Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10492


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Pop tres mezes adiaotados 5SO00
Por tres mezes vencidos 6&UUU
Porte ao correio por tres mezes. 750
SEXTA FEIRA 14 DE OTBEO BE 1884.
P*r asno riiastatt.....19$00O
Porte ao correio por ora nao 3JQ0U

K\ ARROGADOS DA SUB3CRIPCAO NONOR1E
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima;
Natal, 0 Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty.o
ir. A. de Leaios Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Olivera; Maranho, o br. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, o:- Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
maxonas/o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARRGADOS DA SBSCRIPCAO NO SL.
Al&goas, o Sr. Claudiho Faleo Dias; Bahia, o
.. Jos Martins Alvos; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
'n Martas & Gasparino.
PaRIJDA DOS E3TAFETAS.
Oiinda, Cabo e Escaaa todos os ias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyna as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruir
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Aiho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Fesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacarat,Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhaem, Ro Formoso, Tamandare, Una, Barrei-
rs,Agua Preta o Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partera ao '/i dia.
EPHEMERIDES D0 MBZ DE OUTUBRO.
8 Quarto cresc. a 1 h., 17 m. e 30 s. da t
15 La cheia as 4 h., 55 na. e 38 s. da m
22 Quarto ming. as 8 h., 59 m. e 48 s. da ni.
30 La nova a 1 h., 8 m. e 26 s. da t.
PREAMAR DE HOJB.
Primeira as 2 horas e 6 minutos da larde.
Segunda as 2 horas 30 minutos da manha.
fR,l>,. 03 VA.ORa tOSTEIRO..
Para o snl at AiagOas a 6 e 2o; |>r< o norte at
a Granja a 7 e 22 de cada me:; para Fernando nos
das! 14dusmezes dejan. marc.,maio. jul. set. enov.
PARTIDA DO OMNiDUS.
Pfa o Recife; do Apipucos as 6 yt, 7, 7 /j, 8
8 Vifca.; de Onda s 8 da m. e 6 da tarde; de
JaboWSo s 6 >/i da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Jemfica s 8 da m.
Do Recife: para o Apipucos s 3 V* 4,4 V>, 4 Vi,
B> *> '4, 8 V 6 da tarde; para Oiinda s 7 da
maabaa e 4 Vi da tarde; para Jaboato s 4 da
tarde; para Cachang e Varzea s 4 Vi da tarde;
pan Bemfica s 4 da tarde.
UO.ENC a DOS TRIBU.YAid DA CPlfAL
Tribunal docommercio: segundas a quiutai.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta-, s 10 horas.
Jaizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas sabbados a 1 hora
da tarde
,S DA B 11 P ..
10. Segunda, S. Francisco > Borja
11. Terca, s. Nicario b. ro.; S. Samatra.
12. Quarta. Ss. Cypriano e Walfndo bb. mm
13. Quinta. S. Eduardo rci de Inglaterra.
14. Sexta. S. Calixto p. m.;S Candenrio b. n
15. Sabbado. S. Thereza de Ji-.-m- v. c.
16. Domingo. Ss Martiniauu e KUsio r*. mm.
ASSIGN.WR
no Recife, em a u-Tana dapraca da Independen
en es. 6 e 8, dos .roprioianos Wtiwil P miii
dt Furia & Filio.
RTE 9FFIGIL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Espediente do dia 11 de oulubro de 186-1.
OfflcioaoExm. Dr. vigario capitular.Com o
parecer e ornamento inclusos por copia, dados po-
li 2 tmenle do corpo deengonheiros Jos Tibnrcio
Pereira de Magalhes, acerca da obra feita no raio
do poente do seminario episcopal em Oiinda, pare-
cc-me ler satisfeito a requisicione V. Etc. contada
em sea officio de 30 de selembro ultimo, que tica
assim respondido.
Dilo ao commandante das armas.Para que na
thesonraria de fazenda se possa proceder a descou-
lo nos vencimentos do cabo de esquadra Mathias
Pinto da Fmseca Mello, e dos soldados Jos Felip-1
pe Santiago e Sabino Jos Soares, todos perlen-'
cenes ao 7" batalho de infamara para indemni-
za ao da despeza na importancia de 125720, feita
con o (ratameato daqucllas pracas quando desta-
eadas na villa do Bonito, como se v da conta em
duplcala, que veio annexa ao offlcio do antecessor
de V. S. datado de 21 de drzembro do anno prxi-
mo passado, sob n. 2330, faz-se preciso que se de-
clare os dias em que estiveram ellas doenles con-
forme solicita a contadura daquella thesouraria no
parecer que se refere a informacao do respecti-
vo inspector datada de hontem e sob n. 582.
Dito ao Dr. chefe de polica.Respondo ao offl-
cio de V. S. n. 1247 de 10 do corrente. dizondo-lhe
que autoriso o pagamento da quanna de'i6J, des-
pendida com o aluguel dos dous cavallos que con-
duziram para e.-la capital as 2 pracas doentes de
trata o seu citado offlcio.
Dito ao Dr. Antonio Augusto da Silva, chefe de
polica da provincia do Rio-Grande do Norte.Ac-
, recepeo do offlcio de 3 do corrente em que
V. 5. me commumea ler entrado no exercicio do
cargo de chefe de polica dessa provincia, e agra-
dece cordealraenle os offerecimentos que nelle me
faz.
Hiic ao inspector da thesouraria de fazenda.
Na havendo inconveniente mande V. S. pagar a
Francisco Jos da Fonseca, logo que baja crdito,
:i ijii.inlia de 47,5920. despendida com urna palhoca
que por ordem desta presiieucia |construio-se na
praia do forte do Buraco, como se v da conta
joota em duplcala que para csse fin, veo annexa
a'.'olhVio que me dirigi hontem o director das
militares e sob n. 164.Coiumuoicou-se ao
director das obras militares.
l'ito ao mesmo.Em vista de sua informacao de
hontem sob n. 584. dada com referencia a da con-
tadoria dessa thesouraria, autoriso V. S. a mandar
indemnisar o 4o batalho de artilliaria a p da
quantia de 2205 despendida com a transferencia
daijudle batalho da cidade de Oiinda para esia
capital, como se v da conta junta em duplcala,
; ara esse Jim me foi remellida pelo comman-
dante dbs armas com o file o de i de setembro ulti-
mo sob n. I7.1Communicouse ao commandan-
te ilas arma^i.
Dito ao rr/smo.Autoriso V. S. em vista de sua
informacao de hontem, sob n. 581, dada com re-
ferencia a da contadura dessa thesouraria, a
mandar pagar ao alteres quartel mestre do corpo
de guarnicao, Bernardno Candido de Araujo, a
Hade llfiOOO rs. por elle despendida com a
tecao de arfnamento,equip.irnento e fardamen
to do arsenal de guerra para o quartel d'aquelle
i r i e vice-versa, como se v dos recibos que
em duplicata, e que vieram annexos ao
qae me dirigi o commaudante das armas,
em :; de agosto ultimo, sob n. 14I6.Communi-
cou-se ao commandante das armas.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Em vista do competente certificado, mande V. S.
ao arrematante da estrada do norte, entre
Bujary e a cidade de Goianna, a importancia da
-. preslaco a que tem direito, por bver feito
melade das ulnas do seu contrato, segundo consta
d' tlieio do cli fe interino da reparticao das obras
publicas datado de boje, e sob n. 278.Communi-
cou-se ao engenheiro chefe interino da repartgo
di- obras publicas.
Dito ao inesmc.Becommendo V. S. que nao
havendo inconveniente, mande pagar Luiz Jos
da Costa Amorim, conforme solicitou o chefe de
pouci i em ofJQcio de h .niem, sob n. 1240, a quan-
tia de 325000 rs., proveniente do aluguel de 3
m -, vencidos no ultimo de setembro prximo
Ando, da casa que serve de quartel ao destaca-
mento da apunga. Communcou-se ao Dr. chefe
d 1 olicia.
Dilo ao mesmo.Transmuto V. S. para o fim
niente o ineluso oRicio em original que em :
2) de setembro ultimo, me dirigi o promotor j
publico da coman-a de Flores, dando informacoes
acerca do t-ado vaceum consumido pelos particula-
1 n'aquella comarca.
Dito ao. mesmo.Mande V. S. adiantar ao fiel
pagador da rcparlicao das obras publicas, cin vis-'
ta do incluso pedido que para esse fim me foi re-
meltido com offlcio do respectivo chele, datado de
3 do corrente n. 268, e sobre que versa a sua n-;
formacao de hont' m, sob n. 442, a quantia de
i! '11)05000 r>. para occorrer as despezas com as
obras por administraclo cargo d'aquella repar-
tn.au no corrente mez. Communicou-se ao euge-
nhfiro chefe di repartirlo das obras publicas.
Dito ao procurador fiscal da thesouraria de fa-
zenda.Convm que Vmc. entendendo-se com o
inspeclor do arsenal de roarinha, a quem nesta
data rernmmendo que Ihe preste lodos os esclare-
cimentos necessarios, emprogue com urgencia os
meios ao seu alcance, para descriminar o terreno
que no lugar da antiga fortaleza, denominada
Quttra tratos, junio aquello arsenal, pertence ao
estado, do que do dominio particular, afim de
flue possa efTectuar inteiramente a deraoli^o dos
idiliiios que all existem, e evitar-se a apropriacao
indebila de alguns proprielarios visinhos, que se-
gundo informa o mencionado inspector se dizem
possuidores de parte de taes terrenos, levantando
muros para assim firmarem seu supposto direito.
Officiou-se ao inspector do arsenal de mari-
nha.
Dito ao juiz de direito interino de Cabrob.
Nesta data solicito do governo imperial, soluco
para o assumpto do seu officio de 17 do mez lindo,
sobre o termo do Ex.
Dito ao juiz de paz do i. distrcto da freguezia
do Bonito.Respondo ao seu ofJQcio de 30 de ju-
lho ullmo declarando que tendo Joao de Braz de
Vasconcellos, sido sempre qualitlcado na Ireguezia
de Bizerros, como informa o respectivo parocho,
e sendo all eleitor e juiz de paz, deve ser consi-
derado parorhiano d'aquella freguezia, como j
deelarou o Exm. prelado diocesano, al que a as-
sembla legislativa provincial, resolva a qual das
duas freguezias deve perlencer o engenho Ro-
sario.
Dito ao commssario vaccinador provincial.
Mande Vmc. preparar e remella ao coronel com-
mandante das armas com destino delegara do
cirurgo-mr do exercilo, alguns tubos de puz
vaccinieo para ser applicado na inoculago dos re-
crutas e prajas do exercito.Communicou se ao
commandante das armas.
Portara.O presidente da provincia, attendendo
ao que requereu o juiz municipal e de orphaos do
termo de Santo Anto, bacharel Pedro Secundino
Mendes Lns, resol ve conceder-lhe um mez de li-
cenca com vencimentos na forma da lei para tra-
tar de sua satide.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o alferes do corpo de polica Antonio
Muniz Tavares, resol ve conceder-lhe 30 dias de li-
cenca, com vencimentos, para ir ao termo de Cim-
bres buscar sua familia.
Dila.O presidente da provincia resolve nomear
o bacharel Jos Bernardo Galvao Alcoforado Pi-
lilo, para exercer interinamente o lugar de procu-
rador fiscal da thesouraria provincial, durante o
impedimento do bacharel Cypriano Fenelon Gne-
des Alcoforado, que por ofllclo de 10 do corrente
participen achar-se doente.Fizeram-se as neces-
saras communicacSes.
Expediente do secretario do governo de dia 11
de outubro de 1864.
Ofllcio ao presdeme e directores do Novo Banco
de Pernambueo. -S. Exc. o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar Vv. Ss., que tiveram o
conveniente destino os offlcias que para esse fim
acompanharam aos qne Vv. Ss. dirigirn) ao mes-
mo Exm. senhor, em datas de 6 e 8 do corrente
mez.
Dito ao commendador Jlo Geacaivee da Silva,
fiscal dr>Novo Banco de Pernarabuco. -O Exm- Sr.
presidente da provincia manda declarar V. S.
que dan o conveniente destino aos oflkios, que com
endereco ao tribunal do thesenro nacional vieram
annexos aos que V. S. Ihe dirigi em data de 6 e
U do corrente mez.
Dito Theodoro Jos Tavares, escriturario da
secretaria do governoS. Exc. oSr. presidente da
provincia manda desanojar Vmc, afim de que
venha prestar os seus servicos nesta secretaria.
Despachas do dia 11 de oulubro de 1861.
Requerimentos.
Antonio Luz de Oliveira Aieredo & CComo
pedem.
Alexo Barboxa de Lrma.Dse a patente.
Domingos Antonio Vitlaca Informe o Sr. ins-
pector da thesonraria de fazenda.
Conselheiro Francisco de Paula Baplista.Pas-
se portara na forma requerida.
Francisco Antonio Nery.Nao ha lugar vago,
em que possa ser prvido o supplicantc.
Josefa Mana do Espirito Sanio.Pode seguir.
Jos Mathias da Silva.Informe o Sr. Dr. chefe
de polica.
Joaquina Francisca das Chagas.Km vista da
informacao nao tem lugar o que requer a sup-
plicante.
Manoel Jos da Luz. Prove n supplicante que
filho nico de pais a vanead em idade, e que
arrimo dos mesmos.
Manoel Antonio da Poreinncula c oatros. la-
forme o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Maria Francisca do Rosario. Nid tem lugar,
em vista da informacao.
Manoel Thomaz dos Santos.D-se-
Torquato Laurentino Ferreira de Mello. Junte
osupplieaBte mais dous attestados mdicos, ese-
ja ouvido a este respeito o delegado luterano.
Virgilio Vieira da Cosa Pinto.Junte o sup-
plicante attestado do delegado litterario, ou do
outra qualquer autoridade do lugar.
Valenlim Jos Bezerra de Morae.Informe e
Sr. juiz municipal da 1* vara se j est instaura-
do o processo.
CiOVERIO DO 111*1 IDO DE
PRWiKKO.
SEDE VACASTE
oulubro de 1861.
Expediente do dia 10.
Ofllcio ao coadjutor de S. Jos de Mipib.Tenho
presente o seu ofllcio de 30 de julho do corrente
anno, ao qual respondo. Quanto hora da cele-
braco do santo sacrificio da missa, sendo difflcil,
principalmente no mallo, saber-se ao cerlo os
quartos de hora e os minutos, minha inlenco
que, durante o tempo em que eu administrar os
negocios ecclesiasticos desta diocese, quem cele-
brar as quatro horas e inea da madrugada, qur
de vero qur de invern, qur as cidades qur no
campo, nao ocorra em suspenso. E como o es-
lado de duvda ou incerteza sempre mo para as
consciencas timoratas, declaro mais V. Rvma
que nao ncorrer igualmente em suspenso aquel-
le sacerdote que comecar a celebrar mesmo um
pouco anlos das quatro e meia, com tanto que o
faca bastante depois das quatro horas dadas.
Convm observar V. Rvma. que esta minha
deliberacao nao tem por fim anticipar a hora do
sacrificio da missa; o meu fim to smente evitar
que alguns dos meus irmos sacerdotes com tanta
facihdade incorram em urna pena to grave por
leviandadeou mero descuido; e que outros fiquem
com escrpulos se quando comecaram a celebrar
j eram com effeito taas horas menos um quarto,
ou se anda faltaran) alguns minutos para quatro
e meia, ele.
Assim pois, saiba V. Rvma. que a hora fixada
para a celebraco da missa de quatro horas c
meia em diante, e que nao acorrer em suspeoso
anda mesmo aquello sacerdote que comecar o
sacrificio alguns minutos antes das quatro e
meia.
ijuanto segunda parte do seu ofllcio, em que
me falla na cor das roupas, entendo que a pastoral
do Exm. fallecido prelado se refere as cidades o
nao aos campos, onde na> frequentes e umitas ve-
zes longas viagens que os sacerdotes sao obrigados
fazer, necessaro uzar de roupas frescas e leves. A
cor escura, a cor prela, ou quasi preta exige-se
principalmente as cidades e villas.
Comtudo, devem as vestes do sacerdote ser sem-
pre decentes, e seu trajar deve revelar continua-
mente a gravidade e a dignidade do carcter sacer-
dotal de que elle se acha revestido.
Respondendo assim aoseu citado officio, resta-me
absolver aV. Rvma. de quaesquer suspensSes, cen-
suras e irregularidades em que por acaso houver
at hoje incurrido, nao so no que diz respeito s
pastoraes do Exm. fallecido prelado sobre as horas
da celebraco da missa ou sobre a cor das roupas,
comoem todo o exercicio do seu ministerio sacerdo-
tal, devendoV. Rvma. recorrer para este fim ao Sa-
cramento da penitencia e apresentar esta minha
determinaco ao sacerdote por V. Rvma. escolhido,
afim de qne em virtude della o absolva.
Dito madre regente do recolhimento da Gloria
da cidade do'Recife.Pelo offlcio de V. S. datado
de 9 do corrente (ico inteirado de haver entrado
para esse recolhimento no dia 8 do mesmo, a me-
nina Anna, para a qual offereci ao juit mnnicpal
da i* vara do Recife, um lugar nesse estabeleci-
mento. Fico certo igualmente da solicitude com
que V. S. ha de tratar da educaco e instruccao
dessa creanca, juntamente com as outras educan*
das, entre as quaes nao haver ouira dislinccao
que nao seja aquella que cada urna alcangar pelo
seu comprlainenlo ou pelo seu adianlamento no
estudo ou no trabalho.
O Rv. capello desse estabelecimento entregar
V. S. mensahdade correspondente ao mez
corrente.
H
Offlcio ao vigario de S. Pedro Goncalves do Re-
cife.-Tenho presente o offlcio de V. S., datado de
7 do corrente, e hoje por mim recebido, e cora o
qual me envia a certido de baplismo do subdito
ingiez Joo ilenri Low, novamente convertido fe
catbolica, e me narra a pomposa ceremonia que
por essa occasio teve lugar na matriz do Corpo
Sanio, no dia 2 do corrente.
Cummoveu-me por certo a descripcao que V. S.
me faz do templo cheio de povo, em cujos sem-
blantes se divisava a mais viva alegra, do clero
indo com as irmandades receber o neophito por-
ta da igreja; da compunecao do recem-convertido
durante toda a ceremonia, qual se seguio a allo-
cucao anloga ao acto, eita pelo Rv. coadjutor dessa
freKuezia, o Te-Deum e a bencao ao povo com o
Santissimo Sacramento.
Foi na verdade edificante, no fim de toda a cere-
monia, o acto de abracar o clero ao seu novo filho,
as irmandades ao seu novo irmo, o povo ao seu
novo companheiro, ao seu novo amigo, ao seu no-
vo irmo na f e nos sentimentos religiosos. Diz
V. S. que nessa occasio reina va nerfeito enthusias-
mo entre o immenso povo ali apinhado, eque por
mullos semblantes se deslisaram lagrimas de ver-
dadera alegra. E por ventura nao sao estes os
resultados das augustas ceremonias da nossa reli-
giao, quando executadas cora pompa, e com gravi-
dade I nao tem ellas por si sos o poder de resolver
os ceraedes e fazer-lhes sentir as suaves delicias
da religio do Crucificado I E' dtwtas oceasides
que se deve aproveitar o pastor zeioso para mos-
trar aos peccadores o poder e os encantos da reli-
gao e da virtude, chama-lo ao caminho do dever e
arraigar-Ihe n coracao aquella salutar influencia
da graca, sem o que seria ella passageira e est-
ril. Bem se huve pois o Rv. coadjuctor dessa fre-
guezia apreveilando-se do ensejo para fallar ao
povo sobre a verdade da nossa reiigia santa e os
repetidos triumphosqne a nossa f vai atran-
cando.
Cabe-me pois louvar V. S. pelo zelo eom que
se esmerou em tornar solemne a feslividade dessa
conyersao, a qual para a igreja urna verdadeira
fettividade e para os fiis mais ama consolado c
urna alegra no meio dos erros e desvarios que a
cada passo affligem os coraces verdaderamente
cath jucos.
A' V. S. encarrego igualmente de, em meo nome,
agradecer ao Rvm. clero e s irmandades dessa
freguezia o zelo e dedicaco com que se prestaram
a coadjuva-lo, e dar esse acto toda a pompa e
solemnidade que a reIgio requer.
Fico sciente de que o recem-converlido j se
confessou com o Rv. coadjutor dessa freguezia, e
recebeu com toda a compunecao e reverencia o
Santissimo Sacramento da Eucharistia.
Dito ao coadjuctor da freguezia de S. Pedro Gon-
calves do Recife.Tendo eu sido informado pelo
Rvm. vigario dessa freguezia, em offlcio de 7 do
corrente, da solicitude com que V. Rvma. se esfer-
cara por tornar solemne o acto da abjurapao e pro-
tisso da f, que teve lugar na matriz do Corpo
Santo, no dia 2 do corrente, tendo-se V. Rvma.
prestado a fazer um discurso anlogo ao acto e
muito consentaneo 'joffi a eommco religiosa em
que se achava o numeroso concurso de fiis reuni-
dos nesse templo, cabe-me louvar nao s a carida-
de com que V. Rvma. se prestou a instruir e neo-
phito, como o zelo eadedicaco com que seinteres-
sou, j por si, j pelos parochianos dessa freguezia
para tornar mais brilhanteo remate e o fecho de
urna converso, para a qual V. Rvma. trabalhra
por largo tempo.
Portara.O Rvd. escrivao da cmara ecclosis-
tica faca lancar no competente livro de registros a
certido da abjurarlo de amigos erros, profissao da
f catholiea e baplismo do subdito ingiez Joao Hen-
rique Low passada pelo Rvm vigario da freguezia
de S. Pedro Goncalves do Recife, e recolha ao ar-
chivo dessa cmara o original incluso.
Certido a que se refere a portara cima.
Por commis capitular da diocese de Pernambueo recebi na igre-
ja matriz de S. Fre Pedro Goncalves do Recife a
abjuraco do protestantismo e a profissao da f ca-
tholiea romana, que fez Joao Henrique Low, sub-
dito ingiez, natural da Escossia, administrei Ihe o
Sacramento do baplismo sub coiidittone, sen-
do sua madrinha a Virgem do Rosario, e padrinho
Jos lloiriues de Andrade, negociante desta fre-
guezia de S. Fre Pedro Goncalves, o o absolv da
excommunhn, na forma que'manda o sagrado con-
cilio Tridentno, estando prsenles as testemunhas
abaixq comigo assgnadas aos 2 de outubro de 1864.
Assignado. O arcediago vigario. Placido Anto-
nio da Silva Santos, John Henry Low, Jos Rodri-
gues de Andrade, como testemunhas Jos da Cu-
nta, Jos Fernandes da Silva Teixeira e Mello.
REVISTA DIARIA.
Amannaa encerram se os trabalhis lectivos
da Faculdade de Direito desta cidade.
Por portara de II do corrente foi exonerado
sobre proposta do Sr Dr. director gcralda insiruc-
cao publica, o Sr. major Salvador Henrique de
Albuquerque. do lugar de secretario da mesma
directora.
Deixou hontem de funecionar o Instituto Ar-
cheologico e Geographico Pernambucano.
Consta-nos que fora nomeado para o lugar
vago de secretario da instruccao publica o Sr. Dr.
Joo Diniz Ribeiro da Cunha.
>a sessodo tribunal do jury do Brejo, que
duroude 25 de agosto a 2 de setembro, foram jul-
gados cinco reos, senuo 2 de morle, 1 de estupro
e t de ohVnsas physicas. Foram 3 absolvidos, 1
condemnado degredo e I prisao com trabalho.
Escrevem-nos de Nazareth o seguinte :
. E' em nome da humanidade soiTredora, e tam-
ben] por amor da moralidade publica desta cida-
de, que hoje pedimos o concurso prestigioso de
sua Revista Diaria
c Existe aqu urna senhora, nao dizemos bem,
pois que seria assim decorar com esse bello nome
o typo de urna mulher que tem-se revoltado con-
tra todos os sentimentos generosos do coracao hu-
mano ; existe aqu urna mulher que tem merecido
a aniroadverso dos habitantes desta pacifica cida-
de, pelo modo selvagem com que flagella sem ces-
sar os seus infelizes escravos.
c E de nada tem servido a esses miseros os jus-
tos reclamos que este povo tem feito contra o es-
candaloso emprego de tantas torturas. Isto redo-
bra a sanha dessa mulher, viva negaco de seu
sexo : as pobres victimas, condemnadas fatalmen-
te a mus tratos e brutaes sevicias, continuam
ser azorragadas sem piedade esem d
flo licito, pois, que permanecemos teste-
munhas impassiveis dessas scenas de horror, que
revoltam alconscienca publica.
1 E urna vez que o exemplo dos bons costumes,
e os sentimentos de dignidade propria nao tem
dido conter essa mulher desapiedada e sem re-
jo ; forca que denunciemos ao publico os
seus actos da mais repugnante selvagena, recla-
mando da polica desta (erra um paradeiro a ianta
atrocidade.
Continuaremos, e seremos mais explcitos se
nossas queixas nao forem ouvidas. >
Por engao foi mencionado o norae do Sr.
Domingos Henrique de Ollveira, na lista dos pas-
sageiros sahidos na lancha flor do Rio Grande,
hontem publicada.
Pcdeni-nos, a publicarlo do seguinte :
Na ra do Corredor do Bispo existem, moran-
do em urna ca.-a duas Camelias do pessimos cos-
tumes, quffcom os seus escndalos privam as fa-
milias de chegarem s janellas. O escndalo tem
chegado a tal excesso que ja vimos um dos fre-
quenladores entrar i cavailo na m ;sma casa. Pe-
dimos, pois, a aotoridade respectiva que lance suas
vistas para o lugar cima indicado, ati n de evitar
a continuarn de semelnantes actos, sobre modo
contrarios moral e bons costumes.
O vapor Mwnanguapc, chegado hontem dos
porteado norte de sua escala, apenas nos trouxe a
seguinte carta de nosso correspondente da Para-
hyba :
< Pouco tenho que noticiar-lhe desta vez.
Jsuino Berlholdo. criminoso de morte, foi
cercado na sena de Santa Calharina do termo de
Souea, pelo respectivo subdelegado ; resisti fe-
rinde gravemente um soldado de linha e levemen-
te aittn paisano. Foi ferido tambem levemente e
oreC
H capital prendeu o Dr. chefe de polcia a
Vctor de Mello Pereira o Mara Ignacia daConce-
cao por crime de estellionato. Possuiam aquelles
urna "Bota do goferno do valor do cincoenta mil
ris, fue perdeu o valor desde 1861, e faziam a
necOaria diligencia para passa-la a algum incau-
to, ma Italiano que por aqu anda negociando
com tantos, teve infelicidade de pasar pela casa
de Ylfetor, e Mara Ignacia, e sendo por elles cha-
mado, trocou um Santo Antonio, recebetido o Ita-
liano aquella nota de cincoenta |mil ris, e dando
o troto de tnnta e cirreo rail ris.
Vctor e sua companheira Mara Ignacia jul-
gavam ter embarcado a bisca a salvamento, quan-
do ao Sm de tres dtas querendo o Italiano trocar a
nota;de cincoenta mil ris, foi que soube o laco em
que tinha cabido ; dirigio-se immediitamente a
seu eoasul, e este ao chefe de polica, que prendeu
os dons espertes, e anda conseguio achar a ima-
gen) de Sanio Antonio e os tri-iu e cinco mil ris
do troco.
< O cnsul eatragou ao Dr. chefe de polcia a
cdala de cineonata mil res sem valor, que os
dous%sprtos havkm passado ao Italiano, os qua s
sendo intcrrogadbs,'~*ahram em grandes contra-
dicSafc, demonstrando a m f com que fizeram o
negocio.
No da 8 do mez passado, no lermd do Teixei-
ra, Valeriano Martins dos Santos assassinou com
urna puohalada a loo Baptista Martins e evadi-
se, porm consta (alo afirmamos) que o criminoso
no fim de 21 dias fra preso.
A administracad da justica as comarcas de
Souta e Pombal nao marcha com regularidade.
< A comarca de Souza compoe-se de 4 termos,
a saber : Souza, Piaoc, Misericordia e Cajaseira ;
nella nao se tem convocado o jury regularmente,
tanto que a mais de dous annos, que no termo de
Plane nao se rene o jury ; no entanto que exis-
telu ramios presos,sera seren julgados, alguns dos
quaes porrrimes bem leves. Esta anomala resul-
ta da falta de juiz de direito ellectivo na mesma
comarca, e para isto chamamos a attencao do Sr.
ministro da justica.
A comarca de Pombal tem tambem quatro
termos, a saber : Pombal, Catle do Rocha, Pastos
e Teixeira. O juiz de direito da mesma comarca
nao rene o jury regularmente em todos os termos,
de sorte que os presos soffrem com isto considera-
velmeote. Felizmente agora ja passou em 3* dis-
cusso na assembla provincial a dvisao da mes-
ma comarca, Meando Pombal e Calle do Rocha
urna, Palos e Teixeira mitra comarca.
Seria muito conveniente que tambem se di-
vidisse em duas a comarca de Souza.
Tambem j passou em 3* dscusso a creaco
da comarca de Campia Grande, ficando Campia
Grande e Inga urna comarca, Pilar e Pedras de Fo-
go outra.
O agente Olympio faz hoje leilo de diversos
escravos de ambos os sexos e de diversos predios
e um sitio, em seu armazem, ra do Vigario n. 10.
Bepaktiqao da polica.
(Extracto das partes do dia 13 de outubro
de 1864.
Foram recolhidos casa de detencao no da 12
do corrente :
A' ordem do subdelegado do Recife, o ingiez
William Castaar, preso segunda vez, a requtsico
do cnsul respectivo.
A' ordem do de Santo Amonio, Joaquim Gomes
Coolho, a disposicaodotenente-coronel recrutador;
Marcolino Joo Baptista, por suspeitoem crime de
furto ; Antonio Soares Brochado Guimares, por
insultos,
A' ordem do da Boa-Vista, Francisco, esrravo
de Paulino P res Falcao, a requerimento deste.
A' ordem do da Varzea, Francisco, escravo de
Jos Goncalves, por fgido
O chefe da 2* seceo,
J. G. de Meiqutta.
Movimenlo da casa de deteucjio do da 11 de
outubro de 1864.
Existiam....... 349 presos.
Enlraram...... 6
Saturara....... 12 >
343
A saber :
Naconaes ... 280
Mulheres..... 15
Estrangeiros.. 4
Esirangeira .. 1
Escravos..... 40
3
343
Alimentados a custa dos cofres provinciaes 143
Movimento da enfermara do da 13 do outubro
de 1864.
Teve baixa :
Francisco, escravo, rheumatismo.
Teve alta :
Luiz Baplista.
Passageiros do vapor Mamanguape, vindo de
Granja e portes intermedios : Antonio Factora,
Joo Juvcnal Barbosa Tinoco, Manoel Onofre P-
nheiro de Lima, Dr. Tarquinio Braulio de Souza
Amaranto, Jos Lucas da Costa, 2o cadete Joaquim
F. Reg Jnior, Jos Paulino de Castro Medeiros,
Manoel Francisco de Soto e 1 criado, Francisco
Pereira Cavalcanli, padre Tarquinio Paulino Cor-
rea, Manoel Joaquim Fernandes, Bernardo Sa-
muel Tavares, Targino Xavier da Cunha, Arsenjo
Alvares da Silva, Manoel Joo de Medeiros, Joo
Percevo Lins Caldas, Genuino Bezerra do Souza,
Joaquim Rodrigues Ferreira, Jesuno Alves Fcr-
raz, Francisco Januario de Santiago, Mara Felippa
do O', Raymundo Duarte Lima, Lycurgo do Albu.
querqne Nascimenlo e 1 criado, Manoel Marques
Camaclio, Joaquim da Costa Lima, frei David da
Natvidade de Nossa Senhora, Jos Arthur Pinto
de Abreu, 1 praca, 1 desertor e 1 escravo.
Obituario do cemiterio publico no da 11 dk
outubko de 1864.
Manoel, Pernambueo, 6 mezes, Boa-Vista, phthy-
sica.
Augusto, Pernambueo, 2 mezes, Boa-Vista, espas-
mo.
Maria, Pernambueo, 10 mezes, Santo Antonio, con-
vulsSes.
Benedicto, Pernambueo, 9 dias, Boa-Vista, ttano.
Delfina, escrava, Pernambueo, 4 mezes, Recife,
convulsdes.
Joaquim Morena de Oliveira, Portugal, 60 annos
solleiro, Boa-Vista, urna pulmona.
Lourenr;a Maria da Conceieao, Pernambueo, 35 an-
nos, solteiro, Boa-Vista, cancro no tero.
Jos, Pernambueo, urna hora, Boa-Vista, espasmo.
12
Francisco Jos Tavares, Pernambueo. 29 annos.
casado, Boa Vista, um cancro na boca.
Manoel, Pernambueo, 5 dias, S. Jos, espasmo.
Joo d Luna, Portugal, 50 annos, casado, Boa-Vis-
; ta, anemia.
Hygino Augusto de Miranda, Pernambueo, 21 an-
; nos, solteiro. Sanio Antonio, hypertrophia.
I Joao Tavares, Pernarabuco, 14 annos, solleiro, S.
I Jos, laryngiie.
Clara Seraphina da Silva Costa, Pernambueo, 30
annos, casada, Boa-Vista, anemia
Alexandre Tasso, Hespanha, 29 aunos, solteiro,
Boa-Vista, b\pertrophia.
1 13 -
, Joaquina Pereira Barros, Pernambueo, 30 annos,
solteira, Recife ; tubrculos pulmonares.
Ann', 45 annos, S. Jos ; repentinamente.
Joo, encontrado no caes do Ramos ; Santo An-
tonio.
Manoel, escravo, Pernambueo, 15 annos, solteiro,
S Jos ; ttano.
Paulina de Souza Coellio, Pernambueo, 43 aunos, |
casada, Poco da Panelfa; phiysica pulmonar.
! ciiiiom juni:miii
TRIIIl'\AL DO COMUIERCIO.
EXTRACTO DA ACTA DA SESSAO ADMINISTRA-
TIVA DE 13 DE OUTUBRO DE 1864.
PRESIOENCIA DO EXM. Sil. DESEMBARGADOR
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
It.'un'dos os sniores deputados eflectivos Le-
mos, Rosa, C. Alcoforado, e supplente Basto, o
Exm. Sr. desembargador preside ite deelarou aber-
ta a sessao ao toque da compaiuha.
' Lida, e approvada a acta da antedecente, houve-
ram os> seguintes
DESPACHOS.
Requerimenlo de Luiz Jos da Costa Amerim,
para que no registro de nomeacao de guarda-litros,
que dera a Jos Soares Pinto Currea Jnior, se fi-
zesse a nota de se haver elle retirado de sua casa
I commercial.Como requer.
tem de Manoel da Silva Nogueira, pedindo para
que se admita registro o documento que ajuma-
ra, visto fazer parte da escriptura ante-nupcial do
supplicante, registrada fl. 111 do livro 2o do re-
Igislro publico cargo da secretaria do tribunal.
' Registre-se
tem do bacharel Antonio de Carvalho Raposo,
I pedindo tambem se admita registro o contrato
de sociedade em nome collectivo, que celebrara
con o engenheiro Joaquim Pires Carneiro Montei-
ro.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
IfcTO de Manoel da Costa Moreira, para ser re--
1 gistrada a nomeacao de caixeiro de escripta e des-
i pacbante da casa commercial de Reg & Silva.
j Registre-se.
tem de Raymundo B. Lasserre & C, para ser
tambem registrada a nomeacao de caixeiro de sua
casa commercial, que passaram a Carlos Pinto de
Lemos.Registre se.
Nada mais houve, sendo encerrada a sesso s
i 11 horas do dia.
SESSAO JLD1C1AR1A EM 13 DE OUTUBRO
DE 1864.
PRESIDENCIA DO EXM. SU. DESEMRARCADOR
A. F. PERETTI.
Secretario, Julio Guimares.
As H,'j horas damanlia, o Exm. Sr. presidente
I abri a sesso estando reunidos os Srs. dnsembar-
1 gadores Res e Silva, Silva Guimares, e Accioli,
e os S-s. deputados Lemos, Rosa, Candido Alcofo-
' rado, e supplentes Basto, Jos Jeronymo Mon-
1 teiro e Francisco Accioli de Gouveia Lins
O Sr. desembargador Assls compareceu ao meio-
dia.
Lida, foi approvada a acta da sesso antece-
dente.
Foi do o officio de 11 do corrente do Exm. Sr.
conselheiro presidente da relacao, commiinicando
haver designado o Sr. desembargador Francisco
de Assis Pereira Rocha para rever a appellaco
que pende de deci.-o de.-te tribunal, entre partes :
Appcllantes, os curadores fiscaes da massa falli-
' da de Seve, Filhos & (".. ; appellado, Bernhard
Spiro.
Foi igualmente do o officio de 11 do corrente
do mesmo Exm. conselheiro designando o Sr. des-
embargador Bernardo Machado da Costa Doria pa-
1 ra rever a appel agao que pende de deciso deste
tribunal, entre partes :
Appellante, Salvador l.eite Vidigal ; appellado,
II. George Deniz.
Assignaram-se os accordos proferidos na ultima
sesso, entre liarles :
Appellantes, embargantes lerceiros D. Josepha
Justina de Jess Goncalves e outros; appcllados,
Isaac Curio & C.
Appellante, Boaventura da Rocha ; appellados.
a viuva Silva Antunes & Filhos.
Appellantes, Biancone Klee & C.; appellados, os
curadores iscaes da massa fallida de Carlos Jos
Astley & C, e Southall Mellors & C.
Appellante, Miguel Jos Barbosa Guimares ; ap-
pellado, J. F. 6. Kladt.
Foi apresentado o officio de Antonio Luiz dos
Santos, pela segunda vez no corrente anno, com-
municando nao poder tomar parte no julgamento
para que foi convidado, por achar-se incommo-
dado.
JI'I.CAMENTOS.
Appellante, Vicente Alves Machado ; appellados,
Prente, Vianna & C.
Adiado na sesso de 3 do corrente.
Desprezaram-se os embargos.
Appellantes, os curadores fiscaes da massa falli-
da de Amorim, Fragoso, Sanios & C. ; appellado,
Henrique Jos Alves Ferreira.
Adiado na ses>o de 6 do correle.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, J. F. Cox. gerente da casa de Ros-
tron Rooker & C. ; appellado, Joo de S Caval-
canli de Albuquerque.
Adiado na sesso de 3 do correnle.
Desprezaram-se os embargos com urna declara-
gao.
Appellantes, os curadores da fallencia da viuva
Amorim & Filhos : appellados, Henrique Ucha
Hijo & C.
Adiado na ultima sessao.
Foram recebidos os embargos do appellado e
desprezados os do appellante.
Appellantes, os administradores da massa fallida
de Bastos & Lemos ; appellados, Camplano & Cor-
deiro.
Sorteados todos os senhores deputados, tres ju-
raran! suspeico, e o Exm. Sr. presidente ordenou
que se offlciasse alguns supplentes para que pos-
sa ter lugar dito julgamento.
Appellante, Jos Guilherme Guimares; appel-
lada, D. Maria Venancia de Abreu Lima Bastos.
Adiado o julgamento requerimento de um dos
Srs. deputados.
PASSAOENS.
Appellante, Antonio Jos de Azevedo ; appella-
1 do, Joo Henrique Denker.
Appellante, Jos Soares Leite da dota ape-
lado, Antonio Ferreira da Silva Maia.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Reis e Silva.
Appellantes, os curadores fiscaes da man falli-
da de Seve Filhos A; C. : appellado. iWnhard
Spiro.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Assis Rocha.
DISTUIRnC0K>.
Appellantes, Guimarfes & Oliveira : appella**
Braga Silva AoSr. desembargador Silva Guimares.
Aggravus inler(iostos do juiz especial do
commcreo.
Aggravanle, Lncidate Pereira Lima aggravado.
Antonio da Rocha Accioli Lins.
Aggravanle, D. Joaqoiaa Anglica de Paula Bar-
reto, por si e nomo tutor* de seus filhos : agpra-
vado, Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce de
Leo.
Aggravanle, D. Theodora Christiansejr; aggra-
vado, Francisco Alves de Moraes l'iresi
O Exm. Sr. presidente denegou provimento.
Freguezia do Poro da Panella, 12 de
selembro de 18(11.
Muito deu aqni que fallar nesta fregoexia, a pu
blicaco de nossocommunicado de 25 de mez pr-
ximo lindo, porque enntendo elle a verdade sobre
os differenles fados de que se oceupou, despertou
toda ogerisa e rancor por parte do subdelegado Joo
Paulo Ferreira, que de publico declarara que M
soubesse ao certo de seu autor caro havia de Ihe
costar a sua ousadia.
Nao otjstanlo laes bravatas proseguimos hoje na
encelada larefa de profligar os seus abusos e ex-
cessos.
Autes, porm, de entrar nessa materia de vemos
declarar que tiv. mos o prazer de ver confirmadas
todas as nossas previsoes mencionadas naquelle
nosso primeiro communicado, j quanto a falta de
comparecimentes do dito subdelegado no lugar de
Apipucos para averiguar das causas da morte do
preto Benedicto, escravo do Sr. Jos Baptista Ri-
beiro de Parias, pelo sil ncio que a tal respeito foi
guardado pelos respectivos mteressados. e mesmo
pelo subdelegado ; j quanto ao furto do trancetim
ou pulseira, effecluado por um escravo do Sr. Joao
Leite Hodovalho, pois que nao obstante a boa von-
lade que este cidado e o Sr. Manoel Caetano de
Siqueira tem para com o referido subdelegado, o
publico devia ter notado que em sna correspon-
dencias insorias ne.-te jornal, nao diver^iram altos
do ponto capital de nossa asserco rom relacao a
noticia deste fado dada pela Herista Otoa.
E tanto foram procedentes m nossa.- rellexoV-.
que as noticias dadas sobre os fados -corridos
nesta freguezia posteriormente aquelles de qne
nos oceupamns 110 dito romrannicado, se tem limi-
tado a expo$i(o dos mesmos faclo e a menso de
que a autoridade policial prorurava proceder to
indaga^oes convenientes, sem que d'abi se Orasse
como dos fados anteriores motivos para grandes
elogios e recommendaco ao subdelegado Joo
Paulo.
Agora roinmuniearemos ao pobiira qne em :1'
de agoste ultimo fui assassioado Cyrillo Goacalves
Ribeiro Gama, por um tal Antonio' Proropto, sendo
aquello Cyrillo um cidado pacifico perlenren:>' ao
partido liberal, e este Procopio rrealura do roMe-
legado c daquelles que o cercara ; tanto qne fora
urna das testemunhas aproveitadas por estes, as
juslilieacoes dadas por occasio do recurso dos me
haviam sido excluidos da qnalilicac >.
Dizem que certas conveniencias polticas entra-
ram nesse assassinato, e que Cyrillo clamado pelo
subdelegado para votar com elle, e aneaeadfl al
por certo inspector de quarleirao, se recusara
presiar-se ao qne delle exigan! os hornens da si-
luaco '
O'que porm, cerlo e ineontestavel qm Pro-
copio s appareccu e se apresentou quando tet^ a
certeza de que seu processo seria amajado de fsJ
maneira que elle seria em pouco tempo solt ; *-\
zendO-se do mesmo modo por aqu que o subdele-
gado para rumprir a sua prome tificar testemunhas que nada vira, e tlaaana que
s presenciaran! o fado do assassmaio perpetrado
por Procopio nicamente em sua justa efeza.
Anda se ronta que o coronel Joo Baplista (o Im-
meni iniitula-se coronel, mas nao lirou patate de
reforma, e como sentenciado perdn as hoaras;,
aqu tido e havido pelo espirito do sen cli.ua W l
Paulo, se incumbir de injucrir |>or esie.aquellas
testemunhas e redigir os seus depomentos de m'do
que se realisasse a promessa feita.
E' desneeessario dizer que um aconlecimeato
desta ordem revestido de todas as suas ciri-umslan-
cias e peripecias as vesperas de una eleico, em
que o proprio subdelegado declarava qne para fra-
ce-la nao recua va ante meio alciini. devia influir,
como elfedivamente inlluio, para que muitos cida-
dos atterrados e aniedrontados, nao se raattoaw
por tal prego ir a igreja votar.
Tambem foi preso ltimamente e passou para o
Recife algemado. descalco, e torturado pela r-olicia.
um sobrinho de um cidado cirrumsywto de-la
freguezia, de nome Manoel Leilo, nao obstante Mr
este inspector nomeado pelo actual subdele-
gado.
Dizem-nos que tal priso se efleeluara de modo o
mais injusto e arbitrario, peta circumslanria unicr.
de haver, -egundo dizem uns, se esrusadi abaal
parte dos phosphoros ou invisives procurados y -lo
subdelegado e os :-eus amigos para o da da eld;o.
e segundo outros, por se Ihe haver imputadr. um
tiro disparado na noile de 8 do corrente sobre a
pessoa de Frederico Chaves Jnior, em consequen-
cia de questoes judicianas havidas entre este a
m do dilo Manoel Leilo, imputaco eMa< certa-
mente inmerecida, por istoqut, publico e nolori..
nesta freguezia que o dito Leilo que fra preso.
se achava nesta noile, em que se diz livra lupar o
tiro, na calcada da casa da viuva de Joo Aodre,
lugar da Casa-Forte, onde estivra em companhia
do velho Velloso e outras pessoas.
Em homenagein verdade de vemos anda diaet
que ambos estes LeitSes nao sao adversos a publirt
dominante, mas como sao honastos e procedem
sempre com certa dignidade, cumpnmos uro duver
declarando que esta priso foi injusta c sem funda-
mento razoavel.
Deseiavamos agora tratar de tudo quanto occor-
reu na elelgo do dia 7 de setembro; mas quasi
impossivel podermos descrever os manejos indeco-
rosos, a subserviencla de alguns eleitores, o aban-
dono do outros e as provocacoes constantes, lauca-
das sobre os verdadeiros liboraes da freguezia.
O subdelegado, cercado de capaogas e horneas
embriagados, munidos do grossos e cempridos cu-
celes, iutimidavam a lodos os votantes que se apro-
ximavara da matriz, os eleitores que o acompanba
vam estavam suhmissos de modo a roelter do, nao
tugiam nem mugiam, nemse mechiam, tendo i sua
frente, o incomparavel Joo Paulo 11
B atos atterradores corriarn por toda a parle de
oflensas que se pretendiam fazer aos membros do
partido liberal. Corra tambera como certo que
assasstnos de profissao tinham sido irazidos de pro-

UTILADO


V-,
\
Diarto ie Peraaanboea -. me\tt\ lelra 18 e Outubro de it4.
psito para ser repetida a tragedia representada
por Procopio.
O juiz de paz garantido pela polica c pelos cus
capaogas proceda como energmeno, negando a
paiavra a lodos os cidadaos liberaes, e conceden-
do-a someote aos de sua parcialidade.
Nao tnido anda declarado por que quahfieago
se tinha de proceder a elecao, decidi que podiam
votar e lazer parte da mesa parochial, a eletores
que haviam perdido as qualdades de votantes pela
ultima qualiflcaco ; oulras rautas arbitrarieda-
des e Ilegalidades foram pralicdascom omaior cy-
P3g
rido debito por meio de urna escrplura publica,
passada em data do 29 de feveroiro do mesmo
anno, na qual os execuudos hypothecaram aos
exequentes o mencionado engenho com 45 escra-
vos, 4o bestas e 3o bois para segurauga do dito de-
bito, o qual anda depois disto foi de novo reco-
nhecido pelo primeiro execulado em urna outra es-
ntsmo possivel. criptura de composgao, convenci e trato, que re-
Tendo se coocluido a acta quasi ao anoutecer, e laliyament* ao mesmo debito passou em data de 14
nao querendo o juiz de paz dar mais a paiavra de julho do dito anno.
para que fossem inseridos os duVrenies "rotes- Celebradas estas duas escripturas em 1810, vi-
tos, feitos e requeridos durante os irabalhos do da, ram-se os exequentes obrigados a chamar a juizo
uiutos dos eletores o supplentes assignaram a os executados em 1841, aim de pagaren) o dehito
mesma acta com declaragode ter havido ulideh- recunhecido, tendo ento sucredido que os execu-
dade em sua redargo. Multiplicndose os boatos lados recorressem ao expediente de contestar o
siuistros, postndose grande numero de pragas mesmo debito, sob o fundamento de que pelo paga-
urbanas na noito deste dia ein dfferentes lugares ment dclle havia o exeeutado Joaquim Francisco
da fregueza para que nao se permitlissem que os Cavalcanti de Albuquerque feito rcmessa de todo o
cidadaos viessem votar, cnchendo-so a igreja de assucar fabricado em seu eogenho desde 1835
soldados na manhfia do da 8, dndose finalmente 1840, remessa que havia cessad) anteriormente s
nimios otiiros abusos e manifestos indicios de gia-, mencionadas escripturas, e cujo liquido depois de
ves conflictos, >nienderam os homens prudentes | satisfeitas as ordens saccadas pelo mesmo executa-
do partido liberal, que deviam abandonar o pleito do, e as despezas do sup^rimento feito para o eo-
eleiloral e deixar que a elecao fosse feila a bico de genho delle, apenas chegou para o pagamento da
pennacomo effcciivamriile se deu. | primeira letra, que havia acceitado em favor dos
'alii resalida como fcil de ver, que vences- : exequentes.; para pagamento de parte de urna ou-
sem os candidatos da polica, segundo haviamos; Ira de diversa transaccao, como tudo se deprehende
annuocado em nosso prineiro communieado, j das j referidas escripuiras.
com excepcao unicamcnie do subdelegado Joao | Entretanto, tendo a acgo proposta corrido os seus
Paulo, que, pelo que se havia fallado, c por certas (tramites lgaos subi concluso do juiz, que a
conveniencias polticas se acceitou que fosse elle devia julgar, o qual era um juiz supplenle, que se
riscado e substituido pelo Sr. Jos Igoaco Pere-: achava as mais intimas relages com os executa-
ra da Rocha anda que este ficas-e em ultimo la- dos, sendo at padrinho de um delles : mas que
gar d'entre os juizes de paz do quarto dislrcto. nao obstante isto nao pode desconhecer o direito
executados, que sem duvida nenhuma trataa
riam de dar m elles, damnificando os que n-
podessem subtrair, desde que tivessem a certeso
de que nao podam por mais lempo continuar a
usurrui-los, como at eulo haviam feito.
V-se, portanto, que a dita peligo dsa a ver-
dade em todas as suas partes, que a apprehen-
sao requerida era urna medida de necessdade, da
qual nao se poda prescindir na occasio, sendo
de 1833, por......
ue erain menores, em
o que tudo deu a
arrematantes foram os
exequentes.
Em vista de um semelhante resultado, obtido pe-
la arremiago de um engenho, sito nesta comarca,
com 28 escravos e 3 anmaos, ningucm podar di-
zer com fundamento que os executados foram pre-
judicados. Pelo contrario os boas dos executados
chegaram por occasio dessa arremiago a um va-
lor extraordinario, e os exequentes, que na falta de
licitantes os arramaUram,podeudoter dexado de o
H*. lapacho avoravel, que a mesma petigo fazer, para que soffressernV abate da quieta parte,
leve do Ur. chefe de nohcia de enuo, o Exm. Sr. e Ihes fossem depois adjudicados, demonstraran)
rmino Antonio de Souza, actual pre-! exhuberantementeque notinbam em vista porfr
relago bastante para ma algumn fazer decrescer o valor dos bens dos
hencit9 de que faz mengo o supplicante em sua
dita peticao a ful has 4 verso, se acba o termo ds
appreuenco do tlieor seguate:
Termo de apprehencao.
Aos trala das do mez de dezerabro do anno de ((
1848, ueste lugar do engeoho Abreus, fregueza de fregoezia.
Tracunbem termo e comarca da villa de N*za-'
lio de boigas, de idade de 22 annos, pr K-
encommendado, lodos sepaftaas aa eaprit-,'"
engeoho breos, sendo todo* m mmh '
pitio Joaqun) Francisco de JHk> Caraira..
rador e seohor do stipradito engenho Abre- \
>
a-
a>-
No livro de bitos t fe. 8 ?. acha-,
reth onde foi vindo o subdelegado terceiro sup-lda 5crava FeiipPa do ifeeor seg'imt.
pente em exercicio do segundo disincto da mes
Consta-nos que* o partido liberal se podes se ter
pleiteado a ekgo le va va em sua lista para juizes
de paz do primeiro districto os Srs. Thomaz de
Aquiio Ponseca Jnior, negociante abastado, ci-
dadao inlelligenle e probo, Jos Domingues Codi-
ceira. proprieiario honrado e cidadao inlelligente
c dedicado ao bem publico, Francisco Marinho de
Albuquerque Mello, proprieiario c cidadao intelli-
gente, autigo liberal da fiegueza dedicado causa
do bem publico, e Dr. Joao Jos Pinto Jnior, len-
te, advogado e cidadao prestanlssrao causa pu-
blica.
Temos tido pena do boato que corre por esta
reguezia com todos os visos de verdade do aporto
dos exequentes aegao proposta, e apenas no em-
pentes sem duvida de favorecer os executados as-
sentn por urna estranha jurisprudencia de os ab-
solver dos juros convencionaes da divida pedida. '
De urna tal dorisao interpozeram os exequentes
o recurso de appellacao para o tribunal da relacao,
que reformou a sentenca appellada por accordo
de 5 de novembro de 1844, condemnando os exe-
cutados ao pagamento, nao s dopnncipal que de-
viam aos exequentes, como lambem de todos os ju-
ros vencidos, tendo a contagem. que se fez em 15
do mesmo mez, logo em seguida ao julgado do su-
perior tribunal, com o qual se conformaram os
executados. niio recorrendo delle para o supremo
em que anda o Arisdes Duarte contiendo por Pa- tribunal de jnslca, dado o seguinte resultado:
dre para eutrai como inventarame de certo casal
com a quantia de 3;7425 producto da casa da ra
Velba da Boa-Vista, que segundo dizem os malicio-
sos, dita quantia foi perdida no jogo, e segundo
outros, o Arit^ides allega ter gasto com a elecao,
procurando d'ahi captar a benevolencia e protec-
^o dealjiuem que dirige a situayao poltica, aim
de que nao seja elle perseguido por tal exigencia,
mundo certo que diuheiros de orphaos nao p-
dem por tal maneira ser esbanjados, como nos
consta ja o hornera sido os de seu proprio irmo
na eleit;aode 18(53.
Dizem igualmente que ao mesmo lempo que o
digno juiz de. orphaos, expedir mandado paraore-
COUnmento daquella quanlia exige judicialmente a
mai do fallecido Sampao, do mesmo Anslides o
pagamento de cu-tas desuna queslao havida entre
ambos, escusando-se Anslides a csse pagamento
por causa de supposto erro na conta feila pelo
contador, nao obstante dizerem os maliciosos, que
semelhante erro provem de alteracao feila em
urna das cifras pelo mesmo Aristide.
Concluiremos por boje, levando ao conheeimento
do publico e despreso da junta revisor* desta fre-
;uezia exarado em una simples pelico do subde-
egado -Joao Paulo e Joao Baptista Pereira Lobo,
fim do serem incluidos na quahficacao desta fre-
gueza, para que o publico ilustrado conhega dos
znetivos pur que dita junta deixra de qualilicar
aquelles cidadaos.
A jauta, em cumplimento de seu dever, dei-
xando de lomar em considerayao as expressSes
desattenciosas e descomedidas, de que se servi-
ram os peticionarios, e passando a conhecer ni-
camente da materia principal, que tem relacao
com o ohjeclo de seus trabaluos, defere a peticao,
quanto ao protesto interposlo pelos supplicanles, e
a indefere quanto aliegagao ou roclamaQao feita
no fin do requerimenlo, nao obstante dizerem os
peticionarios que nada pedem ou preteudein desta
juma.
Quanto ao deferimentc, funda-se esta junta no
Dec. Heg. n. 500 de 10 de fevereiro de 1847
art. 8 o
Quanto ao indeferiment da reclamacao ou alie
gaciio feita pelos supplicanles, para a sua inclusao
na uualiflcacio, a junu. firma-se nos motivos se
guintes:
1. Os sopplicaotes nao allegaram ou indicarao
de modo algum os bens, a prufissao, industria ou
emprego, de pie podesse:n auferir a renda liquida
annuai de 200,3, comoexi^e expressamenlo o "j"
do art. D da eonsiiiucav poltica do imperio >
do art- 18 da le regula montar daseleicoes n. 387
de l'J de agusto de 1846, explicado de modo o mais
benigno pelo.- avisus n. (J de 27 de mar^o de 1847
ede ldejunhode 1848, 9.
2." A juma nunca exigi nom exige um peculio
ou reiioiuiento annual dt^ 200^ alm de todas as
despezas, inas sim a renca annual de 200 depois
de reduzid.is as despesas especial e effectuumente
embregadas para a cons- cucao daquella mesma
renda, segundo o disposte no" citado aviso n. b2,
duviila 3.a
3. O cargo de juiz de paz supplente e a quali-
dade de eleitor, nao provam que posteriormente
aaequisteau daquelis'cVgesos"' mesm's' suppli-
canles cuiitic.'iiSsem a ter a renda liquida nidis-
pensavej ^ se St;r Vlaule.
ky nnalmenle. O simples posto de coronel, le-
n^i/e-ciiroiiel da guarda nacional, alias reformado,
jv'alleiio da ordem da liosa, subdelegado, e a iir-
'cuni-tancia de se dizerem os supplicanles pessoas
qualilicadas na fregueza, longe de darem s por
si direito de ser volantes, demonstran ao contra-
rio, que nao pdem os supplicautes com moilos
outros cidadaos, entregarem-se a todo e qualquer
Irabalho ; c por essa mosma consideracao, allega-
da pelos proprios supplicanles, alm de todas as
mais iiifoMiiaces colindas pela junta, nao tem os
supplicanles a presunipyao de reunir em s a con-
dira.j da renda legal.
C'>nsi.-toi io da (groja matriz do Nossa Sonhora
da Sade do Poco da Panella, 29 de agosto de
1864
Vejamos agora como procede a esse respe/lo o
constlho municipal convocado para o dia 10 do
corrente, visto que esse negocio tem dpsperiado a
attiiiicao e grande nleresse nesta fregueza e fra
dclla,
O matulo do Arratal.
sidente do tribnnal da
convencer a todos, que conhecem o elevado e'me-
recido conceito, em que tido geralmenie o men-
cionado magistrado, de que haviam solidos e va-
liosos fundamentos para a medida que foi re -
querida.
Passando a tratar do proseguimento daexecucao
d]z o autor do histrico, que depois da apprehen-
sao e deposito dos bens dos executados, a que se
procedeu em 18 i8, s aproave aos exequentes pro-
seguir na execugao em 1857, desfructando pelo eogenho Abreus se deu urna avahacao, que at esta
espago de nove annos os ditos bens, ao passo que. data nao me consta que anda tivesse nenhum ou-
hiam crescendo os juros da execuco, o que redu- tro engenho desta comarca, onde, como sabido,
no os execuudos a miseria. exslem engenhos raui importantes, alguns dos
pelo documeotosob n.2, que umacertdao ex- qnaes tendo sido avahados depois dessa arremata-
irahida dos autos da execuco, v-se que prose- cao, bem como Tarnatape de Flores, Poco Cum-
Kuimento da mesma teve cometo em outubro de pido e Terra Nova, nao chegaram a to grande
loo-, e nao em 1857, como diz o histrico, dando valor, tendo sido o primeiro avahado ein......
arteramente como o primeiro passo para o prose- 36 000,500"
guimento da execuco a penhora dos bens dos cada um.
executados feita era 1857, depois de um processo' Conseguntemente v-se que os bens des execu-
de liabilitacao de herdeiros, que precedeu a dita tados tendo sido arrematados, como foram por....
penhora em oonsequeucia do fallecimenJo do exe- 60:033,5000 a que se reanio depois a qaanla de
eutado Joaquim Francisco Cavalcanti de Albuquer- 428,5178, produelo do assncar appKehendido, i*e-
que, e anda depois da decisao de uns embargos garam a um valor que absolutamente nao mereciam
de nulhdade, que foram oppostos execugao em e que portanto nao podiao jamis constituir urna
1815 pelos executados. fortuna superior importancia de 100:00000. e
,e.ot?."d0. os exequentes proseguido na execuco que podesse equiparar-se ao valor do debito, em
em io so a poderam ultimar em 1857 foram os que se achavam os executados para com os exe-
executsdos os nicos causadores disto, porquanto quentes em 1857.
tendo os exequeutes lequerido em 1852 a cilaco E quando mesmo se procure avahar a foi tuna
dosmesmos tara a dita habihtago, succedeu que dos execuudos em 1848, altendendo-se a lodos os
os executados, alguns dos qnaes moravam na co- bens ento apprehendidos, anda assm, tendo-se
marca do Brejo da Madre de Dos e outros na co- em vista o prego ento corrente dos esclavos, que
marca de Santo Antao, em vez de facilitaren) era mu bano, e o valor, que tinham os engenhos,
o proseguimento da execuco, tivessem continua- mu inferior ao que regulava em 1857, vr-se-ha
do no mn- "- --*-
ma fregueza o cidadao Joao da Cuoha Ferreira,
commigo escrvo de seu cargo abaixo assigoado,
e sendo ah em virtudo do despacho retro do Sr.
desembargador cefe de polica da provincia, de
10 de novembro proxiuii pasando, e a requerimen-
lo do capilo Joaquim Francisco de Mello Caval-
caali, fez dito subdelegado appreheocao nos bens
seguate^:
Caetano Angola, Fraocisco Mogambique, Aatoaio
Bunguella, Mauoel lien^uella, Joaquim Bacca, Jos
Beuguella, Domingos Aogico, Antonio Mogambique,
Francisco Cassange, Joao Benguella, Waymundo
mulato, Viceuto Mogambique, Joao Camondongo,
Angelo crioulo, Joaquim Mogambique, Joo do*
Sanios, Jos moleque, Pedro Carrero, Cesarlo
crioulo, Laurentiao crioulo, Feliciano crioulo, Pau-
lo crioulo, Joo crioulo, Miguel crioulo, Mara Ca-
niondongo, Isabel Camoudoago, Mara C unliin la,
llosa Camoadoogo, Cosraa Benguella, Joanua Ca-
mondongo, Mana Camondongo, Josepha Rebollo,
lho izidoro, Francisca Mogambique, filha De fiua,
Marcelina Angola, Bernarda Mogambique, Bina
Anua, Tnereza Aogola, Joaquim Xavier, Jos Mo-
gambique, doze bois de carro, dezoto bestas de ro-
da, tres eavallos, dous caslauuos e um russo pedrez,
e o segundo e tercero em ?2:000^000 13o arrobas de assucar branco, 180 arrobas de as-
sucar mascado; cujo engenho, bois, bestas, escra
vos
qui
i
executados.
Entretente, para que fique conhecido o valor alto
que tiveram esses bens, saiba o publico que o en-
genho Abreus smente foi para essa arremiago
avahado em 40:0005000 tendo sido alias vendido
aos executados por 16:0005000, e que os escravos
tiveram os maiores vlores, que ento se Ihes po-
da dar, tendo sido alguns avahados era 1:5003000
e 1:6005000, do que resulta que principalmente ao
escra va reiippa uu ineur segu nn- *
margo de 1856, morren do chotera Felipaa. rr
de idade de trinta annos,_ es.vto Raymundo escravos do capilo J- api>m fnr,
de Mello Cavalranlo, e sepaltoo-e no n^,
servio de rormlerio em Ierras d ~f rni>
e foi por miin eeromroendado, ambo s i
esto por mire assignados.
E nada mais se eontinha nos referw w-rrifc
que bem e fielmente por mim e->j>i*fcv
qua-'s presto f, e afllrmo em d> p tmttm
cunb^m, 2 de oulobro de I*". o r?-,-
lio Gongalves da Luz.
I. Te-temnnha
Joaquim Theodorico de AibofBrrejR Sbr
branco, casado, idade de 43 annos mnt\*
rdade, vive de esrrivao da rothTtnrin, te*p-i]
nha jurada aos Santos Evangelte*. em <|or p
mo direito e promelleu dizer a v twtt 4o -
turne disse nada.
E perguntado polo rontedo na p^bran
lificante disse, que aU-rn dos escravos njnr i
reram no deposito do ju.tiAranle, anrr-rar.
bem 12 bois de carro, 15 aniones de rfc
vatios e 25 ovelhas que estavam nm pooW !
Idicanle depositados por eiprn,-;" fe ;
lo Joaquim Francisco de Mello lUvairaae ,
como fui vendido o as-urar umi^tn i r-
s e assucar sao pertencentes aos executados Joa-1 tt**^ "'Jtf* d.'! l**17* r" r"r
im Francisco Cavalcauli de Albuiiucniue e seus I ?'iava ^..inihcnlo di, a-u. ,r.
-jquerqi
filhos para pagameulo do principal c custis, como
consta da seolenga que a seu favor alcaagou o
etequeote capilo Joaquim Franrisce de Mello Ca-
valcanti, contra os executados Joaquim Franc*co
Cavalcauli de Albuquerque e seus lhos.
E para constar mandou elle subdelegado fazer
este termo, quo assgaou com as tesiemuuhas. Ha-
noel Thomaz de Albuquerque Maranho e Joo Ca-
valcanti Mauricio Wanderley.
Eu Autoio Joaquim Alves de Mella, escrvo da
subdelegada o escrev. i.uaha Ferreira.Joo
Cavalcauli Mauricio Wanderley.Maaoel Thomaz
de Albuquerque Maranho.
maior projuizo foi vendido pela njoaatia i
mais nao disse por haver 4 ipn sefen -
fra perguntado. e lido o conforme asc-ignou com o jaiz o *#wfjn*-
justificante.
Eu Ijinacio Vioira de IMIc. >
que o escrev, Oliveira Andrade *o.|.ir
drico de Albuquerque Maraaliiu ( y
co de Fa/ias Turres.
2.' Test-iiiunlu
Manoel Lopes de Santa Anna. par*
idade de 56 annos, morador etn Abrvn
comarca me do agri altara, tmltmmtm jtntk
Euadamais se continua nem declarava outra aos Santos Evangelho* em |ue po/ sua
10RBESP0NDENCIAS
Senhores redactores.O histrico da exocugn
movida por Joaquim Francisco de Mello Cavalcanti
sua mulher contra Joaquim Francisco Cavalcanti
4c Albuquerque e seus lilhos, cuja publicago teve
lugar em seu Diario de 23 do passado, conten lo
em relacao a dita execuco revullantes fal-idades,
inmerecida opinio contra os exequentes, obriga-me
na (jiiahdade de lithodostes c de advogado, que foi
encarregado de promover a referida execugo, a
vir pedir a Vv. Ss. algum espago as columuas do
seu Diario, alim de por patentes as ditas falsidades,
e resiahelecer a vordxde dos fartos, que nao foram
relatados com ftdeKdadp, nnlhfieando desi'arte a
armado embuste e habilitando ao mesmo lempo o
publico, cuja boa f s prelendeu illudir, a julgar
om criterio o mencionado histrico, dando-lhe o
valor que na roalidade merece.
No justo empenho, a que me proponho, me
absterei da linguagem virulenta, a que se soccorreu
o autor do histrico, nao s pelo tedio que deseji.
poupar aquelles, para quom mu, como porqu'
precisara para asstw proceder sahir inteiramente
de nieus hbitos, e desmentir a miaba educacao.
dando cem grande efrgo aquillo que nao proprio
i e mim, e de que o dito autor se servio com tanto
de e i baraeo.
Para q>ie se possa melhnr avahar o inquostionavol
dreiio dos exequentes naquella execugo, prm-i-
piarei por Uzt-r ver em resumo a ongem do debito,
que den causa mesma.
Era 1835 veflderam os exoqnentos ao executado
Joaquim Francisco Cavalcanti do Albuquerque, que
enlo era casado, o engenho Abreus, sito nenia
comarca, com 31 escravos, 35 bois o 35 tiestas,
pela quantia de 29:95tiJ>00, para pagamento da
iual teve o comprador de acornar tres letras em
avor dos exequentes. Desta* tres letras s urna
principal 18:789-3598, juros 26:3235578, custas
2405000; total 45:3535484.
Es a origcm do debito, para cojo pagamento te-
ve lugar a execugo, de que se trata.
Agora passarei a me oceupar do hislorco.
No maligno o caviloso proposito de fazer crer
que os exequentes, a pretexto da cobranga de seu
debito, esbulharam aos executados quantia quasi
equivalente ao que deviam, romegou o autor do
histrico por declarar que o tribunal da relago no
accordo proferido em favor dos exequentes reco-
nherera o direito de haver os executados daquelles
diversas quanlias, que a elles haviam adiantado
por conta, as quaes chegavam somma de......
28:0005000, qne na execugo do mencionado ac-
cordo nao foi attendida, eomo devia ser, em favor
dos executados.
A falsdade de urna tal assergo prova-se com o
documento abaixo publicado, sob n. 1, que urna
certido do accordo do referido tribunal, proferido
em favor dos exequentes, resultando do dito accor-
do que o superior tribunal obrigando os executa-
dos ao pagamento do que deviam, nao reconheceu
que Ihes assistla o direito que Ihes quiz dar o autor
do histrico, tendo apenas dexado aos mesmns exe-
cutados direito salvo para haverem quaesquer
quantias, que por ventura tivessem adiantado por
conta da divida pedida, visto nao serem liquidas as
que offerecervm em rompensaedo, nem reclamadas
em reconvenco.
Ninguem de boa f dir que o direito salvo que
deixon o accordo, importa o reconhecimento
de qualquer divida em favor dos executados,
e o autor do histrico, que talvez emenda de di-
reito, praxe e formulas, deve saber que de taes re-
salvas se usam sempre as sentengas, quando as
jSLLn!!22? e-xi5t'm allepacOes nao provadas, rain, nao poda"ce"rtam"entYm7xe'cu'go"lI)
mas que o podorao ser por outros moios, respeitau-
) systema de protelago, a que se que o engenho Abreus coa es 51 escravos dos exe- i alguma'eosa'e"dl^"rao ^''^0^1)^0,"^ u e t*oim\ea azer a verdade e
grado mo, urnas vezes, de tudo quanto poda de-
soccorreram no comeco da execugo em 1845, lan- cutados bens apprehendidos nao | bem e m^aiT^^Tc^^^notT-1 M
chegaria nem para pagar integralmente o debito I gjaaL ao aial m reDnrtaVrai7*na^tini'teal E perguntado pelo conteu*) napetir>>>
s expedidas dos executad-. que era deze.nbro do referido \ Lusa quaCJ 2?po!^ Tm confuido e cT 5 Lourengo tteeerra Ik^TlS I
certado, escripto e assignado, aos 8 das do mez de 1ue sabe Pr Ter x^Tem morrido os e*
para a citagao delles.e eutras vezes inutilizando al- anno andava em" 62:4015484 com os juros venei-
gumas dessas precatonas, aliar de que novas fos- dos desde a dala da contagem feita en 15 de no-
erai expedidas, de sorte queso em fevereiro de vembrode 144 at odao mez de dezewbro, quan-
185i poderam os exequentes conseguir a ctago to mais para constituir a grande fortuna calculada
de iodos os herdeiros para a mencionada habili- pelo autor do histrico.
,a^*__ ,- .. Em relago aos depositarios, qne foram argidos
O mesmo procedimento tiveram os execuudos, de nao se acharera as condigoes de assumir a res-
quaudo depois de habilitados em 20 de julbode ponsabihdade dos bens dos execuudos, dire ape-
18o4, rez-se a oxpedigao de novas precatonas, aura as que todos os depositarios, queflguraram na exe-
de serem citados os mesmos para a deciso dos cugo, eram possoas para esse fim idneas, e que
embargos oppostos a execugo e lodos os termos tendo dado, como deram, conu de todos os bens
desta, o que os exequentes so obtiveram em 1856, confiados a quarda delles, se achara sem duvida al-
depois de grandes esforgos e extraordinarias des- guma superiores s argulces, que Ihes foram
pezas, sendo que depois desta ultima ciugo cor- feitas.
reu a execugo sem mais dclonga, alm da que er-1 Tenbo, senhores redactores, chegado ao fim do
dinanamonte soure qualquer queslao judicial, ten- empenho, que rae propoz, e presumo te-lo feito de
do sido ultimada em data de 18 de dezembro de, urna maneira completa e satisfactoria. Decidan)
',.,. a a8ra os espiritos imparciaes e despreveoidos para
a \isia do exposto ve o publico qae foram os os quaes appello com a maior confianca e tranquil-
executados os proprios, que em vez de fadlitarem I idade de que lado estove sempre o direito e a ra-
a execugo, podando at torera sido os prime ros a zo desde o comego at o fim da queslao movida
requerer o proseguimento della, o que nao Uzeram contra os execuudos, se do lado daquelles em fa-
procuravamao contrario demora-la a todo o custo, vor dos quaes se pronuucaram os muones do
dando assi mi ligar a que o debito de 45:3535484 paz, ou sedo lado dos seus contendores, que con-
rs., pelo qual hayia comepado a execugo em 1845, vencidos de um debito, e tendo-se conformado com
se eleyasse em 18o a somma de 122:8965342 rs., a deciso proferida contra elles, visto que nao in-
nao so com os juros vencidos desde a dala da con- torpozeram o reeurso de revisu, negaram-se depois
tagem teita no rosto dos autos em 15 de novembro por todos os meos ao devido pagamento, creando
immL appreheusao dos mencionados ben os maiores obstculos, a execugo, assim como de-
mbem com os juros vencidos, cidam tambem que peso deve merecer o histrico
outubro do aioo do Nascim'enlo de Nosso Seohor I neneiona sna peligao, o ma W bou 4e rarr
Jess Christo de 1864 e 43 da independeocia e do bes** 3 quartao*, 23 ovHhas. e aw*a a*- f-.
imperio do Brasil. i mesma razo que f.tram vendidos JK amfe ir
Em l do verdade, Antooio Joaquim Alves de aso''ar por 4285178 rs., quantia anaa d-
Mello. < prodocto, por is*o qae e aerarar t*mn tiran a
\ 4, | cado, e em estado tal, qne s nao (o-* o rwata-
Certiflco que por parte do supplicante me foi do justificante lodo so perdera, e mais ni
aBresentada urna certido do Iheor de urna juslUi- Por baver dito o que sabia, e Ihe KWa parianad
- cago dada pelo capilo Lourengo Bezerra Mari- f *> sea juraiwnto arhando mtkmm e ao **
leudo dado, como deram, conU de todos os bens olio Falco, ame o juizo municipal e de orphaos do ,*eo termo de Nazaretli, relalivaiuenle varios bens A,ves ae MaeHo, com ojoiz ee ptmmMkf >
pertencentes execuco do engenho Abreus, pro- justificante,
movida pelo fallecido Joaquim Francisco de Mello Eu Ignacio Vieira de
Cavalcaute contra os herdeiros do larabem finado
Joaquim Fraocisco Cavalcaala de Aluquerjue an-
te o mesmo juizo, cuja certido recouhego verda-
dera, e aella me foram aponlados os documentos
do (heor seguinte :
Certitico que, revendo os lvros que nesia matriz agricultura, lesiemnnha
servem para asseulo dos bitos, em um Jeitos a Os. "" em que poz sua
a arremiago dos
do assim os iribunacs quaesquer diretos. que pos-
sam por ventura existir em competencia com algum
outro, que desde logo estiver provado e reconhe-
cdo.
Tal direito, porm, pretendido pelos executados
nao existia, e nom foi nunca convcnientomeii'.o.
demonstrado por elles, que tinham a certeza de
que asquanii.is Ilquidas, a que se referi o ac-
cordo, j haviam sido attendidas em favor delles
pelo. exequentes, como se evidencia dan, conlas
apresentadas em juizo por estes, e qu<- para pa-
gamento da somma de 45:3535484, pela qual co-
meos a execugo em 1845, nenhum adiamnten-
lo haviam feito, como dsiam, aos exequentes
O que desejavam os executados, oppoudo-se da
maneira, por que o lizeram aeco contra elles
proposia, era evidentemente occasionar a confu-
sao. afim de que della podessom tirar proveito,
eomo bem o prova o facto do lerem-se abstido de
promover a cobranga do qna disiam que elles
deviam os exequentes, desde qu.i foi proferido o
accordo em 1844 alca presente dala.
Assim pois obvio que na execucio, que cor-
reu contra os execuiaos, nao havia* a se dedosir
em favor delles quahtia alguma, deque por ven-
tura tivessem ...-Mu convencidos os exequentes,
quer anjes qur depois da execugo.
.'.ontinuando o autor do histrico, eu a proposi-
to de transcrever a peticao, que os exequentes di-
rigiram em 1848 ao Dr. ohefe de polica da pro-
vincia, pedindo a apprehensao dos bens dos exe-
i litados, diz que a mesma petigo eslava muito
distante, da verdade, que as autoridades desta co-
marca nunca se recusaran) a fazer ju-tica aos ex-
equentes, que estos no espaco de 1845 a 1848
nenhuma diligencia requereram, alm de urna
penhora, que se fez no casco do engenho Abreus
o safra, a 5 de junhe de 1845, e que a apprehensao
desde a dita apprehensao at
mesmos bens.
Anda mesmo, porm, que os exequentes nao ti-
vessem lutado com as difficuldades, que enconlra-
rn-
jjublicado em seu Diario, e sobre quem com mais
propriedade devem recahir as desairosas imputa-
ces comidas no mesmo, se sobre os exequentes,
ou se sobre os execuudos e os seus protectores.
Com a publicago destas linhas em seu concei-
ortante, como a de que se trata, correr tao rapi- tuado Diario muito agradecido llcar o sea cons-
mente como se pretende, e o autor do histrico tanto leilor
bem sabe o quanto podem ser retardadas quesies Joaquim Francisco de Mello Cavalcanti.
de tal natureza. Acaso nao ter em tombraneaJ N'azarelh, 8 de outubro de 1864.
aiem de outras, a queslao que nesse mesmo ter-
mo sustontou Francisco Gomes de Araujo Pereira DOCUMENTO II. i.
centra Joao du Malta Rodrigues FVindador pelos-! Certifico que revendo os autos
pago de mais de quatorze annos ? s|lPl'licanto, delles consta a folhas
O fado de terein sido os executados privados dos !do [hvor segU'Me :
rendrnentos dos bens, sobre que versan a execu-1 Accordo em relago.
gao, durante o espago de nove anuos, decorridos! -ue reforma a sentenca appellada visto os au-
da apprehensao alea arremiago dos mesmos, tos : Por (lua,do sendo delles patente que ora cons-
perde. iodo o valor desde que os exequentes nunca ':,n.m > matrimonio o appellado pela compra que
c>ntestaram o direito, que tem os executados de "zV'ra do engenho Abreus, contrahira a obngago
Mello, oserivo rete?
escrev. OHvoira Andrad* NmkH IVa .ti"
de Macdo.Benlo Franquee de Faria Terr
3.* Testemunha
Manoel Izidro Gomes da Silva, pardo, rwm*
Idade de 36 annos, morador em Atirew, w *
jurada aos Samo* C
mao dirra e
que traU o
0 accordo
haver esses rendimentos, podendo asseverar que,
quando quizerom os executados traur di to, ne-
nhuma opposigo sofTrero por parto dos exequen-
tes. que apenas se limitarao a pedir pelo meio con-
venicnto o saldo de 56:4685164 rs., que os execu-
tados ainda se acham dever-lhes em virtude da
Cujo cumprimento se pede no libello a folhas;
constando que passra leiras pagaveis a prazos, e
que s foram roalisados em parte os pagamentos,
dexando de o ser em outra; consumi mais que
por esta falta passra o apuellado a escrpiu-a de
folhas 60 em o anno de 1840, em que reconhece o
mesma execugo, saldo osse sem duvida. nenhuma. ca.l"lal H premios devidos; ulgain obrigados a in-
mais que sufficienie para fazer face importancia leira satisragao do capital devido pela compra do
dos ditos rendimentos. .engenho Abreus tolos o- appellados rus, uestes
Se com a execugo, de que se trau.ficaram os exe- autos, visto ser provado pelas escrpiuras de folhas
cutados reduzdos miseria, forga confessar que 47' Si>t0.e 204' e confisses dos mesmos reos que
para poupa-los a um tal estado nao deviam por esses (len'tos foram contratados em vida da mulher
certo os exequentes filiar no desembolso do que a do *PP*M* elles deviam os execuudos. I dos menores obrigados ao premio de dou-- por cen-
Occupando-se da penhora feita em 1857 nos bens ,0' declarado Unto na escrplura folhas 60, como
dos executados, e confrontando o respectivo termo no |)a,jel f",as ^04, ho por sontos dos mesmo*
com o da apprehensao dos mesmos bens feita em 9.s menores seus (linos, por nao ser comprehensiva
1848, diz o autor do histrico que tendo-se feito a dos me*rao*a declaraco constante da dita esenp-
apprehenso de 38 escravos, 12 bois de carro, 18 ,ura' folnas 6() e PaPel fo|has 204 feitos era sua
bestas e outros animaes, foram apenas em 1857 """"""idade quando ja ora fallecida sua me e sem
penhorados 17 escravos, donde conclua que ou os '"'ervengao daquelles, que pela le sao chamados
coqueles, ou os depositarios, que so responsabi- 5 c,irar de seus interesses; entretanto que os con-
lisaram por esses bens, extraviaran), sem que por demnam nos juros legaes do capital coudos da
i2 bois contestago da lide; e a uns e outros appellados
tona natontormidade da dita peticao loi um acto diminuidos, foram arremaUdos por 66:1285778 tms? f*'V>ssam ter adiantado por conta da divid
illegal e arbitrario.
O escndalo, a que chegou a protecgo presta-
da aos executados nesta comarca do 1845 em
diante por algumas autoridades, no intuito de se
protelar o mais possivel a mesma execugo, para
o que tudo so faciliuva aos executados com prete-
rigo do direito dos exequentes, um facto que
anda se acba na lembranca de todos nesta comar-
ca, e que j foi trasido por mais de urna vez ao
conheeimento do publico. Nao ser, portanto, a
contestago do autor do histrico que o far por
em duvida.
E' verdade que dos autos da execugo nenhuma
outra diligencia eonsta que fosse requerida pelos
exequentes no espaco de 1845 1848, alm da pe-
nhora procedida a 5 de julho de 1845, a qual de-
vendo ser feita em bens sufflcieutes para o paga-
mento dos exequeutes apenas comprehendeo o en-
enho Abreus, safra fundada e lavouras, tendo os
i-xecutados cuidadosamente subtrahido ella to-
dos os escravos e animaes, couvmdo a osse res-
peito acreseeniar que a dita penhora, alm de ter
sido insuluciente, toi depois nullificada pelo arbi-
trio do* executados que nao quisoram entregar o
engenho ao depositarlo, e nao duvidaram fazer
em seguida a colheita da safra e lavouras penho-
radas, affrontando assim, com seguranga de im-
punidade.os preceilos aa lei eos mandados e actos
de justiga.
E que outra diligencia poderiam os exequentes
reqnerer depois dessa penhora, quando os pro-
curadores, que para aqu mandaran) do Hecife a-
rim de promove-la, e entre elles o Sr. capilo Joo
la Silveira Borges Tavora, cujo testemunhu in-
voco, d'aqui se retiraram sob a presso da amea-
ga sem nada mais polerem conseguir, em uma
poca em que um dos executados invesdido de um
cargo de polica tinha o arrojo inaudito de, fren
te de alguns sicarios armados de punhars e cace-
es, apresentar-se impunemente nesta cidade, e
lirigr-se salla das sesses do jury, para expellir
sso fossem ucommodados, 21 escravos, 12 baL
16 bestas e 25 ovelhas, accrescentaodo que, as-im "eix"m direit salvo para haver
appellados
quaesquer quan-
rs. os referidos bens, que cnnstituam uma fortuna
superior a cem contos de ris.
Cusu a crer que o proposito de ferir aos exe-!
quentes tivesse levado o autor do histrico ao pon-
to que chejrou nos ltimos tpicos da sua expo-
sicao, sem o menor respeito verdade e nem aos
impulsos da propria coosciencia.
A apprehensao feila em 1848 comprehendeu
49 escravos, dos quaes s 41 foram mencionados
no tormo de apenhenso, como se v do documen-
to sob n. 3, e nao 38 como diz o histrico, tendo o
dito termo por omisso do quem o redigio na oc-
casio, dexado de fazer meng* de nove dos es-
cravos apprehendidos, aos quaes vieram depois
juutar-scmais dous que .-.e achavam fra do enge-
nho em poder dos executados, prefazendo lodosos
escravos dos eveculados o numero ue cncoenta
e um. Alm dos escravos apprehendnlos, tam-
bem o foram na mesma occasio varios ani-
maos o diversas arrobas de assucar, como tudo se
acha mencionado no termo da apprehensao.
De todos esses bens, porm, sabe perfeitamenteo
pedida, por nao serem liquidas as que se offerecem
em compensando, nem reclamadas em reconvenro;
e condeuinam ao primeiro appellado em melad* de
to las as custas e ao appellante e de mais appella-
dos em outra metade com relago as quantias em
que sao vencidos conforme a conU de juros atl-
ual.
Recito, 5 de novembro de 1844.AzevJo, presi-
dente.-Ceruueira.Ramos.Villares, vencido em
parte emquanto as cu>Us.Bastos. Siqueira.O I
referido verdade; de que dou f.
Cidade de Nazareth, 8 de outubro de 1864.Eu
Franrklm Alves de Souza Patva, escrivo, fiz es-
crever e subscrevi.
N. 2.
Certifico, que revendo os autos de que traU o
supplicante, dellas consta a folhas 110 verso, o re-
querimenlo do Uii-or seguinte:
Requerimenlo.
Diz Joaquim Francisco de Mello Cavalcanti, quo
movendo execugo por esto Juizo contra Joaquim
Francisco Cavalcanti de Albuquerque e seusfilhos,
48 v. achei os assentos pedidos da forma e theor
seguinte :
No mez de fevereiro de 1856 morreram do cho-
lera os seguales escravos : Cusma Benguella,
de 39 annos de idadeu-nos 22 de fevereiro do
1856....... aos 2o 3o mesmo mez e imn, mor-
reo CaeUno Aogola, com idade de 60 auuos, sol-
leiro ; aos 29 do dito mez, morreu Fraocisco Mo-
gambique que fra casado com Josepha, com idade j e <
de 40 anuos ; iiem Domingos Angco morreu aos 2
de margo do mesmo aano, casado com Maa Con-
ga, com dade de 60 annos ; item Pedro carreiro,
casado com Hila, aos 2 de margo do mesmo auno,
de idde de 43 anuos; tem, Feliciano, solteiro, de
idade de lo anuos, filho legitimo de Francisco e
Josepha, morreu aos 2 do mesmo mez e anno su-
; pra ; item Isabel Camondooga, de idade de 38 an-
j nos, casada com Manoel BeogueUa, morreu aos o
de margo do mesmo anno ; tem Mara Cabinda,
; soluira, morreu aos 8 de margo do mesmo anuo,
com idade de setenta anuos; tem Rosa Camun-,
dimga, soltoira, de idade de 39 annos, morreu a 101 me foi apresenudo ao qual m
de margo do mesmo aono; tem Mara Conga, casa-1
da ruin Oomiugos, morreu com idade de 50 anuos,
aos 11 de marco do mesmo auno; iiem Jos Mo-
gambique, solte'iro, de dade de 40 anuos, mor-
reu a 11 de maigo do mesmo anno; tem Joaquim
Bacca, solteiro, de dade de 58 auoos, morreu
aos 14 de margo do mesmo auno; tem Mara Ca-
mondonga, de idade de 50 annos, casada com Joo
do- Sanios, morreu hydropica 12 do mesmo an-
no, e a nica que fi sepultada ua capella do en-
genho Abreus, sendo ss cholencos acuna ditos se-
paitados no campo que servio de cemileno om ter-
ras do supradito engenho, e sendo todos por mira
eucommeudados, e sendo todos estes bitos escra- (
vos do capilo Joaquim Francisco de Mello Caval-
cante, do que para con-tar fiz este assento, o a.-sig-
nei. O vigario Basilio Gonralves da LuzE s
fls. 50, v. do mesmo livro achei o assento de Joau-
ua Camondonga, de idade de 50 annos, que falleceu
do cholera 20 de margo de 1856, solteira e escra- proporcionar aos *
va do capilo Joaquim F aucisco de Mello, mora-1 J* dde'Uudo-se.
dor no engenho Abreus, em cujas trras, uo lugar''
em que se fez cemiterio, foi a supradila sepultada,
e pur mim eucommendada. O vigario Basilio
Gongalves da Luz.
E nada mais se conlnha nos ditos assentos, que ; In-|ru,r cleiiando Nao. Mi i
prompta e fielmente copiei, e vo sem cousa que '
duvida faga,
dizar a verdade, e do costante di*e aan.
E perguntado pelo conlrdo na priman
ficante, disse que sabe por ver. ttjae mtrr
poder do justificante, alm dos 9*rri< qpr ap*
U em sua petigo, mais 12 bois, 15 br-ia- i
3 quartos e 25 ovelhas qne o justhVanie
225 arrobas de assncar, p-la qoanna > 4-
rs., estando ja dito a-sucar damoinVado r
isto se acha em poder do justir
mais nao disse por haver I
fra perguntado e lido o sm juramrmi> .
conforme assgna a rogo delle fcste nunlu ,
saber eserever anfeans Geminian K\UM<,
da Silveira cora o juiz e o procuraJ^r !
canto.
Eu Ignacio Vieira de Mello, ocrivij
Oliveira Andrade. Gcniniano Alfredo X
pilveira.liento Frann-co de Kan.i- 1 rr-
Nada mais eontinha em ditos *ucamrat>-
transcrpto por ceriidao, os quaes me foran
lados por parte do siipidiranlr. > Vnrr
repavlj e ..
vi a pessoa que me apresenioH.
Va i aprsenle sem coo-a que duvida
ferida e concertada, safe tripla e as-i^naa i
cidade d Reoife aos 12 de ontul.r
nascimento de Nosso Senhor Je-u.-
1864, subscrevo e ariignn
Km t de nrptali
Pedro tfxandnm Jtftfoe*
ggUMgg A PUPO
1 vida de Jesns Christa pmr
Renn e a dirrelaria amCaK;
nete PortHgmez dr l.riimr
i
autor do histrico, esabem todos nesta comarca que e-" vir,ude da seotenga obtida no tribunal da rola-
ira em 1857 pe- cao .a 1ue 0PPoram estos embarRos de nullidade,
n? occasio, em que se fez a penhora em too/ pe
los exquentes, ja nao exsiiam 24 dos escravos
mencionados no termo d apprehensao, 3 dee 11
que nao fizeram parto do dito tormo, assim como
queja nao oxistiain tambem 15 beUs eos ou
tros animaes apprehendidos, como o demonstra
toda a luz o documento sob n. 4, pelo que s po-
dam ser penhorados, como ef-oiivauento foram,
17 dos escravos con.-Untos do tormo de apprehen-
sao, 7 dos que nao cuosiavaio do dito tormo, 3 bes-
tas e o producto do assucar apprehendido, sendo
qne alm dala! bens, compreiieudeu a penhora
mais 5 crias, hav las dos ditos escravos de 1849
em dame, Quine ludo se v do termo de penhora,
que fez publicar o autor do histrico.
D'entre o-. 27 e-cravos, que
quando se fez a penhora ora 18
j nao existiam,
i47, 15 fallecern)
da mesma, como fez, o proprio juiz de direito da d cnolera-morbus era 1856 e o restante de outras
comarca T .mole-las, e que tudo consta do ultimo documento,
Em Ues circomstancias resignaran) se os oxe- para o qual eiiamo especialraeut aatieogao do pu'
quentes prepotencia, de que eram victimas, e bln-o.
esperavam do tempo e da razo raetoor respeito ao I Anda depois da penhora e autos da arremaUco
sen direiro to expressameate reconheci lo por um falleceu uma escrava veha e diente, que tinha si-
tribunal superior, quando sobreveio a ievo ti d. do cxmpreheudida na penhora, eon-ia-ido dos ao-
1848, na qual lomaraiu parto alguns dos oxocutojj
dos, que vendo ento abaladas as suas esiieranca
nao duvidavam declarar que proferiam incendia1,
o engenho a entrega-lo para pagamento dos ex-
equentes, o que fcilmente poderiam ento reali-
zar, aproveitando a desbragada commoglo por qu4
tos da execugo o bito da mesma por certido do
respectivo parodio, do sorto q >e na occasio da
praga s existiam para serem arremaUdos 28 es-
crav.w eieciiUdiis.
Passaoilo do supposto extravio dos bens dos exe-
cutado- ao que foi dito sobre o valor, porque foram
passava a provincia. Foi em semelhante conjun>- arromaiados os bens penhorados, vera o publico
tura que os exequentes, cortos do quanto seriam que ainda nosse pouto nenhuma razo assiste ao
capazos os executados
corra o principal bem
e do eminente risco, que
que havia para s-i paga-
foi satisfoiu pelo comprador, que nao podendo pagar 1 meulo, assim como recelosos de que. os exeeuta-
as oulras duas, e o rstente de ama outra de diversa'dos subtrahissern do novo os escravos execuco,
autor do histrico.
Na praga, a q ie foram levados os bens dos exe-
cutados, foi o eogenho Abreus arrematado engloba-
darasnte com 20 escravos e 3 animaes, na ceator-
swndo que dito processo esteja parado a alguns an-
nos, e que dito Joaquim Francisco Cavalcanti de
Albuqueique lenha fallecido, e parque convenha
o su-miiranle dar andamento a execuco, requer
V. n. para que mande uassar mandado, afim de
sereui citados para progrrdirem na causa os her-
deiros Paulo Bezerra Cavalcanii, e nua mulher, o
meuteeapio Juauuim Fraocisco Cavaloanii de Al-
buquerque, na pessa de seu curador Miguel Be-
zerra Cavalcanli, Joo Bezerra Cavalcanti, Jos
Bezerra Cavalcanti, D. Mara Bezerra Cavalcanti
moradores na comarca de Santo Anlo, Laureago
Bezerra Cavalcanti, na do Rio Formo* e ntonin
Dezerra Cavalcanti e sua mulher, no Brejo da Ma-
dre de Deus, sendo outro sim, notificados para M-
Urem aos artigos da babiliuco qae tem o suppli-
cante de aprosenur para que pomaa figurar em
p)izo como herdeiros de su pae, devendo os suu-
plicados serem ciudos em suas proinas i-ssdi
e em suas ausencias as de seus vismhos,on fmu-
los, sob pena de revolia.
Pede ao lllm. Sr Dr. juiz municipal assim deli-
ra.E. R. M. Joaquim Theodorico de Albuquer-
querque Maranho, procurador.
Despacho.
Passem-se os mandados para as cag5es rqua.
ridas, e bem assim procaioria para os tormos indi-
cados na pro-ente peticao.
Nazareth, 26 dr outubro de 1852. Vollozo da
Silveira.0 referid- verdade do que dou f.
Cidade de Nazareth, 8 d outubro d> 1664.Eu
Pran-'khn Alves dd Souza Paiva escrvo. tiz escre-
ver e subscrevi.
tt 3.
Cortilifio, que era virlude da petigo do suppli-
cante e despacho retro, revendo os autos de appre-
aos quaes me reporto em teslemuoho
de verdade, e affinno em fule parochi. Tracu-
nhem, 8 de outubro de 1857. O vigario Basilio
Gongalves da Luz.
Certifico que, revendo os lvros de assentos de
bitos desta fregueza, era um delles fls. 6 v.
rubricado e sellado, acham-se os assentos pedidos
da forma e theor seguinte :
Aos 4 das do mez de raao de 1849 falleceu The-
reza Angola, de idade de oilenta anuos, envolu, e
por mim encommendada.
tem, era 20 de selembro de 1850, falleceu Joo
Beoguella de hydrupesia, idade de 46 annos, foi en-
volio e por inioi encommendado.
tem aos 12 de marco de 1852, falleceu Francis-
ca Mogambique, de estupor, de idade de 35 annos,
foi euvoita e por mim encommendada.
tem, aos 7 de juoho de 1852, falleceu das febres
Joaquim Xivier, leudo sido confessado, de idade
de 72 annos, foi envolto e eucommenlado pelo Rvd.
coadjutor Marcolino Alves. O ine.-uio Rvd. Marco-
lia Alves encorameiidou e fez sepulUr a Angelo,
de 18 annos de idade, que falleceu de estupor, con-
fessado e ungido era setembro de 1852.
tem, aos 20 de abril de 1854, morreu de boxi-
gas Maaoel B-oguella, de idade de 45 auuos, eu-
vo io. por mim enconiinendado.
tem, aos 19 de abril de 1855, falleceu de hydro-
pesia e confessado Jo Camondongo, de 58 annos
de idade.
Aos 30 de maio de 1855, falleceu de uma quei
madura Antonio Benguella, de idade de 50 auoos,
e por mim encommendado : lodos osles bitos fo-
ram escravos do capilo Joaquim Frandscode Mel-
lo Cavalcanto, morador no seu engeoho Abreus,
em cuja capella filial desta fregueza foram senu-l-
Udos de grades aiiaixo, do que para constar fago
estos assentos e a.-sigiiei.O vigario Basilio.
E nada mais se continua nos ditos assentos, que
prompu e fielmente copiei, aos quaes presto f,
e atfirmo em fide parochi. Tracunbem, 3 de ou-
lunro de 1857.O vigario Basilio Gougalvrs da Luz
Declaro que uo da 23 de fevereiro de 1856, falle-
ceu do cnolera-morbus em raeu poder, no engenho
Malemba, da fregueza de Pao d'Alho. a escrava
Bernarda M >cainbique, de 40 annos Ue idade pon
co mais ou menos, a qual escrava ponencia ques-
to do engenho Aoreus, que pelo foro de Raaareth
mova o capilo Joaquim Francisco de Mello Caval-
caute contra os berdeiros do finado Joaquim Fran-
cisco Cavalcate de Albuquerqu-, leudo sido enter-
rada no cemterio do dito rngenno Malemba
Aldeia,8 de julho de 1858. Luiz de Albuquer-
que Maranho.
Certifico que revendo os livros de assentos do
bitos dosu fregueza, em un delles fls. (
verso acham-se os assentos pedidos da forma i
theor seguuito : aos 10 dias de drzemhro de 185
falleceu J .- Canudo (africano) de idade de 0
anuos, morreu de repente.
Itoin aos 6 de setemto-o de I84, falleceu J a*
qmm Prva de mabgna na l envolbi e por mim encommendado.
Iiem aos 17 de j unho ue 184, falleceu a bis-
^
Sendo o fim do Gabinete Purlugtirz > (
eu- anaaaa o mem dr
| art. e seus paragrap
e simines iutuico de .|ue w >r rmn
de qualqinr ramo dos conh-cim-nin- hnn
stejain naquellas tmit^tm ora clara a :r
gao da obra do |f ||i uno R.-nan iw> rnr.h. -
um i
. e '>m !-
dos os chrisios da igrejas dis todas as fraeges em que sr divide > -
sao unnimes em condemnar e>ia prrni.i
obra, e sendo a loialidade da avariaV comeos:,
catholicos romano-, aa defez.i Ma >r t
tario da direcloria do Calimete Portoguez r I
tura para de caso pen-ado iafirionar e-m >*
trinas que moslra parlilhar srm saber ^.r
membros m-nos eM-lar^ciilos da o< i. d I
Por ventura poder a dirertoria drraiier
balmento allegando que o Gabinete dev- -r
positono de ludo oque ha rt> b-me de ;
Aca.se argumentara a direcloria rom ,
lancia de exislirem no Gabin-te as otmn 4.,
Vollaire o dos mais encyrtoprrtisia e rv-r
memoria ? Mas nao v a directora essas obras escripias indas em frw-ez sen
dainno polem ellas causar aos S"cn* que a.^.
essa lingua ? Mas o Sr. t. norrebrio da .1
ra quer campar de espirito Jirto emN-ra r .-
comprometa lodw os seus cullegas taclu-iv,-
prio Dr. director.
Espanta aa em uma dirertoria om
as capacidades o aonde lodos os roenibro* -
catholicos romanos, n bouve>e tres
flzessem rnnhrcer ao ..Arenle o que a otarra^-, i
nha de deleterio para os a*.)ria.ls.
Mas pode dar-se de birato que a dirrrtbrm k
chasse os olhos a uma infraceao ao* rstaaav- aaa
ticada por om do? seos membroc p.ra o aa
go-iar, |H>rin o que a-soiabra um wem i
tilo e conselheiro dizrr em pleii* nina
nao devia banir a obra para evitar ama
rom a rhri-ii:Misfma Franca por ser
cez, risum teneatis amtr%.
E que opinio se tirara fasondo dos se_.
religiosos de um ronsrlho ove dmprxaado ;
mo da igreja sobro a -t vota
iua da
honorarios formule om joiio obre o ab-anrr
proposigdes do impo Renn sobre eos* RHrmc
lar ? Nao comro de pej.) os qne latsa.
uma raogo que mpliciunvnto acarreu cr j, .
aposUsia da religin eatnntira I "
Que estrenas ronlas nan trrao de dar
les que p.ir c>nisidrrag-s d> amigada
rehgio em qne foram croados f
Recife 13 de outubro do IM4.
O rmrin aVcivo.
Manofl Somrtt Pa+ew*
Anacahiila inUral ir ktat
Anacahiiiu peitoral de Kmm. Air**
1 s aquelles que p.r espac^ OV anaMmtr>r amv
vivido ag nudos e aflbckn petos > Mimumt t
as tima e dos bronchios.
E-to ex.-ellento e inuA^isivo remedio v^rto
ca r mpuiuenle e cm. nvariav^t segraaca i
m esla, mr-ino ias mais pri.tros f..r
A arvore don le o rico Irihtiao i r\v
ido verla loirainrnte a ar.*e da vM ,
liiarrs de pessoas qne pereciaa di ifc vm* ti
puimdes e da garganta.
Limpa e faz i em ver ;*)as as aaandifi *
f<
=
rsnraam *
MUTILADO
a


(
Diario e fernahor* *exia felra la dr Outubro 4c iS#
cumuladas nos vasas bronchios. fortifica a mom-
brana da traca-arteria e do delicado tecido dos pul-
ulos, e imparle uin vigor verdaderamente maravi-
Ihoso a todo o apparelho da respiracao.
Encontra-se as drogaras de Caors Barbosa e
de Bravo 4 C.
A Comerissao do partido liberal da freguezia de
Santo 'Antonio desta cidade roga a seus compa-
rochianos que se dignem comparecer i eleicao a
que se va proceder no dia 16 do corrente, hon-
rando rum seus votos os cidadaos seguintes :
Capitao Luiz Cetario do Reg.
Capitao Antonio Augusto da Fonceca.
Tiionte-coronel Manoel Camello Pessoa.
Capitao Flix Francisco de Souza Hagalbes.
Auoelles que prelenderem arrematar as mn
clonadas rendas deverao apresentar-so nos indica-
dos dias, munidos de flanea idnea, e habilitados
na forma da le.
Paco da cmara municipal do Rccife 12 de ou-
tubro de 1861.
Luiz Francisco de Barros Reg
Presidente.
Francisco Canato da Bjaviagom
Secretario.
A cmara municipal desta cidade faz publi-
co, conforme recoininenda o art, IOS da le de 19
Aproximando-se o dia 16 do corrente para as e agosto de 1846, que tem de proceder no dia 18
eleicoes de juizes de paz para a freguezia de San- ? frente a apurarlo geral de votos para os ve-
to Antonio, o como volante imparcial, lembro aos readores que devem servir no futuro
meas eonndadios os nomes dos Srs. :
Capitao Luiz Cosario do Reg.
Entpregado publico Manoel da Silva Ferreira.
Dr. Angelo llennques da Silva.
Dr. los da Cunha Teixeira.
Um votante.
e legnraes vendidos nos mercados pn- j COMPANHIA PERNAMBUCANA
blicos desta capital.....3:2104000 ; UK
Imposto de mscales e boceleiras 150*000 ftJavegaeSo costelra a vapor.
meo* "* *.Sledl ii5ooo;Taman a*.Barra Grande, Porto de Pedras,
Camaragibe e Macei.
I I II %o
m?1
H. iO-m i~tterU-l.~f
Sabbudo S^lo, arente.
as \i rioras.
OXYMPIO
competentemente autorisado far leilo de um
escnptorio ,0 Da esirada do Hosarinho, cora grande
(tendo a raesma 3 salas, 4 guarios. 2
0 cirorgiao Leal mudou
|a sua residencia da ra do
Qudmado para a ra das
CLUB HINA1MICAW
A rouni9o familiar do corrente aje/ t'r
lugar na norte do dia 19.
i Club iVrnambticano, 10 de oiriuhro di
Orases sobrado n. 36, pri-:i86i oemprtJST
meiro andar, por cima do______________JJ3WL
t i Alaga-so o silio que foi d > Ana'
armazem rrogressista, aoii- a. comes Goman*,caMeirwm,
^OMHEBGIO.
Alfandega
Rendimento do di 1 a 12........ 418:532*408
dem do dia 13................. 44:4245146
462:976,;5i
=a= ^TZTS
%f ovlmento da alfandega
Votame* entrados com fazendas... 156
t com gneros... 278 434
Voluntes sabidos cora fazendas... 183
f f cora gneros... 668
quatrienniu
de 186o 1868.
Paco da cmara municipal do Recife 12 de ou-
tubro de 1864. Pqual depois'da demora do costo
Luiz Francisco de Barros Reg i melcguirapara os porto* do norte.
Presidente. Desde j rocebem-se passageiros e engaja-se a
Francisco Canuto da Boaviagem (Citgi ae 0 vapor Hfo! COnduzrr, a qnal dever
n i, m .- j .. Secretario, ser embarcada no dia de so* ebegada, eocommen-
0 Dr. Tristao deAtoacar Araripe offlcial da irape- das e dBheiro 4 fret y* 0 dia da anida as 2 no-
rial ordem da Rosa e }uiz de direito especial do m. aenc. rnada Cruz n. i, escriptorio de An-
eommcmo desta cidade do Recite capital da pro- 0 L"a1 de oiiveira Azevedo & C
vinria de Pernambuco e seu termo por S. M. I. o
Sr. D. Pedro fl quem Deus guarde etc.
Faro saber aos que o presente edital virero e,
delle noticia tiverem, que por juizo e cartorio do
escrivao que este subscreveu, corre urna execuco
de sentenca entre partes como exequente Antonio;
de Faria Brandao Cordeiro, e como executado An-;
tenfo da Silva Gusmo Jnior, e proseguindo dita !
| execuco oe seus termos, procedeu^se penhora em :
: reodimentos das casas portencentes ao dito execu-
| tado, depois do que o mesmo exequente me dirigi costante seguir para" s pors do sul.
a petico do theor seguinte: Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se
Iltm. Sr. Dr. juiz do comrnerco.-Diz Antonio carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
de Faria Brandao Cordeiro, que tendo enVctaado ger embarcada no dia de sua chegada: encom
851 penhora por estejuizem rendimento das casas de mendas e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2
Antonio da Silva Gusmo Jnior, para pagamento
da quantia de cento e tantos rail ris,
costas que acrescerem, o como se ache
' ao deposito publico quantia sufficiente para paga-
e
O vapor Mamungnap*, comman-
dante Houra, seguir para os
porlos cima indicados no dia 25
do corrente s 5 horas da tarde.
Receber earga at e dia 24. Kn-
commeudas, passageims e dinheiro a frete at o
dia da sahida s 2 horas da tarde
no Forte de Matto* n. 1.________________rteoao a raesma 3 sala, 4 qoartos, 2 solios, cosi-
COMPANHIA B&ASILEI&A nha, terraco.estribaria, cacimba com boa agua de
wmi^mu beber e outros mullos commodos, ten lo o silio .
aawtvto a v-Avaiin i rendes t!^^^35' anRnei^ cieiros-2 ra o exercicio de sxia pro-
PAOUJbTiiS A f ArOK- grandes lianas para capim, 1 meia agua na ex- n /
Dosportosdo sul espera- trema do sitio oje serve de acougue e rende 7* fiSSaO, CailiauO DOr eSCI'iPta.
do al o da 14 do corrente o Ta-, mensaes. s preleiidentes podem desde j diri-1 ________l_________________L.-----------------L-----
por Paran, commandante o ca- 'gir-seao referido agente Olympie em seu arma- Aluga-se a casa n. 40 da ra das Trinchei-
lio de fragata Santa Barbara, o tero roa do Vigario n. 10. ras : na na da Aurora n. 36.
. de o acharao como sempre
prompto a qualquer hora pa-
-\&TOft
DE
4 calles e Meros da padaria
boma a Gasa Forte.
Sabbad i' d outubro
O agente Pinto far |eil;iQ por mandado do lllm.
. Sr Dr. juiz esnecial do commereio de 4 cavallos
e gneros existentes na padaria e Uheroa no lu-
gar da Casa Forte, j*erlenceales a Antonio Bao, e
Aluga-se urna rasa em Bebenhe : a tratar
com J. I. M. Reg, na ra do Trapiche n. 34.
Precisa-se de urna ama de leite moca
I dia : na ra estrena do Rosario n. 32,
la- andar.
floa-to Dominga
<*>MNYR!e ao
do Sr. Dr. Jos lirinardn traur com T. de A|tnn-p Foueea Jnior, roa do
Vigario n. 23, pnmeiiv andar.
Rga >e f weehaweaai an lllm. Sr. Dr. A.
B. S.. i>rescnleincnte morador na villa (te I'iL.r da
Parahiha do Xore, o especial favor de mandar
quanlo antes saUsfazrr r.a ridade de Sonta da mei~
me provincia pessoa i quem S. S. n;io ifnra.
importancia de 1655 proveniente de um cavaII > de
sella que S. S. romprou para sua vtofeakj n rnav
trrk> naeenr pelo dissabor de ver lea ame pu-
blicado |>or extenso nesle jornal, e as particulari-
dades que nciimpanliaraiu este negocio.
e sa
,
COMPANHIA BBASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos porlos do norte espera- a ele penhorados por execuco da Bypohto Mar-
do al o dia 17 do corrente o va- Uta Coins de Pinho.
por Ouapock, commandante An-! O leilao ser euVctuado s II horas do dia su-
torio Marcelino de Pontos Ribei-1 pra dito na referida taberna na Casa Forte, os
ro, o qual denois da demora do p^elendentes poderao desd* j se entenderem com
o mesmo agente.
a raa da Concetce n. 47, precisa-se
urna ama para pequea familia.
Para pasear a testa.
de
r
LEILAO
Descarregam no dia 14 de outnhro.
-Brizne liaraburguoz Ingeborgmercadorias.
Barca in^leza.S//d -bacalho.
Barca ineiezaVision- mercadorias.
fliate porfuguezPfiammfo -gneros de estiva, ment do supplicante, vem reijuerer V. S. se dig-
Escuoa ingleza-Zompamercadorias. nu mandar que o escrivio Paes de Andrade, pas-
Imporlaro. sando editaes. de dez dias aos credores incertos do
Escuna dinamarqueza ana, entrada de Ham- dito Gusmo Jnior, lidos os quaes, sejam conta-
DE
horas, agencia ra da Cruz n. 1, seriSSo4e ^'m elegante sobrado de 2 andares
e mais as Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
recolhido
COMP4IHI1
DAS
MESSAGEBIES
bureo, consignada a M. J. R. e Silva, manifeslou
o seguinte :
32 voluntes fazendas de algodo, de la, de se-
da e lita, chales de la, lencos e meiSs de algodao,
eouro de lustro e envernisados, raiudezas, cspelhos
e amostras, etc.-, a D. P. Wild & C
2 caixas obras de vidro ; a II. Francisco de
Souza.
21 caixas obras de vidros ; a Theod. Christiau-
sen.
10 caixas lencos, transas, oleados, lesouras, ca-
ivetes, louzas ; a Henrique i Azevedo.
1 ciixa eouro de luslru ; a Linden Wild & C.
dos os autos, dando o es ti vio mandado de levan
lamento da referida quanlia. fiesles termos pede
V. S. deferimento. Espera receber merc. -O
solicitador, Francisco Emigdio de Luna Freir.
Seguindo a que assim se conlinha em dita peti-
Qo na qual dei o despacho do Iheor seguinte :
Sim-Recife, 5 de outubro de 1864.Alencar
Araripe.
Segurado o que assim se rontinha em tal despa-
cho, por forea do qual e respectivo esenvo Ma-
noel de Carvalho Paes do Andrade, que este subs-
creveu e fez passar o presente, pelo qual e seu
i theor chamo, cito e hei por citados a todos os ere-
IMPERIALES
Al o dia 14
do corrente mez
espera-s da Eu-
ropa o vapor
francez Bearn,
da
e sotao
edificado em chaos proprios em urna
ra de negocio na freguezia de Santo An-'
loni
SabbarJo 15 do corrente, s 11 horas
N. 10-Itiia do VigarioN. 10
OLYHIPIO
competentemente autorisado far leilo de um so
lirado de 2 andares e soto edilicado em chaos
proprios situado na ra Direila n. a, com frente
para a ma da Penha, o qual rende liOO^l an
r Aluga-se a casa na poveaeao do Monteiro ra do
Xisto, caiada e pintada, com commodos para gran-
de familia : quem a quizer dirija-se a ra do
Cresp toja de Andrade & Reg.
Agencia de passapnrte.
Claudino do Reg Lima, despachante de passa-
porte, tira-os para dentro e fra do imperio por
commodo preco e presteza : na ra da Praia n.
47, prlmeiro andar. _____________
~ Caroline Dugdale, subdita de S. M. Britam-
ca, relira-sc para fra da provincia.
No ensenho uiabeira, >ii*j : povearao de
> Sanio Amaro de J.il>ut"io, prwisa-se dr am Iutr
de campo, que toaba ipoiiea l,im-4i : a hilar no
dilo engeabo em qualquer dia. on na rr da Im-
peran iz n. 22, segundo andar, ar* dominge*.
preto Rufino, escratu de D. Ibreaara Ma
ria da l^onccico, deixoii de servir a J<>-e de Mo-
raes jomes Ferreira desde o da l^de sef'-mbro
prximo turnen.
de Janeiro.
Para fretes, condicedes e passagens trala-se na i
agencia ra do Trapiche n. 9.
ELlep2? ^ uae- Seri efTeetuado o lilo pelo referido agen
turne seguir a- *S 0l>mPlu em seu armazem ma do Vigario n. 10.
importante leilo
1 fardo brim de vela, 3 caixas fazendas de la dores incertos do dilo executado Antonio da Silva
* algodao, lio de Ha, :i caixas eouro de lustro, 1 'Gusmao Jnior, para que dentro do prazo de dez
dita garrafa vazlas, 100 barrls vinho, 1 pacote
amostras : a Rabe Schmett.iu & C.
2 barns e i fardos drogas : a N. O. Bieber
A C.
8 caixas bezerros envernizados e miudezas; a
Vaz & Leal.
i caixas bezerros; a Izidoro Nelto & C. publicado pela imprensa.
1 eaisa hienda de la a Carneiro & Xogueira.! ado e passado neste cidade Jo Recite de
6 bai ris alvaiade ; a Joo da Silva Faria. j nambuco, aos 8 de outubro de 1864.
1 eaiza espoletas a Jos A. Moreira Dias. Eu Manoel deTarvalho Paes de Andrade, escri-
j caiat obras de barro, ditas para imprimir,
iracaty.
O hiate Santa Rita sahe para o Aracaty : a tra-
tar com Tasso irmos.
Baha.
O hiate Dous Irinaos sahe para a Bahi
tar com Tasso Irmos.
a t ra-
dias comparecam aqte'este juizo. allegando e pro
vando o que tor a bera de seus dtreitos e justica, e
sob pena de revelia.
E para que chegue ao conhecimenlo de todos
muda fazer o presente edital com o prazo de dez a polaca hespanh-.la Ventttrita, de pnmeira
dias. que ser afflxado nos lugares do costume, e classe, recebe frele parle da carga que Ihe falta
para Barcelona : a tratar com o apilao na ra do
Trapiche n. 14, armazem.
Per-
ite
mitro
vao o subscrevi.
eabao, muldezas ecomedorias ; a Geb Christianl.
1 eaix ferragens. 1 barrica limas, 1 dita briu-
quedos. 5! fardos, '.i caixas fazendas de lia, 7 ditas
fazendas de algodo, 70 garrafoes genebra; a or-
dem.
Vapor nacional Mamanguape, entrado dos portos
do norte, manifeslou o seguinte :
Uo Cear.
28 saceos com 148 arrobas e 18 libras
lado, 2 barricas com 9 arrobas e 16 libras de dito
.lito, 16 ditas com 92 arrobas e 28 libras de sebo
em rama, 1 caJxo com 2 arrobas de queijos : a
orden).
Do Macu.
2,150cnurinhos e 26 ditos em
mingos R. de Andrade.
I i Saceos com 66 arroba- e 23
dio ; a Jenuino Bezerra de Souza.
18 saceos com H arrobas e 11
do, 11 saceos com :t3 arrobas e 8
Trisiao de Alencar Araripe.
DECLiUCOES.
O conselho administrativo para fornecimento
do arsenal de guerra precisa comprar o seguinte :
de algo- Plvora grossa para artilharia, arrobas...... 30
Quem quizer vender tal artigo aprsente suas
propostas em carta techada na secretaria do conse-
ibo admini>tralivo, as 10 horas da mauha do da
14 do corrente.
Sala das sesses do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 7 de outubro
de 18o4.
Antonio Pedro de S Brrelo,
coronel-presidente.
Sebaslio Ahtenio da liego BtirrOS,
vogal secretario ioti-niui.
O corpo de polica compra 350 covados de
cabello; a Do-
li- s de algo-
libras de algo-
libras de cera.
i panno azul para fardamento
le carnauba 60 courinl.os. 3 ditos de l.czerro e 1 panno azul para lardamento : quem l.vere quizer
a Joaquim lio-1 ternecer, aprsente amostra e sua proposta em
arroba e 17 libras de carne secca
drignes Ferreira. .
7 arrobas de carne secca e urna poryao deossos;
a Jos Lucas Soares R. da Cmara.
8 caixoes sapatos de borracha ; a Manoel de
Souza C. Pimpo.
Do Acarara.
8 saceos gomma ; a Jos Rodrigues Ferreira.
12 ditos algodo : a Jos de S Leilo Jnior.
io macos COUTOS miudos ; a Jos Joaquim da
Silva Guimaraes.
20 sacro- gomma ; a Guedes A Goncalves.
vil i-lll > V "....... I---- --------- ----- (1111/ 'I '.'.lili.' -.
34 couros salgado-. 2 barricas sebo, 2 amarrado^ ^ Cunha, que dea exlincta,
a viuva M. G. da Silva.
carta fechada, na secretaria do dilo corpo, as 11
horas do dia 15 do corrente.O teen te-secretar o
Luiz Jeronymo Ignacio dos Santos.
Tribunal do eommeicio.
Pela secretaria do tribunal do commereio de
Pernambuco se faz publico que nesta data lica re-
gistrado o papel de dislrato de. sociedade teito en-
tre Justino Antonio Pinto e Jos Dias da Cunha,
com annuencia de seus credores. dHsolvendo a so-
ciedade que haviam celebrado em 20 de Janeiro do
auno prximo passado, sob a razo social de Pinto
estando o estabeleci-
Para a Bahia pretende sahir em poucos dias
o veleiro patacho D. Luiz, capitao Jos Teixeira
de Azevedo, por ler parte da carca tratada : para
DE
iSsofs de amarello, 8 consoles com lampos de
pedra, 2 ditos de Jacaranda, 30 cadeiras de ja-
caranda, 4 cadeiras de bracos, 4 ditas estufadas,
84 rnoxos Com palhinha, 24 bancos com palbi--
nhas e divisoes de ferro, 24 ditos sem encost,*
estantes para msica, 4 grandes estrados, 8 ca-
deiras de eouro, 2 mpsas grandes com gavetas,
2 escadas, 3 lustros. 19 arandelas e mangas, rc-
po-teiros, galeras, columnas, assoalho da platea,
dito do palco cora machinismo, bastidores, pan-
nos, vistas, gabinetes, pannos de bocea, roanas
e outros muiros objeclos de senario.
Seguda-feira 17 le oulubro.
No theatio d'Apollo.
O agente Pinto anlorlsado pelos proprietarios
da casa denominada Theatro d'Apollo, far leilo
AOS 10:000,000
Hllhet'.i garantidos
A' ma do Crespi n. 23 e casas do cestume
O abaixo assignado vendeu nos seus inulto teli-
j zes bilhetes garantidos da lotera que se ac bou
'. de extrahir a beneficio da matriz de Caruard, os
seguintes premios:
N. 174 tres qnartos com 6:0005000
N. 1572 um inteir i com (00,5000
E outras muitas de 2005, 1005, 405 125-
Os |iossuidore- podem vir receber sem os des-
con.os das leis na Casa da Fortuna ra do Cres-
po n. 23.
Acham-se venda os da quarta parte da ter-
ceira lotera a beneficio da Santa Casa da Miseri-
cordia, que se extrabir no dia 22 de outubro.
Presos.
Bilhetes inteiros..... 12500C
Meios......... 65000
Quartos........ 35000
Para as pessoas que compraren)
de 1005 para ciraa.
Bilhetes ........ 115000
Meios......... 5500
Quarios........ 25750
Manoel lartins Fiuza____
Precisa-se de urna ama para cozinhar e en-
gommar, para casa de pouea familia : na ra de
Apollo n. 39, primeiro andar.
o resto da carga que Ihe falla trala-se com os con- "77 r'^'T i i" .
signatarios Pameira A- Ueltrao larea do Como dft luJos os obJectos ac,ma indicados pertencentes
ffint rtaraindw UOrp0 ; ao mesmo theatro. as W horas do da cima dito,
banto n. i, prlmeiro anaar. f i ft
LEILOES.
LEII.AO
DE
Escravosde amim.s ossrxns com
habili'lwles e sem ellas.
ii j i:
Sexta-feira 14 do corrente s i 1 horas da
manha no at-inazem da ra do Vi-
gario n. 10.
^
OE
1 mesa
2 cadei-
ditas de
1 sof,
\ autorisado por alguns seus amigos vender em
lelao publico diversos escravos de ambos os sexos
os quaes estaro patentes no dia do leilo no ar-
mazem da ra do Vicario n. iO.
No dia sexla-feira 14 do corrente, as 11 ho-
ras, se vender em leilo publico, no armazem do
agente Eusehio, duas casas terreas de ns. 262 e
264 sitas na ra Imperial, do la lo da sombra,
tem 2 portas, 2 salas e 2 quartos, alem de um ter-
reno fra cada urna casa, e tambera rende 103
ues pelo
c ti i fres
Do Aracaty.
57 saceos com 329 arrobas e 13 libras de algo-
dao ; a Prente Vianna & C.
105 meios de sola, 241 eourinhos em cabello ; a
Domingos Rodrigues de Andrade.
28 saceos com 116 arrobas e 21 libras de algo-
do ; a Silva s Alves.
8 saceos rom 32 arrobas e 1 libra de algodao ;
\ L. A. Siqueira.
49 saceos com 223 arrobas e 24 libras de algo-
do ; a ordem.
i caixo e 2 pacoles com 44 libras de peanas de
etiina, 56 saceos cora 357 arrobas e 29 libras de
algodo, 2.:il5 pelles de cabra, 47 meios de sola,
130 eouro- salgados, 4 barricas com 22 arrobas e
28 libras de sebo, 42 sacros com 178 arrobas e 38
libras de algodo ; a Antonio Faranha.
40 saceos com 174 arrobas c 6 libras de dito ; a
Jos de Azevedo Andrade.
5 saceos com 27 arrobas e 19 libras de dito ; a
Prente Vianna & C
Do Granja.
8 saceos arroz pilado e 7 ditos gomma ; a viuva
Manoel Goncalves da Silva.
2 barrls azeite de carrapato. 40 meios de sola, i
18 saceos farinlia. 1 barrica cera do abelha ; a Se- j
' a-tio Jos da Silva.
Do Natal.
86 saceos coai 329 arrobas e 24 libras de algo-
dio ; a Tisset frere*.
12 ditos com 61 arrobas e II UbCM de dito; a
Reg & Silva.
Recebedorla de rendas Internas
seraes de Pernamtoico.
aendimeato do dia 1 a 12........ "'?It^
dem do du 13................. M68J228
por mez. em chao proprio, e seria entre
ment na posse do ex-socio Cunha, que se obriga | raaior prego, para pagamento de hypolh-ca : sao
pelo passivo, e o ex-socio "Justino sem responsabi-! convidados os pretendentes ao previo exame.
lidade alguma e quite com a exlincta firma, visto | _______________________________.______
ter recebido o seu principal e lucros.
Secretaria do tribunal do commereio de Per-
nambuco 11 de outubro de 1864.
Julio Guimaraes,
Official-maior.
* O leilo annnuciado para o dia 12 porta da
alfandega contina amanha 14 do corrente ao
meio dia. Alfandega de Pernambuco, 13 de ou-
tubro de 1864.
O escriptarario,
Joaquim Albino de Gusmo.
LEILAO
conta e
Madapoles /viados.
HOJE
Theodoro Christiansen fara leilo por
risco de quem perlencer e por
agente Pestaa de diversos fardos com
avahados etc.: i|uarla-feira 14 do corrente s 121
horas em ponto no seu armazem ra do Trapiche
n. 16.
lTma mobilia de Jacaranda com um sof,
oval, 2 consolos com lampos de pedra,
ras de bracos 2 ditas de bataneo e 12
guarnirn, 1 mobilia de amarello com
mesa redonda, 2 consolos, 2 cadeiras de bra-
cos, 12 ditas de guarnicao, 1 candelabro, 2 pares
de Nrros dourailos, 4 (pudro*, 1 espclho, 1 1a-
pet 1 caita de msica, 1 exeeller.te mesa para
adngad". 1 cama franceza de Jacaranda, 1 00W '
moWa de fnogno 1 lavatorio com pedra e espe-
Hio" 1 fk u 6 cadeiras de amarello, 1 mesa de
janlir. 1 banca com ghvrtn, l dita de osinna. I
eatm de ferro e 2 vonezianas.
Scguinla-reira 17 deoulubro
0 agente Pinto far leilo por conta de una !
pessoa que se retira desta provincia de. todos os'
movis cima mencinalos existentes no salan do
theatro d'Apollo, aondo havera leilo de iodos os I
pertences do mesmo theatro.
Principiar as 10 Imras._______
~ LEILiO |
PR EBIOS
O agente Almeida competentemente autorisado:
fara leilo de 4 casas terreas urna na ra do Rosa-1
rio n. 13 com duas portas de frente e urna no oi-
lio, 2 salas. 3 quartos, cosinha fra, quintal e ca-
cimba; oulra na ra dos Prazeres n. 3 com porta
e janella, 2 salas, 2 quartos, cosinha fora, quintal
[e cacimba; duas na ruado Cotovello ns. 37 e 91,
! com porta e janella, 2 salas, 2 quartos, cosinha
fra, quintal e cacimba tendo a de n. 91 soto com
internado o Si,,at um 1uar,- ,oaas nil freguezia da Boa-Vista.
m madapoles \ SCgUntla-fcilM 1 I ll CUITenC
Em seu escriptorio ma da Cadeta do Recife n.
48, primeiro andar, s 11 horas. _____________
Joao da Silva Bonifacio, subdito porluguez,
relira-se para o Rio de Janeiro.________________
Prugramma da fesla do goriuso Patriar-
cha S. Francisco de Assis da groja de
R.Jos de Hilia-niar.
Satinado 15 de outubro s 12 horas da manha,
diversas girndolas de fogueles anuunciaro a ves-
pera do festivo dia 16 de outubro, tocando nes'a
ooMsio urna banda de msica marcial : na ma-
drugada de domingo ter lugar urna mis-a, tocan-
do a mesma banda marcial, as 11 horas deste dia
principiar a fesla. sendo a orchestra carmelitana,
orar no Rvangclho o Uvin. padre mostr Leonar-
do Jo9e Gre-po. s 4 horas ila tarde subir aos ares
um balao, locando a mesnia msica diversas pe-
cas de seu repertorio ; s 7 horas da nonte entra-
r o TeDeum, orando o Bvm. padre Manoel Anlo-
n pedem aos moradores que illumineiii a,- ricratra .i,.
suas casas as noutes de 15 e 16 para maior bri-
Ihantismo da mesma festividade.
fcscri iii io de advoitaci
O abaixo a.-siguadu, propiM-lariu ,r- l->i
na villa do Bouilo, faz scieule ao re-|>ritavel |-ul-!i
OS que lodos os seus bens su achara i**H di -em
baracados de hypolbeca.
Antonio Jos Bjtellw)'.
Arreada-se o engrudo Ochorira dAalas,
freguezia 'Agua Prela, peno da e.-ta> d.> Fna
meta lego, hreis Ierras de prmluceo. nitiite ani-
roaes e da de agua porque esi liem priacip:a.
roda levada, raroeo e o mais ; quera pretendrr.
dirjase ao engenho Catuama. a tratar catn Jua
quim Justino de Almeida ; tambem arrenda -i
engenho Catuama, termo do Bonito, disla da eslae;Vv
orna legua, tune deaninae : quem pretender d:
rij-se ao mesmo Joaquim Justiuo de Almeida.
O subdito fraoc.'Z A. B- Blanda vai a.- pre-
vineias do or le do iaHMria
Precisa-se de um caixeiio no bilbar des Ar-
cos : prfere-se brasileiro.
Alugam-se o 2* e 3* andares da casa da ra
da Cadt-ia n. 4.
Aluga-se um sitio no lugar dos Remedios n.
a, defrooto da igreja, ci>m grande casa coelu-ira:
a tratar na ra da Cadeia n. 4, armazem.
Precisase de um f-itor pie unja nan ir4i
neirr : a tratar cora amjnMi Kreibriro de (Mivn-
ra, no seu sitio em Ponte de t'chj. oti em ara es-
criptorio, praea do Corpo Santo n. 17.
Alugam-se barata9 tima mei aguas na est-
irada dos partan (aatnwn da* Harreiras luir-.
da Boa-Vista : a tratar na ru dj Colovelte n. *3.
Nos abaixo assignados uVeramos ove tenOo
iaseMo amlgaTehnaate a socn-dade qm tinta-
mos na otTtcina de terrnro, Na na ra n. 38, sobre a firma de Kraudo A' Mout>-ira. ii *-
do cargo do socio Joaquim da Costa I'..- m-ii lo-
do o activo e passivo da naaaa sociedad-, e Rento
Monteiro Figueira desoner!" de tola a reKp hllidade e pago de lodas as suas contas. Kenfe 14
de outubro de 1864.
Joaquim da Co-u Braado.
Benlo Monteir j -Figueira.
Precisa-se altigar anos preWs para carregnr
pao c fazer servicode casa : ni padaria em Santo
Amaro, alraz da fundico do Sr. Starr.
I'll.l l..%N
\i:'
,**.
O bacliarel Francisco Cirdeiro da Ro-
cha Campello, bm aberto o seu escriptn-
torio de advogado na ra do Imperador
n. 42, primeiro andar, onde p^de ser pro- ?j
curado para o exercicio de sua proflsso ^
em todos os dias uteis das 9 horas da jSF
manhaa s 4 da tarde, e em rircumstan- ag
cias urgentes na casa de sua residencia, S
ra da Aurora n. 62, primeiro andar. '8K

\WMmm\
m
THEATRO
13:1442537
Consulado proTlnclal.
Reudimentodo dia 1 a 12......... 21 7
Mando dia 13................. 2:377*o82
23:405*112
MOTOiENTO DO PORTO,
Afecte entrado no da 13.
Granja e portos intermediosU dias, vapor nacio-
nal Mamanguape, commandante Manoel Rodri-
gues dos Sanios Moura, de 337 toneladas, equi-
pagem 20.
Navios saludos no mesmo da.
Parahyba -Patacho Inglez Harrtet, capitao G. Ge-
belder, carga parte da que Irouxe de Terra-
Nova.
Cear=Palnahoto nacional Dous Amigas, capitao
Francisco Eustaquio Rodrigues, carga farinha de
mandioca e outros gneros.
EDITAES.
S. ISABEL
EMPREZA
GERHANO & GOIMBRA.
8a i'ocih (I-' assigoatura
SABBADO 15 DE OUTUBRO DE 1864.
Representar-se-hao muilo magnifico drama i
5 actos e 7 quadros, original francez : _,
O CORREIO DE LYAO
0 PROCESSO [SURQUES
LEILAO
DE
Movis e outros artigas
LEIIjAO
Sexta-feira 1
*c-n n^
do crtente s
II
horas
do he-
No armazem roa m (ladera
cife n. 48.
60D.1RQ SirfffiS
fara leilo de diversos movis e outros artigos por
conta e risco de quem perlencer ao correr do
martello, allm de fechar diversas contas de veuda.
LEILO
HOdE.
Sexta-feira 14 do corrate, no arma-
O enthusiasmo que geralmenle tem causado o ., j y
presente drama, faz cora que a empreza o repila '" u raa un i.ttui.u n Oo
ainda esla vez, que talvez seja a ultima. DE
Terminar o espectculo com a nova comedia Urna excellente mobilia de Jacaranda, nova, com
em 1 acto : tampos de pedra ultimo mato, oulra de amarello
tambem nova, guarda roupas elegantes de rait
de amarello, duzias de cadeiras de cereja, bercos
de faia etc.
FIEL m IWIDEUI) V1IE
PERSONAGENS.
Heitor Duriveau.... Lisboa.
Luiza, sna mulher ... D. Camilla.
Joo, criado do Heitor Teixeira.
Georglna. criada ... D. Maria Pontes.
A aeco passa-se em Paris na terca-feira de en-
trndo.
Comecara as 8 horas.
DE
2evcellentesescr.vos de 18 e 19 ali-
os, bonitas ligaras cura hiihilidalcs
prvprias |ara qoief servico.
Terca-feira 18 do corrente.
Cordeiro Simdes
autorisado por urna pessoa de sua ariiisade vende-
r em leilo para pagamento os escravos cima.
O leilo ser elTectuado s 11 horas em frente do
armazem dos Srs. Pameira A Beltro.
rta mesma oeeasiu s! vender outros escravos
pcln maior preco ao correr do martello.
DE
Estabule* imento de caf e bilhar da
roa Nova n 67, cm sens pertences
Qjara-feira t) de oulubro.
O agente Pinto far leilo precedida a comp-
leme auturisaco do estabeleciraento de caf e
bilhar da ra Nova n. 67, o qual se torna recom-
ineiidado por ser mu frequenlado e acreditada na
venda de bilhetes de lotera- ; s 11 horas do dia
arima dito no referido estahelerimsnto.
O abaixo assignado previne ao Sr. thesourei-
ro das loteras do Rio de Janeiro o Sr. Saturnino
Ferreira da Vetan, (pese por ventura sabir algum
prrmio no quarlo n. 5491 da 15' 107 lotera do con-
servatorio de msica, nao pague sem que o abaixo
assignado seja ouviilo, pois esse dito quarto est
firmado no verso pela Sra. D. Anglica Maria Lima,
como socia, roa da SantaCruz n. 5.
Antonio Manoel de Souza.
O secretario da irmandade de N. S. do Terco
convida a todos us irmos para se reunirem em
mesa geral no domingo 16 do corrente, pelas 11
horas da manha. para se elegerem os novos func-
eionarios que lem de reger a irmandade no futuro
auno de 1865.___________________________
>'a ra do Trapiche n. 14, armazem. precisa-
se do um caixeiro dos ltimos chegados.
0 lliesouteiro do altar dos Pas-
sos da veneravel ordem terceira di
Carino, participa aos devotos do
mesmo altar que no dia 16 do cor-
rente mez principiar o setenario
do inesmo Senhor.
VBnUBVABal
no
DR.AYER.
Vllxn.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e lavar :
na ra Nova n. 15, primeiro andar._____________
~O Sr. Alexandrino Ayres da Paixo Berenguer
morador na povoacao da Boa-Viagem, queira din-
(,'ir-se cidade de Olinda, a negocio que nao ig-
nora.
EUZEBItt
far leilo dos oheet ordem de quem pertencer.
conta e
LEILAO
AVISOS MARTIMOS.
Hoje 14 da outubro a praca de varios ob-
i.-tos de Luiz Mulib. por execuco de Tranquili-
no S luto Sesse.
Perante a cmara municipal desta cidade es-
firljempract no.-dia^ i\, 17 e 19 do correte
(tira seremarrematados por quera mais oiTerecer
a* seguintes rendas municipaes :
I-niosto de S9 r?. pir cirga de farinha
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Nave^acao cosleira vapor.
Parakyba, Natal, Vacan, Araral* Ceiri e
Acaracu'.
O vapor Persinunga, comman-
dante Ralis, seguir para os por-
tos cima no dia 22 do corrente s
horas da larde. Receber carga
t o dia II. Encommendas, pan>
sageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida s
3 horas da tarde : escriptorio no Forte do Mattos
n. 1.
DE
lima casa terrea en chaos proprios.
Sabbado 15 do corrente, s II horas da
manha no armazem da rna do Vigario
nnmero lo.
OahYMPIO
autorisado por urna pesoa de criterio vender em
! leilo publico urna casa terrea edificada em chaos
proprios, situada na ra da matriz da Boa-Vista
n. 36 (lado da sombra) a qu-,I lem de frente. :2
' palmos, de fundo 70 palmos, 2 grandes salas ''
, quartos, cosinha fra, quintal murado e cacimba
, propria, tendo i ponas e 1 janella de frente e 2
grandes claros aonde se pode abrir ai-turnas ja-
! nella. Os prolendenles podem examinar a refe-
| rida casa e para quabraer informaco entendara-
I se com o referido agente Orjrmpio m seu arma-
i zem na ra do Vigario n. 10.
AVISOS MERSQ3.
Aos l:0(Mi$Ottu.
Sabbado 22 do corrente mez, se extrahi-
r a quarta parte da terceira lotera (112a)
a beneicio da Santa Casa da Misericardia,
no consistorio da igreja de Nossa Senliora
do Rosario da freguezia de Santo Antonio.
Os biibetes, meios e quartos acham-se
renda na respectiva tbesonraria ra do
Crespo n. 15.
Os premios de 10:00(M000 at 20*W00
serao pagos ama hora depois da extraeco
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuico das listas.
Servindo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
Precisa-se alugar i moleqne para criado
de urna casa de bilhar : na na larga do Rosario
n. 37. primeiro andar.
C'rladO.
Precisa-se de um criado de meia idade para
pouca faraiTla : a tratar na ra do Crespo n. 8,
canto da do Imperador.
Nin ha necesidad** mais ge-
ral em iodos os ponan oa nac a
de um pwijunlr ajat seja a
mesmo tamao maoanna, anam
e digno de toda a contornea.
As pilalat qneTna afferece-
inos oo pubnto prefncl>ein ante
coodices ; pois pnm ser u-
iiiadas pelas pcsso.is mais frjr.i-
sem pengu aajnu, nflw i. ** -
sua composifo nanearlo aam
ontro ingredioalo aoenv aaa-
de, mas sendo eeanaaata de a-
?etaes mui forte-1, alo baatantc
ellicientes e activas para ptirilicar M cor|nis
mais robustos.
Estas pillas exploran e paananal tenia
a extensao do canal alimenticia, e ni >^ a todas as partes do organismo, corngiudo
sua accao viciada o fazendo lOLajanaH sua
vitalidadc
Um remedio iticslimavel contra daV de
calara nervoso, 'inni/neci. pWwo / ana-
fre, hemorrhoUlas, moiettm aa /ajnan, fe-
bre uaslro-hepatica, e todas as naanfan
biliosas que trem sua orinen! no f dorpeei-
mento do figado que cansa a rseassex la
bilis na inflammacH tl'esie orgao pie ru-
do! derramamento da bilis no estoinaajo oti
em um desattanjo geral dos urgaos diges-
tivos.
A ictericia
produzida pela absor|rSo da bili$ no
sangos, dando 3 pello e aos oa>M tima ciir
amarelenta ; nao c smenle dolorom |or
si, pormeonduz aos mais seriM soffrime-n
tos.
Para cura-la toma-se de I 5 pilulas to-
das as manhas, isto baslante para mover
o ventre smenle al pie se recupere a ac-
Qo sa do syslema.
Mal do fiuado, febre nnstro-hejmtim,
diiirrhen biliosa, indifftstao, a nerrab/tn
on tic doiileiircii-r, sao todas molestias ana
tem seu comeco n'um dasarmijo da am
A obsermi;ao dos doctos da Mi faz aaaj
volver ao sangue, com que circula d pab
em todo o corpo e causa estragos desas-
trosos saude e produ uma serie innu-
meravel ie males
Todos estes incommoilos sfio curados com
as |)ilulas do Dr. Ayer.
Direcces minuciosas acompanliam cada
irasco.
Vende-se na pharmacia france/a de Mau-
rer t C, rna Nova n. 18.
AGENCIA CENTRAL
15 ltii:i irci rio :*j a\i:iho.
Vende-se em Pernambuco:
na pharmaeia franceza de
Deeappareem uma escrava por nome Vicen-
cia, com idade de 10 22 annos, crioula, natural
de Pedras de Fogo, no dia 10 de outuUro, e foi es-
crava de I). Alexandrina Cesar de Andrade, e joi-
ga-se eslar perdida em raio de nao satoer as roas
da cidade ; ent > pede-se polica o tambem ao<
senhores guardas das barcas de viga a correrem
as emfiarcacoes sahldas destejn^rto, atlm de ver
se a encontram, e lvala ra do Pilar n. 8J ;
cuja escrava tem os signaes seguintes : corpo re-
gular, altura o mesmo, com falU de denles na
frpn; m> seca*, levou ve>tido de laa rvxo, e loi
eaanaWanAftaJtaataaiS aVrector Antonio pendencia ex.ste ..macarla
Jos Tavares I e eaan della der conta seta re-
compensado. |
P. MAURER & C.
RA NOVA N. i8.
Na livraria n. ti e 8 da praca da Inde
de importancia
para o Sr. Antonio Fernandos Corredor.
sermva fgido
Precisa-se de urna ama e-rrav on f-rra pa-
ra casa de ponca familia : na ra de S. Praocirro
casa n. 56.
Precisa-se de uma posma enlendid i n-> Ira
(ico de padaria, na ra do Itangel n. 7, e hen *--
sim do um menino da W annos.
Fugio no dia 20 de setemhro um cscravo de no-
me Miguel, da cidade de Olinda. por ocrasiao de
ir vender leite na cidade do KecWe, tenda de idade
40 annos, ponco mais ou menos, com os signaes
seguintes : da Bosta, talludo, ja tem cabellos e Os eredores da nana aan t *-nar-
barba bastante pintados, um pouco corcundo, eos- qoes dos nn A guiar & C. faawinipiuiinji
' turna andar de alpergatas, as vezes em um s pe, seus ttulos na ma da na n. par. >> ~t
por causa de cravos. por osla causa quando anda cumpriniento afWaenja eonaanaafc^
coxea, tem sido viston Itecife, snpp6e.se eslar Os n^Qn^j^tnmmm,ntmmmmm
em algum sitio, flngindo pagar semana : quem o da hqmdacao de to Gonvalw
apprehender queira leva-lo ao seu senhor Jos Fi- ignalmento mandar solyer
gueira Curado, na cidade do Olinda, ra
paro, sobrado n. W, que ser gralicado.
seus de hilos na sotore-
doVm- dito casa " os respectivos tilnlos.


k>larl* de reraa__teaeo sexta felra 18 ale Outubro de i8*4.
INJECTION BROU
XAROPE
DE CASCAS de L ARAN JAS AMARGAS
de J. P LAROZE, Chimico,
MABHAGBBTICO DA ISCOLA SDfEllO DE VAIIS.
Este zarape, regularisando as funecoes do estomago e intestinos, destroe essas
indsposicSes proteiformes, e faz abortar as molestias de qae sao indicios precurso-
res. Mdicos c docntes tcm reconbecido quo restabelece as indigestocs, azendo
desapparecer os pesos de estomago, que calma as enxaquecas, espasmos, e caimbras,
que sao resultado de digestdes penosas. Seu gosto agradavel c a facilidade cor.i que
se suporta, o tem feito adoptar como especifico infallivel das doencas nervosa,
gastritis, gastralgias, clicas de estomago e de entrantes, palpitares, dores de
coracao, vmitos nervosos; suaacco sobre as funecoes assimiladoras tal, que os
mdicos mais Ilustres o tem adoptado por reseiujente real dos dous primeiros
agentes therapeulicos: o lodureto de Potassa e eProto-Iodureto de ferro, tendo
observado que dcbaixo de sua influencia, o primeiro perde sua aeco irritante, e o
segundo seu cffeito adslringente.
XAROPE FERRUGINOSO
XAROPE DEPURATIVO
Do casca da laranjas amargas com It-
dureto de potassa.
O iodurcto de potassa, administrado em
soluco ou debaixo da forma solida, causa ao
doente urna grande repugnancia, ou determina
accidentes que o forcio i renunciar a esta
Hedieseis effieaz.
Unido porim ao Xarope de cascas de laran-
jas, elle nsrt cansa nem gastralgias, nem per-
turbicio do estomago e intestinos, e gratas a
este salvaguarda, os tratamentoj depurativos
sao continuados sem interrupco, as affec-
c,es eserofuloto, tuberculosa!, cancerosas
nat secundaria! e terciarias, meimn reuma-
thismacs, as quaes elle o mais seguro espe-
cifico. A dose esti definida de tal maneira
qae o medico pode varial-a a sua Tontade:
0 fraaco: 4 fr. 60 c.
De cascas de laranjas amargas com
proto-iodureto da farro.
A associaclo do sal ferro ao Xarope de cas-
cas de laranjas i tanto mais racional quante
que este xarope, empregado s, para estimu-
lar o apetite, activa a secrc^ao de sueco g-
strico, e por fim regularisa as funeces abdo-
minaos, neutraliza es mios effeilos dos ferru-
ginosos e dos ieduretos (peso de cabera, pri
sao da ventie, dores epigstricas) em quanto
que facilita sua absorpeao. DissoWido no
Xarope, elle se toma e se supporta fcilmente,
por achar-se no estado puro mais assimilaveli;
e assim pode continuar-so a cura da pallidez,
corrimentos brancos, anemia, affecffies escro-
fulosas e rachitismo:
O fraseo fr. 50 c.
Os Xaropes de J.-P. LAROZE esto sempre em frascos especiaea
nunca em meias garrafas nem em frascos redondos). ExpcdicSes: em casa
J.-P. LAROZE, rae des Lions-Saint-Paul, 2, Paria.
Rila i>.ii;i ir.ucatd.
PERFUMARA medica hyginica
De J.-P. LAROZE, qumico, pharmaceutico de la Escola especial de Pars.
Estes productos sao o resultado da aplicai;ao das leis da hygienc perfumara, que se crgue e
tornase pharmacia da bailesa, encarregada de prover 4 hygiene da pelle, dos cabellos, dos dentes,
orgos lio importantes; ento evita c dcstroc as causas das doencas que sua man mais velha,
pharmacia propriameate chamada, tcm que curar.
ELIXIR DENTIFRICIO pi ra curar mcdialemente as
dores ou raivas de denlos; o vidro 1 fr. 25
OLEO DE AVELA PERFUMADO pm remediar a
dureza dos cabello e a sua atona, o \idro. 2 fr.
ros DENTxrmcios cok de rosa com hasc de
Magnesia para branqu<:ar c conservar os denles ;
o vidro...........1 fr. 25
OPIATO DEHTirRIOIO )ara fortificar as gingivas
e evitar as nevralgias dentarias; o pole 1 fr. 50
curativo DENTARIO para tratar os denles
cariados ames do chuirbamenlo, c evitar os ab-
eessos e dores; o vidro com o instrumento a fr.
AOOA LEUCODERMINA, para conservar a frescura
as funcedes da pello ; t> vidro 3 fr.
ESPIRITO DE AHIZ RECTIFICADO, complemento
do aeeio da bocea despois de comer; a vidro 1 fr. 25
gABAO lenitivo MEDICINAL, de violeta, amendoa
amarga, bouquet, o pSo.......2 fr.
CEME BE SA1AO LENITIVO MEDICINAL de
Semas de ovos, para evitar as fendas, frieiras e
oencas de pelle, de violeta, de bouquet; o pSo 2 fr.
REME DE SABO LENITIVO MEDICINAL em
p3. Ella especial para a barba, o aeeio das
senhoras e das crianzas, o vidro.....2 fr.
AGUA LUSTRAL para conservar embeltezar os
cabellos, e fortificar suas raizes, o vidro. S fr.
Depsitos em cada cfdade, em caza dos pharmaceuticos, perfumistas, cabelleireiros, negocianteu de
modas e de fazendas. Varejo: Pharmacia Laroze, ru Neuve-des-Hetils-Champ, 26.
Eiptdifoes: em caza de J.-P. Lahoze, ru des Lions-Saint-Paul, n*2. em Pars.
VINAGRE DE TOILETTE SUPERIOR pela Sua
suavidade c sua aeco refrescante, o vidro. 1 fr.
COLD CREAM SUPERIOR para eonservef a pelle
clara, fresca, o diaphana, e evitar os mos effeilos
do uso das cores, o pote......t fr 50
AGUA DE COLOGNA SUPERIOR, com ou sem
mbar; permanencia de ^eu perfume o faz buscar
para o locador, banhos geraeselocaes, o vidro t fr.
pabtilbas orientaes o Dr. Paul Clement,
para tirar o cheiro do tabaio o para modificar os
tintillos fortes; 1 a 2 fr. a caixa.
AGUA DE FLORES DE ALFAZEMA, cosmtico
buscado para tirar as comichoes, fortifuar e re-
frescar cerlos orgaos. o vidro.....1 fr. 25
ESPIRITO DE HORTELAN SUPERFINO. Elle e
apeFfeeoamento indispcnsavel do aeeio da bocea
depois de comer, o vidro......1 fr. 25
POMMADA CONSERVADORA de quinina pura
para forliticar os cabellos, os embellezax e evitar
o encanecimento prematuro, o pote.. 3 fr.
C/i
m
o
58
c
fo
C-
D
C/5
1.
B
te
Cf.
, iC = '% Z K g ~- "'; "" :- |H"2 J**C b
.i o-


rs
33
? r >
~ _. <-- 5-55
-. -N '' C """ '
:- ''- L ~ o = 2. -.
:' ~ Z % "i' r- S
5
O
Vende-se na ra do Imperador botica franceza n. 38.
PHAROL DO COiYIMtRCIO
MODERNO ARMAZEM DE MOLHADOS.
73Hua do Rangcl 73
Castro Lima
Acha-se ahertn ;i concurrencia do publico de?ta
heroica provincia nm e>pacnso armazem de mo-
Ihados, sol a denominaeac dePharol do Coni-
mercio.Pharol, esta palavra, secando alpnns ely-
molngistas, vem do ci-ltico pkoven, navegar, e se-
fjondo outros, de Phares. nomo ii.t ilha, na qual
foi construido o mais notavel pli^rul da aniigui
dade.
O pharol nm signa I nocturno declinado a ad-
vertir ao aaveganto a appruxitnacao d-t Dorio. Se
pois o pharol aflsta os nautas dos escullios e os
conduz a porto seguro, este eslabelecimento pode-
r advertir os incautos das garras dos abutres que
com pomposas taboletas estao ahi abertos a qoal-
quer canto.
Oqne os propietarios do Pharol desejam indi-
car todas as peradas que as honrar com suas vi-
sitas a este estabeJeciineiito, que em nenhuma
outra qualqder parte encontrarao melhoros e lao
baratos gneros (callentes a molhadns.
Cteguem, pois, os freguezes, ao pharol, que a
radiante luz da verdade os esclarecer.
Arrenda-se ura i casa terrea com sitio, sita
na roa das Barren as n. I, tem couunodog para'
grande familia, o sitio bira plantado de arvoredos,.
taaejue ouberki para bando, b naba de Japy, es- i
trillara etc., e mtiit > peMtt da piaea, pr.-prio para:
po cahifiso, qualquer estrangeiro eu nacional que
tenha gih-to e pretenda : a tratar na mesma casa
cima com seu pr jprietario.
Preciea-se de urna ama para eozinhar e en-
gommar : na ra da Praia n..
O abaixo assignado previne pelo prenote so
publico que perdeu o meio bitheie que iandot vir
do Rio, daquarla lotera o. 4078, que i corren na
corte, devendo vir noticia da exlraccEo deia pelo
pnineiro vapor, e assim Uunbeis previne ao Film.
Sr. thesoureiro da inesna lot-ria para que nao
pague p referido bilhete caso -aia premiado.
Jos Mji i meo de Albuquerqne.
-- Ai'a itfl para alugarse o sobrado araarel-
lo da Honie de '."!y>a : a tratar no largo do Pa-
niarq. 1 SCOVf
Morada
PEIMEEA E ANTIGA CASA FELIZ.
PORTUGAL.
PORTO.
Ra das Flores, os. i e 3 (juulo igi eja da Misericordia.)
"plano
GRANDE Llimil \ WIIESP\\ll.\.
CUJA EXTRACgAO TERA' LUGAR NO DA 23 DE DEZEMBRO DE 1804.
D-se para residir cm um sitio perto desta cida-
de, sem a menor paga, a urna pessoa de pouca fa-
milia, e que d conhecimenlo de sua boa conduc
ta.com acondicJo de tratar dos arvoredos que
existent no mesmo sitio, concertar as cercas do
mesmo, e dando conta de todos os objectos que Ihe
forem entregues ao enlrar para o mesmo sitio,l
qnando queira o seu proprietano, podendofazer a'
plantacao que Ihe convier e desfracta-la durante o
jtempo que no mesmo sitio cstiver por coosenti-
, ment do seu proprietario, ou pessoa por elle au-
l torisada, nao podendo qnando sabir do mesmo si-
tio por sua vonlade ou despedido por seu proprie-
tario ou por sua aatorisacao, pedir o menor paga-
: ment por qualquer plantacao que deixar, ou por
qualquer trabalho que o tenha fcito, ou mesmo
! como paga de ler estado no mesmo sitio : quem
I pois assim o queira, dirija-se ao sobrado da ra de
S. Francisco n. 10, cora documento, provando a
sua boa conducta.
N. B. A casa se acha em mi estado.
PREMIOS
1 de .....................................
1 de .....................................
1 de..................................
2 de 20.000 pesos fortes.................:...
8 de 10.000 ditos.......................
15 de 5.000 ditos............................
30 de 2.000 ditos...........................
106 de 1.000 ditos........................
2100 de 300 ditos...........................
99 aproxiraacoes de 00 pesos cada urna, para
os 99 nmeros resranles da centena que oble-
nha o premio de 300.000...................
99 ditas de 300 ditos para os 99 nmeros res-
tantes da centena que oatenha o premio
de 100.000...............................
99 ditas de 200 ditos para ps 99 nmeros res-
tantes da centena que obtunba o premio
de 50.000................................
2.999 reintegros de 100 pesos para os 2.999 nmeros
cuja terminacao sea igual do que obtenha o
nr.M.HK premio de 300.000
I EBE 5.560 premios em 30.000 bilhetes
19:800
299:900
PESOS FORTES 300:000 MOEDA POIITL'GUKZA
ou Rs. 270:0005000
400:000 90.0005000
30:000 45:0004008
10:00i> 36:0901000
80:000 72:0003l>00
75:000 67:5004000
60:000 31:0005000
106:000 9J:4004000
1.050:0u0 945:0005000
39:600 35:6405000
29:760 26.7305000
17:8205000
269:91050000
2.2o":060
2.050:0005000
PRECOS EM MOEDA FORTE.
Bilhetes inteiros....... a 1085000 |l Quintos de bilhetes....... a 215600
Meios bilhetes......... a 345000 || Decimos.................a 105800
JOS IGNACIO FERREIRA RORIZ,
COM LOJA DE CAMBIO E BILHETES DE LOTERAS.
Aftancado no governo civil do Porto, em conformidade do edital
de 28 dejunho de 1860.
Satisfaz com promptidao todas as eneommendas que Ihe sejam feitas, mesmo em
grande quantidade e pelos procos cima indicados, vindo acompanhadas do seu importe; e
no fim da extracxao remclte a 'lista dos premios.
Para informacoes, e pedidos no escriptorlo da ra da Cruz, n. 19.
THE
CEARA' (NORTH BRASIL) WATER COMPANY,
Ll tiiTED
INCORPORADA SOB A LE DE ASSOCIAQOES MUTUA DE 1862.
Capital lh st 60,0"<>, ero6,!,0" acedes de Ib st. 10 cada urna.
Depositando 10 s. por cada ac^ao pedida e lib. st. 1 e 10 s. quando forem distribuidas.
As seguintes chamadas nao excedero a lib. st. 2, cada urna, nem poderaoser feitas com inter-
vallo menor de tres meza.
Juros de 6 % ao anno pagaveis aos accionistas at a conclusao da obra.
Directores.
W1LLIAM FRA.SCIS DOBSON. Esq. Bearsted House, uear Madslone, (presidente) director da compa-
nhia dasDucas e armazens, de West London.
JOHN' CLARK, Esq. 3, Dunster Court Mincing Lae.
JAMES DAWSON, Esq. 2, Biliter Square, London, director da companhia Metropolitana de Se-
(iirus.
TIIOMAS GEORGE FARDELL, Esq. 6, Moragu Place, Montagtt Square.
W1LL1AM JESSE, Esif. Al.ii^onette. IngatestAjne, Esscx.
JOHN WILLIaM STLDART, Esq. V. Consol e S. M. Britannica, no Cear.
AUGUSTUS WEH.NER,j-sq Lime Stree, ij4;i;ior do banco Eoropeu: Limitado.
ENUEN'llEIllO
SOLUCITADOBES
BANQUEIROS
ELECTRO
MAGNTICA
Approvada por varias Academias e altas
summidades medicas.
O que ocensiona cm pral as molestias abaixo
designadas a esta^na^o do sangue em certas
partes do corpo, a qtialproduzida pelos resfria-
Dienlos e muias oiiiras caozas, rn(ao declarao-se
os Ithcumatismos, (joto, Paralysia. Flaqueza
dos memtiros, Cunstipacoes. I:lc, hantiasis ou
Peritas Incitadas, et Dores Nervosas.
O uso da escota I1ICTBO mackz
TICA tem successo errto para a cura de todas
eslas molestias, sem recorrer si-a nenbuma ouira
medicafin. Ella tcm urna forma uui manejuvel
eprodiiz, vonlade de quem il'ella usa, seos mal
uteis e felizes resultados Seo eroprego preserva
das molestias cima. Para mais i uforinaccs cn-
sul-te-sc a mo!ca que accompanha cada Escova.
Dktosito Cekai. ,
Bmlevart du Prince Eugne, ti, Part.
Vende-se na ra to Imperador botica
franceza n. 'n
%MMWtWW*
Haver Mrfm todos os dias, das 6 horas em
diante, advertinito que o mais asseiado e bem fei-
to possivel : mi b*oi conheciio caf dos Arco?.
i. ALFRED TIIO.VIA! COK.ftSsi|. Uri.ljje Street, Westmittftor
UUSSItS. W. > II. P. SIIAWP, 92 Greshain House.
O BA.N'CO, EUROPEU, LIM1TADU, 83, Kmg William Street. E. C. e seus Filiaesno
Continente.
coubectores MESSRS A. & W RICARDO, 11 ngel Court Throgmorton Streel.
escriptuBio 3, DUNSTER CuURT, Mincmg Lae.
O porto e cidatle do Ceara a sede do governo da rica provincia ou capitana do Cear gran-
; de ao Rorte do Brasil, e e.-t situada em lat. 3. 41' e 10" S. e Lona. 38 2V Oeste de Greow, o f>ara
! rodeado por uui terreno arenoso, e sem exagerar, na maior parte do anno o clima pode ser cun.-ide-
. rado secco. Sendo a capital de unta provincia Boresreute o lugar de utncominercio que vai crescendo
! rpidamente -, e a residencia de um crescido numero de pessoa abastadas, pelas quaes ha nimio lempo
," sentida a falta de agua potavel.
A capital e seu termo, conten} mais de 30,000 habitantes, como consta dos ltimos relatorios
do governo provincial.
A agua supprida pelas chuvas bem raras, e polas cacimbas, cuja agua em cousequencia de
i drainagens, hitiacao do mar, etc., no Verdadeiro sentiio da palavra nao potavel.
Em una distancia rasoavel da cidde cham-so na prupriedade du Sr. Jos Paulino lloonlioliz
denominadaBem-ficaum grande numero. de olhos d'agua e diversas cacimbas as quaes durante o
j lempo mais secco se tem conservado cun agua.
A agua de.-tas cacimbas reconhee.ida por todos ser a melhor; e nao obstante a distancia da
: cidade, e grande despeza com o transporte, tem sido consumida por aquellas pessoas que podem uian-
da-la bu.-car.
Desejoso de remediar a grande falta d'agua de boa qualidade, o governo provincial concedeu
|a Jos Paulino Hoonhollz,urna concessao COta previlegio exclusivo por cincoenta annos para suyprir a
cidade com agua potavel ao preco de 20 res p le de iO ris conduzlas s casas", sendo este prego o mesmo que adoptado por outras coinpanbias de
agua no imperio do Brasil.
A Cear (Norlh Brasil) Water Company, Limited nao ter competidores e o governo provin-
i cial concedeu mais o dlreito de supprir s repartices publicas, quarteis, fabricas, e casas particulares,
i etc., por meio de penna d'agua.
Para levar a eff.-ito esta concessao a Cear (Norlh Brasil) Water Company, Limited, acba de
ser definitivamente incorporada na pracade Londres.
O concessionaiio tem depositado em poder da companhia as necessanas transferencias do
previlegio, e mais docuineuius, sendo:
O hvre dominio do terreno que comprehende as cacimbas e olhos d'agua, e assim mais o que
' fr necessario para as obras dos resrvatenos, galenas, etc.
A udemnisacao para o concesionario ser de 1,000 accSes de lib. st. 10, cad* urna, inteira-
! mente pagas, percebendo juros durante a construryo, e divideudo par passu como as mais aceoes
i pagas, porm nao podero ser transferidas anl^sda conclus O contratw para a constrneco da obra j est effectuado (or urna qnanlia fixada (da qual o
CBntiatadorobrigou-se a receber 15 % emaeges da compauhia) incluindo todas as despezasprelimi-
1 nares at a incur|iornco da companhia.
O engenheiro da companhia em seu regresso do Cear dea seu parecer da maneira mais fa-
! voravel a reapeilo da quantidade e qualidade d'agua, e do rendimento; e ijue na construeco da obra
nao havt-ra difficuldadeaiguma.
O contrato offlciai entre o governo e o concessionario, e mais documentos para trans feren-
cia, ect., legalisaoos pelo taoelliao publico, podero ser examinados pelos accionistas uo escriptono da
' companhia.
Ser pago aos accionistas o juro a razo de 6 % ao anno, durante a construeco das
obras.
Para obter arges (das quaes urna diminuta quantidade est reservada para as pessoas que
; desejam arges no Brasil) os pi ('tendentes nesta provincia poderao entenderse com o Sr. George
Patchet, Corrector fetal, praca do Corpo Santo ou com o Sr. John J. Foster, engenheiro dos contratado-
! res, ao hotel de Europa, ra do Trapiche n. 12.
Compra-se otiro e prala em obras velhas
daga-se bem: na loja de bilhetes da praca da Inde
pendencia n. 22.
Compra-se efectivamente
ouro e prata em obras velhas pagndose bem :
emprezanos, precedendo na ra larga do Rosario n. 24, loja de ourives
Na praca da Independencia, loja de nriva
n. 33, compram-se obras de ouro, prala e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, o todo e qualquer concert.
Comprase diarios a 140 rs. a libra c IjHM
a arrol : na na da Senzala Velha n. 50.
Compra-se um boi urna carroea rom a
competente pipa para conduc.io d'agua': a iratar
na cidade nova de Santo Amaro com o Sr. Ao:
Jos Gome* do Correio.
Para passar a rosta.
i Aluga-se urna casa no Monteiro, com coinmodos
para familia, ao p do Sr. Jos Rodrigues do Passo,
sem que o inquiliuo precise gastar cousa alguma : |
na botica da ra do Cabug n. IL_________
! Robaram noengenho Velho, termo do CaM>,
na noite de 8 para 9 do crreme, (res cavallos com
os signaes seguintes : um castanho andrino, pe-
queo, bom andador de nato meio, castrado, nao
tendo signal branrn no cor|io ; outro tambem cas-
tanho, pequeo, bom andador baixo, castrado, as-
signala com mal de bostas do lailo direito da cabe-
gaje outro tambein castanho amarello, grande,
andador baxo, castrado, e omito passanuheiro :
quem aprehende-los, poder leva-Ios ao engenbo
Velho do Cabo, onde sera gratificado generosa-
mente.
i DENTISTA DE PARS
i9Ra Nova -19
Fredenco Gautier, cirurgiio dentista,
faz toda as operagoes de sua arte, e col-
S loca dentes artifkiaes, tudo com superio-
1 ridade e perfecao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconnecem.
Tem agua e pos dentiflcio.
Precisa-se alugar nina preta que seja boa en
gommadeira e coznheira : na ra da Palma n
41, taberna. __________ ^^___^
Empreza des trilhos urbanos lo Hecifc
Apipu<*os movida vapor.
Tendo chegado da Europa as informagoes o dese-
nhos que os concessionarios do privilegio manda-
ran) vir pelo engenheiro que tem de execular a
obra, os concessionarios abaixo assignados resolve-
rn) formar urna companhia com o capital de ...
300:0005000jm aegoes de o0000, com as ccndi-
ges que serio apresentadas aos que quizerera to-
mar arges.
As pessoas que quizerem ser accionistas desta
imprtame empreza, podem dirigir-se qualquer
dos abaixo assignados, ou aos correctores Vascon-
cellos, Maniede, Guimaraes, Gatis, Doubourcq, Ma-
cedo, Seve, ele.
Bario do Livramento.
Jos Bernardo G. Alcoforado.
A. Litiz dos Santos.
Os abaixo assignados havendo contratado cora o
governo provincial a collocaco de trilh.is urbanos
da cidade do Recife at Apipucos, e tendo obtido
as informagoes que erara indispensaveis para a
execugo da empieza, leen) resolvido formar utna
companhia ann vina para a sua realisago, e cotn
as seguintes bases :
Artigo 1. O capital da companhia ser de Ire-
zentos contos de ris, divididos era aegoes de .j'0r5.
realisaveis em prestagoes, endo 2o por cenlo logo
que estiver formada a companhia, e o restante nos
prazos indicados pelos
avise de 30 das.
Poder, porm, este capital ser elevado ris
400:000,8000, se para o futuro quizer a companhia
fazer prolongamento ou ramal.
Art. 2." Os emprezanos se obrigam a fazer as
obras que forem precisas para a collocaco dos tri-
lhos, inclusive as desapropriages, ponte do ferro,
que tem de ser collocada no rio Capibaribe, duas
estages para recolhimento do trem rodante, e dos
objectos da companhia, que >cro com a simplci-
dade possivel, tendo-se somente em vista as ae-
cammodages e seguranca, sendo urna no baii ro de
Santo Antonio, e outra as proximidades da exlre-
midade da lintia ; a fornecer 10 carros para pas-
sageiros e 2 para carga, o 3 locomotivas, e tudoisto
nos prazos estipulados no contrato.
Art. 3. Concluidas as obras serSo os trilhos com
os objectos cima indicados entregues companhia,
que desde logo entrar na posse e adminisirago
da empreza, e gozar dos privilegios, isenges e
vantagens que foram coucedidas aos emprezarios,
salvas as diposigoes aqu declarada*, sem que de
parte parte possa dar-se reclamago, ou possam
os emprezarios exigir mais do que a referida quan
lia de trezentos coutos.
Art. 4." Os emprezarios se obrigam solidaria-
mente ao cumprimento do que Oca declarado, do
que se lavrar auto authentico.
Art. o. Pela assignatura se obrigam os accionis-
tas ao que lica declarado e ao pagamento das pres-
tagoes nos lempos que forem declarados. No caso,
porm, de nao pagamento de qualquer das presta-
ges era dito lempo, perder o accionista o direito
das prestagoes ou entradas que honver feito, e
qnando nao realise a prmeira, poder ser coagido
judicialmente ao pagamento da lolalidadc da
aegao.
Arl. 6. Nao ser permittida a transferencia de
aegoes, ou dos recibos provisorio?, antes d-' esta-
rem ifaiegralaiente pagas, salva a respon do accionista, ou conseniimcnto dos emprezarios.
Art. 7." Logo que estivereiu lomadas as aegoes
sero os estatuios submelUdos approvacio dos
accionistas para que seja logo encorimrada a coip-
panha, sem que todava por este fado tenha ella
qualquer ingerencia na factura das obras, chmala
e recebiment das prestagoes.
Art. 8. Aos empzanos se reserva o direito de
receber da thosouraria provincial a qnanlia de de-
zoito contos de ris, que Ibes [em de ser paga em
quatro preslacoes, para indemnisagao do adianta-
mento que teem de fazer para desapropriacoes, se-
gundo o que esl estipulado no contrato.
Art. 9." Os emprezarios lomara por sua conta e
risco cera contos de ris em arges, sea um
delles director uato em quanto forem accionistas,
e tero pissagem gratuita em qualquer dos carros
da companhia.
Art. 10. Pica entendido que as despezas at ago-
ra feitas, e as que se hoorerem de lser para en-
corporaeo da companhia, registros, etc., serio por!
conta dos emprezai ios, por modo que a companhia '
entre no gozo e posse da empieza para ser explo-
rada por sua conta e vantagjra, mediaute o capital
declarado.
Art. II. Nao se faz o calculo dos lucros prova-
veis e das vantagens da companhia, porque esta I
apreciagao est ao alcance de todos, o nao dse-'
jam os emprezarios fazer nutrir esp.iangas quej
paregam exageradas, posto que effeClivamente o
nao sejam.
Barao do Ltvramnxlo.
Josa Bernardo Galeno Alcoforado.
* Antonio Luiz d". Santos.
Ao publico.
Os abaixo assignados dd-laram ao respeitavel
publico e ao corpo do comnvrci > qu compraram
a taberna do pateo da ribeira de S. Jo* n. I, per-
ti.-iieenie ao Sr. Jos da Silva Santos, e nao se res-
ponsabilisa por debito alguin di pois destes tres aa-
nuncios. Recife 14 de outtibro de 1864.
5ilva & Carvalho.
lTma pessoa aoas conheeida nesla cidade e
asss habilitada, e com bastante pratira de procu-
rador extrajudicial, se propoe a sahir m-sl^s tres
das qara as freguezlas da Escada, Scnnbiem, Rio
Formoso e Agua Preta, para eobranra*, ojoVt ami-
gavel qur judicial, tudo eom muila" [ircsleza l mi
telligencia, e da liador daquillo que se" Ihe nmliar
a (ratar na ra do Quemada, primeiro andar do
sobrado n. 12, snnieiite nesles tres di.*.
Urna mulher de maior idade se ollertfe para
ama de easade horuein soltoiio ou de pouca fanw-
Ba: na ra das Trinchciras a. 32.
eoznha-* ;
e por pMfi
Na ra do Arag.io, casa n. :>
engomma-se para fora com aerteir*
commodo.
Aluga-se una casa terrea, siu na ra d)
Mondego n. 12, com bons comino los para pequen
familia : quera pretender dinja-se a ra da Man-
gucir.t n. 20, que achara cora quera traur.
D-se atea quantia de 1:60<)-5 a premio obre
bypotheea era bens de raz : na ra e.-ireiu do
Rosario n. 10, luja, se dir quem da.
Quem achou um pavio que v.x.u da rasa da
ra do Sebo n. 3o, no da 12 do rorrele, queira
Ieva-lo mesma casa que sera recompensado.
Joaqun) Jos Rodrigues da Cunh.i. nhdilo
portuguez, relira-se para Lislioa n proxinw aa-
que(e M.fpluleiM.
i Precisase de tira pr.lo para irahaltaf 'ra
podara : na ra eMreita do Rosario n .1
Deseja sa fallar aos Srs. Joaquim Fonles- Pe-
reira Lima e Amonio Joaquira Pereira da Selva a
neg.cio de. seus interesses : na ra da Cruz a.
57, primeiro andar, ou alguera que delles (ier no-
ticia, o obsequio de as dar no lugar acuna indi-
cado.
COMPBAS.
(MHPRVSE
ama negra de bonita fign, que saina brai
gommar e coser nem, e cuja idade nao exenta a
iS annos, agradando paga-se bem : a tralar ao es-
eriptorio de Manuel Ignacio de Oliveira & Pilno,
largo do Corpo Sanio n. 10.
cowpkTse
cbreTelhopor naorpreco tfo 9w*ni
Uaquak)oer parta : no araMnaj il.i tw>la
amacolla no oito da secretaria de polica.
Comprase lima barraca nova e urna salva do
prata, sem feilio ; no hotel Italiano, ra i Tra-
piche.
Compra-se uina ca roca para boi. usada:
na ra nova de Santa Rita, o. 19, ribeira do pei\
VENDAS._____
Vende-so ana vaeca de piimt ha barriga qne
>la de :i a 4 [nrrafas de leite, i>or prego eotwjdo'
a tralar na ribeira do peixe n. II.
Ceblas a l# o eeoto
As melhores que tem vindo a e>tt: mer..: lo
rendo-se na ra da Madre de Deas n- ", 9.
Ka I do AM.
Vi mle-s a bordo do patacho Vil -ni* : a tralar
no largo do Corpo Sanio n. 6, segundo indar.
' al 'le l.ixboa
chegada pelo Mara4a Otoa : na ra de Apello
n. 28, junto ao thealro.
>Ji! que
Aviso,
A abaixo assignada declara ao respeilavel pu-
blico que tendo urna casa sita na roa de Santa
Rita n. 47, ninguem faca contrato cora o Sr.
Jorge de Lima.
Caetana Coelho.
pechiuchi !
Chitas franeasis escuras a 300 rs. a roa
loja de Piulo J Plores na ra da i Lutria do I'., rite
n. 'i\, esquina que volla para a Mulie da Dos.
Potasa da Ratsaia.
da mais superior desembarcada hont.ni : vende-
so no eseriptorto de Maaori Ignacio de Oliveira k
Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
I Uumtk de Iemhraneas
LUSO BRASILERO
i'uii ixii:;
POR t tNI 11 PI
Acabam de raaaar estes ja to conhecidos al-
manaks e vende-se. na livraria econmica ao a'i
; do arco de Santo Antonio, nade M tambem roi-
| leeeoes completas dos mesmos a Imana ks em I '
i volumes.
Anda est para alngar-se a
terrea n. 39 raa da Cniao.
boa
Vende-se urna mulata de 20 annos de
sendo pe leita engommadeira, costureira e cocioka
h' rn, com urna cria de 4 annos, muito linda: na
ra das Larangeiras n. 18, segundo andar.
Vende-se sebo do Porto em raxas de orna
____; arroba, a prego barato : na ra de Anajll a. 20.
Ven lein-se talioas qne serviram em raixes
casa i ou deposrio* de armazem do aiaacir, e algonsen-
: chames, por proco barato : na ra de Apollo au-
| mero 20.
i------------------.--------------
Aluga-se urna escrava para todo servigo de | Veii-le-.-j um carro de passeio em mmiV>
casa e umbem faz as compras : na ra do !m- bom estado e com commodos sullicieaias pan
neradar n. 50, terceiro andar._________________ quatro pessoas por prego nmito em ronU a Ira-
OITerece-se urna" pessoa eom habilitares |lL.. lar na Capunga sitio de Paulo Jos Coma.
cesarias para administrar um engenho por ter es- i j,. ..... A_w,
lado 18 annos em servigo* desta orden), dase fia-!-----MaClUllUfc (IC VtifKH pH-
ao^a\rnua:3tralarnaruadol,n''e-; a destrocar algodAo.
Monte, rio Hopuiar PeniambH. ano. Moendiis e meias moendas.
Deordemdadirect-riacnvidoaossenhoresso-^j^ ^ fem ^j^
doe de cobre.
Rodas d'agua, dentadas,
de carroea cora mangas e
eixos de patente.
coa-
e
G'ijiflim^do
lngomma-se e (ambn) ?.; lava p>r preco com-
.modo ; aa roa dos Piras u. 47,
Attencao.
O abaixo assignado participa ao respeilavel pu-
blico, e a quera mais possa intpressar, que o seu
enleado e genm, Jos Pereira Basto nao mais
seu procurador, por Ine haver censado os poderes
que Ihe tiavu conferido u'uma procuracao bastan- a,, Conceico.
te, con^tituindo ao niesino tem") procurador bas- i
tan te para tratar de todos os seus negocios, ao seu
sobrinbo e genroSebasliao Aireada Si|\a, pelo que
nao se responsabilisa por nenluuu negocio ou trato
que aqnelle seu ex-proeurador teatu edrctuado.
Agua-Preta, engeuho S. Joo do P>m*, Io de ou-
tubro de 1864.
Sebasto da Cuoha Accioli Lins.
De novo sao convidados os irmans da irman-
dade da Senhora Sant'Auna, eracta na igreja da
Santa Cruz, para comparecern domingo 16 do
crrente mes, as 9 horas da maiiha, para tratar-
se da Hleien que tem de reger o auno de 1864
i86o.-Francelino Bleuterio Ferreira Chaves. ser0 comprenpnaldos no dividendo.
Na ra da Caikia do fleeife u. S3, primeiro [ outubro de 1864.
andar, tem urna carta para o Sr. Antonio Manoel
cios que se cham em dia compareceiem no do
mingo 16 do crreme, na sala das sessdes, as 10
horas da manba, alirn de re.umrem a assemhla
geral para se preceder a eleico do novo conselho
que lera de dirigir os trabaihos no exercicio de
64 6o.
Secrelaria do Monte Pi Popular Pernambucano
11 de outubro de 1864.
Bernardo Falco de Souza
Io secretario.
Os administradores da imtssa fallida do Sr.
Joaqun) Jos Silveira. tendo de proceder o div- pSlr% A/\ PtAwm'in
dendo do dinbeiro existente em caixa, precisara V*I'V> w iJv W 111*111.
que os respectivos credores apresentera seos tllu- Vcndcm-s- oito bds mansos e om ea.ru fer-
los para que sejara considerados e ver.ilca.fus, na rad ni CAM de Ant01l0 Ko.iiigoes Baracho, la-
ma do Trapiche n. 34, da 10 horas da inanbaa as frador do CD(cnniJ dj m-io da Vanea.
2 da tarde ; e nao sendo possivel que se espere in-
definidamente pela apresentajao desses tilulos,
aquelles que se nao prestarem a este convite den-
tro do prasoMe 10 dias, a ccnlar desta data, nao
Ra do Bru n. 38, fimdi-
Recife 8 de
rmeto.
-se pela quanna d* 4:5001 a*
Offerece-se para caixein de taberna nm ra-
paz portuguez, o qual tem multa pratica e toma
rprwisa.sededoushoraesqeen,endamdo] g ^BtX. b^ *" ""**"* "
Vende-se pela quanna de traow* as tres qnartM
liarles de ara sobrado a doa< aneara*, silo ni Da
do Padre Pioriano n. SI, adifl-ado em eh-w ppo-
prios, e bem conservad : a tratar no prim-ir aa-
dardo ine-mo sobrado a qualquer hora do dia.
servico de eopeiro : na ra da Aurora n. 32.
Preclsa-se de um eopeiro, preferindo-se e<-
trangeiro : a tratar na rna da tarangpiras n. 10.
Precisa-se de urna casa com pronorces de-
centes para habitagao de pequpna familia ; prefo-
' Vende-se aleo! ou espirito de agaard
na rna nova de Santa nita_.ii. 19, ribeira do peixe.
Preci>a->e Uu ama ama de Iciw
Lvramenlo a. 20, segundo andar.
Vende-se urna carroea com um rxeaUrMe
_ re-se no bairro da Roa-Vistaon immediaces': nao boi novoe gordo, tudo por commodo pr.ro : aa
ua ra do se duvida pagar bem : a tralar na ra do Viga- roa do Destino n. 18,ca
I rio n. 9, primeiro andar. do Sr. Lino.

r


.

/
Diario de Peraambueo Sexta elra 13 de Outubro de lSttl.
StSMraPL I LOJA 110 BEIJA FLO.
llua
*JStatf^aSaSS RuadoQueimado ns. 63e69,
sejam :
Golhnhas muito tinas para senliora a 500 rs.
Ditas e puolius de fustao muito bonitas a 640.
Cartas de alflnete de cabega chata de todos os ta-
manhos a 8U rs.
Resmas de papel de peso muito bom a 23.
Capachos redoudos e romp idos a 500 rs.
Caicas cora superiores obreias de colla e de mass
a 40 rs.
Cordo branco gross* que tem malta applieaco a
vara a 20 rs.
I.inhas de carriteis garantc-se 150 jardas a 40 rs.
Carles de linha Pedro V com 200 jardas a 40 rs.
Grosas de peanas de ac muito finas a 500 rs.
Varas de franja de 13a para vestido a 40 rs,
Ditas de franja branca larga para toalhas a 160 rs.
Pares de botoes de punho a 120,320 e 500 rs.
Tiiitoiros de vidre com tinta a 160 rs.
Ditos de barro com superior tinta a 100 r?.
Grosas de botoes de louca prateados a 160 e a dn-
lia a 20 rs.
Tesouras para costura a 80, 200, 400 e 500 rs.
Escovas para limpar denles, superiores a 200 rs.
Libra de lila para bordar da nielhor qualidade a
6*500.
Caixas de phosphoros de geguranga a 160.
Caixas e pacotes de papel amizade superior a 600
ris.
Caixas com 100 envelles muito finos a 800 rs.
Quadernos de papel -pequeo azulado a 20 rs.
Carriteis de lint Alexaudre com 200 jardas a
100 rs.
fiar.-.lhos para voltarctea 240e mais tinosa 300 rs.
Meladas (fe Haba frouxa para bordar a 20 rs.
Pares de sapatus de tranca de todos os tamaitos
a IJSOO.
Grosas de botoes de madreperola muito finos ao60
ris.
Carlas e caixas de colchetes de superiores quali-
dades a 40 rs.
Massos de grampos superiores e limpos a 30 rs.
Grosas de palitos de gaz a 23200.
Libras do areia preta da melhor qualidade a 120
ris.
Caixas redondas para rap e tem muito bonitos ca
langas a 100 rs.
oVtUL^
D'IODURETO DUPLO
de FERROeQUININA
lioneras de choro.
Lindas boneras de choro que chamam papai e i
mam', de diversos tamanlios : s as lojas do bei-
ja-flor, ra do Queimado ns. 63 e 69.
Luas de pellica.
Luvas de pellica branca e do cores para homens
o senhoras : as lojas do beija-flor, ra do Quei-
mado ns. 63 e 69.
Fivcllas para cintos.
Lindas fivellas douradas com lindas pedras para
cintos : as lojas do beija-flor, roa do Queimado
ns. 63 e 69.
Capelias para n livas.
Lindas capelias para noivas i 2*500 cada urna :
as lojas do beija-llor, ra do Queimado ns. 63 e
e 69.
Es tojos para barba.
Vende-se estofos com espelho para barba 1*500
e 2*000 cada um : as lojas do beija-flor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
Balaios para meninas.
Recebeu-se novo sortimento de balaios,
, Eslraordiuaria liquidarlo de fazendas para a fcsla
por baralissimo prreo, (anlo para o malo romo
para a prara, na luja hun ronhecida do Arara,'
raa da Imptraliiz n. O ileLoureiiro P. M. Gui-1
maraes.
Ao barateiro da Arara a i .-> (JO.
Vndese cortes de chitas com 10 covados a
25400, ditas frauct-za a 3*200, ditos de ctsa a
2*, dita de salpicos a 2*400, 3*e 43 o corle, para
apurar dinhiiro : na ra da Imperalriz n. 56, toja
da Arar.
Corles de la a Mara Pia a v-\ 18$.
Vende-se corles de la com barra, os propria-
mente a Hara Pia a 8* e 16* : na ra da Impe-
l 7. lija da Araran. 56.
A Arara vende alpaca para Wslidos de senliora a
360 rs.
Vendc-se alpacas de lindas cores lisas para ves-
tidos de senbora a 360 e. 400 rs. o covado, laazi-
nhas para vestidos desenhora a 240, 320 400, 300
e 600 rs. : na ra da Imperalriz r. 56, loja da
Arara. &
Las litas de cores a 600 rs.
Vendem-se laazinhas lisas de cores, a saber:
ESPLENDIDO ARMAZEM DE MOLDADOS
LIAG
i
je
rencao
O.Vigilante est alerta, nao lhe era permittido
deixar passar desapercebido sem que nao dsse o
seu canto, afim de annunciar ao respeitavel publi-
co o graode sortimento de galanteras do melhor
gosto propriamente para qualquer mimo, que aca-
ba de chegar nesle ultimo paquete, assim como
roxa, encarnada, cor de lirio, cor de cat e cor de
com cinza, para capas e vestidos de senhora a 600 rs. o
forma de varios passaros, pelo barato prego de___I covado, ditas de flores a 240, o20,400,500 e 560 rs.:
1*000 at 4* cada um : as lojas do beija-flor, ra* ua ra da Imperalriz n. 36, loja da Arara,
do Queimado ns. 63 e 69. Colchas da Arara de 2$ a i,%
Has linas para cintos. Vende-se colchas de chilapara cama a 2*, dilas niuitos oatros objectos que recebe por diversos na-
Ricas fitas finas lavradas do bonitas cores para de damasco a 4*, ditas .para cobertas a 320, 360 vios, tanto de sua conta como de consignaco que
cintos : as lojas do beija-flor, ra do Queimado e 400 rs. : na ra da Imperatriz n. 56. est resolvido a vender por pregos muito baratos
A Arara vende cortes de calcas a I #600. para vender muito e ganhar pouco, e dar extraco
Vende-se cortes de calca de brim a 1*600 e 2* o grande deposito que tem, que espera merecer a
ditos de casemira a 3*, 4*300, e 3* : na ra da protecgo do respeitavel publico empregando para
0. 63 e 69.
Extractos cni ramullas.
Finos extractos em caixinhas com o retrato da
DE
Paulo Ferreira da Silva & Companhia
57 RA DO IMPERADOR 57
Grandes reformas de peores
& a O por cenio menos odrero que scpnaaia po mm Ir* uaf-
Europs -< :e^a
Mliflfc-
odrec que scpuajia po i
quer parle.
Gneros especialmente escolhidos por um dos socios qtio na
para esse fin.
grande a vantagem para todas as pessoas que comprar em nesle
ment.
Os propietarios garanlem todos os gneros sahidos de seu jmuo i TfMH
armazem.
AO I1! lili ICO,
Nao nos servimos de exordios como constantemente estamos
familia imperial: os lojas do beija-flor, ra do! imperatriz n. 56, loja da Arara.
Con valenrr nr n tle ln-
(UM rno(".llu-
Molcsllaa cri orill-
nos.
Papelra.
ObHlruceae das glnu-
-I IllilM
lllllllDI ( fllOH
Humor,- braneos.
HarhtttKmo.
Affrcroes cancerosa*
e *j iilillili.il-.
Ic-lirt- (:-1.11.. 111.
Varile, etc., etc.
Os elementos que compoem esta preparacao, o
ferro, o iode e a quina, a collocao no primeiro
grao das preparacoes ferruginosas. Basta attestar
seus resultados obtidos pelos Mdicos dos hospi-
taes, e os relatnos dos prcticos mais eminentes,
que conlirmrtrao sua poderosa efficacidade as
seguintes affecgoes:
MIhkou no ujup.
Frai| ii rxa.
Anemia.
Chlarose ou Ictericia.
Menstruo.
Affeccoex do ulero.
Supprrssocs daa re*
aras e deraordes na
nienstruarao.
AReceo pulntonar e
phthlMle.
MolCHllaN d'cHtiimago.
GaMlrulxlHH.
rerda d'appellte, etc.
Vejiio se os bullelins de iherapeulica medica
e cirurgica de 30 de novembre 1660; a Gazeta
dos lioapitaes de 28 de julho 1860, ele., etc.
Alm das pitulas de iodureto duplo de ferro e de
quinina de Rebillon, os Mdicos aconselhao
igualmente o Xarope diodure duplo de
ferro e de quinina do mesara aullior para as
pessoas que nao goslo de medicamentos sob for-
ma pilular e os meninos. Este xarope nao tem
como o xarope d'iodare de ferro, o inconveniente
de altcrar-se e de se nao poder conservar.
Pcca-sc o folheto que se d;t de graca em casa
dos pharmaceuticos depositarios.
Para-se evitarcm falsilicaces, exija o com-
prador em cada frasco de Pilulas ou Xarope a as-
signatura do inventor.
Depsito geral em Pars, pbarmaciaRebillon,
142, ruc du Bac, c em todas as boas pharmaciaa
de Franca a dos puizes cslrangeiros, etc.
GRANULOS
x>E BISMUTHJ
D3B HEVRIER
Os granulos au bismuth de Chevrier bem
superiores a todas as oulras preparacoes de
bismuth empregadas antes com o maior successo
pelos mdicos de todos os paizes, para prevenir e
curar as
Mbm dlgeatoea.
Gaalrltea.
Galtralglaa, ele.
Dlarrheaa chranleaa.
Dya^cnlerlaa.
Itrea il <'liuan.
Dyapepuias.
Os primeiros symplomas d'essas formidaveis
affeccoes se manifeslao ordinariamente por diges-
toes laboriosas, azidumes, falta d'appetite, pesos
d'eslOmago depois de cada comida, caimbras es-
'omacac-, c, muitas vezes, por espasmos nervosos
rom vmitos.
Este estado mrbido, se o dcscuido, traz ine-
vitavelmente, que seja:
MoleMlHM de Daado. Oppreaaoea.
A Irlt-ri-lu
ralpllacaade coracao
llriir no i ln.
miren de cabrea.
Irrllucoc de bl.
da luatrlr.. ele.
Os granulos Chevrier sao ordenados pelas
somnudades medicaes para prevenir essas diver-
sas molestias e cural as quando sao tomados a
lempo.
0 proco de cada frasco de 4 francos.
Depsiiogeral em Paris, pharmaciaChevrier,
e em todas as pharmacias de Franca e dos paizea
'siranyeiros.
GRABAS
GLSE CONT
Afprav*d*B peta Ac-d.aiia o Kt-dicina d ParlB.
Resulla pelos dous rclatocios, adoptados pe
lita
Academia m 1S10 e em i8a, que as GIIAF.AS de
GLI8 e CONT sao o melbor c mais cfficaz remedio
ferruginosa psra curara cbloross (alias fluor-aiho), os
fluxos branoos. a fraquer.a de coiopleixio nos_ dous
sexos, e tamfaem para ajudar a nienstru.-ii.ao das mocas.
Estas Gngr.-i! nao sao tendidas seno em caixinhas
ou vidros cobertos com rotulo e fechados com urna tira
levando a firma do depositario geral : i. auei.ove,
pharmaceutice, fu Bourbon-VilltHtuve, 19. Paris.
Ueposito geral em Pernambuc* ra da
Cruz n. ti em casa de Caros d- Barbosa.
Agua Florida.
Para restabelecer e conservar a cor natural
dos cabellos.
A apua florida nao urna untura, facto essen-
eial a contestar, a me*ma aua dando a cor primi-
tiva ao ealKillo. Ct>mp*#ta <** plantas exticas e
de substancias iiioirOMVas, ella tem a propriedade
de restituir .-,o cabello o principio corante que el-
Ics tem perdido. D'uma saiubridde incontesla-
vel, a .Agua Florida entreiem a limp-'za da cabeca
de^lroo as caspas e impede os cabellos de cabir
Oleo d5 Florida
Cnmpnsto de substaucias vegutaes extica?, elle
constit podorocamente, com a Aitua Florida, a
fores, a Itell za e a cobservacao des cabellos.
Em Par?, casa de Qnislaur n. 11, ra do Riche-
IfeH, 21, b i'leard Mi-nimartre, .
Todos os frao, nao lendo iaiacto e claao, o
timhri pratead-3 da cas, stf repuia|os falso?.
Depoilo, raa do Imperador. phar|ia?i3 n, 39.
Queimado ns. G3 e 69.
Sabo em caixinbas.
Houpa frita da Arara
Vende-se palitots de casemira de cores a o^, 6, Crespn. 7.
Finos saboes em caixinhas com vanos retratos:! 8* 10$ e 12$, ditos de panno preto a 8$, l$000, Reos porla-joias.
as lojas do beija flor,ra do Queimado ns. 63 e 69. j 12$ e 14,5, ditos de alpaka a 3$ e 4$, ditos de Cofre de multo gosto por
Tiras bordadas I ,n''m d ('o"-'s ;i -$o00,3$ e 3$o00, dilos de brim Ccstinbas transparentes forradas de ma-
Vendem-se liras bordadas transparentes e tapa-! ?rancoa 3*1e5^caIS:i:> "?!rles ^SSS'seron,as i &S2?2*$~a
francezas a 1$600 e z$, ditas a l$280, camisas Lindas jardineras.
fracezas a 1$, ditas de linlio inglezas, pregas lar- Hicos cofres com camapheu.
gas, a 3$ : na ra da Imperalriz n. 56, loja da Liadas caixinhas com pedras brancas.
Arara. Lindo balito com calungas dentro, tam-
A ecomimia, a saber: colarinhos econinicos a COO l)em Para joias.
i Tambalier para ditas.
... An Cestinhas ditas.
\ende-se colannOos econmicos a G00 rs. a du- rnmnrsma rin-i-
zia, meias cruas para homem a 200, 240,360 e 500 j^Doas
rs o par, ditas para senhora a 320, 400 e 500 rs., | S no vigilante, ra do Crespo n. 7.
vonl>i 6M .ninitr-
ls'soVtodasUe rmelboVe^dngenc'i's' para"que"!!-cios este genero, pois sao palavriados de que sempre nosabslivemos, e Ja qnc 'r.rr.lf rr
quetn satisfeitos -, isto s no Gallo Vigilante, ra do estamos certos nenhuma attengao j merecem do publico. O nosso fin, pvts, -imp'f-
mente fazer ver que o vetdadeiro e principal interesse de todos esla na UsW"i tt jre-
oos que passamos a mencionar, e para a qual pedimos toda a ntienero.
das: as lojas do beija-flor, ra do Queimado ns.
63 c C9.
Jugos de domin.
Vendem-se jogns de domin 1$2C0 e 1,8300:
as lojas do beija-flor, ra do Queimado ns. 63
e 69.
Hadados bordillos
Vendem-se babados bordados de varias larguras I
e varios precos : as lojas do beija-flor, la do
16$000
18*000
10*000
lOiOOO
i0$000-a6oo rs. agrrala e o.ooo rs, a ancora com Togarralas.
Viiiho verde.
Chegou o muito desfijado vinho do Carlaxo vemle-se tiuicanieule -le i"i M
lt000
95000
63000
65000
6$000
Queimado ns. 63 e 69.
Abafadores de rede.
Vendem-se abafadores
lencos braneos cora barra a 200 rs cada um, ditos; Rcos -[a boUlJuetes ue divrsos gostos e pre-
linos a 20 -dito de l.nho a 500, 600 rs. cada um,: 0S so ^0 Vig,aD'te) rua do Crespo n. 7.
. s na loja da Arara, rua da Imperalriz n. 56.
. de rede de vanas cores a t hinoislU
800 rs. cada um : as lojas do beija flor, rua do lUHdrditiiu.
Queimado n* 63 e 69 -* armazem da Arara vende-se cassas a 240,
laVrMM nivln 28 e :}2 ovado, chitas finas a 240, 280, 400 e
T.>n,i,> sn P.P,hl rr^L,, a o r- covado : na rua da Imperalriz n. 56.
Tendo-se recebido aderecos prc os de novo ros- nercalas da Arara a !ifiO rs
lo sao expostos a venda : as lojas do beja-flor,, Tr percatas aa ai ara a jtors.
rua do Queimado ns. 63 e 69. Vende-se percalas finas para vestidos a 560 e
Croata* un cnhnras 60 rs- icnilas 'rancezas finas a 320, 360,500, 400
Lindas aravausSrlTnlraROOm a Uiion e 500 o covado. alpaca para vestidos desenhora
s do beija-flor, rua do Queimado da na rua da Imperalnz D. 36.
A Arara vende mnsselina branca a 100 rs.
ns. 63 e 69.
Espedios de moldura.
Vendem-se espelhos de moldura preta para sa-
las : as lojas do beija-flor, rua do Queimado ns.
63 e -9.
Voltas de aljofares.
Lindas voltinhas de aljofares com cruz de pedri-
nhas imitando brilhantes IJOOO cada urna : as
1 las do beija-flor, rua du Queimado ns. 63 e 69.
Collirres para sipa.
Vendem-se colheres de metal-principe para sopa
2$000 cada urna : as lojas do beija-flor, rua do
Queimado ns. 63 e 61).
La para bordar.
Vende se laa para bordar, a melhor que se pode
encontrar, tanto na qualidade, eomo as cores,
65400 a libra : as lojas do beija-flor, rua do Quei-
mado ns. 63 o 69.
as mesmas lojas se encontrar sempre grande
i sortimento de miudezas boas, e mais baratas do
que em outra qo3lquer parle.
Vende-se musselina branca, fina, a 400 c 500 rs
o covado, pegas de cambraias finas, lisa?, a 35,
45, 53, 6$ e 75, musselina cambraia da India 85,
, e 10$ a peca, para vestidos : na rua da Impera-
triz 11. 56.
A Arara vende tiras bordadas para enfeitar vesti-
dos braneos.
Vende-se tiras bordadas da todas as larguras a
1$, 15200 e 13400 a peca, entremeios finos a 15 a
peca : na rua da Imperatriz n. 56, loja da Arara,
lladapolao da Arara a -\
Vende-se ppcas d madapolao enfesiado com do-
ce jardas a dito de 24 dilas n. 30 a 6$, n. 250
a 65500 E 73 e 83 n. o -I- 85500 e H3. n. 5 a 103,
n. i' !' a 113 L'/:/., a 125 a peca, peca de algodao
a 53, dito carne do vaeea a 65500, dito domestico
a 75, dito sleupira a 8$, dilo pao ferro a 9$ a pe-
ga : na rua da Imperalriz, loja n. 56.
Bramante de linbo de 10 palmos a 2-m(-0.
Vende-se bramante de linbo de 10 palmos a
11- 23500 a vara, brim liso a 500,560 e 640 rs. a vara:
na rua da Imperatriz n. 56.
Panno de linlio da Arara.
A Agola Baauca sempre disposta bem servir I ,V^?de'M *??8,??I>i,nn0 de ''"''" Para,lenSes
..radar 1 sua boa fregnezia, mandn vir e acaba fitinas enmj. 1/2 varas por 8*500 ; ditas com
de receber um tollo sortimento de albuns de supe-! -' v;,ras a M'^00 '- 18^ a Pt : na rua da lm\
rior cncaderiiauao e apurado costo, com especiili-: pcratiiz n. ob, ,-
'dade os de capa do marltm com lavores, outros! A Arara vende challes a 106' > 30.
I Albuns superiores para
tratos.
[ guarnecidos de tartaruga com (rangas de prata,
outros marchetados de madre|erola com trancas
: de prata oourada, outros de velludo etc. etc. Para
qaem tem gosto e dinheiro, um lbum assim per-
, feito sem duvida o mais apropriado para i;elle
' se depositar os retratos de charos pas, bous pa-
, reules e amigos. Em quanto, porin, esses albuns
se tornam nolaveis por sua perfeicao c bom gosto,
outros reeebidos na mesma occasiao, se lornam re-
, commendados pela commodidad de precos vista
\ da boa obra. Assim pois o pretendente* ser ser-
I vido conforme o dinheiro que quizer dispr para
! esse Um, adiando sortimento para 24, 50, 60 08(1
retratos : na rua do Queimado, leja d'Agnia Bran-
ca n. 8.
Cartearas e bolsas para
viagem.
Na loja d'Agnia Branca, rua do Queimado n. 8,
A Arara vende chailes a
Vende-se chales de merino a 15600, 45500, 65,
75 e 85 : na rua da Imperatriz 11. 56, lo)a da
Arara.
Fanendas esprciacs para senhoras, a saber :
Vende-se golinhas para senhoras a 240, 320, 400
e 500 rs., camisiohas para dilas a 15. 25, 33 e 43,
pravatinhas para ditas a 15 e 135'00 : na rua da
Imperatriz v. 56..
l*ccbincha.
Lencos de seda a 1$ e 800.
Vende-se lencos de seda para miio, a 800 c'A&,
larlalana para vestidos, de todas as rres a 800 rs
a vara, lii liso ordinario a 320 rs. a vara, dito fi-
no a 800 a dila : na rua da Imperatriz n. 56, loja
da Arara.
Soutcnibarqfle da Arara a 8-3 e 10$.
Vende-se sontembarqties de cores para senhoras
a 85, 105 e 123, ditos de grosdenaple pretos finos
a 205,255 e 303, capas preas para ditas a 205,
Ricos sintos
com bolcinhas ao lado, a 105, 123 e 153, ditos sem
bolea porm do mesmo gosto, a 33500, 35, 35500
43000.
Ricas fivellas avulsas para sinto, o melhor que se
pode encontrar, a 15500, 25, 25500 e 35 o par;
s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Cabazes ou ccstinbas.
At que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-
bazes para meninas trazerem no brago, o mais rica
po?sivel a 25500, 35300, 45, 53, 73 e 103; s no
Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Pentes.
Ueste artigo tem um grande sortimento, tanto
para alizar como para atar cabello, os mais lindos' ora.
que so pode desejar, assim como de arregagar ca- Azeitonas muito
nello, tanto de borracha como de tartaruga com en-
feiles e sem elle para menina; s no Vigilante, rua
do Crespo n. 7.
Mais legues
com pequeo defeito, leques de sndalo com pe-
queo defeito por barato prego de 85 e 105, chi-
Desea muito bonitos tambera, pelo barat prego de
45 e o, bentarallos muito bonitos, tarnbem por ba-
ralo prego de 45 e 53, leques de charao tambem!
por 43, tudo isto para acabar, perdendo-se tai-
vez 80 por cenio; s no Vigilante, rua do Crespo
n. 7.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
I 64o rs. a libra.
dem de casca dura a 24o rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs. a libra.
j Ameixas francezas em caixinhas com lindas
estampas a I,2oo e I.ooors.
dem em frascos de vidro a i ,2oo rs.
dem em frascos grandes a 2,5oo rs.
dem em latas de 1 '2 libra a 1,100 rs.
Arroz do Maranhao e da India o melhor que
ha nesta genero de 80 a loo rs. a libra,
e de 2,5oo a 2,8oo rs. a arroba.
Azeile doce de Lisboa a oo rs. a garrafa, e
4,8oo rs. a caada.
dem francos o de Lisboa refinado em gar-
rafas bran:as a )oo rs. a garrafa, e 10,000
rs. a dii/.ia.
Alfazema muito nova e limpa a 32o rs. a li-
2,ooo rs. a anco-
libra, e 4,4oo rs.
novas a
reta.
Alpista limpo a 14o rs. a
a arroba.
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio de diversas qualidades em latas
y*-
LentUhaa muito novas cxceHen-' !-*
ra sopa a 2oo rs. a libra.
Licores francotes de todas as riMrtM
de 7oo a 9oo rs a garrafa:
Manteiga ingle/a perfeitamente fli a &*f
iIww i m irin "s
que id p*Ml r-
l.ooo rs. a libra, c
elogios neste genero,
rihear con a vista,
dem francesa a ;i(5o rs. a libi ... 1 I
se fai abatimento.
Marmelada do primeiro fabrican!e ItsBoa
a Ooo rs. a libra, ha latas 1: !, 1 2 a
2 libras.
Massa de tomate em latas de 1 : 2 Eti 1 a
600 rs. a libra.
Macarrao, talharim ealetria a 4oo 1.. a LLra.
dem branca a 3o a libra.
Mostarda franceza preparada a 00 rs. O
frasco,
dem ingle/a em p a 6io rs. c frasco
iMolho inglezem garralinhas con liiUta: d
vidro a 64o rs. cada urna.
Marrasquinho verdadeirodeZarj a .,000 rs.
agarrafa, e lo,ooo rs. a duzia.
Nozes muito novas a 160 rs a libra.
de 6 e de 3 libras^ a 3,oooe l,5oo rs. a ^la7.ni talas a T. a i*
ata e oo rs. a liDra. Prezunlo para fiambre ingle/, vfidarflna,
sm mglcia em latas de 2 e 4 libras das (Ke, (|ll,lidndea 7coi .. h.
marcas a I,3oo c 2,2oo rs. a
Para segurar manguitos.
Tambem chegaram as liguinhas estreitinhas de
borracha que as senhoras tanto precisara para se-
gurar manguitos por ser muito commodo o muito
barato, a 320 o par; s no Vigilante, rua do ores-
po n. 7.
t Pentes
em chegaram os riquissimos pontos de concha
tiaruga c de massa fina, que se vende por 25,
5'5; s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Leques.
Jtiquissimos leques de madicporola lano par
s^ilioras como para meninas, pelo barato prego
de 125 e 145; s no Vigilante, rua do Crespo
n. 7.
dem
melhoros
lata.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra e
em barril a 36o rs.
Batatas em g Champagne das melbores marcas a 2o,ooo
rs. o gigo, I,8oo rs. a garrafa, e Ooo rs. I
as meias garrafas.
Cha uxim o melhor possivel a 2,7oo rs. a.
libra. ,
dem petla qualidade especial a 2,7oo rs.
d libro.
dem hysson o melhor que ha neste genero
a 2,ooo, 2,4ooe 2,600 rs. a libra.
1 *2.-;
1255 e 305 : -- na loja e armazem da Arara, rua
da Imperatriz n. 56. ________
vendem-se carletas com corroas para traze-las
raedo, e bolsas de tapete, tudo para viagens.
Perfumaras inglezas.
A Aguia Branca, conhecendo a bom merecida
eslima que os apreciadores do bom dao s perfu-
maras inglezas, por isso mandou vir o esplendido
sortlmenlo que acaba de receber, e os acreditados
nomes dos bem condecidos fabricantes J. Gosnell j
& C, Napoleao Price nhecer-se a superioridade dellas. Consiste esse! Veftde-se na praga da Independencia n. 39, loja
bello e variado sortimento era pequeas quantida- ide Antonio Augusto dos Santos Porto, capelias
des de difireme* e agradaveis extractos de pri- n ortu.inas de gostos mais moderno, que tem
meira qualidade em frascos de diversos tamanhos
e formas, fazendo-se notaveis entre eHes os que
vem em um.\ carleira de tres, com os quaes por
sua elegancia e boodade se faz um bello presente ;
assim como oatros frascos com finas essencias con-
centradas, outros rom excedentes leos para ca-
bellos, e outros finalmente com agua de Lavander
sublimada ; e bem assim finos sabenetes em paco-
tes e caixinhas com tres, bonitas e delicadas al-
mofadinhas com pastilhas em p, as quaes deitan-
do-se nos guarda-vestidos, commodas, etc., nem s
deixam toda a roupa cheirosa, como afugentam
baratas, tragas, etc., etc. Em quanto, portfm, a
commodidade dos pregos j nao entra em duvida.
urna vez que o pretendente comparega munido de
dinheiro e disposto a fazer gasto na loja d'Aguia
Branca, rua do Queimado n. 8.
Balas grandes e caretas de
borracha.
vindo al agora para se botar f m tmulos e cata-
cumbas no cetnilerio publico no da de finados,
com as escripeoes seguintes: meu esposo, minha
esposa, met pai, minha mai, neu fimo, minha fi-
Iha, saudades sempre. viva?, amisade, nma lagri-
ma 5 desta qualidade nunca vieram para serem
vendidas nesta -provincia.
l\a (aja de fuzea das ba-
raissimas de Duare
Borges da Silva, rua
da imperatriz n. 20
Vende-se o seguiule:
PEfAS de panno de linho com 25 varas a 83,
um p iuco estreito, mas excellentepara toalhas.
DITO de dito adamascado com 8 palmos de lar-
Excellentes brinquedos para mangas : vendem-1 S" P*ra toalhas de mesa de janlar a 24O0 a
se a 500 rs. cada urna : na ruado Queimado, loja vara-
d'Aguia Branca n. 8.
Fspelhos com molduras pretas
e douradas
A Aguia Branca, na rua do Queimado n. 8, re-
cebeu um bom sortimento de espelhos de difieren-
tes tamanhos cem molduras pretas e douradas, e
os est vendendo por precos commodos.
Papel ivi(jlezm
A Aguia Branca, na rua do Queimado n. 8, re-
CASEMIRAS de duas larguras e de urna s cor
muito boas para roupa de meninos e soatembar-
ques a 3 o covado.
TOALHAS"aicochoadas muito boas para enebu-
gar o rosto a ii5 a duzia ou 500 rs. cada orna.
CAMBRAfA branca fina om salpicos miudiuhos
a 640 rs. a vara, metade do valor.
OLA DOS de bonitos c elegantes desenlies para
cobrir mesas a 1,5 o covado, para acabar.
LAAZINHAS de padres novos e muito agrada-
veis tanto na boa qualidade como no prego de 320
rs. o covado, e finalmente o respeilave'l publico
e voltinhas, pelo barato prego do 1$ e 1&200, as
cruzes avus asa iOOrs.; s'no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Golinhas.
Riquissimas golinhas e manguitos, o melhor gos-
to possivel, a i&, 2-5560 e :{^; s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Eiifeites para senliora.
Riquosis;im unteites obra lago e sem lago e de
outro.-Jmui!us gostos a 15, Ld00 e 3f: s no Vi-,
guante, ruado Crespo n. 7.
Tiaooeliiis.
I'
Passas novas de carnada a 4co rs. UL.<>
6,5oo rs. a caixa.
dem para sopa estrellinha, nevide e ro etc. a 3,ooo rs. a cala, e a 56o i -. ,,! 1 a
Peixe em latas hermticamente f dn&T tfan
seguintes qualidades: savci. con ;r r ; : "
cavallinhas, e pescada a 1,000 a I; la.
Palitos para denles lidiados a lie i -.
co de 2o rs. o macinltos.
dem do gaza 2oo rs. a duzia. 2,'rrrs.
a groza.
Pn?o malte navn 1-7,1 r. a libra c ?. ) a
arroba.
Qaoijos flamengos, do Dltmo vapor, SJSod
rs.
dem prato muito fresco a 800 rs. a litiga o
sendo enteiro a 72o rs.
Sal refluado em potes de vidroa --o :: :.da-
om.
Sevadinha de Franca a i80 rs. a libra.
Sevada a loo ra. a libra.
Toucirmo do Lisboa a 2io e Wo i.;, hhn.
Tijolo para limpar facas a loo rs. cada um.
Vinagre de 'Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
MfakM cnmcruinhas WBl francezas surtidas ou de urna s qua- L. rs' a ?ana(Ja- ,
ias iaisa> com cruznnas ... ,. dem em garrafes com o garraM. j t.coo
como cruznhas avulsas lldae CJita lianCO a oOO rs. i
Polseiras. 'dem Prel homeoptico a 2,ooo rs. a libra.
Lindas pnlseiras de contas e de missanga, cores Ceneja das melbores marcas a G,ooo rs. a
muito lindas e de muito gosto a I-S c l200. duzia, e olio rs. a garrafa.
Canelas- Chocolate francez, hespanhol e soisso a 1,00o,
Riquissimas caetas de madreperola proprias1 i ^f0 ej ',f)o rs a'libra
STPreSe"8'Pel0barallSiim0Pre0de Charutos do'afamado fabricante Jos Fur-
Sapalinhos e meias de seda. taa"o de Simas e outros da l'ahia como
Riquissimos sapatinhos de seda e de merino en- sejam regala, trovadores, gtianabaras,
feilados, assim como meiaszinhas de seda, gorrazi- delicias e suspiros a l,Goo, 2,000, 3,000
nhas e lotiquinhas para as mandonas se baptiza-' e i 000 -o a caixa
rem; s no Vigilante, rua do Crespo n. 7. 1^__..' _, '. ''r-, e_____
Voltinhas Conservas inglezas a /oo rs. o frasco.
Lindas voltinhas de per
fingindo brilhantes, assim
rs.
i Vassouras do Porto com arcos de U rre : 320
rs. cada moa.
lavar c.^
para
Cognac franco/, e inglez a I ,ooo rs. a garra-
fa, e lo.ooo rs. a duzia.
Cominho e erva-doce a ioo rs. a libra.
Cravo da India a Goo rs. a libra. Ibem de escovas
Canella a Ooo rs. a libra. j cada urna.
Copos finos para agua e vinho a 4,8oo 3,ooo Velas de esperncete superiores
e o,5oo rs. a duzia, o 5oo rs cada um.: a libra.
Caf do Rio superior a 28o e 3oo rs. a libra, dem de carnauba refinada e de
^ 7,5oo a 8,o(io rs. a arroba. a 36o rs. a libra, o de lo,5oo a
Doce de goiaba superiorem latas a 2,ooo rs. '' a arroba.
Lindos trancelins aa cabello para relogia ou lu- Ervilhas porluguezas em latas chegadas ul- Vinho em pipa, Porto, Lisboa
lias, iii'ln taratisclmn nram de 1^500, ditOS de limomonla o li'.n ro o Inln .!->_________.....-
pisco
das marcas menos condecidas
a garrafa e a ,8oo rs. a ranada,
dem Figueira especialmente escolhido lisI#
lugar a 600 rs. a garrafa, e 4,"oo n. *
canada.
cebeu um novo sortimento de papel inglez liso e achara constantemente nesta dila loja um bello e
pautado, almago, de peso, e pequeo, vindo deste variado sortimento de fazendas finas e grossas a
tambem com beiras douradas.
Enfeites invisiveis
pregos muito razoaveis, pois esl resolvido ganhar
pouco, com tanto que venda mnito, nao menciono
mais fazendas no presente annunrio porque impor-
A Agnia Branca, na roa do Queimado n. 8, rece- taria isso n'uma despeza exiraordinaria cuja des-
beu novos enfeites invisiveis, os quaes pela finura peza reverter sempre em beneficio dos comprado-
do tecido e bom gosto tem merecido tanta estima res, pedindo ao publico que nao derxe de ler todos
RPPD1T*0S DTPfl, flOl^S es dias esle di, Prwen,e annt"jci0 Ps haver
netas, pelo baralissimo
retroz a 200 rs.
ttahadinhos enlrrmeios.
Riquissimos babadinhos entremeios com lindos
desenhos tapados e transparentes, pelo baratissimo
prego de 13200, 13500, 23 e 33 i S no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Cascarrilhas.
Grande sortimento de cascarrilhas de diversas
larguras, assim como gaozinho e trancinhas pro-
prias para enfeites; s no Vigilante, rua do Cres-
po u. 7.
Fitas.
Grande sortimento e fitas de diversas larguras
e qualidades, por procos que admirara aos com-
pradores, havendo fitas largas proprias para cin-
teiros que se pode vender a '100 rs. a vara, e pega
de 9 varas a 23; s no Vigilante, rua do Crespo Genebra de Hollanda em frasqneiras com 12
" 7- frascos a 0,800 rs. e 560 rs. o frasco
, ,. itas e **" dem em botijas a 4oo rs. cada urna,
ritas de laa de todas as qualidades, proprias pa- M m arra<7pS an i nrnh. ~ t a
ra debrum de vestido a 700 rs. a peca; s no Vi-, ldem em 8arraIoe* ae lb gartalas a 4,800
gibante, rna do Crespo n. 7 1 com O garrafao.
Ricos espelhos. dem de tres caadas a 7,2oo rs. cada um.
Riquissimos espelhos com moldura douradaje dem inglezas em garrafas brancas bordadas dem Madeirn lejjitimo
a 36c r.
.i 5(>or9.
.ooors,
Pkueia
a m n.
tunamente a (o rs. a lata.
dem ceceas a IGo rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 320 rs. a
libra.
Figos em caixinhas bem enfeiladas a Ooo ,
rs. cada urna. ,dem Llsljoa em ancoras com 9 caoalaa aav-
Fava's portoguezas em latas chegadas ulti- .ca ^pecial a 22,ooo rs. a ancora.
mmente a 640 rs, Idem wwadio, Guiares nulo fi co ?fl
Frutas idem em calda", pera, pecego, alper-! ^mp^''.'5" a G..o rs. a garra*, l/i
se, rainha Claudia e ginja a 7oo rs. a lata. ,,rs a can;1(l3-
Graixa nova a loo rs. a lata e I,loo rs. a Idem Lisboa branco u\a pura fV r*.
uza garrafa, e a ,uoo rs. a caada,
Gomma muito alva e nova a 16o rs. a libra. !de> ^rto fino om pipa a 56.) r, a vrJk
dem engarrafados generosos Lagnata >'o
Domo, Duque do Porto, D. Luiz I, I).
Pedro V, Nctar, velho secco, Wvatft
Genuino, Particular a Ooo e 1.2no rs. a %vsr
arafa, e a Io,ooo rs. a caixa :om i?a do>
zia.
A Aguia Branca, na rua do Queimado n. 8, re-
cebeu novos preparos para flores, sendo papel de
cores para rosas, dito verde para folhas, folhas de
panno e velludo, caixas de trigo, dilas de uvas
brancas e roas, e como sempre continuam a ser
vendidos por precos commodos.
mudanga nos artigos cima ditos, isto
gao que se forem acabando.
j propor-
WuiRlioscom rodas, pateotf s.
Moinhos grandes com rodas, patentes, o afianga-
dos pelo fabricante para moer cafo, e proprios pa-
ra refinacao por sorem de especial qualidade e de
todos as tamanhos: vendem-se unicam5tc no depo-
sita da rna da Cadeia, loja de ferragens o, 56 A,
de Ba?tos.
Vende-se superior vinho do Porto em caixas de
urna dnzia : era casa do Johnston Pater 4 C, rua
do A'gario "a-
Vinhos bous e baratos.
Da Figueira a 33200 a canada, e ,' rs. a gar-
rafa, do Lisboa a 23600 a canada e 360 rs. a gar-
rafa : no armazem da Estrella, largo do Paraizo
ppwero 14,
>em ella de 83 103, 123 e 1*3, assim romo com, com ro na ,\Q vidro qualidade superior a
celumnas de dnTerentes tamanhos a 23, 33,43, 53; carmft
e 63; s no Vigilante, rua do Crespo n. 7. I '00 a ai raIa- .
Undus jarros e figuras. fdem de laranja \erdarteira a 1,000 rs. o
Riquissimos jarros e figuras de porcelana fina, fra6CO e 11,000 afra?queira de 12 frascos. I
para enfeite de sala, sendo o melhor gosto que aqui Kirsch Wasser expeliente bebida suissa a
tem apparecido; s no Vigilante, rua do Crespo: |,8oo rs. a garrafa.
Para pus de arroz.
Riquissimos vasos com boneela para pos de arroz,
cousa de muito gosto a 13500 c 23, assim como
pacotes s cora os pos a 320 rs. cada um; s no
Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Perfumaras.
Grande sortimento de extractos e banbas, poma-
das, assim como de lindos copos ou vasos com dis-
tlnctivos e offerecimentos as sinhasinhas dos roe-
Ihores e mais afamados autores de Paris e Inglater-
ra, assim como os grandes copos de banha japoneza
a 23 e a 13, assim como nutros objectos que nao e
possivel por hoje annunciar, e vista dos fregue-
zes se fartodo negocio; na loja do Gallo Vigilante,
rua do Crespo n. 7. __________________
a l,2oo r.
l sra-
fa, e a I2,ooo rs. a duzia.
dem Muscatel a 1,00o rs. a garrafa,
dem Bordeaux das acreditadas maicac -i.
Julien, St. Esteph, ch.ileaii la Rose, i
.Margonx e outros a G,5oo rs. 1 cai: a. 0
060 rs. a garrafa.
^ ^%\^% ^ ^^%^
Li ro do povo
O Livro do Povo, obra ornada com estampas,
eontendo a vida de Nosso Senhor Jesu ChrWo, e
muitos artigos otis. Este livro das familias, re-
rommendadoe approv.ado pelos Exms. Srs.D. Luiz,
bispo do Maranh.'i.i, o D. Manoel, arrebi ha ; vende-se a 13 entonado : na livraria de Jos
Nogaeira de Souza, rua do Crespo n. 2.
IGRVEJ1 EM HAIClili
a *o rs. copo
<|nelJo de nlas ehegaii* no vapor
dem prato tunUe fresco
Idean snisso superior
dem londriuo superior.

57 Rua do Imperador
57
1
r



llUrlo e rrriaBfcBf ... geita leira 13 afe Ouiub.o m t S4.
GilAME ARMAZEM DE M0LH4U0S
Largo ta
^Santa Cruz
h.84.
Esquina
da na uV
8ebon.84.
AURORA BHH.H WFE
Francisco Jos Fernandos Pires, proprietaro do armazem de molhados denominado
Aurora Brilhante, ao largo da Santa Cruz n. 84, esquina da ra do Sebo, faz scicnte ao
respeitavel publico desta cidade e do interior, que no seu importante estabelecimento
vender sempre gneros novos e do primeira qualidade, e vender a todos pelo mesmo
proco.
O completo Ortimento de todos os gneros finos e grossos qae costumam ter outros
eslabelcr.imentos desta ordem se encontrarao sempre ;no armazem da Aurora Brilhante
e sempre om grande escala vontade dos senhores compradores.
9 propTirfario do armazem Aurora Brilhante pede a todas os senhores e senhoras
que qtiando tiverera de mandar suas relacoes a este estabelecimento por seus criados
seja coi carta fechada ou com grande recommendacao a este armazem, cortos de que
serao lo bem servidos como se viessem pessoalroente.
&m
A Aurora &rrtnante troca qualquer um genero qne por acaso nao agrade, e recebe
a* libras estarlinas a 9,4000, seudo por compra : a tabeHa de seus gneros ser mudada
ijJas as sema.
A mendoas confeitadas a libra a 800.
Maulis inglea flor a 800, 960 e 1*120.
Dita mais abaixo a 640 o 720 rs.
Bita franeeza nova libra 640 e em barril a
560 e 60 rs.
Chocolate sanie muito novo a 1*200 a libra,
th perola o melhor que ha ( redondo) a
bra n J20U>e aftt)0.
Dito dito isats.alwrxo a-1*300 e 2*800.
** Dito uxini inuito lino a 2*800 e 34-
tf/ Dito hyssoo superior a 2*600 tr 2*800.
i)lo mais abai-to a.24 e 24300.
Bithi pelo uuiito liw> a 2*500.
Bfto em massos a-S*.
Bao do Rio- en* tatito de 4, Sel libra a
felSM.
Cnf de Moca superior arroba 94500 e libra
300 e 280 rs.
Dito-do Rio- o-*) 6ear arroba 8*360 e libra
320 rs.
Dito maio abio>arroba 8* A Mira 260 rs.
Barricas com axiUoiiinha ingleza nova a
3*.
Latas com bolaelnlia de soda de 3 libras a
1*500.
fy Ditas com ditas sortijas de libras a 1*400
SSs Frascos cim, amainas francas a 1*(LMJ,
Latas com dita? a- ffiWKV, 2*200 e 4g.
Ditas com lito* #*ooaiadre a MSOfc
Caivinuas con ditos muito novos.
f) Presunto de Lanwgo muito novo a libra 5.0
rs. inleiroe a rtaflio 608 rs.
C19urifas cputee novos a libra-600 rs.
Diti cim erviltus francezas e portuguezas
a 800 rs.
Ditas com massa de lmate novo- libra 560
( t> rs. c em narrl'a 500 rs.
:.: Dita? com osfras 7*0 rs.
Tf Ditas com MMrii dos memores autores
{'_) de Lisboa W.ra 640e 72.
<4 Potes con tmtslufla franeeza preparada
SfT libra 480rs,
fa Bita dita intonsa-a-800 e 1*.
t-^k Q'ieos novos do vapor a 2*200 e 2*800.
^~P Ditob o> pfatoiMfltodo al4.
Dito suisse a tWS n.
Dilo de manteiga do Serid a 800 rs.
arxaa curo passas novas ue 1 arroba 7*,
tm a 3*500>o pjtwta 2* e libra 480 rs.
Anvndoas eon c ba G*.
N izes tibra-160- e arroba 5*,
' w Charutos finos- e Stmas, e dos monres fa-
f> brfeances da Baha du 2* 8* caixas de
t*L MK) e 50.
, 2) Crozas du caiinhas de palitos do gaz a 2200
J>L H.trris com azeitonas novas a 1*200 e 2*
Olio barris grandes.
<- '3 Vassouias do Porto piassava muito seguras a
400 rs.
f'^k Azeilc doce francez dos melhores fabrican-
Sp tes, caixa 10* e a garrafa 4*.
Caixascom vioo Bor.iouax branco e tinto.
Vinuo do Porto fino em barris de 5 que ra-
ras vezes apuarece por 80* e em caada
n 5500 e arrafa a WW rs.
Dito de Figueira pnro caada 4* e 4*500 e
garrafa a 48Q e 860 rs.
Dito do. Lisboa do boas marcas a 3*500 i
4* e 9 garrafa a 440 e 480 rs.
Cognac TerdafleH-o a garrafa 1* e 1*20.
Viiilu muscatel duzia 10* e garrafa 1*,
f< ) Vuvho branto de nilo boa qualidade cana-
c-:] da 45 c garrafa 480 rs.
? Dito Xerez uno caada 7*500 e garrafa a
V*5 Dito Madtora secca agarrafa 1*600e 2*.
f Dito em caixas de nina duzia do Porto dos
(fp melhores aulores a 12*, 14* e 16*.
S Garr.fas com licor fino francez a 1*, 1*200
1*600.
Ditas com vinho de caj muito claro a 1*.
Ditas rom mel de abelba puro a I*.
Fraseos com gooebra de Holtanda de 2 gar
f.i) tafas.a 1*.
*5t Dito de urna garrafa a 560 rs.
Dito.de laranja vwdadeira a 1*200.
js Puto* com mostarda preparada a 380 e 400 rs.
fA?3 Caivas com t arrobas de batatas a 2*500.
Vinh branc* de Uslioa proprio para missa
i. 4*800 a ciliada c 640 rs. a garrafa
Espirito de vinlu a 400 rs. a garrafa.
B'uas redes marto bem feilas para dormir
vindas de Subral a 30* cada urna.
Carne e linguira do serto.
Duzia de graxa latas grandes a 1*.
Caixas com 2o massos de velas de sperma-
cete a 560 rs. a libra.
Ditas marares a 600, 640 e 720 rs. a libra.
Caixas com urna arroba de velas do Araea-
tv 10*500 e libra 400 rs.
Ditas de. caoipostco arroba 10* e libra 360
ris.
Saceos grandes rom farinha de Goianna mui-
to boa a 5*500.
Ditos com mili novo com 24 cm'as a 3*500.
Dito cora farello de Lisboa a 3*300 e 120
a libras
Dito cora arroz de casca a SsOOO".
Duzia oe garrafas de cerveja branca e preta
a 5*500 e em barricas a 5*000.
Arroz do Maranho1 em saceos arroba 2*600
2*400 e libra 100 e 80 rs.
Dito da India e Java arroba 3* e libra 120.
Araruta verdadeira arroba 8"* e libra 320
rs., marrana.
Gomraa (to Aracatv para engoramar arroba
5* e libra ICO rs.
Farinha do Maranho nova libra 320 rs.
Ervillias sercas muito novas libra 200 rs.
Sag e sevadinha a 240 rs.
Sevada arroba 3*200 e libra 120 rs.
Graxa de bokio 97 a 280 rs.
Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Dito hespanhol verdadeiro a 400 rs. a libra.
Balaios do Porto de diversos lmannos de 320
a 2*.
Capachos para portas de varias cores a 600,
700 e 800 rs.
Grao de bico arro'-a 4*500 e libra ICO rs.
Painco arroba 5*300 e libra 200 rs.
Milho alplsta arroba 4*800 e libra 160 rs.
Aaeile doce de Lisboa garrafa a 640 rs.
Vinagre de Lisboa cauada 1*500 e garrafa
200. 240 u 320 r?.
Massos da pablen de denles com 20 massi-
nhos a 160 rs.
Tijolos de limpar facas a 160 e 120 rs.
Besmas de papel almaco pautado a 4*500.
Dito greve liso o melhor que ha a 4*300.
Dito de peso e pautado a 2j300 e 2*800.
Garrafoes com 23 e 15 garrafas de verda-
deira genebra do Hoilanda por 8*500 e
CSOOOrs.
Aile d roen garrafa 560 rs. e carrapato
360 e caada 2*560.
Caixoes com doce de goiaba a 640, 800 e
1*.
Toucinho de Lisboa arroba 9*500 e libra
320 rs.
DilO Ap Santo urrolia 6# c libro 800 IS.
Mollios com grandes ceblas a 1*600.
Gento de dita solta a 1*600.
Maocos de alhos a 120 rs.
Gordas de pastar e de amlaimo.
Favas da ilha de S. Miguel arroba 3*200 c
libra 120 rs.
Copos lapidados para agua e vinho a 3*500,
5*800, 6* e 7*.
Ditos lisos para varios presos.
Calis lapidados grandes e pequonos duzia
3, 4 e 5* ; e 400 e 500 rs. cada um.
Massas para sopa macarrao, talharim e ale-
tria a 400 rs.
Estrelinha e pevide libra 640 rs.
Xarope de fruclas nacionaes a garrafa 600
ris.
Marrasquinhp do Zara da melhor qualidade
agarraa 1*200 e 800 rs.
Esleirs de tranca, cento a 20* e 240 cada
urna.
Queijos de qulha novos, arroba 16* e libra
a 560.

Duzia de champanlu superior a 20*, e 2* a
garrafa.
Garrafoes vastos a 1*600.
Massa branca para sopa a 320 rs.
Frascos cena azeitonas e:n concervas a 800
ris.
Duzia de cartas finas para jogar a 3*.
Sabao hespanhol verdadeiro libra 400.
Saceos com feijao mulatinho novo a 10*.
Latas com favas j preparadas a 800 rs.
Sevadinha para sopa a 240 rs.
Garrafas com muscalel e setubal a 800 rs.
Sag novo a 400 rs.
Breu arroba 8*300 e libra 320 rs.
Latas com 27 garrafas de gaz a 11*, a gar-
rafa 500 rs.

K outros mullos gneros de primeira qualidade jue nao
posslvel menciona-los.
A satisfaeSo da Aurora Brlmante vender muito, embora barato, mas DITiHJRO,
afcalendo-cinco por oento a qaem comprar de 100*000 para cima.
NEM COROAS NEM MITRAS
0 NOVO DESTINO

);
CK
AIUG AltMAXEM
DE
RIJA DO IMPERADOR \. 40
Junte ao sobrado em qne mura 0 Sr. 0bsrne,
Duarte Almelda A c.. receberam de sua pronrla eneemmen-
da o mala lindo e variado sor tmenlo de mol liados.
da presente estaeo
NOVA EXPOSIQAO DE GNEROS
NO
ARMAZEM
PRINCIPAL
DE
%Wi%b % ^%&%n
IV. O RIJA nO CRESPO V. 9
Esquina qne votUt para a raa de Imperadnr
provavel que nao seja bem aceita a verJade, quando a boa f de todos, anda
proprlos! Iludida por esta epidemia de nauzeaticns annuncios de cornetas, tambores, coros, mi-
tras, etc., que todo o dia enchem as paginas deste jornal.
Manteiga ingleza
da safra nova vinda no ultimo vapor a i ,000
rs. a libra e em barril a 8oo> rs.
Manteiga franeeza
da safra nova a 60o rs. alibra, e em barril
a 560 rs.
Amendoas
confeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libr.
meixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
2#400, muito propios para mimos,
Cartoes
com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
com bolaebinhas de soda de todas as qua-
dades a I300.'
Chocolates
de todas as qualidades a l5OO0 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800rs.rtambem
temos voltios paraSbO rs.
Queijos flamengos
chegados ueste ultimo vapor a 2fJ6oo.
Queijos
chegados no ultimo vapor a 25600 cada um.
lueijo
londrino o mais fresco que se pode esperar
e de encellante maree a 800 rs. a libra
sendo inteiro e a 900 rs, a retalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinbas ricamente dotiradas,
proprias para mimos a 900 e 1(5200.
Cha uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qaalquer nao pode vender por menos de
H a 2600.
dem perola
especial qualidade a 2.5700 rs. a libra.
dem hvsson
0 mais aromtico que tem vindo ao nosso
mercado a 2(J600.
Massas amarellas
para sopa, macarrao, talharim e a!etra
480rs. alibra. f
coowc
o muito afamado cognac Pal Brandy a 1...-.0
rs a garrafa e de outras muitas qualida-
des a l,ooo e 8oo rs. a garrafa. *
COPOS
lapidados para agua a 4.5oo e 5,ooo rs. a
du/.ia, e a 440 e ooo rs. cada um.
PAPKL
almajo, greve, peso e de outras muitas qua-
lidades de 2,2oo, a 4,5oc a resma do me-
lhor.
Papel de botica
1 de escolenle qualidade a 2#200 a resma,
PAPEL
azul e pardo pata embrulhode l,4ooa 2,2oo
rs. a resma.
Corintliias
passas corinthias muito ndvas proprias para
podim a 8oo rs. a libra.
Fumo
o verdadeiro fumo americano em chapa a
l,4oo rs. alibra
Vinagre
PRR em ancoretas de 9 caadas a lo,ooo rs.
cada utna.
Cebollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e l,ooo rs. o molho.
Alpista e Painco
o mais novo do mercado a 140 rs. a libra,
e 45400 a arroba.
Ma^as brancas
para sopa a melhor que se pdc desejar,
ALERTA
Os annunciantes nSo tem em vista senSo garantirem ao respeitavel publico a
;arrao, tanarim eaeir a 400 rs. a sua palavra de honra, vendendo com o lucro suficiente para suas subsistencias e nao par.
libra e 45O0 a caixa assentarem fortunas a forca da regra de liga como outros annunciantes deste genero
Vinho PARA TOMOS
Figueira J A A e outras muitas marcas acre- No armazem principal vende-se a todos pelos precos marcados na seguinie u-
ditadas a 500 rs. a garrafa. bella, mas nao se vende |or todo o prefo fazendo-se peso de arroba hespauhola, garan-
te-se as qualidades dos gneros trocando-se todo aquelle que nao seja do agrado do
comprador.
Amendoas confeitadas de diversas cores a Lenlilhas muito novas excedente legume i^
Os propietarios do grande armazem o Verdadeiro Principal declaram aos seus
[^freguezes e amigos e ao puhlico em geral, que para facilitar a enmmodidade de todos es-
tiplaram os mesmos precos nos seguintes lugares:
l'niao c Gommercio raa do Queimalo h. 7
0 Verdadeiro Principal roa do Imperador n. 40
CONSERVATIVO
23Largo do Terco--23.
Joaquiui Sirao-dos Santos, dono deste bem sorlido armazem de malhados denominado Con
se vaTtvo do hrgo deTwgo o. 3 scienlifiea ao respeitavel publico e a todos em geral que mandem
ou vealiam a este estabelwimento para melhor se sertiticarem da diminuico de precos que obtm
ii-sic. o ano nao obterao-se comprareis era ouiro qualquer. pelo que se responsahelisa a servir qual-
j.t eimprao-or com a maior presteza e fidelidade, sem que haja a menor alteracao. Todo o compra-
dor qu comprar de tOOfi para cima ter o descont de 5 a 10 por ceuto pelo.seu prompto pagamento.
Attentfo.
NBatatas s na nuvasaWrs. a libra e l#i00 a ar-
Tiiiinaod-e-Lfsb a 2)rs. a libra e 8*500 a ar-
roba.
Caf de primeira o seguada sorte a J40^2oO, 280 e
:00 rs. a libra.
fera e 2J1200 a arroba.
Piosphros do gar. a 2* a groia e 180 rs. o mago.
Passas de carnada a 320 rs.aliko, i > a
em
bptacbtahas inglezas novas a 240 r* ibr.
Sabia amarello massa a 160,200 e 240 n.jt Mbr.'
Velasdo carnauba Aracaty composicao 3*>e JO
rs. a libra.
Cbi hysson miudiobo e perola a 2^,000 2#500 e
2A0O.
Millm alpiste e paine. muito novo a MO rs. a libra.
Biscoitos e bolachas de soda a I:i00 e ti
Araruta das meluores mareas a !, ti, ii, hi, e
4*500 a caixa.
Arroz do Marantio c Java a 100, 70 e 80rs. a li-,,Charuto era.macos conteado 50 por 60 rs. o cento
Anieixas franrera* com t c ineia libeasa U5-
Massa de .lmate da melbor qualidade a 800 rs. a
libra,
fthrmeilada do^ mellioro? fabricanlcs a MI rs. a
libra.
Gniripas as mais novas a 50 rs. a libra, e em
tJarrfljMr 1M
Azeie doce de Lisboa tino a 640 rs. a garrafa.
Dito de carrapato a 280 rs. a garrafa, e 2*000 a
arre*.
Vinho de Figueira c Lisboa das melhores marcas a
320, 400, 300, 560. *&<> e 800 rs. a garrafa, este
ultimo >lo I'orlo proprio para os doentes por
ser trHicaAiaracommendad') para este lira.
' Queijos do ultimo vapor 2* e 1*700.
Majrtet^a ingleza flor a 14 a libra, e a 950 rs. em
barril.
M-iB meaos superior de 720a 800 rs. a libra.
liim fiaace/.ai ito altimo patio a 560 rs. a libra,
em barril se far ahatiineato.
Gomma da mais alvaa 160 rs. a libra e a 4*500 a
rirro^a.
iMSnSr^ies tm*# haoalros rauitos o.e enfadook seria mecioa*>s.
dem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, o
2800 a caada.
Idean cta Porto
generosos engarrafado dos melhores fabri-
cantes da ctdade do Porto a 15 e 1(5200
a garrafa e de 105 a 25 a caixa, as mar-
cas sao as seguintes: Chamisso F. A M., Nctar ou vinho dos Deuzes,
lagrimas do Douro e outros muitos.
Latas
com 10 libras de banba a 4$000.
Bolackinha ingleza
al5800 a barrica damesma que-
vendem a 25000 e 25400.
Nozes
as mais novas do mercado a 120r* .il bra.
Ceryejas
dos melhores fabricantesje de todas as mai
cas de 45500 a 5500 a duzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Reis e outros em
meias caixinhas a 15500.
Arroz
do Maranho a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 25500 a 3?>000 a ar-
roba desses que vendem por 35400.
CAF
de 1.a e 2.1 sorte do Rio de Janeiro a W5f
e 85800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
Ciarrafrs
com 4 V garrafas com vinagre a l000da
o garrafao.
GENEBRA DE URANIA
verdadeira a 15000 o frasco, e de H500C
a caixa.
DEM
em frasqueiras de Hoilanda a 55800 com
12 frascos.
GENEBRA
de Hoilanda verdadeira em frasqueira a Goo
rs. cada urna.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza
e 2o rs. cada caixinha.
LICORES
finos de todas as qoalklades, a lo.ooo a caixa
com urna duzia e a 4,ooo a garrafa.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
jam Abreu e outros muitos a Goo rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunto de Lamego a 52o rs.
a libra.
ARROZ
Maranho, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3.000. a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas marcas a 5to rs.
a libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
de carnauba em caixas, de arroba a ,3oo b
caixa e 34o rs. a lib/a.
Batatas novas
em caixas de 2 arrobas a 5$ a caixa e 60 rs.
a libra.
Passas miii! uevas
em quartos e inteiros a 25 o quarto e 65500
a caixa e 400 rs. a libra,
Chocolate
portuguez o mais especial que se pode de-
sejar a 800 rs. a libra e 140rs. o pao.
VrutaN rm ealda
chegadas ltimamente, pera, pecego, ginja e
outros mttitos a 640 rs. a lata.
Osee da casca da guiaba
a 600 e 15 o eaixae.
64o rs. a libra,
dem de casca dura a 24o rs. a libra,
dem de casca mole a 32o rs. a libra.
ra sopa a 2oo rs. a libra.
Licores francezes de todas as qualidade* de
7oo e 9oo rs. a garrafa.
Ameixas francezas em caixinhas com lindas Manteiga ingleza perfeitamente flor aHoo rs
estampas, a l,2oo e l,5oo rs. a libra, desnessesarie mais elogios ne*-
Idem em frascos de vidro a 1,2oo rs. te genero que so se pode verificar com *
dem em frascos grandes a 2,5oo rs. vista.
dem em latas de 1 'i libra a i,loo rs. dem franeeza a 56o rs. a libra, e em barr;
Arroz do Maranho e da India o melhor que ou meios a 5oo rs.
ha neste genero de 8o a loo rs, a libra, e Marmellada do l. fabricante de Lisboa a 6oo
de 2,5oo a 2,8oo a arroba, rs. a libra, ba latas de I, 1'/, Hrm.
Azeite doce de Lisboa a 6oo rs. .a garrafa, eMaca de tomate em tatas de ama e dtias li-
4,8oo rs. a caada.
dem francez e de Lisboa refinado em gar-
rafas brancas a 9oo rs. a garrafa e lo.ooo
rs. a duzia.
Alfazema muito nova e limpa a 32o rs. a
libra.
Azeitonas muito nova a 2,ooo rs, a anco-
reta.
Alpista limpo a liors. alibra,e 4,4oo rs. a
arroba.
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio de diversas qualidades, em latas
de 6 e de 3 libras a 3,ooo e l,5oo rs. a
lata, e 64o rs. a libra.
bras, a (too rs. a libra.
dem para sopa ealrellinha, pevide, rodada.
etc. a 3,5oo rs. a canta e 56o rs. a libra.
Macarrao, taHtarim e aetria a 4o rs. a li-
bra.
Mostarda franeeza preparada a ioo rs. o hu-
co.
dem ingleza em p a 64o rs. o frasco.
Molho inglez era garrafinhas com rollta de
vidro a 64o rs. cada urna.
Marraschino verdadeiro de Zara a t,ooo r..
a garrafa, e lo.ooo rs. a duzia.
Nozes muito novas a 16o rs. a lil.ra.
Ostras preparadas em latas a 7oo r.v ;i l;...
dem ingleza em latas de 2 ede4 libras Prezunto para fiambre inglez verdahin.. -ra-
das melhores marcas a t,3oo e 2,2oo rs. rantindo-se a qualidade, a 7oors a libra.
a lata.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra e
em barril a 36o rs.
Batatas em caixas de 2 e de 4 arrobas a
l.loo rs. a arroba.
Champagne das melhores marcas a 2o.ooo
rs. o gigo, l,8oo rs. a garrafa, e 9oo rs.
as meias garrafas.
Cha uxim o melhor possivel a 2,7oo rs. a li- dem do gaz a 2oo rs.
bra. a groza.
dem perola qualidade especial a 2,7oo rs. Painco muito novo a 16o rs. a libra, c 4.5or.
Passas novas de carnada a 4oo n. a lil.ra. e
6,5oo rs. a caixa.
Peixe em latas lienneticamente lechadas da*
seguintes qualidades, sabe!, corvina, g-
raz, cavallinha e pescada a l,ooo r>. i la-
ta.
Palitos para dentes fichadas a I la rs. o na-
co de 20 macinhos.
a duzia, e 2.Ico rs.
FKUCTAS
MAVU. PERAS E VWAH
chegadas neste ultimo vapor, vende-se nos seguintes lugares: Ra do Imperador n.
40, Verdadeiro PrincipalRa do Queimado n. 7, Uniao e Commercio.
Vinho MatUira fino.
Vende-se na rna de Apollo n. 4, primeiro an-
dar, em bsrris de oitar, cnegado hoje.
Kua da Senzalla Vova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idemdeLoa
Moor fibra a 120 rs.___________________
SfflBpl
Salitre refinado, superior qualidade, vial B >r
deaux, differentes qualidades, mais barata que em
qualquer parle : no armazem de E. A. Burle &
C., ra da Cruz n. 48.
& ?.
a o > ft nta-1* "4 as
- b : o.a rA a
Q.
O. 0a
SMllFFI'iOii
IA
Q. 03
'SaS'Sftg'S.
&"&
a E a- --
9 v- S ct> _. a.

a s.
3 w c
O
9
9
CD
n-"SS|;9 "gSil
w0
-S-
?S5
03
9ta ra da Carlaia, armazem n. 53, vende-se = ^
o segttini : 4 mtsr4as-roup;i de raiz de amarell, j S
iiovi, t inolxl w de dita lamben nova, i dalias de i er *
cadoiras, da ceroja, herce* de- aia, I banca e ni-: 4 3
CL
B en w
O "
O O-05
m W e
^H^2 S.-?
Hi lli3
fj, o 0> .
2: ?%9.Z,
i
i
* ^ ^ <' *
9
v-
- _
US
a
vogado, i mobiln de juraran Ut, aova, etc. : ven-! x Z

de-se maOo baeat e a dinlwiro.
O M C
Vende-se a casa terrea da roa do Progresso
O. ti (no Carainho Novo) tem um portao ao lado
queda entrada para o quintal, no qual existe ca-:
co ppquenas me aguas, rende ludo 4805. e ven-
de-se barato por seu proprieurio ter de retirar-se j
para fra da provincia : a tratar na ra do Quei-
mado n 77._______________
Fumo do Para
Chegou roa Nova n. 61, defrunie dalllma. c-
mara municipal: vende-se porpre^o baratissimo
a.
S'
I
I
G
9
-S
c
9
s
e
5
3
a libra.
dem hysson o melhr.r que ha neste genero
a 2,ooo, 2,4oo e 2,6oo rs. a libra.
dem do Rio em latas de 2 a 8 libras, a I,3oo
rs. a libra.
dem preto homeopalhico 2,ooo rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas a 6,ooo rs. a du-
zia, e 56o rs. a garrafa.
Chocolate francez, suisso e hespanhol a
l.ooo, 1,2oo e 1,4oo rs. a libra.
Charutos do afamado fabricante Jos Furia
do de Simas e outros da Bahia como sc-
jam Regala, Trovadores, Guanabaras, De-
licias e Suspiros, a l,6oo, 2,ooo, 3,ooo e
, 4,ooo rs. a caixa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco.
dem franeeza surtidas ou de urna s quali-
dade de cada frasco a 5oo rs.
Cognac inglez e francez a l.ooo rs. a garra-
fa, e lo.ooo rs. a duzia.
Cominho e erva-doce a loo rs. a libra.
Gravo da India a 6oo rs. a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Copos finos para agua e vinho a 4.8oo,
5,ooo e 5,5oo rs. a duzia. e 5oo rs. cada
um.
Caf do Rio superior 28o e 3oo rs. a libra,
e 8,5oo a 9,ooo rs. a arroba.
dem do Ceara a 26o, 28o e 3oo rs. a libra,
e 8,ooo a 8,500 rs. a arroba.
Doce de goiaba a 6oo rs. o caixo.
Erviltias portuguezas em latas, chegadas l-
timamente a 7oo rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
dem ja descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Figos em caixinhas bem enfeitadas a 9oo rs.
cada urna.
Graixa nova a loors. a lata, l,loo rs. a
duzia.
Genebra de Ilollainla em frasqueiras de 12
frascos a 5,8oors., e 56o rs. o frasco.
dem em botijas a 4oo rs. cada tima.
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,8oo
rs. com o garrafao.
dem idem de 3 caadas a 7,2oo rs. cada um.
dem ingleza em garrafas brancas bordadas
com rolha de vidro, qualidade superior
a l,ooo rs. a garrafa.
dem delaranja verdadeira a l.ooo rs. o fras-
co, e H,ooo a frasqueiras de 12 frascos.
Kirsch Wasser excellente bebida Suissa a
l,8oors. a garrafa.
rs. a arroba.
Queijos flamengos do ultimo vapor.
dem prato muito fresco a 8oo rs. a libr. e
sendo inteiro a 72o rs.
Sal refinado em potes de vidro a :oo rs. ra-
da um.
Sardinbas de Lisboa e de Nantes a Goo r>.
a meia lata, e ioo rs o qmrti>.
Sag muito novo e alvo a 24o rs. a librv
Sardinha de Franca a 18o rs. a libra.
Sevada a loors. a ibra.
Touc'uio de Lisboa a 24o e 3oors. a libra.
Tijolos para limpar facas a 15o rs. ant \m.
Vinho em pipa, Porto, Lisboa e Figueira **
marcas menos condecidas a ioo rs. a gar-
rafa. ea2,8oo rs. a caada.
dem Figueira expecialmeUe escoIbitL. oesfc-
lugar a Goo rs. a garrafa, e i.iioo a caada.
dem Lavrad o, Colares muito fresco .em
oomposico a Goors agarrafa, e Mu n. *
caada.
dem Lisboa em ancoras com 9 caadas m-.r-
ca especial a22,ooo rs. a anc.j.
dem branco uva pura a 56o rs. a gar rnV
e a 4,5oo a caada.
dem Porto fino em pipa a 56o rs. a garra-
fa.
dem engarrafados generosos. Lagrimas rio
Douro, Duque do Porto, D. Lui7 I. D. P-
dro V. Nctar, velho seecov Matraz, f-
genuino partictlar de 9ooal,oo rs. a gar-
rafa e a te#ooo rs. a caixa com urna dmi*.
dem Madeira legitimo a !,2oo rs. a gtrrafe.
ea 12,000 rs. a duzia.
Me Muscatel a fooo rs. a garrafa.
dem Bordeaux dos acreditadas marra> Si.
Julien St. Esteph, chieau la Ro/e, chata
Margoux e outros a 6,ooo rs, a caixa e5<
rs. a garrafa.
Vermouth a melhor bebida estomacal a t.aw
rs. a garra/a.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa r I, ioo
rs. a caada,
dem em garrafoes com 5 garrafas a l.ooo rs.
Vassora& do Porto com arcos de ferro a 3fc
rs. cada urna,
dem de escovas para lavar casa a 36o rs.
cada urna.
Ve!las de espermacete superiores a 58o r.
a libra, e sendo em caixa a 52o rs.
dem de carnauba retinada e d- coaapasifjt
a 36o rs. a libra, e lo..'ioo e I l.ooo rs. a
arroba.
No armazem de azendas ba-
ratas de Santos Coelho,
Rna do Qucimddo n. 19.
Vende-se osegulnte:
Attencao II
Ricas laziahas, fazeoda a melhor que tem viu-
do ao mercado, tinto em gosto eomo em pulida-
de, pelo baratissimo proco de 560 rs. o corado.
Ditas miudinhas carmezins, proprias para vesti-
dos de mentas < ca misinhas a 640 o covado.
Corles de l.la coto 15 cavados, pelo barato prew
de.
Cobertas de ciiila da India a %|0O e M.
Lences de panno do Inliu a 2 a tiSO.
Peca's do cambraia de farro rom 9 tft varas a
:i*2O0. .,
Toallias alcochoadas proprias para maos afi
dada.
Ricos cortes de lia om barra Mara Pia a
184.
Pe; i. de platilbas de algodao com 10 varas,
proprias para sala a 4.
Algodao entestado com 7 1|2 palmos de largura
a 14100 rs. a vara.
Estelra da India, propria para forro de sala de
4, S, e 6 palmos de largura, por menos preco do
que em outa qualquer parte.
Neste estabelecimento tambera se encontrara
um grande sortimento de ronpas (titas, e por me-
dida.
FAZENDAS BARATAS
has-soM Pafclirn 11.
Admrelo '!!
O dono do amigo esubW-vimfnto d* famtm T%-
Wic n. II, parliripa ao publico que Maio e om-
dar com brevidade a sua leja para onlra loralMa
de, esl residvido a veuder todas a* famiM pst
barato preco.
K' queimar!
Vendem-se chitas largas pelo barato prprn dr
260, 280, 320, 360, 3R0, 400 e 440 rr, ditos o rri
las a 200, 220, 240 e 260, ditas p. realas a .0 r.-..
ditas estamnadas a 440 rs., ditas para rotera a>
320, dita larga a 500 rs. : s no Passe PoUir
n. II, para se acabar.
lUloes leanos.
Vendem se baldos a 24500, 34, 3450o e 4JWM.
brisa branco de linho a 14 a ara, dito pard* e
lisira a 720, ganga aman-lla para ralea a 500 rs.
covado : s no Pasein Publico a. ti.
E' queimar barato.
Ricos cortes de vertidos de cambraia a 44, g--
zini-ia para calca a 720. madapoln ni roa *SS
varas a 94, assim como outras faxendas qoe. n. a
vista ; tamlwm dan amostras, teiaado pectkor
Vende-se urna taberna na roa iterta d*-
Afogadus com noucos fondos, boa pare quem qsi-
zer principiar, tem muitos com moda pare fa-
milia : qaem a qnizer comprar, dirija-w me>uu%
raa, nadarla n. 66, qne vista do comprador m
far lode e negocio.
\

I


Diarlo e rwmumhmtio Stf felra 13 de Oiitiilno ie it4.
I
ftO PUBLICO
%ew o menor constran-
glmento se entregar o
Importe do genero que
nao agradar.
MAZEM
ATTENQtO
Os precos da segulnte
tabella para todos, po-
dendo assim servir de ba-
se para o ajuste de contas
coni os portadores.
RITA HA CAltEEA UO RECIFE ST. 53.
(logo passaudo o reo da Coneeifao)
Cirande rediiceo de preeos, equivalente a dez por cento menos o que outro qualqner
annunciante.
Col legas.Nao posso por mais tempo sustentar o prego da manteiga ingleza a l,ooors. a libra, bem assim o de outros
muitos objectos, etc., dando com isto ocasio a todas as espeluncas acabarr-m por bom preco a manteiga de tempero, e grilarem em
alta voz, que podem vender pelo prego que eu vendo! 11 Ora, eu offendido com estas obscuridades e receloso em adoptar o mesmo
systliema que vina encontrar, de so se vender com um por cento a carola, resolv fazer esta grande reduccao de preeos, como veris
pela seguinte tabella, pois como sabis ca pelo meu bairro, at a abertura do momoravel armazem de molliados Uniao Mercantil nao
se sabia de outro prego de manteiga ingleza a nao ser o de 1,4o a l.Goo rs. a libra. Hoje porem, resentidos da reduego a que
estfio obligados, encarando todos os das de seus freguezes reclamaco de pregos, e qualidades, vingam-se de un e outro portadores
mal informado daste novo estabelecimenlo. para lhe vender goneros nao proprios de um estabelecimento desta ordem que o seu fim
to somonte obter a concorrencia de seus freguezes.
Para bem de todos.
Senhores e Senhoras o aceio que presidie, aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que ludo aprompiidao e entei-
reza com que serao tratados, convida a uina vizita ao mesmo, certos de que sem duvida me darao a proleecao e preferencia na compra
dos gneros que preeisarem, e quando nao pogam vir podero mandar seus portadores, anda que estes sejam pouco praticos, pois
serao tlo bem servidos como se viessem pessoalmente, hacend para com estes toda recommendaco, afim de que nao vao em outra parte.
Manteiga ingleza (safra nova) especialmente
esculhida a 800 rs. a libra, em barril se
faz abatimento.
dem franceza a mais nova que tem vindo ao
mercado a 5(5o rs. a libra, e em barril ou
ineius a 000 rs.
Cha hysson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
dem perela o mais superior do mercado a
2,800 rs.
dem huxini o melbor que se pode desejar
neste genero 2,6oo rs.
dem preto homeopathicoporserde superior
qualidade a 4,ooo rs. a libra.
dem hysson, huxim e perola mais proprio
para negocio o 1,000, l,8oo e 2,ooo rs. a
libra, garante-se ser rauito regu'ar, igual
ao que se vende em outra parte por 2,4oo
e2,5Q0 rs.
Lmguicas, chourigas e paios em latas de 8
libras, ermeticamente lacradas a 5.5oe rs.
garante-se serem superiores aos que vem
em barris.
Chourigas e paios em barris de mea e urna
arroba a 8,000 rs. e 1,00o e 600 rs. a libra.
Ojoeijos llamengos muito frescos chegados
neste ultimo vapor a 2,2oo rs. e do vapor
passado a l,6oo e l,8oo rs.
dem londrinos os mais superiores que tem
vindo ao mercado a 800 rs. a libra entei-
ro se faz abatimento.
dem prato muito fresco a 800 rs. a libra.
I lem do Alentejo o que se pode desejar de
fresco e superior a 800 rs. a libra, a elles
antes que se acabem.
Ervilhas e favas portuguezas em latas ja pre-
pralas a 61o rs.
Mannelada imperial dos mais acreditados fa-
bricantes de Lisboa a 6oo^. a libra.
Presunto do reino vi;nlosdjP..;is;i particular
a 56o rs. a libra, e a 5o rs. inleiro.
dem inglezas para fiambre chegado neste
vapor 72o rs. a libra.
Copos lapidados para a gua a 5,000 e 5,8oo a
duzia,
Chocolate francez, saina e hespanol a 9oo
1,000 e 1,2oo rs. a libra.
Espermaccte em caixinbas contando 6 libras
por i,oo rs., garanto-so serem transpa-
rente e de superior qualidade, tambemtem
de 12 por libra propria para carro.
Peixe em posta sovel, corvina, gors. pesca-
rs. e em barricas de 4 duzias se faz abat-
ment. '
Caf do Rio a 26o e 28o rs. a libra, e 7.800
e 8.5oo rs. a arroba.
dem lavado de primeira qualidade a 3oo rs.
a libra, e 9,ooo rs. a arroba.
dem do Cear de superior qualidade a 24o
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,000 rs. a
arroba.
Arroz do Maranhao a loo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba.
dem da India muito alvo egraudo a loo rs. a
libra, e 3,ooo rs. a arroba.
dem de Java a 80 rs. a libra, e 2,2oo rs.
a arroba.
Pamco ealpista a I4o rs. a libra, e 4,3oo
rs. a arroba.
Massa de tomate em latas de 1 e 2 libras a
600 rs. e de barril muito superior a 5oo
rs. a libra.
Aletria, macarro c talharim a 4oo rs. a li-
bra, e 9,ooo rs. a caixa.'
dem e talherim branco a 32o rs. a libra,
estas massas tornam-se recomendaveis as
pessoas doentes por serem propiamente
feitas para esse lim.
Estearinas a 56o rs. a libra, e em caixa com
25 libras a 52o rs.
Vinho do Porto muito fino excellente qua-
lidade proprio para engarrafar em ancore-
tas com 9 caadas por 45,ooo rs.
Vinhode pipa Porto, Figueira, e Lisboa a32o,
4oo eooo rs. a garrafa, em caada a 2,5oo,
3,ooo e 3,8oo rs.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a oo e 5oo rs. a garrafa, em caada
a 3,ooo e 3,ooo rs.
Vinho branco para missa em caixa de I duzia
a 8,000 e a 680 rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas, que
vem ao mercado como sejam Lagrimas do
Bototo, Duque do Porto, DuqueGenuino,
D. Luiz I., Madeira secca, Malvazio fino,
Fetoria ern caixa de 1 duzia de 9,ooo a
lo,ooo rs. eaOno e l.oooa garrafa.
Vinho Colares o mais superior que tem
vindo ao mercado a 64o rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantesem quartos e meias latas
a 36o e 56o rs. cada urna.
Sardinhas portuguezas em latas grandes
preparadas pelo melhorconserveiro de Lis-
boa a 64o rs.
Antonio de Lisboa em' latas com 6 libras
por 2,oo; ditas duce em latas com o mes-
mo peso a 2,5oo; ditas imperiaes em latas
de 3 libras por l,5oo rs.
Ameixas francezas em latas de 1 e meia libra
por l,2oo; ditas em caixinhas de deversos
tamanhos com bonitas estampas na caixa
exteriora l,2oo, 1,000, el,8oors.
Azeite doce refinado Penanol ou do Kempes
de Lisboa a 85o rs. a garrafa e 9,5oo a
caixa com urna duzia.
Batatas muito novas a 5o rs. a libra e 2,ooo a
caixa com 2 arrobas.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,5oo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a 32o
Ndees muito novas a 46o rs. a libra
Molbo roglea em garrafa de vidro com
rolda do mesmo a 5oo rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes a
800 rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes j preparada
a 4oo rs.
Lentilhas excellente legume para sopa a 2oo
rs. a libra.
Marrasquino o verdadeiro de Zara em garrafas
grandes a i ,00o rs. e 11,000 a duzia-
Palitos para dentes a I lo e 16o rs. o mago.
Sal refinado em frasco de vidro com rolha do
mesmo a uoo rs.
Cerveja branca e preta das marcas mais a-
crediUdas que vem ao mercado a 5,ooo e
5,5oo a duzia e 48o rs. a garrafa.
Sag muit-DOvo e alvo a 24o rs. a libra.
SevadinldcrVanca muito nova a2oors.
ClianWsdnlndnfeosfabricantesdaBahiaeas
da, salmo, ostras echernee, vezngo cm'Bolachinhns inglezas as mais novas do mer
latas grandes a 800 e l,ooo rs. cada urna.
Vinho Bordeaos das marcas mais acredita-
das q ie lem viudo ao nosso mercado a
6,000, 7,ooo e 8,000 rs. a caixa, garante-
se ser de qualidade superior, que outro
qualqner nao pode vender por este prego.
Genebra de H-iUanda a 56o rs. o frasco, e
5,7oo rs a frasqueira.
dem de laranja verdadeira de Aliona em
frascos grandes a l.ooors. o frasco, e
11,00o rs. a duzia.
dem de Hollanda em botijas grandes a loo
cado a 2,8oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
Bolachinha de soda em latas com diversas
qualidades a l,3oo rs.
Bolo francs em caixinhas muito proprias
para mimo a 64o rs.
Passas muito novas de carnada a 4oo rs. a
libra e 6,ono rs. a caixa com 88 libras.
Figos de comadre a 24o rs. a libra e
I,8oo rs. a caixa com 8 libras.
Amendoas de casca mole a 32o rs. a libra.
Bolachinhasd'aaua em sal da fabrica do Beato
s de todo^ os fabricantes da Baha e das
is acreditadas marcas eonhecrdas no
osso mercado a 2,000, 2,5oo, 3,ooo,
3,ooo c 3,8oo a caixa de loo charutos.
Cognac inglez das melhores marcas a
1,0^0 rs. a garrafa.
Doce da casca da guiaba em latas de 4 1
VNDESE
: alcatrae do gaz pelo preco h feri co
arma/em da bola amareHa no r,f, ,?,-, f*.
: retarla da polica.
Vm Itotobrineata Ermr1^

O Huido Srieitifiro niaiiaaurntf *>
Acaoa tie it'tei/ei de Ma pn-pi w eucummeiiaa um grajiue e variado sorlimento
de molhados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o propietario em
offerecer aos seas freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos preeos, afiangando todo e qualquer genero vendido neste bem conhecido ar-
mazem.
Amendoas confeitadas de8oors. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a l.ooo
rs, a libra e 800 rs. sendo em barril,
dem francesa a ^eoore. a libra, e 5o rs.
sende em barril.
Cb uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cinta a 2,6oo.
dem perola a 2,8o rs. e de 8 libras para
cima a 2,7oo,
Licores francezes e portnguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Botefim,
morangos, limao, caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, rlela pimenta a 4,00o
rs. a duzia 1,000 rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
dem hysson o mais superior que se pode Passas muito novas em quartos e inteiros a
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima
a2,5oo rs.
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras
para cima a 2,3oo rs.
dem proprio para negocie a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata,
dem preto o melbor que se pude desejar
neste genero a .800 rs.
dem menos superior a esse que se vende
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra,
dem mais baixo bom para negocio a l.ioo
rs. a libra.
dem miudinho proprio para negocio a 1,5oo
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo.
Queijos ghegados no ultimo vapor a 2,6oo rs
dem prato es melhores e mais frescos do
mercado a 800 rs. a libra sendo intairo.
Genebra marca gato a 1.7oors. agarrafa.
Biscoitos cm latas de 2 libras das seguintes
marcas : Osborne, Crakntl, Mixed, Victo-
ria, Pec-nic, Fance, Machine e outras mul-
tas a 1 ,3oo e 1,4oo rs.
o americano em chapa a 1 ,Goo rs, s
ibra.
ruta de todas as qualidades.
atas novas em caixas de 2 arrobas a 3$ a
caixa e 60 rs. a libra*
(Balachinha deCraknelem latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs.
bras por 2,ooo; ditoemcaixoesaoors. iem inglezas em barricas amis nova do
a loo rs. a libra
cada um.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Velas de carnauba de 6 e 12 por libra a
32o rs. a libra e lo,ooo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa
e 4,8oo a caada.
Banlia de porco refinada
e 36o rs. em barril.
Capil de diversas frutas muito frescas a
64o rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a graza.
Toucinhe de Lisboa muito alto o alvo a
32o rs. a libra e 8,5oo a arroba.
Ameixas francezas em latas de 3 libras por
2,000. rs.
Cebollas solas a l,4oo o cento ; ditas em
molhos com cento etantas por l,2oo rs.
Malte excellente cha para os navegantes a
a 2oo rs. libras.
4GENCIA
DA
FUNGI LOW-OWOHE
I!iia da Senialla nova u. 42.
Neste estatielecimento contina a haver
nm completo sortimento de moendas e meiai
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos 01
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas par
lavar rowpa: em casa de S. P. Johnston 4 C.
roa da Senzalla Nova n. 42.
\ iutio do l'orlo superior
dm caixas de urna e duas duzias : tero para ven-
eer Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu
-iscriptorio ra da Cruz n. 1.
mmmm mm^mmm.
: Fabrica Concei$io da
Babia.
Andrade & Reg, rerebem constante- S
mente e tem venda no seu armazem n. JU
31 da ra do Imperador, algodo d'aquel- |p
la fabrica, proprio [tara saceos de assu- ^J
car, embalar ai^odo empluma etc., etc., fi
pelo preco mais razoavel. |tf
'tip,
Ra da Senzalla n. 42,
AK.HA/E.H
FRONTEIRO
DE
AI/TES COUTIWIIO A BRANDlO
21Largo do Tergo21
Ao publico.
Chouricas muito novas a 64o rs. a libra ; chocolate francez a 1,000 rs. a libra;
ameixas idem ; alpista a 16o rs. a libra, e 4,6oo rs. a arroba; arroz do Maranhao e da
India de 8o a loo rs. a libra, e cm a arroba de 2,6oo e 3,ooo rs. ; azeite doce refinado
a I ,ooo rs. a garrafa e em porcao, menos; idem de barris a 64o rs. a garrafa, e em cana-
da a 4,8o9 rs. ; banba de porco a 4oo rs. a libra, e em barril a 36o rs.; batatas muito
novas a 4o rs. a libra, e l,2oors. a arroba ; cha perola, bysson, miudinho a l,8oo, 2,4oo
e 2,5oo rs. a libra; charutos des melhores fabricantes da Babia de 8,000 e 4,ooo rs.;
cerveja branca e preta a 5oo rs. a garrafa; cravo, canella, comibo e erva-doce, conser-
vas inglezas em frascos e meios de 5oo a 9oo rs.; cognac inglez superior a l.ooo rs. a
garrafa; caf de 1.a, 2.a e 3.a qualidade de 8,5oo, 9,ooo e 9,SnO rs. a arroba ; cevad-
nha a oo rs. a libra ; ervilhas portuguezas era latas de i K% libra a 7oo rs. ; spermacete
a 56o rs. a libra, e em caixas a 52o rs.; farinha de araruta verdadeira a 2oo rs. a libra,
e em a arroba a 6,o(ors ; genebra de laranja a l.ooo rs. o frasco ; idem de Hollanda
a 64o rs., e loo rs. a botija; graixa em latas a i.oo rs. a duzia; manteiga ingleza per-
feita flor a 8oo rs. a libra ; idem franceza a 56o rs. a libra, e em barris a 52o rs.; maca
de tomate a 6oo rs. a libra ; marmelada dos melhores fabricantes a 64o rs. a libra ; ale-
JEStS i. Blezes iS s e casti- talharim e macarro a loo rs.; marrasquino de Zara verdadeiro a 1 ,ooo rs. cada fras-
seiiin e sunoe ingiezes, canaiein e casu hbra p!JSSaa fa a lbra pa n a 6 pn.
JEfBft 'naS aS JL7^ 455SC E*! t*** doreioo. 36o rs.; papel almajo e de peso de diver-
chteotes para carros e raootr.aarre.os para ^iS? natos do a 2,2oo rs. a grsa e 2o rsF i caixinha ditos de seguranca
carros de um e doos cavallos, e relog.os de g ^ Q 3fio rs 0 m jos flame 08 do a 28fl00 .
ouro patente inglez.
A /entro
V
Vanlese barris com alcatrao, na ra da Cruz
B. 23, prmeiro andar, escriptorio de Antonio de
Almeiiia Gomes.
PWT4SS4
Vewle-sft notassa em barris a enmmodo preco o
na ra da Cruz n. 23. primero andar, eseripton:
de Aiionio de Almeida Gomes.
cada um; cevadinha a 2oo rs. a libra; sardinhas de Nantes de 4oo a 64o rs. a lata; sa-
bio massa muito superi* r a 2oo rs. a libra; toucinho de Lisboa anulo alvo a 3oo rs. a li-
bra ; vinhe do Porto velhn engarrafado a ,5oo rs ; idem em barril a 8oo rs. a garrafa,
sendo poroso ft/-se differenca eem caada a 5,ooo rs.; i'iem de Lisboa muito superior a
loo rs. a garrafa e 2,8oo rs. a caada ; idem da Figueira J. A. A. a ooo re. a garrafa e
3.6oo rs. a canuda; idem do E-treito a 36o e 320 rs. a garrafa e era carada a 2,56o;
idem Bordeaux a 56o re. a garrafa ; idem branco de Lisboa, pmi-rio par missa a 5oo rs.
a garrafa; vinagre de Lisboa muito superior a 2oo rs a garrafa, e l,ioo re. a caada ;
soda, cevada, alfasema, gaz e tijolo de limpar facas a 14o rs. Presuntos de Lamego a 5oo
ea.l.sa.irrb outros muilos gneros quedesnecessario mencioua-loe.
mercado a 3,5oo rs, a barrica e 24o rs. a
hbra.
Chocolate portuguez o mais especial me se
pode desejar a 8oo rs. a libra e 14o rs. o
pao. *
Papel de botica de excellente qnalidade a
2fuors. a resma.
Potes com sal retinado a 48o rs. cada um.
Bicos frascos com frutas francezas em calda
a melhor que se pode desijar de l,4oo a
3,ooo o frasco.
Frutas em calda chegadas ltimamente, pera,
pecego, ginja e outros muitos a 12o rs. a
lata de 21 [2 libras.
Foijo verde em bages em latas a 64o rs. a
lata.
Nozes muito novas a 120 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 6oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V. nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.ooo e
l.ooo re. agarrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
Idem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composic5o a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Farinha de matarana a 240 rs. a libra.
Ricas caixas com figos a l,ooo rs. cada urna.
Ricos livros com figos l,ooo rs.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 re. a libra, e 2,5*h> a arroba.
Garrafoes com 4 l/% garrafas de vinho supe-
rior a 2,000 re. com o garraflo.
dem com 4 '/s ditas de venagre a 1 ,ooo re. o
garrafo.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com aancoreta
dem em pipa puro sem o batisme a 2oo rs.
a garrafa e l,4on re. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
dean! fazenda muito especial a 6,8eo re.
a caixa e 7oo re. a garrafa.
2,ooo rs o quarto, a 6,5oo a caixa e 4oo
rs. a libra,
dem corinthias proprias para podim a 8oo
rs. a libra.
Marmeladas dos maisafamadus fabricantes de
Lisboa a 64o re. a libra.
Ervilhas secas muito novas a 16o re. a libra.
Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
Ervilhas francezas em latas a 64o rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,6oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para fiambre inglezcs a 7oo e 8oo
rs. a libra.
Chouricas e paios mnito novos a 64o a Hbra.
Caixas de traque b. 1 a 8#500 cada urna.
Massas para sopa macarro, talharim aletria
a 4oo re. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
e 8oo re. a garrafa,
dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
garrafa.
Charutos em grande quantidade e de todos os
fabricantes mais a creditados a 1,5oo,
2,ooo, 2.5oo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por ahi se ven
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8.3oo e 9,ooo
rs. a arroba e 28o a 22o rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
roba e 26o rs. a iibra.
ArrOZ 00 .Mili .-mlitw a I m .-. a libra, 3.non rS.
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 8o rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar-
roba, e 36o rs. a libra.
dem de sebo muito dura fingindo esparmace-
te 36o rs. a libra.
dem de esparmacete a 56o rs. a libra, e em
caixa a o rs. com 25 libras.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
maj se vendeu por 7.ooo rs.
Idemalmaco pautado e liso a 3,ooo re. a resma.
dem de peso pautada e liso a 2,5oo rs. a
resma.
dem a zul de botica ou fugueteiro a 2,oo rs.
a resma.
A CoMpsipU Aiaeatat
Peioral df kemj>
Por espaco de mnito tempo ht ...:.(, *
tensamente en Tamptc* pan a con Hk
TSICA plmomab,
C ATARMO, ASTHMA,
BROHCHITE, TOSSE CvTTZ^J^
cbdpo oe mmmkm
inflammacoeg da Sargaata e do PkCa^
o isto cen um rowiUwdo t* Ma -! -*m
ramete assombroso o pao on madtua ilStca.
arvore juc duauo A*ramvn. e ^-.: *9
se enooRtra ao Meaioa.
A Composifo Anacahuita Pe i* T '
ral de Kemp e' um Xnroj* Maj .*ri
ramete ditfcrcotc na sua .-ouiposi., .o .'o
todos os mais Peitoiaea e Eapertorant*"* "ma-
nufacturados de fntetoa attrinjfentc^ iw*
e railes, fcc-, o nnuma ad aoaatiu npnf "aaj
Acido Prumce ou entras pM|aj iayv
dientes venenosos.
Todasaa motartiaa ai*aa%ifs ia a>ua/"%i.
c dos pulnw'tes desappaMCcas otn<> yat .it
magioa cacantes anaVaaa a ac-o A-sft *
rnmparavel c imaitfOTei masiliu.
A venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C Bravo 4 C, ro
da Madre de Dos.
ara desearcar atgada.
Na pujara da rna rhrnla n un
excellente uiuiur para ravatto, *|ii<> so p+*r aj v
car rom grande vantazem para marhin.. >W **+
Carocar algodao, para farinha in mtn/.a
i|iiali|uer ontro miMcr, Ipwo a aaaafeJMI '-' r b
mais simples possivel.
, Vende-se um sitio as Maa d M-mia,
com rasa de vi venda e raacho. aer fiaras >c/>;
a Iratar no mesmo com ICcnet de Mat:o> -i* .""
Paulo, ou na ra Direita o. 8.
I a
Balaios para meninas
Lindos balaios de varios cot-n para merw7
| trazerem no braco : 5 e rnronira na toja do IM-
ja-Plor, ra do (jueimaooa. i e ;'.
Extratos e sabio cm cai-
xinhas
Idem embromo de 1,2oo a 1,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 V* "bra a
l,2oo e8oors. a libra,
dem cm frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para 1,4oo rs.
Conservas inglezas a 8oo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Molhos inglezesa 8oo e 4,ooors. o frasco.
Cravo a 48o rs. a libra.
Cerveja Tenente verdadeira a 7,ooo rs. a
duziae 6oo rs. a garrafa,
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
e 6,ooo rs. a duzia e 5oo re. a garrafa.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a l,ooo re. o molboe
8oo rs. o cento.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,ooo
e 56o re. o frasco,
dem em botijas a 4oo re.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo re. a gruza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixados em macos grandes
com 2o rs o macinhos a 12o rs. o masso.
Comnhos muito novos a 32o rs. a libra e
1 o,ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o re. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,ooo rs. a
arroba.
Gomma a 28o rs. a libra e 5,4oo a arroba.
Peixes em latas a l.ooo rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,oo re.
Doce da casca da goiaba a 6oo e I ,ooo rs. o
calato.
Lindas caixinhas rom am carta om a fcmr'i
imperial, e drntro de rada caisa um iravo u *-
lio o mais fino que passivel : na |.jj.\ do B^ ija-
Flor ra do Queimado n. 63 e 69.
cal 4eTLIaka7~
Ha para vender a mais nova, e uitinumr.r* "i-
gada ao mercado, em bem aeondiri nados I s ;
i .... .r,~.o Aa Uinrwl Tfiifira Hj(m, fi-.-j Trapiche n. 13, por preco razoaveL
SSCBAYOS rOCIBS.
Fugiona tarde do#. 16 de junV) p. p. ee
escravo i-ardo, de nomc Nafriv. ucs*-nilarra<
do Inate Santa Aiimt, vindo do Arai'Jty, ii 4.
de idade 2K annos pour>> mais <>u iiirnos, tw
i naes seguintes : altura regular, wna fj)ai
pouca liarl-a, rafiello Cftaa, l \. 11 ar
I calca de algodao.-inho de nsrado aml rrt
; pin de palha, tendo levado aaBa)aa una u aaj
rom mais roupa,e rendido df HH tm .-i
quem o apprecnder queira le I ,. rna da Marfr-
(le Deus n. 38, ou ra do Brurn n. 58, aii.
recompensado.
i Fogida
Desappareceu desde o mea pausado, a r*trr*
I creoula Joaquina, cor preta, alia, magra. j>*s ^r.i-
des e a pal hitados, rom algunas piulas bramara- a*
cabeca, costuma andar de limao 011 rlulex nut-ls,
inculca-se de forra, c por este mod-> aiuga-se r rr*
ama em casas pariiculares para rngownur :
sido encontrada a noote aa rwa a> Hwpi'
Uuio, e ltimamente cousU t|ue esta srivLi
cmn-i ama, em urna casa no bairro .lj R. n .
quem apprenendela 011 fer noti< i.i no p^t.>.-
do viscmide da Bia-Vista, raa da Aurora ana ge-
nerosamente recomiM-nsad*.
Escravo fgido do ibo para
esta capital.
Em trras do engenho Hitimt- ha um mito <&*.
mado Pjtimb de baixo, d'on-ie fiajio no da il -fl
incz de agosto passado um mole-iue de mmt % -4^
de idade de 13 para 14 aamm, rf ha>, -!r.
tes perfeitos, cara redoada, caacaa gnadi
meia chata, e ao meio da cabera ama prladi-
ra do tamanho de urna moeda de cinro i'i-, '. m
em nm dos ps um dedo jnni ao miiaio p^
gado ao ontro do meio para irai, mn a 1 -
tas alienas, sanio con am enap de aria> 9
copa baninlia por ter sido aparad, caMa>a rr ra de ca.-ineta, calca branca de Hamborgo, Ir-
vando em sua companhia, por eitnrran, nm
nio forro de nomo Manoel, pardo claro, a.*
que o moleque. Albo do Manoel Alvr, atora-'-1
vizinho ao mesmo sitio Pitimin de bano. Repa-
se s autoridades e mais pe>soas que o nree.
tiverem noticia delle, de mandarem preaev V. m
entrega-I ao Degociante 4esla eidadtr qur |3j..-a
as despesas feitas tara o dita fim, en ra a < -9
Srs. Dammayer A Carneiro na raa da Cm fSt
Acha-se fgido ba sete semanas e rri-..'->
de nome Tiberio, e que aa>oas p<-r abre'*, a
orhamam B-fio,rujocrioalo lem o* stfnae* -4
guiles : nieio lula, baixo e gro>-o, aauh* ^',
rallan) dous denles na freoU-, lew un tatht '#
lado esqiurdo do nariz, ja eaieve alugado aa a* la-
ca da praca da Boa-Vista do Srs. fc-rgre ,\ Sua
res, niuil-' fallale, cviinba engi-iana : pmum
U> roga-se s autoridades petriaes a captin-s V
campo a captuia do dito motean*, e b-ea-w a raa)
du Imiierador n. 73, terceiro aadar, oade ee pasa-
ra penen.smenle.

O proprietario do grande armazem Unio e Commercio declara aos sens fregu
zes e amigos e ao publico em geral, qae para facilitar a cummodidade de todos estipulou
os meamos preeos nos seguintes lugares:
tJniilo e Commercio ra do Queimado n. 7.
O Verdadeiro Principal ra do Imperador n. 40.
Contina a estar fgida desde o da 19 v *
Iho do Trrenle anno a pifia oerava de aene li-
ria dn Rosario, rom os sigues seguafaj aiif
regular, rheia do corpa, falla de om eVd aa k a>*
esquerda, nadegas empinadas, algnmas marras na
rostas, de riratrrz-s, que parece ter sMe de aMaj
le, anda desentiaracada e falla nm eareanaa>
cada, fevou vesnde de chira, sala preta e pean
da Osla, de sopi-r que esteja orroln, # iatia-
lada de f quem a tenha orcnlu, proressar e fiwer p^e^e r
das de servicus dnale e Mnpo da aa-ris :
roga-se s autoridades poficiavs lanie da por*
cunte do malo, e aos rapilaes de raman a sua ai-
prehen 21. ou travessa do roesnon 9t, eoe
tcaeos
)
1
.


-

V .
6
Di*r? e Pfrr?.-''- He\tn feira 18 Ir On Cabro LiTTER ATURA.
til PQGCO DE TUDO.
Continuamos esta transcripco do Santista :
Ambinio.DivinJade que adorara com o mesmo
J ir, equa>i coraos mcsmos lermos os hroes
e. os ladros de erradas ; os ministros o os cho-
car: iros os ratoncros e os Intentes; 03 sachris-
tSfis o os prelados.
Am*<7f;;.Acco que prova quasi sempre pusi- '"" """""'"'""" *,c"1
|an.midade. A i Ja 1 ameaca, obra. ^JJ T "
m^.-Osmausnotera se nao cumpl*,s- *ffrisi' 1ue alTcla vingar Deus, vexando os
os Voluptuosos tem companheiros na prevaricaco '
., ,. -.^a minina inn. Antropfago*. Os povoscivi isados tambem tem
-.s tul r.ssados tem associadosos polticos juu-..... ... .
.__, _____ ..,,.,.. r,f,icns_ os seus anthropofagos, que nao os comem vivse
<.iui facciososo commum do Uoinens ociosos r >
os principes tem cortezos-s os homens virtuo- rdade> masnram-nos pouco a pouco.
.MtM_ ,_!_. i Apagador.Uniforme do chapeo dos amigos do
4an^.-M* este nome a c^ideraCoos de | ^BBJJJ^ ns,ramPnl0 de marnm>.de ma-
Antecmara.Lugar onde o servilismo recebe
*.onsolac5es da insolencia e prazeres da maligni-
dadeobjecto de esludos para um pretndeme
limbo dos corteaospurgatorio dos requerenles
um hoincni celebre disse de certas pessoas abr -
Ihes ante-camara e ellas se precipitarlo.
Antepassados Pessoas mortas que o orgulho
chama do sepulchro para identificar-so com elfts.
Antidoto. Brochura da poca.
jlnfi-p/i/oion/io.Pequeo inquisidor, que sem !
Ihe encommendarem se erilromette a procurar por
eneno da philosophia
inte- reciproco^ a urna simples troca de oh- era ou de po qufi m pm mmf og meQ.
qr.io.- que sao o effeilo da c.vil.dade. A verda- noS( e corrieir os aclnres dramticos,
ffeira amisade, se existe, o sentimento mais puro Apoio_. Na0 so ,,6dt ter apoio se n5o sobre 0
que possa experimentar o homnm. que resiste, HcSo de mechanica muito til aos go-
Ani; .':''.Acto que a humanidade devia sem- vernos.
f re prescrever, mas que urna falsa poltica perde Apparencia. Veo que encobre ludo o que se
as vetes por exceptes ou por estipulaedcs avil- ten"a a fazer, mas necessano traze-lo corrido
Ilutes. E' um rorpo de crystal que perde o valor cautelosamente.
guando nio ( inteiro. Applaudn:- Arte de engaar, legitimada pela
Amor Estofo da nalureza bordado pela magi- vaidade que a exige.
,aa1-rambiodeduasrantazias-privilegiopara; Applauso Bruido lisongeiro que prodigalisa
lo,l. as hatearas que possain praticar-se, e todos fcilmente aqnelles que nos recreiam e divertem ;
os disparates, que possam d.zer-se-nutre-se amor mas co,n ne ri,ras vezes ma boa aecao recom-
as 0 res, polos passaros, pela danoa, pelo aman- pousada-doeoca das assemblas, sobre ludo as
Ce, c -urnas votas pelo marido. Em oulro tem- raP|laes-
ocnfr-iuecia-se, ardia-se, morria-se de amor:' Arbitrar.-Voder que todos desojara exercer,
faa-se delle sem necessidade, exerce-sc e \raas com ^ ninSuem 1uerser overnado.
Archivo.-Deposito de militas chimeras respei-
i lavis, e de muilas imposturas uteis.
ArflHmfnto.-Flagello do espirito, abuso dapa-
lavra.
Aristcrata Partidario do poder absoluto.
Dase particularmente este nome aos homeiis que
lamentam o rgimen feudal, os privilegios, as gei-
ras os frades e os dizimos.
Anthmettca. Sciencia dos nmeros, que dis-
pensa o espirito e substiluc a sensibilidade.
Arlequim.-Farcista polticojornal que adopta
successivamente todas as coresfunectonario que
est sempre no partido que paga.
tlj'
COrprarSe quasi sempre.
Ar>-w (periodos de).Ha no amor das meninas
onr.tro pocas dislincias : principian! por amar a
toes primeiro periodo : sobrevem o sentimento
do se '.i pequeo mrito, e nSo amam se nao a si
egnado periodo : dopois um fogo desconhecido
4he :..'. uo peito, entao amam extremosamente,
n.v nSa saben a quein-terceiro periodo : por fin
cx:ica-se o enigma, acclarase a intelligencia,
amkm alguem qoarlo periodo.
Amor proprw.ftalo cheio de vento donde sahe
iC&fipestades quando se Ihe faz alguma rotura.
jhmor di si memo.Desjar sen bem, receiar seu
inal, procurar sua commodidade, custe o que cus-
Cai: eis em que consiste este amor que se aproxi-
o->' '.r.ni'.o do egosmo.
A-"p'r:juri.Discurso que se admira por nada
te calcnder dellegrande segredo de apoucadas
capacidades.
A7f.'orrta. -Homem santo, que para ser mais
erfeito so a Hasta do commercio dos homenscom
rec ;> de ter a desgraca de Ihes ser til para al-
gnma coma.
Anarchia.Estado de urna sociedade presente
a ?o'ver-se principios de mil males de que se
nao procura o remedioconvulgoes que experi-
..r,; v ,m d.- povos para chegar ao despotismo ou
liberdadP
An-tth' * 4;':, a lancam contra aquelles que rereiam, con-
cruriando-cs a supplicios eternos quando nao po-
(Ict. Impor-lhes corporalmente supplicios tem-
i or: js.
nirajo -As verdades antes de se propagarem
^<, manecem muito lempo concentradas entre um
4>eieno numere de homens. O DOTO veste-se com
os andrajos dos vclhos, dos sabios.
Awdoctai. Espirito dos vclhos, encanto dos
mei Inos o das mulheres.
ilmii>r."sario.- Ceremonia de lulo, ou veneracao
ende so ralla dor, ou respeitopoca que recorda
a lembranca de urna aegao grande, e moilas vezes
u:. parete rico; o da sua mnrle, desejada ha
inulto i.'nmediateinonte esquecido.
A1'tHUinO.ffiiwni n"" "-' mm*oamrm Jo n>o
stia, porque oao tem snfflciente impudencia, por
CTi lera muita vaidade.
I gMHtB
BS^UBLETO
pon
E' do Sr. J. R. deOliveira Santos aseguinte poe-
sa, transcripta do Paz:
AMOR DE UMAESCRAVA.
Sou negra, da cor da noute escura ;
Mas branca, da mais limpiJa alvura.
Encantos nao invejo.
Escrava. tenho em mim tal aliractivo,
Que o branco, de senhor feito captivo,
Por mim ard'em desejo.
\ mais formosa branca invejaria
Minha cutis tan fresca e tao macia,
Se nao fosse esta rdr.
No mea seio, que treme d"alleroso,
O branco, pressentindo um mar de goso.
Ancea os dedos por.
Meu corpo, to esbelto e delicado,
Nao sei que tenha egual, quando ajustado
N'um vestido de festa.
Mas.se os gabos entao chovem-mc a rodo...
Os olhos baixo com modesto modo,
Qu'eu timbro em ser honesta.
Nem dos mocos as phrases enfeitadas,
Nem dos velhos promessas to doiradas
Alcancam meu amor:
Que em meu peito de ha muito alguem domina ;
Alguem,que nem talvez o imagina...
E esse... meu senhor...
Por elle o peito meu d'amor palpita ;
A elle a pobre escrava nao hesita
Dar ludo quantotem!
i/o ( .|u-iuipuiid o logo em que me abraso?...
Da negra embora o branco faca caso,
Nao por Ihe qu'rer bem...
Nao nao; que a pobre escrava
NSo val'o amor de ningaem I
Qu'importa que seja bella ?
Ninguem faca caso delta,
Que maldita a cor que tem I...
E com ludo eu vejo s vezes,
ios olhos de meu senhor,
Tal expresso do ternura.
Que me recorda a ventura
De gozar do seu amor.
Louca esperanca Ah 1 nao me leves
A sonhar um irqposslvel!...
Mais val'atroz desengao,
Que o pungir qootidiano
D'esta incerteza terrivel.
Inda quando a escrava ao brauco
Inspire affecto sentido;
Satisfeito o seu desejo,
O branco teria pejo
De haver to baixo descido.
Pobre raga, que, maldita,
Eoste dos homens na trra I
Qual foi o tremendo emne,
Cujo castigo te opprime
Com to desabrida guerra ? I...
Ao menos meu senhor nao como outros,
Dos escravos tyranno.
E' mego; compassivo, generoso...
Meu senhor to bom quanto formoso,
To nobre quanto humano.
E' por Isso, meu Deus, que eu, pobre escrava,
T elle ergui raeus olhos I
Mas ai I que d'este amor que Ihe tributo
Eu s cont colher amargo fructo
D'espinhos e d'abrolhos I...
Oh 1 nao quero mais de amor to louco
Nutrir a louca idea I
Serei, pois, superior as nimbas forcas...
Meu pobre corago, era vao te esforcas...
J romp a cada.
Nao mais, por tal amor, serei ludibrio
Do destino ferrenho.
Meu senhor I.. Que m'iraporta?.. Hei de esquece-lo!
Mas ei-lo que ah vem... Oh I como bello !...
Meu Deas I que amor Ihe tenho I !...
Da Tribuna \Academica, transcrevemos o se-
grate :
A FEL1CIDADE.
I
Qnem ha neste ocano de vaidades, que chama-
mos mundo.to frtil eramartyrio,toabundante em
mal entendidos caprichos, que nao aspire e arden-
leraente procure a felicidade ?
Todos passam a mor parte da vida na formacao
dos mais loucos projectos, a ti ni de gosarem a feli-
cidade ; porm, apezar de tantas contrariedades
vencidas, tantos desejos realizados ella urna coi-
mera 1
Ai I d'aquelle que desfructa ura goso seu par-
zer seguido dos mais crueis dissabores; quantos
anda nao tm lindo o riso, ja banham o rosto com
araarguradas lagrimas! Quautos nao trocara o
thalaino pelo sepulchro I .
L, onde videjam os mais rarmosos lyrios, nao
nascem tambera saudades e goivos ? Nao ha du-
vidar.
A fecidade, palavra fia de idea, mana
extravagante, nao passa de um delirio, um vo
phaatasina.:
Na trra, a sua posse mentirosa ; s na eterni-
dade a gosaremos.
Coartado, charo letor, houve ura dia, que eu
acreditei-me feliz.
Ouv-me : k
II J
Vira ao mundo cem todos os signaes de felcic i-
de : descendente de urna das principaes famil
lo Rio Janeiro, meu pae oeeapava um alto omproj
go, possuia immensos e solidos bens de fortuna},
condicoes estas que me asseguravam o mais riso-
nlio futuro.
Minha ma>, desvelada em seu amor, me prodi-
galisou os mais tamos carinos; en era a luz de
seus olhos, a alma de sua alma. Assim, passei essa
primeira estago da vida, entre risos e flores. Se o
mais pequeo accidente perturbava a harmona desse
meu viver, minha me o destrua dest'arte nunca
co tempo depois era sabedora dos sentmentos que
nutra por ella; acquiescendo os meus desejos,
Emilia, raostrou-se muito contente, e autonsou-me
pedi-la a seu pae.
Minha rtsoluco alegremente foi approvada por
meu pae, e mezes depois, vinm-se no templo de N.
experimente! aquellas contradiccoes, que fazcmdc S. da G| ra os noivos mais amantes, como nunca
ordinario infelizes as pobres c innocentes crian-' appareceria diante de seus altares.
cinhas. O amor e a felicidade nos una, e no intimo de
III nossos coracoes, sentimos que tao doce cadea ji-
Suavemente entrei na segunda estaco da vida : mais se quebrara,
minha edueacao foi confiada a insignes mostr ; I IX. ,
elles me ensinavam todos aquelles preepitos e re- Pouco depois de meu casamento, chegava Alfre-
gras afim de bem viver entre meus senielhantes. do, trazendoeni sua eompanhia um linda [lilha do
Possuindo um bem formadoeoraco ioclinado a norte ; era sua noiva.
praticar o justo, amando a virlude, desprezando, O meu contentamento foi extremo, nao sopor
o vicio, venci sem custo o choque das grossas on- ter junto a mim o meu charo amigo, como tai-
das, dessas perniciosas paixdes, que nessa quadra bem pela promessa que me fez do nao mais sepa-
da vida se apresentara. Os vinte e dous anuos re- rarmo-nos.
Amelia e Emilia, araavam-se, assim como cu e
Alfredo estimavamos-nos.
X
Eramos bem felizes I
"xi.....................
Mais tarde, com a maior ventura deu luz Emi-
, la um menino, e quando ao mesmo tempo o cu
abencoava o hymineu de Alfredo, dando-lhe urna
filha.
Estavam, pois terminados os nossos desejos.
Eu fazia votos Omnipotencia Divina, para que
essas criancinhas, que tinham o mesmo berco, que
lhantecarrera, rico dos bens da fortuna ; fiz a mi- briucavam com as raesmas flores, um dia se amas-
nha entrada na sociedade, motivo de nvpja para sem, e fossera como nos lilhos queridos da felici-
uns, causa de admiraco para outros; fui porjmui- dade.
lo tempo o ponto para o qual convargiam, to las as XII
vontades, todos os desejos. Minha presenta era a ............................................
a a .. .;.,,.inn ..ir i,, -n~ Eslava eu neste delicioso sonho, quando o meu
vida tases aristocrticos saloes, m.nha ausencia amjg8 s que comi,TO ^^ fet> ^^ m meu
sua morte. quarto tal barulho, que me acordou. Ah I S., que
6*s jornaes, se apressaram de apregoar as minhas | beliissimo ^onho^tiye eu \
habilitacoes; poeta, dramaturgo, escriptor consu-
cehia em urna das academias do imperio, a recom-
pensa de minhas lides escolsticas. As minhas
noutes nao dormidas, essas continuas vigilias ti-
nham para mim um ineffavel encanto. Sem cus-
i, sem fadiftas, colh lindas flores nos jardins da
sciencia ; seus espinhos nunca oftVndcram a mi-
nha vida de estudante, como acontece a muitos,
que os obtem a custa de um sem numero de sa-
crificios, e mesmo assim, j murenas, toteadas
pelos ps desse horrivel phantasma, o caipo-
rumo.
IV.
Rico de talentos, que me promeltlam urna bri-
A minha felicidade
minha... Tua felicidade I ponderou elle. A feli-
cidade, c na trra, nunca se realisa, um sonho,
mado, hbil medico; eos paes descobnam em e b(.m pUr0 g0amos os seus fallazes encantos.
Mas, meu S., eu sou to feliz I
Acredito, mas tu sonhavas, vamos, levanta-te, o
mim as necessarias condicoes para um bom mari-
do e as mojas nma bella acquisico.
V
No cumulo da felicidade, meu coracao volveu-se
para a amizade ; entre numerosos candidatos, pre
sol ja vae muito alto. Sao horas de marchar para
a academia...
Ah I Charo leitor, nao tenhi expressoes, com as
quaes possa significar o quanto me custou este
leriYlfreu^ ^sr^aHSgi para a aula; era tarde l
muito tarde ; J o tyranno bebel exercido tinha o
seu soberano ofllco e para suavisar os meus sof-
4
AH LIO CASTILLO BRANCO.
Continuaco.
V
h) :o'an responden as lias A-lmeidas que as suas
c :.,, ajjbes o estorvavam de ir moralizar o primo
- do- Con-o!ava-as, porra, cora a certeza de
tee o sobrinho prodigo voltaria cedo curado da
is.,.. kydroposia amorosa, depois de algumas san-
ijrias copiosas as algihoiras. O egresso, lendo
esto paragrapho, exclamou :
Isto que elle diz assim, fidalgas. O Sr.
iicclau bem se v que andou muito mundo I
t.i velhas sentiram-se alliviadas, e acnderam
telas de arralel a Santo Antonio, e outros bem-
aventurados que privam na corte celestial.
Este acontecimenlo estupendo, passada a rija
IropresSo do choque, den largas ao espirito do
morgado. Mulher que to fcil e estpidamente
j ra ao dominio d'outro homem, eslava defini-
C,. iapinho de remorso de have-la abandonado
,.?. batuta e iudigindade conseoti-lo na alma.
fLrrependido estava elle de a nao ter abandonado
tu muito, por urnas verduras do pundonor, em
que c'le victimara seis escuros e desaboridos s-
feos d?. sua vida. Tudo pelo melhor I Azavam-se-
pjhe as cousas para um viver tranquillo e desaper-
lado de responsabilidades e remeniscenclas pertur-
|,?j loras.
Cilaram logo em tirar dispensa de parentesco
para o casamento. Nicolao andava a'egremente ^
na fama de renovar as alfaias da casa de Palmei- j^"T^
Beatriz por seu primo Raphael maravilharam-se
da transferencia, e mais ainda da conformidade do
mojo de Fayoes.
Era este mancebo filho nico de paes opulentos,
e o mais galhardo e galn rapaz d'aqucllas trras.'
Tinha peccados grandes, que os nvejosos das suas
proezas desejaram esconder, se podessem. A hu-
manidade, sua conhecida, dividira-se em dous
bandos: os homens contra, as mulheres por elle, i
Raphael nao se queixava; punha peito aos adver-1
sarios, excepto o coracao que esse andava reparti-
do e desfibrado pelas defensoras. Era cou.-a de
prodigio, a paz em que tama-, odiando-se recipro-
camente, viviam com elle, e sahiara a enlistar,
nao lancas, mas linguasas mus perfurantes e
contundentes armas conhecdasem honra de Ra-
phael Garco Cogoiurali, quando algura barbado
desdenhoso Ihe desluzia no garbo com que esporea-
va o ginete a gales e trancos, ou na adamada
denguice com que requestava toda a mulher indis-
tiuclamente.
E muitas o amavam, qcem e alm Tamega,
por essa Galliza dentro, que, no entender dos si-
zudos censores de seus maus costuraes, faltava-lhe !
a libra suscepiivel lo coraco que se aoe das in-'
constancias d'uraa mulher. Em conOrmaco deste !
juizo, dcpunha o ter ido Rapnael para Hespauha;
em seguiraento d'uraa Audaluza, que apparecera
ua feira de Santo Amonio ein Villa Real, locando
pandeiro e castauhetas. Alituem conjeclurou que
Beatriz acceder a casar com o tio por despique do
primo; vanas senhoras, no proposito de desdou-
ra-la, alrmavam que ella eptra pelo mais rico,
sem levar em conla a differenca das edades, e os
dissabores futuros. Tudo isto erara vozes do mun-
do, que se bauqueteava em casa de Marlinho Xa-
vier, e se eufrascava nos raelhores vinhos a brin-
dar o prospero eulace do extremado cavalleiro de
com a encantadora Beatriz. A verdade,
porra, das rompidas utelligeucias da menina e
de Rapnael ja est dita : fra um brincar da bor-
ra, e lustrar as velhis, que irovavam as antigs
pompas do solar dos Mosquitas. Neste lidar, em
gua o coraco toraava a melhoria de doce cargo, o y^^ U|ua fl6r de madre .
morgado remocm, aueriBaan^ 1^#~\m no ,e,n anacrentica nenhuraa.se a ana
peraves, que Beatriz era ?; chre0Dlica for das raais hneslas.
qualquer homem amado. As mulheres lindas con-1
fessavam que ella era formosa : as mulheres sao
evaagelhos quando tal dizem d'outra. E, alm de
formosa, rica. Fidalga, est dito tudo, se o tim-
bre das armas de Fay5es, e de Palmeira, e das
Olarias, o mesmo timbre dos Souzas Vahias, cu-
ja representante c Beatriz. Emquanto a pureza,
pao ou^arlam os serafins esquadrinhar-lh'a. E' o
'o iaterposto flpr e estrella em materia de in-
nocencia. Tivera escaramente urna sombra de
cortejo de seu primo Raphael Garco Cogomlnho,
/Recinto quarto senhor de Kayoes. A bonina da
ierra nio fica mais pura, quando um cordeirinho
bafeja, do que ficou Beatriz com uns beijos que
Ihe havia dado o primo as faces purpurejadas.
Afia isto, que nada, o man dos Israelitas nao
c'ioveu mais candido e impolluto das amphoras do
cu. Assim se desculpa a exnltacao de Nirolu
n preparativos para os esposorios mais fallados e
leve] idos d'aquella redondesa.
As pessoas que tinham visto os requebros de
O raorgadinho de FaySes nunca pensara em ca
sar-se. Tinha entao vinte e quatro annos; muito
dinheiro, muita sattde, leitura de Clarisse Harlo-
we, da Novo Heloisa, do D. Joo, e outros modelos
de algozes de corages. E' o que elle tinha lido
em dous annos que estivera em Coimhra.
Nao obstante, a pureza da filha de Marlinho Xa-
vier enfriou-lhe a ndole ; e pode ser tambem que
a descooflanca do pae Ihe contraminasse algura in-
tento menos honroso. Disptala a Nicolu de
Mesquita, sem o proposito de desposa-la, era um
desaire; soffrer era urna semsaboria indigna dos
Tenorios e Lovelaces, e Saint-Preuz das suas leitu-
ras. Felizmente que a Andaluza Ihe barateou um
sorriso, e encareceu ura beijo, na feira de Villa
Real. Este duro osso do ofBclo irrltou-lhe a vai-
dade. A Hespanhola pareceu-lhe urna Esmeralda,
como Vctor'Hugo a encontrara inventada por um
escriptor castelhano. Ali, por Villa Real andavam
uns Claudios Frontes a quererem soduzir-lh'a.
Esporearam-lhe o ciume. Nao havia que ver. Seis
mulheres bonitas de Chaves, dezenas deltas do al-
to da provincia, duzias de galanteos incipientes e
decadentes, todas foram sacrirtcadas funambula
do pandeiro e das castanhetas.
Varas pessoas lamentararn a sorte deste mance-
bo no banquete nupcial de Beatriz e Nicolu. Os
mais penetrativos convivas olhavam de esconso a
noiva, e o marido tambem; todava, a menina es-
cutava as lastimas; como se as nao comprehendes-
se. O anjo estava como estrangeiro entre aquella
gente, que fallava a linguagein barbaresca das
paixoes deshonestas.
No dia seguinte, os esposados foram para o Vi-
dago, cun grande comitiva. No trajelo de tres
leguas, estoiraram con>t intrnente bombardas e
f.'guetes. As festas contnuarara na casa de Pal-
meira tres das e tres noutes. A grandeza de quin-
ze leguas ao sul, e tres ao norte, a entestar com
a Galliza, confluiu com suas libros a honrar a mais
cheia la de ambrosia, que ainda tveram noivos,
desde que as las se ingerem ridiculamente nos
noivados.
As senhoras do castello d'Aguiar, tias de Ricar-
do, sahram de llleira a visitarem o seu prente de
Vidago, e a Sra. D. Beatriz, que ainda era paren-
ta dellas, em razo de haver casado Mem de Son-
ta, era 1410, cora D. Briolanja de Almeida. Alm
da etiqueta, moveu-as ao sacrificio poderem fallar
do sobrinho Ricardo, e pedirem eonsolacoes ao ho-
rnera experiente.
D. Sancha, assim que o ensejo se Ihe ageitou,
rompen em pranto desfeito nestes termos :
A felicidade que estaes gosando, sobrinhos,
perdemos a esperanga de que o nosso Ricardo a
venha a gosarI...
Que noticias tem V. Exc. de Ricardo ? ata-
Ihou Nicolu.
Nao nos escreve o ingrato Ha tres mezes
que foi, c nao voltou.
_ ps nao sabem onde elle foi parar com essa
mulher?
Sabemos, sabemos... Eslo no Porto. Ricar-
do tem oscriplo aos fetores das quintas, a mandar
ir dinheiro. Nao fazeis urna idea, sobrinho, do di-
nheiro que lera ido I Se asim vae, Deus nos feche
os olhos antes de o vermos empenhar os vnculos.
Agora souboraos que elle mandou vender os foros
de Barroso por quatro mil cruzados, e a melhor
quinla da Terra-qnente I Haver um mez que o
padre Ambiosio, nosso capello, foi de nosso man-
do ao Porto a ver se o converta. Queris vos sa-
ber, meus sobrinhos, o que elle viu? Elle aqu es-
t que o cont. Diga la, Sr. padre Ambrosio.
O egresso sibilou urna pitada, assoou-se, dobrou
o lenco de quadriohos, embolo tu-o na algibeira da
balina, compoz o rosto, ageitou as mos sobre a
proeminencia do estomago, e tirou estas palavras
do peito:
Assim que cheguei ao Porto, fui a casa das
senhoras Noronha, primas de SS. Excs., para o
fim de me ellas mandaren] ensinar as ras e a
morada do fidalgo. Sahuccraigo ocapelloa inda<
gaces. e soubemos que elle estava a batidos de
va, de muito espirito e bello tracto. Mais velho do
que eu ; porra quando existe egnaldade de sent-
mentos, a difieren^ de edades, nata significa. Fe-
lizes algum tempo vivemos, nossa tontada era tima
e nica, nossos gostos em tudo sa combinavam .
assim juntos entregavam-nos agradaveis exerci.
cios da sciencia, que elle como eu praticava. Con-
tentes sempre, e alegres sobretudo por nutrinos
eguaes pensamentos a respeito da elevaco de nos-
sas almas, sentimento1' generosos e nobres. Tu-
frimenios, sou chamado lico ; sinceramente de-
claro que a elasticidade, nunca leve tao fiel repre-
sentante.
Eis ah a felicidade.

HOSTEM F. IIOJE.
Hontem e boje Eis duas palavras bem clieias
de expressoes para mim ; bem cheias de ideas, e
que reunem em si a eloruco de minha vida ; pa-
lavras que traduzem o meu passado e o meu pro-
do isto, privava que negras nuvens perturbassem o ^"Jc I ......
.' .7 ,.,:, .,: Hontem e boje Duas palavras bem distinclas,
claro honsonte de nosso tranquillo e Mil tlw... -JS^ oma%o mais que a face da oulra.
_ ... .. Emquanto urna, ligeira e leve desprende-se com
Obedecendo a sua mae, Alfredo, obrigado foi a do?ura e fogrt j,. meus tabios calidos, como a Ira-
separar-se de minha eompanhia. Embarcou para vessa herblela do involucro que a gerou ; a ou-
Pernambuco, aura de tomar conla de legados dexa- tra amarga como o fl da desventura, mal balbu-
d.,s sua familia or nm rico narente ciada aPenas- como as """"s phrases do mon-
dos a sua ramilla por um rico pareoie. bu interca|adas de wtoeos, agua todo meu
Pretend acompanha-lo, mas, imperiosos motivos sor
ra'o irapediram. Emquanto urna face apresentase bella, como a
YH rosa que principia a desabrochar, e risonha como
as manhas de abril; a oulra deixa aperceber no
O commendador B., rico capitalista deste praca, caobo o elenco de infortunios I
um dos ntimos amigos de meu pae, se achava en- Hontem e hoje 1 o passado e o presente I a ven-
fermo; fui chamado para minstrar-lhe os socenrros tura c a desgraca !
da sciencia. Grave era o seu ma, ; venci grandes > J,g^UBX^J^SS^
difllculdades e apos dous mezes de um vigoroso dtSenna a madrugada, raiando em um delicioso
tratamento, estava salvo do perigo que ameagava a jardim cheio de encantos, onde parece que, aojos
sua existencia. Extremamente reconhecido se mos-: fruiram prazeres inflados, nos enleivos de una
trou o commendador, e, querendo dar urna prova primavera eterna I
, Hoje, e o reverso desse quadro de sublimada
mais solemne do quanto me devia^me apresentou p0esja Vjrao esse quai)r0> mtl a natureza, Ira-
jando galas, parece ostentar-se luxuriaole e vaido-
sa... virae, e vede a borrasca negra semelliante
as furias infernaes vomitando raios... virae, e v-
ar t Tal quadro um qua-
a sua filha.
VIII
Vendo Emilia, linda moreninha de 16 annos,
.... ... de seo podis contempl.'i
anjo do bondade e de innocencia, sent que alem; df0 )rjs(y |
das provas de amitade que at entao s conhecia,
mister era fruir ouiras.
Teve de substituir Alfredo por Emilia. Frequen-
lemenle visitava ao commendador, e sua filha poii-
Como fe mudam as scenas Que contradiccoes
ha no enredo desse drama intitulado vida, repre-
sentado no the.atro do mundj I Emquanto urna nos
eleva a alma, cheia de xtasis ceas de delicias, e
nos embala em doces illu>oes : a outra, medonha
mar na Foz cora a maldita estrangeira. Aluguei der a batina> imi a cara havia dl, deauQCJar a mi.
um jumento, com o devMo respeito, e puz-me a ca-' nha vorgonha. eu ia como um pimento em toda a
minho para a Foz. Eis que, a saida do Porto, vejo extetifTu da palavra 0 fidalgo perguntou-me se
vir o Sr. Ricardo n'uma carroga|descoberta, com a
Franceza a sua direita, e dous lacaios, um adiante e
outro alraz, sentados na dita carroca. Fiquei pas-
sado. Quiz chama lo, e grudou-se-me a lingua ao
eu gostava de andar em carruagem. Respondi-lhe
que nao; eo demonio da Franceza disse nao sei que.
l na sua aiialdicoala lingaagem, e o Sr. Ricardo.
riu-se. A malher do peccado deu um salto para f-
cu da boreal Elle passou sem dart.no de m.m; e ; n quc parei,ja um pass.iro a sa|tar> deixan(,0 ver
eu fiquei perplexo, verdadeiramemte perplexo os ,ap )5 do sapatos, e urnas fitas pretas encruza-
Que hei de eu fazer? Deixei ir o jumento, com o dagnog artelhosl Assim a vestir o inferno para
devdo respeito: fui a Foz, resolv.do a esperar que -perdi o das a|mas. Assim appHreca 0 demonio
elle voltasse. lena eu andado obra de um quarto cnlrajado aos sant05 da Tebaida l>0Tm a verda.
de legua, eis que ah torna a carroca n'uma calo- &Q ^A( ^^ a mn||a ^^ .^ ga(anaz
pada, que pareca um esquadraode cavallana. Pa- nunca fl (n|hi!r majs gua|)a rmtam a|mas
re. OSr. Ricardoviu-rae; a carroca para, e ello' mun(]o, Eu ,|nhM de Mca.
^rosio? Isso que ei> __ ,._, ,".
quando ella pernoitou la,
diz: Por aqu, padre Ambrosio? Isso q
Venho em cata de V. Excdisse eu.Nisto,
saltouelle estrada, e apropinquou-se de mim,
ajudando-mo a desmontar, e perguntou-me: Ha
novidade em casa ? Murreu alguma das tias?.
Vejara que perverso aquelle Iinterrompeu
D. Sancha.
A perguntarse morremos !accrescenton D.
sa do Pontido, quando ella pernoitou l, e achel
que era bem composla de fecoes; mas agora desta
vez pareceu-me muito mais galharda. Nunca v ou-
tra, nem espero que os meas olhos tornem a ver
mulher assim !... Santa Maria Egypciaea. e Sinla
Margaridade Cortona, que eu j vi pintadas, quan-
do eram peceadoras, dou-lhes a minha palavra que
nao tinham tantos adornos infernaes I___Vamo;
Sima, com urna viagem de qnem promette viver, adiante. O Sr. Ricardo levou-me a urna sala espa-
muto. cosa, e toda adornada de cadeiras de almofada, p
Se VV. Excs. permittem, di brorio, continuare'! a minha expos;co.
Pode continuar, dlsseram unnimemente as
velhas.
Nao, Exm. Sr., nao morreu, grcas a Deus,
nenhuma de suas tas. Tem padecido muito, mas
vivera para honra da familia dos Almeidar. Temos
que fallar largamente, Sr. Ricardo.
Pois bem, padre Ambrosio, disse elle, entre na
minha carruagem.Muitoobrigado, disse eu. Ha
de entrarteimou o fidalgo ; e, pegando me des-
te braco, fez-me subir e sentar mesmo ao lado da
franceza hombro com hombro. O' senhores! eu
suava por todos os orificios I
Beatriz soltou urna convulso de riso indomavel.
Nicolu de Mosquita cravou os denles as borlas do
chambre. As senhoras Al meidas pasmaram do des-
coco de Beatriz. U narrador abnu a bocea, e i-
cou-se espantado. Este silencio, e estas visagens
erara cocegas a nova casqumada de Beatriz. A se-
nhora ergueu-se de salto, e fugu salla fra com as
mos as ilhargas.
Ella de que se ru, sobrinho ?! perguntou D.
Sancha.
E' flato, respondeu Nicolao.
Ah I coitadinha I disse D. Mafalda. Mandae-
Ihe fazer um cha de ortela e tilia.
Aquillo passa-Ihe, tornou o morgado. Queira
continuar, Sr. padre Ambrosio.
Vinha eu dizendo que...
Entrou no carro... lembrou Nicolu.
Justamente : e ahi vamos nos por aquella es-
trada alm, que eu nao sei para onde me levavam,
nem dava tino de mim. la afflicto I Aquella mensa-
gelra de Satanaz ao p de mim I Nunca voltei o
rosto para a ver I Que diria o mundo, vendo um
homem com estas vestes sacerdotacs, sentado
bera daquella mulher I Eu levava o meu capote
de camello, e puchei-o para diante, afim de escon-
e horrivel, aparta os olhos que oosam ixa-la, por-
que o coraco repngna-se. a alma afagenta-w ees-
>e miasma petiluHlo que, ahi so desenrolre i
loante ao fumo do Asphaiiia maldito, e
olhos se fascinam com as negras cores destt qua-
dro Fixae, antes, se o podis, o sol que tos alta-
ma com sua photoespbrra, mas nao lauree to-
sas vistas sobre es?C quadro, porque elle ro-
gar.
Hontem, palpilav activo c MvaaM meu rnra-
co cheio de vida c de amor; hontem eu era i
criaiiciiibn da loaros esbeltos annelbd te e pura nos bracis de minha mc... aw atatjK
dessa mulher de amor, que lrea*m de pra/cr qaaav
dn me den I(17, ipie de ledlCd deixou cahir i
lagrimas t seu rhoiar de pondas, e me animan i
cora seo bato divino, apertou entre seus braco* o
meu frgil e delirado n sopro poda acaba-lo !... K boje ?
Hoje ? pobre orpho de amor, vendo no rutar To
chao poento mais urna esperanca njada de sua eo-
rOa pela malfadada nto do desliao. Pobre anota
sem rumo, sem norte, abandonado ua va-t.i ampli-
do dos mares, entregue s furia> das vag.i>. va-
do son fiagil batel le encontr a medonhos esrar-
cus !
Hmlem a vida corria to pura, qual golta *e
cry.-lalino orvalho, rahado unta a una ao perfu-
mado seio da Ponina do prado ameno. Voz s.-oora
dedilhada em nina harpa divina, de nm prophrta-
re como David ou de um immortal Saloma: es-
pantando encantos o poesa nos mvsltro- arrounos
de cada ola que faz vibrar : anana, puro e ebrio
de encantos foi o hontem de minha vida !
Oh quanto tri.-le a vida de heje ?
Horriveis metamorphoses as minhas d'teoovr
primaveras !
Hoje, en tenho o cerebro engolfado n'orn monlo
de ideas tumultuosas I... sinto a esperan 0>ra-
hir como os frouxos raios dosl caminhando sr.ai-
brio. como um rci desihronado para um orraso e
olvidos... falla me vida, falta crenca<... f.ilia-mr
amor, que mais que tudo !...
Collucae vosea mo sobre men peito, e vi'do romo
bale caneado ; parece morrer Vede romo -*&
vasio; ('.oitado Tenho sede r nenhum N-if> de
mulher, vem apagar tamanho ardor... tenho -'>
e nenhuma lagrima de virgem mnlha os labios s-
denlos do mancebo >|ue, mendiga a paga de lanos
sacrificios. Mulheres que nao salieis rumprt'hendVr
o que amor ; quanto costa o arfar d> um aaa
^o I Nao com um sorriso estpido e fingido, que
se pagam tamanhas dores... tantos sonhus perdi-
dos no relento de urna noute de f-re i.aaree.
antes, um sorriso de piedade a esses Narcisos dos
bailes, que os esmolam ; mas nao o deis romo paga
a aquelle que, lnguido scisma conlemptaotlo a
la, que vagarosa caminha triste na ampMao dos
ca< '.. .
Poetas I quo loucos que sois
Hontem o Tliabor de felicidades, e hoje o
Golgotha, para onde a victima vae carmenando a
pantos lentos I....
Bemdito seja Deus Que o filho da desgraca ea-
minhe de um cu de venturas, para um inf-rnode
tormentos, sem que encontr no seu longo pere-
grinar, um tosco marco, onde elle descaer o pe-
sado manto de Nessus, que Ihe dilacera os Iwm-
bros ou sacuda as sandalias empoeiradas.
Pobre louco A' cada folha velha larangeira, a cada ave que va, que pawa,
que brinca : a cada suspirar da brisa que solnre,
que };eme. por entre os frondosos ramos dos hara-
bs, elle pergunta : Oporvir dista daqui muito
longe ?
Insensato que nao sabis, que o purvir i ura
Deus falso, que mente ; que urna illusao e que a
illuso urna mentira ? O porvir ? urna dessas
visos paludas que appareeem nos dourados so-
nhos da crianca, e que se dissipam as mesmas-
trevas era que se formara : o porvir nio existe f...
Gaminhae caminhae !...
Hontem e hoje 1 o passado e o pre-ente Eis a
verdadeira tradaeco da vida c mortn !
O passado a expresso viva Canal lagrima saa-
dosa, que se deslisa pela minha face paluda, ma-
ciltenla e triste__o presente um monta) de rui-
nas que se levanta dtante de meus olhos! medo-
nha nicthii cria que ahi gomes, cu le amaldico,
harpa do inferno I Hontem f minha soberna Pom-
peia, reduztda a ciuzas eu te lamento t
O passado u litro de minha alia*. E' J sol da vida, cscoodioo
u um occaso de illusjs t
*
Hontem, risos e flores!... boje saudade:- a pran-
tos.. e amauha...
que cudei que ia por elle dentro, o o fidalgo riu-se,
e explicou-me o caso, dizendo que o assento era
de molas.Tudo delicias do peccade! exclamei
euerguendo-me; e elle, o perdido, exclamou tam-
bem : delicias da civilisacao, padre Ambrosio!
Entao, comecei eu o meu discurso, que levava Ine
ditado, c que nao repito, para nao enfadar vossas
excelencias. O raen discurso foi attinente ao pro-
posito de o accordar do seu lethargo. Citei-lhe o
divino e o humano. Invoque as sombras Ilustres
dos Almeidas, dos Mesquitas, dos Coelhos, dos Pi-
zarros, todos ascendentes dasta nobilissima familia.
Ouviu-mo em silencio. E quando eu esperava que
dos olhos Ihe rebentasse o pranto da contnccao,
ouviu-se urna campainha, e elle, cortndome o fi-
nal do discurso, disse : padre Ambrosio, vamos
juntar, que est na mesa. Escandaliseime desta
especie de mangacao; e disse :Na casado impo
nao comers nem bebers ISao palavras da Bi-
blia santa. Peguei na bengala e no chapu para
sabir. Eis que elle me enrosca o braco no pesclo,
e diz : Ha de jantar, que tenho que Ihe dizer. A
resistencia era impossivel que o Sr. Ricardo desde
menino foi sempre despota. E de mais a mais, eu
estava a cahir de debilidade, porque nao tinha co-
mido ao almoco. Deixei me levar. Eis que vejo a
estrangeira sentada mesa I Vieram-me oulra vez
ossuores. Fiquei sentado defronte della. Foi ella
que me fez o prato, e me pergunlou se eu quena
mais. Com guaras que nunca vi na minha vida.
A sopa nao a pude levar. Tinha uns pedacitos de
animaculos, que l chamara camar5es. A maldita
comia uns bichos crus com sumo de limo.
Creo exclamou I). Sancha.
Creo que se chamam ostras I continuou o
padre, e leve logo de se nterromper ; por que D.
'irada, engulhada com a desenpeo infanda dos
bichos crus eslava a lular com o vomito.
Passado o incidente enjoalivo da senhora, me-
diante um copinho de licor de amendoa. padre
Ambrosio contiuuou :
Omiti a desenpeo dos outro- horrores, que
presenciei u'aquelle jantar de ranibaes. Eu ape.
as com d'uraa peca de carne assada, c de um pa-
to, ou cousa que o pareca. No fim do jaular. o
Sr. Ricardo levou-me para o seu quarto, e pergua
tou-me por V. Exc.
Por mim 1 disse Nicolao.
Sim, senhor. Quiz que eu lite dissesse s V.
Exc. tinha casado, ou eslava para casar. Respon-
di-lhe que V. Exc. andava n'csses preparativos.
Ora, agora o que eu nao sei por que elle deu ama
grande risada, quando Ihe eu disse que a^ iHalgas
tinham mandado pedir ao Sr. morgado, que era-
pregasse todos os meos para salvarem o sobrinho
das garras da franceza Isso foi um rir. ajan nao
tinha fim I Depois, quiz saber o que V. Exc. tinha
feito. Eu contei-lhe a respo.-ta que o Sr. morgado
dera s excellentissimas senhoras suas lia-, n elle
eoto disse urnas palavras, que eu nao rae atrevo a
repetir.
N'este momento, entrou Beatriz sala, e Nicolu
ergueu-se ao encontr da senhora. Vsivelmeate
queria elle rematar ali a exposicao do padre ; mas
o narrador repetio ainda :
Palavras, que eu nao me atrevo a repetir.
Vnde c, sobrinho, ouvido isto disse B.
Sancha.
Dispenso saber o que Ricardo disse, atalhoo
precipitadamente Nicolu. Em summa, o ajan eu
nfiro da narrativa do Sr. padre Ambro-io qne
meu primo Ricardo resisti sua cloqut-ncia
Masque razo, tornou o clrigo, teria elle
para dizer que V. Exc. um... nao ouso dizer.
Pois, digo eu, ajuntou D. Si moa. O que elle dis'
se foi que o nosso sobrinho Nicolu ora um infa-
me.... Vede vos f
E que havia de pagar denle por dente, e olao
por olho ajuntou o capello.
Basta I interrompeu o morgado com desabr-
ment. Eu despreso o que esse miseravel disse I
Mas que mal Ihe fizesle tu a elle, primo ? per-
guntou Beatriz.
Nenhum, minha querida. Que mal poderia
eu fazer-lhe ? I Agastaram-n'o contra mim as cs-
press es que escrevi a minhas las coa referencia
ao desatino delle. Bem prohibo que era minha
casa se deprima ou se louve o homem que me in-
sulta. Preso muito Vv. Excs. miuhas .-enturas,
raas nao sei que -ibes faca, uem ha que fazer con-
tra os desvarios de seu sobrinbo. Quando elle vul-
tar, eu iroi pcdir-lhe expbcacoes do epuheio com
que me bnodou. No eutaaio, peco que me nao
perturbera a felicidade que devo a este anjo.
E. dizendo aconenegou do seio Beatriz, e tila,
encostando-lhe o ouvido ao seio esquerdo, disse ad-
mirada :
Com quo torca o tea coracao palpita, primo !
(Cootmar-f-*tT.)
PNERAMBl'CO. -TYP. DE M. F. DE F. & FILHO
i


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EJ9KT1DOK_NZ7OGV INGEST_TIME 2013-08-27T22:16:20Z PACKAGE AA00011611_10492
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES