Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10440


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Full Text
i* i i i*F
ASNO IL. HOMERO B4.
Por tres Mezes adiaotados 5$O00
Por tres mezes vencidos 6JJ00t)
Porte ao correio por tres mezes. 0750

.-99%Mt ok^oaJ


SEXTA FEM 12 DE AGOSTO DE 1864.
Per auno adiantado.....i9$0OO
Porte ao korreio por nm aoo. 38000

INCARRSGADOS DA SUB3CRPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lim&|
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty, o
Sr. A. de Lomos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranbao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. Manoel Piuheiro C; A-
cazonas, o Sr. Jeronjmo da Costa.
KNCARREGADOS DA SURSCRIPCAO NO SUL.
Alagas, o Sr. Claudino Falco Dias; Bahia, o
rr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
riera Martins & Gasparino.
PARTIDA D03 ESTAFETAS.
Oiinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Sanio Anto, Gravat, Bozerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesquira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas eiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas eiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahirl
navio.
Todos os estafetas partera ao Vi da. I
EPHEMERJDES DO MEZ LE AGOSTO.
2 Laa nova aos 13 m. e 12 s. da t.
10 Quarto cresc. as 3 h., 37 m. e 38 s. da l.
17 Lna cheia as 11 h., 16 m. e 44 s. da m.
24 Quarto ming. as 3 h., 44 m. e 20 s. da m.
PREAMAR DE HOJB.
Primeira as 10 horas e 54 minutos da manbaa.
Segunda as 11 boras 18 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSIEIROS.
Para osul at>lagoas a C o 25; par* o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias li dos mezes dejan, marc., maio, ju), set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 'A, ?> 1 Va. 8
8 Va da m.; de Oiinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s6/i da m.; do Caiang e Tarzea s 7
da m.; de Bemaca s 8 da m.
Do Recito : p?ra o Apipucos s 3 '/., *. V.i. Vi.
8, 5 V*. 5 Vj e 6 da tarde; para Oiinda s 7 da
manhaa e 4 '/da tarde: para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s i Vi da tarde; para
Bemfica s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS RiBUNAES DA CAPil'AL. ^
Tribunal do commorcio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s l oras.
Fazenda : quinta.* s 10 horas.
Juizo do comme-rao: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e witas ao meio
D.AS DA SEMANA.
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde
V Segunda. S.Cyriaeo.diac. m. S.Emilianob.
W Terca. S. Affonso Mara de Ligorio.
10. guara. S. Lourencu diac. m.; S. Aslheria v. ai
11. Quinta, ss. Tiburcioe Suzana nim.
1 '. Sexta. S. Clara v. f.; S. Aniceto m.
13. Sabhado. Ss. Hypolilo e Cassiano nim.
14. Domitteo. Ss. Demetrio e Mercurio mu.
\ ASSIGNA-SE
no Recife, enia livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa ri-
Faria & Filho.
PARTE 0FFIGIAL

tOVEKNO DA PROVINCIA.
Expediente do dia 9 de agosto de 186i
Oflieio ao Exm. presidente da provincia do Rio
Grande do Sul.Recebi com o oTicio de V. Exc.
datado de 13 de julho ultimo, dous ejemplares de
colleccoes das leis promulgadas pela assembla le-
gislativa dessa provincia na sua sessao ordinaria
do corrale auno.
Dito ao conselheiro Dr. Jos Bento da Cunha e
Figueiredo.Tendo nesta data designado V. Exc.
para fazer parte da commissio julgadora no con-
curso de latira que se tem -Jde proceder no collegio
das Artes anuexo Faeuldade de Direito desta ci-
dade ; assim Ih'o communico para seu conheci-
mento e direcco.Coramunicou-se ao director da
Faeuldade de Direito.
Dito ao commandante das armas interino.Vis-
to que segundo V. S. infonnou em sea officio n.
1400 de 6 do correte, nao ha inconveniente em
ser transferido para o 4." bitalhao de artilharia a
p o furriel do 2. de infamara Manoel Severiano
Branco, como solicitou a mi deste Clara Mara do
Espirito Santo, haja V. S. de expedir neste sentido
as convenientes ordens.
Dito ao raesrao. Mando V. S. por cm Iiberdade,
dando-Ihe baixa se j estiver com praca, o recrula
Joao Francisco Correa, que tem isoncao do rocruta-
jnento em consequencia de estar elfeclivamente
impregado no servico da estrada de ferro Fize-
ram-se as necessarias communicacoes.
Dito ao Dr. chefe de polica.Ex peca V. S. as
.suas ordens para que seja enviada semanalmenle
ao engenheiro chefe interino da reparlicao das
obras publicas, urna nota da* faltas encontradas na
illuminago publica desta cidade, afim de que possa
elle dar execucao ao disposto no artigo 1." do regu-
lamento provincial de 22 de agosto de 1859.
Dito ao inspector da thesourara de fazenda.
Remeti incluso o reqaenmento que me inderccou
o bacharel Joaquim Jos de Oliveira Andrade, bem
como os documentos a que elle se refere, para que
he mande pagar os vencimentos que Ihe competi-
r), relativamente aos mezes de marco junho do
anuo correle, como juiz municipal c interino de
direito da comarca de Nazareth, devendo esse pa-
gamento ser feito sob minha responsabllidade nos
termos do decreto n. 2884 do 1" de fevereiro de
1862, no caso da nao haver crdito na verba por
onde corre semelhante despera.
Dito ao mesmo. -M-mde V. S. vender peln modo
que for mais conveniente o feijao e milho de pro-
duc.co do presidio de Fernando, mencionados na
guia que aqu ajnnto, os quaes foram remedidos
para esta capital no hiate Scrgypano, como me par-
tieipou o commandante do mesmo presidio em otfi-
cio n. 81 de 2 do corrate.
Dito ao mesmo.Remeti V. S. para os flns
-convenientes as coritas por duplcala e respectivos
documentos das despezas feitas no hospital militar
em o mez de julho prximo findo.
Dito ao desembargador provedor da Santa Casa
de Misericordia.Expeca V. S. suas ordens alim
de que, sejam recebidos e convenientemente tratadas
no hospital Pedro II, os enfermos desvalidos Joao
Baptista da Conceicao e seu filho Manoel do Nasei-
mento, qne acompanham o presente officio.Com-
nunicou-me ao Dr. chefe de polica.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal de Garanhuns.Deferindo o requerimento do
alteres do batalhiio n. 29 de infamara da guarda
nacional do municipio do Bom-Conselho, Caetano
Carlos da Peaa, sobre que versa sua informado
de 18 de julho ultimo, autoriso V. S. a mandar
passar-lhe a guia de que trata o art. 45 do decreto
i. 1.130 de 12 de marco de 1833, visto ler trans-
ferido a sua residencia para a villa do Pilar na
provincia das Alagoas.
Ddo ao mesmo.Ao officio que V. S. me dirigi
em 18 de julho ultimo, solicitando a reforma do
eapitao do batalbao n. 29~de infatuara do munici-
pio do Bom-Conselho, Antonio Anselmo da Cruz
Vi Hela, por nao cumprir este as suas obrgacoes
como commandante de companhia, em consequen-
cia de ser velho e adoenlado. respondo declarando-
Ule que os offlciaes da guarda nacional nao podem
ser reformados sem que o requeiram nos termos
da le.
Dito ao capito do porto.Mande V. S. por em
liberdade o remita de marinha, Pedro Jos Gon-
calves, que tem isen<-o do reerutamento.Fize-
ram-se ascofnmtinicac''s necessarias.
Dito ao commandante do curpo de polica.Fico
scieote de haver o 21 sargento do rorpo sob sen
.-ominando, Francisco de Araujo Caldas Lima, fi-
nalisadoo seu tempo de servico e contrahido novo
ongajamento. como V. S. me declama em seu offi-
cio n. 337 de 8 do crrente, que fien assim res-
pondida
Dito ao director do arsenal de guerra.Respon-
dendo ao offi.-io queV. S. me dirigi, sob n. 4 e
data de 4 de julho ultimo, tenho a declarar-lhe que
pela thesourara de fazenda, como me participoa o
respectivo inspector, em officio de hontem, j.i se
provi lenciou no sentido de ser entregue mensal-
raenle ao eocarregado das despezas miadas desse
arsenal, a qaanlia de 1503000, para occorrer ao
pagamento dellas.
Dito ao mesmo.Junto achara V. S. para os
lins convenientes, as primeiras vas dos conheci-
mentos de varios gneros e ohjectos remettidos por
parte dessa directora ao almoxarifado do presidio
de Fernando.
Dito ao chefo interino da reparlifao das obra-
publicas. Inteirado do contedo do oflieio que
Vme. me dirigi em o de julho ultimo sob n. 17o,
tenho a dizer em resposta, que remella para a the-
sourara provincial todos os documentos que exis-
tirem nesta repartido comprobatorios das quan-
tias que segundo consta de seu citado oflieio anda
se deve proveniente da ponte de ferro da ra da
Aurora, junto a fundicao de Starr & C, afim de se-
ren ellas pagas all aos respectivos credores.
Commnnicou-se thesourara provincial.
DitoTcmara municpal do Cabo.Em respos-
ta ao oflieio que me dirigi a cmara municipal da
villa do Cabo, con ultando se devem ser aferidos
os pi-sos e halancas empregadas as estagoes da
estrada de ferro, cabe-me dizer-lhc que sendo os
particulares o as e.-tacoes publicas obngadas a afe-
rirem os pesos e medidas de que se servem, nen-
hnm motivo ha para que a companhia da estrada
de ferro esteja iscnta dessa obritjaco, a que nao
pude oppr-se a disposiciio do artigo 32 do regula-
mento de 26 de abril de 1857, por que a ella estao
sojeitos tamben) as repartijoes publicas, onde neo-
huma ingerencia tero a polica municipal.
Dito cmara municipal de Caruar.Concedo
a autorisaco que pede a cmara municipal de Ca-
ruar em sen officio de 28 de julho ultimo, para
despender rnais a quantia de lOO&OOO cora as ver-
bas designadas ao orcamento municipal vigente
para expediente, jury e eleicons e agua e luz para
a cadeia, as quaes se acham extinctas.
Dito a raesma. -Respondendo ao officio da c-
mara municipal de Caruai, datada de 28 dejalho
ultimo, tenho a dizer-lhe que sendo da competen-
cia das assemblas legislativas provinciaes a crea-
cio dos districtos como preceiiua o | Ia do art. 10
do acto addicional e esclarece o aviso n. 395 de
19 desetembro de 160. devem recorrer, se qui-

zerem, para a mesma assembla os habitantes des-;
se. municipio para a creaco do distric'.o de que
trata o citado officio.
Dito ao director da colonia militar de Pimentei-
ras. Attendendo ao que me requereu Cosme Go-
mes do Vasconcellos, rocommendo a Vmc. que fa^a
entregar-lbe as madeiras que lhe foram apprehen-
didas nessa colonia visto terem sido corladas em
matas de que elle proprietaro, e com permsso
da presidencia constante da portara de 11 de abril
do anno prximo passado.
Dito ao promotor publico desta capital.Com-
munico Vmc, que em oflieio de 18 de julho ulti-
; mo declarou-me o commandante do presidio de
Fernando, haver rcmetlido para esta capital, a
serem entregues ao Dr. chefe de. polica, os seten-
cados que devem depr no processo que se tem
de instaurar, ao sentencia lo gales perpetuas Ma-
noel Antonio Carneiro, pelo assassinalo perpetrado
na infeliz menor Luiza Maria da Conceicao, vindo
com aquelles sentenciados o soldado da 4- batalbao
i de artilharia a p Joaquim JosColho de Oliveira,
, que prendeu o referido Carueiro. Pelo portador
i deste ser entregue Vmc. a pedra com que se
perpetrou o-assassinalo bem como a camisa de que
; eslava vestido o homicida na occasio de commellcr
o crime.
Dito ao thesooreito das loteras.Attendendo ao
que me requereu o guardiao do convento de S.
Francisco desta cidade frei Joo Baptista do Espi-
rito-Santo, autoriso Vmc. a entreyar-llie depois do
praso da le e de haver preslado na thesourara
i provincial, flanea doea o beneficio da 1* parle da
i 1" lotera exlrahida em favor das obras do mesmo
convento, do qual dever prestar contas opportu-
| mente naquella reparticao. Communicou-se
thesourara provincial.
Portara.O presidente da provincia, confor-
i maodo-se com a proposla do Dr. chefe de polica
I n. 961 de 6 do corrente, resolve nomear o eapitao
Carlos Jos Gomes de Oliveira, para o lugar vago
de delegado de polica do termo do Pao d'Alho.
Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu Antonio Jos Rodrigues de Souza,
tnesourelro das loteras desta provincia, resolve
cenceder-lhe 4 mezes de licenga para ir algumas
provincias do sul cuidar dos interesses das mes-
mas loteras, deixauio sob sua responsabilidade
no exerccio desse emprego o seu irmao Jos Ro-
drigues de Souza.Communicou-se thesourara
provincial.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao
que requereu o eapitao da terceira companhia do
segundo batalbao oe infamarla da guarda nacio-
nal deste municipio Olympio Gon^alves da Rosa.
resolve conceder-lhe 6 mezes de tironea para tra-
tar de sua saude onde lhe convier. Communi-
cou-se ao respectivo commandante superior.
Dita.O presidente da provincia, conformndo-
se com a proposta do Dr. chefe de polica n. 962
de 6 deste mez, resolve nomear a Francisco Perei-
ra de Carvalho para o lugar de subdelegado do
dstricto de Palmeira terceiro da freguezia de Ga-
ranhuns vago por fallecimento de Manoel Perera
dos Santos Rocha.Communicou-se ao Dr. chefe
de polica.
Dita.O presidente da provincia, conformndo-
se com a proposta do Dr. chefe de polica n. 063
de 6 deste mez, resolve desmembrar do primeira
dstricto policial da freguezia de S. Pedro Martyr
de Oiinda o territorio perteocente ao Curato da S,
e crea neste um dstricto de subdelegada que ter
por lmites os da respectiva freguezia.Commu-
nicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dita. -O presidente da provincia, conformndo-
se com a proposta do Dr. chele de polica n. 963
de 6 deste mez, resolve nomear para autoridades
policiaes do dstricto do Curato da S de Oiinda os
cidados abaixo mencionados :
Subdelegadi).
Tenante Manoel Dionisio Gomes do Re0.
Supplentes do mesmo.
1." Joaguim da Molla e Silva.
i." Manoel Das de Araujo.
3." Caetano Gonralves da Silva.
4." Francisco Xavier de Moraes.
a. Luiz Jos Bel miro Pereira.
6." Luiz Alves Rigaud.
Communicou-se ao Dr. chele de polica.
Dita.O presidente da provincia,resolve nomear
ao padre Tekteforo de Paula Augusto pan reger
interinamente e mediante a graliflc&cao auuu.l de
6005 a cadeira de ostruccao primaria da villa
de Ipojuca.-Communicou-se ao director geral.
Dita.O presidente da provincia resolve nomear
o tenente reformado do exercito Manoel Carneiro
Machado Freir pira o lugar de ajudatite uterino
da directora da coloaia militar de Pimenteiras.
Flzeram-se as necessarias communicacoes;
Expediente do secretario do governo do dia 9
de agosto de lSi.
Officio ao commandante das armas interino.
S. Exc. oSr. presidente da provincia manda cora-
municar V. S. que por despacho desta data auto-
risou-se o director do arsenal de guerra a satisfa-
cer O pedido do director da escola do corpo de
guarnieao a que allude o officio de V. S. de 8 do
corrente n. 1405.
Despachos do dia 9 de agosto de lS6i.
Requer'tmentos.
Antonia Felicia da Conceicao.A' vista da in-
forraacao nao tem lugar o que requer.
Francisco Manoel da Fonseca Rasa.Km vista
da informaco do inspector da thesourara de fa-
zenda nao tem lugar o que requer o supplicante
Francisco Casemiro de Moraes.Em vista da
informaco nao tem lugar o que requer o suppli-
cante.
Hermino Jos dos Santos.Informe o Sr. eapitao
do porto.
Jos Joaquim dos Santos.-D-se a eertido do
que constar nao havendo inconveniente.
Joao Francisco da Silva Braga.a' vista da de-
ciso do ministerio da justiea de 26 de abril de
1819 nao pode o supplicante perceber e ordenado
dos das em que tem estado doente.
Frei Joo Baptista do Espirito Santo irija-se
ao Sr. thest nreiro das loteras.
Joo Vicente de Torres Bandeira. Requeira o
supplicante a assembla provincial.
Jos da Cruz Saatos.D-se nao havendo incon-
veniente.
Jos Izidoro da Silva.Requeira por intermedio
de seus superiores.
Luiza Benedicto Maria da ConceieTra A' vista
da inforraacao nao tem lugar o que requer a sup-
plicante.
Matheus da Croz. Informe o Sr. eapitao do
porto.
Manoel Baptista Barbosa.Informe o Sr. inspec-
tor da thesourara provincial.
no dranu da j^ontenda dajjo-allemaa. fja n0ssa fninamarquezes ehegaram em Carlsbad e em Vicn-
na, e no da 15 note, realisou-so por via telegra-
Mica um entondimento entre o conde de Rechberg
e o Sr. de Blumirk acerca de urna suspenso de
ultima informamos haver maNogrado a negociacao
paz da conferencia de Londres, e o novo rompi-i
ment da guerra. Esta carta leva a novidade, que
a guerra fez de novo lugar, provisoriamente, a um
armisticio e que as negociacoes de paz recomeca-
ram.
Como os nossos leitores j sabem, a guerra, ape-
nas comecada de novo, preparara logo urna grave
derrota aos Dinamarquezes. No da 29 de junho
os Prussiauos linham tomado por assalto a ilha de
Alsen.
A impressao dessa occorreucia sobre o povo di-
namarquez, nomeadamente sobre a populacao da
capital, foi anda maior do que as primeiras noti-
cias a esse respeito dexavara suppr. Rompeu,
i urna verdadeira pnica. Se at agora se julgavam ,
I absolutamente seguros as Unas contra as tropas um armisticio maior.
'allemaes; agora que o braco de mar, anda que trelanto, tornara a approvacao do mesmo depen-
estreito entre, o Continente e Alsen, e a esquadra denle da fixaco previa dos preliminares de paz, e
dinamarquesa, nao poderam. impedir a tomada desses que a negociacoes om Vienna ter de oc-
! dessa ilha, via-se todas as oulras ameagadas. Nada' cjjpar-se em primeiro "logar. Os plenipotenciarios
pareca mais impossivel e a phantasia j plntava em Vienna serao, de parto austraca o conde Rech-
com '
um
que
j como j escrevemos, chegra em Copenhague, em qeza o conde Carlos Moltke e o camarista Sick,
27 de junho, a notilicacao das declarares pacificas e as negociacoes deviam comefar ja hoje. Como
urna
armas at o fim do corrente mez. Em consequen-
cia disso o quartel geral auslro-prussiano rece-
beu ordem para coocluir urna suspenso de armas
com um plenipotenciario do exercito dinamar-
quez, e no dia 18 leve lugar aoonclusar. Asnspen-
sao d'arntas comecou boje ao meio dia e lindar no
dia 31, a meta noute. As partes beligerantes coa-
jiervarao s suas posicoes; no Jutland contina o
tralamento das tropas alliadas custa do inimlgo;
de parle da Dinamarc#porm ser levantado o;blo-
queio dos porlos prussianos. Durante o armisticio
reunir-se-hao em Vienna plenipotenciarios das tres
potencias bellgerantes alim de negociar acerca de
A Austria e a Prussia en-
ecid mais impossive e a pnaniasia ja piniava ata vienua serao, de parte austraca o conde ttecli-
u as mais escuras tintas lodos os horrores de berg e o c.nselheiro de Biegeleben, de parte da
attaque do Allemaes sobre Copenhague, de Prussia o Sr. de Bismark e o ministro prussiano
i nnguem mais duvdava. E ao mesmo lempo, em Vienna o bario de Werther, de parle dinamar-
dos ministros inglezes no parlameuto de Lon-
dres. Nao se poda pois coalar mais com o soc-
't corro estrangeiro.
O ministro Monrad, apesar disso pensava na
continuar,io da guerra, esperando anda sobre a
queda do gabinete Palmerston-Russell, e seu subs-
tabelecmento por um governo torys, do qual se
permillia um apoio activo contra a llemanha. O
engao nao durou muito tempo. Os torys, ver-
dade, tentaram fazer cahir o ministerio Whig;
mas apesar de todo o excitamento havido na im-
prensa, a grande maioria da na;oo ingleza nios-
trou-se tao enrgicamente opposta a urna guerra,
. que os torys para assegurar aos seus attaques
; contra o ministerio quaesquer dangas, nao podiara
pensar em appfir ao mesmo um programma belli-
, coso.
Tambem elles se declararam pela sustehtaQo da
paz, fundando o seu attaque nicamente sobre a
atlitude contradiloria e nao clara, que lord Pal-
merston e lord Russell oceuparam al agora no
conflicto dano-allemaa. Mas tambem assim, O
attaque nao linha nenhuma esperanza de successo,
| e no mesmo dia em que no parlamento comecra
a discussao sobre o voto de censura apresentado
pelos torys, no dia 6 de julho, o conde Russell,
certo do resultado, dirigir urna nota ao enviado
da Inglaterra era Copenhague, sir A. Pget, na qual
declarando Dinamarca, que debaixo de nenhuma
clrcumstaocia ella podera contar sobie o soccorro
da Inglaterra, lhe recommendava a mais prompta
deferencia s exigencias das grandes poten-
cias. Isso decidi o negocio.
, rt'um conselho de ministros, que bonve no dia 8
em Copenhague, debaixo da presidencia do rei
Christiano foi apresentada a nota ingleza; fundan-
do-se na mesma o re exigi a mudan? final da
conducta at agora seguida, e o ministerio Monrad
I pedio e recebeu sua demissao.
O re entretanto chamou para a nova formac.ao
do gabinete ao conde Carlos Moltke, o qual aceitou
o encargo, e no da 10 a nova formaco achava-se
realisada.
ponto principal dos preliminares d paz que as
potencias alleinaas fazem condilio $tu qua non,
designa-se at agora a absoluta separacao do Sch-
leswig-Holsten da Dinamarca ; com que propostas
os Dinamarquezes do seu lado se apreserrtaram,
cousa que at agora se ignora. Se ao resto os pre-
liminarw de paz, e sob bases dos inesmos o armis-
ticio aao se realisarao at o da 31, entao segundo
asseguram os orgaos mnisteriaes em Berln e em
Vienua, as hostilidades irregularmente comecarao
de novo no dia Io de agosto.
O re da Prussia parti hontem de Karlsbad, pa-
ra Gaslein, mas nao foi romo ao principio se dizia,
por va de Vienua para fazer urna visita ao impe-
rador, da Austria, e como agora se assegura essa
visita so ter lugar depois do fim da cura de Gas-
tein.
O imperador Alexandrc da Russia val j voltar
para Petersburgo, e chegou hontem em Babelsbcrg
perto de Berln, depois de haver passado dous dias
nk c&rte de Weimar, e tencionava deixar Berln
hontem mesmo.
A imperatriz da Russia fica por ora em Kissin-
gen.
Acerca da conctuso dos novos tratados do Zoll-
entre a Prussia, Saxonia, Ifesse-Eleitoral,
. Vhnrinaa, Brunswick e Francfort i demos
fcxlarecimentos na nossa ultima. Desde eifto
tambem adherirn! o Hanover e Oldemburgo.
A Bavera, Wurtemberg, Hesse-Darmstadt e Nas-
sau sao dessa maneira os nicos dos amigos mem-
bros do Zoilverein, (|ue anda resistem, mas a sua
hora tambera nao tardar de chegar. Entretanto
concluio se enlre elles e a Austria, no dia 12, urna
especie de convencao, segundo a qual a Austria
ter prximamente de entrar em negociado cora a
Prussia acerca de certos favores particulares a
conceder-lhe no transito com o Zoilverein, no que
ser apoiada pelos oulros estados. Que esses pas-
sos. em quanto tiveretn por fim urna mudanea do
tratado de commercio com
e provavel, so entender a fazer algumas concesses
ao commercio austraco, em quanto isso possa ter
lugar de accordo com o tratado de commercio
francez.
No dia 12 do corrente foi aberta adieta de Wur-
temberg com una falla muito cordeal do novo rei
("arlos.
O assumpto principal de que ella tem de tralar.
' a coneessio da li>ta civil para o mesmo. Para
ara
a Franca, Ocaro sem
resultado, cousa geraliuente prevista Mas entao
nao deverao hesitar mais tempo em Munich. Stutt-
O conselheiro intimo Bluhme tomn a presiden- gart, Wfcsbaden e Darmstadt, de fazer a paz com
ca de ministros, juntamente com o ministerio dos a Prussia sobretudo se o gabinete d" Berln, o que
negocios estrangeiro?, assim como in partibus o
ministerio para Holstein e Lanembnrgo. O conde
Moltke como ministro sem pasta, o general II insen
ministro da guerra, o conselheiro intimo Tillisch
ministro do interior, o camarista Heltzen ministro
da jastica o provisoriamente do culto, o conselheiro
David ministro das Onancas, o eapitao de mar e
guerra Lutken mini-tro da marinha, o camarista
Johannsen lieou como ministro para Schleswig, e o
antigo mini-tro dos estrangeiros o camarista Quaa- o rei fallecido essa foi de 850 mil florins, e segn- 7
de entrou 110 novo ministerio sem pasta. Os Srs.
Bluhme, conde Moltke, Tillisch e Hansen sao os
prineipaes chefos do partido do estado central, (em
' opposi^in-ao partido do Eider) cojadireceo mode-
rada o gabinete Monrad dominara. O conde M>lt-
ke natural do Holstein, e por isso, e tambem por
lhe fallar a eap.icidade para representarn parla-
mentar do gabinete, que nao pode elle so encar-
regar da presidencia do minist-no.
O Sr. Bluhme foi quera em 1851 c 1852 dirigir
as negociacoes com as potencias Hernias e as con-
vengues entao realisadas, foram principalmente
obra drlle.
A larefa urgente do novo ministerio fura o resta-
belecimeoio da paz, e apenas constituido, a sua
primeira obra fura a envlatura de negociadores
para Karlsbad, oade anda se aehavam o rei Gui-
Iherme da Prussia e o Sr. de Bismark, e para Vien-
na ; om primeiro lugar para obter das potencias
allemaas urna suspenso de armas provisoria, du-
rante a qual teria-se de negociar acerca de um ar-
misticio formal o acejea da paz.
Entretanto as operaedes das tropas allemaas con-
tinuaram. Depois de conquistada a ilha de Alsen,
leve-se primeramente em vistas a oecupacao do
norte do Jutland. anda em maos dinamarq'uezas.
alm do Lirn-lord O Lim-lord um braco de mar.
I que corta toda a pennsula do Jutland lio seu liin
! septentrional, e demasiado largo para se passar
com pontoes.
do se diz as cmaras acham-se de accordo .
garantir a mesma somma ao soberano actual.
i.o%uri:s.
23 de julho de i8(ii.
Tendo vista as noticias do Brasil viudas pelo
paquete de Brdeos, u> jomaos desta capital niio
lardaram a publicadas.
Segundo essas mesmas folhas Mr. Thornton, mi-
nislro da Gr;w-Bietauln na repblica Argentina,
prestara todo o seu apoio oficial ao conselheiro Sa-
rais'a, atiiu de este coa-eguir o tira para o qual fu-
ra enviado pelo governo imperial Montevideo ;
de molo que aqu se acredita que o governo orien-
tal satisfar as reclamacdes peudentes entre a re-
publica e o Brasil, eviuudo-se ^s^im um romp
melo hostil entre os dous governos. Que motivo
teria porm o agente diplomtico britaonico para
interpor o^ seus bons*officos. quando na posicao
excepcional em que se acha o seu governo perate
o do Brasil Ibe indicava de preferencia urna abs-
tenco formal naquellc assumplo.'
Por vez -s tenho dito que a Gra-Bretanha olha
sempre com ciumr para a influencia do Brasil as
repblicas do Piala, e recelosa tal vez de que viudo
o governo imperial a decidir pelas armas esse con-
flicto augmenUsse alli aquella influencia, preferio
ordenar ao seu ministro aquella poltica a guardar
Era, pois, necessaro atravessa-lo era barcas, c a "T g*0 ^ conv,n* para resa,var
m
quella ijuesto foi devid 1 influencia briiaunica,
Os Dinamarquezes, porm, i com antecedencia, por que assim con.eguiro o duplo fim de ver
tinliam evacuado todas as posicoes desse lado, sal- desapparecida a occasio que elles receiavam ser
vando-se para a Pionia. Sem oncontrar resisten- i favorayel ao Brasil e o de proclamar um servico.
cia, as tropas austro-prussianas realisaram, pois, o que nao foi alias sinceramente feito.
seu trajelo, necupando o paiz at o ulterior ponto No momento em que este governo estava talvez
I ao norte, em Friedrikshaveu e Skagen. Ao mesmo dando ordem a Mr. Thornton para que inlerviesse
-lempo tratava-se tambara de arrancar ao dominio pelo citado modo no conflicto entre o Brasil e a re-
dinamarquez as assim chamadas Ilha- Frisas do publica oriental, este mesmo governo alimentava
mar do norte, que em parte anda pertencem ao ainda, como na actualidade, um sent ment hostil
i Schleswig, as costas occidentaes da pennsula para com o gabinete do Re de Janeiro, apesar da
umbrica, saber Silt, Foehr, Aniriim, Pelworm, I aceitacao da media.o da el-rei de Portugal para
: etc., e para esse fim no dia 12 de julho comecou resolver o conflicto anglo-brasileiri. E' disto pro-
uma operaeao combinada de differentes canhonei-; va a linguagem desabrida que na sessao da cama-
i ras austracas e prussianas por mar. e de infanta-', rados communs em 14 do corrente, sustentou lord
ra austraca do lado do continente schleswiguez. 1 Paimerston contra o imperio a proposito de urna
As ilhas foram defendiddas pelo eapitao dina- interpellao relativa ao deslino que o Brasil tera
marquez Hammer, com seis barcas canhoneiras e i dado aos africanos livres.
um pequeo vapor. Urna primeira tentativa dos j A boa f e energa com que anteriormente lord
Austracos foi por elle baldada ; mas no da 14, Brougham advogra na cmara hereditaria a ne-
duas companhias de caladores anstriacos, debaixo! cessidade da revogacao do bil Aberdeen, visto
do abrigo das canhoneiras prussianas Blitz e Ba- i como era at legislacao sem objecto por ter desap-
silisk, effeetuaram a passagem para Silt em bar-! parecido compleUmente o trauco negreiro no ira-
cas. Com isso licou oceupada a maior das ilhas perio, provocuu as iras do viscoode de Paimerston
Frisas e d'ahi foram tomadas logo todas as med-! que tem sempre sustentado a necessidade de ser.
das para conquistar as outras mais ao sul. O cap- mantida aquella medida, buscando por este meio e
tao Hammer tinha-se retirado para Foebr ; acirca
EXTERIOR
CORRB8POKI>ErCIA8 WO MA
MO E ER\AJIBlt'o,
Hambt'jf, 2tt de julho it Mi.
Moje temo* de dar noticia de um novo viramento
dos detalhes da operajao dos lliados contra essa
sua posjcao nada se sabe at agora; acerca do re-
sultado todava, um despacho telcgraphico doquar-
outros anlogos especular com a opinio publica
que aqu toda favoravel exlinccao do commer-
cio de ese r a vos per tode orannJo.
Foi assim que valendo-se de um dos seus parti-
tel geral austro-prnssianp receido no da 18, diz darlos, engendrou aquella, interpeUacao para achar
que tambem Foehr se achava to tracos em cujas maos cabiram diversas bascan ca- i a cessa^ao do trafico alli V devida ao biII Aber-
nhoneiras dinaraarquezas, tendo o eapitao. Hammer deen, qe aioda hoje un *spantamosalutarfco
escapado com duas outras. Ao raesrao- tempo as' sem o: qual a reipparicao ne um tio nefando eom-
oulras Ihas Frisa^ tambem se acham eccapadas. |mercio seria inevRawf.
Mas cora isso as uceurrencias beltouesas tem ps- j ConcUaado que manteria, a lodo o costo ossa, me-
visoriament^ o seu fim. No dia 14 s egocia nistro da Graa-Brelanha aproveitou o ensejo para
censurar a m f com que 11a opintw daquelle es-
tadista, o governo imperial lera cumprido as clau-
sulas do tratado com a Graa-Bretaiiha relativo ao
trafico.
Mas grabas aos amigos cora que conta o gover-
no imperial no parlamento inglez, a aggresso de
lord Paimerston uao licou sem resposta, porquanto
Mr. Osborue annunciou logo para 18 do corrente
urna interpellaeo sobre aquello assumpto, a qual
teve cun effeito lugar, tomando nella parte era nos-
so favor |Mr. Fitz Gerald e sir Hugh Cairns. O
inlerpellanto suslenlou a necessidade e conve-
niencia poltica da revogacao do bil Aberdeen,
ponderando que sem esse pasan o governo britan-
nico conseguira jamis do Brasil um tratado do
commercio ; disse demais que o trauco cossra no
imperio pela inlluencia do gabinete do Rio, e que
pois as aecusacoes de lord Paimerston erara infuu-
dadas, alera di inconveniencia cora que as lzera
na preseute occasio em que se buscava um termo
para o conflicto existente entre o Brasil e a Grfia-
Bretanba.
Concluio Mr. Osborue por dizer que o governo
da rainha devia aplanar essas dillieuldades, no
intuito de remover os embaracos que ameacam as
relacoes commerciaes existentes entre os dous
paizes.
O visconde de Paimerston respoudeu que prefe-
ra resolver o problema da cabal exlinccao do tra-
fico amizade do Brasil, e que pois so pronuncia-
ra pela manuteaeo do bil Aberdeen, devendo
ponderar que o estado actual do commercio entre
os dous paizes era cada vez mais prospero como se
depreheude das estalisticas que leu, sem que a in-
terrupcao das relagoes polticas o liaja alfeclado.
; Disse entretanto que nao entrara n'uina detalhada
, discussao da interpellaeo de Mr. Osborne, por que
isso seria inconveniente attendendo a que se aeha-
vam pendeutes negociacSes entre este governo e
'' do Brasil, para o restabeleciraenlo das relacoes po-
lUcas, por cujo feliz resultado o gabinete de Lon-
dres fazia sinceros votos! Terminou deste modo na
cantara dos communs a importante discussao que
1 alli teve lugar acerca dos negocios do Brasil, ma-
nifestndole mais urna vez o espi ito hostil com
que sempre nos trata este governo.
Que pederemos pois esperar de bora proveniente
de um gabinete, que nos est atacando ainda antes
do reslabelecimento das relacoes polillcas ora sus-
pensas I E que auspicios para a nossa causa, ten-
do de renovar relacoes com este governo sob a
base da conservago do bil Aberdeen ?!
Deraais lord Paimerston, escolheudo a presente
occasio para nulr o Brasil, dkr.ii conhecer o
pouco respeit que nos consagra, querenflo assim
prejudicar talvez bom xito das negociacoes, ape-
sar das palavras banaes que alinal disse para sig-
nificar o desejo que este governo tem de ver res-
tablecidas as suas relacdes com o Brasil.
Na mesma occasio em que o governo imperial
foi atacado por este gabinete acerca do trafico, o
governo portuguez o foi igualmente, nao havendo
delicadeza alguraa para com o mediador na ques-
to anglo-brasileira I Esta circunstancia poderia
ter justamente motivado a cessaco da mediacao
por parte de el-rei de Portugal, e semelhante resul-
tado, acarretando toda a responsabilidade sobre o
governo brilannico, nao teria por ceno peiorado a
nossa situacao perante o mundo era relacao ao
conflicto que sustentamos cora o gabinete d Lon-
dres. Dos sabe o que o governo imperial far
as acluaes cirenmslanclas; os meas votos sao
pela suslenlacaoda dguidade nacional, emboca te-
tilla por vezes sido de opinio que no decurso das
negociacoes para urna reconciliacao deveriamos
': mostrarme-nos conciliadores.
i Neste mercado os nossos prineipaes gneros li-
caiu pelos seguinles precos : cacao do Brasil
! de 42 s 60 s per rwt, caf de primeira qualidade
de 73s 80 percwt, dito de segunda 71 s74 s,
e ordiuario de 60 s a 70 s 6 d 5 pao brasil de
70 s. a 75 s. por tonelada ; assucar branco de
Pernanibuco e da Parahyba 31 s 6 da 34s per
! cwt, dito mascavado 26 s 6 d a 30 s ; dito branco
da Baha 31 s a 34 s ; mascavado 27 s a 30 s ;
couros seceos do Rio 7 d a !l 1|2 d por libra.
Era Liverpool o algodao de Pernambuco e o do
I Maranbao tem chegado de 30 I|2 d a 31 d e 32 d
! por Ib. e o da Babia a 28 1|2 d e 29 l|2 d por Ib.
'O pedido era firme,eos piceos indicavam tenden-
j cia para se manterem.
Os consolidados inglezes de 3 % ficam a 90 5|8.
i Os brasileiros 5 |0 a 101. os 4 1/2 % a 87 e 88.
I Os porluguezes 3 oO a 48. Os hespanhes 3 Oo a
' 52 1|2 e 53. Os italianos 5 o|0 a 68. Os mexicauos
3 o|0 a 44 1)2. Os grcuos 5 0|0 a 25. Os austracos
: 5 01O a 85. Os turcos 4 OjO garantidos a 101 e 102.
Na ultima quinzena houve oseguinlc moviinento
' martimo entre o Brasil e a Inglaterra e viceversa :
De Santos l'lee (13j a Gravesend; dcDeal
1 Fawour (10) para o Rio ; de Liverpool Margaretla
1 (14) para o Rio Grande do Norte; de Londres
ilay/ivltl (14) para Santos: de Liverpool Lerant
(18) para o Cear, e de Liverpool linda (18) para
a Bahia.
As acefies da estrada de ferro do Recife ficam a
10 1|2 e l~, isto com S3 e 3 1|2 de descont ;
'. as da Bahia com 4 de descomo, e as de S. Paulo
1 com 1 1|4 de descomo.
Na minha antecedente annunciara eu que o mi-
' nislerio Palmerston-Russell se achava em crise
! por motivo da questao dano-allemaa. Essa crise
I ac!-.a-se sol vi da em favor da presente administra-
cao, se bem que os ministros se houvessem na
questao sem escrpulo poltico algum, devendo o
1 seu triumpho a 25 votos proprios l Na cmara dos
lords ocondodeMaliiiesbury,e na dos communs Mr.
i d'Israeli, atacou jaslamenle a nihabilidadecom que
este gabinete dirigi aquella questao, rebalsando
, assim no exterior o prestigio da Gra-Bretanha,
circuoslaucia esta que ambas as casas foram con-
| vidadas pela opposieao a julgar, como de facto suc-
cedeu.
Na cmara hereditaria o governo vencen
aquella questao por 9 votos, entrando nesse resul-
tado os dos ministros-pares ; na dos communs ven-
ceu-a por 18 votos, sendo que pelo governo votaram
todos os ministros com assento nes>a casa, e os
sub secretarios de estado, tambera deputados !
Que significa, portanto. essa volaco, quando
demais algumas fraccoes que se decidirain pelo
ministerio o fizeram pelo receto de que o parti-
do tori/ nao poderia apresentar um programma
exequivel ? Nenbura valor real parece ter esse re-
sultado para aquilatar-se da popularidade deste
gabinete na questao que foi discutida, porquauto,
s por circumstancias peculiares teve lugar aquel-
I e voto.
A opinio geral aqu de opinio que o gabine-
te Paimerston RusseH saerineou a Dinamarca, e
apesar de nao ter desojado a guerra, se tem pro-
nunciado pela retirada do ministerio, com especia-
lidade pela do conde de Russell. Entretanto o
partido ter y hesitara cm proclamar urna poltica
decisiva na questao draamarqueza anteriormente
aquella votacao, o por couseguint a maioria do
parlamento se decidi pela conservacao dos actuaos
ministros, que, tendo evitado a guerra contra a l-
lemanha para satisfazer a rainlta, conciliaram ao
menos este interesse pessoal da soberana com a
vontftde aacieaal, que desde principio se oppoz
expedientes bellicosos, comquanto combatesse o
I ministerio pelo engao wn qne trouxe^.^abioete
de Copechague. O conde de Derby por sua parle,
nao s.e atrvete a sustentar a necessidade ^.guer-
ra, sabendo que a Minha e a maioria nacional se
opporia a isso ; e o partido tonj, porlanlo, parece
haver entrado em utrtu hita parlamentar estril.
E' entretanto possivel q\ie o lim e>trategico da op-
; posicao livesse sido obrigar o governo a dissolver
acamara hereditaria, na\esperanga de que ma
grande maioria se apresenlasse em favor das ideas
conservadoras ; maioria que $e encarregaria ento
de indicar ao governo nm programma exequivel.
Mas lord Paimerston contentou-sc com urna maio-
ria duvidosa, e ahi se conserva m< poder sem ao
I menos desfazer-se do conde Russell, que em ver
dade tem cabido na reprova^o ge'
Tal foi o modo por que este ministerio trium
phou na questao que fica alludida. ) parlamento
ser provavelmente encerrado no d\ 28 do cor-
rente, e desse modo o ministerio Palnierston con
tinuar a vi ver por mais terapo.
l Na sessao de 22 do corrente. o visconde de Slraf-
I ford de Raddlill ioterpellou o conde Russell acerca
da aulhenticldade de certos documentos publicados
, pelo Morning-PoU relativos existencia da deoomi-
1 nada Santa Alliangn. Lord Russell responden que
nao garanta a authenticidade desses documettUfc
e que nem acredilava que a reunio dos sobera-
nos do norte emKssingen houvesse lido por lim o
i reslabelecimento d'uma poltica tao obnoxia. Essa
' satislaco uo parece haver satisfeto a imprensa
i ingleza, que, recelando aquella eventualidade, tem
advogado a nianutuuyo da allianca entre a Franca
e a Gra-Bretanha, expediente que s poder.sal-
; var a Europa das tendencias absolutistas das po-
l leticias do norte.
ltimamente lord Paimerston recebeu urna de-
putacao presidida por lord Clarincarde, encarrega-
da de solicitar a intervengan deste governo em t'a-
i vor da cessaco da lula americana. Promettendo
que sua mageslado aproveilaria um boa ensejo
para esse fim, lord Paimerston disse todava que a
occasio actual nao era ainda opporluna para isso.
A- Gazea de Loinlrcs publicou ha dias um des-
pacho do ministro inglez em Copenhague, annun-
ciando o levautaraento do bloqueio de Daotzg e
outros portos allemaes pelas forras uavaes da Di-
namarca, em consequencia do armisticio assignado
i entre o re Christiano e o imperador d'Auslria e
re da Prussia at 31 do corrente. Foi no dia 20
: do corrente que esse acto foi firmado, parecendo
; ser percursor da paz que se espera entre a Dina-
marca e a llemanha. Quando escrevi a minha
ultima caria, disse que o principe Joo Glucks-
bourg haviam partido para Berln cora urna mis-
I sao. do rei Christiano; successos posteriores ve-
rain demonstrar que esse expediente tinha por fim
a negociacao do armisticio e a dos preliminares da
paz, que a esta hora esl entaliolad cm Vieuua.
Mr. de Quaade e o coronel Kauffman partram para
esse ponto cora inslrucco do rei Christiano, e o
conde de Bismark seguio para o mesmo destino
por parte de el-rei da Prussia.
Desamparado pela Europa ioteira na lula que
estava sustentando contra as duas potencias mili-
tares allemaes, el-rei da Dinamarca entendeu de-
ver propr a paz para ao menos salvar a indepen-
dencia da Dinamarca, propt lamente dita. Com
que termos porm ser negociada essa paz 1
A mprensa allema sustenta que a continuacao
da guerra prosteriormente ao armisticio de Lon-
dres, d direito s potencias allemaes a reclamar
todo o Schleswig, como linha divisoria entre os du-
cados e a Dinamarca ; einquanto os jornaes dina-
; marquezes fallam da possibilidade de ser incoriio-
! rada ua confederado a Dinamarca, ficando os du-
I cados sob a autoridade pessoal d'el-rei Christiano.
Nada pois pode asseverar-se com certeza a se-
melhante respeito, parecendo todava certo que as
vantagens da liquldaeao serao todas para o lado da
llemanha, que se acha no apogeu de sua glora
militar.
O principe de Augustemburgo foi convidado pela
dieta para expor os fundamentos que militara em
favor da sua perlenco aos ducados ; e pois se es-
pera que sua alteza uo lardar em fundamental
o seu direito ao throno dos ducados.
A noticia da paz fez excellente elfeito nesta ca-
pital, onde existe um partido favoravel Dina-
marca.
A continuacao das hostilidades naotrariaem re-
sultado a recuperado dos ducados para a Dina-
marra, contribuindo pelo contrario para mais ar-
ruinar esse pequeo estado. Lord Palmerstou ha-
va fallado em eventualidades, que poderiara ter
determinado a Inglaterra a intervir em favor da
Dinamarca ; mas provoca-las seria por parle de
el-rei Christiano novo erro, quando tem toda razo
para nao confiar na poltica ingleza.
A*sim pois a resoluco desse principe em pro-
prji paz tem merecido em Londres geral appio-
vacao, sendo esse o nico expedieule que lhe res-
lava. Para adoptar essa poltica, el-rei Christiano
demiltio o ministerio Monrad, escolhendo para seus
conselheiros os seguinles noraes: presidente do
conselho, Bluhme; interior, Tillisc ; guerra, gene-
ral Ilansen ; marinha, conselheiro Lutken; fazen-
da, conselheiro David: justiea, Uebzen ; e Schles-
wig, Johanneen.
O conde Maltke e Mr.de Quaade foram Horneados
ministros sem pasta; este ultimo recebeu igualmen-
te a missiiode ir Vienna para negociar os preli-
minares da paz.
As noticias do Mxico anniinciam que Suas Ma-
gesiades imperiaes fizeram entrada solemne na ca-
pital do imperio no dia 13 de junho, sendo rece-
idas com vivo enlbusiasmo.
O imperador buscava reconciliar todos os par-
tidos, empregando para esse fim todos os meios ao
seu alcance. Sant'Anna fura nomeado marechal.
e o general Almonte mordomo-mr do palacio.
Do Per consta que o governo d'aquella rep-
blica se preparava para resistir s exigencias da
Hespanha, buscando chamar ao seu partido as re-
pblicas do sul da America. Entretanto estava
prompto a negociar ainda com o governo de Ma-
drid, e para cae fim parece que o presidente se
dispnnha a mudar de ministerio. A^ repblica do
Equador offerecera mediar na questao hispano-pe-
ruviana, mas nnguem sabia por emquanto da res-
posta do Peni, A Hespanha expedir novos re-
torcos navaes ao almirante Pinzn.
As noticias dos Estados-Unidos chegam, por
de Nova-Vork, at 11 do corrente. A posicao do
exercito federal continuava a ser precaria, achan-
do-se o general Grant arada em frente de Peters-
burgo, que Lee defende o abrigo de importantes
fortificaces. O general Evrell invadir a Maryland
e a Pensilvania com um exercito de 30 mil horneas,
ameacando Washington e Baltimore. Esta cidade
tora declarada em estado de sitio pelo que vlgorava
alli a lei militar.
Em Nova-York Uvera lugar um conflicto entre
o governador Seymour e o presidente Lincoln, re-
cusndole quelte a manter a suspenso posta
pelo governo federal a dous jornaes d'aquella ci-
dade.
O general-Dix que executara aquella medida.
tivera ordem de prisao do governador Seymour,
raostrava-se porm disposto a resistir com as tor-
cas federaes a essa ordem. pelo que se receiava
um conflicto entre essas tropas e a milicia de No-
va ordera de Seymour.
Mr. Chase dera a sua demissao de ministro da
fazenda.
Mr. Fesseuden tora nomead) seu seccessor. O
[premio do caro fleava 176 l\\.
'
i MUTILADO!


>
DIARIO DE PERNAMBUCO
Pelo vapor francez Extremadura chcgado hn-
tem da Europa, recebemos cartas e jornacs com
dalas: de Haniburgo 20, de Loodres e Paris 23,
ooJ\>rto 26 e de Lisboa 29 do passado.
_\as Carlas de nossos correspondentes de Ham-
burgo e Londres encontraro os leiiores coffl ini-
nuciosidade o que lia sobre a questo anglo-brasi-
leira, e sobre a guerra na Dinamarca.
Em Portugal resolvou o governo que ser
feito, por concurso publico, o novo emprestimo de
3,178:0005000.
Seguir para Eux bornes, em Franca, S. Exc.
o cardeal patriarcba do Lisboa, a fazer uso de ba-
nhos do mar, licando encarregados do governo dos
patriardiado os Rviiis. vigarios geraes do Lisboa c'
de Sctubal e o conego da se patriarclial Dr. Ame-
rico Ferreira dos Sanios Silva.
l'm grande incendio devorou completamente o
edificio do governo civil de Aveiro, de 20 part 21
do passado, queimando-se todo, cxcepgo/do di-
nliciro o alguus papis. Iguorava-se a caula.
L-se no Jornal do Commeicio de w do pas-
sado : /
Pelas 4 horas e 17 minutos da ma/iha rece-
ben o Sr. inspector do arsenal o segu nte tele-
gramnia : T
Acaban) de chegar a bordo da/corveta Este-
phaniu a lancha com o capitao e sete tripulantes
da barca hollandeza Duiveland, /que saino para
Boston corniiui carregamento de Trro, agurdente
e oiitros geueros. O capitao de parte qp.e hontein
pelas 8 horas da noite, se navia manifestado fogo
a bordo do sea navio, e achndo-se da parte d
dentro da barra ancorado, pede que se Ibc d urna
ou mais embarcacoes, aliin de salvar o que pos.-i-
vel tur.
Immediatamenle KM foram mandadas embar-
cagoes, e todas as boronas dos navios armados, a
da alfandega e as do arsenal. O capitao do porto
acha-se a bordo da djlta barca, que est em frente
de Oeiras; eseo Jigo nao extinguir de prompto,
Tai encallar na p/rte do S. do rio, porque, como a
carga principal y de agurdente, o fogo pode ser
gravissimo. /
11 horas e5 minlos.A barca conlina em
perigo. Pta-se de vela e navega para E., acompa-
uhada por toios os escaleres.
A barca Duiveland entrn no Tejo no dia pri-
meiro de margo, procedente de Inglaterra, debai-
xo de um violeutssuno temporal e com agua a-
berta.
Foi reparada no Tejo, onde fez urna despeza
de mais de 8 contos de res. Achando-se prompta
no dia 20, saino de tarde para Boston: porm, em
consequenca da violencia do vento nao sabio de
enlre torres.
A grande bomba d'esta alfandega foi embar-
cada, e sabio do caes s 9 horas. Quando chegou
ao navio j sobre elle chovia a agua de tres bom-
bas mais pequeas.
Parece que a tripulacao antes do abandonar a
Duivetand para irem a bordo da corveta Estepha
nta, calafeou as escobinas, alim do evitar que o
fogo progredisse.
As 3 horas da tarde ainda o fogo lavrava den-
tro do navio. As cbaromas porin nao impediram
o con vez.
Todava do navio sabe limito fumo por todos
o* lados. 1
Est oncalhado j na praia defronte do con-
vento dos Jerouyinos.
A Duiveland eslava segura. Nao se sabe po-
rm se a carga lambem o eslava. E' quasi toda
ferro.
A tripolacao est agora a bordo trabalhando
com a gente do arsenal, da alfandega, e dos navios
de guerra para extinguir o incendio e salvar o ve-
lame.
Os consignatajios sao os Srs.: George Seydel
S Silva, que teein empregado todos os nieios para
salvar o navio. >
As desintelligencias do missiooario hespanhol
tfin produzidn a inaecao no moviinento adminis-
trativo, e o que peior ainda as difiieuldades mo-
netarias.
Fallecer o general Sant'Anna, no dia immedia-'
to ao que Ihe inlimaram a ordem de seguir para a
fiavana.
S. M. o imperador dos Francezes conlina
banhos em Vicby, onde permanecer al a eutre-
visla com S. M. o re dos Belgas.
Ao conselho de estado, em urna de suas sessoes,
foi apresenlado um projeclo sobre a aboligo da
tasa legal do jures semdhanga da Blgica, que
dividi o pessoal do conselho em dons grupos. Em
virtude disio o governo nomeou urna commisso es-
pecial para estudar a questo.
O general Mai timpri-y, tendo debelado a revolla
da Argelia, voliou Franca, entregando ao general
Merris o governo, com a segninle proclamago :
Quartel general em A reo I, m 4 de iullio de
1804.
Soldados .' Chegou a hora de felicilar-vos
pelos resultados, que custa do vosso saogue c das
inaiores fadigas, a vossa coiageiu e a vossa per-
severauc* acabam de alcancar. Em toda a parte a
insurreico acha-se vencida! Bestabelece-se a cir-
culago em nieio das tribus ainda ha pouco em
armas ; renasce a conflanga com a ordem ; as re-
lagoes commerciacs e os trabalbos de toda a espe-
cie tendriu a seguir o seu curso normal.
Medidas severas, justas reparagoes, bao de
garantir d'oravante a manutengo da vossa obra.
Durante a sua realisagao, as vistas do imperador
esiivuram sempre fixas sobre vos. Os vossos
triiiinphos, o vosso bem estar, os cuidados que vos
eram dedicados nao cessaro de interessar a im-
perial sqliciiude. Ella se manifestara em breve na
concessiio das recompensas, propostas pelo minis-
tro da guerra, na sua benevolencia para com estn
exercito, por elle coinmandado durante largos
annos.
Essas recompensas, al pelo apreco que de-
vem merecer, sao sempre raras ; c nao' liaslariam
para sustentar as virtudes militares das tropas, se
nao existisse no exercito francez o estimulo mais
valioso, no scniiinenlo de haver cumprido o dever.
adi|uirido alguina gloria, e prestado servico ao
paiz.
Soldados Essa grata idea deve fazer palpitar
vossos coragi5es com legitimo orgulho.O governa-
dor geral inlerino=.tle Martimpreij.
lepoisde urna longacrise e de calarosas ds-
cussoes na cmara, da parte da direila, resolveu o
re Leopoldo dissolver a cmara, convoeaiido a no-
va para 23 do corrente. Ambos os partidos, o cle-
rical i o liberal estavam em campo, suppondo-se
que vencer este, por ter o governo por si.
No dia 8 do passado o gabinete inamarquez
pedio e obteve sua deniisso, licando o novo assim
organisado :
Presidente do conselho e ministro de estrangei-
ros, Biuhme.
Ministro do interior, Fillisclit;
Ministro da guerra, general Ilansen ;
Ministro da marinba, Lulken ;
Ministro da justica e cultos, Helrew ;
Miuislro da fazenda, David ;
Ministro do Schleswig, Jobanser ;
Ministros sem pasta, Quaade e conde de Moltke.
Eis o programma apresenlado por elle ao Ris-
graad :
< S. M. dispensou do exercicio das suas func-
ges os seus aotigos conselheiros, e encarregou-
nos de ser os seus conselheiros responsaveis, e de
dirigir os negocios pblicos, attendeodo que S. M.
(estamos autorizados para o declarar ao Bisgraad)
nutre a convieco de que os hoinens que nao live-
ram parte no governo do estado e na marcha dos
aconlecimentos, que podem com mais probabili-
dade do que aquelles cujo couselhos o rei ouvio
at agora, terminar os conflictos que conduzram
situago critica em que na aclualidade se aeba a
Dinamarca.
Temos plena consciencia da gravidade da ta-
refa que se nos impSe, assfm com das difflculda-
des c obstculos que se podero encontrar no
comprimento da missao de que fomos encarrega-
des; tambem estamos compenetrados da grave res-
ponsabilidade que pesa sobre nos. Mas julgamos
que as actaaes circnmstanclas, a dedlcago pelo
rei e o amor pela patria nos impSejO abspjjljp de-
ver de nao faltar conflanga que s. M. nos Conce-
den, expondo ao mesmo lempo que alcangaremos |
igualmente a conflanga de Bisgraad e do povo, por-
que sem essa conflanga, sem um accordo perfeito
do povo e dos seus representautes com o rei e o
seu conselho, a rectldo da nossa vontade e dos
nossos mais zetosos esforgos, sero impotentes para
fazer san ir a Dinamarcasalvada a um hoiuem e
garantida a sua independenciada situago criti-
ca, a que a marcha dos acontec meatos reduzio o
paiz, apezar da coragem e valor do exercito e da
esquadra, e nao obstante a persistencia da parle
de tolo o povo m soffrer pesados sacrificios.
c N.-s circunstancias em que se acba o paiz
nao podemos establecer em programma ; nao p-j
^
-------
Mari* e PerBBteBc sexta felra It de Agoste 4c it4.

demos mesmo, perante os representantes do povo
indicar porque meios e porque modos procuramos
estabelecer o que nos parece principalmente indis-
pensavel para que o paiz nao succamba na lula
contra Din inyhigo superior, e sem se poderem es-
perar auxilios activos, promplos e suficientes ;
lambem niyFpodemos pronunciar-nos a este res-
peilo. ev/uente para quem quizer conside/ar com
iranquillidadc e sangue fri o estado das cousas.
< Devoraos por cousequencia limitar-nos a de-
clarar ene nos conservaremos inabalavelmente no
campada legalidade, e que jamis daremos a S.
M. um conselho qne nao esteja em perfeita har-
mona com este principio, conselho que el-rci (fi-
que o povo convencido) seria primeiro a con-
(jemnar ; a salvagao, a honra e a independencia,
serao a estrella que ha de guiar todos os nossos
aelos, eo lim salutar a qne se dedicam todos 03
nossos esforgos. >
saide de S. Santidade Pi IX continuava a
ser a melhor possivel.
Chegra Boma o hispo de Charlslon, com urna
missao do presidente Davis dos estados confedera-
dos ao Santo Padre.
O parlamento suisso estava trabalhando, ten-
do o se presidente pronunciado um importante
discurso em que deu conta dos factos mais nota-
veis do interior e da poltica.
S. M. o imperador do Mxico foi recebldo
com enthusiasmo na capital do imperio.
Do bok-tim commercial dos Srs. Pinto Leite
i lmaos transcrevemos o seguinie sobre os gene-
ros de produrgao brasileira :
Algoite,O mercado depois de algumas sema-
nas de avolladas transaegoes afrouxou durante es-
tes ltimos dous ou tres dias ; porm o reduzido
estado dos depsitos taz com que os pregos sejam
mantidos especialmente. Algodo de fibra longa.
A subida durante esta ultima quinzena foi de 1 d.
a 1 1/1 d. por Ib. no Brasil, 1 1/4 d. em Surate, e
3/4 d. no da China. O algodo do Brasil que tem
tido mais procura o de Pernambuco, Bahia e
Macei. .
O augmento as entradas contra o anno passado
sao 423,800 saecas.
dem as vendas para ceosumo idem dem sao
346,500 ditas.
A reduego das existencias idem idem sao 76,390
ditas.
Assucar.Immediatamente depois da publica-
gao da nossa ultima houve urna grande activldade
da parte dos especuladores, e os pregos subiram
cerca de 1/ por quintal, mas durante esta semana
o mercado novamente tornon-se em apathia c os
pregos baixaram um pouco. Venderam-se cerca
de 10,300 saceos do de Pernambuco principalmen-
te em viagem aos pregos de 27/ a 28/ por quintal.
A. quanlldade do Brasil em ser em 30 de junho
eram 13,370 toneladas contra 20,709 na mesma
data o anno passado.
RHAMBCO.
Joaquina Mara da Oonceico, Pernambuco, 30 an-
uos, solteira, S. Jos ; congesio. Jr
Srs. redactores.0 Constitucional cm seu n. 27
deu echo, ao mu habito que tem o seu correspon-
dente de Nazareth de faltar a verdade, e ser ridi-
culo, quando disse, que Benedicto Indgena Lima,
seu prestimoso alliado, foi preso na porta do tribu-
nal do jury; por quanto tal priso leve lugar na
taberna do Sr. Joaquim Francisco de Mello, o que
pedem afflrmar os Srs. padre Antonio Joaquim
Buarque, Bernardina Jos Serpa, o mesmo Mello e
outros. NSo de admirar que, um individuo sem
educago, use desse tao mu costume, mas, causa
nojo que, lenha sectarios; e disso fagain garbo,
principalmente, sendo homens que devem merecer
considerago, por seus titules scientilicos.
Sirvain estas linlias para manifestar a taes indi-
viduos o seolimento, que tem o abaixo assignado
de os ver com to mos hbitos.
Caeicul, 8 de agosto de 1864.
Jos Jeronyino Pacheco.
accionistas que o respectivo thesoureiro est autoi
risado n pagar o divideuio das accoes da meema
caixa do semestre lindo era 30 de junbo prximo
passado, na razo de 84500 por aegao.-
Becife 14 de julho de 1864No impedimento do
secretario, Ignacio Nunes Corma.
-----
tlfandega
Bendiraento do dia 1 a 10........ 288:7205165
I4em do dia 11................. 23:004,5773
311:730*938
Srs. redactores.Pego-Ibes que deem publicida-
de s seguintes linhas :
O abaixo assignado provoca a redaego do Cons-
titucional, para que assumma a responsabelidade
do que expoz em seu n. 29, sob a epigrapheas
sassinato pela policaapresentando contra o abai-
xo assignado urna denuncia perante autoridade
competente, sob pena de ser tido por calumniador.
Caeicul, 8 de agosto de 1864.
Jos Jeronyino Pacheco iTAlbuquerque Maianhao.
Descarregam no dia 12 de agosto.
Barca franceza Colignijmercadorias.
Brigue inglez-l/Wjuarr idem.
Brigue inglezMana Burrissdiversos objectos
para a ponte.
Patacho hollandezGerberdina Jeannettafari-
nha de trigo.
Recebedoria de rendan Infernas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 10........ 13:378AG2()
fram do da 11................. 2:510*939
16:088*559
Consulado provincial.
-Rendimento do dia 1 a 10......... 17:39359;! 1
Mam do dia 11................. 1:298*184
Anacahuila peitoral de Kemp.
A academia medica de Berln teve perfeitamente
raze, em seu judicioso julgamento em pronunciar
o sneco da balsmica anacahuila mexicana como
um especifico positivo e infallivel para todas ns ir-
broehios.
ritages ou infiammagoes 0% garganta e dos vasos
REVISTA DIARIA.
Amanhaa se exirahir a 2* parte da 1- lotera da
matriz do Limoeiro.
O vapor francez Extremadure, trouxe seu
bordo da Europa 178 passageiros, sendo : 10 para
Pernambuco, 9 para a Bahia, 101 para o Rio de
Janeiro, 18 para Montevideo e 34 para Buenos-
Ayres.
Ante-hontem tomou posse.a novadirecgo da
Associacao Comtnercial beneficente, composta dos
Srs. :
Presidente, Bario do Livramento.
Vice-presidente, Henry F. Hittcb.
Thesoureiro, Jos Marcelino da Rosa.
Secretario, Jos de Vasconceltos.
Directores, Dr. Augusto F. de Oliveira, Carlos
Roock, Jos da Silva Loyo, F. Needham o J. T.
Thoin.
Damos em seguida a carta que nos dirigi o
Sr. Miguel dos Anjos de Mendonga, administrador
das obras da companhia do Beberibe, sobre a ver-
tente d'agua da ra da Cruz, qual apenas res-
pondemos qao a nossa segunda noticia foi baseada
em a informago de pessoa alli moradora :
Srs. redactores da flet-Ma Diaria.Havendo
Vmcs. reclamado da directora da companhia do
Beberibe, em sua Revista de 9 do corrente, o con-
cert de urna verlenle que do encanamenio arre-
bentou do lado do nascente da ra da Cruz do
bairro do Becife, foi o Sr. director da companhia
pessoalmente examinar aquella incidente e posto
que elle so tivesse dado, nao no encanamento geral
que passa ao lado do poente da mesma ra, mas
no ramal particular que fornece agua ao Sr. Luiz
Puech, a quem competa fazer dito concert, em
vista das condigoes do seu contrato, todava me
foi ordenado pelo Sr. director que fosse inconti-
nenti fazer o mencionado concert, o qual apezar
da copiosa chuva do dia 9, ticou prompto hontem
s 2 horas da tarde, como foi observado pelo guar-
da do chafariz da mesma ra, pelos moradores e
pelo arrematante : assim, pois, j v Vmcs., que '
as informages pelas quaes Vmcs. chamam aquelle
incidente deleixo de altiuem da companhia, e de-
claram na Revista de hontem que por esta nao fo-
rain dadas as providencias pedidas, sao informa-.
goes menos verdadeiras, seno calumniosas. Beci-
fe, 12 de agosto de 1864. >
REPimgAO da polica.
Extracto das partes do dia 11 de agosto de
1804.
Foram recolhidos casa de detencao no dia 10
do corrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. che fe de polica. Ale-!
xaudre Jos da Silva e Miguel Joaquim, como de- \
serlores do exercilo, vindos do termo de Iguarass;
Mauoel Joaquim, como recruta, vindo de Goianna.
A' ordem do subdelegado do Becife, Aristides e
Benedicto! escravos de Domingos Rodrigues de An-;
drade, requerimeoto deste ; Joao, escravo de
Francisco da Rocha Accioli Wanderley, requer-
DHOto do correspondente deste.
A' ordem do de Santo Antonio, Alexandre, es-
cravo de Jos Pinto Bibeiro, por furto.
A' ordem do de S. Jos, Zeferino, escravo de!
Thomaz Cavalcanli da Silveira Lins, por distur :
oos.
A' ordem do da Capunga, Mara (liberta), para !
correego; Francisco, escravo de Ignacio Marques!
Soares da Costa, requerimento deste.
O chefe da segunda secgao,
/. G. de Mesquita.
Passageiros do vapor francez Extremadure,
entrado de Bordeaux e portos intermedios :La-
lami e sua senhora, Dr. Saulnler Alfonso e sua se-
nbora, Emile Louis, Eduardo Louis.e sua senhora,
Olympio Mariano de Carvalho, Andrino Jules, Jos
Antonio de Carvalho, Gregorio Paes do Amaral,
Francisco Jos Pereira Barroso, sua senhora e 1
filho, Antonio Joaquim dos Santos Andrade, Ale-
xandre da Costa.
Seguem para o sul: Luiza, irraa de cari-
dada, William Trench.e sua senhora, JooCardoso
de Menezes e Souza.
Movimiento da casa de detencao do dia 10 de
agosto de 1864.
Exisiiam....... 349 presos.
Entraram
u 4
____
356
A saber :
N'acionaes..... 282 >
Estrangeiros... 17
Estraiigeiras... 2
5
4o
Escravas...... 5
356
Alimentados cusa dos cofresprovinciaes 147
Moviinento da enfermara no da 12 de agosto de
1864.
Tiveram alta:
Jos Antonio de Lima.
Jos Cabral de Arroda.
Obituario do cemitkrio publico no dia 9 de
AQOSTO de 1864
Joaquim Paulino Ferreira, Pernambuco, 60 ancos,
solteiro, Boa-Vista ; gastro entente cbroniea.
Manoel, Pernambuco, 12 dias, S. Jos ; iMmop-
tysea.
Manoel, Pernambueo, 7 dias, S. Jos ; convulSBes.
Mara da Concelgio Costa, Parahyba, 64 annos, i
viuva, Santo Antonio; paralysia. i,
- 10 I
Amaro, escravo, Pernambuco, 24 anuos, solteiro,
Boa-Vista ; ttano.
Emilia, Pernambuco, 8 dfas, S. Jos, convulsoes.
Alexandrina Carneiro. Pernambuco, 24 annos,sol-
teira, Santo Antonio; tubrculos pulmonares.
11
Ernesto, Pernambuco, J2 mezes, S. Jos, eonvul-
Nao ha nenhum caso de rouqoido, tosse, ca-
tarrho, excoriagao da garganta ou rritaco dos
bronchios que possa resistir s suas admiraveis
qualldades ante-irritantes. Ella restitoe a voz
quando perdida ou enfraquecida produzido pelas
affecgoes ou sensagoes de aspereza no palato; faz
cessar a expectoraco sangunea c impede a aecu-
mulago de mucosidades nos orgos da respirago
que partera dos polmSes.
Inteiramente dfferente na sna composicao de
todos es mais peitoraes manufacturados de fructas
adstringentes, cascas e raizes etc. O mesmo nao
conten em sua composicao nenhum acido prussico
ou outros quaesquer ingredientes venenosos. Acha-
se venda as tojas de Caors & Barbosa e J. da
C. Bravo & C.
-
A len cao
9
Xarope alchoolico de veame, preparado pelo
pharmaceutico Jos da Bocha Prannos, estabele-
cido com botica na ra Direila n. 88 em Pernam-
buco.
Este xarope incontestavelmente superior a to-
dos os xaropes depurativos, de cuja composigo
o seu maior elemento a salsa parrilha, pois que se
tem conhecido ser o veame mais enrgico para a
prompta cura das molestias, cuja base essencial
depende da purificagao do sangue; assim pois se
tem verificado por muitas pessoas que se achavam
desengaadas, as quaes acham-se hoje restabeleci-
das cum o referido xarope alchoolico de veame
entretanto que alguns, tendo usado do xarope de
Curinier, de Larrey, de salsa parrilha, de sapona-
ria, oleo de figado de bacalhe, e outros 4'an""<
desta ordem nada conseguirn). elle w,
dgcato, ngradavul a paladar c ao olpliam. -V.
guns mdicos desla cidade e da de Macei o teem
recoramendado para a cora das
Impigens, tinha.escrophulas,
Tumores, ulceras, escorbuto,
Cancios, sarna degenerada, lluxo alvo.
Todas estas affecgoes provm de urna causa in-
terna ; nao ha pois calad alguraa em crer que el-
las se podem curar com remedios externos. Tam-
bem se prescreve o xarope alchoolico de veame
para o tratamento das affecgoes do systema nervo-
so e fibroso, taes como :
Colla, rheumatismo, paralysia,
Dores, impotencia, esterilidade,
Marasmo, hypocondria, emmagrecknento.
O xarope alchoolico de veame sobre tudo, da
maior ulilidade para curar radicalmente, e em
pouco tempo o rheumatismo.
Adverte-se que o verdadeiro xarope so se vende
nesta cidade na botica cima indicada, do abaixo
assignado ; e em oulra qualquer parte que se tem
annunciado nao da mesma composigo, e nem o
abaixo assignado se responsabilisa.
Jos da Bocha Paranhos.
Jos Francisco de Oliveira, precisa, que o escri-
vo Esteves, revendo os autos de acgo crime por
offensas phisicas em virtude da queixa que contra
Joo Mara de Albuquerque e Oliveira, dera o sup-
plicante, Ihe d por certido o theor da sentenga
que pronunciou ao dito Joo Mara, o theor da pe-
tigo em que o siipplcanle perdoou ao dito Joo
Mara, se o perdo foi tomado por termo e julgado
por sentenga.
Pede a V. S. Sr. Dr. juiz de direito da primeira
vara Ihe delira.E B II.
Sim. -Becife, o de agosto de 1864.Fre tas Hen-
riques.
Joaquim Francisco de Paula Esteves Clemente, es-
crivo privativo do jury, execugoes enminaes e
correigao da comarca do Becife," por S. M. o Im-
perador, que Deus guarde etc.
Certifico que revendo o processo mencionado na
petigao supra, delle consta ser a pronunciado theor
seguinte :
Pronuncia.
Vistos estes autos, julgo procedente a queixa
intentada contra o reo Joo Mara de Albuquerque
Oliveira, em face do corpo (fe delicto e prova dos
autos ; pelo que o pronuncio como incurso no ar-
tigo 201 do cdigo penal, e obngo priso e livre-
mento -, e pague o reo as custas.
O escrivo lance o nome do reo no rol dos cul-
pados, e passe contra elle mandado de priso, re-
metiendo este processo para o jury.
Becife, 17 de fevereiro de 1864.Hermogens
Scrates Tavares de Vascoocellos.
Certifico mais ser a petgo em que o supplican-
te requereu pordo do theor seguinte :
Petigao.
Diz Jos Francisco de Oliveira, que tendo dado
queixa contra Joo Maria de Albuquerque Oliveira,
por crime de offensas phisicas leves, foi este pro-
nunciado como incurso no artigo 201 do cdigo
criminal, pronuncia que foi sustentada em grao de
recorso pelo Dr. juiz de direito da primeira vara,
e porque o processo j fosse remettido para o jury
e tenha por isso de ser preparado, apresentando o
supplicanteo libello aecusatorio, vem o supplican-
te declarar a este juizo preparador, que deixa de
apreseniar o libello, porque perdda ao pronuncia-
do o crime, que contra o snpplicante commetteu,
e assim requer V. S. que mandando juntar esta
ao summario, o escrivo lavre o termo de perdo
para ser assignado pelo snpplicante.
Pede V. S. Sr. Dr. Juiz municipal da segunda
vara, e preparador dos processos crimes Ihe delira.
E B M.Jos Francisco de Oliveira.
Certifico finalmente que o perdo foi tomado por
tormo, e julgado por sentenga. O referido ver-
dade e ao respectivo processo me reporto.
Becife, 6 de agosto de 1864.En Joaqnim Fran-
cisco gde Paula Esteves Clemente, escrivo do ju-
ry, o ubserevl e assignei Joaqnim Francisco de
Paula Esteves Clemenfe.
Apresentamos para um dos nossos juizes de
Saz o Sr. commendador Antonio Joaqnim de
teHo.
Movales*> da alfandega
Volumes entrados com fazendas... 369
t f com gneros... 1,450
Voinraessaludos com fazendas...
i com gneros...
1,819
181
813
----- 1,001
soes.
.

CDMMUCIO.
CAIXA FILIAL
DO
BUCO DO BRASIL
EM PERNAMBUCO.
A directora desta eaixa, eu thtu-le de ordem
da directora do Banco do Brasil, avisa aos Srs.

18:692i"5
liamburgo, 20 de julho de 1804.
Relatorio commercial.
O negocio contina ainda desanimado por causa
da goerra com a Dinamarca, e as transagoes litni-
tam-sc ao supprimento do consumo.
Caf.Durante a quinzena nao recebemos ne-
nhum supprimento do Brasil. O mercado acha-se
tranquillo sem alterago particular, e os pregos
nao soffreram mudanga. Nem o leilo h llandez
no da 13, nem as noticias do Brasil de 25 de junho,
que acabam de chegar exerceram influencia al-
guma sobre o estado do mercado.
As vendas foram de :
3,000 saceos do Bio e de Santos 6 -'|8. 7 3|4
schillings.
1,300 ditas do Bio.. I c ... 0 0uu:nc
1,000 ditas da Bahia Ia 6 ** 8 schlllin6s-
O caf real ordinario do Bio colado: 7 3|16,
7 3|8 sen.
Assucar.Nos ltimos dias o mercado de assu-
car tornou-se muito desanimado; mas nao houve,
apesar disso, mudan a nos pregos. Em assucar
brasileo nao temos de notar vendas.
Tabaco.O tabaco tem sempre seu consumo re-
gular, e o do Brasil sem duvida a qualidade mais
procurada : as ultimas vendas foram de 1,028
bailas da Bahia, da nova colheita, a qual parece
boa, 5, 6 1|7 seh., e de 114 bailas de velha co-
lheita. Era ser 700 bailas de tabaco brasileo.
Algodo. Noticias favoraveis de Liverpool ani-
mara este mercado, e fizeram subir os pregos
mas tendo os possuidores levantado demasiada-
mente as suas exigencias as vendas foram limi-
tadas.
Notamos vendidas:
20 bailas de algodo de Pernambuco 29 Ij2 sch.
38 ditas de dito de Santos 28 sch.
Couros.Em boa posigo, mas sem transaegoes
dignas de mencionar-se.
Cacao. Sempre procurado em todas as qualida-
des, e com pregos bastante lirmes.
Partiram para o Brasil:
Pfeil para a Bahia.
Nicolus, Johanna e Amalia para o Bio Grande
do Sul.
Nao entrou nenhum navio do Brasil na quin-
zena.
Acham-se carga :
Para Pernambuco : rnf, Suptrb, Regina, Mana.
Para o Bio de Janeiro : Jlydra, Anna.
Para o Bio de Janeiro e Santos: Kinrich.
Para a Bahia : Zebra, Vertius.
Para o Bio Grande do Sul: Telegraph.
Cambios.
Sobre Londres, 3 mezes, data 13 marcos 2 7|8 sch.
por .
> prazo curto 13 5 1(2
por .
Paris, 3 m. d. 1911|4 fr. por 100 mar. bran.
prazo curto 189 112 fr.
Lisboa, 3 m. d. 4o 7|8 sch. por mil res.
Descont 4, 4 1|4 por cento.
MOYIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 10.
Bordeux e portos intermedios 13 dias, vapor
francez Estremadure, de 1162 toneladas, com-
mandante Hyppolite Enout, equipagem 118, car-
ga fazendas outros gneros.
New-York 38 dias, brigue inglez Silver Graigo,
de 491 toneladas, capitao J. Coba, equipagem 16,
carga 4,o00 barricas com fannha de trigo ; a
Saumlcr.- Brothers & C.
Navio saludo n mfsmo da.
Rio de Janeiro e BahiaVapor francez Estremadu-
re, commandante H. Euout.
EDITAES.
juizo aos termos do libello e sna execugo, con-
stante da petigao e replica supra transcriptas, sob
pena de se proceder a todos os termos a suas re-
velias.
Pelo que toda e qualquer pessoa, parentes, ami-
gos_e cenhecidos dos ditos reos ausentes, Ibes po-
dero fazer scientes do qne aefna fica exposto, pa-
ra que por si ou por seus procuradores se apre-
seniem perante este juizo com a defeza que tive-
rem.
E o porteiro do juizo publicar e affixar a pre-
sente no lugar do costme e mais publico, depois
de haver transitado pela chancellara.
Dado e passado nesta cidade do Becife de Per-
nambuco, aos 30 de julho de 1864. Eu Manoel
Joaquim Baptisia, escrivo que a subscrevi.Her-
mogenes Secretes Tavares de Vaseoncellos.
Vai pagar de direitos de chancellara 250 rs.
Becife, 30 de julho de 1864,-Baptista.N. 207
eslava o sello800 rs.Pagou 800 rs. Becife, 4
de agosto de 1864.-Chavcs. Serrano.S. 216.
Pagou -'O rs. de direitos de chancellara. Becife,
4 de agosto de 18C4.Chaves.Limoeiro.
Estava o sello da chancellara.Firmino Antonio
de Souza, presidente.Transitou pela chancellara.
Recife, 6 de agosto de 1864. O escrivo Francisco
dos Beis Nunes ('.impela Jnior.Lancada folha
49 do competente livro n. 13. Recife, 6 de agosto
de 1864.Canipello Jnior.
DECLRALES.
FACULAUE DE DIREITO.
De ordem do Kuu. Sr. viscoudc director faz-se
publica a lista das fallas nao abonadas na scsso;
da congregago de 6 do crrenle, com relaeo!
ao mez de julho prximo lido, menos as da i
primeira cadeira do soy mido anno de que se nao
tralou por nao ter comparecido o respectivo
lente.
Primeiro anno.
Anfrisio Jos de Carvalho, perdeu o anno por ter
dado 40 faltas.
Pedro Jorge de Souza, 2 faltas na primeira ca-:
deira.
Jos Francisco de Ges Cavalcante, 1 dita na
segunda cadena.
Vicente Ferreira Gomes, 2 ditas na segunda ca-
deira.
Simplicio Colho de Besende Filho, 1 dila na
primeira cadeira.
Luiz Vieira de Besende Silva, 3 ditas na segunda
cadeira.
Joao Baptista de Freilas, 1 dita na primeira ca-
deira.
Manoel Gomes Viegas Jnior, 2 ditas na primei-
ra cadeira.
Pedro Baptista de Moraes Reg, 1 dita na pri-
meira cadeira.
Antonio Paulino Cavalcante de Albuquerque, 2
ditas na primeira cadeira.
Manoel Varella do Nascimento Jnior, 2 ditas na
primeira cadeira e 4 na segunda.
Artiquilinio Ayres Albano Costa, 2 ditas nti pri-
meira cadeira.
Francisco Antonio de Castro Loureiro, 1 dita na
primeira cadeira.
Joao Joaquim Fonseca de Albuquerque, 1 dita
na primeira cadeira.
Prxedes Theodulo da Silva, 3 ditas na primeira
cadeira.
Jos de Araujo Vianna e Almeida, 1 dita na pri-
meira cadeira.
Jos Jorge de Siqueira Filho, 3 ditas na segunda
cadeira.
Marcolino Pinto Cabral, 2 ditas na primeira ca-
deira.
Francisco Alves da Silveira Brtto, 1 sabbalina
na segnnda cadeira.
Jos Joaqnim Alves de Albuquerque, 1 falta na
primeira cadeira e I ditas na segunda.
Augusto Egydio Castro de Jess, S ditas na pri-
meira cadeira.
Therencio Jos Chavantes, 2 ditas na primeira
cadeira.
Angosto Cesar de Mello Rocha, t ditas na pri-
meira cadeira.
Jos Jaciniho de Souza Filho, 3 ditas na primeira
cadeira.
Lourenco Gomes de Araojo e Silva, 3 ditas na
primeira cadeira.
Antonio de Gastro Alves, 1 dita na primeira e 2
na segnnda.
Zeferino Botelho de Andrade, 3 ditas na primei-
ra e 3 na segunda.
Segundo anno.
Pompilio Numa Pessoa, 3 faltas na segunda ca-
deira.
Antonio Jos de Carvalho, i sabbalina na segun-
da cadeira,
Sezostris Silvio de Moraes Sarment, 2 faltas na
segunda cadeira.
Terceiro anno.
Caetano Maria de Paria Neves, 4 faltas na pri-
men a cadeira e 5 na segunda.
Pedro Ferreira Colho, 1 dita na primeira ca-
deira.
Joaquim Maria Carneiro Vlella. 3 ditas inclusive
1 sabbalina na primeira cadeira e 2 faltas na se-
gunda.
Francisco Bodrigues Soares, 1 dita na primeira
cadeira.
Joo Vaz de Carvalho Sodr, perdeu o anno por
ter dado 40 faltas.
Manoel do Nascimento Tci-xeira, 1 falta na pri-
meira cadeira.
Mauoel Pedro Cardoso Vieira, 13 ditas na pri-
meira cadeira e contina a faltar, e 15 na se-
gunda.
Domingos da Cosa Bamos Filho, 2 ditas na pri-
meira cadeira.
Ignacio Ferreira de Almeida Guimares, 1 dita
na primeira cadeira.
Manoel Jos de Menezes Prado, 1 dila na pri-
meira cadeira.
Augusto Carneiro Monleiro, 1 dita na primeira
cadeira.
Miguel Peixoto deVasconcellos, 3 ditas inclusive
1 sabbatina na primeira cadeira c o inclusive 1
sabbalina na segunda.
Manoel Fernandos de Araujo Jorge, 3 ditas inclu-
sive 1 sabbalina na primeira cadeira.
Demetrio Jos Teixeira, perdeu o anno por ter
dado 40 faltas.
Ignacio Jos de Oliveira Arruda, 2 faltas na pri-
meira cadeira e i sabbalina na segunda.
Quinto anno.
Joo Jos do Monte Jnior, 1 falta na segunda
cadeira.
Antonio Pinto Colho de Barros, 3 ditas na se-
gunda cadeira.
Joo Thom da Silva Jnior, 2 ditas na segunda
cadeira.
Alvaro Antonio da Costa, 2 ditas na segunda ca-
deira.
Americo Pinto Brrelo, 3 ditas na segunda ca-
deira.
Secretaria da Faculdade de Direito do Becife, 10
de agosto de 1864.
O secretario,
Jos Honoro Bezerra de Menezes
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumpnmento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 30 de junho ultimo, manda
fazer publico, que no da 13 de outubro vindouro,
perante a junta da fazenda da mesma thesouraria
se ha de arrematar quem por menos fizer, a cons-
trueco de 69 bracas de caes de cada lado do ca-
nal da ruada Aurora, avahado em 15:914^000.
A arremataco sera feila na forma da lei pro-
vincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e sob as
clausulas especiaes abaixo declaradas :
As pessoas que se propozerem a essa arremata-
gao comparegam na sala das sessoes da referida
junta no da cima mencionado pelo meio. dia, e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 9 de julho de 1864.
O secretario
Antonio Ferreira da Annunciarao.
CLAUSULAS ESPECIAES PARA A AHKBMATAQAO.
1* A obra do caes margem do canal da ra da
Aurora, ser executada de conformidade com oor-
garaento e planta respectiva apresentados pela di-
rectora das obras publicas na importancia de
15:9145-
2a O empreitero dar execugo aos trabalhos no
prazo de 20 dias, e os terminar nos de 60 dias,
contados na forma da lei.
3* O pagamento ser effectuado em prestagoes
mensaes, de valor correspondente ao trabadlo exe-
cutado, um cada mez, deduzino>-se um dcimo,
que ser entregue seis mezes depois da concluso
da obra.
4* O emproieiro nao poder sob qualquer pre-
texto exigir indemnisago alguma que nao seja
fundada no excesso de trabalho previste no orga-
mento.
5* O empreileiro na execugo dos trabalhos ob-
servar as prescripgoes dadas pelo engenbeiro fis-
cal da obra:
6' Para tudo quanto nao se adiar aqu disposto,
observar-se-ha o que dispoe a le n. 286.
Conforme.Antonio Ferreira da Annunciaco.
Faculdade De ordem do Exm. Sr. droctor se faz publico
que no dia 16 do corrento (lerga-feira) s 11 horas
da manha ter lugar o exame dos concurrentes
cadeira de latim do curso preparatorio desta Fa-
culdade.
Secretara da Faculdade de Direito 10 de agos-
to de 1864.
Jos Ilonrio Bezerra de Menezes.
Secretario,
O Dr. Hermogenes Scrates Tavares de Vasconcel-
os, juiz municipal da 1'vara, nesta cidade do
Becife de Pernambuco, por S. M. Imperial e
constitucional o Sr. Dr. Pedro II, que Deus
guarde, ele.
Fago saber aos que a presente carta de edictos
virem, e della noticia tiverem, em como a junta
administrativa da irmandade da Sania Casa de Mi-
sericordia do Becife me dirigi por escripia a pe-
tigao do theor seguinte :
Diz a junta administrativa da Santa Casa de Mi-
sericordia do Becife, que quer fazer citar a Jos
Epiphanio Duro, Ignacio Eustaquio Dorio, D.
Henriqueta Mathilde Duro, I). Delfina Candida
Duro, Francisco Antonio Duro, e Francisco An-
tonio Duran, hetdeiros dos fallecidos Francisco
Antonio Duro e sua mulher D. Joanna Mathilde
da Natividade, para fallarem primeira deste jui-
zo aos termos de tima aeco ordinaria para reivin-1 vous et j' me rjouis, mes c'hers compatriotas,
dicar o sobrado, hoje n. 35, sito ra da Cruz, j la pense que nous allons bientot tous nous reunir
freguezia do Becife, o qual sobrado n > inventarlo pour dooner un pieux souvemr la Franco et
e parrilha a que se procedeu
Jos Bi-nto Fernandes, foi
f
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A illustrissima junta administrativa da Santa
Casa de Misericordia do Becife, manda fazer
publico que no dia 18 do corrente pelas 4 horas
da larde na sala de suas sessoes, tem de ir
praga o fornecimehm dos gneros abaixo decla-
rados, que houver de consumir o hospicio de
alienados em Olinda, no periodo que decorrer do
dia d% arrematago ao ultimo de setembro prximo
futuro, a saber:
Pao, libra.
Bolacha, idem.
Carne verde, idem.
Arroz pilado, idem.
Manteiga franceza, dem.
Caf em grao, idem.
Cha preto, idem.
Toucinho, idem.
Velas de carnauba, idem.
Assucar branco refinado, arroba.
Assucar somenos refinado, idem.
Vinagre, garrafa.
Azeitedce, idem.
Feijo, cuia.
Sal, idem.
Farinha de mandioca, alqueire.
Os pretendentes devem apresentar as snas pro-
postas em cartas fechadas, e dar fiadores idneos,
qne se responsabilisem pelo fiel cumprimento do
contrato.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
cife, 10 de agosto de 1864.
O escrivo,
F. A. Cavalcante Cousseiro._
Pelo consulado de Portugal nesta cidade sao
convidados os credores do finado subdito portoguez
Domingos de Castro Maia a virem receber a im-
portancia de suas contas.
Arrematago de predios.
Sexta-feira 12 do corrente, na sala das audien-
cias, e depois da audiencia do Illm. Sr. Dr. juiz
municipal da 1* vara lem de seren arrematadas
por venda, com o abatimento da quinta parle so-
bre o respectivo valor, as tres casas de pedra o
cal situadas no lugar da Cabanga, penboradas por
execugo de Manoel Dias da Silva Santos Jacob
Joaquim da Silva. Escrivo Cunha.
CoDseiho administra l ivo.
O conselho administrativo para tornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar- os objectos se-
guinles :
Para a companhia de artfices.
80 bonets.
3 ditos para recrutas.
96 pares de platinas.
74 mantas de la.
535 pares de sapatos.
448 covados de panno azul.
474 capotes de panno azul.
18 covados de casemira encarnada.
276 covados de bata'verde.
356 covados de hollanda de forro.
1,517 varas de brim branco.
1,335 varas de algodozinbo-
48 varas de aniagem.
1,344 boloes grandes de metal amarello com
bomba.
672 ditos pequeos do mesmo metal cora bomba.
175 pares de clcheles pretos.
Quem quizer vender taes objectos aprsente
a sua proposta em caria fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da manha do dia 17 do cor-
rente.
Sala das sessoes do conseibo administrativo para
tornecimento do arsenal de guerra, 9 de agosto de
1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel-presidente.
Sebastiao Jos Basilio Pyrrho,
vogal secretario.
COONSULAT DE FBANCE FEBNAMBOIC
Aux
u
Francais residant ou de passage
Fcrnambouc.
Mes chers compatriotes :
J'ai l'honneurde vous prevenir qu' un Te-Deum
sera chant Lundi, 15 du courant, une neure de
l'aprs niidi, l'Eglise de Notre Dame de l Pe-
nha, pour clbrer la fte de notre augusle souve-
rain l'Empereur Napolen 111.
Sur le point de quitter des fonclions que le Gou-
veruement de S. M. a daign me coafier provisoi-
rcment, j'espere ne laisser que des amis parmi
lli -'H'l.l.l" Il> l il i l lli.' I IM |"iUl U'HIlli I lili |'l' UA BUUtCUII A lt IJdUbC t-l
deu nos bens do finado rendre un juste hommage l'Empereur.
ii dado ao hospital, enlo Agrcz I assurauce de raes sentiments lesplus
dos pobres, boje Pedro If, como melhonnente ex-
presar nos artigos da mesma acgo ; pena de
revelia, licando logo citados para todos os termos
da causa at final deciso: por tanto, pede ao Illm.
Sr. Dr. juiz municipal da Ia vara a delira. E B.
Me Como procurador, Jos Theodoro Gomes.
Distribuida, cite-se. Becife, 15 de abril de 1804.
Tavares de Vasconcellos.
A' Baptista.Oliveira.
Nada mais seeontinha em dita petgo, em vir-
tude da qual fura citado o reo Jos Epiphanio Du-
ro, certificando o official do juizo Joo da Costa
Braga, em 28 de abril, e o eflicial Agosiinho Jos
dos Prazeres, em 30 de junho do corrente anno,
nao terem citado os mais reos por os nao ter en- j
contrado, e nem acharara quem delles desse noticia,
sendo que o proprio Jos Epiphanio Dao respon-
deu que delles nao sabia, e pela supplicante rae
foi mais dirigida a replica do theor seguinte :
Illm. Sr. Dr. juiz muuicipal da 1' vara. Diz a
supplicante que das certidoes supra v-se, que os
supplicados Ignacio Eustaquio Duro, D. Henrique-
ta Mathilde Duro, D. Delfina Candida Duro,
Francisco Antonio Duro e Francisco Antonio Du-
ro, se achara ausentes desta provincia, e residem
era lugar nao sabido, pelo que vem a supplicante
n querer V. S. que se sirva mandar passar carta
de edictos com o prazo de 60 dias. para, era vir-
tude della seren os supplicantes citados por todo o
conleitdo na petgo retro ; e assim : E B. Me.
Como procurador, Jos Theodoro Gomes.
Justifique a ausencia. Becife, 6 de julho^de
1864.Tavares de Vasconcellos.
distingues et les plus dvoqs.
d'Imbert du Chenin.

Conselho administrativo.
O conselho administrativo para furnecimento do>
i arsenal de guerra tem de comprar os objectos se-
guintes :
Para o 7 batalho de infantaria.
408 bonets.
24 ditos para msicos.
25 ditos para recrutas.
46 pares de charlateiras para msicos.
524 pares de sapatos.
484 mantas de la.
457 pares de plantinas de panno.
2,290 covados de panno azul.
198 covados de panno alvadio.
120 covados de panno cor de rap.
30 covados de casemira amarella.
68 covados de casemira encarnada.
30 covados de casemira branca,
1,807 covados de hollanda de forro.
3,767 varas de brim branco.
2,540 varas de algodozinho.
241 varas de aniagem.
48 varas de galo de prata de urna pollegada de
largura.
36 varas de dito de meia pollegada.
6,112 bolees grandes de metal amarello lisos.
3,206 botoes pequeos do mesmo metal lisos.
336 botoes grandes de metal prateado lisos.
144 boloes pequeos do mesmo metal prateado.
482 colchetes pretos finos.
Quem quizer vender taes objectos, apresentem

Nada mais se conlinha em dita replica e roeu .,
despacho, em cumprimento do qnai; prodnzin- S^W"?^ *& ^re^rJa
do a supplicante suas testemunhasV justificando a i JI!!n!e,ho'as i0 horas da Bttnha* do dia i2 do
ausencia dos reos, subndo os autos minia eon- e^n ,' A 0ik .am-,....-
cluso, nelles dei a sentenga do tunar seguinte : I. Sa,a.das ****** do^n^Il^L,**SLllsraUvo,pa*
Vistos estes autos, julgo provada a ausencia dos wgoctaento do arsenal da guerra 8 de agosto de
habilitandos constantes da replica de lis. 9 verso,
1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Sebastiio Jos Basilio Pyrrko.
Vegal secretario.
Correto gerat.
- Pela adrainistrago do correio desta cidade se

IMUTIL ADcTl
pelo que se passe carta de editos por 30 dias, e
pague a habilitante as cusas. Becife, 25 de julho
de 1864.Hermogenes Scrates Tavares de Vas-
concellos. ^^^^ .mm
Additado, declaro que, era lugar de trinta, s5o
sessenta dias. Erat ul.szira..Herraogeoes Socra-;
le\- !vares -de ^a$oonc^'*os- | faz publico que em virtude da convencao postal
Nada mais se contiritia em dita minha sentenga, celebrada petos governos brasileiro e francez serio
em cumpnmento da qual o escrivo que esta sub- expedidas malas para a Europa ne da 15 do cor-
screveu fezjjMssar a presente carta de edictos com reoe mez pelo vapor inglez Qnetda. As cartas
o praso de 60 das, pelo theor da qual chamo, cito, sero receidas 3 horas antes da qne for marcada
e nei por citados os reos ausentes Ignacio Eusta- para a sabida do vaper, e os jornaes at 4 horas
guio Durao, D. Henriqueta Mathilde DorSo, D. Del- antes.
fina Candida Duro, Francisco Antonio Duro e ; Admnstraco do correio de Pernambuco 10 de
Francisco Antonio Duro, para respondrem neste agosto de 1864.






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* __ %M ,ii>y\ bit** maffdtm*_ -
fi_ de feriaubneo f*e_id lelra 13 de Aguaj de 18*4.

AKBESSATA^Afl-
No da 13 do corfente: linda A audiencia do jal-
ao da provedoria de residuos, escrivo Vasconcel-
os, ser arrematado o sobrado de Tira andar e so-
tan n. 14, silo na ra de Santa ma, pcrtencente
testamentaria do fallecido SebastiSo Mauricio Wan-
derley. E porque so igaora se o solo do mesmo
sobrado ou nao foreiro, pede-so, no caso de ser
forelro, qoe o seuhorio declare o seu nome resi-
dencia, aOrn de facilitar essa arrematadlo.
Tribunal d cdutmercio.
Pela secretaria do tribunal do commeroio de Per-
nambuco se faz publico que uesta data fiea regis-
trado o distrato da sociedad de Joaquim Luii
Vieira e Antonio Manoel Baetos, que gyrava uesta
praca sob a firma de Joaquim Luiz Vioira C.
Almeida Fuaes Lima .se alguem se juljar cora
diretto a algum dos ditos obiectos que foram in;
Yentariados por seu espolio, deve reclamados ate
o da designado para a arreraatacao._____________
a
Urna taberna e dvtdas da
'mesma.
Caes d Apollo n 3 3.
6er_au* Brasilia* d'Kacry
far leilao por intervenci do agente CordWro S-
M9 dos gneros, armaco e mais utcncilios exis-
t i-
estabeiecimeoto, e Bastos do posse do seu capital Sabbado f 3 do corrente s 11 boras en)
o lacros em dinheiro e letras aceitas pelo mesmo
Vieira, e exonerado de qaalquer responsabilidade
(atara.
ponto.
Por ordew do consulado de Portugal o agen-
, __.___, .i,, j- o ,rmm te Pestaa far leilo no da 13 do crreme por.
ta da Associacao Commercial, dos gneros e arma-
cao da taberna sita na ra da Casa Porte, perlen-
centeao casal do finado subdito portuguez Luix
buco 9 de agosto de 1864.
Julio Guimaraes,
OCflcial-niaior.
avisos martimos.
Jos de Magaihes. Em poder do mesmo agente
se acba a relaco dos gneros existentes n. ditoj
estabelecimento, com sua avaliacao para ser exa-
minada pelos pretendentes.
LEILAO
M
3 barriscan) Yinbo liurilcaux c 13 di-
tos com cognac.
O agente Pestaa far leilo por conta de quem.
pertencer de 3 barris com excellente vinho Bor-
deaux e 13 ditos com superior cognac : terca-fei-
ra 1G do crrenlo pelas 10 horas tda manhaa no
armazem do Annes.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
ME
Savegaco coste!ra a vapor.
Paraajua, Natal, Mario, Aracal*, fiear, e Acaracu
No dia 22 do corrale, segu o
por Jayuartbe, conimaudante
Lobato, para os portos cima. Re-
Bbe carga at o da 20. Encom-
andas, passageiros e dinheiro a
/rete at o dia da sahida a 3 horas da tarde do
dia da sahida: escriptorio no Forte do Mattos nu-
ero 1.______________
Maranllo e Para.
Segne para os indicados porto, coni a possivel
brevidade, o hiato Luido Paquete, capite Antonio
Mara da Costa, Silva: para carga tratase com I
Antonio de Almeida Comes, ra da Cruz n. 23, 1 j
andar.
COMPANHIA BASILEIRA
DE
PAQUKTES AYAjPtR
Dos portes do sul e esperado do referid patacho, tal qual se acha ancorado nes-
ate o da 1* do correte o vapor ,e onJe foi |Ra|men,e condemnado na sua
Princesa de iomttlle, commau- ret!ente viaRem de Buenos-Avres para Liverpool,
danle o primeiro tenente Araujo! assjm pomo uma |am.|)a do mesmo pa,acho.
Terca-feira 16 de agosto s 11 horas
Patacho hollandez Adrianas Jhuunes
e urna lancha do mesmo
William Addens, capillo do patacho hollandez
i Adriajius ohannes. far leilo com autorisaco do
Sr. inspector da alfaadega, em presenca de um
i empregado da mestna repartidlo com assistcncia
i do Sr. cnsul de S. M. Hollandeza, por intervencao
' do agente Piuto o por conta e risco de quem per-
' Uncer, do casco, mastros, pannos e mais pertences
em ponto.
Em frente a issociacao Commercial
onde se
o qual depois da demora do eos
turne seguir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada: encom- dar todo e qualquer esclarecimento a respeito.
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 21 _,, ^^
oras, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de aiKiH i rm"P
Antonio Luiz de oveira Azevedo & c_______Qaarta-feira 17 d correiite, s II ho-
Para O K0 de Janeiro rs, na na da Cadcia n. 53.
pretende seguir com muita brevidade o veleiro
tirigue nacional Almirante, tsm parle de seu car-
regamento prompto : para o resto que Ihe falta e
seravos a frete, para os quacs tem excel lentes
.ommodos, trata-se com os seus consignatarios An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, nc seu es-
criptorio ra da Cruz n. 1.
---------------,------------_---------------------
- Preoisa-se de uma mulher livre ou escrava,
qoe saiba oetinbar e ue.. tenha bons costumes,
preferindo-se livre
n. 17. '
atraa*
ka roa do Trapiche
Preeisa-se de uma de leite, eswava ; na ra
da Cadeia do Recife n, 51, tereeiro andar.
i| i i ..... -i. i-i-gll
I
"5 B
2 B
tas !.* | ''
B .
a.

fas
l5g P3M
o-i~Oii7i
Hotel italiano.
Hontr l'i Pt|wlar Pernamlmcano.
Por oijein da directoria levo ao conliecimento
dos sensores socios que, estfio atrasados em sua*
menali4ade,que u-pr*) He 30 dias. a contar da
data deste, entrem cura os seus dbitos no caso do
nao querrera ser eliminados como determina os
estatutos.
Secretaria do Monte Pi Popular Pernambucano
10 de agosto de 1864.
Bernardo Falcao de Souza
____^_^__ secretario.___________'
Vicente Alvos Machado pagar 10,5000 a quem
descobnr o ladro que na noite do dia 8 do cor-
renta Ihe furtou da escada da casa onde mora, na
ra nova de Santa Rita n. 47, um video de bko 4o !
gaz, que tem na mesma escada, ______ I
------
-v-
ARHAZKtl
--------------->-
21Largo do Tergoti
Precisa-se de urna preta sscrava czinheira
na ra do Qumad n. 16, loj.
Precisa-sa
Hospicio n. 6;
alugar uma escrava : na ra do
; Precisa-se alugar urna preta escrava para o
servicode uma pequea familia : na ra das Cru-
Madama Ferro avisa ao* seuj fregaezes e ao res- uo
peilavel publico, que acaba de mudar seu estae- lai ^8 primeiro andar,
iecimento da ra do Trapiche n. 44 para a mestna
ra n. 5, aonde foi o hotel Francisco, e espera sa-
tisfacer s pessoas que a honrarem com.sua fre-
quencia, por isso niesino qne> nao se t*ro pogpado
a desperas para poder oflerecer actualmente boas.
commodos, promptidao e aceio do ser vico e nwdi-:
cidade de precos. '
Naques sobre Portugal.
O ahalxo asaignado, autorizado pelo
Banco Mercantil Portuense. e na ausencia
do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca e.f- I
fectivamente por todos os paquetes sobre
as pracas de Lisboa e Porto, e mais luga-
res do reino, por qualquer somma vis-
ta, e a praso ; podendo, os que temarem
saques a praso.receberem avista, no mes-
mo B*nco, descontando 4 0]0 ao anno: na .
loj a de chapos da ra do Crespo a. 6, ou
na ra do Imperador n. 63, segundo an-
I dar.Jos Joaquim da Costa Maia.
C'ompaohlalbdelidade de |
seguro* martimos e ter-
rr3stres oatabelecida no
Rio de fanelro.
XGJENTSS XU PBPNAWBCCO
Antonio Loiz de Oliveira Axevedo & C,
comrx'teulemwUe autorisados pela direc-
toria da companhia de Seguros Fidelida-
de, loman seguros de navios, nvircado-
rias e predios no seu escriptorio ra da
Cruz n .1.

Ao publleo.
Teos a satisfacao de annuneiar, que acabamos de abrir nm estabtIecimento de molhado*
! na localidade e sob a denominaco cima indicada.
O novo estabelecimento, fundado ao gosio moderno, torna.-se recommendavcl pelo seu aceio,
e pela regularidade de suas operac5es mercantis; alera do que, tem ura grande e completo surlimeoto,
possuindo todos os artigos concernentes meHtados, cuidadosamente escolhidos e os mais frescos que
se possa dosejar. ,
Esperamos, portanto, que mereceremos a proteccao de todos em geni, prefenndo-oos na
compra dos gneros que necessltarem, certos de que venderemos a precos niuito comiiwdos, e tendo
em visla smente uma equena vantagem, que compense nosso trabalbo.
Nao teremos duvida em aceitar qualquer artko, qnn por acaso n5o agrade e nos seja logo
devolvido, restituindo entoseu importe, oo trocando por oatto, romo mlhor convenha ao comprador.
Desejamos muito que o publico nos proporcione occasioes repetidas de daaos pMvaa ve-
racidade de nossas palavras; e lerminamos inscrevendo aqu nossa constante divisa
Barato s no fronteiro,
Porm vende a diobtiro.

THEATRO
DK
%^r%vv%
^
Precisa-se alugar uma. ama para cosinhar
em ra>a de pouca familia e tambem um moloque:
na ra do Crespo n. 23.
Aluga-se um segundo andar na ra da Pe-
nha com muitos commodos : a tratar na ra da
Matriz da Boa-Vista n. 36.
Socledade dramtica nrlpome-
ae Peraambueana
O Sr. director manda avisar aos Srs. socios, que
domiogo 14. do corrente ir scana o drama
Luizrem 4actos, acomedaCofedj de Para-
gara -e as secnas r.umicas-Muito cusa a vi ver
com honra do Sr. P. Jnior, e a que,stoAnglo-
Brasileira. Desde j podar os senbores socios
n. !*:
y'
a tratar na praca da Boa-Vista n. 20.
DE
Aluga-se a casa da ra do Palacio do Bispo procurar suas partes de hilhetes na ra de Apollo
n. 37, primeiro andar.
Avisa tambera que, segunda-feira l.'i do corren-
te, haver assembla eral as 10 horas da manhaa
no salo.do theatro, aflm de se eleger a nova di-
reccao.
Secretaria da Sociedade Melpomene Pernambu-
cana. 10 de agosto de ISO i.
Joo X. A. Macil.
Io secretario.
, O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
JH 'o?, contina a residir na ra do Irape-
rador n. 17,2* andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do diae da noite
H para o excrcicio de sua proflssiio de me
S dico ; sendo que os chamados, depois de
^ meio dia at 4 horas da tarde, devem ser
j| deixados por escripto. O referido Dr.
^ nao abandonando nunca o estudo das
^ molestias do interior, prosegue, com o
JP| maior afflnco, no das mais difflceis e deli-
rfS cadas operaQoes. como sejam dos ergos
S ourinarios,dos olhos, paito?, ele.
CONSULTORIO MEDIGO-CIRURGICO
do
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LOBO MOSCOSO,
MEDICO, PAHTEIIIO 12 OPUR4DOR.
3 Ra da Gloria, casa do Fui#o 3
O Dr. LobaMoscnso i consultas gratuitas aos pobres toos os (lias das 7 s 1
horas da maobaa, e das 6 e meia s 8 hons da noite, excopcao\Bis ^dias santiticados
Pharmacia especial homeopatinca
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriaJo sortird^nto de carairas
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisacoes e pelos precas segnintes
Carteiras de *2 tubos grandes.
> de 24 tubos grandes.
de Mi tubos grandes.
> de 48 tubos grandes.
le 60 tubos grandes.
125000
ISfJOOO
24,5000
305000
3f.f5000

!
Pelo agente Euzebio se vender era leilo pelo
i maior preco que se achar a casa terrea como aci-
1 ma se indica tendo 2 salas, 2 quarlos, cosinha to-
ra, cacimba, quintal contondo diversos pus de ar-
voredos, que se colhem bons fruetns e de exlencao
P40TIFTFS A VAPOR. ;cc'rcade 28 Pal,l,os: os pretendentes poderao
COMPANHIA BRASLLEIEA
DE
lima casa Ierren na ru do Fogo fre-
Parf "pUf a %,t*. |IW MI MMM
Antonio Luiz de, Oliveira Aze- \
vedo <| C
Agpnte^ do Banco l'niao do Porte.
; entendur-se com
Dos portos do nnrte e espera- mar.se.
do at o dia lo do corrente o va-
por Oyapock, commandante An-
tonio Marcelino de Puntes Ribei-
ro, o qual depois da demora do
-costume seguir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder cenduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
moLio uiz de Oliveira Azevedo & C.
o referido agente para' infor-
Para a Bahia pretende sabir com
mnita brevidade o veleiro patacho D.
Luiz, capitn Jos Teixeira de Azeve-
do. por ter parte da carga engajada;
para o resto que Ihe falta, trata-se
com os consignatarios Palmeira & Beltro, no largo
do Corpo Santo n. 4, primeiro andar._____________
"Cear e Maranliio.
O patacho Vidente segu cora brevidade para
ambos os portos por ter meia carga a bordo : pare
: resto tratase cora os consignatarios Marques,
Jarros & C, largo do Corpo Sauto n. 6.
Competentemente aulorisados sacam por todo
os paquetes sobre o mesmo Banco para o Porto s
Lisboa, e para as seguintes agencias.
Londres sobre Banh o London.
AVISOS DIVERSOS.
Paris
Hamburgo
Barcellona
Madrid
Cdiz
Sevilha
Valencia
Precisase do tuna pessoa para dis-
tribuidor deste Diario do lerceiro dis-
tricio da Boa-Vista que comega na ra da
Aurora e chega a Sanio Amaro. na livra- i Amarantes,
ria n. 6 e 8 da praca da Independencia.
Frederle S Ballin & C.
Juao Gabe & Pilho.
Francisco Rahoba \& Ballista.
Jaime Meric.
Crdito commercial
Gonzalo Sogoria.
i M. Perera Y. Hijos.
Em Portugal.
Faltando alada ao archivo
dista typographla 4 volnmcs
eiicadernados deste Diario, ro-
ga-se as pcsso;is que os Icvaram
por empeestimose dis;neiii man
da-los entregar, nao se mandan-
do bnscar snas moradas ( bera
que nao se Ignore) pela Incerte-
za da hora em que se encontra-
r em casa.
IEIL0ES.
Feira semanal
DE
Trastes tiodos e usados.
IIOJE.
Sexta-eira 12 do corrente s lt horas.
N. 48Arhazkm u.v iiua ua Cadeia
O agente Olympin, no dia, hora
-N. 48
o lugar cima
vender em leilo diversos objectos de marcineiria
o ontros muitos artigos que estaro ao exarae dos
corapradores na vespera e dia do leilo._________
LEILAO
DK
Urna taberna
Ra do Arago numero 3G.
RODRIGUES & COSTA
fara* leilao por intervencao do agente
SimSes dos gneros, armaco e mais
existentes na taberna cima dita, em um ou mais
lotes vontade dos pretendentes.
IIO J 1
Sexta-eira 12 do corrente s 10 lloras em
ponto. ______________
I Arcos do Val de
Ver.
Avetro.
Barcellos.
Bastos.
Beja.
Braga.
Bragnnoa.
Faro.
Oliveira
rais.
Penak-I.
Tavira.
Villa do Coi.Je.
d'A^e-
Angra Terceira.
Caminb.i.
Gastello Branco.
Chaves.
Coimhra.
Coviiha.
F.lv.is.
Kxlreins.
Evora.
Fafe.
Pinna!.
Porto-aiegre.
Thomar.
Villa Nova
Portimo.
de
Aos l>:0OigO0ft.
Corre aiuanha.
Sabbado. 13 do corrente me lera lugar
a-extraccao da segunda parte da primeira
lotera em beneficio da matriz do Limoeiro,
Os bilhetes, meios e qnartos achara-se
venda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. 15.
Os premios de 0:0005000 at 105000
serlo pagos uma hora depois da -extraocM I j
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuico das listas.
O thesoureiro interino,
Jos Rodrigues de Souza.
Figueira.
Guaran.
Guimaraes.
bagoa.
Lagos.
Laraogu. -
Leiria.
Uoncao.
Moncorva.
Regoa.
Setubal.
Vianna da
Mo.
Villa Real.
Madeira.
S. Miguel.
Villa Ri al de Viieu.
S. Antonio. Faial.
No IMPERIO.
Jtohia. Maranbao.
Rio a Janeiro. Para.
Qualquer siiiuia a praie ou vista.podendo lugo
I os saques pr?m serem descontados no mesmo
1 Banco a razan de 4 por cont ao anno : a tratar
' na ra da Croa n. 1.
0 Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
1 e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua prolis-
so medica, e cora especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos ;
2o de peito :
3o dos orgos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
to examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalbo pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s
6 as 10 da raanha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
co que julgar conveniente para o
pr.ompto restabelecimento dos seus a
doentes.
- Precisare de una criada livre ou escrava,
qu<- saiba cotinbar e eugomuar : na roa das Cruz
n.'42, primeiro andar.
~^"Vrecisa-se de uma criada livre ou escrava
que saiba cezinhar e. comprar : na ra de Santo
Amaro (Muudo Aovo), sobrado onde raorou o Sr,
Dr. Sabino.______________________________
Precisare de una senhora on de um sacer-
Cas- dote que queira ir ensinar duas meninas em um
engeuho em Serinhaem, e se souber msica me-
Ihnr, pois dar-se-ba hom ordenado : a tratar na
caraboa do Carino n. Ib.
os remedios
V
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que sefizer, e com
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 15' 00.
Sendo para cima de 12, custaro os precos esiabelecldos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
II vitos.
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina Homeopatuico do Dr. JaJir,
dons grandes volumes cem diccionario........- 205000
Medicina domestica do Dr. llering............ *2Sftn
Repertorio do Dr. Mello Moraes.............
Diccionario de termos de medicina ....... > #.. 300*
Os remedies deste estabelecimento sao por demais conhecidos e dispcnsam porten-
to de serem novamente recommendados aspessoai que qnizerem usar de remedios ver-
dadeiros, enrgicos e duradores : ha tudo do melhor que se pode desejar, Rintms de ver-
dadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservado, tintura dos mais acreditados
estabelecimenios europeos, a mais exacta e aecurada preparado, e portanto a maior ener-
ga e certeza em seus effeitos.
Casa de mude para eneraros.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operaco, para o que o annunciante julga-se safficientemente habilitado.
0 tratamenlo o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa a mais de quatro anuos, ha militas pessoas de, cujo conceito se nao
pode duvidar, que pdem ser consultados por aquellos que desejarem mandar seus
doentes.
Paga-se 25000 por dia durante 60 dias e d'aht em diante 15500.
As operacSes serao previamente ajustadas, se nao se qnizerem sujeitar aos precos
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
I^pn ^
Cordeiro
utencilios!
LEILAO
DE
Si cakas rom l'olh de Flantlrcs ava-
riadas.
IIO.IE
Rethe & Bidmilac farao leilao por intervencao
io agente Piulo, e por cunta risco de quem per-
tencer de 31 caixas cem folhas de Flandres ava-
nadas d'agua salgada a bordo do patacho inglez
Fortnate, ao meio dia do dia snpraduo em seu
scriptorio ra do Trapiche n. 18, primeiro andar.
Jos Loorenco de Vasconcellos dono do bem \
conhecido estabelecimento de barbeiro Ha ra das
i Cruzes n. 35. avisa ao respeitavel publico que desta
data em diante sempre encontrar a< inelhores
i bisas de Hamburro, vendem-se e alngam se por
I menos do que era outro qualquer estabeleci-
mento.
CLUB PBilNAMBMO,
A iHOi familiar ia eoneute mez
ter Uirar na noite do dia 16.
Precisa-se alugar um moleque para os servi-
cos de, uma casa : a tratar na ra Nova u. 58, ter-
ceiro andar._______________________________
Aluga-se a lo adacasa n. 40 da roa das Trin-
cheiras : na ma da Aurora n. 38._______________
_ PrcTsa-se alugar uma preta que saiba cozi-
nhar e engomjDar : quera a tiver, dirija-se ra
do Trapiche n. 4, que achara cun quera tratar.
Miguel Jos Barbosa Guimaraes socio prin-
cipal da firma de Guimarao cv Lima, faz sciente
a todos os llevadores a esta firma que tend) falle-
cido 0 socio Jos de Almeida Nunes Lima, est
procedendo a liquidaco da niesma e por isso pe-
de a todos os devedofes o especial favor de man-
darem saldar seus debitas o mais hreve possivel.
Recife, 9dejulhodei86>
S1

A
SOLA
DA
A publico.
centro
de>la provincia
Pesia de Nossa Senhora ao (anuo d<>
Frontispicio.
Ao meio dia, no da 14 do crrente. !ovantar-se-
ha a handeira da SS. Vlrgem, tocando na oceasio
a banda marcial philarmonica Carmelitana, dirigi-
da pelo insigne raae,>tro Manoel Pereira da Silva
Serzedello.
No dia seguinte, as 11 horas, entrar a missa. I
nessoa que vai ao
de cobrancas) offerece ao respeltavej pnbli-
' l'raa
tralar de
co os seus prestimos para o mesmo lira, : a pes-
soa que dalle quizar utilisar-se dlrija-H* a na da
Madre de Dos I 'ja do Sr. Autoui i Fernanda > -.-
lozo, que achara com q-,:rm irat ,_______________
ATi
h
n
Convida-se a todos os tidados votantt
tocando a orebestra Carmelitana, dirigida pelo p.t-, da l'reguezia do Iliicifi', qitr qiii/.eri'in Iro-
uma es- ^aniar jg cominum accordo com os lihei ai s
^;->
WM
wr-
O bacharel
Francisco Auaosto da Cosa
m
AnvOG.vno
papel
DE
.4 Igodozinho e
(Com avaria.)
IIMI.
Kabe Schametlan & C. faro leilo por conta de
num pertencer e por ioterveneo do agente Pin-
-.) de algamas pecas de algodaozinho e algumas
resmas de papel cora avaria d'agua salgada: s
40 horas em ponto do dia cima dito em seu arma-
um ra da Cadeia n.
liEIIiAO
Um piano inglez.
O agente Olympio vewlera em leilao um bou
;>iano de armarlo moderno com superiores vozes,
autor John firoaitamod e 8ons.
Ser Ortela i*o Kecife- a. 48, s U \\i oras era ponto.
- Por ordem do consulado de Portugal o agen-
te Almeida far leilao no dia 18 do corrente, na
asan. 7 da ra do Crespo, de diversos movis,
vhjtetos de ouro, relogios, anoeis, ele, perteucen-
l*s ao esj'Hio do finado subdito portngaez Jos de
DRa IV. '*:V\FJIV,
Dedico inglez,
e habilitado pela faculdade de nwdicina da Babia,
tendo voltado Ifernainburo, pode ser consultado
todos os dias em seu gabinete, ra do Brum nu
mero 74.___________________________
CASA DA FOKTi:
AOS 6:000.000
Bilhetes garantidos
A' raa da Crespo n. 23 e casas do eostume
O abaixo assjgnado tendo vendido nos seus mui-
to elizes bilhetes garantidos os dous quarlos n.
2815 com asorte de 10:0005 e o de numero 133
eora a 2:000*,^ o meio n 3162 com 2:0005 e ou-
tras sortes de JWO*, 2005 e 1(105, da lot-ria que
se acabou de ektrahir beneficio do convento de
S. Francisco dp Recife, convida aos pussuidores
ile ditos bilhetes a vi rem reeeber seus respectivos
premios sera [os descoutos das leis, era seu esta
belecimento ra do Crespo n. 23.
O.mesmo teiu ejugsto venda os novas e felizes
bilhetes garantidos a beneficio da matriz do Li-
moeiro que se1 extraer sabbado 13 do crrenle.
Precos.
Bilhetaalialeiroa..... 75000
Meios......... 35500
. ...... 15900
as pessoas que comprareis
de 1005 para cima.
BflhBtai........ 65S00
leicT........ 35250
....., 157O0
Manuel Martins Fittza
Alug-se o segundo andaa da ra da I
ratriz n. 34 : trata-se na taberna do mesmo.
Kua do Imperador numero 69.
&mmmm m&mm mMmmW
Na oraca da Independencia, loja de ourives
n. 89, comprtn-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
coramenda, e todo e qualquer concert._________
Na padaria em Santo Amaro atraz da fun-
dicao do Sr. Starr, vende-se legumes de Hambur-
go, diversas marcas._______________________
Wociedade de seguros aiutnos
de vida iostallada uelo Bauco
Unio na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Lniz de Oliveira Azevedo C,, escriptorio na ra
Companhia vigilante de vapores ja Cruz do Kecife n. 1, estao autorisados desde j
de reboque. tomar assignaturas e prestar todos os esclarec
Aaenrit em rasa de Knihc i Ridoulac. 'mentos i|ue forem necessarios as pessoas que de
igenat em emm R0,ne ",ao fc; ; 8Ciarwn concorrer para to ut.l e benfica empre
Na coiiformtdade do que fot de liberado. egurando um futuro lisongeiro aos associado-
em assemhla geral dos accionistas da com-1 "r_~^7scl_iter & C, na ra do Trapiche n. 17,
panhia vigilante, que se reuni no dia 18 sacara por todos os paquetes para a Bahia e Rio
de abril do corrente anno, sao OS Srs. aceio- de Janeiro, vista ou a praso, conforme se con-
nistas convidados a entrar com 40 porcen- vencionar.
dre Manoel Candido Ferreira da (iunha,
SSSfiT: ft^_J2^.Jt|l ^* NfM* as prxima^
mestre pregador imperial Lino do Monte Carmello, ceteles para juntes de paz o venado? c>, o
Luna. comparecerem domingo 14 do rorrente s
As 4 1|2 horas da tarde subir um grande na- (- (l0ras (la ta,.(|e na roa ,ia (i-, "',,
lao. tocando a me harmona do granda.repertorio do mesmo maestro. P-ra se ti atar (tas anas ei
A noite haver Te-Deum, pregando o capelln do Joo Antones Torres Galind, casado, resi-
eiereito o Rym. padre mestre Lottrenco de Alhu-! dente em Alagoinha deste termo de Cimbres, an
qnerque Loyolla, depois d> que ser tirada a han-. nuncia ao respeitavel publico, que achandu-se en
deira ao-soin da msica, o se queimar um lindo ratellado seu sagro Joaqnim Jo^'- Alvares de Mi-
togo artificial da fabrica da viuva Rufino. randa por alienac.i mental, nao pode, portanto
Este o programm i que o provincial dos Car- ] contratar com nessoa alguma negocio de qualquer
inditas aprsenla aos devotos da mestna Augusta natureza, sob pena de nullidade, pelo que faz pu-
Senhora, rogando s pessoas habitantes do paleo t>la__ir o presente para scieitcia do publico._______
se dignem, para mais brilhantismo do festejo, de|
ornarem suas varar.das illuminando-as as duas |
noites.
Precisa-se alugar uma ama que saiba cuzi- j
Aluga-se a casa terrea n. 71 di roa de ller-
| tas : a tratar no arsenal de guerra cjm o almoxa
rife de mesmo arsenal. ______________
nhar, preferindo-se
triz n. 40.
escrava : na ra da Impera-
3--RLA ESTREITA D R0SARI0--3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar denles artificiaos tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sera que as obras nao
fiquem a vontade de sei_ donos, tem pos
eoutras preparacSes as mais acreditadas-^
para conservico da bocea.
to sobre o valor de cada uma de suas ac-
ces al o dia 20 do corrente, e, se o n3o fi-
zerem incorrero na perda da quantia j en-
trada e fa/.-se este aviso pela imprensa, o
Proearadoria-
Pedro Alexandrino da Costa Machado achando-
e provisionado para soficilar cansas ante os audi-
torios desla cidade, Cabo e Ipojuca, so encarrega
de tudo que for tendente sna prolisso, promel-
qual ser intimado a cada um dos Srs. aceto- tendo actividade e zelo no que Iba for confiado;
nistas em particular, os quaes tero dade de participar por escripto, que ficam
Precisa-se de una ama escrava para todo o
servico du uma casa de pouca familia : na ra de
S. Francisco n. ;i6._____________________________
Aluga-se uma casa na ra do Mondego n.
69, com bastantes commodos para familia : a tra-
tar na raa da Cadeia n. 57^______________________
Aluga-se por preco comando o primeiro an-
dar do sobrado.da raa'da Senzala Velha n. 48 : a
tratar na loja do mesmo._______________________
Aluga-e uma negrinha de 12 13 annos ;
a tratar na travessa das Cruzes n. 14, loja.
Perdeu-se hontem pela manhaa uma letra
da quaulia de 3335 sacada por Jos Antonio de
Faria e aceita por Francisco Jos de Boma, j fal-
lecido, em alguns dos wagons da estrada de ferro
ou uesta cidade : quera a tiver achado e quizer
restituir, leve-a ao Dr. Manoel do Nasrimento Ma-
chado Portella, ma do Imperador.
Desapparoceu da casa de s'ii> similores no
dia 17 do mei passado a preta Catharina, nacao
Costa, levando bilhetc para procurar senhorio, di-
zem estar acornada para os Alegados, em casa d,
alguns paroeiros, tem os sigoaes seguintes : corpa
seceo, cor bera preta, alguns tainos no rosto, ps
ura tanto grossos, e dedos curtos, levando vestido
de chita e panno da Gotta : qnem l pegar leve
na da Alegra n 11. que ser recompensado.
O Sr Sebastio Jos l'eixoto tem urna cara
na praca da Independencia, livraria ns. ti e 8.
Precisa-se de uma preta escrava ou de u i
moleque para andar na ra : quem tiver. dirjase
na do Aragao, fabrica de charutos n. 13._______
Precisa-se de uma preta escrava para o scr-
vico de uma casa do pouca familia : na rorheira
de Quinteiro & Airra, na ra Nova n. 63 : paya -e
linm. o que se quer que seja fiel._______________
Professor.
Uma pessoa habilitada ensina as linguas france-
za, pertugueza, italiana, e ingleza. Quando seja
necessario, ensina tambem as primeiras letras, e os
rudimento, da liagua latina : quera pretender,
qur seja,da cidade, qtir do interior, dirija-se
ra da Cruz n. 64, primeiro andar._________
~PreciVa-se de urna ama : na ra das Aguas-
Yerdes n. 92-
Precisa-se de uma mulher do-a para tratar de
istas em particular, os quaes tero I bon- tambem aceita do partido a procuradura de uai> | -TTSSSo"?'sJ_a'TB"*ImJ ao'p do arco de
quer casa commercial : pode ser procurado das 6 ^mo'Anton0
uttetrado e sua resolocao defimttva, para go ^ de sua reg A na ma imperial n. 124,1 Alugam ?lxSSSffliS
verno da direceSe. Kecife, 8 de agosto de primeiro andar, e fradessas horas, na ra estrei- ponco acabadas de edifcar. i" ^,'v' ,
ia 1 a do Hmario a. 34, escriptorio do Dr. Alfonso de da travessa das Barreras do ba.rro da Boa-\ i>ta -
4- n HirActnrPS Albuquerque Mello ; as quintas-feiras porm em a tratar na ra do Cotovello n. 28.
i Ipojuca, c as sextas-feiras no Cabo, em cujo re- jja travessa da estrada J
AssignadoHenry Forster & C.
Barao do Livramento.
SjHintlars BrothersA C-
Na ra estreita do Kosaro n. 34
ros contina a trabalhar
i
como dante?.
t Precisa-se de umfeitur que anteada d-splan-
tacoes para tratar de um sitio, prefere-se sumi
casado : a tratar na ra Nova n. 19, prmeirq
andar.
Adyogado Affonso de Albu- ^^^^^ 0 ^^
querque Mello, ST4;SS_____^
pode ser procurado a qualquer hora ; pas sextas----------------_---------^-----------------------------------
tetras, portn, na villa do Cabo.____________r !-Mk Anda es. or alnear-se a ea* terrea
Aluga-se o primeiro andar do mitrado da
roa Direita n 82, com bons commodos para pouca
familia : a tratar na padaria n. 84.
de Joo de Barros,
aluga-se ufi sitie com excellente casa, que tena
quairo janellas na frente, e rnn portao, lodo plan-
tado com arvoredos : para v,r, dirija-se ao men-
cionaOi) sitio. ______________________________
Por nm vidro que cnsta 15000, paga-sf 10^000.
Vicente AI ves Machado pagar104 a quem des-
cubrir o ladro que na noile do dia 8 do corrente
Ihe furtou da escada da casa oude mora na roa
Nova de Santa Rita n. 47, upi vidro do bico do
gaz, que tem na rapsro escada.__________________
Precisa-se de um homem para liropar o plan-
tar em um sitio : quem pretender, dirija-se nu
n. 3 a ra da TJnrao : 5 m da Aurora n. Nova lQ da (;oncei dos M|j_res, jrmazem
10, dir-se-ha quem naga. : ^ |,)|lfa n a ^yw se dirj qwm precisa.
- O aliaixo assignado declara que esta contra-
tado vender a sua taberna sita no pateo da ribi i-
ra n. 23, ao Sr. Jos Antonio da Silva : quem se
achar com direito a ella, apresente-?e na raes na
taberna.Joan Bautista t'ousseiro._______________
Atuga-se a casa terrea da ra da Tremp n.
11, com boas accommodacoes : a tratar na paga-
ra da ra Dire.ita n. 84._____________________
MohllU.
Envernisa-<;e mobilia mais em conta do que cm
outra qualquer parte : no pateo_do Carrao n. 24.
0 abajxoassignado vetule urna parle
ipie tena no engenho Inliaiuan, sito no ter-
mo de Iguarass.a qual excede de cinco con-
t de ris c juntamente uma divida grande
que tem de ser tirada do mesmo engenlio
uu de ontros bens que fnaraui do Uado
Moraes e de sua finada mulher D. Britis:
os pretendentes dirijam-se casa do Sr.
Laurino de Meraes Pinheiro dentro dojte-
cifa ou no engenho Carauba sito no termo
de Pao d'Alho. Tambem vende uma paite
que tera no engenha Curcahi dando a pre-
ferencia eos berdeiros dessa cisi.
Joo Marques ltacalbo.
Anda est por ajngar-se a ca.ia
INJECCAO BROW.
Remedio infallivel contra as gnorrhoas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
tica franceza, ra da Cruz n. 22. pre-
co_3l___________________________
tinturara.
Tinge-se nn perfei?5o pan qualquer
cor, e o mais barato possivel: na ra \o
Rangel n. 3*. segundo an'iar.

^r
--------------------1


------. .
SALSA PARRILH DE AYER.
Transchevemos aqui alguns]
dos muitoj attestaalos qu# iwti
recbalo das virtudes da Mls!j|f
parrilla do l)r. Ayer.
"W *J
mmm
Dlarto 4c PerasjKfcoeo
-^*,
*cvta ledra mt
de AgMto e i84
____I__________
Kheiimatimo.
DE JOO JOS DOS SANTOS.
faro Preto.
il
*******
^i|n*e/ Portuguez de
itura.
nctiia U do
!ej|| anniver-

< Sofri dieumatisuipcorami-
tas veros* e vendo annunado
ora um jornal d'esta cidaie a
Salsa parrillia de Dr. Ayer, re-'
solvi-me a comprar um frasco e fazer uso
d'ella ; e ames de concluir o primeiro Iras*
co, acliei-me forte e sem sentir a mais leve
d6r nos joellios; a parte do corpo que .te-A
tava affectada d'esse terrivel encorralado
que roubou-me tantas noites de somno. '
Tapio corre* e m|e omtimo lercei
sano 2 a 4n?talfigao do Gabkt
ciez Idi lisnxiiA, a directora faz publi-
co, qif nesse da estar patente -o esta-
$,,*:ffB*a queda pretender vafca-lo,
desaa ts M rieras da manhaa at as 10
horada noite.
1-WM awca-a aos Srs. assooiados.
que 0 < xpediente Ccar suspenso -desde
P oiaji tal quarta-feira 17, inclusive.
Secretaria do Gabinete Portugus de
Leitun era Pernambuco, aos 10 de acos-
t do i 64. *
Jwkjuim Gerardo de Bastos,
Io secretario.
0 mais completo q variado sortimento de albuns
que se pssaler visto em Pernambuco, acaba de
K.
COMSELHO
DE
'h
RIVAL SEM SEGUNDO
Ra do Queimado d. 49, est venden do muito
boas fazendas e muito barata?, quem quizerpeder
_ Nal vir ver ou mandar para experimentar, assim como
enai que os Hunos da ciwlisagao nc pregtwm sejam :
eeaoomiaparaospcsl! Esta parte do eerpo Gollinhas muito bas para sanhora-aJioO rs.
iumano e por certo aquella que-neste clima, ne-; Dias e- nuuUss do fusta o muito boMtas a 640.
Grande Hquidac%
tt hit odas na luja do Pavio, rna di Irap rilrz i
60, de Cama A Silva.
AcOa-se este estabelecimento completaraiatesor-
udode fazendas inglezas, francezas, allenies e
suissas, proprias lauto para a praga como para o
chata"odoTosta- nK.te" missa de diversos gostos e preijes razoaveis.
Ai
45-Rua Direita-45
fiorzeguins francezes para homem
Ditos inglezes idem ;a 85, 75 e I
em outra qualquer parte principalmente seudo "em
iilo bom a 25 S^30/ T td*s ai fazenila;i oa-se as amostras
idos a 500 rs enano Ocar penhor ou maudairt-se levar em ca-
Caias con sunerian$ brelas decolla e de massa m* e*wos daloja do Pava*,
a 40 fe."*. T' .. As Tinta da Pavao.
Vende-se .das segaintes mareas:
(E )
Semitb! Cepor I3JL
U i)
P N & C. de (FF o barril por (55.
P diamante 4e FF o bainl por 145500.
;Citos para senhora
Dii
do Passeio
pretender.
Grup^es, loa*bulhs, pustiilas,
nJeeras, e lodas a mole/(i^.
da pe le.
DO SR. JOO PACLA D ABREU E SOWA.
Ra de S. Pedro.Rio de Janeiro]
Soffria mais de dous annos de ama
erupcao sypliitiea em todo o corpo, mos-
trando-se sempre com mais violencia na ca-
ra, prove muitos raedteamentos e consulte!
mullos mdicos, e eslava quasi desanimado
quando vi os annuncios da Salsa parril/ia 'becco do R
do Dr. Ayer: comecei af.fazer uso d'ella e
nos primeiros das a eniprao aggravou-se,
porm aates de acabar o segundo frasco ti-
nha o mal desapparecroo completamente de
todo o corp*. j>
Doctor Dov Jos Valdes Herrera, profes-
SOR DE MEDICINA Y CIRIRJIA, SUBDELEGADO
EM AMBAS AS FACULTADES DEL SESTO DIS-
trictoHabana.
-- De superior ualidade FF 2 espingardas
- Traspissa-e o arrendamento te .um sitio por 165.
com boa csa e planta de caplm, a beira do rio, o Chumbo de mumgao de toda grossura
itos para menina
fiapaioes esmaga cobra*
' Ditos de Nantcs de duas solas
Ditos dito de sola e vtra
Sapa tos de borracha para sculioras
Ditos de dita-para meninos
mais pertc) (esta prac.a, assim como se arreada I S5600.
urna cochejira com urna casinba junto em bom lo- No armazem do J. A. Morera Dias
cal ese veh le dous carros sendo m de vidraca Cruz n. 26, ende encontrarao as amostras,
outro sem e la, e urna parelha de cavalloe os mais
fortes que pide haver proprio para quem quizer
usar deste urlico por ter toda commo*idade e
mbem estibara para alguns cavados: na ra
I ubtic-u loja n. 7, se tratar caai quem
barril Ditos de tapete para homens e se-
I nliuras a 800 e
arroba j Ditos para casa
(Chinelas rasas do Porto
ra da

Ama.
Quem piVcisar de urna ama de leite, )sario, toja do sobrado n. 5.
t
Mtenco
i ivraria rnimnei .LOAn,)0 Mm FL0R'
LlVHAitlA LliUnUDUiA liua do Queimadons. 63e 69.
fua do Crespo n. 2
JOOO Cordio branca gresso que tem moita applicaco a
50001 vara a 20 rs.
4800 Lionas de carriteis garanto-se 150 jardas a 40 rs.
25000) Cartoes de linfa Pedro V cora 200 jardas a 40 rs.
150001 Grosas de pennas de ac muito finas a 500 rs.
550001 Varas de franja *5000 Ditas de franja branca larga para toalhas a 160 rs.
15W0, Pares de botoes de puimo a 120,320 e 500 rs.
150001 Tioteiros deevidro floin tinta a 160 rs.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rf.
Grosas de botoes de loaca prateado a 160 e a du
zia a 20 rs.
Tesouras para costura a 80, 200, 400 e 800 rs.
Escovas para limpar dentes, superiores a 200 rs.
Vendem-se superiores chitas claras e escuras pe-
lo barato preco de 240 e 280 rs. sendo tintas segu-
ra, ditas fraocezas fluas a 320, 340, 300, 400 e
1 rs-, o covado, ditas pretas largas e
15000
500
15600
-------,-..~, pretas largas e estrenas,
nscados escocezes Anos a 240 rs. o covado, isto na
| ^|*ad0 pavao ra da Imperatrlz n. 60 de Gama &
j As cassas do Pavio a 210, 280, 300. e 320 ft.
i "en.,?m"!;e finissims cassas persianas cores fl-
I "i,n mSj,s- tovado, ditas francezas muito finas
a 2*0 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
I covado, unissimo organdy matisado com desenhos
mmdinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito finas a 320 rs, isto na loja do l'avo ruada
Libra de la para bordar da nielhor qualidade a Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Cintos delirados.
S5o chegados os lindos cint-is bordados ouro,
ao pe do arco de Santo Antonio 1j*"10PTey> ^25500 e 35000: no Beija-nor,
r na ao queimado ns. 6.1 e 69.
t iM'llas para cintos.
. Chegaram tambem ricas livellas douradas e de
65500.
Caixas de phospboros de seguranca a 160.
As Ifiazinhas da exposica da Patio.
Vendem-se as mais modernas laazinhas mossan-
Obras Hltimamcnt recebidas
UTTERAXURA.
O abaixo
voluntariarae
Kleiu it M
rt ns, na ra de Jb.Fernandes Viet
ra, na Solei ai fe, dos quaes era cixeiro : e preva-
lece-se da o np orlunidade para agradecer aos refe-
, ridos seuho e: a benevolencia e a conflanca com
Certifico que he usado la Zarza parril-! que sempre
a$signado declara que hoje despedio-se
te da fabrica de cervoja dos Srs.
ks casos de ulcera crnica, como asi mismo
ensayado las Pildoras catrticas del mismo
autor y las considero como um purgante,
cuya accin ademas de ser segura, ha sido
muy eficaz en el tratamento de las cnlermi-
dades que exsigeu el uso de los purgantes,
y no vacilo en recomendar estas preparacio-
nes. Y para los fines que puedan convenir
doy la presente en Regla 7 de Setiembre
de 18G0.
Don. Jos V. Herrera.
Escrfula.
attestado do Illm. Su. Francisco Ferraz
dos Santos.Ouro l'rto.
Me acho ha quasi dous annos affectado
de escrfulas, e tendo soffrido tanto que al-
gumas vezes quasi que diego a desanimar
da vida e maldizer da minha infeliz sorte;
lenho sido tratado por muitos mdicos d'es-
la cidade, e nenhuiu pode vencer a tenaci-
dade de minha molestia, eslava sem espe-
rancas de recobrar a minha saude ; quando
ullimamenle resolv fazer uso da Salsa par-
rillia do Dr. Ayer. Gomplelam-se hoje
trinla e scle dias que comecei com este
santo remedio, e lautas melhoras tenho
sentido que tenho conviccao de em breve
recobrar a minha saude, perdida ha lauto
tempo,
Nypkils c molestias uerearlaes.
Do Illm. Su. Dr. Jackson.
Medico mnilo cotilleado as provincias do
sul do Ihadl.
Tenho receilado a Salsa parrilha to
Dr. Ayer nos casos mais inveterados de
SffphHis constitucional e sempre com os
mais felizes resultados ; o melhor atieran-
te iyje conbeco.
JLcucoriHuca c flores bi'aiBcas.
Temos carias em que nos coniam casos
inveterados que fofam radicalmente curados
com um ou dous frascos d'esta Salsa par-1
ril/ia.
O espaco nao nos permilte transcrever
todos os attestados que possuimos das vir-
tudes d'este estia.to composto de Salsa
parrilha do Dr Ayer. Basta dclarar ao
publico que tem sido empregado ha mais
de vinte anuos pela prolisso medica tanto
(las Amerieas como da Europa, sem minea
desmentir a sua alta repulac3o.
Piara a cura radical de escrfulas e afecces
escrofulos, sypbilis e molestias syphi-
liticas, ulceras, feridas, cliagas,
erupces cutneas e todo e
qualquer incommodo que
proven d'um estado
impuro de sangue,
tomem a
9AMJM, IMRRIH.ilA DE AYER.
A' venda na ra ireila, ns. 12,2G c 76;
ra da (juitanda n. .'iI ; praca da Cunsti-
tuicio, n. .'10 e Hospicio, n. 40. K as
principaes pliarmacias c drogaras do im-
qerio.
que sempre se dignaram de hnralo at o presen- u 23 i i*s w "i 1 t>\ '
la del Dr. Ayer, v como depurativo he ob- te. Recit 0 de agosto de 1864. Mocid^e de "Juao v Por L- A- Rabel|o
tenido de ella los* mas felices resultados en----------------1 Remiro Euzebio de S Pegado. ^JS^Twif^ por J. A. Cor'vo, 3
Os Miseraveis, por Vctor Hago, 10
Crimes espantosos, 2 vol. .
Manoel Anlo
Historiada Fundacao do Imperio Bra-
slleiro por J. M ftereira da Silva, pri-
meiro vol. ...
Calabar, historia brasileira do seculo 17
por J. S. Aleudes Leal Jnior, 1 vol.
ene. ... / ..J"..
Theairo do Dr. Joaqun Manoel de Ma-
cedo, 3 vot ene.....
Obras de M. A. A. de Azevedo, 3 vol. ene.
Suspiros Poticos, de D. J. G. de Maga-
55000
ac para cintos a 15000 e 15200 : no Befa-flor,
ra 4o Queimado ns. 63 e 69.
Pcntes de tartaruga.
e..^12,dol'?.*i?s de ,art:""ui-'a. gosto moderno, a
oiOO 55o00 e 65000: ra de Queimado as.
.63 e 69.
Pentes de travessa.
Caixas e pacotes de papel amizade superior a 600 bique ^S^SP^T^^S^
Caicas com lOt/envetopes' muito finos a 800 rs. Xi^^^S^^T^S
Quadernos deapel pequeo azulado a 20 rs. roupa para"meninos e cafas, e pelo SS
Carriteis de finha Aiexandre com 200 jardas a preco deStO rs. o covado, ditas ebfitadwrtSS
Knljk 1 a(rt prenles de quadrinbos a 500, 400 e 360 rs. o co-
Uaralbos para vol arete a 240e mais linos a 300 rs. vado, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rT
Sft* l,n,ha 'r00M "ara bordar a 20 "as ais baratas do que chita tambera maUsadas
iin S de lrausa de lodS S tamanhos a 320 rs. o covado, ditas a Maria Pa conTSma
a ifwv. de se(ia e i palmos de largura a 800 rs o covado
(.rosas de botoes de madreperola muito finos a 560 -- -~ ?'
ris.
Carlas e caixas de clcheles de superiores quali-
dades a 40 rs.
Massode grampos superiores e limpos a 30 rs.
Fugio dd engenho Laga do Matto, no dia 15
de julho do w rente anno o pardo Goncallo, com
ossignaes sigiiintes : baixo, grosso do corpo, des-
corado, dent;s limados, olhos castanhos, tendo era
um delles urna bulide, usa de bigode, tem as per-
nas um poudo arqueadas e os ps apalhetados, ca-
bello nazare 10, fcil passar por hvre, porque
vol.
vol.
j Vendem-se pentes de travessa d novo gosto para i pr10sa' ^ pafitw de gz a 25200".
95000 meninas a tOO e 800 rs. : s no Beiia-tlor. ra do Libras de areia preta da melhor qualidade a 120
95OOO Queimado ns. 63 e 69.
Pentes para atar cabellos.
35000 Lindos pentes pequeos para atar cabellos, pro-
prios para se andar em casa a 400 e 500 rs. :
85000 no Beija-ftor, ra do Queimado us. 63 e 69.
....... ww. .B.l.| .y I I I(
smente reco pensado.
O al aix 1
sa, que desde
novo estabele
ao corpo do c )inmercio, e a quem interossar pos
o da 6 do correte tem aborto um
ment de molhados na ra do Ale-
reme da dita
ra comprar
agosto de I86&
Precisa- t
treita do Rosa
Compra
dapa-se beni:
pendencia n.
Mirilla de Dirceo, ntida ediccao, 2 vol.
Historia de Napoleo, com estampas, 2
vol.........
Obras poticas de M. I. da Silva Alvaren-
ga, 2 vol......%
O Outono, poesas" de A. F. de Castlho, 1
vol.....
Revelaeoes, poesas de E. A. Zaluar, 1
vol. "........
Peregrinacao provincia de S. Paulo, pe-
lo mesmo, 1 vol......
A morte moral, novella por A. D. de Pas-
cual, 3 vol.......
assignaJo faz sciente ao publico e Agulha em palheiro por Gamillo Caslello
85000
165000
65000
65000
alm de ser njuto adiado anda bem tratado. Este
escravo tem nili no poder do Sr. major Manoel
Rodrigues dts Santos, morador em Ta, freguezia
do Limoejro roga-se s autoridades policaes ou
aos capitaes Id campo a prisao do dito esclavo, e
levado no mismo engenho, ou no Rocifo ao Sr.
i* Forreira Gomes, que ser genero-
55000
65000
450OO
55000
65000
65000
25OOO
crim n. 2, frernezia de S. Jos, em que ost de ge-
isa o Sr. Jos Bernardino Alves pa-
vender a dinbeiro. Recite 11 de
Jos de Souza Nuno Brasa.
alugar um moleque : na
o 11. 12, primeiro andar.
ra
Branco, 1 vol.
Visito dos lempos, Anligudade Homrica,
Harpa de Israel, Rosa Myslca, poenja,
por Theophilo Braga, 2* edicao, 1 vol. 15500
Cynismo Scepticismo e Crenca, comedia
por A. Cesar de Lacerda, 1 vol. 15000
Alm distas obras recebeu mais, de litteratura
franceza, portugueza e brasileira, as quaes vende
~. precos muito razoaveis.
>r-J=nnx&r*immi
.
1DERBQ08 DE MOSAICO
MPRAS.
;e ouro c praia em obras velhas
na lija de bilhetes da praca da Inde
Compra-;
mero 78.
cobre, la
la amare
ao 1
lia 1
idade de 11 I
ros, na roa 00
bom estado
cobre velho : na ra doBrum nu-
A aguia branca da ra do Queimado n. 8 rece-
beu bonitos aderecos de mosaico e fino dourado, e
os est vend.ndo por prerorazoavel.
Bolsas para caea.
_ Esse objecto aqu tao custoso de enconlrr-se, e
tao preciso aos apreciadores da caca, acha-se hoje
a venda na ra do Queimado loja da aguia branca
__________________^^^^ i n. 8, onde o comprador ser servido conforme o di-
fWv.i-i-.Ki ;nhciro que quizer dispr para tal fim.
LOmpra-Se Esseuela de rosa.
chumbo: no armacm da bo- Em Pefloeoos trasqninbos a 15000. Vende-
JiiBoa^ e^eu^a,ocia.i *>%Slm* TOltare.e
A aguia branca na rea do Queimado n. 8 rebe-
ben caixinhas com lentos de mailim e madrepero-
- Xo esendiorio de M. J. Ramos eSilva Gen- la para vollarete, liavendo dinheiro ebeguem-se a
clles antes que se acabem.
Graxa econmica.
Chcgou novo sonimento dessa boa graxa, e con-
tinua a ser vendida na ra do Queimado loja da.
Pentes para alisar.
Pentes de borracha tinos, guarnecidos de metal
para alisar a 900 c 15000, ditos sem ter metal
porm de caracol a 700 e 800 rs. : no Beija-flor,
ra do Queimado ns. 63 e 69.
Botoes de madreperola.
Tendo recebido um variado sonimento dos de-
sejados botoes para abertura de roupao, vendem-
se a 400 rs. aboluadura : no Beja-flor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
Grvalas para senliora.
Lindas gravatinhas de taco para senhora a 15.
ditas sem laco a 640, 800 e 15000, sao as mais
lindas que tem vindo : s no
Queimado ns. 63 e 69.
e ditas de amas cor parda, azul, cor de lyrlo e
perola propriaa para vestidos, santembarques e
ganbaldes a 720 rs. o covado, ditas escoeezas a
800 e 400 rs isto s na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavio.
Vendem-se finos chales de crepon estampados
Caixas redoudas para rap e tem muito bonitos ca Sn'(ua9ra7tpQreS *?**> 7*.' 8,'ditos de fi3M
iimma o tnn .' aonoa a 75 e 85, ditos pretos ricamente bordados
a retroz com vidrilho a 125, ditos pretos lisos a
u5' Jls de cres a 4*500e 55, ditos de merm
Ra do Queimado-n:49 *ySSV OttUf^^Stftf SKa'lS
S!S!^ZV^^*'f?^^^'^ dg0 Pavao ra da Imperatriz n 60,' de Gama S
ris.
laxas
Jungas a loo rs.
RIVAL SEM SEGUNDO.
acabando certas qualidades de fazenda.
i Pecas de fitas elsticas com 10 varas a..
Ditas de tranca branca lisa com 10 varas.
1 Ditas de (ranga preta lisa a............
I Realejos para meninos, pechincha a...
' Rodinbas com superiores alluetes a.....
Caixas com superiores agulhas e limpas a
Saboneles de familia, muito linos a 80 e..
Pares de sapalos dela para criancas a..
Varas de babado do Porto muito'bom a
100, 120e.........................
Ditas de bico largo grosso a............
Beija-flor, ra do Potes de superior tiuta tem mais de meia
garrafa a..........................
240
100!
60
120
20
200
160
400
Enfeiles para senhoras. : Caixas com pe fumaras muito bonitas a.
Lindos enfeites modernos a 25000 e 25400, i frascos de oleo de macaca muito tino a .
ditos de rede a i900 rs. : no Beija-flor, ra do,itos dc olco de babosa" superior a 240,
Queimado ns. 63 e 69. | 320,400 c.........................
Talltercs para meninos. i Dit?s de ctll-'ii"os muito superiores em qua-
Chegaram novos sorlimentos de lalheres para!n'!?1,8???"!;"v'.......; .........
meninos a 280 e 320 rs., ditos cabo de balanco de' ,,t0> de a8ua.decolonia muito boa a....
um botao a 400:
160
100
320
500
Compra-! 3 ama mulaUnha ou negrinha com
-\-
i,annos: na ra Birelta n 113.
i^igario. compra-se um caleche em
1 uem tiver para vender annuncie. I
Compra-s
do Rosario n.
Con
ouro c prala
na ra larga
couro de canieiro : na ra larga :
na-se elTectivamente
obras velhas pagando-se bem
Rosario n. 24, loja de otirives.
COMPENDIO DOLOROSO
que conlcm o ollicio de Nossa Senhora das
Dores; o iodo de rosar c ofi'erecer a co-
roa, um sot nario e taais outros excrcicios
prcla ; agora, pois, quem comparecer com dinheiro
pode bem escolher um bonito loque, na ra do
Queimado loja da aguia branca n. 8.
do peda.le e devocao; ordenado pela ir-1 ^^^^J^SSSSLi ******
mandada As serves da rnesma Senhora, | A kl|a fcg SJSRSSlB** se
que se .icnh ereda na egreja (le >. S. (la vei.dcm essas bonitas caixinhas com arranjos para
r onha do i npctial hospicio dos reveren-1 costura, acba-se mui bem provida por ter agora
dos padres! misionarios apostlicos capn- recebido um bello soitimento de ditas caixinhas;
h.asiIo Pomimhm-n ,,,,. | assim como outras com finas perfumara, por isso
Sitio
Alnga-se um sitio no Rosarinlv) n. 2 junto a ca-
pella, com muitos arvoredos de fructo, e casa com
rnu 1 tos com modos para familia, cocheira para car-
ro canimaes; a chave para se ver est no sitio
defronte do Sr. Fialho, e para tratar-se, na ra
Nova n. 55, ou na ra da Cadeia do Recite n. 29.
Chod Cron,
Europa.
cidado belga, retirase para
O abaixo assignado, thesoureiro das loteras
des.a provincia, avisa ao respeitavel publico que
acaba de obter do Exm. Sr. presidente da provin-
cia urna licenga de quatro mezes para ir a algu-
nas provincias do sul tratar de interesses para as
mesmas loteras, deixandoem seu lugar e seb sua
responsabildade, seu irmao Jos Rodrigues de
Souza, que por vezes o tem substituido e desem-
penbado dito lugar, ajDdado dos bnns empregados
com tino e probidade, que tem feito grangear a
conflanga do Exm. Sr. presidente da provincia,
Dr. chefe dc polica e do respeitavel publico.
Approveitando a oecasiao offerece os_seus ser-
vicoa naquelles lugares a todos quantos nao pode-
rara pessoal mente receber suas ordens.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
ENDAS."
aguia branca n. 8.
litas
para a irmandade do Bom Conselho, e carias dc
: hachareis. Vende-se na loja da aguia branca, ra
do Queimado n. 8
E.e<{ucs tle sndalo, madrepero-
la, osso, etc.
A aguia branca receben um bello sortimento de
loques de sndalo, madreperola e osso, sendo elles
de diversos moldes e variadas cres, inclusive a '
chinhos talimos de Pernambuco, approva-
do por S. AL I., que eus guarde; dado
luz por cevocio do muito reverendo
padre Fr, I' acido de Messna.
Vende-se a 3 rs. na livraria ns. G e 8
da praca da Independencia.
O Sr. J. I. de C. M. faga o favor de vir ra
Nova n. 68, primeiro andar, terminar o negocio
que nao ignora, isso nestes tres dias, sob pena de
publicarse Besle jornal nao s o seu nome por ex-
tenso como qual esse negocio, e tudo quanto a res-
peito delle se tem dado entre S. S. e a pessoa que
az este annuncio.
mms,-mmam-mwm-mmm
g DENTISTA DE PARS
g 19Ra Noti-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
ffaz todas as operages de sua arte, e eol-
loca dentes artificiae--, todo cem soperi
rldade e perfeicfio, que as pessoas enten-
| didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos dentiflcio.

Livio de orajes.
Vende-se ICO reis, na livraria ns. G e 8
da praca da Independencia, um livrinho con-
tenido o seguii te : louvor ao santo nome de
Deus, cora d( s actos de amor de Deus, ora-
coes c petcoe.', hymnoao Espirito Santo, co-
roa do Senho ,i\'iso i qualquer alma de-
vola, desengat os da vida humana, hymno
de Santo Amb -ozio Nossa Senliora, jacula-
torias ao Santi simo Sacramento, exercico da
va-sacra, con memoradlo Nossa Senhora
do Carmo e ao SS. Sacramento, directorio
para a oraco 1 v.iital, dividido pelos dias da
semana, obseq iio ao coracao de Jess, sau-
dacoes devolas s chagas de Cbristo, ora-
Ces Nossa Skihora, S. Jos, ao anjo da
guarda, Deus em obsequio qualquer san-
to e para a noute, e responso pelas almas
do purgatorio.
quem quizer fazer um bom prsenle, tendo dinhei-
ro dnija-se ra do Queimado loja da aguia bran-
ca n. 8 que ser bem servido.
Boa tinta para marcar ronpa.
Vende-se na ra do Queimado loja da aguia
branca n. 8.
Vende-se um terreno de marinha silo no
caes de Capibaribe, com 275 palmos de fundo e
57 de (rente : a tratar na ra da Imperatriz n. 63,
segundo andar.
vi:.\i:.u-si:
as seguintes ob-as: Garnier, Economa po-
ltica, 1 vol.
to romano,
po
1
Kaue Paulo (onleiro ajado.
A loja da Aurora na ra larga do Rosario n. 38,
recebeu rap Paulo Cordeiro, nieio grosso, dito de
dito viajado muito fresco, tanto viajado como meio
grosso.
as lojas do Beija-flor. ns". 63
e 69.
I.aa para bordar.
Vende-se la de superior qualidade e de lindas
cores a 65800 a libra : no Beija-flor, ra do Quei-
mado, ns. 63 e 69.
Papel de diversas qualidades.
Vende-se papel de beira dourada pautado a
15200 e 15300 o pacote.ditos sem ser dourado e nem
pautado a OiO, 800 e 15000 : no Beija-flor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
Envelopcs para cartas.
Vende-so envelopes de cores a 600 rs. a caixa,
ditos brancos a 640 e 800 rs. : no Beija-flor, ra
do Queimado ns. 63 e 69.
Pentes dourados para alar.
Vende-se pentes dourados para atar cabellos a
15000, 15200, 25800 e 35000 : no Beija-Oor. ra
do Queimado ns. 63 e 69.
Penlcs para arralas.
Vende-se lindos p<.*n(inhos dourados com podra
para inarrafa a 15200 : no Beija-flor, ra do Quei-
mado ns. 63 e 69.
Sapalos de tranca.
Vende-se sapalos de tranga moit bons a 15500,
di los de tapete a 15600 : no Beija-flor. ra do
Queimado ns. 03 e 69.
Ilalaios com sabio.
Lindos balaios com 6 sabonetas de varias (ruc-
ias a 25500 cada um : no Beija-flor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
-Xas mesmas lojas se encontrar lindo sorli-
mento de perfumaras e variado sortimento de
mindezas que so tornara enfadonho menciona-las,
porm aianca-se ser tudo bom e mais barato que
em outra qualquer parte.
Saboneles de todo o preco 60, 160, 200,
320e.............................
Frascos de superior banba a 320 e.......
Caixas dc p para limpar dentes muito
fino a-............................
Ditos de bsnha transparente a..........
Paros de ligas muito finas para senhora a
Saboneles inglezes da melhor qualidade a
Frascos de agua dentrifi.ee superior ga-
rantida a..;....................... 15000
Massos com 25 envelopcs grandes azula-
do a..............................
Varas dc fita preta com colchetes a.....
Frascos de macaca perola muito superior
Caixas com pennas grandes a.........
Grosas de botoes para calca preta, miudos
Libras de memento da roupa de lavar a..
Carriteis de retroz de todas as cores e
tem meia oitava de retroz a..........
Varas de bicos de difierentes larguras a
AGENCIA
FNMCA DE LGW-MGOL
Ra da Senzaia nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas
0 Pavio vende para luto.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
de laa sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
prio para vestidos, paletols, capas e(c., pelo bara-
to prego de 25, 25200, 25500 o covado, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas e estreilas, chales
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
com gollinhas e outros muitos artigos que se ven-
dem por precos razoaveis : na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os vestidos do Pavio
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
t camente bordados a veludo pelo barato prego de
0 i0*1' sendo. fazenda que sempre se vendeu a 1005
e 1*05 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
500 dados a croi'lie> sendo proprios para baile e casa-
mento a 10, 15, 20 e 305 ditos de la com lindas
3*0 barras a 18 e 155 i isto na loja do Pavo ra
HA da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
800 r Us pannos do Pava.
Vende-se panno preto muito superior pelo barato
400 Preco de 25, 25500,35 e 35500, ditos muito tinosa
800 Wi >>5 e 65, cortes de casemira prela enfeslada a
45, 55O0 e 65, casemira preta fina de urna s
100 largura muito tina a 15800, 25, 25500 e 35, cor-
600 Ies de casemira de cor a 55, 55500 e 65, casemi-
500 ras ehfesiadas de urna s cor proprias para caiga,
320 paletots, colletes, capas para senhora, roupas para
meninos a 35 e 3-5500 o covado, isto na loja do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, dc Gama & Silva.
.4 roupa do Pavio.
100 Vendem-se paletots de panno preto sobrecasa-
> eos fazenda muito boa a 125, ditos muito finos a
165, 20$, 235 e 305, caigas de casemira preta boa
fazenda a 45500,55, 65, 75 e 85, paletots saceos
de panno preto a 75, ditos de casemira de cor
65 e 75, ditos de alpaca prela, ditos de merino
preto, ditos de br/m de cores, calcas de casemira
de cor a 45, 55,65, 75, ditos de caxemira da
Escossia a 35, ditos de brim pardo a 25500: ditos
: de cor a 25 e 25500, ditos brancos muito finos,
sto na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, do-
, Gama & Silva.
As colchas do Pao.
Vendem-se colchas de linho alcocboada pro-
prias para cama pelo barato prego de 55 cada nma
na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
lefias dc urna sO cor.
Vendem-se laazinhas de urna s cor. serdo en-
200
200
100
200
200
60
[":; escobroicnto Espantoso
0 .l'umlo Sn'diO'ii'ro nnauimamentc o approva.
tn rto fnmn e-in, ue ,ls,n muito miuuinhas proprias para vestidos
h\nim oT,m e r"pas de meD'"s meninas pelo lurato preco
i,il ,r d'' m rs" i ^00 Pavo ra da Imperatriz n. 60,
tana, do toda.-, ,oja de Gama & S|,
osla fabrica nm m' ^.t- ., ___-_ .
Farinha de mandioca
ensacada c da melhor que ha : vende Miguel Jos
Alves no seu escriptorio, casa n. 19, na ra da
Cruz.
Chabot de VAlli
cesses, l vol.
philosephcas, 1
dy, crearo de
por 25; AnaloU
de em direito ro lao, 1 vol por 2i?; Lotus
Blanc, organisa ;ao do trabalbo, i vol. por
2rJ; Revista cor tempornea <1e Portugal c
Alnga-se o 2 andar do sobrado n. 79, na ra
do Imperador : a tratar na ra' no Crespo n. 15.
Narciso Ferreira da Veiga, subdito porta
.guez, retra-sc para a provincia tro Para.
Urasil, anno de 1859,
Gabug loja n. 2 \.
2AJ5O0:
Mackeldey, Direi-
IoI por 50 ; Du Caurroy,
Commentaro" d 1 cdigo civil francez, 2 vol.
por 100 ; The (pmplete Work of lord liy-
%; Raciue, obras comple-
tas, 1 vol. por 9&; G. Mass, Diccionario do
contencioso coiamercial, i vol. por 70;
ir, commentario sobre suc-
lor 70; A. Arnaud, obras
vol. por 30; Sauvage-Har-
bancos de deposito, \ vol.
Chauffard, da solidarieda-
Vende-se um excellente sitio em Santo Ama-
ro, prximo ao cemiterio, com urna grande casa
de vi venda, e outra menor, bem plantado, com
baixa para capim, e mullos arvoredos de fructo :
quem o prelender, entenda-se com o correlor Ma-
cedo.
Bom c barato
Manteiga ingleza flor a 800 rs., franceza a 560
em porru faz-se abate, caf primeira sorte a 300
e 280 rs., cha miudo superior a 25600 e 25400,
banba a 380 rs., alelra e macarrao a 400 rs., er-
vilhas a 180a libra, palitos a 140 rs. o mago, al-
pista a 140 rs., arroz a 100 rs., toucinho a280 rs.,
spermacete a 560 rs., carnauba a 320 rs., choari-
gas novas a 600 rs. a libra, batatas a 40 rs., sebo-
las a 15 rs. o cento, vinho de Lisboa a 360 rs. a
garrafa e ranada a 25500, Figucira a 440 a gar-
rafa e 35200 a caada, gaz a 480 rs., azeite doGe
a 600 rs., dc carrapato a 260 a garrafa : no ar
mazem da Estrella largo do Pa raizo n. 14.
por 20: na ra do
(ALGO.
Vende-se um cao de raga galga legitima: na
ra do Hospicio n. 36.
Vende-se urna negra propria para todo o
servigo e sem achaques : a tratar na taberna jun-
to a matriz nova de S. Jos oom Bernardo Jos da
Rocha.
A f oinposirao Anacabuita
Pcioral dc Kemp.
Tor espaco dc milito tempo se ha tizado cr-
ti lisamente em Tampico para a cura de
TSICA PULMONAR,
CATARRHO, ASTHMA,
BRONCHITE, TOSSE CONVULSA,
CRPO 00 GARROTILHO, e
Inflammacoes da Garganta e do Peito,
c isto com um resultado to feliz c verdadei-
ramcnttt assoinbroso o pao 011 madeira d'uina
arvoie que ebamo Anacaiiuita, o que s
se cncontra no Mxico.
A Composicao Anacahuita Peito-
ral de Kemp e"um Xurojie delicioso, Inte-
amento dilForcntc na sua composigao dc
tollos os mais Peitoraes e Expectorantes ma-1
nufacturadus de fructos astringciites, caicas
e raizes, te, o ncsmo uo conten iiciihum
outros quaesquer ingie-
para engenho, machinas de vapor carnada, azul, cimenta, cr de caf, lirio claro, li-
e tachas de ferro batido e coad.o, de todos o rio roxo cor do perola pelo baratissimo preco' de
tamanhos para ditos. 6't0 oovado, fazenda mnlto lina s o Pavo, ra
-j^^;--------=------r------------------^---------- da Imperatriz u. 60 loja e armazem de Gama &
r ataca ue chapeos de sol de s,lva- lc .-; .
T1 ,. As prccalas o Pavao.
t railClSCO Maestrail, Tila Vendem-se as mais lindas precalas que tem vin-
i f\ i r\C\ ao n'^r^ao clicgadas pelo ultimo vapor fran-
(10 UUGllliciUO li. coz' Pel ,,;iral Prego de 600 rs. o covado, ditas
che.ado um grande sortimento de fumo capo- de l,p"'""Vl amito mudinhas proprias para vestidos
ral, cachimbos, e chonelas para cli
bem bengalas e chicles para monl;
as qualidades, e sempre fc acba nesiu
grande sortimento de chapeos de sol de todas as As calas do Pavao a 2400 c
qualidades, tambem se cobrem chapeos e se con- SOO o corte.
certatn, e se faz tudo perteneente a esta arle. Vendem-se cortes de chita com doze cevados
----------------------------------------------------__ cada corte, ditos com dez covados a 25*00, fazen-
A OS Sl'S edificador CS de predios da mi,il ba> e (\Q tt* desbota, s na loja do Pa-
Vendem-se alguns terrenos dentro dista praga, S ^^ ; a "" da lmPeratriz n-
, por prego commodo : a tratar com o agente de j leiloes Olympio em seu escriptorio ra da Cadeia ann0 "e 'IUB0-
' do Recifen. 48, primeiro andar. Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
! ------------------------__________________________ 'gura proprio para lences, toalhas e ceroulas pelo
IIi/IIIrll l l'.rn irMaUTrUU barat0 Prego de 640 rs. a vara, bramante de linho
iflAlllllJlAo llKl AlEN IL Cra Pa'm-S ^ lar^ra.a 25500, algodour
<1c trabalhar mo para
descarocar algode
FABKICADAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAM
monstro com 8 palmos de largura a 15, pecas de
I Bamburgo com 20 varas a 95, 105 e 115, pegas de
! madapolao fino a 75500, 85, 95 e 105, ditas de
algodaozinho a 65, 65500 e 75, e outras muitas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
afim de apurar dinheiro : na loja do Pavo ra da
imperatriz n. 60, de Gama ci Silva,
O bramante do Pavo com doze
palmos de largura.
Vende-se bramante de linho puro, muito Ano com
doze palmos dc largura o melhor e mais largo que
tem vindo ao mercado pelo barato prego de 25800
estragar o flo, j rs.a vara ; s na loja do Pavo de Gama & Silva,
sendo bastante aua da Imperatriz n. 60.
duas pessoas para I AS precalas do Pavo.
Pde Vendem-se as mais lindas precalas qus tem vin-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor francez,
Estas machinas
podemdescarogar
qualquer especie
ijde algodao sem
desearogar
arn"
do
urna
irmhi d/oem carrn Pe.loLbarat? Preo de 600 r?. o covado, ditas de lis-
TUVi trinha muito miudinhas proprias para vestidos e
roupas de meninos e meninas pelo barato prego
de 500 rs.: s o Pavo ra da Imperatriz n. 60,
loje de Gama A Silva.
Os bales do Pavao.
Vendem-se crinolinas ou baloes de 30 arcos tan-
brancos como de core, sendo americanos que
sao os memores por se nao quebraren? a 35500 e
de 35 arcos a 45, ditos de musselina com babados
45, ditos para menina a 25 e 35 : na loja de Pa-
em
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por dia ou 5 ar-
robas de algodao
limpo.
Esta machina
a nica que
possue as vantagens de nao destruir o fio do al-
godao e do fazer render o dobro de qualquer ou-
tra com menos trabalho, a sua introduego para
as provincias dcste imperio ser de muito valor 1 va0 rua d* 'mperati iz n. 60, de Gama A Silva
para todo os interessados na lavoura do paiz. fi Paran t'pnilo Un
Assim com machinas em ponto grande do mes-! \J i u.u\*v venu-c u, O0.
mo systema,oraql seren movidas por animaes, ^ endem-se os mais lindos cortes de vestidos a
-*- Vende-se Iqueijos de manteiga do Serid,
mulo novos, por biralo prego: na taberna da rua
do Imperador n. 83, defronte do correio.
Ceblas
na escadinha da all uidega n. 3 armazem rte viuva
de Paula Lopes, a 00 e 800 rs. o cente'!:Pl che
guem-se em quanto s nao acaba.
Aos similores preasarios.
Estopa larga superior a 480 avara, e de 50 para
cima a 460 : na loja da rua da Madre de Dos
numero 16.
uiagi0 encanto, mediante a accao dcste in
roinpnravcl e irresistivel remedio.
A venda as boticas de Caors & Barboza,
rua da Cruz, e Joo da G. Bravo & C, rua
da Madre de Dos.
Pechincha sem igual
Algodao superior largo marca T de 24 jardas a
pega por 75 por ter um pequeo defeto; pode-se
asseverarque pechincha vista da qualidade,
portanto es senhores amigos do bom e barato che-
GRAXA N 97
Vende-se a verdadeira graxa inglesa n. 97 no guem ella antes que m acabe : loja da roa da terreno de 50 palinos^rfreB^'w dc4fMd T-
mazemde J. A. Merara Das na rua da Cruz Madre de Dos a. 16, delraala da guarda da al- ta na estrada do Pombal n. 13: atraiarBa rua do
armazem
numero 26.
! fandega.
agua ou vapor, pas uaes podem descarogar 18 ar- Mana Pa, cora lindas harpas de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vapor francez pelo barato prego
de 85 cada um : s na loja do Pavo rua da Impe-
ratriz n. 60, de Gama A Silva.
Os baldes do PavSo.
A 2>:00 s o PTe.
Vende-se bajoes oom 20, 2* e 30 arcos pelo ba-
ratissimo prego de 25500, ascim eamo tem urm
completo sortimento de baloes para meninas de to-
dos os tamanhos pelo baralssimo preyo de 25500,
notando que sio bales de arcos os merhoresr que
tem vindo da America Ingleza, vendem-se por este-
prego para liquidar : s na kjja e armazem do>
Pavao rna da ImperatHzn.60, de Gama Silva.
Os sonteanbarqnes do Pavio a.
iO$ el5|sa Pavao.
Vendem-se os mais lindos souieanbarqos qa
tem vindo ultimameule de lazinha e eaxemira ri-
camente bordados e enfeitados, cres muito delica-
das pelo barato prego de 105 e 155 i fazenda esta
que em outras lojas se vendem por 205 e 235, -
s para liquidar : na loja e armazem do Pava k
roa da Imperatriz a. 60 de Gama A Silva.
robas de algodao ampo por dia.
Acido Prutsko ou outros quaesquer ingle- O algodao descarogado por estas machinas tem
dientes venenosos. j muito mais estimago nos mercados de Europa e
m. <. ***. d. g,rS,n, Tsassasfi vemU onameoie m
c dos pulinocs dcsapparecem como por nm casa de
Sauudei's Brothers & G.
-V. II, praca do Corpo Santo
RECIPE.
Os nicos agentes neste paz.
Trina, velantes e jalees.
Vende-se trina, volantes e^ gales de todas ae
larguras por pregos muito barato: s no vigilants
rua do Crespo n. 7.
Pechincha.
Vende-se urna me-agua de pedra e cal com um
Aragae m. 8.
hsqulaisl]
>.


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m**l # FcouftiMBf r--.$cxU Ilra 12 la ^"V^rtrjftfti
CL./IRIM
,
RA DO OI FiniEO I. 45,
Passando o becco ; da Congregado segunda casa.
ID ABE.

.
i
tieimado h. 45 xun armzem de molhados denominado Clarim Commercial,
sortimento dos memores gneros que vem ao. nosso mercado, os quae?
Pweira Rocha 4 C. acabam de abrir na rna do
onde f/r^peitavei publico encontrar sempreum compl
aerio vendidos por precos muito resumidos como o resjieiuvel publico ver pela tabella abaixo mencionadaTgrante-s^obom^pe
e boa quahdaete dos gneros comprados neste armazem.
Arrox do MaranhSo,da India e Java a 60, 80 Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. aJibra-
t 100 rs. a libra e i 0800 a 2600 e 3ij rs. a libr
a arroba. Cevada a 80 rs. a libra.
*meixas francezas em latas e em frascos i Ervilhas portuguesas a 640 rs. a lata.
1(J300 e 1>600 emfrascos grandes a dem seccas! muito novas a200rs. a libra.
20800 Figos de comadre e do Douro em caixinhas
dem em caixinhas elegantemente enfeitadas j de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
com ricas "estampas no interior das oaixas i 1800, 30500 e 280 rs. a libra.
a 120000,10400, 1(5600 e 20. I Farinha do
Amendoas com casca muito novas a 280 rs. Farinha de
a libra. Genebra de
.klpista a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba, i a 560 rs.
Azeite doce Trancez muito fino em garrafas dem em garrames de 3 e 5 gaes a 50500
grandes a 960 rs. a garran. | e 70500 ada um com o garrafao.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa, Graixa a .00 rs. a lata e 10100 rs. a duzia.
Araruta verdadeira de matrana a 320 rs. a Licores mujlo finos a 700 rs. a garrafa.
Maranho a 160 rs. a libra,
trigo a 120 rs. a libra.
Hollanda verdadeira marca VD
o frasco e 60200 a frasqueira.
libra.
Avelas mnito grandes e novas a !80.rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10800 ris.
Bofaoainhas de soda, latas grandes, a 20 rs
a 'lata.
Bitas inglezas muito aovas a 30000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, gamfa forma de pera e rolha de vi-
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga irjglexa perfeitamente flor, desem-
barcada Ue pouco a 900 rs. a libra, e da
de segunda -qualidade a 800 rs.
Btmba de porcor efinada a 440rs. a libra* dem francleza muito nova a 640 rs. a libra.
c em barril a 4CO rs. j dem de tejnpero a 400 rs.
Cha hysson, hacha 20500, 24800 30000 Jibra. dem em lata a 640 rs.
Sdem preto muio superior a 20000 a libra. [Marmelada imperial dos melhores conservei-
Serveja preta e branca, das melhores marcas' ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
que vem ao mercada, a 500 rs. a gacrafa Marrasquino de Zara, frasoos grandes, a
e 50800 a duzia. i 800 rs.
'Cognac inglez fino a 90@ rs. a garrafa. dem regul ir a 500 rs.
^Conservas a 720 rs. o frasco. Massas finas para sopa: cstretlinha, pevide,
Idm, s de pepino, a 720 rs. rodinhas e letr'anhas a 600 rs. a libra e a
dem, s de azeitonas, a 750 rs. 40 a cs> inha com 12 libras.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha Nozes mtait) novas a 160 rs. a libra.
e especiateertte da fabrica imperial re Peixe em 1; tas preparado pela primeira arte
Candido Ferrerra Jorge da Costa, a 10800,1 de cozinha a 10 rs. a lata.
20000,20200, 20500, 20800, 30300 e Palitos de c entes a 160 rs.-o masso.
30500 a -caixn. Palitos de c entes a 120 rs.
Cafe do Rio muito superior a 280 e 320 dem de fi a 200 rs.
rs. a libra e 80500 e 80800 rs. a arroba. Amendoas enfeitadas a 900 rs. a libra.
Carloes de bolinhos francezes muito novos e Doce de go aba cm latas o melhor possivo! a
muito bem enfilados a 700 e OOOrs. I 20 e em caixo a 60 rs.
Chouricase patos muito novos a 80 rs. a Palitos do ,'az a 20200 rs. a grosa.
''Dra- Passas muio novas a 480 rs. a libra.
Painco. a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
muito novo a 640rs.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 20800
dem prato.
dem londrino chegado no ultimo vapor e
900 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantcs a 360 rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a libra,
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Figos em caixinhas ermeticamente lacradas
a 10600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
Madcira, D. Pedro, D. Luiz I, Mara Pia.
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, eem caixa coro urna du-
zia a 90000 e100000,
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada,
dem braico de Lisb&a muito fino a 500 rs,
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateaulnm-inide 1854, 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porco de outros que dentamos
de mencionar, e que tedo ser vendido por
pecas c carnadas, tanto em porcoes como
retalho.
Quem comprar de 1000000 para cima te-
r o abate te 5 por cento.
ATOTOM
O Vigilante esl aierta, nao lhe era permettido
ueuar passar desapercebido sem que nao dsse o
seu canto aflm de annonciar ao respeitavel publico
o grande sortimento degaiantarias do melhor costo
propnamente para qnalqner mimo, qne acaba de
pegar neste ultimo paquele, assim como muitos
outros objectos L- Sua conta con)0 de consignacao, que esti
reI vender por preces mnito baratos para
ve 5r j to e anhar poco, e dar extraccao ao
grande-.deposito 'lue tem> ine espera merecer a
protecgao do respeitavel publico, empregando para
isso todas e as melhores diligencias para que fi-
aran sasfeitos: isto s no Gallo Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
rw,0 cas POra-joUs.
u>rre de muito gosto por iCiOOO
Cestinhas transparentes, forradas de madre-
peroiapor 18#)00
untas jardineiras 105000
Ricos cofres com camaphen 10J.O00
Lindas caixinhas com pedras brancas 10*000
Lindo balao com calunga dentro tambem
para joias 165000
Tambalier para ditas MOOO
Cestinhas dem dem 6000
Cosmoraraa idem idem MOOO
Urnaiinha kqqq
S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Ricos porta-bouquetes de diversos gostos e pre-
cos : so no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Ricos siotos
com bolcinhas ao lado a 10, 12 e lo, ditos sem
bolea, porm do mesmo gosto, a 2*300, 3#, 3300
e 4*, ricas fivelas avulsas para sintos, o melhor
que se pode encontrar, a 15300, 25, 25500 e 35 :
so no vigilante, ra do Crespo n. 7.
Cabaies on eestinbas.
Al que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-
bates para as meninas trazerem no braco, o mais
ro possivel, a 25300, 35300, 4, 3, 7 e 105 : s
ao Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Pentes.
SEPTUM!
J
^L/lti&ALMPt
N. 38 la drLivramento K 38
' (l> efronte da ^rade da igreja)
i II I:
VIIUMIieiKO E PRilVCIPAIi
Ordem do di^
Est em discuss5o a tabella dos piceos que o BALIZA tem a honra de offere-
cer ao respeitavel publico tanto da cidade cono do ceniroi,
Se por esta publicaba qualquer um dos nobres eoltegas entender necesario
fazer alguma alteracao em seus annuncios, digne-se mandar a sua emenda para o joma!
que o mcansavel Baliza n5o lhe pora peas nem o embaracar de forma alguma a benefi-
ciar o povo.
Amigo de vender barato o Baliza nao expoe a venda- senao os gneros bons.
Elle se julga no cas de vender tao mdicamente como oulro nao o exceder


Soldado soprador toma \ clarim
E firme como a rocha fica assim
No toques nesse pessimo instrumento
Do Bausa olha s o movimento.


K til que dos mitrados cns as coras
Oe tudo vendedor de proprla coata
Xo pasmes vendo coiuo sobrancelro
Do reg-esso o Ral isa a ira affronta.
O grande depesiio que temos'de vinho nos obliga a abaixar seus preros,
achando-se vista dos compradores cerca de 33 a 10 pipas desle genero, entre pinas!
Reste artigo tem um grande sortimento, tanto barris e ancoretas.
qTse SSJSSffl^^ de SSSSf Amen,loas concitadas em lindos frascos a 8001 Lingoas americanas muito novase muito gran-
bello, tanto do borracha como de tartaruga, com rs- a lil)ra cs a ,,00 rs- caila uma-
enfeite e sem He para meninas: s no Vigilante, Wem com casca a 32o rs. a libra. ; Lingu(;as promptascm talas a 1 ,-Jod cada lata.
rna do Crespo n. 7. Ameixas francezas em caixinhas e frascos a' Manteiga Dgleza flor a 800 rs. a libra neste
Penles l ,2oo( I.aoo e 2,000 rs. 1 genero ha mais de 10 baria alertos sfim de
mnoh 1* thefaTim os riquissimos paites de Alpista j iCo rs. a libra e i,6oo a arroba.! serem satifeilos os compradores.
STm 7*SS?f& lrg&**L**?Z?*to Arroz do Maranho, .lava e do Penedo a 80, dem menos superior a Gio rs.
por 25, 3 05
numero 7.
s no Vigilante, ra do Crespo;
Leques.
Riquisshnos leques do madreperola, tsnto para
senhoracomo para mociohas, pelo baratopreco de
12 e 145 ; s no Vigilante, ra c"
Maisleqnes.
do Crespo u. 7.
RA DA CADEIA N. i
ARMAZEM.
Qutndoipor toda a parte tatra a descrenca, ]i oduzida por essa.alluvio de a\-
imncios falsos c .verdadeiros, que teriamente.enrsii as paginas do .ornaiismo dcsta
cidade ; na verdade grande temeridade apresentav-sc alguem faltando-a liRt-'iia verdade, exposto adifTerenca de alguns e ao despee de muitos que, tendo sido illa-
ilidades. O annuncianle, porm,
(lidos por em1)iisleiros, attribuem toQos as mesmas qu
enllocado no firme pedestal de sua consciencia nao ped>-
julgoem vista das provas qne apressnta, expondo -j
acreditado tjsho 'd'extiemamiu;, com 40 por cento de ahatimento d(i proco antigb (ou-
trora 30,-)OOO boje 18;>000) a duzia de garrafas.
Esta nova lida no ultuno gto de sua perfeita mtamelo e quasi
si toda a parte saerharina que lhe d um agradavel sa
pessoas que queiram ter a certeza de beber vimio iti
traficantes atroduzom no mercado suae drogas dam;
pela impunidade de semelhante ciimc.
No armazem de, fazenda? ba-
ratas de Santos Coelko ra
do Queimado n. 10
Vondc-sc o segaiin&:
xVTTENOAO.
Hitas laazinhas para vestido, fazenda -a melhor
que tem virolo ao mercado, tanto em gosto romo
em qualidade pelo baratissirao preeo-Ce 560 rs.
o en va (Io.
Laazinhas mindinhas carroezins proprias para
vestidos di; meninas e omiisinlias a GiC rs. o co-
, vado,
que o acreditem, mas Sim que O Corles de laa com 13 venda paia liquidar-o, o muito de 65.
Coberfafxde chita da india a 25500 e.S&
Lenges de panno de linhoa 2 o 25.0O.
loo e 12o rs. a libra, em arroba a2,ooo. Manteiga ingleza a ioo, oo e 32o r?. alifara.
2,8oo e 3,2oo. dem francesa a 50o, (loo e (lio rs. e embnr-
Azeite doce refinado a 800 c loo rs. a gar- ril por menos.
rafa. Massa de tomate a flio rs. a libra,
dem idem em barril a 64o rs. a garrafa e Marmeleda dos melhores fabricantes a 6o
4,Soo rs. a caada. rs. a libra.
rain!- ^"''"sjs^ins ^S?1 ** sandll' Por ba" Ancoras com vinho do Porto, encommenda Mlhos inglezes a 4oo e 61o rs. agarrafinha.
ambffjr Tato w'ltoTMJtaJSSS feU' pc, Pr0Pric,ar0 do ?aliza a 3o>00 Mostarda preparada a loo c 64o rs. o irasco,
muito bonitas tambem por barato preco de 4 e 55, rs\a acora com 7o garrafas. .Massas para sopa a 4oo rs. a libra das de ta-
leqiies 9 cbarao tambem por '5, indo isto para Bolaxitihas de Lisha, ingleza e americanas Iharim. aletria e mnenrro.
tear\0Sc"'n 7,Tez 80 0|: s no Vigilan'! em ,atas a li00''>0''000 e 3'000 re- Illt'm nas eslrellinba e pevide a 3,oco rs. a
Pukon-ic I e americanas em barricas a 3,ooo rs, a caixa.
lulaeiloS. I !i"n*u"i '
I JSSStXtffSS a tffBSftcores m** ."porco a ,,0rs-a ,ibra e cm barril-
Para segurar mamjuitos. a 30o rs.
Tanrtem chegaram as ligninhas estreilinhas de M*S 6 glgOS a l,80OO gigO.
NvaeM que as senhoras tanto precisan) para se- Cha f erla a 3,000 rs. a libra.
Milho muido para passaros a ICo rs. a libra
e 4,8oo a arroba.
Marrasquino de zara do verdadeiro a !.
frasco.
dem menos superior a 800 c l,ooo
frasco.
ibra.
rs. o
Nozes a 24o rs, a
talrr^,Ttr,^por ser.mu",omodo emu- demuxim a 2,6oo c 2,8oo a libra.
CrfpcL' 7. m Par: S no V,g,,aD,e' rua d0 dem hysson a 2,noo. 2,4oo e 2,8oo
Prezunto portuguez de superior qualidade a
6o rs. a libra o inleiro por uooi;'.
Swjc a^er presente' f"'10 haratisshno preco de Charutos dos melhores fabricantes da Baha dem inglez pj
c-^' .. ... ,- cilio de Janeiro a 800 rs. e I,loo, 2,ooo, oaoagradan
va que ha a Extremadura cc-
em estado de passa, conserva era
xir, c se recttODienda Indas a?
HE iva, ueste lempo em que vi'
esas saude publica, acobertados,
\ inho tiuto da Extremadura seni ooufeigao,
em ancoretas de oito caadas. .
30000
Vende-se egualmcnle a armacao "do mesmo jestatielecimento 4ya de amarello,
urna das mais ricas de*ta praca que, com ama pequera alteacao, pude tervirparafazen-
&c, miudezas ou molhados.
ti. A
l'ecas du-vambraia de forro com 8 li! varas a
35200. '
Toalhasaieochoadas pfoprias para maos a 5^ a
duzia. r
Hicos corlas de laa-com barra a Marii Pia a
185000.
Pecas de plalilhas de algodao com iQ varas
,' proprias patn saia a 45-
Algodao enfestado com 7 Ii2 palmos de'largura
! a lo 100 a vara.
Esleir da India propria para forro de sata de
i, 5 e 6 palmos de largura por menos preco do
que ern oulra <(oalquer,p3rte.
Neste armasen! tambem se encontrar umgran-
d-3 sortimento d:', roupas feitas e por medida.
000. 2,4oo e 2,8oo. a libra.
Crie(as. ,tlem ^ R a ''6u0 rs- a libra.
Riquissimas carretas de madrepenola proprias iem Pret^ a l0t0 e 2,000 rs. a libra. nieiro [
ara 'fiambre a lio rs. a bra,
ndo mesmo epois de preparada,
2,fcoo, 3,ooo, 3,oo, 4,3oo e -v>,ooo rs. o poder ser devolvido, que se trocar poi
fiugindobnlhanies,a~ss^^^ o"-'0 ou ser restituido sen impoe. '
e Mimas. peio BSJr5!o^e^1U5l1 clin,;ol;l ?< melhores fabricantes le Pars, Passas novas a ion rs. a [jora.
VtUinftas.
Lindar voltinhas de pe rolas falsas com eruzinhas
assim como eruzinhas avulsas chocolate do
iiarato preco de i-5 e 15200, as
sno Vigilnte, ruado AUemanna. Hampurgo e Lisboa
Copos'lapidados para vinho a 2,8oo a duzia. Pi
rruzes awilsas a 400 rs.
Crespo >n. 7.
Sapatiiihosemieias deseda. Ide"m idem para agua a u.ooo,
mquissmos sapatinhos de seda e de merino en- i rs a dlizia
refiados,assim como maiasiinhas de da,gorra-'Cprrpin A mil
zinhas e touqumhas para as criancinlu s bapU-1 ja l,,S me"
Polvo a 160 rs. a libra.
amco a I0o rs. a libra.
sarem
Milva Inuior.
Ifills'i'l&lslii
3Q i* cj c/5 **v. ,r^ 2 &3 Q-"5
si no Vigilante, coa do Crespo n. 7.
(oJ i n lias.
Riquissimas goiinhas pianguii s, omrfhor gos
e G.ooo rs. a duzia.
Cravo canella e cominhos.
Ceblas cm mollios resteas e
1,1'ooc 6,000 Pomada a 24o rs. a duzia.
Pimenta do reino a 3(!o rs. a libra.
ores marcas a-4,ooo, 5,ooo Peras seccas a 64o rs. a libra.
Peixe em latas a l.ooors. a lata.
Papel almasso c de peso, de diversas nua-
lidadcs e preces deferentes.
ma-
ltas.
APROVEITEM APROVEITEM

7.IS0 COVADOS
de sedas de cores de todas as qualidades.
Na loja da rua do Cresp numero 17.
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MPortante compra de 7150 covados de seda de tbdas as qualidades, proprias
veelide* de senhoras e de meninas, e vende-se por presos admiraveis.
Omros muitos objectos de apurados gostos para senhoras, vestidos de blonde para
casamento a 90 cada um, capas pretas, soutambarques decores e pretos, chapeos etc.
Fszendas de linho e de algodo as melhores quelexistem no mercado.
O proprietano (leste importaate eslabelecineiilo vai a Europa muo breve com-
prar fazead26 de aparados gostos, presentemente vend as suas mercadorias por precos
baratsimos para liquidar.
Pro tejara todos. Frote jara todos a Importante
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LIQUIDACjlO
A loja da rua do Crespo n 17.
RUA DO QUEIMADO NUMERO 11
Laja de fazendas d* Augusto Frefyerico dos Santos Porto
Lindas cuapelfaas e chapeos para senhoras.
Chegaran a este estabelecimeoto as mais modernas hapelinas e chapeos para enhoras.
Superiores cortes de lia de barra de l As mais superiores capas e soutembarques de seda preta ecasemira de cores para senhoras de
20 at 30*. 1
Encllente* las para vestido a 320, OO, 560 e 600 rsl o covado.
Cassus e organdys de cures a 240 e 320 rs. o covado. I
Os roelhori tapetes para sof com riquissimos desenjhos.
Lencos de orabraia de linho e fil bordados a 15 cada um.
Superiores easeroires mescladas de diversos gostos tabto em pecas como em cortes.
E outras muitos azendas como sejam: perealles Qni simas, brelanbas, silecias, esqnio, silis-
trlaa preta muito flna, anuo para vestidos de luto, grosdejaple de bonit-.s cores e as superiores
Estelras para salas.
Ai|wsoas que preleBderem forrar suas salas on gabnetes, encontrarao neste estabelecimento
melhof atuahade o.
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V.
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Si
Traiicelas. e 9So rs-
Lindos trancemos de cabello para relogio ou lu- Cevadinha de Franca a 24o rs. a libra,
reroz *0t*-ra,k;si,no pr8?e de ^m' "^e Champagne de muito iia qualidade a 12,000
".,'' ,. c 2o,ooo rs. a du/ia.
RiauisJtl552T e,,,rei"e,es- Doces da casca da goiaba em latas preparadas
*sss^gssss^ a&s i srit? aceio^ *** ** <**<>
j preco de 1*200, i&w, 2* e 3$; s no Vigilante, I a,f'in
rua do Crespo n. 7. *; \ el por mais de um anno, a 3,ooo rs. a lata
Caseamlhas. .com 7 ||)r;>s.
I Grande sortimento de oascarrilhns de diversas WlCOS em cai\oes a iCo, Co, 800 e 1,000
I larguras, assim como galiozinho e trancinhas pro- rs. 0 caixio.
pnas p^ra enfeites: s oo Vigilan.e, rua do Cres- Ervilhas portuguezas em latas com I '/a 1-
| Fitas. bras por 7oo rs.
Grande sortimento de filas de diversas larguras ,
le qualidade, por precos que admiram aos compra- It,cm seccas a 2oo rs. a libra.
dores, bavendo fitas largas proprias para sinteiros
que te pode veuder a 300 rs. a vara, e peca de 3
dem londrino a 8oo rs. a libra.
Rap Meur.on a i,ooo rs. a libra.
Scvadinlia a 24o rs. a libra, ( nova).
Sag a 28o rs. a libra.
Sardinhas de Nantes a filo, 30o c 3tin
lata.
amigo na Europa, por ser inaltera- Sabao massa a 12o, 19o, 2oo 0 2lo r^ n 'i-
rs. a
dem francezas em latas a ooo rs.
3
i



>
g
9
l
Espermacele americano primeira qualidade a
I.2oors. a libra,
dem francez a 56o rs. a libra, c em caixas
a 52o rs.
Farinha d'arai uta verdadeira a 18o rs. a libra.
Farinha de trigo a lo, lio e 16o rs. a libra.
Farinha de milho a 16o rs. a libra.
Eipreza daillumina$o
i varas a 2* : s no Vigilante, rua do Crespn. 7.
Fitas de la.
Fitas de laa de todas as qualidades, proprias para
debrum de vestido a 700 rs a peca : s no Vigi-
lante, rua do Crespo n. 7.
lticos espelhos,
Riquissimos espelhos com moldura dourada e ,
sem ella de 8*, 10,12 e 14*, assim como con co- hl80i cm caixinhas e em latas lindanmente
lumnas de diferentes lmannos a 2*, 3, 4, 5e6*:! enfeitadas a 800 e 1,500 Cada Ul
so no VWMAteru do Crespo n 7. Fumo amerjca0 em |alas
Lindos jarros e figuras. ; j oo rs
Riquissimos jarros e figuras de porcelana fina ia .
para enfeite de sala, sendo o melhor gosto que aqui l6,em m P:,coles a 2o rs-
lem apparecido : s no Vigilante. =Idem em pasta a l,2oo rs. a libra.
Para pos de arroz. Genebra de laranja a 4,ooo rs. o Irasco.
i gaz.
Todas as vendas de apparelhos e reclamacSes
fpor eseripto dando o nome, morada, dala ele)
devem ser feilas no armazem da rua do Imperador
n. di. Os maebinistas mandados para atlender a
estas, apresentarao um livro que os reclamantes
deverao assignar logo depois de prompto o servico
reclamado ; isto para que -
de haverem os mesmos
te attendidos.
Kua da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston 4 C
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
cae bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de om e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
Charutos da Iffaraia.
Vonde-se superiores charutos da Ha vana em ca-
seda Rabo Schmettau & C.: rua da Cadeia n. J8.
para cigarros
roz
mo
Riquissimos vasos com noneca para pos de ar- dem ingleza marca Gato a 1,00o rs. a garrafa.
i, cousa de mnito gosto a 1*300 e 2*, assim co-: ljem de Hollanda a filo e I (too rs o fiwn
a pacoies so com os pos a 320 rs. cada um s, "'""' a o0(t 1,000 is o nasco
no Vig lante, rua do Crespo n. 7. -7 pequeo e grande.
Perfumarlas. Itlem c Hamburgo, a 060 rs. o frasco e 6,000
Grande sortimento de extractos e banhas, poma- rs* a frasqueira.
das, assim como os lindos copos ou vasos cora dis- Graixa em latas a 1,2oo rs. a duzia.
hnCr'pSma?rfecim!,ntS ,* sin','as, dos me- Limonadas de diversas fructasa l.ooo rs. a
llores e mais afamados autores de Pars e logia- f
a empieza fme se Pnt ,em' 8X,m como os randes 'P08 de banha JaV 1; g* 1 1 r .
seuhora^doTvffie' n"a U e a li ; assini eomo ,ros ot,iec,' 1ue Lic^res- ,nS|ezes e francezes a l,ooo, 1.5oo
nao e possivel por boje annunciar, e vista dos e 2,000 Pt garrafas grandes e pequeas
frcguuzesse far todo Begocio
Vigilante, rua do Crespo n. 7.
na toja do Gallo
bra.
e cm caixoes por muito menos.
Sai refinada a 600 rs. o pote de vidro.
Toucinho de Lisboa, de Santos e americana
a 16o, 2lo e 32o rs. a libra, e em ai roba
a 5,ooo, 7,000 e 9,oco rs.
Tijoo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Vinho du Popto em cariadas a 3.5oo, l.ooo e
5,ooo rs. e ern ancoras eem 7o garrafas por
3o,ooo rs.
dem de Lisboa sem eenfeiceao, (deencomen-
da) por 3d,ooo rs. o barril com 17 cana-
das,
dem de Lisboa mais baixo a 45,ooo rs.
dem em pipas a 3,ooo, 3,5oo e 4,000 rs. a
caada.
dem em barril de Bordeaux com 13o gar-
rafas por Ko.ooo rs.
dem idem de Bordeaux com 70 garrafas por
3o, 000
dem cm caixas por 3,ooo rs. a eaixa com 12
garrafas da melhor qualidade que vem ao
nosso mercado.
Vinho branco para missa de Lisboa e Porto
em pipa, barril e ancoras a 4,000 e 5.000
rs. a caada.
Vinagre de Lisboa, Porto, tinto e brarco a
l,6ooe 2,000 rs. a caada
dem em ancoras por i 6,000 rs.
Velas estearlinas a 060 rs. o maco, e em cai- <
xas a 52o rs.
Vassouras americanas a 64o rs. uma.
Arados americanos e machinas para
lavar ronpa: em casa de S. P. Johnston 4 C.,
rua da Senzalla Nova n. 42. j
Vinho de Porto superior
dm caixas de uma e dnas duzias : tem para ven-
eur Antonio Luiz de Oliveira Azevedo& C, no sen
esrrifjtorio rna da Cruz n. 1.
Vende-se gomma em saceos por preco conv
modo : no pateo do Paraiz, taberna n. 20.
GRANGnASwiR'^NNORRHAGicAS DtDNAND
INT. oo HCSR uus VENEREO&oePRIS.-H PREMIO 1854
BHuo teguro e promplo, em naum,nom fclkas, tu- irtmor. Facis a lomar em scgroilo fem lisana.
Injecgo curativa e preservativa
w.ff.''!1"*1'""* c?, "P'*1 "" <*ti o scwrlraenias cus-io.so. de tmhos mus. Mor5 brano. Ad.lr-rMrU
MlsaB.ica cau.uudad,. forlinc t \t>weBU I OS prtserva d .iai,jar alunlo. PAUIS. 5. rut > HarchcSlIlomr. '
Deposito geral em Pernamboce roa da Cruz n. 22 de emcasaCaros ABarboza.
*










ESPLENDIDO SORTIffiiTO DE MOLHADOS
m:M. ua 110
Esquina qae volta par^
a raa do 1
Blario rftwiMkat Aexta felfa 1 dr Agosto ie t4.
(>o se engaen com a
AJIlVOSt

Nao leiam este annuncio com precipi aco.
Confrontera ojSfcrecos dos outros anr unoiantes.
Venhara ver os'generos que temos cj .postas a venda
A vista faz t.
Nao temos palav% bombsticas.
Nao nos encnlcamcfe o primeiro recebedor de conta propria.
Nao desacreditamos ao collega porque nao quiz ser nosso, socio.
tes as casas que acurnente oxistem tarta i com gramfed proporcoes para terem um
magnifico sortimento,de molhados; assim, )ois, os propietarios do Am
nao invejam a sorto jfos sens collegas.
Habitantes de Pernam meo.
Nos temos um excellente sortimento dos melhores; gneros que se pode actor
em nosso mercado. Vinde ao nosso estabeleeimento, ejea vossa boa f for lludida
urna s vez ao nenos, castigai-nos nao voltai do mais a nosa casa.

'
ALLIANQA
33 RUA DO IMPEADOR 57
DE
Paut Fetmra da Stkipvk Compartida
- NEM COROAS NEM MITRAS
o
Grana* *ortimete de molhados em grosso e a retalno. nico armazem que mais
vantagens eflfttce ao publico.
Desenganem-se todos.





m wdadeiro hornera do progressso.
o AlHaca o vrdadeiro e principal armazem de molhados.
9 .lllaacav o aaaazem que vende mais barato.
o Alllanca o armazem que vende os melhores gneros.
Alltanca o armazem onde preside o melhor aceio.
Fiquem todos sabedores desta verdadc,
Venhara iodos ra do Imperador n. S7.
Venham ver os gneros, que temos expostos a venda.
para as fmm
DE
GKAWDE
1P |
&
ARMAZEM
DE


V
.
s os habitantes desta ftelta pro^neia a^^ofo sufficieo-1 Amen.d6as confeitadas jj" bonitas cor lem "de Hollanda era'ga^
RA DO IMPERADOR r.
Junto ao sebrade em qie mera e Sr. >barie,
Para a festa de Santo Antonio, 8. Jofto e S. Pedro.
Dnarte Almelda fc C, receberam de sua praurla eaeoMaiea-
da mais liado e variado sor alinelo de molhados, proprlos
da presente estacSo.
Manteiga ingleza | Macas branca*
da safra aova viada neste vapor de 28 de para sopaa melhor qu* se i^a dosejar.
cao a 800 rs. a libra.
Manteiga franceza
Amendoas confeitadas de bonitas cores a
{,000 rs. a libra.
dem de casca muito novas a 3oo rs. a libra.
Avellas a 2oo rs. a libra.
Ameixas francezas em cakinhas com lindas
estampas a l,2oo, l,4oo e l,6oo rs. cada
urna.
dem em frasco de vidro com rolha do mes-
mo ou de metal, a i.ioo e 1-400 rs. ca-
da um.
dem em frasco grandes 2,5oors. cada um.
dem em latas de t */ e 3 libras a i'2o e
2,000 rs.
Arroz da India o Maranho o melhor que se
ple desejar a loo e 12o rs. a libra e
2,8oo e 3,4oo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 6oo rs. a garrafa,
e 4,8oo rs. a caada.
dem francez clarificado em garrafas bran-
cas a 9oo rs. cada urna, e lo,ooo rs. a
caixa com 1 duzia.
Aifazema muito nova e limpa a 32o rs. a ii-
Atesta a 16o a libra, e i.Goo rs. a arroba.
olachinbas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio dasseguintes qualidades: agua e
sal doces, e imperias em latas de (i
dem do Hollanda em garrafies com 24
garrafas a .2oo rs. com o garpaao.
Lentilhas excedente legume para sopa e gui-
zados a 2oors. a libra.
Licores franco/.es de todas as qualidades a
rs. as garrafas grandes.
b perfeitamente ftr a 8oo e
> rs a libra rafas a 7'2o rs- cora 8arr;fo-
dem de casca milito nova a 3oo rs. alifara. Lentilhas excellente legume para sopa e gui-
\velaas a 2oo rs. a libra. | ados a 2oo rs. a libra.
Ameixas francesas era caixinhas com lindas Licores francezes de todas as qualidades a
da safra nova a 560 rs. alibra, e em barril
a 500 rs.

estampas a l,2oo, l,4oo e l,6oors. cada
urna,
dem em frasco de vidro com rolha do raes-
mo ou de metal, a l,2oo e-i, too rs. cada
um.
frasee grandes a 2,5oo rs. cada
8oo e l,ooo
Manteiga ingle
I
Vi e 3 libras a l,2oo c
96o rs. a libra,
dem f: anceza nova j deste anno a 6oo rs.
a libra, e 55o rs. em barris inteiros.
Marmelad* especial dos melhores fabricantes
de Lisboa a 6oo e 64o rs. a libra, ha latas
de different s tamanhos,
Massa de tomate em latas de 1 libra 56o rs.
cada urna. i
dem para soda estrelinha, pevide e rodinha
, em caixinliqs surtidas a 3,ooo e 3,5oo rs.
cada urna o 5oo rs. a libra,
dem mnearrao, talerim e aletria a 4oo rs.
a libra.
Mostarda franceza preparada em frasco a 4oo
rs. cada nm.
Molho ingle/, em garrafinhas com rollias de
vidro 64o rs. cada urna.
Marrasquino vrdadeiro de Zara a l,ooors.
a garrafa, Ib.ooo rs. a caixa com 1 duzia.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra,
brasa 3,ooo rs. e de 3 '/a libras a l,5oo jprezuntn de. fiambre superior a 000 rs.
rs. e em libra a 64ors., estas bolachinhas gidcrn do Porto para panellaa 5oo rs. a libra.
Passas novas a, 48o rs. a libra.
Peno em latas de differentes qualidades co-
mo,- sa ve!, cor fina? govas, pescadinha e
outros a Ijooo rs. a latas.
Palitos para dientes a 14o e 16o rs. o masso
dos melliores.
Pataco o mais novo e limpo a 16o rs. a libra.
e V,5oo rs. a arroba.
Palitos do paz a 2,too rs. a groza,2oo rs. a
duzia. e 2o rs. a caixinhas.
torna-so muito recommendavel com cs-
pecialidade para os doentes.
BiscoitDS e Bolachinhas de suda em latas, de
todas as qualidades e marcas que so pro-
curar a l,3bo rs. a Inla.
Traques de 1
Bollos francezes em cartes e de diversas
qualidades a 64o rs. cada um.
Banha de porro serdado'tra refinada a ioo;
rs. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a IGOrs. a libra.
Bolachinhas inglezas ltimamente desembar-
cadas a 24o rs. a libra e i.ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
at boje tem vindo a nosso' mercado a
18,ooo rs. o gigo, l,5oo rs. a garrafa in-
teira, e 8oo rs. as meias
Cha uxim o melhor que se pode desojar e
que outro qualqtier nao vende por menos
de 3,ooo a 2,7oo rs. libra
dem perola especial qnalidade a 2,6oo c
2.8oo rs. a libra, garante-se a qualidade:
d'este cha
dem hysson o melhor que possivel en-
conlrar-se a 2.4oo c ,6oo rs. a libra.
. dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
a l,2oo e 1,'too rs. a libra,
dem preto muilo lino a l,6oo rs. a libra.
Chocolate das melhores qualidades, francez,
bespanhol e suisso a l,ooo, l,2oo e l,4oo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos Fur-
tado de Simas em Va caixas das seguin-
tes marcas Pariziences, Suspiros, Dili-
cias, Napoleese Guanabaras a 2,3oo rs.,
e em caixas inteiras Trovadores a 3,ooo!
rs! cada urna,
dem de outros muilos fabricantes e de
differentes marcas para l,5oo rs. as mei-
as caixas de suspirosa l,6oo, 2,ooo ei
3,ooo rs. as caixas inteiras.
Conservas inglezas a 8oo rs. o frasco,
dem franceza a ooo rs.
Cognac inglez das melhores marcas a l.ooo
rs. a garrafa e lo.ooo rs. a duzia.
dem francez nporior qualidade 8oo rs. a
garrafa o 9,ooo rs. a duzia.
Gominbo e Erva- ioco a 4oo rs. a libra.
Gravo da India a Goo rs. a libra.
Qanella a l.ooo rs. a libra.
Copos finos para agua a o.ooo rs. a duzia, e
5oo rs. cada um.
Caf do Rio superior a 28o e 32o rs. a li-
bra, e 8,8oo e O^ioo a arroba.
Doce uno de goiaba a 6oo rs. o caixao.
Crvilhas porluguezas ltimamente chegadas
a Too rs. a lata,
dem seccas.a 16o rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra. l ,
Figos em caixinhas muito bem enfeiUadas a
a l,ooo rs. cada urna,
dem em latas ermi ticamente lacradas a
l,5oo e 2,5jo rs. cada urna,
dem cm caixas de V arroba a 2*& rs-ca'
da urna, e 2oo rs. a libra.
Graixa muito nova a loo rs. a lata e i,oooj
rs. a duzia. J
Genebra de Hollanda em frasqueiras cora 12
frascos por 6,ooo re. e 56o rs. o frasco.
dem de laranjaa l.ooo rs. os frascos gran-l
des o H.ooo rs. a caixa cora 12 frascos,
dem de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca|
da urna,
dem em garrafes de 16 garrafas a
rs. com a garrafSo.
Queijos Qamehgos cnegados neste ultimo va-
por, a
dem prato muito fresco a 8oo e Ooo rs.
a libra.
dem suisso a melhor qualidade que at ho-
je tem vinjlo ao no a libra.
Sal refinado ir. potes de vidro a ooo rs. ca-
da um.
Serveja das iielbores marcas a 6,ooo rs. a
duzia, e 50o rs. a garrafa.
Sardinba de
meia latas
Sevadinha de
Jsbn e Nantes em quartos e
38o 58o rs. cada nma.
Sag mnito n>vo e alvo a 2io rs. a libra.
Franca ISo-r.s. a libra.
evadaa loo is. a libra, e 2,8oo rs. a arroba.
Vioho em pi
melhores
menos coi
2.8oo rs.
qualidade a 8,5oo rs. a cai-
rs. a
um.
xa, e22o ijs. a caita.
Tou-inho noto de Lisboa a 24o e 32o
libra.
Tijollo para Hmpar facas a loo rs. cada
a Porto, Lisboa c l'igueira das
parcas a 3.8oo rs. a caada, e
500 rs. a garrafa,
dem do Pono Lisboa c Figueira de marcas
lecidas a 4oo rs. a garrafa, e
i caada,
dem Colare^ especial vinho a Goo rs. a gar-
rafa.
o muito fresco nao levando com-
iGo rs. a garrafa, e 4,ooo rs. a
dem Lavrad
posicSo a
caada.
dem branca!
4,800
de uva puta a B6o rs. a gar-
rafa, e 4, >oo rs. a caada.
dem mais b;ixo a loo rs. a garrafa, e 3,ooo
rs. a caada.
dem Bsrdeajx em caixas de 12 garrafas das
marcas m lis acreditadas a 6,5oo e 7,ooo
rs. a caixa.
dem muito jspecial que raras vezes vemao
nosso raerwdo a l,2oo rs. a garrafa, ga-
rante-se qi ie por este mesmo preco d pre-
juizo e so se encontra n'cste armazem.
dem do Porto em caixas com 12 garrafas
das seguidles marcas Lagrimas do Douro,
Duque do Porto, Genuino, Velho Particu-
lar, malasio lino, D. Pedro V, D. Luiz
I, Nectav i outros a O.ooo e 10,000 rs.
a caixa o S 00 a -I .ooo rs. a garrafa.
dem Musca! superior a t.ooors. a garra-
fa, e lo,oeb rs. a caixa com 1 doria.
Vinagre pon de Lisboa a 2oo rs. a garrafa
e 2,4oo rs a caada.
dem em gairafes com 5 garrafas a l.ooo
rs. com o jarrafao.
Vassouras do Porto de arcos de ferro a 32o
rs. cada ui la
dem de esova para esfregar casa 36o rs.
cada orna.
Vellas de es] ermacete superiores a 060 rs.
a libra, e 52o rs. em caixa.
dem de cari awba refinada e de composicao a
36o rs. a Ii ra, e de lo.ooo a 11,000 rs. a
dem em
um.
dem em latas de
2,ooo rs.
Arroz da India e Maranho o melhor que se
pode desojar a loo e 12o rs a libra e
2,8oo a 3,4oo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa, e
4,800 rs. a caada,
dem francez clarificado em garrafas bran-
cas a Ooo rs. cada urna, e lo.ooo rs. a
caixa com I duzia.
Aifazema muito nova e limpa a 32o rs. a li-
bra.
Alpista a 16o rs. a libra e 4,6oo rs. a ar-
roba.
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio das segrales qualidades: agua e
sal doces, e imperiaes em latas de 6 libras
a 3,000 rs. e de 3 V* libras a 1.5oo rs.
e em libra a 64o rs., estas bolachinhas
torna-se muilo recommendavel com espe-
cialidade para os doentes.
Biscoilos e Bolachinhas de soda em latas de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a i,35o rs. a lata.
Bolos francezes cm carios e de diversas
qualidades a 64o rs. cada um.
Banha de poico verdadeira refinada a 4oo
rs. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a 16o rs. a libra.
Bolachinhas inglezas ltimamente desembar-
cadas a 24o rs. a libra e 2,ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
at boje lera vindo ao nosso mercado a
18,ooo rs. o gigo e i,5oo rs. atgarrafa
inteira, e 800 rs. as meias.
Cha uxim o melhor que se pode desojar, e
que outro qualqucr nao vende por menos
de 3,ooo a 2,7oo rs. a libra,
dem perola de especial qualidade a 2,6oo e
2,8oo rs. a libra, garante-se a qualidade
d'este cha.
dem hysson o melhor que possivel encon-
trar-so a 2,4oo e 2,6oo rs. a libra,
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
a I,2ooe I,4oors. a libra,
dem preto muito fino a l.Goo rs. a libra.-
Chocolate das melhores qualidades, francez,
hespanhol e suisso a l.ooo, l,2oo e i,4oo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos Fur-
tado de Simas em l-> caixas das seguin-
tes marcas: Parisienses, Suspiros, Dili-
cias, Napolees e Guanabaras a 2,3oo rs.,
e cm caixas inteiras Trovadores a 3,000
rs. cada urna,
dem de outros mu tos fabricantes e de dif-
ferentes marcas para l.5oo rs. as meias
caixas, de suspiros a l,6oo, 2,ooo e3,ooo
rs. as caixas inteiras.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco,
dem franceza a 5oo rs.
Cognac ingle/, das melhores marcas a 1,000
rs. a garrafa e lo.ooo rs. a duzia.
dem francez superior qualidade a 800 rs.
a garrafa e 9,ooo rs. a duzia.
Gominbo e erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canellaa l,ooo rs. alibra.
Copos finos para agua a 5,ooo rs. a duzia, e
5oo rs. cada um.
Caf do Rio superior a 280 e 320 rs. a libra,
e 8,800 e 9,5oo a arroba.
Doce fino de goiaba.a 600 rs. o caixao.
Ervilhas porluguezas ltimamente chegadas
a 7oo rs. a lata,
dem ceceas a i60 rs. a libra,
dem j descascadas a 2uo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 320 rs. a
libra.
Figos em caixinhas muito bem
l,ooo rs. cada urna,
dem em litas ermiticamente lacradas a
l,5oo e2,5oo rs. cada urna,
dem em caixas de V* arroba
cada orna, e 2oo rs. a libra.
Graixa muito nova a loo rs. a lata
rs. a duzia.
Genebra de Hollanda em frasqueiras com 12
frascos por 6,000 rs. o 560 rs. o frasco
dem de laranja a l.ooo rs. os frascos gran
800 e l.ooo rs. as garrafas grandes.
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800
e 96o rs. a libra,
dem franceza nova j deste anno a 600 rs.
a libra, e 58o rs. em barris inteiros.
Marmelada especial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 600 e 64o rs. a libra, ha
latas de diferentes tamanhos.
Massa de tomate em latas de 1 libra a 56o
rs. cada urna,
dem para soda estrellinha, pevide e rodinha
em caixinhas sordasa3,ooo 3,5oo rs. cada
urna o 5oo rs. a libra,
dem macarro, talharim e aletria a 4oo rs. a
libra.
Mostarda franceza preparada em frasco a 4oo
rs. cada um
Molho inglez em garrafinhas com rolhas de
vidro a 64o rs. cada urna.
Marrasquinho vrdadeiro de Zara a l.ooo rs.
agarrafa, lo.ooo rs. a caixa com 1 du-
zia.
Nozes muito novas a 16o rs a libra.
Prezunto de fiambre superior a 600 e 8oo
rs.
dem do Porto para panel la a 5oo rs. a libra.
Passas novas a 48o rs. i libra.
Peixe em latas de differentes qualidades co-
mo, savel, corvina, govas, pescadinha e
outros a l,ooo rs. a latas.
Palitos para denles a 14o e a IGo rs. o mas-
so dos melhores.
Painco o mais novo e limpo a IGo rs, a li-
bra, o a 4,5oo rs. a arroba.
Palitos do gaz a 2,loo rs. a grosa, c2oo rs.
a duzia, e 20 rs. a caixinba.
Queijos flaraengos chegados neste ultimo
vapor, a 3,ooo
dem prato muito fresco a 800 e 9oo rs. a
libra.
dem suisso a melhor qualidade que al ho-
je tem vindo ao nosso mercado a 800 rs.
a libra.
dem londrino o Ooo rs.
Sal refinado em potes de vidro a 5oo rs,
cada um.
Cerveja das melhores marcas a 6,000 rs. a
duzia. e 56o rs, a garrafa.
Amendoas
confeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
20400, muito propios para mimos.
Oartoes
com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
com bolachinhas de soda de todas as. qua-
lidades a 1^360.
Chocolates
de todas as qualidades a I 000 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambera
temos vellios para 500 rs.
Queijos flaniengos
chegados neste ultimo vapor a 2#6oo.
Qneijo
macarro, talharim e aleiria a 400 rs. a
libra e 40500 a caixa.
Yinho
Figueira J A A e outras umitas marcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
dem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e
20800 a caada.
dem do Porto
generosos engarrafado dos melbores fabri-
cantes da cidade do Porto a 10 e 10200
a garrafa e de 100 a 120 a caixa, as mar-
cas sao as seguintes; Chamisso A Filho,
F? & M., Nctar ou vioho dos Deuzes.
lagrimas do Douro e outros muito.
Latas
com 10 libras de banha a 40000.
Bolachinha ingleza
a 10300 a barrica da mesma que
vendem a 20000 e 20400.
Nozes
as mais novas do mercado a 120^ .d bra.
Cervejas
: dos melhores fabricantes|e de todas as mai
chegados no ultimo vapor a 2^600 cada um.
Queljo
londrino o mais fresco que se podo esperar
e de excellante maree a 800 rs. a libra
sendo inteiro o > 900 rs, a retalho.
Conservas inglezas_
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 10200.1
Cha uxim
0 melhor que se pode desejar, que outro
qualquer nao pode vender por menos de
30 a 20GOO.
I tlera perola
especial qualidade a 25700 rs. a libra.
dem hysson
o mais aromtico que tem viudo ao nosso
mercado a 20600.
Massas amarellas
para sopa, macarro, talharim e aletria a
480rs. alibra.
COCJ\AC
cas de 40500 a 60500 a duzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Reis e outros em
meias caixinhas a 10500.
Arroz
do Maranho a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 20500 a 30000 a ar-
roba desses que vendem por 30400.
CAF
de 1.a e 2.1 sorte do Rio ('e Janeiro a 803f
e 80800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
Ciarrafes
com 4 '/a garrafas com vinagre a 100001
ogarrafad.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 10000 o frasco, e de H0OO
a caixa.
DEM
em frasqueiras de Hollanda a 50800 com
12 frascos.
GENEBRA
de Hollanda verdadeira em frasqueira a Goo
rs. cada urna.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza
e 2o rs. cada oaixinha.
LICORES
Sardinha de Lisboa e Nantes em quartos o o muito afamado cognac Palo Brandy a 1,80o i
meias latas a 38o e 58o rs. cada urna. rs. a garrafa o de outras muilas qualida- finos d.- todas anualidades, a lo.ooo a cfixa
Sag muito novo e alvo a 2'to rs. a libra. des a l.ooo e 800 rs. a garrafa. com ama duz.a e a 1 000 a garrafa.
Sevadinha de Franca 180 rs. a libra. COPO | Mamelada
Sevada a loors. a libra, o 2,8oo rs. a ar- lapidados para agua a 4,5oo e 0,000 rs. a; dos me;i10res fabricantes de Lisboa, como se-
roba. j duzia, e a 440 e 5oo rs. cada um. m Al)reu e oulr05 muitos a Goo rs. a
Traques do 1.a qualidade a 9,5oo rs. a cai- PJ.FBL libra.
xa, e 2o rs. a carta. \ a|macn reve poso e j,. m\x& muitas qua-
Toucinhonovo de Luboa a 2o e 32o rs. a .. *; flp^V,n ai fnfia I(-smadome-!
lidailes de 2,300, a -*,OO a icsma uo me Q ver(ja(jer0 prezunto de Lamego a 52o rs.
lhor. a |j)r2
Papel de botica ARROZ
de excellente qualidade a 20200 a resma, Maranho, Java e India, a lo rs. a libra e
PAPEL de 3,000, a 3.200 rs. a arroba,
azul e pardo para embrulho de 1. loo a 2.2oo j VELAS
rs. a resma. : de espermacete de diversas marcas a 56o rs.
Oorinthias a '")ra e em ca'xa tera aat'mento-
Presunto
infeitadas a
eradas a
a 2,5oo rs.
e l.ooo
libra.
Tijolo para [impar facas a loors. cada una.
Vinho om pipa Porto, Lisboa c Figueira das
melhores marcas a 3,800 rs. a ranada, e
5oo rs. a garrafa.
dem do Porto Lisboa e Figueira demarcas
menos conhecidas a 4oo rs. a garrafa, c
2,8oo rs. a caada.
dem Colares especial vinho a 600 rs. a gar-
rafa.
IdemLavradio muito fresco nao levando com-
composico a 56o rs. a garrafa, e 4,000
rs a caada.
dem bra neo de uva pura a 56o rs. a garra-
fa, e 4,5oo rs. a caada.
dem mais baixo a 4oo rs. a garrafa, a 3,ooo
rs. a caada.
dem Uordeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a G,5oo e ",00o
rs. a caixa.
dem muito especial que raras vezes vena ao I
nosso mercado a 1.2oo rs a garrafa, ga-j
rante-se que por este mesmo proco d'
prejuizo o s se encontra n'este.arma-
zem.
dem do Porto em caixas com 12 garrafas
das
ro.
ticular, Malvasio fino, D. Pedro V, D.,
Luiz I, Nctar e outros a 9,ooo e lo.ooo!
rs. a caixae Ooo e l.ooo rs. a garrafa.
dem Muscatul superior a l.ooo rs. a garra-
fa, e lo.ooo a caixa com 1 duzia.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo a garrafa e
2,4oo rs. a caada.
dem em garrafes com 5 garrafas a 1.000
rs. com o garraf5o.
Vassouras do Porto de arcos de ferro a 32o
rs. cada urna.
dem de escova para esfregar casa a 36o rs.
cada urna.
VELAS
passas corinthias muito novas proprias para | de carnauba em caix;iS (le arroba a 9>3oo e
podim a 800 rs. a libra.
Fume
o vrdadeiro fumo americano em chapa a
l,4oo rs. alibra
Vinagre
PRRem ancoretasdo 9 caadas a lo.ooo rs.
cada urna.
Cebollas
as mais novas do mercado a ",00o rs. a caixa j
e 1,00o rs. o molho.
Alpista e Painco
140 rs. a
caixa e 3io rs. a libra.
Batatas novas
em caixas de 2 arrobas a 50 a caixa e 60 rs.
a libra.
Passas muilo novas .
em quartos e inteiros a 20 o quarto e 60500
a caixa e 400 rs. a libra.
Chocolate
portuguez o mais especial que se pode de-
sejar a 800 rs. a libra e UOrs. o pao.
Frutas en ealda
chegadas ltimamente, pera, pecego, ginja e
outros muitos a 610 rs. a lata,
o mais novo do mercado a 140 rs. a libra, Dsce da casca da goiaba
e 40400 a arroba. : a 600 e 10 o caix3e.
Os proprietarios do grande armazem o Vrdadeiro Principal declaram aos seus
s segtes marcas Lagrimas do Dou-1 freguezes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a commodidade de todos es-
. Duque do Porto, Genuino. Velho Par-1 tipularam os mesmos precos nos seguintes lugares:
l'nio e Commercio ra do Queima-'o n. 7
O Verdadeire Principal roa do Imperador a. 40

liRAMIE SORTIWEVTO DE FAZEMUS
DE
arroba.
Vaquetas
Vendem-sc excellonte<; vaquetas envernisada
i>ara carro* : ein casa de F. Souvage & C, a ra
ua Cruz n. 20. 1
fin
Neste
(erro coado
Moor Ubra a
Sal do Ash'i
K bordo do- hiate lindo Paquete : vonde-wf ha
A bordo i i> luir Rmilia ha para vender fa-
rinha de man
Smta Cartiarin
raZX&E! -Er,'e^ertojto r **** fjj^d?cSai:*"*Jae v.&4o Fenton roa do Tnpiche n. 17.de Schaueitlin 4 C, ra da Crm n. 12.
Antonio de Altneida Gomes.
Seizalla Nova 1.42.
amento vendem-se: tachas de
ra a 110 rs., idemdeLo*
rs.
des e ll.ooo rs. a caixa com 12 frascos. Velas de espermacete superiores a>6o rs.
dem de Hollanda em botijas a 4oo rs. cada a libra, e 52o em caixa.
uma 1 dem de carnauba refinada e de composicao
dem era garrafes de 16 garrafas a 4,8oo a 36o rs. a libra, e de lo.ooo a 1 i,000 rs.
rs. com o garrafo. a arroba._______________________________
99
Custodio, Carvalho & Companhia.
RA 110 4>lEIM iaio
9
oca nova e de boa nnalLiatte, de
ret.ilba-se a presos commodos
[>rnmo
\jAJu Xf cLli XxAju I um grande sortimento de bico e reDda prela de
Vende-SO az da melhor quadade a 120 novo modelo chamado (guipo) o melhor que se
* lata o am Into* ,1 40 lata* Mri rima se P0^ desejar nesle artigo e que se vende muito ba-
a lata e em mies ae tu mms para cima se j^-. do ||o Ti i|ante rua de Cresp0
far abatimento. no armazem da rua do lm- n 7
perador n. 16 e rua do Trapiche Novo n. 8.
fo S 2K ** 55 m mm i* too
Hbras.
Tem para vender Antonio Luir de Gveira Aze-
vedo & C, no sea escriatorio rua da Cruz n. t.
Ferros para oarwes.
Na roa torg do Rosario n. 2i, loja de joias, ven-
dem-se t*esos ferrse utenciHos de oarives.
A 97
Eseiras do Aracaty
Vende-se na travessa da Madre de Dos n. I
Charatas de Havana
Vende-se a verdadeira graxa ingleza n..
97 ebegada poucos das: no escriptorio; de superior qualidade vendem-se em
casa
Pecas de ntremelos bordados a 1&
Tiras bordadas a peca i.
Cobertas de chita a chiueza a i'X>.
LenctW' de linho linos a 2,5200.
Toalhas de linho para mos duzia 4.
Sapatos de tapete para meninos, seuhoras
Toalhas de linho para mesa a35O0 e 4.
Halt's de arcos para senhoras a 3.
Fil de linho liso vara 500 rs.
Grande sorlimentp de lias para vestidos.
Superiores saias de fustao para senhoras a 55.

e homeus pelo barMo prec4> de 15600 o par


-
os fogueteiros.
Chegou o desejado papel azul e branco para os
fogueteiros e para embrulho ; vndese em balas
ou resmas : na rua larga do Rosario n. 34, Bar-
holomeu de C.
Rap Pringa Gasse.
Grosso, meto grosso, fino.
Paulo Ordetro.
Panlo Hordelro mel grosso. ^
Paulo Cordeiro Viawdo.
Todas estas excedentes t acreditadas qualidatles
fabricadas no Rio de Janeiro aonde tem grande
areitacao e as demaU provincias do imperio, pe-
lo seu bom aroma e materia de que fabricado.
Vndese o engenho Tapipire Novo, stto na
freguezia de Iguarass, moente e corrente, eom fa- .
mosa machina para aatmaes ; a seo ttrntorio vende-se nu nico deposito esta provincia ao ar-
muito productivo, e ofhrece a wwtagetn t ter- mazam de Jos Joaqulm Liioa Bairio, rua da
mar-se om poderoso engenho d'agna : para v*r, Oui B. 18.
os pretendentes dirijam-se ao mesmo engeaho. on- ------ '------------------- ...
de podto tratar 4o ajuste : e nesia praca iMa- Vende-se uma takerna com poneos fiwdo^e
noel Ignacio de Oliveira t Filbo, laro do Corpo I^.toqptida4*f a-tratar meen, ta rad**o-
Santo n. 19. rw Larga n. 31.


;


I
I
Diario 4e rcrauunbvao -- exfa elra 1 *.4e
AO PUBLICO
Sem menor cnuslran-
glmento se entregar o
importe do genero que
nao agradar.
ATTENQiO
Os precos da seguinte
tabella 6 para todos, po-
dendo assim servir de ba-
se para o ajuste de contas
com os portadores.
ARMAZEM
IA DA CAIMSIA 1IO RECIFE IX. 53.
(Ltjo passando o arco da Conceirio)
Cirande rednceSo de procos, equlvalenc al dez per cento menos o que outro qualquer
annnnciante.
Collegas.Nao posso por maislempo sustentar o preco da manteiga ingleza a l,ooors. a libra, bem assim o de oulros
amitos objectos, etc., dando com islo ocasib a todas as espeluncas acabarem porbom proco a manteiga de tempero, e gritarem em
alta roz, que podem vender pelo proco que eu vendo!! 1 Ora, eu offendido com estas obscuridades e receioso em adoptar o mesmo
systhema que vim encontrar, des se vender com um por cento a carola, resolv fazer esta grande redcelo de precos, como veris
pela seguinte tabella, pois como sabis ca pelo meu bairro, at a abertura do momoravel armazem de molliados Uniao Mercantil nao
sfi sabia de outro preco de manteiga ingleza a nao ser o de ^J^oe a l,6oo rs. a libra. Hoje porem, resentidos da reduceao a que
esto obrigados, encarando todos os dias de seus freguezes rcclamlacao de precos, e qualidades, vingam-se de um e outro portadores
raal informado deste novo estabelecimento. para lhe vender gonerps nao proprios de um estabelecimento desta ordem que o sen fim
t5o smente obter a concorrencia de seus freguezes.

Para bem de todos.
GRANDE
Iiquidaco de balees na l.ga c armazem
da Arara, e juntamente de fazen-
das novas vindas pelo vapor, pe se
vende por p ecos iaialissimos, ua
laja da Arara, ru;> da mpeatriz n.
5, toeLonreueo Pereira ilendessui-
niitt^es.
Arara vende os bales a 2-t210.
Vendom-seXbales de 1G, 20, 25 e 30 arcos a
25l0,23300, $&, 3^300, 4 : so na loja da .Ma-
r, ra da Imperatnz n. 56.
Challes a 1T>00, na Aran.
Vende-se challes de lazinha a 160 e %",. dto<
de merino a 25300
; a (5, ditos de purt
' loja da Arara, rua
As lazilias
Vendem-sc la
40>, e 500 rs,
capas a 400 c
:>00, ditos lino* estampados
Mi a 75500 e 85 so na
feratriz n. 60.
ra a 320 rs. o covado.
s para vestidos a 320, 3C0.
u, ditas lijas proprias para
s. o colado : na ra da Irnpe-
Senhores e Senlioras o aceio que presidio, aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que ludo apromplido e entei-
reza com que serSo tratados, convida a urna vizita ao mesmo, certos de que sera duvida me daro a proteccao e preferencia na compra
dos gneros que precisarem, e quando nao pogara vir podero mandar seus portadores, ainda que estes sejam pouco praticos, pois
serao tito bem servidos como se viessem pessoalmente, havendo para com estes toda recommendacao, afim de que nao vao em oulra parte.
Manteiga ingleza (safra nova) especialmente
escolhida a 8oo rs. a libra, em barril se
faz batimento.
dem franceza a mais nova que tem viodo ao
mercado a 5Go rs. a libra, e em barril ou
me ios a 5oo rs.
Oli bysson de superior qualidade a 2,Goo rs.
a libra.
dem perola o mais superior do mercado a
2,8oo rs.
dem huxim o melhor que se pode desejar
ncsle genero 2,6oo rs.
Id en preto homeopathicoporserde superior
qualidade a 2,ooo rs. a libra.
dem bysson, huxim o perola mais proprio
para negocio o l,Goo, l,8oo e 2,ooo rs. a
libra, garante-so ser muito regular, igual
ao que se vende em oulra parte por 2,4oo
e2,oo rs.
Unguicas, chouricas e paios em latas de 8
libras, emticamente lacradas a 5,5oe rs.
garante-se serem superiores aos que vem
em barris.
Chouricas e paios i;m barris de meia e urna
arroba a 8,ooo rs. e i,Seo e Goo rs. a libra.
QueJjos flamengos muito frescos chegados
neste ultimo vapor a 2,2oo rs. e do vapor
passado a l,6oo e l,8oo rs.
dem londrinos os mais superiores que tem
rindo ao mercado a 8oo rs. a libra entei-
ro se faz abalimento.
dem prato muito fresco a 8oo rs. a libra.
Wem do Alentejo o que se pode desejar de
fresce e superior a 8oo rs. a libra, a ellos
antes que se acabem.
Ervilbas e favas porluguezas em latasj pre-
paradas a io rs.
Mermelada imperial dos mais acreditados fa-
bricantes de Lisboa a Goo rs. a libra.
Prc/.unlo do reino viudos de casa particular
a 56o rs. a lbr, e a 5oo rs. inteiro.
dem inglozas para fiambre chegado neste
vapor 72o rs. a libra.
Cupos lapidados para a gua a 5,ooo e 5,5oo a
duzia,
rs. e em barricas de 4 duzias se faz abati-
mento.
Gaf do Rio a 26o e 28o rs. a libra, e 7.8oo
e 8,5oo rs. a arroba.
dem lavado de primara qualidade a 3oo rs.
a libra, e 9,ooo rs. a arroba.
dem do Cear de superior qualidade a 24o
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,ooo rs. a
arroba.
Arroz do Maranho a loo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba.
dem da India muito a vo egraudo a loo rs. a
libra, e 3,ooo rs. a arroba.
dem de Java a 8o r a libra, e 2,2oo rs.
a arroba.
Painco e alpista a 14o rs. a libra, e 4,3oo
| rs. a arroba. I
Massa de tomate em ljrtas de 1 e 2 libras a
6oo rs. e de barril muito superior a 5oo
rs. a libra.
Aletria, macarto e tjlharim a 4oo rs. a li-
bra, e 9,ooo rs. a paixa.
dem e lalberim brarjeo a 32o rs. a libra,
estas massas tornam-se recomendareis as
pessoas doentes por serem propriamente
feits para esse lim.
Estearinas a 56o rs. a libra, e em caixa com
25 libras a 52o rs. *
Vinho do Porto muito fino excellente qua-
lidade proprio para engarrafar em ancore-
tas com ) caadas por 4o,ooo rs.
Antonio de Lisboa em latas com 6 libras
por 2,5oo; ditas doce em latas com o mes-
mo peso a 2,5oo: ditas imperiaes em latas
de 3 libras por l,5oo rs.
Ameixas francezas em latas de 1 e meia libra
por l,2oo; ditas em caixinbas de deversos
tamaitos com bonitas-estampas na caixa
exteriora l,2oo, l,5oo, e l.Sooro.
Azeite doce refinado Penanol ou do Kempes
de Lisboa a 85o'rs. a garrafa e 9,5o a
caixa com urna duzia.
Batatas muito novas a 5o rs. a libra e 2,ooo a
caixa com 2 arrobas.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
H.ooo a duzia.
Vassouras de escova para esfregar casa a 32o
Noaes muito novas a i6o rs. a libra
Molho inglez em garrafa de vidro com
rollia do mesmo a 5oo rs.
Mostarda ingleza dos melhores fabricantes a
8oo rs. o frasco.
Mostarda franceza em potes ja preparada
a 4oo rs.
Lentilhas excellente legume para sopa a 2oo
rs. a libra.
Marrasquino o verdadeiro de Zara em garrafas
grandes a l.ooors. e H,ooo a duzia.
Palitos para dentes a 14o e IGors. o mago.
Sal refinado em frasco de vidro com rolha do
mesmo a 5oo rs.
ratriz n. 36, loja da Ararau
Cortes de chitaba 2&100.
Vndese cortes de chitas ,escuros e claros a
25 00, ditos francezes a 35300. cortes de cassa ;:
25 e 25500 : na ra da Imperatriz n. 56, roja da
Arara.
Koupa feita da Arara.
Vende-se palitots de brim a 25500, 35, 35900,
ditos de casemira de cores a45."00. 5-3, 65, 7585,
i 105, ditos pretos fino a 103, calcas pretas de ra-
I Remira a 45500, 65 e 85,c;.lcasde l.rrtn d.' cor ;i
25, 25500 e 35, seroulas de linlio a 25, de al*-
dao a 15(>00, camisas francezas a 25 e 25500, ie
: iinho a 35 : na rua da Iraperatriz n. 56. Iota da
Arara.
Brim de linhe a 15200.
Vende-se brim trancado de Iinho Dir calc.i
cana de leceoer de sua propria encommeuaa um grande e vanado sortimento' branca a 15200, 1528O, 1^400 e 15600, de alu^
de molhados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o proprietario emldaoa 7(o rs. avara brtani.a de liniio a io c 800
offerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e r? a vara: nri raa da imperatriz n. 56.
resumidos precos, afiangando todo e qualquer genero vendido neste bem conbecido ar- i 4r?,ra Ia* os Tos I""6'08 c
mazem.
Amendoas confeitadas de 800 rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 800 rs, I
libra,
dem franeeza a 56o rs. a libra, e5ooTs. i
sendo em barril. i
Cb nxim a 2,7oo rs. a lrbra, e de 8 libras!
para cima a 2,600.
dem perola a 2,800 rs. e de 8 libras para
cima a.Too,
de cores a 15000.
cores para chape-
Vendem-se veos pretos e d
, I 'as de senlioras pelo preco de 15 cada m, ra
Licores francezes e portuguezes das segutn-! acabar: na rua da Impwairir n. 56, loja da Arara.
tes marcas creme d violetas, gerofles, ro- As percalas da Arara a 500 rs.
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen- Vende-se ricas percalas para vestidos de senho-
dua amarga, percicot. de Turra, Betefim, ra> a.zenda muito fina a 500 e 560 rs._o covad.,,
dem bysson o mais superior que se pode Passas muito novas em quarlos feioros a'
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima
que OS melbores que temos tidonomer-' na roa da Imperatriz n. 56, loja da Arara,
cado. Colchas da Arara a 45
Vende-se colchas de chita a 25,- de i
a2,5oo rs.
dem menos superior a 2,4oo ede 8 libras
para cua a 2,3oors.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
Choculate francez, suisso e hcspanol a 9oo Vinho Colares o mais superior que tem
Vinbo de pipa Porto, Figueira, e Lisboa a32o, Ceneja branca e preta das marcas mais a-
4oo e5oo rs. a garrafa, em caada a 2,5oo,
3,000 e 3,8oo rs. i
Vnho branco de Lisioa de excellente quali-
dade a 4oo e Son rs. a garrafa, em caada
la 3,ooo e 3,5oo r$.
Vinbo branco para missa em caixa de 1 duzia
ja 8,000 e a 680 1 s. a garrafa.
Vi'nho do Porto das meibores marcas, qi>e
ivem ao mercado como sejam Lagrimas do
|Douro, Duque do Porto, Duque Genuino,
p. Luiz I., .Madeita secca, Malvazio fino,
Feloria em caixa de 1 duzia de 9,ooo a
\0,000 rs. ea 9oo e l.oooa garrafa.
l.ooo e l,2oo rs. a libra.
Espermacete em caixinbas contendo 6 libras
por 4,000 r., garante-se serem transpa-
rente e de superior qualidade, lambem tem
de 12 por libra propria para carro.
Peixe em posta sovel, corvina, gors. pesca-
da, salmo, ostras o ebernee, vezugo em
latas grandes a 800 e l,ooo rs. cada urna.
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-
das que tem vindo ao nosso mercado a
6,000, 7,ooo e 8,000 rs. a caixa, garante-
\jmdo ao mercado n Gio rs. a garrafa.
Sarainnasde Nantesem quattose mciaslatas
3Go e 5Go rs. cada urna.
Sardinhas porluguezas em latas grandes
preparadas pelo melliorconserveirode Lis-
boa a Gio rs.
Bolaliiinbas inglezas as mais novas do mer-
cado a 2,8oo rs. a barrica, e 2o rs. a
liara.
Bolahinba de soda I em latas com diversas
quididades a l,3o!o
a i,.joo rs.
se ser de qualidade superior, que outro Bolo francez em ciixinbas muito proprias
qualquer nao pode vender por este proco.! pa 'a mimo a (iio rs.
Genebra de Hollanda a 56o rs. o frasco, e Passas muito novas de carnada a ioo rs. a
. 5,7oo rs. a frasqueira. | libra e 6,ono rs. a caixa com 28 libras,
dem de laranja verdadeira de Altona cmFigosi de comadre a 2io rs. a libra c
frascos grandes a l.ooo rs. o frasco, e l,8oo rs. a caixa com 8 libras.
14,000rs. a duzia. lAmenldoas de cascatoole a 32o rs. a libra.
dem de Hollanda em botijas grandes a loo Bolacl
Navidades
Cuegaram rua Direita n. 91 os muito deseja-
dos e verdadeiros queijos flamengos com 10 1|2 li-
bras cada um, e se vendem a 65, e 640 rs. a libra
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inhasd'agua fi sal da fabrica do Beato
creditadas que vem ao mercado a 5,ooo e
8*600 a duzia e 48o rs. a garrafa.
Sag muito novo e alvo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca mnilo nova a2oors.
Charutosde todos os fabricantes da Babiaedas
mais acreditadas marcas conhecidas no
nosso mercado a 2,ooo, 2,5oo, 3,ooo,
3,5oo e 3,8oo a caixa de loo cliarulos.
Cognac inglez das melbores marcas a
1,000 rs. a garrafa.
Doce da casca da goiaba em latos de 4 li-j
dem do Rio em latas de 2, 4,6 e 8 libras lErwthas secas muito novas a 16o rs. a libra.
2,ooo rs. o quarto, a Mea *- rs. a libra. Cassas da Arara a 280 rs
dem cortnthias proprias para podan a 800: Vende-se cassas finas organdys a 280 e 320 rs.
rs. a libra. o covado, golliiibas para senlioras a 240, 320, 400,
Marmeladas dos mais afamados fabricantes de ^e 800 rs., manguitos a 500 rs., camisinha^ a
ifi : na rua da Imperatnz n. 5o, loja da Arara.
Bramante da Arara a 2^500.
Lisboa a 64o rs. a libra
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata,
dem preto o melhor que se pode desejar
neste genero a 2,8oo rs.
dem menos superior a esse que se vende
por, 2 e a.oo, a 4,8oo rs. a libra,
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo
rs. a libra.
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,2oo.
Queijfts chegados no ultimo vapor a 2,2oo rs
Maaajpywo m memores e mais frescos do
nfreado a 76o rs. a libra sendo inteiro.
Genebra marca gato a 1.7oors. agarrafa.
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes
marcas : Osborne, Craknel, Mixed, Victo-
ria, Pec-nic, Fance, Machine eoutras umi-
tas a 1,3oo e 1,4oo rs.
Fumo americano em chapa a i ,60o rs, a
libra.
Araruta de todas as qualidades.
Batatas novas em caixas de 2 arrobas a 54 a
caixa e 60 rs. a libra-
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs.
Grao debico muito novo a 16o rs. a libra.
Ervilbas francezas em latas a 64o- rs.
Potes com sal refinado a 48ers.
Vende-se bramante de Iinho com 10 palmos a
l 25500, dito muito superior de 12 palmos de largue
ra a 25800, brim liso para lencoes a 500 e560 rs.,
panno de Iinho de 4 palmos de largura a 640 rs.
biaspor 2,ooo; ditoemcaixesa6oors. Idera ingle./as em barricas amais nova do
cada um.
Farinba de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Velas de carnauba de 6 e 12 por libra a
32o rs. a libra e lo.ooo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa
e 4,8oo a caada.
Banba de porcp retinada a 4oo rs. a libra
e 36o rs.em barril.
mercado a 3,5oo rs, a barrica c 24o rs. a
libra.
Chocolate portuguez o mais especial que se
pode desejar a 800 rs. a libra e 14o rs. o
pao.
Papel de botica de excellente qnalidade a
21oors. a resma.
Potes com sal refinado a 48o rs. cada um.
Capil de diversas frutas muito* frescas a j Figos de comadre em Utas de 4 e 8 libras
64o rs. a garrafa. lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a graza.
Toucinho de Lisboa muito alto e alvo a
32o rs. a libra e 8,800 a arroba.
Ameixas francezas em latas de 3 libras por
2,ooo. rs.
Cebollas soltas a l,4oo o cento ; ditas em
molhos com cento e tantas por 1,2oo rs.
Malte excellente cha para os navegantes a
a 2oo rs. libras.
POR IMS DE 20 4 50 POR CENTO
B
ge
B
o
s
SO
^=
O
m
' quem(
neste a
como e
menos
e ';
EKVAT
400 rs. a garrafa.
Vndese tinta preta a 400 rs. a garrafa, para
E>as de meninos e para marcar fardos de fazen-
au : na travessa do Qneimado n. I.
g Fabriea Conce^o da jj
Baha,
Andrade 4 Rejq, receben) consUnte-
mente e tem a venda no seu armazem n.
34 da rua do Imperador, algodao d'aquel-
la fabrica, proprio para saceos de assu- M
car, embalar afcodao em pluma etc., etc., W
pelo preco mais razoavel.
23-Largo do Terco-~23.
^oaquim Simao dos Santos, dono deste armazem de molhados, tem feito urna glande vantagem
seu armazem tem frequenlado, liqrjirtnu todos os seus gneros mais antigos que tinha nao s
mazem como fra, e tendo feito lima grande reforma neste estabelecimento tanto em tamaito
n gneros que mandou vir por sua proeria encommenda a maior parle, que os pode vender por
le que qualquer annuncianie, para isso se responsabilisa pela superior qualidade.
Atiendo.
as mais novas a 15400 a arroba e 50 rs. a Queijos do vapor a 25800.
Vinho de Figueira, marca JAA, a 500 rs. a gar-
rafa.
Dito de Lisboa a 400 rs.
Dito de outros paizes a 360 rs.
Dito para negocio a 320 rs. agarrafa e em caada
86 f*z abatimento.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 65000 e 500
rs. o frasco.
dem em botijas de conta a 400 rs.
Azeite doce de Lisboa fino a 600 rs. a garrafa.
Dito de carrapato a 320 rs. a garrafa.
Batatas
libra.
Toucinho de Lisboa novo a 280 rs. a libra e 85400
a arroba.
Gaf do Rio de primeira e segunda sorte a 280 e
300 rs. a libra e 85500 a arroba.
Arroz p lado a 80 e 100rs. a libra e25500 e 25300
a arrbba.
Sardinha de Nantes novas a 320 rs. cada urna.
I Sabao n assa superior a 180 e 220 rs. a libra.
' Passas II mais novas deste genero a 400 rs. a libra
Ameixa franceza' com 1 e meia libras a 15-
I Belarhii has inglezas novas a 240 rs. a libra.
wmm
Fariafca de maadica saperior
em saceos grandes : vende Antonio Luiz de Oli vei-
ra Azevedo & C., no seo escriptorio rua .da Cruz
numero 1.
Charutos de diversas marcas e superior qualidade I Manteiga franceza a 560 rs. a libra, e 540 em
de 15*00, 15800, 25, 35 e 45- barril.
Phosphoios do gaz grdza 25*00. Dita ingleza flor a 720, 800 e 900 rs. a libra, e em
Velas de espermacete de 5 e 6 por liara a 540 rs. a barril ha abatimeqto.
libra, e em caixa a 520. _:. Massa de lomate em ,atas de Hbra a gQQ rs_ cada
Velas ie
Sevadinl a e sag muito novo a 24Q, 260 rs. a li- Conservas inglezas, francesas e portugueras a 640
. bra. ( aranle-se a superior qualidade. I o frasco.
Alm destes gneros ba outros muitos que enfadonho seria menciona-tos. Qaem duvidar ve-
er nhav.
carnauba a 115 a arroba e 360 a libra.
urna.
Salitr refinado, superior qaalidade, vinho Bor-
deaux, diferentes qualidades, mais barato que em
qttaliuer ptrte : he armazem de E. A. Burle &
C., rua ila Cruz a. 48.
Vendem-se caixoes vasios a 1:760
cada up\: na rua das Cruzes n. 44.
-
Fumo imperial
rs. a lata.
Frutas em calda chegadas ltimamente, pera,
pecego, giuja e outros muitos a 12o rs. a
lata de 21 ]2 libras.
Idemem caixinbas de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Sozes muito novas a 120 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 600 rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velbo
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial 0. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velbo superior, madeira secca, Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a 10,000 e
l.ooo rs. agarrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oo rs.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
klem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a cunada.
Especial vkfio Lavradio-sem a mais pequea
composifo a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Farinha de matarana a 240 rs. a libra.
Ricas caixas com figos a 1,000 rs. cada urna.
Ricos livros com figos l.ooo rs.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafes com 4 '/i garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com 4 '/a ditas de venagre a 1,00o rs. o
garrafao.
Vinagre PER em ancoretas de 9 caadas a
15,000 rs. com a ancorla
dem em pipa puro sem o batismo a 2oo rs.
a garrafa e 1, 4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas do vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs. I
Fumo de chapa americano a l,oo rs. alibra; ]^SSSSmt'' ^ 'ja d3 *"**
fazenda especial. A Arara YCB(1 mada|)0]au Cll0 a 6w Presunto para fiambre inglazes a7ftO .6 800 Vndese madapoln fino de 24 jardas, n. 60 a
rs. a libra. 65500, dito R. G. a 6S0OO. dito n. 7 a 75. dito- n.
Chouricas e paios mnito noves a64o a libra. < a '*. "to n. 40 a 85, dito a 85500, dito a
fairas Afi Irami n 4 -x SAKfln ,-ala urna !,<5' (i" S a ,05' dll li a l*' Para afiilbar, algo-
uaixas de traque n. i a 85oO taaauma. |di0 a 33500 65500 75 e 8 na rua da Imp,.r;(.
Massas para sopa macarro, talharim aJelna triz n. 56, loja da Arara.
a 4oo rs. a libra. A Arara vende chitas a 240 rs.
Cognac verdadeiro inglez a 8,o00 rs. a caixa Vendcm-se chitas para vestidos de cores lisas a
e8oors agarrafa |240e 280 o covado, ditas francezas largas a 320.
Tdpm frwW a 7 iuvin a .Invia .7an r a 'iG0' i00' iw rs- dilas Pcalas muito finas a 500
uem irancez a 7,000 rs. a duzia e-7oo rs. a, e :;c0 r5; nscarto francM a 280 ^ glirgurao i.
garrafa. | linhe para vestido a 280 rs. o covado : na loja da
Charutos em grande quantidade e de-todos os; Arara, rua da imperatriz n. i6.
fabricantes mais a creditados a 1,5oo, Laaziolias de uuia s ror.
2,000, 2,500, 3,000 e 4,000 rs. a caixa, Vende-se laazinhas de urna s cor, taes como
OS mais baixos sao dos que por ahi se ven azul> verde> rosa, lyrio, caf e etc., proprias para
dpm a 2 non p 9. nn r<; i Ci,|)as e ve.slldos de senbora, a 600 rs. o covado ; e
uem a z,ooo e z,ooo rs. oulras muitas fazenda. mYMj que se VPndPm por
Cat iIp nrpmi'ira nualiilidp a fi *nn p 0 non baratsimos precos e a dinheiro : na rua da jm-
Laie ae premura qualidade a h..joo e J,ooo pmlriz n 5C )ja da A se ac|ia ^
rs. a arroba e 28o a 22o rs. a libra. | at as !> da noite.
dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar- ~ ---------------------------s-
roba e 26o rs. a iibra. \ \\ [\ 1 f\
Arroz do Maranho a 12ors. a libra, 3,ooo rs. lili lili
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a JJJ.VIJ M.mJI W il Jll/1
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra, j M*JQ de /llZeUS dCl VliO
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro- rl^ /Vaiia /11 7
ba, e 8o rs. a libra. ^' Cbl,b n ''
Miguel Jos Barbosa Cu i maraes, socio priuci-
Vcllas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar- [ pal da firma de Guimaraes.& Lima, faz sciente ao
roba e 36o rs a libra respeitavel publico nue tendo de liquidar todas a?
dem de sebo mu.to dura fmgindo esparmace- S^SS & M^SS^UE
te 360 rs. a libra. i Lima, que consta do um grande sortimento de fa-
ldea de esparmacete a 56o rs. a libra, e em! sendas tinas, como sejam ricos vestidos de seda
caixaa52srs com 95 libras com algum toque do mofo, capas de velludo preto
Papel omelhor que se pode desejar paraos ^^.affiorSf ^^ qM "*
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res- vende-se
ma, j se vendeu por 7.000 rs. cidade de oiin
dem almacopauta)loelisoa3,ooors. a resma, cal, com duas salas na frente, quatro qnartos
dem de peso pautada e liso a 2,500 rs. a grandes, sala de jantar, cosinha, com bom quintal
resma c a,6uma arvorus de fructo, e bem assim um ter-
reno contiguo mesma casa proprio para edifica-
qo de um grande predio: a tratar no sitio da Flo-
resta, em Olinda, ou rua Direita n. H7.
rua de Mathias l'erreira, na
urna grande casa de pedra (.
na
resma.
dem a zul de botica ou fugueteiroa 2,oors
a resma.
Cortado igual ao francez muito proprio para ca-
chimbo, em latas de 1 libra, quando nao seja me-
lhor Igual ao americano por 15200 rs., para veri-
ficar a verdade os Srs. famantes podem-ae dirigir
fabrica vapor de cigarros antiga raa dos Quar-
teis de Polica n. 21.
Vende-se
mero 81
Wm .v,v...iu An i o i i.nr. ..c ,. Vende-se no melhor local desta cidade urna
emembrulho de l,2oo a l,4oovs .a resma. Iaberna muil0 afl.esuezada para a trra, que na
Ameixas francezas em latas de 1 '/s libra a rua da Concordia n. 33, casa de Rarthulomeu, e o
l,2oo e 8oo rs. a libra. i motivo da venda por o dono da mesma se retirar
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o; Para fra da PrtT>ad*-
frasco valle l,ooo rs. tambem temos em ----------
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 8oo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a F 0
2oo rs.
ESClifOS FGIDOS.
Molhos inglezes a 8oo e l,ooo rs. o frasco.
Gravo a 48o rs. a libra.
Cerveja Tenente verdadeira a 7,oo rs.
duziae 6oo rs. a garrafa.
na noite, de 23 do corrente julho de
1864 o escravo Jos, preto, crioulo, de 26 annos,
baixo, corpo regular, beicos grossos e estofados,
orelhas pequeas, e cachabo grosso, ponca barba
porque tem apenas na poma do queixo, levouduas
0 | calcas, urna branca e outra de castor escuro que
i parece preto, de listras, paletot preto, sem camisa,
I e com urna carapuca encarnada na caliera, a laia
dem de OUtras marcas preta e branca a 5,500. de marujo: quem pegar leve-o rua Direita n.
e 6,000 rs. a duzia e 5oo rs.a garrafa- 154> Que Mra generosamente recompensado.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a l,ooo rs. o molho e
8oo rs. o cento.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,ooo
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
Fagio na tarde do dia 16 do corrente um
escravo pardo, de nome Marcos, desembarcado
do biale Santa Atina, vindo do Aracaty, tendo
de idade 28 aunos pouco mais ou menos, e os sig-
naes segnintes : altura regular, secco do corpo, -
ponca barba, cabello crespo, levoo camisa e
calca de algodaosinho de riscado azul e cha-
peo de palha, tendo levado comsigo urna trouxa
com mais roupa, e rendido de ama das veninas;
ATTK1\CA.
dem em garrafes de 14 garrafas a 5,2oo rs.: quera o apprecoder queira leva-lo i rua da Madre
Palitos do gaa a 2,2oo rs. a groza e e rs. a I fr oa a raa do Brnm n- que er
caixa.
dem de dentes Iixados em macos grancres
com 2o rs. o raacinhos a 12o re. e masso.
Com i uh os muito novos a32on. kbrae
lo,ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milbo alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 28o rs. a lrbra e 5,4oo a arroba.
Peixes em latas al,ooo rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa arca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
Ausentou-se no dia 10 de julho do corrente anno.
da casa do abaixo assignado, o escravo capinheiro
por nome Franeisco, de nacao Costa, idade mats
de 50 annos, estatura e corpo regalares, rendido
das verilhas, bem desembaragado no fallar, tem
sido encontrado na freguezia da Boa-Vista, na ci-
dade de Olinda, em Beberlbe, nos engenhos do dis-
tricto de Iguarass, e ltimamente na povoacao de
Pasmado, consta intitular-se de forro, que anda
vendendo mindezas e comprando ovos -, e de sup-
pr qne tomasse a direccao de Goianna : portanto
roga-sc s autoridades policiaes e capules de cam-
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
O proprietario do grande armazem Unio e Commercio declara aos seos fregu
es e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a eommodidade de todos etrpalou
os mesmos presos nos seguintes lugares:
Uniao e Conmiercio rua do Qneimado n. 7.
tee: na rua da imperatriz nu- q Yerfaddro Principal rua do Imperador n. 40.
I po a sua apprehensao, e leva-lo i Ignacio Marqaes
Doce da casca da goiaba a 600 O 1,000 rs. o' da Costa Soares, na raa do Progressoa. 3, bairro
i caix3o.
da Boa-Vista, oa a seu senhor Fredenco Marques
da Costa Soares, em Iguarass, no sitio Pilancas
das Freirs, qne serio generosamente gratificado*
Milita atteoco.
Ha dias fugio o escravo africano, de nome An-
tonio, levando caifa e camisa de Wta aziri es-
tar : qaem o encontrar e levar sua senbora a
baronesa da Victoria, rua do Hospicio, ser bom
gratificado.
1 ILEGVELl



UTTEUIK
O QUE VAE PELO MUNDO
Damos cm seguida o principio da discussao ha-
vida no senado francez sobre bancos de emisso.
e FenMMtaee Sexta tetra i de Agosta de 1HI.
duas oa res pessoas, baoqoeiros de Pars, relo cu,
trataram de propagar a mesma idea e de propor
por si mismos um folheto, em que a idea do peti-
cionario reapparece com uma modlficagao. Mas,
senhores, a modicacao consiste em serem creados
dous billetes. Prop5e-se um bilhete dado com
simples c esconto, apparenlcmente pouco variavel'
recimento aos olhos dos coniribumtes e do com-
mercio.
Eis, pois, o facto, eis o principio. S em 1837,
quando se prouiulgou a ultima lei de prorogag,
foi que se notou alguraamudanga na linguagem do
presidente do banco, homem moi dgito, muito mos-
trado, que, supponho w, teremos.a satisfago de
meios de crdito contemporneos, sempre a mes-
ma disposicio par negar as vsntagens da unida-
de de circalaco, para detrahi-la; contestam a
primeira instituidlo de crdito do mundo o seu
privilegio, o seu nomo de banco de Franca, dese-
jariam que ella fosse s de Pars. Dkera-Iho que
o seu capital social nao livre, que representado
Limitar-me-hd por conseguinte a buscar na e que pieeno|iera as condigoes de que ha pouco I onvir nesta diseiisso Elle disci: As oscillaces por fundos publeosmo convenientemente empre
..--______.:j- A^r. n^r.iinir-.iii i-m nue .. t.,un ..i...j.________. .-. .. ._._. __. _______ .. ..
pBOfria petigao o sentido das explicagoe* em que vos fa||e explicando-vos a pelicao. Este primeiro
ella eulra. bilhete, 10 pretenso aperfeigoamento proposlo, se-
Quando o banco da um dos seus.Hjilhetes em na eonsirvado pela pessoa aquem fosse dado, me-
tmra da letra de um negociante, s oque faz en- iante uiq mdico descomo, e o segundo bilhete
t, car ao seu fregn um titulo qy nada Ihe cus- egualmei te langado -na crrulaeao, mas podendo
ton ane para o proprio banco a sombra do nu- scr troca lo, flearia immediaiamente sujeito, nomo-
____-. ...:.,:. f.- n.ifraj o monto BI1 0U8 fosse (lado, a um lp^rfinto nmlinor
merario que
se suppe existir nos seus cofres e
que as mos do negociante toma o lugar de urna
letra praso, habilitando adft|ai'r a fazor circu-
lar um papel que recebido^Btodos como verda-
dera moeda. ^k
a O 1 anco faz esta ttYTvnrvafl^t'diamv um des-
cont. Pois bem. E o que vem a scr este desron
ment cih que fosse dado, a um descont qualquer,
variavel ou nao, o mais ou menos elevado. Acho
que este pretenso, aperfeigoamento seria pelo con-
trario um passo retrogrado, comparado com o meio
proposto na petirfio.
Nao admiti seno um bilhete; nao quererla
que se di
iao
lo? E' aexpresso do favor que elle faz dando banco sei rv se buscar saber se olles scrao ou ni
uin titulo de que se pode fazer uso para logo, por trocados. No mbmento em que o banco os entre-
l a pessoa que recebeu o bilhete pode apresen-, gou,deven ellei soffrer um s e egual descont,
r-se immediaiamente ua estago do troco para ; O cambie do bilete pode ser pago a parte.
convert-Io em numerario. Aqui cabe (fazer urna obsorvago. Tratando
c banco faz pagar um cambio que representa esta questao, pjir assimdizer, as furladelas, o Sr-
o valor do dinheiro como se o freguez o fosse relator di se : Alas o que queris a depreciago
Lascar na praga. O banco diz que o seu numera- do bilhete do ba ico, por quanto o que onstitue a
no se esca pelo uso que tazcm dos bilhetes no : forga des es billetes a pjssibihdade dells serem
momento ein que os recebem, indo immediatamen-1 trocados >m todi a parte pelo seu valor. Nao vos
te converllos em numerario do seu fundo de re- prcoecup ;is coi i a questao do cambio. Isto nao
serva; e posto que o banco s tivesse dado em passa dejuma i lifliculdade insigniQcante, de urna
troca dos ttulos do rommercio csses mesmos bi- mesquin|ia cont rariedade.
liietes que to pouco lhe custam produzir, como
tinguisko entre os bilhetes emittidos pelo

cues sao convertiveis para logo em moeda metli-
ca, acha-se exposto a ver desapparecer as suas
reservas. Mas, diz o peticiouario, pai a as pessoas
o, recebem bilhetes do banco, que nao buscaram
na troca dos seus ttulos por esses bilhetes senao
um meio de satisfazer as exigencias dos seus ere-
dores, para aquelles que nao vao busrar laes bilhe-
tes com a mira no fundo de reserva do banco, nao
se tomaro medidas afim de nao Ihes ser preciso
r buscar numerario, autorisando-se o banco a
subdividir os bilhetes de 1,000 frs. em bilhetes de
500, de 200, de 100, e at mesmo de 50 frs.? Estes
I).'.heles de pequeas quantias s foram creados no
rntuito de fazer o papel do banco ficar as niaos
dos que o recebessem em troca dos seus proprios
ulos, afim de fazerem dessa moeda quasi legal o
OSO que nao poderiam fazer dos seus proprios lita-
Jos. Estes individuos, estes negociantes do inte-
rior, que se acham cm grande maioria, qur em
Pars, qur as provincias, munidos destes bilhetes
de pequeas quautias, nunca se lembram de ir tirar
(numerario do banco.
Ora, sendo assm, porque ha de elle fazer pa-
gar sob o uome de descont, urna somma que re-
presenta o premio do numerario que ninguem
reclama em troca do bilbete ? O premio do nume-
rario na praga nao o premio devido no momento
cm que o banco de Franca entrega o seu bilhe-
te? Porque cntao nao ha de exigir quo Ih'o pa-
guen smente quando houver necessidade de tro-
car o bilhete por numerario ? E eolio, diz o peti-
cionario, cumpre pois que o bilhete do banco pre-
cncha esta dupla condigo, urna vez que passou
|)ara o poder da pessoa que trocou o seu proprio
titulo pelo papel do banco: ou o bilhete icar em
sea poder, ou, passando para o poder de outrem e
circulando livremente, nao ser levado ao troco,
fiorque nao cessar de satisfazej os flnsque qual
quer titulo do commcrco nao teria podido satisfa-
cer. Entilo, como nao se tratar de troca do bilhe-
te do banco, da sua convertibilidade em numera-
rio, porque nao se ha de Cobrar smente um sim-
.fles direito, que neste caso pode ser mdico e
Cxo ? ei-lhe o nome que quizerdes, premio de
ttm seretes prestado, descont, ou como melhor vos
parecer. Mas considerado debaixo deste ponto de
vista, o descont que exigs ser perfeitamente re-
duzido e poder ser invariavel. Elle poder descer
a una escala baixa e favoravel ao commercio e
r.iantido nesta escala, porque em todo o caso, sal-
vas algumas insignificantes diflerencas que d'aqui
a pouco explicaremos, a siluacao entre o banco e
o recebedores dos seus bilhetes conlinuar a ser
a mesma. .Mas quando qualquer individuo que
reeeber os bilhetes quizer convert-lo? em nume-
rario, quem vos impede que exijaes a cousa mais
justa do mundo, que o fgaos pagar no momento
'j. troca a importancia do agio ? Este individuo
se adiara assim na condirao de outro qualquer
que nao pode obter moeda metlica na praga pelo
prcro que ella efectivamente tem.
t Eis aqui a pelicao I Tendo-a explicado assim
appello para a vossa memoria, esta por ventura
a explicagao dada pelo relalorio Por maior que
fosse o cuidado com que o relator suppz ter feilo
menguo da petigo c das ideas uella comidas, eu, a
julgar pelas miabas impressdes depois da leitura
da petigo e do memorial que a acompanha, con-
cluire que o honrado membro analysou-os muito
de leve.
t Tal pois a petigo; ella devia scr reduzida a
estes termos simples. J vedes que as proposiroes
do peticionario podendo ser appieadas tanto ao re-
gimen da unidade bancaria, como ao da pluralida-
de dos bancos, e nao se tratando de maneira algu-
ma neste caso do banco da Saboya, nao havia ne-
cessidade de ocenpar a attencao do senado com o
banco da Saboya, que j tem sido mais que sufflei-
ente discutido, e com a questao da pluraldade dos
lances que nada tem que ver neste negocio.
t O Sn. Hubert :O peticionario nao do vos-
so parecer, elle propende para o banco da Saboya
isto evidente. D'aqui a pouco, dire os termes da
petigao.
O Sr. le Roy de Saint-Aunaid :Tanto me-
lhor ; assim se esclarecer anda mais a questao.
Admitti por um momento(porquantopersevero neste
modo de pensar) que o peticionario s fallou muj
liypotheticamente no banco da Saboya e que o poz
na dianteira nicamente como um meio de chegar
talvez a obter, impondo-lh'as, condigoes que nao so-
ro as do banco de Franga e que os da Saboya
aceitara por se ver obrigado a respeitar a sua ori-
gem toda receute. S desta maueira se chegaria a
um resultado, que ajudado pela proposta formulae
da pelo peticionario, poderia favorecer as ideas qu
elle emitte perante o senado.
< Eis a pelicao, eis a idea. Nao est em niinha
mente descouhecer que esta idea, que nao foi tal-
vez suOicientemente meditada, nao se acha isenta
de algumas objeegoes que podem ter forca na pra.
tica. Nao neg isto, mas ninguem pode ter pre-
tengo de fazer cousas perfeitas do primeiro jacto,
e quando descubrimos urna idea, muito embora em
germen, em urna proposta desta natureza e no meio
das ditculdades que nos cercam, natnral qe o
alvitre de devolver a petigo nestes termos ao go-
verno nao seja desdenhado, e que se reconheganao
ser este o caso, no meu entender, de votarmos para
que se pase a ordem do da.
Agora, analysemos esla idea, que tem um ccr-
to valor, porquanlo bouve quem se aproveitasse
della; apenas o Sr. Furet dea a luz a sua petigao.
de moed i 6 de
par-nos < om a
sim; mas para"
mas de
vrar o n gocia;
ttulos, d: ler
ra elle, due n
Nao neg due o bilhete do banco que chegou,
nao impt rta co no, as mos daquelle que o tem era
seu pode -, pdt obter o seu troco sem que haja ne-
cessidad i de co ahecer a sua origem. Esta especie
acil gyro. Nao devemos preoecu-
dos descontos sao um factd^ecessara ; nao ios- gado, quorem emfim que do privilegio de emitlir bi-
sivol evita-las : sao o resultado da reaegao da pra- "lcIes ^e banco derive a obrigagao de da-los sem-
ga sobre o proprio banco. Cumpre reconhecer que Pre Pe' mesmo prego e com profuso.
o principio'legal que autorisa o banco de Franja a | E' fcil, senhores, grangear popularidade com
para reconhecer-se, qu "ellas procedem o dojogo E- a primojra V(JZ qQe nm pre0 fo chamado a
ou dos emprestimos a prazos demasiadamente lon-
gos.
Assim que a Saboya se achou encorporada ao
Franga, tornou se de notoriedade publica. Nessa
poca tinha eu a honra de presidir o banco de
Franga, e fcilmente reconheci que a fuso projec-
tada tinha a sua razao de ser, que nao era menos
obvio do que foi obvio e radicalmente til o princi-
pio de-uso dus bancos deparmeataes, que, depois
de 1848, creou, com grande vantagem do crdito
urna alta posigae anglicana.

A escripturagao dos livros foi ua sua origem por
imperio, o projecto de reunir o sea banco ao de partidas simpls apontando no lagar competente o
levantar a laxa dos seus descontos cima de 6 por taes doutrinas ; aquelles que, para negocios pru- publico, a unidade de circulagao. Alguns honra
cento se basa na solidaredade que existe entre o dentemente concebidos, carecem de recorrer ao
nosso banco e os bancos vizinhos. crdito, desejariam naturalmente obte-lo median-
Aqui, pego licenga para fazer urna obser- Ie condic5es as menos onerosas e vanareis que
vagao.
fossem possives e os que acham dispostos a abu-
sar delle pouco comprehendem ou fingem nao
. Em pr.me.ro lugar, esta solidaredade tem comprehender porque ra^io o direi.o de langar na
existido em todos os lempos, mais ou menos cons.- crcuIaQao mmas A( banco dever *
deravelmente,enaocre.oqueobanco de I-ranga emitlMos irreflectidaraenle. Sabe-sc que os esta-
que, nessa poca, dispunha de capitaes menos avul- ,.,,. j. h,m M ,. ..
H,' /. i. tutos do banco de Franga nao impuem limites as
iados do que hoje, deixasse de observar o que so ., m!R ..
suas emissoes ; e sem consderarem que a sua pru-
passava em torno de s,. Elle .rana o cuidado, dencia deve ser por sso mesmo muito maior, nao
posto que conservasse os seus descontos de 4 por comprehendem a sua moderagao.
ceoto, de tornar bem patente -que ao passo que o
descont era mdico no banco de Fianga, nos pai-
zes vizinhos era muito mais elevado, e subiu s ve-
zes 15 e 18 por cento.
Fazem mais, porque quanto mais alguem se
engaa, tanto mais quer ter razo : entrara a es-
cogitar exemplos e comparagoes e cltam a Ameri-
ca e a Inglaterra; mas citam-as inexactamente,
Emfim, collocando-nos na posigao de hoje, ve- porquanlo, conforme j vos foi dito com verdade,
jamos que peso tem esta solidaredade, que faz que a circulagao fiduciaria nestes dous paizes tende
em Franga, em materia de descontos, ludo se sojei- antes a diminuir do que augmentar,
te influencia, ao exemplo, e incitagSo de Ingla-
ierra. Vejamos quaes sao as condigoes de parida- b,ll,etesao Porlador emittidos pelo banco
de entre os dous paizes. de ,Qg|aterra> os prvate banks, os Mnt-stol-banks,
os bancos da Escossia e da Irlanda, tiveram urna
t O banco de Franga livre naemissao dos seus redueco de mais de 100 milhoes desde 1858 : cm
bilhetes elle observa sem dovida as regras da toda a parte se lera comprehendido que. de todos
Prudencia e em caso de necessidade seria coarctado 0s meios de crdito, este o mais perlgoso e que
pelo proprio governo, que nao o deixaria abusar convm emprega-lo com summo criterio, Eis o que
inportancia do cambio, pois seja as- do sea direit0 de fazer bilhetes. Mas nao ha, sup- (iiem os publicistas inglezes, cujo testemunho o
chegarmos a este resultado, tere- i ^aho eu'lexU> *,8um de lei "J"6 ,he fixe um nu" j mais seguro em materia de fioangas: e, o que nao
travesar urna situago que aprsenla nao i ro determinado de bilhetes de emisso. K 0 menos exacto, que o numero dos bilhetes ao
poucos nconvbnienles o negociante s obtm os
bilhetes do ba ico de Franga sujeitando-se a con-
digoes o erosaj, porque os 8 OjO do banco nao re.
sumem compljetamente o sacrificio a que tem de
sujeilar- e o n
seus linios. Nao pode tratar directamente com o
banco, q iie o n o conhece; v-se obrigado a recor-
rer a iot )rven( ao do banqueiro que diz : O descon-
t no banco de tanto por cento, e esta stuagao,
intermw ia retunda naturalmente em um augmen-
Jesconto.
to de taj a de
Ass m, db qualquer maneira que consideris
as cousa i, log que o descont chega a certo pon-
to, lorna-se oieroso para quem carece delle. A
verdadeira dilculdade est em adiar o meio de li-
nte que carece de descontar os seus
om o descont urna perda intil, pa-
o para o banco.
serva :
metaos.
suprele
tancias
fclizmnn
suacond.gao. Esta condigao, no meu tttfeoder, portador emiUidos por todos esses bancos junta-
vantajosa, porquanlo habilita o banco a fazer, sem ; menle nfenor ao umerodos bilhetes emittldo*
recorrer a medidas violentas, o que se fez em di- pe|o banco de FranC;a e pe,as caixas ,...
versas pocas em Inglaterra, onde a limilago do'
Se a moderagao, senhores, um dos mais pre-
gociante quando quer descontar os T^lTl^lT'^l ^ ""T 2
sua condigae de existencia, forgoso se tornou por
de lado a lei e fazer-se urna ernissao supplementar,
alim de remediar as crises monetarias e evitar os
perigos que dellas resultam.
c Era Franca nao se d este facto; mas cm In-
glaterra tem-se elle repetido, tanto em pocas re-
motas, como em nossos dias. O banco de Inglater-
ra tem um limite para os seas bilhetes de emisso,
limite que se bem me lembro, de 350 milhoes ;
ao passo que o de Franga funeciona com una emis-
so de 700 800 milhoes.
Quando o banco de Inglaterra levanta a taxa dos
E pirque razo est tao alto o descont? Ser
por causa das perlurbages quo existiam no com-
mercio ioterio ? Nao, de certo. Ser porque o nu
merario'escoa se e torna-se raro ? Tambem nao.
E' porqub d-e um facto econmico no outro lado
do estreiio.... < u abjure?, nao sei bem em que paiz;
o banco (sl a erta, espreita, applica o ouvido, por
que piudene. Vae ter lagar um movmento,
diz elle, |ue f r desapparecer o meu fundo de re-
(ump v que eu eslorve a sabida dos meus
E d< que meio langa mao o banco ? da
do descont. Assim do-se circums-
ragao
requentes em que a vigilancia do banco
e ei gana-se, em que ello comega por to-
mar pre< auge es durissimas,"sobremaneira onerosas
para o cbmmjercio, que todos aceitam como fados
depois de liaver tomado todas estas
mo-lo reconhecer que os seus receos
necessarios
precaucops, v
oram infondaflos; reduz ento o seu descont es-
cala normal, mas o mal est feito.
Bem sei que o banco vos diz:Vede a escala
desi ontos, buscae nella o termo medio.
reres que, apezar de ludo, este termo
4 i|2 e 5 O|0 e qae s sobe a 6 0(0
mais difflreis, as circumstancias
Nao um termo medio exage
dos meus
e reconh
medio Je i,
nos caso: os
as mais Crilictis.
rado.
Istoiposti,
rao do descot
constituir co
descont,e a
ciosos attributos das mtelligencias distmetas, no
certo que particularmente til usar della em ma-
teria de crdito, e para que isto seja assim, have-
r algum meio mais obvio do qae a da mobilidade
da laxa do descont, haver algum expediente mais
tutellar do que o da unidade da circulagao as
mos de urna nica instituido ?
Vamos tratar de mostrar a que perigos flearia
exposta a fortuna publica com bilhetes de banco de
origens diversas, postos sem medida e sem varia-
gao da taxa do descont disposigao dos negodos.
Entremos pois com o peticionario na arena para
, onde elle nos chama, e comecemos por memorar a
seas descontos, o que e que defende, ser o seu ca- verdaaeira sitaa0o do banco da Saboya na seu
pital? Nao. O numerario de toda a Inglaterra
de 1,500 milhoes, o de Franga de 6 a 7 mimares
de milhoes. Nao possivel estabelecor compara-
go entre estas duas situagoes. O numerario
pouca cousa em Inglaterra. Se attendermos a lu-
do quanto se disse em outro lugar a respeto do em-
prego dos cheques em Inglaterra, onde dorainam os
cheques, onde o numerario representa um (lapel
insignificante, onde a troca dos duques serveRkara
ludo (os negocios feitos por meio da troca dos"iA-
ques importara, se nao me engao, era 45,000 mit
Ihoes), o que repito, que defende o banco em In-
glaterra ? Defende os seus bilhetes. Elle limita-
do, nao pode emitlir mais de 350 milhoes de- notas;
notavel relalorio, nosso honrado collega, o Sr. Hu-
bert-elisle, j fallou a este respeito com antorida-
de ; talvez tenhaes a bondado de considerar que
tendo-se-nos anteriormente proporcionado orrasiao
de examinar pessoalmente as pretenges deste ban-
co, as nossas ideas nao sao indignas, quer da vos-
sa attencao, quer da vossa confianga.
c Kle banco foi fundado em 1851. a principio
cora um capital sobre maneira modesto, qae elle
elevou depois a quatro milhoes, dividindo-o em
4,000 aegoes de 1,000 frs. cada urna. Foi antori-
sado a fazer operagoes qae differem das do banco
de Franga, e,atlendendo elasticidade dos seus es-
dos delegados do banco da Saboya, encarregados
de exprimir o mesmo pensamento, vieram a Paris;
diversas coudiges de fuso foram estudadas, dis.
cutidas.
O conselho administrativo havia reconhecido
a opporlunidade de crear urna caixa filial na Sa-
boya. Isto seria boje um facto consummado com
grande proveito paraos negocios nos departamen-
tos saboyanos. que veriam o seu banco substituido
por urna caixa de descontos das mais uteis, se nao
fra a prelengo de alguns interesses privados que
haviain especulado com as aegoes o que exigram
do banco de Franga nao o valor de urna carteira
mais ou menos bem composta, nao o valor do pri-
vilegio de emitlir bilhetes de banco na Saboya, nem
tambem o valor das acedes do banco da Saboya>
tal como podena ser calculado pelo termo medio
das coiagoe.s ofiiciaes durante os ltimos annos da
existencia da Saboya nao encorporada, isto 1,150
frs. quando muito, mas um valor arbitrario deter-
minado pelo maior lucro dos especuladores; e,
nao obstante, de fado, o banco da Saboya nada po-
da exigir do de Franga; os protocolos preliminares
da encorporagao nenhuma reserva haviam feto i
elles tinham mesmo estipulado que na Saboya, c
nicamente na Saboya, o banco existente subsis-
tira.
t Se o bom senso aconselhava a fusao, os trata *
dos nao a impunham : tal a verdade. Seria
intil entrar aqui na longa narrago de ludo quan-
to foi dito ao governo do imperador para decidi-lo
a instar com o banco de Franga aura deste estabe"
lecimento comprar carssirao o privilegio do da Sa-
boya. Ainda uo haviam chegado ao ponto de que-
rer adniilti-lo nos departamentos. A situago era
simplcissma : era justo nao exigir a sua liquida"
gao; elle poda continuar a funecionar na Saboya'
e exclusivamente na Saboya : continuou, pois, a
funecionar. O governo francezr que era instante-
mente solicitado, s admttia cm sua justica. urna
cousa : recooheda que a fusio era desejavel, mas
via que seria urna sem razo ordena-la e conten-
tou-se com manifestar o desejo de qae ella se elloc-
tuasse sob certas eondicoes que orna commisso
competente, creada, por acto ministerial de 27 de
julno de 1864, foi encarregada de examinar. Com-
punha-seella dos Srs. Vuitry, hoje vice-presidente
do conselho de estado e director do banco de Fran-
ga. presidente Frmy, director do Crdito Terri-
torial i Marchand, conselheiro de estado ; Vctor
Foucher, conselheiro do tribunal de eassagao ; De-
vnck, deputado Busaon-Bllault, deputado De-
Diere, presidente do tribunal do commercio ; E
BoinvaUiers, referendario" do conselho de estado.
(Continuar-s&ha.)
e quando ellas se estramalhara ou nao voltam eom i ututos, julgam-o capaz de prestar ainda moitos
a uecessaria presteza, o banco modera as suas ope- j outros servigos. Assim, empresta elle sobre um
ragoes levantando a taxa dos descontos. Em j W numero de valores e desconta letras de duas
Franga nao se di o mesmo. O que se passa em Armas, facultades estas de que nao pode usar to
e deve argumentar assim em materia
nao ha lago commum entro o des.
ivremenle o seu direito sem se exporem a ver des-
e o de amanha. Cada um langa i readas as suas intengoes. Por outro lado, nao pos-
sua conta, cada um recorre ao des- i ?0 eslar Com aquelles que afflrmam que elle se
assim o exigem os seus proprios ne-
< Mas nao
de descontos
cont de Jioje
tno delle por
cont, porque
gocios, os sen s proprios interesses, e a operagao
que se faz lipje a 3 ou a 4 por cento absoluta-
mente ndifle ente para aquelle que fizer dias de-
pois, ou que I :z na vespera una operagao a 8 e a
10 por cento. As questoes em que se allende ao
termo medio, como as de estatistica, nada mais
provam do t ue os estudos e as pesquizas a que
procedern aquelles que dellas tratam : mas para
a soluco das questoes desta natureza, bem como
para multos cios averiguados pela estatistica o
termo medio lada prova.
Inglaterra pois, insnfficiente para explicara mar-
cha do bancojde Franga.
Nao quero censurar o banco, e ero unir a
minha voz aos suppostos clamores levantados con-
tra elle ; impossivel esquecer, desconbecer os!
seus servigos, accusa-lo de nao comprehender
bem a situago, de nao ser um administrador in-
lelligente dos iuteresses que lhe sao confiados. Os
que discutem as condigoes que o banco impe ao
commercio nao lhe sao ingratos. Sinto qe os que
discutem os negocios do banco nao possam exercer
is na mudanga dis tempos, em vo elevou a 'mesUw) a uma rande altura' conced;
vejamos no ponto de vista xa-da fi
to e dos meios que sao buscados para
no uma situago normal a baixa do
(onservago desta baixa, vejamos se,
como o Sr. re alor parece indicar e como diz no
seu relalorio (m termos excellentes, posto que um
tanto severos para aquelles que nao sao da sua opi-
niao, o facto de querer-se que o banco exija um
descont mod co e o monos variavel possivel. com
effeito uma il uso, um verdadeiro disprete econ-
mico.
A este n speito ha fados a invocar. la, em
primeiro lugsr, um grande facto, e em vo busca-
reis dfftjreng
allegareis qm a expansao dos negocios tem essen-
cialmenle ajti rado as condigoes de ludo, porquanto
ainda assim ver-vos-heis obrigado a reconhecer
que, as po( as que vos sao citadas, havia uma
certa serie i e negocios proporcionada ao fundo
metallico do banco de Franga, proporcionada ao
movimepto {eral que constitue o commercio em
Franca, e qui, se nessas pocas nao pode o banco
de Franca m irecer elogios por nao ler exigido mais
de 6 por cen o, por isso que as leis nao Ih'o per-
raitliaraj, de vi mos ser-lhe agradecidos por nunca
ter cobrado i ais de 4 por cento ; haveis de reco-
nhecerj digo, qae desde 1820 at 1852 e 1857,
nica poca rn que foi permiitido ao banco cobrar
ama taxa su )erior 6 por cento, tem-se elle man-
tido invariav dmente as condigoes que j vos citei
conservando o sea descont 4 por cento, e s o
elevando 5 por cento em pocas determinadas,
como em 1847. Remontando crise de 1817, ve-
mos que elle elevou os seas descontos 5 por
cento. i
Pois ltp, se lerdes os relatorios dos directo,
res do banco, veris que ao lado deste fado que
elles consignan! nos seos relatorios, estabelecem
uin principio firme; fazem consistir nelle a gloria
da administrago do banco ; dizem cora energa e
perseverang; comfuma, especie de.ropdla inces-
sante, que o babeo consrvon-se invariavel nos
seus descontos.. e'que faz cOnsfslir nisto o seu lie-
conserva refractario as ideas hodiernas, porque nao
se tem associado a todas as ideas de certos econo-
mistas de tbeoras iinaocciras as mais exageradas
t Desejaria que, tanto de uma como da outra
\ parle, houvesse mais avareza destas ameodades
que reciprocamente se prodigalisam. Convm quo
cada um possa discutir esta? questoes. Quanto a
mlm, pareceu-me que a idea do peticionario nao
era, rigorosamente fallando, uma idea perfeita,
que satisfizesse todas as necessidades, uma dessas
ideas luminosas que espargem luz no meio de opi-
nies coufuzas ; digo, porm, que ha nella o ger-
men da adopgo de alguma cousa prefervel si-
tuago cm que se queda o banco de Franca, o qual
allega que o capital est sempre e prestes a esca-
par-lhedas mos como agua fugitiva, o que impoe
aos que recorrem ao descont a durissima obnga-
g.'to de pagacm por subido prego o direito que in-
voca o banco de defender as suas reservas melal-
licas.
Se o banco se tivesse mantldo as condigoes
da sua origem, nao se adiara nesta situaco.
Em summa, eis o que me impressionou, tanto
quando l a petigo, como quando li o relalorio : o
relalorio acompanhou passo a passo a petigao;
DI POICO DE TL'DO.
mas fe-la ultrapassar os limites dentro dos quaes
se collocara modestamente o peticionario; oceu-
pou a attengo do senado com questdes que o pe-
ticionario nao pretenda submetter ao exame.
t O honrado relator, o meu entender, fallou
bem fra de proposito no banco de Saboya e na
pluralidade dos bancos. Todas as suas concluses
sao. destruidas de provas ; elle de opimo que se
d a preferencia uuidado dos bancos. Concedo,
mas por seu turno o nobre relator ba de conceder
que esta questao sobremaneira contestavel. Tam-
bem sua opimo que a flxago da taxa do des-
cont uma cousa impossivel, que os fados eco-
nmicos prevalecem contra as boas intengoes do
banco. Eu creio, pelo contrario, que esta questao
bem digna de estudo. Prefereria que a petigo
fosse devolvida ao governo, e o qae reqnriro,
sustentando este requer ment com o meu voto.
O Sr. de Ckhminy :Srs. senadores, nSo da
petigo do Sr. Furet que datam para nos as qns- J
toes da invarabllidade da taxa do juro, da baixa
d taxa do descont, do banco da Saboya e da li-
berdade dos bancos 1 Todas as vezes qae se ha
exigido do banco de Franga mais crdito do que
elle devia razoavelmente conceder, temo-las visto
suscitarem-se, j separada, j simaltanMtmpnte,
as havemos reeditado com o sincero desejo de nao
serreos rebeldes a f>rogre*o algum.
Sempre a mesma ctaiar de inSuBciencte dos
ampia minte o banco de Franga. Mas deve este n-
vejar-lh'a ? Quando o imperador Napoleao I fun-
dou o banco de Franga qulz que as letras qae se
apresentassein. para serem aescorrtadas viessem re-
vestidas de tres firmas notoriamente abonadas. Di-
minuir de um tergo uma lal garanta, seria privar
a nstituigo que a possue de um dos orgaos que
mais contribuem para manter a sua forga e a sua
perdurabilidade.
Lembrae-vos, senhores, dos acontecmentos de
1848 : qual foi nessa perigosa poca a pronoreo
dos valores descontados cujo pagamento nao pode
o banco obter quando se venceram os seus prazos?
A proporgao excedeu de oilenta milhoes ; e, nao
obstante, gragas cautela de sfr adiar cada letra
de 1,000 francos, pelo menos das que foram protes-
tadas, revestida das tres firmas exigidas pelos es-
tatutos, cada urna das quaes representava um tergo
do valor das letra, e mesmo o sea total em direito
o banco pode esperar que, com algum sacrificio de
tempo,a liquidago geral se faria com tanta honra
para os devedores como com justiga para elle mes-
mo. A liquidago durou alguns annos ; mas, em-
fim, termiiiou a contento de todos; e, gragas a di-
visao da responsabilidade, o crdito, quer dos de-
vedores, quer do banco de Franga, ficou intacto.
t O que acontecera se duas firmas, em vez de
tres, aiuda raesrno notoriamente abonadas e julga-
das taes ua somma usada na Saboya pela unanim-
dade da commisso de descontos, livessem sido
responsaveis por esta grave suspenso de paga-
mentos ? ninguem o pdedizer : mas mais que
provavel que qualquer banco de circulagao que nao
se houvesse estribado as mesmas garantas que o
banco de Franga leria soffrido uma crise bem cruel
e visto, talvez, diminuirse o sen crdito. E' pois
intil, seria mesmo perigoso invejar ao banco de
Saboya a faculdade que elle tem de ser menos exi-
gente a respeito das firmas do,que o banco de
Franga. Ser elle mais prestadio por que pode
emprestar sobre maior numero de valores do que
o banco de Franga, e especialmente sobre hypothe-
cas, sobre apolices das dividas das cidades, ou se
nao sobre depsitos de seda tanto crua como teci-
da ? A este respeito, respondemos sera hesitar
que uma tal faculdade nao deve ser desejada, por
que redunda em prejuizo.
t O primeiro dever de um banco de circulagao,
isto que emitte bilhetes pagaveis vista, e mes-
mo de um banco pura e siinplesmente de empres.
limos, como as primeiras casas bancarias que func
Do Nbf'it Jaune traduzimes o seguinte :
A MOA.
A moda :
No meu pensar nao ba cousa mais tyrannica dd
que a moda, e com ludo somos obrigadosa sugei-
tar-nos as suas leis, em parte ao menos, ou por
amor proprio, ou por guardar conveniencias.
A moda pode ser comparada a uma mulher bo-
nita, a quem conhecemos leviana e inconstante,
mas de quem nao obstante julgamo-nos felizes por
obter um sorrir.
Em nossos das, ella assemelha-se lisonja, por-
que, quanto mais excntrica, mais effeito produz.
A nossa poca quer parecer : quer estar na
moda.
Parecer, para um empregadb de pequea gra-
duagao, macaquear os superiores.' Poder jantar
em algum botequim econmico, mas hade trazer
lavas novas e casaca bem feita.
Parecer, para um ftnanceiro ou para um senhor
do agio, deslumhrar ao seu circulo por um luxo
de principe, ou ainda disputar a peso de ouro a
posse de qualquer rapariga de theatro.
PinwcrT'para os nobres do aniigo rgimen,
redourar seus brasocs por meio de easamentos sem
amor com burguesas opulentas.
Parecer, para um falso artista e um pseudo
poeta, gastar seu pincel ou sua. penna no servco
de ideas venaes e baixas.
Parecer, para certa? damas, vestir-se de urna
maneira original e que faga baralho.
Parecer, para uma cortezaa, alirar o corago
s ortigas, c vender-se a quem mais der.
Parecer, i; a febre de nossa poca.
11
Todo o mundo tende a elevar-se : ninguem qur
conservar-se em sua esphera.
Todava nao assim que eu comprehendo a
moda.
Adopto uleiramente para o trajo, por exemplo,
esta mxima de Goorges Brummel : O vosso
trajar est muito affectado, se a> passardes pela
ra, o pavo vos observa com atlengo.
E esta oulra de la Bruyre : Ha tanta fraque-
za em fugir da moda como em affecta-la.
A industria ha comprehendido bellamente esta
molestia de nossa poca.
E pois, temas o chrvsocale, o ruolz.o strass, a
crinolina, as cabelleiras, as dentaduras, os estofes
econmicos brlhantes, etc. etc.
A moda qur, por exemplo. que os homens tra
gam lavas, bengala, oculos desta ou daquella cor,
de tal ou qual forma : casaca prela, grvala bran-
ca, etc. etc.
Varaos meltamo-nos em ludo isto, que nos in-
coramoda, nos embaraga e nos desagrada.
. E' a moda I
Ficaremos com as mos presas na pellicula ou
no fio das lavas; teremos os ps oppriraidos em
debito e credico da caixa. Tendo recebido desen-
volvimento gradual tornou-se a escripturagao por
partidas dobradas, que se completa e balanceia,
dando permanentemente o estado exacto (foi nego-
cios do commerciaote.
Ao lado das duas grandes contas de debito e cr-
dito a pratica diaria abriu contas secundarias que
trazem complicad-oes e originam grandes difflcul-
dades para estabelecer o balancete n'um momento
dado. Est, pois, reconhecido que as partidas do-
bradas nao satisfazem bastante.
O inventor publicou uma tabella synoptica resu-
mindo as tres paites da sna contabilidade. Esta
tabella coulm em uma s hnha a9 tres divisoes
seguintes :
Contas correutes, comprehendendo o proces-
so dos asseutos e as totalidades dos relatorios sim-
ples ; contas genricas referindo-se aos clientes -
banqueros, empregados, agentes de negocios, ne
godos duvidosos, aos vendedores e a diversos -,
nalmeute, contas geraes, quer dzer caixa, tontas
a reeeber, ditas a pagar, fazendas geraes, gaohos
e perdas, e totalidade dos relatorios. Como s- v.
nada esquecido.
Por meto de uma regua de precisosobrea qua4
se dispoem urnas tiras de papel com as mesma*
indicagoes do livro diario e que se Hxam com pe-
queos pregos de desenho ; o trabalho dos relato'
rio9 torna-se uma operagao quasi mechanica e ef-
(ectaa-se sem erro algum possivel.
At hoje o Sr. L. T. Renard s se tem dirigido
s pessoas da especialidade qae nao precisara da
nossa descripgo para apreciar as vantagens desta
cenlralisaco de contabilidade, deste balango per-
petuamente em da que lhes poupa o trabaiho
aborrecido dos inventarios e das dilBcnldades dos
balangos.
Esperamos no entretanto que o autor complete a
sua obra, e que publique, assim eomooannanciou.
este mdlwdo geral, que ser accessfvel a todos e
desenvolver a applicago do seu- systema para
maior vantagem da boa contabilidade.

Segundo aotieias de Ceuta ha no esfabelecimen-
to penal daquella cidade 3 nfelizes traaos cajo
exemplar comporlamento admirado, e que for-
ga de paciencia c trabalho, concluirn wn precio-
so palacio de osso, obra notavel pele-gsto arehi-
tectnico, pela exactido de seus adornes, e pelo,
esmerado trabaRio- que deu ao osso a apareada de
marfim.
Esta obra tem attrahido tanto a atfengao que
mullos estrangeif06 que por ali passam mostram
empenho em ve-las, chegando alguns- a olferecer
aos habitadores artistas, a quantia de rs. 980.000
porm elles com quanto pobres e desvalidos nao
tero aceitado a offerta, dizendo que nem por todo
o ouro do mundo deixariam de offereee-le- ae prin-
cipe- das Asturias, para quem expressamente o
construirn!.

O rauseu instrumental do connservatorio de mu-
sica enriqueceii-se com tres instrumentos precio-
so* pela singularidade, perfego, e lembrangas que
accordam.
Um d'elles imv orgo porttil, de- tubos-, cons-
truido na China, e offererido em 1858" ao prineipe
imperial; o segundo um clavicordio df Hon Rn-
ker, que dala do anno 1690, e est era- uma caixa
de laca o terceiro- um clavicordio feito para a
rainha Mara Antonieta por Pasca Taekia era
1790:

t'm francez novamente de volta do-Senegal, d,
refere o Satut pubtte de Lyon, a seguate- noticia
que nos apressamos em publicar.
Aniysteriosa cidade de Tamboncton, que o intr-
pido viajante francez Reni Caill, foi dos primeiro?
em visitar, ha mais de 30 annos, hoje o ponto
donde sedirigero dous novos viajantes, dos quaes
um Iyonez.
E' o tmente de spahis Perrand, cimamente no-
meado cavalleiro da Lego da Honra pelo seo ex-
cellente comporlamento na ultima expedigao do
Cairo.
Partindo de S- Luiz, 14 de maio, cora a caravana
de Sdna Mohemed, lillio do citisk. Stdna Anied-
el Bekay, de Taniboncloo. otenente Perrand lera
por missao visitar o paiz de Trazza. o Ackcor, o
luchiri, e depois de passar alguns dias no Adram,
dirigir-se Tambonctou. u'ahi o Sr. Perrand enca-
iniuhar-se-ba para Alger, d'onde voltar para o Se-
negal conforme com as circumstancias, e as deci-
soes do chisk de Tamboncton.
Segundo as ultimas noticias chegadas do Sene-
gal, o Sr. Mage, e outro viajante, devia ter deixa
do Segou 30 de marco ullimo com direcgo
HamdouAllak junto d'EI-lladyOrnar, e o Sr
Perrand estava 27 de maio na corte de Sdi, re.
dos Trazza.
As instiluiges de crdito territorial, o penhor
ciouainem todos os paizes, consiste em nunca con-jbotins estroltos ; os olhos obstruidos por vidros
sentir que o seu capital esteja immobhsado, isto brancos ou de cor; acabega quebrada por um
emprestado a longos prazos. j chapea desagradavel; todo o*corpo, emflm, emma-
lotado em vestidos fatigantes; mas qae importa ?
nao movel o a hypolheca: aos bancos de descont,' a m.u a .
mh,M,.u ,'. .. i As mulheres desenvolverao um luxo ruinoso,
a mooiliuaue, a disponibi idade competa e cons- ...
(Uto dos seus capifaes; aos bancos de cirtu.aeo, i % Vf" e pintando o rosto ,
como o de Franga, a mesma disponib.lldade dos; mM ,w "nporU a,nda
seus bilhetes sahindo dos seas cofres para as mos
da punlico, e vce-versa, pela renovagao prompta e i
fcil das suas, arleiras : eis os verdadeiros princi
pios: olles sao de todos os lempos. A sriencia eco- j
nomica, a dos economistas praticos nao admitle ou-
tros. Entre nm banco qao nao se acha a todo o
instante em estado de fazer effectivo o que lhe de-
ven e um relogo a que se nao pode dar corda nen-
huma differenga ha ; tanto este cmo aquelle tor-
nam-separ* fego matis, e o mais#jeve exame so-
bre as causas das ^alastrophes bancarias bastar
E' a moda I
Entrae em qualquer loja. ped o que quizerdes,
que vos dlro : j,
E',a ultima moda '
Sempre a moda.
L-se no Jornal de Lisboa o que segae :
Uma interesante ceremonia se celebrou na ca-
thedral de Cantorbery.
Foram sagrados tres bispos, entre os quaes nm
era prrto.x verdadeiro Samuel Crawther, actual
bispo de Nifer,
V-se actualmente na ponte de Saint-Peres, uma
linda chalupa Joven Manuel cercada de uma es-
quadrilha de barcos, grandes chalupas que pare-
sem outros tantos nionstros mariuhos, donnindo
llr d'agua.
Todo este apparelho naval se deve a um modes-
to, mas perseverante inventor, o Sr. Deschamp?,
desde muito oeeupadoem achar o meio de resolver
o problema d virar os navios naufragadas e s-'nu-
mergidos que obslruem muitas vezes a |?essafem
dos nossos rios e a entrada dos portos.
Experiencias que datam de alguns anaos pro*
vara a eflieacia dos apparelhos do Sr. Besefcamps ;
em cujo numero figurara vantajosaraeotc saceos di
lona impermiavel, que, presos ao costado do navio,
e cheios de ar podem suspender petos enormes.
Acontece o mesmo s chalanas apparelhadas no
estado normal de nos, que se fazem logo correr,
enchendo-as de agua, e que sa prende a uma ca-
deira tendida em volta do navio que se tem de vi-
rar, para logo inlroduzir o ar que vem ocenpar o
lugar da agua.
Accressentou o Sr. Deschamps a esle engaabo,
um barquinho mergulhador que fadlita ludo o quo
necessario para o bom xito da operagao.
Este batel, em forma de peixe, tem uma guin-
dola com pharol, e conjandamento duas bomba :
uma para extrahir a agua necessaria para o sob-
mergir ; a outra, especialmente destinada a expel-
liro ar viciado'da cmara do operador, eraquauto
outra machina pneumticatrai o ar rarefeitoo oxi-
genado, tirado da agua que circumda o batel ao
qual o movmento communicado por um appa-
relho das mais simples. Urnas abertura?, s quaes
sao adaptadas ama especie de regados de caut-
choo nos quaes o operador ntroduz os bracos pa-
ra trabalhar fra do batel, conplemm lio engenho-
sa disposigao.
Quando se pensa as riquezas sepultadas po soto
das aguas, juntamente com os navios que as trans-
porta vam, e formam em cerios pontos os mais pa
rigosos escolhos, nao se pode deiiar de applaurtir
os eslbrgos empregados pelo Sr. Deschamps, e fa-
zer votos para o rtmpleto tom xito dos trabalhos
que em breve v emprehender no baixo Seni.
|PERNAMBI'(10.-TYP. DE M. F. DE F. j Vhm
flLEGIVELr
7
I



Full Text
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