Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10526


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Full Text
AMO U. HOMERO 270.
Por tres aezes abantados 5$O00
Por tres mezes vencido 6JJUUU
Porte ao correio por tres mezes. 75U
VVM 24
Df
N0VEMBR0 DE 1864.
Por asno ad'aatado.....49$ljOO
Porte ao correio por om anuo 3J9UU
NCAMEuALGS ja aUBscRii-CAO SU NUfcUE
Parahvba, o Sr. Antor.io Alexandrino de Lima;
Natal, a Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,o
8r. A. de Lemos I raga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, es Srs. Manoel Pinheiro & d; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
INCAHREGADOS DA SUBSCR1PCAO NO 8L.
Alagas, o Sr. Claudino Falco Dias; Baha, o
rr. Jos Martins AI ves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
riera Martins Gasparino.
t-AHTlLA DO filAFJStrAS.
Oiinda, Cabo o Escada todos os dias.
lguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruar,
Aitinno e Garanhuns as tergas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazcira, Flores, Villa Bella, Tacarat.Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros.Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
lina de Fernando todas as vezes que para aii sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao y, dia.
EPHEMER1DES DO MEZ EE NOVEMBRO.
6 Quarto cresc. as 9 h., 33 m. e 2 s. da t.
13 La cheia as 3 b., 13 m. e 36 s. da t
21 Quarto ming. as 4 b., 56 m. e 56 s. da m.
29 La nova as 4 h., 57 m. e 26 s. da m.
PRSAHAR DE BOJI.
Pr.meira as 11 horas 42 minutos da manhaa.
Segunda as 12 boras 6 minutos da Urde.
paH*Da ros vapores costfro.
Para o stal at Alagos a 6 e 25; par o corte at
a Granja 4 7 e 22 de cada me?; para Fernando nos
dias l4dosmezes dejan. marg.,maio. jal. set. enov.
I PARTIDA DOS OMNBUS.
Para o lecife: do Apipucos s 6 Vi, 7, 7 Vi. 8 e
8 V* da mi; de Oiinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6 >/j da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; da Bemfica s8 dam.
Do Recae: para o Apipucos s 3/, 4. 4> V* 4 Vfc
S, 5 y,, 1 % e 6 da tarde; para Oiinda s 7 da
manhaa e 4 '/. da tarde; para Jaboatao s 4 da
tarde; paaCachang e Varzea s 4 Vida tarde;
para Bemfica s 4 da tarde.
ADiKNC DCS TR1BNA83 DA CaPITAL
Tribucai do commercio: segundjs a qoict?.s.
Relago: tercas e sabbados s 10 boras.
Fazenda: quinta: s ll) boras.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito da orpfcos: tercas e soxtas s 10 boras.
Primeira vara do civel : tarcas a sertas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas a sabbados a 1 hora
da tarde
DJA8 DA MANA.
21. Segunda. Su. Honorio < Helio* ro mm.
22. Terca. S. O r lia v. ni.; S. Pitean n m.
23. Quarta. S. Ckineote i>. o*.; S. hVii.i l.-Je m
24. Quinta. S. Joan da Cruz c S Vnrianu ab.
2.'. Sexta. S. Galbanas v. ni.; S Etsmm m.
26. Sabbado. S. Pedro Alesandrido l.. m.
27. Domingo. S. Margarina Ji; Batoja v.
AS81GNA-8I
no Radie, m a livraria da praga da Independen
ca ns. 6 a 8, dos j opriaurio Manoel Fiem-ir,
de Faria & Filho. rt'
PARTE QFFIC1AL
G0V8RI0 DA PROVINCIA.
niixisterio da i azkvda.
DECRETO *. DE 21 DE OUTl'BRO DE 1864.
Regula ocamente a emissao de bilhetes e outros
escriptos ao portador.
Considerando quanto importa reprimir o abuso
da emissao dos ttulos ao portador nao permitiidos
pela legislarlo em vigor ;
Vista a minha imperial resoluto de 5 do cor-
rento, proferida sobre consulta das secgoes de fa-
zenda e juslica do conselno de estado; e usando
da aitribuigo que me confere o art. 102 12 da
eonsiiiiiigo do imperio; hu por bem decretar o
sepuinte:
Art. A emissao de\]etras, notas promiso-
ria*, crditos, bilhetes, vales, fieas e quaesquer
outros ttulos, papis ou escriptos que contivorem
promessa ou obrigago d valor recebido, ou de
pagamento, por qualquer causa, com prazo ou
sem elle, a pessoa indeterminada ou ao portador,
ou com o nome deste em branco, nao pode ter lu-
gar sem aulorisago do poder legislativo. (Le n.
1,083 de 22 de agosto de 1860, art. I." $ 10.)
Art. 2." A emissao ou conservacao em circula-
cao de qualquer dos ttulos, papis ou escriptos
mencionados no artigo antecedento sem aulorisa-
cao da poder legislativo ser punida com a pena
de multa do quadruplo do valor de cada um que
fr enjittido, a qual recahir integralmente tanto
sobre o que emitlir como sobre o portador. (Le
cit. art. cit.)
Paragrapho nico. Exceptuam-se das disposlgoes
deste artigo :
1.* A emissao dos bancos de circulago autori-
sada pelos seus estatutos approvados pelo poder
competente na forma da legislagao em vigor ;
2 o Os recibos e mandatos ao portador de quan-
tia superior a 50S000 passados para serem pagos
na rnesma praga em virttido de contas correntes.
(Lei cit. art. 1. 10, 2.' parte.)
Art. 3." Os ttulos ao portador, a que se refere
o n. 2 do paragrapho nico do artigo antecedente,
permiltidos pelo art. i. 10. 2.* parte, da lei de
22 de agosto de 1860, devero ser passados nos
termos do modelo annexo ao presente decreto, e
presentados ao hanqueiro pelo portador no prazo
de tres dias contados das respectivas datas, sob
pena de perder o portador o direito regressivo con-
tra o passador. (Lei cit. ar(. cit.)
Art. 4 As autoridades judieiarus e adminis-
trativas assim policiaes como liscaes sao abriga-
das, sob as penas do art. 7. da lei n. 1,033 de 22
de agosto de 1860, a participar s autoridades su-
periores, e estas ao ministro da fazenda e aos pre-
sidentes do provincias, o preparo e tentativa de
emissao, a emissao ou a existencia em circulago
dos ttulos, papis e eseripTas, com prazo otl sem
elle, a pessoa indeterminada, ao portador, ou com
o nome deste em hraneo, nao comnrehendidos na
excepcao do art. 2." paragrapho nico do presente
decreto, e a apprehend-r ex-n/ficio os referidos t-
tulos, papis e escriptos, lavrando de lado auto,
que ser remedido com as competentes informa-
c5es a respectiva autoridado para a imposigo da
multa.
*
Art. o. As multas de que traiam os rticos an-
tecedentes sero administrativamente imnostas pe-
lo delegado de polica do termo em que tver lugar
a tentativa, emissao ou circulacao, ou pelo compe-
tente chefe de polica, com recurso d'aquolla au-
toridade para esta e desta para o ministro da fa-
zenda na corte, para os presidentes as provin-
cias, e. finalmente dos presidentes para o ministro
da fazenda.
i. Os recursos de que trata este artigo serao
nterpostos ex-offlcio quando a decisao fr favora-
vel parle.
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Expediente do dia 20 de novembro de 1S61.
2. Xa interposcao dos recurso tanto neces-
sarios ou ex o/fino como voluntario', nhervar-se-
hao as disposQoes dos artigos 767 a 772 do regu-
lamento de 19 de setembro de 1860.
Art. 6." E mente pelo mesmo molo por que se cobrar a di-
vida activa da fazenda publica e o seu producto,
depois de recolhdo em deposito no the-ouro o the-
sourarias das provincias, ser applicado. por de-
signarlo do ministro da fazenda, no capital dos
montes de socorro, creados em vrtude da dispo-
si^o do art. 2." $ 19 da dita lei, dednzlda a parte
que, na forma da mesma lei, compele s pessoas
ou empregados que promoverem a sua imposi^ao
ou derem noticia da respectiva infraccao.
Art. 7. O ttulos a pessoa
portador ou com o nome dste
dos em contravengan do art. 1. 1." da lei n.
1,083 citada at a data de 14 de setemhro do cor-
rente anno, nao estando fallido o emissor, serao
retirados da circulacao no prazo de tres mezes
contados da pnhlfcacao do presente decreto, finan-
do d'ahl em diante os emissores e portadores su-
jeitos s penas comminadas no art. 2., se os con-
servaren! na circulacao.
OfUcio ao coronel commandante das armas.
Declarando-me agora verbalraente o agente da
companhia Brasileira e o commandante do vapor
Apa, que tendo sido reduzidas as dimensoes dos
volumes, em que vai o archivo do seti mo batalho,
podem estes ser transportados n'aquelle vapor, e
bem assim a ala direita do referido batalho, re-
commendo V. S. a expedicao de suas ordens, pa-
ra que aquella parte do batalho se ache a bordo
do prdito vapor amanha s 2 horas da tarde.
Dito aos agentes da companhia Brasileira de pa-
quetes vapor.Em vista do que acabam de pon-
derar-me verbalmente um dos agentes da compa-
nhia Brasileira e o commandante do vapor Apa,
isto que o referido vapor pode transportar para
a corte a ala direita do stimo batalho de fuzilei-
ros com o seu archiva, visto que se diminuiram as
dimensoes dos caixdes em que vai acondicionado
o me.-mo archivo, tica adiada como pediram, a sa-
bida i referido vapor para amanha s 4 toras
da larde.
21
Offlcio ao Exm. presidente da provincia das Ala-
gas.Remetiendo V. Exc. por copia o offlcio do
director do arsenal de guerra de 19 do corrente. e
em original o quadro a que elle alinde, julgo ter
satisfeito o que V. Exc. solicitou em seu offlcio de
3 do corrente.
Dito ao coronel commandante das armas.Pode
V. S. noinear o napitao de mar e guerra Herme-
negildo Antonio Barbosa d'Almeida, vogal do con-
selno de guerra, a que est respoudendo o coronel
Antonio Gomes Leal, visto que segu para a corle
o vogal coronel Joo Guilherme de Bruce.
Fica deste modo respondido o seu ofiicio de 19
do correte.Communicou-se ao inspector do ar-
senal de mantilla.
Dito ao mesmo. Em deferimento ao requeri-
mento do major do segundo batalho de infantaria
Francisco Eduvipes de Souza Mascarenhas, sobre
que versa a informaco de V. S. firmada em 19 do
corrente, Ihe conced" permisso para desembarcar
do vapor Apa Desta provincia, devendo seguir para
a corte no vapor Cruzeiro do Sul, que tem de pas-
sar do norte no principio do mez de dezembro vm-
douro : o que comniunico V. S. para seu conhe-
cimento.
Dito ao mesmo.Haja V. S. de mandar minis-
trar os esclarecimentos que acerca dos soldados
Antonio Raymundo da Costa e Francisco Pereira
da -ilva, solicitara oE\m. presidento do.Maranho
e o commandante do quinto batalho de infama-
ra nos inclusos ollicios que devetn me ser devol-
vidos.
Dito ao mesmo.Com a inclusa copia do offlcio
do Exm. presidente da Parahyba, de 18 do corren-
indeterminada, ao i te, remeti a V. S. para ter o conveniente destino
em branco emilti-, a guia do soldado desertor do segundo batalho de
infantaria Jos da Silva Montes, que se apresentou
voluntariamente ao delegado do termo de S. Joao
d'aquella provincia.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Commuiiico V. S. que o promotor removido pa-
ra a comarca do Cabo, o bacharel Paulo Martins
de Almeida, entrou em exercicio em 16 deste
mez.
charel Jos Bernardo Galvo Alcoforado, um outro I
terreno tambem de marinha.
Dito ao mesmo.Participando Leonardo Bezer-
ra de Siqueira Cavalcante em data de 31 do mez i
lin.lo. que na qualidade de 2 supplente e no im-
pedimento do Io assumio o exercicio do cargo de
juiz municipal e de orphaos do termo de Cimbres,
por ter o bacharel Joaquim The.otonio Soares de j
Aveljar Andado o seu quadriennio : assim o com-
monteo V. S. para seu conhecimento.
Dito ao mesmo. Transmiti A V. S. o incluso i
requenmeoto documentado, que velo annexo ao
cilicio do commandante das armas, datado de 19
do corrente, e sob n. 2,076 aflm de que, nao ha-
vendo inconveniente, mande pagar ao alferesquar-
lel-meslre do rorpo de guarni^o desta provincia, i
Berna rd i no Candido de Araujo, a quantia de 445
despendida com o seu transporte, por mar e por
trra de Tacarat essa capital, onde veio em di-
ligencia do servico, bem como das pracas que o
acompanharam como se v dos documentos anne-
xos ao predito requerimento. Communicou se ao
coronel commandante das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial. |
Communiro V. S. que segundo me constou de
offlcio do Exm. presidente do Cea de 11 do cor-1
rente, fallecen na capital daquella provincia onde
se achava em tralamento o 2o escripturario dessa
thesouraria Balduino Jos Tavares da Silva, no dia
lOdeste mez.
Igual communicaco se fez ao commandante su-
perior da guarda nacional de Oiinda e Igua-
rass.
Dito ao capito de Fragata Joaquim Rodrigaes
da Costa.Fico sciente de haver V. S., como me
communicou em seu offlcio n. 3 de 10 do corrente,
tomado posse interinamente do commando da divi-
so naval do 2o districto.
Dito ao cnsul de Hamburgo.Respondendo ao
offlcio que em 9 do corrente me dirigi o Sr. C. L.
P. Roock, cnsul de Hamburgo nesta provincia re-
metlo-lhe por copia a informaco ministrada pelo
capillo do porto datado de 16 deste mez, a qual
de parecer que o patacho Adalberto s obrigado
a pagar a gratificaco da gente que se presin a !
soccorrer o mesmo patacho, e o aluguel de ancoras, i
ancoretas e viradores que Iho foram ministrados
para o desencalhar, cabendo-me acrescentar que
do regulamento das capitanas de 19 de malo de
1846, j nao estao em vigor as disposices que ti-1
verem sido revocadas pelo da praticagem de 28 de
fevereiro de 1854. Renov ao mesmo Sr. cnsul
os meus protestos de estima e consideracao.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal da Boa-Vista. Communiro V. S. para seu
conhecimento e para que faca constar ao agracia-
do que segundo constou-me de participacio da di-
rectora geral da secretaria de estado dos negocios
da juslica de 4 do corrente S. M. o Imperador por
decreto de 31 de outubro prximo dndo houve por
bem conceder reforma no mesmo posto ao major i
da antiga guarda nacional Joaquim Leonel de A- i
lencar.
Dito ao commandante superior da goarda nacio-
nal de Oiinda e Iguarass.- Mande V. S. postar
em frente do conveutode S. Bento no dia 26 do cor-
rente, as 7 horas da manhaa, urna guarda do 9o ba-
talho de infantaria do municipio de Oiinda para
assistir ao funeral do capito da secgao de reserva
do mesmo municipio Balduino Jos Tavares da
Silva.
Diio ao inspector do arsenal de marinha.Re-
meti por copia a V. S. para a devida execucao o
aviso circular da reparlicao da marinha de 31 de
outubro ultimo, recommendando o fielcumprimen-
lo do disposto no art. 31 do decreto de 4 de Janeiro
de 18oo, relativamente as cootas dos commissarios
das companhias de aprendizes marinheiros.
Dito ao commandante do corpo de polica.Ex-
pefa V. <. suas ordens para que o soldado da Ia
companhia da seeejio volante Severiano Jos da
Silva v servir no destacamento dacidade deGoian-
na, visto que segundo declarou-me o juiz munici-
pal daquelle termo em ofQcio de 17 do corrente,
tein ello de realisar o casamento que contratou
com a orpha Fernandina Bandeira de Azevedo,
menor de 17 annos, fazendo V. S. retirar urna das
pracas do mesmo destacamento,
Dito ao director da Escola Normal.Em resoln-
cao ao offlcio que V. S. me dirigi em 19 do cor-
rente, tenho a dizer-lhe que tica marcado o dia 2o
do corrente paraos exames do 1" anno dos alumnos,-
mesires da Escola Normal.
Dilo ao director do arsenal de guerra. -Remella
Vmc. com urgencia para o Cear o lardamento que
em aviso de 28 de abril ultimo, se mandn reme-
cer ao corpo de guarnicao daquella provincia.
Dito ao mesmo. Ministre Vmc.com brevidade
as informacoes que exige o Exm. Sr. ministro da
guerra em aviso de 7 do corrente, constante da
copia inclusa, acerca da pretengao do artfice de
fogo da companhia de artfices desse arsenal Jos
Francisco de Santiago.
EXTERIOR.
tro Silva, que a presidir, pedio aos subscriptores Augusto Moreira Piulo da Costa, re*olven a cama-
que assigoassem all mesm > em presenta do tabel- ra municipal unanimidad mandar gravar na
bao Joaquim Ignacio de Souza, urna procuraco casa da riu do Calvino ns. 37. 3'.) e 41, onde as.
nico. A respeito dos ttulos a pessoa indeter-
minada, ao portador ou com o nome deste em
branco emittidos contra as disposigoes lepaes de
Dito ao mesmo. Communico V. S. que em
aviso de 5 do crreme declarou-me o Exm. Sr
ministro da agricultura, commercio e obras publi-
pois da referida data, as autoridades judiriaes e cas, ter sido approvada a deliberadlo que tomei de
administrativas, assim policiaes como fiscaes, sob mandar pagar integralmente ao engeuheiro fiscal
as penas do art. 7. da lei n. 1,083 de 22 de agos- jjas obras da ponte do Itecife, capito Domingos
to ile 1860, procederao apprehenso exofpcio, Jos Rodrigues, a gratificaco que percebe por
seguindo-se os ulteriores termos do procesa, na conta d aquello ministerio, d"evendo o descont or-
frma do art. 4. e seguintes do presente decreto., denado pela reparlicao da guerra, realisar-se nos
Art. 8. Os ttulos: a que se refere o art. 3. des-; vencimentos que por qualquer titulo, tenha o pre-
te decreto podem ser emittidos simplesmente com dto engenheiro pela mesma reparlicao.
a clausulaao portador, ou designando-se o; Dito ao mesmo. Declaro V. S. para seu co-
nome da pessoa a favor de quera se emittirem, e nhecimenlo que em aviso de 24 de outubro ultimo,
annexanlo-se a clausula o ao portador. communicou-me o Exm. -r. ministro da justica
PoderSo tambem ser passados a pessoa determi- haver solicitado do ministerio da fazenda a expe-
nada com a clausula ordemou sem ella; mas digo de ordens, afim de que seja paga Ionocen-
em tal caso nao serao considerados titalos ao por- co Antuues do Faria Torres, escriplurario do Iri-
tador. buual do commercio, a gratificaco annual de 250
Art. 9." A formula dos mencionados ttulos po- TS-i qe ihe foi concedida por decreto de 27 de
der ser diversa da do modelo annexo ; em todo o agosto do anno corrente. Communicou-se ao de-
caso, porm o que tiver a clausula -ao portador sembargador presidente do tribunal do commer-
dever conter sob as penas da lei, o segrate : | c0.
I. Declaracao do lugar onde passado o titulo, I Dito ao mesmo. Remeti incluso por copia o
e data da emissao ; aviso circular da reparticao da agricultura, com-
2.- Designacio do banco ou hanqueiro do mes- mercio e obras publicas de 25 de outubro ullimo,
sob n. 30, para que V. S. d el execucao ao que
ahi se determina com referencia a circular de 20
de dezembro de 1861, relativamente a remessa dos
balaucos geraes c ornamentos de crdito para as
despezas annuaes d'aqnella reparticao.
Dito ao mesmo. Declaro V. S. para seu co
mo lugar a quem fr dirigido para o pagamento e
com quem o passador tenha conta corrente :
3." Declaracao por extenso, no corpo do titulo,
da quantia cujo pagamento se ordenar, a qual se-
r superior a 50000;
4." Asslgnatura do passador.
Art. 10. Fica revngado o decreto n. 2,694 de 17 nheclmento e nm conveniente, que nesta data con-
de novembro de 1860, e qualquer outra disposi- ced Joao Antonio dos Santos a permisso, que
cao em contrario. pedio no requerimento, sobre que versou a sua rae
' Carlos Carneir de Campos, do meu conselho, formaco de 18 do corrente, sob n. 667, para de-
senador do Imperio, ministro e secretario de esta- pois de pagos os direitosnacionaes vender a Jos
do dos negocios da fazenda e presidente do tribu- Ganc.alves Beltrao e Irmao por 1:4905000, a part-
nal do thesouro nacional, assim o tenha entendido que possue no sobrado n. 135 da ra do Pilar em
e faga execntar. Fon de Portas, sito em terreno de marinha, visto
Palacio do Rio de Janeiro, 21 de outnbro de nao haver inconveniente por serem applicaveis ao
1864, 43. da independencia e do imperio.Com supplirante as razoes dadas em meu offlcio de 7
a rubrica de Sua Magestade o Imperador -Carlos de julho ultimo, acerca da licenca pedida por D.
Carneir de Campos. Mara Archangela Cavalcan'i para vender SO ba-
Dito ao concelho administrativo.Em vista do
que me commnnca o conselho administrativo em
offlcio de 18 do corrente, sob n. 77, recommendo ao
mesmo conselho que mande receber na secretaria
desta presidencia a qurntla de 780,5000 em que
importaram os instrumentos de msica comprados
para os educandos artfices da provincia do Ama-
zonas, e bem assim a de 805 para 5 pares smenet
de pelles para bombos.
Dito ao mesmo.Autoriso o conselho adminis-
trativo a comprar para fornecimento do almoxar-
fado do arsenal do guerra, os objectos mencionados
nn incluso pedido. Communicou-se ao inspector
da thesouraria de fazenda.
Portara.O presidento da provincia attendendo
ao que requereu o tabellio do publico judicial e ,
notas, escrivao de_orphaos, crime e civel da co-,
marca de Tacarat Franeisco Jos da Rosa, resol-
ve conceder-lhe dous mezes de licenca para tratar
de sua saude.
Dita. Em addtamento a portara de 19 do
corrente, recommendo aos Srs. agentes da com-
panhia Brasileira de paquetes que mandem dar
transporte para a corte por conta do ministerio da
guerra no vapor Apa as mulheres e lilhos dos ot-
ficaes e pracas de pret da ala direita do stimo
batalho de infantaria.
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brasileira
de paquetes facam transportar para a corte no
vapor Apa por conta do ministerio da guerra 4 in-
feriores, 1 cabo de esquadra, 4 anspegadas, 1 tam-
bor e 34 soldados que vo reunlr-se ao segundo
batalho de infantaria a que pertencem, bem como
10 recrutas destinados ao exercito.
Expediente do secretario do governo do dia 21 de
novembro de 1861.
Offlcio ao coronel commandante das armas.=
O Exm. Sr. presidente da provincia manda eom-
municar V. S. que nesta data proferto no reque-
rimento do tenente do stimo batalho de infan-
taria Lupercio Qahagem Champlone sobre que V.
S informou em offlcio n. 2,014 de 11 do corrento
o despacho tdo teor seguinte. A thesouraria de
fazenda tem ordem do ministerio da guerra para
restituir ao supplicante os desconlos que Iho tive-
rem sido leitos em virtude do aviso do 13 de agos-
to lutimo,
CORRESPONDENCIAS DO DIA
KIO DE PERNAHBUCO.
PORTO.
I 27 de mimbro de 1861.
As trisn)s noticias do Rio de Janeiro viudas
pelo Guieine, entrado no Tejo em 15 do corrente,
foram aquj sabidas telegraphicamenle, em peque-
no circulo, ao anoutecer desse mesmo dia ; mas
como as rtiins novas correm sempre com espanto-
sa rapidez, a cessagao de pagamentos da casa
bancaria de Al ves Soulo Si C e a crise monetaria
que se Ihe seguio estavam s 7 horas da manhaa
do dia immedialo divulgadas por toda a cidade-
0 edificio da Bolsa comecou nessa manhaa a ser
frequentailo mais cedo do que o costume, e ahi
grupos de pessoas em relages de commercio com
o Brasil, discutiam o grau de probabilidad* que
poda ter aserie de catastrophes que se diziam suc-
cedidas.
As pessoas melhor conhecedoras das transaccoes
a que seeatregava a casa Al ves Souto & C. e que
nao ignoravam os embaracos constanle> em que
se va desde ha muito o ebefe daquella casa, acei-
tavaro, sem repugnancia, a noticia como verda-
dera ; outros, porm, oppuuham-lho alguns com-
meutarios e concluiara por dizerem que o caso nao
poda ser 15o feio como o pintaram, por isso que o
anterior paquete nao trouxera noticias quelizessem
suspeitar to grandes o graves transtornos na pra-
ga do Rio de Janeiro.
Os que assim discursavam esqueciam que as
cnses monetarias ou commerciaes sao produzdas
por causas que muitas vezes nopossivel prever,
e que se manifestara de improviso sem j ser lici-
to impediros seus naturaes effeitos.
Foi o qqe aconteceu.
A distribuigo da correspondencia vrada pelo
correio confirmou a parte telegraphica que na ves-
pera annunciara a catastrophe.
As primeiras mpresses foram ms. O pnico
chegou mesmo a apoderar-se momentneamente
de alguns cavalheiros mais estreitamente ligados
em commercio com a praga do Rio de Janeiro,
e que imham negocios com as casas bancanas fal-
lidas e especialmente na de -outo & C.
Dziam-aa era segredo os nomes das pessoas cu-
jas fortunas se consideravam arruinadas, e apon-
tavam-se os das que solfriam grandes desfalques
nos seus haveres. Mas, felizmente, apurada a ver-
dade, ninguem est no prinieiro destes casos, e
muito reduzido o numere dos que estao no se-
gundo.
Alguns cavalheiros haviam ltimamente retira-
do os seus depsitos da casa do baoqueiro Souto.
No escriptorio do Commercio do Porto esteve
por alguns dias exposto, para quem o desejasse
ver, o original da seguinte carta :
Iiim. senhor
Rio da Janeiro, 21 de setembro de 1864.
Corre-mlfS o doloroso dever da comraookar
V. S., que no dia 10 do corrente fomos forgados a
suspender os pagamentos do nossa casa commer-
cial, e sentimos que o estado do nosse espirito,
bem como as circum^tancias geraes, nos nao per-
miltam entrar na aprectago das causas do nosso
procedimeoto. Comtudo nao nos aecusamos de ter
abandonado os dctame da prudencia no passo
que demos, netn to pouco a nossa consciencia
nos mostra que segurado outro arbitrio adoptara-
mos melhor conselho na proteceo dos avultados
interesses que nos estavam confiados.
Esperando que V. s. usar deste nosso aviso
como mais proveitoso Ihe for, confessamo-nos
De V. S. att. vnr. e cr
Antonio Jos Alves Sonto k C.
No ja citado jornal apparece hoje um communi-
cado oeste theor :
Aos Srs. credores da rasa bancaria de A. J. Al-
ves Soulo & C. do Rio de Janeiro. Agora, que
rauto prxima est a sabida do paquete para o
Brasil, de necessdade que tomemos urna resolo-
go acertada a bem de nossos interesses confiados
a aquella acreditada casa.
Occorre a alguem a idea quo aquelles que depo-
silam a merecida confianca n'aquelles banqueiros |
se unissein para que, de commum acord, delbe-
rem em mandar as suas procuracoes aos proprios
banqueiros para os representarem.
Parece fra de duvula que, sendo elles liquidan-
tes da sua propria casa, muito melhores vantagens
podem colher lodos os credores.
Unamo-nos, pois, na mesma idea, que anda
lempo.
Um dos credores,
B. *
Contina na praga do Porto a escassez de nu-
merario, e as transaccoes resentemse desla cir-
cumstancia. Nos ltimos dias teem-se procurado
letras de primeira ordem tanto da trra como do
Brasil, mas falta de bom papel obrigou os que
precisara a compras particulares ao cambia de 54
a 54 i|4.
Os descontos nos bancos sao com muita reser-
va. Desc intam s de boas firmas a 7 p. c. a cur-
to praso, e a 8 a longo praso.
O cambio sobro Londres fica a 54 1[4 a 5i 3|8,
90 d. d. c 90 d. v. Sobre Paris 530 a 532 por
tres francos 100 d. d. Sobre Hamburgo 48 a 48
1|2, 3 mezes d. nominal.
A queslao do Banco Nacional ultramarino entra
em nova phase,
No dia 15 finalisou o praso dos 30 dias para a
entrada de 20 p. c. sobre o nominal de cada urna
acgo, entrada a que se recusou a grande maioria
dos subscriptores portuenses, e no dia 20 rcuni-
ram-se os ditos subscriptores, na casa da Bolsa,
para resolveren aVespeito de um projecto de re-
presentago ao governo lllucidando-o acerca do
estado das cousas e pedindo a dissolugo e liqui-
dado do banco.
A referida representagao foi redimida pelo Sr.
Dr. Custodio Jos Vieira, que est encarregado do
seguunento judicial da questo, c por elle lida
assembla.
Aberta a discusso foram apenas debatidos dous
pontos da representagao. O que dizia respeito
nullidade da escrlptura a que foram reduzidos os
estatutos, e o que pedia a liquidago do banco.
O primeiro ponto, nao obstante ser o urincipal
da pendencia, reduziuse discusso delle a urna
questo de forma ou de redaego.
Pretenda um subscriptor que em vez da repre-
sentagao dizero governador e membros do con-
selho administrativo como partes contraclantes
sedissessera os nomes d'esses cavalheiros sem in-
dicar os encargos para que foram nomeados; e o
segundo ponto referia-se a extensao do pedido
feito ao chefe do Estado, o qual pedido se devia
limitar a exigir o dinheiro do deposito, mas nao a
liquidago do banco. A isto responden o Sr. Dr.
Custodio Jos Vieira que o governo tinlia pleno
poder para dissolver o banco, e que, embora isto
nao tocasse directamente com os interesses dos
requerentes, dizia respeito ao bom geral, pelo qual
iodos deviam velar.
Afioal fot approvada a representagao, salvo qual-
quer addtamento ou emenda que a oommisso que
tem tratado desla pendencia, ontendesse conve-
niente.
Ao encerrar-so a seSMO, o Sr. vtsconde do Las-
bastante, ao individuo que est encarregado do
immediato andamento judicial desta pendencia.
A alludida representagao deve ja ter dado entra-
da na repartigo competente.
Um dos pontos mais importantes desta questo.
ou melhor diremos o principal, o que respeita
validado ou nao validado da escriptura que redu-
zio os estatutos do banco a instrumento publico.
Nega-se a validade por nao haver, segundo os im-
pugnadores, partes contratantes.
Na representagao trata-se deste ponto pela se-
guinte forma:
t Po alvar em que se concede a aulorisacao diz
Sua Magestade : llei por bem dar a minha regia
approwigo aos estatutos do mencionado banco Na-
cional ultramarino, os quaes nos termos do art. 339
do cdigo eommerelal se-achara reduzido* a ins-
trumento publico. Que parece se ignora o que
instrumento publico, por quanto a ordenaco, livro
Io, titulo 78, 4o, diz: E tanto que as partes ou-
torgarem, assignaro estas e as testemunhas. V. se
cada urna das partes nao souber assignar, assigni
r por ella urna pessoa ou outra te-temunhi, que
seja alera das duas, fazendo raengao como assigna
pela parte ou partes, por quanto ellas nao sabem
assignar.Que a vista desta disposigo nao ha es-
criptnra publica sem assi^natura das partes quan-
do ellas ubera assignar, ou de pessoas que assig-
nem por ellas quando nao sabem. Que o alvar de
autorisago se refero ao documento em que o ta-
bellio d os estatutos rehuidos a escriptura pu-
blica, sendo oulorgantes apenas os membros do
conselho de admistraco e governador do banco;
que os outros subscriptores nao comparecern!,
nao assignaram nern ninguem assignra por elles,
e que por tanto para estes nao lia escriptura pu-
bliea, nao ha contrato, era por consequencia obri-
gacao alguma, e que esto emlim no seu direito de
discutir e de se desligaren!, >
Como dissemos em anterior missiva, urna ques-
to dedicadissima e, pela causa que Ihe den origem,
nova no foro portuguez.
O invern comegou ceda este anno, e nao admira
porque o estio tambem veio temporo e pas com grave prejuizo da agricultura, sem as aguas
pluviaes que nessa estago co^tumam vir beneficiar
os campos.
As chuvas teem sido fortes e incensantes, e as
trovoadas frequentes.
Este mu lempo tem causado bastantes estragos
na via-ferrea do norte, e dolas resultado o retar-
damento de algumas horas na chegada dos com-
bolos aos extremos da linha.
Ha grandes apprelensoes a respeito de certas
obras deste caminno de ferro. Alguns aterres es-
tao era pessimo estado, e desconlia-se da falta de
solidez de algumas puntes.
No dia 21 o comboio do correio chegou a esta
culade parto das 4 horas da tarde, em vez de che-
gar s 6 da manhaa.
Esta demora foi devida a urna grande podra ca-
hida entre as rails, e o ter abatido um aterro.
Um passajreiro que vlnha no comboio, de Lisboa
para esta cidade, forneceu ao jornal do Commercio
do Porto a seguinte curiosa descripeo da viagera:
A's 8 horas da noute de antehontem saino o
comboio ile Santa- Apolonia e comegou logo tima
chuva torrencial, que pareca romper os tactos dos
wagons.
Quando o irem chegou prximo grande cor-
tadura, talhada quasi a prum<>, em Casal de Ovos
appareceu n'um pharol da linha sgnal de perigo.
c U comboio, que, felizmente, vinia governado
por um habilissirao raachinista, parou.
O perigo era um i-alli.iu de alguns quintaes,
que do alto linha cabido no meio da linha, pouco
depois da passagem do comboio qa* ia d'apii.
c Levou perto le urna hora a desobstruir a via.
A chuva diluviana conliouava sera luterrup-
go.
a's 2 horas e meii da noute, quando o com-
boio ia a entrar no longo aterro que fica entre
Pomhal e Soure, appareceu novo signal de perigo.
O comboio parou.
t As grandes euxurradas linliam levado urna
grande exteuso do aterro, dcixaudo apenas a roa-
ileira e os carris no ar.
O comboio, que linha j andado urna parte do
aterro, recuou at ficar em terreno solido.
t este sitio (que era ermo e muito distante de
povoado) esteve o comboio al 8 horas da manhaa,
que quando appareceu chele da seceo de Pora-
bal com urna porcoda trabalhadores.
t J a este lempo linha silo pedido para Coinv
bra um comboio, quo chegou ao extremo opposto
s 8 horas e meta.
Reconheeendo-sc a unpossibilidade da passa-
gem do comboio, liveram os passagoiros de mudar
para o oulro comboio, tendo de percorrer a pe. mais
de 500 metros, por cuna da via arruinada, dehaixo
de urna chuva diluviana.
t Senhoras e homens, ludo se alagou e enlameou
a mais nao poder ser.
Esta mu lanca e a das bagagens
vs
ceu o Sr. Almeida Garretl, um dos primeiros vul
tos da liileraluia n.oderna, portugueza, a segoinl-
lapide rommemorat va:
CASA ODB BASCN
AOS
4 DE NOVEMBRO l>K I7W
ioao bvi'tit i>v su.v Ltrrlo
1)E VI.MKIDV ciAHRUT
MANDOI OAAVAI \ MKM'RIA 1)0
ORAMW POETA
A i:\MAUA MI'MCII'AI. DISTA CIMM
KM
164.
O Sr. Almeida Garretl fallecen em 1855 sea**
visconde do mesmo nome. Logo depois da,
mora lembroo a alguns seus conterrneo i
yantarein-lhe nesta cidade um monumento. A
idea que erito mais vog.iva era a da ronstrucyftn
de um:hvatro com a denominacao de tn.atro de
Almeida Garretl, p^r isso que o illustre tinado foi
o regenerador do theatroe da littentun draraati-
ca portugueza. Mas ao deeorridos nove annos a
o nome de Almeida Garretl est apena par, etuado
as primorosas Obras com que euriquereu alilte-
ratura patria.
A proposta a quo acuna nos referimos conre-
bi la nos termos seguintes:
Senhoras. Entre os varita* que mais teem I-
luslrado Portugal e especialmente o Porto, ligura
naturalmente Ju.io B.iplista Leil.io de Almeida Gar-
ren.
Foi valente sollado da liberdade, uxigne or-
namento da tribuna e m kgeslo0 cultor das letra-
patrias I E todava nesta ei la l- que foi seu ber-
go nao exista o menor Mgn.d que atte-te ao van
Jante que aqu uasceu o portentoso engenho que
enriquecen a literatura palna com o romance e a
poesa lyrica, com o poema a tragedia, coin a co-
inedia e o drama, o que dernais as occasioes so-
lemnos em que o paiz o exiga, sua palavra elo-
queute se fazia ouvir no parlamento, ou sua Ivra
cheia de vigor, accen lia patritico enthiisiasmo a
todos que o ouviam. Esta vereag > e-ta concluln-
do o pagamento da honrosa divida que a sua ante-
cessora Iho legn, levantando famoso monumento
aquelle que nos deu patria e liberdade.
< Levantemos nos, pois, durante a no-sa admi-
nistraeo urna lapide modesta no lugar em que
nasreu a criancinha que depois foi ura dos pri-
meiros homens deste grande socalo que se fez co-
nhecido e admirado dos estranhos. Proponho.pois.
que a cAina. cunara mande collocar ua eva da
ra do Calvario n. 37, onde nasceu o notan patri-
cio, urna lapide de marmore. onde se commemore
a vida e fetos do visconde de Almeida Garretl, do
conselho de S. Magestade, ministro e secretaria de
estado, etc., etc.i
Odia 16,dcimo stimo anniversario natalicio
da rainha a ara. D. Mana Pa. festejou-se com de
mooslracdes do estylo, que por inuilo sabidas dei-
xamos de mencionar.
Em 17 houve assembla geral dos primeiro* 60
subscriptores da sociedade de seguros mutuos de
vida do banco Allianga denominada a Providente.
para se proceder a eleieo do conselho liscal e
seus substitutos. O escrutinio den era resultado o
licarem eleitos os Srs.: lir. Antonio Farrean nW-
linho, Antonio da Silva Moreira, Antonio Jajnt Gi>n-
falves Braga, Augusto Piolo Moreira da Costa, Joa-
quim Nogueira Gandra, Joo Antonio de Souza
Guiraares, Jos Pereira Nobrc. Mmo-'l Dias de
Frailas, liento Luiz Ferreira Carino, Jo- Jmio da
Cosa, Jos de Mello Abreu, r'elix Pereira Barbosa
Braga.
Os nove primeirosnomes sio os dos eavall-ir
quo compoem o conselho li-cal e os tres restantes
os dos substitutos.
No da 21 dj corrente liona esta sociedade 472
suhseripcoes por ura capital de 236:3994.
Em Penaliel nm terrivel incendio reduzioa cin-
zas na noite de 22 0 predio particular MU uii|>or-
lante daquella cidade e outro tambem cnsidera-
vcl que Iho eslava contiguo. O primeiro pe len-
cia Sra.I). Auna llenelut. Pereira do Ligo, sjaja
o habitava, e o segundo ao Sr. Ir. ualidoMO, de S.
Joio de Covas, mas que era oceupado pelo Sr. An-
tonio E-leves da Silva.
A rica niiinii i que guarneca o palacete da Sra.
D. Anna Benedicta, a sua rica baixella de praia. e
as suas joias de subido prego tud > fot orna m
Chammas. Mais feliz foi 0 Sr. Antonio E-teves da
Silva, que conseguio salvar tolos os seus ricos mo
veis, roupas, etc.
Os predios inmediatos, que estiverara en imrai-
nenie risco pouco soffreram. Calenlain-sa os nre-
juizos em mais de 100 cont* de res.
Attnbue-se este incendio ao acaso. Para a tu
extinego muito concurren todo o regiment n. i>,
de ipiartel na dita cidade. Nao houve morles a
lamentar, porm deram-se alguns ferun-mios.
Em Braga recotnecou a ua publicaco o perio-
iIicj 0 Uracurense que a linha suspendido, a re-
e malas da querimento do delegado do mmi-teno puidieo, em
correio levou mais de hora e meia. ; consequencia da faltado habihtaei legal.
Depois seguio o comboio sem mais accidentes, j _\0 pl)ri0 jt, Vianna do Minho perdeu se o hiale
A chuva fez mais ou menos estragos em todos i if0in Dia que all entrara arrbalo, tjuando procu-
os atorros. 1 rava tundear batea no ferro de outro barco fui
Os passageiros de ambos os sexos vieram rao-jao fundo. Era propriedade do Sr. Joaquim Pare-
lhados e enlameados at s Devezas. i des de Aguiar, de Caminha, de cojo porto havia sa-
t Uroa scuhora licou com o chapeo cm tal esta-1 mdo com carregamento de madeira para Ma-
do, que o langou fra! laga.
a Os sustos foram grandes, augmentados pelo Qs commerciantes da cidade
temporal, que foi lerrivel.
t V-se que urna grande parte da linha nao re-
sistir a um invern rigoroso.
Em vista destes desarranjos no caminno de fer-
ro, mui prudentemente, andou o governo em orde-
nar que o actual horario, cujo prazo expiran em 15
do corrente, conttnuasse em vigor at 15 de novem-
bro prximo.
A empreza exploradora linha apresentado novo
horario, em 8 do corrente, no sentido de abreviar o
trajelo, mas o governo entendeu dever esperar
pelo relatorio da commiss.io de iuquerito nomeada
em agosto ultimo, para conhecer do molo porque
sao exploradas em Portugal as vias-ferrea, e ava-
llar o fundamento das queixas do publico contra a
sua exploragao.
A durago da viagem, segundo o horario, de Lis-
boa ao Porto e viceversa contina sendo, para os
combolos mixtos, de todas as classes, de 14 horas
e 6 minutos, e para os comboios do correio, 1* e
2* dasse, de 10 horas e 35 minutos.
O emprego de maior velocidade seria por em-
quanto urna temeridade.
A empreza dos caminhos do ferro abri urna es-
tago cootral nesta cidade, na ra do -da Bandei-
ra, onde so vendem bilhetes para qualquer ponto
da linha. Contratou tambera mnibus para c radu-
zir os passageiros desde a dita estago s Devezas,
em Villa Nova de Gaia, que onde se entra nos
comboios. Os bilhetes dos mnibus cnslam 200 rs.
cada um. As bagagens sao pagas em separado. Os
I pregos sao rasoaveis.
O governo mandou, Analmente, espadar o traga-
do para o caminho de, (erro do Parto a Braga. De
pois de concluida o antc-projecto da linha frrea
do Porto Rogoa datera o engenheiro Francisco
Maria de Souza Brando dar comeco aos trabalhas
graphicos daquelle caminho.
Era vereago de S e sob proposta do camarista
de Aveiro tratam
de organisar ama associacecomioereial, |>ara cu
jo lira tem havido reunies preparatorias.
Comecou, no dia 10, no Duoro, o arrolamento
dos vinhos. Deve licar lerniinado e^te mez. Con-
lrma-sc a noticia da novidade ser inferior em
quanlidade do anno passado. Os vinhos velhus,
puros, tem sido vendidos por pregos vaolajosos
paraos possuidores.
PERNAMRUCOs
?
REVISTA DIARIA.
Hoje deve ter lugar a installago da sexta es-
so judiciaria do jury deste tenso do nocife. sob a
presidencia do Sr. Dr. juiz de direito da 2" vara
criminal Manoel Jos da Silva Harta,
O Instituto ArcheologUo e tieogntphko Prr-
nnmbucino rene se hoje om sesso ordinaria.
Consta-nos que pela presidencia foi mandado
abrir concurso para provimento do lugar de t"es-
cripturarios da thesouraria provincial, vago pela
morte do Sr. Baduino Jos Tavares da Silva.
O Sr. Jacintho Soares de Menezes remette-nos
o seguinte :
c Sr. redactor.Tenho como tuteladas as Albas
do finado Joaquim Jos Dias Pereira, as qoaes mo-
rando na ra dos Pires, me parecen que a ellas
referia a nolicia, que Vmc. deu sobre ura tutor, que
olvidava as suas obrigacoes, tanto mais quanto all
se proeederam averiguares pelo )uizo de orpho-
no sentido de se verificar a exactidio da infor-
maco.
E pois, se a raim se ella referia, enmpre-me
declarar a Vnw., que so abusou do seu intermedio
para se mo calumniar do modo cobarde; pots.cnm
, pridor como o Sr. Dr. Juiz de ornhiff des m
V


DI arta de Penmtaea Qnlnia letra M de \ovenibro de i i
devores, na syndieaacia a quo proceden, soabe,
ue nenlium mao trato havia do ininha parla para
eoin as minhas tutelada, a queu proporciono os
meios que comporta a heranea que houveram de
seus pais ; a qual memo pequea romo nao ha
sido malbaratada sob a miuh tutora.Jacinlho
Sonre de Menezn.
Dirigem-nos o seguate :
Li hoje no seu Diario a noticia de que encon-
l.ficavel ft mjrfMH aateataf eacnator pnhJfco, sis ir em quanto nao for devidame testada, AoroHaoo Angosto de Oliveira
c longo dessa idea.devoafflrmar aoleitor que des- emendo que o sumar.ado deve ser ^pronunciado Pedro Joanoim Vianna d Lima
de a miaba infancia, nutrilo os mais saos sent- e mandado por em liberdade; oque requero Jos Joaqolru Dias Fernandes
Pao d Alho 5 de novembro de 1854, o promotor Jos Velloso ares.
PUVi 1?, S,M,a e,S''t'a- ManoeI Jua1um ""os e Silva.
Vito estes autos ate. jolgo improcedente o pro- "
sent sumario ex-offko intentado contra o acensa
do Jos d Oliveira Hamos e Silva, a vista dos de-
testemunhas de folhas a folhas e
de folhas e parecer do Dr. pro
de a minha infancia, nutrindo os mais saos senti-
menios liberaos, e como tal i quaterze annos vi-
vando debaizo da oppresso, nao posso e nem devo
de bom grado prestar meu fraco apon para persi-
gniges e desatinos s proprios de pocas muito
remotas, que nao coinciden) coro os meus sen- .
timemos, e com os d'aquelles que sao liberaos de poimentos das
eonvicgo, a nao ser dos que para melhormente aos documentos
,- ---- a noticia ... .,--------
Jrara o brigue portuguez Laia II, em sua viagem
para este porto, um grande navio que aidia na trancaren e engordarem procuram homisiarem-so motor publico. Pagoe a muaicinalidade as cuitas
lat. N 6 JO' e long. O 26* 55 ; e esta noticia sus- delaixo das bandeiras hbcracs emanchar-lhes coai em que a condemno. O escriviremeta esie'su-
citou-me a idea de que o Laia II nao proceder o seu negrume e perOdia. mano ao Dr. juiz municipal do termo Pao d'Ailie
como I he camprla, poil dalla outra cousa nao de-1 Sei que o sentido genuino do progresso 6 o mes- 5 de novembro de 1864. Car/o Jos Gomei de
: mo do liberal, e com os quaes suas leiras seriam Olioeira.
Ver um navio que pasto do incendio, e nio, irrompiveis, se a ellas nao viessem assentar praca! Vistos estes autos etc. sustento oriesoacho de
ter ao menos o curiosidad; de procurar saber, se desertores famintos que s procuram viver nat nao pronuncia de felfeas por ser conforme o direito i Vicente Jos de rilo
fosse posMvel, qual elle fosse, e nem anda pros-! gragas e melhormente prepararem-se para urna O escrivo mu. rri ^i,jS"EaXTT I dISSL!? 2L r-V:
corre.
Vicenta Mendes Wanderley.
Juo Cardozo A y res.
Antonio Valentim da Silva Barroea.
Francisco Acciule de GouTa Lias.
Jos Nones de Paula.
Antonio 4a Silva Ferreira Jnior.
Jos dos Santos Neves.
Antonio Alves Barbosa.
Manuel Joaquim Rodrigues de Souza.
Joaqun 4a Silva Lopes.
Joao Pialo de Lemos.
Secretaria da ibesouraria provincial de I'ernam-
buco, 17 de novembro de 1864.
O secretario,
_ A. F. da Annunciago.
Pela thesourana provincial se faz publico,
qne a arrematacao da obra do aierro da ra do Li-
| oa na cidade Nova de Santo Amaro fui transferi-
da para o dia 24 do correte.
, Secretaria da thesourana provincial de Pernam-
buco, 17 de novembro de 1864.
O secretario,
A. F. da Anounciaco.
- Pela subdelegada do Peres foi recolhido a
tr-se aos miseros nufragos, cousa horrivel e j outra desergo depois de Ihe ser perdoada a pri-
que minio depoe contra os senlimentos da luimaui-. meira por assim exigir sua vil comlicao. Ne que-
i I ni,l II fu l1?Hr pnm icen uno l\ cinu.lnc f-l. ,-, ,Li.i..'i:i
dade do commandanlc do Imu II!
Mas nao toemos desde ja urna censura a este,
por que pede ser que a noticia este-ja incompleta,
tendo elle ao contrario praticado ludo quanto im-
pde a humanldade e o dever de homem do mar.
------- c> nnnvu ,ii.. i| i.-ua iii i i i ii ,i' -. nJ UUW
ro dizer com isso que o simples fado da desereo
os condemne ao deserto, mas que sendo recemdbs,
s tenha n accesso conforme as suas bravuras nos
perigosos combales, e com os quaes se tornem re-
commendaveis, nao s por isso, mas tambem por
uwin.iuiii.unT u u unc uc ii"itn ni uu un. uMHumnHTws iitiu >u pui ^su, mas lainoem por
No enlielanto bom seria que se explicasse po-1 reeonhecida fidelidade, e nao ser logo levados aac-
imertle n ncrArriftn nara ilauffirar ihk iitac a I cesstis IndivifiiAc ham nnKaoMnc n ...w..>.iofi..
sitivamenie o occorrido para desfazer laes juizos e
tirar as duvidas doArgos.'
Domingo manda a cmara municipal de Olin-
da celebrar um solemne 'feettm, pelo consorcio
da Sia. princeza imperial, queimandose, noile,
om bello fugo de artitirio.
Hoje se exlrahir 5" parte da 3' lotera da
Santa-Casa de Misericordia (117'), sendo o maior
premio 6:00 .
BP.PARTICAO IA POLICA :
Extracto das partes do dia 23 du
4864.
Foram recolhidos Caca de delenco no dia 22
do corrente:
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Bene-
dicto, african. livre, sem declarayaodo motivo.
A" ordem do subdelegado do Becife, ManoeI, es-
eravo de Tissel Freres, u requerimentn dente
cessos individuos bem conhecidos na sociedade
como traficantes, etc. etc., que s prestan) alguns
servicos a seos protectores assombrado dos remor-
sos de sua elstica consciencia, como se d com
alguns d'aqui que ha bem poucos dias sendo ver-
melhos passaram para as minhas tileiras cora o
tnico lim de seren eropregados na repartigo da
mesa de rendas ltimamente criada nesta villa, e
por ja nao ter S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia feilo as precisas nomeacoes de novo declaram
novembro de serem vermelhos II...
Um desses individuos pretende o lugar de cheto
d essa repanicao e conta como coua muito certa
sua nomeacao, embora contra elle existan factos
que o inmilisem para isso-, outro pretende names-
ma repartico o lugar de escrivo, mas por sua
continua embriaguez e fados pravas que o recom-
mendam, sem duvida nao alcanzar esse lugar,
O escrivo passe alvar "de soltura em favor do
reo, e devolvaeste processo ao juizodoiido veio.
Pa^ue a municpolidade as custas. Pao d'Alho 7
de novembro de 1864. Mximum Francisco
Duarte-
Emais se nao continua em ditos documentos
aqu fielmente copiados e transcriptos dos proprios
originaos de qne se trata, vai sem couaa que duvi-
da faga, conferida e concertada na forma do estylo.
Dada e passada nesta villa e comarca de Pao d'-
Alho provincia de Pernambuco, aos 17 dias do
raez de novembro do anoo do Nasclmento de Nos
A ordem do de Santo Antonio, Theodoro Vaz visto como oExm. Sr. Dr. Olyntho, ha bem poucos
de Jess e Franrisco Daniel ecundino M.uza Mel- das approrou em recurso o acto do Sr. Dr. juiz de
lo, ambos porbiiga;e Clemealino, cscravo de direilodesla comarca o eliminando da lista dos Srs.
Jos Baptista lionealves Basto-, a requerimento jurados pela sua irregular conducta com especlfl-
desie. eaeSo de faelos.
A' ordem do de S. Jos, Marcolino Jos Baptista Por amor dos protectores destes doas iodividu'
e Geraido Gomes, por disturbios.
O chefe da 2' seccao,
J. G. de Mesi/uila.
que cora-

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^. I TOTAL.
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ADVERCENOA.
Na totalidade dos duentes cxistem 136, sendo
77 homens e ."i> molberes.
Foram visitadas as enfermaras estes das :
Pelo Dr. liamos s 6 1|2, C 1|2, 6 l|4, 6, 6,
6 6.
Pelo Dr. Sarment s it, 8 i|2. 9, 8 iii. 8 Ii2,
t 114.
Falleceram :
Joaquina Mara da Conceicao ; bexigas con-
flueilti":.
Dionizio Joo Baptista, phtysica pulmonar.
Jos Barbosa Lopes, ttano.
Antonio Francisco das Chagas, bexigas con-
fluentes.
Joaquim, escravodo Sr. Joo Rodolpho de Miranda,
apoplexio.
tfovimento da casa de detengo do da 22 de
aovembro de 1864.
Exista m.......
Entraram......
Saliiraui.......
Falleceu........
Existem.......
saber :
Nacionaes.....
Mulheres......
Esirang'-iros...
Esirangoiras...
Escravos......
Escravas......
337
7
17
1
326
260
3
11
2
47
3
326
presos.
Alimentados a cusa dos cofres provinciaes. 132
Movnnunto da enfermarla no dia 2.1 Je novembro
de 1864.
Tiveram alia :
Pedro Antonio Calfez.
Feliz Jos Alixandre.
Jos Caelao dos Sanios.
Joaquim Jos da Silva.
Jos, e.-crvvo, sentenciado.
Obituario do cemiteuio pcm.ico no da 22 de
kovembho de 1864.
Fernando, frica, 50 annos, solleiro, Recife, escra-
vo ; apuplexia fulminanle.
ManoeI Bernardo Guerra, Pernambuco, 44 annos,
casado, Santo Antonio; phthysica tuberculosa!
Jos Rodrigues da Costa, Pernambuco, 3o annos,
solteiro. Boa-Vista ; hemeplegia.
Francisca Augusta de Albuquerque, Pernambu-o,
16 annos, casada, Boa-Vista ; febre perniciosa'
cerebral.
- 23
Daria, Pernambuco, 10 mezes, Recife; brenchite.
Tbomaz de Aquiuo Mendoiica, Pernambuco, 0 ao-
nos, casado, S.Jos; mielite.
Um prvulo, cujo nome ignora-se ; S. Jos; igno-
ra-se a molestia.
Erico Ferreira da Luz, Pernambuco, 35 annos, ca-
sado, S. Jos; desinteria.
Candida, Pernambuco, 14 mezes, Poco da Panclla,
convulsdes.
Raphael Gomes, Portugal, 50 annos, casado, Boa-
Vista ; anemia.
protesto apreseniar alguns documentos
I provem o que hei dito.
Por ora nao posso e nem devo proseguir sobre
essn assumpto aguardando-me para de outra vez,
I visto como leoho de registrar os fados que me le-
vam a fain-r esta.
Principiarei por dizer quo s duas horas da tar-
de do dia 23 de setembro ultimo, entrando nesta
villa urna novjlha vacca conduzda por Luiz da
Costa Monteiro, este a vendeu Jos Lourenco da
j Silva, para o assogoe do dia seguinle, quando pelas
| quatro horas da tarde veio a nosso escriptorio Ma-
noeI Pereira dos Santos pedirme Ihe fizesse urna
pelicao requerendo deposito a referida novilha vac-
ca por Ihe perteneer o Ihe a ter furlado aquello
Monteiro, o que em tempo provaria e que j vinha
da casa do Sr. tenente-coronel Villar, que nSo que-
rendo se prestar a isso o mandara a nosso escrip-
torio : com eleiio, flz a peticao exigida, e logo de-
pois de despachada peloSr. juiz municipal supplen-
te Alfonso Leopoldo de Albuquerque MaranhSo,
nao havendo mais lempo para se proceder no mes-
mo dia deposito, escrivo da diligencia intimou
. dito Jos Lourenco para que nao a matasse sem
, que primeramente se averiguasse qual o seu legi-
! mo dono; feito isto, e quando o requerente sappo-
! nha nao perder sua novilha, eis que pelas 9 horas
i da noite o tenenle coronel Jos da Cosa Villar, An-
I tonio Jeronymo Pinhefro e o subdelegado ManoeI
Joaquim Fernn Jes do Azevdo, juntos bradaram
! contra mim c a autoridade que tivera a ousadia de
mandar depositar urna novilha vacca que tem me
; viva e quatro paesque junios defendan) cada qual
! o seu qu-rio, em seguida dizia um delles que era
illegal urna (al ordem, outro que o juiz municipal
hava commeltido um crime em ter despachado
urna peticao sem sello, e o outro que sendo Ilegal
um tal acto, seno criminoso, se devia mandar ma-
lar essa novilha e com o que fcilmente se dissol-
via a conienda.
Concertado quo fosse esse plano dirigiram-se
Jos Lourenco e o ordenaran) que immediatamen-
te matasse a predita novilha, ao que exitando elle,
os laes senhorescom esperialidade o tal snbdelega-
dinho, de novo ordenaram-lhe que a matasse sob
sna responsabilidade, e que nada temesse: mas
Jos la renco, que conhece bem de perto os taes
lampreas, pedindo licenea foi aconseliarse, o em
resoltado declarou que cumpria a ordem do jiPz
municipal; a isso dubraram*se os eofareeimentos,
e como que loncos esses individuos, o Pmheiro cor-
re para o collector e roga-lhe |ior ludo que de
mais sagrado que nao sellasse a referida peticSo,
por ter o juiz que a despachou, incurrido em nina
mulla ecoinmettido um ciime de responsabilida-
de; o Villar correndo para casa desmata em urna
rede; e liualmente o tal subdeleeadinho vai ter a
easa do juiz municipal, e ah depois de um forte
arrasoado asseverou-lhe que a novilha nao ama-
oneca viva: as ras desia pequea villa Hcaram
em um completo alarma al alta noile, a ver qual
o desteixe de una lal pancadaria.
No da seguote Pereira provou exuberantemen-
te Ihe peneneer nao obstante se achar ella contra
ferrada o alt irados os sgnaos das orelhas, de que
usa o inesnio Pereira : nunca se vio um furto to
escandaloso e com tanta audacia... Pereira cha-
: mando a conciliaco a Luiz da Costa pedindo-lho a
rcsliloicao de sua novilha varea, ou a quaiilia de
5350110, emquanlo a estimava; no dia marcado
compareceu Pereira e seu advogado na audiencia
do juiz de paz Custodio Rodrigues Ferreira Maia,
sobnnho do Villar, e por conseguate primo e ir-
mo da novilha vacca, e depois de muitos excessos
Ida parte do juiz qne levou ao autor derramar suas
: lagrimas (liante de fortes terrores e mea as, de-1
: clarando o mesmo juiz que as partes se haviam de
conciliar perante elle, e se para isso fosse preciso
mandava reeolher a cadea o advogado o fazia.mas
em um dos seus lucidos inlervallos bolou para fora
da audiencia o advogado do autor c adiou o julga-
j ment da conciliaco.
Inmediatamente seguio para a cidade de S. Jos
j o lenente-coronel Villar, e all contratando um ad-
i vogado com elle aqu chegou, e nao posso saber
qual o resultado da queslo.
Devo asseverar ao leitor que o Sr. Villar de que!
fallo e maquinador e director de ludas as doman-1
das das autoridades desle termo, e aquellas que
nao sesujeilam as suas criminosas insinuacoes sao
victimas da traico.
O correio est a porta, e por isso posso j Ihe dar
noticias de factos horrorosos exercidos pelas auto-
ridades nestes poucos dia<, e comprometime nao
ser ronceiro as remessas de minhas missivas.
Sade, patacos e tranquillidade Ihe deseja.
Canguaretama, 2 de oulubro de '864.
Ignacio Leopoldino de Albriquerque Maranhao.
Bartholomeu Francisco de Souia.
Jos Pires Ferreira.
Joo Pinto de Lemos Jnior.
Caetano tyriaco da Costa Morera.
Joo Jos de Carvalho Moraes.
Lourenco Luiz das Neves.
Miguel Jos de Abreu,
Joaquim Ribeiro Puntes.
Candido C. Guedos Alcoforido.
Jos Antonio Bastos.
Antonio de Moura Rolim.
Antonio Ignacio do Reg Medeiros.
so Seohor Jess iristo de 1864, quadragessimo j Felisberto^rgrlcid Ollera"'
do imperio doBrasil, Joaquim Francisco do Espirito Sanio.
terceiro da independencia
subscrevi e asiignei. Em
Gomes de Souza.
f de verdade Ignacio I Angosto Frederico de Oliveira.
! Jos Franci co Lavra Peona.
| Herminio Egldio de Figueiredo.
' ManoeI Jos da Silva Gui maraes.
Domingos Alves Matneus.
Bernardino Jos Monteiro.
Silvino Guilherme de Barros.
Thomai de Aquino Foneeca.
Feliciano Jos Gmes.
Francisco Antonio da Rosa.
Salsa de Brlstol,
A salsa parrilba de Brisni exerce saas proprie-
dades punflcaates por lodo osj.-teia nervoso,
oeutrallsaudo o e/tus produzido e acciimulado pe-
las ulceras, estrrofulas, abeessos e tumores, o es-
crohuto assim como todas as mais molestias das
glndulas da carne e da pello. \ historia de>ta -
preparaeo tem sido pelo espago detrinta annos Joaquim Mauricio Goocalvas Rosa,
urna serie nao inierrompid* de curas as mais ad- Antonio de Souza Pavolide.
mirayeis e felize*. Todo o mundo medico admita
que o mefher antisptico vegetal e anli-escor-
butico at hoje conhecido e pode-se com toda a
certeza amanear que um remedio especial para
a cura do rheumatismo e de todas as aftecces dos
msculos, tendes e eoojuneluras.
Encontra-se i venda na botica de Bravo & C. e
Caors c Barbosa.
_ LEII.AO
Hoje 24 do correte.
Mallo Lobo C. fazem leilo boje por inierre
cao do agente Pe-tana de un esplendido *wti-
DMan de nnaias ingieras tnnervn rom f-
jam : chitas de diversas qualidades maelapotrv
algodozinhos, chapeos de Miro e de pama, la-
is e nimios ouiros a rligos da gosu> todo> pr-,
desle mercado, em virtnde do qne ngam a !*.*
os seus amigos e fregurzes para que rompareram
ao dito leilo convencido? de que i orrasio de fa-
LEILIO
0 subdelegado,
Alexandrc Marlin Correia Barros.
"* audiena do Illm. Sr. Dr. juiz dos or-
pnaos do dia 25 do corrente tem de ser arremata-
do o sobrado de dous andares com um armazem
e terreno por detraz sito na ra da Senzala Velha
n. 14. pertenrente aos herderos do finado Joa-
quim Lobato Ferreira sendo a dita arrematacao
requerida pelos herderos maiures e pelo tutor dos
orphaos filhos do finado ManoeI de Almeda Lopes
Arrematacao
A arrematacao annunciada" para o dia 14 do
corrente dos bens de ManoeI Francisco de Paula
penhorados por Antonio Ignaciu Bra-'do foi tian-
fenda para p dia 25 as 11 horas do dia, cuja ar-
rematacao datera ter lugar na ra do
ovis e
Hoje
LEIL40
celebrada pelos governos brasileiro e fraeez Wao ,. DK
expedidas malas para Europa no da 30 de novera- ilm I"3'10 forI ^ amarello, I u.-.l.ila
hro cnrrpnla i\.il v.nnt- ^..nnn. v....nMu. 4.___I com isrnnn^ H.* n.. Jos Gomes Leal
Antonio Gomes de Miranda LeaL
Henrqne Bernardes do Oliveira.
Francisco Ferreira Baltar.
travessado Pombal, devendo ser a ultima praca.
Correio geraL
Pela adminisiracao do crrelo desla cidade se
faz publico que em vrtude da conveaeae pastal
celebrada pelos governos brasileiro e fraiicez sero
expedidas malas para Europa no da 301
bro crreme pelo vapor francez Savnrre. As car-
tas sero recebidas at 3 hora,- antes da qne for |
marcada para a saluda do vapor; e os jornaes al
4 Itftras sotes.
Administraco do correio de Pernambueo 23 de ;
1>E
onlrtt mnilos artife^
as 10 \\i horas.
Em contut'ianjo.
(.ordeiro Slmoes nao podendo concluir a venda
de toJos os Dfeketos de goq0, movis etc.. exhba-
les no armaseni a ra da Odea do Kerife n. V*
assim emconiinnacao concluir h-.j a veada de
?.S V SZ**8 '*">*. > ber : urna notilU
de acar nda, urna dita de amarello, 2 cuales v:
ra hvros, urna cama ranceza, mn apcarador 2
me.as commoias, 2 marquelas larga- nn anr-
tuaric de Jacaranda, I cabide. 2 qoartiaacir..-.
Cisco ou ; quadros, livro*, cryaes. reloglo<, mmdezas e :
iros nmiiosargos'de gosio.
Je
tic v
CfflMEBCIO.
\0V0 B4\C0
DE
ancuco ferreira uaitar. uhiuhmi-.111110 correio ue femar
Secretaria do-tribunal do commereio de I'ernam- novembro de R6f.O administrador,
ico 21 de novembro de 1864. Domingos dos Passos Miranda.
Crrelo.
+- Pela administraco do correio desta cidade
se faz publico para fins convenientes, qne em vir-
lude do dlsposto no artigo 138 do regulamento ge-
ral do< crrelos de 21 de dezembro de 1861 e arti-
go 9 do decreto n. 785 de 15 de maio de 1831, so
proceder o consumo das cartas existentes na ad-
PERWAMBIJCO
EM 22 DE NOVEMBRO DE 18B4.
O banco descoma letras na prsenle semana
10 0/0 ao anoo at o praso de quatro mezes e
12 0/0 at o de seis mezes
Babia.
buco, _
E.-ta conforme.Oofllcial-maior, Julio AuguMo \
' da Cunlia uimaraes.
O Dr. Trislaode Alencar Araripe. offlcjal da impe-
rial ordem da liosa e juiz especial do commer-
eio Justa cidade do Recife da Pernambuco e
seu termo, por -. M. I., que Deus guarde etc.
Fago ao saber aos que o presento edital virem e K.~.-_ v .
I delle noticia tiverem, que no dia 6 de dezembro do rainistraco pertencentes ao mez de novembro de
i correte anno, tera luyar a arrematacao dos escra- 186B, no dia 3 de dezembro prximo, as 11 horas
I vos : VeriSbima, erioula, representando ter mais da manha, na porta do mesmo crrelo, e a res-
de quarenla annos, avallada em 700J, e Domingos, pectiva lista se acba desde j exposia aos interes-
! de nacao Angola, maior de SO annos, avaliado em sadns.
13002, os quaes foram penhorados a Jos Guilherme
I Guimares, por execugo de D. Mara Venancia
de Abreu Lima Bastos, como cessionario de Amo
a. -
. a, rim, Fragoso, ^antos & C, representados por seus!
saca sobre a praca da i administradores.
E caso naoappareea langador que cubra o pre-'
----- 50 da avaliago, ser a arrematago feita pelo preco 1
AIfan(lega ua adjudicado com o abata da li.
Rendi ment do dia 1 a 22........ 539 9434083 I E |,ara *la P1"8*5"*8 chegue ao cooheeimeoto
Idera do dia 23................ 93^73*339 de todos, ser a putolicagao do presente feiu por
I editaes, e afflxado nos lugares do costura*.
563 0185963 Recife. '8 de novembro de 1864.
Eu, ManoeI Mara Rodrigues do Nascimonto,
escrivo, e subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
Administraco do correio de Pernambuco 23 de
novembro de 1864.O administrador.
Domingos dos Passos Miranda.
TEATRO
Tlovlmcnto da alfaudeca
Volumes entrados com fazoadas.
* com gneros
Volumes saludos
cora
com
fazendas...
gneros...
103
351
-----434;
203
557
760
DECLRALES.
COMPANHIA
>0
Descarregara no dia 24 de novembro.
Brigue portuguez -Laia 11 -diversos gneros
Barca ingleza Arrau Islefarinha de trigo. *ZCfi S33I Vo
Escuna dinaraariuezaSuper diversos gneros, j Jfoj JrTjiJl?0
Hecebedorla de rendas Interna &2J t>3l> v^m'^s^z^ kjzskjzxi q
geraes de Pernambuco. | Wo se tendo reunido numero legal dos
endimento do dia 2 a 22....... 17:2264943, Srs, accionistas para ter lugar a asserabla
dem do da 23................ 921*312 geral annunciada para hoje, de ordem do
I8-I5UP55 iSr' cl'rector s5 novamente conridsdos os
"1J i mesmos senhores a se reunirem no dia 25
Consulado proTlneial. Ido ^"nte ao meio dia no escriptorio da
Rendimentodo dia 1 a 21......... 37:116*514 mesraa companhia, afim de examinaras
dem do da 22................ 4:304*198 contas do semestre fin.lo, approvar o orfa-
TT'a* ment0 ^ semeslre vindouro, tratar de eili-
" 1 Ocago da novas caixas e mais obras neces-
I sarias ao fornecimento d*agua e concesso
gratuita da rnesma ao hospital de caridade.
prevenindo-se desde j que, na conformida-
Nav>s entrados no dia 23. de do art. 16 dos estatutos, a reuniao ser
Assu' Odias.hiate brasileiro Dous amigos, de 70 considerada completa e ter efleito com o
toneladas, capito Francisco Eustaquio Rodr- i numero de accionistas que comparecer nes-
gues, equipagem 8, carga sal e couros ; a Anto- te dia.
. Escriptorio da Companhia do Beberibe 18
de novembro de 1804.
O secretario,
EMPREZA
GERMAM & MIMBRA.
SABBAO, 26 DE NOVEMBRO DE 1864.
jT reciU da assigtiatura
Representar-seha o mnito apparatoso drama
em 5 actos e 1 prologo
QUE JA TEVEE AGORA NO TEM
Dar Dn ao aspectaculo a comedia vaudeville
a (]ra mmm,
Comegar s 8 horas
com lampos de podra, ricos quadros cm
gravuras. i armnico, 6 cadeiras aal^or..
americanas, i sofase 12 cideiras de luna 't
sof c imnton de jacaraoda, I msraoW m.
lampo de pedra o espemo, | gaar.la r
neine CHin espelho, | apparador de iar3rat
2 ditos de mogno, 2 venenan.. I rama r
broBze, 2 ditas de ferro, commodas, tni-.'\">*
tonca v.dros, cry.taes, mesas e trem de r-i'
ana, 1 machina de lavar roopa e minios mmm
objectos que se achara ao rame d.* preM>
denles no armazem da ra da Gadeu 36
Scita-feira 25 de no>rnhr#.
O agente Pinto autorisado pelo sr consol .a
plez o qual ret.ra-se d^su provincia fara
de lodos os objectos supra reenck.oado aertok-
cernes a sua casa de residencia e anan m
armazem da ra da Cadea o. M, aoad m rr.
tuara c leilao as |Q horas do da cima d.io
LEIlAO
Lm carro de 4 rodas, t cavalh* para o rae-m, i
cabnolel com asenlos para i 4 *> ?
reos tiara o mesmo. ^ ar'
Sexla-frira 25 de veatr
a 1 hon da tarde, na ra da Senzala por Viras
do armazem da roa da Cadeia n. 30, oaST aaver
anteriormente leilo de moven
Lma mobilia de Jacaranda com 1 ofa 2 roa**,-
4 cadeiras de braCo e 18 ditas de r'narairao '
Um cabriole! americano rom robera
Lm cavallo casunho proprio para selia
Lina ma:lnna de costura com caixa, armario e
Srxts-feirn 25 de aoveabr*
Pw in:crveocrw do ageote Piolo roa da l'^en
~sm
M0?IMENT0 30 POSTO.
nio Luiz de Oliveira Azevedo a C.
Rio Grande do ul48 dias, escuna hanoveriana
Eitea, de 176 lanciadas, capillo P. Lueht, equl-
pagi-in 3, carga 11:118 arrobas de carne secca ;
a Rallar A Oliveira.
Santa Camarina36 dias, patacho nacional Ca-
puam, de 212 toneladas, capito Theotonio Jos
da Silva Rosa, equipagem 12, carga 10,070 al-
^wg^^a-i.Ja'saaffSfflsfrt'as
Jos Eustaquio Ferreira Jacobina.
Consulido de Portugal.
Por este consulado sio convidados todos os cre-
vlnlio e outros gneros; a A Burle Si L-
Observacao.
Nao houveram sahidas.
m
EDITiES.
CORRESPONDENCIAS
mo i.iiivii: do >oniK.
Inda qne baldo de recursos para o desempenho
da imtiorlantissima misso de escriptor publico,
nao posso deixar de tomar sobre meus fracos hom-
bros a espinhosa taren de correspondente desla
pequea parte do imperio da Santa Cruz, onde de
dia para dia vamos sendo testemunhas orculares
de factos que devem ser levados ao dominio d<' pu-
blico sensato, para que poma lavrar sua sentenca,
e mesmo para que o govorno que inteirado da>
oceurrencias que disserem respailo a seus empre-
gados e indepenrtente de queixa autoada e jurada
possa proceder ou mandar proceder contra o de-
lnqueme ou dclinquentes.
Firme nesse proposito protesto desde j nao
mistificar os factos, mencionande-os com toda im-
parcialidade; entreunto peco ao leiror que me
desculpe das lacunas que encontrar as minhas
pequeuas asseredes, visto como j disse, sou baldo
de recursos inlellecluaes.
Seria em mira urna temeridade e ousadia nqna-
FUBLISiCES
O Ulm. Sr. inspector
eial, em cumprimcnlo da resolncao da junta da
fazenda, manda fazer publico, que no da 7 de
dezembro prximo vindouro, peranie a mesma
junta se ha de arrematar quem por meuos fizer
o costeio da illuminacao pubilcada cidade de Goi-
anna, avaliado cada um lampio em 291 r por
dia.
A arrematacao ser feila por lempo de um an-
no, a conlar do Io de Janeiro a 31 de dezembro de
1865.
As pessoas que se proposerem a essa arrema-
tago comparecam na sala das sessoes da referida
junta, no dia cima mencionado, pelo meio dia,
competentemente habilitados.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
ecreiaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 9 de novembro de 1864.
O secretario,
A. F. d'Aunuueiacao.
O tribunal do commereio da provincia de
Pernambuco convida aos Srs. commercianles na-
cionaes matriculados e residentes neste dislricto,
. estive-
rem conferidas, se para isso chegarem as forcas
da heranea, e que nenhuma reclatnacao se recebe- 4**^
r contra o mesmo espolio, logo que linde um an-: <
' no, a conlar da datado fallecimenlo do mencionado
'sbito portuguez.
Recife, 22 de novembro de 1864, inueiro a ireie aie o uia na saniua as 2 or
- O conselho administrativo para fornecimento da lardfi : ^criptorio no Forte do Hados n. 1.
."!:. *- ?.." 1? i J ""al de guerra precisa comprar o segrate : | --------Para O A-Sll
COMPANHIA PERNAMBUGANA
DE
.\avega^o coste!ra a vapor.
lacei e escalas.
O vapor Parahyba, comman-
dante Martins, seguir no dia 25
do crrenle s 5 horas da tarde
fara os porlos cima indicados.
, Recebe carga at o dia 24. En-
commendas, passageiros e dinheiro a (rete al as
2 horas da tarde do dia da sabida : escrlploiio no
Forle do Mallos n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUGANA
DE
Vavegaeo costelra a vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaly,
e Acaracu'.
O vapor Persinunga, seguir
no dia 26 do crreme s 5 horas
da Urde para os porlos indica-
dos. Receber carga al o dia
. 25. Encommendas, passageiros e
dinheiro a freie at o dia da saluda s 2 horas
LEILAO
M
Fabrica de sabao.
Sito na na Imperial, edificio enm eso*.,
je las palmos .le frente i loo ,|e hn-
da, melaiodo aim om f.,rraH *
Doetrjs, com 270 jardas rnh.das
um Jeitos du lijlo e cal.
todooo 'h""' *****">> P^rfazead.. .*.
Sdonttrf >""1 "" ">*<">'-
250 pt de raldeira.
16 case s vazios.
J gmaaaste para 2 tonelladas.
J rarangneiro cm c.rr.-nie, completo
I machina-le fon.a de l2cavallos
i bomba de 20 pft de canos
im?omeia'.rCU,ir (*m "^*" de frro fu**,
1 balanca, serra, 1 valvola. 1 sino.
. pretnas de f,-rro fuudidos e | mn
f caMnrioelfJD ps de cano de caz.
fcixns, correias, tamhores e rodas.
I ramo d^,cano para a xiachina d.- -rm
WITOvho. ',CSd,!CrreD,ei rt Ha,mUe' d"
St lunda-feia li de dezenar*
o agente Pinto fara icii., | mnwnnnk
Para a aula de gemeotria dos menores.
3 estojos pequeos malhemalicos.
3 caivetes finos.
2 duzias de lapis finos.
4 duzias de crcoes para lousa.
Para provlmento dos armazens.
j 30 caixas de pennas caligraphicas.
50 rnews de sola garroteada.
As pessoas que quizerem vender taes
i segu com muila brevidade o biate Dous Irmfios
a tratar com Tasso limaos.
Para Lisboa
Pretende sahir rom a maior brevidade
-"" i admioieiradores da massa fallida oe R,in nnan
& t. e por mandadodo Illm. r. Dr. imz -penal
do commereio de todas os objectos cima r*rrw
los, os quaes ron-tilu.-m parle da referida m
e existentes na mesma fal.rica d.i ra hte
aonde Meffeetoaroleilao as M bwras cima dilo.
O pretendentes po.lcr.io examinar os refcw.J.o
objectos nos has 25, 28 e 30 do corrate, das K)
horas da manbaa s 2 da tarde e na anti-vespra
e da do Vilao. '
apresentem suas propostas em carta fechada na
secretaria do conselho s 10 horas da manha do
dia 30 do corrente.
Sala do conselho administrativo para forneci-
menio do arsenal de guerra, 23 de novembro de
1864.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastiao Jos Basilio Pyrrho,
Secretarlo.
De ordem do Illm. Rr. conego director da
Escola Normal, faro selente a quem inleressar
possa, que os exames do primeiro anno desta es-
. o lugre
., portuguez Julio, para o que. tem a maior parte da
rticos I car*a Pro"1?13! Para o resto e passageiros a quem
..._.' offerece os melliores c.ummodos trala-se com o
consignatario Thomaz de Aquino Fonseca na ra
do Vigario n. 19, primeiro andar.ou com o capito
o .^r. Francisco Antonio Meirelles, na praca.
:o
i comparecerem no d,a 7 avEhnSffnSKn! S?" trl0 CmeS 2 d,a ^ corren,e s 7 horas
! turo, s 9 horas da SnnlELnV21XLt A Sft K^fiStfi T' Dr' *2l
tor geral da in^trurfao publica, devendo neste dia
e nos segninies serem os alumnos examinados em
turmas de 10 cada urna, e segundo a ordem esta-
Rlm. Sr Dr. juiz munlcipal.-Diz Jos d'Oliveira I ^m^J!B^^^r.TfS
Ramos e Silva, que haveudo se Instaurado contra cao de dous depulados commereianteT mm m,1
elle uu. processo perante esta delegacia por forca quiule quatrieuniode 1865 1868 ten de suUT-
de urna queixa dada por Joaquina feria do Espi-(luir os actuaos Srs. depulados Joo fanardo de Me-
r J%;aSC5dDa mes,"a.assiSa'la Por Francis- deiros Reg e Joo Pinto do Lemos la trSa do
Eji1?2..d ^"a Jun,or- a ro da referida titulo nico do cdigo commerctT e 'decreioT 696
Joaquina Mana da Espirito ^anto, vem requerer de 5 de setembro de 1850 '
wmmmmmm
mos que faga f.
Nestes termos pede V. S. deferimem E. R. M
DPao d'Alho, 17 de novembro de 1864
D uarle.
Ignacio Gomes de Souza, escrivo de orphaos
crime, civel, capellas e residuos vitalicio nest
villa c comarca de Pao d'Alho por S. II. o Im-
perador a quem Deus guarde etc.
Secretaria do tribunal do commereio de Per-
nambuco, 21 de novembro de 1864.
Eu Joo Piolo de Lemos, servindo de secretario
o subscrevi.
, LISTA.
Jos Jeronymo Monteiro.
Luiz Antonio Squeira.
ManoeI Ignacio de Oliveira.
Certifico que revendo o processo de que faz men- Amonio Jos Leal Res
cao a pelicao retro, e nelle encontrel os documen- Jos Marcellino da Rosa
cinin6 ^iVr,arLa m-eSma peli,ca? nrt0 seu Prin- Jo5 'naci0 fle Medeiros Reg,
cipio pela promocao a qnal do theor e forma Elias Baptista da Silva.
Xrift.^ c a Jo* BilP'isi da Fonseca Jnior
fSS J"MM 1uc a lue.xosa mandou Antonio Jos de Castro.
'^cZna ^ v,n i,MraeSraSiraK a 86B re a J' francisco de S Leilo.
efcnptura de venda que fez da heranea de sua "
bizavo ao sumariado, declarandolhe circu i slan-
ciadamente o que conlinha a mesma escrlplura
que isto fez, e fez livremente a referida venda e
ale nston reteiradas vezes com n sumariado para
contrat-la, declarando Ihe que s com elle fazia
negocio, verificando se finalmente pela copia da
dita escriptura, que a queixosa fui paga integral-
mente no acto de se passar esta da quantia porque
Luiz Jos Rodrigues de Souza.
Joao da Silva Faria.
Gabriel Antonio.
ManoeI Duarle Rodrigues.
ManoeI Antonio da Silva Moreira.
Joaquim Jos da Cost Fajozes.
Jos Rodrigues Pereira.
Jos Candido de Barros.
Amonio Luiz dos Santos.
.j. .. h.n j ", i uuiMuu Antonio uiiz aos santo
vendeu a sua berenga, c devendo esta prova sub- Jos Pereira da Cunha.
belerida no edital alxado na porta desta secreta-
ria : o que fago publicar para conhecimento de
todos.
Secretaria da Escola Normal de Pernambuco
23 de novembro de 1864.
O secretario,
Maximiano Lopes Machado.
Facnldade de Dlrelto.
De ordem do Exm. Sr. director se faz publico
que sexta-feira. 25 do corrente, pelas H horas da
manha, ter lugar a collago'do grao da bacliarel.
Secretaria da Faculdade de Direlo, 23 de no-
vembro de 1864.
O secretarlo,
Jos Honorio Bezerra de Meneies.
Pela delegacia do 3' dislricto do termo do
Recife se faz publico que em poder da ora desertor
do exercilo de nome ManoeI Feliciano de Mendon-
ca, foi apprehendido um cavallo que se julga ser
fuado,e que ser entregue a quem provar ser
seu dono.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
3ue a arrematago da obra dos reparos do empe-
ranienin da estrada da Victoria entre os marcos
de 8 a 10 mil bracas foi transferida para o dia !
de dezembro prximo vindouro.
Secretaria'da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 17 de novembro de 1864.
O secretario,
A. F. da Annunciagao.
Pela thesouraria proviocial se faz publico,
Segu com pouca demora ao indicado porto o
biate Lindo Pagele a chegar do norle em poucos
dias : as pessoas que nelle quizerem carregar de-
verao entender-se com antecedencia com o respec-
tivo consignatario na ra da Cruz n. 23, primeiro
andar.
8,357 acries da Companhia Peraam-
bacaaa.
Terea-frirn fi de dezembro.
O agente Pino fara leilo por mandado do R|m
r. Dr. juiz especial do rommerrioeni virtndr d:
que requeren o< administradores da ma<*a 1
de Rostr.m Roker .\ ., de 2.357 arein da Com-
panbia Pernambuc.ma de I0('5 cada' nma em mm
j ou mais lotes a vonlade dos n>mpra ; horas do da supradito a porta da A>soruro nj-
mercial.
IEIL0ES.
AVISOS DITEISOS.
Barca americana Malina, sobrcsalentes
[e todos seus perleiices.
1BOJE.
As 10 horas em poni porta da associago com-
mercial o casco, mastros reaes, ancoras, cor-
rentes, gurups, enxarcias, reaes, sextos de ga-
via e.vaus em um > lote, s 11 horas, no ar-
mazem do baro do Livraraeoto caes do Apollo,
mastaros de gavia, ditos de joanetes, vergas,
cabes, pannos, cascos, sobresalentes e mais per-
tences era muitos e diversos lotes.
R. C. Denham capito da barca americana Ma-
lina, far leilo com liceng do inspector da alfan-
dega, em presenga de um empregado da mesma
repartigo para o fim nomeado, com assistencla do
cnsul americano, por ntervenco do agente Pin-
to e por conta e risco de qu^m perteneer, do cas-
co, mastros reaes, pannos, ancoras, correles, so-
bresalentes e lodos pertences da referida barca a
qual se acha ancorada neste porto onde arribo
por forga maior na sua ultima viagem de Boston
para Buenos-Ayres e pelo que foi legalmenle con-
demnada.
Os pretendentes poderao desde j examinaren)
o inventario existente em poder do agente deven-
do comparecerem s 10 horas do dia 24 ao leilo
r VIUVA HOTIER
faz pobli'o que mudou seda sua residoacia aa rus
Bella n. 29 para a mesma ra n. 39.
que a arrenatacao da obra da ponte do Puntal na do rasco, a porta da associaco coraroercial ,
Hha de Itmaraca lot fransfenda para o da 24 do, 11 horas, no armazem do barao do Llvrameoto
corrente. | caes do Apollo.
O Sr. Antonio Gomes de Csrvathn, mar Vi-
xou na I >ja de hvros ns. 6 e 8 da prara da Mr-
pendencu urna cana do Rvm. Sr. vigario jfoSal-
gueiro, quoira declarar soa morada para 0 pede-
r I lar sobre o negocio de que trata dita carta
instituto Arckeologico e Geo-
grapkico Pernanibueauo.
llavera sesso ordinaria quinla-Teira 2i
do corrente. s i ^ hora da m.mhia.
Oll.ll IIODIl.
Votaron adiada^:
Trabadlos e pareceres de coiDmisses.
Secretaria do Instituto, 21 de imen*hr<>
de MM.
J. Soares d'Azev .lo.
Secretario perpetuo.
O grande aunlversarln da
lonla.
Pelo presente convida-se aos untrnai
eos e a Odas as pessoas qne seiaaem__
causa santa da Polonia, para n- dia 29 da e fna-
te, pelas 10 horas da manha, assi-tirrra ohm Ma-
sa na igri-ja de S. Francisco. O da it nfraaiin
sume em si glorias e dores para o pota
I'm voto de agraderimenloanteeipa-se a
J compareeerem a este acto.
J


^
COMPENDIO DOLO
4os 6:000*000.
Quinta-feira 1* de dezembro do correte
anno, se extrabir a terceira parte da
dcima lotera (i 18') a beneficio da matriz
da Boa-Vista, no consistorio da igreja de i
Nosso Seniwra do Rosario da freguezia de
Santo Antonio.
Os bilbetes, raeios e quartos acham-se '
venda na respectiva tbesouraria ra do
Ctespe n. 15.
Os premios de 6:000d000 at 10*000
serio pagos urna bora depois da eitraceo
at s 4 horas da tarde, e os outros no da da praca da Independencia
segninte depois da distribuicao das listas.
O thesoureiro,
^_______Antonio Jos Rodrigues de Souza.
TINTURARA.
O t ntureiro da ro do Rangel n. 36 avi-
sa aoj seus fr^guozes que mudou sua re-
sidencia parara ra Direita n. 116, onde
continua a tingir para qualquer cor e o
Oais barato possivel.
oW
O lar lo d Pera*mKnee i|uiuia el?a
Sovemhrt e t%
ElCNTM.
Precisase alugar um eounbeiro e nin
que conten o oficio de Nossa Senhofa das Dores; o modo de resar e offerecer a co- ceiro andar.
roa, um setenario e inais outros exercicios dono da amiga fabrica 5m2m 5 ci-
de piedade e devoeo; ordenado pela ir- arros>5ila quina da ra de Hurtas n. 1, ten-
mandade dos scrvos da mesma Senhora, ^"X^^^*^**"*-
mo a ,,* j, k o a convida aos freguezes a virem honrar seu es-
que Se acba erecta na C-greja de N. S. da tabelecmento com devida prolecgao de que carece
l enha do imperial hospicio dosreveren- por se achar con am variado sortimento decigar-
dos padres raisslonarios apostlicos capo- w charutos finos dos autores mais acreditado
chinhos italianos de Kernambnfo, approva- 8ll&?2&l,2LB2 2 !?? ^T eai
a* o i t __ i i I'ha. mino americano, dito dito era latas, e diver-
dO por-S. M. I., que Deas gaarde; dado .osartigos paraos fumantes, em qoanto a quali-
a luz por devoco do muilo reverendo dade prego garame-se nao prejudicar os fre--
guezes.
Ao amanlipcpr do da 20 de outubro do cor
ADVOGADO
M Ra do Imperador numero
69.
Aluga-se.
Aloga-seo 3-andar da casa da roa Dlrcita n.3G
o qual tem commodos para grande familia : a tra-
tar ao 2 audar da mesma on no Recife na ra da
r< Uadeia n. 3._____
Precsase do iiiTramassador que se snj ile
a levar todos os das urna carrosa com pao ao ar-
.senal de raarinlia.
padre Fr, Placido de Messina.
Vende-se a 320 rs. na livraria ns. 6
e8
Caieiiro.
Precisa- e de um caixeiro de 14. a 16 annos que
tcnha pratica de negocio, e d fiador a su conduc-
ta : na ra da Iiaperatriz n. 10, luja de calcado.
CLLFPER\AA\0
O baile anniversario desla sociedade le-
ra lugar na noite do 1 de dezembro pr-
ximo futuro. E' permitlido todo o luxo
nos toillets.
a ra da Cruz, toja de selin*, precisa-se
de fatlar com o Sr. Manoel de Azevedo Araujo, a
negocio de seu inleresse.
los (oogalves de Oliveira, Portuguez, natu-
ral de Avintes, ha vendo outro de igual nome, de
tioje em diante se assignar Jos Gongalves de Oli-
veira Castro.______ __________
Pubicaco Iliteraria.
Sabio luz n opsculo intitulado
A LIKIRDllH:
NO
193 RA MAL 193
Isaac Esmity
Fabrica 4o rap imperial.
rente anno de 1864, furtaram do cercado do en- Isaac Esnatv tem a satisfacSo de participar ao
genho Aldea, da rreguezia do Rio Forraeso um respeilavel publico qne se acha estabelocido na rua j
quarlo de carga do mesmo engenho, o qual Im|>erial n. 108 rom fabrica de rap denominado
rugo ponibo,jrrano>, castrado, nao novo, tem no RAPE' IMPERIAL, cojo rap fabricado Igual ao!
olho esirnerdo nma Delide, e pouco eo nada v rape de Lisboa, e muito melhor por ser mais toni-'
pelo dito niho. tem om callo telho no espinhago, eo e muito mais agradavel e convencido ofabri-
lugar em que leve urna bexrgp, lerou o tapete cor- cante da supariornlade do sea rap, pela eiperien-
tado rente, carrega balto, e tem estampado no ca de trinla annos que tem desle genero, e demais '
ladodirelt* da anca o ferro do engenho em lettras o certificado justo para mais segnraoca dos com-'
maiusculas como aqu ser ALD E A. Adver- pradorcs o fabricante (ka cesjonsavel pelo bora !
te-se que os cavallos assim ferrados nao sao tro- resultado do seu rap, garantipdo ao mesmo lempo
cados nem vendidos, e os que forera encontrados o dinhciro do comprador que por ar-caso nao gos-:
sora ser servico do mesma .eagenho sao furia- (" qn* posttlvamenta nao de e.-,crar) e sendo '
, m is autoridades foUciars, e mesma a qualquer bra porto como o principal dcseio do fabrican-1
pessoa do povo, que sendo encontrado; ditos ca- te de gamiar cred"
vallos sejamiippreheadulosaremitidos ao admi- rrf>m
nislrador daquelle engenho ou ao abaixo assigna- tada
do proprietario de mesmo engenho. que reside na tanto
cidade do Recife, roa do Hosplc. n. SO. Cidada mi la
do Recife, 26 de outubro de 1861.Caetano Jo br* a retamo e em'porga
da >ilva Santiago. em porcao de 50 libras a 850 ris e em porcao
de 100 fibras a 800 ris e em porcao de 1000 libras
com o descomo de cinco por cento ou a tres mezes
do prazo llrtna garantida assim o fabricante espera
a concurrencia dos senhores compradores cm re-
g^t Que bello artista!!! SSSsEdaboapadae"minat,a. approvadae
Osr. relojoeireGaeianoMoreira Fontes, queira O fabrcame franqoeia as amostras (gratis) do
entregar o meu relogio de ouro para algiueira sea rap tanto na fabrica como tambero no nico
que a mais de anno receneu para llmpa-lo. deposito rua Direila n. 14 taberna.
_______________Marcelino Jos Lopes.______ Brevmnte apresentar a venda publica outro
tsnsultono medice-ehtrnrgico na rua larga de R- Jos Maria Machado, Mbdito~Ttuguez, re-1 T?\, fabri(ado 'Sual a que se fabrica uesta e ain-
Aluga-so urna casa sita na na de S. (enca-
lo n. 38 : a Iratar na rua larga do Rosario n. l,
padaria.
Est ainda para alugar urna casa na IhiTde
Bemhca junto a ponte da Passagem, cora comino-
dos para familia, banlio, pintada, e pelo barato
aiuguel de 1505 por anno : na rua larga do Ro-
! serio n. 36 se dir quero aluga.
Joao da Silva Ramos, medteo pela U"
versidadede Coimbra, da consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da raanha, e
das 4 s 6 da tarde. Visiu o doentes
em saas casas regularmente as horas
para iss designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serio soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procurarvm no hospital Pedro II,
aonde encontrado dianamepte das 6
s 8 ipras da anhaa.
Tem-joa casa de sadde regubrnwntei
montad^ para receber qqalquer doente,
ainda mesmo os alieoadvs, para a que
tem commodes apropriaos e nella pra-
tica qnalquer operacao eirnrgica..
Para a casa de saiide.
Primeira classe 3*000 diarios.
Segunda dita.... f#500 > '
Terceira dita.... 2#006
Este estabeleeimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos qne tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a confianca de que sem-
pre tem gozado.
A moi.ksti.v ou inffH-f.'o pwe
raKnnhecida pelo wmt* E$-t
erofula v um dos males km
prevakvei.lrs e i.niv.rsil que
ha cin toda a t'xt.-nsa h.-ta das
nfeimidailc de que sn|Jrrss
genero biiinaiu< : disse um no-
bre escrptor da m-tihia qn
< mais de una tena parte d<-
tndos aquellas que inorn-m aiilfs
da velhice lio vidiiii.is. ou direr.
ta "ii indii'cc'aui'iitt' la :por si nao to dV.>.
. .uctiva, ji o i -.'-ni a principal causa de mui-
rs outras rnfermidades que nao Ihi sao g*-
| ramente attnbuidas.
K' urna causa directa da pkyhtsiei pnl-
ntitmir, dan moletttu do fqaAo, / '/'-
yo e affecces do cerebro: Entre os seu
i numerosos syinplomas acham-se os seguin-
' les : falta de apprtite ; o sniiblatile pal-
udo c s veze* luclmdo, s vi$ de uma
altura transparente e nutras corad e a-
utarelleHto ao redor da tecm : fruqneta e
mollcza nos msculos: di gestan /nica e
Que bello artista!!!
n^\^. iJ^^a iff. mZ n l'"9'm f arregada, adre* de cablea. t>-
BWH d pPtf ratones gg \ tetras ele.
sarie n. 20.
O Dr. loao Ferreira da Silva regressando i sua
casa, conlinda em o ejercicio de sua profisso, S
nao s na parte medica como tambera na chirur-
gica.
I tira-su para Portugal a tratar do sua saude.
Mmwm.
O bacharel A. R. de Torres Bandeira,
professor de geographia historia antiga
no (ymnasio desta provincia continua a
Msinar philosophia, rhelorica, geogra-
phia, e as linguas franceza e ingleza, e
offerr.ee o seu preslimo especialmente
aquelles mocos que (|iiiterem preparar
em qualquer deatae disciplinas para os
Sanee em mareo do anno futuro. O en-
sino subministrado pelo annunciaue,
na nn d* sua residencia, rita das
trates n. 9, i" andar.
POR
Alfonso de Attuquirque Helio
Coavidam-se os assignaotes a maudarem receber
eos cxemplares na praca da Independencia ns. 6
8, que serio entregues vista dos recibos das as-
sicnaturas ; ah tambera eslo exposlos venda a
3000 cada um. Sao sob os seguimos ttulos as
materias de que se oceupa :
Inlroduccao.Noci da liberdade. O Brasil co-
tona.Rcvolucao de 1817A IndependenciaA
constitulnteAconstituicao-A revolucao de 1824
A expulsao ou abdicacao. A regencia livre. 0
partido regressista. Ameaca dos corcundas e que-
da dos livres. A regencia corcunda.Causa dos
males da regencia livre. Regencia corcunda e
maioridade.Principios do reinado de I). Pedro.
Revolta de Minas e S. Paulo.Dominio da Prala
Luzia.O dominio liberal nao inquietava os cor-
cundas.Fetos do dominio liberal.A praiae Chi-
chn osenatoria.A revolta e a revolucao de
1848 A conslituinte.A constituintc.ierrota
da revolucao. Negociacao de Honorio com os libe-
raos : traidores. -Venda da bandeira da cons-
umile. O partido liberal durante esquatorze an-
uos do chamado ostracismo. Os corcundus e oc
liberaos durante os quatorze annos.Captiveiro re-
signado e voluntario dos liberaes durante os qna-
lorze annos.0 povo corcunda, on os vcrmelhos e
os sabios.A siiua^So propriamenlc poltica.Ins-
titiiicoes livres, c direitos polilicos que livemos
at o lira da regencia livre, e o que actualmente
temos em lujfar del les.Os representantes da na-
e.m e das provincias.siuacao 'administrativa.
O que sao nella os Portugueses. Corno o gover-
no obrigado a corromper o paiz e a fazer-lhe
sempre inaior mal.Com se multiplica e se paga
a clicnlclla do governo para suslentar-se o impe-
rio corcunda. -O procnsul. O procnsul da co-
roarca. Dos cargos, dos crimes e da punicao.A
jastiga.Juizes municipaes.Juizes de dircito.
Tribuuaes.Os das Relaces. Tribunaes do Com-
mere.io. Supremo Tribunal de Ju-tica.O jury.
Os advogados.Conclusao. Garanta dos direitos.
A moral publica. Dos crimes.As elcicoes.
CoroHario da obra saquarcina. O que a pa-
rta. Siluaeao para com o exterior. Silua<;ao
llnanceira.As (naneas do estado.A miseria.-
Perigo e salvamento dos corcundas.A liga. -
Cuno se congregam os elementos para ella.Cou-
sideraroes retrospectivas. A conslituinte. Prea-
ros antecedentes. Coociliacao e opposicae parla-
mentar.Monta a liga.0 '|iic sao os liberaes na
liga.Qne bem Cario os liberaes ao paiz.O pro-
gressoSeus feitos.0 far.('orno se (leve vi ver nesta trra echegada
ae progresso.Porque o progresso s vem com-
pletar nossas desgracas e sera mais remedio.Se
ta salva^ao para nos qual seria o meio e bem fa
cil. Resumo. -A's cinco provincias pernambura-
nas. Histrico e poltica corcunda. De que pro-
viim a miseria. Como se corrompe na eleicao.A
restneio da liherdade apar do progresso da immo-
ralidade.-CoroHario.
CiMBOA Dil GARU
n 22.
Jos Anacleto tira muilo bem dentes a meninos
e aos adultos de ambos os sexos, chumba bem os i
dentes forados, em casa e fra della, a chamados
por esrripto a qualqufic hera.
O abaiy" assiguaOo declara que nao o au-
tor nem mesmo tem parte em tal annuncio assig-
nado pelo sargento. Recife i3 de novembra de
18C4.Jox Joaquim Al ves.
Precisa-se de eostureiras de alfaiate na roa
da Penha n. 23, primelro andar
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na rua do Impe-
rador n. 17,2* andar, onde pode ser pro-
curado a qualquerhora do diae da noile
para o exercicio de sea profisso de me-
dico ; sendo que os chamados, depois do
meio dia at 4 horas da Urde, do vem ser
deixados por eseripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
inaior afllnco, no das mais difuceise deli-
j cadas operacoes. como sejam dos ergaus
" ourinarios, dos albos, partos, etc.
JLIENNE
0 abaixo assignado declara em resposla ao
annuHco do Diarto de Pernambuco do dia 22 do
correte contra o alteres Antonio Muniz Tavares,
que os bens existentes da fallecida minha mana
Firmina Maria da Conceigao uma raalsta de o-
me Antonia e oulra de nome Maria e depois della
fallecida um outro de nome Pedro filho da dita
muala Antonia e o mesmo alferes Antonio Muniz
Tavares e.-l prompto para quera fr herdeiros,
requerer inventario da fallecida sua mulher. E'
verdade que elle vendeu uma escrava de nome
Francisca nao perlencente a estes orphfios, s sim
a sua segunda mulher como prova. Recife 24 de
novembro de I86i.
Flix Riheiro do Amaral.
Precisase de um cozinheiro escravo e paga-
se bem agradando : na rua da Madre de Dos n.
36, primeiro andar, das 8 as 2 horas da Urde.
Francisco Antonio Crrela Cardoso convida
os seus credores a receberem o segundo pagamen-
to de sua concordata, devendo nessa occasio apre-
senlarem seus ttulos para ser anotado o dilo pa-
gamento.
Aluga-se a casa n. 2 da travessa das Barrei-
ras.com grande sotan na frente, sobrado no fundo,
grande quintal com jardlm e fructeiras, mullas
commodos, cacimba, ele. : quem a pretender pro-
cure as chaves na casa da esquina confronte a la- da Fortuna/ rua do Crespo n. 23.
berna, que ahi tambem se dir com quem se deve Acham-se venda os da quinta parte da fer-
enlender. cejra lotera a beneficio da Santa Cisa da Mise-
_________ ricordia que se exlrahir no dia 2i de novembro.
Sant-Clalr
das ilhas ou os desterrados na ilha da Barra, ro-
mance digno de ser lldo pelas senhoras por seus
lances interessantes postos em execncao por uma
senhora, 3 volumes em brochura a 2,8 : na livrao
na ns. 6 e 8 da praca da Independoncia.______
Coslorriras
! Precisa-se de costureiras para traualhar por dia
aliniiavan lo costuras para a machina coser.
Precisa-se de uma ama de ieile para acoro*
paohar um enanca at a Babia : na rua Nova
n. 63, segunda andar._____________
mu da tmm
AOS 000.000
liiihetes garantidos
A' roa de Crespo n. 23 e casas de cosiume
O abaixo assignado vendeu nos seus muilo feli-
zes bilhetes garantidos da lotera que se acabou
de extrahlr a beneficio da matriz de liamb,
os se^uintes premios:
N. 872 um Mlheto Inteiro com 6.0005080
N. 2107 dous quarios com l:400>i)t!0
N. 2H0 dous qHarlos com 5005000
E unirs muias surtes de 1005, 405, 2l>5 e 105
Os possidores podern vir receber seus respec-
tivos premios sem os descontos das leis na Casa
da para melhor, como tambem : rap prinrza,
. rap grosso e meio-grosso, tudo a prrcos muilo
' mais reduzdos para mais animar os senhores ex-
portadores desle genero.
i N. B. Nos dias de sabbado a fabrica nao se
abre.
CEHTIFICAOO.
Certifico que submettendo a exame a amostra
i do rape denominado Imperial, qne apresentoii a
I esta repartido o r. Isaac Esnaty, Citwicanle re.i-i
dente, na rua Imperial, rasa n. 193, declaro o pe- rua Nova n. 8, toja do cha.
rito nomeado para esso fhn, o r. Pedro Maurer, l''i-vlh-ia
que nao havja inconveniente algum em ser expes- ntartii s r,, M-T VTaTj k
to venda, alenlo a que nenham pormeio noiso franCM a rua -Nova n- 8> ,0a cha
compromelia.a saude.
Inspector*!, da sade publica, aos o de outubro
de 1861.
Dr. fr/nacio Firmo Xavier,
Inspector da sade publica.
WLM
CORIMTBI
(Passas )
.as pessoas de disposira escroftil>>-:i ap-
parecem frequenlemeule eruprt na ftm
ida CSbeg MM parli-s doroffo. sa. pre-
Idispostas s oJI'ccces dus puliiio.j, iofiga-
\do, dos rmit dos Wfias ili-rsiivo* t ale-
trinos. Portanto, nao .smente, pqarlles
, que padecem das formas ulcernos t i'iler-
culosas da escrfula que neoessitan dn pn>-
toefu c.(>uira os seus mtngimi t"lia-
[quellea en cujo tangaexisto o virus i.i-n-
t d'esie terrivi'l ibjfdlo (e ;is MU .' h-ri-
ditario) esuio exposi(n? tamlitm a Mfrer das
enfermidades (pie ello causa. |tie .4u :
.4 phlhysica, ulcvrac&es do pga.lo, d es-
tomago t dosritis: empee* e enformuta-
des eruptivas da cutis ; rosa ou ertjpch :
; lurbulkas. pstulas uastnlas, imhimis. rh-
cuma carbnculos, ulceras e ckag% rheti-
matismo, dores nos ossns. nos anbi> i na
cabera, debilidades feminimts, arrs bran-
cas causada pela utceriico tmterior, e en-
ramio nova para podras: a rua Nova n. 8, leja do I fermidades uterinas, hidropesa. ,dies-
to, tafraquecimento e debilidas geni.
Aos puluines a escrfula prodtu IuImtcu-
las e liualmeiit' cotmtmpfo pulmonar ;
Fraoisco Deblazies
ramoso para o Maranhao.
Aluga-se
e Leonardo Nicolli reli-
sita na
a tratar
rua da
no Re-
uma casa terrea
Gloria n. S, ratificada de no,o :
elfo, rua da Moeda n. 9.
Roga-se pessoa a qoem fur offerecido om
prato con lampo, um jarro para baria de resto, de
ioura drt cor lina, e smttti as pecas ignara em po-
dri, o favor de appiehende-l.is e muida-las a rua
larga do Rosario n. 26, leja, que se gratificar.
Na rua
do Trapiche n. 5,
criado, prefcrV-se escravo.
precisase de um
ori-
a sa-
Precisa so de uma ama que .-aiba eozinhar e
engommar. para duas pessoas, prefere-sc escrava:
na rua da (luia n. 2.
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar deules artificiaos tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nio re-
cebe paga a!.suma sem que as obras nao
tiquem a voulade de seus donos, tem pos
e outrasjoreparacoes as mais acreditadas
para ojnervacao da bocea.
Arremalaco.
No dia 3 do dezembro do corrale anno, depois!
da audiencia do jai! de paz do Io di>ficto da Boa-!
Vista, tem de moda com gavetas, I par de consolos 1 mc>a re-!
donda, 6 cadeiras com assento de palhinha, tudo!
de madeira de amarello e 2 jarras de marmore,!
pertenceutes a Fredenco Eskiner, por execurao i
de Francisca Ignaci.ide Mello do Nascimento.
Gandido C Alcoforado e Cyprjano F. G.
Aleeforado convidara aos amigos do finado
Bilduino Jos Tavares da Silva fallecido na
provincia do Cear, para ouvirem uma mis-
sa por alma do mesmo finado, sexla-feira 23
di* corrente na matriz da Boa-Vista, as 8 ho-
ras da manha.

O portuguez Albino Baptisia da
Rocha, relojoeiro e dourador, na
praca da ludepenuencia n. 12, faz
qualipier concert de relogios edou-
rados por preco mais barato do que
i outro qualqucr, e responsabeli ha pelo seu trabalho : portanto, es-
pera proleccao dos seus compatriotas.
Fgido.
Desappareceu ou furtaram do sitio do Parnamei-
rim, junto do do eirurgiao Leal, na noite de 20
para 21 deste mez, um cavallo rulado, claro, gran-
de de meia idade, cabeca grande, com uma peque-
na bexia, de pisadura de selim, e bastante
tesado : quem o achar pode leva-lo n dito sitio
jejtna que seri recompensado.________
h
Joao Vasques, subdito hespanhol, vai para a l
Hespanha.
Presos.
Bilhetes inteiros..... 75000
Meos......... 35500
Quartos........ 15900
Para as pessoas que comprareiu
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 65500
Meios......... 33250
Quartos......, 15700
Manoel Alartins Fiuza
Antonio Luiz de Oliveira
vedo <6 C
Agp.clft' do Banco Inio lio Podo.
Competentemente autorizados sacara por
os paquetes sobre o mesmo Raneo para o
Lisboa, e para as seguintes agencias.
Londres sobre Ranh of London.
Aze-
todo
Porto s
Manoel Joaquim de Souza, Portugus, retra-
se para Portugal.
Alogam-se o segunda e lereciro andares na
rua da Imperatriz n. 31, com proporeoes para nu-
meroso familia, tambem si! aluga separado : a tra-
tar na taberna do mesmo.
Augusto Morcan, subdito francez, vai a Ma-
cei.
l'ma pessoa habilitada se offerere para en-
gommar e ensaboar toda a qualidade de roupa,
muito em ccoJa : na ruada Gloria n. 31.
O abaixo assigna'do julga nada dever nesta
praca, e se algnem se folgarcreder aprsente snas
coptas no praso de lies dias. Recife 22 de uoveni-
bro de I80't.
Jos Maria Machado.
Precisa-se alugar uma prela que saina eozi-
nhar e engommar : na rua da Palma n. 41, la-
Pars
Hamborgo
Hareelloua
Madrid
Cdiz
Sevilh
Valencia
Precisa-se de nina ama forra ou escrava que berna
saiba comprar e eozinhar o diario de uma casa de i .___
pouca familia,ou compra-se uma escrava qne seja \ Aluga-se uma boa casa e siiio na estrada do Amarantes,
moca, sadia sem vicios e com estas habililacoes : Monleiro com a frente para o oilo da igreja, pro- Arcos de Val de
na rua de Hnrta n. 58._____________________prj0 para qnalquer eslraugeiro por ser muilo fres-1 Vez.
joao Sundes Piojenta vai a provincia da Pa- < **> lsnil0 oons commodos, inclusive nm boro solio. Aveiro.
rahiha, onde proc>a damorar-se alguns dias. estando de novo toda concertada e piulada, tendo Bareellos.
------iimm d.oj ....h^,.^ E ^,i itt------ sill porto de ferro, cocheara, estribara, lairna, Bastos.
ra Fn! i hespanhol, ret.ra-se pa- ca(.iinba rnm bomha e ,apy a lral.(r (:0'in Anl: | D,ja.
u| nio Jas Rodrigues de Sodza, na rua do Crespo ; Braga.
-----------------------------;----------- numero lo. | Braganca.
I'reeisa-se alugar um moleque de 10 a 12 an- ------r------------------------------------------------I pir
nos de idade, que seja esperto para servico de pe-! Aluga-se a casa da na do Tambi n. oliveira d'Aze-
quena monta : quem o tiver pode dirigir-se a rua 30 : na rua de S. Thereza n. 38. meis
Pirte n. 45, toja._________________________-------------------------------------------------------- penaf|e
Aluga-se a casa n. 16 na ruada Mangueira : A Clid ffl- S 6 Tavra.
a tratar na rua da Aurora n. 78 com Dr. Gabriel.
Precsa-se de uma ama para uma casa de
pouca familia : na travessa da rua das Flores nu-
mero 15.
Frederic S. Ballin & C.
Joao Gane c\ Filho.
Francisco RahoLa & Rallista.
Jaime Meric.
Crdito commerrial.
Gonzalo Segora.
M. Perera Y. Hijos.
Em Portugal.
Figueira.
AMA
Precisa-se de uma aun paro casa de pouca fa-
milia-para comprar e cezinhar. paga.se nem : a
tratar na rua do Qieunado n. 33 A, luja.
Precisase de nma ama livre ou escrava pa-
ra todo o servico de rasa de pouca familia : no
pateo da matriz de Santo Antonio n. 8.
Precisa-so nlugar urna ama nacional u es-
Irangeira qne saina cos r e engommar : na rua
do Imperador n. 71, segundo andar.
Ao meio dia
il-se fcolos
rua nova de Sania Hita n. 3,
de vendagem : na
as planillas ella produz nrlinces c tornaon
se uleeraf: nos orgios ilige^tivM amm
desarraojos ipie produzem indigesSo, dis-
pepsia, motolitas do agio e nos as :
na pelle produz eriipn.cs e affiecrjBas cula-
neas.
Todos estes males tendo a mesma
gera, careceni do mesmo remedit:
ber : parificar e fortalecer n san-jue.
A salsa pan ilha de Ayer
composia dos antdotos mais flanes mtm
a sciencia medica lem podida dacobrir,
para esta m lestia assoiadora e para a cava
de todos os males provenienles tl'ella ipio
conten virtudes verdadeiraiMttle extraordi-
narias provado mcontestavebneutfl pelas
curas nolaxeis e bem coiiheiul.is qoe t.-ia
feilo de tumores, ernped-s cutama*, erisi-
pelas, borbnlhas, nascidas, chagat antigs,
ulceras, rlieuma, sarna, parebas, hidrope-
sa, tosse (piando causada por depsitos tu-
berculosos nos pulm-Vs. Denili'tade ge-
ral :Indigeslo. Sffphilis cotutilummal t
molestias mercuriaes, molestias das molbe-
res.ulceracoes do ulero, a nevralgia e coa-
vul(;oes epilpticas e em siminia. Lula serw
de enfermidades que nascem da impmv/a
do sangue. Vede as certidoes no Alma-
nack e Manual de sade do Dr. hym que
se distribu; gratuitamente nos lagares onde
so vendem os remedios.
Este remedio o rroeto de tongas e labo-
riosas experiencias, e ha abundantes pn vas
das suas virtuJes: posto rpie oflereeido
ao publico sobo nome de Salsa parrilka, '
composto de diversas plantas, afumas das
qjaes sio superiores a melhor salsa parn-
impressos era muilo bom papel e ntida impressao i m|! Kl>)1 d>;
quatru diversas estampas da Senhora da Conceico Amonio
ornados de bellas vinhetas, e esto a venda 'na
rua do Imperador n. 15, defronte de S. Francisco.' Kana
bem como o offlcio da mesma senhora, lal como | nia n Janeiro Para
: o rezara os_religiosos carmelitas,_____________ Qqa|aucr somma f ^ Hs.a.podendo logo
Aluga-se por lli mensaes a casa terrea n. os soqOOS prazo seren descontados no mesmo
pr(l,u, 26 da rua do Forte : a tratar na thesouraria das i Banco a razan de 4 por cento ao anno : a iratar
iH1.?-"8?^? uma.PreU escravaque seja de boa |Ienas na rua do Cresfl0 n_ i5 na rua da Cruz j|
Angra Terceira.
Caminha.
Casteiio Bronco.
Chaves.
Coimbra.
Covilhaa.
Klvas.
Exircras.
Evora.
Fafe.
Pinhal.
Porto-a legre.
T homar.
Villa Nova do
Portimao.
Viten.
Faial.
NOJMPERIO.
Maranhao.
Guarda.
Guimares.
Lagos.
Lagos.
La mogo.
Le ira.
Moncao.
Moncorva.
Regoa.
Seiubal.
V'ianna do
te I lo.
Villa Real.
Madeira.
S. Miguel.
Precisa-sede uma ama para pouco servico : llia no Seu poder altrninle
na rua das I.arange.ras n. U. PEITOUU BE GERUI F.
Cas-
4n
~N
kN
oN

Alaga-seo sitio dos Buriiys com o machinismo
le lavagem do roupa, e tambem se vende o ma-
chinismo s, ou o sitio com o dito machinismo, ou
se permuta por predios nesta praca, sendo em
filial proprios e em bom esiado : a tratar na rua
lo Kangel n. 4, loja de louca.________________
Irmaniaile de N. v~da (Jouccicfta des
Militares.
De ordem de nosso Irmo presidente, convido a
(o los os irmos desta irmandade a reunirem-se
em nosse consistorio as 9 horas do da 27 do cor-1
rente, para, era mesa gerai, eleger-se o novo pre-!
-i lente para o anno de 18o, conforme os eslalu- \
Us.O secretario,
Luiz Jeronymo Ignacio dos Sanios.
conduela e saiba eozinhar, se agradar paga-se bom
aiuguel : na rua do Queimado t6, loja.
/% 1111 ii o O'
A -^- '^-'fl V-^C^^F jdeu-se um alfinete*de pilo de mosaico : a pi
Que o achar, querendo reslilai-lo, far um favor,
Fugio do poaer do ahaiso assignado, morador alem da recompensa que se Ihe dar : a tratar com
na povoacao do Pilar, em llamarac, no dia 17 do o r Sa Pereira, rua da Cruz n. 53.
corrente mez, a sua escrava Maria, com os seijuin- -------,.. .------:-------rr--------------------
le, signaes : parda, trigueira, de estatura regular ,JZ SS um ""? na W ns '"" da
cheia do corno com cabellas caranhs i fS trad* do onde leve o Sr. procurador Al
cheia do corpo, com cabelles carapinhos e dentes
aberlos, tendo na testa uma marca de ferida e ou-
lra em um dos peilos : roga-se a quem apprehen-
d'T a dita escrava e leva-la na mencionada ilha,
ou no Recife, rua do Pilar, sobrado n. 141, que
ser bem recompensado.
_ ______Joao de Lima Freir.
a ttenco.

Vende-se na rua da Senzala nova n. 39 a boa
massella e os bons timoneas do Porto.
Alunain-ss as casas da rua da Paz n. 7 e rua
Vclhan 8, ambas com commodos para familia : a
tratar na padaria da rua Direita n Si.
Precisa-se para casa de pouca familia de nma commenda. e todo e qualquer concert.
ama que engomme alguma cousa e sai4 a rua, pa-
gando-se muito bem : no larno do Paraizo n. 11.
Casa para alugar-se
Aluga-se o prinHr* an lar do sobrado sito no
caes de Apollo n. 17, e terceiro e quarto andares
do sobrado da tu* do Brum n. 70 : a tratar na rua
larga do Ro-ario n. 34, botica.
A pessoa que precisar de um feitor para si-
. tio, e que sabe escrever, dirija-se a casa de Do- ?
i mingos da Silva Miranda Pinto, na rua das Flores
n. 18, eocheira, que dar informaces acerea.
earuaiovaper jSLoja de madama TkeardS
Este estabeleeimento se acha hoje mais g
que nunca bem sonido de objertos de a
moda do melhor que pode vir ao merca- S
do e nao se menciona cada um de per si
por se tornar demasiadamente enfado-
nho para seus numerosos
do lerem o presente aviso,
se ern lembrar alguns artigos
jam : chapelinas de dinas de pal ha de
Italia, de seda, de crep branco e prelo
para luto, chapeos redondos de palha da
Italia amarella e de outras cores para
senhoras ditos para meninos e meninas,
ricos cortes de blonJe, ditos de moreanti-
que de diversas.cQres, ditos de seda, as-
sim como sedas de cores para se vende*
rem a covados, ditas escocezas, cortes de
vestidos pretos bardados a agulha, final-
mente um variado soriimenlo de fazen-
das finas e grossas, na mesma casa fa-
zem-se apos, manteletes, vestidos para
noivas, vestuarios para meninos se bao-
tisarem e ludo qnanto perlcnce ao loili-i
de uma senhora o recebe-se iicurinos to-
dos os mezes das ultimas modas de Paris.
Aroga-se uma boa caa na povoacao do Mon-
teiro c imeoinmodossulnoientes eno melhor local:
a tratar rom o seu iwiipriolario Jos Mariano de
All)tii|!ierqur, a rua do Imperador n. 12.
i: mmmm mmm
^ ^aqiBt't sobre fPortagal.
ags O abaixo assignado, autnri-ado pelo
H| Manco Mercantil Portnense. e na ausencia
j|g do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef-
B fe'iivamenie por todos os paquetes sobre
Kjj as pracas de Lisboa e Porto, e mais Inga-
^ res do reino, por qualquer somma vis-
?.', ta, e a praso ; podendo, os que tsmarem
^ saques a praso.receberem avista, no meo-
| mo Raneo, descontando 4 0|0 ao anno: na
loja de chapos da rua do Crespo n. 6, ou
na rua do Imperador n. 63, segundo an-
PP dar.Jos Joaquim da Costa Maia.
Aluga-rc tim sitio no principio da estrada
Nova, comoorel lente casa raclifieada de novo, e
iiiuitos conimsdos, coxeira, estribara, poco d'agua
de beber, paixa para capim e algum arvoredo de
froeto : nuem pretender dirija-se a rua do Apollo
n. 32 a tratar com Francisco Xavier de Oliveira.
Caixeiro.
Precisa-se nos armazeos da Aurora Brilhanie de
um caixeiro para andar a maivr parte do lemdo
na rua.
AVEIt.
Cura promplamenlo a arthma, brom-iiile.
tosse, lefloxo, angina, coquelu-lie.
phthysica juimaiia. lulierrulos
pulmi mares e tudas as
molestias pulmo-
nares.
Allivia os eiliicos declarados.
Todas as molestias da garganta, da peilo
e dos pulmous pdem ser curadas em pon.
co tempo pelo motor ai. k UM no w-
AYKll.
A' venda as principis boticas e droga-
ras do imperio, e na agencia central do
Rio de Janeiro rua Direila n 15.
Vende-se em Pernambuco:
a pbarn.icla fraaeeza de
P.MAURER & C.
RUA NOVA N. 18.
es-
Al bu-
querque, e ao lado desle, com casa grande e fela j ]
a moderna e com bastantes commodos, e diversos i
arvoredos de frucio, e iodos de boa qualidade : a
Irojtr na rua da Penha n. 31, loja.
i Mademosello Anna Vietsche de LabasuTse-J
: gao paro Pars. _______
Precisa-se de nma escrava por aluguol, que 11
|cozinhe o diario, ensaooe e compre : a tralar na 1
rua das Nimphas, casa terreo nova sem numero!
junto de outra assobradada n. 9
Na praca da Independencia, loja de ourives i >
n. 33, compram-se obras de ouro e prala, e pedras I
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-! i
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na rua da Cruz n. 53,
Io e V andar, mide pode ser procu- j
rado para o exercicio de sua prona- $
sao medica, e com especialidad*
toare seguinie,
Gbapi
A 65, e 10,8.
Grande soriimenlo de chapeos do pa-
lha de Italia c nangas para senhoras a
meninas que se vendem baratissimos pa-
ra se apurar dinheiro na rua do Crespa
n. i, junio aoarro na
Loja do barateiro!
Precisa-se Ue ura rapaszinhe de 12 annos,
mais ou menos, para urna loja de fazendas: no
caes de Apollo n. 17.
i* molestias
2o
3
Precisa-se alugar uma criada escrava ou li'
vre, qne saiba fazer compras e eozinhar para duas
pessoas : na rua da Florentina n. 20.
Livro do Povo.
O livro do povo, obra ornada com estampas, con-
tendo a vida de-Nosso enhor Jess CnrUo, c mui-
j tos arligos uteis. Este livro das familias recom-
- Precisa-se de ura relogio de ouro patente in-1 mendado e approvado pelos Exms. rs. D. Luiz
ele bom regulador : quem tiv r e quizer vender bispo do Maranhao e D. Manoel arcebispo da Bi-
l ir prcg) commodo dirija-se a rua da Cruz n. 43, hla, vende-se a 1500o carturiado, na livraria de
uu Becie, primeiro andar. Jos Nogueira de Souza, rua do Crespo n. 2.
ifcaK*I8BJBS( WOBffBl TStex.
Aluga-se um sitio no lugar do Cammlio No-
; Acha-se ausente desde o da 12 do corr-mlo!Vl)- rua da K a preta Luiza, com os signaes seguintes: cor fula,',en(,J boi caia mu'to fresca, com 6 quarlos e 4
marcas de bexiha no rosto, lem duas cicatrizei vi!s:,ias n0 aa"r terreo, e 3 salas no sotan, o qual
mo direita, idade25 annos, pouco mais ou monos ,l oomo, por isso torna so muilo fresco,
levou vestido de chita e panno da costa ja asado' Ie BW'* ^* P"a bMhos ao agua de beber, casa
consta andar nesta cidade : p-du-se as autoridades
policiaes a apprehensao da dita escrava e leva-la
a rua do Piras n. 34, que ser generosamente re-
compensado.
ATTENgAO.
Aluga-se o sitio dos Iluriiis com o machinismo
da lavagem de roupa, e lambem se vende o ma-
chinismo s,ou permutase por preiHos nesta pra-
ca ; em chaos proprios, e tudo em bora estado : a
tralar na rua do Rangel n. 4, loja du louga.
Jos Maria Machado faz publico que nesia
data vendeu ao Sr. Joao Alves da Cruz a sua ta-
berna sita na ma da Senzala nova n. 2, livre e de-
sembaragada. Recife 21 de novembro de 1864.
O abaixo assignado fazseieule a quem inle-
ressar, que comprou a Joaquina Mara do Espirito
Santo em 8 de julho desle anno a heranga que a I
de olrios;
de peilo :
dos orgios i
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rlo examinados na ordem de suas
entradas coraecoudo o trabalho pelos
doentes do ol ios.
Dar consultas todos os dia; d
6 as 10 da manhia. menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualqucr opr-ra-
0o que julgar conveniente para o
prompto resteles i ment dos seus
doentes. <
Ao meio dia dase bolos
rna nova de Sania Rita o. 3.
de vendagem : na
para criados, estribara, e o sitio todo murado e P*M vir arreeadar dos bens deixados por
com boas laranueiras de umbiga : a tralar na rua sua Mt*D*Bnoaa Mana da Encarnacao. falle-
cida em I Sob na provincia das Alagoas ; cuja he-
do Destino n. 16.
lnga-se uma ama que saiba bem eozinhar e
de boa conducta, preferindo-se escrava : na rua
estreila do Rosario n. 32, primeiro andar.
ranga se acha em questao de revendicagio com os
orphaos de Flix Paos de Lyra, como herdeiros
constituidos por a fallecida a'bentestada.
los de Oliveira Ramos e Silva.
Ahiira-se uma r.'-a i-rrea na rua da Ajeria.
com snffn veis eeOMSOOtu e por prego miito bara-
to, assim como um Maoin andar e solao na rom
do Encaniamenio : quem o pretender dirija -e i
rua da Cadeia n. 33, lja de Vallo Porto t C
A viuva de Cuilhermino de Alt>iK|urriao
Martin* Pereira ruga pessoa a quem seu falleci-
do marido entregou uma leira para cobrar. q.i a
re-lima ou veniia informar na rua da Unio n JO,
o de.-tino da mesraa letra.
Precisase de um caixeiro qne tenha abroma
pratica de taberna : a Iratar na rua da Praia nu-
mero 43.


Diarto 4c rerualiut Quinta letra 4 c Novembro c 18*4.
0 Mr. Francisco Pires iacltadog
Porleila
MEDICO J)PERADOR
PELA
Facnldade de Pars
Pode ser procurado ra Nova
44, segundo andar.
n.
Pechincba seni igual.
Lindos cortes para vestido de percales de cores
claras e escuras cum grande variedad e de padres
pelo haratissimo prtgo de 4$ o corte: na toja das
c lumnas ra do Crespn. 1E, de Antonio Car-
reta de Vascoticellos C.
INJECTION BRO
De
PERFUMARA medica hyginica
J.-P. LAROZE, qumico, pharmaceutico de la Escola especial de Pars.
Estes productos sis o resultado da aplicar so das leis da hvgiene i perfumara, que se ergoe e
tornase pharaiacia da belleza, encarrilada de prover a hygiene da priie, dos cabellos, dos dentes,
rgios lao importantes; cutio evita c destroe as causas das doencas que sua irman mais vclha,
pharmaeia propiamente chamada, ten: que curar.
oleo Di avela PERFUMADO para remediar a
dureza iot cabellos e a sua atona, o vidro. 2 fr.
VIHAORB DE TOILETTE SCFEtUOR pela fu
fluavldada e sua aecfio refrescante, o vidro. 1 fr.
COLD GIUCAM SUPERIOR para conserva.* a palle
clara, fresca, e diaphana, e evitar os m&os cffeitos
de uso das cores, o pote......1 !r 5
AGUA DE COLOCHA SUPERIOR, COS : sera
mbar; permanencia de seu perfume o faz bascar
para o locador, banhos geraes e locaes, o vidro 1 fr.
fastu.mas orientis do Dr. Paul Clement,
Sara tirar o chairo do tabaco e para modificar os
allilos fortes; 1 a 2 fr. a caixa.
AGUA DI rXORBS DE ALFAZEMA, cosmtico
buscado para tirar as cc-michoes, forliclcar a re-
frescar certas orggos, vidro.....1 fr. 25
ES1MRITO DE HORTELAR SUPERFINO. Elle e e
aperfeieoamenio indispensavel do aceio da bocea
depois de comer, o vidro......1 fr. 25
pommada COKSERVADORA de quinina pura
para fortificar os cabellos, os embellezar a evitar
o encanecimento prematuro, o pote.. 3 fr.
. acNTlTRlciO para curar imediatomente as
darea ou ra vas de denles, o vidro 1 fr. 25
POS dekttpricios COR DE ROSA com base da
Magnesia, para branquear e conservar os dentes;
a vidro...........1 fr. 25
OPIATO DENTirnicto para fortificar as gengivas
a avilar as nevralgias denlarias; o pole 1 fr. 50
C0RATTVO DENTARIO para tratar os dentes
cariados antes do chumbamento, e evitar os ab-
ceaaos a dores; o vidro com o instrumente' u fr.
AOUA LEUCODERMIHA, para conservar a frescura
a as funches da pelle; o vidro Z fr.
ESPIRITO DE AHIE RECTITICADO, complemento
do aeeio da bocea despois de comer; evidro 1 fr. 25
SARAO LENITIVO MEDiam AL, de violeta, amendoa
amarga, bouqael, e pao.......2 fr.
canta de sabo lenitivo medicinal de
temas de ovos, para evitar as fenas, frieiras
Si
loeacaa da pella, de violeta, de bouquet; o pao 2 fr.
eum de sabo lemtivo medicinal em
pis. Ella especial para a barba, o aceio das
eeaaoras a das enancas, a vidro.....2 fr.
AOUA AUSTRAL para conservar e embellezar os
caadlos, e fortificar asas raizes, o vidro. S fr.
Depsitos em cada cldade, em caza dos pharmacouticos. perfumistas, cabelleireiros, negocianteu de
modas e de fazendas. Varejo: Pharmacia Lahoze, ru Neuve-des-Petils-Champ, 26.
Expedieoe*: em cazs de J.-P. Lahoze, ru des Lions-Saint-Paul, n* 4, em Pars.
.init;
XAROPE
DE CASCAS de LARANJAS AMARGAS
de J. P LAROZE, Chimico,
HARMACE11IC0 DA ESCOLA SUPERIOR DE PARS.
Este xarope, regularisando as funccSes do estomago e intestinos, destroe essas
indisposieocs proteiformes, e faz abonar as molestias de que sao indicios precurso-
res. Mdicos e doentes lera reconhecido qito restabelece as ndigestdes, fazendo
desapparecer os pesos tl eslomago, que calma as enxaqnecas, espasmos, e caimbras,
que sao resultado de digestdes penosas. Seu gosto agradavel c a acilidade com que
se suporta, o tem feto adoptar como especifico infallivel das doencas nervosa",
gastritis, gastralgias, clicas de estomago e de enlranhas, palpitufOes, dores de
coracao, vmitos nervosos; sua accao sobre as funecoes assimiladoras tal, que os
mdicos mais llustrcs o tem adoptado por rescipiente real dos dous primeiros
agenies therapeuticos: o odureto de Putassa e o Proto-Iodureto de ferro, tendo
observado que dcbaixo de sua influencia, o primeiro perde sua accao irritante, e o
segundo seu cffeito adstringente.
XAROPE DEPURATIVO
De cascas da laranjas amargas com Ia-
dureto do potassa.
O iodureto de potassa, administrado em
solucao ou debaixo da forma solida, causa ao
doente tima grande repugnancia, ou determina
accidentes que o fon.ao renunciar a esta
tnedicacao efficaz.
L'uido porm ao Xarope de cascas de laran-
jas, elle nao causa ncm gastralgias, nem per-
turbarlo do eslomago e intestinos, c gracia a
este salvaguarda, os Iratamcntos depurativos
sao continuados sem interrupcio, as affec-
Ses escrofulosas, tuberculosas, cancerosas e
aa secundarias e terciarias, mesmo reuma-
tkimaes, aas quaes elle o mais seguro espe-
cifico. A dose est definida de tal maueira
que o medico pode varial-a a sua vontade:
O frasco: 4 fr. 50 c.
XAROPE FERRUGINOSO
cora
De cascas de laranjas amargas
proto-iodureto de ferro.
A associac,io do sal ferro ao Xarope de cas-
cas de laranjas tanto mais racional quanto
que este xarope, empregado s, para estimu-
lar o apetite, activa a sccrccao de sueco g-
strico, c por fim rcgularisa as fuBccocs abdo-
minaos, neutraliza os mi* effeiios dos ferru-
ginosos e dos ioduretos (peso de cabeca, pri-
sao da yentre, dores epigstricas) em quanto
que facilita sua absorpeo. Dissolvido no
Xarope, elle se toma e se supporta fcilmente,
por achar-se no esudopuro mais assimilavel;
e assim pode continuar-se a cura da pallidez,
corriiiicntos brancos, anemia, affecgOcj escro-
fulosas e rachitismo:
0 frasco 4 fr. 80 c.
Os Xaropes de J.-P. LAROZE estao sempre em frascos especiaes
(nunca em nejas garrafas nem em frascos redondos). Expedices: em casa
J.-P. LAROZE, ru des Lions-Saint-Paul, 2, Pars.
Hila un lni|> '.Mu- ii. ;{,s. i mi ii.i ir uoez.i.
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Vende-se na ra do Imperador botica franceza n. 38.
Na roa estreit do Kesario n. 34
DENTISTA DE PARS
19Rut Nova -19
Fredereo Gantier, cirurgiao dentista, |
faz todas as operac5es e sua arte, e col- i
loca dentes articiaes, fjdo com superio- 5
ridade e perfeico, que as pessoas enten- |
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
3
Urna boa rasa terrea para familia
est por alupar-se a ra da Urna j n.
T 39: quem pretender dirjase ra
da Aurora n. 10. Tambem alu^am-
?e as fojas n. 44, ra da Aurora
Deseja-se saberaond>: mora a S/j. D. Auna
Mara de Carvalho PinU a negocio de seu iu!e-
re>se.
Advogado Affonso de Albu-
querque Mello,
pode ser procurado a qualquer hora ; as sextas-
o iras, porm, na villa do Cabo.
Precisa-se de um oflkial de marcineiro e de
um aprendiz, ensina-se rom perfeico : na ra da
i Aurera n. 58.
Trapiche da Gamboa
Alfaudegado por caita imperial de 26
de marco de 1863.
Este (antigo e importante estabelecimenlo, um
dos mais bem mentados desta corte, com vastissi-
mas caxias para arrecadacao de assucares e ou-
; tros gneros nacionaes ou estrangeiros todas cor-
tadas por trilhos de ferro assoalhadas e forradas
de madeira com guinchas em todas ellas para ar-
i rumacao e safamento de gneros, com uma ponte
1 sobre o mar, de 600 palmos de extensao, com op-
i timos guindastes, um pessoal muito pratico nests
I servico, prop5e-se a armazeoar assucar em caixas,
; feixes ou barricas pelo tempo de seis metes por
140 rs. em arroba e em saceos 30 rs.; as madeiras
de qualquer qualidadeque forem nelle depositadas
pagarao pelos primeiros seis mezes o mesmo que
actualmente pagam por tres mezes nos demais tra-
piches e dos semestres que se seguirem tero um
abatimento de 20 por cento ; recebe por precos
muito mdicos qualquer mercadoria comprehendi-
da na stima tabella do regulameulo das alfan-
degas.
A venda dos gneros nelle depositados, faz-se
com as mesmas vantagens que offerer.em os mais
trapiches porque as condiepes para qualquer parte
da cidade sao pelo mesmo prego.
Rio de Janeiro, 1 de outuoro de 1864.
COMPRAS.
Compra-se ouro e prata em obras velhas
daga-se bem: na luja de burieles da pracada lnde
peudencia n. ii.
Compra-se eflecti va mente
ouro e prata em obras velhas pagando-se bem :
na ra larga do Rosario n. 24, loja de ourives.
Compram-so dous escraros que sejam bons
carreiros : na ra do Trapiche n. 13.__________
Compra-se garrafas e botijas vazias, na fabrica
de licores ra das Cruzes n. 36.
LOJA 110 BEIJA FLOR.
Ra do Queimado ns. 63 e 69.
llouecas de choro.
Liadas lioneras de choro que chamam papai e
mamai, de diversos tamanhos: s as lujas dobei-
ja-flr, ra do Queimado ns. 63 e 69.
Luvas de pellica.
Luvas de pellica branca e de cores para homens
e senhoras : as lujas do beija-flor, ra do Quei-
mado ns. 63 e 69.
r'nelias para cintos.
Lindas flvellas douradas rom lindas pedras para
cintos : as lujas do beija-flor, ra do Queimado
ns. 6J e 69.
Capellas para neivas.
Lindas capellas para noivas 2,8500 cada nma :
as lujas do beija-flor, ra do Queimado ns. 63 t
Estojos para barba.
Vende-se estofos com espelho para barba 1 500
e 25000 cada ura : as lojas do beija-flor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
Balaios para meninas.
Recebeu-se novo soriimento de balaios, com
forma de vanos passaros, pelo barato preco de....
i,$000 at 4 cada um : as lojas do beija-flor, roa
do Queimado ns. 63 e 69.
Filas nas para einlos.
Ricas fitas finas lavradas de bonitas cures para
cintos : as lojas do beija-flor, ra do Queimado
.11 63 e 69.
Extractos enreaiiinhas.
Finos extractos em caixinhas com o retrato da
familia imperial: as lojas do beija-flor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
Sabo em caixinbas.
Finos sahoes em caixinhas rom vanosjetratos :
as lojas do beija-flor, ra do Queimado ns. 63 e 69.
Tiras bordadas.
Vendem-se tiras bordadas transparentes e tapa-
das : as lojas do beija-flor, ra do Queimado ns.
63e69.
Jogos de domin
Vendem-se jogos de domin a 1,5200 e 1300:
as lojas do beija-flor, ra do Queimado ns. 63
e 69.
^Garrafas grandes de agua de Colonia a 5A, 2 e
1*5(10.
Frascos de oleo de babosa a 400, 500 c C00.
Frar^os de oleo Philorome a 15, 800, e 700.
Copos de crystal com superior banha franceza a
13500, t800 e U-
Frascos com superior banha franceza a 800.
Albuns com supriores prrfuniarias a 7 e 91.
Caixinhas com perfumaras a l, \:>' 0 o l(JO0.
Garrafas com extractos linos a 45, 33, ZgUtOO e 2iV
Frascos com diversos extractos a 160, 200, 320,
400, 500, 600, 700,800, 15, 1J280 e 1*500.
Bonitos frasqulnhos com superior extracto para
lenco, sndalo, essencia concentrada, capricho
da moda, mundo elegante, bouquets diversos
princeza Isabel, Mara Pia e outros a IJ500, ga-
rante-se a qualidade.
ra do Oueimado n. 8
RECEBEU:
Bonitas caixinhas de madeira envernisadas, com
finas perfumaras.
Outras depapellaode diversos tamanhos e igual-
mente bonitas, tam.bem com perfumaras.
Lindas ceslinhas de yidropom ditas.
Caixinhas imitando tartaruga com ditas.
Ditas com 6 e 12 frasqmnhos de ebeiros.
Objectos para baptisados.
A Aguia Branca, ua ra do Queimado n. 8, aca-
ba de receber os segu otes objectos para baptisa-
dos :
Bonitos e bem bordadas vestuarios de cam-
bra ia.
Ditos e modernos chapozinhos de setim e toucas
bordadas e enfeitadas.
Sapatinhos de setim e merino muito bem bor-
dados.
Meias de seda e fio de Escocia, brancas e pin-
tadas.
Toucas e sapatinhos de 15a, obras muito bem
feilas.
Bonitas caixinhas
abados bordados
Vendem se baados bordados de varias larguras COiD mOSICa e SCm ella para COStura, e
e varios precos : as lojas do beija-flor, ra do otras fom arraUJS para barba.
Compra-se ouro e prata, assim como concer-
ta-se toda qualidade de obras da mesma qualida-
de com promtido : na loja do pateo do Carino n.
7, por prego commodo._____________________
Libras esterlinas
Compram-se em casa de Johnston Pater A- C,
ra do Vigario n. 3.
Compra se constantemente garrafas e boti*
jas vasias: na ra Direita n. 17, fabrica de Ir
; cores.___________________________
Compram-se moedas de ouro : na ra da
; Cadeia do Recife n. 66. armazem de Ferreira &
i Matheus^_____________^^
Comprase um piano perpendiculare um ca-
lixem hom uso : na casa do vigario da Boa-Vista.
Compra-se papel Diario, paga-se a 4,8 a ar-
roba : na loja de calcado, ra da Imperalnz n. 38
ao p do becco dos Ferreiros.
Compra-se uma mobilia com pouco uso, e
tambem 12 cadeiras c 2 banqulnhas: quem tiver
annuncie; e lambein duas negrinhas de 8 a 10
annos.
Compra-se uma negrinha que lenha de 4 a
5 annos de idade : na ra das Cruzes em Santo
Antonio n. 41, segundo andar.
Compra-se um Diario de l'ernambuco de
qualquer dia do anno de 1845: na pra$a da In-
dependencia n. 21
Compra-se um escravo moco e sadio que sai
ha perfeitamenle cosinhar, paga-se bem : na ra
da Cadeia do Recife n. 53.
Compra-se um esor.ivo que tenha officio de
funileiro, e outro que entenda de cozinhar : na
ra do Livramento n. 20, armazem.
Queimado ns. 63 e 69.
Abafadores de rede.
Vendem-se abafadores de rede de varias cores
800 rs. rada um : as lojas do beija flor, ra de
Queimado ns. 63 e 69.
Adcrecos pretos.
Tendo-se recebido aderecos pretos de novo ges-
to sao expostos a venda : as lojas do beja-flor,
ra do Queimado ns. 63 e 69.
Grvalas para senhoras.
Lindas grvalas para senhora 800 rs. e 15000
15200 : as lojas do beija-flor, ra do Queimado
ns. 63 e 69.
Espelbos de moldara.
Vendem-se espedios de moldura preta para sa- m
las : as lojas do beija-flor, ra do Queimado ns.
63e69.
Voltas de aljofares.
Lindas voltinhas de aljofares com cruz de pedri-
nhas imitando brilhantes 15000 cada uma : as
h's do beija-flor, ra do Queimado ns. 63 e 69.
Colheres para sopa.
Vendem-se colheres de metal-prinripe para sopa
25000 cada uma : as lojas do beija-flor, ra 3
Queimado ns. 63 e 69.
Lia para bordar.
Vende se laa para bordar, a melhor que se pode
encontrar, tanto na qualidade, como as cores,
65400 a libra : as lojas do beija-flor, ra do Quei-
mado ns. 63 e 69.
as mesmas lojas se encontrar sempre grande
soriimento de miudezas boas, e mais baratas do
que em oulra qualquer parle.
A Aguia Branca recebe novamenle um bello
soriimento de bonitas caixinhas com musir e sem
ella para costura, e outras com os arranjos nece-
sarios para barba ; assim, pois, quem comparecer
com dinheiro est habilitado a compra-Ios por pre-
go commodo : na ra do Queimado, loja da Aguia
Branca n. 8.
CIlROMACOlflE
para Ungir cabello
A Aguia Branca, na ra do Queimado n. 8, re-
cebe essa excedente tintura para cabello, rujo
effeilo rpido e proveitoso, vindo ella munida de
esclarecimentos em porlnguez, d'nnde qualquer
pessoa podo bem conhecer o modo de applirar.
Com o rhromocome que serve para tingr, veio
tambem hydrocallitr.rhina, agua para tingir cabel-
lo?, coloricomo para lustrar os d tos, e onychro-
mantna para limpar as unhas, e callicomiphila,
pomada de que se pode usar sem receio de offen-
der ao cabello preparado. Os pretendentes acha-
ro prego razoavel.
Banhas finas
em copos, latas e soopeirinhus de vidro
opaco.
A Aguia Branca sempre cuidadosa em bem ser-
vir a sua boa freguezia, mandou vir e araba de
receber na melhor ocrasio os desejados copos e
as procuradas latas com banhas finas, assim como
urnas bonitas soupeirinhas de vidro opaco rom
alegres inscripgoes. as quaes dizem lmente res-
peto as senhoras, e rom tal acert que nenhuma
que as "ir delxar de comprar e nao se enfadar
de ler a inscrpgao quetao merecidamente lhe toca
c quem quizer ser bem servido diripir-se a ra
do Queimado, loja da Aguia Branca n. 8.
VENDAS.
Vende-se caixoes vazios propiios
para halinlciros e funileiros a i$76(1
caria mu; nesla typo^raphia.
Urna c- era va.
No armazem n. 48 da ra da Aurora se dir
quem tem para vender uma bonita cscravinha com
: 8 annos de idade.
VeiMe-se um sellim em bom estado e um
jugo de mala : na ra da Cadeia nova n. 32.
Vende-se um cavado fino com bons andares,
cheleado agora de Nazareth, a ver na ra do Sol
n. 35, cocheira : a tratar na ra Direita n. 53.
Vende-.-e a casa sita a ra Imperial n. 36,
confronte a matriz nova, ron>truida ao gosto mo-
derno, c m cornija, 2 .-alas, 3 quarlos, cosinha fo-
ra, cacimba e um pequeo quintal, em perfeiio
estado e pintada de novo, pode ser examinada : a
tratar na travessa da Madre de Dos n. 12.
Sinto s a traial .
A loja da Aurora na ra larga do Rosario n. 38,
recebeu tintos a traviata com litas de cliamalote
largas, e fivelas grandes esmaltadas, obra muito
delicada e muito moderna, os do melhor gosto que
tem chegado a este mercado, pois foi amostras qus
a luja da Aurora recebeu.
mmu
Vende-se uma armagao propria para venda ou
deposito, |or barato prego": quem pretender diri-
ja-se a ra da Lingo-la n 5.
Libras esle linas.
Vende-se a quera as quizer comprar : no arma-
zem n. 33 da ra da Praia se dir quem as vende.
Cotnpanlita Qdel Idade de
segaros martimos e ter-
restres estabelecida no
Rio de Janeiro.
AGENTES EM PEPNAMUfCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
competentemente aHtorisados pela direc-
tora da companbia de seguros Fidelida-
de, tomara seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz a .1.
Veude-se um terreno de marrana, silo no
caes do Capibaribe, com 57 palmos de frente e 275
de fundo : a tratar na ra da Imperalnz n. 63, se-
guudo andar.
Vende-se um cahrolet inglez com assento
para duas e quatro pessoas, e com anvjos comple-
tos para ura cavaliu, ludo em botn e>iado : para
ver e tratar na cocheira da ra do Imperador n.
23, ou na ra do Apollo n. 28. ^^
QUEMOS
do serio.
Vendem-se queijos do serio de Serid de diffe-
renles tamanhos, em porgao a 205 a arroba e 80.1
rs. a libra, queijo inteiro, e 960 rs. a libra a rea-
Iho : d.fr.mte da matriz da Boa-Vista n. 88, ar-
mazem de nulh.idos.
ATTENCAO.
Vndese a armagao eDtndlios da taberna da
ra de Aguas-Verdes n. 48, o lugar bom para
negocio : a tratar no pateo do Tergo n. 21.
VEMIE SE
J. Kdler A C. administradores da
masca ile HvUnho de Oliveira liurges, pa-
gamuaraaturisacao do llim. Sr. lr, jauz
especial do ci.uimorcio o segumio ? ultimo
a taberna da ra Imperial n. 195 com poneos fun-
dos : a tratar na mesma.
Veudein-se 12 casaes de ponidos bonitos e
bons, lodos calcados e de bonitas cores : a tratar
na taberna da ra de delraz da matriz da Boa-Vis-
ta n. 27________________________________
Caixoes ae folhi de (landres a 500 rs. : aa
ra da Cruz n. 6. armazem.
LOJA HE MHDIZ4S UVAS
e objectos de gosto.
16--Ra do Queimado16
Enfeiles de cabeca.
Bonitos enfeites de lagos de fitas edofrocoscom
vidrilhos a 15280, 15600 e 2.
Ditos dios com enfeile de frocos a 25300 e 35.
Ditos enfeilados com cascarrilha larca a 25500 c
35000.
Ditos ditos feitio de chapelinha e outras militas
qualillades diversa* a 55.
Ditos ditos riqusimos com flores i C5.
Ditos ditos todos de flores diversas a 75-
Itonitas capellas para noivas a 15, 35 e 55.
Bonitos chapoznhos enfeitados paia baplisados a i
45 c 55.
Bonitos sapatinhos de merino e setim bordado a
15500, 25, e 25500.
Bonilos sintos de gallo com fivela para senhc ra a
25000.
Hiquissimas fivelas de pedrinhas para sintos a
15600 e 25.
Bonitas gravatinhas com lagos para senhora a 800.
Lindissiuias ditas com lagos enfeitados com cascar-
ninas (novidade) a 15280 e 15500.
Riqusimas ditas bordadas com lagos a 15600 e
25000.
Ditas ditas com as ponas bordadas de franjas, fro-
cos e boles iludo novidade) a 15280, 15600 e
25OOO.
Pegsa de bonitas cascarrlhas de seda do todas as
cores de difiranles larguras a 15280, 15600 c '
25OOO.
Ditas ditas de seda em duas cores a 25-
Ditas ditas de laa de todas as cores a 800.
Bonitas lilas de sarja lisas e de todas as cores de
2, 4 e 5 dedos de largura a 640, 15280 e 15500.
Bonitas filas de grosdenaple lavrado de tedas as
corea do 3, 4 e 5 dedos de largura a 15, 15280 o I
15600.
Bonitas titas de gnrgurao para santos a 800.
Pegas de lila de stda de todas as cores a 320.
Pegas de fila de vellido preto a 600, 700, 800, 15,
15200, 15400, 15600, 15800, 25 e 25400.
Pegas de fila de laa para debrum a 800.
Pegas de tila de lindo para debrum a 240 e 320.
Pegas rom 25 varas de franja branca lisa a 400.
Pegas de transa lisa branca e pr la a 80.
Luvas frescas de Jouvain brancas e de cores a
2550O.
Dias brancas nao muito frescas a 15-
Ditas brancas e de cores enfeitadas para senhora,
novidade do paquete a 32.
Dias da Escocia brancas e de cores para homem I alaum dia qualquer
e senhora a 800.
IIONECAS
que andam, que choram,
que faflam, etc.
A Aguia Tranca, na rna do Queimado n. 8, ani-
mada pelo apreco que a sua boa ireguezia sabe
dar .1 essas (mas'navidades, mandn vir cacaba
dereceder um cxiraordinario soriimento de boni-
tas bonecas, que andam que fallam. que choram.! nara
;.,. .i., u.......-< ,.ii,in..,.. ...,...*. .4~_ 1 '
e oulras muilas de diversas qualidades cuino dan
sarnas, soldados, aliradores, ele, e todas rani bem
vestidas; assim, pois, a Aguia Iiranca e-pera a
concurrencia dos apreciadores do ijom, cert-s de
que acharan pregs razoaveis e serio satisfactoria-
mente servidos urna vez que compaream munidos
de dinheiro.
Grande liquilafilo.
Ra da I impera tria
Loja de fazendas do pavio 01 Ca A Stlra
Acha->e este rstabelerimento r naptrlii u
sonido de fazendas ingleza*. franr.-ia. aiitoa
suissas, proprias tamo para v,rj om malo, prometiendo vender--. 1 astil t,(ra ti eam
era nuira qualquer partf,pi.nr^uirnenie rmd <
porcao, e de todas as (azenda <].,,,.* ao m,
deixando Ocar penhor, ou ni miaran levar ra ca-
sa pelos caixeiros da luje do Patio.
As (hilas do fjvio.
Vendem-se clnus in^ezas. ciara t <*cwr* ario
barato prego de 240, 260 e 2*> t*. o rovati, na-
tas seguras; dit frane. zas de ires serar> a
320, 340, 360, 400, 440, \m < :**> rs. r*4.
fazenda imulo tapara* Uuilos p..d>o.> : %i, mi
loja do Pavao.
As liazinhas da fta^aBajaB do favfa.
Vrndcm-se l.iazinba s n;ai-'n: o>ma> qnr ra
vindo ao mercado, propria para vr>u lambarques por ferem lisa- e dr r..rr> aun V-
dcadas a 560 a 500 rs.; ditas aaat -mu ha*
que par. re seda a 646 r. o 1 ,u< r,.m
quadnnbo* de seda a 500 r. o covado al BM
acabar na loja e armazem de (^ina Silva lu*
da Imperalnz n. 60.
Os loulonil.arijues do Fatmi > |,5
Vendem se os mais ta. <{, m>lrmtn aa
teem vindo ao mercado, sendo de aaawaMM tiTa-
res pelo diiioinili-inii. prego de 125 rada mm di-
tos de musan dique pelo diminu pan tirtaVa
na loja do Pava... mas ,|m> m n.i., eneaiem ra*
da Imperalriz n. 60, de Gama A Stiva.
O l'avio unde paia lulo.
Vendem-se superior setim da Jiiaa. fueatii
toda de laa sera lustre, lenrto S rolm< A* largara
proprio para vestidos. ca|a. aab^tia, ralas rtr
pelo barali.-siino prego de 25, 25*. 5.".> P .^
o rovadu, casa> prria liras, cimas pr.i.. larp r
estreitas, mangudos, colannhos, pcnbo-, aatm-
le~, ludo prelo proprio para loto ferdadn.'r mafc*
ouiros artigos que se veoOVm p. r rrrt*> aua-.
em ronta do que em oulra qu^lqner pare r r-
tar liquidando ; s na tuja do Pavao a roa a na-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
As chitas do Pavao 25400 t >wiO o
coiad-.
Vendem-se corles de dula com Vx c-xtA.*
25400, ditos a 35800, com 12 covatios ; ao rl.Ka-
inglezas, mas padies bonitos r lalas srgaras
assim lera as melhor es chitas fraarnas e > ba-
las seguras por ma rommodi>s, a safcrr 3
340' 360, 400, 440, 500 rs. o covado aa M .lo
Pavao a ra da Imperalnz o. 60, de Uiata A
Silva.
Os bordad, s do Pavi>.
Vende-se ramisinhas com mangniio e soHinhas
bordadas, pelo barato prego de 15 e ilF4> ra4a
um, manguito ai a "00 rs. rada par. ailos r,m
eollinha a 800 Tf., goliiolias a 400 e W) ba, ai.-
a 240 cada gollinha dordada. ramata ti- raamatia
fil muito utin bordada a 25 rada orna. a>acaiu4
que MTveni para cali -inda de ok nina- a ftio ratia
par, camisa com manguitos e golla-i nma roatae-
lenie grvala de seda, fazenda fina. 1, '-< I r
prego de 35. a uiuiasouiras hurdatia* dem por pnros nuiilu era aaatJ : na hija do
Pavao ra da Imperalnz o. 60, de '.ama ti
Silva.
Ve.-tidos oul.imnarqrie.
Pelo Diurno rapar francei rhegaram nqui--
vestidos sontainbarqne, os mais mwd-rnus qn-
nesle mercado i.m apparecidu, os i|La* r>ii*
promptos cora saia, rorpinho e m run>Kiraie
outamliari|ue, ludo giiarneridu de *aaa, v.ln*> r
renda. Quem tiver Imhi p.-to dirija -. a I-ja do
Pavao, na ra da Imperalriz u 60.
t Parta.
Na loja do Pavo ratii ai modernos maniele-
les de grosdenaples a imitagao de apa*, ao aaaes
sao bastante compridas; assim con.o t.m um r
Omento de rapas BfatM as mais moderna- qne ha
110 mercada, sendo ricamenle bordadas, lua- ra-
leil.nas ludo por prego commodo : ua loja de Ga-
ma & Silva, ra da Imperalnz n. 60.
Para quem gosta do Ixmi ?'
barato.
No estadelccimcnlo de Gama A Silva, na ma >la
Imperalriz n. 60, luja denominada PAVA'r.-m
lima grande porgao de varias qualidades de bren-
das, as quaes se vendem muit em cunta para li-
quidar. A saber :
\s lazlnbas Ao Par*.
Vend ni-se Iaa7.iiil,as de quailrind'S iran- ir-fl
les, da fazenda. pelo pree.. de -^,, r-
diias larcas multa Haa* a W r-. Aaia .-lamaa-
oaa, rdr segara, padri.es miudos ._
rs. o c.ivado, .lilas iran-r.arent.s r. 111 palien laa
de seda a 400 1 -.. dilas nraenaa a .".i"K)r-.. 1-1 ta-
ludar : na loja e armaz-m Kavao,
BAHS DE TARTAR-
ra da Imperalnz n. 00.
Jil>arataa a SlOrStar.
Veni'ein->e ranas ingina* rarava- e 1 iar..-> r 1,
as rr^s secara pelo prern ti> "Ji" r- 1
dilas largas, da fazenda a :i2o. :I"hi. iiii r ."an r-
n covado : na loja do Pavao, roa da Imperalnz a.
61), loja de Gama \ Silva.
Precalas a 600 t .m rs.
f* 4 1)1 i) t a^nitJT'I 3 A Vendem-se as mais linas precala-. aatiM mia-
XMlY 1 illt/V iiU8I IJIlA dfnhos, poslos delii adi>ren, de
A Aguia Rranca na ra do Queimado n. 8, ven !,:"11 '".',i o covado : na ra da Imp.raiz n
de bonilos bahus eoberkis de lattaruga e de diver ''".'"i;i'' armazem do Pavao.
sos tamanhos, mu propnos |>ara costuras e joias \ Bcias precalas, ou lcralas iajlrza laraa* a. Stiti.
Vendem-se meias precalas 011 prerala* mgl^7a-
padies niiudinlns a fazenda lina e 400 r.. dm-
vado : na loja do l'avao, ra da ln rairiz a (ti
de Gama i Silva.
O gaugneliuido Pavo a 3tr.
o covado.
Yendem-sc gancoclini cor de r.r-a para rvnpi
de meninos, e ve.-lnlo. pelo barato pr -go dr .fti
rs. o covado : na ra da Imperalnz o. 60. |oja Aj
Pavio, de Gama & Silva.
Os grnsilfnaplrsea Pata.
Vendem-se grosdenaples pretos, faien.la -n|'-
I rior a 15600 rs. o covado. dito kapaa mnihi ra-
i cornados a 25400, 25600, 25800 e ;i*..
j brancos cor de rosa, azul e amarrllo a 25"0O r.
ama & Silva, oVaoauaatia
erairiz n. 60.
Vestidos branres para baile.
Vendem-se os mais ricos vesiid.* braaros tx*
(lados propnos para daile on casamento prlu laea-
lissimo preco Je 2.'-y>UO cada riie : aa hija r ar-
mazem de Gama & Silva, roa da Imperalriz a. "
As novas l;is piihjildiuas a 5Utf ia9
na oj i da Pava*.
Vendem-se as mais modernas l.iazinhas garaVai-
dinas, fazenda inleiramente nova no marrado, ra-
tinos e aromticos pos de
a rro i
Era bonitos vasos de pedra, porcellana doui ada.
vidro e madeira, estes com o compleme pincel e
sem elle, em latas de potes de papellao, sendo todo
elle de superior qualidade e apradaveis cheims,
Emquaiilu ao prego, nao se assuste o comprador.
comparen com dinheiro e ser bem servido na
I ja da Aguia Branca, ra do Queimado n. 8, ende
tambera se vendem separadamente os placis.
CoKtiirelras...................
A Aguia Branca, na ra do Queimado n. 8, ven- oVovado "na'loj'a tia G
de caixinhas necessari;is para cosiura, aa quae> I 0 |Jvo roa da lu-per
tem bubas de diversas qualidades, retroz, lesoura
e ouiros arranjos precisos, assim como amostras de 1
bordados ou marca, ele, e lados a prtcos com
modos.
A AGUIA BRANCA
vendendo relogios.
Como nao privativo a
esla vendendo mu i lo bons
Aguia Branca tambem
e bonitos relogios para
mesa e parede, por precos commodos, por isso con j
Machinas de vapor epa-
coa-
vcn. a todos aproveitarein a orca.-io e proveren. I???iSSLTfSf!! ,r"Tr""
se desse objeta) sempre necessario em casa. Fir ~"; ** Vf22 2* 22!
porm reservado para os nlojoeiros o concert qu\?'gl2*Z*. iff-UL Jj SS
.algomdia qualquer delles veuha a precisar, ikh tatftilS' ^.\TlT>?. ,TIaET
que isso nao chega para o bico da Aguia Branca ff' O ^Ma na 4 Silva **'
Bonitas cestinhas para costura com todos os per- da ra do Queimado n 8 ." .
lences, soriimnlo vanado a 400,500,800,15200 -------- -------7- -----;-------------------;------- JS llluili'IIIISMIIias iaZIlbaS *t laM M
cor, a imilat-o de antorati, e
de o | vao.
fjhegaram pela ultimo vapor fram-rz as aaai
niodei na- biazinhas de cordiozmdo, a< mais pro
prias e mais lindas que tem vindo, propria* par
vestidos, souianidarques, capas, etr^ dam-se amos-
tras dexando penhor, e vendem-se pelo loraiissi
mo prego de 06O rs. o covado : aa rna da Impe-
ralnz n. 60, loja de Gama e Silva.
Us mais modernos i rstidts laria Pia,
na loja do Pata, a 16$
Vendem se finissimos vestidos a Mara Pia rom
os curpinhos differentes, tendo todos o prepar.-,*
com o competeiito sinto : na ra da Imperalnz a.
60, loja do Pavio.
or i dude do Pavao.
Wslidos i Mara Pia a i2>
Chegarara os mais lindos vrstidos i Varia Pl
com a darras bordadas, lendo de diAVrenp-s ro-
res.e vende-se pelo ba atissimo prego d |5 raa
corte pnr estarmos prximo da fesla ; i aa l>.ja
e armazem de Gama ti Silva, ra da Imperalriz
numero 60.
15600, 25, 25500, 35, 45 c 55-
Riquissiraas caixinhas para costuras, dispensaveis,
carteirindas, bolsmhas para seuhoras trazerem jTfl QGSCarOCSr llTOCljlO.
na mao, com todos os pertences de cosiura e -.- j
muito commodas, azenda de muito fosto (nol-1 MOeilUaS Q mOlflS IllOeiiaaS.
dade), de 75 at 155 cada uma, objectos de tan-
to gosto nesle genero.
Bonitos albuns para retratos desde 12 at 100 ra-
tratos, o mais doiuio que se pode desejar e se
vende por raetade de seu valor a 25, 25500, 35,
45,85, 145, 185, 245 e 305.
Pentes de brrala muito fornidos e outros de cos-
tas douradas para desemharagar a 15-
itos de borraxa para regago a 500. 640, 800.
Ditos ditos dourados para regago a 800 e 15800.
Vollas prelas muito grandes a Mana Pia a 15800. >
Voltas grandes de aljofaras a balo a 25500 c'
355CO.
Ditas mais pequeas com cruz de pelrinhas a'JOO. @j|() (JO DOWTIail.
Ditas de coral pequeas e grandes a 500 e 25- ________________________
Taixas de ferro batido,
doe de cobre.
Rodas d'agu,), dentadas, e
de carroca com mangas e
eixos de patente.
RuadoBrumn. 38, fimdi-
Caixinhas de penuas de ago lulipas a 560.
Caixinhas de penuas cahgraphicas a 15280.
Colindas cora 100 envelopes a 640.
Caixinhas de papel ainizale paulado a 600 e 640.
Pacotes de papel amizade belfa dourada a 800.
Varas de grade de labyrutdo francez a 100, 160,
200, 240, 320 e 400.
Varas de labvri.lthu forte bordado de croch a 160,
240, 320, 400, 640 15-
Perfudiarias fifias.
Sabonetes de bola grandes a 280 e 360.
Frascos de agua de Cologne a 400, 500 e 1-3.
Frascos de agua de Colonia e babosa de Mansinho
a 500.
bxperimeutdi e
("oiilircereis
nade.
reali-
Carros e carrosas.
Vendem-se dous carros proprios para eondncao
de assucar ou ouiro qualquer genero, sendo urn
de meia volla, e tres carrogas, sendo uma para ser
i uchada por bo e duas p. r cavado, ludo era bom
estado e por prego commodo ; a tratar na ra do
Sebo n 54, labei na.
Vende-se um pequeo escaler com reinos e
lodos os mala arranjos, muito bem feilo e bonito, e
muito barato : quem o quizer procure na ra da
Cruz n. 57, primeiro andar.
rnammelled i ron liacs.
Vendem-se canos de ferro esmaltado?, emito
bons para encanamento d'agoa : ao armaieas a
Prente Vianna A C, ra da Cidria a. 57 ; e pa-
ra inforinagoes e collocagao, os orrleadentes pe-
em entenderse com o Ir. Irt mi tdaaa, me *Jea>
dego.




?
I
Diario de Peraambuco Quinta feira 4 dt \ovembro de lSttl.
Cl
COMM
marcas a
100 rs. a libra, e 10800, 20600 e 30000
a arroba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
15200 e 1^(500, e em frascos grandes a
2)500.
dem em caixinhas elegantemente enfeitadas
cora ricas estarabas no interior das caixas
a I02OJ, moo, 15600 e 2.
Araendoas com casca muilo novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba.
Azeite doce francez mnito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a6i0 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
AvellSas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas
103O'> rs.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata,
dem inglezas muito novas a 30000 abarri-
quinhae a 200 rs. a libra.
Banlia de porco relinada a 440 rs. a libra e
em barril a 400 rs.
Cb hysson, huchin e perola a 10600, 20,
20300, 20800 e 3MO0 a libra,
dem preto muito superior a 20000 a libra.
Cerve.a preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac infflez fino a 901 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 72' rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
e especilmente da fabrica imperial dt
Candido Ferreira Jorge da Costa a 10800,
200 0, 20200, 20500, 20SO, 30000 e
30500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 280 e 320
rs. a libra e 80500 a 80800 rs. a arroba.
Cartoes de bolinhos francezes muito noves e
bem muito enfeitados a 700 e 600 rs.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs a
libra,
Grande liquidaco de fazmdas de todas
as qualidades pan se apurar dinbeijo, vende
se liaralissimo Da loja e armazcni da Arara, ra
da lmperatriz n. 50, de Lourenro Pe reir Men-
es diiiuiare.
AO UAHATEIItO DA AltARA.
vende-se corles de chitas de cure. lixas coro 10
covados a 254IH) e 3,6200, erles de canibraia de
salpicos a 2*500, 3*000e 4ooo para acaliar : na
ra da Iuiperairiz n. 06, luja da Arara.
k Arara vende cassas a 240 rs.
Vende-se cassas para vestidos a 240, 320, 360,
e 400 o covaJo, organdvs de lindos goslos para
vesiidos a 320, 360 c 400 rs. o covado : na ra da
lmperatriz n. {6.
Corirsdc la a Maria l'ia h S->. 120, 140(160.
Vende-se corles de laa cora liarra, os propia-
mente a Maria l'ia a 85, 12*, 14* e 16*000. dilos
sera barra a 6*000 : na ra da lmperatriz, loja da
Arara n. 56, de Mendes uimaraes.
A Arara vende alpaca para vestidos de scuhora a
3G0 rs.
Vende-se alpacas de lindas cores lisas para ves-
tido: de senhora a' 360* rs. o covado, laazi-
nnas para vestidos de senhora a 320, 360, 400, e
300 rs. : na ra da Imperalriz n. 56, loja da
Arara.
As colebas da Arara de 20.
Vendem-se colchas de damasco para cama a 4*,
muito novas a 600 rs. a libra. Cevadinha de Franca muito superior a 220 !itas Jf chita a 2*000 : na ra da lmperatriz nu
1*1 1 I 1T I L I *1f I
'wm-
. -V-

RA 1IO QUESO! AUO W. 4.
Passand o becco da Congregado segunda casa.
nriawifrr
on
NOV1DADE
Pereira Rocha dr C. acabara de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commer-
ciai, ondeo respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado os
quaes serao vendidos por precos muilo resumidos como o respeilavel publico ver pela tabella abaixo mencioneda; garante-se obom
peso e boa quaiidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranbao, India e Java a 60, 80 e Peras seccas
Pain^o a 200 rs. a libra. rs. a libra.
Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra. Cevada a 80 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
muito novo a 640 rs. i dem seccas muilo novas a 200 rs. a libra.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 20800 Figos de comadre e do Douro em caixinhas
dem prato.
dem londrino chegado no ultimo vapor a
libia
900 rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a
cadaum.
Sardinhas de Nantes a 300 rs.
Sag muilo alvo e novo a 260 rs. a
Tuucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a libra.
dem stearinas muito superiores a 60 (
libra.
Eigos em caixiuhas emticamente lacradas
a 10600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste peero e de varias marcas, como
sejam : Vellio de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I. Maria Pa,
Bocage Cliamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e era caixa com urna du-
zia a 90000e 100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrrafa, e 70000 a 70500 rs.
a duzia.
dem MorgauxeChateaulumini de 1854, a 10
a garrafa,
dem muscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
15200rs. a caada.
raero 56.
A Arara vende corles de calcas a 10600.
Vende-se cortes de calca de brim a 1*600 e 20,
ditos de casemira a 3*500 e 4*500 : na ra da
lmperatriz n. 56, loja da Arara.
Laiinhas da Arara a 240 rs.
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a' t/Jen^m"se '^nhas para vestidos a 320, 360,
1AR0O SAHOO P 9S0 rs a libra I !r" C 50 rs-> dl,as llsas de ,0flas as rores a **
iWJU, 50auo e 280 rs a libra. | dllas a Maria Pia a 640 rs 0 covado na rua da
! Farinha do Maranbao a 160 rs. a libra. : lmperatriz n. 56, loja da Arara.
600 rs 'dem de trigo a 120 rs. ? libra. A Arara vende um completo sortimento deroupa
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD feila.
a 560 rs. o frasco e 60200 a frasqueira.' Vendem-se roupas feilas a saber : calcas de
dem em garrafoes de 3 e 5 cales a 50500 brij? de re? a 2* e s*500- dilas ranras de ai-
e 70500 cada um rom o aarnfin .godt *-U> d,las de ,inh0 a 3*500 e 4i000' eoMe*
e ifiow taaa um com o garraido. tes de cores de brim a 1*600 e 2*. dilos brancos
draixa a 100 rs. a lata e 10100 a duzia. a 2*500, de casemira a 3* e 4*, calcas de casemi-
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa. !ra a 5*, 6* e 7*000, paletols de casemira a 5*000,
ditos finos

AS ARMAS! *
|0 GRITO DA GUERRA JA' SE FEZ 01\ .ft.J
LA TAI II09III % !
SENTIDO.

o
dem, qualidade especial em garrafas muito %'2L"nos 1',,rto de cores a 6*, 7*, 8*. Mt
oranrles a lARfin a mu-rah 12*000, paletets de alpaka preta a 3* e 3*500, di-
granoes, a i>uu a garraia. ,os de alpaka de cordao e a| ka braDra i#300
dem em garrafes mais pequeas a 800 rs. ditos de brim de linho brancos finos a 5*000, se-
Idem, em garrafa forma de pera e rollias de roulas a 1*280, ditas francezas a 1*600 e 2*000,
vidro, a 10000, s a garrafa vale o di- 22^5JS!^1**L**I^*J!?^0I.^J?:
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 900 rs. a libra, e da
de segunda cjualidade a 800 rs.
dem francez muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Mafa de tomates em barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs.
Marmclada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa a 60 i rs. a lata.
Marrasquinlio de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
I Macas linas para sopa: estrellinba, pevide,
rodinha a aletria a 600 rs. a libra e a 40
a caixinha com 12 libras.
Nezcs muito novas a 160 rs. a libra.
Peixt em latas preparado pela primeira arte
de co/.inba a 10 a lata,
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs. I Paliios de deotes a 160 rs. o maco.
Alm dos gneros cima mencionados te- dem de (Untes a 120 rs.
mos grande porcao de outros que deixamos dem de flor a 200 rs.
de mencionar, e que tudoser vendido poriAmendoasconfeitados a 900 rs. a libra,
pecas e carnadas, tanto em porces como i Doce de goiaba em latas o melhor possivel a
retalho- 20 c em caixao a 640 rs.
Qucm comprar de 1000000 para cima te- Palitos do gaz a 20200 a groza.
r o abate de 5 por cento. Passas muilo novas a 480 rs. a libra.
GRANDE E SUMPTUOSO ESTABELECIMENTO
BE
MOTOS E ESCOLHIDOS GNEROS
TANTO EM GROSSO COMO A RETALHO
ISO BC1 NOVA--*
M(!:ii;i casa junto a ponte la Boa Vista.
DUAS PALAVRAS.
c Cesse tudo quanto a antiga musa canta
Que outro valor mais alto se alevanta.i
Acha-se a disposicao do respeitavel publico esle grande e magnifico estaeleci-
mento de molhados, talvez o primeira e nico boje existente em sua especialidades por-
que o maior capricho de maos dadas com mais apurado gosto de abrir um estabeleci-
menlo modelo promoveram a escolba dos mais superiores gneros do nosso mercado,
que por serein comprados em grande quanlidade e pagos quasi todos a dinheiro a vista
deu lugar a obteucao de vantagens, que repartidas como vao ser pelas pessoas que se
dignaren de honrar-nos com a sua l'reguezia. alentamos a doce esperanca de agradar a
todos, nao s pelo emprego das maneiras condescendentes e delicadas de que somos ca-
pa/.es, como pela praiica da promessa que fazemos de vender polos presos quasi do pri-
ineiro custo o nosso magnifico sortimento.
Pesando muito em nosso animo os meios pecuniarios de que podem despor as
diversas classes da nossa sociedade, asseguramos aos abastecidos da fortuna que acharo
em nosso armazem os melhores e mais esquisitos vinhos, licores, champagne queijo, etc.
etc etc, e quelles que nao podem dispor de grandes recursos, que s coinpram o neces-
sario, promeitemos-lues servi-los de gneros novos e sadios, escolhidos ao seu contento.
O real do pobre ser recebido com lao boa vontade, como a moeda de ouro do
homem rico.
As pessoas que nos fizerem a honra de entrar em nossa casa, quer seja para com-
prar para seu gasto, ou para negociar, voltarao satisfeitas, nao s pela boa qualidade dos
objectos, como pela fidelidade dos precos, e bom acondicionamento.
O futuro nos justificar.
MACIIINASDEPATEIST
de trabalhar mo para
descarlar algodo
FABRICADAS
Por Pkmt Brothers & C.
OLAM
Estas machines
podem descaro^ar
[^ qnalqoer especie
~B.de algodao sem
estragar o fio,
sendo bstame
duas pessoas para
o Iralialho ; pode
descarofar urna
arroba de algo-
glezas a 3*000 : e ouiras muitas roupas felas que
se loma enfadonho mencionar, que vista do com-
prador ^se dir o preco, por isso roga-se aos com-
pradores o favor de vir ver na bem conhecida loja
da Arara, rua da imperalriz n. 36, de Lourenfo
Pereira Mendes Guimares.
A Arara vende as percalas a 500 e SGO rs.
Vende-se percalas de cores finas para vestidos,
a 500 e 560 rs. o covado.
A Arara vende liras bordadas para enfeitar vesli- j
dos brancos.
Vende-se tiras bordadas para enfeitar vestidos |
brancos a 10200 e 15400 a pega, musselina bran-
ca fina a 400 e 500 rs o covado : na rua da lm-
peratriz n. 56, loja da Arara.
Ao barateiro da Arara a 20500.
Vendc-se haloes americanos de 15, 20, 2a e 30 I
arcos a 25300, 35, 35500 e 45000.
Vende-se golinhas para senhoras a 240, 320, 400
e 500 rs., camisinhas para dilas a 15.25. 35 e 45, i
r' rua da Imperalriz, armazem da Arara, n. 56.
A Arara vende madapolo entestado a 15.
Vende-se pecas de madapolo enfe.-iado com do-
ze jardas a 45000, pecas de dito de 24 jardas, das
marcas sepuintes : n. 30 a 65000, n. 230 a 65500
75, n. 2 85, n. 5 85500. c$*95. n. I'F a 105500,
n. 7.7.7. a 125, H a 115000 a peca, algodao a peca
de 20 jardas a 55 e 65000, dito carne de vacca a
5500, dito domestico a 75, dito slcupira a 85, dte
1>o ferro a 95 a peca: na rua da lmperatriz, loja
da Arara n. 56.
Bramante de liniw a 2.->5< 0 a vara.
Vende-se bramante de linho a 25500 a vara, pan-
no de linho para lences a 640 rs. a vara : na rua
da lmperatriz loja da Arara n. 56.
A Arara vende asemiras Cuas a 5$.
Vendem-se cartas de <-asemiras para raigas a 55
35500, 65 e 75000 o corle : na rua da lmperatriz,
loja da Arara n. 36.
A Arara recebe um completo sortimeaU de capas
e souifeenibarques
qoe vende baratsimo, a saber : southcmbarqne
de alpaca branca enfeitados muilo de gosto a 125,
ditos delaazinhas decores a 85, 105 e 125000.
capas de grosdenaple preto a 205, 255, 305 e 355
souiembarques pretos de grosdenaple a 205, 235
e 305000 : s na loja e armazem da Arara, rua
da lmperatriz n. 56.
Cascmiras para capas a 35 o covado.
Vendem-se casemiras lisas pronriM para capas
de senhoras a 35 o covado, hiazinhas Ijsas para o
mesmo fim a 600 rs. o covado : na rua da Impera-
lriz n. 56.
\ Arara vende lenws de s'da a 1 f 800.
Vende-se lencos de seda de urna s cor a 800
rs., ditos finos de cor a 15, colarinhos baratos a
ALBA
m ^\,\>%%

1-
,4 .
'I*
e-a
s
O assumpto importantissimo.
O assumpto importantissimo.
O assumpto (' importantissimo.
f3 Ninguem interrompa o orador.
y Ninguem interrompa o orador.
fe, Ninguem interrompa o orador.
Assim romo achinas para serem movidas por
animaos, que escarocam 1* arrobas de algodao
hu o. por dia.
Os mesmos lera para vender um bellisfimo va-
por que pode faeer mover seis destas machinas
mencionadas ; para o que eoovida-se aos Srs.
agricultores a virea ver e cxaunna-lo, no arma-
zem de algodao, no largo da ponte nova n. 47.
Saouders BruUierg&C.
X. II, praca do Corpo (Danto
RECIFE.
Os nico gentes neste paiz.
dao em carog
era 40 minutos, 600 rs. a duzia : s na loja da Arara, rua da Im-
ou 18 arrobas peratnz n. 56.
por da on 5 ar- Ao barateiro do lairro da Boa-Vista.
robas de algodao Vendem-se chitas escuras e claras de cores finas
limpo. a 240 e 280 rs. o covado, chitas Irancezas finas a
320, 300, 400 e 500 rs. o covado, porm assegu-
ram-se as qualidades e ores : e muilas mitras fa-
zendas que se vende barato, isto smente visla
dos freguezes. As.-iin clieguem frecuezes, porque
s se vnde assim liarato porque est a festa na
porta, e a loja da Arara da rua da lmperatriz n.
56, pude bem servir aos freguezes do bom e ba-
rrio.
Reine o silencio em
Reine o silencio cm
Reine o sikncio em
todas as columna,
todas as cclomnas.
todas as columnas.
au se admillr CMatalafat
Nao se admitte conteilajaO
N50 st' adoiitte CORtCalafat
Os apoiados -"m prukibMlv'
Os apoiados sao pn>liibiil Os apoiados sao jip fif f<


ADVERTENCIA.
Antes de entrar na materia o inconsavel Rai.i/a
^fazer 0 seu signal de honor as doiradas cordas e ma
nao pode pi'>.ndi ,<
fritas nitras d<>s I
apostlos do progresso, inimigos do povo c cbapadores do sangoe da liununi-
fe-idade.
2 ^ ^ = e 8 r5
Z Q? P > r.r fiJ
-< B o o e> o
9Spar8Sfio
CAVACO NECESSARIO
Devemos ao respeitavel publico algumas palavras relativas ao pomposo titulo que
adoptamos. Ei-las.
Existindo neste vasto e florescente imperio um grande parlido poltico com a
denominaco de Liga, parecer o titulo do nosso armazem um gracejo inconveniente,
capaz de fazer zangar a alguns e de desatar o riso a muitos,
Ria-se quem quizer, porque nos tambem nos riremos mas n5o se zangue
ninguem.
O neme urna voz cora que se dao a conhecer as cousas. esta a mais
breve, clara e sincera explicaco que, pelo methodo repentino, podemos dar.
Mas a quem n5o seguir o partido Aesse systema diremos mais :
Nao oriun lo do Brasil o imponente titulo do nosso eslabelecimento. Foi a
muitas centenas de leguas que apandamos a nossa Liga.
. Na soberba e opulenta Inglaterra houve um rei que instituio a mu honroza or-
lera da iJja. O acaso nos fez deparar com a narraco desse acontecimenio, que tan-
to sorpre'iendeu a corte desse monarcha. Agradou-nos esta historia e gustando sum-
.namente do trage do cavalleiro da jarreteira, para logo o mandamos desenliar, e col-
locando-o no oit3o do nosso estabelecimento, temos assim feilo distingui-lo dos outros
que se assignalaram com mitras e coras.
alonnl solt qni mal y-pcn.se.
Vende-se um comometro martimo inglez do
melhor fabricante Charly Frodshan. affiapcando o
sea regulamento, por diminuto p-eco : a tratar
/ na rua Nova o. 21, loja de Francisco Jos Ger-
mano.
Vende-se superior vinho do Porto em caixas de
urna duzia : em casa de Johnston Pater & C, rua
GAZ GAZ GAZ '& h H H ,__r~h
Vende-se gaz da mejof ^d*dt ^j^gjWgiBTBTiSgBn
42* a lata : nos armazens da roa do Im- edificado em chaos proprios: a tratar na rua das
perador n. 16 e roa do Trapiche Novo n. *g Cinco Ponas n. 72.
RIVAL SEM SEGUNDO.
Ilua do Queimado ns. 49 e 55 loja do Baraleiro
conht-cido j como tal, esl. dispondo da azenda
por lodo o preco para apurar dinheiro, quem qui-
zer venha ver e traga o cobre, e ver o seguate :
larallios de cartas para voltarete muito
linas a............................ 200
Miadas de linha froxa para bordar a.... 20
Pares de sapalos de tranca de todos os
lmannos e finos a................... 15500
Massos de superior grampos para cabellos 30
Duzias de palitos do gaz superiores a. .. 200
Libras de ara preta rnuilo superior a... 100
Frascos de superior macar oleo a___ 100
Dilos de dito perola a.................. 200
Ditos de oleo de babosa muito finos a 320
rse............................... 500
Ditos de agua de colonia superior, garan-
tida............................. 400
Ditos de banha muito fina a.........11! 640
Ditos de cheiros muilo finos para o preco
a ris...........................7. 600
Sabonetes de todas as qualidades a 60 rs.
160, e............................ 400
Novellosde linha com 400 jardas a...... 80
Carriteis de linha de cores com 200 jar-
. das a............................. 60
Natalios de linha de gaz de todas as co-
res a............................. 30
Pe^as de fitas elsticas com 10 varas pa-
^ ra vestidos a....................... 240
Frascos do superiores cheiros, pequeos, a 200
Pares de ligas muito superiores e bonitas
a ris.............................. 400
Varas de lucos francezes, superiores a... 40
Opiata para denles da melhor que ha a.. 15000
Fiascos de agua para denles, superior a
tudo a........................... J5000
Pegas de tranca preta liza muilo fina a.. 60
Caixas com 4 papis de agulhas Victoria a 200
Varas de fita preta com colxetes a...... 40
Libras de laa sorlida de todas as cores a 65300
Bonecos de choro muito bonitos a...... 160
Caixas de obreias de ma ssamulo novas a 40
Varas de franja .branca e deires para
toalhas a......................... 80
Frascos de oleo Philocomescupenor a... 600
Dilos com superior tinta a320 e......... 500
Caixas de linha de paz rom SOnovellos a 800
Enfiadores para espariilho a........... 60
Duzias de boloes encarnados para vesti-
dos a............................. 200
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A detestavel sede de oiro tem obseccado seas corafcs de aparos.
Querem fazer fortuna rom a rapidez do coriseo-nao sabem li
esperar.
Sao os perfeitos unos da civilisacJo.
go Malditos sejam ellesja (|ue nao possivel ao Bauza por-lbes ..< minas .
' pa cabeca os bculos na mo e os sapatoes esuwgtt cobras nos im-s c e> 1
publico por tres dias.

W V
fjrv .N esta caa nao se illude ao povoos pesos esto ateridosa batanea 1 di
gremelbos fabricantee os gneros, partiodo do soffrivel at o ptimo, pudra w
y escolhidos a vontade por todos, desde o pobre agoniado Clarim al u 111.1,- ;
gl^ General.
.
Wft
ifp Nao sendo o agrado e a sinceiiidadk predicados que suenle li\t*>.vii
r|)Cbegado para bico da domesticada c eocanladora aqnia hrtmea, mam dad
Jamis terminantes ordenspara que d'ora era aliante se redobre as afleti.....,
com todos os freguezes, de forma que se opere a mais perfaa ligm .1." ,1,1.-1 -s-
ses recprocos, a fazer inveja a todos at ao proprio cawlletro da esauiu da rua
Nova. :::
Quando ao dispontar da brilhante, aurora 011 da aurora irilkmmtt tueta,
jOOVir o garboso gallo vigilante, com aquella bisarria que lln> propria
canto sonoro, signal de chamada dos amareis freguezes e predilectas freym :s.
^tambem o solicito Baliza oslar prompto em ordem de marcha, agradaH etm
a aguia branca, diligente como o gallo, grave como opropheta, no mai 11,
feito e continuo movimento, servindo a todos, e a lodos wnientando.
ADDITAMENTO.
Vinhos genuinos.
Chamamos a altoncao dos amadores do bom vi-
nho puro, para um deposito do diversas qualidades
de vinho superior, mandado vir por encoemenda
das proprias localidades o com recommendaQao es-
1 ecial, cujo deposito se arha eslabelecido na rua
da Cruz n. 36, em frente do becco da lingoeta.
Vinho tinto da Kxiivmadura puro, anco-
reta de 3 caadas......125000
Dito de dita dito anroreta de 9 ranajbs 285000
Dito do Lavradio, ancoreta de 3 1|2 ca-
adas ......... 135006
Hito branco de Iluccllas, ancoreta de 4
1|2 caadas.........205000
Dito de Careavellos. ancoreta de 3 ca-
adas .. ........155000
PMHINCII4
rosdenaple de cor a 15200 o covado, na roa do
Queimado n. 43. esquina que volta para a Congre-
gado.
Os precos do grande sortimento d'este magnifico armazem, se acham <,.n-fl
sideravelmente reduzidos, e a respectiva tabella deixa de ser publicada poroM '
a alma do negocio (' o segredo. Os freguezes ivconhoeciao em vista d
to que pretender que o preco que se Ihes pedir ser 15o rasoavel que nenhmna
1 reclamaeo offerecerao. Venham todos a
111 o iiuttiiiMii as
,40 GR1NDE ARHAZEH DE MOLIMDOS
DO
BALIZA
PROPEllEDADF
Jl. PERRO DE MELLO.
n


Warid ** PernaMfcneo -- <|ulU|a feDra 84 e \o vetubro de t31.

NOVA iiEFORMi
AURORA MUMll
N. 84. Largo da Santa Cruz. N. 84.
Francisco Jos Fernandes Pires, tem a honra do irisar a sqi numerosa freguezla
e rom (rx-cialidade aos moradores do bairro da Bat-Vi.-H e seu* arrebaldes, que fez
ora reforma era seu wseiado ostabeleciineuta de rnolh.Klo denominado Aurora Bullan-
te, ao larK' da Sania Cruz, e eom esla reforma supnt do novo o seu amana de bons
Reres, s.-ndo muilos dallos mandados vir de sua propria conla, para melhor servir
afusiles tjua *c dignaren) comprar ou mandar comprar era seu estabelecimento.
tfn armazem da Aurora Brilhante enconirara sempro o respeilavei publico um
Undu c novo sortimento dos melhores geaerosque lora vindo ao nosso mercado, e sem-
pre per presos milito razoaveis, como se v da seguate tabella que ser mudada se-
aaMlaeate.
NEM COROAS NEM MITRAS
0
GKAXilE
ARMAZEM
DE
BITA BOt IHPERADOR SU O
Junto ao sobrad em qne mora o Sr. Overee,
Iluarlr AI me id a A C, receberam de sua propria cncommen
da o mais Iludo e variado sortlmento de molhados, proprlos
da presente estaefto.
Manteiga ingleza | Mapas brancas
da safra novavinda no ultimo vapor a i,ooo' para sopa a melhor que se pode desejar,
ESPLENDIDO ARMAZEM DE MOLHADOS
LIANC
RE
UM & Souza
57 RA DO IMPERADOR 57
Grandes reformas de peores
& a O por euio menos
A Aurora Brilhaato recebe as libras sterlioaa por 95, sendo para compra, e faz 3
por cont de abatrnoslo a quem comprar de 160* para cima.
p Presuntos de Gambre muito novo, a libra a
.jj|j 8M rs.
CSjfi Ditos para panclla, a 560 rs.
-" jijos l>adrinos muilo superiores, a libra
l 1*000.
Ritos do reino vindo este vapor a SfifiOO.
Ditas do vapor passado a 25 < 25100.
"Ijk. Queijos de quallia nevos, a libra a 560.
,JK Fraseos grandes eom animas a 35000,
'p Latas com \\i libras a 15200
. |l Bitas rom .5 e 6 libras a 25500e 45-
':''a> Chocolate francezmuito superior, a libra a
'f> 15120
tCha lino de primeira qualidi.de, a libra a
25700.
Dito uxim a 25700,
L. Dito hysson a 25700 e 25800.
Hito perola a 25800.
1J) Dito em caixinhas de 1 e 2 libras a 25000.
* Dito nreto a 2$ e 25500.
.>; Manteiga ingleza flor a 15200.
rjjj Dita mais abaizo a 800 rs.
z Uitatn barril propria para negOGio, a libra
c;;g a 600 rs.
[B Dita ara tempero a400 rs.
<\ Latas eom 2 libras de banha refinada, a libra
cfg a 40(1 rs.
*5 M tntoiga fraBceza nova, a libraa 640.
-% Dita em barris e nieios ditos, a libra a 600.
:'-.*jJ Toiicmho de Lteboa a 9#600 a arroba e a 320
Ufa rs. a libra.
-., Latas eom bolachinha de soda de 5 libras a
~m 2:3000.
iiH Ditas rom biscoitos e bolachinhas sortidas
JC a 15500.
3ifc Ditas inglezas novas, a libra a 240 rs.
i\ Arr >z do Maranhao, a arroba a 25400 e a li
lira a 80 e 100 rs.
.&. Diio da India a arroba 25800 e a libraa 100
MS 120rs.
U'i Caf moito superior de primeira qualidade
P a85300, 9j e 95500 a arroba.
D't i em libra a 280, 320 e 360 rs
Vinho* em caiza de 12 garrafas, o melhor
Jk, possiwl a 185 e 205
M I) 11 mais baixo a 105,125 e 145-
1J3 Dit Figu-tira, o mais superior pos t caada a 45500 e a garrafa a 640 rs.
Dita mais baixo a 'i5 a ranada e a 560 rs. a
carrafa.
A Diio de Lisboa, boa marca, a 400 o 300 rs.
rj?{ a garrafa.
5 Dito brdeos a 640 rs. a garrafa.
-\ Dito em caixa, das melhoros marcas, a 75 o
& 85000.
. ;j S vi-ja, marca tcneote, om botijas a 7 e 85
: a duzia.
;n Dita d- differentes marcas a 500 r?. a garra*
}j U c. 55800 a duzia.
!* Genebra de laranja verdadeira a 15 e 15200
-'iS? o frasco.
jf) Dita de II llanda em frascos grandes a 15 e
pepnenos a 40 rs.
O Dita verdadeira dcllollanda, a botija 480
y{ Licores linos de varias qualidades a 800, 15!
c 15500.
",''. Caixas ile vinhomascatel a 105, e a garrafa
-\ a 15000.
D:tis eom azeite refinado a 105 e a garrafa
v unas eom azene re
JO a 1,5000
JjjS Conservas inglezas*
Jt seb das, azeitonas
o francezas de pepinos,
e mixide a 600, 700 e
Charutos finos do autor Jos Portado do Ci-
mas, ha por muilo* precos.
Dita* do nutres Mtorss a 15300. 25 e25500.
Gigos de btalas novas eom i arroba a 15.
Passasaova. libra a500 rs.
Figos npvon OtO rs.
Latas de ervilhas e favas portuguezas j pre-
paradas a 720 rs.
Ditas cora ostra*, oxcellento petisee.a 640 rs.
Latas de peixe ensopado era postas, de muitas
qualidades, a 15.
Potes de vidro cora sal refinado a 500 e 640
ris.
Marrasquino da melhor qualidode, a 85 o
125 a duzia.
Garrafas de dito a 80o o 15200.
Amendoas centenada a libra a 800 rs.
Dita cora rasca a libra a 320 rs.
Nozes, a libra 160 rs
ainco, alpisia, a arroba 45 e libra a 160 rs.
Grao de luco, a arroba 45 e libra a 160 rs.
Violto de caj preparado em Sobral a 800 a
garrafa.
Cognac. sHpcrior a garrafa a 15000,15200 e
15600.
Champagne boa a duzia 205.e a garrafa a 25
Garrafes eom genebra hamuorgueza a 65.
Violto branco Xerez a garrafa a 15-
Dito Joio de tirito, puro, a garrafa a 640 rs.
Hito adocica lo a orto rs.
Dito do Porto, fino, a garrafa a 800 e 15
Xarope de grozeis c outras fractas a 640 rs.
Massas para sopa, amarella, a libra a 480 rs.
Dita branca a 320 rs.
Dita estrelinha, fwviile e rodinhas a 640 rs.
Caixinha eom 8 libras de dita a 35300.
Sebolas soltas grandes, o cento a 15-
Ditas grandes em resteas a 15280.
Duzias de cartas francezas finas a 25300, 35
e 35500.
Duzias d* latas de graxa nova a 900 rs.
Botahoes do dita a 280 rs.
Marmelada nova a 600 e 720 rs.
Ctrae d* serto a libra a 320 rs
Chmrriras a libra a 640 rs.
Saceos grandes eom farinha a 55
Ditos eom milhoo 35500.
Ervilhas seseas libra a 160 rs.
Lentilhas para sopa a libra a 200 rs.
vadinha deFcaoca a libra 200 rs,
Sag a libra a 400" rs.
Aramia verdadeira a libra 480 rs.
Gomma rlc engommar a arroba a 45 e em
libra a 160 rs.
Sabio espanhol a libraa 400 rs.
Latas eom o verdadeira gaz liquido eom 27
garrafaa a 125.
Garrafas eom dito a500rs.
Saceos grandes eom feijo mnlatinho eom 24
cua> par 95.
Copos o calix lapidados para vinho e agua.
Latas minto bom enfeitadas eom figos novos
a 25, 25500 e 35.
Assucar refinado eom ovos muilo alvo a ar-
roba a 65500 o a libra a 200 rs.
Papel pautado liso de peso branco e azul, a
resma a 2550) c 45300.
Vinho lladeira-seoco, a 15600.
Cento de esleirs de tranca a 205-
Barris eom azeitonas novas a 15280.
Duas bataneas grandes de Romao eom os
pesos de 21 arrobas, e alguns bracos pe-
queo; do mesmo autor.
ui'xascom irascos oemosiarua irauceza a Urna grande quantidadede caixoes vasios de
-. 45 a duzia, e 360 rs. o frase, mdos os tainanbns de 120 a 500 cada nm.
''-; K ML'ITOS OUT1103 GNEROS QUE TORNARA ENPADONIIO MENCINALOS.
,> TODO DE PRIMEIRA QUALIDADE.
< :!<-- ;. Kr,
rs. a libra e em barril a 800 rs.
nantelga francesa
da safra nova, a 60o rs. alibra, e em barril
a 500 re.
Amendoas
confeitadas de lindismas cores a 800 rs. a
libra.
Ameixas
ota frascos de vidro eom 3 libras liquido a
2400, muilo propios para mimos,
Cart5es
eom bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
coro bolachinhas de soda de todas as qua-
lidades a itJ.100.
Chocolates
de todas as qualidades a i#000 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhor* fabricantes a 800 rs., tambem
temos reUios para.500 rs.
Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 2$6oo.
Queijos
chegados no ultimo vapor a 2^600 cada um.
4|etJo
l0l?T tSK r^ qUe nRde esple'ar'Charutos Thom ~\7*m e outros em
e de excellaute maree a 800 rs. a libra: mei,s caixinhas a imoo
Arroz
do Maranhao a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 2^500 a 3*000 a ar-
roba desses que vendem por 3?400.
CAF
de 1.a e 2.1 sorte do Rio de Janeiro a 8#5f
e 8I800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
Parrafees
rom 4 '/ garrafas eom vinagre a 1,^00093
ogarrafao.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 1,5000 o frasco, e de U900C
a caixa.
DEM
em frasqueiras de Hollanda a 541800 cota
12 frascos.
GINEBRA
odrero qne sepujau pao na ira ual-
qner parle.
Gneros especialmente escolhidos por um dos socios que na Europa se acha
para esse fira.
E grande a vantagem para todas as pessoas que comprarem oeste estabeleci-
mento.
armazem.
Os propietarios garanlem todos os gneros sabidos de seu j muilo acr.-Ji'ado
macarrao, talharim e aleiria a 400 rs. a
libra e 4^500 a caixa.
Vinho
Fgueira J A A e outras muitas marcas acre-
"'SKfif I AO PUBLICO.
e de- outras marcas a 400 rs. a garrafa, 6 NSo nos servimos de exordios como constantemente estamos wodo em anntio-
2^800 a eanada. cos desle genero, pois sao palavriados de que sempre nos abstivemos, e de que lamln-m
dem do Porto estamos ce ros nenhuma atienc5oj merecem do publico. O nosso fim, ps aantea-
generosos engarrafado dos melhores fabri-1 mente fazer ver que o verdadeiro e principal interesse de todos est oa tabella ftMuw.
cantes da cidade do I'ortoa Ii3 e 1(5200 rns nnn naiamri a mnrinnr a n-r ..ni ,j:.. ...-------..._
a garrafa e de 1 .-> a 126 a caixa, as mar-
cas sao asseguintes: Chamisso -Filho,
F. A M., Nctar ou vinho dos Deuzes,
lagrimas do Douro e outros muilo.
Latas
eom 10 libras de banha a 4000.
Bolachinha ingleza
a 1 AsOo a barrica da mesma que
vendem a 20000 e 2#400.
Nozes
as mais novas do mercado a 120c* .d bra.
Cervejas
dos melhores fabricantes} de todas as mat
cas de 40500 a 51500 a duzia.
C-ARTOS
de Hollanda verdadeira em frasquoira a Goo Batatas a 2,ooo rs. a caixa.
rs. cada urna.
PALITOS
[ os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza
e 2o rs. cada caixinha.
LICORES
finos de todas as qualidades, a lo.ooo a caixa
eom urna duzia e a l,ooo a garrafa.
Marmelada
/.!;> 8 10 rs. o frasco grande.
< Ca'xascom fraseos de rnostarda franceza
r 4: 5

ibct

SORTIMENTO PARA A FESTA
MU
23Largo do Terco~23.
Joaqmm Simao dos Santos, dono deste artnazem de molhados avisa aos amigos do bom e La-
rato que se venliam sortir dos l>ons (eneros wste esWbeteciment que nao se arrependerSo, se Ihe
ira a dilfrrenca de 10 a 20 por cento, pelo sea nrompto parament ; e por Isso se far annoncio de
algons gneros, que tendo sempre este estabelecimento um grande e vantajoso sortimento de tudo
manto e pertencente a este estabelecimento.
Sentido! Voa fallar eom o Conscrvali o !!
Quecos mais novos do mercado a 25500 e 25800.
Serveja das melhores marcas, tanto branca como
prea a B00 rs. a garrafa e a duzia a S800.
Sabo amarello massa a 180,200 e IW rs. a libra.
Charutos da Babia dos mellmres fabricantes de
15200, 25000, 25500 e 35 a caixa.
fba alpista e painjo a 160 e 140 rs. a libra.
Viaho de Figueira verdadeiro a 500 rs. a garrafa,
dem de Lisboa das melhores marcas a 400 a dia.
dem do Porto em barril superior pinga a 640 rs.
dem branco proprio para missa a 300 rs. a dita.
Idom do Porto engarrafado a 800 e 15, tomando
mais de urna caada dequalquer um destes ter
grande abatnenlo.
Cosems ioglezas e portuguezas a 500 e 640 rs.
Discoitos e bolachas de soda a 15400 e 25.
Massa de tomate a 600 rs, a libra.
Gent-brade Olaida em frascos e botijas e de la-
ranja de 480 a 640 e 15200.
'di.juriefts as mais novas a 560 rs. a libra.
Latas cera 1 c rucia libra de ameixas a 15200.
Afeite doce de Lisboa a 440 rs. a garrafa e 35 o
lia.
Manteiga ingleza de Ia e 1" sorte a 800, 900 o 15
a libra,
dem franceza em barril a 600 e 640 ris a li-
bra.
Toaeinho de Lisboa a 300 rs. a libra e 85800 a ar-
rob*.
lalatas era caixas e^igos lj00 e 250OO a ar-
roba.
'At de primeira e segunda sorte a 250, 280 e 300
rs. a libra.
arroa da radia, Maranhao e Java a 100 e 80 rs. a
t/ra.
Ph'asphros do gaz a 25 a groza e 180 rs. o maco.
as novas a 480 rs. a libra.
Velas de carnauba Aracaty composicao a 400 e 440
=. a libra.
Hassas tiara ?npa a 480 c 440 rs a libra.
*'. 'ine'lada dos melhores fabricantes de Lisboa de
i a 2 libras a 640 rs. a libra.
Cha hysson o melhor desle genero a 95800 a li-
bra.
dem pero' miudinho a 25600, 2.5000 e 35000 a
libra.
Banha ingleza alva e soportar a 480 rs. a libra.
. t .VDfBQ
Vinho tintn sem confeic&o
30,000 K1I \ \l OR E A S |K 8 linico deposito em Fernamhuco ra da ladeia n. 1.
Ksla n'.va qualidade de vinho recebida direetamente de iwsos lavradores de
Torres Novas (provincia da Estremadttre) como attestam oe bilhetes do caminho de fer-
ro que trazem os cascos, provando sua origem e procedencia, recommenda-s a todas as
pessoas quequeiram ter a certeza de beber vinho puro de uva como o que se bebe nes-
has trras sonde nao panetrou anda o espirito de falsiflcacio. E' preciso que o publico
se convenct de que os vinhos que arjtii H importara nao vindo directamente do lavrador
.*GRam pela mator parte ou quasi tod sobrecarregados de preparos nocivos saude
causando bem graves transtomos no apparelho tflgeslivo
O annunciante offerece a analyse dos professionaes esta nova qualidade de vinho
qua "xp.)e a venda, e dum premio po ealnmoo a natureza da tVa (te que feito
N. B. I'ara itar a falsificaeao. o annunciante declara que o nico proprietario
e m cortador deste vinho o qoal vende somen ;e no seu armazem da ra da Cadeia do
Ki-oife n. I.
sendo inteiro e a 900 rs, a retalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 7G0 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 1,5200.
Cha uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qualquer nao pode vender por menos de I
lilem perola
especial qualidade a 2-5700 rs. a libra.
Men hysson
o mais aromtico que tem vindo ao nosso
mercado a 2#600.
Massas amarellas
para sopa, macarrao, talharim e aletria a
480 rs. a libra.
COGNAC
o muito afamado cognac Pal Brandy a l,8oo
rs. a garrafa e de outras muitas qualida-
des l.ooo e 8oo rs. a garrafa..
COPOS
lapidados para agua a 4,5oo e 8,000 rs. a
duzia, e a 440 e 500 rs. cada um.
PAPEL
almaco, grave, peso e de outras muitas qua-
lidades de 2,2oo, a 4,roo a resma do me-
lhor.
Papel de botica
de excelrente qualidade a 20200 a resma.,
PAPEL
.azul e pardo para embrulhode l,4oo a 2,2oo
rs. a resma.
Corinthias
passas corinthias muito novas proprias para
podim a 8oo rs. a libra.
Fumo
o verdadeiro fumo americano em chapa a
i ,400 rs. a libra
Vinagre
PRR em ancoretas de 9 caadas a 1 ?i,ooo rs.
cada urna.
Cebollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e 1 ,ooo rs. o raolho.
Alpista e Painflo
o mais novo do mercado a 140 rs. a libra,
e 4400 a arroba.
CEBLAS
muito novas a 10000 o cento na ra do Qtiei- em paneiros de 1le 2 arrobas a 30500 a ar-
cos que passamos a mencionar, e para a qual pedimos toda a altenco.
Yinho verde.
Chegou o mufle desejado vinho do Carlaxo vende-se nicamente ueste arma/.-a
a 6oo rs. a garrafa e 3o,ooo rs, a ancora eom 7o garrafas.
Amendoas confeitadas le diversas
s cores a
64 rs. a libra,
dem de casca mole a4o o rs. a libra.
Ameixas francezas cm caixinhas eom lindas
estampas a l,2oo e l,5oo rs.
dem em fiascos de vidro a 1,2oo rs.
dem em frascos grandes a 2,5oo rs.
dem em latas de f '/s libra a l.loo rs.
Arroz do Maranhao e da India o melhor que
ha neste genero de 8o a loo rs. a libra,
Lentilhas muito novas excetlente legume pa-
ra sopa a 2oo rs. a libra.
Licores francezes de todas as qualidade-.
de 7oo a 9oo rs. a garrafa:
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 8oo e
l,ooo rs. a libra, c desnecessario mais
elogios neste genero, que s so pode ve-
rificar eom a vista.
dem franceza a 4o rs. a libra, e em barril
se far abatimento.
e de 2,5ob a 2,8oo rs. a arroba. umi ^ a i *. ,
. ., ... Marmelada do pnmetro fabricante de Lisboa
Azeite doce de L.sboa a Goo rs. a garrafa, e a 7oo rs. a libra, ha latas de 1, 1 1 2 e
4,8oo rs. a caada. g libras
dem francez e de Lisboa refinado em gar- Massa dp tomate em ,atas de 4 e ,bras ,
rafas brancas a 9oo rs. a garrafa, e lo.ooo g00 rs a |j5ra
rs. a duzia. Macarrao, talharim e aletria a 4oo rs. a libra.
Alfazema muito nova e limpa a 32o rs. a h- ldem branca a 32o a libra
bra.
Azeitonas muito novas a 2,ooo rs. a anco-
reta.
Alpista limpo a 14o rs. a libra, e 4,4oo rs.
a arroba.
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Amonio de diversas qualidades em latas
de 6 e de 3 libras, a 3,oooe i,f5oo rs. a
latae Gio rs. a libra,
dem ingleza era latas de2e4 libras das
melhores marcas a 1,3o e 2,2oo rs. a
lata.
Banha de porco refinada a Goo rs. a libra e
em barril a 8o rs.
Champagne das melhores marcas a 2o.ooo
rs! o gigo, 1,8oo rs. a garrafa, e 9oo rs.
as meias garrafas.
Cha uxim o melhor possivel a 2,7oo rs. a
libra,
dem perola qualidade especial a2,7oors.
a libra.
; dem hysson o melhor que ha neste genero
a 2,oon, 2,4ooe 2,6oo rs. a libra,
dos melhores fabricantes de Ltsboa, como se- ldem l0 homeopalico;i 2 000 rs. a libra.
Abreu e 0Utr0S mu,,OS a 6 rS- a !Cerveja das melhores marcas a G.ooo rs. a
duzia. e56o rs. a garrafa.
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunlo de Lamego a 52o rs.
a libra.
ARROZ
Maranhao, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3,ooo, a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas marcas a 56o rs.
a Libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
de carnauba em caixas de arroba a 9,3oo v.
caixa e 31o rs. a libra.
Batatas novas
em caixas de 2 arrobas a 50 a caixa e 00 rs.
a libra.
Passas omita oras
em quartos e inteiros a 2# o quarto e (10500
a caixa e 400 rs. a libra.
Chocolate
porluguez o mais especial que se pode de-
sejar a 800 rs. a libra e 140rs. o pao.
Frutas em calda
I chegadas ltimamente, pera, pecego, ginja e
outros muitos a 040 rs. a lata.
Dsce a casca da guiaba
a GOO e 14 ocaixae.
GOMMA MUITO NOV.V
Chocolate francez, hespanhol e stiisso a l,ooo,
l,2oo c l,40 rs. a libra.
Charutos do afamado fabricante Jos Fur-
tado de Simas e outros da Rabia como
sejam regala, trovadores, guanabaras,
deliciase suspirosa l,6oo, 2,ooo, 3,ooo
e 4,ooo rs. a caixa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco.
dem francezas surtidas ou de una s qua-
lidade cada frasco a 5oo rs.
Cognac francez e inglez a l.ooo rs. a garra-
fa, e lo.ooo rs. a duzia.
Couiinbo e erva-docca 4oo rs. a libra.
Cravo ila India a 6oo rs. a libra.
Canella a 9oo rs. a libra.
Copos finos para agua e vinho a 4,8oo 5,ooo
e 5,5oo rs. a duzia, e 5oo rs cada um.
Caf do Rio superior a 28o e 3oo rs. a libra,
e 7,5oo a 8,5oo rs. a arroba.
Ooce de goiabr. siiperiorem latas a 2,ooo rs.
Mostarda franceza preparada a 4oo rs.
frasco,
dem ingle/a em p a Glo rs. o finsm.
Molho inglez era garrafinbas eom reHun da
vidro a 64o rs. cada urna.
Manasquinho verdadeiro de Zara a l.ooo rs.
a garrafa, e lo,ooo rs. a du/.ia.
Nozes muito novas a IGo rs. a libra.
Ostras preparadas cm latas a 7oo m. a lata.
Prezunlo para fiambre inglez verdadeiro,
garantindo-se a qualidade a 8oors. a libn.
Passas novas de carnada a 64o rs. i libia r
6,5oo rs. a caixa.
dem para sopa estrellinha, pevide o rodioha
etc. a 3,!Soo rs. a caixa, e a 56o re. a libia.
Peixe em latas hermticamente fechadas das
seguintes qualidades: savel. nina. g<
cavallinhas, e pescad;; a l.ooo a Isl.i.
Palitos para denles lidiados a 15o rs. o na-
co de 2o rs. o macinhos.
dem do gz a 2o:j rs. a duzia;* 2,1o.. rs.
a groza.
Paineo muito novo 12o rs. a libra c :i,ooo a
arroba.
Queijos flamengos, do ultimo vapor, a 2.5oo
rs.
ldem londrino muito fresco a 800 rs. a libra.
Sal refinado cm potes de vidroa Soo rs cada
um.
Sevadinha de Frasca a 18o rs. a libra.
Sevada a loo rs. a libra.
Toueinho de Lisboa a 24o e 32o rs. libra
Tijolo para limpar facas a 15o rs. cada um.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a gnala e
1,4oo rs. a caada,
dem em garrafoes eom 5 garrafas a 1 .ooo
rs.
Ibem de eseovas para lavar casa a 36o rs,
cada urna.
Velas de espermacete superiores a 56o rs.
a libra,
dem de carnauba refinada e de ftnwrwidn
a 44o rs. a libra, e de 15,ooo a i 1,ooo re.
a arroba.
Ervilhas portuguezas em latas chegadas ul-| Vinho em pipa, Porto, Lisboa e Figueira
mado n. 7, ra do Imperador n. 40 e lar-
go do Carmo n. 9
GRAO Dfi BICO
muifo novo a 30 loo a arroba e 140 rs. a li-
bra na rua doQueimrdo n. 7, roa do-
Imperador n. 40 e largo do Carmo n. 9.
QUEIJO SUISSO
roba e 140 rs. a libra na rita do Qoei-
madon. 7, rua do Imperador n. 40 e largo
do Carmo n. 9
BOLACHINHAS
em latas de defferentes qualidades a 1^200
a lata
QUEIJOS FLAMENGOS
muito fresco a 800 rs. a libra na rua do chegados neste ultimo vapor a 20800 na roa
Queimado n. 7, rua do Imperador n. 40 e. do Qucimado n. 7, rua do Imperador n.
largo do Carmo n. 9 40 c largo do Carmo n. 9.
Os proprielanos do grande armazem o Verdadeiro Principal declaram aos seus
rreguezes e amigos e ao publico era geral, que para facilitar a commodidade de todos es-
tipularam os mesmos precos nos seguintes lugares:
0 Verdadeiro Principal roa do Imperador n. 40
HACA A, PERAS E UVAS
chegadas neste ultimo vapor, vende-se na rua do Imperador n. 40, Verdadeiro Princi-
Agua Florida.
tunamente a 64o rs. a lata,
dem ceceas a 16o rs. a libra,
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 320 rs. a
libra.
Figos em caixinhas bem enfeitadas a 9oo
rs. cada urna.
Favas portuguezas em latas chegadas lti-
mamente a 640 rs.
Frutas idem em calda, pera, pecego, alper-
se, rainha Claudia e ginja a Ooo rs. a lata.
Graixa nova a too rs. a lata e l.loo rs. a
duzia.
Gomma muito alva e nova a 16o rs. a libra.
Genebra de
frascos a o
dem em botija?
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,8oo
rs. eom o garrafo.
Hiera de tres caadas a 7,2oo rs. cada um.
dem inglezas em garrafas brancas bordadas
eom rolha de vidro qualidade superior a
l.ooo rs. a garrafa.
das marcas menos condecidas a ico rs
a garrafa e a 2,8oo rs. a ranada,
dem Figueira especialmente escolhido rc>!o
lugar a 6oo rs. a garrafa, e l.Soo r>. a
caada.
dem Lisboa em ancoras rom 9 caadas mar-
ca especial a 22,ooo rs. a ancora.
dem Lavradio, Colares muilo fresco sem
composicao a 6oo rs. a garrafa, e 4.5oo
rs a caada.
dem de Lisboa branco uva pura a 56o rs a
garrafa, e a 4,5oo rs. a caada,
dem Porte fino em pipa a 56o rs. a garrafa
Hollanda em frasqueiras eom 12Idem engarrafados generosos Lagrimas do
5,8oo rs. e 560 rs. o frasco ?ouro\r D"(,,1C do ,>or,' D- L,li'/ -
Hijas a 4oo rs. cada urna. ,4""'? V.Neclar. velbo aereo, Malvaste
Genuino, Particular a 9oo e 1,2oo rs. a gar-
arafa, e a lo.ooo re. a caixa rom urna du-
zia.
dem de laranja verdadeira a I,ooo rs. o
frasco e H.ooo afrasqueira de 12 frascos.
Kirsch Wasser encllente bebida suissa a
l,8oo rs. a garrafa.
dem Madeira legitimo a l,2oo rs. a garra-
fa, e a 12,ooo rs. a duzia.
hMem Muscatel a l.ooo rs. a garrafa.
dem Bordeaux das acreditadas marcas St.
Julien. St. Esteph, chaieau la Rose.chata
Margoux e outros a 6,5oo rs. a caixa. a
56o rs, a garrafa.
Balaios para meninas
r,Dr^Sb;,[aOS *.** P** para meninas
trajeren) no braco : s *e escontra na toja do Bei-
ja-Flor, rua do Qucimado n. (!3 o 69.
Extratos e sabao
xinhas
era eai-
Para restabelecer e conservar a cor nataral
dos cabellos.
A agua florida no urna tintara, fcto essen-
cial a contestar, a mesma agua dando a rr primi-
tiva ao cabello. Composta de plantas exticas e I
de substancias inoflensivas, ella tem a propriedade |
de restituir aos cabellos o principio corante que el-; Lindas caixinhas eom um carto eom a familia
les tem perdido. D'uma salubridade incontesta- imperial, e dentro de cada caixa um frasco ou sa-
vel, a Agua Florida entreten) a Inope da cabrea i bao o mais fino que passivel na Ioia do Beia
destroo as caspas e impede os cabellos de cahir | Flor rua do Qneimado n. 63 e 69.
Oleo de Florida i Boa ntrhinrht ----------~
Composto de substancia vegetaes exotieas, elle I di m, \* rVi n M i'r ?'.... .. u
Em Paris, casa de Quwlanr n. 12, rua de Riche-1um & c em farrafa^ ^ l1"as d"riits ^
lien, e 21, boulevard Mitntmartre. Palh) f cai'llillllin
tJh^nri^J^f05^d^,W,e'c,ar^0 Ven.Ie-se superior palha de rarnaha : no es-
timbre prateado da casa. O reputados falsos. criptorio do Antonio de Almeida Oome rua da
Deposito, rua do Imperador, pharmacia n. 38. Cruz n. 23, pnnieiro andar
EKVEal A 91 II1 Itltir
a SOO rs. o copo
Oueijo de ninas chega4o no vapor
dem prato mnito fresco
ldem snIsso superior
ldem londrino superior.
57 Rua do Imperador 57
3




Diarlo ele
... Quinta leira 9i 4e \ovembro de 14.
\
IPASTILHoI
IDt'PEPINAl
VDE WASMAN
As pastiihas digestivas cem a pepsina de Was-
J/Kin, cmprcgao se cora suecesso lia j alguna
annus pelas celebridades medicaes d Pars,
Londres, Vienna, etc., era todas as ncommodi-
dades em as quaes a digesto difficil, penosa,
imperfecta ou mesmo impossivel: eis o melhor
remedio para carl as
niarrheaa e a eaaatt-
paraa aradaaMaa
ln-liiN rlnhiirarom
drfi'rluoaw daa II-
uruloH.
Gnnlr*l*laa-
Mnprpalaa.
i:mli:iriii ni (tHNtl'lroa.
A Ktrtle.
Ai affvcrra oifciliil-
can do roldmaRO.
F.m todas as molestias emprcg3o-se a miude as
aguas alcalinas, especialmente a agua de Vichy,
e igualmente as paulinas de Vichy. Esse me 5
el ti caz quande se trate de dispepsias decuria du-
racao, mas o prolongado uso das aguas e pastiihas
de Viehy, tem grandes inconvenientes, por quanto
os alcalinos empobrecem o saogue e isso de tal
maneira que lhes arrcblhSo a parte vivificante,
nutritiva e rcparalrh. Com a pepsina, a contrario,
como ella urna substancia orgnica, albuminosa,
transforma-sc ao mesmo lempo que se effectua a'
trausforniaco dos alimentos assimilbando-se
como ellos c ajudo tabem como elles a nutricio
Seral. Sua acefio vivifica o sangue e os ergios
e tal sortc que, alh as pessoas que sem soffrer as
affcci.ocs gstricas cima mencionadas sao nica-
mente iracas ou d'um temperamento um pouco
dbil, e necessitao subslancial alimento para for-
tificarle, aehSo no emprego das pastiihas pep-
sina de Wasinan, um poderoso raeio para a isso
clicgar.
A viso imporUnie. 0 suecesso das pastiihas
pepsina de Wasman diu causa a se fazercm fal-
sincacoes c imiaces d'esse producto que os
mulos se quercm desfazer. Pois por falta d'uma
boa preparado a pepsina que n^ella entra, jai
alterada. Seremos ao abrigo d'estc inconveniente,
exigrndo os compradores que as pastiihas tenhio
as iniciaes B. P. e saiao da pkarmaciaChevrisr.
Depsitogeralem Pars, pharmacia Ghevrier,
21, Faubourg-Montmartre, e em todas as boas
pharmaeias de Franca e dos paisas eslrangeiros.
bv?sr?fti'!v
AO PUBLICO
Sem o menor constran-
lutcato se entregar o
Importe do genero que
uo agradar.

= 9 5 3 =5.3 <.
2.-?S32S afl
?,n
3 12.
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- ** j -1
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l|t FR*
SrI* si8
*3 S
3 c 5.3
., O CL*
2 o o co
2.?B
S. 3!
XAROPE
deLABELONYE
Empreado com iavoriavcl suecesso desda JO anuoi
pelos Mcilicos de todos os panes contra as molestias
rgauicas ou nao orgnicas do cnica, as diversas liy
dropisias e a mainr parte das molestias do pei!o e dos
bronihios (pneumonas, catarrhns pulmonares, astktuas,
inflammatoes nervosas Jos bronchios, catarrheiras.etc...)
O \ xitfi'E de LABKLuXYF. nao se vende senSo eai
garrafas com rotulas de cor c fecliadas ioiu urna chapa
levando a firma do inventor.
I.111 I'AIIIS, ra Ilourlioii-l lllciiouic, I O.
Ueposit geral em Fi;riiainr>ncn rua da
Cruz d. 22 em casa de Caros & Barboza.
AtteiiQuo.
Vende-sc ou aluga-se o sitio da Torre, perten-
renln a Jos Mariano do Albuquerque : a tralar
com o mesmo na rua do imperador n. 12. Faz se
todo negocio.
Vnn7le-so gomma de aramia maito >lva e
nova a 100 rs. a libra e '.i-5 a sacra : na rua das
ruzes 11. i i, esquina da travessa do Oovidor.
Cbi'iolet amerieaao.
Vendo-so um cabnolet americano do 4 rodas
com ilous assentos, em perfeilo estado : quem o
pretender, dirija-se a coclieira da rua do Impera-
dor que prtenceo ao Sr. Malveira.
Fabrica de espirites
iia Dircita n. 17
Xa fabrica de espirito da rua Direila n. 17 ven-
de-so espirito do vinho de praduar^ao subida, lico-
res do todas as qualidades, finos e grossos, canna
de cabeca, reino, aniz, Renebra, e ginebra de la-
ranjn, ludo por menos do que em oulra qualquer
parto._____________________________
T'Mtameuto do Porco.
Sabio ."; luz eaiba-se a venda o testamento do
Porco, obra propria para entreter pelo diminuto
nreco de 100 r<. cada exemplar : na rua do Impe-
rador ti. 15, dofronie de S. Francisco. Onde con-
tinua a tsiar a venda o testamento do gallo, da
gallinna e a poleja entre o diabo, S. Migele urna
alma.________________________________
Farinha de mandioca.
a SftUO o sacco.
A melbor que existe no mercado, bordo do pa-
lacho Ulysses, defronte do trapiche do bar.io do Li-
vramento pelo barato nreco cima mencionado,
sendo sem o sacco, e em porgaose far alguma
diDerenca; na rua da Madre de Dos n. S e 9.
Vende-se urna negra, a qual lava c colinda
o diario de urna casa : a tratar na rua da Coucor- ra debrum de vestido a 700 rs. a peca; so
ti en cao
O Vigilante est alerta, nao lhe era nermittido
deixar passar desapercebido sem que nao dsse o
seu canto, aflm de annndar a respeitavel publi-
co o grande sortimento de talanlerias do melhor
gusto prupriameote para qualquer mimo, que aca-
ba de chegar neste ullimo paquete, assim como
muitos ontros objectos que recebe por diversos na-
vios, laniu de sua conla como de consignacao que
est reswlvido a vender por presos minio baratos
para vender muilo e ganhar pouco, e dar extraco
0 grande deposito que tem, que espera merecer
proteceo do respeitavel publico empregando pare
isso todas e as meltiores diligencias para que fi-
que satisfeitos isto so no Gallo Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Ricos porla-joias.
Cofre da muito gosto por lti,30OO
Cestinbas transparentes torradas de ma-
I dreperola por 18*000
Lindas jardineiras. 105000
Ricos cofres com camapheu. 1050W)
Liadas caixinhas cora pedras brancas. 100OO<
Lindo bailo com calrjngas dentro, tam-
bem para joias. 16*000
Tamhalier para dita?. 9*000
Cestinhas ditas. 65000
Cosmorama ditas. 65000
Crnazinhas. C5000
Si'i na Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ricos porta bouquetes de diversos gostos pre-
cos; s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ritos sintos
com bolcinhas ao lado, a 10*, 12* e 15*,ditos sem
bolea porm do mesmo gosto, a 2*500, 3*, 3*300
4*000.
Ricas fivellas avulsas para sinto, o melhor que se
pode encontrar, a 1*500, 2*, 25500 c 3* o par;
s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Cabazes on etsnhas.
At que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-
bazes para meninas irazerem no braco, o mais rica
possivel a 2*500, 3*500, 4*. 5*, 7* e 10*; s no
Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Mais leqnes
eom pequeo deleito, leques de sndalo com pe-
queo defeito por barato prego de 8* e 10*, chi-
nezes mnito bonitos tambera, pelo barato prego de
4*c5, bentarallos mnito bonitos, lamben por ba-
rato preco da U e 5*, leques de charo tambera
por 4*. tudo isto para acabar, perdendo-se tai-
vez 80 por cento; so no Vigilante, rua do Crespo
n. 7.
Pentes.
Neste artigo tem um grande sortimento, tanto
para alizar como para atar cabello, os mais lindos
que se pode desejar, assim como de arregacar ca-
nollo, tanto de borracha como de tartaruga comen-
feites e sem ello para menina; s no Vigilante, rua
do Crespo n. 7.
1 Pulseiras.
I Lindas pulseiras de contas e de mssan;:a, cores
1 muito lindas e de muilo gosto a 1* e 1*200.
l'ara segurar manguitos.
Tambera chegaram as figurabas estreitinhas de
borracha que as senhoras tanto precisam para se-
gurar manguitos por s*r muito commodo e muito
barato, a 320 o par; s no Vigilante, rua do ores-
po n. 7.
Leques.
1 Riquissimos leques de madreperola tanto para
senhoras como para meninas, pelo barato preco
de 12* e 14*; s no Vigilaute, rua do Crespo
n. 7.
Penlcs
lambem chegaram os riquissimos pontes do concha
de tartaruga e de mas.-a lina, que se vende por 2*,!
3* e 5*; s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Canelas.
Ri'iuissimas canelas de madreperola proprias
para qualquer presente, pelo baralissimo preco do
L300 e 2*.
Sapalinhos e meias de seda.
Riquissimos sapalinhos de s(la e de merino en-
1 c lus. assim como moiaszinbas de seda, gorrazi-
nhas e touquinhas para as cnaucinhas se bapliza-
rem; s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Voltiuhas.
Lindas voltinhas de porolas falsas comcruzinhas
fingindo brilhantes, assim como cruzinhas avulsas
e voltinhas, pelo barato preco de 1* e 1*200, as
cruzes avuls asa 400 rs.; s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Golinhas.
Riquissimas golinhas e mangnitos, omelhor gos-
to possivel, a 2*. 25300 e3*;s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Eufeiles para senhora.
Riquosissira enfoites com lago c sem lago e de
outros^muitos gostos a 1*, 15500 e 3* : s no Vi-
gilante, rua do Crespo n. 7.
Trncelas.
i Lindos trancelins oe cabello para relogie ou lu-
netas, polo baratissimo prego de 1*300, ditos de
rettoz a 2)0 rs.
Babadinhos enlremcios.
Riquissimos babadinhos entremeios com lindos
desenhos tapados e transparentes, peto baratissimo
prego de 1*200, 15300, 2* e 3*; s no VigiiaBle,
rua do Crespo n. 7.
Casca nilbas.
Grande sortimento decasearrilhas de diversas
larguras, assim como galaozinho e trancinhas pro-
prias para enfeiles; s no Vigilante, rua do Cres-
po u. 7.
Fitas.
Grande sortimento de titas de diversas larguras
' e qualidades, por preros que admirara aos com-
pradores, havendo fitas largas propris para cin-
teiros que se pone vender a 300 rs. a vara, e pega
de 9 varas a 2*; s no Vigilante, rua do Crespo
n. 7.
Fitas de la.
Fitas de la de todas as qualidades, proprias pa-
' no Vi-
ATTENCftO
Oa precoa da segnlnte
tabella para todos, po-
dendo assim servir de ba-
se para o a Juste de eontas
coa 00 portadores.
RUA DA CAIME2IA 1IO RECITO* 3T. 53a
(Lofo passando o arco da Coneeicie)
Brande redcelo de preeos, equivalente a dez por cento menos do que outro qualquer
annunclantc.
RIVAL SEM SEGUNDO
Rua do Queimado ns. 49 e 5."i. !*ja de ii,:..d*z-
de Jos de Azeveo Maia e.-u nal ....... >u. -
vender muut barato, pois >.u hm .
da por todo prego a vista dos rutr.
Cartas de allinetes francezes da imIL r
a 80 rs.
Grosasdo pennas de ago ingleza^ da i
lidade a 640 rs.
Caixas de clchete francezes desnutran
dad. s a 40 rs.
Grosas de botoes de madreperula mu.tu tau 5b
e 640 reis.
Cairelis com 4 a 5 oilavas de MtfM etttoI
640 rs.
Resmas de papel do peso liso ma.ti
2000.
Grvalas da liga e de nutras muitas >
500 rs.
Can i vetes para peona iom 3 folla f- r
81'O rs.
Duzia de boides bramo para rasavrques i% tt->
ra a 100 rs.
Pegas de lila de c* estrellas com 9 tam ^a*
tidas a 320 rs.
O Expositor Portuguez para es n.tb>u^ a
a ler a 8P0 r?.
Os segredos da nalureza para os nimia** ri -
der a ler a 1*000.
Carlilhasda doulrina cbrista, laca >- n-, <
320 rs.
a lilMi. I -.i;
Collegas.N5o posso por mais tempo sustentar o prego da manteiga ingleza a 1 ,ooo rs. a fibra, bem assim o de outros
tnuitos objectos, etc., dando com islo ocasio a todas as espeluncas acabarem por bom prego a manteiga de tempero, e gritaren) em Pentes Unos de marflm
alta voz, que podem vender pelo prego que eu vendo 11! Ora, eu offendido com eslas obscuridades e receioso em adoptar o mesmo Par":de luvs de sc** fara ,,ll: '
systhema que vira encontrar, de s se vender com um por cento a carola, resolv fazer esta grande reduego de pregos, como veris p^*^ senhora o melhor un U
pela seguinte tabella, pois como sabis c pelo meu bairro, at a abertura do momoravel armazem de molhados Unilp Mercantil n3o -^q rs-
>e sabia de outro prego de manteiga ingleza a n3o ser o de l,4oe a l,Coo rs. a ihra. Floje porem, resentidos da reduego a que: Frascos com superiores banhas i :v.
esto. obrigados, encarando todos os dias de seus freguezes reclamago de pregos, e qualidades, vingam-se de um e outro portadores! i*ooo.
al informado deste novo estabelecimento. para lhe vender goneros nao proprios de um estabelecimenlo des-ta ordem que o seu fim
tao sement obter a concorrencia de seus freguezes.
Para bem de todos.
Senhores e Senoras o aceio que presidie, aos arranjos deste novo eslabelecimento, e-mai> que tnde apromplido e entei-
reza com que serao tratados, convida a urna vizita ao mesmo, certos de que sem duvida me dao a protecg3o e preferencia na compra cartes com 200 jardas liaba lwm
Jos gneros que precisarem, e quando no pogam vir poderao mandar seus portadores, anda que estes sejam poeco pratices, pois
sero tao bem servidos como seviessem pessoalmente, havendo para-com estes toda recommondaco, afim de que nao vio em outra parte.
Manteiga ingleza- (safra nova) especialmente rs. e em barricas de 4 duzias se faz abat- Antonio de Lisboa era. latas com 6 libras
escolhida a 8oe rs. a libra, em barril se
faz aba limento.
dem franceza a mais nova que tem vindo ao
mercado a 5o rs. a libra, e em barril ou
meios a Soo rs.
Chhyssonde superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra,
dem perela o mais superior do mercado a
2,8oo rs.
dem huxim o melhor que se pode desejar
neste genero 2,6oo rs.
dem pretohomeopatoicoporserde superior
qualidade a 2,ooo rs. a libra.
dem liysson, huxim e penda mais proprio
para negocio o I.oo, l,8oo e 2,ooo rs. a
libra, garanle-se ser muito regular, igual
ao qaese venda em outra parte por 2,4oo
e2,too rs.
Linguigas, chourigas e paios em latas de 8
libras, emticamente lacradas a o.."ioe rs.
garante-se serem superiores aos que vem
em barris.
Chourigas e paios em barris de meia e urna
arroba a 8,ooo rs. e l,5oo e 6oo rs. a libra.
Queijos flamengo^muito frescos chegados
neste ultimo vapor a 2,2oo rs. e do vapor
passado a l,6oo e 1,800 rs.
dem londrinos os mais superiores que tem Vinho do Porto muito fino excellente qua-
mento.
Caf do Rio a 26o e 28o rs. a libra, e 7.8oo
e 8,000 rs. a arroba*
dem lavado de priraeira qualidade a 3oo rs,
a libra, e 9,ooo rs. a arroba,
dem do Cear do superior qualidade a 24o
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,000 rs. a
arroba.
Arroz do Maranhao a loo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba,
dem da India murto alvo egraudo a loo rS. a
libra, e 3,ooo rs. a arroba,
dem de Java a 80 rs. a libra, e 2,2oo rs.
a arroba.
Paingo e alpista a 14o rs. a libra, e 4,3oo
rs. a arroba.
Massa de tomate em latas de 1 e 2 libras a
600 rs. e de barril muito superior a Soo
rs. a libra.
Aletria, macarrao e talharira a 4oo rs. a li-
bra, e 9,000 rs. a caixa.
dem e talherim branco a 32o rs. a libra,
estas massas tornara-se recomendateis as
pessoas doentes por screm propriamente
feitas para esse rim.
Estearinas a 060 rs. a libra, c era caixa com
25 libras a 52o rs.
vindo ao mercado a 800 rs. a libra entei-
10 se faz abatimento.
dem praio muito fresco a 800 rs. a libra.
dem do Alentejo o que se pode desejar de
fresco e superior a 800 rs. a libra, a elles
antes que se acabem.
Ervilhas e favas portuguesas em latas j pre-
paradas a fijo rs.
Marmelada imperial dos mais acreditados fa-
. bricantes de Lisboa a Goo rs. a libra.
Prcznnto do reino vindos de casa particular
a 5Go rs. a libra, e a Soo rs. inteiro.
dem inglezas para fiambre chegado neste
vapor 72o rs. a libra.
Copos lapidados para a gua a 5,000 e 5,5oo a
duzia,
Choculate francez, suisso e hespanol a 9oo
l,ooo e l,2oo rs. a libra.
Espermacete em caixinhas contendo 6 libras
por 4,000 rs., garante-se serem transpa-
rente e de superior qualidade, tambem tem
de 12 por libra propria para carro.
Peixe em posta sovel, corvina, gors. pesca-
da, salmo, ostras e chernee, vcziigo em
latas grandes a 800 e l.ooo rs. cada urna.
Vinho flordeatix das marcas mais acredita-
das que tem vindo ao nosso mercado a
6,000, 7,ooo e 8,000 rs. a caixa, garante-
idade proprio para engarrafar em ancore-
tas com 9 caadas por 4S,ooo rs.
Vinho de pipa Porto, Figueira, e Lisboa a32o,
4oo e5oo rs. a garrafa, emeanada a 2,5oo,
3,ooo e 3,8oo rs.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e 000 rs. a garrafa, em caada
a 3,ooo e 3,ooo rs.
Vinho branco para missa em caixa de 1 duzia
a 8,000 e a 680 rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas, que
vem ao mercado como sejam Lagrimas do
Douro, Duque do Porto, DuqueGenuino,
D. Luiz I., .Madeira secca, Malvazio fino,
Fetoria em caixa de 1 duzia de 9,ooo a
lo.ooo rs. ea 9oo e l.oooa garrafa.
Vinho Colares o mais superior que tem
vindo ao mercado a 64o rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantesera quartos e meias latas
a 36o e 56o rs. cada urna.
Sardinhas portuguezas em latas grandes
preparadas pelo melhor conserveiro de Lis-
boa a 64o rs.
Bolachinhas inglezas as mais novas do mer-
cado a 2,8oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
Bolachinha de soda em latas com diversas
qualidades a l,3oo rs.
se ser de qualidade superior, que outro Bolo francez em caixinhas muito proprias
qualquer nao pode vender por este prego.
Genebra de Hollanda a 56o rs. o frasco, e
5,7oo rs. a frasqueira.
dem de laranja verdadeira de Altona em
frascos grandes a 1.000 rs. o frasco, e
11,ooors. a duzia.
para mimo a 64o rs.
Passas muito novas de carnada a 4oo rs. a
libra e 6,000 rs. a caixa com 28 libras.
Figos de comadre a 24o rs. a libra e
l,8oo rs. a caixa com 8 libras.
Amendoas de casca mole a 32o rs. a libra.
dem de Hollanda em botijas grandes a ioo Bolachinhas d'agua em sal da fabrica do Beato
por 2,5oo; ditas doce em latas com o mes-
mo peso a 2,5oo; ditasimperiaes emlalas
de 3 libras por I,Soo rs.
Araeixas francezas em latas de 1 e meia libra
por l,2oo; ditas em caixinhas de deversos
tamanhos cora bonitas estampas na caixa
exteriora l,2oo, l,5oo, e l,8oors.
Azeitedoce refinado PenanoL ou do Kempes
de Lisboa a 85o rs. a garrafa e 9,5oo a
caixa com urna duzia.
Batatas mnito novas a 3o rs. a Hbra e 2,ooo a
caijta com 2 arrobas.
Conservas inglezas a 75o rs. Irasco e
8,5oo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a 32o
NozeS muito novas a 16o rs. a libra.
Molo ingle* em garrafa de vidro com
rolha do mesmo a Soo rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes a
800 rs. o frasco.
Mostarda franceza era potes j preparada
a 4oo rs.
Lentilbas excellente legume para sopa a 2oo
rs. a libra.
Marrasquino o verdadeiro de Zara em garrafas
grandes a l,ooors. e 11,000 a duzia-
Palitos para denles a lioe 16o rs. o mago-
Sal refinado em frasco de vidro com rolha do
mesmo a Soo rs.
Cerveja branca e preta das marcas mais a-
creditadas que vem ao mercado a5,ooo e
5,5oo a duzia e 48o rs. a garrafa.
Sag muito novo e alvo a 21o rs. a libra.
Sevadinha de Franca muito nova a2oors.
Charutos de todos os fabricantes da Bahiae das
mais acreditadas marcas conhecidas no
nosso mercado a 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo,
3,5oo e 3,8oo a caixa de loo charutos.
Cognac inglez das melhores marcas a
1,090 rs. a garrafa.
Doce da casca da goiaba em latas de 4 li-
bras por 2,ooo; dito em caixes a 600 rs.
cada u 1 n.
Farinha de araruta verdadeira j, 32o rs. a
libra.
Velas de carnauba de 6 e 12 por libra a
32o rs. a libra e lo.ooo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 61o rs. a garrafa
e 4,8oo a caada.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra
e 36o rs. em barril.
Capil de diversas frutas muito frescas a
64o rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a graza.
Toucinho de Lisboa muito alto e alvo a
32o rs. a libra e 8,5oo a arroba.
Ameixas francezas em latas de 3 libras por
2,noo. rs.
Cebollas soltas a l,4oo o cento ; ditas em
molhos com cento e tantas por 1,2oo rs.
Malte excellente cha para os navegantes a
a 2oo rs. libras.
Livros que serve para assentar ruut j.|*W>.ftiin-
to prego de 160 ra.
Capachos redondos mnito finos a 5du rs
Cerdao branco para espariilbo muito apaar. -
vara a 20 rs.
Carritis com 150 jardas de Ir la lia- i
ris.
d- s a 60 rs.
Grosas de pennas de ac SBBeriave* a 1
Varas de franja branca e de cores Ur*a para a-
Han a 160 rs.
Pares de botoes de panno, oh qu* r
120 rs.
Tinteiros de vidro com tinta a 160 r-.
Ditos de barro cora superior tinta a IOT> n
Grosas de botoes de louca pratvadu.- m:.
160 rs.
Tesouras para costura superior iioaiidail a .'i
ris.
Escovas para limpar denles, superior** a *0 r
Caixas com superiores phofpboros de sryuraaca a
160 rs.
Caixas com 100 cnvelopes o melbor qu? la
ris.
Carxas com 20 quadernas de papel iniu Ir, en?'
fino a 600 rs.
Quadernos de papel pequeo muito lino a 20 r-
8AL8APARRII
<^r^
DE BEIS:',
A ira
ni/tta.i* .4 \
MIHMKI bi^i4
Erysipelas, Riie'
Revralgias, Esierhatc,
ijlli' tt'Ill J':":l'-
lime n
ef..
Salsaiiarrilh?.

do
por todas j'.iit>
Bmeute <1 idas :i
TJnioa Legil
'
SALSAPASEM D
1 m;\I.\ ...

4GENCIA
DA
dia 11. 02.
Atteii$o,
Milho, srreos grandes, perfeitamente mai-
to bom a..........3^000
Farinha de mandioca a melhor do mer-
cado a...........35500
Arroi de casca.........3&)0
Rua da Madre de Dos ns. 6 e 9.___________
/'o/w de Ftandrvs.
Viile-se na fabrica da travessa do Carioca n. 2,
caes do Hamos, superior folha de Flandres: a ver
e tratar, na mesma fabrica._________________
~CaI d Iiisbea.
Ha para vender a miis nova, e attimamente che-
gada ao mercado, em bem acondicionados barris:
no armazem de Manoel Teixeira Bastos, rua do
Trapiche n. 13, por preco razoaveL___________
"Fabrica de licores.
A rua das Cruzes n. 36.
Vende se excellentes doces de todas as qualida-
desern porcoes a vontade do (rejan._________
Vede-se um caixJSo grande para deposito d--
gneros, proprio para reflnaeo ou padaria : na
rua Imperial n. 49.__________
Vndese urna escrava crioula com urna cria
de 2 annos, com todas as habilidades perfeitas : no
pateo do Terco n. 141.______________
* Vende-se por preco muito commodo um
pardo de 13 aaaos de idade: a tralar na rua da
adre deDeos armazem jun.o a igreja.
gilante, rua do Crespo n. 7
Ricos csuflhos.
Riquissimos espelhos com moldura dourada
sem ella de 83, 105, 125 e 145, assim como com
columnas de differentes tamanhos a 25, 35,45, 55
e 65; s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Lindos jarros e figuras.
Riquissimos jarros e figuras de porcelana fina,
para enfeite. de sala, sendo o melhor gosto que aqu
tem apparecido; s no Vigilante, rua do Crespo
n. 7.
Para pos de arroz.
Riquissimos vasos com bonecla para psde arroz,
cousa de muito gosto a 15500 e 25, assim como
pacotes s com os pos a 320 rs. cada um; s no
Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Perfumaras.
Grande sortimento de extractos e banhas, poma-
das, assim como de lindos copos ou vasos com dis-
tinctivos e oflerecimentes as sinhasinhas dos me-
lhores e mais afamados autores de Pars e Inglater-
ra, assim como os grandes copos de banha japoneza
a 25 e a 15, assim como outros objectos que nao e
nossivel por hoje annunciar, e vista dos fregue-
ses se far todo negocio; na loja do Gallo Vigilante,
rua do Crespo a. 7.
Albuns
para 20 at 200 retratos, muito bons e por menos
preco que em outra qualquer parle: na rua do
Crespo n. 4.____________________
Vendem-se maito bons pombos de raca : a
tratar na rua do Aragao da Boa-VNta, casa n. 7,
das 7 horas da manbaa as 9, e das 2 da larde as 4.
AGENCIA LGW-IGOL
Rua da Senzalla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a havej
om completo sortimento de moendas e meia
tuuendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos 01
.amarillos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Jobnston de C.
rua da Senzalla Nova n. 42.
Mmmtmm mmmmm^mm
M Fabrica Oonceitfo da m
Bahia.
2j Andrade & Reg, recebem constante- j
E| mente e tem venda no seu armazem n. ||t
!SJ 34 da rua do Imperador, algodao d aquel- J
la fabrica, proprio para saceos de assu-
car, embalar algodao empluma etc., etc., j|R
pelo preco mais razoavel.
mmmmm wm mwmmm \
Rua da Senzalla n. 42,
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C, \
sellins e silhoes inglezes, candieiros e cast- j
Caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e tlous cavallos, e relogios de \
ouro patente inglez.
UMA GRANDE LIQUIDACAO
Excellentitisimas senhoras
*
P0TASS4
A loja da roa do Crespo n. i 7, de Jas Gomes Villar.
Recebeu de sua encommenda vindo de Pars, as melhores fazendas que tem vindo
a esta provincia.
Cortes de blonde completamente preparados eom capella e flores etc., etc. proprios
para casamentos.
Cortes de mcreantique para noiva, mantas e capellas proprias para noiva, baldes de
todas as qualidades para senhoras, ricos cortes de seda preta de cores e moreantique pre-
lo, grosdenaples preto e de cores, camisas de cambraia bordadas para senhoras.
Chapeos de palha para senhora assim como para menina o que tem vindo de me-
lhor, peitos bordados para camisas de homem, cassas de cores, orgrndys de lindas cesr,
chitas de todas as qualidades.
Capas pretas de gorguro impertanlissimas, soutembarques pretos, assim como de
cores o melbor, casacoes, pelerinas, pellives etc., etc., casaveqoes compridos de gres pre-
tos e de gorgarao, fazendas importantissimas.
Novo gosto
Chales de renda pretos o mais moderno presentemente a 155 205-
A elles antes que se acabem, fazendas de todas as qualidades proprias para senhoras.
Tpeles para forrar salas a 2j500 o covado com seis palmos de largura.
Esleirs de u;uito boa qualidade para forrar salas.
VdB wd ooyqnd o 9 sdjloi{U9s svwxg wofoio*
)_\ 'O OflYdJ;) Op 80J ,
ov^vamon aawHo vwi
Vende-se potassa em barris a commodo preco o
na rua da Cruz n. 23, primeiro andar, eseriptori:
de Antonio de Almeida Gomes.
Padaria.
LiSMAJI i KEXr DE
iedlanti i U "' i ir.
venda as boticas de Caors di B
rua da Cruz, e Jo5o da C. Bravo A C,
da Madre de Dos.
Kua da Senzalla ,\#\a i. 4
Neste estabelecimento vendem-s: t* .ja
ferro coado libra a 110 rs., ideante *.<,>
Moorbbra a!20rs.

ESGBAVOS FGLu..
Fugio no dia 22 de selembro prnxim > pas-j
do o preto Manoel, Congo, de Mata To aatfaa, ra
bellos e barba hrancos, pernas anjaaaiai
tem em um braco urna marca, levmi aaaatn ^ -
godozinho de lisira, calca de i-aseaiira de ?-
dros, chapeo de palha, uiii labol de litio, piovavelque lenha BMatMa de Iraj
razao de ter furtado a quantia di- iOi>5 m i
ro, consta ler fallado ao Sr. do enanillo s i
tevao para compra-lo, e nao se -i! n h
cas delle, se faz o presente annum-ia, i -
haver de quem o tiver em seu andar Ju-
co e a importancia do furto, mfctaM a IH i
ga-se s autoridades pohciaes e r i| iti
a apprehensao, e enlrega-lo oa praca d.. la
n. 4 que se gratificar; c provav l aja*
engenhos anto EstevSo, Guerra \
de ler sido do engenho daExm. nurqui-z e li
Ausentou-se da casa do abaia aaaj
dia 16 de novembro, um esrravo W i
a 13 annos, levando caifa, cami-a di- aJt
de lislras, chapeo de palha. riuuln I ni ,
muilo ladino, denles mnito alvos, cari* tm.
os dedos dos ps grossos, eostoma qnar .1
estar se lindo, foi comprado ao ir. \
Reg Tuscaao Barrrto, aalonl di f
Norte, tem andado pela Bca-ViMa e atrrva *w
Afngados; proiesla-se contra |o.-m o fevrrsrN
tado, pois sabe-se que tem dormido em airaaw*
casas com consentimemo do< laaai aaa\
sua apprehensao, levando a rna da Cruz Mi
primeiro andar.
Antonio Aires de Mera.-.
Vende-se a padaria da rua Imperial n. 112 com
todos os seus pertences : a tratar no caes de Apol-
lo n. 55. armazem.
Superior uva nuscatel.
Vende-se na rua do Imperador n. 14, esquina
da travessa do Ouvidor, uva branca muscatel mui-
to superior.
Motores e prensa le algodao.
Vende-se nma prensa para enfardar e um motor
para mover machinas para descarocar algodao, do
melhor svstema era uso no Estados-Unidos da
. America: a ver e tratar, na fabrica da travessa do
Carioca n. 2, caes do Ramos. Na mesma casa se
espera a cada momento por um navio chegar,
alguns motores ingleies para um e dous cavallos,
de um trabalho muito maneiro e simples, que se
i vende por um pre?o muita mdico.
Esteiras para forrar salas.
Com 5 palmos de largura e muite siperior qua-
lidade, vende-se mais barato do que em outra qual-
quer parte : em casa de Valle Porta C, na rua
da Cadeia n. 33, Recite.
Bixas de Hraburgo
Vendem-se na rua Nova n. 61.
Fugio da casa do abaixo aaafcaaaii
cravo pardo de oome Marcos, idaiie 32aun<- ,
co mais ou menos, e com o signar* aapriatu .
altura regular, pernas compridas, r.ir avian, -
bellos annellados, olhos pequeos, .iu ir itWtm,
nariz chato, costuma andar depria. t e> m. *t
pulando, e anda se torna mais ronh^oilo p>i tm
diversas cicatrizo de gomma prlm i '-.
lado e sobresahiodo sobre ndas par aa turnar wi-
visivel, orna abaixo logo da garganta ao va. 4a
caixa do peilo; elle pinta a caa taaMaaa aa>,
consta que elle tem trabalbado pur > -! i llu
diversas casas aqu no Recre : nortanin ropa-** **
autoridades netictars a aos rapitftc- oV atr.j ^t.--
o facam apprehender e candtizi-l a raa >*n
senhor o major Antonio da Silva Gusmo, na rua
Imperial, que gratificar generesa**
;
ILEGIVEL
i


8
Diarle) de Pcraie^iM tilinta felra 2 4 4c VoTenibro de 1S4.
LITTERATRA.
oque ;ae pelo mundo
Em seguida publicamos a circular, dirigida pelo
i! rtro do reino Je Ik-spanha a todos os governa-
d ires eivis.
t Coraecon a correr o periodo das eleigoes para los flue ella publcon, produziram em loda a Eu
pilriteiros saudando eom seas cantos alegres o as-
cimento do sol ; algumas bnrboletas ainda meio-
ou antes a um abuso de conflanca, a commissao | t Boje sustenta a imprensa de Paris esta mesma
poltica do Folksting apresentou o seu parecer linguagem, e accrescenta que n'uma conferencia ,
assemhla, e este relatorio foi publicado com os dissera Mr. Drouyn de Lhuys a Mr. Moltke, que adormecidas volteavam preguigosaraente'para sec-
documentos que a commissao julgou a proposito entre a Austria e a Prussia existiam muitos assump- 'car suas azas hmidas.
em apoio das suas ideas. tos de dessentimento ; que a Austria queria arras-1 > tu
i.. -^"'"- i"ci. rras Alfus parou para contemplar estes bellos cam-
A labora do -i-' -L-...-..J-----.... tara eoorederacao germnica ama accaocom-1 *.!_.
iciiui.1 uu reuiorio apreeniauo ao roiks- s v -" p0Sque se cstendiain debaUo de seas olhos ; elle
ting pela sua commsvo ninbn en- ____t. .:.... t........ :____'_ .lembrouse quinto Iho tinham parecido agradaveis
a primeira vez que os vio, e eom que embriaguez
liona acolhido a esperanga de ahi acabar seus dias.
ridades, acostumailo a
tristes muros das cida-
se oppunha a isso; que a Austria sustentava a
o o~ governo, pela ropa profunda impressao, nao s porque esses do- candidatura do principe de Augustemburgo, .!_
circular do 19 setembro ultimo, ter ja dillndo mentas revellaram fados ignorados e esclarece- *>" l** prevalecer a do grao-duque de j papa Me pobre filho da5,
de um modo terminante as bases da sua poltica, ram circumstancias mal conheeidas e mal anre- \^ ,,irgique_a.P.rus?* .lnf.,".,e"e.p.re,endla ver os beccos sombros e os
Do que respaila a goveruaco
conlinnado valiosamente com
asseredes de tal documento, julga todava conve- ^nrawa de cerlo raed* as apreciacSes'daqneles au>tro-prussiana, mas que a Austria se recasava j Do mesmo mo Q annQ dQ seu novciado
sido bem doce.
ma Ul. oU^ ,....,......................>..,, ..fnwiuN e nw pro- ..,..,.,",...... -lh p- ver os neccos sonranos e os tristes muros das ci-ia-
u.erior do reino, e cadas, mas tambera porque derramaram malta ose|p J ms' a una F.oma, e que s arvores, este ar, eram en-
a sua conducta as luz cm cortos pontos da situago poltica, e porque Chage fosse bloqueada por urna esqaadra ,ao no'viJa(]es inebriantes. '"
Diento derigir V. S. algumas breves advertencias a 'em pouca conllanca na solidaredade dos t Quanto s queixas de Mr. Molko contra a iu-
tendentes a explicar ainda mais.se possivel, suas ajustes que se preparam em Vienna, e que temem difTereoca da Inglaterra,, declaran) os jornaes que
Monedes com resp.ito a cortos pontos, que 'lue desses ajustes se produzam algumas novas Mr. Drouyn de Lhuys responder: t A atttude
tal voz", possam parecer duvidosos. combinagoes, perigosas talvez" para a paz da Eu- que a Inglaterra toma relativamente Dinamarca.
_ ,, ,r c ,-.-.i, roPa- tristemente curiosa, porque nos aecusa de obs-
Greio desnecessano recordar a V. S. as pala-, .......
vras com que o governo eolio teslemunhava a' Os despachos confidenciaes dirigidos ao gover* tinacao e de ingratidao.
..: Irma resoluca de so encerrar escrupulosa- no dioamarquez, de Londres por Mr. Torben-Blle- mimstro dmamarquez n'oatro despacho, so-
monte dentro dos limites Asados pela constituido, o de Paris por Mr. de Mol-tke-Hvtfeld, silo cinco, bre sys,ema de a^'encao completa, adoptado pe-
pelas leis e palos direilos que destas e daquella como ja dissemos ; referem-se as relagoes que Ia Frana- escrevia: Esta resolucao parece-me
' i o gioam. Comtudo, con. os actos governaii- subsistiam ha dous mozes entre as cortes de Paris tao positiva, que creio nao sera mesmo abalada, se
vos que dem relaefio com a eleico de deputados e do Londres e a corte do Copenhague ; MM. Tor- porventura a Dinamarca desejar fazer parte da
s cortea, podara dar em alguns casos pretextos ben-Bille e de MoKke-HvItiell quizeram levar ao Confederago Germnica. Lord Gowley parlilha
para censuras e al a opposiooes perigosas, nao conhecimento do seu governo o que Ihes constara desta opiniao, comquanto Mr. Drouyn d Lhuys Ihe
ser dotnasiadotaoeareeer a V. & a inevitavel no- sohTe as totaaejai de que estavam animados a fa-tenha declarado ha algum tempo, assim como a
cessi lado do conciliar todas as deliberages com a vor da Dinamarca os gabinetes fraucez e britan- mira, que combatera por meio das armas e com
mais r.-stricia observancia dos preceitos legaes, e nico- sobre as causas das suas ultimas res- todas as suas forgas, urna solugo da questao neste
com o mais profundo respeito aos direitos de cujo luoes. i sentido.
lirre exereicio ha de emanar a sincera applicajo Os documentos annexos ao relatorio da com- Mas a opiniao da Inglaterra parece que era '
das tnstituicoes polticas que nos regem. mlsso poltica do Folksting sao mais numerosos. [ ontra' segundo se deprehende do que escrevia o
Desde o momento em que principia tambem a | EQlre el les encontramse despachos de Mr. Hall, ministro dinamarquez em Londres Mr. Torben-
exercer-se a accao do etdadio em taes circums- e"tao ministro dos negocios estrangeiros do rei de Bille- dl,a :
tancas o principal dever da autoridade poltica con- i Dinamarca, do baro de Rosenkrants, secretario Seun'10 oarece- "* *** grande importan-
aiite em obrar do m odo que aquella accao se rea-' da legacao dinamarqueza em Francfort; e de Mr. cl boat<> d Ia* *** ** Fesl&,v,do a "&*"
lisa paicamente, eom toda a plenlude, garantida Qaaade, ministro da Dinamarca em Berln. Tra- com a Allemanha tomando por base a entrada de ,
patas los, e com essas condicoes essenciaes de or |lam nicamente das relac5es da corte de Copenha-, "wnarcma dmamarqueza^ noi aeie da confe-l
dem e regalaridade que os altos interesses do es-
tnha
tado reclamam.
c A eleicio do doputado as corles nao um suc-
6es9"> imprevisto, desses se produzem de sbito o !
son preparativo algum apparente : pelo contra-
rio, un facto geral maito annuncalo, consequen-
cia forcisa da ellerve-cencia das Idw e das opi-
niods o do choque dos interesses edos alTeclos que
vao leseiivolven io as suas vicissitudos muito de an-
ta mi, equs para ser fecundo dave manifostar-se
coma mior tiberdade possivel desde a sua orgem.
Bseuso dizer a V. S., cuja illustracao conbeeo e ava-
llo, quo desgragado tem sido o deseulace das di- j
versas tentativas que coa ra o sentido desta maxi-'
mi, o n di.I^routes poeas o paize-, so teem feto. j
i i ivornj do sai magosta lo espera i|ue os folie-,
ji>oanos en in a depositou a sua soutiaaQa, haoi
do siiior evitar cuidadosamente a repetcao de taoj
depio-raveis exemplos.
Por fortuna a nossa legislacao que regula e i
confere o, exreici) do direito actual tem ja produ-'
ciio resultados que nao deven votar-se ao olvido
V. bara os conhece de certo, e o goveruo espera
^iio delles lire na presente occasiao inspiracao saa e """'
proveitoso coBselno. Alm disso, os costumes pu
bucos vito-se enraizindo o accommodando ao es
pirlt)
Onanias descobertas encantadoras I rogato
murmurando entre as espadaas (iirior>xo), claros
dos bosques habitados pelo ronxinol, rosas amarel-
las, morangueiros dos bosques, oh que felcidade
em conlrar-vos a primeira vez I
Qne alegra em caminhar por veredas desconhe-
cidas, encontrar de espago em espago urna fonle
onde ninguem ainda bebeu, um musgo que anda
nao foi calcado.
Porm estes mesmos prazeres duram pouco ; em
breve se tem percerrido todos os Irilhos (*a flores-
ta, ouvldo todos os seus passaros, cothidos todas as
suas flores; e o habito enlao desee cora um vu
entre a creacao e o homem.
Neste estado aehava-se o pobre monge.
Semelhante a esses insensatos que, depois de to-
rero abusado dos (iquores inebriantes, nao sentem
mais a sua forca; elle era indifferente a estas har-
monas que o tinham enchido de tanta admiraco.
Que bellezas celestes poderiam pos oceopar
eternamente esta alma para a noal os esplendores
de Dt>&s sobre a trra apenas tinham encantado
por um instante ?
Propendo a si mesm> esta questao; Alfus, preoc-
gue com a corte do Berln; fazem conhecer as reacia germanra. Julgue. conveniente declarar ao ad ^^^ pelo va||e.
disposigoes de B.smark a respeito da monarchia conde Russel W " dinamarqueza ; dizem como aquello ministro, de '^'S- como mutUs vezes tmm 7 ? as.oluta- absorto no" vacuo, cammhava sempre, nao vendo-
principio cheio de benevoleucia para com os dina- meale ecessario Dinamarea, se ella tem de ser |
marquetas, a quem prodigalisava conselhos e pro- Qm es,ado ndependente nao teveria admirar que
metta o seu apoio, depois mudou de seotlmentos, se tomasso al8um* re^]^ desesperada em pre
apenas Iho constou que o rei Frederico VII adoe- sen5a do tns,e aba,ono em ^e aeturmente nos
cera, como so soubesse que essa doenca se aggra- Julsa""- Nao creio que a hglaterra se mostr
vara, e que a sua morte deveria suscitar, a pro- favoravel a semelhante resolucao das nossas desm-
posito dos ducados de Holstein e do ScWeswig telligeaciascom a Allemanha, mas tambem nao
urna questo desuccessao, e que a Prussia deves- Pense 1ue ella a combate resolatamente. ,
se sustentar no seu propro interesse, pretengoes
oppostas s do rei Christiano. herdeiro designado
do rei Frederico. M*. disse ello entao, nm epi-
sodio, at aqu pouco conhecido do confleto dam-
no allemao ; porque dlfflcilmeate se podra saber
as negociares que em outuaro e novembro tinha
havido entre o governo dinamarquez e Mr. de
Bismark, e as quaes o governo inglez tornea urna
parte tao activa.
nada, nao se detendo em anda, transpoudo os re-
gatos, os bosques, as colimas.
O campanario do mosteiro tinha desapparecido-
a muito tempo, Olinutz tinha-se sepultado com
suas forlilicaeoes e suas torres detraz das monta-
nhas ; e o monge enlrou.em una grande floresta
i que se derramava por um- espaco sem limites,
| como um ocano de verdura.
Mil rumoresdeloi taveisouviam-se em roda; urna
duas cortes, possuidos de sentimentos verdadeira-
mente patriticos nao esquecerara um nico ponto
para informarem c-seu governo, das disposicoes
em que se achavam os doos gabinetes. Nao lison-
gearam as suas esperangas, suppondo que a Eu-
Procurou-so contestar a authenteidade dos ^P* anda em dewl06 de dfife*ler a Dinamarca
despachos, mas agora j se nao pode por em duW- <*nv* Poder da *W-fo Lo,Mlres e de ^Tis
escreviam os ministros no mpsmo sentido, e qnasi
na mesma data, e a esperienca raostrou que Tor-
t Bunindo todos estes aponlamentos Mvemos,
nicamente em vista seguir a historia dos aconte-!
o briza odorosasasnirava as folhas.
cimeatos tal como vem referido na corresponden- ... ... ._,______,
r Alfus parou r e cheio de espanto tenire mergu-
ca diplomtica, esclarecendo a mesmo terapo al- |ha(>>sua vjs,a a mo||e obseufid!lde do9 bo9ques,
guns pontos que tem sido contentados. e||e 9amnnou miI|ant como em receja ^^
Os representantes de Dinamarca junto das t a|gama CQUSa prohjl)ida Porm ao paSa.qaeca.
mi
A leitura daquella correspondencia suggeriu
reflexoes na imprensa.
Alguns jornaes criticaram a
publcagao, mas nao os desmcnliram. Ple pois
dizer-se que MM. Torben-Blle o do Moltkellvit bon a Maltke se nao enganavam porque a Dina-
) as intonedes da le poltica que governa e felJ tscl.(.veram os d(j niinl.ava. a floresta tornava-so mais imponente
bellas arvores cheas de floresexhalavam um per-
fume desconhecido.
Este perfume nada tinha de commum com os
da ierra : dir-se-hia urna emanago mysleriosa que
embalsamava a alma ; urna harmona, cuj encan-
to iwpossivel exprimir, enehia a florla.
O monge adiantou-se mais, e percebeu urna el a
ridade deslumhrante de urna luz maravilhosa. O
- que o publico co-
so ha pmco lempo pillara tal voz susc.tar-sa sobre. nhece> a que suas Qformac5eg saa to exactas
q uej |uer il das o-t fualas, a ultima le, que estabelece as
reirs a que dove subnetter-se o exereicio do di-
reito de reanio, destroe, segunda o er o governo,
aio pone is obstculos derrogando disposigoes ad-
ministrativas, e por isso mesmo menos autonsadas
diplomticos
daquelle genero,
i Mas nesta correspsndencia os diplomatas di-
namarquezes foram talvez alm do que Ihes cum-
pria. Os seus autores nao se lembraram a repro-
duzir, como pratca, os fados de qne tinham co-
do que urna lei, as quaes se pretenda achar mo- aUacimaXo accrescenUram-lhes algumas apre-
livos suficiente* de queixa e de desculpa que Ja- )CA(.fiS pessoaes, e esta circumstancia sempre
com verdaleiras razes, nao podara allegarse. desfavoravel, porque tira a narrago do oceorrido,
O campo efeitoral est aborto e patente; a lei. j a clareza de que tanto se precisa,
que garante o direito do nelle entrar a quantos te-j t Os deipachos dos ministros dinamarquezez
aha n a capaci la le n^cessaria para o fazer cum- em Londres e Pars, tocam n'um grande numers
pro-s com riepr religioso ; nao ha opiniao legti- do questoes de que anda hoje se oceupara os ga-
ma que nao possi manirestar-so que nao se mani-1 blnetes da Europa, indicando solugoes mais ou
feslo en real lado c>m um deerabarago o ura des-1 menos explcitas.
afogodo que nunca se viu excmplo em Hespanha J | t Os dous ministros oceuparam-se de todos os
a ultima amnista emfim chama generosamente ao assumptos de que no principio da guerra tralava
soio de suas familias as naneas pessoas que dellas, a opnlo publica. A allanga entre a Austria, Prus-
por cansa de recentes e lamentaveis acontpcirnen-1 sia e Russa contra o occidente, e approximagao da
tos, vvam separadas. Que mais se pode exigir ? Franca e da Inglaterra para responder com urna
que mais o sorprehendeu foi o perfume, a melo-
da o a luz que pareciam formar urna mesma cou-
sa t todo o enlevo se Ihe communicava por urna
s percepgao, como se tivesse deixado de ter senti-
dos distinctos, & Ihe restasse smente a alma.
Sentou-se para gozar deses encantos.
Neste momento ouvu unta voz, urna voz cuja
docura seu egual neste mundo.
era a brisa risonha nos salgueiros, era a res-
piragao de um menino que dorme, poderiam dar
Vastos ed.flcos de agradavel perspectiva, sean-1 uma jda destes enrantos>
nunciavam de longe por um campanario afilado
UM POUCO DETUDO.
Na Estrella do Sul l-se o que segu :
A LEGENDA DA ETEWtlDADK.
Antes dos desastres sem numero da reforma, va-
se na Allemanha casas religiosas sobre todas as
colimas.
que elevava-se do meio dos bosques ; e todos sa
biam que ali viviam horneas quo nao oceupavam
seu espirito seno com as cousas do cu, e que
nao tinham oulros cuidados, nem outra ambigo
senao em soccorrer seu prximo.
Apontava-se principalmente no paiz o mosteiro
de Olmutz, povoado de bous religiosos, piedosos e
nstruidos.
Entre ellos distinguia-se um homem simples
Todas as seducgdesque se encontranos murmu-
rios os mais arrebatadores e nos mais puros can-
tos humanos eram excedidas por esta voz.
Nao era um cntico, apezar das suas ondas de
meloda; nao ora uma linguagem embora se ou-
visse a voz; porm ludo exista nella.
Seu sopro celeste ele va va a alma uma regiao
desconhecda.
Ouvindo-a, sabia-se tudo, senta-so tudo; e como
o mundo, que ella totalmente abragava, a voz, sem-
como todos os que sabem muito ; porque a scien-, pre mesma> efa sempre ,-0 vara(|a que se ^
manifostagao de sua intimidado a qualquer provo-
cacao, foram dous pontos largamente desenvolvidos
por ellos.
Q ie mais se ple conceder ? So ainda ha quem se
empenhe em ressucitar, sem razao, sem motivo, e
sem direito, o estado do pronuncio anarchico e de
sgitagao sinistra que ha pouco tempo sesentiam.j No principio da guerra outras questoes se sus-
caa sobre essas pessoas a rosponsabilldalo las citaram da mais alia importancia para a Dinamar-
conse pioncias a que uma tal obceago pode condu-! ca> e ossas prendorara tarabom a altengao de Mrs.
r.ir. Nao ha do deter-se o governo do nma grande, Torben-Blle e do Moltke Hvlfeld. Entre ellas figu-
monarchia no seu caminho, nem a naci ha do ram drincipalmente as seguintes : Ser verdade
suspender o magestoso proaresso das suas torgas ler ccssaJa 0 anlag0nismo que sempre existiu en-
vitaes. s por um corto numero de subdito poltico ,re a Auslria 0 Prusja> e que as dua$ potencias
serem victimas Infelizes do alloeinacSo lastiraavel.; por tantS ^^e^ eslao agora de ^corjo nos pon.
lista portante V. S. assim como o governo de sua ,05 eSsenciaes? Qual ser o limite dos sacrificios
magostada, escdalo defendido por um poder su-1 terriloriaes a que a Dinamarca se deve resignar ?
perior a todas as forgas; pulo poder que nasce de
um convencimento seguro da moderago e da jus-
Perder definitivamente o ducado do-chleswig ?
Ser este ducado reunio Allemanha, e se che-
He, e que se robustece cora uma vontade limitada gar a con5umar.se esta reuniao, como ser ella vis-
pelos severos dictamos da consciencta. u pe|a Franga e Ing|aterra r A Dinamarca, despo-
< Favorecido pelos atis preceitos e evidentes fa-1 jada do Holstein, do Lauemburgo e do Schleswig,
ciudades a que acabo do ref>>rir-me, e guiado' poder subsistir ? Se aquella potencia forobrgada
por mximas tao explcitamente definidas como as
q io tenho exposto, nao hesite V. S. um s instante
era resolver as questoes proprias dasuajurisdiego
quo so suscitom dorante o periodo poltico era que
nos acharaos; na certeza de que o goverao de sua
naagestade esta resolvido a sustentar e apoiar ener-
gicaoenle i^ seus delegad >s, serapre quo a con-
ducta delles se coadune com ideas que com tal
fran |ueza proclama e tao sinceramente pratlea ;
mas cora o mesmo rigor exigir, segundo o mere-
gam, a responsabilidade daquelles que intentem
dilleultar ou corabater a sua acgo, menosprezan-
di a veedade do seus dosejos, apartando-se da inte-
griJade de seus intuitos, e esterilisando .a eQlcacia
das suas intencoes.
i Dous guarde V. S. amitos annos. Madrid.
II de outubro de 1804.Gomales Brabo.Sr.
governodor civil do districto de (provincia
de....)
Do Jornal do Gomtnercit de Lisboa transcreve-
mos o seguinte artigo, ali publicado sob o titulo
A questao dinamarqueza.
t Os ministros do rei Christiano IX, communi-
caram ao rigsraad dinamarquez, na sua sessao de
15 do agosto, uma looga serie de documentos di-
plomticos relativos ao conflicto que se suscitou
entre a Allemanha e a Dinamarca. Estes docu-
mentos, apresontados asserablea n'uraa sessao
recente, foram mandados commissao poltica do
Folksting (cmara popular), para os examinar, e
formar sobre elles o sea relatorio. Emquanto a
commissao poltica se occapava deste negocio, ama
parte das pegas offlciaes communicadas apparece-
rara publicadas n'um jornal de Copenhague.
< Poram cinco os despachos confidenciaes di"
rgidos durante o mez de julho ultimo ao ministro
do rei Christiano pelos ministros suecos acredi-
tados juntos dos governos de Franga e Inglaterra.
< Os jornaes inglezes reproduziram estes docu-
mentos. Depois desla publcagao, que os ministros
do rei Christiano attribuiram a uma indiscripgio'
a entregarse Allemanha, que diro e farao a In-
glaterra e a Franga T
c De todos estes pontos se oceupavam os despa-
chos a qne nos referimos, e n'um delles diziao mi-
nistro em Paris : Nos sofTremos em presenga da
situago actual da Europa, segundo se revella das
ligagoes intimas contrahidas pelas tres potencias
do norte.
t Parece fra de uuvida que a santa alliapga
ura facto consummado, dianle do qual o imperador
abandonado pela Inglaterra, ou pelo menos nao po
dendo contar com o seu auxilio, resolven guardar
agora uma atttude mais reservada de que nunca
Sujeilei estas consderagoes a Mr. Drouyn de Lhuys,
mas perd as minhas palavras. Fui forgado a acre-
ditar que aqu se est firmemente decidido a tomar
em seria consideragao a situago da Europa e os
perigos reaes ou imaginarios de uma colligagao.
c Mr. Moltke contina ainda: c A linguagem
que comigo usou Mr. Drouyn de Lhuys nao me dei-
xa a msnorduvida.... Disse-me que na sua opi-
niao o Schleswig eslava completamente perdido pa
ra nos.
Respondendo pergunla quo Ihe fiz, acrescen
tou que a Franga nao se oppunha incorporago
germnica, c Decreto faremos, disse elle, repre-
sentag5es a este respeito, mas nao deveis contar
coranosco nesta questao; nao faremos seria oppo
sigao, principalmente se se confirmar que do de-
ver dos povos do Schleswig.
Esta maoeira de expor os aconlecimentos foi
depois contestada pelos orgaos semi-officiaes do
governo francez, que todava nao negaram que o
ministro dinamarquez tivera, no mez de julho mui-
tas conferencias com M-. Drouyn de Lhuys. Entiio
disseram a agora repetem que o ministro dos ne-
gocios estrangeiros do imperador afflrmra qne a
trplice allanga nao tinha o carcter nem as ten-
dencias da amiga allanga, que nao era de tal na-
tureza que pudesse causar a menor inquietago
Franga.
cia parece-se com o mar : quanto mais se cami-
nha, mais o horizonte se alarga, e mais pequeo se
sent o sabio.
Este homem chamava-se Alfus.
Depois de ter franzido sua fronto e branqueado
sua bella cabeca em busca de deraonstragoes para
as quaes impotente a nossa razo, tinham chama-
da em seu auxilio a l dos meninos; depois con-
fiando sua vida oragao, como uma ancora de
misericordia, elle a tinha deixado balangar-se do-
cemente nos bragos do amor divino e das celestes
esperangas.
Entretanto ms agitagoes sohresaltavam-no ain-
da por instantes, as tentagoes da inteligencia, que
procura sempre quebrar seus diques, vinham cer-
car o espirito do irmao Alfus, e sua razo interro-
gava a f com uma certa altivez. Entao elle abys-
mava-se na tristeza, e nuvens interceptavam os
impulsos de seu coraco, onde os gelos da pniloso-
phia procuravam insinuar-so.
Alfus, inquieto, segua errante pelos campos, as-
senla>va-so sonre o musgo dos rochedos, parava di-
ante da espuma dos regatos, caminhava entre o
murmurio da floresta; porm em vao interrogava
a natureza ; a todas as suas pergunta, as monta-
nhas, as ondas, as plantas nao Ihe respondan) mais
que uma palavra : Drs.
Fr. Alfus tinha sabido victorioso de muitas des-
tas crises ; cada vez elle tornavase mais fortifica-
do, porque se a tentaco enfraquere a alma que
Ihe nao resiste, augmenta as tercas da consciencia' as quaes embarrelavam de novo uma grande por-
que a repelle. Porm pouco depois uma agoua, gao de roupa estendida sohre sahug<>iros em flor,
de nova especie delle se apoderou. porm apenas o viram pararam dizendo entre si :
Tinha observado muitas vezes que o bello perde Eis um wlno que asa do nabit0 dos mon(jPS
seu encanto pelo longo uso, que os olhos se sa- j e oimutz : nos os conhecemos todos, porm este
ciam com o mais maravilhoso espectculo, que os a primeira vez que vemos.
Alfus passon, comegando a inquietnr-se.
Descobrlu por fim o campanario do seu conven-
to que se mostrava cima das folhas. Apresson os
passos, transpoz a pequea vereda, e ganhnn o li-
ndar. Porm a porta eslava era outro lugar; o
mosteiro nao apresentava o mesmo aspecto ; o re-
A eternidade 1.. que palavra para ama crala- cinto era maior, os edificios mais ampios ; um pla-
que muda a cada instante, que nao conhece outra tao quo elle tinha plantado perto da capella al-
vda alm da diversidade, e para quem a immobi- guns dias antes, cobra agora o asylo santo com
lidade importa a morte I Nada de passado, defutu- seus ramos immensos,
ro de lemhragas nem de esperangas !
ra ouv-la por seculos sem sahir do xtasis.
Alfus quanto mais a escutava. mais senta aug-
mentar sua alegra interior.
Parecia-lhe descobrir sempre novos mysterios
ineffavels.
Mas emfim o esplendor desappareceu, a voz se
calou, e um longo murmurio passou ligeiro sobre
os i araos.
Alfus conservou-se alguns instantes immovel
como um homem que disperta de um somno agra-
davel.
Olhou em torno de si cora uma especie de estu-
por, depois quiz levantar-se para vollar : porm,
seus pos estavam entorpecidos, seus membros ti-
nham perdido a agilidade.
Com grande difflculdade sahiu da floresta, pro-
curou o caminho do mosteiro, e, julgando reconhe-
ce-lo, apressou-se porque a noute se avisnhava.
Porm sua sorpreza angnientava a rada passo ;
dir-se-hia que tudo tinha mudado no campo depois
de sua sahida de convento.
As arvores que pela manha elle tinha visto pe-
quenas, eram entao carvalhns seculares. Depois dt>
um longo caminho, chegou a um pequeo rlbeiro
que ficava prximo sua casa. Procurou uma pe-
quena ponte de madeira, tapessada de silvas, que
elle tinha muitas vezes atravessado. J nao exis-
tia ; em seu lugar via-se um forte arco de pedra.
Costeando um tanque, enconlrou-se com mulhe-
res rajadas de um modo at entao desconhecido,
ouvidos se aborrecem da mais doce voz, e en'o
nao sabia como o homem poderia encontrar, mes-
mo no cu, este alimento promettido de uma ale-
gra eterna.
O que ser da mobilidade de nossa alma no meio
de magnificencias sem Um 1
A eternidade I a eternidade I...
O' palavra que fazes chorar na trra, que podes
pois significar no cu 1
Assim se perturbava o irmlo Alfus, e suas in-
certezas eram grandes.
Una manhiia sanio do mosteiro antes do disper-
ar dos religiosos.
Esiava-so nos bellos dias do mez dejunho.
Elle desceu no valle.
O campo ainda todo molhado pelo roci, abra-
se aos primeiros claros da aurora.
O monge, fra de si, dirigio-se para a nova en-
trada e tocou brandamente a campainha ; ja nao
era o mesmo sino argentino cujo som bem co-
nhecia.
Um joven guardo veio abrir a porta.
O que aconteceu ? perguntou Alfus. Antonio
j no porteiro do convento ?
Eu nao conhego Antonio, responden o reli-
gioso.
Alfus poz as m3os na cabeca cheio de admra-
go.
Estarei lonco ? nao este o mosteiro de 0|-
0 monge atravessava lentamente as veredas I mulz> d'onde sahi esta mannaa ?
sombras da collna ; os passaros volleavam nos] 0joven frade olhou-o.
Ha cinco annos que sou porteiro e nnnea vos
conheci.
Alfus lancou em torno de si um olhar espan-
tado
Mullos monges percorram os claustros : elle os
chamou ; nenhum acudiu aos nomes que pronun-
] clava.
Correu para elles para melhcr conhece-los, e to-
dos Iho eram desconhecidos.
llavera aqu algum milagro ? em nome do
cu, meus irmao*, attendel-me. Nao haver aqui
quem conhega o irmao Alfus ?
Todos o olharam com assombro.
Alfus I disse o mais velho : sim, houve ou-
tr'ora em Olmutz um religioso deste nome ; os an-
tgos clauslraes lallaramme nelle. Era um ho-
rnera sabio o pensativo, que amava solidao. Km
um certo da desceu para o valle, foi visto embre-
nhar-se pelos bosques, e desde entao desappareceu
e nunca mais se soube delle. J fez um seculo.
A' estas palavras o monge deu um grito espanto-
so : comprehendeu entao tud. Deixou-se ajoelhar,
e juntando as mos com fervor :
Meu Deus, vos tendes querido provar-me
quanto era insensato comparando as alegras da
trra com os do cu. Um seculo se passou para
mirn como um da ouvindo a vossa voz ; compre-
hendo agora o paraso e as suas eternas alegras.
Sede bemdito, meu Deus, e pordoae ao voso in-
digno servo.
Depois de assim ter fallado, o irmao Alfus esten-
den os bragos e abragou a trra : elle acabava de
entregar o espirito ao Creador.

COSTUMES DOS 3HRISTA0 ORIENTABS.
Os eristos orientaes impnroem, com um ferro
queate o signa! da Cruz sobre a testa dos me-
ninos.
fcste costume foi mtroduzido porque os Maho-
metanos rubam frequentemente os filhos dos
chrlslaos para faze-los seus escravos, e crea-Ios no
mahometismo ; mas como elles sao inimgos da
Cruz, quo o slgnal do christanismo, nao querem
ura menino, nem ura eseravo que tenha este sig-
nal impresso na testa ou no rosto.
COMO SE FA7 O SIGWAL DA CHUZ ENTRE AS SE1TAS
0R1BRTAES.
Entre as eommanhoes dissidentes do Oriente, o
signal da Cruz nao feto como na egreja catho-
hca.
Os Jaeobitas (hereges euryehiano*, que nao ad-
mittem em Jess Christo uma s natureza)- se per-
signan! cun ura s- dedo, da esquerda para a di
reta, expriran Jo assim, dizem elles, sua f unl-
dade da natureza do Salvador e trasladacao da
graga, pascando do lado esqnerdo, que o pecca-
do, ao lado direito, que hura o perdao.
Os Nestorianos ao contraro, se persignara da
direita para a esquerda com dous dedos, symbolo
das duas naturezas que elles admitiera era Jess
Christo, e da apparijao da f vindo da direita, ou
do bom onacipio victorioso da esquerda, o princi-
pio mo.

O CRUCJFlXO DE PRAIA.
(Narrado verdica cm todos os seus ponfos.)
Joanna L vagava uma noute de invern naj
ras de Londres.
Fazia fro ; um nevoeiro hmido velava o cu,
cobra as colgadas de um lodo eseorregadio, e pe-
netrava a de=gragada moga sob seus vestidos es"
farrapados.
Ella vagava, sem asylo e sera pao, miseravel pa-
ra, lascada pela miseria no ultimo degru da so-
ciedade.
Esta miseria era uma triste heranga : o pae de
Joanna, caldeireiro ambulante, tinha morrido na
estrada real : sua mae morreu na Work-Ilouse ;
ella pedia pedade, a occasiao, ao vicio talvez, um
pedago de pilo.
A misera creatura se arrastava, fraca, abatida
tiritando sob seu chapeo de palha, Inundado de
neblina, sob seu vestido do barege, trajo irrisorio,
atlrado ao canto demarco por alguma criada, e apa-
nhado pela triste Joanna.
A ra eslava brilhantemente Iluminada pelo
gaz ; as tabernas, os palacios degenebra, lancavam
a ra exhalagoes de luz, de calor e de palavras es-
trepitosas ; mas de que serviam essas luzes e essa
alepria a quem caminhava com o estomago vasio,
e sem um teelo para repousar a cabega t
De repente, na lama, entre duas pedras, ella viu
brilhar uma cousa e logo apanhou-a.
Era um pequeo crucifixo de prala de um bello
trabalho. ^
Vou vende-lo I disse comsigo Joanna ; com
o dinheiro ce mprarei dos pences de pao, e irei
passar a noute em casa da mae Gramet por um
penny.
Immcdiatamente procurou ama loja de ourives,
e na esquina da roa descobriu uma, poquena e fra-
camente Iluminada.
Joanna enlrou.
Uma mulher eslava sentada, oceupada em exa-
minar um grande registro.
Esta mulher etava vestida de luto; Hnha uma
figura calma, doce, do uma expressao pura e pie-
dosa ; lev3ntou sohre a pobre moga um bom olhar,
e Ihe disse coru voz pausada :
Que desejaes ?
Queris comprar isto? respondeu rudemente
Joanna, apresentando o crucifixo.
A mulher tomoa-o com respeito, e langando nm
olhar sobre Joanna, cuja figura triste e selvagem
sobresahla em seus vestidos rotos, disse-lhe :
Minha filha, nos compramos objectos de ouro
e de prata,; porm, dizei-me, sabis o que
isto?
E' prata, bem sei.
Nao o que vos pergunto ; sabis quem
este homem eslendido sobre a cruz ?
Que sei eu I
Que I pobre menina, ignoraes que este ho-
mem o Filho de Deus, que ello morreu sobre a
cruz para salvar-vos?
Nunca me fallaran) aisso.
Nao cooheceis Jess Christo, nosso bom Sal-
vador 1
De que nos salvou elle ?
Do inferno, e abriu-nos o paraizo.
Nao sabia nada.... Eusou uma pobre mise-
ravel reproba I
Nao praza a Deus I exclamou vivamente a
caridosa mulher.
Ella olhou mais attentamente a pobre creatura
em p diante delta : abragou em um olhar esse
rosto mogo e descorado, esses vestidos srdidos, e,
o que era peior, esse estupor d'alma, debuxado era
todo o semblante.
Sua caridade excitouse, suas entranhas de
christaa e de mae estremeceram, e ella disso a
Joanna :
Tendes prente?, casa ?
Nada... Meu pae norreu debaixo de uma
moda, longe d'aqu, em Cumberland ; metteram
minha mae na Work-House, e ella ahi morreu tam-
bem. Como vim parar em Londres T nao sei.
Como tenho vivido ? tambem nao sei o que sei,
que desejaria muito estar no fondo do Tamisa, por-
que entao nao teria mais fri, nem fome.
Minha filha, disse a mercadara, e esta pala
vra pronunciada com nma indisivel bandido fez
subir as lagrimas aos olhos da pobre Joanna : mi-
nha filha, queris qne eu vos conduza nma rasa
onde nao tereis mais fro nem fome, e onde se ves
ensinara a servir a Deus ?
Nem fro, nem omc! repeliu Joanna. isso
ser entao o paraizo ?
Nao, respondeu a mercadora, repetindo sem
o saber a palavra de S. Remigio a Clovi*, porm
o caminho qne para l conduz.
Ella fez entrar para o interior de sua rasa pobre
moca atnita o confusa, ajan nunca tinha vi^io aa-
da to bello como a cozinha, acceada e bem arru-
mada, onde se Ihe dea uma eeia abundante, a roe-
lhor refeigao que ella tomara cm saa vida.
Logo que'ella flcou satisfeita, a mer.adora M-la
deixar seus trajos; deu-sc-lhe roupa de dormir
decenie e limpa, e uma hora depois Joanna dorma
em uma boa cama, sob o tocto hosptaleiro onde
Pac celeste a conduzira.
O
No mez de setembro, nma das penitentes a casa
do Bom Pastor de Londres recebia o baptisnw.
Sua alegra, seu fervor enterneriam a assem
bla.
Essa feliz neophyta era a pobre Joanna, tinha
por madrnha, por mae espiritual, a boa mercadora
que tinha sido para ella o instrumento das roiseri
cordias do Senhor.
Do Santista transcrevemos o segn'mtc
AO CRKPl'SCLLO.
La more ne me sort pas de l'esprtt
H HciK.
I
Quando ao crepsculo, as viracoes dedllham
Brandos solugos das solidos na lyra,
E mil cantatas do.; vergeis floridos,
Eorhem os ares de harmonas santas ;
Qnando em regagos de purpureas nuvens,
O sol se inclina, dehragando alm,
D'esplendores rheias, de en* mantos lucidos
Sorgem as noutes no horisonte pardo :
Qnando mais tarde, as Inzentas palpebras.
Daaf infinito remides de Dos,
Brancas estrellas donnVjanrto hnlham.
Como pupilas, de alabastro, errantes ;
E a loa snrge divinal e lonra.
Por entre esleirs de fulgentes batas;
llha encantada, resvalando a emo
Na faire movel de horisonies fulgidos ;
E a nitura dorme, soregando os hyrnnos,
Qae o genios canlam, e as viracoes dedllham.
E nessas folhas do immnrtal poema
Da creacao, os er pen dores jerram:
Tambem en pens-com a natura raato,
Com os loiros geniose as virages tambem
Scismo e medito -von relendo as folhas
Do poema triste que decanta a vida.
Tambem me alegromas nao sei rmrqae
Sinto a minh'alma defriteza envolra;
E na romaeem de mea bergo ao taranto
Qaantas eoras de esperanga, marchas:
Into os preludios de harmonas raneares
Que se levanta no sorrir do sonrio*,
into os prazeres. palpitando ao peito
Mas sinto aos pouros, deflaar a vida.
fr
Oh! minha sinal em teu comeco apenas
Quantos pezares me affbjraste aojieito;
Onantas miragens dvisei ao longe
E mil futuros eu sonhei contente I
Que cruz pesada I que Calvario iagreme f
Carda s'entrangao, nestas trovas lgubres
Que feria de mimde forgas exansto,
S'uma e.-trella as trevas nao surgir?
Ah minha Metu foste a estrella
Suspensa a cup'la do mea berco:
Tambem sers a mesmaderramando,
Junto a cruz do mea leltotuas lagrimas I
S. Paulo-1864.
A. M. r
I.EMIIRANCAS DO POVO.
Naquella verde rollina
Itepousa a virgem do Monte,
l'm diadema de novens
Adorna-lhe a vasta fronte.
F!m sua base descanga
A minha torra natal,
Singella, mirando as ondas
As ondas cor de crystal.
Do monte l no fastigio
A branca ermida relnz,
Tendo o rn por diadema
Por throno as ondas azues.
Conta o povoesse prnphela
Q'nm cagadnr desgarrado,
Encontrara a virgem santa
Sobre um rochedo solado.
Na mesma trra qn'a ermida
Singella, repona agora,
A virgem fra encontrada
Ao desbrochar da aurora.
De manto cor de neblina
Na rocha eslava dfitaria,
E a f ce de mil nr val los
Em per'las aljofaradas.
Mais tarde o povo devoto
Uma ermida levanion.
Sobre o mchedo perdido
Onde a virgem se deiloa.
E l desse throno verde
Quasi junto de Deas,
A virgem serve de gaia
Entre a trra e os vatos ceas.
De l conversa c'os anjos
Que a rodeara ans milhare?,
De U proteje mil nautas
Perdidos nos vastos mares.
De l mil bengoes derrama
Na trra, qu'em baito repoosa.
De la. conhece mysterios
Quo descobrir ninguem onsa.
Naquella verde rollina
A espora vella. de Den*
Servindo de gaia para
Entre a ierra, o are co.
ISC i.
PERNAMBCCO. TYP. DE M. F. DE F. & P1LHO


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