Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10493


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Full Text
AMO XI. 3DMEBQ 237.
Por tres aezes diautados 5gOt)0
Pop res mezes veneiifes 6Jf00
Porte ao correi pop tres mez'es. 9750
* lOsMlel ***mwm 9b Hala

SABBADO 15 DE 0UTDBR0 32 1884.
Pop a^no adia'Uado.....49$00O
Porte ao corris por ua aano 33000
-*&;.!**-.&.--'*-------------------------
E5CARBS6AD0S ^a aBaUti-fAO NO NORiE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, *Sr. Antonio Marque a Silva; Aracatv.o
jr. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos*de
Olvetra; Maranfto, o Sr. Joaquim Marques Ro-
, rara, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
Btfoaas, o Sr. Jeronymo da Costa.
INCARRSGADOS DA SDB8CRIPGAO "NO SL.
taguas, o Sr. Claudico Fak-o Das; Baha, o
rr. Jos Martina Alves; Hio de Janeiro, os Srs. Pe-
, :a Martina & Gasparino.
fARihjA l)On JAFAd.
Oiinda, Cauo e Scala toaos os cias.
Iguarassu", Goyanna e Parayba as segundas e
soitas-feiras. >*ufc~~
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Cara
Aliinho e Garanhuns as tercas eiras.
Pao U'Aiho, Nazareth, Limoeuo, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacarat.Cabrob,
Boa Vista, Ouricary e Exu as quartas eiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros,Agua Preta e Pimenteiras as quintas eiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao V dia.
" "'I'

EPHEMERIDES DO MEZ DE OUTl'BRO.
* finarlo eme. ala., 17 ave 30 s. da t
No* Lu cheia as 4 h., 55 m. e 38 s. da m.
22 Quarto ming. as 8 h., 59 m. e 48 s. da rn.
30 La nova a i h., 8 m. e 26 s. da t.
PRBAMAR DB HOJB.
Primeira as 2 horas e 54 minutos da tarde.
Segunda as 3 horas 18 minutos da manha.

i^Rik... O VaiORi^ OSiKJRO,. .,TJu.^NC DOS 'JUBUXa'3 DA CAHlAL
Para o sul at Aiagas a 6 e i5- ^- o norte at ,,. .
%Gr nja^a ie a de cada me?; para Fernando tfr ^oa*' ^ceamwc.o: ^runers t qmuiaa.
ffia?14dosn*zs dejan. marc.,mw.-jul.set.enov. Relacio: tercas e ^abbades as U, horas.
PARTIDA DOa OMN.BUS. I_
Para o Recfe: do Apipucos as 6 V 7, 7 t/i, 8 e j Fazen<>a: quinta* as 10 horas.
8 Vi da m.; e Oiinda s 8 da m. e 6 da tarde; de Juizo do commercio: segundas s 11 toras.
Jaboato s o Vi da m.; do Caxang e Varzca s 7 i _. v_ ;..
da m.; de Bemflca s 8 da m. Dlt0 da orphaos: tercas e sexta: as 10 horas.
Do Recife: para o Apipucos as 3 A, 4,4 lU, 4 Vt, Primeira vara do cite!: tercas sextas ao meio
5, 5 V*, o Vi e 6 da tarde; para Oiinda s 7 da dj
manira e 4 Vi la tarde: para Jaboato s 4 da
tar ie: para Cachang e Vanea s 4 Vt da tarde: Segunda rara do ci.al: quartas sachados a 1 hora
para Henifica s 4 da tarde. I da tarde
OLsS DA SEMANA.
10. Segunda. 8. Francisco de Borja.
11. Terca. S. Nteacio .. m.; S. Sainalra.
12. Quarta. Ss. Cyprano e Walfndo bb. min.
13. Quima. S. Eduardo rei di- Inglaterra
14. Sexta. S. Calixto p. m.; S Gaudenrio b. Di.
lo. Sabhado. S. Thereza de Jess v. e.
10. Domingo. Ss Marliniano c Elysio ira, uini
ASSIGNA-38
no Recife, em a livraria da praca da Independe?,
cians. 6 8, dos propnsurios Manoel Figueir'.'.
de Faria t Filho.
PARTE OFFIGIL
1 UMMKKIO 1A JUSTINA.
nmisrando-rae das circunstancias emque se
n as (iracas dos Cornos policiaes, que liveram
nlicidade de desertar, apartndose de suas
ras. hei por bem, asando daatinbuico que
nlere o ai l. 101 paragrapho oilavo da consti-
tuico, perdoar-lhes omine de primeira e segunda
"rn simple*, apresentando-se dentro do prazo
(4- tres meze?
contados da publicaban do prsenle
aVcrel i imii rada un das comarcas do imperio ti-
.: i lambem incluhlas neste indulto as que ja es-
iv r-Mi senienciaitas e por sentenciar.
Francisco lo> Furtado, do meu conselho, presi-
dente do conselho de ministros, ministro e secreta-
rio de e>tado dos negocios da jastica, assim o tenha
entendido e fa\;a executar.
l'alaiio do liio de Janeiro, em 21 de setemhro de
[864, i"' da independencia e do imperio.Com a
rubrica deS. M. o Imperador.Francisco Jos Fur-
tado.
t Deus guarde V. SFruncisco Jos Furtado.
Sr. jui* de direito interino da primeira vara eom-
mercial da corte.Idntico ao juiz de direito da
segunda vara.
Por portaras de 26 do corrente foram Hornea-
dos (iscaes da liquidacio das casas bancarias de-
claradas fallidas, os Srs.:
Conselheiro de estado Bernardo de Soma Fran-
co, da de Antonio Jos Alves Souto & C.;
Conselheiro Angelo Muniz da Silva Ferraz, da
de Gomes 4 Filhos ;
Conselheiro Jos Mara da Silva Prannos, la de
Montenegro Lima & C.
Acham-se tambem nomeadas as commisses que
por parte dos bancos do Brasil e Rural c Hypo-
Ihecano tem de proceder essa liquidago.
A do banco do Brasil cornpoese para todas as
massas dos Srs. vice-presidenle conselheiro Jos
Pedro Dias de Carvalho, secretario Dr. Manoel de
Oliveira Fausto e director Themistocles Petroco-
chioo.
A do banco Rural e llypothecano est distribui-
da pelos Srs. :
Presidente, commendador Guilherme Piuto de
Magalhes para a massa dos Srs. Souto ft C;
Commendador Dr. Roberto Jorge Haddock Lobo
para a dos Srs. Montenegro & Lima ;
Director Joao Caviuho Vianna para a dos Srs.
Oliveira & Bello.
Foi honlem levada
ao governo imperial pelos
ao 's'e'rvico^do'eaadr ''de frs- Dcr: Joaquim Saldanha Marinho Victorino Pm-
se por vencido o prazo de ,0cd. S VlCt0- lesse e Albino de Castro
DECUETO N. 3.310 1>E 24 DE SETEMBRO DE 1864.
Concede onanopacao a tudos os Africanos livret
existentes no imperio.
Hei por bem, tenio ouvido o meu conselho de
ministros, decretar o seguate :
Art. 1." Desde a promulgado do presente de-
creto ficam emancipados todos os Africanos livres
existentes no imperio
particulares, liavendo se por vencido o pra^
' V anuos do decreto n. 1,303 de 28 de dezombro de "J. r'rsen,cf PggTn SSg
., na exeeucao do decreto n. 3 308 de 17 do crreme,
' Art. 2.' As cartas de emanCte-Co desses Air.ca-,' Wf aioptadas algunos disposrce compiemen-
, i 5ero expedid ,s com a .naior*brevidade; e sefli J" do regulamenlo reglamentar de 20 do
despeza alguma para elles, pelo juizo de orphaos da Uli'rei .,,. .J____^.
e camtaes das provincias observando-se o A "7'"atura- d,a represeatacao foi encerrada
modelo at agora adopUdo; e para tal ll.n o gover- iCom 9" firmas ind.v.duaesecollect!vas, as quaes
. nu na corte e os-presentes as provincias daro i s '"cl"em as de directores dos bancos e de casas
as necesarias ordens.
Art. 3. Passadas essas cartas serio remettidas
.. respectivos chefes de polica, para as entrega-
rea aos emancipados, depois de regi>tradas em li-
ir i para i-so destinado. Conf ellas oa com certi-
d
C;
no
em rigi r.
Art. \. Os Africanos ao servido de particulares
i 'in demora, recoihidos, na corte, casi de I
:c3o, as provincias, a estabelecunentos pu- \
designados pelos presidentas: e entao serao |
- presenca dos chefes de polica para rece- j
i seas cartas de einanci,iaco.
Art. ."i." ai. publicados pela imprensa, para que ve
oh
Parece que os quesitos seriio formulados n' um
regulamento especial.
- 39
L-se no Mercantil de Petropolis de aote-
hontem :
Parabens. NIo appellamos em vo para os
habitantes desta cidade : foram mais longe no^sas
previsoes acerca da recepgo da augusta familia im-
perial, e congratulamo-nos com elles pelo cnthu -
siasmo com que se houveram por esse motivo. Fi-
dalgos e plebeus, grandes e pequeos, concorreu
cada um, porsuavez, para o brilhantismo de urna
festa rega, pelo flm porque fra concebida, e de
familia pelo geral contentamento que se notara em
todos os semblantes.
c Eis, pos, em resumo o que se fez e se vio.
t O Sr. Dr. Kopke, dirgindo cerca de cento e
tantos alumnos seus, se foi postar abaixo da serra,
ao encontr da comitiva imperial.
_ Um arco de folhas foi levautado pelos Alie-
mes, entrada da cidade, tendo concorndo para
essa idea os Srs. teoente-coronel Joao Baptista da
Silva, maior Jvuler e F. Damcke.
t Em Villa-Thereza, entrada da cidade, acha-
vam-se postadas ao lado direito a muoicipaldade,
Segundo o Cruzeiro do Sul cresciam de um mo-
do assustador as aguas do Jacuhy. O presdeme
da provincia havia crdenado a partida de um vapor
com algumas lanchas do arsenal de marinha atm
de peicorrer as Mitas fronteiras da capital, e trans-
portar para ella as ramillas que, por causa da en-
diente lio pudessem permanecer em suas casas.
As eleicoes municipaes tnham corrido regular-
mene na cidade do Rio Grande e as localidades
visinhas donde havia noticia.
Na mesma cidade foi festejado o anniversario da
independencia com vistosas illuminaces, bailes e
regatas.
cuja execucao o governo imperial Ihes confia, eslou
certo de que o comprehendero perfeilainente, e
hilo de leva-lo a cITeito do 'nodo mais profirno, nao
s assignalando o mal e seos estragos, mas lambem
suggenndo o remedio apr-priado ao lim que se tem
em vista, e que acautele a repetico de taes erises
no futuro.
Somente accrescenlare i|ue o governo imperial
pora disposicao de V. Exc. e de seus collegas
para aquello objecto os einpregados pblicos de
cuja Cooperacao careyam, e altender a quaesquer
outras requisicoes que no mesmo intuito Ihe sejam
feitas.
Tinha chegado da costa do Albarde o delegado] Outrosim, previno V. Exc. que, pelo minis-
de polica, depois de ter feito arrecadar tudos os; terio da jutica,.-e exigir dos tribunaes do commer-
satvados do patacho naufrado Arapelnj. I ci, nos termos dos arts. 9 c 13 do respectivo codi-
Mo se realisou a noticia do naufragio do briguc go, nina noticia precisa sobre as falieneias occorri-
Pia. Este navio, bem como o patacho Brasiltense, das de 1857 a esta parle, com as observarles im-
procedente do Aracaj e cuja demora inspirava
cuidado, tnham entrado barra no dia 4.
Ficavam pronunciados no artigo 192 do cadigo
criminal, acusados como assassinos de Manoel Go-
mes Camilos, os reos presos Jos Theodoro Alves
Nunes e Claudio Nogueira.
No dia 12 chegara do Jaguarao no vapor de
bancarias, e dos principaes capitalistas e negocian-
tes da uossa praea.
Tendo o governo imperial efficado ao mertss-
mo tribunal do commcrcio para que, ouvida a com-
nham reerbar suas cartas de emancipaco. Senao ,""_s^ ds ,,
m. li.-arau as cartas em deposito as """""\1L
- retaras de polica, para em qualquer tempo, te- ,,' "
. ..' '^deistmo. I r*.j*. .....
para re>ponder a consulta, e foi de parecer que o
mximo da porcentagem deve ser de 1 /o sobre a
soinuia arrecadada.
A Illma. cmara municipal, reunida hoje em
sesso, vai deliberar sebre a maneira de festejar o
consorcio de S. A. Imperial no da 15 de outubro,
harmonisando a solemnidade do acto com as cir-
cunstancias um pouco precarias do nosso estado
lo menos devem alguns dos seus
ubmetter-lhe um projecto neste sen-
A idea auxiliar a Illma. cmara com os seus
\n. 6." W Ai canos emancipados podem fixar
lito emqualquer parte do imperio, i\^^^t&^^&f?*
, .orm, decaalo na polica, assim como a! ^ue e>teJa ao alcafe das circumstancias ac
i honesta de que pretenden viver, para ^|- %'iue o poro, levado por tao nobre estunu-
,.. utilisar-se da proteceo do Boverno. A I >, nao faca sacrificios por dentis Jf*^
el irte-(,i devem faMr semi.re nue muda-! essc flm lenciona-se limitar o mximo do donativo
, u lomlnlV, cora 1ue cada cidailao Pdera eontribuir, e no.near
0 (Uno menor de Africana livre acompa-' commisses encarregadas de os agenciar, tomando
Art.
Dhar a seu pae, se tambem fr livre, e na falta
! sua niae. dedaraiido-se na carta de eman-
; iquelle a quem o mesmo fr entregue o
. lugar do nasci nenio, idade c quaesquer
caractTat'Cos. ,
t) mai r il 2i annos lera sua carta de emanci-
: > lera residir em qualquer parte do Irope-
termos do art. ti.'
8." Em falta de pae e mae. ou se estes fo-
ic.ii izes ou esiiverem ausentes, os menores
;i disposifao do respectivo juizo de or-
at que l|uem maiores e possam receber
i -
Arl. '' Os i romotore> das comarcas, at a ple-
ecucao deste decreto, protege ao os frcanos
i curadores, onde os nao-hoiiver espe-
eiaes, requerendo a favor deiles quanto lr conve-
Diente.
Art. 10. 0 governo na corte, eos presidentes
aas provinejai, fara publicar pela imprensa osno-
mes e r;o-oe< dos emancipados.
Art. II. Tica revogado o decreto n. 1,303 de 28
lo 1853.
nrisco Jos Fui lado, do meu conselho, presi-
dente di conselho de ministros, ministro e secreta-
ro de Mado dos negocios da jusilla, assim o tenha
tnlendi 11 e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 2i de setembro
i. i
i rubrica de S. M. o Imperador. Francisco Jos
' Y cessarias para julgar-se da inoialidade desses fac-
tos, bem como da conveniencia de alguma reforma
em nossa legislaco commercial.
Deus guarde' Y. Exc.Cortos Carneiro de
Campos.
Pelo ministerio da justica foi expedido com a da-
presidida interinamente pelo Sr. Jos Antonio da guerra Apa o coronel Augusto Fredenco Pacheco, ta de 30 do passado segunda promotoria publica
Rocha, e ao lado esquerdo a otlicialidade da guarda portado^, tfizem as folhas, de importantes offkios da corle o aviso seguinte :
nacional, todas as autoridades e a banda de msica para a presidencia da provincia. Sendo presente a S. M. o Imperador o oflicio
particular portugueza. Le-se no Commercial de 11: de Vmc. de 27 do crrente, um oqual pondera que,
Logo abaixo, islo, ra de D. Januaria, pos- > Com o temporal que houve ha dias tinha sa- dependendo o proceso crime do bancarota do pro-
taram-se os professores das escolas publicas alie- hido de>le porto para a ilha dos Marinheiros urna cesso commercial, onde se instatiram em commtim
mes com seus alumnos de ambos os sexos, tendo canoa Iripolada por dona pretos, e escravos do Sr. asduas aeces, e achandose o juizo commercial
cada um dos mesmos alumnos mo urna peque- Antonio Teixeira de Magalhes, c o administrador i no caso do fallencia das casas bancarias somente de
na bandeira aun-verde, achaado-se todos vestidos da chafara Jos Antonio de Oliveira Salgado. Esta j posse das attnbuicdes qui- Ihe sio conferidas pelos
canoa virou-se em vagem, porm dos tripulantes
nada se soube por mais pesquizas que se fizessem,
j.'" que hontem appareceram na praia dous cada-
veres, senifc.um branco, que se reconheceu ser o
do dito Salgado, e um s presos de nome Manoc!
O Sr. delegado Dr. Canarim, logo que teie co-
nhecimento disto, mandou conduzr os cadveres
para a Santa Casa, para proceder-se ao auto do
outros, de varios particulares, que tlveram a non-' corpo de delicio.
ra de irem ao encontr da augusta familia. j Alim de apparecer o cadver do preto Delph-
c Ao apearem-se Suas Magestades porta de seu no, tripolante da mesma canoa, deu o Sr. Dr. de-
palacio, e ao ifar-se nesta occasio ah o pavilho legado novas providencias.
nacional, duas bandas de msica (a do batalho da 30
guarda nacional e a do Sr. Schaefer) tocaram o O Sr. Temistocles Petrocochino, director do ban-
hymno nacional.aosom do qual foi dado o beijaiuo co do Brasil, pedio exonerarlo do cargo de mem-
do costume. bro da commisso liquidadora das casas bancarias
a Reunida ah a municipaldade, apresentou o que falliram. Foi nomeado para substitui-lo e en-
seu presidente a S. M. o Imperador a felicitadlo trou hontem era exerciclo o Sr. commendador Fran-
que segu, a qual o mesmo augusto senhor se dig-! cisco Jo^ Gongalves.
nou responder : i Consta -nos que tambem o Sr. Joao Baptista Van-
< Muito agrade^o cmara municipal os votos na Drumood pedir ha dias demissao do lugar de
de branco.
Era todos esses pontos ondas de povo inva-
dan) as janellas, portas e vames Ass myiotexhas.
i A's 11 1|2 horas da raanha de 25 do corrente
chegaram esta cidade SS. M. II, as serenissmas
princezas, SS. AA. o conde d'Eo e o duque de Sa-
xe, damas de honra e semanarios : sendo seus ve-
hculos acompanhados por um immenso numero de
a Illma. cmara a si o dficit que houver. Euten-
de-se que levantando-se dous ou tres arcos nos lu-
gares mais adequados, illuminando-se a capricho a
praca da Constitnico e os edificios pblicos, e fa-
zendo os particulares o mesmo s suas casas, e to-
cando naquelles lugares diversas bandas de msi-
ca, se alcancar o fim desejado de permittir ao
povo a expansao do seu jubile por to fausto acon-
tec ment.
28
Por cartas de 23 do corrente foram condeco-
rados :
O Sr. duque de Nemour, com a gra-cruz da or-
dem de Pedro I.
O Sr. duque de Saxe (D. Augusto Luiz Victor),
com a gra-cruz do Cruzeiro.
Pur cartas mperiaes de 21 do corrente mez fo-
ram n iturahsadus cidadaos bra>ileiros o subdito
portuimez Joaquim de Souza, o o subdito italiano
Nicolao Mari ni.
Por decretos de 13, 15 e 21 do corrente foram
nomeados:
O tenente-coronel Raymundo Pereira Lima, para
ebefe do estado-maor do cumulando superior da
guarda nacional do municipio de Igarapemirm da
provincia do Para ;
O maior Joao Mara Gongalves de Castro, para
, i V rta independencia e do imperio.Loin ten-nte-coronl commandanle do batalho denfan-
Uria o. 11 da guarda nacional da mesma pro-
vincia ;
Otenente Joaquim Jos de S Freir para tmen-
te-coronel commandanle do batalho de iufantaria
n. 32 da guarda nacional da provincia do Rio de
Janeiro;
Francisco ,Manocl Bezerra de Vasconcellos para
capito secretario geral do commando superior da
guarda nacional do municipio de Pao d'Albo da
pruvineia de Pernamouco.
Foi elevada cathegoria de companhia a seccao
de companhia da reserva n. 4 da guarda nacional
da provincia do Maranho.
F..i permttido que Belmiro Satyrode Carvalho,
2o tabellio de notas e escrivo de orphaos e au-
sentes do termo de Maroim, e Horacio Dias Ribei-
ro Nelson, 2 labliid e mais annexos do termo de
Japaratuba, ambos na provincia de Sergpe, per-
muten! entre si os respectivos officios.
iiiterior:
RIO DE Ji\i:iKO.
2fi ilc sclembro
ministerio do imperio experlio-se em data
-'i do corrente o seguinte aviso presidencia
da provincia do Amazonas :
Illm. e Exm. .Sr.Levei ao alto conhecimento
do S. M. o Imnera lor, com o oflicio de. V. Exe. de
19 de iullio ultimo, a deci-o pela qual V. Exc.
declara i ao presidente interino da cmara munici-
pal dessa capital, que nao deva passar ao seu m-
inediato em votos as funcQ'-s desse cargo em-
quanto astives*e oceupado no conselho de revista
da suarda nacional; e que, se a sua presenca no
dito conselho o inhiba de. presidir s sesses da
cmara, neviam estas ficar suspensas emiuantodu-
rassem o< trahalho- daqnelle.
o me-mo augn que me tributa.
Senhor. A cmara municipal desta cidade,
como riel representante dos sentimentos de seus
municipes, vem com o mais profundo respeito de-
positar as augustas mos de V. M. Imperial os
votos que lodos fazem ao Allissmo pela conserva-
eo dos preciosos dias de V. M. Imperial, de S. M.
a Imperatriz, das augustas princezas e mais fami-
lia imperial, a quem tributara religioso re.--
peite.
* E saudando os augustos hospedes que acom-
panham V. M. Imperial o rasemos cheios de ju-
bilo, e esperam que elles, unidos augusta familia
de V. M. Imperial por lacos indissoluveis, muito
cooperaro para mais firmar se possivel a augus-
ta dynastia de V. M. Imperial no throno brasileiro, I
as instiluicoes e o engrandeeimento do imperio.
c Petropolis, 2a de setembro de 1864. Os vea-
dores, Jos Antonio da Rocha.Joao Meyer.Dr.
Francisco Ferreira de Assis Pinto. Birtholomcu
Pereira Sudr. -Antonio Jos Correia Lima. An-
tonio Jos Teixeina.de Siquera.
Como foi observado, Suas Magesladcs pare-
ciam achar-se satisfeitas do bello espectculo que
Ihes offerecia o dia.
Meia hora depois os j referidos alumno* de
ambos os sexos, dirigidos tambem pelo Rvm. pas-
tor o Sr. Stroelle, entoaram, em frente ao palacio,
seus liannoniosos hymnos, que foram uuvidos com
geral satisfazlo.
Depois tambem de algum reponso foram Suas
Magestades, acompanhados de seus Ilustres hospe-
des, aos jardins do palacio, onde se demoraram al-
gum tempo em percorrc-los.
A' larde houve Te Deum laudamus na igreja
matriz, a que assistio a augusta familia imperial, e
foi muito concorrido ; findo o qual sahiram a pas-
seiar a p por dilferentes pontos da nossa cidade,
acompanhados das serenissmas princezas c dos
Srs. conde d'Eue duque de Saxe.
A' nute Iluminaran) se em geral as casas, e
tambem a da cmara e a dos quarteis ; houveram
bailes pblicos e um bello passeio feito por cente-
nares de subditos Allemes (sobre o alto da monta-
nha, em frente ao palacio, sol) o claro de um pro-
digioso numero de ardiles) delerminou urna cons-
tante inva-o de observadores pelos terrenos limi-
Irophes do palacio, o que mais alegre tornou esta
pitturesca residencia,
c Repitamos : parabens.
No da 26, s 3 horas da manha, Suas Ma-
gestades e Altezas seguiram para o Juiz de Fra, e,
segundo consta-nos, regressaro corte amanhaa
tarde.
Por decreto de 24 do passado foi creado um ju-
gar de juiz municipal quo accumular as funecoes
de juiz de orphaos nos termos de Santa Anna do
Paranahyba e Miranda, na provincia de Matto-
Grosso.
Por decreto de 24 do corrente anno, foi autorisa-
memhro da commisso fiscal do mesmo estabeleci-
menlo.
Io de outubro.
arts 2o, 3 e 7" do decreto n. 3,309 de 20 do refe-
rido mez, e consequentemente privado das que Iho
cumpetiam pelu arl. 788 e seguntes do cdigo com-
merciaJ, aie desettxn Vine, o meio juru-bco pelo
qual a justica publica possa verificar se as fallen-
cas das casas bancarias houve culpa ou fraude :
manda o mesmo augusto senhor declarar Vmc,
para sua inlelligencia e execugo quo, sendo por
vrtude do citado decreto absolutamente indepen-
denle a jurisdiccao criminal da jurisdieco com-
mercial, deve a aceo da justica publica ser es-
tallada e proseguir por si s, sera alinelo aos in-
teresses privados, sendo processada pur va de
summario e julgada como era at o Io de Janeiro
de 1851, mediante a forma estabelecida no decreto
n. 707 de 9 de outubro de 1850 para os criraes es-
peciaes de quo trata o mesmo decreto; cumprindo
Vmc. proceder neste caso, como procede nos ou-
tros casos crimes, requisitando copia do balanco e
documentos convenientes, requerendo os exames
necessanos e mentando denuncia, na supposico
de ser a bancarota culposa ou fraudulenta, nos ter-
mos dos arts. 800 803 do cdigo commercial.
sendo certo que. como elemento essencal do cri-
Pelo ministerio da justica foi expedido com data
de hontem o aviso seguinte :
t Fui presente a S. M. o Imperador a petico dos
tabelliaes de protestos desta corte, remedida por
V. S. com offleio de 21 do corrente, era a qual du
Imperador offereceu a S. A. real o duque de Saxe
Coburgo Golha a gra-cruz da imperial ordem do
Cruzeiro.
Vicente Alvares de Andrade, solteiro, de 47 an-
nos de idade, empregado da casa da moeda e mo-
rador na ra do Lavradio n. 49, mostrava-se desde
algum tempo muito triste, e dizia que brevemente
havia de morrer.
No quarto de Vicente dorma alm deste umeria-
do, de 15 annos de idade, tambem trabalhador da
casa da moeda. Hontem pelas 2 horas da manha,
dpos que ambos ceram, observou o criado que
eram huras de dormir, ao que respondeu Vicente
dizendo-lhe que fusse-seelledeitar visto que por sua
parte nao tinha somno. Deitou se o criado, mas
seriam 4 horas da manha quando accordou meio
sulfocado pela multa fumaca que enchia o quarto.
Charnou por Vicente, ninguem re>pondeu-lhe, pro-
co rou a vela que deixara sobre tima commoda e
nao encontrou-a: foi ento direito a porta do quar-
to, abrio-a c avistuu em labaredas o aposento con-
tiguo. Aos seus gritos acudiram as innas e mais
familia de Vicente, entram no quarto de veem estendido em um le lo com o crneo partido
por um tiro, e em urna mo a pistola com que sui-
cidara-se.
Sobre urna cadeira junto cama eslava outia
pistola.
Encontrou-se o castirjal do quarto de dormir no
aposento onde comecra o incendio, e, alm deste,
um garrafo de espirito de vmho e um grande
monte de papis e livros velhos pertencentes a Vi-
cente.
Combatido promptamente, ficou cxincto o fogo,
temdo comparecido os Srs. Dr. chefe de polica e
outras autoridades.
3 -
Pelo ministerio da fazenda foi dirigido com a
data de 1 do crreme aos Srs. conselheiros Ber-
nardo de Souza Franco, Angelo Muniz da Silva
Ferraz o Jos Mara da Silva Paranhos o aviso se-
guinte :
lllm. e Exm. Sr.A crise que a praca do Rio
de Janeiro ora atravessa, e cojos elleilos to aug-
mentados foram pelo pnico que seguio-sc a pri-
meira fallencia do dia 10 do mez prximo passado,
merece ser esludada soba luz e as provas que pode
oflereeer a estatstica bancaria c commercial destes
. ltimos annos.
I a Peleva que os poderes polticos do estado, o
publico em geral e o commercio em particular co-
nllevara e apreciemomal.de que todos participara,
era sua origem e em suas causas principaes e acci-
dentes.
t S dest'arte o legislador brasileiro acertar
com as providencias mais urgentes e efflcazes que
da a compVnbia Londoo & Brazilian Bank para es- o presente e o futuro reclamem : por outro lado, o
tabelecer na capital da provincia do Para, una comaiercro e todas as industrias do paz aprende
caixa filial, que Arar sujeta aos encargos e regras rao i evitar os erros em que tenhara cnido, e se
dos estatutos da caixa matriz, approvados por de- rao induzdos a empregar o esforgo reparador, que
creto n. 2 979 de 2 de outubro de 1862. s pode nascer da economa, prudencia e actmda-
_____ I de individual.
Por carta de gabinete de 23 do passado S. M. o me, a qualificaro da bancarota, segundo os ditos
Hontem comecaram os seus trabalhos as com-
misses administradoras das tres principaes casas
bancarias que haviam suspendido os pagamentos.
As commisses nventariaram e arrecadaram os
presiden!
mado para exereer essa e outras semelhants at-
tribnicoes alheias das que Ihe competem como va-
reador e presidente, nao pode considerar-se em ac-
tual exercicio daquelle seu cargo da presidencia
emquanto desempenha essas mu diversas faros*
"Vs; e deve, por consequenca julgar-se legtima-
mente impedido a respeito delle, afim de que, dada
a neressidade de reunir-se a cmara municipal,
Sfja nella substituido pelo vereador a que perten-
T ; pois nao admissivel suppr-se que fosse la
intenco da le, quando deswnou o presidente da
'amara municipal para exereer altribuicesalhe as
deste cargo, determinar que firassem suspensos os
acto* e funecoes municipaes durante aquelle legi-
timo impedimento.
-27 -
Foi expedido o seguinte aviso :
Mini-t.-no dos negocios da jus'.ica.Rio de Ja-
oeiro, em 26 de setembro de 1864.S. M. o Impe-
rador ha por bem declarar que o inventario e ba-
lanco dos bancos e casas bancarias a que se abrir
fallencia, de conformidade cora as disposices do
merciaes
testos.
E o mesmo augusto senhor manda declarar a V.
S. que a referida duvlda improcedente, porquan-
to o dito decreto, suspendendo e prorogando os
vencimentos dos referidos ttulos, delerminou ex-
pressamente, como consequencia, que tambem fi-
cassem suspensos e prorogados os protestos respec-
tivos, pelo que os mesmos tabelliaes se devem abs-
ter de tomar os protestos de nao pagamento dos t-
tulos, cujos vencimentos esto suspensos e proro-
gados pelo citado decreto, jwdendo e devendo to-
mar, porm, os protestos de nao aceite, e os de
mais, conservatorio-, que o cogo commercial
permute. (Arls. 374, 390, 595, 397, etc.)
Deus guarde V. S.-Fra* risco os Furtado.
Sr. Joao Lopes da Silva Coito.
Por portaras de hontem foram nomeados fiscaes
das casas bancarias declaradas fallidas, os Srs.
cunselheiros Jos Mara da Silva Paranhos, da de
Oliveira A Bello ; e Angelo Muniz da Silva Ferraz,
independentemente de qualquer intervenco do ta que os ficaes sorao e
juizo. o que communico V. S. para sua intelli-1 nm inquerito
g'incia e devida execucao.
sobre as causas da presente crise
I commercial.
Compenetrado da necessidade de aprovetar as
uteis hces que os fados ltimamente occorridos
encerram para todos os habitantes deste paiz, e
principalmente para o seu importante corpo com-
mpcrial tem resolvido que se
rigoroso e esclarecido inquerito sobre
commercial.
sobre as'mais urgentes medidas para bem dos ere- V. Exc. e os outros Srs. conselheiros que ora
,jore5 sertem como fiscaes por parte do governo na li-
O banco do Brasil havia nomeado urna commis- quldacao das cinco casas bancarias que suspende
sao de tres membros para servir em todas as casas ran os seus pagamentos, apalpando todos os das
susppnsas. Mas recenheceuse que para unidade e os tffeitos do abalo que solTreu o commercio. e ven-
celendade de trabalho essa commisso, embora do-us luz dos documentos mais instructivos, estao
particularmente se entendesse entre s, devia des- no caso de reahsar aquelle pensamento do governo
tacar um s raembro para cada una das casas.
artigos, compete ao juiz da culpa e do julgamenlo
que outrosim, e para se facilitaren) os tneios de ac-
cao publica, tiesta data se ordena s administrantes
das massas fallidas que, oito dias depois da sua ios-
tallaco, remedara Vmc. copia dos batneos com
um relatorio summario subre a fallencia.
Deus guarde VmcFrancisco Jos Furtado.
Sr. segundo promotor publico da corte.
Neste sentido expediram-se ordens s adminis-
traces liquidaduras das casas bancarias fallidas.
Por carta imperial datada du 1 do corrente foi
concedida a exoneraeao pedida pelo prndente da
provincia de Mato-Grosso, o brigadeiro Alexandre
Manuel Albino de Carvalho, sendo nomeado para
sabstitui*lo o coronel Frederico Carneiru de
Campos.
Tiveram merc do ttulo do conselho o Dr. Jos
Liberato Barroso e o bachaiel Francisco Xavier
Pinto Lima.
Foi Concedida a merc da medalha de primeira
classe, designada no art. 1- das inslrur-ces a que
se refere o decreto n. 1,579 de 14 de marco de
1855, ao Io lente da armada Jus Marques Gui-;
maraes.
Foram naluralisados : o soldado do balalhao de'
engenlieiros, alumno da escola militar, Andr Jos
Germlni ; e os-subditos porliiguezes Adelino Jos
da Costa, Jos da Cunda Marellim, Hyppolito Jos
Martns, padre Joao Pacheco da Siiveira Netto,
Jos Dias Martina e Boaveutura Nogueira da
Silva.
-5
Foi nomeado ministro e secretario de estado
dos negocios eslrangeiros o Sr. senador Joao Pedro
Das Vieira.
a bandeira da sua nacao ao vapor que. d.'
della, e com o nome de Faii y, servia o faverno
daquella cidade, e melicu-lhe a bordo um ofieial
e algumas pracas de marinha de guerra.
O governo argentino, que contina no mclh.r
accordo comnosco, retoreooia goficio da ilha de
Martira Garca- A un|>rensa monievjdeana leru
brou-se dealtribuir esta medida a desconliam-a que
o governo de Mitre tem do Brasil.
De Buenos-Ayres havia em Montevideo aaOeMr
at 18 de setembro, mas destituidas de iMtWJSC
No cungresso prusegua a discussao do (Tcarnrnii,
As datas do interior sao : Porto-Alegre 22 e Rio
Grande 28 do passado, e Santa Catharina i do cor-
rente.
As eleicoes mnnicipaes na provincia de S. Pedro
do Sul tnham se conc uido cor.i mais ou meno~
regularidade. felizmente sem contlidos sanguino-
lento", cabendo o triumpho na maior parte das lo-
calidades ao partido progressista.
Por acto de 13 do passado resolver a presi-
dencia chamar a servieo de corpos destacada.-
mais 2,418 gnardas nacionaes. que formarlo sei^
corpos provisorios e faro parte da diviso de opc-
rages, sendo organisados de contingentes tirado-
dos coramandos superiores dos municipios de S
Jeronymo, Triumpho e Taquarv, Me Pardo a En-
cruzlhada, Santa Mara da Bo: do Monte, Passo
Fundo, i.ruz Alta e S. Borja.
Os mencionados seis corpos sero MlbaaiH
em duas brigadas commandadas pelos Srs. bri
gadeiro Jos Joaquim de Andrade Neves e coro-
nel Jus Alves Valonea.
Alm destes ser organisado um corpo provi-
sorio de 400 pracas da guarda nacional do com-
mando superior da capital de S. Leopoldo.
A brea de linha da provincia eslava dividida
em tres brigadas, commandadas a primeira pelo
coronel chefe do rerreiro regiment de cavallana
hgeira, Victorino Jos Carneiro Mr:!etr&y a segn
da pelo coronel chefe do quinto regiment da me.
ma arma Candido Jos Sanches da Silva Brandar
e a lerceira pelo brigadero Jos Luiz Menna Bar-
reto.
O terceiro balalhao de infamara de linha. que
fazia a guarnico da capital, ia partir para a fron-
teira.
A canhoneira Maracan ficava a sahir do Rio
Grande para unirse nossa diviso naval eslacio
nada no Rio da Prata.
O vapor A;>ii, sahdo deste porto, chegou ao No
Grande 28 do passado, da em que largou paru
aqu o Brasil.
De Santa Camarina nada temos que noticiar.
SS. MM. II. deram hontem um jantar a Sua* Al-
tezas os Srs. conde d'Eu e duque de Saxe, para <
qual foram convidados os Srs. muislros e ranas
pessoas da corte.
Por decreto do I" do corrente foi nomeada da-
ma de palacio honoraria aSra. baronezade Lana.
Foi nomeada dama de palacio a acafata I) I>o
metila Francisca de Abreu Brando.
As commisses licaram assim definitivamente
composlas :
Casa de Souto & CConselheiro B. de Souza
Franco, por parte do governo ; conselheiro Dias de
Carvalho, pelo banco do Brasil; commendador Gui-
lherme Pinlo de Magalhes, pelo banco Rural.
Casa Gomes & Filhos.Conselheiro A. M. da Sil-
imperial,
t O governo imperial Ihes commetle esta impor-
tante misso, e fica seguro de quo V. Exc. acceitar
e se esforcar com os seus collegas por desera-
pesha-la como proprio de suas luzes e patrio-
tismo.
Indicar as questoes que devem ser ventiladas
no nqueriio e o processo que neste se deve seguir,
trete escusada quando me dirijo pessoas lo
competentes. Nao escapar, de certo, ao saber e
Entrado hontem do Rio da Prata e porlos do sul
do imperio, irouxe o vapor Brasil folhas de Mon-
tevideo al 23 do passado.
Sem carta do nosso correspondente daquella ci-
dade, cimos desta vez atidos nicamente s folhas
em cujas noticias nao ha que liar nesle momento.
J comprimidas debaixo de jugo do ferro da le
marcial, ja eivadas de paixes polticas, ellas nao
s veem ludo pelo prima blanco, mas chegara
rauitas vezes a nverter completamente os fados.
Nao acreditando elle mesma nos planos de con-
quisa que adribue ao Brazil, pois fazemos-llies a
justica de suppor que as suas redaeces se nao
compem de nescios e mentecaptos toinou toda-
va a si a imprensa peridica de todo o Estado
Oriental a pouco honrosa tarefa de embar com
artimanhas a parle menos Ilustrada, e por sso
mesmo a mais desconfiada da populaco, fazendo a
ver em lodo o Bra-ileiro um inimigo da indepen-
dencia daquella repblica. O ultimo iristissimo
recurso que resta ao j desatinado governo de
Montevideo estimular os bros do povo, pintan-
do-lhe em perigo a sua nacmnalidade, o como ni-
co defensor delta o partido blanco, e para sto ludo
serve, a mentira e a calumnia sobre ludo. Des-
cansen) porm. A independencia do turbulento
Estado Oriental tal vez urna triste necessidade,
mas ainda assim urna necessidade, e o Brazil
nem Ihe tocara, nem consentir que outros Ihe lo-
quen). Conter-lhe porm as demasas, e refrear-
be as insolencias, isto pode e ha de faze-lo o im-
perio, como Estado que se respeta.
Podero parecer duras estas palavras, mas bas
taria transcrever ao acaso o primeiro trecho rela-
tivo ao Brasil, do primeiro peridico montevideano
qne nos viesse mo, para que, tosa da provo-
cacao, antes se pasmasse da moderaco do que se
estranhasse a dureza.
Deixemos esbravejir em vas bravatas os nossos
miseros villanos, mais dignos de lastima do que de
od o, e vamos aos fados.
A pouco ou nada se reduzem estes.
Contina Flores a sitiar Pay de Servando Gmez diz-se que passou para o norte
do Ro iNegm, j >e sabe, para cair sobro o general
colorado e nao Ihe deixar hornera vivo, segundo
os vaticinios da impnnsa de Montevideo.
Do nico episodio qHe se refere do cerco de
Pay-and, um reconhecimento feito pelos sitiados
va Ferraz, por parte do govprno ; Petrocochino, pelo
banco do Brasil ; visconde Ypaneraa.
fasade Montenesro Lima* CCanselheiro Jos criterio de V. Exc. que importa muito -------- -
M TfflnTPanucos! or Darte do governo : Dr. naftireza e as causas do phenomeno a que me red-: da, nao nos oceuparemos, porque nem Ihe pode-
do Brasil: Dr Had- ro na marcha de nossa circulago fiduciaria, as mos dar crdito a vista da impureza da tanta donde
tnnsarges de cambios e descuidos, no systema e parte, era temos dados para ti
Oliveira Fausto, pelo banco
dock Lobo, pel banco Rural.
As commisses ho de avisar brevemente a todos
os ntoressados quaes as horas em que recebeto
as reclamages que tiverem de fazer.
' Pelo hiate Superior recebemos datas de Porto-
Alegre ab4 7 e do Rio Grande at 13 do corrente.
esludar a | contra os sitiantes, cuja vanguarda ficou destroca-
pode-
donde
falso,
erprego"das" contas correles e depsitos' banca- As>evera-se tambera que Flores nos seus arraiaes
ros, no mevimento da iraportaco e exportaco do est em communcaco constante com as esquadri-
iraperio, bem como no estado de nossa lavoura e Ihas hrasileira e argentina, e que pelo vapor Salto
suas relaces com as forcas monetarias do paiz. I desta ultima narionalidade receben duas pecas
Assim que, communicando, como fica exposto, raiadas com as competentes municoes.
V. Exc. e aos outros Srs. fiscaes o pensamenlo' tm Montevideo, o ministro inglez mandou tirar
Por decreto d1) 30 de setembro ultimo M nomea-
do Carlos Felippe Rabello de Miranda alfares
pharmaceulco do corpo de saude do exercto.
Por outro decreto de igual data oonceden-se
demissao do ser.ico do exercto ao aderes do 8*
balalhao de iufantaria, Joo AUgu-to Pinto d>- Ai-
ra eida.
Da ordem do dia n. 416 pubiieada a 5 do Br-
rente pela reparlico do ajudante general consta
o seguate :
Nomeacdes. Uo Sr. marechal decampo Joio
Propicio Menna Brrelo, para commandanle
chefe do ejercito do Rio Grande do Sul. Deere i
de 22 de setembro ultimo.
Dos Srs. I' tenente do corpo de cngenhi iros Joa-
quim Rodrigues de Moraes Jardim, para licar a
dispo-ico do ministerio da agricultura, coinin.r-
cio e obras publicas, afim de ser empregado na
provincia de Goyaz. Aviso de 16 de setembro ul-
timo.
Tenente do corpo de estado maior de i" rima
Jos Severo Pialh, para o lugar de ajudante da
praca de Maeapa, na provin -ia do Para.
A'fere< do corpo de guarnico do Oar Jw
Raymundo de Andrade, para lugar de quarlel
ineslre do mesmo corpo.
Homoroes.Dos Srs. 20, cirurgi-;s do corpo de
sade rs. Jacinlho Silvano de Santa Rosa a Theo-
philo Nunes Sarment, este da provincia da Pa-
rahyba para a da Babia, e aquello de-la para
aquella provincia, como requererain.
Demisstto.Por decreto de 14 de setembro ulti-
mo foi concedida ao Sr. pharmacentiro aderes do
carpo de saude do exeredo Antonio Jesuino ti-
Oliveira Brrelo a demissao que pedio do trrico
miiilar.
Exoneraeao. Do Sr. lenle do corpo de e*la-
do-malor da 2a classe Antonio liarlo- Ferreir.'.
do lugar de ajudante da pra^a de S. Jos de Ma-
cap, na provincia du Para, como requereu.
Transferencias. Dos Srs. aderes do 1 regi-
ment de cavallaria hgeira, Eustaquio Joaquim
Reino, para a companhia de cavallaria do Paran.
e desta companhia, Jos Nicolao Pimenta de Aran-
jo Vargas Coutinho, para aquelle regiment, co-
mo requereram.
Escrevem da Parahyba do Sul em 30 do pas-
sado :
as proximidades da eslaco do Tigre, na
en preitada de Pinto & Queiroz, antiaamemv ta
Joo Gunc,alves, trabalhavam oito horraras na aber-
tura da estrada quando ura deiles observan qin*
ama das barreiras estremeca, e enviou ans corn-
panheiros para que fugissem, o que lizeram tra-
tando, porm elle e mais dous de fazer o niesm<>
j nao tiveram lempo, o desmoronamenlo ap.v
nhou-os, Meando um completamente esmagado cno-
tra a rauralha opposla. Esle infeliz tioha 25 an-
nos, era natural de Guimares (Portugal), chuna
va-se Juo Ribeiro Guimares, era paire, disse-
ram-me que devia urna pequea qua ta aos em
predeiros.
c O outro, Antonio Luir. Rodrigues solteiro
filho de Constantino Jom: Rodrigues, natorr.1 dr
Choupina freguezia de S. Marinha, conreino da
Ribeira de Pena, distrcto de Villa Rfal, ia :
annos de idade, veio para o Brasil em |9 ia abril
de 1861. Fui este o que vio oscillar a barata B
arala se acha enterrado com a carroca e o burro
Oisseram os seus companheiros que e.-le indivi-
duo se retirara do trabalho ha algum tempo, ten-
do-se despedido deiles com o firme proposito Ac
voltar para Portugal, e dirigndo-so a essa corte
para receber da casa Souto & C. o fruclo de mus
economas, 700 e tantos rail ri> (uniros din-m oni
cont qninhentos e tantos res), aM chegou infe-
lizmente no dia do pnico, e, nao |>odendo eWec-
luar a cobranca, regressara e se achava havia
dous das no trabalho. Nao consta que appare-
cesse dinheiro pertencente a elle. A' vista da ter
ra que o cobre, s amanhaa, s 4 horas da tardo
ou tal vez depois, se portera ver o cadver e o es-
tado em que se acha. Consta que a letra on cai-
que que este individuo possue da casa Souto i C
licra em mo de alguem, cuje no'ne ignoran) n
companheiros, sabendo, porm, que moranessa
corte, porque o Aado o dissera.
t O terceiro irabalhador felizmente lev* a lem-
branga oo o deslino o levoa a refugiarse do me-



MUTILADO



y*ir
Marte ic Perass. ... abla ">
%
\
i
mo lado em que honve o desmoronanwtiio, e l;
arando-se da sua maior torea firou enterrado ali-
as per ..as, e Bada mais solTa-u alm do susto
6
O paqnvte ing'e* Mersey entrado do Rio d:i Pra-
ta lruux>- datas de Buenos-Avres at 27, e Monte-
video 2 Do Estado -Oriental nenhum suceesso de impor-
tancia se refere.
Qiir Flores ie conserve diante de Paysand,
quer se baja afastado deixando all parle das suas
forgas, cuino tamben se diz, o ca:>o que o cerco
contina.
Entre o chele colorado Mximo Prez e urna di-
visan do exento de operagoes de Servando G-
mez ao pasear este o Ro-Negro houve um com-
bato em que as loth&s de Buenos-A y res assignam
o triumplip aquello, e as de Montevideo a esta.
Assevera tnmbem a imprensa montevideana que
o famierado Saa cum o exercito de. reserva da
capital Hura urna sorlida contra as Torcas floristas
que andam por aquellas immediagoes, e que est
vi.-to so ao reluzir das langas dos valentes defen-
sores da Ici fugiram espavoridas, largando as ar-
mas e bag.ig.-ns, mas deixando apesar disso mni-
tos morios, feriaos c prisioneiros. Coniludo Saa
tornon a recolher-se nio sem passear muito
pela campanha.
Fazem as folhas de Montevideo grande escar-
neo de um arligo do Semanario, da Assumpgao,
elevando as nveos a declaraco do governo pa-
raguayo relativamente questao brasileira o ori-
ental, e dando noticia de grandes demonstrarles
populares no mesino sentido, como se no Para-
guay pudessem as cousas passar-se de outro modo.
Fllam ellas lamhem de poderosos armamentos e
eeiiceniragao de tropas paraguayas sobro a fron-
teira de Corrientes, mas por ouiro lado ah temos
a imprensa de Buenos-Ayrcs a dizer-nos que o
governj de Mitre nao dar passagem a um > sed-
dado do Paraguay pelo territorio argentino.
O ministro da Hespanha D. Carlos freos despe-
d! a-seem Montevideo do presidente Aguirre, para
seguir para Buenos-Ayrcs, perante cujo governo
tinha sido acreditado."
Da Repblica Argentina nada ha que referir,
alm de alguinas tropelas de Indios em Cordova,
S, Luiz e Corrientes.
Urna lei do oongresso autorisou o governo a
contratar o estabelecimento de urna nba telegra-
phica son fluvial e terrestre entre Buenos-Ayres
e Montevideo, medanle as condigoes segrales :
An. I. Pica autor tsado o poder exerntivoa
contratar o eslabeleeimenlo de urna linha de com-
municayanlelegraptuca snb-fluvial e terrestre, en-
tre esta cidade c a de Montevideo, sol) as segura-
tes ba>es :
t 1. O governo conceder aos empresarios! o
privilegio exclusivo de estabelecer e explorar o
lio elctrico por um prazo quu nao exceda quinze
anuos, a contar do dia em que a linha comec.e a
funreinnar.
2.* A importaeo dos rnateriaes precisos para
a con*trucg3e e cuservagao da linha ser iscnta
de direitos,
3." Os empresario* serao autorisados para col-
locar os postes o aromes nos eaminhos pblicos
e outros terrenos onde fr preciso, cahendo em-
presa negociar previamente ora os proprietarios
de trrenos particulares onde liajain de ser cullo-
cados posles.
b O governo auxiliar as obras da empresa
em ludo o que ostiver ao seu alcance, dictando
disposigoes geraes, ou proiuoveudo leis para esse
etl'eito.
- o." O groante ter o direito de enviar pelo
teksgrapho as suas communieayoes officiaes pela
nielado dopreco que a empreza receber do publico.
6." Se por desavengas, que chegarem a dar-se
entre as duas repblicas, fosse prohibida a cor-
respondencia epistolar fechada, o governo ter o
direito de inspeccionar as pa'tes telegrapliieas.
sem inlerromper o funecionamento da linha.
7.* Os einprezarios obrigar-se-hao a ter a li-
nha pi ampia para funccionar dentro do prazo de
18 meses, a conlar do dia em que fr celebrado o
contrato, caducando este, se assim o nao tizerem t
Da Bolivia encontramos algumas noticias al
2-'i de julho.
Segundo ellas tinha-se D. Raphael Bastillo* olfe-
recido ao presidente da repblica para reassuinir
as paila? do governo e relayoes exteriores, alim
de responder s aecusacoVs ijue a impreiisa Ihe
lizera pela sua reiirada d gabinete e s interpel-
lacdes que no prximo ci.ngreso Ihe furem diri-
gidas. Accrescenta-se que pareca ter sido aceito
este oti-reeimento.
Do Per nada ha de novo.
7 -
A praca do Rio de Janeiro tontn si do pro-
fundo abalo, que Ihe eausou o acoiitecimenlo de 10
do mei pascado, e logo reatou o fio de seus traba -
Ihos ordinarios.
Esta aciividado se manifesla no rendimentn da
alian.it-ga, devido principalmente a boa colheita do
Corrale auno, a qual comeca a rhegar do> centros
prodtntores, na marcha de transaegoes que nestes
ltimos dia.s se lem elfecluado cura os ta neos e ate
nos pagamentos ja feilus as casas bancarias em li-
quidado.
Querer stodizerque a rriseccssou de todo, que
Dada mas pronta fazer nein aconselhar, para
que o noso estado cnrumer>-ia! entre em suas con-
diy. s ordinarias ? Nao de certo. frises como a
que inesperadamente cabio sobre nos no falal dia
iO de Miembro, pioluzem e.Teitos que por muito
lempo se fazem sentir ; mas estes efeilos trazem
em si mesma a coinpensagao de maior prudencia,
e economa e trabaliio, quando o erro, o egosmo
e a .lesa minado nao aggravam o mal geral, des-
prezaudo por um lado o> avises da recente expe-
riencia, e por outro rontrahindo tal ponto as mo-
la* do creoito, ou exagerando tanto as medidas de
segurauca, que o resultado seja urna situagao por
deinais eoiisliangida, sen.io iinpossivel, para qua:i
todos.
E" esta desennfanca, at certo ponto inovitayel
no da seguidle ao de urna exploso commercial
mas que ainda tem muito do carcter e rigor de
um pnico, que cumpre bojecombater na praca do
Rio de Janeir, Mijos elementes de solidez e pros-
peridade sao induhiiaveis, una vez que so possaifl
rest; urar e eriiuer mediante o auxilio reciproco de
todos o- mernbros do eorpo social.
Uuia liquidacao violenta urna ruina para to-
dos ; a contraego absoluta ou quasi absoluta do
crdito na escala de todas as transaegoes ordina-
rias um erro de calculo, urna excilaeao ao mal
que todos desejarn disipar quanto ant-s. Aos ban-
cos e s cominissoes liquidadoras iiicumbc princi-
palmciiie attentar neste estado de cousas, e dar o
exemplo Jo nico rgimen razoavel e proveitoso,
sem o 11 u ti aposentaremos o triste e singular es-
pectculo do um |>aii que v a sua circulago e n
seu trabalho industrial paralysados, justamente
quando lem a inelhor colheita para vender, e espe-
ra para o auno ruis abundante prodnecao do seu
ferlilissimo solo ; quando se maniera o equilibrio
das nos>as relacoes conirheniaes, nao ha emprozas
que ameacem ruma ( uiorreram ha muito as que
esl i vam oeste caso), quando nao ha falta de ca i-
laes para o progresso modeado em que seguia-
mos; quando s falla reflexio, rontiartca recipro-
ca c fe no futuro, que tem muito de lisongeir.., se
Ihe nao crestareui os gennens de sua prosperi-
dade.
Nao Pilamos, felizmente, habituados crises, co
roo a actual, mas per isso muran cumpre altendcr
aos lioiuens do boa f irais esclarecido e expe-
rieuies, h releva que esie> deixem ouvir a sua voz
nos circuios commorciaes, afim de que se desva-
neca o i'slo de pnico que ninda tolho os inovi-
mentos da nossa praga, e pode causar novns o gra-
ves lironos ao coinm rcio, Uvoura e ao publico
cm geral, se uo fr efflcazinHnte coinbatido._
Os capiae esiao assu-tados, e houve rao para
este susto ; mas o seu devi* dos canaes namraes
pura eiii|ii'estiiiios an. iheMiuro, que os nao pode
acceilar, alm de cortos limites, para a compra d-
fundos pblicos,rujo pn^oasMm se?exagerado
un mal que augrava ar> dilliciilil. piiixiio sinislr..quesollreino-. Muita> das casas que
lesisiiram ao> das ruis ciiticosso uignas d>- con
llanca, e BaVm trazer-nos nutra vtz a tranquitii-
dade llem rnlur. se nimias precanco s nao pro-
k>ngarem e forera angmeritando o sofriment. geral.
la. somos daqnelles que dizem o inti-resse nao
tein palriotisriio, ma.* nao appellamos para esir.
appiilanios para o pnMWi interesse individual.
<|itM se prend" esl re lamente ao de Inda a comino-
nlwo. (jn solidario cura este, assim nos seu*
grandes lucros, como no* seos grandes prejuieo*
Salicmo- que a* eimunisBe liquidadoras da
casa* banearias fallidas se e>fo>eaiu para awiMO#
a poca di j da 9 do u7. prximo, se isto fr humname le
poSsivH. R' um es/orco louvavel e nina medida
saturar. Fazemos votos para que |>ossa ser levada
a ffeilo. habi/itari'lo-s por e.te modo < eredores
dess.li casas a salisfaar urna pa te dos seos eom-
iromis*)S pau com otrtras, e dando-se a muilas iiualquer outra rehgio conbecida o-o* qoo-1 rjp
lamillas urna parcella do seu peculio, de que tanto fessam podem hvremente excrco-la no *eu alto,
areceni para a sua alimenta{ao nesta quadra ex- sob a proteccao das leis. O prosalyusmo e qoal-
caPclonal- quer outra itervencao prejudicial roligiao do-
--------- i minante Acara prohibidos.
Por decretos de b de setembro prximo pas- Art. 2.- A Igreja orthodoxa da Greeia, reconhe-
sa,jj> I cendo como chefe Nosso Senhor Jesas Chnsto,
i ermillio-se que permud-m entre si as respecli- conserva-se indissoluvelmenle unida, quanto aos
e a
mes-
g f *1"^lle na le Nossa Senhorada Conceicao do
1 orto da Folha, ambas da provincia de Sergipe.
Loncedeu-se aulorisayo associacao Instituto
Lilterario Maranheuse para exercer sus funegoes,
e approvaram-se os respectivos estatutos com alga-
mas alteraces.
Por decretos de 5 do correte :
Concedeu-se ao ronselheiro Manoel Maria do
Amaral a demissao que pedio do cargo de vice-
presidente da provincia da Babia.
Foi exonerado o Dr. Jos Ascenso da Costa Per-
runa do cargo de vice-presidente ao provincia do
Cear, por ter mudado a sua residencia da mesma
provincia.
Por cartas imperaes da mesma data foram no-
meados :
0 Dr. Luiz Antonio Barbosa de Almeida, 3 vi-
! ce-presidente da provincia da Baha ;
0 Dr. Pedro Moniz Brrelo do Aragao, 6o vice-
presidente da mesma provincia;
O senador Thoraaz Porapeu de Souza Brasil, 3o
' vicepresidente da provincia do Cear ;
Jos Teixi-ira Castro, i" vice-presidente da mes-
| ma provincia, paesaado para o > lugar o coronel
Jos Antonio Machado ;
O conego Antonio Jos de Mello, monsenhor da
1 capella imperial.
Por decretos da mesma data :
Tiveram merc do foro de moco fidalgo com
i exercicio na casa imperial, o Dr. Romualdo Cesar
, Montciro de Miranda Biliciro e Jos Cesario de Mi-
j randa Riheiro.
Tiveram merc do foro de fidalgo cavalleiro da
i casa imperial, Alejandre Gomes Ferro de Ar-
| gol lo, Carlos Prospero [taitn, e o lenente-coronel
da guarda nacional Joaquira Ribeirn de Avellar.
Foi apresentado em um cannnicalo da calhedral
' da diocese do Maranhao o padre Mauricio Pernan-
! des AI ves.
Obieve dispensa do lapso de tempo Marcolino
j Alves de Souza para tirar o titulo de ofl'nial da or-
dera da Rosa que Ihe foi concedido por decreto de
2 de desamoro de 1849.
Foi condecorado com o ofncialato da Rosa o .co-
ronel Antonio de Mascarenhas Camello Jnior, em
consideracao aos servieos prestados por oeeasfan
da exposieo nacional de 1861, ficando sem elfeito
na parte que Ihe toca o decreto de 29 do julho, em
que por engao de nomo foi condecorado.
Foram naturalisados cidados brasilelros os sub-
ditos portuguezes Manoel Joquim da Fouseca e Jo-
s Maciel Pires.
Por decretos de 4 e 3 do correnle foram nomea-
dos :
0 bacharel Antonio Carlos Bibeiro de Andrade.
para juiz municipal e de orphaos do lermo de Pin-
damonhangaba. na provincia de S. Paulo.
O capitao reformado Francisco Justiniano Pi-
nheiro Lisboa, para tenenle-coronel commandanle
do batalhao de infamara n. 19 da guarda nacio-
nal da provincia do Maranhao.
Forarn removidos :
O juiz municipal e de orphaos, o bacharel Vir-
gilio Alves de Lima Gordilho, do termo de Jaro-
hina para o de Geremoabo, ambos na provincia da
Balna.
O juiz municipal e de orphaos, o bacharel Bra-
ziliauo Candido do Bego Mandes, do termo do Ro-
sario, rja provincia do Maranhao, para a segunda
vara municipal do termo da capital da mesma pro-
vincia.
Foram concedidas as demissoesquepediram :
O bacharel Joio Efenriqae Mafra, d o lugar de
juiz municipal e de orphaos. do termo do Rio Prc-
lo na provincia de Minas-Genes.
O bacharel Francisco de Paula TolPdo, do lugar
de juiz municipal e de orphaos do termo de Pia-
da monhanga ha, na provincia de S. Paulo.
Foi concedida a aposentadoria que pedio o ba-
charel Candido Mendes de Almeida do lugar de di-
rector da seccao da secretaria de estado dos nego-
cios da ju-liga.
Teve merc Manoel Baptista de Antojo da ser-
venta vitalicia dooffieiode escrivo de orphaos e
ausentes do termo da Laguna, na provincia de
Sania Calharina, com obrigacjio de prestar a terca
parte do rendimento ao ex-serventuario Antonio
Jo* da Silva.
Foi declarada de primeira entrela a comarca
de Aquiraz, ltimamente creada na provincia do
Ct-ar.
Por decreto de o do crrente foi nomeado :
Primeiro conferente da alfandega de Pernambu-
eo o segundo conferente da mesma alfandega, Jos
Miguel de Lyra.
Por decretos de o do correnle foram dispensa-
do* :
0 hrigadeiro Manoel Mnniz Tavares e o coronel
do corpo de estado-maior de 2a classe Carlos Au-
gusto de Oliveira, este do commando das armas
provincia de Mitto-Grosso, e aiiiinlledo da Bahia, o
coronel do corpo de sstadn-maior de I* classe Luiz
Guilhernie Wwulff do lugar dedirerlor do arsenal
de guerra da Bahia, por assim o baver pedido.
Foram nomeados :
O coronel do corpo de engaheiros Frederico
Carneiro de Campos, para o nominando das arma*
da provincia de Mallo-Grosso; o coronel de estado
maior de 2* classe Francisco Telles Caminal de
Menezes e Vasi-oncellos, para o lugar de director
do arsenal de guerra da Bahia ; e o tenenle-coro-
nel do de esiado-iiiaior de 1" classe SebastiSo
Francisco de Oliveira Chayas, para o lugar de di-
rector da fabrica da plvora da fcMrella.
Por portaras de igual data foram nomeados :
O alferes reformado do exercito, coronel da
guarda nacional. Francisco Joaquim Pereira Lobo,
e o alferes do 1 regiment de cavaliana hgeira
Luiz Afftin-o dos Res, e.sie para instructor da arma
decaval'aria de escola pie aratorla da provincia
do Bio Grande do Sol, c aquelle para recrutador
na das Alagas.
Por aviso do 3 do crlente mandnu-se servir na
commlssao de nnflhoramepios do material do exer-
cito, o coronel do corno de estado de 1" classe Pe-
dro Maria Xavier de Castro.
Por decreto de 27 do mez prximo pretrito foi
exonerado o rapitn de mar e guerra Manoel Fran-
cisco da Costa Pereira do lugar de capitn do por-
to da provincia de Sa> ta enharina, como pedir.
Poi nomeado addido de classe a legacao bra-
sileira na Russia o Sr. Dr. Alfrtdo Sergio Teixei-
ra de Macedo.
DIARIO DE PERAMRUCO
O ministerio apresentou um programma annun-
aaodOimiR poltica liberal e conciliadora, mas a
opinro publica bastante habituada a programmas,
cujas promessas se nao cumprem, mantm-se na
sua reserva, aguardando os actos do governo e os
acontecimentos.
Mr. Barrot, ministro da Hespanha addiou por
alguns das a .*ua partida para Madrid.
As ultimas noticias receidas do Per sao
mais favoiaveis para a Hespanha, pois o novo ga-
integridade, como bmeta de cuja formacSo demos noticias aos nossos
as igrejas cima mencionadas, os canons aposloli- leiiores, e .|ue havia tomado as redea* do gowroo
cose os dos concilios, assim como as santas tra- em presenga da agitacao que se manifesta'ra con-
dieoes ; s dimana de si, oxerco os s.?us direitos tra o governo hespanhol, prononciou-se por urna
sutranos independentemente de qualquer outra poltica de moderacao ; declarando as cmaras o
igreja, e e governada por um synadio de bispos. desejo de conservar a paz, sempre que se polesse
Os arcebispos, bispos e padres da igreja catho- conseguir sera humilhacao e a propria imprensa
liea, deveraoser cidados gregos. I modilicara a sua linguag.etn.iie modo que do es-
ArL 3." Os gregos sao iguaes perante a le, e perar que se facam algumas timtativas de accordo.
coutnbuem iiidisllnctamente, na proporcao da sua i Os jornaes hespiahes entretanto pedem que o
fortuna, para os encargos do estado. S os cida-: gabinete sustente com energa as suas rcclarna-
d.is gregos sao admiitidos aos empregos publ- j coes.
eos. Sao cidados gregos todos os que adquirirra i Atlribue-se esta mudanza s declaracocs que no
ou houverem de adquirir a qualidade de cidados, parlamento hespanhol fez o ministro de estado
na conformidade das leis do estado. Pacheco, de que o governo, desojara regular a
Os mulos de nobre e de distineco nao so con-1 questo peruana sem atacar o territorio do Per,
feridos nein reconhecidos. I O embaixador francez em Roma entregou no
Art. 4." A liberdade individual inviolavel. dia 22 de setembro ao cardeal Antonelli um des-
Ning uem perseguido, retido ou preso, ou sujeito pacho do ministro francs Mr. Drunvn de Lhuys,
a qualquer re>lriccao na sua liberdade, urna vez dando conhecimento do tratado franco-italiano,
que n) seja nos casos previstos na lei e segundo Este tratado de que ja demos conhecimento aos
as formulas que ella prescreve. j nossos leitores, foi assignado a 15 do setembro e
Art. 5. A excepcaq dos casos em flagrante de- eompreheode alrr* das sposicoes que ja sao co-
licto, ninguem pode str dolido ou preso senao em nhecldas, a obrigacao para a Italia de delfender o
virtude de um mandado judicial motivado, o qual governo pontificio contra qualquer ataque estran-
Ihe ser communicado no acto da detengo ou geiro, e a obrigacao de pagar a parte da divida
prisao Quali|uer individuo encontrado em flagrante que pertenee s provincias dos estados pontificios
delicio ou detido em virtude de um mandato, sera [ que foram annexados-ao reino da Italia,
inmediatamente conduzdo perante o juiz, o qual,' A*severa-se que o summo pnnlifice se recusa
no prazo de tres das pelo menos, desde o dia da a transferir para a Italia aquella parle da divida,
conferencia, dever polo em liberdade ou expe- \ pois seria reconhecer o faci da annexacao, e per-
dir contra elle o mandato de prisao. Passados tres der por consequeneia o direito que a ellas tem.
dias, se o juiz nao tiver expedido o mandato de Restabeleeeu-se em Turin a tranquilidad.
prisao, qualquer guarda ou outro erapregado civil Acha-se nomeado novo ministerio presidido pelo
ou militar encarregado da deteac,o do individuo general Lamarmora, tendo a pasta do interior
preso, obrigado a po-lo immedialamente em li- Lauza, da fazenda Sella, da guerra Pe'hti, e es*
herdad''. Os funecionarios que conlravierem estas trangeiros Clioil.
disuosiges serio punidos como culpados de de- O jornal francez n Frunce aflinna qc o prin-
lesman Ilegal. cipal negocio que se iratou as conferencias foi a
Art. ." Em assumpto de delicio poltico, a ca- questo veneziana, e que o prazo de dous annos
mar do conselho do tribunal correccional pode, a concedidos para a sahida de Ro-?ia das tropas
pedilo da pessoa preventivamente presa, ordenar francezas, era indispensavel nao ski para regular
a soltura soba flanea. Esta flanea litada por urna a questo romana, mas- para anegar a um resul-
ordenanca da cmara do conselho, contra a qual tado favoravel unidade italiana, no que diz res-
sc pode recorrer pelos meios legaes. Em assumpto V^Q a Venesa.
de delicio poltico, nunca a prisao preventiva se No dia 23 o mesmo jornal publica um artigo
pode prolongar alm de tros meses, desde que se muito notavel declarando o meio de terminar por
commelteu o delicio. meios amigaveis e pacficos a gravissima questo
Art. 7." Nao se applicar pena alguraa sera ter de Venosa, e diz que a Austria pode re.*olvor a
sido previamenteestabelccida,por lei. questo e impedir tolas as comiiiicacons auterio-
Art. 8." Ninguora, conlra sua vontade, pode ser res reconheendo o facto consummado.
retirado do juizo que a lei Ihe maroar. ; ^Julga-.*e que a situacu que este convenio cria,
Art. 9. Os cidados, cada um isoladamente ou \ nao pode deixar de ser provisoria, e quo a sua
todos juntos, teem o direito de apreseular peleos! execucao suscitar neces*ariamentii novas corabi-
s autoridades, uu>a vez que se conformen) s leis! nacoes para se ahogar a um estado definitivo,
do estado. O tratado do 15 de setembro era o antigo plano
Art. 10. Os gregos teem o direito de se reunir | do conde de Cavour, que propuulia ao governo
pacificamente e sem armas; a polica uo pode; francs, que visto ter feto prevalecer a mxima
a*>istir s reunioes publicas. Os ajuntameutos po-! da nao iutervem;o na ItaKa desde o tratado de
dein ser prohibidos, se nelles houver perigo para j Villa
a. segura nga. puUica.
Art. U. Os gregos teem
sociagoes, conformando-so com as leis do estado, i m^rte o arrebatou, e ao que os miuistros Ricasoli
que nao pode nunca subrnette-las a obrigacao de | o Ratazzi nao poderam con*eguir.
pedreni.autorisago ao governo. i O parlamento dovia rennir-se 3 de outnbro, e
Art. 12. O domicilio inviolavel. Nao se pode assegura-se que alera .de- tratado franco-italiano, o
verificar visita alguma seuao nos casos previstos governo de Vctor Emmanuel apresentaria s c-
pela lei e segundo as formulas nella prescriplas. i maras un prqjecto de lei reduzindo a forga do
Art. 13. :\a Grecia o hornera nao pode ser com-: exercito. e varias medidas para a organisagao e
prado nem vendido. Cm servo ou um eseravo de paciticacao do reino, participando tambera a reso-
qualquer sexo e de qualquer regio, tica livre lugo de transferir para Plorenoa a capital da Ha-
logo que poe o p no territorio hellenico. lia. Julga-se necessaria esta transferencia como
Tendo sabido dous dia> antes do presente va- medida estratgica em prsenos da altitude que a.
por, o inglez fannon, por elle wio o resumo de Italia deve tomar na actual conjunlma.
noticias que co.sluma enviar nosso correspoudente Sua santidade gusa ai-lualmente de perfeita sa
eo\:ao
Franca, fizesse o mesmo pelo que tocava a
Roma. O imperador Napnloocele agora, ao que o
o direito do formar as-! conde do Cavour nao pode conseguir, quando a
de Usina, pelo que damos cima as noticias de
quo foi elle portador, s quaes juntamos as-seguin-
tes vindas pelo presente :
Lisboa, 27 de setembro.Continua a dedicar-
se arligos nos jornaes das provincias auspiciosa
inauguracn dos trabadlos da linha frrea de Evora
ao i rato. Amanhaa ha no pago da Ajuda recepgao
pelo natalicio de S. A. o principo real D. Carlos. s
de ; e nao lera iido a mais ligeira indisposieao
desde que sahio de Ca*tel Gasedolfo.
0 reino da Grecia foi j rtconhecido offleial-
mente pela Austria, tendo sido expedidos a 2ide
setembro os documentos que sanecionaram esse
reconhecimento.
O Mumtcur de 20 de setembro declara na sua
edico ila larde que a repblica de Venezuella deu
i da larde, abertura solemne da exposigao agri- as satisfages neeessarias ao governo francez, e
cola as tenas do Desembargador (Belm) a que que os Franceses receberiam urna reparagao pelas
assisti-m SS. MM. perdas e daranos que causarara ; quo o Sr.
As inscripcoes de 3 % fecharan), de 48 */ a Lazante, ministro da graga e hialina e o general
48 ~/s Gosmo Blanco partram para Londres e Paris em
Coupnn* dito, de 48 */s a 48 '/s raisso especial.
luvida dirTcrida de 48 Vs > 48 7/8 0 banco de Franca em seu balanco semanal
Banco de Portugal 5304 a 5325- mostrou que o commercio leve um augmente de
Ddo do Porto 260,51 a 2625 tres milhoes, o deposito qV 48 milhoes, e as notas
t Est na forja a reforma das alfandegas do urna diminuigo de 29 milhoes. O halango do han-
reino, elaborada per urna commisso composta dos code Loudres prova ter tambem augmentado o nu-
Srs. Jos Maria Eugenio de Almeida, par do reino meratioeas notas
(presidente) Palmeira Pinto, director da alfandega A associagodas industrias neerlandesas reu-
grande de Lisboa, Santos Silva, esenvao da mesa nio-se ltimamente em asserabla geral na Haya,
grande da mesma alfandega, Nunes Jos Gongal- Mr. Regout presidente da assembla proferto ra
ves e Nasareth, que foi cnsul porluguez no Rio discurso tratando os pontos principis de um novo
de Janeiro. programma em que se proclama o principio de li-
O* lugares creados sero iodos conferidos por berdade do commercio, e a suppresso dos direiros
concurso publico. O quadro dos verificadores, se- da alfandega, urna vez que os indusiriaes neer
r sendo de 14; o dos chefes de repartigo 5. Pu- landezes se julgam as circumslancias de sastra-
blicar-se-ha dentro em ponco. lar e concorrerem Com os demais paizes proteeto-
a Noticias de Italia. Telegramma.Madrid, 26 ras. E'de notar que esta asserabla representan-
de setembro s il horas e.37 minutos da manhaa. te dos principios ultra-proteccionistas. O program-
t Turin (sem dala). Ha tranquillidade. Est roa v;, -"er discutido no tCongresso internacional
constituido o novo ministerio. ET presidente o para o progresso das sciencias sociaes que se deve
general La Marmora ; ministro do reino o general reunir na Haya.
Yaiiza ; da fazenda o Sr. Sella; da guerra o gene- j O primeiro ponto fundamentar um pedido pa-
ral Petuti, dos estrangeiros o Sr. Chali, ou Choib. a suppresso dos direitos quo pesara as mate-
Nno-York, 16 de setembro. Shercam ordenou
aos halianles de Attant a que sahissem da cidade.
Gran! prepara-se liara atacar Leo
Londres, 26. -Consolidados, 88 '$', 3 porcenlo
porluguez 46 Vi
. Paris, 26. 3 / 62, 90, os 4 /J % 92, 70.
Madrid, 26.Consolidados, 50, 95. DilTtridos
46 >
c Depois da sahida do Menvwn de Lisboa at ao
do paquete francez Bearn, nao occorreu era Lis-
boa oovjdade digna de noticia a nao sera abertu-
ra da exposigao agrcola em Belm no dia do pri-
meiro anniversario.de principo real portugnez D.
Carlos. O heija niao no pago foi muito con*orr-
do, c a exposigao muito curiosa, e esta vam todos
os productos, e machinas artsticamente dispostos.
A Gazeta de Madrid publica os primeims de-
cretos assignados pelo novo ministerio : o primei-
ro edneedeudo arnnystias por todos os criines de
ras primas. A industria hollandeza tem progredi
do sensivelmente nestes ltimos tempo*.
As difiiculdades com que se hita as confe-
rencias de Vienna, e a demora na ronduso do
tratado de pas causa serias apprehensoes, e tem
dado origem a diversos boatos, disern uns que as
diflieuldades provm da altitude tomada pela Di-
namarca que obsia ao regulamenlo da fronleira,
querem outnis que seja a questo linanceira o ni-
co ponto que est para resolver, cq ue ff^rece se-
rios ob*iaeulos.
Circulam boato: de novas proposias tendentes
unio pessoa dos ducados, com a Dinamarca e a
evacuago da Jutlaudia pela* tropas alientas.
Os jornaes austracos desmentem estes boatos e
os prussianos declaram que as potencias estran-
geiras ten sido eslranhas a estas negociag-'s; en-
tretanto a imprensa prussiana nao est toda deac-
cordo em retacan a poltica do gabimte de Berln;
imprensa coiniiieliidos al publicacao do decre- alguns jornaes dao a enteuder que a Prussia ha de
lo, e mandando sobr'eslar era todas as causas pen- demorar quanto pud-r a concluso da paz, na es-
denles, e prohibmdo que se instauren) nutras por peranca de que sobrevenham ao governo au*triaco
laes crimes e suas com-equenrias : e segundo dis- alguns embarazos por parte da Italia, que obriguerii
Fundeou non tem s 6 horas da tarde o vapor
francez Bearn, vin lo da Europa, atan datas de
Han-burgo 20, bularen 23 e Lisboa 29 do passa-
do. Eis as noticias que colliriiios.
tcsBaa.-Cahira o ministerio e, sendo chama- selho de minisiros.
do general Narvaez para compor o novo, organi-i
lei eleitoral; o terceiro perdoando as multas, im-
postas desde o 1 de Janeiro de 1857 at aactnali-
dade, aos peridicos polticos que actualmente se pu-
blicara eaos que cessaram oese publicar ; sfndo
iiiiiin diaiani.'iiie liquidadas todas as multas que ti-
vernm sido satisfeilas, verificando-se a suarestitui-
go logo que se otdenha do corpo legi*lativo o res-
pectivo crdito, para o que deve o governo apre-
seular s corles na prxima legislatura o respecti-
vo pmjecto e decreto. Estes tres decretos sao as-
signados pelo general Narvaez presidente do ron-
0 Jornal Offirial aprpsenta ainda um decreto as-
signado pelo mini-tro do interior Gonzales HriLn
estatuindo que as eleic-ps geraes para deputalos
s coi tes se realisaro no dia 22 de novembro pr-
ximo.
Julga-se que o general Armero que anda se rao
son-o assim : Natvaez, presidente do conselho sem
pasta ; Gmizales Bravo, reino ; Arrazola, jusliga ;
e-neial Coidova. guerra ; Barsamalana, fazenda ;
Alcal (altano, obras publica* ; Llrente, e>tiau-
geiros; Aimcro, mariniia ; Seijas Lozano, ultra-
"'/fa/n. Os jornaes em geral dizem que no dia da Wiolia par qyo^DeroaadOt Peasam"algOns| ?.*?;>*> P*** em obter urna sbera-
15d.. passado fu assignado em Paris um tratado W3M^^!^*??!***1" aPMa>;"!!i"a:_____i____^. n.________
dentaes consentir.
Diz-se oup os diplmalas russos nao dissimulam I
as opimoes do seu governo, declarando que elle j
annuia a urna proposla do gabinete de S. James
pan a coiivot-aco de nma conlra-conferencia por
parte das potencias neutraes. esperando-se s o as-
senlimenlo da Franga para fazer denunciar o ar-
misticio e diciar a paz as potencias belligorante*.
Se tal se chega a conseguir, equivale a urna deca-
ragao de guerra em Berlin.
O governo pru*siano desmente o boato que circu-
lara de que os gabinetes de Berln o Vienna ha-
viam entrado era um accordo para a revi.ao da
constiluicio do Schleswig e do Hilstein de 1848.
Ha grande agtago no Schleswig do norte que
tem dado lugar a numprosas posos.
Esta parle onde se falla uniearaente o dinamar-
quez, emqnanto no sul s se filia o a'lemao, qu
achava em Madrid so recusara a aceitar a pasta fogosamente ficar ligada Dinamarca, amquanfci
cun as segrales bases, entre a Franga o o reino
Habano :
t I. As tropas francezas foliaran Boma den-
tro do prazo de dous annos, at dar lempo ao go-
verno rotuaiio de orgainsar a sua forga armada.
Este praso |de ser em-miado, se as eircumstan-
eias o perrrntii em, mas nao prorogado ;
2.* Retiradas as forgas francesas, o governo
tbano obrlga-se a respeitar as fmuteiras rorua-
na. e a impedir que all penetren) forgas armadas
regulares mi irregulares
ser esta concedida ao general Chacn.
E' esperada brevemente a rainha Christina.
Diz-se que a rainha Isabel cscrevera a sua au-
gusta mai convidando-a com a maior instancia a
satisfazer a este desejo do seu coracao ; dlz-se qse
a rainha Christina rpsfiondera aceitando o convi-
te e annnnciando a sua prxima volta ; vai residir
com seu espora o duque de Rianzares n" palacio
dn marquez de Remira, t-ncionando demorarle
na cne nicamente urna semana, parlinlo pouco
depoi* para o ponto onde tenciona fixar a sua le-
3 O gi iveros de Franga e da Italia compro- sidencia do invern; pois soffre ha temrjps de sia
iMetipm-SM a nao permiitirprn nenhuma interven- sanio.
gao prtrangpira em Roma ; Julga-se que o regresso da rainha mai fra um
t 4.a O governo italiano toma a sua ennta os coinpnmiisso contrahHb pelo general Narvats
oncarg-ui das quatro quimas partes da divida do quando areitou a presidencia do conselho, p nun-
gnv nio rumano. ca se pensou em publicar um decreto autorisaadi)
Greeia.A assemblsa helleniea continuava a "o regresso da rainha Christina, pois esse decreto
ili.-eii.-so do projei-tode eonstituigao, tendo j ap- en i|p*ne;essario, e alm de desnecessano incon-
pr vado os seguidle.* artigo* : veniente.
Artigo A rehgiSo domuiantpna Grecia da j Contina a roceiar-seem Hespanha graves acor>
igreja oriental orihodoxa de Christo. E' foleradaitecimerilos.

O principe e a princeza de Galles continuara a
ser ohjeeto de grandes ovag'-s na Dinamarca. Os
Dinamarqueses vepm nesta visita ura prenuncio de
qup a sua m sorte vai era breve mudar.
O antagonismo entre a Austria e a Pussia se nao
manifest, pelo menos o accordo nao com-
pleto.
Dlzia-seque o impprador Francisco Jos Irla
actnaimenlp asslstir s manobras que se devem ve-
ri(iar na Prussia, mndoii, purm, de resnlugao. e
a imprensa de Berlin e de Vienna manifestou por
eso o seu contentamente as duas ca pitaes. O im-
perador da Austria parta no dia 19 para a Hun-
gra.
As tropas prnssianas que deven tomar parte as
manobras compgavam a reunir-se era Pot-dan. on-
de acamparan! por alguns das ; o rei Guilhprrne
devia no da 20 tomar o commando em chefe de
todas as forgas. dirigrado pessoalinente os mov-
montos dos dous corpns do pxerciio, um da guarda,
a cuja, frente esta o principe Augusto de Wnnem-
burgo, e o outro couimaudado pelo general Bonin.
I As planicies entre Potsdao e Brandsburgo, sao os
! pontos principaes das operaces que devem simu-
lar o sido e a lomada desta ultima cidade.
Assegura-se que oo tem fundamento o bea-
: to da convocagao da dieta hngara. Os revoltosos
| polacos internados em 01 mus resolveram ir servir
l no exercito mexicano.
O principe de Metternwh erobaixador da
! Austria em Pars, recebdu ordem para encunar o
1 lempo de sua licenga, c ir tomar desde ja conta das
funeges de seu cargo.
Foi apresentado ao grande conselho de Berna
urna petico assignada por algus dos menibros da
I masa eleitoral gene Un na, quu prnouncioua nulli-
dade da eleico de 2t de agosto ultimo, que moti-
vara as desorden*; de que ja temos fallado, logando
que se adiasse o juramento de Chenevire, visto
quo se ia requerer assembla federal contra a
decisao do poder central da confedei ago, que re-
conheceu a validade daquella eleigo.
0 grande conselho nao admitti esta nretenco,
Mr. chenevire presten juramento, sendo declara-
do conselheiro de estado o sendo encarregado da
repartigo da fazenda. Estas resoluges foram r-
pidas e a ordem nao foi alterada.
Segundo ja dissemos aos nossos leitores em
ouira revista, foi dissolvido o governo provisorio
da Polonia, sendo executados os seus principaes
mernbros; a insurreigao foi subjugada, mas o ele-
mento paramente polaco existe, e o espirito dos
povos nao est amortecido, apesar dos vexames e
i violencias da Russia.
Circula urna nova proclamagao excitando re-
volta todo o paiz ; existe constituido um novo go-
i verno secreto.
Diz a proclamagao que durante dezenove meses
sustt-niaram encarnecida luta contra todas as forgas
da Russia, sustentada pelos cumplir* do assa-si-
natoda Polonia, e pelo indilfereiilisino do Occiden-
te ; e accrescenia:
Nos que somos o governo nacional, fort
como nossa f no poder, no* direitos e no fu-
turo da uagao. cheios de conlianga na sua leal-
dade. levantamos a voz, povu polaco, para con-
fundir e desmnotir mais urna ve/, os que qoereni
fazer-vos balsar ao sepulcro t
...... A la missao provm de Deus, a tua sal-
vaco depende de li s I ^
Povo polaco Povo grande pel amor frater-
ual que te anima, deve* hoje nao castigar as cul-
pas do passado, mas fundar e assegurar o teu
futuro. Deus nao le hade abandonar, porm de-
ves, ser o baluarte da linerdade contra a barbaria
j do norte I Sobre as tuas ruinas e destrozos quer
! a Russia abrir o rarmnlio para a conquista da
i Europa. Mas tu nao perecers. Valor, pois. e
i perseverancia >
Talvez que a Polonia no seu e-tado normal ac-
I ceitasse cora satisfagao as medidas promulgadas
pelo governo russiauo, laes como a organisagu da
, iristruccao publica eabohgo das penas carmines,
mas as actnaes circumslancias nao Ihes liga de
certo grande importancia, e veem cora ciurae o
governo e a administrago do reino entregues a
i funecionarios exclusivamente russos.
Ha noticias de Tunes de 18 de setembro : a
i embaixada ottoinana e as fragatas lincas hartara
deixado a bania de la Goubto dirigindo-se para
Constantinopla.
As tropas francezas do Mxico que ,cstao de-
I iignados para regressar Franca a*'io concentra-
das em Orlzaba, e haviam de embarcar em Vera-
Cruz no principio deste mez.
O imperador contina a sua digresso pelas pro-
vincias, onde tem sido recebidocun muito enthu-
siasino Os raelhorainentos inateriaes e moraes
continuara a oceupar a atteugo do imperador e do
governo mexicano.
Acha-se reorganisado o corpo franco-chinez
composto de cinco mil homens, instruidos e arma-
dos francesa, coinprehr-ndendo infantes, caval-
larta eartilharia. Tem estecorpo sido encarregado
de operar no Tch-Tiang, provincia visiniia de
Kiang-Nang, e lera obtido decisivos triumphos apo-
rando-se successivamcute de Cliao-Shiug, le Hang-
Teheon, e de Ou-Tchoo, cidades que offereiuam ao*
rebeldes importantes vantagens. Os revoltosos fo-
ram repellldos at Kiang-Sou, e de duas cidade.*
fortes que oceupavam ha ir* annos, apenas e*ta-
vara de po*se da sua capital Nankm, a qual consta
pelos ltimos telegrammas fra obligada a capi
lular.
Entretanto organisou-se guerrilhas ao norte de
Hou-P e era alguns outros pontos da front-ira do
Tlubret. Estas guerrilhas sao era torgas ba*tantu
para saquearen) as povoaces por oiide pa.-ain,
cominetteudo as rnaiores violencias cjntra os habi-
tantes.
Diz-se que nao ser ratificado o tratado d.<
Franga cora a Conchichina ; pots as altimas noli
cias a'alli chegadas sao contrarias aquelle tra-
tado.
A oceupagao do Allanta de que os jornaes de
Nova-York tratara como de um aconieeiinento
muito importante ; o general separatista Houd oc-
cupava Atlanta rom grandes (breas o protega u
caininho de ferro; o general Scherman tinha for-
gas iguaes, o apresentava urna linha quasi de iguil
frente, mas como os separatistas liuhaui de prote-
ger o caininho de ferro sobre a sua esquerda. a sua
direita poda ser involvida pelos federaes. O gene-
ral federal Sherman nao po ti i temar um ataque
cintra as furtilicagoes que e.-tavam superiormente
defendidas ; fes, porm, retirar a sua esquerda al i
margera do rio Chatanoochee, onde eslaheteren
um corpo de exercito ern posieo sufllcienioinente
forte para poder manter as suas eominniiicacoes,
e com o resto das tropas avancen sobre a direita i
de Hood na ro le de 25 de agosto. Hood sahio lo- '
go do Atlanta para obstar marcha de Scherman, e '
o general Slociim que se achava acampado prosi-1
rao de Chatlahoochee avancen com a sua divisad el
himno trampiillamente posse do Atlanta, sera dis-1
parar un nico tiro, pois a cidade eslava aban do-
nada pelos seus defenores, que haviam Untado
repellir um ataque. Pde-se dizer ijue esta cidade
foi tomada de emboscada.
Um telegramma de Nova York de 16 de setem-
bro diz que o general Scherman deu ordem aos ha-
bitantes de Allanta de abandonaren) a cidade.
0 general Scherman perseguio Hood, mas en-
centrando as suas posigoes bem fortifica las voltou
para Atlanta.
O general Lee reuniu reforgos ; o general Grant!
fez o me*mo de modo que se achara reunidas!
grandes ma.**as do tropa* era frente de Pefprsbur-
go migando-se prxima nina grande hataiha.
A convenco de Chicago escolheu para sen can-
didalo o general Mac-tlelau, por 202 votos coo-
tra 22 ; o general aceitn a nomeago de presiden-
te pela couveugao de Chicago, proiiunciaiido-se a
favor da unia a todo o transo, appr^ivan-lo o es-
pirito de conciliagao e um ajuste a oigavel, sendo
porm a unio a conligao silla qua non da paz;
todo o estado que qoisr ent ar na unio gosar
de plenos direitos coutituciooaes.
O presidente Lincoln esta negocian lo um cm-
prestimo de cem milhoes a 7 por cento em Ams-
terdarn.
Esperava-se em Washington urna modificacao
ministerial.
Alguns abolicionistas pediram a Mr. Lincoln a
ao coronel F> emont que retir issern as suas can-
didaturas ; Mr. Freinout cinsentio, ma* Liuruin
insiste, mas as suas probilidades diminuem de da
para dia.i
O algoiao de Pernambuco c do Maranhao
ficava, em Inglaterra, a 28 1/2 d. ior ir*, c o da
B-ihia a 27 d. por S. O caca de 41 s. 60 *. pe>-
cwt. O caf de primeira qualiila le de 72*. a 79
s.. a de segunda 68 *. 6 -I. a 72 s o o ordinario
56 s. 68 s. O pao Brasil 75 s. por tonelada. O
assucar branco de P rnamhuco e Parahyba 27 s.
a 31 s.. mascavado 21 s. 6 d. a 26 .*. 6 d. ; dito
branco da Bahia 25 s. a 30 s. ; mascara lo 21 s 6
d. 24 s. 6 d. Os couros seceos do Rio de 7 d
9 1/2 d. por '.
O descont regulava de 8 9 0/0 no naneo
de Inglaterra
Os consolidados ingleses rataram 88 1/4
os fundos franceses de 3 0/0 65 frs. 80 c ; ..* .ta
50/0 brasileros 101; os d 4 1/2 0/0 de 84
8o ; os portugiiese* 3 0/0 a 47 : os 3 0/0 hes,,a-
nhes a 50 : os 3 0/0 mesiranos a 27 7/8 ; os 5
0/0 gregos a 23 i/2 ; o* 6 0/0 Hircos cn-olidado*
de 50 1/2 51 ; o os russos de 5 0/0 a 88.
*^^^m> > Jai
O vapor Marida, dos Estados OmfederaoVo, *)niu
de Santa-Cruz de Tenerife, ratroa no sortea s^.
hia pela manhaa do dia 8 do corma, alai ^
fazer alguns reparos e prover-se de nwiu rjf;
vo ; |H>is ha muito eslava a re*pertiva ariaaL ,
ragao de carne salgada c a agua do asar l.fr,.
da. Sobre a entrada do Florida rerlamoa o e-:,-'^
americano ao presidente da provinria, e r*fr |'
declarou, que tinba prrmitbdn a oa esMn ^
porto por dous das, par os reparos de isop tm-t,^
o sen machi nomo, oblendo daqnelle roansf a rt^.
proinetiimi-nlo de sua palavra de honra s cassat
de que o pan nena respiiiad-, e mnht arSvpsa.
licaria dmiro do porto e da linha O ra*|
rapar ami'i i do Florida eslava em movimrnlo bu mo rofru r .
cujo corumaririanie ha va denrfMval ao^> wur
navio, que por maior seguranza rolinrar -
son as bateras da crvela l>. Jmmnrt9, qw arrv
rava o pavilho do chefe da estaca. naval i,r..
leira.
Considerando-se o c- inmandanie M-irs rar;an-
do em ura porto uruiro. e a soa iripo'-
Foi o Paran portador de noticias mni rias da
provincia da Bahia, onde se dorara scena* d- n,a
ijnd.wld^pronnnpiada> nraticadas pelo enraman-
dantp do vapor IVastuchet, da marinha de guerra
do> Estados-Unido*, 0 combinar., rom o resist-
vo oonsul. o Sr. Wilson, qne abdicando o* es i,,. -
o* honrosos rta um carcter elevad, arrastou I
lama da abjeegao o paiz qnn aii rpprespntava.
K maisutn desacato a no*sa soberana nacional :
que^vamos reg.s.rar, roantes porm deque'
SS aulort'"13 de"e reSUl,i,n,e nS pasS8r ^
cendo de descango, foi licenriada cm rasas arv
| permittindo al que 80 pracas s varw tSS.-c^
dormissem em trra na anule de para 7. f. asm
pela madrugada foi o olTirial do qtiarto -
dido, sentiudo a bordo do WnstmM tarpr p*
mo as amarras, e para logo tr.itoo d' rhani-ir
postas a sua genle, rom diraVuldaiie, p.^ Hnr -.-
tes marinhelros haviam regressado de prra ;-.
larde em estado de cmplela embriago-'
mesmo lempo alguns lanchos carrejada* .,_
te abordavam o Florida, que o* r-r.<. -M
carga de mos |u-lana, a que corr
mente o Wassueket; o qual, a atare de on n
te escura, e asan o f.go das r.ildeiras abatCaa. br
gara em ser presentido da amarr.iooem pi
va e se dirigir de prompi nara o#nr>i. r- -i^i
pela popa da D. Juntara, a cuja iwun.....
fundo se nao presin elle, lancano-aa n
to sobre o navio confederado "rom um pru
e melralha, que Ihealiateu logo um m.tsir
la genle, mcehendo em Hoea anda inna i
descarga.
A' isto segiiio-*!' urna lula horrivel a fm
resolver, com grande m..runda parle. Mas foi ella breve, asw a juart
Florida eiiiao era apenas de 50 humen-
' eslarem os outros em Ierra.
Nesta siluacn, o chefe dedivh-i
1 cebo raandou o Sr. lente V.irella miim ir
i commandanle do WatsurJut -pr ap.rn fu:
| mediatamente, pois do contrario mhii
pique; e sem que fosse o ref-ndo tenie r
do a bordo, fot-lhe lodavia declarado p-r .
commandanh-, sob sunpalutra 4e honra. \..
fana e voltaria Togo para o ancoradour". >
tanto, purm, havia elle pa.ss.ado ja re.. ,
Florida e fingindo satisfacer a intima.;*,
i em distancia de urna amarra peta pra Ja
quando. condecida sua perridia. ruaspi ii da h
, imana o logo conlra ehe mas faseado-se .
; forcejjva apenas por |or-se fra do ateanre
| binaria da corveta, cojos uro tiasnra-Uv
lodos acertado.
Em tal emergencia, a divisan competa '.
raense, da D. Januario, e do Ata Omtm
aproiuptnu-*e para reivindicar a psvsa. sea
no encalco do pirata, que i.i pela or a
de 5 rnilha, faz^odo si a forga de vela l_
gir. E assim, al as 7 horas da manhaa. o *sr
levando a rcbu.jue a D. Jnmnaria, gaaltara pva|
vautagem sobre os navios amencan. m, > o combate era tido por inlalbvrl i-utn iinu-oM
valor e coragem de otlniaes e guafnig
lo o vento comeeou a acalmar, e Ftortia :.' .
a reboque, passou a fazer o*o do vap.tr. -s **
do-se por tanto ambo* sssVsi na mareta an asan
cuja caga foi arnal inutilisada \mr esta forma.
Era -egunla. o Sr. chefe da divisa. na.
seu estado-maior, passou-se para o Pwirm>-
gou ao porro pela* 3 l|2 hora* ita ur*V. ton
sado a perseguico pelas || horas | V aa
manhaa. quando perder de \i ci ni i'imiraro evitaram a.|His n\.
dar o truco do insulto rcvbiilo. X&, tead
aliJicado os luios do horneo) pundonuTu-,.
tive ou n corumtm de atacar a fal-a fc a san .
cuja guarnico eslava na mor parta de-
da, .ar ciain agora de assim laier para r
os 500:0r)0 pesos prometidos pela Jasai < i
sserCPii de Nev,-Y..rk, como ssjaBB*|
conservarem os 2w:(sai pasea .rae ao Fhr
va.
E n-'lav,'l que sissMSMsl da* r >riai>aa* s par.
se USO ISTO epir, exieplo o fort- *. n.r ,, ,
i.ccasio da abor.lageni, .
secca, corno signal para a trra, sea)*) para
era dobro que se cn-erra**>> inac,
liaGiinhOBj itor onde pi--ua o < i i
ierro de iiru I
Era presenca de um lo ra-ohtopr caaer :
face da violago ti igrante e de I ib-r a-U Srateh
dedo imperio, ein aassi liii'inwssta -h pst
das mai- sagrada* a^sejawajiaa do dn-eno ds
les, a pre-i.lencia ra>*ou rxsyi*4mr a.
americano T. F. Wilson ; o qual seg. sm
mente a burdo do I 'aunchrt, owle tn iana
vandoo coii*ulado resjieeliv.i acptalo. <-<\
foi apedrejada no da scfsassia pasa i-.
garisar-se a noticia do.......>n 11 arrancaa-t -
as armas da frente, e r> ^ando-a* ao cha
(M-orreii a p.cia cora sua saraapara
casa cori*ular, e pV lermo a f*ae> mamf
de *ua ju-la indrgoaca... que 14*\%* A-* -
se no* limiies do conveaieui- .- $
Por e-i.rera em l-rra. nio ginrara
do Florida o Comuian lant T II. sWri,
di itu Samuel arruii Jnior, o runows*ari i
Tylor, o chefe da guarmgo J. II. |>u
dos masiros J. B. King. Ma* acriavain'-f a i
os t-nentes T. K. Poster. S. G. ron.-.- It S 1
os ineslres t. I) Riyjao T T. HunC-r I i.-n
ciruryiao p. J, l'.harl'.m e a san apM.vtta T
Heui y : o cozinheii o esa chele W. S. nsaiajta
ollicial de goarnico G. F. Senaldir i.: a--
les engenheiro W. Asiera I B. paste .
sahe-se que succiiuiinr.nn na tuu Si.Hse. II
(raarlt-.n, Tnoint.ou Smlair. ui.irrndo i.
ura ollicial nortisU prisionein, de nome -
Ualumy, que sWarstast de*einbarcal<> na Ban.. .
um tiro do Wiisstrhet quando ecruia--
raaca.
T.-inos aqu cnlligidas toda* ess.i* irsass*
ploraveis oecurrencia* : a avparssassa que o g<
no imperial lomara a altitude que h i urnpi
ra lavar a arTronta que tao io.linaiani- n
irrogada.
Pelo vapor Paran, chepado dos porta* ii"
do imperio, recobem.* jornae* d i Km u "
Babia ate 11 do correte. Alm do que ra s I.
rubinas Parle Oficial e Interior, rememos ais
seguiuie :
Rio de Janeiro : Foi publicado o decre
mero 1216 a iiorisamio o mi ust no do i pvri
descender a qoanlia de 2.586:A cm a Arfa.;
princeza* imperiae*. aluguel uu compra .i
dios para suas residencia., easovae e Ata.
caso de querer a Sra. I). Leoo^ldioa resid
do imperio.
Chegra, no dia primeiro, de vo'ti d
viageui Enroja, a corveta dV guerra tiUtao!
Fallecer o Dr. Curiwlo Jm- 4a oa Ra-
bello, seguuda cirurgin doexernto.
Tendu jiediito rixHieraco o director do las-
co do Brasil Jn* Viruta d Freitos, tai cha'^
.ara o substiiuir o suputante Jaciutho Al ve Bar
bosa Jnior.
O casamento da Sra. princesa D. Leop.. .Uu
deve ter lugar em deze.nbro pniump, (ogu >]*
ch.-gu.-m os ario do contrato do epusae* .iu -
deyem lazer na Europa, para o que p*ra all -
o Sr. nmselheirn Miguel Maria Lisboa.
- A. servscoaV SS. AA. o Sr. conde dEa i
duque de Sase, foi addido o Sr. veaoor aari *
Lages.
0 cambio regulava : sobre Ljmsres i >
2 l|4 e s7 rt. ; *.,bre Pars a 343 c o r.
bre Portug-I 98 ,. a 90 dia- '
i7f V aes*w fA,,Co Br-'l a t
e i-i-j de premio.
i^,.Em Mu"l*i*io a rama de xarju spasa
fi.l.W |Mir qrj; p o* celes para o Bra-il era*
a ris. |nr quintal de carne arcra e 3 > *
capa.
- Chegaram ao Rio d,. Janeiro, ril,,lar >
Pernami.uco : a 27 a barca iogleza LhJU-
4 o brigue Almirante. ^^
- Estava,,, ararBa p,,, p-rm,!,,, 0|ap
Juno i- o hrigne Almirante
- Baha.Em outro lugar deisanto e r< '
do quanto o<-rorreu na capiul por orc**o *
aprisiciiiaini nto do va. or Florea.
- A praga romecara a ergsp>r-se *a*na>*
abatmi-nlo emque rahio com as sadarJa da esiss
cmu. rnal.
Ex ... e Rvm. Sr. arrebisp,,, am de oafciar
melo das princesas imperaes.



DUrl* de #ere>aaM.# Sahh.nlo I* 4* Ouubro U 1**4.
A* pbll. o
o ^-ffVa no firme Provoco** lr com resigoaco
,a,...u-.--.-, -v. ~ ... v h.o.w, ou- '" ""iterenca, ludo-que os meus gratuitos loimigos
bra.-ileiro Ernesto Carlos Augusto Koch, de- srrev contra mim, porque pretenda fazer
.n irna,l1,?h* m>anca despresa-los; mas u.na
vez que na tribuna o Sr. deputado Pamplona, e na
A nova junta directora da Associago Com-
merciil coiupanha-se dos Srs. : Manoel Belens de
Lima Doiniog<>s Soaros Peralta* Antonio Peroira
j(, Carvalho, J"o Cezimbra, H. Bronner, F. Tei-
eira Comes. J. Lopes de CarvaBio, C Williams e
alono Jos da Costa.
_ Suicidara-si-, com un tiro de pstala, o sub-
dito bra.-ileiro Eri
,. iiinilo, em diversas ra tas que deixou, me fra
l sso levado por nao poder elevar-se e sua Ja-
Foi consuque.neta dos ltimos aconleeimon-
tos, o prosi lente da provincia cassou o exequtur
m cnsul ilos Estados-Cnidos.
_ Us ollciaesdo Floridu, que se a lia va m ein
ierra, na orcasio do aprisionamento, oram os
Srs.: commandantti C. M. Morris, immediato Sa-
muel II irron J., commissaro Richard Taylor, che-
l,i Ja jjuarnico J. II. Dyke, dito dos masiros J.
KiQf*
_ Chegou, procedente de Pernambuco : a 4, a
Imita brmense Bremevm, com 3 dias.
Sahiram para Peraarabaito, a 2, a sumaca
Boln e o patacho Vencedor, ambos hespanhoos.
g.....J- "l* '" "I I.LH -
PUBLICARES 1 PEDIDO.
. para m ver so mero? ser tratado por algwm to
grossuiramente.
Convcocam-se, neos senhores, que nao quero
[ser poltico nesta torra, e o seret, se no desespe-
ro, a que me levarem me flzerem nacional torea:
mas quando nao, aman-i os bons. na conta em que devem ser tidos.
Son poltico na vossa linguagetn, entretanto sirvo
tanto aos vermeIhos como
mprensa liberal me querem Vribu r actos de- ? PrPre,0M ensejo de Ihes ser til, e que roe
sa.rosos ao meu carcter o ual dade e Sramei- Prucuram> c se *>> .f *'!?* S mador Pooj-
ro, forcoso que deststa do meip LsL uorfiue JV luem Pr ** ** urna vez lento servidq, *
devo del&der-me BWeWS&SE *ffL*? "Sflfc
justas e avilo:
aniei
moas desaffectos, que comig;
com o ftm de fazerem constai
a verdade dos factos, a impostura
WWMe' a^maledceca^de" J'fcFB 5&MIA*"* como S.r
o pretenden especular a Cubran?a que |lw nf fe^^ fi,:,^
Ur. Manoel da Cunha Figuairedo. que procedeu de
com o ftmdefazerem constar aqucilesque 1 ,wr : "T1T"" ,"" "?.'_"_,
1 1 rvnimo Ao e-paco de 4 mezes, sem juros, e que receb
'-os de 10 ou 12 meW notinj
que nao sou merecedor. Ia K" "'".peuiao que Ihe fiz respeito do escrivae
que se servera, pa7a' daVine tan mffEZc % tSSSSmSt !- U **** """^
que mw son m^v,w,- 1 pedido qui
Anticipo
a rudeza da
mente l'aliam-
Ihe outra mai
PERNftMRUCOi
KVISTA DUHIu
\i\ aiiiiii lempo que abaten una pequea
parte il > caloamenlo da ra da Aurora, mas at
i,,,,, jinda au n curou de fazer o respeijtivo re-
pan1.
K d siipcor. portanto, qu<: se cspjie a completa
d.iiiiiii'arao para fazi-r-sea obra de aovo em seu
ojo : no euianlo si al^uma cousa pode valer a
a nossa voz, levantamo-ta \wm olicitar o peqae-
nissimo servico de que carece a ejMvaejao a que 1
. 1 sfei iiios. inesuio para evitar atgun'i desastre 1
une possa aoonteeer cun permanencia delta.
_ Chai no liunU.Mii de Glascow, onde foi cons-
tnuj,,. vapor muiez Ptetypm, de 104 tonelada?,
deslHial a carita e passa-reiios em ljrisbania, na
\ ltralia, arribado para alterar a siw armaeao.
._ IJnje il a sociodade recreativa Nora Unido a
- 1 partida animal.
RfiPAHTigAO
(Extracto das
!, 1861
Foram recolhidos
11 irrentc :
\ ordem Jo 1 Im. Sr. Dr. cliefe de polica, Jos
Vutoniu dn Nascimenlo, como pronunciado em cri-
i| roobo.
A* ordnm do subdelegado do Reeife, alaria Tlw-
rezade Jess, por amitos Cosma, oscravade Gor
trudus de Helio, por fgida ? e Matheus, escravo
da vise inde d Suasuna, disposicao do Dr. dele-
jad'i da capital.
A ordem dn de Santo Antonio, Isabel Mara da
vi! lile, por miga e Luiz, escravo de Jos Fe-
lippt Uartins, a requerimenlo deste.
A' urdem do de S. Jos, Adao Maiheus Jos Ro-
drigues, para avirignaeoes policiaes -, Francisco
5 .
ijuim di
Dizemos meas craluitos ioimicos nue me tenho! ,nai"^, p,)r<,ue baseando
,arfrt ,i,..t!f%';_,-r_?!*^i.^_^^.?0lvntido}ntraro a le, cpm murto bem demons-
elevado a altura de um frentico e insolente poli- i ^"t
co, ponto de fazer -
aasc
rem
a.chad
do
do partido conservador no peito eleitoral, e que 1
por isso nao tiraram osjiberaes o resultado que as-1 'T 4 autoridado, quando mesmo o nao mere- .
piravam, como alguem Ibes havia ^araoiido.
Ao iixm. ftr. mlnlsfru da |ns-
tlva.
Leraos no irtario k Pttmai*i>uco de houlem urna
catilinaria contra o Dr. Joaquim BariMM Lima,
actual juiz municipal de Sobral. Conlieceroos que
o intento do autor dessa publicarlo, era rebanar
o l>r. liarbusa Lima perante o Exm. Sr. ministro
do da justija,, e para wso elle acomunado sem dttvida
D a linguagem das pracas publicas, nao fentio falta
de apodos que atirassc sobre o juiz municipal do
Sobral. Mas afina! o que conseguio esse desalma
do ? Mostrar que o Dr. Barbosa Lima nao linha
com que pagar ao< seus credores, que o Dr. Bar-
t>o>a Lima nao tinha podMo obler a veuda que
desejava efleetuar de seu collegio para pagar os-I
seus credores.
Mas o que >ignilca ludo isto ? Quem nao sabe
que o Dr. llajbosa Lima foi iofelicissimo na em-
preza do culegjp do Bom Conselho ? Quem nesta
provincia ignora que o mesmo doulor, no intimo
de montar um estabelucimento onde |iodesse dis
tribuir educacao e ostruecuo juveutude fuz sa
.wbcios ipaudittjs, sendo mal corre.-pondido, de
modo pela enarmidade dos sacrificios que a empreza.de
maridava anda ? Tudo isto cousa muilo sabida
m toda a provincia.
O Dr. Barbosa viveu sempre mu regradamente.
Em sua casa sembr renou a economa, e dedica-
cqmp sua Exiua. seuhora, ao trabalho
ade.
(ai adversa ; sem rapltaes, indivi-
nao roda pagar a seus credores.
s msso deshonra iiem infamia : vemos
Primelro que tu pocidade.
Gneros nacionacs.
I caixote livros nnpressos: a Guimares \ Ol-
vera.
i eaixOes chapeos; a Ferreira A Araujo.
d,tos ditos; a Jos Joaquim de L B.
1 dito ditos: a Jos Joaquim da Costa Maa.
1 dito ditos; a Joaquina Alves.
pim^fSSLl ''arrica lin,a d" eKrewr? a','0,z r*tw M'inUBarrei., n|bo(t.
-"Crl lau- ,:"r......' MnH Isnacio r-ia
54 rolos fumo; a ordem.
Da Hnhia.
Gneros estranpeiros.
ii caixas fazeudas; a Sempson ^ C.
i caifas ditas; a ordem.
7 ditas zimo, 1 barril pregos \ a Donuugos da
Costa R.
16 fardos (azendas; a Jotuistou Pater A C
Gaooros nacionacs.
i caixio charutos; a l'alm'era A Bellro.
42 saceos com 4400 libras de lio de algoda-, 1
caixo cigarros, 1 dito charutos; a ordem.
ttecebedorla de renda loierua.i
geraes de Peroamfcneo.
Rendimento do dia 1 a 13........ i;i:*44A5')7
dem do du 14................. 1:8964%-'
Dr. Francisco Jos Martin? Penna Jnior.
l-naciode Ohveira Arrmti.
Dr. Joaquim Moren a da Silva.
Joaquim C.ilseno de Mesquita.
Jos Jorge de Siqueira Filho (3,i.
ion Gomes Ferreira.
Jos Sordo Tvixeira.
Haximianu Pranciaeo Pweira da Silva.
D. Bosa lUilrigues de Meujszrs (i).
i oirt'io jrftral
Pela adinini-trariio lo torren dr-*(a 1 ulaeV
faz publico que as malas qae wm de c.ndvw.r o
vapor francex Hrm u. para o Rio de Jawwo r Bal, j
fectiar-se-hao boje (lo) as H lunas do dia.
riiK.mo
UK
E urna iuqiinaeu que me fazjia sem cqdsci-
encia, e que dignamente repillo, porque aao juero
ter a faluidade de arrogar a mim o que alo pie
compete por todos os principias. Eslive, verda-
de em agosto do auno passado em Batunta, sendo
iiiinha presenca reclamada pelos meus interesses,
e dos meus dedicados amigos d'alli, quer liberaos,
quer conservadores
No entretanto oosta-nos que o Dr. Barbosa
cam, mas revo)ta-se-me' o espirito quando querem fX^ hW.,"" ,ua"dar P^^ alu"? de seu^
ultrapassar os limites da deconcia, e aggredido *f^J**Mkm da provincia, proce-
co.no fui i>rim#inmpnr< ,r 'ni, ,1, ,p rf dimenlo, que abona 0 s
como fui primeramente por esse juiz dixei, de
parte a autoridade e respond como homem peito
deseoberto.
E' este o meu peccado.
O que eu d-sejava sim, era que elle se desc-
brase naqnelles escriptos que publicou contra
mim no Vulcao, e se no todo o n.io consegu ao
menos lido e havido como ^eu autor.
Es o que julgo conveniente dizer para dislrnr I
seu oaracter, e que mo-tr
que a sua '.retirada da provincia nao teve por litn
lograr seus credores..
Quetram, Srs. reductores, dar lugar em seu con
ceiluado jornal e>tas pobres luhas de
Um amigo da verdade.
Reeife, 13 de putubrode 1864.
DA P0UC1A.
partes do da 14 de outubro
casa de detencao no da 13
; mas eiuprcheodi a viagem
onim o'.^ln", die COQCU"er *ri consen-acu.da | Eis 0 qaejai" convenienre''"dTze'r' para dislrnr I A Lommissao do partido liberal da freguezia de
t^KnSoliv^^ 9^Preve25eSqSTvl^Uro^^rV^ ^ Antonio desla cidade roga a seut compa-
.". leb PuU : e Miau rvsnlvidn n3n liar mnr-nca eom vr Ao I rocbanos que se dgnem comparecer eleicao ;
" e estou resolvido nao voltar a mprensa sem ver de
tlCHS 1 ^ cBiuu iraumuo.uao vuiiar imprensa sem ve
j Pa'ra prova disto chamo o nsuspeito testemunho \ ^glgSS SSRiHL reSPS,a'
de todos os bomeus de bem, que no coasenl.rao Ceara> dt- MlMT?i?ffiL h, -*.
de toaos os nomens de bem, que
faltar a verdade, e eutre elles ciarei as proprias
autoridades .da localidade os muitos dignos senho-
resDr. Luiz de Cerqueira Lima, Dr. Filiuto Eli-
sio de Carvalho Couto, major Vianna, e proprio'fara 0 E\ltl
presideute de euto, o Sr. Dr. Jos Bunio, que em i
carta particular, que se dignou dirigir-me, liuali-
sou dizeudo-me, que considerava ali a nimba pre-
seuga como urna garanta ao sucego e ttanquilida-
de publica.
Neste ter
terreno que me colloquei entre as par-
cialidades que pletiavam a eleicao sem importar-
me que vencessem os gregos ou troianos, masantes
procurando applacar os nimos irritados, e proiuo-
vendo eutre os mllueutes dos partidos um accordo
que era acouselnado pela prudeuoia, pula situado
Lobiiio, e Mara, escrava de Manoel Jua-1 do govuruo da provincia, e at por oeouoinia, mas
(!a>lro, para correccao ; Domingos, escra-1 que infelizmente s se realisoii depois dos partidos
de Virginio Horario deFreita*. por disturbios, jtereui despendido avultadas soturnas de diuheiros
A n,' m do juiz. de paz do primeiro districto da; fazeudo com isso onerosos sacnlicios c depois de
a da Roa-Vista oinglez George Bremo, par lercessado o exaltamenlo dos nimos, que havia
Luiz Ribeiro da Cunha.
(Da Coiutilairo, u'o Cear.)
Sr. ministro da ju*lica
ver.
O Diario de hontem, (12) traz urna publicacao,
com o titulo que acuna se v, na qual se pretende
: 1 umprido u; devercu de Qel depositario.
O chi'fe da 2* seceao,
/. G. de Mesquila.
MovimeiMo da casa de detencao do da 13 de
jatubrode IS64.
KdVliam...... 342 presos.
.n!arain..... 11 .
Samraiui 8 >
/"xislem...... K aMr : . 316 .
Xacionaes ... 278 .
Mulheres..... 15 .
Estrangeiros.. 4 .
Estrangcira .. 2
Escra vos..... 43 .
Esrravas..... 0
34C
alimentados a custa'des cofres provinciaes 143
Movimento da enlermaria do dia 14
. 1864.
i'iveram baixa :
Antonia -j'j Moma, diarrha.
lu-r^iy, Cavalcanli, defluxo.
Viv.'va'ii alta :
M,n ii Francisco Alves.
tscravo de Jos Goncalves.
- OoITCABIO 00 CKMITKHIO l'L'BLICO NO DIA 14 DJt
i iih i .i: 1864.
mira Elias de Santa Auna, Babia, oO anuos,
. Boa-Vista, phthysica pulmonar.
". Pernambuco, *> mezes. Boa-Vista, conva -
ehegado ao grao mam execesaivo, tuio movido por
espritus apaixouados que cspeculam com adivisao
dos homens.
Finalineiiteacalmaram-se as agitacoes sem no- collegio, eslavam to bos e tb bom conservados,
lai-su aconteciinento lameuuvel; causando alead-'
inirai^ao que, n'um ajuntaineuto de puVO de quairo
cinco mil pessoas, que distuliatn seus direlios
polticos, nao bouvesse o meuor msulio, neui em-
briaguez, que dsso lugar repreuenso ou rep.a-
10 das autoridades.
Palea!) ia isto claramente, que eram nicamen-
te os saos prucipios da lei, que tiaquella localida-
de se debatiam, porque, si cada qual luha conli-
anea emsuas forjas, couheciao lerreiio.euique.-e
acnavain d>putando, ucouciuio-se d'ahi que o mais
forte fez convencer o inais fraco da necessidade
de entrar em eombiuacoes.
Mas d'ahi o que se lem concluido ? O porluguez
Luiz Ribeiro ijue neccou por sua intervencao, c
portanto criminoso, devo ser supplantado, e in-
falia de accordo ou cotnbiuacao, qne ja boje s<
acha essa divida paga, da furnia e mamnra poripte
aprouve ao mesmo br. Loureiro, corno consta do
recibo que segando pensamos, deve existir em po-
der dos Srs. Leal Irmos.
J se ve por lauto, iwe smenle por urna causa
especial, fui seuielbaute que.-lao ajuizo.
i.umprc porm que infiirmemos resnmidamentc
ao publico, dos inulivos poique esta queslo le-
vada boje ao dominio da imuroosa.
-No Sobral, exerce o Dr. Barbosa Lima o lugar
inci.ie- im j fumado por telo de escupios indcenles da peuua j de juiz municipal, e collocaudo-M) cima de todas
de oalubro j. unl;l autoriJade, que cu sua liuguagem apaixo- >s paixes, como juiz recto e imparcial que ten)
' liada mal disfarca o odio, que Ihe devota por nio-1 sido, teni arraslado, bom potar dos fac-inlitidus
livos particulares, representando-^ como um neg-. d'aquella torra, o celebre e bem condecido Joa-
ciaule Iraudulenlo, ladrao. mil vv/.es ladio, e at fl*im Bibeiru da Silva, seu chufe, que por vergo-
que m vai proceder no dia 16 do corrente hon-
; rendo com seus votos os cidados seguintes :
Capitao Luiz Cesario do Bego.
Capitao Antonio Augusto da Fonceca.
Tenente-coronel Manoel Camello Pessoa.
Capitao Flix Francisco de Souza Migalhes
~ i
Cetra.
&o piilil ico.
Xe>le moinenio, oiljo hu/as da manhaa, fui in
por meio de urna irona cavilosa e infamo, abalar Miniado de que no v.ipor Mninanjuape, a partir
os crditos e reputatao do Dr. Joaquim Barbosa par instajites, rernettido para o Reeife un pam
Lima, juiz municipal de Sobral, no Cear, por um ; plileto npresso clandestinamente nesta cidade, re-
negocio de dividas, um porluguez Manoel Gomes ehrade de injurias contra miuna pes>oa.
Loureiro, commerciante de genoros n'osla cidade. Anda nao o Ii, e por isso nao sei que especie de
Fra longo querer informar ao publico rninheii- arguiees me leita ; mas a qualidade do autor, o
smente de tudo quanto se passou, relativamente mysteiio da publieacaoje a occasio da remessa
esse negocio, que smenle por c.iscumstancias geratn no meu espirit a suspeita de que um uion-
esperiaes, fui levado barra dos tribunaes. O Dr. to do falsidades foi urdido por um mimigo des-
Barbosa Lima, nunca foi caloleiro, nem doixoa de leal para sorprender prevenir contra mim o juizo
satisfazer os seus compromssos e a prova disto i do superior tribunal da relaejSo.
que someute esse porluguez, que apparece co-; Com effeito nesse mesmo vapor segueni por via
mo instrumento de que laneajp ino hoje os des- de rerurso uns autos crunes, em que GustavoGur-
affectos covardes do Dr. Barbosa Lima. gulino de Souza figura como denunciante contra
Os movis e mais objectos que exsliam no seu minha pessoa na qualidade de juiz muuicipal de
llegio, eslavam to bons e to bem conservados, i te termo,
que cnegaram por si s para a pionera que n'el!e,s Ora, nao se tendo conseguido criminar-rne na
fez aquelle porluguez, e o resto svr vendido ao Sr. primeira instancia, e reconhecendo-se os funda
Antonio Augusto Ferreira Lima, pela quaulia de montos da senlenea riicorrids, c natural o Confor-
um cont e quiuhcntos mil ris. me a cortos caracteres o laucar imio de nteios i,i-
i tanto a divergencia era motivada por tinn nobeis, de calumnias e injurias, para sorrateira
menln prejudiear a ruputoco alhoia, obler pela
perfidia o que legilimameule n.io poderam al
cancar.
Julgo, pnrlanto, cnvenieiito rogar ao publico
que, so or ventura essa pobheaeSo denmnar de
qualquer sorte o met caraeler," suspenda o seu
juiz a respeHo at que eu tenha conhecimentu
del la, e d a dovlda resposta.
Fortaleza, 6 de outubro de I8bi.
Manuel da Cunha t Fiyueirdo.
14:a40A49
CoBsufado proTlnclal.
Rendimentodo dia 1 a 13......... 23:40641!)!"
Mem do dia 14................. 1:3!)5!)I2
------62
14.5*0*4-
SI"
MOTIMINTO DO POgTO.
Nados entrados no dia 14.
Rio de Janeiro e pqrtos intermedios 6 dias, 20 ho-
ras, vapor brasileiiu /'aran, comniaiidanie o
capitao da fragata Santa turbara, de 840 done-v
ladas, equpagem 56.
Baha12 dias, patacho Itesoanhol Vencedor, de
24i toneladas, capitao G. Millet, equipagem 12,
em lastro ; ordem.
Umia12 dias, sumaca hespanhola Dolores, de 156
toneladas, capitao Maiheus Beltran, equipagem
10, em la>|ro; a ordem.
ilasgow108 das, rapor infiel Phtumu, de 164
toneladas, capilo Blix, equipagem 16, carga ma-
chmismo; ordem : veio refrescar e segu pa-
ra a Australia.
Bordeaux e portas intermedios 17 das, vapor
traucez Bearu, de 1173 toneladas, commandante
H de Soiner, equipagem II, carga dilferentes
gneros.
Nnvios saltillo* no mrsmo din.
HarahybaPatacho oglez Maed af Atltens, capitao
G. Sol, em lastro.
AracaU Hiale brasileiro Nicolao 1, capitao Traja-
no T. de Moura, carga varios geuoros
S. ISABEL
EMPREZA
immi i mmw.
8a recih la assignalura
SAUBADO- l DE 01 TI'HRO DE 1*
Kepreseirtar-se-hao muilo mai-niliro drama rm
o actos e 7 quadros. nri O OKJtEI DE LYAO
O PROCESSO LESUQUES
~ O enlhusiasino que gerakaMte teui rau-'aito <
presente drama, faz com qu-- a empre/a u repita
ainda e>ta vez, que tal vez seja a ultima.
Terminar o espectculo cun a aura comedia
em 1 acto : '
FIEL m l\ lllr: IIIMIK
PEBSON'AGENS.
Heitor Din iveati .... |ihdto%
Luza, sua iiiuIIit D. Ciimill...
Joo, criado do Heitor Teixeira.
Georgina, criada D. Miria l'oit!
A acciio passa-se em Paris na ten-i feira uV.a-
trudo.
Cootecar as 8hora-.
A7IS0S MABITIMOS.
SD1TAES.
3:2104000
toOSOO
AtteuQilo.
.
Eofcroia de Ifendonca, Pernambuco, 32
viuva, llecife, tubercuhs pulmonares.
Penuambuco, 3 mezes, Boa-Vista, convu!-de,?sPer;,r '
I Meus sennores
zeta do Cear
com o m.uur desembarace fallando de sua vida
privada, ameaeamlo-o de morte juulameute com
oulros porluguezes ; e para marc.ir-se o tennu da
gloria d'essa autoridade da-se-Ihe as honras de v-
ce-chefe da una souiedade inoxpenenle, que exal-
tada no seu amor propno, na passeata de 24 de ju-
Ilio, infl.immada por esse e outros que toes, re-
vestidos de carcter official, para virem a minha
casa e de assalto tomarem vinganca, iusuliaudo
publicamente a miuha pessoa e familia. Quem
desla forma obra, c que quer ser '! Como quer
ser tratado ? Que conceito, que merucimento po-
Perharabuco, 1!' ilias. Boa-Vista, espasmo.
IVrnambuco, 2 annos, Boa-Visla, hepatite.
Pernambuco, escrava, 45 anuos, solleir,.,
Santo Antonio, pneu.noia.
Hara I ajuina da Assumpcao, Pernambuco, 06
. solleira, Sinto Antonio, urna pulmona
[\lippa lavares do." Santos, Pernambuco, 23 an-
i! solleira, Boa-Vista, phthysica pulmonar.
Cordolma Mara dos Prazeres, Pernambuco, 2o
anoos, Santo Anionio. tubrculos polmonares.
1 .-,;. ros do vapor nacional Paran, vindo
' portos do sul :
Coronel Antonio G mies Leal e um escraw), c.-
pilo-lenenle Salnsliano Caelano dos Santos e um
do Vulcao, do Crurcnsc e da Ga-
(out'ora Guzrta O/ficial, ms que
Nos volantes da lieguezia deSauto Antonio apre-
sentanms para ptizes de paz os abaixo assignados,
por iue sao pessas de. capacidade c que podem e
nha d'esle paiz, pode galgar a patente de com- t&bnn exercer o mesmo lugar.
mandante superior da guarda nacional, para com Kilos:
o prestigio da posicao, por-se a coborto da severa Dr. Antonio Jos da Costa Ribeiro.
punicao que os seus crimes reclamam. I Capilo Francisco Antonio ue Brito.
E' assi.n que s o Dr. Bubo-a Luna, deixaudo Capitao Luiz ('osario do Reg,
margem estas e oulras consideradnos, que mo- Capitao Aniomo Augusto da Fonceca.
tivaram talvez o silencio que se impuzeratn suus Alyuns liberis ijenuinos.
antecessores, luz correr p.;lo seu julzo quatro pro- ------
cessos, nos quaes occupot o papel de roo, ornes- Amanlia odia de ignado pato presidencia
mo Joaquim Ribeiro. Os processos instaurados para a eleicao dejuizes de pac da freguezia deSan-
foram ; um por cstelliunato fazenda provincial, lo Antonio : convm que o partido conservador,
oulro por crime de resistencia ordens legaes, firme em seu posto, nao abandone o campo elei-
COMPANHIA PERNAMHI ( AN V
DE
Cavegac rntlr< >aaar.
Parahyha, Natal, Varn, Ararais Oari j>
Irararu'.
O vapor Ptminumgn, cuuimaa-
d.lllte Rali-, sequila : ;ira t .(OT-
los cima no da '11 il- rututtttSt
lo horas da larde. Rrn-brra carga
mi o dia ti. Encomnee*** ^s^
sageiros e dinhein 'rrV.: ate o ia inidiii
' horas da^sfde : cscri(i orio nu Poru do Matto-
"coill'AWllA i'HJLAMJ:XSA~
DR
.\:ve.s:M* eostclra a rapor.
laman ar. Barra Grande, Porto de l'.-ji .
(^amarapihe t Maeei.
O vapor Minnantjunfif, com; m-
danle Muura, seeum para *
s |Kirlos cima maVatfut no rtia %
,do Crrente s .'i oras da tare.
cu, conforme renommeuda o art. H" il i I i il l'i ^"l^fifftiaTap lfl'" '*rt al di;< 24. nt-
le agosto de 1846. que tem de proceder no dia 19 i commeudas, passagerus e dinbeiro a |r,-te al a
lo cirreiite a apuraco g,'ial de votos para os ve-1 da da sabida s 2 horas da larde: escripiwro
readores que. devem servir no futuro uuattiennio no Porte do Mallos n. I.
te 1865 a 1868.
- Perante a cmara municipal desta cidade BS-
tariXoem praei nos das 14, u e. 19 do corrente
liara seretn arrematados por quem mais olferecer
as seguinles rendas muuicipaes :
Imposto de 80 rs. por carga de familia
e legumes vendidos nos mercados p-
blicos desta capital.....
Imposto de mscales e boceteiras .
Uugucis da casa da Soledade, annual-
menie.........
Aquelles que pretenderen! arrer
tonadas rendas deverio apreseatai u0.- iiiaica-
los dias, munidos de llanca idnea, e habilitados
ia frnta da lei.
Paco da cmara municipal do Reeife 12 de ou-
ubro de 1864.
Luiz Francisco de Barros Reg
Presdeme.
Francisco (mulo da Boaviagem
Secretario.
A cmara municipal desta cidade faz publi-
outro por ter reduzido pessoa livre aescravidao, e
oulro por se negar a fazer o Inventario de sua Ii
nada mulher, sendo esla fallecida ja ha seis ou
amda a mesilla), deixeui ine vi ver no meu canti- (l.l mezes ; nao fallando em outro que til vez o
nho ; imporlem-se lano com a minha pessoa, como veo do passado teuha feito iucorrer no favor da
eu faco com suas murcs. Eu na a teuhu, nada
aijsolulaueute quero ter com as que.sloos polticas
ou nao do paiz. Todos saben d'isto.
Piquen puim de urna vez convencidos, que
conliando assas na protercd das leis, nao recelo
succiunbir ao puso das punlicacoes injustas, com
que me ferem iucess.iiiteinente.
rto sou uaeioual, verdade ; mas como estran-
geiro compreheiido mais os meus deveres, do que
sua> merces.
Vejamos: eu nao mando fazer crozas em portas
alheias para depuis propalar qne sao com o lim de
haver diuheiro portuguez, e que os mandatarios
sao os seus adversarios; eu uo insuflo o povo
tor^l.
O partido conservador deve-se apresentar com-
pacto e votar nos cidados abaixo declarados, que
a chapa do partido.
Para juizes de par.
Capitao Jos l.uiz Pereira.
Dr. Angelo Heunqnes da Silva.
Alfercs Joa mim Francisco Torres Gallindo.
Major Antonio Bernardo Quinteiro.
Tundo de se fazer auianliaa os jui'.es de paz da
prescripyao.
A razi porque desencavam esse negocio do di-
vidas para atacaren a noratraade d'aquello juiz.
porque s elle, por amor do papel que represen-
ta, teve a curagem precisa para despresar as auiea-
cas do quilombo da Juibura, c prender ao celebre
crimino-o Vicente Gomes, sobrinlio do mesmo Joa- freguezia de Santo Antonio, lembro para juizes de
quim Ribeiro, indigitado como assassino e autor paz o^ cidados se.nuintes :
de tentativas de morte. A razao porque o Dr. Capitao Jos Luiz Pereira.
Barbosa Lima na eleicao a que se acaba de proce- Dr. Angelo llenrinuc-s da Silva,
der, por ordem do Dr. chefe de pohcia, varejn as Alfercs Joaquim Francisco de Torres Gallindo.
casas dos facanhudos e capadores de Sobral, e Capitao Miguel Jos de Almeida Pernambuco.
dito Joo Soares Pinto, alfert-s Emiliano coutra os poiluguezes, nem depois digo, que ma-
to de Mello Tamborm, Dr. Amphilophio Fre -
re de Carvalho, Dr. Francisco Pires Machado I'oi -
teda, vigario Jos Alexandre Gomes de Mello, Jos
Antonio de Araujo Filgueira, Candido JosRoIr-
. Antonio Jos Rodrigues de Souza, Ignacio
ieira da Silva Coqneiro, Jos Miguel de Lyra,
nejo dos adver.-arios; eu nao dou denuncias falsas
ao goveruo, e a polica, que os porluguezes tem
armamento, plvora e cantame para Uns stnis-
tros ;jiio vou em casa destes dizer, que o povo
liberal esta disposto a temerarios prijectOS, com o
lim de se prepararen! para qualquer aggresso c
Alexandre Eduardo Ferreira Robre, Mananin I depois mandar rercar as casas, passar buscas rigo-
i meiseo Beln Ca'valcante, Luiz Francisco Beln
i un lilho, Cauullo de Lelhs Fonceca, Epamuoti-
i Jos da Silva, Felisberto Gomes de Arflo Fer-
rao, Flix Pereira de Souza, Adolpho Carlos Sui-
-, Candido Victorino Pereira de Magalhes, m.i-
n'l Mendos de Carvalho e um escravo, Angelo
Pires Ramos e um. criado, Luiz Vianna, Fortunato
Rocha Mello, Pedro do Alcntara, Candi lo de
dineida Botelho, Anstides Pennalva deFarias,Jo;io
rosas al em gavetas de juias, e fazer passar a po
licia por decepcoes horriveis nao encontrando os
objectos que procura va, eu nao ameaco os portu-
auezes, fa/.endo-ihes sentir, que ehegado o lempo
de tomar-Ibes cotilas como que fazendo-os scienles,
de que a hospialidade e as leis do paiz para estes
nao devem ter sigulicaco; eu nao dou dinheiro
para eleicoes, nem me consta que compatriota meu
o dsse, nem propalo que bouve nina subscripca
Nepomuceno Costa, P.tro Ferrant, M. A. Richerl, de vinte ou trila Cutttos tiara os adversarios pofti-
lufino de Carvalho, sua mulher e um sobri- eos dos liberaos, nicamente para deprimir estes
ristiana Ach<>0 e dous filhos, Gondolfo e descarregar o odio sobre os porluguezes, liguran-
- Pereira dos Santos, Mano-I Ferreira do-os, como polticos; eu nao sei adulterar factos,
do missivas secretas dirigidas ao muito
u, l). Christiaoj
'.'pe, Jo
'la Cuaba Guim ires, Joo Raymnndo Marlius Pi
res, Francisco Jos de Oliveir, Domingos Rodri
-i de Carvalho Jnior, Theodulo Theodorico de
A "in 11 Lima C'.valcante, Francisco da Costa Sieilei-
os, Eugenio Jos Nunes de Andrade, Manuel F.
irinli de Va-coneellos, Dionizo Rodrigues de
"ello Castro, Joo de Albuquerque Mello, padre
; i'mngos L. C. Espinosa e um criado, Manoel de
Souza Silva e Una, Manoel Luiz de Franca, An-
! o da Silva liego, Belarmino de Araujo, redro da
^ilva Reg, Joo Antonio de Carvalho Marinho,
; ao Teixeira Machado, D immgos Hamos de Aran-
I' ri'ira, Jos Joaquim Vieira I'eixoto, Jos An-
;'"i;> da Cruz, Manoel Ernesto de Souza, Manoel za, sem que elle precedentemente teuha dado moti-
i'KdB Abren Faria, D. Ignacla Marcella da Sil- vo a esse acto extraordinaria e violento, mas desfar-
; oa, Joanna Mara do Coneeico, um ex-praga gado com o titulo de drlhjrnci-i? Cuntesta-se o
lialaJbo naval, 13 soldados, una mulher e um fado violento que se deu como negociante porta-
'ho, e um escravo envegar. guez o Sr. Francisco Joaquim da Rucha, que de
Svgoen para o norte : surpreza foi atacado com enmatadas, que Ihe des-
carregar.un ao sabir da isreja matriz com sua-fa-
'-ipito de mar e guerra Joaquim J-'s de Olivei- milla, e nao obstante ser isso por domis revoltan-
". Or. Francisco Antonio Fernandes Jnior e um te, nota-se que o autor de tal de.-acalo anda impu-
lo, Dr. tendido Emygiio Pereira Lolx., Cinis- neniante nesta clade, porque foi julgado, que dar
por meio
digno Sr. ministro plenipoiinciario na corte, coin o
lim de para cun elle in.li -i>0r os subditos porlu-
guezes aqui residentes, nem tainbein concorro de
todas as formas para que estes sejam opprimidos
e Indibriados; nao renbei, nao assassinei, nao sou
bahearroteir, nao sou noedeiro falso, e nem sou
lilho, genro, ou cunhado degenerado, que possa
sangue (Vio soffrer essas Imputocoes, sm ao menos
soltar um gemido, um brado de indignaco!
Contosta-$e o fado de ter sido atracado no meio
das ritas e corrido pela polica um cidadao portu-
guez, homem pacifico e honesto, afim de verilica
rem se exista em poder del le qualquer arma defe-
auo Soares, Miguel Bernanles Seabra dn Mello.
:.iaudiua IVreira da Silva e fllhos, Dr. Cirios
mandes Ribeiro c um escravo, Sahbatino de
" Antonio l'allini. B Viceitzo. Antonio Joaquim
W-itlos. sua seuhor, seis lilhoS e um cria
ebibatadas nao crime 1
Nao verdade, que no da 8, havendo um reba-
te na igreja matriz apparereu o grito : tVamos
aos porluguezes; sendo uifllcil Cuiiter o povo, o
i|iie em grande parte se deve ao Sr juiz de paz
'lino lavares de Macedo o sua senhnra, cinco Jos Nunes, segundo ronfeMOD perant muita>
do Sr. capilo Francisco Collio
w e una escrava, dosembargador Jos Cand lo
''s Visgueiro.c um escravo, 10 soldados, 3.ex-
- de marnha, um escravo e,dous Ad - -'Mando o dito escravo.
Passagciros do .vapor Uatrn, vindo da Eu-
' < j >: i :
pessoas em casa
da Fonswa?
So" boniem, rvmp tal paspo ter peccados; mas
merc de Deus teniw miiibacon.sck'ncia traiKiuilla
porque ainda nopesam sobre aun crimes que me
aossjn alterrar, nem marcir miidia reputoco:
"i^io Antonio Cir.v.to, Jos Antonio dos-Sanios como cidadao porlnguez r.ano anmrciante e
-Vudrade, Miguel >Lir.wes de Lemos, Josepl Mar- como ehefe de familia. Outro tanto multa gente,
' ', Maoel da Coala Leal, J da.Rocha. Santos, que quer sor tudo, tal vez nao possa dizer. Deixem
*-o"M Luiz Charles. Theodoro Edlefsen, Antonio o anonymn, e com razao, com calma e sem paisao
ZaMenski podem discutir a minha vida publica c particular,
a
Pago da cmara municipal
labro de 1864.
Luiz Francisco de Barros
Presidente.
Francisco Canuto da Boaviagem
Secretario.
do Reeife 12 de ou-
Reg
declajugOes.
Ocoipo de policia compra 350 corados de
panno azul para fardaineulo : quem livor e quizer
fornecer. apresante amostra e sua proposta em
GOMFANHIA BRASILE IRA
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do nnrtr espera-
do al o dia 17 do con- ate .. va-
por Otoapctft, coiinn o lanti- An-
tonio Marcelino d-.- Peale* Bihai-
ro, o qual depois di eaaara do
cosime se^oira para os porkM do sul.
Desde j recebem-se passasoiroa > agaiftH e ^
carga que o vapor poder conduzir, a inal devera
ser embarcada no dia de sua rheiMiia : er.cjm
mendas e dinheiro a fretc at o dia da sabida s t
Antonio Luiz de Oliveir Azcvedo A C
Aracaly.
0 hiale Santa Rila sabe para
lar com Tasso Irmos.
i Araran : a trj-
arrancou-lhes as mumeoes e armas com que pre-
tendalo ensanguentar o triumpho que onteve o
grande partido liberal.
comercador rerntellio.
0 perfume io lieinisplierio occi-
dental.
Ayua florida ileMnrrav & Launun.
(EXTUMimO DO DAILK TV.MKS.)
A verdaileira prova da genuidade e pureza de
A razao finalmente, porque invadindo elle as
triucheiras de terror deque mu calculadamente se
rodeia o bem conheddo Joaquim Ribeiro, nao lem
querido sulfocar os reclamos de justiga e da lei,
nem reconhecar distincgoes e cathegorias que as- qualquer um porfume cxlrahid-j das llores consiste
sentem nos principios do justo o do honesto: e os ,-, u;i duradoura existencia quando exposto a in-
lem por este motivo, no tribunal da jiLstiga publica, (1 enca do ar. O aroma derivado de leos chimi-
nivelado aos criminosos de morte e i os de po- i tos desvanece em breve u deixa aps do si um
licia. idieiro por certo mui pouro agradavel, porm,
E'pois, por isso, que os dispeitados do Sobra), Uquolle que obtido mediante a destillacao de
mandan) catar documentos contra a honra e probi frescas e odorferas flores, se apura c aperfeica
dade daquellejuiz, e por seus doceis instrumentos (m|0 conUc.to do ar, e por cousegulnle asna dura-
d'aqui terem-no pelas costas, como covardes que c;"),-. (je. maior espago de lempo. Eis por isso que
sao. Nao por olcio de amisado ao Dr. Barbosa U agua l'lorula de Marran 3 Lnnmaa, formando
Lima que consignamos estas linhas ; por amor uina concentrada produego das mais raras flores
da verdade quedamos esta satisfagao ao publico, j oe sul, apanhadas durante ozanith de sua llores-
pois sabido que o Dr. Barbosa Lima tem nesta | cenca e maior fragrancia, nao s tossue a fres-
praga procuradores de crdito, encarregados da l-|(juido de um fresa,) ramalhele, mas lamben in-
quidacao dos sus negocios, e nomearemos quem jcslruclivel i; inestiuguivel, a nao sera excepgo
elles sejam ; sao os Srs. Leal Irmos e Antonio da Jvagem do leugo anteriormente humedecido na
Augusto Ferreira Lima, os quaes leetn sempre pro- [aesjna.
O hiale Dom
lar rom Tassn
lalla.
Irmatis sahe para a
Irmos.
Ka-..
4 lr,.-
A polaca Inspanhda Venlnrita, k un. r.i
classe, recebe frote parte da carg o*' ib' falu
para Barcelona : a tratar cien u eapMMju ra ik>
Trapiche n. 14, armazem
Para a Babia pretende sanir em Jhhkos nii*-
o velciro patacho I). I.w:, rapilu I i- Teixeira
de Atevedo, por ter parle da carga tratada : pava
o resto da carga que Ihe f.il a tratase roa m m
signatorios Pabneira A Beltrao, torgo do Cor]
Santo n. 4, primeiro andar.
curado desempenhar as suas commissoes sem are-
juizo dos credores, nem desar para o Dr. Bar-
bosa.
Beleva omfim notor, que essa grita que fioje le-
vaniam contra aquelie magistrado, filha do mais
incalculavel despeito e desapontamento ; e que
acustnmadosaimpunidade certos individuos vend-
se hoje perseguidos, por antro as apupadas da opi-
niao publica, e os applausos, que de toda parte cor
A' veuda em todas as boticas c lojas de perfuma-
ras
c
MMEBCIO.
Alfandega
, Rendimento do dia 1 a 13........ 402:,.t76So:4
rem a victorar a euergia daquelle juiz, recorrem a Wem do dia 14................. 33:570^779
este o outros meios.
arta fecba.la. na secretaria do dito corpo, as II j horas aKenda_ JH.J^9[?L2: '.' fwfPl0**
horas do dia 16 do corrate. 0 lente-secretario
Luiz Jeronymo Ignacio dos Santos.
CoiiM'llin ailinimstiativB.
O conselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra prensa comprar o seguate : j
Para o arsenal de guerra.
Fila de la para silbas, nejas........... 201
Sola branca garroteada, meios.......... 100
0.uem quizer vender laes arligos aprsente suas
propostas en caria fechada na secretaria do conse-
lho administrativo, s 10 horas da manhaa do da
21 do correle.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
(orneciment do arsenal de guerra, 14 de outubro
de 18ol.
Antonio Pedro de S Brrelo,
coronel-presidente.
Setiastiao A-Ionio do /lego Burros.
vogal secretario interino.
(ohsi-IIio adiuinisli-tivo.
O con>elho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes:
Para a companhia de cavalharia.
20 selbns.
4 enxadas.
6 paes de Ierro.
Para o arsenal de guerra
18 espadas do parnahibas.
Quem quizer v.nder laes artigos aprsente suas
nropostis eai carta fechada na secietana do conse-
Iho administrativo s 10 horas da manhaa do dia 19
do corrente.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 12 de outubro
de 1864.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Selmstiao Jos Basilio Pyrrho,
Vogal secret trio interino.
Sania Casa rta M >.erior LEILOES.
LEILO
lK.

Isto que dizemos, est na conscicncia do toda
provincia do C ara, que assislio a publicago que
no Cearense tez o Dr. Barbosa, de um sem numero
de documentos, cada qual mais honroso, prestados
pela gente boa e imparcial do Sobral, que concor-
reu a desaffronta-lo, quando em sua honotidade e
independen-ia de juiz, o potentado do Papuc, pre-
tendeu agredi-lo.
De abruma lrma, bao de os desmoralisados e
derrotados do Sobral dar desafogo aos seus senil-
mentes. Ma ausencia de oulro recurso, insultam-
no i;ela impn-nsa.
Felizmeiue, hoje em dia j se conbeee entre nos,
na arena das discussoes, a physionomia dos inimi-
gos covardes edespeilados e dos homens bons o im-
parciaes.
Nao bao de ser portento, a Conslilioeo jornal
do Cear, ful ha dos-delirios e -paixns de wn pu-
nhado deaveniureiros sem nomo e sem presilgic
verdaderos .-.iganos, neqi |Hih|icaces orno a que
trazo Diario de .|J'tu> 'eonseguirno albur os ere
ditos do l)r,'Barbosa, J houve quem com muin
propi#*de dissesse, que os homens a.quem a
Con>tituimo o seus filiados insull.im-so 04.010-
Inores, porque camnowa-Mai maiui ver em_ou-
trom aquillo que;laesi{aU;j, *iaMiiyisi;o o luorali-
dado.
Reeife, 13 de oulubro de 1864 T. .
496:3474333
?fovlmeato da alfandsa
Volumes entrados com fazendas...
c com gneros...
Volumes sabidos com fazeudas...
t com gneros- -
87
124
------311
159
2,678
2,837
Desca.rregam ao da lo de outubro.
Barca inglezaVision-^eneros de estiva.
Hiato portoguez. PtMammto diversos gneros.
Patacho despatillo! Viente vinho.
Paladn hamburguezJJun'u diversos gneros.
Escuna ingleza -Zumba dene.
liupor:jv-rio.
Vapor nacional Paran entrado do Rio deJane'-
ro. inaoifestou o soxujhe :
Mercaderas eslrangeu-;is.
,l.cUtite4ivru:i.|n!l:*'e-^,s a '(*'- Sogoeira de
Souza.
4-alzles cba|>os a .loai|iilni Alves.
1 dito ditos; a A. L. de Abren.
1 dito ditos, e dito, espadas e vestidos; a Joaquim
Jos da osla Mai::.
I caixinha diversas m rcadorias a J. B. de C e
Silva.
Unta casa terrea em ehans propri*.
IIOiK
Sal-bailo iS dn corn;iitc, s II horas d
inanhn no armazem da roa do Vigaru
numero lo.
O Ii Y MIMO
aulorisado por urna pessoa de criterio vender;- i-rn
leilaopublico urna casa terrea cuneada en rfces
i proorios, situada na ra da matriz da B<-4ita
n. 36 (lado da sombra) a quil tem de frem 2
I palmos, de fundo 70 palmos, 2 graroks sa!a- 4
quartos, cosiuha fra, quintal muratlo 1 caeintlia
i propria, tendo 2 ponas e I janella de frente e 2
O Illm. Sr. thesonrriro da Santa Casa de Miseri- grandes claros aonde se pode abrir aliun^s ja-
cordla do Reeife manda fazer publico que no dia aellas. Os pretendentes poitem examinar a r;*l. -
22 do corrente, pelas 9 horas da manhaa. 110 salan rida casa c para qualquer infurmaco emndam-
ela casa dos ex postos, far pagamento das niensali- se com o referido agente Olympio eai S8J qtuia-
dades vencidas do 1" de julho ao ultimo de setem- z..____________
bro (iroximo lindo as am is que se apresentarem
acompanhadas das enancas que Ihe esto cunliadas.
Secretaria da Sania Casa da Misericordia do
Reeife, 14 de oulubro de Ifi4.
O esenvao,
A. F. Cavalcanli Cousseiro.
Oorreio.
Pela adnii'ii-trar;ao do correo desta cidade se.
faz publico que as malas que tem de conduzir o
vapor nacional Paran para os portos de norte sa-
rao fechadas hoje fio) as 3 lloras da tarde : os se- O l< Ti I if P
guros at 2 horas, e os tornaos at o meio dia. competentemente aulo'risa.lo fara leilao de.ua -
v A repartirn das obras publicas compra : to na estrada do Rosariuh', con graiet- ra*a
4 travs de 70 palmos de comprimeuto e 10 sobre tendo a mesma 3.salas, I quartos. 2 sotius. c<.-i-
d2 -(Kdpgadas de grossuia. nha, terrado,estribara, carimba com boa a*aa A*
4,ditas de 40 palmos de coinprmonto e 10 .-obre beber e oulros muitos rammodos, len U. < ajli
W polegadas de grossura. 300 t>s de larangeiras. manyueiras. enjanr-iros. 2
As qualidades de inadeiras ageitaveis sarao : grandes haixas para capim. I meii asaa na < \
niassuanduba.rbarab, jrao d'arco, sicupira verda- tremado sitio qu>'serve de a.inisiie rende Ti
deira, aafnfaw de pilo, |io-ferro e pilia-marlim. m.-nsaes. Os pretendentes p.Mem bfsde ja
IB 11 %o
ti. 10-Ruad
IIO JE
s 11 horas.
jsarin>.
Mi
Reparlico das obras publicas 14 de oulubro d
1864.0 secretario interino,
Manoel Lmrencn de Maltes.
CORRHO G RAL !
Relafo das rartas sejuras viadas do sul pido,
vapor Paran para 9 scnlwrc- abaixo
dfrlarailos :
Aprigio Nunes Taveira.
Antonio Bezerra de Menezes.
Francisco Prisco di- Sonsa Paraizo.
Francisco Jos de Oliveir Anuda.
iir-se .10 referido agente Hhmpio rm seu ai
zem roa do Vigarm n. 10.
r ta-
d tota.
1 '. H-.
dh
,-i ia
berna na JTjBr-aaT33
O agente Pinto far:. leiao |M>r mandad'
Sr. Dr. juiz especial d c> inmcrcio de 4
ILEGVEL
MUTILADO
.- p

l

I


,

iUri 4c renuakaea ... abbado l de Outubro de I84.
SALSA PiRMUH DE AYEK.
Tiianscre vemos aqu alguns
dos amitos alleslailos que leinos
recetado das virtudes da salsa
parriUia do Dr. Ayer.
ltliesiiniitismo.
BE J0A0 JOS DOS SANTOS.
Ouro Pelo.
e gneros existentes na padaria e taberna no lu-
7 gar da Casa Forte, pertencentes a Antonio Bao, e
a este penhorados por execuyao de Hypolito Mar-
tins Gomes de Pinho.
O leilao ser elTectuado is II horas do da su-
pra dito na referida taberna na Gasa Forte, os
pretendentes podero desde i se entenderem cora
o mesmo agente.
LEILAO
DE
L'm elegante sobrado de 2 andares e soto:
SSL6 Chif pr0prf cem. T' nu de nesoao na fregona de Santo An- *?K fa8 vezeg (, vom|u annunciado
||(|J| /jT em Um J''nal d'eSta C(lade *l
awu^ i i a *' .... I Salsa parrilia de Dr. Ayer, re-
habbado i o do correle, as 11 horas solvi-me a comprar um frasco e fazer uso
N. 10Roa do VigarioN. 10 ; d'ella ; ean>es de concluir o primeiro fras-
OLYMPIO co, achei-me forte e sem sentir a mais leve
competentemente autorisado far leilao de um so dr nos joelhos ; a parte do corpo que CS-
brado de 2 andares e sotao edificado em chaos iava aff.1(.luia Veas* terrivftl pnrnmmnrln
proprios situado na ra Direita n. 9, com frente ailoCiaua U tase teiiiul encommoao
para a ra da Ponha, o qual rendo 1:3005 an- flue rouoou-me tantas nottes de somno.
nuaes. Ser elTectuado o leilao pelo referido agen- Eriipees, fooi'bnllias, piistulas,'
teOlympio em seu armazem ra do Vigario n^jO. ulceras, e todas as molestias
Importante leilao VS^ Ktmu IMn..|
~w .. DE i Roa de S.,Pedro.Rio de Janeiro.
o sotas de amareilo, 8 consolos com lampos de nlm mait fio drarc annrvs Hp urna
pedra, 2 ditos de Jacaranda, 30 cadeiras de ja-' sonra a mais c ous anno& de ama
caranda, 4 cadeiras de bracos, 4 ditas estufadas, erupcao syplnhlica em todo O corpo, mos-
84 moxos com palhinha, 21 bancos com palhi lrando-se sempre com mais violencia naca-.
mi
PBDIEIRA E ANTIGA CASA FELIZ.
Ra das Flores, os. i c 3 (junto igreja da Misericordia.)
Ao publico.
Os abaixo asignados declara ao respetiavel
publico e ao corno do romm-rri que compraran
a taberna do paleo da ribo ira de S. Joe n I per-
, ,-.- tencente ao Sr. Jos1 da Silva Sanios, e nao s* res-
Empreza dos trillo OrbaOOS 0 KeCfC ponsabilisa por debito algum depois deslrs ir-, aa-
Apiporos molida vapor. "^'' SE&SB
Tendo chegado da Europa as informacoes e dse- ------o.,j. -,. j-r--------------------tt.-------
I nhos que os concessionarios do privilegio manda- JZJF**?* de um. *> PVa ti
i ram vir pelo engenheiro que tem de execular a
obra, os concessionarios abaixo assignados resolve-
ram formar urna companhia com o capital de
Precisase de um
padaria : na ra o>treila do Rosario o. 5.
Desoja se fallar aos Srs. J.a juun Pontos Pe-
reira Lima e Antonio Joaquim Pereira da Silva a
PLAN
GRANDE LOTERh DE HESPAMA.
CUJA EXTRACgAO TERA' LUGAR NO DA 23 DE DEZEMBRO DE 18C.
PREMIOS
posteiros, galeras, columnas, assoalho da platea, do Dr. Ayer : comecei a fazer uso d'ella e
dito do palco com machinismo, bastidores, pan- nos primeiros lias a erupcao aegravou-se;'
nes, vistas, gabinetes, pannos de bocea, roupas vm,ndo fravo t
e outros muitos objectos de senario. ; V" dC,lai segunao irasco jj-
"a-feira 17 de OUtubro ma desapparecido completamente de
No he*. d-Apol.0. K?cT0Ciri Val* Ha,, !
SOR DE MEDICINA Y CML'IUI.Y, SUBDELEGADO
EM AMBAS AS FACULTADES DEL SESTO DIS-
tricto Habana,
Certifico que be usado 14 Zarza parril-
la del Dr. Ayer, y com depurativo he ob-
tenido de ella los mas felices resultados en
los casos de ulcera crnica, como asi mismo
Segund?
O agente Pinto autorisado pelos proprletarios
da casa denominada Theatro d'Apollo, far leilao
de todos os objectos cima indicados pertencentes
ao mesmo theatro, as 10 horas do dia cima dito,
no reftrido theatro.
Cn
DE
1 de ..
i de .....................................
1 de.....................................
2 de 20.000 pesos fortes.....................
8 de 10.000 ditos.........................
lo de 5.000 ditos............................
30 de 2.000 ditos...........................
106 de 1.000 ditos............................
2.100 de 500 ditos.......,t,.................
99 aproximacoes de 400 pesos cada urna, para
os 99 nmeros restantes da centena que oble-
nha o premio de 300.000...................
99 ditas de 300 ditos para os 99 nmeros res-
tantes da centena que ootenha o premio
de 100.000.........................V.....
99 ditas de 200 ditos para os 99 nmeros res-
tantes da centena que ohtenha o premio
de 30.000................................
2.999 reintegros de 100 pesos para os 2.999 numero?
cuja terminacao seja igual do que obtenha o
premio de 300.000........................
5.360 premios em 30.000 bilhetes.
PESOS FORTES
300:000
400:000
."0:tK)0
40:000
80:000
75:000
60:000
106:000
1.050:000
39:600
29:760
19:800
299:900
2.250:060
MOEDA PORTCGl'EZA
ou Rs.
270:0O05'KMI
90.0005000
48:0001008
36:0901000
72:000,3110(1
67:5000(I
34:0005000
95:4005000
945:0005000
33:6405000
26.7305000
17:8205000
269:91050000
300:0005000 em arcoes de 305000, com as ccndi- j neg.cio de km MtrMi : na roa da Croz n.
coes que sero apresentadas aos que qulzerem lo- 37'. primeiro andar, uu alguem que delte* liver no-
mar acedes. t'C'a. o obsequio de as dar no lugar cima ia*-
As pessoas que quizerem ser accionistas desla cado.___________________
mporlante empreza, podem dirigir-se qual.juerj Joaquim Jos Ho.lri^.es ,Ja .:Unha, HB
prximo Da-
dos abaixo assignados, ou aos correctores Vascon- \ p0rtagu, relira'-se para Lisboa no
cellos, Mamede, Ouimaraes, Gatis, Doubourcj, Ma- wg Mmalnu
cedo, Seve, etc. itti-imi n M
Barao do Unamente., ***** WMWBr*****
Jos Bernardo G. AlcoforaJo. M tsrrelorie daiairi.
a. Luiz dos Santos. oeao>0|?acia
Os abaixo assignados havendo contratado com o jj
governo provincial a collocacao de trilhjs urbanos &
da cidade do Recife at Apipucos, e tendo obtido.. -
as informacoes que eram indispensaveis para a I
O hacharel Francisco Corden da Ro-
cha Campello. b-m aberto o *eu escripto-
torio de advogado na ra do Imperador
n. 42, primeiro andar, onde p<>de ser pro-
curado para o exercicio de
em todos os dias otis das 9 boiras da
manhaa s 4 da tarde, e em circumsun-
cias urgentes na casa de soa residencia
ra da Aurora n. 62, prirm-iro andar.
2.030:0005000
lina mobilia de Jacaranda com um sof, 1 mesa I ensayado las Pildoras catrticas del mismo I
s^^xw.aeo'a s?t It" -,as cri(kr?como um pir8anlf'
guarnicao, 1 mobilia de amareilo com 1 sof, cuva acci0n ademas (le ser segura, ha Sido
muy eficaz en el Iratamonto de las enfermi-
dades que exsigeu el uso de los purgantes,
1 mesa redonda, 2 consolos, 2 cadeiras de bra-
cos, 12 ditas de guarnico, 1 candelabro, 2 nares
de jarros dourados, 4 quadros, 1 espelho, 1 ta-
pete, 1 caixa de msica, 1 excedente mesa para
advogado, 1 cama franceza de Jacaranda, 1 com
moda de mogno 1 lavatorio com pedra e espe-
lho, 1 sof e 6 cadeiras de amareilo, 1 mesa de
jantar, 1 banca com gaveta, 1 dita de cosinha, 1
cama de ferro e 2 veneziana?.
Segunda-feira 17 de oilobro
O agente Pinto far leilao por conta de urna
pessoa movis cima menciona los existentes no salo do
theatro d'Apollo, aondo haver leilao de todos os
perlences do mesmo theatro.
Principiar as 10 horas.
y no vacilo en recomendar estas preparacio-
nes. Y para los fines que puedan convenir
doy la presente en Regla a 7 de Setiembre
de 1800.
Don. Jos V. Herrera.
Escrfula.
ATTESTADO DO ILLM. Sr. FRANCISCO FeRRAZ
dos Santos.Ouro Prto.
PRESOS EM MOEDAVEORTE.
Bilhetes inteiros....... a 1085000 II Quintos de bilhetes....... a 215600
Meios bilhetes......... a 545000 || Oecimos................ a 105800
jos ignacioTerreira roriz,
COM LOJA DE CAMBIO E BILHETES DE LOTERAS.
A/jiancado no governo civil do Porto, em conformidade do edital
de 28 dejunho de I8C0.
Satisfaz com promplidao todas as encommendas que Ihe sejam feitas, mesmo em
grande quantidade e pelos precos cima indicados, vindo acompanhadas do seu importe; e
uo fim da exlracco remette a lista dos premios.
Para informacoes, e pedidos no escriptorio da ra da Cruz, n. 19.
>3*
LElLiO
PR EJDIOS
O agente Almeida competentemente autorisado
(ara leilao de 4 casas terreas una na ra do Rosa-
rio n. 13 cora duas portas de frente e urna no oi-
tao, 2 sala?, 3 quartos, cosinha fra, quintal e ca-
cimba: oulra na ra dos Prazeres n. 3 com porta
e janella, 2 salas, 2 quartos, cosinha fora, quintal
e cacimba; duas na ruado Cotovello ns. 37 e 91,
com porta e janella, 2 salas, 2 quartos, cosinha
fra, quintal e cacimba tendo a de n. 91 soto com
salae um quarto, todas na fregueziada Boa-Vista.,
Sefuuda-feira n jiojiw'f:,^.'"
Em seoe^&rfrflErd* Cadea do Recife n. I
gi.P'.'.'^iro andar, s 11 horas.______________
LESIEj.fcd
DE
2excedentes escravos de 18 e 19 an-
II1W, I o i* 1. .i jCUf-3 < >- ai llil il I I lid': ('>
orotrUs pan fialqoer servico.
Terca-feira 18 do corrente.
Cordciro Wiines
autorisaoWpor nina pessoa de .sua arnisade vende-
r em leilao para pagamento os escravos acuna.
O leilao ser elTectuado s 11 horas em frente do
armaitem dos Srs. Palmeira & Beltrao.
.Na iiiesma ocrasian se vender outros escravos
pelo maior preco ao correr do inartello.
Aluga-se urna casa em Beberibe : a tratar
Para passar a esta.
Me aclto ha quasi dous anuos affectado
| r* t i ---- mupa-oo una < ii.-a oiii ucuruuc .1 1
de escrfulas, e tendo soflido tanto que al- com J. I. M. Reg, na ra do Trapiche n. 34.
gumas vezes quasi Hue diego a desanimar, Precisa-se de urna ama de leite moca e sa
da vida e maldizer da minlia infeliz sorte; dia: na ra estrena do Rosario n. 32, primeiro
tenho sido tratado por muitos mdicos d'es- andar
ta cidade, e ncnlium pode vencer a tenaci-;
dado de minha molesiia, eslava sem espe-l
raneas de rccnhnr 1 minha bmuIa nnindn' AluRa-se a casa na povaacao do Monteiro ra do
I raneas ut itcorai a miniia Sdude quando Xist0> caada e intada co commod05 para gran.
ltimamente resolv fazer uso da Salsa par- de familia : quem a quizer dirjase a ra do
rilha do Dr. Ayer. Cotnpletam-se lioje Crespa loja de Andrade S Reg.
trinla c sote diasque comecei com esie. Agencia de passapnrte.
sant.; remedio, e tantas melhoras tenho, ciaudino do Reg Limaf despachante de passa-
senttdo que tenho conviccao de em breve porte, tira-os para dentro e fra do imperio por
recobrar a minha saude, .perdida lia tanto commodo preco e presteza : na ruada Praia n.
lempo. P''llle'10 andar.
Nyphilis c !U.s;vs!i:j5* ilCKiracs.

1/ ^'f"Ji^/*-"-/
*r&
DE
l'-iiitii-leriiniMih de caf e bilhar da
ra Nova 11 (>7, cm seos peiiences
Quaria-feira l) de outubro. .
agente Pinto far leilao precedida a compe-
tente autorisaco do estabelecimento de caf e
bilhar da ra Nova n. 67, o qual se torna recom-
mendado por ser mu frequenlado e acreditado na
venda de bilhetes de lotera- ; s II horas do dia
acuna dito no referido estabelefimsnto.
LEILAO
DE
9 celosos, S floto*, i ciu com
termnenlas e nnr-t concertina
Quarta-feira 19 de oulubro
ra Nova n. 67 casa de bilhar e caf.
AVISOS DIVERSOS.
Aos Hl:11(MiSOllII.
Sabbado22 do corrente mez, se extrahi-
r a ipiarla parte da terceira lotera (112a)
a benelicio da Santa Casa da Misericardia,
no consistorio da igreja de Nossa Senhora
do Rosario da freguezia de Santo Antonio.
Os bilhetes, meios e quartos acham-se
venda na respectiva thesooraria ra do
Crespo n. 15.
Os premios de IO:000,*000 at 20J000
serlo pagos urna hora depois da extraccac
at s 4 horas da tarde, e os outros no dis
segainte depois da distribuido das listas.
Servindo de thesoureiro,
_____________Jos Rodrigues de Soaza.
O secretario da irraandade de N. S.
do Terco convida a todos os irmos para se
reunirem em nv.-ii geral no domingo 16 do
correte, pelas 11 horas da manha, para
si- eleg'Tem os boros funecionarios que
tem d reger a irmandade no futuro anuo
de 1865.
Uo t.i.M. Sn. Dr. Jackson.
JJeJiti) muito cotilleado as provincias do
sul do Brasil.
Tenho receilado a Salsa panilha do
Dr. Ai/or nnu coouo mo ;r-oorJoo .1^
Syphilts constitucional e sempre com os
mais folizes resultados : o melhor alleran-
Caroline Dugdale, subdita de S. M. Britanni-
ca, relira-se para fra da provincia.
4*8
CLIK PKHI\\HBUC\>iO
A reoniSo familiar do corrente mez lera
lugar na noile do dia 19.
Club Pernambucano, 10 de outubro de
1864. O emprezario,
_________________P. J. Laymc.
Aluga-se o sitio que foi do finado Domingos
A. Gomes Guimaraes, no Caldeireiro, confronto ao
do Sr. Dr. Jos Bernardo Galvao Alcoforado : a
tratar com T. de Aquino Fonseca Jnior, ra do
Vigario n. 23, primeiro andar.
Roga se encarecidamente ao Illm. Sr. Dr. A.
B. S., presentemente morador na villa do Pilar da
Paraiiba do Norte, o especial favor de mandar
quanto antes salisfazer na cidade de Sonza da mes-
ma provincia pessoa a quem S. S. nao ignora, a
importancia de 1655 proveniente de um cavallo de
.sella que S. S. comprou para sua viagem, do eon-
Na livraria ..0-6-8 da wm-z Me
, "* ir ijciio ijuc o. *J. wwiiijiuu puia.-uii m-' m. mi luir
pendencia existe urna carta de importancia^rario passar pelo dissabor de ver seu nome pa-
para o Sr. Antonio Fernandos Corredor.
ra casa de pouca familia : na ra de S. Francitco
casa n. '6.
te que conlieco.
^ciivo^i-uea e flores brancas.
Os credores da massa fallida de Jos Mar-
ques dos Santo.- Aguiar Si C. queiram apresentar
seus ttulos na ra da Cadeia n. 4, para se dar
Temos cartas em que nos contam casos cumplimento respectiva concordata,
inveterados (me foram radicalmente curados M Os credores da sobredita massa assm como os
c,\m mn mi rfmie tr.it-ns rt'flaia comuna ou dous ItdSCos a esta Misa par- ua|menti: m.-iiular solver seus dbitos na sobre-
riWfl. dita casa da ra da Cadeia n. 4, onde encontrarao
O esnaco nao nos permitte transcrever os respectivos ttulos.__________________
lodos OS ailestadOS que pnssuimos das Vr- Precisase alugar um moleque para criado
titiles deste extra to composto de Salsa de urna casa de bilhar : na ra arga do Rosario
parrilha do Dr Ayer. Hasta declarar ao a-3. Primeiro aildar- ____________,_
publico que tem sido emiuegado ha mais Urna pessoa asss conheeida nesta cidade e
le vinto limos ncli nrofiss., medica tanto ***** habiliwda, e com bastante pratica de procu-
ue vitiic .nios peta pruubsao mcuua wuiu rador exu-ajudic;,^ se pr0poe a sabir nestes tres
das Amcricas como da Luropa, sem nunca dias qara as fregliezias da Escada, Sennliaem, Rio
desmentir a sua alta reputaefio. Farinoso e Agua Preta, para cobranzas, qur am-
____ gavel qur judicial, tudo eom muila presteza e in-
Pari i cura radical do pscrofiilas p sIYomiPS telligencia, e da fiador daquillo que se lhe confiar ;
lata a cmaiaututi i eescroiuias e aueccws a ,ralar na riia do QUejmado, primeiro andar do
eSCTOfulOS, syphlllS e molestias sypht- sobrado n. 12, somente nestes tres dias.
liticas, ulceras, fertdas, chagas,
cruptoes cutneas e todo e
qualquer incommodo que
provm d'um estado
impuro de sangue,
TOMKM A
SALS.I I' A ItIS 1III 1 DE W'K II.
I lirado por extenso nesto jornal, o as parliculari-
railis nun ae.ijnuanliai'ain este nesro--1-;----------1----
Na ra do Trapiche n. 11, acdaxem, precisa-
se '!' um caixeiro dos ltimos chegados.
l O Iiesoureiro do altar dos Pre-
sos da vPfitFav.ej ordem terceira do
Carino, participa aos-devotos do
mesmo aliar que no dia 16 do cor-
rente mez principiar o setenario
do mesmo Senhor.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e lavar
na ra Nova n. lo, primeiro andar.
Alugim-se duas casas a maritem do Capiha-
ribe no lugar da Torre, sendo inieuumeni fres-
cas e com famosa agua para beber-se : a tratar na
ra da Roda n. 18.
a riu
loja do
execuco da empieza, teem resolvido formar urna
companhia anonyma ara a sua realisacao, e com
as seguintes bases :
Artigo l. O capital da companhia ser de tre-
zentos contos de ris, divididos em accoes de 'iOi,
realisayeis em prestacoes, sendo 2o por cento logo
que estiver formada a companhia, e o restante nos
prazos indicados pelos emprezarios, precedendo
aviso de 30 dias.
Peder, porm, este capital ser elevado ris
400:0004000, se para o futuro quizer a companhia
fazer prolongamento ou ramal. pliarmaceutico Antonio Laiz da Cosa. A
Art. i." Os emprezarios se obrigam a fazer as '*''! de Janeiro, desejasab/r notteijs de sejs ll.bo>
obras que forem precisas para a collucacao dos tri- Luiz e Carlos, para mini-ii.ir Ihes recurs.j< ptca-
Ihos, inclusive as dosapropriacoes, ponte de ferro, niarios e scientifica-los da sua boa soccesso dos
que tem de ser collocada no rio Capibaribe, duas encommodos porque tem passado na ra da
estacSes para recolhimento do trem rodante, e dos Queimado n. oi.se informara. _______
objectos da companhia, que .-erfio com a simplici- Aluga-se o quarui S da casa siu
dae possivel, tendo-se somente era vista as ac- Nova n. 21: a tratar na me-ma ra n 8
commodacoes e seguranca, sendo urna no ban ro de cha.
Santo Antonio, e outra as proximidades da exlre-
midade da linha ; a fornecer 10 carros para pas-
sageiros e 2 para carga, e 3 locomotivas, e tudoisto
nos prazes estipulado- no contrato.
Art. 3. Concluidas as obras serio os trilitos eom
os objectos cima indicados entregues companhia,
que desde logo entrar na posse e admini.-lraco
da empreza, e gozar dos privilegios, isencoes e
vanlagens que foram concedidas aos empizanos,
salvas as disposicoes aqui declarada*, sem que de
parte parte possa dar-se reclamaco, ou possam
os emprezarios exigir mais do que a referida quan
lia de trezentos contos.
Art. 4." Os emprezarios se obrigam solidaria-
mente ao cumpriraento do que tica declarado, do
que se lavrar auto aulhentico.
Art. o. Pela assignatura se obrigam os accionis-
tas ao que fica declarado e ao papamenlo das pres-
tacoes nos lempos que forem declarados. No case,
porm, de nao pagamento de qualquer das pres'a-
goes em dito lempo, perder o accionista o direilo
das prestacoes ou entradas que houver feito, e
quando nao realise a primeira, poder ser coagi lo
judicialmente ao pagamento da lotalidade da
accao.
Art. 6." Nao ser permiltida a transferencia de
accoes, ou dos recibos provisorios, antes de esta-
TINTURARA.
Tinge-se com perfeico para qualquer
cor, e o mais barato possivel: Da ra do
Rangel n. 38. segundo aBdar.
GOMPIiS.
Compra-se ouro c prata em obras velha-t
daga-se bem: na loja du bilhetes da orara i Indo
pendencia n. 22.
Compra-se efectivamente
ouro e prata em obras velhas pagando-se bem :
na ra larga do Rosario n. 24, loja de oorives
Na praca da Independencia, loja de nurives
n. 33, compram-se obras de ooro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
coniraenda, e todo e qualquer concert.
CiMIPIU-SE
urna negra de bonita lisura, que Mtta la* en
^ominar e coser bem, e ruja idade aio nAi i
rem inlegralmentu pagas, salva a responsabiliilade 'lo anuos,'agradando paga-a In-rn : a tratar n-1 --
do accionista, tni conseniimenio dos emprezarios. criptorio do. Manuel Ignacio de Olivcira A '"w.
Art. 7." Logo que estiverem tomadas as accoes largo do C >rpo Santo n. II). _____
serao os estatutos subiiiettidos approvaeo'dos
accionistas para que seja logo encorporada a cora-.
panhia, sem que todava por este facto tenha ella
qualquer ingerencia na facturadas obras, chamada ,.0i,r0 Vt>u,0 nnr m.,j.. ,,...., i"o que ni -n-
c rccebimeiilo das prestacoes. mr/.-m di hola
Art. 8. Aos emprezarios se reserva o direilo de qualquer parte : no m ";! '",.
receber da thesouraria provincial a quantia do de- amarella no oiliioda soreiana u^ pon-n.
zoilo contos de ris, que Ihes tem de ser papa em Comiira-se urna -rroca para bo. osada :
quatro prestacoes, para indemnisaoao A
ment que teem de fazer para de
gundo o que est estipulado no
Art. 9." Os emprezarios tomam
risco cera contos de ris em accoes, sera un
delles director nato em quanlo forera accionistas,
e terao passagem gratuita era qualquer dos carros
da companhia.
Ait. 10. Pica entendido que asdespezas atago- di d. 71, junto ao
ra feitas. e as que se hoiiverein de iazer para en- mino
ronta dos T'prozarTsVpor'modb' q'ue'* crrirVa^ifta *"
entre no gozo e posse da empreza para ser expo- RENDAS
rarta por sua conta e vantagem, medante o capital ______________________________ *
declarado.
COMPRA SP
m de ser papa em Coronra-se urna -arroca para b.i. usada :
isacao do ad.anta- narua Qova (| SaQU, lUla, ,o. r.beira do ama
m por sua conta e teja em hura ciado : quem liver para vender, an-
uuneio para ser procurado._________________
Casa torrea
Compra-se nn errea : na ra la cjororr
sobrado do Si. Mi noel Fir-
(.
ao alcance, de lodos, e nao dse-
jam os em|)rezarios fazer nutrir esperanzas que
pareenm exageradas, posto que eleetivanuiile o
nao-sejam.
Bardo ilo Ltcranunlo.
Jos Bernarda Gatrao Alcoforado.
Antonio Luiz ds Suatos.
Art. II. Nao se faz o calculo dos lucros prova- Vende-cama vaera de prinuir.i bama m
veis e das vanlagens da companhia, porque esta da de 3 i (tarrajas de leita, por ppaaa aaaaaaajR
apreciaco est ao alcance, debidos, e nao dse- Iralar na ribeir.t do peixe n. II.
ajgyraia
e!>.
Una mulher de maior idade se offen.ee para
ama de casa de hemem solleiro ou de pouca fami-
lia : na ra dasTrincheiras n. 32.___________^^
Na ra do Arago, casa n. 3, cozinha-se e
engomma-se para fora com perteicao e por preco
commodo. _____________________________
Aluga-se una casa terrea, sita na ra do
A' Vftnr i rna liiftit ns 12 e 76- Monde n-12> com ^ commodos para pequea
. '. '. '' familia : quem pretender dinja-se a ra da Man- pera l)o fPS,ivo A |6 de
gueira n. 20, que achara cora quera tratar._______ occasio una banda de r
O Sr. Alexandrino Ayres da Paixao llerenguer
morador na povoacao da Boa-Viagem, queira diri-
gir-se cidade de'Olinda, negocio que nao ig-
nora._________________________________________
Precisa-se de una ama para cozinhar e en-
gommar, para casa de pouca familia : na ra de
Apollo n. 30, primeiro andar___________________
Joo da Silva Bonifacio, subdito portuguez,
retira-se para o Rio de Janeiro.
Programla da Testadog'orinso Patriar-
cha S. Francisco de Assis da igreja de
S. Jos de Hilia-ni'i-.
Sabbado lo de outubro s 12 horas da manhaa,
diversas girndolas de foguctes annunciaro a ves-!
outubro, tocando nesta
msica marcial : na ma-
Ainda est para alugar-se a
terrea n. 39 rua da Unio.
boa
rua da Quitanda n. o I ; praca da Consli
tUicSOj n. :10 e Hospicio, n. 40. E as ~D-se atea quantia de TtjOOiSTpremio sobre; drogada de domingo ter lugar urna missa, tocan
ptincipaes phaimacias C drogaras do im- hypolhecaem bens de raz : na rua estrella do do a mesma banda marcial, s II horas destedia
qeno. Rosario n. 10, loja, se dir quem d. principiar a fesla, sendo a orchestra carmelitana,
Vende-se em Pernambuco:
aa pharmacla fraaceza de
P. MAURER & C.
RUA NOVA N. 18.
Offerece-se para caixeiro de taberna um ra-
paz portuguez, o qual tem malla o tica e toma
por balance, du que d llador a sua conducta : na
rua da Palma n. 41, taberna.
Precisa-se de una casa com pronon-oes de-
centes para habitaeao de pequea familia ; prefe-
re-se no bairro da Boa-Vista uo immediacoes; nao
se duvida pagar bem : a tratar na rua do Viga-
rio n. 9, primeiro andar.
i DENTISTA DE PARS |
19Rua Nova-19
Frederieo Gautier, cirurgiao dentista, "
faz todas as operayoes de sua arte, e col- |
loca dentes artificiaes, tudo com superio- fi
ridade e perfeico, que as pessoas enten- flK
didas lhe reconnecem. ^|
Tem agua e pos dentiflcio.
Ceboliis a 1/j o cento
As melbores que lem vind a aaN
vende-se na rua da Madre de Dan ns
Oh que teclalacha !
Chitas francesas escuras a 300 rs. o raudo : aa
loja do Pinto & Heros na rua da Cadeia de l( rife
caM n. '*7, esquina que volia para a Madre de IVo~
Potassa da itussl;i.
___ da mais superior desembarrada bonleni : vende-
se no escriptorio do Manoel Ignacio de Oliven a A
Fillio, largo do Corpo Santo n. 19.
Attencao.
O abaixo assignado participa ao rcspeitavel pu
A lina tm k de lem h an cas
LUSO BRASILEIRO
l'Alti IMS
POR < N I II lio
Aeabam de ches;ar estes ja lia cooheeidos al-
maiuiks e vende-se na livraria econmica ao p
do ano de Santo Antonio, vende-se tambem aaj>
leieoes completas dos mesmos almanaks aaj |.J
voluraes.
Ven lem-se laboas que servirara era rajaea
ou depsitos de armazem de assucar, c alguns en-
charas, por preeo barato : na rua de Apullo nu-
mero 20.
Vende-se urna carroea com um aacaMnaj
boi novo e gordo, Indo por commodo proco : na
rua do Destino n. 18, casa lerrea ta p da aberua
do Sr. Lino.
r o Te-Deum, orando o Bvm. padre Manoel Anto-
nio de Mello e Allmquerque. Os mesmos devotos
pedem aos moradores que illuminem as frentes de
li\fl'ili t> i Un I ti ti '' buco, e a quera mais possa interessar, que o seu suas casas as noules de lo e 16 para maior bri- se da e|eteao que tem de reger o anuo de 18<
CU W O I UyUlU enlea-d0 e mf> Jo' pereira Baaloa io mais Ihantisrao da mesma festividade._____________ ; 186o.-Franceliiio Lleuteno Herrerra chaves.
De novo sao convidados os irmaos da irman-
dade da Senhora Sanl'Anna, eracta na igreja da
Sania Cruz, para comparecerem domingo 16 do __ fcsillOlfJrM P ftlllilciros 3 ii7fil
crrente mez, as 9 horas da manha, para tratar- P'1 "iilll'tliO! t niiiiieiro a 1J/OU
18I4
genre.
Fugio no da 7 do corrente o preto Amancio, de seu procurador, por llie haver cessado os poderes precisa-se de um caixeiro no bilhar dos Ar-
Prec^a-se de una ama que saiba engoramar nao se responsabilisa por nenhum negocio ou trato
para casa de duas pessoas : na rua do Hospicio que aquelie seu ex-proeurador tenha elTectuado.
numero 44. I Agua-Preta, engenho S. Joao do Pogo, Io de ou-
- Aluga-se o sitio das Mangaboiras, na cidade u ro SebatiSo da Cunha Accioli Lins.
na ruado
Precisa-se de urna ama para o servico ds
urna casa de familia : a rua da Imporairiz o. 46.
Precisa-se de urna ama para casa de familia:
trata-se na rua das Cinco Ponas n. 146, padaria.
Quera precisar de 3005 a juro*, trate na tra-
vessa do Canto n. 1, onde tambem se vende urna
escrava de idade 18 annos, que perfeilamente en-
gomma e coso, c sera vicios.
Offerece se urna mulher par ongomnjar com
Mrttffc0 1uem pr*?tend--r, dirija-te rua de S.
Francisco t* a0 PJ,to da 0,',Jem terceira & *
Francisco.
Precisa-so de 200 iqroa por 30 das, dan.
de Olinda, na rua do Hora Successo, com bastantes---------.
atvores de fructo, e urna Iwa cacimba de agua para I Precisa-se de urna ama de lene
beber, com urna grande ea.-a de sobrado : a ira-, Livraraento n. 20, segundo andar. ,______________
tar na rua Direita desla cidade do Recife n. 69, e; o" abaixo assignado previne (telo preseule ao
na cilade de O inda a tratar com os Srs. Luiz Jos publico que perdeu o meio bilhete que mandou vir
Pinto da Coala, ou Jo< N imw de Panto.__________ d0 r0) da quarta lotera n. 4078, qoe j corren na
Aluga-se a casa da rua do M iiideo n. 12, corte.devendo vir noticiada extracfa della pelo
propna cara familia: qaom pieiender, dirija-se primeiro vapor, e assim tambem previne ao Illm.
rua da Manguen > n. O, para tratar. Sr. thesoureiro da mesma lotera para que nao
------:------:-------------.-------;-------rr---------f pague o referido bilhete caso saia premiado.
Arrenda-se um s.uo no lu^r do Parna.n.i- Jos MarianB0 de A|buquerque.
nm, com bos casa e bous commodos para familia, |-------------------------------------------------j2-------------
terreno to io cercado com ps de fructeiras de di- Anda esta para alugar-se o sobrado amarel-
versas qualidade-, capoeira, e urna haixa para ca-,lo da Poote de Uchoa : a tratar no largo do Pa-
lim, arrendase por anuoou por fesla : quera pre- raizo n. 16.
tender, dinja-se ao Paweio Publico, loja n. 7, que ~ Noeneenho Goiabeira, junto E povoacao de
achara cora quera tratar.______________________Sanl0 Amar0 de jatxnto, precisa-so de um feitor
Precisa-e de dous amassaaores de masseira de campo, que tenha 'pouca familia: a fallar no
que enleadam perfeilamente do fabrico de pao e dito engenho em qnalquer dia, ou na rua da Im-
Macha : na rua larga do Rosario n. 16, padaria. peratnz n. 22, segundo andar, aes domingos.
E Engomma-se e tambem se lava por preco com-
do-se ouro e prata por garans.';1
do Amorim n. 36.
a tratar na rua
i; iiicvi:! i;
mmmi he lmilk. em ikh-
\ \ BUCO.
Era consequeneia de ir-se proceder o balando na
bibhothoca, sBJaajitaiiaa aos >enhore< associados
que dosde 19 27 do orrente estara o expediente
fachado.
Secretoria do Gabinete Portuguez de Leitura em
Pernambuco 6 de outubro de 1864.
F. de Araujo (iuiniares,
l. secretario.
modo : na rua dos Pires n. 47.
Kyvi/'-W& W TAS $ =36
Haver sltete todos os dias, das 6 horas em
dtante, advertindo que o mais asseiado e bem fei-
|o possivel r no bem conherido caf dos Arcos.
Preclsa-ie dq
Palma n. 94.
Criado.
____I Precisase de um eviado de meia idade para
ima ama de ieilft na rua da pouca familia : a tratar na rua do Crespo d. 8,
i canto da do Imperador
da casa da rua ulh-
Xa rua da Cadeia do Recife n. 33, primeiro
andar, tera urna carta para o Sr. Antonio Manoel
da Coneeico. ___________________________
v
Aluga-se un sitio no lugar dos Remedios n.
3, defronte da igreja, com grande casa e cochaira:
a tratar na rua da Cadeia a. 4, armazem.________
Alugam-se baratas unas mei-aguas na en-
trada dos portos (travessa das Barreiras) bairro
da Boa-Vista : a tratar na rua iu Cotovello n. 23.
lOtTl FOKTIM.
aos 10:000.000
Bilhete garantidos
A' rua do Crespo n. 23 e casas do costume
O abaixo assignado vendeu nos seus muito feli-
zes bilhetes garantidos da lotera que se acabou
de extrahir a benelicio da matriz de Caruar, os
seguintes premios:
N. 174 tres quartos com 6.000*000
N. 1372 nm inter com 6O0.JOO0
E outras mu i tas de 2004, 1005, O* e 125.
Os possuidore> podem vir receber sem os des-
con.os das leis na Casa da Fortuna rua do Cres-
po n. 23.
Acham-se venda os da quarta parte da ter-
ceira lotera a beneficio da Santa Casa da Miseri-
cordia, que se extrahir no dia 22 de outubro.
Preeos.
Bilhetes inteiros..... 12*000
Meios......... 65 Quartos........ 35000
Para as pessoas que comprare
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 11*006
Meios......... ftf
Quartos......, 25750
Manoel Marttns Ftuza
Aluga-se a casa n. 40 da ruadas Trinchet-
ras!; na rua da Aurora n. 36.
Precisa-se de dous liomens que emendara do;
servico de copeiro : na rua da Aurora n. 32.
Vi'11 ilc se coi loes va /.ios proirits
ra iialinji'iros e funileiros
rada ntu ; nesta tviiographia,
Uilbo a Um.
vendem-se na rua da Madre de Dos ns. 5 e 9,
saceos grandes cora milho novo.
1 vallo.
Vende-re nm cavallo bom andador de baixo
meo : na rua Nova 11. 13, primeiro andar.
PHAROL DO COMIVItRCIO Superior cal de Lisboa.
MODERNO ARMA/.EM DE MOLHADOS.
73-Rua ilo Rangel73
Castro Lima
Acha-se aberto concurrencia do publico desla
heroica provincia um esp.ie.oso armazem de mn-
Ihados, sob a deiiominace. dePharol do Coin-
mercio.Pharol, esta palavra, segundo alguns ely-
molngistis, vem do cltico phoren, navegar, e se-
gundo outros, de Pliares, nomo da ilha, na qual
foi construido o mais notavel pharol da antigui
dade. .
O pharol um signal nocturno destinado a ad-
vertir ao navegante a approximaco do porto. Se
pois o pharol atTasta os nautas dos escolos e os
condnz porto seguro, este estabelecimento pode-
r advertir os incautos das garras dos abulres que
com pomposas taboletas eslo ahi abertos a qual-
quer canto.
Oque os proprielarios do Pharol desejam indi-
car todas as jiessoas que os honrar cora suas vi-
sitas a este estabelecimento, que em nenhuma
outra qualquer parte encontrarao melbores e lo
baratos gneros tendentes a molhados.
Cheguem, pois, os freguezes, ao pharol, que a
radiante luz da verdade os esclarecer.__
' Arrenda-se urna casa terrea com sitio, sita
na rua das Barreiras n. I, tem commodos para
grande familia, o sitio bem plantado de arvoredos,
tanque & iberio para banho, bomba de Japy, es-
tribara etc., e muito perto da piaca, proprio para
quem deseja estar em sitio perto da praca no lem-
po calmoso, qualquer estrangero ou nacional qoe
tenha goslo o pretenda : a tratar na mesma casa
cima com seu pr iprietario.
Sende-se superior cal de Lisboa a mais nova >ioe
ha no mercado tanto em pon-So como a retalho,
por barato preco aliancando-se aos compradores a
superior qnalidde : a tratar as seguintes roas
Crespo n. 7, Impera lor n. 28, Forle do Mallo
mazem do Sr. Villa defronle do trapicho do
godao._________________________________________
Vende-se urna fabrica de velas pelo preco
mais razoavel que possivel : as Cinco Pootas a.
146, padari.i._________________________________________
Vende-se urna eserava de idade 18 amtos.
sem vicios, engomma, cose perfeitarneotc e tam-
bera cozinlia, tres escravos para tolo o servico.
sendo um insigne marcraeiro : na travesea 'do
Ganso n. l.
.4 ttencao
Vende-se urna casa na Estrada Nota, propria
para morada e para negocio, tem commodos para
familia, e terreno para plantas : a tratar na roa do
Cotovello n. 1, taberna.__________________________
Cera de carnauba
de boa qualidade vende-se no armazem da roa da
Cruz n 33, aonde .-e compra com mdico descon-
t cdulas das caitas Olaos do oulras proviacias
e do Banco do Brasil.
M 'binas c prensas para al*dn.
( hegaram agora da America asTrrdadeiras ma-
chinas de diversos lmannos para de-carnear al-
godn e prensas do inelbor ystema para enfardar
o mesmo : a ver e ttalar na travessa do Carioca
n. 2.
\
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO




-
Mario de I'eruambuco ^abbado t de Oulubro de 1S4.
RIVAL SEM SEGUNDO L0J4l)0BFU\FIAt
Rua do Queimado n. 49, esl vendando muitc LV" lf v WWIk V LUif ,
Ra
^iSS^SSSS Rua do Queimado ns. 63 e 69.
Uonecas de choro.
Lindas boneeas de choro que chamam papai e
mami, de diversos taroanbos : s as tojas do bei-
vir ver ou mandar para experimentar
sejam :
Gollinhas muito unas para seniora a 300 rs.
Ditas e punhos de fusto muilo bonitas a 640.
Cartas de alflnete de cabeca -*'a de todos os ta-
maitos a 80 rs.
Resmas de papel de pe-"" muito bom a ifi.
Capachos redondos compridos a 500 rs.
Caixas com sup"'ores obreias de colla e de mass*
a 40 rs.
Coraao b-Co grosse que tem multa applicacao a
-an a -0 rs.
Knias do carriteis garanle-se 130 jardas a 40 rs.
Jartes de liaba Pedro V com 200 jardas a 40 rs
Grosas de pennas de ac muito tinas a 500 rs.
varas de franja de la para vestido a 40 rs
Uitasde franja branea'larga para toalhas a'i60 rs.
Pares de bolSes de punho a 120,320 e 500 rs.
Tiniceos de vidre com tinta a 160 rs.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
irosas de botoes de louca prateado a 160 e a du-
zia a 20 rs.
lauras para costura a 80, 200, 400 e 500 rs.
weofas para limpar denles, superiores a 200 rs.
64500 'aa P3ra bordar da inelnor qualidade a
Cauas u phosphoros de seguranca a 160
rK PaCleS de P*pel ami"de superior a 600
S,apr^mH100 enye,0Ps m'> Anos 800 rs.
cuadernos de papel pequeo azulado a 20 rs.
100 rs Alejandre com 200 jardas a
KafcWnhw3'616 a m mais nnos a m
P rl alfi! f0UXa P* bordar a 2 rs.
M45O0 tranca de todos
ja-llur, ra do Queimado ns. 63 e 69.
Lutis de pellica.
Luvas de pellica branca e de cores para horaens
e senhoras : as tojas do beija-flor, ra do Quei-
mado ns. 63 e 69.
rnellas para cintos.
Lindas flvellas douradas com lindas pedras para
-?? : ?nS Ojas d0 beia-fir> ra do Queimado
. Capellas para noivas.
Lindas capellas para noivas 24500 cada urna:
e 69 be'a'flor' rua d0 Queimado ns. 63 e
Eslojos para barba.
/22?'se !slofos com esPelho para barba 14500 i Arara,
e 000 cada um as lojas do beija-flor, rua do
Queimado ns. 63 e 69.
Exlraordioaria liquidaro de faiendas para a (esta
por baralissimo prreo, tanto para o mato carne
para a praca, na luja be ni cenhecida d Arara,
rua da Imptralriz n. oO de Lourenco P. M. tiui-
niaraes.
Ao baraleiro da Arara a 1$I00.
Vndese cortes de chitas com 10 covados a
24400, ditas franceza a 34200, ditos de cassa a
24, dita de salpicos a 24400, 34 e 44 o corte, para
apurar dinlieiro : na rua da Imperairiz n. 56, toja
da Arara.
Corles de la a Haria Pia a 8, e J8 Vende-se cortes de laa com barra, os propia-
mente a Mana Pia a 84, e 164 : na rua da Impe-
tnz, leja da Arara n..5'6.
A Arara vende alpaca para vestidos de senhora a
360 rs.
Vndese alpacas de lindas cores lisas para ves-
tidos de senhora a 360 e 400 rs. o covado, laazi-
nha,Lpara ves,idos de senhora a 240, 320,400, 500
rs. : na rua da Imperatriz n. 56, loja da
Balaios para meninas.
Recebeu-se novo sortimento de balaios, c
ESPLENDIDO ARMAZEM DE MOLHADOfJ
LIANC


A en cao
rrma d mnn............1,. uaian*, k,vui wuco, |Mia pa.s e vesuuos u sennora a ouu rs. o
IMoStf t m^ na Pdptarato prego de.... covado, ditas de flores a 240, 20,400,500 e 560 rs.:
aooSaSS 2r3 ?!"l0,as d0 be,ja-flor> rua l Da rua *lsstt&jiw^
Citas Gnas para cintos.
...sienacao qw
esta resolvido a vender por precos muito baratos
os tamanho
Grosas de botoes de madreperola muito finos a 560
superiores qeali
Carlas e caixas de eolchetes de
dades a 40 rs.
SSS? ^ Wfropos superiores e limos a 30 rs.
brasas de palitos UBW8 de areia preta da melhor qualidade a 120
res.
^SarseaT(arSPara rap C tem mui, boni,os "
3-
itR?!i!:r
Vendem-se
das : as
03 e 69.
Jogos de domin.
Ven na^losas do beija-flor, rua do Queimado ns. 63
Bailados bordados
v\C-^-T;Se babados bordados *> va'as larguras
Qu^XnTo,:ena|.'JaSd0 *+- *
* venue cortes COrteV de caL d*. hrm HSS*. 9X H! *?d? mUt0 C 8anhar l)ouco. *" W&>
remira TStufal f ^^ %""* ^e ,em' f* esPer *ecer a
34. *4o00. e o4 na rua da proleccao do respertavel publico entregando para
sso todas e as meltiores diligencias para que fi-
quem satisfeitoss islo s no Gallo Vigilante, rua do
Crespn. 7. .
Ricos porta-joias.
Cofre de moHo goslo por
164000
ma-
184000
104000
104000
104000
Las lizas de cores a 600 rs.
Vcndem-se lazinhas lisas de cores, a saber: 9
roxa, encarnada, cor de lirio, cor de caf c rr de P Vigilante esl alerta, nao Ihe era remullido
cinza, para capas e vestidos de senhora a 600 rs. o dei*ar passar desapercebido sem que nao dsse o
cnvait.1 d,.dn,v. seu canto, aflm deannunciar aj respeitavel publi-
co o grande sortimento de ealanterias de melhor
Colchas da Arara de 2$ a 4$. gosl Propnamente para qualquer mimo, que aca-
Vende-se colchas de chita para cama a 24, ditas .* etaM n 1 aviadas de bonitas cores para ; de damasco a 44, ditas para cobertas a 320, 360 55r "trJos obJeos qwerecebe por diversos na-
n 63 e 69 beija-Oor, rua do Queimado e 400 rs.: na rua da Imperatriz n. 56. 2&5SSL1 sua !f* wmo de consignago que
K,ir,,. .___ 1. Arar* vende corles ie al?as a IA600.
Finos PTirarSf **** a ^a ramm ffi?? fa!x.,Dhas W> o retrato da I ditos de casemira a 34, 44500, e 54
SSSUSa 6?" Jas d0 ,ja"flor'fua d0 lmver"*D-36' ,ojadaArara-
' 8** em caixirtas. Roupa f",a da *"
mBEJSA caix,nhas com varios retratos:
as lojas do beya- flor, rua do Queimado ns. 63 e 69
^ *m^rrad0neimaaob jj-. Kaek^g sJSSpfS*
gas, a 34 : na rua da Imperalm n. 56, loja da
A economia^ a saber: eolarinbos econmicos a 600
rife,
Vende-se colarinOos econmicos a 600 rs. a du-
j zia, meias cru&spara homcm a 200, 240,360 e 500
rs o par, ditas para senhora a 320, 400 e 500 rs.,
: ?nos bi2?"2? com barra 200 rs. cada um, ditos
Abafsdores de rede. I,ntis a 320, ditos de linho a 300, 600 ts. cada um 1
Vendem-se abafadores de rede de varias cores so na loja da Arara' rua da Imperatriz n. 56. T
WO rs. cada um : as lojas do beija flor, rua do lo baraielro.
Quemado ns. 63 e9. I No armazem da Arara vende-se cassas a 240
_ Adcrejos pretos. i 2.f0 o 320 o covado, chitas finas a 240, 280, 400
rendo-se refag. aderemos pretos de novo eos. i o0 rs, covado : na raa da 'mperatriz n. 56.
r.?,,SaH "00?losJa v'8nda : as lojas do bej-flor Asperalas da Arara a 06rs.
rua do Quemado ns. 63 e 69. r>, Vende-se percalas finas para vestidos a 560 e
bravatas para senboras. -s'; chllas ,ranceias finas a 320, 360,500, 400
1 2?" bravatas para senhora 800 rs. e 4000 e S? covado- alpaca para vestidos de senhora
7? : rs lojas do b,!'J!>-flor, rua do Queimado a a0 r?- e c2va,do fus,ao branco a 500 rs. ocova-
ns. 63 e 69. wu<.i.i.<.uu da na rua da |nlperatrj2 3g
Espellios de moldura. irA rara Vad wusselina branca a 100 rs.
Vendem-se espellios de moldura preta nara sa- Ven^e?e musselma branca, lina, a 400 c 500 rs
las: as lojas do beija-flor, rua do Queimado ns.! ?.co*asdo^rasde cambraia? fa^ Usa?, a 34,
bS e 69- l WPi GS e 75, musselina cambraia da India 84,
Vallas de aljofares. f a.fipeca> "ara vestidos : na rua da Impera-
Lindas voltinhas de aljofares com cruz de uedri- a a "' ,
nhas imitando brilhantc 14000 cada urna as ""as ,,ordadas nttiltr vesli-
las do beija-flor, rua do Queimado ns. 63 e 69. dos brancos.
Colheres para sopa. Vende-se tiras bordadas de todas as larguras a
a.enn,Lem1e colne|,es de metal-principe para sna !* ,0 e ,0 a Peca' ntremelos Unos a IX a
a 25000 cada urna : as lojas do beija-flor, rua do peca : na 'ua da '"lieratriz n. 36, loja da Arara.
Queimado ns. 63 e 69. J nwj Madapoln da Arara a..
La para bordar. Vende-se pe^as de madapolao enfestado com du-
urdas a ts rfim Aa i', ju.. m .. ^.^
DE
\
Paulo Ferreira da Silva & Compantua
57 RUA DO IMPERADOR 57
Grandes reformas de peores
& a lo por cento menos odreco que sepuaau uao no ira aal-
quer parte.
Gneros especialmente escolhidos por unidos socios que MIhmim^
grande a vantagem para todas as pessoas qne compraitm neste MtflgMfr
Os propietarios garanlern Iodos os gneros sabidos'.^ seu iimuito .i.-rdibflo
i
ment.
armazem.
Ricos cofres com camapbeu.
Ljjidas caixinhas com pedras brancas.
Lindo balo com calungas dentro, tam-
,bem para joias.
Tambalier para ditas.
Cestiohas ditas. ^
Cosmerama ditas.
Urnazinbas.
S no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ricos porta bouquetes de diversos gostos
eos; s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ricas sintos
com bolcinhas ao lado, a 104, 4 e 154, ditos sem
164000
94000
64000
64000
64000
e pre-
AO *. lilillO,
Nao nos servimos de exordios como constantemenii-
cosque passamos a mencionar, e pata a ijual pedimos toda a alteuffe
Vinlio verde.
CLegou o muito desejado vinlio do Cartaxo vende-se iiiHc.iir.-nie m
a boo rs. a gnala e 3o',ooo rs, a ancora com 7o garrafas.
de diversas cores a
pr*
Amendoas confeitadas
64o rs. a libra,
dem de casca dura a 24o rs. a libra,
dem de casca mole a 32o rs. a libra.
Ameixas francezas em caixinhas com lindas
estampas a l,2oo e l,3oo rs.
dem em frascos de vidro a l,2oo rs.
dem em frascos grandes a 2,5oo rs.
WSnporm d0 mesmo esto.a 2*30. % 34500 dem em latas de 1 j a libra a l.ioo rs.
Ricas flvellas avulsas para sinto, o melhor que se ^JZ^**0 X ^ melh0r QUC
pode encontrar, a 14500, S 24500 e 34 o oar haJnesl3 enero d 8o a loo rs. a libra,
no Vigilante, rua do Crespo n. 7. F e de 2,ooo a 2,8oo rs. a arroba.
Cabaaes n eestinhas. Azeile doce de Lisboa a Coo rs. a garrafa, e
Ate que chegaram as desejadas eestinhas ou ca-! 4,8oo rs. a caada.
Vigilante! J5SS55A1* 10*' S D, rafas brancas a 9oo rs. a garrafa, e lofooo
rentes. rs- a t,uz'a-
Neste artigo tem um grande sortimento, tanto Anazeraa muito nova e limpa a 32o rs. a li-
para alizar como para atar cabello, os mais lindos bra.
que se pode desojar, assim como de arregacar ca-' Azeitonas muito
encont
64400
mado ns. 63 e 69. ""J" """ "" uu yuci". a 54, dito carne de vacca a 64500, dito domestico
Was mesmas lojas se encontrar sempre grande a *' dl0 slcuP'ra a 84, dito pao ferro a 94 a pe-
""""'" '- ---- "ue "': na rua da Imneratriz Infan ?; T
e mais baratas do
-, o Q.9q
a o o p
os rj>
XAROPE
deLABELONYE
Eupregado com invariavel snecesso desde 30 anuo
pelos Mdicos de todos os paizes coima as molestias
orgnicas ou n&o orgnicas do coracjio, as diversas hy-
dropisias e a maior pane das Molestia* broiichios {pneumonas, catarrhos pulmonares, asthmas,
IMMMMfta nerrosas dos hronchios, calarriiciras, ele.)
O XAHOPE de LAIXO.WE nao se vende scuao em
garrafas com rotulas de onr r- ;
lavando a 'crll:1 _ ..una do inventor.
- TAlllS, rua llnaii-iioii-t lllcucutr. 19.
eptisito geral em Pernamhuc rua da
Cruz n. 22 era casa de Caros Barboza.
sortimento de miodezas boas
que em outra qualquer parte.
Abims superiores para re
tratos.
A Agria Baanca sempre disposta bem servir
niDlItlr,
e
i.dua
ca : na rua da Imoeratriz, loja n. 56.
Bramante de linho de 10 palmos a 2#>0G. i
Vende-.-e bramante de liolio de 10 palmios a
4oOOa vara, brim liso a 500,560c 640rs. alara:
na rua da Imperatriz n. 56.
Panno de linho da rara.
Vende-se peras de panno de linlio par i"
Jfo i/a *aras |ior e rua da I
reta.
no\a
Dello, tanto de borracha como de tartaruga comen-
feles e sem elle para menina; s no Vigilante, rua krT ..
do Crespo n. 7. Alpista limpo a 1 lo rs
/ Mais lepes ^
Com pequeo defeito, leques de sndalo com pe-
queo defeito por barato preep de 84 e 104, chi-
nezes^muilo bonitos tambem, pelo barato preco de \
tyeo, bentarallos muito bonitos, tambem por ba-
rato preco de 44 e 54, leques de charo tambem
por 44, ludo isto para acabar, perdendo-se tal-
vez_80 por cento; s no Vigilante, rua do Crespo
n. 7.
a arroba.
3olacbinbas de Lisboa
Antonio de diversas
de 6 e de 3 libras,
lata e G4o rs. a libr
dem ingleza em lata
memores marcas a
lata.
3anba de porco retinad
em barril a 3Go rs.
a 'ioo rs. a libra e
7.
.--,.
Agua Florida.
vido conforme o dinheiio que quizer dispor para
esse tlm, achando sortimento para 24, 50, 60 e 80
Para estabelecer e conservar a cor natural efn.'a : "a ^ Que,mado' ,0,a ***** """'I
A aSua IrtfcSftS Untura, fado essen- ^rlefa* t bolSS MVa
nal a eontestar, a mesan acna dando a cor pikni-' i'iQCn
r^^cSnoKSoaStS^
de restituir sos cabellos o principio corante que el-' b Ch. ?,as ^ ,razc'la3 a
les tem perdido. Dumr. salubridade inconlesta- l,raco,2Se bo'sas de apeCe, ludo para v.agens.
vel, a Agua Florida entreten a bmpeza da caneca JTGriUlliaTiaS lli07aS
destroe as caspas e impede os cabelles de cahir i,,i Rr,n k- a i. -j,
l,'(\ Ip FInri.li Aguia Branca. eonhecendo a bem merecida
. i i. \ estima que os apreciadores do bom dao s perfu-
Lompoau) de substancias vegetaes exticas, elle marias inglezas, por isso mandou vir o esplendido
consumo poderosamente, com a Agua Florida, a sortimento que acaba de meten e os acreditados
&%Z!t Sa'"-crlva^, d'^ abellos nomes dos bem condecidos fabricantes J. Gomell
k-S fiH .?* I $*?* ." [i' rua de R,che- ^ C, Napoleao Price & sao bastantes para co-
hn, e 21, boalevard M.-ntrnartre. nhecer-.-e a superioridade dellas. Consi'le esse
Todos os irascos, nao lodo intacto e claro, o bello e variado sortimento em pequeas qnantida-
ados falsos. des de difTerente* e agradaveis extractos de pri-
" 38- ; meira qualidade em frascos de diversos lmannos
___,\!u-lniiM< Wi ir.in/ii'ono e formas, fazendo-se notaveis entre elles os que
JLtU.dllIltl5 Ut? VtipOJ ^ pU- vem em urna carleira de tres, com os quaes por
rO tflAflt^amAar aIoYI^Sa Sa cleancia e bondade se faz um bello presente ;
** assim como outros frascos com tinas essencias con-
centradas, ootros com excelentes leos para ca-
bellos, e outros finalmente com agna de LavaBder
T'lYOQ Aa favrft hnti/to ono < snblimada i ebe"i assim finos sabenetes em paco-
Aai Aa.> urj ici i u Utl UU/, WM" tes e caixinhas com tres, bonitas e delicadas al-
I mofadinhss com pastilhas em p, as quaes deitan-
do-se nos guarda-vestidos, commoda?, etc., nem s
fiAnlflS n'iO-Ill iliit*i JKv-.l> U i MTHin i-<'in ilion(,.k ft ;commodidade dos precos j nao entra em dnvida.
U ^-Ol l in, t?! orna vez que o pretenderte coropareca muirlo de
dinheiro e disposto a fazer gasto na loja d'Agoia
Branca, roa do Queimado n. 8.
agradar a sua boa fremezia. ia..u .-.. o ,,. a_
de rcccbcr um oello sortimento de nlbuns de supe-l varas a "'4-jOO e 184 a peca : na
or encadernagao e apurado gosto, comcspeciali- peratnz u. 56,
ade os de capa do marllm com lavores, outros' A Arara vende cbailes a ifjfiOO e 3)J.
guarnecidos de tartaruga com trancas de prata, Vende-se chales de merino a 14600, 44500,64,
outros marchetados de madreperola com trancas 74 e 84 : na rua da Imperatriz n. 56. loja t
de prata manda, outros de velludo etc. etc. Para! Arara. l '
S'SKvinl S?1 "m a'br assim p"f- Fjueudas ffil,e,'ia,'s rW Mtmm, a saber :
2 dewSSr 5 r- ttT*n"i "ara Ee"C S?*^ Pf**s Pf5 Si?"noras a 0, 310, 400
.pwiMr oS ,cll rntese amigos. *.m quanto, porem, esses albuns gravatinhas para ditas a 1-5 a 14500 : na rua da
se tornam notaveis por sua perfeicao c bom gosto, Imperatriz n 5G
outros recebidos na mesma occasiao, se tornam re- !<>< IiIii commendados pela commodidade de precos vista
da boa obra. Assim pois o pretndeme* sera ser-
Para segurar manguitos.
Tambem chegaram as liguinhas estreitinhas de
borracha que as senhoras tanto precisam para se-
gurar manguitos por ser muito commodo e muito Batatas em gigos de 3
320 o par; s no Vigilante, rua do ores- Champagne das melboi
Pentes ". ogigo, I.800 rs.
- -.......^uissimos pentes de concha ,, ,,,elils garralas.
lartarugaeoemassaflna, que se vende por 24, 'Ja uxim 0 melltor mi
ficofi; so no Vigilante, rua do Crespo n. 7. libra.
^^k leques. 'j'.vj (/vi ui mdfssnnos leqlApc g ma&>pars tanto para : a libra
enhoras como para meninas, pelo barato prego dem hv n 0 m-ii1(1P mJ hfl
de 124 e 144; s no Vigilante, rua do Crespo 'emnysson o meilior que lia
Plseiras.
Lindas plseiras de contas e de missanga, cores Cerveja das melliores marcas a G.ooo rs.
ar mojen
garrafas.
Lenlilhas muito novas excellenie nfBHpa-
ra sopa a 2oo rs. .1 bra.
Licores franceze^ de lodas is ijuaftirades
de 7oo a 9oo rs a garrafa:
Manteiga ingleza porfeilamente f!r a fkn 9
1,000 rs. a libra, desneerrs-jno 0*$
elogios neste genero, que >*f iiJtJt x*-
rilicar com a vista,
dem franceza a 060 rs. a libn, > em |-arrrf
se far abatimento.
Marraelada do primeiro febricanfe <" Lisio*
atoo rs. a libra, hi lala de I, I 1,2 #
2 libras.
Massa de tomate em latas 600 rs. a libra.
Macario, talharim ealetria a ioo rs. I M.ra.
dem branca a 32o a libra.
Mostarda franceza preparada .1 4m r. 9
frasco,
dem ingleza em po 1 t>4o rs. o Arana
Molho inglezem garralinhas crin n. f-s ft
vidro a 64o rs. cada ama.
Marrasquinho verdadeiro de Zara a 1,969 rs.
a garrafa, c Io,ooo rs. a dozia.
Nozes muito novas a I6o rs a lr>ra.
Ostras preparadas em latas a Jmn. a ha
i libras das!Prezunt,). I,ara 'ambre \t0n v-i...>t,/
2 2oo rs. a' ^rantmdo-se i qualidade a 7* r>3 n.
Passas novas de .'imada a fea r.v > lii n
C,5oo rs. a eaiu.
dem pata sopa estrellinha, aexiilt rratir-a
libras a I.ooo rs. n etc-a 3;-")Oo rs. a caija, aaMa rf aiaVa
s marcas a 2o,ooo '0lxei.m la,as '"'rmeticamenre Vr'.fV f'r.s
a 2,ooo rs. a anco-
a libra, e 4,4oo rs.
da fabrica do eato
qualidades em latas
3,oooe l,5oo rs. a
de 2e
,3oo e
carrafa, e Ooo rs.
sivel a 2,"00 rs. a
y-:ou
ti, T\jx>
''a.
1,. -
? ia>
5.1-
'tt' genero
5r:
timbre prateado da casa,
Deposito, rua do Imperador, pharmacia
pyna ui&x
Moendas e meias moendas,
"aixas de ferro 1
aoe de eobre.
Ijeafos de seda a l# t 800.
Vende-se longos de seda para mao, a 800 e'14,
tarlatana para vestidos, de todas as cores a 800 rs.
a vara, lil liso ordinario a 320 rs. a vara, dito fi-
no a 800 a dita : Da rua da Imperatriz n. 56, loja
da Arara.
Soulembarque da Arara a 8 e 10$.
Vende-se soutembarques de cores para senhoras
a 8, 104 c 124, ditos de grosdenaple prelos finos
a 204,254 e 304, capas pretas para ditas a 204,
io& e 304 : s na loja e armazem da Arara, rua
da Imperatriz n. 36.
Vende-se na praga da Independencia p. 39, loja
de Antonio Augusto dos Santos Porto, capellas
normaras de gostos mais moderno:, que tem
vindo at agora para se botar em tumuios e cata-
cumbas no cemiterio publiro no da de finados,
com as escripcoVs sepuintes: meu esposo, minha
esposa, meu pai, nimha mii, meu filho, minha fi-
Iha, saudades sempre viva?, amisade, nma lagri-
ma ; desla qualidade nnnea vieram para serem
vendidas nesta provincia.
A/a luja de fazendas ba-
ratissimas de Duarle
/Jorges da Silva, rua
eixos de patente. t^r^t^^^^^^it^ da [mVeratriz. n- 2()
RiiadoBrumn. 38, fandi- Balas grandes e caretas de ?*w*!ffil^niuu\v,
-1a Ha RnnTrmn liAnii'li i | nmp-ncaestreito, mas excellenteparatoama.'
^810 W) IJUWmdlI.________ UOlIdlIil. DITO de dito adamascado com 8 palmos de lar-
-------rT-j. | Excelentes brinqnedos para enancas: vendem- 01"3 para toalhas de nwa de jantar a 24400 a
Joalaios para meninas *!.: um do Qoeimado, ioa ?-
liados balaios di varios gostos para meninas' ^K*" "- Jgg"JL trazerem no braco : s se eneontra nVloja do Bei- FspelllOS C3III molduras prCfl!"^Veovad^- 6 i00tc,Dar-
ia-Flor, rua do (ju-.'imado n. 63 e 69.
Extratos e sabao em eai-
xinhas
Lindas caixinhas com um cartao com a familia
imperial, e dentro de cada caita um frasco ou sa-
bio o mais fino qoe punte!: na loja do Beija-
Flor rua do Qoeimado n. 63 e 69.
ci de JBSm.
Ha para vender a mais nova, e ltimamente che-
gada ao mercado, em bem acondicionados barris:
no armazem de Manoel Teixeira Bastos, rua do
Trapiche n. 13, por preco razoaveL____________
'ara desctr*c,ir aludan
Na padana da rua Direit.i n 84, vende-se um
exeellenle motor para cavallo. que se pode appli-
i^ar com grande vantagem para machinas de des-
manear algod'io. para farinha de mandioca, on
qualquer oulro mister, lendo a vantagem d ser o
mais simples possirel.
imanhos com molduras prts e douradas, e| OLIADOS de bonitos e elegantes desennos para
| cobrir mesas a 14 o covado, para acabar.
LAAZIMIAS de padrdes novo* e muito agrada-
reis unto na boa qualidade como no preco de 320
V? n MnHNiln ^ Hmlm .nli __^.^__(*.__ i rr
muito lindas e de inuito gosto a 14 e 14200.
Caetas.
Riquissimas canelas de madreperola proprias
para qualquer presente, pelo baralissimo preco de
14500 e 24. s
Sapalinhos e meias de seda.
Riquissimos sapalinhos de seda e de merino en-
feilados, assim como meiasznhas de seda, gorrazi-
nhas e louquinhas para as cnancinhas se baptiza-
rem; s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Voltinhas.
Lindas voltinhas de perolas falsas com cruzinhas
fingindo brilhantes, assim como cruzinhas avulsas
e voltinhas, pelo barato prego de 1-3 e 14200, as
cruzes avuls asa 400 rs.; s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Golinhas.
Riquissimas golinhas c manguitos, o melhor gos-
to possivel, a 24, 24500 e 34; s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Eufeites para senbora.
Riquosissim enfcites com lago e sem laeo e de
oulrosjmuitos gostos a 14, 14500 e 34 : s no Vi-
gilante, rua do Crespo n. 7.
fraBeelins.
Lindos trancelins de cabello para relogio ou lu-
netas, pelo baratissmo prego de 14500, ditos de
retroz a 200 rs.
Rabadinhos enlremeios.
Riquissimos babadinhos enlremeios com lindos
desenhos tapados e transparentes, pelo baralissimo
preco de 14200, 14500, 2* e 34; s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Cascarrinas.
Grande sortimento de cascarrilhas de diversas
largaras, assim como galozinno e traneinbas pro-
prias para enfeites; s no Vigilante, rua Ido Cres-
po u. 7. '
Filas.
Grande sortimento de fitas de diversas larguras
e qualidade, por precos que admiram aos com-
pradores, havendo fitas largas proprias para cin-
tel ros que se pode vender a 300 rt. a vara, e peca
de 9 varas a 24; s no Vigilante, roa do Crespo
Filas e lia.
Fitas de lia de todas as qualidades, proprias pa-
ra debrum de vestido a 700 rs. a peca; s no VI-.
gilante, roa do Crespo n. 7
Ricos espelta.
Riquissimis espelhox rom moldura douraJa|e
a 2,ooo, 2,4ooe 2,6ooirs. a Hura.
dem prelo lionieopatico a ?,ooo rs. a libra.
rs. a
^ duzia, e56o re. a garrafa,
Chocolatefrancez, hespanlioi esuisso a I,ooo,
l,2oo e l,4oo rs. a libra.
Charutos do afamado fabricante Jos Fur-
tado de Simas e outros da l'aliia como
sejam regaba, Irovadorci, guanabaras,
deliciase suspirosa l,6oo, .ooo, 3,ooo
e 4,ooo rs. a caixa.
Conservas ingiezas a 7o rs. o frasco.
dem francezas surtidas ou de nina s qua-
lidade cada fiasco a ooo rs. ,
'Cognac francez e inglez a I.ooo rs. a garra-
fa, e lo,ooo rs. a duzia.
bra ttjm a
A, .
,'
scguiritcs qualidades: savet,^- r^
cavalnhas. c pescada a l.eof a
Palitos para Ionios liehadM I i
co de 2o rs. o wacinlios.
iltim iln mi a *,ux re. % 1,,,;^
a groza. /
Painro muito r/OVo 12o rs. I
arroba.
Q"r7.s fl''!:il 'lo u'iimo Ufar, 11
dem prato muilo iresv.
sendo culeiro a 7o rs.
Sal refinado em polea de viilro.i Bao rs cada
um.
Sevadinha de Franca a 18o r?. a Mr.
Senda a loo ra, a libra.
Toacinho le Lisboa a 24o o Mi m Mam
Tijolo para limpar facas a I "mi rs. cz>'r. mi.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a g.-rrafa e
l,4oo rs. a caada.
Idemem garrames fom garrafas .- f^o
rs.
Vassouras do Porto :om arroi'e Mu a Mi
rs. cada uma.
\
Ibem de estovas
cada uma.
para lavar on .i Ma rs.
"te supariom '*. s.
'Cominho e erva-docea 4oo rs. a libra.
Gravo da India a 6oo rs. a libra.
Canella a Ooo rs. a libra.
Copos finos para agua e vinlio a 4,8oo 0,000 Veas de spermac-
^ e o,Soo rs. a duzia, e 000 rs cada um. a'libra.
Caf do Rio superior a 28o e 3oo rs. a libra, dem de carnauba retinada e de M.ir.poiraA
e 7,5oo a 8,000 rs. a arroba. a 36o rs. a libra, o de lo>0 1 I f,arors
Doce de gotabi. superiorem latas a 2,000 rs. a arroba.
Eryilbas porluguezas em latas cliegadas ul- Vinho em pipa, Poro, L+ea 9 Wm afra
das mar-as menos eeaDftiiha altor.
a garrafa e a 2,800 rs. a 'ai. d.
timamente a 64o ts. a lala.
dem ceceas a 16o ts. a libra,
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 320 rs. a
libra.
Figos em caixinhas bem enfeitadas a Ooo
rs. cada uma.
Favas portuguezas em lalas chegadas nlti-
mamente a 640 rs,
Frutas idem em calda, pera, pecego, alper-
se, raiuba Claudia e ginja a 7oo rs. a lala.
a loo rs. a lata a I,loo rs. I
- n*T-
?raaa nova
duzia.
Gomma muito alva e nova a 16o rs. a bra.
Jenebra de Hollanda em frasqueras rom 12
frascos a 0,800 rs. e 560 rs. o frasco
(dem em botijas a 4oo rs. cada ama.
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,800
rs. com o garrafSo.
I'dem de tres -aadas a 7,2oo rs. cada aaa.
dem ingiezas em garrafas brancas horIa*Ias
com rolba de vidro qualidade superior a
A
'I
os est vendendo por precos commodos.
Papel inglez.
A Aguia Branca, na rua do Queimado n. 8, re- rs. o covado, e finalmente o respeiave publico
cebeu um novo sortimento de papel inglez liso e achara constantemente nesta dita loja um bello c
paulado, almaco, de peso, e peupeno, vindo deste variado sortimento de fazendas finas e grossas a
tambem com beiras douradas. ^ prceps muito razuaves, pois esl resolvido gannar
"RnfptPft TIVISVPIS > f*. fom. ,aDl 1ue Mi muito, nao menciono
."M 1X* y*m.v 2 """ aMBd8" Presente aonuncio porque impor-
A Aguia Branca, na rna do Queimado n. 8, rece- taria isso n'uma saprza extraordinaria cuja des-
ben novos enfeites invisiveis, os quaes pela finura peza reverter sempre em beneficio dos comprado-
do tecido e bom gosto tem merecido tanta estima res, pedindo ao publico que nao deiie de ler todos
PMMUfM IVU'I flirPS ,os das este dito presente annuneio, pois haver
X l cpaiva [mi O, Ill/I C, mudanca nos arlgos cima ditos, lito l a propor
A Aguia Branca, na rna do Que mado n. 8, re- cao que se forem acabando.
ceben novos preparo.- para flores, sendo papel de
cores para rosa?, dito verde para folhas, minas de
panno e velludo, canas de trigo, ditas de uvas
brancas e rosas, e como sempre continuam a ser
vendidos por precos commodos.
espelho* rom moldura
sem ella de 84, 104, 124 e 144, assim romo com
columnas de dfierentes lmannos a 24,34, '4, ;4
e64; s no V.glante, roa do Crespn. T t. M*J ?arra&,
Liadas jarras e ffaras. loem de laranja ver.LvIeira
Riquissimos jarros e figuras de porcelana fina, frasco t 11,000 a fra-queira
paraenfeile de sala, sendo o melhor gosto que aqu Kirsch Was-^r excellrrile Iwbida
ne Vigilante, roa do Crespo |Jaa n. a jrarrafa.
"VendH.-se pela quaniia de f:o004 as tres quartas
paru de um sobrado ao dous andares, sito na rua
do Padre Floriano n. 21, edificado em chaos pro-
prios, e bem conservado : a tratar no primeiro an-
dar do intimo sobrad-i a qualquer hora do da.
t- Vende-se aleool ca espirito de agurdenlo .
roa aaaova. de Santa Rita, n. IP rih^ira lo peite.' de Basto*.
Hoinhescom radas, palales.
Moinhos grandes com rodas, patentes, e afianza-
dos pelo fabricante para moer caf, e propnos pa-
ra refinacao por serem de especial qnalidade e de
todo os lmannos: vondom-se nicamente no depo-
site da roa la Cadeia. loja 4c forragen* o, W A,
ATfK'lfSAi
Vende-se superior vinho do Porto em caitas de
uma dnza : em casa de Johnslon Pater & C, rua
do A'8ario 3._______
\ inlios. bous e baratos.
Da Figueira a 34200 a caada, e 440 rs. a gar-
rafa, de Lisboa a 24600 a caada e 360 rs. a gar-
rafa : no artna?em da Estrella, largo do Paraizo
puuiero 14.
tem apparccjdo; s
n. 7.
Para pas de arraz.
Riqoissimos vasos com bonecla para pos de arroz,
coosa de muilo goslo a 14500 e 24, assim como
pacotes s com os pos a 320 n. cada um; s no
Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Perfaauriu.
Grande sortimento de estrados e banhas, poma-
das, assim como de lindos ropos ou vasos com dis-
llnctivos e oflerecimentos as sohasinhas dos me-
Inores e mais afamados autores de Pars e Inilater-
ra, assim como os grandes copos debanha japoneza
a 24 e a 14, assim romo ootros objectos qoe nao e
possivel por hoje annunciar, e vista dos fregu- '
zes se far todo negocio; na loja do Gallo Vigilante,!
roa do Crespo n. 7.________ ___________ j
Li' ro do poco i
O Livro do Povo, obra ornada com estampas, I
contando a vida de Nosso Senhor Jesn? Christo, !
muitos rticos uteis. E>lo livro das familias, re-1
commendadoe anprovailu opios Rxms. Sm.D. Luiz.!
bispo do Maranh.", o D. Manorl, arrebispo da Ba-
hia ; vende-sa a 14 eartonado : na lvraria de Jos
Nogueira de Souza, rua do Crespo o. i.
a I .-ioo rs. o
de 12 fra-cr*.
rr- a
Idi'm Figueira especialmentelaolhitji.naa*
lugar a (5oo rs. .1 garrafa, o \"(t\ rs
caada.
dem Lisboa em an-ori 1 ni!;
ca especala J,m)o rs. \ 11
dem Lavr.iilio. Cafeavs mmio '; composi'.ao ;i ti. <,.
rs a caada,
dem di- F.i-fnia lu-.n uva aajaa .1 :.tu> r
garrafa, a i.">o.i r a n r..
dem Porto fan em ptfji .1M ra .1 arrra*
!d<>m engamfid"-- -'.'iterfwiK f. ^rrr-v ^fc
I>)iiro. Dnqiu' lo Pnr'o. '1 l n h !>.
Pedro ?, %xt#r. vplho ,*.. ia
?Jenoino. Particular Ha < 2 <
anf, 1; Pjaal n 1 aalal )'***>
J09.
Mea M.leir. k-jitiaat- .> tjnt -. >j
t,9 I2Vmw> r- 1
We HWaM a I >m <
Mena Wrw.lKmn 4m
Haryaaji 9 war>i djjbaa r> a)a]
"*i%. 9 $mnb.
4 RKVRJ A EM BANSUI.
CfturlJ* e i
Idea pra(
Mea
Ideal londrlao aaiaicrlair.
57 Rua do Imperador
57
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MELHOR EXMPLR ENCONTRADO MUTILADO ILEGIVEL


V
. ..SJR .-
\
Url.
afcbad* Id e ntubro 4c 14.
NEM COROAS NEM MITRAS
mm kMkim m plumos
Largo da
Santa Cruz
a. 84.
Esquina
da ra do1
Sebn. 84*
\
AURORA BKILHINTE
francisca Jos Femandes Pires, proprietario do armazem de molhados denominado
Aurora Brbaate, ao largo da Santa Gru a. 81, esquina da ra do Sebo, Tai sciente ao
respeuav*! iubUco desla cidade e do interior, que no seujmportanle estabelectioente
ireudera sempre feueros noros e do primeira qualidade, c vender a todos pelo mesmo
0 cow pista ortimeoto de .todos s gneros finos e grossos q'je costumam ter ostros
stakeecitnouttis desia ordesn se encootrarao sempre no armazem da Aurora Brllhante
e-semjre ota grande escala vontade dos senhores compradores.
tT9prwt*to do armawtn Aurora Brilhante pede a todo os senhores e senhoras
que nunda liverera de mandar suas relacoes a este esubeleeimento por seus criados
seja om carta fechada ou com grande recoinmendacao a este armazem, errtos de q
seras to-uem servidos cae se essem pessoalmente.
O
ARMAZEH
DE
A Aaranrartthaate'Jroca qualquer nm genero qae per acaso nao agrade, c recebe
as tbias-e*erlmas a UJOOU, seno* por compra : a tabella de seus gneros ser mudada
taitas as cimas.
A men loa confortadas a libra a 800. i Carne e Nngaica do sertao.
Manteca inghsia flor a 800, 968 e l#12a Duzia de.graxa latas grandes a 14
Dia maisabatxo a 640 e 720 rs. Caitas rom 25 massos de velas de sperma-
ita frailees*, ova Jibra 640 e em barril a cete a 560 rs. a libra.
60 efldftrs. Ditas nwiores a 00, *40 e 720 ts. .a-libra.
Chocolate sUsjNaatto novo a 12A0 a libra.
Oh prela o raelhor que ha ( redondo) a
4lbraa4MMHiSM).
Dita lita mais-afcauto a 24500 e #8tK>.
tu. uxim muito' lino a 24800 e 34
Bit -hyssoewsjftriM- a460te 15**.
Rilo ma < Kaie. a 25 25500.
Bil ,rfv.u mude-fini a 2J.5Q0.
BiS Bill ITOSPfM.
ii* ii i* 'C-a datas de i, S el libra a
. 445tM.
Cat di Mtca superior a/roba 94*00 e Jibra
309 o 2w es.
ahiodo tm VCear arroba 0*800 e rrora
: rs.
I.: i m,u>.felina arroba 84 e Jifera 2*0 rs.
tf rricas o*u- tiolaclwalia ingleza jaova a
33.
Lats com iolacuinha de soda de *J libras a
flpm.
Ditas com ditassortilas de J libras a 14400
frasees i >m as-fiUas rancezas a 15600,
Utas co h ditas a 1*400,25200 e 4$.
ftHns r i 0*.a deeomadre a 14500.
Gaixmbas co:ndiK>s muilo novos.
Prn unlo lillilnW utuito nono a libra 5 0
r.luteir#. aMotalho 600 rs.
Cn* incas f*ss nevs alibra "OOO rs.
Ditas c .ni nMBnfl ranedzas e pwlugaezas
afaMa;
Bitas com njassa. de tomate novo a libra 560
rs. eem arrila 500 rs.
Dita eom Tas 7*0 rs.
Oilas ewn *af_tetad* das nsaiaeres autores
d'l.i-liJ j l'U'i 0U)e 720.
P lom.QMisturJa franeeza preparada a
libra'Mjfe-fs.
6'Hdita-*asfe*a-*00el*.
Q.iHija, hotos do vapor a 2*200 e 24800.
Dita* de viat liuj sui>s#.aJdB*s.
Dit i le manteiga do Serid. a 800 rs.
Caitas cu Mtesns MM'as de 1 arreiba 74,1
m i MIMbi nrin 24 e Utra 480 rs.
Ah ii.1o.is ittm ca-ca a libra 240 rs. e arro
foz i* l.iiratSOt ;.i roba 55,
Gaaroms Ono fc- Simas, e do* melbores fa
10 J a 0.
Sroz ts de paialtas de pali^ do gaz a 25200
Caixas com urna arroba de velas du Axaca-
ty 104500 e libra 400 rs.
Ditas de oacpwicao arroba 104 e itbn W&
ris.
Saceos grandes > om farinha de Goianoa mui-
lo boa a 4500.
Ditos com milho novo eom 24 caas a 94800-
Dito com arello de Lisboa a 54300 e 120
a libras
Dito com arroz de casca a 5a000.
Duna de garrafas de cerveja branca e preta
a 55500 e era barricas a 55O00.
Arroz doMaranhao cm saceos arroba 24000
24400 e libra 100 r Kl) rs.
Dilo da India e Java arroba 34 e libra 120.
Araruta verdadeira arroba '85 8 libra 320
rs., matarana.
rGomma u Aracaly para engommar atroaa
54 e libra 160 rs.
Farinha do Maranuao nova libra 320 rs.
Ervilhas seccas multo novas Irbra 200 ts.
Sag e sevadinha a 240 rs.
Sevada arroba 34200 e libra 120 rs.
Crasa de beio 97 a 280 rs.
Sabio massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Dito hespanliol verdadeiro a 400 rs. a libra.
Balaios do l'orto de diversos lamanhos de 380
a 25.
Capachos para portas de varias cores a 600.
700 e 800 rs.
Grao de bico arro' a 44500 e libra 160 rs.
Paineo roba $5300 e libra 200rs.
Milli aloisia arroba 44800 e libra 160 rs.
Azeit dore de Lisboa garrafa a 640 rs.
Vinagre de Lisboa caada 15500 e garrafa
200, 240 e 320 rs.
Mav-os de palitos de denles com Wtaassi-
uhos a 160 rs.
Tijolos de limpar facas a 160 e 120 rs.
Resmas de papel almaco pautado a 45500.
Dito jireve liso o inelhor que ha a 45500.
Dito de peso e pautado a 2?500 e 2J800.
HIJA IWFBBAOOH % 40
Junto ao s-brad* em qoe amra o br. 0>oopne,
JDuarte Aliuclda fc C, reeeberam de ana proprla cncoinmcn
da mais liado c variado mu tmenlo de molhados, proprlo*
da presente estaeSo.
Manteiga ingteza Ma^as brancas
da safra aova vinda ooultitao vapfiTi* l.ooo para sopa a raelhor qaese pode desejar.
rs. alifara Ha nielen franeeza .. lib'rae 4*S800 aiaixa.
da safra nova a 60 rs. alibi a, e em barril VillllO
I Figueira J A A e outras umitas marcas acre-
.' (litadas a 500 rs. a parrafa.
Hcbi de Lisboa
NOVA EXPSITO DE GNEROS
1KUA/DI
Amendoas
>iBitaas de lindissimas cores a **08 rs. a
ufara.
\
a-
rar
(libra
Garrafoes com 25 a 15 gurraras de rwda-
Holianda por 84300 e
carrapato
V
e 2)>r. a dnzia.
a. Barris co azeitonas nova
ana barris graaas
Zl> Va- 1 iras do Porto piassava ra'!."^ seguras
ili'ua genebra de
65000 rs.
Azeile do ruco uarrxfa SRfl rs. f>
360 e caada 25360.
Caixocs com doce de goiaba a 640, 800 e
u T,.Mt.jniui ib> r.jslinn. arroba 98SQ0 e libra
V)
re fr-
.d.cez dos melhores fabrican-
"& u, caixa 104e a garrafa 15.
Ca x.- cmu v.aho Koroouax branco e tinto.
\'in!io io Porto lino cm barris de5quera-
ra* VM& anaarece por 805 e em caada
a 5500 e carrafa a 800 rs.
Di de l'i juinr* puro caada 44 e 44300 e
earrafa a 486*- -tio rs.
Dita dQ Li>b* de boas marcas a 35500 e
45 a garrafa a 440 e 480 rs.
Cbgac veraHet a garrafa 15 a 15280.
Viirbj mu-scaH-l duzia 104 e garrafa 14,
nytajf branca dr. muitu bo* paalidade caa-
da 4-j c garrafa 480 rs.
Dio Xcrec uo caada 75300 c garrafa a
152).
Di'o Madetn aacea agarrafa 14600e 25-
Dito em c'jiko de urna duzia do Porto dos
nintbaret autores a H4, 145 e 164-
Garrafas c^m -licor fino fraucez a 15, 14200
c 15C JO.
Ditas eom aknWde caj muito claro a 15-
Dil i- 1 j-ii niel de abclba puro a 15.
Fraseos nm ginebra de Mollanda de 2 gar
rifas a 14-
Dita le urna garrafa a 560 rs.
Dito de laraoja aerdadeira a 14200.
P-te> com wnstarda preparada a 320 e 400 rs.
Gaivas rom arrobas de batatas a 24300.
Viaite braaa de Lisboa prnprie para missa
' 'a 44*00 a cacada a 640 rs. a gart afa.
E-piriti da ttuao a 400 rs. a garrafa.
Bas redas niuitn bem feitas para dormir
vindas de Sobral a 305 cada urna.
320 rs. f
Dito de Santos arcaba 65 e libra 280 rs.
Molhos com grades ceblas a 15600.
15200 e 25Cento rt?eVffii sola a 14600.
*aunc/>s de albos a 120 rs.
Hordas de pastar e de andaime.
Kavas da ilha de S. Migue! arroba 35100 e
libra 120 rs.
Copos lapidados para agua e vinuo a M'Od,
55800, 65 e 75.
Ditos lisos para varios precos,
Calix lapidados grandes e perneaos duzia
3, 4 e 54 ; e 400 e 500 rs. rada am.
lUssas para sopa macarrao, talharim e ale-
tra a 400 rs.
Estrelinha e pevide libra 640 rs.
Xarope de fruclas nacionaes a garrafa 600
ris.
Marrasquinhp de Zara da raelhor qualidadc
a garrafa 15200 e 800 rs.
Esleirs de tranca, cenlo a 205 e 240 cada
urna.
Queijos de qualha nova, arrob. 164 e libra
a 560.
Duzia de champanlia stiperlor a 205, e 25 a
garrafa.
Garrafoes vazios a 15600.
Massa branra para sopa a 320 rs.
Frascos com azeitonas em coacervas a 800
ris.
Duzia de cartas finas para jogar a 34-
Sabao hespanhol verdadeiro libra 400.
Saceos com feijao mulatinho novo a 104.
Latas cora lavas j preparadas a 800 re.
Sevadinha para sopa a 240 rs.
Garrafas com muscatel e setubal a 800 rs.
Sag novo a 400 rs.
Breu arroba 84500 e libra 320 rs.
Latas com 27 garrafas de gaz a 114. a gar-
rafa 500 rs.
r
em frascos de vidro com 5 libras liquido a
23400, muito propios para mimos. ,
Cartte \
eom bolos fraacezes a 500 rs. cada uia^
Latas
com Ijolachinhas do soda de todas as
lidades a 1,5300.
Chocolates \
de .todas as quaiidades a 1 (5000 a libra i
Presuntos inglezes
dos meJliores tabricaates a 800-rs., tameo
temos redos futra yd ts.
Queijos flamen ros
ebegados ueste ultimo vapor a 26oo.
Uneljos
ebegados do ultimo vapor a 2 j#00 cada uta.
el}
tondrit o mais fresco qoe se pede
e de excflante maree a 800 rs. a
sendo infeiro e a 900 rs, a retalbo.
Conservas inglezas
as mm novas que se pde esjjerar a Tf'CO rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinbas ricamente donratyas,
proprias para mimos a 900 e l.->
Cha uxim
o memor que se pode desejar, que nutro
aaalqtwM- nao pode vender par menos de
H a 2$600.
Itlem perol
especial qualidade a2^700rs.a libra
dem hrssen
mais aromtico que lera \iudo an nossa
mercado a 25600.
Massas anjarellas .
jar. cap.. mnearrSo. Ulliarim e aletria s
480 rs. a libra.
COCV4C
2 i o muito afamado coRnao PalBfgn'lv a i,8o rs. fSTfSa'H'iie'imuaS multas qiilid^
des a l.ooo e 800 rs. a garrafa.
COPN
lapidados para agua 4,5oo e 5,ooo rs. a
duitia, e a 440 e 5oo rs. cada nm.
PAPEL
almaco, greve, peso e-deotitras muitas qua-
iidades de 2,2oo, a 4,Soo a resma do me-
Ihor.
Papel de botica
! de excellenle qualidade a 2(5200 a resma,
PAPEL
azul c pardo para embrulbode 1.4oo a 2,2oo
rs. a resma.
Corinthias
passas curinthias muito aovas proprias para
pedim a 800 rs. a libra.
Fumo
o verdadeiro fumo americano ero chapa a
l,4oo rs. a libra
Vinagre
PRRem ancoretas de 9 caadas a 10,000 rs.
cada urna.
Cebollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e 1,00o rs. o moiho.
Alpista e Paintfo
o.-nais novo do mercado a 140 rs. a libra,
e 4#400 a arroba.
de nutras marcas a 400 rs. a garrafa, e
2*800 a caada.
Idew do Porto
generosos engarrafado das memores fabri-
cantes da cidade do Porto a 1)5 e 10200
a garrafa e de 105 a 125 a caixa as mar-
cas sao as seguintes: Ghamisso 4 Filho,
F. & M., ffectar ou vinho des Deu7.es,
lagrimas do Doaro e outros muito.
Latas
com 10 libras de banba a 45000.
Bolachinha ingleza
a 15800 a barrica damesma que
vendem a 2^000 e 25400.
Nozes
1 as mais novas do mercado a 120r' .*i bra.
i) Gervejas
(dos melhores fabricantesje de todas as mai
cas de 45500 a r>5500 a doria.
CHARUTOS
Charutos Thom Pitrto,. Reis e outros em
meias caixinhasa 15500.
Arroz
do Maranho a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a bra, e 2*500 a 35000 a ar-
roba desses que vendem por 35400.
CAF
de 1.a e 2.a sorte do Rio de Janeiro a 855f
e 85800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
Sarrufoea
com 4 l!i garrafas com vinagre a 1,5000?*
o garraRo.
GENEBRA DE LARANJA
erdadeira a 1(>000 o fraseo, e de iioOOC
a caixa.
1 dem
m frasqueii'as de Hollanda a 55800 coa
12 frascos.
x GENEKKA
lollanda verdadeira em frasqueira a 600
s. cada urna.
PALITOS
oriodoirntpilllnc fin Q97 3 2.200 3 CTOZ3
e 2o rs. cada caixinha.
PRINCIPAL
V. 9 Kll 1IO CRCatiPO l.
Esqniua que volta pina roa di ImperadNr
prora val que nao seja bem aceita a ver la de, quando a boa ti de todas d
Iludida por esta epidemia de nauzeaticos annuncios de cornetas, tambores, corda*
tras, etc., qae todo o da enebem as paginas deste jornal. '
1LEHIV
Os annunciante* nao tom em vista senSo garantirem ao respe Uval pubcia
sua palavra de honra, vendendo como lacro suficiente para suaosubcon^as ef^ -^
assentarem fortunas a forca da regra d liga como outros atmunriantes deste genero
PARA TOIKIS
No armazem principal vande-se a todos petos precos marcados na seguate ta-
bella, mas nao se vende por todo o prero fazendo-se peso de arroba liespanhola, garaa-
te-se as quaiidades dos gneros trocando-se todo aquelle que n3o seja do agrado do
comprador.
Amendoas eonfeitadas de diversas cores a Lentilhas muito novas excellenle legume pa-
64o rs. a libra,
dem de casca dura a 24o rs. a libra.
! dem de casca mole a 32o rs. a libra.
Ameixas francezas em caixinhas com lindas
estampas, a l,2oo e l,5oo rs.
dem em frascos de vidro a 1,2oo rs.
dem em frascos grandes a 2,5oo rs.
dem em latas de 1 '/* libra a l.loo rs.
Arroz do Maranbo e da India o melbor que
ha neste genero de 8o a loo rs, a libra, e
de 2,5oo a 2,8oo a arroba,
Azeite doce de Lisboa a 6oo rs. a garrafa, e
4,8oo rs. a caada.
ra sopa a 2oo rs. a libra.
Licores francezes de todas as quaiidades de
7oo e 9oo rs. a garrafa.
Manteiga ingleza perfcitaraente flor a 8ce rs.
a libra, desnessesarie mais elogios no-
te genero que s se pode verificar con a
vista. _
dem franeeza a 56o rs. a libra, e em barril
ou meios a 5oo rs.
MarmeUada do 1." fabricante de Liboa a 6ec
rs. a libra, ha latas de 1, 1'/* e 2 lavas.
Maca de tomate em latas de nma e doas li-
bras, a (oo rs. a libra.
dem francez e de Lisboa refinado em gar- dem para sopa estrellinha, pevide. rr.Jir.ba.
rafas brancas a 9oo rs. a garrafa el o,ooo
rs. a duzia.
Alfazema muito nova e limpa a 32o rs. a
libra.
Azeitonas muito novas a 2.000 rs, a anco-
reta.
Alpista limpo a 14ors. a libra, e i,4oo rs. a
arroba.
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio de diversas quaiidades, em latas
de6 e de 3 libras a 3,ooo e l,5oo rs. a
lata, e 64o rs. a lilrra.
dem ingleza era latas de 2 e de 4 libras
das melhores marcas a l,3oo e 2,2oo rs. |
a lata.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra e,
em barril a 36o rs.
Batatas em caixas de 2 e de 4 arrobas a
I,loo rs. a arroba.
Champagne das melhores marcas a 2o.ooo
etc. a3,5oo rs. a caixa e 56o rs. a libra.
Macarrao, talharim e aletria a 4oo rs. a li-
bra.
Mostarda franeeza preparada a 4oo rs. o fras-
co.
dem ingleza em po a 64o rs. o frasco.
Molho inglez em garrafinhas com rolda de
vidro a 64o rs. cada urna.
Marraschino verdadeiro de Zara a l.ooa rs.
a garrafa, e 10,000 rs. a duzia.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Ostras preparadas em latas a 7oo rs. a laia.
Prezunto para fiambre inglez verdad ,10, pa-
rantindo-se a qualidade, a 7oors. a libra.
Passas novas de carnada a 4 ti rs. a libra, e
6,5oo rs. a caixa. i
Pebte em latas hermticamente fecfodasas
segrate quaiidades, sabel. coirina. go-
raz. cavallinha e pescada a I.p*. rs. la-
B outros inultos gneros de primeira qualidade que nSo
ii possivel uteoelona-los.
R fi sathtJio Ha Aurora Brllhante vender muito, enibora l.arato, roas D1NHK1R,
i ai) 1! -i I11 meo por rento a quem comprar de 1005000 para cima.
0 NOVO
im mm
23-Largo do Tergo-23.
VATIVO
LICORES
finos de todas as quaiidades, a lo.oao a caixa
com urna duzia e a l.ooo a garrafa.
Marmelada
dos melhores fricantes de Lisboa, como se-
jam Abreu e oulro?> T.,ii,os l SC2 S. I
libra.
Presunto
o verdadeiro presunto de Lamego a 52o rs.
a libra.
ARROZ
Maranho, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3,000, a 3/2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas marcas a S60 rs.
a -libra e em caixa ter* abatimento.
VELAS
de carnauba cm caixas de arroba a 9,3oo e
caixa e 34o rs. a libra.
ltalas novas
em caixas de 2 arroba? a 5 a caixa e 60 rs.
a libra.
Passas muito novas
em quartos e inleiros a 2 o quarto e 6#00
a caixa e 400 rs. a libra,
Chocolate
portuguez o mais especial que se pode de-
sejar a 800 rs. a libra e 140rs. o pao.
Frutas em calda
chegadas ltimamente, pera, pecego, gtrja e
outros mnitos a 640 rs. a lata.
ilsi-e da casca da goiafca
a 600 el^l ocatxe.
ta.
rs. o gigo, l,8oo rs. a garrafa, e 9oo rs. Palitos para dentes licnadas a lio rs. ras-
as meias garrafas. co de 20 macinhos.
Cha uxim o melhor possivel a 2,7oo rs. a H- dem do gaz a 2eo rs. a duzia. e 1.100 rs.
bra. a groza.
dem perola qualidade especial a 2,7oo rs. Paineo muito novo a lfio rs. a libra, e i-"**
Os proprietrros do grande armazem o Verdadeiro Principal declaram aos seus
freguezes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a comraodidade de lodos es
tipularam os raesmos precos nos seguintes lugares:
linio c CoDiuiercio roa do Qae.ima'lo n. 7
0 Verdadeiro Principal rna do Imperador n. 40
FHDCTAS
ni(,lA, peras : nis
chegadas neste ultimo vapor, vende-se nos seguintes lugares: Ra do Imperador n.
40, Verdadeiro PrincipalRa do Queimailo n. 7, Unio c Commercio.
fcaqnia Suwto dos Santos, dono de.-te bem ortido armazem de molhados denominado Con
v lfa do Urp." e Ter^o n. 3 srienliflca ao resnwitavel publico e a lodos cm geral que mandtm
m wMti-tm a rstn a *U5,^ un 4iiw <(Mvat> e comprarem emuuiro <|ualjuer, pelo que M responsalielisa a sartir qual-
iii r eampraoji" c-im a maior presteza c fitlelid;tde, sem que haja a menor alteracao. Todo o compra-
4*: ^j C>ni-ar de 100* (iara cima ter o descont de 5 a 10 por rento pelo sea prompto pagamento.
Attencao.
f!4al .i as mais Mrtas a 40rs. a libra e 14200 a ar-1 Cha bvsson miudinlio e perola a 24,000 24508
2S0 rs. a libra e 84300 a ar-
Ti>ba.
T/acintia doLislwa
roba,
liat te primeira o segunda sorte a 240.26<. 280 e
300 rs. a titira
Arroz do Maranho t- Java a 100, 70 e Ora. ii-
ra c"232')0 a arroba
Paos; ti-os do g.11 a 2 a roza e 180 rs. o maco.
Pasfa a ItO rs. a libra, e in -paita a
ej--;oo.
'~
2480.
Miiho alpista c painro muito novo a 160 rs. a lihra^
li.-coil-i- e bolachas "de soda a 14300 e 24
Araruta das memores marcas a 14. 21, 34, 44, e
'ii00 a caixa.
'.liartilos ero mayos conteni 50 por 640 rs. o cento
! Azeite doce de Lisboa lino a 640 rs. a garrafa.
, Dito de carrapato a 280 rs. a garrafa, e 24000 a
i smta.
Vinlio de Fipw'ira e Lisboa das meihores marcas a
15 :>:;,iu!iis iglezas novas a 240 rft. Sa!>5o ao irelfci mawa a IM: 200 e 210 rs. a i.ra. ultiyio lo l'urlo proprio para os doentes por
V_; lsu i! ram uiha \racnty comnosican SW e 1001 ** VBrilieao o recommendado para esto fim.
-ft^i. libra. Oiajiis do ultimo vapor a 24 c 14700.
Ana isas fi ancMa* com 1 1^ nuia libias a 1J. Maetef?* injleza flor a i& a libra, e a 950 rs. era
M--m .le tmale da melhor qualidade a 6UG r-,. .'. barril.
I, ,;a. bl'-ra menos superior de ?28 a 800 rs. a libra.
Mermelada do= melhores ilirtrantes*4Ul 1^. t,;*dt*>i fraoie/A aailiimo navio a v60 rs. a libra,
' i ;m barril >e far aliatimento.
^t' ''>() rs. a libra, c em j'iomma da mais alv5 a IGl) r. a libr? e a 44500a
Vinho Madeira fino.
Veade-se na ra dn Apollo n. ?, prmeiro an-
dar, 11 barris de oirato, etiegado lioje.
na da Senzalla Aova a. 42.
Neste esta belecimento vendem-se: tachas d
ferro coado libra a 110 rs., idemrle Lo
Moor bra a 120 rs.____________________
Salitre refinado, superior qualidade, vnbo Bor
daatix, differentes quaiidades, mais barato que om
Sialquer parte : no armazem de E. A. Burle &
, ra da Cruz n. 48._____________________
Sa ra da Cadeia, armazem n. 53, ventle-sc
o seguinla : 4 jjuardas-roupa de rak de araarello,
novos, I mobiTia do dito tambem nova. 2 duzias do
cadclras de cereja, ben.Mjs de faia. I banca de ad-
vogado, 1 mohilia de Jacaranda, nova, etc.: ven-
de-se muito barato e a dinheiro.______________j
Veade-se a caaa lerroa da ra do Propresso 1
n.l (no Caminho Novo) tem um portio ao lado
que d entrada para o quintal, no qual existe cin-:
co pequeas mei agita*, rernk hsdo 4804, e ven-
derse toralo par sen proprieterlo ter de relirar-se j
para fra da provincia : a tratar na ra do Quei-1
mado n 7?._________________' I
Vandf-so um sitio as Arelas do tuquiar,
com casa de vlvenda c rancV. por barato preco :
a irata M wsnio com Miguel dr Matto d Silva
Paulo, k" -- ''s. *. \
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efl o n < c se w > > n
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s
se
p
I
a hora.
dem hysson o mellior que ha neste genero
a 2,oo. 2,4oo e 2,6oo rs. a libra'.
dem do Rio cm latas de 2 a 8 libras, a l,3oo
rs. a libra.
Wom pMto homeooalhico 2,ooo rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas a 0,000 rs. a du-
zia, e 56o rs. a garrafa.
Chocolate francez, suisso e hespanbol a
l.ooo, l,2ooel,4oo rs. a libra.
Charutos do afamado fabricante Jos Furia
do de Simas e outros da Bahia como se-
jit> oon-oit" ''-- ~->e nnanabaras, De-
licias e Suspiros, a l,0oo, 2,000,3,ooo e
4,000 rs. a caixa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco.
dem franeeza surtidas ou de urna s quali-
dade de cada frasco a 5oo rs.
Cognac inglez e francez a l,ooo rs. a garra-
fa, e lo.ooo rs. a duzia.
Cominho e erva-doce a 4oo rs. a libra.
Gravo da India a 600 rs. a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Copos finos para agua e vinho a 4.800,
5,ooo e 5,5oo rs. a duzia. e 5oo rs. cada
um.
Caf do Rio superior 28o e 3oo rs. a libra,
e 8,5oo a 9,ooo rs. a arroba.
dem do Cear a 26o, 28o e 3oo rs. a libra,
e 8,000 a 8,5oo rs. a arroba.
Doce de goiaba a 600 rs. o caixo.
Ervilhas portuguezas em latas, chegadas l-
timamente a 7oo rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Figos era caixinbas bem enfeitadas a 9oo rs.
cada urna.
Graixa nova a loo rs. alafa, l.loo rs. a
duzia.
Genebra de Hollanda em frasqueiras de 12
frascos a 5,8oors., e 860 rs. o frasco.
dem em botijas a 4oo rs. cada urna.
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,8oo
rs. com o garrafao.
dem dem de 3 caadas a 7,2oo rs. cada ura.
dem ingleza em garrafas brancas bordadas
com rolha de vidro. qualidade superior
a l.ooo rs. a garrafa.
dem delaranja verdadeira a l.ooo rs. o fras-
co, e ll.ooo a frasqueiras de 12 frascos.
Kirsch Wasser excellente bebida Suissa a
l,8oo rs. a garrafa.
rs. a arroba.
Queijos flamengos do ultimo vapor.
dem prato muito fresco a 800 rs. a libra, e
sendo inteiro a 72o rs.
Sal refinado em potes de vidro a 5oo rs. ra-
da um.
Sardmhas de Lisboa e de ."lames a 600 r^.
a meta lata, e 4oors o rraartf..
Sag muito novo e alvo a 24o rs. a libra.
Sardinba de Franca a 18o rs. a libra.
Sevada a loors. a libra.
Toucinho de Lisboa a 24o e 3oors. a libra.
Tiiolos para limoar facas a 15o rs. cada no.
Vinho em pipa, rorto.Liboa e Figut..'" *"
marcas menos contiendas a 4oo rs. a gar-
rafa, ea 2,8oo rs. a caada.
dem Figueiraexpecialroerte esrolhi'K.. oeste
lugar a 600rs. agarrafa, e 4.5oo araada.
dem Lavrado, Colares muilo Nmd .-
composico a Soors agarrafa, e 4.5. rs. 1
caada.
dem Lisboa em ancoras rom 9 ranadas mar-
ca especial a22,ooo rs. a ancun.
dem branco uva pura a 50o rs. a grrab.
e a 4,5oo a caada.
dem Porto fino era pipa a 56o rs. a garra-
fa.
dem engarrafados generosos. Lagr rru do
Douro, Duque do Porto. D. Lui/1.1>. Pe-
dro V, Nctar, velho secco, Mahazia. .
genuino particclar de Oooal^on rs. 3 gar-
rafa e a io^ooo rs. a caixa com urna duzia.
dem Madeira legitimo a l,2oo rs. a garrafa,
ea 12,ooo rs. a duzia.
dem Muscatel a looo rs. a garrafa.
dem Bordeaux dos acreditadas mar:*.; S!.
Julien SI. Esteph, chteau la flo/e, chatas
Margoux e outros a 6,000 rs. a caixa e 56
rs. a garrafa.
Vermouth a melhor bebida estomacal a ..ooa-
rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e Un
rs. a caada,
dem em garrafoes com 5 garrafas a I.c-tk. rs.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a 32o
rs. cada urna,
dem de escoras para lavar casa s 36^ n.
cada ama.
Vellas de espermacete superiores a 56c- rs.
a libra, e sendo em caixa a 52'' r-.
dem de carnauba refinada e de <'>ropi*<>C'
a 36o rs. a libra, e lo,5oo e i l.ooo rs.
arroba.
No armazem de izendas ba-
ratas de Santos Coelho,
Ra do Qufiradd n. 19,
Vende-se o seguale:
AltencSo :
Hkas lazlDnas, fazenda a melhor ijne tem rin-
do ao mercado, tanto em posto como em qualida-
de, pelo baratissimo precede SOOrs-ocerade.
Ditas miudiolias tarniezins, propriaa para vesti-
dos de meBlna o mmisinlins a 640 oeovado.
tortesde laon ti co vados, |ielo btalo pre
idefsV
Colwrtas de chita da India a 2*500 e:*.
Len^es de panno de linbv .1 -* v. Oo.
Pecas de cambraia de forro coro 8 tj varas
3640).
ToaWias alcochoadas proprias para mies a Sfs
i)ii/.i;i.
llicos cortes de laa com barra Mara Pia a
18J>.
Pecas de planillas de alimdao com 10 varas,
proprias 4 Algodao enfestado com 7 li palmos de largara
a 1100 rs. a vara.
EsteJra da india, propria para forro de sala , 5, p 6 palmos de largura, por menos preco do
que era outa quatquer parte.
Neste estabelecimente tambem se eneonlrar
um grande sortimento de roupas feitas, e por me-
dida.
fu
FAZEND AS BARATAS
Passrie Publirt m. 11.
Admirtiti f t!
O dono do aoligo es-labelecirnentoik R
blico n. 11, participa ao publico que i.-_tk> de
dar com brevidade a sua toja para oalra I
de, esta resolvido a veuder toda* as farrada a*r
barato preco.
E' queiaiar!
Vendetn-se riiius largas peto barato prri da-
260, 280, 320. 3TO. 380, 400 e 440 rs., dfU.- estrei
tas a 200, 220. 240 e 260, ditas percalas a .100 r.v.
! ditas estampadas a 440 rs., ditas para enawrta a.
.'(20, dita larga a 00 rs. : s. bo fastas Pa*br>
n. 11, para se acabar.
(aloes de arras.
Vendem se baldes a 24500. 3& ZOO* e 4Ji.
briai branco de liaho alia van, dt(a *ord* d
lisira a 720, ganga amarella para calta a *>*.
covado : s no Passeio Publieo n. II.
t' queimar barata.
Ricos cortes de vestidos da carntraia i. f a-
zmeta para calca a 720, madapolao tao esm 2*
varas a 95, asstm como ouiras taaeadaa spa a a>
vj-Ja tambem se dao nmostras, daiaado
VeBde-wnma (alterna na roa Otrura
Afogados rm poneos fondos, boa para 1
ter prmriptar, e tem amitos cnaamndo*'
mita : na. adaria n. 66, qte i vista da eaearasfer se
far lodo o negocio.
-^":
: --'-,-


.

i. Je Ontiibro de f *%.
menor conaaran-
gimenco se entregar* o
Importe do genero que
io gradar.
ATTENQAO
Os nreeo da segulnte
tabella para todos, po-
dendo asslm servir de ba-
se para o ajaste de eontas
oom os portadores.
ARMAZEM U
RIJA HA CADEIA DO RECIFE 53.
(Ufa passaadu aire* di CoBeeieaa)
.raiule rednceio de preeos, equivalente a dez por cento menos do que outro qualquer
annnneiante.
Collegas.Nao posso por mais lempo sustentar o prego da manteiga ingleza a l.ooors. a libra, bem assim o de outros
miiitos objectos, etc., dando com sto ocastlo a tudas as espeluncas acabarem por boto prego a majileiga de tempero, e gritarem em
alta voz, que podem vender pelo preco que eu vendo ff r Ora, eu offendido com estas obscuridades e receioo em adoptar o mesmo
systliema que vim encoutrar, de so se vender com um por cento a carola, resolv fazer esta giande reduec5o de preeos, como veris
pela seguinte tabella, pois como sabis ca pelo meu bairro, at a abertura do momoravel arniazem de molhados Unio Mercantil nao
se sabia de outro preco de manteiga ingleza a nao ser o de l,4oe a l,6oo rs. a libra. Hoje porem, resentidos da redcelo a que
.estao obrigados, encarando todos os dias de seus freguezes reclamado de preeos, e qualidades, vingam-se de um e outro portadores
tta informado deste novo estabeJeciraento. para Ihe vender goneros n5o proprios de um estabelecimento desta ordem que o seu tiro
e r5o somonte obter a concorrencia de seus freguezes.
Para bem de todo.
Senhores e Senhoras o aceio que presididlos arranjos deste novo estabetecimento, e mais que ludo aprompiidao e entei-
reza com qae sero tratados, convida a urna vizifci ao mesmo, cortos de que sem riavida me daro a proteceo e preferencia na compra
dos gneros qae precisaren, e quando nao pocam vir peder mandar seus portadores, anda que estes sejan pouco pratices, pois
serio tiio bem servidos como se viessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommeiidacSo, aBm de que nao vo em outra parte.
Antonio de Lisboa em latas com 6 libras
VNDESE
alcatrao do gaz pelo prejo a fcnr.'ea:
arma/em da bola amaren no oitto r*a
retarla da polica.
^_----------------------------------------------------------------------- .. i
0 frifrae fe Mab,
AGUA
De Murray 4
j
Manteiga ingleza (safra nova) especialmente
escolhida a 8oe rs. a libra, em barril se
faz abalimento.
dem franceza a mais nova que tein vindo ao
mercado a 56o rs. a libra, e em barril ou dem lavado de primeira qualidade a 3oo rs.
rs.e em barricas de 4 duzias se faz abati-
raento.
Caf do Rio a 26o e 28o rs. a libra, e 7.8oo
e 8,5oo rs. a arroba.
meios a ooo rs.
Cha hysson de superior quaRdade a 2,6oo rs.
a libra.
dem perela o mais superior do mercado a
2,8oo rs.
Mam huxim o tneUiur qae se pode desejar
neste genero 2,6oe r*.
dem preto bomeopatlucoporser de. superior
qualidade a .ouo rs. a libra.
dem bysson, huxim. e parala mais proprio
para negocio o l,6oo, l,8ae o 2,eoe rs. a
libra, garntele ser muito regalar, igual
ao que se vende em outra parte por 2,4oo
e2,too rs.
Lingtucas, cbourigas e paios em latas de 8
libras, ermeticamente lacradas a o.ooe rs.
garntanse serem superiores aos que vem
em barris.
Choi tricas e paios em barris de meia e urna
arroba a 8,ooo rs. e I,ooo e 6oo rs. a libra.
Queijos tlamengos muito frescos chegados
' neste ultimo vapor a ,2no rs. edo vapor
p.issado a l,6oo e l,8oo rs.
dem loiidriaoa os mais superiores que tem
vindo ao mercado a 8oo rs. a libra entei-
ro se faz abathnento.
Mem prato muito fresco a 8oo rs. a libra.
dem do Alentejo o que se pode desejar de
fresca e superior a 8oo rs. a libra, a elles
antes que se acabem.
En ilhas e favas porluguezas em latasj pre-
paradas a 6io rs.
Marmelaila imperial dos mais acreditados fa-
bricantes de Lisboa a 6oo rs. a libra.
Prexontn do reino vindos de casa particular
a 36o rs. a libra, e a Sos rs. inteiro.
dem inde/.as para-fiambre chegado neste
vapor lio rs. a libra.
Copos lapidados para a gua a 5,ooo e 5,5oo a
duzia, *
Choctrlate francez, suisso e hespanol a 9oo
1,000 e I,ioo rs. a libra.
Espmacefe em caixirrbas contendi 6 libras
por i.ono rs., garanie-se serem transpa-
rente e ile superior qualidade, tambem tem
le 12 por libra propria para carro-
Peixe em posta sovel. corvina, gors. pesca-
da, .salmo, ostras e chernee, vezugo em
latas grandes a 8ooe I,noors. cada urna.
Vinho Bnrdeaiix das marcas mais acredita-
a libra, e 9,ooo rs. a arroba,
dem do Cear de superior qualidade a 24o
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,ooo rs. a
arroba.
Arroz do Maranhao a loo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba,
dem da India muito alvo egraudo a loo rs. a
libra, e 3ooo rs. a arroba,
dem de Java a 8o rs. a libra, e 2,2oo rs.
a arroba.
Painco ealpista a 14o rs. a libra, e 4,3oo
rs. a arroba.
Massa de tomate em latas de 1 e 2 libras a
6oo rs. e de barril muito superior a 5oo
rs. a libra.
Aletria, macarriio e talharim a 4oo rs. a li-
bra, e 9,ooo rs. a caixa.
dem e talherim branco a 32o rs. a libra,
estas massas tornam-se recomendaves as
pessoas doentes por serem propriamente
feitas para esse lim.
Estearinas a 56o rs. a libra, e em caixa com
25 libras a 52o rs.
Vnho do Porto muito fino excellente qua-
lidade proprio para engarrafar em ancore-
las com 9 caadas por 4S,ooo rs.
por 2,oo; ditas doce em latas com o mes-
mo peso a 2,5oo; ditas imperiaes em latas
de 3 libras por I,5oo rs.
i Ameixas francezas em Tatas de 1 e mera libra
por l,2oo; ditas em cafxmhas de deversos
tamanhos com bonitas estampas na caixa
exteriora l,2oo, t,5oo, e i toan.
Azeile doce refinado PenaioL o da Kempes
de Lisboa a 8o rs. a garrafa o 9,5 a
caixa coa ama duzia.
cana ue ieuji,ei do sua prupria eiicuiumeiiua um granue e variado sortimento
de molhados todos primorosamente escolbidos, por isso apressa-se o proprietario em
"fferecer aos seus freguezes e ao publico em gera a ?eguinte tabella dos seus gneros !
resumidos preeos, afianzando todo e qualquer genero vendido neste bem conhecido ar-
mazem.
Batatas muito novas a 5o rs. a libra e 2,ooo a
caixa com t arrobas.
Conservas rogiezas a 75o rs. C fraseo e
8, rio o a duzia.
Vassouras do escova para esfregar casa a 32o
Nozes muito novas a 16o rs* a libra
Moiho inglez, em garrafa de vidro com
ralba do mesraoa ooo rs.
Mostarda ingleza dos- melhores fabricantes a
8oors. frasco.
Mostarda francez em- petes ja preparada
a 'ton ra.
Lentilhas exceltente lgame para sopa a 2o
rs. a libra.
Marrasquino o verdadeiro de Zara em garrafa*
grandes a l.ooors. e 11,ooo a duzia-
Palitos para denles a lio e *6ors. o maco.
Sal refinado em frasco de vidro com re ha de
mesmo a 5oo rs.
Vnho de pipa Porto, Figueira, e Lisboa a32o, < Cerveja branca e preta das marcas mais a-
4oo eooo rs. a garrafa, emeanada a 2,5oo, < creditadas que vem ao mercado a o,eoo e
3,ooo e3,8oo rs.
Vinlio branco de Lisboa de excellente quali-
dade a ioo e ooo rs. a garrafa, om caada
a 3,oqo e 3,ooo rs.
Vnho branco para missa em caixa de I duzia
a 8,000 e a G8o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas, que
vem ao mercado como sejam Lagrimas do
Douro, Duque do Porto, DuqueGenuino.
D. Luiz I., Madeira secca, Malvazio fino,
Foitoria em caixa de 1 duzia de 9,ooo a
lo.ooo rs. ea 9oo e l.ooo a garrafa.
Vinho Colares o mais superior que tem
vindo ao mercado a 64o rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantescm quartos e meias latas
a 36o e 060 rs. cada urna.
Sardinhas portuguezas em latas grandes
preparadas pelo melhorconserveirode Lis-
boa a 64o rs.
Bolachinhfls inglezas as mais novas do mer-
cado a 2,8oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
-las que tem viudo ao nosso mercado a^Bolachinha de soda em latas com diversas
6,ooo, 7,ooo e 8,ooo rs. a caixa,garante-i qualidades al,3oo rs.
se ser de qualidade superior, que outro Bolo francez em caixinhas muito proprias
para mimo a 6io rs.
Passas muito novas de carnada a 4oo rs. a
libra e 6,ono rs. a caixa com 28 libras.
Figos de comadre a 24n rs. a libra e
l,8oo rs. a caixa com 8 libras.
Amenrtoas de casca mole a. 32o rs. a libra
'ualqtier nao pode vender por este preco.
Ganebra de H< illanda a 56o rs. o frasco, e
o,7oo rs a frasqueira.
dem de laranja verdadeira de Altona em
fraseos grandes a l.ooors. o frasco, e
1 l,ooo rs. a duzia.
dem de Hollanda em botijas grandes a tea Bolachinhasd'agua em sal da fabrica do Beatn
que
5,ooo a duzia e 43o rs. a garrafa.
Sag muilo novo e ai-vo a 2io rs. a libra,
Sevadinha de Franca muito nova a2oors.
Charulosdetodososfabricantes da Bahiaedas
mais acriditailafi marcas cnnhi'cdss n
nosso mercado a 2.ooo, 2,5i-o, 3,ooo,,
3,5oo e 3,8oo a caixa de loo charutos.
Cognac inglez das melhores marcas
I,oso rs. a garrafa.
Doce da casca da
Amendoas confeitadas deSoors. a libra.
Manteiga ngfeza perfeltamente flor, a I.ooo
rs, a libra e Soo rs. sendo em barril,
dem franceza a ,6oors. a libra, e 56o rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para
cima a 2,7oo,
dem hysson o mais superior que se pode
desejar a ,6oo a de 8 libras para Gima
a ,5oo rs.
dem menos superior a *,4oo e de 8 bra
para cimaa 2,3oors.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para ama a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4,6 e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,80o rs. a lata,
dem preto o melfior qn se pode desejar
neste genero a 2.flno rs.
dem menos saperrer a este que se vende
por, 2 e 2,4oo, a 4,8o re. aera.
dem mais bao bom para negocio a i,5o
rs. a libra.
dem miudinho proprio para negocio a l,uoa
rs. a libra.
Queijos do. reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo.
Queijos chegados no ultimo vapor a 2,6oo rs
dem prato ws melhores e mais frescos do
mercado a 8oo rs. a libra sendo inteiro.
Genebra marca gato a I.7oors. agrrala.
Esto raro qitao 'Wlicado p-.rTj A
qnari que mextDgni*el Vm is di
mimosa fragrancia e freseura t' t
delicado cheiro daa proprias yc.i-.- v
tes flores. Dorante ee meze raluttr-
toa do vero o seu ueo toroa-se i. i'u-m-
teotente apraxivel e deMJaval ? ) -
sequencia da influencia refrijpi- "; *
suave que ella prodna sohre yetV:
em quanto qoo axaia. > tI > **la
imparte o corpo lnguida ,.ia./*a
nina certa elaaticidada fk wgor ; ^ -a.
Ella import nfnjJh/rfim,
e remove panno*, *aa*ar lA4hMaa di
8obr apell.
Biscoitos em latas da 2 libras das seguintes
marcas : (tobme, Crakntl, Mixed, Victo-
ria, Pec-nic, Faoee, Machineeoulras mur-
tas a l,3oo e 1,-too rs.
mo americano em chapa a l.ooors, a
(jora.
1m auta de,iodas a.s_qualidades.
Batatas novas em eaxao do 9-Wbas a 3f
caixa e 6o rs. a libra*
,fialachinha deCraknelem latas de 5 libra?
gntaha em latas de 4 h- bruto a 4,ooo rs.
k
i!
Fal
dito em caixes a 6oo rs. i,jem ingle/as em barricas amis nova do
mercado a 3,ooo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
bias por 2,ooo;
cada um.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Velas de carnauba de 6 e 12 por libra a
32o rs. a libra e fo,ooo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa
e 4,8oo a caada.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra
e 36o rs. em barril.
Chocolate portuguez o mais especial que se
pode desejar a 8oo rs. a libra e fio rs. o
pao.
Papel de botica de excellente qualidade a
2loors. a resma,
j Potes com sal retinado a 48o rs. cada um.
Licores francezes e portuguezes das seguin-
tesmarcascreme de violetas, gerofles, ro-,
sa, absnto vespeiro, amor perfeKo, amen-
drw amarga, percicot. de Tortn, Botefim,
monagos, Kako, caf, laranja, cidra, gin-
ja, crnella, cravo, orteB ptmema a t.ooo
rs. a dozia I,ooo rs. a garrafa, garante-se!
/qa os melhores quetemos tido-no mer-
ada.
Passaa nwito novas em quartos e inteiros a
2,#oo rs o quarto, a 6,5oo a caixa e ioo
m. alifara
dem coriothias proprias para podim a 8oo
rs. aliara.
Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
Lisboa a 64o rsv a libra
Emilias secas muito novas a 16o rs. a libra.
Grao de bko muito aovo a 16a rs* a libra.
Ervimas- francezas em lata a 64o rs.
Potas com sal refinado a 48o- rs.
Fomade chapa americano a 1 fioo rs. a libra
fazenda especiaL
Presunto para fiambre ingkzes a 7oo e 8oo Fufk> M Urd(, j0 ^
ES. aliara. escravo pardo, de aonw lbnM,
ChOUr?as e paios mnito novo a 640 a libra. Caixa, de traque n. 1 a Wfhtada urna ^^^j^wgm ^JfcJ^
Massas pahhsopa macarrao, talharim aletria p,iaca h0rlia> p^,,,, erwPfmt ^ rfc,^.. t
a4oor. a iibra. caiga de algndauiit'no ; m*m nmi n.
Cognac verdadeiriDglez a 8,5oo rs. a caixa p" '?m n
e8oars a carrafa ~N-----__________ ,,or" m*'* rooPi''e *fndWe*n>r>*,-v
,, K -___ : quem o aepreender tmrir ln*-k> i ra* >i.. v :
dem francez a 7,ooo rs. a duziae 7oo rs. a de DrtUS 9'Wt on ;oa io j^,. sa,^,^.
carrafa. : recompensado.___________________ _
Charutos em grande quantidade e de todos os! Flfri'a
fabricantes mais a creditados a 1,5oo, Desappareeeo anaaTaa a**dva .^n
2,000, 2,500, 3,000 O 4,000 rs. a caixa, creoula Joaquina, cr prrlav alia, magra > ran-
os mais baixos sao dos que por ah se ven des e apaihfudos, rom alpinas pinta i rar >- m
dem a 2,000 e 2,500 rs. i cabeca, cosluma and.r de traio r*:.t a r
o TONiro oRnum bb m
PAR 08 WQ19S.
urna preparac adionil par %>n>
jwr, aforraoeear, co tiar 'o Nfl<
eer osoabeoe.
venda as boticas 9b don ffaraat*.
roa da Cnu, eJoo da Brava 4tC, raa
daMadre doJDooa._____________________
Vnde-w sebo do PW tur rm* A >fli
arrooa, a prt tena : m rm m t
ESCBAYOS F6IDCS.
'a- a
frutas muito frescas a Cieos frascos com frutas francezas em calda
a melhor que se pode desrjar de l,4oo a
3,ooo o frasco.
Capil de diversas
64o rs. a garrafa
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grata,
Toiicinhe de Lisboa muito alto e alvo a
32o rs. a libra e 8,50o a arroba.
Ameixas francezas em latas de 3 libras por
2,"oo. rs .
Cebollas solas a l,ioo o cento ; ditas em
molhos com cento e tantas por l,2oo rs.
Malte excellente cha para os navegantes a
a 2on rs. libras.
AGENCIA
DA
FUNGI LOW-O MOGO
Ra da Seoulla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meia
moendas para engenho, machinas de vapor
o tachas de ferro batido e coado, de todos o
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
Vinho ilt* Porto suprrior
dm caixas de urna e duas duzias : ten para ven-
eer Antonio Luiz de Oliveira Azevedo& C, ao seo
escripturio ra da Cruz n. 1.
Fabrica Coneei$lo oa |
Baha.
Andrade k Reg, rerbem cooftaate-
mente e tem venda no sen armazem n. jj
34 da ra do Imperador, algodb d'aquet-
la fabrra, proprio-para saceos de asso-
c.ir, embalar aieodao empluma 3*c., etc.,
pelo prego mais razoaveL
ARAZEH
FRONTEIRO
DE
1 1j\EH eoUTIXIIO dfc BRAMDiO
21Laryodo Tergu21
Ao puhlieo.
Chouricas muito novas a64o rs. a libra ; chocolate francez a l,ooo rs. a libra;
ameixas idem ; alpista a i6o rs. a libra, e 4,tino rs. a arroba ; arroz do Maranhao e da
India de 8o a loo rs. a libra, e em a amiba de 2.rtoo e 3,ooo rs. ; azeile doce refinado
a l.ooo rs. a garrafa e em porc3o, menos; idem de barris a 64o rs. a garrafa, e em cana-
da a 4,8oo rs.; banha de porco a 4oo rs. a libra, e em barril a 36o rs.; batatas muito
novas a 4o rs. a libra, e 1,2o >rs. a arroba; cha perola, bysson, miudinho a ljkio,,%%oo
e 2,ooo ro. a libra ; charuto* des melhores fabricantes da Baha de 2,noo e 4,ooo rs-;
cerveja branca- e preta a Son rs. a garrafa ; cravo, cauella, cominho e e/va-doee, conser-
vas inglezas em frascos e meios de 5no a 9oo is.; cognac inglez superior a l.ooo rs. a
garrafa ; caf -te Ia, 2.a e 3.a qualidade de 8,5oo, 9.ooo e 9,5oo rs. a arroba ; cevadi-
nha a ioo rs. a fibra ; ervilhas portuguezas em latas de 1 '/* libra a 7oo rs. ; spermacete
a 56o rs. a libra, e em caixas a 52o rs.; farinha de araruta verdadeira a 2oo rs. a libra,
e em a arroba a 6,ooo rs ; genebra de laranja a I ,ooo rs. o frasco -f dem de Hollaada
a 61o rs., e 4oo rs. a botija; graixa em latas a l.ion rs. a duzia ; manteiga ingleza per-
feita flor a 8oo rs a libra ; idem franceza-a 56o rs. a libra, e em barris a 52o rs.; maca
de tomate a Goo rs. libra ; marmelada dos melhores fabricantes a 64o rs. a libra ; ale-
wmxmmw mmm mmrnmm
Rea da SeozaHa n. 42.
. Vende-se, em casa de S. P Johnston & C,
sellis e silnoes iuglezes, rimfilim e casti- tna' tartatrim e macarrao a en rs.; marrasquino de Zara verdadeiro a f.ooo rs. cadafras-
caes bronzeados, lunas gleas, to de vela w > nozes mu,t" nevas a no ,s- a li0ra ; P8683*3 *" rs- a J**1 l'ainco a f6o rs. ; po-
cbicotes para carros e montara, arreios para mad8 a a4 n- a duz^; Piment *rein0 a 36 rs-: PaPe anna?o e de peso de diver-
carros de um .lous cavallos, 'e relugios de sa aereas; palitoe do gaz a 2,*oo rs. a gr-sa e 2o rs. a caixnha ; ditos de seguranca
oonr oalente inglez individaal a 2o rs, a ctixioha e 36o rs. o maco; quwjos flamengr do vapor a 2,ooo rs.
------------------'---------- cada um ; cevadinha a 2oo rs. a hhra; sanlinhas de Nantes de ioo a Ho rs. a lata ; sa-
.4 ICfl t'OO I bao massa muito waafi r a 2oo rs. a libra; torjemoo de Lisboa rmoto *\n a 3oo rs. a li-
VgtavM barril com alratrao, na roa da Craz br r vialar do Porto velho engarrafado a l,5on rs; idem era barril a 8oo n. a garrafa,
i, prmeiro-aadar, escrrpfrki de AMwrfw de senlo ptipcao fa/.-se flifferenca e era caada a 5,ww rs.; nem de LsImm muito superior a
4^mejda Gomes.
pms\
Vonde-st potasM em barris a comroedo prego o
na rua da Craz n. i3. pnmeiro andar, eseripton:
de Etenio ife Ameida Gomes.
4 3.6 H) rs. a caada; i-lem do E-tivito a 36o e 320 rs a garrafa e em caado a t,5ti#;
dem Bop.ieaux a 56o rs. a garrafa ; dem branco de-LKbr, procrio par missa a Son n.
a garrafa; vinagre de Lisboa miiae suierior a tm n a rarrafa, e 4r*oe ra. a caada;
soda cevada, alfasema, gaz e tiiolo de limpar facaea 1 lo rs. Prrswntos de Lamego a 5oe*
ea.ljSa.ir rb outrosmuilosgneros quedesnecessario menciona-los.
Frutas em calda chegadas ltimamente, pera,
pecego, ginja e outros muitos a 12o rs. a
lata de 21|2 libras.
Foijao verde em bages em latas a 64o rs. a
lata.
Nozes mnito novas a 120 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confesadas a 6oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
sec30 especial, lagrimas doees, vtnoo es-
pecial D Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e mitras multas
marcas, era cabra de ama duzia a lo,ooo e
1 ,ooo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa o 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figaeira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e ooo r s, a garrafa,
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
; inrulea-se de forra, e por este mmb> alosa-*.- mi
Caf tk premeira qualidade a 8.3oo e 9,ooo araa em rana particular mm nfMur-,^
rs t arrnha p <*Rn a 9<*n r rs. a arrooa e 28o a o rs ai nnra. lh^ e U|limainenle a.n We de segunda qualidade a 8,2oors. aar- cmnoama, om u.na ra^a aobairr^do iv^av:
rOOa etJO rs. a HDra. 'guMnainirenemiB-M mi nrr *wm i
Arroz.dMaranhao a 12ors. a libra, 3,ooo rs. d(> scnnd da ftw-Vista, raa da Aiwwa rmrt r-
a arroba ncro- dem da Jndia muito superior a 2,9oo rs. a gsCrtVO fffdo do GllO flai'U
arroba, e loo rs. a libra. ^ r
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra., eSlfl. CSpitli.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro- Em mim do enpenho HiimHra ha aat rt ^a- -
ha a fin ps a lihpo n,a(* P'lHiibU de haiio. d'tMMr Afc>>Mi'il i **
ud, b oo rs. d iiora. um de ajo>|0 |>assjldu um nM-e,|Ut. v r. rr *
Verlas de carnauba do Aracaty a 9,ooo rs. ar- de *** l3 ir 4 3nn,r-> rif khi *'B
rnha p *Wn r-5 a libra u's t'erfei,os. ri,ra red.*la, rahr? |rwfp *
roDa, e ooo rs. a iiBra. meja chata e no |n#.jo ila cali m*****.
lvme sebo muilo dura fingndo esparmace- ra doiamanho de mm mm* ir rana *, a
te 360 rs. a libra. em um dos pes uiu deila jiun a* *m'n. i -
Idemdeesparmacetea56ors. a libra, eem **ou,ro Io ",eio ',ara *""*'' a '"
Mivna S rom 9", libras tas a heras, sahio rom um emap* m \-o e
caixa a 020 rs. com 20 iioras. cpa oaixinna m WT sid 9iara.h,t >, ,.,.
Papel o melbor que se pode desejar para os ra ,u- ca>ineta. ralp hraara d* ii.m r u v- ''
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res- van-ti> em sna coni|*.anhia, por <^Hor>., .^
ma, j se venden por T.ooo rs. Min0 forro, de "S* ">'. g1*,*^* '"r
ni 1. n. o -n^,n que o moleqoe, Uho Man-n-i Aitp, *..r>
Idemalmago pautado e liso a 3.000 rs. a resma. ?inh0 ao nt;mo >illo H|nI|i ,,,. ^;, ,,
dem de peso pautada e liso a 2,5oo rs. a se is autoridades r mais fmtmm^m o mmm, 1
resma. Uvaivn noticia delle, de inaadari-ni nafMb r
dem a zul de botica ou fugueteiro a 2,oo rs. | entrfga-i.. ao negwiantr nan m .
a resma.
Idem embrulhode 1,2oo a l,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 V* l'Dra a
l,2ooe8oors. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., so o
frasco valle 1,000 rs. tambem temos em
frascos para 1 .ioo rs.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2o rs.
! as drspesas feitas para o dito Din, em '
j Srs. Daiiuiiayer A Carneiw na ra dr? s-
Arha-se fugido ha sea? n* o rrHbi
de nome Tilwrio. a que algan* |H.r l*iatra
orliamam IMn>. rujo crmuJo toM w u$*3m w
guintes : nu-in fula, baixo e gref-o, nwl> u.iq,>,
faliarn doi> denles na frentv, frm am talfro S
Molhos inglezesa 800 e l.ooo rs. o frasco.
Cravo a 48o rs. a libra.
Cerveja Tenente verdadeira a 7,ooo rs. a
dirziae 600 rs. a garrafa.
Mem de outras marcas preta e branca-a5,5oo
e 6,000 rs. a duzia e 5oo rs.a garrafa.
Vassouras de piassava com 2 arcos da ferro
vindas do Porto a 32b rs.
Cebollas muito novas a l,ooo rs. o molho e
8wo rs. o cento.
Geoeftr* de HoHrinda em frasqneiras a 6,ooo
e 860 rs. o frasco.
Idem embotijas a 4oors.
EspeciaL viaho Lavradio sem a mais pequea
composic5o a 560 a garra/a e 4,ooa rs. a Me^ garrames de 14 garrafas a 5,2oo rs.
caada. Paos do gas a 2,2oo r. a groza e 2o rs. a
Farinha de matarana a 240 rs. a hbra.
Ricas caixas com figos a 1,000 rs. cada urna.
Ricos fivros coro n^os l,oon rs.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada maito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba1.
caixa.
dem da doates lixados em macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o raasso.
Comiahee mnito no vos a32ers. a hbra e
1 a,ooo a arroba.
Garratoes co % garrafas de^rbo supe- L^J -uto B0 24o rs> a mn
rlor a 2,8oo re. com o garrafio. Ceadinba de Franca a 18o rs. a libra,
dem com i */ ditas de venagre a 1,000 rs. o
garrafao.
Vinagre PRR em ancore tas de 9 cananas a
15,ooo rs. com a anenreta
dem empipa poro sem o basme a 2oo rs.
a garrafa e 1,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 28o rs. a libra e 5,4oo a arroba
Peixcs em latas a 1,000 rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farefto de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs. Doce da casca da goiaba a 600 e 1,000 rs. o
a caixa e 7oo rs. a garrafa. caixao.

O praprietario do granda arreaam Uniao e Commercio declara aos sens freg
zes e amigos oao pablkoem geraly aaa para meditar a eormnodidade de todos estipuloii
os BMsnoaBrecasaosseaaintes lagares:
Uniao e Conimema ra do Queimado n. 7.
O Verdadeiro Principal ra do Imperador n. 40.
lado esqnerdo do nariz, ] ts"w alumiv nu I
ca da praca da Roa-Vh-ta Srs. B < **
res, mukn fallante cozinba-e rnpmm : pnrtaM
to roga-se as auioridadtx poOf ars rvpt.aVs +
campo a captura do dito moterae, e '*-* rm
do Imperador n. 7.1, trrcHr aar, # m fH*
l nenep-samenlp.___________________________
Continua a estar fugMadaMn dw tt iV in
lito do correte anno a pMa>rtraa mm Ba-
ria do Rosario, rom os signar ?- : > ar-
regular, rheia do corpo, falta de um !* n mi
esquerda, nadetras emi-in,a)fnmmmmrm ma*
co.-tas, de rieatriies, qoe pwn wt >< 'i r>K-
te, anda desembarazada e hfx bu pwe i n
cada, levou vestido de rhi, saia pr.a >
da dista, de soppr qoe eskj rft% rinrii:.-
larta de forra ; portanti; pfMM>-M a> p n*
ojuem a leona orcult, paajan 1*t*t m*fM >~
das de serviros dorante tmipa aia .
roga-se s autoridades poliriars. unto 4 tt*~-
como do mato, e aos rapite* de rampn a x -
prehenso, e le vem-na a praia do FjM*\**\t n
24, ou a traressa do mesawK fS> lifjrados.
Desapparereu urna esrrava pr vmb f la-
cia, rom idade il^ 40 a 12 anoue, cia-uia, %*%t*
de Pedras de Pop, no (fia 10 de oniar., tt.i '-
rrava- V O. Alexanilrtna Osar *r \m4i*i, *tr
ea-sr estar prrdid* em ra^a > a*. > **
fia cidade ; entao pede-se tommm *-
senhores guardas das narras da eto rgrratva
as emlrarraroes saMdas A-sa fntataf '
se a enrontram, e leta-to O aaa W Md a .
ruja "fran tai iw s-aruwt n enlei : eW|ar -
trinar, altura o mesmo, rom Istia adraHa ma
frente, ps sweo*. Ihv.kj veslMla-V lia rtW l*
rtwti|irdii me A*jfrd-i*, sen*o> leiwi'tar Mim-
fos Tavarrs ; qoeas detoi aar eaaaa> aart aa-
roajiaeaaada.
ti.se i aro frrgitin
Fujrio no dia 20de setenar ueavaanaaijla
me Miguel, da ci.iadn de CKinda, aar .^rtada av
ir vender leile na ridade do ttonV, Malar)* iaV>
40 artoos anueo rmmk taioaa, aaw a *$**<
-ecuinies : da CnsUw natoii^Ji a>a* tmhm '
harha ha-ianle pintados, om pnaai Mnaa, r -
Inma andar de ali*rgaias, as aaars rm mm -i-
por raes* de cnans, por tMtm.* >**mmj aad
rmela, tna *M *\fU m
em aleitm sitio. finindo pairar
aiipreheader .jneira lea-kj a
gaeira Corada, na cida-tr Oamb,
paro, braia a. W, aaa ser*
.


Mar! 4c iPercafltVar* abbsdo 1* e Ou tabre d> ItCft.
LIITERATRl.




APTKigAO FRATERNAL.
Senlimentos.
Anda que loda humanidade descenda domes
moiro'ict), c sejaobrigadi a cultivar urna mutua
benevolencia: comtudo este dever muito mais
positivo c imperioso da parte dacue!les que per-
Cewem mesla familia.
Ni la so ap.nvxima mais do amor de nos mes-
IDOS, do que a affeigo fraternal : lia apenas urna j
pequea dtaucia eutro o nosso nteressc e felici-.
dado e daquelles que provcem do mesmo tronco, e
participara do mesmo sangue. Nada porlanto pode ;
ser mais horrivel do que a discor lia e nmsade
entre membros lio conjunctos, e nad to bello
Esta rolagao 6 formada pela nalureza, e nao
pela cscoltia; e posto que lonha muitas cousas
cmmuns oulras rclages, comtudo anlerr a
obiigaeao de aniisade : conseguinlemente a natu-
reza c a razao dictam, que deve haver urna pecu-
liar aflVioa. entre os irmos. Nao obstante, nao
qaer i lo dizer, que sajamos sempre obrigados a
con^ilsrar um irmo cu irmaa, como um intimo
e particular amigo de preferencia a um es-
tratiho.
Diversilale de carcter, e discordancia as
qualidades, pdem tornar a amisade dubia c im-
propria, e at arriscada.
Poro n quando a^.amisade e a fraternidade um
ceniram-se nMJjfltsni;^ pessoas, tal uniao da oo
Huiro iwj Rma cordial benevolencia, um ar-
icte dAfl Hervir e auxiliar, sao os peculiares
ctlinotjj Jfcionlesco, c posto que os amigos
rieva Rsou quiuho, todava o direito de paren-
tje|a principal c ordinariamente mais forte.
EKBMPLOS.
rio, re da Persa, teve tres filhos da primeira
ralher, filha de Gabrias, todos tres nascidos antes
de sea pao ciogir a cora e mais quairo de Atos-
sa, filha de Cyro, lodos os quaes nasceram depois
da elevaco de seu pao ao tlfrono. Arlabazanas,
Chamado por Justino, Arlimenes era o mais velho
da primeira, e Xerxes da segunda. ^ tabazanas
allegou cm sea favor, que o direito de suceessao,
segundo ocoslumee praliea de todas as nages per-
leueia-lhe de preferencia todos os mais. O ar-
gumento de Xerxes para a suceessao do seu pae
cra,qae sendo filno de Atossa, filha de Cyro, que
fuudou o Imperio prsico ca mais justo, que a co-
ra de Cyro passasse a nm dos seas descendentes,
do ii a quera o nao era.
McmaraV^roisparianoque naquelle lempo eslava
a corte da Persa, secretamente suggero a Xerxes
putt'9 argumento para sustentar sua pretencao ;
que Arfebazanas era na verdade o mais velho li-
liio departo; porm que Xerxes era o fllho mais
velho do rei; e portanto Artabazanas, tendo nas-
cidu quando seu pao era apenas um particular, tu
do ju mo poda pretender, ein attencao seu di-
reito de mais velho, era herdar os bens particula-
res de seu pae : porm que elle Xerxes sendo o fi-
.4ii.' ji.s volito do re, lonho melhor direito a suc-
ccderV?. corda. Sustenta va. mais osle argumento
com jfcxeniplo da^fcacedemofla, a sarceJcr/;, reinado senao os filhos nascidos de-_
"pois di el vago do pao. O direito de successor
era tenseguintemenle determinado em favor de
Xentes. Tanto-Justino como Plutarco fio nolicia da
prudente conduca dessos dous Irados em toda esta
meudrosa sita rao Segundo aquelles autores, Ar-
tahazanas estava au-ento quando o rei morreu, e
Xerxes inmediatamente assumio todas as honras
e eierceu todas as funrroes da soberana. Porm
na olla de S'u irmo, deixou o diadema e a tiara,
que (razia romo rei, foi encontra lo, manifestou-lne
lado respello que se pode imaginar. Convieram
em concluir seu to Artabazana o arbitro de sna
qunsUo o sem appollaco, conformar-se com a de-
cislo.
Dnraale o lempo que durou a disputa, os dons
irmos demonstraran) mutuamente urna affeigao
verdaderamente fraternal, mantendo tima conti-
ena troca de prsenles e obsequios ; pelo quena
muta* estima e ceofianca baniam de parte a parte
qu.tjut-r roceio ou suspeila, e estabeleciam urna
espontanea cordulidade c perfeila seguranga.
Esle especlacolo, diz Justino, altamente digno
de nossa admiracao : ver nesse lempo os demais
irra|c puxarem das espadas uns contra os onlros
por'-feasa de um pequeo patrimonio, e os dous,
de que s (rata, com m jderago e calma esperarem
pela decisio, que dovia dispr da maior imperio
ento existente.
Quando Artabazanas deu o julgaraenlo em favor
de Xerxes, Artabanas no mesmo instante pros-
trou-se daute delle, recouheceu-o por seu sobera-
no, e collocou-o sobre o llirouo com suas proprias
maos ; por cujo comportamento elle moslrou urna
grandeza d'alma verdaderamente real, e inQqiia-
menle superior a todas as dignidades humanas,
Esta prompta aequiescencia urna seutenga to
eoniraria aos seus interesses, nao era o effeilo de
urna politica astuciosa, que sabe como dissimular
na occasio, e receber honras para aquillo mesmo..
que nao pode alcaogar ; nao : ora o effeilo do
respeiio real para com as leis, urna sincera affei-
gao para com seu irmo. e uina indifferenca por
aquillo que lao rdentemente inllamma a ambicio
do genero humano, e to frequentemente arma os
prenles mais prximos uns contra os oulros.
Quanto elle, durante toda sua vida, continuou
Urmemente ligado aos interesses de Xerxes, e com
taes ardor e zelo, que perdeu a vida em seu ser-
vico na balalba de Salimo
Plul. de frat. amore p. ut. Just. I. I c. 10.
Os Chinezes forara notaveis pela pureza de sua
moral, simplicidade de suas maneiras, e coilura
das virtudes sociaes.
Os exemplos dos seus governadores e grandes
homens muito contribuiriam para confirmar o no-
vo na pratica dos de veres moraes ; tal vez poucos
principes lenham exhibido maiores exemplos de
admiravel e virtuosa conduca. Cencus, que foi
discipnlo e commentador do celebre philosoph-
Confucio, nos d o seguiote exemplo de affeico
fraternal.
O rei de Lucho tinha tres filhos, e como diversos
paes, tendo mais affeico ao mais moco, alguna
dias antes da rnorle, declarou esse successor com
excluso dos outros irmos. Este procedimento
era tao extraordinario quanto contrario s leis do
remo. O povo portanto pensou, que depois da mor-
te do rei, elle podia sem crime elevar o mais ve-
lho ao ihrono. Este designio foi universalmente
approvado ; porm o novo rei lembrando-se das
ultimas palavras de seu pae, rejoitou o offereci
ment, e tomando a coroa, collocou na cabeca de
seu irmo mais moco, declarando publicamente
que a renunciava, e snppunha-se indigno della,
visto que foi excluido pela vontade de seu pae ; e
seu pae nao podia agora retratar o que havia
feilo.
Seas irmos, sendo locados por esta generosa
accao, nstanlemfire pediram-lhe, que se nio ep-
pozesse a inclinaco do povo, que o desejava como
seu governador. Elle insista, que smenle sea
irmo mais velho era o legitimo successor co-
rda, que tinha recusado, e que seu pae nao podia
violar as leis do reino ; que tinha-se deixado levar
pjr amor excessivo; e que em urna palavra o po-
vo tinha o poder de rosta be lecer a lei constituida
que fra violada. Nada comtndo tei capaz de per-
suadir seu irmo a aceitar a cofoa. Houve urna
gloriosa contestaco entre, os deus principes ; e
quando aconteced que a disputa seria intermina-
vel, retiraram-se da corte : tendo assm ambos con-
quistado e vencido, acabaram os seus dias em pa-
cifica solido, e deixaram o.reino ao oulro seu
irmo.
El POGCO DE TODO.
Sobre o Evangelho de S. Matheus, capitulo VI.
Nmguem jtde servir a d->us senhoresescreve a
Cruz o segnlnte :
E' esta urna mxima evanglica, irmos meus,
que nos ensina, que devemos observar restricta-
mente os compromissos que acceltarmos, afim
de que a execuco de um, nao oflenda & oulra
pois mu certo que entre muitas obrigagdes
quasi de ordinario se deixa de cumpri<4as, e
apparece cerno resultado das accumulacoes o des-
gosto e afllicgo.
E para prevenirmos esses males, que infelizmen-
te cerca a umita gente, convm sermos since-
ros em medir o alcance dos deveres que con
FOLHETIM
o KHg eli;to
trahirmos, para que em todo tempo possamos
esclarecer e dar as razdes do nosso bom desem-
penh o.
Nao busquemos embaracos que nos impossibi-
lilem para sempre ; mas sim aquillo que fdr
compativel com as nossas forgas, e nunca nos
persuadamos que nao obstante a actividade que
temos, que estaremos sempre promptos em acu-
dir e saiisfazer ludo quanto se ada sob nossa di-
reego.
ue que nos serve nicamente para sermos (idos
como bons directores, eslarmos amontoando cousas
sobre cousas, e depois licarmos tolhidos sem sa-
bermos para onde nos virar ?
E' por isso que o Evangelho nos faz ver, que
para o nosso coragao viver tranquillo preciso
que se acomode, e que jamis exceda os limites
do possivel, para nao cahir em algum desespe-
roque cooviu medarmos muito de accordo
com os nossos senlimentos, atim de que nos eleve-
mos cheios de urna recompensa soberana e para
sempre satisfactoria.
E' recenhecido que o homem foi formado para
apreciar o bello, e amar o josto e desde o mo-
mento que se aparta desses principios para en-
tregar-so a extenso de lodos os objeclos, incon-
leslavel, que jamis poder ter um resultado con-
digno grandeza de sua alma; e residindo esse
bello cima de sua razao fraca e contingente,
preciso que devote seu espirito todo ioteiro no
ente que o formn porque s elle quem
pode compensar as fadigas da trra e tornar a
felicidade como um objecto vivo de amor e ele-
vago.
Sirvamos porlanto a Deus, como um voto de ro-
conhecimenlo, e se porvenlura abandonarmos esse
caminho para dedicarmo-nos ao mundo, porque
queremos a nossa perdigo, c jamis esforgarmo-
nos por obter urna recompensa que nos alimen-
te para sempre. Por consecuencia, se despresar-
mos essas razSes havemos de cahir necessaria-
mente em um labyrinlho de calamidades, e para
ne sermos perseguidos, preparemo-nos para obe-
decer a Deus.
Pede-nos a segninte publicacao:
o SOLDAOO.
I
Eu sou um bravo, que na patria minha
A Ironle altiva jamis curvarei;
Tenho no peilo liberdade escripia,
Legado santo, que d'avs herdei...
Sim, sou soldado e Pernambucano,
Que em batalhas, deprecia a vida I...
Nao temo a morte, e ousado avango,
Buscando a gloria, da patria q'rida.
De amor da patria o meo peitu cheio,
Revolve as clnzas do vivaz passado.
Tenho saudade d'esse tempo d'ouro,
Dos bellos dias em que bati-m'ousado.
II
Jamis curvei-me a inimigo fro
Quando me acta-i em lutas d'horror I
Eu descouheco-me I Porque a ti me curvo,
Querida Urania, pelo leu amor!
Sou veterano, em sanguentas lutas
Me destingoi como diz a historia I...
E sou mancebo... no amor recruia,
Marcando passo p'ra alcancar a gloria I
Mas me ordena a sorte q'eu hoje parta,
Que deixeo lar que p'ra mim sorri.
Oh I quanto cnsta te deixar Urania,
Querida amada, para quem nasci t
Ver, pois, aos bracos do teu triste amante
Aquecer meu peito, com o calor do ten t,
Ell-c cp i.'skrila.'' O se aeitam lornos t
Porque o leu peito comprehendeu o mea!
Com quinta vida me senli Urania,
Com os protestos dos amores teus I
Oh I que delicias eu sorvi no beijo
Que me offertaste suspirando -adeus'
Se firme, Urania, no soldado er,
Quando jurou-te ser o.leu consorte!
t Oh sim, eu creio, que jurei tambem
t Se nao fr la, pertenct-r a morte I...
III
POR
CAMll.LO CASTILLO BRAXCO.
Continuacao.
VI
Acabaiam-se os festejos no Vidago.
Principia a vida serena que Nicolu da Mesqui-
ta anhelara.
Esta a casa de Palmeira sosinha, em nido da sua
munlna de cedros e alamos. Rodeiara-na por mais
longe extensos almargeaes, selvas amenissimas,
montados crespos de sovereiros. A estrada passa
arrodaa. N>-iiliuns rumores do mundo alli vo
quebrar os scisuiadefes silencios.
E-te o den, oe preluzra ao morgado nos en-
resuahsc quo Ine adugavam os abomnenlos do
seu viver Com a Fraiiceza nos arrabalde.- do Porto.
Anciara elii euloui enlace honesto, urna vir-
ge n ira i>f>riii di reiguardo dapuruza adora-
gao da vida conjugal, ama companheira para to-
las as horas da vite pacifica, dourada de alegras
innocentes- h .orada na consciencia propria o no
ronceilo do inuuia.
Prese pie a Providencia dera todo, e mais an-
da, ao hotaein que nao espera va o mnimo das suas
modesta*, mas tardas ambigoes.
Para os q jarela annos, urna menina com dez-
c.>els.
Para o coragao cscalavrado, um coragao em flor
apenas desabrochada ao inculpavel beijo de um
primo.
Para urna f.oluna desfalcada por grandes des-
barates, um fraude patrimonio de nina nica.
Nirolu sulijunra a mais liberal das fadas, oo
pactura com o anjo das trovas a felicidade desle
mundo a iroco da eterna perdigo da alma I Nada
disto era a natural absurdidade das cousas sub-lu-
nares, como ellas se nos flguram, quando as enca-
ramos superficial mente o pela rama.
Em harmona com o seu ideal de felicidade do.
mestica, o morgado restringa ao mnimo a sua
convivencia, nao pagando as visitas, e faltando aos
convites. Apenas Martinho Xavier s temporadas
vinha de Chaves ver a fllha, ou alsum velho pren-
le que se retirava aaojado da inspida existencia
dos stmliori-s do Vidago.
Martinho Xavier encara va na fllha, e pergunta-
va-lbe, a ocultas do marido :
- fusMizT
E ella, rom os olhos assaltos de lagrimas, respon-
da, ii'inn lom de amarga irona de si mesma:
goll. .
O pae contristava-se ; mas disslmulava. Se a oc-
casiio Ibe da va urna aberla, dizia ao georo :
Pobre soldado, que sulcando os mares,
Leguei a Urania o meu nobre peito,
E a cara patria a minh'alma grande
Com iramensos louros, Ihe rendendo preilo..
^.ram tres mezes que soffr ausente...
Trisie geraendo a interpolar
Pbrazcs sentidas, da saudosa patria
E da feiliceira, a quem jurei amar.
IV
Cruzei os mares cm brilhantc noule
Que estrellas mil enlevavam a la;
Adormec a sonhar com amores,
Beijei, Urania, na imagem tua.
Quando acordei estendia a aurora
Ao som das aves prateado manto,
Eu perfilei-me no con vez, risonha
Beijando as auras d'ignoto encanto.
Tudo sorria no meu patrio sollo,
A relva, e o sol ao beijar a nev,
O anjo da manha a doce brisa,
E mimosas flores d'edorante seve.
Salid em ierra, d'um amigo meu
Cingiome logo ao seu coragao;
Eu perguntd-lhe pela minha Urania
E elle revelou-me fatal conflsso!
A tua Urania, quejurou amar-te,
i Na lia ausencia teve novo amante I
c Hoje, perdida, vveem bragos d'oulros;
c Em mar d'orgias se enloda constante!. ..
Obi-.. possivel?!.... Infiel Urania!
Repeiisa ella em bragos d'alguem?!
Oh I se assim for, inda tenho forgas
Para vingar-me e morrer tambem I
t Detem-te amigo-oh! sida lo nobre,
c Ea desconhego-te !... Falla-te o valor ?!
Nunca tremeste em renhida lutas
c E agora tremes na lula do amor V.!...
V
Mulher ou hydra, ou viso d'um sonho,
Para que calcaste meu amor aos ps ?!
Para que o riso da innocencia estndas,
Se o da infamia, o tens aira vez II...
Para que vendestes a pureza d'alma
Por vil engaos, que contm o ouro I!
Para que atiraste nemercadoimpuro, ,
A c'roa vlrgem, que era o teu thesouro II
Para que juraste um amor eterno
Sobre o meu peito!... Infiel Urania!
Ergue esta fronte, em que o negro sello
Da impureza imprimiu ainfamia! .
Morreu a virgem!... Atiraste ao p
A frgil c'roa que a donzella tem!
E Urania, vives, no mercado immundo
Sem f... Sem honra!.... Quem s l-Ningnem !
L-se na Estrella do Norte o segninte :
0 N0RT8 E 0 SUL DO BRASIL.
O cancro do scepticismo philosophico e a lepra
da incredulidade religiosa tem infelizmente ataca-
do a socedade brasileira, gragns a urna imprensa
racionalista que lera sido quasi alimento inlellectual
dos leitores.
Muitas sao as causas que poderiamos as'ignalar
a esle estado de atona, em que se acha entre nos
o dogma catholico; mas deparamos com duas que
esposamos como nossas, e que offerecemos a consi-
derago dos nossos leitores.
Em urna correspondencia de Pernambuco dirig
da ao lornal do Commercio da corte lem-se as se-
guint.-s reflexSes:
E oousa curiosa e digna de notar-se a impor-
ncla que da Hania para o uorie se lem dado a
queslio Janrani, ao passo que no sui parece que
nlnguem se occupa delta.
: t Nao se pode dissimular que ha grande differen-
oa entre urna e oulra parle do imperio, quanto ao
modo de encarar o que diz respeito a egreja.
O fado real, e est a todas as vistas : entre
o sul e o norle, quer as quesles religiosas, quer
as quesldes poltico-religiosas, ha um abysmo.
Ali, pode dizer-se que o que se v o puro
germanismo protestante, o racionalismo, a cons-
ciencia de cada um como directora da f, o estado
de bragos cruzados e indifferente, Ou tratando lodos rsa familia, recurva trabalhar no da de domingo
os cultos e seitas em pe de egualdade. Aqai o
principio da autonoma das instituigoes sociaes com
o catholicismo, o Evangelho lido e entendido, cerno
oleo emende a egreja de Roma.
c Quaes as causas de semelhante phenoraeno?
c Devem ser complexas e datar de longe. Entre-
tanto, pelo que de mais perto se v, podem ser assig-
naladas duas:
t 1.* A influencia do finado arcebispo da Baha
cuja vida foi urna luta constante pela independen-
cia da egreja e pureza da doutrina catholica. Os
escriptos do Ilustre metropolita circulavam prin-
cipalmente no norle do imperio, d'onde era natu-
ral, para onde sao mais frequentes as relagocs da
Habla, per intermedio de Pernambuco. E' de fac-
i que o finado arcebispo, embora primaz da egre-
ja do Brasil, presidia principalmente o movimento
intellectual religioso do norte pelas razoes ditas, e
talvez lambem porque a sua polmica com o bispo
capellp-mr que egualmenle impunha pela sua
illustrago e servigos, bouvesse creado contra elle
certas prevengoes do sul.
t 2.* O espirito differenle das duas faculdades de
direito do imperio. Em S. Paulo (podemos dize-lo
e os lentes de laque esto na cmara o demons-
tran)) as sciencias sao encaminhadas no sentido do
racionalismo; a cadeira de direito ecclesiastico
anda nao fez, que me conste, um s protesto em
avor da auloridade da S de Roma, e justamente o
contrario se passa no Recife.
Ora, sendo as faculdades de sciencias sociaes
que legitimante tem a palavra as quesles, como
as que agitou o Sr. deputado Pedro Lniz, nao pode
negar a influencia que devem exerftr em laes as-
sumpins.
E veja-se o que se est pascando com dous il-
lustrados bispos do imperio. Em quanto o de nor-
te vae caminhando, cercado de todos os respeitos e
attengoes da mprensa spria, o do extremo sul car-
te magoas e soffre torturas as columnas do grande
jnrnalismo de sua diocese.
O clero, bnm ou mu, o mesmo em todo o
imperio; e, pois, delle nao provm a differenga de
pensar religioso, que se nota entre o norte e o sul-
E assim, no met humilde pensar, as causas espe-
ciaos, on as prineipacs de tal facto nao podem ser
senao aquellas duas.
L-se na Estrella do Norte o seguinte :
HISTORIA E MORALIDADE.
O imperador de Conslantinopla, herege, estava
mortalmente irritado contra S. Joao Chrysostomo.
Um dia, inflammado em colera, dlsse em presenga
de seus cortezaos.
Desejava vingar-me desse hispo.
Faziam-lhe ento curte cinco d'enlreseus vassal-
los, os quaes deram cada um o seu parecer.
O primi-iro disse :"
Mandae-o para um desterro bem longinquo
que o nao vejaes mais.
n.-se o segundo :
Contiscae-lhe todos os bens.
O terceiro :
Langae-o em urna estreita priso carregada
de ferros.
O qnarto disse :
Fazei-o perecer, e com sua morte Acaremos
lvres delle.
O quinto, porm, mais prudente, dlsse :
Todos vos cahstes era erro : nao por ne-
nlium destes ineos que podemos nos vingar. Se o
desterrardes, a trra inteira sua patria, se lhe
confiscardes os bens vos os l i raes dos pobres e
nao delle, se o carre^ardes de ferros, elle os sup-
portar, e se lera por feliz, e se o condemnardes e
inorle, lhe abriris com ella o paraso. Principe,
queris vingar-vos do bispo de Constantinopla ?
Fazei cora que elle commetta um peccado ; porque
eu sei que este homem nao teme consa alguma
neste mundo senao a culpa : elle nao temer nem
o desierro, nem perda dos bens, nem o ferro, nem
o fogo, nem tormentos, senao e peccado.
Grandes sentimentos.
Ah I como seriamos felizes, se. como dssera
S. Joo Chrysostomo, tambem dlssessem de nos:
Este ebristao nenhama cousa teme senao o
peccado !

Um honrado obreiro, carregado de urna numero-
Voces vem a infastiar-se deste modo de vi-
ver Por que nao vens esiar com tua mulher
em Chaves alguns dias, primo Nicolu?
Por que eos sentimos completamente felizes
no nosso paraizo terrealrespoudia o morgado.
E receiaes ser desgra ados l ?
Nao primo Xavier: porm, a nossa casa
aqu ; e o entrarmos nes vaos prazeres da soceda-
de corre perigo de acharmos depois montona a
solido. Deixa-nos assm estar, que Beatriz sent
como eu ; affeigoou-se quietago deste viver, que
te parece melanclico, e, se me nao engao, prefe-
re-o aos bailes da tua Chaves.
Nao sei... raurmurou Martinho.
Porquedizes que nao sabes?
Porque ella tem dezesele annos, e foi creada
com as molTensivas regalas da socedade culta.
Bem sei; mas urna senhora que toma este se-
rio e melindroso estado, renuncia s regalas frivo-
las e chimeneas de um baile e de um concilibulo
de niurmurages com as outras mulheres.
Nao me pareces o homem que vveu em
Franga, na Blgica, na Inglaterra...
E' por l ter vivido que pens assim, primo
Xavier.
Nao isso ..
Ento que
E' o estares gaslo primo.
Estarei para as mpressoes stultas e prejud-
caes; mas para amar tua filha tenho a energa
d'alma dos viole annos. Desmenle-me Beatriz?
Nao : pelo contrario, diz que tu a adoras.
Pois bem: que outro galardo qaerias tu co-
mo pae?
Nenhum outro, primo Mosquita. O que eu
receto, repito, que esta serenidade desfeche em
faslio...
Nao receles, meu amigo. Eu sioto-me ditoso
1 neste seqoestro da socedade, e eneho do mea con-
tentamente o coragao de minha mulher. Tenes ho-
I ras de passeio, de conversarlo e de leilora. 8 de-
pois, ajuntou-NicoIau sorrindo, possuimos fcens es-
j tomagos, e dormimos muitas horas, e aceerdamos
, al.'gres. E>la que a verdadeira, a legitima, a
sadia, a palriarchal existencia de nossos aves, pri-
mo Martinho Xavier.
Est bom raurmurou o pae de Beatriz,
concluindo com erguer os hombros, fechando as
palpebras.
Passaram seis mezes. VoRon Martinho Xavier, o
attentou no rosto desbotado da filha.
Tu padeces, Beatriz? pergunlou o pae fagnei-
ramente.
Nao, senhor ; vivo triste. Que oilo metes tao
vagarosos I Parece que estou ha oilo annos a olbar
para estas arvores. Passam- se dias e semanas que
eu nio sato de casa I Onde hd de eu ir? Ver cor-
rer a agua do Tamega ? Esloa farta de vt o Ta-
mega. D'anles ia missa aos domingos; mas o pri-
mo Nicolu est a dormir at tarde, e nem missa
vae. Eu deto-me ao oscurecer, e elle fica a jogar
o vollarete com o retor e com o administrador do
concerno at s onze. Depois vae ceiar, e obnga-
me a ceiar tambem. Que vida, meu pae !... Eu
sou realmente muito amiga de meu primo ; mas
nao sei de que nos serve a riqueza aqui metlidos
neste ermo, sem ver ninguem ? Tenho lantas sau-1
dades de si, e da nossa casa.e das minhs amigasl
A iherezinha Pizarro falla de mim ? Que mais fe-
liz foi a Laura Cana varro, que me escreveu de Les-
M da Palmeira, onde est a banhos, e j foi a daos |
bailes no Porto E a Francisqunba de Villalva
casa com o primo Raphael?
Ora, menina! o primo Raphael est cada vez
mais azoogado daquellacabega Chegou de Hes-
panha ha dous mezes, osteve em casa uns quinze
dias a recompor a saude, pediu a Francisca de
Villalva, e l foi levado para Basto porque viu as
aguas de Verim urna menina da casa de Viade, e
de Basto ir atraz de outra menina de qualquer
casa. E' um doudo desmarcado!
Elle fallou-lhe de mim ?
Fallou; perguntou-me se eslavas contente.
E o pae que Ibe disse ?
Que havia de eu dizer-lhe ?! que eslavas con-
lontissima.
Fez bem. Nao quero que elle se vingue...
Vingar-so de que ? Pois tu deste-Ihe motivo
de odio ?
Nao...mas...
Explica-te.
O pae bem sabia que elle me fazia a corte.
Urna briocadeira...
Pois sim, mas, se eu fosse constme.. .vinha
a casar com elle.
Dos te livre, filba Aquelle homem ha de
ser o Oagello da mulher com quem casar..
Quera sabe 1...
Sei-o en. Antes infeliz com teu primo. Esle
ao menos, um esposo leal, inseparavel de ti, bom
administrador de casa, e respeltado de todos. O
outre vem a dar cabo do que tem, e est-se des-
honrando todos os das com toda a casta de extra-
vagancia. O que lhe vale ter pae, que vae ten-
do m5o na manta, e a grande heranga que teve
d'uma ta; senao a grande casa de Fayes estava
espatifada. MiBha fllha, d louvores a Deus, por
teres casado com um homem, que te livra de ca-
sares com Raphael. Quando mais nao seja, s por
isto lizesle um ptimo casamento.
Beatriz caHoo-se. Vinha entrando o marido com
urna enorme pera de sete cotovelos.
Veja que prodigiosa pera, primo Xavier!
disse Ue.;
E* admiravel!
Tenho magnificas frucias | Mandei fazer ia"
Disseram-lhe que nao podia continuar assim, e
que era preciso eseoiuer ora destes doas partidos :
vir o IB cia c trabalhar em o dia do Senhor, ou
ento ser despedido. O honrado hornea estava em
ama grande perplexidade : de um lado era preci-
so violar a le divina, de outro deixar sem pi sua
mulher e seus filhos. Todi cheio de tristeza foi
procurar o digno sacerdote que diriga soa cons-
ciencia e lhe propoz o caso.
O bom ecclesiaslco nao hesita sobre a materia ;
representa ao obreiro que elle est em urna siloa-
gao excepcional, que nao pode compromeller a vi-
da de sua familia, que a falla nao recabe sobre
elle, e que por isso pode era consciencia ir para a
olidna cm o da do Senhor.
O operario segu esle conseibo, e algum leaapt
depois volta casa do bom sacerdote.
Meu padre, lhe diz elle, ea nao estoo tranquil-
lo depois que irabalho em o dia qne o Deus dos
exercilos s consagrou : parece-me que o di-
nheiro que e ganho nesse dia me queima os dedos,
que nao pode ser til minha familia. Ea o tenho
enlo posto parte e vo-lo trago para que lancis
na caixa da obra da propagago da f. Todas as
semanas eu vos trarei o mea salario do domingo
com a mesma intengo.
E fielmente elle cumpriu sna palavra.
Que exemplo sublime I
E' do Sr. A. de Souza Pinto esta poesa :
S TU.
Eh quoi! les chagrn*, les alarmes
Vien draient troubter ce front si >n. '
El par Camerture des I armes
Se termratent ees yeux fazwr !
nm.
S tu poderes, virgem.
Revol vendo as negras cinzas
Que cobren) meu coragao,
Fazer que nelle brolasse,
Ao fogo de urna paixo,
Mais ardente, mais vvace
Minha esperanga em boto.
S tu podras, d'est'alma
Vibrar a cerda dormente
D'harmonioso sentir !
S tu podras, donzella,
Ornar o meu existir ;
Tornar-me a vida to bella.
Como bello o tea sorrir !
Se quizeras ser o orvalbo
Que as flores da mocidade
Beijasse no seio meo I...
Se quizeras ser a estrella
Sosinha, d'escuro cea I...
A aurora ridente e bella
Que precede um sol sem vn !...
Oh! mas nao, que o negro calix
De fel, que o mundo me ofterta.
Eu quero traga-lo s !
Nao quero que a tua vida
Se prenda por doro n
A' minha, poraba querida.
Manchada por negro p :
Habitas ent-e perfumes :
O baixel do teu destioo
Leva-te a um ponto de luz '
E eu, alm, s por abrigo
Tenho apenas ama cruz
Junio pedra de um jazigo,
Onde a morte me condnz.
Inda assim tu bem podras,
lie vol vendo as negras cinzas
Que cobrem meu coragao,
Fazer que nelle brolasse,
Ao fogo doma paixo,
Mais rdeme, mais vivace
Minha esperanga em boto.

VERDADEIRA FELICIDADE NAd EST MI BWWU- T.
NA GLORIA DESTE MI mjii.
Urna tarde passeava Napoeo s com o sea con-
fidente, M. de Bourienne em uro dos jardins de
seu dominio imperial. Andavam elles a passo lar-
go meditando vastos planos de conquista. De re-
pente dles ouviram soar o campanario da aldeia
que anounciava o ngelus:Para, diz impera-
dor a seu confideote, escuta: isto me recorda meas
pnmeiros annos no collegio de Brieane ; eolio ea
era feliz I eu era feliz I
xertos de pereiras francezas. D'aqui dous annos
o pomar mais rico de Traz-os-Montes ha de ser o
nosso. T vers, Beatriz Em Franga ha, no ge-
nero pera, duzentas e lautas variedades.
Por que nao vaes mostrar Paris a tua pri-
ma? dizia Martinho.
Ora essa! aecudiu Nicolu. Se deixavamos
a nossa casa para r ver as paredes das ca.-as dos
outros!.. .Beatriz esl farla de ver Paris as es-
tampas, que eu lhe explico perfeilamente. Pois
toda a trra mais para se vei na copia que no
original.
Ao menos vae at Lisboa ver a parentella
que temos, replicou o fidalgo flaviense.
Peior! red irguiu o genro. Minha mulher
dispensa ver o D Jos da memoria do Terreiro do
Pago, e as prenlas rontemuoraneas da memoria.
Qua'ndo eheguei de Bruxellas em 1834, fui procu-
rar os numerosos Mosquitas que por l e achei urna gente esquirla, que me pergunlava so
nos c na provincia lomramos cha. As mulheres
pareciam girafas empalhadis. Pelos modos e eda-
de, creio que desde minha bisav as nossas paren-
las de Lisboa embalsemaram-se em vida, e Aca-
rara repimpadas as suas p Itronas, espera da
trombeta do juzo final. Queras lu que eu fosse
mostrar esta parontella gothica a minha mulher?
Deus a livre, que a pobresiuha havia de cuidar
que a metiiam n'uu) salo subterrneo de Pompeia
a conversar com as muinia de alguma familia,
surprehendida era orago mental aos deus, pela
onda do betume.
V* Esta deeidido que nao saes do Vidago, retor-
quiu Martinho.
Isso nao sei; mas por emquanlo a necessida-
de nSo obnga, salvo se Beatriz o exigir.
Eu quera, ao meuus, ir estar em casa do
pae algum lempo, disse a senhora.
Nicolu involuntariamente franzlu o sobr'olho,
e disse:
-* Ja se v que nao estaes o melhor possivel
cora leu marido...
I
Falsa interpretado! aecudiu o pae. A rae-
nina nao dizia, isso primo. Saudades da casa pa-
terna implicara o bem-eslar. cora o marido ?
! E' conforme...atalhou Nicolu. Pois sim;
iremos Chaves.
Nao varaos, nao, primo, atalhoa Beatriz des-
peilada, simulando cooformidade.
Ento vamos ou nao vamos ? pergunlou o
marido, entre nsonho e contrariado.
O que for da luz vontade -respondeu ella
affavelmenle, suporando o despeiio, como quem'
apesar do melindre maguado, quera ir.
De feilo, ao outio dia par ti rain para Chaves.
Beatriz cobrou as cores e a alegra dos olhos,
assim que va a janella do seu quarto, e os cravei-
ros era ffor, que olla cultivara, Pareoja-lhu a ella
que aaara mais seu marido ali. Appareceram-lhe
as amigas da infancia, alegres, buhgosas, expan-
didas de vida, contando-lhe os seus amores, as
suas esperangas, as venturas d'outras amigas. E
Beatriz escutava a chilreada destas aveslnhas com
os olhos aguados, e o coragao cerrado. Por su-
premo esforgo, desprenda um sorriso, e ento era
peor, que as lagrimas rebentavara para afogar a
falsa expresso do :eiu angustiado.
Correu logo a (Miela da vida desvenlurosa de
Beatriz. Os los della, afouiaiueute exprobaram a
Nicoiau a reclu.-o e estolaraento em que linlia os
dezoilo annos da poDre menina; accreseenlando
que para escura sorie a havia creado o pae cora
lauto mimo.
Isto agastou grandemente o morgado. A res-
posta foi asperriiiia, e coulraditada com assomos
de ira e excessos de palavras. O resultado foi Ni-
colu, ao fira de quatro dias, ordenar a sua mulher
que se despedisse, para no da segninte voltar
Palmeira.
Beatriz obedeceu silenciosamente. Desde este
momento a casa dos Vahias pareca de luto. Nico-
lu deixou r sua esposa despedir-se em compa-
nhia do pae, pretextando impedimento de sade.
Estava Beatriz em casa de suas primas Cana-
varros, quando Raphael Gargo entrou, vindo de
Basto.
Viu Beatriz, fez p atraz, e nao teve mao de si,
exclamando:
-- Como est mudada, prima !
Beatriz ahaixou os olhos com immensa dor.
E eu que a considera va to afortnnada I
tornou Raphael.
E quem te disse a ti que ella o nao ?! in-
terveu Martinho Xavier, de m sombra.
Dis-m'o aq'uelle rosto, que era formoso e ri-
dente como o do anjo da alegra/respondeu im-
pvidamente o leitor de Richardson e Byron.
PJe-se padecer do corpo, e ser-se feliz da
alma conlrariou Martinho.
Isso nao sei, contraveio o liorgado de Fayes.
Sel eu.
Pois muito estimo que a mudanga de rosto
de minha prima seja urna leve doenga, ternou Ra-
phael.
Martinho Xavier levantou-se, dando sismal de
sabida fllha, que ahragnn tristemente as primas,
e eslendeu a mu a Raphael, sem o filar no rosto.
Ao outro dia, partiram para o Viriasro aquellas
duas almas qne providencialmente se tinham uni-
do por occnllos designio, qne me nao edifican,
nem provam o bom regiment e ordenacao deste
globo. Seja perdoada esta mnsua de admiracae
ao mal aliado acune do mea espirito. O ver sux-
cessivamenle a desgraga propria e as alheias dis-
para a final n'uma cegneira de entendimento. E'
o que ou pens de mim, sem rom isto me querer
ingerir, n'utn cantinho desle romance.
Nicolu de Mosquita sentia-se mudado. Via-se
interiormente. Ha urna viso interior, intuspec-
go dolorosa era que a gente v estar-se-lbe a al-
ma enrugaoJo, apanhando e covelhecendo. Que-
ra desabafa-la em caricias mulher; roas falla
va-lhe o ar expansivo, aquelle dilaiar-se o coragao
liara receber aSgrimas refrigerantes da mulher
que nos ama, e^kdoa as faltas, o desamor e as
iniquidades. f\
Concentroo-se.
Pode ser que ella o divertisse da sua introver-
so, se o acanclasse ; mas Beatriz soffra mais que
o marido, e comegava a detesla-kx A precisada
de caricias era ella, que duas angustias apertt-
vam : a saudade, e o terror do porvir. O passado
amor, renascido com a presenga de Raphael; e o
supplicio adveniente com o rancor, que ella secuta
impegonnar-ihe o intimo d'alma e a consciencia de
sua irreroediavel desgraga.
Sem embargo disto, os dous esposos viara-se a
todas as horas, e irocavara expressdes vas.
Por que soffres,prima?pergunlava elle.
Eu nao soffro.
Mas que trislesa essa?
Smio-me adoentada. E tu que tens, Nico-
lu?
Nada, Beatriz.
Mas eslaes to pensativo!...
Medito na nossa sorle, e vejo que nos enga-
amos. Esta vida solitaria nao qoadra ao lea ge-
nio. Tu queras os brinquedos de solleira; e ea
casei tarde para I lies acbar prazer.
O silencio de Beatriz irrilava-o ; mas a iiMtili
za cootiuha-o.
E, per este theor, Iravavam curtos dilogos, qne
rematavam era raiva suffocada.
l'in da, Beatriz nao sabiu do leilo para a mesa
do alraoco. Nicolu mandou-lhe a bandeja a*
qnarto pela criada. D'abi pouco foi elle, e i
intacto o al mogo.
Por que nao comes ?pergunlou ele.
Nao pos.-o respondeu seceamente a seniora.
Queres que se chame um crurgio f
A minha. doenga nao a curara cirargide :
ha de curar-ra'a... bem cedo, a morte.
Nicolu riu-so sarcastlcamenle.
Senlou-sc Beatriz no leilo, e esconden entre aa
mos o rosto, para abafar soiacos.
O marido contemploa-a cora iniera, e atas-
tou-se.
Sahiu; foi emboscar-se oo arvoredo da oaiota
e meditou meia hora.
Quando cessou de meditar, senta saudades de
Margarda Froment'
(CvHUmar-se-ha.)
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