabri-
25400, muito propios para mimos. V^ da ^ dn ,i()rta {& l&m
Cartoes
com bolos francezes a 500 rs. cada um. ,
Latas
com bol admitas de soda de todas as qi
lidades a 15300.
Chocolates 5om 10 libras de.baFlha a- ?
de todas as qualidades a 15000 a libra. BolaCllinha lUgleza
Pipqiitii-aq incrlA7pq 115800 a barrica damesmaque
rresunios ngiezes %rendem a 25000 e 25400.
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambei, N"n7P<
temos velhos para 500 rs. liUZua
\ n i mais novas do mercado a ISO* Jt Dra.
ueijos flaraengos mais nnrpia8
chegados neste ultimo vapor a 256oo. >{ ,J, ,. no ,
Que! jos s melhores fabncantesje de todas as mai
chegados no ultimo vapor a 2600 cada um cas de 45500 a 5500 a duzia.
Queijo C-ARUTOS
londrino o mais fresco que se pode esperaremos xhom Pinto,. Reis e outros em
e de encellante maree a 800 rs. a libra meas caixinhas a 15500.
sendo inteiro e a 900 rs, a retalho. Arroz
GonSeiTaS in^lezaS Maranhao a 100 rs. a
as mais novas qne se pode esperar a 760 rs. y
o frasco.
Fkos
Lindas capas e bournoux de caseraira de cor.
Ditas de la e de seda. 1R.
(Irande variedade de soulenibarques de seda de l# a
4(il.
Manteletes de seda.
iuSeMor^s SSU e"n6 estampados finos, de chiffllr. .o. Urfra. d.
^^CamUnnarmodernas, .uavos brancos e d. cores, co.ieU, de cambra, U*i t--
linhas com punhos e outros muitos artigos.
Para cakee de seWra c eiino
Superiores chapeos e cbapellioas de palha de Iulia Mtads para nbor.
Ditos de feltro enfettados para enhora.
Ditos de palha enfeitados para menino. ^^
(.rande sortimento de endites modernos de retro*, de freco, de eaW-o e c ore .
Para^ar!da, columnas da ra do Crespo n. 13, de Aat^i. Corren t V;
los A C
de iioIIdio
1.800
em libras e caixinhas ricimenle douradas,
proprias para mimos a 900 e 15200.
Cha nxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qualqucr nao pode vender por menos de
35 a 25600.
dem perola
especial qualidade a 25700 rs. a libra.
dem hvssou
o mais aromtico que tem vindo ao nosso
mercado a 25600.
Massas amarellas
para sopa, macarro, taiarim e aletria a
480 rs. alibra.
CG\*AC
I o muito afamado CQSQae Pal Brandy a
i o. a KUliUld ti uc uuiioo """uro y
des a 1,000 e 8oo rs. a garrafa.
COPOS
lapidados para agua a 4,5oo e 5,ooo rs. a
I duzia, e a 440 e 5oo rs. cada um.
PAPIBL
almaco, greve, peso e de.outras muitas qua-
lidades de 2,2oo, a 4,5oo a resna do me-
: lhor.
Papel de botica
! de excellcnle qualidade a 25200 a resma.
PAPAS?,
azule pardo para embrulliode l,4ooa2,2
rs. a resma.
Corintliias
passas corinthias muito novas proprias para
podim a 8oo is. a libra.
Fumo
a libra, e 25500 a 35000 a ar-
roba desses que vendem por 35400.
CAF
I .l e 2.s sorte do rUo de Janeiro a 85f
l 85800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
ffiarrafcs
A 4 V garrafas com vinagre a 15000*
i garrafo.
GENEBRA DE LARANJA
dadeira a 15000 o frasco, e de tl#080
81 HIJA DO IMPER*DOBr8l
Secunda casa do lado direito indo do witeo do loII<\ino.
francisco ^Leile, tem a satisfaco de avisar aos m* fnfmm^m ^^T
nublico que, estwdo restabelecido de seus incommo.los de saude. ai ha-e n. n.
com um bello e bem sortido armazem de seceos e molhado* VTm orno Smpre capricho,, lerdas melhcres qualidades ofraocamenle afRanj.n 4 P^^
^dignarem comprar em sen estabelecimento,que all de rreerenc. a ootra f^f"
Z S'mais be servidos, em qualidade e pregos, como em pesos em. luto, no *,
sempreo annunciante foi escrupuloso, em summa, nao illude a P^^' .
! Aos Srs. de enge.iho e lavradoresqueo qye.ram honrar como s- '^j*
assegura que o producto de se laborioso trabaho sera n mis bem re|.. Jobo merca-
SSdesla pV para oquesejulga convenientetnente ha .,hla.ln,pela h>ng Jjj-J
mercial que tem exercido, sendo seus portadores.despachados com prc?tez... MfM ^
rem lielmente umprido as suas ordens.
i caixa.
DEM
de Hollanda
onfiawa. U-
arrega-5e di
n i regan-
endo'esle applicaolo compra de gneros em eii arnuiea.
NAMAIl fre-
Fornecor gneros aos Srs. agricultores enegocianU-s que Ihe m.-recani.
lo um abale ventajoso aos quepagarem a viste mmwnaAm*,* en.,
la de nunlquer genero do paiz. mediante urna mohra comni.sao, en
E g-rande qnantidade de gneros tendentes
a estes estabelecimentos, que deixam de an-
nunciar-se.
Pechinclia aem igual.
Lindos cortes para vestido de percales de cores
claras e escuras com grande variedade de padrees
pelo baratissimo prego de 4$ o corte: na loja das
c lumnas ra do Crespo n. 13, de Antonio Cor-
rea de Vasconcellos .
|HVC
Folha de Flandres.
Ven'le-se na fabrica da iravessa do Carioca rn.
, caes de Ramos, superior falla dt Flandres: f
ver e tratar na mesma fabrica.
P0T4SS4
Vendo-se potasa cm barris a comraedo prefo o
amada Cruz n. 23, primeiro anar, eseriptori:
de Antonio de Almeida Gomes.
americano em chapa a i emNaas de 2 arrobas a 55 a caixa e 60 rs.
o verdadeiro fumo
l.ioo rs. alibra
Vinagre
PRR em ancoretas de 9 caadas a lo.ooo rs.
cada urna.
Cebollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e l.ooo rs. o molho.
Alpista o Iraingo
o mais novo do mercado a 1 \y, rs. a libra,
0 45400 a arroba.
CEBLAS
muito novas a 15000 o cento na ra do Qne!
mado n. 7, ra do Imperador n. 40 e lar-
go do Carmo n. 9
GRAO DE BIGO
muito novo a 35i00 a arroba c 140 rs. a li-;
bra na ra do Queimrdo n. 7, ra do-
Imperador n. 40 e largo do Carmo n. 9.
QUEIJO SISSO
I frasqueiras de Hollanda a 55800 com
2 frascos.
GENERA
(Hollanda verdadeira em frasqueira a 6oo
t. cada urna.
PALITOS
oerdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza
2o rs. cada caixinha.
LICORES
jom urna duzia e a l.ooo a garrafa.
Marmelada
doxielhores fabricantes de Lisboa, como se-
h Abreu e outros muilos a Goo rs. a
lh,.
Pregunto
o verdieiro prezunlo de Lamego a 52o rs.
a libr\
ARROZ
MaranhaoJava e India, a loo rs. a libra e
de3,ooo,a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermaote de diversas marcas a 56o rs.
a libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
9 carnaaba em caixas de arroba a 9,3oo b
^aixa e 34o rs. a libra.
Elatatas novas
zendo
venda
promplo seu pr duelo, e
prescindir da commisso.
Dos seus antigos o benignos freguezes espera oannuncianle Ma liosa
qacntando como ouir'ora sua casa, e pelo reconhecimento que Ihes tributa Utere expon-
^^ clS^sa^iblicar a tabella dos precos de ,ous ^ = *-^~
rarantia sufficiente de poder accempanhar os menores precos de ** e MAM *
apparatisos estabelecimentos, lendo somente em v.sta o augmento de Mi ^nd*
diarias. .
Prevcnoao neeessaria.
Tendo sido 0 proprietario estabelocido moitoa anuos com
ci ni mesma ra, jolga prudente advertir ,|,ie so aflirma
tem declarado no aue disser respetlo ao armaafim.
Al I
Si
mesmo
respond
ramo de nep-
Hlisa ;
jj f]
Segunda casa do lado direito indo do pateo du Collegw.
Passas mnlo novas
em q-tos e inlciros a 2-> o quarto e 65500
a cai^ e 400 rs. a libra,
Choeolate
portugue^ mais especial que se pode de-
sejar a\8aVs. a libra e 140rs. o pao.
V'utas em calda
chegadas ult\nmente( pera, pecego, ginja e
outros mu* a 640 rs. a lata.
Nse.h casca da coiaba
a 600 e 15 o d&.
gomC-muito NOVA
em paneiros de 1 S arrobas a 35500 a ar-
roba el 40 rs. ^bra na ra do Qoei-
madon. 7, ruad%iperadorn. 40 c largo
do Carmo r. 9 ^
BOLACEAS
em latas de deferenle\flUEidades a 15200
3 I "i 1 1
QUEIJOS FLA\ENG)S
muito fresco a 800 rs. a libra na ra do chegadosneste u i timo va pc\ a 25800 na ra
Queimadon. 7, ra do Imperador n. 40 e do Qneimado n. 7, roay imperador n.
largo do Carmo n. 9 I 40 e largo do Carmo n. m
Os proprietarios do grande armazem o Verdadeiro Principal decs^n aos seus
freguezes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a comraodidade ^ todos es-
tipularam os mesmos precos nos seguintes logares:
0 Verdadeiro Principal roa do Imperador n. 40
NOVIDADES.
Qucijos do Alentejo. ditos das ilhas o mais fresco que so pode dese-
jar a 15200 a Hbra, c sendo inteiro ter algum abatimento, ricas caixinhas
redondas enfeitadas, proprias para mimo da festa pelo barato prfeo de 45
cada urna, ricas caixas de figos tambem proprias para mimo de 800 15500
cada urna. Vende-se nicamente no armazem Verdadeiro principal, ra do
Imperador n. 4.
,SM fe TOb\%i
d*
>ap
540061
LET&EIEO VfcROE. ^
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento comrfeto bM feiu A j
todas as qualidades, tambera se manda fazer por medida, i volitado ** conr.>r- .,
en es paSoque tem um dos melhores professores, assintcomo tamben temnri *
grande e variado sortimento de fazendas d/j todas as qualidades. para senioras,
S SempeannnnoSpreto, 355 305000 Ditos de setim pM .
Sobrecasacas idem, 305 e 255000 DUos de ditos e seda MJAAj
Paletos idem e de cores, 255, inKnA' 65 e
205, 155 e...... 105000 pitos de gorgarao de
Ditos 'de casemira, 205, 155, pretos e de m, 65. 55 f
125 105 e...... 75000 Golletes de fusto t bnm braE-
Ditos de alpaca, 55, 45 e 35500, co, 35500, 35 e
Ditos dilos pretos, 95, 75, Seroulas de brim de bal,
25400
55, 45 e
*' 00, *3 o.....,
S Ditos de brim c ganga de cd-
res, 45500, 45, 35500 e. .
j* Ditos branco de linho, 65,55 e
W-. Ditos de merino preto de cor-
% dao, 105, 75 e
I Calcas de casemira preta, 12#,
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz da melhor qualidade a
li5 a lata : nos armazens da roa do Im-
perador n. 16 e ra do Trapiche Novo n. *8
Vende-se superior vinho do Porto era cs.:xas de
urna-'dtttia : em casa de ohnston Pater t C, "ua
do \\gi9 a. 3.
Superior cal de Lisboa.
Vende-se superior cal t uis* J* a mais nova
que ha ce mercado, tanto em porcao como a reta-
lho, por barato p:\j. afian^ando-se aos compra-
dores uperior qualidade : a tratar as segnijUes
ras : Crespo n. 7, Imperador n. 28, Forte do Ma-
tos, armazem do Sr. Avilla, dcfronlo ^ trapiciio
> algodao.
"VhIio do Porto superior
om barris de oilavo e derimn, vende Antonio Luir
de Alboqoerqoe Aievedo & C.: nt seu escriptorie
roa a C/di d 1
105, 85e
Ditas de cores, 95, 85 e.
Ditas de meia casemira de co-
res, 55000 e. 4*000
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 45500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res. 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de coros, 35 e
Cohetes de velludo preto e do
-v-w e*
Ditas de algodj, 15600 e. .
35000 camsaS de pellos de l.ni.
** 45, 35 e......
Ditas de madap-'lo, 2550".
55000 25 e.......
Chapeos de assa, pretos fra:.-
75000 cezes, M| 95 e. .
75000 Ditos de feltro, 5-5. M, 3BW e
'Ditos de sol, de seda, 12*.
2JtOO
i*40u
8550O
25000
45000
445, 75 e
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda dnzia.
Sortimento complet de gra^
25500 tas.
25500, Toalhas para rosta, *ma, 1 '#
9,5 c......75000 Chapeos de sol. de alpaca, ^re-
cores, _
Ditos de casemira preta, 55 e 45000
Ditos de ditas de cores 55
45 e........35500
tos e de c6res.
Lences de bramante de liibo.
Cobertas de chita chineta.
45000
35000
25300
4-Eua Direita-14
b'nico depesito do rap sperial do fabricante
Isaac Esnatv ; afflanca a sua boa qualidade e ser
superior ao rap de Lisboa e ao rap ara frea, a
prova faz ft? : vende-se a retalho a 15 a libra, t
em porcao de 10 libras para mais a 80 rs.: tam
bem abre crepito aos compradores em conl
rente.
VarV de engeoho.
Vende-se urn\partc do engenho Itahenga
sito na freguezia\e Pao d'Alho: qoem a
9 pretender dirija so a esla lypographia onde
'" se dir com quem 1 dTe tratar.
Vinho do f%)r/> tfpenl.
O mais genero < Reunir \'ro do r rir. ar-
pas novas e especiar, em c;i*uha i* IS (arru-
fas, sendo, marrafbinlu dr l'-rtntal-a !-rr
a caixn, e marra- Pedro V-a I6J1; un p,rr3
far-sc-ba nm a!>ateraroavf| no ana>>ir ir ftr-
relra 4 Halbeu, i.nto aoarro 4a Cinmiitm.
66. No mesmo aiiraiem h lmlm wrailijp
vmhndo Porto em incrta- d* 1 yarr.-.fa* a w^
cada urna, e cu pota* pot *"< a goma c. a**
Tara
afcri.
Na psdaria d na Dircl*t4 ka par *ri,4rt
multo bonsbalaiosvindfi daiano. proprm tara
earregar bolacha. '
MELHOR EXEMPLR ENCQNTRADO I


$
'
\
i
\
Mj
1 *Jr
DUrU de reriailnf
INova liqoidac de faz noa al o
do mei, para fechar facturas tende-s nui
barato, por ser o nltime mez de testa, que
freguezes deven aproveitar : naloja e armazfi
da Arara, roa da Imperatriz n. ol, de Lourei-
(o Pereira Hendes Guimares.
Faieddas especiaes para senhora.
Vende-se ricos corles de venido de ia aMa
e!45; so no Vigilante, ra do Crespo Pia parasenhora de bonitas barras a 85.105,13J,
14f e lti o corle : na ra da Imperalriz n. o
O VIGILTE
Ru do Crespo n. 9.
O pallo vigilante tendo sidoiagraciado pelo pom-
poso Ballisa, t sua ordtrn j> da, e pela Branca
Aguia, apesarde que, paradles o Galloconi -eus
agudos esporftes nunca os oSAderA, antes os agra-
ciara na mesn ronformidad, para que o Baliza,
possa marchar en> frente, ^Branca Aguia possa
levantar >cu *6o,'levando no Jico as palinhas seu
nnh3;e o QJkllo Bcara^eqjeu espa^oso campo
"Uilannuncando a seus
avel publico
jeetos de milito gesto que
receben
dandfl de no o
bons fregueze e ao r
O grande sorfnienlo
acuba
isira
para
ricamente enfeita-
mu delicado mu-
llicas caixhas con
das para costra, pr<
Bino.
Kiquissimoj corresina*! com eadeados de metal
para guardar joias.
Hicas caiu i com este, eontendo todos os per-
tences para b niem.
RiquissinM v.dias flogindoperola.
Ditas rom i iciubo de ota.
Ditas de lia las cores t preta, de todas as gros-
soras.
Lindos adi> ecos com pedrinhos flngindo bri-
lliaulcs.
Bicas five*is para ron, de todas as quaHdades
e bra gesto
Bicos chati do ultimoslo de Paris.
(iran-e soaimeiito de lindos enfeites para cabo-
ja, seudodoiliimo gos%>e de todos os presos.
Flores mullo linas para noivas.
Luvas contadas e mwis de seda para noivas.
(liaposiDlos, sapatitto e meias baptizado. *
Hiquissim filas de (tas as qualkJades parala-
do, cintos etjnteiros.
Camisiohai e solInfoaj para sejihora.
Hiquissknos jarros e figuras para ornamento de
sala.
Grande sortimento epavatinhas tanto para so-
hura con>o para heme.
Luvas de Mlira branca e de cores.
Cascarrrllu$ile l>onmdres.
Tiancinhawealao e maravilhas para enfeites.
Transelinijfe cabellse de retroz para relogfos.
Papi'l arttisatle e de oMras qualidades.
Bolsas panjviagem.
Entreme*wte habadB*og de lindos padrees.
LencinnesdV linhp bordados.
Metas paraiomcm, senboras, meninos e meni-
nas.

Fitas de-vellido lisas eeom muame de todas as
larguras.
Tneoura*| caivetes de todas as qualidades.
Grande sonmento de sabonetes.
Lindos vatap com baoha para otTerecimentos.
CaixinhasMn seis frasaaiubos.
Essencias i todas as cualidades.
Agua ver* ira Florida.
Agua daCilania, em garrafas grandes, e em
rseos quadj dos egarrafiotias.
b Pomada til d todas as qualidades.
Superior
tamanhos.
Sahao ia
Escovas di
osso, para
Pentes pa
-em lie.
Ditos de
des.
Pentes d
Lizas de
oulros obj
iba em frascos o copos de todos os
em paos grandes e pequeos,
abo de madreperola, niartim e de
les.
fesembaraear, com friso de metal e
aruga e de militas outras quaiida-
Valtinbas.
Lindas voltiobas de perolas falsas com cruzinaas
lingiudo brilhautes, assim como cruzinbas avulsas
e volliuhas, pelo barato preco de 15 e 15200, as
cruzes avuls asa 400 rs.; so no Vigilante, ra do
Crespo u. 7.
Leques.
Blquissimos leques de madreperola tanto para
senboras como para meninas, pelo barato preco
de IU
n. 7.
GBANDE NOVIDADE.
S no Vigilante.
Biquissimos enfeites de tedas as qnalidades para
senboras e meninas, ehegades boje da alfandega.
Santo
Biquissimos sintos de fila larga e estreita com
flvelas grandes e pequeas, com brilhantes falsos,
cousa de muito goto.
Albuns
Tamhem chegaram os riquissimos albuns para
50 retratos, com capa de tartaruga e de mar6m,
cousa muito chique : s no Vigilante, ra do Cres-
po u. 7.
Goliuhas.
Biquissimas golinhas e manguitos, omelhor gos-
to possivel, a 25, 25500 c 35; s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Enfeites para senliora.
Biquosissim enfeites com lc e sem laco e de
outros.muitos gostos a 15, 15300 e 35: s no Vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Trancelins.
Lindos trancelins de eabello para relegie ou lu-
netas, polo baratiseimo preco de 15300, ditos de
retroz a 200 rs.
lialiadinhos entremeios.
Biquissimos babadinhos entremeios com lindo;
desenhos tapados e transparentes, pelo baratissimo
prego de 15200, 15500, 25 e 35; s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Cascarrilhas.
Grande sortimento de cascarrilhas de diversas
larguras, as.-im como galozinho e trancinbas pro-
prias para enfeites; s no Vigilante, ra do Cres-
po a. 7.
Fitas.
Grande sortimento de Utas de diversas larguras
e qualidades, por precos que admirara aos com-
pradores, havendo Otas largas proprias para cin-
teiros que se pod vender a 380 rs. a vara, e peca
de 9 varas a 25; s no Vigilante, roa do Crespo
o. 7.
Fitas de la.
Fitas de laa de todas as qnalidades, proprias pa-
ra debrum de vestido a 700 rs. a peca; s no Vi-
gilante, ra do Crespo n. 7
Ricos espelbos.
Biquissimos espelbos com moldura dourada
sem ella de 85, 105, 125 e 145, assim como cora
columnas de differentes tamanhos a 25,35,45, 55
e 65; s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Lindos jarros e ffuras.
Riquissimos jarros e figuras de porcelana fina,
para enfeite de sala, sendo omelhor posto que aqu
tem apparecido; s no Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Para pos de arroz.
Riquissimos vasos com henela para pos de arroz,
cousa de muito gosto a 156*00 e 25, assim como
paeotps s com os pos a 320 rs. cada om; s no
Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Perfumaras.
Grande sortimento de extractos e banhas,poma-
das, assim como de lindos copos ou vasos com dis-
tintivos e offerecimentes as sinhasinhas dos me-
Ihores e mais afamados autores de Paris e Inglater-
ra, assim como os grandes copos debanba japoneza
a 25 e a 15, assim como outros objectos que nao e
possivel por hoje annunciar, e vista dos.fregue-
zes se fari todo negocio; na loja do Gallo Vigilante,
ra do Crespo n. 7.__________________^^^_
riuas rabeas *e leilc
Vendem-se duas vaecae com dous hezerros, por
commodo preco : no? Afflictos, sitio do Sr. tnajnr
Barros : pan. ver e tratar do ajuste, de.marmaa-
at as 8 horas, e de tarde das 4 1|2 a: 6 oras.
Saabado 31 c liezembro de 16*4
Palifets dealpaka.
jpl Vende-se palitots de alpaka preta de 35 e 35500,
' ditos finos de cordo, lizas e brancas a 45: ra
0 da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Ao baroteiro da ra da Imperatriz n. !>C.
jVende-se seroulas a 15280, ditas trancezas a
MOOe 25 : e outras muito boas fazendas qneo
ftguez encontrar na loja da Arara, ra da Ira-
ITairiz n. 56.
COIV8ELUO
DE
*
e 165 o corte
loja da Arara.
A Arara vende a 2-iOO
Cortes de chita de cores fizas com 10 eovados
a 25400 e 35200 ; cassas de cores a 320, 360 e
400 rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 56,
loja da Arara.
Cortes de cambraia de salpicosa 2iO0.
.- Vend-se corles de -cambraia de salpicos a
25*00, 35 e a 45000 a peca, ditos de cambraia
fiza e fina a 35500,45500,55500 e 65,. tiras bor-
dadas para enfeitarves5ds-6 entremeios a 15 e
a 15200; na raa da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
Soulembarqnes a 7, 8, t a 16$.
Vcnde-se soutembarqne de laazinhas de cor
para senboras a 75,'85ea 105, dito de grosden
pie preto muito enestado a 205, 255 e 305 : rica
capas de grosdebaple a 205, 235, 305 e 335,. pa
liquidar : na ra da Imperatriz n. 06, loja *
Arara. I
A Arara vende de ceresa Ipakapara Ycstido-J
Vende-se alpaka decores para vestidos a 3()
rs. o covado, challes de laazinhas a 156ti0 e 15>
dito de merino a 45500, ditos IiBOsa 45500, 7je
85 : na ra da Imperatriz n. 36, loja da Arar;
Cassas da Arara a 280, 320 e -100 ris o cot.
Vende-se cassas de cores a 280, 320e 400 lo
covado, leugos de seda a 800 o 15 na ru;|da
Imperatriz u. 50, loja da Arara.
Laazinhas a Mara Pa a !00 rs.
Vende-se laazinhas a Maria Pia para vesios,
rom palmas de seda a 300 rs, o covado, dita/ de
cores a 320, 400 e 500 rs, ditas lizas de corefpa-
ra capas e vestidos a 560 rs. o covado, case
para capas de senhora a 15800, 25500 e 3
ra da Imperatriz o. 56, luja da Arara.
A Arara vende chitas a 210, 286 e 320rs.
Vende-se chitas de cores fizas a 240, e 2p rs.
o covado, ditas francezas a 320, 360, 440eJD0rs.
e covado, pereallas para vestidos finos a50je 560
rs. ocovado, camisinlias para seDhora a 1515600
35 e 45500, gollinbas para senhoras e mepas a
240, 320 e 500 rs., enfeites para cabecaMana
Pia a 15,15408 e 25, para liquidar : na*ia da
Imperatriz n. 56.
Balees americanos para senhora.
Vende-se baloes americanos, os melljres que
tem vindo ao mercado, de 20, 2. 30 e 3/arcos a
25500,35 e 35500 e 45, ditos de brillantina e
musselina a 45500 : na ra da Imperatrt n. 56,
loja da Arara.
Fazendas para homem.
Vende-se corles de caigas de brim p* bomem
a 15600 e 25, ditos de casemira a 35J35300
45500 o 55 : na ra da Imperatriz n. 51
AGUA FLORIDA
Deixai que os Huno d^ civiiiaac.au vu.- pregnem
economapara os pea II Esta parte do corpo
humano por ctrlo aquella que, tele cuna ue-
j cessita de maiur aasalho: pela humidade nos ps
! se iniroduz a grande maioria das molestias, e com
i estas a perda da saudee da vida 11 Fra com as
) bolinas e sapalos velbos; reforma-Ios
45-ftua Dereim-45
i Borzeguios francezes para homem
: Ditos inglezes idem a 85, 75 o
Ditos para senliora
Ditos paia mmina
Sa|>ates esmaga robra
Ditos de Nantes de duas solas
Ditos dito de soia e vira
Sapatos de borracha para senhoras
i Ditos de dita para meninos
l Ditos de tapete para bomens e
nlioras a 800 e
{ Sapalos de lustre para senhora a
i Ditos para rasa
I Chinelas ra*as dn Parto
se-
55000
65000
45MM
25000
K5M00
SJOOO
UiHK)
IA4O0
15000
I (HitI
15000
500
15600
LINDOS EXFE1TI9
Para senhora a Mari fia ea d ti
Chegaram-p.ua a.- lojwela B>i. ra
feiles a Marta Pu e a GanbaUt. i < -
mal liudus que lt ni viudo KM Httm > :i
novo-: as lojas do Beija Flor ra do ftei-o
n. 63 e til.
Sintos para senhora a M
Cliegaram tamliem Wm*J
pedia a Mana PM, <> mai- liin!.
nos que tem vindo : t nas luj-- c. 1
ra do Queimado n. 63 e W.
Pentes re tmtmQ,
Lindos peni s oe iarlarii|a i r**i<
mais iiiod.mos por serrm Ikl-h
apor : s na leja do Befan F*i :.. ifr
ido n. 63 t a.
MURRAY & LANMAN
liras
na
XARtPE'
deLABELONYE
Empreado com invariatel successo desde 30 unnot
peles Mdicos de lodos os paiids coulra as molestias
A itgtu flotilla ile Morray cV Lanman,
olhada comoiim s-rtigo de perfume, nao
tem podido ser igualada pelas prepararas
as mais ci stosas: cor serva seu aroma.corao .
r j_ j i .. ii t.n orgnicas eu nao orgnicas do coi-aca, as ditcrsas hy-
se fot malee pailc da prenda a que ella se 4rjpi,io t, mtior pae das molestias do p applica. Sua ellkaeia tO delicada, COtnO bronchios(pneumonas, ctorr*opuimonore.atlhma.
elegantes sao seos multiplicados usos, qner, *%^fX^1&^tiZ&
seja empregada COmO arligO de tOUCadOr, garrafas com rotla* de cor e fechadas com urna chipa
quer no uso dobanbo, ou como suavizador *
da pelle, depois que se tenlia feito a barba ;
loja
j para I impar as gengivas ou aromatisar o
balito.
D suavidad, brilho e elasticidade as
compleiroes, depois de se ha\er lavado; al-
livia a irritar;5o de erupcoes ordinarias; hi
desapparecer o desagrada*el aspecto dos
pannos, das sardas do rosto, rugas e toda a
casia de ebulices, e d vigor e frescura a
parte onde quer qne se app'ique. Sua efi-
ciencia e elegancia s3o igualmente infalli-
veis nos casos em que seja preciso app-
ca-la como estimulante e antisptico, nos
concursos e assemblas numerosas, nas lo-
calidades infeccionadas, na alcova de um
enfermo, assim como um antidoto excel-
ente para os desmaios causados por cansa-
r.o ou suffocaeo. Preparada nicamente
por Lanman Kemp, Nova-York, e a venda
| por Cao-s A Barbosa.
Joao da C. Bravo & C.
*r*il,i
a: 2.3 := O ^ ly.
i r r '
-
- .
Ir m

libras fstflrlinos
Vende-se qtiem as quiter comprar no armasen
n. 33, da ra da Praia, se dir quem as vende.
Venderse urna carrosa e um boi gordo :
quem pretender dirija-se a ra da Concordia nu-
mero a. 12.
taruga para senhora.
a e de alodao, assim como muitos
de poMo qoe seria impossivel men-
cinar, qu lPi^ta far f, s no Ga
ra do Cre ) n. 7.
Videos para vidraca.
Grande sortimento de vtdros de todos os tama-
o Vigilante, nhos : na ra da Cadeia, loja de ferragens do
Bastos.
Arara.
Roupa feita para homem de tedas as alidades.
Vende-se palitots de hrim de cores a p, 25500 e,
35, ditos branro a 25500, dit de linhrfino a 55, (
ditos de alpaka de cores e bramos a 3, ditos de
meia casemira a 45300 e."5, ditos deiasemira a
65,.85, 105, D5, 165 o 205, ditos d-franno uno
preto a 85, 105, 145- 165,205 e 30; calsas de
brim de cor a 25 e 25500, dita de d branco a
25 ditas dedito de liuho a 35500 c $, rolletes de
cores a 25, de brim a 25500, da asemiras de
cores e prelas a 35300 e 45, calsaste casemira a
55, 6a e 85, de meia casemira a 3{e 35500, ca-
misas francezas a 25 o 25500, de liho inglezas e
pregas largas a 35 e 35500, gravis de todas as
qGalidades de iOO, 800, 15 e 150, collarinho
de todos os tamanhos e muito bem Utos, para li-1
quidar por sertempo de feota : na/ua da Impera-
triz n. 56, loja da Arara. /
Colchas para cama a2!.
Vende-se colchas de chita pai/rama a 23, ditas
de damasco a 45- ditas de fuslf 5, chitas para
aebarlM n 130, 'JCO, 100 o **fl "*""" ""
ra da Emperatriz n.3C. loja f Aran,
A Arara vende Badipoiafs,d" **
Vende-se pecas de mada/5f> entad!,r *'3 *
peca, dito inglez de 24 iar/si>f..".
a
Ea PARS, r Baorhon-Vlllenenve, 10.
Deposito geral em Pernambuc ra da
Cruz n. ti em casa de Caros & Rarboza.
Qucijos do Aleutejo
Chegmi aos armazens da Aurora Brilhante no
largo da Santa t'ruz ns. 12 e 64, os verdadeiros
queijos do Aleotejo mnito frescaes, a libra a 15,
e esleirs a 900 r^__________________________
' Xovo deposito de sa^o.
Acha-se aberto um novo deposito de sabo na
ra do Raogel n. 34, na amiga fabrica italiana,
aonde os freguezes encontrarlo completo sorti-
mento de sahao de todas as quaHdades; assim co-
mo a vantagem qne enconlram para abreviarem a
qualquer freguez por ser muito perto, e o diminu
to carreto que tem de pagarem._____________
Assadeiras
Vende-se doce de caj seco e ; .., ^
mais barato do que rm outra qual-mer p<> >.
lo a retalho como em grande porra. pr-w<
de encommendas para fra da punan
precisar, dirija-se a roa Angosta n. til. a m
hora do dia.
Assadeiras de porcelana de todos os tamanhos :
na ra do Queimado n. 32, vendem Azevedo 4
Irmao.
Peneiras.
Receberam grande
ESCB1V0S FUGIDCS.
Fngio sabbado M de noven-I n>i
isado o esrravo pardo de noir.e Ar.;. i. t>.
tde 20 annos, ponro mais no n 11
naesseguinies : magro, altura rrgclar. n
sortimento de peneasde prido, nt tem barba e rom lo-i. i i i
r.
Machinas de vapore pa-
ra descarocar algodflo.
Moendas e meias moendas.
Taixas de ferro batido, coa-
do e de cobre.
Rodas d'agua, dentadas, e
de carroca com mangas e
eixos de patente.
RuadoBrumn. 38,fundi-
cTio do Bowman. ____
arante, proprias para padaria e pharmacia; na
ruado Queimado n. 32, loja de Azevedo & Irroo.
Brides de Ipojuea
As verdadeiras brides de Ipojuca : vendem na
ra do Queimado n. 32 Azevedo & Irmao.
Facas de cabo de unicorne e
marfim.
Vendem Azevedo A Irmao, na ra do Queima- \
fio n. 32.
__Vende-se a casa terrea edificada ha nove me-
zes, sita na ra da Soledade, com 2 salas, 2 quar-
tps, cozinha fra bastante crande. aiiintal nlanta-
00 V cai-iiut. un uuein a pretender (lirlja.se a
mesma casa n. 36.______________________
Panno de Itnho do Porto
Vende-se petas de panno de linho enfes-
Livro do Povo.
O livro do povo, obra ornada com estampas, eon-
tendo a vida de Nosso f>enhor Jess Christo, e mui-
tos artigos uteis. Este llvro das familias reeom-
mendado e approvado pelos Exms. rs. D. Luiz
bispo do Maranho e D. Manoel arcebispo da Ba-
hih, vende-se a 15000 cartoriado, na livraria de
Jos Nogueira de Souza, ra flo Crespo n. 2.
Vende se urna mulata moc.a, de boa figura,
que sahe bem coser, engemmar e rozinhar : a tra-
upaArlaV>> '" Unofirao, ,noio.ro 10
brado de um andar com portao de ferro a esquer-
da, indo se da ra da Imperatriz ou pra$a ea Boa- compensad".
Vista.
bexigas, falla branda, foi e-rrav.. t rt'u i
Joaquim Cavalranti de AlbuqiM
Aracuari da fregnrria de Barr I
nesla cidade em vender agua. | or. rr. i
e dias santos andava cato*, t \
chapeo do chile e hengalicra fina, ri.
intitulava de ser livre, qoandn fn^t, :
mas pessoas a quem venda agua, i r i,
arreiros, e que snmenie vi.luta >| i -
do nalal : roga-se as autoridad*- r- brtw -
taes de campo de o ippreherder.m r i i
entregar na rna do Qneimado n. 77 i '
Jos da Silva, qne rproippfnsar rrn> ?4>X.
No du ) de dezrnihrii de !m bf <
de sensenhor o escravo llerrulan. < r ri..
com 33 annos, alio, rabelb'S rarai..: k n
orelhas pequeas, tem apenas hig .!. e i :
nas e andar de quebra-mane, i. ndn n \,r m^itm-
do torio e saltillo para fra MN pMI l nava, -
p.>r isso puxa alguma ruusa p'U pnM ajHHM
anda, levi-u vestido ralea (.ranea r i
misa branca, levando chapeo de i
igualmente toda roupa qne postile, -m .- -- *.
ilar inri #! Mh ^IA-An -,.. .r ......
a ra Direita n. 54, que ser feni
urv*l, u,\u ur-irt ue i-ir-- _,,,.,, .. u,.>An---------- _
a 35500,n 230 a C530O/ 1^< *lJ 81io0()' lado de superior qualidade : na ra da bfl-
*f 95000, li i p. ijMZ j, n.^'J deia cscriptorio n. 47._________________
145apeca:al!.:ndaoz.nWnafcana mbw, w .,. MAnm BnnArinr m_
lUDfniestico a 75500, dito
pau fer?o aa85, dl'to'X 105, dito T a 105 c 125,
dito sicupira a 8530$' liquidar, i
Imperatriz n. 5(1, |ei/da Ara
.T. Keller ci C. vendem superior vi-
nbo linto de Bordeaux, tanto em quartola
como em caixasde duzia de garrafas.
Vende-se nma armaco de amarello em bom
estado, serve para qualquer ethelecmento :
quem a pretender dirija-se a rna Nova n. 50.
Albuns
para 20 at 200 retratos, muito bons e por menos
prego que em outra qualquer parte: na ra do
Crespo o. 4.
Fugio pela manha do da t* *> f r-
escravo de MMM Paulino, mm npw
tes : cabra, cara picada de levif-
dos, cabello rarapinho. MM rvfMM
corpo, mullo contorcido fior andar M
zendascom um caixeiroda ca^a "I"* w v
no C. : roga-se a MM r*ffr- i'
casa dos mestnos na ra do QMpa m. j. jt
generosamente recompensado
122
HKEMI0S DA I. PAUTE
i
LISTA GERAL
TE DA i LOTEIUA. A M> ^fflM SK"' DE ^ "" ,86' "" ^^ "" "" "^ ^ "
PllEMS.
65
I -
1 I -.
205
65
105
65
65
NS.
366
69
73
79
82
83
85
86
87
89
90
97
400
5
10
12
15
18
20
24
23
27
28
35
38
40
43
46
48
49
52
55
58
60
65
67
70
71
73
74
73
78
79
81
82
87
89
93
94
97
98
500
2
3
7
PMEMS.
65
105
65
205
105
65
105
NS. l'HEMS.
205
65
405
65
105
-
508
9
11
14
17
23
27
28
31
34
39
40
41
42
43
46
54
58
60
64
65
70
79
81
86
87
91
97
99
600
2
6
8
9
13
14
16
16
21
26
33
3S
4a
45
46
47
48
49
53
54
38
61
69
75
76
65
NS. PllE.MS.
105
65
NS. PMEMS.
NS. PKE.MS.
65
05
05
105
678 65 844 65 1035
84 47 36
85 48 37
86 50 40
88 51 41
93 52 47
96 61 50
99 62 405 51
709 63 65 54
11 65 60
12 _ 67 _ 64
16 75 65
18 81 71
19 82 73
25 84 105 74
27 85 65 75
28 0m 87 83
3* _ 92 88
33 -- 901 .94
34 10* 3 96
36 :65 6 _ 1102
40 8 ^^ 3
43 11 ^^1 6
45 18 __ 8
47 23 10
52 24 ,. i 23
56 28 __ 28
63 34 ^ .30
66 U M 31 f 34.'
72 105 44 105
75 65 47 65 J>
82 50 H 6
84 52 m 11
89 105 36 49
93 65 62
97 1:4005 63 J 32
98 65 64 3 53
99 65 5 61
801 _ 71 66
3 74 1 67
6 79 / 68
10 ^ m ' 69
11 ^^ 9* 70
16 ^^ 10* 72
17 _ /2 73
18 _ /* 80
20 _ 1 o 81
21 - 9 82
28 ,_ 16 84
29 _ 17 86
33 __ 18 89
.15 19 90
38 20 . 98
41 105 24 - 1204
43 H 28 5
5
65
105
65
1005
65
6:0005
65
NS. PHEMS.
1208 65
9
11
13
14
16
17 -
27
32
37
38
43
43 -
48 -
49 -
55 ~"
57'' -
:
68
69
71
73
79
80
83
86
88
89
92
94
97
99
1301
3
105
65
105
65
2003
.NS. PltEMS.
1354 65
57
59
61
6i

68
69
88
1403
4
17
27
28
29
32
33
34
33
46
47
49
52
55
57
65
69
78
NS. PltEMS.
105
65
4
5
10
12
15
16
24
25
26
27
29
30
41
42
43
44
46
49
51
205
105
65
82
91 105
1502 65
6
8
9
10 5005
14 65
15
17
18
22
24
26
29
31
32
39
45
46
49
50
54
35
58
59
64
15C9
71
72
73
75
77
86
87
88
89
90
93
95
98
1601
2
6
16
18
27
33
38
42
46
48
49
55
59
60
62
66
67
69
70
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75
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65
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6*
O escrivSo, Jos Pedro dar Nevtf.
Pern.Typ. de M. F. de Fari A flto1864.
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO [MOTILADO


r
8
LTTERATOE.
UKTOMA M IM CONSCRIPTO DE 1S13.
POR
Crctinaan-Cualran.
V
Tornei vjsttr-me na matar deaseperaofo c
Weroer chara u eofro. Eu j nao lava allcnro a
i i -a nenhuma. Nao sei quem fui que me ajudou
a inflar as mangas. Ja casaca. De repente vi-rae
na eca la, e jando CalbariKi me pergunlava o
qne se liaba pasado, soltei um soluno terrivel. Se.
a tia Gredel me nao ampara, cabla pela escada
abaixo.
Sahimos pelo lado da trazeiras c atravessamos
a jirafa [lequena. Eu ehorava como urna rreanca
.' Catharina tambem. Debaixo do abarracamenlo
da uira, paramos e abracamo-nos. Mnha ta gri-
lava :
Ladros!... nem os coxos eseapam... nem os
aleijados Querom tudo, lodo.. S falta que nos
I 'v 'ni tamben) a nos.
.'., intava-se gente, e o carniceiro Sepel, queali
c>. lava carne, disse :
Esta carta produziu
mo se fosse a primeira
m
J

DlarU Ae PereaHnco Na* arlo 31 le Dfzembrn de lUrat.
em mim to mu cfTeito co
vez que me allassem na-
quillo. Pareceu-me uifia cousa nteiramente nova,
e sentl-me cheio de ntlgnaco.
O Sr. Goulden, depo s de um instante de sil.
ci, disse :
Os Italianos partem hoje, s onze horas.
Ento Catharina, abaixaodo a cabeca para escon-
der as lgrimas, disse muito baixo :
Nao quero que possam chamar-te desertor.
Pois bem nesse caso arei como os outros.
Os de Phalshurgo e de Dagsberg partem para a
guerra: partirei tambem.
O Sr. Goulden nao fez nenlium i ohscrvaco.
Cada um livre, disse elle; mas alegra-me Ento, como se aco^dasse i
ver que fos pensa como eu. i grife'
Depois restahelei-eu-se o silencio, e s duas ho-' ~ E nao nei de ,orrtar ver Catharina ?
ras a lia Gredel, Icvanlando-se, pegou no sen ees-1 Sim Josi5> nas ^ ver respondeu com i
lo.-Pareca abatida, edisse-mecom muito carinh o trmula.-J preven! tua lia e Catharina, que u|
,.-,.- ,. tardaro ahi, e poders abraca-las antes de part
Jos, ni nao queres fazer o que te digo, mas, '. ,, .
im.n.. l Eu conhecia a sua a lliccao e anda me entero
t o mesmo ; se Deus quizer, isto ha-de acabar ce-! r "^
do. O Senhor ha-de permitt.r que voltea a esta ter- c,a ma,s> de mane,ra 4ue
ra, onde te esperar Catharina. ma0 nas la8rimas-
Ento Catharina, atirando-se ao meu pescoco, Ao cabo ae um minuto tornou elle
dcsatou em choros, e eu anda mais do que ella ; T Nao precisas de cuidar em cousa nenhuma]
de rnancira que o Sr. Goulden nao pode deixar de porque eu j prepare! todo. E quando soltare
chorar tambem. Jos, se Dens quizer que eu ande ainda por este!
Por fim.'Catharina e sua me desceram as esca- mundo, has de achar-me o mesmo homem. Estouj
das, e do portal ainda .magritou minha lia : velho. A minha maior felicidade seria ter-te sem-|
Vae ainda urna ou duas vzes anossacasa, pre commigo como Hlho, porque tenho achadoem'
Jos. ti o bom coraco e a boa alma de um homem de
Sim, sim, respond eu fechando a porta. 6enl- O que tenho seria teu, e viveriamos juntos i
J nao me sogurava nas pernas. Nunca tinha si- mui' Dem- Tu com Catharina seriis os raeus
Que pathelico instante sublime,
De saudade a ocioso, e d'amor II...
Abracava, um a um, meus amigos,
J partindo... ai de mim I Quanta dorl
me custava muito le>
Lindas almas, amadas, queridas,
ue causaos de meo pello a anciedade ;
Jf- Qne saudade de tos la taremos!...
[*- Que saudade Ai I Amor, que saudade I ?...
Vou me em fim, vez terceira eu dizia,
E- parava, entelado, chorando;.
' You-rae, em fun I Doce me... eis a hora I..
Mae... adeus... al quando< al quandq? 1..
II
Minha me... nao pude mais...
Nao m'o deixavam seus ais, V
Embargou m'o-o pranto meu "# ;
Sua dextra bu osculei ';:. "".'...'
Quiz falla*... balbucid,
Mais e mais pranto correa. /

Tia Grodel, cale-se, pelo amor do Deas I olhe
que a mettem na cadeia.
Que me importa ? gritava ella. Prendam-me
tn.em-me, mas heide dizer sempre flue sao uns
infames os ijue consentem estes desaforos.
Mas approximava-se um soldado da polica, e
nos subimos a'ali a chorar. Dobramos a esquina
do c 'f- Hemmcrle, e entramos em casa. Os visi=
olios que cstavam janella dlziara :
Ali vae mais um.
O Sr. Gouldeu, sabendo que minha tia Gredel e
Catharina jaulariam com nosco uo da da inspec-
jao, tinha matidado buscar ao c Carneiro de -Ouro>
um pato de rectelo e duas garrafas de bom viuho
de Alsaeia. Eslava convencido de quo eu la ser
immediaumeole sentado, e por isso iraagine-se
qual seria o sen assombro quando nos viu entrar
em tul afUicco.
Ento que isso ? disse elle puxando o bar-
rete de seda para o alto da cabeca calva, e olhan-
do para nos com olhos espantados.
Eu nao tinha forca para respoader-lhe. Atirei-
nn para urna cadeira desfeito em lagrimas; Ca-
tharina assentou-se ao p diram.com um braco
deitado cm roda do meu pescoco, e os nossos solu-
cos redohraram.
Disse ento a tia Gredel :
Aquelles ladros querem-n'o la.
Isso nao possivel I exclamou.oSr. Goulden,
doxandodescahir os bragos.
Mas verdade ; nunca s viu cous assim ;
aquella gente nao podia provar melhor a sua mal-
vades.
E animando se cada vez mais, gritava :
Nunca mais vira uma.revolucao ? Estes pa-
tfes bao de fazer sempre ludo o quequijerem ?
Ora varaos, vamos, Sra. Gredel, socegue, di-
zia o mea patro. Pelo amor de Deus, oo grite
tao alto. Jos, conla-nos as cousas com socego.
Elles engaoaram-se... nao pJe ser de oatra ma-
oeira .. Pois o Sr. maire e o cirurgio do hospital
nao dissemm nada ?
Gemondo, contei a historia da caita, o a tia Gre-
del que nao sabia nada dlsso, desalou em gritos,
orguendo o imnhos fechados :
Ah! ladrao! Deus permuta que elle entre
nm dia em nossa casa. Eu Ihe protesto que Ihe
arto a cabeca com um machado.
O Sr. Goulden eslava consternado.
E tu nao disseste que isso era falso ? Pois
.ra verdade o que dizia a carta ?
K como eu abaixasse a cabeca sem responder,
turnou elle :
Ai, rapases, rapazas I nunca pensam em na-
da. Que imprudencia... que imprndencia I
E passeiava de redor do qu.uto, e depois assen-
tou-se para limparos occulos.e a tia Gredel disse :
Pois slm I mas bao defv lo por um oculo.
Nao Ihe vale de nada a malvadez. Estanoutej
Jos estar nas montanhas a caminhar para a
Suissa.
O Sr. Gonlden quando ouviu isto, turnou um ar
grave, carregou as sobranlhas, e ^espondeu pas-
sado um momento :
fllhos. Mas conformemo-Hos com tudo. Isto nao
ha de durar muito. Tenho a certeza de que has
de ser sent do servco, porque logo ho de ver
que nao podes aturar grandes marchas.
Em quanto elle lallava, solucava eu com a cabe-
ca sobre os joelhos. Por flm levanlou-se, tirou do
do to desgranado; e anda hoje, quando me lem-
bra, nao sei o que sinlo c por dentro.
Deide esse da nao ti ve mais cabeca para cousa
nenhuma. Quiz entregar-me ao trabalho, mas os
raeus pensamentos estavam sempre em outra par
te, c at o Sr. Goulden me disse :
Deixa isso, Jos. Aproveita para passar com-1 ar.roari ura embornal de pelle de bezerro, e pou-
nosco o pouco tempo de que podes dispon Vae sou' sobre a raesa- Eu- completamente abatido,
ver Catharina e la lia. Ninguem me tira da ca-1s0 peusava na des8raca le ir eobon.
.beca que sers isento do servico ; mas quem sabe I ~ A l I Ha tanta necessidade de gente, que pode raui- ~* ludo ^ue te Preciso I doas camisas de!
lo bem ser que te nio isentes j. I,,abo' dous colleles de flauella e oulras cousas-!
Em Moguncia recebers duas camisas, e nao pie-'
l'ortanto, la todas as manhaas aos Quatro Ven-, csas de mais. Mandei fazer sapatos, porque sao
los.opassavaosdias-comGatharina.- Era grande j raut0 mus 08 dos asseotistas; quasi sempre
a nossa tristeza, e comtudo o ver nm ao ontro da-, COUro de cavallo que aquece horrivelmente os ps.
va-nos a felicidade ; diriaqne ainda nos amaamq3 (J que nao s muito seguro das tuas pernas, meu
mais do que at ahi, se isso fosse possivel.' lho, nao quero que t'eohas mais essa dor. Em-
Algumas vezes Catharina esforcava-se por cantar. [ flm.. .ahi est.. .ahi est tudo.
como no nosso bom tempo; mas de repente desata-
;
va a chorar. Ento choravamos juntos, e comeca-
Deixou o sacco e assentou-se. Fra ouviam-se'
va logo a tia Gredel a sua ladainha de maldic5es os Pasos dos Italianos que se preparavam para
guerra que desgraca a todo o mundo. Dizia que a 'partirem. Por cima de nos o capito Vidal dava
junta de inspeccao mereca ser enforcada, que to-! ordena. Tinha o seu cavallo no quartel das forcas!
dos aquelles ladroes estavam apostados a envene-!.mDB,'c'Paes> e dizia ao camarada que fosse ver se!
nar a existencia dos outros. Alliviava-nos nra"o tratavara bem e se Ihe tinham dado aveia.
( Cotinuarse-ha)
pouco o ouvi-lae achavamos que tinha razo.
A' noute entrava na cidade pelas oito ou nove
horas, quando se fechavam as portas, e via, ao pas-
sar, todas as vendas cheias de recrutas e de velhos
soldados reformados que behiam em magotes. Quem '
pagava sempre erara os recrutas ; os outros, com
os sebeotos bons de polica cahidos sobre urna
orelha, com o nariz vermelho e a velha colleira de
dina a servir de camisa, torciam os blgodes con-
tando as suas batalhas, as suas marchas e os seus |
dueljos com ar de magestade.
Nao se poderia ver nada mais abomtnavel do
que essas espeluncas cheias de fumo, o lampeao i
dependurado nas vigas ennegrecidas, e aquelles
ferrabrazes a beberem, a gritarera e a baterem nas
mesas como cegos, na compaohia dos mocos recru-
tas ; e mais ao fundo, na sombra, a velha Anna
Schnaps ou Maria Hering, de chorina torcida da
nuca, atravessada por um pente de tres denles, a
observarem tudo aquillo, cossando um quadril, ou
despejando una caneca sade dos valentes.
Passar a vida daquella maneira era urna cousa
ii.-mo |rti *'3 k1 rtJua pa iviiaa meu nloho.
sos mas nao faavia quem pensasse em trabalhare Cos da patria nsontios, que amei ;
cada um dara a existencia por bem pouco. A' Serra alliva' vergel de P^umes,
forca de gritar, de beber e de affliglr-se interior- Gralos> aos' qae ja "P**
mente, cada recrnta acabava por adormecer com a Mansos rios do lymphas sonora
cablea pousada em urna mesa, e os soldados velhos Doces fontes de puro cryslal ;
despejavam as infusas cantando: A gloria nos Vs, outeiros da patria vrenles,
c'"'ma- Arvoredos da plaga natal :
En, qejft va aquellas consas, dava gracas ao cu,
no mel da minha nfellcidade, por me dar gente PlntnsttgOS argutos da selva,
honrada que me amparasse o animo, e me llvrasse lluseas Uur" d campo odorosas
de cahir era laes maos.
Isto rontinuou assim at 21 de Janeiro. Havia
alguns das que grande numero de recrutas italia-
nos, do Piemonte e de Genova, tinha chegado ci-
dade ; uns entroncados e gordos como sab>yanos
O meu adeus a minha (erra, minha familia, e aos
meus amiyos,-que a ella e a esles ollerceo enr-
dialmenle, com especialidade ao meu estimado
irmo H. A. Afl'ouso, na cidade da Imperatriz
desta provincia, e ao meu lio J. T. de S Caval-
cante, no Catle, na Parahjba do Norte, poa oc-
frsiande separar-me d'clles para ir esludardi-
miiis na cidade de Recife cm Pernambuco.
Para agora opprimir-me tudo seergue ;
Tudo agora de encantos se reveste,
Para mais aggravar minha saudade.
Adeus, onde nasci, pobre cabana
Minhas tristes endechas serio tuas__
Meu ultimo suspiro vosso seja___
Adeus Adeus----; eu parto....
MagaLhej (Susp. Poet.)
Levantados, erguidos fraguedos,
Abelhiuas supls, inurmurosas
E' urna desgraca... urna grande desgraca...
porque Jos realmente coso... ho de reparar
iiis.-o mais tarde. Elle nao pode fazer urna mar
cha de dous das sem passar para a retaguarda e j
sem cahir doente. Mas a Sra. Gredel faz mal em
dizer-lhe essas consas, porque darlhe um mu
consol ho.
l'm mau conselho pois entao o senhor tam-
bem dos que querem que se mate gente 1
Nao, respondeu elle, nao gosto de guerra,
princi|ialment-(Pquella cm que cem mil homens
perdera a vida para a gloria do um. Mas essas
guerras acabaram. J nao para alcancar gloria e
reinos que se levantam exercitos, para defender
o p.iiz, comprjniellido forca de lyrannia e de
ambicio. Ilem boa seria a paz agora. Mas desga-
nadamente os Russos avancam, os Prussianos li-
gim-se co;n elles, e os nossos amigos Austracos
nio esperam seuo urna occaso de cahir sobre
nos. Se nao vamos o seu encontr, viro elles ter
comnoscii, porque como ejn 93 vamos lidarcom to-
da a Europa. E' urna cousa muito difireme ,as
Dossas guerras da Hespanha, da Jlinsia e da Al-
lemanha. E eu, apesar de velho, ^ra. Gredel, olhe
que se o perigo continuar e se forem precisos os
velhos da repblica, eu leria vergonha de ir fazer
rologios Suissa emquanto eulros derramassera o
seu sangue cm defeza da minha trra. De mais
disso, ouea bem o que Ihe digo : os desertores sao
despresados em toda a parte. Quem deserta, nao
lein mais railes cm parte nenhuma, nem pae, nem
uie, nem patria... Quera deserta^ a si mesmo se
julga incapaz de cumprir o primeiro dos seus de-
veles, qne amar e sustentar o seu paiz, mesmo
quaudoo seu paiz queira um mal.
Calou-se e assentou-se mesa com aspecto car-
regado.
Vamos comer, tornou elle depois de algam
tempo de silencio : meio dia. Senhoras Gredel e
Catharina, assentem-se acola.
Ellas asseotarara-se e comemos. Eu pensava nas
palavras do Sr. Goulden que me pareciam justas.
Minha ta morda os beicos e de lempos a lempos
olhava para mim para ver o que eu pensava. Por
fim, disse:
Eu c nao dou nada por urna trra em que
se recrutam os paes de familia, depois de terem
felto o in-'sin -. aos solteiros. Se estivesse no lugar
de Jos, nao rae demorava um instante.
Escute, minha tia; respondt-lhe eu, bem sa-
no que oo ha nada que eu mais ame do que a
paz ea tranquilidade; mas livrar-me fugindo pa-
ra oulras ierras como um heimatktlost (sem patria)
isso nao. Todava farei o que Catharina mandar.
Se ella disser que parta para a Suissa, eu parto I
ti>vam em descanso no quartel de infamara.
O capito das recrutas, que se chamava Vidal,
Presea brisa, que o ar embalsamas
D'essa trra, que viu meu nascer ;
Vou deixar-vos de vs me despido,
creados com castanhas.com o alto chapen apiad A Quem sab Sf J loroo JJ w ,
na cabeca encarapinhada, as polainas de burel, de
cor verde escura, e a jaqeta tambem de burel, Floros dias de magos enlevos,
mas cor de tjollo, e aperlados os rins com um cin. J4 logrados nos lempos d'aquem,
to de rouro, Tinham enormes sapatos e comiam Era teu seio, por mim, s me augurara
queijo na mo, absentados pela praca do mercado-! A tristura d'os tempss, que vem.
' Outros, seceos, magros, triguiros, truvam com '
'' as suas compridas camisol* s por verem a nev Ah Primores d' c<* d"ea 'erra....
nos temados, e olhavam para as mulheres com Meigas horas de mago scismar....
grandes olhos cheios de' tristeza. Todos os dias' Vou de,xar vos'! loa da Pa,r,a'
tinham exercicio na praca : ara completar as com-,S1 da nou,e'sem aim vais brilbar-
nanhias do 6a regiment de hnha a Moguncia, e es-1 Voc deixar-vos sitios queridos.
D'innocentes praxeres manso ;
J perd-vus, doces folgares,
morava por cima do nosso quarto. Em um homem iQue exPandieis mett coracio.
baixo, largo, solido, muito firme, e ao mesmo tem- a privaoca, que outr'ora eu gozava
po muito boridoso e homem de bem. Fot concer. Da amisade no grato festim,
lar o seu relogio nossa casa, e quando soube que Nos meus lares... (cruel pensamento \j
eunra conscripto e que tinha medo de morrer por Nao existe (meu Deus I IJ ja p'ra mim.
l, animou-me, dizendo :
Tudo est em se acostumar a gente. No fim Nao verei, por davante, as bellezas
de cinco ou seis mezo?, um homem btese e mar- D'esse clioia jucund: que sorte I !..
cha da mesma maneira que come o caldo. Ha Vau perder-vos, suaves dulcores
Bultos que se habitnam de tal maneira a dar tiros DeSfas virgens, as fadas do norte,
de espingarda ou de poca sobre o inimigo, que Vou ueixar-vos, mar, vento, e nuvens
qnando Ins falta isso teem-se por desgracades. D-6Se ainen0 paiZ) que adorei^
Mas o settmodo de raciocinar nao eslava no lNau [e 0|Vldes dt lllira nt;sla ausencia,
meu gosto, principalmente por eu Ihe er alguns O'serraua ; depois....al nao sei.
graos de;plvora cravados em urna das faces, os
qnaes se'tiham' metldo bem pela pello dentro, e Longes trras vou ver alem-mares,
que elle me disse serem de um tiro que um Russo Ver os campos, que relvam albures ;
Ihe tinha disparado mesmo ao p do nariz. Tal Mas bellezas, que eu deixo, que eu amo,
estado desgradava-rae cada vez mais, e como j Ah Nao vejo, nao vejo nenhures.
se tinhm^passado muitos dias sem novidade, co-
mfcei a cre'r. (fu ninguem se lembrava de mim,
como aquetie Bockel Jacob, de Chevre-Hof, por
causa da sna grande felicidade. A tia Gredel di-
zia-me todas as vezes que u ia a sua casa :Gra-
cas a Deus, parece que nos querem deixar era paz. E', que a patria se eu deixo saudoso,
Mas na manha de 21 de Janeiro, quando eu ia S a patria a deixa-la me obriga ;
sahir. para os Quatro Ventos, o Sr. Goulden, que Sun, por ella colhvr vou preceitos,
eslava a trabalhar com ar pensativo, volton-se pa- D'essa le, que a vrtude nos liga.
ra'mim cem as'hTgriraas nos olhos, e dlsse-me :
Vs, Eterno regente dos mundos,
Olha, Jos i eu ainda quiz que dormisses so- Outorgae-me este grato condo ;
cegado esta noute; mas agora, meu amigo, pre- ae; seU|ior,que eu a patria vollando
ciso que saibas o que ha. Hontem noute, o sar- No |he seja um ng|or0 zang5o
gento da polica veio trazer-me o leu itinerario.
Vaes partir com os Piemontezes e Genovezes, e Pasamento vital, deleitoso
uns cinco ou seis rapazes d'aqni, que a Khpfel, ,uda vem me est penaadocar :
Lerig, Joao Leger e Gaspar Zebedeu. Idea para E> iue a gente,que eu deixo sentido,
Moguncia. Sabe amor com amor compensar.
Quando tal onvi, senti fraquearem as pernas, e A|,as csas
assentei-me sera poder responder urna psriavra. O
Sr. Goulden tirou da sua gaveta o itinerario escrip-
to com b juna lettra, e poz-se a le-lo de vagar. De
tudo o que dizia, s me lemhra que Jos Bertha,
natural de Dabo, canto de Phalsburg, distrteto
de Sarreburgo, era encorporade no 6* de linda, e
devia estar no corpo em 89 de Janeiro, em Mogun-
cia,
Tudo deixo na trra da mfancia ;
Ah 1 Quem nunca deixa-la pudera !.
Duras penas eu peno ; smenle
Urna idea estas penas tempera.
Minha me... li iue suspenso,
Soffrimeuto intimo, intens,
Pungitivo me roia ;
la dizerMi___adens....
Por mim preces manda aos Ceus ;
Dor, pezar, maga dizia.
Minha Mi.. .Querida fllho,
Da virtude segu o Irilho,
Ella disse a solh.ar ;
Deus te abenco s ditoso.
Bem o vejo, vas saudoso ;
Nao importa ; has de.lprnar.
E as irms.. .ai I Coltadinhs...
Ei-las, quacf tristes pombinhas,
Arruinando a viuvez ;
As umbreiras arrimadas
. D'as portas meio-fechadas,
A abracar-rae, a um tempo tres.
Gementes ais tristurosos,
jFerem o ar, soidosos ;
iQuadro, assim, ah 1 nunca vi.: *
Choram ellas ; d'uma vez, *'
Balbuciam todas tws .
Irmo...adeus !...Eupart.
viin ; parte : dor insoffvol !...
foi martyno inexprimivel
daquella occaso
os fiis amigos meus,
hvae, pois, brizas, o adeus,'
(je me exhala o coraco.
Ptrios Cus, que en deixo quem,
treos prados, vs tambem,
Rjebei anhelos meus ;
Aras da tarde eiciosas.
Des a plaga suspirosas ;
Frieores gratos, adeus
Adts. som melodioso,
D jjde gaita mavioso,
Do ^Itor, junto a deveza ;
Ades, magoada saudade,
De pngente suavdade,
Que tas da tarde a tristeza.
Meusvdcnse?, antros, selvas;
Escute-os, loucos, reivas,
La dotlo, onde eu nasci :
Povo. Heus, que idolalrei,
Vs, floijhas, que en plantei,
Cujas fraancias haur,
Adeus TeiA|nS sr.cro-santos,
o..a., a Dr^ i,i,-iin~ uainua
Canta o mo(Wno lirael;
Adeus, Cruzas do Templo,
Vivo emblema Sacro exemplo
Dos tnuraphos\) Fiel.
Ades^tumulos sobrios,
Desengao aos fuRos
Passa-tempos da II sao ;
Ah I Quem, sabe, sea ossada
Minha, exange, ahaifcnada
Soterrareis n'esse chao't!

Do luar,adeus, candores
Namorados, adens cores
Das feituras d'essa trra ;
Adeus, gratas melodas,
Dos canarios algpmias,
Que meu patrio ninho encem.
Adens, prenles, amigos,
Vou correr tal vez, perigos
Ferreos ; esles votos meus
Vinde ouvir; com intensidade
J me vulnera t saudade,
Aceitae-me o extremo adeus.
Adeus irms amonsas,
Donzellas ternas, clorosas,
Eu vos deixo o corado :
Adeus, irmaos meus qaeridos,
Qne deixei entrestecidej
Na cruel separacao.
Minha me...E', pois, veidade
Que eu deixei te ?! Cruellade
Minha foi, ou votos teus ?!
De mim, nao ; tu me mndete.
Que eu partisse, me ordenaste:
Adeus Meadeus...adeus.
Tudo deixei : rjuao tyranna
Tenho a sorte !. .Mas, Serrana, \
Nao me esquecas; s fiel, \
Qne na volta as tuas plantas
Deporei mil palmas santas :
La teremos de niel.
Adeus, gralo Rio Grande,
Cujo amor meu pejto expande,
Ancho e pleno d'ufania ;
Es mui pobre ?isto que val T
Em ti raiou meu natal :
.Nao amar-te vilania.
Adens.. .Adeus linda trra,
Gujo solo pingue encerra
Mil primores, gracas mil;
Roga a Deus, que eu torne, cedo,
Ae teu gremio puro e ledo,
A gosar teu cu d'anil.
Macau, 21 de novembro de 1861. (De viagem)
A. A Affonso.
(Rio Grandense do Norte.)
e o vil pardieiro,
Es.-e adeus derradeiro me ouviam ;
Filho amadj) do ppvo, nao gemas,
S feliz, s feliz repetiam.
Niveos lencos, en'ao, enx'ogavam
Queme pranto, que os olhos gottejam ;
E eu bascara, suspiro soltando,
Lenir magoa?, que o peito corvegam
GM POLCO DE TUDO.
Hoje que morre um anno para os nossos leitores,
achamos qne Ihes seriamos agradaveis offerecen-
do em nomo do finado a seguinte :
A IIF.RANCA.
Deixae'me, charos leitores, referir-vos hoje um
cont, do qoal tiraremxs em seguida a moral.
Possa ella aproveilar-vos, c o cunto divertir-Tos.
Viviam n'uma pequea aldea de Franca, s
maigpns do mar, dous mancebos orphaos, irmo e
Inda ; eram pobres e habitavam juntos urna mes-
quinha cabana ; flava a irma e fjzia todos os ser<
viecs da rasa ; o irmao ia pesca, e apanhava
muitas vezes mais fadiga do que peixes.
Elle tinha sido soldado, havia militado sete an-
nos, e voltado sua trra cora gales de sargento
?o braco e sem vintem na algiheira : era alm
disto um moco activo, Intelligente, ambicioso e
muito crdulo.
Com todas estas qualidadesedefeitos, vida mo-
desta e tranquilla da aldea nao podia cnnvir-lhc:
aspirava portanto fortuna, julgando, como tantos
outros, que ella d felicidade !
Assim, no flm do alguns metes, resolveu deixar
o paiz e ir ao longe procurar riqueza.
Trabadle ouvido dizei qne muitas pessoas po-
bres, como elle, que haviam partido para as lu-
dias, tinham voltado millionarias j|iic de simples
soldados se tinham tornado, nesse, paiz anda se-
mi-selvagem, generaes e ministros da guerra : es-
ta perspectiva tinha para elle alguma seduceo, e j
nao obstante os rogos e as lagrimas de sua irma,
partiu finalmente.
Deixemos de parte os enfados e os perigos da
viagem.
Depois de muitos mezes de navegaco, chega s
Indias, procura, corre, informa-se e araba por sa-
ber que no interior do paiz, um pequeo soberano
como ha tantos nessa regio, quer reorganisar seu
exrcito, e para este fim procura ura oflleial eu-
ropeu.
Eis a caga do que eu ando, exclama o nosso
homem ; oflleial, sargento, pouco importa ; estes
selvagens pouco entendem disto, e eu me farei pas-
sar por capito, par coronel, por general, se pre-
ciso fr.
Nessa mesuia tarde poz-se caminho, para ir
offerecer seus servicos esse soberano.
Depois de ter perdido mais de urna vez o cami-
nho, "e escapado do morrer de fome e de calor,
chega finalmente a capital do reino indicado c per-
gunta.onde reside o re.
AtraVessando a cidade, tica sorprendido de ver
a quantidade enorme de corcundas que uo cami-
nho encontra : corcundas por diante, corcundas
por detrs; ha-os de todos os sexos, de todas as
edades, de todas as dimencoes ; nao se via seno
corcundas, e o pobre moro dizia comsigo mesmo :
Valha-me Deus I acaso estou eu no paiz dos
camellos ?
Giegado porta do palacio, a vi-la soldados que
eram todos mais ou menos deformes.
Que queris 1 Ihe pergunta o porteiro.
Fallar ao rei; sou oflleial, diego da Eurapa,
e venho olferecer meus servicos Sua Magestade.
Tenha a bondade de voltar, senhor.
Eu, voltar. E porque ?
Quera, ver-vosas costas : nao tendes corcun-
da, podis voltar : o rei nao aceitar vossos ser-
vicos !
O nosso here pensouque o porteiro eslava zom-
bando delle, mas o outro lallava seriamente.
Admirac-vos do que vos digo, proseguiu o
porteiro, e com tudo nada ha de mais verdadeiro :
nosso soberano corcunda, e nao quer ao p de
si seno corcundas; por isso que os vistes em
to grande numero na cidade : com urna corcun-
da podis dellc esperar tudo : mas sem ella nada
absolutamente conseguiris. S vos resta urna
cousa a fazer : ir ter com o medico, e pedir-lbe
que vo's-torne corcunda, elles teem neste paiz re-
medios para isto, porque mais fcil entortar um
homem duque eudireita-lo : logo que esliver fela
aoperaco, voltae ao palacio, o rei vos receber
de bracos abortos, e vos afllanco que antes de seis
mezes soreis ministro da guerra.
O pobre moco retirou-se desanimado : a fortu-
na c o poder tinham bastantes pncantos; mas urna
corcunda...-era puro. Emflm a ambico O ven-
cen i segua os conselhos do miiilar ; foi lr com
um medico, tornou remedios, carregou grandes pe-
sos, desloe tu os ossos, tanto fez que no flm da al-
gumas semanas estava desforme para sempre, e
gosava de urna corcunda capaz de fazer pasmar to-
dos os reis corcundas. da trra.
Nesse bello estado apresenla-so de novo ao pala,
ci, pede urna audiencia e a obtem.
J vos disse que elle era intelligente, o o rei es-
tpido ; o pobre soberano deixou-se porlanto enga-
ar vontade pelo inculca/lo o/ficinl europeu, e
conferiu-lbe incontinenti o titulo de general em
ebefe de sus exercitos, que r.a verdade se com-
pnnham de alguns mil homens.
Eis pois o nosso hornera feito de sargento gene-
ralissimo, o mendigo OJalgO, tendo palacios, car-
ruagens o criado*. Isto durou alguns mezes ; mas
a hypocrisia nao tardou em descobrir-se.
O soberano declarou guerra ura principe vizi-
nho que tinha um verdadeiro oftkial europeo : o
pobre generalissimo soffreu com seu exercito urna
completa derrota, e lemendo a colera do rei fugiu
quanto antes, levando apeuas de suas grandezas a
roupa do corp e a corcuuda, que se Ihe tinha tor-
nado companheira inseparavel.
Errou por mullo lempo ao acaso, rellclindo so-
bre a inconstancia das cousas humanas, e soube
por lim que a 50 ou GO leguas d'alii o re de um
estado viziuho procurava egualmente ura ollicial
europeu.
O cu seja bemdito, exclama o no*so here ;
o une cora urna mo me tira, com outra me res-
titue I Ei-lo de viagem para esta nova aventura
Desta vez nao mais o numero dos corcundas
que o unpressiona, percorrendo a capital do novo
reino ; mas sim o dos torios; havia os em todas as
portas, e era a cousa mais rara ver um homem go-
sando de ambos os olhos.
Vae ao palacio do rei, succede-lhe a mesma his-
toria da vez precedente.
Ore lorio, Jhe dizem.'s quer torios em
se servico ; mandas furar un'olh, e seris bem
vindo ; mas emquanto os verdes ambos, nada es-
peris delle.
Perder voluntariamente um olho era ainda mais
dure do que ganhar urna corcunda, e o pobre mo-
o teve por vezes lentaco de mandar tahua to-
tes esses principes estropeados e do voltar Fran-
ca tao pobre romo antes.
las de um lado era a miseria que o agullhoa-
va, ie outro a ambico que Ihe dizia aos ouvidos
urna nlijdode tulices e de proraessas engaado-
ras. m summa, cedeu eljeainda, mndou furar
umolhotfa maneira mais propriade pouparlhe as
dores, e presenleu-se dianle do rei, que Ihe fez
umgennw acolhimetto, o encheu de honrase
favores, c s^julgou senhor do mundo com um to
grande homem para commandar suas tropas,
Desta vez anda o grande hornera improvisado
gosou por algm tempo de sua brillmiie pusicao,
apesar dos suskros que Ihe arraocavara muitas
vezes o olho pedido e a corcunda muito bem
adquirida; mas urea vergonhosa derrota ou Ho
sel que outra asncif Ihe attrahio em breve urna
nova desgraca, o quMempre aecntece nessas ele-
vares repentinas que ada justificam, e que sobre
nada se baseain!
Desengaado o rei dopnceito que havia forma-
do, despiijou-o de seus berts e ttulos, e desperti-o
de seus estados n e pobre como tinha entrado, e
o nosso aventureiro aclunvse ainda urna vez' a
pontos de murrer fem.
Nao vos enfandarei, meu? amigos, com rela-
tar-vos urna terceira tentativa que elle fez e que
teve o mesmo xito que as duas precedentes;
dir-vos-hei somenle que desta ". corr esperan?
-i.i
a : que svu irm->
eroahecr prfribn
le cota rror. Uii
que boem ele
soa *, e au fse
rumbee-i-
do insinuarse no hvor de or soberano n-gn>. *>
qual vinha oerecei Srnvf madra-*' Un-
gir de negro, mas j m yir|e' ^ a -y. ^
ficou impregnada ** f(tf t',lois M o,a* e
sabes do mundo uo pUUeran ir Teme>o alr
fim de sens da.
Depois desla tercira exprncia lio infria : -i
como as procedente. fneo w flm a nnfrm o
,1,-.Macado, ou ante. oiio, tao; (MH rrkem-
deu a loucura de t% *nili e ^ mii ,$*
ambico. e fMumifie 0 meltor que d-vu la**r
eravnliar a sua irn, a stajo^r na e
sua aldea natal.
Tornou, portaaUM bascar per>am''ni
obteve um lugar giunu, ao roru e t
que voltava para a Pfan.i. e 4ixuu a* !*'
levanda apenas das '-x^ viagess orna inwia.
um olho de men? t aiaa pe1 nefTi cayan >
metier medo.
Carregado deste t|nj fardo iestmUrnm rtk
em Franca, e mendiind. 0 pao le p.>rta rm anc-
la, de aldea em aldc vn,H ao paiz nal.I qiv a
muitos arinos ja hav; \ junado
Corren a calan:nje aperan enr<>mr
irma, mas soube -,.,,]_, na nuva m, afti:
que tinha recebido ina rica herata, rom a aal
nao conlava de m i a un. e l4.n>va um rtro
castello naquellas l> njnn tades: fia tinta, ajua
tarara, um irmao q |.,nio para""a< ladias ha
muito lempo e de qum i,,, annuncaram a morv :
porlanto ella receb- ioja n-ranCA de que i a
nica possuidora.
O nosso here na espern qne le repeti*sai
duas vezes esta hi-l ia. a furtuav que rom l?a
los traball.os tinha pr-uradj nas indas .em pnw
alram;a-la, achava boln-, eVie .sea e-|
trra natal!
Eu vou j e ja le mi minh. irrui. !(-'
elle; ella sera feliz ern t ruarme |#r, dm nr-
mos essa rica hcranr.i. i tj meiadene perteare t
seremos os oais Man d mundo !
No instante em que di, a &i*s casa e ataisav
mais alada, corre ao rt*aja da ra, ao
corre, chega, manda al.nr pwrta e ee pera>i-s:V>
de fallar a dona da eva
Ao aspecto desta e me juigam os cread \ f mies uc ato Ju iHae
um hornera e fecham-ib- a porta > nariz, gr:
lando :
. Minha ama nao o aaraa
O nosso hornera ario-j insiste, f ia. ameaca
tanto faz que fmaliin u mtroiuzfj no mietr >
do ca>tello.
Ix)go H aprsenla un nhora; xnahece eH*
sua irin.i. nao obslan-- .(ar ella r.imie vesti-
da, e nar saliar-lhe *j p>coro dizeda.
Minha irma t
l'orm ella recua e-p^uda, di a grito e aV
pergunta o ipie quer I
Diz-lhe elle como s- ra
que voliou das india-, -ij
te; porm ella se afla-ia i
por um mendigo a'U*
texto para iMroaVnr-*c
neste negro lorio o c
irmo:
Vs, meu irmi' Ihe disse da; sois asa
impostor! Eslou bem rerU que a*, pobre umLt
morreo nas indias; deran-me esta niiria; e *Ueai
disto, acaso era elle trii ? era argro ? ra
corcunda 1 nao, nao, inm irmo ti ka auUr*
olhos era dirclo e bem (it, tiaaa pelle breara.
e seria preciso que j livesse anca para lo-
mar-vos por elle.
Debalde in
lensou-se, c como eoai cJ -Uo aereoar <|u ma
homem se lomasse c rcuoda emtataanau-.
fosse mudado em negr. Je ura dia aoatro ?
F(d elle, porlanto. v-rnmhixameo. esptt'* *>
castello de sua irma. i aura de ter nenio rhexar
a cidad" visinlia, ond<- ijueria arava aefc ir*
nai.-i su.i idenlid'de, c ii def-ille<'i>. > rsiaaaka,
e morrt-u d- miseria i de desesp^cau a'iuaa
cabana visinba I
Tal meu cunto, car leilores; vegadaim ra-
lo, m jamis o liouve. nas que por i- ai> aaor-
ra menores verdades: porque esta anana, qn*
acabo de roolar-vo-. ib! lalves anurv J
mullos de ir !
l'.oui rffeito, todo- nas temos ira aeraara
receber, e que heraora .' A do eada partean e
da eterna felicidade! Mas para oUra pr-i-.>
qne No-so Seaher Jeras (".bristo. ara> iraala
ni--.i JHI7, nm reratis-y;* no ulliavS> por *
irmaos e diguos rolo-r leu
Ora, nos ararararaanajai procedVri rorao e>e
pobre insensato, cuja atMaria acabo 4 fasar-v-.
inflamraado pelo am i : i- riqueza^ UV>
res, opiirimidos pelo re-[ -iin human bus i
zainos em diswrdicar o- dons que I-* mu* avia
feito, a equidade do rorac-io, as luzes j
iia e a innocencia baptismal !
Nos deformamos, c-gamo-itus a poda, i
mos a pureza de no i alma, detftguiat* a N*a-
gem de Deus por File i< -u em no-, tnph 11 arfo
para agradar aes imp -. >*inl>riagaa:>-na para
agradar aos bebados, d... int i ion agradar aaa
libertinos; em flm. la! pial rara iV-r^.-i. r.r-
cunda, lorio e negro, para agradar ;u.- r. mgra,
turtos corcundas, caja afleico rile *>iu ma-
quislar.
Pois bem culpadi- o loucos ror e!l ara-
mos como elle, e ojoaada mjmm IM nn apra-
seularmos con. Msaa iim toda dt-Mrada e maa-
chada na presen; ia asaa lanft MX l
quando quin-nnos reclanur n** qiab.-vi 4> re-
lele heranca, rasfandar-aua-fta Re. mmm bis-
lona que anida ha pance *M relena
Uetirae-vi,s t mim. eu au val'h^e.' Ka
vos tinha feito chri-i- vu tiatMJks nm rra-
cao recto, u.na inlelli-.-nri.i .'clarre- | -I tai
divinas da fe, urna porcia cesaste afcni^ii.Mim. e
agora dame de ajara ranflpBaajaBi rara ajara
alma deluipada petas paixa, j,
polluida por aaravMl maserial: m, u
mi-us discpulos, meu. c.h.'rdeir*.aeu. iraa
taes quaes vos tinha feito pela gr,,;
cipareis da minha laman !
Tal ser a sentenca dus impos, it Bao avo**,
nao e assim meus caros leiior,-s nj.i. < prr-
estes a praca, tornarles a aibpnr : wt* 4e-
via.-les do Iwm caminho, i airar m-^-.
vosso coraco iornou->e reno, atr mu m
olhos s luzes da f, raraa alma. a% irn fm
ment, recodrou a ii>norencuila[arta baari-oaa,
e quando vos apresenUrdes dian> lo fia ltea.
em vez do urna palavra de repruvaio, dir-v.-h.-i
Elle com divina bran lura.
l'/n'/c, rtrolhiilo* #j m*M Pet. t*m*e pms--
deste reino aw ros hei asaaaPaBa ''i
dade.
No Bazar Volante l-se o segum :
Mamtei-o chamar, aatap, qn- i
me pode salvar. Eslou iraca, ninsaho p
sangue. Com franqueza, pote rar te ?
_ Sou franco, miub i seahora. / verUV aaa
nao lera pinga de sango*, pr ierra- aai
grada, mas tenha pacieocia, hei btn+rali arada
e muito.
: i
Por tres A principiara ra ires !ip.vrs aa
fataestem sidoao iraaN :
- Abcnteen, Albardo. Abraate-
Por tres E prior-raiii lre< paajrM *! Bii- Ir-
riam livrado MaaHrai huimlhar.,
Esquadra, E.-tradas. K-U.ii-
E' forga c,)nf.-sar que a lefrao-a --.a;-
nhusa!
a
Ento com que Patricio | ,*-il goveraa-
do [i- Nao ha remedio seae *er*<" V*
ta de casa, embora j u-a.l-.

O BB*SII. E o r-AB-uU>V
.Veai raaam
venha para ca, Sr. g-uipii. *"'
urna lico tremenda, tanaaia] fi*"d.i r
- Soccorro, caballero, sansabre jai.-re
t) rkoranJ'
na>: larga al
la
..ud-r
pegar ; mire que sov um
Amigi, doy a BaM ,in
mim, sino..., l,ted me rr
:
.._. *
hcpdeai IrfMla.
lenrr- Nao ka
Ql'KST.tn ORIC
Pobre velha I K-i
Nem o pequeo num.ro di-
que icitins, nem a n- ia no lira de .ontas de-ie leiladedarr.
remedio, pois. seno rhamar Un Vu aV .-rara
escola.
Ei-lo que vem.
...
,, __ coimgo de Mi.xl-ra.
U)tnprei e*te ruriir pan laaar >-2>eia.
e creio que lomei urna andlba .te" Tr "a
mumunos nio aaVr-^aas aarsiara \*> >ara>
de mi/./iinr.. e isio o dial*., par, beai dira-
cil PEH>(AMMl^l^vmrr."r1bKF.* IJIO
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
7
MUTILADO
.


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