Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10432


This item is only available as the following downloads:


Full Text
/




O XI. IfMEBQ 176.
Por tres ezes adiantaos 58O00
Por tres mezes vencidos 6000
Porte ao correio por tres mezes. (9750


&NCARREGADOS DA SUBSCRPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Aleandrino de Lima!;
TlAlzl, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv o
Sr. A. de Lomos Braga; Cear, o Sr. J. Jos'de
Ouveira; Maranhao. o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro i C- A-
roazonas, o Sr. Jjronymo da Costa.
KNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL.
Alagas, o Sr. Clandino Falcao Dias; Bahia o
rr. Jos Martina Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
riera llart'.ns Gasparino.
OARTA FE1RA 3 BE AGOSTO Di
Por aino aastaft.....191000
Porte ao correio por ora aario 3J00'.)
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos es dias.
Ignarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
soxtas-eiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altmho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira
Ingazeifa, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Serinhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
rs, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para aii sahirl
navio. Primeira as 2 horas e 6 minutos da tarde
Todos os estafetas partem ao /, dia. (Segunda as 2 horas e 30 minutos da manhaa.
EPBKMUUDES DO MEZ LE AGOSTO.
2 La nova aos 13 m. e 12 s. da t.
10 Quarto cresc. as 3 h., 37 m. e 38 s. da t.
17 La cheia as 11 h., lti m. e 44 s. da ni.
2i Quarto ming. as 3 h., 44 m. e 20 s. da m.
PREAMAR DB HOJB.
PART1IM V VAPORES COSTSlROa.
Para o sol at Alagas a o e 25; pasa o norte at
a Granja a 7 e 22 de cada niez; para Fernando nos
das 14 dos mezes dejan, mar*, maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife,: do Apipucos s 6 Vi, 7, 7 1/2, 8 e
8 V da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 1/2 da m.; do Casanga e Vanea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 /2,4, 4/,41/,,
o, 5 /,, 5 A e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manhaa e 4 '/t da tarde; para Jaboatao as 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4 !/a da tarde; para
Beflca s 4 da tarde.
AUDIENCIA LOS XRBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas a quintas.
Relago: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta, s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
da.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a i hora
da tarde
RAS ..a 8EMANA,
1. Segunda. Sa. IV. Esperan^ eCaridade vv.mra
2. lerca. nossa Senhora dos Aojos.
:. Quarta. S. Gamaliel \i -...'emos mu;
t. Quinta. S. Domingos de Cusmao.
">. Sexta. Nuss%Senhur.a das Nove.*.
. Sabbado. S. Xisto p. m.; S. Aga'pito diac
/. Domingo. S. GaelanoTheatino fundador.
ASSIGNA-SE
no Recife em a livrana da praca da Independencia
Faria&FiihoSprOPretar3 *l F';'ueroa d-.-
PARTE OFFIGIAL
CTORN0 DA PROVINCIA.
Espediente do dia 30 de julbo de 18G.
Ilicio ao commandante das armas interino.
km observancia do disposto
Cao da guerra do 7 do corrente.
pia inclusa, mande V. S. addi
do exercito em guarnido nesta provincia, o cap
jan do H batalhao de infamara Manoel Joaquim
ello, que aqu se acha 00 goso de licenca Com-
municou-se ao inspector da thesouraria de fa-
zenda.
Dito ao mesmo.Remello por copia V. S. para
ter execucao na parte que llie toca, o aviso de 9 do
corrente, em que o Exm. Sr. ministro da guerra
.uitorisou-me a mandar engajar o cabo de esqua-
destino ao corpo de guarnicao do Maranhao, como
elle requeren.Communicou-se thesouraria de
.'azenda.
Dito ao mesmo. Communico V. S. que em
aviso de 10 do corrente, declarou-me o Exm. Sr.
ministro da guerra, haver sido approvada a delibe-
rado que toniei de mandar contratar dous mdicos
civis para servirem na guarnicao desia provincia
alo que se apresentem cirurgioes militares para o
mesmo servico.Communicou-se thesouraria de
fazenda.
Dito ao mesmo. Remetto incluso por copia o
aviso de 16 do corrente, para que V. S. se sirva de
mandar ministrar os esclarecimentos que exige o
I nf^ni^! d eSty' c,0l:dlnsv?m, vi8r I ^termina outro sim, em execucao ordem da Nossa nota o nosso enviado nao fazia
I tero de mimbrar a mesma repartido Neste sen-1 presidencia datada de 30 com referench
I liuu ohciou-se as demais repartiQoes sugeitas! nisterio da guerra expressa em aviso'
a'1n'i0,ni""Sl"r0' r ,- o |d0 ci,ad0 moz- 1uo n pito ao mesmo.-tommumeo a \. S. que nesta segundo batalhao o Sr. capito do batalhao
dala designei o coronel Antonio Pedro de S Bar-; mesma arma Manoel Joaquim B-llo
reto, tejiente-coronel Jos Antonio Pinto e major provincia so acha no "ozo de licenca '
Sebastio Antonio do Rogo Barros, para comporem O
o ullimo ap- ental se pedio a retirada desta ola : e que, depois!
v,.~w.. .. ." vu un.kiuu Hdu iazm o uiwno ap- eniai se pedio a retirad.
i a do mi- j pello, nao ameacava a repblica. Fazia um appello de urna insistenela Je part. ),rf .
de 9 ludo aos principios do dircito internacional e apresen-' accordo de retirar aam is nStol Chegouse ao
^frrt0Jra9iTAU^rradasqrixas doBrasil- E,ndatal 0"PondlJ o relaioro aos ffios
11 da de 24 de maio respondeu o ministro das relacSes Mon'evid
que nesta
ao prediiocon-
F.\m. Sr. ministro da guerra, acerca desoldado do
> batalhao de infanlaria Joao de Dos da Silva
Lastro, que declarou ser desertor do 4o de artilha-
ni a p, onde tinha o nome de Joao Saraiva de
Oliveira.
Dito ao mesmo.Determinando o Exm. Sr. mi-
ni-tro da guerra em aviso de l do corrente que
se mande passar 2 via do titulo de voluntario ao
soldado do corpo de guarnicao desta provincia,
rrancisco Manoel dos Santos Vital Cavaco : assim
o communico V. S. para ter execucao.
Dito ao mesmo.Devolvo V. S. para ter o ron-
veniente destino o incluso processo' de conseibo de
investigacao que p. r equivoco
ci n. 1,0 de 11 de junho ullimo, no qual esse
commandando de armas declara remetter o de con-
selho de guerra feito ao soldado Felippe Gemes da
Costa Alvarenga.
Dito ao mesmo.Em aviso de 18 do corrente,
declaron-me o Exm. Sr. ministro da guerra haver
expedido ordem nessa data para o arsenal de guer-
ra da corte fornecer .'10 espadas com bainhas
companhJa de cavallaria desta provincia, na con-
formidadd do pedido a que alinde o oftlcio desse
eommaodo de armas n. 1.114 de 21 de junho ulti-
mo. O que communico a V. S. para seu conheci-
mento.
Dito ao mesmo. Em aviso de 18 do corrente
oommunicou-me o Exm. Sr. ministro da guerra
que se mandou addir em 12 deste mez ao corpo de. -,
rtill -es da corte o 1" tenente do 4- batalhao de' f.n- '> da el ?<> orgameolo do exercicio prximo
artilharia a p Candido Jorge Sonher Barbosa, at !L?J,,WV*?', "emelieu-se por copia a
que tenham lugar os exercicios praticos do 4- an- "' Provincial
no, que elle requenta na escola central, quando; ,aV afen,es a ComPanl'.ia ras.leira
fui com licenca a provincia do Maranhao : o que I < Paquetes, mandem transportar ale a Parahjba
raco constar a V. S. para seu conhecimento. i SJS" tf/< em lugar de proa destinado
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.- i Papfeiro do e3,a lo a Mar,a Isabel di Cm-
vista do exposto no aviso da reparticao da guerra ff.' n. c A ,. n
de -22 do corrente, constante da copia inclusa con-' lhU--y> Sr>. agentes da (,orapanhia Brasilera
sidere V. S. o tenente do esiado-maior de 1" das- idt "fHflP' ,a vaP,r mMem dar transporte para
se director da colonia militar de Pimenteiras An-\tSP'S Giant,e.d..N"rte no por O^i-
ipoc*, por conta do ministerio da guerra ao cabo
fanlaria.Olliciou-se ueste sentido
seibo.
Hilo ao mesmo.Fiea approvada a despeza de
175 que, segunJo comiiiunicou-me em seu oflieio
n. 12 de lti do corrente, mandou fazer com o em-
"arque dos objectos remettidos ao presidio de
Fernando no vapor Parahyba. Communicou-se
thesouraria de fazenda.
Dito ao mesmo.Para os fins convenientes, re-
mello V. S. a inclusa copia do conhecimento dos
objeclos que o arsenal de guerra da corte enviou
esse no vapor Paran.
Dito ao inspector do arsenal de marrona.-Com
este ofci serlo apresentados V. S. os menores
Manoel Antonio Gouva e Francisco Severroo dos
Prazeres, o primeiro voluntario, e o segundo re-
cruiado, para serem alistados na companhia de
aprendizes marinheiros se orem julgados aptos
em inspecco de sade.Communicou-se ao teen-
te-coronel recrulador.
Dito Domingos Ferreira de Macdo, juiz de
paz da freguezia de Qoipap. Respondendo ao
seu ofllcio sera data, tundo dizer-lde qoe, tendo
a le n. 0O8 de 29 de maio de 1861 alterado os
limites, dessa freguezia e transferido a sua sede
de Quipap para a povoacao de Panellas. deve ser
feila a eleicao de juizes' de paz e vereadores em
Panellas, que ficou sendo matriz como preceita o
aviso n. 27 de 20 de abril de 1849 e declarou esta
presidencia ao juiz de paz mais votado do primeiro
distrieto de Panellas sede dessa freguezia em otli-
ci de 22 de junho do anno passado por occasio
de se proceder ahi a eleicao de eleitores para di-
putados assembla geral legislativa.
Portara.O presidente da provincia, atlenden-
do ao que solicilou o inspector da thesouraria
icompanhou o offi-' Provincial ein oflieio de 28 d corrente sob n. 316,
resolve abrir um crdito supplementar na impor-
tancia de 1665272 rs. para pagamento da despeza
loita 00 mez de junho ultimo, com o expedieute
da secretaria da directora da nstruccao publica,
visto ser Insuficiente para esse tim a consigoacao
votada pelo 2." do art. 4. da lei do orcameto
do exercicio prximo lindo em liquidacao.Re-
meiteu-se por copia thesouraria provincial.
Dita.(1 presidente da provincia resolve. de
conformidade cum o que Solicitou o inspector da
thesouraria provincial em ollicio de 28 do crreme
sob n. 31o, abrir um credilo supplementar na im-
portancia de 195575 rs., para completar o paga-
mento do salario, relativo ao mez de junho ultimo,
do servente do Gymnasio, visto nao ser suficiente
para esse lim, o resto da consignacao do 3. do
mesmo coronel comraandante das armas ro-
o faz publico, para os fins convenientes, que
sobredito ministerio na data de 12 de jullio
mandado addir ao corpo de artfices da corle
primeiro lente do quarto batalhao de arti-
lharia a p Candido Jorge Sonher Barbosa, at
que tenha lugar o exercicio pratco do quarto
anno que elle frequentou na escola central quando
foi com licenca provincia do Maranhao, e que
por qutro aviso de 16 do corrente se communicou
ler sido approvada a deliberado que tomou a pre-
sidencia desta provincia de mandar contratar dous
facultativos civis para o servico medico militar
occorridos em
eo, o orador acredita que, ou as instruc-
-_*,,.; ~ Jjoes do goyerno s3o diversas das que se publica-
enviaao nao erarn exacta,; e que o quadro das ram, ou nao teeia sido cumiiridas
25fS*TCrno or,en,aI era oal,senio maior Voltando negociaca da paz o orador observa
exteriores, declarando |ue as apreciacoes do nosso
que o nosso.
Respondeu o enviado brasileiro, contestando as
apreciares daqui-lle ministro. Nesse interim che-
garam Montevideo os Srs. Elizalde e Tliorntlion
para tratar do incidente da paz. Ahi ficou a
questao.
Na terceira parte do requerimento pergunta-se
s.e a retirada do nosso ministro para a confedera-
cao Argentina importa ou resultou de ruptura das
relacoes incumbidas missao especial.
O orador declara que essa retirada nao importa
rompimenio. Comodisse, a missao licra suspensa
A^^in ------- 1 ...w-.^v .......... u...r..v...^. ,> ^,.,w ukw, rt *iu?2ti>j una suspensa
aesta guarnicao, o que tudo constou de oficios da: por virtude daquelle incidente. O nosso enviado
mesma presidencia datados de 30, tudo domen- tinh credenciaes para o presidente Mitre julaou
""* mP de Jg,h>- opporluno ir Buenos-Ayres apresenla-las, para
neiirando-sc o br. major Moreira do servico ac- vollar depois e mandar nm ultimatmn ao "overno
livo do exercito, o coronel commandantedas armas'oriental. Este ultimtum transpira das pecas ii
interino, em justo reconhecimento da dedicacao, | publicadas. Nao a guerra, um recurso de re-
zelo e interesse que tomou pelo servico do segn- presalia para fazer respeitar os direitos dos naci-
ao Dalalhao de infanlaria, ja na qualidade de lis-1 naes brasileiros; este recurso realisado pela pre-
cai, e ja na de commandante interino, pelo que senca do esercito. O direilo das gentes reconhece
grangeou a eslima e consideragao dos seus supe- este meio, que pode ser um preludio, mas que nao
ores, e particularmente do respectivo chefe. tri-' anda o romeeo da guerra,
bula ao mesmo Sr. major os elogios de que se faz
merecedor.
Assignado.Luiz Jos Ferreira.
Conforme.Jos Ignacio de Mrdetros Reg ton-
tetro, capitn encarregado do detalhe.
INTERIOR.
ido constou-me de participaclo da repartido do: "f f 'na"dcni d
rio de 22 desie mez, foi presentado por de- 4 d,J maman
to de 20 do corrente o padre Joanuim de Ara- Pr 'IUJ! ?^u,r l'ara. .
dar transporte para o Cear
rio da guerra no primeiro va
o norte ao segundo tenente
do corpo de engenheiros Z-zino Braulio Barroso.
Communicou-se ao commandante das arma'.
j Dita.O Sr. gerente da companhia Pernambu-
cana mande dar passagens no primeiro vapor que
provincial sp='lir Para sul em Jugar de r destinado a pas-
,.,,1 annexas'ao sa,tir0 d. e,sla''0 ao Francisco /ipes Lima,
seu oficio de lo de junho ultimo, sob n. 285, rea- J,,,z """Cipal do termo da Divina Pastora na pro-
as despezas na importancia de 1695100 Mtas !IBC,f.de 6u''fcr,l'e e a proa um criado.
com o sustento dos presos pobres da cadeia do ler- t^ppuieuHf do secretariado goferno do da 30
gnnd
imperio
creto de 20 do corrente o padre Joaqui
gao Eiila na igreja paroclual de Nossa Senhora do
Rosario da povoacao de Munbeca desta dio, ese.
Igual comiiiuuieacao se fez ao Dr. vigario capi-
tular.
Dito ao inspen >r da thesouraria
titilo a V. S. s contas que vieran)
1110 do Ouricury durante os mezes de fevereiro a
maio deste anuo afim de que, de conformidade com
0 parecer da contadoria dessa thesouraria. que
; : re a sua informarn de hont-m n. 325. man-
niregaa ao thesnnreiro da repartigao da poli-
ca a quanli 1 de 1065400, para que unida ao saldo
de 635(100, existente em seu poder, seja paga ao
Dr. Manoel Buarque de Macedo para isso indieado
pe 1 chefe de polica em ollicio de 8 deste mez sob
11. sin o importe de taes rentas, ficando assim sem
effeil 1 o que Ihe derigi em 9 a esse respeito.Nes-
1 sentido oficion-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao cnsul dos Paizes-Baixos.Pico scienle
de daver o Sr. P. C. ven Sohsien, como me.partici-
pou em oflieio de 27 do crreme, na qualidade de
cnsul il.s Paizes aixos. jiassado a gerencia do
consulado ao Sr. Luiz Amavel Dnbourcq duru
viagem que vae fazer Europa.
ante a
gem que vae fazer Europa
Approvando provisoriamente essa deliberacoido iM^SS^ZlS^or^S^^
Sr. cnsul iiie mandei passar a portara que solici- rae
ton e lenho a declarar-llie em resposta ao citado
ollicio que deve o Sr. Dubourcqapresentir o impe-
rial exequtur no prazo de 3 mezes contados desla
data.
Renov ao mesmo Sr. cnsul os meas protestos
de estima c consideracao.Fizeram-se as necessa-
ri.is communicacoes."
de jnliin de I86.
Oficio ao inspector da thesouraria de fazenda.
S. Exp. o Sr. presidente da provincia manda
transmita \'. S. o incluso oficio oficio da di-
rectora geral das rendas publicas datado de 23 do
crrenle.
Despachos do da 30 de julhu de 1861,
lifiiuerimentox.
Francisco Jos de Moraes e Silva.Passe porta-
ra conccduudo lies mezes de licenca com venc-
ment..
Major Francisco Marlins Rapozo. Neguei a
sanecao no prazo constitucional.
D. Isabel Maria de Barros Campello. Dirjase
ao Sr. desembargador provedor da Santa Casa de
Misericordia.
Irmandade de Nossa Senhora do Livramento
ote-
rias.
Jos Francisco do Rogo Barros.Marcando a lei
do orcamenio vigente quota para edicaco de bar-
reiras, nao tem lugar oque rcquer'o supli-
cante.
Joao Deocleco da Silva Paula.A' vista da ro-
formacao nao tem lugar.
Luiz Francisco de Paula de Albuquerque Mara-
Dte ao de-embargador provedor da Santa Casa nhao.-Informe o Sr. inspector do arsenal de raa-
de Misericordia.Em defenmentoao requerimento rinha.
de Isabel Maria de_ Barros Campello sobre que ver- Manoel Figueira de Menezes. Informe o Sr. de-
sa a sua informacao datada de 29 do corrente, au- sembargador provedor da Sania Casa da Miseri-
toriso \. s. a mandar roscrever no quadro compe- cardia.
tente o nome do menor Manoel, filho da supplican-, ________
te aliui de ser opportunamente admitlido no collc-
gio dos orphos como ella pede.
Dito ao director do arsenal de guerra.Contrate
V. S. com o dono ou mestre de lguma barraca a
condnecao dos objec.tos que tem essa directora' de
remetter enfermara do corpo de guarnicao da
Parahyba, na forma das ordens imperiaes.
COIItfDO DAS ARMAS.
Qttartrl do commandn das armas dr Pf rnambuce,
em 1 de agosto de 186 i.
Ordem do dia n. 344.
_Havendo_ o Sr. major do segundo batalhao de
Dilo ao mesmo.Forneca V. S. s compauhias infanlaria Joaquim d Rocha Moreira oblido a sua
de cavallaria desta provincia, como se determinou reforma de conformidade com a lei, como foi pu-
em aviso da repartico da guerra de 19 do corren- blicado em ordem do dia da secretaria de estado
te os artigos de fardamento constantes das notas dos neocios da guerra n. 407 de 14 de julho pro-
por copia inclusas sob ns. 1 e 2, para pagamento ximo frodo, determina o commandanle das armas
/los vencimentos do corrente anno e ajuste de con- interino que o mesmo Sr. ma|or passe o comman-
tas do prximo passado.Communicou-se ao com- do do batalhao que ora exerceao Sr. capito addi-
mandanle das armas. do Joao Antonio Cardoso, que serve de fiscal, sen-
Dito ao mesmo.-Em observancia do disposto do este substituido nesle emprego pelo Sr. oficial
no aviso circular da repartico da guerra de 16 quem por lei competir deixando de providenciar
do corrente, cumpre que V. S. remeta esla pre-
sidencia, a tempo de eslarem na corte impreteri-
vel mente por todo o mez de Janeiro prximo vin-
douro o relatoro annual e informacoes que essa Sr. capio commandanle interino do batalhao
a semelhante respeito pela razo de que em breve
deixar esse Sr. oficial a tiscalisaco que no en-
tretanto sera exercida sob as immediatas vistas do
RIO DE .1 WlilltO
2 i de julbo.
NEGOCIOS u RIO DA PRATA.
Foi bontem discutido no senado o requerimento
do Sr. Silveira da Motta, pedindo informacoes acer-
ca dos negocios do Rio da Prata.
Oraram os Srs. presidente do conselho, Silveira
da Molla, ministro dos negocios estrangeiros, Pi-
ncola Bueno e Ferraz.
Eis o extracto da discusso :
O Su. Phesibentr do Conselho lembra que,
quando aule-hontem o Sr. Silveira da Motta apre-
sentou o requerimento que est em discusso, elle
orador, na ausencia do seu colle* o ministro dos
negocios estrangeiros. foi obrigado a pedir a pala-
vra ; e. pois, c de algum modo obrigado a lomar
parte na discusso, se bem que reconheea neste ca-
so a competencia daquelle seu collega.
Anles de ludo declara que, no estado das nego-
ciares, parece que a discusso em nossas cmaras
pode ser inconveniente, pode perturbar a marcha
dos aconlecimenlos. Entretanto, o senado far o
que fr mais proprio da sua circumspecco.
O requerimento contm tres partes:
Na primeira, pede-se por copia ao governo toda
a correspondencia do nosso enviado em missao es-
pecial 110 Estado Oriental, viuda pela canhoneira
Parnahyba, o a correspondencia dos ministros in-
glez e argentino, e protocollos das negociacoes con-
junctas que loram entaboladas e se malograran).
Declara que o protocoladas negociacoes conjunc-
tas, se o houve, do que o governo nao tem scicn
cia ou certeza, pdc assegurar ao senado que nao
veio na canhoneira, nem em nenhum dos navios
anteriormente chegados.
Quanto correspondencia entre o nosso enviado
e o 1111 ni-tro oriental, [tondera que o governo acha i
inconveniente dar a sua integra, e, portante, nao
pode satisfazer o requerimento. Mas pode commu-1
mear a substancia della.dadaj no Diario Oflicia
e da qual leem noticia lodos quantos teem acom-
pauliado este negocio.
O governo recebeu pela Parah>bu diversos of-
licios do nosso enviado, nos quaes couimnnii a que, j
mallograda a tentativa de generosa intervenco
entre o presidente da repblica e o general Flores,!
partir S. Exc. no dia seguinto para Buenos-Ay-
res. Eis o ipie emsumma pode declarar ao senado.
Fundamentando o seu requerimento, disse o Sr.
Silveira da Motta que a canhoneira Pnrnahgba ti-
nha sido portadora de revezes da nossa diplomacia.
Taes revezes nao houve. A missao especial linha
por objecto reclamacoes em favor dos nacionaes
brasileiros na banda oriental. A tentativa de paz
foi apenas um incidente que veio interromper a
marcha das negociaedes. Mallograda essa tentati-
va, nao se pode dizer que houvesse revezes da nos-
sa diplomacia.
Pergunta-se se convinha que o nosso enviado
toraasse parte naquello incidente. Todos sabem que
nao foi elle quem o provocou. Expontaneamenle
os Srs. Elizalde e Tliorntlion foram Montevideo,!
e o primeiro passo que deram foi convidar o nosso i
enviado a cooperar na tentativa de paz. Devia este
recusar ? Nao era conveniente. Se recusasse, e a
tentativa sorlisse bom effeito, dir-se-hia que elle
nao quizera tomar parte nessa gloria se a tentati-
va fosse mallograda. dir-se-hia que, por falta da
sua adliesao nao se bavia conseguido nada.
Tal foi o motivo que levou o nosso enviado a to-
mar parle naquelle acto, que devia importar para
as negociacoes pendentes, visto como o interesse
da politica brasileira a paz do Rio da Prata. lsto
mesmo dizem as pecas oficiaos e o relatoro dos
negocios estrangeiros. Era aquelleo caso que pre-
vine o relatoro: o ministro argentino convidara o
nosso enviado a cooperar na paz da repblica; es-
te nao devia recusar o convite.
Nessa cooperario, diz o Sr. Silveira da Motta
que o nosso enviado andar na cauda do Sr. Eli-
zalde. Os jornaes de Montevideo dizem, pelo con-
trario, que o Sr. Elizalde que andou na canda do
nosso enviado. E' cousa a decidir entre o nobre se-
nador e aquelles jornaes.
Dizem que esses jornaes sito assalariado.s, e de-
fensores a todo o transe do governo; o nobre sena-
dor um *aro respeitavel que sabe collocar-se
sempre cima do espirito de partido, e que, quan-
do sobe a tribuna, pela pausa que faz mediante
urna palavra e outra, deixa crr que pesa todas as
suasopinioes. Que fazer neste caso?
A verdade das cousas inteiramente o contrario
daquillo que disse o Sr. Silveira da Motta ; o que
se le* no oficio do ministro Elizalde ao general pre-
sidente da Confederaco Argentina; nessa narra-
cao das negociacoes com Flores o ministro argen-
tino da ao nosso enviado um lugar dislincto.
Na 2' parte do requerimento pede-se que se per-
gunteao governo, se o nosso enviado pedio as satis-
facoes ao governo oriental, pelas offensas fetas
propriedade e pessoas dos Brasileiros, e que res-
posta leve.
Responde o orador que em data de 18 de maio
dirigi o nosso enviado a sua primeira nota ao mi-
nistro das relaees exteriores do Estado Oriental.
Tal o estado da questao. Pode ser que a guer-
ra seja o resultado, e nesse caso o governo nao
recuar ; mas o governo nutre ainda esperancas
de paz.
O Sr. Silveira oa Motta agradece ao Sr. presi-
dente do conselho as consideracSes que fez, relati-
vamente prudencia e pausa delle orador, sobre-
tudo porque se trata de um melindroso assumpto
internacional.
Lamenta que S. Exc. tendo feito esta just'ca ao
orador, nao Ihe correspondesse, e ao senado^ e ao
palz, fallando com mais algnma franqueza. S. Exc.
entrincheirou-se na reserva diplomtica; como
que veio impor silencio discusso do rejueri-
mento, annunciando previamente que juigava in-
conveniente o franco debate da materia.
Uue quer dizer a recusa do governo em dar ex-
plcacoes sobre o processo da mediacao ? Ha algn-
ma cousa de reservado quando nos jornaes do Rio
da Prata esto publicadas todas as notas que se tro-
caram entre os ministros intercessores e o governo
do Estado Oriental, entre aquelles e o general Flo-
res, entre este e o governo oriental ? Estes oficios
publicados na integra nao se pode considerar um
transnmpto dos protocolos ? A que vem, pois, a
allegaco do Sr. presidente do conselho, de que a
discuu pdft fazer perigar os negocios? O ora-
dor julga que isto naopassa de um lugar commum,
a que os governos constitucionaes nao podem re-
correr quando se trata de negocios ultimados.
O negocio est ultimado j se rtiraram os mi-
nistros, entre elles o ministro brasileira que teve
sempre a infelicidade de andar atraz dos outros; o
orador lamenta que o Sr. Saraiva, a cujo carcter
nobre faz toda a justica, ande fazendo este papel
por instruccoes do governo.
A negociaca de paz nao comecou por iniciativa
do ministro brasileiro ; o proprio Sr. presidente do
conselho concorda nislo, dizendo que o nosso en-
viado foi c invidado a cooperar. D'onde parti a
iniciativa ? Parti do ministro inglez. Seria como
lim de auxiliar a causa das reclamacoes brasile-
ras? Segundo dizem as folhas orientaos, a iniciati-
va, nao so parti dos ministros inglez e argentino,
como at houve urna primeira entrevista, entre
estes e Flores, em territorio argentino, a bordo de
urna canhoneira ingleza. antes de irem Monlevi-
deo convidar o enviado brasileiro. Eis a razo
por que, em seu primeiro discurso, disse o orador
que o Sr. Saraiva andar na cauda dos ministros
argentino e inglez, e que nao era esse o papel que
se Ihe devia dar.
A questao aggiava-sc anda pela cirenmstancia
de que a obra da pacilieaco parti de um governo,
cujas relacoes olliciaes com o imperio acham-se
interrumpidas.
Para confirmar esla apreeiacao, o orador l urna
noticia da ultima hora, vinaapola canhoneira Par-
nahyba e pbbhcada o Reforma Pacifica de 14.
ssa noticia relativa a urna conferencia entre al-
que o governo procede ao avesso do que o sim-
ples bom senso ensina. Nenhum governo, que
val exigir umi satisfaco, tem a ingenuidade de
procurar dar forca ao governo contrario, para de-
s fazer as suas exigencias.
gnus inini-tros estrangeiros em Montevideo, (cando
de parte a legaco imperial, mas presidindo a con-
pois
Que se pode seguir"daqui ? O resultado de q
se lallava a uilima hora da saluda da Parnahiiba ;
mallograda a tentativa, Flores e Moreno enten-
dem-se na campanha, afim de impor a paz por
por meio da forca ; e, s depois de constituido um
governo forte, que iremos fazer as nossas re-
clamacoes.
Nao se Hada o governo imperial cuidando que
o presidente Aguirre o nico inimigo do Brasil.
A experiencia mostra o contrario. Em 1854 o go-
verno brasileiro auxiliou Flores na sua ele-
cao de presidente. Quaes foram as satisfceles que
ogovernoobleve delle em 1857, sendo as reclama-1
coes quas as mesmas ? Assim, pois, o orador nao
ve as vanlagens da mudanca ; o que v que, li- j
gados os dous partidos, a situacao licava peior do
que antes.
A repblica oriental tem custado ao Brasil mui-
lo sangue e muito dinheiro. Todas as experien-
cias teem sido malogradas: o governo legal na-
quelle paiz, nao se consolida.
Desenvolvendo esta apreeiacao do oslado da
republica.o orador insiste em qu a missao especial
mi desviada do seu lim, e que as propostas de
paeiQcacao attrtude que Ihe cumpria assumir
era a de simples espectadora.
Na hynothese de que a pacilieaco se malograr-
se, como se malogrou, o enviado' especial p'odia
nr a vontade da inepcia dos homens daquella re-
giaoque, ao que parece, ainda nao conbecem a
gente com quem vivem. Na hypothese contraria, I
davam-se os inconvenientes que se dao hoje, com
a differenca de serem em maior escala, se o go-1
verno inierviesse.
Na conclusao do seu discurso, o Sr. presidente
do conselho pronunnou a palavra ultimtum 5
esse ult malum conclue pel emprego de represa-
lias. S. Exc. nao as caraclersou ; apenas disse
que o exercilo brasileiro iria ao territorio orien-
tal. Se'ao menos S. Exc. designasse o ponto que
o exercito ocenparia como represalia, podia ser
entendido. Para onde ir o exercito? Por onde?
Ira Jiater-se ? Ir mostrar-se em parada de pro-
cissao r
O orador er que para supprir a imprevidencia
do governo basta o patriotismo da provincia do Rio
Grande do Sul.
Acha que, vista das declarafes do Sr. pre-
sidente do conselho, at devia fzer-se urna ses-
sao secreta, a lim de que S. Exc. Hzesse mais am-
pias declaraciies. Desde que o nobre ministro de-
clara que mandar um exercito, que elle j est
preparado.
Tinha intencao de retirar o seu requerimento,
Supponha-se que nao era lempo do ultimtum.
j K sabido por cartas particulares que o governo
oriental declarara nao retirar a sua nota s-m que
;o enviado brasileiro retirasse a sua. Entretanto
; appareeeu a proposta de paz. Ora, o nosso envia-
do nao devia ter intervindo : [, porque estavam
rota as relacoes entre o governo inglez e o gover-
no imperial : 2-, porque, virtual ou e*presso; bou-
ve da parte do governo oriental e dos ministros me-
, diadores o reconhecimento de Flores como Lelli-e-
11 ante.
I O orador insiste neste ponto como importante, e
conclue delle que governo imperial pode de ora
avante tratar com Flores.
Demora-so em mostrar que o enviado brasileiro
naodevia ter tomado parte na tentativa d.: pacili-
eaco, e nest ponto pergnnta se os ministros iiu-
foram convidar o nosso enviado para interromper
as suas negociacoes Ihe deram a seguran de res-
guarda-las no futuro. De dnas urna ; ou a pacili-
cacao era essencial, ou nao; se era, errou o go-
. yerno em nao exigir nina promessa naquelle sen-
1 tido ; se nao era, por que aceitou o convite de in-
1 tervencao :'
O orador estende-se em considerares sobro o
acto da pacilieaco malograda. Observa que as
suas palavras nao leva espirito de opposicao ao go-
verno em materia to grave. Quanto a meio de
que reza o ultimtum, o orador nao v, na verda-
de, que baja outro senao fazer justica pelas pro-
prias maos.
O Su. Fkuraz nao concorda que a intervenco
no interesse da paz da repblica deva ser arena.
em vista de muitas considera^oes entre as quaes
liguram estipulacoes firmadas."
Demora-.-.' en mostrar que da parte do Brasil
tem havido auxilio ao general Flores, e cita alguns
fados para comprovar a sua assercao. Demora-se
anda em mostrar que Flores nao'tem o carcter
de belligerante.
Quanto aceitaco ad referendum por parte do
nosso enviado, declara o orador que isso era intil.
-Nao acha que se devesse apresentar o ultimtum
logo depois daquella nota. O orador faz muita-
outras consideragoes tendentes a mostrar que a re-
soluco de enviar um ministro especial foi irrellec-
tida, e chamando a atlencao do senado para a si-
tuacao econmica do paiz. '
O Su. MiMsTiui dos Negocios Estrancemos oc-
cupa ainda a tribuna para -dar urna explcacao a
um tpico do discurso do orador precedente, ter-
mina ponderando que, depois do debate ha vi do, o
requerimento se acha sem objecto.
O Su. Pimenta Bi-eno toma tambem a palavra
para dar urna explicaco ao Sr. Ferraz.
REVISTA DIARIA.
Sendo de grande interesse a discusso iiavid 1
no senado, acerca da missao especial um o Rio da
1 rala, damos sob a rubrica inferior o resumo pu-
-1 StSUSS 'seSao* Sr^leThanS-
desse como o orador suppunha ; mas a resposta
que deu, longe de satisfazer o requerimento, vai
por sen laconismo, assustar o paiz. Ainda hoje
retirar o requerimento. se acaso o governo enten-
der que elle inconveniente.
Conclue, dizendo que Ihe parece : 1
verno pode sor mais explcito, sem inconveniente;
2, que a missao especial nada tem conseguido.
o que, pelo contrario, a situacao muito peior.
O Sn. Ministro dos negocios esthanoeirOS toma
a palavra para fazer alguns reparos ao discurso do
orador precedente.
Abunda as consideracoes relias pelo Sr. presi-
dente do conselho. relativamente ao interesse do
Brasil na paz do Rio da Prata. Combate a opinio
que o Sr. Silveira da Motta manifestou a esse"res-
peito, allegando que da paz daquelle governo
que resulta o soreg e a tranquillidade dos nossos
nacionaes.
Mandando una missao especial, na situacao pre-
sente. 0 governo imperial linha de attender, nao s
as reclamacoes que faziam o objecto da missao. co-
a sessao.
mos a attenco dos leitores.
Dorante a ausencia do Sr. P. C von Sohstem.
cnsul da llollanda. aeha-se encarregado do consu-
lado o Sr. Luiz Amavei Dubourcq.
Nao lendo podido o consulado provincial re-
- ceber, no sabbado, a taxa da matricula da Escala
Son/mi, de diversas pessoas que se achavam habi-
litadas, por causa de ser da de l.alanco. foi prolo-
gado o praso ale l do corrente.
Pela barca fr.mceza Coligitu, cuegada il> Ha-
vre, I01 encontrada a galera ingle/a Pai'-\Vi. d>-
Londres para Hong-Kong, na lat. S. .>-!!' e lonj
O de Pars 35-, no da 30 do passado, con, 27 da-
de viagem.
Teve lugar no da primeiro a reuniao da A<-
sociacao Commercial Bertfficente, para o lim de sei
eleita a nova directora, que ficou assim < im-
posta :
Senhores :
llenry Hittrh.
Baro do Livramento.
Carlos C. p. Rook.
1110 ao socego da repblica. O nosso enviado, che- j',',Sl;. de Vasconcellos
gando Montevideo, dirigi ao governo oriental I jS(\ Marcelino da Ro
ferencia o ministro inglez.
A mesma folha em outro lugar refere-sc a urna
correspondencia estrangeir'a, onde diz que o gover-
no inglez mandara nstrucedes Montevideo no
sentido de impedir accSp do governo imperial.
De ludo quanto tem dito, conclue-se que a inicia- 0 emprego d;
liva de paz nao parti do Brasil, este em todo o ne-
gocio fez um papel subalterno ; e, finalmente, que.
quando o Brasil quer continuar as negociacoes. o
ministro inglez rene os diplomatas para tomar me-
didas a este respeito.
Acha que o governo devia usar de mais fran-
queza, devia explicar o pensamenlo, nao s em re-
lacao ao que tem intencao de fazer, mas igualmente
em relarao ao que se fez e se malogrou.
Diz que to conhecidano Rio ila Prata a mar-
aba falsa que tomou o governo brasileiro, inter-
vindo1 as negociacoes de paz, que nao ha duas
opinioes em ambos os paites, mesmo entre blan-
cos e aliviados. Qualquer que seja a opinio, adia-
se no hu esta sentenea : que o Brasil foi codi-
Ihado.
urna nota, em que recapitulava as queixas doBra-
A resposta daquelle governo foi urna verda-
0 ministro brasileiro que aceitou a iniciativa an-
glo-argentina, que aeompanhou os outros minis-
tros por toda a parte, mandado o seu secretario
n'uma occasio em que se achou doente, foi
para Buenos-Ayres quando os outros ministros pa-
ra l foram ; e agora que os outros voltam Mon-
tevideo, annuncia-se que elle tambem voltar.
O orador l uma carta que Ihe dirigida de
Montevideo por pessoa respeitavel, e tira dessa
leitura conclusoes idnticas s suas apreciacoes.
Essa carta noticia anda que Flores e Lucas"Mo-
reno estavam em negociacoes, e que a paz seria
afinal imposta pela forca.
Dessa carta conclue "tambem o orador que a ne-
gocaco de paz nasceu do ministro inglez para
contrariar as reclamacoes do Brasil, isto de ac-
cordo com o governo argentino, a quem nao con-
vem a influencia do imperio no Estado rlenla!.
Provase de tudo isto que o ministro brasileiro fez
um papel secundario. Seria esta a poltica ? O
orador faz justiga ao Sr. Saraiva ; elle obra em
virtude de instruccoes do governo ; ao governo
que o orador se dirige.
Buvidando que a politica seguida no Rio da Pra-
ta seja a que foi indicada no relatorio dos nego-
cios estrangeiros, o orador pergunta se os sete ar-
tigos das inslrucces foram transcriptos na nota
do nosso enviado do governo oriental. Este, se-
gundo declarou o Sr. presidente do conselho, op-
poz ao quadro das nossas queixas um qnadro de
deira reconvenciio.
O nosso enviado consulten o governo imperial,
aceitando a nota ad referendum. E' sabido que
aquclle governo um governo fraco; o neste caso,
violencia apressaria o que se nao de-
sclava, jo ajudar-se-hia a dar ganho de causa
revolucao que lavrava na campanha.
Collocadas as censas neste p. foram Montevi-
deo ojninistro inglez e o argentino solicitar acoad-1
juvaclo do nosso enviado para a obra da paciliea-
co. Este declarou que, acompanhando-os, nao se
encoslava a nenhum partido, c que. temando a pa-
cilieaco, coiiservava-se neutral na apreeiacao do
conflicto. Nem so diga que a eessacao da lua im-
portava fortalecer-se o governo oriental.
Declara que a missao. apezar de levar o ultim-
tum, era uma missao de paz, destinada a apreciar
a situacao no thealro dos aconlecimenlos.
Mallogrados os esforeos de paz. nao se julgne
que o objecto da missao esteja prejudicado. Era
natural que a tentativa para terminar a lula sus-
pendesse as negociacoes. Mas agora tempo de
apresentar o ultimtum. O esforc/i feito pelo nos-
so enviado revela que o espirito do governo nao
era de conquista.
No caso de nada alcancar. o que se deve fazer ?
O que diz o ultimtum : fazer justica por nossas
proprias maos. Armar as fronteiras, predispr
tercas no Uruguay, suficientes para evitar novos
aggraves.
Desenvolvendo outras consideracoes, o orador,
sem examinar as razoes de Flores, lembra que ha
quinze mezes a luta civil dilacera a repblica, sem
que o presidente Aguirre tenha forca para debellar
a revolucao.
Mostra que a iniciativa de paz nao teve por fim
burlar a missao brasileira.
Observa que a idea de governo no estado orien-
tal nao pode ser considerada sem ter em conta os
dous contendores.
Finalmente declara que o governo imperial con-
tinuar firme as suas reclamacoes.
O Sr. Pimenta Blexo, depois de agradecer a
provocacao do dbale que resultou do requerimen-
to do Sr. Silveira da Motta, entra na apreeiacao
dos primeiros passos da missao especial.
Pergunta se. recebida a conteslaeo do ministro
das relacSes exteriores, e conhecidos os anteceden-
tes deste negocio e daquelle governo, era ou nao
o ensejo de apresentar o ultimtum. E nesta par-
te estranha que o Sr. ministro dos negocios estran
queixas suas. que avaliava mais procedentes que gelros declarasse ter sido aquella contestarlo acj-
a nossas Correa oa corte que an governo or- ta w' referendum.
Felippe Nedheman.
Jos da Silva Loyo.
Augusto F. de Olive-ira.
Joao A. Thon.
. Acaba de ehegar esta cidade o hbil presti-
digitador brasileiro Julio dos Santos Pereira. rom
uma nova rollecco de instrumentos de phyca e
chimica, alm de um variado e rico repertorio de
agilidades, sorprezas e mgicas, que pretende apre-
sentar ao publico.
Em diversos jornaes de Montevideo e do Rio de
Janeiro encontram-se muitos elogios quer ao r
rico gabinete, quer a inteligencia e ligeircza por-
que trabalha.
Por ser honlem o dia do 40a anniversario de
S. A. aSra. princeza de Joinville, estiveram em-
bandeirados os navios de guerra e as fortalezas
salvando a do Brum urna hora da larde.
Na sessao do jury, do termo de Agua-Prota
que durou de 17 18 do mez de junho passado.
foram julgados 3 processo?, abrangeudo tres reos.
um por homicidio e dous por furto/sendo o primei-
ro condemnado 20 airoos de gales, e os dous l-
timos absolvidos.
Na sessao do jury do termo de Barreiros, que
funecionou nos dias 28 e 29 de junho passado. fo-
ram julgados processos, abrangendo cinco reos,
dous por homicidio, 1 por offensas physicas graves,
e dous por ofTensas physicas leves, sendo todos ab-
solvidos.
Hoje fuffeciona, em sessao erdnaria, a Assu-
aacao liibliothecarta Pernambucana.
Um facto se acaba de dar na Cauca Filial do
Banco do Brasil, em nossa provincia, que demons-
tra quanto se desenvolve entre nos o abuso de con
fianca.
Tendo havido precisao no sabbado (30 do passa-
do), por duas vezes de dinheiro, foi encarregado
de ir tira-lo ne cofre geral o Sr. Jos Joaquim Dias
Fernandes director de semana, accompanhado em
cada uma dellas por um dos cobradores Francisco
Antunes Ferreira e Francisco da Silva Reg, por
achavem-se oceupados o thesoureiro e o outro se-
manario.
Na segunda-l'eira (Io do corrente), procedendo-
se contagem do dinheiro em cofre, para a entre-
ga ao novo director de semana, o Sr. Francisco
Joao de Barros, verificou-se faltarem vinte contos
de ris, pelo que foi de novo fechado o cofre, re-
servaudo-se o exame para o dia sehuinte.
Hontem procedeu-se aos exames necessarios.
depois do que entraran; os Srs. Jos Joaquim Dias
Fernandes e Dr. Jos Mamede Alves Ferreira, di-
rectores de semana, e o Sr. Eduardo Candido de
Oliveira. thesoureiro. rom o importe do d?sfalqnev


Mari* 4e rerm*mknc Quarta felra 3 ie Agosto e 114.
e foram recolhdos prisao os dons cobradores
Francisco da Silva llego e Francisco'Anluncs Per-
reira
Chegon hontem o seguate resultado do col-
legio de Tacarat:
Conselheiro S e Albuquerque...... 39 votos.
Dr. Brando..................... 39
Dr.Feltosa....................... 30 >
Dr. Saldanha Marmho............. 9
O resultada de todos os eollogios conhecidos,
sem as^duplealas do l'na e Qnipap, e inclusive a
segunda duplcala do F.x o seguate :
Conselheiro S e Albuquerque...... 1274 volos-
Dr. IV i tosa................o..... 1099
Dr. Saldanha Marinho............ 1066
KKI'AIlTIf.AO DA POLICA.
Extracto das partes do dia 2 de agosto de
1861.
Foram recolhidos casa de detenoao no da I"
do eorrente :
A' orden) do Dr. delegado da capital, Manoel
lavares Pinto Porto, para correcoo.
A' ordem do subdelegado do Recite, Aristdcs,
escravo, de Marinha Amalia da Silva, por fgida.
A' ordem do de S.Jos, Marcelina Mara dos
Prazeres, sem declaraciio do motivo.
A' ordem do da Capuniga, Leoncio Jos Joaquin
de Santa Bita, por embriaguez e disturbios.
O chefe da segunda seccSo,
J. G. de Mosquita.
Movimento da casa de detencao no da 1 de
agosto de 1864.
34o presos.
ippellacao civel. i Pois bem, o abaixo assignado acha conveniente que
\ppellante D. Anna Mara da Conceicao ; ap- csse iniio da mesa publique o seu nome; e ao
lados, Francisco Joaquin Dantas e outros. publico declara-que nao deixou de fazer anda
Existiam..... 345
Entraran]..... 7
Sahiram...... :i
E.xistem...... 349
ber :
Nacionaes..... 277
Estrangeiros... 18
Mulheres..... i
Estrangeiras ... 1
Escravos...... 44
Escravas...... i
pe....
Aggravos de peticao.
Aggravante, Bento Antonio Carpinteiro da Silva;
aggravado, o juizo. *
Ao Sr. desembargador Assis
.4 appellacao crime.
Appellante, o juzo ; appellado, Antonio Jos Al-
peri.
Aggravo.
Aggravante, Antonio Joaquim Silgado ; aggra-
vado, o juizo.
Ao Sr. desembargador Motta
A appellacao crime.
Appellante, Alexandre" Marinho da Costa ap-
pellado, Antonio Rodrigues Aleixo.
Aggravo.
Aggravante, Francisco de Paula Cavalcanti Wan-
derlev Lns ; sggravado. o juizo.
Ao'Sr. desembargador Domingues da Silva
Appellacoes a mes.
Appellante, o juizo ; "appellado, Marcolino Jos
1 dos Santos.
A appellaco civel.
Appellante, I). Joanna Mara das D-ros ; appel-
do, Bazliano do Magalhes Castro.
Aggravo. .
Aggravantes, os recolhimcntos da Gloria e Lon-
ceicao; aggravado, o juzo.
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago.
Itecurso crime.
Recurrente, o juizo-, recorrido,
quim Barbosa de Lima.
Ao meio dia encerrou-se a sessao.
parte daquella mesa regedora (nao ha motivos pa-
ra isso), e nem a pessoa alguina autorisou para
que em seu nome fizesse declaragdes de quaiquer
ordem ou natureza, tendentes ao assumpto refer-
do na correspondencia firmada pelo intitulado ir-
mi da mesa.
Recife, 2 de agosto de 1864.
Joaquim Francisco da Silva Jnior.
I H 4(1 AI) IIO
Dedicad* i irmaa de mea especial autiyo
Frederiee A. P. Pinte.
Vi o teu quadro mimoso,
Encantador e singelo,
Qual deve ura casto sorriso
Pairar em teu rosto bello.
Tendo bellesa d'um anjo,
Da candida rosa a idade,
Quizestes erguer-perfumoso.
i "m hymno santa araisade 1...
Becife, 28dejulhode 1864.
A. deSoiza Pinto.
I barrica facas, 13 ditas ferragens; a Mello
Lobo & C.
II caixas tecido de algodao ; a Phipps Brothers
&
6 ditas dito de linho, 1 dita damasco de dito; a
Tbeodoro Chistiansen.
3 ditas biscoutos, 1 dita presuntos; a Jos Fran-
cisco Lima.
1 dita e 4 fardos tecido de linho; a D. P. Wild
&C
10 banis mauteiga; a Soares & Irmao.
3 caixas tecido do linho, 2 ditas lencos de dito,
1 dita tecido de algodao, 1 dita camisas de linho;
a E. Feotn.
30 volumes soda-caustica; a Maa & Espirito
Santo.
1 caxa tecido de algodao ; a J. Keller.
2 fardos tecido de algodao, e 1 cala objectos de
escrptorio ; a Braga Son & C.
30 toneladas lastro de pedra a Sauotlers, Bro-
thers & C. .
7 fardos e 2 eaxas tecidos de algodao, I dita
I brim de linho e algodao : a A. C. de Abreu^
12 caixas biscoutos ; a Palmeira & Beltrao.
50 caixas tecido de algodao a Ferreira & Ma-
theus.
2 fardos lona, 2 barricas estanho ; a Izidoro Nel-
to&C.
douro, as 2 horas da tarde, a urematacao dos ma-
lcraos que se poderem aproveitar dos proprios na-
cionaes, sitos em frente do arsenal de marinha.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco em 27 de julho de 1864.-Manoel Jos Pinto,
servindo de oflicial-maor.
FacuMade de Direito,
De ordem do Exm. Sr. director se faz publico,
que no dia 4 de agosto (quinta-feira) as 2 horas,
expira o praso marcado para a inscripcao dos con-
currontes cadeira de latim do curso preparatorio
desta Faculdade.
Secretara da Paculdade de Direito do Recife, 28
pe julho do 1864.
Jos Honorio Bezerra de Menezes.
Secretario,
O Dr. Manoel Antonio dos Passos Silva Jnior, jniz
municipal de orphaos e ausentes supplente em
exercicio do termo de Olinda, em virtude da le
etc.
Fago saber aos que o presente edlal virem que
no dia 4 do eorrente mez depos da audiencia deste
juizo, porta da casa da mesma audiencia se hade
arrematar por veuda a quem maor lanco olferecer
os bens seguintes pertencentes a herane'a do linado
Bernardo Jos de Sena :
Urna casa de taipa coberta de telhas, com urna
porta e duas janellas na frente, com dous martas,
duas sallas e coziuha fora, com 26 palmos de fren
COMMKIGADOS.
200 saceos arroz, 10 caixas folha detflandres.ldita t
tecido de linho, 1 dita e 3 barricas cuteterias, le e (rnU e seUj pa(inos de fmio em cnjos fo.
Os ofBciaes inferiores e cadetes do 2* batalhao ditas ferragens, 5 ditas vidros ; a Patn >asn; reir0> e com seu ,,ullla| pequeo era aberto, por
de infamara abaixo assignado?, gratos do trata-; & C. 200500O rs., visto se ter abatido a quinta parte
bacharel Joa- \ ment recebdo do lllm. Sr. major Joaquim da Ro-1 100 caixas folhas de flandres, 2 barricas estanno, ^ quaolia de 2005000 -i lr Janto fura ava-
I cha Moreira, que neste batalhao exerceuo lugar e 30 barris manteiga ; a Araujo & u |a(Ja
de fiscal e commandante interino; faluriam a, 228 caixas sabao, oO barris manteiga, 1 caixa 0(Jlra du Mni^ai a casa acma referida, com
__-^___ um dever de consciencia se deixassem de paten- obras de couro, 100 saceos arroz, 1 caixiniui c
1 tear, ter o mesmo Sr. major par da verdadeira eitos, 9 caixas brim de linho, 12 ditas e
disciplina militar, os conduzido, a cada um cum-; tecidos de algodao, 12 ditos dito de linho
Dr. Innocencio Seraphico de Assis Carvalho.
Joaquim Dias da Silva.
Joo Jos de Bruce, _
Jos Cordeiro Oliveira Guimaraes Jnior.
Jos Luz de Mallos.
Jos Nunes Guimares.
Crbano Jos Ferreira.
S;uUu Casa da Misericordia do
Recife.
De ordem da Illma. junta administrativa da San-
ta Casa de Misericordia do Recife convido as pes-
soas que se interessarem pelas menores orphaas
abaixo declaradas, para comparecerem nesta se-
cretaria, aura de assignarem o termo de responsa-
bilidade de que trata o 3" do art. 66 da le pro-
vincial n. 596 de 13'de marco do_ eorrente anuo,
para que possa ter lugar a admlssao das referidas
menores no cellegio de orphaas.
Leocadia e Joaquina, lilhas de Umbehna Joaqui-
na da Costa e Mello. .
Mara, filhade Antonia Maria Machado i reir.
Francisca, filhade Anna Francisca Paes Brrelo.
Secretara da Santa Casa da Misericordia do Re-
cite 1 de agosto de 1864.
0 escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Crrelo.
O Sr. Dr. Lourenco Bezerra Carneiro da Cunha
lera duas cartas na'adminisiracao do correio, re-
commendadas, viudas de Maceio pelo vapor 0ja-
ftek.
Pelo consulado de Portugal nesta cidade sao
chamadas as pessoas a quem possam porlencer al-
guns objectos de ouro c prata que ticaram descrip-
tos no inventario dos bens do subdito portugnez
349
Alimentados a custa dos cofres provinciaes. 144
Movimento da enfermara no da 2 de agosto
de 1864.
Teve alta:
Pedro (escravo) do Francisco Al ves Gnmaraes.
Passageiros do hiate brasileiro fxalurao, sa-
bido para o Aracatv :Joaquim X. da Maia e 1
criado, Sabino S. Codito, Jos F. de A. Candoa.
OHITIAIUO DO CEM1TEIII0 I'l BUCO SO DA 31 0K
JULHO DE 1864.
Anastacio Nunes da Silva, Pernambueo, 62 annos.
viuvo, Boa-Vista ; gaslro hepaiite chronco.
Maria, Pernambueo, 9 das. Santo Autouio ; es-
pasmo.
1" do agosto.
.intooio, Pernambueo, 2 mezes, S. Jos ; convul-
soes.
Joanna Maria Xavier Pereira, Pernambueo, 44 an-
nos, casada, Poco da Panclia ; tubrculos pul-
monares
Bernardo, escravo, frica, 58 annos, sol teiro, >
Antonio; dvarrhca,
Maria. Pernambueo, 8 dias, Boa-Vista ; espasmo.
Manoel Gomes da Silva, Pernambueo, 40 annos,
sollero, Santo Antonio : dyarrhca.
Um prvulo encontrado inorto em casa de Vicente
Alves Machado, I mez, S. Jos.
Rita, escrava, Pernambueo, 30 annos, soltera,
Boa-Vista ; anasarca.
Lourenco. escravo, frica, 38 annos, solteiro, Boa-
Vista"; peneumouia.
! prir o seu dever com maneiras proprias de um i ion Pater & C.
------- i distincto cavalleiro, | ^1 barris salitre, 37 rolos folhas de
No Diario de 29 de julho ultimo, apparcceu o Sri Aceite o mesmo lllm. Sr. major os protestos de, barrilinhos chumbo de;niunicao, 1 barr
bacharel Teixeira de S, de viseira levantada, fo- muita estima e consderacao dos abaixo assigna-. gens, 10 ditas enchadas,3 ditas culer
mandme pela frente, para dar-me urna resposta, dos, desculpndo, se cora este procedimento, of- estanho, 1
Anda bem que live a dita de dar a conbecer ao fendem a sua modestia,
publico mais um dos muitos homens valentacos que j Recife, 2_de agosto de 1864.
r; fardos' por,a e Janella na ,rent,,>cum duas sala3 e um 'luar' i Jos Fernandes Pereira Villa-Rica, fallecido na ci-
inhn- !l0'cozinna ora com 24palmos de frente e 36 ditos j dade de niinda, a virem requerer a sua entrega
, a jiins- de fund6 em c|los tambera foreirc-, com seu qun- dcntro do praso de 30 dias da data deste com
l-l mu ., L..i-t., i...i- itUkSINUl e uielA ta lur ili-iliili\ ... ____- j. i:..-.. _. .;..,-.- .. ,..
de dito, 25 caixas linha de algodao, 100 feixes ar-
cos de ferro, 137 ditos e 643 barras de ferro ; a S.
Flavio Cassano de Azevedo, sargento quartel, P. Johnston & C.
mostr. Rccchedoria de rendas internas
Joo Barboza das Neves, 2 cadete 1" sar- crac* de Pernambueo.
gentj; Rendimento do dia 1............ I:57K00
Epiphanio de Araujo Caldas, pnmeiro sar- {eB| do j ................. 2:475*548
gento.
Guimares, parti-
1-sar-
CHK0MCA_JID1CI4RI4
TRI Itl \V I, UA RELAMI.
SESSAO EM 2 DE AGOSTO.
PRESIDENCIA DO EXM. SB. CONSELHEIRO
SOIZA.
s 10 horas da manhaa, presentes ossenhores
desembargadores Santiago, Gitirana, Lourenco San-
tiago, Almeida e Albuquerque, Assis, Motta, e Do-
mingues da Silva, faltando sem causa participada
o Sr. desembargador l'eha Cavalcanti, abrio-se a
sessao.
O Sr. desembargador Guerra, procurador da co-
m, nao comparecen.
Pascados os Caitos e entregues os distribuidos,
nao houverara julgamentos.
nil.IflENCIAS CHIMES.
Cora vista aoSr. desembargador promotor da
justica
As appellares cr'anes.
Appellante, Andr Ferreira da Silva ; ippella-
da, a justica.
Appellante, o juizo ; appellados, Manoel Jos de
Freitas llamos e ouiro.
Appellante, o juizo; appellados, Joronsrao Joa-
quim de Albuquerque e outro.
Appellante, Jos Silvestre de Mendonca; appel-
lado. Bruno Antonio dos Res.
Appellante, o juizo ; appellados, Jos Luiz Pe-
rer;; e outro.
DESKUUQO ue da.
Assignou-se dia para' julgamento dos seguintes
eitos :
A appellaco crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Caetanodos
Sanios.
PASSAGENS
O Sr. desembargador Gitirana passou ao Sr.
desembargador Lourenco Santiago
A appeitaro crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Ignacio Fran-
cisco da Silva.
t)>i Sr. desembargador Lourenco Santiago ao Sr.
desembargador Almeida e Albuquerque
As appellares a mes.
Appellante, o promotor ; appellado, Clementmo
de Oliveira Bastos e outro.
..pn 'liante, o promotor ; appellado, o escravo
Belimio.
Appellante. o juizo ; appellado, Joo Severo Mar-
ques.
Appellante, o juzo ; appellado, Jos Ferreira de
Sampaio Jnior.
O conflicto de jurisdiccao entre o juiz munici-
pal deTacarat eo de villa Bella.
DoSr. desembargador Almeida e Albuquerque ao
desembargador Assis
As appellacoes crimen.
Appellante, o juizo ; appellado, Luiz de Franca
Carvalho.
Appellantes, o juizo e Antonio da Conceicao ;
appellado, Flix Jos Ramos.
As appellacoes citis.
Appellante, Antonio Francisco Anastacio ; ap-
pellado, Jos Francisco da Costa.
ha nesta trra.
Tomou-me o Sr. S pela fenle ; mas deixou em
p toda a minha defeza, a qual consisti na asse-
veracao, de que sua senhoria, nem no Constitucio-
nal, em que me aecusou encapotadamente, nem no
Diario, era que tomou-me pela frente, prova al-
guna fez de que eu recebesse o processo de Ma- Antonio Moreira da Cunha
noel Antonio Corra de Queiroz na data de seu res- cular Io sargento,
pectivo termo de vista. Manoel Emigdio do Espirito Santo,
Se o aecusador nao fez prova disso, nem mesmo gento.
allegou esse faci, nao tenho necessidade de o cha-1 Januario da Silva Assumpcao, primeiro sar-
mar rosponsabilidade para me justificar e con- gento.
fundi-lo. Antonio Francisco de Avila Jnior, 2o cadete
Nao merece reparo o ter o processo estado dous f sargento,
mezes'sem que alguem procurasse por elle. Antonio Joaquim Correa de Moraes, Io ca-
Os homens, que tem pratica do foro e oostumam dte,
attender para a marcha regular e desapaixonada Felisbcrto Marinho Lsardo. segundo sar-
da justica entre nos, sabem que aqnelle tempo era gento.
pouco, "para qoe eu procurasse proceder contra Augusto Fortunato da Costa Carapello, t ca
quem fosse achado em culpa pela demora no anda- dte. ... .
ment daquelle processo. Antonio de Bastos \arella, segundo
Parece que o Sr. S diz que assistio achada do gento.
proeesso na minha estante. Isto uao altera o que Carlos Mara de Sexas, furriel,
eu dsse. Mas se o Sr. S achou-me em culpa por Jos Pedro Fernandes Vilella, segundo sar-
esse facto, por que razao nao promoveu minha res- gento.
ponsabilidade, tendo exeroido por tanto tempo a Flix Barreto Muniz Telles, segundo
jurisdiccao interina de direito na comarca de Pao, dte.
d'Aiho i Joaquim Martins Machado Moreira, 2
Nao seria isto melhor, do que andar hoje toman-, gento.
do-me pela frente, e arrotando desprezo, que nao j -----
lhe cabido affectar, pelas censuras que Ihc flz na p|ilu|ag vegelacs assuearada
assembla provincial j- tpriin
O que quz o Sr. S dzer asseverando ter em i MC ^" ,,., j.
sua mao o original da certidao, que fora dirigida ao! h. Qoa quer urna pessoa que J^**>
K-rm Sr nr Antnnin Marrplinn T b,,ls e,c" 1ue a?a us0 e9l*S admiraveiS piIUlas,
E S o Sou ni o or gTnal da certidao, de por *** meio tem tomado a rae.ho,-das precoces
que trata, a verdade que ou'respondi ao Sr. Dr. contra ^f"^^|%: S do;
Antonio Marcelino sobre o mesmo facto, porque W pode salvar m e *oa da febr e amarella, do:
ora nn cemnnrtn npln Sr S e so auuel e distinc- choiera ou das febres intermitientes behosas.
S.^Sdo'iaS&ml'ai?S ZX Produzem um ITeito verdadeiramente marav,
sabilisar. por que entendeu que eu nao mereca how em todos os desarranjos do figado e do
ventre.
3:738*348
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1............. 4:8934881
dem do dia 2................. MMf
5:703*23
MOVIMENTO DO PORTO.
Navtos entrados no dia 2.
ar-' Bio Grande do Sul -23 dias, patacho hamburguez
Adelbert, de 206 toneladas, eapitao E. Becher,
equipagem 8, carga 1,100 arrobas de carne ; a
Maa & Espirito Santo.
Ro de Janeiro16 dias, brgue nacional Mondego,
de 329 toneladas, eapitao Antonio Pereira Mar-
ques, equipagem 11, carga 1,000 arrobas de
carne ; a Amorim Irmo.
Rio Grande do Sul 23 dias, barca naeional Ce-
mentina, de 268, capitio Joaqnim Antonio Gadr
Jnior, equipagem 13, carga 4,000 arrobas de
carne ; a Maa & Espirito Santo
ca-
sar-
E para que chegue a noticia de todos mandei I "_"q iancador da recebedoria" do rendas inter-
passar o presente que ser alllxado no lugar do < nas geraeii ,je conformidade com o art 37 e seas
costume e publicado pela imprensa. I jw ,j0 decret0 de 17 de marco de 1860, tendo de
Dado e passado nasta cidade de Olinda, ao 1" de; \ucr a collecta no bairro de' Santo Antonio dos
agosto de 1864, sob meu sigoal e sello deste juzo, j mpostos a que estao sujeitas as lojas e casas com-
mereiaee. e outras de diversas ciasse e denomna-
coes; avisa aos donos dos respectivos estabeleci-
mentes para que tenham presente no acto da col-
lecta os recibos e papis de arrendamentos de
suas casas, vsio qoe elles terao de servir de base
ao processo de lancamonto, o qual ter principio
no dia Io de agosto as ras seguintes : ra do
Imperador, pra?a de Pedro II, caes de 22 de No-
vembro, e de S. Francisco, travessa do Ouvidor,
ra doCrespoedo Queimado, travessa da mesma,
praca da Independencia, ra do Cabug c ra No-
va. Recebedoria de Pernambueo 30 de julho de
1864.Jos Theodoro de Sena.
De ordem do IHm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda desta provincia declara-se a
quem estivur de posse do terreno de marinha n.
24, que esteve no dominio til de Julio Beranger
entre a ponte da Boa-Vista e a de ferro de Santa
Isabel, que dentro do prazo de lo dias contado.-,
I desta data deve solicitar o respectivo titulo de afo-
1 ramento reconhecendo assim o senborio directo
! da fazenda no dito terreno, sob pena de ser consi-
arrematado
valha sem sello ex causa.
Eu Francisco Cavalcanti Pessoa, escrivo de or-
phaos e ausentes a escrevi.
Manoel Antonio dos Passos e Silva Jnior. Ao
sello trezentos ris, valha soni sello ex-causa, Pas-
sos Jnior.
De ordem do lllm. Sr. director da Escola
Normal se faz publico que existindo j matricula-
dos 54 alumnos, e havendo alguns matricular-se,
que o nao poderam fazer no ultimo dia do praso
marcado, em razo da juuta mensal do consulado
provincial, l'jcam por semelhaute motivo espassa-
dasas matriculas at o dia 10 do eorrente mez in-
clusive, o que para constar se faz publicar pela
imprensa.
Secretaria da Escola Normal de Pernambueo 2
de agosto de 1864.O secretario,
Maximiano Lopes Machado.
BECLABifiES.
, i derade devoluto o mesmo terreno e arrematado a
Santa Casa da ^^i^^l^^^^^tZZT^,
do Recre.
s-lo.
O juizo de tao valiosa autordade me grato de | Ellas se compoem exclusivamente de substan-
raais, para que, depois d'elle, me preoecupe muito cas vegelaes e ser urna medicina fortificante que
o juizo do Sr. S. nunca debilita, podem por isso ser administradas
Conclue sua senhoria dizendo, que nao quer gas- cora a mesma seguranca unto s criancas as mais
tar o seu tempo respondendo-me, por que sua se- tenras como aos horneas mais robusto.*., Sao as
nhoria mesmo quem escreve as suas correspon- nicas plulas desta natureza que se acitara acon-
dencias, quando cu rnente tenho o trabalho de diconadas em frasqunhos de crystal e so inapre-, nacional Paraiu an-
assignar as que publico. j ciaveis como o melhor dos remedios, para as pes-1'0!ii0J'.aof ^~:Va^^c'.0oL," """'.,.,
Foi bom quo sua senhoria declarasse isso, por soas de ambos os sexos seja qual for a sua idade.
que em falta de quem apregoa o seu mrito, deve Eocontrar-se-ho em todas as lojas de drogas c as
sua senhoria mesmo ser pregoeiro de seus talen- boticas de Bravo & C. ede Caors & Barbosa,
tos.
A lllm." junta administrativa da Santa Casa da
I Misericordia do Recife, mauda fazer publico que
i no dia 4 do eorrente pelas 4 horas da urde na
Rio de Janelro-8 das, palhabote nacional Albei lo, \ sa)a d(J suas sess5es tem de r praca as rendas
de 135 toneladas, c^ito Joao .augusto de Pinho da, asas em seguija declaradas por tempo de
Victoria, equipagem M, carga 7,000 arrobas de um ,res annos.
carne ; a Amorim Irmao. .... Os pretendentes devem comparecer acompa-
Rio de Janeiro 7 das, barca ragleza Mtmoza, de nnados de seus fiadores ou munidos de cartas
409 toneladas, capito George Pepperell, equipa-' li(s{es
Te?ramNova- SS, brigu'eTgiez Neta, de 220, stabelecimCtoS le Caridade.
Ra Direita.
2 andares. 1:067*000
loriano.
ingle too, de 220
toneladas, eapitao J.'Jenkins, equipagem 12, car-
ga 3,190 barricas com bacalho, e 700 ditas com i N. 3 particular e 8 publico, 2 an
farinha de trigo ; a Saunders Brothers & C. Se- Ra do Padre Flon
guio para a Bahia. N. 5 particular e 49 publico cas
Os homens talentosas de hoje tem esse uso, como
sabe o Sr. S. que, a exempio da familia Sawyer,
pode como quizer apregoar-se celebridade brasili-
ca, nica no genero de escraver as proprias cor-
respondencias.
Quanto a mim, basta que a minha defeza satisfaca
ao publico, a quem devo orespelto, que nao mcrc-
ce-me o Sr. S.
Bccife, 2 do agosto de 1864.
Joaquim Eduardo Pina
COMME&GIO.
su.o para
New-York 47 dias, lugre norueguense Dogma,
de 235 toneladas, eapitao E. A. Lie, equipasen*
9, carga farinha de trigo e madeira ; a N. O.
Bieber & C.
Navios suhidos no mesmo da.
dante o capito de fragata Santa Baroara.
Aracaty Hiate nacional Exalucao, eapitao T. A. I
da Costa, carga varios gneros.
do
Vista.
O Sr. desembargador Assis passou ao Sr. desem-
bargador Motta
A appellaco civel.
Appellante, Francisco Bibero de Andrade ; ap-
pellado, Joo Lobo de Macedo.
.4 revista civel.
Recrreme, Manoel Martins de Coifto Reis ; re-
corrido, o colleclor das rondas geraes.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gador l'choa Cavalcanti
As appellacoes ames.
Appellante, o juizo ; appellado, Pedro Amancio
de Lima.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Joaquim
de Lima.
A appellacao civel.
Appellante, o juizo ; appellado, D. Joanna An-
glica Bastes.
DISTniBUIQOES.
Ao Sr. desembargador Caetano Santiago
A apoellaro crime.
Appellante, Jos Francisco de Moura; appella-
do, o juizo.
Ao Sr. desembargador Gitirana
Appellacao crime.
Appellante, o juizo ; appellado, Apngio Arnaud
de Souto Xavier.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago
A appellaco crime.
Appellante, e juizo ; appellado, Theotonio da Sil-
va Vieira.
Ao Sr. desembargador Almeida e Albuquerque
lustrada de ferro.
Temos visto algumas publcameos acerca da es-
trada de ferro, e. talvez de interesse geral, mas co-
mo nao tenha nenhuma dellas, em nosso entender,
tratado do assumpto de que nos vamos oceupar,
chamamos a attenco dos senbores superinlenden-
e engenheiro fiscal em nosso favor com relaco
ao pedido que por nosso turno vamosonderessar.
A partida que se d do trem do. passageiros da
villa do Cabo, s 6 horas da manhaa, nos parece,
com a devida venia, a mais impropria, porque
sobremaueii a cedo, e, sera contradicyao, pode allir-
mar-se, que em todo o tempo que existe o cami-
nlto de ferro nao foi ella anda s 6 luas da ma-
nhaa. Quaiquer pessoa despida de prevenco ha I
de ver que os dierenles passageiros que rosdem i
ha mais de urna legua lhe nleramente incom-
modo chegar s 6 horas da fnanha villa do Ca-1
bo, em vii ludo dos pessimos caminhos por que tem
de transitar.
Dr-sc-ha que podem fazer a viagem no trem
tarde, mas isso traz augmento de despeza cjgti a
dormida na cidade do Becfe, inconveniente que
tambera se d cora a sabida da capital s 5 horas
e 50 minutos da tarde, porque chegando s 7 da
noile nao podem os passageiros transportar-se s
suas casas, salvo aquellos que morarem a mui pe-
quena distancia, sugeilando-se os demas ao aug-
mento de despeza j apontado aos passageiros que
sao obligados a pernoitar no Recife.
Do que levamos dito segue-se exactamente que a
do Cabo deve ser
rentes interes-
ageiros.
perfeitamen-
I te quanto sao ingratos a maor parte dos caminhos
que demandara as estacoes, fazemos um appello
para o Sr. engenheiro fiscal, que por forca do seu
emprego os deve conhecer.
Neste supposto nos parece que o trem partindo
da capital s 8 horas da manhaa e s 4 da tarde,
pois que as chuvas nao podem ter offendido a es-
trada pela regularidade do invern, e accrescendo
que a companhia est bem provida de excedentes
machinas, soppomos que o nosso pedido est as
condicoes de ser attendido favoravelmente.
Um passageiro.
CA1X4 FILIAL
DO
BWCO DO BRASIL
EM PERNAMBUCO.
A directora desta caixa, cm virtude de ordem
da directora do Banco do Brasil, avisa aos Srs.
accionistas que o respectivo thesoureiro esta auto]
rsado a pagar o dividendo das accoos da meema
caixa do semestre lindo em 30 de junho prximo
passado, na razo de 8J500 por aeeo.
EDITAES.
Recif 14 de julho de 1864No impedimento do de 1867.
secretario, Ignacio Nunes Correia.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 23 do eorrente, manda fa-
zer publico que no dia 4 de agosto prximo vin-
douro, perante a junta da fazenda da mesma the-
souraria, tem de ser novamente arrematado, a
quem mais der, o imposto da laxa das barreiras
das estradas e pontos seguintes :
Ponte dos Carvalhos9045500 por anno.
Dita de Tapacur1:6895 por anno.
A arremalaeo ser foiia por tempo de tres an-
nos, a contardo Io de julho de 1864 30 de junho
a ter-
rea........
N. ( particular o 47 publico casa ter-
rea........
X. 8 particular e 43 publico casa ter-
rea. ........
Becco da Carvalha.
X. 5 particular e 10 publico casa ter-
rea........
Ba do Fagundes.
X. 11 (articular e 32 publico casa ter-
rea. ....... 1555000
N. 12 particular e 34 publico casa ter-
rea........
Ba da Calcada.
N. 21 particular e 38 public casa ter-
rea........
Travessa de S. Pedro.
X. 28 particular e 2 publico, 2 andares.
Ra do Santa Thereza.
N. 31 particular e 7 publico casa ter-
rea ......
Ra do Cbug.
N. 34 particular e 1 publico loja. .
lua da Boda.
N. 36 particular e 5 publico casa ter-
ret.
1805000
IK65000
1695000
1495000
I445O00
1565000
3005000
1975000
4775000
NOVO BANCO
DE
SE RNAMRUCO
EM 2 DE AGOSTO DE 1864.
O banco descouta na presente, semana aoito por
1 cento ao anno at o pras) de quatro mezes, c nove
' por cento at o de sois mezes, e faz emprestimos
| sobre ttulos commercaes.
Alfandega
Rendimento do dia 1............ 32:8995465
dem do dia 2................. 47:5015o01
N. 92 particular e 1 publico casa ter-
As pessoas que se propozerem a esta arremata-i rea......
ci comparecam na sala das sessoes da referida ] Ra da Imperatriz
junta no dia cima mencionado, pelo meio da, c X. 47 particular e 68 publico casa ter-
965000
1205000
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
bueo 26 de julho do 1864.-0 secretario,
A. F. d'Annunciacao.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumplimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de 23 do eorrente, manda fa-
cer publico que no dia 11 de agosto prximo viu-
donro, perante a junta da fazenda da mesma the-
souraria se ha de arrematar a quem mais der, o
imposto de 25500 do gado vaceum consumido n
municipio de Iguarass, no restante do triennio
~ lux7ZZ eorrente, servindo de base a arreraatacao a quantia
801^___ ---------- A arreraatacao ser feita por tempo de dous an-
Movimento da alfandega ,, ,. ,],. mezes a contar do 1 de setembro proxi-
Volumes entrados com fazendas...
i c cora gneros.
334
673
i uto vindouro 30 de junho de 1867.
Volumes sahidos
com
com
fazendas...
gneros...
-----1,007 ; cao comparecam na sala das sessoes da referida
A'} l___>~___-i' *-^. ^.^ .-._n:nnn,l^ ...,1 I : .1
103
881
984
Ao publico.
No Diario de Pernambueo n. 173 de 30 do mez
prximo lindo, l-se urna correspondencia que al-
guem loz publicar, inculcando-se o sou autorUm
irmao (1) da mesa regedera da irmandade da Se-
nhora Mae dos Homens, erecta na groja da Madre
de Deas nesta cidade.
Contra um tal procedimento todos os irmos da
referida mesa regedora fizeram, e assignaram a
declaracao publicada no Jornal do lecife o. 174 de
2 do eorrente mez, visto como, bao havendo outros
irmos de. dita nena alm d'aquelles assignados na
referida declaracao ou protesto, nao Ihes cabe a pa-
ternidade de semelhaute correspondencia, riem a
autorisaejio por forma alguma.
Entretanto, anda no mesmo Diario de Pernam-
bueo de hoje o figurado irmao da mencionada me-
sa regedora apparece em publico fazendo declara-
efies, quer com referencia ao abaixo assignado,
quer com referencia ao Sr. Gerardo de Bastos 11
Barca inglezaImogenemercadorias.
Brgue inglexMarta Burrissidem.
Brgue inglexChancebarrliba,ferro e pedra.
Polaca hespanhola Noyavinhos.
Escuna dinamaipiezaA/argaif/ie mercaduras.
Lugre francezRio Grande idem.
Barca portuguezaDespique //carvo.
Brigue brasileiroMondcgo- barricas vasias.
Escuna hanoverianaL'iWobacalho e pedra.
Escuna nacionalErnestinadiversos gneros.
Barca ingleza John Matheus farinha de trigo-
importaco.
Brigue nglez- Chance, entrado de Liverpool, con-
signado a Sempson & C, manifestou o segrate :
80 fardos e 41 caixas tecido de algodao; aos
consignatarios.
5 ditos tecido de algodao, 4 ditos dito do linho,
2 caixas panno de algodao, 2 ditas camisas de dito,
l dita lencos de dito, 25 ditas vinho, 50 barris
manteiga, e 28 volumes barril ha; a ordem.
1 dito tecido de linho, 17 ditos e 8 caixas dito
de algodao; a Adainson Howie & C.
18 ditos e 4 caixas tecido de algodao, 2 ditas
linha de dito, 24 ditas telhas de ferra; a Th. Jef-
feries.
4 caixas linha de algodao, 1 dita fio de dito, 1
dita ferragens, 1 barrica faeas de charquear; a J.
A. Morreira Dias.
2 caixas cassas; a Linden Wild & C.
2 ditas chapeos de sol de algodao; a Dara-
mayer.
18 ditas vinho; a Rothe & Bidoulac.
2 ditas sal, i dita mullios e conservas; a Manoel
J. G. da Fonte.
10 fardos tecido de algodao, 10 caixas metal
amarello, 6 ditas cobre, 30 saceos pregos de dito;
a Rabe Schmiuettau & C.
1 caixa lencos de algodao, eollerinhos e man-
guitos de cassa; a Schafheitllm & C.
;unta no da cima mencionado, pelo meio-dia, e
competentemente habilitadas.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
bueo, 26 de julho de 1864.
O secretario,
A. F. d'Annunciacao.
Por ordem da inspectora desta reparticiio
se faz publico que por autorisaco da thesouraria
de fazenda, tem de se fazer por arrematado a
obra constante do orcamento abaixo transcripto, a
qual dever ser approvada pela presidencia.
Ornamento sobre o ladrilho novo no cor-
redor doarmazem n. 11 na alfandega
de Pernambueo, tendo o armazem oi-
tenia e um palmos de comprimento e
desesete palmos de largura prefazem
quatorze bracas quadradas, demolir e
otfectuar de novo o dito ladrilho com
argamassa de cal a 55500 a braca
quadrada........77*000
Contando a diminuicao das pedras que
tieam inutilisadas para reediheacc,
duas bracas (4) a 305000. .
10 por cento para administracao e des-
pezas imprevistas para utencilios etc.
605000
1375000
135700
1505700
Quem se quizer propr a fazer dita obra com-
prela at o dia 4 de agosto prximo perante o
lllm. Sr. inspector, munido de sua competente
propasta em carta fechada.
Quarta seceo da alfandega de Pernambueo, 27
de julho de 1864.
O 2o escripturario,
Caetano Gomes de S.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesoura-
ria de fazenda desta provincia se taz publico que
! foi transferida para o dia 3 de agosto prximo vin-
rea........3065000
Becco do Quiabo.
N. 49 particular e 8 publico casa ter-
rt3 .-*"
Ba da Gloria.
N. 51 particular e 65 publico casa ter-
rea........
Ba de S. Bom Jess das Croulas.
N. 61 particulares publico casa ter-
rea........
Ba do Padre Floriano.
X. 66 particular e 63 publico casa ter-
rea........
Ba da Senzala Velha
N. 71 particular e 25 publico casa ter-
rea. ..... 1455000
Patrimonio de erphos.
Ba de Imperador.
" andares. 1:2025000
1445000
1445000
riiiooo
1445000
...m.. N. 2 particular e 81 publico i ai
As pessoas que se propozerem a_ essa arremata- Ra de S. Goncalo.
N. 10 particular e 22 publico casa ter-
rea. ....... 1835000
Ra dos Pires.
X. 13 particular e 39 publico casa ter-
rea. ....... 1045000
Ba do Vgario.
N. 72 particular e 27 publico 2 anda-
res........ 6035000
Ba da Senzala Velha.
N. 80 particular e 132 publico 2 anda-
res. .......4105000
N.82 particular e 16 publico casa ter-
rea........2015060
Ra do Pilar.
N. 91 particular e 105 pnblico casa ter-
rea........1635000
N. 105 particular e 94 publico casa
terrea............. 1735000
Itua da Madre de Dos.
N. 36 particular e 2 publico casa ter-
rea. ........ 1825000
Becco das Boias.
N. 39 particular e 18 publico 2 anda-
res. 3605000
Ra do Amorim.
N. 56 particular e 26 publico casa ter-
rea. 1205000
Miruera.
N. 4 particular sitio.....2135000
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do
Recife, Io de agosto de 1864,
O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Ctrreit.
Pela administracao do correio desta cidade se faz
publicoa quem convier, que as cartas abaixo men-
cionadas deixaram de seguir seus destinos pelo
vapor Paran por se acharem com sellos servidos.
Antonio Tavares Ximenes.
Braulio Coutinho de Farias.
Carlos Frederico dos Santos Xavier.
Dr. Eneas de Araujo Torreo.
Henrique Primo & C.
nambuco cm 25 de julho de 1864.
Servindo de oflicial maor,
Manoel Jos Pinto.
Conselho de compras navaes.
, Promove o conselho em 5 de agosto prxima-
mente vudouro vista de propostas reeobidas nes-
te mesmo dia at as 11 horas da manhaa a compra
do seguinte :
Objectos do material da armada.
10 arrobas de secante, 200 pecas de linha alca-
troada e merlim, 60 grozas de parafusos de forro
sonidos com rosca para madeira, 5 arrobas de
pregos franrezes sortdos, 20 libras de linha crua,
20 arrobas de estopa de algodao, 20 arrobas de es-
tanho em verga, 12 ditas do zarco, 1,400 libras de
tinta branca de zinco, 100 pegas de linha de barco,
100 saceos proprios para conducho de carvo de
pedra, 40 caivetes do aparar penua, 80 cadernos
de papel mattaborro, 20 garrafas de tinta de es-
crever, 6 arrobas de alvaiade, 400 colheres de fer-
ro, 240 broxas surtidas, 1,000 folhas de zinco para
forro, 10 duzias de taboas de louro para assoalho,
do 20 25 palmos de comprimento, e largura de
2 palmos para mais, 80 arrobas de oleo de linha-
ca, 40 duzias de taboas de louro para forro, 30 ar-
robas de ferro inglez era barrinhas, liames do si-
cupira para embarcacoes, miudas, e madeira de
construyo para um transporte de guerra.
Sao sujeitos os vendedores deslos objectos .i
multa de 10 OO no caso de demora na entrega del-
les, e de 20 0|0 senao realisarem a entrega, ou fo
rein elles de m qualidade.
Tambera o conselho no dia 5 de agosto prxima-
mente vindouro, coutrata, vista igualmente de
propostas recebidas al as 11 horas da manhaa. os
servicos de barbeiro s enfermaras de marinha e
dos alricanos livres, por tempo a docorrer at ju-
nho de 1865, e o forneemento at setembro do cor-
rente anno de cobertores e colchas de algodao pa-
ra os aprendices artfices; sujeitos os contratantes
s mesmas multas cima declaradas ; isto de i
0|0 pela demora do foruecimento ou dos servicos,
e de 20 0|0 nao sondo i causados, ou se forem le-
tos inconvenientemente.
Sala do conselho de compras navaes 30 do julho
de 1864.
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Secretario.
avisos martimos.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Savegaeao costeira a vapor.
Parallia, .Natal, Mario, Aracaly, Cear, Aearar
e liranja
No dia 4 de agosto as o horas
da tarde seguir para os portos
cima o vapor Persinunga, com-
mandante Batis. Becobe carga at
o dia 3. Eneommcndas, passagei-
ros e dinheiro a frote at o dia da sabida as !
horas da tarde: escrptorio no Forte do Mallos nu-
mero 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavega^o .coslelra a vapor.
Portos do sul at Aracaj.
A Companhia Pernamhucana ex-
pedir para os portns cima no dia
5 do eorrente o vapor Parahijba,
commandante Martins. Recebe
arga at o da 4. Eneommcndas,
passageiros e dinheiro a frete at as 3 horas da
tarde do da da sahida : escrptorio no Forte do
Mattos n. I._____________________^___
Para Lisboa pretendo sahir com brevidade o
patacho porluguez Jareo, tem alguma carga enga-
jada, para o resto que lhe falta, a frete commodo
trata-se com os consignatarios Palmeira & Beltrao,
largo do Corpo Santo n. 4, primeiro andar._____
COMPANHIA PERNAMBUCANA
NavegacSo costelra vapor.
Festividade de N. S. das Ne-
ves na Parahiba.
O vapor Persinunga, commandante Rates, segu
para o norte no dia 4 do eorrente s 5 horas da
larde ,
As pessoas que subscroveram e as que deseja-
ram ir a Parahyba assistlr a festividade das Neves
seguiro neste vapor, podendo voltar no Maman-
guape, que precisamente chegar aquelle porto no
dia 8 do eorrente.
I


/
Diaria de PeraaMburo Quarta felfa I de Aguato de i 8*4.

Para.
~-------------
Segu para o indicado porta com a possivel bre-
vidade o hiate Linio Paquete, capilo Antonio Ma-
ra da Costa e SiH; para carga tratase com o
consignatario Antonio do Almeida Gomes, ra da
Cruz n. 23, l andar.
I'ara a Baha pretende saliir com
muta brevidade o veleiro patacho D.
Luiz, capito Jos Teixeir de Azeve-
do, por 1er parte da earira encajada
'para o resto que Ihe falta, trata-se
com os consignatarios Palmeira & Beltrao, no largo
do Corpo Santo n. 4, primeiro andar.
LEILOES.

Casa de buhar da ra do Im-
perador junto a ordem ter-
cena de S Francisco.
O agente Almeida competentemente autorigado
levar novamente a leilao a casa de buhar da ra
do Imperador constando de 2 buhares ltimamen-
te ferrados rom todos os seas pertences, bancas de
pedra, um rico fiteiro de amarello envidracado,
espelho, quadros, gamoes, bancas e mais objectos
constantes da rclaco que se acha em poder do
mesmo agente, bem como o titulo pelo qual o do-
no possuidor de dito estahelecitnento o quai le
acha desembarazado de impostes.
IIOJE.
s i i horas do da.
DE
20 caixas com queijos flimen-
gos.
Por conta de quem pertencer serao vendidas
pelo agente Pestaa O caixas com queijos fla-
inengos viadas pelo ultimo vapor : h)je 2 do cor-
rente pelas 10 horas da manhaa no armazem do
Annea.___________________^________
IMPORTANTE
LEILAO
DE
Miuilias completas, pianos, guardaroupa, appara-
dores, cryslaes etc., etc., joias de ouro e prata,
e escravos de diversos sexos.
Quinta-feira 4 do correnle s 10 lio-
ras cni ponto
37RA DO SEBO -37
CorderoSimCes far leilao requenmento dos
administradores da massa fallida de Amorim, Fra-
gozo, Santos & 6. e despacho do lllm. Sr. Dr. juiz
especial do commercio, dos objectos existentes no
sobrado raa cima perteacenles ao fallido Joo
Baptista Fragozo.
Urna folha avnlsa distribuida na vespera dar o
detall)'.' deste importante leilao.______________
Telao
Qiiiiiia-feira 4 de agosto s II horas
ra da Cadeia u. o3.
DE
l ni escravo- prelo, cri otilo, de nome
Per, idade 3o anuos, ranoeiro,
e servieo do mar.
Sem limite.
Pelo agente Euzebio se vender em leilao o es-
cravo cima pelo inaior preeo que se achar, pe-
-hincha, os pr-.-teudentes deven) aproveitar a com-
pra, por quanto um escravo robusto e proprio
at para o campo.
30 ditas da Gompanhia Pernamtmcana.
O agente Almeida far leilao requerimento dos
administradores da massa fallida de Amorim, Fra-
gozo, Santos & C. e por despacho do lllm. Sr. Dr.
juiz especial do commercio dos predios c acedes
cima perlencentes mesma massa.
Sexta-feira 5 de agosto
as it horas do dia a porta da Associacao Com-
mercial. O agente presta se a dar qualquer in-
formaco.
AVISOS DIVIESOS.
'
W*fc
_^_
^
Precisa-se de urna ama para cozinhar e comprar
em casa de homem solteiro : na ra do Queimado
n. Si, loja.
Instituto Arckeologico e Geo-
graphioo Pernambucano.
Haver sesso ordinaria quinta-feira 4
do corrente, s 11 boras da manlia.
Secretaria do Instituto 1" de agosto de
1864.
J. Soares d'Azevedo,
Secretario perpetuo.
Faltando aioda no arehlvo
desta typographla -4 volnincs
ene ademados deste Diario, ru-
ga-se as pessoas <|iie os levaram
Sor euipeesiimi se dignem man
a-los entregar, nao se mandan-
do bnsear snas moradas ( bem
que nao se Ignore) pela incerte-
za da hora em que se encontra-
rlo em easa.
m>T
Urna carraca e um boi
O agente Almeida vender em leilao urna car-
roca e um boi manco.
Quinta-feira i do corrente.
Na porta da cocheira que foi di Sr. Malveira s
I I horas do dia.
Feira semanal
'E
Muris, crystaes e outros ar
tigos
Sexta-feira 3 do frrenle s 1 i
horas,
O agente Olympio far leilao de lima mobiliade
amarello, urna dita de Jacaranda, um guarda rou-
pa de amarello, urna cama franceza de Jacaranda.
ama mesa elstica da amarello, urna cama de ja-
caranda, urna secretaria de jacatand, um rico
santuario, apparadores, qaartinheiras, cabides, la-
vatorio com pedra. cadeiras de abrir e fechar, di-
tas de bataneo, editas de guarnigao de diversas
madeiras, marquesas estrenas pare solteiros, lan-
Cernas, copos, garrafas, machina para costuras e
outros muitos artigos de gosto.
Aes10:OO$OG0.
No sabbado 6 do corrente mez ter lugar
a extraeco da primeira parte da primeira
lotera em benelicio do convento de S. Fran-
cisco do Recife.
Os bilhetes, meios e quartos acham-se
venda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. 15.
Os premios de lOrOOCJOOO at 200000
serao pagos urna hora depois da extraeco
at s 4 horas da tarde, e os outros bo dia
seguinte depois da distribuicao das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
CAS4 D4 FOKTIM.
AOS 10:000.000
Bilhetes garantidos
A' ra da Crespo n. 23 t casas do costante
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mui-
to felizes burieles garantidos os dous quartos n.
117 com asorte de 6:000,$, e numero 1193 com a
1 de 6005. e outras muitas de 2003, 1003, 403 e
203 da lotera que se acabou de extrahir beneli-
cio do theatro de Santa Isabel, convida aos passui-
i dores de ditos bilhetes a vireni receber seus res-
pectivos premios sem os descontos das leis, em
! seu estahelecimento ra do Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto venda os novos e felizes
bilhetes garantidos da primeira parte da primeira
loteria a beneficio do convento de S. Francisco do
Kecife, que se extrahir sabbado 6 de agosto.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 12,5000
Meios......... 63000
Quartos........ 33000
Para as pessoas que compraren!
de 1003 para cima.
Bilhetes........ 13000
Meios......... 53300
Quartos......, 23730
__^__________Manoel Martins Fiuza
Alnga-se a casa da ra do Jasmfm, com 2
salas, 2 quartos, cozinha, quintal c cacimba, por
' com modo preeo de 11-5 mensal : na ra dos Pires
numero 64.
Precisa-se de urna ama para casa de pouc
amilia: na ra de llortas n. 21. 1 andar.
Precisa-se de urna mulher livre ou escrava,
que saiba cozinhar e que tenha bons costantes,
I preferindo-se livre : a tratar na ra do Trapiche
n. 17.__________________________________
PILI .AS VEtUIAi;"*
DO
DR. AYER.
LEILAO
DE
2 casas terreas era chaos forciros.
SEXTA-FEmA S 11 HORAS.
48 Rna da Cadeia 4S
primeiro andar.
O agente Olimpio tem autorisajao para vender
em leilao i casas terreas sendo urna na ra Im-
perial do lado da matriz nova n 9, a qual tem 3
salas, 2 quartos, cosinha fra, quintal murado e
acimha inoeira, rendendo a mesma 163 por mez
< urna outra na ra do Naseente n. 14 por detraz
da ra Imperial a qual tem urna sala, um quarto,
-quintal murado e cacimba meeira e tem mais um
terreno na frente, sendo ludo vendido era um s
{ote visto pertencer a urna s pessoa e esta adiar-
se na Europa.
DE
Um terreno de marinha.
Sevta-feira '> do corrate.
O agente Aureliano competentemente autorisa-
cia vender em leilao um terreno de marinha na
ra do Hospicio, em frente ao quartel com M pal-
mos de frente e 130 de fondo, ja beneficiado.
No dia acimi indicado no escriptorio do Sr.
rommendador Antonio Jos de Castro, na rna do
Vi gario.

LEILAO
DE
Predios e acedes.
; aia casa terrea na rna dos Pires n. 2o.
L'ma dita dita na mesma raa.
Urna dita dita na ra das Cruzes n. 14.
Urna dita dita na ra do Pilar n. 80.
Urna dita dita na mfsma raa n. 14.
l'ma dita dita na amenama b. 3.
L'ma quarta parte da casa terrea na mesma ra
n.7.
i:ma meia agua na ruados Goararapes n. 39.
;;i subrsdu de um audar c sutao na ra do Se-
bo o. 37.
(Jm sitio de trras denominado Londin do Boquei-
rio na Ibara fr*gnzia dos .-\fogados, com gran-
de caa e diversos arroredos.
23 acces da Companhia Vigilante.
Nao ha necessidade mais ge-
ral em lodos os paizes do (jn*_* a
de um purgante que soja ao
mesmo tempo innocente, eflicaz
e digno de toda a confianca.
As pilulas que ora oerece-
mos ao publico precncliem estas
condteoes ; pois pdem ser to-
madas pelas pessoas mais fracas
sem perigo al^tim, uo tendo em
sua composicao mercurio uem
oulro ingrediente nocivo sau-
de, mas sendo composto de a-
gentes vegetaes mui forte?. s5o bastante
eflicientes e activas para parificar os corpos
mais robustos.
Estas pilulas exploram e parificara toda
a extensao do canal alimenticio, e dau vigor
I a todas as partes do organismo, corrigindo
; sua acrao viciada e fazendo recuperar sua
Ivitalidade-
m remedio inestimavel contra dr de
cabera nervosa, enxaqueca, priso do cen-
tre, hemorrhotdas, molestias do figado, fe-
\ bre gastro-hepalica, e todas as molestias
biliosas que teem sua origetn no entorpeci-
| ment do figado que causa a escassez da
bilis na inflammacaa d'este orgo que pro-
duz derramamento da bilis no estomago ou
em um desarranjo geral dos orgos diges-
tivos.
A leterieia
produzida pela absorpcao da bilis no
sangue, dando pelle e aos olhos urna c6r
amarellenta ; nao smente dolorosa por
si, porm conduz aos mais serios sotTrimn-
tos.
Para cura-la toma-se de 1 pilulas to-
das as manhas, isto bastante para mover
o ventre smente al que se recupere a ac-
eito saa do svsteina.
Mal do figado, febre gaslro-hepatica,
diarrhea biliosa, indigesto, a nevralgia
ou tic douleuieux, sao todas molestias que
tem seu comeco n'um desarranjo da bilis.
A observaco dos duelos da bilis faz esta
volver ao sangue, com que circula dtpois
em todo o brpo e causa estragos desas-
trosos saude e produz urna serie inn-
mera vel (Jemales.
Todos estes incommodos sHo curados com
as pilulas do Dr. Ayer.
Direcces minuciosas acompanham cada
frasco.
Vendem-se em todas as boticas e droga-
ras do Imperio.
AGENCIA CENTRAL
15 Una Direlta lft
RIO DE* %\l-:iRO.
L'ma familia na ra da Matriz da Boa-Vista n. 9
tem-se proposto a engommar com todo o esmero
I qualquer porcao de roupa que Ihe for confiada,
qur venlia suja qur lavada. Cumpre puntual-
mente o praso que se Ihe marca para dar promp-
ta a roupa por demais que ella seja. Manda leva-
la em casa de sens dono?, ou alias a. entrega aos
respectivos portadores, segundo convencionar-se.
Costuma empregar todo seu zelo e cuidado para a
conservacao da roupa, restituindo-a debaixo de to-
da fidelidade, cuja cenfirmaco pode ser dada por
pessoas de criterio, no caso que exijam aquelles
que nao tem maior coohecimento da probidade da
referida familia.
Aiuga-se urna preta para vender bolos na
ra : na casa n. 98 sita na ra da Palma, fregue-
zia de S. Jos, atraz da ra do Caldeireiro.
Consultor Forense
Acaba de sahir luz na livraria do editor B. L,
Garnier, ra do Otividor n. 69, o
CONSULTOR GERAL DO FORO
Pelo Dr. Carlos Antonio Cordciro.
4 grossos voluntes em 4, bem encademados,
30,3000.
Acaba de completar-se esta importante obra do
muito dislincto e conhecido jurisconsulto o Dr.
Carlos Antonio Cordeiro, honrada com pareceres
laudatorios dos Srs. conselheiros senadores Ange-
le Muniz da Silva Ferrar, Bernardo de Souza Fran-
co, Euzebio de Queiroz Coutiaho Mattoso Cmara
e Jos Thomaz Aabuco de Araujo.
Compoe-se esta obra eminentemente praliea e
ao alcance mesmo das pessoas iateiramente ex-
tranhas ao foro, dos consultores civil, criminal,
commercial e orphanologico e forma urna Btblio-
theca completa indispensavel nao s a todas as
pessoas do foro mas tambe.n a todos aquelles que
qnizerem intentar on tiverera causa dependente de
qualquer juizo.
Vende-se separadamente cada urna das partes
seguintes a 85000 :
Consultor Civil acerca de todas as accoes se-
guidas ao foro civil, segundo o systema adoptado
por Correa Tulles no seu Manual do Processo Ci-
vil, com as suppressoes, alteraces e acerescimos
exigidos pela legislacao, estylos e pratica do foro
brasileiro.
Consultor Cuiminai. ou formulario de todas as
acces seguidas no foro criminal, precedido das
dispesicaes concernentes organisacao indiciara
e attribuieoes das autoridades polleiaes e crimi-
naes.
CoNSLLTon (Iom.meiu.iai. ou formulario de todas
as acedes commerciaes, segundo o rcgulamento de
i de'novembro de 1850, contendo os modelos d
todas as peticoes, despachos, termos, autos, alle-
ga^oes, embarcos, seotencas, finalmente todos os
termos dos processos,seguido do processo das que-
bras, qur no juizo commercial, qur no juizo cri-
minal.
Cmsultob Orpiianolocico ou formulario de to-
das as ,in\V.. seguidas no juizo dos orpbaos, pre-
cedido das attribuieoes das differentes pessoas que
nelle liguram, c enriquecido com diversas regras e
preceitos tendentes ao mesmo juizo de orphaos, e
bem assim ao da provedoria, com a legislacao res-
pectiva.
Na mesma livraria se encontra a seguinte obra
do mesmo autor.
Comeo Ckiminal do imperio do Brasil, contendo
nao s toda a legislacao alterante ou modificante
de suas disposicoes, como as penas de seos dife-
rentes arligos,* calculadas segundo os seus graos
e as diversas qualidades dos criminosos; 1 volume
em '*.', encadernado, 45000.
Vende-se na livraria econmica ao p do arco de
Santo Antonio. __________
C-ABI\ETK
PORTGIEZ UE LKirUlU EM PER-
IVA 1! BUCO.
De ordem do lllm. Sr. presidente do consolbo de-
liberativo, convido a todos os senhores socios elfec-
livos para a sessao ordinaria da assemblageral,
que dever ter lugar na quarta-feira -\ de agosto
prximo, para se tratar das eleices do conselho
e commissio de exame de contas, como dispe o
$ nico do arl, i i dos estatuios, no dia cima in-
dicado, s fi horas da tarde.
Secretara do conselho deliberativo do Gabinete
Portuguez de Leitura em Pernambuco aos :>0 de
julho'de 1864.
F. I. Tinoco de Souza
l. secretario.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C
$n\t< do Banco nio do Podo.
Competentemente autorisados sacam por tod-o
os paquetes sobre o mesmo Banco para o Porto s
Lisboa, e para as seguintes agencias.
Londres sobre Banh of London.
Pars Frederic S. Ballin & C.
Hamburgo Joao Gane & Filho.
Barcellona Francisco Rahoba & Ballista.
Madrid > Jaime Meric.
Cdiz > Crdito commercial.
Sevilha > Gonzalo Segoria.
Valencia M. Perera Y. Hijos.
Em Portugal.
Amarantes. Angra Terceira.
Arcos de Val de Cainiaba.
Vez.
Aveiro.
Barcellos.
Bastos.
Beja.
Braga.
Braganca.
Faro.
Oliveira d'Aae-
meis.
Penafiel. Thomar. Via una do Cas-
Tavira.
Villa do
Castello Branco.
Chaves.
Coimbra.
CoviUiaa.
Elvas.
Extremos.
Evora.
Fafe.
Pinhal.
Porto-alegre.
Thomar.
Villa Nova
Portimao.
do
Figueira.
Guarda.
Guiraaraes.
Lagoa.
Lagos.
Laasaga.
Lclria.
Moncao.
Moncorva.
Regoa.
Setubal.
Vianna do
tello.
Villa Real.
Madeira.
S. Miguel.
Aiuga-se a casa terrea da ra do Mondego n.
85, com 3 quartos grandes. 2 salas, cozinha fra,
quinlal murado e cacimba : a tratar na ra do
Corredor do Bispq, defronie do muro de palacio,
com francisco .1 is Leite.___________________
I.nlz aoiuiugues le Monza
faz seieutfe que de boje por lian-
te se assignar s.niz I>ominiies
le Nouza Moiitinho. Recii'e. I*
de agosto de i* l.
Conde.
Villa Real de Vizeu.
S. Antonio. Faial.
No mrutto.
Babia. Maranho.
Rio de Janeiro. Para.
Qualquer somma prazo ou i vista,podendo logo
os saques prazo serem descontados no mesmo
Banco a razad de 4 por cento ao anno : a tratar j
na ra da Cruz n. 1.
Oflerece-se urna pessoa para caixeiro de ar-
mazem o> assucar : qnem precisar annuncie por
este jornal. _____
Precisa-se de um Portuguez para feitor de
engenho : quem pretender, dirija-se piara da
Boa-Vista, sobrad n. 5, segundo andar, das 6 s
10 horas da manhaa, e das 3 s 6 da tarde.
PreCjsa-se de um criado estrangeiro para o
srico de urna casa de pouca famiiia : na ra do
Imperador n. 29.
Club eommerelal.
A reuniao familiar do corrente mez de agosto
lera lugar na noite do dia 13 do mesmo.
Aiuga-se urna casa terrea assobradada, na i
ra do Lima em Santo Amaro, com rouitos com-
modos para familia, com quintal murado, e boa
cacimba, por 185 por mez : a fallar com Jos Gon-
calves Ferreira Costa.
Offerece-se urna ama que sabe fazer todo o
servieo de urna casa de familia, de muito bons cos-
tnmes, aftancando-se a sua conducta : a tratar na
rna Augusta*. 55. __________I
mingase urna preta que cose, engomma e:
sabe tratar dos arranjos de urna casa, menos cozi-1
nhar ou comprar. aBanaa-se a conducta : a'tratar
na rna larga do Rosario n. :'t, botica.__________
Precisa-se de um pralicaute de bolica qne
tenha alguma pratica : a fallar na rna larga do
Ro.sario n. 34.____________________________
Precisa-se de um caixeiro habilitado lomar
conta de um dos melhores armazens de molhados
nesla praca, queseja fiel, diligente e saiba cumprir
com suas obrigacoes, fazendo despachar o expe-
diente da casa na ausencia do patrio : quem se
achar habilitado deixe carta fechada nesta typo-
graphia com as iniciaes A. R. P. para ser procu-
rado___________________________________
Precisa-se alagar urna preta escrava para o
ervieode urna pequea familia : na ra das Cru-
zes n. 28, primeiro andar.
Desappareceu da casa n. l do becco da cam-
boa do Carmo um crioulinlio livre, de idade de 4
annos, com os signaos seguintes : nariz um tanto
chato, com marcas de bexigas, levou vestido timao
branco com um buraquinho ao lado : quem o ti-
ver, queira ter a bondade de o levar dita casa.
Elle chama-se Anselmo.___________
Precisase de urna ama para todo o servieo
de urna cas n. 27, segundo andar.
ttenc
%
Ama
Fugio na noile do dia Io do corrente, do sitio (to
abaixo assignado, o escravo Joao, pardo escuro,
idade 45 annos, tem urna cicatriz no peito de um
dos p, tem falta de dous denles do lado direito,
costuma ir.tbalhar de servente de pedreiro, e te ve
principios do ofcio de sapateiro, foi muilos annos
escravo da Sra. D. Antonia Francisca Cadaval Pin-
to, intitula-se as vezes de forro e diz chamar-se
Joao Leopoldo Marques, bem \estido, calca de ca-
semira escura e camisa branca, casado com urna
escrava de nome Francisca da referida Sra. D. An-
tonia : quemo pegarpode-o levar ao sition. C Ja
travessa de Joao Fernandes Vieira, ou ra do
l'.re-[io n. 1.__________^__________________
Joao Carlos Mondes da Cunta Azevedo de-
clara ao respeitavel corpo do commercio que dei-
xou de ser caixeiro da casa commercial do Sr. J.
da Silva Faria.
Precisa-so de una ama para casa de pouca fa-
milia : na rna do Rangel n. f>2.______________
Deseja-se s;ilinr aonde reside ou mora a Sra.
D. Josepha Francisca Pinto Regueira Ramos.
Precisa-se de urna ama que cosinlie e compre
para urna casa de pouca familia : ra de llortas
n. 130.__________________________________
Engao de cartas.
A pessoa que receben cartas do Maranho na
qual dense o engao de trocar-sel o sobescripto,
jaerendo trocar as ditas cartas, pode dirigir-se a
ra Nova n. 10 que achara com qnem fVea tal
transaeco.
l'tencilios para fabricar velas do formato das
de espermacete, faz-se negocio muito barato : na
ra dos Guararapes n. 49."___________________
Mobla.
Envernisa se mobilia mais em conta do que em
oulra qualquer parte : no pateo do Carmo n. 21.
Desappareceu do primeiro andar da ra da
Cadeia Velha, na noile do dia 31 dejulho. urna
cachorrinha felpuda, cor branca', orelhas cahidas,
tem o cabello dasmaos e focinho cortado : quem a
pegar, querendo restitui-la, se dar o achado no
mesmo sobrado cima.
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e lodo e qualquer concert, e igual-
mente se dir qnem d dinheiro a premio.
Aviso
O Sr. Francisco da Paula Rodrigues de Azevedo
tem a bordo da corveta vapor Paratnse una car-
ta viuda do Rio de Jaueiro.__________________
Amassodor.
Preciia-se de um amassador : na padaria de A-
F. da Silva Beiris. ra dos Pires n. 22.__________
Aluga-se o primeiro andar do sobrado da rna
da Seuzala Velha a. 48 : a tratar na loja do
I mesmo._________________________________
Desappareceu no dia 30 a escrava de nomo
Luisa, de 50 annos, com os signaes seguintes :
crioula, cor preta, rosto bastante descarnado, com
: um pequeo signal abaixo do queixo, cujo signal
tem uns cabellmhos, tem o dedo mnimo da mao
direita endurecido, falla tina, finge-se muito boa,
muito sabida, anda vendendo pela estrada da Pas-
! sagem at o achanga em um taboleiro pequeo, e
um hanquinho redondo de tres ps envernisado de
encarnado, levou vestido branco com pintas roxas
* jnlga-se que ella j amia com outro, foi escrava
i do Sr. Dr. Tenorio, morador l para as bandas do
Hospicio : quem a pegar, leve ra do Livra-
i meoto a. 3, segundo andar, que ser recompen-
! sado.
No escriptorio de M. J. RamoseSilva & Gen-
; ros, na ra do Vigario, compra-se um caleche em
bom estado : quem ti ver para vender anuuncie.
Maqnes sobre Portugal.
O abaixo assignado, antorisado pelo
Banco Mercantil Portuense. e na ausencia
do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre j
as pracas de Lisboa e Porto, e mais luga-'
res do reino, por qualquer somma vis-
ta, (t a praso ; podendo, os que temarem
saques a praso,receberem avista, no mes-
mo Banco, descontando 4 0)0 ao anno: na
loja de chapos da ra do Crespo n. 6, ou
na ra do Imperador n. 63, segundo an-
dar.Jos Joaqoim da Costa Maia.
S DENTISTA DE PARS
1Rna Nava49
Frederieo Gaatier, cirurgio dentista,
faz todas as operacSes de sua arte, e col-
loca dentes artiflces, tudo eom superio-
rdade e perfeico, que as pessoas enten-
didas Ihe reronbecem.
Tem agua e pos dentificio.
Os abaixo assignados, estabelecidos com ta-
berna sita na ra da Cria i. 3i, do bairro do Re-
cife. que grava oom a firma de Azevedo '4 Tor-
res, dissolveram amigavelmente a mesma socieda-
de em 30 dejulho de 1364, licando o socio Azeve-
do com o estahelecimento e encarregado- da liqui-
dacao do activo e passivo da mesma, e o socio Tor-
ps desondrado e sem responsabilidad? algnma.
Jos Gonsatves de Azevedo.
Agostinho da Silva Torre?.
Na rn do Imperador n. 46. preeisa-se da
urna ama para cozinhar____________________
Aioda est para alugar a casa da ra augus-
ta n. 112 : i tratar na ra Nova n. 59.
Na ru estrella fe osario a. 34
Advogado Affonso de Albn-
querque Mello,
pode ser procurado a qualquer hora ; as sextas-
eira. porm. na villa do Cabo.
!&:&*-;*; m
ROUPA FEITA i
NO
ARHAZK
DE
' %%&m % l%!M%a
JUETREXKO VERDE.
Neste estahelecimento ha sempra um sortimento completo de ronpa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professures, assim como tambem tem utu
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senlioras,
homens e meninos.
Casacas de panno preto, 350 e 30i5OO0 D'tos de setim preto. 500001
Sobrecasacas idem, 30 e 250000 Ditos de ditos e seda branco,
Paletos idem e de cores, 250, 60 e.......50OOOj
200, 150 e......100000 Ditos de gorguro de seda
Ditos de casemira, 200, 150, pretos e de cores, 60, 50 e 40OO
120, 100 e...... 70000 Cohetes de fustSo e brim bran-
Ditos de alpaca, 50, 40 e 30500 co, 30500, 30 e 20809 ff
Ditos ditos pretos, 90, 70, Seroulas de brim de linho, $
50 *0 0......30oOO 20400 e......20000 m
Ditos de bnm e gangade c- Dites de aIg0(130i l&m e< mm
res 40500 40, 30500 e 30000 0amisas de perto8 de Jinbo
Ditos branco de linho, 60, 50 e 40000. 4^ 30 e. 23500
Ditos de merino preto de cor- Ditas de madapolao, 20500,
dao, 100, 70 e..... 50000 20 e........ 10000 9
Calcas de casemira preta, 120, Chapeos de massa, pretos fran-
100, 80 e......* 70000 cezes, 100, 90 e 80500 S
Ditas de cores, 90, 80 e. 70000 Ditos defltro, 50, 40,30500 e 20000 |
Ditas de meia casemira de c- Ditos de sol, de seda, 120,
res, 50000 e..... 40000 110, 70 e...... 60000 S
Ditas de princezae merino pre- Collarinhos de linho fino, ulti- M
to de cordo, 40500 e. 40000 j ma moda duzia. 60OCO 9B
Ditas de brim branco e de c- 1 Sortimento completo de grava- je
res, 50, 40500, 40 e 20500' tas. 0 'A
s Ditas de ganga de cores, 30 e 20500 Toalhas parroslo, duzia, 110,
! Cohetes de velludo preto e de | e........ 60000 g
cores, 90 e...... 70000 Chapeos deso, de alpaca, pre- m
9n Ditos de casemira preta, 50 e 40000 tos e de cores..... 40000 ;Jf
H Ditos de ditas de cores 50" Lences de bramante de linho. 30000 M|
W 40 e........ 30500 Cobertas de chita chineza.. 20500 ys
mmmfmmmMw&mmt&m m m m K m mmv^mmmmmm
C0I\SliLT0RI0 MEICO-IUtU(iICO
DO
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LORO MOSCSO,
fir:mc o. PARTKiiio : <>iii-:itAioii.
3 Ra da Gloria, casa do Fimdao 3
O Dr. Lobo Moscoso d consultas gratuitas aos pobres todos os das das 7 s I
horas da manhaa, e das 6 e meia s 8 horas da noile, excepcao dos das santifica !o.s
Pharmacia especial homeopatilica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sortimento de carteiras
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisaces e polos preces seguintes
Carteiras de 12 tubos grandes. 120000
de 24 tubos grandes. 180000
de 36 tubos grandes. 240000
>- de 48 tubos grandes. 300000
defiO tubos grandes. 350000
Prepara-sc qualquer carleira conforme o pedido que se Bzer, e com os remedios
que se pedir.
l'm tubo avulso ou frasco de tfntura de meia onca 10 00.
Senil') para cima de 12, custaro os precos estabelecidos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
LITROS.
A melhor obra da homeopathia. o Manual de Medicina Homeopathico do Dr. Jahr,
dons grandes volumes com diccionario............ 200000
Medicina domestica do Dr. Hering............ io-ooo
Repertorio do Dr. Mello Moraes............. 6)000
Diccionario do termos de medicina. ........... 3.>000
Os remedios deste estahelecimento sao por dernais conhecidos e dispensam portan-
te de serem nevamente recummendados as pessoas'que qutzerem usar de remedios ver-
dadeiros, enrgicos e duradores : ha tudo do melhor que se pile desejar, globos 1' ver-
dadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservafo, tinturados mais aero.litados
estabelecimentos europeos, a mais exacta e aecurada preparacSo, e portanto a maior en.?r-
gia e certeza em seus effeitos.
Casa de saiide para escravos.
Recebe-sc escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-lhe qualquer
operaco, para o que o aununciante julga-se sufficientemente habilitado.
O tratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa a mais de quatro annos, ha muitas pessoas de cujo conceito se nao
pode duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
deentes.
Paga-se yOOO por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 10500.
As operaces serao previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos presos
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
K APROVEITEM APROVEITEM ff
AOS
93h 7,130 COVAHOS
de sedas de cores de todas as qualidades.
Na loja da ra do Crespo numero. 17.
Importante compra de 7130 covados de seda de todas as qualidades, proprias para
vestidos de senhoras e de meninas, e vende-se por precos admiraveis.
Outros muitos objectos de apurados gostos para senhoras, vestidos de blonde para
casamento a 90 cada um, capas pretas, soutambarques de cores e pretos, chapeos etc.
Fazendas d linho e de algodao as melhores que existem no marcado.
O proprietano deste importante eslabelecimento vai a Europa muito breve com-
prar fazendas de apurados gostos, presentemente vende as suas raercadorias por proco;
baratissiim para liquidar.
Protejam todos. Protejam todos a inaporiante
LIQIDACAO
A loja da ra do Crespo n 17.
GRANGEIASantiblennorrhagicas de DNAND
&1NT.^H0SP*msJIENER0Soe-PARISH1? PREMIO 4854
Si*f*rl*(aloila*.prapar;o ct>hoidM*lA hojdconirdaJi enorrh** MMM(tlU|lM m%H |i'pjMrikll Bftato sf'iro prampto, tem nuu*>*,nelo sr:r, ;.s.Hi.t.
Injecgo curativa e preservativa
lntml, ar oon rUn un tltm o Mcorrlmentoi citnUctiMoi d* unhoi uts. riobrnt. *4lrini*nta
WlMUlrtmu tantiieiiilt, (arin>> u ieumit n prawrva i ijuvqtitr tlwri Deposito geral em Pernambuce ra da Cruz n. 22 emeasa de Caros & Barbou.
1



tarto de Per sambuto <|iiarta leira 3 de Agosto de i&4-
Aviso eni tenifHi. \
0 abaixo assignado tem entregue as coritas dos
.* devedorcs da extincla firma de VidaLAi Bastos, de
cisco Mello lavares, para seren obradasaotigavel
ou judicialmente.
Becife, 18 de julho de 1764.Joao Carlos Bas-
tos Oliveira.
Desappareeeaa
Grande liquidado

Precisa-se de urna criada ivre ou escrava,
que saiba cozinhar e cngoramar : na>Fca das Cruz
n. 42, primeiro andar. ___
Precisa-se de urna criada
que saiba cezinhar e comprar:
Amaro (Mundo .Novo), sobrado
Dr. Sabino.
Irvre oa escrava
na -rea de Santo
onde worou o Sr,
Precisa-se de urna seahora ou de um sacer-
dote que quena ir ensinar daa meninas em um
engenlie em Serinhem, e se souber msica me-
lhor, pais dar-se-ha bom ordenado.: a tratar na
camboa do Carmo n. 16.______________________
Arrendam-se cluas boas casas sitios no
Monteire sendo a primetra no pateca capella de
S. Pantaieo, com boa sala e gabinete de frente,
sala de jamar muito fresca, diversos quartos, to-
dos com janellas, com um opmo solio, com sala
e quartos com janellas, toda corrida de pateo e
gradeamento de ferro na frente, boa estribara,
cocheira e casa para escravos, um bee jardim e
sitio muA betn plantado, com boas ar vores de fruc-
tos e temexcellente bando de choque.uc. etc., a
segunda rio, com salas e diversos quartos e .grandes es-
tribaras, .casas para escravos, toda corrida de pa-
teo com gradeamento de ferro, boa luisa de ca-
pim, bem plantado, algumas arvores de ructos e
bastante terreno para plantacao: a tratar na ra
do Apollo m. I, segundo andar.________________
Precisa-se alugar um moleque par, os servi-
dos de urna asa : a tratar na ra Nottifl. 38, ter-
leiro andar._________________________________
Aluga-ee a lo a da casa n. 40 da roa.a? Trin-
cheiras: na ra da Aurora n. 36.
Precisa-se alugar urna preta queeaiba cozi-
nhar e engoraenar : quem a tiver, dirjale ra
do Trapiclie n. i, que achara com quem tratar.
Aluga-se o terceiro andar da casa n. i8 na
ra do Trapiche : a tratar no armazem da tesina
casa.

hontere palas? s 8 horas da aoite ama cacborri-' ** **ks lj d **, ra da lutperalru a.
Dlta toda branca e muito pequenina, acode pelo i 60, de Gana & Silva.
ome de Chimaba : quem a #egar ou della bou- j AcOa-se este estabeleciniento oemnletam ber, dirija-se- ra da Cadeia de fcecife n. 1, que ;tdo de azendas inglezas, francezas, allemaes e
gera gratificado._________________________ suissas, propris tanto para a praca como para o
mato,prometiendo venaer-se mais barato do que
em outra qualquer parte principalmente sendo em
porcao e de todas as azendas do-se as amostras
Qffereoe-se um rapaz po^uguez de 20 anuos f eixando ficar penhor ou raandam-se levar em ca-
- Precisa-te de urna ama con leite: na ra
do Imperador n. 46, primeiro andar.
de idade, para caixeiro de taberna, o qual tem
muita pratica, ou mesmo para qualquer outro esta-
beleeimento.: a tratar na ra dos Guararapes u. 12
taberna.__________________________________
Aluga-se o 2o andar do sebrado n. 79, na ru
do Imperador : a tratar na ra do Crespo' n 15.
Aluga-se o 2o andar do -sobrado da ra da
Aurora a. &4.-. a tratar na mioma roa n. 10.
Qmm precisar de uroc. ama de bons costu-
mes para o ervico interno e externo de urna casa
de familia, dirija-se ra de-Santa Hita n. 13, se-
gundo andar, que achara-com quem tratar.
C0MP1S.
sa pelos caizeiros da loja do Pavo.
As coilas do Pava.
Veadem-se superiores chitas clarase escuras pe-
lo barato proco de 240 e 280 rs. sendo tintas segu-
res, ditas francezas finas a 320, :iiO, 360, 400 e
300 ts., o covado, ditas pretas largas e estreitas,
riscados escocezes finos a 240 rs. o ovado, isto na
i loja do.Pavo ra da Imperatriz n. 0 de Gama &
| Silva.
Asowsas do Pavo a 2-SO, 280, 300 e 320 rs.
Vendem-se finissimas cassas persianas cores li-
xas a 20 rs. o covado, ditas francezas muito linas
280
Compra-sc urna
ra Xova a. *S>.
carreca para cavallo : na
K C. IV. lli:.\.\EHY,
Medico inglez,
e habilitado pela culdade de medicina da Babia,j
leado vollado Pernambuco, pode ser consultado
lodos os dias em sea gabinete, ra do Brura nu
mero 74.
Compra-se ama escrava fue seja perita en -
gommadeirac eozinheira, agradando paga-se bem:
a tratar na ruado Hospicio n. o, ou na ra dos
Prazeies n. 4._______________________________
Coinpram-M! jornaes para embrulho : na fa-
brica de cigarros na amiga ra dos Quarteis nu-
mero 21.
Compra-se .ouro e prata em obras velhas
daga-se bem: na loja de bilhetes da praca da Inde-
pendencia u. 22._____________________________
Compra-s cabr veHio : -na ra do Brum nu
mero 78.
tina escrava.
Compra-se urna eecrava que saiba engommar e
cozinhar com perfeico : na ra da Cruz n. 45,
segundo andar.
Compra-se
cobre, latao e chumbo: no armacem da bo-
la amarella no oito da secretariada policia-
Compra-se urna mulatinia ou negrinha com
idade de 11 14 anuos: na ra Dir.ejta n. 113.
Miguel Jos diariwsa Guimaraes socio prin-
cipal da iirma de Guiaaaraes & Lima, faz scienie
a todos os devedore* a esta firma que lendo falle-
cido o socio Jos de Aimeida Nones Lima, e&a
procedendo a liquidacie da inesma e por isso pe-
do a todos os dcvedor.es o especial favor de man-
daran saldar seus debitas o mas breve possivel.
Hecife, 9 de julho de 1864.
m mmmmm:m
O baekarel
mi
Francisco Augusto da Costa
AIlVeCADO
1
Ra do Imperador numero 00. v.;-'
VENDAS.
Imagem
Precisa-se de una imagem de Nosca Senhora da
Conceicao : quem tiver e quizer dispor por troca,
pode levar ou mandar no obrado da ra da Cruz
n. :!8.
Xa padaria em Sanio Amaro atraz da fun-| ,la praca da Independencia, um li
Kierss nSrcal ** legU'"eS de H:i",bur" i tendo o seguinle : louvor ao sari
rrt-'-----------------------------;-------r iDeus, cofa dos actos de amor de
Precisa-se alugar urna ama que saiba cozi-' ',,-,-,, ._ n -
nbar, preferindo-sc escrava: na ra da Impera- '."* ? peli(;oes, bjmnoao LspiriK
nbar, preferindo-sc escrava
triz n. 40.
Viecnie Teixeira e Nicolao Fixine, retiram-
fe para Maco.
Precisa-se alugar urna escrava para
ppuca familia : na na Augusta n. 52.
casa de
Jlo da Silva llamos, medico pea l'ni
versidade de Coimbra, da consultas em HU
sua casa das 9 as 11 horas da manhaa, e ^S
das las 6 da larde Visita os doentes j_|
ca suas casas regularmente as horas :fjj;
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serio soccorridos em qual-
quer occasiao. D consultas aos pobres
que o procuraren) no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
,.- 's horas da manhaa.
Tcui sua casa de sade regularmente
montada para receber quah|uer docnte,
anda ntesino os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operacao cii urgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 35000diarios.
Segunda dita.... 25500
Terceira dita.... 25000 *
Este estabeleeimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a confianza de que sera-
pre tem gozado.
COMPENDIO DOLOROSO
que conlem o officio de Nossa Senhora das
Dores; o modo de resar e olereeer a co-
ra, um setenario e mais outros exercicios
de piedade e devocao; ordenado pela it-
mandade dos servos da mesma Senhora,
que se acha erecta na egreja de N. S. da
Penha do imperial hospicio dos reveren-
dos padres missonarios apostlicos capu-
chnlios italianos de Pernambuco, approva-
do por S. M. I., que Deus guarde; dado
luz por devoco do muito reverendo
padre Fr, Placido de Messina.
Vende-se a 30 rs. na livraria ns. 6 e 8
da piara da Independencia.
livro de oracoes.
Vende-se 1(50 res, na livraria ns. G e 8
ivrinho con-
anto nome de
Deus, ora-
coes e petieocs, hymnoao Espirito Santo, co-
ra do Senhor, aviso qualquer alma de-
vota, desengaos da vida humana, hymno
de Santo Ambrozio Nossa Senhora, jacula-
lonas ao Sanlissimo Sacramento, exercicioda
via-sacra, commemoracao Nossa Senhora
do Carmo e ao SS. Sacramento, directorio
para a oracTio mental, dividido pelos dias da
semana, obsequio ao coraco de Jess, sau-
daces devotas as chagas. de Cbristo, oa-
I cues .Nossa Senhora, S Jos, ao anjo ta
\ guarda, Deus em obsequio qualquer san-
I to e para a noule, e responso pelas almas
do purgatorio.
Vendem-se caixoes vasios a l:7G0
cada um : na rita das Cruzcs n. 44.
Fariiiha de miliio a 100 rs. a ultra.
A mais fina e nova do mercado : vende-se na
; padaria de A. F. da Silva lieiri?, ra dos Pires nu-
mero 42.
Os soiiteanbanques do PavS
lO# e 1S0S o ivivo.
Vendem-se os mais lindos souteanbarques que
tem vindo ltimamente de laazinha e caxemira ri-
camente bordados e enfeitados, cores muito delica-
das pelo barato preco de 105 e 135 ; fazenda esta
que em outras lojas se vendem por 20i e 25,
s para liquidar : na loja e armazem do Pavao
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
la e camas pelo barato preco de '.'5 o par, sendo o
meihor quo ha no mercado : na ra da imperatriz
o. 60, de Cania gj Silva.____________________
a t tenca o
O dono da lojadoBeija-flor, na ra do Queimado
n. 63, acaba de abrir um outro espacoso estabele-
eimento de miudezas na mesma ra n. 69, por isso
ooq Rft ""** i avisa aos seus freguezes e amigos, que nesles dous
muito linas a 320. rs., isto na loja do Pavo ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
s lazinhas da eiposico d Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas mossan-
bique oliegadas pelo ultimo vapor francez sendo ..(K)
de urna s cor ou de listas miudinhasGom 4 pal
mos de largura, propris para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e peto baratissimo
piv.co de'&O rs. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito tinas a 500 e 400 rs.,
Jitas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pia oom palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de ama s cor parda, azul, cor de lyrio e
perola propris para vestidos, sautembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 e 400 rs isto s na loja do Pavao, ra da Im-
peratriz n. 0, de Gama & Silva.
Os chales do Pavo.
Vendem-se finos chales de crepon estampados
pelo barato proco de 6, 7, 8, ditos de pona re-
donda a ~,> e 8">, ditos pretos ricamente bordados
a retroz com widrilho a 12,8, ditos pretos feos a
o, ditos de cores a 4^500 e '&. ditos de merm
estampados a i$ e 35, ditos de laa a 1580 e,
ditos de retroz prclo para luto a 6$, isto na loja
do Pavao ra da imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
6 fm vende para luto.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
de la sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
tos; e vender sempre mais barato que outro qual-
quer, como ibaixo se ver.
Pentes dourados de Iravessa.
Delicados pentes dourados de travessa para me-
lo00 cada um, ditos sem ser dourados a
rs. cada um : as lojas do Beija-Qor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
Vultiulus de aljofares.
Lindas voltinhas de aljofares com cruzes de pe-
drinhas imitando a brilhantes a 15 cada urna : as
lojas do lieija-flor, ra do Queimado ns. 63 e 69.
uvas de Jeuvin
Chegaram pelo ultimo vapor as desejadas luvas
de Jouvin de todas as cores, tanto para homens
como para senhoras : as lojas do eija-flor, ra
do Queimado ns. 63 e 69.
Talheres para meninos.
Vendem-se talheres de cabo de bataneo para me-
ninos a 280 rs. o talher : as lojas do Beija-flor,
ra do Queimado ns. 63 e 69.
Colheres de metal principe.
Vendem-se colheres de metal principe muito fi-
nas para sopa a 35600 e 15 loo a duzia, ditas para
cha a 25 e 25400 a duzia, ditas para assucar a
500 rs. cada urna, ditas para terrina a 25 cada
urna, e s quem vende por estes precos as lojas
do Beija-flor, ra do Queimado us. 63 e 69.
Facas e yarfos.
Vendem-se facas e garfos oitavados a 25800 a
duzia, ditas rravadas, cabo pieto e branco a 35 a
duzia, ditas de bataneo de 1 boto linas a 35200
ditas de 2 botoes muito finas a 65300 a duzia, ditas
prio para vestidos, pstletots, capas etc., pelo bara- je i botao para doces e fructas a 55 a duzia, ditas
to preco de 25, 25*00, 25300 o covado, cassas ^ 2 botoes a 55200 a duzia : as lojas do Beija-
pretas lisas, chitas prelas largas e estreitas, chales flo^ rua do Queimado es. 63 e 69.
de merino lisos e bordados a~ vidrilho, manguitos
conigolhnhas e outros muitos artigos que se ven
Tiras bordadas.
Vendem-se tiras bordadas, a peca a 15100, 15200
fitLJSSRfSPK na W Pavao e : ojas do B^Oor/rnado Queimado
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. ns 63 e 9
Os vestidos do Pavo abados Iiordadss.
\ ende-se ricos vestidos de grosdenaple preto n-, Venuein.ge babados bordados de varias larguras
pelo barato preco de | a a j^^^ l$m^ 252(K) e um nas
lojas do Beija-flor, rua do Queimado ns. 63 e 69.
camente bordados a veiudo
405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005
e 1^05 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa- ,. "" "
ment a 10, 15, 20 e 305 i ditos de laa com lindas Vendem-se lindos sapaonhos para baptisados de
barras a 18 e 155 i isto na loja do Pavao rua enancas a 15500 e 25 o par : nas lojas do Be.ja-
da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva. I flor> rua do Queimado ns. 63 e t9.
Os pannos do Pavo. Botoes para puuhos.
Vende-se panno preto muito superior pelo barato \ endem-se botoezmhos demadreperolaedemar-
preco de 25, 25500,35 e 3jj500, ditos mult tinosa fim para pannos a 320 rs. o par .ditos encarnad.-
45, 55 e 65 cortes de casimira preta enfestada a f a j Jf- V* >J do Bena-flor, rua
45, 45500 e 65, casemira preta fina de urna s do Queimado ns. 63 e 69.
largura muito tina a 15800, 25, 25500 e 35, cor- 'Has para debrum de vestidos.
tes de casemira de cor a 55, 55500 e 65, casemi- Vendem-se fitas de laa de todas as cores para
ras enfestadas de urna s cor propris para caiga, debrum de vestido a 900 rs. a peca, ditas pretas
paletots, clletes, capas para senhora, roupas para de seda a 15100 a peca : nas lojas do Beija-flor,
meninos a 35 e 3JJ500 o covado, isto na loja do rua do Queimado ns. 63 c 69.
Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.; Fitas brancas para debrum.
A ruupa do Pavo. Vendem-se pecas de fita branca de linho para
Vendem-se paletots de panno preto sobrecasa- debrum a 400 rs. a peca : nas lojas do Beija-flor
eos fazenda muito boa a 125, ditos muito finos a na rua do Queimado ns. 63 e 69.
1C5, 20* 235 e 305, calcas de casemira preta boa llicas filas lavradas.
fazenda a 45500,55,05, 75 e 85, paletots saceos; Vendem-se muito ricas fitas lavradas para sinto
de panno preto a 75, ditos de casemira de cor a de senhora e meninas : nas lojas do Beija-flor, rua
6,5 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino do Queimado ns. (3 e 69.
Sal do Assi'i.
preto, ditos de brim de cores, calcas de casemira \
de cor a 45, 3,5, (5, 75, ditos de caxemira da
Escossia a 35, ditos de brim pardo a 25300, ditos
de cor a 25 e 25500, ditos brancos muito finos,
sto na loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoada? pro-
pris para cama pelo barato preco de 55 cada nma
na rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
I,fias de lima s cor.
Vendem-se lazinhas de urna s cor, sendo en-
carnada, azul, ciuzenta, cor de caf, lirio claro, li-
rio roxo cor de perola pelo baratissimo preco de
610 o covado, fazenda muito lina s o Pavao, rua
Cspelhos de Jacaranda.
Vendem-se espedios de columnas, de Jacaranda,
a 35 e 45500 cada um, ditos de madeira amarella
a 25400 e 25800 : nas lojas do Beija-flor, ua rua
do Queimado ns. 63 e 69.
Filas de velludo estreitas.
Vendem-se lilinhas estreitas de velludo para en-
feite de vestido a 900, 15 e 15200 a peca: nas lo-
jas do Beija-flor, rua do Queimado ns. 63 e 69.
Trancas do la para bordar.
Vendem-se Irancinhas de la pretas para bor-
dar camisinhas e vestidos a 80 e 160 rs. a pecinha,
I ditas brancas com 40 varas a 600 rs. a pega, e ou-
tras muilas cousas que se tornaiTo cnfadonbo men-
ts S3K
A administraco
1*
A bordo do hiate Lindo Paquete, vende-se na roa
; da Cruz n. 23, 1 andar, cscriplorio de Antonio de j
I Aimeida ( iincs.
Carvo animal.
Farello de Lisboa superior.
Cal virgen) nova : na rua do Vigario 11. 19,
primeiro andar.
. fazenda muito lina so o ravao, a rua cior)a.las pois S com a vista se p0(|era vcro gran.
da Imperatriz n. 60 luja e armazem de Gama i de sorlinH.n,0 das |ojas do Beija-flor, na rua do
bllva- Queimado ns. 63 e 69.
As nrecalas do Pavao. ----------------J ,, ,-:-----------------
Vendem-se as mas lindas procalas que tem vin- t u do "lt0 perior
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor fian- l^m caixas de urna e duas duzas : tem para ven-
cez, pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas. cor Antonio Luiz de Oliveira Azevedocx C, no seu
de listrinha muito mudnhas propris para vestidos i escriplono rua da Cruz n. I.
da massa fallida de Jos
Luiz Pereira, fallecido, chama aos credores habili-
tados para receberem as contas que Ibes cabe no
primeiro rateio da referida massa, visto achar-se
este approvado pelo juizo.
e roupas de meninos e meninas pelo birato preco
de 500 rs. ; so Pavo rua da Imperatriz n. GO,
loja de Gama 4 Silva.
AS
Sebo la*
- Casco & Pontual participam ao respeitavel
publico que dcixou de ser seu procurador judicial
o Sr. Joaquirn Cavalcanti de Albuquerque Mello
desde o ultimo de julho prximo passado, incum-
bindo por essa occasiao ao Sr. Joaquitn Jos de
Abreu Jnior da mesma procuradoria.
- Osabaixo assignados socios da liinia
social, que nesta praca gyrava sob a ra/.o
de Joo Pereira Moutitilio & C, communi-
cam ao respeitavel publico e com especiali-
dadi-ao corpu docommercio ijue desde o
dia 1" dejullio do corrente auno, tem ami-
gavelmenle dissolvido a mesma sociedade,
ficaudo o socio Luiz Uomingues de Souza,
obrigado por .lodo .0 activo e pa*sivo da
mesma. Hecife, 1" de agosto de 18(54,
Joo Pereira Moutinho. Luiz omngues
de Souza.
- Aluga-se a casa terrea da rua da Alegra n.
12 : a tratar ia rua do Hospicio n. 24.
Precisa-se de um hoiuem portuguez que sai-
ba trabalhar no campo em srvico de sitio para
feitor : quem quizer dirija-se ao pateo do Paraizo
numero 8.
Precisa-se de um boin -feitor : quem estiver
Beatas coudices, appareea na rua do Trapiche n.
17. que achara com quem tratar.
Quem precisar de urna pesso pata socio de
urna taberna, c esta que entra ou capital, pode
annunciar por este jornal para ser ptocurado.
Mociedade de seguros muIhos
de vida loslallaua pelo Vaneo
Unio na eldade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provnola Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C escriplorio aa rua
da Cruz doFVeeife n. 1, estae autoriad desde j
a tomar assi^naturas e prestar todos os esclareei
mantos que forem necessarios, as pessoas que de
sejarem eoncorrer para tiio til e benfica empre
as, >; tu ando um futuro lisongeiro aos aisoeiado-
A, geliafier ^ C., h rua do Trapiche n. 47,
sacam por todos o paquete* para a Bahia c Bio
de Janeiro, vjsla oy. s prasp, informe se eoB
vencionar.
na esradinha da alfandega n.3 armazem
de Paula Lopes, a 500 e 800 rs. o cento
guem-se em quanto se nao acaba.
GRAXA N. 97
A ende-se a verdadeira graxa ingleza
armazem de J. A. Mereira Dias na rua
numero 26.
da viuva
!! che-
chiias do Pavo SJ^lOO e
2JJSOO o corte.
Vendem-se cortes de chita com doze covados
cada corte, ditos com dez covados a 25400, fazen-
da muito boa, e que nao desbota, s na loja do Pa-
vao tem esta pecluncha ; a rua da Imperatriz n.
60 de Gama 4 Silva.
Pauno de linho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lences, toalhas e ceroulas pelo cipal.
barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
Vendem-se charutos da imperial fabrica de
S. Felx, na Babia, de Candido Jorge Ferrelra da
Costa, das seguintes marcas : regala imperial,
aprasiveis, ipirangas, suspiros, etc., etc., recebidos
de conta propria : roga-se as pessoas que sabem
apreciar o que boa fumaca, de prcvenir-se antes
que se acaben): na rua do Imperador n. 40, ar-
mazem, que estarao patentes a quem quizer com-
pra-Ios.
ilUIAZII
FRONTEIRO
21 Largo do Terco'i
Ao publico.
Temos a satisfaco de annuneiar, que acabamos de abrir um estabeleeimento de molhado9
na localidade e sob a denominacao cima indicada.
O novo estabeleeimento, fundado ao gosto moderno, tornase recommendavel pelo seu aeeio,
e pela regularidade de suas operarios mercantis; alem do que, tem um grande e completo sortimento,
possuindo todos os artigos concerneotes molhados, cuidadosamente escolbidos e os mais frescos que
se possa desejar.
Esperamos, portanto, que mereceremos a proieccao de todos em feral, preferindo-nos na
compra dos gneros que necessitarem, certos de que venderemos a preco muito commodos, e tendo
em vista somonte urna pequea vantagem, que compense nosso trabalho.
Nao teremos duvida em aceitar qualquer artigo, que por acaso nao agrade e nos seja logo
devolvido, restiluindo entao seu importe, ou trocando por outro, como meihor convenha ao comprador.
Desojamos muito que o publico nos proporcione occasioes repetidas de darmos provas da ve
racidade de nossas palavras; e terminamos inscrevendo aqui nossa constante divisa.
Barato s no ronleiro,
Porm vende a dinheiro.
Q C
DE

DE
J. VIGNES.
.V 55. Ill'A JDO IMPERADOR M. 55.
Os pianos desta autiga fabrica sao boje assaz conbecidos para que seja necessario insistir sobre o
sua superioridade, vantagens e garantas que florecen! aos compradores, qualidades estas incontesta-
veis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido nesta praca ; pos-
suindo um teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem-
nunca falhar, por serert fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhorameutos importan-
tissimos para o clima deste pata ; quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
reis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vigiles, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expesicoes.
No mesmo estabeleeimento melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido por
precos commodos e razoaveis.
RUA DO QUEIMADO NUMERO 11
Loja de fazendas d>> Augusto Frederico dos Santos Porto
Chapeos para senhoras.
Chegaram de Paris as mais lindas chapelinas e chapeos de palha da Italia para senhoras.
Bicas capas e soutembarques de seda preta e casemira de cor para senhoras.
Cortes de superior morentique branco para vestidos de noivas.
Camisas inglezas muito superiores para homens, peitos, punhos e colarinhos de iinho.
Chapeos de seda para eabeca e chapos de sol de seda oglczes.
Lencos de labyrintho francezes a 15 cada um.
Camisas de menino muito superiores.
Cortes de laa de barra para vestidos de senhoras de 135 a 185-
A mesma loja tem o maior e mais superior sortimento de
Esteiras para salas.
Neste estabeleeimento encontrarao os senhores que precisarem forrar suas salas eom esleirs
t)da e qualquer quantidade que desejarem de 4, 5 e 6 palmos de largura, sendo a a qualidade muito
superpior e por mdico preco.
ARJLVZEH DE FAZENDAS
DE
Stf
Custodio, Carvalho & Compaiihia.
RUA 1IO QUEIMADO 3*
Superiores saiasde fustao para senhoras a 55.
Toalhas de linho para mesa a 35300 e 45-
Lcncinhos para meninos um 100 rs.
Lencos brancos para algibeira a 5 a duzia.
Toalhas para mi duzia 45-
Bramante de linho vara 25.
Fil de Iiuho liso vara 500 rs.
(.raudo pechiuclia.
Pecas de ntremelos lardados a 15-
Tiras bordadas a peca i.
Gollinhas de cambra'iaa 600 e 8f0 rs.


Loja re fazendas da rua
do Crespo n 7.
Miguel Jos Barbosa Giiimaraes, socio princi-
pal da Iirma de Gnimaraesi Lima, faz scientu ao
respeitavel publico que tendo de liquidar todas as
fazendas existentes em seu estabeleeimento por
ter fallecido o seu socio Jos de Aimeida Nunes
Lima, que consta de um grande sortimento de fa-
zendas linas, como sejam ricos vestidos de seda
com algum toque de mofo, capas de velludo preto
muito linas e outras multas fazendas que Indo
vende por baratissimo proco.
Grvalas de seda a 2m
ris.
Pelas e de cores para hornera : ua loja da rua
da Madre de D'.'os n. 20.
VlMlUtl 3E
um engenho, fazenda de (ja-
do, diversos predios, porcao
de escraivs, animaes vac-
cuns e caca llares.
Sexia-lcira '.') de a?,oslo.
A'a eldade da Parahiba, rua d
Varadoiiro n.
Jos Luiz Pereira Lima, tendo resolvido termi-
nar a responsabihdade que louioii .-obre parte d
I passivo de sua extincla iirma commercial, \. r
concurrencia publica, por venda em leilao, t
[dos ou parte de seus bens constando de .
L'ni engenho denoiniuado Graca, distante una
, pequea legua da cidade, com todas as bemfeilo-
j ras e obras, como sejam : um magnifico sobrad)
; apalacado com l(i janellas de frente, igreja e una
casa terrea com 70 palmos em quadro, casa de
engenho firmada em columnas todas de pedia, ca-
' sa de caldeira e em seguimento casa de purgar
com 70 palmos de largura e 280 de compriniento
casa de destilacao,
Bichas hamburguezas
pre-
n. 97 no
da Cruz
Vende-se das seguintes marcas:
(E El
Semiib G e"G >de FF o barril por 155.
U i)
P N & C. de FF o barril por 155-
P diamante de FF o barril por 115500.
De superior qualidade FF 2 espingardas o barril
por 165.
Chumbo de mameo de toda a grossura arroba
55500.
No armazem de J. A. Moreira Dias rua da
Cruz n. 26, onde encontrarao as amostras.
Uueijos, queijos.
Nos armazens da Brilbantc Aurora n. 12,
com 10 pafmos de largura a 25500, algodaozinho *-ts 1 monstro com 8 palmos de largura a 15, pecas de!. \nde:se uma pequea casa terrea sita na rua
Hambureo com 20 varas a 1-5, 105 e 115, pecas de da Buados quatro cantos em O inda : a tratar na
I madapolao fino a 75500, 85, 95 e 105, ditas de rua da Scnzalla \ elha n. 9b, padaria.
: algodaozinho a 65, 65500 e 75, e outras muitas------------------------------------------------------
fazendas brancas que se vendem muito baratas i Kllil da S^llZalla l\0Ya II. 42.
aiim de apurar dinheiro : na loja do Pavao rua da Neste estabeleeimento vendem-se: lachas de I
| ,mperatr.z n. 60, de Gama & Silva, ferr0 coado 1bra a m ^ dem ^ ^ ;
O bramante do Pavo com doze Moor libra a 120 rs.
4r palmos de largura.
Vende-se bramante de linho puro, muito fino com
doze palmos de largura o meihor e mais largo que
tem vindo ao mercado pelo barato preco de 25800
rs.a vara ; s na loja do Pavao de Gama & Silva,
aua da Imperatriz n. 60.
As precalas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas precalas qus tem vin-
; do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor francez,
, inclusive casa de destilacao, sendo estas obras to-
Haulelga e vinho. das de pedra e cal.. O engenho moe nicamente
Mantoiga ingleza muito boa a 800 e 720 rs., com agua de uma vei lente extraordinaria sobre a
franceza a 560 rs.. vinho de Lisboa a 360 a gar-1 roda que nova e de madeira de amarello com 14
\cndem-se bichas de primeira qualidade: na rafa e caada a 25(500, Figueira a 440 a garrafa e palmos de dimetro moenda nova e toda de fer-
i .Nova n. 01, di : canaja a 3oo, queijos a 158(10, cbouricas novas ( ro-assentamento completo com as caldeiras
I a 600 rs, toucitiho a 280 rs., conservas a 400 rs. cisas a todo o fabrico.
' o frasco, alpista a 140 rs. a libra e 45300 a ario- As trras de que o engenho se compoe tem uma
ba, stearinas a 560 rs., carnauba a 320 rs., sabio extensao de legua quadrada, bem devisada e de-
massa a 220 rs, arroz a 100 rs., batatas a 40 rs.,'' marcada, com porto de embarque, e varios sitios
farello a35H00 asacca, arroz de casca a 160 rs. a com casa-e muito arvoredo de frncto, e bem assim
cuia, caf a 280 rs., cha miudo a 25600 e 25400, iuliuitas pedreiras para cantara, lasca e cal. para
gaz a 480 rs. a garrafa : no armazem da estrella o que tem varios frnos slidamente construidos.
| largo do Paraizo n. 14. | Lma casa de sobrado de tres andares e sotao,
com cinco ponas de frente na rua do Varadouro.
Trina, volantes c gatees.
Vende-se trina, volantes e' galoes de todas ae
larguras por precos muito barato: s no vigilaras
rua do Crespo n. lf
Alcatrfio.
pelo barato prego de 600 rs. o covado, ditas de lis-! ra
: trinha muito miudinhas propris para vestidos e |
e Au-1 roupas de meninos e meninas pelo barato preco
rora Brilhante no largo da Santa Cruz, chegaram \ de 500 rs.: s o Pavo rua da Imperatriz n. 60,
os verdadeiros queijos do vapor, muito frescaos, a loje dt Gama & Silva.
t& e 25500, queijos prato e de manteiga do Seri-1 Os baloes do PavSo.
4, muito novos a 640 a libra, ditos de qualha vin-' Vendem-se crinolinas ou bales de 30 arcos tan-
dos de urna ca particular de Sobral (o melbor a i brancos como de cores, sendo americanos que
desejar) muito proprios para mimos por serem gao os melhores |K>r se nao quebrarem a 35500 e
de 35 arcos a 45, ditos de musselina com babados
Mi I hO til VfilO ft finnnfl **> ditos Para menina a 25 e 35: na loja do Pa-
wxma, iai cw o lai uua, vo rua da Imeralril n. m de Gama & sJilvJU
Ghegou aos armazens da Brilhante Aurora e Au-1 ,. _
rora Brilhante no largo da Sama Cruz, novo sorli- ] U rCLVCLO Vende a H&.
ment de arelo em saceos com 125 libras a 55,
saceos eom ftrinha de (oianna a 55, 55300 e 6*,! Maria Pia( Com lindas barpas de seda, sendo che- <
gados pelo ultimo vapor francez pelo barato preco c l Z-
Vende-se alcalrao do gaz pelo preco da fabrica :
no armazem da bolla amarella no oito da secreta-
Vende-se queijos de coalha do Scrid muito
frescaes a 560 rs. a libra, ditos do reino viudos
no ultimo vapor a 25 : na rua das Cruzes n. 24,
esquina da travessa du uvidor.
Altciuao.
iji- Chegaram pelo ultimo vapor do sul os ||
^g verdadeiros queijos de Minas, e vende-se 3
Sr mais barato to que em ontra qualquer 8
s parte: no deposito da rua do Bosario da
Boa-Vista n. 43.
Charutos de Havana
de superior qualidade vendem-se em casa
de Sooalleitlin & C, rua da Cruz n. 42.
4GENCIA.
DA
FUNDICAO DE L0W-M00B.
Rua da Seoulla nova n. -12.
Neste estabeleeimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meiai
l'ma dita de dous andares e soto, com tres
portas de frente na mesma rua.
Urna dita terrea rom cinco portas de frente o
soto lambem na mesma rua.
i l'm grande terreno de marinba com fronteiras
para armazens na rua do Zumb.
lina casa terrea junto ao quartel de primeira
linba.
, Uma uita de sobrado com cinco portas de fren-
te, muito bem construida e ao gosto moderno na
rnabireita da cidade alta.
Urna dita dita com quatro portas de frente,
igualmente bem construida e annexa ;i anterior.
Duas ditas terreas no becco da Companhia.
Uma fazenda de gado situada na Ribi ira do
i Crumata em duas leguas de trras com duas si-
tuaces de gados, crraes, acudes, e boas calingas
para plantaroes de todo o genero.
Vinte e cinco escravos de todas as idades.
Animaes de roda, boiada mansa, e vaccas lou-
' rias.
-N. B. O leilao lera lugar no dia cima designa-
do pelas 10 horas da manhaa em uma das casas
ditos eom witbo a 35800 e 45-
Cartii do Serid
A verdadeira carne de sol muito gorda a .120 rs.
a libra : aos armatns da Brilhante Aurora e Au-
rora Brilhante, no largo da Santa Cruz.
ATOOS
A 2J500 s o Pavo.
Vende-se baloes eom 20, 25 e 30 arcos pelo ba-
ratissimo preco de 25500, assim como tem um
completo sortimento de bales para meninas de to-
do os tamanhos pelo baratissimo prejo de 25500,
4UU F8. S ftafflla. notando que sao bales de aros os melhores que
Vende-se tinta preta a 400 rs. a garrafa, para tem vindoda America Ingleza, veudem-se por este
aulas deoeninos e para marcar fardos de fazen- preco para (iqadar : s na toja e armazem do
As i na tamisa do Queimado n. 1. PQ rea da imperatriz n.fifl, e 0mz & Silva.
tina da Senzalla u. 42.
Vende-se, em casa de S. P.JohnstondC,
sellins e silhes inglezes, caudieiros e casti- moendas" para engenho, machinas de vapor jda lua d0 Varadouro.
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vola,, e tachas de ferro batido e coado, de todos 011 ?s i"e,e1nd?.f*.. i^uar das propiedades
. chicotes para carros e morttaria, arreios para tamanhos para ditos. | t^iJSSSSSS SETVS
fc*-fSatS!^^^ de ume dous cavallos. e relogios de j gffig^gS
que
demarcacao do
de 85 cada um : s na loja do Pavo rua da Impe-1 Vende-se um sitio nos Bemedios, margem
do rio : quem pretender, dirija-se rua de Aguas-
Verdes n. 48, segundo andar, das 7 as 9 horas da
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os bales do Pavo.
Vendem-se lazinhas de cores tizas e de boa qna- j
lidade para vestidos de senhora a pataca o ovado,
e outras muitas fazendas que o dono esta resolvido' ]
a vender muito barate aflm de apurar os cobres :
na rua da Imperatriz n. 20, outr'ora aterro da Boa-13
i Vista. i
manhaa, ou no Curso Commercial, das 4 s 5 ho-
ras da tarde, que achara com quem tratar.
Plauo e giiard.i-ronpn.
Vende-se um piano de Blondel A Vignes, e um
guarda-roupa de armar e desarmar, quasi novos,
e por prceo muito commodo : na rua Augusta nu- IAIV
mero o. _____ Vende-se pixe duro mais barato do que em ou-
Vende-se uma balanca grande com pews de tra qualquer parte : no armazem da bola amare!- j
2 arrobas al 1 libra; na rua da Praa n. 29 A. la no oito da secretaria de policia.
-
Chitas baratas
Chitas baratas
Chitas baratas
Vendem-se chitas mnlto boas em pan-
nos, cores e padres a 220 e 210 rs. o
covado s
\:i ru.i do Crespo n. I
Loja do baraleiro.
.
___.


Diario de fcrnauabueo fuarta felra 3 de Agosto c 1S*4.



*"~v
Kll BO QUEIM AlftO ff. 45,
Passando o becco da Congregado segunda casa.




NOV1DADE.

Pereira Rocha & C acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clantn Cemmercial,
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os qua
aerao vendidos por procos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se obom peso
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Cevadinha de Franca muito superior a 220, Peras seccas muito novas a 600 rs. a'libr**
rs. a libra. Painco a 200 rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 040 rs. a lata.
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
I Figos de comadre e do Douro em caixinhas
Arroz do Maranho, da India e Java a 60, 80
e 100 rs. a libra e 1#800 a 20600 e 30
a arroba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
15200 e 1)5600 emfrascos grandes a
25500.
dem em caixinhas elegantemente enfeitadas j de oito libras e canastnnhas de 1 arroba a
com ricas estampas no interior das caixas | 1|J800, 55500 e 280 rs. a libra.
a 125000,15400,15600 e 25. Farinha do Maranho a 160 rs. a libra.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs. Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
a |Dra Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
Alpista a 160 rs. a libra e a 45600 a arroba. I a 560 rs. o frasco e 65200 a frasqueira.
Azeite doce francez muito fino em garrafas dem emgarrafoes de 3 e 5 galoes a 5500
e 75500 cada um com o garrafo.
Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
muito novo a 640rs.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 25800
dem prato.
dem londrino chegado no ultimo vapor e
900 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 360 rs.

B

i !
SENTIDO!
1%.
VAI FALLAR

% 38 Ra do Livramento N. 38
(Defroute da grade da igreja)
*

CU* A SIME
AWSKISl
O \ igilante esta alerta, nao lhe era permettido
deixar passar desapercehido sem que nao dsse o
sen canto afim de annonciar ao respeitavel publico
o grande sortimento degalantarias do melhor gosto
prop menle para qualquer mimo, que acaba de
chegar neste ultimo paquete, assim como muitos
outroS objeetos que recebe por diversos navios,
tanto de sua conta como de consignado, que est
VEK'DiDEIRO E FROCIPAIi
Ordem do dia.
Est cm discitssao a tabella dos precos que o BALIZA tem a honra de offere-
resolvido a vender por precos multo 'baratos para cer ao respeitavel publico tanto da ciclado C0B.0 do eonlro.
vender railiio e ganhar poco, e dar extraccao ao i Se por esta publicaca qualquer um dos nobres coltegas entender necessai ti
sas^^^a^^^a8? STns; al"'So mrsanmmcis- **** rnd8r r mcnd;para M
isso todas e as melhores diligencias para que B- ^!'e 'ooansavel Baliza nao lhe pora peas neni o emba -acara de forma alguma a benel-
ligencias para que
quem satisfeitos : islo s no Gallo Vigilante, ra CW 0 povo.
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelaas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezos de diversas marcas a
15300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 25 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 35000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porcor efinada a 440 rs. a libra e
e em barrii a 4C0 rs.
Cb hysson, huchin e perola a 15600,
25500, 25800 e 35000 a libra.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 15100 rs. a duzia. lijlos de limpar facas a 140rs. -
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa. Velias de carnauba pura a 360 rs. alibra.
dem, qualidade especial e garrafas muito dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
grandes, a 15800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi-
dro, a 15000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro. "
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 900 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
dem franceza muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs.
dem preto muito superior a 25000 a libra. Marmelada imperial dos melhores conservei-
Cerveja preta e branca, das melhores marcas' ros de Lisboa a 600 rs. a lata,
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa Marrasqunbo de Zara, frascos grandes, a
e 55800 a duzia. 800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas finas para sopa : estrellinha, pevid,
rodinhas e letr'anhas a 600 rs. a libra e a
4;5 a caixinha com 12 libras.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia Nozes muito novas a 160 rs. a libra,
e especialmente da fabrica imperial de Peixe em latas preparado pela primeira arte
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 15800, | de cozinha a 15 rs. a lata.
25000,25200, 25500, 25800, 35000 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
35500 a caixa. Palitos de dentes a 120 rs.
Caf do Bio muito superior a 280 e 320 dem de fir a 200 rs.
rs. a libra e 85300 e 85800 rs. a arroba. Amendoas confeitadas a 900
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, so de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Carios de bolinhos francezes muito novos e
muito bem enfeitados a 700 e 600 rs.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a
libra.
rs. a libra.
Doce de goiaba em latas o melhor possivel
25 e cm caixo a 640 rs.
Palitos do gaz a 25200 rs.. a grosa.
Passas muito novas a 480 fs. a libra.
libra.
Figos em caixinhas emticamente lacradas
a 15600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, come
sejam : Yelho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Maria Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
15000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 95000 e 105000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 35, 35500
e 45 a caada.
dem raneo de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa.
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 75000 e 75500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateauluminide 1854, a 15
a garrafa.
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e'[
15200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 15800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porc3o de outros que deixamos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porcoes como
retalho.
Quem comprar de 1005000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.
Amigo de vender barato o Baliza niio expe a venda senJo os gneros bons..
Elle se jnlga no caso de vender to mdicamente como outro nao o exceder
Soldado soprador toma o clarini
E firme como a rocha fica assim
Nao toques nesse pessimo instrumento
Do Balisa olha s o movimento.
do Crespo n. 7.
Ricas porta-joias.
Cofre de muito gosto por 165000
Cestinhas transparentes, forradas de madre-
perola por 185000
Lindas jardineiras lo Jimio
Ricos cofres com camapheu 10J0O0
Lindas caixinhas com pedras brancas 10JOOO
Lindo balao cora calunga dentro tambem
parajoias 16J000
Tambalier para ditas 95000
Cestinbas dem idem 65000
Cosmorama idem idem GJOOO
Urnazinha 6J000
S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Ricos porla-bouquetes de diversos gostos e pre-
cos : s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Ricos sintos
com bolcinhas ao lado a 10, 12 e I.;J, ditos sern
bolea, porm jdo mesmo gosto, a 25300, 35, 35500
e 45, ricas fivelas avulsas para sintos, o melhor
que se pode encontrar, a 15500, 25, 2JJ'00 e .'!J :
s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Cabazes on cestinhas.
At que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-
bazes para as meninas trazerem no braco, o mais
rico possivel, a 25300, 35300, 4, 5, 7 e 105 : s !
no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Pentes.
Neste artigo tem um grande sortimento, tanto i
para alisar como para atar cabello, o mais lindo
que se pode desejar, assim como de arregacar ca- i
bello, tanto de borracha como de tartaruga, com
enfeite e sem elle para meninas: s no Vigilante, acbando-sc vista dos compradores cerca de 3.) a 40 pipas ueste genero, entre
roa do Crespo n. 7. barris e ancoretas.
Peales
Tambem chegaram os riquissimos
concha de tartaruga e de massa lina, qu
por 25,3 e 55 : s no Vigilante, ra do Crespo j dem com casca a 32o rs. a libra. Lingaieas promptasem latas a l,ooocada lata,
namero 7. Ameixas francezas em caixinhas e irascos a|Manteiga ingleza flor a 8oo rs. a libra neste
Lcques. i 1,200, l,5oo e 2,ooo rs.
simos leques de madreperla, tanto para M^sla a |(Jo rg a |ibra e 4>6oo a am)ba.
Arroz do Maranho, Java e do Penedo a 8o,
loo e 12o rs. a libra, em arroba a2,000,
2,8oo i! 3,2oo.
12 iii que dos mitrados cns as coras
De tudo vendedor de propria conta
\'o pasmes vendo como sobranceiro
Doregresso o Klalisa a fra affronta.
O grande depcso que temos de vinho nos obliga a abaixar seus pn s,
pentes de Amendoas confeitadas em lindos frascos a 8oo Lingoas americanas moilo novase
ae se vende | rs. a libra des a l.ooo rs. cada urna.
muih i' &n-
senhora como para mocinhas, pelo barato prego de
12 e 145 : s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Jlais leques.
Com pequeo defeito, leques de sndalo, por ba- |
Mi
de trabaEhar a uio para
descarocar algodo
FABRICABAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAH
Estas machinas
podemdosearocar
qualquer especie
;.de algodo sem
estragar o fio,
sendo bar-taule
duaspessoas para
o trabalho; pode
descarocar urna
arroba 'do algo-
do em caroco
em 10 minutos,
ou 18 arrobas
por dia ou > ar-
robas de algodo
limpo.
Esla machina
a nica que
possue as vanlagens de nao destruir olio do al-
godo c de fazer render o dobro de qualquer ou-
tra com menos trabalho, a sua introducijao para
as provincias desle imperio ser de muito valor
para todos os inleressado na lavoura do paiz.
Assim com machinas em ponto grande do mes-
mo systema,oraql serem movidas por animaes,
agua ou vapor, pas uaes podem descarogar 18 ar-
robas de algodo ampo por dia.
O algodo duscarocado por estas machinas tem
muito mais estimaco nos mercados de Europa e
vende-se por maior p reg.
As machinas se achain venda unicamenie em
casa de
Saunders Brothers k C.
.\. II, praca do Corpo Santo
RECIFE.
s nicos agentes neste paiz.
Farinha de inaudioca superior
em saceos grandes : vende Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo i C, no seu escriptorio ra ,da Cruz
Qumero 1.
\ovos enfeftes para senkora.
A agaia-branca acaba de receber um beilo e va-
riado sortimento de enfeites de diversas qualidades,
e o que de mais moderno possiveleiuontrar-se
aqu, fazendo-se notaveis por suas novidade e ele-
gancia uns, cuja grade de um tino e delicado te-
tido a que apropriadamente se chama invisivel.
Assim, vista desse completo sortimento, qualquer
cidado manido de dinheiro est habilitado a com-
pra-Ios : ua ra do Queimado, loja d'aguia-branca
n. 8.
Capachos inglezes.
Na loja da aguia branca, ra do Queimado n. 8
vendem-sc bons capachos inglezes, os quaes alm
de bonitos sao ue immensa duracao, pelo qne se
tornam baratos pelos pregos de $, 55, 65 e 7$
cada um.
Cartas francezas.
A aguia branca, na ra do Queimado n. 8, rece-
beu um novo sortimento de finas cartas francezas
com beiras douradas e brancas, e as est venden-
do baratamente a dinheiro vista.
Bonitas bonecas.
Con rosto de cera, massa e porcellana.
Acha-se na loja d'aguia-branca ra do Queima-
do n. 8, um grande sortimento de bonecas de di-
versos tumaiiliu-, com rosto de cera, masa e por-
cellana : os pretendemos munidos de dinheiro
acbaroo ba disposico para os -vender.
SAPATOS DE BLIRACDA
a i#ooo. 10 aoo e 3l||ftOO o par
na roa do Queimado loja d'AgDia-Brana n. 8.
Banha fina em copos de por-
celana donrada com ins-
cripcoes.
j bem conheeida pela boa freguezia d'aguia
branca a superioridade da banha que vem nos co-
pos de porcelana (lomada com maviosas e jocose-
rias inscrlpfoes, as quaes agora vieram de novo
gosto, |ielo que essa lina banha pie anda ser
mais conheeida por aqoelles que quizerem fazer
um bom presente, com tanto que comparecam mu-
nidos de dinheiro na ruad Queimado, loja d'aguia
qranca u. 8.
u>cIoiics bordados e carles coin bei-
ras dooradas/
Na luja da aguia branca, ron oj Quoimado n. 8,
achavam-se venda bonitos en^ carloes com beiras domadas, wttdo de uns e de
oulros, maiores e menores, proprios para partici-
pacOes de casamentos, bailes etc.
Vende-se alpaca preta a 500 rs. o covado.
Vende-se alpaca prelp para vestidos a 500, 600,
700 e 800 rs., lina de cordo a 800 rs. para pale-
tot, princeza preta a 800 e 640 o covado, bombazi-
na preta lina a 1,5100 o covado, laazinhas preta
para senhora (jue estao de luto a 720 o covado :
na ra da Imperatriz n. 56. A loja est aberta at
s 'J horas da noite.
Completo sortimento de fita*
finas, tisas c Iavradas.
A aguia branca recebou um grande e completo
sortimento de fitas de diversas larguras e qnalida-
des, tanto lisas como lavradas, e em todas ellas co-
nhecc-se a superioridade da fazenda, notando-se
as lavradas o bom gosto dos novos e lindos dese-
nhos, isso tanto as matisadas como as brancas,
e pela commodidade dos precos o pretendente que
se dirigir munido de dinheiro ra do Queimado
loja da aguia branca n. 8, ser bem servido.
Latas com banha fina.
J por diversas vezes a aguia branca tem rece-
bido dessa banha lina em_ latas, e tal tem sido a
prompta e rpida eUracciio della, que nao tem da-
do lugar a aguia branca avisar a sua boa fregue-
zia, pelo que lalvez a maior parle della s agora
saliera da vinda dessa boa banha. Ella vem em
iatas de 1|2 e 1 libra, e contina a ser vendida pe-
los haratissimos precos de 2 e .')5000. Apar da
superioridade da qualidade della estao os agrada-
veis e finos cheiros de rosa, jasmim, laranja, bou-
quet, e flor de Italia. A boa freguezia assim scien-
tec dirigir-se com dinheiro ra do Queimado,
loja d'aguia branca n. 8.
Botoes de cornalina
e outras qualidades para coletes
A Aguia branca acaba de receber um novo e
variado sortimento daquelles apreciados botoes de
cornalina brancos c encarnados, chatos e redon-
dos para coletes, cujas abotuaduras continuam a
ser vendidas pelo commodo e inalteravel prejo de
i-5 cada urna.
Alm desses recebeu tambem outros de madre-
perola, massa e osso, com differenres moldes para
o mesmo llm.
J se v, pois, que o pretendente munido do di.
nheii-o achara sortimento vontade na ra do
Queimado loja d'Aguia branca n. 8.
BAISIMIOS E CAIXINHAS
com perfumarlas.
Na ra do Queimado n. 8 loja d'Agua-Dranca, os
freguezes munidos de dinheiro encontraro, boni-
tos bausinhos cobertos de couro e com 6 frasqui-
nhos de extractos por I5-SO0 cada um, e outros
cobertos de papelo com 9 frasquinhos por 2000
um; caixinhas com 6 frasquinhos de diios por
15000 urna, nutras com 12 ditos por 2000 urna,
outras com 3 ditos, cuja coherta parece tartaruga,
a i.'oo cada urna, e outras com pasiilhas de chei-
roam-WOOeHWOO.
No armazn de, fazendas ba-
ratas de Santos Cuelho ra
do Queimado n. 19
Vende-se o segnfntc:
ATTENQAO.
lucas laazinhas para vestido, fazenda a melhor
que tem viudo ao mercado, tanto em gosto como
em qualidade pelo baratsimo preco de o60 rs.
o rovado.
Laazinhas mindinhas carmezins proprias para
vestidos de meninas e camisinhas a (510 rs. o co-
vado.
Corles de laa com lo covados pelo barato preco
de >.
Cuberas de chita da India a 23O0 ejlS-
Leuccs de panno de lioboa 2,5 e foOO.
Pecas de cambraia de forro com 8 1|2 varas a
35-200.
Talhasalcoehoadas proprias para maos a o;5 a
duzia.
lucos cortes de la com barra a Maria Pia a
18-5000.
Pecas de platilhas de algodo com 10 varas
proprias para saia a 15-
Algodo entestado com 7 1(2 palmos de largura
a 15100 a vara.
Esleir da India propria para forro de sala do
4, 5 e 0 palmos de largura por menos preco do
que em otilra qualquer parte.
Neste armazem tambem se encontrar um gran-
de sortimento de roupas feitas e por medida.
genero ha mais de lo barisabertos afim tic
serem salifeitos os compradores.
dem menos superior a (i lo rs.
Manteiga ingleza a ooo, 4oo e 32o rs. aiiLa.
dem franceza a uGo, (ioo e Oio rs. e eraij:ir-
rm~wffi~TtyTiOychtoezrmtiio' bonitos, Azeite doce refinado a 8oo e loo rs. a gar-: ril por menos.
tambem por barato preco de 4 e 5'5, bentarallas rara Mas* fie lmale a Co rs. a libra.
muito bonitas tambem por barato preco de i e 55, ,, -j m a ri, a 6io rs# a garrafa e .Marmelada dos m.-lliores fabricantes a CO
leques de charao tambem por '5, tudo isto para "llIli ,UL"1 *-'" '"" ..... |i,..,
acabar, perdendo-se tatvez 80 0|0 : s no Vigilan-' 4,8oors. a caada. \,\T \ o
le, ra do Crespo n. 7. Ancoras com vinho do Porto, encommenda Mullios inglezes a iou e Otu rs. a garractia.
Pulseiras. feita pelo proprielario do Baliza a 30,000 Moslarda preparada a loo e G4o rs. o fra ...
Lindas pulseiras de comas e de missanga, cores! rs. a ancora com 7o garrafas. Massas para sopa a ioo rs. a libra das de .-<-
muito lindas e de mmto gosto a 15 e 15200. Bolaxinlias de Lisboa, ingleza e americanas lliarini, aletria emacarro.
Para segurar manipiitos. jala. a j 4oo_ j goo, 2,000 1; 3,000 rs. Wem linas estrellinha e-peviile a 3,o< r?. .
Tambem chegaram as liguinhas estreitinhas de __,, 1 ,..,;..,e n -i <> ,? I pivi
borracha que as senhoras Tanto precisam para se- f americanas em barucas a 3,000 rs. a ,
gurar os manguitos por ser muito commodo emui- barrica. |Mno niuuo para pa>saros a ioo ^. a .-u
lo barato, a 320 o par: s no Vigilante, ruado Banha de poico a ioors. a libra e em barril, e
Crespo n. 7.
Carretas.
a 3Go rs.
Btalas cm gigos a 1,500 0 gigo.
para qualquer presente, pelo baratissimo preco de ^'Ia perola a .1,000 rs. a lima.
45500e 25. dem uxim a 2,6oo e 2.8oo a libra.
Voluntas. Wem hysson a 2,000, 2,4oo e 2,8oo. a libra.
Lindas voltinhas deperolas falsas com cruzinhas dem (lo Rio a l,6oo rs. a libra,
fingindo brilhantes, assim como cruzinhas avulsas dem preto a 1 ,"iuO O 2,000 rs. a libra.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
' u
111 rs. o
e voltinhas, pelo barato preco de 15 e 15200, as
crozes avulsas a 400 rs. : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Sa|ialiukus e mrias de seda.
Riquissimos sapatinhos de seda e de merino en-
feitados, assim como meiaszinhas de seda, gorra-
zinhas e touquinhas para as crinneinhas se bapti-
sarem : s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
* Golinhas.
lllquissimas goiinhas e manguitos, o melhor gos-
to possivel, a 25, 25500 e 35: s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Enfeites para senhora.
Riquissimos enfeites com laco e sem laco e de
outros muitos gostos a 15. 15300 e 35 : s no VI-
gialnle, ra do Crespo n. 7.
Traucelins.
Marrasquino de r,\:\ do verdadi iro
frasco.
dem menos superior a 800 e l,i
frasco.
Nozes a 2lo rs, a libra.
Pre/.nnlo portnguez de superiorqua'Vd? .1
Oio rs. a liliia inieiro por .'ioo <.
dem inglez para fiambre a 64o rs. a ii
nao agradando mesmo depois de preparan
podei ser devolvido, que se Iroeai
ouLio ou ser restituido seu impone.
Passas novas a ioo rs. a libra.
Polvo a 16o rs. a libra.
Painco a 10o rs. a libra.
e Rio de Janeiro a .800 rs. e l.Soo, 2,000,
2, ioo, 3,ooo, 3,5oo, .oo c ?J,000 rs. o
cento.
Chocolate dos melhores fabricantes de Pars,
Allemanha, Hamburgo e Lisboa
Copos lapidados para vinho a 2,800 a duzia.
dem idem para agua a 0,000, o.Sooe 0,000 Pomada a 24o rs a duzia.
rs. a duzia. l'imenta do reino a 30o rs. a libra.
Cerveja das melhores marcas a 4,ooo, 5,000 Peras seccas 3GI0 rs. a libra.
e G,ooo rs. a duzia. Peixe em latas a 1,000 rs. a lata.
Cravo canella e comiqhos. Papel almassoe de peso, de diversas ..:*
Ceblas em molhos resteas e solas. lidades e precos deferentes.
Conservas inglezas a 600, Ooo c 1,000 rs. o Paulos do gaz a 2,2oo a croza.
C/3 Q
j 3
M y t'
2 fe.
03 3 C
en ^ p, o,
sis1!"8 i
B.BS g*a
o- w S c_ (o o
CA
o o
o. =-
' ai
tfi en
. r~
n> 3
O (D
4%%fm
o
o
5
S C IX 3 s*
o a S S.o es
gse

|T3
O
.
#13
co a 3
cy en "^
se 2 S
3- s
en
v.
5
5"
en
T3
a
.
B
S
9)
s--
3
g-s.
O
%*
H
en CIQ
a I
o 3
CXI 63
en ^
- C
8-
u
ca ce
-5
D >0
O ~>
u
r>
s
03
o.B 5 tr
co =.. Zr 3
o
C en
ffl>
5S TI
o o
S-S-o-o
o 5 03
en o i^
&. ct
o
2
w B,
C 03
w
ai
frfai
c
2 O u 3
^ 2. B
o ti, S o
u
3
3.0
0 CD
1 2
Si
s-sr
h
o a
o -1
QJ 03
B"s*
O 03
SJ
"O CO
a> "1
5 i'
W .
B-
M
I 3
o te
O eo
o
g
g
e
frasco. dem para dentes a 80, 10o e 2io rs. o ;:'.a-
Lindos trancohns de cahello para relocio ou lu- ,..,, ,. k, ct., ... r,.0t...o ononm vnta macnhnc
netas, pelo baratissimo preco de 15300, ditos de DU*s lian, ezasa boo e Ote rs. o frasco. (o con vmte macit los,
retroz a 200 rs. Cognac inglez e francez a 1,00o rs. a garrafa. I Gueijos flamengos a 2,6oo, do uliimo vai r.
BabadillllOS entremetas. Caf de 1.a, 2.a e 3 qualidade a 85'o 9,ooo dem prato a 64o rs. a libra.
Riquissimos babadinhos ntremelos com lindos e 9,300 TS. Mein loildlino a 800 I'S. a
desenhos tapados e^transparentes, pelo baratissimo Cevadiba de Franca a2o rs. a libra.
Rap Meuron a I,ooo rs. a libra.
Sevadinha a 2k> rs. a libra, i nova).
Sag a 8o rs. a libra.
CD
Champagne de muito boa qualidade a l2,ooo
o 2o,ooo rs. a duzia.
Doces da casca da goiaba em latas preparadas \ Sardinhas de Nantes a 04o, 56o e 30c
com muito aceio, propria para memoziar lata.
alguin amigo na Europa, por ser nallera- Sabao massa a 12o, l!)o, 2oo e 2'io r
c
vel por mais de um anno, a 3,000 rs. a lata
com 7 libras.
rs. o caixo.
bra.

>
z
s
e em caivoes por minio menos.
I,ooo Sai renada a Ooo rs. o pote do vidro.
Toucinho de Lisboa, de Sanios e americana
a 10o, 2k> c 32o rs. a libia, e em arrota
a .*,ooo, 7,ooo e O.ooo rs.
Tijollo para limpar facas a lOors. cada um.
Vinho do Poi'to'em caadas a 3,oOO, i.ooofl
u,ooo rs. e em ancoras com 7o garrafas por
3o,ooo rs.
r Empreza da illuminacHo
gaz.
Todas as vendas de apparelhos e recIamagSes
(por eseripto dando o nome, morada, data, etc.),
devem ser feitas no armazem da ra do Imperador
n. 31. Os machinistas mandados para attendera
estas, apresentarao om livro qne os reclamantes
deverao assignar logo depois de prompto o servieo
reclamado ; isto para que a empreza fique sciente
de haverem os mesmos senhores sido devidamen-
te attendidos.
Sal do Assn'
Vende Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C,
no seu escrptorio,rua da Cruz n 1.
preco de 15200, 15300, 25 c 35 : s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Cascari'illias.
Grande sortimento de rascarrilhas de diversas
larguras, assim como galaozinho e trancinhas pro-
prias para enfeites : s no Vigilante, ra do Cres-
po n. 7. V-
Fltas. ^
Grande sortimento de filas de diversas larguras D Mes a 50o, Oo, 8oo
e qualidade, por precos que admiram aos compra-
dores, havendo lilas largas proprias para sinteiros
que se pode vender a 300 rs. a vara, e peca de 3 Emilias portuguezas em latas com 1 'j> h-
varas a 25 : s no Vigilante, ra do Crespo n. 7. j,ras por 7oo rs.
Fitas de la. idcm francezas em latas a ooo rs.
Fitas de laa de todas as qualidades, proprias para ,, eccas a OO rs a libra,
debrum de vestido a 700 rs. a peca : s no Vigi- IUUU secta' d "ou IS' '1L"lU. ,., .
lante, ra do Crespo n. 7. Espermaceteamericano primeira qualidade a
ticos espcllios. 1.2oors. a libra.
Riquissimos espelhos com moldura dourada e dem francez a 56o rs. a libra, c em caixas dem de Lisboa sem confeiceo, (de encomen-
sem ella de 85,10,12 e 145, assim como cora co- aA rs I da) por 5o,ooo rs. o barril com 17 cana-
Iumnas de dUTerentes tamanhos a 25,3, i, 5 e 65: "., ,. ... ,a ... I .ia
s no Vicilante.rua do Crespo n. 7. Familia d aramia verdadeira a i 8ors. a libra. t,Ud--, ,.,. ...
Liados jarros e flguras. Farinha de trigo a 12o, 1 lo o 10o rs. a libra. Wem de Lisboa mais baixo a io,ooo rs.
Riquissimos jarros figuras de iwrcelana fina Farinha de millio a iOo rs. a libra. dem cm pipas a 3,ooo, 3,oo e i.ooors. a
para enfeite de sala,sendo o melhor gosto que aqu F e sj^as e em latas lintianmente caada,
em apparecido^ s no^ WJJ^ 8enfeiU|)Jas 8oo e ,30 L,ula Ult, i Idem em barr
Riquissimos vasos com boneca para pos de ar- Fumo americano em latas para cigarros
roz, cousa de muito gosto a 15500 e 25, assim co- 1,8oo rs.
mo pacotes s com os pos a 320 rs. cada um : s i(iem em pacotes a 200 rs.
no Vigente, ra do Crespo n. 7. j Idem em pasta a l /00 rs. a rjbra.
Grande sortiSSfac.ofe'banhas, poma- Genebra de laranja a 1 ooo rs o frasco
das, assim como os lindos copos en vasos com dis- Wem ingleza marca Gato a I ,ooo rs. a gana
tinctivos exirerecimentos s sinhazinhas, dos me- dem de Hollanda a Glo e l.Goo rs. o frasco Vinho branco para miS5a de L *boa e Porto
Ihores e mate afamados autores de Paris e logia- pequeo C grande,
trra, assim como os grandes copos de banha japo- ,, j Hamburgo, a 36o rs. 0 frasco e 0,000
neza a 25 e a 15 ; assim como outros ob|ectos qne. y b '
nao possivel por hoje annunciar, e avistados rs. a lrasqueira.
fregnezesse far todo negocio: na loja do Gallo Graixa m latas a t,2oo rs. a oza.
Vigilante, ra do Crespo n. 7. ___________ | Limonadas de diversas fructasa 1,000 rs. a
garrafa.
de Bordeaux com 13o gar-
rafas por 5o,ooo rs.
dem idem de Bordeaux com 70 garrafas per
3o, ooo
dem em caixas por 5,ooo rs. a caixa com 12
garrafas da melhor qualidade que vem ao
nosso mercado,
o para
em pipa, barril e ancoras a 4,oo e o.ooo
rs. a caada.
Vinagre de Lisboa, Porlo, tinto o branco a
l,6ooe 2,ooo rs. a caada
dem cm ancoras por O.ooo rs.
learlinas a 50o rs. o maco, e em cai-
* Arados americanos e machinas para i garrafa. I Velas es
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston 4 C, Licores, inglezes e francezes a I ,ooo, I .ooo xas a 52o rs.
roa da Senzalla Nova d. 42. I e 2,ooo rs. garrafas grandes e pequeas. I Vassouras americanas a Oio rs. urna.


'-^


Ufarlo c renaabaeo Quaita felra S de Agosto e I t.
ESPLENDIDO SORTIMENTO DE MOLHADOS
M. 9 RA DO CRESPO X. 9
Esquina que volta para a ra do Imperador
ARMAZEM PRINCIPAL
GRANDE ALLIANCA
DE
*wi^ ii im&^
(Mo se enganem com a mitra)
A JUGOS!
Nao letam este annuncio com precipitlo.
Confrontem os presos dos outros annonciantes.
Venham ver os gneros que temos expostos a venda.
A. vista faz f.
Nq temos palavras bombsticas.
Nao nos encnlcamos o primeiro recebedor do conla propria.
i\T -lA f\ \f>M AHA 1 i ( rt**"lff n r\ n ,-\\ \ Ann > ___'_ ___________ __


Nao desacreditamos ao collega porque nao quiz ser nosso socio.
Val a fiiem teca.
Para abastecer a todos os habitantes desta bella provincia ainda nao sao sofficien-
tes as casas que actualmente oxistem abertas com grandes proporcoes para terem um
magnifico sortimento de molhados ; assim, pois, os preprietarios do Armazem Principal
nao invejam a sorte dos seus collegas.
Habitantes de Pernambuco.
Nos temos um excellente sortimento dos melhores gneros que se pode adiar
em nosso mercado. Vinde ao nosso estabelecimento, e se a vossa boa f fr Iludida
urna s vez ao menos, castigai-nos nao voltando mais a nossa casa.
Amendoas confeitadas de bonitas cores a
l,ooo rs. a libra.
57 RA DO IMPERADOR 57
DE
Paulo f&rrewa da Siha & Companhia
Grande sortimento de molhados em grosso e a retalho. nico armazem que mais
vantagens ofereceao publico.
Desengan&n-se todos.
K AMOBf* o verdadeiro hornera to progresase *
i'} o Alllaaica o verdadeiro e principal armazem de molhados.
K o Alllanca o armazem que vende mais barato.
A-lliaAca o armazem que vende os melhores gneros.
Allianca o armazem onde preside o melhor aceio.

0
NEM COROAS NEM MITRAS


GR V A JIE

ARMAZEM
DE
Rli DO IMPERADOR 3V. 40





Fiquem todos sabedores desta verdade,
Venham todos ra do Imperador n. al.
Venham ver os generes que temos expostos a venda.
PARA AS FESTAS
DE
S. JO&O E S. PEDRO.
r


dem de Hollanda em garraoes com 24
garrafas a 7.2oo rs. com o garrafo.
Idein de casca muito novas a 3oo rs. a libra. Letilhas excellente legume para sopa e eui-
Avellas a 2oo rs. a libra. zados a 2oors. a libra.
Ameixas francezas em caixinhas com lindas Licores fraucezes de todas as qualidades a
estampas a i,2oo, l,ioo c l.Goo rs. cada| 8oo e 1>000 rs. as garrafas grandes.
,,uma- ., -, Manteiga ingleza perfeitamente flor a 8oo e
dem em frasco de vidro com rolha do mes-; gQ0 rs a ||)ra
rao ou de metal, a I,2oo e loo rs. ca-;I(lem francoza nova j deste armo a 6oo rs.
. i uin'r ., n v a l'^ra. e 5Go rs. em barris inteiros.
Jem em frasco grandes 2 5oo rs. cadai um. Marmelada especial dos melhores fabricantes
dem em latas de 1 e 3 libras a l,2oo e de Lsb6a a Goo e 64o rs a fibra Iia1atas
s,uu is. ^p difcrentos tnnisnlios
Arroz da India e Maranho o melhor que se;Massa de ,omate cm |atas*je ., Uhn 56o rs
polo desejar a loo e 12o rs. a libra e
2.8oo e 3,'too rs. a arroba.
v eite doce de "Lisboa a Goo rs. a garrafa.
e 4,8oo rs. a caada.
dem francez clarificado em garrafas
cada uma.
dem para soda estrelinha, pevide e rodinha
em caixinlias surtidas a 3,ooo e 3,5oo rs.
cada uma e 5oo rs. a libra.
dem macarrao, lalcrim e aletria a ioo rs.
a libra.
Moslarda franceza preparada em frasco a ioo
rs. cada um.
Mullir ingle/, em garralinhas com roldas de
vidro G4o rs. cada uma.
Marrasquino verdadeiro de Zara a l.ooors.
a garrafa, 10,000 rs. a caixa com 1 duzia.
Nozes milito novas a IGo rs. a libra.
Presunto de fiambre superior a Goo rs.
dem do Porlo para pancha a 5oo rs. a libra.
Passas novas a 48o rs. a libra.
Peixe em latas de diferentes qualidades co-
mo, savel, cortina, govas, pescadinhae
outros a i.000 rs. a latas.
Paulos para denles a 14o e IGo rs. o masso
; dos melliores.
Painco o mais novo e limpo a IGo rs. a libra.
e 4,5oe rs. a arroba.
; Palitos do gaz a 2,loo rs. a groza, 2oo rs. a
duzia. e 2o rs. a caixinhas.
Amendoas confeitadas de bonitas cr
800 rs. a libra,
dem de asea muito ora a 3oo rs. a libra.
Avelas a 2oo rs. a libra.
Ameixas francezas em caixinhas com lindas
estampas a l,2oo, i,ioo e i,6oors. cada
uma.
dem em frasco de vidro com rolha do raes-
mo ou de metal, a l,2oo e I,ioo rs. cada
um.
dem em frasco grandes a 2,5oo rs. cada
um.

bran-
cas a !)oo rs. cada uma, e lo,ooo rs. a
caixa com 1 duzia.
Alfazema muito nova e limpa a 32o rs. a li-
bra.
Alpista a IGo a libra, e 4,Goo rs. a arroba.
Dolacbinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio dassegnintes qualidades: aguae
sal doces, e imperiacs em latas de G li-
bras a 3,ooo rs. e de 3 libras a 1,000
rs. e em libra a Giors., estas bolachinhas
torna-se muito recommendavel com es-
pecialidade para os doentes.
Bis oilose Bolachinhas de suda em latas, de.
todas as qualidades e marcas que se pro-!
curar a 1,35o rs. a lata.
B os francezesem cailes c. de diversas;
qualidades a Gio rs. cada um.
B.;nha de porco verdadeiro, refinada a ioo
rs. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a 160rs. a libra.
Bolachinhas inglezas ltimamente desembar-J
cadas a 24o rs. a libra e 2,000 rs. a bar- Queijos fiamengos chegados neste ultimo va-
rica. por. a
Champagne das marcas mais superiores que I dem pral muilo fresco a 8ooe9oo rs.
at boje lem vindo a nosso mercado a a libra.
18,000 rs. o gigo, l,5oors. a garrafa in- dem suisso a melhor qualidade que at bo-
je lem viudo ao nosso mercado a 800 rs.
dem em latas de 1 '/i e 3 libras a l,2oo t
2,000 rs.
Arroz da India e Maranho o melhor que se
pode desejar a loo e !2o rs a libra e
2,8ou a 3, ioo rs. a arroba.
Azeile doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa, e
4,800 rs. a cariada.
dem francez clarificado em garrafas bran-
cas a 9oo rs. cada uma, e 10,000 rs. a
caixa com I duzia.
Alfazema muito nova e limpa a 32o rs. a li-
bra.
Alpista a IGo rs. a libra e i,6oo rs. a ar-
roba
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio dasseguintes qualidades: agua e
sal doces, e mperiaes em latas de 6 libras
a 3,ooo rs. e de 3 '/* libras a 1.5oo rs.
e em libra a 64o rs., estas bolachinhas
torna-se muito recommendavel com espe-
cialidadc para os doentes.
Biscoitos e Bolachinhas de soda em latas de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a 1,35o rs. a lata.
Bolos francezes em cartes e de diversas
qualidades a 64o rs. cada um.
Banha de porco verdadeira refinada a 4oo
rs. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a 16o rs. a libra.
Bolachinhas inglezas ltimamente desembar-
cadas a 24o rs. a libra e 2,ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
at boje lem vindo ao nosso mercado a
18,ooo rs. o gigo e 1,800 rs. a garrafa
inteira, e 800 rs. as meias.
Cha uxim o melhor que se pude desejar, e
que outro qualquer nao vende por menos
de 3,000 a 2,Too rs. a libra.
dem perola de especial qualidade a 2,600 e
2,8oo rs. a libra, garante-se a qualidade
d'esle cha.
I dem hvsson o melhor que possivel encon-
llem de Hollanda em garraoes com 24 gar-
rafas a 7,2oo rs. com o garrafo.
Lentilhas excellente legume para sopa e gui-
pados a 2oo rs. a libra.
Licores francezes de todas as qualidades a
800 e i,ooo rs. as garrafas grandes.
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800
e 96o rs. a libra.
dem franceza nova j deste anno a 600 rs.
a libra, e 58o rs. em barris inteiros.
Marmelada especial dos melhores fabrican-
tes de Lisba a 600 e 64o rs. a libra, ha
latas de deferentes tamanhos.
j .Massa de tomate em latas de 1 libra a 56o
rs. cada uma.
dem para soda estrellinha, pevide e rodinha
em caixinhas sorlidasa 3,ooo 3,5oo rs. cada
uma e 5oo rs. a libra.
dem macarrao, talharim e aletria a loo rs. a
libra.
Mostarda franceza preparada em frasco a ioo
rs. cada um
Molho inglez era garrafinhas com rolhas de ;
vidro a 64o rs. cada uma.
Marrasquinho verdadeiro de Zara a l.ooo rs.
a garrafa, lo,ooo rs. a caixa com 1 du-
zia.
Nozes muito novas a 160 rs a libra.
Prezunto de Hambre superior a Goo e 800
rs.
dem do Porto para panel la a 5oo rs. a libra.
S*j? !?,' !!% I f"- r, n^as que se pode esperar a 760 rs.
Fexe em latas de differentes qualidades co- i 0 frasco
mo, savel, corvina, govas, pescadinha e ;
outros a l,ooo rs. a latas. x Jfe
Palitos para dentes a 14o e a IGo rs. o mas-] em libras e caixinhas ricamente douradas,
so dos melhores. proprias para mimos a 900 e 1^200.
Painco o mais novo e limpo a IGo rs, a H- C% irvrm
bra, e a 4,5oo rs. a arroba. I .. Ulld UAIIIl
Palitos do gaz a 2,loo rs. a grosa, e2oo rs mclVor qm sc pode deseJar> Quc outro
a duzia, e 20 rs. a caixinha. qualquer nao pode vender por menos de
Junl ao sebrade em qne mora e Sr. O^berne,
Para a testa de Santo Antonio, S. Mo e S. Pedro.
liarte Almcida & C, receberam de sna propria eneommen-
da o mala linde e variado sortimento de molhados, prourlos
da prstate estaeSo.
Manteiga ingleza | Macas brancas
da safra nova vinda neste vapor de 28 de'para sopa a melhor que se pode desejar,
mio a 800 rs. a libra. macarrao, talharim e aleiria a 400 rs. a
Manteiga franeeza
da safra nova a 560 rs. alibra, e em barril
a 500 rs.
Amendoas
confeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
20400, muito propios para mimos,
Cartoes
com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
com bolachinhas de soda de todas as .qua-
lidades a 1300.
Chocolates
libra e 14581 a caixa.
Vinho
Figuebra J A A e entras mudas marcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
dem de Lisboa
e de outras marcas a iOO rs. a garrafa, e
2*800 a caada.
dem do Porto
ganerosos engarrafado dos melhores fabri-
cantes da cidade do Porto a ij e 10200
a garrafa e de 105 a 12,5 a caixa, as mar-
cas sao as seguintes: Chamisso & Filho,
F. 4M., Nctar ou vinho dos Deuzes,
lagrimas do Doure e outros muito.
Latas
com 10 libras de banha a 40000.
Bolachinka ingleza
de todas as qualidades a liJOOO a libra.
Presuntos inglezes a<*2 abal \m^w
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambera 1 vendem a **$? e 2400-
temos velhos para 500 rs. JNOZeS
Queijos fiamengos as mais novas Amercad0 a ****A bra-
chegados neste ultimo vapor a 2Goo. UerVejaS
t|ueijos \ dos melhores fabricantesje de todas as mar
chegados no ultimo vapor a 25600 cada um.! cas de 4*500 a 500 a duzia.
ttucijo C-ARUTOS
londr.no o mais fresco que se pode esperar' Charutos Thom Fint0 Rejs t
e de excellante maree a 800 rs. a libra; moaa ,.,v;i,,.-., ja^aa
sendo inteiro e a 900 rs, a retalho.
Conservas inaiezas
Figos
chegados
neste ultimo
3.5 a
2^600.
dem pcrela
9oo rs. a 'esPecial qnalidade a 2*700 rs. a libra.
a ultra.
teira, e 800 rs. as meias
Cha uxim o melhor que se pode desejar e
dem |>erola especial qualidade a 2,Goo e
2,8oo rs. a libra, garanle-se a qualidade
deste cha
dem hysson o melhor que possivel eu-
contrar-se a 2.4oo e 2,6oo rs. a libra.
dem do Rio em latas de 2, 4, G e 8 libras
a l,2oo e l,4oo rs. a libra.
dem prelo muito fino a I.Goo rs. a libra.
Chocolate das melliores qualidades, francez. Traque; de
hespanhol e suisso a 1,000,1,200 e l,4oo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos l'ur-
ioo rs. ca-
da um.
Serveja das melhores marcas a 6.000 rs.
duzia. e 860 rs. a garrafa.
Sardinha de Lisboa e Nantes em quartos e
meia latas a 38o 58o rs. cada nma.
Sag mnito novo e alvo a 2lo rs. a libra.
Sevadinha de Franca 18o rs. a libra.
Sevadaa loo rs. a libra, e 2,8oors. a arroba.
I.* qualidade a 8,5oo rs. a cai-
xa, e22o rs. a carta.
Toucinho novo de Lisba a 24o e 32o rs. a
libra.
tado de Simas em '-> caixas das seguin- (Tijollo para hmpar facas a 15o rs. cada um.
tes marcas Pariziences, Suspiros, L)li-,r. .... .
cias, Napoleese Guanabarasa 2,3oo rs.,iVmhoempipa Porto, Lisboa e Figueira das
e em caixas inteiras Trovadores a 3,ooo
rs. cada uma.
dem de outros muitos fabricantes e de
differentes marcas para I,5oo rs. as mei-
as caixas de suspiros a l,6oo, 2,ooo e
3,000 rs. as caixas inteiras.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
dem franceza a 000 rs.
1 -rnac inglez das melhores marcas a 1,000
rs. a garrafa e lo.ooo rs. a duzia.
dem francez suporior qualidade 800 rs. a
garrafa e 9,ooo rs. a duzia.
Combino e Krva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
(/mella a l.ooo rs. a libra.
Copos finos para agua a 5,ooo rs. a duzia, c
5oo rs. cada um.
Caf do Rio superior a 28o e 32o rs. a li-
bra, e 8,800 e 9,5oo a arroba.
Doce fino de goiaba a 600 rs. o caixiio.
Ervilhas portuguezas ltimamente chegadas
a 7oo rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farioba de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Figos em caixinhas muito bem enfeitadas a
a l.ooo rs. cada uma.
Id era *em latas er mi ticamente lacradas a
1,5oo e 2,5oo rs. cada uma.
dem em caixas de j arroba a 2,5t o rs. ca-
da uma, e 2oo rs. a libra.
Graixa muito nova a loors. a lata e l,ooo
rs. a duzia.
Genebra de Hollanda em frasqueiras com 12
frascos por 6,000 rs. e 56o rs. o frasco.
dem de laranja a 1,00o rs. os Irascos gran-
des e -H.ooo rs. a caixa com 12 frascos.
dem de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da um.
dem em garraoes de 16 garrafas a 4,8oo
rs. com a garrafo.
melhores marcas a 3,8oo rs. a caada, e
5oo rs. a garrafa.
dem*do Porto Lisba e Figueira de marcas
menos conhecidas a ioo rs. a garrafa, e
2,8oo rs. a caada.
dem Colares especial vinho a 600 rs. a gar-
rafa.
dem Larradio muilo fresco nao levando com-
posicio a 060 re. a garrafa, e 4,000 rs. a
caada.
dem branco do uva pura a 56o rs. a gar-
rafa, c 4,5oo rs. a caada.
dem mais baixo a 4oo rs. a garrafa, e 3,ooo
rs. a caada.
dem Bsrdeaux era caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 6,5oo e 7,ooo
rs. a caixa.
dem muito especial que raras vozes vem ao
.nosso mercado a l,2oo rs. a garrafa, ga-
rante-se que por este mesmo preco d pre-
juizo e s se encentra n'este armazem.
dem do 'Porto em caixas com 12 garrafas
das seguintes marcas Lagrimas do Douro,
fraque to Porto, Genuino, Velho Particu-
tor. nurivasio fino, D. Pedro V, D. Loa.
I, Neclar e outros a 9,ooo e lo.ooo rs.
a caixa e 9oo a 1.000 rs. a garrafa.
dem Muscatel superior a 1,000 rs. a garra-
fa, e 10,000 rs. a caixa com 1 duzia. 1
Vinagre puro de Lisba a 2oo rs. a garrafa
e 2,4oo rs. a caada,
dem em garraoes com 5 garrafas a l,ooo
rs. com o garrafo.
Vassouras do Porto de arcos de ferro a 32o
rs. cada uma
dem de seova para esfregar casa 36o rs.
cada uma.
Vellas de
alibra
dem de carnauba refinada e de composicao a
36o rs. a libra, ede lo/>ooa 11,000 rs. a
arroba.
trar-sc a 2,4oo e 2,Goo rs. a libra.
I dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
a l,2ooe l,4oors. a libra.
dem prelo muilo fino a l.Goo rs. a libra.
Chocolate das melhores qualidades, francez,
hespanhol e suisso a 1,000, l,2oo e l.ioo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos Fur-
tado de Simas em "> caixas das seguin-
tes marcas: Parizienses, Suspiros, Dili-
cias, Napolees e Guanabaras a 2,3oo rs.,
e em caixas inteiras Trovadores a 3,ooo
rs^cada uma.
dem de outros muitos fabricantes e de dif-
ferentes marcas para 1,5oo rs. as meias
caixas, de suspiros a l.Goo, 2,ooo e3,ooo
rs. as caixas inteiras.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
dem franceza a 5oo rs.
Cognac ingle/, das melliores marcas a 1,000
rs. a garrafa e lo.ooo rs. a duzia.
dem francez superior qualidade a 800 rs.
a garrafa e9,ooo rs. a duzia.
Cominho e erva-doce a ioo rs. a libra.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canella a 1,000 rs. a libra.
Copos finos para agua a 5,ooo rs. a duzia, e
5oo rs. cada um.
Caf do Rio superior a 280 e 320 rs. a libra,
e 8,800 e 9,5oo a arroba.
Doce fino de gonba a 600 rs. o caixo.
Ervilhas ponljguezas ltimamente chegadas
a 7oo rs. a lata.
dem ceceas a 16o rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 320 rs. a
libra.
Figos em caixinhas muilo bem enfeitadas a
l.ooo rs. cada urna.
dem em l?tas ermiticamente lacradas a
l,5oo e 2,5oo rs. cada nma.
dem em caixas de '/* arroba a 2,5oo rs.
cada urna, e 2oo rs. a libra.
Graixa muito nova a loo rs. a lata e l.ooo
rs. a amia.
Queijos fiamengos
vapor, a 3,ooo
dem prato muito fresco a 800 e .
libra. dem hvssoD
dem suisso a melhor qualidade que al ho- mais aromtico que tem vindo ao nosso
je lem vindo ao nosso mercado a 800 rs. mercado a2)5600.
a'i'f1-. n Massas amarellas
srssr.: sr de vid,, a 500 rs, Twr.sff*'ta,hamn e a,e,ria a
rada um lwl* o iiura.
tana um. rorvir
^ttfjTJS"a c'000" -I*-
meias caixinhas a 1*500.
Arroz
do Maranho a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 2,->500 a 3->000 a ar-
roba desses que vendem por 3<5400.
CAF
de 1.a e 2.s sorte do Rio de Janeiro a 8A5#
e 8#800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libr
Ciarrafes
com 4 l/t garrafas com vinagre a l.$000t#
o garrafSo.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 1*000 o frasco, e de 1 i $000
a caixa.
DEM
'em frasqueiras de Hollanda a 5800 com
l 12 frascos.
GENEBRA
i de Hollanda verdadeira em frasqueira a 600
rs. cada uma.
PALITOS
! os verdaderos palitos do gaz a 2,2oo a groza
e 2o rs. cada caixinha.
Sardinha de Lisba e Nantes em quartos e
meias latas a 38o e 58o rs. cada uma.
Sag muilo novo e alvo a 24o rs. a libra.
Sevadinba de Franca 18o rs. a libra.
Sevada a loo rs. a libia, e 2,8oo rs. a ar-
roba.
Traques de 1.a qualidade a O.ooo rs. a cai-|almaC0. greve, peso e de outras militas qua-
lidades de 2,2oo. a 4,5oo a resma do me-
lhor.
Papel de botiea
de excellente qualidade a 2.-S200 a resma,
PAPEL
azul c pardo para embrulho de I,4oo a 2,oo'
y a l,8oo LICORES
rs. a garrafa e de outras muitas qualida-' Anos de todas as qualidades, a lo.ooo a caixa
des a l.ooo e 800 rs. a garrafa. com uma duzia e a l.ooo a garrafa.
COPOS MimiAlnrln
lapidados para agua a i,5oo e 5,ooo rs. a1 maI, n a f
duzia, e a 410 e 5oo rs. cada um. dos meU .ref' "aricantes de Lisboa, como se-
jam Abreu e outros muitos a 600 rs. a
PAPKL,
xa, e 24o rs. a carta.
Toucinho novo de Liiba a 2io e 32o rs. a
libra.
Tijolo para limpar facas a loors. cada um.
Vinho em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
melhores marcas a 3,8"0 rs. a caada, e
5oo rs. a garrafa,
dem do Porto Lisba e Figueira de marcas
menos conhecidas a 4oo rs. a garrafa, e
2,8oo rs. a caada,
dem Colares especial vinho a 600 rs. a gar-
rafa.
IderaLavradio muito fresco nao levando com-
composicao a 56o rs. a garrafa, e 4,ooo
rs a caada,
dem branco de uva pura a 5Go rs. a
fa, e 4,5oo rs. a caada,
dem mais baixo a 4oo rs. a garrafa, a 3.ooo
rs. a caada,
dem Rordeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 6,5oo e 7,000
rs. a caixa.
dem muito especial que raras vezes vem ao
rarra-
libra.
Prezunto
o verdadeiro prezunto de Lamego a 2o rs.
a libra.
ARROZ
Maranho, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3.ouo, a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas marcas a 56o rs.
a libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
de carnauba em caixas de arroba a 9,3oo e
caixa e 34o rs. a libra.
ItiUutiis novas
o verdadeiro fumo americano era chapa a em caixas de 2 arrobas a 5-> a caixa e GO rs.
l,4oo rs. alibra a libra.
rs. a resma.
Coritkias
passas corinthias muito novas'proprias para
podim a 800 rs. a libra.
Fume-
Vinagre
PRRem ancorelasde 9 caadas a 10,000 rs.
cada uma.
Cebollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e 1,00o rs. o molho.
Alpina e Painco
das seguintes marcas Lagrimas do Dou-
ro, Duque do Porto, Genuino, Velho Par-
ticular, Malvasio fino. I). Pedro V, D.!
Luiz I, Nctar e oulros a ,ooo e lo.ooo!
rs. a caixae 9oo e I.ooo rs. a garrafa.
dem Muscatel superior a 1,00o rs. a garra-
fa, e lo,ooo a caixa com 1 duzia.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo a garrafa e
2,4oo rs. a ranada,
dem em garrafes cora 5 garrafas a 1.000
rs. com o garrafo.
Vassouras do Porto de arcos de ferro a 32o
Genebra de Hollanda em frasqueiras com 12 rs. cada uma.
frascos por 6,000 rs. e 560 rs. o frasco dem de escova para esfregar casa a 36o rs.
dem de laranja a l.qoo rs. os frascos gran-, cada uma.
des e H,ooo rs. a caixa com 12 frascos.: Velas de espermacete superiores a 56o rs.
dem de Hollanda em botijas a ioo rs. cada a libra, e 52o em caixa.
uma. uem de carnauba refinada e de composicao
dem em garraoes de 16 garrafas a 4,800 a 36o rs. a libra, e de 19,000 a 11,00o rs.
rs. com o garraflo. arroba.
Passas mita navas
em quartose inteiros a^oquarto e 60500
a caixa e 400 rs. a libra.
Chocolate
portuguez o mais especial que se pode de-
sejar a 800 rs, a libra e 140rs. o pao.
Frutas en calila
chegadas ltimamente, pera, pecego, ginja e
oulros muitos a 640 rs. a lata.
Ilsre da rasca da goiaba
ia 600 el,-) o caixe.
propnelanos do grande armazem o Verdadeiro Principal declaram ao< seus
dem do Porto em 'caixas com 12 carrafas 822 e amigos e ao pub,1C0 em ?era1, que Para faci,ilar a commodidade de todos es-
. n"r"'1l.,' > 1 tipnlaram os mesmos precos nos seguintes lugares:
luio e CoDiuieme raa do Queimado n. 7
O Verdadeiro Principal roa do Imperador a. 40
nosso mercado a 1.2oo rs a garrafa, ga-jomis novo de mercado a 140 rs. a libra,
ranle-se que iior este rnesmo preco d! e 45400 a arroba
prejuizo e s se ^contra n'este arma-'
zem.
Os
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz da melhor
! Algndo da
para saceos de assucar e roa
de escra vo; tem
J *n SJ. H*wnder Antonio Uii de Olive-a AaevedoA
para Cima se 7o sen escriptor ra da Crxa n. 1.
Taberna
Francisco Antonio de Medeiro*. aulorisado por
, seos credores, az Me* 8f ma taberna na ra
aa roa larga do Rosario n., lojade joias. vi- Augusta, confronte ao viveirn do Muir 1 d>nheiro
dem-se lados os ferrse utencilics de onrivts. ou a praso, conforme se conv^iclonar.
1 >erpeimacete superiores a 56o rs. ar abatimento. no armazem da ra dolm-j
, e 52o rs. em caixa. perador n. 16 e ra do Trapiche Novo n. 8.!
Ferros para ouHrcs.
MOVSMENTO
BAIRRO DO RECIFE, RA DA CADE1A N 50-
0 mais noTO e o melhor
UHUIB DE MOIiHADOS
Esquina defronte da ra da Madre de Dos
ATTmmmm

nwii'nn' ^r^lv*Ca^sl^i0r**ioNscimento defronte do becco Largo, bem c
li2SLpra5?'acablde tra"sLer,r se estabelecimento para a casa cima indicada d*
S^Stt """^ e **,* "mo o respeitavel publico emceral eneontraw^o maU
beledmeno me *$** de moI"ad^. Ir do ac'el, elegancia e tTr^uveij do ?.
smAtiiSSS^I^tS^. 1to amco"^^ nltmm tcame a casa gneros, posnindo bons
SKI,?0'?? remessasle conu propria. acha-se ennvencido que merecer a p?o^
&Jrt f.SL?"80* d0 b0m lb"m' ***** desde J recJan,- Mwmmtcmte queM des-
merecer a condanfa com que se dignarem de o honrar. i-">n- w
*nnK JKjy*r'\&e re5Peilav?i Pu,blco ?w ft ^aperior armazem Movimeaw, eon>pre-he al-
ESfiSTS^6??0. fi-ar:i co"venado da fealidade do prsenle avio, veriicwdo lor si mesmo ine
XLI^uZmmT*0 Se"e ?e,lhor Va esle> seJa em wmrdidade de precos agTado l
delicadeza, ou leganaadede pesos e medidas. ^ ',*',u-, "
Finalmente, todas e quaesquer garantas que estabetaimentos idnticos
concorrentes, serlo manlidas neste em grao maior. UWWCM"enwi mmm
teem oUerecide ao

,


narl c rtiilnm> 0.ir,i felra 3 de 4gasto de 1S44L
5

AO PUBLICO
\cm o menor constran-
glmento se entregar o
importe do genero que
nao agradar.
ARMAZEM
ATTENQrO
Os precos da seguate
tabella para todos, po-
dendo asslm servir de ba-
se para o ajuste de contas
con os portadores.
ANTE

RA DA CA11EIA DO IIKCIFE IX. 53.
(Logo passando o arco da Conteifio)
Grande redneeo de precos, equivalente a dez por cento menos o que ouro qualquer
annunciante.
Collegas.Nao posso por mais tempo sustentar o proco da manteiga ingleza a l,ooors. a libra, bem assim o de ontros
Mudos objectos, etc., dando oom isto ocasio a todas as espeluncas acabaran por bom preco a manteiga de tempero, e gritarem em
alta voz, que podem vender -pelo preco que eu vendo!!! Ora, eu offendido rom estas obscuridades e receioso em adoptar o mesmo
systhema que vim encontrar, de so se vender com um por cento a carola, resolv fazer esta grande reduccao de precos, como veris
pela seguinte tabella, pois como sabis ca pelo meu bairro, at a abertura do momoravel armazem de molhados niao Mercantil nao
se sabia de outro preco de manteiga ingleza a nao ser o de l,4oo a l,6oo rs. a libra. Hoje porem, resentidos da reduccao a que
estao obrigados, encarando todos os dias de seus freguezes reclamaeao de precos, e qualidades, vingam-se de um e outro portadores
mal informado deste novo estabeJecimento. pora lhe vender goneros nao proprios de um estabelecimento desta ordem que o sen fim
lo smente obter a concorrencia de seus freguezes.
RIVAL SEM SEGUNDO
Lila do Queimado as. 10 e 58, toja de miudezas
, de Jos de Azevedo Mala e Suva, est contiouaudo
no seu progresso de vender haratissimo :
Capachos grandes e superiores a 'OU rs. cada um.
| Caixas de superiores obreias de cola e ma'-.-a a
40 rs.
Cordao branco para vestido e espartilhe, vara o
ris.
Liabas de carretel (130 jardas) de superior quali-
dade a GO rs.
Cartoes de linha Pedro V (200 jardas) ja muit'
conhecida a 40 rs.
Grozas de pennas de ac de muitas qualidades
superiores a 500 rs.
Caivetes de duas folhas porm finos a 300 i.
Caixas com calungas muio bonitas para rape a
100 rs.
Franja branca e de cores para toalbas a L6G.
Pares de botSes para pualio moito bonito- ;. \li.
Caixas com soldados de chumbo omito di >
120 rs.
Tinteiros de vidro rom superior tinta a 160.
Ditos de barro com superior tinta a 10o rs.
Groza de botes de loor-a pratiados, o meihor, a
160 rs.
Teseuras para costura, o mais superior, a 400 rs.
Ditas para onbas muilo linas a 100 rs.
Escovas para limpar denles muito superiores a
200 rs.
Libras de laa de todas as cores (pesada) a 7$.
Caixas de phosphoros de seguranca a 160.
Ditas de papel amizade pautado e liso a 60G rs.
Ditas com 100 anvelopes muilo superiore; a 800
ris.
Cadcrnos de papel branco e de cores, pequeo, a
20 ris.
Cartas e taboadas para meninos a 80 rs.
Caixas com superiores iscas de acender charutos
a 40 rs.
Carreteis de linha Alexandre (200 jarda>) ae coro
a (0 rs.
Baralhos para voltarete muito finos a 240.
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento, Cartas de alunetes francezes muito linos a 40 rs.
Para bcu de todos.
Senhores e Senhoras o aceio que presidio, aos arranjos deste novo estabelecimento, e mais que Judo apTomptidao e entei- de molhados todos primorosamente "escomidos, por isso
reza com que serao tratados, convida a urna vizita ao mesmo, certos de que sem duvida me darao a proteccao e preferencia na compra
dos gneros que precisarem, e quando nao pocam vir poderlo mandar seus portadores, ainda que estes sejam pouco praticos, pois | resumidos precos, aGancando todo e qualquer genero vendido neste bem conhecido ar-1 Ppetele aguiha com um pequeo toque
sero to bem servidos como seviessem pessoalmente, havendo para com estes toda reeommendarao, afim de que nao vo em oulra parte
apressa-se O proprieario em aleadas de linha frxa para bordar a 20 r^.
offerecer aos seus freguezes e ao publico em gerafa seguinte tabella dos seus gneros e | Pa[^ooc pap:!los de ,ran!a mui, superi
Manteiga ingleza (safra nova) especialmente
esculhida a 8oo rs. a libra, em barril se
faz batimento.
dem franceza a mais nova que tem vindo ao
mercado a 5(5o rs. a libra, e em barril ou
me ios a 5oo rs.
Cha hysson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
IdetB perola o mais superior do mercado a
2,8oors.
dem tanta o meihor que se pode desejar
oeste genero 2,6oo rs.
dem preto homeopatliicoporserde superior
qualidade a 2,ooo rs. a libra.
dem hysson, tanta e perola mais proprio
para negocio o l,6oo, 4,8oo e 2,ooo rs. a
libra, garattfe-se ser muito refu'ar, igual
ao que se vende em oulra parle por 2, ioo
e2,(ioo rs.
Linguiras, chouricas e paios em latas de 8
libras, ermeticamente lacradas a S.6O0 rs.
garaote-se serem superiores aos que vem
em barris.
Chouricas e paios era barris de meia e urna
arroba a 8,ooo rs. e 1,5oo e 6oo rs. a libra.
Queijos flamengos muito frescos chegados
neste ultimo vapor a 2.2oo rs. e do vapor
passado a l,6oo e l,8oo rs.
dem loudrinos os mais superiores que tein
vindo ao mercado a 8oo rs. a libra entei-
ro se faz abalimento.
dem prato muito fresco a 8oo rs. a libra.
dem do Alentejo o que se podo desejar de
fresco e superior a 8oo rs. a libra, a ellos
antes que se acabem.
Ervilhas c favas portuguezas em latasj pre-
paradas a Co rs.
Marmelada imperial dos mais acreditados fa-
bricantes de Lisboa a 6oo rs. a libra.
Prezunlo do reino vindos do casa particular
a 56o rs. a libra, e a 5oo rs. intoiro.
Moni inglesas para fiambre ebegado nesle
vapor 72o rs. a libra.
Cupos lapidados para a gua a >,ooo e 5,ooo a
duzia,
Choculato Granees, suisso e hespanol a Ooo
l.ooo e l,2oo rs. a libra.
Espermacete em caixinbas contend G libras
por 4,ooo rs..garanle-se serem transpa-
rente e de superior qualidade, lambem tem
de 12 por libra propria para carro.
Peixc em posta sovel, corvina, gors. pesca-1
da, snlinao, ostras echernee, vezugo em Bolachinhas inglezas as mais novas do mer-
latas grandes a 8oo e I,ooo rs. cada urna. I cado a 2,8oo rs. a barrica, e 24o rs. a
Vinho Bordeaux das marcas mais acredita-! libra.
das que tem viudo ao nosso mercado a
6,000, 7,ooo e 8,ooo rs. a caixa, garnte-
se ser de qualidade superior, que outro
qoalqoer nao pode vender por esto preco.
Genobra de llollanda a 56o rs. o frasco, e
5,7oo rs. a frasqueira.
dem de laranja vordadeira de Aliona em
frascos grandes al.ooors. o frasco, e
H,noors. a duzia.
dem de llollanda em botijas grandes a
Antonio de Lisboa em latas com 6 libras
por 2,500; ditas doce em latas com o mes- j
mo peso a 2,5oo; ditas imperiaes em latas:
de 3 libras por l,ooo rs.
Ameixas francezas em latas de 1 e meia libra
por i,2oo; ditas em caixinhas de deversos
tamaitos com bonitas estampas na caixa
exteriora l,2oo, l,5oo, e l,8oors.
Azeite doce reOnado Penanol ou do Keropes |
de Lisboa a 85o rs. a garrafa e 95oo a
caixa com urna duzia.
Batatas muito novas a 5o rs. a libra e 2,ooo a
caixa oom 2 arrobas.
Conservas inglezas a 75o rs. o frasco e
8,5oo a duzia.
Vas so uras de escova para esfregar casa a 32o j
Nozes muito novas a 16o rs. a libra
Molbo inglez em garrafa de vidro com
rolia do mesmo a 5oo rs.
Moslarda ingleza dos melhores fabricantes a
8oo rs. o frasco.
Moslarda franceza em potes j preparada
a 4oo rs.
Lentilhas excellenle legume para sopa a 2oo
rs. a libra.
Marrasquino o verdadeiro de Zara em garrafas
grandes a I,ooo rs. e 11 ,ooo a duzia-
Palitos para dentes a 14o e 16o rs. o mago.
Sal refinado em frasco de vidro com rolba do
mesmo a 5oo rs.
Vinho do pipa Porto, Figueira, e Lisboa a32o,> Coi-veja branca epreta das marcas mais a-
4oo c5oo rs. a garrafa, emeanada a 2,5oo, ; creditadas que vem ao moteado a 5,ooo e i
5,500 a duzia e 48o rs. a garrafa.
Sag muilo novo e alvo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca muito nova a2oors. j
Chat utosde todos os fabricantes da Bahiae das'
mais acreditadas marcas condecidas no
nosso mercado a 2,ooo, 2,5oo, 3,000,.
3,5oo e 3,8oo a caixa de loo charutos.
Cognac inglez das melhores marcas a
1,090 rs. a garrafa.
Doce da casca da goiaba em latas de 4 li-1
bras por 2,ooo; dito em caixoes a 6oo rs.
cada um.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a'
libra. i
Velas do carnauba de 6 e 12 por libra a,
32o rs. a libra e lo,ooo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 64o rs. a garrafa
e 4,8oo a cariada.
Banlia de poico refinada a loo rs. a libra
e 36o rs. em barril.
Capil de diversas frutas muito frescas a i
64o rs. a garrafa.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a graza.
Toucinho de Lisboa muilo alio e alvo a i
32o rs. a libra e 8,5oo a arroba.
Ameixas francezas em latas de 3 libras por!
2,ooo. rs.
Cebollas solas a l,4oo o cento ; ditas em
molbos com cento e tantas por 1,2oo rs.
Matle excellente cha para os navegantes a
a 2oo rs. libras.
rs. e em barricas de 4 duzias se faz ahati-
mento.
Caf do Rio a 26o e 28o rs. a libra, e 7.8oo
e 8,5oo rs. a arroba.
dem lavado de primeira qualidade a 3oo rs.
a libra, e 9,ooo rs. a arroba.
dem do Cear de superior qualidade a 24o
e 28o rs. a libra, e 7,8oo a 8,ooo rs. a
arroba.
Arroz do Maranho a loo rs. a libra, e 3,ooo
rs. a arroba.
dem da India muito alvoegraudo a loo rs. a
libra, e 3,ooo rs. a arroba.
dem de Java a 8o rs. a libra, e 2,2oo rs.
a arroba.
Pnico e alpista a 14o rs. a libra, e 4,3oo
rs. a arroba. .
Massa de tomate em latas de 1 e 2 libras a
6oo rs. e d barril muito superior a ooo
rs. a libra.
Aletria, macarro e talharim a 4oo rs. a li-
bra, e D.too rs. a caixa.
dem e lalherim branco a 32o rs. a libra,
estas massas tornam-se recomendaveis as
pessoas doentes por serem propiamente
feitas para osse fim.
Estearinas a 56o rs. a libra, e em caixa com
25 libras a 52o rs.
Vinho do Porto muilo lino excellente qua-
lidade proprio para engarrafar em ancor-
las com > caadas por 4o,ooo rs.
3,ooo c 3,8oo rs.
Vinho branco de Lisboa de excellente quali-
dade a loo o Sfoq rs.a garrafa, emeanada
a 3,ooo e 3,ooo rs.
Vinho branco pata missa em caixa do 1 duzia
a 8,ooo e a 68o rs. a garrafa.
Vinho do Porto das melhores manas, que
vem ao mercado como sejam Lagrimas do
Douro, Duque do Porto, DuqueGeniiino,
D. Luiz L, Madeira secca, Malvazio fino,
Foitoria em caixa de 1 duzia de D.ooo a
1 o,ooo rs. c a Ooo c l,ooo a garrafa.
Vinho Colares o mais superior que tem
viudo ao morcado a 64o rs. a garrafa.
Sardinlias de Nantesem quartos e meias lalas
a 36o c 56o rs. cada una.
Sardiuhas portuguezas em' lalas grandes
. preparadas pelo melhorconserveirode Lis-
boa a 64o rs.
Bolachinha de soda em lalas com diversas
qualidades a l,3oo rs.
Bolo francoz em caixinhas muito proprias
para mimo a 64o rs.
Passas muito novas de carnada a ioo rs. a
libra e 6,ooo rs. a caixa com 28 libras.
Figos de comadre a 2io rs. a libra e
l,8oo rs. a caixa com 8 libras.
Vmondnns de C3sca mole a 32o rs. a libra,
ioo 1 Bolachinhas d'agua em sal da fabrica do Beato
fl|l
i'
ffBftGlkD I POR HENOS l)E 20 4 oO POR CENTO
Salitre refinado, superior qualidade, vinho Bor-
deaux, differentes qualidades, mais barato que em
qualquer parle : no armazem de E. A. Burle &
C, raa da Cruz n. 48.
O
td
o

o
se
tt
H

&
o-
ja
e-t-
O
O
VATIVO
23Largo do Terco23.
Joaquim Simio dos Santos, dono deste armazem de molhados, tem feito nma grande vantagem
-quem seu armazem tem frequentado, liquidou todos os seus gneros maisantigos que tinha nao s I
neste armazem como fra, e tendo feito una grande reforma neste estabelecimento tanto em tamanlio '
como em gneros que mandou vir por sua propria encommenda a maior parte, que os pode vender por,
menos de que qualquer annunciante, para isso se responsabilisa pela superior qualidade.
Attencfto.
Fumo imperial
Cortado igual ao francez muito proprio para ca-
chimbo, em latas de 1 l*ri, quando nao seja me-
Ihor igual ao americano por i i zoo rs., para veri-
ficar a verdade os Srs. fumantes podera-se dirigir
fabrica vapor de cigarros antiga ra dos Quar-
teis de Policia n. 21.
lll)
Vendem-se saceos grandes com milho a 3^500 o
sacco : na roa da Madre de Dos n. 9.
7
Fio de algodo da Baha em saetM de 100
libras.
Tem para vender Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.'
Batatas as mais novas a 15400 a arroba e 50 rs. a
ira.
Toucinho de Lisboa novo a 280 rs. a libra e 8*400
a arroba.
Caf do Rio de primeira e segunda sorte a 280
300 rs. a libra e 8f300 a arroba.
Arroz pilado a 80 e 100 rs. a libra e 2*500 e 2*300
abarrote.
Sardinha de N'antes novas a 320 rs. cada urna.
Sabao massa superior a 180 e 220 rs. a libra.
Passas as mais novas deste genero a 400 rs. a libra
Ameixas francezas com 1 e meia libras a 1*.
Bolachinhas inglezas novas a 240 rs. a libra.
Charutos de diversas marcas e superior qualidade
de lf.200, 1|900, 2*, 3* e 4*.
Phosphoros do gaz groza 2*200.
Velas de espermacete de 3 e por libra a 540 rs. a
libra, e em caixa a 520.
Velas de carnauba a 11* a arroba e 360 a libra.
Sevadinha e sag muito novo a 240, 260 rs. a li-
bra. Garante-se a superior qualidade.
Alm destes gneros ha outros muitos que
er nhav.
Queijos do vapor a 2*800.
Vinho de Figueira, marca JAA, a 500 rs. a gar-
rafa.
Dito /le Lisboa a 400 rs.
Dito de outros paizes a 360 rs.
Dito para negocio a 320 rs. a garrafa e em caada
se faz abatimento.
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 6*000 e 500
rs. o frasco.
dem em botijas de conta a 400 rs.
Azeite doce de Lisboa fino a 600 rs. a garrafa.
Dito de carrapato a 320 rs. a garrafa.
Manteiga franceza a 560 rs. a libra, e 540 em
barril.
Dita ingiera flor a 720, 800 e 900 rs. a libra, e em
barril ha abatimento.
| Massa de tomate em latas de libra a 600 rs. cada
urna.
Conservas Ingieras, franceras e portuguezas a 640
I o frasco,
enfadonho seria menciona-los. Quem duvidar ve-
mazem.
Amendoas confeitadas de 8oo rs. a libra.
Manteiga ingleza perfectamente flor, a 8oo rs,
libra,
dem franceza a 56o rs. a libra, e ooo rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para
cima a 2,7oo,
dem hysson o mais superior que se pode
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima
a 2/Soo rs.
dem menos superior a 2,4oo ede 8 libras
para cima a 2,3oors.
dem pFoprio para negoeio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem doBio em latas de 2, 4,6 e 8 libras
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata,
dem preto o.melhor que se pode desejar
neste genero a 2,8oo rs.
dem menos stiperior a esse que se vende
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra,
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo
rs. a libra,
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 2,Coo.
Queijos chegados no ultimo vapor a 2,6oo rs
dem londrino o mais fresco que se pode
esperar e de excellente marca a 8oo rs. a
libra sendo inteiro, e a 9oo rs. a retalho.
dem prato os melhores e mais frescos do
mercado a 76o rs. n libra sendo intoiro.
Biscoitos om latas de 2 libras das seguintes
marcas : Osborne, Crakntl, Mixed, Victo-
ria, Pec-nic, Fance, Machine eoulras mui-
tas a l,3oo e 1.4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
Batatas novas em caixas de 2 arrobas a y* a
caixa e 6o rs. a libra-
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,ooo rs.
dem inglezas em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs, a barrica e 2io rs. a
libra.
Chocolate portoguez o mais especial que se
pode desejar a 8oo rs. a libra e 14o rs. o
pao.
Cartes com bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vo as procis-
ses a 6oo rs. ctda um.
Papel de botica de excellenle qualidade a
2oo rs. a resma.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em litas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l/ioo e 2,2oo
rs. a lata.
Fruas em calda chegadas ltimamente, pera,
pecego, ginja e outros muijos a 64o rs. a
lata,
dem em caixinhas de 8 libras a 1,8oo, e
24 rs. a libra.
iSozes muito novas a 120 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 8oo rs. a libra,
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.ooo e
1 ,ooo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oars.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho' Lavradio sem a mais pequea
composicSo a 960 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Farinha do Maranho a 240 rs. a libra.
Ricas caixas com figos a l,ooo rs. cada urna.
Ricos livros com figos l.ooo rs.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,ooo a arroba.
Garrafes com 4^/ garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com 4 ['i ditas de venagre a 1,00o rs.o
garrafao.
1 Ti-; ;i
iO rs.
Groza de botoes de madrprola mito uo.; a
Licores francezes e portuguezes das seguin-L 560 rs-.....
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-, Ca%sr ca,xas <*e eelclwtes franecics superiore
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen- Bonots para meninos muito finos a i*500 e 2*.
dua amarga, percicot. de Turin, Botefim,' Macos de prampos superiores e limpos a 10 r
morangos, limo, caf, laranja, cidra, gin-1 Croza de phosphoros do gaz muito novos a 2*^00.
ja, canella, cravo, rlela pimenta a J 000\&JTJSZ^A\Vo\
rs. a dUEta 1,000 rs. a garrafa, garante-se Realejos para entreter menino? a 80 rs.
que OS melhores que temos tidO no mer- Pecas de fita de linho muito boas a 40 rs
cadO# i Pentes de lago muilo bonitos a t*.
tasa* mnitn novas pm onarto* p intpirns i Enfeites de )a?o e lodas as cores a 1*300.
rassas mimo novas em quanos e intetros a Rodas com aItjncles francezesa 2o rs.
2,ooo rs. o quarto, a 8,80o a caixa e 4oo caixas com quatro papis de agullias imperiaes a
rs. a libra. 240 rs.
dem corinthias proprias para podim
1 Pares de sapatos de laa para meninos a 400 rs.
a 900; Sabonetes de familia a 80, 160 c 320.
, Caivetes de duas folhas muito tinos a 320.
Marmeladasjlos mais afamados fabricantes de
Lisboa a 64o rs. a libra.
Erviihas secas muito novas a 16o rs. a libra.
Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
Ervilhas francezas em latas a 6oo rs.
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fazeoda especial.
Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 8oo i
rs. a libra.
Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra.
Caixas de traque n. 1 a 80500 cada urna.
Maesas para sopa macarro, talharim aletria
a 4oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 8,ooo rs. a caixa
e8oors. a garrafa,
dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
garrafa.
Charutos em grande quantidade c de todos os
fabricantes mais a creditados a I,5oo,
2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por ahi se ven
dema 2,ooo e2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8.800 e 9,5oo
rs. a,arroba.
dem de segunda qualidade a 8,000 rs. a ar-
roba e 26o rs. a iibra.
Arroz do Maranho a 12ors. a libra, 3,000 rs.
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,ooo rs. ar-
roba, e 32o rs. a libra.
dem de sebo muito dura ingindo esparmace-
te 36o rs. a libra.
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52e rs.
Papel o.melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
inar se vendeu por 7.ooo rs.
dem amaco pautadoe lisoa 3,ooors. a resma.
dem de peso pautada e liso a 2%5oo rs. a
reama.
Sapatos de tranca para senhora e para liom-ju, os
melhores que tem vindo,. e por preco muito barato:
quem quizer ver, veuha ra do Queimadc ns.
49 c 55, e ver tudo como bom e barato.
i'AKA iOiAS AS MOLESTIAS l0
FI81E1! BfUM

AS
P!
Huas Yegetaes Assiiranulis
De Kemp
Compostas dos tloitf novoa resinoides chai
ios PODOPIIIMKA (' LPTANDRIKA, U lltcil.V
nu uto livres de Mercurio ou outros vencm
mincraes ou metal I icos, s"o ilade nos paizes clidos ein casos de
DISPEPSIA, ENCHAQECA,
Constipando ou Prizao do Ven! re,
PADECffiEHTOS DO HGADO,
Afii.'ccoes Biliosas,
HEMORBIOIDAS, CLICA,
Ictericia,
FEBRE GASTRO-HEPATICA,
?, outras enfermidadei anloga?.
Ellas vao rpidamente substituindo osant". "os
purgantes drsticos.
A venda as boticas de Caors & Barbera,
dem a zul de botica ou fugueteiroa 2,2oo rs. ra da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, ra
a resma. da Madre de Dos,
fdem embrulho de 1,2oo a l,4oo rs. a resma.!
Ameixas francezas em latas de 1 '/j libra a 1
l,2oo e8oors. a libra.
jb mmmmmM
Fabrica Concerno da ^
Baliia.
Audrade & Reg, recebem constanlr-
mente e tem venda no seu armazem n.
34 da ra do Imperador, algodao d'aquel-
la fabrira, proprio para saceos de assu-
car, embalar algodao em pluma etc., etc.,
pelo preco mais razoavel.
m
m
Vndese
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o g
frasco valle-l,ooo rs. tambem temos em ^
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 e i,000 rs. o frasco.
Moslarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Cerveja Tenente verdadeira a 6,800 rs. a
duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo j % t < que ohego
e 6,000 rs. a duzia inteiras. um grande sortlnjento de blco e renda
Vassouras de piassava eom 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a l,ooo
800 rs. o cento.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco.
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza.e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixados em macos grandes
com 2o rs. o macinhos a 42o rs. o masso.
Cominjios muito novos a32ors. jt libra e
lo,ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
na livraria do Sr. Nogueira, junto ao arco de San
to Antonio, Calmet, diccionario, etc. ______
preta de
novo" modelo chamado (guip) o melhor que se
pode desejar neste artigo e que se vende muito ba-
rato : na loja do gallo vigilante ra de Crespo
ESCRAVOS FGIDOS.
O proprietario do grande armaiem Unio e Commercio declara aos seos fregu
zes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a commodidade de todos estipulou
os mesmos precos nos seguintes logare*:

Unito e Commercio ra do Quimado n. 7.
O Verdadeiro Principal ra do Imperador n. 40.
Fbgio na noite de 23 do torrente julho -de
1864 o escravo Jos, preto, crioulo, e 26 anuos,
baixo, corpo regular, beicos grossos e estufados,
orelhas pequeas, e cachaco grosso, pouca barba
porque tem apenas na pona do queixo, levou duas
calcas, urna branca e oulra de castor escuro que
parece preto, de listras, paletot preto, sem camisa,
e com urna carapuca encarnada aa cabeca, a laia
de marujo: quem pegar leve$' ra Oireita n.
54, que ser generosamente recompensado._____
Fugio na tarde do dia 16 do correte um
escravo pardo, de nome Marcos, desembarcado
do hiate Santa Amia, vindo do Aracaty, tendo
de idade 28 annos pouco mais ou menos, e os sig-
naos seguintes : altura regalar, secco do corpo,
pouca barba, cabello crespo, levou camisa e
caiga de algodaosinno de riscado azul e cha-
peo de palha, tendo levado comsigo urna tronxa
com mais roupa, e rendido do urna das veninas;
3uem o appreender queira leva-lo ra da Madre
e Deas n. 38, oa raa do Bram n. 55, qae sera
recompensado.



I

Dlnrlo ** Pernaiubneo LTTERiTD'RA.
0 QUE VftE PELO MUNDO
Urna rarla escripia de Gravenstein Gaceta da
', : refere do segurte-modo a cccupaco da ilha
Usen pelas tropas prussianas.
O corpo do esercAo prusslano, tnmou hontem
da ilha Alsen, depois de ter forjado
. ass :.'. cota perdas relativamente pono eonsi-
, ... Na BnconUavajon-se, segundo as to-
arroacoes que se obliveram, seis regimehto9 de
nf atina, dous esqaadrdes de dragues o algumas
baleras de carapanha, formando um total de uns
10:000 homens, as ordens do general Stein-
ma:u. as baleras eslavara cneoenta peras de
,mi.-.- calibre.
t O corpo pruss'ano destinado a essa operaoo
i hi)| uuha-se d 24 baialhocs de 700 homens termo
medio, de 8 esquadroes. li bateras, sendo lies de
.miliaria a cavado, e 40 pecas raiadas de grosso
.alibrc: de ltcndsburgo Cappcln Schleswig ti-
nnam sido mandados 160 barcos sem quima, e
nelles se repartir; quatro companhias de ponto-
neiros. O commamlante em chele, o general Ilcr-
varlh, linba escolhido para a passagem a posigo
e Siinabeck, ua direego de Satrap. Na noute
, 28, receberam as nossas batera? um reforro de
18 pecas de grosso calibre que de Schnabeok e de
Sundberg, deviam dirigir o seu fogo contra o in-
triucheiranieulo dinamarquez do lado opposlo. As
'ropas estavam concentradas anles da meia noute-
: os soldados completamente preparados.
' A divisao Mansten. composta das brigadas
Roder (lirandelrargueza) e Goeben Welphaliana)
dos rajadores de Brandeburges, do regiment de
- irds de /oten o de 4 bateras, devia ser apri-
it:eira a passar. Devia sor seguida pela divisao
V'inzlngerode, formada das brigadas Schmidt e
Canstein.
c A' 19, as duas boras da manhaa, as barcas
foram laucadas ao rio, e receberam as tropas. O
t^go do nimigo rompen inmediatamente emlodaa
haba d'Arukiel at Roenbaff, e o? foguetes bnlha-
i ni no ar como signa!. As nossas bateras res-
Voiideram s baleras inimlgas, e os nossos sida-
dos, a bordo dos barcos, sustentaran) urna viva
fuzi'aria, principalmente na margem da costa.
A columna de barcos da ala esquerda, que
i.cnduzia o balalho 04, que era a primeira parte.
f)i lambem a primoira que abordou Amhiel; as
outras cinco columnas abordaran) successivamen-
t > As tropas desalojaram o inimigo, depois de
mar. resistencia, dos ntrinoheiramenlos em que se
..chavan), penetrando nos bosques que oeream a
i ->sta, e avancando a direego do sul. As barcas
toHavam varias conduzindo constantemente novas
i ropas.
i Depois construit-se por meio'da 32 pontoes
na passagem para a cavallaria, arlilbaria e am-
i ulancias. Em quanto duraran) estas operagoes, o
inimigo nao deixou de dirigir do reducto de
i- mhaff e do navio couragado lolf Krke, um
violento fogo, mas sem obter grande resultado. As
uossas baleras lizeram dentro em pouco calar as
de Roenbaff.
O /{"'/" Krake, desde que appareccu proxm0
de Arnkiel, soffreu o fogo de bandas inteiras das
nossas 10 pecas raiadas de grosso calibre; com
ludo, vancou para tomar posicao no cstreito. Por
algnns momenios, parecen querer opp6r-se s
r.ossas communieaeoes, mas o fogo das nossas bate-
ras obrigou-o a refugiar-sc no golfo de Augustain-
burgo, d'onde nao tornou a appareccr seno para
SC fazer ao largo. Assegura-se que antes de sabir
de Alsenfjord, ficoo muito damnificado pelas nossas
bateras da cosa, que eontvam 10 pecas raia-
das.
A passagem nao foi interrompida, e levou-se
completamente a effeiio, segunde as disposiooes que
.se tomaram. A's 3 horas c meia, os onze batalhdes
a divisao de Mansten achavam-sc na margem
opposta e avancavam para o sul. Depois de urna
encarnicada resistencia, o general lora >u a posicao
do Kjaer, assim como todas as berdades, fazendas
c alturas situadas do lado do sul. na direego de
Snnderburgo. O inimgo mostrou por toda a parte
a mais viva resistencia.
i fiesta serie da cmbales, a ala esquerda avan-
rva mais para o interior do paiz, o desta maneira
a retirada do inimigo sobre Ulkebull eslava cada
vez mais ameacada. Duas bateras raiadas de 6
seguirn) ao galope a infantaria e tomaram parte
na lata. O general commandanle, que tinha acom-
t anliado as tropas com o seu esUdo-maior, depois
de ter dirigido a passagem, apesar de um vivissi-
ino fogo, deu ordem divisao de Winzingerode,
para avancar com lodas as suas tropas disponiveis
sobre Ulkebull, e para rcpellir o inimigo at
Hoernphaff.
Em (juanlo a brigada do Goeben lomava a dita
altura dos moinhos, prximo de Sonderburgo, e
depois a propria cidade, as brigadas de Schmidt, e
parte das brigadas de Canstein persegniam, sem
attender a grande resistencia, o inimigo em retira-
da, por Ulkebull e Wollerup, at Hoernphaff. Des-
tas duas primeiras localidades lizeram-se avancar
algunas divisos na direego de Kekenis e de
Uro. As columnas principaes e as duas bateras
de 6, alcancaram Hoernphaff.
- Depois de um combate, que durou pouco, fize-
ram-sc sonrieres do resto de um corpo inimigo em
retirada, assim como de urna grande quantidade
de material de guerra. Todos os navios infmfgos
tinham ja abandonado aquella estacao: foram
depois vistos no alto mar. V1ram-se tambem
depois outras divi&oes inimigas sem ordem para a
pennsula de Kekenis. Pelo meio dia, o resto dos
Dinamarquezes abandonavam a ilha de Alsen, diri-
gindo-se para muitos pontos, bordo dos seus
navios de transpone, que eram em grande nu-
mero.
S. A. R. o principe Frederico Carlos assistiu
ao combate na ilha de Alsen. De toda a comiti-
va s ficou ligeramente ferido o conde Haeseler,
capitao do seu estado maior.
expdr os seos sentimentos com azedume. nem oc- O tubo pneumtico consiste esencialmente n'am
cultaram a sua poltica com embustes. I caado ou cyiindro horisoatal fundide, de indeter-
Faziam conhecer os seus principios com fraa-.minada extens5 5 'imitada todava, pelas dfflcul-
queza e cortezia, e convencern) os seus alliados e dai!es da asPiraC5- Esse canudo, de seccao qna-
os seus adversarios de que desejarnos abspluta-1si circu,ar tem Pert0 de um metro ^ dimetro,
mente a conservaeo da paz na Europa qu que-'Na Pa^e inferior, as.enta-se urna vi em que cir-
remos impedir, s for possivel que um'eMado an-' Calam um oa algUU8 Wa?ons' f uja ^^ *&*+,
ligo e respeitavel seja despejado para se conformar I [R e frmfda d^ umf **% P*^lica ver,icai' ^
cm theorias, que na pratica, devom produzir attpa exaclamcDte tubo;..^ ""<> 'car na
humilhacao das proprias potencias- allemas. ** 5UPerfic,e imra^ ^jacuo circular de cin-
... co a dez millimetros separa esta especie de embo-
,'r7 qno os lllt,liiwtenciarosliode:l0(jasuperficinltrnaiesu pprmc Iodo 0 aUrUo
,' franqu.za, (|Ue se a guerra prolon- de um sobr9 mcl. Vma machina^piranto, col-
fcada e envenenada^ tiver de ser a sorte da Europa j0Mda em uma das extremdados ^ tubo, rarifica
no nono, a falta nao se pode imputar aos conse-
llios dos nossos homens de eslado. Quaolo*aos
membros estrangeiros da conferencia, preciso
o ar dianle dos wagons. e attralie-os &>m rapidez
proporcional quantidade de ar extrahida por se-
gundo, ou repelle-os em sentido inverso, applican-
tambem dizer o raesmo. Tem, quanto podem, da- do.lhes a ,-orrente de ar. Assim, com uma s raa
do provas do grande desejo que tem de disculir as
propostas que Ibes rio submettidas, equitativa e
cordealmenle, e provavel que se elles tivcssem o
direito de deliberar e decidir, se nao ttvessera li-
gados per meio de resoluoes anteriormente toma-
dos, o resultado da conferencia fossedifferenlo.do
que foi.
Mas os plenipotenciarios eram apenas delega'
dos que obravam
china fixa, posta na extremidade de um tulu, fnz-
se avancar ou recuar o vehculo existente no in-
terior.
,
Tal em sua jnajs -simples expressao, o tubo
pneumtico. E* fcil suppor, que deve complicar-
se, s augmentaren) as dracsotj.; e so em lagar
de uma.linha de servigo, houver uma rede dolas a
explorar. Por emquanto basta observar, que o
estrictamente, segundo as ios- )r0J9Cl0> nas suas ,)rincp;iQ, dspos5aeSl mode-
(raccoe;. que Ibes eram transimttidas por homens
de estado, cajo partido baviam lomado.
Separam-se com benevolencia o talvez se nao
tenha adquirido nestas conferencias uma elevada
idea da utilidade de sernelhaotes assemblas mas;
os plenipotenciarios allemaes poderao fazer.saber
aos seus governos, segundo as observantes que li-
zeram, que oeohama das classes da sociedade in-
glza inimijra da Allemanha. nem deseja a sua
humilhacao; que smente estamos convencidos de
que a Dinamarca defende direitos, cuja conserva-
rlo importa o bem publico. A conferencia malo-
grou-se. mas os plenipotenciarios desejavam real-
mente, que ella produzisse o seu effeto, e terao
perdido absolutamente o seu lempo se regressarem
aos seus paizos com disposcSes conciliadoras, que
nao podem produzir resaltado algum nas altas po-
sieoes que oceupam.
t O governo de S. M. deve agora decidir qual
a linha de conducta que quer seguir. Como deve
proceder uma grande nacao quando v inuteis os
esforcos que fez para restabelecer a paz eulre os
seus visinhos? Cada uma das partes regeita os
nossos projectos de arbitragem e quer inclinar a
questao para a guerra. A Inglaterra dirige am-
bas inuteis queixas, e em vao se volta para a Fran-
ca e para a Russia, que affectam cen,servar-se in-
diferentes, e assistem nicamente com um senti-
mento de curiosidade a um combate desegual.
uma posicao muito embarazosa para uma
potencia neutra, que vigorosamente se pronunciou
a favor da paz. Ser necessrio que facamos a
guerra e que escolbamos para nosso alliado ama
das duas partes que regeitaram as nossas propos-
tas?
este um negocio que prende a attengao dos
nossos mais experimentados homens de estado.
Qualquer que seja o dever do paiz, todas as clas-
ses ho de cumprir com o seu dever. O govecno
ha de ser apoiado em todas as medidas exigidas
lela honra e interesses da nacao ou pela seguran-
za da Europa. Se todos estes iuleresses nao foram
ameacados com a renovaeao da lucta, se o gover-
no est realmente em estado de demonstrar ao
parlamento, que nos campos de batalha do Scbles-
wig, se traa de grandes interesses inglezes, quer
materiaes, quer moraes, a nacao nao ha de hesitar
diaulc da necessidade de proceder com vigor.
Uma vez resol/idas estas questoes. o parla,
ment dever perguntar seriamente se a poltica
de mediacao seguida at agora, deve ser aban-
donada por uma poltica menos activa. Esta gra-
ve quesliio, cujas consequencias sao to grandes,
deixamo-la por agora ao governo, convencidos co-
mo estamos de que j tempo de deliberar sobre
uma mudanca de poltica nacional, no caso do ga-
binete a propr sob a sua responsabilidade.
l'm jornal de Copenhague publica o se-
guate :
Recebemos da Jutlandia noticias pouco tran-
quillisa loras a respeito das intencoes do in>mgo.
Diz-se que os ofciaes prussianos teem por to-
da a parte a mesma linguagem, e os factos nao
deixam infelizmente de confirmar a exactidao das
suas advertencias. Nas suas conversacoes, sao to-
dos unnimes em repetir,- que, se a guerra reco-
niecar, teem ordem de a fazer com tal rigor, que
nao deixc cousa alguma a desejar s scenas de pi-
Ihagem c- devastaeao de que aquella provincia, j
to experimentada, tem al agora sido tbealro.
Trata-se nada menos do que arrebatar gados,
cavallos e todas as propredades movis; destruir
. lado pelo sjttema. inglez ; e que. se soffre apeffei-
goamento nos pormenores, nao carece de modca-
co no seu principio.
Nao ha, pois, a receiar as aberrar/oes e as tenta-
tivas inseparaveis de qualquer invencao, ainda a
mais pratica e exeellente. Trata-se de introduzir
j em Franca um meio de transporte conhecido, ex-
perimentado, consagrado por varios annos de ex-
periencia, e que se afflgara como a solluco de um
problema mais urgente a resolver em Pars do que
foi em Londres.
O que novo entre os Francezes, por antigo que
seja do outrolado doestreito, sempre experimen-
ta certa difflculdade em triumpharda indifferenca i
publica.
Em Franca, onde to prompto s vezes o en-
tusiasmo, a acclfmatacao de algumas descuberlas
e em extremo laboriosa, e se a imprensa as nao
auxiliasse, frequeniemente as mais felizes concep-
tes nao passariam de letra morta.
O transporte pneumtico nao nasceu predestina-
do, era como que estrambtico, foi julgado inexe-
quivel, porque tinha contra si o proprio excesso
da sua simplicidade. O engao j findou para os
homens technicos; dura todava no publico ; por
isso entendemos opportuno aggredi-lo e desvan-
celo.
O projecto snbmeltido na actualidade ao exame
dos engenheiros da cidade, consiste em operar sub-
terrneamente por uma rede de tobos pneum-
ticos, os diversos transportes, que oonvm remo-
ver das ras, por meio da seguint combinacao.
Uma estacan central seria installada no subter-
rneo do novo edificio do correio, que se, construi-
r entre a praca das Victorias e a ra do Louvre
prolongada. Dessa estacao irradiar uma serie de
tubos para as estacoes dos caminhos de ferro, e
para as estacoes secundarias dos correios. Uma
machina aspirante e compremente, colloca-'a no
centro do systema, c outras machinas auxiliares
menos importantes, situadas nos pontos de bifur-
| cacao dos tubos, imprimiran) movimento nos trens
de wagens, destinados ao transporte de mercado-
ras.
Os tubos seriam postos alguns metro3 abaixo do
terreno das oleadas. Um estudo especial prova,
que nessa profundldade podem tomar quaesquer
direcedes, sem prejudicar os tubos da limpeza, ou
as canalisacoes da agua e do gaz.
O servico compor-se-hia : do movimento das
cartas e encommendas das estagoes dos caminhos
de ferro para o correio, deste para as estacoes pos-
taos secundarias, e vice-rersa. Do transporte de
gneros alimenticios das estacoes paraos differen-
tcs mercados da capital.
Poderia comprehender outrosim, por mel de
combinacoes parlculares : carretagem dos ca-
minhos de ferro,,e os transportes, da empreza re-
cem-creada, que se denomina correio dos pacotes.'
O interesse geral, o nico qae temos em vista,!
encontrara satisfacao na fusao de todos estes ele- i
memos; mas para que o accordo vigore, cumpre'
que os diversos elementos enconlrcm egualmente
vantagens no projecto, o o que vamos discri-
minar.
A administracao dos correios paga 400:000 onI
SOO'000 francos annuaes pelo movimento das suas|
correspondencias em Pars (fallemos dos vehculos,!
e nao nos entregadores.) Ora, 300:000 francos re-1
presentara o juro de 10 milhoes, isto o custo de i
as cearas, promover o incendio nas cidades e al- locla a rede de tubas pneumticos.
V
L-sc no Times o seguinle :
Os patriotas da conferencia nao de fazer co-
nhecer nao s que os esforcos empregados pelos
representantes britaonicos a favor da paz teem si-
do constantes e activos, mas tambem a maneira
porque os membros dos governos estrangeiros,
mesmo aquelles que mais se teem opposto s nos-
sas ideas, teem reconhecido e apreciado a boa f e
orbanidade do nosso governo. Qualquer que seja
o resultado dessas negociacoes, ninguem nos ac-
cusara de astucia on de falta de cortezia. Os nos-
sos representantes nao se deixaram arrastar para
deas; em breve se renovaro todos os horrores
das hordas barbaras. O nome aborrecido do ge-
neral Vogel de Talkienstein uma garanta segu-
ra da maneira barbara por que as suas ordens hao
de ser cumprdas. E nao se julgue que isto di-
to para nos assuslar.
Os officiaes, que nao sao estranhos a todo o
senlimento de humanidad?, sao os proprios que
aconselham aos habitantes a qne aproveitem o
praso que ainda Ihcs resta at que termine a sus-
penso d'armas, para mandaren) suas mulheres e
filhos para as ilhas, pondo-os em lugar de sega-
ranga, com todes os seus objectos mais precioses.
i Os que se destinara destruigo das cearas,
esto divididos por todos os regimentos, e j se
tem feito todos os preparativos para que o inaudito
processo seja levado a effeito logo depois do dia 20
de junho. O povo sabe-o e encara com terror a
assustadora perspectiva que o ameaca; mas est
inabalavel no seu patriotismo, e todos os das man-
da ao governo mensagens em que declara que est
prompto a soffrer tudo mas que nao quer ver con-
cluir a paz de maneira que possa comprometter a
independencia e liberdade do paiz. >
_____
Os transportes pnenma ticos.
No artigo precedente mostramos a absoluta ne-
cessidade de supprimir parte da circulacao dos ve-
hculos de mercaduras em Pars.
A diminuigo nteressa tanto s (mangas da mu-
nicipaldade, como conservagao das calgadas e a
seguranza publica. Doexame dos diversos meios
para attingr o flm proposto, deprehende-se a pre-
ferencia devida ao systema pneumtico, caja ap-
plicaco na cidade de Londres annulla todas as
duvidas, e responde a todas as objecgSes. Resta
descrever, em poucas palavras, sera auxilio das
estampas, os apparelhos existentes na metropble
britnica, e o modo porque podem estabelecer-se
na capital da Fringa.
O forneci ment dos mercados faz-se (por exem-1
po o leite, o peixe fresco, etc.) pela carretagem ,
dos caminhos de ferro; supponhamos que este!
transporte se far pelo tubo pneumtico ou pelas!
carrocas dos hortelos que vem quotdianamente i
das cercanas da capital. Todos conhecem, quanto
OS bairros dos mercados solTrem pela accumulago:
de carrocas, que desde a alta noute at a madru- i
gada atroam os moradores das respectivas ras
com infernal estrondo. Ainda que a circulacao
subterrnea s livesse por effeto livrar a cdadc'de I
semelhante lagelio, elle bastara para grangearde-1
cidido favor.
E' certo que o habito dos hortelos dos arrebal-
des, que trazem elles proprios a fructa e os legu-
mes aos mercaao acha-se inveterado, e tenaz
como todas as rotnas. Todava as facilidades re-
sultantes do transporte pneumtico hao de remover
lentamente, porm com eficacia definitiva, esse res-
to de barbarla.
As companhias de caminhos de ferro nao encon-
trarao menor vaniagem em utilisar a rede pneu-
mtica. Tero em primeiro lugar o ensejo de rea-
lisar a fuso, to necessarm para o publico e para
as emprezas, da sua carrelagem na capital, desem-
baragando-se dessa parte to complicada e tao one-
rosa da sua explorago. Bastar a suppresso dos
armazens de deposito, e do seu peasoal para segu-
rar uma economa superior a quota que a cada
uma deltas cabera nas despezas do transporte pneu-
mtico.
E' pelas indicadas vantagens, que a companhia
denominada Factage'parisin poder lucrar com
as operagoes de traosporte de que pretende incura-
J)ir-se.
Os lucros que os particulares tirariam do pro-
jecto ocioso referi-los. Sao demasiado obvios
para que caregam de demoastraco.
A cidade obteria sensvel allivto no attrito das
calgadas e notavel desaccumulaco nas ras pela
suppresso dos vehculos de correio. das carro-,
Cas dos mercados, e da carretagem dos caminhos do
ferro.
O governo-feria malor rapidez, e mais regulari-
dade na recepgao e.distribuicao dos seus odelos e
despachos; e tambem nao Ihe deve ser indiferen-
te a dimiouicSo do attrito das ras, sendo algumas
das mais importantes classificadas como estradas
imperiaes, e por isso a cargo do ministerio, das
obras publica*.
O publico lucrara, enlretanto, mais do que go-
verno, municipio, emprezas e mercados. E' elle
que mais soffre com a accumalagao das ras, com
a deleriorago das calgadas. Ou se v de sege, ou
a p, a lama ou o p do macadam, ou as pedras
solas das calgadas, tornam-se verdadeira calami-
dade.
E" tambem elle que se queixa quando as cartas
experimentara demora na entrega, ou quando as
mercaduras dirigidas ao domicilio pelo caminho
de ferro, nao chegam a lempo., E' ainda elle, que
ha de apreciar nao ter de procurar na cidade a es-
tago das messagerias, pertencente ao caminho de
ferro, pelo qual preleuda fozer urna remessa. O
publico ha de l'olgar sobretudo, quando houver-um
estabeleciment em cada bairro, onde se depositan)
as eucommeodas para todos os caminhos de ferro.
Em lugar de dous ou tres pontos poder dispor de
mais de cera.
O que fica exposto refere-sc a applicacoes cenas
e infallveis. Poder-se-hia ir mais longe, e provo-
que um estudo reflectido do assumpto permute a
applicaco provavel do systema pneumtico ao
transporte dos individuos. J se trata disso em
Inglaterra; e bastantes pessoas teem feito no tubo
de Londres excursoes, que s offerecem o incom-
modo da exiguidade do vehculo. O proprio prin-
cipe Napoleo, na poca da ultima exposieao uni-
versal, nao te ve duvidaem doixar-sc aspirar n'uma
extenso de quinbentos a seis ceios metros, aga-
chado n'um wagoosinho de menos de um metro de
capacidade.
Por conseguinte a empreza material possivel,
vantajosa para todos. Os elementos acham-se dis-
postos, o successo technico incontestavel. S Ihe
falta o impulso decisivo. Quem dar esse impulso?
O governo ou urna empreza particular? Ignorase
por emquanto; mas para que tenha bom resultado,
cumpre qae seja apoiada por todos qnelles que
della hao de tirar proveilo. Os interesses sao ml-
tiplos, importa que o esfored seja-collectivo.
Or^a-se em doze milh5es de francos o capital ne-
cessrio para a conslrucco e funccionamenio do
systema, na hypolhese de serem contemplados os
transportes cima indicados. Os doze milhSes hao
de apparecer sem duvida no dia em que forem
chamados pela idea grande e fecunda, que hao de
realisar. Mas os milhoes nao constituem de per si
a solidez de uma empreza desta ordem. Carece
alm da base tangivel, do apoio moral. Esse apoio
deve ser dado pelo estado, pelo municipio, pelas
companhias de vas frreas, pelo publico, que sabe
por mil meios sensiveis manifestar a sua sympathia
ou a sua averso
Nao uma especula-gao vulgar c particular. E
uma empreza, cujos resultados aproveitam a todas
as classes da sociedade. Nao deixar de provocar
a attenco dos homens technicos, e do publico em
geral.
Gragas aos esforcos dos jornaes, brevemente pas-
sarera Franca dos dominios da iheoria para o cam-
po da realidade.
(Presse.)
A ILHA DE CRETA.
Recordaos dt viagem.
n
Os habitantes : Turcos, Gregos e Sfakiolas.A ilha
depois da guerra da independencia.
I
Um dos commissaros de 1580 admirou muito o
carcter e atlitude dos Sfakiotas. Diz elle :
E' uma populagao mais corajosa do que a do
resto da lha. O que Ihe d essa superioridade
lm do seu temperamento c da natureza da ierra
em que habita, a conviecs de que descende dos
Romanos. Tudo isso "inspira aos seus actos um
nao sc que de generoso que nao se enconlra nos
oulros Cretense. A principio, os Sfakiotas nao se
submetteram como os outros sus concidados ao
jugo dos cavalheiros de Veneza ; ou fosse porque
a sua selvagetn bravura intimidasse os conquista-
dores, ou porque a esterilidade da torra os all'as-
tasse d'ali, o que ceno e que elles nao cahiram
nunca nas maos dessa classe de senhores, to exe-
crados em todo o ducado... Na verdade, se o ter-
ritorio de Sfakia nao fosse lodo povoado de fami-
lias gelosas da insolente gloria de desobedecer, e
se os Sfakiotas nao (tasen) to desunidos entre si,
seria muito diflicil conte-los. >
Os Sfakolas, a despeilo das rixas que multas
vezes tinham^oni os Venezianos, tendo pouco a re-
ceiar ao dominio estrangeiro, parece que nunca se
uniram aos outros indgenas para chamaren) os
Tarcos, antes pelo contrario, resistiram quanto pu-
derara conquista mulsumana.
Nos primeiros annos da guerra da Canda, os
Sfakiotas deram a conhecer aos Turcos o seu va-
lor, apezar da offerla que estes Ihes faziam de con-
eeder-lheso livre exercicio da sua religio chris-
ta e de suslentarem as suas immunidadesno caso
de consentirem em servir contra os Venezianos. Os
chefes Sfakiotas Zymbi, Ralsamo e Clamo, distin-
guram-seora diversos conflictos. Depois do de-
finitivo triumpho do crescente, os Sfakiotas foram
ainda mais respeitados. Durante um seculo, os
governadores nao exigram delles outro. tributo
seno uma certa quantidade de gelo que elles de-
viam, todos os annos, trazer das suas montanhas a
Megalo-Kastro, a Retymo e a Khania, para uso dos
pachas e de suas casas. Considerava-se a Sfakia
como fazendo parte do apanagio da sultana favo-
rita, ou sultana rne, a quem os habitantes desse
dstricto mandavam todos os annos alguns presen-
tes. .Contentavam-se com esse signal de sujeico,
e nao reclamavam dos Sfakiotas o imposto chama-
do haratch, ou capitago, que pagavam todos os
outros ralas da ilha ; elles poderiam nao estar por
isso e responder exigencia com alguns tiros de
espingarda.
O que entretinha nos Sfakiotas hbitos bellico-
sos, o que impedia que as suas armas se enferru-
jassem em quanto estavam em paz com os Turcos,
eram os odios hereditarios que entre elles separa-
vam as familias e as aldeas, eram as guerras civi*
que multas vezes devastavam esses valles. Como
a raaior parle dos Montanhezes, como as Mainotas
e os Montanegr'nos, os Sfakiotas levavam ao ultimo
ponto a superstigo e o phanatismo da vendetta. O
relatorio de um dos commissaros venezianos, Fos-
carini, menciona entre elles um oso que existe na
Corsega : se um homem era morto pelo seu inimi-
go, o seu prente mais prximo jurava nao mudar
de roupa, nao se separar da camisa ensanguentada
do morto, em quanto nao vingasse essa morte, ma-
tando o assassino on algaem de sua familia. Mu-
tas vezes, s no fim de cincoenta ousessenta annos
qne se pagava essa divida de vinganga. Poneos
homens na Sfakia morram de morte natural, di-
zem ainda os velhos, t taes eram os nossos costu-
mes accrescentam elles com secreta saudade da
antiga energa.
As lulas que se travavam pelo mais ftil pretex-
to faziam desembainhar as facas c tirar do cinto as
instlas; se aquella que snccumbla tinha maitos
parentes, o assassino s tinha o recurso de fugir
da ilha, e era o que quasi sempre aconteca. A
familia da victima diriga-se logo casa do assassi-
no, quemava-a e apoderava-se de todos os seus
bens. O canto de Anopolis era dividido em dous
grupos inimigos, frenle dos qoaes achavam-se as
duas aldeas de fiyro e Kampi, que seenviavam ba-
las mutuamente.
Do mesmo modo a gente de Kallikrati e de As.
kifo eslava sempre era guerra com os de Nipros e
de Asfenlo. Quando um Sfakiota nao tinha occa-
so de exercilar as suas armaseni brgas de fami-
lia ou de viziuhos, fazia alguma expedigonoclur'na
aos campos mais prximos dos Monles-Urancos, ia
roubar mulheres, dinheiro ou rebanbos. Para lr
vrarein-se desses assallos, muitas vezes os chris-
taos ou mahometanos das planiceis celebravam uma
especie de tratado com os mais temiveis chefes
sfakiotas ; davam-llies como penlior de seguranga
contra os roubos, um carneiro por cada dezena dos
que compunhara o rebanho, e, uma vez pago esse
tributo, o pnprio sfakioia incumbia-se develar so-
bre os bens daqueiles que com orgulhb elle deno-
minava seus vassallos, seus ratat; era cruelmente
castigado todo aquello que se atravesse a roubar
um cordeiro.
Infelizmente para os sfakielas, que nunca se
sentirn) tao aguerridos e tao orgulhosos como no
decurso do seculo passado, foram induzidosa en-
volver-so na malfadada insurreico de 1770.
Essa empreza, provocada pela ambicio da im-
peratriz Catharina, pomposamente anonadada no
Occidente e esplndidamente comegada, nao devia
der era resultado, gragas estupida presurapgo
de Alexis Orlof, seno humilhantes derrotas e uma
lainentavel effusao do sangue cajistas.
A revolta foi decidida e guiada na ilha de Creta
por um celebre mestre Joo (das Kalos Junnis),
cujo norae e lembranca ainda se conservan) n'um
canto popular que eu escrevi mesmo em Sfakia,
por euvi-lo s mulheres velhas.
Mestre Joo devia sem duvida o titulo que Ihe d
a tradico a alguma superioridade intellectual que
tinha adquerido nao sei ondo ; talvez na sua moci-
dade tvesse viajado f ora da ilha.
(Continuar-se-ha).
DI POLCO DE TL'DO.
Sobre o Evangelho de S. Matheos cap. II Fugi
dos falsos prophetas que viram a vos com vesti-
mentas de ovelhas, escreve a Cruz o seguint :
Assim falla, e aconselha o Evangelho, irmos
meus, que uevemos estar alerta para nao serraos
engauados pelos falsos prophelas que appareceram
vestidos de ovelhas, e que por dentro sao lobos
roubadores.
Pelos seus tractos os conheceremos, e bem como
a ma arvore nao pode dar bons fructos, da mesma
sorle elles nao poderao nos guiar para o bom ca-
minho.
Nao aquello, que disser, Senhor, Senhor, que
entrar no reino dos ctis; mas sim aquelle que
fizer a vontade do Pac que esta no cu.
E os falsos prophetas pregando a mentira, nos
apartaroda verdade, e nos lancaro no abysmo da
ceguelra.
Elles esto enire nos, nao dormem, velara como
demonios, e arteramente fallam aqu e acola para
formaren) a sua milicia infernal.
Aao cessam de iraprnnirem os seus folhetos ei-
vados de mentiras, cheios de textos truncados, de
palavras moras, de conselhos perigosos; e espa-
lliam por todos os lados victimas desgranadas, que
abandonaran) seus meios de vida para serem ira-
portadores de Biblias falsas.
Arrancan) pouco a pouco aseiva dos bons senti-
mentos, e depois de fazerem montos de cadve-
res, os entregara condemnago cierna.
Fugi desses prophelas, que tem o niel nos labios
e o fel no corago: fugi, par que jogam com a men-
tira, fallara com a perdico e moram na confuso.
Viide que a sua guerra feta smenle a Jess
Christoelles nao se importara que apparecam
jadeas, musulmanes e toda a casta de sedas con-
trarias verdadeo que elles nao querem sao ca-
tholcos romanos, filhos dessa egreja formada por
Jess Christo na pessoa de Pedro, e deste na de
seus successores : o que elles nao querem que o
Evangelho seja explicado conforme o espirito da-
quelle que est no cu, por que desmascara as ma-
nifestas conlradices a que elles se prop'^em, e que
por tantas vezes tem sido desmentidos.
Fugi desses homens que s tem por fim revoltar
os espiriios, e acabar com tudo : e nos que somos
educados nessa religio pura e elevada no sangue
do Filho do Homem tratemos de observar as suas
mximas, de ouvir os seus inandmeulos.
Xo abandonemos os conselhos que nossos paes
nos deixaram ; observemos restrictamente todos
esses primores, como um thesouro da mais santa
verdade.
Lancemos porm um olhai de compaixo para
esses infelizes que se deixam cegar pelas propos-
coes blasphemas e impas desses aientureiros e
meslres sem missao, que contra as les do imperio
derramam suas doutrinas.
do Sr. Domingos Ferreira Vaz Telles esta
poesa :
LOl'VOItES DES.
Catlit trra enarrant golriam Dei!
PSALM.
Que diz a Horraba brotando entre as rochas
E abrindo mimosa da calma ao ardor ?
Que diz a rolmha gemendo na selva
Saudosos suspiros de goso ou de dr ?
Que diz a fontnha que d'entre os fraguedos
To branda, to doce se v deslizar ?
Que diz o murmurio da aragem fagueira
Que passa de noute nas praias do mar?
Que dizem as vagas altivas bratnindo
De encontr aos rochedos com lgubre som '
Que diz a tormenta rugiodo no espago ?,
Que diz o medonho roncar do trovo ?
Que diz a estrellinha brilhando nas trovas ?
Que dizem os raios ardentes do sol ?
Que diz alta noute, trinando sosinho
No centro dos bosques, gentil rouxinol ?
Que diz meiga la sulcando de nuvens
I Um mar procelloso ?Que diz o chorar
De rneigo innocente, que luz vem do da ;
Que a dr desconhece de intenso penar r!
Que diz a ovelhinha bailando no prado ?
Que diz a natura nos cnticos seus ?
Que b. dentro d'alma celesta harmona ? !
Que diz tudo sto?-S"o hymnos Deus!! !
L-sc no Cummercio do Porto o que segu :
Era Dublin teve kigar um meeting para se pro-
jectar uma g, ande demonstrago por occasio da
chegada dos restos mortaes de O'Brien aquella ci-
dade, porm, os filhos deste, n'uma carta dirigida
ao lord-maire, pediram com instancia que os fune-
raesde seu pae nao fossem-objecto de neuhuma
manifestagao publica.
William Smith O'Brien, descendente dos Bren
Boroihme e dos Murrogu O'Brien, antigos res da
Irlanda, foi membro da cmara dos communs por
Ennes era 18G e depois por Limenck em 183o
1848.
Apezar das suas conviegoes protestantes e da
sua origem aristocrtica, susintou o partido de
O'Connell, mas mas vendo os fracos resultados da
elocuencia do grande Irlandez, formn com MM'.
Duffy (agora ministro na Australia), Meaghor, Mit-
chell... a Associago da Joven Irlanda, cujos orgaos
principaes eram a AlWtm e United Irishman, que
pediam a aegao armada para separar a Irlanda da
Inglaterra.
Mr. O'Brien, tendo ido em 1848 Paris, onde-
nao obteve do governo provisorio seno palavra>
de sympathia, voltou Irlanda, onde, mais arras-
lado que convencido, tentou revoltar os campone-
zos de Oeste.
Sendo obrigado a fugir, foi preso em Thurles
o de agosto de 1848.
Sendo condemnado a morte, foi-lhe commutada
a pena na de degredo para as Bermudas, onde, sob
sua palavra, gozava de uma liberdade relativa, de
que nao quiz aproveitar-se para acompanhar M.
Mitcbell na suaevasao.
Amnistiado, sm o pedir, em 1836, voltou Ir-
landa, onde viveu retirado, mas fiel aos seus prin-
cipies.
Quando um decreto real deu a seus irmos e ir-
mas a caihegoria de filhos de baro, recusou elle
ser emprehendido nesta concesso, cujo valor apre-
cia quem conhece a importancia da classe aristo-
crtica da Inglaterra.
O Israelita Samama, mais conhecido pelo nome
de Caid Nissim, que era um dos ministros do bey
de Tunis, chegou fugido,| Genova e de l partiu
para a Franca com sua mulher e urna numerosa
comitiva.
Esta ministro, que, como tal se tornou muito ri-
co, teve, na sua partida de Tunes, a precaueao do
se muoir com certficados.approvativos e uma qui-
taco passada pelo bey.
Nao tardar que o famoso kasnadar, causa prin-
cipal da revoluco, siga o exemplo e o caminho do
seu previdente cellega.

Neste vero, ha dous mezes, sahiu do Archan-
gelsk o navio Sovaya-Zemia, carregado de fari-
nha, com destino para Kera.
No mez de agosto, alguns navios e o vapor che-
gado de Solovetz, deciararam que viram no alto
mar um navio virado com a quilha para cima.
Para salvar esle navio foi contratado o Sr. Sch-
warnnberg, capitao do vapor Podug, russo e da
forra de 00 cavallos.
O dito vapor sahiu do porto d'Archangelsk levan-
do reboque uma barcaca, e nao tardou a encon-
trar o navio virado.
Depois de o amarrar, rebocou-o, na distancia de
70 milbas, at aehar fundo de 20 bragas, onde re-
solvern) endireitar o navio.
Para este (m pregaran) de um lado da quilha
cavilhas cora arganeos, pelos quaes fizeram passar
uns cabos ao lado opposto ao vapor, que singindo
o navio, foram amarrados ao dito vapor, o qual es-
lava com a popa para o costado do navio. Uns ou-
tros cabos foram passados para a barcaga, a qual
ficou parellela ao navio.
O vapor principiou a andar, e o navio indreiiou-
se, lendo flcado smente no tombadilho 3 1|2 ps
d'agua, de maneira que nada mais se pode fazer
no mar alto.
Como nao era fcil de trazer o navio ao reboque,
o qual nao se governava com leve, prenderara-no
barcaca com pranchas grossas, e desta maneira
foi que o tronxeram, na distancia de 70 leguas,
tendo percorrdo os sitios mais perigosos do mar
Branco, at cidade de Kem, onde foi encalbado
no tempo das aguas vivas, depois esgotado, e posto
em estado de navegar.
Da Semana W(is TKNTATIVA DE 'E1UC1DIO.
Malvado espadachn) Foste-me crista.
Os craos do pescogo me arranhastes I
O papo gordo quasi me varaste
Com furia de Satn inda nao vista.
E' de mais Pode ser que eu nao resista
Ao perucidio, que feroz tentaste,
Com o qual de urna vez anniquilaste
A micha autoridade tao bem quista...
Mas... que idea feliz agora lembro !...
Vou j pedir para ser desaffrontadoj
A' algum da cam'r respeitavel membro.
floja mesmo tem de ficar votado,
Na reforma ua lei Tres de Dezembro,
O castigo de morte ao attentado.
A Narao narra o que segu :
No orcaraento da India Ingleza de 1802-180:: sir
Charles Trevelyan avaha o rendimento annual que
produz o opio em rs. 33,100,000,000.
Por esta cifra extraordinaria pede fazer-se ida
nao do uso, mas do abuso qae al i se faz desta subs-
tancia.
V
Prximo de Newburn, houve no da 27 de maio
uma exploso de machinas infernaes.
O trem que parte daquella cidade s tres hora?,
fra buscar quatro daquellas machiuas que servi-
rn para bloquear o Nensa do lado de Kingston.
Um choque fez com que o fulminante de uma
dellas rebentasse, e seguiu-se uma detonago se-
melhante descarga de mil canhoes ao mesmo
tempo 1 %
Os soldados que se achavam no trem voaram
pelo ar, encontrndose membros calcinados dis-
tancia de uma railha I
Quarenta homens morrerain logo, e ignora-so o
numero de ftidos.
PERNAMBUCO.-TYP. DE M. F. DE F. & FILHO



ILEGVELl


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E1DWEJWJP_66QQGR INGEST_TIME 2013-08-27T22:09:32Z PACKAGE AA00011611_10432
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES