Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10486


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Full Text



*
1

AH!O ILJMIBO 230.
Por tres metes adiantsdos 5SO0U
Por tres ezes veocidos 6$UUU
Porte ao correio por tres mezes. 5750
SEXTA FEIRA 7 D 0DTD8R0 DE 1364.
Por asno adaBtario, .... 19S00O
Porte ao crrelo por nm antio 3$9


- *n* rw**** ttk'Z*'' ***** -.....
NCARRi.GAl.-Oa JA >UB!>LRU-AO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antorao Alexandrino de Lima i
Nati!, ? Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
8r. A. do Lomos Braca; Cear, o Sr. J. Jo.-. de
Oliveira; Maraaho, o Sr. Joaquim Morques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
nazc-nas, o Sr. Jeronymo da Costa.
IKCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SL.
Ala*as, o r. Ciaudino Faico Das; Bahia, o
rr. Ji's Maitins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-1
riera Mirtins A Gasparino. I
i*iKiJll>A ivLto tferfAjrjSJrAd.
Oiiada, Cabo e Escatia todos os dias.
Igu-tras.su', Goyanaa e Parahyba cas segundas e
sextas-feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Garuara',
Altinlio e Garanhuns as Jercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueirs,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacan m', Cabrobo,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Serinhaem, Rio Forrnoso, Tamandar, Una, Barrei-
...ros Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
lina de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/ dia.
La EPIIEMERIDE3 DO MEZ TE OUTUBRO.
8 Quarto cresc. a 1 h., 17 m. e30s. da t
15 La cheia as 4 h., 55 m. e 38 s. da m.
22 Quarto ming. as 8 h., 59 m. e 48 s. da m.
30 La nova a 1 h., 8 m. e 26 s. da t.
PRBAHAR DB HOJB.
Primeira as 7 horas e 12 minutos da manha.
Segunda as 8 horas 6 minutos da tarde.
j RiLA i.Oi VaiORES LOSiKiROS.
Para o sai at Alagas ai e 35; pr<\ o norte at
a Grua 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
iaf 14 dos mezes dejan. marc.,niaio,jul, set. euov.
PARTIDA DOS OMiNiBU.
Para o Recife: do Apipucos s 6 Vi, 7, ^ Vi. 8 e
8 Vi da m.; de Ouda s 8 da m. e 6 da tardo: de
Jaboatao s 6 V da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.-, de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 Vi, 4, 4 V* Vi,
5, 5 Vj, 8 Vi e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manha e 4 /, da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cchang e Vanea s 4 Vi da tarde; para
Bfliaflca s 4 da tarde.
aUDNUa i-O kRIMJNASS DA CAPITAL.
Tribunal do commereo: segundas quintal.
Relaco: torcas e sabbados s 10 horas.
Fazanda: quima s 10 horas.
Juizo do com.arcio: secundas s 11 horas.
Dito da orphos: tercas sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tarjas a ssitas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: 'uartas a sabbados a 1 hora
da tarde
pas DA 'lm--Na.
3. Segunda. S. Maximiano b. \ S. Eu-iquin iij
4. Terea. S. 1'miipimm di- Asm, fundador.
5. Quarta. Ss. Platido e seosromp. mm.
0. Quinta. S. Bruno fundador daordrsrarlaxa.
7. Sexta. S. Mares p.: S. Augu>lo insb.
8. Sabbado. S. Brujida princeza de Neriria viuv.
. Domingo. S. Dionisio \> rn.: S. Androoico.
, A3SIGNA-SE
uo Recife, em a Imana da praca da In.lepoo.ivnr a
ns. 6 a 8, dos propriatarics Manoal Figueiro* *
Faria & Pilao.
GOVERNO DA PROYOCIA.
1 seccao.Rio de Janeiro.Ministerio dos ne-
gocios do imperio, em 26 de Janeiro de 1849.
lllni. e Exm. Sr.Sendo abusiva
regularidade do servioo publico, a pratica por va-
rias vezes censurada, de as autoridades, emprega-
dos pblicos, e at mesmo meros funcionarios, se
dirigirem dlreciameote ao governo imperial por
meio de otlicio, sobretodo em materia de eleicoes,
em que ou se ha de dar una deciso precipitada,
para que ella possa ctiegar a lempo de ser apro-
veitada, ou ha de se tornar extempornea pela de-
mora as informacoes que se liverem de exigir,
como j tem succedido, por se omitlir ou desliga-
rar tactos e circumstancias que essencialmente al-
teram a especie sobre quo-se representa ou con-
sulta. Ha S. .M. o Imperador por bem ordenar a V.
Etc. que expeca as necessarias ordens para que
cesse essa pralica,^determinando s ditas autori-
dades, embregados, e funecionarios que. quando
houverem de se dirigir officialmente ao mesmo go-
verno, o facain por intermedio dessa presidencia,
PoTlaria.O presidente da provincia, attendendo
ao que requercu o jal! municipal e de orphos do
termo do Brejo, bacliarel Hisbello Florentino Cor-
. rea de Mello, resolve conceder-llie um mez de li-
; prejudicial a cenca com veheimentos, na forma da lei para tra-
tar de sua sade nesta capital.
Dita.-Os Srs. agentes da companliia Brasileira
de paquetes, mandem transportar para a corte, no
primeiro vapor que se espera do norte, porconla
do ministerio da guerra, o soldado Saturnino :\u-
nos de Barros, que se alistou voluntariamente nes
ta provincia com destino ao Io batalho de artilha-
na. e o do asylo de invlidos Vicente Ferreira.
Communicou-se ao commandante das armas.
lOMIWDO DAS ARMAS.
Quartel du rommaido das armas de Pernambnco,
na cidade do Keeifr. 6 de oulubro de 186i.
ORDEM DO DFA S. 2.
Devendo seguirem para a corte no prximo va-
seu monarcha le-1
provisorio,
isou um accordo j
de Bismark foi i
obrigado a abrir mo provisoriamente da sua pro-1
posta em negocios do interim. Em breve, to in-,
timas que fosem as rela^oes pessoaes dos monar-
chas durante a entrevista em Vienna, tanto se fez
sentir^ a falla de entendiroento poltico ntreos:
dois Estados. O nico resultado positivo foi que
a Prussia cedeu s exigencias da Austria na ques-
tao do Jollvereim sm tanto, que se declarou promp-
ta para novas negocia^ocs com a Austria acerca'
da niesma. O conde Rechberg jeeilou esse olfe-
recimenlo, e nests dias deve fihegar em Berlin o;
barao de Hook como plenipotenciario Asiriaco
para dirigir essas negociacoes. Porm, desde j,
tanto em Vienna como em Berlin, nao se Ihes'
prognoslica um resultado maior, do que s confe-
rencias *m negocios de alfandi-gas havidas a al-
gum lempo em Prague; o Sr. de Bismark ao me-
nos recusou tomar qualquer obrigago, que o li-
gasse.
Segundo todas as apparencias, ao resto, as re-!
presentacSes, que foram feilas ao rei Guilherme'
em Vienna de parte do Imperador Francisco Jos,!
acerca do procedimento para com os estados
que dever fzer acompanhar taes ofllcioi de todos por procedente dos pbrtos do norte, os Srs. teen- dalos, no^hTaTam'em Sfttneia sobr'o"mesma
os esclarementos que or possivel comer, na cer-1 te adido ao 9." batalho de infamaraJoao Paulo ^ ,jia 23 de agosto elle resolveu de repente de
teza de que nao sero tomados em considerado os de Miranda, que vai servir na Kovjnefa. de Santa nmdar 0 ,ano d sua y| de Viennl ara
offlc.os ,|U0 por outra v.a forem encaminliado. Uthar.na e o !)r. 2. rirurgiao do corpo^de saude Baden-Baden para^nde tencionava ir prinieira-
Deus guarde a V. Exc. Visconde de Moni ale-, do ex-rcilo Gustavo Balduino de Mouja/ amara,
gre.Sr. presidente da provincia de Pernambuco.' que tambem vai servir na provincia oe Paran ;
Cuinpra-se e registre-se. Palacio do governo de determina o coronel commandante das armas que
Pernambuco, 19 de fuvereiro de 1849. Tosta. \ estes Srs. oflkiaes sejam desligados d'esta guar-
----- nigo.
Expediente do dia i de outubro de 1801. Assignado.Jonqium Jos Gonyves Fonles.
Quicio ao Exm. presidente da provincia das Ala-1 Conforme, -lote Francisco de Montes e Vosean
parle, servem mais para a descarga dos acensados,
e ate agora nao foi ainda provado o mnimo tacto,
que mostrasse a intenco de alta traico contra a
Prussia.
Em Ingar disso mostra-se sempre mais clara-
mente, que se a revolucao poloneza fra soccorri-
da de parle dos aecusados com meios pecuniarios,
armas, furmacao de corpos armados, etc., a ten-
dencia era nicamente dirigida contra a Russia.
Por isso cada vez cresce mais a esperanza dos ae-
cusados de urna absolvieao lioal.
Em Badn chegou un breve do papa, declaran-
do-se contra a lei das escolas que acaba de seralli
promulgada.
At agora as escolas cm Badn achavam-se de- '
baixo da inspeceo do clero ; a nova le emancipa
as oselas dessa inspeceo e colloca as mesmas de-
baixo da direceo de autoridades publicas, reser-
vando o ensino da religio igreja e sua direc-
eo.
O breve v nisso una ingerencia nos direitos da
igreja, man o governo est decidido a nao mudar
de resolucao, e sustenta a sua lei.
Os mezes de agosto e setembro sao o tempo eos-
turnado das reunioes allemas ; e as dilferenles
sociedades polticas, industriaes, scientificas, arts-
ticas, de tiro, de canto, etc., tem as suas reunioes,
discusaes publicas e festas.
A'ordemdoda Boa-Vista, Antonio de Oliveira
Caryalho, para correccao.
A' ordem do da Capunga, Joao Baptisla da Costa
Penna, por ameacas, Ignacio Jos de Souza, por in-
sultos, e Joaquim Jos da Silva, para correccao.
0 cnefe da 2" seccao.
/. G. de Mesauita.
Movmento da casa de detencao de- dia 5
de outubro de 1864 :
A saber
Existiam..... Entraram----- .. 359 10 preso?. >
Exstem..... . 364
Nacionaes___ Eslrangeiros.. Molheres..... Estrangeira... Escravos ..... . 298 16 5 i 40 4 >
364
Alimentades cusa dos cofres provinciaes 150
Obituario docemiteiuo publico no da j dk
outubro de 1864.
Francisco Gamillo de Souza Pimenlel, Pernambuco.
20 aunos, solteiro, S. Jos, hydropisia.
goas.Solicito de V. Exc. a expedicao das con- cfUof> pio ajudante d'ordens encarregado do
venientes ordens para que o alteres do 9" batalho
de infamara Jos Placido Lucas Biun, que ora se-
gu para Taearat, no seu reiresso seja transpor-
tad') sem demora do Penedo para essa capital com
duas pracasque o acompanham em um dos vapo-
res da companhia Baluana e d'alii para esta cidade
ou directamente do Penedo para aqu, em um dos
vapores da companhia Pcrnambucana remetindo-
me V. Exc. a conta de taes passagens para ser
indemnisada.
Dio ao Exm. visconde da Boa-Vista, comman-
dante superior da guarda nacional do Recife. -
Accuso a recepcao do ofllcio em que V. Exc. com-
niunicou-me ter reassamido hontem o exercicio
do cargo de commandante superior da guarda
nacional deste municipia.Communicou-se the-
souraria de fazenda.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Incluso remeti V. S. para os lins convenientes
os mappas nominaes do movmento liavido no
pessoal das enfermaras do hospital militar desla
guaruieao, na 2.a quinzena do mez de setembro
ultimo.
Ddo ao director geral da instruceo publica.
Designo a pmfessora Digna de Santa Rosa, para
fazer parte da commisso de que trata o cilicio de
V. S. de 3 do crreme, sob n. 183, que tica assim
respondido
Dito ao director das obras militares. Expeca
V. S. suas ordens, alim de que o engenheiro Jos
Tlburcio Pereira Magalhes, va examinar seas
obras feilas no raio do poent'e do seminario epis-
copal em Olinda, foram executadas de conformi-
dade com o respectivo orcamento o d a esse res-
peilo o seu parecer, conforme solicitou o Exm.
vigarii capitular em otlicio de 30 de setembro ul-
timo. Communicou-se ao Exm. Sr. vlgario ca-
pitular.
Dito ao mesmo. mande V. S. com urgencia
fazer os concertos necessarios na robera da caser-
na da 8.-' companhia do 9. batalho de infamara,
segundo solicitou-me o coronel commandante das
armas, em otlicio de 3 do crreme, sob n, 1726.
Comrnunicou-se a thesouraria de fazenda.
Dito ao inspector do arsenal de marinha. Faco
apresenlr V. S. o menor de nome Cosme, afim
de ser alistado na companhia de aprendizes man-
nlniros, se fOr para isso jnlgado apto em inspec-
gao de sade.Communicou-se ao Dr. chefe do
polica.
Dito ao mesmo. Mande V. S. fornecer para o
servico do lelegrapho da torre do Collegio os
objectos constantes do pedido junto, segundo so-
licitou o administrador do corrciu em ofllcio de
hoje, devendo remelter a respectiva ronta para ser
indemnisada. Communicou se ao predito adminis-
trador.
Dito ao.engenheiro chefe da reparticao das obras
publicas.Constando de otlicio da cmara muni-
detalho interinamente.
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIAS BO DIA
RIO DE PERIfAHBUCO.
HAHBI MM,
' de setembro de 1861.
Tambem desla vez o nosso relatorio bastante
magro. 0 tempo das curas nos banhos e as via-
gens do recreio contina anda, tendo comecado
mais larde do que de costume, saber smente
mente, e lomar o caminho por ora Hohenschwan-
gau, onde actualmente se achao joven re da Na-
viera, para fazer all urna visita a este; ainda al o
dia 20 de agosto as disposicoes de vagem eram
feilas de maneira a nao tocar Munich, e s e.nlao
foram ellas mudadas assim, quo se passaria por
Munich, parando um dia e meio em Hohens-
chwangau.
O rei foi primeramente por va de Ischl para
Salzbnrgo, e no dia 27 ao meio dia, chegou em Mu-
nich, e na noilc em Hohenscluvangan.
O Sr. de Bismark licou entretanto em Vienna at
o dia 26, reunndose na noite do mesmo dia ao rei j
e par/indo com o mesmo para Munich. Alti po-'
rm, em quanto o rei conlinuou a vagem, elle i-
cou al o dia seguinle, e leve diversas conferencias
com o ministro presidente da Bavicra e ministro
dos eslrangeiros, o Sr. de Schrenck. Nao se pode
por ora saber a que essas conferencias se referi-
rn). To pouco at agora se sabe sobre o encon-1
| tro em Hohenscluvangau. O fim da poltica prus-
siana foi provavelmente em primeiro lugar de mo-
I derar por meio de um acto de polidez a aspereza, |
que pouco a pouco se tinha formado as relacoes
Ern consequoneia da guerra com a Dinamarca Jos do N'ascimenlo, Pernambuco, 46 annos, sol-
teiro, Boa-Vista, tubrculos pulmonares.
Mana Thereza de Jess, Pernambuco, 28 anno?,
solteira, Boa-Vista, anemia.
Bibiano, Pernambuco, 2 mezes, S. Jos, varilas.
Vicencia Maria de Barros, Pernambuco, 36 annos,
solteira, Recite, ttano.
Henrique, Belga, 40 annos. solteiro, Recife, interite
chronica.
O congresso dos agricultores allemaes, a
dos jurisconsultos allemaes, e a sociedade
urna parte dessas sociedades nao se reuni esta
vez.
reuno
dos ar
chitectos, porm, liveram suas festas as ultimas
semanas de agosto ; o primeiro em Hannover, a
segunda em Brunswick, e a ultima em Vienna, do
modo do costume.
Tambem o ationalverein allemo ter no de-
curso deste mez a sua assembla geral annual.
PERNAMRUCO.
REVISTA DIARIA.
com a conclusao dos preliminares da paz com a Di-1 mro a Prussia e as cortes e gabinetes dos estados
namarca em primeiro de agosto. Entretanto oc-1:----- .- .------....-.-. ....._j._.:.
corre esta ou outra cousa, e as viagens dos
rentes monarchas e de seus ministros ao lado do
recreio, servem tambem poltica : cm geral po-
rm o carcter preponderante do mez a tanquil-
lidade do tempo das ferias.
No dia 20 de amato o rei Guilherme da Prussia
e o seu ministro Bismark chegaram em Vienna.
O recudimento foi to hrilliaute como cordeal.
O imperador Francisco Jos sobrelevou-se em toda
a sorle de amabildade contra o augusto hospede.
Paradas, cacas, passeios lodos os esforcos foram
lei tos para tornar ao soberano Prussiano das de
festas alegres os dias da sua residencia na corte
imperial. O rei Guilherme nao dissimtilou a sua
grala satisfayo sobre esse modo de encontr. O
seu plano era prinieiramenle de estender a sua vi-
sita em Vienna smente at o dia 24 de agosto.
Encantado porm da cordialidade de seu hospe-
deiro imperial, elle cedeu aos desejos do mesmo,
e prolongou sua visita por um dia, de maneira que
s parti no dia 25 de agosto. o meio das bu-
llanles festividades os dois monarchas liveram
entretanto tambem o tempo devido para repelidas
conferencias juntamente com seus ministros ainda
mais frequentemente conferiram cutre si o Sr. de {jau'j
Bi.-mark e o conde Rechberg, e vista a excessiva
cordialidade das relacoes pcsoacs reciprocas, na-
da pareca mais provaveHfoque um entendimen-
to do mesmo modo cordial, as relacoes polticas
Jos dois Estados. Nao poucas j anuunciavam da
entrevista dos monarchas em Vienna a conclusao
diftniliva de urna allianca austro-prussiana dura-
doura e calculada para todas as eventualidades.
Mas em vidade, os negocios moslravam-se de ou-
tro modo. au de negar, que o re Guilherme e
o Sr. de Bismark chegaram em Vienna com a in-
tenco de ligar a Austria por mais tempo allian-
ca Prussianna. Tal vez com una nao pequea sor-
pieza, liveram elles entretanto de ronvenctr-so logo,
que as eoudicoes que faziam em Vienna punham
completamente em iluvida o valor da alliacga Aus
j medanos, e de tranquillisar acerca das tendencias
" I da atttude at agora observada centra as raes-
cipil de Olinda. datado de 29 de setembro ultimo,; triaca. Como se sabe, a poltica Prusiana soube se-
que com detrimento do publico acha-se arrombado parar a Austria na questo Schleswig Holsteinez
por causa das grandes mares o atierro [cito no mais ou menos dos estados medianos e secunda-
respeciivo pantano, e que daqnella cidade dpas-, nos da Allemanha. O Sr. de Bsmaik pensava
sagem para o lugar denominado l'eixinho no rio poder determinar o imperio Austraco tambem pa-
Bebenbe. recommendo a Vmc. que mande exami- ra o futuro a essa separacao ; mas isso foi o pri-
nar aipielle aterro e proponha as obras que se fa-1 mero ponto, em que os seus esforcos mal logia ram.
zem precisas, remettendo nessa occasiao o compe-1 O conde de Rechberg insista na conciliacao
tente orcamento. com os estados medianos, rejeilando as propostas
" Dito ao mesmo.-Inteirado do eontedo do seu Prussianas de una allianca, cuja tendencia devia
ollicio de 30 de setembro uliimo, son n. 263. tenho ser essencialmente o completo repe'lim-nM desses
a dizer, em resposta. que attendeudo a urgencia estados alraz das potencias ayancadas da Alterna-
do reparos de que preci-a a cadeia da villa de i nlia, a Prussia e a Austria. O conde de Rechberg
Serinhem.e bem Assim a conlianga que a Vine exigi porm d'oulro lado rom a maior energa .
merece oemin-ileiro dos concertos j feitos na; tomada cm considerado das exigencias austnaca> i
mesma cadei, o autonso a contratar com elle a j na questSo do Jollvereim, sobre tudo aobriffacao|
execugao de taes reparos, os quaes constam do or-; posili.a da Prussia a urna uniao futura de alfande-
camento que veio annexo ao seu citado ofllcio, na j gas com o E>tado Danubiano e provisoriamente o
importancia de 2:3005, marcand-lhe Vmc. o me-' favorecimento especifico do transito Austraco
or prazo possivel para a conclusao d"=sa obra.'com o Jollvereim por meio do um numero de di-
Communtcou-se a thesouraria provincial. I reitos differentes, exclusivamente em seu prove lo.
Dito ao engenheiro fiscal da estrada de ferro. -Mas como sabido, a Prussia pelo seu tratado
Pelo seu ofllcio de 3 do corrento liquei inteirado i com a Franca se obrigra para com a mesma a
de ter o trem dos passageiros da estrada de ferro nao conceder a estado algum favores maiores e ex-
na tarde daquelle dia, ao voltar do interior, pisado I cepcionaes, e a exigencia Austraca reclamava da
o preto escravo de nomo Honorato, paralytico de Prussia nada menus, do que o abandono desse ira-
a...bas as pernns, o qual achando-se a cavallo pro- i tado, do qual a mesma desde dois annos tinha feto
limo ao aterro da Cabanga, fra pelo animal que o palladlo da sua poltica commercial. Uo mesmo
montava laucado sobre o carril no momento em modo dilTerencavain finalmente as ideas dos dois
que passava a locomotiva do dito trem, nem como ministros na questio do da rdeme, dos Ducados
que em visiada declaraco do offendido, e pelas | nos preliminares de paz
informales por Vmc." colindas, era inevitavel
aqnelle accidente.
Dito a cmara municipal do Recife.Declaro
cmara municipal da cidade do Recife para seu co-
nhecimento, que apprevo a arrematacao dosimpos-
tos de que trata o seu ofliclo de 28 de setembro
ultimo, soh n. 48
concluidos no dia Io de
agosto coma Dinamarca o rei Christiano IX tinha
cedido os Ducados de Schleswig Holstein e La-
nemburgo Austria e Prussia, com a obrlgacao
de reconhecer qualquer resolucao que os roesmos
houvessem por bem acerca desses paizes. A|>oian-
do-se nesse ponto dos preliminares de paz, o Sr
de Bismark tencionava antes de tudo de repellir a
Dito'ao thesoureiro das loteras.Respondendo i confederado Allemaa da posicio, que aiuda oceu-
mas.
Entretanto comecaram finalmente em Vienna as
conferencias de paz, segundo os preliminares da
paz. Os diplmalas encarregados das negociacoes,
sao do parte austraca o subsecretario de ei-tado
do ministerio dos negocios estrangeiros, o Sr. de
Bigeleben, de parte prussiana, o enviado prussiano
em Vienna, conde de Werlher e de parte dnamar-
queza, o Sr. de Quaade. Cada um delles tem a seu
lado pessoas expertas para as questoes especiaes,
sobre tudo financeiras, que tem de entrar em dis-
cussao e entre ellas ao lado dos plenipotenciarios,!
austraco e prussiano, o baro de Schell-Plessen,'
amigo presidente da cmara do Holstein, como
pessoa entendida, a respeito das circumslan-
cias financeiras dos ducados em sua relaco at
agora para com o estado geral dinamarquez. Nos
ducados essa escolha desagradou muito. O baro
de Plessen foi al agora um decidido adversario de
um estado Schleswig Holsteinez indepedente, e por
isso logo depois da morte do rei Prederico III da
Dinamarca em novumbro do anno passado, elle
ngnon de maneira muito notavel pela sustentado
lo com a Dinamarca, c como essa se houves-
se mpossivel. trabalha agora tanto mais zelosa-
mente em favor de urna iutima unio Prussia.
Sobretudo aproveitou-so elle de toda a occasio de
agiiar rontra os dlreitos da casa de A ugu sien bur-
go, e por isso urna pessoa das mais odiadas nos
ducados, e merecendo a maio" desconfianca. A
sua escolha devidao Sr. de Bismark, ecada dia
apparccem novas manifestacoes da popalaco de
Srhleswg Holstein, protestando enrgicamente con-
tra essa escolha.
Assim como sua abertura se prolongou excessi-
vamente, as negociagoes das conferencias de paz
em Vienna agora tambem progridem mui lenta-
mente. ,
Al agora nao liveram lugar mais de duas ses-'
spes nos dias 27 e 28 de agosto, havendo desde en-
to urna pausa. Visto o segredo com que se trata
em Vienna de cobrir as negociacoes, nadase sabe
sobre os motivos dessa interrupeo. Tanto mais
activo o boato de trazer boje esta, amanha aquel-1
la declaraco, e em quanto que alguns fallam de
lima tendencia de propo.-ito dilatando da Dinamar-
ca, vendo atraz disso conselhos francezes, outros j
do a culpa falta de devido accordo entre os pie- i
nipotenciariosda Austria e da Prussia. Em algum
temuo ver-se-ha mais claramente, em geral porm,
ninguem acredita em dilTiculdades serias, funestas
para a obra da paz.
Quinto t questo da successo Schleswig-Hols-
,! na semana passada o duque Frederlco de
Augustemburgo apresentou dieta a exposicao
pela mesma exigida dos seus direitos, com os com-
petentes documentoscomprobalivos. O duque de 01-
demburgo. pelo contrario, deixa ainda esperar a en-
trega dos seus documentos, apezar de que o convi-
te da dieta Ihe fosse intimado quinze dias antes do
que a seu rival. Como desde o principio ninguem
acreditou nos direitos pretendidos deste principe;
na demora da apresentaco das suas pravas, so se
v o embarace em que se acha de fornece-las. O
grao-duque Pedro de Oldemburgo, sem duvida at
agora era um dos mais populares regentes da Alle-
manha. Mas o seu procedimento na questo do
Holstein, Ihe privou agora todas as sympathias. V-
se nclle nicamente um instrumento das intrigas
da Russia e de Bismark, e ninguem compreliende
os motivos, que o levaram a isso, porque mesmo os
proprios amigos pessoas do Sr. de Brmaik nao ac-
creditam em que jamis elle conseguir arranjar
para si o throno do ducado.
O ministro da guerra prussiano, o general Roon,
foi para o campo de Chalons na Franca, acompa-
nhado de diversos outros offlciaes prussianos. Se-
gundo um boato que corra, o rei Guilherme tam-
bem tencionava de ir para all. Neste momento
ao ofllcio que Vmc. me dirigi hoje, tenho a dizer I pa no Holstein, c remover completamente sua
que o beneficio que em virtude do meu officio de 9 i cooperacao nos Ducados. Como meio propriopm Wla-se anjimajmrevisiajmmmonte do re M
Prussia com o imperador Napoleo em Baden-Ba
den ou em'Kebl. Temos de esperar o que disso se
mostrar romo verdad*
No dia 22 de agosto foi encerrada a dieta dorei-
que obeneticio que ------- ---- ...... ...........
de setembro ullimt, deve ser entregue ao thesou-1 isso parecia-lhe constituir os Ducados provisona-
reiro da confraria do Senhor Bom Jess da Via! mente debaixo de um governo interino, Horneado
Sacra, Benjamn Viriles Dutra, da parte da 1* I exclusivamente pela Prussia e Austria,
lotera extrahida a favor das obras da greja da A segunda lenco era de estender quantopossi-
Santa Cruz e nao da 1* parte da 2" lotera como por vet esse estado interino, adiando a final solucao da, -------------
equivoco se declarou no meu citado ofllcio e por uucsto de successo Schleswig Holsteineza, a hm | a falla do throno foi de pouca importancia. Lo-
isso pode Vmc. fazer entrega de tal beneficio. de exercer dessa maneira orna presso sobre o g0 depois do encerramenlo, o rei parti para a
Dito ao encarregado da gerencia da companhia herdeiro, por lira na a remover, o duque Frede- Suissa, e pouco tempo depois o Sr. de Beust. com
Pernambucana.-Resiituo Vmc. as comas que rico de Augustemburgo e torna-lo disposto para a brenca para alguraas semanas, foi para os banhos
vieram annexas ao seu ofllcio de 12 de selembro concessao exigida de subordinaco suzerana de- de Gstela.
altimo, na importancia de 885000 e proveniente de baixo da Prussia. O conde Rechberg porm apre-1 O processo dos polonezes em Rerlim contina
passagens dadas a bordo dos vapores dessa com-' sema as propostas Prussianas a mais renhida op-, ainda.
panhia a criminosos de iusiica vindos das Alagoas, posigao. Se fssc ainda preciso um novo interim, A corte do tribunal tora regularmente cinco ses-
visto que segundo informa a thesouraria de fazen- declarou elle o mesmo devia ser formado, cnsul- soos por semana ; mas as discuv-oes tem um an-
da, taes passagens devem ser pagas por aquella lando a confederac,o ; que a questo principal era damento muito lento. Cada dia porm ellas tor-
provincia nos termos do aviso do ministerio da jns- accelerar quanto possivel a deciso da questo de nam-se mais favoraveis para a defensa. As teste-
tifa de 16 de fevereiro de 1861. successo. e qne emito antes da difiniriva njsti-' mnnhas Preseo.idaj pela aecusa^ao, em maior
Informam-nos, que pela Passagem da Magda-
lena e proximidades acha-se de presente desenvol-
vida em grande escala a ladroeira, invadindo-se
sitios e casas para d'alli tiraremcavallos, gallmhas
c tudo o mais que os larapios encontram, tendo
disto sido victimas, segundo as referidas informa-
coes, os Srs. commendador Ramos e Silva, conta-
dor Queiroz Fonseca, Domingos, Bento e outros
mais.
Ira, semelhanto situacao intoleravel; e sendo
ii liria r;sponsavel pela seguranza da proprie-
I do el do, nao deve dormir no cumprimen-
i d.i de ; ue d'ahi Ihe corre.
r os licitamos a attonco da autoridade lo-
cal pfira > lie acabamos de otar, e mesmo para
esse* disturbios que tem havido nesses ltimos do-
pspor all, segundo no-lo informan) igual-
. I i a de que se elles nao reproduzam com
osc.:omlo risco ainda dos moradores daquell es
pontos
Os actas aggressivos propriedade indivi-
dual in por ultimo tomado grande expauso na
cidade de 'linda, onde tem-s repelido varios ro-
bos, dando-so ainda no domingo passado um em
casa de um Sr. Pein, de quem levaram os lara-
pios cerca de dous contos de rls, segundo as in-
formacoes que temos.
Consignando este estado, para elle pretendemos
um remedio.
Hontem pelas 3 horas da larde deu-se na
ra de Nossa Senhora do Terco urna rixa entre
dous individuos, havendo o emprego de faca por um
d'elles, de sorte que a nao ser aagilidade do ouiro,
seria victima este ultimo.
Perseguido por varias pessoas do povo em occa-
sio de por-se em fuga, pode ser aquello deln-
queme seguro pelo Sr. Antonio Joaquim, que o
prenden a ordem do respectivo subdelegado, j
tendo ento elle deitado fra o instrumento mort-
fero de que eslava armado.
E' notavel que em todo esse acto nao se presen-
ciasse a existencia n; um agente qualquer da po-
lica, apparecendo apenas um inspector de quar-
teiro quando o delnqueme la conduzido pelo po-
vo para a fortaleza das Cinco Ponas!
Abri na ra Nova nm grande estabeleri-
mento de molhad-is sob denominado da Verdeha
IJga o Sr. Manoel Pedro de Mello, proprietario do
Baliza e do Fropheta; a nelle oflerece proviso
do publico gneros de superior qualidade e pre-
cos realmente vanlajosos ao consumidor, que alm
dessas condicoes ter a da fidelidade no peso.
Provendo-se ahi o publico, estar certo de ser
bem servido, pois sao disto garante os precedentes
do proprietario da Verdadewa Liga.
No dia 1" docorrente s 1 horas da tarde, reu-
nida as irmas das Dores, no eorpo da igreja da
Santa Cruz de Olinda, sob a presidencia do Rvm.
conego Joo Chrisostomo de Paiva Torres, elege-
ram as empregadas, que tem de cooperar para o
festejo do Mez Doloroso em 186o, sendo escolladas
as senhoras seguintes:
Juizas perpetuas protectoras.
As Exmas.- Sras. : Baroneza do Livramenlo, D.
Mariana Maria de Figueiredo Rocha, D. Maria Ca-
valcanti de Albuquerque Lins, D. Maria de Jess
Continho Lisboa, D. Adelaide de Maltos Lemos.
Juizas por elei^o.
As Exmas. Sras. : D. Anna Krancisca da Silva
Braga, i. Joanna Baptista de Amorim, D. Josepha
mulher do lllm. Sr. Dr. Jos Nicolao Rigueira Cos-
ta, mulher do Dr. juizde direitodesta comarca.
Juizas por devocao.
As Exmas. Sras. : A senhora do Sr. Jos de Aze-
vedo Andrade, D. Anna mulher do Sr. tenente-co-
roncl Manoel Joaquim do Reg o Albuquerque, D.
Maria filha do Sr. Dr. Joaquim Elviro de Moraes
Camino, D. Guilhermina Carolina da Silva.
Escrivas por eleico.
As Exmas. Sras. : D. Thomazia de'Athayde de
Albuquerque Mello, D. Maria da Penha de Athay-
de Mello, D. Porcina Maria Dias, D. Francisca Ma-
ria do Carino.
Escrivas por devogao.
As Exmas. Sras. : D. Anna mulher do Sr. Jos
Esteves Vianna, D. Ermelinda Amalia da Cunha,
D. Ignacia Maria do Nascimenlo, D. Rosa Gualdina
da Silva.
Mordomas.
Todas as irmasda mesma senhora.
Director.
O Rvm. conego Joo Chrisostomo do Paiva
Torres.
Repartic.vo da polica.
(Extracto das partes do dia 6 de outubro de
1864.
Foram recolhidos casa de detencao no da o
do crreme :
A' ordem do lllm Sr. Dr. chefe de polica, Fran-
cisco, africano livre, requisico do inspector
da thesouraria de tazenda.
A' ordem do subdelegado do Recife, Thomaz -
rem, Charles Buslmell, requisico do cnsul dos
Estados-Unidos, e Pedro, escravo de Manoel de
Aguiar. por fgido.
A' ordem do de Sao Jos, Firmino Jos de Santa
Anna, disposico do tenente coronel recrutador,
e Margarida, es'crava de Mari do Espirito Santo,
sem declaraco do motivo.
CIIROMGAJIDIGIARIA
THIHl'.VU, DO COnHERCIO.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRA-
TIVA DE 6 DE OUTUBRO DE 1864.
PRESIDENCIA DO EXM. Sil. DESEMBARGADO!
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
Servndo de secretario o Sr. deputado llosa.
As 10 horas da manha, reunidos os senhores
deputados Rosa, C. Alcoforado, e supplente Basto,
faltando o Sr. deputado Lemos, o Exm. Sr. desem-
bargador presidente abre a sesso ao toque da
campainha.
L1da, foi approvada a acta da antedecente.
DESPACHOS.
Requenmento de Jos .lacome Tasso, pedndo
que se mande registrar a cscriptura do hypotheca
que, de um sitio com casa de vivenda de p>
cal e mais duas de taipa na estrada do Arraial, Ihe
llzera Antonio- de Aguiar Albuquerque Simas, e
que por traslado jumou.Regstrese.
tem de Tasso Irmaos, pedndo tambem que se
registre a escriptura de hypotheca que Ihes lize-
ram Dionizio Gomes Moreira e sua mulher, de um
ontro sitio de Ierras com casa de vivenda na mes-
ma estrada do Arraial.Registre-se.
tem de Francisco de Miranda Leal Seve, jun-
tando, para ser registrado, o conhecimento com-
probatorio de haver pago o imposto annuo de seu
ofllcio de eorretor geral desta praca.Assgnada a
peticao, volie.
tem de Francisco Mara Duprat, apresentando
outro exemplar do contrato que relebrara com a
estrada de ferro do Recife ao S. Francisco, alim
de evidenciar-se que nao houve alteraco no que
anteriormente apresenlara para ser registrado, e
pedindo ser deferido.Registre-se.
Dada a hora, e nada mais havendo a despachar,
o Exm. Sr. desembargador presidente encerrcua
sesso.
SESSO JLDICIARIA EM 6 DE OITUBRO
DE 1864.
PRESIDENCIA DO EXM. Sll.*Di:?EMllAR(.AD0R
A. K. PERETTI.
Secretario, Julio GuimarStS.
As 11 u' horas da manha, o Exm. Sr. presidente
abri a sesso estando reunidos os Srs. desembar-
gadores Res e Silva. Silva Guimaies, Almcida e
Albuquerque e Accioli, e os Srs. deputados Rosa.
Candido Alcoforado, Basto c Jos Jeronymo Mon-
teiro.
Lida, foi approvada a acia da sesso antecc-
Ji lite.
O Sr. deputado supplenle Antonio Jos de Cas-
tro communica nao poder tomar parte no jura-
mento para que foi convidado, por continuarem os
mesmos motivos allegados em oulras vezes que tem
sido chamado.
O mesmo Sr. deputado tendo sido chamado cinco
vezes no decurso do presente anno, para exercer
as funcedes gdejuiz neste tribunal, smente exer-
ceu-as urna vez.
O Sr. Joo Cardoso Ayres, pela segunda vez no
presente anno, communica que continuando seus!
achaques, nao pode comparecer neste tribunal pa-
ra o julgamento para que foi convidado. i
0 Sr. Jos Baptisla da Fonseca Jnior no seu ofll-
cio de boje, tambem participa que por motivo justo
nao pode intervir na deciso dos embargos que
pondo de julgamento deste tribunal.
Assignaram-se os accordos proferidos na ultima
sesso, entre partes :
Appellanles, Francisco de Salles Andrade Luna
e outros herdeiros de Jos Maria da Costa Carva-
llio e o Dr. curador geral ; appellado, Jos Mana
Goncalves Vielra Gumares.
- Appellante, D. Mara Rita da Cruz eves ; ap-
pellados, os curadores liscaes da massa fallida de
Carlos Jos Astlcy & C.
JULGAMENTOS.
Appellanles, o presidente o directores da Caixa
Filial do Banco do Brasil, nesta cidade ; appellado^
Joaquim Juvencio da Silva.
Adiado na sesso de 3 do crreme.
Foi confirmada a sentenca appellada com o voto
do Exm. Sr. presidente.
Appellante, Joaquim Mauricio Lins: appellada,
D. Zeforina Mara de Jess.
Adiado na sesso anterior.
Nao se tomnu conhecimento da appellaQo por
ser interposta fra de tempo.
Appellantes, os curadores fiscaes da massa falli-
da de Amorim, Fragoso, Santos S C. appellado,
Henrique Jos Alves Ferreira.
Adiado o julgameolo requerimento de um dos
Srs. deputados.
Tendo comparecido o Sr. Jos Jeronymo Mon-
teiro para o julgamento dos embargos que pendem
da appellaco entre partes, appellante Vicente Al-
ves Machado appellados Prente Vianna C. n;
pode dito
ceu
para isso convidado.
Continuam adiados os julgamenlos dos feitos
propostos as sessoes de 29 de setembro e do 3 do
crreme por nao ter comparecido o'Sr. deputado
Lemos, que juiz em todos elles.
0 Sr. desembargador Reis e Silva em virtude de
sua suspoico o da do Sr. desembargador Silva
Gumares, juradas nos autos de appellaco entre
partes, appellante Salvador Leite Vidigal, appella-
do II. George Denniss, apresentou em mesa ditos
autos solicitando o andamento legal : e o Exm. Sr.
presidente ofliciou ao Exm. Sr. consetheiro presi-
dente da relaoao requisrtando juit.
PAS.-AGEN.-.
Appellantes, osadmni>lradon> da massa fallid,
de Ba>los A Lemos appellados, Kozann Irmo*.
DoSr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Almeida e Albuquerque.
Appellante, Jos Guilherme Gumares appel -
iada, D. Mara Venancia de Abreu Lima.
Do Sr. desembargado! Accioli ao Sr. desembar
gador Reis e Silva.
Aggravos interpostos do juizo especial do
commereo.
Aggravante, Octaviano de Souza Franca: ag-
gravado, los Francisco do Reg Barros.
O Exm. Sr. presidente deu provimento.
Aggravanle. Manoel Bastos de Abreu Lima : ag-
gravado. Jos Hygino de Miranda.
O Exm. Sr. presidente denegou provimento.
Carla ttstemunliavel do juizo especial do
commereo.
Aggravante, Jos Antonio Alves Novas : aggra-
vado. Manoel Antonio de Azevedo.
O Exm. Sr. presidente negou provimento.
Nada mais havendo a propr-se, encerrou-sea
sesso I horas da tarde.
Ion.Ion A Rraslllan iiank (Li-
mited).
Capital do banco 15,000 acedes
a 100....... 13.333:333*13"
Accoes emittidas 11,000 a 100 11.555:589(3511
Capital pago a s i por aeeao. 'i.62:W*'
BALANCO DA CAIXA FILIAL EM PERNAMBUCO.
EM 30 DE SETEMBRO DE 1864
ACTIVO.
Letras descontadas ....
Crditos sobro diversos, outros
bancos e caixas liliaes, .
Caixa :
Em moeda eorrente. .
1,471:975*77"
i,tmmttm
3.!:W):87:Wi79i>
PASSIVO.
Capital fornecido pela caixa ma-
triz ........
Deposito.......
Crditos diversos, outros ban-
cos e caixas liliaes. .
*8:fc88J90
i:tU7:600*3O
:.:'.38 4*>W
3.W:873*7
Recife. \ de outubro de 1864
\V. J. HaijHfs.
Accountanl.
COMMUNICALOS.
lito feilo ser proposto porque nao compare-
o Sr. Jos Francisco de S Leito, que fra
fensor da prest *eria.
Nenhuma opposicn poltica procedeu ainda com
tanta cordura, e lealdade em suas censuras ao go-
verno, come a actual; e nem de ootra sorte s ex-
plica o seu continuado triumpho na piaio do
paiz. Tem feito sempre consistir lodo o wn lioi-
bre em nao falsear os factos, e em nao deixar to
das as suas assercoes desacompanhadas das com-
petentes provas, qor na imprensa, qur do parla-
mento. Nao ha preciso de inventar onde abun
dam motivos reaes de aecusaco. Nenhum pnr-
no foi ainda to frgil, to pecraminoso. e lo de-
salmado como o da lija ]>riiyV',ssi>la. Aioda BM
houve escndalo que au praili-asse, nem barren
de honestidade que nao transpoze-se I E' um gu
verno tal que ainda se arroja a defenderse de o^
provadas prevaricacoes ? Sini, defende-se, mas de-
fonde-se como aquello que se acha entre dous abys-
mos, que, escapando de um, lia de prtci^iiar-sc )
outro.
Temos disto a prova nessa mistura salina fK
se l no Diario de boje, em a qual se procura de-
fender o Sr. Domingos de Souza o das censu
ras, que Ihe fez o Constitucional l'ernamhticano
por haver nomeado a Manoel Franci-cn de Suz
subdelegado de Petrolina, e Sewiiiio Rodrigues
Coelbo supplente ; e depois de mo>lrar que nu f.ji
o Sr. Domingos de Souza Lea, mas -un o Sr. Sil-
veira de Souza, rompe o defensor d < Sr. DMriayo*
neste epiphonema : t E' por este modo que re h'i-
ti lisa o actual administiador da provincia.
Ora, com elfeito o ar de Iriumplio com que falta
0 Cyrineo de S. Exc. da a entender que niaafM
seus aecusadores I Que disso o Constitucional '
Dis-e que o presidente havia nomeado dous indi-
viduos, que nao moravam na fregama de l*Hro-
lina, o ([ue um delles so achava criniinoso. (orno
tudo se colligia das certidoes que publicou. Que
responden a isio o defensor do Sr. Domiiuo- ? IV--
pondeu nicamente i|ue os homens nao foram no-
meados por S. Exc, ma> slm pelo Sr. Silveira de
Souza. Contestou a nonieacao. e a c\i>leiicia do
crime de Manoel Francisco de Souza ? Nao ; di-se
apenas que o crime foi perpetrado em fevereiro
dete anno, e que o seu autor foi nom-ado em ou-
tubro do anno passado. E nao veio btu melhorar
a posic/io do Sr. Domingos de Souza ? K lo ag-
gravante nomear um criminoso, como conserva to
na posi^o official depois de roinmetier um cim
Onde pois a injustiea do Constitucional 1 Sao ou
nao os dous individuos moradores de oulras fre-
guezias f Est ou nao criminoso Manoel Francis-
co Era isto que o defensor do Sr. Domingos l
Souza devia destruir, c nao alirar sobre o Sr. Sil-
veira de Souza a odiosidade das nomearOes, sem
lembrar-se da solidariedade que existe entre 0 ac-
tual presidente e o seu antecessor, com a nica df-
ferenca de ser a actual admin>lraco urna edico
correcta, e emendada da sua an*ecessora.
E, portanti), as aceu>acoes do Constitucional m-
to em p, e a posico do Sr. Domingos ticot anda
mais falseada com a Mata do seu oficioso atfvo-
gado, o qual nao duvidou declarar qne Marl
Francisco, comroellendo o crime em feverer, se
tem conservado por epaco de nove mezes na poli-
ca I Gimo vai sendo governada esta sociedade '
Mas, diz o defensor do Sr. Domingos, S. Exc. vai
averiguar o facto. Que maior pmva qoer do que
a cerbdo do escrivo competente ?
A mesma tctica se deu com a< accosacoe* gri
vissimas contra Severino Pedroso, subdelegado te
Ingazeira, que so foi demittido agora dep'i- eleicoes, isto tres mezes depois de >er aecu-ad"
formalmente de ladro e assassino Quiz pricncir..
aproveita os servjcos do nobre hornein, para de-
pois atir-lo aos caes, quando devia ser di Isfa
demittido, o responsabilisado pelos graves .Time-
de que fr* e contina a ser aecusado.
Se assim procedesse o Sr. Domingos, nao s rom
Severino Pedrosa, como com tantos outros agentes
seus, que por ah sao aecusados de crlmes, ento
poderiamos reconhecer a procedencia da sna de-
fesa. Em quanto nao arripiar carreira. nao Ihe da-
remos as honras nem ao menos de mediocre adrei-
nistradorx
Em conclusao, pedimos S. Exc. que nao coa-
sinla que o defandam.com tanto desaso, e que ofw
se procure nunca iu-tiflcar o governo com a NM
ignorancia dos nuMeos e das cousas ; porque i?>
argir no mesmo governo muita falta de prudec
cia em sens actos. Alm de quo o presidente tem
juizes de direlto, e mnnicipaes em todas ?s comar-
cas ; porque os nao reiponsabilisa quando nvn.
1 tem, ou Ihe orcultam a verdade T


:
1ILEGIVEL


--.
.





Diario r. rermtimhnco ... Sexta felra 9 e Ouiuhio de iS*i.
Mas n5o... o presidente so mantcm com es
funccionarios relaqOes eleiloraes, c estas exciuem
tuda a idea de hoaestiade.
Ac, &c, &c.
PUBLICARES A POPO.
O bacharel loaquim o llego
Barros.
No communicado publicado pelo Sr. Dr. Jos l
dos Anjos Vieira d'Amorini, no Diario de Pernam-
buco de 23 do mez que hontem lindou, ha atlu-
zoes, desleaes e proprias d'um carcter eminente-
meole intrigante, nm alguem desla cidade, que
dizem ser eu, e assim o creio.
O cavalheiro nao fere furto, nem u bate cora
cobardes; e como presumo ser cavalheiro, venho
provocar aquelle Sr., sliin de que declare, se rom
elleito fo de mim <|ue qoiz fallar, para dar-lhe
conveniente resposta.
E se eu fui o alvo da traieoeira sella do Sr.
r. Jos do* Anjos Vieira d Amorim, e S. S. nao
aceitar esta minha provocacao, erguorei miaba,
voz, o mais alio que poder, duendo : O Sr. Dr.
Jos dos Anjos Vieira d'Amorim um calumniador
cobarde, un infame I
Caruar, 1. de outubro de 1864.
loaquim do Reg Barros.
MOlflMEirrO BQ PORTO.
Uta 6.
Nao houveram entradas nem salidas.
Obser vacuo.
Suspenden do lamaro para o Rio de Janeiro a
barca italiana Atterianc, eapitlio Ganlo, com a
mesma carga que trouxe de Cctte.
EDITiES.
tina lagrima sobre o tiimu-
lo da lllma. Sra. U. %iu-
brosyna Amella Dnartede
Seabra Lcmos, ofereclda
ao sen fnconsolavel espo-
so Antonio Martins Nea-
bra Lemos.
Ja nao vive a esposa extremosa, a mai
cannhosa, a Hlha querida, a irmiia sincera,
a mulher recommendavel pela? suas expel-
ientes virtudes-a Sra. D. Ambrosyna Ame-
lia Duarte de Seabra Lemos !
Quando se acbava na primavera da vida
no vigor dus aturo?, .osando as maiores de-
licias nos bracos de seu remo esposo, com
quem esleve uida pelos sagrados lagos do
hvmcneu apenas o curto espago de i6 me-
zs ; quando ella via n'aqueile seu filhinho,
Lque amamcutava, e que somonte conta cinoo
mezes de existencia, a sna alegra, o seu
prazer, a sna gloria, e mais que ludo a sua
esporanca futura, eis que a urrivel e impie-
dosa parca a arranca da face da Ierra, de-
xando a iodos possuidos do mais vivo senti-
amentos, u penetrados de triste d.
. Ol I altos sao os designios da Providen-
cia I Impenetrveis sao os seus arcanos I
Aniel ella seabatem toda sciencia c intelli-
gencia humanas, e somente se lev^ntam e es-
forgam em proclamar urna verdade e vem a
ser que-alm-tumulo ha urna ooira vida
>jue se ha de Rosar eternamente junto aquel-
lo que formou o ser humano a sua imagam
e semelhanga.
Quarenla e oito horas apenas de solfrimen-
to foram suficientes para que Sra. D. Am-
brosyua de Seabra Lemos terminasse sua vi-
da ua Ierra, e >ubisse aoAltissimo para reii
der o ultimo tributo, que todos nos estamos
destinadus a pagar, deixando esposo, lilho,
mi, irmaos amigas na maior consterna-
cao e dese.-peraciio de dr.
Nao choremos"porta 11 lo tantas lagrimas, pois
como chrislaos nos devemos consolar com a
vontade do Altissimo, implorando-lhe do fun-
do dos nossos coraeoes tenha sua alma no
lugar reservado as almas justas.
A Ierra Ihc seja leve !
W. G. C.
Anacahnita peitoral de kcuip.
A academia medica de Berilo leve perfeitamentoj
razio, em seu judicieso julgamento em pronunciar 1
o uceo da balsmica aoacahuita mexicana, como j
um especiiico positivo e int'allivel para todas as
rrtagdes ou iullaiiimacoes da garganta edos vasos |
brom-hios.
Nao ha nenlium caso de rouquidao, tos*e. catar-
rho, excorlagao da garganta ou irrilacao dos bron-
chios que possa re.-i*tir as suas admiraveis quali-
dades ajili-irrtoies.
aTestile a vuz quando perdida ou enfraque-
cida produzdo pelas afleccdes ou sensacoes de as-
pereza no paialo ; faz cessar a expectoracao san-
gunea e impedo a accumulagao de mucosidades
nos orgaos da respiragio que partem dos pul-
mus.
Inieiraniente dilTerente na sua composcao de to-
dos os mais peitoraes manufacturados de fruclas
adslringenips. cascas e raizes, etc. O mesmo nao
conlm em sua composigao nenbuin acido prussico
ou oulros quaesquer ingredientes venenosos.
Acha-se a venda as tojas de Caors & Barbosa e
J. da C. Bravo & G.
O Illm. Sr. inspeclor da ihesourararia provin
cial de Pernambuco, em cumprimenlo da ordem
do Exm. Sr. presidente da provincia de 30 do se-
tembro prximo (indo, manda fazer publico que
no da 13 do crreme, peranle a junta da fazenda
da mesma thesouraria, so ha de arrematar, a
quem mais der, o imposto de 2^300 rs. do gado
vaceum consumido no municipio de Iguarassu',
avahado novamenle em 1:073,3 por anno.
A arrematarlo ser feila por lempo de 2 annos e
8 meros a contar do 1." de novembro de 1864 a 30
de junho de 1867.
As pessoas que se propozerem essa arremata-
cao, comparecam na sala das sessdes da referida
Junta, no da cima mencionado, pelo meio dia, e
competentemente habilitadas.
E para constar, se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 1 de outubro de 186i. O secretario, A. F.
l'Annunc iacao.
O Illm. Sr. inspeclor da thesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 30 de setembro prximo
linda, manda fazer publico, que no da 13 do cor-
rente, perante a juntada fazenda da mesma the-
sourai fa, se ha de arrematar quem mais der, o
imposto do dizimo do g; comarca do Bonito,avahado novameiito em 1:600$
por anno.
A arrematagao sera feila por lempo de 3 annos
a contar do Io de julho de 1864 a 30 de junho de
1867.
As pessoas que se propozerem essa arremata-
cao, comparecam na sala das ses3es da referida
juma, no da cima mencionado pelo meio dia,
competentemente habilitadas.
E para constar, se mandn publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 1 de outubro de 1861.O secretario, A. F.
d'Annuuciago.
Fortaleza do Buraco.
Competentemente autorizado tem o comman
dame desla fortaleza de contratar um canoeiro pa-
ra o servico de conduzir agua para a guarncao
desta fortaleza, sendo a conduccao em barris, con
forme tur o ajuste, que pode ser un vez por dia
ou por semana, pois que a fortaleza tem canoa e
barris : quem quizer contratar dirija-se ra do
Hospicio n. 40, casa de sua residencia.
ConsHIio administrativo.
O con>elho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes:
Para o arsenal de guerra,
(lamo de iiedra, toneladas ingleza 10.
Para a asa da guarda do palacio da presi-
dencia.
Velas stearinas, libras130.
Quem quizer vender taes arligos aprsente suas
proposts em caria fechada na secretaria do eonse-
Iho administrativo as 10 horas da manhaa do dia 10
de outubro vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 3 de outubro
de 1864.
Antonio Pedro de & Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastuio Jos Basilio Pyrrho,
Vogal secretario interino.
Cor
GOMMEROIO.
(olaccs ofOciaes.
PiM(A DO RECIFE
6 uE OUTUBRO DE 1861
Cambios sobre Londres 90 ri/v. 27 Ii2 d. por
15000.
Dubourcq Jnior, presidente.
Cuimaraes, secretario.
M\% Wm 1)1! PEIlNlMBllCd.
0 novo bauen p;-sia o 13 di\iden
na razao de SSUU per aece.
Alfandega
Bendimento do dia 1 a o .......
dem do dia 6................
i31:518724
32:39oJlbV)
184:1134889
Hovlment da alfandesa
Volumes entrados com fazendas... 344
coin gneros... 971
------ 1,31o
Volumes sahidos com fazendas... 171
com gneros... 4,088 i
----- 1,259
Desearregam no dia 7 do outubro.
Barca ingieza KwtoH-roercadorias.
Brigue inglezInyaraniamercadorias.
Brigue bamburguez lngtborgmercadorias.
Barca francezaHavre dem.
Brigue inglezQueiwf the Plymdem.
Brigue inglez GthrUo bacalbo.
Brigue portugupzVniii diversos gneros.
Patache portuguez Marta da Gloria drrersos
gneros.
Polaca hespanhola rmiunia vinhos.
Patacho au>triaco Carita farinha de trigo.
Escuna americanaFannid Uncolon farinha de
trigo.
Patacho t anoverianoEtnslandidem.
Brigue Inglez- Len ferro e cemento.
Escuna VenezuelaErnteferio.
Reeebederla de renda* Internas
ge raes de Pernambuco.
Rend en to do dia 1 a g........ 3:9333523
dem do da 6................. 7504319
i:6S4042
Consulado prorlnclal.
Rendimenioiiu o i a 5......... 4:7552072
dem do da 6................. 6462470
reo.
Pela administracao do corrcio desta cidade se
faz publico que de' conformidade com o decreto n.
187 de 13 de maio de 1861 e respectivas nstruc-
goes, leve hoje lugar o processo da abertura das
artas atrasadas pertencentes ao mez de setembro
do anno de 1863, condemnadas a consumo pelo art.
138 ito reenlamento dos correios de 21 de dezem-
hro do 1844, assistindo a esse processo o commer-
ciante Jos Francisco deAndrade Jnior. Desta
abertura resullou acbar-se urna caria de Manizui-
nlio Jnior Jo Aracaty para .intonso Marques Cr-
rela com una nota de 5. que tica doscripio em
livro para tal lint destinado. Por ultimo proce-
deu-se ao queima das mais, do que se lavrou o
respectivo tormo que c o que se segu :
U administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Termo do consumo das cartas em ser pertencentes
ao mez de setembro de 1863.
Aos 6 dias do mez de outubro de 1864, na sala
da administracao, achando.se presentes o Sr. ad-
ministrador e" Ihesoureiro Domingos dos Passos
Miranda e mais empregados, procedeu-se em vir-
lude do art. 138 do regulamenlo dos correios de
21 de dezembro de 1844 o consumo de 140 cartas
e 9 jornaes, sendo 72 selladas u 122 e Gjornaes
nao sellados, na importancia de 202670 que nesta
data tica descarregada ao mesmo Sr. administra-
dor e ihesoureiro.
E para constar se lavrou este termo em que as-
signaram o referido Sr. administrador e ihesourei-
ro e empregadosabiixo declarados.
Eu Eduardo Firmino da Silva, ajudante contador
que o escrevi.
0 administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
Os ofleiaes papelistas,
Luiz de Franga de Oliveira Lima.
Ismael Amavel Gomes da Silva.
Vicente Perreira da Porciumcula.
O praticante,
Agnello II. Araujo Pernambuco.
O porteiro,
Manoei Marinho da Silva Pimentel.
Arrcmalaco.
No dia 7 do crreme, Gnda a audiencia do Illm.
Sr. Dr. juiz de orphaos tem de serem arrematadas
de venda duas partes, una na casa do sobrado da
ra da Imperatriz n. 82, avahada em 3482315, e
oulra na casa terrea n. 39 da travessa da ra de
S. Jos, avahada em 4332-329, pertencente aos me-
nores feophilo e Ricardo, lilho.- do Tinado Ricardo
Romualdo da Silva ; a ultima praga.
Inspecco do arsenal de marinha.
Faz-se publica que a comraissao de peritos
examinando, na forma determinada no regulamen-
lo annexo ao decreto n. 1324, de 5 de fevereiro de
1854, o casco, machina, caldeira, apparelho, mas-
i reacio, veame, amarras, e ancoras do vapor
Parahyba, da companhia Pernambucana de nave-
gago costeira, achou ludo em regular estado.
lospeccao do arsenal de marinha de Pernambu-
co, 4 de outubro de 1864.
O inspeclor,
H. A. Barbosa de Almeida.

EMPREZA
ERANO & MIMBRA.
<)'' reeilM d* assijjatura
SABBAOU, 8 DE OUTUBRO DE 1864.
Subir srena pela primeira vez neste theatroo
magnilico e apparaloso drama em 5 actos e 7 qna-
dros, original franeet:
O CORBEIO DE LYlO
ou
0 PROCESSO LESURQUE
PERSONAGENS.
Jeronymo Lesurque, pai .
Jos Lesurque, fiho .)
Dubose......)
3:4012542 Didier.......
Coimbra.
Germano.
Borges.
Joliqnet....... Tei ierra.
Lamber!...... Porto. .
Dumont, correio .... Luiz.
Magloir, poslilho. Raphael.
Daubenlon, juiz d'inslrucgo. Lisboa.
Cheppard, o amavel Pinto.
Courriolo...... Gnimaraes.
Favinard...... Jo Beroardino.
Suerneau...... Manhonsa.
O dono da estalagem Porto.
O caixeiro...... Freltas.
Um agente de-polica. Santa Rosa.
Um carrasco..... N. N.
Um sacerdote..... N. N.
Joanna....... D. Antonina.
Julia Lesurque .... D. Camilla.
Filha do dono da estalagem. D. Mara Poetes.
Offlciaes da jusliga, soldados, povo, etc. eje.
Enooa 1796, repblica de Franca.
O vestuario gosto da poca.
Comegar as 8 horas.
A?IS0S MARTIMOS.
COMPANHIA BBASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do norte esperado
o vapor Cruzeiro do Sul, com-
mandante Alcanforado, o qual
depois da demora do costnme se-
guir para os pertos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual aever
ser embarcada no dia de sua chegada,iencommen-
das e dinheiro a frele at o dia da sabida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escripioriode An-
n o Luiz de Oliveira Azevedo di C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegado costeira a vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaiy, Cear,
Acaracu' e Granja.
I O vapor Jaguaribe, comman-
fi1iTiii ^ante Lobato, seguir para os por-
, /T^i^^^tos cima no dia 7 de outubro as
.'^r^M^ ,,oras ^a ta"'e" RpceDe ''ar"a
'^ffi^HoS^al odia 6. Encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida
s 3 horas da tarde : escripiorio no Forte do
Mattos n. 1._____________________________
Para a Babia pretendo sahir em poucos dias
o veleiro paladn D. Lmz, capitao Jos Teizeira
de Azevedo, por ler parle da carea tratada : para
o resto da carga que Ihe falta trtase com os con-
signatarios Palmeira & Beltrao, largo do Corpo
Santo n. 4, prlmeiro andar.
LEIIES.
LEILAO
DE
Movis, crijstai-s e muros inul-
tos artiqos de gosto.
no i i:
Seila feira 7 de corrente s i I horas.
No armazcm da ra da Cadeia do Re-
cite n. 18.
CORDEIRO SIUES fara leilao de diversos mo-
vis novse ufados e oulros muitos arligos de
gosto, que cstaro patente no dia cima.
s
Aos 6:0OO$OQ0.
Qaarla-feira 12 do corrente mez, se ex-
trahir a primeira parte da primeira lotera
(IIIa) a beneficio da matriz de Caruar,
no consistorio da igreja de Nossa Senhora
do Rosario da freguezta de Santo Antonio.
Os bilbetes, meios e quartos acham-se
renda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. 15.
Os premios de 6:0000000 at 120000
serlo pagos urna hora depois da extracto
ateas i horas da tarde, e os oulros no dia
seguinte depois da distribuirlo das listas.
Servindo de thesoureiro,
_____________Jos Rodrigues de Souza.
CAS4 4 FOKTIM
AOS 6:000.000
Bllhetes garantidos
A' roa do Crespo n. 23 e casas do costnme
O abaixo assignado vendeu nos seus mu i tu feli-
zes bilbetes garantidos da lotera que se acabou
de extrahir a henecio do Gyinnasio Pernambu-
cano, os seguintes premios:
N. 1713 d os quartos cora 10:000^000
N. 1670 meio bilhete com 2:000fl000
N. 307 dous qnartes com 2:000*X
N. 3315 um inteiro com 5005600
X. 3013 dous quact06.com 3005000
E outras umitas de tOi, 1005, 405 e 205.
Oe possobJoreA podem vir reeeber sem os des-
con.os das leis na Casada Fortuna ra do Cres-
po n. 23.
Acham-se venda os da primeira parte da
primeira lotera a beneficio da matriz de Oiruar,
que se extrahir no dia 12 .de outubro.
Presos.
Bilbetes inteiros..... 75000
Meios. -........ 35500
Quartos........ 15900
Para as pessoas que comprarem
de 1005 para cima.
Bilheles........ 65500
Meios.......... 85230
Quartos......, 15700
__________ iianoel ilartins Fiuza
-
Um
LIGA.
.LtilJLAO
DK
Escravo&de ambos os sexos com
habilidades e sem ellas.
m 63
Sexta-feira 7 do corrente s 11 horas da
manlia no armazem da ra do Vi-
gario n. 10.
&
autorisado por alguns seus alTeicoados camaiod
vender em leilao publico diversos eseravi..
ainlws os sexos com habilidades -e sem ella/'.
quaes eslariio ao exame dos compradores n>:
a'inia noannazeni da ra do Vigario n.!().'
s,;ila0
Wj&WJ
Hoje 1 de outubro.
Augusto C. de Ahreu ronllnuaro fazendas nglezas c francezas, por iniervnncao
agente Pestaa, hoje 7 do oorrente, s 10 horas
manhaa em seu armazem ra da Cadeia n. 37.
LEILAO
DE
Una casa terrea em
chaos proprios
Terca-feira \ do correte s \{
horas da manhaa no armazem
da raa d Vibrio n. 10
OLYMPIO
autorisado por urna pessoa de criterio vender em
leilao publico una casa terrea edificada em chaos
proprios, situada na ra da matriz da Roa-Visia
n. 36 (lado da sombra) a qual tem de frente 32
palmos, de fundo 70 palmos, 2 grandes salas, 4
quartos, cosinha fra, quintal murado e cacimba
propria ; leudo 2 portas e 1 janella de frente e 2
grandes claros aonde se pode abrir algumas ja-
aellas. Os pretendentes podem examinar a re-
ferida casa e para qualquer nformacao enten-
dam-sc como referido agente Olympio em seu ar-
mazem ra do Vigario n. 10.
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-se de um homem para dis-
tribuidor deste tDiario do Manguinho
Api pucos: na praca da Independencia ns.
6 e 8._____________________________
0 cirurgio Leai mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fisso, chamado por escripta.
Aluga-se a casa n. 40 ras: na ra da Aurora n. 36.______
Na livraria n. 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia existe urna carta de importancia
para o Sr. Antonio Fernandes Corredor.
Aluga-se urna casa em Bebenbe : a tratar
com J. I M. Reg, na ra do Trapiche n. 34.
D. Juan Fabriga do Pa, julga nada dever
nesta praca, mas se alguma pessoa se julgar ere-
dora aprsente suas contas, na ra larga do Rosa-
rio n. 25, para ser pagas, e mesmo deixa por seu
procurador a Feliciano U-rnardino da Silva Braga
para robrar suas dividas amigavelmente e judicial-
mente ; e o mesmo nao tesn lempo para despedir-
se das pessoa de sua amlsade por ler do retirar-se
para a provincia da Parahiba, offerece o seu pres-
umo.
Recife 4 de outubro de .1864.
MUTA ATIEN0
Aviso aos senhores e .senhoras
Aviso aos senhores o senhoras
Aviso aos senhores e senhoras
Aviso aos senhores e senhoras
Aviso aos senheres e senhoras
Aviso aos senhores e senhoras
Aviso aos senhores e senhoras
Aviso aos .-enhores e senhoras
Aviso aos senhores e senhoras
Aviso aos senhores e senhoras.
Novo sortimento
Novo sortimento
Novo sortimento
Novo sortimento
Novo sortimento
De caixinhas e qnadros
De caixinhas e quadros
De caixinhas e quadros
De caixinhas e quadros
De caixinhas e quadros
Caixinhas a 25
Caixinhas a 25
Caixinhas a 25
i aixinhas a 25
T.aixinhas a 25
Caixinhas de 55 por 45
Caixinhas pe55 por 45
Caixinhas de 55 por 45
Caixinhas de 55 por 45
Caixinhas de ">5 por i
Receberam-se 10 mil caixas
Reeeberam-se 10 mil caixas
Receberam-se 10 mil caixas
Receberam se 10 mil caixas
Receberam-se 10 mil caixas
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
Cartoes de visita
A 105 a duzia
A 105 a duzia
A 105 a duzia
A 105 a duzia
A 105 a duzia
A galera est renovada
A galera est renovada
A galera est renovada
A galera est renovada
A galera esta renovada
Com ricos cortinados e tapetes
Com ricos cortinados e tapetes
Com ricos cortinados e tapetes
Com ricos cortinados e tapetes
Com ricos coriiuados e tapetes
Com lindas e variadas vistas de fundo
Com lindas e variadas vistas de fundo
Com lindas e ariadas vistas de fundo
Com lindas e variadas vistas de fundo
Com lindas e variadas vistas de fundo
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
Casa americana
A' na do Imperador n. 38
A' ra do Imperador n. 38
A' ra do Imperador n. 38
A' ra do Imperador n. 38
A' ra do Imperador n. 38
A' ra do Imperador n. 38
A' ra do Imperador n. 38
A' ra do Imperador n. 38
A' ra do Imperador n. 38
A' ra do Imperador n. 38
A. W. Osborne.
SOCIEDADE
UNIAO BENEFICENTE
MARTIMA
Por ordem do Sr. presidente sao de novo convi-
dados os senhores socios se reunirem em assem-
bla geral no dia 9 do corrente, pelas 10 horas do
dia, no salo de suas sessdes, para ser empossada
a nova dirocloria, visto nao o ter sido no dia 30
do passado, por nao se ter apresentado o numero
marcado nos --statutos para ese fin, fleando certo
tambern es mesmos socios que anda se podem por
quites at esse da, depois da qual incorrerao as
penas do art. 12 S 3
Secretaria da Sooiedade Dnio Beneflcente Ma-
rtima, o de outubro de 1864.
Balthazar Jos dos Res.
__^__^_________1 secretario._________
Na ra da Conceicao n. 47 precisa-se de urna
ana para pequea familia._____________
Aluga-se um prlmeiro andar na ra da Pe-
nha, pintado, caiado e lavado : a tratar no mesmo.
Precisa-se de nma ama para coznhar e en-
gommar, e fazer o mais servico de casa para duas
pessoas : a tratar na ra do Imperador n. 46, pri-
meiro andar.____________________________
CREME.
Srvete de creme hoje ao meio dia : na ra do
Trapiche o. 18.
GRANDE E SUMPTUOSO ESTABELECMENTO
DK
^OVOS E ESC O MI IDOS GEXEKOS
TANTO EM GROSSO COMO A RETALHO
OO -RUI NOVA G<>
i Itini.i casa junio a ponte la Boa %'ista.
DUAS PALA VMS.
Cesse ludo quanto a amiga mu-a eaMa
Que oulro valor mais alto se alevanu."
Acha-se a disposico do respoitavol publico esto grande e magnifico eatabdsci
ment de moldados, talvez o primeiro e nico hoje existente em sua especi.ilMa'l.-. por-
que o maior capricho de maos dadas com mais apurado gosto de abrir um MMdsei-
mento modelo promoveram a escolna dos mais superiores gneros do nosso menado,
qtto por serem comprados em grande quantidade e pagos quem ledos n iimksro > visto
deu lugar a obtnco de vaniagens, que repartidas Mino Io ser petos peana ifne s.
dignarem de honrar-nos com a sua freguezta. alentamos a doce esperanea di- agrada a
lodos, nao 90 pelo emprego dns maneins condescendemos e delicadas de qna somos ca-
pazes. como pela pratica da proraessa que fazemos de vender polos precos quasi do pri-
meiro custo o nosso magnifico sortimento.
Pesando mnito em nosso animo os meios pecuniarios de que podem dapa a?
diversas classes da nossa sociedade. asseguramos aos abastecidos da forluna que aciiaro
em nosso armazem os melhores eraais esquisitos vinnoe, licores, champagne queijo. pte
ele etc, e quelles que nao poAem dispor de grandes recursos, que s eompram <> n. s
sario, promeUemos-tties servi-los de gneros novos e sidios, es:olbdos ao seu conten
O real do pobre ser recebido com tao boa vontade, como a moeda J<- evo tfc-
homem rico.
As pessoas que nos fizerem a honra de entrar em nossa casa, qner soja para com-
prar para seu gasto, ou para negociar, voltario satisfeitas, nao s jiea boa qualidade do-
objectos, como pela fidelidade dos precos, e bom acondicionamento.
O futuro nos justificar.
CAVACO ECESSARIO
Devenios ao respeitavel publico algumas palavras relativas w pimp.>so Nt*o que
adoptamos. Et-las.
Esistindo neste vasto e florescente imperio um grande pariido poltico -.m a
denominnejio de I^iga. parecer o titulo capaz de fazer zangar a alguns e de desatar o riso a muitos,
Ria-se quem quizer, porque nos tambern nos riremos mas nao s' ianga<
ninguem.
O nome urna voz com que se dao a conhecer as cousas. >sia a niais
breve, clara e sincera explicacSo que, pelo methodo repentino, podemos dar.
Mas a quem nao seguir o partido deste systema diremos mais :
Nao oriundo do Brasil o imponente titulo do nosso esiabelecimento. F"i ;
mullas centenas de leguas que apandamos a nossa Liga.
Na soberba e opulenta Inglaterra houve um re que inslituio a mu honro/a >*-
dem da Liga. O acaso nos fez deparar com a narrarn desse aconlecimento. rpie tari -
lo sorprebendeu aoorle desse monarclia. Agradou-nos esta historia e gustando sum-
mamente do trage do cavalleiro da jarreteira, para logo o mandamos desenliar, t col-
locando-o no oito do nosso esiabelecimento, lomos assim feilo distingui-lo do- oara
que se assignalaram com mitras e coras.
Houiil soi qui mal y-pense.
\MI.
Na ra da Cadeia do Kecife n. oO. segundo an-
dar, precisa-se de urna ama para coznhar.
I'recisa-se de um rapaz para caixeiro de ta-
berna, de 10 l annos, qur tenha ou nao prati-
ca : na ra Direita n. 71
O abaixo assignado, scrivao da irmandade do
Senhor Bom Jess das Dores, por ordem da mesa
rogadora, convido a todos os irmaos da mesmo
para o dia 9 do corrente, pelas 9 horas do dia, na
consistorio da irmandade, comparecerem em me-
sa geral afim de discutir a]nova le que tem de re-
Jos Lucio do Carmo.
- Precisa-se de um menino para caixeiro de
I um armazem de moldados, destes chegados de
novo da Europa : deixe carta fechada nesta typo-
graphia com as iniciaos I). D. D.
Quem acbar-se com habilitacoos para ser
caixeiro de um armazem de molhados em grande
escala, que seja fiel, inteligente, sizudo e delicado
em seus tratos, e que saina cumprir com suas
obrigacoes na ausencia do patro, dando fiador a
sua conducta, deixe carta fechada nesla typogra-
pliia com as iniciaes D. D. D.
Na ra do Trapiche n. 5, hotel italiano, pre-
cisa-se de ura criado, prefere-so que seja cscravo.
Precisa-se de urna ana : na ra do Caldei
reiro, sobrado n. 12.
A' messieurs les etrangors
residents an Recife.
Americo Fernandes Trigo de Loureiro, bachelier
en droit, et professeur particuher de malicres pre-
paraloires, autoris par le gouvernement provincial
pour l'enseignement des langues francaise, et por-
tugaise, se propose dorenavanl enseigner celle-ci
aux elrangers, qui veuillent apprendre la parler;
pourvu quils soient franjis, ou, d'ailleurs,quils
parlent la langue francaise.
Les pretendanls devront s'adresser rhezlui, ru
de Saudade, n. 9, Boa-Vista : le matin, jusqu
midi, et le soir, jusqu' cinq heures. Mais les di-
manches, et les jours de fte on peut l'y trouver
toute heure. Les lecons seront choz les pretendanls
memes, les jours, et les heures, qu'on accordera.
Le prix sera aussi par accord.
To llie foreigners re>idenls at Recife,
\merico Peruandes Trigo de Loureiro, bachelor
c. laws, and particular professor of preliminar,'
disciplines, auihorized hy irovincial government
to Um learming of the french, and portugus* lan-
guages, proposes himself now toteach Ibis langua-
ge to toe foregners ; provided that they be french,
or, ifnot, that they speak french.
The pretenders may direct thdnselves to hs
house, at Saudade's street, number 9, Boa-Vista :
morning, till noon, and after, lili five o'clock. But
sundays, and holydajs they can nd him there at
every hour. The lessons wlll be in Ihe house of
Ihe pretender?, the days, and hours, which will be
accorded, as the rale.
SOOElhDE
DOS
ARTISTAS MECHADOS E LIRER4ES
DE
PERNAMBUCO.
De ordem do Sr. director passo a convidar de
novo a todos os dignos socios desta sociedade para
que domingo 9 do corrente queiram comparecer
sem falta para que tenha lugar a eleicao dos novo?
funccionarios, visto nao se ter podido eflectuar
ainda por falla de comparecimento dos mesmos.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mchameos
e Liberaes de Pernambuco 4 de outubro de 1864.
Flix de Valois Correa,
1." secretario interino.
Gabinete Portuguez de Lei-
tura.
De ordem da directora scientifico aos senhores
associados, que desde o da 6 a 1 i do corrento est
suspenso e expediente em consequencia de ir-se
proceder o balanco na bibliotheca.
Secretara do Gabinete Portuguez de Leitura em
Pernambuco aos 5 de outubro de 1864.
J. F. de Araujo Goimares.
_________________1" secretarlo.
Quem precisar de urna ama para coznhar,
dinja-se ra da Concordia n. 10.
Precisa-se de urna ama para coznhar
mar para casa de pouca familia : na ra Ja Con
r-ordia n. 34, sobrado do armazem do Sol.
Em urna casa estrangetn na rea d
n. 29, lava se e engomma se rom mu per'.
mais barato do que em nutra ipialiju-T parle.
Manoei Jos llamalhn declara que havrnd.-
oniro individuo nesta cidade com o moni i non*".
so assi-jiia como seguinte : Manoei llamos fie "W-
vein, e para confiar mandri publicar -'
nuncio. Recife 6 de outubro de !K4.
^_______Manoei Ramos de Or
~~faot-Clair
das ilhas ou os ilesterrados na Iba da Barra, r
manee liiyno de ser hdo pelas senhoras pr ?
lames interessantes postos em ewcaew |->r urna
senliora, 3 volumes em brochura a : na ivra-
ria ns. li e 8 da praga da In.ieiw ndunr i a.
Precisa-se alagar urna prela etrrava para o
servico domolicode urna casa de familia de 4 ns
pessoas : a tratar no armazem da ra do Vi..-
rio n. 10._______
O abaixo assignado hr. scienle aos seos ai-
gos, e parlicularmente ans freguezfs de sua nada-
rla, que o Sr. Manuel Monieiro Braga deixon to
ser seu caixeiro desde o dia 30 de setembro prxi-
mo passado.
Recife 30 de outubro de 1864.
__________________J? Vellozo S.ur -
Anu de leite.
Na rea da Cadeia do Recife, n. .'i, lerom.- an-
gar, precisa-se de nma ama de leite *em rria
Precisa-se alagar urna aaerava para
nhar e cnsaboar e que esta pre.-te-se para !..zfr
compras ecarregar agua : na rna do Bruto nu-
mero 34.
Precisa-se alugar urna prela que saiba roii-
nhar e engommar : na ra da Palma, taberna bu
mero 41.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite, sadia e sen li-
Ihos : na ra Augusta n. 96, sobrado.
Aluga-se a sala da frente do -obrado da ra
do Queimado n. !'>', propria para qualquer adtoga-
do ou escripiorio : a tratar na mesma raa, Mira
numero 15'.
OHerece-se um bmem portognez para fettar
de engenho : quem precisar annuncie.
h'niiilii-ao do Rohiiihb.
Precisa-se de olUciaes machini.-la-,
Ainda est para alugar-se o sobrado amare!
lo da Ponte de Uchoa : a tralar no largo do Pa-
raizo n. 16.
A M A
Precisa-se de urna ama para rasa de pooc fa-
milia : na ra Nova de Sania Rita n. SO.
Prtclsa-se alagar nata eserava.
Quem ti ver e qnizer alagar nma eserava ,oe
saiba c isinhar, comprar e ongommar dirija-se *
ra do Queimado n. 46, Joja.
O Dr. Cosme de S Pereira conli-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
i e andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua protb-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
2o depeilo:
3* > dos orgaos geniti
urinarios.
Em seu escripiorio os dtales se-
rn examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalbo pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d
6 as 10 da manhaa. menos nos de-
mingos.
Platicar toda e qualquer opera-
co que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seos
doentes.
aMMH

1 "M un --------s-------"f""! *------r-~wrw---------1-------,
MUTILADO



,


Diario de *-rrc*mbneo He\tx ffelra V de Ou infero 4c lAS-ft.

A molestia ou infeccJo pecec
liar conhecida pelo nome de Es-
crfula um dos males mai-a
prevalecentes e universal que
ha em toda a extensa lista das
enfermidades de que sofresse
genero humano : disse um no-
bre escriplor da medicina que
mais de urna terca parte de
todos aquelles que morrena antes
da velhice sao victimas, ou direc-
ta ou indirectamente da Escrofu.
la : por si nao tao des.
tuettva, porm a principal causa de mui-
rs entras enfermidades que nao le sao ge-
ralmente attribuidas.
E' urna causa directa da phyhisica pul-
monar, das molestias do figado, da estoma-
go e ajfeccdes do cerebro : Entre os seus
numerosos symptomas acham-se os seguin-
tes : -falta de appetile ; o semblante pal-
udo v s cezes imhado, s vszes de unta
altura transparente e outras corado e a-
ma relenlo ao redor da bocea : fraquna e
tnollesa nos msenlos : disgesto fraca e
appetile irregular, falta de energa, centre
incitado e evacuaeo irregular ; (piando o
mal lem seu assento sobre os pulmoes, urna
cor azulada moslra-se em roda dos olhos;
qaando ataca os orgaos digestivos, os ollios
tornam-se avermelhados : o hlito ftido,
a ling/ta carregada, dores de cabera, ton-
teiras etc.
as pessoas de disposico escrofulosa ap-
parecem frequentemente- erupcoes na pellej
da cabera e outras partes do corno, sao pre-
disposlas s affeccoes dos pulmes, do figa-
do, dos rins e dos orgaos digestivos e ute-
rinos. Portanto, nao smente, aquelles
que padecen das formas ulcerosas c tuber-
culosas da escrfula que necessitam de pro-
teceaa contra os seus estragos; todos a-
quelles em cujo sangue existe o virus laten-
te d'esle lerrivcl tlagello (e s vezes heri-
diiario) estiro expostos tambem a soffrer das
enfermidades que elle causa, que sao :
.1 >/tlhysica, ttlceracSes do figado, do es-
tomago e dos rins: erupcoes e enfermida-
des eruptivas da cutis : rosa ou ertfsipela ;
borbullias, vstalas nascidas, tumores, rh-
ctimacarbunculos, ulceras e chaqas, rheu-
malismo, dores nos ossos, nos costas e na
cabera, debilidades fetnininas, lores bran-
as causada pila ulceracao interior, e en-
ormidades uterinas, ligdropesia, indigs-
talo, enfraquecimento e debilidae geral.
Aos pulmoes a escrfula produz tubrcu-
los e finalmente consumpeo pulmonar :
nos "Unidas ella produz ineiacoos e tornam-
se ulceras: nos orgaos digestivos causa
desarranjos que produzem indigesto, dis-
pepsia, molestias do figado e nos rins :
na pelle produz erupcoes e alfeccoes cuta-
ocas.
Todos estes males tendo a mesma ori-
_'<'!ii, carecem do mesmo remedio: a sa-
ber : purificar e fortalecer o sangue.
A salsa parrilha de Ayer
' composta dos antdotos mais efficar.es que
a sciencia medica lem podido destobrir.
para esta m lestia assoladora e para a cura]
de todos os males provenientes d'ella que!
contm virtudes verdaderamente extraordi-
narias provado incontestavelmenle pelas
curas notaveis e bem contiecidas que tem'
feito de tumores, erupcoes cutneas, cnjsi-
pelas, borbullias, nascidas, chagas antigs,
ulceras, rheuma, sarna, parebas, hydrope-
sia, tosse quando causada por depsitos tu-
berculosos nos pulmes. Debilidade ge-
ral:Indigesto, Syphis constitucional e
molestias mercuriaes. molestias das mu I he-
res, ulceradles do tero, a nevralgia e con-
vulces epilpticas e em summa, toda serie
lo enfermidades que nascem da impureza
do sangue. Vede as certides no Alma-
nack e Manual de sade do l)r. Ayer que
se distribu- gratuitamente nos lugares onde
se vendem os remedios.
Este remedio o fructo de longas e labo-
riosas experiencias, e ha abundantes provas
.las suas virtu ies: poslo que ofl'erecido
lo publico sobo nome de Salsa parrilha, "
enmposto de diversas plantas, algumas das
qjaes so superiores a melhor salsa parri-
ha no seu poder alterante.
PEtTORAL DE CEBEJA lE AYER.
lura promptamente a astbma, bronebite,
tosse, defluxo, angina, coqueluche.
pbthysica primaria. tubrculos
pulmonares e todas as
moleslias pulmo-
nares.
Allivia os ethicos declarados.
Todas as molestias da garganta, do peito
i', dos pulmes poden) ser curadas em pou-
cu lempo pelo i-hitohai. de cebeja do dr.
VVER.
A' venda as princpaes boticas e droga-
i.i> do imperio, e na agencia central do
Rio de Janeiro ra Direita n. 15.
Vende-se em Pernambuco:
na pharmacla franceza de
P. IYIAU8ER & C.
KUA NOVA N. 18.
Vire-consulad di Hespanha.
Havendo fallecido o subdito hesailhol Rento
Antonio Coutinho, sao convidados lodosos seus
.levedores e credores a apresefttarem neste vice-
-onsulado os respectivos ttulos para proceder-se
i liquidaeao -4 seu espolio
MUDABA
O aefte de leiles Olimpio Rao
tem gerencia nem resp'usabiltl -de nl-
giaia boarmazem da rito da Cadeia
do Recite n, 48.
- -iif
PreCIsa-se aldgar um escravaou uscrav pa-
ra vender na ra, bem como urna ama osera va ou
ESTABELECIMENTO
O agente Olympio mudou
seu armazem de leiloes pa- Sif**0"
ra ra do Vigarion, 10,!
aonde pretende continuar H
fezersuas feiras semanaesr
e espera ter a mesma con-
currencia de seas tes e amigos, nlo tendo
responsabilidade alguma no
armazem da ra da'Oadek
do Recife n. 48.
Ra do Vigario n 10.
O Dr. Carotiflo Francisco de Lima San-
tos, continua a residir na ra do IrApe-1
rmor n. i7,2 andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do diae da noite
para o exercicio do sua proflssao de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
moio dia ate 4 horas da tarde, devem ser
deisados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
maior a trinen, no das mais difDceis e deli-
cadas operaeees. como sejam dos ergaos
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo A C
Agente* do Banco l'niao do Porto.
Competentemente autorisados sacam por tod o
os paquetes sobre o mesmo Banco para o Porto s !
Lisboa, e para as segaintes agencias.
Londres sobre Banli of London.
Paris
Haraburgo
Barcellona
Madrid
Cdiz i
Sevtlha
Valencia
Amarantes.
Arres de Val de
Vez.
Aveiro.
Barcollos.
Bastos.
Beja.
Braga.
Braganga.
Faro.
Oliveira d'Aze-
meis.
PenaOel.
Tavira.
Villa do Conde.
Villa Beal de Vizcu.
S. Antonio. Faial.
Frederic S. Ballin & C.
i Joao Gabe & Filho.
I'rancisco Bahoba & Ballista.
Jaime Meric.
Crdito commercial.
(onzalo Segoria.
M. Perera Y. Hijos.
Em Portigai..
quem pretender, dirija-se a toa do
atio n.', pTImeiro andar.
'?
O bacbarel
Francisco Augusto d Costa
ADVdGADO / ||
?i Ra do-lmporadur numero 09. .j$S
!MH hom mwm
HTTEpD.
Prara d independencia n. 12
Atbirro Baptts da Rocha, Portoguez, rlojbeiro
6 dOWador, letn a honra de participar ao respeita-
vel pubMeo desta cidade, o com especia IMde aos
seus amigos, que se acha com loj de relajoeiro e
| dourador; toma qualquar concert por prpo com-
' modo, e responsabilizase pelo seo trabalho.
va Raaos, Medico pela
versidade de Coimbra, d consultas m
soa casa das 9 s 1 i horas da manhaa> c
das 4-s 6 da tarde. Visita os doontes
em suas casas regularmente as Horas
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, qe serio gocowrWos em dftat-
quer occt5o. D cosaTta* Os pobres *
qoe o precwwwn no tws^tal Peflro n,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhfia. .
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer dente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operacao eirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 2*300
Terceira dita.... 2*000 >
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servteos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a connanca de que sem-
pre tem gozado.
DENTISTA DE PARS
9Raa Pfora-49
Frederieo Gautier, cirargilo dentista,
faz tdflft as tiperaeos de stia arte, e col-
loca Arates arliflciaes, tudo com superio-
fidadfe e perfifo, que as pessoas enten-
didas 4he reconhecem.
Tem agua e pos deutificib.
ESPLENDIDO ARMAZEM DE MOLHADOS
LIANCl
Precisa-se de urna criada livro ou eserava
: qae saiba cozinhar e engommar : na ra das Cruz
u. 42, primeiro andar.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, autorisado pelo
Banco Mercantil Portuense. e na ausencia
do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
as pracas de Lisboa e Porto, e mais luga-
res do reino, por qualquer somma vis-
ta, e a praso ; podendo, os que temarem
saques a praso,receberem avista, no mes-
mo Bancc, descontando 4 0|0.10 anno: na
loja do chapos da roa do Crespo n. 6, ou
na ra do Imperador n. 63, segundo an-
dar.Jos Joaquim da Costa Maia.
ra
Paulo Ferreim da Silva & Companhia
57 RA DO IMPERADOR 57
Grandes reformas de precos
& a 10 por ceiito meaos do preco pie se vemde em onlra qnaf-
quer parte.
Gneros especialmente escoltados por um dos socios que na Europa M acha
para esse fim.
grande a vantagem para todas as pessoas que compraren ueste MtMeri-
ment.
Os propietarios garanlem todos os gneros saludos do seu jmuit' arredilado
armazem.
Professora
ao rimico.
Precisa-se de urna senhora que sendo solteira
on viuva tenha hahifitaees necessafias para en- N3<> nos servimos de exordios romo constantemente estamos vmdc .-m annm -
sinar primeiras lettras m um enqenho : a tratar cios deste genero, pois sao palnvriados de que sefnpre nos !ilisfitr/mos, e de que tarmVi.
na roa Velha n. 8._________________________ estamos certos neimuma attcnco j merecem dopuMico. O nos?', fim. pofe. simpfr
Precisa-se de urna ama que saiba cosinhar, mente fazer ver que o verdadeiro e principal interesse de todos es na taMla <~ pr
p engomm ar
dar,
na ra do Imperador n. 65, 2" an- q0S qQe passamos a mencionar, e para a qual pedimos toda a ailem;3i >.
Viiiho verde.
COMPRAS.
Chegou o miito desejado vinho do Cartaxo vende-se nicamente otarte anua/ m
u -iv. a 6oo rs. a garrafa e o.ooo rs, a ancora com 7o garrafas,
em obras velnas
Compra-se ouro e jirafa
daga-setem:_ na loja du bilhetes da jirafa da Inde Amendoas confeitadas de diversas cores a
pendencia n. fi.
Compra-se eTectivamente
ouro e prata em obras velhas pagando-se bem
na ra larga do Rosario n. M, loja de ourives.
Angra Terceira.
Caminha.
Castetlo Branco.
Chave?.
Coimbra.
Covilhaa.
Elva>.
Extrvms.
Evora.
Fafe.
Pinhal.
Porto-alegre.
Thomar.
Villa Nova
Portimao.
Jo
NO-IMI'ERIO.
Figraeira.
Guarda.
Guimaraes.
Lagoa.
Lagos.
Lamege.
Leiria.
Uoncao.
Moncorva.
Regoa.
Setubal.
Vianna do
tello.
Villa Real
Madeira.
S. Miguel.
G4o rs. a libra,
dem de casca dura a 2io rs. a libra,
dem de casca mole a 32o rs. a libra.
Ameixas francezas em caixinbas cora lindas
estampas a lj2oo e 1,800 rs.
dem em frascos de vidro a 1,2oo rs.
ama negra de bonita figura, que saiba lavar, en- dem em frascos grandes a 2,5oo rs.
gommar e coser bem, e cuja idade niio exceda a jc)om om ataste 1 > libra a l.toors.
KC^ffitr^iT RS Arroz do Maranr.ao e da India o melhor que
libra.
M
iptono
largo do Corpo Sanio n. l>.
o segundo andar da casa da roa da Cdeia do Re-
cife n. 47 : a tratar na loja do numero indicado.
(AW5 5
Compranise garrafas vasias : na roa do
rador o. til.
Impe-
Roga-se ao Sr. Antonio Joaquim Leite Bastos
de vir ra Direita, padaria defronte do Terco n. | Compra-se cobre, latao e chumbo : mo a-r-
129 receber ma encommenda vinda da cidade do mazein da bola amarella nooilao da secretaria de
Porto.
Cas-
Bahia. Maranhao.
Rio de Janeiro. Para.
Qualquer somma prazo ou vista.podendo logo
os saques prazo serem descontados no mesmo
Banco a razad de 4 por cento ao anno : a tratar
na ra da Cruz n. 1.

\ HO IMR\
DOR N. a
Precisa-se de um caixeiro com pratica de
balrao : a tratar na ra Direita n. O.
Coaipanhia Oilclldade de ^ r
seguro martimos e ter-
restres estabcleclda ao
Rio de Janeiro.
AGENTES EM I'El'NAMBUCO
Anloni Luii de Oliveira Azevedo i C.,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
rias c predios no seu escriptorio ra *
Cruz n .1.
Ainda es4 para alugar-se a boa casa
terrea n. 39 : ra da l'niHO.
polica.
Compra-so urna eserava de qualquer naci,
embora nao tenba ncnhuma habilidade : quem a
tiver, dirija-se a Capunga nova, no entrar da mes-
ma, passando o primeiro portao, no segundo de
erro, que achara com quem tratar.___________
JOMPRA-SE
cobre Telho por maior preco do queemuu-
tra qualquer iwrtc : no armazem da bola
amarella no oitiio da secretaria de policio.
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33. comprarn-se obras de ouro, prata e pedras
1 preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
coramenda, e todo e qualquer concert.
lia nest3 genero de 8o a loo rs. a
e de 2,5oo a 2,8oo rs. a arroba.
\zeite doce de Lisboa a 6oo rs. a garrafa, e
4,8oo rs. a caada.
dem francez e de Lisboa refinado em gar-
rafas brancas a 9oo rs. a garrafa, e 10,000
rs. a duzia.
Alfazema muito nova e litnpa a 32o rs. a li-
bra.
Azeitonas muio novas a 2,ooo rs. a anco-
reta.
AJpista limpo a 14o rs. a libra, e 4,4oo rs.
a arroba.
Solacliinhas de Lisboa da fabrica do Reato
Antonio de diversas qualidades em
de C e de 'i libras, a 3,oooe i.50o rs. a
lata e Gio rs. a libra.
dem ingleza em latas de 2 e i libras das
melnores marcas a 1,3oo c 2,2oo rs. a
lata.
Lentilhas milito novas escolente legiim.'- pa-
ra sopa a 2oo rs. a libra.
Licores francezes de to-las a> 'pial;
de 7oo a Ooo rs a garran:
Manteiga ingleza perfeitamenle flor a Ho< *
l.ooo rs. a libra. desne>:e$sario ntii-
elogios neste genero, que mi s^ p'o> te-
rilicar com a vista.
dem franceza a ifio rs. a libra, e em barr;
se far abatimenlo.
Marmelada do primeiro f.bruaiitf d.- l.isftr
a (ioo rs. a libra. In latas de I. I lie
2 libras.
ilassa de tomate em latas de I o i libras *
6o. rs. a libra.
Macar rao. talharm ealetria a loo rs. a lra.
dem branca a 32o a libra.
Moslarda franceza preparada a loo rs.
frasco,
dem ingleza em p a 6i rs. o fi.--
Moho inglez em garrafinhas ron ruinas 6*
vidro a 64o rs. cada una.
Marrasquinbo verdadeiro de Zara a l.ooo r.
agarrafo, e lo.ooo rs. a dn/ia.
Nozes muito novas a IGo rs a libra.
Ostras preparadas em latas a Too rs. a Mi
Prezunto para fiambre inglez \. nli.leno.
garantindo-se a qnalidadea Too rs. a libra.
iPassas novas de ranada a 4oo rs. i libri
Alugam-se rtuas casas terreas pequeas para
A. passar a fe=ta, ou mesmo por anno, na Torre : a
M fallar no mesmo lagar, na padaria. _______.
Grande armazem de tintas
*^ Tem a venda :
"\? 1 Productos cliimieos medicnaos os
f~. mais importantes em medicina.
?ffi 2. Productos cliimieos e utensis
'Papara photographia e outras industrias.
^fjK 3. Todas as materias e utensis
~'f& empregada na pintnra a oleo e a col-
^T la para pintores, tintareiros, enver-
-ii-s Disadores, douradores e vidraceiros.
4^ Joao Pedro das Nevos,
fjj Gerente.
a8>-
ilura-se

iNnandaledoSenhor Rom Jess dos
l'assos do Keeife.
Por ordem do lllm. Sr. provedor convido a to-
dos os nossos irmaos para so reunirem em mesa
geral domingo 9 do corrente, s 11 horas do da
naigreja do Corpo'Sant--, a fim de proceder-sea
eleieao da nova mesa.
Jos da Cunba,
Escrivao.
fina eserava para o servico de urna
pooca familia, paira-se bem : a tratar na
Queimado n. 30, loja. _____^^
casa
ra
de
do
Aluga-se o primeiro andar da ra da Sen-
zala velha n. 48 : a tratar na loja do mesmo.
Joo Jos dos Santo?, por seu bastant procu-
rador vende sua casa terrea sita na ra da Espe-
ranza n. 23 : quem a pretender, dirjase a praQa
da Boa-Vista n. i.
\
Precisa-se de urna
Hospicio n. 30. _____
cozinheira
na ra d)
;rt;-:.->**t.l-^_:
;--;'*& *fl^Wi^T>.,V IHB "U*
6,5oo rs. a caixa.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra ; J(,em para ^p, eslrcl|m|ia. ft.vi,ir > ndm*
etc. a S.Soors.a caira, e aSIWi i>. a libra.
SNB1S.
em barril a :i(o rs.
Batatas em gigos de 36 libras a I,ooo rs.
Champagne das melbores marcas a 2o,ooo
rs. o gigo, 1.800 rs. a garrafa, e Ooo rs.
as meias garrafas.
Cha uxim o mellior possivel a 2,"oo rs. a
libra.
Livro de orajes.
Vende-se 100 reis, na livraria ns. G e 8
da praca da Independencia, um livrinhocon- dem perola qualidade especial a 2,7oo rs.
tendo o seguinte : louvor ao santo nome de a libra.
Deus. cora dos actos de ;imor de Dos, ora- dem bysson o melhor que lia neste genero
coes c peticoes, bymnoao Espirito Santo, co- a 2,ooo, 2.4oo e 2,6oo rs. a libra.
roa do Senhor, aviso qualquer alma de- dem prelo bomeopatico a 2,000 rs. a libra,
vota, desengaos da vida humana, hymno Cerveja das melbores marcas a 6,ooo rs. a
de Santo Ambrozio Nossa Senhora, jacula- duzia, e oGo rs. a garrafa.
Peixe em Utas hermticamente Herbada d*
seguintes qnali lados:sa\ei. eorviM.gimo
cavallinbas, e pesiada a f ,o>o a lata.
Palitos para denles lichado< a I lo rs. on-
co de 2o rs. o macinbos.
dem do gz a 2oo s. a duzia, e 8.li r>.
a groza.
Painro muito novo 12o rs. a libra e 3,oeo
arroba.
Queijos fiamengos, do ultimo vapor, a i.-ioc*
rs.
dem prato muito fresco a 8oo rs. a Rfera e
Precisa-se de una casa cem proporges de-
eiites para habitacao de pequeaa familia ; prefe-
re-se no bairro da boa-Vista ou immodiacoes ; nao
< duvda pagar bem : a tratar na ra do Viga-
rio n. 9, primeiro andar.__________.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da ra
i np^rial n. 144 eam commodos para grande fami-
lia, tem 6 quartos, 2 salas, terraco coberto, cozi-
tM fura, muito fresco,e tem muiljbonita vista:
H tratar na ra Direita n. G.
O delegado do cirurgiao-mr do norato esia
-miorisado a contratar um pharmaeeutico legal-
iMRte habilitado para o servico das pliarmacias,
militares, com o< onns e todas as vantagens dos
liferes prtarmacealieos do exercito. Quem se actwr
-[.i> condicoes e qnizer coatraiar-se, comprela
ii 'i (jti-- 'dki, meiios nos saniifieados, na se-
.i lana do mesmo delegado a prai;a da Boa-visfa
.w. i. das 9 da manhaa s 3 da larde.
- Antonio Xobre de Almeida estando proceden-
to a inventario dos poucos bens ijue liraram por
rahVimento de sen lilho Antonio Nobre de Almei-
'ia Jnior, sua mnlher e filhos, pelo juizo muoicl-
pal ila vara, escrivao Molla, avisa a todas as
pMWoat que se juigarem credoras dos mesmos fal-
ttos que apresentem suas conlas no praso de
*.ilu ia para serem altendidas em dito inventa-
i-j. Becife 5 do ouliihro de I8f>4._____________
Besappareceu no dia ." do crtente, do Hos-
5ncii>. srtio n. 10, una caehorrinha galga cor de
teeubo '. roga-se a quem a tiver adiado de man-
weiir! a. 14, primeiro andar, que ser generosa-
a>eate recompensado.
Precisa-se de dous honens que entendam de
servico de copeiro : na ra da Aurora n. 32.
Atenco
OITerece-se para criado um ticmem soltei e com
pratica sufficienle para cozinhar e comprar na ra;
iirefere-se casa de homern solleiro ou mesmo-te
familia, nao se obrigando a cozinhar ; e quoi a
sua conducta a flanea : quem precisar, dirija-se a
ra da Soledaden.'64, ou annuncie por esta follia
Jos Joaquim Dias Fernandes, testamenteiro
do subdito portuguez Manoel Jos d'Amorim, ro-
ga todas as pessoas que >e julgam credoras do
referido Amorim, hajam de apresentar suas contas
ou ttulos no prazo de 30 dias. afim de serem ai-
tendidas no inventario que est procedendo pelo
consulado portuguez. Recite, 28 de setembro de
1864.
IJVUIIIV KCONOMIC \.
ROA DO CRESPO N. 2.
DEFRONTE DO ARCO DE SANTO ANTONIO.
Obras ultinimenle recebilas.
JunlSPHCDEXCIA.
Consultor forense por Carlos Antonio Cer-
deiro, 4 volumes. ..........30&000
Tambem se vende cada volume separado 8^000
Manual dos juizes de direito, ou attribui-
coes e deveres destas autoridades ..
Primeiras linhas sobre o processo crimi-
nal por J. B. da Cunha, 1 volumes .
Nova guia dos juizes municipaes e or-
phos por J. M. P. de Vasconcelos .
Novo advogado do povo ou arte de reque-
rer em juizo.............
Roteiro dos collectores, nova edicao muito
augmentada............ 6)5000
Novissimo manual dos labelliaes ou col-
leeeao dos actos, altribuigoes e deveres
oestes funecionarios.......... 65000
O advogado commercial ou arle de reque-
rer no juizo commercial....... 4.5000
ndice alpliabelieo de materias, as quaes
tmnpplieacao legrshico patria pro-
mulgla at o anno de 1857, coordena-
do pelo desembargador Joo Joaquim
da Silva............: 12*000
Alem destas receberam-se mais obros de sum-
mo interesse, para os senhores juizes, advogados
solicitadores, etc., etc
Preci
servico
da Cadeia
Na paitara do Torre precisa-se de uro aman-
sador que saiba ler e escrever para tomar conta
de urna freguezia. ________
Precisa-se de urna ama para todo o servir;:
na ra das Larangeiras n. 5. segundo andar.
"Claudio Dnbeux, proprieiario das linhas de
mnibus, faz sciente ao publico que de boje em l
disnte. mas somente aos sabbados, havero dnns
mnibus para o Cachang, os quaes saliiro do Re-
cife as 4 e ti horas da tarde : e na segunda-feira
vollaro do Cachang para o Recife as 7 1|2 e 8
horas da manliaa._________
Na ra da Cadeia do Recife n 5.S, primeiro
andar, lem urna caria para o Sr. Antonio Manoel
da Conceico. ___________^______
torias ao Sanlissimo Sacramento, ejercicio da
via-sacra, commemoracao Nossa Senhora
do Garmo e ao SS. Sacramento, directorio
para a oracSo mental, dividido pelos dias da
semana, obsequio ao coracao de Jess, sau-
(laces devotas s chagas de Christo, ora-
cOes Nossa Senhora, S Jos, ao anjo da
guarda, Deus em obsequio qualquer san-
to e para a noute, c responso pelas almas
sendo enteiro a 72o rs.
Chocolate francez, hespanholesoisso al,ooo, S|, refina(,oem r0t,,s .1.- vidroa 5> rs r*b
um.
Venderse caixocs va/.'os proiinns
para balineitos c funileiros a i$760
cada um; nesla lypos'-aphia.________
Potasas da stussia.
l,2oo c l,4oo rs. a libra.
Charutos do afamado fabricante Jos Fer-
iado de Simas o outros da baha como
sejam regaba, trovadores, guanabaras,
delicias e suspirosa 1,600, 2,ooo, 3,ooo
e 4.000 rs. a caixa.
Conservas ingezas a 7u rs. o frasco.
dem francezas suri idas ou de urna s qua-
lidade cada Irasco a ooo rs.
Cognac francez e inglez a l.ooors. a garra-
fa, e lo,ooo rs. a duzia.
Cominho e erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a Goo rs. a libra.
Sevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Sevada a loo rs. a libra.
Toucinbo de Lisboa a 24o e 'M>< 1- fifcf.
Tijolo para limpar facas a 15o r. tafawm.
Vinagre de Lisboa a 2no rs. a girrafa e
1,4oo rs. a caada,
dem em gan aloes rom !< jrrate a I400
rs.
Vassouras do Torio com arcos re ferro a to
rs. Cada urna.
I bem de escovas para lavar casa a 3o r*.
cada uina.
No a.
Precisase de urna mullier para cozinhar em
casa de homern solterro, que niio seja moca : a tra-
tar no bilhar dos arco*.
5*000
145000
8*000
4*000
\1\DESE
no:
se-'
Cauella a 9oo rs. a libra,
.la mais superior desembarcada honiem : vende- Copos finos para agua e vinho 4,8oo 5,000 Velas de espermacele superiores a
se in escriptorio de Manoel Ignacio de Oliveira & e 5,80O rs. a du/.ia, e ioo rs cada um. a libra.
Filho,largo do Corpo Santo n. 10._____________ Qaf (j p,0 superior a 28o e 'loo rs. a libra, dem de carnauba refinada e de composic;.'
e 7,500 a 8,800 rs. a arroba. I a 36o rs. a libra, e de lo,:oo a II ,00o rs.
Doce de goiabs superiorem latas a 2,ooo rs. a arroba.
: Ervilhas porluguezas em latas chegadas nk Vinho empipa. Porlo. Lisboa hgueu
limamente a G4o rs-a lata. das marcas menos conhedas aloe.
dem ceceas a 16o rs. a libra. a garrafa e a 2,8oo rs. a caada,
dem j descascadas a 2oo rs. a libra. : dem l-'igueira especialmente escoiliidn nes--
O abaixo assignado regosijando-se muito de ver j Ven le-se urna urna de Jacaranda, muit bem parn|ia ,]e araruta verdadeira a 320 rs. a lugar a 600 rs. a garrafa, e 1.9*0 rv :?
o augmento da edilicacao do bairro de S. Jis, elfeila, para deposito de ossos : na ra da Impera- ... caada
tendo ainda uma prcilo de terrenos, parte aterra-1 triz. luja de mnrrimiion. 25. I _..llur ... dos e parte beneficiados, e nao es podendo ediliear---------------t-----------pl-----r------------------- Figos em caixinbas bem enfeitadas a 9ooldem Lisboaem an,.oras rom ? caadas mr.i
lodos.e nem desejando privar a todos aquelles cida-, AmUS 1? lOriQcl. rs. cada urna. ca ,,sl)tCa| a 22 ooo rs. I ancora.
SULVUS US^PMSSf-1 Pa^ restabelecer e conservar a cor natural FavasJH*jg em latas chegadas ul.i- Idem La i(( |;.os -, fe^ ya
sua edificacao, e por precos que milito bao de de-! dos cabellos. mmente INU rs composiciio a 6oo rs. a garrafa, e 4.-wc
'afiar ospretendentes, que se podero dirigir \ A agua florida nao 6 urna .intua, fado essen- Frutas dem em Mida, pera, pecego, alpc-l- ; fg ^^
ra larga do Rosario n. 16, queacliaro com quem cial a contestar, a m.sma Sfna dando a cor pnmi-'
tiva ao cabello. Composta de plantas exoticase (3ra|xa
alca!rito do gaz pelo preco da fabrica:
arma'em da bola amarella no oitiio da
retarla da polica.
tratar.
Manoel Antonio de Jess.
de plantas exticas e
de substancias inofensivas, ella tem a propriedade |
de restituir aos cabellos o principio corante qm- el
COnStltUl': |.uuviU.-...k.iii, ~.......r ..... .-, f.
forca, a bell za e a conservarlo dos cabellos. rs. com O gairaiao.
m Paris, casa de Qnislaur n. l, ra de Riche- j iMem de tres caadas a 7,2oo rs. cada um.
lien, e 21, boutevard Montmarlre.
Todo; os fraseos, nao leBdo intacto e claro, o
timbre prateado da casa, sito reputados falsos.
UVBI\ETE
POaTUflULZ K Lblllii* U PR-
UHBUlO.
Scientilica-se aos senhores associados que fica
sem effeito o annnnrio de 5 do corrente, fechando
o expediente, visto que por motivos ponderosos nao
so pode por agora proceder o balango na biblio-
theca. .
Secretaria do Gabinete Portuguez de Leitura em
Pernambuco 6 de ontubro de 1864.
F. de Araujo Guimaraes,
1. secretario._____
Antonio Marlins de Seabra Lemos, Joaquina
Emilia de Figueirdo e Carlos Dubois, agraderem
a todas as pessoas que se dignaram assistir o nun-
cio fnebre, mandado celebrar no dia 6 do corren- Venlc-se cal de Listo a rhais superior que ha
te na igreja ConreitSo dos Militares, e o laido: no mercada, sea'lo barr de 4 arrobas e 4 arrobas
do coraco os exforcos incessantes que Ihes pres- i(j na ra da Moeda n. t, confronte ao trapiche
taram os seus visinhos, durante o tempo em que [ do Cunha ; e para informagoes no mesmo Ira-I
ua prezada esposa, illia c cunharla se aonaVa no picae.
eito dador, e aproveitando o ensejo, conviitam,-------------:-----------------------------------------
aquelles de seus amigos que se qu.zer.-m pregar AmeiKlO!tS COllleitallS.
ouvir no dia segunda-feira 10 do andante, na
igreja matriz da Boa-vista, s S horas da manhaa.
se, rainha Claudia e ginja a 7oo rs. a lata. Idem ^ ysboa ,)r3IlC0 ava a :i0w ,
aixa nova a loo rs. a lata e l,loo rs. a, pfr^ fl ;| 45oo rs canada#
duzia. I dem Porto fioo em pipa a 56o rs. a u>r. ..
les tem perdido. D'uma salobridade ineoniesta-, Gomma muito al va e nova a Ibo r. a ">ra-i|dem engarrafado- generosos LtfWM
vel, a Agua Florida entretem a innpeza da cabeca, > Genebra de Hollanda em frasqueiras com 12 j)mirn nunne do Porto I mt I l>
desiroe as caspas e ******* j frascos a o,8oo rs B 560 rs. o frasco o V, Nedar. vell.o W H
uieo (te ilonua | (d bol s a 4oo rs cada uraa. '._.:...,.... n...... <^. .^,.
Composto de substancias vegetaes exticas, elle: ,.ro(T>oe o IR mrrafas a k 8no
nst.te poderosamente, com a Agua Florida, a Wem em garraloes de Ib garratas a 4,800
Genuino, Particular a Sao I ,lM rs. a gar-
arafa, c a 10,000 rs. a caixa com um du-
zia.
e'-itimo a l,2oo rs. aira-
Deposlo, fda do Imperador, pharmacia n. 38.
C4L DE LhBOi
No e.-tabelec.imenlo da ra do Rangel n. 43.
~.- i
missqese tem'de celebrar pelo repouzo Mr-! Veude-se um sitio grande com milita planta-
loada su lin. ^H'toiXaKaAW.i, varfas rrucleiras. |.equelia baixa
--------r;-------ri-----;---------:----- de cafm, noa fasrt de tienda, fribaria, e no lu-
Prt'ClSao de CaiXeiVO par mai< sMin d0< arrabaldes do Rea* : a tratar
O proprietario de urna taberna no Recife, bem na ra Nova n. 23, luja._________________
i areguezada tanto para a trra romo para o mato, ^ Veide-oe na ra do Queimado n. lo A, loja
ecisa-se alugar urna eserava para to'o o precisa denma pessoa que entonda do negocio, dourivos um mnlaimhn d idade 12 an nos, pro-
de uina casa de familia : a tratar na ra dando-ltie interesse nos lucros, ou ordenauo, e ate ,)a,a',iaen : qUl3in pretender, dirija-se
ia do Recife n. 48, terceiro andar, f \ mesmo entrando com algum dirthelro sena me- '
TINTURARA.
Tinge-se com perfeiQSo pa
edr, e o mais barato possivel
Rangel n. 38. segundo andar.
tlquer
ni ra do
dem ingezas em garrafas brancas bordadas dem Madeir;
com rolha de vidro qualidade superior a fa, e a li.t
1,000 rs. a garrafa. \ Wcm Moscatel a i dem de laranja verdadeira a I,ooo rs. o Idem ordeaux das acreditadas marca*. 91.
frasco e H,oon a frasquera de 12 frascos.! Jafien, St.Esteph. rhatcan In fc*e, Kirsch Wasser excellente bebida snissa a \' Margoux e outros a MDO rs. a Mtt
i,8oo rs. a garifa. 56o rs. a garrala.
*$* %%\^^ ^ ^%lr%%
EVKJTA EM BARBIL
a *oo rs. o copo
Qneijo dr Minas ehegado no vapor
ltlpin pralo imbIIo fresco
dem snlsso superior
Idem londrlno superior.
57 Ra do Imperador 5'
' rfhTr-. na travessa do Carmo
nio Je s dos Res.
veira : na Soledade, casa junto a> sWa dos leoes-


fm^i

Hi
bi_
.--- wtm
Otarlo ale fer
teaca sexta lelra 9 4c Ouiubio t iSOi.
#i
s
\


menor eoiisrau-
glmeato se
Importe do
oo agradar.
entregar o
genero que
ATTENGAO
Os preces da segulnte
tabella c para todos, po-
dendo asslm servir de ba-
se para o ajuste de contas
com os portadores.
Kll DA CADEIA llO RfiIF 3. 53.
(Logo passando o arco da Conceifo)
Grande reduceo de preeos, equivalente a dez por cento menos do que outro qualquer
annunciante.
Collegas.Nao posso por mais lempo sustentar o prego da manteiga ingleza
amitos objectos, etc., dando com isto ocasio a todas as espeluncas acabaren por bom pre
a I.ooors. a libra, bem assim o de outros
. por Dom preco a manteiga de tempero, e grilarem em
ana voz, que podem vender pelo preco que eu vendo f 11 Ora, eu offendido com estas obscuridades e receioso em adoptar o mesmo
systnema que vim encontrar, de s se vender com um por cento a carola, resolv fazer esta grande reduccao de preeos, como veris
pela segunde tabella, pois como sabis ca pelo meu bairro, at a abertura do momoravel armazem de molhados Uniao Mercantil nao
se sabia de Outro preco de manteiga ingleza a nao ser o de J,4oo a I,6oo rs. a libra. Hoje porem, resentidos da reduccao a que
esto obligados encarando todos os das de seus freguezes reclamacao de preeos, e qualidades, vingam-se de um eoutro portadores
mal informado deste novo estabelecimento. para lhe vender goneros nao proprios de um estabelecimento desta ordem que o seu fim
tao somente obter a concorrencia de seus freguezes.
Para bem de todos.
Senhores e Senhoras o aceio que presidie, aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que tudo apromplidao e entei-
reza com que serao tratados, convida a urna vizita au mesmo, certos de que sem duvida me darao a proteccao e preferencia na compra
dos gneros que precisarem, e quando nao pocarn vir podero mandar seus portadores, anda que estes sejam pouco pratices, pois
serao tao bem servidos como se viessem pessoalmente, bavendo para com estes toda recomraendacao, afim de que nao vao em outra parte.
Manteiga ingleza (safra nova) especialmente rs. e em barricas de 4 duzias se faz abat-'
FAZENDAS BARATISSlMifl
Ra da Cadria do Rceife a. 17,
para a lato i
Lam e admirem !!..
ranina
ras.
Completo sortimeoto de chiUs esin
220 e iiO o rovado, ditas largas a 129,
380, 400 e 410 o corado.
F. aarairiiar'
Fastiio branco muilo encordado a
vado.
Est* a acatar '
Chapos de palhinha a escosseza a 14
rer queimar!
liriiii Uran-'t.
a
m

f r
LO 61.
BJ
escolhida a 8oo rs. a libra, em barril se
faz abatimento.
dem franceza a mais nova que lem vindo ao
mercado a 5(o rs. a libra, e em barril ou
meios a ooo rs.
Cha hysson de superior qualidade a 2,0oo rs.
a libra,
dem perela o mais superior do mercado a
2,8oo rs.
dem huxim o melhor que se pode desejar
neste genero 2,6oo rs.
dem preto homeopathicoporserde superior
qualidade a 2,ooo rs. a libra,
dem hysson, huxim e perola mais proprio
para negocio o t,Goo, l,8oo e 2,ooo rs. a
libra, garante-so ser muito regu!ar, igual
ao que se vende em outra parte por 2,4oo
e2,6oo rs.
I.inguicas, chouricas e paios em latas de 8
libras, ermeticainente lacradas a o.ooo rs.
garaute-se serem superiores aos que vera
em barris.
Chouricas e paios em barris de meia e urna
arroba a 8,ooo rs. e I,ooo e 6oo rs. a libra.
Queijos llamengos muito frescos chegados
neste ultimo vapor a 2,2oo rs. e do vapor
passado a l,6oo e l,8oo rs.
dem londrinos os mais superiores que tem
vindo ao mercado a 8oo rs. a libra entei-
ro se faz abalimento.
dem praio'muito fresco a 8oo rs. a libra.
dem do Alentejo o que se pode desejar de
fresco e superior a 8oo rs. a libra, a elles
antes que se acabem.
Ervilhas c favas porluguezas em latas j pre-
paradas a 6io rs.
Marmelada imperial dos mais acreditados fa-
bricantes do Lisboa a 6oo rs. a libra.
Prezunlo do reino vindos de casa particular
a oGo rs. a libra, c a foo rs. inteiro.
dem irutle/as para fiambre chegado neste
vapor 72o rs. a libra.
Copos lapidados para a gua a o,ooo e 5,boo a
duzia,
Choculate francez, suisso e hespanol a Ooo
l.ooo e l,2oo rs. a libra.
Espermacele em caixinbas contundo 6 libras
por V.oio rs., arante-se serem transpa-
rente e de superior qualidade, tambem tem
de 12 por libra propria para carro.
Peixe em p'ista sovel, corvina, gors. pesca- \
da, salmo, ostras echernee, rezugo em!
latas rindes a 8oo e I,non rs. cada urna.
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-!
ment.
Caf do Rio a 26o e 28o rs. a libra, e 7.8oo
e 8.000 rs. a arroba. "
dem lavado de primeira qualidade a 3oo rs.
a libra, e O.ooo rs. a arroba,
dem do Cear de superior qualidade a 24o
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,ooo rs. a
arroba.
Arroz do Maranhao a loo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba,
dem da India muito alvo egraudo a loo rs. a
libra, e 3,ooo rs. a arroba,
dem de Java a 8o rs. a libra, e 2,2oo rs.
a arroba.
Painco ealpista a 14o rs. a libra, e 4,3oo
rs. a arroba.
Massa de tomate em latas de I e 2 libras a
6oo rs. e de barril muito superior a ooo
rs. a libra.
Aletria, macarrao e talbarim a 4oo rs. a li-
bra, e 9,ooo rs. a caixa.
dem e talherim branco a 32o rs. a libra,
estas massas tornam-se recomendaveis as
pessoas doentes por serem propriamente
feita para esse lim.
Estearinas a 56o rs. a libra, e em caixa com
25 libras a 52o rs.
Vinho do Porto muito fino excellente qua-
lidade proprio para engarrafar em ancore-
tas com 9 caadas por 4o,ooo rs.
Vinho de pipa Porto, Figueira, e Lisboa a32o,
4oo eooo rs. a garrafa, emeanada a 2,5oo,<
3,ooo e 3,8oo rs.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a 4oo e ooo rs. a garrafa, em caada
a 3,ooo e 3,ooo rs.
Vinho branco para missa em caixa de 1 duzia
a 8,ooo e a G8o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas, que
vem ao mercado como sejam Lagrimas do
Donro, Duque do Porlo^ DuqueGenuino,
D. Luiz I., Madeira secca, Malvazio fino,
Fetoria em caixa de 1 duzia de 9,ooo a
lo.ooo rs. e a 9oo e I,ooo a garrafa.
Vinho Colares o mais superior que tem
vindo ao mercado a 64o rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantesom quartos e meias latas
a 36o e 56o rs. cada urna.
Sardinhas portuguezas em latas grandes
preparadas pelo melhor conserveiro de Lis-
boa a 64o rs.
Bolachinhas inglezas as mais novas do mer-
cado a 2,8oo rs. a barrica, e 24o rs. a
libra.
Antonio de Lisboa em latas com 6 libras
por 2,5oo; ditas doce em latas com o mes-
mo peso a 2,5oo; ditas imperiaes em latas
de 3 libras por l,5oo rs.
Ameixas francezas em latas de I e meia libra
por I,2oo; ditas em caixinhas de deversos
tamanhos com bonitas estampas na caixa
exteriora l>2oo, l,5oo, e l,8oors.
Azeitedoce refinado Penanol ou do Kempes
de Lisboa a 85o rs. a garrafa e 9,5oo a
caixa com urna duzia.
Batatas muito novas a 5o rs. a libra e 2,ooo a
caixa com 2 arrobas.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,5oo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a 32o
Nozes muito novas a 16o rs. a libra
Molho inglez em garrafa de vidro com
rolha do mesmo a 5oo rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes a
8oo rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes j preparada
a 4oo rs.
Lentilhas excellente legume para sopa a 2oo
rs. a libra.
A 800, 15 e I.J2*>. emuilo fino a I- .
ra, ditos pardos a 800, 900 e 10100 i rara. S4B|4
de cores a oOO rs. o aovado.
Uatirrai!
Grawtns de cores a :I90 e MO .--. ihndb |.rat
ca a 'iO o covado.
Vio n\ raaiarar '
Ricos chales de merino liaos rom borla p.^^
redonda, pelo insignilkanle preco de -j
Itoapa frito.
Completo sortimento de paleto!-, calca-, raak.*,
francezas e ceroulas, e bem assim muir <
por preeos mdicos. D.io camorras run aeaaxr
yloja esta abarla al as 8 horas la ikhii*.
Acaba de receber do sua propria eiicoiiiuieiida um ^ranue e variado sortimento
de molhados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o proprietario em
offerecer aos seas freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos preeos, afianzando todo e qualquer genero vendido neste bem conhecido ar-
mazem.
Amendoas confeitadas de 8oo rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs,
libra,
dem franceza a 56o rs. a libra, e 52o rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
dem perola a 2,8oo rs. c de 8 libras para
cima a 2,7oo,
Licores francezes e pertuguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Botefim,
morangos, limao, caf, laranja, cidra, gin-
ja, canela, cravo, rlela pimenta a l.ooo
rs. a duzia I,ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
Marrasquino o verdadeiro de Zara era garrafas
grandes a l,ooo rs. e H,ooo a duzia.
Palitos para dentes a 14oe 16o rs. o mago.
Sal refinado em frasco de vidro com rolha do
mesmo a 5oo rs.
Cerveja branca e preta das marcas mais a-
creditadas que vem ao mercado ao,ooo e
5,5oo a duzia e 48o rs. a garrafa.
Sag muilo novo e alvo a 24o rs. a libra.
Sevadinba de Franca muilo nova a2oors.
CharutosdetodososfabricantcsdaBahiaedas
mais acreditadas marcas conhecidas no
nosso mercado a 2,ooo, 2,5ro, 3,ooo,
3,5oo e 3,8oo a caixa de loo charutos.
Cognac inglez das melhores marcas a
1,080 rs. a garrafa.
Doce da casca da goaba em latas de 4 li-j
dem hysson o mais superior que se pode Passas muito novas em quartos e inteiros a
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima 2,ooo rs o quarto, a 6,ooo a caixa e 4oo
a2,5oo rs.
dem menos superior a 2,4oo ede 8 libras
para cima a 2,3oors.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata
dem preto o melhor que se pode desejar
neste genero a 2,8oo rs.
dem menos superior a esse que se vende
por, 2 e 2,Ioo, a 4,8oo rs. a libra.
dem mais baixobom para negocio a l,5oo
rs. a libra.
A Icatrih
Vende se barris com alralrao, na roa -la Oj
n. 23, primeiro andar, escriptorio de AMoa*
Almeida Gomes.
MTISS4
Vende-se potassa em barns a romrrwdi pr
na ra da Cruz n. 23, primeiro andar, to-ttfim
de Antonio de Almeida Comes.
Um Desfobrimenlo Espaii**.
O Mundo Nrifntiiifo niaiinanriu aparan
das.[ ie tem viudo ao nosso mercado a Bolachinha de soda em latas com diversas
6,ooo, 7,ooo e 8,ooo rs. a caixa, garante-1 qualidades a l,3oo rs.
se ser de qualidade superior, que outro Bolo francez em caixinhas muito proprias
qualquer nao pode vender por este preco.! para mimo a 64o rs.
Genebra de IhHanda a 56o rs. o frasco, e, Passas muito novas de carnada a loo rs. a
5,7oo rs a frasqueira. libra e 6,ooo rs. a caixa com 28 libras,
dem de laranja verdadeira de Altona em Figos de comadre a 24o rs. a libra e
frascos grandes a l.ooo rs. o frasco, el l,8oo rs. a caixa com 8 libras.
11 ,ooo rs. a duzia. j Amendoas de casca mole a 32o rs. a libra,
dem de Hollanda em botijas grandes a 4oo Bolachinhasd'agua em sal da fabrica do Beato
bras por 2,ooo; ditoemcaixoesa6oors.
cada um.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Velas de carnauba de 6 e 12 por libra a
32o rs. a libra e io,ooo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 6io rs. a garrafa
e 4,Soo a caada.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra
e 36o rs. em barril.
Capil de diversas frutas muito
64o rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a graza.
Toucinho de Lisboa muito alto e alvo a
32o rs. a libra e 8,5oo a arroba.
Ameixas francezas em latas de 3 libras por
2,oo9. rs.
Cebollas soltas a l,4oo o cento ; ditas em
molhos com cento etantas por l,2oo rs.
Malte excellente cha para os
a 2oo rs. libras.
dem miudinho proprio para negocio a 1 ,ooo
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo.
Queijos chegados no ultimo vapor a 2,6oo rs
dem prato es melhores e mais frescos do
mercado a 8oo rs. a libra sendo inteiro.
Genebra marca gato a 1.7oors. agarrafa.
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes
marcas : Osborne, Craknel, Mixed, Victo-
ria, Pec-nic, Fance, Machineeoutras mul-
tas a I,3oo e I,4oo rs.
Fumo americano em chapa a l,6oors, a
libra.
Araruta de todas as qualidades.
Batatas novas em caixas de 2 arrobas a 3$ a
caixa e 6o rs. a libra*
Balachinha de Craknel em latas de o libra?
bruto a 4,ooo rs.
dem inglezas em barricas a mais nova do
mercado a 3,5oo rs, a barrica e 24o rs. a
libra.
Chocolate portuguez o mais especial que se
pode desejar a 8oo rs. a libra e 1 o rs. o
pao.
Papel de botica de excellente qnalidade a
21oors. a resma.
Potes com sal retinado a 48o rs. cada um.
frescas ajBicos frascos com frutas francezas em calda
a melhor que se pode desrjar de l,4oo a
3,ooo o frasco.
navegantes a
4G ENCA
DA
FUKGIOLOW-AOffiOOBE
llua da Senzalla nova u. 12.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meia
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos o
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas par
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
Vinho do l'oiio superior
dm caitas de urna e duas duzias : tem para ven-
eer Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu
escriptorio ra da Cruz n. 4.
M'tmmm mmmmmmm
| Fabrica Ooncei$lo da m
Bahia,
5S Andrade k Reg, rece bem constante- S
fH mente e tem venda no seu armazem n. jfc
34 da ra do Imperador, algodao d'aquel- ffl
^& la fabrica, proprio para saceos de assu- g
*ff car, embalar ai^odo em pluma etc., etc., JJJ
pelo preco mais razoavel. w
iiini/iw
FRONTEIRO
DE
Ali VES COUTIMHO *fc BRAMDAO
21Largqdo Terco21
A o publico.
Chouricas muito novas a 64o rs. a libra ; chocolate francez a l,ooo rs. a libra;
ameixas dem ; alpista a 16o rs. a libra, e 4,6oo rs. a arroba ; arroz do Maranhao e-da
India de 8o a loo rs. a libra, e em a arroba de 2,6oo e 3,ooo rs. ; azeite doce refinado
a 1 ,ooo rs. a garrafa e em porcao, menos; idem de barris a 6 lo rs. a garrafa, e em cana-
da a 4,8oo rs. ; banha de porco a 4oo rs. a libra, e em barril a 36o rs.; batatas muito
novas a 4o rs. a libra, e I,2oors; a arroba ; cha perola, hysson, miudinho a l,8oo, 2,4oo
e 2,5oo rs. a libra ; charutos dos melhores fabricantes da Bahia de 2,ooo e 4,ooo rs. ;
cerveja branca e preta a 5oo rs. a garrafa; cravo, canella, cominho e erva-doce, conser-
vas inglezas em frascos e meios de 5oo a 9oo rs.; cognac inglez superior a I,ooo rs. a
garrafa ; caf de 1.a, 2.a e 3.a qualidade de 8,5oo, 9,oooe9,5oo rs. a arroba ; cevadi-
nha a oo rs. a libra ; ervilhas portuguezas em latas de 1 '/* libra a 7oo rs. ; spermacete
a 56o rs. a libra, e em caixas a 52o rs.; farinha de araruta verdadeira a 2oo rs. a libra,
e em a arroba a 6,ooors ; genebra de laranja a l,ooo rs. o frasco ; idem de Hollanda
a 64o rs., e 4oo rs. a botija ; graixa em latas a l,2oo rs. a duzia ; manteiga ingleza per-
Rua da Senzalla O. 42. fcila flor a 8oo rs. a libra ; idem franceza a 56o rs. a libra, e era barris a 52o rs.; maca
Vnde-se, em casa de S. P. Johnston C4 de tomate a 6oo rs. a libra ; marmelada dos melhores fabricantes a 64o rs. a libra ; ale-
selliDS e silhes inglezes, candieiros e casti- tria tolharim e raacarr5oa 4oo rs.; marrasquino de Zara verdadeiro a I.ooors. cada fras-
caes broDzeados, lonas inglezas, fio de rea, <*>' nGzes muito nevas. a o/> rS- a libra ; passas a 4oo rs. a libra ; painco a 16o rs. ; po-
chicotes para carros e montara, arreios para ma^a a 4o rs. a duzia; pimenta do reino a 36o rs. ; papel almaco e de peso de diver-
carros de ura e dous cavallos, e relogios de ^s mareas; palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2o rs. a caixinha ; ditos de seguranca
ouro patente inglez. individual a 2o rs. a ciixinha 36o rs. o maco; queijos llamengos do vapor a 2,ooo rs.
--------------------------------------------_ cada um; eevadinha a 2oo rs. a libra; sardinhas de Nantes de 4oo a 64o rs. a lata ; sa-
da^arz" com 4 Zo^7LZ%ZZS, ',3 ma.ss? T* P'S a ^ rs;a ,ibra' toucinho de Lisboa muito alvo a 3oo rs. a ii-
frente para o nascente, e estribara para dous ca- '> vinnfl p"r'o velho engarrafado a l,5oo rs.; dem em barril a 8oo rs. a garrafa,
vaiis: os pretndales dirijam-se esta praca sendo porco (az-se differenca eem caada a 5,ooo rs.; dem de Lisboa muito superior a
na ra de Horias n. 24, primeiro anjar ou a^mes- 400 rs. a garrafa e 2.8oo rs. a caada ; idem da Figueira J. A. A. a 5oo rs. a garrafa e
mapnvoaeao. a entenderse com o Sr.Joao fiuflno 3i6oo rs. a eanada; idem do Estreito a 36o e 320 rs. a garrafa e em caada a 2,56o;
. idem BorJeaux a 56o rs. a garrafa; idem braneo de Lslioa, proprio para missa a 5oo rs.
I garrafa; vinagre de Lisboa muitrj superior a 2oors. a garrafa, e 4,ioo rs. a caada;
soda, cevada, alfasema, gaz e ijolo <5e limpar facas a 44o rs. Presuntos de Lamego a 5oo
ea,l> a.ir rb ostros muitos gneros quc^esnecessario menciona-los.
deSouza Magalhacs.
Frutas em calda chegadas ltimamente, pera,
pecego, ginja e outros muitos a 12o rs. a
lata de 21r2 libras.
Foijo verde em bages em latas a 65o rs. a
lata.
Nozes muito novas a 120 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 6oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a 10,000 e
I.ooo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,000 a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 000 rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a cahada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composico a 06O a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
Farinha de matarana a 240 rs. a libra.
Ricas caixas com figos a 1,000 rs. cada urna.
Ricos livros com figos l,ooo rs.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafes com 4 '/ garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com 4 l/t ditas de venagre a 1,00o rs. o
garrafao.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
i5,ooo rs. com a ancoreta
dem em pipa poro sem o batismo a 2oo rs.
a garrafa e I,4oo rs. a caada.
Caucas com ^ duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
rs. a libra,
dem corinthias proprias para podim a 800
rs. a libra.
Marraeladas dos mais afamados fabricantes de
Lisboa a 64o rs. a libra.
Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra.
Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
Ervilhas francezas em latas a 64o rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,6oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 800
rs. a libra.
Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra.
Caixas de traque n. 1 a S#500 cada urna.
Massas para sopa maearro, talbarim aletria
a 4oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 8,000 rs. a caixa
e 800 rs. a garrafa,
dem francez a 7,000 rs. a duzia e 7oo rs. a
garrafa.
Charutos em grande quantidade e de todos os
fabricantes mais a creditados a l,5oo,
2,000, 2,000, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por ah se ven
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8.3oo e 9,ooo
rs. a arroba e 28o a 22o rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
roba e 26o rs. a fibra.
Arroz do Maranhao a 12ors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
A < om|>osifo AnarakRit*
IVitoral de krap.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,ooo rs. ar-
roba, e 3o rs. a libra.
Idem de sebo muito dura lingindo esparmace- 2
te 36o rs. a libra.
dem de esparrnacete a 060 rs. a libra, e em
caixa a 02o rs. com 25 libras.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.000 rs.
Tor espaco tle muito tempe *< ha ux.i.>
tensamente em Tmpi..o para a TSICA pulmonar,
CATAfiRHO, ASTHMA.
BROICHITE, TONE C0mUl
CRUPO 00 CAMOTE, e
Inflammarpes da Garganta e i Pallo
o isto com um resultado to felii c veniar.
mnente assombroso o pao on madeira Toma
arvorc h que cham-io Anacahcita. e se encontra no Mxico.
A Composi9o Anacahuita Paito-
ral de Kemp e' um Xurope drlinoin, nid-
iamente differento na sua -ampos; <>
todos os mais Peitoraes c Fxp.>. torant-< mi
nul'acturados do fructos astrinj..nt' -.
c raizes, te., o mesmo no conten nenhnm
Aci-.fo Prus-iiio 011 outros .|iiae9]Her invrr -
dientes venenosos.
Todas as molestias e affecroes da zarzanti
c dos palmos desappare>'era como por aas
mgico encanto, mediante a aclo .i
. mparavel e iiitsiaTel r.-medio.
venda as b ra da Cruz, e Joo da C. Bravo A C, roa
da .Madre de Dos.
- Vende-so a rasa ierr>-:i da rn.i a Ir r
I (no CaminhoNovo) tnn un in*. u.
que d enlrada para o qoinfal, n-> t|n.l e^i--
ro pequeas me) aguas, rnaia tu.!.. )**. r
de-sc l'arato p-r sen propria (ario t^r tle r '
;ra fra da provincia : airatar na ri.
mado n. 77.
Ventern-se saceos ron ponajaj muito
propria para en-ummar e fazer Minos : a.!
dem alraago pautadoe liso a 3,000 rs. a resma, do tueimado ii.ja d. 14.

pautada e liso a 2,ooo rs. a
dem de peso
resma,
dem a zul de botica ou fugueteiro a 2,oo rs.
a resma.
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz de primeira quali-de
IOjS a lata : us arniaz i s da na >] I:
dem embrulho de 1,2oo a l,4oo rs. a resma.' Piador n. 16 e ra do Trapkhe N.-o
Airiei,'as francezas em latas de i V bbra a \ Vtcriem-se duas naMm sUcaalBa aa> i
1,200 e 800 rs. a libra. tfo do Barro, frrgaezia dos Aktti, mnx rr -
dem em fraseos de 3 libras a 2,5oo rs., s o CSLp!i?1f JEf ''^,l>OT rMem "
frasco valle l,ooo rs. tambera teraos em {SS,,-ISlJS'Si moSTtZ< ^JSSil
frascos para l,4oo rs. tender dirjase ra Impeiia! n. *, .me >tt
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
coDtrara.com qu> ni tratar.
.Mostarda preparada em potes muito nova
2oo rs.
vi 3. -- es
33
ca

a.
Molhos inglezes a 800 e 1,000 rs. o frasco.
Cravo a 48o rs. a libra.
Cerveja Tenente verdadeira a 7,ooo rs. ;
duziae 600 rs. a garrafa,
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo I l
e 6,000 rs. a duzia e 000 rs.a garrafa.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a I,ooo rs. o molho e
800 rs. o cento.
Genebra de Hollonda era frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafes de 14 garrafas a 5,2oo rs. 5" j I.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caisa.
dem de dentes lixados em macos grandes
com 2o rs o macinbos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
io.ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha
3"S M 2 S-3 as-e ^- S
S g 8 o.a _^= 3
5 i "-a ~ 2 i" ? =
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.Milhoalpisti a lio rs.
arroba.
e Franca a 180 rs. a libra.
a libra e 4,5oo rs. a
Gomma a S 80 rs. a libra e 5,4oo a arroba.
Peixcs em latas a I,ooo rs. a lata j prompto
a comer- se.
Farello de Lisboa marca N. e Biaio sa.^os
grandes a 4,ooo rs.
Doce da cas,ca da goiaba a 600 e 1,00o rs 1
caixao.
Vinho Madeira fino.
Vende-se na ra de Apollo n. 4, primeiro an
dar, em barris de oilavo, chegado hoje.
O proprietario do grande armazem Uniao e Commercio declara Weus (tame
s e amigos e 30 publico em geral, que para facilitar a tommodidade de toJoTest iL
esmos Drecos nos semuntes noan "-** tsupmou
os mesmos preeos nos seguintes lugares:
Uniio e Commercio ra do ueimado n.


O Verdadeiro Principal ra do emperador n, 40.
>
7.
Vende-se na praca da ndpp^ndeoeja a. I. a
de An.on.o AnanMo dos Santos S raJla-
nortaariaa de -.-lo, mais m.imaVa2fSi
vmdo ale aRora para se Mar! ZJ7 eZ
cumias no muiterio |,|0 S>iT+m
iim, saDiiaiU's sernpre viva*
ma ; desla qualidad.- naje
vendidas nesia provida.
amisaaV. orna lafn-
vierjro para *r^i



Diarlo de Pernainbueo Sexta letra 9 de Oudibro de 1 hu.
C L A R
ra no qcjjuimaiio ir. 45.
Passand o becco da Congregarlo segunda casa.
/i
NOV1DADE
Pereira Rocha A C. acabara de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commer-
cial, onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimenlo dos mclbores gneros que vem ao nosso mercado os
quaes serao vendidos por procos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencioncda ; garante-se obom
peso e boa quaiidade dos gneros comprados neste armazem.
Vrroz do Maranhao, India e Java a 60, 80 e Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra. Cevadinha de Franca muito superior a 220
IDO rs. a libra, e 15800, 20600 e 3000 Painco a 200 rs. a libra. rs. a libra.
Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra. Gevada a 80 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeile e Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
muito novo a 6iO rs. [dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 2800 Figos de comadre e do Douro em caixinhas
dem prato. de 'l libras e canastrinhas de I arroba a
dem loudrino chcgado no ultim vapor a l 900 rs. a libra. Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs. dem de trigo a 120 rs. a libra.
a arroba.
Amelias francesas em latas e em frascos a
15200 e 1(5600, e em frascos grandes a
2*300.
dem em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas eslambas no interior das caixas
a I 00,10100, 10600 c 25.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 163 rs. a libra e a i$600 a arroba.
Azeite doce francez mnito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a6i0 rs. a garrafa.
Aiaruta verdadeira demalarana a 320 rs. a
libra.
Avelinas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
14304 rs.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a Uta.
dem inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinhae a 200 rs. a libra.
Bauha de porco relinadaa 440 rs. a libra c
em barril a 400 rs.
Cha hysson, huchin e perela a 15600, 2$,
20500, 2;>800 e 38O00 a libra.
dem preto muito superior a 2000 a libra.
Cerve.a preta e branca, das melliores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac insle-! fino a 90' rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melliores fabricantes da Babia
e especi dmente da fabrica imperial de
Candido Ferrara Jorge da Costa a 15800,
2*0 '0. 21200, 20500, 20*00, 30000 e
3500 a caca.
Caf do Hio muito superior a 280 e 320
rs. a libra e 80500 a 85800 rs. a arroba.
Cartes de bolinhos francezes muito novos e
bem muito enfeitados a 7O0e 600 rs.
Chouricas e paios-muito novos a 800 rs a
libra,
cada um.
Sardinhas de Nantes a 300 rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra
Tuucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Velias de carnauba pura a 360 rs. a libra.
dem stearinas muito superiores a 6C0 r.,
libra.
Eigos em caixinhas crmeticamente lacradas
a 10600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste peero e de varias marcas, como
sejam : Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D Pedro, D. Luiz I. Maria Pa,
Bocage Chamisso e oulros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e era caixa com urna du-
na a 95000 e 105000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 45 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 300 rs.
a garrafa.
dem de Bordcaux, Medoc e S. Julien a 700
Grande liquidacao.
Ra da Imperatriz n. O.
Loja de faz?mas do Pave de (lana & Silva.
Acha-se este estabelccimento completamente
sonido de fazendas inylcza-. francezas, allemaas e
suissas, proprias tanto para a praea como para o
mallo, prometiendo vender-se mais* barato do que
em Mitra qualquer parte, principalmente sendo em
porcao, e do todas as fazendas dao-se as amostras,
deixando licar penhor, ou mandam-se levar em
casa pelos caixeiros da ioja do Pava
As cuitas do Pavo.
Vecdern-se chitas inglezas claras e escuras pelo
barato prego de 210, 260 o 280 rs. o covado, tintas
seguras ; ditas francezas de cures seguras a 320,
34#i 3(50, 400, 440, 480 e 500 rs. o covado, fazenda
muito superar e bonitos padrees : s na loja do
Pavao.
As lazinhas da exposicio do Pavo.
Vendem-se lazinhas as mais modernas que
tem vindo ao mercado, proprias para vestidos e
O
AO RESPBITAVEIa PUIBIjICO
RA DAS CINCO PONAS N. 86
Ksqulna da nova travessa de H. Jo."o.

Ksrsmmq& f
Dcsejando o proprietario do grande armazem do Prphei i r lar-

gas ao sen genio emprebendedor, cominercial e especulativo, resolvcu eider a ittqr:.
que o assaltou, quando as bofas caladas da noile o sen solicito.espirito se aiia\. nuai
bem seivir e agradar aos generosos habilar.tes
este grande etabelec!mcKte de ih m s e
;om oin lustre desta bella provincia, de abrir mais este grande etttaneleclmcnlo de m vs e
o, ditas com! escolhidos gneros, quasi que especialmente destinados s penen quenaram na hfr
'8ivaarua da' *** de S- Jos' e aiIuelles senhoies que Iransilan pela via fenea, para pin #-
' I dado sao sem cenia o numero das vaiitageos que m Ibes offerece, nao t uiu rebfia -
(I-
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 6#200 a frasqueira.
dem em garrames de 3 e 5 gales a 55500
e 75500 cada um com o garrafao.
Graixa a 100 rs. a lata e 15100 a duzia.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa,
dem, quaiidade especial em garrafas muito
grandes, a 1 800 a garrafa,
dem em garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, em garrafa forma de pera e rolbas de
vidro, a i $000, s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 900 rs. a libra, e da
de segunda quaiidade a 800 rs.
dem francez muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Maca de tomates era barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 60 i rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
soutembarques por screm lisas e de cores muilo turbilhao de ideas, tendentes todas
delicadas .j60eo00rs.: ditas lisas com om lustre desta bella provincia, de abrir mais
que parece seda 640 rs. o covado,
quadrinhos de seda oOO rs. o covado,
bar : na loja e armazem de Gama 4 '
luiperatnz n. (50.
Os vestidos do Pavo. 'modicidade dos fieles, como da factlidade e brevidade da conducen dos otytttus
Vendem-se os mais modernos cortes de vestido prados,
de lia, que vieran pelo ultimo vapor, com ricas q SOnho do Proplieta ser orna verdade pratica to aoceita e abracada ceno n
barras de cor, corpinho o collete separado ; ditos m|)|cs e bem intencionadas dos vellios palriarchas desses lenpos c, si o 8e-
eom listas de seda e tambem com barras e entei- F*' a,i ,n,.m,,i..1ri
tes para o corpo, por prego mais barato do que em nhor Deus dos cxercilOS nao 0 quizet COtitiaiiar.
outra qaalqoer parte, e se qnizerem una prova Proplieta nao querendo re.-ti ingir-sc a forma ordinaria de negectar r*-sii\n
do que se diz, "
Pavao, ru
Os vestidos Maria Pia. S o Pavo (8#000).
nmmn^nSnn^^ $SJ& que o propbwa recebe.;, como moeda de qualbuer do, chores nm
de seda pelo barato prego do 8& cada corte : s algodo, agurdenle, miilio. feijau, cavallos, escravos, etc., ele. e ibes dar onensonm
na loja do Pavo roa da Imperatriz n. 60, de Ga- em gene| os escolhidos a contento.
ia& Silva. Quando a importancia dos gneros apaados for menor do que a dos oejecloa i^-
cebidos por troca, o r-ropheta nao demorara a dilVoirnca que de\e dar l'm psi.'ihe'ecimeiito'Hie com tantos sacrificios e destazas acaba de ser aterto
ttt^^SSSCU'nrStS <>*< l^tSTSSSTS& d. ,sc venir tari,., com ota.:., N ,!,,,
vado ; ditas francezas muito finas 40, 280, 300 fp crdito e freguezia.
e 320 rs. o covado, isto para acabar: ra da
Imperatriz, loja de Gama & Silva. A aruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Os madapoles do Pavo i \rrp7. do Maranhao, Java e do Penedo a 80,
Vende-so pe?a de madapolo infestado com 12 i |,,q e ,20 rs a iura} e a arroba a I#800,
jardas cada peca pelo barato preco de fc#, 4^500 e ...... ,jRnn
oi cada ppca, fazenda muito superior : s o Pa-! S^iv e fKHiv.
vo ra da Imperatriz n. 50, notando que a pega Amendoas a zbU rs. a urna.
leva urna etiqueta com o Pavao pintado para nao Ameixas francezas a I#200, 10400 c I ,->000
haver duvidas nem engaos : isto previne o Pa- em |ataSj frascos e lindas caUbinbas muito
aiquer parte, esc qnizerem ama prova u rrvpBCta uao qucicnuu i con ingiiroo a wium viuhhim 3 diz, mandem ver a leja e armazem do ^^em uVpois de profunda meditaciio, de nao vender smenle os tw gckeros ah
SfJSBS %o' p2aooo nheircorrente: mas ,aml,em de pV em pralica s ,roca c,,es im S ,!a [" *ff
Sa^doVvesiidos i da Pia do paiz ou por escravos. bois. cavallos, etc. Assim, po,s fique na mtell^rc.a i
rente com listas, e paiminhas que o propheta recebera como moeda de qualquer dos M't.liores aj
o prego do 85 cada corte : s algodo, agurdenle, miilio. feijau, cavallos, escravos, etc., etc. e llies
As cassas do Pavo a 210, 280, 300, 320 c
3G0 rs.
t < t y
vao, de Gama & Silva.
Bramante de linko do Pavo
*. 9400. KiOO.
Vende-se o melhor bramante de linho puro com
proprias para memosear algtem
Amendoas conTeitadas em fia?eos de vidro
a 13 o frasco.
dez palmos de largura por prego muito commo- Alpiste a 160 rs. a libra e a n>oW a arioa.
vara por
ra da
e 800 rs. a garrrafa, e 70000 a 7#5O0 rs. dem regular a 500 rs.
;1 t]ii?.ia. Macas linas para sopa: estrellinha, pevide,
dem Morganxe Cbatcaulumini de 1834, a 10 rodinha et altria a 000 rs. a libra e a 40
a garrafa. a caixinha com 12 libras,
dem muscatel a 800 rs. a garrafa. Noz.es muito novas a 160 rs. a libra.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa c: Peixe em latas preparado pela primeva arte
lOOrs. a caada. de cozinha a t) a lata,
Kirsk garrafas muito grandes a 1&800 rs. i Paliios de dentes alOO rs. o maco.
Alm dos gneros cima mencionados te- dem de (lentes a 120-rs.
mos grande porco de outros que deixamos: dem de flor a 200 rs.
de mencionar, e que tudo sera vendido por j Amendoas confeitados a 900 rs. a libra,
pegas e carnadas,.tanto em porcoes como Doce de goiaba em latas o melhor possivel a
retalho- %$ e em caixao a 64-0 rs.
Quern comprar de 100 jOOO para cima te- i Palitos do gaz a 20209 a groza.
r o abate de 5 por cento. i Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Albuns
superiores para re-
tratos.
A Aguia Ba&aea sempre disposla bem servir
igradar a sua boa freguezia, mandou vir e acaba
de receber um bello rior encaderua^io e apurado gosto, com especiali-
dade os de capa de niarim com lavores, oulros
guarnecidos de tartaruga com trancas de prata,
outros marchetados de madropcrola com (rangas
de piala uourada, ontros de velludo etc. etc. Para
.jin-in tem gosto e dinheiro, um lbum assim per-
dio sem duvida o mais apropriado para F.elle
se depositar os refales de charos pas, bons p-
renles e amigos. Em qoanto, porm, e.-e> albuns
-e ornam notaveis por sua perfelcao e bom gosto,
nitros recebidos na mesma occasiao, se tornam re-
cnnimi-ndados pila commodidade de procos vista
Ja boa obra. Assim pois o pretndeme ser ser-
vido conforme o dinheiro que quizer dispr pan
LOJA 0 IEU4 FLOB. MACHINAS OEPATE^TE
Ra do Queimado ns. 63 e 69.
dem om botija a :!' Oe 400 rs. a
(Jraixa em lat sa l#20O a duzia.
Limonadas de diversas fructosa IJ6G
frasco.
Licores inglezes e frar.cezesa I&C0O, I55CC
e 2fl a garrafa.
Lingoas americanas a 800 rs. cada nr.a.
Linguicas prompl.is em latas a I $210 a lata.
Manteiga ingleza ueste genero o que la dt
melbor a 800 rs. a librae trn baml a 7C0
rs.
Vz'eite doce francez a 90o rs. a garrafa. dem mais bai.xa a640e 720 rs. a lil.ra.
Azeite de Lisboa a Ci rs. a garrafa e 4^800, Manteiga franceza a 520 rs. a libra, em han i
a caada. a ^ 40 rs a libra im rtlalbo.
Azeite doce emboioes com 9 garrafas a oooCO Massa de tomates a 640 rs. libra.
como boio. Marmelada muito nova a 640 r*. i wtra
Azeitonas por todo o prego. Molbos inglezes a 400 e 640 rs. a ganad r.
Biscuilos inglezes de diversaMiiarcas a 1)300 Msiarda preparada a 400 e 640 r. o fiasco.
a (ao Massas para sopa anear rio, talh ra ealiffia
Bolachinhas do soda, oval e lunch a 2$000, a 400 rs. a libra.
a lata com o libras, dem finas em caixinhas a 3oX0O a caixu bz..
Bolachinhas americanas em barricas 26. Marrasquino de Zara verdadeiro a l9 0
libras a 2)5000. I frasco.
Banha de porco da melhor quaiidade a 300 dem mais baixo a 800 rs. e l;UO or:
rs. a libra. Milho em sacias i om 20cuias a :hyM O
Batatas em gigos e caixas por todo o preco. Pfezonto ingle/. | ara hambre viudo i-
Caf moido a I0(j 00 ou 8-5000 a arroba. vapor a 800 rs. a libra.
Caf superior a 7>uOO, 80O- e 8:>500 a Idim mais ant go a 640 rs. a litra
| arroba. lipa do Porto a 610 re. e sendo t*" >
! Cha nesto genero lemos'o que h de melho-' ii 0 rs. a libra.
i assim como tambem tomos baixo polos pro- Passas i ovas a 400 r?. a libra,
eos segundes: i04O, 1W*, 1 ?800.Ppho a 1*0 rs. a libra.
. 11
de
lionecas de choro.
Lindas baeras de choro que. cbamam papai e
mamai, de diversos lmannos : s as lejas do bei-
ja-flr, ra do Queimado ns. 63 e C9.
Lavas de pellica.
Lavas do pellica branca e de cores para hc-mens
e seiihoras : as lejas do beija-llor, ra do Quei-
mado ns. 63 e 61).
ivellas para cintos.
Lindas ivellas douradas com lindas pedras para 1
cintos : as lojas do beija-flor, ra do Queimadi
as. 63 e 69.
Capillas para noivas.
Lindas capollas para nuivas a 24300 cada una : j
as lojas do Ijeija-flor, ra do Queimado ns. 63 e
esse Ora, adiando sortimenlo para 24, 50, 60 e 80 e 69.
retraas : na ra do Queimado, loja d'Agoia Jtran-, Estojos para barba.
"an 8. Vende-se es tofos com espelho para barba l^oOO
Carieiras e bolsas para tSSa^uff 69,i, lujas d beija'flor'rua d0
Ciai/Ctll. Ilxlaios para uieuinas.
Na ioja d'Aguia Branca, rua do Queimado a. 8. Rocebea-se novo sortimenlo de balaio^, v ndi ni-se carteiras com corrsias para traze-Ias a forma de varios passaros, pelo barato prego de....
liracoln c bolsas de tpele, ludo para viagens. I4W08 at 43 cada um : as lojas do beija-flor. rua
Perfumaras inglezas. d0 Q"im< Lf9tr, **
A Aguta Branca, coohoceode a bem merecida
estiiia que os apreciadores do bom dao s perfu-
maras inglezas, por isso mandou vir o esplendido
sortimenlo que acaba de receber, e os acreditados
nomes dos em condecidos fabricantes J. Gosnell
lUlAU
tralia I bar mo para
dcscarocar algodo
FABRICWAS
Por Plaut Brothers & C.
OLDAH
Estas machinas
podem descarocar
Iquabjuer especie
1 de algodo sem
estragar o o,
sendo bastante
duaspessoaspara
o trabalho; pode
descarogar urna
arroba de algo-
do em caroco
em 40 minlos,
ou 18 arrobas
por dia ou o ar-
robas de algodo
Jimpo.
do, por ler de acabar a factura, a
2#20O, 2#i00, e 20600 ; s o Pavao
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Panno de linho do Pavao.
Vende-so panno de linho com i palmos de lar-
gura propno para lenges e loalhas de mao pelo
baratissimo prego de 640, 720 e 800 rs. a vara, al-
godaozinho com oito palmos de largura proprio
para lenges, pelo baratissimo prego de 15 a vara,
assim como tem o melhor alsrodaozinho tanto em
largura como em corpo, propric para lenc/Jes, ca-
misas de escravos, etc., etc., prego muilo commo-
do A vista da fazenda; s o Pavao : rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama Si Silva.
Algodaozinho com loque de avaria a ,000 ris
e 4,800
Vende-se pega de algodaozinho por ter um pe-
queo toque de avaria, mas que esta em bom es-
tado, pelo barato prego de 45 e 45300 a pega ; s
o Pavo : rua da Imperatriz n. 00 de Gama &
Silva.
Os guardanapos econmicos do Pavo e s do
Pavao
Vendem-se os mais lindos e modernos guarda- j
apos econmicos e todo linho, tanto para as casas
de familia como para notis, botequins, etc. etc., 240O, 2J0OO, 2800 C -W0 O fino. l'aineo a 1G<> rs. a
pelo baratissimo prego de 35 a duzia, isio s na charutos de todas as melliores e peores mar- Pomada a'2 40 rs. a duzia
cas do morcado a 80", 1)000.1 000,-25, Pimonla do reino a H20 rs.
2(5800, 3;$000, 4(5(00,3,5000, 8r5a"00e6 Peixe em ales a liJUiO a
o cont. vina, pargo e -.Mitros.
Chouricas as mais novas do mercado a 12;5 Papel de peso a 2>< 00 a n
o barril com 1 arroba c ><0 rs. a libra, a i dem idem muito lino a MOOO 3| i ..
ellas que pechincha. i dem marm a y.'r O,
Chocolate magnifico a 16000 e l,>200 a libra.' dem almasso a : >' 00, W3CO e
Cerveja marca a mais acreditada que tem Iuem paia embr llio a 1#2O0 i rrwa
vindo a 500 rs. a gnala, e meia garrafas Palitos pai i denles w/s aiv. 2t na< mhn?
loja do Pavo rua da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Oh soHembarques do Pavo
O d'.
Vendem-se os mais finos soutembarques que
toem vindo ao mercado, sendo e caxemlra de co-
res pelo diminutissimo prego de 525 cada um, di-
tos de masambique pelo diminuto prego de 95, s
na loja do l'.ivio, mas que se noengauem : rua
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
%(ulhado do Pavo.
a libva,
la a. un I .-.
Vende-se panno de linho adamascado proprio* por 320 rs. branca c preta.
para loalhas de mesa, pelo diminuto prego de 25300
rs. a vara, guardanapus de linho a 55 a dazia,
loalhas de mo a 55 cada duzia, na loja do Pavo,
rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
iV s o Pavo (a 3|laoo).
Quem tem bales por tal prego 1
Vesdem-se os bales americanos mullo huperio-
a 80. I2 e 2C0 rs. o nafi.
Conservas inglezas a800rs. o frasco fazenda Falitos do gaz a ?<5000a oro .
chique. i Queijos flaiaergos d Mom francezas a 5(0 rs. o frasco. dem londiino a 0(0 rs. a libra
Cevadinha do Franca a 2 40 rs. a libra. dem prato a 640 rs. a lile
Champagne da melhormarca que qui tem Hapc Memona l.-HiiO a fibra.
vindo a 20^ c 24jJ o gigo. Sag e sevadinba a I40e WO i IR r.
res com 20 c 25 arcos pelo baratissimo preco de I Cocnak inslez e francez a 8)0 rs. e l-)CC0a Saidinbas le Nantcsa 6M)> 560 e3 rs.
5o00 e 45, ditos de "2o, 30 e 33 arcos com fitas, I i .
miiito bem armados e tambem tem cores escuras i f'1, \c ., ,m IOA ^.,^ _
pelo barato prego do 35300 cada um : s na loja Ceblas por lodo proco. | babao massa a 120. 180, 900 6 2 iO ri. a
do Pavo, rua da imperatriz n. 60, de Gama & Copos lapidados que sempro s; vendern) e libra, e em caixes fWWttDW.
Silva. se vondem em n.tiilas parles a 8.5 c I0->, Sal refinado-a 600 rs. o vaso (pote (te t^r
0 ''avo vende para lulo. vendemos a 54i( O e65000 a duzia. Toucinho de Lisboa, deSaalos mt i
a libra e em arr.bi.
Iiicas litas linas lavradas de bonitas cores para
cintos: as lojas do beija-flor, rua do Queimado
u. 63 e ai
Extractos ni caixinhas.
Finos stractos em caixinhas com o retrato da
c\ G., NapoJeao Pnce & C. sao bastantes _para co- .farni|a imperial: as lojas do beija-flor, rua do
nliecei-.-e asuperioridade Jella. Consislc esse QUcimado ns. 63 e 69.
Salan em eaiuiibas.
Finos saMes em caixinhas com vanos retratos:
nao lojas dobeijafkir,rua doQueimado ns.63 e 69.
Tiras bordadas.
bello e variado sortimenlo em pequeas quantida-
des de iliflVrente* e agradaveis extractos de pri-
meira qualMade em Irascos de diversos tamanhos
! formas, fazendose notaveis entre elles os que
vem era una carteira de tres, com os quaes por
ca elegancia eiboadade so faz um bello presente -,
assim cuno outros frascos com finas esseocias con-
cealradas, niitro com excellenles leos para ca-
bellos, e outros liaainento com agua de Lavandcr
sublimada : ebem assim finos sabonetes !es e caixinhas com tres, bonitas e delicadas al-
mot'ainhas com pasthas em p, as quaes deitan-
do-se eos guarda-vesiidos, commodas, etc., nem s
deUaru toda a rou|ia cheirosa, como afugeotam
baratas, tragas, etc., etc. Em quanto, porm, a
ommodidade dos precos j nao entra em duvida.
UOia vez "ue o pretndeme comparega munido de
isheiro e disposto a fazer gasto na luja d'Aguia
IJra.-ica, rua do Queimado n. 8.
Vendem-se liras bordadas transparentes e tapa-
das : oas lojas do beija-flor, rua do Queimado ns.
63 c 69.
I.|iis de domin.
Vendem-se jogos de domin 1520O e 15300:
ras lojas do beija-flur, rua do Queimado ns. 63
e 69.
Hallados bordados
Vendem-se babadas bordados de varias larguras
e varios pregos : as lojas do beija-flor, rua do
Queimado ns. 63 e 69.
.tbafadores de rede.
Vendem-se abafadores de rede de varias cores
800 rs. cada um : as lojas do beija flor, rua do
Sautders Brolhere &C.
-\'. II, pra^a -o Corpo Santo
RECIFE.
O nicos agentes nesie paiz.
_., ouv |s_ clua u, ;
Balas grandes e careras de Quemado ns. 63 e 69.
1 n n\\n Adcrecos arelas.
UOrraCluL Tendo-se recebido aderecos pretos de novo gos-
Excelleate brinquedos para criangas : vendem- l0 sao expostos venda : as lojas do beja-flor,
se a OO rs. cada urna : na ruado Queimado, loja rua do Queimado ns. 63 e 69.
d'Aguia Branca n. 8. Grvalas para senhoras.
Espelho com molduras pretas Ij^0KS8Jpara?enJ,ora8
f douradas
A Aguia Branca, na rua do Queimado n. 8, re-
.'iieu um bom sortimenlo de espelhos de difieren-
tes tamanhos com molduras pretas e douradas, e
os e*l vendendo por precos commodos.
Papel ingfezm
A Agu3 Branca, na rua do Queimado n. 8, re-
eeheu um novo sortimenlo de papel inglez liso e
pautado, almago, de peso, e pequeo, vindo deste
tambem com beiras douradas.
Eufeitesinvisiveis
A Aguia Branca, na rua do Queimado n. 8, rece-
ben novos enfulles invisiveis, os quaes pela finura
do lecido c bom gosto tem merecido tanta estima
Preparos para flores.
A Agnia Branca, na rua do Queimado n. 8, re-
do beija-flor, rua do Queimado
ns. 63 e 69.
Esptlhos de moldara.
Vendem-se espelhos de moldura pela para sa-
las : as lojas do beija-flor, rua do Queimado ns.
63 e 69.
Volas de aljofares.
Lindas voltinhas de aljofares com cruz de pedri-
nhas imitando brilhantes 15000 cada urna : aas
Isa do beija-lor, rua do Queimado ns. 03 e 69.
Colheres para sopa.
I Vendem-se colheres de metal-principe para sopa
25000 cada urna : as lojas do beija-flor, rua do
Queimado ns. 63 e 69.
La para bordar.
Vende se lia para bordar, a melhor que se pode
encontrar, lauto na quaiidade, como as cores,
65400 a libra : as lojas do beija-flor, rua do Quei-
mado ns. 63 e 69.
as mesmas lojas se encontrar sempre grande
RIVAL SEM SEGUNDO.
Rua do Queimado n. 49 ioja de miudezas de Jo-
s Cigodinho, venham ver a pechincha que se esl
acabando certas qualidade6 de fazenda.
Pecas de fitas elsticas com 10 varas a.. 240
Ditas de tranca branca lisa com 10 varas. 100
Hilas de tranea preta lisa a............ 60
Realejos para meninos, pechincha a... 120
Rodinha* com superiores alfinetes a..... 20
Caixas com superiores agulhas e limpas a 200
Sabonetes de familia, muito finos a 80 e.. IfiO
Pares de sapalos delaa para criancas a.. 400
Varas de babado do. Porto muito bom a
100, 120e......,......'............ 160
Ditas de bico largo grosso a............ 100
Potes de superior tinta tem mais de meia
garrafaa.......................... 33
Caixas com perfumaras muito bonitas a. 800
Frascos de oleo de macag muilo fino a 100
Ditos de oleo de babosa" superior a 240,
320, 400 e......................... 300
Ditos de cheiros muito superiores em qua-
iidade a........................... 320
Ditos de agua de colonia muito boa a.... 400
Ditos de dita dita grande a............. 800
Sabonetes de todo o prego 60, 160, 200,
320e............................. 400
Frascos de superior banha a 320 e.......
Caixas de p para limpar dentes muito
fino a*............................
Ditos de banha transparente a..........
Pares de ligas muito linas para senhora a
Sabonetes inglezes da melhor quaiidade a
Frascos de agua dentrifice superior ga-
rantida a..........................
Massos com 2o envelopes grandes azula-#
do a..............................
Varas de fita preta com clcheles a.....
Frascos de macaca perola muito superior
Caixas com pennas grandes a.........
Grosas de botes para caiga preta, miudos
Libras de memento da roupa de lavar a..
Carriteis de retroz de todas as cres e
tem meia oitava de retroz a.........
Varas de bicos de differentes largaras a
covado, cassas pretas lisas, dulas prelas largas e, tas da Europa.
estreitas, manguitos, colarinhos, pnnbos, e eofeites, i,jerj) da goiaba o
ludo preto proprio para luto Techado, e inuitos ou-
lros artigos que se vendem por pregos mais em
conla do que eni outra qualquer parte por estar
liquidando ; s na loja do Pavao rua da Impera-
triz n. 60, do Gama & Silva.
As pf realas do Pavo.
As mais lindas percalas que tem vindo ao mer-
cado polo ultimo vapor tem na loja do Pavao pelo
barato prego de 600 rs. o covado ; ditas de listi-
nhas muit miudinhas proprias para vestidos e
roupoes'de senhoras, meninos e meninas, pelo ba-
ratissimo prego de 'OO rs. o covado ; garantem-se
as cores por serem do melhor fabricante que as
tem em Pars : isio na loja do Pavao rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
As chitas do Pavo jf^OO e
9$NOO o corte.
Vendem-se cortes do chita com dez covados
25400, ditos 25800, com 12 covados; sao chitas
inglezas, mas padrees bonitos e tintas seguras
assim tem as melhores chitas francezas c de tin-
tas seguras por precos commodos, a saber : 320,
340, 360, 400, ii, oO rs. o covado : na loja do
Pavao rua da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Os bordados do Pavo
Vendem-se camisinhas com manguitos e golli-
nhas bordadas, pelo barato prego de 15 o 15280
cada um, manguitos s 'OO rs. cada par, ditos
com goiinfaa a 800 r=., golinhas 400 e 480 rs., de
fil 240 rs. cada golinha bordada, romeira de
cassa o de fil muito bem bordadas 25 cada
sa 160 r; ri?a ira
I Vlnho do Porto m ancoras com 70garrafa
da casco o melhor 'jue 1 a 30.$000.
possivel por diversos pregos, e conforme Vinhos de Lisboa e Figueira qoahtlades *$
o tamanho dos caniles. | nieas a 3000, 3|510 e 4->0 0 a ca4fc
Ervilhas em latas a (i0 rs. a lata. i Vinho do Porto ein pipa a e MflOU a b
dem seccas a 200 rs a libra. | Vinho branco de Lisboa c Porto un anr Espermacele americano a 1-SOO a libra. barris e pipas, a 4OOOe i#00O a ama.
dem francez a 360 rs. o masso com 6 velas. Vinag e de Lisboa a L$600 e :JtOO a i
Figos de comadre em caixinhas muilo lindas da.
a 800 rs a caixa. i Vinagro em garrafes por I*" 00 om
taaba de irigo a 120 e 140 rs a libra.
Farinha do Maranhao a 240 rs. a libra.
Fumo do Para a 158(0 a lata grande.
Fumo americano a l^OO a libra.
Fumo em macinhos para sigarros a 200
rs. o maco.
Farelocm sacas de 80 a 90 libras a 3>u00
Genebra de laranja 1$ o frasco,
dem de Hollanda a 300 rs. o frasco.
sll
O BALIZA
cebe a novos preparos para flores, sendo papel de sorimento de miudezas boas, e mais baratas do
cores para rosas, dito verde para folhas, lolhas de qUC en, ouira qualquer parte.
panno e velludo, caixas de trigo, ditas de uvas ,______-----------________________________
brancas e rOzan, e como sempre continuam a ser
vendidos por pregos commodos.
Vende-se a armaco do deposito da na Nova
Q, 38 por prego commodo : os pretendentes diri-
jam-se ao memo; que aeparo coro qmm tratar,
Cal de Lisboa.
Ha para vender a mais nova, e ltimamente che-
gada ao mercado, em bem acondicionados barris :
no armazem de Manoel Teixeira Basto?, roa do
Trapiche n. 13, por prego razoave!.
Empreza de illumina$io
urna, manguitos que servem para calcinha de me-
ninas 640 rs. cada par, camisa com manguitos e
golas com a competente gravata de seda, fazenda
fina, pelo barato prego de 35, e muitas outras
bordadas que se vendem por pregos muito em
conta : na Ioja do Pavo rua da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As roiipas do Pavo
Vende-se panno preto fino muito superior pelo
barato prego de 25, 25300, 35, 15o00 e 45, dito
muito fino 35 e 65 ocoyado, casimira preta de
ama s largura o muilo Ona a 15800, 25 e 25300
e 35 o covado, cortes de casimira de cores a 55,
, 55300 e 65, casimiras entestadas de urna s cor
nn f-proprias para calcas, paletots. coleles, capas e para
2(* i roupas de meninos a 35500 o covado, isto na Ioja
w' do Pavao rua da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
100
600
300
320
15000
100
100
200
200
100
200
Vende-se
ou arrenda-?-: o engenho da Barra, distante desta
QMMS
i., a r.,-ikc r, .Mi,K praca seis leiroas, ao p da estrada real,
LS SITnJJ. HK i Ek Plao-as teitas/mata ao p da b
1 fSSSE i b^^plamas'Te'itas'maU^ao'p da"bocca"obS
deven ser leitas no armazem da roa do Imperador |
n. 41. Os machinistas mandados para attender a
estas, apresentaro nm litro que os reclamantes
deverao assignar logo depols de prompto o servign
reclamado; jsto para que a empreza fique sciente
de haverem o? S)9?I5? senbores sido devlrjamenle
attendido.
co e saudavel
34-, taberna.
a tratar na rua da Imperatriz n.
Vende-se nm exeellente harmnico america-
no, do melhor autor que ha neste genero, por
I3SJ>, em perfeito estado : a tratar na rua do Im-
perador n 3& jasa do retratista americano,
rafao.
Vinagre em ancoi as pai a! ;'ii 0 .-. in i ancn
de 9 caadas.
Vassouras americanas a 640 i. 'rada > wu
Vinho deBordeaux ne- to genero u mos gran?."
port;ao e dMqiiaUdadrs melfcores ; ln
vindo ao nosso arreado m nr.-i-.-. n
ancoras, aa bat ris qrartolas orpr I ven
demos por procos muito Misos.
V V
s?
DECLARACAO.
i pie

respeitavel publico pouco interesa,
provisoriamente de baze "s precoi do
jthe<.
O BALIZA declara pelo proa*
ooixa de publicar os procos pelos quaes \*\\
de as suas mercaduras P'r motivos que ao
OBWK9I DO m\, -
0 BALIZA concede plena liber.lade m
yeos amanis collejas Clarins, Unirles, mitra-
dos e croados, para que | ssam sallar, bor-
rar o tudo mais quanto Ihes aproover, at
a sua segunda ordem.



IIsrlo e rerisirr. ... sexa felra 9 t OutubrA J lt4.
NEM COROAS NEM MITRAS
I GRANDE ARMAZEM DE HOLHADOS
fe Largo da
!P8anta Cruz
a 84.
Esquina
d ra do
Sebon.84.
AURORA BKILH4NTE
Francisco Jos Fernandos Pires, proprietario do frrtatem de molhads denominado
Aurora Bpflhaate, ao largo da Santa Gnu n. 84, esqrtMida mu do Sebo, faz sciente ao
respei t avel publico-desta ciilade e do interior, qu ao aeuimportanto eslabeleci ment
vender sempre gneros novos e de primeira qualidade. c vender a todos pelo raestuo
l>rc\,"o.
O completo sortimento de todos os gneros finos egrossos qae costumam ter ontros
HabelecMientos desia ordem se encontrarao sempre no armazem da Aurora Brilhante
e sempre cm grande escala vontade dos senhores compradores.
O proprietario do armazetn Aurora Bnlhanle pede a lodos os senbores e senhoras
qae qaando (iverem de mandar suas relagoes a este estabeieeimento por seus criados
seja ca carta fechada ou com grande recommendaeSo a sle armazem, cortos de que
ser lio bern servidos como se viessem pessoalmeuta.
&m
A Aurora Brilhante troca qualquer um genero que por seaso nao agrade, e recebe
a* libras esterlinas a 9,5000, sendo por compra : a tabella" e seus gneros sera mudada
todas as semanas.
m
A meudoas confoliadas a libra a 800.
Manteiga ingleza flor a 800, 960 e 15120.
Mita, mais abaixo a 840 e 720 rs.
Dita francesa nova liora 640 e em barril a
SCO e OS rs.
Chocolate sam milito novo a 1,5200 a libra,
cria perol* o melhor que ha ( redondo) a
libra a 3,5200 c 2,5800.
i>ii dito mais abaixo a 24500 e 25800.
Di! i iixini muilo lino a 25800 e 35
l>no hysson superior a 25600 e 25800.
Di lo mais. abai ico a 25 o 2S30O.
Rito prelo muito lino a 25300.
Dito em massos a i&.
Dil do Rio em latas de 4, 2 e 1 libra a
15500.
Caf iU Moea superior arroba 95300 e libra
300 e 280. rs.
Diljdo Rio o do Gear arroba 85500 e libra
320 rs.

Uirricas com bolachinha ingleza nova a
35.
Latas com bolachinba de soda de 5 libras a
1*580.
Ditas com ditas sorlidas de 2 libras a 15400.
Frascos com amellas francezas a MKOO,
nm 0-35.
Latas com ditas a 15400,25200 e 4j.
Ditas com Figos-de enmadro a 15500.
Gkiaatas cr..rrdtos muito novos.
Presunto de Lamcgo- muito novo a libra 5-0
rs. inteiro e arelallio 600 rs.
Chauncas e palos uovosa libra 600 rs.
Bitas com entibas rancezas e portuguezas
a 800 rs.
Ditas com tnassa de tomate novo libra 560
rs. e-cm barril a 500 rs.
Ditas com ostras a 720 rs.
Ditas com rmrmelada dos melliores autores
e-Lisboa-a libra 640o 720.
>Q Potos cora musturJa franceza preparada a
w ubre 480 rs,.
. -K) Dita dita ingleza a 800 e 15-
'*w6 0 ejw novos do vapor a 25200 e 25800.
rJ>J Doi de pralo enplicado a 15.
, ;) Dito suisso a 800 i>.
'J-J/y Dilo de manteiga do Serelo a 8CK) rs.
M Caixas com passas novas de 1 arroba 75.1
.--:) ni ia 35&00-6quarto 25 o libra 480 rs.
.,/.) Amondoas coaaeaaca a libra 24!) rs. e arro-
<%P lia 65-
K jzes ibra 160 e arroba 5.
Charutos finos de Simas, e dos melliores fa-
bricantes da Babia de 25 8 caixas de
100 e 50.
Grozas do caixinhas de palitos do gaz a 25200
c 200 rs. a duzia.
Barris com azoitonas novas a 15200 e ~
barris grandes.
Vassouras do Porto piassa va muito seguras a
400 rs.
Azcile doce francez dos melliores fabrican-
te;, caixa 105 e a carrafa 15-
Caixas com vinho Uoniouax branco e tinto.
Vinho do Ponto lino em barris de 5 que ra
ras vezas appareco por 805 e em caada
a 55300 e arrala a 800 rs.
Dito do Fi?ueira puro caada 45 e 45500 e
piivara :v 480"e 500 rs.
Dita do Lisboa de boas marcas a 35500 o
6.5 e a garrafa a 440 e 480 rs.
Rosnac verdadeiro a garrafa 15 e 15280.
Vinho mscale! duzia 105 c garrafa 15,
'"> Tinlio branco de muito boa qualidade cana-
Mg da 4 $ e garrafa 480 rs.
T* DitoXorcz fino caada 75500 e garrafa a
D 15200.
XH Dito Kadeira rac agarrafa 15600 e 25.
Dilo em catea de nina duzia do Porto dos
melliores autores a 125, 145 e 165-
Garrafas com licor fino francez a 1$, 1200
e 15600.
Hilas rom vinho de caj muilo claro a 15-
Ditas rom mel de abclha puro a 15-
Fiascos com genebra de Hollanda de 2 gar-
ijl) rafas a 15-
UH Dilo do urna garrafa a 560 rs.
' >~P Wilo de laranja verdadeira a 15200.
i. Pides com mostarda prsparada a 320 e 400 rs.
:'j^3 Ca vas com 2 arrobas de batatas a 2550(1.
j^i a 45800 a caada e 640 rs. a ganafa.
vo Espirito de vinho a 400 rs. a garrafa.
-jJr Duas nedes muito bem feitas para dormir
,er\ viudas de Sobral a 305 cada urna.
Caroe e linguica do erlao.
Duzia de grSira latas grandes a 15-
Caix-as non 23 massos de velas de sperma-
cete a 560 rs. a libra.
Ditas matares-a-600, 640 e 720 rs. a libra.
Caixas com urna arroba de velas do Araca-
ty 105500 e libra 400 rs.
Ditas de composicao arroba 105 e libra 360
ris.
Saceos grandes rom farinha de Goianna mili-
toboa a 38500.
Ditos com milito novo com 24-cuias a 35500.
Dilo com farello de Lisboa a 55500 e 120
a libras
Dito com arroz de casca a 5J000.
Duzia ae garrafas de cerveja branca e preta
a 55500te'eiW barricas a 55000.
Arroz do Maranho em saceos arroba 25600
25400 e libra 00 e 80 rs.
Dilo da India o Java arroba 35 e libra 120.
Aramia verdadeira arroba 85 e libra 320
rs., matarana.
Gomma do Aracatv para engommar arroba
55 e libra 160 rs."
Farinha do Maranho nova libra 320 rs.
Emilias ser ras muito novas libra 200 rs.
Sag e sovadinha a 240 rs.
Sevada arroba 35200 e libra 120 rs.
Graxa de boio 97 a 260 rs.
Sabo massaa 200, 240 o 280 rs. a libra.
Dito hespanlioi verdadeiro a 400 rs. a libra.
Balaios do Porto de diversos tamaitos de 320
a 25
Capachos para portas de varias cores a 600,
700 c 800 rs.
Grao do bico arro'a 45500 e libra 160 rs.
Plinto arroba 55500 o libra 200 rs.
Milho aloisia arroba 45800 e libra 160 rs.
Azeite doce de Lisboa garrafa a 640 rs.
Vinagre de Lisboa caada 15300 c garrafa
200. 240 o 320 rs.
Massosde palitos de denles com 20 massi-
nhos a-160 rs,
Tijolos de limpar facas a 160 e 120 rs.
Resmas de papel a!maro pautado a 45300.
i Dito grevo Jiwomelhop que ha a 4,5500.
Dito de peso-e paiitado a 2j300 e 25800.
Garrames com 25 e 13 garrafas de verda-
deira genebra de Hollanda por 85500 e
65000 rs.
Azeile de ceo garrafa 560 rs. e carrapato
360 e. ranada 25560.
Caixoos com doce do goiaba a 640, 800 o
15.
Toucinlio de Lisboa arroba 95300 e libra
320 rs.
Dito de Santos arroba 65 e libra 280 rs.
Mullios com grandes ceblas a 15600.
Cenlode dita" sola a 15600.
Mauncos de alhos a 120 rs.
Gordas di: pastare de andaime.
Favas da ilha di S. Miguel arroba 35200 e
libra 120 -.-.
Copos lapidados para agua e vinho a 35300,
55800, 65 e "5.
Ditos lisos iiarr. vario- precos.
Caite lapidados grandes e pequeos duzia
3, 4 e 55 ; r 400 e 500 rs. cada um.
Massas para sopa macarro, talharim e ale-
tria a 400 rs.
E>lrelinha o pevide libra 640 rs.
Xarope de fcuclas nacionaes a garrafa 600
ris.
Marrasqainhp d Zara da melhor qualidade
agarrafa 15200c SOO rs.
Esteiras de tranca, centoa 205 e 240 cada
urna.
Queijos de qualha novos, arroba 165 e libra
a 560.
Duzia de ohampauha superior a 205, e 25 a
garrafn
Garrafoes-vazios a 1.5600.
Massa branca para sopa a 320 rs.
Frascos com azeitonas em concervas a 800
ris.
Duzia de fiarlas finas para jogar a 35-
Sabo hespanhol verdadeiro libra 400.
Saceos com feqao mulatinho novo a 10-5.
Latas com favas j preparadas a 800 rs.
Sevadinha para sopa a 240 rs.
Garrafas rom muscatel e setubal a 800 rs.
Sag novo a. 400 rs.
Breu arroba 85300 e libra 320 rs.
Lata? com-9?'garrafas de gaz ai!5, a gar-
rafa 500 rs.
r3
jP US outro Enishos gneros de primeira qualidade <|.ne nao
ift> possivel menciona-Ios.
' *K A satisfejto da Aurora Brllhante vender muilo, erntora barato, mas DTNHEIRO,
n aHatendo cinco'itor rento a quem comprar de OOflOO* ernt-a cima.
:4~
0 NOVO DSTtl\0
im CONSE
23Largo do Ter^o-23.
laquim Simo dos Santos, dono deste bem sortido armazem do mol
servatfro do largo do Ter^o n. 23 scien'.ifica p respeitavel publico e a todos em geral que niandem
mi venliam a este estabeieeimento para melhdr se sertificarem da diminnicao de presos que oblem
ii s;.o, o que nao obtero se comprarem em oiuro qualquer, pelo que *e responsabelisa a servir qual-
cner comprador coma maior presteza e fidelidad*, sem que haja a menor alleracao. Todo o compra-
'. >r que comprar de 1005 para cima ter o descont de 5 a 10 por rento pelo seu prompto pagamento.
Atten#to.
i; i!alis as mais novas a 40 rs. a libra e 15200 a ar- iCb hysaaa miudialio e perola a 85,000 25300 e
25800.
Milho alpisla e pa:.nco muito novo a 160 rs. a libra,
tiscoitos e bolachas de soda a 15300 e 25
Aramia das melhores marcas a 15, 25, 35, 45, e
45300 a caixa.
Arroz do Maranho e Java a 100. 70 6 80 rs. a li- Charutos em macos contendo 50 por 640 rs. o cento
tw 0J200 a arroba. Azeite doce de Lisboa fino a 640 rs. a garrafa.
r 'S*ros do gaz a 25 a groza c 180 rs. o maco.) Dito de carrapato a 280 rs. a garrafa, c 25000 a
KM.
? iicmlio de Lisboa a 280 ra. a libra e 85300 a ar-
PdtHb
Caf 'le primeira c segunda sorte a 240,26". 280 e
3>X> rs. a libra.
l'.-sas de carnada a 320 rs. a libra, e em tea a
ifm.
H .achinhas inglezas novas a 240 rs. a libra,
t^'oao amarcllo massaa 160,200 e 240 rs. a libra.
Y-.Us-de carnauba Araoaty eompo?i.o a 3 #*. a libra.
arroba.
Vinho de Figueira c Lisboa das meihore marcas a
32Q, 400, 500, 560, 640 e 800 rs. a garrafa, este
ultimo 'io l'orto proprio para os doentes por
sar purificado e recommendado para este Gm.
Quei;o.do.ultimo vapor a 25 e 15700.

"teixa: franceza com c mr.ia libra? a 15. Manloiga ttigleza flor a 15 a libra, e a 930 rs. em
M.tssa de tomate da melltor qualidade a <00 r?. a barril.
ibra. : dem menos superior de 720 a 80 rs. a libra.
JM.irmeliada dos molhores tabrieanios a 040 r.-. a ldam .iiauceza do ultimo navio a 360 rs. a libra,
flra. cm barril .e far abatimento.
CHMficas r.s mais nov?.: a 360 rs. a libra, t em Gomma -da mais alva a 160 rs. a libra c a 15300 a
li -Vr I por 125. arroba.
Alcm desle goneros haouiro-: mullos que enfadojtio aeria nlenctona^ws.
NOVA EXPOSIQO DE GNEROS
NO
iRiii7ii;n

GR11 AR1IA%13M
DE
RA DO IMPERADOR %. 40
Junto ao sobrado em que mura o Sr. 0>borne,
Oeiarte Almelda k. C, reeeberam de sua propria encommen-
da o mais lindo e variado sortisnenlo de molhads, proprlos
da presente estaeo.
Manteiga ingleza Ma^as brancas
da safra nova vinda nesle vapor de 28 de para sopa a melhor que se pode desejar,
mo a 800 rs. a libra. macarro, talharim e aleira a 400 rs. a
Manteiga franceza libra e 4)91500 a caixa.
da safra ,nova a 560 rs. alibra. e em barril' VnWt
aoOOrs. | .. YimH.(
A /s A 1 Figueira J A A e outras mu tas marcas acre-
AmeMOaS ; ditadas a 500 rs. a garrafa,
confeiladas de lindissimas c-ores a 800 rs, a dem !e Lisboa
'^ra- e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e
Auieixas 2800 a canacla-
em frascos de vidro com 3 libras liquido a dem do Porto
20*00, muito propios para mimos generosos engarrafado das melhores fabn-
no.lf.ftIa cantes da cidade do Porto a 15 e 10200
VjtirrOeS a garrafa e de 10# a 12l a caixa, as mar-
com bolos francezes a 500 rs. cada um. cas slo as seguintes: Chamisso AFilho,
LataS ^* ^"' ^eclar U vioho dos Deuzes,
. uiu- u j j j j lagrimas do Douro eoulros muilos.
com bolachmhas de soda de todas as qua- 7- ,
lidades a 1,5300. LfltaS
Ch.ocolates com ^ '"')ras 'Mn'ia 45000.
de todas as qualidades a 15000 a libra. BoLlChillha illgleza
Presuntos inglezes a 'jgL* ^JI* fSSSf1 que
An ., ,, 5. vendem a 24O0.
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambem \r
temos velhos para 560 rs. JM OZeS
Queijos flamengos as mais novasi*&*.a lWrf M bra-
chegados neste ultimo vapor a 256oo. j UeiTejaS
4|nei jos j dos melhores fabricantes]? de todas as mai
chegados no ultimo vapor a 25600 cada um. C3iS de W500 a fi#S06 a duzia.
C-AHTOS
Charutos Thom Pinto,. Res e outros em
meias caixinhas a 1^500.
Arroz
do Maranho a 100 rs. a libra, e da Indi;:
a 80 rs. a libra, e 25500 a 35000 a ar-
roba desses que vendem por 3400.
CAF
de 1.a e 2.s sorte do Rio de Janeiro a 8#5?
e 8^800 a arroba, e 280 a 300 rs. a lib>
CiarraSoes
com 4 Vi garrafas com vinagre a 1(5(000Mi
o garrafo.
PRINCIPAL
DE
IfWlfe ti Wfc%
A. 9 RIJA 1IO CRESPO JV. O
Esquifa i|ne volta para a run de lnperadr
provavel que nao seja bem aceita a erario, quando a bfa f de i,m\.
Iludida por esta epidemia de nauzealicos annuncios de cornetas, tambores, cor^- "tn '
tras, etc., que todo o dia enchem as paginas deste jornal.
ALEHTA
Os annunciantes nao lem em vista sen3o gararrfirem ao rupeii.iv, p-ji,,
sua palavra de honra, vendendo com o lucro suliciente para suas subiendas ygjp 1/
assentarem fortunas a forra da regra de liga como outras nminriarrfej 4ie "w
PARA TOIMI*
No armazem principal vende-se a todos pelos poefaa marcados n;i MM I
bella, mas nao se vende por todo o preeo fazendo-se peso de arroba hespanhofo. a-ii
te-se as qualidades dos gneros troeando-se todo aqaelle que nao seja doagral
comprador.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
64o rs. a libra,
dem ele casca dura a 24o rs. a libra,
dem de casca mole a 3o rs. a libra.
Lentilbas muito novas ex.-HIenf-- f^gnr.i*
ra sopa a 2oo rs. a libra.
Licores francezes de todas as qnali.i .J
7oo e 9oo rs. a garrafa.
Ameixas francezas em caixinhas com lindas Manteiga ingleza perfeitamente flor aft-o -
Qneijo
londrino o mais fresco que se pode esperar
e de excellante maree a 800 rs. a libra
sendo inteiro es 900 rs. a retalho.
Conservas inglezas
asmis novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e I #200.
Cha uxim
o melhor que se pode desejar, que mitro
qualquer nao pode vender por menos de
3# a 2600.
dem perola
especial qualidade a 2#700 rs. a libra.
dem hysson
o mais aromtico que 'tem vindo ao nosso
mercado a 2fS(00.
Massas amarellas
para sopa, macarro, talharim e aletria a
480rs. alibra.
CIMt*AC
o muito afamado cognac Pal Brandy a l.Soo
estampas, a i,2oo e l,5oo rs.
dem em frascos de vidro a 1,2oo rs.
dem em frascos grandes a 2,5oo rs.
dem em latas de 1 '/i libra a l,lo rs.
Arroz do Maranho e da India o melhor que
a libra, desnessesario mais el< .
te gena-o que s.'. se pode verrfiar ct.m .
visla.
dem franceza a 56o rs. a libra, e e. I i
ou meios a Soo rs.
ha neste genero de 8o a loo i a, alibra, e Mamullada do t." fabricante de L*fteo afr
de 2,5oo a 2.8oo a arroba, rs. a libra, ba latas de I I' i 2
Azeite doce de Lisboa a Ooo rs. a garrafa, c Maca de tmate em latas *- or e di
4,8oo rs. a caada. bras, a Ooo rs. a libra.
dem francez e de Lisboa refinado em gar-Idem para sopa estrellinha. pe\i.l,- r..
rafas brancas a Ooo rs. a garrafa e io,ooo etc. a3,5oo rs. a caixa He te. a l'titr,
rs. a duzia. 'Macarro, taHiarim e aletrii a tor*. a \.
muito nova e limpa a 32o rs. a, bra.
Alfazema
, ,.bra- I Mostarda franceza preparada .Ur< i
Azeitonas muito novas a 2.ooo rs, a anco-! co.
reta. i dem nejen em p a 6io rs. fras. n
Alpista binpo a I4ors. a libra, e 4,4oo rs. a^Molho inglez em garrafinbas rom r.^i
arroba. vidro a 6io rs. cada urna
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato Marraschino verdadeiro de Zara a |^-> r
Antonio de diversas qualidades, em latas agarrafa, e lo.ooo rs. a duzia
de 6 e de 3 libras a 3,ooo e 1,500 rs. a Nozes muilo novas a 16o r- a libra
lata, e 64o rs. a libra. Oslras preparatlas em latas a 7oo r^ a b
dem ingleza em latas de 2 e de 4 libras Promnlo para fiambre ir>gl..z verdadriri
das melhores marcas a l,3oo e 2,2oo rs. rantindo-se a qualidade. a Tf.r? a \ '
a lala- Passas novas de carnada a loo rs. a I
GENEBRA D LARANJA
verdadeira a AOOJ o frasco, e de 1400C
a caixa.
DEM
em frasqueiras de Hollanda a 5#800 com
12 frascos.
GENERA
de Hollanda verdadeira em frasqueira a Goo
rs. cada urna.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza
e 2o rs. cada caixinha.
LICORES
rs. a garrafa e de outras multas qualida-' finos de todas as qualidades. a lo.ooo a caixa
des a l.ooo e 800 rs. a garrafa.
COPOS
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra e
em barril a 36o rs.
Batatas em caixas de 2 e de 4 arrobas a
1,100 rs. a arroba.
Champagne das melhores marcas a 2o.ooo
rs. o gigo, 1,800 rs. a garrafa, e Ooo rs.
as meias garrafas.
6,5oo rs. a caixa.
Peixe em latas linjselicaoienlr- fcd -
seguintes qualidades, sabel. conin.-'
rz, cavallinha e pescada a I.000 r>
ta.
Palitos para denles liebadas a I r.-.
co de 20 macinhos.

Cha uxim o melhor possivel a 2,7oors. a li- dem do gaz a 2oors. a duzia.
bra.
a groza.
e .f
dem perola qualidade especial a 2,7oo rs. painco muito novo a 16o rs. a Mera.r ,
a Dra' i rs. a arroba.
1 hysson o melhor que ha neste genero! Queijos flamengos do nltimo vapor.
dem pialo muito fresco a (loo 1-
sendo inteiro a 72o rs.
Sal refinado em peles de vidro a
da um.
."", r-.
com urna duzia e a l,ooo a garrafa.
Marmelada
^^TuiTmTj^ a dos memores fabricantes de Lisboa, como se-
PAPEL
almaco, greve, peso e de outras muitas qua-
lidades de 2,2oo. a 4.Soo a resma do me-
lhor.
Papel de botica
! de excellenle qualidade a 2^200 a resma,
PAPEL
azul e pardo para embrulho de 1,4oo a 2,2oo
rs. a resma.
Corinthias
passas corinthias muito aovas proprias para
podim a 800 rs. a libra.
Fume
o verdadeiro fumo americano em chapa a
l,4oo rs. alibra
Vinagre
PRRem ancoretas de 9 caadas a 15,ooo rs.
cada urna.
Cebollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e l,ooo rs. o molho.
Alpista e Painco
o mais. novo do mercado a 140 rs. a libra,
e 4|S400 a arroba.
Os proprtelarios do grande armazem o Verdadeiro Principal declaram aos seus
freguezes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a commodidade de todos es-
tipularam os mesmosprecos nos seguintes lugares:
l'niao c Gommercio raa do Queimado n. 7
0 Verdadeiro Priueipal ra do Imperador 11. 40
FRDCTilS
"M^Aj PERAS E UVAS
chegadas neste ultimo vapor, vende-se nos seguintes lugares: Ra do Imperador n.
40, Verdadeiro PrincipalRa do Queimado n. 7, Unio o Commercio.
jaro Abreu e utios muilos a 600 rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunto de Lamego a r2o rs.
a libra.
ARROZ
Maranho, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3.000, a 3.'2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas marcas a 56o rs.
a libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
de carnauba em caixas de arroba a9,3oo i-
caixa e 34o rs. a libra.
Batatas novas
em caixas de 2 arrobas a 5 a caixa o 60 rs.
a libra.
Passas Diuilo novas
em quartos e inleiros a 2$ o qilarlo e 6/5500
a caixa e400 rs. a libra.
Chocolate
portuguez o mais especial que se pode de-
sejar a 800 rs. a libra e 140 rs. o pao.
Frutas em calda
chegadas ltimamente, pera, pecego, ginja e
outros muitos a 640 rs. a lata,
bsee da casca da goiaba
a 600 e 1$ o caixae.
a 2,ooo, 2,4oo e 2,6oo rs. a libraT
dem do Rio em latas de 2 a 8 libras, a 1,3oo
rs. a libra.
dem prelo homeopalhico 2,ooo rs. a libra.
Ceneja das melhores marcas a 6,000 rs. a du-, Sardinhas de Lisboa e de N,ie- a
zia e 56o rs. a garrafa. a meia |3ta> e i0f, rs n '
Cnocolate francez, suisso e hespanhol a Sag muito novo calvo a **.. r- -hV
l,ooo, 1,200 e 1.400 rs. a libra. i Sardinha de Franca a 18o 'rs a libra '
Charutos do afamado fabricante Jos Furta {Sevada a 100rs. alibra
do de Simas e outros da Babia como se-|Toucinho de Lisboa a 24o eJeon a fi
jam Regaba, Trovadores, Guanabaras. De-1 Tijolos para limpar facas a 15o r< 'rarf,'
hcias e Suspiros, a l,6oo, 2.000.3,ooo e!... *"'
l.ooo rs. a caixa. v,nh0 em '"P3- Porto- Lisboa r fgmin
cflrvac inirio7a a iKn i n f..oonrt marcas menos conheci'
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco.
dem franceza surtidas ou de urna s quali-
dade de cada frasco a Soo rs.
Cognac inglez e francez a l.ooo rs. a garra-
fa, e lo,ooo rs. a duzia.
Cominho e erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Copos finos para agua e vinho a 4.800,
5,ooo e 5,5oo rs. a duzia, e Soo rs. cada
um.
Caf do Rio superior 28o e 3oo rs. a libra,
e 8,5oo a 9,ooo rs. a arroba.
dem do Cear a 26o, 28o e 3oo rs. a libra,
e 8,000 a 8,Soo rs. a arroba.
Doce de goiaba a 600 rs. o caixo.
Ervilhas portuguezas em latas, chegadas l-
timamente a 7oo rs. a lata.
dem seccas a 160 rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Figos em caixinhas bem enfeiladas a 9oo rs.
cada urna.
Graixa nova a loo rs. a lata, l,loo rs. a
duzia.
Genebra de Hollanda em frasqueiras de 12 j
frascos a 5,8oo rs., e 56o rs. o frasco.
conhecidas n i,,, ,v ,...
rafa, e a 2,8oo rs. a caada,
dem Figueira expecialmenl.' es.-olh.., aesi-
lugar a 600rs. agarrafa, e 4..V. <
dem Lavradio, Colares mUi Ut;
composicao a 600 rs. agarrafe, c '.r.
caada.
dem Lisboa em ancoras coa 9 cae**
ca especial a 22,(H)>rs. a anc
dem branco uva pura a 36o rs. j
e a 4,5oo a caada,
dem Porto fino em pipa a :*U, r- a t,
fa.
dem engarrafados genensos. Lagria
Douro, Duque do Porto, D. luul l>
dro V, Nctar, velho een% Un
genuino particular de ftwef ,** r. .
rafa e a 10,000 rs. a caixa com urna .i.,
dem Madeira legilimo a l,2oo ra. a n
ea 12,ooo rs. a duzia.
dem Muscatel a looo rs. a garrafa.
dem Bordeaux dos acreditadas mar.:.. ^
Juhen St. Esteph, cliieau la K,
Margoux e outros a 6,or^i rs. a caixa r >
rs. a garrafa.
Vermouth a melhor bebida eslomar.-, I a .
rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 2oo re. agamj r \
rs. a caada.
a
dem em botijas a 4oo rs. cada urna. -----
dem em garrames de 16 garrafas a 4,800!Il^'racmgarrafoescom5>arrala.> a I.u-.
rs. com o garrafo. Vassouras do Porlo com arcos de ferr
dem idem de 3 caadas a 7,2oo rs. cada um. j rs. cada urna,
dem ingleza em garrafas brancas bordadas'Idem de escovas para lavar casa a :;?
com rolha de vidro, qualidade superior'
a l.ooo rs. a garrafa.
dem de laranja verdadeira a l,ooo rs. o fras-
co, e H.ooo a fiasqaeiras de 12 frascos.
Kirsch Wasser excellenle bebida Suissa a
l.Snors. a garrafa.
cada urna.
Vellas de espermareie superi-nsa 36..
a libra, e sendo em caixa a B r-.
dem de carnauba refinada e de -
a 36o rs. a libra, e lo.3or. e 11
arroba.
est preco
A 2^0001!
Na ra do Queimado n.J40, letreiro verde.
Superiores e bem armados bales pelo dimiauto prego d 25. advertindo qae vendem-se por
eQO por (er-se roiinra'l'i tima uraoiiu trc,* c nn'in,r-sfl c,il>.ir.
MADA1.1 OLEOhkI '. \I)i,i i;\c \I.II \o
XAROPE DE RABA1VO IODADO
Secundo o aiteslados os medicoi do ItuspKaeB d Pa, cimaignado no Prosuecfo, e a approvaeSo
to varios Academisot, te Xarope emprega-se com omalor successo, em lugar do OLEO DE FIGAOO DE
ioduro de potasslum e o iodaro de ferro e administra-te com a maior efllcacidade aos menlnoa lojeito*
aoi humores ou ao entupimento das glndulas. O D*ut*r c.im.vr, do hospital de San' Luis de Pars,
o recon'.tnenda d'um modo inteiramente particular nal molestias da pellc, conjunctamenle com as Bilula
que teem seu nome.
Depsito geral 1 em Pon'.-, en casa de MM. Grimanit e c, pharmaeeutieoa, 7, roa de la Feulllade
em Lisboa, m casa de Portrlge da Coata-Carralh*; no Por lo, en can de Miguel Jom de Souza-
rarreira; em o Hio-ie- Janeiro, lava Pe 11 i oala, ra do Sabio, 11; em Baha, en casa de
Joa-Caetane Fcrrrlm-Ea^lnhrlra; em lio-Grande, en casa de Joaqun de Gdmj em Naran-
hio, en casa de Ferrelra e C em Pernambvco, ahaaaa e C, ra da Cru, 23; Saasu, e mu principaes
pharmacias do Brasil.
Deposito geral em Peramboce ra da Cruz n. 22 de emcasaCaros ABarboia.
.
DE
DE
J. VIGNES.
. n. 55. RA DO IMPERADOR *
., .nSLa Sta an,iea fabrica sao l,0Jc a?az n>nhpridos pan qne soja ner^.ari* n
sua supenondade, vantagens e garantas qm- ftlom-om aos cooipradore* laiMkhnvT
veis que ees em definitivamente conquistado sobre todos os que S aSr^J-J-
suindoun, teclado e machinismo que obedecen, todas as wade?ZSEZZZSLIZl'
nunca falhar, por serem fabricados de proposito. < ter-se frito uliiman.entK^rWiaT^lJS!
hno para o clima daste nb quanto s vote* sao melodiosas eXSL wJ E
veis aos ouvidos dos apreciadores. uauuMi*,, t por un, atn agrjd-
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do <*r IU.rn.Li i- av-;
_-afLBeJ'mo estab^cimento se acha sempre um explendido c variado sortn\eX-?-uV* +.
melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos lurnwnir^ vS^i^aT^
precoscommodose razoaveis. v ""^ sen*) te<,Trt"
mM
Vende-se superior vinho do Porta em caixas de
urna duna : em casa da Johnston Pater & c. ra
do Viganon.3.
Cal de Lisboa
Chente pejb Maa Ja Ghru, u n
n. w, juivto ao iheatru.
SAL
No esc ii.lorio de K. R. Babello, nu da Cae
n. oo, vende se ai anda a bordo do aav

*fk \ V^^*>:


}

M
Diarlo m Termmmhneo Sexta felra t c Ciitubro 4c 1S4.
NOVA
Hqodaco de fazeidas de todas as qna-
Mitades na luja e ai-mazem da Arara,
ra da 'lupeatriz u. 56, de Lom n-
eo Fretro leodehliHiawres.
Attea^o que se val principiar.
Vende-se pegas de panno de lioho para lences,
toalhas e seroulas, coro 13 1/2 varas por 85500
brim liso por 500, 560,640 o. a vara : na ra da
Imperatriz loja da Arara n. 56, de Mendes Guima-
res.
A Arara vende sautcmbarque a 10$ e 12fi.
Vende-sc soutembarques de laazinhas enfeiado;
a 10 e 125, di los pretos de grosdenaple fino
a 205, 225 e 255 ; capas pretas ricamente enlejia-
das a 235 o 305; camisiuhas para senhoras a 25
e 3* ; golinhas 240, 320 e 500 rs.; manguitos a
500 |S. e 15 : aa roa da Imperalrk n. 56, leja da
Arara.
Cortes de chita a 2,9-400.
Vende se cortes de chitas coro 10 covados a
200, ditas franela a 3200 ; ditos de cambraia
de salpicos a 24500 a peca, dita fina a 35800, \>
e 5: na ra da Imperatriz u. 56, loja da Arara, de
Mendes Guima-res.
Koupa frita barata.
Vende-se palitots preto de panno a 165, 145
125, 10 e 8*, ditos de alpaka a 3,5 e 45, ditos de
Mn brancoa 2^500,3, 3500\ caifas de brim a
,5e25ol)0, ditas brancas a 3 35500 ; palitots
de casemira de cores Unos a 105, 85 65, e 55 ;
seroulas a 25 ; camisas brancas a 25, 25500 e 35:
na roa da imperatrizn. 56, loja da Arara,
tolarinbos economices a GO a duia.
Vndese colarinhos econmicos muito bero fei-
o* a 640 i duzia : iia ra da Imperatriz n. 56, lo-
ja da Arara.
Vende-se bramante de puro linho a 25500 e
35000 a vara, lendo 10 a 12 palmos de largura :
brim brancopara caiga a 15200, 15400 e 15600 a
vara, dito pardo a 640, 800 rs., 15 e 15200 : na
ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Vendem-se balees americanos os melhores que
: ii viudo, de todos os lmannos a 25240, 25500,
35, 45 e 45500: s o Arara na ra da Imperatriz
n. 56.
As lazinbas da Arara a 240 rs. o covado.
Vendem-se laazinhas para vestidos de senhora a
.10,320, 400 e 500 rs, o covado, ditas mnito
rinu.-ii.-as 600 rs. o covado, ditas especiaes a 720
5800 rs. o covado : na ra da Imperatriz n. 56,
loja da Arara.
Cbitas baratas a 240 rs.
Vendem-se chitas de cores fixas a 240 e 280 rs.,
> covado, ditas francezas linas a 320, 300, 400 e
-jOO rs., o covado, ditas percalas a 560 e 600 rs. o
aovado : na ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
I Arara vetidc madapolao barato a 6$50G, cortse
de vestidos a Varia Pa a 1 !.>, lf>> e 18$.
Vende-se pecas do madapolao de 24 jardas, de
marcas finas n.'7 a 75, n. 2 a 85100, + a 85500, ++
95, S a 105, HH a 115 o 125; algodo regular a 55,
dito fino carne de vacea a 65500, dito domestico a
"5, dito slcupira a 85, dito pao ferro a 95 a peca
icm 20 jardas : na ra da Imperatriz, loja n. 56.
Chales baratos a 1,5600.
Vende-se chales de lazinha a 15600 e 25, dito*
de merino a 35, 45500, 65 e 75 : na ra da Im-
peratriz n. 56.
Corles de calcas a 16600.
Vende-se cortes de calca para hornera a 15600,
15800 c 25500 boa fazenla ; cortes de casemira de
>:or-;s finas a 55, 55500 e 75; casemira para palitots,
cairas e coletes entestadas a 35 o covado : s na
oja da Arara, na ra da Imperatriz n. 06.
Casemiras para capa de senhora a 2> e 3.
Vende-se casemira enfestada propria para capas
para senhora a 25 o 35 o covado, tambem serve
para costumps por ser de boa qualidade e lindas co-
res, vende-se a 25 e 35 o covado: na loja e arma-
sen da Arara, na ra da Imperatriz n. 56.
A Arara vende as percalas a 360 rs.
Vende-se percalas finas para vestidos a 560 e
000 rs.; chitas Irancezas finas a 360, 440, 500 e
360 o covado : na ra da Imperatriz n. 06.
Arara vende as capas de grosdenaple a 2o c 30.
Vende-se ricas rapas de grosdenaple preto para
senhoras a 255 e 305; soutembarques pretos finos a
05, 225 e 235 : na loja da Arara
i'arlatana de cores e branca a 800 rs. a vara.
Vende-se tarlalana branca o de cores finas a 800
r*. a vara, fil de linho a 800 rs. a vara : na ra
la Imperatriz loja e arroazem da Arara, n. 56.
proprietario da lojae armazem da Arara re-
ommenda toda a Mte-ncao aos Srs. fregueses que
.nan-lem ver as amostras de todas as fazendas que
.-.onuncia, prometiendo vende-las por barato preco.
Pccbiueha i! lenco* de seda a 800 rs. e 1#.
Vende-se lencos de seda pequeos a 800 rs.; di-
o- grandes a 15 : ditos brancos coin barra de co-
ros a 200 rs. cada um ; mcias cruas para homem a
u5i',"'. 35, 45 e 35 a duzia ; dilas para senhora a
Casas fraaeezas a 280 e 326 rs. o covado.
Venderse cassas francezas finas pasa vestidos a
280 320 rs. o covado: na ra. da Imperatrizn. 66.
Colchas de damasco a -10.
Vende-se colchas de damasco para cama a 45,
ditas de fnstao a 55, ditas de chita a 25; ricas chi-
tas para cobertas a 320, 360 4*i0 rs., ditas aseti-
; nadas muito (loas a 500 rs. o covado, ditas encar-
1 nadas a 500 rs. o covado : na roa da Imperatriz
n. 56, loja da Arara.
len cao
O Vigilante est alerta, nao Ihe era permittido
deixar passar desapercebido sem que nao dsse o
seu canto, afim de annunciar ao respeitavel publi-
co o grande sortimento de galanteras do melhor
gosto propriamente para qualquer mimo que aca-
ba de chegar neste ultimo paquete, assira como
piuitos outros objectos que recebe por diversos na-
vios, tanto de sua conta como de consignacao que
est resolvido a vender por precos muito baratos
para vender muito e ganhar pouco, e dar extracto
o grande deposito que tcm, que espera merecer a
proteccao do respeitavel publico empregando para
isso todas e as melhores diligencias para que fl-
quem satisfeitos; isto s no Gallo Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Kicos pQrla-joias.
Cofre de mnito gosto por 165000
Cestinhas transparentes forradas de ma-
dreperola por 185000
Lindas jardineiras. 105000
Ricos cofres coin camapheu. 105000
Lindas caixinhas cosa pedras brancas. 105KX)
Lindo balao com calungas dentro, tam-
bem para joias. 165000
Tambalier para ditas. 95000
Cestinhas dilas. 65000
Cosmorama ditas. 65000
Urnazinbas. 65000
S no Vigilante, roa do Crespo n. 7.
Ricos porta bouquetes de diversos gustos e pro-
nos ; s no Vigilante, ra do Crespo 7.
Ricos sinlos
com bolcinhas aolado, a 105, 125 e 155, ditos sem
bolea porm do mesrao gosto, a 25500, 35, 35500
450OO.
Ricas fivcllas avolsas para sirrto, o melhor que se
pode encontrar, a 15500, 25, 25500 e 35 o par;
s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Cabazes ou ceslinhas.
At que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-
bazes para meninas trazerem no braco, o mais rica
posivel a 25500, 35500, 45, 55, 75 e 105; s no
Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Pentcs.
Xeste artigo lem um grande sortimento, tanto
para alizar como para atar cabello, os mais lindos
que se pode desejar, assim como de arregacar ca-
ndi, tanto de borracha como de tartaruga cmen-
feitcs 0. sem elle para menina; s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Pentes
tambem chegaram os riquissimos pentes de concha
de tartaruga c de massa fina, que se vende por 25,
35 e 55; s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Leques.
Riquissimos loques de madieperola tanto para ;
senhoras como para meninas, pelo barato preco
de 125 e 145; s no Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Mais leques
com pequeo defeito, leques de sndalo com pe-
queo deleito por barato preco de 85 e 105, chi-
nezes rnuito bonitos lambun, pelo barato prfti do
15 e 3, beata ral los muito bonita, tambem por ba-
rato pre?o de 45 e 55, leques de charao tambem
por 45. tudo isto para acabar, perdendo-se tai-
vez 80 por cento; s no Vigilante, ra do Crespo
n. 7. I
Pulseiras.
Lindas pnlseiras de contas e de missansa, cores
muito lindas e de muilo gosto a 15 e 15200. 1
, Para segurar mamjtritos.
Tambem chegera* as liiuttfaas aslreitinhas de
, borracha que as senhoras tanto precisan, para se-
gurar manguitos por ser muilo commodo e muito
I barato, a 3200 par; s no Sigilante, roa do jres-
po n. 7.
Canelas.
Riquissimas caetas de madrepefela proprias
para qualquer presente, pelo baratissimo preco d
15500 e 25.
Sapatinhos e meias de seda.
Riquissimos sapatinhos de seda e de merino en-
feitados, assim como meiaszinhas de seda, gorrazi-
nhas e touquinhas para as enancinhas se baptiza-
rera; s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Voltinbas.
Lindas voltinhas de perolas falsas com cruzinhas
fingindo brilhantes, assim como cruzinhas avnlsas
e voltinbas, pelo barato preco de 15 e 15200, as
ernzes avuls asa 400 rs.; s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Colinbas.
Riquissimas golinhas e manguitos, o melhor gos-
to possivel, a 25, 25500 e 35; s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Enfeites para senhora.
Riquissimos enfeites coro lago e sem laco e de
outros muitos gostos a 15, 15500 e 35 : s no Vi-
gilante, ra do Crespo n. 7.
Trncelas.
Lindos trancelins de cabello para relogto ou lu-
netas, pelo baratissimo prego de 15500, ditos de
rctroz a 200 rs.
Babadinhos ntremelos.
Riquissimos babadinhos entremeios oom linda*
desenhos tapados e transparentes, pelo baratissimo
! preco de 15200, 15500, 25 c 35; s no Vigilante,
rua'do Crespo n. 7.
Cascarrilhas.
Grande sortimento de easoarrithas de diversas
larguras, assim como galaozinho-e amnciabas pro-
prias para enfeites; s no Vigilante, ra do Cres-
po u. 7.
Fitas.
Grande sortimento de fitas de diversas larguras
e qualidades, por precos que admirara aos com-
pradores, havendo fitas largas proprias para cin-
teiros que se pode vender a 300 rs. a vara, e peca
de 9 varas a 25; s no Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Fitas de la.
Fitas de Ba de todas as qualidades, proprias pa-
ra debrum de vestido a 700 rs. a peca; s no Vi-
gilante, ruado Crespo "
Ricos cs|clli.s.
DE
Heixai qae os Hunos d* civihsacao vos pregnem
eeonomiapara os ps 1! Esta parle do orpo
humano por certa aquella que, neste clima, ue-
cessita de malor a/asalho: pela humidade nos ps
se introduz a grandd maioria das molestias, e com
estas a perda da saude.e da vida I! I Fra com as
botinas e snalos velhos; reforma-Ios
45-Rua Direitft-45
Ronegutas francezes para homem
Di 1 os mglezes dem a 85, 75 e
Ditos para senhora
Ditos para menina
Sapates esmaga cobra
Ditos de Nantes de duas solas
Ditos dito de sola e vira
Sapatos de borracha para senhoras
Dwo6 de dita para meninos
Ditos de tapete para homens e
nhoras a 800 e
Sapatos de lustre para senhora a
Ditos para casa
Chinelas rasas do Porto
55000
65000
45800
'25000
35000
55000!
450001
15400
I5OOO
se-
15000
I5OOO
500
15600
BREU
Breu verdadeiro americano, unto em barricas
como a retalho, vende-se na rna da Cadeia do Re-
eife, loja de ferrapens n. 56 A, de Bastos.
Enxadas calcadas de ac
Cbegarain as (ksejadas enxadat oalgadas de*aco,
as.quaes vende-seo mais barato possivel : na ra
da Cadeia do Recife,, loja de ferrjgens de Bastos.
Fio de algoiio da llfhia c ame-
rieauo.
Vende-se tanto em porcao como a retalho, estas
bem conhecidas qualidades de fio por barato preco:
na ra da l'ade4o:Rce, loja de ferragen de
Bastos.
Telhados de ferro galvauisvdo. \
Folhas de ferro galvanisado para telhado por i
commodo prego e de mnita utilidade para cobertas
de casas, vende-se na ra da Cadeia do Recife n.
56 A, loja de ferragens de Bastos.
Vaquetas inglezas para cobertas
de carro.
Estas bem conhecidas vaquetas, vende-se nica-
mente na loja da roa da (.adeia do Recife, loja de
erragena-dt-BaMos.
adarla o renaco.
Chegaram as bem cQBbecida* ppneiras de ara-
. 1. 1ine e de ,a,5o proprias para nadara e refinago, de
Riquissimos espelhas cora1 moldura douraJa e 1 todos ostamaohos e grossuras: na ra da Cadeia
sem ella de 85, 105, 125 c 1*5, assim como com
celumnas de differentes tamanhos a 2J8, 35,45, 55
e 65; s no Vigilante, ra do Crespo o. 7.
Lindos jarres e figuras.
Riquissimos jarros e figura de povoejana fina,
para enfeite de sala, sendo o melhor gosto queaqui
tem apparecido; s ne Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Para pos de arroz.
Riquissimos vasos com bonecla paral*de arroz,
cousa de muito gosto a 15500 e 25, assim como
pacotes s com os pos a 320 rs. cada um; s no
Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Perfumaras.
Grande sorlimenlo de extractos e banba?, poma-
do Recite, teja de-ferrageasde Bastos.
Na faja de fazendas ba-
ratissimas de Duarte
Borges da Silva, ra
da Imperatriz n. 20
Veode-seo seguale:
PECAS de panno de linho.com 25 varas a 85,
r- um p mee estreito, mas excedente para toalhas.
DITO de dito adamascado com 8 palmos de lar-
das, assim como de lindos copos ou vasos com dis-;gnra para toalhas de mesa de jantar a 400 a
tinctivos e offerecimentos as siohasiohas dos me- \ vara,
lhores e mais afamados autores de Pars e Inglater-1 CASEMIRAS de duas larguras e de urna s cor
ra, assim como os grandes copos de banha japoneza i muito boas para roupa de meninos e soutembar-
a 2|i e a 15, assim como outros objectos qne nao e' ques a 35 o covado.
possivel por hoje annunciar, c vista dos fregu- TOALHAS alcochoadas mnito boas para enchu-
zes se fartodo negocio; na loja do Gallo Vigilante, gar o rosto a 65 a duzia ou 300 rs. cada urna,
ra do Crespo n. 7.
CAMBRAIA branca tiua com salpicos miudinbos
a 640 rs, a vara, metade do valor.
OLIADOS de bonitos e elegantes desenhos para
| cobTir mesas a 15 o covado, para acabar.
LAAZINHAS de padres novos e muito agrada-
"; variado sortimento de fazendas linas c grossas a
precos muito razoaveis, pois est resolvido ganhar
i pouco, com tanto que venda muito, nao menciono
mais fazendas no presente annuncio porque impor-
tara isso n'uma despeca extraordinaria cuja des-
peza reverter sempreem beneficio dos ^comprado-
re-, pedindo ao publico que nao deixe dt-ler todos
. ; os U^s este dito presente annuncio, pois la-ver
681- mndnga "os artigos cima ditos, isto a pTOp&f-
A
qualquer parte : no armazem de E. A.
C., ra da Cruz n. 48.
Balaios para meninas
Lindos balaios de varios gostos para meninas
trazerem no braco : s se encontra na loja do Bei-
ja-Flor, ra do Oueimado n. 63 e 69.
Extratos e sabao
em
xinlias
oao que se forera acabando.
Superior cal de Lisboa.
Lindas caixinhas com um cartao rom a familia
imperial, c dentro de cada caixa um frasco ou sa- i Stndo-se superiar cal de Lisboa a m
bao o mais fino que e passivel: na loja do Beqa- na no mtcafo tanto em porcao como a retalho,
Flor rna do Queimado n. 63 e 60. por barato prego afiangando-se aos compradores a
nWlaa a 1 K a nanfn superior qualidade : a iratar as segrales ras
UfjOOiaS a ip O teUlO ; Crespo n. 7, Imperador n. 28, Forie db Matto
As melhores que tem vindo a este mercado : masem do Sr. Villa defronte do trapiche do
vende-se na ra da Madre de Dos ns. 3 e 9. godo.
No armazem de fazendas ba-
ratas de Santos Goellio,
Ra doQoeimddo n. 19,
vende-se o seguate:
Attencao If
Ricas laazinhas, fazeada a melhor que tem viu-
do ao mercado, tanto ero gosto como em qualida-
de, pelo baratissimo prego de 560 rs. o- cavado.
Ditas mludinhas carmezins, proprias para vesti-
dos de meninas e camisinhas a 6*40 o covado.
Corteado laa com 15 covados, pelo barato oreco
de 65. F T
Cobertas de chita da India a 25500 e 35.
Lenges de panno de linho a 25 e 25500.
Pegas de cambraia de forro com fi D2 varas
35200.
Toalhas alcochoadas proprias para raaos a 55 a
du/.ia.
Ricos cortes de laa com barra a Mara Pa a
185.
Pecas de platiluas de algodo com Ovaras,
proprias para saia a 45-
Algodo enfestado cora 7 1|2 palmos de largura
a 15100 rs. a vara.
Esteira da India, propria para torro de sala de
4,5, e 6 palmos de largura, por monos- prego de
que em outa qualquer parte.
Neste estabelecimento tambem se encontrara
ura grande sortimento de roupas feitas, e por me-
drda._______________________________________
RIVAL SEM SEGUNDO
Ra do Queimado n. 49, est vendendo muito
boas fazendas e muito baratas, quera quizerpoder
vir ver ou mandar para experimentar, assim como
sejam :
Gollinitas muito toas para senhora a 500 rs.
Ditas apunhos de fusto muito bonitas a 640.
Cartas de alfinete de cabega chata de todos os ta-
manhos a 80 rs.
-Resmas do papel de peso mnito bom a 25-
Capachos redondos e compridos a 500 rs.
Caigas com superiores obreias de eolia e de massa
a 40 rs.
Cordao brinco grosse que tem muita applicago a
vara a 20 rs.
I.inbas de carriteis garante-se 150 jardas a 40 rs
Cartes de linha Pedro V com 200 jardas a 40 rs
Grosas de pennas de ac muito linas a 300 rs.
Varas de franja de laa para vestido a 40 rs,
Ditas de franja branca larga para loamas a 160 rs.
Pares de botes de punho a 120,320 e 500 rs.
Tinteiros de vidre com tinta a 160 rs.
Ditos de barro com superior tinta a 100 i?.
(irosas- de botes e louea prateadob a U e a du-
zia a 20 rs.
Tesouras para costura a 80, 200, 100.a 500x5.
Bscovas para limpar denles, superiores a 200 rs.
Libra de la para bordar da melhor qualidade a
65500.
Caixas da phosphoros de seguranca a 160.
Caixas c pacotes de papel amizade superior a 600
ris.
Caas com 100 envelnos mnito filaos a OOOrs.
Quadernos de papel pequeo azulad a 20 rs.
Carriteis de linha Alexaodre. com 200 jardas a
100 rs.
Daralhos para voltaretea 240c mais finos a 300 rs
Meiadasde ltnha frouxa para bordar'a 3 T.
Pares de sapatos de tranca de todos x tamanhos
a 15500.
Grosas de boloes de madreperola muito finos a560
ris.
Carlas e caixas d clcheles de -uperiora- quali-
dades a 40 rs.
Massos de grarapos superiores e limpos a 30 rs.
Grosas de palitos de gaz a 25200.
Libras de area preta da melhor qnatiilade a 120
ris.
Caixas redondas para rap e tem muilo bonitos ca
lungas a 100 rs.
PECHiNCII *
| Na ra Augusta n. 84, vendem-sa em -guacra
; me as seguntes obras de prala de le : I w*
salva moderna, 2 faqoeiros, sebdo 1 rara -*na-
mesa, 1 bulle, 1 assacareiro, 1 nnlr;nri3, rf-BJ.
rentes colheres para sopa e cha, i bnr.'! i
cp da brilbantes, sendo a pulseira da lita : ; se procurar das 7 notas da manha i (0 a o,
e de 3 horas da tarde at as 6.__________
1JECCAO BROW,
Remedio infaHivel contra as gr.<. r' b
antigs e recentes, uuico de|*)iJo na ?-?
Cica franceza, ra da Cruz b. Ti, i;*
If______________
REJLOGIOS,
Vende-se em casa de Jonnston Mar 4
i Cornado Vigario, n. 3, um helfo .*>-
ment de relogios de ouro patn!* :-*
i glez, de um dos ma afamados fatrf v. !m
!de Liverpool, e tambem fama nri<*da>fn *'
qoninsttrancelins para os mesmoslt

4;500-000
Vende-se um excellenie sillo na Caspa**, -n
boa casa para familia, com 3 salas e 8 < i
casa para escravos, dita para eitor, la q
banho, dito para lavar roupa, vivtiro na :
rio, e muitas frncteiras, e tmflm tan;h i.' ga :
qnem pretender, pode dirigirse Caut.i j:..a
examinar o mesmo que s arha va;io: a tr-" >
Capunga nova, no entrar da mesma, t^ i, o
primeiro portan, no segundo d>! f-%rro.
Vende-se urna taberna na 9oftaaa>, '' i
ra de Joo Fernandos Vleira n. 64 : pan i na
tender, dirija-so mesma.
Vende-se
>.*>
tres partes do sobrado de dous andares da i
Padre Floriano n. 2i: a tratar no prlorin- .- ^
do mesmo, das 6 horas da manbaa as, t .': : ''
Chegaen a farinha lav*tfn.
A bordo do hiato nacianal Utrt frmaaan *
do defronte do trapiche-bao do l,ivr^Hru, a*
de-se esta superior farinha lavada anda t."u i <
neste mercado pelo barato preco de .15 o a' ;; *. i
ou 65 o sacco sendo este preco granet, c tan
na rna da Madre de ueoa a. 5 e 9._______
Vende-se ura excetleate rarriirho. m> i
de 4 rodas para duas pessoas, com arrtia* da
ou dous cavallos ; d melhor gosto *qoe / *>:
encontrar nesta cidade, e est em perfc'lo ^lai:
dirija m-se Agio P Pedro, na ra do aaajara!*H
n. 38, casa do retratista americano Sr. Ostoc; o.
Enfeites para cabec.
Chegaram os lindos enfeites de cabrea pata se-
nhoras, sendo muito simples ede innitogost : -4
no Vigilante, roa do frewo n. 7._______
Champagne.
Machinas de vapor epa-
ra descarocar algodo.
Moendas e meias moendas.
Taixas de ferro batido, coa-
do e de cobre.
Rodas d'agua, dentadas, e
_de-earro$t com mangas e
eixos de patente.
RuadoBriflinD. 38,fundi-
Co do Bowman._________|
Charutos la llavana.
Vende-se superiores charutos da llavana em
casa de Rabe Schmettau & C.; i roa da Cadeia i
n. 18. !
Vende-se champagne de primeira qn.;l -...!..
marca Rumlast pre etUIs, em eaaa defl*^-' .
Bidoulac, ra do Lrapich n. 18.___________
Vende-se um terreno na roa do Destn i ?
direitura ao largo do.Hosplcie com 234 palio.s
frente, proprio para se edificar por ser boi *
lidade : a tratar cora Antonio Joaquim Ti,-...
Porto na ra da matriz da Boa-Vista n. 54.-
Kna da pE Bm n. S
Neste estabelecimento vendem-se: !icf d*
(erro coado libra a i 10 rs., idenle (.ov
Moor Ubra a 120 rs.
escbavos mgss.
Fugio na tarde do da 16 de julho p. p. un
escravo pardo, de nome Marco-, dr;ro>*arradr~
do hiate Santa Auna, vindo do Aracary, ki&
de idade 28 annos ponco mais ou menos, e os -
naes seguintcs : allura recular. n jo n r, .
pouca barba, cabello crespo, levou rapta
caiga do algodaosinho de risrado azul erh*
po de palha, tendo levado wawign nn^ir-'T-
cora mais roupa, e rendido de unn aa* v.n
quem o appreender queira leva-lo roa dSW. 'r
de Deus n. 38, ou ra do llrum n *io, pi un
recompensado
LISTA GERAL.
110'
DOS PREMIOS DA d. PARTE
DA
LOTERA CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 492 A BENEFICIO DO GYMNASIO PERNA.MRUCANO, EXTRAHIDA EM G DE UTUBRO DE 1864.
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.iNS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.|NS. PREMS. NS. PAEHS. NS. PREMS.jNS. PREMS. NS. PREMS..NS. PREMS. NS. PREMS.
4 105 160
J 61
64
lo 66
16 68
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18 70
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Mrrim eVerHaw^e* Sexta felra de Onfnbro 4e> 4.
RATURA.
0 QUE VAE PELO MUNDO
lira seguida publicamos que encontramos
nos j rnae?, acerca do discuto proferido por Lord
'' ni 'ision, iiu Tiverlon :
t Lord Paimerston chegou c>la Urde (23). Tevc
u:iu leeopgocnihusiastica. O nobre lord, de urna
] Ha do hotel, dirigiu ao povo reunido, algumas
!>' .ras quonao conlioham a menor allusao |K>li-
tica.
t*m esta condigo, em verdade til n'este ramo im,
portante do poder legislativo, ellas nao podem pre-
valeca a ponto de collocar o senado sobranceiro
cmara dos depulados, que a representado im-
mediata do povo, nem to pouco sobre o chefe su-
premo da uaco, e seu primeiro representante, e
as.-im nulliflcar a aegao de ambo?.
O principio da vitaliciedade do senado levado a
tal exagerago vae arcar contra lodos os principios
de nosso syslema e principalmente contra aquelle,
iiue resume todos qs outros e que o elemento vi-
tal do sy.-tema representativo, gue governar o
povo pelo povo; vae por o monarcha na terrive
Ssta tardo teve lugar um banquete, a que pre- impotencia de defender o paiz; vae-dar ao senado
din o maire, o qual fez um brinde a lord Palmers- o poder du tyraonisar era nosso syslema, e levar o
too, iMS termos mais Iisongeiros.
c Lord Paimerston agradeceu ao maire.
Devemos sempre ter em vista urna distiaeco
muito razoavel, que existe, entre as fuaeges do su-
premo poder administrativo e as funches admi-
nistrativas, que teem tolos os poderes superiores
sobre os inferiores; porque as funegoes do irape-
cutores da le e ministros do poder adminislrativo,
e nao se pode contestar diante de nossa constitu-
?ao a grande influencia que elles exeicem no sys-
lema, como laes : o que era realidade nao se pie
de outro modo evitar : preciso, portanto, distin-
rador, como tal, tem ara carcter poltico e dlzem guir os min.stros do poder administrativo dos m
respeito aos altos interesses do estado, ao passo nistros do poder legislativos; porque estes saopro-
que as funceoes administrativas, que possara ter os priamenle o poder execuiivo.
outros poderes, sao actos merame.ite secundarios ;
nao versam sobre interesses pblicos do estado
porm sao de simples Interesse publico. Alm dis-
to quando os outros poderes exereera funceoes ad-
ministrativas em virtude de sua autoridade e em
seu nome.
Os ministros do poder legislativo devem exercer |
grande ascendente sobre este, e os ministros do
poder administrativo exercero egual ascendente
sobre elle.
Cada poder se deve dirigir por si o por seus
agentes proprios.
O violinista convidado a tocar ali accedou, e
apresentou-se ante o concurso dos convidados que
flcou admirado vendo que elle Irazia urna rebeca
sem recordas.
Urna dama Ihe pergunlou em ar de mofa :
Ento vae locar a secco ?
Nao minha senhora. .
K as cordas 7
Estao oceultas.
Todus aguardavam impacientemente, e pergun-
(avam entre si :
Em que cordas ir elle tocar?
Estes caracteres rnie teem ns acins di-, mno. -^ C|'fus;'o delles as mesmas pessoas traz ne-
qa viu na reeeoco cordeal que se Ihe fazia a pro- dou da semelhantc previsao.
... ,'. um augmento de estima a seu respeito. Entendemos pois que o direito de disoIucao de-
Tallando das desordens da Irlanda, lord Pal- { VC se estender ao senado, para que elle em qual-
-ton j'ilga que nao sao desntelllgencias religio-1 quer tempo nao faja obstculo aos interesses do
u-.,iiassim a sequencia de antigs conlendas. I paiz.
V ui-se ali mais demonstrares polticas do que j Este direito pode ser exercido pelo monarcha
; adieto de senlimentos reciprocamente hostis; Obre qualquer das cmaras, quando alguma d'el-
j las servir de obstculo ao andamenlo da causa pu-
blica e o monarcha entender que ellas nao sao a
Mil" es deis cultos.
c Lord Paimerston conlinuou dcste modo :
Tambem se perguntou o que faz o governo pa-
i e i servar Inglaterra as vantagens da paz. E'
i .de duvida que a conservagao de urna paz hon-
i .i o eonipatvel com os interesses e dgnidade-
11 paiz, cora os seo interesses internos, c com a
....,. ligniJade e reputacao exlerna c o primeiro
daver de qualquer administrago encarregada de
gerir os negocios Ua naca....
Crea que para desojar que se adopte o par-
tldo da paz a todo o custo. Nao jolgo que os que
i.! j lieam sejam insensiveis honra e aos inte-
r~ssos do pait, Pode haver divergencia de opi-
i ites relativamente gravidade do caso e forra
los motivos que podem decidir o paiz adesembu-
jhaf a espada; mas estoa persuadido de que nao
fes atB nico Inglez, que se recuse a defender o I appcllar para o grande juiz das grandes causas,
verdadeira representado do paiz, e que nao estao
na altura do mandato que este Ihes incumbi.
Assim qnanlo ao direito de noraeacao especial-
mente, devendo a iniciativa partir da cmara dos
deputados, se o senado recusar sua approvago,
assim como se recusa-la a respeito de qualquer re-
solugo abracada pela cmara dos deputados, o
imperador, como chefe supremo do estado, deve
decidir a contenda, dissolvendo urna d'ellas ou am-
bas, conforme entender em sua alta sabedoria.
executivo; c portara jnenhuma parle os ministros, des,e3 dous eleraeDtos primordiaes do syslema,
que exercem este poder, devem ter no poder adm-1dcssas. duas foras motoras da machina governa-
nistrativo ; porque do contrario toda ordem moral
da sociedade estar abalada, e calcados todos os
direitos do cidado.
Se verdade que os poderes polticos o sao em
virtude da representagao, claro que nem o poder
exercutvo, nem o poder judiciario sao poderes po-
lticos, e a confusao dos poderes polticos com os
pblicos, a confunso da le com o arbitrio, da
liberdade com a escravido.
Se verdade tambera, que os poderes, que o
monarcha exerce, sao poderes polticos, e que o po-
mental.
Os principios diversos que representara estes.
dous poderes polticos, e a sua propria nalurea
claman contra semelhante eonfusao, que destre
todas as condigos indispensaveis para a vida dos
poderes polticos c abala todas as liberdades pu-
blieas; preciso firmaros dous poderes as bases
proprias de poderes representativos, polticos e so-
beranos.
Os ministros se devem restringir ao papel de |
poderes pblicos, de orgos dos poderes polticos;
der executivo e^yp poder publico, est claro que Porque elles sao apenas os bracos e a aetividade
o nosso legislador constituinte andn caminho er- do cada poder, mas nao pdem nem devem actuar
rado quando deu ao imperador a falsa denomina-
go de poder executivo.
Os poderes pblicos sao delegacao dos poderes
pblicos, porm d'alii nao se conclua, que o poder
E' preciso porm notar que o monarcha deve, | publico seja urna parte constitutiva do poder podr-
anles disto, langar mo ao recurso da fusao para
que conheca melhor o alcance daquella medida,
consultando a maioria da assembla geral, e se to-
dava entender que deve arroslar a sua opirao,
l lz por Iodos os meios que estivercm ao seu al-
..:ice, se Jugar que os interesses, a honra e a dig-
Idadedo paiz esio em perigo.
1 o miuislerio, e que muitas occasies se tem
?;>ri9ntado para arrastar a Inglaterra a guerra-
Teriamos Solido fazer a guerra pelos Polacos ap-
1 1 las pelo scnlimento popular. Pois bem! La-
i:i..iUmos a sua desgranada sorte. Procuramos
/.eriniuar, em seu favor, a poltica de todas as
1 j'.mciaseuropeas. K01 talvez pela propria natu-
. das coasas que os nossos exforcos se malo-
., iram.
1 Mas ainda que o eothusiasmo de urna grande
1 lo do paiz livesse podido levar-nos a tomar ma-
* idas mal activas a favor dos Polacos, nao nos jul-
p .a:iios aulorisados a pedir nagiio os sacrificios
* essaros para urna seraelhante guerra. 1
A respeito da guerra da America, lord Pal-
1 .:rston disse:
a lia grandes divergencias de opinies sobre o
- rilo dos dou? belligeraotes ; uns sao a favor do
. ::;; pelo seu odio contra a escravido ; outros sao
i fitor do sul, pelo amor da liberdade e da indo-
peiideocia.
c Teriamos podido ser arrastados a urna guerre
I r um e outro lado, se tivessemos dado ouvidos a
i;-!as differeotes opiaioes. Mas creio que foi urna
* .. loa para o paiz que nos houvessemos abstido.
liada teria.nos a ganhar nesta empresa. S teria-
< ;3S acresceutado milhares dos nossos lhos he-
i uiombe de victimas j sacricadas nessa sangui-
ooleata guerra.
As noticias recentes da America referem-se a
iy.ipljmas favoraveis, c podemos esperar que o
te npo, a reflexo, as immensas perdas em que se
t.1.:! (acorrido, e a potea esperan; de bom xito
reto .WfrytHr-hJte^e conduzir a^accordo
l.-.i:ro era pone .s mozos. Mas estou convencido
; que, se tivessemos consentido em intervir e of-
1 icer a nossa mediado para reconciliar os bolli-
sobre elles : cada um dos poderes polticos deve
ter seus bracos proprios.
Do contrario estar falseado todo o systema re-
presentativo.
Examinemos o | 6o do art. 101 e vejamos se a
sua abolicao tambem um remedio e indispensa-
vel para todos os nos-sos males, e se ella depende
ou nao dos principios fuodamentaes do nosso sys-
lema.
Por elle o imperador lem a attribuicao de no-
mear e demittr os ministros do poder executivo.
Os poderes polticos determinara a existencia de 0 iinperador como D0S deixaremos demonstrado,
i nao deve ter outro papel seuo o de supremo'ad-
ministrador, e sao os ministros que propriamente
exrcem o poder executivo.
Conven), pois, que o administrador se confunda
cora o executor, e que elles estejam ligados por es-
trellas reiacoes ? Nao se v que esta escolha deve
co, e que este o delegue de seu direito proprio; nao,
estes poderes sao inteiraraenle incompativeis: por-
tanto, de accordo com o art. 29, ser sempre pre"
riso que o paiz se pronuncie : s elle o pode con- I
sentir.
! elles sao os machiolstas da sociedade; elles cream as
molas da organisaco social, e Ihes dao a lunceoes
proprias ; elles sao em summa as forjas creadoras
e motoras da machina social. E nao des'em abdi-
para o senhor da lide.
E' assim que o elemento monarchico represen-
tar um brilhante papel em nosso systema.
Quanto attribuicao do 6 nos fallaremos della
adianto
Quanto s attribuigoes dos g 7, 8 e 9 ellas
nao soffrera objernao, e foi firmado nos principio?, car
que temos exposto, que o legislador as conferiti ao poder leB's'atvl> crea os empregados e Ihes naturalmente pertencer ao legislador, flcando ape.
imperador, e ellas condzem perfeitamente cora o determina as funceoes; prescreve o direito e o Da3. a aquello o direito de oppor-sc s ms es-j
papel de supremo administrador doblado. Imodo de exerce-'o- colhas, para arredar de si toda a responsabili-
Teraos visto, portanto. que todas as attribuigSes; o peder adminlstrat, vo noraa as pessoas, que os Jade.
do imperador, como poder moderador se coadunam devem exercer ; inspecciona o modo porque ellas Nao tornam-se, ao contrario, suspeitos tanto Jam
perfeiiamente wm a sua qualidade de supremo ad- 0s exercem; defende o cidado, e torna eertiva a como oulro 9"*" lia entre elles immediala de-
minlstrador do estado, o que nao se d do mesroo'' garanta do direito individual. pendencia ?
modo a respeito da qualilicacfiopoder moderador;! Nao est, pois, to clara a oatureza destes pode- Olhemos ao raesmo tempo para os arligos 103 e
- porque em verdade s as attributcoes dos g$ 7, | res e della nao se deprehende a incompatbilidade 132, e perguntemos : ne ser ainda raais perigo-
8o e 9U se ligam idea de poder moderador. I das lunccesde cada um. t Quem nao v as rea- so que elles lenhara ingerencia reciproca em seus
A dcnomiuae.io poder administrativo, porm, sa-; goes, que approximam o poder administrativo do actos ?
tisfaz a todas as condico'.s, era que devem viver os poder legislativo, e cora ellas o carcter poltico, A resposta clara.
poderes do oslado, a lodos os principios, que de- me Ihes corainum ? Seria realmente grande ce-1 As unegoes do administrador consistem essen-
lerrainam a existencia de um poder poltico, e com-' gueira. cal e exclusivamente noemprego dos meios para a
prebende todas as raais aitribuices. Est, pois, fixado qn ha dous poderes polticos existencia de boas leis e de boas execucoes
O poder administrativo est, entre nos, dividido e dous poderes publico. para obstculo das ms leis e das ms exceu*
em poder moderador e poder executivo, e as suas \ E' preciso distinguir ainda os dous poderes po- ges,
aitribuices nao estao devidamente descriminadas. Uticos, oraque o poder legislativo representa ou o imperador deve exercer a mais livre e desin-
classilicando philosophicamenteasattribuigoes, que Iraduz os interesses loeaes e de parcialidades, delle teressada inspeceao no andamento da causa pu-
periencem ao imperador, sob as ftilsas denomina- deve pariif a acgo e o movimento-; porque abi os blica, e s deve obrar no sentido de impedir o
coes de poder moderador e executivo. interesses geraes se corablnam nelo embate dos in- desencarreiamento da acgo dos poderes pblicos
Segundo a nossa consiituicao, pois o chefe su- teresses parciaes e da luta resulta amaior., |oe
premo do estado um dos membros do poder exe- a expressao do interesso geral.
cui.vo, e a razao dislo porque se nao lem ainda Porn> 0 iateresse ua0 tui ee
STTSL* ?Ue T eXfCU,V bra5 da JUilica- So a gualdade do direito; porqr
do poder legislativo; que o poder
deiou-a de todas quaatas attenges pude ; onVre
cea Ihe o seu melhor treni para fazer as snas vizi
tas; serviu-lhe jamares, em que luzam os viibo.-
mais delicados, dignos s de Lucullo.
Ao cabo de alguns dias a estrangera disse ao
dono do hotel que tinha convidado para um jantar
todos os illustres per;onagens de que Ibe ella j.
fallara.
Foi dito e feito.
O hospedeiro, desejando d?lingar-se nesta c-
casiao, fez immensos gastos para um janlar :le va-
te lalheres, e a que haviam de lao Ilustres per.-j
ISeslas, exclamou o violinista. Nislo apresen- nagens.
tou em ar de m.alhero a caixa da rebeca dizendo: A- hora .prasada acenderam-se os candelakres ;
Senhores, uraa esmola para os pobres au- as ares resceudiam suaves aromas -, briiluram o
^S0?- crslaes e porcelanos finissimas ; mas os convida-
Todos se compadecern), e a rebeca encheu-se dos nao appareciam ; o cosinieiro dava-se a per-
de esmolas. ros com ver que os seus melhores pleos e-fruva*.
Nao pensam, disse o artista, que as cordas Esperou-se ainda muito tempo, porm nada *
em que toqael soam melhor que as da rebeca ? novo. Resolvcram-se em lim a subir ao qoarto
Bemdilas sejara as cordas do coraco quando vi-. da hospeda. Geral mystificago .'...
bram as harmonas da caridade. A desconhecida hav'ia desapparecido.
* Do tanta fanfarronada s re-lava una "nala
Um poeta que andava a paz de pirla foi fazer c|leia de areia e ehine||os veliios.
urna visita de amisade, e deixou sobre urna cadei-
ra na sala o chapea nico que possuia, e quo ha-1 CoD|a U1U jornal iogleh m
via sido lustrado a agua e ferro pelo menos cera Dagav>a, que os Japooezes sao rasignes era torcas-,
veze?- anda que nao possucm grande agilidade. Os seo
Urna dama dislrahida veio e sentou-se sobre o passate.npos favonios sao os manejos de anuas pe-
chapo com todo o peso da sua cnormidade, fazen- sadas e olltusivas. Enire os mais disiincios en
do-o n'um figo. A dama afilicta exclamou : forta Uuiai.se os seguinles :
Pobre chapeo. Que infelicidade a gente ser | Kauai yujiro, dependente do principe de Mito.
To gorda. 21 aun s de edade, maneja urna barra de ferro t
O poeta tornou. : seis ps de cumprimento que pesa 112 l|2 cates
Nao se amotine, minha seniora; grande ou 130 libras.
fortuna ser esmagado por V. Exc, mas o meu cha- Yamada Gehy e ChllvUD,0 f anagawai ;w a0BO>i
pu que nao comprehende a sua felicidade. fM 0 me3[I10
Um dependente de Okubo Kangaino Kami, ma-
A' porta do sapaleiro Joao Antonio que mora na neja, moniado a cavallo,uma barra cora I" libras
agua-furtada de. um predio do Esfolla Bodes papa \ de peso.
ama carruagem Kondoo Serdba, criado de Aidzu, vibra am
O criado apeia-se e bate quatro pancadas c um grande eixo de carro de 175 libras de pe.
"Tus'inhanca alvoroga-se toda : r' Yamada' da ca5a Ma,ldaira Yaalc->-
Que ser? Sahna a sorte grande ao visinl.ol Kam'- maneJa uma lan?a l*mt*m de peso egoal
Nada, aquillo talvez cousas de heranca. Precedei>te.
A esposa do mestre abre de mansinho a janella, I ^ary-kawahayato, triado de Ikamon-no-kai,
alisando o cabello com a raao esquerda, e pergunla 57annos- Pega n uma pega de tres militase
com voz alHaulada : I colloca-a sobre os Joelhos em P03'^ de P*r **
i fogo.
Cho-kai-no-kami, ministro do principe de Kan-
e polticos, para quo nao se faga o contrario do
que as leis mandara ou do que pedem as necessi-
dades sociaes.
Elle nao deve ter o direito de nomear os mnis-
> a
ci, e por no o po er egislativo; que o poder do o direito egual elle para todos : o interesse tros do poder executivo, e muito menos de fazer
executivo nao pode ser exerc lo senao pelos roi- gera| pde ter por consequencia um sacrifi b parte deUe, porque em vez de administrador, devia
odTe eP!'tg e verJade,ros delegados do judicial do bem eslar do menor numero ; 1 ser o mais activo e nteressado executor : nao p-
a gis a no.^ es^g sacn|cj0 nao sendo oecessario prej u'ai do deixar de interessar-se em suas acedes e muitas
h porque se nao tem comprehendido tambera' e0 monarcha conhecendo que assim deve deten- vezes ser levado a sustenta-las : se deixar ar-
que as atlnbuigoes dos mirasiros, como poder exe- der a liberdade individual dos cidados : porque arrastar pela graga e confianga, de que elles g cutivo propriamente sao lateiramenie incompati- e,|e representa a ordem que a egualdade de lo- zara ao p de si
AfSta^^^r**^ nos actos dos ol|e n5odeve
do imperador e que os ministros devem es as minori a |iberdade traga a es- de sua conlianga e benevolencia ubusaro sempre
ur era inte.ra dependencia do poder legislativo ; cravida0 ou a anarohia.
se embarazar sempre com
comprometiera a si e ao paiz : elles ufanos
; L.Hes, sem ser oecasfio opportuna, nao s nao
iramos alcanzado ofim, mas tambera teriamos
... o enado os sentmentos que existem entre a
huerica e a Inglaterra, e tornado mais dilDcil o
.' .',c!eciinento futuro das boas relages enlre
Es c os Americanos. Julgo pois que a nossa neu-
1. ,!i lade foi boa, e estou certo de que foi appro-
. 3a pelo paiz era geral.
. vimos suscitar depois a qaestao dinamarque-
'- listou cer!'.. de que todo o Inglez que lera co-
t.ijioe sen tmenlo de jusliea sympatisou coraos
. i1 '..Izes Dinmarqaezes, c dosejava que a Ingla-
1 .ira'descmbainlia-so a espada em sua defesa (vi-
\'j applausos.^ Mas pens tambera que aquellos
quo alteuderem a estago em que a guerra reben-
t:.;, e aos meics que a Inglaterra tena podido em-
f ear para !he dar desenvolvmento, hao de sei
(.i opinio que procedemos com sabedoria nao nos
...vjlveudo nesla contenda.
O primeiro marinheiro que se chamar, ha de
Clzer-vos qual a impossibilidale de maular no
r.,-orno nina es piadra para o Bltico. O negocio
era possivel, mas fleava sem resultado, porque o-
navios nao podem obstar marcha dos exercito-
de ierra.
1 Se a Inglaterra livesse podido mandar um
acercito.-necessario admittir que nao teriamos
oaios do y6t em movimento urna forga capaz de
I lar cora es tul) ou 400,000 homens, que nos po-
5..i'iaiu oppor "0 ou 40 iniines de Allemes. Se-
caeltuaie lentaiiva nao poda prouuzir seno urna
("Arrota vergouhosa nao para o exercito, mas para
a overno, que livesse mandado uma forca insuffi-
. ienle contra uma forga imraensaineote superior.
i Suinoi, sexuado espero, suflicienteinente for-
tes para oppir a qualquer ataque de um inimigo.
Tj.nos 300,000 horneas de milicias e de volunta-
rlos, alm do exercito iegubir. Estas torgas po-
dem taubein ser augmentadas immediatamenie-
Tsraos pjis foreas sufflcientes para oppr a qual-
quer ataque, de qualquer parte,que elle venha.
Temos uma esquadra, que augmenta sem ces-
iar, e um exercito que se raautra na altura das
Agcneias modernas da guerra, e que perfeita
r.ienle proporcionado defesa do paiz. O nosso
Gm a defesa e nao a aggrcsso. O estado das
cousas nao permitiera que a Inglaterra empreuen-
desse vasfas operages no estrangeiro, que pedis-
S2 ao paiz grandes exforgos, e os sacrificios neces-
ttarios paralutar com os grandes exercilos susten-
tados por outros paizes.
< Nao julgamos qae a caasa dinamarqueza to-
casse snfflcientemente aos interesses, seguranga
ft 1 honra da Inglaterra, para se impr ao paiz os
encargos de uma semelhaate guerra, e estou cer-
to de que o paiz nao deixar de se pronunciar a
f-.ver desta poltica.
< Lord Palmerstoa lerminoa fazendo allusaop'
|)rosperidade crescente da Inglaterra. (Vivos a a
plausos.) *
i.iarnioiiia dos poderes entre si e
com a naco.
fContinuago.)
Quaesquer que sejara as razSes, qufl fandamea-
que as suas altribniges enlendem com os iateres- i
de suas importantes fun.goes, assim como da ille-
Elle. pois, represonta o principio da reaccSo : glima interferencia, que teern bos actos do impe-
ses pblicos do estado; e que portanto Ihes deve-; ^Tm e||e roage em nome do paiz e chama 0 ^ radorj para> COm a influencia dellas, co.nprarem o
rain ser coaretadas todas as attribu.ges, que en- para 0 seu klgar e!|e 6 um verdadeiro represen- silencio e a protergao dos representantes do povo.
tendessem cora os inleresses nolilicos da narn 1 .., -
P" tante, nao pode decidir a causa por si: o povo deve em face do paiz, que os incrimina, o animarao os
E', pois, claro qae erradamente que uossa
constituigao d aos ministros interferencia a mais
ndebita nos actos do imperador, qur como po-
der executivo, qur como poder moderador, se-
gundo as falsas deuominages, que Ibes d a cons-
tituigao ; e porque nao se pode contestar que
todas as suas attribuicOes sejara polticas, visto
como a auloridade, que o imperador exerce era
no?so syslema, sempre em virtude do poder po-
ltico, de que elle se acha investido, como primeiro
'decidir: a causa de todos julgada por todos deve corrompidos a manterem a corrupgao.
ser meihormentc decidida : a razo e a conscen- E' preciso, pois, que o monarcha se exonere da
ca de todos nao pode dizer senao a verdade e a pesada attribuigao de nomear e demittr ministros,
justiga : esla a presumpgo, em que se funda a Ihe ficando todava salvo o direito de nomeagao
soberana do povo, sempre a qresumpgo, mas respeito de todo funccionasmo publico; porque s
a melhor das presumpgoes: o monarcha nao pode a respeito dos ministros, sobre quem se deve din-
tomar sobre seus hombros um encargo lao pe- gr immediatamente a sua inspeceao e pela altura
', sado. mesma, em que elles estao collocades, como lam-
Quando a sociedade alenla contra o individuo, bem pelas relages, em que elles estao para com e
representante da naco" comb'om poder ragesu- aMe0,a COtra si mes,no- a,"'n,a contra um mem" poder legisla,ivo' que se devc faler exce.ss3 ao
tivo e soberano. br0 dri seu MP'*' contra um elemento de sua vida direito de nomeagao, que, como veremos, nao pode
1 pertencer seno a elle.
eixae que ella se suicide..... O Imperador,como pouer aaministrativo, s deve
Quando os governos forem assim organisados influenciar taulo no legislativo como no executivo
possivel que haja anarchia, porm nao haver des- pelo direito de velo, sendo que para os actos do
polisino, e do coutrano cerlo que havera sem- poder legislativo o seu veto apenas suspensivo, e
pre despotismo e certo que haver sempre auar- para o executivo o seu veto deve ser ohsoluto, para
Cma- os actos desle, que nao forem resultado de leis
E' possivel que a sociedade provoque a luta : dispositivas.
O velo pois se referir tambem ao direilo de no-
t Na mait.r parte das monarchias constitucionaes e sua 8raod **"
e reprc:>entativas o poder moderador est reunido
ao poder executivo, de que forma a parte mais ele-'
vada, que exercida pela cora, pela aegao e di-
recgo do monarcha.
E', porm, mais lgico e conveniente nao con-
lia-lo e menos condndi-lo com nenhum outro, por
isso raesmo que elle tem de inspeccionar a todos, ( pro .
ja sobre o exercico proprio, sobre suas relages j voCaia esta c a Verdade krefragavel de lodos os!
reciproca: diz Pi nenia Bueno. ttinpuS do ,udo3 03 |KlUes. a raao diz e a expe.
U pensamenlo do alastrado raa.-tre de nossa,
__.--.. riencia o confirma.
constituigao nao foi outro por certo, senao o mesmo .
que nos temos: elle comprehendeu perfeitamente
qae esla parte elevada do poder executivo, como I
elle chama, nada tinha de coramum cora o poder
executivo propriamente tal, que exercitado pelos
ministros, e que haviam serias razes, nao s iden-
tificas, como inoraos e de conveniencia para se
desconfiar da ntervengao do? ministros nos actos
do imperador, e que de nenhuma sorte se deve
confundir nos ministros as funegoes, que Ihes sao
proprias, como verdadeiro poder execulvo, com
Fallemos do poder executivo especialmente.
As palavras poder e executor parecen), prn-
Clpio, antinmicas, e isto lera feito com que alguns
entendam que os ministros nao sao o que se chama
poder executivo, em nossa coostitoJco ; porque
na verdade as simplices atlribuiges de executor
nao podem constituir um poder do estado, apezar
da gerarchia do fuuccionalismo publico : porm
devenios notar que os ministros nao sao meros
mear ministros : porque elle como chefe supremo
do estado deve exercer sua inspecgo sobre este
direito do mesmo modo que sobre oulra qualquer
deliberages do poder legislativo.
A aitribuigo de nomear e demillir ministros
deve pertencer ao poder legislativo, porque quem
faz a lei que deve escolher os executores, e por
que estao collocados no ponto culminante da
jerarcha do funccionasmo publico.
As funceoes de legislador sao certamente mu
diflicieis, para que as leis sejara sempre perfeilas;
toda e qualquer attribuigao, que intende,se com as raenUe*' V0T ,st0 mes,no ^ sao mioislru. s
funegoes polticas do supremo chefe do estado. PUDhcas-
Que estes dous poderes se achara perfeitamente! -NeSar- portante, que os ministros sejara nm po-
confaudidos e ligados por estrellas relages de der Put''c0 c evidente absurdo, e a razo disto
unio e dependencia, o que se nao pode contestar ^"e da0 ao monarcha a denominagao de poder exe-
executores, elles devem ter attribuigoes governa- Pr''CIS0 aiie e*ecu!or seja fllho dasentranhas do
legislador; porque as boas leis dependen) de boas
execuges.
(Conttnuar-se-ha.J
cora a consiituigao na mo, com a verdade palpa- cutiv" i Pr(lie Pder executivo um poder pu- segut).
vel dos factos, e em boa lgica.
UM POICO DE Tl'DO.
Da Revoluylo de setembro transcrevemos o que
blico, o imperador simplesraeute um poder poli
Um Inglez que viajava pela estrada de ferro em
Se, pois, isto diametralmenteopposto aos prn- e porianto o poder executivo nao pode ser Hespannaj ouvindo duer iam passar um tune,
cipios fundamenlaes de nosso systema : claro attnhuido aelle.
que preciso constituir o poder administrativo, re-1 Co,n effeito, examine-se as attribuigoes, que sao
fundindo nelle quasi todas as attribuigoes, que a conferidas ao imperador por nossa propria cons-
nossa constituigao confere ao imperador, e firmar t,tui?ao> e veremos que muito poucas sao com pro-
essa instituido em bases solidas, e cora elementos Pr,edadc ejecutivas, e sem prejuizo da constituigao
proprios de vida e aetividade. ie t)odt dar u",a "ielhor orgai'^?o aos poderes
O poder executivo, ligado como est a esse po- Pesiado ; porque o seu grande erro esl em dar
der administrativo, isio ao Minuto : e sahindo uma grande ascendencia aos miu.stros sobre oim-
sempre da lula tumultuosa das paixes e das ara. Perador e sobre todo o s>>tema, confundmdo nel-
bigoes: faz delle serapre um instrumento o raais < os papis de agentes do poder legislativo e agen-
felaz para uma desastrosa allianga com as maiorias ,eS do poUer moderador.
dei nossa assembla geral, que sempre Iransigem E' Cu,n eIt" Pora estabelecerera paridade res-
coma.juelle, porque achara nesla transaegao o meio P*"0 do l,oder moderador e do poder executivo, e
o mais seguro de se conservaren), conservando deduzir **'''' a respousabilidade dos ministros,
para satisfazerem ato las assuas paixes e interesses corao ageHtos de ambo,qae se tem dito que os mi-
e fazem a mais torpe c nspirago para corrompe'
rem o paiz, (.or meio de um funccionasmo depen-
dente delles.
Continuemos a fallar da distinego philosophi-
ca enlre o poder administrativo e os ouiros po-
deres.
nistros nao sao poder executivo : preciso con-
fessar a paridade, porm demonstrar a confusao.
Os ministros sao verdadeiros executores da lei e
por tanto mini-tros do poder legislativo, do qual o
imperador nao faz parte, conforme demonstrare-
mos : elles nao podem ser ao mesmo lempo exe-
pouco antes do Escorial, pergunlou ao guarda :
Quanto tempo, senhor, ao Escurial ?
O guarda que enlendeu que elle Ihe pergunlava
quanto tempo fallava para chegarem ao scurial
respondeu :
Um quarto de hora, senhor 1
O Inglez detou a mo ao sacco-mala e nao se
I vio mais nada, gracas escuridao do tnel. Mo-
mentos depois, acabado o tonel, enlroo a claridade
do dia por indos os lados, e toda a gente disse :
Ah11 I
O Inglez eslava n I
Cuidava que a passagem do lunel levava viole
minutos, e approvcitra a occasio para mudar de
roupa!..,.

Chegou a certa cidade um violinista e foi apre-
sen lado n'uma casa onde se reuna a parte mais se-
lecta da sociedade, no dia em que havia naufraga-
do vista de toda a povoagao um navio cujos nau>
fragos tinham perdidos todos seus haveres.
Quera ?
Est em casa o Illm. Sr. Joao Antonio?
O Illm. Sr. ? Nada, V. insolencia enganou-se
de certo ; meu marido mestre...
E' um digno operario, um acreditado artista
sapaleiro. Faz obsequio de Ihe dizer que preciso
fallar-lbe.
A esposa do operario corre alvorogada a levar o
recado a seu illuslrissimo marido, o que produz
uma revolucao era casa. Varre-se a casa a vapor,
sacode-se o p, arruma-se a ferramenta, o mestre
in verga uma sobrecasac&que nao vesta ha tres an-
nos, e manda-se entrar o hospede :
Tenha V. Exc. a bondade de entrar.
Fazem-me o obsequio de se nao incommoda-
rem.
Desculpe V. Exc. A casa pobre...
Nada de ceremonias. Eu honro-roe de entrar
na casa do honrado artista que ganha o seu pao
cora o suor do seu rosto Nao sou dessesque vol-
tain a cara ao lillio do povo porque leva o facto
enodoado cora o virtuoso suor.
Muito obrigado, raeu senhor.
Pois Musir Sr. Joao Antonio, Sei que S. S...
Perdao Sr. quteme a senhoria. .
Como queira. Sei que apezar de pobre o Sr.
Joo Antonio pode moito.
Ora essa. .
Pude, e, apezar do nao ler o prazer de o co-
nhecer, sei que um homem de bem, e cont com
o seu auxilio.
Que poderei eu...
0 governo liberal que nos rege, governo que
odeia os mguelislas, os cabralistas, os frades, as
freirs, os padres, os sachrisies, os ladres, os
moedeiros, os monopolistas, os tributos, os fidalgos,
e os contrabandistas, houvc por bem propor-me de-
pulado por esta freguezia, e esta candidatura
muito do agrado de el-re nosso senhor.....
Ora essa...
E' verdade. Ora eu indo ao parlamento em
nome do povo liei de fazer com que sejam conde-
corados lodos os h-rarados operarios que votaren)
em mim, acabar com os tributos, empregar todos os
meus amigos, em rujo numero espero conlar o Sr.
Joao Antonio, e fazer guerra eterna aos senhonos,
aos agilas, e aos marchantes; por a carne a 40 rs.
cada meio kilo, a agua a 10 res o barril e elevar
os salarios dos operarios. Mas para isto preciso
que en venga, e para que eu venga, msler que o
Sr. Joao Antonio, e os seus dous offlciaes, e o seu
compadre vao no domingo missa bular esta lisia.
Mas senhor eu j prometli o meu voto a ou-
tro senlior que ah veio com a mesma cantilena, e
que disse que vinha tambem por ordem do gover-
no..
Falsidade, calumnia, do governo sou eu, eu
que mando, eu que quero. Os filhos dos paes
que nao votarem em mim bao de. ser feilos solda-
dos... Mas eu canto que o Sr. Joo Amonio nao ha
de querer... um artista honrado, filho do povo co-
mo eu... E dahi se fr preciso algum dinheiro..
Pois senhor como rae falla em dinheiro....
Acceila?.
Faga favor de se por no andar da ra. Com
mil diabos. Eu por labia anda poderei cahir, mas
comprado, que ueni pelo diabo.
Veja o que faz Sr. Joo I...
Nao vol no senhor uem que me queraem....
Ter o desaforo de me offerecer dinheiro... Va
comprar escravos.
Pois saliera quanto Ihe cusa essa recusa. C
Ihe mando o regedor. Logo vi que era um sapa-
leiro.
O mestre Joao por am trz que nao corre o can-
didato ministerial a tirape.
O pobre homem vae corrido desta vez.

A nova litteralura que oeste momento prende
mais as attenges em Franga a publicago de um
livro j de ha muito esperado com anciedade : o
froulespicio do livro diz : Louis XVI, Marte An-
loinelte e madama Elisabeth.
Sao quatro voluntes de cartas e documentos in-
ditos, que recordam a historia da revolugo fran-
cesa.
O livro firmado pelo Sr. Feuillet de Conches.
O editor e o Sr. Henri Plon.
O primeiro volume desta obra, que toda orna-
da de eslampas e de um facsmile, acha-se ] a
venda as melhores livrarlas parisienses.

Ha dias atraz, diz a Europe, chegou a um dos
melhores hoteis de Hamburgo uma senhora de por-
te aristocrtico o maneiras asss elegantes.
Dzendo-se po.>suidora de muitos e importantes
navios vapor em relago com as mais persona-
gens daquella cidade, cora as quaes ali viera tra-
tar negocios de mutuo interesse, alojou-se no me-
lhor quaito doholel.
A desconhecida possuia raros dotes de belleza.
O dono do hotel, qoerendo-se tornar amavel, ro-

ga, levanta uma bala de 300 libras.
Natai-yuzo, 1" annos, criado do principe de nan-
ga, levanta uma espada de 130 libras. Outro rria-
do deste principe dobra um arco de ferro de joasi
duas pollegadas de espessura.
Niino Genzaimen, com ili annos. sulenla em
marcha um capacete, que pesa 160 libra-.
Tsrumi Kinkichl, 78 annos passeia, pegando
n'um homem regular, uma bala de ferro, e ama
grossa cadeia do mesmo metal; e caminha anua
uma distancia de 108 ps.
l'm joven de 18 annos, criado de Ilosokaw.\, tra-
badla diariamente com uma eoxada de 66 libras
de peso.
Mencona-se tambem nm Japcnez que assopra
uma bosina de concha, cuja capacidade tem fnasi
duas pollegadas cubicas. E um nutro, dependen-
te de Saturnia que grita por tal forma, que be oa-
vir a sua voz a t rts ou '> milhas de distancia.
O sexo feminino nao lica atraz aos humeas no
que diz respeito a torga.
Lina liihado principe de Kasga, de 1$ annos.
maneja uma tanca que pesa 150 libras.
Uma rapariga chamada Fikui, de 20 annos, asa-
neja uma barra de ferro de seis ps de empr-
menlo e de 100 libras de peso.
Uma criada de liosokawa. de 28 annos, cot-lama
d+vertir-se, braadindo urna barra de ferro de 6
libras de peso.
liosokawa parece ter muitas criadas assim tor-
gosas, e notam-se-lhe mais duas dess rapariga-,
uma de 17 e oulra de 18 anoos, qn egoalnenle
manejan) barras de ferro romo peso de 150 li-
bras.
Satsuma tem uma criada, chamada Seki, de x:
annos, que maneja uma larga espada, com copos
de ferro, pesando tudo 145 libras.
L-se no Jornal des Chasquis :
Um terrlvel drama acaba de passar-se nos arre -
dores de Oran.
Mr. D.... sua llha da edade de ireze annos. deu
rabes can egados de eaca, o um amigo da (ainiUa
regressavam de uma cacada as Gazellas. Um enor-
me leao attrahido pelo cheiro, apparece na \fta
do caminho soltando rugidas terriveis.
Os cavallos recuam espantados c s o de >n? de
D... cgo lo terror se precipitou para dianle, a lean
de um sallo se langa sobre elle.
Mr. D... dispara os dous tiros da sua Taratana.
mas nao consegue seno ferir o animal, cajo furor
resobra.
Mr. D... desarmado, eslava perdido, qunto nm
tiro vem despedazar o erando do leo.
Era mademoiselle D... que arabava de pralirar
esta bella proeza com um animo, wm^gm fro e pre-
senga de espirito superiores sua edade.
O Times refere o seguinle facto :
Em Soulbampton ha uma raenageria em Wx
bv, ll.
Esl estabelecda n'um campo vasto, no MtOj
da cidade.
No sanbado 1.1, noute, eslava o guarda occa-
P ido em fazer passar os lees de uma jaula para
oulra, quando dous daquelles animaes, anda
novos, Ihe saltaram por cima dos hombros e fugi-
ram.
Um delles foi agarrado e restituido sua jaula
pouco depois.
O outro. que era uma le.'.a, atraves^on toda a
menageria, dlngndo-se directamente para a praga.
Homens, molheres e creancas em grande nume-
ro fugiram logo.
Um rapaz que condnzia um burro, pa-sou qna.-i
ao p do animal feroz. Julgava-se que a fea &
langaria a elle.
Mas o rapaz assustado comecou a gritar, e o aci-
mal segura o seu caminho.
Um dos guardas atravessou se dianle della eevi-
tou que penetrasse no centro da cidade.
Na proximidade eslava uma casa com a porta
a berta, e a lea entrn.
Os habitantes fugiram para os quartos, e ali se
encerraram.
O animal instalou-se na sala principal, onde es-,
tavam sentadas duas senhoras a tomar cha.
Logo depois chegaram dous guardas rom urna.
jaula, armados de toreados e outros inslraneaNsj
Fecharam a porta da ra, e introduzirsm-so na tai
sa pela entrada posterior, e depois, a torea de pai-
cada, conseguirn) obrigar o animal a entrar nja
jaula, reconduzindo-o para a menageria.
Todo este irabalho durou tres qnartos de hora, e
n'este espago (oda a populago esleve na mais vilra
anciedade.
PERNAMBUOO.-TYP. DE M. K. R F. & FILHO
1



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