Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10480


This item is only available as the following downloads:


Full Text
4...-*

H
AMO XL, jfDIEBQ 224
Pr tres ezes adiantados 5JO0
Por (res mezes vencidos 6>0
Porte ao crreio por tres mezes. 0750
SEXTA FEIHA 30 DE SETEMBRO DE
Per amo adaotado.....19*000
Porte ao correio por om aono. 300O
INCARREGADOS DA SUBSCRiFQaO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Amonio Aleandrino de Urna;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
ir. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro c\ C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
INCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Baha o
_ Jos Martins AJves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
rira Martins & Gasparino.
EPHKMERiDES
DE SETEMBRO
FaRUDA DO ETAFBTAS.
Onda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, CarBarn',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Liraoeiro, Brejo, Pesqueira
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', CabroboJ
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas eiras.
Serinhaem, Rio Forrooso, Tamandar, Una, Barrei-j
m.rj A.Pa Preta e Pimenteiras as quintas eiras.1 PREAMAR DB H0J8.
una de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio. I Primeira as 2 horas e 54 minutos da tarde.
Todos os estafetas partem ao V dia. /Segunda as
1 Lna nova as 3 h., 48 m. e 8 s. da m.
9 Quarto cresc. as 3 h., 30 m. e 38 s. da m.
l-i La cheia as 6 h., 40 m. e 20 s. da t.
22 Quarto ming. as 4 h., 34 m. e 14 s. da t.
30 La nova as 8 h., 23 m. e 10 s. da t.
horas 18 minutos da manbax
Partida dos vaores costro.
Para o sul at Alagos a 6' e 25; para o norte at
a Granja 7e22 decadamez; para Fernando nos
das 14 dos mezes dejan, marc., maio, jal, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recie : do Apipucos as 6 %> 7, 7 Vi, 8 e
8 V da m.; de Onda s 8 da ni. e 6 da tarde; de
Jaboato s 6 Vi da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Bemflca s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3/,, 4, 41/* 4 Vi,
', 51/4, 8 V e 6 da tarde; para Onda s 7 da
manha e 4 V da tarde; para Jaboato s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 V da tarde; para
Bemflca s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAX8 DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas quinta.
Ralacao: tercas e sabados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commarcio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas sabbados a 1 hora
da tarde
DIA8 DA r,:-M--.NA.
20. Segunda. S. decas S. Firniino b.
27. Terca. Ss. Cosme cDarnioirs. mm.
28. Quarta. S. Wenceslao duque monge.
2!. Quinta. S. Miguel aren.; Fraterno b
30. Sexta. S. Jerenymocard. pre>b. edr. mximo.
1. Sabbado. S. Remigio b.: S. Verissimo m.
2. Domingo. S Leudegario b.; S. Guarinom.
ASSIGNA-SE
no Recife, .em a vraria da praca da fadependenc
ns. 6 e 8, dos proprietanos Manoel Figueiroa d.
Faria & FUho.
PARTE 0FFICIAL
tencentes armada, ao corpo de imperiaes mari-
nhetros e ao batalho naval, apresenlando-se dentro
do prazo de tres mezes, contados da publcago do
presente decreto, incluindu-se tambem neste indul-
to os que esliverem seutenclados oupara o ser. O
conselho supremo militar de justica assim o tenha
entendido e faga executar.
l>alaci do Rio de Janeiro, em 17 de setembrode
1804, 43 da independencia e do imperio. Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Francisco Xavier
Pinto Lina.
MINISTERIO A AGRICULTU-
RA C OM Yl I 114 IO
: OBRAS PUBLICAS.
DECRETO N. 1,232 DE 10 DE SETEMBRO DB 1864.
Aulonsa o governo a rever os decretos n. 1,478
de 22 de mvmbro de 1854 e n. 1,928 de 25 de
abril de 1857.
Hei por bem sanecionar e mandar que se exe-
Art. a/tfSkS d^ba^co/e^^ anearas a^soluo se*,,Dle da assembla geral le-
sera regulada pelas seguintes disposicoes espe
MINISTERIO DO IMPERIO
DECRETO N. 3,309 DE 20 DE SETEMBRO DE 1864.
Regula a fallencta dos bancos c casas bancarias
nos termos do art. 3o do decreto n. 3,309 de 17 do
corrente.
Considerando que a fallencia dos bancos e casas
bancarias, pela raulliplicidade de suas transaces
com o povo, pelas suas imporlantes retacoes com o
commercio e agricultura, e pela influeucia que
pode exercer sobre o crdito e ordem publica, nao
deve ser regulada pela legislaco das fallencias or-
"""rias; usando da autorisacao concedida pela lei
n. 799 de 16 de setembro de 1854, e outrosim fun-
dados nos imperiosos motivos de torga maior que
actualmente e na ausencia da assembla geral le- i
gislativa reclamam urna providencia urgente e
eicaz : hei por bem decretar o seguinte :
Art 2.o verifleada a fallencia pela apresen.acao DS 'l? Bj'478 d" *2 de DOvembro (
do fallido, ou pelo o abandono uu fechamemo do
Artigo nico. Fica o governo autorisado a rever
ieeretos n. 1,47"
1,928 de 25 de abril de 1857. concedendo s
continuacao da mesma subvengo de
*W1.1^T:5 nao .ver a cauca-; no,\COn,adS a approvacao dos seus aclaaos es
do concordata TmoratorTa nos termofdo^ mt*' a "rttan**> "~ snbver
ao decreto n. 3,308 de 17 do corrente mez, o juiz
do commercio, procedendo logo e summariamente
as deligencias necessarias, e ouviJo o procurador
81:0005, que at agora lm percebidoas ditas com-
panhias, e conservando ou reduzindo esta subven-
gao nos outros dez annos posteriores: revogadas
as disposicoes em contrario.
Jesuino Marcondes deOliveirae S, domen con-
selho, ministro e secretario de estado dos negocios
da agricultura, commercio e obras publicas, assim
o tenha entendido e faca executar.
Palacio do Klo de Janeiro, em 10 de setembro
de 1864.43 da independencia e do imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador.Jesuino Marcon-
des de Oveira e S.
Anastacia Peres da Natividade. Informe e Sr.
inspector da thesourariade fazenda.
Alferes Claudino Rodrigues de Pav.Admi-
nistrativamente nao pode ter lugar o que requer o
Directora central.1* seccao.Rio de Janei-
ro.Ministerio dos negocios da agricultura, com-
KF0 eour,s publicas, em 13 de setembrode
lm. e Exm. Sr.A S. M. o Imperador foi
supplcante, que deve promover o seu direito, pelo presente a representagao que com data de liontem
modo determinado as leis. | dirigi ao seu governo a commisso da praca do
desta importante casa bancaria, nao se evitam por
este nico fado os effetes da presso cruel que
eta soffrendo o commercio. No intuito de salvar
do incendio as casas anda solvaveis, reunirain-se
hontem noite a directora do banco do Brasil e
dos outros estabelecimentos a que cima nos refe-
Sr.
fiscal do thesouro nacional ou thesournas de fa-
zenda, decretar a abertura da fallencia, encarre-
gando logo a liquidago definitiva da casa a urna
admimstraco, composta dos dous principaes ere-
dores e de um fiscal que o governo nomear.
Art. 3." A sentenca da abertura da fallencia ter
todos os effeitos mencionados nos arls. 826 832
do cdigo commercial.
Art. 4.' A administrago proceder ao balanco
da casa, e, sendo possivel, pagar logo aos credo-
res de pequeas quantias ou com dinheiro existen-
te ou por operacoes de crdito fundadas no activo
da massa. O pagamento, porm, ser feito inte-
gral ou parcialmente, segundo a natureza do crdi-
to e o estado da casa fallida.
Art. 5. Desde a entrada da administraco em
exercicio todas as accoes pendentes contra o deve-
dor fallido e as qle houvcrem de ser intentadas
posteriormente fallencia s podero ser conti-
nuadas ou intentadas contra a mesma administraco,
qne tambem competente para intentar e seguir as
accoes que convierem massa.
Art. 6." A administraco fica investida de todos
os poderes concedidos aos administradores das
massas fallidas pelos arts 862 867, sem depen-
dencia de autorisacao do juiz ou a.-sentimento dos
credores, euvido, porm, o fallido no caso do
art. 864.
Art. 7. S depois de ultimada a liquidaco
obrigada a admiDisiracao a dar conta ao juizo, pro-
cedendo-se a este respeto nos termos do art. 868
e seguintes do mesmo cod go.
Art. 8. Ficam salvos os dreizos que competem
pelo cdigo commercial aos credores de dominio
hypothecano e privilegiados.
Art. 9. O processo especial decretado por este
regulamento nao impede as accoes criminaes que
competirera coutra o fallido.
Art. 10. Ao fallido, durante a liquidaco, na
forma do art. 825 do cdigo, a administraco
prestar a quantia necessaria para seus alimen-
tos.
Art. U. A destituicao da administragao ter
lugar pela mesma forma que a dos administradores municipio e annezados'ao de Isuarass
das mitras massas hindas. Dito ao commapdante do presidio de Fernanda
i -o, F'Wnes'a.Prtea'terado o regulamento, -Recommendo V.S. que remeta, na primeira
? ., n dc, n,a, d(J I PI>0"uniilade, a secretaria do governo 20 arrobas
Art. IX Os admiiu.-lradores perceberao urna de sement de algodao da
porcenlagcm, que sera determinada em regulamen- des do algodao,
to especial. | Ijr(ia'
Art. 14. Os administradores coviarao mensa
GOVERNO DA PROVINCIA.
Eipedienle do dia 27 de setembro de 186-i.
Officio ao inspector, da thesouraria de fazenda.
Limo a V. S., para os fins convenientes, as in-
clusas copias das actas do conselho administrativo
para fornecimento do arsenal de guerra, datadas
de Ib e 21 do corrente. Communicou-se ao com-
mandante das armas interino.
Dito ao mesmo. Se nao houver inconveniente,
mande V. S. pagar ao encarregado da gerencia da
Gomnaonia Pernambucana, que assim o solicita
em oficio de hontem, a quantia de 7755297, pro-
veniente de fretes e passagens dadas por conta do
governo bordo dos vapores da mesma compa-
nhia, como se v dos inclusos documentos.
Dito ae director geral da instruccao publica.-
Iti'spondendo ao officio dessa directora de 30 de
julho ultimo, sob n. 152, tenho a dizer que approvo
as condicoes estabel- cidas pelo conselho director,
em sessao de 20 daquelle mez, para a concessao
das remococs solicitadas pelos professores de ins-
truccao primaria, na forma de art. 23 da lei n. 598
de IJ dc maio do corrente anno.
Dito ao inspector da thesouraria proviucial.
Declaro V. S., para seu conhecimento e fim con-
veniente, que de contormidade com a sua informa-
gao de 10 do corrente, sob n. 399, defer o reque-
'"'il em qui a^^ema,aI",, do subsidio de
2#ffU0 por cabega de gado vaecum, consumido no
municipio do Recife, Antonio Moreira de Mendon-
ca, pede um abate no preco do seu contrato por
sido vanos engenhos desligados do mesmo
podiam estar preparadas, a vista da sorpresa que
as arommelleu.
Cada casa bancaria que se fecha acarreta a
paralysacao das iransaccSes de novas e importan-
tes ca estende e se ramifica. A paralysia torna-se geral.
fc podem os abaixo asignados afflrmar inuito res-
peitosamcnte a V. M. Imperial que lmUadissimo
forraaco da thesouraria de nlssao medidas promptas e enrgicas e'm ordem a Brasilian T^MtnEtt^ JEMLEU11"?.das ^ s" salvar" deste ataclys-
fazenda, com que me conformo, nao lem lugar o obviar as graves consequencias que esse facto com- Mau Mac Grecor it C a asclsa!huoriax'l ?i !Tdal 'iue ameaca abysmar o crdito e
que requer o supplcante. porta. nia irmos *, f p .,":'?,. "'..' ",,Kcun, : a "jui'za desta importante praga.
Joaquim Francisco do Rego.-Volte ao Sr. ins- < De ordem do mesmo augusto senhor cabe-me casa do banco do Bra* deseian to na enve con- ,n.-i,A'hforIU!'as t,arlicu,arf's vo aniquilar-se ; a
pector da thesouraria de fazenda, para que depois responder commisso da praga do commercio do junctura em &StUTXmffSL.' H222 -' ''^ "Ssa riqueza' vai ser "****
de satisfeiu a exigencia constante do parecer da lt. de Janeiro que o governo, considerando esse mercio, teem accordado mre si do sezuinle nc "le
respectiva coniadoria a que se refere a sua infor-1 fado em seu justo valor, procurou immediaUmen- se obligan a comorir seguinte, que
magao de hontem, sob n. 544, mande passar ao | te| contrastar a funesta influencia que a coniraccao 1 As directoras ou gerencias dos menciona-
nnht1 "? ? podena exe^cer s^bre a fortuna dos bancos e casas bancadas nomearo urna com-
pooiica e particular, assegurando ao banco do Bra- misso, composta de um membro de cada um dos
; Lih -nsaao Pas med,das QQe cabera em suas referidos estabelecimentos, a qual. por niaioria de
anribuigoes para desafbgar o commercio do pnico votos, formar um cadastro das firmas reputadas
??f^5*U acontecimento alludido, e que cons-! solvaveis, e que pela difftculdade e gravidade das
tune o maior perigo da occasiao. ; circumstaccias aetuaes nao podem satisfazer seus
u go\erno conta que a conservagao do banco compromissos.
n into'L"* aUui? que lhe ass,"nala dever e! 2 As directoras dos mesmos estabelecimen-
hS 1 le' m senso e ,irmeza dos outros tos reformaro em seu vencimento os ttulos em
bancos dos banqueiros e negociantes, a unidade de que figurarem taes firmas, prescindindo do protes-
pensamento que os deve ligar pela solidan edade to quando nesses ttulos se acharem as firmas dos
de seus injeresses, ameagados por um abalo geral, | banqueiros que tiverem suspendido seus pagamen-
coDseguirae reagir efllcazmente contra o pnico e I tos at hoje.
restabelerer a confianga indispensavel soluglo da I 3 Os ditos estabelecimentos nao receberao di-
uiuiculdade sera desastres irreparaveis. nheiro premio, quer( por letras, quer por conta
u governo pela sua parte cumprira seu dever corrente, seno a prazo, nunca menor de sete
telando pela seguranga da ordem publica e da pro- dias.
pnelade, maniendo os direitos consagrados na lei t Banco do Brasil em 14 de setembro de 1864.
e prestando dentro della todos os auxilios de que Candido Baitista de Oliveira. Como represen-
recer o commercio. tanle do banco Rural, R. J. Haddock Lobo.- Como
gerente de London and Brasilian Bank, John San-
supplcante mulo do terreno de que se trata.
Julio Cesar Pereira da Rocha. Informe o
lente coronel recrutador.
Jos Antonio Moreira Dias.- Em vista da in-
formago nao lem lugar o que requer o suppl-
cante.
Joaquim Vetolio. Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Joao Jos Nepomuceno. Espere o supplcante
que baja crdito para o pagamento de que se
trata.
Jos Pedro de Albuquerque Lima. Informe o
Sr. capito do porto interino.
Joo Pedro de Jess da Malla. Informe o Sr.
commandante superior do Recife-
Leopoldo Bezerra Cavalcanle. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Prxedes da Silva Gusmo. Em vista da in-
formage, nao tem lugar o que requer o suppl-
cante.
mente ao governo e ao juiz do commercio urna
conta desenvolvida, na forma do art. 867 do cdigo
commercial.
Art. 15. As concrdalas e moratorias concedidas
na forma do art. 2 do decreto n. 3.308 de 17 do
tres melbores qualida-
que se cultivar nesse presidio.
, .o<"" rcr.immendago se fez ao director da colonia
! militar de Pimenteiras.
Dito ao director das obras militares. Urna vez
que, secundo o seu officio desta data sob n. 149,
nao fui pos>vel a V. S. encontrar, apezar das dili-
gencias que empregou, quem se quizesse encarre-
gar dos toncei tos precisos no foao rio ho>piial
corrente mez nao exced, rao o praso de tres annos,. militar, mediante quantia menor de 4005000 po-
salvo conv.ndo todos os credores E em ledo o que se prope a fat-los Jos Francisco liento, te-
caso deverao ser homologadas pelo juiz do com- ^ nho a dizer que, entendendo-se V. S. com o admi-
rae.rc.,0'.e i 'tirador da casa de det
Art. Ib. ricam revngadas provisoriamente
disposicoes em contrario.
C0H1AND0 DAS ARMAS.
Quarlel do coramando das armas de Pernambueo
na cidade do Recife, 29 de setembro de 186 f.
OKDEM DO DIA N. 337.
Havendo o Exm. Sr. ajudante general do exer-
ciio, em officio de 10 do corrente datado, commu-
nicadojue o Sr. capito da 3.* companhia do 2."
batalho de nfantaria, Luiz Paulo de Figueiroa
Contreiras Nabuco de Araujo, achava-so doente
quando concluio a licenea que fruia na corte e que
por Isso se lhe permittio que all se demorasse;
determina o coronel commandante das armas in-
terino, em vista de semelhante communicagao,
que fique sem effeito a sua ordem do da n. 353
de 15 d'este mez, na parte que declarou ausente
por excesso de licenga ao referido Sr. capito;
bem como o respectivo edital do chamamento.
O mesmo coronel declara para conhecimento
dos interessados, que segundo conslou do officio do
^Sufi ^Sourffle'fant eS ***'- ^ V* se dava a agglome
foram
provincia, as patentes pertencentes aos Srs. 1."
lente do corpo d'engenheiros Adriano Pereira
da Cunta, capitaes Francisco Borges de Lima e
Laetano Xavier d'Oliveira, aquee do 9 c este
do 7." batalhoes de infamara.
Assignado.Luiz Jos Ferreira.
Conforme.Jos Francisco dc Moraes e Vascon-
celos, capito ajudante d'ordens encarregado do
detathe interinamente.
INTERIOR.
RIO di: .i im lito
M de setembro.
Alludimos hontem a urna representagao da com-
misso da praga do commercio, expondo o estado
critico da mesma praga, em consequencia do triste
acontecimento do dia 10. Eis o theor dessa repre-
sentagao, bem como a resposta que mereced do go-
verno imperial:
Aproveito a opporlunidade para protestar V.
Exc a muilia dislincta consideracao.
Dos guarde V. ExcJesuino Marcondes de
Oliveira e S.
Sr. presidente da commisso da praga do com-
merio do Rio de Janeiro.
A situago da praga pinta-se nos seguintes factos,
que hoje presenciou todo o publico desta capital. A
inquetagao popular, proveniente das causas j co-
nueeidas, manifestou-se hontem principalmente con-
tra o banco do Brasil, e por modo to sensivel que
a forga publica teve de intervir.
Os Srs. Gomes e Montenegro, como medida de j confusao, da incerteza e do
precaugao, tiveram de fechar as suas portas ao senti-lo basta percorrer os
meio da, to numerosos eram os grupos quesejun-
tavm diante de suas casas.
O banco do Brasil soffreu era rasior escala a cor-
ridi que comegara no dia anterior. Ahi o atropel-1 cousas ? que remedio se'ihe'deve appicar ?"quem
l-.P??!11-" f?' mais ^favel. bem que sem o menor j pode acerur com esse remedio T Estas pergun-
! tas, que muitos fazem, e a que ningucm responde
, satisfactoriamente, do idea do espectculo que to-
I dos presenciamos.
A crise grave e lomou proporgoes que nao
pensamos se realisassem ; mas o bom senso do
: povo e do commercio, e os grandes recursos do
I Brasil, faro vollar os nossos dias tranquillos e
prsperos logo que se estabelega a confianga c pre-
! domine a razo.
Por carias imperiaes de 10 do corrente mez, fo-
ram naturalisados cidadaos brasileros os subditos
Portuguezes Jos Carlos de Mello Brrelo e Manoel
ders J. Monteliore.Por procurago de Mau, Mac
Gregor & C, Jos Henrique Trindade. Baha Ir-
mos* C.-Fortinho& Moniz.
O banco Brasileiro e Poi tuguez concorda com
estas bases, mas licando-lhe vre a apreciago das
firmas consideradas no cadastro que se tizer, con-
| forme entender conveniente. O presidente da di-
recgo, Jos Carlos Marynrk.
O povo mostrou-se hontem anda mais pacifico
do que nos dias anteriores, louvores lhe sejam da-
dos ; mas o aspecto da praga continua a ser o da
susto. Para ve-lo e
principaes pontos do
nosso movimento commercial. Algumas casas ban-
carias conservam-se fechadas.
Quaes sero as consequoncias deste estado de
intent criminoso. O banco fez face a todas as exi-
gencias do troco de seus bilhetes em ouro, e a for-
ga militar, que se postou em frente quelle estahe
ragao de massas, chamou o povo sua habitual
i moderago, sendo passageiros e sem maiores con-
sequencias os conflictos que ento occorreram.'
Nao sabemos precisamente a quante monta a
somma dos bilhetes apresentados ao troco, mas cre-
los que foi mais importante afiluencia al a hora de fechar-se o eslabelecimen-
t. A alta do cambio nao deixa outra explicago
a esle facto seno a de um pnico, que nao distio-
gtie nem mesmo o nosso primeiro estabeleeimento i Machado dos Santos"
,^!,*^tmto^MneceisaitopTcaac^es Antonio Carlos Ribeire de Andrade Machado e
?a .nSi?w,anapnca? em p,ibl,ca e seguran; SilVi^ Para o lugar do lente da 2' cadeira do 4.
T? ,-, S .CaS0S t0da a fS6"9*0 "'no. va?a Pela jubilagao do conselhero Dr. Ce-
doia'n^af,i certos que o pacifico povo mente Falcao de Souza, o foi concedida a Marcal
vmlenif provocara o euiprego de meios Jos dos Santos a exonerago que pedio do cargo
a ro-wiiA h i .. de vice-presidcute da provincia de Mioas-Geraes.
A rcsjieito da causa principal desle estado de
cousas nada podemos ainda annunciar de positivo.
Os bancos e a commisso da praca do commer-
cio dirigiram hontem urna representagao ao gover-
Por portara de 13 do corrente, foram nomea-
dos :
Manoel Apolinario do Souza tfedeii
l,.|er ,uma fOSPensao de todos os pagamentos; lugar de asente do correio de Aguas
narnTUL EL~1 Se Pend. P0""".?. nesle ?s" provincia de Pernambueo, vago por dci
. pago abrir tallencias e o banco do Brasi separada- cedida a los d.. M..iin ravaismi
Seut.or.-A commisso da praga do commer- I mente pedio ainda a suspensao do troco ern ouro.
co vem respeitosameute trazer ao conhecimento do i O governo ouvio os accoes de justica e fazenda do
go\erno de \. M. Imperial o estado calamitoso em conselho de estado, e. sesundo nos consta, resolveu
Os meus mini.-tros c secretarios dc estado dos
negocios das diversas repartieses assim o lenham
entendido c fagam executar. Palacio do Rio de
Janeiro, cm 20 de setembro de 1864, 43" da inde-
pendencia e do Imperio.Com a rubrica de S. M.
o Imperador.Francisco Jos Parlado.Jos Lite-
rato Barroso.Carlos Carneiro de Campos.Hen-
rique de Beaurepaire Roban.Francisco Xavier
Piuto Lima.Jesuino Marcondes de Oliveira c
S.
MINISTERIO OA FAZENDA.
DECRETO DE 13 DE SETE.MMO DE 1864.
Concede ao bunio do brasil elevar a sua cmisso ao
triplo do fundo dispnnkel.
Atlcndendo ao estado da praca do Rio de Janei-
ro, c usando da faculdade concedida pelo art 1
7 da le n. 683 de 6 de junho de 1853 : hei por
bem aulorisar o banco do Brasil para elevar a sua
misso at o triplo do tundo disponivel, nos termos
do decreto n. 1,721 de 5 de levereiro de 1856, at
nova deliberago do governo.
Carlos Carneiro de Campos, do mcu conselho, se-
nador do imperio, min slro e serretario de e-lado
dos negocios da fazenda e presidente do trihunal
do thesouro nacional, assim o tenha enlendido e
faga executar.
Palacio do Ro de Janeiro, em 13 de setembro de
1864, 43 da independencia e do imperio. Com a
rubrica de S. M. o Imperador. Carlos Carneiro
de Campos.
DECRETO N. 3,307 DE 14 DE SETEMBRO DE 1864.
B curso forjado, por emquanlo, aos bilhetes do
banco do Brasil.
Atlendendo represeulago que fez subir mi-
nha presenga a directora do banco do Brasil, ao
estado actual da praga do Rio de Janeiro, e oquau
. engo, procure saber se
as j taes ronrerles podem ser all feitos por prego mais
mdico, afim de que possa eu resolver respeto
o que fr conveniente.
Dito ao director do arsenal de guerra.Declare
vmc. se pode ser admittido na companhia de
aprendizes deste ar-ena
i menor orplio Antonio
Antonio Joaquim de Amorim, de que tratara os in-
clusos papis, que me serao devolvidos.
Dito ao .apito lo pono interino.Respondo ao
seu officio de hontem datado sob n. 189,dizendolhe
que remella para a corte, na primeira opportuni
dade, para o que ficam expedidas as convenientes
| ordens agencia da companhia Brasileija de pa
quetes a vapor o individuo de nome Jos Pedro de
Albuquerque Lima, que suspeila-se ser desertor
da armada, afim de all verificar se realmente est
elle nestas condigoes. Ofliciou-se nesle sentido
aos agentes da companhia Brasilera de paquetes
a vapor.
Dito ao yigaro da fregueza do Rio-Formoso.
Devolvo Vmc, afirn de que seja organisado de
contormidade com o modelo, o incluso mappa dos
bitos hav tos nessa fregueza no anno passado,
que se refere o seu officio de 13 de Janeiro ultimo.
Dito ao thesoureiro das loteras. Acenso rece-
bido o officio de 24 do corrente, cm que Vmc. ex-
pondo os embaragos em que so acha acerca dos 4
por cento, que em virtude da ordem do thesouro
de. 24 de agosto ultimo, devem pigar as loteras
que se extrahirera, pede providencias para que a
thesouraria de fazenda sobr'esteja na cobranca
desse imposto relativamente a lotera que tem de
extrahir-se hoje a favor das obras da igreja de
Sania Rita de Cassia, al que o governo imperial
resol va a este respeto o que entender mais conve-
niente, e em resposta tenho a dizer-lhe que em vis-
ta da terminante disposcao comida na mencionada
ordem do thesouro nao possivel o que Vmc. so-
licita no seu citado officio.
Dilo a mesmo. Em resposta ao officio
que
to coovm em circunstancias lo urgentes nao pr- Vmc me. dirigi hoje, tenho dizer que, o imp'os-
var a circulagao monetaria dos meios precisos : to de I por cenlo que em virtude da ordem do
hei por bem decretar que ate ulterior deliberagao thesouro nacional de 24 de agosto nltimo, deve
do governo imperial os bilhetes do dito banco se- p^r lotera que tem de ser extrahida hoje a
jam recebidos como moeda legal pelas repartigoes raVor das obras da greja de Santa Rita de Casia
publicas e pelos particulares, nos lugares a que se e bem assim as oulras tres que tem de correr em
refere o art Io 6 da le n. 683 de 5 dejulbode seguida a esla, deve ser tirado dos respectivos be-
1B53, ficando osobredito banco dispensado por em- Delirios visto oo se poder reformar o plano de
quanlo da obngago de troca-las nos termos do taes loteras em consequencia de j estarem promp-
mesmo paragrapho.
Carlos Carneiro dc Campos, do mea conselho,
senador do imperio, ministro e secretario de esta-
do dos negocios da fazenda e presidente do tribu-
nal1 do tlie-ouro nacional, assim o lenlia enteadido
efaga tuecular.
Palacio?do Rio de Janeiro, em 14 de setembro de
1864, 43"da independencia e d* imperio. Cora a
rutiric* dg S. M. o Imperador.Carlos Carneiro di
Campos.
tos os bilheles e em grande parte vendidos; se-
gundo consta de seu citado officio.
Portara. O presidente da provincia, atienden-
do ao que requereu o Dr Joo Ferreira da Silva,
inspector da sade do porto resolva prorogar por
2 mezes sem venclmentos a licenga que oble ve por
portara de 4 de julho ultimo, para tratar de sua
sade.
Despachos dos dias 27 de setembro de 18&I.
Requerimentos.
, Abaixo assgnados empregados da recebedoria
vWfti por bem, usando do poder moderador, per- de rendas Internas geraes desta cidade. Informe
doareos reos de primeira e segunda dVsereao per- o Sr. inspector da thesouraria de fazonda>
DA HIARINHA.
iara o de ajudante
provincia dc Ser-
- & C. j creto neste sentido,
u pnico que sobre o publico produzio este acn-! Continuamos a fazer votos para que qnanto antes
tecinenio nao se pode bem descrever, mas pode ser se acert nos meios de sahirmos de circumstancias
avahado por todos quantos conhecem a importan- to anormaes.
ca desta ca*a, a grande quautidade dc depsitos ;
que tem em si o entrelagamento em quo se acha: teressados, se estes se prestam, como temos ouvido.
)s c principaes casa de commer- pode concorrer ellicazmente para esse fim. Appe
ci desta praga.
O susto e a desconfianga tornaram-se geraes, o
o resultado fui corrercm os portadores de ttulos,
nao s desta ca-a como de oulras, a exigirem das
mesmas o embolgo inmediato delles. As scenas
que se passaram no dia 10 do corrente, e as que
se pa.-saram hoje em frente as referidas casas ban-
carias assumiram tal carcter de gravidade que de-
terminaran! uma acgo prompta e effieaz por parle
da autoridade publica para manler a ordem. A agi-
lacao popular immensa, c cada vez toma maior
vulto, em consequencia do receio que todos teem
de perder o foleto de suas economas laboriosas e
lentamente accumulados.
Nao sao, porm, smenle estes os males que
acarretou a referida catastrophe. Teve ella como
immediato resultado
Joaquim Francisco Leite,
correio de Villa-Nova, na
g'pe ;
Raymundo da Silveira Bastos, para o de ajudan-
te do da villa de S. Raymundo Nonato, na provin-
cia do Piauhv.
16 -
A sitnacad da praca ainda a mesma. Hontem
os portadores de vales affluiam casa bancaria dos
i Srs. Bahia Irmos & C, iiue fez face a todas as
o banco do Brasil, de accordo com os outros n-! exigencias.
A directora do banco do Brasil, reunida hon-
tem s 10 horas da noite, lomou algamas medidas
em relagao aos cheques dos depsitos de algamas
casas bancarias : a sua elfectividade, porm, de-
pende da solueo que der o governo imperial a se-
pedio eobteveexo- gumte representagao que lhe dirigiram os directo-
iiiSoent. viee-presidenle da provincia de res dos bancos do Brasil e Rural e Hypothecano,
lamos para a solicitude e boa vontade das adrarais*
iracoes destes estabelecimentos.
OSr. Marcal Jos dos Santos,
lo -
Acta sobre a praga, cada vez com mais intensi-
dade, a triste Impresso do acontecimento do dia
10. Novas casas suspenderam os seus pagamentos,
algumas nao porque estejam de facto fallidas, mas
porque irresistivel uma conjunctura em que o
commercio est de todo paralysado, o crdito ratei-
ramente escasseado e o pnico exagerandoo ca-
rcter e as consequencias desta situago.
Felizmento os bancos, Inglez, Portugus.
e sobre a qual tem de ser ouvidas hoje as 7 horas
da manha as secgoes reunidas de fazenda c jus-
tiga do conselho de estado.
Senhor.Os abaixo assgnados, membros das
directoras do banco do Brasil e do banco Rural e
Hypothecano, estabelecidos nesta forte, dolorosa-
mente impressionados pela calamidadc que amea-
ga o commercio, lavoura, s (nangas do paz e
vendo exposlos
os geraes interesses do Estado,
I perturbagao ea ruina os mais graves objectos s
paralysar o crdito, suscitar Mau mantera-selrrncs' maV nao" podera'eesse- i ^fui.fmos^dlas tKSTtoiKil
ums desconfianga geral e fazer pairar sabr todas! nao defender o seu crdito e aguardar cm posico ?tto SnenL ^JSEZttlZ
."sr53 dc se verc,n arras,adas na raesma ea: i ouror 5s sts $&, t x ft^Ww t S-
. Quera pede prever at onde chegaro as con-' fundVdispo'n^^veTnc tes u.'.ts Se? dias'Tce cVde SLS 1'"' i S f" m rkei\
sequencias deste acontecimento? I tres mil entos ite a,a,hado Produzra com certeza uma ruma geral
. Por ontro lado a banco do Brasil, principal J dissemos que s o pnico de que as daasea'^Saet'^SIlirit0 l,CrmUa'l-m Ua
credor da mencionada casa, nao s se acha araea-1 menos esclarecidas da nossa populago se tem dei-1 eoBa,,*a nos espirites,
gauo de graves prejuizos, como j se v atacado xado possuir explica semelhante desconfianga. Senhor I Se tomamos a liberdade .de assim
por uma corrida sobre seu fundo disponivel, corrida
que princioiou hoje e que nao possivel prever
quando acabar.
t A' vista desta succinta exposigo dos factos oc-
corndos, que a commisso lisongea-se de nao ter
exagerado, claro que nao se trata da simples fal-
encia de uma casa commercial, acontecimento or-
dinario ne commercio, cujas consequencias afTec-
tam smente os interessadus e credores. Traase
pelo contrario de uma grave crise commercial, de
esmagada ; e o lavrador oberado de divi-
das, privado dos recursos com que possa occorrer
as suas necessidade% abandonar as suas terras-
As rendas do E-tado, cujo abalo j sensivel.
Rcarao de certo reduzidas a mesquinhas proporgoes.
A industria, os melhoramentos matenaes, tudo le-
ra de estacar anle as difllculdades que surgem.
abaixando assim o nivel da importancia poltica
do paiz.
Em taes circumstancias, senhor, e na previso
dc males to consideraveis, nao sao os meios or-
dinarios ja condecidos e propostos, os que podero
remediar esta deploravel situago. legislador
brasileiro nao poda prever estas circumstancias
extraordinarias e excepcionaes.
E por tanto, conviego dos abaixo assgna-
dos que magnitude dos desastres occorridos e
por occorrer devem corresponder medidas tam-
bera nao previstas, mas qne nicas podem salvar
a situago.
Entre aquellas que a sabedora de V. M. Im-
perial inspirar de certo, ousam os abaixo assgna-
dos propor algumas das que Ihes parecem indis-
pensayeis e momentosas.
Sao ellas as seguintes :
Regular provisoriamente, e emquanto o corpo
legislativo se nao rene, o processo especial da
liquidago dos banqueiros e dos bancos.
Sujeitar desde j a esse processo as casas ban-
carias que liverem recebimentos era depsitos, ou
simples caugoes, e cujo passivo exceder de......
10,000:000, e que tenham feito ponto em seus
pagamentos.
Ser a liquidago referida, deliberada dentro
dos dez dias successivos cessago dos pagamen-
tos, por nove dos principaes cre'dores existentes
no lugar, os quaes s por materia de votos pode-
ro deternina-la.
Ser a mesma liquidago, quando resolvida,
confiada a uma commisso de ires merabros.
Dous nomeados pelos dous maiores credores pre-
sentes e o terceiro pelo chefe ou gerente da casa
em liquidago, podendo essa commisso ser pre-
sidida por um fiscal de nomeago do governo, cu-
jos deveres sejam determinados em regulamento
especial : nao importando nunca o processo espe-
cial alterago das retiras legaes que regem as
quebras, mas nao podendo estas ser executadas se
nao requerimento da commisso liquidadora.
Determinar-se que os protestos por falla de
pagameflto das letras e ttulos commerciaes desde
9 do corrente mzate sosenla das dessa data, nao
possam produzir, dentro desse prazo, outros effei-
tos que nao sejam os de seguranga de direitos con-
tra os responsaveis por essas letras e 'lulos, nao
podendo, por tanto, dentro do referido prazo dar
lugar a fallencia ou outro qualquer procedimento
judicial contra os respectivos responsaveis.
E igualmente que o pasamento de ttulos com-
merciaes com o carcter de vales, recibo ou mo-
vimento de contas correles nao possa ser judicial-
mente exigido dentro do mesmo prazo de sessenta
dias supramencionados.
E-tas, senhor, bem como oulras medidas au-
xiliares quea sabedora e o patriotismo de V. M.
Imperial hite de suggenr |de certo, sao as que o
commereio desta (iraca, representado pelos abaixo
assgnados, julga urgentes e iiidispeusaveis para
tianquillisaro dos nimos agitados por to im-
prevista c.ilamdade, e para ininoraco dos deplo-
raveis effeito.-. que della resultaro.
Satisfazendo-as, V. M. Imperial prestar nao
s um grande servico naco como aos abaixo
assgnados E. R. M. Rio de Janeiro, 15 de se-
tembro de 1864.Dr. Manoel de Oliveira Fausto,
MaMel Ferreira de Furia, Jacintho Alves Barbosa
Jnior, Jos Viriato de Fieitas. Joo Amonio Fer-
reira Vianoa Jnior, Jo- Francisco Alves Mal-
veiro, Bernardo Joaquim de Souza, Joaquim An-
touio Fernandes Pinheiro. Juo Nepomuceno de S,
lMrocochino, Ignacio Eugenio Tavares, Jos Ra-
pliael de Azevedo e Jos M .diado Coelho, direc-
tores do banco do Brasil Guilherme Pinte deMa-
galhes, director e presidente do banco Rural.
Dr. Roberto Jorge Iladdok Lobo, director e secre-
tario.Antonio Joaquin Dias Braga, Jos Peixoto
de Faria Azeveno, Joo Gavinho Vianna, Antonio
da Silva Uonteiro e Francisco Ignacio de Araujt
Ferraz, directores.
Decidi tambem a directora do banco do Brasil
receber dinneiro ao premio de 4 % o prazo nao
menor de 60 dias, entendendo que se mererem as
suas notas a inntianga publica a mesma f ser
dada aos ttulos de deposito que entregar ao< par-
ticulares.
Quanto casa dos Srs. Souto & V,. sabemos
que os seus principaes credores resolveram rece-
ber procurago dos mesmos senhores para, de ac-
'., hbc cordo cuin eI,esi procederom a liquidaco daquelle
' estabeleciraenlo bancario.
afedeirns, para o
-Bellas, na
dcmisso con-
Er.trelaoto devia esle esgolo necessariamente ter nos exprimimos, augmentando com a nossa expo-
um paradeiro, e o governo In'o poz por decreto de! sigo a tristeza do animo de Vossa Magestade, pe-
hontem, (]ue publicamos na parte offical, dando ranle os lamentaveis successos quo nos teem affli-
curso forgado s notas daquelle banco, que (ica dis- gido, porque, profundamente convencidos de que
pensado de troca-las por ouro. | expomos, em contacto inmediato cora os individuos
A emisso est limitada, como hontem dissemos, e os objectos fendos pela calamidade que deseja-
e, portante, aquella medida s lem por fim dissi- mos remover, presumimosconhecer em toda a sua
par os falsos temores que levam o povo a rejeitar exlenso a gravidade da crise porque passaraos, e
o nosso quasi nico meio circulante, sem o qual temos, como cidadaos e como eommerciantes, o
. realmente cessariara todas as transaegoes, ale as duplo dever de fallar a verdade.
urna grande calamidade publica, cujos effeitos se- compras e vendas do consumo diario. A inesperada cessago de pagamentos por par-
rao desastrosos para a riqueza, commercio e pros- Retiidos honlera no banco do Brasil, a directo- to da principal das casas bancarias desta praga,
penuaae, uao so desta praga, como de todo o im na deste estabeleciraenlo e os representantes dos atacando de Improviso a uma somma de capilar
peno se acaso o governo de V. M. Imperial bancos Rural e Hypotherario, London and Brasi-1 superior a 60,0U0:00fi, trotixe como consequencia
nao tomar as medidas promptas e enrgicas I lian Bank, Brasilian and Portugneze Bank, e Mau a cessago de pagamento-por parte do grande nu
'Uie,.acgraV a circumstancias exige, e que o [ Mac Gregor g C, examinaran! o balango da casa mero de outras casas, honradas e respeitaveis, as
rateresse publico aeonselha. I bancaria"dos~Srs. JL i Alves Souto 4 que ihes
A commisso desia praca, confiada no zelo de foi apresentado por um des socios da mesma, e de-
que v. M. Imperial semprese raostra possuido peto cidiram que Ihes nao era possivel tomar a s a li-
bera do paz, e no rateresse que lhe merece tudo quidago da dita casa ; em sua materia reeusaram
quanto diz respeto a prospendade e grandeza do a responsabilidade do adiantamento necessarlo para
imperio, aguarda tranquilla as medidas queaprou-
ver ao governo imperial tomar para salvar esla
praga da fnrmidavel crise porque est passando.
Sala das sessoes da commisso da praga do
commercio do Rio de Janeiro, 12 de setembro de
1864.-E. R. M. J. J. de Lima e Silva Sobrinho,
presidente.Vicente Cyrillo Rodrigues de Castro,
secretarte.-Dr. Caetan. Furquim de Almeida, the-
soureiro. -Augusto Lehricx.J. Merven Carrere.
-J. Moore Glover.Antonio de Aransga.David
Moer
satisfazer, no lodo ou em parte, a massa dos peque
nos credores ; e pondero i-se tambem que a liqui-
dago amigavel poderla ser impedida por qualquer
credor dissidento qne recorresso ao meto ordina-
rio.
Frustrada esta sohigo, resta a abertura da fal-
lencia e a liquidaco judicial, qual nunca se re-
eusaram os Srs. Souto & C, aguardando smente o
que parecesse melhor aos seos credores e deve-
dores.
Como quer, porm, que se proceda H<}idacIo
quaes por suas relages cora o resto do Imperio,
vo arrastar na sua ipjla a propriedade agrcola
e predial do paiz, pela depreciaco de todos os va-
lores e pela esleriiUago das toles da riqueza
particular e publica.
O funesto acontecimento a que alludimos, re-
percutindo sobre o ere lito geral, troaxe tambero
comsigo a desconfianza no seu maior auge e com
ella a reiraego dos capitaes. E os portadores de
ttulos de outras responsabilidades nao afluido
com agodamento a realisa-los.
A anciedade com que cooeorreram poz termo,
em breve lempo, aos recursos monetarios de vanas
casas bancarias, que furataaftnal toreadas a fechar
suas portas, deixando d< satisfazer avollado nu-
mero dc compromissos, para os quaes dc certa nao
Consta-nos que as seccoes de fazenda e de insti-
ga do conselho de estado" s foram convocadas c
ouvidas nos das 11 o 13 sobre as questes se-
guintes da crise actual,
I.* No da 11 sobre a repiesenlago do banco
do Brasil, que pedia ao governo que por um acto
administrativo declaras-e a casa dos Srs. Souto
& C. em liquidagr, encarregando della ai> mesmo
banco. As serges foram de opinio que tal medida
uo eslava no caso de ser adoptada.
2.' No dia 13 sobre a repre-enlagao dos hancos,
que solicitavara do governo como medida preliini -
nar a qualquer oulra posterior a suspen-o geral
dos pagamentos na praga do Rio de Janeiro por
espago de 30 dias, e a decretago de om regula-
mento esoecial sobre a quebra dos banqueiros em
certas circumstancias.
Quanto a primeira parte, as seccoes entendern)
que couvinha que se deerna-se a suspensao dos
pagamentos na praga do Rio de Janeiro, com tanto
que para evitar conflictos com o poder judicial, e
tornar a medida reah'savel, o ministerio se enton-
desse iiiiinediaiainente com os jni7.es do commer-
cio. convidando-os a partilhar com elle a respon-
sabilidade para salvar ao menos os desastres ae-
tuaes, e que quando se reunisse o poder legislati-
vo o governo pedisse para si e para os magistra-
dos um Lili de indrmnidade leal e francamente.
Declararan), porm, salva a opiaio de um
membru, que por diversos motivas eamndiam nao
dever a suspensao dos pagaraeutos eslender-se s
notas do banco do Brasil.
Quanto a segunda parte, depois de diversas ob-
servagdes, pouderaram os rnnselheirns, que sendo
a materia de smnma gravidade, e diffieil para ser
resolvida de momento, convmha que se Ihes cora-
raunicassera os papis, para terem lempo de me-
ditar, e darera posteriormente o seu parecer.
L-se no Progressa
do corrente :
de Pindamonhangaba, de 7
!

-
i
1
wssmM*
;w


D!arl de rersaKbneo Hexta felr;i 30 de Sceiubro de 1 i 1.
/
1!
)
I
I
Na frecuezia de Capivary, comarca de Pomo-
Alegre, suieidouse com um tiro le tintla o fa zlii-
deire Antonio Machado de Abreu, era das do mez.
Consta-nos que o motivo qoe levou este infeliz
a pratu-ar este acto de desespero, foi e atraso em |
quo ficou, em consequencia da baixa que teve no.
mercado o fumo, nico ramo de sua iavoura,e,
para cujo tinha-se empenhado em compra ae es-
t NVste suicidio nota-se a coincidencia de ter
stc infeliz casado-se em segunda nupcias rom"
zahora, cujo primeiro marido se suicidara nomes-
mo aposento em que o segando pz termo a scus
dias.
O patacho brasileiro Dous Amigos, entrado hon-
tem de Bonevente com tres dias dei viajen), ajan-
do se na dia 13 12 rnilhas a E. de Manearece-
beu seo hordo o capito da barca americana ua
pesca entregou ao respectivo piloto o seu navio.
A convite do Sr. ministro da agricultura, com-1
imtco e obras publicas reuniram-se hontem oe
umnha na respectiva secretaria alguns directores
chefes dos diversos bancos c casas bancarias,
am de serem ouvidos sobre as medidas requeri-
das do governo para allivio da praca ta cnsc dittl-
cil que atravessamos.
Terminou a retinio em que se aprescntaram ai-
gumas opinwes, tirando em mao do Sr. ministro
da agricultura urna succmta exposicao dus expe-
dientes j pedidos ao governo na representado que
anto-houlem llie diiigiram os directores dos Dll-
eos do Brasil e Rural e Hypothecario._
O governo, tendo ouvido de manhaa as seccoe
de fazenda e juslica do conselho de estado, reuni
as 9 horas da noite o mesmo conselho de estado
pleno, e sobre voto unnime del le resolveu decre-
tar a suspensao dos pagamentos da [iraca por es-
paco de sesenta dias, a contar de 9 do crrente, o
regular adminisiralivamenle a liquidagao das ca-
sas bancadas.
Entrn hontem do Rio da Prata a fragata a va-
por Amazonas, trazendo a seu bordo o Sr. conse-
lheiro Saraiva c seu secretario o Sr. Dr. Tavares
Bastos.
V
guns tiros de signal para o fazer parar. O vapor,
valendo-se da superioridade da sua marcha, refu-
giou-se em territorio argentino, e mudou de ban-
deira, tomando a italiana. .
Este aconteciroento produzio algunia agitagao
popular em Montevideo, cujo governo ">ndou os
passaportes nossa legago naquella cidade, dan-
do-lhe 24 horas para retirar-se, e cassou o exequ-
tur aos nossos cnsules. Foi mais longe : prohi-
bi as comniunicagoes entre a nossa esquadra e a
trra, prohibigo que todava tinha sido levantada
ultima hora.
Nada pode igualar o desenfreamento da impren-
sa montevideana no vomitar de injurias.
O nosso ministro ordinario relirou-se para Bue-
uos-Avres, e o extraordinario veio.como dissemos,
para esta cuite, tocando no Rio Grande, onde aei-
-sou cilicios importantes para a presidencia da pro-
picia. Segundo o que em Buenos-Ayres constava
a respeito do que eslava resolvido, deviam aquel-
es ollicios conter ordem para o nosso exerciio
transpor a frontoira, e oceupar os pontos mais im-
portantes da campanha oriental.
O nosso consulado em Montevideo ficou confiado
ao cnsul de Portugal.
A poltica argentina contiRtiava de accordo com
a DOSsa, e exceped do Pueblo, que nosaggredia
virulentamente, as'folhas de Buenos-Ayres faziam-
nos justica, sendo as primeiras a reconhecer a ne-
cessidade" de medidas enrgicas que facam entrar
no conhecimento dos seus deveres o governo
oriental.
Tinha-se este modificado, mas em sentido anda
mais extremado, sendo as pastas do governo e re-
lages exteriores e interinamente a da fazenda con-
lia'das a Carreras, cujo nome anda para sempre
assooiado horrivel recordacao da malanga de
Quinteros. .
Mallograram-se completamente as negociacoes
de pa: entaholadas por intermedio do ministro ita-
liano com o general Flores, que. prosegua as
suas operaces, lendo-se passado ltimamente para!
o norte do'Rio Negro. Declarou elle habilitados |
para o commerrio estrangeiro os portos de Mado-
nado e Fray Benlos, devendo ebrar-se all melado1
dos direitos exigidos pela alfandega de Monte-
video. .
O producto dosimpostos sobre exportacao desti-
nados ao pagamento da divida fundadae do em-
presumo Maua licaria depositado em mao da pes-
soa que se designasse
Da Repblica Argentina edo Paraguay nada te-
mos que referir de importancia.
as costas do Pacifico tambera/ nenhum succes-
so notavel occorrera. Havia, porm, no Per e no
Chile grande descontcntamento entre o povo, com
symptomas ai<" de perlurbacao da ordem, por se
desconfiar que os re>|iectivos governos transigan)
com quebra de dignidade perante as exigencias
bespannolas.
- 18 -
A noticia do decreto que vem suspender por ses-
senta dias os pagamentos, ou antes a abertura de
fallencias por falta de pagamento, J hontem con-
correu para fazer desaparecer sensvelmente o
pnico, e pouco a pouco ir ludo reentrando nos
seuseixos.
Geralmente havia confianca nos bancos e ban-
queiros, e essa contianga smente foi abalada pelo
receio de que estes esta'belecimcutos nao podessem
resistir presso que sobre elles fazia pesar a af-
fluencia de repentinas retiradas de capitaes. Te-j
Hiendo se que o dinheiro disponivel nao chegasse
para todos, cada qual se apressava a ser o pnmei-
ro a reclamar o que Ihe pertencia, com susto de
nao ehegara lempo.
A recente medida veo removersemelhante pres-
so de sobre os eslabelecimentos liancaros. Salie-
se que estes j nao poderao baquear debaixo del-
la, e tanto basta para que quem tem all capitaes
os repute seguros e fique tranquillo.
Nao significa isto que os estabelecimentos banca-
nos queiram aproveilar-se da suspensao. Pelo con-
iraiiu, todos os bancos continuaram hontem a pa-
gar, fazeodo outro tanto os banqueiros que ainda
nao tiMiam suspendido, e muitos negociantes, po-
demos ,i dizer a maior parte delles, tamben) nao
tenoionaito aproveitar-se do favor governativo. Mas
o publico babe que nao tem que temer fallencias,
e descansa.- as corridas cessam ; crdito reappa-
rece, e de crer que antes de terminados os ses-
senta dias tei ha o coromercio retomado o regular
andamento.
Foi o que j honlem principiou a observar-se.
Por outro la.j0 a liquidaco administrativa das
casas bancarias que nao poderem continuar deve
concorrer r.oderosamente, se como de esperar,
lr judiiio;amente regulada, para diminuir os pre-
juizos que iiao fr possivel evitar de todo.
Em seguida publicamos o decreto a qoe nos re-
ferimos para suspensao dos vencimentos de le-
tras, notas p.-omissorias e outros ttulos commer-
ciaes :
BEf-HETO H. 3,308 DE 17 E SETEMBRO DE 1861.
Manda oo%rcar diversas dposiQiies extraordina-
rias durante a rnse commerctal em que se acha
o Wa$a do Hio de Janeiro.
' AUendendo summa gravidade da crise com-
mercial que domina actualmente a praca do Rio
de Janeiro, perturba as transargoes, paralysa to-
das as industrias do paiz, e pode abalar profunda-
mente a ordem publica, e necessidade que ha de
prover de medidas promptas e efflcazes, que nao
se eneontram na legislaco em vigor, os pernicio-
sos resultados que se ternero de to funestaocenr-
rencia : hei por bem, conformando-me com o pa-
recer unnime do eonselho de estado, decretar :
Art. i. Ficamsuspensoseprorogados por ses-
esta dias contados do dia 9 do rorrete roez os
vencimentos das letra*, notas promissorias equaes-
e provincia do Rio de Janeiro ; e tambem suspen-
sos eprorogados pelo masroo tempo os protestos,
recurax em garantas e prescripces dos referidos
titulas.
c Art. i.' Sao applicavois aos netrnciantes nao
matriculados as disposices do art. 898 do cdigo
commerctal relativas as moratoi ias -, as quaes bem
como as concordatas podero ser amieavelmente
concedidas pelos credores que representem dous
tercos do valor de todos os crditos.
Art. 3." As fallencias dos banqoeiros e casas
bancarias occorridas no prazo de que trata o art
! serio reguladas por um decreto que o governo
expedir. ,. ,
Art. 4.'Estas dispostcSes serao appheadasa
outras pracas do imperio por deliberaso dos pre-
sidentes de provincia.
Art. 8." Ficam revocadas provisoriamente as
disposicoes em eomrario.
t Os meus ministros o secretarios de estado dos
negocios das diversas reparticoes assim o tenham
entendido e facam executar.
Palacio do Rio de Janeiro, em 17 de setembro
de 1864, 43 da independencia e do imperio.Com
a rubrica de S. M. o Imperador.Francisco Jos
Furtado.Jos Liberato Barroso.-Carlos Cameiro
de Campos. Hennque de Beaurepaire Rohan.
Francisco Xavier Pinto Lima.Jesuino Marcondes
de Oliveira e S.
19
O espirito publico vai-seoecupando com os meios
praticos de resolver os embaracos da quadra, e os
que com razao pediam remedio promplo para os
males que cresciam contlnuam a confiar nos altos
poderes do estado para o complemento das provi-
dencias ltimamente adoptadas. Entende-se ge-
ralmenle que ainda ha necessidade da aeco do
governo, e delle se esperam novos c urgentes re-
cursos para intelra tranquillidade dos nimos.
Neste ponto ninguein diverge: em todos predo-
mina o desejo de que nao se demore o effeito das
medidas decretadas, por serem estas incompletas
para o lim a que se destinam.
Na situaco a que os acootecimentos nos trcnxe-
ram a opiniao da maioria dos que os teem estuda-
do unnime quanlo ao modo de sanar algumas
das difflculdailes presentes, nao sendo possivel des-
truir os males passados.
Procuraremos resumir o que expressa esta opi-
niao, que se recommenda pelo vulto e qualidade dos
interesses que reprsenla.
Parece a esse grupo numeroso qne, tendo o ulti-
mo decreto do governo determinado que possam
ser liquidadas administrativamente as casas ban-
earias que suspenderam os seus pagamentos, seria
acert confiar ao banco do Brasil esta liquidacao,
nao s porque o principal credor desses eslai e-
lecimenlos, como porque o nico que disnoe dos
recursos precisos para fazer algum adiantamento
aosfsens credores.
Alvorocam-se, porm, os que assim pensaro_com
a murosidade que poderia haver na j-onfercao de
um regnlamento perfeito e na indicacao minuciosa
dos meios para a marcha do processo dessa liqui-
dacao ; e julgam que, ouvido o banco, poderia ser
cncarregado della por meio de um simples aviso
ou portara, apparecendo depois as disposicoes re-
gulares.
De accordo com a opiniao da directora do banco
do Brasil, esta medida, no conceto de muitos, sa-
tisfara a anxiedade de quantos teem a mais evi-
dente necessidade de conheeer a sorte dos capitaes
que conharam a essas casas bancarias, tambem de-
pendentes de alguma resolucao.
Em todo o caso urgente que ao que resta a fa-
zer nao se negu a aegao do governo quando ha
confianca em sua solicitude.
20
Acham-se definitivamente tratados os casamentes
de S. A. a Sra. princeza imperial com S. A. o Sr.
ronde d'Eu, e de S. A. a Sra. pnnceza D. Leopoldi-
na com S. A. o Sr. duque de Saxe. A ceremonia
religiosa ter lugar prximamente.
Consta-nos que o regulamento para a liquidacao
administrativa das casas bancarias que suspende-
rain os seus pagamentos est j tao adiantado que
boje mesmo dove ser assignado, sendo, segundo
elle, o banco do Brasil, como primeiro credor, o
priucipai liquidante.
S. M. o Imperador, em companha de SS. AA. os
Srs. conde d'Eu eduque de Saxe, aqiiern se reuni
no arsenal de marinha, ombarcou hontem na sua
galeota vapor e dirgio-se Imhuy, onde desem-
barcou, examinando as obras da fortaleza que all
se construe ; subi depois montanha contigua,
onde eslava o antigo telcgrapho, e mostrou SS.
AA. a laga de Pratininga. Desceu entao praia
do Imbuy, e reembarcando foi visitar a escola mi-
litar na Praia-Vermelha.
Nessa visita peieorreram S. II. Imperial e SS.
AA. todas as dependencias do edificio, que exami-
naram minuciosamente; assisliram,nosaoexer-
eieio do batalhio de enpenheiros e das companhias
de alumnos, que manobraran) por mais de urna
ora, como ao exercicio ao alvo de infantaria, e ao
de esgrima de bayoneta, de e feito por alguns alumnos, e estiveram presentes ao
rancho do batalho e dos alumnos, digoando-se
prova-lo.
Compunham a comitiva imperial, alm dos se-
manarios, os Srs. veador Lisboa, maree.hal Damas,
general Cabral, os cheles de esquadra comman-
dante da divisao, o inspector do arsenal de marinha
c capito do porto.
Desembarcando as 3 e meia horas da tarde no
arsenal de marinha, recoltieram-se S. M. ao paco
da Boa-Vista, e SS. AA. ao da cidade.
21
Por cartas mperacs de 17 do crrente mez fo-
ram naiuralisados cidadaos brasileiros os subditos
portuguezes Domingos Rodigucs de Barr.is e Joo
Jos de Magalhaes, e o subdito francez Gelly Tous-
saint.
l'or decretos da mesma dala :
Foi apreseutado o padre Jos Gabriel Pinhero
na igreja parochial de Nossa Senhora da Paz, da
povoacao de Afosados, da diocese c provincia de
Pernambuco.
Foi permitldo ao Dr. I.uiz ("/irlos da Fonceca.
professor da rarteira de anatoma e physiologia das
paixdes ila academia das hellas-artes, continuar no
magisterio com a gratificado addicional de......
400J000, na forma do art. 108 dos estatutos que
baxaram com o decreto n. 1,603 de 14 de maio de
18-jo.
Por decreto de 14 do correte coneedeu-se de-
missao do servico do exercito ao alferes pharma-
ceutico do corpo de sade do mesmo exercito An-
tonio Jesuino de Oliveira Barreto.
Conforme resolveu hontem a directora do banco
do Brasil, a laxa dos seus desconlos ser de ora
em liante de 10 por cento para as letras de urna
so firma da corte, do 9 por cento para as de duas
ou mais firmas, de 8 por cento para as da thesou-
raria provincial e bilhetes do thesouro nacional, e
de 6 por cento para as do proprio banco.
O banco empresta 9 por cento sobre eaueaode
ttulos eommerriaes, apohees da divida publica e
acedes de companhias anonymas.
Foi tambem elevado Si por cento o premio do
dinheiro recebido por letras o em conta correte,
dlsparou-lhc duas pegas e urna descarga de espin-
ga rdaria.
t Porm o Villa del Salto seguo sempre agua
abaixo com toda a vetocidade.
O navio brasileiro respondeo immediataraente
com quatro tiros de 36 e dous de 64.
A pontana foi to ce'te ira que o Villa del Sal-
to receben duas ou tres balas, apezar de descera
toda a forga do vapor.
Visto isto, os blancos abicaram perto de Pay-
sand, all desembarcaran) a tripolaeo e em se-
guida deitaram fogo ao vapor.
Triste faganha, por certo !
Quo fim se propunham esses homens ao in-
cendiar o Villa del Salto ?
Porque nao deixa-lo na Concordia, onde esla-
va a salvo ?
t Porque nao entrega-lo a seu dono, o Sr. Bari-
laro ?
Oh I que os blancos nao pensam seno em
sequencias sobre os interesses legtimos que a Rej O cambio regulava : sobre Londres 27' 's d. Mara Allelua, Jos Casado Lima, Joao Augusto de
publica do Paraguy pode ter em seus resultados, por 15000; sobre Pars 346 e348rs. por fr.; sobre Carvalho Marlnho, Henriqne Jos Alves da Silva,
Penosa foi a impresso que deixou no animo do Hamburgo 630 rs. por m. b.; e sobre Portugal 97 j Ignacio Jos Pestaa Jnior, Tiburcio Alves de
governo do abaixo assignado a alternativa do i-
matum consignado as notas de S. Exc. o Sr. con-
selheiro Saraiva,de 4 e 10 desle mez.ao governo ori-
ental, exigindo delle um irapossivel pelo obstculo
que oppoe situagao interna dessa republiea, e
e 98% de premio.
Chegaram, procedentes de Pernambuco:
16, a barca portugueza Minerva e o vapor Rio da
Prata, cada um com 3 dias^ 19, a corveta de
guerra Paraense, com 4 e meo; e 20, a barca
para cuja remogo nao tem bastado nem o prest- ingleza Favourite e o brigue inglez Zegri, cada um
gio de SS. EExs. os Srs. Thorthon, Elzalde e Sa- com 4 dias.
raiva, nem o concurso e abnegagao do governo Sabio para Pernambuco, 22, o patacho D.
oriental. Lita.
t Nao menos penosa foi para o governo do abai- ,, r j ------
xo assignado a negativa de S. Exc. o conselheiro ,,_,.,,_ c a i/ horas da tarde fundeou em nos-
Saraiva proposta do arbitramento qu3 Ihe foi fe,- J*"* *, i^^una^^lz
S. M. Britannica.
O governo da repblica
do Paraguay deplora
praticar barbaridades, e pelo gostmho de dizer que profundamente que o de V. Exc. julgasse opporlu-
dispararam um tiro de pega aos Brasileiros prefe- no separarse nesta oceasio da poltica do mode-
rago, em que devia confiar agora mais do que nun-
ca, depois da sua adheso s estipulagoes do con-
pararan) um tiro de pega
riram perder esse vapor.
T I* *\ I' 1 i' '1 VtTli'lil'1 %
O governo de Montevideo contina nicamente gresso de Parto; porm nao pde'olhr com indif-
que oceupa
composto do general D. Andr Gomes,
a pasta da guerra, e D. Antonio Carreras que oceu-
pa as outras todas.
A presenga desle ultimo no ministerio veio cor-
tar, na opiniao geral, todas as esperangas de paz
ferenga e menos consentir que na execugo da al-
ternativa do ultimtum imperial as forcas brasilei-
ras, quer navaes quer de trra, oceupem parte do
territorio da Repblica Oriental do Uruguay, nem
temporaria nem permanentemente; e S. Exc. o Sr.
de noticias
Inglaterra.O principe herdeiro e sua esposa
pariiram para Dinamarca.
O descont do banco subi a 9 e os consolidados
desceram abaixo do preco que liveram no lempo
da guerra da Crimea, m consequencia da febre
industrial, que tem attrahido todos os capitaes.
Franca.Suppoc-se nue um dos dous ministros,
o de estrangeiros e do interior, deixar o poder,
em vista de serias desintelligencias entre elles.
A insnrreigao da Argelia contina, e lolga-se
necessario lacar mao de medidas repressiyas pa-
domina os habitantes
com Flores, no momento em que urna conferencia presidente da repblica ordenou ao abaixo assigoa-, ""^ ,,..'-l",' ',,
o general rqni-1 do que declare V. Exc, como represenlante de '
siuu u. -. u iiiiuerttuoi uo disii, iiub u ioyuuio urt uc- -. .____ __*____
, di-1 publica d^Paraguay considera qoalquer oceupa- CP|.STr^ST SL
ndo gao do territorio oriental por forgs imprtaos, pe- *** l'("'J'\~ *nm-*
las raz3es consignadas no ulttwdum de 4 deste 2n" os confederado* e Gran,
de duas horas, que teve com este
za, promedia surtir o desejado effeito, tendo sido S. M. o Imperador do Brasil, que o governo da Re-
at publicadas j as bases do accordo, a que se "'
zia terem chegado ambos, representando o segundo
o governo de Montevideo. : las raz5es consignadas"
Operages militares alm de marchas nao se ti- mez, intimado ao governo oriental pelo ministro
nham feito, a nao serem alguns recontros muito plenipotenciario do Imperador em misso especial
parciaes, de que as folhas de Montevideo dao conta junto daquelle governo, como attentatoria do equi-;
como de outros tamos triumphos. Flrts Bem librlo dos Estados do Prata, que ioteressa Repu-
diante de Paysand no intento de assenhorearse blica do Paraguay, como garanta de sua seguran-
daquella praca, que j nao poderia ser soccorrida ca, paz e prospendade, e que protesta da maneira
por agua. mais solemne contra tal acto, desligando-se desde
A Repblica Argentina continuava em paz, e at- logo de toda a responsabilidade das ulteriores con-
lenta ao desenvolvimento dos seus recursos. O sequencias da presente declarago. -
congresso e as cmaras provinciaes proseguan) Tendo assim comprido as ordens do Exm. Sr. a 'S** "^o de^^0-^' de C
nos seus trabalhos. presidente da repblica, o abaixo assignado apro-,
Votou-se a nova lei do eleigoes e ia entrar em veita esta oceasio para saudar V. Exc. com sua |
Corra que nao se realisaria o casamento do prin-
prfnceza Mural.
se diversos combates
na margem esquer-
da do no James, entre Shrdan e os confederados,
e em frente de Petesburgo, ltimamente combates
gigantescos, fleando no campo milhares de mortos,
sem resultado vantajoso de parto parte.
A eleico do presidente dos estados do norte e
a paz sao as qoesldes importantes do dia.
.tiroteo.-Jurez fugio para o norte, abandonan-
no Monterey.
Portugal. Sobre 96 depntades conhecdos, al
q nispo
Hespanha. O gabinete
contina a commetter
discssao a queVto'do papel-moeda. O senado na- consideragao multo" distincta.-ios Boryes.-X S. \** f* de arbitraiedades; apesar dos pro-
Exc. o Sr. Cesar Sauvan Vianna de Lima, ministro
residente de Sua Magestade o Imperador do Brasil,
etc.
Das repblicas do Pacifico na i ha noticia alguma
de importanlancia alm do que j era sabido.
conal approvou por unaaimidade de votos o prome-
to de urna estrada de ferro da Concordia, na pro-
vincia de Entre-Ros, a Mercedes, no coraglo da de
Corrientes.
as eleigoes para deputados provinciaes forim
eleitos em Buenos Ayres D. Cosme Beccar, l>. Ma-;
rianno Acosta, D. Lucio V. Mansilla e D. HctorF. Aps as larnentaveis oceurrencas que por sua
Vrela, isnorando-se ainda o resultado de dous vez provou a nossa praga e com ella soffreram as
districtos da Campanha. classes ligadas aos seus interesses, entramos nessa
No Paraguay nada occorreu extraordinario as, quadra melhor em que as recordagoes e Iig5es da
folhas de Buenos-Ayres publican) alguns documen- experiencia nao impedem aconcepgo de novas es-
tos relativos questo oriental, que nio sao sem perangas.
importancia. A respeito delles, e especialmente de! O pinico surdo aos raciocinios, o receio de im-
uma nota dirigida pelo ministro de estrangeiros pa- previstas calamidades, cedem o lugar ao estudo
raguayoao representante do governo de Monlevi- proficuo dos factos, a fecundas consideragoes sobre
do, faz a Nacin Argentina as seguintes refle-
xoes:
A nota mencionada sera duvida alguma a
pega mais extraordinaria que pode conceber-se
em seu genero.
suas causas e ssus elletos.
E' neste terreno, sobre esta calma que j denun-
\ ca o predominio do bom sonso publico, que hao
de restabelecer-se gradualmente a confianca e a
I actvidade mercantil. Os symptomas desla reac-
0 governo paraguayo abre com ella diploma-1 gao natural vo felizmente apparecendo, e embora
ca urna phase inesperada, capaz de tirar aos de- esteja fresca a lembranca do mal, j cresce a f
mais governos de futuro todo o desejo de arriscar
com elle confidencias diplomaticqs.
O desusado das revelagoes que nos faz s
comparavel estoicidade do governo oriental, que
as forgas de que disponaos para inteiro restabele-
cimento.
O movimento da nossa praga nos tres ltimos
dias parece claro precursor d'essa phase normal
prescinde dolas em suas respostas, como se trata- da qual tomos arredados por eslranhas e mltiplas
ra da cousa mais natural do mundo. circunstancias : o nosso commercio, obedecendo
O governo do Paraguay, dingindo-se offlcial-1 ao proprio impulso, lei imperiosa das necessida-
mente ao de Montevideo, sob pretexto de recordar- des procura voltar ao equilibrio de que sahio e en-
Ihe os antecedentes da questo, descobre o se- trar no caminbo ordinario das transaegoes.
guinte : Sob esla acgo regeneratriz renasce a mutua
Que o governo oriental quiz fazer com o Pa-, confianca, e os valores que o susto ameacava vo-
raguay urna alllanca de guerra contra a Repblica se consolidando de novo e deixando, porlanto, de
Argentina. ameagar de incalculavel depreciamento a fortuna
Que o Sr. Lapido, ministro do governo de Mon- publica,
tevido, declarou em nome deste, as bases apre- As vendas do nosso principal producto de expor-
seniadas por um tratado internacional, que ailha tagao, que sobem oestes tres das a mais de 60,000
ile Mariim Garda era propnedade do Estado Or- saccas, as importantes operacoes de cambio effec-
ental, propondo em consequencia lomar posse da tuadas no mesmo periodo, e'a renda da alfandega,
dita ilha. sob pretexto de mante-la neutral. que ainda hontem se clevou 92:909Ji4oO, provam
Que o mesmo Sr. ministro oriental declarou que a nossa actvidade commercial desperta obe-
que ia com tencao, logo que chegasse a Montevi- diente a grande forga das uecessidades publicas,
do, de mandar'um emissario junto do governador Fiea-nos entretanto vasto cabedal de experiencia,
de Entre-Rios, para que essa provincia se prouun- Paiz novo procuravamos accelerar por diversos
cJasse contra o governo argentino meios o que julgavamos progresso; alguns dias
A gravidade de taes revelagoes n;lo pode esca- d reflexo tero amadurecido umitas ideas, ino-
par ao governo do Paraguay.' Elle mesmo diz, dificado muitas opinioes, e boje anhello commum
quando se refere em sua resposta a base 4* do Ira-
lado proposta pelo Sr Lapido, que esta importara
urna guerra inmediata com a Repblica Argentina.
O governo do Paraguay faz, pois, urna viola-
cao lio manifesta e iao desusada das confidencias
diplomticas que nao poder deixar de causar urna
impresso siogular no espirito dos ministros es-
trangeiros.
Essas revelagoes langam sobre o governo
servir a prosperidade geral sem sacrificio de seus
elementos mais seguros. Importa isto um melho-
ramento : ao desejo vago succede a aspiracao ra-
soave, a espeanca leviana succede o calculo fuu
dado.
E' o fructo sao das ligues do tempo; tinha de
operar-se urna reforma, os factos apressam a sua
realisacao. Agora cuinpre nao retroceder ao ter-
ori- reno onde estava o perigo, e firmar em solidas ba-
raprensa.
Dinamarca. As cmaras acham-se encerradas.
Ellas emittiram dous votos, um para que se fizes-
se um Imperito sobte o procedimento dos offlciaes
do exercito na ultima campanha; e o segundo pa-
ra que, no tratado de paz, se consignasse o direito
das populagdes do territorio cedido a serem con-
sultados.
Corra como corto o casamento da princeza Dog-
mar, filha do re da Dinamarca e irmaa da prince-
za de Galles, com o grao-duque herdeiro do throno
da Russia.
Pelos despachos telegraphicos recebidos ultima
hora pelo nosso correspondente de Lisboa constava
que Naukiin tinha capitulado.
Que o rei da Prussia visitara a imperatriz Eu-
genia as aguas de Schwalbach.
De Nova-York parlieiparam pela telegraphia, que
Scherman oceupou Atlanta.
Houve um sanguinolento combate que ficou in-
deciso sobre o caminbo de ferro de Weldon. A
convenco do Cnicago escolheu Mac-Clelan para
presidente.
A Turqua cnsenle em retirar a esquadra de
Tunes.
O assassino de Briggs, Muller devia partir de
Nova-York no dia o.
Praia de Londres 12 do outubro.Os consolida-
dos realisaram-se a 8 V- O 3 "/., portuguezes a
47 X-
Piara de Pars 12. Os de 3 [ co!aram-se a
66,73.' Os de 4 '|, % a 62.70.
Praea de Madrid 12.Os fundos consolidados
Ccaram a 51,1o ; os deferidos a 46, 4o.
Carvalho, Antonio Jos do Montenegro, Antonio de
Araujo Medeiros, Manoel Pereira Camello, Fran-
cisco Joaquim Alves Rodrigues, Joo Jos de Mi-
randa, Padre Alexandre Jos Grangeira, Antonio
Teixeira Pinto, Miguel de Mattos Moreira, Antonio
Joaqun) de Souza, Rozendo Jos Moreira, Antonio
Jos de Almeida, Bernardo Jos Guedes, Manoel
Joaqim de Menezes Amorim, Francisco de Araujo
Macao, Antonio Marcelino da Cunha Bego, Alcides
de Souza Castro, Jos de Lemos Ferraz, Manoel
Balbino Gomes, Luiz Lucas Correa, Jos Joaquim
dos Res, Jos Manoel Babtista, Antonio Theodoro
de Almeida Macei, Francisco de Olinda Coelho,
Braz Couto, 6 soldados e 5 ex-pragas do exercito,
Jos Bernanlino da Silveira Portugal, Antonio Go-
mes Brando, Manoel Machado, Domingos Jos
Gongalves, Manoel Pinto de Quciroz, Benedicto de
Alcntara Osar, Miguel Souza Martins, Frederico
Sander, Juan Mel, Julio Filgueiras.
Seguem para o norte :
Dr. Polidonio Cesar Burlamaque e sua familia,
Candido de Barros Vasconcellos, Sabino Freitas,
Jos Epiphanio Baptista c 1 filho, Mariano Themo-
teo Cabral, Manoel do Nascimento Cesar Burlama-
que, Armio Cesar Burlamaque, Joanna Benedicta
Ferreira, Felinto Elysio Culrim, Io lenle lym-
pio Jos Chavante, Dr. Antonio Augusto da Silva e
sua familia, cadete Joo de Sena Nunes, Adolpbo
Roer, Avan, Mars Nelt, Josph Michael, William
Rodgers, Felippe Maquim, VVilliam Knasoles, Ma-
noel Alves da Silva, Jos.Ribeiro, Jos Joaquim, Se-
bastio Dias da Silva.
Movimento da casa de deteogao do dia 28
de setembro de 1864 :
A saber
Existiam....... Entraram...... Sahiram....... Existen)....... 368 presos. 12 > 12 > 368
Nacionaes.'.... Estrangeiros... Mulheres...... Escravos ...... Ecravas...... 308 6 9 1 46 4 i >
ades costa dos 368 cofres provinciaes l2
PERNAMRUCO.
REVISTA DIARIA.
Funccionou hontem o Instituto Archeologic e
Geographico Pernambucano, em sesso ordinaria
com insistencia do Exm. monsenhor Muniz Tava-
res cdos Srs. Drs. Joaqun) l'orlella, AprigiO Gul-
maraes, Soares d'Azevedo, Nacimento Feitosa, Wi-1 Albuquerque e Molla.
UinOMLV JtDICIAKIA
TRIBUNAL DA RELA(?AO.
SESSAO EM 27 DE SETEMBRO.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. CONSELHEIRO
SOUZA.
As 10 horas da manhaa, presentes os senhores
desembargadores C. Santiago, Gitrana, Lourengo
Santiago, Almeida e Albuquerque, Assis, Doria,
Motta, cnoa Cavalcanti, e Domingues da Silva,
abrio-se a sesso.
O Sr. desembargador Guerra, procurador da co-
ra, compareceu.
Passados os fetos e entregues os distribuido?,
deram-se os segoinles
JULGAMENTOS
Aggravos de peticao.
Aggravanle, Jos Norbcrto Casado Lima ; ag-
gravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Motta.
Sorteados os Srs. desembargadores Domingues
da Silva, e l'cha Cavalcanti.
Deram provimento.
Aggravanle, Orgenes Hoitorato Flaviano do Re-
g Mouleiro ; aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Ucha Cavalcanti.
Sorteados os senhores desembargadores Gitrana,
e Doria.
Negaran) provimento.
Aggravanles, Guimaraes & Alcoforado ; aggra-
vado, u juizo.
Relator o Sr. desembargador Domingues da
Silva.
Sorteados os senhores desembargadores Gitiraua,
e Molla.
Negaran) provimento.
Carta testemunhavel.
Aggravante, Antonio Joaquim Goncalves Mello ;
aggravado, o juizo.
Relator o Sr. desembargador Gitirana.
Sorteados os Srs. desembargadores Almeida e
ental a gravissima aecusago de ter querido usur- ses sse grande instrumento, esse grande motor do
par urna ilha argentina, por meio de manejos trai- progresso o crdito cujo uso bem entendido
goeiros; de ter solicitado allianga de guerra con- to productivo de bens, como a sua exjiansao illi-
ira a repblica, e de haver intentado sublevar urna mitada nuncia fatal de consecutivos males,
provincia argentina contra a nagao. ^ i Neste poni nao deve parar indifferente a atten-
E em ludo isto nao se traa ja de suoposicoes rao daquelles quem est incumbida a direcgo
nem de segredos de gabinete difliceis de provar. O do paiz ; foi muito dolorosa a chaga para que se
governo paraguayo consignou asdeclaragoeSjtrans- adlem as providencias que podem impedir novas
creveu os ducumentos pblicos, aulorisou a verso feridas. Abalada pelos arontecimentos, a fortuna
com sua palavra e mandou-a publicar pelos diarios publica procura de novo einprego uul, e em nosso
em urna nota offlcial. paiz, onde a industria ainda nao chama os capi-
Para que se comprehenda a gravidade deste taes, a collocago destes pede garantas que s de-
procedimento, basta dizer qne, com taes razoes, o pendem do poder, e que sero benficas para lo-
a prazo nunca menor de 60 dias.
Por decretos de o e 6 do corrente :
Foi nomeado o bacharel Jos Joaquim Fernandes
Torres Jnior para juiz municipal e de orphos do
termo do Serr, na provincia do Minas-Geraes.
Foi designado o estado-maior do commando su-
perior da guarda nacional da corte para ser aggre-
gado o major ajudanle de ordens da guarda nacio-
nal do municipio de Santos, na provincia de S. Pau-
lo. Francisco Martins dos Santos.
22
Entrou honlem do Rio da Prata o paquete fran-
cez Sainlonge, com datas de Buenos-Ayres at 13
e Montevideo la do corrente.
as aguas do Uruguay, apesar de toda a mode-
rago da nossa parte, deu-se j entre a nossa divi-
co naval e o vapor de guerra oriental Villa del
Salto um conflicto, que tem todos os visos de haver
sido preparado pelo governo de Montevideo com o
nico fim (pelo menos nao se Ihe descobre outro)
de estimular contra o Brasil os odios da popnlago
oriental.
No dia aquelle vapor largou do Salto, passou a
toda a forga e auxiliado pela corrente do rio, entre
a nossa e6quadrilha, trocou alguns tiros de artilha-
ria e mosquetera com a corveta Jequittnhonha, e
metteu-se em Paysand, onde a tripolaeo o aban-
douou, langando-me logo depois de ter retirado a
arllharia e os petrerhos bellicos. Assevca-se que
o commandante do Villa del Salto tinha ordens
para fazer-se metter a pique pelos nossos vasos de
guerra, mas preferio encalbar e incendiar o seo
navio.
Este fado narrado de mui diversos modos pe
las folhas de Montevideo, que nao nos poupam
chufas nem doestos. Deferentemente procede a
imprensa de Buenos-Ayres, e de nm de seus orgos
a Tribuna, tomamos a seguiste relagao, qoe, nao
podendo dos ter conhecimento exacto dos factos,
nos parece a que mais se deve approxfmar da ver-
dade :
Terca-feira 6 do corrente, s Si horas da tarde,
o vapor de guerra nacional oriental Villa del Salto
largou do fundeadouro e dirigise agua abaixo,
em cumprnento das ordens do coramandante-ge-
neral do norte do Rio-Negro, Dionysio Trillo.
c Ao largar, icou a bandeira entre-riana e sau-
dou-a com tres tiros de pega.
t O commandante Pedro Rivero, pelo prazer de
at'rar um bombasio, fez dar toda a forga ao vapor,
e, ao passar junto de urna canboneira brasileira,
governo argentino teria plenis-imo direito para de-
clarar a guerra ao governo oriental, que aceitou
tcitamente quanto a seu repello diz o governo pa-
raguayo.
Comludo, ao passo que o governo do Paraguay
assim se divorcia de Montevideo, dirige ao nossa
ministro na Assumpcao a seguinte nota, que trans-
crevemos na sua integra:
dos. Que o digam os que. antes da tormenta por
que passmos mal conceban) a possibilidade de
sua apparico ; honve, porm, um dia aziago, a
confianca publica desappareceu, os depositantes
procuraran) rehaver dos depositarios larga somma
de capital empregado, e irrealisavel de chfre ; e
ante esse desequilibrio do credilo, os vales vista
a mais afouta de suas concepcoes trouxeram a
Ministerio de estado d&s negocios estrangei- seus emissarios a unpossibilidade de immediato
ros.Assumpcao, 30 de agosto de 1864.O abaixo pagamento.ra a crise.
assignado, ministro e secretario do estado da repar- Agora quo a pratica de alguns dias falla melhor
tigo dos negocios estrangeiros, recebeu ordem do i que as iheorias mais prometledoras, ser por certo
Exm. Sr. presidente da repblica para dirigir V. sobre os sous fructos que assentaro os alicerces
Exc. esta communicaco cora o fim que passa a
expr.
t O abaixo assignado recebeu de S. Exc. oSr.
Vasques Sagestume, ministre residente da Repbli-
ca Oriental do Uruguay, urna nota que com data
de 2o deste mez Ihe dirigi por ordem do seu go
yerno, acompanhando a copia da ultima corresoon
dencia trocada entre o governo oriental e S. Exc.
o sr. conselheiro Saraiva, ministro plenipotencia-
rio de S. M. o Imperador do Brasil em misso es-
pecial junto daquella repblica, constando de tres
notas de 4, 9 e 10 do corrente mez.
O importante e inesperado contedo dessas
communicages chamou areamente a altengao do
governo do abaixo assignado pelo interesse que
Ihe inspira o arranjo das difflculdades com que lu-
la o povo oriental, por enja sorte nao licito ser
indifferente, e pela importancia que pode ter para
este governo a apreciago das razoes quepoderiam
ter aconselhado to violenta solugo.
A moderago e previdencia qne caracterisam
a poltica do governo imperial autorisaram e do
Paraguay a esperar urna solugo differente s snas'
reclaraagoes com o governo oriental, e esta espe-1
ranga era tanto mais fundada quanlo S. Exc. o Sr. i
conselheiro Saraiva e al o proprio gabinete impe-
rial, ao rejeitar a mediago offerecida por este go-
verno pedido do oriental para o arranjo amisto-
so dessas mesmas reclamagoes, a qualificaram
como desnecessaria, visto correrem amigavelmente
as mencionadas questes.
< O governo do abaixo assignado respeita os di-
reitos que sao inherentes a todos os governos para
o arranjo do suas differengas ou reclamages, nma
vez negada a salisfago e juslica, sem prescindir
do direito de apreciar por si o modo de effectua-lo,
ou o alcance que pode ter sobre o destino de lodos
os que tm Interesses legtimos em seus resultados.
A exigencia feita ao governo oriental por S.
Exc. o Sr. conselheiro Saraiva em sua notas de 4
e 10 deste mez de satisfazer a suas reclamages
dentro do improrogavel prazo de seis dias, sob pe-
na de usar de reprezalias em caso contrario com
as forcas imperiaes de mar e trra, reunidas de
antemao na fronteira da Repblica Oriental, e de
augmentar a gravidade das medidas da attitude
assnmida, o que significa urna prxima oceupacao
de alguma parte daquelle territorio quando seu go-
verno se nao recusa atlender e satisfazer as recia-
magfies api esentadas, como consta da nota de S.
Esc. o ministro dos negocios estrangeiros de 9 des-
te mez.
< E' este um dos casos em que o governo do
abaixo assignado nao pode prescindir do direito
que Ihe assute de apreciar este modo de effeetnar
a satisfagSo das reclamagSes do governo de V.
Exc. porque seu alcance pode vir a exercer con-
de qualquer reforma.
E neste interim, em quanto se identifi-am as
ideas, cuidemos seriamente deservir o paiz, ampa-
rando-o na reaego salutar ; a protelago nestes ca-
sos acarreta novos males, assim como a inefQcacia
* j dos meios desanima as melhores disposigoes.
Nao haja, pois, prematuro descanco ; os que vi-
ran) dar um passo esperam anciosos o complemen-
to da accao, e demora-Ios na incerteza seria desco-
nhecer os seus interesses legtimos e a necessida-
de urgente de habilitar a nossa praga para escla-
recer completamente as que com ella entreten) im-
portantes relagoes de commercio.
L-se no Commercio do Paran, folha de Para-
nagu :
Falleceu no da 13 do corrente o preto de na-
gao, bem condecido nesta cidade pelo nome de Pai
Congo.
Pelas informagoes que colhemos tinha elle
113 annos de idade.
t Andava com desembarago, e conservou sem-
pre em perfeilo estado todas as faculdades intel-
lectuaes.
DIARIO DE PERAMRUCO
Temos vista jornaes do sul do imperio, dos
quaes foi portador o vapor Oyapock, al caneando os
do Rio de Janeiro 23 e os da Baha a 27 do cor-
rente.
Sob as rubricas Parte Oficial e Menor encon-
trando os leitoies por extenso o que de mais im-
portante ha; alm do que apenas colhemos o que \ e Jos,
segu.
Rio de Janeiro.As serenissimas princezas im-
periaes acham-se definitivamente contratadas em
casamente, sendo a herdeira presumptva da roroa
com S. A. o conde D'Eu, e a Sra. D. Leopoldina
com S. A. e duque de Saxe. Anda nao estava
marcado o dia da realisacao do consorcio.
Depois de nm ataque de coogesto cerebral,
truvo Pinto Bandeira, Rodrigues Campello, Sera- j
pbico, Torres Bandeira e Amaro Joaquim, padre
mestre Lino e major Salvador.
O Sr. secretario perpetuo da conta do seguinle
expediente :
Um olllcio do Rvm. Dr. Manoel da Cosa Hono-
rato, agradecendo o obsequio da assi.-tencia de al-
guns membros do Instituto ao acto da sua primei-
ra missa no dia II do corrente.Inteirado.
Outro do Sr. Milciades Pereira da Silva, fazendo
na qualidade de presidente da sociedade Ensato
Jurdico a offerta dos tres primeiros nmeros da
Revista Mensal da mesma sociedade.E' recebido
com agrado, mandndose archivar.
Outro do Sr. desembargador Antonio Joaquim
de Albuquerque Mello, do Maranho, agradecendo
a sua nomeago de socio correspondente do Inuti-
tuto.Inteirado.
Oulro do Exm. Sr. Jos Bernardo de Figueiredo,
ministro do Brasil em Roma, manifestando o seu
agradecimento pela sua eleico para socio honora-
rio. -Inteirado.
Outro do Sr. Dr. Francisco de Carvalho Soares
Brando, identificando vir tomar assento de socio
effectivo, para que fra nomeado, na presente ses-
so do Instituto.Inteirado.
Quatro nmeros do jornal Brasil c-ura ejemplar
de Nocoes de geographia do Brasil adoptada as es-
colas primarias, ofertados pelo Sr. Dr. Francisco
Manoel Raposo de Almeida.Recebido com agra-
do, e manda-se archivar.
Tres nmeros do Constitucional Pernambucano,
offerecidos pela respectiva redaego. Recebido
com agrado, e vio a archivar.
O Exm. presidente fazendo ver ao Instituto que
se acha na ante sala o Sr. DrNSoares Brando, pa-
ra tomar assenlo, nomeia para rccebe-lo os Srs.
Dr. Torres Bandeira e padre mestre Lino ; os quaes
introduzem ao mesmo senhor no salo das sessoes,
onde, depois de tomar assento dirigi o recipienda-
rio em breve allocugo o sen agradecimento ae!
Instituto, cujo orador cm seguida Ihe dirige conci-
sas e bellas palavras pela boa vinda de um opera-
rio importante para a obra em que prosegue o Ins-
tituto.
Terminado este acto gratulatorio, o Sr. major
Salvador Henrique, como relator.da commisso es-
pecial para verificar dados archologicos era Olin-
da, toma a palavra e faz a leitura de um relatorio,
que daremos ao depois.
Terminada a leilura que foi onvida com toda a
altengao pelo Instituto, e differentes espectadores,
foi comprimentada a commisso especial pela pro-
ficlencia do seu difflcil trabalho; o como a ella
prestasse valioso concurso o socio major Salvador
Drumond, foi a requerimcnlo do Sr. Dr. Soares de
Azevedo votada urna manifestagao de agradecimen-
to do Instituto ao mesmo senhor.
E levanta-se a sesso.
Repaiiticao da polica.
Extracto das partes do dia 29 de setembro de
1864.
Foram recolhidoscasadedetenco no dia 28 do
Srrente: -/-
deA' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Jos
na Oliveira Ramos e Silva, por crime de estellio-
to.
A' ordem do subdelegado do Recife, William
Estinau, requisigo do cnsul inglez.
A' ordem do de Santo Antonio, Christiano de
Almeida Moraes, por crime de tentativa de roubo;
escravo de Joaquim Ferreira dos Santos-
Guunares, por insultos
A' ordem de S. Jos, Jos Joaquim de Andrade,
e Antonio Pedro de Mello, para averiguages poli-
ciacs; e Antonio Joaquim de Oliveira, para re-
creta.
A' ordem do da Boa-Vista, Joaqnim Jos de
Sant'Anna, para averiguages pslieiaes; e Jos,
escravo de Sebastio Jos da Silva, por infraeges
ficava melhor o Sr. presidente do conselho senador. de posturas.
Furtado. A' ordem do do Pogo, Francisco Mendes da Ro-
O Exm. senador Carneiro de Campos, ministro cha, para averiguages policiaes.
da fazenda, pedir a sua demisso pouco depois O chefe da 2* secgao.
das providencias tomadas em consequencia da crise
commercial.
Chegou procedente de Pernambuco, 16, o
brigue Corumb, com 9 das.
Baha.Achava-se marcado o dia 30 de outubro,
para a eleico de um deputado assemhla geral,
pelo 2 districto, em sabstituicao do Sr. Pinto Lima,
chamado para oceupar a pasta da marinha.
A varila lavrava com intensidade no Urub,
Maeahubas, Caetit e Chapada Diamantina.
/. G. de Mesquila.
Passageiros do vapor nacional Oyapeck, en-
trado do Rio de Janeiro, Bahia e Macei:Coronel
Joaquim Jos Gongalves Fontes e 3 tres escravos,
Francisco Cesar Burlamaque e 1 escravo, Francis-
co Duarte de Oliveira, Eulelio da Silva Bahiann,
Jos Antonio Floresta Bastos, Antonio Jos de
Amorim Bastos, Joaquim Lino de Paula Fernan-
des, Joaquim Jos de Souza Vasconcellos e 1 filho,
Joaquim Francisco de Oliveira, Antonio Joaquim
Djram provimento em parle.
.1 Mista cicel.
Rccorrente, Manoel Martins de Couto-Rcis ; re-
corrido, o solicitador das rendas geras de Pianhy.
Sorteados os Srs. desembargadores Almeida e
Albuquerque o Ucha Cavalcante.
Ficou adiado.
DILIGENCIAS CRUJES.
Cora vista ao Sr. desembargador promotor da
justica
As apppllares crimes.
Appellante, Anua Francisca de Brito ; appella-
dos, Zefenno Jos Coulinho e outros.
Ampollante, Guilherme Antonio de Siqueira ; ap-
pellada, a justica.
DBSIGNACO DE DIA.
Assignou-se dia para julgamento dos segrales
feilos :
AppeUafes crimes.
Appellaule, o juizo; appellado, Manoel de Siquei-
ra Barbosa Cavalcanti.
Appellante, o juizo ; appellado, Bcrnardino Can-
dido de Azevedo Pinto.
Appellanle, o juizo ; appellado, Ignacio Jos
Jo Medeiros.
Appellanle, o juizo ; appellada, Francisca Maria
Silva.
Appeltaces civeis.
Appellantes, a pela Maria e ?eus filhos; appel-
ado, Guilherme Augusto de Miranda.
Appellanle, D. Maria Felicia da Conceigo Leite ;
appellado, Manoel Fernandes da Silva.
PASSAGENS
O Sr. desembargador Gitirana passou ao Sr.
desembargador Lourenco Santiago
A appeilaco civel.
Appellante, ojuizo ; appcllados, a vittva e filhos
de Luiz Gomes Ferreira.
Ao Sr. desembargador Assis
.4 appeilaco civel.
Appellante, a fazenda ; appellados, a viuva de
Joo Vieira da Cunha e outros.
Ao Sr. desembargador Motta
As appellacijes civeis.
Appellante, a preta Caelana -, appellada, D. Ma-
ra Joaquina da Silva Manta.
Appellante, D. Mara do Carino Nunes Ferreira ;
appellado, Antonio Jos Pinto.
l)o Sr. desembargador Lourengo Santiago ao Sr.
desembargador Almeida e Albuquerque
Al appellacoes civeis.
Appellanle, Silvestre Domingues da Silva Pimen-
ta ; appellado, Jos Joaquim de Almeida Leite
Sampaio.
Appellante, D. Joanna Maria das Dores ; appel-
lado, Antonio Alves de Miranda Guimaraes.
Appellante, Vicente Antonio do Espirito Santo ;
appellado, Caetano Lenidas Gama.
Ao Sr. desembargador Assis
A appellaqao civel.
Appellante, o padre Antonio Jos Pinto; appel-
do, o baro de Jaragu.
O Sr. desembargador Assis passou ao Sr. desem-
bargador Doria
A appeilaco civel.
Appellante, a fazenda ; appellada, D. Anna Del-
fina Paes Brrelo.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador Ucha Cavalcanti
As appetla^es civeis.
Appellante, Manoel Francisco das Neves; ap-
pellado, Jos Manoel da Silva.
Appellanle, Joo Paes Brrelo de Lacerda ; ap-
pellado, Manoel Ignacio de Albuquerque Mara-
nho.
Ao Sr. desembargador Gitirana
A appeilaco civel.
Appellante, a cmara municipal ; appellada, a
irmandade de S. Pedro.
Do Sr. desembargador l'cha Cavalcanti ao Sr.
desembargador Domingues da Silva
As appellacoes crimes.
Appellantes, Alexandre Ferreira Gomes e outro ;
appellado, Francisco Manoel Fernandes Moara.
Appellante, Estevao Francisco dos Santos : ap-
pellada, a justiga.
Appellante, Jos Francisco de Arroda; appella-
do, Manoul Ferreira da Silva. .
Appellante, o promotor; appellade, Jos Got-
Iherme da Silva.
Appellante, Manoel Vicente de Carvalho (aval-
canti; appellado, Antonio Jacintbo de Medeir?.
Do Sr. desembargador Domingues da Silva acsr'
ao Sr. desembargador Gitirana
<
U
w<*-
^


T
\
>v
Diario de ftraMkneo *e*a feira SO r Hetemhro e t*.
A oppetliirao civel.
Appellanle, Jos da Co'sU Dourado : appellado,
Antonio Manoel de Campos.
BISTHIB04QOES.
Ao Sr. desembargador santiago
O arroto de pelillo.
Aggravante, llanoel Joaquim Ramos e Siira ;
aggravado, o juizo.
A tippeilacao civel.
Appellante, Bernardo Jos Pereira dos .Santos
Jnior; apellado, Manoel Antonio da Rocha J-
nior.
A appellacao crime.
Appellante, o juizo ; appellada, Paulina Kroger.
Ao Sr. desembargador Gitirana
O aggravo de petado.
Aggravante, Autonio Valealim da Silva Barroca;
aggravado, o juizo.
A appellacao civel.
Appellanle, Joo Lopes "Cavalcante ; appellado,
Jose Antonio de Mendonca e sua mullier.
. Ao^Sr. desembargador Lourenco Santiago.
\m*r A appellacao crtme.
Appellante, o juizo ; appellado, Joao Lourenco
de Santa Anna.
Ao Sr. desembargador Almeida e Albuquerque
A appellacao crime.
Appellante, o juizo; appellado, Antonio Pereira
de Santiago.
Ao Sr. desembargador Assis
A appellacao crime.
Appellante, Procopio Gomes Abbadc ; appellada,
a justica.
A appellacao civel.
Appellante, Jos Semco de Franca: appellado,
o curador geral.
Ao Sr. desembargador Doria
A appellacao crime.
Appellante, e juizo ; appellado, Roque Ueuto da
Silva.
- Appellacao civel.
Appellante, Francisco Elias Ferreira Osmim ;
appellada, Rita dos Anjos Lieuthier.
Ao Sr. desembargador Motta
Appellacao crime.
Appellante, o juizo; appellado, Antonio Fran-
cisco Saia.
A appellaciio arel.
Appellantes, Jos Lopes Barreira e sna mulher ;
appellado, Bemwdino Lopes de Oliveira.
Ao Sr. desembargador Ucha Gavaleanti
A appellacCto crtme.
Appellante, Maria Joaquina de Souza Rolim ; ap-
pellada, a justica.
A appellacao civel.
Appellante, H. Eduardo liramah; appellado,
Joao Paulo Carneiro de Souza Bandeira.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva
A appellaciio crime.
Appellante, Benedicto Soares Pereira ; appellada,
a justica.
A appellaqao civel.
Appellante, Jos AI ves Barbosa ; appellado, Pe-
dro Semeo da Silva.
As 2 horas da tarde encerrou-se a sessao.
TRIBIWAL DO COlflMERClO.
EXTRACTO DA ACTA DA SESSO ADMINISTRA-
TIVA DE 29 DESETEMBRO DE 1864.
PRESIDEXCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
ANSELMO FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas do dia, estando presentes : o Sr.
desembargador fiscal, e os Srs. deputados eommer-
ciaotes Lemos, Alcoforado e supplente Basto, o
Exm. Sr. desembargador presidente abre a sessao
na forma do styjo.
Feita a leitura thvcta da anterior, que foi ap-
provada, o Sr. deputado secretario interino faz a
leitura :
De um officio do secretario da junta dos corre-
tores, aecusando a recepeo do que Ihe foi, por
parte deste tribunal, dirigido em 26 do correte
Inteirado.
De outro da mesma junta, acompanhando a co-
tariio offlcial dos precos correles da praca da ul-
tima semana.Ao archivo.
DESPACHOS.
Petciio de Vicente Ferreira da Costa e seu fllho
Jos Ferreira da Costa, pedinde se admittisse re-
gistro o contrato e sun cnciedade ; viodo SaRMiiia-
da pelo Sr. desembargador ikeai :ncfeistre-se.
tem de Eduardo Candido de Oliveira, para que
fosse rcairada a escriptura de distrato de urna
outra que celebrara cor a cix;i filial o banco do
Rraoil, em que lite havia hypotheeado varios de
seus bens para garanta pelo lugar de thesuureiro
que servir ltimamente :Registre-.
tem de Flix gauvage |A ('.., pedindo que fosse
registrada a Iradueco do documento que apresen-
tam por onde consta a sabida do socio Marn lier-
nel de sua casa commercial : Rrgisirc-se.
tem de Francisco Maria Duprat, para que fosse
registrado o contrato de sua sociedade coui a com-
panhia da estrada de ferro do Recife ao S. Francis-
co :Para que possa ler lugar o registro, neces-
sario que os signatarios do contrato declaren) se as
cinco linhas escripias cora tinta differentes oiio
constituem un arcrescimo aodito contrato, que
nao tenha sido visto p >r alguma das partes.
tem de Manoel Alvos Ferreira, pedindo se ad-
mittisse a registro a e>cnptura de hypotheca que
llie passaram os seus devedores Manoel Antonio
Soares da Fonseca, sua mulher e Belannino Anto-
nio Soares da Fonseca.Rgistre-se.
Nada mais houve, sendo encerrada a sessao s
M '; horas.
SESSO JDICIARIA EM 29 DE SETEMBRO
DE 1864.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMUARGADOR
A. K. PERETTI.
Secretario, Julio Guiantes.
As 11'., horas da tnanha, oSr presidente abri
a sessao estando reunidos os Srs. desembargadores
liis e Silva, Silva Guimaraes e Accioli, eos Srs.
deputados Lemos, Candido Alcoforado e suppleute
Basto.
OSr. Rosa ccinpareceu a meia hora depois do
meio-dia.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
Foi lido o offlrio do 27 do correntc do Exm. Sr.
conselueiro presidente da relaco, designando o Sr.
desembarga.lor Alfonso Anhur de Almeida Albu-
querque para rever a appellacao que pende de de-
cisao deste tribunal, entre parles :
Appellantes, os administradores da massa fallida
de Bardos & Lemos ; appellados, Bozano Irmaos.
As.-ignnu-sc o accordao proferido na ultima
sessau, entre partes :
Recorrente, o commendador Joo Paulino deAze-
vedo Castro ; recorrida, a companhia de seguros
Feliz Lembranca.
JUI.GAMENTOS.
Appellante, Antonio Jos Alvos Sbuto appella-
dos, Silva Leo < C.
Adiado oa precedente ses Desprezaram-se os embargos.
Appellante, Miguel Ju> Barbosa Guimaraes; ap-
; 'ii.ido, Joo da i unha Neves.
Adiado na sessao anterior.
Desprezaram-se os embargos.
Appellaute, Jos Cesario de Mello ; appellado, o
Di". Joaquina Antonio Carneiro da Cunha Miranda.
Adiado na sessao autecedente.
Foi confirmada a sentenca appellada.
Appellante, Basilio Alvares de Miranda Varejo ;
appellado, Antonio Goncalves de Oliveira.
Adiado oa ultima sessao.
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, Francisca Santiago Ramos ; appel-
Ulo, Joaqun) Elviro Alves da Silva.
Adiado o julgamento a requerimento de um dos
Srs. deputados,
Appellante, Jos Moreira da Silva ; appellados,
Oj herdeiros de Jos Antonio Lourengo.
Adiado e ligamento requerimento de um dos
Srs. deputados.
Appcllairtes, D. Josepha Justina de Jess Gon-
calves ; appellados, Isaac Curio C.
Adiado o julgamento reqoeriinento de um Sr.
deputado. ,
Appellante, Boaveotura da Rocha } appellados,
a viuva Silva Antunes & Filhos.
Adiado o julgamento requerimento de um dos
Srs. deputados.
O Sr. desembargador Silva Guimaraes, em vir-
tude aa sua suspeii.au e da do r. de.-embargador
Reis e Silva, juradas nos autos do appellacao en-
tre partes, appelfautes oscuradores Iteraos da mas-
sa fallida de Seve, Filhos & C, appellados Bor-
nhard Spire, aprese.utou em mesa ditos autos, sul-
filando as providencias legaes : e o Exm. Sr. pre-
si dente officiou ao Exm. Sr. conselheiro presideute
da relajo requisiund'ijulz.
DBSIGSAgO DE DIA.
Aj.pellante os curadores iU faltencia da yiuya
Anior.in tPlUws.; amellados, Henrique Lchoa
Appellante, D. Mara Rita da Cruz Neves; ap-
pellados, os curadores fisces da massa fallida-de' grande, com trapeira de duas portas de frete;| Antonio Bezerra de Menezes.
C. J. Aslley & C.
Primeiro dia til.
varaoda de ferro, teodo dila easa trima palmos Antonio Jos Lopes Filho.
de vo, ou largura, e cento e trila de fundos, pe-, Capito Christovo Pereira Pinto.
passaoens. qneno quintal murado, avista do estado em que se D. Hennqneta Margarida do Nascimenlo.
Appellante, Miguel Jos Barbosa Guimaraes ; ap- acha, avahado em 15:000. Penhorado Jos Hy- Joaquim Antonio Carnero,
peliado, J. F. G. kladt. gino de Miranda-e sua mulher, por execucfio de Joaquim Martioho da Craz.
Appellante, Salvador Leite Vidigal; appellado Cusiodio Jos VianB. I Jos Anlooio Gomes.
II. George Deoio. I Toda a pessoa que em dila propriedade quizer Jos Rodrigues de Souza.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desemba/- laucar, o poder fazer nos dias de praca. i Jos Sergio Ferreira.
E para que chegue ao conbecimento de ledos, Dr. Luiz de Albuquerque Martins Pereira.
mandei passar o presente, que ser publicado e Manoel Martins Piuza.
afixado no lugar publico do costurar. Dr. IVdru Carneiro da Silva.
Dada e passada nesta cidade do Recife, aos 19 Porfirio Amancio Goncalves (2).
LElLAO
DO
jFspolio d finarlo subdito porlugiiez
i'uslodio Luiz Gomes.
HOdE.
gador Silva Guimaraes.
Aggravos interpo commercio.
Aggravante, Lino de Faria ; aggravado, o juizo,
nos autos de fallencia de Faria & C.
Aggravantes, Guimaraes & Oliveira; aggrava-
dos, Braga Silva & C. -^
O Exm. Sr. presidente negm provimento.
Nada mais pudendo tratar-se, o Exm. Sr. presi-
dente encerrou a sessao s 2 'i horas da tarde.
O agente Pestaa por ordem do cnsul de S. M. 1"
Fidelissima vender em leilao diversos ohjeclos s"
. Villa detgmrasw
O nbaixo assigoado previne bella rapazeada
que tem dado ao seu hotel na ra da I'onlc todas
as comraodldades precisas para receber os devotos
da fesla de S. S. Cosme Damio.
Alem de todas as commodidades e acetados
qnartos para familia tem ainda un boin cozinheiro,
de setembro de 1864.
Eu Pedro Tertuliano da Cunha, escrivao, o es-
crevi.
flermogenes Scrates Tarares de Vasconcellos.
PUBLICARES A PEDIDO.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se fae publi-
Victorino Rodrigues Pacheco.
Oorreio.
Pela administrado do correio desta cidade se
faz publico que hoje (30) as 3 horas da tarde fe-
char-seho as malas que o vapor Oyap ck tem de
conduzr para os portos do norte. As cartas serao
, admettidas a seguro al as 2 horas da tarde, e os
jornacs sero recebidoi al o meio dia, ludo do
supradito dia.
Crrelo geral.
Os abaixo assigoados, juizes defacto da presen- ^ ^^J^aTiSiS^b^wZ- Pe,a adminis,rac5 do co"eio des,a cidade fe
te sessao do jury, fa.tariam o mais sagrado de lo- ZSSSS^SSSSSSfmk; J?g'BMa'Brt'ftJKgL,gS
dos os devereso-dagratidao-, se por ventura Y8fli _. 'Tnn n\\\mn Ap eiemhro errania flnHa ;' d0 dlsPst n art. 138 do reguiamento gerai
ao encerrar-se os raba.hos da referida sessao, nao J^Lt'^T^TO^dS I %* de 21 de *MBbro de ^
se apressassem em testeinunhar aos dislinctos Srs. ,os, Dcaqdo sujeitos a serem executados os que ?.
Drs. Agnello Jose Goozaga digno juiz de direito in- n3 naearem al annelle dia i er -
i!.A.ii^.j.,i..D, -)o ,n'1" Pagaren) aie aqueue aia. nistracao. perlencentes ao mez de setembro de
T\ITa 1* Provmcial de per"an'>ucs i' 1863, lw dia 5 de outubro prximo, as 11 horas da
ohjeclos snryete, bons vinhns, e sobre Indo un completo
perlencentes ao espolio do subdito portuguez Cus- sorlimenfo de gneros precisos. Cheguem pois os
odio Luiz Gomes como sejam : H0 arrobas de amantes da festa de Iguarassii, e venham qnr a
carne secca, diversos movis de casa, um relogio earro 'Juer a eavallo, que ludo se fr por com-
e correnlao patente inglez, aneloes etc., e outros moio pre?o-
objectos que se acharo patentes no leilao que te-1 Antonio Gomes Cordeiro de Mello,
r lugar sexta-feira 30 do corrente, na travessado
Arsenal de Guerra o. 7, armazem.
^M^
se apressassem em testemunhar aos dislinctos Srs. rJ'^^'^ttoTl fm excuta^os^os"me'do decre, n-18s d!15 *? mio.de 185,> "]*?'
ios, ucaqaosujeiios-a serem executaoos os qe ceder o consumo das carias existentes na admi-
nae pagarem at aqur
Mesa do consulado
motor publico da comarca, e quanto se acham pe-: de seiemDro ,je 1854.
ferino e Antonio Lopes da Silva Barros digno pro-
ohorados telas maneiras affaveis e urbanas com
que os abaixo assignados foram sempre tratados
por to dislinctos magistrados no correr de toda a
sessao, sem que todava deixassem de manler a
Antonio Carneiro Machado Ros.
Administrador.
No dia 4 de outubro vai praca de venda,
[depois da audiencia do Dr. juiz de orphaos, urna,
boa ordem e regular.dade nos trabamos, e eolio- parte da ca^a terrea por acabar, sem numero, sita*
cando-se sempre acim das paixSes vis e ignobeis no ,arg0 dos Remedl0s peneocenle aos menores
como vcrdadeiros magistrados que teem a cons- Maria Manoe| filhos do fioado Jo5o do ^ Pe.
ciencia do sagrado dever que Ins impoe a le: rera B
dignem-sc pois os Illms. Srs. Drs. Agnello Jos
Gonzaga e Antonio Lopes da Silva Barros, acceitar
SnanhSa, na porta do mesmo correio, e a respecti-
va lista se acha desde j expesla aos inleressados.
Administracao do correio de Pernambuco 22 de
setembro de 1864.O administrador,
Domingos dos Passos Miranda.
estas pouras e toscas expressoes, como urna pe-
Conselho administrativo.
O eon>ellio administrativo para foroecimento do I
THEATRO
quena, roas sincera prova do profundo respeito e arsenal de guerra tem de comprar os objectos |
eterna gratidao que germiBa nos coracoes dos seguimos:
DE
abaixo assignados, os quaes igualmente pedem
suas -enhorias que se digneui desculpa-los, se por
ventura com estas poocas express5es offenderam a
modestia de suas senhorias.
Villa de Cahrob, lo de agosto de 1864.Bacha-
rel Livino Lopes de Barros e Silva, Bellarmino
Ferreira Padilha, Alexandre Gomes de S, Jos j
Goncalves Prente, Raymundo Peixoto de Vascon-1
cellos, Viciorino Lopes de Barros, Joao Alves de I
Carvalho Rogo, David Alves de Souza, Miguel Pe-
reira da Silva, Bertino Lopes de Araujo, Joao Mi-1
nervino Fernandes e Silva, Jos Gomes de_Mene-|
es Pitanga, Miguel dos Anjos Laudado, Joao Ozo-
no Granja, Vrenle Nones Nogueira, Liberato Ri-
beiro Granja, Domingos Moreira da Silva, Was- j
hington Ildefonso de Novaes Calumby, Joo Fran- i
cisco de Gtmva Ferraz, Antonio da Silva e Souza
Araquan, Manoel Goncalves Torres e S, Cesario,
Barboza de S, Manoel Ramos do Reg Mello, Ma-
noel Estevao de S, Flix do Reg Pinto, Pedro
Ribeiro de Souza, Antonio Ferreira Santos, Orbi- j
nianno Alves de Jess, Pedro Eufrasio da Silva,
Antonio Fernandes 1 orto, Demetrio Ribeiro de S,
Aodr Avelino de S, Joaquim Gomes dos Santos
Alcoforado, Feliciano de Oliveira Diniz, Manoel
Pereira de tmariz. Benedicto Leite Rabello, Do-
minaos Soares de Brito e Silva, Maooel Francisco
de S Seixas e Pedro Lopes de Barros.
Anaeahnita peitoral de Kemp.
A celebre anarahuia peitoral de Kemp, de cu-
jas virtudes especificas tantos annuocios appare- i
ceram em oossos joroaes, urna composicao de [
vegetaes peitoraes e. oo cootm oeohum astrio-
gente venenoso ou mortalmente narctico. E' pre- i
parada em forma de um xarope delicioso e um
prompto e efficaz remedio para irritacao dos pul-
moes, anginas, catarrho, tosso, resfriamonto, rou-
quido, affecges catarrhaes, escarros de sangue,
e todas as innumeraveis molestias que affectam os
orgos da respiraco. Cuidadosa e scientificamen-
te preparada por Lanman& Kemp.em Nova-York.
Acha-se venda as Injas do Caor? & Barboza
roa da Cruz, Joo < 9- u'" ^ rua da Ma"
COMMEBCIO.
\Y() Btftt DE KRNIIKIIGO.
0 novo banc! psa o 13 di>iden
na i-ii/iio de 8$000 |>or acio.
Alfiadega
Rendimento do dia 1 a 23........
S. ISABEL
EMPREZA
GE8HA30 k tonilIRA.
O espectculo annunciado para hontem 28 do
corrente, foi transferido por nao estar o drama
A HONRA DE UMA FAMILIA sufficieoteraente
. eosaiado.
i A empreza nao querendo desmerecer do concei-
to que goza, e para nao sacrificar a companhia que
dirige, obrigando-a a trabalhos mal sabidos, prefe-
rio perder o resoltado de um espectculo, ao cr-
dito de urna excellente composigo, que alias dig-
na da attenco publica.
A HONRA DE UMA FAMILIA m drama de
fina execugo, e a nao ser perfeilamente jogado, ou
pelo menos os seus dilogos, de muitissimo inle-
resse, enunciados com a necessaria precisa, per-
dera as bellezas que contm, ficando a empreza
privada de um dos meihores dramas de seu reper-
torio.
Contina ainda a ensaiar-se para subir scena
como convm.
SABBADO, 1 DE OUTUBRO DE 1864.
5a recita d assignatura
Prime ira representarlo do lindo drama era cioc
actos, oriirioal francez,
A HONRA DE UMA FAMILIA
PERSONAGENS.
i Mauricio de Cheneviers..... Coimbra.
Jorge de Maubreuil.......... Germano.
| Paulo de Cheneviers........ Lisboa.
Edumundo Roger........... Borges.
Beauseant.................. Pinto.
Lord Derby................ Porto.
| O cavalheio de Laroche..... Guimaraes.
Elisa de Cheneviers......... D. Maria Pontes.
Mathilde................... D. Antonina.
l'aroneza d'Origny.......... D. Camilla.
Convidados, criados etc. etc.
Actualiriado.
terminara o espectculo com a nova comedia
em 1 acto :
Sexta-feira 30 do crrenle, s 11 ho-
ras, rua da < adeia armazem n. 53
jELZEKIO
\ ooder em leilao nina mobilia de Jacaranda
nova com tampo de pedra, urna dita de amarello
tambem nova, duas duzias de cadeiras de cereja,
um riquissimo paliteiro de prata, berros de faia,
guarda roupa, una porcao de oleado para mesa e
dilo para forro de carro, tapetes de raiz de esparto.
No dia cima dito estar venda os objectos
cima.
Para a pharmacia do presidio de Fernaodo.
6 videos, agua de colonia.
6 garrafas, dita de. flores de larangeira.
12 ditas, dita ingleza.
6 libras,cido ctrico.
2 ditas, dito tartrico.
24 borrachas vulcanisadas de 8/o
24 ditas ditas de e ','
20 caixas, capsulas de ojeo de bacalho.
20 ditas, ditas de dito de copahiba.
8 oucas, carbonato de amtnouiaco.
4 libras, dito de magnesia.
4 ditas, caberas de papoulas.
20 garrafas, cerveja preta medicinal.
8 libras, choro liquido.
1 dila, chlorato de soda.
2 ditas, canda.
2 dilas, cocheara.
2 ditas, cicuta.
8 ditas, cipo de chumbo.
8 oncas, essencia de alecrn).
4 libras, extracto de alcasss.
4 oncas, dito de fumaria.
8 ditas, dilo de ipecacuanha.
2 libras, flores de borragem.
8 dilas, ditas de sabugueiro.
1 onca, hypo sulphito de soda.
2 dilas, keriniis mineral.
4 libras, MuineDdro.
16 ditas, oleo de amendoas doces.
8 garrafas, dilo de ligado de bacalho.
1 libra, dito espesso de nz-moseada.
1 onca, dilo essencial de arruda.
24 vid ros, dilo de mastruco.
1 onca. dilo essencial de sabina.
20 vidros, paslilhas de Kerhps.
2 oo$as, prolo iodurelo de mercurio.
20 caixas, pilulas de veame.
1 libra, quassia.
2 dilas, sabioa.
20 vidros, salsa de Bristol.
32 litiras, dita parrilha.
200 saoguesugas.
o serigas de vidro.
8 libras, sulfato de soda.
4 ditas, tartrato de potassa c soda.
4 oocas, turbetho mineral.
12 vidros. xoiopo do Fuigot.
12 garrafas, dito de espargo.
20 vidros, dito de Naf.
24 garrafas, dito alcoolico de veame preparado
pelo pharmaceutieo Prennos.
Quem quizer vender laes artigos aprsente suas
propostas em carta fechada oa secretaria do conse- ,omam parte os Srs. Lisboa, Santa Rosa, Guima-
Iho administrativo s 10 horas damanhaa do dia 3 r;es e p. Mana Ponte.-.
IEIIAO
DE
L ma casa de um andar na rua du Seu-
z la ii. 1.
Sabbado Io de outubro.
O ageota Pestaa legalmente autorisado vende-
r por corita e risco de quem pertencer urna casa
de pedra e cal de um andar sita aa rua da Senzala
Nova n. 1, os pretendentes podem examina-la, ser
vendida no sabbado 1 de outubro pelas 11 horas
da mauha no armazem dos Srs. Palineira A Bel-
tro do largo do Corpo Sauto.
Peecisa-se de um ou dous caixeires com al-
[ guma pralica de negocio de fazendas par fra da
; cidade : a tratar na ro da Cadeia do Reelfc nu-
mero 33, loja.___________________________
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
todo servico de urna casa de pouca familia- i na
rua Je S. Francisco, casa n. 56.________
Aluga-so unta casa en Bebenbe : a irKar
: com J. f M. Reg, na rua do Trapiche n. 34.
mmmmmmmmi
Companhia MelfffMe de
segnros inarif Iihom e ter-
restres estabeleefda no
Rio de Janeiro.
ACKNTBS EMPRl'NAMIirC)
Antonio Lnii de Oliveira Azeved & C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de segiros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, rwrcado-
rias e predios no seu escriptorio roa da
Cruz n .1.
Ainda est para alugar-se a boa casa
torrea n. 39 : rua da UniSo.
LElLAO
DE
O agente Almeida competentemente autorisado
far leilao de um excellente sitio no lugar do Ro
sarioho com grande casa que conten 3 salas, 4
qnartos e 2 so aos. boa cosinha e terraco, estriba
ria e mais commodos, cacimba com superior agua
de beber, com 300 ps de larangeiras to las d\j ex-
celleote qualidade, rnangueiras, coqueiros, sapoli-
zeiros e sapotas, grande quantidade de cajueiros,
duas grandes baixas para capirn, urna meia agua
oa extrema do sitio que hoje serve de acmiguc c
rende 7 J mensaes.
itrea-feira 1 de outubro
s 11 horas do dia porta da Assoeiaco Com-
mercial.
AVISOS BIVEBSOS.
O Dr. Rocha Bastos niudou *s.ua re-
sidencia para o caes Vinie o Dous de No-
vembro n. 30, porcin do ftilhar dos Arcos.
(3
Precisa-se fallar
Teixeira de Mendonca
Igrapbia, ou na livraria
' Independencia. _____
Antonio Jos
: nesta typo-
8 da praca da
Urna parda que nao e muilo moca, com pra-
: tica de servco de ana, se oflerece para cas:
' homem soiteiro ou de pmira familia : na rua
Senhor Bom Jess das Crioulas n. 36.
Precisa-se alugar una preta que saiba fci
uhar e engommar,e urn prcto que se preste a car-
i regar agua e fazer compras na rua : na rua larga
do Rosario n. 28, segoodo andar._____
Lina pessoa competentemente habilitada se
I otlrecc para etisinar em algum engenho primei-
ras lettras, grammatica, anlhreetica e msica :
I quem pretender dirija-se rua do Rangel n. Vf,
casa de relojoeirr^___________________________
J. F. S. Colho c J. C. Pinto cordialmnnto
\ agradecem aos amigos do fallecido C.nsUidio Luis
Gomes o obsequio que fizeram de conduzr, nodta
2o, o seu cadver ae ultimo jazigo ; e ao mesinc.
lempo os convidara para a raissa do seiimo da,
sabbado Io de oninbrn, na igreja do Espirito SaaK
do Collegio, s 7 horas da mauha ; pelo que Ibes
sin o mo ?
de outubro viodouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
. forneciraenio do arsenal de guerra, 27 de tetembro
636:ilM3iO de 4064.
Comegar s 8 horas.
23:989J953
6GO:104293
llovluicuto da alfande&;a
Volumes entrados com fazendas...
cora gneros...
Voluro.essaludos com fazendas...
< c com gneros..
AVISOS MARTIMOS,
244
32o
116
742
858'
569
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastwo Jos Basilio Pyrtho,
Vogal secretario interino.
Conselho a mnobtrativo. ,
O conselho administrativo para furnecimento doj ..^J/U KiM.mm &. w Arun
arsenal de guerra tem do comprar os objectos I i i os uu.r,os do U0Fli; ? esperado
COMPANHIA BEASILEIKA
DE
Dcscarregam no da 30 de setembro.
Barca franceza Spltere mercaderas.
Brigue inglez -Len -mercadorias.
Barca inglezaSerapliinaidein.
Becuna dinamarquezaAdonis -farinha de trigo.
Patacho portuguezMara da Gloriabatatas, ce-
bolas e farelo.
Barca inglesaUnion o resto.
Importaco.
Escuna dinamarqueza Adonis, entrada de Tries-
te, consignada Sauuders Brothers s C, mani-
feston o scgninte:
1,540 barricas farinha de trigo, 50 caixas ba-
nha de poico, e 5 toneladas de lastro de pedra ;
aos mesinos.
Patacho hespanhol Vicente, entrado de Barcelo-
na, consignado Pereira & Carneiro, manifes-
tou :
132 pipas, 18 meias, 36 quartolas, 27 pipas, 3
seguinles:
Para o presidio de Fernando.
30 arrobas de plvora.
Para o 7o batalho de infanlaria.
Ai bonets redondos sera palla.
Para o commando das armas.
3 j.irras de barro com lau.pa.
12 quarlijihas.
1 copo d vidro.
3 ditos de vidro lapidados.
1 baca de louca.
1 globo de vidro.
3 ourines de louca.
2 lanternas ou mangas de vidro.
6 escarradeiras de lato.
1 caslical de latao.
1 bandeja pequea de folha.
3 (echaduras com chaves para, gavetas.
Quera quizer vender laes artigos aprsente suas
propostas em carta fechada na secretaria do conse-
lho administrativo s 10 horas da manhaa do dia 5
de oututiro viodouro.
Sala das sessSes do conselho administrativo para
meias ditas, 25 quintos, 30 decimos vinho tinto, fornecimenlo do arsenal de guerra, 27 de setembro
100 barris azeitonas; aos mesraos.
Hecebedoria de rendas internan
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 28........ 27:246948
dem do da 29................. 1:953392
29:200*340
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 28......... 78.9195'>52
dem do dia 29................. 8:704*519
87:624*471
M0YIME1IT0 DO PORTO.
de 1864.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente
SebastiSo Jos Basilio Byrrho,
Vogal secretario interino.
ConsHho admiui'iralivo.
0 conselho administrativo para foroecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes:
Para provmeuto do arsenal.
50 pclles de lustre.
Para o laboratorio.
18 arrobas, salitre calcinado.
10 ditas, enxofre.
6 dilas, plvora.
lo resmas, papel cartao de formato grande.
U arroba, goinraa laca.
8 caadas, alcool de 36 graos.
1 arroba gomma de mandioca.
4 libras, pedra-ome.
1 geral grande de pedra trilmar.
1 relogio de parede.
1 lavatorio de ferro com bacia e jarro.
Quem quizer vender laes artigos aprsente snas
o vapor Cruzeiro do Sul, com-
maudantc Alcanforado, o qual
depois da demora do costume se-
guir para os portos do sul.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devtr
j ser embarcada no da de sua chegada, encommen-
: das e dinhero a frete at o dia da sahida as 2 ho-
| ras : agencia, rua da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C
! COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Itavegaco costeira a vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Aracaty, Cear,
Acamca' e Granja.
O vapor Jaguaribe, comman-
dante Lobato,seguir para os por-
tos cima no dia 7 de outubro as
5 horas da tarde. Recebe carga
'at o da 6. Encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida
is 3 horas da tarde : escriptorio no Forte do
Mallos n. 1.
0 cirurgio Leal mudou
a sua residencia da rua tel^gJSSg-E
s\ i i } Aluga-se pelo tempo da fe
Uueimado para a rua
.jsta a casa d- Po#>
Qjic da Panella, que fica no paleo da igreja com a frea-
~ 'te para o rio, tem commodidades para grande-
Uruzes sobrado n. oo, pn- ** iv*v
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o aeharao como sempre
prompto a qualquer liora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissao, chamado porescripta.
AosiO:00(StO.
Quintafeira 6 de outubro do corrente
anuo se e.xtraliii a quinta parte da quar-
ta lotera (110a) a beneficio do Gymuasio
Pernambucano, no consistorio da igreja de
Nossa Senlinra do Rosario da fregueziado
Sant'i Antonio.
Os bilbetes, meios e quartos acham-se
renda na respectiva thesouraria rua do: I"v,,|,!-a?e
f- u1 i muito em cunta
Crespo n. 15.
Os premios de 10:000-5000 at 20ijO00;
sero pagos urna hora depois da extraego
jardim, cacimba, cora bomba e tanque: quera a
! pretender, dirija-se a rua Direta, no primeiro aa-
I dar por cima da botica do Sr. Paranhos, que acha-
ra cora quera tratar._________________
Precisa-se de urna ama para cozinhar e com-
prar para casa de pouca familia : na rua de Hor-
tas n. 130._______________________________
Precisa-se de urna ama forra ou escrava para
casa de familia, que saiba cosiuhar e comprar : a
tratar na ma do Pires n. 24._________________
Joao Luiz Goncalves Vianna tem justo e con-
tratado a taberna sita na rua da Guia ii. 42, per-
lencente ao Sr. Joao Manoel Alws de Azovedb, li-
vre e dosembaracaila d'' Qjualquer onus.
Juo Luiz Goncalves faz pnlihco que por ha-
ver outro de igual nomo, fica dora em dianiu a'--
signando-se Joo Luiz Goncalves Vianna.
Precisa-so de uoi caixeiro portuguez i|iie te
nha pralica de taberna : na ruada Imperatrz ou*
mero 23.
MOBILIA
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
SQgointe depois da distribaicSo das listas.
Servindo de thesoureiro,
Jos Rodrigues de Souza.
CASA IM
Navios entrados io dia 29.
Rio de Janeiro, Bahia e Macei o das c 20 horas-
sendo do ultimo porto 11 V horas, paquete a
vapor nacional Oyapock, de 1080 toneladas,
coramandante Antonio Marcelino de Puntes Ri-
be.ro equ.pagera 6VC"a d''^' ^eros HrBmm carta fecnada na secretaria do conse-
rESros g co'npaohia des paque- ,pho*administralLvo as 10 horas da manhaa do da 7
Aracaty Ho Rio ^SJ^^^S I %aTKSSSt conselho administrativo para
primeiro porto e 6 do segando, hyale nacional' M 27 do setembro' aepois aa aemo-
Nicolo I, de 43 toneladas, capito Trajaoo Theo- J/^6010 d0 arsenal de guerra> *7 de selemDro ra do costume seguir para Bordeaux tocando em
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
SebastiSo Jos Basilio Pyrrho,
Vogal secretario interino.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navega^o costeira a vapor.
Taman ar. Rarra Grande, Ponta de Pedras,
Camaragibe, Macei, Penedo e
Aracaj.
No dia 5 de outubro seguir
para os porlos cima o vapor Pa-
raliybu, coramandante Martins, s
'i horas da tarde. Recebe carga
_ 'at o dia 4 Encommendas, passa-
geiro e dinheiro a frete at o dia da sahida : es-
criptorio no Forte do Mattos o. 1.__________
COMPAtfHIA
DAS
MESSA6ERTES IMPERIALES
No dia, 30 do
corrente mez e-
pera-se dos por-
tos do sul o va-
por francez
G u ienne, c o m -
mandante Aubry
de la No, o qual
depois da demo-
domiro de M rara, equpagem 6, carga sulla e
out'os gneros; a Prente Vianna & C.
New-York53 dias patacho austraco Corita, de
223 toneladas, capito F. Cranotieh, e.|uipagrfm
8, carga 791 barricas com farinha de trigo e ou-
tros gneros ; a Johnston Paler C.
Navio sahido no mesmo dia.
LiverpoolBarca ingleza Greig, capito J. Coha,
carga algodo e outros gneros.
Correio geral.
& Vicento e Lisboa.
Em S. Vicente ha nm vapor em corresponden-
cia com Gore.
Para condieeoes, fretes f passagens trata-se na
ageHria rua do Trapiche n. 9.
AOS 10:000.000
lgllhetes garantidos
A' rua do Crespo n. 23 e casas do costme
O abaixo assignado vendeu nos seus muito feli-
zes bilheles garantidos da lotera que se acabou
de cxiraliir a beuelicioda igreja de Santa Rila, os
seguintes premios:
N. 309 d us quartos com 10:0003000
N. 930 raeio bilhele cora 2:0005000
N. 1726 dous quartos cora 500*000
E outras militas de 2003, 1003, 403 e 23.
Os possuidure podem vr receber sem os des-
con.os das leis na Casa da Fortuna rua do Cres-
po n. 23.
Acham-sc venda os da quinta parte da quarta
lotera a beneficio do Gymnasio, que se extrahir
no dia 6 de outubro.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 12J00C
Meios......... 63000
Quartos........ 33000
Para as pessoas que compraren)
de 1003 para cima.
Bilhetes........ 113600
Meios......... 53500
Quartos......, 23750
Manoel Martins Fiuza
Na povoacao de Tracunhem llca estabeleci-
do ura carro tirado a qnatro valentes cavaltos para
conduzir passageiros parosla capital, edesta para
Nazareth ; sendo os pontos de partida em Tracu-
nhem, e nesta cidade no hecco do Ouvidor. As
viagens para esta cidade sero reguladas as 7 ho-
ras da manhaa de todas as segnndas-feiras, e as de
volta as 5 horas da tarde de todas as quintas-fei-
ras. Cada passageiro pagar 103000 desla cidade
para Nata re tH? e de Tracunhem para esta cidade
pagar 83000. Havndo vaga, podem ser admit-
idos passatreiros para Pao d'Alho, c ento pagaro
estes 63000 : quem se quizer aproveitar drste
commodo, fica desde J prevenido que no dia 3 de
outubro encontrar o dito carro preparado para
fazer a sua primeira viagem de Tracunhem para
esta cidade.
Atiendo.
BDIT1ES.
Pela adininMraco do correio desta Cidade se faz
publico que em virtude da convenco postal cele-
brada pelos gNvernos brasileiro e francez, serio
expodidas malas para a Europa no dia 30 do cor-
rente |*lo vapor francez Guyenne. As ranas se-
rao recebidas at 2 horas antes da que for marca-;
LEILOES.
Feira semanal
DE
O Dr. Hormogenes Scrates Tavares de Vascon
cellos,juiz municipal da primeira vara nesta e- do setembro de 1H64. -O administrador,
dade do Recife, por S. M. L que Dos guarde '
etc.
Paco saber aos que o presente edital virem,
em romo per este juizo se ha de arrematar a
quem mais der, lidos os dias da lei, um sobrado
de tres andares e solas 11. 59, na rua da Praia,
ti eguezia de Santo Antouio, em chaos foreiros, com
tre salas, cinco qnartos, e cozinha em cada andar, Augusto Alves Guimarftes.
sendo a cozinha do terceiro andar no solio, o qual Teneatc Agostinho Jcs de Oliveira.
da para a sahida do vapor, o osjornaes at 4 ho- 1Vsil/>i huyas p nsadAs ppvstans c hii.
- ras. Adminislraco do correio de Pernambuco 22 ir"slca dv0 OSaflOS, CrySldCS C 00-
Domingos dos Passos Miranda.
CORRMO G RAL.
Rclaro das cartas seguras viadas do snl pele
vapor Orapocki para os senderes abaixo de-
clarados :
(fes artigo.
110 ji:
Sovla-feira 30 de corrate s 11 horas da miabas
Roa da Cruz n. *J.
O agente Oiyrapio vender em leilao diversos
otjeclos de oanneiria novos e usados, sem hmi
tes, bem como relogios e outros artigos de gosto o
qie todo estar exposto no dia do tctle no arma-
zem da rua da Cruz 0. 57.
O abaixo assignado declara ao Sr. Jos Daniel
Carneiro da Cunha que a rasa terrea sita na rua
da Aurora da freguezia da Boa-Vista Ihe est pe-
nhorada, como se v no cartorio do Sr. escrivao
Cunha, e por isso tenho direito de annullar a ven-
da ; todava ostou prompto para fazer algum ar-
ranjo anda mesmo com algum prejuizo.
Marcelino Jos Lopes.
Ama de leite.
Precisa-se do urna ama
Santa Cruz n. '84.
de leite : na rua d
mobilia e outro qualquer traste,
na rua do Alecrira n. 41._____
Precisa-se de 200 a juros cora penuor de
ouro : quem quizer dar annuncie.
Alugam-se barato urnas mei-aguas na entra-
da dos portos (iravessa das Barrenas) no bairro
da Boa-Vista : a tratar na ma do CotovoMu n. 2i.
Joo da Rocha e Silva, descoiiherido, reinet-
te pessoa que se interessa nos solo> da rua Nova
eijuo nao sabe sua residencia, para ler os Diarios
de 20 a 25 do corrente, aonde saliera que resido na
ruado Queimado n. 33 A ; como nao possa procu-
rar este proprietario porque nao t-m aune, que
rae guie a isso, lico ni dnvidase ser iuteressado,
ou algum muito conherioo....
' OITerece-se para caixeiro de taberna ura ra-
paz Chegado ha pouco de Portugal : a tratar na
rua du Vilano 11. II.
Precisa-se de uua ama para co/.iuhar para
(casa de pouca familia : na rua larga do Rosario
j n. 21, loj de clenlo. ______________
Aluga-se um sobrado de dous andares e so-
to na rua de Santa Rita, e ura segundo andar e
solo no caes do Ramos : a tratar cora Jos Hygi-
node Mi rauda.____________________
Offerece-se um rapaz portuguez para qual-
quer sitio : quem o pretender dirija-se a rua es-
irrita do Rosario n. 1.
Para Iguarassu
seguir domingo 2 de outubro, as 3 horas dii ma-
nhaa, o mnibus Santo Anto, se vender 20 car-
toes de ida e volta at hoje "as 5 turas da tarde :
os pretendentes dirijam-se a rua da Florentina,
casa n. 2, das 9 horas di mauha s 5 da larde.
Precisase de um menino do* ltimos ehega-
dos do Porto para caixeiro : no paleo do Terco nu-
mero lit. _____________
Desapparoceu hoje 29 de selembro do cor-
rente anno um eavallo castaabo escoro, cora os
qnatro ps calcados, com as cimas ripadas a moda
faco, cujo eavallo levou urna cangalha coberta de
estopa; desappareceu do beccj do Peixe Frito,
junto a loja do Sr Preguca : portanto roga-se a
qualquer pessoa qu o aehar, o leve a Amaro Fer-
reira de Lima, seu legitimo dono, morador no cu-
rato do Bom Jardim, ou mesma loja do Sr. Pre-
guca, na ruado Queiinad> n. 2, que sera genero-
samente recompensada. ________
Precsa-se do duas amas, sendo urna branca:
oa rua da Cadela do Recite n. 4. tTe-iro andar.
uga-si nina lo|a propna para negorio ao
largo da Ribera n. o : a tratar no sobrado da
mesma.
0 agente de leilds OUaai*
tem gerencia era respns^hiliJade al-
gama Hoartoazem da roa da tiatleia
do Recife b. 48.^__________________
Na povoacao de Afogados termo da viHa d#
Ingazeira existo um desertor do nono balalh
chamado Manoel de tal, foi denunciado ae sntide-
legado Joao de Dos de Siqueira o qual fei preso
e reioeUido para o delegado da villa de Ingazeira.
e sem provar se era ou nao desertor foi sollo por
ordem do mesmo delegado Laurent ino de Vasion-
celros Calaca Brito.
Precisa-se de um menino de idade de 14 a
16 annos, dos ltimos cnegados do Porto, para
caixeiro; na rua da Concordia, padaria do gaz.
Na misma tambora se adrante um homem de 18
a 20 e tantos anuos para ir praticando no mesmo
fabrico do padaria,
Sor ele.
0 fabricante deste rpgalo faz ver aos moradores
I da Capunga que hmra sorv. te todos os domingos
e das santos s II horas dd dia e 9 da noite nos
IQuatro Cantos casa da esquina.
i


^J


Diario de renuan*ae Scvfa felra 30 le Seiemfero de 1SM.
ii
PftRIS
SALSA PiRIUM DE AVER.
Transcrevemos aqui algteis
dos muilos attcstados que temos
reccbdo das virtudes da salsa
parrilha do I)r. Ayer.
Ilhcuuiasmo. .
DE JOAO JOS DOS SANTOS.
Ouro Prelo.
t Soffri rlieumatismopormui-j Precisa-se de ama criada livre ou escrava
vezes, e vendo annunciado 1ue saiba cozinhar e engoramar : na rna das Cruz
DENTISTA DE
49Roa Nm-i9
Frederieo Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacoes e sua arte, e cet-~
loca dentes artificiaos, tado com superio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas Ihe reconnecem.
Tem agua e pos dentilicio.
um
jornal d'esta cidade a: *g* glmeiro apdar-
o
Salsa parrilha de Dr. Ayer, re-1 ja
solvi-me a comprar um frasco e fazer uso O
d'ella ; e ames de concluir o primeiro fias- Qj
co, achei-me forte e sem sentir a mais leve
d6r nos joelhos ; a parte do corpo que es-! fccj
tava affectada d'esse terrivel encommodo O
que roubou-me tantas noites de somno. <,
Ernpcftes, borbulhas, pstulas,! J3
ulceras, e todas as molestias g
da pille. F
DO SR. JOAO PAULA DE ABUEU E SOLZA. i
Ra de S. Pedro.Rio de Janeiro.
c Soffria mais de dous annos de urna I
erupco syphilitica em todo o corpo, mos-
trndole sempre com mais violencia na ca- j
ra, prove muilos medicamentos e cnsultei
muitos mdicos, e estava quasi desanimado
quando vi os annuncios da Salsa parrilha
do Dr. Ayer: comecei a fazer uso d'ella c
nos primeiros dias a erupco aggravou-se,
porm antes de acabar o segundo frasco ti-
nha o mal desapparecido completamente de
todo o corpo.
Doctor Don Jos Valdes Herrera, profes-
sor de medicina y circrjia, subdelegado
em ambas as facultades del sesto dis-
tricto Habana.
Certifico que he usado l Zarza parril-
la del Dr. Ayer, y como depurativo he ob-
tenido de ella los mas felices resultados en
los casos de ulcera crnica, como asi mismo
ensayado las Pildoras catrticas del mismo |
*utor y las considero como um purgante,
uya accin ademas de ser segura, lia sido
muy eficaz en el iratamento de las enfermi-
dades que exsigeu el uso de los purgantes,
y no vacilo en recomendar estas preparacio-
nes. Y para los fines que puedan convenir
doy la presente en Regla a 7 de Setiembre
de 1860.
Dor. Jos V. Herrera.
Escrfula.
attestado do Illm. Sr. Francisco Ferraz
dos Santos.Ouro l'rto.
Me acho ha quasi dous anuos aflectado
de escrfulas, e tendo soffrido tanto que al-
gumas vezes quasi que chego a desanimar
da vida e maldizer da minha infeliz sorte;
tenho sido tratado por muitos mdicos d'es-
ta cidade, e nenhum pode vencer a tenaci-
dade de minha molestia, eslava sem espe-
ranzas de recobrar a minha saude ; quando
ltimamente resolv fazer uso da Salsa par-
rilha do Dr. Ayer. Completante boje
trinta e sete dias que comecei com este
santo remedio, e tantas melhoras tenho
sentido que tenho conviccao de em breve
"recobrar a minha saude, perdida ha tanto
lempo.
Syphilis e molestias uiercuriaes.
Do Illm. Sr. Dr. Jackson.
MediCO limito cotilleado nae provincias do
mi lo Brasil.
Tenho receilado a Salsa parrilha do
Dr. Ayer nos casos mais -inveterados de
Syphihs constitucional e sempre com os
mais felizes resultados; o mellior atieran-
te que conliero.
L.eucorrha e flores brancas.
Temos cartas em que nos contam casos
inveterados que fpram radicalmente curados
com um ou duus frascos d'esta Salsa par-
rilha.
O espaco nao nos permitle transcrever
todos os atiestados que possuimos das vir-
tudes d'este extra lo composto de Salsa
parrilha do Dr Ayer. Hasta declarar ao
publico que tem sido empregado ha mais
de vinte anuos pela profissao medica tanto
das Americas como da Europa, sem nunca
desmentir a sua alta reputacao.
Pe,
O
g
P5
s.


I
o
f
Ct>
0
P-

g
I'
xa
B
o
m
C3
Ai
SO
P-
I
i
m
0 Dr, Kocka Bastos
pode ser procurado ao ndo dia, e -das 3 horas da tarde
eludante no
Caes 9t de Aovembro a. SO;
I (POU CIMA PO UILHAR DOS ARCOS.)
De iiicin dia as 3 horas da tarde
M. 9 ltua da Cruz X. 9.
Cura radical e em pouros dias as mo-
lestias s\ phthiii-as e as do apparelbe ge-
nito-urinario.
Precisa-se de dous homens que eiHendam do
servio de copeiro : na ra da Aurora a. 32.
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualqner concert.
Precisa-sede urna ama que saiba cozinhar e
comprar : na ra de Santo Amaro-n. 6, primeiro
andar.
Offerece-se urna mulher de uieia idade para
cozinhar para casa de homem solteiro ou pouca
familia : na travessa do Carino a. 4.
Preeisa-se de um caixeiro cora pratica de
taberna, dando fiador a sua conducta : na taberna
grande da Soledade n. 46, paga-se bem.
Quera precisar alugar um escravo pardo pa-
ra cozinhar, para mandados e para bolear cabrio-
Ir!, de boa conducta, e que bastante desembara-
zado e limpo, dirjase ra Yelha n. 93, ou en-
tenda-se com o escrivo Silva Reg, na ra do
Imperador n. 71.______________________________
Precisa-se de una preta para vender na ra:
a tratar na ra da Concordia n. 2.______________
Adelina Mangin retira-se para a Europa.
As pessoas que pretenderam comprar a ar-
macao do deposito n. 58 da ra Nova, dirijam-se
ao mesmo que acharo com Guern tratar.
Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado, autoritario pelo
Banco Mercantil Portuense. e na ausencia
do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
as pracas de Lisboa e Porto, e mais luga-
res do reino, por qualquer somma vis-
ta, e a praso ; podendo, os que teraarem
saques a prso.receberem avista, no mes-
mo Banco, descontando 4 0|0 ao anno: na
loja de chapos da ra do Crespo n. 6, ou
na ra do Imperador n. 63, segundo an-
dar.Jos Joaquim da Costa JMaia.
NOVIDAUE
Habitantes de Nazareth, quem vosso vigario,
corre por certo que tendes dous com carta mjj-
nal, responda quem souber ao
^____________________Aberoudo.
Solos da na Nava
Joao da Rocha e Silva, autorisado para vender
os solos da ra Nova desta cidade nao tendo ap-
parecido os propietarios das casas para efiectuar
dita venda, avisa aos interessados que s at o lim
do mez ter lugar semelhante venda com o abat-
ment da quinta parte e depois ser vendido en-
globadamente a quem mais offerecer.____________
Aluga-se urna casa acabada e pintada de no-
vo, com bastantes commodos e arvoredos, sita no
Cachang : na ra do Queimado, loja n. 14.
Precisa-se de urna
casa de duas senhoras :
n. 112, primeiro andar.
ama para o servico de
na ra da Senzala Velha
Offerece-se um moco portuguez para qual-
quer estabeleciment, e da fiador de sua conducta:
' quera pretender dinja-se a ra do Vigario n. 33,
taberna.
Ama de leite.
Na ra da Cruz n. 33 necessila-se de urna ama
; forra ou captiva, porm que seja sadia, agradando
; i nao se duvida pagar bem. __________________
Precisa-se alugar urna escrava que saiba co-
zinhar bem : na ra do Crespo n. 23.
Esi para alugar-se um excellente armazem
A uga-se o primeiro andar da casa n. 37 da Da ra dos Guararapes, proprio para um estabele-
rna da Cruz do Recite por preco commodo, pro- cimento de padaria ou refinacao por ter um gran-
pria para escriptono que recebe commissoes de de telheiro e urna excellente chamin, que tudo se
engenhos por ser no melhor lugar para este fim : b aluga por preco commodo': a tratar na ra dos1
tratar no estabelecimento da mesma casa. Guararapes n. 78.
de urna criada portugueza, de
para o servico interno de urna
pagando-se-lhe bom ordenado, e
dando-se-lhe bom tratamenlo : na ra do Impera-
BREU i
Breu verdadeiro americano, tanto em barricas
como a rctalho, vende-se na ra da Cadeia do Re-
cife, loja de ferragens n. 36 A, de Bastos.
Enxadas calcadas de ato
Chegaram as desejadas"enxadas calcadas de aro, i
as quaes vende-se o mais barato possivel : na ra"
da Cadeia do Recite, loja de ferragens de Bastos. I
Fio de algo nao da Baha e ame-
rleauo. |
Vende-se tanto om porcao como a retalho, estas i
bem conhecidas qualidades de fio por barato preco: I
na raa da Cadeia do Recite, loja de ferragens 'de
Bastos.
Telhados de ferro gal vaulsvdo.
Fomas de ferro galvanisado para telhado por
commodo preco e de muita ulilidade para cobertas
de casas, vende-se na ra da Cadeia do Recife n.
SO A, loja de ferragens de Bastos.
Vaquetas inglezas para cobertas
de earro.
Estas bem conhecidas vaquetas, vende-se nica-
mente na loja da ra da Cadeia do Recife, loja de
ferragens de Bastos.
Padaria e refioaco.
Chegaram as bem conhecidas peneiras de ra-
me e de lati proprias para padaria e refinacao, de
todos os tamanhos c grossuras : na ra da Cadeia
do Recife, loja de ferrageus de Bastos. _______
Vende-se a fabrica de sabao da ra do Ran-
gel d. 34, propria para qualquer principiante por
ter poucos fundos e offerecer bastante interesse,
obngando-se o proprietano a ensinar a maneira de
fabricar o sabao : a tratar na mesma.
Charutos da Havana.
Vende-se superiores charutos da Havana em
easa de Rabe Schmettau & C.; ra da Cadeia
o. 18.
ESPLENDIDO ARMAZEM DE MOLHADOS
LIAJ\C
BE
Paulo Ferreira da Silva & Companhia
57 RA DO IMPERADOR 57
Grandes reformas de presos
& a i por cento menos do proco que se vende em outra tfi.Vu'-
quer parte.
Gneros especialmente escolhidos por um dos socios que na Enrona se acha
para esse fim. F
grande a vantagem para todas as pessoas que comprarem neste estabeleci-
Os propietarios garanlem todos os gneros sabidos de seu j muito acreditado
ment.
armazem.
AO PUBLICO,
A Icatro.
Vndese barris com alcatrao, na rna da Cruz
n. 23, primeiro andar, cscriptorio de Antonio de
Almeida Gomes.
INao nos servimos de exordios como constantemente estamos vendo em annun-
cios deste genero, pois sao palavriados de que sempre nos abstivemos, e de que tambera
estamos certas nenhuma attenco j merecem do publico. O nosso fim, pois, simples-
menle lazer ver que o verdadeiro e principal interesse de todos est na tabella dos or-
eos que passamos a mencionar, e para a qual pedimos toda a attenco.
Viiiko verde.
Cbegou o muito desejado vinlio do Cariaxo vende-se nicamente neste armazem
Mst i* J* /. T7~7-------Ia Go rs- a 8arrafa e 3o-000 rs> a ancora com 7o garrafas.
Na toja de fazendas ba- Amendoas conftitadas
ratissvmas de Duarte
Borges da Silva, ra
da Inmeraris n. 20
Vende-se o sesuinle:
O Sr. Joao da Rocha e Silva nao pessoa tao __ ,,
conhecida que o dispense de indicar sua residencia bons cost,lmp
ou onde deve ser procurado para se fazer negocio ,_ TI f..mUi'V
com os solos das casas da ra Nova.
Contina a
em Sant'Anna de dentro
ria n. 94.
PECAS de panno de linho com 25 varas a 0$,
um p meo estreito, mas excellente para toalhas.
DITO de dito adamascado com 8 palmos de lar-
gura para toalhas de mesa de jantar a 4$400 a
vara.
CASEMIRAS de duas larguras e de urna s cor
muito boas para roupa de meninos e soutembar-
ques a 35 o covado.
TOALHAS alcochoadas muito boas para enchu-
gar o roslo a 6$ a duzia ou 300 rs. cada urna.
CAMBRAIA branca fina om saipicos miudiuhos
a 640 rs, a vara.c metade do valor.
OLIADOS de bonitos e elegantes desenhos para
cobrir mesas a 13 o covado, para acabar.
LAAZINHAS de padrees novos c muito agrada-
veis tanto na boa qualidade como no preco de 320
rs. o covado, e finalmente o respeitavel publico
achara constantemente nesta dita loja um bello e
variado sortimento de fazendas finas e grossas a
preco muito razoaveis, pois est resolvido ganhar
pouco, com tanto que venda muito, nao menciono
estar para alugar urna boa casa dor n. 38, segundo andar, ou no cartorio do tabel-, mais fazendas no presente aonuncio porque impor-
a tratar na ra da Glo- liao Almeida na mesma ra.
VIGINCU E SE-
GREDO.
Sessao segunda-feira 3 de outubro, s 6 1|2 ho-
ras da tarde.
Arrenda-se o sitio e casa da ra Imperial,
I denominado Piro Gordo, com grandes commo-
dos, cocheira, senzala, sitio murado, portao de
ferro e com fructeiras : os pretenden!es dirijam-
se ra estreita do Rosario armazem n. 31, de
Jos Moreira da Silva.
COMPRAS.
Para a cura radical de escrfulas e afl'eccocs
eserofulos, sypliilis e molestias syphi-
liticas, ulceras, feridas, clia<;as.
erupr5es cutneas e t qualquer incommodo que
provm d'um estado
impuro de sangue,
TO.MKM A
HAEMA IMKIISB.8IA DE AYER.
A' venda na ra ireita, ns. 12, 2G e 76;
ra da Quitanda n. 81 ; praca da Consti-
tuico, n. 30 e Hospicio, n. 40. E as
prncipaes pharmacias c drogaras do im-
qerio.
Vende-se em Pernambuco:
na pharmacia franceza de
P. MAURER & C.
RA NOVA N. 18.
Aluga-se a casa junto ao Sr. capitao
Pnrfrln aAtj> da pAnta An Cr Ctcxr, >.....
nifliM boas' accommodaeoes para familia
precs 30 : a fallar cor Jos Gongalves
Perreira 'osla, em Santo Amaro, o mes-
mo tem urna outra de 135, na travessa
do Lima.
Compram-se
iiiii uus resi,diiun,
garrafas e botijas vasias : na
Compra-se um casal de escravos de meia ida-
de, urna carroca e um boi : na travessa da ma-
triz de Santo Antonio n. 8.
taria isso n'uma despeza extraordinaria cuja des-
peza reverter sempre em beneficio dos comprado-
res, pedindo ao publico que nao deixe de ler todos
es dias este dito prsenle annuncio, pois haver
mudanga nos artigos cima ditos, isto a propor-
cao que se forem acabando.
Linguicas lo Sfi.i
Chegou urna porcao'de linguicas do Sond nara
o novo Destino ra do Cotovello n. 1 esquina
para a de S. Goncalo e vende barato : a ellas antes
que se acabem, bom petisco para quem gosta.
Ernproza
de illuminacao
gaz.
Precisa-se alugar um escravo ou escrava pa-
ra vender na ra, bem como urna ama escrava ou
forra para comprar e cozinhar para casa de peque
na familia : quem pretender, dirija-se a ra do
Vigario n. 1!, primeiro andar.
Vire-ooiisulartii oV llcspanha.
Havendo fall-cido o subdito hespanhol Rento
Antonio i'oulinho, sao convidados lodos os seus
devedores e credores a apresentarem neste vice-
;onsulado_o respectivos ttulos para proceder-se
liquidacao d-j seu espolio
Nat-Clalr
das illias ou os desterrados na ilha da Rarra, ro-
mance digno de ser lido pelas senhoras por seus
lances interessantes postos em execucao por urna
senhora, 3 volumes em brochura a 2 : na livra-
ria ns. 6 e 8 da praca da Independoncia.
Todas as vendas de apparclhos e reclamacoes
(por escripto dando o nome, morada, dala, etc.).
devem ser feitas no armazem da ra do Imperador
n. 41. Os machinislas mandados para atlender a
estas, apreseniarao um livro que os rcclamaules
Compra-se cobre velho : na ra do Brum nu- deverao assignar logo depois de prompto o servico
Compra-se ouro c prata em obras velhas
daga-se bem: na loja de bilbetes da praca da Inde
pendencia n. 22.
mero 78.
Compra-se efectivamente
ouro e prala em obras velhas pagando-se bem :
na ra larga do Rosario n. 24, loja de ourives.
Compra-se a obra de Theologia Moral do
bispo Montes, 3' edicao : quem liver annuncie.
COMPRA-SE
urna negra de bonita figura, que saiba lavar, en-
gornmar e coser bem, e cuja idade nao exceda a
io annos, agradando paga-se bem : a tratar no es-
criptorio de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho,
largo do Corpo Santo n. I1.'._________________
Comprase urna taberna que seja em hom
lugar, na freguezia de Santo Antonio ou da Eoa-
Vista: quem tiver para vender, annuncie por este
Diartg para ser procurado.
| reclamado; islo para que a empreza fique sciente
: de haverem os mesmos senhores sido devidamente
attendidos.
Kna da Senzalla Aova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Lo vi
Moor libra a 120 rs.
h'rrisa-se'alugar n'uma das ras
\0V, fio Imperador OU do Cl^pO (pre- Compram-se 4 canoas de. i
lerilldo-se esta Ullilll ), Uma loja, vas- 'a-S nuc tenham de 36 a 40 palmos de comprimen-
la Hsr-i < do 1 '. k nnrtae lPfrii- w ti e 6 a 8 de largura : no Jiotel de Italia ra do
la, Ciara e m a 4 portas OU igll-se Trapiche a tratar das 6 s 9 horas da manha.
ra do ( respo n. 4, loja fio Sr. Fal- _____
que.
Machina para algoilito.
Vende-se uma machina para descarncar algodao
e um motor com todos os pertences para trabalhar
com 2ou 4 cavallos, a qual d.'=caroga 120 arrobas
por dia, sendo muito maneira no trabalho, e de
mui fcil transporte para o centro, ella acha-se
montada, e o comprador pode ver o seu trabalho,
cojo resultado se garante : para ver e tralar, na
fabrica da travessa do Carioca n. 2, caes do Ramos.
hIIj\\(;a
DE *
ESTABELECIMENTO
0 agente Olympio mudou
seu armazem de leudes pa-
ra ra do Vigario n. 10,
aonde pretende continuar a
fazer suas feiras semanaes
e espera ter a mesma con-
currencia de seas committen-
tes e amigos, nao tendo
responsabilidade aiguma no
armazem da ra da Cadeia
do Keeife u. 48.
Hua do Vigario n 10.
O advocado Innocenci Seraphico de"
Assis Carvalho acha-se de novo no ejer-
cicio de sua profissao, pode ser procura-
do das 10 i|2 horas da manhaa at s 3
da tarde, na ra do Imperador n. 50,
primeiro andar, e para negocio urgente
a qualquer hora do dia.
FAZENDAS BARATSIMAS
NA
Ba da ^adeia do Rcnfe n. 47,
esquina que velta para a liad re de Dos
Completo sortimento de chitas estrellas, pe lo me-
' dico preco de 200, 220 e 240 rs. o covado, ditas
Vende se caixes vazios proprios |.a0rv6aads0escuras a 320> m> m> 380' 40 e 4W
VENDAS.
de diversas cores a
64o rs. a libra.
dem de casca dura a 24o rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs. a libra.
Ameixas francezas em caixinbas com lindas
estampas a l,2oo e l,5oo rs.
dem em frascos de vidro a 1,2oo rs.
dem em frascos grandes a 2,5oo rs.
dem em latas de 1 '/j libra a l.loo rs.
Arroz do Maranl.o e da India o melbor que
ha nesta genero de 8o a loo rs. a libra,
e de 2,5oo a 2,8oo rs. a arroba.
Azeile doce de Lisboa a 6oo rs. a garrafa, e
4,8oo rs. a caada.
dem francez e de Lisboa refinado em gar-
rafas brancas a 9oo rs. a garrafa, e lo.ooo
rs. a duzia.
Alfazema muito nova e limpa a 32o rs. a li-
bra.
Azeitonas muito novas a 2,ooo rs. a anco-
reta.
Alpista limpo a 14o rs. a libra, e 4,4oo rs.
a arroba.
Bolachmlias de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio de diversas qualidades em latas
de 6 e de 3 libras, a 3,ooo e l,5oo rs. a
lata e 64o rs. a libra.
dem ingleza em latas de 2 e 4 libras das
melhores marcas a l,3oo e 2,2eo rs. a
lata.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra e
em barril a 3Go rs.
baiaiab c... 2*00 Jofi libras a l,ooo rs.
champagne das memores maicno wn.oou
rs. o gigo, 1,80o rs. a garrafa, e 9oo rs.
as meias garrafas.
Cha uxim o mellior possivel a 2,7oo rs. a
libra.
dem petla qualidade especial a 2,7oo rs.
a libra.
tdemliysson o mellior que ha neste genero
a 2,ooo, 2,4ooe 2,6oo rs. a libra.
dem prelo homeoptico a 2,000 rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas a 6,000 rs. a
duzia, e36o rs. a garrafa.
Chocolate francez, hespanhol e suisso a 1,00o,
l,2oo e l,4on rs. a libra.
Charutos do afamado fabricante Jos Fur-
tado de Simas e outros da Pabia como
sejam regala, trovadores, guanabaras,
delicias e suspirosa l,6oo, 2,ooo, 3,000
e 4,000 rs. a caixa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco.
dem francezas surtidas ou de uma s qua-
lidade cada frasco a 5oo rs.
Cognac francez e inglez a l,ooors. a garra-
fa, e lo,ooo rs. a duzia.
Cominho e erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canellaa !)oo rs. a'libra.
Lentilhas muito novas excellente legumepa-
Xa sopa a 2oo rs. a libra.
Licores francezes de todas as qualidades
de 7oo a 9oo rs. a garrafa:
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800 e
1,000 rs. a libra, desnecessario mais
elogios Reste genero, que s se pode ve-
rificar com a vista,
dem franceza a 56o rs. a libra, e em barril
se far abatimento.
Marmelada do primeiro fabricante de Lisboa
a 600 rs. a libra, ha latas de 1, II 2 e
2 libras.
Massa de tomate em latas de 1 c 2 libras a
600 rs. a libra.
Macarro. talharim ealetria a 4oo rs. a libra,
dem branca a 3o a libra.
Mostarda franceza preparada a 4oo rs. o
frasco,
dem ingleza em p a 64o rs. o frasco.
Molho inglez em garrafinhas com rolhas dd
vidro a 64o rs. cada uma.
Marrasquinho verdadeiro de Zara a l.ooo rs.
agarrafa, e lo.ooo rs. a duzia.
Nozes muito novas a 16o rs- a libra.
Ostras preparadas em latas a 7oo rs. a lata.
Prezunto para fiambre inglez verdadeiro,
garantindo-se a qualidade a 7oo rs. a libra.
Passas novas de carnada a 4oo rs. a libra e
6,5oo rs. a caixa.
i dem para sopa estrellinha, pevide erodinha
etc. a 3,5oo rs. a caixa, e a 56o rs. a libra.
Pftixe em latas hermticamente fechadas das
scguintfs qnaiijodcs.-savel, corvina.goras
cavallmhas, e pescada a l.ooo a lata-
Palitos para denles lidiados a 14o r. o ma-
co de 2o rs. o macinhos.
Idemdo gz a 2oo rs. a duzia, e 2,loors.
a groza.
Painco muito novo 12o rs. a libra e 3,ooo a
arroba.
Queijos lamcngos, do ultimo vapor, a 2,5oo
rs.
dem prato muito fresco a 800 rs. a libra e
sendo enteiro a 72o rs.
Sal refinado em pote de vidro a 5oo rs. cada
um.
Sevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Sevada a loo rs. a libra.
Toucinbo de Lisboa a 24o e 32o rs. libra.
Tijolo para limpar facas a I5o rs. cada um.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e
l,4oo rs. a caada,
dem em garrafoes com 5 garrafas a 1.000
rs.
Vassouras do Porto com arcos de ferro a 32o
rs. cada uma.
Ibem de estovas
cada urna.
para lavar casa a 36o rs.
3
Aluga-se a casa n. 40 da
ras: na ra da Aurora n. 36.
ra das Trinchei-
para hahnieiros e funileiros a 1 $760
rada um; pesia tyuographia,________
Balaios para meninas
Lindos balaios de varios gostos para meninas
trazerem no braco : s se encontra na loja do Bei-
ja-Flor, ra do (jueimado n. 63 e 69.
Extratos e sabao em eai-
xinhas
Liadas caixinbas com um cartao com a familia
imperial, e dentro de cada caixa um fraseo ou sa-
bao o mais fino que passivel: na loja do Beija-
Flor ra do Queimado n. 63 e 69.

r >
Aluga-se o terceiro andar do sobrado sito na
ra estrella do Rosario n 31, com grandes com-
modos para duas familias por ser 3* e 4* andar,
cogiendo 14 quartos e 4 sala,-;, muito fresco por se-
ren os oites corridos de janellas : a tralar o
rnesnw com o proprietario.
Precisa-se de 1:200J a premio, dando-se por
garanta einco escravos : quem quer fazer este
negocio, aaouncie para ser procurado.
Aluga-se a casa terrea n. 90 da ra Augusta
com bastantes commodos : quem a pretender, di-
rija-se a ra do Vigario n. II
Na livraria n. 6 e 8 da praca da Inde-
pendencia existe uma carta de importancia
para o Sr. Antonio Fernandes Corredor.
Aluga-se o terceiro andar do sobrado n. 37
da ra do Amorim : a tratar na ra da Cadeia n.
62, segundo andar.
-Aluga-se o quarto andar do sobrado n 19"da Nova quidaCO de faZCndaS
ra Nova : a tratar na ra da Cadeia n. 62, se-
gundo rndar. NO
-------------------j---------------- Passeio Publico n. II.
ATlid. o dono deste estabelecimento tendo de mudarse
Precisa-se de uma ama para casa de pouca fa- P^a outra localidade, est resolvido a vender to-
milia, e que se sujeite a todo o servico de casa : das as fazendas existentes na sua loja, por barato
na ra do Queimado n. 39, primeiro andar. : prego, s para apurar dinheiro.
Precisa-se de ama cosinheira para uma casa i C"'aS.
eslrangeira de pouca familia, prefere-se captiva : Vendera-se chitas percalas tinas a 500 rs. o co-
a tratar na ra da Cruz armazem n. 38. vado, ditas francezas a 280, 320, 360, 400 e 440,
----------------------------------------------------------! ditas estreitas a 200,2*0, 240, 260 e 280, ditas pa-
1/11 i'l lid ira ceDerta l>rgas a 500 rs., ditas estreitas
'"' ; musselina branca a 560 rs. : islo s no Passeio
A IS000.
Ricos cortes de vestido Mana Pa, ditos de laa
com 16 covados por 65, ditos de cambraia com
j barra de seda por 65500, ditos de cambraia com
I barra por 35, ditos de fustao braoco para caiga
por 15900, ditos .de brim por 25, ditos de meia
. casemira por 25400, casemira enfeslada a 35 o
covado, meia casemira a 15800 o covado, ganga
j de cor a 560, e fazenda escura para calca a 400 rs.
o covado.
Econmico para vestidos de escravas.
Algodao mesclado a 280 o covado, laazinhas a
400 rs. o covado.
E' queimar!
Chapeos de palha escosseza a 151 muito ba-
rato.
Brim branco.
A 800,15100 e 15280, e muito fino a 15600 a
vara, ditos pardos a 800, 906 e 15100 a vara.
Houpa fcita.
Completo sortimento de paletots, calcas, camisas
francezas e seroulas, e bem assim outras fazendas
que s vista; tambem se dao amostras, deinan-
do penbor. A loja est aborta al as 8 horas da
noite.
Copos finos para agua e vinho a 4,8oo 5,ooo Velas de espermaceti superiores a 5o rs.
e 5,5oo rs. a duzia, e 5oo rs cada um. \ a libra.
Caf do Rio superior a 28o e 3oo rs. a libra, dem de carnauba refinada e de composico
e 7,5oo a 8,5oo rs. a arroba. a 36ors. a libra, e de lo,5oo a ll.ooors.
Doce de goiab. superiorem latas a 2,ooo rs. a arroba.
Ervilhas porluguezas em latas chegadas ul- Vinho em pipa. Porto, Lisboa e Figueira
timamente a 64o rs. a lata. das marcas menos conhecidas a 4oo rs.
dem ceceas a 16o rs. a libra. a garrafa e a 2,8oo rs. a caada,
dem j descascadas a 2oo rs. a libra. dem Figueira especialmente escolhido neste
lugar a 6oo rs. a garrafa,
caada.
e 4,5oo rs. a
dem Lisboa em ancoras com 9 caadas mar-
ca especial a 22,ooo rs. a ancora.
dem Lavradio, Colares muito fresco sem
composico a 6oo rs. a garrafa, e 4,5oo
rs a caada.
D-se para residir em um sitio perto desta cida- Publico o. 11.
de, sem a menor paga, a urna pessoa de pouca fa- Italoes
T~ T^-rt6'1??,10. a Sa b0aAaac' I Vendem-se baldes de arcos a 25500, 35, 355W
ta, com acondicao de tratar dos arvoredos que e 4, chale} de ,a superior a 255OO, lencos bor-
existem no mesmo sitio concerUr as cercas do dad* a C3pcho a 2( m ^ ^jg f g
^^^^.J,l2,b^S2,,tiS? "raneo fino'a 15400 a Vara,'dito pardo list adoa
forem entregues ao entrar para o mesmo sitio, 72o irns nadroes de cazinta nara calca e naV>
quandojueira osea proprietario, podendo fazer a ,7 ^O^ado cam de 8? WSt
plantacao que Ihe conv.er e desfructa-la durante o para homem a ^^ ditas a ^ j[s superiores
tempo que no mesmo sitio esuver por consent- J 6fi300 s D0pa3seio Public* vende se por
ment do seu proprietario, ou pessoa por elle au- te D7eco Mra acabar *"
lorisada, nao podendo quando sahir do mesmo si-'
tio por sua voatade ou despedido por seu proprie-
tario ou por sna autorisacao, pedir o menor paga-
mento por qualquer plaolacao que deixar, 00 por nm 'in moleque de idade 11 annos, proprio para
gualquer trabalho que o tenha feito, ou mesmo pa?em, dous ditos de idade de 7 a 9 annos, doas
como paga de ler estado no esa sitio : que escravos e nma escrava que faz todo o servicc e
ris astim o ijueira, dirija-w ao sobrado da ra de sem vicios : na travessa do Carmo n. 1.________
Francisco n. 10, cora doeumooto, provando a! Vende-se a armacad de uma taberna na raa
Vende-se
sua boa conducta.
N. B. A casa se acha em mo estado.
Imperial n. 112 : a tratar ama da Guia n. 51.
Carne do sertdo
No armazem da Aurora Brilhante no
Acha-se jusia e contratada a easa da *raves-
A. L Peleuche, ra lova n. 22, recaben om ?a do <.armo n. 13 : qnem a ella se julgar cora
grande ?rtiroento de molduras para relratos por direito appareca na roa estrella do Rosario n, 19,, Sanu Cruz n. 84, ha a melhor carne do .
preco commodo. I segundo andar. j 4R6 ba no mercado assim como lingun.as e queijos.
Vende-se uraa propriedade com 800 bragas
* ML de testad,>si,a nas margens dos riachos Batatao e
Paitrin I Esuerdo- affluentes do Capibaribe, 18 legoas des-
ta praca de Pernambuco, o legoas da villa do Li-
moeiro, 8 da cidade da Victoria (Santo Antao), 4
da freguezia de Gravat, e 3 da povoaco de Pedra-
tapada, onde ha feira todos os sabbados, com 4 ca-
sas habitaveis, que fazem quatro sitios, sendo uma
destas muito grande por ter arraazens e prensa de
ensacar algodao, com commodos de se levantar
machina, outra tambem grande, com estribara e
casa de fazer farinha, tudo coberto de tena, outra
tambem commoda, outra mais pequea, com casa e
estribara, 7 8,000 covas de mandioca manipeba
do anno prximo passado, 25 alqueires de milho,
tendo tres destas casas curraes e todos cercados ao
p de algodao (raizes), e mais um cercado mnto
grande em um dos sitios cheio de raizes de algo-
dao, duas graodt s plantas de capim, 50 80 ca-
beras de gado vaceum, e uma porcao le ovelha ;
tem a propriedade bastante mata virgem, onde ba
minias madeiras de todo o mister : vende-se parte
a dinheiro, recebendo-se em pagamento algum es-
cravo, e o mais a praso, todo negocio se faz: quem
quizer dirija-se a loja de Joaquim Ferreira Ramos,
ra do Crespo, quina do Queimado, que achara
quem Ihe de as explicacoes para se poder fazer
negocio, ou ao mesmo sitio, lugar da propriedade i
tanqne do Vieira, onde mora Joao Cajueiro.
largo la
sertio
Farinha de araruta verdadeira a 320 rs. a
libra.
Figos em caixinhas bem enfeitadas a 9oo
rs. cada uma.
Favas portuguezas em latas chegadas lti-
mamente a 640 rs,
Frutas idem em calda, pera, pecego, alper- \
se, rainha Claudia e ginja a 7oo rs. a lata.',
Graixa nova a loo rs. a lata e l.loo rs. a Idem (Je<.LlsDoa branco uva P" a y<> rs. a
,juza garrafa, e a 4,000 rs. a caada.
Gomma muito alva e nova a 16o rs. a libra. 1(em Porto flD. em P'Pa a S6 rs- a garrala.
Genebra de Hollanda em frasqueiras com 12 Ide engarrafados generosos Lagrimas do
frascos a 5,8oo rs. e 560 rs. o frasco. ?Jur0' D"que do P?rt0' D> Luiz h D-
dem em botijas a 4oo rs. cada ama. Pedro v Nectar> ve'ho secco, Malvasio
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,800' Ge"uino' Pelicular a 9oo e 1,2oo rs. a gar-
re, com o garrafao. arafa, e a 10,000 rs. a caixa com uma du-
Idem de tres caadas a 7,2oo rs. cada um. I z'a<
dem inglezas em garrafas brancas bordadas dem Madeira legitimo a l,2oo rs. a garra-
com rolha de vidro qualidade superior a fa, e a l2,ooo rs. a duzia.
l.ooo rs. a garrafa. | dem Muscatel a l.ooo rs. a garrafa,
dem de laranja verdadeira a 1,000 rs. o dem Bordeaux das acreditadas marcas St.
frasco e ll,ooo afrasqueira de 12 frascos. I Julien, St.Esteph,chaleau la Rose,chatau
Kirsch Wasser excellente bebida suissa a Margoux e outros a 6,5oo rs. a caixa. e
1.800 rs. a garrafa. j 56o rs. a garrafa.
(EKVEJI EM IIIRBIL
a tOO rs. o copo
-

dem prato multo fresco
dem snlsso superior
Idem londrfno superior.
57 Ra do Imperador 57
&
k


A, -
Diario fie Pernambaco Seia eli-a 3O de eleuibro de i*Oi.
\
C L i R
COlflI
RA llO QUEI9IADO W. 15.
Passand o becco da Congregarlo segunda casa,
aMMI! I! MIL
NOVIDADQ

Pereira Rocha 4 C. acabara de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molbados denominad^Ciarm Uminei-
cial, onde orespeitavel publico encontrar sempre um completo sorlimento dos melhores gneros que vem ao nossc Jjcnaao o
qaaes serao vendidos por precos muito resumidos como o respeiiavel publico ver pela tabella aba.xo menctoncda, garante-se obom
peso e boa quaiidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranhao, India e Java a 60, 80 e Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
100 rs. a libra, e 1A800, 20600 e 300001 Painco a 200 rs. a libra.
Grande liquidagao.
Roa da Iniperatrlz n. 60.
Loja de fazendas do Pavo de Gama k Silva.
Acha-se este estabelecimento completamente ^
sonido do fazendas inglezas, francezas. altelas e
suissas, proprias tanlo para a praca como para o
mallo, prometiendo vender-so mais barato do qoe
em outra qual(|uer parle principalmente sendo em
porco, e de todas as fazendas do-se as amostras,
deixando Mear penhor, nu mandam-se levar em
casa pelos caixeiros da loja do Pavo.
As titilas do Pavo.
Vendem-se chitas nplezas claras e escuras pelo
barato prego de 240, 260 e 280 rs. o covado, tintas j
seguras ; dilas francezas de corea seguras a 320,1
34, 360, 400, 440, 480 e 500 rs. o covado, fazenda j
-! muito superior e bonitos padrfes : s na loja do |
Pavo.
As laazinhas da expsito do Pavo.
Vendem-se laazinhas as mais modernas que
tem vindo ao mercado, proprias para vestidos e
soulembarqnes por serein lisas e de cores muito
delicadas 560eo00rs.; ditas lisas com mu luslre .
que parece seda 640 rs. o covado, ditas com |
quadrinhos de seda 4500 rs. o covado, s para aca-
a arroba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
40200 e 10600, e em frascos grandes a
24500.
dem em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estambas no interior das caixas
a 10200,10100, 10600 e 2.
Amendoas cora casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba.
Azeite doce francez mnito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a6i0 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avell5as muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 rs.
Bolachmhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata,
dem inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porco relinada a 440 rs. a libra e
em barril a 400 rs.
Cha hysson, huchin c perola a 10600, 20,
20500, 23800 e 33000 a libra.
dem preto muito superior a 20000 a libra.
Cerveja preta e branca, das melhores marras
que vem ao mercado, a 506 rs. a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac in?lez fino a 96^ rs. a garrafa.
Conservas"a 720 rs. o frasco.
dem, sude pepino, a 72^ rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
e especnlmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa a 10800,
200)0, 20200, 20500, 20800, 30000 e
30500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 280 e 320
rs. a libra e 80500 a 80800 rs. a arroba.
Cartes de bolinhos francezes muito novos e
bem muito enfeitados a 700 e 600 rs.
Cbouricas e paios muito novos a *00
libra,
Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
muito novo a 6iO rs.
Cevadinha de Franca muito superior a 220
rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata,
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Quecos nangos do ui *^ftS2S*lS
10800, 50500 e 280 rs. a libra.
dem prato.
dem londrino chegado no ultimo vapor a
900 rs. a libra.
Sal refinado era frascos de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 300 rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra
Tuucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a libra,
dem stearinas muito superiores a 600 r.
libra.
Eigos em caixinhas ermeticamente lacradas
a 10600.
Vinho do Porto engarrafado o mclhor que
ha neste peero e de varias marcas, como
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D Pedro, D. Luiz I. Mara Pa,
Bocatre Cbamisso e outros a 800, 900 c
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e 100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500e 5G0 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada.
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrrafa, e 70000 a 70500 rs.
a duzia.
dem Morgaux e Chateaulumini de 1851, a 10
a garrafa,
dem muscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a
102OOrs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a LSSOOrs.
Alm dos gneros cima mencionados lo-
mos grande -porco de outros que deixamos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em pon-oes como a
retalho-
Farinha do Maranhao a 160 rs. a
dem de trigo a 120 rs. a libra.
libra.
NOVA
liquidadlo de fazendas de todas as qua-
li nades na loja e armazem da Arara,
ra da 'mpeatriz b. 06, de Lo.uren-
co i'creira lleudo ftiinaries.
AtiteucSo que se val principiar.
V-nde->e pegas de panno de linbo para lences,
toalbas e seroulas.com 13 1/2 varas por 84500 ;
brim liso por 300, 360,640 rs. a vara : na roa clft
Imperatriz luja di Arara n. 30, de Mendes Guima-
res. b
A Arara vende souteuibarque a I0> e 120.
Vende-se soutembarqnes de laazinhas enfeitados
a 105 e 125, ditos pretos de grosdenaple fino
a 20$. 225 o 233 ; capas pretas ricamente enfeita-
das a 23$ n .'{0$; camisinhas para senhoras a 2$
e 35 ; golinhas 240, 320 e 300 rs.; manguitos a
300 rs. o 15 : na ra da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
Coi tes de chita a 20100.
Vndese cortes de chitas com 10 covados a
2,3400, ditas franceza a 35200 ; ditos de cambrai
de salpicos a 25300 a peca, dita fina a 35500, 4$
e 55: na ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara, de
Meudes Guima-raes.
Itunpa feita barata.
Vende-se palilots prelo de panno a 165, 1*$
125. 10 e 85. ditos de alpaka a 35 o 45, ditos de
itos mallos outros objectos que recebe por diversos na- b7Sf art^ nfs tS'e & 2
lfei- v,os, tanto de saa conta como de consignacao que ;****** 5?t\HVik7ffi
A len cao
O Vigilante est alerta,
nao lhe era
permittidu
bar : na loja e armazem do Gama <$ Silva, ra da I deixar passar desapercebido sem que nao dsse o
Imperatriz n. 60. sen canto, atim de annunciar ao respeilavel publi-
Os vestidos do Pavo. ; co o grande sortimento de galanteras do melhor
Vendem-se os mais modernos cortes de vestido gosto propriamente para qualquer mimo, que ca-
de la, que vieram pelo ultimo vapor, com ricas ba de chegar neste o mo paquete
barras de cor, corpinho e collete separado ; d
cora listas de seda e tambera com barras e enfei
assim como
e7par7o corpo^or "reg" mais barato do que em esta resolvido a vender por pregos muito baratos JJgJg *J S5i%!Ub%
outra qualquer parte, e se quizerem urna prova para vender muito c ganhar pooco, e dar exlracao *Jf* JMSK 36 Iota da A ara.
rl,P ni, mandm ver loia e armazem do o grande deposito que tem, que espera merecer a na rua da imperatriz n. oo, lojao*am.
S ra da ImperatHz n60, de Gama 4 Silva, proteceo doTespeilavel publico empregando para Colannbos econmicos a 610 3 liria.
fttJsill*AU*riP a Si Pavo (80000). sso toas e as melhores diligencias para que li-. \endes-i colarinhos econmicos muito bem fe-
S!SSSSSmmSS aS Pia jpem satisfeitos; is.o s no Gallo Vigilante, ra do | tos a 640 a duzia : na ra da Imperatriz n. 56, lo-
de lazinha transparente com lisias, e palramhas trespo n. 7.
de seda pelo barato preco de 85 cada corte : su m porla-joias.
na loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Ga- Cofre de muito gosto por
j ojiva Cestiuhas transparentes forradas d
165000
.ma & Silva.
je ma-
Genebra deHollanda verdadeira marca VDils eassas do Pavie a 210, 280, 300, 320 e
a 560 rs. o frasco e 60200 a frasqueira. I 30 rs.
- auna* s o Pavo vende as finisslmas eassas persianaa
mitaco de la, com cores fnas, 360 rs. o co-
garrafa
dem em garrafes de 3 e 5 galoes a 50500
e 70300 cada um com o garrafo.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 a duzia.
Licores muito Anos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidadft especial em garrafas muito
grandes, a 10800 a garrafa.
dem em garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, em garrafa trma de pera e rollias de
vidro, a 10000, so a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 900 rs. a libra, e da
de segunda quaiidade a 800 rs.
dem francez muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Maca de tomates em barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 60>i rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs. .
dem regular a 500 rs.
Magas finas para sopa : estrellinha, pevide,
rodinha e aletria a 600 rs. a libra e a 40
acaixinhacom 12 libras.
, Nozes muito novas a 160 rs. a libra,
e i Peixe em latas preparado pela primeira arte
decozinba a 10 a lata,
| PaliiS de denles a 160 rs. o maro.
dem de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
Amendoas eonfeilados a 900 rs. a fibra.
|)nr.P! do goiaba om Iotas 0 melhor possivcl a
20 c em caixao a 640 rs.
dreperola por
Lindas jardiueiras.
Ricos cofres com camaplieu.
Lindas caixinhas com podras brancas.
Lindo balao cora calungas dentro, tam-
bera para joias.
Tambalier para ditas.
Cestinhas ditas.
Cosmoraina ditas.
vado ; ditas francezas muito Anas 240, 280, 300
e 320 rs. o covado, isto para acabar : ra da
Imperatriz, loja de Gama & Silva.
Os madapoles do Pavo
Vende-se peca de madapolo infestado com 12 rjrnazinhas.
jardas cada peca pelo barato preco de 45, 45i>00 e g0 no vigilante, ra do Crespo n. 7.
35 cada pega, uzeada muito superior : s o Pa- r^os pona bouqueies de diversos gostos
vo ra da Imperatriz n. 50, notando que a peja
leva nma etiqueta com o Pavao pintado para nao
haver duvidas nem engaos : isto previne o Pa-
185000
105000
105000
105000
165000
95000
63000
65000
65000
e pre-
gugui comprar de 1000000 para cima te- Palitos do gaz a 20200 a groza.
r o abate de 5 por cento. JPassas muito novas a 480 rs. a libra.
Albims superiores para re-
tratos.
A Aguia Baanea sempre disposta bem servir
agradar a sua boa freguezia, maedou vir e acaba
de receber um bello rior encadernaco e apurado gosto, com especiali-
dade os de capa de marlim com lavore?, outros ja-llr, ra do Queimado ns. 63 e 69.
guarnecidos de tartaruga com trancas de prata, |,uva8 je pellica.
outros marchetados de madreperola cora trancas | Luva5 de pe||C3 |jran,.a e ,ie COies para homen?
de prata oourada, outros de velludo etc. etc. Para e S(.n|l0ras : nas |jas dtI (^ja-flor, ra do Quei-
quem tem gosto e dinheiro, um lbum assim per-1 ma()o n ^ e c,_
l'ivellas para cintos.
LOJ.VIIOKEUVnOH.
Ra do Queimado ns. G3 e 69.
Bonecas de choro.
Lindas bonecas de choro que rhamam papai e
mami, de diversos tamanhos: s nas lojas do bci-
SIACIIINASDEP4TEME
le Irabalhar ; mo para
descai*ocai* algodo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & 0.
OLDAM
feito- sem duvida o mais apropriado para selle
se depositar os retratos de charos pas, bons p-
renles e amigos. Em quanto, porin, esses albuns
se tornam notaveis por sua perfeieao e bom posto,
outros recebidos na mesma occasiao, se tornam re-
commendados pela commodidade de precos vista
da boa obra. Assim pois o pretndeme ser ser-
vido conforme o dinheiro que quizer dispr para
esse Um, achando sorlimento para 24, 30, 60 o 80
retratos: na ra do Queimado, loja d'Aguia Bran-
ca n. 8.
Carteiras e bolsas para
viagetn.
Na loja d'Aguia Branca, ra do Queimado n. 8,
vendem-se carteiras com crrelas para traze-las a
:iracolo, o bolsas de tapete, ludo para viagens.
Perfumaras inglezas.
A Aguia Branca, conhecendo a bem merecida
estima que os apreciadores do bom dao s perfu-
maras inglezas, por i.-so mandou vir o esplendido
sortimeDto que acaba de receber, e os acreditados
noraes dos bem conhecidos fabricantes i. Gosnell
, CL, Xapoleo Price & C sao bastantes para co-
Bheoer-se a superioridade del las. Consiste esse
bello e vanado sortiinento em pequecas quantida-
des de differentes e agradavcis extractos de pri-
meira quaiidade em frascos de diversos tamanhos
e formas, fazendo-se notaveis entre elles os que
vem em urna carteira de tres, com os quaes por
sua eleganeia e bondade so faz um bello presente ;
assim como outros frascos com finas esseneias con-
centradas, outros com excel lentes leos para ca-
bellos, e outros finalmente com agua de Lavander
sublimada ; ebem assim finos sabonetes em paco-
tes e caixinhas com tres, bonitas e delicadas al-
mofadinhas com paslilhas em p, as quaes deitan-
do-se nos guarda-vestidos, commodas, etc., nem s
deixae toda a roupa ebeirosa, como afugentam
oarataf, tragas, etc., etc. Em quanto, porm, a
commodidade dos precos j nao entra em duvida.
una vez que o pretndeme coropareca munido de
diaheiro e disposto a fazer gasto na loja d'Aguia
Branca, Kia do Queimado a. 8.
Balas grandes e caretas de
borracha.
Excellentes brinquedos para crian?as : vendem-
se a 300 rs. cada urna ; na ra do Queimado, loja
d'Aguia Branca o. 8.
Lindas Bvellas douradas com lindas pedras para
cintos : nas lojas do beija-llor, ra do Queimado
ns. 63 e 69.
Capellas para noivas.
Lindas capellas para noivas a 25300 cada uiia
nas lojas do beija-llor, ra do Queimado ns. 63 e*
e69.
Jlslojos para iiarha.
Vende-se estofos com espelho para barba 15>O0
e 25(X) cada ora : nas lojas do beija-llor, roa do
Queimado ns. 63 e 69.
Ilalaios para meninas.
Receieu-se novo sorlimento"de balaios, cora
forma de vanos passaros, pelo barato preco de
15000 al 45 cada um : nas lojas do beija'-flor. ra
do Queimado ns. 63 e 69.
Fitas linas para cinlos.
Ricas fitas finas lavradas de bonitas cores para
cintos: nas lojas do beija-llor, ra do Queimado
n. 63 e 69.
Extractos em caixiuhas.
Finos extractos em caixinhas com o retrato da
familia imperial: nas lojas do beija-llor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
Sal'iio em caixinhas.
Finos saboes era caixinhas com varios retratos:
nas lojas dobeija flor.rua do Queimado ns.53 e 69.
Tiras bordadas.
Vendem-se tiras bordadas transparentes e tapa-
das : nas lojas do beija-llor, ra do Queimado ns.
63e69.
logus de domin.
Vendem-se jogos de domin 15200 e 15-300 .
nas lojas do buija-Dor, ra do Queimado us. 63
e 69.
Hallados bordados
Vendem-se babados bordados de varias larguras
e varios pre?os : nas lojas do beija-flor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
Abafadores de rede.
Vendem-se abafadores de rede de varias cores
800 rs. cada ura : nas lojas do beija flor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
Adereros pretos.
Tendo-se recebido aderecos pretos de novo ges-
to sao expostos venda : nas lojas do beja-flor,
ra do Queimado ns. 63 e 69.
Grvalas para senderas.
Lindas gravatas para senhora 800 rs. e 15000
Estas machinas
podemdescarocar I
qualquer especie I
de algodao sem ;
estragar o fio,:
1 sendo bstanle I
duaspessoasparal
o trabalho; pode
descarocar urna
arroba de algo-
dao em caroeo
era 40 minutos,
00 18 arrobas i do Pavao,
por dia ou o ar-1 Silva,
robas de algodo
limpo.
Esta machina
eos ; s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Ricos sintos
cora bolcinbas ao lado, a 105, 125 6 135, ditos sem
bolea porm do mesmo gosto, a 25-j00, 35, 35300
45O0.
Bicas fivellas avnlsas para sinto, o melhor que se
pode encontrar, a 15-J'O, 25, 25500 e 35 o par:
s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Cabazes ou cestinhas.
At que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-
bazes para meninas irazerem no braco, o mais rica
po-sivel a 25300, 35500. 45, 55, 75 e 105; no
Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Pentes.
Neste artigo tem um grande sorlimento, unto
para alizar como para alar cabello, os mais lindos
que se pode desejar, assim como de arregacar ea-
Dello, tanlo de borracha como de tartaruga com en-
feiles e sem elle para menina; s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Penles
lambem chegaram os nquisslmos pentes de concha
de tartaruga e de massa lina, que se vende por 25,
35 e 35; s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Lpqties.
Biquissiraos loques de madreperola tanto para
senhoras como para meninas, pelo barato preco
de 125 e 145; s uo Vigilante, ra do Crespo
u. 7.
Mais lequcs
com pequeo defeito, loques de sndalo com pe-
queo defeito por barato preco de 85 o 105, chi-
nezes muito bonitos tambera, pelo barato preco de
45 c 5, bentarallos muito bonitos, tambera por ba-
rato prego de 45 e 55, leques de charo lambem
por 45, tudo isto para acabar, pordendo-se tal-
vu opui ccnlo: s> no Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Pulsciras.
Lindas pnlseiras de rontas e de missanga, cores
muito lindas e de muito gosto a 15 e 15200.
Para segurar manguitos,
lambem chegaram as figurabas estreitinhas de
borracha que as senhoras tanto precisam para se-
da Imperatriz n. 60, de'Gama & Silva. grar manguitos por ser mnito commodo e muito
Atoalhado do Pavo. J",0j a iM Par' so m N|6|,aDterua do 'J5'
Vende-se panno de linho adamascado proprio^
para toalbas de mesa, pelo diminuto prego de 25500
nem engaos
vao, de Gama & Silva. .
Bramante de linho do Pavao a
29, |f-too. Jboo.
Vende-se o melhor bramante de linho puro com
dez palmos de largura por prego muito commo-
do, por ter de acabar a factura, a vara por
25200, 25400, e 25600 ; s o Pavao : a rua da
Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Panno de linlio do Pavo.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lences e toalhas de mao pelo
baralissimo preco de 640, 720 e 800 rs. a vara, al-
godozinho cora oito palmos de largura proprio
para lences, pelo baralissimo prego de 15 a vara,
assim como tem o melhor algodozinho Unto em
iargura como em corpo, proprio para lences, ca-
misas de escravos, etc., ele, prego muito commo-
do vista da fazenda; s o Pavo : rua da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Algodozinho com toque de avaria a ,000 res
e 1,800
Vende-se peca de algodozinho por ter um pe-
queo toque d avaria, mas que est em bom es-
tado, pelo barato prego de 45 e 45500 a peca ; so
o Pavo : rua da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
Os guardanapos econmicos do Pavo e so do
Pavo
Vendem-se os mais lindos e modernos guarda-
napos econmicos e todo linho, tanto para as casas
de familia como para botis, botequins, etc. etc.,
pelo baralissimo prego de 35 a duzia, isto so na
tnia do Pavao na da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
Os suii{embarques do Pavao a
O e 12$.
Vendem-se os mais linos soulembarques que
teem vindo ao mercado, sendo de eaxemlra de co-
res pelo diminutissirao prego de 125 cada um, di-
tos de musambique pelo diminuto prego de 95, s
na loja do Pavo, mas que se nao engauem : rua
i ja da Arara.
i Vende-se bramante de puro linho a 25o00 e
i 25800 a vara, tendo 10 a 12 palmos de largura ;
brira branco para caiga a 15200, 15400 e 15600 a
vara, dito pardo a 640, 800 rs., 15 e 15200 : na
I rua da Imperatriz n. 36, loja da Arara.
Vendem-se bales americanos os melhores qne
tem vindo, de todos os tamanhos a 25240, ifihCQ,
ib, 45 e 45: s o Arara na rua da Imperatria
n. 56.
As laazinhas da Arara a 210 rs. o covado.
Vendem-se laazinhas para vestidos de senhora a
240,320, 400 e 300 rs, o covado, ditas muito
finas lisas 600 rs. o covado, ditas especiaes a 720
c 800 rs. o covado : na rua da Imperatriz n. 56,
loja da Arara.
Chitas baratas a 210 rs.
Vendem-se chitas de cores fixas a 240 e 280 r?.,
o covado, ditas francezas linas a 320. 360. 4C0 e
500 rs., o covado, dilas percalas a 360 e C00 rs. c
covado : na rua da Imperatriz n. 56, loja da Arara
A Arara vende madapolo barato a GO, corso
de vestidos a Mara Pia a l i,). lfi-> e \X&.
Vende-so pegas de madapolo de 24 jardas, de
marcas tinas n. 7 a 75, n. 2 a 85100, a 85500, ++
95, S a 105, HH a 115 e 125; algodao regular a 55,
dilo lino carne de vacca a 65500, dito domestico i
75, dito slcupira a 85, diio pao ferro a 95 a ptga
tem 20 jardas: na rua da Imperatriz, loja n. 56.
Chales baratos a 1600.
Vende-se chales de lazinha a 15600 e 25. ditcs
de merino a 35, 45500, 65 e 75 : na rua da Im-
peratriz n. 36.
Cortes de calcas a 16600.
Vende-se cortes de calca para hornera a ISoCD,
15800 e 25300 boa fazenda ; coitos de casemira de
cores finas a 55, 5-3300 e 75; casemira parapalot?,
caigas e coleles enfesudas a 35 o covado: s na
loja' da Arara, na rua da imperatriz n. .'6.
Case-miras para capa de senhora a 2s e 3$.
Vende-se casemira enfestada propria paia capas
para senhora a 25 e 33 o covado. lambem serve
para costumes por ser de boa quaiidade e lindas co
Rbiuissimas
Canelas,
canelas de madreperola proprias
rs. a vara, guardanapos de linho a 55 a duzia.
(oalhasde mo a 53 cada duzia, na loja do Pavo, fcjrt! rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
IV s o Pavo (a 905OO).
(Juem tem bales por tal preco 1
Vendem-se os bales americanos muito superio-
res com 20 c 25 arcos pelo baralissimo prego de
25300 e 45, ditos de 23, 30 e 35 arcos com fitas,
muito bem armados e lambem tem cores escuras
pelo barato prego de 35300 cada um : p na loja
rua da Imperatriz n. 60, de Gama &
FspelhoS Cdftl molduras pretas 15200 : nas lojas do beija-llor, rua do Queimado
6 dOUraaaS \ Espelaos de moldura.
A Aguia Branca, na rua do Queimado n. 8, re- Vendem-se espelhos de moldura preta para sa-
eebeu um bom sortimento de espelhos de difieren- las : nas lojas do beija-flor, rua do Queimado ns.
les Ucaanhos com molduras preUs e douradas, e 63 e 69.
os est vendendo por precos commodos. Volus de aljofares.
DnVi>l i 11/1 IpT Lindas voltinhas de aljofares com cruz de pedri-
rUfJVv *'*'*/ c;^g nhas cuando brillantes 15000 cada una : nas
A Aguia Branca, na rua do Queimado n. 8, re- \t$ do beija-flor, rua do Queimado ns. 63 e 69.
cebeu nm novo sortimento de papel inglez liso e Colheres para sipa.
pautado, almaco, de peso, e pequeo, vindo deste vendein-se colheres de metal-principe para sopa
tambera com beiras douradas. # # 25000 cada urna : nas lojas do beija-flor, rua do
Enfeitesinvisiveis a*-*ns 6* bordar
A Aguia Branca, na rua do QneiMdo n. 8 me- Ven(Je ge ,Ja me-|hor sg
beu novos enfeites inv.s.ve.s, osiquae* pela rora encontrar> Ul0 na iida'de# como as cres a
do tecido e bom gosto tero merecido tanta estima jm g ^ nas |ojas doDeija.flor raa do Quei.
XrCpOilUS y di d HU CSf flas mesmas |0jas ge encontrar sempre grande
A Agnia Branca, na rua do Queimado n. 8, re- gonimento de miudezas boas, e mais baraUs do
ceben novos prearos para flores, sendo papel de ,jaa (im oulra qUalquer parte.
cores para rosas, dito verde para folha, folhas de
;~% ditas de uvas
continuara a ser
panno e velludo, caixas de trigo, d s de n
brancas e rdxas, e como sempre
vendidos por precos commodos.
e a nica que
possue as vantagenc de nao destruir o fio do al-
godo e de fazer render o dobro de qualquer ou-
tra com menos trabalho, a sua introduego para
as provincias deste imperio ser de muito valor
para todos os ioteressados na lavoura do paiz.
Assim eom machinasen) ponto grande do mes-
mo syste:na,oraql sercm movidas por animaes,
agua ou vapor, pas uaes podem descarocar 18 ar-
robas de algodo ampo por dia.
O algodo descarogado por estas machinas tem
muito mais estimaco nos mercados de Europa e
vende-se por maioprego.
A6 machinas se acham venda unicamenie em
casa de
Sauoders Brothers k C.
X. li. praca do Corpo Manto
RECIPE.
Os nicos agentes neste paiz.
RIVAL SEM SEGUNDO.
Rua do Queimado n. 49 loja de miudezas de Jo-
s Bigodinbo, venham ver a pechincha que se est
acabando cerUs cualidades de fazenda.
Pegas de flus elsticas com 10 varas a..
Ditas de tranga branca lisa com 10 varas.
Ditas de tranga preU lisa a............
Realejos para meninos, pechincha a...
Rodinhas com superiores alfinetes a.....
Caitas com superiores agulnas e limpas a
Sabonetes de familia, muito linos a80e..
Pares de sapalos de la para enancas a..
Varas de babado do. Porto multo bom a
100, 120e.........................
Ditas de bico largo grosso a............
Potes de superior tinta tem mais de meia
garrafa a..........................
Caixas com perfumaras muito bonitas a.
Frascos de oleo de macaca muito fino a .
Ditos de oleo de babosa superior a 240,
320, 400e........../..............
Ditos de cheiros muito superiores em qua-
iidade a...........................
Ditos de agua de colonia muito boa a....
Ditos de diu dita grande a.............
Sabonetes de lodo o preco 60,160, 200,
320 e.............................
Frascos de superior banha a 320 e.......
Caixas de p para limpar dentes muito
fino*-............................
Ditos de banha transparente a..........
Pares de ligas muito finas para senhora a
Sabonetes inglezes da melhor quaiidade a
Frascos de agua dentriflee superior ga-
rantida a.......................... 150OO
Massos com 25 envelopes grandes azula-
do a..............................
0 Pavo vende para luto.
Vende-se superior setim da China, fazenda toda
de la sem luslre tendo 6 palmos de larpura pro-
prio para vestidos, capas, paletots, calcas, etc.,
pelo baralissimo prego de 25, 252( 0, 25300 e 35 o
covado, eassas pretas lisas, chitas pretas largas e
estreitas, manguitos, colarinhos, punhos, e enfeites,
tudo preto proprio para luto fechado, e muitos ou-
tros artigos que se vendem por pregos mais em
conta do que em outra qualquer parte por estar
liquidando : s na loja do Pavo rua da Impera-
triz n. 60, de Gama & Silva.
As percalas do Pavo.
As mais lindas percalas que tem vindo ao mer-
cado pelo ultimo vapor tem na loja do Pavo pelo
barato prego de 600 rs. o covado ; ditas de listi-
nhas muito miudinhas proprias para vestidos e
roupoes de senhoras, meninos e meninas, pelo ba-
ralissimo prego de 500 rs. o covado ; garantem-se
as cres por serem do melhor fabricante que as
tem em Paris : isto na loja do Pavo rua da Im-
peratriz n. 60, de Garaa & Silva.
As chitas do Pavo S04OO e
%#noo o corte.
Vendem-se cortes de chita com dez eovados
25400, ditos 25800, com 12 covados; sao chitas
inglezas, mas padroes bonitos e tintas seguras ;
assim tem as melhores chiUs francezas e de tin-
tas seguras por pregos com modcs, a saber : 320,
240 340, 360, 400, 440, 500 rs. o covado : na loja do
Pavo rua da Imperatriz n. 60, de Gama A
Silva.
Os beldades do Pavo
Vendem-se camlsinhas com manguitos e golli-
nhas bordadas, pelo barato prego de 15 e 15280
cada um, manguitos s 500 rs. cada par, ditos
com golinha a 800 rs., golinhas 400 e 480 rs., de
I fil 240 rs. cada golinha bordada, romeira de
cassa o de fil muito bem bordadas 25 cada
urna, manguitos que servero para calcinha de rae-
ninas 640 rs. cada par, camisa com manguitos e
golas com a competente grvala de seda, fazenda
fina, pelo barato prego de 35, e muitas ontras
bordadas qne se vendem por precos muito em
conta : s na loja do Pavao rua da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As rotipas do Pavo
Vende-se panno preto fino muito superior pelo
barato prego de 25, 25500, 35, 35500 e 45, dito
mnito fino 55 e 65 o covado, casimira preU de
urna s largura e muito fina a 15800, 25 e 25500
e 35 o covado, cortes de casimira de cores a 55,
35500 e 65, casimiras enfesudas de urna s cor
proprias para raigas, paletots, coleles, capas e para
roupas de meninos a 35500 o covado, isto na loja
do Pavo rua da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
100
60
120
20
200
160
400
160
100
3-20
500
100
500
320
400
800
400
800
15300 e 25.
Sapalinhos c rucias de seda.
Riquissimos sapalinhos de seda ede merino en-
feitados, assim como meiaszinhas de seda, gorrazi-
nhas e louqiiinhas para as cnaucinhas se baptiza-
ren! ; s no Vigilante, rua do Crespo n. ".
Voltinhas.
Lindas voltinhas de perolas falsas comcruzinhas
fingindo brilhantes, assim como cruzinhas avnlsas
e voltinhas, pelo barato prego de 15 e 15200, as
cruzes avnls asa 400 rs.; s no Vigilante, rua do
Crespo u. 7.
Golinhas*
Riquissimas golinhas e manguitos, o melhor gos-
to possivcl, a 25, 25500 e35;s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Enfeites para senhora.
Riquissimos enfeites com1 Uco sem laco e de, G||mna8 mmt0 (nas ra 5ennora a m
outros mnitos gostos a 15,15300 e 35 so no Ni- (, f b c,
gilant' "- *n f1""""^ "
res, vende-se a 25 e 35 o covado: na loja e arna-
zem da Arara, na rua da Imperatriz n. 56.
A Arara vende as percalas a 360 rs.
Vende-se percalas finas para vestidos a 560 e
600 rs.; chitas Irancezas finas a 3C0, 440, 500 e
560 o covado : na rua da Imperatriz n. 36.
A Arara vende as capas de grosdenaple a 2:,-5 e 30,9.
Vende-se ricas capas de grosdenaple preto para
senhoras a 255 e 305; soutembarques pretos fines a
205, 225 e 255 na loja da A rara
Tarlatana decrese branca a 800 rs. a vara.
Vende-se larlatana branca e de cores finas a 808
rs. a vara, fil de linho a 800 rs. a vara : na rua
da Imperatriz loja e armazem da Arara, n. 56.
0 proprieUrio da lojae armazem da Arara re-
coiimenda toda a attencao aos Sis. fn puezes que
mandeni ver as amostras de todas a> fazendas que
annuncia, prometiendo vende-las por barato preto.
Pechiueba de lencos de seda a 800 rs. e l->.
Vende-se lencos de seda pequeos a 800 rs. di-
tos grandes a 15 : ditos lira neos com barra de co-
res a 200 rs. cada um ; meias croas para hornera a
25400, 30, 'i5 e 5-3 a duzia ; dilas para senhora a
15 e 53 a duzia : na rua da Imperatriz n. 36.
Cassas francezas a 280 e 320 rs. o covado.
Vende-se eassas francezas linas para vestidos a
280 e 320 rs. o covado: na rua da Ini| eratHz n. 5.
Colchas de damasco a i\
Vende-se colchas de damasco para cama a v5,
ditas de fu-lo a 35, ditas de chita a 25: ricas el i-
tas para coberUs a 320, 360 e 4t 0 rs., ditas aseli-
nadas muito linas a 300 rs. o covado, ditas encar-
nadas a 500 rs. o covado : na rua da Imperatriz
n. 56, loja da Arara.________________________
NI
Rua do Queimado n. 49, est vendendo muito
boas fazendas e muito baratas, quem quizer poder
vir ver ou mandar para experimentar, as^im como
jaro
100
600
500
320
Vende se om caixo proprio para uberna ou
padari* : w Capan** raa das Crioulas taberna.
100
Varas de fila preU com colchetes a..... 100
Frascos de macaca perola muito superior 200
Caixas com peonas grandes a......... 200
Cal de Lisboa. Grosas de botoes para caiga preta, miudos 100
Ha para vender a mais nova,-e ltimamente che- Libras de memento da roupa de lavar a.. 200
gada ao mercado, em bem acondicionados barris: Carriteis de retroz de todas as cores e
no armazem de Manoel Teixelra Bastos, raa do I tem meia oiuva de retroz a........, 200
Trapiche n. 13, por proco razoaveL /Varas de picos de differentes larguras a 60
Potassa da Russia,
da mais superior desembarcada hontem : vende-
se no escriptorio de Hanoel Ignacio de Oliveira &
Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
Goinina de mandioca.
Vende-se na rua da Madre de Dos n. 38, ar-
nazem.
Vendem-se linguas do Rio-Grande muito no-
vas. por barato prec,; na rua do Imperador n. 83,
defronte do Correio.
rua do Crespo n. /.
i'raucelins.
Lindos trancelins de cabello para relogio ou lu-
netas, pelo baratissinio prego de 15500, ditos de
retroz a 200 rs.
liahadinhos ntremelos.
Riquissimos babadinhos ntremelos com lindos
desenhos upados e transparentes, pelo baratissimo
prego de 15200, 15500, 25 e 35; s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Cascarrilhas.
Grande sortimento de cascarrilhas de diversas
largaras, assim como galozinho e trancinhas pro-
prias para enfeiles; s no Vigilante, rua do Cres-
po u. 7.
Filas.
Grande sorlimento de filas de diversas larguras
e quabdades, por pregos que admiram aos com-
pradores, havendo litas largas proprias para cin-
leiros que se pode vender a 300 rs. a vara, e pega
de 9 varas a 25; s no Vigilante, rua do Crespo
n. 7.
Fitas de la.
Fitas de la de todas as quabdades, proprias pa-
ra debrum de vestido a 700 rs. a pega; s no Vi-
gilante, rua do Crespo n. 7
Ricos espelhos.
Riquissimos espelhos com moldura douraJa c
sera ella de 85, 105, 125 e 145, assim como com
columnas de differentes tamanhos a 25, 35,45, 55
e 65; s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Lindos jarros e Humas.
Riquissimos jarros e figuras de porcelana fina,
para enfeite de sala, sendo o melhor gosto queaqui
tem apparecido; s no Vigilante, rua do Crespo
n. 7.
Para pos de arroz.
Riquissimos vasos com bonecla para pos de arroz,
cousa de muito gosto a 15500 e 25, assim como
pacotes s com os pos a 320 rs. cada um; s no
Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Perfumaras.
Grande sortimento de extractos e banbas, poma-
das, assim como de lindos copos ou vasos com dis-
tinctivos e offereciinentos as sinhasinhas dos me-
lhores e mais afamados autores de Paris e Inglater-
ra, assim como os grandes ropos de banha japoneza
a 25 e a 15, assim como outros objectos que nao e
possivel por hoje annunciar, e vista dos fregue-
zes se far lodo negoao; na loja do Gallo Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
INJECCAO BROW.
Remedio infallivel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
Cca franceza, rua da Cruz n. 22, pre-
0 U
Carlas de allinete de cabega chata de todos os ta-
manhos a 80 rs.
Resmas de papel de peso mnito bom a 25.
Capachos rodondos e compridos a 500 rs.
Caixas com superiores obreias de colla e de massa
a 40 rs.
Cordo branco grosse que tem muita applicagao a
vara a 20 rs.
Linbas de rarrgs garante-se 150 jardas a iO rs.
Cartes de linha Pedro V com 20p jardas a 40 rs.
Grosas de peonas de ac muito linas a 500 rs.
Varas de franja de 13a para venido a 40 rs,
Ditas de franja branca larga para toalbas a 160 rs.
Pares de botoes de puuho a 120,320 e 500 rs.
Tinteiros de vidro cora tinta a 160 rs.
Ditos de barro cora superior tinta a 100 r;.
Grosas de botoes de louga prateado a 160 e a du-
zia a 20 rs.
Tesouras para costura a 80, 200, 40 e 300 rs.
Escovas para limpar denles, superiores a 200 rs.
Libra de la para bordar da melhor quaiidade a
65500.
Caixas de phosphoros de seguranga a 160.
Caixas o pacotes de papel amizade superior a 600
reis.
Caixas com 100 envelopes muito finos a 800 rs.
Quadernos de papel pequeo azulado a 20 rs.
Carriteis de linha Alexandre com 200 jardas a
100 rs.
Baralhos para voltarelea 240c mais bnosa 300 rs.
Meiadasde linha frouxa para bordar a 20 rs.
Pares de sapalus de tranga de todos os tamanhos
a 15500.
Grosas de botoes de madreperola muito finos a560
ris.
Carlas e caixas de colchetes de superiores quab-
dades a 40 rs.
Massos de grampos superiores e limpos a 30 rs.
Grosas de palitos de gaz a 25200.
Libras de areia preta da melhor quaiidade a 120
ris.
Caixas redondas para rap e tem mnilo bonitos ca
lungas a 100 rs.
a 3:200 rs.
Vende-se de superior quaiidade, chegada do Ara-
caty pelo hiate Sant'Anna, em casa de Prente,
Vianna & C, rua da Cadeia n. 37.
Vende-se nm excellenle terreno na rua do
Hospicio, j aterrado e con alicerec na frente, lera
40 paraos de frente e 140 ditos de fundo, muito
proprio para se edificar por flear collocado em boa
posigo : a tratar na rua do Rangel n. 3'i, ar-
mazem.






1


^%T
l>Urlo 4e rcrmB sexta felra SO 4c Mrteinhro r. ll4
'\

)
f
.
c

ARMAZEN DEMOLIhDOS
Largo da
'Santa Cruz
n.84.
Esquina
da ra doj
Sebo n.84.!
Francisco Jos Furnandes Pires, proprietario do armazem de molhados denominado
Aurora Brilhante, ao largo da Santa Cruz n. 84, esquina da ra do Sebo, faz sciente ao
respeitavel publico desta cidade e do interior, que no seu importante estabelecimente
vender sempre geueros novos e de primeira qualidade, e vender a todos pelo mesmo
proco.
O completo .-ortimento de todos os gneros finos e grossos que costumam ter ontros
rtstabelecimentos desta ordem se enconlrarao sempre no armazem da Aurora Brilhante
e sempre em grande escala vontade dos senhores compradores.
O proprietario du armazem Aurora Brilhante pede a lodos os senhores e senhoras
que quaodo tiverera de mandar suas relacoes a este estabeleeimento por seus criados
Mja em carta fechada ou com grande recommendagao a este armazem, certos de que
sero tao bem servidos como se viessem pessoalmeule.
A Aurora Brilhante troca qualquer um genero que por acaso niio agrade, e recebe
as libras esterlinas a 90tW, sendo por compra : a tabella de seus gneros ser mudada
tolas as semanas. ,
Aniendoas confeitadas a libra a 800.
Manteiga ingleza flor a 800, 960 e 1*120.
Dita mais abaixo a 640 e 720 rs.
Dita franceza nova libra 040 e em barril
560 e 600 rs.
Chocolate sanie inuito novo a 15200 a libra.
tli.i perola o melhor que ha ( redondo)
libra a 11*200 e 2*800.
Dito dito mais abaixo a 2*-jOO e 2*800.
Dito uxim muito fino a 2*800 c 3*.
Dito hysson superior a 2*600 e 2*800.
Dito mais abaixo a 2* e 2*500.
Dito preto muito fino a 2*500.
Dito em massos a 2*.
Dito do Rio era latas de 4, 2 e 1 libra a
1*500.
Caf de Moca superior arroba 9*500 e libra
300 e 280 rs.
Dito do Rio e do Cear arroba 8*500 e libra
320 rs.
Dito mais abaixo arroba 8* e libra 260 rs.
Barricas com bolachinha ingleza nova a
3*.
Latas com bolachinha de soda de-5 libras a
25500.
Ditas com ditas sortidas de 2 libras a 1*400
Frascos com ameixas francezas a 1*600,
i 2*800 e 3*.
Latas com ditas a 1*400,2*200 o 4$.
Ditas com ligos de comadre a 1*500.
Caixinhas con ditos muito uovos.
Presunto de Lamego muito novo a libra 5'0
rs. inteiro e a retalho 600 rs.
Chouricas e paios novos a libra 600 rs.
Ditas um ervilhas francezas e portuguezas
a 800 rs.
Ditas rom massa de tomate novo libra 560
rs. e em carril a 500 rs.
Dita-; com ostras a 720 rs.
Ditas com marmelada dos melhores-autores
de Lisboa a libra 640-8'720.
Potes~cGfi -fnusturia franceza preparada a
libra 480 rs,
Dita dita ingleza a 800 e 1*.
Queijos novos do vapor a 2*200 e 2*800.
Ditos de prato enpiicado a 1*.
Dito ubso a 800 rs.
Dito do manteiga du Serid a 800 rs.
La xas ciin passas novas de 1 arroba 7*,
nvia 3*500 e quarto 2* e libra 480 rs.
Amendoas com casca a libra 240 rs. e arro-
ba 6*.
Notes iibra 160 e arroba o.
Charutos Unos de Simas, e dos melhores fa-
bricantes da Babia de 2* 8*caixasde
100 e 50.
Brozas de ciixinhns de palitos do gaz a 2*200
e 200 rs. a duza.
Barris rom azeitonas novas a 1*200 e 2*
barris grandes.
Vas-ouras do Porto piassava muito seguras a
400 rs.
Azeite doce francez dos melhores fabrican-
tes, caixa 10* e a garrafa 1*.
Caixas com vinho Boriouax branco e tinto.
Vinho do Porto fino etn barris de 5o que ra-
ras vez s appareco por 80* e em caada
a 55300 e uarrafa a 800 rs.
Dito lie Figueira puro cauada 4* e 4*500 e
carrafa a 4*0 e 500 rs.
Dito de Lisboa de boas marcas a 3*500 o
45 e a garrafa a 440 e 480 rs.
Cognac verdaoviro a garrafa 1* e 1*280.
Vinbi moscatel duzia 10* e garrafa 1-5,
Vinho branco de nuiito boa qualidade cana-
da 45 e arrafa 480 rs.
Dito Xerez lino araada 75500 e garrafa a
1*200.
Dito Madeira secca a garrafa 1*600 e 2*.
Dito em caixas de urna duzia do Porto dos
mellinres autores a 125. 14* e 16*.
Garrafas com licor lino francez a 1*, 15200
e 1*600.
Dita.-, com vinho do caj muito claro a 1*.
Ditas rom mol de abolia puma I*.
Frascos com genebra de Hollanda de 2 gar-
rafas a 1*.
Dito de urna garrafa a 560 rs.
Dito de laranja verdadeira a 1*200.
r& P.-tes com mostarda preparada a 320 e 400 rs.
h**,-.1 Ca vas com 2 arrobas de batatas a 2*500.
Cj) Vinho branco de Lisboa proprio para missa
a 4*800 a caada e 640 rs. a gariafa.
Espirito de vinho a 400 rs. a garrafa.
Duas redes muito bem feitas para dormir
viadas de Sobral a 30* cada urna.
Carne e ngula do serto.
Duzia de grana latas grandes a 1*.
Caixas com 25 massos de velas de sperma-
cete a 560 rs. a libra.
Ditas maiores a 600, 640 e 720 rs. a libra.
Caixas cora urna arroba de velas do Arara -
ty 10*500 e libra 400 rs.
Ditas de composicao arroba 10* e libra 360
ris.
Saceos grandes com farinha de Goianna mui-
to boa a 5*500.
Ditos com milho novo com 24 cuias a 3*300.
Dito com farelio de Lisboa a 5*500 e 120
a libras
Dito com arroz de casca a 5s000.
Duzia de garrafas de cerveja branca e preta
a 5*500 e em barricas a 5*000.
Arroz do Maranhao em saceos arroba 2*600
2*400 e libra 100 e 80 rs.
Dito da India e Java arroba 3* e libra 120.
Araruta verdadeira arroba 8* e libra 320
rs., matarana.
Gomma do Aracaty para engommar arroba
5* e libra 160 rs.
Farinha do Maranhao nova libra 320 rs.
Ervilhas sercas muito novas libra 200 rs.
Sag e sevartinha a 240 rs.
Sevada arroba 3*200 e libra 120 rs.
Graxa de boio 97 a 280 rs.
Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Dito hespanhol verdadeira a 400 rs. a libra.
Balaios do Porto de diversos lmannos de 320
a 2*.
Capachos para portas de varias cores a 600,
700 e 800 rs.
Grao de bico arro'a 4*500 e libra 160 rs.
Painco arroba 3*500 e libra 200 rs.
Milho alplsta arrob i 4*800 e libra 160 rs.
AzeTte doce de Lisboa garrafa a 640 rs.
Vinagre de Lisboa caada 1*500 e garrafa
200, 240 e 320 rs.
Massos de palitos de deoles com 20 massi-
nhos a 160 rs.
Tijolos de limpar facas a 160 e 120 rs.
Resmas de papel almago pautado a 4*500.
Dito greve liso o melhor que ha a 4*500.
Dito de peso c pautado a 2ja00 e 2*800.
Garrafoes com 25 e 15 garrafas de verda-
deira genebra de Hollanda por 8*500 e
65000 rs.
Azeite de coco garrafa 560 rs. e carrapato
300 e caada 2*500.
Ctixh--. uum tkiin ch; goiab a -010, 8UO C
I*-
Toucinho de Lisboa arroba 9*500 e libra
320 rs.
Dito de Santos arroba 6* e libra 280 rs.
Molhos com grandes ceblas a 1*600.
Cento de dita solta a 1*600.
Mauncos de alhos a 120 rs.
Coidas de pastar e de andaime.
Favas da Una de S. .Miguel arroba 3*200 e
libra 120 rs.
Copos lapidados para agua e vinho a 3*500,
5*800, 6* e 75-
Ditos lisos para varios precos.
Calix lapidados granVs e pequeos duzia
3, 4 e 5* ; e 400 e 500 rs. cada um.
Massas para sopa macana", talharim c ale-
tria a 400 rs.
F.strelinha e prvide libra 640 rs.
Xarope de fructas nacionaes a gariafa 600
ris.
Marrasquinhc do Zara da melhor qualidade
agarrafa 15200 c 800 rs.
Esleirs de i ranea, cento a 20* e 240 cada
urna.
Queijos de qualba uovos, arrota 16* e libra
a 560.
Duzia de cbampanha superior a 20*, e 2* a
garrafa.
Garrafes vazios a 1*600.
Massa branca para sopa a 320 rs.
Frascos com azeitonas en concorvas a 800
ris.
Duzia de cartas finas para jogar a 3*.
Sabo hespanhol verdadeiro libra 400.
Saceos com feijao mulatinho novo a JO*.
Latas com favas j preparadas a 800 rs.
Sevadinha para sopa a 240 rs.
Garrafas com muscatcl e setubal a 800 rs.
Sag novo a 400 rs. '
Breu arroba 8*300 e libra 320 rs.
Latas com 27 garrafas de gaz a 11*, a gar-
rafa 500 rs,
E ontros inultos gneros de primeira qnalidde que nlo
posslvel nienclona-los.
A satisfacao da Aurora Brilhante vender muito, embora barato, mas DINHEIRO,
:batendo cinco por cento a quem comprar de 100*000 para cima.

0 VIVO DESTINO
CONSERVATI
23Largo do Terco-23.
Joaqumi Simio dos Santos, dono deste bem sortido armazem de molhados denominado Con
ervatiro do largo do Torro n. 23 cientfica ao respeitavel publiro e a todos em geral que raandem
ou venham a este estabelecimente para melhor se sertificarem da diminuicao d precos que obtera
rvstu, o que nao obtero se comprarem em outro qualqaer, pelo que se responsabelisa a servir qual-
quer comprador com a maior presteza e fidelidade, sem que haja a menor alteracao. Todo o compra-
aor que comprar de 100* para cima ter o descont de 5 a 10 por rento pelo seu prompto pagamento.
Attenco.
Hitatas a mais novas a 40 rs. a libra e 1*200 a ar-
roba.
Toucinho de Lisboa a 280 rs. a libra e 8*500 a ar-
roba.
Caf de primeira e segunda sorte a 240,260, 280 e
300 rs. a libra.
Arroz do Miranhao e Java a 100, 70 e 80 rs. a li-
bra e. 2*200 a arroba.
i'oaphros do gaz a 2* a groza e 180 rs. o maco.
Pas^s de carnada a 320 rs. a libra, e ora caixa" a
Cha hysson miudinho e perola a 24,000 25500 e
Milho alpiste e painco muito novo a 160 rs. a libra.
Biscoitos e bolachas de soda a 1*300 e 2*
Araruta das melhores marcas a 1*, 2*, 3*, 4*. e
4*500 a caixa.
Charutos em macos contendo 50 por 640 rs. o cento
Azeite doce de Lisboa fino a 640 rs. a garrafa.
Dito de carrapato a 280 rs. a garrafa, e 2*000 a
arroba.
Vinho de Figueira e Lisboa das meihores marcas a
Holachmhas mglezas novas a 240 rs. a libra. 320, 400,500, 300, 640 e 800 rs. a garrafa, este
Sabio amarello massa a 160,200 e 240 rs. a libra. ultimo do Porto proprio para os d<-entes por
kelasd e carnauba Aracaty composicao a 360 e 400 ser parificado o recomtnendado para este fira
rs. a libra. Queijos do ultimo vapor a 2* e 1*700.
Amenas franceza* com 1 e meia libras a 1*. Manteiga ingleza flor a 1* a libra, e a 930 rs em
Massa de tomata da melhor qualidade a 00 rs. a barril. '
.. '""" Wt-m meaos superior de 720 a 800 rs. a lilra.
Mannellada dos raelnore* fabricantes a 640 rs. a dem franceza do ultimo navio aGO rs. a libra,
Hbra. em barril se far a fia tmenlo.
CJJjjjncas u n. aartw a :io0 rs. a libra, e em! Gommft da irais alva a 160 rs. a libra e a U90O a
Karril por I i*, i tttti,a. ^^
AWm qVmW 7wrT-: fraoutros malta qno enfadonho wa men.'iona-Ios.
0
NEM COROAS NEM MITRAS

NOVA EXPOSIQAO DE GNEROS
NO

CIRAIOE
AltH/l%EiU
DE
da
RiA uo IMPERADOR i. lo
Junto ao sebrado em que mora o Sr. Osborne,
iiarle Almeida le C, receberam de sua propria eucoinnin-
ndo e variado sor timen (o de molhados, proprios
ARMAZEM


da presente estacSo.
Manteiga ingleza Macas brancas
nova vinda neste vapor de 28 de para sopa a melhor que se pdc desejar,
macarro, talharim e aleiria a 400 rs. a
m-io a 800 rs. a libra.
Manteiga franceza
da safra nova a 560 rs. aiibra, e em barril
a 500 rs.
Amendoas
i
te-se
confeitadas de lindissimas cores a 800 rs.aj
libra.
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquid a
2&400, muito propios para mimos.
Cartoes
com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
com bolachinhas de soda de todas as qua-
Irdades a 13Q0.
Chocolates
de todas as qualidades a 1,5000 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambem
temos velhos para 500 rs.
Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 2iJS6oo.
Qneijos
chegados no ultimo vapor a 2*600 cada um.
tneijo
londrino o mais fresco que se pode esperar
e de excellante maree a 800 rs. a libra
sendo inteiro e a 900 rs, a retalho.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 1#200.
Cha uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qualquer nao pode vender por menos de
3 a 20600.
dem perola
especial qualidade a 2700 rs. a libra.
dem hysson
o mais aromtico que *tem vindo ao nosso
Massas amarellas
para sopa, macarro, talharim e aletria a
480rs. aiibra.
COC VA C
o muito afamado cognac Pal Brandy a l,8oo
rs. a garrafa e de outras Bmftas qualida-
des a l,ooo e 8oo rs. a garrafa.
COPOS
lapidados para agua a 4,5oo e 5,ooo rs. a
duzia, e a 440 e ooo rs. cada um.
PAPEL
al maco, greve, peso e de oulras muitas qua-
lidades de 2,2oo, a 4s5oo a resma do me-
lhor.
Papel de botica
de excellente qualidade a 2200 a resma,
PAPEL
azul c pardo para embrulho de |,4oo a 2,2oo
rs. a resma.
Corinthias
passas corinthias muito novas proprias para
podim a 8oo rs. a libra.
Fumo
o verdadeiro fumo
l.loors. aiibra
Vinagre
PRRera ancoretasde 9 caadas a 15,ooo rs.
cada urna.
Cebollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e l.ooo rs. o molho.
Alpista e Painco
o mais novo do mercado a 140 rs. a libra,
e 4(51400 a arroba.
libra e l#500 a caixa.
Vinho
Figueira J A A e eutras muitas marcas acre- comprador"
ditadas a 500 rs a garrafa. : Amendoas confeitadas de diversas
Mcm de Lisboa 64o rs. a libra,
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e dem de casca dura a 24o rs. a libra.
26800 a caada. (dem de casca mole a 32o rs. a libra
dem do Porto
PRINCIPAL
DE
V 9 RA IIO CRESPO Y. O
Esquina que volta para a ra da imperador
E provavel que nao seja bem aceita a verdade. quando a boa f d iJ&L i
.Hudtda por esta epidemia de mueatiooe annuncios de'cornetas, tambores J
I tras, etc., que todo o da enchem as paginas deste jornal. ""^res, coroas, mi-
ALEHTA
Os annunciantes nao tem em vista seno garantirem ao rnmAitini u'
sua palavra de honra, Tendeado com o lucro safofente para iS mSBSjSZ '
assentarem fortunas a forca da regra de liga como ontros ISESS&iEtf**
1ARA TOIIOS
fto armazem principal vende-se a todos pelos precos marcados na m,;,^ ,
bella, mas nao se vende por todo o preco fazendo-se peso d "arrota hesuanhT 11*'
as quahdades dos gneros trocando-se todo aqSelle que nfo se^ dolado o
Lenlilhas muito novas excellente legumena-
, ra sopa a 2oo rs. a libra. P
Licores francezes de todas
cores a
s as qualidades de
7oo e Ooo rs. a earrafa
Ameixas francezas em caixinhas com lindas Mantei
generosos engarrafado das melhores fabri- estampas, a l,2oo e l,5oo rs.
cantes da cidade do Porto a 1 e 10200 dem em frascos de vidro a l,2oo rs.
a garrafa e de 105 a 120 a caixa, as mar- dem em frascos grandes a 2,5oo rs.
cas s3o as seguintes: Chamisso AFilheJldem em latas de 1 */ libra a 1 loo rs
F. & M., Nctar ou vinho dos Deuzes,
lagrimas do Douro e outros muitos,
Latas
com 10 libras de banlia a 40000.
Bolachinha ingleza
a 10800 a barrica da mesma que
vendem a 20000 e 2400.
Nozes
as mais novas do mercado a 120r' M bra.
Cervejas
dos melhores fabricaates|e de todas as mai
cas de 40500 a 60500 a duzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Reis e outros em
meias caixinhas a 10500. .
Arroz
do Maranhao a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 20500 a 30000 a ar-
roba desses que vendem por 30400.
CAF
de 1.a e 2. sorte do Rio de Janeiro a 83f
e 80800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
Ciarrafes
com 4 A/i garrafas com vinagre a lAOOOcea
o garra fao.
GENEBRA DE LARAXJA
verdadeira a 10000 o (rasar, o de 11,5000
a caixa.
DEM
em frasqueiras de Hollanda a 50800 coa
12 frascos.
GENEBRA
ae Hollanda verdadeira cm frasqneira a 600
rs. cada urna.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza
e2ors. cada caixinha.
LICORES
finos de todas as qualidades, a 10,000 a caixa
com urna duzia e a l.ooo a garrafa.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
jam Abreu e oulros muitos a Goo rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunto de Lamego a 5o rs.
a libra.
ARROZ
Maranhao, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3,000. a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermaceti de diversas marcas a 56o rs.
a libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
de carnauba em caixas de arroba a 9,3oo e
caixa c 3io rs. a libra.
Arroz do Maranhao e da India o melhor que
ha neste genero de 80 a loo rs, a libra, e
de 2,5oo a 2,800 a arroba,
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa, e
4,8oo rs. a caada.
dem francez e de Lisboa refinado em gar-
rafas brancas a 9oo rs. a garrafa el o, 000
rs. a duzia.
Alfazema muito nova c limpa a 3o rs. a
libra.
Azeitonas muito novas a 2,ooo rs, 3 anco-
reta.
Alpista limpo a 14ors. a libra, c 4,4oo rs. a
arroba.
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio de diversas qualidades, em latas
de 6 e de 3 libras a 3,ooo e l,5oo rs. a
lata, e 64o rs. a libra.
dem ingleza em latas de 2 c de 4 libras
das melhores marcas a l,3oo e 2,2oo rs.
a lata.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra e
em barril a 36o rs.
Batatas em caixas de 2 e de 4 arrobas a
l.loo rs. a arroba.
Champagne das melhores marcas a 2o.ooo
ite.ga ingleza perfeitamente flor a 800 r<
a libra, e desnessesario mais logios nes-
e genero que SO se pode verificlr com a
dem franceza a 56o rs. a libra, e em barril
ou meios a 5oo rs. wri"
Marmellada do 1.-fabricante de Lisboa a 6go
rs. a hbra, ha latas de 1, VU e 2 libras
Maca de tomate em latas de urna e duas '-
bras, a 600 rs. a libra.
"VES1 eslrellinl^Pevide, rodinha,
etc. a 3,5oo rs. a caixa e 56o rs. a libra
Macarro, talharim e aletria a oo rs. a li-
Uta a
Mostarda franceza preparada a 4oo rs. o fras-
dem ingleza em p a 6io rs. o frasco
Molho inglez em garrafinhas com rlha do
vidro a 64o rs. cada urna.
Marraschino verdadeiro de Zara a l.ooo rs
a garrafa, e 10,000 rs. a duzia
Nozes muito novas a 16o rs. a libra
Oslras preparadas em latas a Too rs! a lata
Prezunto para fiambre Inglez verdadeiro, ga-
rantindo-se a qualidade, a Toors. a libra
Passas novas de carnada a 4oo rs. a libra
6,5oo rs. a caixa.
Peixe em latas hermticamente fechadas das
seguintes qualidades, sabe), corvina, go-
raz, cavallinha e pescada a l,ooo rs. la-
ta.
Batatas novas
americano em chapa a em caixas de 2 arrobas a 50 a caixa o 60 rs.
a libra.
Passas milito novas
em quartos e inteiros a 25 o quarto e 60500
a caixa e 400 rs. a libra,
Chocolate
portuguez o mais especial que se pode de-
sejar a 800 rs. a libra e 140 rs. o pao.
Frutas em ealda
chegadas ltimamente, pera, pecego, gioja e
outros muitos a 640 rs. a lata.
Dsce da casca da
600 e 10 o caixe.
*--. propnetanos do grande armazem o Verdadeiro Principal declaram aos seus
freguezes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a commodidade de todos es-
tipuiaram os mesmos precos nos seguintes lugares:'
l'nio e Commercio rna do Oucima-'o n. 7
0 Verdadeira Principal ra do Imperador n. 40
FRUCTAS
MACAA, PERAS E UVA
ISt SE? SS K v?d5:se nos seuntes ,uares: "* do Imperador n.
40, Verdadeiro Principal-Ra do Qucimado n. 7, ni5o e Commercio.
GRANGEIASaniiblnnorrhagicas de DNAND
Ex-INT. 00 HOSR oosVENREOS p^PRlS M? PREMIO -1854
,. InJecQao curativa e preservativa
mESZ^XfJ&nS* *>"">* escorrimonlo eon!lorts d. .mbos nin. narnkrnu-.,. 4Jsirinnt.
MMMMIMM.. fortifica os It'axeniose o prwtn-t e qoaiq>er lieraco. HAKIS. 5,
mlSR ? a garrafa' e 9o rs-1 PaMtos Pira denles fichadas
as meias garrafas. i co de 20 macinhos.
Cha uxim o melhor possirel a 2,7oo rs. a li-, dem do gaz a 2oo rs. a duzia.
i.i. i .... a groza.
a iff" a',a,,dade especia! a 2,7oo rs. panCo muito novo a 16o
dem hysson o melhor que ha neste genero r!
a 2.ooo, 2,4oo e 2,6oo rs. a libra.
dem do Rio em latas de 2 a 8 libras, a l,3oo
rs. a libra.
dem preto homeopathico 2,ooo rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas a 6,ooo rs. a du-
zia, e 56o rs. a garrafa.
Chocolate francez, suisso e hespanhol a
l.ooo, l,2ooerl.4oo rs. a libra.
Charutos do afamado fabricante Jos Furia
do de Simas e outros da Bahia como se-
jam Regala, Trovadores, Guanabaras. De-
licias e Suspiros, a l,6oo, 2,ooo, 3,ooo e
4,ooo rs. a caixa.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco.
dem franceza surtidas ou de urna s quali-
dade de cada frasco a 5oo rs.
Cognac inglez e francez a l,ooo rs. a garra-
fa, e lo,ooo rs. a duzia.
Cominho e erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a 6oo rs. a libra.
Canella a l.oow rs. a libra.
Copos finos para agua e vinho a 4.8<>o,
5,ooo e 5,5oo rs. a duzia, e 5oo rs. cada
um.
Caf du Rio superior 28o e 3oo rs. a libra,
e 8,3oo a 9,ooo rs. a arroba.
dem do Cear a 26o, 28o e 3oo r?. a libra,
e 8.000 a 8.5oo rs. a arroba.
Doce de goiaba a 6oo rs. o caixao.
Ervilhas portuguezas em latas, chegadas l-
timamente a 7oo rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Figos em caixinhas bem enfeiladas a 9oo rs.
cada urna.
Graixa nova a loo rs. a lata, l,loo rs. a
duzia.
Genebra de Hollanda em frasqueiras de 12
frascos a 5,8oors., e 56o rs. o frasco.
dem em botijas a 4oo rs. cada urna,
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,8oo
rs. com o garrafo.
dem idem de 3 caadas a 7,2go rs. cada um.
dem ingleza em garrafas brancas bordadas
com rolha de vidro, qualidade superior
a l.ooo rs. a garrafa,
dem de laranja verdadeira a l.ooo rs. o fras-
co, e H.ooo a fiasqueiras de 12 frascos.
Kirsch Wasser excellente bebida Suissa a
l,8oo rs. a garrafa.
a 14o rs. o ma-
e 2,loo rs.
rs. a libra, e 4,5oo
QueOoTtlame"gos do i(imo vapor>
dem prato muito fresco a 8oo rs. a libra e
sendo inteiro a 72o rs.
Sal refinado em potes de vidro a 5oo rs m.
da um. ,3# Cd
Sardinhas de Lisboa e de Naetes a 6oe rs
a meia lata, e 4oo rs o quarto.
Sag muito novo ealvo a 24o rs aiibra
Sardinha de Franca a 18o rs. a libra.
Sevada a toors. aiibra.
Toucinho de Lisboa a 24o e 3oors. a libra
Tijolos para limpar facas a 15o rs. cada um.
Vinho em pipa, Porto, Lisboa e Figueira das
marcas menos condecidas a 4oo rs a gar-
rafa, e a 2,8oo rs. a caada.
dem Figueira expecalmei te escolhido nest'1
lugar a Goo rs. agarrafa, e 4.5oo aeanada^
dem Lavrado, Colares muito fresco em
composicao a 6oors. agarrafa, e 4,5oo rs a
caada.
dem Lisboa em ancoras com 9 caadas mar-
ca especial a 22,ooo rs. a ancora.
dem branco uva pura a 56o rs. a garrafa
e a 4,5oo a caada.
a garra-
Idem Porto fino em pipa a 56o rs.
fa.
dem engarrafados generoso?, Lagrimas do
Douro, Duque do Pono, D. Lu? I, D. Pe-
dro V, Nctar, vell.o secco, Malvazia o
genuino particular de 9ooal,oe rs. a gar-
rafa e a io/ioo rs. a ca com urna duza.
dem Madeirajegitimo a l,2oo rs. a garrafa
ea 12,ooo rs. a duzia.
dem Muscatel a looo rs. a garrafa.
dem Bordeaux dos acreditadas marcas St
Julien St. Esteph, chteau la Rove,chitan
Margoux e outros a 6,ooo rs, a caixa e 5tio
rs. a garrafa.
Vermoulh a melhor bebida estomacal a 2,ooo
rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e l.ioo
rs. a caada,
dem em garrafoes com 5 garrafas a 1 ,ooo r^
Vassouras do Porto com arcos de ferro a 32o
rs. cada urna,
dem de escotas para lavar casa a 36o rs.
cada urna.
Vellas de espermaeete superiores a 56o rs.
a hbra. e sendo em caixa a 52o rs.
dem de carnauba refinada e de composicao
a 36o rs. a libra, e lo,5oo e 1 l,ooo rs. a
arroba.
IffflSIIpff^f
a -i
a
5
* g
e en
Ivs

si
Z gj s a m i
-1 -I
01 -
C6

S*S.
-1
3
Deposito geral em Pernambnce rna da Cruz n. 22 de
rn iu tarch-Sl-Hncr*.
em casa Caros A Bar hoza.
ATTEK^aO.
Chegaem a farinha hvada.
A bordo do hiato nacional Dous hmos ancora-
do defronte do trapiche barao do Livramento, ven-
de-se esta superior farinha lavada anda nao vista
neste mercado pelo barato preco de S& o alqueire
ou 6 o sarco sendo esto preco granel, e tambern
na ra da Madre de neos ns. 5 e 9.
Bisas hamhnrppzas
Na ra Novan. 61 defronte da IllmaJ1 cmara
muniHpal vendem-se constantemente bixas novas
por menos li o cente qna em mitra qualquer
parte: recebem-se por todos os vapor??.
Salitre refinado. s.perior qnalidade, vinho Bor-
deaux, differentes qualidades, mais barato que em
Sialquer parte : no armazem de E. A. Burle i
ra* da Cruz n. 48.
Enfeites para cabeca.
Chegaram os lindos enfeites de cabecil para se-
anoras. send muin simples ede mbito gosto : ti
M Vigilante, rna do Crespn. 7.
Vende-se um mulato por preco barato : pa-
i ? ver' n casa de deeneo, e tratar, ao pateo do
rcrco u. 9.

c
i? 3
m
9
S-5
a

V
2 ~>
3 -2. o 2
I O) I
gil
s. ^ w
en cu O
B
m i
i'
-
ILGVEL
. GAZ GAZ GAZ
, Vende-se gaz de primeira qualidade a
IOJ a lata : nos armazens da ra do fm-
perador n. 16 e rna do Trapiche Novo n. 8.
Machinas para descaroear
algodflo dos mais acreditados
fabricante3: na fundioao do
BoTVTnan, ra do Braitntjjg.
Superior cal de Lisboa.
Sende-sc superior cal de Ushna amis nova noe
na no mercado Unto em poi-cio como a retalho
por barato preco afiancando-se aos compradores a
superior qnalidde : a tratar as Maniles rna?;
Crespo n. 7, Imperador n. 28, Porte do Mano
mazem do Sr. Villa defronte do trapicho do
ili
PEffllMIK
2St^adap<,B colD KW ^ 7ro*t0(f a Pea : na rA ** "P^"
/

J


Diarlo ie Termmmbmc r Sexta lelra 30 de Seeuibro de 1S4.

!
AO PUBLICO
Sem o menor constran-
glmento se entregar o
importe do genero que
nao agradar.
ARMAZEM
>
ATTENCAO
Os irecos da segulnte
tabella para todos, po-
dendo assim servir de ba-
se para o ajuste de contas
com os portadores.
J
RUA DA CAINBIA DO RECIFE M. S3.
(Logo passando o arco da Concerao)
Cirande redueeo de preeos, equivalente a dez por cento menos o que eutro qualquer
annunciante.
Collegas.Nao posso por mais lempo sustentar o preco da manteiga ingleza a i,ooors. a libra, bem assim o de outros!
amitos objectos, etc., dando com isto ocasio a todas as espeluncas acabarem porbom preco .a manteiga de tempero, e gritarem enij
alta voz, que podem vender pelo preco que eu vendo!! 1 Ora, eu offendido com estas obscuridades e receioso em adoptar o mesmo
systhema que vim encontrar, de so se vender com um por cento a carola, resolv fazer esta glande redcelo de preeos, como veris |
pela seguinte tabella, pois como sabis ca pelo meo bairro, at a abertura do momoravel armazem de -molbados Uniao Mercantil nao
se sabia de outro preco de manteiga ingleza a nao ser o de i,4oe a l,6oo rs. a libra. Hoje porem, resentidos da reduegao a que
esto obrigados, encarando todos os das de seus freguezes reclamacao de preeos, e qualidades, vingara-se de um e outro portadores
mal informado deste novo estabelecimenlo. para lhe vender goneros nao proprios de um estabelecimento desta ordem que o seu fim
to smente obter a concorrencia d seus freguezes.
Para bem de todos.
Senhorcs e Senhoras o aceio que presidie, aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que ludo apromptidao e cntei-
reza com que serio tratados, convida a urna vizita ao mesmo, certos de que sem duvida me daro a proteccao e preferencia na compra
dos gneros que precisarem, e quando nao pocam vir podero mandar seus portadores, ainda que estes sejam pouco praticos, pois
serao tao bem servidos eomo se viessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommeudaoao, afim de que nao vao em outra parte.
Manteiga ingleza (safra nova) especialmente
escolbida a 8oe rs. a libra, em barril se
faz abalimento.
dem franceza a mais nova que tem vindo ao
mercado a 56o rs. a libra, e em barril ou
lucios a ooo rs.
Cha hysson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
dem perela o mais superior do mercado a
2,8oo rs.
dem huxim o melhor que se pode desejar
neste genero 2,6oo rs.
dem preto homeopathicoporserde superior
qualidade a 2,ooo rs. a libra.
dem hysson, huxim e perola mais proprio
para negocio o 1,600, i ,80o e 2,ooe rs. a
libra, garante-se ser muito regu'ar, igual
ao que se vende em outra parte por 2,4oo
e 2,6oo rs.
Linguicas, chouricas e paios em latas de 8
libras, ermeticamente lacradas a a.ooe rs.
garante-se serem superiores aos que vem
em barris.
Chouricas e paios em barris de meia e urna
arroba a 8,000 rs. e l,5oo e 600 rs. a libra.
Queijos flamengos muito frescos chegados
neste ultimo vapor a 2,2oo rs. e do vapor
passado a 1,600 e 1,800 rs.
dem londrinos os mais superiores que tem
vindo ao mercado a 800 rs. a libra entei-
ro se faz abalimento.
dem prato muito fresco a 800 rs. a libra.
dem do Alentejo o que se pode desejar de
fresco e superior a 800 rs. a libra, a elles
antes que se acabem.
Ervilhas e faros porluguezas emjatas j pre-
paradas a 6io rs.
Marmelada imperial dos mais acreditados fa-
bricantes de Lisboa a 600 rs. a libra.
Prezunto do reino vindos de casa particular
a 56o rs. a libra, e a 5oo rs. inteiro.
dem inglezas para fiambre chegado neste
vapor 72o rs. a libra.
Copos lapidados para a gua a 0,000 e 0,000 a
duzia,
Choculate francez, suisso e hespanol a Ooo
1,000 e l,2oo rs. a libra.
Esperncete em caixinhas contendo 6 libras
por 4,ono rs., garante-se serem transpa-
rente e de superior qualidade, tambem tem
de 12 por libra propra para carro.
Pcixe em posta sovel, corvina, gors. pesca
rs. e em barricas de 4 duzias se faz abati-
menlo.
Caf do Rio a 26o e 28o rs. a libra, c 7.8oo
e 8".5oo rs. a arroba.
dem lavado de primeira qualidade a 3oo rs.
a libra, e 9>ooo rs. a arroba.
dem do Cear de superior qualidade a 24o
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,000 rs. a
arroba.
Arroz do Maranhao a loo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba.
dem da India muito alvo egraudo a loo *s. a
libra, e 3,ooo rs. a arroba.
dem de Java a 80 rs. a libra, e 2,2oo rs.
a arroba.
Painco e alpisla a 14o rs. a libra, e 4,3oo
rs. a arroba.
Massa de tomate em latas de 1 e 2 libras a
600 rs. e de barril muito superior a 000
rs. a libra.
Aletria, macarro e talharim a 4oo rs. a li-
bra, e 9,000 rs. a caixa.
dem e lalherim branco a 32o rs. a libra,
estas massas tornam-se recoraendaveis as
pessoas doentcs por serem propriamente
feitas para esse Un.
Estearinas a 060 rs. a libra, e em caixa com
25 libras a 52o rs.
Vinho do Porto muilo fino excellente qua-
lidade proprio para engarrafar em ancore-
tas com 9 caadas por 45,ooo rs.
Vinho de pipa Porto, Figueira, e Lisboa a.32o,
4oo eooo rs. a garrafa, em caada a 2,5oo,
3,ooo e 3,8oo rs.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a loo e 5oo rs. a garrafa, em caada
a 3,ooo e 3,000 rs.
Vinho branco para missa em caixa de 1 duzia
a 8,000 e a 680 rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores marcas, que
vem ao mercado como sejam Lagrimas do
Douro, Duque do Porto, DnqueGenuino,
D. Luiz I., Madeira seora. Matarn fino,
Fetoria em caixa de 1 duzia de 9,ooo a
lo,ooo rs. e a 9oo e l,oooa garrafa.
Vinho Colares o mais superior que tem
vindo ao mercado a 64o rs. a garrafa.
Sardinhas de Nantesem quartos e meiaslatas
a 36o e 56o rs. cada urna.
Sardinhas portuguezas em latas grandes
preparadas pelo melhor conserveiro de Lis-
boa a 64o rs.
da", sam3o, ostras e cierneer vezugo em! Bolachinhas inglezas as mais novas do mu-
latas grandes a 800 e l,ooo rs. cada urna, cado a 2,800 rs. a barrica, e 24o rs. a
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita- libra,
das que tem vindo ao nosso mercado a Bolachinha de soda em latas com diversas
6,000, 7,ooo c 8,000 rs. a caixa, garante-i qualidades a l,3oo rs.
se ser de qualidade superior, que outro, Bolo francez em caixinhas muito proprias
qualquer nao pode vender por este preco. j para mimo a 64o rs.
Genebra de HoUanda a 56o rs. o frasco, e Passas muito novas de carnada a 4oo rs. a
5,7oo rs. a frasqueira. libra e 6,000 rs. a caixa com 28 libras,
dem de laranja verdadeira de Altona em Figos de comadre a 24o rs. a libra e
frascos grandes a l.ooors. o frasco, e| l,8oo rs. a caixa com 8 libras.
1 l,ooo rs. a duzia. Aroendoas de casca mole a 32o rs. a libra,
dem de HoUanda em botijas grandes a 4ooBolachinhasd'agua em sal da fabrica do Beato
Antonio de Lisboa em latas com 6 libras
por 2,5oo; ditas doce em latas com o mes-
mo peso a 2,5oo; ditas imperiaes ntralas
de 3 libras por l,5oo rs.
Ameixas francezas em latas de 1 e meia libra
por 1,2oo; ditas em caixinhas de deversos
tamanhos com bonitas estampas na caixa
exteriora l,2oo, i,5oo, el,8oors.
Azeitedoce refinado Penanol ou do Kempes
de Lisboa a 85o rs. a garrafa e 9,5oo a
caixa com urna duzia.
Batatas muito novas a 5o rs. a libra e 2,ooo a
caixa com 2 arrobas.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,5oo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a 32o
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Molho inglez em garrafa de vidro com
rolha do mesmo a 5oo rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes a
800 rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes j preparada
a 4oo rs.
LentHhas excellente legme para sopa a 2oo
rs. a libra.
Marrasquinoo verdadeiro de Zara em garrafas
grandes a i.ooors. e 11,000 a duzia-
Palitos para dentes a 14o e 16o rs. o mago.
Sal refinado em frasco de vidro com rolha do
mesmo a 5oo rs.
Cerveja branca e preta das marcas mais a-
creditadas que vem ao mercado a5,ooo e
5,5oo a duzia e 48o rs. a garrafa.
Sag muito novo e alvo a 24o rs. a libra.
Sevadiuha de Franca muilo nova a2oors.
Charutosdetodos'osfabricantes da Bahiae das
mais acreditadas marcas conhecidas no
nosso mercado a 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo,
3,ooo e 3,8oo a caixa de loo charutos.
Cognac inglez das melhores marcas a
1,090 rs. a garrafa.
Doce da casca da goiaba em latas de 4 li-J
^^^^^^6^5-&^^^&>=*3^^^>^^W
TTJVIAO
O
UAtTE SeIDA?
P0T4SSA
Vende-se potassa em barris a cominedo preeo o
Da ra da Cruz n. 23, primeiro andar, eseriptori:
de Amonio de Airaeida Gomes.
ATfi
Vende-se superior vinho do Pono em caixas de
urna duzia : era casa de Johnston Pater & C, ra
! do Vigario n. 3.______________
Vende-se a casa terrea da ra do Progresio
:n. 21 (noCaminhoNovo) tem um porio ao lad)
queda entrada para o quintal, no qnal existe ein-
I co pequeas mei aguas, rende tudo H0<5, e vt-u-
de-se barato por sen proprietario ter do r-iirar-se
'para fra da provincia : a tratar ua ra do Qtu-t-
j mado n. 77.
Um Descobrimeuto Espantoso!
t) iiluudu Srientifieo unanimamtnle o approv*
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento
(Je molbados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o proprietario em,
oflerecer 3os seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos preeos, afianzando todo e qualquer genero vendido neste bem conhecido ar-
mazem.
Amendoas confeitadas de 800 rs. a libra.
Janteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 rs,
libra,
dem franceza a 060 rs. a libra, e 52o rs.
] sendo em barril.
Cb uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
"para cima a 2,6oo.
Wem perola a 2,800 rs. e de 8 libras para
cima a 2,Too,
Licores francezes e portnguezes das seguin-1
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-1
dua amarga, percicot. de Turin, Botefim,
morangos, limo, caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, orlis pimenta a 1,00o
rs. a duzia 1,000 rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
a 2,000 e
a 2,000 rs.
dem menos superior a 2, ioo e de 8 libras
para cima a 2,3oo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4,6 e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4.800 rs. a lata.
Bem preto o melhor que se pode desejar
! neste genero a 2,800 rs.
dem menos superior a esse que se vende
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra.
dem mais baixobom para negocio a l,5oo
rs. a libra.
dem miudinho proprio para negocio a 1,500
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo.
Queijos chegados no ultimo vapor a 2,600 rs
dem prato qs melhores e mais frescos do
mercado a 800 rs. a libra sendo inteiro.
Genebra marca gato a 1.7oors. agarrafa.
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes
marcas: Osborne, Craknel, Mixed, Victo-
ria, Pec-nie, Fance, Machine e outras mui-
tas a l,3oo e l",4oo rs.
Fumo americano om chapa a 1,60o rs, a
libra.
Aramia de todas as qualidades.
Batatas novas em caixas de 2 arrobas a 3$ a
caixa e 60 rs. a libra*
Balachinha de Craknel em latas de o libras
bruto a 4,000 rs.
dem hysson o mais superior que se pode Passas muito novas em quartos e inteiros a
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima 2,oeo rs. o parto, a 6,000 a caixa e4oo
rs. a libra,
dem corinthias proprias para podim a 800
rs. a libra.
Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
Lisboa a 64o rs. a libra.
Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra.
Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
Ervilhas francezas em latas a 64o rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,6oo rs. a libra
fazenda especial.
Presunto para hambre inglezes a 7bo e 800
rs. a libra.
Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra.
Caixas de traque n. 1 a 86500 cada urna. ,
Massas para sopa macarr5o, talharim aletria
A Coinposiro Anacahuite.
Peitoral de Kemp.
Por cspac.0 de muito teinpo se La uzado e
tensamente em Tampico para a cura de
TSICA PIMOAE,
CATARRHO, STHM,
BRONCHITE, TOSSE COHVWfc
CHUPO O GABROTOHC, e
Inflammafes da Garganta e do Pet,.
e isto com um resultado tao feliz c veidadei-
rameute assombroso o pao ou madeira d'uu.a
arvore que charno Asacauuita, c qw s
se encontra no Mxico.
A Composi$o Anacahuita Peo-
ral de Kemp e' um Xarope delicioso, int*"'
ramente differente na sua cowposif'0 **
todos os mais Pcitoraes e Expectorantes ma-
nufacturados de fruetos astriny-ntes, casc.i
e raizes, &c, o mesmo nao oontem nenhoia
Acido Prussico ou ontr* quaesquer ingje-
dientes venenosos.
Todas as molestias e affeccoes da gargau'u
e dos pulmoes dosapparecem como por uta.
mgico encanto, mediante a accao d ,-omparavel e irresistivel remedio.
venda as boticas de Caors & Barboza,
bras por 2,ooo; dito em caixoes a 600 rs. iem inglezas em barricas a mais nova do
'ordadeira a 32o rs. a
c^'a um.
Farinha de araruu
libra. .
Velas de carnauba de 6 e 12 por libra a
32o rs. a libra e 10,000 rs. a arroba.
Azeitedoce de Lisboa a 64o rs. a garrafa
e 4,8oo a caada.
Banha de porco refinada, a 4oo rs. a libra
c 36o rs em barril. !Potes com sal refinado a 48o rs. cada um.
Cmi de'diversas frutas muito frescas a{Bicos frascos com frutas francezas em calda
' un r. a carrafa. a melhor que se pode desrjar de l,4oo a
3,ooo o fiasco.
mercado a 3,000 rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
Goucuiato pirtuguez o mais especial que se
pode desejar a 800 rs. a libro ika rs. o
pao.
Papel de botica de excellente qnalidade a
2loo rs. a resma.
a 4oo rs. a libra. I rna- da Cruz e jo5o da c. Bravo C, roa
Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa. ^^^ de Deos>
e 800 rs. a garrafa. I
dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a -
garrafa.
Charutos em grande quantidade e de todos os
fabricantes mais a creditados a 1,500, Fugio do lugar do Saldado, parto da guan-
2 000 2 000 3 000 e 4 000 rs. a caixa, a da provincia da Parahiba, o negro moa o do
z,ooo, 000, o,oou t 4,000 rs. .. mm Donto cofn os s ,s segu,mes : eheio do
os mais baixos sao dos que por afei se ven- j corp0j ,J(,m fMaU% pou,.a bar|i;i) mas bastante no'
dem a 2,000 e 2,500 rs. : peitos, e em um dos rrjeitos dos ps um costuiue
! proveniente de cortes e ensarta : perte-se aos ca-
Caf de premeira qualidade a 8.300 e 9,000 j,tiies de campo ou mesmo as autoiiUades o ap-
rs a arroba e 28o a 22o rs. a libra. prehendam e recolham cadeia, auntiLciando p-
Irlnm .1p sAimnda nualidado a 8 ^00 rs a ar- ls fo|n:ls des,a dHadl' protestando o abaixo as-
' signado contra qualquer pesst-a que o tenha em
roba e 26o rs. a iibra.
seu poder,
Arroz do Maranhao a 12ors. a libra, 0..000 rs. -',.~-a Iarde f]o dia ,6 de ju|ho ,,. p. um
a arroba. escravo pardo, de uume Marcos, de>fndiarradc
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a do hiate Sanio Auna, vindo doAracaty, teudc
arroha p loo rs a libra. de idade 28 annospouco mais ou menos, eos sig-
arrooa, e loo rs. a iDra. seguintes : altura regular, secco do corpo,
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra. Mbe||o crW.)0; |evou raniisa 6
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro- ^alca
ba, e 80 rs. a libra.
64o rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a graza.
Toucinhe de Lisboa muito alto e alvo a
32o rs. a libra e 8,5oo a arroba.
Ameixas francezas em latas de 3 libras por
2,ooo. rs.
Cebollas solas a l,4oo o cento ; ditas em
molhos com cento e tantas por l,2oo rs.
Matte excellente cha para os navegantes a
a 2oo rs. libras.
AGENCIA
DA
FUNGI LOW-AO MOQUE
Rua da Senzalla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a hayer
om complto sortimento de moendas e meiai
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos 01
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roapa: em casa de S. P. Johnston 4 C,
rua da Senzalla Nova n. 42. __________
khi/h
\ indo do Porto superior
dm caixas de urna e duas duzias : tem para ven-
cer Antonio Luiz de Oveira Azevedu & C, no seu
escriptorio rua da Cruz n. 1.
Fabrica Conceicao da I
Bahia,
Andrade t Reg, recebem constnte-
fH mente e tem venda no seu armazem n.
k 34 da rua do Imperador, algodao d'aquel-
^ la fabrica, proprio para saceos de assu-
|P car, embalar aigodo empluma etc., etc.,
mt pelo preco mais razoavel.
FRONTEIRO
DE
AliVES COUTIWHO di IIRAXDlO
21Largo do Tergo21
Ao publico.
Chouricas muito novas a 64o rs. a libra ; chocolate francez a l,ooo rs. a libra;
ameixas idem ; alpista a 16o rs. a libra, e 4,6oo rs. a arroba ; arroz do Maranhao e da
India de 8o a loo rs. a libra, e em a arroba de 2,6oo e 3,ooo rs. ; azeite doce refinado
a 1 ,ooo rs. a garrafa e em porco, menos; idem de barris a 64o rs. a garrafa, eem cana-
da a 4,8oo rs. ; banha de porco a 4oo rs. a libra, e em barril a 36o rs.; batatas muito
novas a 4o rs. a libra, e l,2oors. a arroba ; cha perola, hysson, miudinbo a l,8oo, 2,4oo
e 2,5oo rs. a libra; charutos dos melhores fabricantes da Bahia de 2,ooo e 4,ooo rs.-;
cerveja branca e preta a 5oo rs. a garrafa ; cravo, canella, cominho e erya-doce, conser-
vas inglezas em frascos e meios de 5oo a 9oo rs.; cognac inglez superior a l.ooo rs. a
garrafa ; caf de 1.a, 2.a e 3.a qualidade de 8,5oo, 9,ooo e 9,5oo rs. a arroba; cevadi-
hha a ioo rs. a libra ; ervilhas portuguezas em latas de i '/a libra a 7oo re.; spermacete
a 56o rs. a libra, e em caixas a 52o rs.; farinha de araruta verdadeira a 2oo rs. a libra,
e em a arroba a 6,ooors ; genebra de laranja a l.ooo rs. o frasco; idem de HoUanda
a 64o rs., e 4oo rs. a botija; graixa em latas a l,2oo rs. a duzia ; manteiga ingleza per-
feita flor a 8oo rs. a libra; idem franceza a 56o rs. a libra, e em barris a 52o rs.; maca
de tomate a 6oo rs. a libra; marmelada dos melhores fabricantes a 64o rs. a libra; ale-
de superior qualidade vendem-se em casa' tra> talharim e macan-So a 4oo rs.; marrasquino de Zara verdadeiro a i.ooors. cadafras-
de Schafleitlin d C, rua da Cruz n. 42. | ^. nozes muto neVas a 2oo rs. a libra; passas a 4oo rs. a libra ; painco a 16o rs.; po-
-----------Bnn da Senzalla D 42 mada a 24o rs. a duzia; pimenta do reino a 36o rs.; papel almaco e de peso de diver-
Vende-se em casa de S. P. Johnston d C,' sas marcas; palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2o rs. a caixinha ; ditos de seguranca
Vendft^em casa oe >.r d d 2o rs a Cljxinha e 36o rs< 0 m<0. ^^ flamengos do vapor a 2,eoo rs.
S k 2Z Saf inSas of de vela cada um; cevadinha a 2oo rs. a libra; sardinhas de Nantes de 4oo a 64o rs. a lata; sa-
*?S ^T^rr^TmnSt S b5o massa muito superi. r a 2oo rs. a libra; toucinho de Lisboa muito alvo a 3oo rs. a \ir
^^^7Z!^m'f^S^S bra; vinho do Porto velho engarrafado a i,5oors.;idem em barril a 8oors. a garrafa,
carros de um ei dons cvanos, e reiogios Q por(,3o fewe dfferenca e em canada a 5)0oors.; idem de Lisboa muito saperior a
ouro patente ingiez.-------------------------- i 4qq rs a rrafa e 28oo rs. a caada; idem da Figueira J. A. A. a 5oo rs. a garrafa e
B-se dib excellente terreno com luz Q ^ p< a ^^^, .|Jflm dQ Estret0 a 36() e 320 rs a garrafa e em y^zte a 2,56o;
mmwmmmi
Charutos de Havana
Frutas em calda chegadas ltimamente, pera,
pecego, ginja e outros muitos a 12o rs. a
lata de 21r2 libras.
Foij5o verde em bages em latas a 64o rs. a
lata.
Nozes muito novas a 120 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 6oo rs. a libra,
dem de easca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca, Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.ooo e
i,ooo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a canada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a canada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a canada
e 5oo rs, a garrafa.
(dem de marcas pouco conhecidas a ioo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a canada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composicSo a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
canada.
Farinha de matarana a 240 rs. a libra.
Ricas caixas com figos a I,ooo rs. cada urna.
Ricos livros com figos l.ooo rs.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 '/> garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafo.
dem com 4 ditas de venagre a 4,ooo rs. o
garrafo.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
i5,ooo rs. com aancoreta
dem em pipa puro sem o batisme a 2oo rs.
a garrafa e 1, ioo rs. a canada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,8eo re.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
excellente terreno aun ranada idem
palmos de frente e mais de 300 de fundo, todo 3.6oo_rs. a caada^me
liba do caes, prop"<> idem Bordeaux a 56o rs. a garrafa; idem branco de Lisboa, proprio para mtssa a 5oo rs.
para qudquer edikacao, tendo ceitente porto de a garrafa; vinagre de Lisboa muito superior a 2oo rs. a garrafa, e l,4oo rs. a canada;
embarque; vende-se por junto ou em terrenos de soda> ceva(jaj a|fasema, gaz e tijolo de limpar facas a 14o rs. Presuntos de Lamego a 5oo
3S palmos, conforme mehorG5JJJlrpeJ(J cgp ea.ljs a.ir rb outros muitos gneros quedesnecessario menciona-los.
algodHulio de risrado azul echa-
peo" de palha, tendo levado comsigo umatrouxa
oom mais roupa. e rendido de unta das verilhas 5
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,oo rs. ar- ,|uen, 0 appreender queira leva-lo a 1 ua da Madre
ruua, c ao rs. a libra. de eus n. 38, ou rur'. do Bi un n. Jo, que sera
dem de sebo muito dura nublado oenarmace-1 recompensado___________________________
te 36o rs. a libra. <*cravo Jos, preto crioulo, do 26 annos,
i.ioirwia oanirnvicptp a Hfin rs a libra e em' hais0> corno rP|1,a'' i"1'"*>* grossos e e-tufados,
Idemdeespaimaceteaoooib. aimia, eem ore|has peqDaM- ,.arhaco gros.o, poiua barba
caixa a 32o rs. com zo libras. porque tem apenas na ponta do qoeixo, que se tem
Papel o melhor que se pode desejar para os annanciado por este jornal como fgido desde '
Srs.
ma,
aior escla-
de campo.
aema seu senhor declara que esse escravo foi comprado
reMiKt. rmiai0irn a nn rs Francisco Antonio Thenorio de Albuquerque (ro-
Idem a zul de botica ou rugueteiro a 2,00 rs. nheejd() [)0r (.hr) morador em Goianna, que wa-
a resma. deuo como procurador de Joao Barbosa Cordei-
.1 11a 1 ( n ~* o ,,. ro morador em Jangadeira sitio Cauto Alegre no
demembrulho de I.ZOO a 1,400 rs. a resma. mePm0 terreno ne Goianna; ausentou-se oito das
Ameixas francezas em latas de 1 V* l'ra a depois de comprado, levando alienas no corpo
I 200 e 800 rs a libra. duas calcas urna branca e outra de castor escuro
ia-L ^-f-^nne Ao lihras a 9. Hnn rs s o de listras, sem camisa, paletot preto, e com urna
dem em frascos de 3 libras ai,ooo rs., so o cara UQa'enrarnada na cabea> srcuio para a re_
frasco valle l.ooo rs. tamoem temos em rerida cidade de Goianna em procura da casa d
frascos para 1,400 rs. urna amazia que alliiem, all foi visto at odia
Conservas inglezas a 800 rs. O frasco. | em que conslou ao tal Thenorio (Chic) que offe-
1 3 ~nnAn r.m nAio mnitn non a I rec6D-se para agarra-to, mas infelizmente nao ro
Mostarda preparada em potes muito no\a a; mais vi^ depors desse dia, constando entao quo
O IllOIllOr UUe SC [)UUC ucacjaj jai a kjo .-(iiniiiiciauu |>ur esm jui 11.11 uu:nu iujiuu uc^uc *i
i emoreaados pblicos a 5,ooo rs. a res-. de julho prximo paasado, consta que aiguem o
iTSZ L, 7 nnn r tem acoulade, se assim :, seu senhor protesta ha-
, ja se venden, por 7.000 rs. vc|. das de ^ e ,,,. 3C1.- j(ldjcjalj conIra
dem almaco pautadoelisoa3,ooors. aresma. qu..m a tant0 se lem atrevido, e para ma
dem de peso pautada e liso a2,o00rs. a recimentodasautoriilades e capitaes de
2oo rs.
Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Cravo a 48o rs. a libra.
Cerveja Tenente verdadeira a 7,ooo rs. a
duziae 600 rs. a garrafa,
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia e 5oo rs.a garrafa.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas mnito novas a i ,000 re. o molho e
800 rs. o cento.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caia.
dem de dentes lixados em macos grandes
com 2o rs. o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o re. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 28o rs: a libra e 5,4oo a arroba.
Peixes em latas al,000 rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo re.
Doce da casca da goiaba a 600 e l,000 rs. o
caixSo.
A
O proprietario do grande armazem Uniao e Commerclo declara aos seos freg
zes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a commodidade de todos estipulou
os mesmosprecos nos seguintes lugares:
Uniao e Commercio rua do Queimado n. 7.
O Verdadeiro Principal rua do Imperador n. 40.
esse ak'uem o comluzlo para Timhauba ou Cruan-
gy : quem porem agarra-lo ou der noficia certa
delle a seu senhor na rua Direita n. 54 da cidade
do Recife, ser generosamente recompensado.
Contina fgido e consta estar acoutado em
Goianna o escravo Jos, preto, crioulo de 26 an-
nos, baixo, corpo regular, beicos grossos e estufa-
dos, orelhas pequeas, cachaco grosso, pouca bar-
ba porque tem apenas na pona do queixo, levou
duas calcas, urna branca e outra de castor eseuro
que parece preto, de listras, paletot preto. sem ca-
misa u com urna carapu;a encarnada na eabeca :
roga-se s autoridades policiaes e capitaes de cam-
po que o apprehendam e facam conduzir presen,
ca de seu senhor na rua Direita desta cidade n-
4, que serao generosamente recompensados.
Fugio no da 22 do correte o preto Manoei,
Congo, de idade de 70 anuos, levou camisa de al-
godao de listras, caiga de casemira de quadrinhos,
chapeo de palha, tem as pernas arqueada?, nma
marca de fisi'ra ein om braco, bem conhecido
per ter sido do Sr. Francisco Lio* Pacs Barreta,
senhor do engenho Arandepe : roga-se-s autora
dades policiaes e capitaes de campo a apprehi'usiw
e entrgalo no pateo da Santa Cruz n. 4, que se
gratificar. ____________________
Escravo fgido
Fugio na noite de 26 para 27 do corrate unv
mulato de nome Joaquim, de idade 3o annos, pou-
co mais ou menos, com os signaos seguintes : al-
tura e corpo regulares, cabello cor red i o, com bigo-:
de e pouca barba, com um caroco escuro debaixo
do queixo, pernas.tortas, eos dedos dos ps espar-
ragados, levou vestido calca branca, camisa de
algodao da mesma cor, e chapeo de palha : roga-
se portante a todas as autoridades policiaes e ca-
fiitaes do campo a appreheuso do dito escravo, o
Bvem-o rua do Cabug n. 7, onde serao gratifi-
cados^_________________________________
De?appareceu da casa de sen senhor a preta
crioula Uonifacia, idade 40 annos, pouco mais ou
menos, bem fallante e desembarazada no andar,
levou vestido de chita e chale de la e um (landre
para vender azeite pelas ras : roga-se s autori-
dades policiaes ou quem a ppgar o favor de !-
va-la ao eaes do Ramos n. 24, que serio generosa-
mente gratificados.


--
ILEGVEL
i
1


J
D|*r! #ct*tt*\m* Siexia tetra 31 e Hetetbra r it4.

LiffEMTRA.
A liberda le de ira piensa.
Crerao3 |iie nao poneos dos nossos leitores co-
nhecem o nome e u obias do Sr. Eduardo La-
boulaye, mimbro do Instillo de Franca, e autor
da Historia dos Btlaios-Vntdot, do Estado e os
sais limites, da Lilwrdude religiosa, ele., etc.
Queremos boje faz-b entrever sob o pseudo-
nymo do Ur. Rene Lefebvre, bom burguez pari-
siense, mol ancho dcsta qualidade, convencido
como lodos o Parisienses de que so era Pars
4r;iese pode viver, que s bom o que se faz em
ParrV^0 I114' rpst0 do mundo arha-sc povoado
de ladees, de selvagens e de estpidos, Gaban-
do-se /orgulhssamentc da? revolucoes em que to-
BOp/parte, liberal dos qnatro costados, mas tre-
t tendo vista de qualquer helegoim e quereudo
per sempre e em toda a parte a miio do governo;
e de um governo forte, compenetrado da necessi-
dade de ama autoridade que diri a, conduza, reja,
aconselhc, reprelienda e castigue os eidados, este
honrado simplono, que representa para o Sr. La-
l)oula>e (e nos o eremos geni dillculdade), o bur-
guez de Paris de repente transportado por um
mgico, em urna nica noute, para ontra cidade
de Paris, situada na America, no Estado da Mas-
sachussele; e ali, vista de ideas diamctralmen-
te onpostas as suas, ali, onde a liberdade,a per-
souadade, a iniciativa individual dos cidadaoc
sao a norma e o ideal das nstituicoes, vale real-
mente a pena ver-te o enearnicamento rom que o
Lom do Franccz sustenta as ideas dos burguezes
do seu paiz c oppe aos seus novos compatriotas
embasbacados os argumentos mais absurdos.
Os nossos leitores forraarao urna idea do sal com
que foi escripia a obra de que tratamos, lendo e
capitulo seguinte a respeilo da Imprenta. O Pa-
risiense mudando de paiz mi'dou de nome. Passou
a ser o Dr. Smilii da sua individualidade s con-
servou as ideas, os p/econceilos parisienses ; o,
pois, sustenta acerca da liberdade da imprensa a
Cese que sempre lem sido sustentada em Franca
por todos os governos que se bao succedido neste
paiz, ao pasto que os seus interlocutores, jornalis-
tas americanos, defendem a these contraria. E-
tscusado dizer que o autor partilba as ideas dos
Americanos e que zomba de todas as bonitas phra-
ses oucas e sonoras que po na bocea do supposto
-Dr. Smith, pbrases estasque, ainda mal nao sao
nicamente pronunciadas pelo bom do dontor. Nao
i', s em Pars que ha Parisienses.
^ntara-me eu na miuha poltrona, reflectindo co-
raigo mt-mo no triste espectculo que tmha diante
dos olhos. Anarchia devoradora, espionagem ge-
ral, discordia universal, o governo as mos de to-
dos, eis os fructos ja imprensa to gabada! Gover-
cae um povo com um ^| nimigo encaruicado con-
tra vos.
Ora bem, raeu caro doutor, disse-me Truth
com voz insinuante, ja sabis corno se faz um jor-
nal. Sents-vos tentado? sois vos que ides sermeu
successor 1
Nunca! nunca I respond recuando a minha
poltrona com un. gesio involuntario. O que eu
vejo encuerne de inquietagao ; vos zombaes de tu-
do que me ensinaram a considerar como respeita-
vel e sagrado. Que ataquen, um ministro ou al-
guns deputados, pooco me importa, ja estou habi-
tado com isto; os ministros ho sempre servidnu
de alvo aos Srs. folicularios : o mais celebre ga-
zeteiro o que delta abaixo dous ou tres ministe-
rios. Se ha paires e povos aos qnaes agrade esta
destruico, que Ibes faca muito bom proveito I De-
sejo-lhes duas ou tres revolugoes para cura-Ios.
Mas a vida privada, senhor, deve ser murada, ou-
vls, seuhor 1 hermticamente murada.
Quein foiquedisse isso? pergootou llumbug
com um ar malicioso que nada mais provava do que
a sua ignorancia.
Foi o Sr. Royer-Collard, Sr. Humbug, respon-
d eu, um grande metaphysico que nunca leve ideas
suas proprias, mas que fundiu e gravou em bronze
as ideas dos mais. Foi elle, foi esse Ilustre sabio
quem pronumiou esta mxima de ouro, que deve-
ria ser anisada nos escrlptorios de todos os jornaes:
A vida privada deve ser murada.
O vosso grande melaphysico disse urna as-
neira ; responden llumbug. Por ventura pode um
boineiu ser dividido em dous? Pode alguem por
ventura ser um patifo na vida privad o um PV
bricio na vida publicar O que a vida privada ?
Onde corneca ella, onde acaba? Pois gritar para
que eviten) um cao damnado por ventara um ata-
que vida privada ou vida publica ? Se a nossa
marinha mohada por impudentes fornecedores
ataca-se acaso a vida privada denunciando o la-
drao? Se o honrado Sr. Little, opulento com os mi-
Ihfies extorquidos aos mais, ainda pretende despo.
jar os papatvos em proveito da sua iosaciavel co-
bija, diz-r ao Sr. Little que elle um velhaco, ser
atacar a sua vida privada ?
senhor, disse cu ao meu impudente interlo-
cutor, vos nem imaginaes tudo quanto eu poderia
cppr ao vosso modo de pensar ; limitar-mehei
apenas ao seguinte. O mane de Paris redeu a urna
deploravel flaqueza. E' provavel que canise no
lago armado p ir alguma sera de baixa estofa ; o
que certo, porem, que elle nao commelteu essa
falta na qualidade de magistrado municipal. Para
que, pois, tanta bulha, tanto escndalo, e a diffa-
magao de um homem cuja culpa, em todo caso, nao
vos offende de maneira alguma ?
Para que ? disse Truth com um rigor digno
de Rohespierre : para obriga-lo a resignar o car-
go. Pois queris que preguemos no seio de nossas
familias o re>peito do lago conjugal e o horror do
vicio, vista do adulterio, entonando-se na casa da
cmara ? I-to impossivel. A honra da vida pri-
vada que nos garante a virtudc publica. De con-
trario, a poltica nao passade urna comedia em que
cada um traz a sua mascara, representa um papel,
e diverte-se fallando cm consciencia, dircitos e de
veres, sem crer na menor palavra do que diz. E'
bem possivel que alguns povos novis gostem deS'
^as tarcas perigosas, e que sempre aesbam mal;
mas, na America, tadi serio. Vo mnto emb Ta
^.j nosso*. devassos, se assuu ihes appmuver, arrui-
nar a sua sade, e esperdigar o seu dinheiro no
outro lado do atlntico ; no oosso paiz quem quer
ser respeitado deve ser respeitavel.
Eis urna carta do maire, disse um emprega-
do ; elle demiitio-se.
Sr. Truth, exclamei eu, ainda tempo, sns-
pendei a impresso do jornal, mandae tirar das
vossas columnas urna condemnacao qne agora s
se applica aom simples cidado, um jnizo que des.
honrara um hooiem e desgranara urna familia. Ris-
cae das nmm columnas essas linbas odiosas que
sujeitara a um ferrete novo, e que a juslica nao
previo, orna culpa sem dnvida perdoavel. Enio
na America s ha Catos ? e, ja que andaes sempre
a citar o Evangelh, nao haver entre v> alguem
que lesse a historia da mulher adultera ? Em no-
me do cu, sede humano.
Eu nao son humano nem cruel, responden
Truth com o seo tora glacial; nao sou urna pessoa,
aou um jornal; islo um ocho, urna photographia.

;
O artigo ha de sahir tal qoal se cha ; lastimo o como um cordeiro; pois veris, honrado advogado,
culpado, mas, por mea turno, tenho urna mlssao a que o Sr. Little ha de decidir-se a fazer tamanho
desempenhar ; nao transijo quando se-traa de dar sacrificio.
culto verdade. Mas nos somos bemens delicados, disse Truth,
Mas esta missao, exclamei indignado, fosles e> D8,a nossa Par,e- n5 ">e imporemos um tao
vos mesmo que a assumisies !
E ser menos santa por isso ? replicou o jor-
nalista. Compreheadel bem o papel que eu de-
sempenho. Em urna sociedade que s so oceupa
com os seus negocios, com os seus ntresses, e que
nao obstante povernar-se por si mesma, como que
se mantera a liberda le ? como que se manlem e
se propagara as ideas generosas? como que o
grave encargo,corabateremos a sua elelcao.
Porque f bradou Fox.
Isto, disso Humhng, o segredo da comedia;
ninguem deve pergunla-lo.'
Assim pois. conlinou Fox, nunca cessareis do
contrariar-nos, virtuosos puritanos, raga orgulhosa
e insociavei mas condenmado seja ou s penas
eternas do inferno se um dianao vier qneimar-vos
direito acatado por todos, a virtude estimada, os no V0SSo bePciro. zanges inuteis, que s sabis
servicoa recompensados? E' por meio da imprensa,
invengo muito mais admiravel que o vapor e a
electncidade. Nos oulros jornalistas somos o echo
da sociedade, echo formidando, trorabeta estrugi-
dora que torna estrepitosos os menores rumores,
fa los troar at aos contins do.imperio, e vae des-
pertaras coasciencias mais ama tornadas. O bem
ou o mal, tudo nos serve : o bem, para fazer pal-
pitar de alegra e de emocao todos os corajes; o
mal para inspirar-Ibes indignacaoe desgosto. Hon-
tem pratieastes um acto heroico : cm Hespanha,
na Russia, quem o teria sabido ? alguns amigos,
alguns viginos* urna cidade. Gragas nos, trul-
la e um milhes de homens rejetiraoo nome do
Dr.Smith: tres milhes de mocos invejaraoa vossa
coragem e tomarao a resolur/io de imita-la. Eis a
obra dos folliculanos que parecis ter em pouca
esliinacao. Hoje deu-se um escndalo, um magis-
trado commelteu um erro. A justica condemnou o
hornero, a imprensa condemna o crime, e o expe
ao odio e detestacfio de toda a nacao. Quanto
maior a queda, tanta mais severa a licao. A
nossa rigidez afligir urna familia e desgostar al-
gumas almas (midas ; mas salvar de egual fra-
queza mimares de homens que a impunidade aco-
rocoaria. E' certo que com a nossa severidade ga-
nharemos urna inimizade mortal. Que imperta ?
Consultamos acaso o oosso interesse quando trata-
mos de cumprir o nosso dever ? Doutor, sede me-
nos severo para comnosco. A' vista das qualida-
des que exige a profissao de jornalista, quanlos ho-
mene de estado se achariam habilitados para exer-
ce-la, quantos d'entre elles se animariam a sujei-
tar-se aos nossos perigos e nossa obscuridade ?
Bravo, Truth I exclamou Humbug : fallaes
como um hvro, meu amigo, e como um livro que
diz verdades : Rara avis m tenis, nigroque smil-
lima eyeno.
Ha ambires que se oceultam, tornei eu, fu-
rioso contra Truth e contra mira mesmo ( as pala
vras deste sophista me tinham abalado) : tal ho-
mem ha que se julga virtuoso ostentando severida-
de, e qne na realidade, sem o saber, ludibrio do
seu proprto interesse, e s cuida de grangear for-^
tuna.
A fortuna nao para os jornalistas, disse
Humiug. Doutor, meu amigo, o mundo um thea-
tro on>! figuram tres classes de pessoas : especia'
dores, auvires, actores. Os espectadores sois vos,
Green, I\se, sao todos os b-ns homens que nao
tem vicios, e nem virtudes, e que vivem sombra
da sua vinha e da sua figueira. Os acto.res formam
urna companhia de invejosos que se parece com to-
das as companhias de comediantes. O ambicioso'
o bem fallante, o avarento, o covarde, o tyranno, o
lacaio representara cada qual o seu papel rom
grande satisfaco do publica quo aoplaude a roiu-
do, palea algumas vetea e paga sempre. Estes pri-
meiros cantores carecem de esplendidos vestidos,
de palacios, de ouro, de muito ouro. Elles conhe-
cem o capricho da multidao, e delle abusam
Quanto aos autores, quanto ao poela que creou o
dito que anda na bicea de todos, que escreveu a
aria da moda, que inspiren o rasgo de eloquencia,
a esse atinan um pedaco de pao e o desdenham. O
quo a idea para os homens habis ? um tope sim-
plesmente, tudo est em saber emprega-lo a pro-
posito. Bradae por espaco de vinte annos que a
liberdade a salvado dos povos, nao passareis de
nm echo, odioso aos que mandam, encommodo aos
que servem. No dia em que o povo, j cansado, sac-
endir o fardo que o esmaga, o primeiro temerarios
que inscrever em urna baudeira a palavra que repe-
liste por espaco de vinte annos, esse ser o escomido
das turbas; honra, dinheiro, poder. tj.. msra para
elle. Era ""> >< acnar-sc-ha esle primeiro ac-
ior com a sua fortuna Coila ; e pois nao ter elle
sufflciente desprezo para o jornalista obscuro que,
sujeitando-se durante vinte annos a desgostos e a
perigos, Ihe preparou o triurapho. O povo julgar'
como o actor. Queris que ajante urna moralida:
de ao meu cont ? Paris vae nomear um maire
fieae cerlo de que nao de lembrar-se do todos, me-
nos do nico homem Truth. No dia em que elle
morrer no meio da sua lida, se eu nao me achar
presente, nem se quer ter duas linhas de elogio
no seu proprio jornal. Eis como se recompensa a
virtodd cvica na America.! e nao obstante somos o
primeiro povo do mundo : Ab uno disce aunes.
Julgae agora da nossa ambicio.
llumbug, meu amigo, disse Truth.'nao con-
taes entao com a honra de serdes amado e louvado
por vos mesmo ?
A pona abrio-se, e por segunda vez appareceu
urna cara de fuiuha que nao poda ser de outro que
nao do Sr. Fox. Era elle cora effeito, mais riso-
nho que nanea.
Sr. Truth, disse com sua voz mais assurara-
da. poderieis te.r a bondade de annunciar no vosso
excellente jornal que o honrado Sr. Little cana de
dar 10,000 dollars ao hospicio da infancia, S,000
dollars aos pobres da cidade e outros 5,000 bi-
bliotheca municipal?
O einprestimo mexicano vae bem, disse Hum-
bug; Lilile um Judeu devoto que paga o dizimo
do Seuhor.
O einprestimo mexicano est abandonado,
respondeu Fox; o Sr. Little recoaheceu que as ga-
rantas offerecidas pelo governo do Mxico nao
erara serias.
De que provir esta generosidade suspeita ?
perguntou Humbug; impos-i-vel q-ie isto uSo en-
cubra alguma terrivel especulado. Etes 10,000
dollars ho de cu-tar-nos caro.
Sempre descoufuncas, interrompi eu; e por-
que?
E' parque sou um jornalista provecto, res-
pondeu Humbug; a viriude dos banqueiros mere-
ce-me lana f como a simplicidade dos quakrer f
Haveis de ser convertido, peccador renitente,
disse Fox rindo-se:
Grande noticia na praca I exclamou o Sr.
Eugenio Rose entrando da rna.

incommodar-nos os ouvidos cora os vossos odiosos
zumbidos.
Fox, meu amigo, disse Humbug, nao tentis
a minha paciencia e o meu braco, que bem podei
rei fuer-ves sahir pela jauella. /
Fox nao esperou que esta ameaca fosse posta onV
execujo; quanto a mim, retirei-me, abalado e in-
quieto com o que ouvira. A razao e a educacao di-
ziam-mo quo a imprensa urna arma que ameaca
o poder e a sociedade; os mais sabios ministros
rae hao inoculado rauilas vezes osla inapreciavel
verdade; mas por oulro lado nao podia deixar de
admirar a grandeza e a generosidade que se ma-|
nifeslavam no proceder de Truth, a intrepidez e a.
resolucao com que Humbug desempenhava o seu
papel. Tomar a defeza dos homens de bem contra
os velbacos que abundara, no mundo, estar todos
os dias alerta, e perseguir indafesamente o roubo,
a injustiga, a mentira, j alguma cousa. Um po-
vo que possue homens desles nao um povo ordi-
nario.
Ora qual I disse comigo mesmo superando
vaoJ escrpulos, isto urna excepcao. O expedien-
te mais acertado seria suprimir os jornaes; diro
que assim se supprirairia o remedio e nao o mal;
mas quando o mal irremediavel resignamo-nos,
e se morremos, ao menos morremos sem nos quei
xarmos. E' urna grande vanlagera... para os m-
dicos.
Assim discorria eu cora os meas botoes, quaade,
no meio da ra, ouvi urna voz que me chamava,
era Suzana. Vinha ella em ura carrinho do duas
rodas, cujo cavallo Mariha governava. O animal
era seguro das mos, e Martha, como rapariga
prudente, servia-se mais das redeas do que do chi-
cote ; mas na ra Taibout, canto da ra Helder,
quero dizer, no canto da stima e da oitava aveni-
da, ha um lemivel lagedo, collocado, supponho eu,
por algum veterinario interessado, porquanto, ha
dez annos, nao se passa um nico dia sera quo all
caiara cavallos. O de Martha eslava predestinada ;
ao approximar-se de mlm, o pobre animal ajoelhou-
se repentinamente; Martba foi laucada fra do car-
ro por cima da cabega do cavallo, Suzana cahiu
nos meus bracos, e tendo eu perdido o equilibrio
com a forca do embate, fomos ambos ao chao.
Levantei-me tunoso e todo sujo de poeira. Suza-
na eslava com a cara arranhada, Martha linha os
vestidos manchados de sangue:
Ferisles-vos, Martha ? exclamei.
Nao, senhor, nao foi nada, respondeu ella ; a
mo do Eterno amparou-me; apenas bati com a
ponta'do nariz na saleada.
E eis-nos a tirar os arreios ao animal para aju.
da-lo a levantar-se.
Quando o cavallo se achou em estado de conti-
nuar o seu caminho:
Por Dus! exclamei eu, urna vergonha con-
sentir a administra.;o municipal que, ao cabo de
minha pon.
E, cheio de raiva, VtMal ao escriplorio do jornal.-
O que leudes, doutor? dis^ Humbug, rindo-
se como de costume ; j comecastes a lula cltoral
cora Fox ? se devo julgar pelo estado em que se
acha o vosso facto, parece que nao fosles vos que
Qcastes de cama.
O que tenho ? respond eu, que acho abo-
mmavel deixarem ha dez annos nm lagedo em tal
estado que o meu cavallo acaba do cahir, ficando
minha tha ferida no rosto, e escapando a cozinhei-
ra com vida, por um verdadeiro milagre; estou fu-
rioso, quero queixar-me, quero pedir uslica. Esta-
mos em Paris, na America, e pois hei de obt-la
A publieidade me grangear o aiv> Je iouos. Dae-
me penna e "'*. qaw escrever-vos urna caria
.11 uiiilissima, em que tratarei a adminislrago co-
mo ella merece.
Aqui tendes o que pedis, disse Humbug, e
mais um dollar quo ve* damos.
Um dollar ? Para que ?
Nos pagamos una dollar por cada facto di-
verso que nos trazero; nao o desenheis; guardae-o
e mandae polo em um quadro com a dala do dia
em que o recebestes. Elle vos lembrar que a im-
prensa a voz de todos, e que reconhecestes esta
grande verdade no dia em que tivestes de que
queixar-vos.
Humhng, respond eu, estas palavras que sol-
taes ao vento, com a vossa cosinma leviandade,
teem mais alcance do que suppondes; nao as es-
quecerei. Lendo o meu jornal todas as manhaas'
rada queixa me lembrar um sotlrimento de que
no dia seguinte bem poderei por meu turno expe-
rimentar um mal a que posso prestar soccorro, ou
conjurar associando-me ao clamor publico.
liravo, doutor I sois um grande philosopho.
Quando os vossos olhosseabrem, bradaes: E lux
[acta est. Nao importa; nao tardar muito que re-
oonhecaes oulra verdade egualmente importante, a
saber : que a liberdade de imprensa s provei-
tosa aos homens de bem. Isto nos mostra quaes sao
os seus iniraigos.
(Jornal do Commercio do Rio.)
-
UM POICO DE TUDO.
l'&U VISITA A ROSSISI.
(Conclusao.J
Sahimos.
Rossini mora no boulevard dos Italianos, a dous
passos d > hotel de Bade onde eu eslava : parece-
ram-me duas leguas esses dous paseos.
Um criado nos abriu a porta, de urna saleta de
entrada, onde ha um nico raovel,um enorme
guarda louga; esperamos ahi um momento, em
quante o criado foi dar parte. -
Bellelti olhava-me sorrindo, ao ver-me estreme-
cer de jubilo.
Estava em casa desse eqte excepcional, que tem
o privilegio sobre todos os genios amigos e moder.
nos de parecer ora sublime ora antipatbico, e a
quem tao depressa atacara como deffendem, ciucl-
tieando-o agora, logo proclamando-o deus, sempre
com um rumor enorme em roda do sen nome, ver-
dadeiro talento, cuja ndole sorprende, revolta, rna-
ravilha, porque se deixa passar esquecido o tlen-
lo sereno, somelhante ao riacho dos valles perdidos,
e toda a gente se agita diante do genio ruidoso que
se precipita como as torrentes das florestas vir-
Lisboa, que o amigo Benevenlano tanto nos recom-
menda, e de quem bontem Fraschini lhe fallou
por urna forma...
da sua beliesa : disse urna oecasio a um pedante,
que era ramsenhor, e que lhe dava urna raassada
no quarto da hospedara sera o deixar levantar da
Rossini que ostava sentado a urna pequea mesa cama : -Est ahi o senhor a faUar-me de gloria I
de trabalho, com uns papis de msica dianle de j Quer dar-se ao encommodo de flear sabendo qual
si, ia a erguer-se do seu lugar cora extrema ama- o meu verdadeiro titula imraortalidade ? ser
bilidado, quando me apressel a relc-lo e balbuciei
o quer que fosse no genero de :
Este ura dia de gloria pira mim, Sr. Ros-
sini, por alcanzar a honra de apertar-lhe a mo...
Oh interrompeu elle. Deixemo-nos de pbra-
ses : j sei que o Sr. Machado vive de as fabricar.
Com muito goslo, respondeu-rae. c lenho nm
que me trouxeram ha dias, que est de grande se-
melhanca. Veja-o Estes diablicos photographos
duixara por baixo dos retratos urna tao estreita
margem, que me vejo afflicto para melter aqui a
minha assigoatura, e nao tenho remedio senao
dar-lbe o meu nome homeopathico I Ei-lo.
Apcrtci-lhe a mao, aquella mo sublime que es-
o mais bello homem do meu seculo. Disse-me o
Canora que tnnciona tomarme um dia por modelo
para urna estatua d'Achules! e, palavras nao eram creven a Semiramis, e que hoje est quasi sempre
ditas, salla pira fra dos lencoes e patenteia-se aos metiida na algibeira, c despedi-me do deus da
olhos do monseuhor, prolado romano, em trage... I msica.
d'Achules,o que, em certos paizes, passa por' A< lio, caro, disse-me elle. Se vir Deneventa
e o charo l-raselun. me assegura que se sustenta | urna faln de attenco :- Veja-me esta perna no antes de eu o ver, abrace-o da minha parle
i Que me diz ao bra?o ? prosegua. Quando se tem Volte breve a Pars, e venha ver-me para jantai
uro feilio dostes, creio quo pule ura homem estar comigo,j que desla vez por culpa sua ou de Bel-
seguro da immortalidade E enthusiasmava-se, letti nao me apparece seu ^na vespera de partir-
e aquecia, e exaltava-se pelo proprio som das pa- Fehcissimo naggio I
lavra.8 e pelo riso, que lhe snsettava a extravasan-
cia das lemhrangas, improvisando disparates, ca-
rapetdes, descoco*, com tal vea e petulancia que
era urna maravjlha ouv-lo, e que o pedante se viu
na necessidade de largar a fugir.
Logodepois,-voltando-se para Bellelti que se
conserva va sobre suas gigantescas pernas obser-
vando^ l de cima, com os seas olhos vivos e in-
quietos, como do alto de um zimborio,accrescen-
tou, indicando-m'o, n'urn tom eraphatico de gra-
cejo :
Aqu est vendo o mais bonito rapaz de Fran-
ca e de Navarra, il Ilustre Belletli!
Bellelti crou nos seus quarenta annos, e foi
sentar-se encostado parede para lhe eaborem as
pernas no gabinete.
Como est por l, perguotou-me Rossini, o
Sr. D. Fernando de Portugal ?
A ultima vez que eu tive a ventura de avis-
ar S. M. pareceu-me alegre e bem dUposlo. Era
jo thoalro lyrico, canlava-se Gmlherme Teli, e o
r. D. Fernando encamado d'aquella msica que
aos deliciosa a todos e grandemente predilecta
jo rei artista, como l lhe chamamos, acompanha-
ra de reminiscencia muitos trechos, balando com
>s dedos no parapeto do camarote, com visivel en-
thusiasmo.
Aqui Uve o prazer de o conhecer em Pars, o
de urna oecasio em que fui visita-lo rmos bastan-
te por causa da incgnita de ura incgnito. ..A
pena que me resta de nunca o ter ouvdo cantar,
e assegurarcm-me todos que possue urna voz ln-
tossiraa. Ura maldito defluxo leve toda a culpa
desse contratempo; S. M. eslava constipado e nao I vanlagera de" poder'adm"i7ar'o s'eu musir
beude concederme o gosto de o escutar. Pela mi-
nha parte, nos meus lempos, em lendo defluxos,
segua sempre o systeraa contrariopara os cu-
rar; jantava com alguns amigos ou araos cear
juntos, e depois principiavamos a correr as ras,
recolhendo para casa fra d'horas, cantando eu,
com quanta ancia tinha e a deitar tudo abaixo,
msica que ia improvisando, s vezes ura miserere,
com grande escndalo dos devotos do bairro : es-
tava boai no dia seguinte. Nao me alrevi porm
a supplcar com mais insistencia o Sr. D. Fernn.
do por me lembrar que talvez entrasse um suave
senlimento de preguica na sua recusa, -e a pre-
guiga um senlimento respeitavel. Aqui est o
amigo Betleti que foi testeraunha e leve, papel
n'um dos actos mais meritorios da minha desidra.
Lerabra-se voce, Relien i ?
Oh Era em Veneza, n'um frigidissimo dia
do invern de...
Deixe l a data, homem A primeira aman-
te que eu tive, a condessa P*"de Pesaro, mulher
com grande leitura do Arioslo, do Machiavel e dos
poemas de Barain, eosinou-rae desde creanca que
nao ha datas para um homem e espirito des-
presemos a marcha do tempo. Dizia voce, Belle-
lti, e diaia. bem, que era n'um da frigidissimo de
nao sei que invern em. Veneza; eu estava acam-
pado n'um pessirao quarto de hospedaria, e com- A vida ae Rossini tem sido um destino de ro-
punha na cama para nao accender lurae; fazia en-1 manee. Os amores, os tnumphos, as aventuras
to a partitura do Figlio per azzardo, e, ao termi-!de ,0',os os gnros teem, gragas a urna prodigiosa
nar ura duetto, escapou-me das mos a folha de
papel, e, bordejando, fot cair no chao. Puz-me a
Que de destineges, quo de homenagens, que de
ovaces, e apotheoses se lera feo por toda a parte '
esso homem, o Rembranit da msica, o Orpheu
de Pesaro, cujas nicas affeiges, cujo nico en-!
thusiasrao de hoje se cifrara as delicias da mesa e |
no prazer da cozinha,porque elle proprio c, se- j
gundo me afflrmarara, um cosinheire di quat. 1
As honras a celebridad*, a gloria, nao teem o po-
der de accorda-Ie do dolce far mente a que so en-
trega desde que o seu casamento cora a cantora
C dbrand o tornou rico ; a phrase de Salomao :
iDebaixo do sol nao ha senao vaidade I o seu
coaceito prudilecto.
Quando a academia decdiu que :^o lhe collocas-
se o busto em Pesaro, sua trra natal, os mem-
bros do conselho nao contentes com isso resolve-
ram levanlar-lhe em vida urna estatua de altura
natural em frente da casa da cmara, para que
quando os habitantes dos campos vit-jsein s ler-
gas e sextas feras nos das de mercado, tivessem
conc-
dado. Rosini ao darem-lhe parte disto parece que
reflexionou o momento, e que perguntou depois
ao orador da deputarro que lhe fra annunciar
esse projecto :
Em quanto pode importar essa brinca-
deira ?
Votou-se j umasomma de doze mil libras.
Rossini ri'll.-ctio de novo.
Tenno urna idea !
Nao me admira 1 disse o orador.
Urna idea, e para melhor dizer, urna-pro-
posta I
Urna preposla !
Isso .
Vamos a ouvir explendido maestro !
Que necessidade ha de fazer essa despeza
toda ?l Fallemos aqu purdade. I'uguem-me os
senhores melada de;sa quantia-...
Metade ?
Metade ; e irei eu proprio duas vezss por
semana praga do mercado, ou l onde os senho-
res quizerem, mostrar-me em pessoa, para que os
meus compatriotas possam divertir-se a olhar para
mim a sua vontade por espago de urna hora !
A cmara, pelos modos, nao aceitou este al-
vitre.
procura-la com a vista intilmente, por que fra
parar debaixo da cama ; estendi o brago, debru-
cei-me para lhe chegar, mas como apanhasse fri
embrulhei-rae outra vez na roupa e resolv fazer
outro duetto, como cousa mais fcil. O peior do
caso que nao me flera Ja alguma e irapacen-
tei-me um quarto de hora sera poder recordar-rae
de urna s nota. O resaltado foi fazer um duetto
dl.Terente do outro, porque, se os compositores ri-
cos podem ter fogo no quarto, o que eu nao po-
dia era abaixar-rae para apanhar ii'...n-o ao eno,
porque nunca fui '.em disso; de mais a mais
ca ue mu agouro,-um duetto que cahira !
Entre, retorqutu Belletli, quando o mostr
terminava o segundo duetlo. Ainda euido estar a
ouvir-lhe dizer. Veja se pode apanhar-me um
papel que ahi est para baixo da cama Depois,
faclidade de trabalho, preenchido quasi a sua
existencia. O que elle tem composto de operas,
missas, cantata, symphonias, quartetos, arlas, co-
ros, estancias, um prodigio que sorprende sim-
ples vista do c.ithalogo ; todava, em toda a sua
Pede-nos a segrate publicago :
A DE9PKDIDA DO SOLDADO.
A B. C. M. da Silva Santo.-.
Sophia, adeus I
Amores meus.
Dos mimos teu
Vou m'apartar.
Sendo forcado,
Pobre soldado I
Geme calado
Por te deixar.
Em outras"plagas
Dores amargas.
Ardentes rbagas
Me cercro.
Meu peilo treme. "
Mmh'alma geme,
Sem ter o lome
Do coragao.
Que no teu peto
Amor perfeito
Formou o leilo
Do nosso amor,
Com tal pureza,
Que a realeza
Da natureza
Nao quer s'oppr
Com meigos passos
Vem aos meus bracos
Cingir os lagos.
Terna Sopbia ;
Que nos separa
A sorte rara,
E nos depara
Melancholia.
O cea nos v,
Meu anjo, ere;
Welle se l
O nosso amor.
Que nossos peitos
A' amar afellos
Sao dous perfeitos
Botoes de flor.
J o clarim
Chama por mim,
Meu cherubim 1
Que negra sorte!
Por despedida
Da-m'a, querida,
N'um beijoa vida
Que arraste a morle
Vou p'ra guerra :
Repele a serra
O echo, e a trra
Com tal vigor,
Que me convida
Para a partida
Jugar a vida
Com mu valor.
V
rpido, de urna frescura seductora, ligeiro, galan-
te, de urna me.loncolia mais enfeitada que sentida,
mais bonita que apaixonada. Cousa singular I Es-
te homem que tem levado a vida entre casos de
1 amor, que uten mulheres, inquieten maridos, te-
vastou familia* "'luilou rivae-, bello pelo seu
celeste talento, bollo pela sua peregrina forraosu-
ra, bello pelo prestigio tentador de urna mocidade
aventurosa, que nao cuidou senao de cantar e go-
sar,este homem que comooz o ultimo acto de
OtMIo o a serenaut.de Barbtiro, que nunca pen-
sou senao em mulheres, que nunca quiz agradar-
Ihes senao para as ter, que andou de urna para
quando Ih'o enireguei, cantou-rae os dous, e pala' ou,ia como duv,,rado Pela rwaciedade da pesia
vra de honra que anda hoje estou sem saher qual I que l,rocura sempre o ideal que lhe fose, que ca
delles era melhcr, to admiravels me parecern)
ambos!
No Comnrrdo do Porto l-se o seguinte
Vou contar urna pequea historia, que oh>: u
pessoa que merece todo o crdito.
E' urna t >.<, ntriciiiade philantropica.
J so v .me se traia de um Inglez.
Assim .
Um cavaibeiro inglsz offereceu-se para tomar
existencia, a tristeza rara ; um estylo elegante,! *nla de u,na crianca- dienta-la e educa-la des
E aprovoitou-se o segando?
Nao; o segundo era um pouco vivo e rpido
de mais para a situagao ;. prefer o primeiro.
Nisto, indicando-nos os papis que tin'ia neaote
de si, disse n'um tom elo juoute de humour :
- Aqui esta era que passo hoje a minha vida
sou duas vezes, de ambas as vezes rico, que foi
amado centos de vc.es, de todas as vezes pobre,
este homom nao leve urna paixao na vida !
Os senhores l em Portugal sao revolucio-
narios t perguntou-me elle depois de urna breve
pausa.
Falla-nos dinheiro para nos darmos e
chic I
Isso mu. As mslhores revolucoes todava,
e
A corng.r copias de urna m.ssa, em que o exeom- j Sao as que durara s vinte e
mangado do copista rae faz a cada instante de um dos motivos por que sao melhores por custarem
r um sol I Entao, conteme la, morreu aquello mais baratas Portugal deve ser um bom paiz ;
pobre Porto, empresario,-coitado I Essa morle foi fresco, hospitaleiro, tranquillo e muito la zanjado;
para mim urna dupla perda !
Sim?
Oh Um golpe inesperado. Perdi n'aqnelle
hornero um amigo, e um excelleite vnho do Porto
que elle me linha promettido. Foi urna dupla
gens I
Em casa de Rossini
dizia ea entre mim. Em
O einprestimo mexicano foi retirado, disse casa do h-mem que s tem tido dias de guerra e
Humbug-, j sabemos... d,as de apoiheose, e que sera eternamente mogoe
Mas oque nao sabis que o maire resignou bello, eternamente sombra e luz I
o cargo, e que o Sr. I.itile apresentado para subs-
tituido.
Deveras I exclamou o Sr. Fox; nao possi-
vel.. O Sr. Little nao me disse a m-nor palavra a
este respeilo; at davido qne com os seus numero-
sos negocios possa elle aceitar um cargo to im-
portante.
Excellente Fox I disse Humbug, Innocente
Que enirem t disse dentro ama voz maliciosa
e vibrante.
Podem os senhores entrar I vea dizer-nes o
criado, fazendo-nos atravessar urna sala, e introdu-
zindo-nos depois n'um gabinete onde eslava- Gioac-
chino Uo-sini I
Tenho o gosto do apresenlar-lhe, charo maes-
tro,disse Belleltio Sr. Machado, escriptor de
perda!
Vi-o rir nessa oecasio,o que or fim de tu-
do urna cousa que vale a pena.ver rir Rossini '
Elle um homem alto, hoje gor-lo, de semblante
paludo, mas d'aquella pallidez roaravilhoamente
diaphana que os pintores do por vezes s finaras
fantsticas. Tem setenta e dom annos. Era re-
dor da fronte extraordinariamente descoberta, co-
mo para mostrar quanto vaste o recinto do spu
divino talento, nao se desdobram negligentemente
atirados para traz os caprichosos anneU de cabel-
los brancas que aquella phyionnmia reinar : ai
de mim I Urna cabelleira, ama nefanda cahelleira
como a de qualquer manteigneiro, qt|A para alcan-
quem l vae pJe clamar alloitamente. Inwni por-
tiint, e mesra ilraduzir de si para si... achei o vi-
nlio do Porto I No* meas temos; ali I quantas
vezes formei teneo de ir ver Lisboa I Hoje, po
rm, as viagens estn sendo difflceis qpe devo re-
nunciar essa idea !
Como diffieeis I
Tudo caminhos de ferro I
E enlao ?
E entao, nada peiorpara mim, qne nao
pos>o audar em caminhos de ferro, que andei nel-
les urna nica vez e tive urna paralysia que me
con.-ervou quinze diasdecami, e que ja vim de
Floreuga, em jornada de carruagem, parando de
trra em trra, s para nao me expor ao horror
do wagn I
E' curioso!
Dir Ihe-hei mais; estou convencido que
d'aqui ha auuos ha de ser grandemente elegante
car tndo com o dinheiro ate cahollos cnmnra 1 urna' emprehender uraa longa viagem era calleca e cor-
cabelleira irania, presumida, ridicula de preion- ricolo I O caminho de ferro matou a po.-sia das
gao, atroz e mfam de hiireneria. in de poesa d'aquella rosto qne unHa amaniom.m aveuturas de jornada, os casos imprevistos, os
heijado, e o olhar nffende-se, mian-tn. im wi <\t> transtornos que desos dverliam, a vida, a ale-
enrnntrar a calva eloqnente d'ainn|i0 volhn nWI. gria, o drama de correr trras I
me, depara com o alvtmo reo do an*ffo e Um criado veiu annunciar nao sei que cantora
com os empastados cabellos de nm chin rMirDlrf italiana.
um chin de D. Barthow na raboca do amor do" Em Paris I exclamou Rossini. Faca-a entrar
Barhtero I A bocea admiravelmente neqnena para para a sala. Conhe.-e-a, Billetti ?
homem, e espirituosa cmo a malicia m^mo, dei- Conheci-a. Hije nao me record bem
xa-se franzir quasi sempre n'nm snrrlso irnico e Chega da America, creio eu. Deve estar velha I
motejador, indicio de jiro rararier desesperadora- Est preciosa. Isto o anno passado esta
manta alucina t\ ^li..___m. "F
mente caustico.
va
O olhar profundo e claro como o melhor que mo.a, esteva "a moeida'de em DeVoa'"
ocano i IniniM-lha ainda d'aquella luz feiticei- esculptor e estatua, ftzera-se divina depois d
ra, a cujos ardores se prostrava a resistencia das Deus a haver formaoo bella I Andara semoro a dl-
raulheres, tanio esse olhar Ihes promeiiia volnp- zer que ni t.,m ca h Bin senao a ^IT vafe
,uos.dade deheosas para a d.vina hora era que' olhera que simpleza I O que ave^.zer-se
SrSSL8! P6rdCm "S S"nC0SaS harm-- ^ ^J-nicameie,aa edal^-
Estehomem^que se diz e ao que ee ainda ttttttSSSSZ
hoje denuncia, foi singularmente, artsticamente baidismo I Nao sei como nao vio nerauntar ao
T? rrlP, C6rCa da ?Ua f"rm04ura-c;" U,nar,i,,e se e"8 *ve de um accionario das ri-
mo da de Goethe; os amigos da sua m ridadn Ira- tnasl Ja que querem saber tudo !
Ur"., ^r/ppol, de Belvedere; elle proprio Depois, como ea, diepo-do-me a partir lhe Da.
linha velleidades paeris, mas gracosas a proposito disse o seu rerlo :
sua amamentago a:j a idade de 23 annos, com
urna condico.
Ninguen, de certo, por maito qne pense, ser
capaz de atinar com o prego de l caritativo ser-
vigo.
o tngios exgin qne sa lhe garartissem 20,000
estampillas de todos os panes para elle poder
forrar um quarto I
Houve quem se responsabiltsasc-e por este ex-
traordinario numero de sellos, e ba muita gente
empenhada em os arraujar para o excen'rico c
plHlantrcpico subdito e S. M. britswiira.
Entre as pes.-oas mais empenhatas em servir o
cavalheiro inylez na sua caprictoesa pretencao
conUra-se as Exmas. duquezas da Terceira e'D
Mana Amalia de Meadonga, tilha do Sr. duaue d<
Loul.
Estas duas senioras, prototvpo'S e oxempJos da
verdadsira carid..de, teem sido' ajudadas por mul-
tas pessoas que se empenham- em coocorrsr para
a su.-teniaco e educago de urna crianca. qui
dever talvez a sua fortuna, excentriciJade dt
um homem.
Alwnrnada excentricidade eabengoados os qui
a aiirovmlam.
Igiwro ,.or emquanto o nome do Ingle:. Eme
saliendo, dilo-bei, porque pode isso aproveilar
cri^inga, que esta sob sua tutela, pois o ras.) j
publico, e quem tiver eslampilhas e tiver prazer
em: fazer um arto de caridade, por remetie-las ao
plulautropico brilannico.
So Jornal da. Victoria aeha-sc o se^uinic ac-r".
do nome de
KDBO.
PeloSr. depulado Pedro Pereira da. Silva to-
rnaraesfoi olfrecida a S. M. o Imptrador urna
obra de sua cumposieo na qual provaque em to-
dos os dias di> anno commemora a historia, as fa
ganhas ou acedes m.taveis de um Pedro
Foi -o dsscoiiridor do Brasil um Pelro o seu
primeiro colonu-ador um Pedro ; o sei srimeiro
hispo um Pedro ; o primeiro governadr general
do Urasil um Pedro ; o primeiro. novipo- da ,cm-
paohia de Jess um Pedro ; o primeiro que com-
mandou, o exercito da lnde|iendencia um Pedro;
o primeiro que bombeou a cidade de Recite em
poder dos Hollandezes um Pedro; o Kimeiro ca-
piiao general do estado do Hannlti e Gro-Par
um Pedro; o seu |iriraeiro imperador um Pedro
n seu actual monarcha um Pedro ; eo me>tre des'
umUpedro V^"> reU0Ui ,Ud !Sl fi ,amb,K
dade'Deus"?6""10' qamlS S5 S manda^mos
D z
- Multo bem; diga-os l.
Oine, a fallar a verdade, nao me lerabro bem
mas se quer. lhe posso dizer os do prcurioteno -
e a oragao favorita do papa / H no'
Pois diga; sempre que ouvir.
Primeiro: amar o dinheiro sobre todas as em
mq.nl.norOXMOCOm0 meSm*> exceP^ a
Segundo: oao jurar diminuir
do m-
i que 'va paraTWpwfJS^
ferim.
da Jdof'ugu" f" ^ SUaS <"> jSt0 > -
anfi: hrar COm "^ filh0 B,eresse e a
Quinto : nao matar con trabalho nem a nedrei-
ros, nem a carpinieiros. pearei
Serio : guardar curo amor o dinheiro
Srtijno: nao furtar, mas augmentar a renda o
mais imsstvei. ,cuu*
J*"; D* levanlar as casas, seno at s nu^
es0arrnu1na1dTJara "****, qo.Ddo
ticam sendo propnos. lo arrendameato
m e nuTrr t S" e ,erv|r d>lo 5
roe querer %s heres a|he,0 je.
reaNAMBUCO.-TVP. DE M. P. DE P. & P1LHQ
i
K
I
ILEGVEL


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EDT88Y05K_52MYNG INGEST_TIME 2013-08-28T01:43:23Z PACKAGE AA00011611_10480
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES