Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10456


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Full Text
"

i
amo u. wm 200.
Por (res uezes adiafltados $O00
Por tres metes vencidos 6JO0
Porte ao correio por tres mezes. (5750 -
? .
OOIJTA FEIRA 1 DE SETEMBRO DE 1864.
Por a no adiantado. 19|00O
Porte ao correio por anno. 3J00O
m ww ----
-segundas e
INCABBLGADOS DA SUBSCBlPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima*;
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv o
Sr. A. de Lemos Braga; Gear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranteo, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro A C- A-
maionas, o Sr. Jeronymo da Costa.
NCARKKGADOS DA SUBSCRTPCAO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Das; Bahia.o!Il iras-
rr. Jos Martins Altes Rio de Janeiro, os Srs Pe- i n,^/ernando todas P> Pa H sahir
,. PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olrada, Cabo 9 Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as
sextas-feiras.
SaSinAhol0,r?a^t' Bezerros- Bonito> Careara',
Pit -tK e:,GarUhMS nas tercas feiras.
Pao d Atoo, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
Vista^Our.cury e Exu" nas quartas feiras.

riera Martins A Gasparino.
navio.
I Todos os estafetas partem ao / da.
KPHEM2B1DBS DO MEZ LE SETEMBRO.
1 La nova as 3 li, 48 m. e 8 s. da m. .
9 Quarto cresc. as 3 h., 30 m. e38 s. da m.
18 La cheia as C h., 40 m. e 20 s. da t
22 Quarto ming. as 4 b., 34 m. e 14 s. da t.
30 La nova as 8 b., 23 m. e 10 s. da t.
PRHAMAR DK lio;.
I Primeira as 2 horas e 34 minutos da Urde.
I Segunda as 3 horas e 18 minutos da manhaa.
22 i 7 %.*%**! ; P*r o norte at
dbutn l de caaa mei I Para Femando nos
CUS dos mews de jan. nwc., maiojul^et. enov.
Pr P.^'TIDA DOS (mSi
aboaoi tl^Stl ^ ^a '"e da tarde de
*3itiSkffi&!^e Vanea s 7
Do Recife : para o Apipucos s 3 y, 4, 4/,, 41/,
L& fiYl "a6 da,tarde; Para da
manhaa e 41/, da tarde: para Jaboafao s 4 da tar-
B.n8*^caBg.e Vanea 4!/ da tarde; para
Bemnca as 4 da tarde.
PARTE OFFIGIAL
GOYHWO DA PROVINCIA.
Eipediente do da 29 de agosto de 1814
Ofcio ao Exm. presidente da provincia da Pa-
rahyba.A vista do que expe o commandante
das armas desta provincia e o Exm. presidente da
Baha, nos ofllcios constantes das copias inclusas '
I ?iCJ0,d,Vaec.re,aria d0 n,inis,eri da aienda da-
i t comm commuoicando a remessa
ae 20.000.Jeni prata.
llespaehes do dia 27 de agosto de 1861.
Requerimentos.
Alejandrina Mara de Lima. -Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Antonio Jos Texeira Basto. Nao necessario
a rect.licaeao de que trata o spplicanle, por isso
que independentementc de convocaco, pode com-
AUDIENCLA .003 TRLBUNASS DA CAPITAL
Tribunal do commercio: segundas 8 quintas.
Reiacao: tercas e sabbados is 10 horas.
Fazenda: quintan s 10 horas.
Jnio do commercio: segundas s 11 horas.
Dito da orpnaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civei: ter$as t MXtii ^ me0
dia.
Segunda vara do civel: quartas sabbadoj a 1 hora
da tarda
DlAa DA SEMANA.
S>. Segunda Dcgofacao de S. Joao fepfista.
a n'1Ca- S l!"sa de Lin,a v- americana.
M. guara. S. Itayniunilo Nonnato card.
1 e% RE/!yU-Oab#S; Gt'deao e Josu.
.- *.x ay ^'':v:'" re de Hungra.
1. Saldado. S Luf,nua v. s. Sndalo ni.
lUimmi'n rU 4? J. It.. 1 n ..
4. Domingo. N. S. da Penha; S. Rosala v.'
A3SIGNA-SE
no Recife em a livraria da praca da Independencia
?ik Filho! propne,ar,3 a,an061 Fneiroa
Calculada a distancia
meios
lou
ros.
que
de com o secretario da missao brasileirase adan- j da e respeitoM-conl;Vi^icao
para terem urna conferencia preparatoria.'
a vista disso, julgamos conveniente autorisa-los
para ajusiar a formula da saspensao das hostilida-
oes e acabamos de reeeber a que em copia aulhen-
tica remettemos a V. Exc.
Outra igual nesta data
a nossa eleva-
Andr Lamat.F. Castelln*.
Mibm-aifio.Montevideo, 23 de junlio de IS>4.
\1s1a a inlermacao dos Srs. commissarios do go-
Dito ao commandante das armas interino.
Transmuto a V. S. os inclusos processos do con-
selho de guerra dos soldados Anacleto Jos Fer-
reira Jos Monteiro da Silva e Fabiano Pinto, este
do ,' batalhao de infamara, e aquelle do 2 da
mesma arma, aflm de serem cumpridas assenten-
$as proendas pelo conselho supremo militar de
justica nos mesmos processos.
Dito ao mesmo.-Remetto inclusos os 8 ejem-
plares do curso sobre as armas de fogo portateis
por Panot, que V. S. requisitou para insiruccao dos
offlciaes e inferiores do 0* batalhao de infamara.
Dito ao mesmo.Mande V. S. apreseutar ao Dr.
C 11 a P,icia> com Irevidade, um interior e 4
soldados para escollaron um criminoso de mortc
at o termo da Boa-Vista,Gommunicouse ao Dr.
cnefe de polica.
Dito ao masrao.-Mande V, S. com urgencia pos-
tar na casa ne sade do Dr. Joao da Silva Ramos
aspracasque julgar necessarias para guardar o
sentenciado Manoel Rodrigues do Nascimento, que
temdeser tratad o all.Comraanicou-se ao Dr
cnefe de polica.
Dito ao mesmoEtpeca V. S. as suas ordens
p ira que as 11 horas do dia de amanhaa se apre-
sentem ao Dr. chefe de polica 3 pracas, afim de
escoltarem 2 criminosos at a provincia da Para-
hyba no vapor Paran.Communicou-se ao Dr.
chefe de polica.
Dito ao mesmo.Envo a V. S. os inclusos pro-
cessos de conselho de guerra dos soldados Antonio
Jo> de Souza Barbosa e Brat Nunes de Campo*
este do 9 batalhao de infantaria e aquelle d
companhia de cavallaria desta provincia, alim de
ser.-m cumpridas as senfencas proferidas pelo con-
selho supremo militar de justas nos mesmos pro-
cessos.
Dito ao inspector d thesourara de fazenda,
A Rufino Manoel da Cruz Cousseiro mande V. S.
I'm^i'nS50 naveQdo inconveniente, a quantla de
?'M3I00, em que importaram a caiacao, rebocos e
pinturas por elle feitas no quartel do 4a batalhao I
deartuhariaap. emOlinda, segundo consta dos
inclusos papis que me foram remettidos
verno. ouv.das as explicares verbaes dadas ao po-
mos a~S Exc o 8r2J2 Kt,S" Jose' d'- er ex"m,vu Pelos ditos commissarios e yios
onde 5S-5S5Ja ^J**. ^\^o^co^dn^o,^d,meJ^^^
iderXac5oSC5'UranCa miabi alta e disftacU ^a-
. J. J. DK Hebreiu.
A. s. b\c. o Sr. D. Rufino de Elizalde.
(Utarto do fta de Jaueiro).
PERNAMBCO.
Movimento da casa de delencao do dia 30 de
agosto de 180i :
Existan.......
A saber
VISTA DIARIA.
ara.&F, ,,atiMo Arekeoloffka. e &<>
graphe Pcrnamlmcano, em sessfio ordinaria.
,*,! a,umn0;! da ? Norma! mandam hoje
"l%T!,L\r.m'' Pe,aa'mado sea colleja
inato Sergio de Moora Mattos.
Entraran___
Sahiram.......
Esistom.......
r :
Nacionaes.....
Estrangeiros...
Muflieres......
Estrangeira___
Escravos ../...
Eseravas......
351 presos.
9
i'
355
292
12
i
i
i i
I
4 1- :i;'"'
Alimentados a easta dos cofres
D. Candida Carolina do Nascimento Mello.Em
vista da inormacao nao tem luijar o que reuuer a
supplicante. v h
Alferes Clemente Francilo Tavares.Dse nao
havendo inconveniente.
Francisco Jos de Campos Pamplona. Opportu-
namentese expedir ordem no sentido que retraer
o supphcanle.
Joaquina Mara do Espirito Santo. Informe o
Sr. desembargador provedor da Santa Casa de Mi-
sericordia.
Jos d'Aquino Fonceca.Nao
tificac.ii> de que
indepi
cer 1
adm
28 de agosto de 18G0.
Luz Ignacio de JessComo retraer.
Manoel de Camino Couto.Informe o Sr. com-
mandante superior da guarda nacional do muni-
cipio do Recife.
Manoel Jos de Oliveira. Informe o Sr.
pector da thesourara de fazenda.
necessario a re-
Deos guarde a V. Exc. muitos annos.
Andri Lamas.Florentino Castellanos.
niPt?n* nrDSe,-te' auIorisamos Exms. Srs. ni-
nisU-os D. Rulino Elisalde e D. Eduardo Thornton
a dju>tarem os termos de urna suspensao de hosti-
lidades entre as forjas combatentes.
Escudero, 1!) de junho de 1864.
Andr Urnas.Florentino Castellanos.
S1^^ 20-iejun~ho"de 1864. -Sr. general.
Era copias authenticas sob nmeros 1
ns-
- perfeito accordo as ordens cunti-
da, na copia n. 1 com as estipulares consignadas
na de n. 4. Instruido o governo dessa divergen-
aresolveu :-que adhira V. Exc. a..s termos do
ajaste comraunjeado em dau de 16 do crreme pe-
, th :,m,nislrs D. Buflno Elisalde e I). Eduar-
do rnornton aos Srs. commissionados
Lamas e Florentino
D. Andr
Vicente Elias Gavalcanti dAlbuquerque. In-! ^ miiSLi
forme o Sr. inspector da ...esouraria de fazenda. Ein. Sr. genera, era chefe fi S o de ope-
racoes, general D. Lucas Moreno.
res
do-se
cionaes; e q*w'^Tn\&Z*eS nambu^na XaShornT ZZSZf PB'"
gencia ruinosa e quic oerigosa a sua propria exis- de sS^cal1S irtSdS 2 1^5? r 1?Ml
enea, e preciso subordinar as quesees X impor-' 21 e da ftirahhi^m^6 "C!aS Ccara aU:
tanca secundaria a* grandes nteres** e aos I L2VSS2.* W*'
pr.nc.pms undamHntaes ; considerando que no No dh M awS ,h
actual estado de cousas deve evitar-se o pergo de no Mtio-Primamnn ', ChU Se *? MceP;|.
rae os males que afligen o paiz se Lt eo ^^So^lS^0^^ E1*
prolongue... por mais lempo, demorando o restabe-' Pe estid,X ttaS wnmaila-
lec.mento da situac.io normal ma a mmran hilo. c-n'- iimpeza, em que se achara os
do seu dever aS^a^nafaTrov^m^T ?21ffS T d M*"r- ** ^^bo ha
seja possrel e,' garami;? do^iE^es na2",naes digSa U,TW' SegUnd "nto"> f>>* 'dc-
e de todos os dire.tos e uteresses individuaes; que: t Muita eente ali im ,mM >.
ante as cousequencias destru.doras da prolongado' ossada sem ~ t?!?afl,II,*Pnr observar essa
da guerra e seus funestos elleitos na ordem moral
nao pode o governo considerar inaccetavel o meo
de por termo a semelhante
-~v~j i uies uimcuhiades, nasc.rciimslaflcias I O vannr Pri- n
x.raordinanas que o pa.z a.ravessa, nao poden gar hofeXoornf^ ti?2^ ^ *** Cbe-
T22 .Cm K0Vern desejaria obs*n-' KSnSi Es ?ra os do i"n,,W,0> segUwa
o-se e>tr.,taroente os precetos legaes e eonstitu- Pe|0 raZ pL0 "i"1' .. n
Antonio da Motta Marques. Reinettido ao Sr.
administrador do correio para mandar passar a
certidao requerida, nao havendo inconveniente.
Antonio dos Sanios Falcao. -Acadeira
anude o supplicante acha-se prvida.
Liara Juanna '
. A me roram remettidos pelo di-
rector das obras militares com efflcio daudo de 27 c,0alde -Nazareth.
do crreme, sob n. 130.Cemmunicou-se ao drec-'. Padre Prancisco Pedro da Silva.- Informe o Sr
tor das obras militares. j inspector da thesourara provincial.
Dito ao mesmo -A'visla de sua nformacao n J ftuu&m Paulo LinJOso. J foi provida a ca-
de 27 do co ite, autoriso V. S. a mandar de,r de que falla o supplicante.
47:i
ni2 ,9 de Junho de 1864.-Sr. ministro.
. do l!osar?n,,0Sir;'nSladam0S ** ESeB*,TO P0"'aS
QUe Fh Itif. i T,nd,!. Ja se achavam os S- minislros
U-a Joanna da Fonceca Garaa.-Inforrae o Sr. SR^1!SnU& So l Flo^s "^
desembargador provedor fda Santa Casa de Mise- ^J&*~ZB de B dos
JSt c?mTS ^i1 Noerqao Helia In-! *ttZSL'Z SnHK
S^^^Mn^tesapenor da guarda na- nos aconpani.ou. Ali foSS3J.2
canrt.n e e T":,rHt" J* "W. "O. resultado da*
^lm 'S ''Ut.'!av,a'" do com o general Flores
h?>. T cJ>!,v-encidos de .,ue se roalograriam as
boas isposfeSe, em que se achava o dito general
para recoonecer e acatar a autoridade do Exm. Sr.
da guerra seus lmt^"t^n7 rar inaccetavel o meo tenceu Z&*Zn?i^%^?
.. situacao, que pode ain- fug ra ora esenv ,1. n^v T '
da ser aggr.va la por complicares externas; con- ticia escravo.de que nao so tove raais no-
rr'..Pir."Sa ,ambem 1ao e"' Mecejana vagn ha
cerca de dnus annos um homem alucinado,
desappareceu. '
LfTATt(>r' :Qmpre f'ue Policia 'ra' de
7. a fact0'ar,m de cheSar ao conhecimenfo
da verdade.
que
sultaudo o governo os senlimenlos geraes da popu-
laco nacional e estrangeira, respondendo s exi-
gencias da actuahdade.comoacompreliende, e sera
otrtra preoecupapio era interesse que nao seja o
bem da patria;
O presidente da repblica em conselho de minis-
tros resol ve acceder por sua parte s bases da pro- Referen-nos nn n Sr i,; ,n v a
posta feita por Ss. Excs. os Srs. ministros da logia- Maranauap feA vfrtim i K^&T2fS> d
trra, do Brasil e da repblica Argenlia nos ter- pancanento OoffS-l CS'
TLT I3"1 w,nbiad"s Para a nota que a este deu uraa nueixa ltottt2S?1ti!Plf. 6
respeito Ihes sera dirigida, devendo oxpedir-se
pelos ministros respectivo* as ordens necessarias esc.-evem em 25 do
- --.....*"* <-"nc3 provincaes 146
Movimento da enfermara de da 30 de agosto.
Tiveram liana r
Jos Antonio FSnrlelo.bdigeslao.
francisco Xavier de Araujo.-Drespasmodica.
Teve alta:
Joao Jos de Santiago.
*^A Pass*?2 da escuna brasileira Georgiana
saluda no da 29 para o Kio-Grande do Sul : Pe-
dro Lonealyes Torres, Bartholomeu Pedro das Ne-
ves, Manuel Farias W Audrade e Joao Gervasio de
Qoeroga.
Passageros do vapor nacional Persinunga,
viudo da tranja e portos intermedios : Feliciano
Oonws da Silva, A. Pereira Cavalcante, Antonio
Oeorge Guerra Sobrioho, Luz da Vewa IVssoa,
Matheus N. B. de Mello, Francisco de Paula Rodri-
gues, 1 Francisco Pinheiro da Cmara, Luz Am-
brozo-Gorrea, Antonio Manoel do Nascimento, Mi-
guel Soares Baposo, Joao Jos Solcond, Henriqae
Lole, Antonio B. B. M. Filhw, Juo Gapstrano de
\asconcoilos, Joau Correia dos Santos, Felicia Ro-
sa de Jess, Joo Jos Vega Braga, Manoel Alfonso
A. Albuquerque, Joo Fransisco Pereira, Anna Er-
mina e l filbo menor, Vicente Ferreira da Silva
Goocalo c. Bamos, Dr. Benjamn F. de Oliveira e
I criado, Francisco Rocha Passos Lins, 2 escravos
a entregar.
Passageros do ltate nacional Santa Cruz.
sabido para o Aracaty : -Jacvotho Jos de Medei-
ros e 1 hllio, Joao Cloudualdo I.inbares e i criados
Obituawo do ckmitkhio pumjoo no da 30 DE
AGOSTO DE 1864.
Mara Francisca dos Prazeres.
solleira, Boa-Vista
frica, 53 annos,
aneurisma.
mdemn.sar o ministerio da guerra, pelo da justca, i .J(Kl? Bernardo Texeira Em vista da informa- presidente D. Atanazio Agurr"se 1
e informacoes inclusas importara as despezas feitas L Lu,z Manoel Bodrigues Valenca.Informe o Sr.
pelo arsenal de guerra com os concertos de 31 es-' Dr.juz municipal da segunda vara,
pmgardas do batalhao de infamara da guarda .M|8uel Bezerra de Abreu. D-se por certidao,
nacional do municipio do Recife. I nao havendo inconveniente.
Dita ao vice-consul interino de Hespanha.Res- ( Ma*'mino Sobreira de Mello. Em vista da in-
p ondeado a o odlco qu< em dala de 26 do corrente 'onna^o nao tem lugar o que requer o
dingio-me o Sr. Leandro Sanches, vice-consul de icanle-
Hespanha, renovando a representacao feita por! Alferes Manoel Jos Lopes
esse vice-consulado sobre aj pubcacoes
no Diario de Pernamlutco por occasiao do proces
so instaurado ao subdito '
Astudlo y Busson, por
sur discutidas naquelle
offlciaes havida sobre aq'u
zer-lhe que no lendo g"'
das referidas cominunieai;
tas pubcacoes, que a i
est no dominio do pnbl
cabe tomar a esla presidencia
o Sr. vice-consul interino,
damento plau mente garantida pelas lei
imprensa sobre a responsabildade nella estable-
cida.
Renov ao Sr. vice-consul interino os meus pro-' ^nni., *k ..,
testos de estima e eonsideraco ul"da',ib du 8*osto de ,80*-
Dito ao commandante superior da guarda naci-! coucgoJ'"l"m Partir dos Santos.
nol do rejo. Mande V. S. passar ao alferes da becrefano do bispado.
seccao de reserva n. 9, da guarda nacional sob sen ; ----------
enramando, Pedro Mt.xmiano de Oliveira Mello, ai I'inMItMtn 11W
guia de que trata o artigo 45 do decreto n. 1,130 de L ,LUJlM"
e margo de 1853, visto que transferio a sua "uartfl io c'"'nando
ii'uani. segundo ] era 31 de
.^jUlho ultimo. Ordem dadin 'ful
\Tre7trrT[0^Tl de """-Mande' 0 coronel cormandante das armas interino
1; LZ.trA da agen^ia da co'npanhia Brasileira determina, que as msicas dos coros do SS
de paquetes dous caixoes remellidos para esta pro-' "".......--
vncia no vapor Paran, confendo um Irinta espa-
tSSktSkt odu.rforrnnvSDa;iaS t e?"",anhia I F** Prohibido que .oquem era ou.ros. e
Sa Brrelo,
nhassemos eslrictamenle e pela ftma em que h'ia-
TZ\rrZ a' a commis*a de que nos achavamos
Bucarregaaos.
*1hS& tm f- '"^^"doos grandes nteres,
ses ligados a irnraed.aia pacificacao do
ram-nos que accedessemos
Joo Carlos. >
para o cumprimento da presento resoluto, que se reTe?* Parahyba nos "ven era 25 do cor- j Luiza Tdcla de Va"cn7ellos,Te7nambuco, 1
commumeara lamben aos Srs. D. Andr Lama* e No mez auado no t^rmo a r,mmn. r. 1 108' 80lte. Boa-VisU ; phthysica pulmonar.
DFIorent.no Castellanos, agradecendo-se-lhes os de, deo-se ,JSI aSaTsinlto CXCio% ^CnSpim'escraTO'fernambu' 8 me"s. BoaVls-
servicos que testa occasio prestaran! ao go- los de Moura voltanX d, iw,! T c o T' fi ; un,a luwnadura.
VT- r, ,a ^FerTdaqu^
Aguirre-JoOo J. ite Herrera-Octano Lapido. casa de Francisco Joaq"m USnTS nira o ai,Ti mann0:1u!ioIleiro. S. Jos; congeslo corebral.
-Ihogo Lamas.-Antonio M. Prez. dar convidou a Jos Fran^ico de uzaP e com e fe T\ P-trnan,bui;o. 1(> ">> Santo Antonio ;
K ----- I "iie trabalhra. Ambos bebern bastante, e Mari"
* Montevideo. 24 de junho de 1864 ?74 SoaSSS dls'","iram *" !, cerebral.
Sr. .wnistro.-Te..l,o a lumnl ELmu. VSLff -S-.?^declarado, q, n.,0 mmiu de ,ra.
conhecimenfo de
governo da republ
cilicace do paiz fera 'i------y
presentadas por V. Exc. e pelos Exms. Srs. m- SLcSSSSifSKS^SjR DlSCUrS prferd Pel Sr de,ulad llanw
Gomes Barboz.? P'"a Gra"de ,0S' a. sessa(> Wl provincial de 7 de maio,
Pernambuco, 2 horas, S. Jos; congestao
S. Jos ; convul-
-Tenho a honra de ransraittir ao ba.har SS*,toberto raiffinSte nVoc"!"d' Pernam,"1C0' m*. f
t V. fcxc. a resolucao tomada pelo casiao do almoro deu-lhe nm S L? sws'
blica sobre as bases que para a pa- que o decepou c ouf ra na Ma n? pe,fC0^{ I --------
forara indicadas e officiosanente os ossos I T. "1^. ?"e E?a.-hot M ... .
nistros do Brasil e da Inglaterra a nossos com is-
sarios D. Andrc Lamas. D. Florentino Castellanos e
ao chefe das forras em armas contra a autoridade
" ^xis.,em na cadeia desta capital 116 presos.
rJnJn d l? cor.rente assumio o Dr. Gervazo
Lampello Pires Ferreira oexerccio de seu cargo
va lavrado, em ditas dispensas, qinndo al che-
gou a noticia do falleciraento do Exm. hispo desta
.-^,imiVuuciiw.i, visto que tn
residencia para o municipio de Can
\. >. informou em data de i dejul
das armas de Pernamltun
ayoslo de 1861.
esta pro-. existentes nesta capital, toquem snente o recolher
lugares que j se achara designados, licando
111-iros lzeram-nos a proposta que en
m .n1. i s a honra dt lrtVar alt" rnheci-
nohres P r''rVern?' e '"le aMm o resultado dos
nobres esforcos desses cavalhciros, a o
publica deve, em lodo o caso.
agradecimentos.
os
juein a
mais profundos
O Sn Silva Bamos : -Sr. presidente, quando se
discuiio pela primeira vez, nesta casa, o projecto
> 2i11iS.'a crear ,!lma repariao inspeclora do
ae chefe de polica nesla provincia na qual ha vi a a'!'dao>eu 'azendo longas consideracoes acerca
chegado no dia anterior. > aef'e pbjeclo, pronunt^iei-me contra, (I) agora que
Esla provincia tem 58 dislricfos de subdele-' a a d,SCU5S;io devo dizer ijue os ilustres ora-
dores que oceuparam a tribuna impugnando m-
as ideas, s tem concorrido com seus argtimen-
para tornaron rainha convceao cada vez mais
rme e robusta.
Eu presumo ter enlao demonstrado cabalmente
tal medida era prejudicial lavoura e ao rom-
mereio, que era contraria s vistas econmicas, e
em as nossas circunstancias actoaes era nex-
vel : boje procurando ser breve para nao fali-
a attencao de meus Ilustres collegas, e para
onomisar o lempo, que mais que nunca nos '
ocioso, por termos de encerrar nossos trabalhos
, ma conhada, pelo escravo""daqiele"de"'nome ?* Preso",e sesso, deixarei de retocar estes pon-
Francisco, que evadi se, e consta que para Paieti ,,ara laz,,r eoderaco-s deontro genero que
de Flores em Pernambuco. nao obstante as dilton-' m1? ver dev,;,n Pe cas da polica.
Mas raides que lizeram o governo adoptar a re-
ferida resolucao, resolucao que elle teve a fortuna
de ver bem apreciada, se encontram nas bases da
!..m. ,ira?-a,!erav*> quamo aos meios de rase- des golpes, e ronbou o que potide Rsfe criminoso bler por fraude Pr velhacar.a squ.llo que p-
acaba de ser oresn em torritnrin ,in c^s o. i de conseguir por meios honestos e legtimos. Neo-
Eu creio, Sr. presidente, que as que'.xas apresen-
tadas nesta casa nascem de urna desconlian^a que
nao tetu o menor fundamento. Ninguem procura
sa molesfar
|ue no presente ou no futuro pos-
a urna parte da mesma familia, cum-
& J J 'Ver de- daclarar e da m aceSr a S^* ni, "os P^n.tltiam
tanriLrefer,da Proposta, pela ausencia de al-
(.uns artigos e pela forma de todos elle*
Adm.ii.ndo esta leal manifestacin, indicaram-
??n n) t/ **** 'i,xe Podamos fazer a aceita-
;ri /n'V'"'/""t co,n '"0 nern moralmente
contrahiamos responsabilidadi alguna
derando que
orne menos
(iloridade, deve
ae ser preso j em territorio
criminoso
, do Cear, sen
do recolhido a cadeia da capital 25 do corrente,
e sen lo interrogado confessou seu horroroso crime
com o maior sungu i fr
.....- ------ propos
tas confiando .|ue, dentro dellas, o governo de
V. Lxc. hade concorrer para que oss sacrificio
seja o menos cusioso possivel naco, afim de sal-
var principios e conveniencias, ser os maos nao
se pod '
de Cabrob, em 13 do cor-
Escrevem-nos
rente :
A' 27 do passado foi gravemente ferido com
urna punhalada o subdelegado desta freguezia, por
- encarregado das
porto.-Convcnho em que o caes entre a
Boa-vista e casa de deteacao
obras do
ponte da
execuiado na
por grupos de negros captivos, e vadios que
levam o seu arrojo ao ponto de originarem serios
conflictos em prejuizo de
rin i J2 corremc.a 9U^ n9fi0- I orden9 a Pr C9"ro a se.nelhanle's~de7ma~ndos'
cl.ro camarrmunSPda tJVS^Sr 'MKtCOmmfenda ,0daV,a' ** corone f?,ue este nto se elfect-
micipal daMlla de Ser.nhaera servico se faca com a devida regularidade c pru- sim o dteponha, ,
2 e 16 do corren-1 dencia, desfazendo-.se os grupos eajuntamentos dos
ociosos que precedem
nem estes netn os que necessifem para ser conce-
em resposta aos seus ollicios de
te, que fica approvado por ser conforme com
suas posturas o acto pelo qual prohibi a feira de
iiuas narras nos domingos mas cumpre que a
mesma cmara designe outro dia em que deve
ter lugar a referida feira.
Dito aos agentes da companhia Brasileira de pa-
quetes a vapor.-Podem Vmcs. fazer seguir para os
portos do norte amanhaa hora indicada em seu
offlcio de hoje o vapor Paran, procedente dos do
Porlara.O presidente da provincia, resol ve
exonerare tenente Jos Antonio de Albuquerque
IZ'l^J'V da freguezia d0 m<*mo "o>e
5 n rSf ldA "SEL" Policia-Communicou-
se ao i>r. chefe de polica.
.,!?'i8,"-0 Pre?ideDe da provincia, attendendo ao!
L, Ueu ,,escrivao etabelliaode notas da co-
gg-JPJ* d Albo Francisco Antonio Brayner
t ^na,Range1, -reso,ve conceder-lhe quinze das
salie? ['ara V'r eSU Capital ,ra'ar sua
Eipenle de secreUri de governo do dia 29
nm *J***Hm.
S Exc oSr'E",11^"^ fazenda.-
mittir i V i P!fden'e da provineia nwnda traas-
i^,v taiaastado,taM,iM
ordens cm duplcau expedidas pela warSd*
ajudante general, sob ns^ll 4r2%eQTcSo urn
as msicas sempre que
saiiem, ou entram para os repeclivos quarteis.
Determina outro sim, que as guardas da guarn-
cao nas occasioes em que transitaran pela passa-
dico que communica o bairro de Santo Antonio com
o do Becife, o fagam a passo moderado e na ordem
s.ngela, para nao lornarem penoso o mesmo transi-
to a outras pessoas.
Assignado.Luz Jos ferreira.
Conforme.Jos Francisco de Maraes e Vascon-
cellos, capilao ajudante d'ordens encarregado do
detalhe inlerinamente.
2"ea "x! di|z^U(;.ne?sa proposta saamente entend-
?rTuTnl?^eCrUJ d^rm'V -^>rontido o governo espera ver reduzi-
general.
huma necessidade tem o comprador de algodao de
mandar fazer urna errada elassillcacao do genero
que vera ao mercado, para obter por'menor preco.
ipiainlo elle pode conseguir o mesmo, sendo o al-
godao o mais bem classilcado possivel, por ter lo-
i da a lberdade ua lxac.lo do preco : o assim em
vez de mandar classific'ar por seg'unda classe o ge-
nero de primeira, para o comprar por 2*3 em vez
de 2,5, elle pede ixar aquelle pnmeiro valor pa-
ra a primeira classe.
Posto isto, donde vira para o negociante a van-
(agen na errada elassillcacao do algodao ?
Para lucrar ? .Nao. porque pode ter o nvsmo be-
neficio, sera descer a pratica du um acto que o in-
fama e deshonra.
0 Sn. S Peheiiia :Para codilhar a fazenda.
O Sn Silva Bamos :Este assumpto tem sido
por demais respondido : pelo modo de cobrar o
imposto, a fazenda nada pode sollrer.
Eu pego casa que atienda para este argumen-
to, pelo qual eu pretendo livrar a honrada classe
commercantes da vergonhosa pecha que Ihe
INTERIOR.
RIO
27
Continuamos hoje a insercao das pegas diploma-
DK J4MIHO
dejnlhe de 1861.
pru
conhec
naos do otanT """"<"" uus poaer8S consliiucio-1 que seja o motivo que se allegue.
De todos ests rticos result ni. ., Pua.n, 2 Pno referente aos impostos que tem
,,,Z-..La5?s.Te.- "a.PO's. me o acata- cobrado o general D. Venancio Flores, o governo
lera aos seus contribuintes que tenham sido forca-
Hoje se extrahira a lerceira parte da tercera i
ia da Sania Casa da Mist
Envlamnos o segunle negociante que presa sua reputacao, nao vai
A' proposito de ter esla Bernia tratado de di- deseer a uma P obler aquillo, que pie
versas casas de tabolagem, designando as ras "l>e8"ir Pr meo mais honesto : portanlo se ha
onde estao situadas, migamos de summa ntilldade' VICI ua Ciassl'"'''igao do algodao, oufros serio seus
s porfas de Olinda, para i auf,ore,s 'lue nao os negociantes,
rlimento, sao arrastados;, Freltjndo dizer pouca cousa acerca deste projec-
cujo numero enlram alguns! Pr'!ue Ja delle rae occupe com prouso, mas
es, no innocente tansmiinet, qaero 'icar tranquillo em minha consciencia, era-
chego com que o respectivo dono' Piando os meus esforgos para que nao passe uraa
possa netter e mais honradamente sustentar sua' med,da 'ao prejudicial ao commercio e a agricul-
onerosissima familia. Iuri-
fc.m contrario ao que acabo de dizer, proclama-se
^feji^KSoA??^?^eS2 S T21T*q enham sid0 ror?a-l0,eria da i^J^^'mlt^Tmu^iuc.aSSff;(
dos ltimos ar.igos nao' imS^ZSS* &JK SS22KM*55!^,*^ maior-pre.i o HhOOHjOOO. i gg^^ eolemlB fl ^ V*
deciso.
A
real para a
entendero
esludarem o
iiraar.i- cai.-ic, e que pelo
lES? Zr,0.119, k ,r c : Ph,s,a> deixo" ell de funecionar a datar de hoje,! rares sprao os P 1 deven re-
tamlo s aCma in^v ffi a V". ExC-- qa<> 52" 5 ,)0r con^^^ ca o nosso commercio ptSS\mSUS2 S *22St
i inconveniente reslr.cgao na pn- dos sgnaes dos navios que demandara o porto. I JS*?1 ? al8dao for classificado por uma ins-
mente modificadas, como^uraa^de^era^r'"'5' [S^aTa'S^S.T^ "'"^5. "? 522 : lVa,endo Jueridoa Presidencia da provincia i32 lMOi, ,Viaesem Prevenao
vaPaorverfnar "rf ^4-cX,1eser- ^Z^nS^JT99^^^ *8 Con,r'-,H2* um au^e""> de vencimentss ao'te.egra-1 *!^'ZT!&* **$**
va ao governo plena lberdade de apreciagao e de
acceitagao por parte do venprai 1 --......v,,,,,,,!!,^, rt v,t. uus Mgnaes uos
pies e completa P g Deral h loreb Slm- me,ra **** I apresentou, o governo, co-! BaPAavig/
. mo o estabeleceu o art. 1 do citado decreto de 10
a ODngagao do general' do oorrente, emende que se faz extensiva a con-
manifeston o genera. Flores' ^^^^.^^"^^^^ :
Se o governo approva
Flores perfeila.
Extracto das
1864.
AO DA POLICA.
partes do dia 31 de agosto
i (Hceao oHcial, o comprador lixar um prego para
^. cada uma das classes, o nao offerecer mais por
i um genero um pouco superior, perlencendo mes-
Foram recolhidos casa de detengao no dia 30 P" c,as>e' 1ne outro um pouco inferior deste mo-
do corrente : i do o agricultor coosegnlndo levar o seu producto
ticas relalivas negociago da paz'do slado-
Oriental.
OCLMENTOS RKI.ATIV05 QUESTAO OlUE.NTAt..
Exm. Sr. ministro do governo, D. Octavio Lapi-
do-Escudero, 17 de junho de 1864.
Temos a honra de participar V. Exc. que nes-
te ponto recebemos noticias sobre o pouso do Sr.
Flores, e a designarlo, por sua parte, da estancia
de Sante Clara, para que ahi tenham lugar as con-
ferencias jiecessaras para o desempenho da no^sa
commissao.
sincero desejo de paz ~......" t,"uc"" riores' n,au" P""" "" perlurbagoes polticas prximas
Temos percorrido varios departamentos mm*m :^.'mTiiSrr"?-"0* '.Vd aS aC,0S de'A' .ordem do snbdelegado de Santo Antonio, I a P'nera classe, nao procurar melhor-lo, por-
dos pela secca e pela guerra, e que nZs^umJn S Zf* S a^,ondade- em f", cravo de Roberto da Silva, por fug.- T n.enhu,n bmcflrio Ihe resulta d'abl, e assitn o
Phcar-se iramediatamlnle re25^SS IfS^^^SU^0 S" f>rocess!ios ,di Antonio, Galdino, Luz e Manoel, escravos8o "o*.* nossa provincia nao chegar a melhorar
dessa dupla peste ; temos visto os ee.ne^nf,?,? I Be2 E2?S2iK 22 aC,0S- a Pr'meiro, de Manoel Jos Pinto, o segundo, de Ber- de ****** 9 ser sem duvida de prejuzo
sen vencer a autoridade, nSLZtt?52& ^gfflfSSgtfg?! em 2? devera r jardo Jos da Costa, o teredro. de Jos Francisco para esta classe de lavoora, .que nao ganhara j-
prolongando uma gnerra destruidora r^ da Silva, e o ultimo, da viuva de Francisco Mathias mai? o crdito a que por outro modo poda at-
v.do es votos das ^SS fn a es" S^SSvMlSm^ o0"** freir da Cos.a, todos para averiguagao era crime, "n|'r- ^ / T
vuiZZmZ. i-^.'"?-?1^*''IumwmeommumBS. de roubo. e v Es, pois, um lado pelo qual a lavoura pode ser
Dallando cora esta nota cumpridas a ordens A' ordem do de S. Jos, Pedro da Cosa, por ds- P'^^da.
que recen, ue &. me. o presidente da repblica, turbios: Antonio Francisco da Silva Pruebo or1 Ja ve oecasiao de demonstrar que a insppcgao
devo manifestar, en nome de S. Exc, que reco- embriaguez. ".> ira aiiva rraieiro, por ,
onece o nobre inlerosse que V. Etc. sens dignos A' ordem do da ruap>nea Jo-< /eflrino dos W
collegas mostraran em favor da naeHteagrw) da re- tos. or briga ^ *UI*
publica, o qe por isso Ihes est multo agradecido., G ch f ^ ,. r
Teuno, a honra, Sr. minisiro, de reiterar a1 /Ifi!K
.. ,....,_,/,., ,7iiiiiiu\ mas anif p<.
peranga da paz e assiste-nes a intima convieco de
que o Exm. presdeme pode inaugurar uraa nova
era para esta nossa amada patria, dando-lhe a n
pelo s facto de reunir a todos os orienta** son o
amparo de uma adminslracao, que nao via nem
faga entre os Orienlaes, ouiras distinegoes alm das
que se achara eslahelecidas na constitoigao d es-
traria in fall velmente o inconveniente de demorar
por muitos das os conductores nesla cidade, fa-
zendo despezas, pois com as entradas actuaes nao


(1) Este discurso ainda nao foi publicada.
tMITILADQ,


nixrle 4c feri*sa\ie Quinta trlra I ir gelembra 4e t *4.
Cmara fliiulclpal lo lleclfc.
StatathHiopublico da cidade do Hcrtfe.
Mauam-se para, o wwumo destecidade
mez de agost do|corrente anno 2,836
saber: __, _
Libanio Candido Ri ieiro& C........
Virgilio Horacio de ?reitas.....
Joao Chrisostomo d* Albuquerque. .
Bcllnrmino Alves dC Archa ....
Wenceslao Machad) Freir Pereira
da Silva...........
Francisco Candido da Paz
Bellarmino Constanljno Cosa Medeiros
Manoel Francisco de Soma Lima .
Manoel Paulo de Albuqnerque .
Ominiano Jos de {Albuquerque .
Erncslo Celestino de Mondonga. .
Manoel de Sonza Menezcs......
Ignacio Adriano Montciro .....
Litizde Franca Soa es........
no
reres, a
842
403
245
219
213
188
165
146
132
118
73
53
19
18
*
2,836
i municipal do Hecifc, 31 de agosto de
O procurador,
/ofge Vctor FerreiraLopes.
pode dar-so encmenlo cm iwn *r> da alodo t al-
godao Iraziilo ao mercado.
Avaiieni bein os sustentadores diistc projecto o
valor de lal prejuizo.
O Sr. S Peheiha :O centro todo reclama con-
tra e>te argumento.
O Sn. Silva Ramos :Pouco me importa o que
dizem os Serlanejos, quando sei que elles sao Ilu-
didos.
O Sn. S Pem-iiu :Sr. tachygrapho tome nota.
O Sn. Silva Ramos :Nao deixe escapar urna so
syllaba do que eu disser, favor que Ihe peco, Sr.
tarhygrapho; icnlio bstanle coragem para respon- Manoel Joaquim Duarte de Sonza.
der pelos incus arlos, e pelas minhas asserciies.
O nobre depuiado, qoe acaba de dar-me um
aparte, e que se relirou da sala, sendo dos mais
mpenhados defensores do projecto, mostrou-me
um calculo ikjIo qual a fazenda provincial vem a
. lacrar com a creacao da inspeccao. mais de 270
eontos amtuaes.
Devendo acreditar no calculo do illustrc collega.
eu vejo uisto mais mi razao para me oppr ao
projecto, pois dest'arte vamos sobrecarregar a in-
dustria afgodoera, i|ue ja est bstanle onerada
de impostes, com mais esla avullada imposicTto,
que lalvez seja mesmo^uperior aos beneficios que ig'j"
se Ihc offerece coro a inspeccao official.
Eu sei bellamente que existen reclamares de
vanos agricultores; mas, pergunlo eo, eessario
ellas com a -creacao desta nova repariieo? Nao
por certo ; todas as repartidos fiscalisadoras de,
(teneros srrfTrem continuadas reclamacoes ; edwto
nos dao poderoso exemplo as alfandegas.
Eu quero crer que o pedido dos agricultoresnas- |>ara % >>wrM -^ # provincial de Pernam-
ce de insiRiiacoes dos pinsanos, que desojara r-
crear a inspeccao para conservaran este, cistello "f c *"*. _
<)o Forte Jo Mttos. que s tem servido de s be- Era amor a just cae a constituicao do estado, na
eflciar com grave detrimento da agricultura. qualidade de ciaadao amanto da minlia patria, nao
Eu j dtoM nesta casa, que a verdadeira inspee- posso consentir que {se illuda, e se continua neste
caodevia sera boa intelligencia entre o comprador proposito ao governa para que conserve crimino-
eo vendedor, one a admittida em lodos os ra- \*os de mrte, rerdadetns nales, representando a
mos do eommercio : V. S. sabe bellamente, e esta admt*utrac.a assembla tambera, que a setnela econmica tem smente que, levado e coracao, levanto um brado
eito banir o uso das inspeccoes. Em teeapos anti- ao governo fazendo-olconhecedpr da verdade.
L, se a constituirn nao me dsse poder para as-
sim proceder centra m gales na administraeo
das leis, eniao o que seria de um cidadao, como eu
c ostros, que se ergnfesse contra esse gales ?! Te-
riamos sem duvida em troco a appicaoao da le
inquisitorial.
Assim, pois, os documentos abaixo transcriptos
provam plena e exuberantemente : 1.", qae Isidoro
da Silva Mascarenlws nao pode exercer empre-
dc-ta t jreza* n0 "tSum I"' "aver assassinado a Florencio Pere\-
Ea lamento que assim soja nao so peta repnlacao; ra Jordao villa da Barrado Jardim da provincia
desta Ilustrada assembla, como pelos inconveni-1 do Ceara : o proprt pai do infeliz declara Masca-
enes que de vem provir ao commereio. rntas criminoso: 2., que pelo memo facto fura
Se o assocar. se as fazendas, se as ferragens, se i Jlascarenhas procesado e pronunciado, obtendo U-
finalmente lodos os productos, que vem ao merca menlo em grande recurso, que por ah esl vi-
provada sua culpabilidade : 3.*, que
ciertos puntos, aun cuando conserven analoga 6 loro pnta quienes escribimos, en la historia econ- de duhos (datos oficiales siempre menores),-y en
identidad en otros. mtea de este pas: ella es muy significativa. | ese muvimento morcanUl tiene el tercer puesto el
Entre las viejas nacionalidades europeas que los Ella es el desmentido mas solemne que puede: Imperio del Brasil, teniendo el primero en cuanto
siglos han ido consolidando, en creencias, costum- darse las calaniosas imputaciones que han ser-' al comercio de ganado, elaboracin de carnes,etc.;
bres-, idioma, leyes y raza, cada pueblo se repre- vido de pretesto la misin Saraiva, tan violenta y siendo de notar, segn los clculos del 9r. D. A.
senta si mismo, y" al declararse en guerra unos y desacertada comp inoportuna, tan daosa los Vaillant sobre el comercio del Rio de Ix Plata con
con otros, el ingles daa al francs, el francs al intereses materiales brasileros como perjudicial el Brasil, que Buenos Aires solo alcanza al 8i \\i
espaol, el italiano al austraco etc.: cada pueblo la reputacin y crdito del nombre glorioso de ese p. g del que hace Montevideo,
tiene su personalidad bien definida: casi puedii pueblo brasilero, que no trepidbamos antes de Si esto se agrega el importante comercio de
llamarse en el lenguage de las naciones una indivi- ahora en colocar la cabeza de la civilizacin sud trnsito que el Brasil hace por este pais con el es-
dualidad. La goerra enlre aquellos pueblos, las americana, pera cuyos ltimos actos le acusan ote tenor y la facultad que tiene este gobierno de regu-
represalias, los tratados raspeclivos los afectan pe- el mundo, por culpa de su gobierno, de falta de lameutarlo y aun de imponerlo, se comprenderto-
culiar v esclusivamente : si la Francia toma repre- nobleza, de generosidade y de bro. | davia mejor la imprudente conducale la misin
salias sobre la Inglaterra est segura que esas re- El Brasil es poderoso y se ensaa con los d- Saraiva y del ministro qae la autorizo,
presabas pesarn siempre sobre el pueblo ioles,; hiles. A protesto de protejer los Brasileros residentes
sobre su comercio, v uue los danos que le haga, lo El Brasil es opulento y ataca los estados po- se les daa, no solo en los puntos que llevamos de
1 bres.
El Brasil es Ilustrad! y patrocina la barbarie
nmade.
El Brasil es um pais do orden y promueve el
desorden.
El Brasil es valiente y elige por enemigo un
sufrir su industria, su capital, so sociedad en flu.
Si la Inglaterra adopta con respecto la Francia
otra nacifm europea medidas hostiles, ellas van
recaer sobre el pueblo quien quiere hostilizar,
y entonces el derecho internacional lija el caso
ciaro, que aun cuando doloroso, no afecta los
neutrales, y si dao les causa, es pequeo, nunca pas ^Jyjdo^porja guerra civil,
en la escala de quien es objeto de ellas.
Esta es la realidad de las cosas entre los pue-
gos todas as mercadorias eram oimlsienle ins-
poccionadas antes' de sanirem das fabricas ; boje
esle uso foi hanido ; estas peias postas ao commer-
eio tem desapparecido, e ha a maior tendencia pa-
ra a plena liberdade do eommercio, tajos benfi-
cos resultados sao feralmente eonhecido. E
quando nos panes civilisados ha toda a manilesta-. ass
ao em prol da Hberdade do commerciu, que esta prova
assemblca pretende retrogadar, sanccwnando um Jos a
deiileinent4'
ainda procurou assassinar a Jaaquim Pires ' gucila ciila e provincia, desfechaiulo-llte um Uro,
o menor va- j nao foi ainda procftiado : 4., que o S*\ Joao Air
tes Couto, delegado upplente daquella mesma villa I espontnea haya hecho
e provincia, deve explicar ao governo olonguissi- \ cambio de domicilio.
do sao vendidos e revendidos sem a necessidade
de urna inspeccao official, qnal a razio que pode
justificar este privilegio em favor do algodao?
Diz-se como un
lor, que os serlanejos morando longe nao podem
aeompanbar as remessas, c que os cargueiros igno-
rantes SXO illudidos.
Sem a inspeccao official este mal pode ser fcil-
mente remediado, logo que os agricultores remel-
lar as Has pessoas habilitadas para fazerem as
vendas, de modo que sendo conhecedores do gene-
ro, e dos preros reinantes, nao possam ser Ilu-
didos pelos compradores.
ET por esle modo que se faz o eommercio _do
assucar, e nao me consta que najara reclamacoes,
mas se os senhores de engenbo mandaran vender
o assucar por b.ircaeeiros ou cargueiros ignoran-
les, sem duvida. terao de se queixar de frequentes
prejuizos.
Tenho-me informado com um negocianle, que
tem transaeoes para os nossos serles, e que delles
recebe nao pequeas remessas de algodao, e que o
vende directamente aos exportadores, e asseve-
rou-me esle senhor que nao tem qncixas apre-
sentar.
A razq disto nao pode ser outra, se nao, o ser
o comprador e o vendedor pessoas competentemen-
te habilitadas para as transaeoes com esle ge-
nero.
Pode pois mui bem dispensar-se a in'pecco offi-
cial, M os agricultores quizerem laucar mo deste
expe lente.
N.io preeteam ter relacoes nesta praca, a remes-
sa do genero basta para abrir as relacoes rommer-
ciaes, 'porque o negociante laz a venda, e remette
o produelo, depon de tirada a sua commissao, ou
cumpre as orden?, que receber, sem Ihe importar
saber quern Ihe remette a fazenda.
A mmmtaio importar menos do que o impos-
to, que s, pretende crear para se sustentar a nova
reparticao.
Tennis de mais, Sr. presidente, que todas as in-
forma<;<>> remedidas esta casa, pelos chefes das
repartieses liscacs sao contrarias a creacao da ins-
peccao. Apenas o Sr. administrador do consulado
provincial a reclama como necessaria c provei-
tosa.
Surprehendeu-me lr a infonnacao favoravel
deste funecionario, quando elle mesmo me havia
feito pesar os inconvenientes c desvanlagens da
projeeiada inspeccao, mas creio que estudo ulterior
0 fez mudar de opinio.
Accrosce a ludo quanto lenbo dito, que o cslabe-
lecimento da inspeccao vai conservar ueste limita-
do espaco todo o eommercio do algodao, sendo
assim fcil aos compradores fazerem combinacoes
acerca do preco; o que nao acontecer se se con-
lnnara permittir inieira liberdade sobre este ramo
do eommercio, porque d'ahi resultara o eslalielece-
rem-se prensas em diversos pontos da cidade, e
enlfto o agricultor lera varios compradores em
diversos lugares, aos quaes recorrer para olfere-
cer a mercadoiia, indo finalmente entrega-la
aquelle, que mulhores vantagens Ihe olfe-
recer.
J temos no caes do Apollo una prensa dos Srs.
Saunder.-Brolhers & C, sonde se fazem compras de
grandes porcoes de algodao, e nao consta que al
agora bajan queixas; e ouvi dizer que outras
prensas <^ am montar.
I \i Su. Depotaoo :Mas quem faz a damnifica-
cao?
O S. Silva Ramos :O comprador e o ven-
dedor.
Um Sit. Depotaoo :Nao sao enlo os correc-
tores ?
O Su. Silva Ramos :I'erdo, os negociantes
mcarregam feralmente seus correctores das com-
pras e das vendas.
Vemos pois que a inspeccao obstando que o
eommercio do algodao se espihe por outros luga-
res da cidade estabelece a persistencia desta espe-
cie de monopolio que hoje existe.
Vou anda tocar em outra especie de inconveni-
ente.
Frita a inspeccao official, quem ser o responsa-
vel por qualquer dolo, que se descubra em qual-
<]uer mercado eslrangeiro em saccas de algodao
remettidas d'aqui f
O insf>ector dir, sem duvida, que nao pode mais
responder pela mercadotia, logo que ella tiver sa-
bido para fra de suas vistas, porque qualquer
pode encarregar-se da nova falsilicacao.
Esla casa nao ignora o que ltimamente se pas-
sou em Inglaterra acerca de um carregamento de
algodao, partido das Alagas, aonde ha urna ins-
peccao do governo.
A falsilicacao foi deseoberia em Inglaterra, mas
peder o inspector, que classficou a fazenda res-
ponder por essa falla, quando a fazenda, depois
que embarcou, deixou de estar debaixo de suas
visias ?
O negociante deixou de examinar a fazenda,
porque se fiou na inspeccao official, o que nao
succederia se elle mesmo a nspeccionasse no acto
de comprar, porque seria inconteslavelmenle mais
minucioso no seo exame.
Senhor presndente, a hora vai muto achanta-
da, hoje se devem encerrar nossos trabalhos, e
resta-nos anda objertos mui importantes, de que
nao podemos deixar de cuidar, |iorlanto vou sen-
tar-me, sentido que objecto io importante nao
fosse discutido com mais largueza e lucidez -. nao
que eu esperasse poder arrastar comige os dignes
ollegas, que uVfendem o projeelo, mas porque
quera que e publico visse o modo porque esto
[i-ojecto fra disculido, e que se hal.ilitasse para
jirovar ou reprovar a creacao da inspeccao.
Por niim. Sr. presidente, voto contra o projecto
na mais robusta couviccae de que elle devera ser
regeitado por esta casa, porque assim o recommen-
da a illusiraco desia assembla, assim o requer o
desejo e empeobo que nos devem animar pelo pro-
gresso da agricultura e do eommercio, que sao as
nossa* mais ricas fontss de producto.
Voto contra o projecto, certo de que eIJe vai.ser
.ipprovado por esta assembla, masotal que del-
iro em pooco nao sejamos nos incommodadrs para
.xtinguiuruos a inepecooy quo ora se vai crear, a
iosUBcias daquolles que boje veem nesta medida
i salvaejjp da lavoura do algodao, (Apoiados, mullo moVrado a quem d
iera.) ,
de las
blos del viejo mundo.
Pero, sucede lo mismo en Amrica?
, Sucede lo mismo en Sud Amrica t
Sucede lo mismo en las repblicas hispano-
americanas de Sud Amrica T
i Sucede lo mismo com especialidad en la rep-
blica oriental del Uruguay f
Puede el Brasil lisongear-so quo al emplear
represalias, injustas como son, aun al hacer la
guerra, las medidas hostiles que adopte sern en
contra del pueblo orienlal ?
No : sern en contra de los neutrales qae cons-
tituyen la mitad de la poblacin de esta repblica.
Mas, sern en contra de los Brasleiros residen-
tes en este pais, como que ellos componen la cuar-
ta quinta parte de la poblacin total; lienen va-
moslrados, sino en otros nunchos que la premura del
tiempo nos impide reunir, y que el pequeo cuadro
que nos hemos trazado no nos permite incluir; pe-
ro sealaremos como un hecho importante que el
Brasil envia, a la Repblica Oriental 139 buques
anualmente (1862) con 29,981 toneladas con valio-
sos cargamentos de importacin figura el imperio
Caja existencia en efectivo.
934,323,09
ps. 12,608,433,03
El Brasil es noble y generoso y se aprovecha ne en primera linea con 166 buques y 35,732 tbela
las divisiones internas de las luchas civiles, de las das: es decir la tercera parto de los buques en que
allixioes de un gobierno amigo para humilharlo.
El Brasil es leal y su gobierno se conduce con
perfidia I
La poltica actual del Brasil es cruel.
Pero suprimamos el sentimiento, por que toca
la delicadeza del pueblo brasilero y al honor do sus
representantes el censurar las violencias innobles
que han querido perpetrarse en su nombre con el
dbil.
Vamos la historia econmica da este pais en
se ha hecho la esportacion de la Repblica : cuyo
total es de 471 con 115,164 toneladas.
Fcil es apreciar sobre eslos datos estadsticos la
inmensa ostensin del comercio brasilero que la
misin del Sr. Saraiva ha venido herir eu el co-
razn.
La riqueza pecuaria de esla Repblica segn los
valores declarados, sube 38 millones di pataco-
bes, pero atendiendo lo deficiente de la adminis-
tracin de impuestos y al couato de cada individuo
sus relaciones con el imperio brasilero. I para ocultar lo que, posee, puede calcularse en el
Habla ella. doble; porque, sin exageracin se puede conside-
Rosas cay en el ao 1852, y la poblacin bra- rar que la Repblica teuia al principio de la guer-
silera, in totuin en la Repblica Oriental no pasaba ra de 8 10 milliones de cabezas de ganados va-
de 10 mil habitantes. cuno, milln v medio dos millones de cabezas de
El digno magistrado D. Juan Francisco Giro vi- ganado yeguarizo, ires cuatro millones de ove-
osisi'mas propiedades territoriales, grande capital >o la presidencia y fn derrocadof por una revo- jas &a.; lo que tomando en cuenta los tipos y ra-
en giro, y computados sus valores en estbe.leci-
mealos rurales, en el comercio de importacin y
esportacion, en establecimientos bancarios v en lo
relativo la navegacin, llegaran una suma de de sus mismos correligionarios,
que estamos seguros no tiene el gobierno del Bra-1 a Marzo de 1856 el Sr. I). Gabriel Pereira
ucion sangrienta patrocinada por el gobierno bra- zas linas del ganado lanar, bien puede calcularse
silero, que Illev D. Venancio Flores al poder, el en un valor de cien millones de pesos fuertesque
cual fu su turno espulsado por otra revolucin la revolucin de Flores ha puesto en Jaque con la
I proteccin de las aulondads brasileiras de Ro
fu Grande; y teniendo los brasileros residentes, la
sil una idea exacta; porque si la tuviese, lejos de; elegido como presidente de la repblica
seguir la marcha imprudente y agresiva que le, valieron los campos del E lado Oriental
enrostramos con razn propendera a assegurar patacones la legua quadrada: durante su presiden-, del todo destruida, por los brbaros atentados de
tereses.! ca y la del 8r. Berro (ocho aos) la propiedade que tanto nos quejamos todos los estrangeros aqu
y recien enorme masa de riqueza pecuaria que en su re-
tres mil i produccin incalculable, ha sido paralizada, sino
una situacin de orden que garante esos intereses,
en vez de declararse en contra como lo hace, pre- jaral ha subido hasta diez mil patacones en la
tendiendo derrocar un orden de cosas cuyo am-1 frontera, habindose vomlido entre Arapey y Lru-
paro en estos doce anos, esa poblacin brasilera guay por veinte mil patacones la legua cuadrada,
que no pasaba de 10 mil almas sube segn las for
males declaraciones hechas de lo alto de la tribu-
na brasilcira 60 mil almas.
Las guerras en Europa, nunca tienden perju-
dicar los intereses de los subditos de las naciones
que la promueven; pero en Sud Amrica, espe-
cialmente en la repblica oriental, tola guerra es-
trangera ha de daar siempre los subditos de la
nacin europea que la declare, en relacin la
piblacion originaria de ella, que, I emigracin
venir para mejorar en el
me lempo de tres metes, que marcon para tirar um
processo.
Sao estas as cousideraces, que de presente fa-
ro-as levar, chamando toda ailenc/io para os docu-
mentos.
faie de Flores, 13 de agosto de 1864.
Metcliisedcch Gomes Pereira de VascouceUos.
P. S.Abaizo vai transcripto o requeriroento,
que dirig ao Illm. Sr. Dr. juiz de direito desta co-
marca, pedindo garantas e seguranca do minha
pessoa : pego ao goveruo que tambera leia-o. (*)
\ fregiiezla de *. Lourcnro
la .liada.
Em addtamento ao nosso communieado impres-
so no Diario de hoje, nos apressamos em declarar
que os individuos presos no engenho Constantino
foram cinco e nao quatro, dos quaes tres foram
sollos apenas disseram que estavam. a mudar-se
para os engeridos Penedo e Capibaribe ou Moclo,
hoje do Sr. Augusto de Souza Leo; os outros dous
loram no domiago alternados, em eujo estado su
conservara, e cora corteza serio remullidos para
sentar praca, vista dos exames que j Ihes fizera
as dimenses e signaos o subdelegado Albuijuer-
que : o que nao acontecera se os pobres honiens
quizesseni ser moradores do engenho Capibaribe
ou Moclo!
Que escndalo !
Ilontein foi de novo varejadoo engenho Constan-
lino. O lenenle-coronel Luiz Francisco, que decla-
ra levar de un sopro a freguezia de S. Lourenco,
Y esla verdad que es aplicable los europeos
neurlales residentes, es de una evidencia abruman-
te aplicada al Brasil; porque si la repblica tiene
300 mil habitantes, de los cuales 140 mil son es-
trangeros, el senado imperial asegura qu en esa
suma 60 mil son brasileros, y nosotros decimos
entonces, que la poltica de un ministerio que sin
motivo serio declara la guerra um pais en don-
de residen 60 mil compatriotas suyos ricos, respe-
tados y felices, es un ministerio que lleva una po-
ltica absurda.
A mas creemos que, si las cmaras brasileras
estudiando atentamente las cosas y los hombres de
estos pases encaran en su verdadero punto de vis-
ta la situacin creada imprudentemente por la mi-
sin Saraiva, la mayora dar un voto de censura
sus autores y ejecutores.
El parlamento brasilero recibir por esle vapor
urna edicin especial de la Reforma Pacifica .con-
teniendo todos los documentos relativos la misin
Saraiva, y representada como est en aquella au-
gusta corparacion la inteligencia, el patriotismo y
la pobreza del Ilustrado pueblo brasilero, no po-
dr escapar-se el Sr Saraiva en el anlisis de sus
aclos, al merecido cargo de imprudencia e lijereza |
que le corresponde, tanto al enviado especial como
al ministro que le dio instrucciones ; desde que
lejos de negarse el gobierno orienlal, un arreglo
equitativo, se ha mostrado constantemente despus-
lo dar al gobierno brasilero todas as paueblas |
que estaban en su posibilidad y todas las seguri- i
dades razonables de su bueoa voluntad.
El Sr. Saraiva ha venido este pais imponer ;
amenazador y agresivo no ha tenido ni aun las I
vai, com essa peieguicao aos moradores do Sr. mas banales allonciones, con un gobierno me lo
tenente Bernardiiio, r. alisando a ameaca qu Ihe, reciba como un amigo, y que abundaba en man-
lizera de que nao tirara a safra este anuo i
E na verdade, grande, e impenfoavel insolen-
cia haver quem tenba safra era S. Lourenco, desde
que o Sr. teiiente-coroiiel nao tem o que moer I
Vemos agora que foi demillido o subdelegado
Albuqnerque. Veio a boas horas a providencia I
Depois dos desalios coinmellidos; depois da osten-
taco e luxo com qoe foi posto disposicao do Sr.
delegado Augusto Leo, demitta-se o homem que I
alias nao fez mais que cumprir as ordens de seu
consignatario I
E assim desmoralsada dnas vfzes licou essa in-.
feliz autoridade !desmoralsada por haver serv-
do de instrumento do Sr. Augusto, por cujas sug-
gestSes obrava desmoralsada porque seus ex-
cessos Ihe attrahram tal indisposco publica, que
a sua demisso so tornou inevavel, c como tal
desairosa !
Es-aqui como procedem os governos fracos e |
imprevidenlcs! Na ceguera da vnganea e na
sede do liitimpho, nao meditara na gravidado dos '
golpes! Levanta-se a opinio indignada, e os com-
peli a recuar na marcha de seus delirios I
lleus Ilumine esles caboqueiros do progresss !
0 indignado.
ippello s autoridades de Pao
d Alho.
Desde novembro do anno prximo passado que
a povoaco de S. Pedro da comarca de Pao d"Alho
o theatro das faeanhas de dous salteadores que
nella se conservara impunes, apezar das quexas
dos offendidos c dos rrimes que contnuam a per-
petrar osles dous relapsos.
Para nao fatigar a attenfo das autoridades em
particular e do publico em geral liinilamo-nos a
citar um facto entre mullos igualmenie pblicos e
notorios, e que por demais conhecidos dos mora-
dores deste lugar serve para aferr a veracidade
de muilos oiuros que delles se contam.
Em una das noites do prximo passado mez de
julho, arinaram os taes dous reos de polica urna
emboscada a um Francisco de tal, ronbando-lhe a
capa que elle levava e o chapeo do Chil ; levando
o arrojo a ponto de depositaran estes objectos na
taberna *que um delles tem neste mesmo lugar,
para assim fazerem alarde da sua omnipotencia a
despeilo das leis que garantem a seguranza do ci
dado e o direito de propriedade I
Cusa a crer que era urna das mais prximas
comarcas da capital as autoridades se conservem
surdas e impassiveis aos clamores dos offendi-
dos 1
A' imprensa, pois, recorremos, cerlos de que a
ptibicacao do nos: o reclamo, despertar as auto-
ridades do letharg > em que jazcm, em ordera a. re-
primir com os mei >s legaes os desalios desles dous
desalmados; isto lesperam
Os Pao "Alhenses.
PUBLICARES 1 PEDIDO.
fostftcones honrossimas por la nacin brasilera
que consideraba como un aliado poderoso, y que
por la naturaleza de las cosas se eucontraba forzo-
samente eu el caso de serlo.
Los uepartamenlos fronterisos al norle del Ro
Negro pueden considerarse como problados en su
mayor parle por brasileros, y ademas las condi-
ciones econmicas de esa problacion brasilera la
hace superior en riqueza la oriental misma ; de
manera que, primera vista se comprende que si
las represalias la guerra del Brasil, disminuyen
como es natural, la riqueza, el crdito, y el bienes-
tar social en esle pais, los brasileros suportan en
proporcin la mayor parte de esos males ; y por
eso decimos qu l Buasil declama la cubiira
LOS BRASILEROS RESIDENTES EX EL E. ORIENTAL.
Proposicin que no creemos difcil do demostrar
con seguros datos estadsticos, que varaos encabe-
zar con un smil de excepcin, pues que lo loma-
remos del mismo modo de ser del imperio en su
vida interna.
La mayor inmigracin que tiene el Brasil en
cualquiera de sus 19 provincias* es portuguese,
del mismo modo que la mayor inmigracin que
tiene la repblica oriental es'brasilera.
Son dos hechos iguales aunque tengan causas
diferentes.
Si la Inglaterra, la Francia la Espaa tuvie-
ran una guerra con el Brasil, las malas conse
MONTEVIDEO, AGOSTO 13 DE 1864.
K liras!! declara la guerra los
Brasleiros residentes ea la re
publica oriental.
A man conviced against biswill
Is of the same opinin still.
Muchos -puWicislas, y muy competentes, lian do
nunetado ya ante I mundo la necesidad, no, de
hacer un derecho nuevo americano, sino de modi-
ficar el que existe, para ponerlo en reJacius con el
origen, ios hbitos, y la realidad de la existencia
de los pueblos americanos, en lo que difieren de
los europeos, por sus intereses, nuevas tendencias
y organizaciones especiales, desarrollo y condicio-
nes de vida etc. i l > > "
Condiciones qud, como los territorios.y los cli-
mas de ambos hemisferios divergen entre si, eo
() O documenta flea nesla (ypogrphia para ser
quizer ver.
Os redactores.
y principios de la guerra, abril 1863, el precio
general de buenos campos era de mil onzas de oro.
Cmo es que, si son ciertas las acusaciones qoe
se hacen estos dos gobiernos, el pais ha progre-
sado tanto f
Como seesplican los representantes brasileros
el singular fenmeno de aumentar la poblacin
desde diez hasta sesenta mil almas en doce aos, y
de crecer el vnlor territorial desde tres mil hasta
20 mil patacones la legua en el mismo lapso de
tiempo, en un pais en donde no hay garantas pa-
ra el habitante ni seguridad para sus propriedadesl
Si los Sres. diputados y senadores del imperio
consideran, con la seria atencu n que ellos mere-
cen, estos dos Hechos averiguados, de haberse sex-
tuplicado la poblacin en doce aos y cuadrupli-
cado el valor de la propriedade rural en diez aos,
no asomar alguna duda en su espritu respecto
a la veracidad de las afirmaciones hechas calun-
niosamente por la paison de los diputados riogran-
deses y aceptadas por la imprevisin del gabinete?
Cmo se esphea que los terrenos en jlio Gran-
de, bajo las leyes protectoras y sabia administra-
cin del imperio, valgan la mitad menos que los
campos orientales, donde predomina la tirana, y
que enluta y entristece la matanza e los destierros ?
(Estilo Saraiva)
Como es estonces que desde el aa 56 al G',i, la
inmigracin brasilera ha ido creciendo en tan co-
losales proporciones?
Se nos argir con que los campos son mejores
y que el engorde de los ganados empieza em octu-
bre en la Repblica Oriental y solo en el mes de
febrero en el Rio Grande; pero de nada sirve es-
te beneficio de Dios, se no hay seguridad para la
vida ni para la propriedad.
Y si asi fuera sino hubiese habido garantas pa-
ra la propriedad, esos campos que lanto valen hoy,
estaran como antes, disicrlos, pues que el clima
no ha variado, y sus calidades existan antes que
el orden legal exististe en el pas.
Los campos erara los mismos en la Presidencia
de Flores, pero no valan nada.
Y li aqu en lo que deben lijarse los estadistas
brasileros : tSS* son esas dos administraciones re-
gulares, las que. han im preso la actualidad de
este pais el sello de la legalidad ; que significa or-
den, garantas, instituciones y cuyo amparo, la
poblacin brasiloira vino establecer! all, en
busca de un bienestar que i o tenia, y producin-
dose por eso, un aumento del valor territorial pro-
porcionado las garantas, la seguridad y la
proteccin que ella obtena.
li ah el mejor elogio pues de los gobiornos
orientales, y la mas elocuente refutacin a sus de-
tractores.
Antes, los saladeristas de Rio Grande, mandaban
comprar los primeros novillos, pagando mayor pre-
cio por los de Ires anos arriba a fin de tener las
primeras carnes do primavera. Porque vinieron
comprar campos despus, convirtindose de com-
pradores troperos en hacendados establecidos?
Porque hallaban garantas para su proprie-
dad.
Y porque vinieron ellos mismos habitar sus es-
tablecimientos de campo?
Porque encontraban garantas bastantes para el-
lo, es evidente.
Si no llenen ahora esas garantas, es porque la
rebelin ha destruido toda administracin en la
frontera.
Asi es que, no son los brasileros laboriosos los
que acompaan la rebelin : no.
Son los elementos disolventes que pululan en
S. E. O.
Montevideo, 3 de agost de 1861.
PP. Mau y C.
F. L. da Costa Guimares.
Las instrucciones del Sr. Saraiva deberiam ha-
berse lomado de la citada carta del Sr. barn de
Mau que conoce bien estos pases, y que tiene de-
recho a ser odio por lo* grande servicios que ha
heche al suyo, y por los immeasos capitales brasi-
leros que maneja, pues se v *e solamente el es-
tablecimiento de Montevideo gira 12,608,433 pesos
moneda nacional, repartidos en un pais que se ar-
ruina, pero que cslaria ahora en la mas grande
prosperidad si el Sr. Flores no hubiera encontrado
apoyo en Ro-Grande entre los caudillos importan-
tes de frontera, que, como el general Netto son
tanto mas susceptibles de irritarse injustamente,
cuanlo mejor idea tiene de si mismos y de su po-
der irresponsable.
El general Netto levanta su lazo la altura de
la corona imperial. Pero desgraciado el pais que
olvidando la justicia, la moral, y las condiciones
todas que los pueblos cultos han creado para regir
sus relaciooes reciprocas, se deja arrastrar esta
deplorables ostentaciones de la fuerza bruta, que
forman prueba plena en contra de quien las hacen
porque revela la falta de conciencia que lo
aqueja.
La misin Saraiva no comprendi la situacin
que vea : vino aqui y present una nota que fu
contestada por otra y suspendi I negociacin
para ocuparse de la paz bajo la base de poner un
gobierno florista ; y no habiendo sido aceptado por
el presidente, sus candidatos para formar un mi-
nisterio, parti para Buenos-Aires, y su regreso
en vez de continuarlas como era natural y ocupar-
se de la demostracin, lanz nn ultimtum terrible,
y habiendo el gobieruo^de la repblica ofrecido un
rbitrage, el Sr. Saraiva, se retira de la est-ena
quedando el Sr. almirante barn de Tamandar. en-
cargado de las represalias por mar, y los coman-
dantes de fronteiras, encargados de las represalias
por tierra del modo y en la forma "que cada ico
juzgue mas eficaz 1
Hay ejemplo de una cosa semejante en la his-
toria del mundo ?
POR SESENTA RECLAMACIONES EN DOCE ANOS, OUB
RESULTAN RAZN DE CINCO CASOS POR AMO SOBRE
GU MIL HABITANTES, SE LLECA Al. ESTHEMO DE LAS
REPRESALIAS CONTRA UX l'AIS DONDE RESIDES LOS)
5I,'J10 BRASILEROS RESTANTES RESPETADOS V FE-
LICES.
Qu represalias son estas ?
El derecho reconoce ires grados : la retorsin
que opone un acto de rigor, otros de la misma
naturaleza ; las represalias, propiamente dichas
como la confiscacin de bienes, el embargo, el blo-
queo etc. y en fin la guerra que no es otra cosa que
un estado de represalias generales y continuas.
i Y sobre quien van ejercerse esas represa-
lias ?
Es acaso sobre el Estado Oriental y en perjui-
cio de intereses orientales ?
No : el gabinete brasilero va perjudicar iute-
reses del Brasil, de los brasileros, de los italianos,
de los 'espaoles, de los inglezes.de los francezes,
portugueses, alemanes y dems neutrales estran-
geros pacficos residentes en la repblica: ellos
van ser las verdaderas victimas.
La declaracin del Sr. Saraiva es pues contra los
neutrales en general.
Pero con especialidad contra la poblacin, la in-
dustria, el comercio, y el capital brasilero.
Levntese el parlamento imperial mayor altu-
ra, y que sirvan de testo sus deliberaciones ul-
teriores fos elevados conceptos con que S. E. el Sr.
Herrera termina la nota fecha 2i de mayo en con-
testacin al Sr. Saraiva, que sigue :
El medio eficaz de servir bien el nteres del Bra-
del Brasil en mayo del ao passado hubiese tomado s( y au ja repUb|ca que es uno mismo, bajo mas
otras providencias que tranquilizaran el espritu de ue un Ai[KCl0 |)0|j|co y econmico, es inaugurar
los rio-grandenses contra este pais, mas bien por na v (ra |iar(e> sncera) fea) v enrgicamente
contra los valiosos intereses de sus compatriotas en ja pralja je| derecho en los confines de uno y
l establecidos. Oiro territorio, subordinando lodo elemento de per-
La misin brasilera aqu residente, ha aemuo tubaciun que conspire, de uno y otro lado de la li-
inrorraar al gobierno imperial de la prosperidad nea fronIeriia conira las alias v durables conve-
eslraordinana en que este pais marchaba cuando niencias de ambos paises y de ambos gobiernos,
vnola invasin, alcanzando sus rentas geueralesa ? >'0 sera posible dirigir tales fines de una
cerca de cinco millones de patacones anuales, pa- p0|llica previsora los esfuerzos recprocos, ya que
gando amortizacin intereses como los paga has- dMpue8 de un ano y meses de impasibilidad por
la este mismo instante, sobre 13 millones de duros [e di>, oljeI.no imperial en presencia de una
de deuda consolidada, y abonando con una regula- r(lina anuil(.iaJa v desatendida ha llegado
' el momento de que se ocupe cerca del gobierno
residentes, la consecuencia es lgica: LA GDERBA
DEL BRASIL ES LOS BRASILEROS.
El Estado Oriental encierra hoy grandes rique-
zas brasileras, y los establecimeutos de campo que
pertenecen esa nacionalidad son sumamente va-
liosos.
Kl Barn de Mau solamente, tiene en el Depar-
tamento de Soriauo sobre el Ri Negro, una estan-
cia donde los mejores tipos ingleses y rabes de la
raza caballar, ganado vacuno y lanar de las mejo-
res razas inglesa y francesa cruzndose con la
del pais, la mejoran; introduciendo el mtodo,
el orden y el sistema en nuestras campanas, pro-
penden como oros muchos valiosos eslablecimenlos
estrangeros que se dedican a la cria de ovejas,
que se vayan sujetando los hbitos agrestes de la
poblacin nmade y pastora, con grau vantaja so-1
bre la de Rio Grande que es tal vez en sus cam-
paas, mas ignorante y atrasada que esta.
Nos asseguran que el establecimiento del Sr.
Mau tiene un valor de costo de mas de quinientos
mil patacones.
Sufre pues la campaa prdidas incalculables
con la invasin de Flores perpetrada en medio de
una prosperidad desconocida en esle pais, que es-
taba regido por una administracin modelo, sino
por el genio del estadista, por la mansedumbre de
su espritu y por l religioso respeto que prodiga-
ba las leyes y las formas protectoras del ciuda-
dano. I
El ausilio que recibi Flores de la provincia de
Rio-Grande podra haberse evitado, si el gobierno
lares la vez que lleDaba regiosamcutu sus com-
promisos de toda especie.
Si las cmaras brasileras hubieran tomado to-
maran en consideracin todos estos detalles, que
para ellas reunimos, las injustas y calumniosas
acriminaciones de los diputados rio-grandenses, no
habran bastado para que el gobierno imperial
mandase una misin especial con tan grande apa-
rato blico, para reclamar proteccin cuando ya la
tienen, aglomerando hasta las mas insignificantes I
reclamaciones de 12 aos airas, para exigir en mq-
mentos desgraciados su aprobacin immediata, y
sin examen, bajo la presin de urna amenaza he-
da la faz del mundo, y de la manera mas impo- |
litica imprudente, por ese gabinete imperial, que
no ha trepidado en asumir la responsabilidad de
un hecho abusivo injusto que aja insulta una
nacin joven y dbil, pero susceptible y vale-;
rosa.
Las declaraciones del gabinete brasilero depre-
Sivas de la independencia orienlal, dificultaban la
misin misma que apareca en el Plata con un ea ;
rcter amenazador, no solo nnecessario sino hasta ^
orienlal de eslos negocios ?
No sea posible que talesTines y para evi-
tar sucesos deplorables que quiz nos vela el por-
venir, tendiese la poltica de ambos pases, concer-
tndola y basndola en combinacin que fije el de-
recho pblico internacional de ambos estados en
relacin el uno con el otro, introduciendo en el
derecho internacional privado de cada una, de las
modificaciones necessarias um de garantir s las
relaciones de buena amistad y vecindad, los me-
dios de conservarse y afirmarse cada vez mas?
Parecera infortunadamente que consistiese el
desidertum del gobierno imperial en solicitar y
obtener reparacin a males del momento, efecto de
causas permanentes, cuya fisonoma se desconoco
e se oculta, cerno si la 'repeticin de esos efectos
que las cancilleras imperiales hacen desde doce
anos airas, diesen los medios de evitar en el futu-
ro su reproduccin.
ola del 24 de mayo.
El ministro oriental d en el blanco.
nanse ambos gobiernos para restabelecer el
rden pblico aqui y afrmalo all, y ambos pai-
I ses florecern, pero por el camino que van los es-
a i .' Z ladsias brasileros, estn empleando las fuerzas
ridiculo, pues se dirijian contra una potencia que
no se negaba acordar las reparaciones
viese derecho el Brasil tanto en lo relativo al honor mora|il. ma,eriales de, Brasiim hacer la guerra
nacional, si lo nabia ofendido, cuanto los perju- U ,os resllll.lllei brasier0l en eu(l0 de la Plata.
cios individuales que hubiera podido causar a sus
sbdtos.
Perjuicios que una vez avaluados y justiprecia-
dos por rbilros no alcanzaran, estamos seguros.
cuenclas de ellas pesaran en las proporciones res- ramente los que encuentran mas a mano;
-----.:___ j- ...li. ._ ___r._i _._......- .....:__ ne.rleneen en n amn msimria i cl-iilIfriQ I
esos bosques, son los vagos y mal entretenidos de en su espresion mxima, los daos que la misin
una y olra frontera, que se renen para hacer ca-
lifornias, para robar ganados -, y que roban natu-
Esla es la verdad.
Calvo.
(Da Reforma Pacifica.)
pectivas de problacion, capital y comercio relativo
de estas potencias en el Brasil ; pero si fuese el
Portugal quien declarase la guerra al Brasil
ejerciere represalias, el mal que hiciere la asso-
ciacion brasilera, politica y econmicamente ha-
blando, se infiigiiia en gran parte a sus propios
nacionales, porque los portugueses en el Bresil,
como los brasileros en el Estado Oriental tienen el
y que
pertencen en su gran mayora subditos brasile-
ros ; cuya ruina causa asi, esta guerra civil, y va
hacer mas completa la ciluacion creada por la
misin Saraiva.
Existe un antagonismo innegable entre casi to-
dos los paises vecinos y limtrofes; pero entre los
riograndenses de all y los orientales y brasileros
domiciliados en el t. Oriental, esto antagonismo se
de domiciliarse, fundar familia y
MTa* na nec'10 mas acerbo consecuencia de la ventaja das amenazas la soberana del Pueblo Oriental v
| en los campos y de que los productos de exportacin su independencia tal vez.
Saraiva ha causado v esi causando ya los sub- Bemjamn Cincnalo Ulnguass, pharmaceuli.
ditos brasileros residentes en el Estado Oriental, i co, alferes do corno de saude, passando desta pro-
Cuando transcribimos con encomios la carta que j vincia para a do Paran, onde vai servir por acto
el barn de Haa public en el Jornal do Commer-' do governo geral, nao pode deixar de publicamen-
cio, dijimos que esa casa era el mejor apstol de te demonstrar quanto grato ao Exm. Sr. com-
a poltica influencia brasilera en el Rio de la \ mandante das armas, Illm. Sr. teneute-coronel di-
Plaia. rector do hospital militar, Dr. delegado do cirur-
Politica que comprendamos, deba ser civilizado- gao mor do exercilo, primeiros e segundos facul-
ra, progresista, protectora de los intereses legtimos,! tativos daquelle estabelecmenio, almoxarife, em-
favoreciendo su desarrollo por el capital v la paz, y pregados da respectiva secretaria, collega de das-
no coolrariandolo por sbitas alarmas "njustilica- se, ofliciaes de guarncao, e todos era geral pelo-
hbito
gar-se.
En el Brasil, la tercera parte de las propiedades
urbanas y rurales pertencen portugueses y por
conseguute del mal qu se hiciera el Brasil sera
solidaria proporcionalraeute la poblacin portugue-
sa, at i como del mal que se haga ; esle pais ser
solidara la poblacin brasilera.
Esto es claro, como la luz.
Cuando en las cmaras brasileras se presenta-
roa proyectos para que los estrangeros uo pudie-
ram ser dependentes sin pagar una patente de 121)
mil res cada uno y con el pretendido fin de nacio-
nalizar el comercio, se quiso prohibir el de detalle
todos los estrangeros, que no tuviesen carta de
ciudadano: el Portugal, cuyos subditos soa ya tan
mal tratados por los brasileros, no opuso ninguna
difiicultad; sin duda porque encontr que era peor
la enmienda que el sonet.
La cmara de depulados tuvo el buen sentido de mejor que la de Rio Grande por eso la prefieren en
no sancionar estos absurdos econmicos; pero se los mercados de Rio Janeiro, Babia y Pernambuco.
declar autorizada por el hecho mismo para legis- El Rio Grande quiere mantener siempredependien-
lar sobre este assumpto; y si consecuencia de las! te al resto del Brasil, y sos caudillos se interesan
injustas amenazas del Sr. Saraiva, el E. Oriental en arruinar la campana orienlal para que non pue-
declarasse.que para ser proprietaro en la tep- da competir. Pero en est ruina, quedan enveltos
blica, es necesario hacerse ciudadano, porque asi- los brasileros residentes, aun cuando nombre soya
la causa de las reclamaciones desaparecerla, el i se pretenda consumarla.
Brasil encontrara en esta imilacion de las leyes in- Pero Rio Grande que quiere ser independenle,
glesas una represalia terrible; pero hasta cierto no considera dignos de atencin los intereses de las
punto justa.que refluira sobre sus nacionales resi- dems provincias: los sacrifica los suyos
dentes, pero que no podra servirle de motivo de el monopolio.
son mejores en el t-slado Orienlal-tambien y son
similares : motivo permanente de rivalidad entre
ambos.
Como lo prueba la extacion que provoc en Rio
Grande el tratado de eommercio que hubo de ha-
cerse con la Repblica Oriental, porque favoreca
en los puertos y mercados de consumo brasileros,
la introduccin del tasajo oriental! Ese tratado era
mas favorable para el Brasil para la Itepnblica
Oriental, porque contribua hacer all la vida ba-
rata, llevando las clases menesterosas, un ali-
mento sano y de primera necessidad bajo pre-
cio.
Los consumidores brasileros de 18 provincias
fueroo sacrificados al nteres local de los saladeris-
tas do Rio Grande.
Esto es uno de los puntos de la dificultad.
La carne beneficiada en el Estado Oriental es
Ese mismo establecimiento que gira lan grandes
capitales en este pais y acaba de establecer sucur-
sales en el Salto, l'aisand y Mercedes, es uno d^
los que mas sufrir de la siiuacon creada por
la rebelin de Flores y agravada por la misin Sa-
raiva.
Es sabido que esta casa bancaria iba estable-
(ratamente urbano e olDcios de amizade que sem-
en Ihe prestaram ; e igualmente se dirige s pes-
soas com quem entreteve relacoes particulares pa-
ra agradecer a conlianja qoe lhes mereceu, en-
chendo-o de importancia. Entretanto longe desla
trra hospitaieira, cojos habitantes oceuparo in-
cessantemenle sua lembranca, offerece os seus li-
mladissiraos servidos aos que se dignarem trans-
mitir suas ordens, cabendo dzer-lhes que as suas
cer sucursales en San Jos, Durazno, Cerro-Largo; siugelas expressoes vejam o transumpto da verda-
y Tacuaremb, pensamiento irrealizable estando! de e da sincerdade, affiancando que o jubilo de
bajo la presin de los Sres. Flores, Saraiva y Ga. I que se possue ao lembrar-se dos Pernambucanos,
Esta misma casa brasilera tiene en Buenos-Aire?, confunde-se. com a saudade que o fere peta distan-
Rosario de Santa F y Gualeguaych estableci-
mientos bancarios ; los diarios han dicho que aca-
ba de celebrar un contrato con el gobierno de Cor-
rientes para la amortizacin de aquel papel mone-
da, y la creacin de un banco de emisin ; sabem
ca que os separa.
salsa de Brystol.
A salsa-parrilha de Hrsstol ejerce suas propne-
dades purificantes por todo o systema nervoso,
' ,.-------. j ..! i c- .miliimitar uaues uui uicaines p->i ivuu u sjswraa uerv
que esta en va de arreglo con fr. gobernador ^ t.,y(M; prendo e accumulado pe-
1 las ulceras, escropbuas, abseessos e tumores, o es-
tadal as mais molestias das
de Crdoba para ostablecer all otro, en pre
del desenvolvimiento que traer al comercio y la
industria de las provincias interiores, el gran Ferro-
Carril Central Argentino.
Es sabido que el Sr. Mau, propios y ageneos,
representa inmensos capitales brasileros en el Ro
de la Plata que son los primeros damnificados por
la politica mesquina del gabinete imperial.
Todos esos proyectos qnedan paralizados por el
amago de una guerra, llamase represalias, coulra
gobierno oriental, que tiene naturalmente
queja, pues estara dentro de las atribuciones le-
iislalivas segn la- doctrina del parlamento brasi-
lero, y sin que hiriese ntugtiu inters lejtimo, co-
mo lo prueba el ejemplo de la Inglaterra.
Felizmente, en estos pazes, tan ealunados aun-
que nuevos, predominan las mas adelantadas idea
econmicas, y lejos de propender a difiultar esa in-
migracin espontanea que puebla es tus desiertos y
etinque, estas sociedades, a.igualdad mas conipte-
el gobierno oriental, que nene naturalmente una
quiere guerra argentina en perspectiva, como ya tuvo lu-
gar el ao 25.
Y el imperio es Rio Grande. En esa guerra' lal primeras vjcthaas ser|n seim-
Esto es en lo relativo tos brasileros domicilia- pre los intereses brasileros ; y mejor qtjc todas
dos en la frontera: pero el comercio licito brasi- nuestras demostraciones lo prueba el ultimo La hul-
leros no merece tambin alguna proteccin ? ce del banco Mau que reprodujimos de.uuestro
Los productores de azcar, cana, yerba, tabaco, propio diario *
tienen ea estopis un importantsimo mercado qoe
la guerra les pueda hacer perder, porque en legiti-
ma represalia tambin se pueda el gobierno ver
obligado a recargar los derechos de importacin
IIA.NC.O MALA V C.
Balance del mes de julio de 1864.
. DbHo.
ta, decimos mas, los privilegios para el eslrangero,, disminuyndolos en los similares de Cuba, Estad-,s- Capital realizado
se consagran por la liberalidad de una legislacin Unidos, iinitruav Aa. Reserva........
3ue protege Ta propriedad, que asegura el ejercicio
c todas las libertades, que respeta todos los.dere-
chos que garante todos los intereses, y que ha. he-
cho en estopis como en la Repblica Argenlina,
los beneficios mas grandes, manifestados por los
hechos sociales mas elocuentes, que pueden adu-
cirse en comprobacin nuestras aserciones.
Unidos, Uruguay &a. Reserva........................
Hace alun tiempo, al empezar la guerra, publi- Depsitos y cuentas corrientes
caraos algunos trabajos sobre este punto y entonces
dij.nos.como ahora repetimos, los brasiferoseomo
poblacin neutral tienen el primer lugar entre los
ostraugeros, despus los espaoles, los italianos los
francezes.
El comercio dn importacin y esportacion de la
Emisin en circulacin....

2,000,000
337,613,66
7,86i207,7o
ps. 12,008,433,00
Fijeaso los Srs, Bepresontenie d,el pueblo brasi- Repdbllea e* i sum cerca de 21 millones
Crdito.
Valores cobrar................ .1,39,b07,6o
Cuentas corrientes.............. 8,279,302,29
corbuto, assim como mmmmfmrmnmmsmjmsmn oas
glndulas, da carne e da pelle.
A historia desla preparaeao tem sido pelo espaco
de trita annos nina serie Bao Interromplda de cu-
ras as mais admiraveis e felizes. Todo o mundo
medico admiUe tal e ant-escorbutico al hoje conhecido, e pdese
com toda a certeza afianzar qoe um remedio es-
pecial para a cura do rheumatismo c de todas as
affecfoes dos msculos, tendees e coojuncturas.
Encontra-se venda na botica de Bravo 4t.e
Caors & Barbosa.
i____________
.._,,__i. i \_i__^xsesmaasmmBsam
if
COMMEICIO.
NOVO BANCO
DE
peiuahkiiijco
EM'fftTE AGOSTO DE 1864.
O banco descoma na presente semana a olp poi
cento ao anno at 9 pra$9 de qtialro mezas, e ao?e
por ccnlo at o de seis, raezes, e faz emprestimos
sobre tnlos commerciaqs.
Uaadega
Rendimento do dia 1 a 30

7U:739Jo70
MUTILADO


<*
f


Mea do da 31................. 31:7MIO
'
Alarlo c Peranmhato -. <*u.i,t\i elra dr *e 743:538*673
Wovlmentt 4a alfandepa
Volemos entrados cora fazendas... 2vi
t coui generes... 372
VoiuraesahJo* com fazendas... 128
curo gneros... 500
Doscarregan) oo da, de setembro.
Barca franceza Jean Baptist-marcadori>.
Barca inglezaCMW*f*-dersos gneros.
Barca uigJezaFaeamte-carvo de pudra.
larca americaa Tempesttaboado.
Brigue inglezZegrimercaduras.
616
403
.^if** I*5 s propozcr.il a essa arremata- da N oVmec prmo B*ss.ado, e uo te lanar
yo, eoroparecam na saja fes-stssSes da referida por o fer fcavdo audiencia, 4 exSTfe r-
junta, no di cima mencionado pilo meia da,e
competentemente habilitadas.
E para constar se raandou publifar o presente
pto jornal.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pernam-;
fcueo, 28 de agosto de 1864.
O secretario,
A. F. a"AnnuncuKat.
_ O lllm. Sr. inspector da thesonraria provin-1
cial.em cumpnraeoto da ordom do Exm. 8r. pro-
mete da provincia de 30 de juoho ultimo, manda '
faaer publico, que na di 13 de eulubro vindouro,
parante a junta da fazeuda da mesma tjiesouraria
se ha de arrematar queto por menos flzer, a cons-
tr necio de 69 brabas de es de cada lado do ea-
maqde das aliu*s
SouRt Vanos.
1 IL".. I ,1
cojntr Maaoel Joaqwn 4e
iHMff
-rV
i.'.Miv
w >*
fe
f
LEIO
K
Brigue portuguezConsttu II -diversos gneros. nal "a Aurora, avahado em 15:9143000.
Escuna dinamarquezaHgtmfarinha de trico. A.arrematacao sera feita na forma da lei pro-tumflSti aorte
Polaca hespanhola-ftKean del Carmo-cau*ule ncial ". 343 do 15 de riaio de 1854, e sob as! Ddefia recebent;Kaeirw e efa a
charnue clausulas csuecaes ahaix i rtnpiarart-. --_:..'.'-_'. """1"5" e engaja-M) a
C0MPANHI4 ffR4SIftPJR4
PE
PW A VAF9ft-
oes portes do norte esperado
at o-da 31 do corrcnte o'vapor
Princeza de loinvilte, comman-
dante o prlmeiro teneote Araujo
o qual. dupoJs da demora do eos-
charque
Kecebedoria de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Reedimeato do da 1 a SO........ 34:4144197
Jdem do da 31................. 4:030*023
w aecoes da comnanhia Yiglante
Safebadw S *0#fajiMejigabitoj ***>, ? fe Miembro, a 11 leras em
trMlLfl
'ia^^A^-'*0 aI0 to*iri0 porfetervencf
nt"r / %$*'* W C,u e risco defloem per-
em-er, de bOO caixas com sabao inglez,. vindas de
Liverpool, no brigne ngiez u-Dana : i I horas
do da acuna dito no armazem do S.r. Antunes, em
frente a aHamjega.
O IMPORTANTE ESTABELECIMENTO
A ra do Crespo n. 17
DE

LEILAO
DR

.
38:471*220
RENIHMENTO DA RKCKDEDORU &t ESCH^S
INTERNAS CERAES DE PEkNWRUCD t/0
sr./, M AGUOSO, A SABER :
Uendada typographia nacional. 1^000
tenda dos proprios nacionaes. 1:0605013
LaUdemios...............'...:.. 45*000
Siza/dos beiw de raz............. 10:480*710
Otoma addicioual das corpora-
9<>i di> niao mnru............. '696*150
Oin-itos novas e vclhoii e de
chancellara.................... 1:250*514
Arlos de patentes dos ollrciirts da
uardasActonef!................ 5*3*000
Aiima de chancwllarn........... 494*695
Multa por infraeces do regula-
monto........*................. 222-5900
Sello do papel lixo................ 5:53*30O
Dito do proporcional............. 7:403*832
Premios dos depsitos pblicos... 1445994
Etnohtmentus................. 414*000
Imposto de corrector e agente de
teilao............... 1:20*060
Importo s.iiirc lojss e casa e
desrnnlos........... 7:289*850
f)ito sifitCe rasas de ttiowis.rou-
pas, etc. fabricados em pas es-
trangeiro.......... 440*000
laxa de oscravog......... 300*000
Cobranea da divida activa .... 779*106
Indwnnisaroos........... 113*500
Deposito de diversas origens..... 381*656
clausulas especiaes abaixb declaradas : car me o vapor water o ir a al jfcver
juuia iio da cima mencionado pelo meio dia, e horas
competentemente habilitadas. i AtS;
E para constarse maadou publicar o presente
oelo jornal.
Seoretaria da thesoorai ia provincial de Pernam-!
bucol9dejulbo4el64.
0 secretario
Antonio Fer -eir da AnnunciaqSo. i
lifflf*. SHJ ?" ?" V t3*&#* **&* Giementrna TheudorTdTsia gS' ac-
yo Lmz de Oliveira Azwnrfg C- fei da mymH variante, isto s W e meia ho-
COMPANfilA PEKNAMmJGAJA ? rX saPradto, a porta da Awoccao Com-
OUUKUtM SPBCfAES
PERNzVMBCAA
^***S?a^So e#ielra a vapor.
Taima we. Barra Grande, tonta de Podran,
Cattwragrpe, Mcete, fcnMo c Aracrij*.
No dia do correte segu s
5 horas da larde par es ffffuis
cima, o vapor Parahyba, cora-
mandante Martins. Recebe -|ears
_ t o dia 3. Enwmrmeti*, fasa-
geiro-e ntieiro a frote at i horas da tarde do
lscrptor'io no Forte do Sfattos
AVISO.
- 'ARA A AmiBSIATACAO.
I* A obra do caes margen) do canal da ma da
Anrora, ser executada de conformidade com oor-
Camento e planta respectiva apresentados pela di-
reeloria das obras publicas na importancia de
15:914*.
2- Oempreiteiro dar exoeocao aos trabalhos no diaM saMda
prazo de 2 das, e os terminar nos de 60 dias, 'y________
contados na forma da lei.
3* O pagamento sera effectuado em prestacoes |
mensaes, de valor correspondente ao trahalho exe-; 0 vapor nacional Princeza que do norte esoe-
colado, em cada mez, deduzindo-se um dcimo, rado fio dia 31 ou Io de'setembro segu para o
que sera entregue seis mezes dupois da conclasao Rio de Janeiro no mesmo dw de so* ohoada.
4" Oempreiteiro nao poder sob quab|uer pre-
texto exigir indemnisacao alguma que niio seja'
fundada no excesso de trabalho previsto no orea-'
ment.
5" O empreiteiro na execnco dos trabalhos ob-
servar as prescripcoes dadas pelo engenheiro fis-
cal da obra.
t- Para ludo quanto nao se achar aqu disposto,
observar-se-ha o que dispSe a le n. 286.
Conforme.Antonio Ferreira ia Annunciacao.
JOSK CM>:1K VILLA
acaba > receber c Pars
vel comprar um bello e variado sorlimento de iuereadori-,* P ^
.tapas pr-tas o que ha de melhor em Pars OtMBOOS p'retos bawunis de ~>-___
SSrfSSy^ -Se* t******' l^aatal pre.as bor.ladafpar.' soK iua nV
meriflp5.deoros ricamesle eefeitadas para senhoras, chapis de palto bc.n nfetado!
para senlioras, moreantiqoes pretos, gros pretos, cassas oTgandys cX d- 2a5l-
com barra o que tem viudo de melhor de Pars, bretanbas de Huho selecUs S
bramantes, madapol.Tes, chitas de intuios gostos. '^ de lil,0>
mercial.
O rebrido leio ser etrr tuado s -10 a meia em
pon, visio que em conlia.uicao havr outro
fnrso.
As se Juilas de quadros eslao se kcabndo vende-sc azora a I5J00
que pechincha.
o covado I oh (Ir
*
38:471*220
Reeebodoria de Pernambuco, 31 de agosto
de 1864
O escrivSo,
U'utoel .4-trfcnio Siines do Amaro],
ItENMMENTO DA MESA 1)0 CONSULADO PRO-
VINCIAL EM O MEZ DE AGOSTO DE 1864,
A SARER :
Direitos de 90 rs. por (3) do as-
, ucar exportado....... 4:590*838
Dito de 20 r*. por caada d'aguar-
deni, etc...................... 1975000
dem de 30 rs. sobre caada d'al-
cool........................ 77*760
Oilo 3 Ol(j dem do algodao expor-
le.............. 25:812*917
Dito de 7 01o :io mel....... (i'is>S
Dito de 8 por cuto de couros
seceos, verdes e espichados... 1:6235092
dem idetn de 5 dem dos mais
gneros exportados....... 8(545678
Dcima dos predios urbanos 8:3955219
'OS rs. por meia si/.a de es-
eravos............ 3:131*025
505 rs. sobre escravos exportados. 3:950*000
ni por cenia de nevos e veihos di-
teitos dos emprogados provin-
cia.'............... 348*044
Sello de licrancas e legados.. '.109*815
Matricula da Escola Normal...... 75*000
10 0|0 sobre producto de cada lei-
l.io........................ 9175635
Kestituigdos ereposcOes...... 201*700
Etooluiuenius d pulira..... 7*800
200l(j lo consumod'aKuardente. 1:364*500
C0MPANH1A PKRPAMIGANA
Be
ftavegaciv *m*mim a tWfi$Mr\
mri$ Armarte # RefUfeA
NO fa 1-4 de swemllro s^gdrV
*o meio (Ha, om dos vapores da
^ompanhia para o presidio de
~erMMo de Noronha, para onde
eeebe arga at o dia 13. ErlPrrm-
"*......~~-y~. cuuas-, |assagiros o dinheif-o a frete at s 10
J ?rdM-d"'"'"'Sr;.1Wor d.a alfan- '""-as de da da sohida : escrptr>rio no Porto do
dega se faz publico que no dia 2 do prximo mez Mattok n. i. "P'^.o no roo ao
de setembro ao meio da perla desta reparlicao I ------^fSKKfrSrZ?.* r.^YTT----------------Li
serao arrematadas em hasta publica 500 caiias COMPANHIA PERNAMBCANA
com arenques fumados no valor de 250* rs., aban-' de
donadas pelos direitos por II. Feyen, capilar, e do-, IVavegacO COstelra k vapor.
no da galeota hanoverana Bddo vinda da Ilha de ParaWb, fetal, ac, Araeaty, Ce, lerV' t
Maio. A arrematacao e livre de direitos ao arre- r J* uc""'> ,c'r,,cn r
mrtante Quarta secciio da alfandega de Pernam- rt ^l^i'
buco, 30de agosto de '1864. -O 2- escriturario, i I A u vaP6t Prrsinunijt, cominan-
Caetano Gomes de S. ^iSeXv e alls'segUe no ,,ia 7 de s'''
^^ ____ ^-3HM^-t('n'''ro I||'"XI1110 l';u;l o porlos
~~~ ^3 ft6;ir!nia indicados. Recebe carga
^^mSnaHBFat(' o dia 5. Encommeudas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at o dia da sahida s
_ 3 horas da tarde : escriptorio no Forte do Maos
i n. 1.
.
'l Se* auio ar'rof S l ^^ ^ 5S! ovSde
e Araujo Barros, vai a ma,.a nacona|
afliWpR, Inlfii, teUtc* t \m\U ob-
iw$ tft tobtereTmento dotacs 22
denavebr.c1. \
Ssgunda^ferr* 5 de sArnnbro.
Oagente Pinto ftfril"H5o a reqnerrme*o do Dr.
wwMwre tTjfctno Corch Cstanho e por mandado ,
oo inn.br. tt. fm'z especial flrj commercio, da ar-
nucao balcao,.balancas e mais ohiectos existentes"
ea loja do sobra*) n.*t sfff no eaes de 12 de No-
venibre, as rl tor* o ta silpaflto. na referida
leja. ;
9mKnJisu'XesJ'iri forrar sa4a- estt esubelecimdoto tem com 6 palmos de Uraur
2*500 o covado ; aprovertein antes que se acabem. rgura a
Protejan. Protejan Exatas. seuhora
l o publico em geral a importante liqidacat de fazemlas
A foja da ra do Crespo numero 17.
MMM
-*
avisos amases.
ROUPA
kstituto Archeologico e Geo-1
gTaphioo Pernambiicaiio.
Haver sesso ordinaria cfuinla-H'ira i."
le setembro prximo futuro, as i l horas
da manha.
Instituto 29 de ajpslo de
NO
AB1AZEJI
DE
Secretaria do
1864.
imiaiaicoES.
Arrematacao.
a velclra su-
Hortencia por ler parte da carga
tratada : para o resto que Ihe falta, trala-se com
os consignatarios Palineira h Bellriio,
largo do
(apellas o Dr. Francisco Je ..
praea de venda no dia 3 dfc setembro do co'rrente
anuo, requenmento do teslamenteiro e inventa-
rame dos bens da linada D. Mara Candida de Ma- (';^^qTJ7Tn.iT,i'^', i
gaines para pagamento dos legados, sello naci- ^'uSauton. 4, prmieiroandar.
O sitio denominado Zongu em Api pucos, com TU* 0 KlO Q JanCll'O
casa desobrado, cosinha, estribara e urna grande pretende seguir com mnita hrevidade o veleiro
te sen car-
J. Soaree d'Azevedo,
Secretario perpetuo.
ivv
k^
4fc
>ai>
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queiinado para a ra das
Oruzes sobrado n.
meiro andar, por
armazem Progressista, aon-
de o achanto como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
, p-
cima do
JUETREXRO VXHDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vomade dos amor-
rentes, para o que tem um dos melaores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazemlas de todas as qualidades, para senhoras
Impugto df l por culo sobre
diversos eslOelecimenljs I:i58-52't0
S(0'ibr" i (iii-iillutiiis mdicos
> HS Imposto de 4 lo I o-nl.i sottre ili-
>frss si*bf'leciuieiiios fr
i. oiiad-...................... 36J080
fmpo-to sobre parro*, omuibus,
i ni i:-,i. e vehculos........ 270i5000
10 i1 (ir rento sobre o planto do
rapin............. 70^000
1005 sobre corrector commerciale
agentes de leilao............... 4003000
Uno de \ 0|0 Bonn os premios
miiorcs das lut-nas.......... 1:800
Mulla por nfracco............. 180,5i
-;o6 sobre chapeos esliangcros e
roupa ele....................
olana de fazer (jlos e forno, grandes baxas com erlgaa nacional Almirante, tem parte d
capim de planta, em chao foreiro, avahado por rs. regamento prompto : para o re*to trre Ihe falla e ff 0t?lA r]lJlTYinfl^ t\at Qt!/-t.T\T-o
0:0003000. v ; escravos a frete, para os qones tem cxcollentes: ^^<1^> OHlIclO j)0r CSCI pta.
O sobrado de dous andares n. 39 da ra das commodos, trata-s com es seos consignatarios Jen-
Cruzes de Santo Amonio, com taberna na loia, ava- lonio Llllz de Oliveira Azevedo & C, no seu es-
liado por 10:0003000. criptorio roa da Crnz n. 1.
A escrava Anna, mulata, de idaJe de 12 annos,
avahada por 8003000.
Joao, CrioOlo, ii annos, por 8OD500O.
liosa, crioula, V.) annos, |r 5O0500O.
Jos, erioulo. ."iO annos, doente, por 505000.
Um palanqun por 1005000.
Mobilia e mais inovWs pertencentes mesma ti-
nada, constante do escripto que se adra em poder
do porteiro das audiencias : os prelendenles que
qnizerem examinar o sobrado enconlrarao as cha-
ves do 2" andar no 1.
Db ordem do lllm. Sr. inspector da tbesoura-
ria de hienda desta provincia se faz publico que
a mesma tbesouraria em virtude da ordem do the-
seoro n. 113 de 13 do eorrente, aeha-se autorisa-
da a pagara diversos credores de dividas de exer-
|tf icios lindos : as pessoas interessadas deverao re-
qoerer esta tbesouraria o pagamento de suas di-
vidas. Tbesouraria de fazenda de Pernambuco em
13 de ago.-to de 1864.Servndo de offlcial-molor,
Manoel Jos Pinto.
Coiiselho administrativo.
O conselho administrativo para forneciracnto do
de comprar os objectos se-
forto
O brlgne porlogfloz Rsptrarn, capitlo Ronron-
eo remandes do Carino, segu em puncos das, po-
de adinltir alguma carga miuda o pafcsageiros :
tratase com os consignatarios Marques, f5arro< tt
> Aos10:Utl|^0.
Sexi-fcira 9 do eorrente mez. se ex-
trahir a primi'ira parle da primeira lote-
ra (IO"') a beneficio da innandade do Se-
nior Bm Jess da Via Sacia da ireja da
9tm
35000
45000
m
ferio '"' "' "co,n ''api,na s'""a Gri!z d,'sla ,',,;",,, n'J ecmsi9l*io da
vi'7\--------1------1----------- i8reJ'1 rieN,,ls!l Senliora do Horario da fre-
O liraiKie doSlll. gowialeSator Antonia.
O brigue Hondea*, de primeira cl.isse, recebe ^s bilhetes, meios e quarios acham-se
carga, e segu com brevidade : iraia-se com os venda na respectiva thesouraria roa do
consignatarios Marques, Barros C, largo do
po Santo n. 6.
Cor- Crespo n. 15.
___! Os premios de 10:000^000 at 2O5OO0
\ serao pagos urna hora depois da extraccao
ram arsena' de guerra tem
Para a enfermara
1005000
57:S33J6766
Vtc-.i do consulado provincial, 31 de agosto
de 1864
O 3 ewriptnrario,
Podro Siines da Silva llraga.
Cuasuladd provioci!.
Ueudmento do di j 1 a 30......... 54:60fAfl7
dem do dia 31................. 2:6205787
57.2335766
MQTIMENTO JO POSTO.
Navios entrados no dia 31.
Gran a e porlos intermedios11 dias, vapor nacio-
nal Persinunija, de 444 toneladas, commandante
Natis, equipagem 20.
Terra-Nova37 dias, brigue inglez Rem/k. de 161
toneladas, capitao John Sulton, equpagem II,
carga 2030 barricas com bacalho: Johnslon
Paler & C.
Navios sabidos no mesmo dia
AraeatyHiale nacional S//nf>i Cruz, capitio Jos
Victorino das Neves, carga fazendas e outros
gneros.
ObservarSo.
Suspendeu do lamaro para os porlos do sul a
sumaca hespanliola Pnado, capitao Francisco Be-
iran, carga a mesma que trouxc de Barcellona.
LEILOES.

EDIT1ES.
* O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, e cumprfinento da ordem do Esm. Sr
lazer pnWieo, que vai novamente praea, no dia
6 de setembro vindouro, perante a junta de fozen*
qncm mais ilr, o imposto do aizimo do gado vae-
un na comarca do Bonito, avahado em 2:13*3000
animaes.
A arrematacao ser fe'ita pt tempo de tres an-
uos a Contar do 1- de julha do eorrente nnoo 30
lo juuho d 1867, e de conformidade crfm e art 16
do regulamento de 3 de agosto de 1852.
A pessoas qe se propozerem a essa arremata-
o, comparer;am na sala das sessoes da referida
tunta no da aclw* munalenaao eeio meio dia,
ornpetentemenlfl habilitadas.
E para constar se mandnti publicar o presente
pelo jornal.
Seeretarta da thesouraria provincial de Pernam-
moe, 22 de agosto de 1864.
lf, O secretario,
, A. F. ;tlln> 8r..inspector da thesouraria provin
pleto e porttil para extraccao de d'-ntes.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
a sua propo-ta em carta fechada na secretaria do
conselho as 10 horas da nianhaa do da o de se-
tembro prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimenlo do arsenal de guerra 30 de agosto de
1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel-presidente.
Sebastiao Jos Basilio Piprbo,
Vogal secretario.
Tem de ir praea no dia 2 de setembro
porta do lllm. Sr. juiz de paz da freguezia de S.
Jos, o seguinte : 6 cadeiras, 1 par de bancas, 1
cama de amarello, tudo em perfeito estado, cujo
escripto existe em mo do porteiro Serra Grande,
c cojos hens foram penhorados por execucao de
Mara Magdalena de Moraes Carvalho contra Ma-
noel Francisco Rodrigues.
Arrematacao.
Quem precisar de urna ama de Ima conduela,
paratodooservico de portas dentro, dirija-se
ra das Cruzes n. 42.
C484 IM OKT!
AOS io:oo KSIhctc garantidos
A' ra do Crespo n. 2 e casas eo eesteme
O abaixo assignado venden os seos muitu f-li-
r.e> bilhetes garantidos da lotera que se alca bou
de extrahr a bcnellcio da matriz do 0:iricurv os
seguintes premios:
X. 3330 meio bilhete eom 6:0003000
N. o.V.i bilhfle inleiro com 1:4003000
N. 2061 meio bilhete Crn 60010110
E outras muitas de 2003; lO, 40| &$
Os possuidore podem vil receber sem os des-
con.os das les na Casa da Fortuna ra do Cres-
Scxla-fcira 2 de setembro, s I i horas P.n,2:}
Acham-se a venda os da terceira parte da ter-
ceira lotera da Santa Casa da Misericordia que
DE se extrahir na quinla-feira de setembro pr-
ximo.
homens e meninos.
Casacas de panno preto, 355 o 305000 Ditos de setim preto. .
Sobrecasacas dem, 305 e 255000 Ditos de ditos e seda tranco,
Paletos idem e de cores, 255, 65 e
205, 155 e......105000 Ditos de gorguro d seda'
Ditfts de casemira, 203, 155, pretos e de cores, 3, 55 e
425, 105 e...... 75000 Golletes de fustao e brim brau-
Ditos de alpaca, 55, 45 e .
Ditos ditos pretos, 95, 75,
W. 43 e......
Ditos de brim e g?nga de co-
res, 45500, 45. 35500 c. .
Ditos branco de linho, 65, 55 e
Ditos de merino preto de cor-
d5o, 105, 75 e.....
Calcas de casemira preta, 125,
103, 83 e. .
Ditas de cre, 95, 85 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 50000 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de eordo, 43500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res. 55, 43500, 43 e .
Ditas de ganga de cores. 35 e
Colletes de velludo preto e de
cores, )5 e......
Ditos de casemira preta, 55 e
Ditos de ditas de cores 55
5500Og
55000J
co, 35500, 35 e
Seroulas de brim de linho,
25400 e ......
Ditas de algodao, 15600 e. .
Camisas de pcitos de linho,
45, 35 e......
Ditas de madapolo, 25500,
55000 23 e........
Chapeos de massa, pretos fran-
75000 cezes, 103, 93 e. .
75<)00 Ditos defltro, 53, 45,35500 e
Ditos de sol, de seda, 125,
115, 75 e......
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma modaduzia. .
Sortimento completo de grava-
tas.
25500 Toalhas para rosto, duzia, 115,
e........
750O0 Chapeos deso, de alpaca, pre-
45OOO tos e de cores.....
Lences deb amante de linho.
25000
15400
85500
23000
45000
45000
25500
% W*........35500 Cobertas de chita cineza..
mmmmmmmmmmm mmmmmmmm
pnUlica^o ltei-ai'ia.
Saino luz o opsculo intitulado
45000
35000
25500
ra militar de Tacarat. m -M^1a-m -v
Una caixa cirurgir.a c.oiitendo os instrumentos ajfliiJLllu \0
precisos para amputacao, Ihrepanaca, e para ceu- ^^
these, 1 estojo porttil de pequea cirnrgia, 1 lan- n i. i -i ,
ceteiro contendo do 6 a 8 lancetas com cabo de. llRMCie CaOBTllA 0(1 DrlCl (Ul
tartaruga, sendo urna para vacciuacao, 1 scarilica- -iy vr- -,r.
dor com 8 12 laminas e 2 aspiradores. Na falta l)0l- V lSttl 11. 14.
destes 6 vdros para tirar ventosas 1 estojo com-; |TO*IF
O agentq Pestaa, legal.meute autorisado pelo
proprietatio, vender em leilao todos os gneros,
arinacim, gaz e mais uteneilios existentes na ta-
berna sil na praea da Bsa-Vista n. 14: quinta-
feira ln de setembro.
NO
Ama.
Precisa-se de urna ama para tolo o serveo de
na ra larga do Itosario u. 31, primei-
iima casa
ro andar.
Manoel Marlms Fiuza tem em sen poder o
.'imetolnteirun. 471 da lotera n. 106
no dia l* de setembro pertencente
L. J. da provinci i da Balria.
Leonhard Mettleokamp, subdito hamburmiez
vai ao Rio de Janeiro. '
ai
pieiMrre
Sr. M. F.
na da Ca eia n 53
lina casa terrea n. 9 sita ra la ma-
triz da Boa-Vista, chao fercro a c-
mara de Olinda e paga 640 rs por
anno,
Prev*.
Biftetfts MHros..... I2j
Motos. i t .
**...... 3#4)00
raraas pessoas qii* oorafjtareti
deloOlpartcioiat
lBjetes ........ i tjoo
Meios.
Qeartos.
.... 2*750
Manoel tiartins Fiza
M Viso que
EUZEBHI
No da .1 do correte, (inda a audiencia do Sr. vender naquelle dia por autorisaco, conta e or-
Dr. provedor de residuos, escrivo Vasconcellos, dem de quem pertencer a casa terrea sita no oilao
ser arrematado o sobrado de um andar e sotao n. da matriz da lloa-Vista n. 9, tendo 3 janellas e|
14, sito na roa de Santa Rita, com portao para o porta com 31 palmos de frente, 2 salas, i uuartos, ~h~T\, xin" X^,^"<*".........7 "'
becco que da sahida para o muro da Penha, em sotan, copiar e cosinha fra, madeira de Jualida-! t T n r o ?* ,"': ^?;^l',H,,' -......- -
terreno propno, pertencente testamentaria do de, fundo regula 75 80 palmos, alm de randa !,-! ***? *?** Sudza, que,
f,.i-,..u 0^-^.5 ,..-... :Laiins' rtiS!CtejS"2 est,'W *" transferencia de sua
I taberna uta a ra da Ventura n. 1, espera pola
j importancia fclie rwa pan aos seos credores,
que com Miarte ou qUsM re que traten d fea^
li. jore ^ sonu
pode dWlarar t>ot este rhesnlo jnrnf o dw e Irefi
em qi8 prdHde realisar o fig.inieflto, para que
os Srs.c/edorestemnareoaaipara receber, e nesse
inesme arto si-r-ihe prh abstiKo assignado passado
o papel de tfeMni
Recite, W *a|0stod 6l>
Jos Ignacio do Val.
anta que saiba cot-
Precisa-su de um houiein casado ou solteiro
que saiba tratar de arvoredos e berta, para um
quintal nao grande, na poveaclu dos Afogados, e
que tome conta do< movis evtenles na casa, dan
do-se um salario a propurcait do seu Irabalhoea
signaturas; ahi tambem esto exposlos venda aJ2?Si**** aow,orio do *o liap-
33000 cada mu. Sao sob os seguintes ttulos as "**.*:
ron
Ajfonso de Atbuqn*rqne. Mello
Cortvidam-se osassignantes a mandaren) receber
seos exemplares na praea da Independencia ns. 6
e 8, que serao entregues vista dos recibos das as-
materias de que se oceopa: Tem de ser entregue os rarros, cabriulet" e
Introdiiccao.Nocao da liberdade.- O Brasil co- cavallos annimciados a venda pelo maoi pn-eo que
lonia.Revrtlucao de 1817A Independencia A i appareca, e assim como os Iraspassos dos siiios o
conslitulnteAconstiluieao-A revolucao de 1824. j arrendamento da cocheira e a easinha jaula, por
A expulso ou abdicacao. A regencia lvre. O este nllimoannancio: no passeio publico n. 7.
partido regressista. Aineaca dos coi cundas e que-
da dos livres. A regencia' corcuuda. Causa dos
males da regencia lvre.- Regencia rorcunda e
maioridade.Principios do reinado de D. Pedro.
Revolta de Minas e S. Paulo.-Dominio da IVaia
Luzia.O dominio liberal nao nquielava os cor-,
cundas.Fetos do dominio liberal.-A praiaeChi-'
chorro
Precisase de um amansador que saina beta
desempenhar o fabrico do pao e bolacha : a tratar
_ na ra huya do Rosario n. 10, nadarla.
Ama de le le
Na rna do Urum n. 84 preclsa-se de urna ama
S2or~en*lor,-a-TA revo,,a e a revolucao de de leitc sem lilho, que tenlu mutoe Iwin.e de 6
i a consntninte.-A constituinte.Derrota 8 mezes, paga-se bem.
da revolucao. Negociaco de Honorio com os libe-------------------------------'------------------------------------
CUTAS m M)
Mara Bartholeza da ConreifSo tem resolvido
vender o resto ras suas afamadas carta* de ABC
a 80 rs., augmentadas pela annuncianle, as quaes
Feira semanal
^t,,^mSebKSH5,M.a"r.-r].?^yail(,el"Iey' e vai a *,Untal murad0 : s5,) cnv' praea com o abato da le 5:6003. ao previo exame, pechncha.
Conselho de compras navaes.
Contrata o conselho no dia 5 de setembro prxi-
mamente vindouro, vista de projxisias entregues de
em cartas fechadas at as 11 horas da manhaa, o rf#/Mu> ,./. ^4m
fornecimenlo por ires mezes at dezembro proxi- *"Wt/tW C OIMrOS aritQOS
mo vindouro dos objectos abaixo deotarados para Stf a rr- 9 J. AIIMB|
consumo dos navios da armada e eslabeleeimentos I n, v,^\ Z fl0 corrCle.
de marinlia. 1 *mwmH9 rara leilao de diversos movis hotos '
Objectos. ie U5*dos, miudezas, cofres de ferro, om bom ta- i
Agurdenle branca de 20 graos, assocar branco, no mo1dern. re'"!?' de oaro o prata, santuarios, I Pftw^'alnmr
grosso, azeite doce de Lislwa, arroz do Maranhio, 'oias de oaro e outros m itos ariigos de tfosW que nh..r SrindaSaiSL
ararata, aletria, assucar branco retinado, baealho, i*.,1.01 jnMenlW mencionar Dar principio o "riz rl*
da reTOlucao. Negocia-
raes : traidores. -Venda da naiideira da cons-
tifOfrir. O partido liberal durante os quatorze an-
nos do chamado ostracismo. Os corcundas e os
liberaes durante os qnalorze annos.Captiveiro re-
signado e voluntario dos liberaes durante os qua-
torze annos.0 povfl corcunda, ou os vermelhos c 1,
os sabios.-A situacao propriainente polilica.-In.-1 '*? KfSS? emltt\>< ....:^-...~ 1:..... longos, e as actuaos em uso so lein de 8 a !.
lima
ewr*va
bolacha, bolachinha americana cal preta, dita" |fila.os II horas no armazem ruada Cadeia do -------11 3**" "".-" n" '......u
branca, carne secca do Rio Grande, caf em grao, Hecife _________.^^^__ ~~ A,u*a"sjJ primeira andar ia oasi
carnadba em velas, carne verde, cangica ou milho I PII A "--------------- ?* ,Cad"**1JI!? ff'TT!? p,r* ewti
LlILaO
pilado, cevadinha, cha, farnh de mandioca da tr-
ra, feijo, galianas, lenha, manteiga ingiez, dita
Iranceza, malte, pao, sal, sabao, tjjolo de alveoaria Se\ta
grossa, tOQCMM de Lisboa, tapioca, vinagre de
Lisboa, velas starinas e vinho de Lisboa.
Alem desse fornecimento contrata mais o cot-!
selho no mesmo dia e por igual f6rma o de eatvo'
de pedr dorante o tempo de seis mezes, tambem
jara consumo dos navios da armada e estabeteci-' Vender em Mlo pelo malor preco an achar
rnentos fle arinha. arria estova crioula, cozlnha bm e LS
!>ao soieitos os contratantes hmlta de 10 0(0 por mez, robusta e forte; e tito crav0 V
'" !U An -demor rega dos objectos, e de cura .(cabra), proprio para sel-vico de campo.
i- 20 OjO se nao os fornecercm, ou forem de m qua-, -------------7TZZ---------'--------~
LEILAO
-----1 1\
so da ra
riptario: i
O que sao bella os Portuguezes. Como o gover-
no obrigado a corromper o paz e a azerlho
sempre maior mal.Como se multiplica e se paga
a rlieniella do governo para susientar-se o ini|>e-
riocorcunda. O procnsul.O procnsul da co-
marca. Dos cargos, dos crima e da punieao.A
justiCa.Jufizes municpaes.Juizes de direito.
Tribunaes.Os das Relacoes.Tribunaes do Com-
mercio.Supremo Tribunal de Ju>tica.O Jury.
Os advocados.Concluso.-Garanta dos direitos.
A moTal pabiica.-Dos crimes.-As eleicoes.
mero 84.
-* Precisa-se alugar mlnoleque : a tratar na"
rua do Hospicio, o. 78.
Precisa-se de offi-
ciaes de sapateiro,
Ma ioja da rna larga do Rosario n. 13 junto a
bokca do Sr. Pinto, recebe-se at 30 de setembro
do eorrente auno, gralitlcando-sede 53 103 por
fluT fnn t. ;tni.i n fi-nt ,,...> 1 -- -_ *....
Coronario da obra saquarem,-0 qoe /, pa-1ZJto^TSo^Tr^^V^ ^
tna.- Situacao para com o exterior.- Situacao -----------.-----!- '"'^______
tinanceira.-As (naneas do estado.-A miseria'-;lrntanJa<1e d |)Vno EsoirO StlIJ
Perito P salvameritrt dos corcundas.A lica ___. _.___ *
escra'o cor es-
Proeiiradoria
SKfJi^ A\ 0T"1do Exi"- *r-pre' *"u
ftr provincia, de 20 do correte, manda darle. '
ES&qT va' nonm>' Praea, no da 6 Sala do conselho de compras navaes 7 de agos-
aS^' ^rante a JUB,a *arenda de l864-
mais der, o Imposto "de Wm do gado vaceum Sefcr?*ar1o
TI2SI22 22 l5ffSSi!,e oarass, avahado an- Hoje as 11 horas da manhaa. pernote o Olm.
Sr. ftr. Jo mtmiripl da Ia vora tem de sef arfe-
nualmonte em !:'01p0.
A a tren
9 mezes
Oe
54 cenes da enmp.-inliia Vivanle.
Sexta-feira 9 de setembro
Pedro Alexandrno da (iwta Machado, solicita-
dor do causas ante os auditorios desta r'idade, se
encarrega da procuradoria de qualquer causa com-
, mercial, civil, criminal e eclesistica; aceita, de
parlido a procuradoria de qualquer casa comtner-
oial: pode ser procurado das 6 s 9 horas da ma-
ntisa, e das 4 6 da lano,
1, em rasa de sua resi-
d.e5La55esdacomPanh!i'-V'?>,"''' rh don, lo- criptorio do_' Dr. AfTonso de Albrijerqne Mello ;
e as sex-
mercial. ......^Stooon^Ser lMJ,'? ""* ^^ ""a'
ao progresso.Porque o progresso so vea com-
ererta noconvenU de Santo Auleui
esta cidade
DO ordem da mesa reg.-don, convido a todos os
nossos rrmos para compareceirm no domingo 6
do enrrente, pelas 9 horas da manha, em o nosso
r-oi*l*rio, aflm de reunidos em mesa geral du-
cutirme* o prnfeco do novo compromiso.
Crnlsfstorio la irmandade do Divino Espirito San-
------ --.,- r-- ->.i mii^isiuiio na iiiiiaiioaue no invino KsnintoSin-
plelar nossas dosgracas e sem mais remed.o.-Se to, erecta ho convento de Santo Antonio em 1 de
ha saivafao paf' rife qual serla o meio e l>em fa- setembro de 1864. momo, un 1 ae
al. Resumo. A's cinco provincias nemaiehuca- I n .-,^^.
a arrf,a,"?")i *** (*** PW tmpo de um anno matada a loia da nia Direila n. 49, sendo a rfiJr- t s sendo" o orimeiro 1
inco provincias pernainbura
as. Historrco e peli(iceorcHiida.-De qoe mt*A
vni a miseria. Cerno se corrompe na eleicao.A
restncao da liberdade apar do progresso daimmo-
rahdade.-Coronario.
Atteng
Antonio Mofles Brnga" taz wiWce. por este an-
nuncio que traspassou ao Sr. A Joaqnlrn da Cas-
ta Ferreira o seu estabelecimento de molhados sito
na rua do Imperador n. 14.
O secretarift,
J0S0 WaWrode de MVdeiros.
O ahxxo assignado pelo prosete fat sciente
ao respoitavol publico que o Sr. Jos ideMie dr
rosla Corqneira, na quahdade de (o du Antonia
Jos Rodrigues, declara ipie otfilu Rodrigues sah.
des(!H esiaheieciinento com ma conducta ;'!T
por ventura tem'pralicailo nuste amperio arries que
desabre a sua conducta, tanto moral romo civil,
e assim como qualquer pessoa que Ihe-conste.%
menor queixa, o favor > declarar inmediatamen-
te.Justino Gomes Villar.

:L
-^

i ILEGfVEL
*-


"' ^ III
Diarlo de Pei-Bambaeo Quinta felra 1 de Scteoifcro Je 184.
Aluga-se muilo barato urnas poacas de meias
aguas pouco acabadas de edificar na entrada dos
portoes da travessa das liarreiras, do bairro da
Boa-Vista : a tratar na ra do Cotovello n. 25.
Compaabla fidelidade de
seguros martimos e ter-
restres estabeleclda no
Rio de Janeiro.
AGENTES KM PEPNAMBCCO
Antonio Ltiiz de Olive-ira Azevede A C,
competentemente aatorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
rias e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.
Aluga-se a lo a da casa n. 40 da ra das Trin-
ebeiras: na ra da Aurora n. 36.
Na praca da Independencia, loja de ourives
B. 33, compram-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commonda, e todo e qualquer concert.
PLELAS CATHAllTICAS DE AYER.
Estas pilulas vegetaes' sao n-
daptadas a todos os usos de um'
purgante as familias, pois sao
perfeitamente innocentes, e em
quanto milhares de pessoas con-
fessam com gratidao que foram
curadas por ellas de molestias
severas e perigosas;nao ha
um s caso em que liaja snspei-
tas do mais leve resultado inju-
rioso por seu uso.
Publicamos aqui alguns dos
attestados que temos de curas
notaveis feitas ltimamente.
Um caso notavel de
advogado Jos de Godoy Vasconcet-
los pode ser procurado na ra estreita
do Rosario n. 34, das 10 as 3 oras da
tarde dos dias otis.
Aluga-se o sobrado amarello da Ponte de
Uchoa, coneerlado de novo e pintado, tendo o sitio
murado e eplimos commodos para familia : a tra-
tar no largo do Paraizo n. 16.
Na livraria n. G e 8 da praca da Inde-
pendencia existe urna carta de importancia
para o Sr. Antonio Fernandes Corredor.
Precisa-se de urna criada livre ou escrava. este prop|.0 que de casa, Ihe rogo
que saiba cozmhar e engommar : na ra das Cruz *, ,j, ... ,, .,*.,
d. ., primeiro andar. dar-me alguns vidros, e o custo elle II
.vluga-se a ca sa de Joao Fernandes Vieira, em que morn lti-
mamente o Sr. Thomaz Cotnber : no annazem de
Samuel P. Johnston & C, ra da Senzala Nova nu-
mero 42.
.A os meus amigos
Fnrcado a seguir para Lisboa tratar de minha
satide, que esta asss comprometida, e nao podien-
do despedir-me de meus amigos pessoalmente, o
faco pelo presente meio. Devo-lhes, elles bem sa-
ben), meu coraciio e minha eterna gratidao.
Jos Joaquim Seve.
Queni quizer vender urna casa terrea at a
quantia de 1:400$ na freguezia de Santo Antonio,
sendo chaos proprios, dirija-se ra do Rangel
n. 2, que se dirquein compra.
Alugam-se duas casas com bons commodos,
coziolia e quintal, na ra da Palma : a entender-
se na ra estreita do Rosario n. 23, segundo andar,
ou com o Sr. Leopoldo Ferreira Marlins Ribeiro.
Custodio Collaco Pereira Jnior faz ver ao
Afleccio chroDica do, ligado.
Illm. Sr.
Juiz de Fra, 17 de fevereiro de 1864.
Tendo feito uso das pilulas catharticas
de Ayer, que me fez favor de dar uro vi-
dro, tendo tirado um resultado nao espera-
do ; padecendo ha mais de doze annos en-
fermidades do ligado, e baco, com o tiso
das pilulas posso lhe assegurar que estou
bom, po'.s tenio desapparecido um grande
engorg i lamento que solria, multas dores
sobre a regiao do ligado e costas, dores de
caheca, inchaco do ventre, nao podendo
deitar-me seno do lado direito, isso mes-
mo procurando posicSo para ter socego, bo-
je me acho livre d'esse padecimento ; como
por aqui anda as nao baja, eu como tenho
maiv
Ihe sa-
tisfar, assim bem como do charape de
cereja, que Uve occasiao de experimentar;;
em um ataque de gueflas que teve urna
preta que com elle curei, faco uso d'etles
as tosses em minha familia sempre em
bom resultado, e por isso que peco para
mandar alguns frasquinhos, e mesmo as pi-
lulas pode montar a doze, porque tenho
feito uso d'ellas para uso da familia e al-
gumas pessoas, todas teem tirado grande
resullado; sou
De V. S. attento ebrigado,
Francisco Ferreira Paes.
liriimalisnin e ataques hemorrhoidats.
Illm. Su.
Ouro-Preto, 30 de marco de 1864.
Posso certilicar-lhe que as pilulas ca-
tharticas do L)r. Ayer sao excellentes, pois
pnblii'o e com espeeialidade ao corpo do conimer- j que soITrendo eu dores pelo COrpo, e que
ci, que deu sociedade no seu estabelecimento de suppunha ser rheumatismo, (molestia esta
moblados ao seu ex-sono o Sr. Antonio Caetano I ,, *:.-, >.-: BnitmiA i... ~\ ,.___a~ '
Martlns Marques, cuja sociedade gyrar de baixo ^L V ha_annos\ e SOlTrendO,
da Brota de Pereira A; Marques.
I
o.
Aluga-se urna grande sala com 2 quartos, propria
para qualquer escriptorio ou aula de prniciras
letras por ser extraordinariamente grande : na ra
do Livramenio n. 38 por cima do annazem do Ba-
liza.
Queni for herdeiro encarregado da lazenda
do l'niari de cima, no termo de Apady, provincia
do liio Grande do Norte, dirija-se ao armazem do
Rufino, na ra da Conceico da Roa-Vista, que
milito se ihe deseja conversar.
Sant-Clalr
das ilhas ou os desterrados na ilha da Barra, ro-
mance digno de ser hdo pelas senhoras por seus
lances infressanles postos em execuco por urna
senhora, 3 voldmes sm brochura a i& : na livra-
ria ns. o e 8 da praca da ladppendoQcia.
jM" T" AU'GA-Srf
jpj a i;.ti.l.- I'.ja Jo sobrado de 2 andares
j da travessa do Veras n. lo, muilo pro-
'53 l'n;1 P;ira deposilo ou taberna e por pre-
~2J i_j eoiiniiudo : > Halar no mesmo a qual-
quer hora.
tambem de ataques hemorrhoidaes, e de
I um ouyido, pois que al j pouco ouvia, e
acompanhado de urna dr no queixo, con-
sullei a um dos nossos mdicos, e este me
disse que devia fazer uso da salsa ; porm
lendo eu o almanack do mesmo doutor,
comprei em sua casa um vidrinho das mes-
mas pilulas e por minha conta principiei a
loma-las, e sem as tinalisar acho-me sem as
dores pelo corpo; e sem sentir, sarei do
envido, e mesmo dos ataques hemorrhoi-
daes : perianto sio para mim as taes pilu-|
las as mclhores que tenho experimentado; |
isto em abono da verdade. Sou
De V. S.
Amigo certo, venerador e obligado,
O brigadeiro
Joao Hodiiioies Feu pe Car\almo.
Gaslrile.
Ouro-Preto, 29 de marro de 1864. |
Atteslo que lendo feito uso, aconsolhado
por um amigo, das pilulas do Dr. Ayer,
iquei perfeitamente bom de urna gastiile
ll^ltlJi feisf l MMi^:ig^^'q,ie solivia e que privava-me de andar apor-'
lado, boje felizmente nada sinlo.
Piai
mo
Vende-se um piano dos bem conhecidos fabri-
cantes Blondel A; Vignes, em perfeito estado e p-
timas vozes : na ra do Queimado n. 33 A, loja
da Esperanca.
Aluga-se a sala e quartos da parle de detraz
do primeiro andar da casa n. C*i da ra do Impera-
dor com visia para o passeto, propria para escrip-
torio, e morada de pcisoa solteira : a tratar na
mesma.
Calxelro.
Precisa-se de um eaixeiro que tenha pratica de
taberna e d fiador a sua conducta, d-se-lhe bom
ordenado on mesmo sociedade : na ra do Amo-
rim n. 36.
i DENTISTA DE PARS g
a 19Ra Km19 S
AiccsTO Gollati.no de Mello.
Falla de apetilc.
Ouro-Preto, 24 de fecorciro de 1864.
Sendo eu all'eclado do figado ha nimios
anuos, e ltimamente soffri falta de apetite,
hoje dou gracas a Deus por acliar-mc sao
e perfeito com o- uso das pilulas catharticas
do Dr. Ayer.
Antonio Rento Vieira.
s
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artificiaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos denuncio.
s
Precisa-se de mn Portuguez para trabalhar
com urna carrosa : a tratar na ra das Cruzes nu-
mero 1.
Constipario, dores dr cabrea.
Ouro-Preto, 28 de marco de 1864.
Atteslo que achando-me aiacado'de urna
forte constipacfio que trouxe-me dores por
todo o corpo e na cabera, soffri liorrivel-
! mente por espaco de qualro dias; ento
um amigo aconselhou-me que tomasse pi
j lulas atliarticos do Dr. Ayer ; com ellas fi-
! quei sao e completamente reslabcllecido em
lies dias, de sorte que estou no ffirme pro-
! psito de aconselhar o uso das dilas pilulas |
a todas as pessoas (jue forem afl'ectadas de
[ constipaces.
| Aoostiniio Jos da Silva, negociante de fa-
zendas.
INJECTION BROU
PERFUMERA mdico-hyginica
De J.-P. LAROZE. Quii, FarucMc* k la Itcach ft k h
Estos productos son el resultado de la aplicacin de las leyes de la higiene i la per-
fumera, que se eleva y convierte en farmacia de la belleza, encargada de atender ala hi-
giene del cutis, cabellos y dientes, que todos son rganos tan importantes; sirven para evi-
tar y destruirlas causas de las enfermedades que su hermana primognita, la farmacia
propiamente dicha, est llamada curar.
*rr nciTimco pan curar inmediatamente
ku dolare* de murtas ; el frasco i fr. 25
rOLVOC DBimriucoi robados, ron base de
magnesia, para emblanquecer y conservar los
dientes; el frasco. .....i Ir. M
uiiBumniOA, para tonificar bu cadas y
(litar las navralgias dentales ... 1 Ir. M
cns\*Tnro BUTal, para curar los dientes ca-
riadas antes de la eniplomadura, y citar loa abee-
sos y dolores; el frasco coa el insUumento. fr.
M*mA MCOOHf para conservar la her-
mosura de la le y las funciones de la piel i el
frasco.............3 (r.
wmTtj d ahu mctitioabo complemento
del tocador de la boca despus de cada comida;
el frasco...........1 fr. 5 5
jabom unrnro tUfUrmilt, para el locador ;
la violeta, almendras amargas, ramillete, etc.,
el Jaboa............1 ir. SC
MBM UsUHCO miimWiX, con yemas de
huevo, para evitar las grietas en el cutis, hendidura*
j enfermedades de la bW; i la violeta, ramil-
lete, etc.; el Jabn.........2 fr.
lalsu M jao usirmvo H
polvos. Es espedal para la barba, <
en
i como tambin
para el tocador de uta mujeres y nios; el
frasco..........., J f r.
aoda LnSTBAL, para conservar y rnibollccet ate
cabellos, fortificando sus raices ; el fraseo S fr.
AcrtTE Mi avellamab FEnroMADO, para re-
mediar i la sequedad y atonia de les cabello*; el
Vasco.............2 (r.
vnaasaul Mi tocador acraRs-HO, renom-
brado por su suavidad y accin refrescante; el
Irasco.............I fr.
OOLO CRXAH aSTaUUOM, para conse var el catis
blanco, fresco, difano, y evitar la* consecuencias
del uso de las afeites; el bote. 1 fr. 50
ASCA Mi COLONIA SPIRIOR con mbar sin
el. La eatabilidad de su perfume la nace buscar
Kra el tocador, baos locales y genrate; el
ac..............i fr,
PASTILLA OUIITAUI del doctor Paal Ciernent,
para quitar el olor del tabaco y neutralizar los hli-
tos fuertes; al caja........1 y 2 fr.
ASCA I IXORBS DB itaOCEMA, cosmtico
muy buscado par destruir las comeones, fortale-
cer y refiescar ciertos rganos; el frasco. 1 fr. 5C
awmiTU Mi MENTA suPERriNO. Es el maa
perfecto indispensable complemento del toca-
dor de la boca despus de la comida: el
fraseo............i fr.
pomada conservadora con quinina pura, para
fortificar los cabellos, hermosearlos y evitar que
te pongan canos antes de tiempo; el bote. S fr.
Depsito en todas las ciudades en casa de los farmacuticos, perfumistas, peluqueros,
mercaderes de modas y novedades. Venia por menor : En la Farmacia aLatrosc, rae
Neuve-des-Pels-Champs, S6.
Expediciones: encasa de J.-P. LAROZE, rae de la Fontaine-Molre,39,enPars.
Dtsignut rn que lengua dtbtn citar ai instrucciones que acompaan cada producto.
JARABE DE CORTEZAS DE NARANJAS AMARGAS
De J.-P. sLAROZE, Quaicc, Farmacetilico de la Escuela iipercr se Paril
Este Jarabe, al regularizar las funciones del estmago intestinos, destruye esas
indisposiciones proteiformes, y hace abortar las enfermedades de que son signos precur-
sores. Mdicos y enfermos han reconocido que restablece la digestin, haciendo desa-
parecer las pesadeces de estmago; que calma las jaquecas, pasmos, y calambres, que
son el resullado de digestiones penosas. Su gusto agradable, y la facilidad con que se
soporta, lo han hecho adoptar como el especiGeco infalible de las enfermedades nervio-
sas, gastritis, gastralgias, clicos de estmago y entraas, palpitaciones, males de co-
razn, vmitos nerviosos. Su accin sobre las funciones asimiladoras es tal, que los
mdicos mas ilustres lo han adoptado por escipientc real de los dos primeros agentes
teraputicos : el Ioduro de potasio y el Proto-Ioduro de hierro, habiendo
observado que bajo su influjo, el primero pierde su accin irritante, y el segundo
su efecto astringente.
JARABE FERRUGINOSO
DE C0RTU1S DE 1UIUHUS HURGAS
con PROTO-IODURO de HIERRO
La asociacin de la sal frrea con el Jarabe
de cortezas de naranjas es tanto mas racional
cuanto que este Jarabe, empleado solo para
estimular el apetito, activar la secrecin del
jugo gstrico, y por consiguiente, regularizar
las funciones abdominales, neutraliza lo* tristes
efectos de los ferruginoso* y dlos loduros (pe-
sadez de cabeza, constipacin, dolores epigs-
tricos), al paso que facilita su absorcin. Di-
suelto en el Jarabe, se toma y soporta fcil-
mente por hallarse en el estado puro mu
asimilable; y asi puede seguirse la cura de les
colores plidos, prdidas blancas, anemia,
afeccione* escrofulosas y raquitismo. El frasco;
* fr. 50.
JARABE DEPURATIVO
DE COITEZ1S DE n.mruis INilCAS
CON IODURO DE POTASIO
El Ioduro de potasio, administrado en solu-
cin )>jo forma slida, causa al enfermo una
Kan repugnancia, determina accidentes que
obligan renunciar este eficaz re medio.
Unido al Jarabe de cortezas de naranjas, no
causa ni gastralgia, ni desarreglo del estmago
intestinos, y gracia* este salvo-conducto,
las curas depuradas pueden seguirse sin inter-
rupcin en las afecciones escrofulosas, tuber-
culosas, cancerosas, y en las segundarias 6 ter-
dartas, inclusas las reumtica*, de que es so
mas seguro especifico. La dosis est delinidade
W manera que el mdico la varia come quiere.
El fraei-o : 4 fr. 50
Los Jarabes de J.-P. LAROZE estn siempre en frascos especiales (jamas en medias
botellas ni frascos redondos).Expediciones: en casa J.-P. LAROZE, ru de laFontaine-
Molirc, 396s. Depsito general: farmacia Laroze, ru Neuve-des-Petits-Champs, 26,
y en casa de todos los farmacuticos antiguos de Francia y del Estrangero.
Desgnete en que lengua deben estar las instrucciones que acompaan cada producir*.
=D t=J
-n W
=o W
-. j_; S i;." ir i r-.t ? a-r ; r;-;;r a-Ss
tKvgg,;s fe
sil**?
t3
o
1
Vende-se na na do Imperador botica franceza n. 38.
Os abaixo assipnadns fazen sitenle ao Sr.
Jos Ignacio do Valle que nao poden) vender sua
-abiTiia da Capunga sem que primeiro au i cau-
semos dbitos com os abaixo asignados. Htcife
29 de agosto de I86i. Itiljtiro i firaga. em li-
quidarlo.Joao Antonio Carpinteiro da Silva t '"-
O Sr. Sebastian Jos l'eixoto tem urna carta
na praca da Independencia, livraria ns. 6 e 8.
Ai
Joao da Silva Ramos, medico pela Uni
versidadede Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 as 11 horas da manhaa, e
das i as 6 da tarde. Visita os doentes
em suas casas regularmente as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccerridos em qual-
quer occasiao. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
as 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
anda mesmo os alienados, para o que
tem cinnmiides apropriados e nella
tica qualquer operagao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 3J>000 diarios.
Segunda dita.... 2*500 >
Terceira dita.... 2*000 >
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a eonfianca de que sem-
pre tem gozado.
Irrjtarao do estomago.
Ouro-Prito, 29 Atteslo e juro, se necessario for, que. sof-
frendo lia muito tempo excessiva irrilaco
(de estomago, pouco apetite e diflicil diges-
tfio, d'ella tenho experimentado sensiveis
melhoras depois que tenho feito uso das pi-
lulas catharticas do Dr Ayer.
Amonio HEmiOGENES Pereira Rosa.
pra-
i
Aluga-se a casa da ra da Assumpcao n. 60:
na travessa de S. Jos n. 22.
Os senhores credores de Oliveira Irmos &
C sao convidados ra de Apollo n. 32 aliui de
receberem nm dividendo que se vai proceder.
Qoaa precisar de urna ama para o ervieo e
portas dentro, cozinha, lava, engomma : a fallar
na ra do Encantamento n. 3, segundo andar.
jornacs para c^lii-nllio
Campa* na ftbrjsa ^lArteia o. *|,
v-
Lombrigas.
Ouro-Preto, 28 de marco de 1804.
As pilulas do Dr. Ayer (catharticas), fo-
ram empregadas com grande vantagem por
mim em urna menina de dez annos, que
soffria de vermes intestinaes, notando-se
que os symptomas que ento apresentava
eram de molestia bastante perigosa.
Raymiwdo Nonat S. de Thiago, pharma-
ceulico. ____________
Nevralgia.
Urna carta do Illm. Sr. Francisco Alva-
renga de Azevedo.
Ha mais de sete annos que soffria dores
no hombro e as costas, lomei urna inlini-
dade de remedios sem achar alivio algum.
Dr, angustia, tormento sao palavras for-
tes, porm nao exprimen* o que tenho sof-
frido: ltimamente lomei as pilulas ca-
tharticas do Dr. Ayer. S faz oito dias, e es-
tou completamente restabelecido ; ha tres
dias que nao sinto a mais leve dr no hom-
bro nem as cosas.
Estas plalas acham-se venda as prin-
cipies boticas e drogaras do Imperio, e no
Bio de janerd, ra Direita n. 15.
Vndai-se em Pernambuco:
i pbarmat'i.i franceza de
& C.
N. 18.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
I Cura co'orrAo, tosses
coqueluches, irritace*
nervosas sos dos bron-
chios e todas as doen-
I f do peito; basta a
tente urna colhe rchdea deste xarope D* Fosan.
Dr. cuablk, em Fariz, rau* Tirieawe, .
Pars, 36, RuaVivienne, D'
Sirop du
orPORGET
CHABLE MOECIN
DEPURATIF
du SAIVG
PLUS DE
COPAHU
DASENFKRMIDAI)AS DESSEXUES, AS AFTCO
COES CUTNEAS. F. AI.TF.RAgOESDOSANGUB.
|i00O0cura*dasm/>inff#n#
HWttslM, herpes, sarna
jeomixoes,acriinonia,eat-
Vercoes, viciosas do san-
tgue; virus, e alttracoM
do sangue. (Xarope vegetal sem mercurio!. Drpa-
rattivasa -setatess HtlfOi HlXRtit
tonao-se dou* por semana, seguindeo tractameato
Demirativo : e emnregado as mesmas molestia*.
Este Xarope Cilracto de
ferro de CHABLB. cura
immediatamente qualquer
purgacao, rtlixacMO,
debilidade, e igual-
ente os ftuxos e flores branca* das muHiere*.
Esta injeecao benigna emprega-se com o Xarope 4o
Citracto d Perro.
lhaiiir*H*i, Pomada qae as cura tres di**.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: as affeccocs cutneas $ comixots-
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do fev CfaoMe, ead frasco vai *ec*mp*bade
m folheto.
Vende-se na ra do Imperador botica
franceza n. 38.
liar o tetro
Albino Baptista da Rocha, estabelecido com loja
de relojociro o dourador na praca da Independen-
cia n. 12, far tiualqaer concert de relogios e doa-
rado mais haratn do que ningaem, e responsabili-
sa-se pelo trabalho.
* pliarmui fra
P. IWAURER
JMJA NOVA P
AMA
s
Precisa-se de urna ama para casa de urna pessoa
na ra da Cruz n. 13, primeiro andar. '
.'RIMEHUS

CONSULTORIO MEDICO-CIRURGICO
DO
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
MEDICO, PARTE1RO JE OPERADOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fundo 3
0 Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres lodos os dias das 7 s 1
horas da manhaa, e das 6 e meia s 8 horas da noite, excepeo dos dias santificados
Pharmacia especial homeopahica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisac5es e pelos preces seguintes
Carteiras de 12 tubos grandes. I2f$000
de 24 tubos grandes. 18)9000
de 36 tubos grandes. 240000
de 48 tubos grandes. 30*5000
de 60 tubos grandes. 33,5000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que se fizer, e com os remedios
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tfntura de meia onca l* 00.
Sende para cima de 12, custaro os precos estabelecdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
LITROS*
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. Jahr,
dons grandes volumescam diccionario............ 200000
Medicina domestica do Dr. Hering,........... 100000
Repertorio do Dr. Mello MOraes............. 60000
Diccionario de termos de medicina ........... 30000
Os remedies dete estabelecimento sao por deraais conhecidos e dispensam portan-
; to de serem novainente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedios ver-
daderos, enrgicos e duradores : ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de ver-
dadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservacao, tintura dos mais acreditados
i estabelecimenios europeos, a mais exacta e aecurada preparacao, e portanto a maior ener-
ga e certeza em seus cffeitos.
Casa de sade para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operado, para o que o annunciante julga-se suficientemente habilitado.
0 tratamenlo o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
, funecionando a casa a mais de quatro annos, ha muitas pessoas de cujo conceite se nao
i pode duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que desejarera mandar seus
doentes.
Paga-se 20000 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 10500.
As operacoes serao previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos presos
azoaveis que costuma pedir o annunciante.
J. VIGNES.
X. 55. RA DO lllli:.tAI.OK \. 55.
Os pianos desta autiga fabrica sao hoje assaz conhecidos para que seja necessario insistir sobre|a
sua superiordade, vantagens e garantas que offerecem aes compradores, qualidades estas incontesta-
veis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; odc-
suindo um teclado e machinismo que ohedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem-
nunca falhar, por serem fabricados de proposito, ejer-se feito ltimamente melhoramentos importan-
tissimos para o clima deste paiz; ipuanlo s vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Parts, soci*
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expesicSes.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e variado sortimento de msicas dos
melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendide por
precos commodos e razoaveis.
GRANDE SORTIMENTO DE FAZEMIAS
DE
Custodio, Carvalko & Companhia.
99 RA 1IO QllElJflAllO 99
Pecas de enlremeios bordados a 15-
Tiras bordadas a peca 2-5.
Coherlas de chita a chineza a 25200.
Lences de linho linos a 22()G.
Toalhas de linho para maos duzia 45-
Sapatos de tapete para meninos, senhoras c homens pelo barato prego de I&G00 o par.
Toalhas du linho para mesa a 3*>00 e 4.
Baldes de arcos para senhoras a '&.
Fil de linho liso vara 500 rs.
Grande sortimento de lilas para vestido?.
Superiores saias de fuslao para senhoras a ofi.
letras e lingua franceza.
Mara Bartholeza1 da Conceicao licenciada pelo
Illm. Sr. Dr. director da instruccjio publica, tem
destinado abrir sua aula paiticular de pritneiras
letras, etc., assim' como Itngua franceza, no Io de
seterobro prximo futuro ; por isso roga aos se-
nhores pas de familia a queiram honrar, confian-
do- he suas meninas; aliancando-lhes a boa letra,
e far todos os esforcos para que ellas obtenham
em pouco tempo o desejado aperfeicoamento ; as-
sim como ar todo o possivel para que ellas per-
cato qualquer vicio patrio que possam ter : de-
fronte da matriz da Boa-Visla n. 8i.
Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Jos
Teixcira de Mcndonca Belem: nesta typo-
graphia, ou na livraria ns. 6 e 8 da praca da
Independencia.
0 Sr. Sebastiao Jos Peixoto, tem urna
caria nesta typographia.
Cherubino di l'ietro Bandtere, subdito italia-
no, retira-se para fra da provincia.
Ama
Precisa-se de urna ama que tenha bom leite : a
tratar na ra Direita n. 91.
Precisa-se de um caxoiro que tenha pratica
de padaria : na ra da Senzala Velha n. Wfi
A escola publica do sexo femenino, na Ca-
punga, principia a funeciooar no 1. de setembro.
droxmo vndonro^ A professora, Maria Salom |
de Siqueira-Varejao.
O abaixo assignado pede ao Sr. thesoureiro:
das loteras da provincia qne tendo hoje perdido o.
meio bilhete garantido n. 2636 da terceira parte'
da terceira lotera da Santa Casa da Misericordia |
que corre amanhaa 1 de setembro vin ieuro, de;
nao pagar qualquer sorte se nao ao abaixo assig-
nado, pois o dito bilhete aeha-se assignado pelo
abaixo assignado. Recite 31 de acost de 186.
Monoel da Silva Neves.
Publicaran Iliteraria.
DO PODER MODERADOR
i K.NSA10 DB I1IUEIT0 CONSTITUCIONAL
I Contendo a analyse do Til. V Cap. Io da
Constituirao do Brasil
TELO
Dr. Braz Floicnliiio Hciw-i(|ucs(lcS Iwnle de direito civil na Faculdade de Direito
do Hecife.
A raridade e importancia da discussao ultima-
i mente levantada na curio acerca da natureza e
I limites do Poder Moderador, e particularmente
acerca da responsabilidade dos ministros de esta-
, do pelos aclos proprios desse Poder, despertaram
i no autor o desejo de emittir lanibem a sua humil-
de opiniao a respeito do um asstimpto tao mo-
mentoso. N'iio querendo porm fazer inteiramente
unta obra du circumstancia, e persuadido por ou-
j tro lado de que o bom senso dos Brasileiros salie-
ra guardar anda por muitos annos a bella consti-
, tujo poltica, a cuja sombra tem prosperado o
! imperio, entendeu que prestara melhor servico as
lettras, e seria mais til em particular moc.ida-
j de esperancosa do paiz dando urna analyse ou
: commentaro aprofundado de todo o Cap. 1 do
j Tit. V da Consliluicao do Brasil, trabalho este
; para que o tinham habilitado os seus estudos co-
; mo lente da 1" cadera do 2" anno da Faculdade
! de Direito durante quasi dous annos.
Deste modo s depois de analvsado o Telendo
capitulo chega o autor a tratar da grave queslao
l cima indicada, devendo sem duvida esle methodo
concorrer para habilitar o leitor a conhecer mnito
; melhor a natureza do Poder que se discute, e a
i formar com seguranza um juizo acerca da respon-
I sabilidade ministerial, pelos actos delle.
Afim de dar ao publico urna idea da obra, julga-
| mos conveniente Iranscrever aqui a soturna dos
diversos captulos que a compoem.
Depois de competente Prefacio, segne-seCap.
11 Da necessidade e importancia poltica do Poder
! Moderador.Cap. 2. Do Imperador como orgo
] do Poder Moderador.Cap. 3.* Da inviolablidade
' da pessoa do Imperador.Cap. 4. Das altribui-
coes do Poder Moderador.Cap. 5." Do di-
reito de escollier os Senadores.Cip. 6. Do direito
de convocar extraordinariamente a Assembla Ge-
ral. Cap. 7." Do direito de sanceao.Cap. 8.' Do
direito de approvar e suspender as resolucocs das
Asfemblas Legislativas Provinciaes.Cap. 9." Do
direito de prorogar ou adiar a Assembla Geral. e
dissolver a Cmara dos Deputados.Cap. 10. Do
direito de nomear e demiltr livremente os minis-
tros de Eslado.- Cap. 11. D direito de suspender
os magistrados. Cap. 12. Do direito de perdoar e
moderaras penas.t^ap. 13. Dodireilo de conce-
der amnistas.Cap.li e 15. Da irresponsabildade
absoluta do Poder Moderador.Concluso.
Acaba de sabir a luz esta nteressanl em um velme de 609 paginas, e aclia-se venda
nas-livrarias de J. Nogueira de Souza junto ao arco
de Santo Antonio, c dos editores Guimares & Oli-
veira, pelo mdico prego de 6>000.
Antonio Lxdz de Oliveira Aze-
vedo & C
Ageulc* do Banco l'iiiao do Podo.
Competentemente aulorsados sacam por todo
os paquetes sobre o mesmo Banco para o Porto s
Lisboa, c para as seguintes agencias.
Londres sobre llanh of London.
Paris
Hamburgo
Barcellona
Madrid
Cdiz
Sevilha
Valencia
Amarantes.
Arcos de Val de
Vez.
Aveiro.
Barcellos.
Bastos.
Beja.
Braga.
Braganfa.
Faro.
Oliveira
meis.
Pcnafiel.
Tavira.
d'Aze-
Frederic S. i .illin & C.
Joao Gibe & Pililo.
Francisco Itahoba & Ballista.
a Jaime Meric.
Crdito commercial.
> Gonzalo Segoria.
> M. Perera Y. Hijos.
Em Poiitigal.
Angra Terceira.
Caminba.
Castello Branco.
Chaves.
Coimbra.
Covilhaa.
El vas.
Extremos.
Evora. Monao-
Fafe. Moncorva.
Pinhal. Regoa.
Porto-alegre. Setubal.
Thomar. Vianna de Cas-
Villa Nova do tello.
Villa do Conde. Portimao. Villa Real.
Villa Real de Vizeu. Madeira.
S. Antonio. Faial. S. Miguel.
No IMPERIO.
Babia. Maranhiio.
Rio de Janeiro. Para.
Qualquer somma prazo ou vista.podendo logo
os saques prazo serem descontados no mesmo
Banco a razio de 4 per cento ao anno : a tratar
na ra da Cruz n. 1.
Figueira.
Guarda.
Guimares.
Lagoa.
Lagos.
[anego.
Leiria.
1
C/>
O hacha re gp
Francisco Augusto da Costa
ADV6GADO
Precisa-se de um rapaz de 12 14 annos, ou
um homem de 30 40 annos, que saiba 1er : a
tratar na ra da Concordia n. 38, das 3 horas em
dia ate.
Ra do Imperador numero
Jos Antonio Marques, subdito portuguez, re-
tira-se para a Europa.
r? im e$ *?*
\
3--KIA KSTREITl DO ROSARIO-3
Francisco Pinto Ozono contina a col-
locar dentes artificiaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguna sem que as obras nao
fjquem a vontade de seus donos, tem pos
. e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
TINTURAIUA.
Tinge-se com perfeicSo para qualquer
cor, e o mais barato poss-vel: na roa do
Rangel n. 38. segundo andar.
/
I lll *" Wl/I
.-. --' -
*%*+
-\m I


mam
Diario de Pernaiubuco Quinta feira 1 de Sdciubru de 18(14.
5
i

*.tivMi;
Fabrica
DB
Fogos de artificio da viuva
Rufino.
SVIIIO 4 LUZ
VENDA NA L1VHARIA DO Sr. GEIULDO
|RUA EST11EITA DO ROSARIO N. 12 AS
NOQES
PftbdASbOBRADAS
OFFERECIDAS
Xesta acredltadissima fabrica recebem-se en-, ^ AsSOClCaO Commcmal li'liellCCIlle
commenias do fogos de artificio para dentro ou
fra da provincia, garanlindo-s s pessoas qne se
dingirem este estabelciraento acharem reunidos
os goslos perfeigao nos artigos abi fabricados,
As encomniendas recebem-se no armazem da bola
amarella no oitao a secretaria da polica.______
Alugam-se tres casas pequeas na Torre,
catadas e pintadas, para se passar a fasta com pou-
co dinheiro, e tarabem se veudeni todas juntas oo
cada urna em separado, em cunta.
mwmmm mmmm
gal.
Saques' sobre Portii(_
O abaixo assignado, autorizado pelo
Banco Mercantil Portuense. e na ausencia
do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
as pravas de Lisboa e Porto, e mais luga-
res do reino, por qualquer somma vis-
la, e a praso ; podendo, os que temarem
saques a praso.receberem avista, no mes-
mo Banco, descontando 4 OO ao anno: na
loja de chapos da ra do Crespo n. 6, ou
na ra do Imperador n. 63, segundo an-
dar.Jos Joaquim da Costa Mala.
MOFWA
Pi;it\tuur(0 POR H. Fonseca de Medeiros.

<= 2 5. 3 c ? 2 n j A s.* I i E I- % a z S w 2 3 s 8 BT lfalllll 82 Z *> % a. Z *, rll.ilt'ff

COWSKIiHO DE
O ser ladro muito fcio. Comer o dinheiro
alheio o nao dar conta da commissao de que se en-
cartega < muito deshonroso um solicitador que
qur granjear crdito no foro. Oh I Sr. D. A. o
abuso d confiaoca crime, Vmc. o praticou, por
conseguinte est sujeito s disposigoes do cudigo
criminal ; mas como quero ser ainda mais esta vez
comptacente com Vmc, rogo-lhe que venha darme
corta do negocio que loe encarreguei, pois do con-
trario succede-lhe um mal maior do que Vmc.
pemsa. Venha logo, a ra Nova n. 37, dous annos
fazem que Vmc comea este dinheiro, e ainda nao
se confessou, por que se o tivesse feto, por certo
que o seu confessor o obrigaria a dar conta; tenha
onsclcneia, o furto muilo feio principalmente
para um homem yclho e que se diz honrado.
Furlaramda casa n. 1 da ra do Cabral, do
capito Antonio Bernardo Ferreira, o seguirte :
Um relogio patente inglcz de ouro, com tranee-
lim, um passador com circuios de rubios peque-
nos com dous sinetes de ouro com pedras no fun-
do, urna chavinha comprida de ouro e outra dita
maior como chave de porta tambem de ouro.
Urna correte de prata para suspensorio.
Um castical de prata.
l'm par le oculos de onro.
n quantia de 300$ a 400$ em moeda de prata
de 300 r>.. 1 i e patacoes.
Duas libras esterlinas.
Diversos penhores de .ouro na importancia de
100,8096.
Quatro pares de butoes de abertura e quatro de
punhos.
Urna lettra de 130f aceita pelo conego Joiio
Berner.uvem Maciel, e outra da quautia de 125
aceita por Francisco da CruSouto, as quaes es-
tavam dentro de urna carteira que tem um retra-
to de una 11105a banhando-se.
Urna caixa de prata para rap obra do Porto.
Dous massos de mcias para homem.
Diversas grvalas.
Um paletot de casemira branca cem duus longos
um do seda e outro para (abaco.
Duas toalhas de labyrinto com bico.
1 ma escova nova para escovar obra de panno.
Urna pistola de espoleta pequea toda de ferro
coir o ouvido da espoleta quebrado de urna banda.
Urna porco de lencas para tabaco encarnado.
Cinco lencos de seda sendo 3 encarnado e dous
de -ramagens.
Um par de sapato de tapete todo encarnado, no-
vo, mais achinelade.
Urna carteira cor de ganga por fra c por d;nlro
de marroquim encarnado, com o5 em urna neta.
_2IS sendo una nota de a05 e 15 em prata.
333 em piala em oioedas de 1$.
iOi pouco mais ou menos em uma feoceta
oemprida em moeda de li.de prata.
Mais uma porco de patacoes e moedas miudas
de prata que ignora-se a quantia, em urna baceta
de (landres redonda.
O roubo foi feilo ao amanhecer do da 2-7 de
agosto, entraran) pelo telbado da frente da casa
de lado do sul, destelhanc tres ordens de tellias e
cortando duas ripas a faca por onde desceran lia-
re a sala, aonde seacbava una mesa com .das
gavetas, carregando esta .pela porta do oilo para
o-quintal debaixo de um p de jambeiro onde le-
va; .un urna gaveta com ludo quanto se aohava
em ambas as gavetas, e.foram ao quarto do lado
do sul abriram, o qual se acbava coma chave na
porta e liraram o que consta da relacao : regs-se
a quem souber queira dar -cuticias na mesma casa
ou>aa livraria ns. li e 8 da (iraca da Independen-
cia que ser recompensado-,; assim como pede-se
aos Srs. ourives a quem fr olTerecido qualauer
destes objectos, os aprehendem e participen! aas
mesmas casas cima.
Precsa-se de urna ama para servico de asa
de peuca familia, prefere-se escrava : n ra da
Imptratriz n. 18.____________________
Deixai que os Hunos da civilisagao vos preguem
economaparaos psl! Est parle do corpo
humano por certo aquella que, neste clima, ne-
cessitade maior agasalho: pela humidade nos ps
se intr^duz a grande maioria das molestias, e com
estas a'perda da saude e da vida I! I Fra com as
botinasj e sapatos velhos; reforma-Ios
45-Rua Direite-45
COMPENDIO DOLOROSO
que contem o officio de Nossa Senhora das
Dores; o modo de resar e offerecer a co-
ra, um setenario e mais outros exercicios
de piedade e devocao; ordenado pela ir-
mandade dos servos da mesma Senhora,
que se acha erecta na egreja de N. $. da
Penha do imperial hospicio dos reveren-
dos padres missonarios apostlicos capu-
chinhos italianos de Pernambuco, approva-
do por S. M. t, que Deus guarde; dado
luz por devocao do muito reverendo
padre Fr, Placido de Messina.
Vehde-se a 320 rs. na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia._____________
Iivro de orantes.
Vende-sc 160 reis, na livraria ns. 6 e 8
da praca da Independencia, um livrinho con-
tendo o seguate: louvor ao santo neme de
Deus, cora dos actos de amor de Deus, ora-
ces o petices, hymnoao Espirito Santo, co-
roa do Senhor, aviso qualquer alma mt^^XtltL.
vota, desengaos da vida humana, nymno gosto propriamente para qualquer mimo, que ac
de Santo Ambrozio Nossa Seahora, jacula- ba dechegar neste ultimo paquete, assim como
torias ao Santissimo Sacramento, exercicioda, M outros objectos que recebe portwrsos na-
~. l m___cr,. \^-, v,osi tanto de sua conta como de con.-ignacao que
va-sacra, commemoracao Nossa1 Senhora est'resolvido a vender por pregos muito baratos
do Carmo e ao SS. Sacramento, directorio para vender muito e ganhar pouco, e dar extrago
para a oracao mental, dividido pelos dias da o grande deposito que tem, que espera merecer a
semana, obsequio ao coracao de Jess, sau-P^ao ^fBggg^^
Atlencao
a
0 Vigilante est alerta, nao Ihe era permittido
deixar passar desapercebido sem que airo dsse o
lim de annuuciar ao respeitavel publi-
sortimento de galauterlas'do mtluor
LOJA 1)0 BEIJA FLOR. !IACHINAS DEPATEKTE
Ra do Queimado ns. 63 e 69. de
i:ii los diiiirailos.
Sao chegados os lindos cintos bordados ouro,
pelu barato prego de 2,5300 e 3JW00: no eija-llor,
ra do Queimado hs. 63 e 89.
I-nellas para cintos.
Chegaram Umbem ricas llvellas dooradas e de
ac para cintos a I000 e 1200 : no Beija-flor,
ra do Queimado ns. 63 e t9.
Penles de tartaruga.
Lindos pentes de tartaruga, gosto moderno, a
5O0, 55300 e 6000 : ra do Queimado ns.
63 e 69.
Peales de travessa.
Vendem-se pentes de travessa de novo gosto para
meninas a tOO e 800 rs. : s no Beija-flor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
Pentes para atar cabellos.
Lindos pentes pequeos para atar cabellos, pro-
prios para se andar era casa a 400 e 300 rs.:
no Beija-flor, ra do Queimado us. 63 e 69.
Roldes de madreperola.
Tendo recebido um variado sortimento dos de-
sejados boles para abertura de roopSo, vendem-
se a 400 rs. abotuadura
Queimado ns. 63 e 69.
Enfeiles para senhoras
enfeites modernas a t$Q00 e JliOO,
no Beija-flor, ra do
Lindos
ditos de rede a .900rs.
Queimado ns. 63 e 69.
Talheres para meninos.
Chegaram novos sortimenlos de talheres para
meninos a 280 e 320 rs., ditos cali de bataneo de I
se-
35000
65000
45800
25000
35000
35000
45000
15400
15000
15000
15000
300
15600
Compram-se Diarios a 4-3 a arroba
teo da Penha n. 6, fabrica de cigarros.
no f a-
Borzeguins francezes para homem
Ditos inglezes idem a 85, 75 e
Ditos iara senhora
Ditos para menina
Sapatoes esmaga cobra
Ditos de Xantes de duas solas
Ditos dito de sola e vira
Sapatds de borracha para senhoras
Ditos de dita para meninos
Ditos -de tapete para homens e
nhoras a 800 e
Sapatds de lustre para senhora a
Ditos para casa
Chinelas rasas do Porto
D Dr. Carolino Francisco de Lima San-
ts, contina a residir na rea do Impe-
rador 11. 17,2o andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dlae da noite
para o exercicio de sua profisso de me-
dico ; sendo qoe os chamados, depois de
mcio dia at 4 horas da tarde, devem ser
deixados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunca o estudo das
molestias do interior, prosegue, com o
mflior afDnco, no das mais diiBceise deli-
cadas operacoes. como sejam dos ergos
ourinarios, dos olhos, partos, ele.
mmmmwr
Xa ra estrciia
coes a Nossa Senhora, S Jos, ao anjo da crespo n. 7.
guarda, Deus em obsequio qualquer san-; Rices porta-joias.
to e para a noute, e responso pelas almas Cofre de muito gosto por
do miriratorio i wilinhas transparentes forradas de ma-
-------- I Jreperola por
Lindas jardineiras.
j Ricos cofres com camapheu.
Lindas caixinhas com pedras brancas.
Vende-se das segaintes marcas:
(E E)
Semith{CeC >de FF o barril por 135.
(A I)
P N & C. de FF o barril por lo5-
P diamante de FF o bainl por 145500.
De superior qualidade FF 2 espingardas
por 165.
Chumbo de munigao de toda a
555OO.
165000
185000
105000
IO5OOO
105000
dac-oes devotas as Chagas de LbriStO, ora-1 uem satisfeilos. isl0 s0 n0 Gallo Vigtlante, ra do nm botao a 400: as lojas do Beija-flor, ns. 63
e69.
La para bordar.
Vende-se la de superior qualidade e de lindas
cores a 65800 a libra : no Beija-flor, ra do Quei-
mado, ns. 63 e 69.
Papel de diversas qualidades.
Vende-se papel de lieira dourada pautado a
15200e 15300 o pacote,ditussemserdotiradoe nem
. I pautado a 640, 800 e 5000 : no Beija-flor, ra do
aran' Queimado ns- 63 e 69-
Envelopes para cartas.
Vende-se envelopes de cores a 600 rs. a caixa,
ditos brancos a 640 e 800 rs. : no Beija-flor, ra
do Queimado ns. 63 e 69.
Pentes dourados para atar.
Vende-se pentes dourados para alar cabellos a
15000, 15200, 25800 e 35000 : no Beija-flor, ra
do Queimado ns. 63 e 69.
Pentes para rnarrafas.
Vende-se lindos pentinhos dourados com pedra
para marrafa a 15200 : no Beija-flor, ra do Quei-
mado ns. 63 e 69.
Sapatos de (ranga.
No armazem de J. A. Moreira Dias
Cruz n. 26, onde encontraro as amostras.
RIVAL SEM SEGUNDO
Ra do Queimado n. 49, est vendendo muito
boas fazendas e muito baratas, quem quizer poder
vir ver ou mandar para experimentar, assim como
sejam :
Gollinhas muito linas para senhora a 500 rs.
Ditas e punhos de fusto muito bonitas a 640.
Cartas de alfinete de cabega chata de todos os ta-
maitos a 80 rs.
Resmas de papel de peso multo bom a 25.
Capachos redondos e compridos a 500 rs.
Caixas com superiores obreias de colla e de massa
a 40 rs.
Cordo branco grosse que tem multa applicago a
vara a 20 rs.
Ijnhas de carriteis garante-se 150 jardas a 40 rs.
Cartes de linha Pedro V com 200 jardas a 40 rs.
Grosas de pennas de ac muito tinas a 500 rs.
Varas de franja de la'para vestido a 40 rs,
Ditas de franja branca larga para toalhas a 160 rs
Pares de boloes de punho a 120,320 e 500 rs.
100 rs.
Lindo balo com calungas dentre, tam-
bem para joias.
Tambalier para ditas.
Cestinhas ditas.
I Cosmorama ditas.
Urnazinhas.
barril s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Ricos porta bouquetes de diversos gostos
grossura arroba ^. so no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Kices mhIus
95000
05000
65000
65000
e pre-
raa da com bolcinhas ao lado, a 105, 125 e 155, ditos sem
bolga porm do mesmo gosto, a 25300, 35, 35300
45000.
Ricas flvellas avulsas para sinto, o melhor que se
pode encontrar, a 15500, 25, 25300 e 35 o par;
s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Gabazes ou cestinhas.
At que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-
bales para meninas trazerem no brago, o mais rica
possitel a 25500, 35900, 45, 35, U e 105; so no
Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Pentes.
Neste artigo tem um grande sortimento, unto
para alizar como para atar cabello, os mais lindos
que se pode desojar, assim como de arregacar ca-
bello, tanto de borracha como de tartaruga com en-
feites e sem elle para menina; s no Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Pentes
tambem chegaram os nquissimos pentes de concha
de tartaruga e de massa una, que se vende por 25,
35 e 55; s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Leques.
Riquissimos leques de madreperola tanto para
senhoras como para meninas, pelo barato prego
de 125" e 145; s no Vigilante, ra do Crespo
trabalhar nao para
descat'o^a' algodo
FAB1UCADAS
Por Plant Brotliers & C.
OLDAI
Estas machinas
podemdescarogar
^ uualquer especio
*? de algodao sem
[estragar o fio,
sendo bastand:
duas pessoas para
o traialho; pode
descarogar uma
arroba de algo-
dao em caroeo
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por dia ou 5 ar-
robas de algodao
limpo.
Esta machina
a nica que
possue as vantagens de nao destruir o fio do al-
no Beja-flor, ra do godao e de fazer render o dohro de qualquer 00-
i tra com menos traballio, a sua introdcelo para
as provincias fleste imperio ser de muito valor
para todos os inleressados na lavoura do paiz.
Assim com machinas em ponto grande do mes-
mo systema,oraql serem movidas por animaes.
agua ou vapor, pas uaes podem descarogar 18 ar-
robas de algodao ampo por dia.
O algodo descarocado por estas machinas tem
muito mais estimaco nos mercados de Europa e
vende-se por maior proco.
As machinas se acham venda unicamenie em
asa de
Saundci's Bi'olhers & C.
X. II, pra^a do Corpo Santo
RECIFE.
Os nicos agentes-ueste paiz._____________ _
ADEKEgOS DE MOSAICO
A aguia branca da ra do Queimado n. 8 re e-
beu bonitos aderecos de mosaico e fino dourado.. e
os est vendendo por prego razoavel.
Bolsas para ca^a.
Esse objecto aqu lao custoso de encontrar-se, e
to preciso aos apreciadores da caca, acha-se boje
a venda na ra do Queimado loja da aguia branca
n. 8, onde o comprador ser servido conforme o di-
nheiro que qaizer dispor para lal flm.
Ussencia de rosa.
Em pequeos frasquinhos a 15000. Vende-se La
ra do Queimado n. 8.
Teuios para voltarec
do Queimado o. 8
A aguia branca na na do Queimado o. 8 r-
Vende-se sapatos de tranga muito bons a 15a00,! eu caxinhas com lentos de marlim e madrepere-
ditos de tapete a 15600 : no Beija-flor, ra do ia para voltarete, havendo dinheiro cheguemse a
Queimado ns. 63 e 69. j elles antes que se acabem.
ilalaios com sabo. Ciraxa economiza.
Tinteiros de vidro com tinta a
Advogado Afonso de Albu-1gj^dd0^^^1?^Sdotf^eato.
querque Mello,
pode ser procurado a qualquer hora ; as sextas- j Escovas para limpar denles, superiores a 200 rs. com pequeo defeilo, leques de sndalo com pe-
teiras, porm, na villa do C^bo_______________| Libra de la para bordar da melhor qualidade a queoo defeito por barato prego de 85 e 105. coi
zia a 20 rs. n. 7.
Tesouras [tara costura a 80, 200, 400 e 500 rs. Mais lepes
Aluga-se ou vende-se a olaria dos Coelhos n. i 65500.
, onde esieve o Sr. Manoel Scrra, o caes passa na Caixas de phosphoros de seguranga a 100.
frente, lica em muito bom local para quem quizer
edificar, ou mesmo para quem queira por algnma
fundigo : a tratar na ra Direita n. 22, relinagao
de Francisco Jos de Araujo.__________________
Presisa-se do uma ama para casa de pequeaa
familia : na ra da Gloria n. -16.______________
Jsio Antonio -Vives tem justo e contratado a
taberna sita na ra do Jasmim nos fondos da igre-
ja de S. Gonzalo, com Manoel Soares de Moura &
C. : quem tiver embarac.o com a mesma taberna.
.lirija-se em tres dias da" dala deste. Recite31 de
agosto de 1864._________________________
Precisa-se de urna ama para ozinhar para
duas pessoas : na ra das Crines n.34._________
Furtaram du Caldeireiro.sit-io do lllm. Sr. Dr.
Jos Bernardo Galvao Alcoforado, um cavado pre-
to, castrado, com uma orelba cortada, e isso na
uoile de 28 para 29 do correte, perlenccnte ao
abaixo assignado : quem o achar e o levar ao mes-
mo silio, ou ao engeulio Novo do termo dejua- tstCV(lS ])iir
rass, ser recompensado. Joaquim dos Santos
Teixeira da Molla CavaicantL
nezes muito bonitos tambem, pelo barato prego de
45 e 5, bentarallos muito bonitos, tambem por ba-
Caixas e pacotes de papel amizade" superior a 600 ,a|0 ,,r(.P0 ue 45 e 3^, leques de,diario tambem
r.is. J)0r 45, ludo isto para acabar, penlendo-se tal-
Caixas com 100 envelopes muito linos a 800 rs. 4^^ ^y por cenlo; so no Vigilante, ra do Crespo
Quaderuos de papel pequeo azulado a 20 rs.
Carr.'is de linha Alexandre com 200 jardas a
100 rs.
Baralhos para voltarete a 2i0e mais tinosa 300 rs.
Meiadasde linha frouxa para bordar a 20 rs.
Pares de sapatos de tranca de todos os tamanlios
a -SaOO-
Grosas de beloes de madreperola muito unos aoOO
ris.
Carlas e caixas de -clcheles de superiores quali-
dades a 40 rs.
Massos de grampossuperiores e limpos a 30 rs.
Grosas de palitos de gaz a 25200.
Libras de arcia prcla da melhor qualidade a 120
ris. .
Caixas redondas para rap e tem monto bonitos ca
langas a 100 rs.
n. 7.
O abaixo assignado faz ver ao Sr. Francisco
Jos da Costa Guimares que venha buscar o seu
relogio que mandou cencerlar desde o anno passa-
do, e pagar tambem o concert do que Ihe enipres-
lei e que o senhor quebroa, no praso de oito dias,
do contrario sera vendido para embolso do annun-
rante, c qse assim declara para que oo allegue
ignorancia.Luiz Kissel.
85" rs
Na ra Nova de Santa Hila
aa ra do Crespo loja 11. 17.
de sala a
a jarda
armazem 11. 19, e
COMPBAS.
;^(KW
55000
LIVRARIA ECONMICA
Ra do Crespo n. 2
ao f do arco de Sant-t Antonio:
Obras iillmaui<'iile rccebitlas
UTTEBATfti.
Historia da Fundagao do Imperto Bra-
slleiro or J. M. Percira da Silva, pn-
uteiro *ol.......
"alabar, historia brasileira do seoalo 17
por J fi. Mondes Leal Jnior, 1 vol.
ene........
TAnatro da Dr. Joaquim Manoel d Ma-
icedo, 3 val. ene......
Obras de M. A. A. de Azevedo, 3 vol.nc.
Suspiros Poticos, de D. J. G. de Maga-
nte*, 1 vol.......
Mocidade de D. Joo V por L. A. Rabello
da Silva, 3 vol......
Un auno naerte por J. A. Corvo, 3 vol.
Os Miseraveie, por Vctor Hugo, 10 vol.
rimes espantosos, 2 vol.....
Marilia de Direeo, ntida ediegao, 2 vol.
Historia de Napoleao, com estampas, 2
vol.........
Obras poticas de M. I. da Silva Alvaren-
ga, 2 vol......
O Oatono, poesas de A. F. de Castilbo, 1
vol.....
Bevelagoes, poesas de E. A. Zaluar, 1
vol.........
Peregrinagao provincia de S. Paulo, pe-
to mesmo, 1 vol.
A morte moral, novella por A. D. de Pas-
cual, 3 vol.......
Apullia em palheiro por Gamillo Castcllo
Braneo, 1 vol......
Visao dos tempos, Antiguidade Homrica,
Harpa da Israel, Rosa Mystlca, poema,
por Theophilo Braga, 2- edigao, 1 vol.
Cynismo Scepticismo e Crenga, comedia
por A. Cesar de Lacerda, 1 vol. .
Al
franceza
pregos muito razoaveis.
Compra-c-e ouro e prata em obras velhas
dapa-se Lem: na loja de bilbetes da .praca da Inde
pendencia n. 2.-_____________
Compra-se couro de carneiro :
do Rosario n. t).
na ra larga
Conuna-se eflectivamente
uro e prata em ibras velhas pagndose bem :
na ra larga do Rosario n. 24, loja de ourives.
Pulseiras.
Lindas pulseiras de eontas e de missanga, cores
muito lindas e de muito gosto a 15 e 15200.
Para segurar uiaujuilus.
Tambem chegaram as liguiuhas estreilinhas de
borracha que as senhoras tanto precisam para se-
gurar manguitos por ser muilo commodo e muito
barato, a 320 o par; s no Vigilaute, ra do yres-
po n. 7.
SapanJios e meias de seda.
Riquissimos sapatinhos de seda e de merino en-
fcilados, assim como meiaszinhas de seda, gorrazi-
nlias e louquiulias para as erian'cinbas j>e bapliza-
rem; s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Caetas.
Riquissimas canelas de madreperola proprias
para qualquer presente, pelo baralissimo prego de
15500 e 25-
Vollinlias.
Lindas voltlnhas de perolas falsas com cruzinhas
(ingindo brilhantes, assim como cruzinhas avulsas
e volliuhas, pelo barato prego de 15 e 15200, as
cruzes avulsas a 400 rs.; s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Galianas.
Riquissimas golinhas e manguitos, o melhor gos-
to possivel, a 25, 25500 e 35; s no Vigilante,
j ra do Crespo 0. 7.
Enfeiles para senhora.
Riquissimos enfeites OOfl lago e sem lago e de
outros muitos goslos a 15, 15500 e 35 : s no \i-
7.
sabo.
Lindos balaios com 6 sabonetes de varias Eruc-
tas a 2-5500 cada um : no Beija-flor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
as mesmas lojas se encontrar lindo sorti-
mento de perfumaras e variado sortimento de
miudezas que se ternaria enfadcaho menciona-las,
porm afianca-se ser tudo bom e mais barato que
em outra qualquer pane.
SALSAPEIIILH
TP *:;> _
BE BRISTOL.
curas milagrosa.-: de
ESCRFUJL&St
CHAMAS A.\TfiWAS,
ENFERMIDAES &YPHLIT1CAJ,
Erysipelas. Eheuraatismo,
Nevralgias, Escorbuto,
ele, Ccc, ele
As
..,
que
lime
tem ;i,}iiiy;cwlo > iludo <> alio re
Compra-se cobre velho : na ra do Bruai nu-
mero 78. __I tuano, ambos os objectos em bom estado : a tra-
na I lar na roa dos Agouguinhos tal>erna n. 20.
Vendem-se 10 arrobas de velas e carnauba
a 95 a arroba, e a 3*10 rs. a libra : aa taberna
sraz da matriz de Sanio Antonio n. 12._________
Vehde se superior gaz americano ir, primei-
ra qualidade j conhecido : na eamboa do Carmo
n. 41 a 400 rs. a garrafa, garante-se a boa quali-
dade.
Vende-se uma taberna sita nos Apipucos,
cor poucos fundos, em lugar muito bom : quem
prcteader, dirija-se mesma.____ ___________
Vende-se ama propriedade de ierras no la- Slante; ruado Crespo n.
gar Marapic, margem do rio Tapacor, com um Iraucelins.
principio de casa deengenho para moer canas, boa Lindos trancelins oe cabello para relogio ou m-
machina de ferro e bons vasos, sendo os terrenos {neias, pelo baralissimo prego de 15500, ditos de
muilo boas e commodos para o maneto ; e ven- retroz a 200 rs.
dem-se wus animaes de primeira sorte para o mes- Uabadinhos cutreiueios.
mo servigo : a tratar com Joiio Vieira de Albu- Riquissimos babadiobos entreineios com lindos
querque Lvra em Alaga Funda, fregueza de Bom Jeseulios tapados e transparentes, pelo baralissimo
Jardiin.____________________________________prego de 15200, 15500, 25 e 35; s no Vigilante,
Vende-se um piano de Jacaranda e um san- ra do Crespo n. 7.
Gascarrilhas.
Compram-se Diarios a 120 rs. a libra :
ra Senzala Vetea n. SO.______________
Compra-se uma escrava de dade de 35 37
annos, que saiba vender ua ra e cozinhar : quem
a tivtr pode dirigir-se i Capunga nova, no entrar
95000 i da mesma, a esquerda, passando o primal por-
UQOo '. tito, no segundo, que achara com quem tratar.
35000
85000
85000
165000
65000
65000
55OOO
65000
45000
55000
65000
65000
VENDAS.
Chocolate de musgo Islndico
Pharmacia franceza
DE
P. MAURER & C.
18 llua Nava-18
VEMDEH-SE
as seguintes obras: tiarnier, Economa po-
litica, 4 vol. pora,^000; Mackeldey, I)re-
to romano, i vol por 40; Du Caurroy,
Commentario do cdigo civil francez, 2 vol.
por 85000; Racine, obras completas, 1
25000 j-vol. por 8000,?; Citaste, Diccionario rio
1 contenciosa commercial, 1 vol. por 6$;
Chabol de VAllier, commentario sobre suc-
ccsses, 1 vol. por 6; A. Arnaud, obras
15000 philosaphicas, \ vol. por 2; Saiwagc-Har-
im destas obras recebeu mais, de litteratura yf /creado de bancos de deposito. 1 vol.
:eza, portugueza e brasileira, as quaes vende or ^; i0Ul$ Blanc, organisacSo do traba-
;gos muite razoaveis.____________________' iho, i vol. por 2$; na ra doCabug loja
Monte Pi Acadmico. ;p-*a. ________
DeordemdoSr. V viee-presidonje sao convida; \ EmprcZ (la illOmiliacO gtZ
1 vol. 15500
Vende-se uma taberna sita na ra de S. Mi-
guel nos Afogados, com bastantes reguezes, n. 68,
achara com quem tratar._______________^^
Grande sortimento de cascarrilhas do diversas
larguras, as-im como galaozinho e trancinhas pro-
prias para enfeites; s no Vigilante, ra do Cres-
po u. 7.
litas.
Grande sortimento de lilus de diversas larguras
por pregos que admiram aos com-
ATTENCAO.

Vende-se na ra do Imperador a. 14 vinho ver-
de a 560 rs. a garrafa, assim cornu urnas conchas
para balanga, forradas de metal, e as competentes
correntes, e um moinho grande para caf._____
Attencao
Vende-se telhas e tjolhos pelos pregos que offe-
recerem os etimpradores, sendo dinheiro a vista :
as olarias de Jos Carkeiro da Cunha, ra dos
l'razeres, nos Golhos.
As verdadeiras brides le Ipojiea.
Vende se na ra do Queimado n. 32, loja de
ferragens de Azevedo A Irmos.
Alteadlo
Vende-se um terreno na travessa do Principe :
quem o gretender, dirija-se tenda de marranciro
na ra da Aurora n. 58, que achara cora quem
tratar.
RELOGIOS,
Vende-se em casa de Johnston Pater A
Predios venda
Vendse o sobrado de um andar e soto sito ua e qualidades,
ra do Foco n. 35, em chaos proprios, com quin- piadores, havendo litas largas proprias para cin-
tal, cacimba, etc., rende actualmente 475000 men- leiros que se pode vender a 300 rs. a vara, e pega
saes ; uma casa terrea na ra da Gloria na Boa-, de 9 varas a 25 j s no Vigilante, ra do Lrespo
Vista, lamben em chaos proprios, e rende 205 : |u- 7.
os pretendentes desde j podero examinar os re-1 Fitas de la.
feriaos predios, e para informages podorao enten- Fitas de la de todas as qualidades, proprias pa-
der-se com o agente Simoes em seu escriptorio na ra debrum de vestido a 700 rs. a pega; s no Vi-
rua da Cadeia do Recite n. 48, primeiro andar.__ gilante, ra do Crespo n. 7
. / i Rices espetaos.
Riquissimos espelhos com moldura dourada e
sem ella de 85, 105, 125 e 145, assim como com
columnas de dlferentes lamanhos a 25, 0,45, o5
e 65; s no Vigilaute, ra do Crespo u. 7.
Liados jarres e liguras.
Riquissimos jarros e liguras de porcelana una,
para enfeite de sala, sendo o melhor gosto que aqu
tem appari'cido; f no Vigilante, ra do Crespo
n. 7.
Para pos de arru.
Riquissimos vasos com bonecla para pos de arroz,
cousa de multo gosto a 15500 e 25, assim como
pacotes s com os pos a 320 rs. rada um; s no
Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Perfumaras.
;Grande sortimento de extractos e banhas, poma-
das, assim como de lindos copos ou vasos com dis-
tinctivos e offerecimentos as sinliasiuhas dos me-
lliores e mais afamados autores de Pars e Inglater-
ra, assim como as grandes copos de banha japoneza
a 25 e a ijj assim como outros objectos que nao e
possivel por boje annuuciar, e vi>ta dos fi egue-
zes se far todo neuocio: na loja do Gallo Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
dos os penhores socios do Monte Po Acadmico Todas "as vendas de apparelhos e reclamagoes
se raua'irem em sessao boje, s 10 horas do da, (por escripto dando o nome, morada, data, etc.),
na sala do costume. devem ser ieitas no armazem da roa do Imperador
Recite, i de setembro de 186i. n. 41. Os machmstas mandados para altender n{ L-, ra do Vlgarie, n. um D6I0 SOTii-
Jos Jansen Ferreira Jnior. osus, apresentarao um Iivro que os reclamantes ment de relogios de ouro' patente Hl-
_________________i* secretario._________ deverao assignar logo depois do prompto o servico
- Na ra do Queimado n. 31 precisad de um reclamado; isto para que a emproza fique sciente
sacerdote paracapello em Rarfeiras na Paralliba: Je haverem os mestJWS senhores sido devidamente
para tratar at o dia 3 do correle. atendidos.
glez, de um dos 'mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem urna tariedade de
boniositrancelins para os mesmoslt
Charuto la Havaua.
Vende-se superiores charutos da Havana
casa de Rabe Schtnettau i C.; ra da '
n. 18.
em
Cadeia
Vcndc-se cerca de 500 esleirs do certao e
4 airabas de sebo em rama : no armazem n. 19,
ra nova dSanta Rita, ribeira do peixe.
Salsaparrilha de Bristol
por todas paites do universo, sao tilo
somonte devidas i
nica Legitima c Original
8AL8PABBILHA D BESTOL,
PUKPAKADA EXCLVS1VAMKNTII l'Ol:
l\Yi',} &, KEJIP M 50V1 VOlk,
Mal A venda as boticas de Caors A Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo 4 C, ra
da Madre de Dos.______________________
Mil lio o mais novo que ha
no mercado a 3#osacco
Na ra de Santa Rita n. 1, taberna.
Yenda de predios
em particular ou em leilo.
Vendem-se duas propriedades de rasas conti-
guas, de dous andares e soto, com grandes arma-
zens oceupados actualmente peloSr. Feliciano Jos
Gomes, para o trafico de assucar, sitos na ra de
Apollo ns. 34 e 36, edificados pelo actual proprie- Caixas com pe fumarias muito bonitas a.
tario, com ptimos alicorees, superiores madeiras, Frascos de oleo de macag muito lino a
Chegou novo sortimento dessa boa graxa, e con-
tinua a ser vendida na ra do Queimado loja da
aguia branca n. 8.
ritas
para a irmandade do Bom Conselho, e cartas dr
hachareis. Vende-se na loja da aguia branca, ra
do Queimado n. 8
Leques de sndalo, itiadrcpero-
la, osso. etc.
A agnia branca recebeo um bollo sortimento de
leques de sndalo, madreperola e osso, sendo eltrs
de diversos moldes e variadas cores, inclusive a
preta ; agora, pois, quem comparecer com dinheiro
pude bem escolher um bonito leqoe, na ra do
Queimado leja da aguia branca n. 8.
Caisitslins para costura coutras
com perfumarlas
A loja da aguia branca, onde constantemente se
vendem essas bonitas caixinhas com arranjos para
costura, acha-se mu bem prvida por ter acora
recebido um bullo sortimento de ditas caixinhas ,
assim como outras com finas perfumaras, por isso
quero djuizer fazer um bom presente, tendo dinhei-
ro dirija-se ra do Queimado luja da aguia bran-
ca n. 8 que ser bem servido.
iiloa tinta para amarrar roupa.
Vende-se na ra do Queimado loja da agni..
branca n. 8.
Bons, bonitos e baratos.
A aguia branca lem a satisfagao de commoniear
a sua boa freguezia que ha chegado mais uma oc-
casiao de provar d sua lonvavel barateza, a vista
da boa qualidade do objecto, por isso convido .1
lodos que 11 verm dinheiro para se dirigirem .1
ra do Qncimado 11. N. loja da aguia branca, afim
de comprarem os objectos seguintes :
Donitos cullarinhos bordados, e punhos com
boles, tudo por 1>00.
Ontros lisos, mas de linhc c tambem com 1 li ?
por I5OOO.
Manguitos com gollinhas bordados por 2.J.
Ditos soltos i or 15-
Gollinhas de cambraia bordadas, obra mui:<.
boa, por 500 rs.
Ditas do traspasso, tambem bordadas, igual-
mente finas a 15-
Lindas camisinhas com peito bordado, gollinhas,
manguitos e grvalas, ludo por .
L'm grande sortimento de ntremelos mu lar
gos c bonitos ; assim como liras bordadas, o que.
pode ser de melhor, o mais perfeito, variando nn
e outros nos pregos. conforme a largura, mas ba-
ratos em lodo o caso.
Novase lindas gaavatas brancas de fil, co;.i
bonitos c difllccis bordados (mu proprios par- (>
vestidos a Mara l'ia) obra inleiramente nova aqu,
e de ultimo goslo, a i& cada urna.
Bonitos vestuarios brancos com lindos e delica-
dos bordados para baptisados.
Ba do Queimado u. 49 loja de miudezas de jO-
s- lgodinho, vci.ham ver a perhincha que se esta
acabando certas qualidades de fazenda.
Pegas de fitas elsticas com 10 varas a.. 240
Ditas de tranga branca lisa com 10 varas. !00
Ditas de tranga preta lisa a............ 60
Realejos para meninos, pechincha a... 120
Rodinhas com superiores allinelcs a..... O
Caixas com superiores agulhas e limpas a 200
Sabonetes de familia, muito linos a 80 e.. 160
Pares de sapatos delaa para enancas a.. 400
Varas de babadu do l'orto muito bom a
100, iOe......................... ICO
Dilas de bico largo grosso a............
Potes de superior Muta tem mais de meia
ai rafa a.
e acabados em 1861, tendo ambos 5 palmos li-
vres de paredes, de largura, e os altos do de n.
34, e o primeiro andar do de n. 36 215 palmos de
comprment, o segundo andar do de n. 36 tem s-
mente 120 palmos de comprimento, com um ter-
raco, e os armazens tem 340 palmos de compri-
mento cada um. tendo ambos tambem frente para
a ra do caes de Apollo, e o de n. 36 tambem para
a travessa do antigo porto das canoas : os preten-
dentes estes valiosos predios queiram dirigir-se
Ditos de oleo do babosa superior a 240,
320, 400 e.........................
Ditos de cheiros muilo superiores em qua-
lidade a...........................
Ditos de agua de colonia muito boa a
Ditos de dita dita grande a.............
Sabonetes de todo o prego 60,160, 200,
320 e.............................
Frascos de superior banha a 320 e-----...
Caixas de p para limpar denles muito
fino a-
ao seu proprietario Antonio Botelho Pinto de Mes-
quila na ra da (Cadeia do Recife n. 64, segundo Ditos de banha transparente a..........
andar, ou ao agente Oliveira na mesma ra n. 62 par,.s de ligas muito finas para senhora a
------r;------:;--------;----------------r~.------------- i Sabonetes inglezes da melhor qualidade a
taruma de mandioca |Frascos de agua denlrilice superior ga-
ensacada e da melhor que ha : vende Miguel Jos ranlida a........................
Aires no seu escriptorio, casa n. 19, na rna da Massos com 2o envelnos grandes aznla-
CrZ do a..............................
'----------------=-----------5---------------i'' Varas de fita preta com clcheles a.....
DlVerSaS ObraS de POrCelana, Frascos do macaca perola multo superior
a^x t v/* ^ r (Caixas com pennas grandes a.........
dourada.
A Aguia Branca acaba do receber um bello sor-
timento de amostras de d'versas e bonitas obras
de porcelana dourada, algumas das quaes porfua
novidade e bom gosto servem para o leilo no an-
iversario do Hospital Portugucz, e outras para
enfeites de mesa, etc. ; j se v pois qoem tiver
dinheiro ert habilitado a comprar qualquer des-
las obras : na ra do Queimado, loja d'Aguia
Branca n. 8.
pencas grande
Grosas de botoes para caiga preta, miudos
Libras de memento da roupa de lavar a..
Carriteis de retroz de todas as cores e
tem meia oitava de retroz a.........
Varas de bicos de differentcs larguras a
lid
100
500
320
400
800
400
800
100
600
500
320
I 000
100
100
200
200
100
200
200
60
Fumo imperial
Cortado igual ao francez muito proprio para ca-
chimbo, em latas de i libra, quando nao seja me-
lhor igual ao americano por 15200 rs., para veri-
^vedem-se dous caixocs grandes para d*po-! ?cw a. verdade os Srs. fumantes nodem-se dirigir
sito ou outro qualquer eslabelecmieoto, tudo en--i fabrica a vapor de cigarrosantigara dos Quai-
vidragado : a tratar na ra das Crozes n. i. ,t
Farinha de mandioca superior,
em saceos grandes : vende Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo A C, no seu escriptorio ra da Croa
n. 1.
teis de Polica n. 21.
Charutos de Havana
de superior qualidade vendem-se em casa
de Scuafleitlin 4 C, ra da Cruz n. 42.
>
mam



talarlo r rernabiea Qnlnta lelra f de ftrtcmbro a> If 4.

GRANDE ALLIANCA
57 RA DO IMPERADOR 57
DE
Paulo Ferreira da Silva & Companhia
Grande sortimento de molhados em grosso e a retalho. nico armazem que mais
vantagens offerece ao publico.
Desenganem-se todos.
s o Alllan^a o verdadeiro hornera,do progressso.
K o Alllaat^a o verdadeiro e principal armazem de molhados.
K
15
K
t lianza o armazem que vende mais barato.
US lauca o armazem que vende os melhores gneros.
Al lianza o armazem onde preside o Baelhor aceio.


NEM COROAS NEM MITRAS

1.
ARWi/En
D




.i


;

Fiquem todos sabedores desta verdade,
Venham todos ra do Imperador n. 57.
Venliam ver os gneros que leaos espostos a venda.

PARA
s. joo
de bonitas c6r
AS
DE
E
FESTAS
S. PEDRO.


Aniendoas'' confeitadas de bonitas c6r lilem de Hollanda em garrafoes com 24 gar-
80o rs. a libra. rafas a 7,2oo rs. com o garrafo.
dem de casca muito nova a 3oo rs. a libra. Lenfilhas excollente legurae para sopa gui-
Avelas a 2oo rs. a libra. zados a.2eo rs. a libra.
Ameixas francesas em caixinhas com lindas: Licores francezes de todas as qualidades a
estampas a I,2oo, l,4oo e l,6oo rs. cada! 8oo c l.ooo s. as-garrafas grandes.
,uma- j Manteiga ingleza pferfeitaraente flor a 8oo
dem era. frasco de vidro com rolba do mes- j e 96o rs. a libra.
mo ou de metal, a l,2oo e l,4oo rs. cada dem fraaeeza nova j deste anno a 6oo rs.
um I a bra, e 58o rs. em barris inte iros.
I Jem era frasco grandes a 2,5oo rs. cada Marraolada especial dos melhores fabrican-
um- tes de" Lisboa a 6oo e 64o rs. a libra, ha
dem em latas de 1 '/i e 3 libras a l,2oo e latas de differentes tamaitos.
2,ooo rs. [Maesa de tomate em latas de 1libra a 56o
Arroz da india e Maranhao o melhor que se | rs. cada uma.
. pode desejar a loo e 12o rs a libra e! dem para soda estreliinha, pevidee rodinha
2,800 a 3,4oo rs. a arroba. em caixinhas sortidasa3,ooo 3,5oo rs.cada
Azeite doce de Lisboa a 6oo rs. a garrafa, c; uma e 5oo rs. a libra.
4,8oo rs. a caada. dem macarro, talharim e aletria a 4oo rs. a
dem francez claricado em garrafas bran-; libra.
cas a 9oo rs. cada uma, e o.ooo rs. a j Moatara franceza preparada em frasco a 4oo
rs. cada um
I a
RITA llO HtlPERABOK ]* 4*
iuato m Sf brado em qoe ora e Sr. Osberne,
Para a festa de Santo Antonio, S. Joo e 8. Pedro.
Haarlr Almeida c. re*tferaan tte Ma proprla rucommcu
^."f.T*1*1"0 rtknea* de ihndoH. proprlos
NOVA EXPOSIQAO DE GNEROS
NO
AKMA%Ej9I
PRINCIPAL

1*E
M. RIJA IIO CRESPO A. 9
Esquina qoe volt para a raa da Imama'ar

.
4
la prente estaeSo.
Manteiga ingleza Maeas brancas
da safra aova viuda neste vapor de M de;para sopa a melhor ijue se pode
mio aSOOrs. a-tibrfi. | macarro, talharim ealeiria
Han i elga f ranee/a libra e 4,*5O0 a caixa.
da safra nova a S60 rs. alifara, e em barril I VlllN>
iRgafa
E provavel que b7o seja bem aceita a terdade, quando a boa f fie tnrl ii*
ludida por esta epidemia de naua-atica* annimcios de corneta? a3LZL*3g aDda
tas, etc., que todo o da enchem as pajinas deste joraai '
AE*TA
.
Os ann iniciantes
ata pakvra e honra, vendeado com o aicr"
fcsentarem fortunas a fbrea Ja re^ra de ligaornooaiiw nttunViiaaSd'SlI
PARA TODOS
nao tom em vista- sanio garantirn ao respeitavel publica a
e Parasiussubsistencias enao para
impa a 32o rs. a li-
e 4,6oo rs. a ar-
caixacom I duzia.
Alfazema muito nova e
bra.
Alpista a 16o rs. a libra
roba
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio dasseguinles qualidades: agua e
sal doces, e imperiaes em latas de 6 libras
a 3,ooo rs. e de 3 '/ libras a l.Soo rs.
e em libra a 64o rs., estas bolachinhas
torna-se muilo recommendavel com espe-
cialidade para os doentes.
scoilos e Bolachinhas de soda em latas de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a 1,35o rs. a lata.
Bolos francezes em carines e de diversas
qualidades a 64o rs. cada um.
Banha de poico verdadeira refinada a 4oo
rs. a libra e em barril a 38o r.s.
Bata ti s novas a 16o rs. a libra.
: ilachinhas mglezas ullimainente desembar-
cadas a 24o rs. a libra o 2,ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas m.us superiores que
at boje tem viudo ao nossii morcado a
, 18,ooo rs. o gigo e l,5oors. agarrafa
inteira, e 8oo rs as meias.
Cha uxim o melhor que so pode desojar, o
que potra qualquer nao vende por menos
de 3,ooo a ,7oo rs. a libra.
dem perola de esp cial qualidade a 2,Goo e
,8oo rs. a libra, garante-se a qualidade
deste cha.
Mera bysson o melhor rjue possivel encon-
trar-se a 2,4oo e 2,6oo rs. a libra.
dem do Rio em lates de 2, 4, 6 e 8 libras
a l,2ooe 1/too rs. a libra.
dem prelo muilo lino a |,6oo rs. a libra.
Chocolate das melhores qualidades, francez,
hespanhol e suisso a l.ooo, I,2oo e l,4oo
rs. a libra.
Charatos do acreditado fabricante Jos Fur-
tado de Simas em '/j caixas das seguin-
tes marcas: Parizienses, Suspiros, ili-
cias, NapoIeSes e Guanabaras a 2,3oo rs.,
e em caixas mteiras Trovadores a 3,ooo
rs. cada urna.
dem de outros muitos fabricantes e de dif-
ferentes marcas iara 1,5oo rs. as meias
caixas, de suspiros a l,6oo, 2,ooo e3,ooo
rs. as caixas inleiras.
Conservas mglezas a 800 rs. o frasco.
dem franceza a 5oo rs.
Cognac ingle/, das melhores marcas a 1,000
rs. a garrafa e lo,ooo rs. a duzia.
dem francez superior qualidade a 800 rs.
a garrafa e9,ooo rs. a duzia.
Cmiinho e erva-doce a 4oo rs. a libra.
Gravo da India a 600 rs. a libra.
Canellaa 1,000 rs. a libra.
Copos finos para agua a 5,000 rs. a duzia, e
5oo rs. cada um.
Caf do Rio superior a 280 e 320 rs. a libra,
e 8,800 e 9,.*ioo a arroba.
Doce fino de goiaba a 600 rs. o caixao.
Kj vilhas porluguezas ltimamente chegadas
a Too rs. a lata,
dem ceceas a 16o rs. a libra,
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 320 rs. a
libra.
Figos em caixinhas muilo bem enfeitadas a
l,ooo rs. cada uma.
Mera em l?tas ermiticamente lacradas a
l,5oo e 2,5oo rs. cada uma.
dem em caixas de */% arroba a 2,5oo rs.
cada uma, e 2oo rs. a libra.
Molho inglez em garrafinhas com rolhas de
vidro a 64o rs. cada uma.
Marrasqumho verdadeiro de Za l.ooo'a dja -
agarrafa, o.ooo rs. a caom 1 usi.xrc a
zia.
Nozes muilo novas a 16o rs a libra.
Presunto de fiambre superior a 600 e 800
rs.
dem do Porto para panella a 5oo rs. a libra.
Passas novas a 48o rs. 1 libra.
Peixe em latas de differentes qualidades co-
mo, save!, corvina,
a 500 rs.
Aniendoas
confeitadas de lindsimas ores a 800 rs. a
libra.
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
2400, muito propios para mimos,
Cartdes
com bolos francezes a 500 rs. cada uro*
Latas
com bolachinhas de soda de todas as qua-
lidades a l360.
Chocolates
de todas as qualidades a (iJOOO a libra.
Presuntos mglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tembem
temos velbos para 500 rs.
Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 26oo.
desejar, s para miarnT--^mero-
m*^ bella> mas^e^eTriodoTp^ l22XZ&S2&" fi
; te-se ^u,.dades deseos troceo-s todo %K %7S W&Sl
d^^r^S^8^:^-^^^ ees a
Iflem dft Lisboa j iam de casca dura a 24o rs. a libra
*1X ff* 3 40 rS- a garrafa' e ,flem casca fe 32o rs. a libr'
zdou a nada, j Ameixas francezas em caixinhas com lindas
irtem do Porto eslampas, a I,2oo e l,5oo rs
generosos engarrafado dos melhores fabri- dem em frascos de vidro a 1 2oo rs
cantes da cidade do Porto a i& e 1^200
a garrafa e de 10,5 a 125 a caixa, as mar-
cas sao as seguinles: Chamisso AFilho,
F. & M., Nctar ou viahe dos Demes,
lagrimas do Doure e witros muito*.
Latas
com 40 libras de banha a iiJOOO.
Bolacliinha ingleza
a 14800 a barrica da mesma que
vended a 2,0000 e 25400.
Nozes
as mais novas do mercado a 120r- A bra.
Cervejas
j chegados no ultimo vapor a 2^600 cada um.' ^sde W500 a fi500 a duzia.
ttsaMiati le;srii
sendo inteiro e 900 rs, a retalho.
Conservas indezas
outros a l.ooo rs. a latas.
Palitos para denles a 14o e a 16o rs. o mas-
so dos melhores.
Pataco o mais novo e limpo a 16o rs, a li-
bra, e a 4,5oo rs. a arroba.
Palitos do gaz a 2,loo rs. a grosa, e2oo rs.
a duzia, < 20 rs. a caixinha.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor, a 3,ooo
dem prato muito fresco a 800 e 9oo rs. a
libra.
dem suisso a melhor qualidade que at ho-
je tem viudo ao nossn mercado a 800 rs.
a libra,
dem londrino a 9on rs.
Sal refinado em potes de vidro a 5oo rs,
cada um.
Cerveja das melhores marcas a 6,000 rs.
duzia, e56o rs, agarrafa.
fvas, pescadinha e as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 10200.'
Chl uxim
o melhor que se pode desejar, que Otro
qualquer nao pode vender por menos de
3 a 2#600.
Idcaa perola
especial qualidade a 2$700 rs. a fibra.
dem hysson
o mais aromtico que tem vindo ao ikW
mercado a 2#60.
Massas amarellas
ipara sopa, macarro, talharim c aletria a
a; 480rs. a libra.
COCTCAC
CHARUTOS
?is e outros em
meias caixinhas a 1^500.
Arroz
do Maranhao a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 2,5500 a 3,5000 a ar-
roba desses que vendem por 3$400.
CAF
de 1/ e 2.a sorte do Ilio de Janeiro a 8,->5|
e 8$00 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
Ciarrafoes
com 4 \'-2 garrafas com vinagre a l^OOO*
o garra filo.
GEXEBItA DE LARAXJA
leatiftas imiito novas exce/leote leeurna va-
ra sopa a 2oo rs. a libra. P
%?* "a2es 4e todas ^lidades de
7oo e 9oo rs. a garrafa.
Manteiga naje perfeitamente flor a 800 rs.
a har, e desnessesario mais elogios nes-
te genero que so se pode verificar com a
* lolil.
dem francoa a 56o rs. a libia, e em barril
oa mews a .joo rs.
Mannelladado I. fabricante de Lisboa a 600
rs. a libra, ha latas de I, I % e 2 libro
Baca de tomate em latas de ana e duas li'-
bras, a 600 rs. a libra.
dem para sopa estreliinha, pevide, rodinha,
etc. a3,5oo rs. a caixa e 56o rs. a libra
Macarro, talharim e aletria a 4oo rs a li-
bra.
Mostarda franceza preparada a 4oo rs. o fras-
dem ingleza em p a 64o rs. o frasco
rs. a libra, e 4,4oo ra. a Molho inglez em garrafinhas com ,^olha de
vidro a 64o rs. cada uma.
Marraschino verdadeiro de Zara a 1 000 rs
agarrafa, e 10,000 rs. a duzia
Nozes muito novas a 16o rs. a libra
Ostras preparadas em latas a Too rs. a lata.
Prezunto para fiambre inglez verdadeiro, ga-
rantindo-se a qualidade, a 7oors a libra.
Passas novas de carnada a 4oo rs. a libra e
6,5oo rs. a caixa.
Peixe em latas hermticamente fechadas das
seguinles qualidades, sabel, corvina, <*o-
raz, cavallmha e pescada a l,ooo rs. la-
ta.
Palitos para denles lidiadas a 14o rs
co de 20 macinhos.
dem do gaz a 2oo rs. a duzia,
anco-
Wem em frascos grandes a 2,5oo rs.
dem em latas de I /s libra a l.ioo rs.
Arroz do Maranhao e da India o melhor que
ha neste genero de 80 a loo r, a libra, e
de 2,5oo a 2,8o a arroba,
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa, e
4,8oo rs. a caada,
dem francez e de Lisboa refinado em gar-
rafas brancas a 9oo rs. a garrafa e 10,000
rs. a duzia.
Alfazema muilo nova e limpa a 32o rs. a
libra.
Azeitonas muito aovas a 2.000 rs, a
reta.
Al pista limpo a 14o
arroba.
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio de diversas qualidades, em latas
de 6 e de 3 libras a 3,000 e l,5oo rs. a
lata, c 64o rs. a libra,
dem ingleza em latas de 2 e de i libras
das melhores marcas a l,3oo e 2,2oo rs.
a lata.
Banha de porco refinada a 4oo rs. a libra e
em barril a 36o rs.
Batatas em caixas de 2 e de 4 arrobas a
! l.loors. a arroba.
, Champagne das melhores marcas a 2o.ooo
rs. o gig, I,8oo rs. a garrafa, e 9oo rs.
1 as meias garrafas.
1 Cha uxim o melhor possivel a 2,7oo rs. a li-
br.i.
verdadeira a 1#000 o frasco, e de 1169QP dem perola qualidade especial a 2,7oo rs.
Sardinha de Lisboa e Nanles em quartos e o muito afamado cognac Pal Brandy a l,8oo
meias latas a 38o e 58o rs. cada uma. rs. a garrafa e de outras muitas qualida-
bagu muilo novo e alvo a 2o rs. a libra. des a l.ooo e 800 rs. a garrafa
Sevadraha de Franca 18o rs. a libra. COPOS
Sevada a loo rs. a libra, c 2,800 rs. a ar-j lapidados para agua a 4,5oo e 5,ooo rs a
t/2 ..,,,, I duzia'e a 440 e 5oo rs. cada um.
Tiaques de 1.a qualidade a 9,5oo rs. a ca-1
xa, e 24o rs. a caria. I PAPEL
Toucinho novo de Liiba a 2 lo e 3*0 rs a alin.aC' S''cve, Peso e de outras muitas qua-
libra. : !(latles de 2,2oo, a 4,5oo a resma do me-
a caixa.
DEM
em frasqneiras de Hollanda a 5S00 cojb
i 12 frascos.
GENIBRA
de Hollanda verdadeira em frasqueira a 600
rs. cada uma.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza Chocolate francez,
c 2o rs. cada caixinha. i.000, I,Son e 1.4oo
o ma-
e 2,loo rs.
Tijolo para limpar facas a loo rs. cadaum.
Vmho em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
melhores marcas a 3,8oo rs. a caada, e
5oo rs a garrafa.
dem do Porto Lisboa e Figueira de marcas
menos condecidas a 4oo rs. ;i garrafa, c
2,8oo rs. a caada.
dem Colares especial vinho a 600 rs. a gar-
rafa.
IdemLavradio muito fresco nao levando com-
composico a 56o rs. a garrafa, e 4,000
rs a caada.
dem branco de uva pura a 56o rs. a garra-
fa, e 4,5oo rs. a caada,
dem mais baixo a 4oo rs. a garrafa, a 3,ooo
rs. a caada.
dem Bordeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 6,5oo e 7,ooo
rs. a caixa.
dem muito especial que raras vezes vera ao
nosso mtrtado a 1.2oo rs a garrafa, ga-
rante-se que por este mesmo preco d
prejaizo e s se encontra n'este arma-
zem.
dem do'Porto em "caixas com 12 garrafas
das segundes marcas Lagrimas do Dou-
ro, Iiwque do Porto, Genuino, Vellio Par-
ticular, Malvasio fino, D. Pedro V, D.
Luiz I, Nctar e outros a -9,000 e o.ooo
rs. a caixae 9oo e l.ooo rs. a garrafa,
demMuscatel superior a l,ooo rs. a garra-
i fa, e lo,ooo a caixa com 1 duzia.
Vinagre rairo de Lisboa a 2oo a garrafa e
2,400 rs. a casada.
l.ooo
LICORES
finos de todas as qualidades, a 10,000 a caixa
com uma duzia e a 1,00o a garrafa.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
jara Abreu e outros muilos a 600 rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunto de Lamego a 52o rs.
Papel de botica a libra
de excediente qualidade a 2#200 a resma m,,.k- r ARROZ
p.,-7 ""' 1 Maranhao, Java e India, a loo rs. a libra e
azul e pardo para embmHiode ,4ooa2,2oo '0' "''ve&I a''rba-
rs. a resma de espe,.nlacete (]e jj^".^ ^^ a ^ rs
OOnntlliaS a m e em caixa ter abatimento.
passas corinthias muito novas proprias para VELAS
podim a 800 rs. a libra.
Ihor.
a libra,
dem hysson o melhor que ha neste genero
a 2,000, 2,4oo e 2,6oo rs. a libra,
dem do Hio em latas de 2 a 8 libras, a l,3oo
rs. a libra,
dem prelo homeopathico 2,ooo rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas a 6,000 rs. a du-
zia, e 060 rs. a garrafa.
e hespanhol a
rs. a libra
Charutos do afamado fabricante Jos Porta
do de Simas e outros da Baha como se-
jam Regala, Trovadores, Guanabaras, De-
licias e Suspiros, a i,600, 2.000, 3,oo.o e
4,000 rs. a caixa.
Conservas mglezas a 75o rs. o frasco.
dem franceza surtidas ou de uma s quali-
dade de cada frasco a 5oo rs.
Cognac inglez e francez a l,ooo rs. a garra-
fa, e o.ooo rs. a duzia.
Cominho e erva-doce a 4oo rs. a libra.
Gravo da India a 600 rs. a libra.
Canella a l,ooo rs. a libra.
Copos finos para agua e vinho a 4.800,
5,ooo e 5,5oo rs. a duzia, e 5oo rs. cada'
;><>o rs. ca-
rs.
Fumo
o verdadeiro fumo americano em chapa
l,4oo rs. a libra
de carnauba em caixas de arroba a 9,3oo r
caixa e 3io rs. a libra.
Uatatas aovas
a em caixas de 2 arrobas a 5 a caixa e 60 rs.
a libra.
Passas mnite novas
Vinagre
PRRem ancoraba de 9 aadas a 15,ooo M.I*.2KlaS!fl! E .
cada uma. ""> a caixa e 40 rs-a ''l"a,
OeDOllaS portuguez o mais especial que se pode de-
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa seJar a 800 rs- a libra e 140 rs. o pao
e l.ooo rs. o molho. Fruas em calda
AipSta e PainCO chegadas ltimamente, pera, pecego, ginja e
a 600 e 1| o caixe.
libra,
libra.
e Painoo
cadr
e 4#400 a arroba.
,om,n S ProPriela-
ireguezes e amigos e ao publico em geral,
' SrflfS8n,dKI!ran(,e armazen> Verdeire"Principal declarara aos saosl* WVMwflafSTS rrafas
timihram JZELZ l E em fi* *ae Para facililar a commodidade de todos es-
upuiaram os mesmos precos nos seguinles lug
jares:
dem em gaTraf5e,S com 5 garrafas a
raixa muito nova a loo rs. a lata c l.ooo rs.com o.garrafSo.
,V'J.an( Vassoaras do Porto di? arcos de ferro a 32o
Ginebra de Hollanda era frasqueiras com 12 rs. cadn nma.
frascos por 6,000 rs. e 560 rs. o frasco dem'de escova para esfrogar casa a 36o rs
Idea de laranja a l.ooo rs. os frascos gran- oada uma.
H.ooo rs. a caixa com 12 frascos. Velas de espe-macete superiores a 56o rs
llniaa e Camramia raa do Qneiaiado n. 7
O Verdadeira Principal roa to Imperador o. 40
-

dem de Hollanda em botijas a 4oo rs. cada
uma.
'dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,800
rs. com o garrafo.
a libra, e 58o em caixa.
dem decarnatba refinada e de eomposieao
a 36ors. a libra, e de lo,ooo a il.ooors.
a arroba.
f RA DO QUEIMADO NUMERO 11
laja de fazendas d- Avyuslo Fmkriwdos Santos Porto
B.huas chapeliHai e cha|xo para aca>koraa.
Chegaram a este estaboleciment as mais murierais pha Superiores cortes de lia de barra de 103 a 20$. T""~
*i* at 3oS"* auperiorescaas e-soutemliargucs do seda areteecasemira de cures para senboras de
Excellents las para vestido a 320, 300, o60 e 600 rs. ocovado.
Lassas c organdys de cores a 240 e 320 r<- o i-ovado
Os melhores tapetes para sof com riqusimos desenhos.
Lencos de cambraia de linhon lil bordados a 15 cada mh
Superiores casemires mescladas de diversos gostos tamo etn pecas como em cortes.
.rin, ~"2fo^SSu COme S.ejj""^'^nin^rmas.brcunhas, sllecias, w&lo,
tr.na preta maito Tina, canteo para ea* de luto, sroWnaple ae'bmitis ores e a< upVrion
Kstelras para aada*..
As pe.soas que pretenderen forrar rassalasoafabihete*, encontrar*) nesie esiaM^cimpntn
melhor aqealdadede esleirs de tedas as larguras e pelo mai* modicTpreJoT
FRUCTAS
AVAA. PlUiS K IVAS
40, Venladeiro Pnncipal-Rua do Queimado n?7, linio c Commereio.

perador n.
Salitre retinado, superior qualidadf, vinho Bor-
dean, diflbreates qualidades, mais barato que em
'alquer parte : no armazem de E. A. Bbrle A
ra da Cruz n. 48. **
t
Farturadesaboiietes
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz de primeira qualidade a
10)5 a lata: nos rmateos da roa do Im-
perador n. 16 e ruado Trapiche Novo n. 8.
um.
Caf do Rio superior 28o e 3oo rs. a
e 8,5oo a 9,ooo rs. a arroba,
dem do Cear a 26o, 28o e 3oo rs. a
e 8.000 a 8,5oo rs. a arroba.
Doce de goiaba a 6oo rs. o caixao.
Ervilbas porluguezas em latas, chegadas ul-
timamenlc a 7oo rs. a lata,
dem seccas a 16o rs. a libra,
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Panana de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Figos em caixinhas bem enfeitadas a 9oo rs.
cada uma.
Graixa nova a loo rs. lata, l,loo rs. a
duzia.
Gencbra re Hollanda em frasquoiras de 12
frascos a 5,8oo rs., e 56o rs. o frasco,
dem era botijas a 4oo rs. cada orna.
a -i-Niio
rs. com o garrafo.
dem idem de 3 caadas a 7,2oo rs. cada um.
dem ingleza em garrafas brancas bordadas
com rolha de vidro, qualidade superior
a l.ooo rs. a garrafa.
dem de laranja verdadeira a l,ooo rs. o fras-
co, e H,ooo a frasqueras de 12 frascos.
Kirsch Wasser excellente bebida Suissa a
1,8oors. agarrafa.
Painco muito novo a 16o rs. a libra, e 4,5oo
rs. a arroba.
Queijos flamengos do ultimo vapor
dem pialo muito fresco a 8oo rs. a libra e
sendo inteiro a 72o rs.
Sal refinado em potes de vidro a
da um.
Sardinhas de Lisboa e de Naaes a Goo
amea lata, e 4oo rs. o quarlo.
Sag mu.lo novo e alvo a 24o rs. a libra.
Sardinha del-ranea a 18o rs. a libra.
Sevada a loors. alibra.
Toucinho de Lisboa a 24o e 3oors. a libra
Tijolospara limpar facas a 15o rs. cada um!
Vinho em pipa, Porto, Lisboa e Figueira das
marcas menos conhecidas a 4oo rs. a gar-
rafa e a 2,8oo rs. a caada. *
dem Figueira expecialmente escolbido neste
lugar a 6oo rs. a garrafa, o i.Seo aeanada.
dem Lavra|;0, Colares muito fresco compos.r-ao a 6oors. agarrafa, e 4,5oo rs. a
caada.
dem Lisboa em ancoras com 9 caadas mar-
ca especial a22,ooo rs. a ancora.
dem branco uva pina a 5(o rs
e a 4,5oo a caada.
dem Porto lino em pipa a 56o rs. a
fa.
dem engarrafados generosos, Lagrimas do
Douro, Duque do Porto. 1). Luiz I I) Pe-
dro V. Nctar, velho secco, Malva/.ia, o
genuino particular de Oooal.Soo rs. a gar-
, i ,c 1 0'.0.00 rs- a caix8 com m^ dem Madeirajegitimo a 1.2oo rs. a garrafa
ea 12,ooo rs. a duzia.
dem Muscatel a looo rs. a garrafa.
dem Bordeaux dos acreditadas marcas St
JulienSt. Esteph, chteau la note, chalan
Margoux e outros a 6,ooo rs, a caixa e 56o
a garrafa,
narra-
ra, a garrafa.
Vermoutb a melhor bebida estomacal a 2 ooo
rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 2oo rs. a garrafa c i 4oo
rs. a caada,
dem em ga.-rafOes cora 5 garrafas a 1 .ooo rs
vassouras do Porto com arcos de ferro a 32o
rs. cada uma.
dem de escoras para lavar casa a 3Go rs.
cada uma.
Veilas de espermaceie superiores a 56o rs.
a libra, e sendo em caixa a 52o rs.
dem de carnauba refinada e de composicS
a 36o rs. "
arroba.
a libra, e lo,5oo e ll,ooors.a
GRAfGrjAS AT'BLENNdP.RHAGICAS DE DNAND
ir.tw>tseTebtMt.
cjj:.
A Agula Branca receben um completo sortimen-
to de sabonetes, e qtier distrihui-los com toda a sua
rregueia que compra a dinheiro vist, por isso
t*M, 1>500, $, t*m o U a duzia, 'Wndo e$
tes de cores e com diversos moldes e lguras p
ontros transparentes a 23W0, 3* e 4000 a duzia
E-tes accortirhodados precos servem bellamente
para que todos lavem snas miios, loncos, etc efe
eom he**** fcaaole^ uma vez que haia dinhei-
ro, dirijam-seirtta Qneirtao,' leja Tlguia
orika n. 8.
Kicaas hainluir^nczas.
Na roa Nova n 61 detronte da Illma. cmara
municipal, vendem-se constantemente bichas novas
por menos 2J o cento que em outra qualquer Dar-
te : reeebem-se por todos os vapores?
GRAXA N. 97
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n. 97 no
armazem de J. A. Mereira Dias na rqa da Cruz
inj^GQao curativa e preservativa
, cura con. nfU,z ,,m i .scommunw. -ftlftfclini .1, ,h, lrt,- ru^. %.. 7 .
Depsito geral em Pernambuca roa da Cruz n. 22 de emcasaCaroa Bwbo.
Intalllral, cura com rupia.,,. .rm
mmmkt wh taruUciaiU. forlilli:a
Potassa.
--------------------------LJk

\ende-ee potassa era barris, norcommodo proco;
W> escriptorlo de Anumio u Alhieida Gomes, ra
da Crut n. g, t andar.
Trina, Volantes e Ralees.
Vende-se trina, rolantes e1 galSes de todas ae
larguras por precos maild Dart: s no vigilants
roa do Crespo n. 7.
Seieicta as chaiissitnos irmos ter*
ceiros de Sao Francisco
Na ra da Cideia, lo]a n. 44, existem cordSes
do verdadeiro esparto para so dos irmos profes-
aos, preparados com toda a perfoteb : sen f reco
coramodo.
Vndese uma taberna com poucosfundos
propria para principiante, e tem muitos commodos
para ramill*. e no .filmr fngsr df coitimercto, na
ra Direitt dos Afogados, e vende tanto para o
mato como para a Ierra : e tambero se vende urna
car roca de vender agua na roa, ama canoa de
800 lijlos* ct*IM de edr rodado e hora an-
dador : quem pretender comprar lodos esles oo-
jectos, d.rua-se a ra Dku tos Afogados, padaria
n. C6, que a vista dos compradores se fara todo o
QcOCiG. a
Venfle-se feljSo tnofatitbo mttto fiovo pelo ba-
rato preco de 8j|, saceos coni ti caas garantidas
pelo vendedor: na hia da Madre de Dos n. 9.
Allenco.
Vende-se superior vion* do Porto em caixas de
una duzia : em casa de Jotraron Paler & C, roa
do Vigario n. 3
Vende-se Ou troea-oe por osas terreas nesta
cidade on em sene arrebaldes mais prximos, um
sitio com casa de vrvfynfa, contendo B q na nos, 2
salas, entoha e senzla; na -
Vende-se
VMra"h'rjrieK^^,nws1,m oim' fl0!s Barros' Pft> pas*n> oell. do lado do
ManuiK M Da rUa Real n- 7l (sirt0 ** fente : a tratar na'tt.'lJo Rosario da Boa-Msta
' n. 38.


-
Manguinho.)


*.
Diario ie rtrmtmtf aeo

AO PUBLICO
mera o menor censtran-
giincnto se entregar
Importe do genero que
nao agradar.
AEMAZE
ATTEHCO
precos da segntnte
tabella para todos, po-
dendo asslm servir de ba-
se para o ajaste de con tas
com os portadores.
RIJA HA CA1MSBA 1MI RECIFE W. 53.

(Logo passando o arco da CobccSo)
Cirande rednecao de precos, equivalente a dez por cento menos do que ontro qnalqner
anniiHciante.
Collegas.Nao posso por mais lempo sustentar o preco da manteiga ingleza a l.ooors. a libra, bem assim o de outros
rauitos objeetos, etc., dando com isto ocasio a todas as espeluncas acabarem porbom preco a manteiga de tempero, e gritaren em
alta voz, que podem Tender pelo preco que eu vendo!! 1 Ora, eu offendido com estas obscuridades e receioso em adoptar o mesmo
systbema que vim encontrar, de s se vender com um por cento a carola, resolv fazer esta grande redueco de precos, como veris
pela seguinte tabella, pois como sabis ca pelo meu bairro, at a abertura do momoravel armazem de molhados Unio Mercantil nao
se sabia de outro preco de manteiga ingleza a nao ser o de l,4oe a I,Goo rs. a libra, lloje porem, resentidos da rednecao a que
esto obrigados, encarando todos os das de seus freguezes reclamaco de precos, e qualidades, vingam-se de um e outro portadores
mal informado deste novo eslabelecimento. para lhe vender goneros nao proprios de im estabelecimento desta ordem que o sen flm
tao somonte obter a concorrencia de seus freguezes.
Para iicm de todos.
Senhores e Senboras o aceio que presidio, aos arrsnjos deste novo estabelecimento, e mais que ludo aprompdo eentei-
reza com que sero tratados, convida a urna vizita ao mesmo, certos de que sem duvida me darao a proteccao e preferencia na compra
dos gneros que precisaren, o (piando nao pocam vir poderio mandar seus portadores, anda que estes sejam pouco praticos, poisj
sarao tao bem servidos como seviessem pessoalmentc, havendo para com estes toda rerommendacao, afim de que nao vao em outra parte.
Manteiga ingleza (safra nova) especialmente rs. e em barricas de 4 duzias se faz abat- Antonio de Lisboa em latas com 6 libras
GRANDE ARMAZEM
DE
ALMEIDA DUARTE
FRUCTAS
Maclas. Ra do Queimado n. 7.
Uras. Roa do Queimado n. 7.
Peras. Ra do Queimado n. 7.
escomida a 8oo rs. a libra, em barril se
faz abaliuiento.
dem franceza a mais nova que tem vindo ao
mercado a 56o rs. a libra, e em barril ou
meios a 5oo rs.
Cha hysson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a ubi a.
dem perela o mais superior do mercado a
2,8oo rs. '
dem Juran o mellior que se pode desejar
oeste genero 2,6oo rs.
dem prcto homeopathicoporserde superior
qualidade a 2,ooo rs. a libra.
dem hysson, buxini e pereda mais proprio
para negocio o I,0oo, l,8oo e 2, ooo rs. a
libra, garante-se ser muito regatar, igual
ao que se vende em outra parte por 2,4oo
e2,6oo rs.
Linguicas, chouricas e petos *m latas de 8
libras, ermeticamente lacradas a 5,?ioe rs.
garante-se serem superiores aos que vem
em barris.
Chourieas e paios em barris de meia e urna
arroba a 8,ooo rs. e 1,5oo c Goo rs. a libra.
QeijO llamengos muito frescos chegados
neste ultimo vapor a 2.2oo rs. e do vapor
passado a l,Goo e l,8oo rs.
dem londrinos os mais superiores que tem
vindo ao mercado a 8oo rs. a libra entei-
ro se faz alialimento.
dem prato muito fresco a 8oo rs. a libra.
dem ilo A lente-jo o que se pode desejar de
fresco e superior a 8oo rs. a libra, a elles
antes que se acabem.
Ervilhas e lavas portuguesas em latasj pee-
paradas a Ci rs.
Marmelada imperial dos mais acreditados fa-
bricantes de Lisboa a Goo rs. a libra.
Presunto do reino vindos de casa particular
a 3Go rs. a libra, e a 5oo rs. inteiro.
dem iugle/.as para fiambre ebegado neste
vapor 72o rs. a libra.
Copos lapidados para a gua a .*i,ooo e 5,.'ioo a
duzia,
Choculate francez, suisso c bespanol a 9oo
l.ooo e l,2oo rs. a libra.
ment.
Caf do Rio a 2Go e 28o rs. a libra, e 7.8oo
e 8,5oo rs. a arroba.
dem lavado de primeira qualidade a 3oo rs.
a libra, e 9,ooo rs. a arroba.
dem do Cear de superior qualidade a 2o
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,ooo rs. a
arroba.
Arroz do Maranho a loo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba.
dem da India muito alvo egraudo a loo rs. a
libra, e 3,ooo rs. a (arroba.
dem de Java a 8o rs. a libra, e 2,2oo rs.
a arroba.
Pinco e alpista a !4o| rs. a libra, e 4,3oo
rs. a arroba.
Massa de tomate em la
6oo rs. e de barri
rs. a libra.
Aletria, macarro e talharim a 4oo rs. a li-
bra, e 9,ooo rs. a caixa.
dem e lalherini branco a 32o rs. a libra,
estas massas tornam-se recomendaveis as
pessoas doentes por serem propiamente
feitas para esse um.
Estearinas a So rs. a libra, c em caixa com
25 libras a o2o rs.
Vinho do Porto muito fino excellente qua-
lidade proprio para engarrafar em ancore-
tas com 9 caadas por 43,000 rs.
as de 1 e 2 libras a
muito superior a 5oo
por 2,5oo; ditas doce em latas cora o mes-
mo peso a 2,5oo; ditas imperiaes em latas
de 3 libras por I,Seo rs.
Ameixas francezas em latas de i e meia libra
porl,2oo; ditas em caixinhas de deverses
tamanbos com bonitas estampas na caixa
exterior a 1,2oo, i ,Soo, e 1,8oo rs.
Azeite doce refinado Penanol ou do Kempes
de Lisboa a 85o rs. a garrafa e 9,5oo a
caixa cora urna duzia.
Batatas muito novas a 5o rs. a libra e 2,ooo a
caixa com 2 arrobas.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,5oo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar ca6aa 32o
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Molho inglez em garrafa de vklro com
rol ha do mesmo a 5oo rs.
Mostarda ingleza dos melborcs fabricantes a
8oo rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes j preparada
a 4oo rs.
Lentilhas excellenle legume para sopa a 2oo
rs. a libra.
Espermacele em caixinhas contendo G libras, Sardinhas de Nantesem quartos e meias latas
por l.ooo rs., garanle-se serem iranspa- > a 3(o e 56o rs. cada ama.
rente e de superior qualidade, lambem tem Sardinhas portuguesas era latas grandes
de 12 por libra propria para carro. j preparadas pelo mellior conserveiro de Lis-
Pefoe em posta sovel, corvina, gors. pesca-1 boa a 64o rs.
da, salmao, ostras e eberoee, vezugo em Blachinhns inglezas as mais novas do mor-
alas grandes a 8oo e I,ooo rs. cada urna. cado a 2,8oo rs. a barrica, e 21o rs. a
Vinho Bordame das marcas mais acredita- r libra.
das que tem vindo ao nosso mercado a Bolachinha de soda em latas com diversas
6,ooo, 7,ooo e 8,ooo rs. a caixa, garante- j qualidades a I,3oo rs.
se ser de qualidade superior, que outro; Bolo francez em caixinhas muito proprias
qualquer nao pode vender por este prego., para mimo a 64o r&
Gencbra de Mollanda a 56o rs. o frasco, e Passas muito novas de carnada a
5,7oo rs. a frasqneira.
dem de laranja verdadeira de Altona em
frascos grandes a I .ooo rs. o frasco, e
H,ooors. a duzia.
dem de HoHanda em botijas grandes a 4oo' Bolacbinhasd'agua em sal da fabrica do Beato
Marrasquino o verdadeiro de Zara em garrafas
grandes a 1 ,ooo rs. e 11 ,ooo a duzia.
Palitos para denles a 14o c 16o rs. o mago.
Sal refinado em frasco de vidro com rolba do
mesmo a 5oo rs.
Vinho de pipa Porto, Figneira, e Lisboa a32o, i[Cerveja branca e preta das marcas mais a-
creditadas que vem ao mercado a 5,ooo e
5,5oo a duzia e 48o rs. a garrafa.
Sag muito novo e alvo a 24o rs. a libra.
Sevainia de Franca amito nova aioors.
Charulosde todos os fabricantes da Baha e das
mais acreditadas marcas conhecidas no
nosso mercado a 2,ooo, 2,5uo, 3,000,
3,5oo e 3,8oo a caixa de loo charutos.
Cognac inglez das mclhores marcas a
|,o0 rs. a garrafa.
Doce da casca da
bras por 2,ooo;
cada um.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Velas de carnauba de 6 e 12 por libra a
32o rs. a libra c lo,ono rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa
e 4,8oo a caada.
Banlia de porco refinada a 4oo rs. a libra
e 36o rs. em barril.
Capil de diversas frutas muito frescas a
6io rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a graza.
Toucinho de Lisboa muito alto e alvo a
32o rs. a libra e 8,5oo a arroba.
Ameixas francezas em latas de 3 libras por
2,ooo. rs.
Cebollas solas a l.ioo o cento ; ditas em
mothos com cento e tantas por 1,2oo rs.
Malte excellente cha para os navegantes a
a 2oo rs. libras.
4oo eooo rs. a garrafa, eiucanada a 2,5oo,
3,ooo c 3,8oo rs.
Vinho branco de Lisnoa le excellente quali-
dade a ioo e .*oo rs. a garrafa, em caada
a 3,ooo e 3,."ioo rs.
Vinho branco para niissu em caixa de I duzia
a 8,ooo e a 68o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melborcs marcas, que
vem ao mercado como sejam Lagrimas do
Douro, Duque do Porto, Duque Genuino,
D. Luiz I., .Madeira secca, Malvazio fino,
Feloria em caixa de 1 duzia de 9,ooo a
lo,ooo rs. e a 9oo e l.ooo a garrafa.
Vinho Colares o mais superior que tem
vindo ao mercado a 6lo rs. a garrafa.
4oo rs. a
ibra e 6,ooo rs. a caixa com 28 libras.
comadre a 24o rs. a libra e
l,8oo rs. a caixa com. 8 libras.
Vmendoas de casca mole 9 32o rs. a libra.
Figos de
EXTRAORDINARIA
liquidacao de fazendas de tetas as qa-
li'as na Uja e ariuazem da Arar?,
rni da imperatriz n. 56, de Lobi eti-
co Pereira Mendc*(iumaraes.
\ tendam freguezes!
Sontembarque a 103, 125 c 135 pcuineha.
Vende-se soutembarques muito Lom enfH'sdos
c de cores, para senhoras, a 10 l-2# e K>, ditos
pretOB a 2, 225 e 2o?3 ; capas prelas do gros-
denaple a 205 e 254 : s ua ra da ImperatrJz
56, loja da Arara,
Corles de chita a 2,-jOO.
Vndese cortes de ebitas de cores (xas cora 10
eovados a 25i00 e35200, coitos de carobraia v
barra a 25, ditos de .lpicos a 25300 : na i i:a i.
Imperatriz n. 86, loja da Arara, de Mendcs uin;a-
raes.
Fazendas especiaos para scultoras.
Vende-se gollinhas para senhoras e meninas a
840, 320, manguitos a 600 rs., ramisinhas a i',.
1^500, 25 e 5o'J0, entre-meios e tiras bordadas
para enfeitar vestidos brancos a 15,15200 e 15401
a peca, enfeites para casaveque a 15, gravatilias
para senhora, muito finas a 1-3 e 15300 : )a ra
da Imperatriz p. 36, loja da Arara.
Vende-se palitots de panno tino a 165,145 <
125, dito* saceos com lilas a 125, 105 e 85, dtl
aspmira tinos a 105- 85 e 65, ditos sun fita
de
la
av-v^.^^^ ^ v^, u ^ su <*, w, u '""'"'4*300,55, ditos de brim a 2*600, 35, 35S0O, o*
Acaba de receber de sua propria eneommenda um grande c variado sortimento aipaka a 35 e 35500, caigas de brim e de gai gan
de molhados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o proprietario em rfwT'P?0 '^:Jilol de.r',cia,ca:,-ai',a ;PUi'
ofrecer aos seus freguezes e ao publico em geral a segu inte tabella dos seus gneros e' gfa 5? V&ft U^S'doXdS? "
resumidos precos, afiancando todo e qualquer genero vendido neste bem conhecido ar- 15600, de imho a 5, ecoiarinbos a ioo-f.
mazem.
Amendoas confeitadas de8oors. a libra.
Manteiga ingleza perfectamente flor, a 800 rs,
libra,
dem franceza a 36o rs. a libra, e 5oo rs.
sendo em barril.
Gb uxim a 2,7eo rs. a libra, e de 8 libras I
para cima a 2,600.
dem perola a 2,800 rs. e de 8 libras para
cima a 2,7oo,
dem hysson o mais superior que se pode
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima
a*,3o rs.
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras
para cima a 2,3oo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4,6 e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata.
dem preto o mellior que se pode desejar
neste genero a 2,800 rs.
dem menos superior a esse que se vende
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra,
dem mais baixo bom para negocio a i ,5oo
rs. a libra.
i ra da Imperatriz u. 36, loja da Arara.
Licores francezes e portuguezes das seguin-., Ve"le-se colchas de chita a 25, de damaM o ,.
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro- SaaArS.4^ '" "" rUa lmpemm h "
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen- \ Vende-se panno de linho para lenees e sereii-
dua amarga, percicot. de Turin, Rotefim,' la* 640 rs. a vara, brim liso de liamburg a 300
morangos, limo, caf, laranja, cidra, gin- e, 5?r?-' !ensos ,f-a! Tr-'e ,5 : Ba rua
ja, canella, cravo, or.e.a pimenta a 1 000 da "^2 StiTW
rs. a duzia 1 000 rs. a garrafa, garante-se Venden bramante de linho cooTiO palmo-
que e os memores que temos ttdo no mer-. de largura a 25300, dito de 12 palmos a 25800
cado. a vara, chitas para coberias a 320, 360 e & O rs..
AGENCIA
FUNDICla DE LOW-MOOL
Ra da Senzalla nova n. \2.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenbo, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos 01
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas par
lavar roapa: em casa de S. P. Jotmston 4 C,
ra da Senzalla Nova n. 42.______________
Esleirs do Aracaty
Vendern-se na travessa da Madre de Dos n. 16.
ueima!
Xo largo do arsenal de marinha, loja de calca-1 ,ja a 4,800 rs.
dos n. K, queima-se :
Marroquin prcto de boa quahcUde,
a duzia a.....................
l'ma pello por..................
dem miudinho proprio para negocio a i,5oo
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo.
Queijos chegados no ultimo vapor a 2,2oo rs
dem prato es melhores e mais frescos do
mercado a 76o rs. a libra sendo inteiro.
Genebra marca gato a 1.7oo rs. a garrafa.
Riscoitos em latas de 2 libras das seguintes
marcas: Osborne, Craknel, Mixed, Victo-
ria, Pec-nic, Fance, Machine eoutras mul-
tas a 1,3oo e 1,4oo rs.
Fumo americano em chapa a l,6oors, a
libra.
Araruta de todas as qualidades.
Raalas, novas em caixas de 2 arrobas a 5# a
caixa e 60 rs. a libra*
Ralachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a l.ooo rs.
Mitin ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 3,5oo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
Chocolate portuguez o mais especial que se
pode desejar a 800 rs. a libra e 14o rs. o
pao.
goiaba em latas de 4 li- ^ Papel de botica de excellente qnalidade a
dito em caixoes a 600 rs. 2ioo rs. a resma.
Potes com sal refinado a 48o rs. cada um.
Figos de comadre em tatas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
rs. a lata.
Fruas em calda chegadas ltimamente, pera,
peceo, ginja e outros muilos a 12o rs. a
lata de 21 [2 libras.
dem cm caixinhas de 8 libras a 1,800, e
24o rs. a libra.
iSozes muito novas a 120 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 600 rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras minias
marcas, em caixa de urna duzia a 10,000 e
!,ooo rs. agarrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,000 a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e Soo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,000 rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a ma'rs pequea
composicao a 5C0 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Che-peas muito novas a 64o rs. a libra ; chocolate francez a 1,000 rs. a libra; Farinha de matarana a 240 rs. a libra,
ameixas idem ; alpista a 16o rs. a libra, e 4,6oo rs. a arroba ; arroz do Maranho e da Ricas caixas com figos a l,000 rs. cada urna.
India de 80 a loo rs. a libra, e cm a arroba de 2,6oo e 3,ooo rs. ; azeite doce refinado
a I.ooo rs. a garrafa e em porcao, menos; idem de barris a 64o rs. a garrafa, e em cana-
banha de porco a 4oo rs. a libra, e em barril a 36o rs.; batatas muito
a 4o rs. a libra, e l,2oars. a arroba ; cha perola, hysson, miudinho a 1,800, 2,4oo
AUIVZKM
DE
AI/VES COITTIXIIO & BRAWDAO
21Largo do Terco21
-
Ao pnbllco.
Passas muito novas em quartos e inteiros a
2,ooo rs- o quarto, a 6,5oo a eHa e 4oo
rs. a libra.
dem corinthias proprias para podim a 800
rs. a libra.
dita encarnada muito lina a 480 rs. o covado. cin-
tas para vestidos a 210, 250, 320 e 400 rs. o cova-
do : esta pechincba, tao barata, s se pode encon-
trar : na ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
A Arara trima, uo vende, i|iicinia.
Vendem-se baloes de 16, 20, 23 e 30 arcos a
Marmeladas dos mais afamados fabricantes de -^A-0 ?**? 3S> i1*30? '' "5' dllos d'\ m/^',-t
l.ichna a triz n. 06.
Lisboa a 64o rs. a libra.
Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a Vibra.
Grao de loco muito novo a 16o rs. a libra.
Ervilhas francezas em hitas a 64o rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a 1,60o rs. a libra
fazenda especial.
Veodc-se challes de laazinhaa 15600 e 25, ditos
de meriu a 25500 e 45500, ditos linos a ti&, ditos
estampadora ?5 : na loja da Arara, rua.da traj>era-
triz 11. 56.
As laziulras da Arara a 240 rs. o cavado.
Vendem-se laazinhas para vestidos a 240, 320.
400, 500 e 560 rs, o covado, ditas muito linas d'
Presunto para fiambre inglezes a 70 e 800 cores, lisas, de lyrio, de rosa, azul o encamad;.
rs a libra a ^ rs" covado ; na ra da Imperatriz n. 50,
Chouricas e paios mnito novos *4e a libra. {\rai.a Tpnde eM|ag a .,J0 rs
Caixas de traque B. 1 a 8500 cahun. I Yendem-se chitas para vestidos de cores lixas a
Massas para sopa macairao, talhaTrm'aletria !240e 280 o covado, ditas francezas a 320, 3C0 .
a 400 rs. a libra. i 400 rs., cassas de cor a 280 e 320 o covado.organ-
Cognac verdadeiro inglez a 8,3oo rs. a caixa 32- 2,0 ?9vado na loJa <
e 800 rs. a garrafa.
dem francez a 7,ooo rs. a duzia Too rs. a
garrafa.
Charutos em grande quantidadee de todos os I Pia a 460 e 800 rs." o covado
fabricantes mais a ereditados* a 1 .Soo* | triz,n- 36- loJa ^ Ara.ra-.. ., KA. c.
A Arara vende madapolao a Cr00, /#, bo.
10,-> e 12,5.
Vende-se madapolao fino de 24 jardas, n. 6C a
1 65300, dito n. 7 a 75. dito n. 2, S-5, dito de mai -
,-,,.,___._ ,v 1 j. o o a ^ ea duas ernzes a 1)5, dito S a 10, dito 1! H a 115
Cafe de premeira qualidade a 8.3oo e 9,ooo | dit0 ,, a {ii> lodo' eles IIladapIes o muito
rs. a arroba e 28o a 22o 1S. a libra. | finos algodilo a 55 e 65, dito carne de vacca a
da Imperatriz a. 56.
A Arara vende cortes de la a Mariaf Pia.
Vende-se corles de la com barra a 85- dilt*
finos a Mara Pa por 185000, laazinhas a Man;!
na ra da tropera-
2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caraa, |
os mais baixos sao dos que por ahi se ven
dem a 2,ooo e 2,Soo rs.
dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
roba e 26o rs. a iibra.
Arroz do Maranho a 12ors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,Soo rs. ar-
roba, e 36o rs. a libra.
dem de sebo muito dura ingindo esparmace-
te 36o rs. a libra.
dem de esparmacete a 56o rs. a hbra, e em
caixa a 52o rs. com 25 libras.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,000 rs. a res-
ma, j se venden por 7.ooo rs.
65300, dito mesticoa 75, dito sicupira a 85,ditti diversa qualidade 85300, dito pojerro 1*5 a pe$i
de 20 jardas, todos estes alpoddes sao de boa qua-
lidade : na ra da Imperatriz n. 56, loja da Aiara
de Mendes duiiiaraes.
A Arara vende, brim tranrado de linho a l,->200.
Vende-sc brim trancado de linho branco para
calcas a 1200 154C0 e 15600 a vara, dito pardo
de inho a 640, 720, 800 e 15120 ; bretanha de
linho a 640 e 800 rs. a vara ; ganga para calcas c
brim de cores a 500 e 480 o covado, cortes de ca-
semira prcia para calca a 35300 e 45, ditas Qnat
e de cores a 55, 3530*0 c 74 o corte : na roa da
Imperatriz n. 5G, loja da Arara.
As percalas da Arara a 500, 560 c COO rs.
Vende-se finas chilas percalas a 500, 360 e W)0
rs. o covado, pecas de cambraia linas a 35, 35301
45500 e 55000 a peca, ditas para cortinados con;
20 varas a !5 : na loja da Arara, ra da Impera-
triz n. 56.
O proprietario da loja e armazem da Arara re-
commenda toda a atlencao aos Srs. frepnezes
215000 e 2,5oo rs. a libra ; charutos dos melhores fabricantes da Babia de 2,oooe 4,ooo rs.
1S80O cerveja branca e preta a Soo rs. a garrafa ; cravo, canella, cominlio e erva-doce, conser-
A' 25300 caixa
to : na ra i\ova n.
em porcao se far abatimen- e em a arroba a 6,000 rs ; genebra de laranja a 1,000 rs. o frasco ; idem de HoHanda
; lQia do (:ha-____________ a 64o rs., e 4oo rs. a botija; graixa em latas a l,2oo rs. a duzia ; manteiga ingleza per-
Viubo do Porto superior feita flor a 800 rs. a libra; idem franceza a 56o rs. a libra, e em barris a 52o rs.; maca
dm caixas de urna e duas duzias: tem para ven- de tomate a 600 rs. a libra ; marmtlada dos meihoree fabricantes a 64o rs. a iibra ; ate-
eer Antonio Luiz de Oliveira Azevedo& C, no seo traj talharim e macarraoa 4oo rs.; marrasquino de Zara verdadeiro a 1,000 rs. eaafras-
m*JmmmatMm mmmwiM nMes muit0 ndvas a i0rs-a libra v*^**a 4o **a Ubca; p|qc a *J6r8,; p"
^W^WmM ^R~,-^vMW.mm mada a 2io rs. a duzia; pimenta do reino a 36o rs. ; papel ahnaco e de pese de diver-
XilbriCa OOnCeOclO (la M sas marcas; palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2o rs. a caixinha; ditos de seguranca
individual a 2o rs. a cuxinba e 36o rs. o maco ; queijos flamengos do vapor a 2,ooo rs.
cada um; cevadinha a 2oo rs. a libra sardinhas deNimtesde 4oo a 64o rt. a lata; ai-
bao massa muito superior a 2oo rs. a hbra; touetnoo de Lisboa muito alvo a 3oo rs. a li-
bra ; vinho do Porto yetho engarrafado a l,5oors.; idem em barril a 800 rs. a garrafa,
sendo porco faz-se differenga e cm caada a S.ooo rs.; idem.de Lisboa muito aupertor a
Baha.
Andrade & Reg, recebem constante-
mente e tem venda no seu armazem n.
34 da ra do Imperador, algodao d'aquel-
ia fabrica, proprio para saceos de assn-
car, embalar algodao empluma etc., etc.,_
pelo preco mais razoavel. "
4oo rs." a garrafa e 2,8oo rs. a caada ; idem da Figueira L A. A. a Soo rs. agarrafa e
3.6oo rs. a caada; idem do E^treito a 36o e 320 rs. a garrafa e em caada a 2,56o;
idem Bordeaux a 36o rs. a garrafa; idijm branco de Lisboa, proprio para mise a 5oo ra.
a garrafa; vinagre de Lisboa muito superd a 2oo rs. a garrafa, e i,4oo rs. a aada ;
ioias, ven- i ^a' cevada-al dem-se trios os ferros uteacilios de onrires. desiiecessano e meoCKina-los.
Fcrrespara onmes.
que
. mandem ver as amostras de todas as fazendas que
demalmacopautadoellSOa3.000rs.aresma.'annuncia, prometiendo vcodc-las barata, pois que
dem de peso pautada e liso a2,5oors. a',a Ararateiroa, nao vende,queima. ________
resma. o
dem a zul de botica ou fugueteiro a 2,oo rs. | S*
a resma.
Rkos lrvros cora figos l,ooo rs.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 V* garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com k l/t ditas de venagre a 1,00o rs. o
garrafaO.
Vinagre PKH em ancoretas de 9 caadas a
000 rs. com a a neo re la
em pipa puro sem o batismo a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
O proprietario do grande armazem Unio e Commercio declara aos sens fregu
zea e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a commodidade de todos estipulou
os mestnosj)recos nos segnintes lugares:
Unilo e Commercio ra do Queimado u, 7.
O Verdadeiro Prjucipal ra do imperador n. 46.
dem embrulho de I,Soo a l,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas cm latas de 1 '/i libra a
l,2oo e 800 rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,Soo rs., s o
frasco valle l,ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 800 rs. o fraseo.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Cravo a 48o rs. a libra.
Cerveja Tenente verdadeira a 7,ooo rs. a
duziae 600 rs. a garrafa,
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia e Soo rs.a garrafa.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a l,ooo rs. o molho e
800 rs. o cento.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixados em macos grandes
com 2o rs. o macinhes a 12o rs. e masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
i0,000 a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Mitbo alpista a 14o rs. a libra e 4,Soo re. a
arreba.
Gomma a 28o rs. a libra e 5,4oo a arroba.
Peixes em latas a 1,000 rs. a lata ja prompto
a comer-ae.
Farello de Lisboa marca N. eBiata saecos
grandes a 4,000 rs.
Doce da casca da goiaba a 600 e i,ooo rs. o
cakSo.
o
0
^3 go fe-P-O 0 p-P- p P P-i H3 p p 0 ^-> P-20 5* < P p
P- ps O oc p
P SO p-0
*-i "? (*D ~*
1 es 0 -*- p
P Si P- > 53 "VS
p O 0 5
p P a "'.
ce GO g8 =5 O P xn o-p p-0 0 5-5a
Pj (-*-
rs
o?
Machinas para descarocar
algodao dos mais acreditados
ibricautes: na fimdicfto do
Bowman, ra doBrumn. 38.
Xa livraria acadmica, ra do
imperador n. 99,
vendem-se lindos papis para forrar sala a 1500o
a peca^________________________________
Roa da Senzalla Nova u. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado hbra a 110 rs., idem de Lo v
tfoor libra a 120 rs.
Ciouima de mandioca.
Vende-se ua r,ua da Madre ae Dos n. 38,
ar-
Gomma
Superior cal de Lisboa
iaiem. Vende-se superior cal de Lisboa a mais ova
.-----1,, i. ........i 11 ... qoe ba no aereado lano em por cao como a reta-
lno por barato preco, affiancando-se aos compra-
dores a superior qualidade; a tratar as seguin-
ijmito superior em barricas : vende Francisco Go- tes mas : do Crespo n. 7, Imperador n. 28? Porte
mes dd Martes Jonior, na raa larga o Rosario nn- do Mattoe arnuaemde Sr. Avilla defronte do"tra-
mero 24. ..i.. i>icbe do algodao, n*i
ESCRAVOS FGIDOS.
Fugio na noite de 23 do corrente julho de
1864 o eseravo Jos, preto, crioulo. ae 26 aono,
baixo, eorpo regular, bei^os grossos e estufado*,
oretbas pequeas, e cachaco crosso, pouca barba
porque tem apenas na pona do queixo, levouduas
calcas, urna branca e oulra de castor escuro qoe
parece preto, de listras, paletot preto, sem camisa,
e com urna carapuca encaruada ua caheca, a lai
de marujo : quera pegar leve-o ra Direita c.
54, que ser generosamente recompensado.
Fugio na tarde do dia 16 do corrente um
escravo pardo, de nome Mareos, desembarcado'
do ltate Santa Anua, vindo do Aracaty, tendo.
de idade 28 anuos pouco mais ou menos, e os sg-
naes seguintes : altura regular, secco do coruo,
poaca barba, cabello crespo, tevou camisa e'
calca de algodaosinno de nsoado azul e cha-
peo de pallia, tendo levado comsigo una troica
com mais roupa, e rendido de urna das veril has;
quem o appreender queira leva-lo ra da Madre
de Deus n. 38, oa ra do Brum n. 55, quesera
recompensada
Fugio do engenta) Guerra de Ipojuea un es-
cravo de noroe /os Muir, estatura baixa, e i
crioulo : quera o apprehender oa der noticia no
dito engenho, on na ra da Aurora em casa do Sr.
Elias Baptista da Silva, ser generosamente re-
compensado. -




''
Diario Peroanaboeo Quinta lelra i 4c ftetembro de 1 ..
grandes potencias allemaes, que se preparara pan j nio que o velho leao ainda est cheio de vid, mas
0 QUE VAE PELO MUHDO
Uma correspondencia de Francfort diz o se-
gote :
t Infelizes vencidos! Nao contentes de arrancar
- Dinamarca metade do seu territorio, os Allemaes,
sair do amigo direito sem adoptar o direito novo,
deviara pensar bera. Nao devom esqaecer-se que
existe urna pena que se chama de talio.
Se a confederarlo gormanica se engrandecer
agora de urna maneira Injusta, e cora o despreso
dos tratados, expa-se a represalias que entao se-
rio tanto mais merecidas quanto ella deu o pri-
qoe os outros cedan tambera a elle, era detrimen-
to seu ?
: loi tambera supprimir pela mesma oecasio me.ro e*"mplo do espirito de conquista. Desde
sea poder martimo. A Gf de Kiel baga a momento om que cede hoje a esse espirito era
st respeito o baleo de eosaio, qno verdadeira- s ""* Por(jue ><> ha do um dia chegar era
digno de atlengo:
t A condigo mais ]usta da paz sena que a Di- ^
namarca cedesse metade da sua esqoadra. Ern | L-se o seguinte n'uma correspondencia do Me-
1807, os Inglezes toinaran toda a esqoadra dina- xico de 27 de junho ultimo :
marqueta.
Metade da esqoadra dinamarqueza
truida cora o dinheiro dos ducados.
rem os esposos da priraeira aristocracia ingleza.
como pelas circunstancias no'aveis que o acompa-
nharam.
Lady Florence, nma das mais formosas mulheres
de Inglaterra, tinha, como de soppr, infinitos
adoradores, d'entre
entao quera ve-Ios, nao abatidas, mas activos, e
cheios de enthusiasmo Preferia velos promptos
para derramaren! a ultima gota de sangue, e para
despenderem o seu ultimo rigsdaler na defeza do
seu paiz.
Se por cada railhar de mancebos que se di- mereciam particular allengao.
verte nos jogos e as montanhas russas do Tivoli,! Um, apenas cem se alislassem no exercito, ou se em era seu novo> era um rapaz possuidor de urna das
Copenhague e em Elsenor se forraassem batalhes mais collossaes fortunas da Europa, e membro de
de voluntarios para defendercm, no caso de neces- urna familia, cuja reputagao 6 universal no mundo
sidade, a Zelandia e a capital, o resultado poderia dos caminhos de ferro.
ser outro, mas era Dinamarca, parece pensar-se Ooutroera o marquez de HastingS, o qual, na
que a guerra um negocio que perlcnce nica- edade de 22 annos, acaba de tomar assento na'ca-
mente ao exercito, assira como nos outros paizes a mar dos lords.
religio o monopolio do clero. Na Dinamarca so : O'casamento com o primeiro eslava determinado
Apenas entraram no seu palacio, o imperador | se batcm os soldados, e desgracadamente com pou-' para os flos de julho, e ha penco dias assistia lady
foi cons- ea""Perainz receberam na sala do throno as cas excepgoes, os soldados d'oste paiz, sao s aquel- Florence ao theatro com o seu noivo e aiustavam
i autoridades militares e civis, os generaes france- les que a conscripeo chama s bandeiras. I encontrarse prximamente
=7^
A causa d'este suicidio, averiguada por um me-
dico legista que o ministerio publico mandou logo
quellc local, omito ftil.
Parece que o pae do infeliz tinha comprado urna
camisolia para outro tilho, irmo do suicidado, e
os quaes dous havia que Ihe que este se moveu tanto de inveja, que sahin de
casa dizendo que j nao quera camisolia e que
nunca mais o veriam.
. O material de conslroceao foi em grande par-! zes(e corP de officiaes, os ministros, os juizes, j E- mui,0 possivelj que em circumstancias ana-1 No dia se8QDie, 'ady Pagel vae casa de Mar-
te adquii ido as costas allemaes. j >. V*n* ofilaacs mexicanos, os dig- logas> ntnhuma outra 5o o|)rasse me|h0r | shal, em Snellgravc, deixa a caroagem a urna porta,
.Opcssoaldaesquadra compoe-se em grande! mano, da ordtm de Guadalupe, acompanhados eu seria muito reliz em poder pensar e dizer que atravessa a loja, e sae pela outra porta. Alcanga
parte de Schleswig-holstinezes ; mas tudo quanto Pel Seneral *W os doutores da universdade, os Dnaraarquezes vaiem mais do que os seus vi i- em dous n,inutos e8reJa de S. Jorge, casa-se ah
fazia parte da esqoadra foi conduzido a Copenha- j 0!; membros da munic.palidadc. O arcebispo e nnos ua0 e comtudo fcil deixar de (bes censurar com marquez de HastingS, e parte com elle imme-
gne, como
presas a Argel.
Poucos Schleswig-holstinezcs que
e.-quadra thegaiu a ser officiaes, mas a
cursos. No mesmo da e seguintes o imperador e
servem na i a mmerajriz sairam repetidas vezes, sempre sem
es
dinamarqueza foi empregada para manler os daca-
sqoadra esco,u' de carraaSem P Quando voltaram
a visitar a catbedral, foram acompanhados por
urna immensa multidao.
um certo grau de inercia. Seria to impossivel atamente para o campo
arrancar aos Dinaraarquezes as suas phantasias de
verlo, como aos Italianos, tirar-lhe o seu carna-
val, e as procissdes I |
Que acontecera era Inglaterra, se, tendo a Ir.':
dos debaixo do jugo dos Dinaraarquezes Escocja
mSSSZSi S&rSC ** """" ** S WS Z ou Americanos, chegasS Lon-
de iodos os Scbleswig-bolstinezes, retidos pela for-
0 peridico francez Gezeta dos Hospttaes cita um
novo exemplo que tende a demonstrar que se. pode
viver muitos annos com urna bala no coracao.
Um antigo militar de 74 annos, tendo recebido
urna bala no seio esquerdo na batalha de Salaman-
ca, era 22 de julho de 1812, entrn no hospital de
-1 LSlXS^ Vrar-dinara f|ue houve i rCva r'"51*, nqU.6 Northumberland- condad, Dublin em 26 de maio ultimo, em consequencia de
a a bordo dos navios dinaraarquezes. e condem- "''S ,deram"Se manife5la^ extremamente de York, e o de Durham esiavam tambera pouto uma dyspna intensa resultante de urna broncite
nados a combater contra os seos compatriota?.
t E" uma fortuna que em Vienna, bomens enr-
gicos da Aliemanha tratem com os Dinamarquezes
ten) que a Inglaterra ooa Franca tenham aii voz
deliberativa : mas um mal que a Dinamarca se
sympathicas.
O imperador entrega-se com assiduidade ao
estudo de todas as questoas que demandara uma
solugo urgnte, e sao ellas em grande numero.
Nos diversos ramos da administrarlo reina a
maior desordem, mesmo porque a regencia quiz
ache, como potencia principal, em face das duas deixar as cousas no estado em que se achavam at
grandes potencias ; um novo alimento para a n-
:jjlcncia insular.
que chegasse o novo soberano.
Sua Magestade deixa subsistir o tribunal mar-
cial at que se reorganisse a justica. Nomeou duas
commissSes : uma, presidida pelo general Bazaine,
e de que farao parte o general Well e outros offi-
ciaes francezes e mexicanos ; deve examinar todas
as questocs militares, proceder creaco de um
exercito nacional, verificar as patentes dos gene-
raes, coronis e mais officiaes nomeados pelos go-
de ser invadidos ? Estariam os nossos barcos de I de que sofTria ha dous annos.
vapor de Mrgate c Gravesend, sempre carregados At entao tinha passado muito bem mas nao po-
de alegres passagelros, ejulgariam os voluntarios dia deilar-se do lado direito; dizia que senta mo-
de Serrey, que era melhor ir passar a noute as I ver-se a bala que tinha recebido, e que Ihe anciava
funches de Creinona ? Dispensem-me de resolver o coracao.
esta questo f
Se debaixo de certo ponto de vista se pode
podem dar lugar.
A France, com quanto Ihe faga algumas reser-
vas, publica uma correspondencia mu notavel,
em que se aprsenla um resumo do estado actual
vernos transactos. Outra commissao, presidida as cousas o dos espiritos na Aliemanha, feito por
pelo ministro Velasquez de Len ocuoar-se-ha i um dS membros principaesda Natiomlverein. O
fi* inda i nan0 r,n*aL a "^"P" se na correspondente cita a opiniao d'aquelle pe
de toda a parte financeira, dos impostes, dos em-' gem, come o sentimenio unnime da grande
prestimos, das emprezas industriaos, das instni-
ci5es de crdito, e em geral do desenvolviraento da i
j correspondente cita a opiniao ffaquello persona
; gem, come o sentimenio unnime da grande asso-
prestimos, das emprezas industriaos, das institu-' ciaco de que faz parte. locando iboas letreiros cora os nomes das
prosperidade publica e commercial.
t O imperador deseja reservar os fundos do em-
presumo para os applicar s obras de utilidade
publica, e equilibrar, por meio dos impostos o or-
namento do estado.
zes (disse elle o anno passadoj eu serei bomem '
mais popular da Aliemanha, e o seu vaticinio vae
em realisacao.
A Prnssia, e Mr. Bismark particularmente, ad-
quirirain na opiniao publica uma influencia extra-
ordinaria. O partido nacional comprehendeu que I'
t-ormar-se-ha mais tarde uma terceira cora- ha era Berln uma forcade autoridade e um ho-! junho, como a do seu falleciment, por isso que
missao, que se encarregar de tudo quanto res- niem ousado, que podem levar a bom termo a obra! n'aquelie da expirava o seu tempo de servco do-
peite sciencias e artes. colosal que um a associacao poltica, por mais con-1 vend0 entao reeressar sna aua
t \o Maanal iwiIimi H*m ,. ,i___ j- sideravel que seja, jamis podem levar ao cabo
fJLZ ni 1 g md1' n'es,a s^* Aliemanha, onde unto se falla, e on-
ticagoe. U imperador deseja, antes de organisar; de existe a maior lentido quando se trata de met-
o ministerio, conhecer bem os homens oue o ro., ter as maos a obra.
Quando era 1807 a Inglaterra tomou a esqoa-
dra dinamarqueza, as condicoes foram tambem dic-
tadas : J nao podemos reconhecer a ncutrali-
dade, precho ser por nos ou contra nos. Foi
assin que fallou Jackson, enviado de Inglaterra,
quando em setembro de 1807 chegou a Kiel; no
mesmo dia parliu, e deu as suas ordens a esqoa-
dra ingleza 5 a sabida de Copenhague cstava resol-
vida.
A Inglaterra tomou depois a Noruega e o He-
legoland, e nos nao poderiamos portanto retomar
a metade da esquadra dinamarqueza, que cons-
truida com o nosso diubeiro eslava sempre como
uma espada de Damocles suspensa sobre a nossa
cabeca I
Segundo o direito dos povos, nenhum artigo
mais justo do que aqnelle, em virtude do qual o
vencedor tica autonsado a tomar ao vencido os
instrumentos que serviam para o prejudicar.

*
O Pays publicou o seguinte artigo, de que falla-
.mos na parte da poltica externa do nosso numero
de hontem :
O imperador d'Austria, oiei da Prussa co
rei da Dinamarca, parecem resolvidos a regular
entresidecoramum accordo, na conferencia que
deve ter lugar em Vienna, a sorle dos povos dos
ducados de Schleswig e do Holstein.
Declarando a Inglaterra que nao quer envol-
ver-so directa ou indirectamente as negociacocs
da paz que vao encetar-se naquella capital, as tres
(otencias podem cITectivamente julgar-se livres pa-
- ra proceder romo entenderem.obedcccndo, por um
lado ao direito da for<;a, e pelo outro ao imperio
da necessidade.
Todava, isto um erro profundo, que, tarde ou
cedo, a Aliemanha pode pagar mais caro do que o
suppoe. Adraitlmos que a Russia o deixar pra-
ticar, e que tomando nota do facto, a Franja se
nao oppor pela forga das armas aos ajustes que
aos governos d'Austria, Prussia e Dinamarca, pos-
sa convir tomar no nteresse comrmim.
Mas se esses ajustes forem contrarios cqui-
dade e ao direito, poderia soar .1 hora em que o di-
reito e a eqiiidadc se voltassem contra aquelles
que voluntariamente bajara tomado parte cm os,,
\ uiwoo wMUjww, uu .|ut tosse nanear ao som do as suas rivalidades, e cora a sua impotencia res
violar sem escrpulo. piano. Como se sabe differente proceder em pectiva.
restamos convencidos de que Chrislano IX ha pocas de calamidade publica, do que quando che-1 A immensa maioria dos Allemaes est rendida
Nao exista nenhum som anormal.
Succumhiu no da 27, e segundo o desejo
2*0^1^ P^deu o Dr.
(.raly a autopsia.
noticias da Aliemanha pintam o estado de agitarlo
que ali reina, e as encontradas tendencias a que o
procedimeuto das duas grandes potencias por um orificios das veias cavas. Adherencias antigs
e rUSKftt SSkSSSbi SL5S2S.!Um ,6Ve *~ ac~ ma pericardite
Acheu-se a bala enkystada no coracao entre os
e
anterior.
Um peridico de Nova York, refere nm caso ex-
traordinario, que acaba de ter lugar no regiment
n. 10 de Massachusetts.
Um sargento esteve empregado no hospital, col-
t Mr. Bismark realisou completamente as pala- pracas do seu regiment, que foram moras na
vras que se Ihe attribuem : tDentro em alguns me- ultima batalha, para designar o seu ultimo lugar
7.'* lili ..<.< nllu n annn nlcciill un uapai n h^m. i
de descanco.
Como houvesse uma taboa de mais, o sargento
n'um momento de humor, escreveu n'ella com o
lapis o seu preprio nome, mencionando a data 20 de
que o ro- """as maos a
deam. < Collocou por consequencia as suas esperanzas
Em poucos dias o imperador receber ^em S ?OVfrno p"oK e 5?* disposl!) a secu?da-'.
,. ,. "i'cirtuui recevera, sem contanto que Mr. Bi.markacompanhe as aspiracoes
distincgao de classe ou qualidade, todas as pes- germnicas.
soas que dous das antes se inscreverem para esse 9 ministro^ prussiano segu, pois sem vacilar,
lim. Mr. Bismark nao um Polignac temerario, que jo-
< A imar nprai !. %ae uma dynastia em ura golpe d'estado. Deu ao
,1 1 do imperio continua sendo poder pessoal uma forr-a enorme, e um formidavel
a mcinor possirel. i pont0 ,je apoo, tomando a direcgo do movimento
1 unitario que apaixona a Aliemanha lisongeando as-
De uma carta de Copenhague extrahimos o sim as tendencias geraes, pude impunemente rs-
seguinte sobre o estado dos ospiritos naquella ci- uoe,ecer de facto o absolutismo na Piussu, bur-
lar as cmaras, governar sem ellas, e prescindir
mesmo d'ellas. se isso for necessario. /
< Esta pratica hbil favorece assim nao s os
votos do partido nacional, mas as ambiges da
Prussia, preparaudo-lbe a occullas vastos des-
tinos.
O que o Nationalverem quer, debaixo de outra
Se ura bando de salteadores eonseguisse pe- forma, o mesmo que tambem quer a Prussia. Um
netrar n'uma casa habitada e invadase o rez do e oulro P^am na unidade da patria allema, na
ks s ^ "" constituico de uma urande potencia unitaria no
chao, nao se pode suppor que a familia atacada centro da Europa. Muito bem I Protestae quanto
acreditando mesmo que se sentisse com forca para quizerdes, mais assim como era Franga, o partido
resistir aos ladrees, e que nao quizesse dar o sig- das nacionalidades est disposto a sacrificar a l-
miii'iiiriMi.ira,r...... j berdade ao despotismo, se o despotismo consentir
nal dI alarma e chamar a polica, nao se pode sup- em ,ranstornaraordem publica na Europa tambera
por, digo eu, que permanecesse tranquilamente na Aliemanha o partido nacional est disposto a
na cama ou mesa, nem que continuasse, sentada entregar a grande Germania Prussia, se a Prus-
em volta do fogo, as agradaveis conversas une sia> miUer fazer um imperio de todos essesjieque-
<:.~-+ m.___. ... nos estados que a annulam com a sua divisao.com
tivesse comegado, ou que fosse dancar ao som do -
dade em preseng.a da crise porque est passando a
Dinamarca. O quadro que vamos descrever dei-
xa bem comprehender a facilidade com que o rei
poudj levar a offeito a recente mudanca minis-
terial :
de esquecer asna origem de principe allemao. ga 0 momento supremo do perigo particular.
para s se lembrar do limlo que tcm de rei deDi-
uamarca. Comtudo, somos obligados a notar os
ymptomas que da sua parte parecem radicar dis-
posigoes que o deixam prcoecupar mais das suas
conveniencias pessoaes, do que dos interesses da
oacao, sobre que o tratado de 1852, boje derroga-
do, o chamou a reinar.
o Queramos acreditar no espirito de modera-
go da Prussia, e na firmeza de carcter da Aus-
tria. Mas nao podemos sabir dessa iilusao, segun-
do a attitude daquellas duas potencias na conferen-
cia, e segundo o seu procedimento no conflicto
dano-allemo. Essa attitude e procedimento dc-
vem preparar-nos para todas as exigencias e to-
das as ambigoes.
t Nao nos admiraremos pois de saber que os
|)lenipoleuciarios austracos, dinaraarquezes e prus-
sanos, reunidos em Vienna, sanecionaram ura ac-
cordo em virtude do qual a confederacao germni-
ca encorpora a si nao s o Holstein, cuja popula-
gao egoalmente allemaa,mas tambera a parte do
territorio, cojos habitante* sao exclusivamente de
origem dinamarqueza, de quera tem os coslumes,
interesses e carcter.
t Seria tanto o abandono do tratado de 1852,
como a violagao dos tratados de 1815 que deter-
minaran) aquelles limites do territorio allemao con-
federado.
Seguramente nao somos nos que clamamos
contra o despreso cm que a Austria e a Prussia
leera a obra do congresso de Vienna. Mas final-
mente nao podemos permillir que se saia do di-
reito escripto, do direito antigo, para o substituir
nicamente, a bel prazer, dos soberanos, sem pro-
testar contra esse abuso da forca.
< Nao quer a Aliemanha conter-se nos limites
das estipulagdes do tratado de 1852, que nao re-
conoca nem reconhece agora ? Assim seja. Nao
quer parar diaute dos limites imaginados em 1815
pelos representantes da Europa colligada contra a
Franga ? Assim seja lambem. Mas cora que ti-
tulo substitue ella, por sua propria autoridade, e
por sua nica vontade, esses limites por ontros
novos, que o voto dos povos e o direito das uagoes
nao legitimaran! ?
t Esta que a verdadeira questo. Que se
sala multo embora do direito escripto, do antigo
direito, mas com a condigo de que esse direito
escripto, e esse antigo direito, seja substituido
pelo novo direito, o direito das nacionalidades;
com a condigo de que, se se trata de modificar o
destino dos povos, sejam estes consultados antes
de se dispor delles ; principalmente eom a con-
digo de se nio accumularem fraegoes da raga
scandinava confederago germnica.
< Antes de se tornarem culpadas deste abuso
da forca e i'esta vioiago da equidade, as duas
Co-
Prussia, e a aceitar por soberano, no dia era
que ella se julgar na disposicao de tomar o poder e
mo que so poderia fazer interessar todo o mundo ae reslabelece? em seu pVoveito o santo imperio. Os
n uma causa que dissesse respeito a uma nica propnos demcratas estao resolvidos a fazer este
familia? O que ameaga a massa geral de uma sacnticio, convencidos de que a democracia allemaa
ruina completa, nao despertar o recelo no indi- pde Cmbater e 'rmmphar, quando possa dar n'um
viduo particular 1
Sao estas as questocs que todos os dias se sus-
citam entre os grupos reunidos as ras de Co-
poder central golpes decisivos, que boje se perdera
no espago contra plgmeus de principados e peque-
nos res sera influencia.
- Instruidos com o exemplo da Franga. sabem
que 89 teria sido impossivel, se Itichelra e Mazari-
penhagne e Elsenor. Tenho dito nuc os Dinamar- n0 nao ,ivesseni uuilicado o reino; e veem era Mr.
nnoxaa c mrn, .<...,. i I Bismarck um Hichelieu allemao que prepara por
quezes se tornavam notave.s pela sua vontade fir- nie0 da unidade monarchica o rutara triu.npho da
me, e por uma grande estabilidade de carcter, democracia.
Os seus soldados mostr.ivam-se valentes no campo ^ la e a disposigo dos nimos; se aceita com
da batalha, e os cidadaos que Acaran]
nos seus
alegra a poltica de Berln, e se o negocio fosse
to fcil de realisar como de desejar, a Prussa
lirKwnnilfirimn,. .. r iau lacu ue reausar como u ue ueseiar, a rrussia
lares, secundaram-no* com os seus esforeos, con- chegaria a ser, sem a menor contestaco, o impe-
correram com presteza, para lodos os sacrificios, rio germnico.
E agora nao deixam tambera de acentar os acon-
germanico.
Tudo isto
e muito serio 5 e um movimento da
tecimentos com nma tramiuillidade orodieiosa opmio publica que rebeuta e cresce todos os
1 No ahharfn n no sanoado passado, pode dizer-se que nao gera|. i v
havia dous palmos quadrados na ponte de Ho- Pelo que respeita a Austria, por mais que faga,
racio, que conduz de Copenhague Elsenor. Por o seu prestigio est aniquilado. Apoia-se n'alguus
trra as carruagens, por mar os vapores, tudo a Principes, mas o povo afasta-se della completa-
alvtniT "ePurava distraegoes e os; Ta sua desgrada tentativa era Francfort seviu-lhe
uircimueutos. cuneaos tivolis estiverara to con- mais de compromettimento do que de serrino, o seu
corridos, nem os demais estabelecimentos to fre- cougresso de soberanos, no qual se pensou mais no
qnentados; jamis vimos os theatros to bnlhantcs interesse dos thronos do que nos do partido nacio-
come n'esta.quadra, notavel de acontecimentos, e 'a."*0 prodo"u mt!nor elfei' na "P^ P""
que pode ser fatal para a patria dinamarqueza. lm dlsso, considerada dbil, ameagada,
Se o trabalho a obrigago do hornera na ter- exposta a perpetuos desastres na Hungra e na Ve-
ra, a segunda lei que o rege devia ser um premio %. Ninguem pensa em apoiar-se nella.
manniMiitA iTabu ir^h^ih^ c n- J,a qoestao da Dinamarca foi a Prussia que o
conveniente d esse trabalho. Se os Dinaraarquezes arrastou; a Prussia que representa o espirito
podem encontrar no seu corago o meio de se di- novo; a Prussia que augmenta, a Prussia a
virtirem as circumstancias actuaes, que o fagam que vae conquistar para a Aliemanha, portos, for-
a seu bello prazer. Mas, ura baile de mascaras 'a'e"s, territorio, etc. A Prussa i a nica poten-
r H a,,D uom-soBids W9n que se tem fe, e se o esUibelecimento do im-
nao parece ser o acompanhamento necessario de peno dos Maximilianos, fosse submettido ao suffra-
um enterro; e as familias intelligentes nao do gio da Aliemanha, o rei de Prussia, sairla eleilo por
Jamares no campo, quando teem uma execugao iu- UIDa grande maioria.
dicial em sua casa | F' 'st0 1ue comprehendeu Mr. Bismarck;
,' isto mesmo que elle vae levando por diante eom
no posso attestar que um grandissimo numero maravilhosa habilidade. Eis aqui porque elle lu-
de pessoas sentem dolorosamente os males que o tou no seu parlamento; eis aqu porque quiz ter
paiz est soffrendo. um exercito forraldave! s suas ordens, e collocar
a Prussia testa das forgas militares da confedera-
Acredito mesmo que nao deixa de haver gao. E caminha audazmente ao seu tira, porque
quem se preocupe vivamente da questao da guerra sabe que o acorapanha o sentimenio nacional.
e da paz. Seria comtudo intil affirmar que as A dieta est de accordo com a Prussia, assim
massas se seniora affqcudas cora as iristes noticias SldTser VSSUSS^SS ffi
que a cada momento nos trazem os boletins da nao se ha de fazer em 1852. A Aliemanha seute-se
guerra. Comei, beb e diverti-vos, porque uma demasiado salisfeita para recusar o seu assenliinen-
No dia seguinte, estando prximo da frente, des-
pedindo-se dos seus camaradas perteocentes a dif-
ferentes regimentos, recebeu no peito uma baila
de calibre 20, que o matou inmediatamente.
O seu corpo foi enterrado, e a mesraa taboa
em quo elle havia escripto o seu nome, foi col-
locada sobre a sepultura, e a data marcar
exactamente, por algura tempo, o lugar em que
jaz.
No peridico offlcial francez Moniteur, vem pu.
blicado um re atorio ao ministro das beilas-artes,
acerca dos trabalhos da commissao encarregada
da publicago das obras de Borghesi.
Pode fazer-se idea do grande interesse d'esta
publicago, debaixo de um ponto de vista scienti-
fico, lendo no relatorio de Mr. Ernesto Desjardins,
secretarlo da commissao, a lista dos manuscriptos
deixados por Borghesi.
Estes documentes contm :
! Os Fastos Consulares extenssima lista
chronologlca dos cnsules de Boma, comprehen-
dendo um periodo de 1383 annosrestaurara,
com o auxilio de monumentos authenticos de to-
das as especies, os annaes do povo romano, resta-
belecem os cnsules nos seus verdadeiros luga-
res, elassifieam os suffecli, e restltuem todos os
seus nomes, datas, familias e grus.
2. Tres volumes de notas, contendo os docu-
mentos que servirn para o preparo ou explica-
gao dos Fastos.
I 3. Dous manuscriptos muito curiosos, que ser-
vem tambera para explicar os Fastos.
i Cmcoent e seis massos, que contera a lista
mais completa que at agora se tem feito, com o
texto para a sustentar1. dos governadores das
provincias romanas no tempo da repblica e du-
rante todo o tempo do imperio; 2.* dos grandes
magistrados de Boma e Gonstantinopola. Borghesi
reuniu n'estas listas todas as informacoes forneci-
das pelos autores ou por monumentos a respeito
d'cstes magistrados.
5. Uma serie de netas, arranjada por ordem
alphabetca, a respeito dos membros das familias
dos senadores mencionados as inseripcSes, mas
que nao figuram nos Fastos nem na lista dos ma-
gistrados cima mencionados.
Por ultimo. Toda
de Borghesi.
Para se fazer idea da importancia d'esta oltima
collecgao, bastar referir um facto, que 6 o de ter
este sabio sustentado uma correspondencia muito
activa, durante os 40 annos do seu retiro volun-
tario, com os homens mais Ilustrados que o ron-
snltavam de todos os pontos da Europa.
M. Ernesto Desjardins, refere oo seu relalorio
como que a Franga veiu a possuir os manus-
criptos de Borghesi.
Isto teve lugar em consequencia d'uma con-
vengao feita em Turin, em 24 de dezembro de
1861, entre o conde Jacomo Manxon, por parte
dos herderos de Borghesi, por um lado, e M.
Noel de Vergers, membro da commissao por outro
lado.
Conforme as condicoes da convengao, a com-
missio creada em Franga para a publicago d'es-
tes documentos, devia conserva-Ios em sen poder
s por espaco de 2 annos, mas o conde Manzoni
consentiu depois em prorogar o prazo para a en-
a correspondencia epistolar
Em um dos primeiros dias da semana ultima,
um abastado commerciante de antiguidades sahlu
plataforma cm que pouza a estatua de Napo-
leao na columna Vendme, em Pars, e prccipi-
tou-se d'aquella aterradora altura, ficando logo
mono.
Era rico, nenhum desgosto de familia o morti-
ficava, acabava de entregar o seu florescente ne-
gocio a seu filho mais velho, quo era um modelo
de amor filial e de inteligencia.
Que movel poderia leva-lo a commelter aquelle
crime ?
Parece mentira, mas verdade que se suicidou
porque o enfastiara a ociosidade: sao estas as suas
pala vras.
E' preciso acrescentar que este pobre homem
nem era Inglcz nem tinha passado Mancha, mas
tinha feito a sua fortuna com os Inglezes.
Ha, portanto, quem attribua esta excentrcida-
de ao seu continuo trato com os filhos da Ingla-
terra.
No anno passado era o conde de Castiglioni com-
panheiro do re Vctor Emraanuel n'uma cagada
de camurgas.
Um bello da, depois de uma rude ascensao por
montanhas, descansavam arabos, almogando fru-
galmente, abrigados debaixo de um rochedo, com
duas camurgas moras ao lado.
Ah disse melanclicamente S. M, em-
purrando desdenhoso com o p uma das duas vc-
timas sempre camurgas, sempre camurgas O
que nao dariapara ir caca de outra cousa, por
exemplo para atirar a um tigre I
E eu... respondeu o conde com um sus-
pro.de mgoa.
Tul tornou-lhc o monarcha Pois quem
te estorva ? quera que te pode contrariar a rea-
lisacao desse desejo ? Tu nao s rei ; nao tens os
cuidados nem as responsabilidades do poder. Mais
feliz do que eu, nao pertences sen.o a ti, s se-
nhor da tua vontade, e se le dr na cabeca partir
araanhaa para uma cacada de tigres, nao ha nada
que se opponha execugao desse projecto, nem a
que venhas a ser era pouco tempo na India um
rival do proprio teneute Lyce.
Perdo, senlior, mis esse pequeo capricho,
muito agradavel para mira, tanto posso eu levar
a effeito como V. M.
Ento porque ?
Ai, senlior, porque sim.
Mas porque ? Porque sim nao uma ra-
za o.
A razio que, se V. M. se prende praia
pela sua grandeza, eu nao posso dar vela por
outro motivo. Nao posso fazer-me ao mar por fat'
ta Je lastro.
Pois s isso ? disse S. M., rindoEu
nao sou egosta. Prazeres a dous, bolsa a dous.
Nao se dir que privei um cagador, e meu amigo,
da satisfago de untar ura tigre, s por nao o po-
der acompanhar.
O conde de Castiglioni, que nao esperou que o
rei Ihe dissesse isto segunda vez, sahiu de Turin
d'ahi dous das. Partiu primeiro para o Mxico,
d'onde, para dar um lado serio a sua viagem,
mandou ao rei muitos casaes de veados e corgas,
caga destinada a povoar na Italia as reservas da
cora. Do Mxico ir India para voltar depois
pela Indo-China.

Acontece as vezes que uma carta toncada no
correio, nao pelo nosso criado, mas por nos, mes-
mo por nos que bem Ihe ouvimos o ranger do pa-
pel ao rogar na abertura da caixinha, nao ehega
ao seu destino : e entao rogamos pragas ao cor-
reio, aos seus empregados e agentes, e fazemos
reclamagoes, e se alguma carta nao nos vem
mo, como pode acontecer tambem, concluimos
que a nossa carta foi subtrahida, que foi roubada,
e que naturalmento o ladrao da administraeo
doservigo postal.
Ora ento escutem a historia da carta roubada
ao Sr. Eduardo P...
llavera nos seie mezes que seu cunhado, que
reside em Nimes, Ihe escrevia para Paris uma
carta, que terminava cora este postsenptum :
Espero que me far o obsequio de desempe-
nhar a commissosinha de que o incumb na rai-
nha caria de ha oito das.
Eduardo P... tornou a lr estas palavras, mas
como nao soubesse a que commissao alludiara,
respondeu pelo mesmo correio :
Com a melhor vontade desempenharei a com-
missao de que me falla, mas como a sua ultima
carta a nica que tenho recebido nestas seis
semanas, nu seria mau que me dissesse que com-
missao .i
E' claro que havia cousa de carta transviada ou
roubada.
O irascivel meridional escreve outra carta,
mas urgente, e Eduardo P... faz o que elle Ihe
pede, e uem mais so lerabra do iransvio ou roubo
da caria.
Como j dissemos, aconteceu isto ha uns sete
mezes.
N'um dia destes eslava Eduardo P___a almo-
raalor parte vaccilando, e depois notei que j urnas
levavam a rastos outras que tinham morrido. Ao
cabo de uma hora J nao havia signaos de formi-
gas. Eram seis da tarde, e a solugao toxica tinha
sido empregada squatro. Pensei que tal vez aquel-
les insectos se tvessem retirado para o formiguei-
ro, mas era no dia seguinte nem em oulros os
tomc a ver n'aquelie ponto nem as visinban-
gas.
____
O Sr. J. c, remetteu-nos o seguinte :
01 EIXAS E MACLAS.
Era noute-o susurro abatido
Pelas tantas fadigas do dia,
Da inercia no templo, detido
De cansado indolente dorma.
Sbilava nos ares a brisa,
Qual um peito, que gente de dr.
A campia celeste era lisa :
Nem um astro senta fulgor.
Bordejavam, qual fumo ondulante.
Negras nuvens, no cu denegrido.
O bravio ocano gigante
Moduiava o seu canto sentido.
N'uma praa arenosa, parou
Um mancebo, qual paludo espectro :
Os seus olhos p'ra o cu, levantou,
E as cordas, tocou, de seu estro :
Oh 1 meu Deus, que pungente quelxum
No meu peito ferido se encerra !
Pelas queixas, que tenho e ciume
Deste lar infeliz -desta trra !
Esta trraa formosa nacSo :
A belleza do mundoo Brasil.
Sendo o lago da monstra invaso
Das infamias, do jugo imbcil !___
Sendo a tonle de ricos thesouros,
Unde o labio eslrangeiro vem ter,
P'ra ganhar da opulencia mil louro? :
A fragancia da vida beber.
Sendo a fada de doce caricia,
Que hospeda cora tanta ternura ;
Sendo o anjo d'ingenna delicia :
O poema de mais formosara.
possivel, pois sejaa nago
Que ostenta to pura riqueza,
Seja o engodo da vil infraegao,
E dos vicios cruentos a preza t....
possivel, que o bom eslrangeiro
A ruina nos cave, inclemente I
E que um bando gentil, brasileiro
Inda em cima o consagre ridente !
Mercadeja a fiel natureza
Deste povode amor exemplar !
Par ao throno subir, da grandeza :
Mas, deixando a vergonha ostentar t
E os bardo?, j cantara victoria,
Aspirando um formoso futuro :
Oh I na pagina d'ouro da historia
O Brasil ter nome um cu puro I
Piedade, meu Deus, piedade !.
| car.
Trazem-lhe uma carta.
Tiuha a marca de Nimes com data de 10 de de-
zembro e na parte superior do subscripto estavam
tragadas a tinta vermelha estas palavras: >Adia-
da era Pekn, em um jornal.
Era a carta de seu cunhado, que efectivamen-
te tinha sido roubada.... por um jornal, talvez
pelo Paiz, que a liaba levado, entre duas dobras,
de um a outro continente I

De todos os inimigos dos jardineiros nao a for-
miga o de menor importancia.
Muitos meios teem sido propostos para a des-
truigo deste insecto, mas sempre abandonados,
ou'pela sua inefllcacia ou pelos inconvenientes que
offerecia o seu emprego.
M. Garnier acaba de apresentar Sociedade
Central de Horticultura uma memoria, da qual re
trega, ate que a copia delles esteja terminada 8ulla que & formigas ^ campletomente pul-
aqui pode existir uma ma-
to, e com alegra v, engrandecer a Prussia.
La POUCO DI TODO.
L-se n'uma folha he-panhola, que se acham
nhaa pederis morrer
xima de philosophia.
Nao fago peior onceno dos Dinamarquezes,
porque dangam borda do abysmo, que o capricho
da fortuna cavou debiixo dos seas ps; mas con-
fesso que preferira v^-los tranquillos em suas ca-' actualmente em Pars o marquez de Hastings, par
sas, e manifestar por meio de signaos exteriores, a de Inglaterra, e sua joven espesa lady Florence Pa-
dr que as suas almas! devem sentir. get: vo de carainho para a Suissa, onde querem
E* possivel que os Dinamarquezes nao consi- passar a la de me!,
derem que a sua posiglo desesperada. Pode Este casamento foi dos mais notaveis aconteci-
'arabem ser que os Dinamarquezes sejam de opi- mentes de Londres nesla eslago, nao tanto por se-
completamente.
Esta obra ucha-se j to adiantada, que 5 dos 6
sas por agua assucarada que se lanca em um vaso,
ajuutando-lhe urna decima parle de oxydo branca
copistas encarregados da empreza ja eoocluiram os; de arsenio.
E' claro que o processo nao pode ser mais sira
pies.
Diz M. Glaroier : Para fazer uma das minhas
L-se no Commercio do Porto o que segu:
Cunta a Independencia belga que em 10 do cor-,
rente, o filho de nm pobre camponez da communa Pe~5' JW 00 f <.m nm sitio onde
de Falven, que centava apenas l annos de edade, h0UVeSS
sahiu pe manha de casa de seu pae, e gniou
para um bosque que ficava prximo.
Nao tornou a apparecer.
No dia seguinte foi achado enforcado em urna
arvore, tendo empregado um lenco do pescogo
para levar ao cabo o crime.
cobri um fonnigueiro onde eram estes insectos
em numero espantoso. Pousei em trra alguns
pires com essa dissolugao, e fiquei por alguno tem-
po a observar.
Grande quantidado de formigas foi beber aos
pires. Passalos alguns minutos, retirava-so a
L-se no Jornal de Lisboa, o seguinte :
Chegaram aples os restos mortaes do Sr.
Florentino, e foram depositados era uma sumptuo-
sa ga na egreja de S. Nicolu dr- la Douane.
Florentino era multa popular em aples e In-
nmeras pessoas Ihe attriboiam a paternidade do
romance Monte-Chnsto, apesar de Alexandre-Du-
mas protestar sempre enrgicamente contra seme-
Ihante boato.
Depois dos ofDcios fnebre^ o corpo de Florenti-
no vae para o carneiro do Campo Santo onde j
tem um mausoleo mandado construir pela fami-
lia, ou herderos do Ilustre erkiro.
*
Madama Julia Bellanti Piccolomini, ultima des-
cendente da casa de Bellanti, d; Sienne, olTereccu
aos archivos nacional de Toscaaa, sua patria, ses-
senta cartas autographas de- seculo XV escrptas
por personagens importantes. Vate d'entre estas
sao do punho de Eneas Silvio- Piccolomini, depois
Pi VIL

Foi ha pouco escripturauV am actor n'um mea-
tro de Franga, do modo mars singular.
Este actor, vestido rauilcdescuidosamente, cora
as botas rotas, e a camisa de alvura duvidosa,
apresentou-se em casa do director do theatro, o Sr-
M. N.....e solicitou-lhe os primeiros papis no
melodrama.
M. N....., nao tendo a menor confianca no in-
dividuo que fazia um tal pedido, agradeceu-lhe os
bons desejos, e deu por linda a conferencia.
Tenho muita pena de nao ser attendido, Sr.
director, porque Ihe eonfesso que o orfenado do
raeu primeiro mez seria destinado a melhorar o
infortunio daquella pobre mulher.
Qual pobre mulher ? disse o director verda -
deiramente admirado.
Ento o Sr. nao sabe ?... Ha pouco, quando
me encaminhava para sua casa, estiva n'uma ja<-
nella uma mulher muito moca anda, alegre e riso-
nba e rom um filhinho nos hragos.
Snccedeu passar pela ra nm vendelhao de fro-
res ; a mae da creancinha deb/agou-se na janella
para o chamar ; o movimento. fez inclinar dema-
siadamente o pobre anjinho, que dos bragos da
triste mae caiu no vacuo.'
No mesmo instante ouviu-se um grito... nm
grito despedagador ... A infeliz mae quiz deepe-
nhar-se aps do desventurado filhinho f
O meu filho I o meu pobre fillv l deixein-rae
acorapanha-lo I
E cerraram-se-lhe os olhos, eiapailkleeeu-lhe a
fronte, e caiu Inanimada no sobrado ; e quando
Ihe apresentaram morto o desventurado innocenti-
nho, j a pobrezinba perder a raz.lo,
Nao a ouvi ainda, Sr. director 1 ... Nao Ine
ouvi os gritos, os gritos suffocados pelas lagrimas ?
Nao a ouvi bradar : incessantomente bradar : Meu
filho I Meu pobre filho\... Dem-me o meu po-
bre filho !
O director, aterrorisado por to commovente
narrago, enxugou o suor da fronte e as lagrimas
dos olhos.
De repente soltou e artista estrondosa gar-
galhada.
Diga-mo agora, Sr. director : parece-He ain-
da que nao terei mereciraeoto para o melodrama
O que I Acaso nao snccedeu o que me con-
tou 1 ?
Nao succedeu cousa alguma, Sr. director
improvisei esta scenazinha para ihe provar que se-
ria capaz de desempenhar'os papis de que me ern
carregasse.
Convencido o director, escripturou o artista.
PEHNAMBUCO.-TYP. DE Si. F. DE F. & FILHO
:


Full Text
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