Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10471


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Full Text

AUNO XL,
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Por tres Mezes adiantados 5JOUU
Por tres mezes vencidos 6jfuU0
Porte ao correio por tres mezes. 075U

TERCA FEIRA 20 DE SEfEMBRO DE 1864.


Por asno ari'aotado. .... 19$00O
Porte ao correio por um anno. 3J00O


INCARREGADOS 1/A sl'tsUlii'CO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alejandrino de Lima';
tiltil, o Sr. Antonio Marques da Suva; Araeaty. o
Sr. A. de Lemos Braga: Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranho. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Mantel Pinheiro & C; A-
maxonas, o Sr. Jer'oaynio da Costa.
KNCARREGADOS DA SCBSCRIPCAO NO SUL.
Alagas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Baha, o
rr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
rora Martins & Gasparino.
PARADA L>Oa febAi-iSiAa.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altmho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limo-siro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratn', Cabrobo,
Boa Vista, Ooricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhem, Rio Pormoso, Tamandar. Una. Barrei-
ros. Agua Preta e Pimenteiras as quimas feiras.
liba de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao /i dia.
SPHEMKUiDhS tO MEZ LE SETKMBRO.
1 La nova as 3 h.. '& m. e 8 s. da m.
9 Quarto cresc. as h., 30 m. e 38 s. da m.
lo La cheia as C h., 40 m. o 20 da t
2 Quarto ming. as 4 h., 3i m. e 14 s. da t.
30 La nova as 8 h., 23 m. c 10 s. da l.
PRBAMAR DB BOJE.
Prime ira as G horas e 54 m>nutos da manhaa.
Segunda as 7 horas 1H minutos da tarde.
t.Ji.lUal/11, VaORJ OSii-iROv
Para o sul at Aiagoas a 6 e lo; pan o norte at
a Granja a 7 e 22 de rada mei; para Fernando nos
dia: 1doj mer.es dejan, ntarr*., maio, jal, t,ot. enov.
n PARTIDA DOS OMNIBl S.
Para o Recife : do Apipucos as 6/,, 7, 7 /, 8 e
8 Vi da ra.; de Olinda s 8 da m. e 6 da urde; de
Jaboatao as 6/, d;, m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Bcmca u 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 A. 4- 4 A, 4 Vi,
8, 5 V, 6 / e 6 da Urde para Olinda s 7 da
manhaa e 4'/da tarde: para Jaboatao is 4 da tar-
de ; para Cachanga e Vanea s 4 Vi da urde; para
Bemflca asida Urde.
I AOWCiA L-O IfiffiUNAffl DA CaPIAL
Tribunal docommercio: segundas e quintaj.
RelacSo: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta* s 10 horas.
Juizo do coinmercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas sabbados a 1 hora
a tarde
DAS Da MaNA.
jtQ. Segunda. S. Januaro I, ni.; S. Xilo b. Di
20. Terca. S. Eustaquio m.: S. Prisco m.
21. Quarla. S. Uan-us ap.;S. Joas prof.
22. Quima. S. Mauricio m.; S. Sanliuo l.
23. Sexta. S. Lino p. m. S. Tecla v. m.
24. Saubado. N. Senliora das M crees.
2o. Domingo. As cliagas de *. Francisco.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a liviana da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprieurios Manoel Figueiroa da
Fari & Fho.
PARTE QFFICIAL
GOYER^O DA PROVINCIA.
Expedieale do dia ll> de seteuiliro de 1861.
Oflii'io ao fcxm. presidente da provincia do Para.
Rccebi os officios de V. Exc. de crreme, soh ns. 4189. 4206 e 426o, o nesta data
dei o conveniente desuno a guias dos desertores
Severtno Gomos Coutinho de Olireira, Luii de Bar-
ros da Silva, Joaquim Mariano e Herculano Jos do
Naselmento, que alludem laes officios, providen-
ciando ao mesmo tem o para que regresse a essa
provincia na primeira o|>portunidde o soldarlo
Amaro da Silva e Souza, como V. Exc. exigio-me i
no de n. 4265. Ofliciou-se neste sentido ao com- (
mandante das armas.
Dito ao Exm. vigario capitular.-Remeltendo in-
cluso por copia o officio do inspector da thesoura-
ria de fazenda de liontem datado o a relaco a que
elle allude, dos objectos importados de diversas
Malinas de Albuqnerque Mello.Passe portara
prorogando por 6 mezes a licenca com que se aclia
o suppiicante.
Marques Barros & CInforme o Sr. inspector
da thesouraria provincial.
Manoel Cyrillo Xavier.Dirija-sen agencia.
Manoel Liberalino Ferreira de Camino.infor-
me o Sr. administrador do correio.
Manoel da Silva Santos.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
Theodoto Kampck.Informe e Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
INTERIOR.
RIO ii: J tMlllll
10 de selembro.
O senado approvou hontem sem debate em 1' e
2* discu*so a proposta que abre um crdito de
partes da Europa rom de-tino as obras e ornato da 2,586:0005000 para cumplimento da le de 7 de
matriz de S. Jos desta eidade, e que foram i sen-
tos de direitos; julgo ter satisfeito o que V. Exc.so-
licitod em seu ollicio do Io desle mez.
Dito ao commandante das armas interino.Man-
de V. i. apresentar ao >r. efiefe de polica ama-
nhaa as 10 horas do dia. 1 offlrial subalterno e 20 apoiadas pelo senado.
pracas, aliin de esrollarera dous criminosos at o Oraram os Srs. Ferraz, Carnero de Campos e
termo do Flores.Communicou-se ao Dr. ehefe de > Prannos, e ficou a discussiio adiada pela hora,
polica.
Dito ao mesmo.Informe V. S. sobre o que pede ; Hontem nao liouve sessao na cmara do? depu-
Maria das Mercs de Mello no inclnso requer- lados por falta de numero legal.
ment. ------
Dito ao commandante do presidio de Fernando. S. M. o Imperador, acompanhado dos seus se-
julho deste anno, que marcou a dotacao de SS.
AA. II.
Conlinuou depois a 2- discussao do orcamento,
no artigo 7- (despera do ministerio da fazenda).
com as emendas d;: cmara dos denotados e as
Dos sentenciados de justica mencionados na re-
laco annexa ao meu cilicio de 13 do corrente, dei-
xaram de seguir para esse presidio no vapor Jkr
mtartbt os de nomes Jos Francisco de Arnnjo e
Francisco Ferreira de Araujo por se acharen em
tratamento na enfermara da casa de detenco,
como me commtmicou o Dr. chefe de polica em
olieio de 14 deste mez : o que declaro V. S. para
seu conhecimento.Communic.ou-se ao juiz muni-
cipal da primeira vara desla cldade.
Dito ao engenheiro enrarregado da repartigao
das obras publicas. Respondendo ao ollicio ijtic
Vine, me dirigi em 13 do corrente, sob n. 249,
teiitio a dizer qoe pode conceder ao arrematante
do* reparo* da ponte de Santo Amaro a autorsa-
o qae pedio para comprar quatro linhas no valor
de 405000 cada urna, pura tirar os chapuses que
se tornam necessanos a mesma ponte e despender
a quantia de 2"iS0O0. com o alcatromento della,
certo de que desta autor>a^;io arabo de dar scien-
ca thesouraria provincial a quem remelti por
copia o orcamento ru veio annexo ao seu citado
ofncio afim de servir de base a arrematacao da
lina te urna \arana.'! ae ierro ae ijue |irecis:t a
predita ponte.(>nnmunicou-se ao inspector da
thesouraria provincial.
Dito ao mesmo.Mande Vmc. com toda a ur-
gencia examinar o estado da cadeia da villa de
Serinhaem e me aprsente o orcamento da despe-
za a fazer-se com os reparos de que ella necessita.
alim do serem eilos quauto ante*.
Dito ao juiz municipal da i vara desta eida-
de. Remetto Vmc. afim de ter o conveniente
le.-tno a gnia do sentenciado de justica da Para-
laba, Luiz Antonio de Sonza que veio para esta
capital como me panipn o Kxm. presidente da-
f|iie||a provincia em 13 do co-rente, para ir cum-
prir no presidio de Fernando a pena que est
condemnado.Ofliciou-se ao Dr. chefe de polica,
hyl.a.
Dito aos agentes da companliia Brasileira de pa-
quetes vapor.Respondo ao ufllcio que Vmcs.
me dirigirn! boje, declarando-Ibes t .e em ufllcio
de 12 do correii'e, communiquei ao arsenal de
guerra da cortea entrega des 2 caixoes rindos da-
quella repartigao n vapor Paran, com destino
an desta provincia, onde foram ahertos e encontra-
dos em perfeilo estado as espadas e panno alvadio
que continham.
Se ainda assim c necessario o recibo desses vo-
lme* passado pela directora do2-de*ses arsenaes
ni Vmcs. solicila-lo da mesma directora qui-
nao hesitar passar-lb'o.
Dito ao mesmo*. Podern Vmcs. fazer seguir
pira o sul o vapor Paran amanhaa a hora indica-
da em seu officio de boje.
Portara.O presidente da provincia, atienden-
do ao que requeren Alexandrino Ayres da Paixao,
professor publico de instrocQo primaria da Boa
Viagcm, e lendo cm vista as nformacSes do direc-
tur peral interino da Instruccao publica, do 22 de
agosto ultimo, sob n. 172, e do Inspector da thesou-
raria provincial de 13 do corrente, sob n. 406, re-
sol ve, na conformidade da Ia liarle do art. ^8 da
manarlos, cliegou hontem s 8 horas da manhaa
ao arsenal de marinha, onde os esperavam SS. AA.
o cunde de Eu e o duque de Saxe, e o general
Dumas, seguindo todos a visitar as diversas ufflci-
nas do estabelucimento. A's 10 horas entraram
Sua Mageslade e Altezas e sua comitiva na galeota i
remos e foram Iha das Cobras, visitando ali o i
dique imperial, a serrara vapor e a seccao de i
armamento. Embarcando ento nx galeota va-:
por segaban para a fortaleza de Santa Cruz, de!
oude, depois de percorrerem as bateras e mais
dependencias, dingiram-ae s lortficacoes de S.
Luiz, no Pico. Voltando de novo Santa Cruz,
assisiram Sua Mageslade e Altezas ao exercicio de
artilliaria ao alvo, partindo depois para a Jumjoba j
e Praa de Fura para examinaren) as novas fortn-
caces. De volia tocaram anda na foruleza de
yillegaignon, ali presenciaram o ex;rcicio de ar-1
tlharia com balas razas e ocas, e regressaram ao !
arsenal s 6 horas e 5 minutos da tarde.
S. M. e AA. almoearam durante o trajelo da
ilba das Cobras para Santa Cruz bordo da galeo-
ta, e convidaram para sua mesa as pessoas que os
acompanhavam.
.-Mein d"0 '"nonario.-' o g.ioural Dumas, compu-
nha-se o sequilo dos Srs. reador Lisboa, general.
CabraL inspector do arsenal de marinha, chefe do'
lu districto naval e capilao do porto.
Sobre o recente fermento do Belga Ferry, do
qoal resultou-lhe a morte, tem colhido a polica os
esclarecmentos seguintes :
Ouando Ferry sahio do caf defronte do Alcaear
LyricO) com dous amigos sommamente ebrios, pas- j
sava por ali um grupo de .-ele individuos preced-
dos por duas mulheres moradoras na ra da Ca-
rioca, que voltavam de um baile publico, dado na
ra da Valla esquina da do Sabo.
Os dous companheiros de Ferry implicaran) com'
as mulheres, o que provocou doeslos da parle dos
que as acompanhavam. segumdo-se a brigaeos!
fe i imentos de que demos noticia.
A polica prenden cinco individuos, que confes-
sam ter entrado na desordem; nenliiim, porm, '
dando-se como autor do mortal ferimonlo de
Ferrj.
Procedendo-se tambem a busca em casa das
duas mulheres. encontrou-se um vestido salpicado
de sanguc e iguaes nodoas cm dous lencos, do*
quaes um j.i fura lavado.
Proseguera a* diligencias policiaes.
-11
S. M. o Imperador receber amantia 12 do cr-
reme, s 10 horas da manhaa, no paco da eidade,
as depulacoes das dua* cmara* que em de pedir
ao mesmo augusto senhor a designaeSo do dia, ho-
ra e lugar para o encerramento da prsenle sessao
da assembla geral legislativa, e consta-nos que a
sessao imperial para este acto ser celebrada no
mesmo dia, pela urna hora da larde, no paco do
senado.
< senado adoptou hontem em 31 dscusso a
proposta que abra um crdito extraordinario [tara
pagamento das dolac 'es de SS. AA. Imperiaes, e a
le n. 369 de 14 de maio de |Sj.,, combinado com proposigao sobre naturalisacao de Bernardino Jos
ar!. 27 da le n. S98, de 13 de maio prximo lindo, Ferreira Rodrigues c oulro*.
conceder-lbe a gratificacao correspondente a o- Approvou sem debate em 1" disenssao a proposi-
i>arte dos seus vencinieutos, visto ter-se destingui- cao a respeite de passanortes para paizes estran-
du no ensno por mais de 15 anuos.Communi- geiros, e entrando logo em 2J discusso. oraram
cou-se ao director interino da instruccao pn- os Srs. Silveira da Motta, Dantas, Pimenta Bueno
,llir''- : e Ferraz, sendo approvado um requerimento de
Diia O presidente da provincia, tomando cm i adiamenlo do Sr. Silveira da Motta para ser ouvi-
consideracao o que expflz o inspector da thesoura- da a commissao de legislacao.
ria provincial cm ollicio de hontem, sob n. 410, i Continuou a 2;i discusso do orcamento, no arli-
I go 7 (despeza do mini-terio da laten-la), com as
' emendas da cmara dos deputados e as apoiadas
no senado. Oraram os Srs. visconde de Itahorahy,
Penna e Prannos, e ficou a discusso adiada pela
hora.
No dia 6 do corrente sustentou Ihese, e foi ple-
namente approvado, o Dr. Francisco Perry. formado
pela universidade de Na*
resolve abrir um novo crdito suplementar, na
importancia de 3805360, para pagamento da por-
centagem do* empregados do juizo, vencida no
mez de agosto prximo lindo, o proveniente da
arreradacao da divida activa, visto tor sido insufii-
ciente o crdito concedido ltimamente, segundo
consta do citado officio.Communicou-se thesou-
raria provincial.
Dita. -Os Srs. agentes da rompanhia Brasileira de
paquetes, fagam transportar porconta do ministerio; em medicina e cirurgia
da guerra para a capital das Alagoas no vapor que P'es.
se espera do norte, 30 ps de ferro para camas, os r~
quaes vao amarrados em fexes de 5 pfs cada um,' ,A'?e n0 Mtnns-Gfraes de 3 do corrente :
e com destino a enfermara militar de Tacaralii. ->io nia {| corrente o estafeta Joao Xetto de
Fez-se a este rcspeito o necessario expediente. I Souza, que conduzia a correspondencia de S. Joao
Hila.Ol Srs. agentes da companhia Brasileira de E,"Rei f'ara esla capital, dormio j prximo
de paquetes, queiram por a disposicao do desem- esla capital, om um rancho de capim entre a Seria
hurgador D. Francisco Balthasar da Silveira que : do OuroBranco e a ltataia.
eane para a corteas passagens de estado que exis-1 As duas horas da madrugada sahindo para
t-m vagas no vapor Paran. \ procurar o animal, o fogo, que havia accendido,
----- I communicou-se ao capim, vendo o clarao, correu ao
i-Metiente dn secretario dognveruo do dia 16 jW 'Vas iacen\ era Ja ,a> (R>e 'no l"P0-
da .nisiniirn le tac! 'SIVt''palvar cou#a a'guma, assim queimaram nao
ae sriemnro or ioi. | s as ma)a. da correspondencia, como roupa, ar-
OfDcio ao commandante das armas interino.-Dc rej0s e mais objectos que conduzia.
nrdem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, | peio exame a que mandou proceder a autori-
communico \. S. que por despacho desta data dade policial verilicou-se que o estafeta era u-
se autorisou o director do arsenal de guerra a man- cente.
dar satisfazer os 3 pedidos a que allude o seu ofll- Son os dcstrocos do incendio fo achada urna
ci n. 1,629 de 15 do correte. pequea parte da corresjiondenca intacta.
------ No dia 2 de maio ultimo, na fazenda do
Despacios des dias 16 e 17 de setembre de 1861. Palmiial, distante oito leguas da eidade de Paraca-
Reqtierimentos. t, Domingos, escravo de Icio de Oliveira Barre-
Antonio Jos Ribelro de Moraes.Concedo a li- ros. assa*sinou com um tiro Gertrudes Connives
cenca que pede o supplicante. urna vez que o novo Noronha. e evadise.
foreiro se obrigue a construir o caes correspon-1 Foram dadas as necesarias providencias para
dente ao terreno. sua captura e para a concluso do competente pro-
Alexandrioo Ayres da Paixao.Passe portara na resso.
forma da le. c Na fazenda de Santa Gertrudes, urna legua
Antonio Jos Duartc Combra.-DIrija-se athe-' distante da eidade de Uberaba.Jos \>ra Fajardo
sonrana provincial. assassioou brbaramente no dia 10 de junho, san-
Antonio Jos Duarte Cousseiro.-Informe o Sr. gue fro, e sem que para isso houvessc motivo, a
inspector da thesouraria de fazenda. sua propria mulher Maria HppolyU da Trindade,
Jas Theodoro Gome*. Certifique-se o que dando-lhe muitas facadas e cacetadas.
Fez-se o competente auto de corpo de deliclo;
constar.
c deram-sc as necessarias providencias para a cap-
tura do reo, quo se evadi.
t Na noite do 10 para II de jullio ultimo, fui as-
sassnado no districto do Brumado da Paraopeba,
termo do Bom-Fim, o cidado Joao Valerio de Oli-
veira, por um seu escravo crioulo de nome Cypria-
no, que se evadi.
a Estao dadas as providencias para sua captura,
e formaeSo do competente processo.
Em fins de junho ultimo foi, no districto
dos Tiros, termo do Indai, capturado o criminoso
de rnortc Joao Gongalves Moreira, que no da 1" do
novembro de 1858 se evadi da cadeia da Ba-
gagem.
i Na noite de 12 para 13 do mesmo mez ul-
timo, no districto da Contagem. termo de Sabara,
Pedro Carlos da Silveira assassinou seu irmo
Francisco Carlos da Silveira c evadto-sc.
Est concluido o competente processo c foram
dadas as providencias para a captara do reo
Na noile de 10 para 11 de junho ultimo,
evadram-se da cadeia de Montes-Claros, por meio
de arrombamento, seis criminosos.
Estao dadas as providencias para que sejam
os mesmos capturados e instaurado o competente
processo.
12 -
O governo e o banco do Brasil tralam de tomar
medidas propras para desvanecer o pnico que an-
te, hontem maniestou-se aoespalhar-se a noticiado
que a principal da* nossas casas nanearas havia
suspendido os seu* pagamentos. Nao podemos se-
an louvar a promptidao e prudencia com que se
procura dar remedio ellicaz e seguro cssa inespe-
rada oceurrencia.
Nao ha, pols, razao para que o facto de ante-hon-
tem inquiete praca. nem mesmo aos credores c
dovedores da honrada firma a que nos referimos.
Ha ja con lian ea no emprego dos meio* que sero
adoptados, n;i boa fe que semprc presidio s tran-
saccoes da casa dos Srs. Souto & C, e dentro em
poucos dias a presso cessar, e o crdito desta im-
portante praca surgir mais urna vez triumphante
da prava a que o sujeitou um conjuncto de causas
que ninguem poder do todo evitar o que a insutli-
ciencia de nossa produccao uestes ltimos anuos
aggravou consideravelmentc
O que se deu entre nos nao caso novo, antes
tem exemplos de recentes daUts um paizes mais
amostrados d'> que o posso na industria do crdito :
e os factos estranhos, alm de anlogos, foram tam-
bem causa concomiltante ou aggravante da febre
que lavrou cm nossas pracas, c com maior forca
na do Rio de Janeiro, de" 1852 1858. Assim
como na Europa, a crise americana de 1857 veio
dar o signal de alerta e colheu-nos enyolphados na
perspectiva de prosperidades, quo em parte tinham
mais de apparentes que de reaes. ,
Honra soja fela aocomraercio do Rio de Janeiro:
apcoas adverinlo retrahio-se e marchou cora uuiao e cautela, de mo-
do a espxnar e mlnof'.i os effeilos que podiam nas-
cer, e de fa,-[o nascuram, em grao mui limitado de
urna situacao tao diulcil. A liquidac.to comecou
para logo, aos primeiros abalo da repercusso de
1857, e tem-se realisado com a menor somma pos-
sivel de prejuizos individuaos o conectivos, de tal
sorte que o nos*o phenomenu liuanceiro operava-sc
sum que os olh >s do vulgo o percebessem.
Circumstancias, porm, que nao veera ao caso
aqui referir e aquilatar, peilurbaram essa confian-
za reciproca na classe commercial, e geraram um
pnico nimiamente SUSCeptivel da parte, da? oulras
classes da nossa populacao relacionada; com o
mundo linancriro pelos deposito* de suas econo-
mas e capitaos disponveis. Pela primeira vez vio-
se entre nos o que se chama urna corrida sobre os
bancos; e dado o primeiro passo.'a popula^o, ins-
liiitiiiclivainenle, fui levada a renovar as suas exi-
gencias, que inulto nocivas teem sido aos nteres-
ses eomiuuns, e teriam causado a ruina dos pro-
pilos timoratos que assim poun prova a solidez
das casas baucarias, se estas nao assenlassein em
hein fundada confianca
Nao era. porm, possivel que os continuado*
abalo* de tao repulidos pnicos deixassem de Ira-
zer serio* embalaros a praca em geral, c nao a pu-
zessem de subre aviso e mai- coiitrabida em seus
movimentos ordinarios. A casa dos Srs. Souto A.
C, como a mais ramificada cm suas Iransacces,
como a que dispunha de mais avuludos capiUes,
accumulados em suas mitos por longa e bem mere-
cida confian a, soffrem mai* dessus continuado*
choques, e ante-honteu, por impulsos que assaz se
oxplicam pelos elevados sentmentos de seu chefe,
resolveu suspender os seus pagamentos.
_E" urna casa cujo activo consideravol c cobri-
r de sobra o seu passlvo, na opiuiao do pessoas
ipue podera hem a valia-la; mas um faci dessa or-
dem deva exercer mai* desfavoravel improssito
no espirito de urna populacu j tao predispona
s mpressOes dos terrores pnicos. Duas casas
bancarias foram ante-hontem exposlas a urna des-
sas corridas, de que cima fallamos: e resistirn!
com tanta galhardia, pagando de prompto os reci-
bos que Ihe eram d; roido apresentados, que de-
vemos esperar se tenha restahelecido a couQanca
de que sao dignas.
Entretanto rumpre prevenir ao |iublco que a
crise actual nasce somonte do pnico de que unta
parte da populacho se deixa assim possuir: e que
o governo o o banco do Brasil, auxiliados peio bom
senso e esforcos dos nossos principaes negociantes,
Carao sem perda de tcm[io voltar a uossa pra(;a ao
seu oslado regular, dissipando a nuvem que as
imaginaces assnsadicas crearan) levaularain
sobre ella. Mais um momento de reflexao e ron-
fianca e todos acliar-se-ho tranquillos e garanti-
dos.
A medida do governo, que desde ja podemos an-
nnnciar, e que de certo impo tanle e opporluna,
a resolucSo tomada hontem de permittir-se ao
banco do Brasil que alargue a sua emsso como as
circumstancias podem exigir, sem esquecer o cri-
terio que deve presidir ao uso desla faculdade. pa-
ra que ella seja proficua, a exemplo do que em si-
tuares anlogas se tem aulorisado e conseguido
em Franca c na Inglaterra.
Hontem bou ve, para os fins de que acabamos de
fallar, diversas conferencias entre o Sr. ministro
da fazenda e a directora do banco do Brasil, e cons-
ta-nos que ainda continuaro hoje.
13 -
SESSAO HIVKRI.M DO KNCERRIMKNTO
ASSEMBLA GERAL
KM 12 DE SKTEMHHO UE 1864.
Presidencia do Sr. cisconde de Abaetr.
A urna hora e'meia da larJe, reunidos no paco
do senado os Srs. deputados e senadores sao no-
meados para a deputaco que deve rece.ner a S. M.
o Imperador os Srs. diputados de Laman, barao
de Porto Alegre. Martinho Campos, Fiallin, Carnei-
ro de Campos, Burlamaque, Fleurv, Andrade Pin-
to, Lopes Neito, Mello Franco, Valdelaro, Souza
Brando, Aragao e Mello, Esperdiao, Barros Pi-
monlcl, Carlos Ribelro, Saldanha Marinho, Flores,
Pinheiro Machado, Fonseca Vianna e os Srs. senado-
res marquez de Olinda, Souza e Mello, visconde de
Suassuna, Cunha VasconceHos, Silveira da Motta,
Souza Franco, Jobim, Candido Baptista, Zacharias,
Nahuco, Pimenta Bueno e Souza Queiroz ; e para
a deputaeao que deve neceber a S. M. a Imperatriz
os Srs. deputados Paranagu. Pedro Muniz, Sa c
Albuqnerque c Kery, c os Srs. senadores marque/. Furqum, Moers. Glober e Lehricv, para concor-
de branles 9 Pompcu. reiem, quanlo eslvcs*e da sua parle, a bem de
As dua btjras da larde, anouncaudo-se a che- alguna idea que possa tirar-nos da posic/10 anoi -
gada de. b5. MM. Imperiaes, sahem as eputacoes mal em que nos adiamos.
a espera-Ios .. pona do edificio ; e, entrando S. M.* \ commis*o, depois de entender-se cora algn*
o Imperador o.., salo, ah recebido pelos Srs. dos Srs. directores do banco, vollou praca e redi-
presidento c secretarios, os quaes reunidos a de- gio a representacao a que nos referimos. A com-
putado acoiapanham o mesmo augusto senhor al imsso foi inspirada pelo desejo de adherir com
o llirono, no ^ual tomando assento S. M. o Impera-
dor mandou lisseqtarem-se os Srs. deputados e se-
nadores o piWMucinu signinte failu :
Augusb* digoissimos Srs representantes da
nacao.
Sudo a mullir sasfaco em communcar-vos
que durante o pe iodo da piecute sessao'a tran-
quillidade puWica n^pfoi aflorada.
Conliimam iuti iio:npidas coni o governo da
Gra-BretatUia as nossas rclacCe$ipluinaficas c
nao obti venxis do governo do Estado Oriental a jus-
ta repara cae que exigimos pelas oflnaas feitas aos
direitos o Icgitinios nteresses dos nossos compa-
triotas.
jo
seus votos a medida que a emergencia actual exi-
ge, e expressou-se era termos de urna conviceao
formada pelo conhecimenio pratleo das cousas e
ante a perspectiva de suas possiveis consequencias,
se o caso nao fuese bem apreciado em sua ori-
gen c alcance, como esperamos ter sido pelo go-
verno.
E' meia nuite. Acabamos de saber que entre o
banco e os ministros nao foi possivel chegar a um
accordu sobre qualquer medida enrgica e salva-
dora, ombora imprevista na le. Entretanto o caso
urge : j talvez se perdn lempo de mais, e cada
m miento que se deixar decorrer multiplicar os
O governo conserva o firme proposito de zelar prejuizos.
na sotarlo dots-a questoes o deeoro e a dgndade Fallemos claro j que assim- mlster. Cumpre
evitar a lodo o cusi urna liquidacao judicial, que
nacional.
t Muito me penhorastes com a votaco da le
que estabelecc os dotes e dotaees de miuhas mui-
to amadas c queridas Ulnas.
Agradecendo-vos as medidas, entre as quaes
sbresahea le da reforma da legislacao hypothe-
caria, com que haluhtasie* o governo para o des-
empenho de seu encargo, confio de vossas laxes e
patriotismo quq na sessao seguinle continuareis a
attender as "necessdades do adiantamento moral e Renam-se os principaes credores da casa Son-
material do imperio. to & C, e eonfie-se a liquidacao ao seu chefe. Pro-
t Augustos e dignsimos Srs. representantes da
nacao.
F.>tou corto de que, regressando aos vossos
are*, procurareis cimentar a concordia de todos
seria desastrosa para devedores e credores, em cu-
ja ruina por um fatal encadeamento se veriam en-
volvidas um numero incalenlafel de fortunas.
Ne*tas circumstancias, ja que o governo at agora
nao quiz intervir directamente, somente vemos um
meio de que na falta do verdadeiro remedio anda
se pode esperar attenuaco dos males que a todos
imeacam.
os Brasileiros, rubu*!'1-endo-thes cala vez mais a
rrcuea de ser a fiel observancia da constituicao e
das leis a condico de nossa grandeza e prespe-
ridade
Est encerrada a sessao.
Terminado este acto, retiram-se SS. MM. Impe-
riaes com o mesmo ceremonial com que haviam
sido recebidps, c iiimediatamentn os Sjs. desta-
dos c senadores.
O pnico (erado pea suspenso dos pagamentos
enre-se satisfazer os credores pequeos pagando
Ibes vsti motado dos seus crditos, e passando-
Ihes ttulos iiela oulra metade. sujeita ao resultado
da liquidacao final.
O bancos, no propro nteresse e no de toda a
praca, nao recusaro os meios para isto precisos, e
talvez que assim se chegue, com o lempo necessa-
rio, a evitar tnaiores prejuizos.
Em todo o caso parece-nos que alguma medida,
seja esta ou outra qualquer, se pode e deve adop-
tar. O que porm, tiver de fazer-se, aca-se hoje;
amanhaa talvez seja larde.
Sua Mageslade o Imperador mandou pelo seu
mordomo fazer saber ao Sr. visconde de Souto
da casa dos Srs. Suiito & Q., posto quo diminuisse quanto openalisam os seus transtornos commer
ciaes e ainda mais nao estar a sua casa em estado
de o poder tirar da posicao em que se aclia.
A gravidade do momento porque a nossa praga
est passando tornou de nteresse geral ludo quan-
to se refere ao crdito das casas nanearas. E' por
isso que julgamos dever annuir ao pedido da casa
dos Srs. Gomes A Filhos para que declaremos que
ni'uluim fundamento tem o boato que hontem se
espalhou de haver ella pago Mirn* dos seus vales
sem os juros vencidos. Pelo contrario, est ella
prompta a pagar os juros dos que sem oles foram
obsequio-menle pagos por dous bancos para tran-
quiliisar o espirito de algum portador mais mpres-
sionavel.
Sua .Magostado o Imporador houve por bem no-
mear gra-cruzos da ordem imperial do Cruzeiro
a suas altezas os Srs. conde d'Eu e duque de
Saxe.
L-se no Mercantil de Petropolis de 11 :
Amanheceu no da 9 do corrente na ra do
Imperador junto ponte em frente ao palacio o ca
da ver de um homem de cor preta, que iulga-se f-
ra assassinado por um tal Romano, tambem de cor
de intensidade, pila esperan;a que se deposita as
previsoes do banco do Brasil e do governo, toda-
va nao evitou alguma pressao da parto dos depo-
sitante,- das casis nanearas, com especaldade dos
Srs. Gomes o Mente-negro. Fizeram ellas, porm,
face a tolas a* exigencias, e, francamente apoiadas
pelos outros ndicos, so fecharam as suas portas
quando j se nao apresentava um nico portador
de vale ti redamar pagamento. Os timorato- que
3ssim proiL'dein nao conhecem o mal que a si pro-
prlos 1 lii-.im c o iraWttlO improbo a qao cxi)"!!!!
casa* nrereeodoras da m.-.is honrosa confianza. E'
preciso acabar, seja dito de passagem, com este
defeituoso systema de depsitos, e esperamos que
ontro facto o vira dar-nos a mesma demonstra-
cao da sua inconveniencia.
O pnico diminnio ; distemos nos; mas nao foi
possivel evitar que atgumas casas commerciaes
das mai* conceiluadas, que linharn obriga^des ven-
cidas honiem suspendessem tambem os seus paga-
mentos. No estado em que se acha a praca, em-
qnan'o se nao reahsa a providencia extraordinaria
que seespera, e que, mais ou menos, est no pen-
smenlo c na confianza geral, nao deve admirar a
successao de casos como os de hontem,. nem isso
pude alTectar o crdito de ninguem.
as incertezas e apprclienses do momento, to-1 preta e cnteado do morto, e qual ja se acha reco
dos os meios de crdito se contraliem, e em geral Ihido' cadeia desta eidade. por ordem do Sr. Dr.
se recusain absolutamente. Este nao os presta I delegado de polica,
porque nao podo no momento oppre*sivo da crise,! Este pobre homem foi morir) s
e a poita de seus frcgin-zes Ihe est lechada, por
forra das mismas eiicumslaneias: aquelle porque
teme exhauir-se, ao mesmo lempo que recela pela
ponlualidade de seu* devedores.
Eis a sluaco da praca para um grande nume-
ro de firmas, que alias mcreccro crdito c apoio
logo que sabamos da emergencia sbita e grave
que sobreveiu do- embaraens do nosso primeiro
banco particular, cujo activo 1
Ihares de conlos ao sen passvo,
oulro a mais de sessenta mil conlos I
O governo declaran homem furmalmenle pela.
sua (bina que nao aceitava as primelras medidas
quo suggorira o banco do Brasil, principal rredorj
da casa dos Sr.-. Sonto <\ C. c o mais forte inslru-:
ment do nosso crdito comuiercial. Sabemos, po-
rom, qne o ministerio e o mesmo banco prosegoem |
em sen* esforcos para Chegarem a um accordo que
evite as consequeucias dfssc estado de geral des-
conflanca.
I'ma casa commercial cuja massa sobe a lito a-
cuitada somma nao pode ser liquidada pelo pro-
cesso ordinario : nao o ponera, ainda quando as
sua- operacoes nao interessassem a um sem nume-
ro de crederes de pequeas somrnas, cujo total se
calcula cm I';,200:000501 Mi quanto mais tratando-
do-so de un dos primeiros de nossos bancos de de-
poslo*. lito est na conviceao de todos.
Ha necessidade : lodos o seotein e esperara, de
urna medida excepcional, acmpanhada de oulras
que desembaracem a liquidacao dos credores mais
numerosos, com quem o accordo cm communi c
impossivcl.
Ha nislo mais do que urna questao de processo,
rnilitam nesse sentido razSes de oulra ordem, que
a intelligcncia dos leilores romprehende sem que
lenhamos necessidade de menciona-la*.
E os resoltados de urna liquidacao violenta de
valores tao variados c consideraveis sao tao obvios
que ninguem os pode deixar de prever, e por si
sos fallam a favor das medida* a que alludimos.
Confiemos na prudencia e solicitude do governo
e do banco do Brasil; talvez que a hora ein que
eserevemos csteja resolvda a questao, como de
esperar da sabedoria do governo e reclamam os
ponderosos c avallados nteresses que se achara a-
balados por um acontecimento que veio a to los
consternar, com quanto derivasse das cansas ge-
raes que hontem assignalaraos e que de ha muito
se scnlem
A questao, comprehende o publico, nao das
que se enceriam na simples esphera do nteresse
de. um ou de meia duza de individuos; nao se tra-
ta dos Srs. Souto & C, alias dignos das mais jus-
tas svmpathias, assim pela sua honradez como pelo
auxiio poderoso que de sua casa recebia a praca
do Rio de Janeiro; trata-se de grandes nteres-
ses pblicos e particnlares, que se acham ameaca-
dos e j oflbnddos de honiem para hoje pelo pni-
co c precaucoes que tal estado de cousa se pro-
duzr e de feito produzio entre nos.
Neste sentido tem sido a crise, eremos nos, en-
carada pelo governo e pelo banco do Brasil; e, que
neste pensar e sentimento o governo e o banco tm
por si os votos e as esperanzas da grande maioria
do corpo commercial do Rio de Janeiro, o assegura
a representacao que hontem subi presenca do
mesmo governo imperial.
A commissao da praca do commorcio reunio-se
honiem para conferenciar sobre os successos do
da; e. tendo ponderado as circumstancias extraor-
mrdoadas, pois
assim consta do competente corpo de delicio :
e pelas indagacSes policiaes veio-se mais no confie-
ment de que ha mais cmplices, e que o Sr. Dr.
delegado ja deu as providencias necessarias para
a* suas capturas.
O assassnado cta homem que tinha algnma
foi tuna, ejnlga-se que esses malvados o mataran
para o ronbarem, visto elle vil vender alguns pro-
superior em mi- duelos de sua lavoora, e ao mesmo lempo fazer al-
montando um e gemas compras.
ASSEMBLA (ERAL
CtnVKA DOS SEXHOHES
K PITADOS.
Distarse proferida em 11 de agosto de 1861.
(Coniinuaco.)
O Sn Cubano :Ha. Sr. presidente, um inters-
>e minio mais elevado do que esse que pode ter o
governo em vencer eleices; aeleicao perience aos
partidos; somente estes teem o direito de pleita-
la, nteresse legitimo cm vncela ; mas o ministe-
rio deve ser neutral, porque o governo do paz e
nao de partido nenhum. (Apoiados.)
Se o governo iem nteresse em vencer a eleico
para obler urna maioria que o su-tente, lia um in-
teresse mais alto, urna vontade mais elevada, que
lem direito c necessidade de sa'er qual a verda
deira opinio do paiz (apoiados*. e por consequen-
ca tem direito de exigir que seus conselheiros,seus
ministros, se abstenham complelamente de intervir
na eleico. (Apoiados).
Outr questao de gabinete nao menos desastrada,
levantada pelo ministerio, foi a questao Bramah :
tem-se dito aqu por vezes que o gabinete actual se
considerava obrigado a cumprir urna promessa de
seu antecessor ; esta apreciacaonao verdadeira :
nao havia nenhuma promessa com forca obriga
loria.
O Sr. Cansansao tinha apenas dilo que, se acaso
fosse lisongeiro o resultado do exame a que se ia
proceder, nao duvidaria conceder a garanta do
juro do augmento do capital que fosse preciso para
concluir as"obras: mas fez depender a concesso
do exame, da deliberaco que o governo tomasse a
respeilo. E-ta soluca foi aceeila pela companhia.
0 Sr. Bellegarde submetleu a questao delibera-
cao do corpo legislativo c a companhia ainda ae-
ceitou esta solu^o.
nestas circumstancias, senhores, que o gabine-
te actual chama o negocio si. decide de seu pro-
pro arbitrio o autondade, e vem aqu nipor c-
mara como questao de gabinete que approve a sua
deliberaco!
Veja a cmara o que ha em tudo isto : em pri-
meiro lugar, desaltencao, desrespeito do governo
para com o corpo legislativo, porque depois de Ihe
ter submellido a questao nao poda jamis avoca-la
s para decid-la de seu proprio arbitrio ; em se-
gundo lugar, era urna questao que estava depen-
dente de exame, discusso e deliberaco do parla-
mento, solucao que a companhia havia acceitado ;
nao havia concesso definida, obrigatoria e aciona-
vel, e foi o ministerio actual que Ihe deu este ca-
rcter.
Ora, diga-me o nohre ministro : se o senado re-
jeiiar a concesso que pasma nesta casa, em que
posicao fica o ministerio ? Foi oo no um desazo
do gabinete actual Nao haver agora fundamento
para uraa reclamaco internacional Nao se pode-
dinaris da situacao,"e os maes que resultariam I r dizer : tamo o governo estava obrigado que at
da falta de urna medida prompta e eficaz, resolveu [ o ministro Despectivo fez da concesso questao de
enviar ao banco do Brasil ama commissao, com- gabinete na cmara dos deputados !
posta de cinco mmbrps. os Srs. Lima c Silva. Dr. r Foi, portanto," o ministerio actual que trouxe a
queslo a este terreno, que a arrancou do exame
do parlamento, que deu-lhe o carcter de obriga-
o, que nao tinha : foi o ministerio actual que
collocou a questao em um terreno tao melindroso
que, se or rejetada a idea no senado, podemos
contar com urna reclamaco diplomtica.
O Su. BezEDHA Cavai.c.vnti :Isso nao nos fa'.
medo ; temos fortalezas casamatadas.
O Sr. Cubano :Eis aqui quaes teem sido a.-
questoes de gabinete do aciuai ministerio !
Ainda fez outras quesles. O projecto da estra-
da de ferro de D. Pedro II foi tambem urna ques-
lo desastrada, e posto que o ministerio nao fizesse
solemnemente della questao de gabinete, comtudo
f-la de um modo indirecto e inteiramente novo,
dizendo que era questao ministerial, ainda que nao
o fosse do gabinete.
O ministerio ainda moslrou grande empenho em
oulra questao pela qual exerceu presso sobre a
maiora da cmara : foi a da aposenladoria forcada
dos magktrados, um attentado contra a constitu-
cao, em o qual o governo nao tinha necessidade al-
guma de envolverse.
O nobra presidente do conselhc tinha aqu decla-
rado que o gabinete aclual nada tinha que ver com
ota questao, i|ue era um acto de seu antecessor
que estava submettido deliberaco do parlamento,
e que ao governo nao cumpria mais que esperar
essa deliberaco. Mas de repente, nao se sabe por
que, apparece o ministerio tomando una altitude
decisiva e enrgica, e sustentando a todo o transe
esse acto do seu antecessor !
E a este respeilo permita a cmara que diga
mais alguma cousa. D-se por linda esta que.-lo:
o Sr. presidente do consclho entendeu qne com a
simples approvaoo do parecer dacominis>o desta
casa, elle estava "aulorisado a preencher os logares
dos magistrados aposentados. Ora. o proprio de-
errto da aposenladoria dizficando ella dependente
da approvaco do corpo legislativo.
O Su. Souza Carvalho :Na parte pecuniaria.
O Su. Cubano : Foi approvado esse decreto '
Nao o foi ; ergo, nao existe a aposenladoria.
O Su. Nemas :L est o senado exercendo a
sua intervencao muito legitima.
0 Sr. Urbano :-Entretanto o Sr. presidente do
conselho j preencheu esses limares.
Mas diz *e em um aparte :foi submettido o de -
creto approvaco do corpo legislativo somente na
parte pecuniaria. Nao entend o que quer isto di-
zer ; ronfesso realmente qoe nao o comprehendq ;
esta clausulaficando dependente da approvaco
do poder legislativo un parte pecuniariade uoe o
nosso governo tem usado, para mim nao tem sigoi
licaco. O que aposenladoria ? E' a dispensa do
exercicio com o ordenado, ou a concesso do orde-
nado sem exercicio, urna graca essencialmente pe-
cuniaria ; aposentado aquelle empregado que c
dispensado do exercicio, e fica percebendo o seu
ordenado, apezar de nao exercer o emprego ; a mi -
ohu rxzia no-eompretaemlo, pois, o qai- neja apo-
senladoria sem ordenado ; porventura, aquelle em-
pregado que aposentado pelo governo, e cuja apo-
senladoria nao approvada pelo corpo legislativo,
est realmente aposentado ? Creio que nao.
Supponha V. Exc, Sr. presidente, que aposen-
tado um oflieal de fazenda qualquer, um confenn-
le da alfandega, por exemplo; o decreto traz a for-
mula que lem estado em pratica, fica dependente
da approvaco do poder legislativo na parte pecu-
niaria ; suppouha-se, porm, que o corpo legislati-
vo nao approve o decreto da aposenladoria; qual e
o resultado? Fica o empregado demitlido, sem or-
denado? Nao, volta para o seu lugar, porque a
aposenladoria nao foi approvada. A aposenladoria,
j disse, a concesso do ordenado sem o exerci-
cio : portante, desde que o corpo legislativo nao
approva a aposenladoria, ella nao existe, porque nao
se pode concebe-la sem ordenado.
O nohre presidente do conselho creon a respeilo
urna doutrina nova, que aelio perigosissima; C
que a declaraco da cmara dos deputados de que
nao procede a aecusaco contra o ministro legitima
e saneciona o acto. Se tal doutrina e proceder fr
applicada a todos os casos, nao haver seguranea
para nenhum direito. (Apoiados), Supponha V. Exc.
Sr. presidente, por exemplo. que o ministerio de-
porta um senador cm circumstancias graves; pede
um bil de indemnidade, c a cmara Ih'o d : a
consequenca ser que o senador deve llcar depor-
tado e o acto do ministro fica approvado e legitima-
do ? Ninguem tirar semelhante consequenca.
O bil de indemnidade entre nos nao pode ter
oulro efleito seno o de relevar o ministro da aecu-
saco. Nao tem, nem pode ter outro eflfeito, porque
nao somos omnipotentes (apoiados), nao temos a
omnipotencia do parlamento inglrz, nao podemos
sancrionar abusos, attentado*.' violacoes daj le.
(Apoiados.)
Em nimba provincia deu-se um facto bem ex-
traordinario durante a ultima revolucao : um pre-
sidente mandou por ordem expressa queimar um
engenho, devasta-lo; assim se fez. Ora, se se pe-
disse um bil de indemnidade e a cmara o cunce-
desse nestas circumstancias, a consequenca seria
que esse acto licava legitimado em lodos os seus
efieilos e consequencias ? Por certo que nao; licava
o ministerio relevado da pena nicamente, mas o
acto contraro constluico c s leis, que Infrin-
ge direitos, que causa prejuizo a terceirn, nao po-
de ser approvado, nao pode ser sanecionado, nem
lica legitimado com essa simplea relevaco de pe-
na. E' porlanto urna theoria nova a do ubre pre-
sidente do conselho, theoria falsa, theoria Dengo-
sa, contra a qual nao posso deixar de protestar.
(Apoiados.)
Se das qucsloes dos principios, que eram o de-
sidertum, as aspiraedes legitimas desta maioria.
vamos aos fados do gabinete, vemos quo lodos el-
les se resentem do mesmo defeilo falta de prnri
po*, falla da urna poltica certa e definida.
O ministerio em todos os seus actos vai infrn-
gndo as boas mximas do governo representativo.
Assim, a respeilo de eleices foi sempre um dos
principios do partido liberal a nao intervencao do
governo, e o gabinete actual tem intervindo como
lodos os outros intervieram.
Farei agora algumas observadles sobre a malc-
ra da proposta. Chamo a attencao dn nohre minis-
tro sobre o modo por que se faz entre n* o recru-
lamento ; nao sei se o gabinete actual tem pensa-
do nos meios de substituir este modo por um sys-
tema mais compativel com a liberdade individual.
Meus senhores, o arb'tno no recrutamento in-
compavel com as liberdade.* publicas, com a liber-
dade individual : o cidado nao livre n'um paiz
onde sujeto ou dispensado do servco do exerci-
to vontade do governo, por favor ou desfavor do
governo, isto nao liberde; a liberddaade individual
exige que o cidado nao possa ser preso ou violen-
lado em caso nenhum por arbitrio de quem quer
que seja ; o cidado s deve soffrer restriecn em
sua liberdade nos casos marcados na le c pela for-
ma nella prescripta. (Apoiados.)
O nosso modo de recrutamento, arbitrario e tor-
eado, por domis pressivo e velatorio, o lera
urna influencia perniciosa sobre a lavoura, sobre a
industria, e at sobre o futuro e sorte de muitas fa-
milias pobres e honestas que licam arruinadas e
perdidas pelo recrutamento de seus chefes._No
pode continuar um tal systema, que com razo se
lem denominadourna cacada humana (Apoiados).
E, se este arbitrio do governo sobre urna massa
recrutavel designada pela le pernicioso, o que
nao ser o arbitrio extra-legal, que exeroem as au-



~
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I
I t
Diarlo ele peraaMhneo Terca tetra fO de fcetetttbro de f sel.
loridades, sallando por cima ilas leis que regulan
o rt-criitariirnto ? E' una verdadeira oppressao
ijuc conslantemenlo se exerre por toda a parle ; as
autoridades encarregadas do recrutamento nao
quercm saber se os individuos eslo ou nao na*
ircomstancas de servir, nao dao a menor atten-
eao as suas isengiios; prenden) indistinctamentc os
cidadaos e os obrigam a ir provar da cada se es-
tao isentos; mas o nobre ministro ha de concordar
comi'go que isto horroroso. (Apoiados.) Qoe di-
reilo ten) urna autoridade para agarrar oto cida-
dao como recruta, seno saber se elle est suj-ito ao
reeratamonto 1 rom que fundamento se recruja
unt homem casado, o) com outra isencao legal, pa-
ra que 'lie provo da cada essa isengao? A auto-
ridad; nao p te reerutar senao aqoeites que ella
reeonherer pefeitamente que estao no caso de ser
recriitados: a priso de qualquer dedeo para re-
cruta, nao estando as rircumstanens de sor re-
eruUdo, um abuso de poder, urna violencia atroz,
que, praticada entre nos em larga escala, traz em
atropello grande parte da populagao laboriosa e
exerre nnia inlluencia dessastrosa sobre a produc-
rao e riqueza do paiz, pon|ue"o homem inquieto
alarmad-1, receloso de ser reerntad > a cada mo-
mento, nao pode cuidar de si. de SUR lavoura, de
seos interesses, da educacao e destinos de toa
familia. (Apoiados.) Note o nobre ministro que a
esta pcrsegiiieo estao snjeitos todos, ainda mesmo
os que lera isencao Ifgal.
Um homem ovado, por vinganca, pode ser re-
erntado, em um lugar longinqtio, por exemplo, em
Cabndi, distante urnas l' leguas da capital de
Pernambueo, pura onde remetlido: ach chegado,
allega a sna Isencao; ma< nao podendo prova-la
por falta de documentos, baldeado para o Rio de
Janeiro, onde asstnta praga, o d'ahi alirado para
o Hio Grande ou outia provincia remota; e po-
bre homem passa por todas essas violencias, in-
commodos e provaeAes, sempre repetindo que
casado, e a autoridade a responder-lhe que prove
a isencao.
A autoridade s pode reerutar os que nao estao
isentos, e para evitar abusos en lembro um meio,
que estahelecer urna multa sobre o reerutador
em favor das victimas do recrutamento arbitrario
o Ilegal.
O governo administrativamente pode recoinmen-
dar a seas d-legados que nao prendara eidadao
algum para recrula senao depois de saberem que
est no caso de ser recentado, e nao lem Isencao
legal que o inhiba de servir no exercito ou ar-
mada.
De que serve a nossa polica poltica, essa co-
horte immensa de delegados, subdelegados e ins-
pectores de quarleirao, que se diz mdispensavel
manutengan da ordem publica e da seguranca in-
dividual ? Em contacto permanente com os cida-
daos, e al rerebendo destes as listas de familia,
nao sahem qnaes sao em seus districtos e quartei-
roes os cidadaos recrutaveis?
De que serve, pois, esta poliria, se nem ao me-
nos coonece as condiges e requisMos dos morado-
res de. seus quarleiroes, e os vaiagarrandu a torio
ea direito para recrutas, obrigando cidadaos lo-
galmente isentos do recrutamento a irem provar
da cada sua isencao? (Apoiados.)
Eu li no rotatorio de um dos nubres ministros da
guerra a idea de reerutar-se na guarda nacional.
alargando-ge a qualilicacao, isto fazendo-se alis-
tar nesses eorpos lodos os individuos de 18 a 30
asnos, paradelles tirar os recrutas.
Eu aceito a idea, mas com urna condicao essen-
cial, e que a de.-ignago seja feite sorte, por-
que isto seria um ensaio ou comego da consciip-
cn, umeo systema de recrutamenlo compativel
eom as liherdades publicas o digno de um paiz r-
Vilisado. (Apoiados.) Mas, dar ao governo o arbi-
trio de reerutar as lileiras da guarda nacional,
de modo alcum possoadmitlir.
Vou agora chamar a allencao do nobre minis-1
tro sobre o recrutamento feito na minha provincia.
A provincia de Pernanibuco deu s no anno de
1849, depois da fatal revulugo, para maisde 3,000
recrutas, e ile entao para ca tem dado lodos os an-
nos de 4uO ."00 : era urna provincia de pouea po-
pulacho, que tem exporiado grande numero de bra-
cos esrravos tiara a curte o nao tem receido eolo-
nisacao, lirar-lbe iodos os anno de 400 a 300 ho-
mens para o exercito, importa urna verdadeira de-
va-taco. Chamo seriamente a allencao do gover-
no sobre este assumpto, e pero-Ihe que nao conli-
nuea devastar a provincia de Pernambueo.
E' preciso distribuir rom igualdade este impos-
to, e a continuar urna de.-igualdade lie oppressiva
> Cilal, nao terei duvida em aronselhar do alio da
tribuna s autoridades de minha provincia que sc-
iam menos solicitas em acudir aos reclamos do go-
verno sobre o recrutamento, que imiltem um pou-
C o exemplo da provincia de Minas, onde as auto-1
ridades, quer sejam liberaes ipier sejam conserva-
doras, por niais que o governo Ihes peca recrutas,
fazem-se de suidas. (Apoiados.)
Su. Ferhkiiia DA Veiga :Noapoiado.
O Su. Urbano : IVdirei que, imitando esse
exeroi lo, nao se ipie.-scm tanto, porqueassim vao
fozeurto grande nial ;i provincia.
O Su. C. Madireira :(com irona):Em Mi-
nas o povu uioralisad.
Su. Urbano :.as ootras provincias o povo
lantbern uioralisado. liem sei que se tem dito que
Peroambuco nao das provincias mais laboriosas
e mais morali>adas; mas estodando-se os mappas
estalisticos da criminalidade,se v que a provincia
de Peroambuco nao aquella em que mais criares
se coiuiiieltero. (Apoiados.)
Consultando os mappas que acornpanham os re-
lab'ii is do ministerio da jusliga, do decennio de
1832 1861, por exeir.plo, em que se acham espe-
cificados todo- os crinies commetlidos no imperio
com a designadlo de cada provincia, vejo que nao
foi a de Peroambuco aquella em i|ue maisavultou
o numero dos crimes. Por coosegointe, niio
aqudia populagao cbmposte de vamos e reos de po-
lica, para que a estejain assim deva-lando.
Su. Figeiredo : Basta consultar a sua pro-
dcelo e a sua exportaban.
O 8b. Urbano :O raappa dos recrutas apura-
dos no anuo Hnanceiro de 18 I86:i inostra que
a provincia de Peroambuco, de vendo dar 496 re-
crula, den elTectivaniente 441, faltando apenas 'io
para completar o numero que Ihe pedir o gover-
no, ao pa>so que a provincia de Minas, a qnem ca-
bian G78 reinitas, deu apenas 8i, fallando J94!
O Su. C Ottoki :Nao ha conveniencia em re-!
cruta em Minas, porque sahem mudo caros os re-.
erutas por causa dos transpones.
O Su. Cubano : Ah sahem muito caros ? Pois
eu digo que o recrutamento como se faz sabe limi-
to caro provincia de Peroambuco, que nao porte
ja sunporta-lo. Se assim continuar, hei de levan-1
lar francamente em miuba provincia una cruzada
contia semelhante devasiago (apoiados), porque
os Pernanibucanos nao eslo na Una) s para se-
rem soldados, principalmente sendo governados i
club .la !...
O r. Lopes Netto : E' o nico recurso que
ha contra a inteligencia do governo.
O Su. Urbano .Agora approveito a oceasiao'
para chamar lambem a attengo do governo para
0 estado da provincia de Pernambueo.
Ocio que chegada a oceasiao de descansar o i
mini-lerio a respeilo daquelia provincia, e deixa-
la lambem descansar. 0 governo, ha mais de um
aono e>i all alarefado com o exercirio soberana,
porque, eraboia se diga que a soberana reside na
uacao,a verdade queunicamente o governo a exer-
ce. (Apoiados.)
Agora nao tem mais oceasiao de exerce-la : por-
tento, convm restituir provinria seu eslado nor-
mal. At hoje nao era isso pomvel.
Por exemplo, o ministerio demettio do cargo de
chefe de polica ao Sr. Atrillo ; mas eslava visto
que esse senhor nao podia retirar-se antes da elei-
ciio : elle liem comprehendeti essa neeessidade e
s inlencoes do gabinete que o demiltio.
O Su. Souzv Cauvalho :Nao foi o seu succes-
sor.
O Sr. Cubano : Faga o nobro deputado o favor
de nao me interromper. '
O Sr. Abilio sabia que elle era um instrumento
indi>pensavel da liberdade de voto, um elemento
de ordem, de que o governo nao podia prescindir
ent tem o de eleices.
O Sr. Soi'a Carvalho e outros :Aooiado.
_0 Sr. Chbano :O Sr. Moraes, seu suecessor, I
oao devia oppor-se a esta Sabia combinarao.
O Sr. J. Madureira :Posso afflanjar que nao
seguio para Pernambueo por nao ter tido eommu I
nicacao. I
OSr. Urbano :Entaoa iniciativa nao toi del-
ta, loi do governo.
O Sr. J. Maduiieira : A eommtinicaeao fui pa-
ra as Alagas, onde elle era chefe de polica, em
occa>iao um que eslava ausenie.
O Sr. Urbano :Aceito a confiri. Em lelo o
caso ceno que, embora fos-e o Sr. Abilio dema-
ndo, tendo o governo de exercer ainda soberana,
prerisava do mesmo, qnetinnaeonrorridocom tan-
la abnegacSo as eleices anteriores para exerei-
co da soberana, que ate subvencionara e corrom-
pera autoridades policiaes, do que o convenc nes- de tomoe momento noipitrece mais msentaneo
la casa. Para se ftroveltarcm, poi-=, os hons ser- eom os intere.-ses da poltica doadnante. abracada
vicos eleitoraes, combinarain-se as c.ousas de modo peta immunsa maioria da provincia." Segue-se
que o Sr. Dr. Moraes nao chegou Pernambu- a indicacao dos candidatos com a sua apologa.
co senao depois da eleicao, eo Sr. Abilio ficou na O Sn. Souz.v Cakvalho :Falln cm nome do
pojjcia at fazera mesma elciciio. partido.
OSr. Urbano :Como podia fallar em nome do
partido ? Quem organisou i chapa, que por nin-
qoal a sua autoridade, so
algum partido apre
goem est assignada 9
nao o governo ? J se vio
al, art. W>, que sentar urna chapa sem o firman do grupo, centro
a exercer funecoes do ou direceao que a organisou ?
emprego ou cooMnlsso, depois de saber offleial-
menle que fica suspense, demitlido, removido,
diz assim :
ja ha vamos fnnnneiado, omirecido aos mem-
bros do senado pelo Sr. viscondc de Aliaet.
Deixaram de comparecer, por motivo urgente
do servigo publico, os membros do ministerio que
linhan sido convidados.
A reuni.io esteve muito animada, e entro os
convidados houve a mais perfeita cordialidad.
< Hzeram-sc entre outros, os seguinte brindes:
Pelo Sr. viseonde de Abaet aos membros do
actual gabinete;
Pelo mesmo Sr. ;i cmara dos Srs. deputados;
Pelo Sr. D. Manoel a uniiio de todos es brasi-
leros :
O Sr. Som Carvai.ho : O Sr. Dr. Abilio fez
um sacrificio.
O Sr. Urbano:Q Sr. Abilio fez um sacrili-
eio! o Sr. Aoilio comnettea um crime previste
e classilicado no nosso cdigo pena
Continuar a exerc.
OSn. Soi;za Carvai.ho : Eotao urna folha qual
ou quer nao pode aprc-entar chapa ?
substituido legalmente..'.. Pellas'....' Pofian- O Su. Urbano :E que forca leria o redactor
lo, o Sr. Abilio commetteu um crime, no qual es- do Jornal do R?fe para apreseniar por si nma
leve em permanente reincidencia por espaco de chapa ?... No fim dessa circular da polica vem
qualro meses, eom o silencio, com a apnrovacao este conselho : -
do governo mpeiial! Contra todos as egostas, contra todos os pohti-
0 Sr. Soi'za Cahvamio : Deve ir para Per- eos de oceasiao, contra lodos os que lem sido indig-
nando, fercnles marcha dos nessos acontecimentos, nao
O Sn. Urbano : Para Fernando, nao; mas se podemos dcixar de aconselhar a mais formal oppo-
sabir ae Pernambueo far um nolavel servico sirdo I
provincia. (Apoiados.) Ora, qnando o governo se descobre desta manei-
Esiando, pois, acabada a missao do Sr. Abilio, ra, com esta franqueza, no seu jornal offlcial, o que
pela chegada do Sr. Moraes no tempo justamente nao faria com a sua polica f o que nao faria o
em que acabava o governo de exercer, por meio Sr. Domingos de Souza Lefio rom o Sr. Abilio ?
daquelle, a soberana, oceasiao de restituir a pro- (Apoiados.)
viucia a sen estado normal E quer saber a cmara quem qualifirado de
Ja nao preciso reerutar, nem lambem j nc- egosta, de poiilieo de oceasiao nesse artigo do go-
ressarioooutro elemento do exercicio da soberana, verno f E'o orador que est fallando nesle mo-
os delegados e subdelegados militares, com os des- ment E' este orador, que assim stigmatisado
tacameiltos disseminados por toda a provincia, nao e calumniado pelo governo no seu proprio jornal viseonde de Abael propr o brinde de honra a Sua
obstante haver o governo declarado aqui que con- offlcial Magestadc o Imperador, que foi enthusiasticamenie
siderava abuso a nomeaco de offie.us militares O Sn. Soi:z.\ Carvai.ho : Pelo governo i correspondido.
para cargos de delegado e subdelegado. Acama- O Sn. Urbano :Sim, pelo governo, porque este Sahio para Pernambueo pela Babia, o brigue
raso lembra de que o Sr. piesidenlo do conselho jornal a expressao do governo, nem se, exprim- nacional Imperador.
declarou que ia expedir ordens positivas nesse ra assim sem ordem positiva do Sr. Souza Leo. i Baha.Sahira era commissao o hiate de guer-
sentido. O Su. PiodbIrsdo : Aooiado, vista do sen con- \ ra lio de Cantas.
O Sr. Ministro da Guerra : Eu expedi or- trato. Carlas da villa do Camiso, do prmeiro do
dens muitos terminantes. I O Sr. Urbano :Eu poderla tomar urna repre- corrente, dao noticias da extraordinaria secca que
O Sr. Urbano : Pois nao s nao foram demil- zalia : discutir agora, por exemplo, eom o Sr. pre- alli ha. Os campos estao, dizem ellas, quasi torra-
lidos os delegados e subdelegados militares, como sidenle do conselho, qual de nsejoista, qual de dos ; um barril d'agua costa 300 rs. e com empe-
foram nomeados outros. nos o poiilieo de oceasiao : mas nao desejo tees nho ; o gado escasso para a alimenta cao pu
O governo havia de saber disto ; mas emiim" disettssoes nesia casa,
como tinha de exercer a soberana na provm- Se nao houvessem graves motivos de censura,
ca, convinha-ihe a continuaco desse estado de se acaso se tivesse procedido regularmente, que
cousas. razo linha eu para viraqui accosar alguem i Se-
Porm agora nao sao mais precisos esses ele- re suspeilo para alguns ; mas, sc'n suspeigao da
nientos : pde-se levantar o eslado de sitio militar minha parle, essa mesma suspeigao indica motivos
em que tem estado a provincia de Pernambueo. e fundamentos em que se lesea. fApoiados.)
E*se estado de sitio era lal que o ex-commandanle A moralidade da provincia vai garra,
das armas, o Sr. Solidonio, em urna ordem do dia o Sr. FiourREDO : -E' um faci ; para mostra-
de d.'Spedida, declarou que nao rodera dar aos lo basta saber-sc quem sao os que compoem a tal
cornos a disciplina c subordinacao necessarias, escola normal.
r"Coii Pelo Sr. barao de Prados ao seoado brasi-
leiro.
t Pelo Sr. viseonde de Abael aos membros do
conselho de eslado;
PeloSr. Ferreira Penna aoSr. viseonde da
Boa-Viste ;
- Pelo mesmo Sr. ao Sr. viseonde de Itabo-
rali y ;
PeloSr. viseonde de Itaborahy ao Sr. Ferreira
Penna ;
c Pelo Sr. viseonde de Abael unio das pro-
vincias e integridade do imperio;
* Pelo mesmo senhor aos membros do senado ;
- Pelo Sr. Silveira da Molla ao presidente do
senado.
- Todos estes brndese outros foram precedidos
por discursos, do que sentimos nao poder dar o
resumo.
O jantar terminou s 9 horas, caliendo ao Sr.
tiuimares, Dr. Domingos AiUorj Itaiol e 1 es-
cravo, Alberto Bauster, Augusto Bruhus, Joa-
qun) d'Oliveira Catunda e sua familia, 7 pragas do
exercilo e 3 ex pragas.
foi de 3:0805000, licando ainda em ser urna gran-
de quaiitiJade de obra?, por se nao poder concluir
todo o irabalho, adiando-se para domingo pr-
ximo.
A aflluencia de povo ao eslabelecimento e ao
leilo, na tarde daquelle da, foi tao numerosa o
compacta que seria difflcil compuiar-se, veudo-se
all representadas todas as classes sociaes, realga-
das pelas gragas e donares do bello sexo, que con-
correu extraordinariamente a animar c abrillan-
tar o arraial.
A Panda de msica da juvenil sociedade L'aiio-
Commemal, e a do 10' batalho tocaram durante
todo o dia variadissiraas pegas, nulando-se os pro-
gressos fetos por aquella sociedade ainda recente-
mente organisada : Unto urna como outra banda
foram generosamente offerecidas para alli tocar. I columnas deMe jornal
A fesia aniversaria, (pie o Hospital Portugur: R ama de(|as 0 offli.j0 erigido presidencia no
celebra era coinmemoraeao da sua existencia so-. dia 8 pr hora* da noite em que sao relatados
cietana, como que o ncleo, se assim nos pode- debaixo da mais tn^ie e desagradavel impressoos
mos expressar, d esses campestres f.dgaros e dis- desatinos e alternados all commettidos durante es-
traegoes ijue lao bellos sao de contemplar nos luga- sc j,a ,-m que os agentes da anarehia postoa a ser-
res onde o povo afflue, como na romana quo ejl;, vico da polica local, nao contentes de haverem len-
faz pela estrada em ingenua o aprasivel expansa >. |,1(Jo L.0lllra a V|da (|o pr^^m,. cidadio leneule-co-
ixala, pois, f|ue o nosso bom povo, pouco a pou-
PUBLICARES A PEDIDO.
Afogados.
Damos publicidade dQas importantes pegas que
dizem respeito eom|UsIa eleitoral da fn-gueziade
Afogados, e as qaes alludira o respeilavel teoeo-
te-corouel Manoel Joaquim do llego e Albuquerque
em seu manifest uliimamente dado esiampauas
co, va tomando a feigo caraelerislica e peculiar
que o deve distinguir.
A hospitalidade eom que sempre aeolhemos en-
tre nos lodos os esirangeiros, e com espeeialidade
os Portuguezes, quem nos ligan) lanos litlos de
sympathia e lauos de parentesco, vai sondo tao
francamente retribuida por esses hospedes, que se
torna de dia em dia impossivel dilferenear as na-
| conalidades, tao inlima e affeetuosamene se con-
; fundem ellas.
Parabeiis, pois associacao do Hospital Porta-
yuez de Beneficencia, o aos Portuguezes em geral,
pela primasia
rouel llego c Albuquerque, pereorrerem em ban-
dos ai,nados a fregaezia, invesimdo para adversa-
rios notTensivos. assallando-lhes as casas c espan-
eando-os a frente do destacamento.
Ouira a peligao encainiahada pre.-idencia no
dia 10, em se requereram providencias para a con-
feceo de eorpos de delicio uas pessoas das victimas
dos varios conflictos fomentados e dirigidos pelo
subdelegado de polica. Fra o despacho da presi-
dencia, do mesmo dia datado que ficavam dadas as
providencias.
Al ho,e, 20 do mez que corre, nenliuma foi an-
da expedida em ordem a consagrar por um exame
legal a existencia material dos deudos.
Hcru>audo-se por este modo a fazer vbturiar os
que ltimamente tem tomado, para
entre nos estrellar os lagos de confralernidade, que
deve por urna vez fazer u.ua s a tonga cadeia da | Otnado*s" Maos pacilicos, lioneros e labor.
i numdni!'aae. A SS- S. Exe. o Sr. Domingos de Souza Leo. treme
s o resollado da eJemao para vereadores; ao mandar IVjlstrar ein aul0 auiheuiico c solemne
porque na capitel apenas existiam cascos ds mes-1
mos cornos, achando-se toda a torca espalhada em !
destacamentos pelo interior (o (pie 'tinha por moti-
vo a eleicao.)
Uessou"a eleicao; d, portento, o governo por
linde o estado de sitio militar em quo se tem adia-
do a provincia, e acabe rom o abuso da nomeagao
de officiaes do exercito para as delegadas e subde-
legadas. Apoiados.)
O Sr. Lnz Feliite : J est acabado.
O Sr. Urbano : Podo ser que acabe agora, de-
pois de feilaa eleigao, e tal vez se renov se hmiver
onlra eleigao. (Apoiados.)
O governo pode lambem dispensar oulro ele-
DIARIO DE PER 1AMRUC0
blira.
O Gabinete Portugnez de Letura procedeu elei-
gao de sua directora, que licou assim composta :
Presidenle, Jos Lopes da Silva Lima.
Vice-dito, Amonio J. da Silva Bastos.
Secretarios, Fernando Pereira da Caoba e Jos
Joaquim Gongalves.
Thesoureiro, Bonifacio Jos de Barros.
Le se no Jornal :
a Hoje (17) s8 horas da manhaa, os conserva-
dores da parochia de S. Pedro fazem celebrar, na
respectiva igreja matriz, urna missa solemne em
aeco de gragas a Nossa Senhora da Conccigo,
pelo esplendido triumpho que tiveram na eleigao
de juizes de paz e vereadores.
f Na noite passada (IC) pozeram fogo duas
proprieoades do Sr. Ades, na ra do Julio, mas
felizmente foi apagado em lempo, tendo-se com-
s que estavam untadas
Pelo vapor Cruzeiro do Sul recebemos jornaes
do sul do imperio, aleangando os do Hio 13, os da municado a urna das portes que estavam
Bahia 17 e os de Alagas 19 do corrente. ide agua-raz.
Chamamos a altengo dos leitores para o que Dizem-nos que atlribuio-se o facto a um es-
publicamos sob a rubrica Interior, abrangendo os i cravo do Sr. Chilpe, genro do Sr. Adaes, que la
ltimos acontecimenlos havidos na corte. niora' Por causa de urna promessa de castigo
Rio de Janeiro. Na sesso do senado de 12 do adiado, e que esse escravo acha-se preso.t
corrente foi lid a a seguinte exposiro pelo Exm. L O cambio regulava : sobre Londres 27 l\\ e
menlo de ordem 4 liberdade do voto, o Sr. Domm- Sr Vj5COn(ie e Abael : 27 -1!8 a- Pr 15, sobre Paris 346 348 rs. por
gos de Souza Leo na presidencia. Foi elle no- jjeus senhores.Estando a terminar a segn-' fr:> sobre Hamburgo 630 rs. por m. b. e sobre
Lisboa e Porto 97 a 98 por cento de premio.
Achava-se carga para Pernambueo, a su-
maca Carila.
Alagas.Apenas encontramos o seguinte no
Jornal de Mucei :
C Um soldado de polica do destacamento da
villa da Imperatriz. que esteva na guarda da ma-
triz daquelia fregueza, tendo a arma carregada.
, da cmara municipal do Recite :
Vereadores.
I Dr. Jos Joaquim de Moraes Sarment-----
Loiz Francisco de Barros Reg...........
i Luiz Jos Pereira Simoes.............
: Gustavo Jos do llego.....................
Manoel do N. da Cosa Monteiro...........
Dr. Joaquim Jos de Miranda............
Feliciano Joaquim dos Santos..........
Thomaz d'Aquino Fonseca...............
Antonio Jos Silva do Brasil.............
Supplentes.
Antonio Pires Ferreira..................
Dr. Prxedes Gomes de Souza Pitanga....
Dr. Silvio Tarquinio Villas-Boas........
Joaquim de Almeda Pinto.............
Dr. Joo Mana Seve....................
Francisco Accioli de Gouveia Lins........
Justino Pereira de Faria................
Dr. Joo Jos Pinto Jnior...........
Fernando P. de Aguiar Montarroio.......
Dr. Joaquim d'Aquino Fonseca..........
Luiz Cosario do Reg o...................
Jos Antouio de Brito Bastos.
Escrevem-nos de Pao d'Alho em 18 do cor-
os exeessos criminosos que fez pralicar por etse?
delegados eleitorae.-.
Em desesperanza do remedio legal essas ver-
dadeiras atrocidades, tazamos apiiello otHoiiio
djsjhomeiiidesapaixonados, cuja medilago offere-
cemos os seguidles eorpos de ieticta da adiniuisira-
go do Sr. Duiniugos de Souza Leo.
Afogados, 8 ile setenJiro ie 1801, di 9 horas da
noite.
Illm. e Exm. Sr.A inipunidade o a lcenca do-
| desordeiros, aculados e protegidos pelos agentes
I policiaes desle lugar de cojos atlenlados dei hon-
'?? iltin pessoalroeote. coobeciineolo a V. Exc. e ao Dr.
tnr c'lL'^t (le Pu'"-',a. ao que nao quizeram prestar ero
lo.i:o"lu nenliuma providencia derain em
**J I ordem nao ler que lamenlar-se imis alguma vie-
'/Xj lima, osanimou de tal modo que hoje recrudesce-
V,y ram em furor e selvageria.
**' i Foi mais hoje espancado o eidadao Manoel Fer-
V^ | reir Ecovar, quo se diriga para sua casa, pelo
pOb | famigerado Joo Grande, submdo a lal ponto a sa-
';' nha des-es .-icarios que .-e collocam em cortos lu-
*"J gares a opera de alguns d
.j,82
4,793
4.780
4,749
i.740
'),060
4,594
4,408
i,2i7
i.688
dos cidadaos pacdkos
meado depois do fallenmento do Sr. conselheiro da sessao da actual |eKisiatura. corre-me o dever
Paes Brrelo, quando j se centava com urna nova de informar.vos como nos annos anteriores, acer-
eleicao all, quando se indicava como senador pro- (;l ,,as mi) lfgi^tivos e outros assunptos que
vavel
Souza Le.
zade o at
o legislativos e outros assumplos .,
urna pessoa com qnem o Sr. Domingos de tant0 ne<|a ses? como na comegou no 1" de
Leao se acha estreitamenle ligado por ami- janciro do corr(,nte anil0 mereceram a vossa li-
ndas relacoes do parentesco Hoi o |us,rada consderagao.
mesmo que normar para administrador da pro- As ,abellas eXM|icalivait que se acham sobre a
vinca o proprio Sr. Sa e Albnquerque Est Anda mes> e seraoopportunamenle impressas e distri-
a missao desse presidente. (Apoiados.) ; buidas, contm esclareeimentos completos a res- no acto de descanga-la, foi victima do seu deseui-
u Sr. Domingos de Souza Leao foi nomeado con- pet0 d0 objecto urocesso e solurao de cada um do, porque disparando ella, a bala cravou.se na
ira as reclamages de quasi toda a cmara; contra ds ,raba|hos d s^nado a ,.uc acau0 de referir-me. caneca, fallecendo elle istantaneamentc.
esse acto se levantaran graves censuras. Partan 0 resumo d, pStallsli(,a deslcs ,rabalbos apre- _________________________________________
ellas ale dos poucos liberaos que estao separados SftnIa 0 vainfe rCsUitalo
de nos o unidos com os nobres depilados de.per- p ronosi c5es iniciadas na cmara dos Srs. de-
nambuco. os Srs. Pellos, Souza uandeira e Sera-1 ados ftfram a|)prova,1as e dirigidas
para espanca-los, ou assassina-los, o ameagam m-
rente : va(]r as casas de outros, segundo avisos que tenh<>
Nada de novo. O resultado das nossas eleigoes recebido.
anda nao est publico, nao sei porque; sao conre-. Vendo semelhante estado de anarehia, esperan-
ist, que se podiam dizer muito acer- do.5e a cada n,uinenlu nV;is desgragas, no vos horro
res, resolvi-meirpessoaimente pedir providencias
V Exc. que se dignoupromelter-m'as. De volia, en-
,, o pelo senado sanecao imperial........
O SR. Si-nAemco : A nomeagao pareceu-me a pf0 Ces n(,adas *na mi!sma Mmara e a
principio inconveniente, mas depois consterne dla, enviadas peIo scnado com emendas
que o Sr. Domingos de Souza Leao tem procedido ou addigoes ..
bem.
(lia outros aparles.j
O Sn. Urbano : Qual foi o primeiro acto da
adminislraco do Sr. Domingos de Souza Leo?
Cercar a assembla provincial de forca armada.
O Sn. Luiz Fbupoe: Isto ja foi discutido.
o Sn. Uubano : Creio que anda o posso dis-
cutir, nao s hoje como quando me parecer con-
venirme, o quanlas vezes ipiizer.
50
10
PERNAfflRUCO.
REVISTA DIARIA.
tadamenle immoraes, fallo sempre em geral.
Temos sol ha mulos dias, mas as chuvas de
vez em quando prometiem vir.
De Garanhuns nos dizem cm 12 :
No dia 7 a noite houve o festejo, em que ja
Iho fallei, e que constou de um palanque com o
retrato do Imperador no eentro, de urna pyramide.
de fogo de artificio e de balees. Aim disso houve-
ram discursos, poesa e msica.
A mesa eleitoral, exercendo a sua soberana,
est muito morosa na chamada dos votantes, pois
que al hoje tem nicamente feito a chamada dos
votantes dos districios da Palmeirae Corrente, nos
quaes fra de duvida que ganhar a parcialdade
que Ihe opposta, salvo.:.....! I
Hepauticao da polica.
Extracto das partes dos dias 18 e 19 de setem-
bro de 1804.
coiilraudo na ponte desla povuago o acompauha-
mento do enterro de um dos infeiizes, que hoiiiem
foram fend<>s no tumulto da matriz, fui obstado por
esses desordeiros que agarrando o freio dos cavel-
los, Qzeram parar o carro! Felizmente, esteud',-
presentes abjumas pessoas sensatas, inlervieram
inmediatamente, e a sto devo nao ter cabido vic-
tima debes!
Chegando a casa, sou.a mais do espaocamento
do culado Geraldo Antonio da Molla.
Con^tou-ule que o Dr. chefe de polica c veir>
, com urna forca de cavalbria. Nao sei que provi-
dencias tenna lomado; oque ce rio, que nao
] veio vistonar os feridos que estao em miuba casa
lraiando-.-e, e como V. Exc. me havia promet
tido.
Proposicoes iniciadas na mesma cmara eque
o senado tornou a rcmetter-lhe, por nao ter
podido dar-Ibes o seu conspntimenlo......
Proposigoes iniciadas na mesma cmara c
pelo senado remedidas commss8es ou
^nlirn n nimna iuIi- lnfnrmaona :*> e"^-
verno, e lieararn porconsequencia adiabas,
e por e.e ou outros motivos pendentes de
di-cusso............................*
130
V.l
mcnle dirigir urna assemlila provincial, e antes
se consumo pm guerra abena rom a mesma as-
sembla ? V. Exc. comprehendo bem que, depois
das lulas que se lem iravaio, e as quaes o Sr.
Domingos de Souza Leao foi o principal ador, nao
pode pile Kovernara provincia.
O Sr. Domingos de Souza Leao um mogo ho-
nesto, mas nao est na altara da adminislraco da
provincia de Pernambueo. {Reclinnacoe$.) Procu-
ro o nobre ministio saber a verdade,e reconhecer
que a exponho lealmenie quando declaro ne>la c-
mara que o Sr. Domingos de Souza Leo nao go-
veroa, mas gowrnado pelo juz muiiieipal o Sr.
Araujo Barros, tRcclamaces j O Sr. Araujo Bar-
ros quem resol ve todos os negocios, quem de-
parha, e quem dirige todo o expediente da admi-
nislraco.
O Su. Luz Felippe : E' urna calumnia.
O Su. Urbano : QaaliBque o ii'bre deputado
o que eu digo como quizer. Pallo perante a cma-
ra ; a cmara uo pode pilgar ende mim c o no-
bre deputado: mas o governo. se quizer comprir
com o sen dever. mande informar por pessoa de
sua conlianca e ver que. quem na realidade ad-
ministra a provincia do Pernambueo nao o Sr.
Domingos de Souza Leao, mas o Sr. Araujo' je"aCg.
Barros.
Os Srs. Luiz Ebxippb, Souza Cauvai.iio k o-
rnos : Nos aceitamos.
O Sn. Figeiredo : Tambera nos aceitamos.
Vozes : Enlo est acabada a qoestao.
O Su. Urbano : Ser decenio que o governo
leve a sua intervengan na eleigao ao ponto de pro-
clamar e recommendar a sua chapa no proprio jor-
nal ..ffleial?
o Su. Souza Carvalho: Isso trica, o jornal .v, ,.r.TkV
nao offlcial.
O Su. Fiqueirkdo :E' jornal offlcial.
O Su. Souza Cabvalho :Tanto qnanto era o
Jornal do Commercio quando publicava o expedien-
te do governo.
O Su. Urbano : Pego ao
nao use para contigo Oa exprosso-
me parece que nao muito p
O Sr. Souza Carvalho :- E'
que a palavra- ignominia
r.lr *1 \ ~',rHa Pde Ser prPr,a d Ca' ':" J mais do que nunca aeffleazprotecno dos! *"$?Z**SZTT
raeter do nobre deputado. poderes do estado. Como nos annos precedentes, o
O Sr Souza Carvalho : se o nobre deputado *^ ^. ,
lem carcter, pode estar ceno que o nao lem mais Din!l arada que a palavra que por espago
qUe en de oito mezes se fez ouvir na tribuna da represen-
0 Sr. Urbano : -Nao quero comparares; o no- to$*> DaL'inaI sobre Srave.s P>esloes que seagte-
bre deputado pode ter ocaracler o mais nobre ; ou
Pareceres de commissdes discutidos ou pen-
dentes de discussao......................
fndicagdcs...............................
Requerimentos.............................
Total......
o numero dos acto volados pelo scuado foi:
Na sesso de 1881 de.................... 110
Na sesso de 180.1 de..................... 100
Se rompararmos estes dous algarismos juntos
com o dos actos votados as duns sessdes do cr-
reme anno, ver-se-ha que a diflerenca para mais
as sessdes deste anno exactamente igual sorn-
ma daipielles dous algarismos.
A volteado ronsideravelmente no resumo que
vos offereco o numero das proposigoes iniciadas na
cmara dos Srs. deputados, a (ue o senado nao
pode dar o seu conscnmenlo, releva explicar esle
fado.
Pendan) de discusso no senado remitas pro-
posires, concedendo loteras, remettidas pela c-
mara dos Srs. deputados muito antes da le n.
1,099 de 18 de selembro de I8G0.
a O numero destes proposicoes suba 124, e,
ordo rom o parecer da mesa n. o de lo de Ja-
neiro, o senado nao Ihes deu o seu consentimenlo.
Algumas outras proposicoes da cmara dos
Srs. deputados e\Uli:iin no senado desde a'gnnsan-
, nos, e estavam evidentemente prejudicadas por ac-
tos legislativos posteriores.
Foi por esle moiivo que o senado nao pode
tambera
As noticias commereiaes trazidas honlcm do Bio
de Janeiro, pelo vapor Cruzeiro do Sal, prodnzi-
lam em nossa praca grande abalo, pelo rereio de
que se realise a fallencia da casa bancaria do vis-
conde tle Souto, acarrelando a ruina de innumcros
pnrlinilaroc o a paBal|re*Qan do> militas CaSSS eoin-
mercaes daquelia localidade, mais ou menos en-
irelacadas com algumas do nossa praca e das do
norte'do imperio ; rereio um lano rasovel, alten-
dendo-se que apena* exisie um saldo de tres mil
h conios de ris enire o passivo eo activo daquelia
casa bancaria ; saldo esle duvuioso porquanto no
2,-j activo figurara uialro mil conlos de ris valor de
predios, tres mil dantos eontos valor de animaes
108 j e objectos de laxo, que pouco valem as cirenms-
g lancias aeluaes da praca do Hio de Janeiro, aim
3g de dez mil conlos de ris em fallencias a liquidar.
___| Em consequencia disso e de figurar o Banco do
Wi | Brasil como credor do viseonde deSoulo de quan-
__Z' lia superior quatorze mil conlos de ris, foi
hontem grande a concurrencia de pessoas nossa
Oiixa Filial para trocar notas por ouro, olvidan-
do-se que os ttulos dessa divida devem abranger
outras Armas responsaveis pelas perdas que aquel-
la possa dar na lqiiidago. que em vista dis-o di-
minuta* serio as perdas desse Honro, e que por
eonseguinte nenhum recelo deve haver de que
elle nao possa realisar em moda melaliea a sua
emisso. e d prejuizos aos seus possuidores.
Apezar desse carcter assuslador com que se
apresentam os rarios, de suppor que o pnico
I dimiooa proporejfo que se forem eonfronlando as
; cifras e avahando devidamenle o oslado das con-
j sas, pois que apenas exsiera sopposigoes acerca
do passivo e activo daquelia casa, os qaes poden)
mnilo bem nao ser tao roaos quauto de presente se
figura m.
A nossa Cauca Filial est habi'itada a trocar por
ouro todas as quantas que ihe forera apresentadas
em noias suas, e es-a mesma troca Ihe acaba de
ser ordenada pelo Banco do Brasil.
Pelo Sr Dr. Francisco Leopoldino de Gus-
mo Lobo estamos autorizados a declarar que seu
pai, o coronel Francisco Joaquim Pereira Lobo, nao
aceitn os poderes que Ihe foram conferidos em
urna proruragao do Sr. Jos da Bocha Prannos,
para requerer o sen direito em urna queixa rrim-
Foram recolhidoscasadedetengo no da 17 do < Tem-se dado, Sr. presidente, na lula dos parji-
correnle. dos faetos bem tristes e lameniaveis que alias nao
A ordem do Dr. delegado da capital, Antonio, esla0 ao a|(.an,.e da autoridade preveoi-los ; uorm
escravo dos herdeiros de Joaquim Flix da Silva, ai-luatinenle aqui. depois de termas abandonado a
por lUgluO. g tluurio, i~r nio (uororfii^j .-ci" vjolmiMS lli-~.^< -:-
A" ordem do subdelegado da Boa-Viste, Antonio ;Ca,uS. andarem elles a caca de cidadaos pacifico.-..
LVaneico cavallos.
Dia 18
A' oro'em do subdelegado de S. Jos, Januario
Antonio dos Santo.'-, e Francisco dos Res, para
awrguagoes policiaes Antonio Flix, por des-
turbios.
dia 17
homens, s barbas Jo governo, 0 iucnvel, espan-
toso No alio sei to nunca se deram scenas d: Lin-
io canibalismo I
Eslava eslaotoria reservada adminislraco i
V. Exc.:!!
Dando por escriplo conlieciniento u V. Exc. do
a L^'lV Rodrigues lao borioiosos relos, espero que os tomara na con-
sideragu que merecereiu; corto de que pesara
bre V. Exc. a respoiisabilidaile de Iodos elles, dos
quaes em lempo algum se poder chamar a ign
rancia.
DeOS guarde V. ExcUlm. e Exm. Sr. D .
gos de Souza Leo, presidente da provincia.
Manoel Joaquim do Reg e Albuqiu i '{"
PETC.AO.
lilm. e Exm. Sr. presioenle da provincia. Diz
lenenle-coronel Manoel Joaquim do lleno e Albu-
querque, 1" juiz de paz do 1" dislrielo da fregueza
dos Afogados que, tendo resolvido abandonar a le
gao a que se esta proredendo para juizes de paz c
vereadores, no eslado de coaccoemque Qcou, des
i amparado uo todas as garantas eexposio iuaiidi
tas e horrorosas violencias ecndalosamenie pro-
movidas contra o supphcante e a maioria dos vo-
lantes daquelia localidade pela polica que dii igia
^ i i umgrii|H) de sicarios que anieacavam o eidadao pa
provinciae- i w citico no exercicio do seu din-iio de volante com u
Vaqueiro. por olfensas phvsicas.
0 chefe da 2 seccao.
- J. G de MeSQuila.
Movmenlo da casa de detenco do
de selembo de 180i :
Exisiiam....... :\\i | iresos.
Entra ram...... 7 i
Sahiram....... i
Existem....... :'A~ i
A saber :
Nacionaes..... 290 .
Esirangeiros... % .
Mulheres...... 7
Estrangeira 1
Escravos...... 3"i
Escravas...... i t
3H
Alimentados cusa dos cofres
Teve baixa :
Luiz Baptista da Silva: defluxo.
Tiveram alia :
Flix Jos Rodrigues.
Vicente Ferreira dos Santos.
Movmenlo da casa de detenco do da |8de
selembrode 1804.
dar-Ibes o seu consenlimento, como ex-
pressamente se declara em diversos pareceres da .
mesa e das eommisses de legislaco e de inslruc-! or este encaminhada ao supremo tribunal de
4 justiea, contra o Dr. Domingos de Souza Leao, pre-
No me compete apreciar os vossos traba-
sidenle desta provincia.
Despreocenpado de negocios forenses, o Sr. co-
. Permitli, porm senhores, que eu enuncie dous \ f06' pTe,r i!'l,,,,iio poderia distrahir-se de seus
ncnsamenlos interesses particulares para se dar ao irabalho que
- em ausencia Ihe foi incumbido.
A saber
Exisiiam___
Entraran)...
Sahiram ..
Exislcm
Nacionaes___
Mulheres....
Esirangeiros.
E-irangeira ..
Escravos.....
Escravas.....
''Al presos.
i
7 .
344
292 -
\
8
1
35
t
.14.1
149
edificio achava-
se elegantemente decorado, maiiifestando-se em
tudo o maior asseio e gusto. A commissao de de-
coracSo primou na bella disposicao dos quadros
sacros, distngundo-se na maneira 'simples com que
paramentou a capella, em cujo altar se admirava
ouro, ofertada
rain ha de, como someute do bera, concorrer pode-
nao o quero contestar, nem instituir discussao a rosamente para esclarecer a opmo, e para firmar I uma'nqftiinVtaliia torda"la
rtspeHO : conlento-me, porm, como que son, 4 : a Pra'lca das saasdoutrmasconsiiiucionaes. jpor urna senhora (lernambucana.
com o juizo que de mim forme o publico: deixemo- i ,"la Parte que me coube coma mesa na o-1 ^s enfermaras esiavam de tal forma enfeitadas
na*, pois, de comparares, eu serei o que sou, e o i recao dos vossos augustos trabamos, mais urna ; e a|egre que os luitoslmais pareciam convidar ao
*u_, j___... i. o____*___... ___ r va? une PAMA iirlenc nala : clciii eom iioa me llon- i j^ ___-.__. .___^_ _,._^ ..___.._ _-.... ..
nobre deputado licara sendo o que .
Pode o nobre depulado dizer que Irica, mas
en vou ier cmara o que sc pnblicou no jornal
offlcial.
O Sn. Souza Carvalho :E' exacto que se pu-
blicou, ningucm nega isso; mas o jornal que nao
tem o carcter que Ihe d o nobre diputado.
O Sr. Figieihepo :A recommendaco foi da
poli-ir.
O Sr. I un a no : A cmara vai ver o que disse o
jornal offlcial ; e quando digo que jornal offl-
cial porque elle lem um coulrato com o go-
verno...
O Sr. Lopes Netto : E queeu olenho por cer-
tldao.
O Sr. Urbano : ... pelo qual se obriga a nao
publicar corresjondencias, nem artigos, nem mes-
mo annunrios, contra o presidente da provincia,
ou ainda contra qualquer empregado (apoiado) :
portento, claro que esse jornal este sob a inspi-
ragao inmediata do governo o nada publica sera
o seu placel; e este jornal que em seu nome,
sem indicar a fonie nem a autoridade de nenhum
grupo, ou de nenhum circulo, aprsenla a chapa
offlcial nenies termos :
Achando-se no Rio a maior parle dos mem
doce re|KMiso,quemostravam ou lembravam seros
vez vos rendo gragas pela eleigao com que me non-
raslW. lugares onde as doengas lem martvri-ado o corpo
Javosdisse, porem, senhores, o boje repito ou extinguido a carreira vital dos nossos seme-
com profundo pezar, mas ao mesmo tempo com
inlera convtcgo, que pouco auxilio podereis es-
perar de quem esl cm urna idade que ha muitos
annos comegou a declinar, enfraquecidas, como as
do corpo as'forras da intelligencia.
Por maores que sejam os meus esforgos, nao
poderei infelizmente acompanlur-vos por mais
tempo, nem na constancia, gravdade o perserve-
ranga com que oumpris os vossos deveros nem na
sevendade eom que devemos manter as tradigoes
intelligentes que nos legaram os nossos anteces-
sores.
a Fazendo juslica sabedoria do vosso proced-
ment, reconheco comvosco que sao estes os meios
de dar forga e esplendor auoridade do senado
Em verdade, senhores, esles meios sao os mes-
mos qne da tribuna da capital do mundo recom-
mendava ha muilos seclos o grande orador roma-
no as segu ntes palavras, que peco licenga para
reproduzir, e com que terminarei esta respeitosa,
talvi'z derradeira, ailocugo que tunho a honra de
dirigir-vos.
Ihantes.
Todos alli notavam a nova e espagosa enferma-
ra, ltimamente construida, e a collocago e refor-
ma da cosnha, cujo melhoramento e ampliagao sao
devidos actual adminislraco, incansavel no Ira-
balho e fadiga, como na gmerosidade espontanea
com que para isso lem concorrido com o fructo
de suas economas.
A festa priucipiou s 11 horas do da, tendo lu-
gar a Denoto da nova enfermara, e urna missa
cantada, pregando nessa oceasiao um bello
serado o Rvd. capello do exercito Antonio de
Mello e Albuquerque. Assistio a esse acto religioso
um grande concurso de pessoas, entre as quaes di-
versas autoridades e os Srs. cnsul e vice-cousul
porluguezes
A's qualro horas da tarde hoove a exposicao do
basar de prendas off.-rtadas para o leilo daquelle
dia em benellcio do mesmo hospital. Contempla-
vam-se all ricas e delicadas premias diversas feitas
I e ofterecidas pelas nossasamaveis patricias, quesem-
bras actuaes do directorio do partido progrpssisia, perseverantiu, rtpetewta est velas illa severitas, si
e sendo pste tmenm (a eleigao de senador) da quidem mtctoritns seitu< decus, honestatem, lau-
mxima imnortavcia para o msmo partido julga- dem, dienitamque desirerat.
mos como seu orgao provisorio ser da alta conva- L-se no Carreio Mercantil :
niencia pateniear o queem assompto no te> gran- < < Teve lugar no dia 11 do corrente o jantar que
pre acodem aos reclamos da candade, admirando-
Retinenia est igilur vobis eonstanlia, gravitas, se sohretudo os mimesos artefactos execntados em
cera e agulha.
Foram depois postos om arrematagao lodos estes
objectos pelo Sr. Pestaa, que ja o anno passado des-
erapenhra este agradavel missao : o respectivo
producto, de pouco mais de metade das offertas.
Alimentados custa dos cofres provinciaes
Movmenlo da enfermara no dia 18
Tiveram alia :
Luiz Bapiisla.
Flix de Souza Firmo de Veras.
Passageiros do paquete vapor Cruzeiro do
Sul, vindo do Bio de Janeiro:
Major Antonio de Souza Gusmo, I lilho, e I es-
cravvo, Dr. Jo Antonio de Figeiredo, Carlos de
Souza Pinto, Francisco Alves de Brilo Maia, com-
mendador Francisco Antonio Pereira da Silva e 1
escrao, Silvestre de Souza Nones, Manoel Pereira
de S Jnior, Francisco dos Santos Lomba, Dr.
Antonio Ib-nrique de Miranda, D. Ida Amada, Dr.
Joao Silvestre de Sonza, sua senhora, 1 lilha, 3
escravos e I criada, Felinlo Olympio Freiieda Cos-
ta, Quinlino Jos Zaranza, Joo Jos de Moraes Na-
varro, Cosme Cyrllo, alfares Gregorio Goncalves
de Frelas, Antonio Ramos da Silva Gusmao e 1
escravo, D. Mana Marcelina de Lemos e 1 criado.
Manoel Joaquim de Santa Anna, Pedro Jos da
Hora, Manoel Gomes d'Almeida Leite, Antonio Joa-
quim de Brilo, D. Anglica Hay, Guilherme Bap-
ti>la dos Santos, Jos Nazario do Sacramento,
Luiz Ferreira Campos, Jos Marlins, Francisco
Branro Gulart, Vicente Bezerra Montenegro, Joa-
qun) Lopes, Manoel Fantan, Vrenle Remigio da
Silva, Ricardo Bernardo Monleiro, Jos Nunes
Guimares, Eustaquio Gama, 3 pragas do exercito,
i ex pragas e 1 desertor, 1 escravo do Dr. Antonio
Herculano de Souza Bandeira, 1 escravo do Bellar-
mino Reg Barros, Joaquim d'Oliveira Mello, Do-
mingos da Coste E>pinheira, Carmene Lacart,
Francisco Maria Bernard Duprat, Rudolph Lo-
renzem.
Segnem para o norte:
Dr. Felinlo llenrique de Almeda e 1 escravo,
Dr. Joo da Costa Machado e 1 criado, Dr. Joo
Leite Ferreira e 1 escravo, Dr. L. J. Correa das
(eves e 1 criado, senador Antonio da C. Vascon-
celos e 1 escravo, Jos de Faria Araujo, Pieiro
Brunono Banhelomeo,Henriqu-* Jorge Ke cisco Rabenson, Dr. Miguel Joaquim de Almcida
Castro, Demetrio do Giovane, senador Pomp' de
Souza Brasil'e 2 escravos, alferes Segismundo i-
cero de Alencar, Dr. Verialo Bandeira Duarte, D.
Anna Edengton o 2 filhos, Antonio fos Fernandes
assassinaio e esbordoamento; leudo rouliado des-
se estado de cou.-as os mais graves e lamenta\cb
conflictos, morles e ferimeoios, alguns do> quaes re-
cainiJn em amigos do supphcaule ; de lodo islo
foi o supplicante dar parle pes>oalmente V. Exc
c pedir providencia.-. V. Exc. promeileu-liie que
; enviara o Dr. chefe de polica para tomar conheci-
! memo das queixasdo supplieaule, proceder as vis-
lorias que eram precisas, e satisfazer aos meios w:
1 seguranca de vida que reilamava o snpplicanle
: para si e seus amigos. O Dr. chefe de polica fui
efTeclivamente, mas releva dizer V. Exc. que ne-
nliuma providencia deu nesse sentido, e vollousem
pr..ceder as visturas.
Continuando as violencias 0 ameagas, o suppheaii-
j le resolveu dar parle cireum-unciida V. Exc.de
todas as oceurrencias que se davara, por ollicio do
i 8 do corrente datado as 9 horas da i oile, e V. Exc.
nao se dipnoo responder esse ollicio em que se
pedia de novo o comparecimento do Dr. chefe de
polica para pr-ceder as visiorias.
Agora, por meio de pelico insiste o supplicaoto
' para que V. Exc. se digno dar essa providencia
i que de ioteresse publico para a pungo do cri-
me; visto que o subdelegado de polica do dislriclo
leudo sido o principal aulor de todas as tropelas e
crimes da eleigao suspeilo para celebrar o acto do
corpo de delicio as victimas que sacrifirou.
Nestes termos pede V. Exc. deferimento. E.
R. M.
Manoel Joaquim do Reg e Albuqiierqu->.
Afogados, 10 de setembru de 1804.
DESPACHO.
N. 119.Esto dadas as providencias.
Palacio do governo de Pernambueo, 10 de se
lembro de 1864.. de Souza Leo.
O abaixo assignado tendo sido eleito 2o juiz di
paz da fregueza de S. Jos pelos membros do par-
tido liberal, vem pelo presente mostrar a gratidao
de que se acba possuido para com todos aquelles
que se dignaran) espontneamente dar-Hae seo
votos, e desde j proto>ta envidar todos os esforgos
alim de corresponder a expoctetva do seos dignos
comparochianos quando Ibe conaram missao d^
grave alcance.
Recife, 19 de selembro de 1864.
Joao Jos (VAlbuquerque.
Eleicao de Vuribeca.
Desiie o da 9 d i corrente que os liberaos con-
correndo matriz de Muribeca para continuaren!
na eleigao aetiaram fechada a Igreja e afflxado
porte deta o edilal declarando quaes os jnizes de
paz eleilos ; quando al o da antecedente s 6 da
larde se liavia concluido a primeira chamada.
Entreunto al hoje 18 nmguem tem noticia do
re*uliado da eleigao para verea>lores nessa fregoe-
zia, quando ja sabemos da oleicio at de S. Renta
em Garanhuns I
E muito escndalo I... Nem tanto, Sr. NertV
l'.-isiilhns verniifagas de Remp.
As p i-iiha.. vermfugas de Kemp sao por sem
duvida alguma infinitamente mais efflcazes e uleis
do que todos os mais remedios perigosos e nausea-
!






Diarlo de *raabnco Terca lelra 6t teiubi-o le ifll.


liumjosque eiistcm pira a expui^ da%U>nil'-
ga*. bulas nao smenle eipelnm e distr>m esses
ineommodos parasylas, mas lambem remove n a
mueosldade em que elles se engendran, impedie-
do por esu forma a saa reproluceo.
Aimla nao se encontra um s caso em que ellas
tenham deixado Je prodnzir o desejado elTeito do
urna m-ineira satisfactoria.
Km virtude da se acharen isentasde ingredien-
irrilanles, nao causara ellas ilr ou incommodo de
qualidade algumx, e pjr mel da sua aeeSo balsa-
mica suavisam o rcntre e o deixam no estado de
orna salubridade perfeita.
As enancas asconfundem fcilmente com outros
confeitos ordinarios en razao da sin apparencia
e sabor, e goslam dellas tanto quanto goslam do
prnprio doce.
A' venda as boticas de Bravo & C, e Caors &
llarbosa.
Mais urna ooroa de gloria pa-
ra o Exm. Sr. coiiselkeiro
Dr. Antonio Felieiaiio de
Castilho.
MOYIMENTO DO PORTO.
Nahios entrados no dta 19.
Rio Grande do Sul 27 dias, patacho nacional Pti-
ma, de 173 toneladas, capitiTo Manoel de Azevc-
do Canario, equipagem 10, carga 8,000 arrobas
de carnesecca; a Baltar A Oliveira.
New-York 40 dias patacho nacional Palma, de
222 toneladas, capitn Roque,equipagem 8, carga
1:0 0 barricas, com farinha de trigo e outros
i Contina em praca, peranlo a cmara muni- acetes da companhia Vigilante pertencentes ao C'o cipaldestacidad, no dia 21 d corrate, a arre- casal de 1). Uementina Theodora da Silva, isto s Desappareceu do sitio "de Euzebio Rapliael Ra-
| matacao da obra das catacumbas do ceiniterio pu- 10 horas do dia supradito em frente a Associaco btn0, no Caldeireiro, um cao de raca da Terra No
blico da fregaezia deS. Lourenco da Malta.
Secretaria da cmara municipal do Recife 19 de
setembro de 1864.O secretario,
Francisco Canuto da Roaviagem.
4RUiT40.
Commercial.
gneros ; a Henry Forsler & C.
No dia 21 db eerrente. Anda adicncia do Sr.
Dr-provedor de residuos, esorivo V.tsconeellos,
S. Matheus-12 dia's hiate, nacional Dous limaos, ser arrematadlo sobrada de un andar soton.
de 64 toneladas, capilo Domingos Henrique Ma- 14, sito na ra janla Rita, com portao para o
fia, equipagem 9, carga 1:500 alqueires de fa- becco que d sabida para o muro da Penha, em
nnha de mandioca ; a Tasso & Irmo. i terreno proprio, pertencente testamentaria do
Rio-Grande do Sul15 dias, brigue escuna naci-: falleca* Sabasliao Maaficfo Wanderley, avallado
nal Cysne, de 257 toneladas, capilo Jos Mon-, dito sobrado em 4:080*.
teiro de Almeida, equipagem 14, carga 13,000: Tribunal dt COlUrflCrcio.
arrobas de carne ; a Araorim Irmos. p secretaria do ,ribuna, do commercio do
Rio-Granja do Sul-39 das, galeota l.anovcr.ana p,, m2i, faz publico que nesta data fio
^^^offi^*-^ 'SSL .'I -AssoiuciU redado de
& Oliveira.
Rio de Janeiro e escalas-6 dias ei noraeuo u- Cen,e'Ferre'ira da Costa & C.; no qual declaramos
Tl!T \\(3ffi2fflhZ&22Z> %rl meamoa ter dissolvido em 31 de dezembro do anno
f.na'n?. J^ii a u A, ^S.nL An proxim passado a sna dita sociedad?, Afear carg
mandante ^"Jtf-J^"*- ^o ex-soc^o Vicente a cobraoca do activo, e nao
alaquias do Lago Ferreira Jnior, menino de
-"> auno de idade, morador na ra de Santa There-
za, tendo quatro mezes de frequencia nesta escola
central, com 26 fallas por causa de doenca, pois
de una constituigo mui dbil c delicada, le* qual-
quer livro que se Ihe aprsenle, incluso os Luzia-
das, escieve bastardinho sem regrados, e sabe a
faboada ; apresonlei-o an Illm Sr. commondador
Figueiroa e ao Illm. Sr. Ignacio Dinlo da Loyola,
|ierantu os quaes leu no jornal do da para nao se
lizer que era leitura esludada. Com o lestemu-
oho denles senhores, proprieiarios dos dous mais MJ corrente, petas!**J*>**
?SgL %S!mmm SSs = que houver e consumir nao so os esu^ lo Lopes Rodenas.
ir ,u,,n 7,.,!., Pernambuco, se faz publico que nesta aata uca
. r.r<"' aXiffr rcgWrado o papel de dissoiuco 4a sociedade de
carne; a Rallar Joa^ta FeUXd. G*ta e Vicente Ferreira da
. i.- a* i Costa, que gvrava nesta praca sob a firma de > i-
e 1 hora e do Ul- ___.''L, *. r... Kr .,.l mmbr%m na
Liverpool pela Paralrjba-flarca ingleza Conrad, "^X tribunal do commercio de Pernam-
capito W. M. Alexandre; em lastro.
. ____ _>Jki
Qnaria-feira 11 Soutall Mellor c C. faro leilo por intervcncSo
do agente Pinto, de um completo e variado sorii-
menio de fazendas inglezas existentes em seu ar-
mazem ra do Torres n. 38.
Principiar as 10 horas em poni.
DESLUalCES.
Santa Gasa de Misericordia do Recife.
A illma. junta admini>trativa da Santa Gasa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
buco 19 de setembro de 1864.
Julio Guimares,
Ofllcial-maior.
CORREIO G-RaL.
Relaro das cartas seguras vindas do sul
vanen Cruzeiro do Sul para os senhores abai-
xa declaradas :
Altino Rodrigues Pimcnta.
Arnobio Jos Pereira de Albuquerque.
(ninta-feira 22 le setembro as 11 lio
ras, roa da f'ateU n. 53, ar-
mazera.
DE
1 ma casa terrea n. 47 sita roa do
Socego, chao propro, iTde 200$
pvr amo.
Pffl,0 ASENTE? BL'ZKItK).
9b Tender em leifao nina casa terrea que tem
2 salas, J quartos, rosinha fora, cacimba, quinta]
murado e chao proprin, nova acabada j>ouco,
pelo- soconvidados os preter dvotes ao previo eaaie.
; va, de cor amarillo escuro, rajado de prelo, com
as orelhas cortadas e urna cicairiz cima do nariz:
quem o tiver adiado ou dellc liver notiria, dirja-
se ao referido sitio, ou ra da Cadeia do Recife
n. 55. (irimeiro andar, qne ser gratificado.
AVTM
Notamente se armuncia a venda ea- troca com
j casas, ou faz-se qnllqner negocio, do sitio livree
deseaaratado na estrada de Jao d( Barros, visto
como nao o sitio-do lado do noente, mas sim o
do lada do nascciite, collocado entre os >iltos do
Sr. Deurado e vi uva do Sr. iWino. Consta-nos
I que ha quem deponha contra a hondada da ea ! e do terreno do dito sitio, e-romoseja lalvez somen-
lo com o ti m de interesse par colar, como bem se
I pode collegir, nenhum nierecimenlo sedeve pres-
i lar a laes informacoes : a tratar na ja, citada ra
! do Rosario da Roa-Vista n. 38. *
ESTRADA
Na ra da ConceicaJo n. 46, ha urna ama
Icite para se alugar.
d.'
LE1L\0
i i
da patria, e a adiniracao da posteridade.
Escola central do methodo Castilho 16 de setem-
bro de 186.
Francisco de Freitas Gamboa.
M1EHSI0.
mi yo unco m k\\\
0 ROVO Itlico |>ga \'A' d'hidtll
ua razo de 8$000 por acato.
lecimentos de enridade, como tambem os colleglos ciorindo Ferreira Clao.
Affnndega
flendimento do dii 1 a 19.......
Mera do dia 19...............
390:4045418
3:770589
427:1755037
Hovluaentu da alfandega
Volames entrados com fazendas... 70
eoiu gneros... 196
Votamessabidos com fazendas... 209
cora gneros... 642
de orphos no trimestre de outubro dezembro
prximo, a saber :
E>tabelccimentos de caridade.
Cha preto libra.
Manteiga franceza idem.
Tapioca idem.
Caf em grao idem.
Assucar branco em torrao arroba.
Dito refinado primeira sorte idem.
Dito dito segunda sorte idem.
Arroz pilado do Maranh'io dem.
Hacalho idem.
Tourinlio de Lisboa dem.
Sahao amarello idem.
Velas de carnauba dem.
Ditas de spermacete, masso de 1 libra.
Farinha de mandioca da trra, alqueire.
Vinho tinto de Lisboa, caada.
Dito bianco idem.
Vinagre de Lisboa de:n.
Agurdenle branca idem
Azeitu doce idem.
Diio de carrapata idem.
Farelo de LsImm sacco.
Gamo verde libia.
Pao e bolacha idem.
Collegios de orphao.
Assucar refinado, libra.
Gli prelo idem.
Gaf em grao dem.
Manteiga franceza dem.
Arroz pilado do Maranhao idem
Raalas idem.
Aletria idem.
Garne verde idem.
Peixe fresco idem.
Pao e bolacha idem.
Toucinho ile Lisboa idem.
Farinha de mandioca da Ierra, alqueire.
Feijo idem.
Azeile doce, garrafa.
Vinagre de Lisboa idem.
Cal, cuia.
Lonha em achas, cenlo.
As propostas devem ser apresentadas em cartas
fechadas, devendo ser especiaos Ja para o> estahe-
lecimentos de caridade e j para os collegios de
orpliaus : sao tambem aceitas proponas >omente
para a carne verde, e para o pao e bolacha tanto
dos estaheleriinentus de caridade como dos colle-
gios de orphos.
Os pretendemos podem dirigir-se a esta secreta-
ria niM horns .le seo evnedieute, alim de colherem
as informajofl< que julgarem precisas, e no ano
da arreiiiatacao devoiu comparecrr ae>mpihao<
de seas fiadores, ou munido, de cartas dests, que
lic.uao responsaveis pelo mleiro cumpnmento dos
respectivos contratos. -.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife 10 de setembro do 1864.
O cscrivao,
F. A. Cavalcanli Gousseiro.
Cooselao admtoistraiivo.
conseibo administrativo para tortiecjmento do
arsenal de guerra lem de trocar os objeclos se-
guinles :
..ana o qiiinquilharia ; a J. A. Moreira Dias. Para o hospital militar.
6 caixas pelles envernisadas, ditas demarro- t?ma imagm do Senhor Craxiflcado.
iim f pontos ; a Raslos a Irma k i-rna com banqueta, solideo e estrado para aliar.
2 cusas pellos preparadas, 50 dilas vinho, 50 Quatrocalicae.
h.irri* e 50 meios manteiga a Manoel i. lt. : Orna ara receber ocorpo.
& Genros. .
60 barris e 60 meios manteiga ; a Jos M. da
Ra.
."O ditos e 50 ni-'ios manteiga -. a J. li. di Fonse-
'.l Juni 'I". ,
Vapo nacional Cruzeiro -'-> <;'"'. entrado do Rio
de Janeiro, manifest*! o seguidle :
Do l!io de Janeiro.
2 cotilas rap : a Domingos Rodrigues de An-
,,;"j!'- ,. ii-..*
i caixote voiumes impressos; a Miguel Juse Al-
l'caixao charutos a Jos Le- polJo Bourgard.
1 calxo chapos; a Ferreira c Araujo.
1 lata queijo-. meia barrica caf : a Wilson A;
llene C.
i .-aixas livros impressos ; a Jo< Nogueira de
Souta.
1 caixo chapeos do Chile : a Joaquun Alvos.
i c.xoes mercadonas a P, Ker.eira d Cosa ^-fc ^ 0 pagamento de seus del.i
tos, Bcando sujeitos a serem executados os que
nao pagarem at auuolle dia.
266
851
Rvsearregam no dia 20 de setembro.
arca bremense -Bremertmfarinha de trigo.
i'atacho iiiglezMunjiirel -bara'ho.
Pataebo ingtez -Propontemereadorias.
Patacho brasileiroPulmn dem.
Iini>or(a?o.
Barca franceza Les antis dr SI. .han de Luz, en-
trada do Havre, consgnala a Flix Sonvage t I'.,
rnanifestou o sgninlc :
59 raixas, 16 fardos c 7 barricas fazendas de
algoJao, de lia e diversas, panno dito para enfar-
dar, birretes de ahjodo, camisas o peitos de dito,
t'hales, ronpa. calcado, chapeos de palhi, encera-
do, pellos divercas preparadas, objeclos deselleiro,
figuras de c-fra, crystaes, porcelana, porta licor,
.niti, etc.,'O pacotes papel dO embrnlho, 100gigos
carrejo, S eatxae e 10 barris vinho, 130 ditos man-
teiga, 400 barricas farinha de trigo, 20 ranas
lueijos, ''Mi gigos batatas ; aos conigoalartos.
68 ca xas e 10 fardos lucidos de laa, de algodo,
do linbi), pannos, mudas, roupa, chapos ditos de
sol, i canas movis, 3 ditas drogas, 4 ditas crys-
Caes e vi iros, 130 paroles papel de euibrulho, 10
tiarricas oca ; &R. A Hurle; iV C.
1 raisa rrous para telim, 23 barris e -> motos
manteiga : a R. B. Lasserre.
26 barris pregos, 21 caitas tecidos da algodo,
panno, mercearia, saias, chapeos, porfumaria, bo-
-. ele. "-a Monteiro Lopes 5 G.
li eaixas tecidos, couro envernisado, perfuma-^
fia, mstiumenlos de musir, vidivs. orystaes, por-
celana, chicotes, veas, bolsas, alcool, esporas, etc.,
1 caixa arcoes; a Robar! >\ F.
1 caixa tecido da algodo; a Lindem Wild
* c
Scaixas pedras para tmulo c grades de ferro ;
i .1. Jo- Santos Nevcs.
3 eaixas objeclos paracosinha, perfumara, raer-
la ; a J. A. Moreira Das.
Clemente de Oliveira Mendes1
Gaetano Pinto de Veras.
Ignacio Antonio Fernandas.
Joaquim Gilseno de Mesquita.
Jos de Barros Duarle.
Jos Joaquim Ferreira de Carvalho.
Jos Rodrigues de Soasa.
Dr. Lourenco Trigo de Loureiro.
Manoel Mximo dos Santos Torres.
Victorino Jos de Souza Travasso Jnior.
Relaco das cartas seguras existeHtes
na* aitmiRislraco d coi-reio desta
cidde para osseuhnres abaixo de-
claradas
Dr. Clorindo de Araujo Guimares.
Francisco de Mello Rarrelo.'
Francisco de Salles.
Joaquim Leopoldrao llarreto Maciel.
Joaquim Moreira da Silva.
Joao da Silva Faria.
Hermeto Gomes Tourinho 4a Silva.
Crrelo geral.
O Sr. catiito Jos Antonio de Oliveira
M
Um baen e fcrramenli de marcineiria
(Ju!nta-feira 22 rio correte s H ho-
ras, no armazem da.ra la Cadeia lo Ro-
cife n. 48.
O agenta Olympio vendar em leilao um banco
para marciaeiro e ferramenta hamburgueza para o
inesmo trahaloo. Na mesma oceasio se
' urna porcSo de cola.
Precisase do urna costureira que cosa bem
de aWaiate : na ra da Viraco, casa n. 39._______
Ainda se precisa de urna ama de ieile : na
ra do Livrameoto n. 20, segundo andw.
mmmmmm m-mmmmm
j O hacha rrI *.
Francisco Augusto da Cosa j
AOVeCAOO B
Rita do Imperador numero G9. ^
s
Ama ou escrava.
Precisa-srt ile urna ama forra ou escla-
va que saiba cosiuliar e engominar, paga-se
bem: a tratar no segundo andar (la casa
da rita da Imperatriz n. 47.
Kecilfe a Sfio Francisco.
Pela respectiva superinundem:ia.s.' faz publico
que esta companhia contrata de 3,000 10,000
dormemvsou paos para hr djrrT.-niuSrdosquai-s
precisam dentro de periodo limitado.
Para designaeao das madeiras, lixacao de pre-
co e mais delalhes dir|am-se os proponentes ao
Sr. Lima enganheiro presidente interino em Rar-
balho. Villa do Cabo, qualquer hora.
R. Ausrin,
____________Superintendente interino.
tanca.
Mximo Jos de Andrade, participa a todos os
s**us fregueses que transferio sna offlc.ina de cal-
cado do hecco do Abren para a ra da Ouz n. 41,
esquina da Lingocta. _
- Olfereee-se para criado (MR feilor de um sitio
ou Iraballiador de padarla um rapaz vindo nlti-
inamenie do Porto : quem precisar dirija-se ra
la Cruz n. 89._________________________
Aluga-seosolirado da ipiina da ra do Padre
Floriano : a tratar per dutraz da roa do Alecrtm,
segunda casa sem numero. _______^^
Urna parda do bous (v)stnmas offerece-se
para ama de casa de homem solleiroou do iiouca
finilia : ca roa do Senhur Hom JeUs das Criou-
las n. .%._________________________________
Precisa-se da qnantia de :30J a premio de
por canto, dando-se por garanta um escravo :
quem quitar fazer este negocio annuneie por este
Diarto.
Precisarse de urna preta escrava que
vender cosiuliar : na ra do Queimado n. IC.Ioja.
saiba
ras
Aluga-se a casa u. 40 da
na ra da Aurora n. ;tC.
ra das Trinchei-
AYISOS DHEBSOS.
Aosi0:0StH).
Terc/a-feira 27 do corrente mez, se ex- ffl
trabira a segunda part da primeira lotera W
(lili)1) a beneficio da groja de Santa Rita M
0 Dr. Rocha Bastos
pode ser procurado das 7 horas damanhaa
ao ineio dia. o das 3 horas da tarde
em dianle no
desla cidade, no consistorio da igreja de
Nossa Senliora do Rosario da freguezia de
I Sant > Amonio.
Os bilbetes, meios e quartos acliam-se
do
Rotelho venda na respectiva tbesouraria ra
queira^comparecer a reparticao do correio alim de Crespo n. 45.
receber urna caita vmda da Babia.
TAMBO
DE
Os premios de 10:000;>000 at 205000
I serio pagos urna Lora depois da extraccac
at s 4 horas da tardo, e os outros no dta
seguiote depois da distribuic3o das listas.
Servindo de tbesoureiro,
Jos Rodrigues de Sooza.
Na Itvraria n. 6 e 8 da prac-a da Inde-
pendencia existe urna caria de importancia
para o Sr. Autoniu Ferrvnndes Corredor.
A Semana Mostrada que se publica nn Rio
de Janeiro lodos os domingos, assgna-se cin casa
de J. Falque, ra do Crespo n i ; pn co da asig-
natura, trimeslre 05, semestre 115, um anuo I8.
jS I _N. t. Os assigiiantes da Semana Mustiada te-
jg^ 1 rao no fim desle anno um quadro com os reiratos
|g de lodo o gabinete do Imperador e da cmara dos
Caes de Xwvenibro n. 30^: j ''!l""ad"s' "'-'.-<-a.. pelos proprielarios do jornal.
(l'OR CIMA lio HIUI.VR DOS AIU'.OS.)
De meio dia s 'i horas da tarde
IV. 9 Ra da Cruz \. 3.
Cura radical e em poucos dias as mo-
lestias syphililicas o as do apparelho ge-
nilo-urinario.
.wsmm
I i i'ar* passnr a /'esta
t '; lo largo do Monteiny'i margem do rir, Captbari-
: be, alnga-se a casa denominada-Canna-Fisluia
l* i oulr'ora de Xisto Vieira Oielho a tratar na ra
i I do Crespo, loja 11. 8, esquina da do Imperador.
**WMM
rar
en h
ores
Dinbeiro juros.
Na rna Dimita n.48. se dir quem dde 100,5000
1:0005000. ______,
Alagase um sobrado com bastantes coin-
modos, e nina rasa do campo, leudo cocheira, es-
, triliaria e siti 1 com alguns arvoiedos, na travessa
I dos Remedios : quem as pretender, dirija-se ao
! mesmo lugar, na taberna da quina n. 27, que ah
achara as chaves e se dir q tem < o seu dono.
Bernardo Alvos Pinheiro, querendo reliraf-se
desla provincia, inga quem possuu objeclos m-
lienhados at o m do auno de s, na ra iaFnn
do Rosarlo ns. 17 e 19. junto aoquarlel, o favor fe
os rtMgat&r no praso de 30dias, a contar de boje.
Recife i de soteitibfo de 1864.
1:
kKh U\ S"a|lTli\i
Aloga-se urna casa em Beberibe
com J. 1 M. llego, na na do Trapiche n.
ARMAZEM ALL1ANCA.
Quem precisar de un homem pira bracacctB
ou servieo interno de^ilguin armazem, dirija se
nestes das por carta fechada com as iniciaes J. P.
a tratar no pateo da Independencia n. 1 ou 3, que ser pro-
14. ; curado ; a pessoa sabe ler e escroveT.
de
O terceiro espectculo do prestidigitador Julio
dos Santos Pereira, que foi transferido lem logar
1IOXE
Terca-ffira, 20 d>coiTCiilc,
Os bilhcles que foram vendidos DO domingo lem
entrada neste es|iectaculo.
VQIIWA6
MAMTIMOS.
Estrado.
Estola.
Quem quizer trocar tacs objectos aprsenle
a sna proposta em carta fechada na secretaria do
conseibo as 10 luirs da manba do dia :J de cor-
rele ...
Sala das sesses do couselho administrativo para
fornecimentodo arsenal de guerra 16 de setembro
de 1864.
Antonio Pudro de Sa Brrelo,
Coronel-presidente.
Sebastiao Antonio do Reno Barros,
Vugal secrctarioinleriiio.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz. publi-
co aos devedores dos imprstos cobrados por lan-
camento perlencenle ao cxerric.io lindo de W3 a
86i, que no ultimo de setembro crrante hnda-se
i ca i xo mereadorias; a Joaquim Francisco
""i'Vaixas manifestos: ao inspector daalfandoga de "'Me7a0d^consula"lJ>" provincial de Pernambncs 1
i'ernambiico. rtf> epipmhro de 1864.
t barrica tinta. 1 lurrao matf, 3 jacazes quei- U(- e,e,,,u Antonio Carnciro Machado Rios.
os, 70 latas e ;i0o rolos fumo, 300 eaixas massas | ^ Administrador.
> eaixas fazendas, 3 caixes chapeos de Haba.
COMVANHIA PERNAMBCANA
DE
^aveaaco eosteira ti var.
Parahiba, Natal, Maco, Aracalv, Gear, c Aearacn'
No dia ii do corrente cxiie-
dir esta companhia para os porlos
cima mencionados o seu vapor
Uamanuuape, commandante Mou-
a. Recebe carga smente at o
dia 21. Em.....nnendas, passageuos e dinheiro a
frelo at *s 3 horas do dia da sabida : escriplorio
no Forte do Matlos n. I.______________________
"COMPANHIA PERNAMBCANA
DR
Xavcgaco costeira a vapor.
Taman ar.Barra Gnnde, Ponfei de Podras,
Camaragibe c Macei.
AOS I0C080,000
ISlIbctc araniJos
A' ra de Crespo n. 23 e asas do MstoaM
O abaixo assignado venden nos seus multo foli-
zes bilbetes garantidos da ltferia que se acabou
de exirahir a beneiieio do llieatro do Santa Isa-
bel, os seguidles premios:
N. 330-J biiheiointeirocom 10:00050i)o
N. 178S dous quartos com 2:0005000
N. 214 um meio com SUO000
E entras niuas de 2004, 100, 405 205.
Oa possui loie.- podem vir receber sem os des-
coa.os das luis na Casa da Fortuna roa do Cres-
po n. 23.
Ar ham-se venda os da segunda parte da mi-
in.-.r.i h-t.-i ia ;i iMnefioio da a'ej.i dt Sll;! Rila
de Cssia, que s.- exlralur ua lerea-feira 27 do
correle me/..
Pl'SCOS.
Bilhetes intoiros..... 1-75000
Meios......... 5o0
Quartos........ 35000
Para a pessoas que comprarem .
de 1005 pal a rima.
Bilhetes........ 115000
Meios......... 55300
Quartos......, 257S0
Manoel Msrtins Fiuz
Precisa-seda um caixeiro pequeo desles
quechegaram ullimameute : na ribeira n. 23 ou
na ra da Lapa n. 13.
ter- j
no
m
ra
Xodia 24 do corrente expedir (|J (|a fn.,i||c/.ia
ISla companhia para os portos aci- ,,,,-j-,,
nao seu ranor Parahybtt, com- Mgnadwmudoq
0 iscrivao de paz fjopriieirodistric-
a de Santo Antonio abatxo as-
naV"rsSrp^^;;:r" f,ri0 ,l:;ma ,toJ-
anudante Martins. Rcebe carga Francisco para a ra do Imperador no pn-
so'mente al "o dia 23. Encom-1 uiciro andar da propriedade n. 71.
0 escrivao.
Joaquim da Silva Reg.
Coisipaasbia fidedaric
e^ eguros* iiiiariluios* ff
resres ctal>clerila
m ElSo de laoero.
i^ .MIENTES BU PKI'NAMllCOO
Antonio Lniz de Oliveira Azcvcdo i C.,
competentemente autorisados pela direc-
^ loria da companhia de seguros Fidelida-
c-m de, lomam seguras de navios, mercado-
^ rins e predios no sen escriplorio
p Cruz n .1.
Qae bello banlio!
Aloga-sc um sol.radinho i< margem dr. ri i Capi-
barlbe, no Poco da Panella, ra do Rio; a Iralar
com Tasso Irino. ^_________________________
Ainda est para alugar-se a boa casa
torrea n. 30 : ra da Unio.
m^M 11 lnf i
fl Di. Itoclii llast'K mudoii a sna re- f^
sidencia para o caes Vinte e Dous de No-
vi'inbron. 7, porcuna do liilliar. los Arcos, tgj
Ainda e.-t para ser vendido o silio da lia-
vessa do Remedio na freguezia dos Al'ogados n.
21 : quem o pretender ini-'iula se com o seu pn-
prietario na ra do 5. Franeisco, .-obrado n. 10.
ii ra Relia.
/ itrio.
Furtaram do quintal da casa n. 02 na ra Im-
perial um carneiro grande c branco, um dito pinta-
do de preto, un eoffl malhas ainarellas pela ralie-
ca, o iininovelba ainda maraa : quem delles dar
noticia certa na mesma casa, sera generosamente
recompensado.
Aluga-souma e-crava para ama, a qual sabe
encommar e andar com criancas, aceia la : na
ra da linperaliiy. ariiiazeui de loiica._________
Em .i noite de sabliadi, 17 do corrente, lrden-
se nina pulseira de miro desdi" o largo do l'araizo
' igreja de S. Francisco, ou d'ahi ra do Monde-
go, na Roa-Vista -. a pessoa que a liver adiado e
delta quizer fazer entrega a seu dono, queira ler a
bondade de a levar ao largo do l'araizo, segundo
' andar do sof>ra ; que muitu se agradecer, e recompensar, se o
exigir.
Ama
Na na da Cadeia do Recife n SO precisa-se de
urna ama que sai lia cozinliir. ________
Dase .'003 sobre hyuolheca em urna escrava
ou escravo, sendo o serviro pelo juros, ou com hy-
potheca em algnma propriedade : quem quizer,
dirija-so a rna da Penha n. II,a entrada pelo bec-
co do Carcereiro.
niendas, passageirn .n dinheiro a frete at as 3 ho-
ras do dia da sabida : escriptorio jio Forte do
M altos n. 1.
3
v.aixotes fulhetes iiii|iressos; a ordem de diversos.
Da Babia.
10 eaixas e 1 fardo fazendas; a Sempson A- C.
1 fardo fazendas : a Andrade A riego.
3i fardos fazendas ; a James Ryder & C.
Gneros nacionaes.
1 sacco caf ; a Sempson & C.
3 caixoes charutos ; a l'almeira A Rellrao.
'i0 saceos fio de algodo j a ordem.
Itarca nacional Anua, entrada do Rio Grande do
Sul, consignada a Raltar A Oliveira, rnanifestou o
seguiote :
16370 arrobas de charque, 500 arrobas grasa em
Venena, 30 barricas com 32 arrobas de sebo coa-
-d e 60 couros nWimiK ; a nrdMl.
Ilute nacional Dotis irmaos, entrado de i>. Ma-
lieus, consignado a Tasso Irmos, rnanifestou o se-
zumte : .. i
V.m alqueires de farinha de mandioca; a ordem.
Patacho naci-ma Paim-i, entrado de New-York,
consignado a Henry Forster A G., rnanifestou o se-
-juinw :
" 939 barricas farinha (Je trigo, 1000 resmas papel
rasa, 20 caixoes velas, 10barricas riinOlo, i maa-
,'iieira, I cama com colio, 200 barricas bolaxinha, 1
urina paraaSsucaril Caita hom-jopatliia, 100 saceos
pimenia, 2 foges e 9 eaixas com periences, 10
machinas para descarocar algodo, volutiies, 6
rodas de ferro WW patUam ilo,; aos wesmos.
Km una lM.s|ianhi.la Qharruca, entrada de Rem-
ead, conslgnaifn a wrfclra Carm iro A; C. mani-
st'iu o seguiole : .
93 pipas; 8-meias. *i rnintos e 82 decimos do
viiihu ; a ordem.
teeefeederla de reodas Interaan
geraes de Peroaonlmeo.
aendimeulo de da 1 a 17........ *:20^?8li
dem do Ua 19................. 1:.W14* 2
Conselho administrativo.
O con.elbo administrativo para fornecimenlo do
arsenal de guerra lem de comprar os objectos se-
guintes:
Para o fardamenlo do tf batalhao de
artilharia a n.
Ronets para inferiores e soldados........
Ditos para msicos....................
Mantas de laa.........................
Platinas para msicos, pares............
Ditas para sargonlos-ajudantes e quartel
mestre, pares.......................
Ditas para inferiores e soldados, pares
Ditas para tambores, pares.............
Sapatos, pares
400
24
400
24
478
6
426
Para o Ai ac y
pretende seguir com milita brovidade. o velei o
hiate Dous Amiyos, tem parle to seu carregamen-
to prompto : para o resto que Ihe falta, traa-: o
com o seu consignatario Antouio Luiz de Oliveira
Azevedo & G., ra da Cruz n. 1, ou com o capilo
Francisco Martinsda Costa no trapiche do algodo
Rio (rail le, do Sul.
Rarca nacional Clem"nlina, recebe carga
te trata-se na ra do-Trapiche n. 4.
~ LEILSEST
Feira semanal
DE
a fie-
Dividas do Dr. Jos l;iv-
como quem vai pata ra llena. TiUHlO.
------>, .To i-..ii.,i. r tnfnnirt J^ iu*e da Rocba o Silva ,-e ada aulori<:ido para
Precisa-se rallai ao Si. Antonio jse >( dvidas do casal do fallecido Dr. Jos
Teixi'ira de .Memlonca llolem : nesia t\po- nauimud0deGastr grapbia, ou na Itvraria ns. G e 8 da prara da j0 u. 33 a, loja da Esperanea.
ndependencii
{Xiimxt
Prccisa-se
Verde- n. 91
de urna ama : na ra das Aguas]
engenio d"AuuadoSr. hachare! Francisco Joao
Carneiro da Cimba, que diariamente c por este
Diario auuunciadj para ser vendido, alera da hy-
uottieea de que traa os annuncios, tem outra leila
ao.abaiio assignado; e tambera esta o eogenbo
obTlgada ao r.caJiamento da capel ja, legado* e mais
dispo.-ivoes testunenlirias do iinado-Henrique Po-
pe Giro.seuJior que foi des.-e engenho, c que an-
da nao estilo todos enmpridos, como sejam as dez
orpbaas ; ludo se ve do lestamento junto aos au-
tos de invenurio, e partilba 110 cartorio do Sr. es-
crivao Baplista desla cidad" ; tendo o Sr. bacharel
Francisco Joao, recebido 37:0005 em dinheiro pa-
ra todo cuffiprloienjd das disposigoes lestameiita-
.:1IH MdadM rrv< ri>-i"** crreme o sagrado de-ver de pugnar pelo
flo^els, piaoos, realejos, crysiaes, rt .(!ll ,.um|iriIll(jnl0 por ,cr cuo pedido no tesu-
lngios c joias do ofii'O.
No armazem a
IIO.IE.
rna da Cadeia
o Recife
18:5924812
Cousulado provincial.
Rendimento do dn 1 a 17......... 30.IMS
tiemdodl9................. SSSP^
i4:'313*6?;ri
Panno azul, covados................... 2130
Dito'azul tino, covados.................
Dito azul para capoles, covados..........
Hollanda de forro, covados..............
Raeta verde, covados..................
Brlm branco, varas............
AHjodaosinho, varas...................
Aniagem, varas.......................
Galio de prala 4e % polegada de largura,
varas-.............................
Rotoes grandes de metal nratiados com
bombas........^...................
Dilos pequeos........................
Dito* Oe metal Usos parar capote.........
Ditos grandes do metal amarello rom
bomba e n. 4 ...................
BUos pequeos Colxrtes imrtos. |wes.........-........
OuBnxifKer vemter tte* artigas aprsente sua
propnstn em earl lechada, n seerelnriaido mo-
' horas da manha do da 21 do cor-
130
3018
1783
17110
3162
2047
240
36
336
144
3521
2808;
340!
um
..
far leilao de diversas obras de marcenara, no-
vas e usadas, piano* fortes modernos, mu realejo
moderno, urna secrclaria de mogno, candieirosa
gaz, relogios de ouro o nrata, tenezianas, lanter-
as, candelabros, ouro e prata em obras, miude-
zas e onlros muilos artigos que se tornara enfado-
oho mencionar.
Dar principio o leilao s 11 horas. __________
mrista DE PflRIS
19Ra Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operanSM de sua arte, e col-
loca denles ariificiaes, tudo com supeno-
ridade e perfeieo, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentincio.
Peco emprstalas ou compro as cartas de
Pilia Damo. por Fr. Joaquim do Amor Divino
i-anera, e o Astro da Lusitania, peridico de Lis-
boa.Antonio Joaquim de. Mello.________________^
Pi-eoisa-se de una criada I
que saiba cozinhar o engommar
u. 42, primeiro andar.
ivre ou
na rna das Cruz

d,i:ii,\o
m
Perfumaras inglezas. ,
IIOJF..
Rotlie A Ridonlac farao leilao por interveneo
do agente Pint de 5 canas com um completo e
variado sortimento de unas perfumarlas, exMten-
1 los em s*u escriplorio ra do Traoich* n. 18, on-
'de so effectuar o leilao as 11 horas em ponto.
Hoje, 20 de setembro.
Saunders Brothers & G. continiiarao- hoja O seu
. leilo de fazendas ingleza*, as mais proprias do
Sala das sossoes do conselho adminisdraiivo para m(frcad0i nclosv.e madafioloes u algodaozinhos,
irnecimc-Qlb do arsenal de guerra, n ue seiemuro avaria(jos por ,.onta e rsro ,ie (mem ^rteocor.
JOfiL -----------------'-----------------------------------------------------1------------------
ment a herdeira sua sobnnha minha esposa.
Marcelino Jos Lopes.
Aluga-se urna escrava mulata |iara o servieo
de cozinhar o diario do urna casa de familia, e
bem assim para- fazer as compras, menos narreja-
mentudo agua, ele. : quem ppis quizer, dirija-se
ao segundo andar da casa u. 46 da ra do Impe-
rador.___________________^____^__^^^
Ama
Precisa-se alugar urna ama para cozinhar c com-
prar em casa de homem solteiro, preferindo-se es-
crava : na ra do Queimado n. 43.
Aluga-se ou vndese a otaria dos Goelhos n.
o, onde esleve o Sr. Manoel Serra, o caes passa na
frente, Ac em muito hom local para quem quizer
edilicar, ou meemo para quem queira por alguma
InniViciio : a tralar na ra Direila n. 22, reliuacao
db, Francisco Jo> de Araujo.
Iho as
renle.
10
........
fnrnecimc
t 1864 !
Antonio Pedro de Sa Brrelo,
"Coronel presidente.
SebastiSo Joti Basilio Pyrrhr,
Vgal secretario.
Hoje ao meio rlia vai a luilao na porta da ca-
sa da roa de Horia n. 22, o espoio da finada loa
ria do Sacramento.
LEILAO
Aluga-se urna boa casa terrea na ra dos
Pires n. 29 : a tralar na ra da Cadeia n. 21, lojit
da Primaverz.________'___________________;
Alugam-se por barato preco 2 salas o 2 aleo-
vas, na ra da PVnba : a tratar na roa Direila n.
Si-segundo andar.______________
' Arrendase ou vende-se urna casa com pe-
queno sitio as imraediacoes de Sant'Anna, visi-
nlia an sitio do Sr. Joa 1 AI ves Machado, lojlsla ; e
d c.iii-lrueeo "'"*"**"> f^ila eL anno. c
. moderna a fila esto auno,
estribaria, jardime boa cacimba de agua doce, com
hmnlm o lujmr sewfc hoslante ameno e sawbivol,
o margem Ai CapiWirilw, offereee as nwMoras
ageus \^m$ZutMo da resta : o #**
/diria-s- rna N Cruz n. 17, terceiro andar
vaina
dvnt
Vii-e-consalailn d- llcsp nha.
Havendo fallecido o subdito hespaohol Rento
Antonio Coutinh., s,=io convidados todos os seus
devedores e credores a apresentarem neste vice-
consulado o* respectivos litlos para proceder-se
liquidacao d< sen espolio
Na praca da Independencia, loja de ouwcs
n. 33, compram-se obras de ouro, prala e pedras
preciosas, assim como se faz qualqner obra de en-
eommenda, e lodo e qualquer concert._______>
Cimsclhii de eempras navaes.
De. ordem doconselho Taco publico que se arham
transferidos para 21 do corrente mez, as II horas
, da manha, os contratos o compra annunciados para
Sala do conseibo de compras navacs l> de se-
tembro de 1861.
1 O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
/V \J '1^) -^ u
0 abaixo assignado, na qualidade de eessinnai io
, dos senhores credores dn massa fallida de Camar-
; go & Silva pelo prsenle avisa a todos os devedo-
j res da mesma que no praso de oito dias tralem de
atisfazer seus dehitos, do cdMrnrm tratar de pro-
cedur a cobranca judicialmente, visto ser o nico
corapetaate para semelliaiite cobranca, em virludo
da sesso que Ihe lizeram os mesmos senhores cre-
dores Recife 20 de setembro de 1864
Manoel Fernandes da Silva.
~~ Ama de leite.
ASPiULTO
BE
;>0 arrtics da coiniianhia Vigilante.
O agente Pinto levar nnvamente a leilao por
1 despacho do Illm. Sr. Dr. juiz de orphos as
m
4lo da ra era.
Silva esla aut irisado a conlra-
0 asplialtist C^uWde Aimnida p* aerara-
cura*) iravossa^a Crmo n> 10 lug, a *
12 Hora< do dhi, |'< *" mistures de >na arle.
ant-Cllr .
das ilhas ou os desterrados na "^*?'J*
manee digno de ser lino pelas senlwr*. por sea
lances ineressaole* postos em eaeenoaoge unw
senhora, 3 volumes em bnochnra a 2* 1 "ra
ra n 6 e 8 da praca da indeoendoma.
Z Antonio Joaquim de Mello ^^Jj1^
erime, e peranto os ]urado*: JttM1^7he0k
pobres : na ruado Imperador a. das ora,
ja manha s 2 da tarde. -----
Um criado.
Precisarse de um ciudo-pai-a comprar e
Dn ra da Impcrafnr. n. 47, segunda andar.
lecisa-se
alugar urna prijt* f^Rkt^to p seififJ de urna ca-
sadepouca.^ej/ga-li-blnfa tratar n
do Reeife n. tT primeiro andar.
StOS^.M
Precisa-se da urna ama
ra da Cadeia do Recife n.
do leite sem cria : na
treme.
Sorvete de reme boje ao meio dia, na
Trapicho n. 18.
ra do
Os abarxo assignartos derlaraui que compra-
ra m ao Sr. Estevo Rodrigues Foules a taberna da
roa estrellado Rosario n. 18. __
Jos Joaquim Rodrigues Braz.
J. VasqueS Lourenco.___________
1MA.
Precisase de urna ama que saiba
cozinhar para urna casa de pequea
ra do Cahug n. 16, qnartn andar.
engommar e
familia : na
Po? ordem do ,,iest.lenie_da s^riedade
Recreativa Corybantina HU couvulados
M todos os seus respectivos membros nafa
5 a sesso geral de hoie as 7
m (fe O P seereurns
Manoel de Souza Galvo.
horas da
ma da Gjidepi
Moldura.
Joo da Rocha e Si}** wa f^ZloVUm^al' caU.n* elioKr ma. da Primaw.a. Fua ?,
Hi.n mA**r&j*Z&&Z?ttr2SZ Cadeia do Recfe n- 21. um romilfiio sorl.ment,
esto edificadas *cns* d Jjjjjg*!TS te& de ricas molduras para qiVMJr*. espeUjos, etc. etc
f2JT22SS^^^feK alsim como cordaoe borllas para o msmo bm.
RaymuododaG.slaMp'ezos na rui lcA,e todo =c vomle por bano prreo.. .
*m de leite.
Prccisa-se de urna ama de leite qrre seja sadia :
1 tratar na rna ttnv n. 63, egundo andar.
A' pessoa que aiiniuinoirqnerer 3SO* a ju-
ros de dous por rent dando, um gttt por garan-
i.: .tirtja-s,. na da HoJa -a. 48, que se dir
quemd. ^_______
rAmSL un .rejada Santa Cruz convida a
f.aols irmaos da mesma para no -Un do r-
Ze s 7 horas da mrtle comparecera na Am
-reii nara que reonidos *m mesa tfti lw'-
la seW*lJ d** I* -**'"!!^^
.0 anno 5a%.63. tt.xif, 1 de seTlrflro de
IR64O OFcritn. '' /*
* Francfiitt Bctttert'i Ferreira- (*jvcs.
i
\ ILEGVELl


Diarto 4c rcruMbue* !<< lelra. tO ele *rOmM-< 4 1S4.
V


PIULAS CATH.UITICAS DE AYER.
Estas pilulas vegetaes s3o a-
dapadas a todos os neos de un
purfranle as familias, pois sao
per/eilamente innocentes, e em
Criado
A' ra da Aurora n. 28 precisase de un -criado
llvre ou escravo._____________^_______
Antonio Jos Candido de Souza, su sonhora
o uin lllho menor, retram-se para Portugal tra-
tar de sua saude.
0\NELIIO
DE
3
Deixai quoea Hunos da civihsaeio vos preguem
quanio milhares de .pessoas con-^ ZTf^i para iavarVorPr^oloramo. 'S2SW'i^Si" w iS"eilS.r)!?
fessam com gralidSo que forana o : na ra do Mgano n. 17, lt.ja.___________cesMla do mab.r agasalho: pela '
juradas por ellas de molestias
severas e pergosas;ri3o ha
om so caso em que liaja supei-
tas du mais leve resultado inju-
rioso por seu uso.
Publicamos aqu alguns dos
attestados que temos de curas
notareis feitas ultimamente.
Um caso notavel de
humidade nos ps
se introduz a grande oaioria das molestias, e com
estas a perda da saude o da vida I! 1 fra com as
botinas e spitos venios; reforma-Ios
45-Rua Direits-45
Borzeguins (rancczes para homom
Ditos inglezes idem a 85, 7> o
Ditos para senhora
Ditos para menina
Sapatoes esmaga cobra
Ditos de Nantes de duas solas
Ditos dito de sola e vira
Saptos de borracha para senhora-.
Ditos de dita para meninos
Ditos de tapete para horneas e
nhoras a 800 e
Sapatos de lustre para senhora a
Ditos para casa
Chinelas rasas do Porto

se-
3*000
MOGO
15800
25000
.'5000
5*0001
'5000
15400
14000
15000
150OO
500
15600
AOVero fkrenica do ffadi.
Iij.m. Su.
Juiz de Fura, 17 de fevereino de 1864.
Tendo feilo uso das pilulas catharticas
de Ayer, que me fez favor de dar um vi-
dro, tendo tirado um resultado nao espera-
do ; padecendo ha mais de doze annos en-
femidades do ligado e baco, com o uso
das pilulas posso Ihe assegurar que estou: Joe Dias da Cuuha faz publico a quem con
bom, pstenlo desapparecido um grande vier e especialmente as pessoas com quem tenha
X8aaS iitir^. d6rr ssssxssar.'i.as'fflr.i'K um mhumbu mu
-opre a egiao Uoligadoecostas, doresde credoro foidissolvidaasociedade, fleandoomes- 1/5 -n An f\ n' J \
Cabeca, nchaco do ventre, nao podendo mo Jos Dias da Cunha com o eslabelecimento e 10111 <10 UllGlUlflO-----*-V
deitar-me senao do lado direito, isso mc>- tdo et,v> bem como obrigado por todo o pas- Fita fitas.
mo procurando posc3o para ter socegO, lio- i s,I_lUjnclajSrma.____________________Bonilas filas te grosdenaples lisas, com dous
je me acho livre d'esse padecimentO como' aDaiX0 assiguados declaram ao corpo do dedos de largura, cores de bonina, aznlsinha, viole-
poraqui ainda as nao baja, eu como' tenho Sa^iro1^^^^:^ ftSS^^W ^ V**'a480'S
este propilO que e de casa, he rogo man- commercial ao sea caixero Belarroino Jos Pinto! Bonitas ditas de grosdenaples lisas, eom dous
dar-me alguns videos, e O CUStO elle Ihe sa- Ozono. dedos e meio de largura, cores de caf, bonina,
tisfar, assim bem como do charope de i ___________________Bastos & Magalhaos. amistaba, vilela, verde, rosa e branca, a 640 ris
-----: .:..--------*- j. Precisa-se de dous homens que eatendam do avara..
1 mesma.
cereja, que tive occasio de experimentar;
em um ataque de guellas que teve tima
preta que com elle curei, faoo uso d'ellesUifflKSir.
Das tosses em minha familia sempre em dorcom vista para
bom resultado, e por isso que peen para tono, o morada de
mandar alguns fr.isquinhos, e mesmo as pi-
lulas pode montar a doze, porque tenho
feilo uso d'ellas para uso da familia e al-
gumas pessoas, todas teem lirado grande
resultado; sou
De v- S- atiento ourigado,
Francisco Febbdra Paes.
servido de copeiro : na roa >i% Aurora n. 32.
Bonilas
A len cao
O Vigilante est alerta, nao Ihe era perraitlido
deixar passar desapercebido sem que nao dsse o
seu cauto, allm deannunciar ao respeitavel publi-
co o grande sonimenio do galanteras de melhor
gosto propriamenle para qualquer mimo, que ara-
ba de chegar nesle ultimo paquete, assim como
maltas outros.objoelos que recebe por diversos na-
laalp de sua cunta como de consignaciio que
Albuns superiores para re-
tratos.
, A Aguia Baanca sempre disposta bem servir e
agradar a sua boa freguezia, mandou vir e acaba
de receber nm bello sortimcnto de albuns do supe-
rlor encadernacao e apurado gosto, com especiall-
1 dade os de capa de marfim com lavores, ouiros
J guarnecidos de tartaruga com trancas de prata,
' outros marchetados de mndreperola cum trancas
de prata uourada, outros de velludo etc. etc. Para
quern tem gosto e dinheiro, um lbum assim per-
feito sem davala o mais apropriado para selle
se depositar os retratos de charos pais, bons pa-
reotes e amigos. Em quanto, porm, esses albuns
se lornam notareis por sua perfeiciio e bom gosto,
outros recebidos na mesma occasio, se tornam re-
commendados pela commodidade de preces vista
da boa obra. Assim pois o pretendente ser ser-
vido conforme o dinheiro que quizer dispr para
esse Hm, achando sorlimento para 24, 30, 60 e 80
retratos: na ra do Queimado, loja d'Aguia Bran-
ca n. 8.
Carteiras e bolsas para
viagem.
Na loja d'Aguia Branca, ra do Queimado n. 8,
vendem-se carteiras com correias para traze-las a
liracolo, e bolsas de pete, tudo para viagens.
Perfumaras inglezas.
A Aguia Branca, conhecendo a bem merecida
sr por precos muito' baratos estima 1u,!.os aPrecia,ores do bom dao s perfu-
anhar pouco, e dar extraco manas inK'as, por isso mandou vir o esplendido
vios
est resgl vido a vender
para vender milito e gannar pouco, e dar extraco
o grande deposito que tem, que espera merecer a !,rlimon, 1ue ac:,,,a '' receber, e os acrediudos
proteceo do respeitavel publico empregando para ^om os f"'-m cnlle,-',ls fabricantes J. Gosnell
isso todas e as melhores diligencias para que fi- "L INaPlea" Pr,('e & C- sao bastantes para co-
quem satisfeitos; islo s no Gallo Vigilante ra do nne,cer-se a superinndade deltas. Consiste ess
Crespn. 7. A nrluln anninu..........___ ___.:i.
Ricos porta-jtM8.
Cofre de muito gosto por
Cestinhas transparentes loriadas de ina-
dreperola por
RIVAL SEM SEGUNDO
llua do Queimado n. 49, est vendeudo muite
boas fazendas e muito barala, quem quizer podera
vir ver ou mandar para experimentar, assim como
sejaro :
Gollinhas muito finas para senhora a 300 rs.
Ditas e punhos de fusto muito bonitas a 640.
tartas de altinete de caneca chala de todos os ta-
maitos a 80 rs.
Resmas de papel de peso muito bom a U.
capachos redondos e compridos a 300 rs.
oaixas com superiores obrejas de colla e de massa
*u rs.
nn ab2o"rs 8rSSe qU Unhas do carriteis garante-se 150 jardas a 40 rs
CvtOM de linha Pedro V com iOO jardas a 40 rs'
Urosas de pennas de ac muito finas a 300 rs '
v aras de franja de la para vestido a 40 rs
Ditas de franja branca larga para tnalhas a'160 rs
Pares do botes de punho a 120,320 e 500 r
Tintefros de vidro com tinU a 160 rs.
Ditos de barro eom soperior tinU a 100 rs.
Grosas de butoes de loca prateado a 160 e a du-
zia a 20 rs.
Tesouras para costura a 80. 200, 400 e 300 rs.
Escovas para limpar denles, superiores a 200 ri>
UmaS l5a para Dordar da nielhor qualidade a
65300.
Caixas de phosphoros de segnranca a 160.
Cusas c pacotes de papel amizado superior a 600
ris.
Caixas com 100 envelopes muito finos a 800 rs.
Quadernos de papel pequeo azulado a 20 rs.
Carriteis de linha Alcxandre com 200 jardas a
100 rs.
Baralhos para vollaretea 240e mais hnosa 300 rs.
Meiadasde linha frouxa para bordar a 20 rs.
todos os tamaitos
Lindas jardineiras.
Ricos cofres com camapheu.
Lindas cajxinhas com pedras brancas.
185000
105000
I05OOO
IO50OO
ss de superiores quali
Precisa-se alugar um moleque
rna do Hospicio n. 78.
Rheiimatisnio c ataques bcmorrhoiilaes.
Illm. Sn.
Ouro-Prcto, 30 de marco de 186 i.
Posso certilicar-lhe que as pilulas ca-
tharticas do Lr. Ayer sao excellentes, pois
que soffrendo eu dores pelo corpo, e que
suppunha ser rlieumatismo, (molestia esta
que j bavia soirrido ha annos) e soffrendo
tambem de ataques hemorrhoidaes, e de
um ouvido, pois que at j pouco ouvia. e
acompanhado de uma^dr no queixo, con-
sultei a um dos nossos*medicos, e este me
disse que devia fazer uso da salsa ; porm
lendo eu o almanack do mesmo doutor,
comprei em sua casa um vidrinho das mes-
mas pimas e por minha conta principiei a
toma-las, e sem as inalisar acho-me sem as
dores pelo corpo ; e sem sentir, sarei do
ouvido, e mesmo dos ataques hemorrhoi-
daes : portante sao para mim as taes pilu-
las as melhores que tenho experimentado ;
sto em abono da verdade. Sou
De V. S.
Amigocertoj veneradore obligado,
0 brigadeiro
Joao Rodrigues Feo de Carvalbo. i
COMPBAS.
6 dedos de largura, de lodas^ns cores,
__________I grias para lagos de cinteiros, a IJ6D0, 25000 e
a tratar na | 25300 a vara.
Boatos filas de gorgurao, de todas as cores, pro-
^mm^mmm Pnas para cinlos, a 15000 a vara.
Bonitas fitas de sarja listadas, diversas cores,
para cintos, a 300 ris a vara.
Cosmorama ditas.
Urnazinhas.
S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Ricos porta bouquetes de diversos gostos e pre-
505; s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Ricos shIs
com bolcinlias aolado, a 105, 125 c 135, ditos sem
. bello e variado sortiniento em pequeas quantida- Pares de sapatus de tranca de
des de differentes e agradaveis extractos de pri-1 a 15300.
iKiinno mf!ra loduuu e formas, fazendo-se notaveis entre elles os que I ris.
vem em una carleira de tres, com os quacs por Carlas e caixas de clchete
sua elegancia e bondade so faz nm bello presente ;! dades a 40 rs.
assim como outros frascos com finas essencias con- Massos de grampos superiores e limpos a :0 rs.
centradas, outros com excellentes leos para ca- Grosas de palitos de gaz a 25200.
bellos, e outros finalmente eom agua de Lavander Libras de areia preta da melhor qualidade a 120
sublimada ; e bem assim linos sabanetes em paco- i ris.
tes e caixiuhas com tres, bonilas e delicadas al-, Caixas redondas para rap c tem mullo bonitos ca
mofadinhas com pastilhas em po, as quaes dcilan- lungas a 100 rs.
do-se nos guarda-vestidos, commodas, etc., nem s
deixam toda a roupa cheirosa, como afugentam
baratas, tracas, ele, etc. Era quanto, porm, a
commodidade dos precos j nao entra em duvida.
urna vez que o pretendente compareca munido de,
dinheiro e disposto a fazer gasto na loja d'Aguia
Branca, ra do Queimado n. 8.
165000
95OOO
65000
65000
65000
Compra-se ouro e prata em obras velhas
daga-se bem: na loja de bilhetes da pracada Inde-
pendencia n. 22.
dife?,Sur"ms; 5 oSfe8 corcs' wstf==" iwtr^im
45000.
J3u Srfa'rsolt8 Um Gd dla^gUra, ^ -?icas f,vellas avul^s Pra 5int0- melhor i se
HmSSgiSm e de todas as cores, ttttESk!? M Par;
-Compra-se cobre velho : na ra doBrum nu-1P-R** rK'unhtco.choada para |tnned ^-ou Anba.
me! /B'____________________________________ j debrum, 160 c 320 ris. Ate 'lue chegaram as desejadas ceslinhas ou ca-
Compra-se effectivamente Pegas de tranca de la preta, a 80 e 160ris. es p?ra,Til?a22frfT "^C0- mais rica
ouro e prala em obras velhas pagando-se bem : | V Fivelas ?*ii a a^''' *' *' c l0*; s no
na ra larga do Rosario n. 24, loja de ourives. Riquissimas fivelas douradas e com finissimas '8 rUa ^'".' ?'
lilil nra-se i P"dnnhas parece brilhanlos para cintos, a 15280, v^,., ,,- Kenies-
i.uuipid M5 : 15600 e50O0 .v Nesle artigo tem um grande sortimento, tanto
nma escrava que seja sadia e bonita figura, que! f. para alizar como para atar cabello, os mais lindos
cozmhe e engomme : a tratar na ra da Cadeia, Rinill.cmnc ..nc ,: .. que se pode desejar, assim como de arregacar ca-
com bSSve f '&J l%^P"x^l K"0',ant0 de borraeha como dt^t.rwjvbm en-
com noratas meta e bol Iota, a 25000, 2*500 c feles e sera ello para menina; s no
n ,.. Jo Crespo n. 7.
Eiftittt de cabeca. Peales
e K^KlSofa^O^ COm cascarrilha lambemchejjaram os riqusimos peales de concha
de taijaruga e de massa fina, que se vende por 25,
bonita figura, que
na ra da Cadeia
do Recife n. 53, primeiro andar.
Balas grandes e caretas de
borraeha.
NOVA
liquidar de fazendas de ledas as qua-
li-'ades na lja e armazem da Arar,
rna da -mperatriz n. 56, neLonren-
co Pereira Mcndo (uimaraes.
\n* ii. ., qne se Tal principiar.
Vtnde-se pecas de panno de linho para lences,
Excellenles brinquedos para enancas: vendem- t^tl ^iwf'-^TJ ,/ varas VT mw '
se a 500 rs. cada u na : na ra do Queimado loia ,bnm hf p?r ^ 1,6'bW .r?- a vara : na roa da
d'Aguia Branca n. 8. yueinuao, .oja ini,ieralriz loj;i da Arara ^ de Men(jes Gujma
i II ,, raes.
SpellWS Cdm molduras pretas1 \ Arara vende sontembarque a 10^ e 12.
e d0UradaS Vnnde"se/outembarques de laazinhas enfullados
A Aguia Branca, na ra do Queimado n. 8, re- ig W?iiTlf JSST^
a 235 e 305; camisiuhas para senhoras a 25
uitos a
loja da
a 105 e 125, ditos
ceben ^^mmtTiSSXSt iX^SlSSSSfiJSSt^
tes tamanhos com melduras pretas e douradas, e ,,3| goTinh:.s 240, aSMS i mang
900 rs. e 1-3 : na ra da ImperMriz n. 3o",
Compra-se a obra
bispo Montes, 3' edico
C
de Theologia Moral do
quem tiver annuncie.
Vigilante, ra
garrafas c botijas vasias : na
tiastrile.
Ouro-Prcto, 2) de marco de 1804.
Attesto que tendo feito us, aconselliao
por mu .imi-to, das pilulas do Dr. Aver,
Qquei perfeitamente bom de urna gastte
que soffria e tjue privava-rae de andar apor-
tado, boje felizmente nada sinlo.
Augusto Gollati.no de Mello.
mpram-se
ra Direila n. 72.
Compra-se urna escrava do 300 a 6005, che-
gada do mato, embora nao tenha habilidades :
quem tiver para vender, dinja-se Capunga Nova
no entrar da mesma, passando o primeiro portao..
no segundo, esquerda, que achara com quem
tratar, ou annuncie por esta folha para ser procu-
rado^_____________
Compram-se al trinta aeces da companhia
de Bebcrihe : quem as quizer vender, annuncie
para ser procurado._______
GARUFAS
Compram-se garrafas vasias : na ra do Inipo-'
rador n. 37.
VENDAS.
modSnol105 Cm cascarnlha mui, lara os mais, 3# o SJ1; 56 no Vigilante, ruVdo Crespo'n'.T
Ditos ditos com lacos e frocos, a 25000. beques.
Ditos ditos com lacos evidrilhos a 15000 mquissimos leques de madreperola tanto para
Ditos ditos de eontas brancas e pretas, crelos e *DLas amo para meninas, pelo barato preco
de cores cora laco, a 15500. do-125 c 145; s0 no Vigilante, ra do Crespo
Ditos ditos de frocos de cores, a 15000. i n< ''
Ditos ditos pretos e de cores de retroz, e tranca ais Nes
sem lacos, a 800, e 15000. com pequeo deleito, leques de sndalo rom pe-
Voltiubas. 1ueD0 deleito por barato prego de 85 e 105, chi-
Bonitas e grandes votlas de conlas Pelas Maria n^zes.,mLuil bonitos tambem, pelo barato preco de
Pa, a 15300 e 25000. l5e 8 bentarallus muilo bonitos, tambem por ba-
Ditas mais pequeas prelas com cruz a 800 ra'''"''So ris. l'or 'udo islo para acabar, perdendo-so lal-
Dias do aljofares grandes de cores, a 35000. vez-80 ,wr cenl0; 0 no Vigilante, ra do Crespo
Ditas de aljofares branco com cruz, a i5000. D'
Ditas de coniinhas brancas e de coros, a 800 Pulseiras.
ris.
Ditas de coral,.a 3(X) o 25(XM).
de apetite.
de feoereiro
Falla
Ouro-Profo, ai
Sendo cu affeetado
annos, e ultimamente
boje rlou (tmcas a eus
e perfeito com o uso .las pilulas ca titnicas
lo Dr. Ayer.
Antonio Bento Vieira.
de 1864.
lo Sgado ha muios
soffri falla do apetite,
por acliar-me so
Consli|iacio, llares de calica.
Ouro-Prcto, H de marco de 1801.
Attesto que achando-me atacado de urna
forte eonstipaco que trouxe-me dores por
todo o corpo e na caneca, soffri liorrivel-
mente por espacn de quatro dias; entiio
um amigo aconselhou-me que tomaste pi
lulas atbarticos do Dr. Ayer : com ellas fi-
quei sao e completamente' restabellecido em
tres das, de sorte que estou no ffirme pro-
pos to de aonselliar o uso das ditas pilulas
a todas as pessoas que forem affectadas de
constipa roes.
Ac.osTiNHo Jos da Silva, negociante de fa-
zendas.
irritaro do eslnnago.
Otiro-Preto, 29 de marco de 1864.
Attesto e juro, se necessario fr, que. sof-
frendo ha muito tempo excessiva irritacao
de estomago, pouco apetite e difficil dies-
tSo, d'ella tenho experimentado sensiveis
melhoras depois que tenho feito uso das pi-
lulas caiharlicas do Dr Ayer.
Antonio Hermogenes Pereira Rosa.
Loubrigas.
Ouro-Preto, 28 de marco de 1864.
As pilulas do Dr. Ayer (catharticas), fo-
ram empregadas com grande vantagetn por
mim em una menina de dez annos, qoe
soffria de vermes intestinaes, notando-se
que os symptomas que entiio apresenlava
eram de molestia bastinte perigosa.
Raymundo Nonato S. de Thiaro, pliarma-
centico.
COMPENDIO DOLOROSO
jue contem o olliio de Nossa Senhora das
Dores; o modo de resar e offerecer a co-
ra, um setenario e mais outros excrcicios
de piedade e devocao; ordenado pela ir-
mandade dos servos da mesma Senhora,
que se acha erecta na egreja de N. S. da
Penha do imperial hospicio dos reveren-
dos padres inissionarios apostlicos capu-
chinlios italianos de Pernamhaco, approva-
do por S. M. L, que Deus guarde; dado
luz por devocao do muito reverendo
padre Fr, Placido de Messina.
Vende-se a 320 rs. na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia.
Bciiuias polsoiras do oooIm Ju eorcf, a I5OOO ,
Penles.
Riquissimos peales dourados eom pedrinhas para
regato, a 15800 e 25000.
Ditos ditos lisos o recortados, a 040 e 15000.
Ditos de conchas dourados, a 25000.
Ditos de marrafas com pedrinhas, a 15280.
Objeetos diversos.
Lavas brancas de Jouvin frescas, 25300.
futas nao frescas, a 15000.
Varas" de labyrinto grande, a 100, 100 c 240
Lindas pulseiras de eontas o de missanna, cores
muito lindas e de muilo gosto a 15 e 15200.
Para segurar manguitos.
Tambem ebegaram as liguinhas estreilinhas de
borracha que as senhoras tanto precisan) para se-
gurar manguitos por ser muito commodo e muito
barato, a 320 o par; s no Vigilante, ra do cres-
po n. 7. "
Nevrabjia.
Urna carta do lllm. Sr. Francisco Alva-
renga de Azevedo.
Ha mais de sete annos que soffria dores
no hombro e as costas, tomei urna infini-
dade de remedios sem acbar alivio algum.
Dr, angustia, tormento sao patarras for-
tes, porm nao exprimem o que tenho sof-
frido: ltimamente tomei as pilulas ca-
tharticas dQ Dr. Ayer. S faz oito dias. e es-
tou completamente restabelecido; ha tres
dias que nao sinto a mais leve dr no hom-
bro nem as costas.
Estas pululas achant-se venda as prin-
iipaes boticas e drogaras do Im[ierio, e no
Rio de Janeiro, ra Direila n. 15.
Vende-se em Pernambuco:
a pharmacla fraacesa de
P. MAURER & C.
RUA NOVA N. 18.
Livro de orajes.
Vende-se i 160 reis, na linaria ns. 6 e 8
da praca da Independencia, nm livrinho con-
tendo o seiiinte : louvor ao santo nome de
Deus, corda dos actos de mor de Deus, ora-
ces c peiices, hymnoao Espirito Santo, co-
ra do Senhor, aviso qualquer alma de-
vota, desengaos da vida humana, bymno
de Santo Ambrozio Nossa Senhora, jacula-
torias ao Santissimo Sacramento, exercicio da
via-sacra, commemoracao Nossa Senhora
do Carao e ao SS. Sacramento, directorio
para a oraco mental, dividido pelos dias da
semana, obsequio ao coracao de Jess, sau-
dacoes devotas s chagas de Christo, ora-
ces Nossa Senhora, S Jos, ao anjo da
guarda, Deus em obsequio qualquer san-
to e para a noute, e responso pelas almas
do purgatorio.
Vende-.-e um cavallo preto, andador de bai-
xo a meio : a. Iratar na rna da Florentina, casa da
esquina qn<> volia para a de Sania Isabel.
Bonecas pequeas que chorara, a 200 ris.
Caixas de papel amlsade pautado, a 720 ris
Ditas de dito liso, a 600 ris.
Caixas rom 10 envelopes, a 640.
Ditas de pennas limpas a 600 ris.
AtteuQao.
Veode-se ou permuta-so por predios nesta pra-
ca a bella e vastlssima e muilo frtil propriedade
denominada Ilha da Saudade, em Gameleira, con-
tendo excellentes baixas para capim, barreiras pa-
ra looca, alguraas fructeiras, lendo de frente 3,000
palmos e mais de fundo, circulada polo rio Seri-
nbaem, e de frente pelo valle da estacao de Game-
leira: a datar na refinacao dos Afosados n. 13.
Vende-se ou perniula-se por escrava um peque-
no silio com urna casa equena de pedra c cal,
conlenoo 2 salas, 2quartos, cosinha fora, 2 cacim-
bas, 1 bello anque para banho e lavar roupa, 7
coqueiros e diversas fructeiras, chao proprio, na
travessa deS Miguel n. 12, em Afogados : a tra-
tar na refinacao dos Afogados n. 13.
Canelas.
Riquissimas canelas de madreperola proprias
p.iraqual.|iier presente, pelo baralissimo preco de
i oouu (j 1 -1.
Sapalinbos e ineias de seda.
Riquissimos sapatinhos de seda e de merino en-
feitados, assim como meiaszinhas de seda, gorrazi-
uhas c louquinhas para as cnancinhas se baptiza-
ren! ; s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Viilliuhas.
Lindas voltinhas de perolas falsas com cruzinhas
fingiiido brilhantes, a-sim como cruzinhas avnlsas
e voltinhas, pelo barato preco do 15 e 15200, *s
cruzes avuls asa 400 rs.; s no Vigilante, roa do
Crespo n. 7.
(iulinhas.
Riquissimas colinhas e manguitos, o melhor gos-
to possivel, a25. 2530O c35;s no Vigilaule,
ra do Crespo 11. 7.
Enfeiles para senhora.
Riquissimos enleites com laco e sem laco e de
outros muitos gostos a 15, 15300 e 35 : s no Vi-
gilaule. ra do Crespo n. 7.
Trancelins.
Lindos trancelins ao cabello para relogio ou lu-
netas, pelo baratissimo preco de 15500, ditos do
relroz a 200 rs.
Babadiubos ntremelos.
Riquissimos babadinhos entremeios com lindos
desenhos tapados e transparentes, pelo baratissimo
os est vendendo por precos commodos.
Papel ip(jlezm
A Aguia Branca, na ra do Queimado n. 8, re-
ceben um novo sortimento de papel inglez liso e
pautado, almaco, de peso, e pequeo, vindo deste
tambem com beiras douradas.
Enfeites invisiveis
A Aguia Branca, na ra do Queimado n. 8, rece-
ben, novos enfeites invisiveis, os quaes pela linura
do tecido e bom gosto lera merecido lana estima
Treparos para flores.
A Aguia Branca, na ra do Queimado n. 8, re-
ceben novos prepares para flores, sendo papel de
cores para rosas, dito verde para folhas, folhas de
panno e velludo, caixas de trigo, ditas de uvas
brancas e rxas, e como sempre continuam a ser
vendidos por precos commodos.
LOJA 110IIEUAFLOK.
Rna, do Q11 fiimido ns (\3 p fiQ I vara> di| ParJa,64). s001 {& e 15200.
jn.ua uu uucimauu lis. uot- uj. ru, ,,,., finnerMrw-n. -^ |0ja jarrara.
Cintos ilonrados. Vendem-se baldes americanos os melhore
Sao ehegadosos lindos, cintos bordados ouro, tem vindo, de lodos os lmannos a 24240, 25300
pelo barato preco de 25300 e 35000: no Bcija-flor, ;>5, & e 15500: s o Arara na na da Imperalri
Arara.
Cuites dechiU a 2i00.
Vende-se cortes de chitas rom 10 covados a
25100, ditas franieza a 35200 ; ditos de cambraia
de salpicos a 25300 a peca, dita lina a 35500, 45
e 35: na ra da linperalriz n. 56, loja da Arara, du
Alendes Guima-raes.
Iloiipa Ma barata.
Vende-se palilots preto de panno a 165, l5
125, 10 e 85, ditos de alpaka a 35 e 15, ditos do
brim branco a 25500, 35, 5300; caigas de brim a
,5 e 25300, ditas brancas a 35 e 35500 ; palitots
de casemira de cores linos a 105, 85 65, e 55 ;
seroulas a 25 ; camisas brancas a 25, 25300 e 35:
na ra da Imperairizn. 56, loja da Arara.
Colarinhos econmicos a 640 1 duzia.
Vende-se colarinhos econmicos muito bem fri-
tos a 640 a duzia : na ra da Imperatriz n. 56, lo-
ja da Arara.
Vende-se bramante de puro linho a 25500 e
25800 a vara, tendo 10 a 12 ramos de largura -
l>rim branco para calca a 15200, 15100
e 15600 a
na
que
ra do Queimado ns. 63 e 69.
Fivellas para cintos.
Chegaram tambera ricas fivellas douradas e de
ac para einios a 15000 e 15200 :
ra do Queimado ns. 63 e 69.
Puntos de larlarttga.
Lindos penles de tartaruga, gosto moderno, a
35200, 35500 e 65000 : ra da Queimado ns.
63 e 69.
Penles de travessa.
Vendem-se penles de travessa de novo gosto para i ^ *> 'ovado, ditas
meninas a f 00 e 800 rs. : s no Beija-tlor, ra do I CuVa(1 : a rna da [mi
n. 36.
As laazinhas da liara a 210 rs. o (ovada.
Vendem-se laazinhas para vestidos de senhora a
no Beija-tlor, 210, 320, 400 e 300 rs, o eovado, ditas muito
I finas lisas 600 rs. o eovado, ditas especiaes a 720
e 800 rs. o eovado : na ra da Imperan iz u. 36,
loja da Arara.
Chitas hualas a 2i0 rs.
Vendem-se chitas de cores tixas ;i 210 e 2*0 r?.,
o eovado, ditas fraucezas Unas a 320. 360, 100 e
percalas a 360 e 600 rs. o
ralriz n. 36, loja da Arara.
Qneljos de Minas.
Vende-se na ra Nova n. 61 defronte da
cmara mnnicipal.
Ilima.
Vende-se urna taberna muito afregnezada
tanto para a trra como para o mato, e com com-
modos para morada de familia : na ra Imperial
is na
fo
numero 195.
y
l
O deposito de gaz que existe na rna do Vigario
n. 6, vha-se transferido para a ra da Cruz n. 3o,
onde contina a vender o superior gaz americano
refinado a 400 rs a garrafa, e a 105 a lata de cin-
co gal oes.
Vende-se nma importante mulata de 20 an-
nos, propria pare una mnramba, com grandes ha-
bilitacoes, cose e engomma com milita perfeicao,
assim cerno nina nesrinha de 7 annss, bonita figu-
ra, e um molalinho de 4 annos : na ra das La-
rangeiras n. 18, segundo andar.
Vende-se porrao de ps de coqueiros planta-
dos ha mais de dous annos, postos aqu no Recife
en qualquer lugar, pelo preco de 240 cada um : a
tratar no paleo do Paraito n. la
Enfeites aGaribaldi.
A loja da Aurora, na rna larga do Rosario n. 38 Dre de,tS200, 15500, 25 35; s no Vigianle,
receben ricos enfeites a Garibaldi dos mais moder- rua do Crespo n. 7.
nfs que tem chegado a este mercado, para senho- i Cascarrilhas.
ras e meninas; tambem receben trancas de linho Grande sortimento de cascarrilhas de diversas
de caracol, brancas e de cores, pecas rom 10 varas larguras, assim como galozinho e trancinhas pro-
a 140 rs. cada urna, muito propria para enfeitar prias para onfottes; s no Vigilante, rua do Cres-
vestidos, assim como tem um grande sortimento de p a- 7.
miudezas a qual vende barato. Fitas.
Vende-se um cavallo novo e grande, com to-! Grande sortimento de lilas de diversas larguras
dos os andares, muito manso, e bom de cabriole!: e Quahdades, por precos que admirara aos com-
est na cocheira da rua do Imperador n. 23. pradores, havendo filas largas proprias para cin-
teiros que se pue vender a 300 rs. a vara, e peca
de 9 varas a 25; s no Vigilante, rua do Crespo
U. 7.
Fitas de lia.
Fitas de iaa de todas as qualidades, proprias pa-
ra debrum de vestido a 700 rs. a peca; s no Vi-
a taberna da rua de Aguas-Verdes Bllan,0> rua do Crespo n. 7
n. 18, afreguezada para a trra, propria para prin- Ricos espMlios.
cipiante por ter poneos fundos : a Iratar na! Riquissimos cspelhos com moldura douraJao
mesma. sem ella de 85, 105, 125 e 145, assim como com
--------z-,-----.--------i;---------------1----- cfllumnas de differentes lmannos a 25,35, X 55
A lien cao attencao attenco 6*so" vigilante, rua do crespo n. 7.
Vende-se um sitio na povoacao do Montoi'ro, es-1 LCM,0S Jar,os e fin,"s-
trada qne ai para o Arraial, denominada Ladei- Riquissimos jarros o figuras de porcelana fina,
ra dos Mudos, com duas alas de frente e urna di- liara onfi|3 de sala, sendo o melhor gosto que aqu
Ja e jamar, quatro qnartos, cozmha o copiar do tem apparecido; s no Vigilante, rna do Crespo
Queimado ns. 63 e69. AArara vende madapoln barata a 6/4SO0, eerlsc
Peales para atar cabellos. de vestidos a Maria Fia a l-ljji, 16.-3 e tSf).
Lindos pentes pequeos para atar cabellos, pro- Vende-se pecas de mada|Milan de 24 ardas, de
prios para se andar em casa a 100 e 300 rs. : i marcas linas n. 7a "5, n. 2;i 85100. -:- a 855(10 "'-
no Bcija-flor, rna do Queimado us. 63 e 69. '95, S a 105, lili a 115 e 125; nlfudao regular a 35.
liotoes de madreperola. dllo fino carne de vacca a 65500, dito domestico ;i
Tendo recebido um variado sortimento dos de-; '* 'i''0 *i*opir a 85, dito pao ferro a '.'5 a peca
sejados botos |iara abertura de roupio, vendem-1tein 0 !>as : na rua da Imporatriz, loja n. 56.
sea 100 rs. abutuadura : no Beja flor, rua do Chales baratea a lfiOO.
Queimado ns. 63 e 69. Vende-se chales de laazinha a 156OO e 25, ditos
Enfeiles para senhoras. de merino a 35, 530O, 65 e 75 : na rna da Im-
peratriz n. 56.
enfeites
a
modernas a
no
25OOO e 25100,
Enfeites para cabera.
Chegaram os lindos enfeites do cabeca para se-
nhoras, senoo muito simples e de muito gosto : s
no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Vende-s
Para ps de arroz.
Lindos
ditos de rede a 900 rs. : no Beja-flor, rua do
Queimado ns. 63 e 69.
Talberes para meninos.
Chegaram novos sortimentos de lalheres para
meninos a 280 e 320 rs., ditos cabo de balanco de
um botao a 400: as lojas do Beija-flor, ns. 63
e69.
La para bordar.
Vende-se la de superior qualidade e de lindas
cores a 65800 a libra : no Beija-flor, rua do Quei-
mado, ns. 63 e 69.
Papel de diversas qualidades.
Vende-se papel de lieira dourada pautado a
152O0el53O o pacote.ditossemserdouradoe nem
pautado a 640, 800 e 15000 : no Beija-flor, rua do
Queimado ns. 63 e 69.
Envelopes para carias.
Venderse envelopes de ores a 600 rs. a caixa,
ditos brancos a 640 e 800 rs. : no Beija-flor, rua
do Queimado ns. 63 e 69.
Pentes dourados para atar.
Vende-se pentes dourados para atar cabellos a
150OO, 5200, 25800 e 35000 : no Beija-flor, rua
do Queimado ns. 63 e 69.
Penles para marrafas.
Vende-se lindos p.-ntinlios dourados com pedra
para marran a 15200 : no Beija-flor, rua do Quei-
mado ns. 63 e 69.
Sapalos de traeca.
Vende-se sapatos de tranca muito bons a 15500,
ditos de tapete a 15600 : no Beija-flor, rua do
Queimado ns. 63 e 69.
Balaios com sabo.
Lindos balaios rom 6 sabonetes de varias fine-
tas a 25500 cada um : no Beija-flor, rna do
Queimado ns. 63 o 69.
as mesmas lojas se encontrar lindo sorti-
mento de perfumaras e variado sortimento de
miudezas que se tornara enfadonhe menciona-las.
V
4111,
f.begsem a farinha Uvada.
A bordo do hiate nacional Dous limaos ancora-
do defronte do trapiche b.iro do Livramento, ven-
de-re sta superior ferraba lavada anda nao vista
neste mercado pelo barato preco de 35 o alqueire
ou 65 o sam sendo este preco granel. o tambem
na rua da Madie de ueos ns. 5 e 9.
lado, tendo mais urnas pequeas casinhas ao lado
para hospedes e e sitio com bastantes fructeiras. 1
Quem pretender pode dirigir-se a rua do Pilar n. I Riquissimos vasos com bom-cla liara pos de arroz porem "?* fer tllio to"1 e mais bara 17 quo achara com quem tratar._____________ cousa de multo gasto a 15500 25, assim como em oulra 1ua,1ufr Part-
Vende-se na vdla "do Cabo, em casa do Sr Rac9,es s" com os P6* 320 rs. cada um; s no
advogado Jos Paulo do Reg Barreto, ou enten- ,8,laDte> r"a do Crespo n. 7.
der-se nesta praca eom Jos Moreira da Silva, rua i
estreita do Rosario n. 31, 34 esi-ravos e cscravas1 n a amaras.
com cras, tendo mucamhas e moloques, mestres A ran,!e sorlimenio de extractos e banhas, poma-
de assucar, earreros, foguista, escravatura toda das' ass,,n r,?nn de lindos copos ou vasos com dis-
moga, tinctivos e offerecimumos as sinhasinhas dos me-
Superior cal de Lisboa.
Sende-se superi t cal de Lisboa a mais nova ha no mercado tamo em porcao como a retalho,
or barato preco affancando-se aos compradores a
superior qualidade : a Iratar as seguate* roas :
. hres e~ mai's'afaoiados antoreTde' Caris iZuttr- i CresP D:1' StVS"J "i 5 "*1.8 d, fat? ">'
i. ra, assim como os grandes copos de hanha japoneza' n
a 25 e a 15, assim romo outros ohjecios que nao e
dos fregue-
Vendem-se as seguintes obras : Mnzzarelli
Obras, Mnnte, D. Ecol., B^rgier, Dioc UieobiRico,
Tapiareili, nat., Andr INos.teO.Eecl. Ossi- possivel por boj-; annnnriare vista
n*,Hist.da V.rgem Burlamaqui, D. nal. e das zes se far t..do neirnelo; gentes Beline, D nat., Ahrens, D nat. Oudol, sci- rua do Crespo n. 7 Tt"T^
enca do de ver, Benard, philosopha, Cousin, Hist. __________________
da Philosophla : na rua estrllate Rosario n. 19,1 "~~~~-------" "
segando adar.
L';ii le 1 siW.
No lira dA raa estreila do Rosario, aovoitar para
o pateo'do.CanR' n. 47, renif-se pororeeo com-
modo ea! .flava.
Luyas de pelica para se-
nhora ljjOO!!!
na rua Oireita n. 104,
Garante-se a oaalidate,
loja de mitid-ws.
godo.
Cortes de alcas a I600.
Vende-se curtes de calca para humera a 15600,
15800 e 25500 boa fazenda ; coi les de casemira de
cores linas a 55, 55500 e "5; casemira para palilots,
calcas e coleles entestadas a:!5ocovado: s na
loja da Arara, na rua da Imperatriz 11. 36.
Casemiras para capa de senhora a iA e 3$.
Vende-se casemira entestada propria para capas
para senhora a 25 a 35 o eovado, tambem ier\c
para costumes por ser de boa qualidade e lindas ce-
res, vende-se a 25 e 35 o eovado: na loja e arma-
zem da Arara, na rua da Imperatriz n. 56.
A Arara vende as percalas a 560 rs.
Vende-se percalas tinas para vestidos a 560 e
600 rs.; chitas Irancezas linas a 360, 440, 500 o
560 o eovado : na rua da Imperatriz n. 56.
A Arara vende as rapas de resdenaple a 235 e 30V.
Vende-se ricas capas de grosdenaple preto para
senhoras a 255 e 305; soutembarques pretos linos a
205. 225 e 255 : na loja da Arara
arlatana de cores e branca a 800 rs. a vara.
Vende-se tarlatana branca e de cores linas a 80d
rs. a vara, fil de linho a 800 rs. a vara : na rua
da Imperatriz loja e armazem da Arara, u. 56.
O proprielario da loja e armazem da Arara re-
co > monda toda a atleueao aos Srs. freyuezes quo
mandem ver as amostras de todas as fazendas que-
annuncia, prometiendo vende-las por barato preco. *
I'fchincha de lencos de seda S00 ra. e 1 ,\
Vende-so lengo-; de seda pequeos a 800 rs.; di-
tos grandes a 15 : ditos brincos cqin barra de co-
res a 200 rs. cada um ; meas croas para homeni a
25100. 35,15 e 35 a duzia ; ditas para senhora h
45 o 55 a duzia : na rua da imperatriz 11. 56.
Cassas franelas a 280 e 320 rs. o eovado.
Vende-se cassas franeezas finas para vestidos a
280 e 320 rs. o eovado: na rua da Imperatriz n. 56.
Colchas de damasco a l.
Vende-se colchas de damasco pira cama a 1J
dilas de fustao a 35, ditas te chita a 95; ricas chi-
tas |iara enhenas a 320, 360 e S-0 rs., ditas aseli-
nadas muito linas a 500 rs. o eovado, ditas encar-
nadas a 500 rs. o eovado : na rua da Imperatriz
n. 56. luja da Arara.
Em Garaeleira,
casa de Domingos Perreira dos Santos Porto, ven-
de-se cal nova de Lisboa viuda no ultimo navio,
por preco razoaveU
Via 1/a
Vende-se nma viada muito mansa, com dous
annou de domesticada : a tratar no armazem de
sal da rua Imperial n. 221.
Fumo imperial
Cortado gaal ao francez muito proprio para ca-
chimbo, em latas de 1 libra, qoando nao -eja me-
lhor igual ao americano por 15200 rs., para veri-
ficar a verdade os Srs. fumantes podem-se. dirigir
fabrica vapor te cigarros antiga rua dos Quar-
teis de Polica n. 21:_______ .
Vende-se a armac0 d' c3i* te'Tea da na
te Nogueira n. 41, livre e desembaracada : a tra-
tar na rua das Flores n. 33, das 3 horas da tardo
em dianle.________________________^_____^ -
cal de Lisboa.
Ha para vender a mais nova, e ltimamente che-
nada ao mercado, em bem acondicionados harrfs;
no'armazem te Manoel Teixeira Basto1, raa do-
Trapiche n-13, por pr??> razoavei.
I*






I
I

Uiai io e Peruaiubueo Ter?a fe ira O de elcwbiu de 1!4.
,;
C L A151M
-
RA 1IO QUEIMA1IO A. 15.
Passand o becco Mium

NOVIDADE

Ptieira Rocha A C. acabam do abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commer-
fiai, ondeo respeitavel publico encontrar sempre ura completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado os
raaes serao vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-so obom
peso e boa quaudade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranho, India e Java a 60, 80 e Peras seccas muito novas a 600 re. a libra. Cevadinha de Franca muito superior a 220
100 K. a libra, e 1*800, 20600 e 34000, Painco a 200 rs. a libra. rs. a libra.
a arroba.
Ameixas francezas em latas o em frascos a
10200 el06OO, e em frascos grandes a
2)500.
dem em catatabas elegantemente enfeitadas
com ricas estambas no interior das caixas
a 102OD, 10400, 10600 0 2.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba.
Polvo seeeo muito novo a 400 rs. a libra. Cevada a 80 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeile e Emilias portuguezas a 640 rs. a lata.
muito novo a 640 rs. i dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Queijos llamengos do ultimo vapor a 2800 Figos de comadre e do Douro em catatabas
dem prato. de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
dem londrino chegado no ultimo vapor a 10800, So(500 e 280 rs. a libra.
900 rs. a libra. Fa.-inha do .Maranho a 160 rs. a libra.
Sal refinado em frascos de vidro a 600 rs
Azeite doce francez mnito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a640 rs. a garrafa.
Ararula verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avellaas muito grandes c novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
103O< rs.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a Uta.
dem inglezas muito novas a 30000 a.barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banba de porco refinada a 440 rs. a libra e
em barril a 400 rs.
Cha hysson, huchin e perola a 10600, 20,
20500, 2 j800 e 39000 a libra,
dem preto muito superior a 20000 a libra.
Ceneja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac inslez fino a 98-1 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
dem, s de pepino, a 72" rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha
e especi lmente da fabrica imperial do
Candido Ferreira Jorge da Costa a 108'M>,
2*0 (), 20200, 20500, 20*00, 30000 e
30500 a eaixa.
Caf do Rio muito superior a 280 e 320
re. a libra e 8,f0'a 80800 rs. a arroba,
i.artoes do bolinhos franceses muito novos e
bem muito enfeitados a 700 c 600 rs.
i houricas o paios muito novos a 800 rs a
libra,
cada um.
Sardinhas de Nantes a 300 rs.
Sag muito alvo o novo a 260 rs. a libra
Tuucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a libra,
dem stearinas muito superiores a 6C0 r.
libra.
Figos em caixinhas emticamente lacradas
a 10600.
Vinho do Porto engarrafado o mellior que
ha neste peero o de varias marcas, como
sejam: Velno de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D Pedro D. Luiz I. Mara Pa,
Bocane Chamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000e 100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500e 560 rs. a garrafa c 30, 30500
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem da Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrrafa, c 70000 a 705Ou rs.
a du'.i.
dem Morgnux eChateaulun.ini de 1854, a l>
a garrafa,
dem muscatel a 800 rs. a garrafa.
dem de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 60200 a frasqueira.
dem em garrames do 3 c 5 gales a 50300
e 70500 rada um com o garrafo.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 a duzia.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial em garrafas muito
grandes, a 10800 a garrafa.
dem em garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, em garrafa forma de pera e rolhas de
vidro; a 10000, s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingloza perfeitamenle flor, desem-
barcada de pouco a 900 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
dem francez muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Maca de tomates em barril a 480 rs. a libra.
dem cm lata a 6J0 rs.
Mar melada imperial dos melhores eonservei-
ros de Lisboa a 60 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos
800 rs.
I dem regular a 500 rs.
Grande liqnidaclo.
Ra da Imperatriz n. o.
Loja de fmulas do Pavo de Gana & Silva.
Achaso esta estabelecimento completamente
sonido de fazendas inglezas, francezas, allemaas e
suissas, proprias tanto para a praca como para o
matlo, prometiendo vender-so mais batato do que
em outra qaalquer parle principalmente sendo em
i porgao, e de todas as fazendas 'dao'-so as amostras,
< deixando car peulior, 08 mandam-se levar em
casa pelos caixeirosda loja do Pavao.
AS chitas lo Pavao.
Vendem-se chitas lactosas claras e escuras pelo
barato preco de 2i0, tiOe 280 rs. o covado, tintas
seguras ; ditas francezas de cures seguras a 320,
340,360, 400, 140, 480 e 500 rs. o covado, fazenda
muito superior o bonito-- padrees : s na loja do
Pavao.
As lazitas da explcito do Pavao.
Vendem-se lazinhas as mais modernas ijue
loa viudo ao mercado, proprias para vestidos e
souiembarques por seren lisas e de cores muito
delicadas :J60ooOOrs.: ditas lisas eom um lustre
que parece seda 640 rs. o covado, ditas com
o.uadrinhos de seda oOO rs. o covado, s para aca-
bar : na loja e armazem de Gama .^ Silva, ra da
Imperatriz n. 60.
Os vestidos do Pavao.
Vendem-se os mais modernos cortes de vestido i
ue laa, que vieran pelo ultimo vapor, com ricas
barras de cor, corpinho e collete separado ; ditos
O PROPHETA
u> resImbitavml publico
RA DAS CINCO POMAS N. 86
Esquina da nova (r a ves-, a de f. fo$o.

Desojando o proprietarw do grande armazem do Prouheta .lar lar-
gas ao seu genio emprendedor, commercial e especulativo, resolveu ceder a inspirar-jo
que o assaltou, quando as horas caladas da noite o seu solicito espirito se agitava n'm
turbilbSo de ideas, tendentes todas bem servir e agradar aos generosos habitantes
desta bella provincia, de abrir mais este grande estabelecimento de novos o
escolhidos gneros, quasi que especialmente destinados s pessoas que moram na v-
guezia de S. Jos, e aquelles senhores que transitan] pela va frrea, para quem em ver-
dade sao sem corita o numero das vantagens que se Ibes ofterece, nao s curo retacan "a
modicidade dos frotes, como da facilidade e brevidade da conduceao dos obiectos com-
prados.
O sonho do Propheta ser urna ventado pratica to acceita e abracada como w
JltVlh u. I\ Kulii inlAn.n^nn.lnn a1*n ...-.II..'. ^____'___.1 1 _
Os vestidos Mara Pia. S o Pavao 80OOO).
Vendem-se os mais lindos vestidos Maria Pia
A rassas do Pavio a 2W, 280, 300, 320 e
1 360 rs.
S o Pavo vendo as flnissimas cassas persianas
.imitaeao de laa, com cores fixas, 360 rs. o co-
vado ; ditas francezas muito tinas 240, 280, 300
c 320 rs. o covado, isto para acabar : ra da
Imperatriz, loja de Gama & Silva.
Os madapeloes do PavSo
Vende-se peca de madapolo infestado com i2
jardas cada pera pelo barato preco de 45, 45o00 e
oi cada peca, fazenda muito superior : s o Pa-
vao ra da Imperatriz n. SO, notando que a peca
leva urna etiqueta com o Pavo pintado para nao
haver duvidas nem engaos : isto previne o Pa-
vo, de Gama & Silva.
Bramante de llnho do Pavo
>ff. 04OO, J0HOO.
Vende-se o melhor bramante de linho puro com
dez palmos de largura por prego muito comino*
do, por ter de acabar a factura, a vara por
25200, 25400, e 2,5600 ; s o Pavo : rua da
Imperatriz n. 60 de Gama 4 Silva.
Panno de linlio il< Pavo.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
ramW i ura ProPno Para lences e toalhas de niio pelo
0idiiuis, .i baratissimo prego de 640, 720 o 800 rs. a vara, al-
godaozinho com oito palmos de largura proprio
para lenges, pelo baratissimo prego de 15 a vara,
Mafas finas para sopa: eslrellinha, pevide, iassim como tem melhor aigodozmho tanto em
para lentes, ca-
multo comino-
rua da Im-
nbeiro con ente ; mas tamben, de por em pratica troca delles por outros da prodcelo
. do paz ou por cscravos, bois, cavallos, etc. Assim, pois, fique na ntelli"eiicia >> todos
STpSoBP?r%>" fe8. SSW E V'mvmT) 1iecebe, Tmoeda dc v***** ^l 3SSS. S
na loja do Pavo a ruK Imperariz Mec a,godao' a='uaiJen e; nilll>0> Nao, cavallos, cscravos, etc., etc. e (beldar o mesmo valor
na S Silva. cm genei os, escolhidos a contento.
Quando a importancia dos gneros apartados for menor do que a dos obiectos ro-
cebidos por troca, o -ropheta nao demorar a differcnca que deve dar em dinhe.pj.
Um estabelecimento que com tantos sacrificios e despezas acaba de ser aberr
deve inspirar a lodos a certeza dc que se vender muito liarato com o fim de se adani-
nr crdito e fregue/.ia. '
Aaruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Arroz do Maranho, Java e do Penedo a 80,
l'O e 12o rs. a libra, e a arroba a 1 <>80,
2(9300 e 2A800.
Amendoas a 280 rs. a libra.
Ameixas francezas a I#00, IfiiOO c l600
em latas, frascos e lindas caiebinhas muito
proprias para memosear algom,
Amendoas confeitadas em francos de vidro
al^o frasco.
Alpiste a ltJn rs. a libra e a i-jOO a arroba.
Azeite doce francez a 90o rs. a garrafa.
Azeite de Lisboa a 040 rs. a garrafa e 46800
a caada.
Azeite doce em boioes com 9 garrafas a o^CO
com o boiao.
Azeitonas por todo o preco.
rodinha e. aletra a 000 rs. a libra e a 4-5 la"gura,como ,;m C0,'P' ProPr,p P;1
a caixinha com 19 lihi-K misas de cscravos, etc., etc., prego
a caixmna Lom i iiDras. j0 viIa da faienda. s 0 Pav5o .
Nozes rnuilo novas a 1)0 rs. a libra. peratriz n. 60, de Gama & Silva.
dem em botija a 3*0 e O0 rs. a botija.
Graixa em laLsa 13200 a duzia.
Limonadas de diversas iradas a I 000 o
frasco.
Licores inglezes e francezesa 1.-M300, l^KOO
e 23 a garrafa.
Lingoas americanas a 800 rs. cada una.
LingoJcas promptas em latas a 1>2(0 a lata.
Manteiga ingleza ueste genero o que lia de
melhor a 800 rs. a brae em barril a 7Co
rs.
dem mais baixa a (540 e 720 rs a libra
Manteiga franceza a ti20 rs. a libra, em barr
a G 40 rs a libra em retalho.
Massa rie tomates a 640 rs. libra.
Marmelada muito nova a 640 rs. a libra,
Moiiios inglezes a 400 e 640 rs. a garram.fca.
Biscoitos inglezes de diversas marcas a 1 300 j Mosiarda preparada a OO c 640 rs. o frasca.
Massas para sopa macarrao, talbarim e alti ia
a 400 rs. a libra.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e Peixe em latas preparado pela primeira arte Algodozinho'com loqHe~de avaria
16200rs. a caada. de cozinba a 13 a lata,
Kirsk garrafas muito grandes a 13800 rs. Paliios de dentes a 160 rs. o maco.
Alm dos gneros cima mencionados le-dem de dentes a 120 rs.
mos grande porciio de outros que dcixamos dem de flor a 200 rs.
a 1,000 ris
e 1,800
Vende-se pega de algodozinho por ter um pe-
queo toque do avaria, mas que esta em bom es-
tado, pelo barato prego de 't e i<5'00 a pega ; s
o Pavo : rua da Imperatriz n. 60 dc Gama &
de mencionar, e que tudosera vendido por Amendoas confortados a 900 rs. a libra. Silva.
pecas e carnadas, tanto em porcoes como Doce de goabaem latas o melhor pessi vela fts guardanapos eiouomieos i Pavo e s do
retalho-
Quem comprar de 1003000 para cima le-
ra o abate de o por cento.
23 e em caixao a 640 rs.
Palitos do gaz a 23200 a groza.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
NO
ABH.4ZEB
DE
*Wm fc TOftt
dD-''IA D'D 'J'JaaijliDfi-
UT8EIRO VEKOE.
b
Neste cstabelecimento ha sempro um sortimento completo de roupa feita de
todas as quaiitkdes, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor- 2
rentes, para o qie tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um I
grande e variado sortimento de fazendas de todas as (saudades, para seahoras.
103000
bomens e meninos.
JK Casacas de panno preto, 3o3 o
1M S&brecasacas idea, 303 e .
fe Paletos idem e de c^res, 25d,
203, 18* e......
S'Ditos de casemira, 203, 134,
g l-*' mc......
II Ditos dc alpaca, ;>3. 43 e .
Ditos ditos pretos, 93, 73,
*& 43 o......
Ditos de brim e ganga de co-
in 435O0, 43, 3^iOe. .
Ditos branco de linho, 63,53 e
; Ditos dao, W, 73 c.....
Calcas de casomira preta, 123,
103, 83 e......73000
Ditas de cores, 93, 83 e. .
Ditas de Bwia casemira de co-
res, 53000 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 43500 e. ,
Ditas de brim branco e de c-
res, 53. 43500, 43 e .
Ditas de ganga de cores, 33 e
Colietes de velludo preto c de
cores, 93 e......
Ditos de casemira preta, 53 e
Ditos de ditas de odres 53
303000 Dito8 de setim preto. .
253000 Ditos de ditos e seda branco,
63 e.......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 63, 53 e
73000 Colietes de fustao e brim bran-
33500 co, 33500, 33 e .
..J^* de brim de linho,
31800. 23400 e......
ijuvw Ditas de ateodo, 1300e. .
> Camisas de peitos de linho,
W, 33 e......23500 !
Ditas de madapolo, 23500, m
23e........
Chapeos de massa. pretosfran-
cezes 103 93 e
73000 Ditos de'fltr, 53, 43,33500 e
.Bitos de sol, de seda, 123,
43O00 113, 73 e......630^0
, Collarinhos de linho fino, ulti-
43000: ma moda duzia. .
! Sortimento completo de erava-
23500 tas.
23500 Toalhas parroslo, dozia, 113,
le........
73000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
43000 tos e de cores.
Pavo
Vendem-se os mais lindos e modernos guarda-
apos econmicos c todo linho, tanto pira as casas
de familia como para hoteis, bolequins, etc. etc.,
pelo baratissimo preco de 3JI a duzia, isto s na
ja do Pavo rua da Imperatriz D. ), de Gama
i Silva.
Os MOiitcmbarques lo i'avSo
e ti*.
vendem-se o-, mais linos soutembarques que
; lecm vindo ao mercado, sendo Je eaxemira dc co-
res pelo diminutissimo prego de i2 cada um, di-
Bolachinhas de soda, oval e lunch a 2000
a lata com o libras,
Bolachinhas americanas em barricas 26
libias a 2300H.
Banba de porco da melhor qualidade a 360
rs. a'libra.
dem linas em caixinhas a ;(3C00 acamiiha.
Marrasquino de Zara verdadeiro a 15i'0t>
frasco,
dem mais baixo a 800 rs. e 13000 ofras ..
Millio un saccas'om Ocuiasa 335(0.
MACHINAS EPTENTE
de i rafsaIIi.ii- a mo para
descaro^ai* algodo
ABRIGADAS
Pai* Plnf lvAtlini'C. Cr O 'os de musambique pelo diminuto prego de 5, s'^"3? '
101 llalli IJlOtlierS O I/, naljadPavo, mas que se nao enganem a rua Chocolal
OH) \ 1| d:l ''"peratriz n. 00, de Gama Jfc Silva. CeVveia
'^
Batatas em gigos e caixas por todo o preco. Pivzunloinglez para fiambre viudo no uinr.c
Caf moido a l'3 00 ou ^r>000 a arroba.! vapor a 8(i0 rs. a libra.
Caf superior a 73800, 8300o e 8*>500 a dem'mais antgo a 640 rs. a libra.
arroba. demdo Porto a 640 rs. e sendo intero a
Cha nesio genero temos o que hade melho-l 5' 0 rs. a libra.
assim como lambem temos baixo pelos pre-^j Passas i ovas a 400 rs. a libra.
eos segundes: i34-0, I3ri(.(', 13800 'Polvo a IfO rs. a libia.
23100. 2SG0u. 23800 e 330(0 o fino. Painco a 160 rs. a libra.
Charutos de todas as melhores e peores mar-'P.imada a 240 rs. a duzia.
cas do mercado a 80", 13000. 1 $600, 23,l Pimenla do reino a 320 rs.
23800, D3000, W oo, JrMJOo, D4800 e 63 j Peixe em latas a 130c0 a
o cento. vina, pargoe outros
Chonrica as mais novas do mercado a 123 Papel de peso a 2300 a resma.
dem idem muito fino a 43000 e 33"0(;.
a libia.
la a, s&vei, o
Estas machinas
Atoalhado do Pavo.
Vende-se panno do linho adamascado proprio!
o barril com 1 arroba e 480 rs. a libra, a
ellas que 6 pt chincha.
e magnifico a I jOOO e 13200 a libra,
eja marca a mais acreditada que tem
vindo a ."00 rs. a gnala, emeia garrafas
por 320 rs. branca e preta
"a
podemdescarocar j l,3ra 1";,lhls dL' "esa, pelo diminuto preco de 300 oJZl~?:i ",. L\, l t e i
qualquer aneSe a V;"'a- Bwlanapos de l.nho a :-5 a nu/b. Consenas inglezas a80rs. o Irasco fazend
de algedao sem it0i,lhas d, moa :>5 cada duzia, na loja do Pavo, chique,
estragar o lio, rua da taperatriz n. 60, de Gama A Silva/ dem francezas a o' 0 rs. o frasco.
sendo bastante
duas pessoas para
o trakilho; pode
descarocar urna
arroba do algo-
do em carogo
K' s o Pavo (a#500).
ucm tem bales por tal preco f
Vendem-se os baloes americanos muito superio-
res com O e 23 arcos pelo
25-jiW o 43, ditos dc 23, 30
Cevadinha de Franca a 240 rs. a libra.
Champagne da melhor marca que aqu tem
vindo a 20-5 o 243 o *igo.
'ni
ou
10 ^minutos, I pelo
muito bem armados
baraiissinio preco de r>,_"_ '
o 33 arcos com fitas, CoS"al^ glez e lian-vz a 800 rs. e I >000 a
e tambem tem corps escuras' garrafa.
jarato prego de 3JB0Q cada um : s na loja i Pebolas por lodo onvo.
pordlaou 3 ar-i?ris,aVa' rua da ^^^ D" W' dc Gama*!Copos lapidados que sempre se venderam e
robasde aiKodo: () .^ ^ ?J^*?7V!? JH*elW'
X machina v"^- superior setim d.Ghma. fazenda toda |J ,',lJoni0s .8*S &****! 3 .duzia-
' dc laa sen. lustre tendo 6 palmos de largura pro- (^os ,ara vinho a 3#00 a duzia.
a nica que
do al
40000
5,5000
20000
10400
10600
80500
24000
60000
0
60000
40000
30000
20500
Lences de bramante de linho.
4#e......|. Hf- 3J5O0 Cobertas de chita chineza.. .
mwmmmmmmmmmwm *********;
A lliiioA^ lmpreza de illummatfto
fclWLlICwtl gaz.
A loia de sapatos do pateo do arsenal inudon a' /J5>das aS, Veda^ de aPPareIhos reclamacSes
, \t2Zat~,\ZZ .,,;..V.1 .Ia1 '.nuu.ou a por esenpto dando o non, morada, data, ele),
devem ser leitas no armazem da rua do Imperador
n. 41. Os machimstas mandados para atiender a
esus, apreseniaro um livro que o reclamaules
devro assignar logo depois de prompto o servigo
reclamado; isto para que a empre/a fique sciente
de haverem os mesmo< senhores sido devidamente
atendidos._______________
Hua da seozalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ierro coado libra a 110 rs., idem de Lo*
Moor libra a 120 rs.
pos*ae as vantagens de nao destruir o fio do al- pno Dara vestidos, capas, paletots, caigas, etc.,
godao e de fazer render o dobro de qualquer ou- i Vcl '^ralissimo prego de 2-}. 2,82t 0, 25300 e 33 o
tra com menos trabalho, a sua iniroduccao para M^vado, casa pntas lisas, chitas prets largas e
as provincias dcste imperio ser do muito valor i cslrei,as> manguitos, colarinhos, pnnhos, e enlejes,
para todos os interessados na lavoura do paiz. | ,u" P^o proprio para luto fechado, e muitos ou-
Assim com machinas em ponto grande do mes- lru* aniSr>> que se vendem por precos mais cm
mo systerna,oraql serem movidas por animaes,! c.onla do flu,! om outra qoalqier parto por eslar
,agua ou vapor, pas uaes podem descarocar 18 ar' I l"ln'dando ; s na leja do Pavao rua Ja Impcra-
| robas dc algodao ampo por dia. "iz 60, de (Jama & Silva.
O algodao descarogado por estas machinas tem I -^* percalas do Pavo.
muito mais estimagao nos mercados de Europa e As mais H9m percalas que tem vindo ao mer-
vende-se por maiorprego. cado pelo ultimo vapor Icui na loja do Pavao pelo
as maemnas scacham a venda unicamenie em j barato prego de 600 rs. o covado ; ditas de listi-
! ofeBS muito miudinhas proprias para vestidos c
j roupoes de senlioras, meninos e meninas, pelo ba-
! ratissinio prego de 300 rs. o covado : garantem-se
; as core* por serem do melhor fabricante que as
j tem em Pars : Uo na loja do Pavao rua da Ira-
: peratriz n. 60, de Gama Jfe Silva.
As chitas do Pavo t#400 e
JISOO o corte.
I \endcm-se cortes de chita com dez covados
tftO, ditos a 25800, com 12 covados; sao chitas
inglezas, mas padroes bonitos o tintas seguras;
assim tem as melhores chitas francezas e do tin-
! ,1aseuras PO"" precos commodos, a saber : 320,
210, 3iO,JJ60, OO, o, ;jo0 rs. o covado : na loja do
j00 Pavao a rua da Imperatriz: n. 60, de (ama &
w bilva.
120
20
casa de
Saunders Brolhers & C.
X. II, prava do Corpo auto
n RECIFE.
Os nicos agentes neste paix.
RIVAL SEM SEGUNDO.
na liquidaba! para a rua da Cruz o. 17; vende as
fazendas por pr*co de praga, como seja. marroquim
novo preto a !8# a dozia, recebendo notas do ban-
co o Brasil.
tlVIk
a 10 a ancoreta, era porgo so far grande abati-
nieoto : na rua Soya, a. 8, loja do cb.
130
."OO
100
;oo
mm
Vende-se potassa em barr a *ommdo prego o
na roa da Cruz n. 23, pnmeiro andar, esoriplon:
Antonio de Alraaida Gomes.
Charutos da Havana.
Ven.fe-Rft superiores charutos da Havana em
^ do RabSelicieiiau&C.; ru da Cadeia
Machinas para descarocar
algodao dos mais acreditados
fabricantes: na fundido do
Bowman, rua do Brura n. 38.
Hua do Queimado n. i9 loja do miudezas de Jo-
s Uigodinbo. veuham ver a pecliincha que se est
acabaudo certas qualidade de fazenda.
Pegas de litas elsticas com 10 varas a..
Ditas do tranca branca lisa com 10 varas.
Ditas de tranga preta lisa a............
Realeos para meninos, pechineha a!.!
Ilodinhas com superiores alfinetes a.....
Caixas com superiores agulhas o limpas a
Sabonetes de familia, muito linos a 80 o..
Pares de sauatos de laa para crianeas a..
Varas de tobado do. Porto muito*bom a
100, 120 o.........................
Ditas de bico largo grosso a............
Potes de superior tinta tem maiside nieVa
garrafa a........................
Caixas com perfumaras muito bonitas a.
Frascos de oleo de macaca muito fino a .
Ditos de oleo de babosa superior a 240,
3*0, 400 e..................
Ditos de cheiros muito superiores era qua-
lidade a........................*
Ditos de agua de colonia muito boa a.'...
Ditos de dita dita grande a...........
Sabnnetes de todo o prego 60, 160 200
Prascos de superior banha a 320 e.'.'.'.'.'.'
Caixas de p para limpar dentes muito'
fino a*....................
Ditos de banha transparente a......
Pares de hgas muito linas para senhora a
babonetos ingirzcs da melhor qualidade a
irascos de agua dentrifi.y superior ca-
ramida a......................."
Massos com 2o env^lopes grandes azula-
do a........................
Varas de Illa prela com coichetes a...'.'.'
Frascos de macaga perola muito superior
iiixas com pennas grandes a.........
prosas de botoes pra caiga preta, ariiulos
Libras de raemenlo^da ropa de lavar a..
Carriteis de retroz de todas as cores o
tem meia oitava de retroz a.........
Varas de bicos dc diffor'ntes larguras a
Doces de calda vindns de L'sboa ueste ultimo
vapor a 0 0 rs. a lata das melhores l'i le-
las fia Eun-pa.
dem da goiaba e da casca o melhor que o
possivcl por diversos precos, e conforme
otainanho dosca xes.
Ervliasem latas a GiOrs. a lata.
dem seccas a 200 rs a libra.
Espermame americano a l.-OOa libra.
Idem franceza 560 rs. n masso com t velas.
Figos de comadre em caixinhas muito lindas
a 800 rs a caisa.
1'arinlia de trigo a 120 e 150 rs a libra.
Farinha do MaranliVi a 24" rs. a libra.
Fumo do Para a 18' 0 a lata erando.
[Fumo americano a 10400 a libra.
Fumo era macinhos para sigarros a 200
rs. o maco.
Farelo em sacas dc RO a 90 libras a 3.^800
Genubra de laranja 1$ o frasco.
dem do Hollanda a 5*00 rs. o Irasco.
P
pon
Os bordados do Pavio
\oiideui-so caiuisinhas cTun manguitos e eolli-
-'W: nhas bordadas, pelo barato preco de l o l-8t)
MH; cada um, manguitos s o0) rs.' cada par, ditos
' n?i" ?0nha'a 800rs., golinhas iOOe 480 n., de
ifl' a 24 rs- cada rl'Jlinba bordada, romeira de
Jw{; c*ssa d^ (iK' ""II10 f,ein bordadas 2 cada
> urna, manguitos que servem para calcinha de me-
ninas a 640 rs. cada par, camisa com manguitos o
golas com a competente grvala
fina, pelo barato
O BALIZA
320
ifJO
de seda, fazenda
jingo de 35, e umitas outras
bordadas que se vendem por precos muito um
canta : s 11a loja do Pavao ,'t rua "da Imperatriz
n. CO.dc Gama & Silva.
As ronpas do Pavo
Vende-se panno preto lino mnito superior pelo-
m barato prego de 2J, 24o00, 3, 34500 e .i#, dito
. muito tino a 35 e 85 o covaJo, casimira preta de
W i um so larKura ml"> ""a a 15800, 25 o 5o00
800i?-$Jco(.vado' eortes de casimira .le cores a 5,
, >floOO o 65, casimiras enfestadas de una < cOr
qq'proprias para caigas, paletots. colotes,capas o para
O I r,Ulias.dc meniuos a :15500 o covado, isto na loja
"JOO o. ao a ru da Iraperatrte n. 60, de Gama &
J20 Sl,va-
15O0O
100
100
200
200
100
200
200
00
olas*;! da Russla.
da mais superior desembarcada banlera : vende- i ^a
se no escriptorio do Manoel Ignacio de Olivcira & | ,-,
Filho, largo do Corpo Santo n. 19.
Gomma de mandioca.
Vendo-3 na rua da Madre de D?os n.' 38, ar-
nazcm.
Y ende- 20 libras de pennas de rola pro-
prias para travessHrns e colchSs de criangas: ua
roa do Q>i"!mado. loja de ferrag"B? p. l\.
dem marlim a i >; o,
dem almasso 3 3^000, 3$3O0 e 4400C
Mera para embrolho .1 l;>200 a resma.
Palitos para dentes macos com 2o macinhoa
a 80, 12o e 200 rs. o mago.
Palitos do gaz 3 2/jOOOa groza.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 2^600.
dem londrino a !K0 rs. a libra.
dem prato a OU) rs. a libra.
Rap Meurona 1A(00 a libra.
Sag e sevadinha a 210.; 280 rs. a libra,
Sardinhas de .Nantes a OO, 560 e 3G0 rs. a
lata.
Sabio massa a 120, 180, 200 e 210 rs a
libra, e em caixes por menos.
Sal refinado a 600 rs. o vazo (pole de vidro.)
Tuucinho de Lisboa, de Santos e americano
a 100, 250 e 32.1 rs. a libra c em arroba
a o, -,.; 90000.
Tijolos para limpar facas a 160 rs. cada ira.
["Yinlio do Porto em ancoras com 70 garrafas
a 300000.
Vinhos de Lisboa e Figueira qualidades mag-
nificas a 34OOO, 30500 e 40000 a caada.
Vinho do Porto em pipa a o e t-)' -00 a ranada.
Vinho branco de Lisboa e Porto rm ancoras,
barris e pipas a Vinsgre de Lisboa a l.^tiOO e 2.->000 a cana-
da.
Vinagre em garrafoes por I-jt'OO GOttOgar-
rafao.
Vinagre cm ancoi as para 1 jtOO com a ancora
de 9 caadas.
Vassouras americanas a 640 rs. cada orna
Vinho deKordeaux neste genero temos grande
porcao e das qualidades melhores que lom
vino ao nosso mercado em garrafas, em
ancoras, em bai rs e imanlas o qnal ven-
demos por procos muito baixos.
DECLARACAO.
O BALIZA decara pelo prezente que
deixa de publicar os pregos pelos quaes ven-
de as sii3s mercadorias por motivos qne ao.
respeitavel publico ptraco interefa. Serve
provisoriamente de baze os preces do Pro-
pheta.

"
ORDEN DO IIH.
. O BALIZA concede plena hberdade aos
seus amovis colloias Clarins, Unies, mitra-
dos e croados, para que possara saltar, her-
rar e talo mais quanio Ibes aprouver, al
a saa segunda ordem.
W


*mm
DUHo Ce PefMak Terea frl* 1* ** Vlembio le fl*4
ALLIANCA
57 RA DO IMPERADOR 57
w.
i t i


Pawo Ferreira da Silva & Companhia
Grande sortimenlo de melbados em grosso e a retalho. nico armazem que mais
vantagens efferece ao publico.
Deseiiganem-se todos.
o tlllanca o verdadeiro homem do progressso
B 0 i I llanca o verdadeiro e principal armazem ae molhaoo.s.
o Ufanea o armazem que vende mais barato.
K o tillan?a o armazem que vende os melbores gneros.
o Altlanca o armazem onde preside o mellior acero.
Fiquem lodos sabedores desta verdade,
Venbam todos ra do Imperador h. 57.
Venham ver os gneros que temos expostos a venda.
0
NEM COROAS NEM MITRAS

NOVA EXPQSIQQ DE GNEROS
GRAMIIE
DE
i B I
I




rdem de Hollanda em garrafoes com 24 gar-
rafas a 7,2oo rs. com o garrafo.
a 3oo rs. a libra.' Lentilhas excellente legume para sopa e gui-
zados a 2oo rs. a libra.
S^r^ceS/emSixInlias com'Unan Licores france/.es de todas as qualidades a
.-stampas a l,2oo, ltlo e l,6oo rs. cada 8oo e l.ooo rs. as garrafas grandes.
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 8oo
Amcndoas confeitadas de bonitas cor
Sao rs. a libra.
Id!>in de casca muito nova
Avalas a 2oo rs. a libra.
RIJA DO IMPERADOR Km A0
Junto ae Wbratto em que mora o Sr. 0>berne,

NO
AKJftlAZEf
i
N

Dli
M

\. 9 RA IIO CRESPO W. O
eslamp
iim muicigu iue
idorn em frasco de vidro com rolba do mes- e 98o rs. a libra,
ino ou de metal, a l,2oo e i, too rs. cada dem franceza nova j deste auno a 6oo rs.
mu uu uw ^ ljbra^ e 58q rg em bafr|s ,nte,ros>
dem'em frasco grandes a S,5oo rs. cada' Marraelada especial dos melbores fabrican-
uin.
tes de Lisboa a Coo e 64o rs. a libra, ha
te'em latas de Uoo ) J^J**-S"^,^ a 56o
Ouai-te Aluielila A C, receberam de sua propria em ouiuieu
da o mal Iludo e variad orIntento de mol hados, proprlos
da presente estaco.
Manteiga ingleza Macas brancas
da safra nova vinda neste vapor de 28 de: para sopa a melhor que se pdc desejar.
imio a 800 rs. a libra. macarrao, talharini e aleiria a 400 rs. a
Mantel a franceza libra e 4,5500 a caixa.
da safra nova a 560 rs. alibra. e em barril VinllO
a 500 rs.
Amendoas
Figueira J A A e outras muitas marcas acre- comprador.
Esquina que valla para a raa de Imperador
provavel que nio seja bem aceita a verJade, quando a boa f de todos anda
Tilluflid por esta epidemia de niuzeatfcos nuncios de cornetas, tambores, coras, mi-
tras, ele., qpe todo ada cachera as paginas deste jornal.
Afijliil& l'A
Os aonuncianles nao lem em vista senao garantirern ao respeitavel publico a
sua palavra de honra, vendendo com o lucro suficiente para suas subsistencias e nao para
assentarem fortunas a forra da regra de liga como outros aoounciatttes deste genero.
PARA TOOS
No armazem principal veode-se a todos pelos precos marcados na segninte la-
|)ella, mas nao se vende por todo o preco fa/.endo-se peso de arroba hespanhola, garan-
te-se as qualidades dos gneros trocamto-se tod aquelle que nao seja do agrado do
Aifazema muilo nova e limpa
ICo rs a libra e 4,6oo rs. a ar-!Marrasqunho verdadeiro de Za l,ooo'a dia -
agarrafa, i0,000 rs. a caom 1 usi.xrc a
zia.
'Nozes muito novas a 16o rs a libra.
superior a 600 e 800!
Alpista a
roba
tolaotttbas de Lisboa da fabrica do Beato:
\nlonio das seguintes qualidades: agua e
sal doces, e imperial em latas de 6 libras j frezante de Hambre
a 3,000 rs. e de 3 l/i libras" a Mee rs. rs.
confeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
2#40O, muito propios para mimos.
Cartes
com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
com bolachinhas de seda de todas as qua-
lidades a 10380.
Chocolates
ra Massa de tomate em latas de l
Arroz da india e Maranbo o melhor que se rs. cada urna.
Se desejar a loo e 12o rs a libra e dem para soda estrellinka, ^erodmha
fo a 3,i,x. rs. a arroba. wnca.xmhassor t.dasa3,ooo J.ooors.cada
\zeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa, e urna e 000 rs. a libra.
" 4.800 rs. a caada. Mem macarrao. talhanm ealetna a 400 is. a de ^ as qaaRdades a i&m a libra
dem francez clarilicado em garrafas bran- libra. 'i-J Pi>piitiiYW nirWflR
ras a 9iio rs. cada urna, e lo,ooo rs. a Mostarda franceza preparada em frasco a 4oo
"xa coiu I duzia. rs. cada uro
a 32o rs. a li-Molho ingiez em garrafinbas com rolhas de
vidro a 64o rs. cada urna.
Amendoas confeitadas de
64o rs. a libra.
diversas cores a
rutadas a 500 rs. a garrafa.
dem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e dem He casca dura a 24o rs. a libra.
2#800 a caada. dem de casca mole a 32o rs. a libra.
dem do Porto i Ameixas francezas em caixinbas com lindas
generosos engarrafado ds melbores fabri-1 estampas, a l,2oo e l,5oo rs.
cantes da cidade do Porto a i e 1(52001 dem em frascos de vidro a l,2oo rs.
dem em frascos grandes a 2,5oo rs.
a garrafa e de 105 a 12# a caixa, as mar-
cas sao as seguintes: Chamisso A Filbo,
F. d- M., Nctar ou vinho dos Deuzes,
lagrimas do Doupo c outros muitos.
Latas
com 10 libras de banha a 45000.
Bolachinha ingleza
a 1(5800 a barrica da mesina que
venden a 2000e 2400.
Nozes
as mais novas do mercado a 120r* .*
1,
bra.
dos ntelberes fabricantes a 800 rs., lambem
temos veikos para 500 rs.
Queijos flamengos arve
chegados neste *^gor a 2*6oo. i ^ ^^ fab,.icaflteJ^dc ^ m mM
ebegados no ultimo vapor a WM cada um. & *8 a ** a "-
ineijo
' londrino o mais fresco que se pode esperar
em
Hbn a 64o rs., estas bolachinhas dem do Porto para panella a 5oo rs. a libra.
.orna-se muilo recommrndavel com espe-
jiatulade para us doentes.
Biscoitos e Bolachinhas de soda em latas de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a l.35o rs. a lata.
Bolos france/.es em carios e de diversas
qualidades a 64o rs. cada um.
:.:;iia de porco verdadeira refinada a 4oo
re. a libra aera barrita 38e rs.
D-.lafcis novas a 160 rs. a libra.
:..; chinias inglesas ltimamente descuibar-
tadas a lo rs. a libra e 2,ouo rs. a bar-
cica.
Iharopagne ^> marcas mais superiores que
t liojc lem vindo annosso mercado a
: ;. rs. o gigo 8 I,Son rs. a garrafa
inteira, e 8ou rs. as meias.
.; 't nxira o mellior qtie se pode desejar. e
dourads,!
e I^-OO.
Cha uxim
me nutro qualqoer nao
vende por menos
le 3.000 a 2,7oo rs. a libra,
olera perola de esp cial qualidade a 2,6oe e
,8un rs. a libra, garanle-se a qualidade
'i'esle cha.
: liysson o mellior que 6 possivel encon-
trar-se a 2,4oo e 2,6oo rs. a libra.
. q do Kio em latas de 2, 4, 6 e8 libras
; l,2ooe l,4oo rs. a libra
dem pretn muito finoa l,6oo rs. alibra.
Chocolate das melhores qualidades, francez.
aoii'.'i e suisso a l,ooo, l,2oo e I.'ioo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos' Enr-
iado de S mas em */s caixas das seguin-
leSbmarcas: Pai i/.ienses, Suspiros, Diii-
cias, Napoledes e Guanabaras a 2,3oo rs.,
e em caixas inteiras Trovadores a 3,ouo
rs. cada urna.
...'. d outros muitos fabricantes e de dif-
ereutes marcas para l.Soo rs. as meias
;aixns, de suspiros a l,600, 2,000 e3,ooD
, es. as caixas inteiras.
: iservas ingle*as a 800 rs. o frasco.
Moa franceza a 500 rs.
Cognac in.L,'!*". das melhores marcas a 1,000
,s. a garrafa e lo.ooo rs. a duzia.
Ulero francez superior qualidade a 800 rs.
a garrafa e !),ooo rs. a duzia.
Camioho e erva-docea 4oo rs. alibra.
:ravo da India a 600 rs. a libra.
Canellaa l,ono rs. alibra.
Copos fmos para agua a 5,000 rs. a duzia. e
5oo rs. cada um.
Caf do Rio superior a -280 c 320 rs. a libra. I
e 8,800 e !),5oo 1 arroba.
oce tino de geiaba atSoors. ocaixo.
especial qualidade a 2.;>7t)0 rs. a
dem hvsson
o mais aromtico que tero vindo
mercado a 20600.
Masaas amarellas
para sopa, macarrao, tahlarim o
480 rs. alibra.
C'OCiVtC
libra
Passas novas a 48o rs. 1 libra.
Peixe em latas de diferentes qualidades co-
mo, savel, corvina, govas, pescadinha e a
outros a 1,00o rs. a latas.
Palitos pura denles a 14o e a 16o rs. o mas-i
so dos melhores.
Painco o mais novo e limpo a 160 rs, a li-
bra, o a i,5oo rs. a arroba.
Palitos do gaz a 2,loo rs. a grosa, c2oo rs.
a duzia, e 20 rs. a caixinha.
Queijos Ihmengos ebegados neste ultimo o melhor que se pode dfoej.i
vapor, a 3,000
dem prato muito fresco a 800 e 9oo rs. a
libra.
dem suisso a melhor qualidade que at bo-
je lem viudo ao nosso mercado a 800 rs.
a libra.
dem londrino a 9oo rs.
Sal refinado em poics de vidro a 000 r*.
cada um.
Cerveja das melhores marcas a 6,000 rs. a
duzia, e 060 rs, a garrafa.
Sardinba de Lisboa e Nantes em quartos e
meias latas a 38o e 58o rs. cada urna.
Sag muito novo e alvo a 24o rs. a libra.
Sevadinba de Franca 18o rs. a libra.
Serada a loo rs. a libra, e 2.800 rs. a ar-
roba.
Traques de 1.a qualidade a 9,Soo rs. a cai-
xa, e 24o rs. a carta.
Toucinho novo de Liiba a 21o e 32o rs.
libra.
Tijolo para limpar facas a 15o rs. cadaum.
Vinho em pipa Porto, Lisboa e Figueira das;
melhores marcas a 3,8oo rs. a caada, e e excellente quajidade a 2^200 a resma,
5oo rs a garrafa.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Beis e outros em
meias caixinhas a tifStiO.
Arroz
do Maranhao a 100 rs. a libra, e da Indio
a 80 rs. a libra, e 24500 a 35000 a ar-.
roba desses que vendem por 30400.
CAF
I de 1.a e 2.a sorlc do Ilio de Janeiro a 8#8f
e 8#500 a arroba, e 280 a 300 rs. a lib;
tiarralcs
!com 4 '/> garrafas com vinagre a IrSOOOv**
que outro' o garramo.
lrt5? pMeTCnderPr ,l'CnS ^Urdadeira'^So o'ra^c'de ItOOf
dem perola
e de'excellante maree a 800 rs. a libra
sendo inteiro e a 900 rs, a retalho. .
Conservas aglezas
as mais novas que se pdc esperar a 760 rs. j
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente
proprias para mimos a 900
dem em latas de 1 */* libra a 1,100 rs.
Arroz do Maranhao e da India o melhor que
ha ueste genero de 80 a loo rs, a libra, e
de 2,5oo a 2,8oo a arroba,
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa, e
4,800 rs. a' caada.
dem francez c de Lisboa refinado cm gar-
rafas brancas a 9oo rs. a garrafa e 10,000
rs. a duzia.
Aifazema muilo nova e limpa a 32o rs. a
libia.
Azeitonas muilo novas a 2,000 rs, a anco-
reta.
Alpista limpo a liors. a libra, e l,4oo rs. a
arroba.
! Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio de diversas qualidades, em latas
de6 e de 3 libras a 3,ooo e l,5oo rs. a
lata, e 6io rs. a libra.
i dem ingleza em latas de 2 e de 4 libras
das melhores marcas a l,3oo e 2.2oo rs.
a lata.
Banha de porco refinada a loo rs. a libra e
em barril a 36o rs.
Lentilhas muito novas excellente legume pa-
ra sopa a 2oo rs. a libra.
Licores francezes de todas as qualidades de
7oo e 9oo rs. a garrafa.
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800 rs.
a -libra, desnessesario mais elogios nes-
te genero que s se pode verificar com a
vista.
dem franceza a 56o rs. a libra, e em barril
ou meios a 5oo rs.
Marmellada do 1. fabricante de Lisboa a 600
rs. a libra, ha latas de I, l*/j e 2 libras.
Maga de tomate em latas de uiia e duas li-
bras, a 600 rs. a libra.
dem para sopa estrellinha, pevide, rodinha,
etc. a3,5oo rs. a caixa e 56o rs. a libra.
Macarrao, talliarim e aleiria a 4oo rs. a li-
bra.
Mostarda franceza preparada a 4oo rs. o fras-
co.
dem ingleza em p a 6io rs. o frasco.
Mol lio ingiez em garrafinhas com rolha de
vidro a 64o rs. cada urna.
Marraschino verdadeiro de Zara a l.ooo rs.
a garrafa, e !0,000 rs. a duzia.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Ostras preparadas em latas a Too rs. a lata.
Prezunto para fiambre ingiez verdadeiro, ga-
rantindo-se a qualidade. a 7oo rs a libra.
Passas novas de carnada a 4oo rs. a libra, e
6,5oo rs. a caixa.
Peixe em latas hermticamente fechadas das
E);)
ooo com
a caixa.
DEM
em frasqueiras de Hollanda a
12 frascos.
* n,,sso; GENEBRA
de Hollanda verdadeira cm frasqueira a oo j
\ rs. cada una.
aletriaV KITOB
I os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza
1 ; e2o rs. cada caixinha.
1.8oo! LICORES
caixa
Batatas em caixas de 2 e de \ arrobas a seguintes qualidades, sabel, corvina, go-
l.loo rs. a arroba. rz, cavallinha e pescada a 1,000 rs. la-
I Champagne das melhores marcas a 2o.000 ia.
rs. o gigo, l,8oo rs. a garrafa, e 9oo rs. palitos para denles lidiadas a lio rs. o urn-
as meias garrafas. ro de 20 macinhos.
i Cha uxim o melhor possivel a 2,7oo rs. a li- dem do gaz a 2oo rs. a duzia, e 2,4oo rs.
bra. a groza.
dem perola qualidade especial a 2,7oo rs. Painco muilo novo a I60 rs. a libra, c l,5oo
a lua. I rs. a arroba.
Idemhysson o melhr.rqueha neste genero Queijos flamengos do ultimo vapor.
9 muito afamado cognac Pal Brandy a -
rs a narrara e de outras muitas qualida- finos de todas as qualidades. a lo,ooo a
des a 1,000 e 800 rs. a garrafa. coro urna duz.a e a 1 000 a garrafa.
copos m Marmelaaa
lapidados para agua a 4.5;>o e 5,ooo rs. a ^ meinores fabricantes de Lisboa, como se-:
duzia, e a 440 c 5oo rs. cada um.
jam Abren e outros muitos a 600 rs. a
PAPEL
a almarjo, greve, peso e de outras muitas qua-
libra.
Pregunto
s de 2,200, a 4,5oo a resma do me- 0 verdadeiro prezunto de Lamego a 52o
Papel de botica a l,bra
Ihor.
r
. 2.000, 2,4oo e 2.600 rs. a libra.
dem do Rio em latas de 2 a 8 libras, a 1,3oo
rs. a libra.
dem priilo homeop.-ithico 2,ooo rs. a lihr.i.
Cerveja das melbores marcas a 6,000 rs. a du-
zia, e 56o rs. a garrafa.
Chocolate francez, suisso e hespanhol a
i,ooo, !,2ooe 1.4oo rs. a libra.
Charutos do afamado fabricante Jos Furia
do de Simas e outros da Bahia como se-
jam Regaba, Trovadores, Guanabaras, De-
licias e Suspiros, a l,6oo, 2,oco, 3,ooo e
4,000 rs. a caixa.
Conservas mglezas a 75o rs. o frasco.
dem do Porto Lisboa e Figueira demarcas
menos conhecidas a 4oo rs. a garrafa, c
2,8oo rs. a caada.
dem Colares especial vinho a 600 rs. a gar-
rafa.
IdemLaviMilio muito fresco do levando com-
composi(,'ao a 56o rs. a garrafa, e 4,ooo
rs a caada.
dem branca de uva pura a 56o rs. a garra-
fa, e 4,5oo rs. a caada,
dem mais batee a 4oo rs. a garrafa, a 3,ooo
rs. a caada,
dem Bordeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 6,5oo e 7,ooo
rs. a caixa.
dem muito especial que raras vezas vera ao
nosso mercado a 1,2oo rs a garrafa, ga-
rante-se que por este mesmo preco d
prejuizo e s se encentra n'este arma-
PAPEI.
azul e pardo para embrulhode
rs. a resma.
Corintliias
rvilhas portuauezas ltimamente chegadas; zem. _
a-7oors. a lata. ^m uo Po>*to em caixas com 12 garralas
dem ceceas a 16o rs. a libra. das seguintes marcas Lagrimas do Dou-
(dem jdescascadas a 2oo rs. a libra. ro, Duque do Porto, Genuino, Velho Par-
do
araruta verdadeira a 320 rs. a;
Karinha
libra,
figos em caixinhas muito bem eufeitadas a|
4,000 rs. caria urna,
1.000
ticular, Malvasio fino, D. Pedro V, D.
Luiz I, Nctar e outros a 9,000 e 10,000
rs. a caixa e 9oo e l.ooo rs. a garrafa.
! dem Muscatel superior a 1,00o rs. a garra-
l.iemem l?tas ermilicamente lacradas a! fa,e lo.ooo a caixa com 1 duzia.
t Sgo e 2,5oo rs. cada urna. i Vinagre puro de Lisboa a 2oo a garrafa e
dem em caixas de l,'t aalob* at2,5oo rs. ,4oo fs. a caada,
:ada urna, e 2oo rs. a libra. dem em garraoes com 5 garrafas a
raix muito nova a loo rfca lata e 1 .une. rs. coafc o gprrafiiov
rs.'-a duzia. *-' '- ; Vassoura's-dlorto de arcos ile ferro a 32o
Genehfa de Hollanda em frasqueiras com 12- rs. cada urna.
frascos por 6,000 rs. e 560 rs. o frasco dem de escova para esfregar casa a 36o rs.
dem d laranja a l.ooo rs. os frascos gran- cada urna.
des e 1 l.ooo rs. a caixa com 12 frascos. 1 Velas de espermacete superiores a 56o rs.
urea dem de carnauba refinada e de composc5o
Mem'tem garrafoes de 16 garrafas a 4,8oo '< a 36o rs. a libra, e de le,ooo a 11,000 ra.
rs. com o garrafo. a arroba.
ARROZ
I Maranhao, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3,ooo, a 3,2oo rs. a arroba.
>o a 2,2oo VELAS
de espermacete de diversas marcas a 36o rs.
a libra e em caixa ter abatiment.
passas corinthias muito novas proprias para:(]e mnmha em caixas' de arroba a 9,3oo r
podim a 800 rs^a libra. caixa c 3lo rs a libra#
r limo Batatas novas
o verdadeiro fumo americano em chapa a', em caixas de 2 arrobas a 5 a caixa e 60 rs.
l.ioo rs. alibra a libra.
Yi-nocri'P Passas m"il n0Tas
V iiitt,-, i c j em quar(0; e nteiros a 2> o quarto e 6#300
PRR em ancoretas de 9 caadas a f 5,000 rs. a t;ajxa e 400 rs. a libra,
cada urna. chocolate
Cebollas I portuguez o mais especial que se pode de-
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa' seJar a rs- lib'a c l *JJ' po-
e 1 000 rs o molho Frutas em calda
A1 -^4-1 T> r r. chegadas ltimamente, pera, pecego, ginja e
AipiSta e raillCO outros muitos a OlO rs. a lata,
o mais novo do mercado a 110 rs. a libra, 1 Dan da casca da goiaba
e 40400 a arroba. a 600 e 1$ o cai.xe.
Os propietarios do grande armazem o Verdadeiro Principal declaram aqs seus
freguezes e amigos e ao publico em geral, que para faeiitapacomraodrdade de toles es-
tipularam os mesmos precos nos seguintes lugares:
luiao e Com me re i o raa do Qaeimado a. 7
O Verdadeiro Principal raa do Imperador n. 'o

FMJCTA8









i.
INJECCAO E CAPSULAS
VEGETAES ao MATICO.J
GRIMAULT E C'.A PHARMACEUT1C0S EM PARS
. Novo tramuienmprBniad*as fh ** "*.rtre do Pern,papa acun rpida c ilifalhvel
:* Gfiorrllf seiil rtecio algum da co5lrac:o do canal ou Ja InHammajo do* lnetliio. O clere
'Hwitor Rlcer Lmpr&a-ae mjrcrf no fn?o do ftiixo. as Mpaflas em todos os casos chronkos a lOTeterados, que
resistir-s preparacies do copohu, cubeba e as iojeccoes com base metallica. B-m.*
Deposito geral: em Parts, em cas. de HM. Grhuault e C, pharmaceutifoa, 7, rM* la Feulllade;
rm Liiboa, Jo.r Ag..lnh m CMl.-Cartalh jualr no i'orlo, *'''?* Ff
retra; em o Hio-it-J-uiro, 6>ttM, ni, roa 8. PKt etn B*h*a, jaa^s^Ma'fW|ia|iia bvl*.
Jicir; em Rio-Grande, Jatala de Gd em MartnMo, >'* c* <*rtnaMOuco,
-inmtu f c, ra da Cruz, 22 Saama, e as priBcipaea pharmaclas do BrasH.
aaaw-aaaaaaaaaaaaaaaBiaaaaiaaaaaaaaaaaaiaaaaaaaaaaaaaiaaaaaaaaBiaaaaa-a
Depofito geral m Peniajubaca roa la Crol a. 18 de emcasaCaros & Barboza.
11 \<;\ i, PERAS E UVAM
chegadas neste ultimo vapor, vende-se nos seguintes lugares: Ra do Imperador n.
40, Verdadeiro PrincipalRa do Queimado n. 7, Unio e Commercio
dem franceza surtidas ou de urna s quali-
dade de cada frasco a 5oo rs.
Cognac ingiez e francez a I ooo rs. a garra-
fa, e lo.ooo rs. a duzia.
| Comfnho e erva-doce a 4o rs. a libra.
Gravo da India a 6oo rs. a libra.
Canella a I,ooo rs. a libra.
Copos fino? para agua e vinho a 1.8oo,
5,ooo e 5,5oo rs. a duzia, e ."ioo rs. cada
um.
Caf do Rio superior 28o e 3oo r?. a libra,
e 8,uoo a 0,00o rs. a arroba.
dem ilo Cear a 26e, 28o e .'loo rs. a libra,
e 8,noo a 8.5oo rs. a arroba.
Doce de goiaba a 600 rs. o caixao.
Ervilhas portngnezas em latas, chegadas l-
timamente a 7oo rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
dem descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinlia de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Figos em caixinhas bem enfeitadas a 9oo rs.
cada urna.
Graixa nova a loo rs. a lata. I.ioo rs. .1
duzia.
Genebra de Hollanda ero frasqueiras de 12
frascos a ;i,8oors., e 56o rs. o frasco.
dem em botijas a 4oo rs. cada una.
dem em garrefOes de 16 garrafas a 4.800
*; Ts.com o garrafo.
dem idem de 3 caadas a 7,2oo rs. cada um.
dem ingleza em garrafas brancas bordadas
com rolha de vidro, qualidade superior
a l.ooo rs. a garrafa.
dem de laranja verdadeira a 1,000 rs. o fras-
co, e H.ooo a frasqueiras de 12 frascos.
Kirsch Wasser excellente bebida Suissa a
l,8oors. a garrafa.



eai-
Balaios para meninas
Lindos balaios de varios gostos para meninas
trazerem no braco : s se enronira na toja do Bei-
ja-Flor, ra do rjueiraado n. 63 e 69.
Extratos e saMo em
xinhas
Lindas caixinhas com nm cartao rom a familia
imjierial, e dentro de cada caixa um fraGo ou sa-
bio o mais fino qne 6 passivel: na toja do Beija-
flor roa do Queimado n. 63 e- 69._______
Salitre refinado, superior qualidade, tinbo Bor-
deaux, difff rentes qualidades, mais barat que em
Sualquer parte : no armazem de E. A. Borle &
., ru da Cruz n. 4A.
VeB'le--.o a ifi terrea da ra Projrreso
n. 21 (no rUininlw Noi'q), tem um porlo ao lado
que d entrada;'frift'a."p.'t|Hinlal, no qnal existo cin-
co pequeas mei SgiMs; rende Urdo 4804, e ven-
de-se barato por sen propriftario ter do relirar-se
para fra da provincia : a tralaf na ra do Quei-
mado n. 77.
Venda de predios
fin paHirnlar ou em leilao.
Vendem-se dua propriedades de pasas cunti-
gua?, de dons andares e soto, com grandes rma-
teos omipados actualmente peloSr. Feliciano Jos
Gomes, para o trafico de assucar, sitos na ra de
Apollo ns. 34 c 36, edificados pelo actual proprie-
lario, com ptimos alicerces, superiores maderas,
e acabades em t86t, tendo ambos 52 palmos u-
vres de paredes, de largura, e os altos do de n.
34, e o prrtneiro andar1 do de n. 30 215 palmos d<
| comprimento, o segundo andar do de n. 36" lem m>-
| mente 120 palmos de comprimento, com-iim ter
! rach, o os nrmazens (em 340 palmos de tromp-
ment cada um. tendo ambos tajnbctti frflnte para
a ra do caes de Apollo, e o de n. 36 tamliem p^ra'
a rran'ssa do antigo porto das canoas : os prefen-
dentes estes valiosos predios queiram dtrigir-se
aO seu proprietario Antoqro Botelbo Pinto de Mos-
quita na ra da fadvia do Recite n. 64, segundo
andar, ou ao agenteOliveia na mesma ra n. CS
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz de primeira qualidade a
105 a lata : nos armazens da "ra do Im-
perador o. t e ra do Trapiche Nove n. 8.
dem pialo muito fresco a 8oo rs. a libra, e
sendo inteiro a 72o rs.
Sal refinado em potes de vidro a 5oo is. ca-
da um.
Sardinbas de Lisboa e de Nantes a 6og rs.
a meia lata, e ioo rs o qnarto.
Sag innito novo c alvo a 2o rs. a libra.
Sardinha de Franca a 18o rs. a libra.
Sevadaa loo rs. alibra.
Toucinho de Lisboa a 2io e 3oors. a libra.
Tijolos para limpar facas a 15o rs. cada um.
Vinho em pipa, Porto, Lisboa c Figueira das
marcas menos condecidas a ioo rs. a gar-
rafa, c a 2,8oo rs. a cariada.
dem Figueira expecialmeUe escolhido neste
lugar a (ioors. a garrafa, c 4,5oo araada.
dem La?rad.o, Colares muito fresco ^em
composigo a oors. agarrafa, e 4,5oo rs. a
caada.
dem Lisboa em ancoras com 9 ranadas mar-
ca especial a 22,ooo rs. a ancora.
dem ortico uva pura a 56o rs. a garrafa.
ea .-'no a caada.
dem Porto lino em pipa a 060 rs. a garra-
fa.
dem engarrafados generosos. Lagrimas do
ouro, Duque do Porto, t. Lniv. I, 1). Pe-
dro V, Nctar, velho secco, Malvazia, o
genuino particular de Ooo a I ,"?oo rs. a gar-
rafa o a lo,ooo rs. a caixa com urna duzia.
dem Madeiralegilimo a l,2oo rs. a garrafa,
ea l.ooo rs. a duzia.
dem Muscatel a looo rs. a garrafa.
dem Bordeaux dos acreditadas marcas St.
Julicn St. Esteph, chteau la Ro/eychatau
Margoux e outros a 6,ooo rs, a caixa e 56o
rs. a garrafa.
Vermoutb a melhor bebida estomacal a 2,ooo
rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e I, ioo
rs. a caada.
dem em garrafoes com o garrafas a 1 ,ooo rs.
Vassouras do Porto com reos de ferro a :J2o
rs. cada urna,
dem de escovas para lavar casa a 36o rs.
cada urna.
Vellas de esperniaceie superiores a 56o r.
a libra, e sendo em caixa a 52o rs.
dem de carnauba retinada e de composicao
a 36o rs. a libra, e lo,5oo e 1 l,ooo rs. a
arroba.
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Sfg'g-g.-s
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C 3 2 U>
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4:500000.
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Veude-se um xc^llenle sil ft CapuVfa, rom
urna boa caen de pedr e cal pan otmtMsa fami-
lia, tendo 3 salas'e 8 quartos, cor.inha fra, casa
para escravos, dita para feitor, tanqne para banho,
dito para lavar roupa, e duas cacimbas com boa
apua de beber, terreno proprio, viveiro rom peixe
e rio, e muita's arvores de fruelo, com 200 pe* de
larangciras de diversas qualidades, sapous, gwa-
beiras, abacatt, maogueiras, fructa-po, romeiras,
hananeiras, coqoe*osj pH*T$*9*r l*'eiras, par-
reiras, u |.:,ixa/lec^i%aiB w ida lUrv r de
sembararndo : os prtiendrfntes pmTem dirigir se a
Caminga^ova, no entrar da mesma, a quera,
passando o primeiro porlo, no-segundo, qnt; acha-
ra com quem tratar este negocio, c lambem para
ir examinar o roe^
AlcaMo.
Vendem-se barvtefom afcatrao : na rp* ^!rnr.
n. 23, primeiro andar. escTiptorto derAntonio de
AlmeM Gome.
----------nif i
ti ub imbu~
Mttnca*.
Veadeso superior vinh* do Portom caixa? de
ama duzia : ero casa de Johnston Pater k C.,\ ra
do Vigario n. 3

/


i


Diaria a>
Tei^a letra O d<- aeteaibro de l4.
*
10 PUBLICO
Sem o menor consrau-
gimeuto se entregar o
Importe do genero que
nao agradar.
ATTENCAO
Os |*recos da seguate
tabella para todos, p-
deselo asslm servir de ba-
se para o ajuste de contas
com os portadores.
ABMAZEM
RITA 1ML G1A1EIA 1IO RECIBE X. 53.
i Logo pascando o arco da Coneriro)
Cirande redneco de precos, equivalente a dez por cento menos o que outro qualquer
annuneiante.
rol legas..Nao posso por mais lempo sustentar o prega ta manteiga ingleza a l,ooors. a libra, tem assim o de oulros
amitos objectos, etc., dando com isio ocasio a todas as espeluncas acaharem-por bom preco a manteiga de tempero, e gritaren em
alta voz, que podem vender pelo preco que eu vendo 111 Ora, eu offendido com estas obscuridades e receloso em adoptar o mesmo
systhoma que vim encontrar, de so se vender com um por cento a carola, resolv fa/.er esta giande redado de precos, como veris,
pela segrate tabella, pea romo sabis ca pelo meu bairro, at a abertura do momoravel armazem de mnlbados Uniao Metcanlil nao;
se sabia de outro preco de manteiga ngleza nao ser o de l,4oo a 1,600 rs. a libra. Hoje nnrem, resentidos da reduccao a que
estao obrigados encarando todos os das de seus fregue* mclamaco de precos, e qualidades, vingam-sc de um e outro portadores
mal informado deste novo estabelecimenlo. para Ihe vender gneros no proprios de um estabelecimento dista ordem que o seu fim
tao rnente obter a concorrencia de scus freguezes.
Para bem de todos.
Senhores e Senhoras o aceio que presidio, aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que ludo aproroplidao e kuu
reza com que serao tratados, conviita a urna vizita ao mesmo, certas de que sem duvida me darao a prolecco e preferencia na compra
dos gneros que precisarem, e quand nao pocam vir podero mandar seus portadores, anda que estes sejam pouco praticos, pois
sero to bem servidos como se viessem pessoalmente, bavendo para com estes toda recommendaco, afim de que nao vio em outra parte.
Manteiga ingteza (safra nova) especialmente
escolhida a 800 rs. a libra, em barril se
faz abatimento.
dem franceza a mais nova que tem vindo ao
mercado a 5Go rs. a libra, e em barril ou
meios a ;>oo rs.
Cha hysson de superior qualidade a 2,6oe rs.
a libra,
dem perela o mais superior do mercado a
2,8oo rs.
dem huxim o melbor que se pode desejar
neste genero 2,Roo rs.
dem pelo hemeopathico por ser de superior
qualidade a 2,ooo rs. a libra,
litera hysson, huxun e nerola mais proprio
para negocio o l,6oo, 1,800 e 2,ooo rs. a
libra, garante-se ser muito regu ar, igual
ao que se vende emouira parte por 2,4oo
e 2,6oo rs.
l/raguicas, chouricas e paios em latas de 8
libras, cinticamente lacradas a 3,3oe rs.
garante-se serem superiores aos que vem
em barris.
Chouricas e paios em barris de meia e urna
arroba a 8,000 rs. e 1,000 o Goo rs. a libra,
Qoeijos ftamengos rcuita frescos chegados
neste ultimo vapor a 2,2oo rs. e do vapor
passado a l,6oo e l,8oo rs.
dem leudemos os ais superiores que tem
vindo ao mercado a*8oo rs. a tibra enfei-
ro se faz abalimento.
dem prato muta fresco a 800 rs. a libra.
Mem do Alentejo o que se pode desejar de
fresca e superior a 800 rs. a libra, a elles
antes que se acabem.
Ervilhas e favas portuguezas em latas ja pre-
paradas a 64o rs.
Marmeteda imperial dos mais acreditados fa-
bricantes de Lisboa a 600 rs. a libra.
Piscaste do reino vindos de casa particular
a 368 rs. a Libra, e a 5oo rs. inteiro.
dem Ralezas para Hambre chegado neste
vapor 7o rs. a libra.
Copos lapidados pana gua a 0,000e 5,3oo a
duzia,
Caooufarte franeez, soisso e hespanol a 9iw
I.oiift e I,2oo rs. a libra.
Espennaccte em caixinbas contundo 6 libra*
por .ooo r., srararrie-se serem transpa-
rente e de superior qualidade, tambemtem
de 12 por libra propria para carro
IVixe em posta sovel. corvina, gors. pesca-1
da, slalo, ostras echernee, vezugo em
latas grandes a 800 e 1,000 rs. cada urna. |
"Vinho Boraaiu das marcas mais acredita-1
das que tem viudo ao nosso mercado a
6,000, 7,ooo e 8,000 rs. a caixa, garantc-
rs. e em barricas de 4 duzias se faz abati-
mento.
Caf do Rio a 26o e 28ors. a libra, e 7.8oo
e 8.000 rs. a arroba.
dem lavado de primeira qualidade a 3oo rs.
a libra, e 9,ooo rs. a arroba.
dem do Cear de superior qualidade a 2io
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,000 rs. a
arroba.
Arroz do Maranbao a loo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba.
dem da India muito alvo egraudo a loo rs. a
libra, e 3,ooo rs. a arroba.
dem de Java a 80 rs. a libra, e 2,2oo rs.
a arroba.
Painco ealpista a 14o rs. a libra, o 4,3oo
rs. a arroba.
Massa de tmale em latas de 1 e 2 libras a
600 rs. e de barril muito superior a 000
rs. a libra.
Aletria, macarro e talharim a ioo rs. a li-
bra, e 9,ooo rs. a caixa.
deme lalherim branco a 32o rs. a libra,
estas massas tornam-se recomendaveis as
pessoas doenles por serem propriamente
feitas para esse lim.
Estearinas a 56o rs. a libra, e em caixa com
25 libras a 52o rs.
Vinho do Porto muilo fino excellente qua-
lidade proprio para engarrafar em ancore-
tas com 9 caadas por 13,000 rs.
Antonio de Lisboa em latas com 6 libras
por 2,oo; ditas doce em latas com o mes-
mo peso a 2,5oo; ditasimperiaes emlatas
de 3 libras por l,5oo rs.
Ameixas francezas em latas de 1 e meia libra
por i ,2oo; ditas em eaixinhas de deversos
tamanhos com bonitas estampas na caixa
exteriora I,2oo, l,5oo, ei,8oors.
Azeite doce refinado Penanol ou do Kempes
de Lisboa a 85o rs. a garrafa e 9,5oo a
caixa com urna duzia.
Batatas muito novas a 5o rs. a libra e 2,ooo a
caixa com 2 arrobas.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,5oo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a 32o
Nozes meito novas a ICo rs. a libra
Molho inglez em garrafa de vidro com
rollia do mesmo a 5oo rs.
Mostarda ingle/.a dos melhores fabricantes a
800 rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes j preparada
a 4oo rs. *
Lentilhas excellente legume para sopa a 2oo
rs. a libra.
Marrasquino o verdadeiro de Zara cm garrafas
grandes a l.ooors. e M,ooo a duzia-
Palitos para denles a 14o e IGo rs. o maco-
Sal refinado em irasco de vidro com rolha do
mesmo a 5oo rs.
f^^^^^^^^^^^
Gritlilv
%
m mm
pechiwha
O limo do amigo nfiMifTeriri ; "
Pa-seio Pnhliro n. II, vim | < 1
i|u>-rpi-elieii um gramil- toriiiiino de
chitas francezas e ingleza-,. ,-,, ,,. .|.
vnlo a v. ndcr por l'.iratu j 1 i aliin uV
adquirir ri-eitupzia e apurar '-*: .
No Passeio Pubfieo 11. l
Vfiin.--sH cintas esiri las :i :(:- rs,
cuvado, lila a 260, diM lan i.
a 3t. dila a 360, diU a l)'. .:'..
S no Passeio. Publico ti, I.'.
Wudi-.-p. diales d IIiITIm. ..:, i
63-">" 45oi.O.
No Passeo Public n. !!.
Vefiiin-se linni branca kai......
pHo ha rato preco de 70 rs. ;. vai ina-'
dspi'lSii (rio a i)J com 20 v r. ,
75S0O, dilo a I)HOO, casen-.; hi i ..
15800o covado, MBM Guu n 3|500, ilitu
superior a t.')i 0.
S-no Passeio Prbliin n !
Vendf-se grvalas dV reda a 2oo rs..
ricos cortes de vestido r <; iril'n ia o.
lencos bordadora ca rl*hn ;> ti 1 -,.-
siiu romo oulms fazenda ni 1
lamlieiu ge dao as aiBOfi:>.< i:
|ie- hor
wmm;*;:' : ^
..->
Atii~o 1 eceoer de sua prnpria eiiciTim/eiida un gnfwt* e vanado sortimento
">olhados todos primorosamente escolbidos, por isso apressa-se o proprietario em
offerecer aossewo tr^oves e a0 publico era geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos precos, afiancando louu *- ^.a^r seero vendido neste bem conhecido ar-
mazem.
Um confeito e eppeoiJica v
expellir os-Ve fines.
'jfc-!>.T:::;: !
Amcndoas confeitadas de 800 rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 rs,
libra,
dem franceza a 5<3o rs. a libra, e 52o rs.
sende era barril.
Cb nxim a 2,7oo re. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para
cia a 2,700,
Licores francezes e porluguezes das seguin-
tesmarcas creme de violetas, gerofles, ro-,
sa, absinto vespeiro, amor perfoito, amen-
dua amarga, percicot. de Tunn, Botefim, ]
morangos, liman, cal, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, oriel punenta a i.000
rs. a duzia l.ooo rs. a garrafa, garante-se!
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
1

r
I
I
dem hysson o mais superior que se pode Passas muito novas em quartos e inteiros a
desejar a 2,6oo e de 8 libras para-cuna
a 2,5oo rs.
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras
para cima a 2,3oors.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4,6 e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata,
dem preto o melhor que se pode desejar
neste genero a 2.800 rs.
dem menos superior a esse que se vende
por, 2 e 2,4oo, a 4,800 rs. a libra,
dem mais- baixo bom para negocio a l,5oo
rs. a libra.
Ideo miudinho proprio para negocio a i,000,
rs. a libra.
Queijos do reino chegados jeste ultimo va-
por a 2,2oo.
Queijos chegados no ultimo vapor a 2,600 rs
dem prato ws melhores e mais frescos do
mercado a 800 rs. a libra sendo inteiro.
Vinhode pipa Porta, Figuera, e Lisboa a32o, {Cerveja branca e preta das marcas mais a- Genebra marca gato a !.7oo rs. a garrafa
4oo cono rs. a garrafa, encanada a 2,5oo, 1 creditadas que vem a" ""*-- 3,ooo e 3,8oo rs.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a loa e 000 rs. a garrafa, em caada
a 3,ooo e 3,5oo rs.
Vinho branco para missa em caixa de i duzia
a 8,000 e a G8o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das nielliores maras, que
vea ao mercado como sejam Lagrimas do
Uouro, Duque do Porta, DiiqueGenuino,
D. Luiz I., Madeira secca, Malvazio fino,
Feloria em caixa de 1 duzia de 9,ooo a
lo.ooo rs. ca9oo c l,oooa garrafa.
Vinho Colares o mais superior que tem
vindo ao mercado a G4o rs. a garrafa.
Sardtinas de Nantesem quartos e metas latas
a 36o e 5o rs. cada urna.
Sardinhas portuguezas em latas grandes
preparadas pelo melhor conserveiro de Lis-
boa a (54o rs.
Bolachinhas inglezas as mais novas do mer-
cado a 2,8oo rs. a barrica, e 2 lo rs. a
libra.
Bolachinlia de soda em latas com diversas
qualidades a l,3oo rs.
se ser de qualidade superior, que outro Bolo franeez em caixinhas muito proprias
quaiquer nao pode vender por este preco.! para mimo a B4o rs.
Genebra de Holanda a 5(o rs. o frasco, e Passas muito novas de carnada a 4no rs. a
5,7oo rs a frasqueira. libra e 6,000 rs. a caixa com 2S libras,
dem de laranja verdadeira de Altana em Figos de comadre a 24o rs a libra e
frascos grandes a l.ooors. o frasco, e 1,800 rs. a caixa com 8 libras.
11,000 rs. a duzia. Amendoas de casca mole a 32o rs a libra
dem de Hollanda em botijas grandes a 4oo Bolachinhas d'agua em sal da feUrica do Beato
que vem ao mercado a 5,ooo .
5,5oo a duzia e ir?o rs. a garrafa. Biscortos em tatas de 2 libras das seguiotes
Sag muito novo e alvo a 24o rs. a libra. marcas : Osborne, Craknel, Mixed, Victo-
Sevadinha de Franca muilo nova a2oo rs. na' Pec-aic, Fance, Machineeoutras mui-
Charutosdetodososfabricantesdalahiaedas ts a *,3noe i.ioors.
mais acreditadas marcas conbecidas no Fumo amencano em chapa a !, nosso mercado a 2,ooo, 2,5.0, 3,ooo, ,,1)ra-
3,5oo e 3,8oo a oaixa de loo charutos. Aramia de todas as qualidades.
Cognac inglez das melhores marcas a|Batalas novas em canas de 2 arrobas a 3J a
1,0(90 rs. a garrafa. I 8 ^o rs. a libra-
, ,. .Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
Doce da casca da gouiba em ralas de 4 11-1 hruto a 4,000 rs.
bras por 2,ooo; ditoemcaixiesaGoors. .dem ngte/as em barricas amis novado
caila um- mercado a 3,5oo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Velas de carnauba de 6 e 12 por libra a Chocolate portuguez o mais especia! que se
32o rs. a libra e 10,000 rs. a arroba. pode desejar a 800 rs. a libra c I4o rs. o
Azeite doce de Lisboa a (54o rs. a garrafa pao.
e 4,8oo a caada. Papel de botica de excellente qnalidade a
Banha de porcorefinada a 4oo rs. a libra, 2Ioors. a resma.
e 36o rs. em barril. Potes com sal refinado a 48o rs. cada um.
Capil de diversas frutas muito frescas a!Bicos frascos com frutas francezas em calda
84o rs. a garrafa
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a graza.
Toucinbe de Lisboa muito alto e alvo a
32o rs. a libra e 8,500 a arroba.
Ameixas francezas em latas de 3 libras por
2,ooo. rs
Cebollas solas a l,4oo o cento ; ditas em
mollios com cento e tantas por 1,2oo rs.
Mallo evcellente cha para os navegantes a
a 2oo rs. libras.
AGENCIA
n
FUNGI LOW-AGKOGO
Kua da Seuulla no?a n. 42.
Neste estabelecimento contina a havar
om completa sortimento de moendas e meiai
moendas para'engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos ot
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roapa: em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
\ inliii do Porto superior
din eaixas de urna e duas duzias : tero para ven-
eer Antuoio Luiz de Oliveira Aievedo& C-, no seu
cscriptorio ra da Cruz n. 1.
1 Fabrica Conoei^ao da i
Bahia.
Andrade k Reg, reeebeni coostanle- S
mente e tem venda no. seu armazem n. jH
34 da ruado Imperador, algodo d'aquel- *
la fabrica, proprio para saceos de assu- 3
car, embalar aigodao empluma etc., etc., jjR
I pelo prego mais razoavel.
mmmmmm mm mmmmm
Charutos de Havana
de superior qualidade vendem-se em casa
de Schafleitlin A C, roa da Cruz n. 42.
AKVIAXIK.U
FROINTEIRO
DE
21Largo do Terca21
Ao publico.
.
Chouricas muito novas a 64o rs. a libra ; chocolate franeez a l,ooo rs. a libra;
ameixas idem ; alpista a 16o rs. a libra, e 4,6oo rs. a arroba ; arroz do Maranho e da
India de 8o a loo rs. a libra, e em a arroba de 2.6oo e 3,ooo rs. ; azeite doce refinado
a 1 ,foo rs. a garrafa e em porcao, menos; dem de barris a 6io rs. a garrafa, e em cana-
da a 4,8oe rs. ; banha de porco a 4oo rs. a libra, e em barril a 36o rs.; batatas muito
i novas a 4o rs. a libra, e 1,2ors. a arroba ; cha perola, hysson, miudinho a l,8oo, 2,4oo
!e 2,5oo rs. a libra ; charuto* dos meilunes fabricantes da Babia de 2,uoo e 4,ooo rs. ;
cerveja branca e preta a Son rs. a garrafa ; cravo, canella, cominho e erva-doce, eonser-
a melbor que se pode desrjar de 1,400 a
3,ooo o fi asco.
Frutas em calda ebegadas ltimamente, pera,
pecego, ginjaeoutros muilos a 42o rs. a
lata de 21j2 libras.
Foijo verde em bages em latas a 64o rs. a
lata.
Nozes muito novas a 120 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 6oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D Pedro V. nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e nutras militas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.oooe
l.ooo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garfa-
' fa e 4,ooo a caada,
dem superior a 5oo rs, a garrafa o 3,2oors.
a caada,
dem era pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composicSo a 560* a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
2,ooo rs o quarto, a 6,5oo a caixa e 4oo
rs. a libra,
dem corinthias proprias para podim a 8oo
rs. a libra.
Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
Lisboa a 64o rs. a libra
Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra.
GrSo denico muito novo a 16o r. a libra.
Ervilhas francesas em latas a 64o rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,6oo rs. a libra
'tezenda especial.
Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 8oo
rs. a Mira.
Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra.
i:araas de traque n. 1 a 8#5 Massas para sopa macarro. talharim aletria
a 4oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
Soors. a garrafa.
dem franeez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
garrafa.
Charutos em grande quantidade e de todos os
fabricantes mais a enditados a l,Soo,
2,ooo, 2,fioo, 3,non e 4,ooo rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por ah se ven
dera a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8.3oo e 9,ooo
rs. a arroba e 28o a 22o rs. a libra.
dem de segunda qualidade a 8,2no rs. a ar-
roba e 26o rs. a fibra.
Arroz do MaradbSo a !2ors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs a
arroba; e loo rs. a libra
dem maishaixoiedondoa 2.6no rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 8o rs. a libra. "
Vellas de <-arnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar- -
roba, e 36o rs. a libra.
Paistilbas ftrailfesai1
DE KEMP.
Ot? inaniaw6paiai4lgri .-,..
ellas sao de cliei-n*, sabui- o.V i^iuda-j
veis. A olegaiiaia, aegar-:!;-o de ae-
cao, o inofensivo da
Pastilias VermifUgaj da Zeupt
pihr oaun
omposicao exclnsirai.il>ate regetaj,
sao pstas poie as saa nn''...... mitis
completakc todan rts rec- : ndji.; que se poBsafazer-e-omn imtn rnzo na
colloco na -categora^Tu.m favonio in
versal.
A Bnperioridade dt
Pastilhas de Keirro

>
sobre todas as prepara^"- el =t'iia para o mesmo fim dovido A e -im-
ples coinposijao oCH aron-a adrada
vel e rapidez-e infal!'.'.'!' !, i;.;.
que alcanca u dostriiipu roal das
LOMBR1GA S
Anemia as Oujica&te Gano o
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo
da Madre de Dos.
...
C, Thi
Enfeites modferno?
r5i''l
r liiCH
Na ra larga do Rgri n SS.
A luja da Aurora r^n-heu cr.1 I-!'- n nii v,<
Bos paa cali. fa. i> qnai m v. lar.-.i :.
coni'i rwei'Hii cnfeiira it" ftihmfi' f
res, e ln I rn iliins d' ti: r.'-h
outras ii.indicas, as tntvt rv vi- .. r |.;ii,
'lii'in ilu vi>la fa fi1.
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ESCRAVOS
flrJ
dem de sebo iniiu.0 dura lingindoesparmace- Fujri na tardn do tiiaie iio ..
te 3H0 rs. a libra. esrrav,, ,,ar.lo, de II..IHI- ll;.i -.
IdemdeesParmacetean6ors.alibra, e em S?J!5.fS ,1 /
caixa a 020 rs. com 2o libras. nae> >. .jun.t.-> : ainira n%uh>>-
Papel o melhor que se pode desejar para os pura hmi, i-almlln rn*,; '-
Srs. empregadns pblicos a 5,ooo rs. ares- ,;,'';' de 'K"W"miIh << >
ma, j se venden poi 7.nno rs.
dem almaco pautado Iis<>a3,ooors. a resma.
dem de peso pautada e liso a 2,5oo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueteiroa 2,00 rs.
a resma.
|ip'. de |-allia, lindo Irtairn r :
iiiin mais nih|ia,e rvndldAili i 11
i|iii-iii M a. |n. i'iuii'i t|ii.'ir- luv.,-.
di- (>.- i 11. :8, no a 1 na du Bi >
rerii|iii'i-ii>adn
-i i,
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Fiifrm du frit-Cnh" GiHTr- :
rravn d.- riiin,)> Jo- Miihiti, .-.. i i
rrinnl-i : i|iii-m ii a|i|ir< lunilfi i.n :
filio i'iigi-iiiiM, un na na da Aiirm
' n\?. 1 t-
H lil
Eli ll.i|'H-la
(llllipri-..ai|.i.
da Silva, srr
- i'iIh r-'-
Idememl)iulho de 1,2ooa I,4oors. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 '/* ''lira a
l,2oo e 800 rs. a libra,
dem em frascas de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle 1,000 rs. tambem temos em
frascos para 1,4oo rs.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Cravo a 48o rs. a.libra.
Cerveja Tenente veidadeira a 7,000 rs. a
duziae 600 r>. a y arrala.
dem de outras marcas preta e branca a 5,Son
MM90 rs. a duzia e Sao rs a garrafa. i- r wniura elle for ir..lirir,
Vassouras de piassava um 2 arcos de ferro "* i'fovwrti r.nn.. rn. .-i .-,!.
viudas do Porto a 32o rs. ** de ,'i,,",'- ,|U'" hV"" *"p
Cebollas muilo novas a l.ooo rs. o molho e
800 rs. o rento.
Genebra de llollonda em frasqueiras a 6,000
e 36o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
K-Ci!' O fif'i o
No da 13 1I0 cm r.-iitc l'fui u 111 c
dp mu. Luis, ruiilieriilii 1 ur l.i n
ai.11 i. 1 i.iir.i mai< nli tppilu* !
ni. 1 b.ii 1 an'i id, irnas < miH'i 1
bwiu. i.'.rii a ti*, e rnntiul e
nai-..".l. .ni.. |uir r hu r.-.d
una oiri'lia iiinta'a de azul.
rMu lit-s |illlla laiiili;in aZiies fin
pul', ii'in im fr> iiIp du niNlu ; i
"O, i'ii.lic 1 iaiiloi ; p p-na '
da Silva (iu.Miio, mi.radnr n- n 1 bi
laul.. r- l/a-s.- as Ulti.riihd. p. ,\ -i.
as si'iihuii-> d>' pi gHiihns e 11 m
|i r vri.liira clip
I, "-
"M.'
II.
I -
*
1 a
ier su M.i.p iii'i --iihni. nie h .
{la>, a-iiu cufflo a i|IM*i O (. tir.
..-.'-
Aflia-sP
vas inglezas em frascos e meios de 5oo a 9oo is.; cognac m^lez superior a l.ooo rs. a Farinha de matarana a 240rs. a libra.
2.a e 3.* qualidade de 8,5oo, 9,00o e 9.5-.0 rs. a arroba ; cevadi-! R'038 caixas com Hgos a 1,00o rs. cada
garrafa ; caf le I
nha a 00 rs. a libra ; ervilhas portuguezas em latas de \ l/t libra a 7no rs. ; spernwcete
a 56o rs. libra, e em caixas a K2o rs.; farinha de araruta verdadeira a 2oo rs. a libra,
e em a arroba a 6,o(>or8 ; genebra de laranja a 1,000 rs. o frasco; idem de Hollanda
a 6io rs., e 4oo rs. a botija; graixa em latas a i.ino rs. a duzia ; manteiga ingleza per-
feita flor a 800 rs a libra ; idem franceza a 56o rs a libra, e em barris a 52o rs.; maca
de tomate a 600 rs. a libra ; marineada dos melhores fabricantes a 64o. rs. a libra; ale-
tria, talharim e macarrSoa 4o rs.; raarrasqwiiio de Zara verdadeiro a f.ooors. cada fras-
co ; nozes inutn novas a 2oo mada a 24o rs. a duzia; pimenta do reino a 36o rs. ; papel almaco e de pese de diver-
a i-ixintia ; ditos de seguranca
urna.
Kua da ScBzalia n. 42
Vende-se, em caga de S. P Johnston A C, sa9 marcas; palitos do gaz a 2,*oo rs. a gptsa e 2o rs.
sellins e silhoes, inglezes. candieiros e casti- individual a 2o rs. a ciix'mha e 36o rs. o maco; queijos flamengos do vapor a 2^00 r.
i;ae.s bronzeados, lonas inglezas, 60 de vela, cada um ; cevadinha a 2oo rs. a libra; sardinhas de Nantes de 4oo a K4o rs. a lata; sa-
chicotes para carros e montara, arreios para bSo massa muito $ii|)eri r a ioors. a libra; toucinho de Lisboa rotutn Mvo a 3no rs. a li-
cacros de um e iloos cavallos, e relogios de bra; vinh do Porto velho engarrafado a v,5oo rs ; idem em barril a 800 r*. a garrafa,
ouro patente inglez. sendo porcao fa/-se differenca eem caada a 5,ooo rs.; i-iem de Lisboa mito superior a
ioo rs. a carrafa e .isiki rs. a caada ; dem da Figueira J. A. A. a 5oo rs. a garrafa e
VIMII1 PlWi
Ricos livros cora figos 1,00o rs.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada milito no-
va a 8(1 rs. a libra, e 2.5oo a arroba.
Garraf3es aira 4 */ garrafas de vinho Supe-
rior a 2,5oo rs. cora o garrafio.
dem com 4 Vi ditas de venagre a 1,00o rs. o
garrafn.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
15,oon rs. cora a ancoreta
dem em pipa puro sem o batisme a 2oo rs.
a garrafa e 1.4oo rs. a caada.
Caixas coro t duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda mnito especial a 6,8bo rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
dem em garrafoesde 14 garrafas a 5,2oo rs.! fni'iiiv imh.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a gn>za e 2o rs. a
j Jj:
lllgid
dps
e o da 7 1 ot
i-rravn dp n>.i i''a-,
f'
3.61 rs. a cnida; idem do E treno a 36o e 320 rs a garrafa e ara canadn a 2,KKo; *e e amigos e publico era geral. que para; facilitar, a eommodidade de todos esiipulou
idem Bor leaux a 56o rs. a garrafa ; idem branco de Lishn, pmirie-para missaa 5k rs. os mesraos precos nos seguinteti lugares:
riSf^ to e Comraeroio ra do Queimado n. 7.
po n. 9, armazem Principal, a 304 a ancorade 9 SO,a' cevsda, alfasenaa, gaz e tuolo de hinpar facas a 1 io rs. Presuntos de Lamego a 5oo
caadas e a 360 a garrafa.
, ea.l.s a.ir rb outros muitos gneros quedesnecessark) menciom-io.
O Verdadeiro Principal nmAdo Imperador n. 40.
|iimr(i ii.ais ni ia,
alliii' ip^ii ar. p** (! fin rio/
Caua. bailad > j n'ii' alynns fhln -i
IdeBVide lentes bxados em macos grandes '."-;> io t*** i,..-,-,.,
(pin a i rna ari|ii.ata, (nirpin
taiiip ca'Hlii- i pilo, e n i ir'
fal.'ai ii-ais a|.ips-ailn cmt\ ifi n
liniil'i |'-.||('ii, i|iip mal |^lii i ; l'i .r
pin shini:.-. p a- y.ps pfniffeti le
lipluda- i II lldiis'. ; snpiiA fi j.'
lara n cei'lni. p riin>i:i i|up Pili ''ii i'in i
|K'ii- ni" iiii: >p a- aii'oin'aili'- a.
i,nm .riir-iii,ii.<',r pi't.dim I. r .>-1 rjp h >-
i'h rinajiir Ant"'!i" h SiWa1'"-i' na ris i-I
^niaiiiliiip.i. i|e s;i:i>,ii:i lirft p -\i-\\-%
hipi ii.->|ip/.a q : i>"( vpninr. ni, :,.,s i
lataiteainiM .itTrirp urna boa ^ ,. ; ,
i
rlmrfeNta iVaMn p (?dntutr iminiM)* G'la'ina .. p-ri'avii Ji-i4, i rrtj ('rhlDria; i!.' .ii nim
tlu, la.\i'. Por|i ipviilar. bpii;< ui.>- v -'.ida-,
d .,.'. .II*a-|.p.iu. lia*. i'achu'M r.is^n, ."..'i t.^p^
Im |i..l'.|ii lp(n a| na na ijtaMi'.'i dn i\'\- 'X", r.'"nlt
t)na- i Ir i, ni. h i iih: nttfi d i**-i. i pro
IUIi |iar. i r ni. (lo H.-lli*; p^li |., i.l.Ji', >''U,,rp-
ni-a i p nina aiii iu"-
riua--p a- aM..ndid |miI .
i ni i i.....,i, r liPiidain c.f.ica m i fill '';-
Ca id* -pn ).. i .... rila Dir il '"-'' ''
54, i|i.p >^i.. tji iiiiiiiiiiln nmwBujmw* '-1 t
con 2o rs o macinhos a 12o Cominbos mnito novos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
CevadHha de Franca a 18o rs. a libra.
MmtVarpista a 14o rs. a tibia e 4,5oo rs. a
arftfta.
Gomraa a 28o rs. a libra e 5.4oo a arroba.
Peines ero latas a l ,oo rs. a lata j prompto '" rii,,''"' ,H
a comer-se.
FareHo" de Lisboa marca P. e Biato saceos
grandes a 4,oihi rs.
Doee"d rasca dagoiaba a 6oo e l.ooo rs. o
caWto:
O proprietario do grande armazem nSoeCommerrio declara aos sena fregu
( enr;i" i I < I
iiIWIaV' IPS l-K*V
i IL FGfVFI



Diario ie *erm*mbnif Terca lelra SO e ftremhr de f 4-
/
L1TTERATDRA.
ftnajjse critica tres artigos paMirados na iKevue
desden mondes, tomos e i6 dos mezes rtc
fi'o e jntho de 1863, snb a epigrapncle
Br-Ml el la socil brcsilimne, nunirs el ay-
ag* ; pela padre Hanoel Amando das llores
t'..iv s, mriiii) o da asscmlila leyislaliv prn-
*h:-l d.is Atajis, e professor de lalim dnlj-
c- de lacei.
(Conclusiio.)
VII
tomada opiniao do almocreve gallo, o medico de c Quantas vezes em muilas viagens, (oreado (?) a
uma fazenda t a qual sempre o caravansar dos demorar-me em urna choga, abr com a dona da
esirangeiros que o percorrem. Sem ella nao ha casa o segu nte dialogo:
vlagem possivel.
E oSr. D'Assier d a razao. t Porque sempre
se euconira nella uma lasca, onde se vende peixe,
genero de primeira necessidade para os Europeus
do quilate du Sr. Adolfe.
l'or ussocio de deas, elle passa do doulor ao
msente.
Que edade lem a senhora !
Nlo sei, senhor.
Desde quando esl a senhora aqu ?
Nao sei, senhor.
Que edade lem este menino t
Nao sei, senhor.
Quanios lilhos tem a senhora ?
Aqu o embarago era visivel, se o numero che-
O mscate o Sr. D'A"ssier em pessoa ; Isto (
mu pobre diabo gallo, que enfadado deubir e des- gava cifra de quairo ou cinco.
cer corn um pacote as costas 'as cimas quasi inac- Meta pataca, senhor ; me respandeu, depois
forera essa mesmas'trivialidades, que eslo ao cesstveis dos Alpes e dos Pyrenns, para vender de uma tonga pausa, a mac de familia, em cuja
alnaec de qnalquur curandeiro do malte, nao sao |ent"S encarnados viandantes, dsse para o caso casa eu linha contado oito lilhos.
a ir: o Sr. D'Assier que s entende de canga- ,,avre onde embarca para o Brasi!, com meiadu- Era nos primeiros dias da minba chegada ; e
l,;rt,s ivn-fn t corados, e de crear or- z'a ao Palaca? "a cintura, snbracando um caixolc confesso que tive necessidade de recorrer ao meu
tose aUikas mr da sua densa africana, kneio de quinquilleras e de pechisbeque*, e em guia para penetrar o senlido desta estranha e atre-
brenha-se pelos centros a vender pelo seguinte vidanulapliera.
Amia mal* ; oingaen ignora no Brasil a dilli camo0 ^Q ()rpria;. pa|avras dl) Sr Asser : a uma historia desta s a resposta de Carobro-
tallad .,.; ha em colher os ovos da tartaruga e ( f ^ |}ro anuelziaho de hrilhantes casta em ne; porque qualquer outra ficara muito quem da
i .,.;, lo extremo cuidado com que esses ( parj). M Ubrit.it 1Q ^^ (40500) 0 quc fl. ingraldo> da malcriacao, do descaro e da inso-
*., 11 ...ur.im oceulter c guardar as suas pww- ||ede e|eva.0 a 2W). de.|1(,zas de COmmssoe trans- lente mentira desse artiguista audacioso, impuden-
.., :: .., vig.lancia lem-sc tornado .ao proverbial, ^ ^.^ ^ a imm ^ com ^ g .^
., .:., fam.liarmente este annexim : onde o ^ m ^ ^ ^ ^.^ ^ ^^ ^ ^ ^ ^ ^^ ^ ^ ^^ ^
E' frequentissimo ver familias numerosas cahi-
rem de repente em profunda miseria, aps uma
partida de dados ou de cartas. Este vicio funesto
tem invadido todas as classes e todas as ndoles ;
mas no baixo povo que se acha mais inveterado,
propoe a contar, nao muito que o pilhe ainda em I pj POLCO DE TODO.
differentes contradicoes, ou apreciares falsas. Se percorrermos a hstoria e estudarmos a
E' por exemplo umafalsidade que no Bio de Ja- maroha do umQQ QU da sociedadej Conl.eceremos
neiro no numero dos monos tenha a pl'ihy^ajos progressos que a civilisaco, sempre crescente,
pulmonar a quinta parte; e ainda mais falsa sera icm implantado no seio da humanidade em geral,
emigrado a causa, a que elle attribas esse pheno- J seril]l) mals mm rapdos os sons e|re|los no ks ruas de Macau e as de todas as cidades ehi-
meno nosolopico. jmcio dc uns pOT0^ |najs m menos |entos enire|nezas, encoutram-se cada passo jogadores ambu-
E" verdade que a phtliysica frequento na capi-. outros. | lantes, que com dous dados e um copo, ou antes
tal do nosso imperio j mas a mortalidade nesse; A hs,ora das ^ ^ mos|ra erden,emenle
genero de molestia nunca se da o Sr. I) Assier; e, bem lone de ser a causa! mais tl-vm qu, n-aque|ic paiz, bem como nos en-
disto a ijue ihc assigna o artigoista; isto
a eml-
gracao, ella est mui ra>oavclmenle na posicao
lopograpbica da cidade, que. sendo ccrcaua por
uma cinta de monUnhas, forma urna especie de
tubo cnico de bocea larga c campanuda, em cujo
fundo se vae reunir a ac^ao do sol aos miasmas e
As hmidas emanacoes da Ierra c do ocano. Sendo
os germens pestilenciaes constantemente aspirados,
sina que, aps quairo mil annos da existencia do
inundo, quando surgi o astro luminoso l das ban-
das da India, que a civilisacao mais forlementi*
se f.-z sentir ao impulso suave c benfico das dou"
trinas ensinadas aos apostlo* pela bocea do Divi-
no-Mcstrc morto atroz e ignominiosamente no ri-
mo do Golgoiba. em cumprimento da barbara lei
que contra ello foi proferida por um magistrado
ccari /.;;; os ovos tem osdkos. '
Cono pois, que o Sr. D'Assier vem largar-nos
O '- .1 priorio de que em ponfos instantes blete
Vtr.ii quanitdade prodigiosa de oros dc todos esses
rsttisf (waiuai).
Outra vid;:, Sr. artiguista.
VIH
O pola manteo esctiplor, depois de ter pintado
loui..- rdm mais burlescas a casa do seu hospe-
fei ti. .c.Mlwndn-lhe at as panellas, completa a
quasi 2u000(). A loia em que o compramos (no- dc eternas luminarias.
te-se beui o Sr. D'Assier usa do prnnome pessoal X
nos) ganha comnosco 100 por 100, o eis o an- Passemos agora a ultima parte do libello difama-
nel em 4003000. Aos, porrn, que com maioria torio do artiguista gallo.
de razo nao devenios ganhar menos, porque te-
mos o traiialho, veudemo-lo as seuhras do matto
poroOu^OOO; mas como ordinariamente ellas com-
pram liado, seus maridos passam-nos uma leltra de
1:0005000 para que nao penamos nossos interes-
ses I I (2)
Vein, pois, os Brasileirss, pela propria conGs-
ntenomms originan ; e que sao : o pair, o doutor, I sao do mais cynico Francs, vendelho de quinqui-
0 ::.u.:\:.; o fl/twxww c o /ioiiwjwrtro; palavr, I 'haras, qoe tiles comprara pechii-beques por vin-
COi.i .aJadeira significado Blle ignorando tola- te e ciuco vezes mais do seu valor.
c. ule. .1. fine-carador de forjnigas ; (chasseur de E com Q dtSCaro d ho(nRin mais |mpudcnte re.
'-......) Ulei ougaaado (rea desinencia perdigue-. kn Q Sr D- |SSl(jr ,au|a velnacaria pralicada por
t. eiro -que o Sr. Constancio, fundado somenle e||e e os patricios de sua es,,,ira conlra nS) que
elle mesmo tira a seguinte conclusao :
Segundo estes detalhes, comprehende-se que
.firo -que o Sr. Constancio, fundado somenle
i. y sivre, deriva do verbo latinomere.
Siilia, (mis-, o ao*r escriptor que a palavra por-
fu___, furmi'juriroea sua aecepcao genuina
si f.......... ; todas as oulras sao transalas; eem
aeulmuia deltas entra o catador de foranga?.
Ili ainda o adj clivo formtgneiro, que quer dizer
p0; ':.. caciiptur, ott artiguista da plana do Sr. D'As-
id i .
Kj Brasil nao ha alguem exclusivamente dediea-
o esto modo de tid; cada plantador odes-
:. dus fwrinigas que Ihe inftflam as lavouras
I)ilo ule de passagem, para provar mais uma vez
qpi 3c. Adolfo 6 um profundo ignoranlaco oas
ce- as.'. Brail, voltemos aoyadre, que aprima
r.: jftjfsionomiu original, e sobre quem o malcreado
rliguisuem *ua hydrophobica paterphnbia vomita
tu...:,.... imprecaedes do diccionario francez, lao ri-
ce '.. itbi tn> injuriosos.
. L itregandj ao mais solemne desprezo os insul-
au, >.; i.aprop'erios, os baldes e os ridiculos mote-
t',-, cntrosacludos de chocarric.es e salabordias de
g^i^mo gusto, com que o filho dos bordis calum-
oFraneez nao goza de excellenle reputacao no
Do almocreve o Sr. D'Assier tes-e a bondade de
dizer apenas que era quasi sempre o sacristao do
padre, e que algumas vezes, d'entre os seus filhos
. .' .. j. i u nomicos do artiguista, e nos seus modos incivis e
saina um doutor. instruido as srtrncias de La Fon- .
Depois de ter percorrido, como o temos visto, o
interior do Brasil, e perpassado por todos os en-
commodos de uma vida improba e difcil de aven-
turan) mscate, derancheira, tropeiro e almocre-
ve (de petas) ? enfadado de passar longo lempo,
novo Achules entre as Deidarnias pretas das sen-
xalas, vida menos alflicliva, porm por demais obs-
cura, o Sr. D'Assier passa cidade, onde nao odn
ser mais Miz pelos rtm aH*nmw queencon-
irou do pi ie das senhoras brasileiras expausivi-
dade dos seus intentos lbricos.
As portas dos gyneceos braleiros estiveram
sempre, de propria confisso do Sr. D'Assier, her-
mticamente fechadas paradle.
E' que as distinctas senhoras brasileiras, lio
affaveis, lao agradaveis aos Bybeirolles, aos Ferdi-
nand Denis, aos Saint Hilaires e a todos os eslran-
geiros doutos, de boa educaco e fino trato que
veem ao Brasil, reconheceram nos tragos physio-
fazem cites a sua acolo directa sobre os pulmoes. i sanguinario, c confirmada por um jmz pusilnime!
que sao a verdadeira sede dessa terrivel molestia, Entretanto a religio do Chrislo, apezar dos mni-
e d'ahi origina-se a consuniiicao. A humidade, a;tos martyres quoconta. a verdadeira philosophia
athmosphera, a trra, c o sol, e por nenhum modo do homem, c a que mais se casa com o nosso co-
a emigracao, eis as causas sin cas das freqoentes racao c o nosso espirito ; e tanto isto manifest
phthysicas. j e palpavcl, que ella, dentro de poneos seclos, tem
XII i conquistado o mais vasto imperio e aleada, c prc-
Tratando da creaco do jardim botnico, o Sr.! fessada era todos o; cantos do mundo ; e os poros
D'Assier, nao sei a que proposito, o com que fun-' 'Iuu vivera flebaixo da sua salutar influencia, sao
damenlo, a nao ser nicamente paraexercer o seu os mais felizes, e os que mais rpidos tem cami-
genio zombeteiro e escarnecedor, denomina pobre nhado as vas do progresso.
rci o bom monareha de Portugal e do Brasil, o Sr'! Estas rellexoes que ahi deixamos toscamente tri-
cadas, sao o corollario da leitura d <"" artigo que
lemosn'um jornal llilawW de 1850, que falla acer-
ca dos U.-iutnes dos China; e entre estas descri-
Qoes para aiju trasladamos o que um autor diz acer-
ca do vicio terrivel inveterado no animo daquelle
povo, o vicio mais perigoso do hornerao jogo.
Vejamos, pois, e consideremos o resultado de se-
Mas o Sr. Adolfe que nao perde vasa de insultar e melhante cegueira de espirito,
ridiculansar os Brasileiros, nao quiz pnupar oau- .....O que mais osamem Macau denomina-
gusto chefe da muito Ilustre e muito nobre casa de Jo latao : especie de banca portugueza, em que s
Braganca, ainda que para i>to seja preciso revolver fasem paradas sobre os uumeros um, dous, tre e
D. Joao VI, de saudosa memoria.
Se ao primeiro monareha do Novo-mundo falla-
va a profunda erudirio e vasta sciencia do arli-',
guista, sobejaram-lhe riquezas > v.miues. Nao
vejo, pois. corno u>o e -asa ser applirado seriamen-
ie o epilheto de pobre, qur na acccpaeao geuuina.
qur na translata.
chicara de louca, sobre umalripeca, lentam os vian-
dantes. Militas vezes o desgranado operario, attrahi-
do irresistivelmente ali, perde, acocorado, al a
ultima pe^a : e nao raro ver jogarem enanca?
de cinco seis annos, que assim adquirem um vi-
cio, que de ordinario nao perdem mais em loda a
vida.
I.-se na Rtootucao de Setemhro o seguinte :
Cineas embaixador e conselheiro de Pyrrho, re-
linda com tal felicidade a physionomia. e o nome
de todos a quem fallava, que no dia seguinte em
que cnegoo Boma, saudou a todos que o corteja-
ram, pelo seu nome.
Mithridates soube vinte e duas lioguas, c as fal-
lava sem confusao com as mesmas vinte e dua-
nacoes differentes.
O nosso fre Francisco de S. Agost nho de Mace-
do, frade capacho, humanista, poeta, e genealgi-
co, fallava lambem alm da nativa, vinte e duas
bnguas.
arsm des, ici dos Bacirianos, ga3lava o lempo
em fazer redes : Biante, rei de Lidia, em pescar
ras; o imperador Domiciaao em apanbar moscas;
Artaxerxes, rei da Persia, em dobrar; Artabao,
senhor do Beino, ern armar aos ratos; Valenlinia-
no, imperador, cm formar imagens de cera; e
Oropo, rei de Macedonia, em azer lauternas.
Cousas grandes se nao pode esperar de princi-
pes, que a cousas leves se applicam.

O Sr. Smarthe fez a experiencia de um theatro
na linha frrea de Manchesler Liverpool, e com
ptimo successo.
Figurem-se cinco grandes wagons dispostos de
as cinzas dos morios. P le pois o artiguista dizer quatro. Depois, obanqueiro tira de um montao de
que to jardira botnico do Kio de Janeiro uma sapecas, moeda de composlcao mixta de estanto e maneira que formem uma grande sala.
vasta semeada de pimenteiras, bananeiras, algo- cobre, com um buraco qoadrado no centro, uma! q lecl0 arredondado guarnecido de lustres que
doeiros e quinaquinas pode dizer que o pago im-; porcio ao acaso, e as vae separando rpidamente i projectam na sala viva claridade. As paredes dos
perial do Sr. D. Pedro II offerece o aspecto de um quatro quairo. Os que apostaram no numero das, |ados sao fe|as je madeira com todas as condicoes
quartel, ou de um hospital, pie qualilicar de que final restara desta successiva snbtraceao, ga- \ acust.cas. Por suas disposi5oes mechanicas affas-
pobre o Sr. D. Joao VI; mas, por certo nao podera nhan) a parada duplicada. Nisto leva a banca tara o ruido que vera de fra. Ha uma cavidade
-.......-------....................................- mnrap .. d,z,;r 1ao um '> d sil fagia de fortale-1 %rmAl partdo. Keeebe apostas sobre tres nume- onde podera raover-se a vunude seis msicos com
laine, Paulo de Kock.Parny, Eugenio Sqc, PtTOP, yf"8,08 ~S iZi7aXarTnZ!lmi *"' U calabou?os do imPerio I1"-1 a br,ll,a1'' ros, e paga as de ura s. ainda que duplicadas. seus mstrumentos. Um palco da altura de seis
Boccace, Parent-Duchate.et e outro, | ^^^^^^^ j ^^T^TTn^t^Z ,' ST T^f, TT^i *? t P" ^ *" ^ ^ Um "^
A formiga, eao formlgueiro, ^rsom>n de alta .. k deea (da S.mta-Lruz, uem alguma ranina ou nnperatriz : ce|esia| imperio. Entretanto nesle ponto, como
importancia, creado pelo genio inventivo do Sr. I dos ,,r0b 'U C aS gaS' I do Brasil tenha sido creada grave na Hespanha; e e;n muii0 outros de utilidade e moral publica, sao
D'Assier, dedica elle duas extensas columnas, ver- A proposito de wmandades, porque nada esca- j menos ainda que alguraa das augu-tas princezas hoje ietra morla# a orrupciio penetrou ali em
dadeiramente fastidiosas para o leitor. pon ao seu olho intelltgente t perscrutador, nem | brasileiras tenha casado, ou baja de casar com o ludo e em tudS Os costumes pblicos affrontan-
' mesmo o ainiftii, o r. D'Assier forgica uma anee-! filho 'le um estalajadeiro. i do a |egis|lca0; quasi transfoimaram o reino das
E, quando todas as classes da sociedade brasilei-
ra tecm sido por esse Francez insolente expostas
aos olhos das nacoes cultas soh os traaos da mais
ridicula caricatura ; quando todas as carnadas so-
cues teem sido por esse atrevido e ingrato gallo I?'
dota inverosmil, c de pessimo gosto com o nico
intenb-de injuriar Brasileiros e Portuguezes, dos
quaes o artiguista inimigo commum e encarni-
calcadas com todo o pese da grosseria e da mais
desaforada malcriacao, que revela a cada passo no
artiguista o hornera das bodegas, o filho dos pros-
libulos, era impossivel que escapasse o bello seio
brasileiro.
IX
c; t o le.ro brasiWro, porque o homem bem edu-; A S(,/l0,.(( 0C(.upa as u|,mas paginas do segun-
Cj..! .5o deve lomar-te de razfes com um mideqae | d monumental artigo do Sr. Adolfe, de um modo
< Suitanda, como o Sr. D'Assier, qne stVtem na r,.|,cil|0e imeiramente opposlo aos cosiumes bra
j vi o t......, eu responderei s
tl.s da Revista, em que o paza^mimo oas sen f(iud para com as nossas fami|ias que nao qoize.
.7. que o padre amej ffi tanta, fuma.joga ram admillt Iho em suas rea, oes ; porque reco-
. nheceram nelle o criado de compras dvs alcouees
; dc Goroeau.
a CO.:..'. ..i( romo todo o vwndo..
Cjc o Sr. Adolfe |
, Ai 4-qaorand fn padre Jos dieron de) era um
&: -x i natural de Guimpcr morto em Paris em
7:0.
, E-se padre pallo, alias lao noiavel por sua illus-
Para zombetear dos fazendeiros e commendado-
res dos Brasil, elle aprsenla sob os tragos mais
ridiculosos caixeiros portuguezes, dos quaes passa,
em periodos desconexos e sem ligacao, aos men-
digos, em cujo numero foi contado o Sr. Mar-
nhense do Rio de Janeiro.
yue lhe responda o nobre vate do Bacanga, o
qual por certo, nao precisa do fraco auxilio da mi-
nha dbil penna, para repellir com toda a dignida-
des Jr, "T* *rtW,Stt rCV ?eU Pr': de e energa as insolencias d'esse Francez ousado e
insensato, que nao trepidou em calumniar e insul-
tar todas as classes da sociedade, pagando com a
mais negra e requintada mgratido a benigna hos-
pitahdade que lhe deram os Brasileiros, matndo-
me a fume, quic mai de nota i
Nao podendo acommodar-se na cidade, o arti-
Ao pamphlet do Sr. D'Assier nao escapou a im- pores ,linna immeosa casa de jogo. Os C.lrins dio
prensa brasileira. Mas era bom que o artiguista; ao seu paiz as differentes denominacoes de impe-
no fosse to esquecido ; que se lembrasse! rio cele.-te, reino do mel, na;o central e reino
oAimable faubounen, publicado poneos annos; das flores.
na sua trra; c fique certo o Sr. Adolfe que a arte Os Chins tem desde lempo immemorial, gran-
de Gultemberg nao se ha de prostituir no Brasil, a
ponto de dar luz um Journal ie la canaitle.
de variedade dejogos, de dados e cartas, das quaes
a forma e naipes difieran dos da Europa. Sao mui-
Que o digam, nao o mercador do phosphoros Ex-
pylli, nao o c.aiador Biard, nem Francezes da ex-
lracco do artiguista mscate ; porm os Srs. Ry- ^.^ ^ $e de duas canastras (lextual) 0 eWo
" amezendado sobre uma cangalha, recontinuando
beirolles, Saint'IIiaire, e todos ess
r., que ehegou a oceupar um lugar nqs diccio- j lustres e bem educados, se alguraa vez enconlra- j ^ v(Ja aven,urosa de mascate, a percorrer mon-
r..'i'.. padre francez, natural de Caen, morto em L^ a 10aadmJ8ga0 a UIMa b6a SuCedaile> e que
6di P.ieta e favorito do carde.nl de Rlchelieu, j (M)r wo 1|esp,,lUd acolheu-se as senzalas, para
arlos hingranhicos da sua trra, entrelinha mui
lulamente as horas do breviario em escrev^r a
U'Sl ra amorosa das princezas dc Borgonha.
C respeilavel autor da sua biograpbia escanda
e> -i rc-entao no inundo parisiense, como nm
;. .o in nntarel neto habito de jurar, c por sua dea
Ci'... paixao pe- jogo.
liofcrnhert (Francisco de Metlel, senhor de) era
c
1G
c*; -o um irrande numero de beneficios,
4.! i'idi-ii no jogo, seu vicio dominante.
Vnu lembrando ao Sr. D'Assier esses nomos.
I que ello offeraca-me cm eomradicta nome- de
s, vid iles brasileiros, que se leniiam distinguid,
C-...1. rites e os seguintes, por sua vida licenciosa
c i'ssa.
A'. parlamento de Aviz, em 17:11, W instaurado
li.. ,...,-ci'aSii contra o padre francez Girard, pelos
c.....i Jo > (l.i',<;.i, incesto, espiritual, maua e
t'.u giu. i.o rein publicadas todas as pecas desse
ram as Brasileiras na mais tenaz sequeslracao da. e y^& g andurrja(!i;.
sociedade, e suas porlas impenetraveis aos estran-
geiros, como o harem mussnlmano.
Ao contrario disto, as senhoras da mais alta pa
na >ao acce
reconhecein
Em sua crassa ignorancia de tudo o que se pro-
poe a contar, elle da a mais grosseira cinca geo-
cces,veis a lodo o e,trange.ro em quem ] graplnca, escrevei.do que a cidade do Rec.ife, que
cem educacu, lino trato e respeito sfa-|elle chama Pernambuco (nome da provincia) c
Ao contrario eremos que na tao amiga e culta ,0 3|iaXOnados pelo xadrez. pelo jogo das damas c
Franca nao ha um jornal superior era tnnanho, ere-; parceiro vencido
dito e illuslracao ao Diario de Pernambuco. onde f L 1 a
vao publicadas estas liabas. obrigaJo, em geral, a beber uma laca de aguar-
XIII denle. Tambera goslam muito de combates de
Convencido por experiencia propria de que entre galios, codornizes, grillos e gafndolos, e fazem
mi gente nao se pode receber boa dnogoj e; ,, m { a veze de grandt:! quantias.
(pie os exemplos devem produzir os seu fructo, O ,
tilno dos bordis de Paris consigna a causal da 0> jogadores de proOssao, poran, preferem as car-
nossa vida suppositiciamenle desregrada uas se- tas e os dados. Beunem se era casas particulares,
guintes phrases com honras de epipboiienia : e -ou(ras publicas, que correspoudem aos nossos
t E'na escravatura que eu sempre cri descobrir,, ____ ., -,%,. i,hnm
a principal causa da vida licenciosa do ameri-\**W> t2^TjZimtT
*^ cha. Passam as vezes das e noutes inleira jo-
E na verdade; que sentimenlos nobres podem j gando sem cessar, e com tal furor que nem to-
germinar no coracao daquelle (pie sahe em crian-1 mam alimento. Quasi que nao ha povoa^ao nem
ca dos conventiculo> da i.n i.oraiidade e da corrup- d d gadores de profisso.
cao, para amezendarse de corpo e alma era um a,uc'a-<"' *> ; r
serralho de crioula* e africanas! O que p le a Os Chins, geralmente fallando, sao econmi-
cos e laboriosos; mas o espirito de amhiuao, o de*
enfreiado amor do ganho, e a decidida tendencia
initias ; e s traiii-ain hermticamente as suas por-
tas a estrangeiros do lote do artiguista, cuja pessi"
na educacu nao lhe deu os predicados exigidos
t
ui processo.
Q icm ignorar, a na i ser o Sr. D'Assier, as es.
c. .; :,. I. Rnat Edmrdn, principe de Roban, que por
Mu :.ul cas amorosas as iones da Franca e da
A siria chegon a ser preso reveslido em os rna-
s d'ahi vomitar sua atrabilis contra o nosso bello
I seso, qu- elle acensa de vi ver i-ondemnado a ve-
gelar, desde sua infancia, no isolamenlo, na igno-
rancia e n ocio.
E* verdade qne entre as senhoras da nossa alta
sociedade nenhum Francez ha de encontrar uma
Ninon de Leudos, uma D-lorme, uma Claudina
Tenrin, uma Lespinasse, e nutras quejandas, lao
nolaveis por sua vida impudente e lasciva, e das
quaes o Sr. Hyppolitn Lucas (litterato francez) dis-
se (jue tmham o dinbo no corno.
As senhoras brasileiras, ainda as da mais alta
plana, teem para com os estrangeiros, toda a affa-
bilidade e tino trato, compalivel com a modestia, e
a honesta educacao.
E. para que as senhoras brasileiras saiham
quasi distante do Bio de Janeiro, como de Lisboa.
Pobre pedante que esse Sr Adolfo !
Para provar a sua educacao religiosa, elle figura
proferido por um senhor de escravos, um inonulo.
go tao impio contra o Santo Thanmalurgo de pa-
dna, qne naos revolta ol^itor, ainda o mais des-
abasado, como mesmo nao pode ser lido por Pa
risiense alguma, a nao ser pela propria mae do
Sr. D'Assier, nu por quem lhe ensinou o f ...
e mitras quejandas honeslissimas phrases que
cnmpdcm a conversado exortica e familiar dos
bordis, onde o artiguista recebeu Io desvelada e
excellenle educacao.
Mas que o Sr. Adolfe quer mostrar que tam-
sociedade esperar dc uma pessoa nessas cund
3. vktzsrt *L?j&att 11- rpm r,,e,-u,ac5es ? agio,a?ens-:arras-
deshonesto, em na phraseologia torpe, nauseabun- iran a !> do J<* 'Juando se nao applicam ao
da e m>ultuosa. i commercio. Procurara com avidez as commo^oes
Elle parece ter perdido, como a escrava brasilei- forteJ que difficilmente abandnnam tima vez ex-
ra, o sentimento da protiria dignidade. r. i, j .
E' assim que nos o vemos novamente, ao impro-1 Penmentadas. Desprezam as obr.gaces do seu
visar uma ancdota, cm que s tem por mira de-1 estado e os mais sagrados de\eres de familia, para
preciar a digmdade e carcter da magistratura
brasileira, repetir o seu costumado f........, era
que useiro e viser.
Acosturaado a uvir lao honestas phrases, nao
pode Conter-se em ieferi-las a cada passo.
Saiba, porm, o Sr artigui-la que a ausencia
dos sentimenlos iinbres e das boas qualiilades m-
raes na escravaiura nao pode por modo algom
prejudicar e comimper, senao o americano da
mais baila extraceo, que cm ella convive.
E qual a nayn por mais rivilsada que nao
cont em seu seio a plebe Chih todas as pessima
qualidades moraes que a consliluem?
fia Franca, por exemplo, a classe dessa rale
nobre de seiiliment-s e rica de edueacao? A cor-
rnpco, a immorali tos nao oseu apanagio, esignal que acaracterisa,
agradecer a esse Francez ingrato e crosseiro o im-
; poiililicaes ? Quem ignorar esse famoso : portante qtiadro que d'illas e, bocn, eu passa rei
i j a tradiiir texinalineriie p,. qt,niii t la in o- nvmo, amigo pronunciado dos petrobrusms, dos
i .i do cu 'lar de miro de que foi elle o protoco--1 irautuii lexiiMiiuenin e>M aponinaoo ae ino i ^ .
, .,- t- -i lemias e desaforos com mm o arliuukii 5rri..!rn i alblgenses, dos ZWingllos, e dos Wiclelllas, para
n ti? Nao esta no dominio da matara a vida ,eBr,a* wros, curo que o aruguista arrieiro
i, i. i na, sensual e perversa do* cardeaes de Maz-;as '""oseou em seu eslylo bordalengo.
*.-i-i e lii iieo-u t Nao foram elles os queman- Cmdemiiada a jazer desde.sua infancia no iso-
c.:. ara o leito nnprial de seus reis t ; lamento, na ignorancia, e na ociosidad* a joven
i; '-. que diremos do devasto e desbragado car- j (brasileira) sollre uma especie de embargo no des-
bemees^o forte, Bel dlscpnlo -ae^^n XSo^i^agefo deesa extracto podem
escita de Voltairee D'Alemberl ; e que la ism de pjejndicar os mos costumes e depravada moral
santos e tolice dos carolas e das beatas debico ; da esclavatura, com quera ella convive.
santimonas que as luzes da razao e do secuto re- \
prov.im.
De Santo Antonio salla elle para o glorioso es- segregado delles.
cravo do convenio de Santa Marta de Palermo. Posso afflrmar, sem medo de ser desmentido,
O iconoclasia artiguista, sectario li-l da cioita-! QU". durante oteinjio em que o Sr. D'Assier morou
i por iss> aprender delles a ma vida ; o que vive na
: nas senzallas, nao encontrou lazendo resnlencia
dora se.ta de Leau Isaur.o, e Constantino Capro- h.il|1||la| e^ os ^.^v^ 0 fimn> ,., a |ha do
euvulxu.ento
e i- francez Bntrnis, qne a historia patria apona i """" que allecta todo o .seu ser. Sua in-
, ,.,., a eocar.ia.ao da avareza, da ambicio, da i WUaab faua-se, SUas (acuidades se airophiam. ,
significar todo o horror que tem aos sanios, diz
que primeira vez que vio S. Benedicto em um
oratori, pareceu lhe ver o diabo je crus vor un
diable I (textual) os validos d II. us que grad -
cam ao Sr. D'Assier e culto com que acaba de hon-
ra-lus .
ldula(o e da velnacaria ?
E poique talvez o Sr. D'Assier, per sua vida se-
gi yada da alia soriedaie brasileira, e manifesta
4, ..;::via das cousas e dos homens do paiz. igno-
re s ii'iioes dos nossos sacerd(des mais disliorlo,
f.i lite nflerec/>, para que coteje com os seus ilu-
I i -, R ihan- : Maziamis os nomes veneraveis do
fi ( ie;. atri bisp da Bahia, do conde hispo do Bio
(
Nao leudo ouira educacao mais do que a das
escravas, eiicarregadas do seu Servico pessoal, ella
igHora muilas vezes at a arle de contar. As ne-
gras nao conliecem de ordinario, S'-nao os Ires
primeiros immeros ; chegando a qoatr, eJlas di-
zem dous paro ; a cinco, dous pares e mais um.
As brancas contara at Joze : raras vetes, aira.
t lona Brasileira em cuja casa eu me havia hos-
- J iin-iro, do actual metropolita e primaz D. Ma- pedado em Petropolis (mivie bem Sras. Brasileiras;
ato I, do |oven hisliud Para Antonio, e de todo e deK)is di>to, f.anqueae as vossa portas espila-
c (, iscopado brasileir... outros tantos luminares da |eras> barateae v.issa modesta affabibdade a qual-
r1' J quer Francez da laia do Sr. D'Assier, qne vos l.ater
OSr..Adolfe, sem duvda acostumadoa conviver porta de alparcata e surrao. Mirae-vos tie>te
t'j o algom relaxado capelln do engenta em que tspelho.)
4. uiava, avahou por elle odistincto clero brasi-: i Uma Brasileira, em coja casa eu me havia hos-
I ""I pedado em Petropolis, confessou-me que logo que
O doutor, segunda physfonomia original, como !iUas despezas dianas passaram de doze vintens,
Jiic chima Sr Ad-Me, por ell-traaloenm mais ella via--e na P^iso de tancar em urna va-ilba
4 i .gindade e indnlgwcia. Apnmt limitase a di- ,ant"S graos de feijao quantas innedas, a fim de que
g-i ij-.it*. niod raro encontrar nessa ela>s. mulatos, 'naiido pudesse, de volta, fazer urna idea lacla
qne, icml aprendido em uma enferma ia de ne- c ,|Uanl se uav,a de-peodido. e veriticar-se os
g/osa preparar pomadas mercuriaes, applica' por* erruS
furias, e a curar de eenra, se intitula doutor. Ou- .As mulheres d. cor fazem variar asna ariibnu-
%ti- vr/es um miseravel parisiense, viudo como l't'a a* lres a QMe, segundo a amanea de ana tez.
zi beim a bordo de um navio, e que, desembar- /7 ^, -----------',------------TT
. ,,, .... (2) Dese|arams i ue a impreca do paii pnl.ii-
f..,. I.,, iwtabalaeMe vrfico dentista. eM"J ,., a (.lnil,te..ie analice, o presente c^-,.1.,
F-dquiQ por esse motivo qne o f- itor do enge- traduzido textiia-inenie do artigo d Sr. D"As-iii,
ajfeo arbi-u n arlignista-masrate cara de doutor. ,,!'ra 'l"fi "s Ba>lleiros ahram os olhos com ess
An t charlaia Francezes vendedoies de ourn.
, : i" E' islo urna eonfisso propria e eymea de ion
*h I edanle l delle;. |Slu > do escriptormscate o Sr. Adoi-
T.il C frecuentemente no Brasil, segundo a au- fe D'Assier em pessoa.
No dizer do vjageiro, afora as cidades do Rio
de Janeiro, Pernambuco e Bihia, qu-, por Igno-
rancia dc termo, elle denomina metropnles, as de-
mais ridades do Brasil sa miseraveis povnacoes.
de cujo aspecto s podem dar idea as sitnacoes mais
devastadas dos Abruzzos e da Calabria (textual).
XI
A tmagmarao ferliltssima do Sr. D'Assier inven-
la a cada passo ancdotas, que mais inverosmil,
mais inspida, mais slulta, semure com a mira
nica do ridicularisac os cosiumes brasileiros; e
a isso dedica elle extensas paginas, nas quaes,
usando de phrases brasileiras, para provar os
progrrssos que fez nrsta lingua, commette diseon-
cordaucias atruzes, da snpaiios na grammaiica, es-
crevendo aqu dous legoas, ali dous cwirtos e
meta, a guisa dos bocaes camoodongos e imgs,
que nunca chegam a aprender a dizer, senao meo
casat minha sinh.
O estylo nucamente jocoso em que escreve sem-^
pie o Sr. D'Assier, mellen lo-.-e a pilhei ico e chis-
toso, sem ler o menor geiio fiara a cansa, faz i-O'ii
que o lertor se enfade e se aborrega de l fasti-
diosas estiradas questao verdaderamente de es-
tazar.
Passando salubridade publica o escriptor uni
versal faz unta extensa descri|ieao nosographtr"
das molestias endmicas e epidmicas -to miss
pair, apreseniando nina estatifica obituaria.
Acostuma lo a tmoontrar a cada passo a ivalida-
de atu p.-rfeilo contraste Com as falsas, u exagera-
das arraces em tudo o qoe o Sr. D'Assier se
proprietario,
milia.
nem membro alguin da sua fa-
XIV
! mediana, ou na abastanea vive com sua familia que I lies arrancara logo. Os desgranados eorrem
como loucos era differentes direegoes, procurando
pelo exercicio escapar aos etTeitos do fri. Vao
i-ollocar-se junto aos pannos das chamins, cons-
truidas, nestes paizes, ao nivei do slo. Procurara
aquecer o corpo, ora d'um lado, ora d'outro, e no
cntanto os seus conqianheiros do jogo osobservam
iuatro longas paguas dedica o Sr. D'Assier aos no meio de atrozes risadas. Tao cruel espectculo
negocios eleiioraes do nosso imperio, querendo nao dura muito, porque estas victimas dos proprios
provar qne o nosso sv-tema eleiteral tmlo inf^r-, vc()< c da hiula malvadez dos seu semelhantes,
me, e que ralle representara as ultimas carnada- ,ireWmPBte aranam congeladas. Depois disto os
da siicied^de brasileira, sera consrienna, nem lt ,p '
probidade. Jugadores voltam a espelunca, e conlinuam o jogo
Para que falla o artiguista da educacao poltica : com a espantosa ndifferenca, que os Chins sempre
de um imperio adolescente, quando ns paizes mais
miles iia Europa, t-rn qoe adoptado o systenia
eleimral, o regulamenu que o determina c inteira-
menie falseado 1
Ignorar Sr. Adolfe que na Inglaterra rom-
pram-se a dinheiro tds os cargos electivos, e que
ess.s escainbios sao fetos cora a maior poblicida
de e irapudeneia?
Por ventura o i lu-tre fngiiiv de liara estar
sentado no |ireclro thrno de Liiizcoin os votos
genuinos dos niilhVs dc Francezes I
Njiesia nodoudiii d mundo inteiro.que essa
eleicao magna, hein 'oino a todas a- nutras que
ah se proeedem, ha presidido a corrnpcao, a pella,
a inmuralidadc, e toda a influencia olhYal? Outra
vida, meu bom Sr. D'Assier.
XV
Tenho acompanhado par pns.su, tanto quanto
leruiittem os iracos recursos de minha acanhada
mtelhgencia, os iii-tiltusos artigos do ousado r
ing ato estrangeir.
Nao ilisiiondo, gracas a Deus e a minha educa-
cao, da rara hubiliade qoe ha n>mirado o insigne
autor desses artigs, para descompr e insultar,
liinii'i me a responder s faisidades e in^-xaetid'-
que em taesariigns se enivrram, desnresandfl in-
teiramente o sarcasmo, o insulto e o ridiculo, de.
qile elles rrchriaduS
Nao tenho a louca pretenrao de haver bem res-
pondido ; subi-ja-nie a vontade; mas falla-me a
mlHiligeiiCia e a llustracan. Melliores peonas
brasileiras, que nao a minha, encarregar-se hilo
sem duvida de confundir esse'auda e ingrato
gallo.
E, quanto iRevista *dos Dous mundos pode.
tro improvisado para funeciooar vapor.
As obras representadas sao combinadas de ma-
neira que em cada estagao Ande um acto, e outro
comece ao percorrer o espaco que dista da estagao
seguinte.
Se ha paragera em alguma das estacoes, repre-
senta-se um entre-acto.
A' 8 de dezembro passado o Sr. Smarthe fez a
primeira experiencia deste theatro representando
com uma companhia de doze artistas.
Bepresentou-se uma pega muito popular em In-
glaterra e o programma do espectculo foi distri-
buido com os bilhetes a cada um dos passageiros
na gare.
Os actores foram muito victoriados.
O que falta s haver corridas de cavallos no
caminho de ferro I
O Jornal do Commercio da corte, publica o que
se segu :
Noticiando ha dias o apparecimento de um livro,
Historia Sagrada para uso da mocidade, pelo co-
nego Chrisiovo Schmid. dissemos que o producto
da venda devia ser applicado a engrossar o fundo
com qu se quer crear ura recolhimento para al-
gumas orphas desvalidas que na cidade de Porto-
Alegre estn sendo sustentadas pela caridade pu-
blica n'um collego particular. Accrescentaremos
agora que era casa do Sr. Bernasconi se acha ex-
poslo ura quadro representando ura grupo dessas
meninas, que ninguem pode contemplar sem en-
ternecerse. No fundo estao as directoras do col-
lego, que, percebendo uma quantia de certo in-
sulciente para sustento das suas pobres eduean-
das, merecem ser contadas entre as principaes
bemfeitoras.
O Sr. padre Joaquim Cacique de Barros, inicia-
dor desta piednsa obra, iocansavel era promover
os raeios de dar-lhe o desenvolviraenlo que ella
merece ter.
E' bello ver um sacerdote dedicar-se assim de
corpo e alma ardua mi-sao do seu santo ministe-
rio, trabalnar por salvar do abysmo miseras crea-
turas aineaeadas de cahiretn na perdico, e votar
os seus esfurcos e desvelos a bem das criancinhas,
que tao amadas foram do nosso Divino Brdemptor.
Obras destas resgatam as culpas de inuilos cl-
rigos esquec.idos do que devera si, sociedade e
ao Deus de quera sao ministros.
Conhecemos os bons sent ment? da'popnlagao
fluminense, e estamos seguros que ninguem a
quem seja offereeido este livro, alias mui digno de
ser lido (iela mocidade, deixar de retribuir a of-
fi-rta cora a estrila que em suas posses eouber,
sabendo que lera ella a mais sania das applieacoes
e com largos juros lhe ser creditada na conta
correte das suas boas e ms obras.


O naturalista I). Bourgat foi ltimamente cacar
e pescar na fazenda de S^nia Cruz, por dorem, se-
gundo nos informam, de S. M. o Imperador, dese-
jiso de obsequiar o professor Norle-Amerieano
Aaas^iz, cujo maior empenho obter nbjectos de
historia natural de todas as parles do globo.
O Sr. Unurget acaba de recolber-se com nina
rica colheita de cerca de mil amostras, entre as
quaes alguns |Mixe* rarissjmos.
Han de os no-ss leitorns recordar-se que entre
os peixes achados no Rin-Negro o enviados ao mes-
mo professor Agassiz nm ttrahin muir attengao
i do jogo, entre este simiularissimo povo- \ H" sa raridade e pela p.irlicnlaridade de chocar
' .. u j na bocea os sen ovos. B-m p-oxe receh'U o un-
Os Chins jogam ate os membros do prnprio corpo | mp sr.pnlilirn de paramas era honra de S. M. o
Jogam os dedos das nios, quando nao tem dinhei. jmiierador. Ora Sr. BunM descobnu nas aguas
ro ou outros valores. E-tao fenle frente dous j de Sania Cruz diversas e-p-^cies do genero Bagrus,
jogadores. Esta sbre a mesa um vaso com oleo i 1u^ "" "**"?*. ''air,i,"",ari,:,de.
. O Sr. Nalhaniel Plant, gelogo e naturalista in-
de nozes ou ssamo, com fogo por ha.xo e nma I ple/ ai.,na|mPnt^ nesta cidade, sfflrma que na
machadinha bem aliada. O que ganha toma pan- rllecgao a que ns referimos se encontram exem-
sadamente a nio do conlrario, poe-na com muda ; piares da mais rara e bella especie.
nao viverem senao com os dados e as cartas. A
paixao leva-os inrrivefs extremos. O Chim, de-
peis de perder o dinheiro, joga a hahitacao, os
campos, se os posstie, e pnr fim a propria mulher
cujo desgranado destino faz depender de um lance
de dados. E nao para nisto. Os vestidos que o
ciibrem servem ainda para mais uma parada, que,
se adversa, d muilas vezes lugar scenas hor-
riveis e inacredlaveis, se se nao sonbera qne o ex-
cesso das paixoes capaz de transformar o ho-
rnera era fra.
Nas provincias do norte, e principalmente nas
proximidades da grande muradla que separa a Chi-
na da Tartaria, ha invenios muito speros : co-
brem-se os campos de nevo c gelara ns rios. N'es-
ta estagao, von-se s vezes homens completamen-
te ns, expulsos desapiedosamenle das espeluncas
de jogo, depois de lerem perdido at o vestuario.
mostram pela vida dos seus concidadaos.
Nao parara aqu os horrores que condemna
Mudas vezes 'e tem fallado de terriveis morlan-
cortezia sobre urna pedra preprala para e-te lira, I
e decepa-lhe o dedo cora a macha liaba I Depois o da,1ps feila, frw ,Isrr.,s ns arrpdor(.s de Tav-Ninh
amputado melle o coto no oleo a fervr, faz cante- (Ovhinchina), mas drama alroz que vamos refo-
risar a ferida, e as vezes contina a jogar com al- rir execede as mais arrjadas supposiges sobre a
iiuiavel pla.-idez. Tambera cosiuinam por uraa a'ilaeia desses animaes
-. A a gnns eentenare- de metros da fortaleza, no
torcida eraoenida e.n oleo, e accesa sobre a.gu.na m#io a| parte do corpo. Deixam queimar a carn-, em nm duente na na rabana i>r nm tigre.
quatiio. reprnnindo a dr, jojtarn rom serenida.le Os gritos d- terror do homem, os clamores da
as tabolas, ou especie de ganao. E' c,sublime do s,,a fam'li:, f.*1"s v';',,h."s B carao los archoles
, ... obrisarum a fera a fugir.
genero I senara lucnveis taes actos de loueura A virma nS u4fevn mais do que nma fenda
pioduzidos pela paixao do jugo, se uao fossein at- n'um hombro feita pelas garras d animal.
testados por viajantes e eseriptores modernos dig- Na nnuie seiioinle, mosnw hora, quando o do-
nes de todo o crdito. J viajantes rabes d se
culo IX enconlraiaiii estes eo-tuuies na China, ca-
rao se l no livro rabe Serie, de Chronicas. Quem
visita aquelle paiz, e observa as singularidades e
aberragoes do caraeter de seos habitantes, nao lhe ^"obre doei
ente apna< socegav ds seus terrores, o tigre
saltea dp snhiio a cabana, da qnal se tinha aproxi-
mado de rustas
Os visinhos ouviram um grito de desesperagao, e
sinisiros eslalo*, e depois viram o tigre que fugia a
pobre doente linha di-sappancdo do seu leito
eila ii.ntii.uar a en-ber nas i'iiluuinas de art.gos sausam estranheza era incredulidade semelhantes p sua mulher donada_ a n da poeta, respira-
do L'osto ilesas do Sr ti'Assier, qne centuplicar narrativas.
a sua reputacao liitrrariu, e fura a admiruro do
globo.
Macei, H-de seteral.ro de I86\
O padre Mu noel Amancio ilus Dores Chaves.
t O que por nos mesmos observamos, que o
go pro'luz na China infinidade de desordens e
desgragas sociaes.

va a mnito ensio, meo solevada pWas palas do
qoadruinde que lhe deixra no peilo sanguentos
signaes do ataque.
PERXAMBIJiX). -TVP. DK M. F. DS F. & FILHO

IILEGVELI


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