Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10505


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Full Text
\
AlffQ II. HOMERO 249.

Por tres Mezes adiaotados
Por tres mezes veacides .
Porte to correio por tres mezes.
5$O00
6^000
SABBADO 29 BE OOTBHO DS HU.
Par,uno adantado.....19$00O
Porte ao correio por nm mi 3JJ00O

SNi'ARRKGADUS M &&&&]/&& iNO NOME
WP&&: ^00 ^Mnrino de Lima;
Natal, o Sr. Antonio Marque, daSiiva; Aracaty.o
>r.A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
mZ' araDha!?' Sr *** "que, Ro-
drigue*; Para, os Srs. Manoel Pinheiro A C; A-
m?.zon<-.s, o Sr. Jeronyino da Costa.
INCARREGADOS DA SUBSCRfPgAO NO SL.
Alagas, o 3r. Claudioo Faico Dias; Bahia, o
rcra Martins & Gasparino.
P.iRTDA DOS JlAiifAS.
toda, Udo e Escaoa todos os dias.
Iguarassu' oyaana e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
^w Ahnil0,(Grava.t' ^"-ros, Bonito, Caruar,
w tt e aranhuns as tercas reiras.
Pac Alho, Mzareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira,
ftlj res, Villa Bella,Tacara,Cabrob
SeSham HiPS"CUry e,Exn" nas 1uaras /eiras:
senntiaem, RioForraoso, Tamandar, Una, Barrei-
mSVKSg ?J,iD8nteras nas tas .'<.
navio das as vezes que Dara sanr
I Todos os estafetas partem ao A dia.
EPHEMERIDES DG MEZ EE OUTUBRO.
8 Quarto cresc. a 1 h., 17 m. e 30 s. da i.
15 La cheia as 4 h., 55 m. e 38 s. da m.
9 Quarto ming. as 8 h., 59 m. e 48 s. da m.
30 La nova a 1 h., 8 m. e 26 s. da t.
PRJJAMAR DE HOJg.
Primeira as 2 horas e 6 minutos da larde.
Segunda as 2 toras e 30 minutos da manla.
PARTA. LOa VArORiiS lOS ;RO.
rw? M ^/J***"* a e 25; ..r* o uorte at
rt iM e 2i de cada me! Para ornando nos
oas uno*mezes dejan. marg.,n.aio. jul. set. e nov.
< PARTIDA DOa OMNJRJ.
rara o Recife: do Apipucos as 6 Vt, 7, 7 /,, 8 e
?,&%?* 0,inda as 8 da m. e 6 da tarde de
da m.; de' Bemtica as 8 da m.
DoReep.
./,
manhaa
tarde;
para
PARTE 6FFICAL
mam da provincia.
Expediente de dia 26 de oiilubre de 18*1.
Oflkio ao Exm. vjsconde da Boa-Vista, comman-
dante superior da guarda nacional do Recife.Sr-
vase V. Ble. de expedir as snas ord.ns para que
no da 30 do corrente, s 4 horas da tarde, eslea
poslado em frente da igreja do Divino Espirito-
Male, nm dos corpos da guarda nacional desta ca-
pital, alim de acompanhar o SS. Sacramento em
proclssao para a igreja matriz desta Ireguezia o as-
sisiir ao Te-Deum Laudamus que a irmandado tem
de mandar cantar em ae.;o de graeas na mesma
matriz. '
Dito ao conselheiro presidente da relacao.-Com
Offlciode \. Kxr. de 25 do correle, reeebi copia
do acrordSo proferido por esse tribunal sobre o
conflicto de jur.sd.cgao entre os juizes municipaes
dos termos do Ouricury e Boa-Vista.-Remetleu-se
copia do predito accordo aos juizes municipaes de
que se traa.
Dito ao coronel commandante das armas.De-
volvendo a conla, que veio annexa ao oflkio de V.
S. de 13 do corrente, sob n. 1,793, dos conrertos
renos na rarroga que conduz agua para o 7 bala-
lhao de infamara, icnho a dizer que, segundo a
informacao do inspector da thesourara de fazenda
de 24 desle mez, sob n. 61o, deve semelhante des-
peza ser paga pelas sobras do
balalhao, e na falla
tas, conronne dispoc
guerra do de deze
sendo a despeza era queslao de natureza idntica
a de que traa o aviso de U de mao de 1861. de
que se deu snenria a esse coramando em offlcie
de 5 de junho subsequenle, a ella applicarel a
disposigo contida em o citado aviso.
Dito ao rnesmo. Remello incluso o requerlmen-
to que me enderecou o rapito Candido Francisco
de Sania Anna o Oliveira, pedmdo certido dos
assentamentos do finado lente Francisco Candido
l Cachang e Varzea s 4 '/, da tarde;
as 4 da tarde.
SSUfKao Dr-Manoel Buariue de *
rufa f ht ,C"0U ** de Plicia em 0,B-
code boniem.sob n. 1312, a quaniia de 1365800
despendida com o suslento dos prest
AD:fiNG a DOS IRBGNAS DA C&HIAL
Trbusai do commercio: segundas quintas.
Rolacao: tercas e sabtados s 10 coras.
Fazenda: quintas as 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do cirel : tercas sextas ao meio
dia.
Segunda vara docivel: quartas sabbados a 1 hora
da tarde
'o presos pobres da
hihn i. ^T d0l0uricury. Jurante os mezes de
julno a setembro deste anno como
clu.-as comas.
se v das in-
ulto ao cnsul de Porlugal.-Com a inclusa co-
pia ua iiifsrmacao ministrada pelo juiz de orphaos
desle lermo, re.-pondo ao offlcio que em data de 19
do correte me dirigi o Sr. Dr. Claudino de Arau-
re,^?65' C,nsul d? Pnual n,-s,a Provincia,
SlJn"p en,?ga4 d eSpolO deixad0 PrMa-
T2J+ T/C dt Anrade, que fallecer aa fre-
guezia dos Afogados.
Renov ao mesan Sr. cnsul os meas protastos
de e>uma e consderaco.
Dito ao cnsul de lglaterra.-Com a inclusa co-
pia da informacio ministrada pelo administrador
do correo desia cidade, respondo ao offlcio que
em dala de 2 de agosto ultimo me dirigi o Sr. G.
Lanon Henrth, cnsul de S. M. britnica, cobrindo
a copia de um outro que Ihe fra inderecado pela
reparticao geral dos rorreios de Londres relati-
vamente a discrepancia que se da enlre esta e
aquella repartido com rererencia ao peso das car-
us \ indas dall pelo paquete de Southampton do
mez de abril deste anno.
Reitero ao mesmo Sr. cnsul os meas protestos
de estima e consderaco.
Dito ao capiiio do porto. Aguardando-se a de-
meracao que solicitei do Exm. Sr. ministro da
Confraria de Nossa Senhora do Livramento desta
cidade.A' vista da lei nao pode ter lugar o que
requer a supplicante.
Ignacio Tarares da Silva.Dirja-se thesoura-
ra de fazenda
Jos Matheus da -ilva.Iodeferido.
Joaquim Ferreira da -ilva.Requeira a assem-
Dlea legislativa provincial.
Joaquim Aureliano de Castro.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Manoel Cynaco da Cunha.Informe o Sr. di-
rector do arsenal de guerra.
Manoel Nones Vianna.-Atieste, querendo.
Ma-oel Gomes da Silva Jnior.-Informe o 5r.
Dr. chefo de polica, ouvindo o administrador da
casa de aetenco.
DIAJ PA SIKff.
2i- Segunda. S. Raphael arrh.; S. Pr.xfo ab.
w. terca. Ss. Crispa e Crispiauno ir*, mo.
2i Gara. Ss. Evsris.to e Ftono bol
28 SeUx,!aa-sSJ-l"-',; "'l'^^'-r da E.hiopa.
u S^?-8*- S"";", e lui>> Tbad.-o anp.
2.. Sabbado. S. Eu>eb.a ,,.. a t, |^,vinda.
JO. Domingo. S Serapio c. S. Velorio ro.
AJMBtUW
drF"ria6i8Fi00S.TOpneIar*S MnM **
DE
Con
lia, salvos os direitos parochiaes.
SO de setembro de 1864.
w que a referida irmandade deixasse
, como Ihe cutopria, o meu despa-
sJ?e V* Bevm- lnp dar d'ora em dian-
.ei-ugao, e que cessem de orna vez, es-
mv, i 2*daveis conflictos, rom., o que ha pouco
Innfii 5'f60 a ma,riz arcada de soldados:
n.i^Wa*",pre PrpJ'xl'fiaes ao culto publico
que todo levemos promover.
m.'^ a?*'.,5 da 'rmandane do Sanlissimo Sacra-
^mvl^C,dad8 d? Goyanna.-Estao dadas as
Providencias no sentido de ser execulado o meu
K 3 20 de miembro prximo passado, o 1
qual rfmetti transcripto ao Revm. vigario; sendo
para estranhar que a irmandade Ih'o mo aprsen-
la se em lempo, como era do seu de ver.
nhes 3 0|o a 49; os turces consolidados 6 Oin
n,n ?I"7.bS li;,n:5 S Aa 63 ''2- 0s V*** 6
0 a 70 14 ex,caDOS 3 I0 a 26 !l2- E turcos 6
No mercado de Liverpool o algodao de Pernam-
buco flra colado a 26 d. 1|2 por libra e do Mar
nbao a 7 d.; e o da Bahia a 32 d. i|2.
Neste mercado ficam colados varios gneros
Brasil [telos seguintes precos :
Carao de 41 s. a 59 s. per cwt.
Cale de primeira qualidade de 71 s. a 78 s. per
wt; dno de segunda qualidade de 68 s. 6 d. 71 s.
per cwt ; ordinario de 56 s. a 68.
^aXT^Gte'xaraZd0 **" ^ "" i0
eiiiais o bom acolliimeuto, que em liilao, Itoto-
Dtui Hurenca, Roma, aples e Patoram le.B n*-
2i-Le2?,,,?S0.dt |,ar'--cha,nou fa*i
populaiao da capital ao seni.n.enlo do patriiisuw:
parlament... o qual vira discutir com calma os ,-
reclnenlos da convenju rilada, alim de detreur
do Kncaa IranSCreCa ^ "^ do *"**
Demiiiindo o ministerio M.nplieii-Peruzzi, el-rei
Vctor hmmanoel qu.z apenas chamar para o po-
der tomen do i>,e.,onic, para acaiotar *
esqui da capital
OVEREO IH ItlSP IDO
i'i:ii\ \iiiti < o.
SEE V;4.\TB
nm. EXptre ie T COMMANDO 1 LS.
pSen tjsta&tste. ^vt* d"arraas de prmhm>
Exc. datado de 15 do corrente comrnuncando-me! *** d* Ree,f,,' 28 if onlubro de
que por decreto de 20 de agosto ultimo fo apre-1 n 0KDEM D0 IA 'v-
sentado o padre Jero.ymo Jos Pacheco de Albu- L coronel commandante das armas determina,
merque Maraaho na igreja parochial de Nossa q a n)annaa do da 2 de novembro vlodoaro,
Senhora da Conceicao da cidade de Nazareth desla : p revisto geral de mostra em seus respecii-
provmcia. i vos quarte aos corpss movis do exercito e com-
Ditoao conego cura daS.-Tenho
- <|Ue pareca de>conliar da Uia
O pao brasil, sujo ultimo prego era de 70 s. por ,,as nZ .JT^,' EL"? sao "'""
tonelada, nao tem apparec,do;i venda no mercado. SSS^X"J22S La,"ar,or?' "
Assiicar branca de Perna.nbuco e da Parahiba de !EtoS^J!2!22 a c"UVcDVJJ ^
M s. 6 d. a 30 s. per cwt mascava.to de 19 s. a v 2J11 ,.e *oter.'r,n0 esSl! P* "a-
24 8. per cwi. Dito branco da Bahia 23 s. Oda I*~. "IR .Cunse,ho ** P* oecess.da-
- s. 6 d. ; mascavado de 19 s. a 23 s. per cwt.
cn"T ?&*2 de" 4 d' ft"1 6 d- W Por I
aCM .d1C d- a 7 d-: e dilos ^ccos do Rio de 7 d
a 9 d. l|2por libra.
As acedes das nossas estradas frreas firam pelos
seguintes precos; as do Recife a f 16 1/2 : as da
Bahiaaf 14l/2eS 451/2; e asde S.Paulo a 14
istoe com 2 de descont por haverem j S 16.
entradas por cada ac^ao de 5* 20.
De Inglaterra segu
de Oliveira, que s-rvio no 7- balalhao de infanta- p^uena'e A^Z^ZTil
na, afim de que V. S. se sirva de altender a seme- UTLJf S2L2P-.1
Ihante supplca, nao havendo inconveniente.
Dito ao Dr. chefe de policaRespondo ao offl-
cio de V. s., n. 1,304, de 2i do crrente, dizendo
que o delegado de Goianna requisito do comman-
dante do destacamento de polica all estaetooado
afumas prapas para a guarda do tribunal do
jury.
Dito ao insppctor
Inteirado do come
reot, Job n. 610, lenho a dner quej nao obslanle
as razoes nelle ajiresentadas, mando V. S pagar as
quanlias constantes das relacoes que se referem
os meus offlcios de 4 e 12 do corrente, despendidas
com alugueis de casas para quarteis dos destaca-
mentos de primeira linha estacionados fra da ca-
ptol, e com o Caroecfmeiito de luz e agua para os
mesmos quarteis, fazend processar a de 62966,
pertenrente ao exeomm de 1862 1863, ja encer-
rado, afim de ser sftisfeita quando e governo impe-
rial marcar quota |ra isso.
Dito ao mesmo.Atlendendo ao que requereu o
bacharel Ignacio Tavares da ilva, recommendo
V. S. que mande papar sob minha responsa
de, nos termos do decreto n. 2,884, do 1
reir de 1862, os veocimentos relativos aos mozos
de abril e mao deste anuo, a que tem dreito o
supplicante na qualidade de promotor publico da
comarca de Flores, visto nao liaver crdito para
esse pagamento, que pertence ao exercicio era li-
qudacaode 1863 a 1864.
Dito ao mesmo. Devolvendo V. S. o requeri-
menio documentado, que veio annexo ao seu offl-
cio de 24 do corrente. n. 614, o autoriso a man-
dar pagar sob minha rnsponsabilidade, nos termos
do $ 1 do arliee 5* do decreto n. 2.884 do 1 de fe-
vereiro de 18U2. a qoantia de 2005 rs., que, em
viriude do rnen offi.-io de 17 deste mez, deve ser
abonada Candido Jos ^crpa, como remuneracSo
dos servicos que presin aos indigentes, accom-
metttidos da varila no municipio de Olinda, visto
nao haver crdito para esse pagamento no corren-
te ezerciclo, segundo consto do seu citado offl-
cio. i
Dito ao mesmo. Pela leitura do offleo do coro-1
nel commandante das armas datado de 2o do cr-
reme, constante da c;a inclusa, (cara V. -. in-
teirado de que o altores do 9o balalhao de infanta-
ra Francisco de h'reitas Moreno esta encarregado
por pane do altores Pedro de Alcntara Tiberio
l,apisirano, de prestar contas nessa reparticSo das
despezas por esto foitas com os destacamentos do
Ouricury e Cabroh.
Dito ao mesmo.' Remello inclusos os requeri-
mentos que por intermedia do commandante das
armas me Inderocaram os rapites Raymundo Jos
de Souza, Jos Marcellino de Aragao, c altores
Francisco Jos Gomes e Boavontura Leitao de Al-
meida este do Io bii,iljiao de infanlaria addido ao
'>, e aquelles do <. dil lnsrn-a ^ma, para que V. i
S. maride abonar 6ai os devjl|0< temiSJS**Contor
do i de novembrn
que files pretenden, consignar de seus sidos iies-
ta provincia, nao exCh,|Hni1o alas domasimo men.
Clonado na circular q0 rnirnsterio da guerra de
guerra de 2o de abril o* 1863. Communicou-se
ao coronel commandame das armas#
Dito ao mesmo. l)enietto iuduso a V. S. o re-
qnerimento que me dirige 0 a|ferw secretorio do
2- balalhao de infamara jani<, Anselmo Pereira
Guimaraes, allm de que n,ande abonar em os de-
vidos lempos, principando ,de novembro prximo
viudouro a preslacao mensifl qe elle pretende con-
signar de seu sold nesta Provincia, para alimen-
tos de sua familia, nao eic^dendo essa prestacao
do mximo mencionado na^jrcular da reparticao
da guerra de 2o de abril de 1863. Commuoicou-
se ao coronel coinmaiidentoia" armas.
para a corte ate
nh,e,a0 en/?eDheiro cheto da reparticao das obras
todniT^ 1 nd-"nie (iue o vigario da fregue-
df t^eAerUh CUja drecfao se acha a pella
2 a* Lunce,ca. coadiuvado pelos eis, e
,,,',J, i e C0Strvar as tradiccoes da devocao
que a Imagem da -enhora da Concei.;ao collonada
5i 1 rr, Carpe Sempre Presiaram os habitantes
i predita freguezia lembra-se de eruir-lhe urna
pella para onde possa trasla-
c?nSmai- agem t C0""Jar a prestar-Ihe o
?i!m ai rel'g'o*o, visto que a permanencia do
si ,. I ana grave emb3raCo ao transito, que
,a7,rir c1u'" a ova Mote em consirucgo
alun de atoiar-lhe as entradas, e convindo que o
governo concorra para a realismo de lo louva-
jei e religioso empenho, recommendo Vmc. que
lor da thesouraria de fazenda.- mu aomS^sf.1"! indiqu? qual ,erreno- 'ue
edo do seu offlcio de 21 do cor- ma Pv '? ,d me'"'l0naJ? Arco offerece
Li i vaut,d8f"5 PaM a construccaoda dita capel-
la devendo tambrm para iss. enteoder-se cora o
refondo vigario alim de que escolhido o local, se
O resnec ,';Va',ar 22! P'aBta d edUcio' e fazer
o respeciivo orcamento.
do1in,mCam^raamu"iciPal d0 Gabo.-Responden-
do ao offlcio de 20 do correle
aso oras, a companhia de artflees ; s 6 Ii2
ao stimo batalhode infamarla; as 7 i|4 ao se-
gundo de infaiuaria ; s 7, companhia de caval
lana ; as 7 l|t ao nono de intontaria, e finalmen-
te as 8,ao quarto de artilharia a p.
Assigoado.Joaquim Jos Goncahes Fonlex.
Conforme. ---Js Francisco it. 'Maraes e Vascon-
cellos, capilao ajudanle d'ordeos encarregado do
lem no lugar do Rio Doce tres criancas j cresci-
das, sen que tenham recebido es Santos leos :
sao ellas naluraes da toeguezia da Muribeca, po-
rem como estejam morando ha dous annos no refe-
rido lugar do Rio Doce, perlenccnle ao curato da
be, quer V. S. saber se pode applcar-lhes os San-
tos leos sera preceder a licenca do parocho da
Muribeca visto serem os pais nimiamente pobres.
Estando os pais domiciliados nesta paroebia, como U,he totermamente.
se prova com a sua residencia de dous annos no
lugar do Rio Doce, pode V. S. applicar os Santos
Uleos as criancas e fazer os competentes lancamen-
tos no livro respectivo sem que seja nocessario li-
cenca do parocho da naiuralidado.
Diloao vigario de Natal. -Havendo-se Andado a
sua provisao de vigario geral forneo da provincia !
do Rio Grande do Norte pelo fallecimenlo do Exm.
prelado diocesano e nao tendo V. Rvma, at o pre-:
sent se dirigido a esto vigararia capitular, nesta
data passe a nomear vigario geral forneo das co-
EXTERIOR.
< OUtKNI'OVIll v< a \S RO ma
BIO IIK PERMJIIHXO.
Londres, 8 de outnbro de 1861.
*|eiiA^^nSlta^ qe el"
gano de Papary Jos Alejandre Gomes de Mello; \ gara a Southampton o paquete me a trouxea J
comarcas da provincia ao Rvd. ex-i no dia 28 do propino passado Unhamo? rSido
------ em que a cmara
S^-rt-^ La|w **> orisaco para
*>mrn*H*m otacharel Carlos Eugenio Duarch
LSffi ?'" V,la da PrPsta Por elle apfesen-
m i a Cobran5 das mullas passadas, co-
mo as que presentemente torean impostas aos iu-
ades desse municipio, com a vamagem de ao
ninenilo i f...... .------:r "'" n"iKcui ue uau
SSda- "f """clpalWade despezas, nem pagar as
"defeve- !>sds/?ei decalndas, e medianlj a por-
centagem de Id por 0/0 do que cobrar, lenho a
dizer-lhe que nao approvo semelhaule contrato,
wslo que lendo a cmara o seu procurador a
quem incumbe fazer as cobrancas das referidas
intuas como determina o anigo 81 da lei do 1
de ouiubrode 1828, deve exigir de lie que em cum-
pnnientode seus deveres proinova recebiniento
das mesmas mullas.
Dito ao engeuheiro fiscal da estrada de ferro.
lespondendo a consulta que Vmc. me fez verbal-
meiiie, tenho a dizer-lbe que o augmento de que
trato a primeira parte do meu offlcio de 9 de se-
lembre prximo lindo, e que pode ser concedido
aos ajudantes do engeuheiro presdeme e Chetos
da iraccao deve ser da quiote parle dos venci-
iiientos do referido engeuheiro presidente.
nuoaoihesoureiro das loteras. Tenho nesta
data approvado o plano que Vmc. me remetteu
con. o seu oflleio de boje para a extraccao das
loteras da provincia assim Ih'o eommunico para
seu conhecimento enviando-lhe copia do referido
plano para ler devida execucao. Communicou-
se a thesouraria provincial.
Portara.O presidente da
conced
e das demais
visitador Francisco Justino Pereira de Brilo, o que nesta capilar, ^rTirdeTmr^to^eiemDl.tone
Ihe eommunico para sos, in.elligencia. Lisboa, a noticia da mudanca SsS qe bou
Offlcio sn viirario a., d___. _, .vera "o Rio de Janeiro, sera que lodVia as Mitas
ce, SiM SSLf gM .Branca--No *eu offl.; mglezas itrmujssem a esse successo rnaior alcance
co oe 28 do prximo passado me pede V. Rvma. poltico M'
que obieoha do Rvd. pretoito do hospicio de Nossa 'para i
Senhora da Penha, o enviar-lhe um Rvmo. missio- A
nano para com o seu exemplo e com a sua podero- ness<
sa palavra lazer que o povo continua a obra da! uma
em relacao ao estado do nossa siluacao
o gabinete de Londres.
rensa ingleza lem comprehendido que
rticular a poltica dos partidos no Brasil
mesma, sendo que qualquer delles nunca
nova matriz, cujos alicerres foram laucadas pelo promo'ver uma reconciliaca do'sabnele VmerVai
?vra-:_fr: CaeUno em.185i. e wra a,enas eslao com a Gra-llret mha se n^ sob
as paredes elevadas at a altura das tribunas, e is- justa reparacao ao Brasil por oarle deste
listssUESSs*cidadao joar|uim Ant- Aigins 'ornaes az>-r "flKSjR
T.n,! ? TKrres" tra5a" wst'l que n magesiade o minen
Tamas vezes tenho importunado ao Rvm. prefei- "
to do hospicio de Nossa Senhora da Penha, e lao
disseminados andam pela diocese os religiosos da-
quelle hospicio, que me mo animo a fazer-lhe por
agora novo pedido. Isto porm nao obsta a que V.
Rvm. a elle se dirija, poto estou certo que, calien-
do no possivel, ha de altender ao seu reclamo ;
morinente sendo para coadjuvar unu empreza im-
portante comecada pelo Rvm. fr. Caetano, de cujos
relevantes servicos se encontram por toda a parte em quant que sau
miiltiphcados vestigios nesta diocese. o almirante francez
Quanlo a quantia de 4005 rs. olforeeidoa pelo
mesmo Sr. Cerqueira Torres para ser por mira
smpregada em algnma obra pa, pode V. Rvm. ao-
- provincia resolve
eder ao bacharel Victoriano de S e Albuquer-
que a exeneracao que pedio do cargo de 1- sup-
plenie do juiz municipal do termo de Seiinlieui
-Umitnuiiicoii-se ao Dr. chefe de polica
,.Ja prwi,le"le da Provincia aitendenrjo ao
que requereu Mana do Rosario i'mheiro, SSrfes.
sora publica de inslruccio primaria da Villa de
Ipojuca, resolve conceder-lhe 2 mezes deT licenca
Z alTTi T P'lra '"'ardesua^adeacon-
reclor trl ] WFPdtS' ^**!S* ao di-
Dita.O presidente da provincia tendo em vista
prximo Vmdoaro^ prestacoes I !!L,"rA?!S.ro,,,lsf?das ,pel2 con"nandante do
corpo de polica em offlcio de 9 de julho e pelo
inspector da thesouraria provincial em data de 4
de acost, ludo do anno corrente, a cerca do re-
querimento do soldado do mesmo corpo Francisco
a base de uma
governo
da demons-
....perador Osera
ha pouco ao almirante Elliot por occasiao de haver
este oflteial prestado as honras militares a sua ma-
geslade imperial, no momento em que a galeota do !
imperador passra junto da fragata ingleza ancora-
da no porto do Ro de Janeiro sob o commanJo da-
quelle almirante ; e asseveram essas toldas, refe-
nndo-se a cartas do Rio, que sua magesiade o im-
perador Apenas reconhucera aqueiie sgnal de res-
peito por pane da marinha de guerra brtannica,
lara com re^onherida cortezia
que nessa mesma occasiao teve
lambem de presiar as honras militares aquello au-
gusto senor.
A narracao desle successo nao provocou anni
de malrir ^ "^ ''Ue tCm de SeV'r I C?nUra a?uma : ella r "*, POlO contra-
mai- M rio, para despertar neste povo o sentmenlo que
10 lo crr5ni7n, ,XI i,fflC'-0 da V' "' de ?" CnCel0' como dis, Pro' ""llJ 1*'** P"
10 do corrente, em que por del.beracao da assem- bl.co inglez tem feito para condemnar a poltica de
lord Palmerston contra o Brasil.
A substituido do almirante Warron pelo Sr. El-
lini commandante era chefo da estacan na-
\ ni Rio de Janeiro, tem sido explicada
pelo cobwi de Russell como um acto de deferencia
para com o imperio, sendo que o almirante Elliot,
cimbado desse ministro, tora encarregado de sua-
visar as suas relacoes junto das autoridades bra-
sileras ; mas qu,. sigmlicico pode ler esse inci-
dente, quando certo que o almirante Warren ba-
via acabado o seu prazo de servieo no Brasil, alera
de que j mais este geverno tem condemnado a ac-
uarios
e The St Michart (21) para o Maranho; de Liver-
pool BOm (27) para o Cear ; de CardiT tim-
ges (26) para o Maranho; de Liverpool James
Swarl o Artaxerxet (29) para Perna.nbuco ; e de
Liverpool Hannah Codnor (30) para a Bahia.
De Pernamhuco LucWa(l) a CardilT; e desse
mesmo porto Supe* (16) a Porismoulh.
Sua magostado a ralnha conserva-sa com a fami-
lia real em Bahomoral, d'onde regressari a Wmd-
sor uo decurso "leste mez.
Suas altezas reaes o duque e aduqueza de Gotha
que all estiveram com sua mageslade, deixaram
na das aquella residencia de regresso aos seus es-
tados.
O principe ea princeza de Galles acabam deche-
gar a Eiseneur, procedentes da Suecia onde est-
veram de visito a el-rei (arlos XV. Soasaltezas
reaes foram all recebidascom as maiores demons-
iracoes de respelo, sendo acompanhada* por toda
na re por suas mageslades suecas. Ao rhegarem a
biseneur, foram encontradas nesse porto por el-rei
Uiristiano e pelo principe real, segurado para Co-
penhague onde eram aguardadas pela rainha, m
da princeza de Galles. Esta segunda visita desses
principes a corte dinamarqueza sera de curta du-
racao, porquanto suas altezas serle brevemente es-
peradas em Pars pelo imperador Napoleao, que
deseja recebe-las com grandes festejos: provavel
quesejam convidadas |>elo imperador pra assisti-
rera as cagadas que teram brevemente lugar em
ompiegna
De Pars regrossirara esees princip's a Inglater-
ra^ m Jo provavelmeole habitar o castello de Wind-
.poio que a I-rauca Ihe recusa agora, dando
a entender que a oceupaco frauceza era Ron
ra substituida pela au.-lriaca, vi.>io como o to
-------------..... i*wi ic 14 lid r-
ue ue ser transferida para um pouto central a
pilal ao reine lialiano.
Fazem pane desta nova adminlslraco o general
Lamarmora, presidente do conselbo s minisiro Um
^rriU"^,raT,r''S; general l'euit,, mim,lro da
gutrra, Sr. Sella, ministro da toznida ; senador
n? r,aVTT,r d;'J,ls"Ca; depulado Jarioi, ,,
1 n m 0br,aS BSfiieTrir. Torclh, mimstro do
ommercio depuiado Lanza, rai,>tro do luicrwr ;
eisr. Aaiau, ministro da taatrucnw publica eia
adm.nisiracio ten. merecido es app|JU,os da ira
I prensa Habana.
I-A H"ma X""0T lot rai>de, por parle da Ca-
ria Romana, ao receber a noticia da celebrara da
convencao deParis, de cuja exi,lenc.a u nuncio
uopapa nao fura informado. Pance .rae oear-
dcal Antonelli responder ao en.bana.lur francez
ue o governo pontiticio buscara em oulra parle o
as.-.m
unu se-
is governo
do papa se nao repula seguro contra o e-pinto de
reyolucao existente era Ruma ; mas acaso o gabi-
nete francez puderia cunsenlir n'uu. exp.-d.eole
que vina destruir o principio da nao interveocao'
pelo qual o imperador Napotoiu pugna hoie mes-'
UMi era relacao a quest.iu romana 1
Nao rreio que o gabiuele das Tulherias se deixe
sopbismar por lal modo, sendo pruvavel que era
caso de necess.dade raya sentir au governo ponl.li-
co quaes senara as cunsequeucias daquella puli-
ca, as quaes veriain a ser provavelmniie um roin-
pimento da I-ranga cora a Austria, caso o impera-
.francisco Jos viesse a apoiar o governo pon-
principe Humberto do Piemoote deixou lan-
dres ua semana prxima passada, drpois de haver
visitado com minuciusidado os moiiumentos iio-
portantes desta capital. Sua alteza real hospedou-
se era cas; do marquez de Azegliu, ii..uiro iuIu-
no nesta curte, sendo all tratado por aouelto di-
ploinata cora toda a sumptuosidade; no^ m*nm
pontos que percorreu o principe real da Italia dei-
xou siguaes da sua geuerosidad.-, brindando varias
sor por occasiao da chegada all de sua mairestade
a rainha.
Contina a reinar aqu perfeito paz no mundo
poltico, aehando-se dispersados nesla quadra do
anno os grandes vultos polticos da Graa-Breanha :
o parlamento acha-se novamente proTOfado, e nao
ser aborto antes do fim de Janeiro do auno prxi-
mo, a menos que baja urna razio extraordinaria
para o contrario.
O nico assumpto poltico que hoje a imprensa
discute aqu cora vivo interesse a recente conven-
gao celebrada em Paris entre a Italia e a Franca
para resolver a lio prntrahida qoesto romana. As
lolhas inglezas applaudem u> eo pelo gabinete de Paris, conslderando-o como ura
golpe fatal para o poder temporal do pontfice r.i-
inauo ; e aconselbau. ao me-mo lempo a Au-lria a
aceitar os resultados
perneas co/n ricos prsenles Sua astm real era
acompaohada pelo general Revel e pur varias ou-
tras pessoas de dMincgao,
Lina cataslropbe iraraeosa succedeu no dia pri-
raeiro do crreme nas visiubangas de Loi. Ir.-. A
fabrica da plvora de Belvedere juuto de Er.th fez
explosao, causando enormes estragos aleo, da asar-
te de nove pessoas e mais de quarenta fendus A
explosao foi por tal modo violenta que, lauto em
fciitiicoino em Woulwhich, causuu iui,,rianies
damnos, despedagando os vidroa de .....iias janellas
e tozeiido estremecer era seus alcerces grande nu-
mero de habilagocs,
U paredao que guarnece o Tamisa junto de BrMfe
anno uma tonmdavel brecha em r nniMisuia do
abalo produzdo pela explosao, a a sAo ^er a irump
: tldao con. que foi esse iocideule
prouipto por mais de dous mi
r.-par.id.i de
dessa Iransarcao, visto como ,*'".'"", K" I'""3 ue uous '"" o****** tsaJes
uma altilude hostil por pane do gabinete de Vien- v ," as ?UM da riu ,tria,n 'n-
na trazia serias eomplicacdes paraos seus proprios !'."?.ar." lwAr do *' i,ara augmentar a ca-
|ue por deliberaco da assera-
toea legislativa dessa provincia, pede que eu emit-
a o meo juizo sobre o projorto, que reslabelece na
povoagao de Taqoara a sede da toeguezia do mes-
mo nome, cniniire-'.ne diter que, '
Irires estar coHoeadas, qaanto fr possiver uo cen-
tro das fregufzias, alim de que os parochos pos-
sarn com mate facilidade e promptido, e por con-
Segurnte com mais proveilo dos liis, administrar
o pasto espiritual; e estande a povoagao e capella
de Pitimb, para onde se transferio o anno prxi-
mo passado a sede da freguezia da Taquara em
uma extremidad.! da mesma frenuezia : julgo muito
conveniente o restabeleciraento da amiga matriz, tos que esse offleal praticou no Bras
restiiuindo-so a sede da frguezia povoagao de Ta-. de Mr. i.hrsiie ? I
miara, onde sempre estove, e que lira no centro! Tudo se reduz por consegrante a um comorimen-
modo, que- de Piiunbu O que se dignara V. S. guraraenle descobrir a justa stisfacao a que lem
levar ao conhecimento dessa Ilustre assembla. I direito. J -dl,s,^'lu 'I"e iem
... T"~ Ji.T O conde Russell acaba de regressar a Londres
Offlcio a commissSo administradora das obras da I da sua viagem Eseossia e ao norte da Inglaterra,
das Chagas Rodrigues zevedo que em inspecgo malrz de *. Jos. Repassado de jubilo pelo acto havendo acompaohada a rainha naouelle
de saude fui considerado inhabilitado para coiti- de re!'S|ao c de Ptedade que teve hontem lugar por ......
para
nuar no servigo resolve aposentar a e^le cora os
veocimentos preporcionaes que ihe compeiirem
pelo lempo de servigo prestado era dito corpo de
conformidade cora o disnosto no artigo 2o da lei
provincial n. 276 de 7 deabril de 1851, coibina-
do com o artigo 3" da lei tambem provincial n
430 de i6 de mao de 18o8.-rommuncou-se ao
commandante do corpo de polica.
Dita.O presidente da provincia atlendendo ao
que requereu o altores do balalhao n. 20 de infan-
municlpio de Naza-
iveira, resolve conoe-
corapanha da secgao
de reserva n. 3 da mesma guarda nacional, visto
ter sido considerado in
Dito ao mesmo.Remetir/inP|US0 requerimen- luna da Kuar<'a nacional do
to que me inderecou o alft.res di. 2 balalhao de ir,!lh' Dominos Ramos de Ul
infamara Joo Domingos lla,nos para que V S d',r!lie Passagera para a 2a i
mande abonar era os devido. tem'pos e a contar do de reserva n. 3 da mesraa g
i'deoutubro viulouro eir* dame a prestagao iIer sido Ron;""Jerado incapaz do servigo activo, era
mensal que elle prei^nd! nsignar de seu sold i 'D3P*cSa dt sade.Communicou-se ao respecti-
nesta proviucia para alimentjb< de sua familia nao 'vo C|iiraandante superior.
exced-odo a prestagao de;iTmimo declarado a!_ ------
circular do ministerio da guferra rte jg (le ahrj| de Eipedieale do secretorio do governo do dia 26 de
cou-se ao coronel commandaute i oulubro de 1864.
n,-.;..7 Offlcio ao coronel commandante das armas.
'?".. o V. S.,em vista de sua O Exm. Sr presidente da provincia manda deca-
i. 616, dada rar a V. \ que vai ser submeitido ao conhecimen-
coronel
das armas.
Dito ao mesmo
informagao de 24 do o
com referencia a da co-i
a mandar pagar a Juli
me solicitou o romm.ii
n. 1729. de 4 dete me
que segundo a conla qi
portaran) as despezas
delegada do cirurgio-
tre de julho setembro dei
ia dessa thesouraria,
Vasconcellos, confor-
das armas em offlcio
lantia de 424720, em
Ivo em duplcala, ira-
om o expediente da
o exercto, no irimes-
nno. -G>mmuni-
lte
cou-se ao coronel commandai^g ^as arma.
[).to ao inspector da thesoVrja provincial.
afim de que,
pagar a Sirapli-
i era que impor-
uilo ao inspector da thesotw-;,,.^
Transmuto V. S a inclusa el t|ta
nao havendo inconveniente, marl ,, p;
el Jo^ de Mello, a quanlia de x e
SfV"
Br^jo,
sato dos presos
durante o mez
tara as despeas totas com o
pobres da cadeia do termo do
de .-etembro ultima como se vl da prfldita conla
que rae toi remetlida com offlcio l\ cm.fa de D0|.
cia datado de hontem e sob n. 1314
Diloao rr.esrno.-Se no boover ^conveniente mandante superior da guarda nacional io Recito
r.. ponto na qualidade de secretario de estado. Essa
occasiao da b-ncao da nova Cruz e sua collocagao sua ausencia tem contribuido para demorar o pro-
22l?2.W2 a lg.rejar "I*" dt.S' Jos- cuJa Wtoenp da negociacao que o ministro de Por-
Ss2p?XJLT,,% eu faltara aosa- lugal aqu lera pendente acerca da mediacao por-
grado dever da gralidao se deixasse de sign.licar tugueza no conflicto anglo-hrasileiro ; mas agora
Lu.'i?: 'neu reconhec.raento pelo zelo com que que esse inconveniente desappareceu, essa penden-
irabalham na consiruccao da casa do Senhor. I cia seguir seus termos at Anal resultado
JtZ'^Tl '8u;,lmp,ntefos m9us eseios aos da po- j A imprensa ingleza. refer.ndo-se a commumVa-
puiagao dessa cidado, fago votos para que se rea- goes de Portugal, annunciou uma vez que o co-
'!.VaS.e?|,cran?;,, (iue'o|1os "os alimentamos de verno do Brasil liaba reieitado as condg5es da lo-
iL ??a?. aA ''a {"Jt>Uco a nova n,a,r"- de Klalrra, e que por conseqoinle a mediacao Acara
w. : 1. a rdezem^o prximo, dia da Virgem prejudcada ; o caso porm nao parece ser esse,
rt*. ..Lr.?\ a ^,,n,fte'1fa> dia da insi80* padroeira visto come o negociador portuguez nesla corto dis-
do imperio da Santa Cruz. CUle ainda a nossa queslao, erabora nao me se,a
:. .,..: a T. o dad0 avaliar da probabilidade de um bom resulta-
Offl.,10 ao vigario da freguezia de Santo Antonio, do que possara ter as suas diligencias.
ZnL22SL 0nu0 de V- S" datad0 de En're'^to nao desuppor que esto gabinete nss
hontem partec.pando-me haver-se condmdo na conceda fcilmente uma justa teparagao, que pa-
SnH1 m 5T1* t0d0 act0 toral, e pe- rece ser a base de qualquer reconciliado por nossa
^yiita"*1*rKW4a*rin*mc.i. parle ; por quanto ah est anda no poder lord
l.agao da igreja e trasladagao do Santissimo Sacra- Palmerston, que deseja antes avivar as queixas do
. ?" ,r t. brasil do que mitiga-las I
.aS ra,K^ S' Para reconciliar a sua matriz O coode Russell nao deixar agora de apressar
S5 S,^5 c*sdo ",ual romao. trasladar, o resultado das neg.ciagoes pendentes cora o con-
ittmtBvGvs lg^p&&!& S=SS
plendor do culto divino, ganhando deste modo as ora o da rainha. g P
eSSJTS^S dS SeUS Parochanos me A crise iinanceira que rebentou neste mercado
d'-Pensarride dar a lal respelo as rastruegoes que ha j algumas semanas, continua mais ou menos
* S delia?.eza ES no.seu olMo. sendo que o descont no Banco de Inglaterra man-
Pode peto V_s. proceder a reconciliagao do tem- tem-se a 9 0|0, apesar de haver augraeulado a re-
pto e trasladigao do santissimo Sacramento quan- serva desse banco,
do e como sear mais conveniente. Entretento as fallencias j realisadas. e o receto
Diloao vigano de Goyaona.-Responden 1o ala- deoulras.tem aqui langado nas transaegoes um
lorraagao que v. Revm. d pelo seu offlcio de 16 do pnico terrivel, que s o terapo pode gradualmen-
corrente a petigao da irmandade do Santissimo Sa- te dissipar.
cramenlo, erecto na matriz dessa cidade, na qual A quebra do Banco de Leeds trouxo comsigo
intorraagao me assegura nao Ihe haver sido per- enorme perda para esta praga ; o igual efTeto lem
mitti lo lr o meu despacha datado de 20 do pro- aqu produzdo a suspensao de pagamentos por
xiino passado, tenhe a declarar-lhe que dito des- varias casas da Liverpool, de modo que na aclua-
pacho e do iheor e frma segrate : hdaito todos bu>cam acautelar-se contra novas even-
A visia do capitulo 11 do compromiso junio liialidades de um carcter lao desastroso.
a esla por certido; 4 vista do costqme e posse,, Os consolidados 3 Ojo h"cam W l|l | e os S iq
mteresses.
Allirraa-se que lord Claremlon fra a Viennacom
a niisso de aconselhar o imperador Francisco Jos
ne sentido da paz; nao consto todava qual baja
sido o resultado desta missio, nem por emquanio
e conhecida a resposta do gabinete austraco a
comniunicacao que ihe fez o gabinete das Tulherias
daquella convenga.). Era Inglaterra a opinio pu-
blica pugnara sempre pela evacuaeo de Roma,
passo que neeessarlamente havia de conduzr a
queslao romana a urna solacio desejavel ; e agora
qoe esse successo tora lugar dentro de dous anuos
anleve-se aqu como certo a desmen.bragao du po-
der temporal pontificio para ser substituido pela
autoridade de el re. Vctor Eramanuel, que lera ali-
i nal era Roma a sede do seu governo.
A Gra-Bietanha reconhece (|ue a queslao roma-
por ordem n*er" Para Imperador Napoleao de urna immen-
sa importancia, e nor isso lera aceitado como sabia
a solugao <|ue acaba de dar-lhe o gabinete francez.
A trausfeienca da capital italiana de Turra para
Florenga, habilitar el-rei de Italia para consolidar
o seu governo debaixo do ponto de vista militar e
administrativo ; o a evacuago de Roma pelaFran-
ga deixar o papado era presenga do povo romano,
que ha de nece-sanameiite forgar a rao do pouli-
lice a reforma, seeste,ou a sua curia, insistir naop-
pressocoinquegovernaaquella parte da Italia. Era
lodo caso, salvas as garantas que a convengo de
Pars consagra era favor do papa, a queslao roma-
na ser para o futuro resolv.da peto elemento ita-
liano, o que alias convinha firmar era abono do fa-
moso principio da nao inlervengao que o impera-
dor Napoleao proclamara em Viba-franca ; e esto
a vanlagen. iinuiensa, que naapiniodos hoinens
politices da Gra-Bretanha, tora a convenga > de 15
de setembro assignada em i'aris entre a Franca e o
rei Vctor Eminanuel.
A publicagao desse documento causou em Tu-
rin dolorosa mpresso, pelo sacrificio que Ihe
imposto tendo de perder seu privilegio de capital
da Italia ; o lo violento foi o abalo que, nos das
22 e 23 do prximo passado, aquella captol teve
de presenciar uma revolugo popular, tendente a
protestar contra ura acto que, sem a vantagem da
trazer para a Italia a cidade Eterna, rcduza a ci-
dade de segunda ordem o berco da casa de Sa-
boia.
rigi em 25 do corrente sollicitando serem substi-
tuidos por capotes os ponches que se mandou for-
Beeer Diurnamente a companhia de cavallaria
Dito ao juiz municipal do Pao d'Alho.S. Exc
o Sr. presidente da provincia manda declarar a
V. S. que aguarda deciso do governo imperial
para responder ao seu offlcio de 12 do cerrente
sobre os lugares de partidores e deslribuidor des-
se termo.
Despaches de dia 2C de oulubro de 864.
Requerimenlos.
Antonio Soares d Carvalho.A" visto da infor-
mago nao tem lugar o que requer.
Irmandade d > SS. Sacramento da toegnezia de
Santo Antonio desta cidade.Dirija-se ao Sr. com-1
A autoridade, intervindo nessa emergencia, teve
de usar da torga armada, resultando disso que o
sangue correu nas ras de Turin cora a perda de
vinte e seis pessoas c mais de sessenla len los. A
miiniripalidade foi o primeiro ponto a que se diri-
gi a populaga ; alera de haver assaltado os escrip-
lonos de variosjornaes que apparecerara advocan-
do a existencia da convengo, que o gabinete do
rei acabava de celebrar.
O ataque empenhou-se por parte do povo contra
a tropa, que nessas circurastancias abri o fogo,
na esperanga de restabelecer por esse modo a au-
toridade das leis; de parte a parte houveram mor-
ios e feridos, e s a prudencia com qoe el-rei de-
mttio o ministerio, sem constada renunciar con-
venga.., pd le trazer os espirites a uma reconcilia-
gao, que hoje tem-se consolidado.
Turin acha-se presentemente oceupada com tor-
ga, militar bstanlo para nao reeeiar novos tumul-
tos ; e esta cireumstanci, sim da muJanga do
ministerio e a convocagio do parlamento para 14
unu lar o
tostrophe.
Mais de vinte mil barris de plvora fizeram ex-
pjosao, que arraslou comsigo a completa destrui-
eao dos edificios em que se acha va ranlas l es-
se artigo; o deposito de Belvedere p.rte..c.a ase
prs. Hall e F.lho, proprietarios de uulru igual es-
labcleciraento em Faverslnn.
As ultimas noticias das negociags que se achara
pendentes em Venna para a paz delW.iuv.i enlre a
Dinamarca e a Prussia e a Ausiri.., annu i.iam
que os plenipotenciarios dii.ai.iarqu.-zes liawjn
c-nseguido repellir a proposta dos alliados tenden-
te a fazer entrar os ducados na partidla do activo
da mooarcnia dinamarqueza; o gabinete de C.pe-
nhagne accedeu a psrtecipar no rateio que tem de
fazer-se de todo o pas.eio existente, n.a> sesas
verno cess.oiiar.u jamis teria con-eulido uaq... lia
primeira proposta dos alludos. A parte relativa a
doliiniiaclo da fronteira parece adiarse .e-olvida,
havendo sido nomeaJa para esse lira nina c...n..iis-
sao militar, conforme dei Uissu nulic.a era unta de
ranillas antecedentes cartas.
Apezar, porm, da marcha que levara as aea>
ciacoes da couformea de Venna, a Prussia cont.
n a oceupar railitarrae.ite a Jutland, s a Dia-
ra irea mantera por preeaucio o seu exen-u. na
Fionia, recelando arabos qualquer evenluahdade
que possa determinar a con.u.uago da gaana. O
commandante em cheto prus-ian tratando a Jul-
land era palz COOquistado, acaba de estabelecer ./ue
as mercadorias ali importadas das ilhas dinamar-
qnezas pagar, um imposto de entrada, como se
se Iratasse de uma pane diversa da monan-rua di-
namarqueza ; esta e outras violencias, lera provo-
cado nesse infeliz paiz o ranear contra a A.leraa-
nha, e a nao ser a dwgraeada endioso era qsk) se
acha a D.uamarca, isso lerla bastado pira aceender
novaineute a cluniraa da gnerra rasan os invaso-
res, que demais abusara da victoria t
As correspondencias do M-xico annuncam que
o Imperador Maximiliano deixra a capital no da
10 de agosto, segando para S. Juan del Rio e ou-
tros pontos, que l.nha de percorrer era visita da
inspecgo. Por lo la a parto Sua Magestad* razia
sentir a sua mu beintoseja, espalhamlo de.na.s a
actividade na adoiinistrag').
Em S. Juan del Rio o imperador celebrara rom
grande pompa o anuiversar.o da fesla .te Hepa-
leio III, mandando cuiiipriraeutar pelo lefefrapbo
o ministro Irancoz no Mxico era allengo aquelto
motivo. Esse diplmala, nem coran o saafvesksl Ba-
zuii", tosiejarara igualmente o mesmo annirersa-
ro na capual do imperio, haveqdo Te f)rum can-
tado pelo arcebispo Labastida o jaular ufflcial dado
pelo inarechal Bazaine.
Entre as noticias fiadas desse imperio, appare-
ce a relativa a noraeagao de Mr. E-can ton para,
enviado do Mxico j.ralo de Sua Magesu.to o Im-
perador do Brasil, ei.rarrenado ao Basases lempo
de notificar ao governo imperial a elevag. > aoihnv
no do Mxico do principe .daxi oiliano. E-te dipl-
mala dever chegar aqu breveraeoto, de caminho
l>ara o Brasil, onde a sua presenga requ-rida
sem demora pelo governo do Mxico que elle lera
de representar.
O oaquete Pensylvania entrado em Liverpool no
da 7 do correte, irouxe-nos noticias de Juva Yuk.
at 24 do ultimo
A nica noticia militar importante retore-se a
uma nova derroto dos confederados no valle de
Shenaodoah. Depoi da batalha de Winchester, o
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO I
^^i..... 3


Diarlo de reraabneo ... abhado tO de Outubro de 1 ai.
general Shcridan perseguir o general roni e Nio preciso tembrar a< emtsfder3es que le-
fedeado Early at* Fisher's Hill, no valla do varam liornabestandarte da Pranca, e que nos
Strasburg, onde enconirou o exercito confede- determinaran) a conservi-lo ah al boje. EstaVi-
rado em torga e enlrinchoirado. Dando-lhe btalh* mos resolvaos a ne abandonar esse posto de hon
nao obstante, conseguio depois de un desesperado ra sem que chegasse o flm da oceupago. Todavia
cmbale derrotar o inimsgo, fazendolha cairo mil | nunea pensamos que e3sa situago deve-se ser per-
morlos e tordos : a per.la federal calculada cin manente ; sempre a consideramos come anormal
duns mil h'-mens, mortos e leridos. Grant cunt-1 e temporaria. E' assim que o pnmeiro ph-nipoten-
" ciarlo do imperador no congresso de Paris a ea-
rarterisava ha oito annos, acrescentando, em con-
tormidade com as onlens de MM magestade, que
nuava junio de Petersburg sem nolavel modill-
cacao.
U general confederado Price invadir novamen-
le o Missouri, sendo apoiado nessa expedigo pelo
general Sheley.
Fremont o Cochrane se haviam retirado da lista
dos candidatos para presidente, flcando agora a lu-
ta dessa eleigo limitada ao presidenta Lincoln e
ao general Mac-Clellan. Este pode finalmente con-
tar com o apoto da parte do partido democrtico,
qnc se tem pronunciado pela BU.
O ouo flcava em Nova York a 210 Vv
DIARIO DE PERAMRUCO
Temos f vista cartas e jornaes da Europa, dos
quaes foi portador o vapor inglez Oneidu, alcan-
zando : as de ll.mburgo i>, as de Loudros a 8 e
as de Lisboa a l'i do corrente.
nos deslavamos ardentemente o momento em que
podessemes retirar as nessas tropas de Roma, sem
compromeiter a tranquilh lado interior do paiz e a
auloridade do governo pontificio, Estas deelaragoes
teem sido constantemente repetidas.
No principio de 1859 o santo padre Unha feito
a seu turno a proposta de fixar para o flm d'esse
anno a evacuago do territorio guardado pelas nos-
sas tropas. Tendo a guerra que entao rebentou
na Italia decidido o imperador a renunciar .10
appello dVIlas, o mesmo peiisamento tornou a vi-
gorar desde que os acontecunentos pareeeram au-
tonsar a esperanza de que o governo pontificio se
adiara habilitado a prover sua seguranza com
as saas proprias torgas, 'ahi resullou o conve-
nio estabelecido em 1860, e em virtnde do qual a
partida das tropas francezas devia realisar-se no
mez de agosto. As agitag-s que sohrevieram
tmhein n'essa poca impcdiram otilra vez a exe
- Tvn -.l,*,.!-!.!.! Indas >e nnn uio trauco-italiano, lem .-ido p
donadas as questdes mais palpitantes da Europal
tanto como nos.
m"lT;e^a"do ^ximo ^enaceda questo ro- .. Imperador nao deixon
jamai de ver na presenca das nossas tropas em
"OMID do convenio ainda nao conhecido. p*.\'* " zar de que os extractos publicados, nao tendo sof>
frido desmentido algara, nem de governo fraucez,
uem do italiano, mustram que sao os pontos prin-
cipan dosse tratado. Julga-se que a Franca queira
conversar
em mutuo interesse, daramos por termo loga qui
a seguranca e a independencia da santa s esti
vossem ao abrigo de novos perigos.
Efectivamente quantas razes nao temos nos
a maior reserva a resfwitn das dspo* f23^ \2ffi& 1,02a? "'
idelinidainenteT Lonstituc ella un acto de
coes nelle comidas, e qne a propagado debas >elt ""i!. SfS rx M*T'
imprensa italiana desagradara as alias regios do *2 contrario a ni dos principios rundamen-
f ovaron imperial, e tora a causa primaria da que- *?J? dlre". Publu"' e u,ll mal uifflc"
da do gabinete M ngheito. ISflS* V.r "os mlan nosso um' P"5^
1 gabinete Mingli
As deordeiis de Turin*; que. actualmente cslem
completa ordem e soeegoforam o pretexto dessa
demissao.
O novo gabinete acha-so coastitnido, tenrio as
nomeagoes apparocido na Gazeta Oficial de 30 de
setembro.
O general da Marmora aeha-se frente do novo
ministerio, com a presidencia, a pasta dos estrn-
geirns o interinamente a da marrana. O general
da Marmora foi ministro da guerra do Pienionte,
no ministerio'do conde de Cavrtur, organiouo
eien-ito, commandou a expedigao da Crimea, foi
pre>iilente do conselho logo d-'pois de conclu Ja a
paz de Villa-Franca, e governada de aples por
tres anuos.
O general Pelitti est cncarregado da pasta de
guerra : con-iderado como lugar-tenenio da da
Marmora; e tem estado sempre a sen lado como
secretario geral.
No ministerio Ratazzi, foi tamhem ministro da
de guerra, e todos os partidos fizeram justiea ao
sen tlenla organisador. O general l'etiile um
cararlrr rgido decidido, e de una lealdadc a toda
a prova.
O ministro do interior Lanza um veterana par-
lamentar, que tem fi'ilo parte de todas as cmaras
desde ISH, contribuindo tamhem como raembro
de diversas assoeiae,'es, para creara librrdade pie-
monleza. No tmpo do ronda de Cavour, fui mi-
nistro da insirucrao publica e da blenda, e em se-
guida presidente da cmara onde gozav.i de con-
siduravul influencia. E' um homem recto e labo-
rioso.
As flnancas estao cargo do joven Sella. Este
estadista enirou na vida poltica em 180 ; ganliou
por alguns discursos liabe:s una reputagao de in-
teliigencia que em pouco lempo o lizcrain elevar
aos prisioneiros cargos polticos. Foi ministre da
blenda no ministerio Hatazzi.
O rovo ministro das obras publicas Jacini na
do ao Piemonte o apoio das nossas armas, tm
sido libertar a Italia da intervencao estran-
geira.
t E*ta situacao tem, alm d'isso, por consequen-
cia o eollocar face a face, no mesmo terreno, duas
soberanas dislinctas, a ser assim frequentemente
urna causa do graves difflculdades. A natureza
das cousas aqu mais forte do que os bons
desejos dos bomens.
I)eram-se numerosas matacoes no eommando
superior do exercito francez, e oj mesmos dissen-
tiincntos, os mesmos conflictos de jurisdiccao, se
reprodiiziram em todas as pocas entre os gene-
raes um chefe do imperio, cujo primeiro dever
evidentemente velar pela .seguranca do sea exer-
cito, e os representantes da antoridade pontificia,
ciosos de inanter nos actM de adroinistracae inter-
na aimlepencia do soberane territorial.
t A estes inconveniuntes inevitaveis, que os
agentes francezes, mais sinceramente dedicados
santa .-, nao conseguiram destruir, vem untar-se
os qne resultan! fatalmente da dilTrenga do modo
de ver politice de cada um dos dous povn*. Os
dons govemos nao obdecem as mesmas inspira-
coes-, e nao precedem segundo o msmos princi-
pios.
A nossa conscienria obriga-nos muitas vezes
a dar conselhos que tambem muitas vezes a da
corte de Roma jnlga dever declinar. Sa a nossa
insistencia tomasse um carcter mui saliente, pa-
recera que abusavamos da Torca da nossa posico,
e, n'esse caso, o governo ponlillcio perdera, ante
a opinlo publica, o mrito das mais sabias reso-
lucoes.
De outra parte, consentindo actos em desac-
cordo com o nosso estado social e com os prereitos
da nossa legislacao, evitamos, ainda que difcil-
mente, a responsabihdade de urna poltica que nao
poderiamos approvar.
A santa s em razao da sua natureza propria,
1 pe
que vale.
O ministro do commercio Torelli, o da instruc-
cao publica Natali sao iiiteirainente novos na vida
pubiira, mas bem contiendo? pelos seas sentimen-
tos liberaes.
A missao do novo gabinete extremamentedif-
licil, mas ainda mais gloriosa. No
aceita a convenci ranceza rom
transferir a capital para outra localidade ; e es-
pera apresentar as cmaras um projecto de H,
aflu de iiidomnsar Turin das desvantagens que
ido resoltara da muranca na capital, a espira o
termo fixado para a evacuacao das tropas fraiice-
za* do territorio pontirilio, c coniia no patriotismo,
de Turin, que sacrificara ludo no aliar da patria
para a fortuna geral da Italia.
Falli-e n 1 foroiaca 1 a Varia de um acampi-
monto de duzeotos mil homens.
O parla nenio italiano abrir-se-ha a 2i de outu-
bro para o novj governo poder preparar os seas
frailarnos.
Alguis habitantes A: Pan- tratam d.i organlsar
orna agiticao le^al, remeneado ao parlamento
ama petigao contra o convenio no qU'- diz respailo
transferencia da capital, mas em aples e era
Milao ti'i'in havjdo nurtings onde so tem approva-
do enthusiasticament o convenio de lo de setem-
bro.
A comraissao central de. Veneza publicou urna
nova proclamacao ao Veneaianos, em qni annun-
do que entre a Franca e a Italia se estipulavam as
eondicoes de urna allianca nflensiva e defensiva,
pelas'quaes Napoleao se obriga a prestar Italia
um soccorro material para a conquista de Veneza
na primavera de 1865. E-la proclainacao atlrnhio
mtulo a attcnefin, especialmente depois que o jor
nal de Turin L'ltaha assegoroU que a Austria faz
actualmente activar os seos armamentos no reino
venezi.rno, onde os trabamos de defeza proseguiam
morosamente depois da ultima eampanha.
(> gabinete La Marmora apoiado por grande
maiona na Italia. O partido moderado pn-sta-lhe
o seu auxilio, e o proprio partido d'accao se mos-
tra dispusto a acceitar as con.-e.pieneia's da situa-
cao, que ju'ga seren favoraveis causa da uni-
dade italiana.
A atiitude em que actualmente so acha eate
partido sempre prompto a agilar-se, e tendo sem-
pre na mente ideas grandiosas, devida res-
posta que Garibatdi dou aos emissatios, que em
orne daqnelle partido se, Ihe apresenlaram, pedln-
do que os coadjuvasse no movimento qne devia par-
tir de Turin e esteudor-so todo o reino. Gari-
batdi, porm, n;o annuio, nio s por conbecer a
fun 11 o trata lo ipjn julga favoravel para I Italia,
mas porque entendo que era ueste momento i acn
veniente para a naco qualqoer movimeoto, e por-
que va que os tumultos populares de Turin ti-
nliam por causa os iuteresses da localidad, e nao
tinham um pensamento poltico.
Eis o texto do convenio, publicado pelo Moni-
ttvr de 7 :
Artigo l. A Italia compromette-se a nao ata-
car o territorio actual do santo padre, e a evitar,
mesmo pela for$a, qualquer ataque externo contra
o referido territorio.
Art. 2." A Frauca retirar as snas tropas dos
estados pontiticios, gradualmente e medida que
o ejercito do summo pontifico se organisar. No
enia 11 lo a evacuacao devei realisar-so no prazo
de dons annos.
Art. 3." O governo aliaoo nao poder rec'a-
mar contra a organi-acao de um exercito papal,
mesmo composto de voluntarios catholicos estrau-
geiros, sufflciente para manter a antoridade do
summo pontfice e a tranquillidadc, tanto interna-
mente como na frnnteira dos oslados una vez que
essa forca nao possa degenerar em meto de ataque
contra o governo italiano.
Art. 4. A Italia declara-se prompla a entrar
em combinacoes para tomar a seu cargo una par-
te proporcional da divida dos amigos estados da
igreja.
Art 5 A presente convencSs ser rtificada,
e as ratilleaees trocadas no prazo de quiaze das,
ou mais redo se possive.l fr.
Em testemunlio do que os respectivos pleni-
potenciario assignaram a presente convenci, que
leva o sello das snas armas.
Feta em duplicado, em Pars, a i"> de setem-
bro do 1801.(L. S.)(Assignados) rouyn de
Lhuys Niura.Pepob.
O'Sr. Dronyn de Lhuys dirigro seguinle des-
pacho ao cmbaxadnr francez em Roma *
Pars, 12 de setembro de l6iSr. conde.
A posicao que nos oceupamos em Roma, j ha
mutn lempo, motivo das mais serias preoecupa-
ees di governo do imperador. Pareceram-nos fa-
voraveis as circumstancias para examinar de novo
o estado real das colisas, jnlgamos til commanicar
santa s o resallado das nossas reflexoes.
zer a ap;-dicacao rigorosa d'e^ses cdigos e d'esse
direito, e, guiados por urna dedfcaeio filial, nao
poderiamos sem duvida guardar silencio quando
taes fados viessem ministrar pretextos s iccosi-
coes dos seus adversarios ; mas a nossa presenca
em Roma, qno nos impoe a este respeito as mais
iife a -ndic.o de cum^ancias, as relacoes dos dous govemos mais
poe mais claro as reciprocas suscep-
delicadas, e
tibilidades.
P t muilo manifestos que sejam estes incon-
venlenti-s, empeiihamo-nos sempre em nos nao
afastarmos da miasSo que haviamos aceitado. O
santo jiadre nao tmha exercito para proteger a sua
antoridade no interior contra o; projectos do par-
tido revolucionario, e, por nutro lado; rcinavain as
mais inquietadoras disposicdes na pennsula rela-
tivamente posse de Roma, que o governo italiano
mesmo, pela bocea dos ministros no parlamento,
assim como pelas communicacoes diplomticas,
reclamava como capital da Italia.
' Logo que este pensamento ocenpasse a mente
do gabinete da Turin, deviamos receiar que, se as
nossas tropas fossein mandadas retirar, o territorio
da santa s licaria exposto a ataques que o gov.-r-
110 pontificio nao estara habilitado para repellir.
Qui/.Hinos continuar a prestar-lbe o nosso apoio
armado al que o perigo d'esses arrebatameutos
trrellectidos nos parecesse afastalo.
' Vemos boje, Sr. conde, manifestarem-se, neste
ponto, fellzes madancas na situacao gi-ral da pe
iiinsula. O governo italiano esforzase, lia dous an-
uos, por fazer desapparecer os ltimos restos des-
.-as associaces temiveis i|ue, ao abrigo das cir-
enrastancias, se haviam formado rora da sua aceao,
e cajos intentos eram geralmente dirigidos contra
Roma.
Depois de as ter combatido abertamente, che-
gou a dis-olv-las, e cada vez que ellas tentaram
reconstliair-se frustrouelle fcilmente os seus cou-
luios.
Aquello governo nao se limita a impedir que
nina forca irregular se podesse organisar no seu
territorio para atacar as provincias que se achain
debaixoda soberana pomilicia, deu sua poltica
para com a santa s urna aititude mais em harmo-
na com os devores internacionaes. Deixou de ma-
nifestar as cmaras o prograinma absoluto que
proclamava Roma capital da Italia, e de nos diri-
gir sobre isso declaracoes peremptorias outr'ora
to frequentcs.
t Outras ideas se vieran) installar nos melhores
espiritos e tendem cada vez mais a prevalecer.
Renunciando a proseguir pela fur\*a a realisacao
de um projecto a que estavamos dispostos a oppor-
nos, e nao pudendo ds outra parto manter em Tu
rin a sede de urna auloridade, cuja presenta ne-
cessaria n'um ponto mais central do novo estado,
o gabinete de Turin tiuha a intencao de transferir
a sua capital para outra cidade.
A' D06SSO ver, Sr. conde, esta eventualidade
de urna importancia maior para a santa s, hom co-
mo para o governo do imperador; porque, reali-
sandose ella, constitue urna situacao nova que
duixa e offerecer os mesmos perigos. Depois de
haver r.btido da Italia as garantas que julgaraos
dever estipular em favor da santa s contra os ata-
ques externos, s nos restava ajudar o governo
pontificio a formar um exercit o mais bem orga-
nisado e o mais numeroso para fazer respailar in-
ternamente a sua auloridade. Acliavamo-nos dis-
postos a secundar este recrutamento com todas as
nossas forcas.
c Os seus recursos actuaes, sabemo-lo nos, nao
me permittem prover a manutencao de um efecti-
vo consideravel; mas certos accordos a tomar des-
eucarregaro a santa s de urna parte da divida
cujos iuturesses ella tem julgado da sua dignidade
continuar a satisfazer at aqui.
t Restituido assim posse de soramas impor-
tantes, defendido internamente por um exercito
dedicado, protegido externamente pelas promessas
que nos exigimos da Italia, o governo pontificio
aebar-se-ha pin condicows que, garantindo Ibe a
independencia e a segurases, nos permittem por
um termo presenca das nossas tropas nos esta-
dos romanos. Assim se verilicam essas palavras
dirigidas pelo imperador ao rei da Italia, u'uma
carta de 12 de julhu de 1861.
eixarei floar as minlias tropas em Roma, em
quanto vossa magestade nao estiver reconciliado
com o papa, ou em quanto o santo padre estiver
ameacado de ver os estados, que ainda domina, in-
vadidos por nina torga regular ou irregular. >
Sao estas, Sr. conde, as observaedes que nos sag-
gere um exame atiento e coo-ciencioso das cir-
cumstancias acluaes, o que o governo do impera-
dor julga opportuno coinmuaicar corte de Roma.
A santa s deseja de certo, como nos, o mais sin-
ceramente o momento em que a proterco das lio-
sas armas nao seja, necessaria para a sua segu-
ranca, e em que ella possa, sem perigo dos gran-1
des Interesses que representa, votor tltoac*
normal do un governo i.'i.lepeniftmt. Tumos,
poiianto a eonflinca la que ella fara plena justiea
aos sentimentos qua nos guiam, e nesta persua-
sao qua eu vos autoriso a chamar a aitencao do
cardeal Antoneili acerca das consWeracSes que
acabo de expor-vos.
t Esta despacho Sr. conde, podoreis l-Io
Sua Eminencia. Acceiui, etc.
O governo austraco dea ordem .10 principe de
Metternioh, seu erabaixador em Pars, de parlir
(inmediatamente para esta corle para pedir etpli-
cacos ao governo francez sobre o alcance do con-
venio de lo, por isso que reeoia ver nelle Veneza
ameacada ; diz-se que o gov.-rno austraco, vendo
n'aquelle eonvenio urna violai;o do tratado de Zu-
rich, se dispunlia a protestar contra as estipula-
^5es dclle.
Tem-se sucitado polmica entre a imprenta
franceza e a imprensa italiana sobre a interpreta-
gao quo se deve dar estipulaco que trata da eva-
cuago de Reina pelas tropas francezas. Prelen-
dem os Italianos que a transferencia se deve elfec-
tuar depois da evacuacao de Roma ; e os jornaes
francezes sustentara que o prazo de dous annos se
deve contar do da em que a capital do reino de
Italia fr transferida de Turin. Assegura-se, po-
rm, que a opiniao da irapronsa franeeza a ver-
dadera, c. que a transferencia da capital,. a con-
dicao principal para a evacuarlo de Roma, con-
tando-se o prazo de dous anuos, depois-da installa-
ca da nova capital.
O ItonUeur de 3 de outubro, na- sua adicio da
tarde publica o despacho diplomtico dirigido pelo
miuislro dos negocios estrangeiros de Franga ao
emliaixador em Roma, Mr. d.; Sartige*.
Refere minuciosamente a historia da oceupagao
de Roma pelas tropas francezas, e diz que esta
questo foi sempre o objecto das mais constantes e
serias occupacoes do imperador.
. Declara que a oceupagao franceza eoslitue um
acto de inlervcngao coutrario a um do*, principios
fnndamentaes do direiio publ co, cuja justificara 1
tanto mais difOcil quanto qus o ohjeolo princi-
pal do apoio armado qua a Franca a>u to Piemon-
te na sua ultima guerra contra a Austria, era pen-
samento livrar a Italia de toda a intervencao es-
irangeira. Desonvolve os ioconveniontes gravissi-
mos quo resuJiam para a Fi aura da differenga
que existe ettre os principios consignados nos
seus cdigos, o os direitos da Santa que fra-
quentemente estao em opposicao com o espirito
dos lempos modernos. Diz que. semeibaate estado
de cousas collocaria em delicadsima siluago os
dous governos em presonsa de Roma, na maior
liarte das suas relaco- diarias : que o governo
imperial ceinprehendeu perfeitamente toda a gra-
vidade desses inconvenientes, mas que Ihe nao era
possivel modificar o seu procediraento e a sua po-
ltica ; por que o papa nao linha exercito, e em
toda a pennsula se inanifestavam nos espiritos
disposiges assustadoras, provoeadas pela questo
da po.-so do Roma.
Accrescenia-o despacho de Mr. Druyn de Lhuys e
que se exeguaentre o propriogoverua trian*urna
mudanea radical a respailo desta questo ; depois
de ter dissolvido as a>soeiacoes perigosas para a
iraoquillidlds da pennsula, impedir que forcas
irregulares atacassein o podar temooral do pap.i,
tstaelecendo assim urna poltica mnito de accor-
do com os diretos inlernacionaes ; que o gabinete
de Turin tencin transferir a sua capital para
outra cidade, e nesse caso, constiluindo.se uina
situago que afastaria do papa os perigos anterio-
res disporia o governo francez a favorecer por
todos ineios a tormacao do exercito papal; que
seinclhaute modifleago alliviana o governo ro-
mano de urna parte da sita divida, e desta maneira
se resinarla a carta do imperador Napoleao de 12
dejulho de 18til; mas queem todo ocaso a Fran-
ca conservarla aro Rema as suas tropas at que a
reconciliago extsta, entre o papa Pi IX e o rei
Vctor Manoel, e at que a sagrada pessoa do so-
berano pontfice esteja livre de toda a ameaga e de
todo o perigo.
O despacho de Mr. Dronyn de Lhuys concluc,
manifestando a esperanoa que nutre de que a San-
ia S cujo sincero e ardeute desejo c vor-so appro-
ximar o- momento am que nao carega da protec-
justiea aos sentimentos de retido que inspira o
governo do imperador qestas circumstancias.
Diz-se que o imperador Napolea vai enviar
a Roma o bispo de Nancy, para aconselliar o sumo
pontfice a que aceite o tratado franro.-iUliano. O
ispo do Nancy bem cotilleado em Ro^a, onde
ja di'semponnon as fancgdes de auditor da^Roia.
O cdigo civil francez prohibe os alistamei js mi-
litares para o estraogeiro, mas o governo "a re-
solvido a permittir que o governo puntllele eeru-
te em Franga o numero de soldados qoe^olgar
conveniente. O artigo do tratado frauco-iialiauo
que trata da divida pontificia obriga o governo ita-
liano a entrar em uegociagoes com a Santa S so
esta consentir em que o governo fraucez as pro-
mova.
Depois do dia 20 tem havido em Roma difieren-
tes reunidos de cardeaes para irauwem de nego-
cios ecclesiasticos.
O santo padre Po IX atha-so profundamente
affeetado pela concluso do convenio de lo de se-
tembro, e th' ordem que se fizessem preces publi-
cas e procissoes em attuoeo a gnviilade das cir-
cumstancias ; dizem que declarara que era neces-
sario muitl prudencia, mas que era intil esperar
que sua sanlidade po-lesse tratar com a Italia.
Foi chamado a toda pressa a Tarn o principe
Humberto, chegou no da 30 a Pars, tencioiiou
partir nes-a inesma noile para Tarn, mas em con-
sequeocia da se esperar no da em Paris a 1111-
peratriz Eugenia, addiou a sua partida para o dia
6 para se despedir da imperatriz.
A imperatriz chegou eflectivamente. Paris
no dia o, nao tendo pois fundamento os entrevistas do imperador com dillerentcs soberanos
da Europa. /
Est em Pars oprincipe Arlhur torcelro filhoda
raiuha Victoria.
Foram nomeados senadores do irapcrt
hispo de Pars, odnque de Monlcbello, SlA oarroi
e 11 bailador de Franga em Madrid.
Mr. Talleyrand Perigon, enibaixado>r de Franga
em Berln, vai tomar conta da empatiada de S.
Petersburgo, em substituicio do deque de Monte-
bello ; para Berln parte Mr. Benedetti; para Ma-
drid, Mr. Mercier, e para Lisboa Mr. tonre. Mr.
Venti-y governador do banco de Franga foi nomeado
presidente do cons-lho de estado em substituicao
de Mr. Roulaud qne foi nomeado senador.
O imperador e a imperatriz da Rus.-ia devam
chegar na tarde do da 9, Niza o imperador Ale-
xandre Irnclona demorar-se s'dez das junto de
sua augu-ta espoza.
O casamento do principe herdeiro da Russia
com a princesa Dagmar da Dinamarca foi declara-
do oficialmente 110 da 28 de setembro em um
banquete real no palacio de Rernstorf prximo de
Cipcubagne, banquete que assistiram os minis-
tros e altos mneciunaries do estado.
Cantinua-se a prestar a maior attengao
missao diplomtica do lurd Clarendon a Vicua,
Turin e Pars onde deve terminar a sua missao;
julga-se qne esta viagem lem intimas reiages Com
a questo italiana.
A imprensa ingleza mostra receiar o empenho
com que a Franca procura attrahir sua poltica
o imperio moscovita, e diz qua o governo inglez-
procura preparar uina allianga com a Austria para
se oppor s tentativas do imperador do France-
zes ; julgain que a Russia dama annullar a clau-
sula do tratada de Paris de 1856 que fechou as
portas do Mar-Negro sua inarinha.
Os jornaes allemes sustentara que as promessas
do Napoleao nao conseguiran! destruir a allianga
que existe entro a AU>tria a Russia e a Prussia
cujos gabinetes lirmaro mais as suas reiages
medida que as tendencias francezas se prouun-
clarem.
As conferencias de Vionna encontrara cada
vez m. 11 o es obstculos.
O armisticio j esteve a ponto de ser denunciado
por nao poderem os plenipotenciarios chegar um
accordo definitivo.
A Prussia nao tem interesse em ver resolvida a
questo dos ducados, procura pois protrahi-la por
todos os modos, com ptimas ideas da annexaco,
que sao as do partido feudal que hoje predomina
na Prus-ia; entretanto um telegramma de Vienna
diz que da sesso de II. se esperera um accordo
sobre a questo tinanceira, e que brevemente Oque
conchuda a paz.
Falla-se em um accordo d Inglaterra, Franga,
e Prussia para impr as potencias allemes a uniao
pessoal dos ducados com a Dinamarca.
Dizem os jornaes austracos que elTectivamente
a Inglaterra e a Russia desejam que a Dinamarca
obtenha na dm definitiva, mais do que Ihe eonre-
dsram os preliminares, mas declaram que nao bao
de ver sati-fito bons desejos; que a Russia est
desputada porque a candidatura do gra-duque de
fSifemnurgo que ella protega nao lem probabilida-
de do bnn exit.
Para aflastar todas as ideas de tima allianga das
tres potencias diz a imprensa allemaa que a Fran-
ga est em relago com a Prussia a que estas reia-
ges se tornaro mais intimas, a se ostendero a
toda a Allemanha, proporgao que augmente o
interesse de loglaterra e da Russia pela Dina-
marca.
O gabinete dinamarquez propz segundo se alar-
ma a arbitragem de urna potencia neutral para
Star a questo da qual o activo da mouarcbia
dinamarqueza que pertencem aos ducados, roas a
Prussia nao aceita esta solugo.
O partido dinamarquez tura grandes esperangas
na allianga da casa real dinamarqueza com o her-
deiro do throno da Russia.
A_ Dinamarca propara-se para aceitar com resig-
nagao a sltnago que file possa resultar de una
guerra dosa.-trosa, e tratando de defender com
energa os seus interesses nao pensa nos sacrificios
passados, nem naquelles que ser obrgado a
fazer.
Confia as suas alllancas, nao se lembrando de
que a allianga com o principe de Galles nao foi
bastante effleaz para attrahir o governo inglez e
defender lealmente os interesses dinamarquezes.
O governo prussiauo mandou suspender os trans-
portes de materiaes para a ilha de Aleen. r>ois re-
nunciou por em quanto a fortificar aquella liba,
reservando-se para comegar na prxima primave-
ra aquelles trabalhos com maior actividade.
O governo prussiano apezar de ler distrahido
a attengao do paiz para- a poltica que adopt >u no
estraogeiro, nao delxa de receiar a iniengo in-
terna.
O govorno est resolvido a convocar de novo as
cmaras, para regular a questo tinanceira.
Tem havido conferencias entre os homens do
partido liberal, pretendendo o governo que a cma-
ra se nao opponh* absolutamente orgauisaco
militar, prometiendo em troca por termo ao cn-
llicto constitucional, o ao qae se sasctlou a propo-
sito do 1 remenlo. Ha ttvsaanos quo a Prussia
nao tem orgamento apnrovado".
Diz-se que os de potados continuam a ao querer
fazer concesses quanto aos orcamenlos c outras
proposlMB de lei qua se referem fnzenda.
Se continuar a resistencia tencona o governo
dssolver novamente as amaras, e recelando que
a eleigao appreseote, como ltimamente aconteceu
aes mesmos deputados, tenciona promulgar urna
nova lei cieitorai que o lira de lodos ot apuros.
0 principe e a princeza da Prussia sao esperados
em Niza onde tencionam passar dous mezes em
companhia dos seus lilhos, depeis de baplisar o
reccm-na>cdo.
A Austria vai reunir extraordinariamente a
cmara popular; em vista da profunda imprassito
que causn o convenio de 15 de setembro.
A Correspondencia Zedler afflnna que antes de
terminarem as negaclagoeso imperador aosFrance-
its offerecera ao gabinete austraco tomar parle
as conferencias relativas a Roma, que a conven-
gao s a concluir depois de ter sido regeiado
este convite, flcando deste modo a Austria privada
de toda a aegao nos negocios italianos; conhecen-
do porm, o gabinete au.-iraco o perigo daqurlie
acto dora ordem a Mr. de Metlernich para partir
Paris para pedir explicages ao gabinete dos
Tuilhcrias.
Attribuio-se a viagem do imperador Hungra
a idea poltica, pois o estado do paiz e as suas
c nstantes maoifestages pireciam ter attrahido a
attengao do Imperador, que com a sua presenga
pretendera acalmar os nimos, e preparar os posos
para as medidas qua se propunha adoptar tenden-
tes cmancipago daquell parte do imperio aus-
traco.
A viagem do imperador nao leve porm o alcan-
ce poltico que se Ihe attribuio, pois foi nicamen-
te inspeccin r as candelarias do estado e a forta-
leza de Cornom.
A reconciliago da Hungra com o imperio
impossivcl em quanto Ihe nao fr restituida a sua
constituirn e autonoma ; mas o governo austra-
co nao tende para semelhante medida e quer
manter a centralisago unitaria do imperio, que
todavia nao exercida com as formulas pres-
en ptas.
A Baviera e o Wurtemberg adheriam ao?
tratados do ZaHvereiu, podendo considerar-se boje
ultimada e reconstituigo do Zollvercin, que de-
vid aos esforgos do governo prussiano que nesta
parle se acbou apoiado pela maoria da Allemanha,
que teve s em considerago as vautagens que Ihe
resultavam dos principios liberaos introduzidos na
poltica commercial da Prussia.
Se o governo da Prussia adoptasse igualmunte
na sua poltica interna as ideas liberaos, consegui-
rla indubitavelmentd verificar a reforma federal,
para que trahalha ha tanto lempo.
tratado da Franga com a Snissa foi ratifi-
cado pelo couselho de estado por urna maioria de
31 votos contra II depois de urna discusso qua
durou tres dias. Nesta cmara, assim como na ou-
tra, as censuras drgiramse menos contra as cs-
lipulages da convengo approvada em geral por
todos os partidos, do que contra a infraego da
constituigo federal em consequencia dos Israelis-
tas estrangeiros poderem tomar parte nos diretos
das outras cidades.
A adopeo deste tratado forja o governo helv-
tico a modificar a situago civil dos Israelitas suis-
sos ; questo que j tem sido estudada e que ser
em breve decidida pelas cmaras.
Prepara-se em Londres um grande meeting
com posto na sua maior parte de operario?, para
a-sentar as liares de uina associago universal de
lodosos trabajadores contra o poder industrial
da capital. Muilos operarios allemes tem sido de-
legados pelas suas respectivas corporages para
representaren! o seu paiz neste congresso do tra-
halho ; espera so tambem que assistirao a ello al-
gn- operarios francezes, como representantes da
Franga industrial.
O governo v indiflerentemente todos estes tra-
balhos, e apenas a auloridade administrativa viga
c-vai>n da ordem.
i^. i3 correspondencias de Inglaterra fallam
do desconteutamento quo lavra entro as classes
operaras.
Em Meddlerborough extraordinaria a excita-
go dos nimos. Reunio-se, all urna assembla a
ipie assistiram perto de cinco mil operarios. Oes-
lado deste districto tal que o governo fui obrga-
do a masdar para York um destacamento de I111--
sards, o mais alguma tropa tem ordem de estar
prompla a marchar com primeira voz. Em liir-
minghane immediages tambem se espera torga ar-
mada para manter a ordem.
Olugar-tvnente da Irlanda pedio a sua demissao
sendo substituido naquelle cargo por Mr. Wade-
baise.
H mve porto de Londres urna explosao em tres
rmateos do plvora que coniinham 21,160 libras
daqnelle combuslivel, e do que resullou quarenta
morios e bridas.
O principe a a princeza de Galles partram de
Stockohno para Copenhague.
A* assembla nacional em Alhenas continua
a discutir a nova constltuic/io para o reino da Gre
ca, e tem approvado alguns artigos em que se
consigna a bbnrdade de associago, a inviolabili-
dade do domicilio, a liherdade individual e a lber*
dade de imprensa Alm destas disposiges a as-
sembla resolveu a aboheo do senado, tirando pa-
ra o futuro a nago helenica representada por
urna s cmara. O rei que era obrigado a esco-
Ihcr os seus ministros s dentro os deputados,
membros da cmara, ter a facuidade de escolher
romo Ihe aprouver os seus conselheiros responsa-
veis.
Estas medidas tem sido favoravelmente acolhi-
das pelo publico A optiosigao na cmara procurou
tirar partido dos debates, mas os seus esforgos e
manejos nao conseguiram abalar a maioria. O mi-
nisterio conta com o apoio dos deputados Jonios, e
trata por todos os meios e como auxilio da assem-
bla nacional, de restabelecer corapletamene a
ordem no paiz e a regularidade em todo os ramos
da administrago.
Sao pouco satisfactorias as noticias do Argel.
Tmese urna suhlevagao geral, no estado errique
se acha a colonia. 0 general YarulT acha-se com o
eommando de duas columnas de tropas e pompto
ao primeiro movimento.
0 marechal Mac-Mahon, duque de Magenta, pe-
dio reforgos e o geverno francez prepara urna im-
portante expedigo O novo governador geral da Ar-
gelia tenciona emprehender urna grande eampa-
nha para a prxima pimawra.
As desergoes aagmenlavam e os inimgos aug-
mentavam a insurreigo que sem ser geral j in--
pirava serios cuidados. A grande Kalilia porm
nio se tem levantado; parece ipu lem contribuido
mnito para isso o forte Napoleao, ciluado no centro
das suas moutanhas.
0 marechal Mac-Mahon, apenas chegou a Argel
publicou urna proclawagao annunciando que o im
perador ha de fazer Rustica completa as reclama-
colonos e dos ndigeaas. Diz o governa-
dor nesta proclamacao que as tribus s terara que
es dos colonos edo'sndigeaas; BteoSSISf^gg.1!!^J".1"!'*"." ,w!-
1 < i! os stminansias ale abe, onde pre-tarai
pre-tar.im juraiuea-
lo a tomaram posse dos rpsiim-iiviw im-i>i n
que,xar-so de s, no castigo que os espera, urna vez a d farerdoI(.s duw?Tac a
que persistan) mais lempo na sua cegueira. ,iam..niB !,,.< rn,.e,.., 1 ?
O general francez Jolive. repe^ 1 ataooe da g^fftslbTyllJl^^^^",^^*^^- A
1.-.00 rabe.- coussndo-lhe graves pardas. O ala-. m^Z^^^SS^ Z ? .""""
que toi multo renhido, flcando mortos no campo 86 lJ5a5k
francezes.
As ultimas noticias do Mxico sio favoraveis
ao actual estado de rou*a=. O imperador Maximi-
liano foi acofhida com eniliuslasmo aa sua vugem
as provincias.
Jurez foi desalojado de Monterey; a expedigo
contra Maiamouros teve completo xito, sed de-
notado o general juarista Cortinas cora granda*
pardas.
t coronel Touvre atravessou no de agosto o
desfiladeiro de Candellaria, perdeudo o iuimigo
l'i'i homens, e abaudonaudo aquello excellente
ponto de danza.
O presidente Jurez linha chegado a II de agosto
a Yerba .\ueva e teuclonava estabelecer a sua re-
sidencia em Pedras-Negras no noria do estado de
Koharhiula.
Levantou-se o bloqueio da bahia de Mouzauillo.
Nos estados do norte cessou a opposigo ao gover-
no do imperador.
Deve brevemente embarcar em S. Nazare para
o Mxico, um destacamento de voluntarios belgas.
O capilo general de S. Domingos o Sr. Gau-
dar passou a 31 de agosto para Porto Prata, ata-
cou o immigo as suas posigoes prximo da pra-
ga, destruio o seu acampamento, loinou-lhe 6 pe-
gas de artilharia o causou grande numero de mor
tos entro os quaes se eucoutrou o general rebelde
Benito Marlinei.
Em Cuba e Porto Rico nao hava novdade na
ultima dala. Depois do Iriumpho de Peno PraU
o general Gaudara voltou para Moutechnsto, onde
eslava a 2 de setembro.
A quasi unanimidadeque o general Mac-Clel-
lan enconlrou em Chicago vai-se modificando. Mac-
Clellan pretendendo deixar livre o voto dos eleito-
res explicou-se francaineute na caria que dirigi
a convengo declarando que aceita*! a candidatu-
ra olferecida, mas declarando que no seu entender
o reslabelecimento da unio no seu entender a
condigo sine r/ua non de qualquer accordo com o
sul, e que para o conseguir promeltia sustentar a
guerra a todo o custo.
Esta declarago produzio grave impressao no
Fndo o acto, numeroso fogoeles sub ra as-
ar, e suceesM*amcnls at chegarem lodos ao re-
minarin, cujos sino*, misturando os mor ons rfm
os da msica militar mencionada, que de anien- v
tiuha vindn p,stor-seahi, e tendo |H>r compan
ra* os lis S* .Francisco a ainda mais, reuni-
das ao entnusiasmo, de que se acbavam possadss
Mos os corages, eausaram essas nmutiet, t\
se dio ; mas que fallecera lingua humana mete*
de explicaco.
A msica, que continuou a tocar todo o di.i.re
tirouse as 7 hora* da noute ; em que liiumuKu-
se todo o seminario
Fizeram actos na Facnl lade de Dir.-ito n
dia 28 do correle os estudantes seguinles :
1 anno.
Vicente Ferreira Comes. SfflBMMMe.
Praneelino Das Fernandes, idein.
Francisc o Xavier dos Res Lisboa, dem.
Jos Pedro de Parva Baracho, simplemente.
i" anno.
Adolpho Lamenha Lins, pleuamenle.
Antonio dos Passos Miranda, idem.
Duarte Estevo de Oliveira, sunplesmenle
Candido Alves Machado, idem.
> anno.
Francisco da Uunha Machad-) Pelosa Junior
plenanfhnte.
Jos Ignacio ds Albnquerque Xavier, suwplci-
mente.
Antonio Carneiro Antones Cuimarac. plenatr.
Francisco Domingues Itibeiro Viauna, idern.
4* aun'.
Julio Cazar Comes de Castro, plenamente.
Therdoreto Carlos da Faria S011I0, dem.
Venceslao Garcia Chaves, iiiem.
Espiridic Zaniiro de Souza Lopes, idem.
I Francisco Xavier de Mallos Tdles de Meoez^v
simplesmenle.
I i'* anno.
j B-nto Ciciliano dos Santos Ramos, plenamente.
1 Joaquim Corra da Araujo Jnnior, idem.
I Jos Francisco de Paula Correa de Araujo. Mero.
Hojeas II horas em poni, VrVjsf.....lia a
rja
partblo deinocratico que por Mos os modos J-La^B. ZSV^E^
JuMa& Z?Z;sVar,^r,K'eder a uma nuv" de Joo Fernandes Vieira n. 5i penencentc
1 eTu( r ,* Cl";V' f" qUB a i ausentes Klein* Ma.tins, por iniervenrio do agente
candidatura de Mae-Clellan nao lera nesta segn- | FinU)i na refertda fabrica
da reunan as mesmas vautagens. Ha scisao en-i 'a.
.Uge
tre es demcratas augmenlatido as probabilidades
da reeleigo de Lincoln.
Os generaos Fremont e Cochrane retiraran) as
candidaturas para favorecer o general Mac-Clel-
lan, parece porm que est duvidosa, pois o parti-
do demcrata quer levar presidencia um parti-
dario do paz, no sentido da separaco das estados
do sui.
Devem provavelmeute reunirse novos meetings
para se resolver sobre a linha de conducta que
convm adoptar na prxima eleigo.
Acredita-se geralmenie que depois da eleigo do
novo presidente, se seguir iminudialaineule a paz,
mas tudo depende do candidato que tor elevad ao
supremo carga da repblica.
Atlanta cabio em poder dos federaos ; o general
Shesidaui derrotou us confederados as iminedia-
ges de Strasburgo, perdeudo estes 16 pegas e sen-
do perseguidos palos federaes. Os confederados
chainaraui s armas lodos os homens de 10 a 50
annos.
Birnees tornou urna posigao importante quo amea-
ga Riclimond, estao os federaes a 5 mllhas daquell
cidade. Marcbam dous exercilos federaes sobre
Rchmond.
Um destacamento de confederados capturou ao
iuimigo dous navios no lago Eris.
O geaeral mexicano Cortinas que tora derrota-
do em Matamoros passou o Fexas onde se fez ci-
dado americana, e-ofteieceu os seus servgos ao
governo federal.
Receia-se um emprestimo forgado de Vene-
zuella em Caracas, visto a penuria do thesouro, e
o ino xito das negociagoe.- couiegadas em Lon-
dres para all contratar um empreslimo.
Rebeutou uina revalugo en Veuezuella, ciuco
estados se declararan) independemos sob o pre-.
texto de que as tiuangas tem .-ido dela|ddadas e
arruinada*.
O chefe dos insurgentes anamias morreu
por occasiae de um reunido combato que houve j
ora Gocony. Eucontrarara-se-ttie importantes pa-
pis, provando que aquello chefe era agente da
corte de llu.
Repabticao da polica.
Kxiracto das parles do dia W de onluhro do l*
Foram recolhidos casa de detengan no da i"
do corrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica. G-
me Damio dos Santos, por enme de furto de ra-
vallos.
.V ordem do subdelegado de Sao Jo*, Joo Ri-
beiro Pessoa, dispo-igao do lencnte-coronel ic-
crutador, Candido Leodeirario da Silva, Franrisco
Jos Santa Anna, para averigoacBe, Jo;io Lmrea-
co do Nascioienlo Paxn, por disturbios, e Aoaaro,
escravo da Agostinho Jos dos Prazeres. por sos-
pe i to.
A* ordem do da Boa-Vista, Manoel Antonio de
Souza, para correcgo
O chefe da 2" seceo,
j. G. de Jjtapam
Movimento da casa de deienco do da ST >
eutubro de 186 i.
Existiam..... . M presos.
8
6
Existem...... . 351 >
A saber :
Naconaes___ 286
Mnllieres..... 3 t
Estrangeiros.. 16
Estrangeiras.. 3 >
Escravos..... 3".
Escravas..... \ i
351
Alimentados a rusta dop cofres provinciaes i. i
Movimenlo da enfermara no dia H de outubro
de 1864.
Teve bafxa :
Pedro Antonio Colfez de Sao Pedro, rheiimati-mo.
Pa*ageiros do vapor iaglez Oneidu, entrado
de -ouampton o portos httaraaHMi :
Jos Gomes de Amonni, Mara Candida, n
Joo Pereira Moutinho Ilum*. dilpfca l'
Moulinlio, Malina E-meranlina M^oiioho
: Martinsde Barros Jnior, LiiHiiido iHvmpi>< K- '
Este fa-to mostrou a irapossibili lade de ratificar nH 0n,(1(, M|| e m seilhl.ra. alteres f .m .
de Souza Silva Cinba. sua Matan, I lilbo imnw
o ultimo tratado.
As ultimas noticias do Japo dizem que os
inglezes coocederam am novo praso de oto das
amo- de atacar e bomoardear a cidade de Simo
rosaki.
A batera Prince Chotieu bombardeou dous na-
vios inglezes.
(J citolera faz estragos em Shanghas.
A nova crise ministerial sin llespanba OCCI-
siona la pela circular do ministro do interior Cot-
zales Bravo, terrainou sendo derrogadas as dispo-
siges dessa circular, em que se recouimeii lava
que se nao inlerrompessem as inspecces ua occa-
so das eli igoes.
O ministerio quer caniinhar na sonda liberal e
pretende nao se envolver as eleigoes prximas
para as cmaras e para as municipalidades.
A ramha Chrstina entrn em territorio hespa-
nbol (Mil 7 de setembro, entrando em Madrid no
dia 30, foi muilo bem receida as provincias e
na corte. Parti para as Asturias a 12 de ou-
tubro.
Tornou conta da pasta da marinba o general da
armada D. Francisco Amero y Pearanda ; o Sr.
Couzalns Bravo galla intimamente esta repartiga.
A questo com o Per nao est ultimada nem
mesmo ,-e encaminha por ora a um lim concilia-
dor, pois aquella repblica pretende o abandono
immediato Jas illns Cuinclias como condico para
entrar em neuociages com o governo liespanbol, e
este quer recebar primeiro a- satisfago-s exigidas.
O general Pinzn foi nomeado conimandaulo da
esquadra do Pacifico.
Em Lisboa abrio-se a 28 do plisado uina expo-
sigo agrcola e devia fecliar-se poucos das depois
da sahida do Oneidu.
Os despojos moriaes do infante D. J'iiio irmo de
el-rei que eslavam depositados na igreja de Sania
Mana de Belm foram com toda a .-olemnidade
trasladados para o jazigo da casa de Rragauga em
S. Vicente de Pera.
O principe real D. Carlos, no da em que fez um
anno do idade toi agraciado por seu augusto pa
com a merc de comiaendador-mr das ires reaes
urdeOS militares de Nosso Senhor Jess Clirislo,
de S. Rento de Aviz e de Sani'Iago da Espada.
Foi reformado o servico das obras publicas, se
gando a autorisago que'o governo linha recebido
das corles. Fallava-se ein novo emprestimo do go-
verno negociado etn Londres pela casa Sien llro-
ther, comiudo as folhas goveruaineutaes desuien
tiam o boato. Tinha-se concluido e assiguado 1
tratado de demarcago de limites entre Portugal e
llespanba.
Importantes medidas arabavam de ser tomadas
pelo ministerio dos negocios estrangeiros em or
dem a regularisar os consulados portuguezes no
Brasil.
Chegra a Lisboa o eminentissimo cardeal pa-
liiarcba que se acha va nos Pyrenos. Tinha tam-
bem chegado a Lisboa o Sr. lu o de Itamaraca,
nosso mini-tro uaquella corle.
Conclmo se o datado com a Blgica para a re-
missao dos diretos do Escalda. Houve nolavel
reduego de diretos.
O .-odo dos offlciaes dos estados da India Portu-
guesa foi augmentado em 30 por cerno Foi publi-
cado o cdigo penal e disciplinar da inarinha mer-
cante. O conde de Sobral (Horinauo) liaba casado
com a lilha dos condes da Lapa.
e I criada, Rarhard II ighes e sua senlmra. II nr.
Pelcher, Joiin Br.-ken Sierens.m, M..n -el *ia S
Aogueira e sua sentare, Henry de la Crange. Frli\
Pereira da Silva e sua asatosa, Jwd aaaa*s a "b-
veira. Jos Clemente de taita, Manuel Rrrnar.liao
de Moraes, Domingos Jos de Souza Peixoio.
i'into da Ciinha, Viiv nle Peres, Jos Pasv#a C.r
dozo, Joo Francisco de CarvaMa Jnior. HO |>ara
o- portos do sul.
Pass igeiros do rapar inglez Otteuht, sabido
para o Rio de Janeiro a Bahia.
Rosa Rodrigues do Mearen, Henry Liar, e J.,a-
quiui Ribeiro de Souza Froes.
r -Tm-iV. mu 'MrxsQtxj*'Km
MMfaGiDS.
PERNAMRUCO.
RRVISTA DtlRIA.
Verificou-se, como haviamos annuneiade na
qninta-feira, a posse dos Rvms. chantre Jos Joa-
quim Camello de Andrade, e conego Jos Mar-
ques de Castilha.
A's 10 horas do dia, reunidos no seminario o
Exm. S-. Dr. Vigario Capitular, os Rvms. lentes,
eonego Gama, D. Abbade, vigario Guimare,
Fre Espirito Santo, Ignacio do Santos, Salgado, e
os llims. Srs.conselh-iro Jone Benio, Drs. Braz de
Souza, Tarquiuio, Drummood, Aprigio Gomaraes,
Fonseca, Souza Res, Jos Bento Flho, Torres
Bandeira, Soriano de Souza, alguns academices c
O Sr. padre-me-tre Vicente Ferreira de SiqaataJ
Varejo. saliendo i|ue exi-liam diMimieni -ira
sprem publicados, em os quaes era elle contraria-
do no que acerca dos pontos hara referido a lign-
inas pessoas, antecipon sua di-feza, no Pwrm 4t
l'ernamhuri) de hoje narra urna historia toda dille-
rea da que a pnucipio conlava.
Visto que Irazido meu nome nessa estudada
historia, correme-iue a obrigaco-de e fu lar o ijua
lia de inexacto.
Nao sei como um padre, qne invoca oval- r de
sua coiisciencia, vem em publico affirmar iaexac-
ldes.
Diz o Sr. padro Vicente, que da- depois do ca-
me de habililago das caeiras da Hamarar e Vi-
Cenria, eu Ihe mostrara os (ionios em *ua ca E' falso, porque eu nao poda mo-lrar aipilo
que nao tinha. Quaffi os Mata >' nios n-lroo.
como ja disse ora meu aite-tado que foi hj* pa-
blicadu, era o -r. padre Vicente que se jactava V
ludo poder conseguir por meio da unta pidina aa>
creta que dizia ter. l-'.u nunca use desses ariifi-
cios, nem to pouco leccionava punios (M>r IWl-S e
'li.i.5 rs. para depois influir na mmieaco da i-xa-
minadores.
Esses pontos a que o Sr. padre se refere sao m
de urna publica forma que roaudei tirar, quando
em margo do auno pas-.ido tivec.tm o -x-acreCi-
rio urna disca-so. coiii o intuito d puMi-
ca-los, se |ior ventura elle tornas-e a re>pw-
der-me. Para haver essa publica forma, aja wn'fc
eu at enio nenbuma copia da ponins, recorr a
um amigo de nos ambos para obler por interme-
dio deste os ponto- que eslavam em voga, a <|ne
me constava existima em poder do Sr. padre T-
cente, aiiui de ipie pod-s-e mandar copiar por ou
tabclliao ; 1: elTectivatneOle a-*im auccedao. M*-
trei dita publica forma a varias poseas, a lien
provavel que tambem a mo-trasse ao Sr. padre T-
cenle. Ora. o exame d.-js radeiras da I tama rae r
Vicencia foi em 186U ; acorn p>is, que sem a
publica forma datada 1- anno pa--a.ln. il^sn#ett
apresenla-la ao Sr. padA Viooteam t Agora voii provar ipnV en nao liona as ponfo*
qne o Sr. padre Vicenta se refera, anda .pie o fa
goconslrangidamaule, e s por amor da wrda.1.
Em julho deste anno dirigi-me a casa d lim*.
Sr. Dr. Jo< Soares de A/evedo, a apreea4ai-lta es
pontos da publica forma w o desia anno, isto .
rindo nessa occa-ia
ponfos dos aoia>- as-
ido, que eu os baba
oa, e i|u> ia ver os
miar lamiani. Invo-
hooada do Sr. Dr.
s os de r inimatiea.
que me constava, disse
teriores tambem tinh:
visto em tHiiler da um;
poda obter, allm de os
co o testamiinho ei|
Soares de Azevedo.
Fique porianto ronvenriuo o 3r. padre Tirtate,
que os artificios da mentira por mais bem rmmht-
nados que sejam, ji/nais coaseguiro aataxar
bruno da venlade.
Recito, 28 deoul -ro de 186i.
y iplicio Vi Crmz Hiarre.
Como o Rvd. Sr. Vicente Ferreira de Siqoeira Ta-
rejo, mi sua correspondencia publicada a* Ufaras
de hoje. invoca o meu le-lemunm snave mm mri-
denie na questo suscitada a respeito da YvaSga-
go dos pntoS) para examas de habint*ca a a*a-
gisierio da iustrucgo primara, riuapss aii 1"
MELHOR EXEMPLR ENCONTRADO

MUTILADO


)
Diarlo de PcrBabor Abitado 99 #* Otitubro 4c i -
rar que efectivamente otn das da margo prximo
passado ouvi dizer ao mcsino Sr. padre Varejai,
qu os p mo; sainan da urna, mis que ni>s > nao
tinluin arto o Sr. ex-seeretario Salvador Honri-
<]i! I'- Alhnqnwqu* u-jni algiiin dos oulros clavi-
clanos da niesina tirua, o sim uin outroindivi-
dai, eiij) nomeahstenlio-ina de declarar.
Nada tenho de meu cosa essa lula, visto nao ser
.enebro do conselho director.
Recife. 28 da oulubro de IHGi.
O director da Escola Nermal
F. Rochad P. B. M.
PUBLICARES A PEBIBO.
Pergunta.
rergunla-se ao Sr. Jiapiim Gerardo dfl Bastos,
o motiva por que no jornal do R'nfe de liootein
o primeiro andar, Unto na frente como no oitao,
tando grandes salas, guari*, cosnha c um peque-
no quintal, avaliaJo oin 33:000$, 0 qual vai pra-
ca por execuoao de Jos Pereira Bastos contra
francisco Antonio d'Oliveira.
E nao havendo lancador que, cubra o preco da
avaitacao, ser a arrematacao feita palo valor da
adjudieaeao eom o alate da lei.
E para que o presente ch-gue ao cooheeimento
da todos, ser publicado pela imprensa e afiliado
na forma do estylo.
Cida-le do Becife, t da outubro de 1804.
fin Manuel Maria Rodrigues do Naseiraeoto, es-
erivao, o sobscrevi.
Trislao de Alinear Araripe.
Subdelegada da freguezia das Togados.
Por esta subdelegada acham-se depositados dous
eavallos russos pedrex, o quaes foram aitpreben-
daos como furlados, e um pequeo relo^io de ou-
ro que foi tomado a um menino que disse o ter
adiado : quem se julgar .rom direito, provando,
Ibes serao entregues.O subdelegado,
Manoal Jos da Silva Grillo.
Crrelo geral.
Pela administraco do correio desta cidale se
faz publico que em virtnde da convenci postal,
celebrada pelos movernos brasjleiro c franeez. se-
ra* expedidas malas para Europa i (lia 30 do
corrente palo vapor francez fearn.
""S"
DECLAMCGES.
Pela thesouraria prorincial se faz publico,
nao transrreveu o non do Sr. segundo secretario 1ue a arrematacao do imposto de 3O0 por cabe-
Ja directora do Gamne e Portuguez de Litura, j 9a. "e B*do vaceum do municipio de Iguaras.-,
assim romo o fez coin os outroi quatro membros, ,0.' ""'"ferida para odia 3 de novembro prximo
pois dev saliar que foram de/, olhos que Ihe de-1 "'ndouro.
rara o merecido despache, nao oilo, eom diz j secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
8. S ; aera lOrqtM o mesmo Sr. Manado secreta-: "uco d" outubro de 1864.O secretario,
rio toan Martins de Andrade. seu amigo T ter a A. F, d'Auuunciaco.
directora d'twtre eus membros algum Judas ? ItKpai'CO lias ObTUS DBuliCOS.
De ordem do Sr. engenheiro chefe interino da
Responda, Sr. Bastos, falle verdade urna vez, j
As cartas sa-
rao recebidas at 3 heras antes da que Tur marea- nni. ........
da para a sabida do vapor, e os jurnaes al 4 ho-' lS aeOliveir^AzBvedo C.
(juera partenenr em I lao 311 nejos do sola mar-
ra Pem um o.i mais lotes a tontada : q;nru-f ji-
ra t da novembro ni armazem da Couipanlua
Pecnamhucana, s tO horas da manliaa.
COMPANHIA BRASHEIBA
paquetes a VAH'OK
i i Dos portos do norte pspera-
^^|rSl\ do at o da 2 de novembro o va-
--'.^'kT;^.DOr Paran, rotnmaniUnte o ca-
ca^^aadfeil'il;'10 *''' fragata Sania li.irli.ira. o
^SGliiJHpPcjual depois da demora do ooslu-
me seguir para os porto.- do sul.
Desde j recebem-se passageiroa s encaia-se a i c
carga qUe o vapor poder conduzir, a qual dever e?unaa-eira 3 ( do corrento s 11 horas,
ser embarcada no da de sua chegada, enconimen-
ras antes.
Administrado do correio de Peraaniauco 24 do
outobro de I8G4.0 administrador,
Domingo dos Passos Miranda.
g'BJ---------------------.....i i
que lamas o tem deixado de faier. Espera pela reparticao das obras publicas, se faz publico que o
resposta um seu coucurso para o preenchimenlo das vagas de con-
Aimiiodor.
0 perfume da fcemisaberio occidental.
O perfume o mais balsmico e aromtico de
asnina se anbeetU por sem duvida a agua de
Florida d Murray & Lanman. E' o verdadeiro
espirito, a verdadeira essencia das fl ires encerra-
das qual asmodeo em nma garraflnha de crystal.
_ vagas de con
ductor tera lugar na da 28 de novembro, as '10
horas da manhaa, nesta secretaria, o de praticau-
tes e escreventes no dia 29 do mesmo mez.
Os concurrentes seriio argidos as materias
constantes do prograiuma abaixo transcripto, ap-
provado pelo Exm. presidente da provincia.
Os requerimeutos para ioscripc dos candidatos
devero ser presentados at o dia 25, e podero
das e dinheiro a frete at dia da sabida as % ho-.
"; ??.e:?c'Iua Ia O* ".' .?sr.riP,orio dc Aq- I far **> da diversos moris novos e usados
saber: 1 uubilia de anarello usada, 1 dita nova,
LlalLAO
DB
iMOVEiS
nda-feira 31 do corrento s II h
CO 0 gt R Qi SIMtES
GOMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.taveaja^o costeira arapor.
1 guarda roupa. 1 grande mesa propria para sor-
vele, urna rica mesa toda de podra, 1 machina
para costura, um lavatorio rom pedra, 1 sautua-
ParahThs"'Msig uJT~ V ~ ",~~*'~' r"!' n,Sil|a nmiuena deamarello, 1 commoda, 1
raraiiyDa, Nalal, Macao, Aracaly, Ceara, cab.de, l cama franceza de Jacaranda, i dita de
Acaracu e Granja. ;auweilo, 1 cofre de ferro, J cama para solleiro e
Na dia 7 de novembro segu pa-outrosniui,'s:,r|iosda geni que ser vendido
ra os portos cima Indicados um ,urto I*'0 >*" P<"eco ao correr do martello, :io
dos vapures desFa companhia, s 5 armazem a ra da Cadeia do llecife n. 48.
horae a trde. Recete carga so- ra ru v n,,,,.,,.------------- i
_ meote al o dia encjmraeiMli.s. f li I i\N| llti
, passage.ros e dinheiro a frete at as 3 horas do (i |*|a B- *J", > TTT
da da sabida: cscrlptorio no Forte do Mallos nn- ,e,,d0 P*ra SCVla-feira O be UflVCIU-
I mero L
EMPREZA
(.FJU1AMI & COniKl!\.
Recita cxtraordiuarla.
SAUBAO, 29 DE OUTUBJU) DE MU.
OS
DE
PAQUETES A VAPOR.
O sen aroma (reto qual o de um raimlhete re- ** ",s,rn',os rom quaesquar doirumentos ou lilu-!
.. ^ ... hit: .i'iiitililicii fina i!, mi.,! >> ,., i., i i _^.. i
cen colhido e composlo de odorferas fiares, e
mesmo depols que este marcha e perde seu chei-
ro, este perfiMU imlestruclivel persiste no objoc-
to que ha tacado tao pnro e delicioso como no
principio. No salao calido, no bando, como en-
fusatono; como aroma fino e delicado para o
leii'.M. vestidos e a pallo, ou diluido, como meio
ant'irritante para depois de se lar fallo a barba,
sobrepuja e excede todas as mais aguas aroma-
ticas para o loucador, incluindo at mesmo essa
lio afamada agua da Colonia de Joao Maria de
Faria.
Aeha-se venda em todas as prioelpaes droga-
ras e luja de perfumaras.
EBRATAR.
Na correspondencia do S". Dr. Keitosa Filho, pu-
blirada honlem, alm de nutras de fcil emenda, I
leia-se na 2a pag., 1* col., 4" liuha, em lugar de
razaorazos.
MARTYRES
DA
bro, as H Inuas, a ra da (la-
(lea n. ;;.
E' um bom patrimoaio.
17 casas, chao proprio, pequeas para pobreza.
CASA OA FOBTUiU.
AOS UiHiete* g,*rmmtmm
j i' ra de i>r>jpo n. 2.1 e casas de tnii
, O atiaixoa.>sijriiailo vend<-u himmm imrn i*U-
zes billp-ies aranliJos da Iwiena qiw m neaaeei
de extrabir a benoHcio da matriz e Plore* i
segulntes premios:
N. 27/i um meio rom i\onn/jon)
. 7.o u.n ni io rom Tinajona
N. 1170 dous quarttx ruin HOOSflHt
K QatHH inultas de Sutii, !Oi5. 40J c I2.
Us posMijure.- endosa vir Manieff se o* eV*-
con.os das leis na Casa da Fortuna u ra Ou Cnan
po n. 23.
Acham-se venda os da anana la par* da
terrrira lotera a lienclieio do Uinira de SinU
Uabel, que se exlrahira uo da i d*
Prepon.
Bilhetes inteiros.....
H"......... 3JAOU
Quarlus........ HnfJ
Para as pessoa qne cosepraren
de tOBJ para cima.
Bilhetes........ fiJSOA
Meios......... ,tSK
Quanos......, i 7i
Uinol Mtirttn* Finta
1

novem.,r^
Jos 6cieniinco que abonera a ca|iacidade dos mes-
mos candidatos.
Reparticao das obras publicas, 26 de outubro de
1864.
O secretario Interino, CBjjSSy
iVnaonJ Loumyo de Mattot. PERSONAGE.VS.
Progrmala do COOCIir*o para Constancio, cesar do Oeci-
c uihieloro. |>rall( autos e es- denl.......
revales da reparticao das < ScSJ,a,ricio romano e
obras publicas. Orosio> che-to dos" cnris0'
Ui exames dos concurrentes aos lugares de con- octogenario.....
ductor da reparticao das obras puhlicas serao an- Gabriel, filho de Orosio.
nanenos pelas follias diarias, en antecedencia Dcio, grande sacerdote d
de 30 dus. jupi,er
Os referidos exaines constaran de 4 partes: Lucifer.
1.* Eleuieutos de inatdeiiialicas.
2.' Topograpbia e pralica dos iostrumentos.
3/ Elementos de astronoma.
4.a Desenlio linear c de aquarella.
A priuieira pan.- abrauge : toda a arithmetca i
' lado, (1UC d murada a
Porto.
Coimbra.
Germano.
Lisboa.
lira para es portos do norte. ^^
um quar-
e cacimba coin boa agua a
mendas. dinheiro aTretodtfl dial.;s"anid2; pr^Sde^renK STF f* "^
ra A7eveao ft ^-_________ da; os prelendentes podero examinar desde j,,
que devem observar gpfl taro bom emprego a
sou dinheiro, ijue tira um juro superior a um por
cento ao mez em predio acabado poneo temao,
bem negocio!! I
Ha col., final da correspondencia, em vez de ; algebra al eqnagSec do segundo grao, a urna so
nao posso acceilar face a face-lea-se posso incgnita ; geometra elementar, at avaliacao dos
anenitar face a faco. votamos, eom applicaco a culiaco dos aierros e
iescavacoes
|iplicac.'io a culiai;au
trignouietria reetelima.
P

ME1SI0.
..Ifaudega
Anndimento do dia la 27........
Mota do da 28................
946:666*919
29:7;t7166
976.i04i08o
Tiovimcai^ da alfaode&a
Segunda : Levantainento de plantas; nivelamen- Euprpia, dita,
i to; uso e discripeao dos diversos instrumentos, taes
como ni veis, bussula, graphometro, plancheta, tlier-
mometro, barmetro e redacco de relatnos, ou
expo.-icao dos trabailios exoeuiados.
Tereeira : Systama planetario; movimentoannno
e diurno da trra ; descripf.ao da espdera releste;
medida ao tempe verdadelii., medio e sideral; lati-
Indes e longitudes torrales.
Qaarta: Tiabalhos de plantas; perlis longitud-
Piotn.
Rorges.
Guimaraes.
Santa Rosa.
Tixeira.
D. Antonia Rogo.
D. Anloiiiua,
D. Camilla.
D. Maria da Sirva.
D. Maria Ponte?.
D. Francisca Ralbiha
N.N.
Senadores, litores, sacerdotes, sacrifleadores,
aunusiiices, virgens, centurioes, decenarios, solda-
dos, povo romano, povo cliri-iao.
A accao passa-se na cidade de Augusto (hoje
AngS'-oorM, no auno de 303 da era chrisiia, fon-
do imperadores : Maxjmiano Hercules, no Orienle,
e Deocleciano, no Occidente, e cesares, no Oriente,
Galeno, e Coustancio, no Occidente.
Todo o scenario novo e pintado pelo disiincto
Piulo, centurfao romano. .
Polion, guarda dos carceres
Isaac, judeu, escravo do Afra
O archanjo.....
Afra, cortezaa romana .
Marina, virgem christa. .
A f ...... .
Eumenia.oscrava de Afra .
Digna, dita
wmmmmmim
j No dia 30 de crrante mez es-
Q\ pera-so dos portos do sul o vapor
<$\Vfrneez Brarn, commanilante H.
v|6^^de Somer, o qual depois da demo-
tsSaaEPra do costume seguir para Bor-
deaux locando em B. Vicente e Lisboa.
Em S. Vicente ha um vaiwr em corresponden-
eh eom Gore.
Para fivtes, condicednse pass.^ens tratase qa
agencia na do Trapiche n. t.
CompaRhia Pornamlucana 4c navega-
Sexta-feira 3 de novembro, s 11
ras,ra di Oeiai 5.1, nar
iRazem do agente Eazebio.
Don easa terrea n
DH
102 na ra das
Precisa-sede tim sacerdovqoe na qoetra pres-
tar a ser capelln de una igr>>a aqui na aerial,
BMdsMM um eunirat* vniaj : inafcjO'r qiw
se gair prestar dirija-se a ra das Cruz* a JO,
primeiro andar.
~HSPTArpJTLGLEZ
HE
BM'KFH i:\IIA K.n PKIfi.
BMO.
De ordem do Illm. Sr. provedor conviJo aos se-
nil.uvs membros da unta adoiinistrativa e a Uxtw
os mais senhorev socios ;lc*te ho-pita!. a assi^iirea
a misen que por almi dos ja fsNsnMtn, lem V e*-
lebrar-se na oandla do nmanm llospuai. mus
du nofembro prximo vindojro, nnbe 10 Iwra da
manliaa.
Redfe 28 de outubro de |8->4.
Joaquim Perreira Mcndes iVjimare*.
j_______________ 1* secretario.
O abaixo ascjfnade rm virin .1 imsw
do superialendente da nstmda df rn nranseta
conlra qualqiior venda feita de Ierras de Gai*o-
Cinco Pon- PJ[ quaiito alem de ser neers^erw pror.-nVr
10-
; tas, chao proprio, rende 105 por mez, 2 salas, 2 a m,,di<;ao dos lormiea njlHs,
cao canje ra vapor.
Ilha de Fernando de .Nomiba.
No dia
quartos, cosinha fra, cacimba so a quintal mu-
rado. Ser vendida tambera pelo maior prego.
aerrpM-
Volnines entrados eom fazendas..
coin gneros..
Voluntes .sabidos eom fazendas..
cora genoros..
482
867
------1,349
221
632
------873;
Doscarregam no dia 29 de outubro.
Hirea nacional Bebedoura-diversos gneros.
Recebcdoria dc rendas luternas
ei-aes dc Pcruaiubsico.
de
novembro ao
meio da sepile
um dos vapores
da coiiipanliia pa-
ra o pre.-idio dc
Fernando. En-
eoromendas, pas>
sageirose dinhei-
ro a rrete at o dia da sabida s 1 i horas da ma-
uhaa: escriptorio no Forte do Mallos ti. 1.
naes; desenhos de cnanlnieeSes. i scenographo o Sr. Veneri, e consta do sesruinte
A. Le""'ef ''aia lugar uePrallcantes constarao, i. tolo. Lugar montndose e selvaxnm, tos-1
i Ci" V*i : (^u,'de grutas, que em lempo scannssnr-' COMPANHIA PERNAMBUCANA
i' Liugua nacional, abrangendo a escntpa, le-: marao. ue
toraeanalysesrammalical. a. acto Rica a sumptuosa habilaco de Afra. i\a*eeacO rosleira a vaune
2- Desenlio linear e de aquarella, ar.thmet.ca | 3. acto.-Sitio ermo c agreste. templo do T.m. n.hr? l. rvnK i-., i i*
em todas as suas operacoes, e geometra linear. Proserpina em ruinas formando a entrada das ra- ,aiuan'lj> mm Grande, Porto fie PedraS
Os exames para o lugar de escrevenle, constarao tacumbas, que em lempo, pelatrausformaeao deixa
de leitura e escripu, analyse grammatical, arilli- ver o interior
irfctica em todas as suas operacoes. J 4.- aclo.-o'mapnifico templo de Jpiter eom
ieraocxaminadoresno concurso dos conduelo- iodos os seus accessorios, esta deeoraeao 6 digna
re> o cnete da reparticao das obras publicas e dous de especial meneo neb "ostn c rtnnMD eam ann
lio do da 1 a 27........ ^H?*??* engenlieiros nou.eados pelo presidente da provin- i esta feila g
Caniaragi
dem do da 28
Consulado provincial.
fiendimentodo dMLi 27......... 48:7785924
dem do dia iS^TT............. 3:888f163

5." acto.Careare, emtemno transformado para '
e, Macci, Penedo e
Aracaj.
No dia 5 de novembro segu
para os portos cima indicados um
dos vapores des.-a companhia, as 5
horas da larde. Recebe carga
sement al o dia 4; enrommen-
iros o linheiio a frete at s 3 horas
) dia da sabida : e;criptono no Forte do
)
52.6675107
[Afl
N70 m P01
fleaco dos candi latos, segundo as habilitares, o
engenheiro am chefe, fara-uma-C4i)Qi4o--Ht pre-
Sidente da provincia, emittindo o seu juizo sobre o
inereciincnio individual dos meamos candidatos,
i ajnntando qnaesqner considoraQos que devem in-
fluir em favor da idoncidade do cada um dos cou-;
crrenles.
Esl confirme.O secretario uterino, Manuel
Lourenro de Mallos.
Coiuuiaudo das armas.
De ordem de S. Exc. o Sr. coronel conimandante
A msica do Sr. Colas Filho, foi escripia expes-!
sanente por este artista eom o gosto que lodos lliei
roeonhneom.
O vestuario novo e ao posto da poca.
Comecar s 8 horas.
Navios entrados nn dia 28.
Southampton e portos intermedias18 dias. vapor,
Inglez Oneida, de 1372 toneladas, commandante *M nemas, em virtnde da aulorisacao da presiden-
P. M. WiKilcolt, equipagem 120, carga lazendas cia conferida em officio de 20 (teste mez, coniraia-
e oulros gneros. i se u u capello para o presidio de Fernando du u-
Barcelona por R-rnicarloi8 dias, patacho hespa- ronha.
nliol Firnem doMonurrat, de 122 toneladas, ca-: 0s reverendos sacerdotes que se quizerem pres-
liilao J iio Manoel de Dos, equipagem 9, carga tar a esl,! ^ervico, mo-lrando-se competentemente
vinbo ; a T. Christian-en. ', babililados para o desemnenhar, bajam de rompa-
Navios saludos no mesmo dia. \ rei'er n" quarlel do nicsiuo coinmauto, das 9 as 121
Rio Crande do Sul patacho nrasileiro Palma, ca-
Domingo, 3ll do correnle.
(Recita extraordinaria, livreda
assignatnra).
OS
K esperado do Rio de Janeiro em poneos dias a
| galera Mindello, e depois de poura demora nesie
: porto seguir para o Para, para onde recebe carga
I a frete cotnmodd : quem qoizer carmgar, pode en-
tender-se rom os consignatarios Palmeira \ Bol.
: (rao, largo do Corpo Sanio n. 4, primeiro andar.
DA
pito Itanoel de Azevedo Canario, carga sal.
Rio de Janeirovapor italiano de gnesra Ercole,
eommanflante o cavalheiro Luigc Lampo.
Rio de Janeiro-canhoneira italiana Vcloce, com-
mamlante A. Gaimy.
Rl) de Janeiro e Rabia vapor inglez Oneida, com-
mandante Woolcotl.
ED1TAES.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro"in
*ial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 8 do correnle, manda f.izer
publico, que no dia 10 dc novembro prximo vin
douro, peante a junta da fazenda da mesma tbe
tararla se ha de arrematar a qnem por menos 0
ter o costeio da illuiiiinaeao publica da cidade do
Rio Formse por lempo detres annos, a contar do
i de Janeiro de 186o ao lim de dezembro de 1867,
avahado o costeio de cada lampeio em 291 ris
por dia.
As posoas que se propozerem a esta arramataco
comparecam ua sala das sesses da mesma junta
u dia Mima mencionado pelo meio dia, compaien-
temente banilitadas, aonde encoutraro as condi-
'.oes da mesma arrematacao.
E tiara constar se maiidou publicar o presente
pele jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 10 de outubro de 1864.
O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
O doutor Tri-to do Alencar Araripe, ofllcial da
imperial ordem da Rosa, jniz de direito especial
do commercio desta cidade do Recife de Per-
nambuco e seu termo, par Sua Magostado lni|e-
rial e Conslitucioual o Senhor D. Pedro II, a
quem Dous Guardo etc.
Faco saber aos que o presente edilal virem e
lene nutieia iiverem, que no dia 2-1 do mez da no
vemtiro do corrente anuo, se ha de arrematar por
venJa a quem mais dr em praca publica, dapois
ia audiencia respectiva, a .casa'terrea n. 47, em
terreno foreiro, sia ra de Santa Bita,-freguez'a
da S. Jos, tndo (torta e janella na frente, coin ro-
tulas, duas salas, dous quartos, coxinha fra, um
pequeo quintal, cacimba meieira, e porta que dei-
Ka para a ra da Prata de Santa Rita, avahada por
l:200ji, a qual perlencente a Jorge de Lima e
sua niulher, e vai a praca por exeeuco que con -
iin elles encaminba Jos da Silva Santos, e n- fal-
U de licitantes ser a arrematacao fita pelo pre-
<.o da adjudicaeo eom o abatiinento rospectivo da
i;i.
E para qne cliegue ao condec meo to de todos
nandei fazer o presente edita! que ser aflUado
ms lugares do costume e publicados pela im-
(trensa.
Dado e passado nesta eldade do Recife de Per
aniliueo, aos 28 de outubro de 1861.
Ku Manoel de Carvalho Paes de Andrade, eseri-
\ay o escrev.
Trislao de Alencar Araripe.
O Dr. Trislao de Alencar Araripe, ofllcial da m-
^leral ordem da Rosa o juiz especial do com-
nnreio desta cidade do Berife de Pernaiuhuco e
**u termo, por Sua Magesu Ja Imperial e cens-
.litucional ele. etc.
Faco saber aos qne o presente edita! vrem e
.l.ille nolicia tivorem, que no da 21 de novembro
do corrente auao, se lia de arrematar em praca
publica desta juizo, ni sala dos auditorios, um so-
bra lo de dous andares sito ra da Aurora n. 30,
oa freguezia da Boa-Vista, eom varaudas de ferro
horas dos dias otis.
Qnartel do -ominando das armas de Pernambu-
co, 21 de oulubro de 1864.
O lenenle-coronel secretario,
Francisco Camello l'tssva de Lcenla.
Arrematacao.
PO dia 29, (inda a audiencia do juiz dc paz do
Io districto da freguezia da Boa-Vista, leem de ser
arrematados os seguintes movis : I duzia de ea-
deiras coin assento de palhinha e 1 sof, por exe
cucao de Saraiva e Irmo, penhorados Manoel
Joaquim de Miranda Seve.
Faciililade de DlreNo.
De ordem do Exm. Sr. director s^ faz publico,
que no dia 4 do vindouro (sexta-feira) pelas 2 ho-
ras da tarde expira o praso marcado para inscrip-
gii do concurso de tandee
Secrelaria da Faculdade de Direito do Recife
28.de outubro de 1864.
O secretario,
Jos? Honorio Bezerra de Metieses.
Conselho adiuiuislrativo.
O conselbo administrativo para fornecimento (o
arsenal dc guerra precisa comprar os objectos
seguintes:
Para o rancho de menores do arsenal de
guerra
Pao de 4 oncas.
Bolacha.
Cha hysson.
Manleiga franceza.
Assucar refinado 2J sorte.
Caf em grao.
Carne verde.
Carne secca.
FariKha da trra.
Bacal bio.
Toticiuho de Lisboa.
Vinagre de dito.
Azeite doce de dito.
Feijao preto ou tnulatinho.
Arroz do Maranho.
Para o laboratorio.
(5 resmas de papel eartio de formato grande.
Quera quizer vender taes artigos, aprsente suas
proposias em carta fechada na secretaria do cense-
Iho administrativo s 10 horas do da 31 do
crranle ;
Sala das sesses do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 28 de oulubro
de 1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Sebaslto Antonio de Reg Barros,
Vogal secretario interino.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que a arrematacao da obra da ponte do Pombal,
na ilha de Ramaraca foi transferida para o dia 10
de novembro p oximo vindouro.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 28 de outubro de I86.-0 secretario,
A. F. d'Annunciacao.
Correio geral
Pela administraco do correio desta cidade se
faz publico para Bns convenientes que em virlude
do disposto no artigo 138 do regulamemo geral dos
correios de 21 de dezembro de 1844, e art. 9 do
decreto n. 185 de 15 de maio de 1851, se procede-
r o consumo das cartas exisleoles na administra-
cao perlencentes ao mez d outubro de 1863, no
dia 5 de novembro prximo, as 11 boras da ma-
nhaa, na porta do mesmo correio, e a respectiva
lista se acha desde j exposta aos iuteressados.
mm
'i
Comecar s 8 horas.
Q
LEIL5ES.
Si'guoda-ffiira 31 do correle
CONCERT
DB
Gneros, movis, pertenecs e mais objectos
da fabrica de cenvoj e casa do jogo da
bola, na Soleda'le, rita do Joao Fernn'
des Vi oir n. 54.
O aerante Pinto, farj leilao rooaerimento de
Tasso & Iruiaos e por despaciio do Illm. Sr.J Dr.
juiz especial do coinmarciii de lodos os gneros,
: movis, portences > mais objectos existentes na
I PllYlMlI'l H{UP^P fabrica da cerveja eca-ade j.) da hila perten-
"? cante a Klein ; Manins i>lo as 10 "
JOS COEi 110 BARROSA
PBtOftRAltiniA.
Os abaixo assignados, membros do partido
proijressista, respailando o costume mandado
continuar o anuo passado pelo directorio do
mesmo partido, e de Bocordo rom ontrus
amigos e eorreligionarios. rosndam celebrar
no da 2 de novembro as 6 1|2 horas da ma-
nhaa, as catacumbas do convenio de S.
Franrisco, um mmenlo pelas almas do falle-
cidO'desembargador Joaquim Nones Machado
e seus companheiros de infortunio. E convi-
dam paia esse acto, ant'- o qualcessam olios
e prevencO-js, a todos (plantos sahem rendar
homenagem as preciosas qnalidadcs daquelle
cidado.Recife26do outnbrode I8i'i.Dr.
Antonio Vicente do Naseimentu F> Roza.Dr.
Lourenco Trigo de 1/mreiro. Innocencio
Serfico de Assis Carvalho. Manoel de Nas-
cimenlo da Costa M.mteirn. AffitUttift Mnr
i'iilano de Souza BiTideira Pelieinno Joa-
quim dos Santos. Floriano Correa d<^ Hii-
to.Francisco Rorbael P. II. da Medeiros
Luiz Jo- Pereira SimSes.Dr. Caotano Xa-
vier Pereira d Rritn.
lima pessoa Janeiro, ncutnbe-sc d'alli promover qual-
qnor cobraoca judicial ou amigavel, eom
algum pequeo inleresse, dando fiador: a
>rocurar no escriptorio do labelliSo Porto-
carreiro, na na do Imperador.
Teno o directorio do partido liera" ties-
ta provincia de mandar celebrar, como de
costume, a 2 de novembro prximo futuro
um memento solemne em sofTragio do nnsso
nunca asss chorado correligionario o de.
sembargador J. Xunrs Machado e das mais
victimas da rtvoluc-io de 1848, de ordem do
mismo directirio convido lodos os liberaos
que preslam homonagem memoria d'aquel-
le Ilustre pernamliucano e de seus compa-
nheiros de mar! y rio a comparecerem aquel-
lo acto que dever ter lu^ar no convento de
S. Prai.cisco desta :idade
Recife 2o da oulubro He 1864.
O 1* secretario,
A. J. da Costa Ritieiro.
que a maior parle das vendas eitas esli
como sa provara atn lempo.
____________Jos Pedro V. lioso da Silvcira.
frmandado das almas
do "erife
A mesa rege lora da irmanda le da irmanOaOo
das almas da matriz de S Fr. I'elro GssaenffSjndjm
Rei-ife convida a le I s o< rn.a -s para coinparnc-
I reui no dia I" de npvnmbn^a8 aorsn Oa ma
; alim (!< elegerern a nava iiii--:i qo i.-m
DO anuo de 1864 a 1H(;. em i'inf.rmida-le do L
pectivo compromiso. liii>i-toru da irmaadaOs
. das almas do i-cife 28 dr eatnOrfl Os I8<;i.
O o-ITlT,i>.
___________Jos Joaquim Lipes ilr llmiiOj
llrmandiulo das alnms da nu-
triz de Santo itouio.
_De ordem do irmo juiz coiivi lo a lo I osjr-
mos para comparecerem no c itlsbl >n > da man*_
no lia 3 ilo mez prximo fatuto, as 4 hora- Oa
! tarde, alim de eleger se a nova n>sn.
J. R do i;.a...
! ______________ Escrivn,
KKITOlt.
Precisa se de um feitor iiortngsjH e ajan tMvssOj
I le-m de horticultura : a tratar ni lata di II.-pi-
no, casa em qne morn O d--e:nt>argid>r I>. Frun-
c -Co.
FugiO lia rasadoaba.xo j-yiolio-n.-
; eravo pardo de nome Marro-, i.l.i ,' 32 .mo-, mnk
; ch mais ou uieirx, i-oill os m^'.'u-s m ,i:i:e : al-
i tura regalar, pomas ronsprMa*, rnr ignara, rabel
| los aiiuelados. nlhis pei|llenos, f.,lti SV li-.'il -. nj-
rii chalo, eoitnma andar d-'prvv.a, r tuana sjn* pil-
lando. anda m- loma mais coii-c .1 por t-r
diversas eiealr-zes de gamma p-los pei: i .-i i-,
lado, e sobresahindo robra luas por >. banaar
mus visi-.el. ama abaixo loco 4a sjirswsm no v.>>
da caixa dc pello, elle piula caa sotlnvelio)m>,
e consta que elle lera Irakalliadu por c-p- oIHcm esa
diversas casas aqu 00 Recife : porint. rofa--r
s autoridades policiaes e aos capMaVs de campo
qWO o facan appreh.-nle e con luzi-lo a ra-a tts
I sen senhor o major Antonio da Silva iiu-inao, na
i ra Imperial, qne graUAear ciwnwmm .
riftClO
Logo que a nrchostra dirigida peloSr. Francisco cima dito, na Solelade' ra
Libanio Colas tirer executado una ue suas esco-: Vieira n. 44.
Iludas overinras, ropresuiar-se-lia o primeiro
acto da excellenlu comedia em actos :
0
de
horas do dia
Jofu Fernandos
MEDICO A PAO.
Secunda parte.
Sr. Francisco Libanio Colas.
3.*-Phantasia da opera Ebnami, do G. Verdi,
executada no clarineto pele Sr. Antonio Maritus
Vianna.
0 cirargiiio Leai mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
DE
G arreios novos proprios para cabriolis
e carros americanos, e A chicote proprio OrUZGS SOradO II. 36, pr-
t.'-Aria final da opera Lucia bkLamwimoor de: Steglinila-fclra 31 le OHSlbro. {B^MPO aClar, pOr CLUia UO
G. Donlzelii, cantada por Jos Coelbo Barbosa. co de {trTliyPlTl Pl'AO'PPCCiofQ onn
2.'Grande phantasa sobre motivos da opera1 quem perieneer de 6arreos imjlezes e novos pro- llJ-ua^'^J- lU^ICOOlotO^ aUJJ"
Somnmbula, de V. Bellini, executada na flauta polo lirios para cabriole! a carros americanos
horas do dia cima dito no priiuuiro amkr
brado da ra da Cruz n. 38. prOIUptO a VpS&fQM llOra P*
LEILAO
M
Ningueffl arremate dous bahs sjsm se achaat
em casa dos fugitivos Klein A Mirli. pus osa
bahus perleuce n a un P-rcer ., qn as ,|..ixna ,>-
mente cruardadis em ea>a dos dit>- sentmMB, a
ra de Joao Forn -,u lo* Vi -ir i. a i S StetnOe.
Inuiiudailc das altaas du malriz te
Sanio Aulnnio
Tend) a mesa rafedora i* SS Sacramento d.
Santo Antonio convidad a irmm I i.e das almas
pira arompaithar no domini; :<> d > rmnws. |~'-
las 4 horas d tarde, a Irasla l.c;.. da S s. da
graja do CoUsfio : jd- o d-m O ir n i.nz con-
vido a todos os iios-os irna is para c inpaiecer
ao dito acto.O escriv.i ,
_________________Joo Bapli la O le?.
Attenyao.
Precisa-se de O'lji. pa.-ao I >-s o jiros ,1 i ot
ao mez, dando-se perAiiMiia bvfwtBrC na qu ir-
la parte de um sonnai -nvalrad .n 6:ts)iiii) 11
quem quizer fazer nato ne^ *i dr ja- a roa dj
mrdosso ^e aeliarao como sempre g5^a
Tereeira parte.
Segundo acto da comedia.
Quarta parte.
4."Meco ai.l'altar di vk^ebe, cavatina
Fazendas airaviadas
egnadit-feira 31 ele outuhro. I
0 agente Pinto vender em leilao por eonta de
quem perteneer alguns madapoles e algodaozi
tenor da ojiera norma, cantada por Jos Coelho Bar- nhos eom toque de avaria, s 11 horas do dia aci-
uoa- ma dito em seu escriptorio a ra da Cruz n. 38,
5.'Grande pnantasia por L. Couint, sobre mo- primeiro andar,
tivos da opera Norma, de V. Bellini. executada na
flauta pelo Sr. Salustiano Libanio Tenorio.
Quinta parte.
Terceiro acto da comedia.
Sexta e ultima parte.
LEILAO
DK
UJfl ESCRITO
B.To ma chiato l'onor mo, cavatina de tenor WegUUtla-felra 31 tic otaliibi-o.
da opera Poliuto, cantada por Jos Coelho Bar-.1 0 agente Pmto far leilao, precedida a compe-
bosa. 'tente autonsacao,de um oseravo crieulo por nome
em seu
Para Lisboa.
Sahr eom brevidade o patacho portufrae.z Ma-
Adminislracao do correio de Peroambuco 24 de no aVi Gloria recebe carga frete e passagoiros:
outubro de I86I.-0 administrador, i trata-se eom seu consignatario E. R. Habello, ru*
Domingos dos Passos Miranda. I da Cadeia n. 55, escriptorio.
7.Cavatina concertante executada na trompa Benedirio, s'll horas do dia anima dito
pelo 8r. Paulino Candido Santiago. i escriptorio ra da Cruz n. 38. _______
.Grande variaoio para elarineto sobre o aTTnTS m~ZiT~~'-----~~
tierna da aria linal da opera Lucia dk Lamknmoo, Li 5a la /VO
executada pelo Sr. Francelliiio Libanio Tenorio. D.
OSr.Hermocenes'NeTbeVtoOeGusmao, mestre sfcW dSabrailo U ilOUS MjUtt* 0
da musir do 2 hatalbode infamara da guarda I SOlO da ra (la < l"OZ M. tt4.
Ss:;sr8zsporK >^fa 5 *&*?> a ^ ft
N. B.-Os bilhetes pdem ser procurados segn- O agente Pinto fara le la-, a requenmenlo de
da-felra, no escriptorio do theatro. ^"T F""r,Sft0 ,lM ^ye< e Pr mandado do
Illm. Sr. Ur. juiz de orphos, da m-iade do sobra-
do da ra da Cruz n. O, fslo ao nteio dia do dia
cima mencionado, em eu escriptorio ra da
Cruz n. 38.
O prelendentes podero desde j examinar
dita casa e entenderem-se eom o referido agente.
LEILAO
DE
33! rneios de sola
Quarta-feira 2 de novembro.
0 agente Pesua vender tur couta e risco de
AYISOS MARTIMOS.
Babia.
O hiate Dous Irmos sahe para a Bahi
lar rom Tasso Irmans.
ra o exercicio de sua pro-
fissfto, chamado por escripia
Aos (i:0O"$O.
Sexli-feira i dc novembro do corrente
anuo, secxlraiiir a segunda parte da ter-
eeira latera (i I i') a bouelicio do theatro
de Santa Isabe!, no consistorio da igreja
de Nossa Senhora do Rosario da freguezia
de Santo Antonio.
s bilnetes, rneios e quartos acham-se
renda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. 45.
Os premios de 6:000,5000 at 100000
serao pagos urna hora depois da extraccao
at s 4 horas da tarde, e os oulros no di
seguate depois da distribuido das listas.
Servindo de thesoureiro,
_____ Jos Rodrignes df Soga.
AluRa-se urna excedente casa para passar a
testa no Caehang, defronie da padaria qne foi do
Sr. Serra : a tratar eom Jos P. no mesmo lugar,
ou na ma da Imperatriz, taberna n. 42.
Ao publico.
atra-
0 professor de msica Felippe Nery de Barcel-
los declara a quem convier, que desde o dia 20 de
outubro largou a gerencia da msica militar dj
9" batalho de infamara, d'onde era apenas en-
saiador, por ter-lhe cheeado a sua haixa ha dous
mpzes e tanto, por sua livre vontade, sem cons-
trangiin -nto nem coaccao de ningu^m, como ap-
pella para o muito digno commandante. o mais offl-
ciaes; e para que alguem nao se persuada do con-
trario, esta faz para ronheriinento de lodos.
0 Sr. Bolii tem urna caria rinda da Europa
na ra do Trapiche Novo n. 12.
boa occasifto!
Allencn.
Um advocado desla < i la I que vai S-Tinh.cm
e Itio Formnso tratar de duis (|esoe- judicia-~,
offerece-se a qnem d eu pres'inj > #* ipiizcr niib-
sar para all promover qua;quer pl ii.i, rs-cii'-.i >
mi cobrauca amifavel ou judicial, mediante ia
mdico honorario, e da lo.la- as garandas nefessa-
rias : quen qui'.er nproveitar oensji, annnncie
para ser procurad i daqu al o da ID de novem-
bro que q i laudo tem de partir para a pjeiles
loroi'*.
rn&mm mmmm mmmmm
I S:\qnen obre tortngnl. fjjjt
S O alixo assisnado, autorizado pido
I Banco Mercantil Portnease. e nn ausencia
I do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef-
afectivameiile por todos os pujuetes sobre
Sas pracas de Lisboa e Porto, e mais Inga-
res do reino, por quaiquer somma vis-
ta, e a praso ; pudendo, os qoe Minaren
saques a praso.receberem avista, noajes-
M no lianro. descontando 4 0|0 ao aune: na
a leja de ehapoos da ra do Crespo n. 6, en
2 na ra do Imperador n. 63, -efundo an-
I dar.Jos Joaqun) da Costa Maia.
i mmmm mmmm mmrnml
Man.-el Joaquim do- Heis faz v;.V i re -
poitanel publico, coin e-^necialidade ai .eorijo do
commercio, que julga nada O ver da i-xiia-ia lr-
ma de Beis i Silva, da qual socio liqmdaiari > ;
norm se alnem se ulgar seu credor, aprsente
sua conta no praso de it > das na ra das Creus
n. ii. para ser imm-li-itamfnt' paen
A pe-sea qu.- quizer araar Inassi de pra-
ca no ex rcit iwr outr Vsjnen ao bsana do
Adiqne, casa n. 8, que achara eom qoem tratar ;
preferindo-se msico ou nitro qualquer, o oflere-
ce-se Brandes vantagens.
Deseja-se fallar rom o Sr. Joo Francisco Pe-
reira de Souza, a tratar negocio de seu inters* ;
digne-se annunciar o lugar de sua morada._______
Aluga-se nmi negra de idade d* 15 anuos
para casa de pouca familia: as Cinco Pealas nu-
mero 85.

K
<#0*


Diarlo 4c Penuik
Nabbado 8S t Outubro c 18C4.
Sestm tmente viole.
Vende-se na praga da lodependenria o. 39,
de Antonio Augusto dos Santos Porto, capells [
normaras de gostos mais modernos vindo al agora para se bolar era tmulos e cala-
cumbas no ccmiterio publico no dia de finados,
cora as escnpcoes seguate*: meu espose, miiiha
esposa, meu pai, mnha mai, neu filho, minha fi-
Iha, saudades sempre vivas, amisade, urna lagri-
ma ; desta qualidado nunca vieram para serem
vendidas nesta provincia.__________
A molestia ou itifeor3o pecec
rali con herida pelo nomc de Es-
crfula um dos males mai-o
"prevalccentes e universal que
ha cm toda a extensa lista das
enfermidades de que soffresse
genero humano : disse um no-
bre escriptor da medicina que
mais de urna terca parte de
todos aquelles que morrem antes
da velhice sao victimas, ou direc-
ta ou indirectamente da Escrfu-
la :por si ne to des-
activa, porm a principal causa de mui-
rs outras enfermidades que nao llie sao ge-
ralmente attribuidas.
E' urna causa directa da phyhisica pul-
monar, das molestias do (gado, do estoma-
go e affecces do cerebro : Entre os seus
numerosos symptomas acham-se os seguin-
tes : falta de appetite ; o semblante pal-
lido e s vezes inchado, s vezes de urna
alvura transparente e outras corado e a-
marellento ao redor da bocea ; fraqueta e
molleza nos msculos: diagesto fraca e
appetite irregular, falta de energa, ventre
incitado e evacuato irregular ; quando o
mal tem seu assento sobre os pulmes, urna
cor azulada mostra-se em roda dos olhos ;
quando ataca os orgos digestivos, os olhos
torn.im-se avermelhados: o hlito ftido,
a lingua carregada, dores de cabera, ton-
teiras etc.
as pessoas de disposiclo escrofulosa ap-
parecem frequentemente erupcoes na pelle
da cabeca e outras partes do corpo, sao pre-
dispostas s affecces dns pulmes, do figa-
do, dos rins e dos orgos digestivos e ute-
rinos. Portento, nao smente, aquelles
que padecem das formas ulcerosas e tuber-
culosas da escrfula que necessitam de pro-
teccao contra os seus estragos ; todos a-
quelles em cujo sangue existe o virus laten-
te d'este terrivel flagello (e s vezes heri-
ditario) esto expostos tambem a soffrer das
enfermidades que elle causa, qu sao:
A phthysica, ulcerarOes do pgado, do es-
tomago e dos rins : empees e enfermida-
des eruptivas da cutis ; rosa ou erysipela ;
borbul/ias. pstulas nascidas, tumores, rh-
cumacarbunculos, ulceras e chagas, rheu-
matismo, dores nos ossos, as costas e na
cabeca, debilidades (mininas, flores bran-
cas causada pela ulceraco interior, e en-
fermidades uterinas, hydropesia, indiges-
to, enflaquec ment e debilidade geral.
Aos pulmes a escrfula produz tubrcu-
los e finalmente consitmpco pulmonar :
as glanulas ella produz incliaces e tornam-
se ulceras: nos oreaos digestivos causa
desarranjos que proiluzem indigestfio, dis-
pepsia, molestias do ligado e nos rins :
^tc

m
m\
PRIMEIRA E ANTIGA GASA FELIZ.
PORTttL.
PORTO,
Ama.
Precisa se de urna ama para coiinhar e comprar
em casa de hornera solteiro, prefere-se escrava :
na roa do Queimado n. 32, toja.
i Aluga-se o quarto andar da casa sita ra
Nova n. 21: a tratar na mesma rua n. 8, loja do
cha. ______
Ahlga-se urna casa em Beberihe : a tratar
com J. I. M. Reg, na roa do Trapiche n. 34.
Preeisa-sc de dous homens que emendara do
servico de copeiro : na ra da Aurora n. 32.
Roa das Fiara, ns. i c 3 (juulo igreja da Misericordia.)
PLA,
CUMIE LOTEM t DE IIESHMIA.
CUJA EXTRACgAO TERA' LUGAR NO DIA 23 DE DEEMBRO DE 1864.
PREMIOS
i de.....................................
1 de.....................................
1 de.....................................
2 de 20.000 pesos fortes.....................
8 de 10.000 ditos...........................
15 de 5.000 ditos............................
30 de 2.000 ditos...........................
106 de 1.000 ditos...........................
2.100 de 500 ditos...........................
99 aproximares de 100 pesos cada urna, para
os 99 nmeros restantes da centena que obte-
nha o premio de 300.000...................
99 ditas de 300 ditos para os 99 nmeros res-
tantes da cenlena que ootenha o premio
de 100.000...............................
99 ditas de 200 ditos para os 99 nmeros res-
tantes da centena que obtenha o premio
de 50.000
2.999 reintegros de 100 pesos para os 2.999 nmeros
cuja terminacao seja igual do que obtenha o
premio de 300.000........................
5.560 premios em 30.000 bilhetes.
PESOS FORTES
300:000
400:000
50:000
40:000
80:000
75:000
60:000
106:000
1.050:000
39:600
29:760
19:800
299:900
MOEDA PORTLGUE2A
ou Rs. 270:0004000
90.0005000
45:000,1008
36:0904000
72:0004000
67:5004000
54:0004000
95:4005000
945:0004000
33:6405000
| Irmandade das almas da ma-
triz da Boa Vista.
A mesa regedora da irmandade das almas, erec-
ta na matriz da Boa-Vista, convida a lodos os ir-
maos para comparecern no da 1* denovembro
s 9 horas do dia, a lira do elegerem a nova mesa
regedora que tem de funecionar no anno de 1864 a
; 1865, em conformidad do respectivo compromlsso
! que rege esta irmandade. Consistorio da irmanda-
de das Almas, 27 de oulubro de 1864.
O escrivao,
__________ Manoel Zefirino Pas Barreto.
A poca dos progressos.
De hora cm dianle, teremos muita baraleza de
pao, bolacha, biscoitos, etc., ludo isto porque os
Matriz de Santo Anta-
RIVAL SEIH SEGUNDO
mo
Estando designado o domingo prximo, 30 do
corrente, pelas 4 horas da tarde, para em solemne
procissao ser o Sanlissimo Sacramento trasladado
da Igreja do Divino Espirito Sanio, onde ora se
acba, para a sua respectiva matriz, convido, era G '
nome da mesa regeeora desta irmandade, todos os S*
nessos clurissinios iranios para acompanharem Qg
Ra do Queimado ns. 49 e 5.", loja de miudrzas
de Jos de Azevedo Mala & C., ou rooliuuando S
vendar inuiit barato, poi.- seu genio dar a uzea-
da |>or lodo precu a vj-ia dos aaftfMi
Cartas de allinetes framezes da melhor mi.lidade
a 80 rs.
ac inglezas da melhor a 610 rs.
xas de clcheles francezes de superiores quai-
26.7305000
17:8205000
269:91050000
clara aos liis que a procissao ter o seguinte sa-
himento : praca de Pedro II, ras do Imperador,
S. Francisco, Cruzes, praca da Independencia, Ca-
bug, a recolher; epede aos moradores das mes-
mas ras tenham a bondade de mandar limpar as
testadas de suas casas e ornaren) as suas varan-
das.O escrivao,
_____________Luiz Cosario do Reg.
O abati assignado faz sciente ao publico,
que em data do 1 do correte entregou a sua ta-
propnetanos mandara vir farrahas de conta pro- berna sita na cidade de Olinda, ra de S. Beata,
pna, por sso nao estao sujeilos as eventualidades aos sens credores, para satisfazer suas dividas,
do nosso mercado. coucedendo'he licenca seus credores Bear le rai-
xeiro o abaixo assignado ; cujo disfalque de sua
casa fui proveniente de caixeiro e socio que ad
dita procissao, apresentando-se para Ui Ilm na-1 _. ...
quella igreja a hora indicada. Por esta occasiao r,rna*'it i,m,\.
a mesa regedora roga anda a todas as Ilustres I *"K"Jg*1 de madreperla muito iaos a5tt
confrarias e irmandade desU capital o especial *.--ZzrJ^T' _
obsequio de mandarom dar em suas torres dous fSTS C,n 4 a 0,Uvas *e relroi preto ao a
repiques, um quando for annunciada a sahida do
Santissimo daquella igreja por urna giraudola de
fogo do ar, e oulro quando urna segunda girndola' r,'^'rt, ,, ,, ,, .. ... .
annunciar a sua chegada na matriz. A mesa de- Gravaus da liga e de outras monas qual.dade, a
(aniveles para penua com 3 folha* uzeada boa a
800 rs.
Duzia de botoes branco para casaveques de senho-
rs.
Resmas de papel de peso liso moilo superior a
ra a 100 rs.
Pecas de lila de cs estreiUs com 9 varas taraa-
lidas a 320 rs.
O Expositor Porioguez para os meninos a preader
a ler a 800 rs.
Os segredos da natureza para os meninos a pren-
der a ler a 14000.
Caminas da doulrraa chrisla, finas e superiores a
32d rs.
2.25ii:00O
2.050:0005000
PRECOS EM MOEDA FORTE.
Bilhetes inteiros.......a 1085000 || Quintos de bilhetes....... a 214600
Meios bilheles......... a 545000 || Decimos................ a 104800
JOS IGNACIO"FERREInfi RORIZ,
COM LOJA DE CAMBIO E RILHETES DE LOTERAS.
Afpancado no gocerno civil do Porto, em conformidade do edital
de 28 dejunho de 1860.
Satisfaz com promptidao todas as encommendas que lhe sejam feitas, mesmo em
grande quantidade e pelos precos cima indicados, vindo acompanhadas do seu importe; e
no fim da extrac.rao remelle a lista dos premios.
Para informacoes, e pedidos no escriptorio da ra da Cruz, n. 19.
^" O Sr. relojoeiro Caetano Moreira
Fon tes queira entrepar-me o meu relogio
de ouro para algibeira que recebeu para
limpa-lo a mais de um anno.
Marcelino Jos Lopes
|g De ordem da mesa regedora da Irman- -j
dade de N. S. do Bom Parto erecta, na J
igreja de S. Jos de Riba-mar convido a
todos os irmaos para mesa geral, domin-
go 30 do corrente, as 11 horas da manhaa
atim de eleger-se o novo juiz e mais me- J
sarios que tem de funecionar de 1864 a M
Pentes finos de marfim a 14000, 15200 e I4.M>.
Pares de luvas de seda para homens e >eolK>ras a
500 rs.
raellio em sua casa, c esteve por espago de seis Gollmhas para senhora o melhor que ha a 320 e
mezes incuraplelos na posse do raesraa, cujo socio 500 rs.
Jos Bonto L'beiro comprava e vendia livreraente. Frascos com superiores banhas a 24o. .(20, 500 e
Domingos Jos Gomes de Macedo.
m
m
m
|
1865. Recife 27 de outubro do 1861.
O secretario,
Domingos Francisco Duraes.
ATTEIN'CAO.
O abaixo assignado lendo no Jornal to Rrrtfe
nm anouncio do caminho de ferro sobre compra
de terrenos ao Sr. Joao Chrisostoino de Oliveira
Pe agio previne pelo presente que ninguem faca
negocio com taes terrenos e nem com outro qual-
qner vendido por seu irmo Jos Carlos Leito de
Albuquerque, protestando contra essas vendas, de-
vendo em lempo allegar o seu direito.
Manoel Carlos Leilao.
Ao publico.
David Kohn faz sciente ao publico que tendo
outra pessoa com igual nome, assigna-se d'ora em
diante David Flach.
_Aluga-se um sobrade de dous andares e so-
to no caes do Ramos, cora grandes commodos,
propno para um eotlegio ou para duas grandes fa-
milias : a tratar com Jos Ilygino de Mirauda.
.'y^C'r&yy "SlfS


IrniaBda te do Divino Espirito S nlo.
De ordem da mesa regedora, 'convido a todos os
nossos irmaos, para se reunirem em nossa igreja
[domingo 30 do corrente s 3 horas da tarde, afim
de encorporados acompanharmos a procissao do
Santissimo Sacramento que tem de ser transferido
de nossa igreja, para a matriz de Santo Antonio,;
paraoque fomos convidados pela respectiva iru.au-
dade.
Consistorio da irmandade do Divino Espirito'
Santo, 27 de outubro de 1864.
O escrivao,
Manoel Luiz da Vetga.
MUITA ATIEMQ
Aluga-se uina ama que saiba bem coziuhar e
!W pidiP-pradtiz ftTttjiciJgs e affegeoes c^|a- de hfja eonilmua, preferindo-se escrava: na ra
jl(gg# estreita do Rosario n. 32, primeiro andar.
Todos estes males tendo a mesma ori-
gem, carecem do mesmo remedio: a sa-
ber : purificar e fortalecer o sangite.
A salsa parrilha de Ayer
composta dos antdotos mais efficazes que
a scieocia medica tem podido descobrir.
para esta m lestia assoladora e para a cura
de todos os males provenientes d'ella que
contm vii tmles verdadeiramente extraordi-
narias provado incontestavelmenle pelas
curas notaveis c bem conhecidas que tem
feilo de tumores, erupgdes cutneas, erysi-
pelas, barbullas, nascidas, chagas antigs,
ulceras, r/ieuma, sarna, pareos, hijdrope-
sia, tosse quando causada por depsitos tu-
berculosos nos pulmoes. Debili-lade ge-
ral :Indigestfio, Syphilis constitucional e
molestias mercuriaes, molestias das mu I rie-
res, ulceraces do ulero, a nevralgia e con-
vulcoes epilpticas e em summa, toda serie
de enfermidades que nascem da impureza
do sangue. Vede as certidoes no Alma-
nack e .Manual de sade do Dr. Ayer que
se distribue gratuitamente nos lugares onde
se vendem os remedios.
Este remedio o fi neto de longas e labo-
riosas experiencias, e ha abundantes provas
das suas virtu les: posto que offerecido
ao publico sob o nome de Salsa parrilha,
composto de diversas plantas, algumas das
qaaes sao supe ores a melhor salsa parri-
lha no seu poder alterante.
PEITORAL DE CEREJA DE AYER.
Cura promptamenle a asthma, bronchite,
tosse, defluxo, angina, coqueluche,
phthysica primaria, tubrculos
pulmonares, e todas as
molestias pulmo-
nares.
Allivia os etlicos declarados.
Todas as molestias da garganta, do peito
e dos pulmoes pdem ser curadas em pou-
co lempo pelo peitoral de cereja do dr.
AYER.
A' venda as principacs boticas e droga-
ras do imperio, e na agencia central do
Rio de Janeiro ra Direita n. 15.
Vende-se em Pernambuco:
na pharmacla franceza de
P.MAURER i C.
__________RA NOVA N. 18.________
Aluga-se o lelheiro do principio da ra da
Concordia, propno para qualquer estabelecimento
por ter um bom armazem, e achar-se em boa po-
sicao : a fallar cora Henrlque Jorge.
Precisase de um caixeiro para tomar conta
de urna taberna por balance : na ra da Cacimba
n. 2.___________________________________
Alugam-se baratas unas mei-aguas na en-
trada dos porles da travessa das Barreiras, balrro
da fr-Vlta : a iraUr na ra do Cotovello n. 25.
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prala e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e lodo e qualquer concert.______
- Precisa-se alugar um escra,vo para comprar
e fazer outros servicos de casa de pouca familia :
na travessa da Madre de Deus, armazem de Barros
& Silva.________________________________
Itobin Joao Belizario, vai para Macelo.
I DENTISTA DE PARS I
19Ra Nova-19
Frederico Gautier, cirurgio dentista, K
8 faz todas as operac,5es de sua arte, e col- i
loca dentes artificiaes, tudo com superio- 5
ridade e perfeicao, que as pessoas enten- H
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos denticio.
wffVP
llavera sorvete todos os dias, das 6 horas em
diante, advertindo que o mais asseiado e bem fei-
to possivel : no bem conhecido caf dos Arcos.
Aviso aos senhores e senhoras ^
AVso aos senhores o senhoras
Aviso aos senhores e senhoras
Aviso aos senhores e senhoras
Aviso aos senhores e senhoras
Aviso aos senhores e senhoras
Aviso aos senhores e senhoras
Aviso aos senhores e senhoras
Aviso aos senhores e senhoras
Aviso aos senhores e senhoras.
Novo sortimento
Novo sortimento
Novo sortimento
Novo sortimento
Novo soriimento
De caixinhas e quadros
De caixinhas e quadros
De caixinhas e quadros
De caixinhas e quadros
De caixinhas e quadros
Caixinhas a 15500
Caixinhas a 15500
Caixinhas a 14500
Caixinhas a 14500
Caixinhas a 14500
Caixinhas de 54 por 44
Caixinhas pe54 por 45
' Caixinhas de 55 por 45
| Caixinhas de 55 por 45
Caixinhas de 5 por 45
Receberam-se 10 mil caixas
Receberamse 10 mil caixas
Receberam-se 10 mil caixas
Receberam se 10 mil caixas
Receberam-se 10 mil caixas
Carloes de visita
Carldes de visita

Precisa-so de um amassador que en-
tenda do trafico : na padaria da ra Real
n. 25.
Precisa-se de um amassador : na padaria era
Santo Amaro atraz da fundicodo Sr. Starr.
|U Dr. Francisco l'ires Hachado]
| huidla
MEDICO OPERADOS
PELA
Faculdade de l'aris
I Pode ser procurado ra Nova n.
44, segundo andar.
CONFUTARA
X. 43 Ru do Rangel M. 43
O proprielario desle novo estabelecimento parti-
cipa ao respeitavel publico que tem para vender
um completo soriimento de bolinhos, xaropes de
diversas fructas, eagil de flor, pastilbas de orle-
laa-pimenla, ditas de limo, dilas de canella, amen-
doasconfeiladas, confeitos, recebe toda e qualquer
encominenda, doces d'ovos, como sejam presuntos,
peixes, aletria, e outras muitas mais qualidades,
e enfeilam-se bandejas ; fornece-se venda a escra-
vas afllancadas por seus senhores ; compram-se
Rosario n. 16, padaria.
Precisa-se. de um forneiro: na ra larga do garrafas vasias, prefenndo-se de cognac, por mais
dinhuiro.
TINTURARA.
Tinge-se com perfeicao para qnalqner
cor, e o mais barato possivel: na ra do
Rangel n. 3ft. segundo andar.
COMPRAS.
Caixeiro.
Madre de Dco n. 16 se dir quera
Compra-se ouro e prata em obras velhas
daga-se bem: na loja de bilhetes da praca da Indi
pendencia n. 22._________________________
Compra-se effectivamente
ouro e prata em obras velhas pagndose bem
Na ra di i i i,.sar. n
precisa de um pequeo, dos ltimos chegados para '"ga "o** *. |0JJ ae ourives.
caixeiro de loja de fazendas, nesta praca; prefere-
se que j tenha alguma pratica.
COMPRA-SE
Alves Couiinho a Brandad, pedem a todos
os seus credores para que aprsenla suas comas nma neGra d" bonita ligura, que saiba lavar en-
14000.
Livros que serve para assenlar roupa. pelo diminu-
to preco de 160 rs.
Capachos redondos muito linos a 500 r-
Cordao branco para espartilhws ramio superior, a
vara a 20 rs.
Carritis com 150 jardas de Imha branca a 60
ris.
Carloes com 200 jardas de linha branca garanli-
d- s a 60 rs.
Grosas de pennas de ac superiores a 500 rs.
Varas de franja branca e de cores larga para loa-
. Ibas a 160 rs.
Pares de botoes de pnnho, oh que pichincha a
120 rs.
Tinteiros de vidro com tinta a 160 rs.
\ Ditos de barro com superior tinta a 100 r..
Grosas de botoes de louca prateado> muito finos a
160 rs.
Tesouras para costura superior quadade a 500
ris.
Escovas para I impar dentes, superiores a 200 rs.
Caixas com superiores phosphoros de seguranca a
160 rs.
Caixas com 100 envelopes o melhor que ha a 640
ris.
Caixas com 20 quadernos de papel amizadr, moilo
lino a MO rs.
Quadernos de papel pequeo muito fino a 20 rs.
Machinas de vapor e pa-
ra descaroear algod\o.
Moendas e meias moeudas.
Taixas de ferro batido, coa-
do e de cobre.
Rodas d'agua, dentadas, e
de carroca com manirs e
eixos de patente.
Ruadolirumn. 38, fundi-
cio do Bowman.
no praso de tres dias para serem conferidas: na
ra do Amorim n. 46 armazem 'de Joaquim Fran-
cisco da Silva Jnior.
Precisa-se de urna ana que saiba engommar
e fazer a cozinha, para urna casa de pouca fami-
lia, prefere-se capliva : na ra do Aragao n. 26.
Precisa-se de um peqne.no para caixeiro do
taberna, dos chegados ha pouco : no largo da Ri-
bciran. 23._____________________________
Quem tiver para alugar una casa de dous
andares as ras do Imperador, Crespo, Cruzes,
Queimado, larga do Rosario, pateo do Livramento,
dito do Carmo, e ra Nova, queira ter a bondade
preferir aluga-la ao escrivao Silva Rege, que tem
muita precisao; se porm a pessoa que tiver a
dita casa quizer fazer urna troca com o sobrado
n. 93 da ra Velha, de um andar e solao, qni
bastante grande, tambem se far : a tratar com o
mesmo escrivao na casa da ra Velha, ou na ra
do Imperador n. 71.-------------------------------------------------------
Offerece-se um 111050 portuguez para caixei- Vende se CftixeS VaZlOS pi'OMAS
ro de qualquer estabelecimento, ou para tomar .. ,*/.,.
coma de alguma casa por balanco, da.ido fiador |H* WiHOrtl ft flinilCirOS a 1 $7b0
sua conducta : quem precisar, dinja-se a ra dos <-a)|a uiH ; IlSlil tflMTIfhit.
Quarteis n. li, ou annuncie por este Dirrio. -----------------------------------------
O rrcreio Minervense da
dia 31 do corrente.
gommar e coser bem, e cuja idade nao exceda a
25 annos, agradando paga-se bem : a tratar no es-
criptorio de Manoel Ignacio de Oliveira & Fillio,
largo do Corpo Santo n. Ia.
Compram-se dous eseravos que sejam bons
carreiros : na ra do Trapiche n. 13.________
a fabrica de charutos, esquina da ra de
Moras n. 1, compra se papel de Jornaes, ou limpo
que sirva para umbrulho de cigarros a liO rs. a
libra.
Compram-se duas esrravas ave engommem
e que nao sejam viciosas, paga-se bem tendo boas
figuras : na travessa do Carino n. 1.
Compra-se um ou dous bois mansos para car-
roca : na ra das Trincneiras n. 48.
VEOAS.
ATTENCO.
Vende-se a taberna da ru da luineratriz o. 34,
una das melhores da ra. a qual vende nm dia-
rio cerlo, e tem commodos independenies para fa-
milia na mesma se troca um oratorio com qoairo
imagens : os prelendenles li ->charo com quera
tratar.____________________-_____________
Cal de l.isbd orapnlri
desembarcada hontem de bordo da barra Befre-
ilouro : vende-se por lodo o preco no escriptorio
de Manoel Ignacio d'Olivrira & Filho. largo do Cor
po Saulo n. 10.
Pcchincha.
a sua reumao no
('asa para alujar na ra d Crespo.
Aluga-se a principiar em Io de Janeiro prximo I
futuro o sobrado de tres andares da ra do Crespo Carloes de visita
n. 9 : quem pretender, dirjase ao esiabelecimen-: Carloes de visita
lo da loja do mesmo sobrado, ou uo de n. 13 da Carloes de visita
mesma ra. A 105 a duzia
A M a duzia
O sr. Jos Antonio Floresta Bastos esludan-
te da faculdade de direito tem urna carta de im-
portancia vinda da Baha na ra do Crespo n 23.
Compauhla Qdelidade de
seguros martimos c ter-
restres estabeleclda no
Rio de Janeiro.
AGENTES EMPBPNAMBCCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
Precisase de urna casa com pronorcSes de-
centes para habilaco de pequea familia ; prefe-
re-se no bairro da Boa-Vista ou immediacoes ; nao
se duvida pagar bem : a tratar na ra do Viga-
rio n. 9, primeiro andar.
Guarda livros.
Offerece-se aos senhores commerciantes nm guar-
da livros : encarrega-*e de qualquer escripia, por
partidas simples ou dobradas, cora perfeicao: a tra-
tar na ra da Imperalriz n. 39 lerreiro andar, to-
dos os dias at as 10 horas da manhaa.
OITerece-se urna pardinlia livre e solteira pa-
ra trabalhar de coslureira em casa de qualquer
modista ou familia, dando algum lempo se for pre-
ciso para praticar : quem precisar dirija-se ra
do Mondego o. 2, ou annuncie para ser procurado.;
- Precisa-se alugar urna escrava que saibaTo-iA-'rua *> .Imperador n. 3|
A 105 a duzia
A 10- a duzia
A lii.i a duzia
A galera esta renovada
A galera est renovada
A galera est renovada
A galera est renovada
A galera esta renovada
Com ricos cortinados e tapetes
Com ricos cortinados e tapetes
Com ricos cortinados e tapetes
Com ricos cortinados e tapetes
Com ricos coriinados e tapetes
Com lindase variadas vistas de fundo
Cora lindas e variadas vistas de fundo
Com lindas e arladas vistas de fundo
Cora lindas e variadas vistas de fundo
Com lindas e variadas vistas de fundo
rasa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
A' rua do Imperador n. 38
: A' rua do Imperador n. 38
A' rua do Imperador n. 38
A' rua do Imperador ti. 38
A' rua do Imperador n. 38
A' rua do Imperador n. 38
A' rua do Imperador n. 38
A' rua do Imperador n. 38
Tendo desapparceido um saque da quantia
de 1:4445600 aceito pelos Srs. Robert Lightbon e
C. e sacado pelo Sr. Jos Luir. Pereira Lima J-
nior (da Parahiba) a favor de Alves Hamburger &
C, cujo saque se venceu em 24 do corrente; te-
mos prevenido aos mesmos senhores aceitantes o
nao pagar senao ao proprio dono, Alves Hamburger
& Companhia. _____________
Potassa da Russla.
da mais superior desembarcada hontem : vende-
se no escriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
Vende-se um boi e una carroca condecida
nesla praca : a tralar na rua da Cruz n. 34.
Vende-se a bem conhecida loja de fd
zendas de Jos Marques dos Santos Noquei-
ra dr C. na rua do Crespo : a tratar na rua
O abaixo assignado tem tratado a venda de da Cadeia n. i.________________________
sen estabelecimento de moldados na rua do Impe- v,, / ,/,, j .....}
rador n. 81, livre de qualquer debito contrahido rr* *t#
para o mesmo estabelecimento : quem se oppozer A bordo do bngue escuna nacional Graciosa,
dita venda annuncie por estes tres dias ; lindos fondeado era frente do trapiche do Cunha.
os qnaes o comprador licar isento de qualquer fall'l d>' CaYIKtba
responsabilidade. Recife 28 de oulubro de 1864., ,, _._, : ... __.......
imn,.i ii-iiii,v A bordo do mesma navio : irata-se no escripto-
---------------------samuei gSSg;---------- rio de Antonio de Alraeida Gomes, rua da Cruz
Alnga-se urna casa na rua da Saude do Pwgo n. 23.
da Panella, por anno ou por festa : quem o pre-
tender, dirija-se a taberna n. 27 da rua larga do
Rosario. I
Aluga-se o 2o andar do sobrado n. 33, sito na
rua da Guia, por preco coramodo : a tratar na rua
da Cadeia do Recife n. 44, loja de ferragens.
Aluga-se urna casa acabada ha poucos das,
no porto da Madeira, em Beberibe, com 4 quartos,
2 salas, sotao, cozinha o estribara : a tralar no
mesmo lugar rom Manoel Pinto Pessoa.
Taberna.
Vende-se a taberna do neceo do Pocinho n. 33,
esquina da Concordia, muito bom local : a tratar
na mesma.
(toa da Senzalla Nova o. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ierro coado libra a 110 rs., idemde Lo*
Moor libra a 120 rs.
Aluga-se um pardo copeiro, boleeiro, coz-
nhero, ele-, e de muito boa conducta : na rua Ve-
lha n. 93, ou na rua do Imperador n. 71; e bem
assim as mesinas casas t.mbem se aluga urna
preta para cozinhar e fazer o mais servico do casa
menos engommar.
a na dos Pires n. 54 tem urna essrava pa-
ra se alugar, a qual faz todo o servico de urna casa
de familia.
nho verde
em barris de 5 para particulares c em pipas,
muito superior
Cal de Lisboa
na roa do Vigano n. 19, primeiro andar.
Chapeos de <;ator preto a
<;.<)< Oris
na rua do Queimado n. 4-'!. para acabar, ffaeia-
Qaple de cor para veMidu de si-n!iora e meninas
a 15500 o 1**80 ; na roa do Qu.iuiade, esquina
que volta para a Congregafio,
Oahaixo assignado vende o sitio que tem no
logar da Torre por cominodo preco. <> .nal olfe-
rece commodidade paraSie inorar e passar a frsia,*
no caso de nao apparecerjc.iinprador. tambera se
alnpa o referido sitioSM^na das vantagens .jue
lem ler o banho a porta, "* ter porto franco para
embarquee desembarque a tralar rom nmeMno
abaixo a>signado, rua do Imperador n. 12. Jus
Mariano de Albuquerque.
A rmaco
Vende-se a armadlo c utencili > da taberna do
pateo do Terco n. 21, era local vantajoso, a qual
tem sotao que serve para moradia. garanle-s as
chaves cujo aluguel mdico a tratar rom o
agenle Cordeiro Simoes rua da Cadeia do Recife
n. 48.
Vende-se e aluga-se a casa n. 36 na rua 'da
Matriz da Boa-Vista : a tratar na me>ina rasa.'
Vendem-se 47 jogos de pedras de moinhoT,
chegadas ltimamente na barca B'bMuuru : a tra-
tar na rua do Vigario n. 14, taberna.
Vende-se urna parda MM de bonita ignra,
com 20 24 annos, para lodo servico, dase mais
barato sendo para fora da provincia ou pira enge-
nho : na rua das Cruzes n. 35, segundo andar.
Vende se um casal de burros muito gordo*
e mansos chegados hontem de Lisboa no barro
Bcbfdouro : na rua da Cruz n. 1. escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira A-evedo & C
Superior viuho Collares.
Na rua do Vigario n. 11, escriptorio de Manoel
Joaquim Ramos e Silva & Genros, tem para ven-
commodo preco : na rua da Cruz
a c em casa por er superior vinho Collares era ancoreas.
A firma de Oliveira Carvalho julga nada
dever nesta praca nem fra delta, mas quera se
julgarcredor por qualquer titulo, queira apresen-
ta-lo na rua da Cruz n. 1, escriptorio de Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C. para ser pago.
_ Precisa-se de pretas para vender bolinhos,
pao de-l e mais dores : na rua de S. Bom Jess
da- Crioulas n. 30 achara com quem tratar. Paga-
se 80 rs. de vendagem em pataca, e d-so impor-
tancia em qualidade.
Vendem-se dous excellentes terrenos promp-
tos para so edificar com 64 palmos de frente am-
bos, e 300 de fundo, junto a fabrica do Bowman,
na rua do Brnm, atentados at a linha do caes,
tendo j parte do raes uito : a tratar na rua dos
Guararapes n 28. __________________
Vende-se
a tratar na rua
zinhar, engommar e vender na rua, sendo de boa
- Pede-se ao emprezario de Santa Isabefque I conduela, paga-se bem : na rua das Cruzes n. 36,
no Domingo leve scena os Martyres da Germa- primeiro anaar._______________________
Aluga-se a casa terrea n 24 defronte da
igreja do Manguiuho : a tratar na rua da Madre
de eos n. 14.
nia, pois consta-nos que sahhado a ultima noite
que temos de ver tao bello drama.
O christao.
a\
Precisa-se de urna ama para casa de um rapaz
solteiro : na rua de Apollo n. 47, primeiro andar.
Aluga-se um grande, sitio com grande casa
de vi venda, boa agua de beber, muitos arvoredos
de fructo, junto ao engenho Peres, pelo tempe da
festa ou animalmente : na rua das Cruzes h. 35,
segundo andar.
A' rua do Imperador n. 38
A. W. Osborne.
um moleque peca de 12 annos
Augusta n. 22.
Vende-se ou iroca-se por oulra em qualquer
dos arrabaldes desta praca nina taberna na estra-
da nova do Cachang, prxima ao primeiro ran-
Albino Baptsta da Rocha, Porlu- f>co? ** plan'ad : 3
guez, relojoeiro edourador na pra- do Quenado n. 32, loja.__________
- co n. 29, por cima de urna loja de marcineiro, um
- Da-se a quantia de 500$ sobre hypotheca: a|mf;tri grandl! d(! brone, e desconfia-se ser um
^C7S?..!eA.U_lS"aV0 : Qa tUa Sanla lescravo ganhador: porlanlo roga-se toda c qual-
quer pessoa e juntamente polica, a apprenensiio
na rua da Cencei- do dito almofari ; e mesmo se alguem j o tiver
tralar na rua comprado, querendo restituir, pdeleva-lo ou man
Furtaram da escada do sobrado do pateo do Ter- cno. com poucos fundos e commodo para familia,
e terreno para plantacjio : a tralar na mesma.
em
n. 27, segundo andar.
Aluga-se tima casa terrea
5a da Independencia n. 12, faz qual-
quer concert de relogios e doura
IVriieu se orna pulseira de mosaico em a
noite de 25 do corrente, entre a rua Nova e a rua
A' rna do Crespo a. 10.
Duarie Pereira & C. lera para vender caixas
com vidros de todos os lmannos para vidraca,
etc., etc., bem como um variado e novo sortimen-
. to de loucas linas e entre-finas, porcelanas, vidros,
dar no dito sobrado, andar, que se lhe pagara crysiaCs fura o uso domestico : vendem
as despezas.
Bxistem por alagar duas rasas na ilha de
eos os mais razoaveis.
por pra-
do por precos mais baratos do que do Hospicio : quem a achar queira vir entrgala Bemfica, tendo commodos para familia, hanho na
oulro qualquer e responsabilisa-se
pelo seu trabalh.____________
- Aluga se o sobrado de um andar e sotao da
rua de Aguas-Verdes n. 27 : a tratar na padaria
da raa Direita n. 84.
porta, etc. : a tratar na rua larga do Rosario nu-
mero 36.
rua Nova n. 50, que ser devidamente recom-
pansado.
Aluga-se a casa terrea n. 26 da rua do Forte
cu Barr-os Baixos, de 16-3 mensaes : a tratar na
rua do Crespo n. 15, ou estrena do Rosario n. 32 na rua da Senzala Velha n. 116.
Balco.
Vende-se um balean de louro e lampo de ama-
relio, muito bom, por commodo preco, assim como j
Engomma-se com perfeicao, tanto roupa de um fiteiro envidracado e dous ditos mais peque-
Til fe ro/ct
Vende-se nm cabriolet americanoemmnito bem
estado de uso, sem arreios : na rocheira da roa
do Imperador n. 43._______
vende-se um cavalio ac, andador o> baixo
a meio : na coeheira defronte do porto das O-
noas da rua Nova.
Testamento da gallinha.
Sabio a luz o leslamenlo da gallinha, obra inlei-
ramente nova e em verso, impressa em moi bom
papel, ntida impres~.io, a 160 rs. cada exrntpbr :
na rua do Imperador n. 15 defronte de S. Fraa-
ciseo.
Objeelo; typographicos.
Existe na rua de Imperador n. 15 defronte de 3.
Francisco um grande sortimento de typos de diffe-
rentes pontos, armacoes de rollw, emblema*, meo-
vas, engradacoes de metal, linhas de differrnles
pontos, interlinhas sorlidas, tinta tanto para ma-
china, como para obras finas, papel de iropressao,
almasso, pintado, etc., etc.
Vende-se um cabriolet patente, de doas ro-
das, muito.leve, com arreios, sendo ludo mvo e do
melhor gosto ; os prelendenles tenham a bondade
de vir examnalo na coeheira do fallecido Malva-
ra, na rua do Imperador, e tratar m escriptorio
do agente Almeida, na roa da Cadeia do Rerie
numero 48.
PKCBIMM
Roa da Va tiro de Dos i. 9.
A 4 JdOOO.
Sacros grandes com farinha de mandioca pelo
barato preco cima mencionado.
hornera como de senhora, por preco commodo
Pal ha dr, carnauba.
Vende-se no trapiche haro do Livramento : a
nos, tres caixoes para amostras de caf, arroz, etc., tratar no largo do Corpo Santo o. 6, segoado
etc. : na rua da Cadeia do Recife n. 50. i andar.


Alario de Pernambuco Sabbado 39 de Ontubro de i 61.
1 w Jt i
BA 1IO QVEIIIAUO !. 43.
Passand o becco da Congregarlo segunda casa.
NOV1DADE
Pereira Rocha 4 C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commer-
cial, onde o respeilavel publico encontrar sempre um completo sorlimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado os
quaes sero vendidos por precos muito resumidos como o respeilavel publico ver pela tabella abaixo mencioncda; garante-se obom
peso e boa qaiidade dos gneros comprados neste armazem.
100 rs. a libra, e 10800, 20GOO e 30000
a arroba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
10200 e 10600, e em frascos grandes a
2>500.
dem em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estambas no interior das caixas
a 10200,10100, 10600 e 2.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba.
Azeite doce francez mnito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a640 rs. a garrafa.
Ararat,) verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avellaas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
1030" rs.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata,
dem inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco refinada a 440 rs. a libra e
em barril a 400 rs.
Cha hysson, huchin e perola a 10600, 20,
20500, 20800 e 39000 a libra,
dem preto muito superior a 20000 a libra.
Cervea preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac inelez fino a 90'i rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes d Bahia
e especilmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa a 10800,
200 O, 20200, 20500, 20SOO, 30000 e
30500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 280 e 320
rs. a libra e 80500 a 80800 rs. a arroba.
Cartoes de bolinhos francezes muito novos e
bem muito enfeitados a 7O0e 600 rs.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs a
libra.
Painco a 200 rs. a libra. rs. a libra.
Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra. Cevada a 80 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
muito novo a 6SO rs. i dem seccas muito novas 200 rs. a libra.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 20800 Figos de comadre e do Douro em caixinhas
dem prato. de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
dem londrino chegado no ultimo vapor a' 15800, 50500 e 280 rs. a libra.
900 rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs
cadafum.
Sardinhas de Nantes a 300 rs.
Sag muilo alvo e novo a 260 rs. a libra
Tuucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a libra.
dem stearinas muito superiores a 60 0 i
libra.
Eigos em caixinhas ermeticamente lacradas
a 10600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste peero e de varias marcas, como
sejam : Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I. Maria Pa,
Bocage Chamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e era caixa com urna du-
zia a 9000 e 100000.
dem em pipa. Porto, Lisboa c Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa.
com listas de seda e tamben) com barras e en (ci-
tes para o corpo, por precu mais barato do que em
outra qualquer parte, e se quizerem una prova
do que se diz, mandem ver leja e armazem do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os vestidos Haria Pia. S o Pavo (80000).
Vendem-se os mais lindos vestidos Maria Pia
de lazinha transparente com listas, e palminhas
-de seda pelo barato preco de 85 cada corte : s
! Farinha do Maranhao a IbO rs. a libra. na |0ja do pava0 ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
Idem de trigo a 120 rs. a libra. ma& Silva.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD As cassas d Pavo a 210, 280, 300, 320 e
a 560 rs. o frasco e 60200 a frasqueira. 360 rs.
dem em garrafoes de 3 e 5 cales a 50500 s o Pavo vende as finissimas cassas persianas
o 7Arinn rarli nm mm n narrsfin im'tacao de la, com cores fixas, 360 rs. o co-
e /0-W caaa um com o garramo. Ta(lo. dilas rancezas muit0 flMS 240> 280,300
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 a duzia. e320rs. o covado, isto para acabar : ruada|
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa. 'Imperatriz, loja de Gama & Silva.
dem, qualidade especial em garrafas muito Os madapoles do Pavo
grandes, a 10800 a garrafa. Vende-se peca de raadapolo infestado rom 12
dem em inrrafas mik npnipnan a ROO rs Jardas cada PeCa Pelo barato preco de 4fi, 4>00 e
mem em garrafas mais pequeas a buu rs. ^ cada jazenda muit0 superjor. s 0 Pa.
dem, em garrafa forma de pera e roldas de vo ra da Imperatriz n. 50, notando que a peca
vidro, a 10000, s a garrafa vale 0 di- leva urna etiqueta com o Pavo pintado para nao
nheiro. n?ver duvidas nem engaos : isto previne o Pa-
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-'vao'deGama Silva-
0
AO RESIPEITAVEIi PUBLICO,
RA DAS CINCO POMAS N. SG
Hs quina da nova travesa de H. foo.
Grande liquida#io.
Ra da Imperatriz n. GO.
Loja de fazendas do Pavo de Gama & Silva.
Acha-se este estabelocimento completamente
"*^" ^-^ ^^i ^Wmm. jmS-^l ^^/* _^m a deizando flear penhor, ou mandam-se levar em
casa pelos caixeiros da loja do Pavo.
As chitas do Pavo.
Veudem-se chitas inglezas claras e escoras pelo
barato preco de 240, 260 c 280 rs. o covado, tinlas
seguras; ditas francezas d cores seguras a 320,
340, 360, 400, 440, 480 e 500 rs. o covado, fazenda
muito superior e bonitos padrocs : s na loja do
Pavo.
As lanhas da eiposiro do Pavo.
Vendem-se lazinhas as mais modernas que
tem vindo ao mercado, proprias para vestidos e
souteinbarques por seren lisas e de cores muilo
delicadas 560e500rs.; ditas lisas com um lustre
que parece seda 640 rs. o covado, ditas com
quadrinhos de seda 500 rs. o covado, s para ara-
bar : na loja e armazem de Gama imperatriz n. 60.
Os vestidos do Pavo.
Vendem-se os mais modernos cortes de vestido
de laa, que vieram pelo ultimo vapor, com ricas
Arroz do Maranhao, India e Java a 60, 80 e I Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra. Cevadinha de Franca muito superior a 220 barras de cor, eorpinho e collete separado ditos

i
barcada de pouco a 900 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
dem francez muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Maca de tomates em barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 60" rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700: 800 rs.
e 800 rs. a garrrafa, e 70000 a 70500 rs. dem regular a 500 rs.
a duzia. : Macas linas para sopa: estrellinha, pevide.
rodinha e aletria a 600 rs. a libra e a 40
a caixinha com 12 libras.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 a lata.
Palitos de denles a 160 rs. o maco.
dem Morgauxe Chateaulumini de 1851, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
16200rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados le- dem de denles a 120 rs.
mos grande porco de outros que deixamos, dem de flor a 200 rs.
de mencionar, e que tudoser vendido por < Amendoas confeitados a 900 rs. a libra,
pecas e carnadas, tanto em porces como | Doce de goiaba em latas o melhor pessivel a
retalho- ^0 e em caix3o a 640 rs.
Quem comprar de 1000000 para cima te-Palitos do gaz a 20200 a groza.
r o abate de 5 por cento. i Passas muito novas a 480 rs. a libra.
loja i
MACHINAS EPTENTE^
_ -de*lrabalhar mo para, r v
descarocar algodo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C,
OLDAI
Estas machinas
podem descarocar
ijuali|iier especie
de algodao sem
estragar o fio,
sendo bastante
duaspessoaspara
o trabalho; pode
descarocar urna
arroba de algo-
do em caroco
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por dia ou 5 ar-
robas de algodo
limpo.
Assim como machinas para serem movidas por
animaes, que descarocam 18 arrobas de algodo
Acha-se a disposico do resoeitavel publico este grande e magnifico estabeleci- ''"JiP". Por dia-
ment de molhados, talvez o primeiro e nico boje existente em sua especialidade por- **"& fazer mrer'se.rdestas'ma'hina;
que o maior capricho de maos dadas com mais apurado gosto de abrir um estabeleci- mencionadas ; para o que convida-se aos Srs.
monto modelo promoveram a escolha dos mais superiores gneros do nosso mercado, agricultores a virem ver e examma-lo, no arma-
que por serem comprados em grande quantidade e pagos quasi todos a dinheiro a vista m de algodao, no largo da ponte nova n. 47.
Sanndcrs Brothers & C.
GRANDE E SUMPTUOSO ESTABELECIMENTO
DE
\OVOS E ESCOIillIDOS GEEROS
TANTO EM GItOSSO COMO A RETALHO
OO HU NOVA aO
Ultima casa jnato a ponte da Boa Vista.
DUAS PALAVRAS.
t Cesse tudo qnanto a antiga mu.-a "canta
t Que outro valor mais alto se alevanta.t
deu lugar a obtencao de vantagens, que repartidas como vo ser pelas pessoas que se
dignarem de honrar-nos com a sua freguezia. alentamos a doce esperanca de agradar a^
lodos, nao s pelo eraprego das maneiras condescendentes e delicadas de que somos ca-.
pazes. como pela pralica da promessa que fazemos de vender polos pre;os quasi do pri-'
raeiro custo o nosso magnifico sortimenlo.
Pesando muito em nosso animo os meios pecuniarios de que podem despor as
diversas classes da nossa sociedade, asseguramos aos abastecidos da fortuna que achanto
em nosso armazem os melhores e mais esquisitos vinhos, licores, champagne queijo, etc.
etc
sai
.\. ii. praca do Corpo Santo
11ECIFE.
Os nnicos agentes neste paiz.
RIVAL SEM SEGUNDO.
Ra do (Jueimado ns. 49 e 55 loja do Baraleiro
; etcTe :iqueles'~que nio podem dispor de grandes recursos, que s compram o' neces- conhecidoj como tai, est dispondo da fazenda
rio, proneuemos-lnes servi-los de gneros novos e sadios, escolhidos ao seu conteni. S^^^ ^T^^S :
O real do pobre ser recebido com to boa vontade, como a moeda de ouro do Baralhos de cartas para voltarete muito
homem rico. 'mfl!!M"rVi..........i"......
As pessoas que nos fizerem a honra de entrar em nssa casa, quer seja para com- Miadas de imha rroxa para bordar a....
ra mi aasto o narn nPaociar vnllaro itisfeiLas. nao s oela boa Qualidade dos Pa.rei'le^a,al^de. lraoa de todos os
prar para seu gasto, ou para negociar, voltaro satisfeitas, nao s pela boa qualidade dos
objectos, como pela idelidade dos precos, e bom acondicionamento
O futuro nos justificar.
CAVACO NECESSARIO
Devemos ao respeitavel publico algumas palavras relativas ao pomposo titulo que
adoptamos. Ei-las.
Existindo neste vasto e florescente imperio um grande partido poltico com a
denominado de Liga, parecer o titulo do nosso armazem um gracejo inconveniente,
capaz de fazer zangar a alguns e de desatar o riso a muitos,
Ria-se quem quizer, porque nos tambem nos riremos mas nao se zangue
ninguern.
O neme urna voz com que se dao a conhecer as cousas. E esta a mais
breve, clara e sincera explieaco que, pelo methodo repentino, podemos dar.
Mas a quem nio seguir o partido desse systema diremos mais :
N5o oriundo do Rrasil o imponente titulo do nosso eslabelecimento. Foi a
muitas centenas de leguas que apanhamos a nossa Liga.
Na soberba e opulenta Inglaterra houve um rei que mstituio a mu honroza or-
dem da Liga. O acaso nos fez deparar com a narraco desse acontecimenlo, que tan-
to sorprehedeu a corte desse monarcha. Agradou-nos esta historia e gosiando sum-
mamente do trage do cavalleiro da jarreteira, para logo o mandamos desenhar, c col-
locando-o no oito do nosso estabelecimento, temos assim feilo distingui-lo dos outros
que se assignalaram com mitras e coras.
Honnl solt qni mal y pense_______________________________
Ainda est para ser vendido o sitio da tra-
vessa dos Remedios, na rreguezia dos Afogados n.
21, no estado em que se acha : qoem o pretender,
entenda-se. com o seu proprietano Caetano Pinto
de Veras, na ra de S. Francisco, sobrado n. 10,
cmo quem vai para a ra Bella._____________
Vende-se um comomelro martimo inglez do
melhor fabricante Charly Frodshan. amaneando o
seu regnlamento, por diminuto p-eco : a tratar
na ra Nova a. 21, loja de Francisco Jos Ger-
mano.
Knfolies a Mara Pa.
A loja da Aurora, na ra larga do Rosario n. 38,
recebeu ricos enfciies a Maria Pia dos mais moder-
nos qih! tem chegado a este mercado; quem quizer
mandar buscar para amostra pode mandar pessoas
com penhor ; assim como recebeu pentes de tarta-
ruga muito bons, tanto para alizar como para bi-
chos e tambem para regasso ; capellas brancas
muito linas, tanto para senhora como para
menina finalmente tem grande sortiraeulo do
miudezas : vende-se tudo barato.
200
20
os
lamanhos e finos a.....'.............. IJmOO
Massos de superior grampos para cabellos 30
Duzias de palitos de gaz superiores a. .. 200
Libras de ara prea muito superior a .. 100
Frascos de superior macaca oleo a----- 100
Ditos de dito perola a.................. 200
Ditos de oleo de babosa muilo finos a 320
rs. e............................... 500
Ditos de agua de colonia superior, garan-
tida-----;........................ 400
Ditos de banha muito fina a............ 640
Ditos de cheiros muito finos para o preco
a ris............................. 600
Sabonetes de todas as qualidades a 60 rs.
160, e............................ 400
Novellos de linha com 400 jardas a...... 80
Carriteis de linha de cores com 200 jar-
das a............................. 60
Novellos de linha de gaz de todas as co-
res a..............'............... 30
Pegas de fitas elsticas com 10 varas pa-
ra vestidos a....................... 240
Frascos de superiores cheiros, pequeos, a 200
Pares de ligas muito superiores e bonitas
aris............................ 400
Varas de bicos francezes, superiores a... 40
Opiata para denles da melhor que ha a.. 10O0
Frascos de agua para denles, superior a
tudo a............................ 15000
Pecas de tranca preta liza muilo fina a.. 60
Caixas com 4 papis de agulhas Victoria a 200
Varas de fila preta com colxetes a...... 40
Libras de la sortida de todas as cores a 65500
Ronecos de choro muilo bouitos a...... 160
Caixas de obrejas de massa muito novas a 40
Varas de franja branca e de cores para
toalhas a.......................... 80
Frascos de oleo Philocome superior a... 600
Ditos com superior tinla a 320 e......... 500
Caixas de linha de gaz com 50 novellos a 800
Enliadnres para csparlilho a........... 60
Duzias de boioes encarnados para vesti-
dos a............................. 200
Bramante de linho do Pavo
2#, Vi* loo 2 Vende-se o melhor bramante de linho puro com
dez palmos de largura por prego muito comino-
do, por ter de acabar a factura, a vara por
25200, 25400, e 25600 ; s o Pavao : ra da
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Panno de linho d< Pavo.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura propno para lenges e toalhas de mao pelo
baratissimo prego de 640, 720 e 800 rs. a vara, al-
godaozinho com oito palmos de largura proprio
para lenges, pelo baratissimo prego de 15 a vara,
assim como tem o melhor algodaozinho tanto em
largura como em corpo, proprio para lenges, ca-
misas de escravos, etc., ele, prego muilo comino-
do vista da fazenda; s o Pavo : ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Algodaozinho com (oque de avaria a -1,000 ris
e 1,800
Vende-se pega de algodaozinho por ter um pe-
queo loque de avaria, mas que esta em bom es-
tado, pelo barato prego de 45 e 45500 a pega ; s
o Pavao : ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Os guardanapos econmicos do Pavo t s do
Pavo
Vendem-se os mais lindos e modernos guarda-
apos econmicos e todo linho, lano para as rasas
de familia como para botis, bolequins, etc. tic,
pelo baraiissimo prego de 35 a duzia, isio s na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama
ilva.
soiitembarques do Pavo
O el.
Vendem-se os mais finos soutembarques que
teem vindo ao mercado, sendo de caxemira de co-
res pelo diminulissimo prego de 12<3 cada um, di-
tos de musambique pelo diminuto prego de 95, s
na loja do Pavo, mas que se nao enganem : ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Atoalhado do Pavo.
Vende-se panno de linho adamascado proprio
para toalhas de mesa, pelo diminuto preco de 25500
rs. a vara, guardanapos de linho a 55 a dntia,
toalhas de mo a 55 cada duzia, na loja do Pavo,
ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
:" s o Pavo (a #500).
Quem tem bales por tal preco
Vendem-se os baloes americanos muilo superio-
res com 20 e 25 arcos pelo baraiissimo prego de
25500 e 45, diios de 25, 30 e 35 arcos com fitas,
muito bem armados e tambem tem cores escuras
pelo barato prego de 35500 cada um : s na loja
do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
0 .'to vende para lulo.
Vende-se superior selim da China, fazenda toda
de la sem lustre tendo 6 palmos de largura pro-
prio para vestidos, capas, paletots, caigas, etc.,
pelo baraiissimo prego de 25, 25200, 25500 e 35 o
covado, cassas pretas lisas, chiias pretas largas e |
estreilas, manguitos, colarinhos, punhos, e enfeites,
tudo preto proprio para lulo fechado, e muitos ou-
tros artigos que se vendem por precos mais em I
conta do que em outra qualquer parte por estar
liquidando ; s na loja do Pavo ra da Impera-
triz n. 60, deGama & Silva.
As percalas do Pavo.
As mais lindas percalas que tem vindo ao mer-
cado pelo ultimo vapor tem na loja do Pavo pelo
barato prego de 600 rs. o covado ; ditas de listi-
nhas muito miudinhas proprias para vestidos e;
roupoes de senhoras, meninos e meninas, pelo ba-
ratissimo prego de 500 rs. o covado ; garanlem-se
as cures por serem do melhor fabricante que as
tem em Pars : isio na loja do Pavo ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
As chitas do Pavo S-lOO e
308OO o corte.
Vendem-se cortes de chita com dez covados
25400, ditos 25800, com 12 covados; sao chitas
inglezas, mas padroes bonitos e tintas seguras ;
assim tem as melhores chitas francezas e de tin-
tas seguras por precos commodos, a saber : 320,;
340, 360, 400, 440, 500 rs. o covado : na loja do;
Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Os bordados do Pavo
Vendem-se camisinhas com manguitos e golli
nhas bordadas, pelo barato prego de 15 e 15280
cada um, manguitos s 500 rs. cada par, ditos ;
com golinha a 800 rs., golinhas 400 e 480 rs., de
fil 240 rs. cada golinha bordada, romeira dej
cassa o de fil muito bem bordadas 25 cada^
urna, manguitos que servem para calcinha de me-
ninas 640 rs. cada par, camisa com manguitos e
golas com a competente gravata de seda, fazenda I
fina, pelo barato prego de 35, e muias outras:
bordadas que se vendem por pregos muito em
coma : s na loja do Pavo roa da Iroperatrfz
n. 60, de Gama &. Silva.
As riupas do Pave
Vende-se panno preto fino muito superior pelo
barato prego de 25, 25500, 35, 35500 e 45, dito
muito tino 55 e 65 o covado, casimira preta de |
urna s largura e muilo fina a 15800, 25 e 25500
e 3 55500 e 65, casimiras enfestadas de urna s cor
proprias para caigas, paletots. coletes, capas e para
roupas de meninos a 35500 o covado, isto na loja
do Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.__________________________________
Vende-se superior vinho do Porto em caixas de
urna duzia : era casa de Johnsion Pater & C, ra
do A'gario n. 3.
Cal de Lisboa.
Ha para vender a mais nova, e ltimamente che-
gada ao Aereado, em bem acondicionados barris:
no armaiem de Hanoel Teixeira Bastos, ra do
Trapiche n. 13, por prejo razoaveL
Desejando o proprietnrio do grande armazem do Propheta m lar-
gas ao seu genio emprebendedor, commeicial e especulativo, resolvou tta a ins.irj.:o
que o assallou, quando as horas caladas da noile o seu solicito espirito se agilava n*uit
turbilhao de ideas, tendentes todas bem servir e agradar aos gimieses IwLilaLic*
desta bella provincia, de abrir mais este grande estabelecimento de nevos e
escolhidos gneros, quasi que especialmente destinados as petMM M ncran na fre-
guezia de S. Jos, e aquelles senboies que Irinsitam | ela via fenea, para dade sao sem conta o numero das vantagens que se Ibes offereee, nao t rel;.o a
modicidade dos fretes, como da facilidade e brevidade da tonducro dos objtdM cim-
prados.
0 sonho do Propheta ser urna verdade pratica to acreita e al arada coito as
palavras simples e bem intencionadas dos velhos patriarebas desses tempes idos, si o Sc-
nhor Dos dos exercilos nao o quizer contrariar.
O Propheta nao querendo restringir-se a forma ordinaria de negociar resol' u
tambem, depois de profunda medilacao, de nio vender smentc os seus gneros a di-
nheiro crtente ; mas tambem de por em pratica a troca delles por outros da pr< dm(fa
do paiz ou por escravos, bois. cavallos, etc. Assim, pois, fique na intelligenria que o i'rophkta receber como moeda de qualquer dos setibores agrieilorea, timar,
algodao, agurdenle, milho, feijao, cavallos, escravos, etc., etc. e Ibes dar o Bmmj valor
em geneos, escolhidos a contento.
Quando a importancia dos gneros aparlados for menor do que a dos orjeclos re-
cebidos por troca, o rrophcta nao demorar a dilercnca pie deve der em din he ro.
Um eslabelecimento que com lanos sacrificios e despezM acaba de ser ar 1 rio
deve inspirar a todos a cerleza de que se vender muito barato com o lim de se adqui-
rir crdito e freguezia.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Arroz do Maranhao, Java e do Penedo a 80,
U'O e 120 rs. a libra, e a arroba a 10800,
20500 e 2A800.
Amendoas a 280 rs. a libra.
Ameixas francezas a loiOO, 14400 e 1,5000
em latas, frascos e lindas caichinhas muito
proprias para memosear alguem,
Amendoas confeitadas em francos de vidro
a 1)5 o frasco.
Alpiste a ICO rs. a libra e a 4,>00 a arroba.
Azeite doce francez a 900 rs. a garrafa.
dem em botija a 300o 400 rs. a botija.
Graixa em lat sa 15200 a duzia.
Limonadas de diversas fru tas a lUOO o
frasco.
Licores inglezes e francezes a l000, 1*500
e 2A a garrafa.
Lingoas americanas a 800 rs. cada urna.
Linguicas promplas em latas a 12(0 a lita.
Manteiga ingleza nesle genero o que ha de
melhor a 800 rs. a librae em bail a 700
rs.
dem mais baixa .1 (i\O e 720 rs. a libra.
Azeite de Lisboa a 640 rs. a garrafa e 4A800 .Manteiga franceza a 520 rs. a tib a, em barril
a caada. a G 40 rs a libra em rttalbo.
Azeite doce em boioes com 9 garrafas a 50*500 Massa de tomates a G40 rs. a libra.
com o boio. Marmelada muito nova a 640 rs. a libra.
Azeitonas por todo o prego. Mullios inglezes a 400 e 04 re. a ganatM*.
Biscoitos inglezes de diversas marcas a 1^300 Moslarda preparada a 400 e 6401 s. o fra.-io.
a lata. Massas para sopa matarro, lalhai ni e ak .. ia
Bolachinhas de soda, oval e lunch a 2,5000 a 400 rs. a libra.
a lata com 5 libras, 1 dem finas ero caixinbas a 36COO acao ha.
Bolachinhas americanas em barricas 26 Marrasquino de Zara verdadeiio a l5(0 0
libras a 24000. frasco.
Banha de porco da melhor qualidade a 360 dem mais baixo a 800rs. e lotCo ka* o.
rs. a libra. Milho fm saccastom SOemwa :t->5l0.
Batatas em gigos e caixas por todo o preco. Prezunlo ingle/, [ara fiambre vindo 1:0 uumc
Caf moido a i0< 00 ou 86000 a arroba. vapor a 800 rs. a libra.
Caf superior a 7500, 80001- e 8500 a dem mais ant go a 640 rs. a libia.
arroba. dem do Torio a 640 rs. c atado inteiro a
Cha nesio genero temos o que ba de melho- 5(0 rs. a libra,
assim como lambem temos baixo pelos prc- Passas 1 ovas a 460 rs. a libra.
eos seguirles: i,54<:0, IdtiOO, 1,)800, Polvo a ICO rs. a libra.
26400, 2(5600, 2A800 e 3,5010 o fino. Painco a 160 rs. a libra.
Charutos de todas as melhores e peores mar- Pomada a 240 rs. a duzia.
cas do mercado a 800, 15000,1,5600, 25, Pimenta do reino a 320 rs. a libra.
26800,36000, 46COO,56000, 5r5500e65 Peixe em latas a 150l0 a laia, SMCi, coi
o cento. 1 vina, pargo c outros.
Chouricas as mais novas do mercado a 126 Papel de peso a 26C00 a mina.
o barril com 1 arroba e 480 rs. a libra, a dem ideni muito lino a 450UO e 36"OC'.
ellas que pechincha. [dem mailim a i.)."- O.
Chocolate magnifico a 16000 e 16200 a libra.: dem almajo a 36000, W5C0 e
Cerveja marca a mais acreditada que lem dem para embromo a 16200 a reata.
vindo a 500 rs. a garrafa, emeia garrafas Palitos paia denles mares cero 2( marium
por 320 rs. branca e preta. j a 80, 120 e 2CO rs. o meo.
Conservas inglezas a800rs. o frasco fazenda Palitos do gaz a 26000 a grora.
Queijos llamergosdo ultimo vapor a 26600.
dem londrino a 9( 0 rs. a libra,
dem prato a 640 s. a libra.
chique,
dem francezas a 5f 0 rs. o frasco.
Cevadinha de Franca a 240 rs. a libra.
Champagne da melhormarca que sqoi tem Bap Neurona 16000 a libia.
vindo a 206 e 245 o gigo. 1 Sag e evadinha a 240 e 280 r>. a 13 n.
Cognak inglez e francez a 800 rs. e I6C00a Sardinhas de Nantes a 640, 560 e 300 rs. a
garrafa. I lata.
Ceblas por lodo preco. Sabao massa a 120, 180, 200 e 240 rs. a
Copos lapidados que sempre se venderam e libra, e em caixes por menos.
se vendem em muitas partes a 85 e 106, Sal refinado a 600 rs. o va(pote de dra 1
vendemos a 565(0 e 65000 a duzia. jToucinhode Lisboa, de Sanies e americano
Copos para vinho a 3500o a duzia. a 160, 240 e 320 rs. a libra e em arrota
Doces de calda vindos de Lisboa neste ultimo a 5, 7, e 95000.
vapora 60 rs. a lata das melhores fiuc- Tijolos para limpar facas a 160 re. rada m
tas da Europa. j Vinho do Porto em ancoras com 70garrs*
dem da goiaba e da casca o melhor que a 305000.
possivel por diversos precos, e conforme Vinhos de Lisboa eFipueira quaidad> m :
o tamanho dos caixoes.
Ervilhas em latas a 640 rs. a lata,
dem seccas a-200 rs a libra.
Espermaeete americano a 16200 a libra,
dem francez a 560 rs. o masso com 6 velas.'
Figos de comadre em caixinhas muilo lindas
nificas a 36000, 36500 e 46000 a cana.:*.
Vinho do Porto em pipa a 5 e G64>00 a catad?.
Vinho branco de Lisboa e Porto em am
barris e pipas a 45000 e 5O(X a caada.
Vinagre de Lisboa a 15000 e 26000 a can-
da.
a 800 rs. a caixa.
Farinha de trigo a 120 e 140 rs a libra.
Farinha do Maranhao a 24<> rs. a libra.
Fumo do Para a 16800 a lata grande.
Fumo americano a 15400 a libra.
Fumo em macinhos para sigarros a
rs. o maco.
Farelo em sacas de 80 a 90 libras a 35500
Genebra de laranja 15 o frasco,
dem de Hollanda a 500 rs. o frasco.
Vinagre em garrames por 1 pCflO com o mr-
ralao.
Vinagre em anco; as para 16600 com a ai
de 9 caadas.
Vassouras americanas a 640 rs. cada 1 n:.
200; Vinho deHordeaux ueste genero kmM gi
porco e das qualidades melLotes que um
vindo ao nosso mercado em garrafas. 1 ru
ancoras, em bairisequaitolas oquahtL-
demos por procos muilo Mm s.
Zfl tffl CfP fJ'f) t

O BALIZA
DECLARACAO.
o
O BALIZA declara pelo prezente que
deixa de publicar os precos pelos quaes ven-
de as suas mercadorias por motivos mt ao
respeitavel publico pouco intereca. Serve
provisoriamente de baze os precos do Pro-
pheta.
ORDEM DO Mito .
0 BALIZA concede plena liberdade aos i,
seus amanis collegas Clarins, Unies. mitra- *^JP
dos e croados, para que possam saltar, ber- ^^<
rar e tudo mais quanto Ihes apronver, at
a sua segunda ordem.

c

1 MOTILADO



Diarlo tfe rernoiBfeaeo ... abado 99 de Outnbre r 1G4.

osa,,

NOVA KEFORN
AURORA BRILIItfTE.
ffltt COROAS NEM MITRAS
N. 84. Largo da Santa Cruz.N.84.
NOVA EXPOSiQAO DE GNEROS
NO
ARM1ZE9I
GRMDE
DE
FrincwcoJos Fernauds Pires, tem a honra do avisar a sqa umerosa freguezia
a com *|icialidade aos moradores do bairro da JJoa-Vista e seos arrebaldcs, que fez
ein_^UoSseiad es'abelMiinento de moldados denominado Aurora Brilhan-
arma/.em de bons
para melhor servir
.......-......-....... comprar em seu eslabi'lfcimento.
BO armazem da Aurora Brilhante encontrara sempre o respeilavel publico urn
nnuo e novo surlimento dos melhores gneros que lem vindo ao nosso mercado, a aero-
pro por precos muila razoaveis, como se v da segumle tabella
manalnieme.
w\a n forma em seu asseado eslabelecimento de molhados denominad
M ao largo da Santa Cruz, e eom esta reforma saprio de novo o seu i
Reame, ssiuto mmtos dclb's mandados vir de sua propria conta, par
aquellos que >e dignaren) c i mirar ou mandar comprar em seu estaba
que ser mudada se-
A Aurora Brillante recebe as libras sterJinas por 9, seudo para compra, e faz j
por eento de abalimenlo a quem comprar de 100$ para cima.
novo, a libra a
PRINCIPAL
DE
%Wt%> ti m&%&
Presuutos de uaaibre muilo
800 rs.
Dilos para panella, a 560 rs.
(juerjos londrinas muito superiores, a libra
a 1*000.
i^K Dilos do reino vindo neste vapor a 2600.
-V Dilos do vapor passado a 25 e 2iO.
Queijos de quallia novo*, a libra a 560.
Frascos grandes com animas a 3*000,
Lulas com l| libras a liOO
Ditas com 3 e 6 libras a 2$S00e 45.
Chocolate francezmuito superior, a libra a
15120
Cha lino de priajeira qualidi.de, a libra a
25700.
Dito uxim a 1706,
fjL Di 10 hysson a 25700 e 280.
tix) Dito perola a 25800.
{'J3 Dito em caixinhas de 1 e 2 Jtbrasa 25600.
JL Dito prela a 2 e 25300.
Manteiga inglcza flor a 15200.
({*) Dita mais abaiico a 800 rs.
r'k Dilaein h;,rrl prejtria para negocio, a libra
. 8 600.
(jVj Dita para tempero a 400 rs.
. Lalas com 2 libras do banha refinada, a libra
S a 400 rs.
' *} Mantriga franeeza nova, a libraa 640.
: v^ Dita em birris e jimios ditos, a libra a 600.
gua Toiiciuho de Lisboa a 95300 a arroba a a 320
Wti rs. a libra.
2 Latas com bolachislia de soda de 3
j|3 25000.
,'/>s Dilas com biscoilos e bolacliinhas surtidas
jx a 15300.
&ro '!llas '"!!e,:as nnvas. libra a 240 rs.
"(Wj Arroz do Maranhao, a arroba a 25*00 e a li-
^'' lira a 80 e 100 rs.
-%. Dito da ludia a arroba 25800 e a libraa 100
S e 120 rs.
<) Cafe muito superior de primeira qualidade
Cif) 885600, 95 e 95300 a arr..ba.
3$ Dit* em libra a 280. 320 e 360 rs
- Yinhos em caita de 12 garrafas, o melhor
possivel a 185 e 205
j5j*5 Dito mais baixo n 105,125 e 145.
:..:j Dito Figueira, o mais superior posivel, a
, caada a 45)00 e a garrafa a 640 rs.
>&gj Din mais bailo a 45 a ranada e a 560 rs. a
' tDiio de Lfebet, boa marca, a 400 o 500 rs.
a garrafa.
Dilo Bordos a 640 rs. a garrafa.
:"v Dito m caixa, das mclhoros marcas, a 75 o
->! 83000.
fjfjj Servia, marca teneate, em botijas a 7 e 85
a duzia.
Dita de dilWenlcs marcas a 590 rs. a garra-
fa e 55800 a duzia.
'.V Geaebra do forana verdadeira a 15 e 15200
,. g o frasco.
;y Dita de llillanda em frascos grandes a 15 e
..-' pepuenos a <40 rs.
Dita verdadeira de Hollanda, a botija a 480
Licores tinos de varias qualidades a 800, 15
]r e 15300.
Caixas da vinho mscale! a 105, e a garrafa
a 15000.
Ditas cora azeite r. finado a 105 e a garrafa
a 15000.
Conservas ingierase franeezas de pepinos,
soblas, azeitonas e inixide a 600, 700 e
0 :>


Charutos linos do autor Jos Furtado de Q-
mas, ha por muitos precas.
Dilos diMiutms auiorss a 15300. 2Je5500.
Gigos de-batatas novas eom 1 arroba a i.
P.tssas novas, a lit.ra 500 rs.
Figos rovos a 320 rs,
Lalas de ervilhas e favas portuguezas j pre-
paradas a 720 rs.
Ditas com ostras, cxcellente petisco.a 640 rs.
Latas A) peise ensopado em postas, de muitas
qualidades, a 15-
Potes de vidrocom sal reflaado a 300 e 640
ris.
Marrasquino da melhor qualidode, a 85 a
125 duzia.
Garrafas de dito a 80fj o 15200.
Amendoas eonfeitada a libra a 000 rs.
Dita com rasca a libra a 320 rs.
Nozes, a libra 160 rs.
ai-ico, alpistj, a arrobaije libra a 160 rs.
Grao de bi>, a arroba 45 e libra a tGO rs.
Vinho de eaj preparado era Sobral a 800 a
arrafa.
Cognac superior a garrafa a 15000, 15200 e
15600.
Champagne boa a duzia 205,e a garrafa a 25
Garrafoes com genebra hamnurgueza a 65.
V'lidio branco Xerez a garrafa a 15.
Dito Joo de Brito, puro, a garrafa a 640 rs.
Hito aducir lo a 560 rs.
Dilo do Pon?), fino, a garrafa a 800 e 15
liiras a Xarope de gruzets e outras frucias a 640 ra.
Hatsaa para sopa, amarella, a libra a 480 rs.
Dila branca a 320 rs.
Dita eslreliiiha, pevide e rodinhas a 641 rs.
Caixinba com 8 libras de dita a 35500.
w-bolas solas grandes, o cent) a 15.
Dilas grandes om resieas a 151280.
Dalias de cartas franeezas tinas a 25500. 35
e. 35500. *
Duzias de lalas de graxa nova a 900 rs.
Binhdi-s de dila a 280 rs.
Marmelada nova a 600 e 720 rs.
Carne do sertio a litira a 320 rs
Chourieas a libra a 640 rs.
Saceos grandes com farinha a 35.
Dilos com inilho o 35300.
Ervilhas seccas a libra a 160 rs.
Lentilhas para sopa a libra a 200 rs.
Sevadinlia de Franca a libra 200 rs,
8ag a libra a 400 rs.
Ararat! verdadeira a libra 480 rs.
Gomma da engommar a arroba a 45 e
ibra a 160 rs.
Sabao espanhol a libra a 400 rs.
Lalas eom o vardaMro gaz liquido cora 27
garrafa.1 a 125.
Garrafas co:n dito a300rs.
Saceos graiil-vs com feijo mulalinho com li
cu as por 95.
Copos e ealii lapid.iilos para vinho e agua.
Lalas nimio bnra onfeilMM com figos uovos
a 25, 25300 e 35.
Assucar refinado cora ovos muito alvo a ar-
roli.i a 65500 a libra a 200 rs.
Papel paula lo liso d^ pese branc e azul, a
resma a 25300 e 4530;).
Vinho Hadeira-seceo, a 1-3600.
Ontoda esleirs de ".ranea a 205.
Barriscotn az-iioaas novas a 15280.
Duas bataneas grandes de Ronao com os
pesos de 21 arrobas, e alguns bracos pe-
RIJA IMPERADOR M. 40 3. RA IIO fSESl90 M. O
Duarce AlmiuT?*? 5L2 ""J fc >b*' H*m"* 1ue volta P' < t*pn*
a. ffiV !." .i reeebcram de sua propria encornasen I E provavej que n5u seja bem aciia a variado auando a boa f h a
di irTulaU Li.1"*0 HMento de ", Proprlo*; Iludida por isla ep.dcmia de nauzeacos annuncios tJgg. lambom "S
r%ET? ?*****' ,r lras' e,c- ^ue lodo dia enchen> s Pagns deste jornal. COr6as' mt-
Manteiga ngleza | Macas brancas r lEHTA
1 nova vioda no ultimo vapor a i ,00o; para sopa_ a melhor que se pode desejar,! Os annuncianles nao lem em vista senaoTarantirem ao respeitavel n. i ,
macanao talhanm e alema a 400 rs. a sua palavra de honra, vevidei.do com o lucro suficiente para suas subsisten as rS
libra e 4^000 a ca.xa. assentarem fortunas a forca da regra de liga como ouiros annanrSSS, de Vee ^
.Vinko fi^yti T4>IIOl$
Figueira J A A e outras muitas marcas acre- No armazera principal vcode-ee o todos pelos rtreeos mirca,iA9 n, .. .
ditadas a 500 rs. a carrafa. bella, mas nao se vende por todo o pr;o iE?2!TJ!2&~*^ +
asqualidades dos gneros trocando-se todo anuelle aue n5o ~l J
rs. a libra eem barril a 800
Manteifia frauceza
da safra nova a 6o rs. alibra,. em barril
a 560 t.
Ameudoas
confeitadas de lindissimas coros a 800 rs a
libra.
Auiexas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
l&u, muito propios para mimos.
Cartoes
com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
rs. a garrafa,
ideai de Lisboa
bella,
te-se
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e comprador.
garan-
seja do agrado do
2800
em
com bolaehinhas de soda de todas as qua-
lidades a 10:100.
Chocolates
de todas as qualidades a 1,5000 a libra.
Presuntos iezes
dos melhores fabricantes^ 800 rs., tambem
temos velhos para 506 rs.
ueijos fliimengos
chegados neste ultimo vapor a 26oo.
diaeijos
chegados no ultimo vapor a 20600 cadaum
4teij*
londrmo o mais fresco que se pode esperar
e de escollante maree a 800 rs. a libra
sendo inteiro e a 900 rs, a retalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 10200.'
Cha uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qualquer nao pode vender por menos de
U a 20600.
Iiiem pe-ola
especial qualidade a 20700 rs. a libra
dem hysson
o mais aromtico que tem vindo ao ocaso
mercado a 20600.
Massas amarellas
para sopa, macarrao, talharira e aletria
480 rs.
a caada.
Idena do Porto
generosos engarrafado cantes da cidade do Porto a H e 10200
a garrafa e de 100 a 120 a .ciixa, as mar-
cas sio assegaintes: Chamisso Filho,
F. d M Nctar ou vinho dos Deuzes,
lagrimas do Douro e outros muitos.
Lates
cora 10 libras de banha a 40000.
Bolaeliinha iagleza
a 10800 a barrica da mesraa que
vendem a 20000 e 20400.
Nozes
as mais novas do mercado a 120T*1 uil bra.
Cervejas
dos melhores fabricantesje de todas as mai
cas de 40500 a 60500 a duzia.
C-AKUTOS
Charutos Thom Pinto,. Res e outros era
meias caixinhas a 10500.
Arroz
do Maranhao a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 20500 a 30000 a ar-
roba desses que vendem por 30400.
CAF
de 1. e 2. sorte do Rio de Janeiro a 805f
e 80SOO a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
Garrafoes
com 4 '/ earrafas com vinagre a 10OOOta
o garrafo.
GENEBRA DE LARAXJA
verdadeira a 10000 o frasco, e de U0OOO
a caixa.
1DKM
em frasqueiras de Hollanda a 50800 coa
12 frascos.
GENERA
de Hollanda verdadeira em frasqueira a Goo
rs. cada urna.
a! PALITOS
\ os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza
Amendoas confeitadas de diversas cores a
64o rs. a libra,
dem de casca dura a 24o rs. a libra.
dem de casca mole a 320 vt. a libra.
Ameixas franeezas em caixinhas com
estampas, a l,2oo e l.fioo rs.
dem em frascos de vidro a i ,2oo rs.
dem em frascos grandes a 2,5oo rs.
dem em latas de 1/libra a i,loo rs.
Arroz do Maranhao e da India o melhor que
ha neste genero de 80 a loo rs, a libra, e | MarmeTlada do
Lentilhas muito novas exceilente leeuiae na-
fa sopa a 2oo rs. a libra. '
Licores francezes de todas as Dualidades .la
7oo e 9oo rs. a garrafa,
indas Manteiga inglcza perfeitamente flor a 800 rs
a libra, e desuessesario mais elogio* ues-
te genero que s se pode verificar com a
vista. *
a libra.
COGY.4C e2o rs. cada caixinba.'
o muito afamado cognac Pal Brandy a 1,80o LICORES
rs. a garrafa e de outras muilas qualida-ifinos de todas as qualidades, a lo.ooo a caixa
de 2,5oo a 2,8oo a arroba,
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa, e
4,8oo rs. a caada.
dem francez e de Lisboa refinado em gar-
rafas brancas a Ouo rs. a garrafa e lo.ooo
rs. a duzia.
Alfazema muilo nova e limpa a 32o rs. a
libra.
Azeitonas muito novas a 2/oo rs, a anco-
reta.
Alpista limpo a Itere, a libra, e 4,4oo rs. a
arroba.
Bolacliinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio de diversas qualidades, em lalas
de 6 e de 3 libras a 3,000 e l,5oo rs. a
lata, e 64o rs. a libra.
dem inglcza em lalas de 2 c de i libras
dem franeeza a 56o rs. a libra, en Larril
ou meios a 5oo rs.
!. fabricante de Lisboa a 600
rs. a libra, ha latas de 1.1'/* e 2 libras.
Maca de tomate em lalas de urna e dua* li-
bras, a 600 rs. a libra.
dem para sopa estrellinha, pevide. rodinha
etc. a 3,30o rs. a caixa e 56o rs. a fea.
Macarrao, talharim e aletria a 4oo rs a li-
bra.
Mostarda franeeza preparada a 4oo rs o fras-
co.
dem ingleza em p a 64o rs. o frasco
Molho inglez em garrafinhas com rolha de
vidro a 64o rs. cada urna.
Marraschino verdadeiro de Zara a I.ooo re.
a garrafa, e lo.ooo rs. a duzia.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Osiras preparadas em latas a "00 rs. a la'a.
Prezunto para fiambre inglea
*. ,le porco refiada a 4oo rs. a llbrac' "SloT'.'".^ *" lil,ra' *
em barril a 3Go rs.
Btalas em caixas de 2 e de 4 arrobas
I.loo rs. a arroba.
Pee em latas hermticamente fechadas das
a j segrales qualidades, sabel. corvina, go-
Charapagne das melhores marcas a 2o.ooo | ^^ peSt"ada a *" '* -
W. 0jigo, l,8oo rs. a garrafa, e 9oo rs.;Palitos para denles lichadas a 14o rs o
as meias garrafas. Co de 20 macinlios.
Ort uxim o melhor possivel a 2,7oo rs. a li- dem do gaz a 2oo rs.
dem fierola qualidade especial
a 11 tira.
IM-
a duzia, e 2,loo ib.
'
des a l,ooo e 800 rs. a garrafa.
COPN
lapidados para agua a 4,5oo e
duzia, e a 440 e 5oo rs. cada tira.
5,ooo
rs. a
800 rs. o fra>cu grande.
Caixascom frascas de mostarda frasee
42a duzia,!; 3H0 rs. n frasra,
K MUITOS OTHOS GKN'EltS QUE TOH.XAKIA E.VI-'ADDXUO
TL'DO DE PRIMERIA QL'ADADE.
i|iti>no< do infamo aniur.
a|Uma granJ quantidade de caixdes vasios de
lodos o> lamanhas de 120 a 300 rada um.
MENCINALOS.

RA DO QUEMADO NUMERO 11
Luja de fazendas d- Augusto Frederic dos Santos Porto
Ch cgaram i este stabelecimetito ricas colchas de seda para ramas de noivos.
Morcantique e sedas adamascada"; para vestidos de noivas.
Eofeites de cores e capellas brancas.
Superiores cortes deorganilys gosios os mais modernos.
Bonitos cortes de chnly com barras eoaipriJas a 20^.
Curtes de laa de barras de lj a 185.
Esteiras superiores para sala com 4, 5 e C palmos de largura.
Casimiras de cores para capas de senhoras, e roupas de hornera.
Cortes de superiores casimiras para costantes completos.
Grosdenanle branco, azul, cor de rosa, preto, cor de caf etc.
Chapeos de palha de Italia para senhoras.
Pannos finos e superiores casimiras preas.
Finissimas percalas, cambraias de rr, ditas brancas.
Tapetes grandes para sof, baloes de arcos brancas e do cores.
Malas para viagein, superior silislrina prota, be mbasina prela.
Canto, merino de cordao, princeas, lencos de cambala, de lioho, silesias, brelaabas e ou-
iras muitas fazendas quo se vendem por conimodos precos.
cora urna duzia e a l.ooo a garrafa.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
jam Abren e oulros muitos a Ooo rs. a
PAPEL libra,
almacn, greve, peso e de outras muitas qua- PuArumft
hdades de 2,2oo, a 4,5oo a resma do me-! L1 c'jUIltu
loor. verdadeiro prezunto de Lamego a 5o rs.
Papel de bollen a libra-
de exceilente qu.lkhde.waoo a resma, ^^ ^ e jg ^ ^ ^ f
azul e pardo para embrulbo de 1,4oo a 2,2oo'' ^ 3'' ^Z^S ""*"'
de espermacete de diversas marcas a *i6o rs.
rs. a resma.
Coriiitliias
a libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
passas corinthias muito novas proprias para: .
o a Son m lihra :Oe carnauba era caixas de arroba a!),3oo e
caixa e 3iors. a libra.
podira a 8oo rs. a libra.
Fumo
o verdadeiro fumo americano em chapa
l,4oo rs. alibra
Vinagre
PURera ancoretas de 9 caadas a 15,ooo rs.
Batatas novas
em caixas de 2 arrobas a ) a caixa e 60 rs.
a libra.
Passas mnilii novas
em quartos e nteiros a 2r> o quarto e 60SOO
a caixa eAOOrs. a lilvr.i,
Ohoeotate
portuguez o mais especial que se pode de-
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa seJar a 80 rs- a li,)ra e *40 rs. o pao.
e l,ooo rs. o molho.
Alpista e
cada urna.
Cebollas
Painco
o mais novo do mercado a 140 rs. a libra
e 40400 a arroba.
CEBLAS
SORTIMENTO PARA A FESTA
73*.
Frutas em calda
chegadas ltimamente, pera, pecego, ginja e
outros muitos a 640 rs. a lata.
Dsce da casra da guiaba
a 600 e 1| o caixe.
.ruadoQnei-'empaneiro^fe nSJT&m a r
/. ra do Imperador n. 40 e lar-i robaediOrs. a libra na ra do Coli-
mado n. 7, ruado Imperador n. 40 e largo
KAO lh BICO d0 Carmo n 9
muito novo a 3010 a arroba e 140 rs. a li- BOLACHINHAS
Imnrar?? ?"emrdo J; Jf rua do" latas de defferentes qualidades a 1,5200
Imperador n. 40 e largo do Carmo n. 9. a lata
meito fresco 8t0 un fibra na rua do 'chegadwnSf uSfmo ^^
gueimado n. 7, rua do Imperador n. 40 e do Queimado
Jila do n.
go do Carmo n. 9
23--4rgo do Terco23.
Joaqaiin Siinao dos Sanios, dono deste armazem de reniados avisa aos arnieos do hom e ha
lo que u venham sort.r dos bons gneros este eslabelecimento quo nao se arrependerao s tL
tan a Ubrera de 10 a 20 por cento, pelo seu prompto pagamento ; e por Isso se, fa; annundo de
alguns gneros, que tente sempre este estabelecimeolo .agrande e vantaioso sortimeuto de ludo
ijnauto pertencente a este etabelecimeulo. au"""euiu ae tuao
Sentido I Von fallar com o Conservad n !!
e sorte a fiOO, 900 e iji Queijos mais novos do mercado a 2.JSO0 e 2*800
Serveja das melhores marcas, tanto branca como
prea a 500 rs. a garrafa e a duzia a 58uO.
sabao amarello massa a 180,200 e 240 rs. a libra.
Charutos da Baha .Jos melhores fabricantes de
10, 2*000, 2o00 e i a caixa.
M|llw alpUta e painco a 160 c 140 rs. a libra.
Vinho de Figueira verdadero a 500 rs. a garrafa
dem de Lisboa das melhores marcas a 400 a dia.'
dem do Porto em barril superior pinga a 640 n
dem branc propno para missa a 500 rs. a dila'
Iin do Pono engarrafado a 800 e 14, louiand
mais de urna cana.la de qualquer um desle lera
grande abaiiinento.
Conservas inglezas e portuguezas a 500 e 640 rs
BiscoidM e bolachas do soda a lliOO e 2*.
Massa de tmale, a 600 rs. a libra.
G m-bra de 01 a ida em frascos e botijas adela-
ranja (te 480 a 640 e 1*200.
Ohouricns as mais novas a 560 rs. a libra.
Latos aun 1 e meta libra de ameixas a 1*200.
Azeite doce de Lisboa a 440 rs. a garrafa e 3* o
galao. I
Manteiga iagleza de
x libra.
1 isni franeeza em barril a 000 e 640 ris a li-
bra.
Tcucinho de Lisboa a 300 rs. a libra t 8*800 a ar-
roba.
Batatal era caixas e gigos 1*200 e 2*000 a ar-
roba.
Caf de primeira e segunda sorte a 230, 28) e 300
rs. a libra.
Arroz da ludia, Maranhao e Java a 100 e 80 rs. a
libra.
Ptiosphros do gai a 2* a greza c 180 rs.
Passas novas a 480 rs. a libra.
Velas de carnauba Aracaty corepesice a 400 c 440
n. a libra.
Massas para sopa a 480 e 440 rs. a libra,
ilarmella.la dos midhorus fabricantes do Lisboa de
1 n 2 libras a 640 rs. a libra.
Cli* hysson o melhor deste genero a 2*800 a li-
bra.
IJ-ni perola mindinho a 2*500, 2*000 e 3*000 a
libra.
Banda ngleza alva e superior a 480 rs. a libra.
a 2>800 na roa
n. 7, rua do Imperador n.
largo do Carmo n. 9 i 40 e largo do Carmo n. 9.
..___^ Pyr1eUgi08 do grande armazem o Verdadeiro Principal declarara aos seas
ne,E 52 e ao PubllC0 e* tipularam os mesmos prefos nos seguintes lugares:
Uniae e Coramercio rua do Queima<1o a. 7
Verdadeiro Principal rna do Imperador n. 40
dem bysson o mellir.r que lia nesle genero
a 2,000, 2,oo e 2,(5oo rs. a libra,
dem do Rio em latas de 2 a 8 libras, a 1,300
rs. a libra.
dem preto homeopathieoapoors. a libra.
Cervej; rJasQMlbGrs n;rcfsa G,oo rs. a du-
zia, e 56o rs. a garrafa.
Chocolate francez, suisso e bespanbol a
l,ooo, l,2ooe 1.4oo rs. a libra.
Charutos'do afamado fabricante Jos Furia
do de Simas e oulros da Babia como se-
jam Hegalia, Trovadores, Guanabaras, De-
licias c Suspiros, a l,Goo, 2,ooo,3,ooo e
4,ooo rs. a caixa.
Conservas inglezas a 73o rs. o frasco,
ildem franeeza surtidas ou de urna s quali-
dade de cada frasco a Soo rs.
Cognac inglez e francez a l,ooo rs. a {
fa, e Io,ooo rs. a duzia.
Cominbo e erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a (!oo rs. a libra.
Canella a 1,000 rs. a libra.
Copos fino? para agua e vinho a 4.8oo,
5,ooo e >,5oo rs. a duzia, e 5oo rs. cada
um.
Caf do Rio superior 28o e 3oo rs. a libra,
e 8,5oo a 9,ooo rs. a arroba,
dem do Cear a 26o, 28o e 3oo rs. a libra,
e 8,ooo a 8.5oo rs. a arroba.
Doce de goiaba a Goo rs. o caixio.
Ervilhas portuguezas em latas, chegadas l-
timamente a 7oo rs. a lata,
dem seccas a 16o rs. a libra,
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 32o
libra.
Figos em caixinhas bem enfeitadas a Ooo rs.
cada urna.
Graixa nova a loo rs. a lata. I,loo rs. a
duzia.
Genebra de Hollanda em frasqueiras de 12
frascos a r>,8oors., e 5Go rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs. cada tima,
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,8oo
rs. com o garrafo.
dem idem de 3 caadas a 7,2oo rs. cada um.
dem ingleza em garrafas brancas bordadas
com rolha de vidro, qualidade superior
a l.ooo rs. a garrafa.
dem de laranja verdadeira a l.ooo rs. o fias-
co, e H.ooo a fiasqueiras de 12 fraseos.
Kirsch Wasser exceilente bebida Suissa a
l,8oors. a garrafa.
a 2,7oo rs. fc,DCO muilo novo a 16o rs. a libra, e i.:ioo
rs. a arroba.
Queijos flamengos do ultimo vapor
dem prato muilo fresco a 8oo rs. a libra t>
sendo inteiro a 72o rs.
Sal retinado em potes de vidro a Soo rs. ca-
da um. a
lardinhas de Lisboa e de Naatel a 6oa rs
a meia lata, e 4oo rs o qaar. ,
Sag muito novo c alvo a 24o rs"a libra
Sardinha de Franca a 18o rs. a libra.
Sevada a lote, a libra.
Toucinho de Lisboa a 24o e 3oors. a li! ra
Tijolos para limpar facas a 15o rs. cada uro.
Vinho em pipa, Porto, Lisboa e Figueira das
marcas menos conocidas a toe n gar.
rafa, ea 2,800 rs. a caada.
dem Figueira MpecialmeMe escolhi,!., neste
lugar a 600 rs. agarrafa, e 4.5o a caad..
dem Lavrad o, Colares
rs. a
muito fre*co tm
composicao a Goors agarrafa, e i.Soo 1 s 1
caada. '
dem Lisboa em ancoras com 9 caadas mar-
ca especial a 22,000 rs. a ancora.
dem branco uva pura a 50o rs. a garrafa
ea 4,Soo a caada.
dem Porto fino em pipa a 5Go rs. a garra-
Id.
dem engarrafados generosos, LanrwM do
Douro, Duque do Pono, I). Luiz I | Pe-
dro V, Nctar, vell.o secco, Malazia, o
genuino particular de 9oual,9no rs a ar.
rafa e 1 i*m rs. a caixa com tima duzia.
dem Madeira legitimo a l,2oo rs. a r
ea l2,ooo rs. a duzia.
dem Muscatel a looo rs. a garrafa.
dem ordeaux dos acreditadas marcas St
Juhen St. Esteph, cbieau la Bo/e.ciatan
Margoux e outros a 6,000 rs, a caixa e 56o
rs. a garrafa.
Vermoutb a melbor bebida estomacal a 2 000
rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e I 4oe
rs. a caada,
dem em garrafoes com 5 garrafas a 1 .ooo rs
Vasseuras do Porto com arcos de ferro a 32o
rs. cada urna.
dem de escovas para lavar casa a 36o rs
cada urna.
Vellas de espermacete superiores a 56o n.
a libra, e sendo em caixa a 52o rs.
dem (te carnauba refinada e de composicJo
a 36o rs. a libra, e lo,5oo e 11,000 rs a
arroba.
- S. *> S ~
-, >
7- -i
3
i M
Agua Florida.
e maco.
Para sestabelecer e conservar a cor natural
(tos cabellos.
A agua florida no ama tinlora, fcto es-:en-
al a contestar, a pesan agua dando a cor prim-
tiva ao cabello. Ornosla de plantas exticas e
de substancias molfensivas, ella tem a propriedade
ae restituir aos cabellos o principio corante que el-
le* tem perdido. D'uma salubridade inconlesu-
vel, a Agua Florida entreten] a lunpeza da cabera
deslroe as caspas e impede os cabellos de cahir
Oleo de Florida
Composto de substancias vegetfts exticas elle
conslilue poderosamente, com a Agu Florida a
forca, a bell za e a conservarlo dos cabellos
Em l'aris, casa de Qundaur n. 12, rua de Riehe-
lieu, e 21, boulevard Montmartre.
Todos os irascos, nao tendo inUcto e Slaro o
timbre prateade,da casa, sao reputados falsos.
Deposito, rua do. Imperador, pbartnacia n. 38.
Balaios para meninas
Lindos balaios de varios sostos pafa meninas
irazerem no braco : so se enconlra na loia do Bei-
ja-F(or, rua do gueimado n. 63 e 60. mn
Extratos e sabao em eai-
xinlias
Liadas caixinhas com um eartie com a familia
imperial, c dentro de cada caixa um frasco on sa-
bao o mais fino que passivel: na toja do Beija
Flor rua do Queimado n. 63 e 60.
f 21
c W3 M ^^ rc
3 C.S
. D. O
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a, cs.S-9:
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i e s s j s *'
A' laja d<> furto.
Na esquina da rua da Madre de Dos lia um
complete sortimenlo de fazendas, calcados e roupas
feitas, por progos muilo baratos.
ESCRAVO
Na rua do imperador n 65, pnmeiro andar, ha
para vender um bom moleque deidade d.- 9 annos.
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No armazem de fizente ba-
ratas de Santos Coellio,
lina doQucimddo o. 19,
Vende-*< o rgnlnle :
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aj
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n.t ",,"lMS' himdi meor que lem *
4o ao mercad.., lauto em goslo ronx. U rruaftd-
;, pelo baratissmw prcode 560 r. rovado.
r^ a ias DliU(,inBas carmezins, propias ira v aos de meninas e cauusinlias a 640 ocovado.
dejr*Sde ,3* eom ,3 covados' *10 bara1 V"X*
Cobertas de rbila da India a MM e3#.
Lencoes de panno de lioho a ti c 2*500.
Pecas de. cambraia de forro com 8 l|2 varas a
3JS00.
Toalhas alcochoadas proprias para nwos a 51
duxia.
Ricos cortes de laa rom barra Mara Pa a
t8.
I Pecas de planillas de algodo cao 10 raraa,
proprias para saia a 4.
Algodo enfesiado com 7 1|S palmos de larenra
a 14100 rs. a vara.
\ Esteira da India, propria para ferro e ala
j 4, S, e 6 palmos de largara, por menos preco d
' que em ouia qualquer parte.
I Neste eslabelecimento tamben se encontrar
1 om grande sortimenlo de reupas feilas e por >
9
g
e
B
'dida.


Diario de PunnlnN fcabbado 89 ic Oiitiibro de 19*4.
Ex traordinaria liquidaco de faicndas parata est
per baraiissimo prego, tanto para o mato como
para a praga, na loja brm couhecida do Arara,
rna da Imperatriz n. SO de tonrenco P. I. Gui-
mares.
Ai baratciro da Arara a 1)9100.
Vndese cortes de chitas rom 10corados a
400, ditas franceza a 35200, ditos de casa a
25, dita de slticos a 2,5400, 35 e IJ o corle, para
apurar dinb^iro : na ra da loiperatriz n. 56, toja
da Arara.
Cortes de la a Hara ra a 8, # 8*5.
Vende-se corles de laa com barra, os prepria-
neotea Mana Pia a 85, e 165 : Da ra da ltnpe-
triz, loja da Arara n. 56.
A Arara vende alpaca para vestidos de senbora a
360 rs.
Vndese alpacas de indas cores lisas para ves-
tidos de senhora a 360 e 400 rs. o novado, lazi-
nhas para vestidos de senhora a 240, 320 400, 500
e 600 rs. : na ra da Imperatriz a. 56, loja da
Arara.
1 Lias litas de cores a 600 rs.
Vendem-se laazinhas lisas de cores, a saber:
rosa, encantada, rr de lirio, cor de caf e cor de
cinza, para capas e vestidos de senhora a 600 rs. o
covado, ditas de flores a 240, l>20,400.500 e 560 rs.:
na ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Colchas da Arara de 25 a 5?>.
Vende-se colchas de chita para cama a 25, ditas
de damasco a 44, ditas para .bertas a 320, 360
e 4t0 rs. : na ra da Imperatriz n. 56.
A Arara vende cortes de caifas a \ ,sG00.
Vende-se cortes de caiga de brim a 15600 e 2&
ditos de casemira a 35, 45500, e ."5 : na ra da
Imperatriz d. 56, loja da Arara.
Hoapa feila da Arara
Vende-se palitols de casemira do cores a 55. d&,',
85 105 e 125, ditos de panno preto a 85,105000,
125 e 115. ditos de alpaka a 35 e 45, ditos de
brim do cores a 25500,35 e 35500, ditos de brim
brancoa 35 e 55, calcas, coletes brancos, seroulas
ranrezas a 15600 e 25, ditas a 15280, camisas
franrezas a 15, ditas de hnho inglezas, pregas lar-
iras, a 35 : na ra da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
A economa, a saber: colarinhos econmicos a 600
- A Arara vende ensiles a {600 e3#. Para segurar awfsitgs.
Vende-se chales de merino a 15600, 45500, 65, Tambera chegaram aa liauinhas estreitinhas de
na ra da Imperatriz n. 56, loja da borracha que as seuboras tanto precisara para se-
gurar manguitos por ser muito commodo e muito
I barato, a 320 o par; s no Vigilante, ra do Qrcs-
pon. 7.
Leques.
Rlquissimos leques de macli eperola tanto para
i senhoras como para meninas, pelo barato prego
de 125 e ti.5; s no Vigilante, rna do Crespo;
75e85
Arara.
Fazendas esprciaes para senhoras, a saber:
Vende-se golinhas para senhoras a 240, 320, 400
e 500 rs, ramisioha-* para ditas a 15,25, 35 e 45,
gravatinhas para ditas a 15 e 15500 : na ra da
Imperatriz n. 56..
Sonlembarque da Arara a 84 e 10$.
Vende-.-e sontembarqnes de cores para senhoras!n
a 85, 105 e 125, ditos de grosdenaple pretos finos
a 205,235 c 305, capas [Tetas para ditas a 205,
255 e 305 s na loja e armazem da Arara, rna
da Imperatriz n. 56.
encio
res.
Vendse colarinOos econmicos a 600 rs. a dn-
zia, meias cruas para homem a 200, 240,360 e 500
rs o par, dilas para senhora a 320, 400 e 500 rs.,
lencos brancos com barra a 200 r?. cada um, ditos
Unos a 320, ditos de Imho a 500, 600 rs. cada um,
s na loja da Arara, ra da Imperatriz n. 56.
Ao barateiro.
No armazem da Arara vende-se cassas a 240,
280 e 320 o covado, chitas finas, a 240, 280, 400 e
500 rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 56.
As percalas da Arara a 560 rs.
Vende-se percalas finas para vestidos a 560 e
600 rs.; chitas trSncezas finas a 320, 360,500, 400
e 500 o covado, alpaca para vestidos de senhora
a 400 r,. o covado, fiisto branco a 500 rs. o cora
da ; na rna da Imperatriz n. 56.
A Arara vende mtsselim branca a 400 rs.
Vende-so musselina branca, tina, a 400 e 500 rs
o invado, nefas de cambraias finas, lisas, a 35,
45, 55, 65 e 75, musselina cambraia da India 85,
e 105 a peca, para vestidos : na ra da Impera-
triz n. 56.
A Arara vende tiras bordadas para enfeitar vesti-
dos brancos.
Vende-se tiras bordadas de todas as larguras a
15, 15200 e 15400 a peca, entremetas finos a 15 a
pera : na rna da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Madapoiao da Arara a .
Vende-se pegas de madapoiao entestado com do-
ze jardas a 45, dito de 24 ditas n. 30 a 65, n. 250
a 65500 E 75 e 85 n. 5 + 85500 e 95. n. 5 a 105,
n. I F a 115 ZZZ, a 125 a peca, pega de algodao
a 55, dito carne de varea a 65500, dito domestico
a 75, dito slcupira a 85, dito pao ferro a 95 a pe-
ja : na ra da Iinueratriz, loja n. 56.
liramante de linlio de 10 palmos a 2->< 0.
Vende-se bramante de linho de 10 palmos a
25500 a vara, brim liso a 500,560 c 640 rs. a vara:
na ra da Imperatriz n. 56.
Panno de linho da Arara.
Vende-se pecas de panno de linho para lences
e toalhns com l'-'t 1/2 varas por 85500 ; ditas com
27 varas a 165500 e 185 a peca ; na ra da Im-
peratriz n. 56,
j r-cclilocha.
LcSfls de seda a 16 e 800.
Vende-se lasis de seda para mi, : 800 e 15,
UrJatftOa para vestidos, de todas as cores a 800 rs.
a vara, fil liso ordinario a 320 rs. a vara.^dito fi-
no a 800 a dita : na ra da Imperatriz n. 56, loja
da Arara.
O Vigilante est alerta, nao lhe era permittido
deixar pausar desapercibido sem que nao dsse o retroz 200 rs.
seu canto, afim de annnneiar ao respeitavel publi-
co o grande sorliiiienlo de galanteras do melhor
gosto proprianiente para qualquer mimo que aca-
ba de rhegar neste ultimo paquete, assim como
muitos outros objertos que recebe por diversos na-
vios, tanto de sua eonta como de consignacao- que
est resolvido a vender por pregos muito baratos
para vender muito e galibar pouco, e dar extragao
o grande deposito que tem, que espera merecer a
protecgo do respeitavel publico empregando para
isso todas e as melhores diligencias para que fi-
quem satisfeitos; islo s no Galio Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Ricos porta-joias.
Cofre de multo gesto por
Cestinhas transparentes forradas de ma-
dreperola por
Lindas jardineiras.
Ricos cofres com camapheu.
Lindas caixinhas com pedras branca?.
Lindo balao com catangas dentro, tam-
bern para joias.
Tambalier para dilas.
Cestinhas dilas.
Cosmorama ditas.
Crnazinhas.
S no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Ricos porta boquetes de diversos gostos e pro-
gos; s no Vigilante, roa do Crespo n. 7.
Ricos sintos
com bolcinhas ao lado, a 105, 125 e 155,ditos sem
olea porm do mesmo gosto, a 25500, 35, 35500
1fX Ricas ivellas avulsas para sinto, o melhor que se
pode encontrar, a 15500, 25, 25500 c 35 o par;
s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
7.
Pentes
lambemcheparam os riquissimos pentes de concha
de tartaruga e de massa lina, que se vende por 25,
35 e 55; s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Canelas.
Riquissimas caetas de madreperola proprias
para qualquer presente, pelo baratissimo prego de
15500 e 25.
Sapalinhos e meias de seda.
Riquissimos sapalinhos de seda e de merino en-'
feitados, assim como meiaszinhas de seda, porrazi-
nhas e lonquinhas para as cnanciuhas se baptiza-
rem; s no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Voltinhas.
Lindas voltinhas de perolas falsas com cruzinhas
fingindo brilhantcs, assim como cruzinhas avulsas'
e voltinhas, pelo barato prego de 15 c 15200, s
cruzes avuls asa 400 rs.; s no Vigilante, rna do
Crespo n. 7.
Golinhas.
Riquissimas golinhas e manguitos, o melhor gos-
to possive!, a 25, 25500 e 35; s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Enfeites para senbora.
Riquosissim enfeites com lago e sem lago e de;
oulros,muitos gostos a 15, 15500 e 35 : no Vi-
gilanle, ra do Crespo n. 7.
Traneelins.
Lindos traneelins oe cabello para relogie on lu-
netas, pelo baratissimo prego de 15500, ditos de
165000
185000
105000
105000
105000
Babadinhos ntremelos.
Riquissimos babadinhos entremeios com lindos
desenhos tapados e transparentes, pelo baratissimo
prego de 15200, 15500, 25 e 35; s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Cascar rilhas.
Grande sortimenlo de cascarrilhas de diversas
larguras, assim come galaozinho e trancinbas pro-
prias para enfeites; s no Vigilante, ra do Cres-
po u. 7.
Fitas.
Grande sortimento de fitas de diversas larguras
e qualidades, por pregos que admiram ads com-
pradores, havendo fitas largas proprias para cin-
leiros que se pode vender a 300 rs. a vara, e pega
de 9 varas a 25; s no Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Fitas de la.
Fitas de ISa de todas as qualidades, proprias pa-
ra debrnm de vestido a 700 rs. a pega; so no Vi-
165000 i filia*, ra do Crespo n. 7
95000 Ricos espetaos.
65000 Riquissimos eneldos com moldura donradaje
65000 sem ella de 85, 105, 125 e 145, assim como com
65OOO columnas de di itrenles lamanhos a 25, 35,45,55
e 65; s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Lindos jarros e figuras.
Riquissimos jarros e figuras de porcelana fina,
para enfeite de sal, sendo o melhor gosto qneaqui
tem apparecido; s no Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Para pos de arroz.
Riquissimos vasos com bonecla para pos de arroz,
cousa de mnito gosto a 15500 e 25, assim como
: pacotes s com os pos a 320 rs. cada um; s no
Cabazes ou cestinhas. : Vigilante, ra do Crespo n. 7.
At que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-' Perfumaras.
bates para meninas Irazeren. no braco, o mais rica Grande sortimento de extractos e banhas, poma-
po-sivel a 25o0, 35500, 45, o5, i> e 105; so no; das, assim como de lindos copos ou vasos com dis-
\ gilante, ra do Crespo n. 7. \ Uneivos e offererimentos as sinhasinhas dos me-
Pentes. inores e mais afamados autores de Pars e Inglater-
Neste artigo tem un 'grande sortimento, tanto ra, assim como os grandes copos de banha japoneza
para alizar como para atar cabello, os mais lindos a 25 e a 15, assim como outros objeclos que nao e
que so pode desejar, assim como de arrepagar ca-! possivel por hnje annnneiar, e vista dos frpgne-
nello, tanto de borracha como de tartaruga rom en- zes se far todo neeoeio; na loja do Gallo Vigilante,
"e para menina; s no Vigilante, ra ra do Crespo n. 7.
feiles e sem e
do Crespo u. 7.
Mais leques
com pequeo deleito, leques de sndalo com pe-
queo defeito por barato prego de 85 e 105, chi-
nezes milito bonitos lambem, pelo barato prego de
45 e 5, bentarallos rujnto bonitos, tamln-m por ba-
rato prego de 45 e 3B, leques de charo lambem
por 45. ludo isto para acabar, perdendo-se tai-
vez 80 por cento; so no Vigilante, ra de Crespo
n. 7.
Pnlseiras.
Lindas pnlseiras d'e contas e de missanaa, cures
muito lindas e de muilo gosto a 15 e 15200.
I
vBHCAO

Salitre refinado, superior qnalidade, vin-ho Iior
deaux, differentes qualidades, mais barato que em
qualquer parle : no armazem de E. A. Burle &
C., ra da Cruz n. 48.
txcelleutenva chegadu no ajumo
ra do Oumade n. 8
RECEBE:
Bonitas caixinhas da madeira envernitadas-, rom
finas perfumaras.
Outras de papellao de diversos tamanhos e igual-
mente bonitas, tambern com perfumaras.
Linda* cestinhas de vidrocom ditas.
-amonas imitando tartaruga com ditas.
Ditas com 6e 12 frasquinhos de cheiros.
Objectos para baptisados.
A Aguia Branca, na ra do Queimado n. 8, aca-
ba de receber os seguintes objectos para baptisa-
dos :
Bonitos e bem bordados vestuarios de eam-
braia.
Ditos o modernos chapeozinhos de setim e tacas
bordadas e enfeitadas.
Sapatinhus de setim o merino muito bem bor-
dados.
Meias de seda e Do de Escocia, braneas e pin-
tadas.
Toucas e sapatinbos de laa, obras muito bem
fnas.
Bonitas caixinhas
com msica e sem ella para costara, e
oolras rom arraujos para barba,
A Aguia Branca reeebeu novamente um bello
sortimento de bonitas caixinhas com msica e sem
ella para costura, e outras com os arranjos neces-
sarios para barba ; assim, pois, quem comparecer
com dinheiro est habilitado a compra-Ios p#r pre-
go couimodd : na ruado Queimado, laja da Aguia
Branca n. 8.
tinos e aromticos pos de
arroz
Em bonitos vasos de pedra, porcellana dourads,
vidro e madeira, estes tom o competente pincel e
sem elle,em tatas do potes de papellao, sendo todo
elle de superior qualidada a agradaveis cheiros,
Emquanto ao prego, nao se assuste o comprador,
comparega com dinheiro e ser bem servido na
leja da Agma Branca, rna do Queimado n. H, ende
tambera se venden) separadamente os pintis.
A AGUIA BRANCA
venciendo relgios.
Como nio privativo a Aguia Branca tambera
esla vendendo muito bous e benitos relogios para
mesa e parede, por pregos commodes, por isso con-
vm a todos aproveitarem a oceasiio e proverem-
sc desse objecto sempre* neeessarfo em casa. Prca
porm reservado para os relojon'ros o concert qoe
algum dia qualquer driles venha a precisar, pois
que isso nao chega para a bico da Aguia Branca,
da ruado Queimado n. 8.
Banhas finas
em copas, latas e souptirinlias de vidro
np?ic.
A Aguia Branca sempre cuidadosa em bem ser-
vir a sua boa freguezia, mandn vir e acaba de
receber na melhor occasio os desejados copos e
as procuradas latas com banhas finas, assim como
urnas bonitas souperinhas de vidro opaco com
alegres inscripgoes. as quaes dizem smente res-
peito as senhoras, e com tal acert que nenhuma
que as ir delxar de comprar e nao se enfadar
de ler a inscripgo queto merecidamente lhe toca
e quem quizer ser bem servido dirigir-se a rna
do Queimado, loja da Aguia Brauca n. 8.
BOECAS
que andam, que choram,
que failam, ele
A Aguia Branca, na ra do Queimado n. 8, ani-
mada pelo aprego que a sua boa iregnezia sabe
dar a essas boas novidades, mandou vir e acaba
dejreceber um extraordinario sortimento de bom-
boneras, que andam que fallam, que choram,
otras militas de diversas qualidades como da-
inas, soldados, atiradores, etc., e todas mu bem
tidas; assim, pois, a Aguia Branca espera a
rurrenria dos apreciadores do qom, certvsde
que acharan pregos razoaveis e sero satisfactoria-
UftftretrJMi
A Aguia Branca, na ra do Queimado n. 8, ven-
de caixinhas necessarias para costura, as quaes
tem bubas de diversas qualidades, n-troz, lesoura
o outros arranjos precisos, assim como amostras de
bordados ou marca, etc., e lados a pregos com-
modos.
BAHUS DE TARTARU-
GA PARA COSTURA.
A Aguia Branca na ra do Queimado n. 8, ven-
de bonitos batas cobertos de tartaruga e de diver-
sos tamanhos, mu propnos para costuras e joias.
para fingir cabello
A Aguia Branca, na ra do Queimado n. 8, re-
eebeu essa exc lenle tintura para cabello, cujo
efTrito rpido e proveitoso, vindo ella munida de
esclarecimentos em portnguez, donde qualquer
pessoa pode bem conherer o modo d applicar.
Com o ehromocome que serve para Ungir, veio
tambern hydrocallitr.china, agua para ungir cabel-
los, coloricomo para lustrar os ditos, e onyehro-
manlina para limpar as unhas, e callicomipbila,
pomada do que se pode usar sem receto de olTen-
der ao cabello preparado. Os pretndeme acha-
ro preco razoavel.
k-----------------------------------------------
0 Perfume da 31oia.
XAROPE .
deLABELONYE
tmmm coa iBni ,i,v*.
pelos Mdicos de todos o* p, contra
rgamcis ou nao orgMieu do concia. % ihtersas liy-
dropisias % i imior parte dai molestias ilo nio t d>
kroocbios (paeuawaids, ftrrnj pulmumtrts KsHntt,
in/lammafitt nerrota dot br O XAnoPB de LABF.LUNVE nao t ieari ac-Jiaa na
garrafas coro rotulas de rr e fechadas coas um i kaf
levaodo a firma do infenlor.
Kam rARW, raa Bairkn-Vlllrenir. < 3.
Deposito geral em Femamtitu^T(i.i h
Cruz o. t em casa de uros & rar'
au i ii los com rdat, fttnk..
Moinhos grandes C"in ro dos pelo fabricante para moer caf, e i i -
ra rrtlnaco por seren de esofrbI
lodos os lamanhos : vendem-se Wt Man i |
site da ra da Cadeia, loja de fcnapai : ,
de Bastos.
.I Ibuns.
AGUA FLORIDA
De Murray & Lanman.
Efte raro quo delicado perfone
quasi que iuextinguivel c to ebeio de
mimosa fragrancia e frescura como o
delicado cheiro das proprias verdecen-
teS flores. Durante os meces caloren-
tos do verao o sea uzo torna-se iminen-
tentente aprazivel e deeejavel em con-
seqnencia da inflnencia refrigirante e
suave que ella produz sobre a pelle:
em quanto que uzada no banho ella
imparte o corpo lnguido e caneado
urna certa elasricidade de rigor e forja.
Ella imparte transparencia as feiqes,
e remove pannos, sardas e bertoejas di
8obrapeUe.
1. Falque previne os sens nuin i %
que elle acaba de receher pele Junm v
I cez um esplendido soriimentn l llorn .....- m
trana, de diversas qualidades e gml -, i
20 al 200 retratos e de i a fOi p
Altmns pemeii'* propnos para meiiii!, ^ .! ii
3b' reir indos e de IJ IStMNi.
Albuns para desenho de diversos t.v
i gostos cl* :i a Ml&.
Livros de missa, de tartaruga, nunir->r.^a
marfun, por pregos razoaveis.
i______-* Riiu do Crespo 4
N'i-liiiias e prensas para i.
j Chegaram agora da Amrica as verdad ii
i chinas de diversfis tamanhos pan imm <
godo e prensas do melhor aystMM para
o mesmo : a ver e tratar na iravess- !
IlLl_______________________
Superior cal de IiskwT
S>ende-se superirr cal de Lisboa a iius n vi
ha no mercado tanto em porgo cono .-
por barato prego aangnndo-se .tos,-. i,,
superior qnalidade : a tratar as Mfpaiaa .
! Crespo n. 7, Imperador n. 28, PbfN i ".
marem do Sr. Villa defronte do tra;
godao.__________________________________
Vende-se um excellente sitio a ix-.i ..
de vivenda, tendo rocheira, estrilciria. qnail-i
pretos, latrina, tanque, cacimba rom I :\ a,Hr ,
com mudas fructeiras, em aHan pn-pie-. ( 4.
i punga Velha, casa qae fi do Sr. acliMBBa
| Gomes Pessoa : a tratar na roa do imperador t.
46, armazem.
ESCB1V0S FGIDOS.
vapor
Vende-se na rna do Imperadorn. 14, esquina da mente servidos urna vez que compaream munidos
travessa do Ouvldor a 800 rs. a libra. i de dinheiro.
0 TONCO ORIENTAL DE KEMP
FAfii OS CABELLOS,
urna preparaco admiravel para lim-
par, aformosear, conservar e restabele-
cer os cabellos.
venda as boticas de Caors de Barboza
ra da Cruz, e Jo5o da C. Bravo & C, rm
da Madre de Dos.
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz de primeira qualidf.de a
103 a lata : nos armazens da ra do im-
perador n. 16 e ra do Trapiche Novo n. 8.
Fugio na tarde do dia 16 de jniho p. p. r
escravo pardo, de nomo afanas '< > nibarvMk
do hiale Santn Anna, vindo du Ararj-'y. irrd*
de idade 28 annos pone mais no nin< s. < n
naes seguintes : aiinra regular, seero
poura barba, cabello ere*)io, levr.u riirrsa
caiga de algiriosinlin d riscado :u\ erfea
pende palha, tendo levado rnmsigo un ai.
com mais roupa, e rendido de urna das ven!l is i
qnpm o aipreender queira leva-lo a rna da kjdr*
de Deus n. 38, on ra do Bru i
recompensado.
SO# de eraClflo:ico.
A quem capturar o escravo crioulo nome Ri
zilio, fugio em 24 de outubro corn nt.-, V idade A
annos, estatura recular, cor fula, km m h gano queixo, tern falta de dentr-. | apa
pisa as pomas dos pos por causa de M rata i i
calcanhares, levou vestijjo caiga > tu mi ana* \
camisa de algodao branco, ampio 11 Q
e usa de alpargatas : quera o pegar leve .i ma att-
reita n. 3o._________,^__________
Damiana crenla, cor fnla. alia, cera, M v
cara descarnada, virio de lomar Maten, anda
vestido de algodao de hslra e de i lnt.i i r-
cabocla, chale de ganga enramada d.- pamas m '-
relias, fallante, e representa ter SWDM it U : ;i-
nos, quaiidn a sua idade de 30, fugu i
do corronte mez : roga-se, patlml -
des polieiaes e tapttiM de rampn ipoe a ana*
dam e fagam couduzir .-en senli r no Hr ,
Madre de Dos, no sitio denomina!o Cn o. t
na vila, e ser entregue a* aatdtin G^namt-n '>
Reg Mariel, que serao generosarn.Tit.' r
aaM ; e na praga di IVniainl ;. .. Sr
lliaes da Silva Irmitos.
LISTA GERAL
m*
m
i
DOS PKEMIOS DA 1. PARTE DA I. LOTERA. CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 402 DE G DE ABRIL DE 1857, A BENEFICIO DA IGREJA MATRIZ DE FLORES, EXTRAHIDA EM 28 DE OUTUBRO DE 1864.
AS. 1'KE.MS. NS. PRBHS NS. ] PREMS. .NS. PHEMS. NS. PRE.MS. .NS. PREMS. NS. 1'KE.MS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. INS. PREMS. NS. PHEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PHEMS. i.\S. PRE
0 65 185 65 352 65 oi2 65 717 65 890 65 1033 65 1206 65 1383 65 1348 65 1719 6 1885 6^ 2064 M 2236 63 2410 63 2589 65 2767 63 2940 65 3133 65 m
i 86 53 13 19 92 105 37 8 92 49 22 87 65 41 12 90 73 54 37 39
ti 105 87 58 15 - 30 97 65 62 11 93 64 25 93 66 45 16 99 76 55 105 42 40
8 65 88 205 60 17 31 902 63 405 13 1400 ^_ 71 27 1910 72 103 46 19 2604 78 69 65 46 45
9 89 65 6o 18 33 9 72 65 19 5 ^ 73 29 14 81 65 50 21 9 81 73 50 48
11 --- 94 68 105 20 37 15 74 405 20 105 8 __ 75 33 15 84 52 23 10 85 74 _ 55 50
12 __ 96 72 65 22 41 20 77 65 21 65 9 _ 78 35 16 __ 86 54 27 14 88 73 ... 58 205 58
18 __ 97 77 23 43 22 _ 79 24 11 a 83 - 37 17 105 87 55 34 21 97 81 __ 59 65 59
20 _ 201 81 24 44 27 m^ 80 25 14 . 94 41 18 65 88 58 35 24 2802 84 --- 68 60
t\ __ 3 105 82 _ 33 45 105 29 ^. 83 __ 28 18 405 95 43 20 93 60 38 25 3 87 __ 75 61
22 ^_ 4 65 84 34 - 80 1:4005 33 84 __ 35 23 65 96 51 205 22 93 67 39 31 " 7 90 --- 78 105 62
29 __ 5 87 105 37 51 65 43 405 85 --- 36 24 1601 ^_ 52 65 26 97 70 105 42 33 38 " 8 mm 94 --- 81 63 67
40 . . 7 88 65 39 58 47 65 86 m 37 25 ^_ 4 _ 54 * 27 2106 78 65 43 ~- 9 97 92 70
4.1 __ 8 105 94 43 62 50 90 __ 41 29 mm 5 _~. 57 29 10 81 47 39 40 ^* 11 __ 99 --- 97 72
44 .__ 12 05 98 405 47 73 51 94 _ 44 205 30 __ 9 105 61 30 14 83 52 "" 13 ^^ 3003 __ 3201 80
47 __ 18 99 205 52 75 53 1104 --- 52 65 36 1005 13 105 66 31 15 84 53 41 20 ... 11 __ 5 81
48 _ 21 400 65 65 79 53 1005 6 56 37 65 14 65 68 ~- 32 19 87 55 mm 43 45 47 ^ 23 _ 12 --- 6 82
67 105 22 1 67 _ 81 57 65 9 __ 62 39 15 70 37 20 88 105 64 ~ 27 _ 13 __ 16 97
58 65 24 2 68 __ 83 58 10 64 43 18 __ 71 40 21 __ 91 65 67 m 30 17 ^^ 17 98
89 27 4 81 205 86 59 13 __ 70 56 19 73 55 24 93 70 51 55 65 105 36 _ 18 __ 18 3403
62 _ 34 7 92 65 95 60 17 _ 73 59 26 82 59 29 2300 m_ 71 65 37 205 20 __ 19 7 ^_
66 37 8 95 98 66 __ 21 __ 77 60 27 . 85 62 34 6 ,, 76 - ~~ 40 65 22 20 9 ...
69 _ 41 13 98 __ 806 69 24 _ 84 62 105 31 91 63 1005 42 _ 7 . 78 69 ^ 42 26 28 12 _
80 _ 42 18 601 __ 10 78 33 __ 89 67 65 33 94 * 64 205 44 9 . 82 ^m 73 mu 43 ,_ 28 _ 34 15 ^_
8o _ 44 22 3 11 81 35 ^_ 94 70 34 105 99 68 65 50 105 10 _ 90 74 76 77 79 84 90 % " 48 _ 33 __ 35 19 _
91 __ 45 24 5 2005 13 83 37 ._ 97 71 35 205 1804 _ 71 - 60 65 13 _ 91 92 99' ^~ "" 46 __ 35 __ 39 24 __
92 __ 50 26 9 65 14 89 38 98 105 79 36 65 5 _ 74 61 15 ^~ 47 1005 38 43 105 29
94 _ 53 30 10 __ 19 92 39 ^ 1314 65 83 44 6 ... 78 105 63 19 ~ 48 65 39 103 44 65 32 __
95 1'5 58 33 17 --- 21 93 45 __ 17 86 47 8 M. 76 65 65 20 M 2500 49 40 63 50 37 __
101 405 61 38 20 _ 23 96 48 wm 18 _ 87 51 13 _ 79 67 21 --- 2 105 52 _ 41 51 205 38 _
2 65 66 40 21 __ 24 105 98 105 49 _ 19 _ 90 52 18 __ 81 68 . 22 m 4 65 58 43 ^ 54 65 39 mm
4 70 41 23 i 23 405 99 65 54 _ 31 __ 92 53 20 ^ 82 69 24 mm 5 405 2701 62 ^ 44 M 57 205 40 mml
5 71 45 25 __ 26 65 1001 __ 55 _ 32 _ 95 54 25 __ 86 72 25 7 65 4 73 _ 46 61 5 41
10 75 6:0005 47 31 _ 28 5 57 - 36 _ 96 55 26 __ 94 75 26 __ 10 8 ' 84 __ 47 62 42
15 76 65 50 32 105 29 8 _ 64 mas 39 1502 M. 56 -* 36 _ 95 78 32 m* la 12 89 _ 53 69 43 ---
17 _ 77 51 39 65 33 ' 9 65 _ 41 _ 3 ^ 57 40 _ 98 105 81 33 man 18 13 91 _ 54 70 47 ---
22 __ 78 58 40 34 14 66 45 4 _ 60 41 _ 99 65 85 34 26 14 92 56 77 49
27 _ 79 63 47 ^ 36 __ 15 M 68 mm 46 _ 8 M 61 42 ^. 2001 man 89 _ 35 ^. 27 16 94 _. 57 79 50
29 205 81 64 48 ^ 39 M 17 _ 72 . 50 . 9 64 - 4fr _ 2 oh 90 37 105 30 17 105 95 __ 58 81 205 55
M 65 89 66 49 __ 41 n 18 76 55 _ 11 76 48 _ 6 __ 93 40 65 32 21 105 2901 59 84 65 62
40 95 68 57 __ 42 --- 20 78 56 12 79 49 _ 11 _ 96 44 105 33 23 65 2 62 88 63
46 tm 97 72 61 __ 44 --- 22 79 5003 58 . 13 83 52 13 _ 97 45 65 35 24 6 69 90 65 5
54 a 99 75 68 __ 45 23 81 6 59 . 18 _u 86 54 18 _ 98 57 1005 41 105 25 9 74 105 99 67 65
m 105 300 7# 105 72 57 _ 24 82 60 . 21 89 58 20 a** 2200 58 65 44 105 26 12 82 65 3303 69
* M 6 77 65 85 58 __ 30 __ 83 _ 61 22 __ 92 59 23 _ 1 60 47 65 29 14 83 8 70
60 9 105 79 86 61 31 84 64 105 26 _ 93 9 64 205 28 _ 5 68 105 51 30 16 3101 12 74
61 , 11 65 80 105 87 66 _ 32 --- 86 67 65 29 95 66 65 32 105 11 71 65 52 32 21 - I 17 77
61 _ 15 - 81 .65 89 69 - 33 87 68 32 1703 105 70 42 65 13 73 53 35 22 8 21 79
4 ^m 17 87 401 94 71 _ 38 105 91 69 34 6 65 71 48 405 16 76 54 34 ~" 23 9 25 83
66 ^^ 23 8 65 96 77 M 45 65 95 105 73 __ 38 8 74 48 5 19 83 56 42 24 ii W 205 M
68 _ 30 _ 89 99 82 __ 47 96 105 75 _ 39 _ 10 _ 75 51 21 84 205 62 43 25 19 27 65 87
72 _ 38 90 706 83 -_ 48 _ 99 205 80 _ 41 m 11 ^ 77 52 23 90 65 66 47 28 22 33 M
78 42 _ 92 7 87 M 50 1200 65 81 42 13 _ 78 83 205 28 2406 81 50 29 25 34 90
80 __ 46 mmm 95 8 88 _ 51 2 82 43 14 82 56 65 29 7 83 51 42 105 27 36 92
83 _ 51 __ 97 10 105 89 --- 52 5 84 46 17 84 105 3 32 - 8 86 58 43 65 29 37 9f
0 e8Cri3o, Jot4 Pedra das Ntves.
Pern.-Typ. de M. F. ii Faria & IBIi MM.
L
\


Diarte e Fermanfeaes atibado 4 dc Outabro ft a4.
intOMi i tiii: atiiael.
OS MAIITVIIES DA uEMAMA.
Drama cm tres artos e finco quadros
pon
JOS UOMAi.NO.
Depois de urna lonpa inlermpgo vamos conti-
Duar .1 escrevur a rhroaira iheairal. lepois de
un abandono de mais de un anno entramos na
arena da imprenta dramtica. O dosso program-
ioa iii.n simples :analysar a peca qoanlo estiver
ao uosso alcance- c apreciar u trabalho artisco de
rada actor de per si, eis nosso lim.
A actual empreza levoii a .cena o drama em 3
actos e 5 quadros do Sr. Jos Uainanoos Marty-
fes da Gerinania. .
O autor condecido do publico e quem applau-
dio o vinte enoveon honra e glorio, applaudio o Sr.
Jos Romana Intelligeote e conhecedor das ledras
da scena, lein este dramaturgo emprehendido em
lila assas gloriosa por si e ulil para o publico : le-
dos os seus trabalhos raminham para a morali-
dade.
E' oque vemos nos Martyres deGermania traba-
Iho escripia em 185!), onde no-lo diz no artigo
< tica : jos Martyres da Germanias tnlentei mos-
trar a omnipotencia divina, a verdade do Ecangc-
i a moralile reliijio.
Nao, os que se dao s letras e segu a reli-
f.io chrislu, agradecemos ao Sr. Jos Romano o
sarvico prestado ao theatro, as letras e religio.
Os Martyres urna bella paite de urna inlelli-
gencia robusta. Em fim, estila tienda, pureza
nos pensamontos, belleza nasdescripc&ese engenho
na c nnposigo, sao as recuiiimendages para a ac-
ceilacao une tem tido.
E' o que temos a dizer sobre a composgo.
Lani'cmos a vista para a execucao.
Urosio o typo do verdadetro christo sempre
fu ino, sempre esperanzoso, resignado sempre ; Dal-
le eslo reunidas a austendade e a braudura, a
instiga e a clemencia. O Sr. Germano foi bem :
suatiguia e voz a par da maestra que Ihe pro-
pria deram incremento ao drama. Gabriel urna
creatura do seculo (V que bem |iode sc-lo no so
culo XIX. Por amor da Virgem a quem adora,
deixou-se desesperar do Senhor. O r. Lisboa fi
bcro, principalmente quatido Lucifer lenta sedusi-
lo. Scipiao o voltio poderoso, e que nao obstante
O seu estado de seneclude, anda libidinoso e de-
Vasso. Ao Sr. Coimbra coube o desempenlio des-
ia parle, que cxecutou-a com salisfago da platea,
mxime quando no 5quadro reconlicce a verda-
deira religio e rooverte-s.
As partes de Constancio, cesar do accidento e
riulo centuriao romano foram dcsempenhadas
solTrivelmenle pelos Sr. Poito e uinares.
Uecio o sacerdote de Jpiter. O Sr. Pinto tem
liahtlidadc e gosto nao resta duvida ; mas em pa-
pis serios nada faz, motivo este pelo qual noagra-
dnu nesia parle. T<*m porm urna desculpa e
na i lia ver na companhia quem com a sua tigura
desempruhasse o seu papel.
Polion eIsaac so doustypos um de malvadeza e
oulro de ingratido que a acharain cabal desempe-
nho nos artistas Santa Uosa e Teixeira Lucifer
o pecado.
O -r. Borges agradou muilo nesta parte. E' a
primara vez que o vimos trabalhar em papis de
primeira ordem e (ramos satisfeitos. Aceite po-
rin o Sr. Borges o nosso consellio : nao precisa
aquella posicao do corpa no Io acio, quando seduz
Gabriel, pois com ella dismerece um pouco.
Afra a muilier devassa, e prostituida, que no
meio do luxo e de sensualidadedeixa-se levar pelo
amor do liumcm para ao depois conseguir o amor
c Deas.
E' o instrumento divino tirado do Inferno!
A Sra. i). Marqueluu deu mais una prova do seu
grande talento : orilnou.
As honras do espectculo todas Ihe couberam :
o seu trabalho no i? acto sublime, e no 4o su-
perior todo o elogio quando diz aos senadores e
sacerdotes.
Dtstes-memuite our$ minio.....como seo ouro
pniessepagar a honra de urna mulher ... Aceite
por tanto a Sra. D. Marquelou os nossos parabens
pelo seu trabalho.
.'/' u / i o ';.,") da donzella innocente elimida.
A Sra. D. ('.amula, que se encarregou desla parte,
saii>fez o publico e os seus apreciadores.
Cunipie-nos dizer alguma cousa sobre a pintura
o machinismo do theatro,
A empreza, esta reconhecida, nao popou esfor-
co para apresenlar o drama apreciado pu-
blica.
A pintura, cargo do hbil pincel do Sr. Vineri
estere magnifica e conquislou louros para o seu
autor.
O machinismo correu muilo bem tornando-se sa-
liente as ligeiras transfoi mages e fiusoes i|ue
apresenlou aos espectadores, E' o quanio nos con-
vil) dizer em relaco ao programma que adop-
tamos.
Armonei Duval.
Considciacocs phosophicas sobre as
bellas-ancs entr** os antigs.
Estado primeiro. (*)
(Ci'iitinuaco.)
O Egyplo, sob os procnsules romaos, comosob
Lagidos e os strapas, nao solTreu modificagao al-
guma nos principios de sua arte primitiva', e ta,
foi a immobilidade das leis da sua archiiecturaj
que, lia meaos de um (liarlo de seculo, os anliqua-
rios da Franca e da Allemanha confundan) anda
a arte dos l'lolomeus com a aniiga arle de Thebas,
e de mitras eidades, cajos monumentos, remontan-
do a urna poca anterior terceira dymnaslia (mai.-
dt> 2,000 anuos antes de Jess Cnristo), deixarn re-
conlircer em seus muros restos de construrgoes
aoleriores, empregados como materiaes, que apre-
seutam os mesmos promenores e'o mesmogru de
peileicao.
Os padres, que eram ao mesmo lempo geme-
tras, astrnomos, mdicos, redactores e conserva-
dores dos act'>s pblicos e das chronicas da na^o,
apoderaram-se das bellas-artes para subjugar^a
imagioago do povo, e eis a razao pela qual a pin-
tura uuuca passou de una escripiura mcompre-
hensivol, cujo segredo s possuiam os escribas sa-
grados. (I)
Os sacerdotes da classe dos prophetas nao per-
miltiam que iraballiassem as figuras dos densos
inos pruanas, teniendo ossem violados as leis e
os aoligos costumos. (i)
l'iatao nos diz que no seu lempo as produccoes
da pu.iui a e da esculptura, exercidas uo Egypio,
uu m'U couceilo, bavia 1U,0UU anuos, em nao* di(-
leriaui das ejecutadas uussa vasta serie de seculos
(\i); e una egual observacao tez dizer a mu es-
critor elegante verdadeiro poeta e pintor Mr. De-
iiou, que os monumentos daquella vasta regio,
que se estende uo Delta al Sycne, pareciam lodos
esculpidos por urna s mo, iinmobiiidade esta que
tem alguma cousa de profundo e de magesioso,
mas que to fuocsto as bellas-artes como ao de-
fccnvulvimenlo da civilisac3o.
A observacao constante do roovimento dos as.
tros, debaixo de um cu constantemente sereno,
cm um paiz rodeado de dsenos, de moulanhas e
de mares, que asseguravam a integridade do povo
e a estabilidade das inslituicoes, tinlia dado aos pa-
dres, que formavam urna oligarchia elevada ao
mais alto eru de intensidade, ideas vastas e gran-
diosas. Para iue o seu poder fosse a imagem do
p.jtler dos deuses, de que se criam os interpretes,
quizeram que no seu imperio ludo fosse immovel e
mvsterioso. (4)
Os epuhetos de trra amarga e melanclica, tan-1 Uma magnificencia barbara, um luxo immodera-
las vezes dados ao Egyplo, convm perfeitamente j do de decorado, caracterlsam o gosto dos Persas,
a esse paiz, em que ludo pareca em vida respirar A esculptura offerece uma mistura confusa de per-
a'eternidade; a essa mysteriosa sociedade, cojos feijdes, de dureza e de elegancia emblema de um
pensamentos profundamente polticos, determina- povo que envelhece e se aniquilla sem pregredir ;
vam a forma e o carcter de todas as produceoes a mao traga com facilidade, os processos mecani-
da intelligencia. i eos do trabalho se aperfeigoam, as occasoesde
O fim da arte era menos o de interessar a alma Prduzir M multiplicam, porm o espirito dorme
e o coracao, de lomar mais feliz a sociedade, pelos em *ua esler,l|dade, oulutaem vio contra a nsuffi-
prazeres suaves e moraes que offerece a contem- ciencu (,a ma,Bria' ra "**#' *<**&>
placi do bello, e que tanto parlilhasse o opulento
ministro do Isis e de O-irs, como o nobre da clas-
se militar, como o pobre pescador em sua tranquil-
la habitacao, do que de aterrar o espirito e a ima-
ginacao.
A arcliitectura adoptou formas simples e pesa-
das, que asseguravam a immortal duragao de suas
obras. Seu estylo, pela forga das massas, pela ex-
i tensan eregularidado das lmbas.encerra uma poe-
sa grave e uheia de mystcrio, uma grandeza que,
bello ideal.
se a este rpido e descorado esbogo ajuntarmos
algumasd ScrTpc5es de Winekelmam, as narrati-
vas nteressanles de Herodoto, de Diodoroe de Pau-
samas, os estudos sobre a arte estatuaria por
Emerico David, diversas memorias e outros Iraba-
Ihos sobre os monumentos persas e assyrios por
Flaudin, Coste e de Uaug ; e se depois de passar-
mos algumas horas as galenas antigs do Louvre,
oo do Museu Bntannico, contemplando essas sce-
sem exaltar o coracao, alemorisa e subjuga o espi- "aS Tariauas da v,da an'6 do Oriente, esse povo
rito, para e enche de assombro a imaginagao; era de.eslaluas pensativas, do nenies resuscilados, de
com cfitilo oque cuuvinha ao exercicio desptico Ph,Dl{,;sei'lj"'""'ados. esses mouarchasoutrorapo-
desse governo de castas, para o qual a conserva- r05Ui 4Ue dor'Deiu tm seui mulos ha triuta ou
cao uos poderes polticos era incompativel coma ^uareuta sc"l"s entrarmos no palacio e crystal
iniciativa individual.
A' sombra dessa arcliietetura gigantesea.produc
tode urna imagioacao supersticiosa, e melanclica
em idenliam, para passar em revista as restaura-
goes magnificas que o ouro e a iuduslna tem reu-
nido debaixo de um s lecto ; a idea que temos da
a esculptura, presa pelo respeito das leis e da' arte orieulal sera nu!U0S vaKa. "'* bem deur-
U-adicae, permanece immovel como o proprio es- n,iuado lu8ar 1ue devemos assiguar a civihsa-
pi lo com que celebra o culto da tristeza e da niorte. ^ Ua1aelltS Puvus Da "isturia do espirito hu-
mano.
Condemnada a reproduzir typos invanaveis,
ouJe apparece a figura huinaua associada a for-
mas monstruosas e animalescas, ella a expres-
E finalmente, se, leudo assim passado momentos
de meditagao o de silencio, entre esses colossos que
(*) Este artigo, publicado hontem sob este titu-
lo, a conlinuago do segundo, bem como o pr-
senle daquelle.
A Redarcao.
(1) Dioloro de Sicil. Livro IV, cap. 1.
(2) S^oesiii, bispo de Cyreua.
(:t) /)- Leg., lib. II.
(4) Heredlo, livro II, cap. 79.-Plat. De Leg.
lib. II.
sao desses povos uiysteriosos e graves, que viam: v,ram lalvez Moyi e Uaniel> nos ''ausportauos
ua vida uuiforme dos auimaes urna iniagein da Por unl elor(i de imaginagao at o Eupnrales e o
existencia divina, e que criain participar pela ser- ArilX vendo as ruinas em que hoje se perdem os
vido da iinmobiiidade iheocralica immulabili-! arcl'eologos, se ergnerem no meio das aras, re-
dade sagrada das leis do universo. j t'ndo-se de seus amigos esplendores ; os tecles
i5rii,r,i.,i,.c... | se cobrirem de laminas do bronze, os muros, os
A ai te favorita do uregos, que despena o uen- ,
ununiTln Uu, ... V. Pllares 0 Por,lco* revestirem-se de suas cores
saiiieulo e o leva ao estudo aua vtico do homem j
i..,h> >^. miyuco uo nomem, ae uguras symeiricas e extravagentes, de mil par-
uulia de ser um porigo para os depositarios da .... j -
.ni.iri.i..!.. ,Uv,:. i. ^"- ticulandades de ornameulagao, em que a prata, a
amormado diviua: elia existiu uo Euyuto; mas L """
..... > ia1ll/1,. purpura e os tecidos brilhanles do Oriente, empre-
toiiio T leauzda a urna seiencia liieroalvuluca. e a .
< ..ra o,. ...rU, .>... i "'wgi>pinta, e gados con prfusao formavam arabescos fantasti-
seiupre ao servico do dogma. ,
. cos e "guras caprichosas, que pareciam tragadas
A propria poesa, alma das grandes sociedades p0r urna imaginagao de fogo ; a solidose povoar,
nasceutes nuuca se cousttu.u urna arle, uma os 10,000 immortaes atravessarem co.n Xeoophan-
unegao independenle do ministerio sacerdotal. te os lerracus gigantescoS; 0s prticos se abrirem
0 Egyplo nunca leve cantores livres, dramaiur- para que passe o a grande re sobre um throno
gos leigos. Indicio nenhum da palavra egypcia de marfim, adornado com todas as galas de um lu-
existe que nao livesse sahido da bocea de um pa- xo fastoso, e carregado por vnte strapas, que
dre ; e essa palavra, essa poesa, sao paginas de marchavam lentamente, arrastando seus mantos
grauito adliereute a archiectura. Couhecemos no de seda ; toda essa magnificencia brilhar pela ul.
lndoslao um Homero e um Eurpides. O Ganges tima vez debaixo dos olhos ameagadores de Ale-
teiii a sua filiada, como o Simois, epopa mons- xandre, e ir exhalar o ultimo suspiro as cortes de
truosa ao lado do poema grego, como o grande rio Cleopatra e dos Seleucides, compreheoderemos fa-
ao lado do Ilisse ; e Egypto, porm, nao leve cilmente o presligo de grandeza e de sumpluosi-
H omero, nem mesmo Orpbeu do Egypto vveu s- dade, a que poda chegaraarle de Dabylonia, de
lenciosamrnte nos templos e borda dos tmulos, Jiinive e de i'ersepolis.
e o eco dos seus hymnos foi absorvido pelos mu- Mas nao nos deixamos fascinar por esse fasto
ros de recinto sagrado, sem jamis delle sahr. exterior e thealral, por essa grandeza e sumptuo-
Quando a alma relirou-se dos monumentos, com sidade, que nem era obra do genio de um homem,
a religiao, que os linha produzido, o Egypto n-; nem o producto de urna soeiedade muralsada; era,
teiro ficou mudo, inerte; e, se nao fossem as so-; ao coiitrano,a pintura animada de urna populagao
barbas ruinas que aformoseam quasi lodo o seu llmmensa, complexa, egualmente dispusta domi-
solo, neohum oulro paiz offerecena um aspecto nago e ao servilismo, raramente amiga das virlu-
mail triste e desolador. des apaixonadas pelos prazeres, acostumada ao lu-
Na Phenicia e em suas colonla>, onde se abre'xo das m6Sas 8 aos 'stins, onde as paixoes e
uma civihsagao brlhaote, resultado da industria vaidade se fartavam de ocio, de volupia, e s ve-
e do commercio, a arte igualmente retida sob zes dc sanSue> como se a vida humana fosse um
a denominagao religiosa. I brinco dos seus propnos caprichos I...
Os templos sao vastos e ornados, porm a ima- Essa grandeza material dos monumentos, sua
gem dos deuses quasi sempre um cnmplexen- extensao extravagante e em dtsproporgao com os
coherente de frmis estranhas e monstruosas, que fins a que eram destinados aliestam com effeito uma
parecem ter sido imaginadas para exprimir a idea civihsagao semi-barbara, em que o individuara
confusa de um soberano ser, que nada mais era uada, e ludo os depositarios do poder ; ond a
que a person.Dcagao obscura das forcas natu- superstigan, a fibertinagem e a lcenga habitav -,
iaes(o;. juntas o na mesma liberdade; onde, emlim,?
Algumas veze, para conservar-lhe um carcter accommodavam todos os excessos de que capaft
anda mais misterioso, os phencios representa- especie humana ; em uma palavra, o vicio e to-
vam essa diviudade binindj-lhe as formas huma-! das as aberrages do espirito que apparecem re-
nas, e a cobriam com um vea simi-transparente 'ratados nos fragmentos da arte asitica,
occullando singularmente o que nem mesmo des- ( Nada mostra com mais evidencia do que a m-
coberto se poda entender. Essas representages,: perfeigao da arte entro os povos de que acabamos
cuja imagem anda se v as moedas e as pe- de rallar, comparada arte de Piricles e de Leao
dras gravadas, conlrastam com os bellos ornatos X, a distancia que separa a civihsagao da Asia an-
e as formas elegantes dos vasos que os mercado- liga da verdadeira civilisacao, e que o progresso
res de Tyro espalhavam pelas cosas do Mediterra- das bellas arles depende essencialmenle do deseu-
neo, e que faziam o luxo das mesas, desde Baby- volvimento social e philosopnico, que fui a alma de
."cyone, de Athenas o de liorna nos seus mais bel-
los das.
Estudo segundo.
Papel que representa a Grecia no desenvolvimento
da liumaiiidate.Alexandre.Comparago do
herosmo grego e do romano, este ultimo tomado
na pessoa de Cesar.Os costumes e as arles de
Roma sob os imperadores.Carthago e a Etru-
ria.Origem da civilisacao grega.
de salas uniformes. A jnd|j|j a Assyra> Q EgyptQj g piienoiai {00 Q
Os baixo-relevos assyrios sito superiores, de- mundo anligo que precede a Grecia forma uma
baixo do ponto de vista da plstica, aos baixo re- especie de edade media, durante a qual a intelli-
levos egypcios, nos quaes nao vemos, como Ol- gencia soffre a lei luexoravel do despotismo e da
fned Muller, senao urna sorte de escriptura des- tneocraca. Abaixo do principe e do sacerdote,
liuada a llxar os tactos, sem nenhum pensamento nau !)a mais do que gerages auonymas, sem indi-
viduaiidade alguma. Com a Grecia comega para a
humauidade urna uova era, uma era de liberdade,
que fecunda o geuio e o designa com os ttulos
de urna uova hierarclua, a hierarchia da iutelli-
geucia.
S-.'phocles e Herodoto, Aristteles e Eschylo, S-
crates, Plalao, Uemosthenes e Phidias sao os prin-
cipes da intelligencia humana emancipada, os ins-
tituidores e os mostrea de todas as escolas de civi-
lisago posteriores grandaza do Alhenas; e desde
que a Europa, Invadida pelos barbaros, esquecer
as sublimes institugoes do povo hellenico, a bar-
baria sera o seu fructo e a morle da intelligencia o
seu premio.
Qnando, ao contrario, ella se lembrar das antigs
mximas dos seus mestres esquecidos, a renascen-
ga brilhara no horsonte, com os nomes immortaes
de Dante, de Leonardo de Vinci e de Miguel An-
gelo ; e a humanidade, segundo Colombo, Coper-
nco e Galileu, descubrir a trra e o cu ; Andr
Vesalo e Servet moslrar-lhe-hao a vida; Luthero e
Calvino Dumoulin, Cujas, Cervantes, Camoes e
Shakespeare far-lhe-ho penetrar os mysterios da
vida moral, e sondar as profundezas do enragao e
da sua natureza. A jusiiga reapparecer no meio
das novas sociedades, e a antiguidade desenterrada
contara a historia do espirito e do corsean humano.
E, finalmente, Raphael, bello cuino o archanjo do
seu nome, vlr pasmar o mundo e a posterdade,
revestindo as bellezas invisiveis da poesa o do
rhrislianismo com as formas luminosas e subl
mes do seu genio prodigioso e mais que huma-
no (I).
Desde que o mundo, abalado pelo genio do chris-
tianismo, foi alieno ao espirito investigador dos
lempos modernos, as novas geracoes teem procura-
do laucarse para os largos horisoutes que alcanga
a imaginagao, cuino a procura de uma nova forma
para celebrar os seus inumpbos ; mas cansada, e
quasi perturbada em seus arrouhos, leein constan-
temente voltadn para as tradtegoes hellenicas, d'oo-
de liaviam sahido, com accelerado passo : seme-
I ima at Lusitania.
A arte assyria a que mais se aproxima da art e
grega em vida ecm belleza. O que mais admi-
ra nos edificios de Babylonia e de Ninive, depois
do carcter severo e magestoso que teem em com-!
mum com os monumentos do Egypto, a exprs-
to e a vida de que sao dotadas essas representa-
ges animadas de scenas reaes que cobrem seus
muros e rompem a monotona no interior sombro
esthetico.
As figuras symbolicas dos deuses sao revestidas
de una magostada calma, que parece ter sido ins-
pirada pelo espectculo grandioso das maravilhas
do Creador. as scenas variadas da guerra e da
caga, querevelam urna vida activa e bnlhante, a
ai te assyria se mostra creadora, anda que inex-
periente. Ella nao tem a dureza de formas e as
monstruosidades convencionaes que na India e
no Egypto impuseram s tradigoes religiosas ; e
a liberdade que reina, lano naeseolha dos as-
sumplos, como no carcter das composigos, pro-
va evidentemente que a imaginagao dos artistas,
se bem que detuapelo genio das insliluiges, nao
era presa pelas emanas tradiciones que lauto
iulurpeceram no Oriente os progressos da civi-
hsagao.
Entretanto, se a escultura e a architectura as-
syria florescero na independencia dsuas regras,
um abysmoas separa do ideal dos Gregos. Esla-
va reservado aoaultiropomorpbis.no hellemco en-
comiar a belleza soberana ua tin.au esireita da
natureza humana com a idea da diviudade.
Na Petan os monumentos que nos restam do
lugar a observages menos lisougeras. Com effei-
to, a grandeza desmedida dos seus planos, a pro-
fusao intil dos seus* promenores e accessorios
que multiplicam indefinidamente o aspecto do edi-
ficio, mil cousas diversas que o olho descobre
medida que examina, nao s desagradam a razo,
como denunciam uma sociedade essencialmenle
libertina, que fez da arte um instrumento de pra-
zeres. (6)
A esculptura e a pintura, fugindo ao imperio da
' tradgo e das regras, cahem no extremo opposlo,
nao menos faul : a rte, effetninada e torpemeute
sensual, substitue bella simplicidade das suas
primeiras tentativas, as manifeslagoes tmidas, mas
innocentes e verdadeiras, do seu comego.
(.1) Phioias, por Lotus de Ronehaud.
(6) Rfiiir, Carlas de Mr. Botn sobre seus des-
cobihnentos em Korsah, Pars, 1854, Niniveh and
lis remuins, Londres, 1854.
(1) V. Renaissaner, par Michelet, p. II.
loante ao intrpido navegante, que, perdendo o ru.
mo em sua ei| ediego lengiqua e aventurada, pre-
cepita medroso a volta incerta, e vae procurar a
bussola.
Quaesqer que sejara as pbases por qu8 teuha
de passar a humauidade, antes de chegar ao termo
do seu destino, todas as vezes que se quizer reves-
tir o pensameuto com as formas da poesa, tolas as
vezes que se quizer conliecer as leis do bello, e
sorprender os sagrados de sua vegetado sublime
ser preciso levar o pensamento a Athenas, eolio-
ca-lo no meio dessa legio poderosa de moralistas
o pliilosophos, de poetas e artistas, e pedir a Phl-
das e a Homero a revelago e o segredo da inven-
gao e da immorlalidade.
Se as verdades que so reconhecem no fundo
das doulrinas hellenicas, se na maravlhosa sabe-
dona de Plalao n3o se quizer ver mais do que echo
sonoro das tradiges divinas que desabrocharam no
Oriente, ao menos uo genio da civihsagao grega
que se acna a verdadeira foutu de todas as crea-
ges humanas das sociedades modernas do Occi-
dente.
A Grecia, onde as bellas-artes e a philosophia
lloresceram no meio da felicidade popular, onde o
homem conquislou, em sua juveulude bella e fe.
cunda, a couscieuca de si proprio e a liberdade
moral, onde a digmdade individual proclamara'
pea pnmeira vez a liberdade potinca ; a Grecia
dizemos uos, o modelo das edades futuras u a
itie coiiiinum das civilisages modernas. Sua
historia to bella, suas lUstiluiges to poticas
seu povo lo sym^aihico, que o ineuor Vestigio da
sua civihsagao urna reliquia sagrada para o artis"
la e para o sabio ; e em quaulo a historia de Huma
uos lUspua, a par de urna graudeza que forga
recouhecer, uma certa avenan pelo carcter truel
dos seus hroes, a educago liberal, a cultura Ili-
teraria, o esludo profuudo das arles lein por tlicito
infaiiivcl engeudrar o amor da auliguidadc bolle-
uica, e despertar um ardeule eulliusiasiuo pela uo-
bre palna de Lenidas e de Homero.
E porque antes a Grecia do que Carthago ou do
que Roma ? Porque Grecia que cabe a gloria
de ter elevado uui throno ao imperio do bello e da
razo ; ella que representara eternamente, ea-
tre os diversos periodos da vida das sociedades, o
periodo da philosophia e das bellas-artes. Reli-
gio, moral, legislago, herosmo, tudo na Grecia
se mo-lra sob a forma de poesa. Homero, diz
Mr. V. de Laprade, o verdadeiro legislador dos
Gregos, come Moyss o dos Hebreas. (2)
A autordade de Homero dirige as contestages
entre as tribus, as familias e as nacionalidades,
miiitos seclos depois de sua morle e a mais alta
preteugo dos hroes de realisar em si os typos
divinos da divina lliada.
Os Gregos amam o poder e a victoria, nao pe o
fructo material que fatalmente os acompanha, mas
porque a possessao da gloria e das bellas silua-
ges o seu primeiro orgulho. O valor militar, o
genio poltico, a ambigao, que em todo mundo, e
sobretodo em Roma, a chammi ardente das pai-
xoes produzidas pelo calculo, apparecem na alma
generosa do here hellenico, com uma forma mais
pura e com um calor mais intenso do culto do
ideal. Para fazer de si mesmo e do seu nome
urna obra to bella como as figuras de Pnidias e
de Homero, elle se prepara uos jagos olympico e
as lutas, uas escolas de mu-ica e de philosophia
e apparece bello como Achiiles.e sabio como L'lys-
ses e Nstor.
Quando a Grecia, depois de repellr a invaso
destruidora do Oriente, conquislou a perfego do
seu proprio genio ; quando, anegada ao momento
de maturidade em que as nagoes sentem a neces-
sidade de propagar sua influencia al os contins
do mundo, ella meditara a conquista da Asia, as
forgas drvergeutes das repblicas que a forma-
vam vieram todas reunir-se as maos de um s
chefe, o genio grego se personficou em um s he-
re : no grande Alexandre. Filho de Jpiter, como
os antigos semi-deuses, herdero de uma core
ilustre, discpulo de Aristteles, e cima de tudo
isio inspirado de Homero, Alexandre parte, tes-
te de urna phalange compacta de hroes, o vae
conquistar a Asia mjsteriosa e iudomavel, levando
comsigo, em um cufrezioho de ouro, o plano das
suas guerras, o consetno dos deuses, a alma dos
seus soldados, o espirito da Grecia, em urna pa-
lavra, a libada, e a Odissa di Homero. Viclo-
noso e clemente com > um semi-Jeus, percorre o
Oriente, langa o fundameuto de novas eidades e
dislnbue aos povos consolados em suas derrotas
os discpulos de Phidiase de Plalao.
Sem duvida, s paixcs abrasadoras dajuven-
lude, e, podemos dizer, do herosmo, mancharan]
o esplendor dessa bella vida terminada aos i an-
uos. Mas que aureola de generosda le, de belle-
za e de poesa radia ero torno iesse vulto inmor-
tal I Rd pelo oa impendo a sua supremaca Gre.iia inleira, pelo
seu genio o clemencia, sua nica ambigao de
lindar com as antigs contestag>s conecadas nos
muros de Troya, entre a Grecia e a Asa ; de lan-
gar o Orieate, to rico em sup^rstigs, ao genio
dos poetas, dos artistas o dos philo>oiilns, qu-iji
nao poliam conter os estretos limites da penn-
sula helle ica; e, como se saa morle devesse les-
temunhar, como teslcmunlira a vi la, que o es-
pirito de conquista nao implicava egosmo de pes-
soa ou de raga na alma generosa dd um Grego,
Alexandre expira legaudo o imperio do mundo,
uo aos seus mais prximos, nao ao mais forte,
porm ao mais digno.
A comparago do herosmo grego e do romano
na historia da antiguidade paga, um curioso
esludo de moral que nao deixa de esclarecer a
historia das tendencia) sociaes eutre esses dous
glandes povos. Dessa comparago resulta urna
dUtiucgo profunda eulre as duas ragas : a raga
grega, em que o enitiusta-mo da mocidade, e
amor do bello, os arrojos das paixoes heroicas
consiiiiiem a vida nacional; a romana em que a
maturidade severa da edade de reflexo e do cal-
culo, se mostra desde a infancia e se mantm al
velhice.
Quando da Grecia, to cheia de vida e vico, de
luz e de belleza, se passa para o mundo romano,
fri, silencioso e severo, o honsunte se encurta,
o cu parece deuegrir-se, a imaginagao gla, e
para o pegamento. (2)
Em lugar da arte aeua-se as margeos de Tibre
a poltica, em lugar do pensamento a acgo, em
vez de individualidades brilhantes, urna discipliua
austera, urna dureza implacavel, raras vezes in-
terrumpida por um rasgo de clemencia ou de hu-
manidade ; em vez do rorago magnnimo de
Alexandre ou de Meltiades, a fra rigidez de Julio
Cesar.
(Contiuuarse-ho.)
CM POICO Dr, TUDO.
Do Jornal do Commercio de Lisboa iranscreve-
mos o que se segu :
O RECLAMO.
Vangloria-se este seclo de ter descoberto o
(2) V. V. Duruy; bist. rom, pref.-Paris 1861
lelegrapho elctrico, de haver applicado o vapor a
' maravllhosas machinas e a virago prodigioso
esforgodo espirito humano, vaogloria-se de minia-
res de invenges, que sao e sero o assombro do
mundo ; ba porm, um invento nico, singular e
mirifico, que se avautaja a lodos os oulros, e a
niaior alavauca da gi andeza d'e.-te seculo.
Seriam os huineus mui pequeos, sem embargo
Os modernos escriptores sao mais felizes do que
os antigos.
Estes orna rain as suas obras com sonetos e syt-
vas laudatorias de offlciosos amigos, os censores
muitas vezes as encareciam por favor, mas o re-
clamo ai-oinpa ihava a obra, nao a preceda mui-
tos mezes anle>, para a exaltar quando aioda esta-
do lerem tamaito espirito, e de empreheudereui' va D0 bestuulo do autor.
erealisaiem famosas emprezas, se nao houvera
urna machina que lites accresceuiasse o vulto, e
os elevasse acuna do um pedestal, onde todo o
mundo os veja, os admire e os adore.
Us buiueus u'eslo seculo sao sequtosos de glora
. e do lama ; sao impacientes por Uesde logo ciugi-
rom a cora que conquisiam. Desejam a apoll-
se em vida querem lavuuear-se uo capitolio, a
; vista de lodas as gentes, uo meio de resplaudeceu-
te aureola boseam os applausos do prsenle
preteudem saborear os tiiuiniius que o muudo de-
creta aos empieliendedores de grandes felos;
assusta-os a fama poslhumauo querem a glo-
ria decretada pela poslendade-prostram-se aute
, os contemporneos, cujos louvures meudigame
reveudu-se ua aduniago universal, e uo preilo
,ue Ibes paga a aduiago do presentezumbaiu
do juizo iLparciai e severo do futuro porque sse
uo o ouvnao por eaiarem a dormir o soinuo eter-
no. Gusar cm vida todos os Iranios do trabalho,
I eis o principio luuuaiiieulal U'eslo seculo.
Para couseguir a realisago deste principio in-
! veulou-se o reclamo machina podeosissiuia, ti-
' Iha da impreusa.
Vejamos u que e o que vale o reclamo em Por-
i lugai.
O reclamo uo foi iuveutado em Portugal, mas
em pane alguma Doresce e aproveitado, como
; nesta ierra de compadres. Aclimalou-se aqu, co-
ino paula tiausplauada, para vergouha das arles,
e escarueo das leitaas ; mas em beneficio de quau-
tas insignificancias uiedram u'um paiz, que vae
marctiaudo uu ultima escala da ctviltsago, e oude
1 quem tem um olho re, porque ba poucos que
leiiiiaui dous OlOOS.
O reclamo o Proteo da imprensa.
Toma mi. lrmas variadissimas, desde o aoauu-
1 co da chegada de um persouagem da aldea, al
ao liymuu ao Iliterato balulodesde o louvor con-
leudo com justo titulo uo tlenlo omneme, al as
nuilidades, : ra moderna e utilissima iuveuce,
iVIo reclamo, o artista sem arte e o Iliterato
seui latirs, apparecem, como os ubjectos influia-
meule pequeos, vistos atuve/, de urna lente, uns
gigantes, uus Atlas do saber, da imaginagao, da
eloqueucia e do ecgeuho.
O reclamo un guindaste engeuhoso, que le-
vanta do chao os insectos sem azas, e pe-oos so*
1 bre um pedestal, daudu-lhes as formas collossaes
da uguiu.
O reclamo a trambeta que proclama urbi et
orbi as niaiavHiias artsticas e Iliterarias dos que
na Ja sabom, dos que uo estudaram nem estudam
da arraya meuda das arles c das lellras.
O reclamo o espeiuo onde se reflectem como
grandes vultos us pvgmeus.
O reclamo a machina do fazer horneas dis-
tiuctos.
O reclamo a alavanca da sociedade do elogio
mutuo.
O reclamo a giga-joya, por mel da qual se
Ilude O publico.
O reclamo a voz prestigiosa, que preconisa os
fatuos, e os especuladores.
O reclamo, eiiilim, por va de regra. a torpe
1 aduiago, a mentira descarada, o louvor comprado,
o interesseiro pedestal, a fama mentida, a falsa
Nos fallamos do reclamo, e nao de oalras girias
Iliterarias para attrahir o favor publico, ou de
qualipier classe numerosa sobre a obra, dispondo
anlecipados triuinphos aos festejados escriptores.
que fcilmente cingem a cora de gloria, leerla
por elles meamos, com arles e manobras, cajo se-
gredo o publico nao coahece, apezar de muilo
Iransparente.
Estas tragas nao sao improficuas: ha por ah
frequentisjimos exemplos.
Aquellos que o reclamo na> protege, amelles
que confian) so no seu tal-nto, no seu estudo e no
seu engeuho, nao prosperam. Em breve sao vota-
dos ao ostracismo. O reclamo e as MpH indus-
triosas, s deixarn medrar os que, desajudados de
legtimos ttulos, buscam, como a cobra, por rail
rodeios e euleando-se sbitos, oceuparetn sempre
um lugar bem visivel.
O reclamo, as suas variadissimas melamorpho-
ses eslorce os pvgmeus da Literatura, e apresen-
ta-os gigantes.
Que Ibes importa a elles que o cardeal seja o
herdero das suas glorias de reclamo ?
U prsenle v-se com a cabega ciogida pe'a ee-
ra de louro, o que Ihes inporia.
O futuro arrancar Ihes-ha a cora, e iro repen-
sar no limbo do esquecunento eterno, por<|ue o
poder do reclamo nao passa alm da vida, e fre-
queutemeute nao cliega at ao fim d'elia, porque
os pedestaes de barro fcilmente se qu.-br.un.
No entretanto a fama, e os applausov i}ut iodo
se traduz em dinheiro, perseguein os favoritos do
reclamo.
Quem vedes ah festejado e reclamado T
Com excepgao de um ou oulro esenptor de me-
reciuienl real, qnaes sao os hroes da lilleratora
actual T
Quaes sao os laureados, os que tem os seas no-
mes escrplos em lettras de ouro, os que a imprea-
sa a toda a hora aclama T
Os verdadeiros talentos, que ja tem os nomes
estampados na frente de obra-, que nao d sobre-
viver-lhes, e constituem o mais precioso fru'to Ili-
terario desla gerago, esses es to na obscuridade.
Apenas, de lempos a lempos, se falla uellcs, para
descargo ua constiencia, e como um re oorso de
se eucobnrem com reputaces licticiai e usurpa-
das.
O reclamo como a famosa arvore da escriptu-
ra em que era significado o grande NabuchoJoou-
sor, e em cujos rumos descangavain todos as aves
do cu, e a cuja sombra se recolhiam lodos os aai-
mWM da Ierra, e uus e oulros se susleouvam seus fruclos; mas quando foi corlada a arvore, as
aves voaram e os animaes fugiram.
A esta arvore se acoiliem, com effeito os que
precisam dos seus fruclos para prosperaren!.
E afortunada a sua sombra e sao pingues os
seus fruclos.
Ai do que a ella se nao abriga !
Os eleitos do reclamo sao os homens grandes da
poca.
Curvem todos a cabega ante a realesa do genio,
e a inagestade da sabedoria e do engenho, coroa-
dus e engrandecidos pela acclamago universal...
do. reclamo.
O futuro ouvir acaso os kurraks e os vivas da
! gloria, o elogio solllcitado, o insenso podre, a li- gerago, que passa embasbacada diante de lamas
jsonja baixa-e raras vezes a verdade. entidades iliterarias, de unpro'vsw' .-levadas a ca-
ihegoria de talentos eminentes ?
O futuro repetir porventura os nomes com ojsw
Tem um proeesso especial o reclamo.
Tratase, por exemplo, dc uma obra qualquer
de um romance, de um drama, de uma comedia, tods os dias 0 re,.|amo a|roa Oi0arios
I de esbocos crticos, do perlis Iliterarios, de um iemn0raueos ?
1 poema, de um livro de historia, eis como procede
o reclamo :
Boa nova.O Sr. I'., festejado escriplor, vae
' compor uma comedia, cujo titulo Os homens a
rtr.Mais uma produego d'este brilhantissimo
talento vira ornar o repertorio do uosso theatro.
, Desde j o felicitamos.
Decorrem mezes, e o reclamo diz :
i Noticia luterana. O Sr. F. tem quasi con-
cluida a sua comediaOs homens a rir.Almeja-
mos por ver em scena esta nova produego do fes-
tejado escriplor. Ser mais um triumpho para
quem j Cunta tantos..
Passado um rnez, annuncia o reclamo :
c Comedia noca.O Sr. F. j coucluiu a sua no-
va comedia Os homens a rir e amanba ha de
le-la no theatro.....na presenga de um auditorio
composto da flor da nossa tteratur.v
No da seguinte o redamo apn-goa :
t Os homens a rir. Houlem o Sr. F. oo salo
do theatro----, leu a sua nova comedia Os ho-
mens a rir.Assistiram a leitura os Srs. FF. (aqu
iioineaiii-se os bomeus mais Odmelos as leltrasj
e lodos licaram inaravihiados da maueira porque
o festejado escn.jlor (sempre festejado; tralou lao
dillicil assumplu. Soube o Sr. F. desciever com
as mus linas cores um dos ridiculos mais salientes
Ueste secuto e dosla cidade. Os caracteres eslo
desenliados coin mao de meslre. O dialogo vivo
e bem tragado. O Sr. F. juutou mais um iloio a
sua cora diamatica.
Depois uiiuuuciu-se quando a comedia entra em
ensaios, quaudo deve ir sceua e por mil modos
se falla ua comedia at que apparece a publico.
Euio descrevem-se com o maior encarec memo
todas as suas bellezas, e o autor posto nos cor-
nos da luu.
Como se v, anda a obra est em embrio, est
apenas esbogada na imaginagao, j se annuncia
como obra pruna, e o publico tem-n'a sempre
diaute dos Olhos, julgaudoa produego de abaliza-
do engenho, de maneira que quando sobe scena,
a comedia vem acompanbada da favoravel mpres-
sao que o reclamo loe tem grangeado.
E>to processo repetido, ataba por fazer um
grande homem do autor.
O que dizemos da comedia applicavel s dif-
ferentes especies de obras, que a lilteratura pro-
duz.
Os autores sao sempre festejadas e fecundos. Se
dramaturgo, vae na esleir de Dumas, de V.
Hugo, de Stribe, de Garrelt,se poeta, deixa a
perder de vista Camoes,se critico, o nosso
Jules Janin, se historiador, nao fica inferiora
A. Herculano,se estylista, Castilho nao o ven-
ce,e islo repete-se todos os dias, apregoado em
todos os jaranos, sem contraste e sem opposigo.
O que ha de fazer o publico T
Acredita no que Ihe dizem os orculos da opi-
nio.
Bem se v qu assm fcil engrandecer qual-
quer escriplor, o popularisa-ln, n'uma trra onde
nao ha critica, nem posvel ha ve-la, por que
quem pretender faze-la conscienciosa e discreta.
Oh I de certo que nao
Mas estes nao podero dizer como Camoes
Que a gente surda e endurecida cantam
E que:
O favor com que mais se accende o engeoho,
< .Nao u'o du a patria nao...
A patria acode ao reclamo e d-lhes todo o favor
com que peder aeeender-lhos o engenho.. .*e lt-
veram engenho, e se Ihes nao accende o engenho,
ao menos esa applausos e em ouro Ihes remunera
os improbos trubathos e os estudos profundos.
L-se no Commercio de LisbM:
DKSCIDA.
O barmetro que desee quando esta calor annun-
cia lempestade ou grande rento.
Quaudo gla, a descida auuuncia desglo.
Se cAocc, pouco depois que o barmetro desceo,
pode esperar-se que a clmva nu dure muilo.
se o barmetro desee durante o lempo da chura,
signal de que chuver por muito lempo.
Se quanlo est bom lempo o barmetro desee e
permanece em baixo, chuver muito e far veolo.
provavelniente.
A maior descida do barmetro annuncia vento e
chuva ou ivno somente, a menos que o vento nao
seja de teste ou do nordeste.
si BIDA.
Durante o invern a ascengo do barmetro an-
nuncia grande fri e gelo.
Quando gla, a subida annuncia nev.
Se o bom lempo vem pouco depois que o bar-
metro subiu, nao turur muito.
Se quando faz mu lempo o barmetro sobe
muito o permanece elevado, provavel que em
um, ou dous dias, o lempo mude para bom, e aim
contine por uma temporada.
So quando faz mia lempo o mercurio be muito
e depressa, o bom tetnpo nao ser de looga du-
ragao.
N. B.O barmetro sobe muila vex qnando os
ventos sao do norte ou de leste, c. baixa qnando os
ventos sopram de outro ponto.
Regra geral.A ascengo do barmetro indica
bom lempo e a descida mu.

A AVAREZA.
Ha inutos seculos. diz o Correio de .\untes, qo
se assmnou os funestos desvarios a qoe a seMe do
ouro arrasla os hmeos. Eis um novo exem-
plo :
Um habitante de termo de Buis, ilha de R, era
dominado pelo demonio da avareza ; mogo anda,
ja possuia este vicio dos velhos, elle amava, gnar-
dava e accumulava o dinheiro.
Um da soube este infeliz que sna mae d>ra MO
francos a uma de suas irmas. Elle chorou amar
gaiente e por toda parte levou seus praotos : En
morrere, eu morrerei desesperada
Nao comprou uma curda porque era muilo caro;
adquire tantos iniungos quanios sao os amigos do reuuiu e leceu alguus Uos de barbante, ala a
aulor, os seus Ihuribularioi, e os seus companhe-
ros de egual mrito as mascan empresas lutera-
nas.
viga de seu celeiro, o ah enorcou-se.
PERNAXBUGO. -TYP. de M. F. de P. i FILHO
/


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