Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10406


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Full Text
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J
MU XI. ffDMEEO 150.
Per tres Mezes adiautados i>$000
Por tres mezes vencidos 6SUU
Porte ao comi por tres mezes. 3750
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y >

EKCARREGADO DA SUBSCRIPCAO NO NORTE
parahyba, o Sr. Antonio Aleandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr.A.deLemos Braga; Gear, o Sr. J. Jos'd*
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro'
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
1NCARREGADOS DA SUBSCRPCAO NO SUL-
Alagas, o Sr. Claudino Falcao Das; Babia, o
rr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
riera Martins i Gasparino.
PARTIDA DOS E3TAFETAS.
OUnda, Cabo e Escada todos os das.
Ignarassn', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravad, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tergas feiras.
Pao a'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exn' as quartas feiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao '/i dia.
HPHEMERIDES DO MEZ DE JULHO.
3 La nova as 10 h., 5 m. e 13 s. da m.
12 Quarto cresc. a 1 b., 26 ni. e 14 s. da ni.
19 La cheia as 4 h., 15 m. e 14 s. da m.
25 Quarto ming. as 6 b., 26 m. e 8 s. da t.
PRBAMAR DE HOJK.
Primeira as 2 horas e 6 minutos da tarde.
Segunda as 2 horas e 30 minutos da manha.
SEGUNDA FEIRA 4 DE JULHO DE 1864.
i i
Por amo adiantado. .... f9|00O
Porte ao eorreio por om anuo 3$000
partida los vapores costkiro.
Para o sui at Alagas a B e 25; p.- o norte at
a Granja 7 22 de cada inez; para Fernando dos
dias 1* dos mezes dejan, marc., maio, iui, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos's 6 Vi. ?> 7 Vi, 8 e
g i/, da m.; de 01 inda as 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6'/ da m.; do Caxaug e Vrzea s 7
da m.i de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : para o Api pucos s 3 Vi, *, 'A, Vi,
5, B Vj. Vi e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manha e 4 >/t da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 V da tarde; para
Bemficas4datarde.
AUDIENCIA DO i TRIBUNAKS DA CAPITAL
Iribunal docommurcio: segundas e quintas,
slacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Ftazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do coinmercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Irimeira vara do civel : tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde
DAS DA SEMANA.
I. Segunda. S. Isabel rainha de Portugal viur.
8. Terga. S. Philomena v.; S. Trillna m.
6. Quarta. S. Domingas v. m.; S. Isaas prof.
7. Quinta. S. Pulcheria v. imperatriz.
8. Sexia. S. Procopio e Pnscilla idid.
!t. Sabbado. Ss. Cyrillee Bricio bb.
10. Domingo. S. Silvano m.: S. Bianor b.
(
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos propretarios Manoel Figueiroa de
Fari k Filho.
PARTE OFFIGIAL
G0YERK0 DA PROVINCIA.
Contiuuacao do expediente do dia 28 de junho
de 1864.
Offlcio ao inspector do arsenal de marinha.Pode
V. S. comprar pelos oreos indicados na proposta
-02 de 27
de>icu-
effeitos produzidos pelo rompimento do isihino de modo Reg Pacheco.Fizeram-se as necessarias ] reir se leen portado nos actos do primeiro anno
' Oliuda pelo mar, e o melhoramento e obras de que commuucagSes. jurdico,
necesita o porto dcsta cidade haja V. S. de pres-1 Dita.-O presidente da provincia resolve comear No da scgulnte reuniram-se em claustro pleno
tai para desempenho de semelhanle commissao to- a Manoel Gaetano Espindola professor publico de os professores da universidad?, para tomarem co-
dos os auxilios e meios de transporte que esse offl- instrungao elementar da cadeira do Gymnasio Pro- \ nhecimento do brutal attentado, que se commelten
cial requisitar-lhe. Officiou-se ao director das vincial, creada pelo Io do art. 19 da lei provin-: em offensa da propriedadeje vida dos Drs. Sacatlu-
obras militares para mandar apresentar a esse cial n. 598 de 13 de maio do corrente anno.Fize- ra e Dias Ferreira.
capito tenente para coadjuva-lo no desempenho ram as necessar ias communicagees. O claustro resolveu por uuanimidade suspender
de sua commissao o 2o tenente de engenheiros Jos I Dita. -0 presidente da provincia attendendo ao todos os trabalhos acadmicos, at o governo dar
Tiburcio Pereira de Magalhes. ; que requereu o Dr. Augusto Carneiro Monteiro da as necessarias providencias parase restabelecer
Ditoao mesmo.Mande V. S. alistar na compa- Silva Santos e tendo em vista a inormacao do di- nainella cidade o imperio da erdem, e assim se
que me apresentou, com o sen OD^_c'0_n_J0?_d_^,, nhiade"apredzes marinheiros se estiverem as rector geral interino da instruccao publica datada eviiar que os professores possam ser. victimas da
condicoes do respectivo regulamento os menores de 9 do corrente sob n. 106, resolve, de conformi-' justiga, >mm que julgam os estud;
ra, queouere J iuvencj0 c Antonio, que lhe serao apresentados dade com os arls. 33 e 34 da lei provincial n. 498; Esperava-se que se fechasse a universidad por
do corrente, s 14 cavernas e pao curvo uewcu- ^mjIgesrdo respectivo regulamento os menores de 9 do corrente sob n. 106, resplve, de conformi- justiga, >mm que julgam os estudantes.
que offerece Jos Antonio de Lampos, visto juvel;c0 c Antonio, que lhe seo apresentados dade com os arls. 33 e 34 da lei provincial n. 498
que e rasoavel o prego que pede o vendedor por fflc0 Communic0u-se ao Dr. chefe de I de 13 de maio ultimo, nomea-lo professor da !
essas madeiras, segundo \. S. deelarou em dito cadeira de mathematicas do Gvmnasio Provincial.
omem.-Communicou-se ao inspector da thesoura- ^D,0 ao direclor do arsenai de RUerra.-Recom-
ria de fazenda. knnrnn' mendo V. S. que apresse a remessa dos objectos
Dito ao conselho de compras navaes.-Approvo, J' rofflciodo ff% corren,e, e de conformi-
contrato que o conselho de compras nayaes ce- 'Lafm o aviso da repartigo da guerra de 30
lebrou em He 18 destemez, com farsas pessoas,. io mandei fomecer ,
como mo partic.pou em offlcio de 25, pmfem! ferraaria militar do corpo de guarnigao da Para-
mento dos medicamentos necessanos as enferma-, pnn,miinPftt, J,'.n c-Ym nresidente danuel- *
rias do arsenal de marinha e de ambulancias a0Sj lyba.-Communicou-seao Exm. presidente daquu c.onal sob ns. 69 a 83, menos as de ns. 76 e 77,
navios da armada no exercicio de 1864 1865, |la Jf*?.-____*._. A. ...^___,,, J bem como 4 offlcios sendo 2 da directora geral das
cadeira de mathematicas do Gymnasio Provincial.
Expediente dt secretario do govereo do dia 30 de ju-
nho d 1861
Offlcio ao inspector da thesouraria de fazenda
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda trans-
mitir a V. S. as 13 inclusa ordens ao thesouro na-
bem como de artigos de fardamento para as guaj-
Bigoes dos mesmos
aprendizes do referido
nos livres, no trime
anno corrente.Commuoicou-se ao inspector da
thesouraria de fazenda.
30 -
Officio ao Exm. presidente da provincia de Santa
Caiharina.-Accuso recebido com o offlcio de V.
Exc. de 13 do corrente, 2 exemplares do relatorio
apreseolado assembia legislativa dessa provincia
na abertura da sua sessao ordinaria que teve lugar,
no dia 2 de marco ultimo.
Dito ao Exm. presidente da provincia de Sergi-.
pe.Cora o offlcio de V. Exc. de 20 do corrente, I
recebi os .mplares dos relatnos com que o
ex-presiiienle Dr. Alexandre Rodrigues da Silva
Chaves, passou V. Exc a administrago dessa
provincia, bem como o que V. Exc. apresentou
assembla legisla! va provincial por occasiao da
abertura de sua sesso ordinaria no corrente,
anno.
Dito ao Exm. presidente da provincia de Minas
Geraes.-Accuso a recepgo do offlcio de V. Kx. de, l,d*Vj
411 de maio ultimo, acompanhado de dous mappas
do relatorio, com que V. Exc. abri, no dia 30
daquelle mez, a sesso extraordinaria da assem-
bla legislativa dessa provincia, e bem assim de
igual numero da colleccao das leis promulgadas
no anno prximo passado.
Dito ao brigadeiro commandante das armas.Re-
meti V. Exc. os inclusos prooessos do conselho
de guerra das pragas mencionadas na inclusa rela-
c/w, alim de serem cumpridas as sentengas profe-
ridas pelo conselho supremo militar de justiga nos
mesmos processos.
Dito ao mesmo.Ao offlcio que V. Exc. me di-
rigi sob n. 1,142 de 27 do corrente, respondo de-
clarando-lhe que deve ser posto em liberdado o
e os outros
guarda nacional guarda nacional do municipio do Recire, assim o dem em d|cata wb n. 404, expedida pelare
declaro a V. S. para que mande elimina-lo do pre- |0 d0^ajudante gtmn\,
dito batalhao. ji *- 1 o___
Dito ao commante superior da guarda nacional _^.lj j ,-. oft A. ..-u. j. jofil
do Pao do Alho.-Transmitto por copia V. S. pa-1 Despacho* do _dtt3QejMM de 1861.
ra ter execugao na parle que lhe loca a portara;
de 18 do corrente, pela qual fol privado do poste o
roajor ajudante de ordens desse commando superior
Sebasliao Jos de Barros Barreto.
Dito ao director geral interino da instruccao pu-
blica.Em vista de soas informagoes de 27 do cor-
rente sob n. 120 o 121 dadas com referencia aos
requerimentos que devolvo de Jos Antonio da
Costa e Joaquim Francisco de Albuquerque San-:
tiago, autoriso Vmc. a mandar admittir no Gymna-;
sio provincial como alumnos externos gratuitos os
filhos dos supplicantes de nomes Ezequiel Pompeo
de Lima e S e Joao Facundo de Albuquerque San-
go-
Dito ao director das obras publicas.Para cum-
primenlo do dis|iosto no aviso da reparticao do im-
perio de 21 do corrente, examine Vmc. com ur-
gencia o estado da casa em que estao estabelecidas j
as aulas preparatorias annexas a faculdade de di-
reno e me declare quaes os reparos de que neces-
sita a mesma casa e em quanto podero importar ;
informande Vmc. ao mesmo tempo sobre o aluguel
de 3:000& annuaes que exije o respectivo propie-
tario Antonio Carlos de PinhoBorges.
Dito ao mesmo.Transmuto Vmc. para seu
conhecimento e execugao, na parte que lhe tocar,
copia do regulamento de 27 do corrente, dado para
; .._ __. t? a. 1.: une J IA A*
Dr. Augusto Carnero Monteiro da Silva Santos.
I'asse portara nomeando o supplicante professor
da 1" cadeira de mathematicas do Gymnasio Pro-
vincial.
Augusto, africano livre. -Informe novamente o
Sr. inspector do arsenal de marinha.
Belmiro Gomes de Oliveira. Satisfaga o suppli -
cante o disposto nos arts. 28 e 29 do decreto o.
722 de 25 de outubro de 1850.
Irmandade de Nossa Senhora da Boa-Viagem. -
Dirija-se ao Sr. thesoureiro das loteras.
Jos Joao de Amorim e outro.-Corao requer.
PedrcTBezerra da Costa.Assignado volle que-
rendo.
ordem do governo, porm pelo contrario, o gover-
no mandou telegraphicamente que conlinuassem
i os actos acadmicos.
O claustro decidi por viole c nove votos contra
oito reagir contra a ordem do governo. Nomeou
una commissao para responder portara do go-
verno. Por consequencia est o conflicto aberto
entrj o governo e a universidade.
Sto sabemos onde isto chegar.
A representagao redigda pelo Dr. Adriio Perei-
ra Forjaz, assgnada por lentes de todas as cores
polticas, revela muita mparcialidade, mas con-
cebida em termos enrgicos.
A ultima amnyslia aos disturbios que all se fi-
zeram por causa da negagao do perdi de acto,
d-se como origem directa das novas tropelas.
As ultimas noticias de Coimbra, dizem que an-
! tes de honlem(ll) foram presos quatro ou cinco
estudantes que se suppoe autores dos factos crimi-
| no>os all perpetrados. .
Na seguuda-feira a tropa reunirase no largo da
, Fera endo recebda com assovios o apupadas. De
um Uilo gritava-se a que d'el-rei / do outro,
fogo I fogo I I fogo II! Os soldados andavam
n'uma roda viva atraz desses gritos disparatados.
O governador civil, Caetanode Seixas, diz-seque
pedir e obtivera a sua demissao, sendo substitui-
do pelo Sr. Francisco Guedes, irmao do actual go-
vernador militar daquella cidade.
Gonstava hontem no palacio das cortes que o rei-
tor da universidade o Sr. Dr. Vicente. Ferrer de
Neto Paya pedir demissao, e que j fra con
ra a 19 do corrente e s llavera inauguragao
ando estiver concluida.a ponte sobre o Douro.
Na cmara dos deputados destribulram-se
arios projectos de lei entre ellos foram os seguin-
?s : Autorizando o governo a contratar com Die-
erich Mathias Feurheerd Snior a construegao de
m caminlio de ferro americano que communique
s estabelecimentos das minas do Bragal, da Ma-
hada e Coval da M, situadas no conselho de Se-
|ver do Vouija, districto administrativo de Aveiro,
com o rio Vouga.
E*te caminlio dever ter o seu leito no valle do
ro Mau, e urna extensaolinear de $:'imG.
Conceder-se-ha ama subvengo de 35000 por
metro corrente de caminho de ferro.
O prnprielario actual das snpradta< minas, os
seus herdeiros e cessionaros nao terao em lempo
algam direito a celebrar ndemnisacao de qual-
da logo que esteja subscripto metade do capital cor-
respondente primeira emisso, ou 2."0:(MH>JO.
Art. 6. E' licito aos accionistas pagaren) a im-
portancia das aeges, que subscreverem em pres-
tagoes mensaes de 1,5000 res, sendo a primeira sa-
tisfeila no acto de assignarem estas bases.
nico. Aos meslres, conlra-meslres, appare-
Ihadores e operarios associados que forein empre-
gados na construegao dos predios -lhes permitdo
pagar as suas aeges com tantos dias de trabalhu.
quantos forem necessarios para perfaxer a impor-
tancia respectiva.
Art. 7. As aegoes nao sao endossaveis sem es-
tarum inteiramenle pago o capital que represen-
tan).
Art. 8. O accionista que nao pagar duas reate;
coes, tendo recebido o respectivo aviso, perder
para a compauhia as sommas que bouver desem-
quer especie pelos damnos e lucros cessantes, cau^ bolgad efectivamente; ea sua acgoser annullada.
sados pelo attentado feito s mesm lo Art. 9. Os accionistas teem direito. seja qual for
o numero de aegoes que possuirem ;
de agosto de 1862.
Esta subvengao pode importar em truta contos i
de ris. Foi approvada.
Tambem foi approvado o que lixa a forga de mar
para o seguinte anno econmico.
O que concede certas vantagens aos capitaes de ,
l" classe do exercito.
Approvou-se, antes de hontem, um requerimen-
to do Sr. Osotlo (deputado) para que sejam pu-
blicados os trabalhos da commissao nomeada para
esludar a refoma da legislaro sobre vinhos do
Douro.
Est em dscussao o projecto de cdigo discipli-
nar para os navios da marinha mercante.
A matricula dos vasos mercantes est feila em
todo o paiz. A estatistca respectiva est quasi
prompta. E' o primeiro trabalho deste genero que
se faz, e se deve ao zelo do director o subdirector
da primeira direceo do ministerio da marinha.
Em poneos dias sera publicada na folha oflicial. A
matricula do Porto superior de todos os oulros
dstrictos.
E' esperada em Lisboa a corveta a vapor Infan-
te O, Joao que tinha ido a Inglaterra metter a ma-
china. As corvetas Duque de Pamella e Duque da
Terceira, tambem esto milito adiantadas, e dentro
ceud a que pedir tambem o vce-retor. Ac- i em pouco partro para Londres os dous navios.
EXTERIOR.
(OBKESPo\iii:\tiis no im
RIO lK PERMHHIXO.
IjIMBOA.
crescentava-se que o governo tenconava mandar
chamar a Lisboa os lentes e os estudantes para j
fazerem os actos na capital.
Por decreto de 2o de maio foi retirada a ap-1
provagao concedida aos estatutos da companhia
Unio Mercantil nos decretos de 14 de maio de
1838, de 28 de setembro de 1839 e de 23 de maio
de 1860, lcando a mesma companha subsistindo
como sociedade anonyma nicamente para os ac-
tos indispensaveis sua liquidaco, nos termos do
sen pacto social e das leis do reino.
Foi publicado <> 3 e ultimo volume dos t?o-
dros Nacaes do Sr. Celestino Soares, verdadeiro
monumento erigido pelo verdico escriptor as nos-
sas glorias martimas.
Os Annaes do observatorio do infante D. Luiz fo-
ram aijora publicados tambem. E' um volume in
folio ntidamente impresso, e devido aos cuidados
do assiduo director do observatorio meteorolgico,
o Sr. Pradesso da Silveira. Este volume compre-
hende as observagSes do oito annos. E' sabido sao
apreciados la fora, esobretudo pelo celebre Maury,
louvores imparciaes de Gregos e Trvanos.
A assembla geral da companha Vniio Mercan-
17 drjHHhodf 1Stl.
Entrou no da 29 no Tejo a fragata ingleza va
i boa execugao do art. 57 da lei n. 596 de'lO de por Rqcoon, que conduz a seu bordo o principe Al- r,;"tomou 'conTecimono do 'decreto de 2o do mez
maio deste anno, relativamente contribuigao pe-; fredo de Inglaterra. A fragata traz soraente zo pasMj0) e ao passo que protesta contra o acto, que
"-"*'""""'"'.'".' 2*S T"*2IT JZ YZ'Jm't. f I coniaxia com que deven concorreros proprieta-' pragas de guarnigao. t lhe parece menos regular acceta a poscao em
recrata Joao Lu.z da Costa ^^iSl^irt"' rios dos predios em cuja roa se proceder ao caiga- O grincipe desembarcou no da seguinte de 0 no a C||0(.()U e vai tfatar da 5ua uj.
gado incapaz para o servico, em inspeccao de sau-, remetteu-se ao inspector da manhaa, no arsenal de marinha, dingindo-se d al- l^ ,en,lo para cs|e fim sdo nomeada uma com.
de. Qnanto porem aos de nome Djimiao Goncal-, ihosni]rara nrnviitr.9l 1 para o pago da Ajuda. (jgg, compnsta dos Srs. visconde de Monforle,
Este acto enrgico do governo tem merecido os os trabalhos do observatorio portuguez e dos seus
em offlcio n. 1,087 de 18 do
thesouraria provincial.
mi Dito ao conselho administrativo.Recommendo No da 31 do passado el-re foi a bordo da traga- Fratlesso da Silveira, Manoel Jos Kibciro, Serze-
ao conselho administrativo que aoresse a compra ta ingleza, e ah o principe Alfredo olfereceti a b. de||(l 1Mll0T B joaqu,n jos de Mendonga.
M. uma refeigao.
noticias,
ves Pacheco, Francisco Pereira de Barros e Pedro
Bernardo Ferreira de Araujo, j providencie!
met ofllco de 27 deste mez. .^., ,, ,ho da frTnha"de"mandioca autrisada por offlcio de
fl^ASk^^ nnffirde I 2 lo corrente, a.lm de ser enviada paTa p presidio
corrente,
tara Tibe...
ment do Ouricurv, existe um saldo maior de F ,h. .-.,_:. rt, #,
3:0001000. que reunido com o de mais de 200^000; da thesouraria de fazenda.
ia ae lazenua en. un.;.o u i,vo. FeTaAado ^ TaiM)rda companha Pernambuca-
,te, que em gSSSSSSr^S ". ,brn.^ rsn.^T^SJStZ prximo vindourog-Con,n,unicou-se ao inspector
r cr ho o* :Pny=t daqueile^deV: | compre para o njcd da^cina
! e das prLs do de Granito, 'que a elle Qf ****>**"
existente em mo do alferes Francisco de Freitas i
Moreno, a respectiva importancia total sufflciente B
para occorre
tacamente e das prac
foram reunirse : assim o declaro V. F.xc. em
resposta ao offlcio n. 1,087 de 18 deste mez.
Dito ao Dr. diere de polica.Remeti inclusa
por copia aconta da despeza feita pelo 7o batalhao
de infantaria com o croulo Peilro, que tendo as-
Dito ao mesmo. Recommendo ao conselho ad-
do seu regulamento,
de sapateiros do
mencionados no
incluso pedido.Communicou-se ao inspector da
thesouraria de fazenda.
Dito cmara municipal do Recife.Tendo de
Alcangam 14 do mez de maio as
recebidas de Cabo Verde. -
Contina a crise alimenticia, contra a qual se
vao oppondo os recursos, que nao cessam de en-
viarse.
Creara o novo governador no llio de Santa Ma-
ra um asylo para as creanras abandonadas. Fca-
vam j recolhdas 400, e fofa nomeada uma com-
missao para dirigir tao importante estabelecitnento.
Proseguindo no empenho de melhorar as condi-
ges sanitarias, conseguir o governador, auxilia-
do pelos principaes habitantes, fazer recolher s
em grande nu
successos.
Este servico sccntifico foi inaugurado pelo Sr.
Dr. Guilherme Pegado, continuado peloSr. J. A. da
Silva, que uma prematura morte arrebatou a scien-
cia que cultiva va com tanto ardor. Hoje o director
o Sr. Fradesso.
1 Foi approvado e confirmado o contrato cele-
brado em 21 de abril do correule anno entre o go-
verno o Alfredo l.o\van, como representante da
companha de ferro de sueste, para a concessao do
caminho de ferro do Barreiro s Vendas-Novas
O praso do novo concurso para a navegagSo en-, .........-.....
tre Lisboa, Acores, frica e Algarve, comegou 2 com o ramal de Setubal, para o prolongamento da
" i Julho s 4 horas da linha de Beja at a fronteira de Hespanha na direc-
de junho e acabou no da 11 dejulh
tarde.
O mximo da subvengao que o governo concede
ser de ICO contos de ris annuaes. A empreza
ser obrigada a ter pelo menos oito vapores; qua-
tro para frica, dous para os Agores e dous para
o Algarve Os lquidatarios ronvucaram j os ere-
dores para verem legalisados os seus crditos.
No anno econmico, que ha de comogar em ju-
lho de 1863, el-rei destinar da sua dotaco a som-
ma de vinte contos de ris para a construegao de
reunir-se no da 10 de julho prximo vindouro, na suas freguezias os indigentes, que t...' e;~ "-
- mero se haviam agglomerado na capital. Toma- l
igreia matriz da fregueza de Santo Antonio, os
eleiiores das frppne7ias do municipio do Recife, ram-se as providencias necessarias para ines serem
te.no mesmo batalhao, | J6^,^ K^^^Slndo i des.rbudos os soccorrosnas dilferen.es
mar municipal desta cidade, que para esse fim d des. Assim se consegu rome-
as necessarias providencias, de conformidade com pengosas cansas de exacerbag.n
o disposto nos arls. 08 e 72 da lei de 19 de agosto que insplrava recelos de se
vigario capitular para demia.
1. A concorrer e tomar parte as deliberages
da assembla geral ;
2. A eleger os seus eleitos para os cargos e
commissoes da sociedade;
3. A' quota parle dos lucros que annual mente
I se liquidarem;
4. Ao direito de preferencia no arreBdamento
de qualqucr predio da companha.
Art. 10. Todos os poderes da companha residem
na assembla geral.
Art. II. Compoe-se a assembla geral de todos
os accionistas como taes inscriptos no livro com-
petente, e reunir-se-ha nos mezes de julho e Janei-
ro para examinar c deliberar sobre as contas e ac-
tos da direcgo respectivos ao semestre anterior, e
extraordinariamente todas as vezes que requererem
os interesses da companha.
Arl. 12. Todas as deliberages da assembla ge-
ral serao tomadas pluralidadc absoluta de votos,
representando cada accionista um nico voto.
Art. 13. A gerencia dos negocios da companha
commeltida a uma direcgo composta de 5 mera-
bros, eleila pela assembla geral na sua sesso or-
dinaria de Janeiro de cada anno.
Art. 14. Para a escripturagao e mais servico da
companhia haver um guarda livro caixa e um cai-
xeiro cobrador.
nico. Estes dous empregados lero fianga id-
nea, e vencero ordenado determinado pela assem-
bla geral, sob proposta da direcgo.
Art. 15. Todos os fundos da companhia, com ex-
cepgao apenas das sommas indispensaveis para oe-
correr aos gastos diarios, serao arrecadados do es-
tabeleciinenlo bancario que offerecer mais vanta-
gens, sendo d'al saccados ordem da direcgo
medida que forem necessarios para o costeio das
obras.
Art. 16. Dos lucros effectivamente realisados de-
duzir-se-ho 20 por cento, que serao destribuido.-,
como gratilicago.
Tres por cento a cada director; tres portento a.i
caixa e guarda livros ; 2 por ceuto ao caixeiro co-
brador.
I Art. 17. A assembla geral eleger tambem an-
nualnente uma, commissao fiscal, composta de Ir
membros, a qual encarregada de vigiar escrupu-
losamente os actos i* direcgo e dar parecer so-
bre as contas que por ella forem apresenladas .1
mesma assembla.
Arl. 18. A direcgo obrigada a prestar com-
missao fiscal todos os esclarecimentos que ella exi
gir em desempenho das funecoes que lhe sao rom-
mettidas e no interesse da ronpanhia.
Arl. 19. Em quanlo nao se ronslitue regular-
mente uma companhia, uma commissao compota
cao de Sevilha, para o prolongamento da linha de
vora a entroncar na de leste, na estago doCrato.
Foi o governo autorisado a fazer crear e etnitlir
pela junta do crdito publico os ttulos de divida
publica fundada, interna ou externa que forem ne- \ d'""7 "membros', e eeita pelos 100 prmeiros subs
cessaros para pagamento dos encargos resultantes: crp|0reSi oceupar-seha immediata e diligente-
do contrato approvado. mente.
A proporgo que forem etnilii los os ttulos, o go- j g j Ue elaborar os estatutos e regulamentos por
verno dotar a junta do crdito publico com as qUe ba de reger-se a companhia, solicitando a suj
eonsignaeoes correspondentes aos juros.
O governo realzar, pelos meios mais convenien-
tes, as sommas que forem necessarias para a ap
Os mergulhadores que trabalham na colloea- plicagd cima determinada, comanlo que o encar-
que
approvago do governo.
2. De pedir ao governo, ao corpo legislativo e
s municipalidades de Lisboa, Belem e Olivaes a
isengo, por espago de o annos, de qtiaesquer 1
com o notne" de Antonio Joaquim de Motira, foi re I
clamado por Manoel Elias de Moura, como escravo |
judicialmente depositado, afim de que V. S. reoom-
mende ao reclamante que de conformidade com o
aviso da repartigo da guerra de 27 de dezembro
de 1860, indemnise o cofre da thesouraria de fa-
zenda da quantia de 109*155, em que importa essa
despoza.OUlciou-sea este respeito.ao inspector da
thesouraria de fazenda.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Para ctimprimento do disposto 110 aviso circular do
de 1846.Olflcou-se ao Dr. >(;"" .t......... ,- ... ^...,,^ Uv, ^... ^ .. P^.-^ -.^ ..... ,-------- -
providenciar a e o disposto 110 ultimo dos citados artigos. facultativos pelos domicilios, foram adoptados para da conhecidopelo nome de Ribcira. onde tambem nhr.s frreas, do modo porque o contrato tiver sido
Dito ao luiz municipal da primeira vara desta melhorar as condigoes hygienicas, e de publica sa- havia 0# pa?os d mcsmo nome. execulado, e do uso que houver felo das autonsa-
cidadePonha Vmc. disposico do Dr. chefe de lubridade. Que a qU|(,a era de navio de alto bordo, nao goes concedidas por aquella le.
polica os sentenciados de justiga que estiverem as Reinava perfeito jocego.____^ ^ ^^ ^. resia duvida o que porm ser j.ara averiguar Xo ^ 2 d(. ^^ fundeon no por(0 de Bis.
ministerio da justica de 16 do corrente, aprsente
me V. S. com urgencia, uma relaco nominal dos
Africanos livres, existentes nesta provincia, indi-
cando a nago, idade, estado, profi Cinportamento, data da importago e
circumstancias de serem enviados para o presidio O banco ultramarino empreslou ao estado se-
de Fernando, afim de lerem esse destino no vapor tenia contos de ris para acudir aos desvalidos de
da companha Pernambucana, que deve largar do Cabo Verde Este estabelec.ment de crdito alu-
I porto desta cidade no dia 14 de julho prximo vin-, gou por 2:250* o palacio no largo das Duas bji e-
douro, remetiendo Vmc. com antecedencia as res- jas, 01
o nome dos pectvas guias, bem como as dos que all existirem
a-.=t^ffyrjr Essrs vssssx.
salvar nossa bandeira, e em vez disto o seu com
mies dos servgos, ou declarago das re-1?'!' ellas.-Communicou-se ao Dr. chefe de po-
publicas e.n que se acham. ^ ^ ^^^^ ^ .^ Declarando
o director da colonia militar de Pimenteiras cm
pvrtiges publicas em que
Dito ao mesmo.Remello a V. S., por copia,
devdos elfeitos, nao s o aviso do minlste
Dito o thesoureiro das loteras.Attendendo
que requereu a mesa regedora da irmandade de
Nossa Senhora da Boa-Viagem erecta em sua igreja
na povoagao do mesmo nome, e tendo em vista a
sua informaco de 28 do corrente, autoriso Vmc.
As cortes que deviam encerrar se 11 do cr-
reme, foram novamente prorogadas at 18 deste
mez. Parece que nao ser anda a ultima proro-
gagao, pos os pares tencionam discutir largamen-
te o orcamento.
dignou-se dar no dia 2, no pago da
"iencia ao conde de Brandem-
naro e ministro plenpo-
russia.
acto os ofliciacs mores da real
da real cmara, os mins-
estado, os ministros de es-
lado honorarios, e mais pessoas que costumam ser
convidadas para taes solemnidades.
se procede de tal caravella, galeo ou cousa qu oe
vaina, afondada no lempo do principe perfeto.
J se fizeram os ensaios da machina de va-
por para serrar maderas, ltimamente montada
no arsenal de marinha.
to satisfactorios.
Foi regeitado o projecto dos raptos parla-
mentares, em que tanta bulla se fez na imprensa
e no parlamento por 47 votos contra 35 cretcen udo que sua visita a este porto seria con-
Este projecto (na g.r.a jornal.s.ica) tinha recebi-: SSffSuS caso allirmativo" e como parti-
do o nome de projecto dos ratos. E com olfeito neaativo
bastante esperteza de rato a naquelles que accei-1 '"^ c"mnClissao |overnatva responden sem notar
ou fazer sentir a falta de consideragao para com
a nossa bandeira e a insolencia das condigoes pa
S 4. De combinar com as mesmas cmaras so-
bre a necessidade de abrir novas ras e pragas em
harmona com o augmento da populaco e pro-
gressos da cvilisago.
5. De elaborar, de accordo com o conselho de
dinou I saude publica, e com as municipalidades referidas
Todos os predios levantados por conta da com-
as
ordens que havia do nosso governo para se prohi-
bir queelles Inglezes navegassem pelo rio de Geba.
2", se havia ordem do nosso governo para se reco-
nhecer Bolama como sujeita ao dominio inglez, ac-
, mandante dirigi um offlciom^0|!?srl!JI panhia, al. das condicoes hygienlcas pneteM,
" 2L2? SM&S^&ii&ZL nroh" I devero apresen.ar.um prospecto etegante day
de uma grande capital, sendo porem excluidas to-
das as decoragoes luxuosas.
Sempre que seja possivel, cada habitago lera
um maior ou menor espago ajardinado.
O planos, projectos e orgamentos, que devero
ser elaborados por algum archiieclo ou engenheiro
civil, que para tal fim a companha contratar, e
em presenga do que haja de melhor nesle genero
nos paizes cslrangeros, serao exposlos ao exame
dos accionistas, e depois submetlidos approvago
do governo.
tam o mandato parlamentar nicamente para
sombra delle agenriarem posta boa com que se re-
tiren das lides legislativas. 1 rV qUe"a"visila fossei particular ou oflicial. Limtou-
Por outro lado encarada aquestao a luz .....L..:. a-..~. .,., u. im.
reito, certo que a independencia de carcter, o
bro e o pundonor, nao se decretam e bem mal
pareca, e nao menores inconvenientes produziria
O conde Brandemburg, ao depositar as reaes fu, jro ter 0 g(3verno je privar-se de uma apu-
ntaos de sua magestade a sua credencial, pronun- da0 qi)a|quer para commissao do servico publico
ciou o seguinte discurso : I 0 pP| innocente crime de ter sido essa aptdo
Senhor.-El-rei, meo augusto amo, nomean- |aureada na uroa pela confianga popular,
do-me seu representante junto de vossa magestade, ... ....-.j. 7 ,. Pf,rrpnie o ac
ordenou-me especialmente de renovar a el-rei os ***** + corren., o^acc
te 'SSSSSlia^uStMill^^ Potls!osJdej:s,,cera 25? eel:.Tila,ha quesem' 1 PeStolf ?epre*ebtada"pcJo Exm. Antonio
opportunamentc prestar contas o
competente.Com
do presidio de Fernando, mais tambem a replica
da repartigo de contabildade do mesmo ministe-
rio a que allude o citado aviso.
Dito ao mesmo.Declaro V. S. para seu co-
Dheci,:'Ln,0nil?, "f'm^vi'rdVTo eT* docorreiue" aTnan'dar'etr'egaV FraMis^o Jos de Campos c
competir que com aviso de iOe II"j"> Pam|)|0na! indicado para esse fim pela mesma ir-
remctieu-mo: o Exm Sr. ministro daazenda,os J,d^deM8 d )razoda |e e mediante as ne.
ffF^srkguLTAa
turario da recebedoria de rendas desta provinc.ie o limamcow nxir
o 3" dito da alfandega do Rio-Grande doSul Jesui- 'Rreja, do qual
iv h Moir^ii,:- iuh enrvir Pin commissao o mesmo Pamplona na eslagao
^tSSI^lS S -Pecorea
Dito ao inspector da thesouraria provincial. vincial.
JBSS ST SSS SSrfffS C: JRSfStf STS T Fcrnano^o tai; ZSSSmS^S^V=^S^ SBJB* a favor dos mesmos condes e seus
Mica, em aviso *^7Ste&MtS Indicado em seu ofllco de 27 do corrente, um da m.nha mlssao, a sua alta conl.anga.-..,., J antepassados por 6:8005000, como compensago
1SRSSSS k^^J^ffStlSSSr^ Sen,ld 6M a"ua'iages.ade dignou-se responder :
ros'do 2" lauco da estrada do Pao ff,A'ho.-Com-, as necesarias o den. ^1^ de pa- Sr. ministro -Recebo com tanto maior prazer
nmnicou-se ao rector das obras **" "J ?g3SnhSl fazer seguir paPra os protestos, que acaba de ratificar, em nome de
Dito ao mesmo.Mande V. S^ |>or em JJ '" rt nrte n vanor Princesa dcJoinvtUe seu augusto soberano, quanto vejo nelles uma us-
^J^T^aS^^^^^^' fi^J^y^i^ S reciprocidade dos sen.imen.os que .animan,
as clausulas e orgamento junios porl Portara.Os Srs. agentes
accordo eile
is condes de
Jos de
e lem ueu.t-auo a .a ...<.ijCur. Sorra Gomes conde deste Ululo, com alvar de
Snto-me extremamente lisonjeado por ter si- EftS pela senhora condessa, para
do encarregado de ratificaras relagoes de am.sade P^ d 3| d do 3eor.
I que subsisten entre as duas. ^S\^l"^\Zm7 w^nis^ pela remisso do venc-
?'q !^?i!S:' ment que era incluido as leis das
as despezas le-
do
arremaiacao
Portara.Os Srs. agentes da companhia Brasi- para com sua magestade, e do meu ardenle desc-
eles a vapor fagam transportar para jo de cultivar e de apertar cada vez mais, se aca-
---flm comSo USrS' Baha PcoTa ^AS"
foram remetiidos para esse
tor
mez
peza
ncoV.
tro lyrico e outras.Communicou-se ao pr
Dito ao capito do porto.Fago apresentar V.
S o recruta de marinha Manoel Jos da Luz, para
aiie lhe d o conveniente destino, depois de inspec-
cionado.Communicou-se ao Dr. chefe de po-
biio ao commandante do corpo de polica.Pode
V S. contratar para o servgo do corpo sob seu
oommando o paisano Caslricano Jos Tavares da
Oostt 'que foi julgado apto para isso em inspecgao
de"ade, segundo V. S. doclarou em seu offlcio
n.' 304 desta data a que respondo.
Dito ao inspector do arsonal de mariona.len-
do o Exm. Sr. ministro da marinha, como me cons-
1011 de aviso de 20 do corrente, incumbido o cap-
do as- nia, que existem entre os dous paizes.
de confianga com que el-rei o honrou
seu representante na minha corte, e
qualidades pessoaes do-lhe direito, apraz-
i-lo, minha estima e a toda a minha bene-
cou-se ao brigadeiro commandante das armas. volenca.
Dita Os Srs. agentes da companha Brasileira Na madrugada de o para 6 do corrente, pra
de paquetes a vapor mandem dar transporte para ticon-se em Coimbra um fado, que lem escanda
acorte, por conta do ministerio da marinha no Usado toda.a gente daquella cidade.
somma de cem contos de res em nscripgSes de di-
vida fundada interna com o juro de 3 "/ ao anno.
Reunio-se, ha poucos dias a assembla geral
da companhia das Lezirias do Tejo e Hado, sendo
recleita a mesma mesa. Foi ldo o relatorio da di-
recgo. O dividendo proposto de 245000 por ac-
go'
- No dia 7 deste mez foi assgnada e expedida
se a commissao governativa a dzer que pelos tra-
tados celebrados entre o nosso paz e a Inglaterra
era vedado aos navios estrangeiros penetrarem nos
porlos de Bissau e Cacheu : e que nao havia ordem
alguma do nosso governo para se reconhecer Bo-
lama- eslrangeira. Com esta resposta o vapor sahiu
no dia 3.
Publiraram-se as bases para a creago de
uma companhia destinada a emprehender a cons-
trueco de predios nrbanos em Lisboa.
E'"um bello pensamento, e que todos desejam
ver realisado.
No dia 31 do mez passado, noile, depois das
nove horas, principou a desenvolverse no Tejo um
fortissimo temporal, que poz em risco diversos na-
vios e fez sossobrar a galera russa Arthur, de um
modo quasi novo no nosso rio.
O vento, que de SSO soprou toda a noite com
mais ou menos violencia mas, depois de meia
' noite at ao alvorecer, inullplcaram-sepor tal fr-
| ma violentsimas rajadas, que todos os navios tra-
' taram de se prevenir contra o temporal.
A galera russa Arthur, que eslava completamen-
0 prego a que tem chegado a renda das casas ex- te descarregada de carvo, que trouxera, e qoe de-
cede as posses da maiora dos inquilinos, e j ha va receber no da seguinte uma grande porgao de
muito o governo devia ter adoptado alguma medi- sal, conservava, por descuido do capilao, os mas-
taros de joanete cunda e as vergas cruzada. A >
duas horas da noite, quando o temporal eslava na
sua maior forga, e a galera eslava airavessada
da, que viesse minorar este vexame.
E' impossivel laxar aos propretarios o prego por
que hao de vender a fruigo dos seus predios, mas sua maior lorga, e a ga.era ou
tambem impossivel conservar as cousas no esta- mar, com o vento peloiravez cabio lhe^uma rajada
do em que esio. I forte, que a sossobrou. A ir.polacj.0. gW*
O nico me.o de sahir deste embarago ser tal-' 23 horneas, salvou-se odajaWisl marinntira:
vez a concurrencia, mas esta s uma companha a porm, com d.fficuldade cobmua awaw,,w^_
que a hora em que o desastre occirreu e o ei*
Z" demoraram um pouco a chegada dos soc-
Logo pela manha iratou-se de s
rendas, e o publico da capital abengoar o pensa-
a portara que mandou entregar explorago a li- ment que o livrou de um grande vexame.
nha frrea de Lisboa ao Porto. Eis as bases para a creagao da companhia .
Sendo possivel que em oito das se combnem os! Art. 1. E' fundada em Lisboa uma compannia
noves horarios, deve suppor-se muito provavel que denominada Companhia Lisbonense de eamcav
JIArta2 O fim d'esta companhia promover ac-
edamente a canstruegao de predios regu-
1 do norte, 6 recrutas que o Houve qem se lembrasse de deitar fogo s ea- mli lugares nao sed tal ve ..--.--_ ^
I Sao do porto tem de reme-.ter ao quartel gene- sas, onde habitara os Drs. Francisco deSande Sa- zir todoquajilosijpgg,^SESTmEI em-
1 ral de marinha.-Coinmunicou-se ao capillo do cadura Bollo Corte Real e Jos Das Ferreira, len- viar a este excesso de pedios. *-; j^ nc ^
les examinadores do primeiro anno de direito.
porto.
5 examinauores uo priine.ru ainiu ue uucuu. (n""""...... H,.,ntp a esmnla
bTta.-0 presidente da provincia revolve de con- Embrearam com alcatro e agua raz as portas convidados ai;|i,hptfi e ,
formidade com o art. 14 da lei provincial n. 598 de das casas daquelles professores, e deitaram-ines
13 de maio ultimo, nomear para o lugar de direc- fogo ; mas felizmente, nao chegou a aesenvoiver-
tor da escola normal, o conego Francisco Rochael se o incendio, por se ter descoberto logo ao prin-
Perera de Brito Medeiros e para os de meslres cipio, quando comegava a lavrar. .
normaes os hachareis Jorge Dornellas Ribeiro Pes- Ha quem d como autores fSTSSS
soavMax,mianoJ.pesMachadoeaS^^
a 15 seja a abertura.
Diz-se que S. M. el-rei assstir a esta festa no
emtanlo na.) parece provavel que esta parte da no- ''| ee nas riielhores condigOes hvgienicas e econo-
tieja se real.se._____ m.............nMm ^ para es,abeleci.iientos de commercio e habi-
laco das classes mais desfavorecidas da orluna.
Art. 3. O fundo da companhia ser de........
1,000:0005000 res, dividido em 50,000 aegoes de
2O&000 res cada urna.
nico. E>le fundo poder ser elevado a.......
2 OOO-.OOOJOOO reis, quando assim for revolvido
Os empenhos pelos bilhetesde convite continuam
tal escala que o comboyo se fosse de cen
bastante para condu-
e em
viar a este excesso ue ircuim, ...- -- -------
de 45500, paga do
acto da entrega do blhete e desHnada aos desta-
ioSene'nU Graciano"Ra^G^agia de7s.udar os'jo Mindelo. bem como para o de porteiro a Ant- rec.ldo, cora que os
lidos de Cabo-Verde. Esta idea achou logo quem
a apolasse muito e oxal que se verifique, porque a
empreza far entregar commissao dos soccorros
para Cabo-Verde todo o rendimento do bilhetes,
sem deduzr delle quaiquer despeza.
Ultimamenle diz-s que a abertuca (sem festa)
poderia estabelecer.
Logo-que uma companhia levante grande quan- do no, demoraram "gw
tdade de casas e as ofierega ao publico por prona, corros. WJ^LB se ,nliam apiado dos anco-
muito menores que os actualmente exigidos pelos, jwwj;^ aflm fc ficar melbor ^0.^^
senhorios, estes ver-se-ho forgados a baixarem as | retes^para^i -^ Este ,rab,|no f feito com ai-
giras salvados, com dous escaleres, lancha e gente
do arsenal. ,
No regulamento da poheia do porto ba uma dis-
posigo que determina nao poderem os navios
carga conservar es roastaros de gavea e joaneles
cunha, sem terem um terco da carga bordo.
Isto, porm, est em desuso e nao possivel rnm-
prir-se, porque os navios descarregam e immedia-
tamente recebem nova carga ou lastro.
O capita*, todava, foi descuidado, porque nao de-
via, sem ter carga ou lastro i bordo, conservar os
mastaros cunha, especialmente vendo que o ven-
to crescia de hora para hora. Assim se arrisca
uma propriedade de tanto valor, alm das vidas,
que felizmente escaparam.
Alm do desasir que soflreu a galera Arthur,
outros. navios tiveram alguns pequeos prejuizos.
Urna escuna corren grande risco de sossobrar, por
ter tambera diminuta carga bordo e os mastaro
> cunha.
A firma Thomaz Elias dos Santos A C foi de-
clarada em oslado de quebra a contar desde o dia
pela .assembla geral, "c com approvaga. do go-
verno.
Art. V A primeira emissao ser de 50O;OOO4OOO
res, as- segrales ehVctuar-se-hao ornando e como a
direceo o julgar necessano em. presenga do de-
sga-volvmenl que najara de ter as obras.
. Art. 9.. A coropanbia consioerar-se-ba constiloi-
uo

xj


Diario de PerimiMiw Segunda felra 4 de Julho de 1 4
l.
13 de abril uhimo. 0 commercfo desta casa era' cm conformldadc da le do 13 d>! maio ultimo, a
de vinhos. s expropriaro por utilidade publica das hemfeito-
Cousta que a cmara municipal do,Port, com ras, machinas o objectos movis existente* na fa-
quanlo tenha j promptos os orcamentos -as plan-' brica de Xabrega, e destinados ao fabrico do ta-
tas de algumas das obras, para cuja realisacao pro- baco.
jecta levantar um emprestimo, nao os tendo anda Nos termos da lei sao depositados no banco de
de toda, e nao pudendo por esse motivo^ fazer su- Portugal, 09:000*000, que deverio ser levantados
bir presenca do governo a representacao respec- j pelos eontraladores do tabaco, qoando legalraente
tiva e do esiylo, para elle facer a competente pro- mostraren que os indicados objectos Ihes per-
posta de autorlsaco s cortes, resolver, agora que lencera.
se cnida cm autorisar outras cmaras do paii a! No da 6 do torrente foi effectivamente deposi-
construir emprestimos, dirigir ao governo, e pare-' tado no banco de Portugal a quantia de 60:000*,
ce que j dirigi urna representacao, pedindo-lhe importancia do preco da referida expropriacao.
que aprsente desde j, e sem necessidade de irein Por carta de lei de 20 do passado, foi auto-
todas aquellas plantas e oreamenios, a proposta al- risario o governo a reformar os consulados portu-
ludida, cando a sna realisacao ou effeclividade, guez no Brasil, podende augmenta-los ou diminu-
dependente da conclusao de urna cousa ou outra, e los, marcar as habilitacSes que devem ter os con-
da verilicacao de todos- os demaisNxequesitos le- sules, chanceleres e alumnos consulares. Eslabe-
gaes. j lecer ordenado aos cnsules, fixar a gratificacao
E' de crer que o governo atienda lao justa pre- annual que devo receber o advogado permanente
tenca... para nao tirar adiada atao anno prximo, de cada consulado, etc., ele.
a soluco deste negocio, quando feitas assim as
cousas nao ha inconveniente nenhum, e cumprir-
se-ba a lei. *
No dia 26 de maio, sentio-se era Lagos (Al-
garve), um abalo de Ierra. Durou oilo segundes.
Causou grande susto aos habitantes da cidade,
que ternura a repeticao daquelle fatal abalo de 11
de novembro, que tantas victimas fez.
Urna grande parte dos habitantes da cidade sa-
birain para a ra, e no campo succedeu o mesmo.
Felizmente nao honre a lamentar grandes desas-
tres. Ein Lisboa foi sentido levemente e pelas raes-
mas horas.
A assoeiaco central de agricultura portu-
neza reunio-se no dia 13, para discutir o projecto
e cereaes, apresentado pelos Srs. marquez de Niza,
Casal Ribeiro e Joao de Andrade Corvo.
Chegom ha pouros dias, vindo no vapor fri-
ca, o Sr. Carlos Augusto Franco, ex-governador ge-1
ral de Cabo-Verde.
Consta que a estatua de D. Pedro V para o \
monumento da Hatalha, no Porto, foi finalmente
fundida.
Logo que o caminho de ferro do Porto Re-
goa cheque ao caes do Pinho, ser
como estrada real directa a estrada do
nhao Mirandella \k>t Alij e Abreiro, por estar
enlo as condiedes que prescreve o 1* do art. 2o
da carta de lei de 13 de julho de 1862.
Foi o governo autorisado mandar proceder des-
de j aos estudos da estrada a que s refere o arti-
go antecedente.
Apresentou o governo s cortes nma proposta
de lei para que os mulos do dominio ou proprieda-
de sojeitos registro pelo n. 1* do art. 33 da lei
hypolhecaria do de julho de 1863, somente pos-
sam ser oppostos terceiros sem registro, durante
o [ii.i i'i de cinco annos, contar do estabelcci men-
t definitivo das conservatorias creadas pela dita
lei.
O governo foi pelo parlamento autorisado a
organisar o ministerio das obras publicas, rommer-
co e industria, e mais reparlicoes dependentes do
mesmo ministerio.
O augmento da despeza etn qualquer das referi-
das reparticoes ficar dependente da approvarao
das cortes.
As disposi^oes do novo plano de organisacao de
exercito respeitantes aos officiaes em commissao
no ministerio das obras publicas, nao podero vi-
gorar antes do flm do actual anno econmico, afim
de fixar a sltuaco desses officiaes no mesmo mi-
nisterio.
Outra proposta de lei foi apresentada pelo
governo para que as reformas militares de que
trata o alvar de 16 de dezembw de 1790 e a carta
de le de 8 de junho de 1863, o servico feito em
campanha soja contado pelo Sobro, e no servido or-
dinario prestado as possessdes ultramarinas em
trra, como as estacoes navaes, pelos militares
uertencentes ao exercito do continente ou a arma-
da, ser addicionadu metade do mesmo lempo.
O disposto na ultima parte este artigo ser ex-
tensivo aos militares de primeira linha que servem
em frica ou em Timor.
As disposicoes do art. 6 da earta de lei de 8 de
PERKAMBUCO.
REVISTA DIARIA.
Com o prazo de 4 mezes acha-se de novo
concurso e provimento da cadeira de inglez do
curso de preparatorios, annexo a Facuklade de Di-
reito desta cidade.
A thesouraria provincial do dia 8 do corren-
te por diante, comeca a pagar os juros das apoli- j
ees da divida publica provincial, vencidas at o ul-
timo do mez prximo passado ; e igualmente pro-
cede a resgate das relativas terceira serie.
Foi nomeado o Sr. Manuel Caetano Espindola
para a cadeira de instruccao elementar do Gym-1
nasio
Do Ouricury escrevem-nos o seguinte em
data de D do passado :
tribunal
Rosa, escrava, Pernambuco, 56 aonos, solteira S.
Jos; apoplexia.
Domingos Pinto dos Santos, Pernambuco, t.9annos,
selieiro, Varzea; gastro intente.
Auna Joaquina de Mello Cavaleante, Pernambuco,
36 annos, solteira, S. Jos: congeslao cerebral.
Da 2.
Eieodoro, Pernambuco, 3 annos, Boa-Vista \ ana-
urea.
Enilia Mara da Conceico, Pernambuco, 25 anuos,
viuva, S. Jos; enterite chronica.
Joanna, Pernambuco, 10 dias, Boa-Vista ; es-
pasmo.
CHRONICA _JDIIARIA
TRIBUNAL DA RELAClO.
SESSAO EM 2 DE JULHO.
PRESIDENCIA DO EXM. Sn. CONSBLHEIRO
SOUZA.
s 10 horas da manhaa, presentes os senhores
desembargadores Gitirana, Almeida e Albuquer-
que, Motta, Uchda Cavalcanti, Assis, e Do-
ria e Barros, fallando cora causa o Sr. desembar-
gador Lourenco Santiago e Reise Silva, abrio-se a
sessao.
O Sr. desembargador Guerra, procurador da co-
ra, nao compareceu.
Passados os feitos e entregues os distribuidos,
deram-se os seguintes
JULGAMENTOS
Appellacoes caris.
Appellante, o juizo ; appellado, Joo Chrysosto-
mode Oliveira
Desprezaram-se os embargos.
Appellante, D. Anna Mana da Conceico ; ap-
pellados, Francisco Joaquim Dantas e outros.
Confirmada a sentenea.
Appellacoes crimes.
Appellante, Senhorinha Mara da Conceico;
appellada, a justica.
A' novo jury.
Appellante, Anna Francisca de Brito ; appella-
do, Francisco Elias Fontanelles.
Absolvern) o primeiro reo, e nao tomaram co-
lima filial do banco do Brasil cm Per-
uambuco
BALANCETE EM 30 BE JUNHO DE 1864.
ACTIVO.
Accionista* do banco do Brasil.
Entradas nao rea- .. ._
Usadas de 10,000
aecjdes local isa-
das na provin-
cia...........
tetras descontadas.
Com duas assigna-
Acha-se nesta villa, funecionando o
considerada | do jury desde o dia 6 do corrente, no qual porro, | aww wam o primeiro reo,
caes do P., nao houve casa e s no seguinle. nhec.meolo quanto ao segundo.
Nesle mesmo dia o r. juiz municipal fez apre-; naoeas-cm pus..
sentaco do dous processos/sendo um de Antonio! <> babeas-corpus de Paulino Jos Bezerra, Ocou
Pereira da Silva, por crime de rcduzir escravi-! ad,ado ale chegarem as inftrancoes.
do pessoa livre ; o outro de Antonio Joaquim I designacao de da. ,,qc
Araruna.eseuirmoEmygdio Jos Joaquim, que : fw f *sl.gnouse du Para Ju'8** dos seguintes
assassinarara i um tai Pimentel, no anno de 1848,,ieil0S .
tendo sido o seu nrocesso instaurado o anno proxi- j ..., Appeuacao ctvei.
mo passado Appellante, o regente da capella dos Prazeres,
No di 8 do corrente foi julgado o reo Antonio PPellado, o solicitador de residuos.
turas residentes
no logar do des-
cont.......
Com orna s dita
dito .......
311:493*1
12:6354804
tetras caucionadas.
Por ouro, prata e
ttulos comnicr-
ciacs .......
Por outros ttulos.
14:467*380
i
tetras receber.
Saldo desta conta.
Contus carentes.
Saldo desta conta.
Diversos.
Saldo de varias con
tas........
Caixa.
Pelos soguintes va-
lores:
Em moeda de ou-
ro de 22 quila-
tes ........4,150:086*770
Era notas do the-
souro dos valo-
res do 10*000 e
superiores. 306:000*000
Em notas menores
de 10*000..... 7:000*000
Em moeda de tro-
co ........ 6*137
Em notas da pro-
pria caixa. 329:840*000
Percira da Silva : foi seu advogada um moco do
Rio do Pexe chamado Jos Por Dos Rodrigues
Seixas. Foi o reo abstdvido, e at hoje nao houve
appellacao por parte da promotoria, pos s quem
o pode fazer, porque j o anno passado o juiz de
direito appellou.
Hoje 9 tem de ser submettido julgamento os
reos Antonio Joaquim Araruna e seu rmao Emyg-
dio Jos Joaquim por crime de unirte, e dizem que
ser advogado desses Iros o mesmo Sr. Por Dos.
O facto por que sao decusados esses reos moito
Appellacao crime.
Appellante, o juizo ; appellada, Senhorinha Ma-
ra da Conceico,
PASSAGKNS
O Sr. desembargador Gitirana passou ao Sr.
desembargador Lourenco Santiago
As appeages crhnes.
Appellantes, o juizo e Jos Dias dos Santos ; ap-
pellados, o juizo e Anna Magdalena.
Appellante, o promotor ; appellado. Manoel An-
tonio de Moraes.
grave, por sso aguardo a decisao do jury para di- Appellante, o juizo ; appellado, Miguel Trigoso
zer mas alguma cousa. SSSSL
O tribunal acha-se presidido pelo Dr. A. B. de
Lima, promotor publico |l)r. Angelo C de Souza
Cousseiro, e escrivaoDomingos daSilvaSaldanha.
No balanco procedido na thesouraria provin-
cial no ultimo do mez lindo, veriicou-se a existen-1 Appellante, Vicente Ferrara da Costa Miranda
Appellante, Francisco Ignacio da Silveira Bor-
ges; appellado, Francisco de Assis Cordero Oli-
veira.
A appellacao civel.
Passivo.
Banco do Brasil conta do capital.
Valor fornocido pe-
la caixa matriz.
Emisso.
Valor em circula-
Cao. .......
Letras a pagar.
Por dinheiru toma-
do a premio. *
Por saques..... 45:824*290
Diversos. i
Saldo de varias con
tas........
a nh os e per das.
Lucros sujeitos a
liquida^o. .
cia dos seguintes saldos :
Moeda corrente.
Caixa do exorcicio de 1863 1864.
do caifamente............
t das apolices...i...........
Depos'tos.
Moeda corrente. 9:369*375
Accoes......... 63:9115600
Letras........ 244:080*332
162:543*026
5:348*510
4:073*583
317:361*507
Nao foi o Sr. Antonio do Reg Pacheco J-
nior, habilidado pelo Curso Cnmmercial, o nomea-
- do para porteiro da Escola Normal, mas sim um
junho de 1863 teem applieaeio aos militares que Sr. de nome Antonio do Reg Pacheco,
tiverem sido feridos em combate, e experimentado | Chegou sabbado do Para com escala pelo!
algumas das perdas de que tratain as tabellas a Maranho, a curveta de guerra brasileira Beber i-:
que o mesmo artigo se refere, quando nao desfruc-
tem aliruma pensao pela referida causa.
E' o governo autorisado a despender no ac-
tual auno econmico a quantia de 6:000*000 com
os trabalhos ja realisados ou que houverem de se
reahsar no cam|io de instruccao das Vendas-
Novas.
E' igualmente autorisado o governo consignar
nos ornamentos da despeza do estado que houverem
de se fazer com relacio ao ministerio da guerra
para os annos econmicos futuros, a verba de.....
6:0005000, para seren applirados aos trabalhos
que nos respectivos annos houverem de se fazer no
referido campo de instruecao das Vendas-Novas.
No dia 8 fui votada na cmara popular o pa-
recer da commissao da guerra approvando a refor-
ma do exercito, sendo regeitados os adiamenlos do
Sr. Fontes e Sa Nogueira.
O ultimo orador que defendeu o projecto, foi o
nobro ministro da guerra que fallou durante urna
hora. Os papis ministeriaes pozeram bastante em
relevo o fado, por isso mesmo que o nobre minis-
appellado, Hermenegildo Eduardo do Reg Mon-
teiro.
Do Sr. desembargador Res e Silva ao Sr. desem-
bargador Almeida e Albuquerquc
A appellacao crime.
Appellante, Joo Cavalcanti de Albuquerque ;
appellada, a justica.
As appellacoes civeis.
Appellante, Antonio Lopes Braga ; appellado, o
menor Graciano.
Apellante, Jos Antonio da Costa Braga ; ap-
pellados, Gorgonio Placido e outros.
Do Sr. desembargador Almeida e Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta
As appellacoes ertmes..
Appellante, Joaquim, escravo ; appellada, a jus-
be, que segu para o Rio'de Janeiro. I lla- ,-.. ,
- Foi nomeado segundo escripturario da rece-! Appellante, Joao Ferreira de Souza; appellada, a
bedoria de rendas, o terceiro dito da thesouraria Jull1??-
de fazenda, Francisco Augusto de Almeida.
O Sr. Jesuino Pinto de Meiralles, terceiro es-
cripturario da alfandega do Rio Grande do Sul,
foi mandado servir na desta provincia como quarto.
Attendendo-se urgente necessidade da cons-
iruivao de um caes no canal da ra da Aurora,
mandou-se executa-lo, pelas sobras das verbas
do orcamento provincial ultimo, no valor del
13:914*000 rs.
Do Sr. desembargador Motta passou ao Sr. des-
gador Ucha Cavalcanti
As appellacoes crimes.
Appellante, o juizo ; appellado, Virialo de Sou-
za Trindade e outro.
Appellante, o juizo; appellado, Joo Francisco
do Nascimento.
A appellacao cicet.
Appellante, o juizo e Jos Peres Campello ; ap-
Acha-se incumbido de
ment do isthmo de Olinda, e quaes podem ser
seiis effeitos, o Sr. tenenle de engenheiros G. R.
Gabaglia.
Foi privado do posto de major ajudante de
verificar o arromba- Miado, Gaspar de Menezes Vasconcellos de Drum-
. mond e o juizo.
Do Sr. desembargador Ucha Cavalcanti ao Sr.
'. desembargador Doria.
A appellacao civel.
ordens do commando superior da guarda nacional! Appellante, Malinas Lopes da Costa Maia ; ap-
de Pao d'Alho, o Sr. Sebastio Jos de Barros pellada, I). Mana de Jess Cordero.
Brrelo. O Sr- desembargador Assis passou aoSr.desem-
No dia 1." do corrente leve Inpar a posse da [ gador Gitirana
mesa da Santa Casa da Misericordia desta cidade, le-
tro (o general Passos) esteva sendo quolidianamen-. vandoo Exm. Sr. f.rovedordesembargador Anselmo
te acensado de mutismo chronico ou systematico.! Francisco Peretli, o minucioso relatorio do biennio
fallou, pois, e fallou bem, porque disse verdades, lindo, e propondo as necessidadesdo que comecou :
nuas e cruas, sem tropos nem figuras de rhetorica,' bem que faltem meios abundantes para satisfazer
com a franqueza do soldado que se entende melhor, as necessidadesdemaisde 80K pessoas, que aquelle
s vozes de commando e estridor dos canhes,! eslabelecimento sustenta, sua marcha digna de
do que com controversias e arrebiques oratorios.
Nao temos exercito, disse o general, e carece-
mos de telo. Os officiaes em commissao no mi-
nisterio das obras publicas sao nepessarios no da
guerra, porque temos as eneas desmanteladas, as
orlilicaees de Lisboa razer, emtim, grande nu-
mero de trabalhos que necessario encelar cu ron-
cluir, e que sem pessoal technico se nao podem ob-
ter. O ministerio das obras publicas pide muilo
bem ter o seu pessoal proprio, e se at hoje foi pre-
ciso ir busca-lo ao da guerra, uecessano, mes-
mo urgcntissimo que isto se acabe por urna vez.
Hei de empregar todos os esforeos (concluio o
Ilustre ministro da guerra) para que o exercito
deixe de ser um mytho, e sirva paraos litis da sua
inslituicao, nao se tornando nicamente um objecto
de intil e vastissiina despeza
A cmara applaudio e conheceu quanto ha de.
verdade as rgidas ob.-ervaces do general
Passos.
No dia 2 do corrente mez, por volta das 10
horas da manhaa, suicidou-se com um tiro de pis-
tola, na borla do caracol da Panda de Franja, o
louvores.
REPARTIQAO DA POLICA.
Extracto das partes do da 2de julho de 1864.
Foram recolhidos casa de deten;o no dia 1
do corrente :
A' ordem do Dr. delegado da capital Manoel
Duarte de Figueiredo, como Indiciado em crime de
estellionato.
A'ordem do subdelegado do Recife, J. Glusen e
Jos Paniel, sem declaracao do motivo ; Amancio,
escravo de Luiz I'uech, requeriniento (leste.
A' ordem do de Santo Antonio, Ananias, por
disturbio ; Pedro da Costa, para averiguacoes po-
liciacs.
A' ordem do de S. Jos, Maria do O' dos Praze-
res, e Joanna Baptista Teixeira, por disturbios.
A' ordem do da Boa-Vista, Sebastio Baptista
Teixeira, por furto.
A' ordem do da Capunga, Felippe Lourenco San-
tiago, por furto.
O chefe da 2* seceo,
/. G. de Mesriuita.
Passageiro da barca portugueza Corea, vinda
1 sargento aspirante do cacadores n. a, Pedro Au- ue Lisboa : Jlo Nunes da Silva Mallos.
gusto Martins, estudante da escola polyleelmiea.
Tinha o roslo horrivelmente desfigurado. Eslava
fardado. Teria 19 annos de idade.
Era dolado de genio mu galhofeiro, mas fre-
quenleinente quando Ihe diziam que elle esteva
sempre a gracejar, dizia aos seus camaradas e
condiscpulos. Voces sabem l o que vai c por
dentro.i
O pobre rapaz no dia Io tinha feito exame men-
.4 appellacao civel.
Appellante, Vicente Ferreira de Mallos ; appel-
lado, Francisco Ignacio Rochedo.
Do Sr. desembargador Vasconcellos ao Sr. des-
embargador Gitirana
A appellacao civel.
Appellante, Jos Joaquim Goncalves Bastos; ap-
pellado, o lenenle-coronel Justino Pereira de Pa-
rias.
A meia hora depois do mco da encerrou-se a
sessao.
NOVO BANCO E PERXAMBOCO.
Ilalanccle do Novo Banco de Pernanilitico em 30 de
junho de 1861.
ACTIVO
Apolicpsda divida publica........ 708:672*481
Estrada de ferro de Pedro 11...... 136:000*000
Estrada de ferro ds Baha........ 131:074*706
Depsitos......... 72:000*000
Jnias depositadas...... 5:733*280
Tilulos depositados...... 72:682*274
Letras depositadas...... 42:244*970
Letras caucionadas..... 58:217*132
Letras descontadas..... 926:9335829
Letras receber...... 39:2765698
Letras protestadas..... 235:485*822
Renten*........ 280:833*782
Banco da Baha N/C .... 65:531*516;
Jos Antonio de Figueiredo J-
nior do Rio de Jsoelro. .
Aluguel de casa.....
Fornecimeulo......
Passageiros do vapor nacional Cruzeiro do
Sul, sabido para o Ro de Janeiro e portos interme-
dios :
Dr. Joao If. Mafra, cap to-tenente Jos Avelino ')t?l)ezas 6craes......
a Silva Jacques e sua lilha, Marcelino Antonio Pe-.........................
Reis.
reir, Manoel Alfonso da Costa, Rev. Hananias, Fir-
mino A. S. M. Raposo, Manoel Fontan, 7 recrutas
de marinha, Jos Leopoldo Burgard, Felicidade,
--- (preta de nacao livre). Virginio Sebastio Jos de
fa,'J? P?dend0 reSDOnder as Peguntas, as-:Moraes Bp,|0j Dr. Antonio Jos de Amorm, sua
o, P esCr'P Sem dar resp05ta al" *enhora, urna sonrinha e 10 escravos. Jos Goncal- .
gTr'.ce o,. -. 1B, k ^ ves p,,reir3' anspecada Manoel do Nascimento Ca- ^P05"08 da *&
mi I?TuanQosa,,nt('r'ores.eia'neslinhadado bra, j.. sargento Victorino des Sanios e Silva, ?..,, crrente,simple...........
mutila exame-final 5 na0 esperava ser ad" desertor Virissimo Jos dos Santos, 1. cadete Joi
. Diz-se que por este motivo resolver por lema ,T^I^S^'iSXX'a^. Knowlcs & Foster. ( i. Lond.esj
O conde d Arrochella offereceu-se ao presi-' Malaquias africano livre, D. Maria Sabina do Ro- ^ dente da cmara de Guimaraes para tomar sb saro Alvo?, Jubo Flgueiras (preto liberto), Paulo! Jf*^s V*,l,das a carK do Banco-
sua responsabilidade a reconstruo de algumas Jos Cardoso, Claudino Rodrigues Durao Mara
ras d aquella cidade, que a cmara foi autorisa-' Francisca dos Santos, Joaquim Francisco do Espi-
da a reconstruir, tendo um tao patritico offereci- [ rito Santo, 25 escravos a entregar,
ment, como cracrr o melhor acolhimente. Passageiros do hiate nacional Exhullacao sa-
Para este lim parece, ijne j foram entregues ao hdo para o Aracaty:
condeas respectivas plantas e condigoes ; sendo j Jos Joaquim de Moraes e Silva c Raymundo Al-
! ves Ribeiro.
Movimento da casa de detencao no da Io
de julho de 1864.
Existan)....... 358 presos.
Entraram....... 11
Sahiram....... 9
578:194*783
2:100*000
3:000*000
3:8535392
839:102*326,
4,242:921*043
Existem ....... 360
A saber :
Nacionaes...... 241
certo que elle manifesta os maiores desejos de coad
juvar a cmara em todos os mclhoramentos, e est
sempre prompto com sacrificio mesmo proprio, a
conrorrer para tudo quanto seja levantar esta ci-
dade do abatimenlo em que tem jazido.
No dia 4 do correte embarcou fra da barra
do Porto, o balalho de cacaderes n. 1, que seguio
viagem no vapor Minde/lo'.
Este bataiho foi de guarnico para Setubal,
onde chegou no dia 6. A cmara municipal fez
urna recepcao estrondosa ao balalho quando all
desembareoo.
Suhiram ao ar multo* fognetes, a cmara foi re-
ceber o bataiho pr.iia o cenvidou os officiaes
para um jantar no Escoveiro. Os soldados e as
inais| pracas de prel tambem foram brindados
pela cmara com um excellente rancho.
n ~l^ V|c?-ref do Bgypto presenlera el-rei o Sr.
u. Pedro V, que Deus haja, com urna pedra de
preciossimo mar more egypcio, a quo chamara de 1864.
claudonto pnental branco e semelhando agortha. Tiveram alta
Agora el-rei o Sr. D. Luir, ordenou qne, com Joao Loorenco de Sant'Anna.
aquelle marmore, se revestisse orna das salas dos Antonio Francisco da Silva
aposentos de S. M. a raraha, no paco da Ajuda.
O tecto e as paredes da referida sala serao pois
revestidas do referido marmore; o pavimento
de moisaco de marmore porluguez.
Afflrma-se que a sala Acara magnifica.
Estrangeiros-----
Mullieres.......
Estrangeira.....
Escravos........
Escravas.......
43
7
1
SI
7
360
Alimentados a cusa dos cofres pblicos 118.
Movimento da enfermara no dia 3 de julho
Por decreto de 2 do corrente determinado,
Joao Roberto dos Santos.
Dionisio Joao Baptista.
Francisco Gomes de Lima.
Lu, escravo, sentenciado.
Obtuawo do du i- de
publico :
JL'LHQ NO CEMITEniO
PASSIVO.
Capital..........2.000:000*000
Emisso.........1,440:000*000
72:000*000
38:074*927
107:873*329
120:642*324
13*270|
112:771*738 i
249:337*726
7:819*760
1:23P*238
4:303*000
3:458*868
65:464*643
Fundo de reserva.
Tilulos em caucao
Dividendos.
Premios de saques e reraessas.
Detcontus......................
Ris. 4,242:921*043
Estado da caixa.
Em ouro moead*-
do.....465:070*180
Em notas do Ihe-
souro miiores de
10*000. 41:750*000
Em ditas menores
de 10* 35:711*000
Em nulas da caixa
filial do Banco do
Brasil 114:970*000
Ero olas do Novo
Banco de Per-
nambuco sendo

De
Da
De
100*
50*
112:800*
69:700*
13:350*
E d i-rata e cobre.
195:850*000
5:751*146
859:102*326
Demonstrarlo da emisso elfocliva.
4262 olas do valor de 200*000 852:400*000
4651 100*000 465:100*000
2450 > > > 50*000 122:500*000
Rif 1,440:000*000
O guarda livros,
Francisco Joaquim Pereira Pinto.
O formal do Recife, 6 Sr. di-
putado Kiiarque de Ulacedo,
e o met procedimiento na at-
semblea provincial.
Tenho sido aggreddo com artence no Jora I
do Recife era artigos publicados na parte alugai a
aos que se arvoraram em directores do partir)
do progresso sendo o thema para a aggresso >
meu procedimeoto na assembla provincial.
Nao porque recuasse ante essas linhas escripia!
talvez, por quem nao possa, felizmente, crguer .
cabeca no seio de urna sociedade moralizada
onde a infamia poltica tenha o devide apreso,
sim por outras consideracoes tenho deixado de vi
imprensa, proposito de que hoje saio para que s
nao continu a abusar desse modo de proceder
com a mesma facilidade com que se preparan
correspondencias para fra da provincia, incada
das maiores falsidades, smente propras de que.ii
victima do maior cynismo.
Assim, li que se me attribuia o fazer occupaij
as galeras da assembla por coral descoiilwetdas
de quem recebia applausos. Se tivesse vindo
imprensa leria desmascarado a alguns miseraveis
que nao duvidam atirihuir a outrem aquillo para
que sao aptos ; teria mostrado que se na sessao do
anno passado, o Sr. Araujo Barros se dava por
satisfeilo quatido recebia applausos das galeras,
appjausos que nao deixava de registrar na publi-
caeo de seus discursos; e se era, e aioda, S. S.
justamente aecusado de pedir seus amigos que
lizessem oceupar as galeras por espectadores que
Ihe dessem apoiados. estando muilo publica urna
historia de bilheles dirigidos por S. S. fazeudo
taes pedidos, sem receiar urna justa contestagao
posso protestar solemnemente contra arguiees
dessa natureza, que, em outros lempos, foram
tambem feitas ao Sr. conselheiro Loureiro.
ltimamente, em um artigo publicado no Jornal
do Recife de 22 do corrente mez, aprecindose a
discusso havida na cmara temporaria cm relaco
a questo da estada da forca na assembla desta
provincia, se escreveu o seguinte :
Qs Srs. Diodoro e Cunha Teixeira, porm,
vendo que este (o projecto tributando sobre cai-
t xeiros estrangeiros) nao era dado para a or-
dem do dia inlerpellaram por vezes o Sr.
conselheiro Trigo de Loureiro, censurando-o
pelo facto de antepdr outros projectos a esse, que
ambos aquelles Srs. diziam com todos os ares de
t convicco ser de grande interesse publico.
Fcil, como o autor desses escriptos, em men-
tir despejadamente, sendo urna prova do que dze-
mes, esse mesmo artigo, onde com o maior cynis-
mo se contesta a veracidade do que disse na c-
mara quadriennal'o Exm. Sr. Dr. Godoy quando
asseverou que o Sr. conselheiro Loureiro data
apoiados e nao apoiados aos oradores, como so esse
facto nao tivesse sido t> s tem un hado pela populara o
desta cidade, nao muilo que assim emiltisse seu
juizo em relacao s reelamacoes por mim feitas,
e nao ser muito que mais (arde tambera con-
teste que o mesmo Sr. conselheiro Loureiro hou-
vesse, ao proclamar o resultado da eleico para
vice-presidente, convidado o eleto para tambem
tomar assento na mesa etc. etc.
Confesso-o, assumindo toda a responsabilidad!':
fiz redamacoes em algumas sesses pedindo que
se desse para ordem do dia o menciouado projecto;
mas para ser fiel devia o autor dos escriptos,
a que alludo, ter dito que, quando eu praticava,
assim, accresccnlava que o fazia nao s pela im-
portancia do projecto, mas (ambem por causa das
versoes que corriam, desfavoraveis a assembla,
segundo as quaes linha fundamento em motivos
menos nobres o esqueeimento, a que pareca votar-
se esse projecto. Nao procedo como aquelles que
recuam cobarde e miseravelmente ante as conse-
quencas de um acto seu ; quero, porm, a ver-
dade
Apresentado esse projecto vi que, apezar da im-
portancia que ello havia assumido aos olbos da po-
pulacho desta cidade, pareca destinado a nao en-
trar em discusso, e tive apprehensdes de que as-
sim acontecesse, apezar de estar a direccao dos
trabalhos confiada ao Sr. conselheiro Loureiro,
que, quando raembro da assembla provincial de
1848, nao duvidra firmar urna representarlo aos
poderes geraes da nacao, pedindo, alcm de oulras
cousas:
Que se protegesse o noiso coramercio interno,
< tornando-se privativo dos cidados brasileiros o
i commercio a retalho, prohibindo-sc que as
casas era que elle se faz se adrailtam caixeiros
estrangeiros, prefixando-se o uumero desses, que
podero ter casas de grosso trato. >
E vendo que quanto mais se demorava a discus-
so do projecto maiores se tornavam os clamores
contra a assembla, dizendo-se al que o ouro es-
trangeiro exercia j sua missao nessa conjunctura,
nao hestei era clamar urna e muitas vezes que se
desse esse projecto importante discusso, e tive
mesmo occasio de dizer que corriam boatos bem
desairosos assembla, fazeodover os inconvenien-
tes de se continuar no mesmo systeraa de deten-
gas, convindo, ac contrario, que se tratasse logo de
discutir o projecto, paraapprova-lo ou regeita-lo.
Procurava concorrer para qne sobre a assembla
provincial a que eu pertencia nao cahissem impu-
tacoes como essas, que feriram sua reputago, de-
pois que passando a ficar protegida pela forca pu-
blica, em seu seio se deram os maiores escndalos
e abusos, que todos seriara bem provados, se todas
as especularles estivessem registradas em actas
de confrarias, etc. etc.
Se dessa mnha posico resulta lgicamente que
na assembla provincial me arvore em extremo
defensor desse projecto, emboca nao firmado por
mim, estou prompto a aceitar todas as consequen-
cas, e restar-me-lia a circunstancia favoravel de
que, emquanto outros especulando com esse e ou-
tros projectos tivessem feito valer sua posico de
deputado em prol de seos interesses individuaes,
teria eu, abracando o projecto e por elle me es-
forrando, desservida meus interesses Individuaes,
altrahindo a mim os inconvenientes que porven-
tura d'ahi resultassem.
O Sr. deputado Buarque, tao estrenuo impugna-
' dor do mencionado projecto, quo defensor da per-
2:920*000 maoencia da forca na assembla provincial, per-
manencia que infelizmente deu lugar a que con-
tinuando ausentes os depulados da minora, min-
ios excessos centra os quaes hoje clama a provin-
cia, passassera desapercebidos, tambem enlendeu
conveniente referir-se a mira.
Em seu discurso publicado no Diario de Pernam-
124:129*321 tiuco de 21, se l o que se segu :
< Sr. presidente, vou entrar no exame de um
< projecto que foi tido nesta casa por alguns dos
Srs. deputados da minora como aquelle que re-
i svltados mais proficuos deve produzir para a
fiaaa Vppvlacdo desta cidade.
iKw/#aw | Alguns Srs. deputados da minora protestaram
oontra sso, declarando que nao haviam emitlido
t ve oTsne.i P'n'^0 alguma acerca da conveniencia ou incon-
4,988:7z#( venicncia desse projecto.
coi cakZKn ^orCade por esse protesto, o Sr. Buarque decla-
DnMtfHf too nao se haver referido a esses cavalleiros, e
| sim que tinha alludido s minhas palavras, quando
Mtt 1,298:0465218 qyg se tinha apresetitado na assembla provincial
e ao que havia sido dito por um dos autores do
Srojeeto, o meu amigo e collega o Sr. Dr. Diodoro.
o tenho em lembranca se levei a importancia
do projecto a esse ponto, e se fui to posilivo; mas
devo declarar ao Dr. Buarque que acceito essas
palavras como proferidas todas por mim.
Podcra perguntar ao Sr. Buarque se dizer que
um projecto, i o mais importante, equivale o dizer
que um projecto -o de resultados mais proficuos;
mas questo esta que fcilmente poder o Sr.
Buarque resolver recorrendo aos diccionarios da
lingua.
Assumin lo, pois, a rcspoDsabilidadc dessas pala-
; vras, que refere o Sr. Buarque ter-me ouvido, nao
. precisare de asseverar o contrario sob palacra
tfWMawayuw honrada, pois que ainda nao aprend a dar palri-
vra honrada as interpretacoes que inuitos sabem
prestar-lhe. E assim que para alguns poder ser
honrado o poltico que, vendo estranhado por ami-
gos o tomar parte cm conferencias com adversa-
rios dos mesraos, se desculpa, allegando sob pala-
cra lumrada, proceder assim para poder referir-
Ins o que em laes conferencias fr tratado. Para
mira nao. Emlira, sao tantas as accepces era que
se ha querido tomar a expresso palavra honra-
da -que julgo nao dever insistir em tratar dtsso.
V, pois, o Sr. Buarque que nao recuo ante as
consequencas dos meus actos. E deve saber que
nao sou voluvel no modo de pensar, como o sao
mnitos, a par de quem S. S., segundo diz, milita
hoje em poltica, cujo procedimeoto nao estigma-
tisara, como nao estigmatisar o Sr. Dr. Araujo
Barros, que hoje, quando procura chamar odiosi-
dade sobre aquelles que nao se moslraram infensos
ao projecto, esquece-se de que em 1848 firmava re-
presentacoes em que se dizia assembla provin-
cial :
c sabido o quanto temos soflrido pelo estado
< de orphandade do povo. entregue todo a interes-
< ses mesquinhos, sem que at agora nenhum dos
poderes do estado cure de seus padec mentes;
c toda a industria, todo o trabalho nos vedado,
perqu os Portuguezes se tem ntroduzdo entre
t o povo, apoderado do pequeo commercio, da in-
dustrh, ele, ele..............................
i Sabemos que a assembla provincial oo est
autorisada a legislar sobre negocios geraes ; po-
rm a males extremos remedios heroicos.
Sem duvida essas mudancas sao hoje considera-
das da moda, e embora os imprudentes as (axem
de bandalheiras polticas os discretos as consi-
deran) o resultado da reflexao.
Recifc, 27 do junho de 1864.
Jos da Cunha Teixeira.
12,103:662*419
2,000:000,! 000
8,546:1605000
45:8245! 90
1,446:377*: 81
65:300*848
12,103:662*i 19
O guarda livros,
Ignacio Nunes Correa.
Ao distincto e especial corpo eleilural desta
provincia.
Candidato senatoria o Dr. Joaquim Saldanha
Marinho, dirigi cada um dos dignos eleitores es-
peciaes desla provincia, a circular abaixo trans-
cripta ; mas podendo acontecer que, mnitas das
mesmas circulares, por eireumslancias que se nao
pode prevenir, nao tenham chegado, e que agora
mesmo nao cheguem ainda a seus destinos, |>or
isso faz-se a prsenle declaracao, pedindo-se ao
mesmo lempo desculpa de faltas que possain appa-
recer e notar-se,' e de nue jamis deve ser respon-
tavel o mesmo Dr. Saldanha Marinho, (pie s tem
motivo para confessar-se eternamente grato, ao
distincto e especial corpo eleiloral desta provincia,;
que j urna vez o acolheu benigno.
Illm. Sr.Tendo solicitado do corpo eleiloral de
nossa briosa provincia a admbud de meu obscuro
nome na lista triplico que foi offerecida ccra na
ultima eleico, consegu isto, a do modo o mais no-
bre e lisongeiro mim, que -por to grande, consi-
deracao me confesso eternamente agradecido. Da
tribuna parlamentar eu me dirigi aos eleitores de
ininlia provincia, e Ibes iributei a homenagem devi-
da pelo titulo de suprema honra que me haviam
concedido.
Pela lameutavel morle do Sr. couselbeiro Fran-
cisco Xavier Paes Barrete d-se nova vaga no se-
nado, e nova eleico vai proceder Pernambuco.
Apresento-me novamente ; reputando de minha
dignidade consultar ao mesmo corpo eleiloral se
nos poucos mezes decorridos da elciejio em que fui
considerado lenho em alguma cousa desmerecido
do conceito em que. se dignaram ter-me os eleito-
res pernambucanos.
E porque tenho consciencia de mim, como lenho
intima ronviccao da dignidade, independencia e
firmeza de carcter de V. S., nao duvido contar
com a sua valiosa coadjuvacao em prl de minha
candidatura na eleico que se vai agora proceder, j
Ausente do campo onde a eleico vai ser dispu-
tada eu nao cont seno com a bondade e honra
ue V. S., em cujas quididades confio plenamente.
Sempre firme nos principios libcraes, para trium-
pho dos quaes aenfaiam esforco e sacrificio tenho
poupado, me repulo no caso de merecer a conti-
nuaao de seu apata.
Fica as suas ordens o de V. S. amigo, patricio,
criado obrigado
Joaquim Saldanlia Marinho.
Rio de Janeiro, 7 de abril de 1864.
Srs. redactores.Apresentando-me candidato
um dos lugares da lista trplice na eleico de se-
nador, a quo se tem de proceder nessa provincia,
rogo-Ibes o obsequio de fazerem publicar as co-
lumnas do seu jornal a circular que dirijo aos elei-
tores especiaes da mesma provincia
Sou com particular estima, etc.
Antonio Coelho de Sa e Albuquerque.
Rio, 4 de maio de 1864.
Illm. Sr.A lamentavel morle do benemrito
Purnambucano, o conselheiro Francisco Xavier
Paes Brrelo, deu lugar a urna vaga senatorial por
essa nossa provincia.
Animado pelas repetidas provas de eslima e con-
fianca, cora que tenho sido distinguido pelos meus
concidados, ouso pedir minha provincia a honra
de ser contemplado na lista trplice, que tem de
ser apresentada escolha imperial.
A minha vida publica nao breve, e, com a mao
em minha consciencia creio poder dizer V. S. que
s o bem do meu paiz me ha guiado em todos os |
meus actos.
Se, pois, V. S. entender que o meu nome nao
deslustrara a sua lisia, digoe-se de acolhe-lo com
benevolencia, amparando-o com o seu voto e com
o seu prestigio e relacoes.
Terei sempre vivo em minha memoria, e ser i
sempre objecto de meu sincero reconhecimento, o
obsequio que peco V. S.
Desejo Y. S. muitas prosperidades, e rogo-lhe'
3ue transmita as suas ordens quem se prza ser
e V. S. amigo e criado, atiento e obrigadissimo
Antonio Coelho de S e Albuquerque.
Essas informales e o facto por todos conheci
do na provincia, de haverem os chefes das palea
das das gateras por mais de urna vez acompaaha
do casa alguna ou alguns dos membros da mino
ria, era coja iotimidade viviam ; a influencia que
sobre aquelles chefes mosteavam exercer esses se-
nhores revellaado cooheciraento de suas ioteneoes,
e interpondo, por mais de orna vez sen valmenio
pessoal para que nao tosiera desacatados mais
violentamente os depotados da materia ; o facto de
s lerem sido insultados os representantes de um
pensamento poltico, qoando eram resucitados ns
de nutro ; a linguagem excitante de qne se >er-
viam era seus discursos alguns dos autores do ar-
tigo que respondo, sao cireamstancias que me li-
teram ter por exacto o qne avancei, e que, pelo
meaos, me habrimn mais a aflrrma-lo do que a
Sr. Urbano a contesia-lo.
Permittam-me, pois, S. S., qne nao aceite a ar
guicaoque me fazem de fcil em dizer que os dis-
turbios da assembla provincial de Pernambuco
foram autorisados pelos seos membros disiden-
tes. Se se mostrara hoje arrependidos, porqne
virara de que modo os recebeu a opinio sensata
do paiz. Assim aproveite a licao I
O deputado Luiz Felippe de Souza Leo.
Rio, 14 de junho do 1864.
(Jornal do Commercio, do Rk>,)
Tem esta bella e rica provincia de eleger ao dia
10 de julho tres noraes, que sero apresenlados ao
nosso Augusto Monarcha para a nomeacao de um
senador, que preencha a vaga, que no senado d. i
xra a mu sentida morte do nosso distincto patri-
cio, o Exm. conselheiro Francisco Xavier Paes
Brrelo.
Alguns candidatos j se tm apresentado, e, li-
songeando-me com o reconhecer em todos eles
grande merecimento pelos seus tlenlos, illusira-
e.o. ser vicos e dedicacao causa publica, anim-
me a solicitar igualmente a subida honra de ser
eleto.
Nao cncareco meus servicos, e digo apenas, que
elles sao poucos era relacao aos mullos, que tenho
desejado e desejo prestar.
as lucias polticas o raciocinio tem sido minha
nica arma, os boos principios minha religiao poii-
| tica, a exaltaco o inimigo que aborreep, as reeri-
' minages pessoaes o objecto de meus desgostos.
Amo a liberdade e a ordem, e oeste duplo amor
| tem resultado o nao poder simular-me, nem cuoier-
', me sempre qne se abosa de qualquer oestes dous
! principios : este tributo pesado e diflkil en o le-
nho pago ao meu paiz.
! Talvez nao rae seja possvel dirigir-me parlicu-
i larmenle cada um dos Srs. eleitores ; nao pen-
sem por isso que, as occasies de dar evidentes
: provas de vivo reconhecimento, o meu ceraeio se-
r meos expansivo do que o de outro qualquer.
Digne-se V. S. de acceilar os votos d sincera
i estima e consideraco do que de V. S. patricio,
venerador, servo e criado.
Recife, 10 de junho de 1864.
Francisco de Paula Baptista.
Ao publica.
Silvino Guilberme de Barros, sendo hoje o porta-
dor de quasi todas as letras aceitas por Francisco
Antonio de Oliveira pela importancia da compra
\ do engenho Guerra, sito no termo de Ipajoca, pro-
mi i vendo j execucao contra o mesmo Oliveira por
algumas dessas letras de quantia superior vinte
e sete contos de ris, e qne a respei'^fade alguma>
oulras que se vencero, de importanrra rrriior d-
48:000*, trate de promover a sua cobra nca pelos
meios iudicae-. para o que j foi citado, previne
que ningucm faca negocio ou outra qoalquer tran-
saccSu com o referido engenho Guerra, escravos,
anima.'s, ulensis para o fabrico de assucar, safra,
que tudo esl hypothecado para garanta do paga-
i ment das letras aceitas pelo dito Oliveira pela
compra do referido engenho na importancia de
| 245:500*. afim de que qualquer fique logo certo
! que algum negocio ou tranearcao qne fizer, sera
nullo. Recife, 25 de abril de 1864.
Rio-Granrle do Norte.
Embarcou no porto de Pernambuco, no vapor
i inglez Paran, no dia 14 do corrente mez de jo-
: nho, o Sr. Joaquim da Silva Castro e sua Exma.
. familia, com destino Portugal. Capitalista dis-
I pondo d'tima fortuna consideravel, o Sr. Joaquim
, da Silva Castro, na opulencia, como no principio
| de sna carreira commercial, foi sempre distincto
cavalleiro, benigno, caridoso e condescendenie;
elle leria triplicado seu cabedal, se lizesse valer o
seo direito, aproveitando as occasioes, que leve de
fazer-se indifferente mesquinha sorle d'oulros ne-
gociantes ; porm o magnnimo cavalleiro, aar
muitas vezes deixou, por benignidade, quanlias
avulladas em mo de seus devedores ; nao s per-
doando dividas liquidas, como dispensando reeebi-
meiitos de commisses de grande importancia, dis
tinguindo desla forma o perfeito mrito : amig.
leal, expeliente esposo e pai, bom cidado e rwv-
nhecido bemfeilor, o Sr. Joaquim da Silva Casto.
em honra da verdade, tem sido sempre considera-
do como um dos bellos ornamentos da sociedade
Presidente da Assoeiaco Commercial dos L>is! .
agente do Banco Commercial Portuense, di red -t
da caixa filial do banco do Brasil em Pernamliu-.i
correspondente de muitas casas commerciaes da
provincias deste imperio, e de paizes cslrangeirus,
sempre desempenhou com honradez os mandato
dos seas conunitlenles. Soffrendo, porm, aestei
ltimos lempos em sua sade, depois de rejiui.ir
lodos os seus negocios, empregou urna parte de snu
fortuna em predios na cidade do Recife, e segu..
para a sua patria, procurando reslabelecer-se e
descancar das fadigas commerciaes.
Faze'mos voto ao Allissimo pelo perfeito reslabe-
lecimenlo do honrado c distincto cavalleiro, e de-
sejamos-lhe e sua Exma. familia feliz e breve
viagem.
Rio-Grande do Norte, na cidade do Natal, 20 de
junho de 1804.
D. II.
(Do Progresista.)
Salsa de Brislol.
O grande purlflcador do sangaie.
A nica preparaco original e genuina para a
cura radical dos mais perigosos e confirmados ca-
sos de escrophulas ou mal do rei, chagas antigs,
leicensos, tumores, abeessos, ulceras e todas a -
qualidades de erupcoes escabrosas e escrophulosas
a legitima salsapanilha de Brislol, preparada por
I.anman Ot Kemp.
E' igualmente um remedio certo para rheuma-
tismo, empigens, tinha, escorbuto, tumores branco-
e alfecces nevralgicas, debilidade geral e nervo-a
do systema. falla de apetite, languidez, looteira<.
e todas as molestias do ligado, febres, febres bilio-
sas, frios e ictericia.
O melhor, e emfim o nico remedio certo para a
cura de todas as molestias provenientes de um es-
tado impuro e viciado do sangue.
Os que soffrem destas molestias podem estar na
certeza que nao tem a menor pancula de substan-
cias mineraes, mercuriaes, ou outro qualquer ve-
neno nesta medicina.
Ella inteiramente innocente, e pode ser loma-
da |wr pessoas no maior eslado de fraqueza ou a*
criancas mais delicadas sem Ihes causar o menor
mal.
E' preciso acautelar-se contra as tres falsihVa-
coes e imitacoes que existem, pedindo a legitima
salsa de Bristol preparada nicamente por Linman
& Kemp.
venda em casa de Caors & Barbosa e J. da C
Bravo & C.
O depntado Luiz Felippe e a
minora da assembla provin-
cial de Pernambuco.
Por deferencia aos asignatarios de urna publicacao
que com a epigraphe cima apparecen no Jornal
do Commercio de hoje, reclamando contra algumas
palavras que profer na cmara dos Srs. deputados,
quando apreciava as oceurrencias lamentaveis que
se deram na assembla provincial de minha pro-
vincia, e accedendo ao convite que elles me fize-
rain de declarar em que fundamento assento* o
jozo que entao expend; devo dizer que nao ten-1
do por mim observado os aconteciraentos de qne
roe oceupei, naturalmente, tratando delles, devia
referir-me as inforroa?es qne cofhio das publica-
edes da imprensa e s que me eram fornecdas por
pessoas de criterio.
______COMMERCIO.
CAIXA FILIAL
DO
BAICO DO BRASIL
EM PERNAMBUCO.
A directora da caixa filial do banco do Brasil
nesta cidade, administradora da massa fallida de
Joaquim Francisco de Mello Santos, convida dores da mesma massa para apresenlarem seus i-,
lulos at o flm do corrente mez, afim de serem
convenientemente examinados e proceder-se-ka aa
primeiro dividendo da referida massa.
Recite 4 de junho de 1864
Jos Mamede Alves Ferreira.
(Secretario.
lllandega
Rendimento do dia 1............ 34:973*808
dem do dia 2 ................. 19:415*004
54:399*612
vlmcnto da aUaadeca "
Volomes.entrados com fazendas... 3
* com generes... 409
780
Volumessabidos com fazendas... 140

[MUTLADOl


HMMMHMIMMHM
Hi
BSSSBB-

Diarlo de feraambo -- aeguada lelra 4 de falne de 18S4.


cora gneros.
3otf
504
Descarregatn no dia 4 de julho.
Brigae portuguez Confianca diversos gneros.
Galera ingleza Rapkaelcarvao.
Barca inglezaD Brigue inglezUebe of the Exe-mercadorus.
Brigtie sueco Emiltaboado de ferro.
Patacho inglezJSm da de ferro. .
Patacho hamburgusKieter fanalta de trigo.
Iaaportaeao.
Brigue inglez Htveof the Ext, entrado de Liver-
pool, consignado James Ryder & C, manifes-
tou:
107 fardos e 83 eaixas toados de algodao, 5 cai-
xas dito de dito e lia, i fardo dito de laa t James
Ryder 4 C.
7 caixas folhas de cobre, 100 ditas genebra, 2o
ditas phosphoros, 5 fardos tecido de algodao ; a
ordem.
150 caixas folla de Flandres, 1 dita miudezas
de algodao ; Patn Hasta & C
20 fardse 33 caixas tecido de algodao; A-
damson Howie.
1 fardo fio de algodao, 8 caixas machinas para
descarocar algodao, 1 dita vaqueta, 10 ditas e 6
barricas ferragens, 1 dita maianos para caf, 2
feixes rodas para moiohos de dito, 100 fogareiros,
feixes folhas de ferro,
Unidades. Valores.
cento
caada
ALFANDEGA DE PERNAMBt'CO.
PAUTA DOS PHEgO DOS GNEROS SUJEITOS A D1BEIT0 B*
EXI'OllTAQAO. SEMANA DE 4 A 9 DO MEZ DB JU-
LHO de 1864.
Mercaduras.
Abanos.......
Agurdente de cana. .
dem restitada ou do reino
dem casaca. .......
dem genebra.......
dem alcool ou espirito de agua-
ardente.....,
Algodao em canea..... arroba
dem em rama ou em ti a.
Arroz com casca......
dem descascado ou pilado <
Assucar mascarada ....
dem branca.......
dem refinada.......
Azeite de amendoim ou mendo-
bim......... casada
dem de odco.......
dem de mamona..... >
Batatas alimenticias..... arroba
Bolacha o diara, propria para
embarque....... *
dem fina........ *
Caf bom........
dem esoolha ou restolho ...
dem torrado ....... Ubra
Caibros......... um
MOVIMENT DO PORTO.
1500
800
800
480
800
900
64500
264000
14508
24800
24700
44400
541^0
24000
14600
800
14200
Zitella,
Priest, I
algodao;
algodao ;
Th Jefflries.
a Linden Wild
dem branca.......
Carne secca (xarqae) ....
Carneiros........ um
Carvao vegetal...... arroba
25 caixas e 4 feixos ac, 46
181 ditos arcos de dito, 10 caixas enxofre, 10 bar- fi\ .........arroba
ricas salitre. 4 caixas phosphoros, 87 feixes de
ferro, e 1,530 barras de dito; S. P. Jehnston
&C.
10 fardos tecidos de
1 caixa tecido de
Jt *
I caixas tecido de algodao; D. P. Wild
3 fardos e 4 caixas tecido de algodao, 4 fardos
dito de lia, 2 ditos dito de tinho, 1 dito cobertores |f"|". ;
de algodao l V^j _. ^ i aS^^ST^.
Cavernas de sicupira .
Cera de carnauba era bruto,
dem idem em velas
Cha
urna
libra
23 caixas tecidos de algodao; a Southall Mellors
* a.xa miudezas a Maooe. Ignacio de Oliveira ^^j^
cento
um
cento
libra
Jos
|f
i Fillios.
4 barricas oxido de chumbo, 1 caixa drogas ; a
Caors & Barboza.
2 barricas ferragens ; Mello Lobo & C
20 barricas enxadas, 5 ditas ferragens;
Antonio M. Dias.
9 barricas vidros, 2 caixas chales de algodao,
6 ditas e 10 fardos tecido de dito ; J. Paler
AC.
2 barricas verde crome; i BT F. do Souza.
18 caixas e 19 barricas ferragens, 50 caixas fo-
Iha de Flandres, 5 barricas ferros de engommar,
3 barricas parafusos, 50 feixes ps de ferro, 3 far-
dos mantas de algodao para selim, 4 caixas tecido
de linho, 7 feixes machinismo, 500 caixas sabio,
3 fardos tpeles, 37 ditos e 10 caixas tecidos de
algodao, 597 saceos farinha do trigo ; Saunlers
Brothers A C
Vapor iiijrlez Magdalena, entrado de Southamp-
tou, manifestou :
23 caixas queijos ; Brander a Brandis.
1 dita objectos de escriptorio, 1 dita obras de
prata f a N. O. Bicber A C.
1 dita queiios, 1 volunte amostras ; a Southall
Mellors-A C.
1 caixa perfumaras, 3 voluntes amostras : a
Lindero Wild }i caixa fazenda de algodao e la, 3 ditas chapeos
de sol, 2 caixas fazendas de laa, 1 dita lencos de
:assa, 5 caixas fazenda de algodao, 6 voluntes a-
mostras; Joao Keller A C.
5 caixas queijos ; Duartc A C.
2 ditas fazenda de algodao e 3 voluntes amos-
tras ; Phippos Brothers A C.
4 barrtcas ferragens; Prente Vianna & C.
2 caixas ferragens; I). J. F. Guimaraes.
1 caixa mantimentos, 1 volume amostras; a
Izidoro Netto & C. _
2 barricas ferragens; S. P. Johnston & C.
20 caixas queijos, i dita miudezas ; ordem.
1 caixa fazenda de laa, 1 dita dita de seda, 2
dilas artigos para chapeleiro, 1 dita carnizas e
ditos ditos e i volume amostras; Henrique &
A. e vedo.
0 fardo? madapolao, 1 caixa sedas, 1 dita fa-
zenda mixta e de linho, 40 barris manteiga, 1 em-
Drulho amostras: E. A. Burle A C.
2> caixas e 3 fardos tecidos de algodao, de dito
e linho, de seda, de laa, de dita e algodao, de li-
nho, calgado, chapos de sol de alpaca, couros,
chapos, cartas, brim de algodao, chita*, damas-
co, ele, 50 barris manteiga, 1 embrulho amostras;
Ferreira A Araujo.
1 caixa arligos de escriptorio, 3 ditas sedas, 1
dita fazenda de laa; 2 voluntes amostras ; a F.
Sauvagp.
1 caixa chapos, 2 voluntes amostras; a A. U
de Abroo. ,,
3 caixas fazenda de la e seda, pentes e boloes ;
a Monleira Lopes & C. .,
1 caixa fazenda de seda, 1 caixa bixas ; a Jos
Antenio Moreira Dias & C
1 caixa luvas; enker A Barrozo.
1 caixa pentes, botos, instrumentos musicaes;
Vaz A Leal-
1 caixt ferragens ; J. P. Moutinho.
1 caixa seda elstica; M. Ignacio de Oliveira
34000
74OOO
84500
74500
440
360
280
500
34000
44800
140W
84000
300
360
14500
245OO
154000
34508
500
165
240
108
350
104000
14000
320
500
44000
24OOO
dem idem verdes
dem idem cabra eertidos. um
' dem idem de onca.....
Doces seceos.......libra
dem em gela ou massa. >
dem em calda...... >
Espanadores grandes um
dem pequeos. .....
Esteiras para forro de estivas
i de navio........cento 154000
Estopa nacional......arroba 14600
Farinha do de mandioca. alqueire 24000
dem de araruta..... arroba 4400C
Feijao de qualquer qudlidade. 14800
Frechaes........um 54000
Fumo em lolha, bom .... arroba 144000
dem ordinario ou restolho 85500
dem em rolo bom...... 84080
i dem ordinario ou restolho 54000
Gallinhas........urna 600
Gomma.........arroba 14900
Ipecacuanha (raiz)...... 854808
Lenha em achas......cento 24000
Toros........... HfOOQ
Linhas e esteios.......um 85000
Mel ou ntelaco.......caada 200
Milho..........arroba 900
Papagaios........um 34000
Pao Brasil........quintal 84000
dem de jangada......um 54000
Pedras de amolar.....una 840
dem de filtrar...... 44000
dem de rebolo...... 15200
Piassava.........molho 120
Pontas, ou chifres de vaccas ou
novilhos........cento 54000
Pranchoes de amarello de dous
, costados........um 205000
dem de louro....... 104000
Rap..........libra 14000
Sabao.....-...... 1*0
Sal..........alqueire 400
Salsa parrilha.......arroba 255000
Sebo em rama....... 54500
dem em velas........ 75000
Sola em vaqueta......unta 25s<00
Taboas de amarello.....duzia 1404000
dem diversas....... 804080
Tapiocas.........arroba 24800
Tatajuba.........quintal 21000
Travs.........urna 64000
. nhasdeboi...... Cento 200
Vassouras de piassava...... 104000
Ditas de timb...... 85000
1 Dilas de carnauba..... 64000
Vinagre.........caada 500
Alfandega de Pernambuco, 2 de julho de 1864.
(Assignados):
O 1." conferente, Antonio Carlos de Pinito Borges
O 2." conferente, Joaquun Ignacio de Carvalho
Mendonca.
Approvo. Alfandega de Paernmbuco, 2 de
junho de 1864.A. Eulaito.
Conforme. O 3. escriturario, Joao dos San-
tos Porto.
Recebedorla de rendas internas
^ pjibo. geraes de PernambHco.
1 cexto bixas, 5 bahs encommndas; Ma-' Rendimento do dia 1............ 1:5944998
noel Joa luim R. e Silva & Genros. dem do da 2................. I 1945450
chitas, 1 volume amostras; a Rabe
Consulado de Portugal.
Sao chamados os credors do ausente Manoel
Correia de Souza apresenUrem dentro do praso
de 15 dias os seus ttulos de crediio para serem
verificados. Recife 27 de junho de 1864.
Pela su idelegacia do 1" districto da fregue-
Southall Mellors de S. Lourenco da Malta, se faz publico que te.
acha depositado nm cavallo meto rodado com al-
gamas pintas de pedrez, o qnal t tornado a Se-
verino Rociano da Silva por suppo-se furlado :
quem se julgar com direito ao mesmo, compareca
nesta subdelegada, que provando, Ihe ser en-
tregue.
Sntidolesacia de S, Lourenco da Malta 28 de ju-
desembarcadas do vapor inglez, em nm ou mais
lotes a vontade : segunda-feira 4 do corrente, pelas
10 horas da manha, na porta do Annes._____
Nanos entrados no da t.
Rio de Janeiro 21 dias, barca ingleza
de 266 toneladas, capitn Francii W.
equipagm 14, em lastro; a
AC.
Maranho6 dias, crvete vapor nacional Bebe-
nbe, commandante o capilo tenenta Ludgero
de Salles Oliveira.
Rio de Janeiro21 dias, barca ingleza Delhi, do
682 toneladas, capitao H. T. Harris, equipagm
16, em lastro; a Saunders Brothers &C.
Lisboa-36 dias, barca porlugueza Corra, de 305 nho de 1864.-0 subdelegado,
toneladas, capitao Rodrigo Joaquim Caroeiro,'
14, carga vinho e otttros gneros
LEILiO
YISOS DIVERSOS.
equipagtm 14, carga vinno e
a Thomaz de Aquino Fonseca Filho.
Navios sabidos no mesmo dia.
Rio de Janeiro e. porros intermediosVapor na-
cional Cruzeiro do Sal, commandante o 1. l-
ente Joaquim de Paula Guedes Alcoforada
AracatyHiate nacional xaafiafaa,capitao Trujano
Antones da Costa, carga diferentes gneros.
Liverpool Barca ingleza City of the Sulla*.
capitao F. Arnald, carga assucar e algodao.
A'iirwi entrados no dia 3.
Assii34 dias, brigue brasilero GHiJ/ter*HM 250 toneladas, capitao Joao Correa dos Sanios,
equipagm 7, carga sai; a Palmeira i BeKro.
Genova e Cette53 dias do primeiro porto e 50 do
segundo, patacho italiano Annestiont, de 107
toneladas, capitao Givolaiuo Molinari, equipa-
gm 8, carga varios generes; a Amorim Irisaos.
Nados sahidos no mismo dia.
Rio Grande do Sul Brigue nacional Castro /, ca-
pitao Joaquim Alves Moreira, carga varios g-
neros.
U10 da PrataBrigue hespanbol Vigilante, capitao
Jos Miramlielle, carga algodao.
Barcelona-Polaca hespanhola Ermesinda, capitao
Jos Torres, carga algodao.
EDIT1ES.
entrado do Rio de
Assucar.
Arroz........
o i-anas
Schmelau S C.
Brigue nacional Almirante,
Janeiro, consignado Marques Barros A (.., ma-
nifestou o seguinte :
Gneros estrangeiros despachados para consumo.
24 pipas e 80 barris vinho, 650 saceos farelo,
7 barricas envada, 1 dita cerveja, 44 barris touci-
nho 250 caixas passas, 100 ditas cognac, 1 caldei-
ra de cobre, 5 fardos panno, 1 caixao cha, 1 sac-
co lupalo, i caixa entremeios de cassa, 10 barris
pre<'0< 1 caixa, 1 serrote, 1 embrulho limas e for-
mes, '!6 caixes, 1 funil, 1 armacao e 3 pecas
machinas para descarocar ; ordem.
De reexportacao.
400 caixas cerveja; ordem.
Gneros naciooaes.
44 barris toucinho, 20 pipas graxa, 73 ltase
226 rolos fumo, 1 caixo cha, 6 ditos rap, 1 sacco
angica 1 caixa cera em velas, 500 ditas velas,
324 molhos pelles de cabra, 1 canastra livros irn-
pressos, 900 caixas sabao ; 285 saceos cafe, 105
ditos farinha de mandioca : a ordem. .
Vapor nacional Cruzeiro do Sul, entrado do ra-
ra, manifestou o seguinte :
Gneros e:-trangeiros.
1 caixa com 300 latas de tabaco picado ; or.
Gneros importados pela mutua fronteira pos nos.; Couros.........
1 caixa e 1 fardo com 816 chapos do Chili.
Gneros nacionaes.
66 rolos com 38 arrobas de salsa ; ordem.
Barca portoguea Corra, entrada sabbado de
Lisboa, consignada Thomaz d'Aquino Fonceca
Jnior, manifestou o seguinte :
25 pipas e 25 barris vinho, IoO caixas e 50 meias
ditas batatas, 100 saceos arello ; Manoel Ignacio
d'Oliveira e Filho.
0 barris vinho, 20 ditos azeite ; a Amorim Ir-
4 pipas 2 meias e 16 barris vinho, 30 ditos vina-
gre, 60 ditos chonricas, 2 caixas doce, 100 ditas
ceblas, 30 ditas batatas, 50 dilas sabao, 88 ditas
cera em velas, 49 ditas, 98 meias e 96 manos pas-
sas, 12 barricas cera em grume; a Thomaz d A-
luino Fonceca. ... .
70 pipas, 170 barris vinho, 3o ditas, 16 pipas e 4
meias vinagre, W caixa azeite, 4 ditas bolacha, 4
ditas pme> di,as doce' 3 d,,as erv,'(^a3' d,U
ualitos, 658 ditas e 50 meias batatas, 100 ancore-
tas masa de tomates, 118 barris toucinho, 120 di-
tos chouricas, 80 moios sal, 3 meias barricas erva-
doce 130 caitas, 55 meias e 160 quartos natas,
35 barrcias alpisu, 10 ditas eorainhos, 2o caixas e
1186 mlhos ceblas ; Thomaz d'Aqmno Fonceca
"^'barris toocioho. 40 anooretas chonricas ; a
E. R. Rabelio. .... L
30 accos semas; Luiz Antonio de Siqueira.
H pipas e 10 barris vinho, 50 caixas btalas; a
Palmeira Beitro.
7 pipas e 15 harria vinagre, 30 ditos carne en-
saosa, fiOdilostouciabo; a Jos Marcelino da
Roas.
Tcaia queijos, 10 barricas massa de tomates,
t oinas vinho ; Custodio Jos Alves Guimaraes.
i barris vinbo; Sebastio Jos da Silva.
10 saceos graos, 4 barricas amendoas; a Do-
mingo* Jos Ferreira Guimaraes.
W barris vinho, 28 ancoretas vinagre, 50 meias
caixas batatas; Joo Macedo do Aroaral.
20 saceos brollo ; Jos Pexetra da C da &
1 caiaa mercurio ; a Vaz & Leal.
25 ditas cera em vela; a Domingos Ribetro
50dIUs'; Antonio Henriqnes Rodrigues.
46 barricas aimsU ; Isaac Suaiy.
10 sacros farello ; Bailar & Oliveira.
20 barr; azeite, 23 ditos toucinho, 100 saceos
ornase 100 ditos farello, 111 caixas batatas ; a
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
2:7895448
Consulado provincial.
Rendimento do da 1.. .8......... ?:*224SS
dem do dia 2................. 4:1774016
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publico, que no
dia 7 de julho prximo vindouro, vaj novamente a
praca, para ser arrematado a quem mais der, os
pedagios das barreiras abaixo mencionadas :
Caxang, avahado novamente por an-
tro em.........3:5204000
Jaboato, idem idem ..... 3:520|0M
Giqui, idem dem......3:9884000
Tapacur, idem idem.....1:8014600
Ponte dos Carvalhos, idem idem 9644800
As arremataces serao feitas por tempe de 3
annos, a contar do Io de julho do corrente anno a
30 de junho de 1867.
As pessoas que se propozerem a essas arremata-
ces, comparecam na sala das sesses da junta de
fazenda da mesma thesouraria, no dia cima men-
cionado, pelo meio da, tendo lugar as habilitaces
nos dias 30 do corrente e 5 de julho vindouro.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria proviucial de Pernam-
buco, 27 de junho de 18G4.
O secretario,
A. F. da Annunciaco.
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que o thesoureiro da mes-
ma thesouraria est aulorisado a pagar, do da 8
do corrente por diante, os juros das aplleos da
divida publica provincial, vencidos ateo ultimo de
junho prximo lindo.
E paca constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 1 de julho de 1834.O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico, que o thesoureiro da
mesma thesouraria esta nutorisado a pagar do dia
8 do corrente por diante as apohees da 3a serie da
divida publica provincial.
E para constar se mandou publicar pelo jornal
Secretaria da thesouraria provincial du Pernam
buco 1" de julho de 1864.
0 secretario,
A. F. d'Annunciaco.
0 Dr. Tristao de Alencar Araripe, offlcial da impe-
rial ordem da Rosa, juiz de direito especial do
commerelo desta cidade do Reeife de Pornambu-
co e seu termo, por S. M. Imperial e Constitucio-
nal o Sr. D. Pedro It, quem Dos guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem e del-
le noticia tiverem, que no dia 23 do moz de julho
do corrente anno se ha do arrematar por venda
quem mais der, em praca publica, depois da au-
diencia respectiva, a casa terrea n. 6, si'.a ra da
Florentina da freguezia de Santo Antonio, com 2
portas cora rotulas na frente, 2 salas, 2 quartos,
cozinha fra. quintal murado e cacimba meeira,
avahada em 1:6004, a qual pertencente ao ausen-
te Servlo Pereira da Silva, e sua mulher, e vai
praca por execuco que contra os meemos movem
Rabe Schametau & C.
E na falta de licitantes ser a arrematarlo feita
pelo prego da adjudicaco com o abatimento res-
pectivo da lei.
E para que chegue ao conhecimonto de tolos
mandei fazer o presente edital, que ser alixado
nos lugares do costume, e publicados pela imprensa.
Dado e pasando nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 2 de julho de 1864.
Eu Manoel de Carvalho Pues de Andrade, escri-
vo, o subscrevi.
Tristao de Alencar Arar ipe
. de AlbuqDcrque.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que arrematacao dos reparos doembarreamento
da estrada do sul, entre os marcos de 2,000
8,000 bragas, foi transferida para o dia 7 de julho
prximo vindouro.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 30 de junho de 1864.
O secretario
A. F. da Aniuineiaciio.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que arrematago dos impostes do dizimo do ga-
do vaceum as comarcas do Bonito, unjo, Garan-
hons, Flores, Boa-vista, Tacarat e Cabrob, foi
transferida para o dia 7 de julho prximo vin-
douro.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
aambuco, 30 de junho de 1864.
O secretario
A. F. da Annunciac/10.
De ordem do lllm. Sr. inspector da thesouraria
de fazenda de Pernambuco se faz publico que a
mesma thesouraria, em virtude das ordens do
thesouro ns. 69 e 82 de 7 e 18 de junho ultimo,
aeha-se autorsada a pagar a diversos credors de
dividas de exerccios fiados. As pessoas inte-
ressadas deverao requerer essa thesouraria o
pagamento de suas dividas.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
nambuco, 1 de julho de 1864.
Servindo de offlcial inaior
Manoel Jos Pinto.
Arrematacao de predios.
No da 5 do corrente, pelas 12 horas da manha,
na sala publica das audiencias e depois da audi-
encia do Sr. Dr. juiz municipal da 1* vara tem
de ser arremada por venda urna casa pequea de
pedrae cal no lugar da Cabanga, freguezia de S.
Jos, avahada por 2004000; outra casa no mes-
mo lugar, sendo tambem de pedra e ca|. avahada
em 2004090, e outra casa tambem de pedra e cal
e no referido lugar, avahada em 6005000, cujas
casas vo praca por execuco que move Manoel
Dias da Silva Santos pelo juizo municipal da pri-
meira vara, escrivo Cuaba, contra Jacob Joaquim
da Silva.
Conselho de compras navaes.
Tendo o consclho de contratar os servigos de
barbeiro s enfermaras de marinha e dos africa-
nos livres, durante o corrente exercicio, bem como
a lavagem d* roupa dos estabelecimentos de ma-
rinha atsetembrodo corrente anuo; os contratos
sob as condices do estylo: convida aos pretenden-
tes apresentarcm sus propostas em cartas fe-
chadas no dia 5 do corrente mea at as 11 horas
da manha, em que tero lugar os ditos contratos.
Sala do conselho de compras navaes Io de julho
de 1864. O secretario,
Aloxandre Rodrigues dos Anjos.
Aos 10:IIOi* $0')ll.
Sabbado 0 do corrente mez se extraliir
3) vSE C2) a s'<2,,n,l:, l):,lte i';t primetra lotera la igre-
ho/e ja de N. S da Boa-Viagera, no consisiorio
O agente Pestaa vender por conta de quem da igreja de N. S. do Rosario da freguezia
pertencer 100 caixas e 80 quartos cora passas ,|0 Sanio Antonio.
Os bilbetes, raeios e quartos acham-w
venda na respectiva thesouraria roa do
Crespo n. 15.
Os premios de 10:0005000 at OJOOO
serao pagos urna hora depois da extraeco
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuidlo das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
muito novas desembarcadas sabbado
mais lotes : hoje as 10 1|1 horas no
Annes.
em um ou
armazem do
LC1LAO
DA
Helado lo sobrado de 2 andares silo
ra do Padre Hm-iaii n. 21.
Terra-feira '> de julho as II horas.
O agente Olimpio acha-se aulorisado a vender
em leilo a metade do sobrado de 2 andares na
roa de Padre'Florianon. 21, chaos proprios e ren-
de mensalmente 424-
Os pretndenos podero enlonder-se com o re-
ferido agente em seu escriptorio na ra da Cadeia
do Recife n. 48, onde ser effectuado o leilo da
metade do referido predio.__________________
TILO
oe
Fazendas avariadas.
Tcr Robert Lightbownn & C. faro leilo por inter-
venco do agente Pinto e por conta e risco de
quem perteucer d > alguns madapoles, chitas e
brins com a varia d'agua salgada, s 10 horas do
da cima dito em seu armazem da ra da Cadeia
n. 55.
Olimpo Ferreira da Silva
AORNTE DK_ UflSjSJJ
Ra da Cadeia do Recife n.
Primtiro andar.
m\ l)\ FORTUNA.
AOS 10:000.000
IEILAO
ni-.
Hllheles garantido
V ra do Cresas 1. 23 o casas do costasae
O abaixo assignado tendo vendido nos sen* mai-
to felizes billi.'i,- garantidos o meio n. \-\i~ rom
a sorte de 6:0004000, e n. 928 cm 1:4004 e nu-
tras muitas de 2004, 1004, 404 e 204 da luteria
que se acabou de xtrabir a benrlici da igreja de
lO- i Santo Amaro de Jaboato, convida os possmdores
I de ditos bilhetes a virem receber seus respectivos
premios sem os descontos da lei, em seu eslabe-
AVISOS MARTIMOS.
i'ni)|)inlii. PernambHcaiia
DR
Xavega^o costelra a vapor.
Parahiba, Natal, Maco, Araeatv, Cear, Acamen' e
Granja,
O vapor laguaribe, comman-
dante Lobato, segu para os por-
1^ tos do norte no dia 7 de julho as 3
.horas da tarde. Desde j recebe
carga at o dia 6. Eiicommen-
das, passageiros e dnheiro a frete at s 2 horas
da tarde, do dia da sabida : escriptorio no Forte
do Mallos n. 1.______
O mesmo tem exposto venda ns novos e Mizos
bilhetes garantidos a henelicio da igreja de N. S.
da Boa-Viagem, que se extralur sabbado 9 do
corrente.
Presos.
Bilhetes inteiros..... 124000
Meios......... IJOOsj
Quartos........ 3JJ0GO
Para as pessoas que comprarem
de 1004 para cima.
Bilhetes........ 11,1000
Meios......... 54500
Quartos......, 24750
. il-.in-irt Martim Fiuza
Predios na povoaco do Monleiro e
dos em t liaos proprios.
Cordeiro Simdes levar pela terceira vez lei- Tecimento ra do Crespo n. 23.
lo por mandado do lllm. Sr. Dr. juiz especial do'
commercio, os predios situados na povoaeo do
Monteiro pertencentes a massa fallida de Joaquim
Vieira Coelho & C., requerimenlo dos adminis-
tradores de dita massa, servindo de base a maior
offerta obtida em leilo no dia 2 da corrente mez.
Terca-feira o do corrente s 10 l|2 horas, por-
ta da Associaco Commurcial._______________
I
Terca-feira to corrale ao meio dia
na escriptorio do agente Olimpio ]m ra
Cadeia do Reeife n. 48, 1" andar.
O agente Olimpio vender em leilo sem min-
ala reserva de prejo urna porco de miudezas.
LEIIaAO
DB
Sapatos de borracha para homem e
senhora.
4|itarta-felra.
O agente Pestaa vender em leilo por conta e
risco de quem pertencer 47 caixas com sapatos de
borracha para homem e senhora parle com deleito,
os quaes serao vendidos sem a menor reserva de
prego para fechar factura : quarta-feira 6 do cor-
rente [telas 10 horas no armazem do Annes defron-
te da alfandega.
da
Antonio Prieto, por si e seus filhos. cor-
dialmente agradece a seus amigos e aquel-
las pessoas qoe se dignaram assistir aos suf-
fragios e acoinpanharam o com de sua
presada consurte ao cemilerio publico, igual-
mente os convida para assistirem a missa do
stimo dia, que pelo eterno repntiso de sua
alma tem de celebrar-se no dia 5 do rorre-
te pelas 7 horas da manha na capella do
mesmo cemiterio.
LEILaO
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DK
\a vesvi cosclra a vapor.
Hacei c escalas, rearado e Aracaj.
O vapor Persinunga, comman-
dante Ratis, segu para os porlos
do sul o dia o de julho s 5 horas
da tarde. Desde ja recebe carga
at o dia 4. Encommendas, pas-
sageiros e dinheiro a frete at s 'i horas da
tarde do dia da sahida : escriptorio no Forte do
Maltosa. 1.______________,________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Navega^o costelra a vapor.
lllia de Fernando dr Nnronha.
No dia 14 de julho ao meio dia
segu o vapor Parahiba. comman-
dante Martins, para o presidio de
Fernando de Noronha. Recebe j
'carga at o dia 13. Encommen-
das, passageiros e dinheiro a frete al o dia da
sabida as 11 horas escriptorio no Forte do Mal-
tos n. 1. ___
DK
Diversos escravos.
liiarta-felra do eorreote.
O asente Pestaa legalmente aulorisado vender
por conta de quem pertencer diverso escravos
de ambos os sexos c habilidades a saber:
Damio, mulato, perito copeiro.
Benedicto, dada trinta e lanos annos, tem-se
oceupado em refinaco.
Catharina, negra, boa eosnheira e engomma-
deira da mesma idado.
E mais outros que se acharo patentes quarta-
feira 6 do corrente pelas 10 1|2 horas da manha
na ra do Vigario n. 13, primeiro andar.
7:611526*
PRAQA DO RECIFE
9 lK JULHO BE I *!.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios........Sobre Londres saccou-se a 27 J/t
por 14000 a 90 d. v., sobre Pa-
rs a 344 rs. por fr. tambem a
90 d. v., e sobre Lisboa a 95 por
cento a vista ; elevando-se os sa-
?ues da semana a 120,000.
desta provincia, de primeira
sorte, vendeu-se de 264000 a
264500 por arroba, o de Macei
posto a bordo, de 25500 a 274,
e o da Parahyba, tambem posto
a bordo, a 294-
O mascavado bruto vendeu-se
de 24550 a 25750 por arroba.
Os seceos salgados venderam-se
a 165 rs. por libra
O pilado da India vendeu-se
de 24500 a 24600 por arroba, e
o do Maranho a 34000.
Bacalho.......Vendeu-se em atacado a 144000
a barrica, e a rtalho a 184000-,
(cando em deposito 500 barricas.
Batatas.........Venderam-se a 14200 por ar-
roba.
Bolachinha...... Vendeu-se a 25200 a barriqui-
nha.
Carne secca..... A do Rio-Grande do Sul vendeu-
se de 34000 a 44200 por arroba,
e a do Rio da Prata de 34200 a
34500 ; tirando em ser 29,500
arrobas da primeira e 4,500 da
segunda.
Caf...........Vendeu-se de 84600 a 94200 a
arroba
Cerveja........dem de 54400 a 54600 a duzia
de garrafas.
Farinha de trigo. A de Philadelphia e New-York
vendeu-se de 164000 a 184000
a barrica, e a de Trieste de 234
a 245000 ; ficando em ser da
primeira 10,700 barricas, da se-
gunda 2,000, e da terceira 2,800
o 1,200 saceos de 100 iibras ca-
da um, inclniniio dous earrega-
rnentos chegados durante a se-
mana
Louca..........A ingleza ordinaria vendeu-se
com 900 por cento de premio.
Manteiga.......A franeoza vendeu-se a 540 rs.
a libra, e a ingleza a 780 rs.
VasMs......... Venderam-se a 6400O a caixa.
Pasjas..........dem a 64000 a caixa.
DECLARARES.
Consulado proyiobial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publico
que no dia 7 de julho corrente indam-se os 30
dias uteis marcados para a cobranca bocea do
cofre do 2* semestre do auno finanreiro lindo de
1863 1864 dos impostes da dcima urbana, do
consumo de agurdente, e de 5 0*9 sobre os bens
de raiz pertencentes corporagoes du mi mona,
ficando sujeitos a multa de 3 0|0 sobre os seus d-
bitos todos os que pagarem depois daquelle dia.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
1 de julho de 1864.
Antonio Carneiro Machado Rios,
Administrador.
Acha-se nesta subdelegara um caixo com
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o veleiro e
bem condecido palhabote nacional Piedade, tem
parte do seu carregamentolengajado : para o res-
to que Ihe falta e escravos) a frete, para os quaes
tem excellentes eommodos, trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
na da Cruz n. 1._________________________
Para.
Segu por estes dias para o indicado porto, em
direitura, o bem contiendo brigue escuna nacional
Graciosa; anda pode receber alguma carga : a
tratao com Antonio de Almeida Gomes, na ra da
Cruz n. 23. primeiro andar.__________________
LEILO
Pitsnntos....
Querjos........
Sabao..........
Toucinho.......
Venderam-se a 135000 a arroba.
Os flamengos venderam-se a'
24500 cada um.
0 inglez vendeu-se a 140 rs.
libra, nio ha do Mediterrneo.
Vendeu-se o de Lisboa a 85000
a arroba.
Vinagre........O de Portoeal vendeu-se de 1004
a 1254 a pipa.
Vinhos.........Os de Lisboa venderam-se
1704000 a 2354000 a pipa.
Velas..........As de compeslcao venderantrse
a 520 rs. o masso de seis velas.
Descontos.......O rebate de lettras foi de 8 a 10
por cento ao anno, em p
curtos.
de
Para a iluhia
pretende seguir com muita brevidade a escuna na-
cional Corma, tem parte de seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se com
sabio que um preto andava-offerecendo venda, e I OS ^s^5 j"0inL^ fi SSOH
por se presumir furtado. e se pedir explicares, o Azevedo & C, no seu escriptorio ra da Cruz nu
dito prctoo abandonara : quem for seu dono com-' mero l-______________________--------_
Wottonry Bond.
Vastad on the ship and cargo of Ihe British Bar-
que Gstate Adolph, captaia E. Petersen, about rs.
4 500J> more or less. for the necessary disburse-
Manoel Antomo de Jess Jnior ; \^SSS vessel at tnis port, to enable
- O abaixo assignado, lancador da recebedor.a Jg^ggjf lner vovage to rfaco. Sealed
de rendas internas geraes, pelo presente faz eerto | ^^^^ to the captain at the Bri-
tish consulato, and to. be opeoed in the presence of
H B. M. Consol ou Monday next (4 th Inst,) at 1
P M. Recife july 1864.__________________
pareca, que provando, Ihe ser entregue.
Subdelegara da freguezia de Santo Antonio do
Recife Io de julho de 1864.
O subdelegado,
aos donos dos diversos estabelecimentos do bairro
do Recife, que no dia 4 do corrente d principio ao
laucamente do imposto de 20 por ceotO, segurado
pelo caes da Alfandega, ras da Cadeia, Cruz, Lin-
goeta, Tanoeiros, Torre, becco do Abreu, Trapiche,
praca do Commercio, Vigario, Encantamento, Ca-
cimba, Madre de Deus, travessa da mesma, ra do
Burgos, Codorniz, Lapa, Moeda, Amorim, largo da
Assembla, ra do Costa, e que devem ter promp-
tos os seus recibos ou papis de tratos para serem
apresentados, e em vista delles ser rto o processo
do mesmo lancamento, como dispon o artigo 37 e
seus paragraphos, do regulamento de 17 de marco
de 1860.
O lancador,
Jos Jeronymo de Souza Limoeiro.
__ O abaixo assignado. laucador do consulado
provincial, avisa aos senderes propriutarios de pre-
dios urbanos, e donos de estabelecimentos da fre-
guezia de S. Jos, que sendo oomeado por portara
do administrador do mesmo consulado, datada de
20 do corrente mez para proceder aos diferentes
Llaocameatos dos impostas j criados, e ltimamen-
te outros pela assembla legislativa provincial, que j
tendo de dar principio aos seus trabalhos do dia 27
por diante, pede aos mesmos seohores que tenham
promptos os seus recibos, e mais documentos in-
herentes ao que diz respeito, alini de que possa o
mesmo lancador proceder com regularidade, igual-
dades e sem veame das partes, os referidos tanca
Risco martimo.
A barca ingleza Oustato Ado/j*, capitao E Pe-
tersen, precisa da quantia de/ rs. 1:5004000, pouco
mais ou menos, sobre o casco e carga do dito na-
DE
Um engctilto cora bom cercado e matas, com
casas de moenda para caldeiras e de pur-
gar todas de pedra e cal.
Quarta-feira 6 de julho.
O agente Pinto aulorisado pela commisso en-
carregada de liquidar os bens de Joaquim Elvirio
de Moraes Carvalho levar a leilo s 11 horas
do dia cima dito o engenho S. Joaquim em Muri-
beca, o qual limita ao nsrte e ao oeste com trras
do engenho Suassuna, ao sul com trras do enge-
nho Muribeqclnha e trras chamadas Mungongos,
e ao leste com trras de S Aadr. O leilo ser
effectuado no escriptorio do referido agente ra
daCruzn. 38, pudendo os pretendenles desde j
examinarem o mesmo engenho.
LEIIiA
DE
Novis, 1 mua ti alio de 16 a 17 annos
de irlade, 1 relogio de onro patente
injle, 1 tranclim de ouro com cas-
soleta, diversos utencilios de casa
etc.. etc.
Quarta-feira 6 de julho is 11 horrs da manha
no armazem da ra da Cadeia do Recife
nuiners 48.
O agente Olimpio far leilo dos objectos cima
requeriraento do curador da alienada Carolina
Correia Duarte de Albuquerque e mandado do
lllm. Sr. Dr. juiz dos orphos, bem como trocar
particularmente diversas imagens de madeira per-
tencentes a mesma alienada.
Precisa-Sf de um distrilitiidrr pan
este Diario que saiba 1er: na livraria n.
e 8 da praca da Independencia.
ATOtfJCM
O confeiteiro Zacharias reside na rua d-- S. Fran-
cisco n. 25, 0 ah est sempre preparado apromp-
lar qualquer quanlidade de bolos, basaftaijas para
bailes e partidas, como arma-las palo mellior goslo
que os pretendentes quizerem ; bem romo, que fa-
brica toda e qualquer porco de d- ce, e das quali-
dades que Ihes forera sncommecdsdw ; o que lu-
do faz com a maior presteza e acojo.__________
Jos Joaquim da Silva, morador na rua do
Crespo, vai Europa.____________________
Alugam-se tres escravo*. sendo dous para
qualquer servico, e um moleque d 15 annos de
idade que serve para criado de qualquer casa :
trata-se na rua dos Martyrios n. 2.________ .
No Instituto do Bom Conselho precisi-sc de
um criado portuguez para ciqwiro.
Casas para ahigar-se,
Alugam-se o 3 c 4" andares do toarais da rua
do Broa n. 70, e 2- andar do sobrado do caes n.
Apollo n. 17 : a tratar na rua larga do Rosariode
34, botica.
PARA ALIGAR.
Aluga-se urna sala na rua do Queimado n. 39,
no primeiro andar, ptimo para um escriptorio :
quem precisar, dirija-se loja da mesma casa.
Tomase 1:0005 sobre urna escrava, cujo ju-
rosera oque seconvencionar, ou os servico* da
escrava, que ficar em poder de quem dr n di-
nheiro ; isto por seis mezes, que lindos sera obri-
gada venda ; sabe engommar e cozinha perfei-
tamente, e ensaboa : a tratar na rua do Queima-
do, loja n. 9._______________^^^^^
LE1IA0
DI
Upa ca;a na povoaeo da Varzea.
Quarta-feira 6 de julho.
O agente Pinto tara leilo precedida a compe-
tente antorisaco de urna casa de taipa ceberta de
telha sita na povoaeo da Varzea, com a frente pa-
. ra a rua do Fogo, com 2 salas, 2 quartos e cos-
vio, para as despeas: feitai peste porto, deiftcsj ha f assinf c'omo 0 terreD0 em^oe est a dita
que possa sego.r a ua ylagem a tfacao. **** casa com' |8 palmos de frente e 280 de fundo com
se propostas em carta fechada no ^Mahri- arvor^,0!ti s i0 horas do da acima dil9
tannico, dirigidas ao capitao, cujas serao abertas \ ^errintnri ma da frm n 18
na presnca do cnsul de S. M. B. na segunda-feira em sea ^"V0 ru.
prxima- (4 dQ corrente) a 1 dora da tarde. Recife
i* de julho de 1864.
LEILOES.
LEILJlO
DB
40 barricas com fariaaa de triM
BOsVE
O agente Pinto, tara lellao requerlraeuto_do acortumada ao pasto e da
depositario geral
i por desparti do Hlra. Sr. Br. |ejte. ^
Ub parte do commerolo, ^J % O leilo de W
farinha de irigo existentes no deposito ger,
mentosrsWmcouK, para garaotia d.M mesmos se- qawsvmram do Bio de Janeiro ignorando-se a
chores deitar o seu visto nos recibos e mais docu
Una vacca inri na com cria.
Quarta-feira 6 do corrente s II horas.
Na roer* no abazm ba WJk da Cadkia
do Rkcifbn. 48.
O agente Olimpio no dia, hora e lugar cima
vender em leilo urna linda vacca turiua
fverdadeira) com urna cria femea, a vacca esta
grande quanlidade de
mentos que lites forem apresentados, segundo de-
termina o regulamento. .
Mesa do consulado provincial de unho de
1864.-Ulisses Cockles Cavalcanli de Mello.
Arremalaya
Anda em prsca para ser arrematada pelo jttizo
mnnMpal datara, eserivo Bapt.sta a me.-agua
n 33 sita na rua de Hortas, freguezia de Santo
Attoio, perteocente A odre de Abreu Portee sua
mulher, em virtude da execuco q_ue Ibes more a
I Santa Casa da Misericordia desta cidade.
uem dirigidas: o leilo ser effectuado as 11 ho-
ras do dia cima dito no mesmo deposito, casa em
frente a da secretaria do polica.______________
LElLftO
iioji;
BK
calvas eom albos, gaoda-
felra 4 do corrate.
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem pertencer. *
&
barricae de farinha de trigo,
annunciado para seguoa>feira, s 11 horas, tica
transferido para quarta-feira, s 10 horas.
45 caixas com excellentes alhos
UM ESCRAVO
Aureliano Augusto de Oliveira autorisado_ por
urna pesoa de sua amisads, vender em leilo no
da aeiroa indicado um cscravo ptimo marinheiro
de 30 a 40 annos de idade, na porta dos Srs. Pal
mera 4 Beltrao, s 11 horas.
Aluga-se um soto em terceira andar, ron
bons eommodos para grande familia, escada Ilu-
minada a gaz : quem pretender, ,dinja-se lypo-
graphia da Ordem._________________________
- Aluga-ss o primeiro andar oo sobrado da
rua do Ho.-picio n. 24, proprio para grande fami-
lia : a tratar no mesmo.___________________
Furtaram do engenho Una, freguezia da Lu,
na noite de 30 de junho prximo passado, dous cv
vallos com os signaes seguintes : um castanho re-
tinto, castrado, um pouco cabano, tem o olho es-
querdo mais bramo que o outro, o p direito ral-
eado at o fiador, nemas cambetas, ca regador bai-
xo, ardigo, idade de 7 8 annos, tem ama peque-
a reladura velha em um dos joelhos, um pouco
comprido e magreiro, tem marcas de cangalha;
outro castanho cor de rato, idade de 10 annos,
sem nenhum signal branco, castrado, tem doas re-
laduras novas em ambos os joelhos, trotador, o cur-
te e tem a anca larga : roga-se, portante, s auto-
ridades policiaes a aporehenso dos ditos cavallos-
Offerece-se um moco estrangeiro para cosi-
nhe.ii i de qualquer casa, o quai a acha com a
dabilitagoes precisas de desempeas* : quem pre-
tender, dirija-se a rua dos Pires u. 34, ge dir
quem 4. ________________
Furlaram no dia 28 do correnu, da 'nado
Praia um relogio de prata, paienw sutsso, n. IOs>
rotare a algum senhor relojoeiro a quem ter apr*;
sentado, o approhender e annunciar,on leveoi
rua de Santa Ther^a n. 3t ______________
~_- Aluga-se urna casa terrea na roa atrs do
Calabooco n. 20 : a tratar na rua Direita n. 0.
"" Flix Cseiho da Silva, eredor do fallido Joa-
iuim Jos da Sveira, tendo constituido a Jaeinlho-
Soarcs de Menezes seu procurador, vera hoje por
este Diario declarar ao publico qne d'ora esa dian-
te tira do mesmo Soares de Menezee os pssrw
que Ihe linha concedido. Recite i de jumo de
1W. ____________________ __________
Precisa-.-! de unta ama eme saiba cozinhar
eojommar, para casa de pouca familia : na rua
do Rangel o 33.
PROTESTO.
O abaixo assignado, na quali-lade de eaixeirov
que foi de eslabetecimento de Barbea & Simos,
e par isto eom diento ao rerto de seos ordenados.
emieropo e om resalva de aas direitos contra
annuncio feito pelo socio liquidador, protesta haver
os mesmos ordenados.
Antonio Jos Cordeiro Simoes.
Precisa-se de uma pessoa para en-
carregar-se de cobranzas miudas neste ci-
dade, marcando-se ordenado ou porcenta-
gen, devendo prestar franca: pode dirigir-
se livraria ns. G o 8 da praca da Indepen-
dencia, em carta fechada com subscripto
F. F. n.



MMOMWMVtM
-4
Diario de rcrnamlmco Segunda felra 4 de dulho de 184.
Nao posso [esperar
mais.
O abaixo assjgnado, liquidalario da exlineta fir-
ina de Barbosa & Simes, pede a todos os devedo-
res da mesraa firma para satisfacam seus dbitos ; e acuelles que o nao li-
zerem passaro pelo dissabor de ver seus nomes
por ex ten.-o neste Diario, sem distincco de pessoa
alguma. Recife Io de jolito de 1864.
____________Antonio Barboza de Barros.
Acham-se justas as vendas das casas terreas
ns. 39 e 45, sitas na ra Bella : quem alguem em-
bargo tiver a oppor, queira annunciar per estes
tres dias. Recife 30 de junho de 1864._________
%&%*
w
sa ^3 &J s

o o
OZORIO)
^
o o
Compra-se urna escrava, ou aluga-se na ra
do Queimado loja de furragem n. 39 que abi
achara cora quem tratar.
YENDAS.

C"5
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar para
casa de homem solleiro: na ra do Livramento
numero 4._________
- Fredenck J. Corbett, gerente da casa com-
mercial de James Ryder A C. desta praca, faz
sciente ao publico que durante a sna ausencia dei-
xa encarregado de todos os negocios da mesma, ao
Sr. William Vaughan com ampios poderes.
. Aluga-se urna escrava que cozinha e engom-
ma : na ra do Imperador n. 50, terceiro andar.
Frederick J. Corbett, subdito brilannico, ra
Europa.________________________
Quem tiver um bom sitio com baixa de ca-
pim quo queira arrendar, annuncie para ser pro-
curado.
Aluga-se muito barato urnas poucas dejmeia-
aguas acabadas prximo de se edificar na entrada
dos portes da travessa das barreiras do bairro da
Boa-Vista : a tratar na ra do Cotovello n. 23.
t Arrenda se, vende-se, ou mesmo iroca-se por
casas na praca um sitio na Varzea margem do
ameno Capibaribe, com. duas grandes casas, com
7 (uartos, 4 salas, 2 rozinhas e um solo, tendo a
parte cocheira, estribara, e quartos para criados,
todo plantado de arvores de fructo, abacates, sapo-
i.-, fructa-pao, limo doce, limas de umbigo e da Semas contemporneas por Gamillo Castello Bran- j
' Persia, larangeiras de umbigo, seletas, tangerinas, co por l&iOO rs.; Scenas da minha tena por Julio
i etc., um grande cafesal com fructas, jaquelras, Cesar Machado por l.j-200 ; Contos do lio Joaquim \
mangueiras, coqueiros, dendezeiros, com mais no por Rodrigo Paganino por 15200 ; Pensatnentos e
fundo urna casa de taipa, e bem assim mais 4 ca- mximas pelo conselbeiro Bastos por 2,84)00; Guia [
1 sas de tijolo acabadas de pouco tempo, com frente Luso-Brasiteiro por I. M. de Lemos por 25000 ; I
para o nascente, muito frescas, tendo cada urna 2 Revista Contempornea de Portugal e Brasil anno i
i salas, 2 quartos e cozmha fura : os pretendentes de 1859 por ."-jimio ; Obras completas de Atoares de I
dirijam-se ra do Queimado n. 27, loja de fazen- Auevedo por 85000; Poesas e Costa e Silva por
i, das dos Srs. Custodio & Carvalho.. 25300 : na ra do Cauug loja n. 2 A.

3-RL'A ESTREITA DO ROSARIO-3
Francisco Pinto Ozono contina a col-
locar dentcs artificiaes tanto por meio de
molas como pela pressao do ar, nao re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
fiquem a vontade de scus donos, tein pos
e outras preparacoes as mais acreditadas
para conservaco da bocea.
Aluga-se um sitio na estrada da Ponte de
, Uchoa e a margem do rio, pouco adianto do Illm.
i Sr. commendador Nery Ferreira, tendo banheiro,
palanque, galinheiro e outras acommodaces; e
Vendem-se caixes vasios a 1:7G0
cada um : na ra das Cruzes n. 44.
- Vndese a taberna da ra do Padre Floria-
j utro dito o Monteiro, cm frente ao oitao da igre- ] no n. 41.
; ja : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou
TOVBGM
za, ra do Crespo n. lo, ou estrena do Rosario na- quem quzer aprender, e por prego commodo : na
mero "___________________________________ra da Imperatriz n. 28, priraeiro andar, das 11
Precisa-se na ra do Imperador n. 43 de nma horas at as 3 da tarde.
0 Vigilante est alerta, nao Ihe era permettido
Vende-se um piano inglez em bom uso, pare. deixar passar desapercebido sem que nao dsse o
pessoa que coziohe por lo dias.
Na ra do Trapiche n. 22, precisa-se de urna
ama para servico de casa.
Sociedade de seguro mutuos
de vida fustallaua pelo Banco
i nTo na cidade do Porto.
Os agentes nesla cidade e provincia Antonio
Os liquidalarios da massa de Jos An-
tonio Bastos convidam os credores da mesma
! a receber o segundo dividendo, ra do
Trapiche n. 3 i.
Attengdo.
Vendem-se canos de barro muito bem feitos
a 280 rs. o palmo : na ra do sol n. 29, taberna, resolvido a vender por procos muito baratos para
seu canto afim de annunciar ao respeitavel publico
o grande sortimento degalanlarias do melhor gosto
propriamente para qualquer mimo, que acaba do
chegar neste ultimo paquete, assim como muilos
outros objectos que recebe por diversos navios,
tanto de sua conta como de consignaco, que est
Precisa-se alugar um escravo : quem o tiver
Luiz de Qlivoira Azevede & C escriptorio na ra leve ra larga do Rosario n. 10, que achara com
da Cruz do Recife n. 1, estao autorisades desde j quem tratar.
- Precisa-se de urna mulber portugueza de ha- a tomar assijnaturas e prestar todos os esclarec
vi ver entre urna pequeoa familia cm um sitio na
Passagem : a fallar na loja n. o, prxima ao arco
de Santo Antonio, de Marcelino & C.
AMA
Precisase de urna ama livre ou escrava para o
bili.lades. e sobre tudo bom cornportarnento para "forem necesarios; as~ pessoas que de]
jarem concorrer para to til e benfica empre
s, egurando um futuro lisongeiro aos associade-
- Aluga-se no melhor local de negocio na Casa | (
Vende-se urna taberna afreguezada, e com
muitos boas commodos para familia : a tratar na
1 ra das Calcadas n. 2.________________________
Mant'Anna.
I Acha-se venda a novena da gloriosa Sant'An-
i na, bem impressa, e em brochara : na raa do Im-
perador n. 13.
Vende-se a egislaco do Brasil des
< ori-ei.
O Sr. que por encano lirou do correio urna car-
ta para Manuel de Carvalho Moura, queira ter a
bondade de annunciar sua resideacia, ou mandar
entregar no caes de Apollo n. 5.1, armazem do Sr.
Jos Duarle das Neves.
(raRimatica ingleza
c portugueza.
I). Appleton & C. livreiros.editores e importado-
res em New-York, Estados Unidos da America,
acabam de publicar um novo methodo para os in-
gleses aprenderem a lingua portugueza por F.
Granert, 1 vol. 12 mo.
Este livro, o melhor at boje publicado ex-
pressamente impresso para soppnr a immensa fal-
ta que ha de urna grammatica ingleza e portu-
gueza, para aquelles que fallan) o inglez e que de-
sejam aprender a lingua portugueza.
D. Appleton & C. sao os editores das obras em
hespanhol para educacao muitissimo usadas no
sul da America. Tambem publiram os melhores
alliuns para cartdes de visita.
G

II
ce
fabrica
de fogos de artificio, da viuva Rufino, situada na
estrada de Joo de Barros; nesta fabrica apromp-
ta-se toda e qualquer encommenda destes artigos
comomaior esmero e presteza, seja para dentro
ou fura da provincia : recebem-se as cncommen-
das no armazem da bola amarella, no oitao da se-
cretaria de polica.
Revista do Instituto Archeolo-
glco c Gcograpliico Pernani-
biicano.
Acham-se venda os 3 primeiros nmeros, na
livraria Econmica de Jos Nogueira de Souz,
junto ao arco de Santo Antonio, onde se subscre-
ve para esta Revista :
Por anno.....53000
Nmeros avulso 1500
Aluga-se o solio do sobrado da ra da Pe-
nha, com bastantes commodos e por barato preco,
e a casa terrea na ra da Matriz da Boa-Vista n.
36 : a tratar na mesma casa.
asegurando um futuro lisongeiro aos associade-! servico de urna casa de pouca familia, que lave, matrn** SSiSSuZu aut
_ A..,..n ZSi CSSi S ne.oein n,". e?8omme e compre na ra : quem estiver nestas ate J "ta *T*r*m edir.
circumstancias dinja-se a ra de Santa Thereza n. Euzebio Raphael Rabello tem para
12, que achara com quem tratar. em seu escriptorio, ra da Cadeia n. 55, os
tes gneros i
Cera em velas.
Cal em pedra.de Lisboa.
- Precisa-se de um pequeo de 13 14 annos yinho puro em ancoretas.
Forte para um principiante duas casas juntas ten-
do urna armacao de taberna aonde esteve Manoel
Caboclo, por prceo commodo : a tratar na padaria
do Chora-menino.
1822
vender
Iseguin-
Oaixeiro.
Precisa-so de um caixeiro com pratica de mo-
linillos : no armazem Clarim, ra do Queimado,
n. 45.
Quem precisar de ama ama para casa de
pouca familia, sendo somonte para cosinhar; di-
rija-sc ra Augusta n. 60.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
sinhar : no Recife, no beceo da Itoia n. 2.
i


i
>i
m

i
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, continua a residir na ra do lmpe-
rador n. 17,2 andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do diae da noite
para o eiercicio de sua profissao de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia at 4 horas da tarde, devem ser .,
dtixados por escripto. O referido Dr. 3fe
nao abandonando nunca o estudo das
molestias d interior, prosegue, com o
maior alineo, no das mais dificeis e deli-
cadas operacw-s. como sejam dos orgaos
ourinarios, dos olhos, parlo?, etc. J
is^^it,*"^ ^"s^^ w^"'ys?v:*^
A pessoa que annunciou precisar de urna!
armaco, dirija-se ra cslreita do Rosario
n.27.______________________________________
Ricardo Jos Gomes da Luz, subdito portu-
guez, retira-se para Europa.__________________
Augusto Cesar Feroandes Eiras, subdito bra-
sileiro, rera-se para Europa.
Precisa-se alugardousescravos, paga-sc bem:
a tratar na ra do Brum, fabrica de sabao.
Quem saiba trabalhar.
Precisa-se de urna pessoa que saiba trabalhar
em machina de costura, ou seja homem ou mulher:
a tratar na ra dos Quarleis, loja de calcado nu-
mero 22.___________________________________
DENTISTA
A viuva Rosa Jane contina a pOr dentes arti-
ficiaes, e resolveu ensinar tambem a sua arte, me-
diante paga : quem quizer aprende-la pode enten-
derse com a mesma em sua residencia na ra da
Penha n. 17, segundo andar.__________________
Pede-se ao Sr. Joo Germano de Paula, quei-
ra vir declarar nesta lypographia onde residem
Jos Feliciano de Araujo Pinheiroe D.Mara Fran-
cisca, que pel mesmo senhor foram incluidos no
numero dos assignantes desie Diario, sendo a fo-
Iha recebida por elle, c nao paga.______________
Precisa-se de um bom forneiro e tim
mestre de masseira, na padaria da Torre; a
fallar aun o Sr. Arantes.__________________
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo AgftRlc- do Banco l'nio do Poeto.
Competentemente autorisados sacam por todos
os paquetes sobre o mesmo Banco para o Porto e
Lisboa, e para as seguimos agencias.
Londres sobre Banh of London.
Pars Frederic S. Ballin & C.
Hamburgo Joao Gabe & Filho.
Itarcellona Francisco Rahoba & Ballista.
Madrid > Jaime Meric.
Cdiz Crdito commercial.
Scvilba Gonzalo Segoria.
Valencia M. Perera Y. Hijos.
Em Portugal.
Angra Terccira. Figueira.
Caminha.
Castello Branco.
Chaves.
Cuirnbra.
Covilhaa.
Elvas.
Extremos.
Evora.
Fafe.
Pinhal.
Porto-alegre.
Tboinar.
Villa Nova
Portimao.
Villa Real de Vizeu.
S. Amonio. Faial.
No IMPERIO.
Babia. Maranhao.
Rio de Janeiro. Para.
Qualquer somma a prazo ou vista.podendo logo
os saques prazo seren descontados no mesmo
Banco a razio de 4 por cento ao anno : a tratar
na ra da Cruz n. 1._________________________
Xa ra larga do Rosario n. 33, segundo an-
dar, precisa-se de urna boa ama do leite.
HIIHIinMRHi
Jos Antonio Moreira tem urna carta vinda
da Europa : na ra da Praia n. 3.
de 13 14 annos
para caixeiro : no becco do Poucinbon. 33, esqu-1
na da Concordia, taberna.
A tenco
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e en-1
gommar, e que seja capaz : na ra larga do Rosa-1
rio n. 38, primeiro andar.
Deseja-se saber se vivo ou mono Manoel
Pinta da Cruz, Portuguez, casado, sobrinho do fal-1
lecido Jos Mara de Mendonca e Castro, que em '
algum tempo foi socio do fallecido Torres, para um
negocio de muita importancia : quem delle tier
noticia,ou o proprio, se dirija ra Direita, pada-
ria defronle dj Terjo, a fallar com Henrique Jos
Santos.
Arroz com casca.
Vende-se arroz com casca em saceos, Ichegado
ltimamente do Penedo : na ra Direita n 69, pa-
daria de Antonio Alves de Miranda Guim iraes.
Esleirs.do Araran.
Vndese na travessa da Madre do De(
ro 10.
vender muito e ganhar poco, e dar extraccio ao
grande deposito que tem, que espera merecer a
proteccao do respeitavel publico, empregando para
isso todas e as melhores diligencias para que fi-
quem satisfeitos : isto so no Callo Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Ricas porta-juias.
Cofre de muito gosto por 1G000
Cestinhas transparentes, forradas de madre-
perola por
Lindas jardiueiras
Ricos cofres com camapheu 10,8000
Lindas raixinhas com pedras brancas 105 Atteucao
O dono da lojadoBeija-flor, na ra do Qneimado
n. 63, acaba de abrir um outro espacoso estabcle-
cimento de mudezas na mesma roa n. 69, por isso
avisa aos seus freguezes c amigos, que oestes doas
estabelecimentos eiiconlrarao sempre grande sorti-
mento de mudezas, perfumaras e objectos de pos-
tos ; e vender sempre mais barato que outro qual-
quer, como abaixo se ver.
Peutes.domadosit travessa.
Delicados pentes dourados de travessa rara me-
ninas a !*>o00 cada um, ditos sem ser doorados a
300 rs. cada um : as lojas do Beija-Oor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
Vollinhas de aljofares.
Lindas vollinhas de aljofares com cruzes de pe-
drulias imitando a brilhantes a I rada nma : as
lojas do Beija-Oor, ra do Queimado ns. 63 e 69.
Lavas de Jeivin
Chegaram pelo ultimo vapor as desejadas lavas
de Jouvin de todas as cores, tanto para homens
como para senhoras : as lojas do Beija-fior, ra,
do Queimado ns. 63 c 69.
Talheres para meninos.
Vendem-se talheres de cabo de balanco para me-
ninos a 280 rs. o talher : as lojas do Beija-flor,
ra do Queimado ns. 63 e 69.
Colimes de metal principe.
Vendem-se colheres de metal principe maito fi-
nas para sopa a 3600 c 44O0 a duzia, ditas para
cha a 2 e 2400 a duza) ditas para assocar a
oOO rs. cada urna, ditas para terrina a 1% rada
urna, e so quem vende por estes precos as loja-;
do Beija-llor, ra do Queimado as. 63 e 69.
Facas e garfea.
Vendem-se facas e parfos oitavados a IJ^Oi a
duzia, ditas cravadas, rabo preto e branro a SI a
18&000 daza> (lll;'s de ''alanco de 1 boto finas a 5*200
olooo m,as **e t(0l5es mu" ,inas a 6*000 a duzia. ditas
de 1 bolao para dores e fructas a 5* a duzia. ditas
de 2 botoes a 5*200 a duzia : as lojas do Beija-
nume-
llor, ra do Queimado ns. 63 e 69.
Tiras bordadas.
Vendem-se tiras bordadas, a pega a 15100, 15200
65O01 8 '5300 : as lojas do Beija-flor, ra do Queimado
(j0001 hs. 63 e 69.
Bailados bordados.
Vendem-se babados bordados de varias largura)
a peca a 1*600, 1*800, 2*, 25200 e 254<-0 : as
lojas do Beija-flor, ra do Queimado os. 63 e 69.
Lindos sapa I i illm s.
Vendem-se lindos sapaiinhos para baptisados de
bolea, porm do mesmo gosto, a 25500, 35, 35o00' criancas a 15500 e 25 o par : as lojas do Beija-
Lindo balito com calunga deulro tambem
para joias
Tambalier para ditas
Cestinhas dem dem
Cosmorama dem idem
Urnazinha
S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Ricos porta-bouquetes de diversos gostos e pre
eos : s no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Ricos sinlos
com bolcnhas a Jado a 10, 12 e 15*. ditos sem
105000
95000
6*000
- Precisa-se de um caixeiro portuguez para ta- rs.. espermacete a 560, carnauba
rna,nde212 ,4 annos : a tratir no paJdo Pa- **^^g.t
Amarantes.
Arcos de Val de
Vez.
Aveiro.
Barcellos.
Bastos.
I teja.
Braga.
Hraganca.
Faro.
Oliveira
meis.
Penaliel.
Tavira.
Villa do Conde.
d'Aze-
do
Guarda.
Guimaraes.
Lagoa.
Lagos.
Lamego.
Leiria.
Meneo.
Moncorva.
Regoa.
Setubal.
Vianna do
tello.
Villa Real.
Madeira.
S. Miguel.
Cas-
berna
rai
No pateo do Paraizo n. 16, taberna, se dir
quem d 300* 4005 sobre hypolheca de algnm
predio.
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-sc obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e. qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
JkTTEOXQhO.
Muita attengdo.
0 abaixo assignado avisa a lodos os seus deve-
dores em geral, de maiores e menores quantias,
assim como de letras ha muito vencidas, que ve-
nham no praso de lo dias pagarem ra Direita
n. 91 os seus dbitos, e se assim nao o fizerem se-
rao seus nomes publicados por este Diario, e de-
pois executados sem distinecoes de pessoas ; faco
o presente annuncio para que depois nao se qui-
xem do Jos Martins da Silva Bornes._________
Precisa-se de urna criada livre ou escrava
que saiba cezinhar e comprar : na ra de Santo
Amaro (Mundo Novo), sobrado onde morn o Sr,
Dr. Sabino.
Precisa-se de urna ama de leite : na ra Im-
perial, sobrado n. 87.
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 48 na
ra do Trapiche : a tratar no armazem da mesma
casa.
Precisa-se alugar urna preta que saiba cozi-
nhar e engommar : quem a tiver, dirija-sc roa
do Trapiche n. 4, que achara com quem tratar.
Ama.
Precisa-se de urna ama para cozinhar : na ra
larga do Rosario n. 12, segundo andar.
Oucijos e viulio Ie *V ricas BVelas avulsas para sintos, o melhor
Queijos frescos d 4 libras a 25700, Uno de \ ??escv[1d1e Lisboa a 25600 a caada e 360 rs. a ganVafa, Fi- so no A '?'lante, ra do Crespo n. 7.
gueira a 35200 e 440 a garrafa, manleia ingleza i Laliaics on cestuilias.
muito boa a 800 rs., franceza a 600 rs., <}h miudo i Ate que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-
a 25600 e 25400, caf 300 rs., chouneos novos a j Dazes Para as meninas trazerem no braco, o mais
640, toucinho alvo e alto a 280, arroz a 180 e 100 rie possivel, a 25300, 35300, 4, 5, 7 e 105 : s
a 320J alpista a no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
azeite doce a 600' i'ciltCS
a 260, az a 480
no armazem da Estrella, largo do Paraifo n. 14.
Aor Srs. edificadores df prc-
dios.
Vendem-se diversos terrenos dcnlrol da praca
a tratar com o agente de leiloes Oh mpjo, em seu
escriptorio na ra da Cadeia do Recife] n. 48, pri- j
meiro andar.
SfcaiKaB^SE? i te?%*&
Neste artigo tem um grande sortimento, tanto
para alisar como para atar cabello, o mais lindo
que so pode desejar, assim como de arregacar oa-
[ bello, tanto de borracha como de tartaruga, com
enfeite e sem elle para meninas : s no Vigilante,
ra do Crespo n. 7.
Pentes
Tambem chegaram os riquissimos penles de
E BARiTO
E MUITO BAR
IMRATISSHl
A' 240 rs. o covado de riscadinht
cezes, muito bonitos e de cores sel
vende-se s na ra do Crespo n. 1.
Loja do Barateir
| concha de tartaruga e de massa fina, que se vende
por 25, 3 e 55 : s no Vigilante, ra do Crespo
. numero 7.
Leqaes.
Riquissimos leques de madreperola, tanto para
tlor, ra do Queimado ns. 63 e 9.
Bolees para punios.
Vendem-se botezinhos de madreperola ede mar-
fim para pnnhos a 320 rs. o par, ditos enrarnadi-
iilios a 120 rs. o par : as lojas do Beija-flor, roa
do Queimado ns. 63 e 69.
Fitas para debrum de vestidos.
Vendem-se Utas dY-la de lodas as cores para
debrum de vestido a 900 rs\ 3 pera, dilas pretas
de seda a 15100 a peca : ras foja *? DtlJnr.
ra do Queimado ns. 63 e 69.
Fitas brancas para delirnn.
Vendem-se pecas de lita branca de linlio pa r
debruma iK) rs. a peca : as lojas do Boja-fk na ra do Queimado ns. 63 e 69.
Riras lita.- torada*.
Vendem-se muito ricas fitas tarradas para sinto
de senhora e meninas : as lojas do Beija-flor, ra
do Queimado ns. 63 c 69.
Esprllios ile Jacaranda.
Vendem-se espedios de co.umnas, de Jacaranda,
a 35 e *53(KI cada um. ditos de madeira amarella
senhora como para mocinhas, pelo barato proco de 25'1? e ^80 L.nas.!?JM Jo Beija-lfcr, n
12 e 145 : s no Vigilante, ra do Crespo n. 7. Q
Mais leqaes
ueiniailo ns. 63 c 69.
Filas de velludo eslreilas.
fran-
ui as:
Precisa-se de um
16 annos: na padaria
Socego n. 48.
caixeiro de Idade de 14
do Campo Verde, ra do
Quem quizer alugar urna boa casa terrea,
ra da Uni.io, dirija-se casa n. 10 ra da
Aurora, que achara com quem tratar.
pra-
,Joao da Silva Ramos, medico pela Uni
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manhaa, e
das 4 as 6 da tarde. Visita os doentes
e:n suas casas regularmente as horas
para isso designadas, salvo os casos ar-
gentes, que sero soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procuraren) no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
anda mesmo os alienados, para o que
tem com mor us apropriados e nella
tica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 3*000 diarios.
Segunda dita.... 2*SO0
Terceira dita.... 2*000 >
Este estabelecimento ja bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a confianca de que sem-
pre tem gozado.
mwmmmmmmmmmmm
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na. na da Cruz n. 53,
l*e2* andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua pros-
o medica, e com especialidade
sobre o seguinte
1* molestias
2
3o
.
DENTISTA DE PARS
19Ra Nova -19
Frederico Gaulier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artificiaos, tudo com superio-
rdade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentificio.
;asos
OS MAIS AGGRAVAIM
K
tt'uma KT?ia aura
R\
de olhos ;
de peito:
dos orgos geniti
orinarlos.
Em seu escriptorio os doentes se-
rlo examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d sj
6 as 10 da manhaa, menos nos do-
mingos.
Pratkar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
UWMMMWH
Verdadeiros cigarros de S.
Domingos.
Leite A- Alves ptoprietarios da antiga e
bem conhecida fabrica de cigarros de Gui-
maraes A Coutinho, em S. Domingos, de
Nilheroy, os quaes sempre se tem vendido
e continuam a vender-se no seu nico depo-
sito ra Direita desta cidade n. 14, casa
dos annunciantes, previnem aos seus fre-
guezes e ao publico em geral. que, para evi-
tarem as muilas falsificacoes, que dos mes-
mos cigarros se tem feito; os rtulos que
acompanliam os mesmos cigarros, alm da
firma de Guimaraes ctCoutinlio, que jtra-
zem, d'oraavante lerotambem a firmados
annunciantes como seus successores.
Rio de Janeiro. 23 de maio de 1864.
Aluga-se o segundo andar do sobrado do bec-
co Largo n. 1 A, e urna das lojas do mesmo sobra-
do, que oceupava o Sr. Jos Nunes de Oliveira, da-
se por commodo preco : a tratar na loja de bar-
beiro ao pe, a qualquer hora.
Por execucio do cirurgiao F'rancisco Jos da
Silva tm do seren arrematadas por venda duas
casas terreas de pedra e cal, sitas na ra da Casa
Forte, penhoradas Rozendo Alves da Silva pelo
juizo da i* vara, escrivo Motta : a arrematacao
lera lugar no dia 5 do corrente, depois da au-
diencia.
Precisa-se alugar um escravo que saiba co-
zinhar : na roa do Queimado n 44, segundo an-
dar.
a ra da Imperatriz aluga-se a loja n. 39,
a qual ja teve cocheira, tem no quintal junto a um
grande telheiroum quarto: a fallar na mesraa ra,
casa n. 21.
Precisase de um bom forneiro que saiba
bem desempenhar o seu lugar ; tratar na ra
larga do Rosario, padaria n. 16.
AO (MHEKCIO
O abaixo assignado, Hquidatario da extincta Ar-
ma de Rarbosa & Simes, julga nada dever da dita
Arma, mas se alguem se julgar credor, aprsenle
suas contas no praso de tres dias para serem in-
mediatamente pagos. '
Antonio Barboza de Barros.
a fabrica de sabio da ra do Ragttl n. 34-
precisa-se atugar um moleque para o servlgo da
mesma.
Aviso importante.
Para conhecimento dos senhores devedores da
massa fallida de Francisco Gomes Castellao que
lera ni um annuncio que fez publicar o Sr. Antonio
Jos Moreira Pontcs no Diario de 30 de junho, se
faz publico o documento abaixo transcripto, para
provar que a loja de calcados da ra do Rosario n.'
22 era propriedade do fallido ; sendo que em tal
caso (que nao pode ser contestado) sao mesma
ini--ina loja pertencentes as dividas fiadas que fo-
ram provenientes de mercadorias compradas em
nome do fallido ao commercio desta praca, e quera
for devedor e pagar a outra qualquer pessoa, su-
geita-se a pagar devidamente urna outra vez aos
administradores da massa, que assim o fazern pu-
blico para evitar quesles.
DOCUMENTO.
L. 1. X. 125.Recebedoria de Pernambuco.
Divida activa.Exercicio de 1862 1863.X. 123.
Rs. 80*000.
A fl. 11 do respectivo livro de receita fica debi-
tado o actual thesoureiro pela quantla de oitenia
mil res recebida do Sr. Francisco Gomes Castelo
por rniio dos curadores fiscaes, conforme a guia do
juizo n. 101 de 7 de abril corrente, imposto de sua
loja de calcado eslrangeiro na ra larga do Rosario
n. 22, relativa ao exercicio de 1861 802.
Recebedoria, lo de abril de 1863. O primeiro
escripturario, Joaquim Jos de Souza Serrano.O
fiel do thesoureiro, Camillo Lins Chaves.
X. 401.Rs. 45000.Pagou quatro mil ris. Re-
cife, lo de abril de 1863.Chaves.Serrano.
X. 618.Rs. 25400. Pagou dous rail e guatro
centos ris de multa. Recife, lo de abril de 1863.
Chaves.Serrano.
X. 152.Rs. 900. Pagou novecentos ris de
sellos no-averbados. Recife, "15 de abril de 1863.
Chaves.Senta.
ao
rato preco, a 85 e 105, cbineze?, muito bonitos,
tambem por barato prego de 4 e 55, boniarallas
muito bonitas tambem por barato preco de 4 e 55,
leques de charlo lambem por 45, tudo isto para
acabar, perdendo-sc talvez 80 0|0 : s no Vigilan-
te, ra do Crespo n. 7.
Palseiras.
Lindas pulseiras de conlas e de missanga, cores
muito lindas e de muito gosto a 15 e 15200.
Para segurar matipitos.
Tambem chegaram as liguinhas estreilinhas de
borracha que as senhoras lano precisam para se-
gurar os mannitos por ser muito commodo e mui-
to barato, a 320 o par: s no Vigilante,
Crespo n. 7.
Sapaiinhos e mcias de seda.
Riquissimos sapaiinhos de seda e de merino en-
feitados, assim como ineiaszinhas de seda, gorra-
j zinhas e toaqainhas para as rriancinhas se bapti-
sarem : s no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Vollinhas.
Lindas vollinhas de perolas falsas com cruzinhas
jas do Beija-flor, ra do Queimado ns. 63 e 69.
Trancas de la para bordar.
Vendem-se trancinhas de laa frea; para bor-
dar camisinhas e vestidos a 80 e 160 rs. a peeinha,
ditas brancas com 40 varas a 600 rs. a peca, e ou-
tras muilas cousas que selornarao rnfadonho men-
ciona-las, pois s coma vista poder vero gran-
de sortimento das lojas do Beija-flor, na ra do
Queimado ns. 63 c 69.
RIVAL SEM SEGUNDO
Ra do Queimado ns. 49
a 5 rs. rada nni.
de cola e mas-a a
A Ifab te
Precisa-se de um llical de alfaiate que
tenha pratica de cortar ; na raa da Ca-
deia do Recife n. 38, primeiro andar.
Ama
Precisa-se de urna ama para cozinhar
da Cadeia do Recife n. 50.
na raa
Aluga-se a casa da rna" da Palma n. 45
tratar na raa da Cadeia n, 62, /irimeiro andar.
COMPRAS.
Compra-se ouro e prata em obras velhas
paga-se bem: na loja de bilhetes da praca da Inde
pendencia n. 22._____________________________
Precisa-se comprar urna barr* de ferro que
seja segara : quem tiver, queira diriglr-se ra
Xova n. iO, que se dir cora quera se deve tratar.
Compra-se urna escrava de meia idade que
saiba cozinhar : na roa de S. Francisco n. 6.
Compra-se urna armaco de taberna com La-
1 langa pequea oa sem ella, que seja asada : quem
' tiver annuncie para ser procurado.
Compra-se urna barcaga de 400 saceos, era
estado de navegar, e que seja de boa coostruegio,
tambem aluga-se no caso de convir : a tratar na
ra do Trapiche n. 17, priraeiro andar.
Compra-se urna escrava de 30 annos pouco
mais ou menos, sem vicios era achaques, e que
sirva para iodo e qualquer servico : prefere-se que
entenda de cozinha e com cria : a tratar na raa
do Pilar n. 135.
.....
Compram-se duas escravasde 15 25 annos;
na raa Xova de Santa Rita n. 45, ni casa do Sr.
Jos Ignacio d'Avila.
OU ERPCOES ESCROFULOSAS,
Uleeras de toda a especie.
SYPHILIS, OU MAL VEN]
TUMORES,
Ebnlliejg,
BERTOEJAS,
OPHTHLMA,
Hyilropisia,
HERPES,
Itartros,
ERISIPELAS
ESCORBUTO,
Tiuha,
GHAGS ANTIGS,
RrXetttrxatrsmQ Chrofuc,
DEBILIDADE ERAL,
Nmosidadc, Ncrralgias,
FALTA DE APPETITE, FISTO,
SUPPRESSO DAS REGRAS, ou
AMENORRHEA,
iium, 1 HS MilUi
Retiiicao das trinas,
EMACIAgO,
Ou emmaffrecimente fftrnl niente do catado okioso^do mugue,
' NFLAMMCOES CHBONICAS,
Affecpoes Chronicas do Figado,
Assim como todas as mais bimiliiastss mo-
les has, l'RIKCTI'ALMKNTK QPANDO SAO
CAUSADAS, Or PKOD17.IDAS PELO Mil
LIVRE T/SO DO MeiCUHIO OU
Quisino,
AwIbi com tambem pela frecuente ana tu AR-
SNICO e muran prepamffea Mlaeraca,
Todas estas Enfermidados prompta e eflica
mente cedem A benfica, poderoza e
parificantes qnaUdades da mol
justamente afamada
lUMPjnillUM M BRISTOL
k venda as boticas de Caors de Barbo,
raa da Cruz, e Joao da C. Bravo 6 C, mi
da Madre de Dos.
fngindo brilhanies, assim como crazinhas .avulsas
e vollinhas, pelo barato |irceo de 1-3 e 13200, as
cruzes avulsas a 400 rs. : s no Vigilante, ra do
Crespo n. 7.
Canelas.
Riquissimas carretas de madreperola proprias
para qualquer presente, pelo baralissimo preco de
fionlins.
Riquissimas poiinhas c manguitos, o melhor gos-
to possivel, a 25, 2,3500 c 3': s no Vigilante,
roa do Crespo n. 7.
Enlejes para scnliora."
Riquissimos enfulles com laco e sem laco e de
, outros muitos gostos a 1,3, 1^300 e 3l : s no Vi-
gialnie, ra do Crespo n. 7.
Traucclins.
e o.~>, luja de miudczss
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est continuando
no seu progresso de vender I aratissirno :
1 Capachos grandes e superior'
Caixas de superiores ohreia.
40 rs.
Cordao branco para ve.-tido e espartilho, vara 20
ris.
Linhas de carretel (130 jarda) de superior
dado a W) rs.
Cartoes de liaba Pedro V (200 jardas)
quali-
j muiio
qualidades e
conhecida a 40 rs.
Crozas do peonas de ac de molla
t superiores a ."00 rs.
Caivetes de duas folhas porm unos a 500 rs.
Caixas com calungas muito bonitas para rap a
100 rs.
Franja branca c de cores para toalh.is a lfiO.
Pares de botoes para punho muito Ininilos a I JO.
Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a>
120 rs.
Tinteiios de vidro com sonerior tinta a 160.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
Croza de botoes de loaca pratiados, o melhor, a
160 rs.
Tesouras para costura, o mais superior, a 400 rs.
Ditas para unhas muiio finas a 400 rs.
Escovas para limpar dentes muito superiores a
200 rs.
Libras de laa de todas as cores (pesada) a 7JJ.
Lindos trancelins de cabello para relogio ou lu- Caixas de phosphoros de seguranca a 160.
netas, pelo baratissimo preco de lSoOO," ditos de
, retroz a 200 rs.
Babadinlios enlrenieios.
Riquissimos babadinhos cntremeios com lindos
desenhos tapados e transparentes, pelo baratissimo
preco de 15200, 15300, 25 e 35 i s no Vigilante,
, ra do Crespo n. 7.
Cscarrilhas.
j Grande sortimento de cascarrilhas de diversas
larguras, assim como galaozinho e trancinhas pro-
I prias para enfeites : s no Vigilante, ra do Cres-
: po n. 7.
Fitas.
Grande sortimento de tilas de diversas larguras
. e qualidade, por precos que admiram aos compra-
! dores, havendo lilas largas proprias para sinteiros
i que se pode vender a 300 rs. a vara, e peca de 3
i varas a 25 : s no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Fitas de la.
Fitas de laa de todas as qualidades, proprias para
i debrum de vestido a 700 rs. a peca : s no Vigi-
lante, ra do Crespo n. 7.
Ricos espelhos,
Riquissimos espelhos com moldura dourada e
sem ella de 85, 10, 12 e 145, assim como cora co-
lumnas de diferentes taannos a 25, 3, 4, 5 e 65:
s noVigilante, ra do Crespo n. 7.
Lindos jarros e figuras.
Riquissimos jarros e figuras de porcelana fina
! para enfeite de sala, sendo o melhor gosto que aqui
tem apparecido : s no Vigilante.
Para pos de arroz.
Riquissimos vasos com lionera para pos de ar-
roz, cousa de muito gosto a 15500 e 25, assim co-
mo pacotes s com os pos a 320 rs. cada um : s
no Vig.lante, ra do Crespo n. 7.
Perfumarlas.
Grande sortimento de extractos e banhas, poma-
das, assim como os lindos ropos eu vasos com dis-
tinctivos e oflerecimentos s sinhazinhas, dos me-
lhores e mais afamados autores de Paris e Ingla-
terra, assim como os grandes copos de banha japo-
nesa a 25 e a 15 ; assim como outros objectos que
nao possivel por hoje annunciar, e vista dos
freguezes se fara todo negocio : na loja do Gallo
Vigilante, roa do Crespo n. 7.
Vende-se
um carro de 4 rodas em muito bom esta-
do com 6 cavallos carnudos e arreios pa-
ra 4, em bom estado ludo, proprio para
trabalhar: quem quizer negociar dlrija-
5 se ra Direita n. 76, qne achara com
H quem tratar oa dirija-se a Jaboatao.
^Eaanaaaaajirvxinei maott aaccanotCf
WMBSKSm mm Wmm
Espantosa pechlncha.
Chapeos de palha do Chile a 310 rs., e em da-
lia a 35, pode-se asseverar qne pechincha vis-
ta da qualidade, e para o que venham ver e com
prar : na loja da ra da Madre de Dos n. 16.
Ditas de papel amizade pautado e liso a 600 rs.
j Ditas com 100 anvelopes muito superiores a 800
ris.
Cadernos de papel branco e de cores, pequeo, a
20 ris.
Cartas e taboadas para meninos a 80 rs.
Caixas com superiores iscas de acender charutos
a 40 rs.
Carreteis de linha Alexandre (200 jardas) de cores
a SOrs.
Raralhos para vollarete muito finos a 240.
Cartas de allinetes francezes muito linos a 40 rs.
Meadas de linha f'Oxa para bordar a 20 rs.
Pares de sapatos de tranca muito superiores a
15600.
Papis de agulha com um pequeo toque a 10 rs.
Groza de botoes de madreperola muito Gnos a
560 rs.
Cartoes e caixas de celchetes francezes superiores
a 40 rs.
Ronets para meninos muito finos a 15500 e 25-
Maeos de granipos superiores e mpos a 40 rs.
Groza de phosphoros do gaz muito novos a 25200.
Areia preta muito superior a 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
Realejos para entreter menino.' a 80 rs.
Pecas de fita de linho muito boas a 40 rs
Pentes de laco muito bonitos a 1.
Enfeites de laco de todas as cores a 15300.
Rodas com allinetes franceses a 20 rs.
Caixas com quatro papis de agulhas imperiaes a
240 rs.
Sabonetes de familia a 80, 160 e 320.
Caivetes de duas folbas muito fios a 320.
Pares de sapatos de la para meninos a 400 rs.
Sapatos de tranca para senhora e para borneen, o
melhores que tem viudo, e por pre^o muito barato:
quem quizer ver, ven ha a. ra do Queimado ns.
49 e 5o. e ver tudo como bom e barato.
Aibnns para viste retratos.
Vende-se os lindosalbuns para vinte retratos pe-
lo barato preco de 25 cada um : s no vigilante
ra do Crespo n. 7.
8 Vende-se
em Jaboatao roa de Bailo o bem conhe-
cido estabelecimento Progressista, que
consta de molhados e padaria, com al-
guna fundos, proprio para qualquer prin-
cipiante nao s por ser etn bom local co-
mo por ter commodos para familia : a
quem cohvier pode se dirigir ao dito es-
tabelecimento ou ra Direita n. 76,
aonde achara com quem tratar.
m WOMMWfM 1
Salitre refinado, superior qualidade, vinbo Bor-
deaux, diferentes qualidades, mais barato qne em
qualquer parte : no armazem de E. A. Borle 4
G., raa da Cruz n. 48.
Mnt


MPMUMMPRi
Diario de lernamt>aeo ... Segunda eira 4 de Julho de 18*4.
Grande liqmdacao
de fazendas na luja do Parlo, na da Impe ralrii h.
60, de Gama k Silva.
AcOa-so esta estabelecimeoto completamente sor-
tido de fazendas inglezas, francezas, aJlemes e
suisaas, proprias tanto para a praca como para o.
mato, prometiendo vender-se mais barato do qoe
era outra qualquer parte principalmente sendo em
porcao e de todas as faiendas dao-se as amostras
deixande flear penhor ou maodam-se levar em ca-
sa pelos caixeiros da toja do Pavao.
As chitas do Pava*.
Vendetn-se superiores chitas claras e escuras pe-
lo barato preco de 240 e 280 rs. sendo tintas segu-
res, ditas i'rancezas finas, a 320, 340, 360, 400 e
500 rs., o covado, ditas pretas largas e estrellas,
riscados escocezes finos a S40 rs. o covado, isto na
Ioja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
As eassas do PavaV 240, 280, 300 e 320 rs.
Vendem-se finissimas eassas persianas cores fi-
las a 320 rs. o covado, ditas francezas muito finas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
covado, finissirao organdy matisado cora desenhos
miudinhos 3ro rs. o covado, eassas garibaldinas
muito finas a 320 rs., isto na Ioja do Pavao ra da
Imperatriz n. 60, de Gama &. Silva.
As liiaziahas da eiposi(o do Pavo.
Vendem-se as mais modernas laazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultimo vapor francez sendo
de urna s cor ou de listas miodinhas com 4 pal)
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
preco de 580 rs. o covado, ditas enfestadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de unta s cor parda, azul, cor de lyrio e
perola proprias para vestidos, sautembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 e 400 rs isto s na Ioja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavo.
Vendera-se finos chales de crepon estampados
Solo barato preco de 6,3, 75, 8. ditos de pona re-
onda a 7 e 85, ditos pretos ricamente bordados
a retroz comvidrilho a 125, ditos pretos lisos a
55, ditos de cores a 45500 e 55, ditos de merm
estampados a 25 e 35, ditos de la a 15280 e 25,
ditos de retroz preto para luto a 65, isto na Ioja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
0 Pavita vende para lulo.
Vende-se superier setim da China fazenda toda
de ia sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
prio para vestidos, paletots, capas etc., pelo bara-
to prego de 25, 25200, 25300 o covado, eassas
pretas lisas, chitas pretas largas e estrellas, chales
de merino lisos c bordados a vidrilho, manguitos
comgollrahas e outros muitos arligos que se ven-
den por preces razoaveis : na Ioja do Pavao a, ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a veludo pelo barato preco de
405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005
e I2O5 ; ditos de capibraia blancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa-
mento a 10,15, 20 e 305; ditos de la com lindas
barras a 18 e 155 ; isto na Ioja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60, de Gama c Silva.
Os pannos do Pavo.
Vende-se panno preto muito superior polo barato
preco de 25, 25300,35 e 33500, ditos muito linos a
45, 55 e 65, cortes de casemira preta enfestada a
45, 455OO e 65, casemira preta fina de urna s
largura muito fina a 15800, 25, 25500 e 35, cor-
tes de casemira de cor a 55, 55500 c 65, casemi-
ras enfestadas de urna s cor proprias para calca,
paletots, colletes, capas para senhora, roupas para
meninos a 35 e 3#>00 o covado, isto na Ioja do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
A roupa do Pavo.
Vendem-se paletots de panno preto sobreeasa-
cos fazenda muito boa a 125, ditos muito finos a
165, 20?}, 255 e 305, calcas de casemira preta boa
fazenda a 45500,55, 65, 75 e 85, paletots saceos
de panno preto a 75, ditos de casemira de cor a
65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino
preto, ditos de brim de cores, calcas de casemira
de cor a 45, 55,65,75, ditos (fe cavemira da
Escossia a 35, ditos de brim pardo a 25500, ditos
de cor a 25 e 2,5300, ditos hrancos muito finos,
sto na Ioja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
la e camas pelo barato prego de 95 o par, sendo o
melhor que ha no mercado*: na ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho aJecchoadas pro-
prias para cama pelo barato preco de 55 cada urna
na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
As preealas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas preealas que tem viu-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor iran-
es, pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas
de listrinha muito mudinhas proprias para vestidos
e roupas de meninos e meninas pele tn rato preco
de 500 rs. ; s o Pavo ra da Imperatriz n. 60,
Ioja de Gama & Silva.
Os sonteaui>ai*ques do Pavo
IO e 15$ s o Pavo.
Vendem-se os mais lindos souteaabarques que
tem vindo ltimamente de lazinha e caxemira ri-
camente bordados e enfeitados, cores muito delica-
das pelo barato prego de 105 e 155 ; fazenda esta
s para liquidar : na Ioja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
As chitas do Pavo 'tf-IOO e
2$ $eo o corte.
Vendem-se cortes de chita com doze covados
cada corte, ditos cora dez covados a 25400, fazen-
da muito boa, c que Rao desbota, s na ioja do Pa-
vo tem esta pechincba ; a ra da Imperatriz n.
60 de Gama & Silva.
Las de na so cor.
Vendem-se laazinhas de urna s cor, sendo en-
carnada, azul, cin7.enta, rio rosa cor de perola pelo baratissimo prego de
-640 o esvado, fazenda amito fina s o Pava, ra
da imperatriz n. 60 Ioja armazem de Gama &
Si Isa.
Panno te linho.
Vende-se panno de Unto com 4 palmos de lar-
gura prqprio para lengn,-toalhas e ceroulas jeIo
Oarato prego de 640 rs. a vara, bramante de tinto
oom 10 pateos de largura a 25500, algodozwrto
rnosstro o 8 palmos de largura a 15, pegas de
Haral.urgoeem 20 varas a 95. 105 e 115, pecasde
madapolSo ao a 75500, 85, f e 105, ditas de
alpodozinbo 65, 65500 e 74, e outras umitas
raziada* brancas que se vendan muito baratas
afina de apurar dinheiro : na Ioja do Pavo ra da
imperatriz a. 40. de Gama & Si tea,
O laramaue do Pavo MU doze
palmes de largura
Vende-se bramante de linho puro, uito fino cora
doze palmos de largura o melhor e mais largo que
tem viudo ao mercado pelo barato pr<*;o de 25800
rs.a vara; s na l"ja do Pavo de Gama d Silva,
aua da Imperatriz a. 60.
As preealas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas preealas qn tem vin-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor francez,
pelo barato prego de 00 rs. o covado,'ditas de lis-
trinha muito mudinhas proprias para vestidos e
roupas de meninos e meninas pelo barato preco
de 00 rs.: s o Pavo ra da Imperatriz u. 0,
ioje de Gama A Silva.
Os baloe6 do Pavo.
Veadem-se crinolinas ou baldes de 30 arcos tan-
Lraneos como de cores, sendo americanos qu
sao os EJelhorcs por se nao quebrarera a 35500, e
de 35 arces a 45, ditos de musselina com babados
45, ditos para menina a 25 e 35 : na Ioja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
. 0 Pavo vende 8>f
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Mara Pia, com lindas barpas de seda, sendo che-
ados pelo ultimo vapor francez pelo barato prego
de 84 cada am: so na loia do Pavo roa da Impe-
ratriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Os baldes do Pavo.
A 2A300 s o Patio.
Vende-se balos com 20,25 e 30 arcos pelo ba-
ratissimo prego de 25300, assim como tem um
completo sortimenlo de bales para meninas de to-
dos os tamaitos pelo baratissimo preeo de 25500,
notando que sao bales de arcos os melhores qne
tem vindo da America Ingleza, vendem-se por este
ESPLENDIDO SORTIMENTO DE MOLHADOS
tf. 9 RA IlO CRESPO 1%. 9
. Esquila que volta paca a ra do Imperador
HAffil
DE



'



(Nao se enganein com a mitra)
AMIGOS!
Nao leiam este annuncio com precipitacao.
Confrontem os precos dos oulros annunciantes.
Vetiham ver os gneros que temos expostos a venda.
A vista faz le.
Nao temos palavras bombsticas.
Nao dos encalcamos o primeir recebedor de conta propria.
Nao desacreditamos ao collega porque nao quiz ser nosso socio.
Val a quem toca.
Para abastecer a todos os habitantes desta bella provincia ainda niio so suflieien-
tes as casas que actualmente oxistem abenas com grandes proporcoes para terem'um
magnifico sortimenlo -de molhados; assim, pois, os preprietarios do Armazem Principal
Dao invejam a sorte dos seus collegas.
Habitantes de Pernambuco.
Nos temos um excellente sortimenlo dos melhores gneros que se pode adiar
em nosso mercado. Vinde ao nosso estabelecimento, e se a vossa boa fe fr Iludida
urna s vez ao menos, casligai-nos nao voltando mais a nossa casa.
Amendoas confeitadas de bonitas cores a dem de Hollanda em garrafoes com 24
1,000 rs. a libra. garrafas a 7,2oo rs. com o garrafao.
dem de casca muito novas a 3oo rs. a libra. Lentilhas excellente legume para sopa e gui-
Avellas a 2oo rs. a libra. zados a 2oors. a libra.
Ameixas francezas em cixinhas com lindas Licores francezes de todas as qualidades a
estampas a 1,200, i,4oo e i,6oo rs. cadaj 8oo e 1,000 rs. as garrafas grandes.
uma. Manteiga ingleza perfeitamente flor a 8oo e
dem em frasco de vidro com 'rolha do mes- j 96o rs. a libra.
mo ou de metal, a l,2oo e iioo rs. ca- dem franceza nova j deste anno a 6oo rs.
da um. a libra, e 56o rs. em barris inteiros.
dem em frase grandes 2,5oors. cada um. Marmelada especial dos melhores fabricantes
dem em latas de 1 / e 3 libras a l,2oo e de Lisboa a 6oo e Co rs. a libra,ba latas
2,ooo rs. de differentes tamanhos.
Arroz da India e Maranhao o melhor que se Massa de lmate em latas de i libra 56o rs.
m?
jrfflSftrfifi.
PARA BBM DE
SSZf ^ % Xn
FAZEI FAVOR DE LR ESTE ANNUNCIO
da econoinia domes-
0


issumpto
DESCOBRIO-
m
X verdadeiro e principal ar-
po le desejar a loo e 12o rs. a libra e
2,8oo e 3,4oo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 6oo rs. a garrafa,
e 4,8oo rs. a caada.
dem francez clarificado em garrafas bran-
cas a 9oo rs. cada una, e lo,ooo rs. a
caixa com i duzia.
Alfazema muilo nova e limpa a 32o rs. a li-
bra.
Alpisla a 16o a libra, e 4,6oo rs. a arroba.
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio dasseguintes qualidades: aguae
sal doces, e imperiacs em latas de 6 li-
bras a 3,ooo rs. e de 3 '/a libras a l,5'oo
rs. eemlibraa 64ors., estas bolachinhas
torna-se muilo recommendavel com es-
pecialidade para os doentes.
Biscoilos e Bolachinhas de suda etn latas, de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a 1,35o rs. a lata.
Bollos francezes em cartees e de diversas
qualidades a 64o rs. cada um.
Banha de porco verdadeira refinada a 4oo
rs. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a 160 rs. a libra.
Bolachinhas inglezas ullimamentc desembar-
cadas a 2io rs. a libra e 2,ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
al boje lem vindo a nosso mercado a
18,ooo rs. o gigo, l.oors. a garrafa in-
leira, e 8oo rs. as meias
Cha uxirn o melhor que se pode desejar e
que outro qualquer niio vende por menos
de 3,ooo a 2,7oo rs. a libra
dem perola especial qualidade a 2,6oo ?
2,8oo rs. a libra, garanlc-se a qualidade
d'este cha
dem hysson o melhor que possivel en-
contrarle a 2.4oo e 2,6oo rs. a libra.
dem do Bio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
a l,2oo e l,4oo rs. a libra.
dem preto muito fino a l,6oo rs. a libra.
Chocolate das melhores qualidades, francez,
hespanhol e suissoa l.ooo, l,2oo e l,4oo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos Fur-
tado de Simas em caixas das seguin-
tes marcas Pariziences, Suspiros, Dili-
cias, Napolees e Guanabaras a 2,3oo rs.,
em caixas inteiras Trovadores a 3,ooo
rs. cada urna.
dem de oulros muitos fabricantes e de
dhfferentes marcas para l,5oo rs. as mei-
as caixas de suspiros a f,6oo, 2,ooo e
3/mo rs. as caixas inteiras.
Conservas inglezas a 8oo rs. o frasco.
dem franceza a 5oo rs.
Cognac inglez das melhores marcas a l,ooo
rs. a garrafa e lo,ooo rs. a duzia.
dem francez suporior qualidade 8oo rs. a
garrafa e O.ooo rs. a duzia.
Cominho e Erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a 6oo rs. a libra.
Canella a 1 ,ooo rs. a libra.
Copos finos para agua a 5,ooo rs. a du?ia, e
5oo rs. cada um.
Caf do Hio superior a 28o e 32o rs. a li-
bra, e 8,8oo e 9,5oo a arroba.
Doce fino de goiaba a 6oo rs. o caixao.
Ervilhas portaguezas ltimamente chegadas
a Too rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinba de aramia verdadeira a 32o rs. a
libra.
Figos em caixiniMS muito bem eofeitadasa
a l.ooo rs. cada urna.
dem em latas ermiticamente lacradas a
1 Soo e 2,5 >o rs. cada urna,
dem em caixas de '/ arroba a 2,5co rs. ca-
da urna, e 2oo rs. a libra.
Graixa muilo nova a loo rs. a lata e l.ooo
rs. a duzia.
Genebra de Hollapda em frasqueiras com 12
' frascos por 6'ooo rs. e 56o js. o frasco.
dem de iaranjaa l,ooo rs. os frascos gran-
des e 11/too rs. a caixa com 12 frascos.
dem de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da uma.
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,8oo
js. com a garrafao. |
cada uma.
dem para soda estrenha, pevide e rodinha
em cixinhas surtidas a 3,000 e 3,5oo rs.
cada uma e 5oo rs. a libra,
dem macarrao, talerim e alelria a 4oo rs.
a libra.
Mostarda franceza preparada em frasco a 4oo
rs. cada um.
Moldo inglez em garrafinhas com rolhas de
vidro 64o rs. cada uma.
.Marrasquino verdadeiro de Zara a l.ooors.
a garrafa, lo.ooo rs. a caixa com 1 duzia.
No/es muito novas a 16o rs. a libra.
Prezunto de fiambre superior a 6oo rs.
dem do Porlo para pancha a 5oo rs. a libra.
Passas novas a 48o rs. a libra.
Peixe em latas de differentes qualidades co-
mo, savel, corvina, gofas, pescadinhae
oulros a l,ooo rs. a latas.
Palitos para dentes a 14o e 16o rs. o masso
dos melhores.
Painco o mais novo e limpo a 16o rs. a libra.
e 4,5oo rs. a arroba.
Palitos do gaz a 2,loo rs. a groza, 2oo rs. a
duzia, e 2o rs. a cixinhas.
Queijos fiamengos chegados neste ultimo va-
por, a
dem pralo muilo fresco a 8oo e 9oo rs.
a libra.
dem suisso a melhor qualidade que at bo-
je (em viudo ao nosso mercado a 8oo rs.
a libra.




tica que se vai tratar,
importante.

SE AFIS Ali
mazem de molhados o do

\Euguent contestar esta verdade.
A fama far eorrer esta noticia.
A posteridade hcnidir o nomc do Baliza.
ActHalidade Batel palmas de eontentamento!
Sera mitras nem coras para ornar a fachada de seus anmmcios, e as ponas do edificio em que habita, o Baliza -
contenta em tomar o seu lugar de honra na vanguarda de lodos os homens do pi ogresso.
Sopre embora o maldito Clarim, o seu toque de retirada a marche-marche do desacreditado Progresso; arme a len '.-.\
dos falsos apostlos da sinceridkde no tratro, da realidade na pratica dos negocios commerciaes. revele finalmente a soa ,
grande insobordinacao ingindq desconhecer os seus superiores, deixando-se icar sentado, em vez de perfilar-se c liizera rito
continencia do estylo, porque o jncansavel Baliza sempre fiel ao seu juramento lea continuamente na melhor ordem o ;'":
seutrem de guerra e no mais omplecto movimento, o seu presumo para bem servir, desde o mais simples carnarada at
o mais alto general da primeir classe do exercito dos seus constantes freguezes.
Entremos na materia : |
SENTIDO!
OfllBFJI DO DA*
Desde a 1.a publicago deste annuncio at segundo aviso Manoel Pedro de Mello, proprietario do grande armazem
do Baliza estabelecido ra do Lr ramenlo ns. 38 c 38 A vender a todos os seus freguezes.
Cinco por cento menos
que qualquer dos seus amaveis colegas que por menos annunciar. Qualquer objecto que nao chegoe a contento dos e-
nhores compradores, pode ser devolvido ainda mesmo pelas pessoas que morarem no centro da provincia.
O dinheiro recebido pelo gner0 que nao agradar ser restituido sem constrangimenlo algum.
Deelaraeo importante.
falso o boato que tem feitj espalhar o soldado soprador da ra do Queimado de que se acha o Baliza associa lo
ao armazem Unio Mercantil abert) a ra da Cadeia do bairro do Recife.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
E entre-tanto o Baliza liguciro.
Liguciro sim das ideas liben
Deste modo de pensar ser
es dos progressislas de todo o universo aos sentimento mais ntimos de seu coraco.
t> Baliza eternamente conservador.

.r:~ :-

(iu i na raes
l'echiuclia, a 3^200.
Vende-se baratissimo para apurar dinheiro,
Sal refinado em potes de vidro a 500 rs. ca- saber: cortes de chitas francezas de cores escuras
da um. e claras com 10 covados por 300, ditos de cbiU
Serveja las melhores marcas a 6,ooo rs. a!in8leMS a 25i00, ditos de eassas francezas a 25
. ,i. -.(1 9S"lll ilif^c A., i' irnlir-ii'i Aa eolni<>nv o 'fA:lin A Al
dflzia, e ;>(>o rs. a garrafa.
Sardinha de Lisboa e Nantes em quartos e
GRANDE
sortioiento de lazendas novas viadas
pelo vapor inglez para- o uroprielu-
TO 00 grande armazem C Ioja de 11-; leeimento vendem-sc por proro baratissimo, e dao- para senhora que estao o luto a 710
-/imiiI'K d-i Arara na da Ininoralr i se amostras com penhor, i>u manda-se levar as fa- na ruada Imperatriz n. 36. A loia esla abcii*ala
.T n SV j izeDdas a ca?a das familias I,el caixeiro da Ioja da s ) horas da noite.
n. oo, de Lourenco Percut Hends
Sonlambarqu da Arara a 20 e 2:5.
Veude-se soutambarqncmuito iem enfeitadoaSO
e 23r5 cada um, veos pretos e de cores para senho-
ras a 1 cada um, riscados francezes a 280 o co-
vado. Todas as fazendas existentes neste estabe-
Vende-se alpaca preta a OO rs. o ijs.' .
Vende-se alpaca preta para vestidos a
700 e 800 rs., lina de cunlao a 800 rs .
tot, princeza preta a 800 e C'iO oeova : ..7.1-
na preta fina a liiOO o covado, laazic.has ;
meta latas a 38o ?i8o rs. cada nma.
Sag mnito novo e alvo a 2io rs. a libra.
Sevadinha de Franca 18o rs. a libra.
Sevadaa loo rs. a libra, e 2,8oors. a arroba.
Traques de 1.a qualidade a 8,ooo rs. a cai-
xa, e22o rs. a carta.
Toucinho novo de Lisboa a 24o e 32o rs. a
libra.
Tijollo paralimpar facas a 15o rs. cada um.
Vinho em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
tBelhores marcas a 3,8oo rs. a caada, e
oo rs. a garrafa.
Idem'do Porto Lisboa e Figueira de marcas
menos conhecidas a 4oo rs. a garrafa, e
2,8oo rs. a caada.
dem Colares especial vinbo a Goo rs. agar-
rafa.
dem Lavradio muito fresco niio levando com-
posigo a 56o rs. a garrafa, e 4,000 rs. a
caoada.
dem branco de uva pura a 56o rs. a gar-
rafa, e 4,5oo rs. a caada.
dem mais bai.xo a 4oo rs. agarrafa, e 3,ooo
rs. a caada.
dem Bsrdeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a6.5oo e 7,ooo
rs. a caixa.
dem
nosso mercado a i ,200 rs. a garrafa, ga
rante-seque por este mesmo preco d pre-
juizo e_sse encentra n'este armazem.
dem do Porto em caixas com 12 garrafas
<;il.\(l I4U, tW, UU C W U LUVdUU, UUJ3 I
muito especial que raras vezes vem ao m casemiras para capas de senh.
t~___*. Z i a____ 1 vado: ra da Imperatriz n 06, loia
so mercado a l,2oo rs. a garrafa, ga- Arara_ de Men(LV;..marrts.
2j."ii0, ditos de cambraia de salpicos a 200 e .'!
s na Arara, ra da Imperatriz n. 5'6.
A Arara vende a 210 rs.
Vende-se organdys lino para vestido a 240, 280
e 320 rs. o covado, casta francesa fina a 320 o ce
vado, gorguro de linho para vestido a 2SO o cov
do : Ioja da Arara, ra da Imperatriz n. 56.
A Arara vende laazinhas de urna s cor
aCiOrs.
Vendem-se ricas laazinhas lisas proprias paija
camas e vestidos, os melhores gostos possiveis
610 o covado, ditas Mara" Pia muito fina com pa
mas a CiO o covado : ra da Imperatriz n. 56, Ioja
da Arara.
Cortes de casemira a S#.
Vende-se cortes de meia casemira para caiga a
25, ditos melhores a 2->oo e 3. ganga para caiga
a 440 o covado, brim de linho preto a 500 rs. o
covado : ra da Imperatriz n. 06.
Fil de iiulio a 320 rs. a Tara
Vende-se tilo de linho branco proprio para forro
de vestido a 320 rs. a vara, tarlatana de cores
a 640 a vara, tilo de linho lino a 800 rs. a vara :
na ra da Imperatriz n. 56.
Veos para senhoras a LOO o rs.
Vendem-ee os mais modernos veos para chapeos
de senhoras a 15 um, de todas as cores, manguitos
de fil e bordados a 5O0 rs., manguitos e gola a
15, golinhas para senhoras e meninas a 240 e 320
cada uma, camisinhas tinas para senhoras a 2 e
45500 : s na Arara, ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende os artes de la Mara Pia a 18#.
Vendem-se ricos cortes de lia de barra os me- j
Ihores que tem viudo, pelo prego de 185 o corle, |
ditos a 85, vende laazinhas em covado a 240, 280,
320, 400, 500 e 640 o covado, dtas lisas de cores a
senhoras a i$ o eo-
e armazem da
Arara, de Mendes Guimaraes.
Bramante i Arara a 2#200a vara.
Vende-se bramante de linho de 10 palmos a
25200 a vara, panno de linho para saceos e cerou-
Arara, ra da Imperatriz n. 06.
Corles le cassa da Arara a 2000
Vendem-se cortes de cassa a 25, ditos de dita a '
254OO, cortes de babados a 35 : ra da Impera-
triz n. 56, lo a da Arara.
ou flna a vontade do comprador
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RA 1)0 BRIM N -{.
rtBRIC* TIE COSTERA \ M0

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Duque do Porto, Genuino, Verbo Particu-
lar, malvasio fino, D. Pedro V, O. Luiz
I, eclar e oulros a 9,ooo e lo/)oo rs.
a caixa e 9oo a 1,00o rs. a garrafa,
dem Muscatel superior a l.ooors. a garra-
fa, e 10,000 rs. a caixa com 1 duzia.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa
e 2, tio rs. a caada,
dem em garrafoes com 5 garrafas a 1,000
rs. eom o garrafao.
Vassouras do Porlo de arcos de ferro a 32o
rs. cada uma
dem de escova para esfregar casa 36o rs.
cada uma.
Vellas de espermacete superiores a 56o rs.
a libra, e 52o rs. era caixa.
dem de carnauba refinada e de composicao a
de trabalhar mo para
descarla* algode
FABRICADAS
Por Plant Brothers & 0.
OLIttM
Estas machinas
podemdescarogar
uualquer especie
de algodao sem
estragar o Qo,
sendo bastante
duas pessoas para
o trabalho: pode
descarogar uma
arroba de algo-
dao pm caroco
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por dia ou 5 ar-
robas de algodao
limpo.
Esta machina
a nica que
possue as vantagens de nao destruir o fio do al-
godo e de fazer render o dobro de qualquer ou-
I Ir eom menos trabalho, a sua introdueco para
V a 320, 360 e 400 rs. o covado, de cores fixas : na ; para todos os interessados na lavoura do paiz.
das seguintes marcas Lagrimas do Douro,: las a 640 a vara, hanAurgo de linho a 440, 360e
600 rs. a vara, brim de liiio branco fino a 15200,
15400 e 15600 a vara, dito pardo a 800, 64, 15 e
1(200 a vara : ra da Imperatriz n. 56.
Chitas da Arara a 240 rs.
da Imperatriz n. 56, Ioja da .irara, de Mendes Gui
maraes.
Chales da Arara a 2*500.
Vendern-sc chales da merino estampados
2500, 45500 e 55. titos de laa e seda a 15 : roa
da Imperatriz n. 56, Ioja da Arara.

Assim com machinas em ponto grande do mes-
mo systema,ora|l seren movidas por animaos,
agua ou vapor, pas naes podem descarogar 18 ar-
robas de algodao ampo por dia.
O algodao desea rogado por estas machinas tem
muito mais estimado nos mercados de Europa e
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Na ra de Apollo r.. ... :.a um ci-
mento de marmore para ladrilho, scala-, I m-
breiras e legraos de 8, 9 e 10 palmos de eompri*
do e 2 112 de largo, folhas de maimore prrpriaj
para lampos de mesas e para tmulos, va- .:
des para jardim, ou para ornar tumulus. por >re-
gos mnito razoaveis______________________
Vende-se sal do Ass a bordo do i ...u-ln
Altar, fundeado defronte do Forte do Mallos tra-
ta-se com o capilao a bordo, ou na ra do '.'gario.
armazem naval n. 1.
Vinho do Porto superior
em caixas de uma e duas duzias : t?m par.i -,**n-
der Antonio Luiz de Oliveira Asertos4 C. n sea
oscriptorio ra da Cruz n. !.
I'ariiilia ile mandioca sayertar
em saceos grandes : vende Antonio Luiz de O hyi-
ra Azevedo i C, no seu e^'riplorio ra da rM
numero 1.______________________________
rariuka de mandioca
ensacada e da melhor que ha : vende Ugud Jos
Alves no seu escriptoric, casa n. 10 da ra da
.JUZ
Vende-se um cabriole;
zo n. 20.
no pateo do Paral-
Folha de Flandres.
Grande sortimento de folha de Flandres: na ni
da Cadeia do Recife n. 56 A, Ioja de ferragens de
Bastos.
Vendem-se duas propriedades de casas ter-
reas sitas ra Bella ns. 39 e 45 : tratase oa tra-
vessa da Madre de Dos n. 13.
pequeos a 800 rs., grvalas de seda de cores a 500 !
rs., ditas pretas de la e largas a 800 rs., collan-1
ntio para homem a 400 rs., meias cruas a 200, 240,
300 e 500 rs. o par : ra da Imperatriz n. 56, Ioja
da Arara.
Fazendas preta* para luto, eassas, a 320 rs.
Vendem-se eassas pretas para lulo a 320 o cova-
Sflorsi 7'lh7r7rpTrrr^Tll^rtW,r^"aid0'^'P108 P"ra c*13008 da senhoras a 15,
ra, e io,oc n,oc rs. a lims de ui preUls a ^ princm mi& enfegU.
; ende-se n*r inaior p reg.
Oh.fiepeehtncha, a liJOOO. Ai machinas seacham venda unicamenie em
Vendem-se lencos de seda grandes a 15, ditos ia u
SaundLM'S lii'olliei's k C.
X. II, pra^a do Corpo manto
RECn'E.
Os nicos agentes neste paiz.
arroba.
AGENCIA
DA
FNBICiO DE L0W-M00R.
Una da Senulla nova a. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
am completo sortimento de moendas e meiai
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos 01
tamanhos para ditos.
preeo para liquidar: s na toja e armazem do
PavaTroa da Imperatriz n.60, de Gama & Silva.
Arados americanos e machinas pan
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston 4 C
ra da Senzalla Nova n. 42.
Empreza daiUuniina<$o
gaz.
Todas as vendas de apparelhos e reclamagdes
(por escripto dando o nome, morada, data, etc.),
devem ser feilas no armazem da ra do Imperador
n. 31. Os machinistas mandados para attender a
estas, apresentaro um livrd que os reclamantes
devero assignar logo depols de prompto o servigo
reclamado : isto para que a empreza flouo sciente
de baverem os raesmos senbores sido devidamen-
te attendidos.
BOTICA E DROGARA
DE
Ferros para ourives.
Na ra larga do Rosarlo n. 24, Ioja de ourives,
vendera-se todos os ferros e utencilios de ourives.
JiV.lb^^&iSWWAffi Francelino Ferreira Crespo
I rini e bombaina : roa da Imperatriz, Ioja da Ara- launa.
ran. 56. Veodc-se
Grande or iMieno de roapa saisiaparrilha de Bristoi.
fella. Pilulas assucaradas de Kemp.
Vrode-se naltols de panno preto a 165, 145, Pastilhas assucaradas de Kemp.
125,105, 85 e 65, ditos de brim de cor a 35300, Agua florida de Murrav & C.
35e25500, ditos de meia casemira a4500 e3550O PeUoral de anacahuita.
calcas de brim a 35 e 25500, ditastde brim bran- Xarope de citrato de ferro de Chable.
co a 45500 e 35500, ceroulas de linho a 25000 e Eixr de citro lclalo de ferro.
15800, camisas francezas do linho a 35, ditas de injeecao Brow.
algodao a 25500 e 25300 : na ra da Imperatriz, paulas americanas contra sesoes.
, Ioja Arara n..56. j Pillas purgativas de Dehant
Nao esquefara os bales 4a Arara. Pilulas do Dr. Alison.
Vendem-se baldes do 15, 20, 30 e 40 arcos a 35, Pilulas da vida.
355OO, 45 e 455OO, ditos de brilhantina a 45, co- Xarope vegetal de Penedo. '
bertas de chita a 25, ditas de damasco a 45, ditas Prompto alivio,
de fustao a 55 : ra da Imperatriz n. 56, Ioja da Pilulas reguladoras.
Arara. Xarope alcoolico de vellame.
Vende-se uma cadeirinha com pooco oso
prompta com correias : a tratar oa ra do Rosario
n. 56, em frente a ra do Aragao.____________
Trina, volantes e gales.
Vende-se trina, volantes e gaiaes de todas ae
larguras por pregos muito barato: s no vigaut-
ra do Crespo n. 7.________________________
Vende-se o engenho Diamante, sit> m co-
marca de Goianna, uma legoa distante da cida4e -
tem excedentes trras de plantagao c muito boa
obras : quem o quizer comprar, dirija-se ao Rtti-
fe, casa dos Srs. Joo Pereira Moutinho, 011 Ro-
cha & Lima, na ra da Cadeia do Recife, e em Goi-
anna ao Sr. Trajano da Costa Ribeiro : qualquer
desses senhores poder dar informacoes sobre o
engenho, e indicar a pessoa com quem se deven
tratar.
Na ra do ltangel n. 2 vende-se o verdadei.
ro papel de linho hespanhol, e de palha de milho-
tanto em porgo como a reta I lio, e de todas as nata
qualidades para o fabrico de cigarros; charutos da
Baha muito bons a 25 a caixa ; a elles, que eMao
a acabar-sef
Vende-se011 permutase por duas crias le :t
i annos de idade urna negra de meia idade,
sem vicios nenhnns, muito boa quitandeira e mni-
to fiel : no pateo do Tergo n. 141.
GAZ.
Vende-se gaz liquido americano da melhor
qualidade em lat's de un, dous e cinco galo*,
por menos que em outra qualquer parte : no ar-
mazem do caes do Ramos n. 15.





HaHMWMHHi
Miarlo le Peraaabiet *rgnn4:i felra 4 de Jnlho 4.- 194.
Largo da
Saata Cruz
numero
12 e 84.
Esquina da
ra do
Sebo n. 12>
e84.
RIiHANTE AURORA
4UR0RV BRILHANTE
GRANDES ARMAZENS DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandes Pires proprietario dos armazens de indinados denomina-
dos Brilhante Aurora e Aurora Brilhante, ao largo da Santa Cruz ns. l e 84 (esquina
da ra do Sebo), fax sciente ao respeitavel publico desta cidade e do interior que nos
seus importantes esUbelecimentos Tender sempre gneros novos e de primeira quali-
dade e vender a todos pelo mesmo preco.
O completo sortimento de todos os gneros 8nos e grossos qne costumam ter outros
estabeleoimentos desta ordem se encontraro sempre nos armazens da Brilhante Aurora
e Aurori Brilhante e sempre em grande escala a voatade dos Srs. compradores.
O proprietario dos armazens Brilhante Aurora e Aurora Brilhante pede a todos os
senhores e senlioras que quando tiverem de mandar suas relacSes a estes estabelecimen-
tos por seos criados seja em carta fechada ou com grande recommendacao a estes arma-
zens, certos de Que sero to bem servidos como seviessem pessoalmente.
. A Brilhante Aurora e Aurora Brilhante troca qualquer um genero que por acaso
nao agrade erecdbe as libras esterlinas a 9#,sendo por compra: a tabella do wt gneros
ser mudada todas as semanas.
Amendoas confeitadas parasortes a libra 15.
Hauteiga ingleza tlor a 800, e 960 rs.
Dita maisabaixea 610 e 720 rs.
Dita franceza nova libra 640 e e u barril a
600 rs
Chocolate sant muito novo al>2U0 a hora.
Cha perola o melhor que ha (c redondo) a
libra 3*200.
Dito dito ruis abaixo a 25500 e 25800.
Dito iiM.ii muito tino a 25800 e 35-
Dito hysson superior a 25600 e 2*800.
Dito mais abaixo a 2* e 2*500.
Dito preto muito fino a 2*o0.
Dito em massos a t&.
Diio do liio empatas de 4, 2 e 1 libra a
15300.
Caf de moca superior arroba 10*500 e li-
bra 400 rs.
Dito do ltio e do Cear arroba 9*300 e libra
320 rs.
Dito mais abaixo arroba 8*500 c likra 280.
Barricas com bolachina ingleza ingleza nova
a'3*.
Latas com bolacliinha de soda de 3 libras
a 25300.
Ditas com ditas sortidas de 2 libras a 1*400.
Frascos com ameixas francezas s o frasco
val o dinheiro a 2-5800 e 3*.
Latas cotn ditas a 1*400, 2*200 e 4*.
Ditas com figos do comadre a 1*500.
Caixinhas hermticamente lacradas e proprias
liara mimo a 2* e 2*800.
Caixlnhas com ditas a 1*, 2*300 e 5* de
arroba.
Presunto de Lamego muito novo a libra 5 0
rs. iuteiro e a retalho 600 rs.
Chourigas u paios novos a libra 800 r=.
Latas ciim chouriras e lin^uiras novas vin-
das neste vapor com 9 libras por 6*500.
I tas com peixe ensopado de muitas quali-
dades a I*.
Ditas rom ervllhas francezas e portnguezas
a 880 rs.
Ditas com frijo verde francez a 800 rs.
Ditas com massa do tmale novo libra
560 r<.
Ditas com ostras'a 720 rs.
Ditas com marmelada dos melhores autores
do Lisboa a libra 640 rs.
Potes com muslarda franceza preparada a
libra 180 rs.
Frascos com conservas de pepinos, mexides
e azeilonas verde a 1*.
Dita dita franceza a 800 rs.
Gigos com trinta e tantas libra; de batatas
novas a 3*500.
Queijos novos do vapor a 3*200 e 3*500.
Ditos di prato cnplicad a 1*.
Dito suisso a 800 rs.
Dito-de tnanteiga do Serid a 800 rs.
Caixas com passas novas de 1 arroba 7*,
meia 3-3500 c quarto 2* e libra 480 e
6i0 rs.
.'vmendoas com casca a libra 240 rs. e arro-
ba 6*.
Nozes libra 160 e arroba 3*.
Caixas e meias ditas com charutos finos da
Babia dos melhores tandeantes de Jos
Furtado de Simas, Reis e outros, sendo
Suspiros, Parisienses suspiros, Delicias,
Vicho muscatel duzia 10* e garrafa 1*.
Dito braoco proprio de Lisboa caada 4*800
e garrafa 640 rs.
Vinbo branco de muito boa qualidade cana-
da 4* e garrafa 480 rs.
Dito Xerez tino a caada 7*500 e garrafa a
1*200.
; Dito Madeira seca caada 10* e garrafa 2*.
I Dito em caixas de urna duzia do Porto dos
melhores autores a 12*, 14* e 16*.
Garrafas com licor fino francez e portuguez
a 1*.
Ditas com vinho de caj muito claro a 1*.
Ditas com mei de abelha puro a 1*.
Frascos com genebra deHollandu de 2 gar-
rafas a i*.
Dito de una garrafa a 560 rs.
Dito de laranja verdadeira a 1*200.
Duzia de graxa latas graudes a 1*.
Caixas com 25 massos de velas de sperma-
cete a 360 rs. a libra.
Ditas maiores a 600, 640 e 720 rs. a libra.
Caixas com urna arroba de velas do Arara-
ty 10*"i00 e libra 400 rs.
Ditas de eomposicao arroba 10* e libra 360
Saceos grandes com farinba de Goianna mul-
to boa a 5*300.
Dito de Porto Alegre melhor que de Muri-
beca a 6*.
Ditos com milhonovo com 24colas a 4*000
Dito com fareilo de Lisboa 120 libras a
! 53500.
Dito com .irraz de casca a 5*500.
Duzia do garrafas de serveja branca e preta
a 5*800 e em barricas a 3*300.
Arroz do Maranho em sacecs arroba 25600
e libra 100 rs.
Dito da India e Java arrobi 35 e libra 120.
Aramia verdadeira arroba 8* e libra 320
rs., matarana.
Gommado Araeity para engommar arroba
Si e libra 160 rs.
: Tapioca ou farinha do Maranho nova libra
160 rs,
| Ervilhas seccas muito novas libra 200 rs.
i Sag e sevadinha a 240 rs.
Sevada arroba 35210 e libra 120 rs.
Graxa de boiao 97 a 280 rs.
Sabao massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Dito hespanhol verdadeiro a 400 rs a libra.
Balaios do Porto diversos lmannos de 320
a 2*.
Capachos para portas de varias cores a 600,
700 e 800 rs.
Grao de bieo arroba 4*500 e libra 160 rs.
Painco arroba 5*500 e libra 200 rs.
Milho alplsta arroba i*800 e libra 160 rs.
Azeite doce de Lislioa garrafa a 640 rs.
Vinagre de Lisboa caada 1*500 e garrafa
200. 240 e 320 rs.
Massos de palitos de dentes com 20 massi-
nhosa 160 rs.
Tijolos de limpar facas a 160 e 120 rs.
Caixas com 40 cartas de traques a 9*500 e
a carta 280 rs.
Resmas de papel almaeo pautado a 5*.
Ditogreve liso o melhor que ha a 4*500.
Dito de peso e pautado a 1*500 e 2*800.
Garrafoes com 25 garrafas de verdadeira
genebra de Hollanda por 8*500.
Normas de Havana, Exposicao, Almiran- Azeite de coco garrafa 560 rs. e carrapato
tes. Baratciros, varetas, Guanabaras, Re-
gala imperial, Acadmicos de Olinda, Se-
nadores e Aoraziveis de 1*500 a 8* a ca-
xa de 50 a 100 charutos.
Grozas de caixinhas de palitos do gaz a
2*200 e 200 rs. a duzia.
Barris com azeitonas novas a 3, e 4* bar-
ris grandes.
Vassouias do Porto piassava muito seguras
a 400 rs.
zeite tes caixa 105e agarrafa 1*.
Caixas com vinho Bordeaux branco e tinto
S. Julien, S. Estife e outros a 7*500 e 8*.
Vinho do Porto fino em-barris de 5" que ra-
ras vezes apparece por 80* e em caada a
5*500 c garrafa a 800 rs.
Dito da Figueira puro caada 4* e 4*500 e
garrafa a 480 e 560 rs.
Dito de Lisboa de boas marcas a 3*500 e
4* e a carrafa a 440 e 480 rs.
360 e caada 2*560.
Caixoes com doce de goiaha a 640,800 e (*,
Toucinho de Lisboa arroba 8*500 e libra
320 rs.
Dito de Santos arroba 7* e libra 280 rs.
Momos com grandes ceblas a 1*600.
Cento de dita solta a 1*500.
Mauneos de alhos a 240, 320 e 400 rs.
Esteirasde varias qualidades.
Cordas de postar e de andamie.
Favas da ilha de S. Miguel arroba 3*200 e
libra 120 rs.
Copos lapidados para agua e viuho a 3*500,
5*800, 6* e 7*.
Ditos lisos para varios precos.
Calix lapidados grandes e pequeos duzia
3,4 e 55 ; e 400 e 500 rs. cada um.
Massas para sopa macarro, tal hari ni e ale-
tria a 480 rs.
Estrelinha e pevide libra 560 rs.
Xaropes de fructas nacionaes a garrafa
500 rs.
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Sil
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lis
5.
Cognac, verdadeiro a garrafa 1* e 15280.
^E muitos outros gneros que nao possivel men-
ciona-los todos de primeira qualidade.
f) A satisfarn da Brilhante Aurora e Aumra Brilhante vender muito embora bara-
g to, mas a DINHEIRO-
No oi'iim/.eiii de fazends baratas de
Sanios < oelho, ra do Queimado, a.
i 9, yeade-se o seguate
Atteucie.
iMmM.
Ricas laazinhas para vestido, azenda a melhor
que tem viudo ao mercado, tanto em gosto como
em qualidade d. fazenda, pelo baratissimo preco
de 560 rs. o covado.
Laazinhas miudinhas carmezins, proprias para
vestidos de meninas, e camisinhas a 640 o covado.
Cortes de laa cora 15 covados pelo baratissimo
preco de 6*.
i'.obcrtas de chita da India pelo baratissimo preco
de 2*500.
Lencoes de panno de linho a 2*.
Lengoes He bramante de linneflno pelo baratissimo
preco de 3*200.
Bramante de linho fino com 10 pahnos de largura
pelo baratissimo |*ree-> de 2*500 a vara.
Atoalhado adamascado proprio para tonina de mesa
a 2*000 a vara.
Cambraia de forro a 2*00 b 3*200.
Guardanapos adamascados a 3*600 a duzia.
Toalhas alcochoadas proprias para maos a 5* a
dnzia.
Cortes de caiga de ganga amarella de listras e
de quadros, pelo baratissimo prego de 1*200 e
jrte.
Cambraia adamascada com 20 varas, propria
para cortinado, pelo baratissimo prego de, 10JOO0 \
a pega.
Ricos cortes dn lia Mara Pia pelo baratissimo
2?no-->r)St-qH2
o trS* 3 su -1 _
S2 ^.2.Coea.as
GRANDE ALLIANCA
57 RA DO IMPERADOR 57
DK
Paulo Ferreir da Silva S Companhia
Grande sortiniMito de molhados em grosso e a retalho. nico armazem que mais
vantagens offerece ao publico.
esenganem-se todos.
K o AlHau^a o verdadeiro homem do progressso.
: o t lliauva o verdadeiro e principal armazem de molliados.
K Alllan^a o armazem que vende mais barato.
l': o illianca o armazem qu vende os melhores gneros.
K AI lian va o armazem onde preside o melhor aceio.
Piquera todos sabedores desta venladc,
Venham todos ra do Imperador n. 57.
Venham ver os gneros que temos expostos a renda.
PARA AS FESTAS
DK
S. JOftO E S. PEDRO.
de bonitas cor Klem de Hollanda em garrafoes com 24 gar-
| rafas a 7,2oo rs. com o garraao.
Lentilhas excellente legume para sopa e gui-
zados a 2oo rs. a libra.
Licores francezes de todas as qualidades a
800 e I,ooo rs. as garrafas grandes.
Manteiga ingleza perfeitamente llr a 800
e 96o rs. a libra,
dem franceza nova j deste anno a 600 rs.
a libra, e 58o rs. em barris inteiros.
0
NEM COROAS NEM MITRAS


GRADE
ARMAZEM
DE
j,
Ameadoas confeitadas
l 800 rs. a libra.
dem de casca muito nova a 3oo rs. a libra.
Avetias a 2oo rs. a libra.
Ameixas francezas em caixinhas com lindas
1 estampas a I,2oo, l.ioo e 1,600rs. cada
urna.
Me em frasco de vidro com rolha do mes-
mo ou de metal, a l,2oo e l.ioo rs. cada
um.
dem em frasco grandes a 2,5oo rs. cada
um.
dem em latas de I */j e 3 libras a I,2oo e
2,000 rs.
Arroz da India c Maranho o melhor que se
pode desejar a loo e 12o rs a libra e
2,8oo a 3,oo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa, e
I 4,800 rs. a caada.
dem francez clarificado em garrafas bran-
cas a 9oo rs. cada urna, e lo.ooo rs. a
caixa com I duzia.
Alfazema muito nova e limpa a 32o rs. a li-
j bra.
Alpista a 16o rs. a libra e 4,6oo rs. a ar-
roba
olachinlias de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio dasseguintes qualidades: agua e
sal doces, e imprtaos em latas de 6 libras
a 3,ooo rs. e de 3 V libras a 1.5oo rs.
e em libra a 4o rs., estas bolachinhas
torna-se muito recommendavel cora espe-
cialidade para os doentes.
Biscoitos e Bolachinhas de soda em latas de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a 1,35o rs. a lata.
Bolos francezes em cartoes e de diversas
qualidades a 6io rs. cada um.
Banha de porco verdadeira refinada a loo
rs. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a IGo rs. a libra.
Bolachinhas inglezas ltimamente desembar-
cadas a 24o rs. a libra e 2,ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
at boje tem vindo ao nosso mercado a
I8,ooo rs. o gigo e l,5oo rs. a garrafa
inteira, e 800 rs. as meias.
Cha uxim o melhor que se pode desejar, e
que outro qualquer nao vende por menos
de 3,ooo a 2,7oo rs. a libra.
dem petla de esp cial qualidade a 2,Goo e
2,8oo rs. a libra, garante-se a qualidade
d'este cha.
dem hysson o melhor que possivel encon-
trar-se a 2,4oo e 2,6oo rs. a libra.
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
a l,2ooe I,4oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 1,600 rs. a libra.
Chocolate das melhores qualidades, francez,
hespanhol e suisso a 1,000, l,2oo e 1,400
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos Fur-
tado de Simas em caixas das seguin-
tes marcas: Parizienses, Suspiros, Dili-
cias, Napolees e Guanabaras a 2,3oo rs.,
e em caixas inteiras Trovadores a 3,000
rs. cada urna.
dem de outros muitos fabricantes e do dif-
ferentes marcas para 4,5oo rs. as meias
caixas, de suspiros a I,(k>o, 2,ooo e 3,003
rs. as caixas inteiras.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
dem franceza a 000 rs.
Cognac inglez das melhores marcas a l,000
rs. a garrafa e 10,000 rs. a duzia.
dem francez superior qualidade a 800 rs.
a garrafa e 9,ooo rs. a duzia.
Cominho e erva-doce a 4oo rs. a libra.
Gravo da India a 600 rs. a libra.
Canellaa 1,000 rs. a libra.
Copos.finos para agua a 5,000 rs. a duzia, e
5oo rs. cada uro.
Caf do io superior a 280 e 320 rs. a libra,
e H,8no c U.'ion a arroba.
Doce fino de goiaba a too rs. o caixo.
Ervilhas portuguezas ltimamente chegadas
a Too rs. a lata.
dem ceceas a i60 rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 320 rs. a
libra.
Figos em caixinhas muito bem enfeitadas a
4,000 rs. cada urna.
dem em l?las ermiticamente lacradas a
4,5oo e2,5oo rs. cada urna.
dem em caixas de '/* arroba a 2,5oo rs.
cada urna, e 2oo rs. a libra.
Graixa muito nova a loo rs. a lata e i.000
rs. a duzia.
Genebra de Hollanda em frasqueiras com 12
frascos por 6,000 rs. e 560 rs. o frasco
dem de laranja a l,ooo rs. os frascos gran-
RA DO IMPERADOR AU 40
Junio ao sfbrado em que mitra t Sr. Otfcane,
Para a festa de Santo Antonio, S.Jo&o eS. Pedro.
Dnarte Alitieirla A C, recetaran de sua propria cateo;
da mala lindo e variado sortlaaeno de niolhados,
da prsenle estaco.
Manteiga ingleza
da safra nova vinda neste vapor de 28 de
maio a 900 rs. a libra e da velba a 800 e
850 rs. a libra.
Manteiga franeeza
da safra nova a 600 rs. alibra.
Amendoas
confeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra. "
Traques
de n. 4 os mais superiores do mercado a
8#500 a caixa e 220 rs. a carta
Ameixas
Marmelada especial dos melhores fabrican- em frascos de vidro com 3 libras liquido a
O
O
2
'j
o
o.
o
slgfB
"5 8
2f5400, muito propios para mimos.
Cartees
com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
com bolachinhas de soda de todas as qua-
lidades a 45300.
Chocolates
de todas as qualidades a lOO0 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambem
temos velhos para 500 rs.
Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 3fooo.
dem prato
600 e 800 o melhor que se pode desejar a 4:>000.
Conservas inglezas
tes de Lisboa a 600 e 64o rs. a libra, ba
latas de differentes tamanhos.
Massa de tomate em latas de 4 libra a 56o
rs. cada urna.
dem para soda estrellinha, pevide e rodinha
em caixinhas sortidas a 3,ooo 3,3oo rs. cada
urna e5oors. alibra.
dem macarro, talharim e aletria a 4oo rs. a
libra.
Mostarda franceza preparada em frasco a 4oo
rs. cada um
Molho inglez em garrafmhas com rolhas de
vidro a 64o rs. cada urna. '
Marrasquinho verdadeiro de Zara a l.ooo'rs.
agarrafa, lo,ooo rs. a caixa com 1 du-
zia.
Nozes muito novas a 16o rs a libra.
Presunto de fiambre superior a
rs.
dem do Porto para panella a 5oo rs. a libra.
Passas novas a 48o rs. i libra.
Peixe em latas de differentes qualidades co-
mo, savel, corvina, govas, pescadinha e
outros a 4,000 rs. a latas.
Palitos para denles a 4 4o e a 16o rs. o mas-
so dos melhores..
Painco o mais novo e limpo a 46o rs, a li-
bra, e a 4,5oo rs. a arroba.
Palitos do gaz a 2,4oo rs. a grosa, e2oo rs.
a duzia, e 20 rs. a caixinha.
Queijos flamengos chegados neste uliimo
vapor, a 3,ooo
dem prato muito fresco a 800 e 9oo rs. a
libra.
dem suisso a melhor qualidade que at bo-
je tem vindo ao nosso mercado a 800 rs.
a libra.
dem londrino a Ooo rs.
Sal refinado em potes de vidro a 5oo rs,
cada um.
Cerveja das melhores marcas a 6,000 rs. a
duzia, e 56o rs, a garrafa.
Sardinha de Lisboa e Nantes em quartos e
meias latas a 38o e 38o rs. cada urna.
Sag muito novo e alvo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca 18o rs. a libra.
Sevada a loo rs. a libra, e 2,8oo rs. a ar-
roba.
Traques de I." qualidade a 9,5oo rs. a cai-
xa, e 24 rs. a carta. mor-
Toucinho novo de Liiba a 24o e 32o rs. a: PAPUiL
lra> .azul e pardo para embrulbode 4,4ooa 2,2oo;
Tijolo para limpar facas a 15o rs. cada um. rs. a resma. ^ ^
Vinbo em pipa Porto, Lisboa e Figueira das! CorilltllilS
melhores marcas a 3,800 rs. a caada, e passas Cornthias muito novas proprias para !
000 rs. a garrafa. podim a 800 rs. a libra,
dem do Porto Lisboa e Figueira de marcas j ~fi\imi
menos conhecidas a 4oo rs. a garrafa, c; -*- UlUu'
2,8oo rs. a caada. o verdadeiro fumo americano em chapa a
4,4oo rs. alibra
Vinagre
Macas brancas
para sopa a melhor que se pode desojar,
macarro, talharim e aletria a 400 rs. a
libra e 4(500 a caixa.
Vinho
Figueira J A A e outras muitas marcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
I> de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e
2*800 a caada.
Idean do Porto
generosos engarrafado des melhores fabri-
cantes da cidade do Porto a l& e 4)9200
a garrafa e de 100 a 12 a caixa, as mar-
cas sao as seguintes: Chamisso Filho,
F. A M., Nctar ou vinho dos euzes,
lagrimas do Dotiro e outros muitoi.
Latas
com 40 libras de banha a 40000.
Bolacliinha ingleza
a 4*800 a barrica da mesma que por ah
vendem a 2*000 e 2*400.
Alpista e Painco
o mais novo do mercado a 4 40 rs. a libra,
e 4*400 a arroba.
Nozes
as mais novas do mercado a 420 rs.a libra.
Cervejas ___h
dos melhores fabricantesje de todas as mar-
cas de 4*500 a 6.->500 a duzia.
CSaBUXOS
as mais novas que se pode esperar a 760 rs. Charutos Thom Pinto,. Keis e outros em
meias caixinhas a 4*500.
Arroz
do Maranho a 400 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 2500 a 3*000 a ar-
roba desses que vendem por 3*400.
CAF
de I.' e 2.a sorte do ltio de Janeiro a 8*500
e 8*800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libra.
Ciarrafes
o frasco.
Figos
1 em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 1*200.
Cha uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qualquer nao pode vender por menos de
3* a 2*600.
dem perola
especial qualidade a 2*700 rs. a libra
dem hvsson
o mais aromtico que tem vindo ao nosso
mercado a 2*600.
Massas amarellas
talharim e aletria a
com 4 'i garrafas com vinagre a 1*000 com
o garraao.
gar-
Idem Colares especial vinho a 600 rs. a
rafa.
IdemLavradio muito fresco nao levando com-
composico a 56o rs. a garrafa, e 4,000
rs a caada.
dem branco de uva pura a 56o rs. a garra-
fa, e 4,5oo rs. a caada.
dem mais baixo a 4oo rs. a garrafa, a 3,ooo
rs. a.canada.
dem Bordeaux em caixas de 42 garrafas das
marcas mais acreditadas a 6,5oo c 7,ooo
rs. a caixa.
dem muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 4.2oo rs a garrafa, ga-
rante-se que por este mesmo preco d
prejuizo e s se encontra n'este arma-
zem.
dem do Porto em caixas com 12 garrafas
das seguintes marcas Lagrimas do Dou-
ro. Duque do Porto, Genuino, Velbo Par-
ticular, Malvasio fino, D. Pedro V, D.
Luizl, Nctar e outros a 9,ooo e" 4o,ooo
rs. a caixa e Ooo e 4,ooo rs. a garrafa.
dem Muscatel superior a 4,00o rs. a garra-
fa, e 4o,ooo a caixa com 4 duzia.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo a garrafa e
2,4oo rs. a caada.
Idemem garrafoes com 5 garrafas a 4.000
rs. com o garrafo.
Vassouras do Porto de arcos de ferro a 32o
rs. cada urna.
dem de escova para esfregar casa a 36o rs.
cada urna.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 4*000 o frasco, e de 11*000
a caixa.
DEM
em frasqueiras de Hollanda a 5*800 com
para sopa, macarro, talharim e aletria a 42 frascos.
480rs. alibra. GENEBRA,
COGNAC 'de Hollanda verdadeira em frasqueira a 6en
o muito afamado cognac Pal Brandy a l,8oo rs. cada urna,
rs. a garrafa e de outras muitas qualida-' PALITOS
des a l,ooo e 800 rs. a garrafa. os verdadeiros palitos do gaz a 2,00 a groza
c oio* e 2o rs. cada caixinha.
lapidados para agua a 4,5oo e 5,ooo rs. a LICOBES
duzia, e a 440 e 5oo rs. cada um. j finos de todas as qualidades, a lo.ooo a caixa
PAPEL com urna duzia e a 1,00o a garrafa,
almaeo, greve, peso e de outras muitas qua-! PASSAS
lidades de 2,2oo, a 4,5oo a resma do me-' as mais novas do mercado a 9,3oo rs. a cai-
xa e 5oo rs. a libra.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
jam Abreu e outros muitos a 600 rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunto de Lamego a 52o rs.
a libra.
ARROZ
Maranho, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3,ooo, a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas marcas a 56o rs.
a libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
de carnauba em caixas de arroba a 9,3oo e
caixa e 34o rs. a libra.
PRR em ancoretas de 9 caadas a 4 5,000 rs.
cada urna.
Cehollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e 4,ooo rs. o molho.
Os proprielarios do grande armazem o Verdadeiro Principal declaram aos seus
freguezes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a commodidade de todos es-
tipularam os mesmos precos nos seguintes lugares:
liio e Com mere i o ra do Queimatlo a. 7
0 Verdadeiro Principal raa do Imperador a. 40
des e 44,ooo rs. a caixa com 42 frascos. Velas de espermacete superiores a 56o rs.
dem de Hollanda em botijas a 4oo rs. cada a libra, e 52o em caixa.
* 1 dem de carnauba refinada e de composico
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,800 a 36ors. a libra, e de 40,000 a 44,000rs.
rs. com o garrafo. a arroba.


mi
prego de 184.
Pesas de cambraia de salpico* com 8 1|2 varas
pelo baratissimo preco de i.
da Baha
e roapa de escravo; ten
Ala;do
para saceos de assacar
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
Pecas de platilha de algodo com 10 varas, pro- ^ j no seu escrjptQrio ra da Croa n. 1.
pna para saia a i*200. ------7, ~-------ns-----------rs--------
Esleirs da India, proprias para forro de sala, I Ka da Senzalla AOVa D. 4Z.
de 4,5 e 6 palmos de largura, por menos prego do ( fl^te estabelecimento vendem-se: tachas de
ju; em outra qu;il(juer parte. 'farro cnarlo lihra a 4 40 irlem dfl L Neste armazem tambem se encontrar um gran- J" 00 "DJa a "u rs' Iaem QB uow
de sortimento de roupas feilas, e por medida. Moor Hora a IzU rs.
GAZ GAZ GAZ Charutos de Havana
Vende-se gaz da melhor qualidade a 12(5 de superior qualidade vendem-se em casa
a lata e em lotes de 10 tetas para cima se de Schafleitlin & C, ra da Cruz n. 42.
far abatimento. no armazem do Caes do
Ramos n.
mero 8.
48 e ra do Trapiche Novo nu-
Kea da Seazalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vola,
ehicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos. e relogios de
ouro patenta inglez.___________________
Cal de Lisboa e potassa da ~
Rnssla.
Vende-se na roa da Cadeia do Becife n. 26, par
onde se mudou o amigo e acreditado deposito da
mesma roa n. 12, amos os gneros sao novos
legtimos, e se vendem a preco mais barato do pe
aro tqualqueriparte.
At qne chegou
om grande sortimento de bico e renda preta de
novo modelo chamado (guip) o melhor rae se
pode desejar neste artigo e qne se vende ratilto ba-
rato : na loja do gallo vigilante ra de Crespo
D. 7.
INJECCO E CAPSULAS
VEGETAES ao MATICO.J
GRIMAULT E C'.A PHARMACEUTICOS EM PARS
Noto tratamento preparado com as tolba 4c Matir, rv*re pera, para a cura rpida c otaUiTel
da Gonorrbea aem recelo algum da contracelo do canal ou da inflammacilo dos inteaUnot. O clebre
doutor nir*rd, de Pars, ter renoneiado, detde aaa apparico, ao emprgo de qualquer outro tratamento.
Kmprega-e injrrca* no comco do fluxo. as capsulas era todos os caaos efaronicos e Inveterados, qsM
reaisHrao i pTeparacjes de eopaho, cnbeba e as injecedes cora base metallica.
Deposito geral: m Parit, era cata de Mi. GrlaaMl* e c, pharmaceutirot, 7, rea oc U
em Ltsboa, JM-AtjaaUBh* *m CmM4wtm|uIw do Porto, Mlsael fm >
reir; em o Hio-dt-Jantim, ChIm, 10J, roa S. Pedro; em BaM,fmt CsiSai Panal
kelra, Rio-Grande, tia|a ato Mtoy; em Maranho, Fcrrelra C m Ptntmkueo,
C*. roa da Cruz. 32; >w, c as principaes pharmaciu do Brasil.
Deposito geral em Pernambuc ra da Cruz n. 23 emeasa de Caros A Btrjoxi

MOVIMENTO
BAIRRO DO RECIFE, RA DA CADEIA N. 5ft
0 mais novo e o mellior
4R19IAZJE9I DE jflOIiUAliOM
Esquina defiponte da ra da Madre de Dos



Fabrica Oonceico
Babia.
Andrade 4 Rege, reeebem constante-
mente e tem venda no sea armazem n.
3i da ra do Imperador, argodao d'aquel-
la fabrica, proprio para saceos de assu-
car, embalar algodo empluma etc., etc.,
pelo preco mais razoavel.
Antonio 4a S(lv Campo?, snecesser do amigo N'ascimento defronte do becco Largo, beo co
nhecido j nesta prsea, acaba de transferir o seu estabelecimento pan a casa cima indicada, onde
os seas benvolos amigos e fregnezes, bem como o respeitavel publico em geral encontrarn o
variado, escolhido e melhor sortimento de moihados, a par do aceio, elegancia e bom rgimen do i
belecimenlo.
O annnnclante, tendo fcito nma completa reforma no tocante a casa gneros, possnindo bous
correspondentes na Enropa para remesfts de onta propria, acha-se convencido que merecer a pro-
teccao de todos os amigos de boa e barato, a qnal desde j reclama, asseverando-lbes que jamis des-
merecer a confianza com que se dignarem de o honrar.
Em resumo, visite o respeitavel publico o novo e superior armazem Movimento, compre-lbe al-
guns gneros, e ento ficar convencido da realidade do presente aviso, verificando por si ta qne
nenhum outro estabelecimento o serve mellior que este, seja em commodidade de precos, agrado
delicadeza, ou legalidade de pesos e medidas.
Finalmente, todas e quaesquer garantas que estabelecimentos identieos teem flerecido aos
concurrentes, serao manlidas neste em gro'maior.


liarlo 4c
felfa 4 4c Vnlho 4c IM4
UNIAO MERCANTIL
RA 1IACAIIEIA DO KECIFE TS. 53.
NOVO E
ORAVIDB RUAZBU DB MOLHADOS
RA DA CADEIA DO 1IECIFE ]. 53.
Francisco Fernandos Daarte acaba de abrir na roa daCadeiado Recifen. 53, om grande e'sortiiio armazem de moliiadosdt
nominado Unta Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico om tmplelo soriimer.to dos melbore
ceoeros qne vem ao mercado, tanto estrangeiros, como nacionaes, os.quaes serio vendidos em porfoes o a reallio |or pretos assa
gomraodos.
Manteiga ingleza especialmente escolbida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qualidade a 900 rs. a libra..' i(92(>0 a caada.
era barril se faz abatimento. : Azeite doce refinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais superior do mer-1 860 rs.
cado a 6oo rs. a libra, e 580 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. | 4,5800 a caada.
Frezantes inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a 5800 a frasqneira.
720 rs. a Vibra. Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas eslampas na caixa exterior,
muitopropriasparamirao,a 1020o, 40500
e2.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
.13200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Froctas em calda das melhores qoalidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca mol le a 400 rs. a libra.
Avelaas muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 re. a libra.
Macaas e peras ehegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o prego.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
l-4ibra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 200 a libra.
Chocolate hespanbol a 1-5200 a libra.
Geaebra de laranja em frascos grandes a 1*.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5*800 aduzia.
Cogoac inglez de superior qualidade a 800
e 1)5200 a garrafa.
Licores francezes .das segointes qualidades :
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor a 40000.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanbas muito novas a 120 rs. a libra e
e 35000 a arroba.
Cha uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 2800
rs, a libra.
Cha byson maito superior a 2560 rs. a li-
bra ; cha i hyson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 2,5 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differenles
qualidades, como sejam crakoel, victoria,
piquelez, eeda, cantara, seed, bornes
entras mu i tas marcas a 1<5350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinbas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10506.
Caixinbas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas muito novas ehegadas neste ultimo
vapor a 50<> rs. a libra e 30 um quarlo ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem viudo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garatite-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pde^esejar de 70500 a 80000 a
caixa 720 a 800 rs. a garrafa.
"Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 10* a dnzia, e 900 a 10 a garrafa; deste
genero ha grande porc5o e de differentes
marcas acreditadas que j se venderara
por 149 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Donro, D. Luiz,
Cambes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Ossenhore que compraren, de 1000000 para cima, tero o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
Sardinbas de Nantes a 340 rs. oquartoe 56(
rs. meia lata. gjfr |*p:
Latas com peixe em posta : savel, corvina,
vezngo, cherne, linguado, lagostinba, i
10300 rs.
Salmo em latas, preparado pela nova artt
de cozinha, a 800 rs.
Macaa de tomtes em latas de 1 libra a 6(X
ri8.
Chouricase paiosem latas de 8 e meia libn
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 re. a libra t
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinba do MaranbSo a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libra*
por 10500.
Cebollas a 10 o mol no com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 ri.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear omito superior a 280 re. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, proprie para negocio, a 80.
Arroz do MaraobSoa 100 rs. a libra e 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 re. a libra e 29400 a
arroba.
Vellns de spermaceti a 560 re. a libra e
540 re. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 re. o caixSo.
Macarro, talharim e aletria a 480 re. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinha,pevide earroz demassa para sopa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras.
Palitos de dente lixados com flor a 200 re.
omasso, ditos lixados sem flor a 160 re
o masso com 20 massinhos.
\ovo- cufeies para seahora.
A iguia-branra acaba de recelar um beH* va
riado sortimento de enfeiies dedivir-. i|lidafes.
e o que de mal* moderno poisivcl cncontrai -se
aqui, fazendo-se notareis por .as noridarfe a ele-
gancia uas, cuja grade de um fino e delirado le-
cido a que apropriadaoientc se chama bvhvcL
Assim, vista desse completo sorlimento. q.iahioer
cidadao munido de dioheiro est habilitado a com-
pra-Ios : na ra do Queimado, loja d'aguia-bra.ica
li. o.
Bonitas nonecas.
Com rosto de cera, nassa e porrrtlana.
Acha-se na loja d'aguia-branca ra o Queima-
do n. 8, um grande sortimento do bomt as da di-
versos lmannos com rosto daeera, matea -
cellana os pretendenles munidos o: diolu-ir.
acharao boa disposicao para os vender.
Bol oes de eornaliua
e outras qualidades para rvtoft >
j A Aguia branca acaba de Motar ur. nvo
. variado sorlimento daquelles apreciad., botoes de
cornalina trancos e encarnados, chati* e rcdtoi
dos para coleles, cujas abotuaduras rniilii a
ser vendidas pelo com modo o inalteravt-l prer/i t
i& cada urna.
Alrn desses receben tambem onlros Je madre-
perla, massae osso, com difieren/es m .Idi.., para
o mesmo fim.
i J se v. pois, que o pretndeme munido i I.
oheiro achara sortimento a vontade na ra d i
Queimado loja d'Aguia branca n. 8.
BAISINUOS E CAIXIMI \S
om perfil Barias.
Na ra do Queimado n. 8 loja d'Agua-ftrarca, or.
freguezes munidos de dinheiro encoolraro, i lu-
tos bausinhos cobertos de coaro e com 6 fra.-qm-
hos de extractos por 1*500 cada um. e outros
cobertos de papelo com 9 frasquinhos por 2,3000
nm: caixinhas com % frasqninhos de Mm por
1,5000 urna, unirs rom 12 ditos |>or i-,< urna,
ouiras com 3 ditos, cuja coberta parece tarteras*.
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento ?.!*%RcAgHAflP,i'com P** de chV
de raolhados todos primorosamente "escolhidws, por isso apressa-se o proprietario em' KffJfKSS -,-ia.0 n k
offerecer aosseas freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e BUt,0Pt! rasaos e wr'oes con, det-
rs dnuradas.
Na loja da aguia branca, ra do Qneimado n 8
resumidos precos, afiancando todo e qualquer genero vendido neste bem conhecido ar-
mazem.
PARA A FESTA
Anizete.de Bordeaux, Plaisir des Da mes Gomma de engommar muito fina a 180 rs. a
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa I libra.
e 100 a caixa. Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e 400 rs. em barril pequeo.
90 a duzia. j Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
Mostarda ingleza em potes j preparada a lix, em caixas inteiras ou em meias, de
400 rs. 10600, 20 e 30.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, Presuntos do reino, vindos de coola propria
a 10 cada um. de casa particular, a 400 rs. a libra; iotei-
Sal refinado a 500 rs. o pote. ro se faz abatimento.
S. JOO
Amendoas confeitadas de 8oo rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, aOoo rs,
libra,
dem franceza a 6oo rs. a libra, e 58o rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo re. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,6oo.
DK
E S. PEDRO
ja, canella, cravo, ortelS pimenta a 1 ,ooo
rs. a duzia 1,000 rs. a garrafa, garante-se
achavam-se venda bonitos envotopes bordados *
carloes com beiras douradas, tendo de uns e \U-
outros, maiores e menores, proprii para part, i-
pa<;oes de casamentos, bailes ele.
Completo sortlmealo de Ota
linas, lisas e labradas.
A aguia branca receben nm grande e complete
sorlimento de fitas de diversas larguras e qnalidi-
aue os melhores nnc tanwn tn no mpr. dfs lanllisas como lavrada:i. e em ellas co-
mer- i nhece-se a superioridade da faienda, aft ib
as lavradas o bom gosto dos novos
cado.
Passas em caixas de 1 arroba '/a e /* a 8,5oo,
4,8oo e 2,5oo rs. a caixa, e oo rs. a libra
faraute-se serem muito novas, e graudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para Mem corinthias proprias para podim a 9oo
cima a ,7oo, j re. a libra,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desojara 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 64o rs. a libra.
a 2,5oo rs. Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra.
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2,3oors. Ervilhas francezas em latas a 6oo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li- Potes com sal refinado a 48o rs.
bras para cima a 2,2oo. Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras faaenda especial.
cada uma a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata. Presunto para Hambre inglezes a 7oo e 8oo
dem preto o melhor que se pode desojar rs. a libra.
neste genero a 2,8oo rs. Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra,
dem menos superior a esse que se vende Caixas de traque n. 1 a 85500 cada uma.
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra. Massas para sopa macarro, talharim aletria
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo a 4oo rs. a libra.
rs. a libra.
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 3,ooo.
dem prato s melhores e mais frescos do
mercado a 76o rs. a libra sendo inteiro.
dem londrino a 6oo rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-se por este prego'
Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
e 8oo rs. a garrafa.
dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
garrafa.
Charutos em grande quantidade e de todos os
fabricantes mais a creditados a 1,500,
2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por ah se ven
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
RA DO JlLEMUA.IIO X. 45,
Paseando o becco da Congregado segunda casa.
Ilf
fiMM;uJ ^ w
NOV1DADE
SUQDQS
Pereira Rocha AC. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commercial,
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, osquaes
aero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranho, da India e Java a 60, 80 Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra-
e 100 rs. a libra e 10800 a 20600 e 3-) rs. a libra.
a arroba. Cevada a 80 rs. a libra.
Ameixas francezas em latas e em frascos a Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
1>200 e 10600 em frascos grandes a dem seccas muito novas a 200 fs. a libra.
20500. Figos de comadre e do Douro em caixinhas
Wem em caixinhas elegantemente enfeitadas! de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
com ricas estampas no interior das caixas j 10800, 50500 e 280 rs a libra.
a 120000,10400, 10600 e 20. i Farinba do Maranho a 160 rs. a libra.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs. Farinba de trigo a 120 rs. a libra.
a libra. Cenebra de Hollanda verdadeira marca VD
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba. a 560 rs. o frasco e 60200 a frasqueira.
Azeito doce francez muito fino em garrafas dem em garrames de 3 e 5 gales a 50500
grandes a 960 rs. a garrafa,
"dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Canoa de porcor efinada a 440 rs. a libra e
e em barril a 4C0 rs.
Cha hysson, hachin e perola a 10600, ,
20500, 20800 e'30OOO a libra,
dem preto muito superior a 20000 a libra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 re.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego era calda de azeite e
muito novo a 640rs.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 20800
dem prato.
dem londrino chegado no ultimo vapor e
900 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 360 rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
e 70500 cada um com o garrafo.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia. Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa. j Vellas de carnauba pura a 360 rs. a
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi-
dro, a 1-0000're., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 900 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
dem franceza muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa a 600 re. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 re.
Massas finas para sopa : estrellinha, pevide,
rodinhas e letrianhas a 600 rs. a libra e a
. 40 a caixinha com 12 Nbras.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
libra.
e especialmente da fabrica imperial de Peixe em latas preparado pela primeira arte
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800, i de cozinha a 10 rs. a lata.
20000, 20200, 20500, 20800, 30000 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
30500 a caixa. | Palitos de dentes a 120 rs.
Caf do Rio muito superior a 280 e 320 dem de flor a 200 rs.
rs. a libra e 80500 e 80800 re. a arroba. Amendoas confeitadas a 900 rs, a libra.
Cartes de bonboe francezes muito novos e Doce de goiaba em latas o melhor poseivel a
multo bem enfeitadoi a 700 e 600'rs. 20 e em caixSo a 64U rs.
Chouricas epaio Buito aovo* a 800 rs. a Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
jjbrn. 1 P>ssas muito novas a 480 rs. a libra.
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Figos em caixinhas emticamente lacradas
a 10600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Mara Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
10OODa garrafa, e em caixa com uma du-
zia a 90000 e 100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada.
dem branco de Lisboa muito fino a 500 re.
a garrafa.
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateauluminide 1854, a 10
a garrafa.
dem moscatel a 800 re. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 206 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 re.
Alrn dos gneros cima mencionados te-
mos grande porcao de outros que deixamos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porcoes como i
retalho.
Qoem comprar de 1000000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.
pela porco que temos em ser. i Caf de premeira qualidade a 8.800 e 9,5oo
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes rs. a arroba. I
marcas : Osborne, Craknel, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,000 rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fance, Machine eoutras mui- j reba e 26o rs. a iibra.
tas a l,3oo e 1 4oo rs. I Arroz do Maranho a 12ors. a libra, 3,ooo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
Cartoes com bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vo as procis-
ses a 600 rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em Utas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
rs. a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
2iors. a libra.
Nozes muito novas a 120 rs. a libra, e 4,000
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 800 rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, v.elho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de uma duzia a 10,000 e
l.ooo rs. agarrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,800 a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo re.
a garrafa e 3,ooo rs. a canada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composico a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Farinha do Maranho a 240 rs. a libra.
Ricas caixas com figos a l.ooo rs. cada uma.
Ricos livros com figos l,ooo rs.
Pomada a 200 rs. a|duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrames com 4 '/* garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafo.
dem com 4 '/a ditas de venagre al,ooo rs.o
garrafo.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com a a neo reta
dem empipa puro sem o batisme a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 700 rs. a garrafa.
Licores francezes e portugueses das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Botefim,
morangos, limo, caf, laranja, cidra, gin-
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,ooo rs. ar-
roba, e 32o rs. a libra.
dem de sebo muito dura ngindo esparmace-
te 36o rs. a libra.
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 5f e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 0,000 rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.ooo rs.
dem almaco pautadoe liso a 3,000 rs. a resma.
dem de peso pautada e liso a 2,000 rs. a
resma.
dem a zul de botica ou fugueteiro a 2.2oo rs.
a resma.
Idemembrulho de l,2oo a I,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 '/i libra a
l,2oo e 800 rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,000 rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 e l,ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo-rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a l,8oo"e 2,8oo
rs. a lata.
Cerveja Tenente verdadeira a 6,800 rs. a
duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 1,000 rs. o molho e
800 rs. o cento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
l.ooo a l,2oo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 400 rs.
dem em garrames de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixados em macos grandes
com 2o rs. o macinhos a i 2o rs. o masso.
Com o h os muito novos a 32o rs. a libra e.
lo,ooo a arroba. .
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a fibra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 28o rs. a libra e 5,4oo a arroba.
Peixes em latas a l.ooo rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,000 re.
e lindos dese-
nhos, isso tanto as matisadas como Mtt brancas.
e pela commodidade dos precos o pretendente '|u..-
se dirigir munido de dinheiro ra do Queiuuui'
loja da aguia branca n. 8, ser bem servido.
Capachos inglezes.
Na loja da aguia branca, ra do Queimado n 8
vendem-se bons capachos inglezes, os tjaaet alen,
de bonitos sao de imniensa duraran, pelo que le
tornam baratos pelos precos de 45, 55, 6-3 e /-,
cada um.
Cartas francezas.
A aguia branca, na ruado Queimado n. H, rete-
beu um novo sortimento de linas artas tnanus
com beiras douradas e brancas, c as t-I.i venden-
do baratamente a dinheiro vista.
Objcctos de phantasla vindo*
para a aguia branca.
A aguia branca receben novos e beailo otyet-
tos de pbantasia, alguns dos quaes nuu. a vistos
aqui, sendo:
Bonitos aderecos completos feitos df perobu falsas
Ditos ditos de* pedras, por cuja pe letcao e Um
gosto quasi se nao distinguem das verdadeira
Lindas pulseiras de mosaico.
Dtia dita de perolas falsas tanto para -1 r.ncrc
como para meninas.
Dita de chapa de crystal com listas douradas.
Dita de cornalina branca, azul etc., ele.
Bonitos alfinetes e anneis para grvala-.
Bonitos penles de concha, obra de apuran go 1
Outros travessos com pedras para meninas.
Bellas guarnicoes de pentes duurados, ornados
com caixos de uvas, feilos de aljfar, obra su-
blime.
Outras igualmente bellas, todas de fino domado -
com pedras.
Outras a tartarugadas, nada inferior a
Vollinhas de aljfar branco e de cores eosn erases
de pedras.
Esses e outros muitos objeetos acharn->e a veod
na ra do Queimado, loja da aguia branca, n. K
S* PATOS DE BURRUH.-i
a I000.1.H..OO e 9OO o par
na roa do Queimado loja d'Ag'iia-HranM n. 8.
Folha de ferro galvanisado p..i 1 : 'mi
na rua da Cadeia do Becife n. 56 A, loja de ferra-
gens de Bastos.
mmwmmmmmmfm
B Queijo*
wS Os verdadeiros'queijos de Minas chega- m
Wt dos pelo ultimo vapor : na depo.-ilo da 3Q
25 rua do Rosario da Boa-Vista n. 1.1 esqu- ;
1 na da rua do Aragao.
Novidades no mercado!
Queijos tlamengos com 10 libras cada om, rii
dos 110 vapor francez, de superior qaalidadi. -> s
vendem na rua Direita n. 91, a 730UO. e a ViO r
a libra.
ESCBAYQS F&IDS.
Desde odia 21 do mez de junho Mha-M fo
gitivo oescravo Ambrozio, com os signaes
les : estatura regular, cor preta, Bagro, bem ni.-
ps grandes, barba suissa, fal.a com iniiii.i luiini.
Ihacao (de muito velhaco que ), moito conltt 11-
do na cidade de Olinda e Becife, onde por moito;
annos exerreu a prolissao de ganhador : pedes
todas as autoridades, capitaes de campo, pesseav
e a cada uma de per si, a captura de dito escravo
quepoder ser entregue rua de Apollo n. 39 ao
Sr. Autonio da Rocha Acrioly Lins, ou no engenho
Ouleiro de Pedro, na Luz. O senhor do mesmo es-
cravo protesta desde ja contra quem o tenha acon-
tado, e igualmente pagar com generosidade a qnem
o apprehender.
ESCRAVO FGIDO
20049 de gra lili cacao.
Contina fgido desde Janeiro o mulato de no
me Raymundo, natural do Ico, estatura regulai
idade de 18 annos, cabera chata, cabellos caram-
ullos, testa grande, rosto oval e com urna li.iula
na face esquerda, macaas salientes, denles limados
pontodos,bocea regular, e principio de buco, jes
e mos pequeos, costumava andar calcado, e io-
titulava-se livre com o nome de tfanoel Itayman-
do : quem o apprehender, dirija-se rua da Ca-
deia do Recite n. 21, Luiz Antonio Siqueira, que
entregar a referida gratificado.
O proprietario do grande armazem Unio e Commercio declara aos seas fregae
zes e amigos e ao publico em geral, que para facultar a commodidade de todos eslipulou
os mesmos precos nos seguintes lugares :
TJniao e Commercio rua do Queimado n. 7.
O Verdadeiro Principal rua do Imperador n. 40.
Feijo a 6#000. hta de pellica
Vendem-se saceos com 22 cuias de feijao mala- p..fl uftm... ntll11ui'oc a menina
tinho e rajado, pelo barato precx de 6*, pechincha rard HOmeHS, IUU111CI es e meninas,
igual lempos nao apparece neste mercado, por-1 A Aguia-uranca, na rua do Queimado o. 8 rec-
tenlo chegnem ao barato antes que se acabe: na beu lavas de peluca, para homens, mulheres e
roa da Madre de Dos ns. 5 e 9. j enincuas
ATTENCAO.
Acha-se fgido o escravo de nome Amonio des-
de o dia 8 do corrente anno, com os -ignacs se-
guintes : idade 40 annos, crioolo, altura regalar,
desdentado, barba feita, naris chato, pescoco corto,
um tanto inclinado para a frente, uma marra de
fenda no estomago, ps grossos, e as costas mar-
cas de chicote, tem cicatrizes as canellas, em uma
das maos nao abre bem os dedos, levou vestido cal-
ca parda, paleto! preto j velho, camisas brancas
duas, sendo uma de abertura bordada, 2 pares de
caigas, 1 branca e 1 pardo, 1 cobertor, sendo me-
lado de estopa e melado de algodao, foi encontrado
na ribelra de Santo Antonio e no Peres : por bt
roga-se s autoridades policiaes e capitaes de cam-
po que o peguero e levem-no a casa de sens senta-
res, na rua da Imperatriz n. 80, que sero mnito
bem recompensados.
Fugio no dia 27 de abril deste corrente annu
um escravo crioulo de nome Domingos,idade de 81
annos, pouco mais ou menos, baixo, cor Mm,
pouca barba, e est pintando; levando vestido cal
Sa e camisa de algodo da trra, um tamo heicu-
o, muito ladino, e j foi sarndo, manqneija de
um quarto, dizem ter ido para as partes Jo sol, e
j foi visto na villa do Cabo, no engenbo Trapiche,
pedindo esmola como pobre aleijade : rogase s
autoridades policiaes* capities de campo a appre-
hensao do dito escravo, e leva-lo a sen senbor, em
Santo Antao, roa da Imperatriz o. 5, ou no Recite.
ma estreite do Rosario, em casa do Sr. Joaqun
Francisco Santos Maia. que loge serio recompen-
sados.




Diarlo de Pernambnco Segunda felra 4 de fnlho de f S4.
LITTERATR.
A FILMA O DOLTOR JKECiltO
Komrncf original de Gamillo Castello Crneo.
XXI
(Continuaco).
Assim fjao a noticia do julgamcnto ehegou ao
lo de Janeiro, com o traslado da sentcin;a envia-
do por Antonio da Silvcira ao patrao que fura do
sen amigo, fui logo Joao Chrysostomo chamado de
Havaua para exercer o seu cargo era casa do Hes-
panhol.
Esta agradavel nova levantou o infeliz do seu
mortal abamenlo. Cuslava-lhe j a supportar a
en, aiuda com o hombro de Albertina lacerado
sobra o peso delta. Aviventava-o mais o phrenesi
do odio que o incentivo do amor : odio sanguina-
rio ao hornera que o perder, ancia de espedacar
om suas mos Caelano Alves. Urna vez, dizia elle
oxasperado e raivando contra a justiga divina, que
se tivesse recursos, vlria ao Porto e ria a relacao
airavessar a garganta do algoz da sua honra. AI-
bertina splacava estes delirios com o refrigerio
simo, que lodos os infernos apaga.
TransferiJos ao Rio de Janeiro, melhoraram de
vida, porque tinham o anleparo do commereiante,
contraes tiros da aleivosia contumaz em assetear
Joao Chrysostomo, sem embargo da absolvco. As
cartas do Porto a diversos negociantes do Rio leva-
va m o espanto da sentenca, e a conlirmago o es-
panto da sentenca, e a conlirmago do crime dos
absoltos. Os crditos do caixeiro contranaram in-
famados e a desconsideracao do commercio encruou-
6c com a impunidade.
O marido de Albertina sabia isto, e contorcia-se
na angustiosa impossiblidade de provar sua inno-
cencia. Ao mesmo lempo, como se o gama do cu-
icllo carecesse de fio que corlasse fundo pelas ral-
tes daquellas daas vidas, deram clles tent de que
o Hespanhol os ia desestimando: clleito da perti-
naz maledicencia com que o mundo procurava des-
truir a misericordia do bemfeitor.
Neste sentido escreveu Joao Chrysostomo a An-
tonio da Siiveira, perguntando-lhe se seria in-
discreta ou intempestiva a sua viada para Por-
tugal.
Silvcira respondeu de modo que, passados annos,
he redundou em remordeute arrependimento, e
haga insanavel no corago. Disse-lhe que a sua
casa estava prompla a recebe-los, como recebera a
viuva do doutor. Em quanto a sua vinda, se elle
projeetava etnpregar-se, mal avisado vinha: por
qnantc, nao havia dissuadir o mondo da criminaJi-
dade cmplice de Caetano Alves. ccrescenta :
' Se o mea amigo viesse rico, parece-me que seria
rerebido regularmente por militas pessoas, nao
i direi honradas, mas snfficientes e boas para Ihe
jndareni a gastar o cabedal que o senhor Irou-
< xesse. Porm desembarcar no Porto, pobre como
creio que o meu amigo est, e na dependencia
de um emprego, aventuro-me a asseverar-lhe
i que da um passo falso, e importante na sua car-
< reir, to cavada de precipicios. Pediu-me con-
t sel'.i j : respond segundo os dictames da miulia
< razo esclarecida pela precoce experiencia dos
horneo i em tres annos. Repito : a minha casa
vossa, meas bons amigos. Vinde, e tereis mesa
t frugal, amisade d; irmios, e daas mies para vos
amarem.
Chrysostomo j e, se o vejo, esgano-o, palavra de
honrAl Foi elle que me fot gastar a minha fortu-
na Nao Ihe posso perdoar I E, de mais a mais,
emquanto eu estivo na relacao, andn elle i solta,
a divertir-se, e por Havana! E, agora, pode andar
por onde quizer... Que justijal Que justiga, ho-
mem!
Tambem acho.aj titeado, observou o interlo-
cutor, que nao va? para o Rio Tiveste l nego-
cios, e agora nao deves la ter moitos crditos...
Crditos o'dinhclro, meu rapaz 1 Eu nao
vou pedir abono a ninguem. Em dez annos, se os
clculos me nao falham, hei d voltar com mais de
cen contos. Posso ai ada ter una vclhice descan-
sada, o alegre.
Isso podes, meu amigo. De mais a mais no
leas a quem deixar por obrigacao......
Hei de ter tilhos, porque nao me despego de
casar......
Cuidado com as Thomazinhas, amigo Cae-
tano t.....
*Um mez depois deste dialogo programmatico,
vendida a quinta da Povoa e as restantes propieda-
des, Caetano Alves de Carvalho embarcou para o
Maranho, e encetou commercio de couros e cam-
peche. Como a fortuna Iho ventasse menos que o
calculo da sua cebica, desistiu deste trafego, e con-
chavou-sc com armadores de navios para esclava-
tura. Sahiramlhe prosperas as tentativas; eo
casco, segundo a phrase delle, dobrou-se no pri-
meiro anno.
Ncs seguintes cinco annos, apesar de contra-tem,
pos e delapdagoes dos socios, triplicou os seu-
haveres, e alegrou-se de ante-ver realisada a sua
esperanca antes do praso calculado.
Teria, neste tempo, Caetano Alves de Carvalho
quarenta e cinco aunos.
Pontual ao seu prospecto, cuidou em matrimo-
niarse com a irma de um socio, quarentona ver-
melhaca, filha da provincia de Minho, e famosa
arranjadeira de casa.
Avencaram-se os socios em quanto s condicoes,
e casou Caetano, fazendo desde logo ardentes votos
pelo nascimento de um filho.
A natureza nao Ihe ouviu os votos, como se boa
ordem da sociedade fosse preciso que Caetano nao
propagasse.
O cunhado de Caetano Alves, neste tempo, foi a
negocios S. Domingos, na America franceza. Aca-
so travou conhecimento com urna mulher portu-
gueza, galante, mas mal (rajada, e exposta s cala-
midades da mulher desvalida e anda attrahente
com a sua desbotada formosura.
Disse chamar-se Luiza, e ser natural de Lis-
boa. Averiguou della, e de pessoas que a conde-
can), o caso estranho de ter vindo bater aquella
paragera. Luiza dizia que um Francez em 1809 a
tirara a seus paes, tendo ella doze annos de eda-
de, e a trouxera para S. Domingos, onde a abando-
nara, fugindo para a Franca. As pessoas informa-
doras variaram da historia narrada por Lniz, d-
zendo que nao era Francez o homem que a deixra
fugindo com um grande capital que ella rubra
aos paes.
O negreiro maranho tomou conta da mulher
desamparada, e embarcou para o Brasil. Apaxo-
ncu-se; e, no primeiro porto em que saltaram,
recebeu-a como mulher, cousa fcil, sem as prece-
dencias cannicas do estylo ecclesiastico. Deste
porto, escreveu a Caetano Alves dando-lhe parte
que havia casado com urna mulher de Lisboa, filha
Este offerecmento nao quadrava com a hombri-, de um anlg0 mi|itar affect0 a Napo|e50) e estaDe|e.
daJe c iseneao do marido de Albertina. Preeriu
as dores do descrdito longe da patria, e esperou
remedio do tempo.
Continuou a exceder-se na pontuadado costu-
niada da suas occupaooes para ganhar a estima
cerceada do patrao. A ra sobre-posse dos hones- j
tos esmoreceu a pouco e pouco. O Hespanhol, que '
nao peder sacrifica-lo vindicta publica folgou;
com c silencio dos pragueulos, sem comludo res-
tituir :\o caixeiro o anigo aflecto, nem cuidar em
cido em S. Domingos. Vaidade perdoavel!
Ordenava, por isso, que Ihe trastejassem a casa
para dignamente a ir oceupar com a esposa.
Concluidos os seus negocios as costas brasilei-
ra, o noivo recolheu ao Maranho.
Caetano Alves e sua mulher foram abordo rece-
ber os bem vindos.
Estava a noiva no tombadilho do barco encostada
ao hombro do marido, quando avistou n'um bote
encam.nha-Io por estrada mais proineiledora.
Deinemo-lo ainda em acrrima peleja com a in-
flexivel desgraca. Passados cinco annos, voltare-
raos em busca da filha do doutor Negro.
Caetano Alves de Carvalho, depois que o ergue-1
ram de sobre a lampa do cofre vasio, esleve de ca-
ma u na temporada, e por um cabellinho que nao
resvalou i cova. Tinha fibras, ou a Providencia
teve rnao delle, posto que a medicina se adjudicas-1
se o milagre. O corlo que o homem passou da
Povo; para Villa-Nova de Gaya, e cuidou de vender
a quiata.
cousa que a fez ama-
que saha da trra alguma
I rellecer e tremer.
Que tens, Luiza ? perguntou o marido.
Quem aquclle homem que vem naquelle
bote ?
K' meu cunhado o minha irmaa.
A mulher fitou urna vista de louca no bote, <
expediu um grito sibilante.
Depois, acercou-ce da murada para se atirar ao
rio. O marido susteve-a, apavorado*da demencia
de sua mulher.
Estavam os conjuges rodeados da marinhagem,
Um dos seus commensaes da relago, a quem el- quando Caelano Alves e a mulher assomaram no
la expansivamente contara a fuga da moca com o prtalo.
Luiza tinha desmaiado.
Aproximaram-se os recem-chegados do gru-
po........... Caetano affastou desabridamente
dous marinheiros, inlirmou-se na mulher, eexcla-
mou:
A Thomazia!...... Quem trouxe aqui esta
mulher ?
Que diz voc!? perguntou o cunhado.
Quem trouxe aqui esta ladra, que me roubou
quinze contos do res, moeda forte, e me fugio com
um Hespanhol to ladriio como ella ?
Terror e espanto geral!
O marido da desgracada fez pe" atraz, e abriu a
bocea. Era a petreficacao de um homem fulmina-
do pela demencia Neste conflicto, Thomazia vol-
tava a si, porque Deus Ihe nao conceder a felici-
; dade de morrer.
Lancou-se de joelhos aos ps do marido, e excla-
mou :
deseen cometa acamara. Lancou-a n'um bel i. rem de novo seus cnticos a Dens. Admitamos
consideravel roubo, tres vezes baleuna testa, e dis-
se-lhe :
Eu vou jurar que a Thomazinlia fugiu com o
D. Donito I
Como descomas t isso?!
Porque j desconfiava na cadeia que ellos se
namoravam. Todos viam : t que estavas ceg,
homem I Pois quem nao deu f que ella Ihe lanca-
va os olhos derramados, e elle Ihe estava dando
sempre riscos para bordar, e coracoes a lapis com
anjes a brincarem roda dos corages ? I Eu va
isto. e t tambem ; mas quem te ouvia fallar da i-
delidade della com tanto enlhnsiasmo, nao se af-
fouiava a dizer-te nada .' Eu, de mais a mais, urna
vez que esta vamos a j. tei por debaixo da mesa, e quiz-mc parecer que os
quatro ps delles la se entendiam...
E nao m'o disseste : interrompeu Caetano.
E' verdade que t'o nao disse porque nestas
cousas de consciencia sou muilo liso eescrpulo-! Mate-me por misericordia! ou dcixe-'me Ia.n-
so... (Este liso e escrupuloso tinha ido jurar que' Car ao ro'
Caetano Alves de Carvalho era modelo de homens Pois esta a mulher de voc ?! perguntou
de bem). E, depois, bem sabes que isto de se in- Caetano Alves, com as miios postas na cabeca.
trometter a gente em negocios de amores perigo E', respoudeu o cunhado, abafandoossolucos,
de ficar mal com todos. Quem est ceg de paixao e encostando a cara ao peito denegrido de um ma-
d bordoada de ceg em quem o avisa... Pois po- rujo.
des estar na certeza de que a moca fugiu com o en-, Mu|her de V0C(1 ?! es|a hdra?I rebramia fc.
iabrado do gallego! Asno foste t em o tirares da rozmente Caetano.
cadeia!... E, esta hora, onde eslarao elles? Po- Thomazia tinha o rosto no pavimento, e os bracos
dem estar na China, e tu ficaste sem os teus quin-
ze contos!... J <% dinheiro; mas nao te far gran-
de falta, Caetano I Q peior ir-se-te a rapariga,
que t amavas a valer...
- O petor ir-se-me o dinheiro! atalhou since- de ^ ^ no ^
ramete Caetano Alves. | oome ai estarrecida !
- Faz-te malta falta f
- Ora, se faz 1 era o meu peculia, que eu ali deve ^.^
1 inha, para um revez! Agora, dinheiro foi-se todo, i ,. _.._ ......
enroscados aos ps do marido.
O capitao do navio travou do braco de Caetano
Alves, trou-o a parte, e disse-lhe :
Parece-me que o melhor Vmc. retirar-se
geito. Aquella mulher
Que a leve o diabo bramiu Caetano. O que
t
Nao se afoga assim urna mulher Sr. Alves, tomou
que nao serviram os mosteiros aoutraconsa senao
a dar asylo aos homens encanecidos no servico do
estado, ou a aquelles a quem o infortuneo desgos-
tra do mundo ; nao era j um saffleiente benefi-
cio para a humanidade o o estado, que to fraca-
mente remunera seus velhos servidores 1 (7)
Todas as classes, todos os estados, todas as con-
dicSes auferiam proveito desses estabelecimento.-
fundados n'um espirito de alta poltica e em um
senlmento de verdadeira piedadee candado chrs
ta, bem que fossem e sejam ainda agora objecto de
che e suba ao tombadilho. Chamou Caetano Alves-
djsse-lhe:
O
Eu no desembarco : espero que outro navio
se faca de vela seja para onda fr. Pode Vmc. re-
tirarse com sua mulher. E respelto da minha,
nem mais urna palavra, senao mado-ode presente
ao inferno f *v
Caetano quiz benzer-js j mas nao sabia.
Chamou a mulher, saltott no bole, c foi para
casa.
No da seguinte, o marido de Thomazia traspas-
sou a sua casa commercial, e todos os seusliavereg i,,faies calumnias da parlo d escriptores que ga-
efez-se ao mar, at onde um navio de viagem para bam a destruico delles como um dos beneficios
a America iogleza lanc-ou ferro. i,nais salu,ares da reforma- W
Este odio mesquioho de nossos theologos (alie-
Quando sltoa em tecra, apertoa a mulher ao m-es^ para 0 calho|CJ3mo e seus representantes
s 10, e disse-lhe : sempre um negocio de moda entre cerlos protestan-
Ests perdoada pelo mal que me nao fizeste tes. Mutos d'entre elles, mormenle entre os colla-
a mim, e perdoada tambem pela mentira. Temjuizo boradores da Gazetta Ecclesiastica de Darmstadt,
de hoje avante, se desojas viver..... se di ver 1 -m continuamente em dilacerar o corpo
(Conlinuar-se-ha.) gigantesco da egreja romana e a proclamar detem-
1 pos em tempos que ella tem cabido em estado de
' putrefaceao. Mas bem qae diariamente nos deem
relatnos sobre a marcha progressiva da dissolu-
go da que elles chamam um cadver, tremem de
ver renascer o gigante, Por isso, tem elles o cui-
dado de escrever diariamente aos seus confrades
que o velho vae morrer, sem temerem cobrir-se de
ridiculo aos olhos do observador imparcl.il.
Quando se ficar, emfim, cansado dessas repet
A ordens religiosas julgadas
por escriptores protestantes,
ireve resposta em favor des-
sas ordens pelo i:\111. biso do
Para.

Resta-me a quinta, e estas casas o urnas trras no
_ H o martimo. Ja agora, o mal fcito nao tem rcme-
Candal. O muito que podere apurar sao quinze
E os meus quinze contos! replicou o vil sem
vislumbre de dignidade e compaixo. Quem que
m'os d?
contos! J me vi com perto de cem, ganhados com
o suor do meu rosto, afora a boa casa que me dei-
xou meu pae. Como het de eu agora endireitar a
minha fortuna com um casco de quinze contos I..
- Est feito, est feto I ponderou o confidente.
Todas as descrpgoes de commundades, de con-1
ventos que se acham em nossos jernaes,
mais das vezes tragadas por pessoas que nunca pe-
netraran) no recinto delles e que muto menos ain-
da conhecem sua verdadeira organisacao; mas
quando mesmo a conhecessem, sao levados de an-
temo a ver com olho closo tudoo qne nao Ihes li-
songeia os preconceitos. Por onde muita vez acon-
tece, que em gratidao da hospital idade que ali acha-
ram, tomam os traeos do seu quadro s narrac5es
apaixonadas da edade meda, e carregando-o com
as mais sombras cores, fazem um todo em harmo-
na com os preconceitos acreditados. O tom des-
denhoso que reina em seus escrptos bastara, s,
para fazer conhecer, que abdicando todo sentimen-
to de verdade e de justica, elles se prazem em des-
conhecer o verdadeiro carcter dessas instituicoes
fundadas por nossos antepassados.
Pouco alTeitos privaco e s austeridades prati.
cas, mettem a ridiculo esses pos retiros d'homens
que renunciaram s alegras e docuras da vida
mundana. (1)
Parece que urna sociedade d'homens que nao
adiando a felicidade e a paz neste mundo, vo
procura-las em outro, tem alguma cousa de vene-
ravel; ora se alguem que tem dinheiro e pode
delle dispdr, o d a urna tal sociedade, para que
era seu isolamento possa ella viver sera cuidado
das necessidades raatenaes, merece por esse dona-
tivo a pecha de prodigalidade ? (2)
Segundo os teslemunho* da historia as ricas fun-
dacoes tem sido de todo o tempo o principio do
adiantamento, a me das sciencias e das arles,
pois que s ellas podiam procurar ao homem os
ocios necessarios para cul (i va-las. Tao verdade
isto que nenhum povo tem feito progressos intel-
lectuaes, seuao quando fortunas privadas, com
prudencia accumuladas, poderam dar ao espirito
thesouros scientficos e luteranos. Depois da que-
da do imperio romano passara as riquezas primei-
ro aos conventos, depois s mos do clero; e des-
de este momento os ecclesasticos cessam de viver
nicamente para dizer seu breviario e os monges
para recitar suas oracoes.
Os bispos fundaram escolas; levantaram cathe.
draes e egrejas. As artes e as lettras achavam na
egreja urna me que as nutria e as protega ao
mesmo tempo. (3) Tudo o que restava da antiga
civilisaco dos Gregos e Romanos se refugiou no
santuario dos conventos. Se conhecemos as obras
dos Gregos e Romanos, se conhecemos a historia
da religio chrislaa, se conhecemos emfim a histo-
ria dos primeiros reis allemaes, a quem o deve-
mos, senao a monges pios e sabios ? Os monges
conservaran! os manuscriptos que se tinham podi-
do salvar na occasio da emigracao dos povos ;
escreveram a historia de seus conventos e os acon-
tecmenlos contemporneos. (4)
Os conventos preservaran! a Biblia as pocas
tempestuosas; a mor parte dos manuscriptos dos
livros santos em hebraico, em grego e em latm
que inda hoje possuimos, sao escriptos do panno
dos monges, e a belleza extraordinaria de alguns
desses manuscriptos, quo podem rivalsar com as
obras primas da typographia de nossos das, aties-
ta o tempo e esmero que se dspensou em repro-
duzi-los. (5)
A maior parte dos nossos estabeleciraentos lute-
ranos tiram hoje sua fundaco t origem do que
adquirirn) outr'ora aquelles religiosos a cusi de
tanto sacrificio, com tamanho cuidado conserva-
ran! e com tanto amor legaram posteridade. (6)
Grande falta foi destruir durante todos os con-
ventos, desacreditar oscenobrtascomopreguicosos,
expelli-losdo paiz c reduzi-los a pedir esmola.
Cedo ou tarde sao punidos taes peccados, e pde-se
dizer que Deus fez seguir de perto o castigo destes
attentados. Onde esto agora essas riquezas rouba-
das aos mosteiros ? Em parte entre as mos dos
Judeus, em parte dispersadas e empregadas em
subvencionar a obra do vandalismo. Onde todas
aquellas biblothecas, onde aquelles gabinetes de
historia natural e aquellos instrumentos de physica
que pertenciam outr'ora aos conventos ? Urnas
vendidas a peso as vendas, os eutros accumuladas
as capitaes ; os ltimos servndo do passatempo a
alguns curiosos, emquanlo que, convenieuteraente
distribuidos, teriam podido servir esses thesouros
oslrucc.o de todos.
Onde aquelles esplendidos edificios monsticos ?
Uns vendidos a vil prego, tem sido transformados
em fabricas, outros desfeitos em ruinas, serao um
dia, como os velhos solares, tesCemunhos vivos do
nosso furor destruidor. Eram os conventos, para
o paz, celeiros da abundancia, era que se resguar-
davam nao s as riquezas da instrueco, seno tam-
bem as da industria ; e quando mesmo nao podes-
sem elles servir a este duplo destino, n se tena
devido deixa-los em p, em respeilo ao que tinham
sido outr'ora ? Foram os monges desses conven-
tos que, primeiros, cnltivaram o slo, insfruiram o
povo, drigiram os prncipaes ignorantes, e adoca-
ram os costumes a merc de urna religio que orde-
na o amor do prximo. Que seriamos sem nossos
conventos ? Germanos semi-selvgens. O mundo,
em nossos das, nao tem, pois, mais nenhum sent-
ment de gratidao, nenhum respeilo para a velhi-
ce ? Quereria elle assassinar velhos porque no
pdem mais trabalhar ? Talvez viviremos bastante
para sermos testemunhas de um expectaculo todo
novo : os governos desengaados deste seu espiri-
to destruidor, e de suas pretensas luzes, vero com
prazer os monges tornar a entrar nos conventos
Eu de certo Ih'os no dou, redarguiu o capi
Com menos comegaste, e em menos de seis annos' tao, bradando : Ola, gentes, caga velas I
estavas rico. A tripulago desfez o grupo. Ficaram Thomazia jesm0roiiados e habitados das corujas para entoa-
Lembra-me ir negociar ao Brasil com este na Pstura do rojo, immovel, como mora, e o ma--------------------------------------------- ,
resto... Preciso distrahir-me a trabalhar, senao rido abragado irma. Caetano sentava-se sobre o (!) ^^^'SSlKriieZ Wan-
arrbenlo de paixao... cabo das amarras, e observava de longe. tbe-kn- Boten T VI.' p. 32-
Da Thomazia? Nisto, a mulher do negreiro ergneu-se de impeto, (3) Brettschneider, Dr Simonismus etc. p. 60
No, homem, do mea dinheiro, do meu di- e arremetteu contra um bordo para se atirar ao 67.
nheiro, que Thomazias ha tantas como a praga... rio. Relave-a o marido pelas saias, e repuchou-a (4) Wolfgang Menzel, Geschtchte der Dcutschen
E daquellas, lornou o amigo, ha mais que dei com violencia, exclamando:
pragas juntas... Pois no me parece desacertado No quero que morras I
A desgracada barafustou nos bracos delle, at
cahir extenuada. O homem tomou-a em peso, e
foram as C^es incessanies, desses gritos de guerra unifor-
mes reproduzidos em mil livros e brochuras, cada
qual mais enfadonho ? (9)
II
O mundo nao deve a ordem alguma tanto como
aos Benedictinos. (10)
Distinguiram-se os monges de Monte-Cassino, diz
Warton, no smente por suas sciencias praticas,
mas anda pela cultura das bellas-artes, e grande
familiaridade dos escriptores classicos. Seu sabio
padre Desiderio fez urna cotlecgo dos melhores
autores gregos c romanos. Os monges copiavam
tratados sabios sobre a msica, a lgica, a astrono-
ma e a archteclura, e empregavam urna grande
parle do tempo em copiar Tcito. (11)
Mais servgos fez as sciencias um s convento
de Benedictinos do que as duas universidades de
Oxford e Cambridge, (12) e todava os mais sabios
de nossos compatriotas se lembram apenas do no-
me desses varoes assignalados que sahram da In-
glaterra para tornar-se os apostlos do norte. Ti-
mano, Juan Fernandez no brilham mais sobre o
occeano de que Malmesbury, Lindissarne e Jarrow
no tempo da nossa heptarebia.
Urna sociedade de homens pios oceupando-se de
lilteratura, de industria e de religio semelharia
em nossos das um verde oasis no meio de um des-
ert*. Se houve jamis homem que merecesse ve-
nerago, foi por cerlo Beda, cuja vida se passou a
instruir seus contemporneos e a preparar docu-
mentos para a posteridade. (13)
No undcimo e duodcimo seculos, seguu-se em
inultos conventos nglezes o louvavel exemplo dos
Benedictinos italianos; (14) mas nada prova tanto
em favor das ordens religiosas, do que as cidades,
as villas e as aldeias que se levantaram, cresce-
ram e prosperaram sombra de seus estabeleci-
mentos.
Peterborough, Ely, Durham e at Westminster
eram verdaderos desertos nos tempos em que no
haviam ainda convenios. V-SO com dr na Gra-
Bretanha numero infinito de ruinas de velhos mo-
numentos erguidos pela sabedoria, piedade e mu-
nificencia de nossos maores, e tem-se notado que
mutas cidades que lravam toda a sua importan-
ca das sociedades religiosas, perderam-na logo de-
pois do desapparec ment destes eslabclecimen-
tos. (lo)
Siegtrd, o segundo apostlo do norte (porque
depois de Ansgard, merece elle este nome) se con-
sagrou a diffundr o christianismo entre os Suecos
e os Normandos, e morreu em avancada edade,
em Werends Harad, onde desde sua chegada ti-
nha plantado a cruz. (16) Foi depois propagando o
christianismo na Suecia por sacerdotes que de seu
moto proprio se votavam a esta santa tarefa e quasi
cada provincia do norte deste paiz teve seu apost-
lo___ e quasi todos morreram martyres. (17)
Sabe-se que os monges na Suecia cultivaran! os
campos com suas proprias mos, ah ntroduziram
a horticultura, estabeleceram moinhos d'agua,
crearam salinas. Construir pontos e calgadas era
considerado como orna obra ehrista de que os pro-
prios bispos deram exemplo (18).
Nunca se esquecer em Frauga dos servigosque
tem prestado os Benedictinos antiguidade chris-
laa (19). A 1 n ai o r parte dos sabios fraucezes que
seoecupavam da critica e da historia das antige-
dades christas, ou que preparavara compillagoes
de documentos, pertenciam ordem do? Benedic-
tinos de Santo Amaro. Depois de J. Mabillon e D.
Ruinard, adquiriu E. Martin, urna verdadeira glo-
ria neste ramo de conhecimento?. Teve por cola-
borador um joven irmo da ordem, II. Durand.
Depois de J. Martianay, veio P. Sabbathier, que se
applicou particularmente tradueco latina da
biblia. P. Constant, R. le Nourri. J. Garnicr, G.
Delarue e P. Maran deram seus cuidados pnbli-
cacao dos melhores escriptos dos padres da egreja
gregos e latino?. Montfaucon foi um dos mais bel-
los ornamentos da sociedade, A obra classica so-
bre a diplomacia e a chronologia, o diccionario da
lingua latinada mea edade, foram fructos de um
trabalho laborioso. Este trabalho era distribuido
entrevarlos padres que militas vezes em premio
de seus esforgos no obtinham sequer ver o seu
nome no titulo do livro. Quando emfim acabada es-
tava semelhante obra que durava anuos inteiros,
reviam-seas dillerentes partes e se formava dellas
um todo. Em outra congregagiio, na de S. Vannes,
se dislinguirara alguns monges por seus trabalhos
exegeticos e histricos, como por exemplo o famo-
so Aug. Calmel, o abbade de Senones, em Lorrai-
no e B. Ceillier, era um convento perto de Nan-
cy. (20).
Foram os Cartuxos e Benedictinos de todo o
tempo os protectores e propagadores das sciencias,
artes e monumentos classicos da antiguidade. Vas-
tas extensoes de trra foram amanhadas por mos
desses monges (21). Se ha na egreja catholica um
lugar em que exista o paraso terreal, ha de ser
n'um convento de Cartuxos, em que a contempla-
cao, essa verdadeira vida do espirito, escolheu seu
templo. Se no tem esta ordem prestado socieda-
(7) Oken.
(8) Cobbett, Cartas sobre a reforma protestante
na Inglaterra e na Irlanda T. I. p. 168.
(9) Bltter fur iterar. UnterkaUu* 1835 n.
194.
(101 Quarterltj Revine dec. 1811.
(11) Drake, IJttcranj Houn vol. II p. 423.
(12) Gibbon Denkwvdigkeiten.
13) Qaarlely Heview I. c.
de tolos os servicos qae poderia Ihe prestar, me- ram os ensaos, e aates da machina se mover por
nos culpa talvez da ordem, que da organisago nm trabalho mais longo, todo o machinismo fonc-
soclal. Certo, ha cirenmstancias da vida, em que cion0n com regularldade verdadeiramenie maravi-
os principes, os homena de estado e os bispos nao lhosa> nenhum cho(te> ou movlllcnto parcjal ndj.
poderlam aehar conselheiros mais esclarecidos o cou, as suas differontes pegas, a forga dos resulta-
prudentes do quo as commundades de homens dosque prodaziu.
que consagram sua existencia Intuigao de inflnl- A commisso Italiana, testemunhando a sua maior
to. Em suas.relag5es com as cousas terrenas e satsraca0 a Mrs. Goain, Guibert e Mazelioe, rece
pereciveis, os intuitos de ura verdadeiro Cartucho beu 0 navio para eatregiT M gOTerno de Turin. O
sobre o mundo, sobre as relagoesdo passado e do navio poz.se em mmtA con^ir a romrnis.
presente com o porvir, devem ser muito mais ca- ^ a Lor faMndo ma,s de 13 nos M seu aQ.
ros, seguros e extensos do que os de um homem damenl0 Em minutos deixoa airas de si
do mundo, arrastado pela torrente irresist.vel dos a fragaU ||a,am a vapof Tancredi mandada ,
prazeres. Quanto.? espiritos mais elevados ainda 0 comboiar
que um Car.esio, ho de ahi ter vivido ignorados 0 Caslelfidard* fundeou, jnoto com o Uncred,,
as differentes casas de monges, sera que o mun- na bania de Lorient. Ambos esles navios iam par-
do os tenha sequer conhecido, sem que elles pro- tir para aples, sendo o Tancredi commandado
priosselenhamdadoao trabalho de se conhecer ao pelo capitao de fragata Baldiceratli, e o Onfrf/f-
mundo que os despresava 1 Os Cartuxos Nicolao gtfg9f pelo capilAo de fraga(a n|Mn|
Albergati, Jaci|ues Paraso, D. de Rickel e Louren- ...
go Suries grandes servicos prestaran) religio e
1 .ix. ---- Em Washington houve um ciande mtrttna no
a moral, e a egreja romana nao tem tido porven- dia 2 de ma0 m-uw, menimguu
tura papas que em sabedoria, prudencia, amor das
artes e verdadeiro espirito religioso, se equiparem' ^panha-se das esposas dos raembros do gabi-
com o Cartuxo Nicolao V (22). i ne,te;de senadores & depulados, de mmtas dama,
.. ... D___. Munthnn 0 celebres pelo3 seus conhecimentos litierarios, e fi-
L m Oda go de Saboia, Bernardo de Menthon, que ____
, ._. mQ An nalmente de senhoras perlencentes a todas as c as-
viva de 923 a 1003, levantou sobre o cume dos | ses da sotjedade
Alpes dous hospicios que tomaram depois delle o
nome de pequeo e grande S. Bernardo. Estes dous | O objecto deste nuetng era entrarera em combi-
eslabelecimentos em que acham os viajantes, ha nages para tomarem resolucoes communs afim de
nove seculos, abrigo contra os perigos a que se' que tod'is as senhoras americanas se ligaste* par-i
acham expostos alravessando 03 Alpes durante o | nao comprarm artigo de rettuario importados
invern, tem immortalisadoseu nome nosannaes da
humanidade. Elle confiou o cuidado destes dd\is
estbelecimentos a monges da ordem de S. Agosli-
nho, que, no espirito do piedoso fundador, com
urna abnegago sem exemplo, exerceram sua mis-
sao hospitalera at a poca de Carlos Manoel III,
rei de Sardeoha. Tendo tido este priHcipe discus-
soes com os cantoes suissos sobre a nomeagao do
prior, conliscou os bens do convento, e entregon a
adrainistraco dos hospicios a eclesisticos socula-
ros que se entregaran) ao seu pi encargo com o
mesmo amor e dedicaco. A morada nesta moa-
tanha deserta, qae 6 contada entre os pontos habi-
tados como o que mais elevago tem (2.389 me-
tros) apresenta perigos de toda a sorte. Um invern
eterno reina nestas alturas ; debalde se procura
ahi urna arvore, urna moita, um rasto sequer de
vegelaco ; o alvor da nev offusca o olhar do via-
jante. Toca ao herosmo a dedicago destes ecle-
sisticos, quo ahi congregados do soccorro aos
viajantes desviados e acompauhados dos servos do
convento, os guiam atravez destas monlanhas de
nev, c minstram, emprestam ou do roupa aos
pobres viajantes. Contam-se para mais de 9,000
pessoas que atravessam annualmente o monte S.
Bernardo e que demorara mais ou menos tempo no
hospicio. Pelas tormentas mais ou menos terrivels,
quando (locos de nev obscurecen) o dia, poem-se
elles a caminho, acompanhados de caes fiis, para
levar soccorros aos infelizes sepultados debaixo das
noves (23).
Nada eguala a caridade verdaderamente celeste
que vela em tantos conventos, cabece.ua dos po-
bres enfermos cabidos em extrema miseria, e que
lhes d todos os soccorros d'arle, reconduzindo-os
virtude. S Deus conhece esta dedicaco e a
recompensar sem duvda na eternldade (24).
Nao conheeo sobre a trra nada mais veneravel
do que as irmas de caridade; virgens, distinctas
muitas vezes pelo nascimento tanto quanto pela
fortuna, pelo engenho atlado assim como pela bel-
leza, que voluntariamente renuncian! a todos os
bens da trra para soccorrer aos pobres enfermos
e a mendigos cobertos de andrajos. Lavam sem
asco as chagas dos leprosos e curam suas ulceras.
Calmas e resignadas, no se aterrara com o ster-
tor dos moribundos e procuram alliviar-lhes com
brandas palavras o piedosas preces a passagem
para o outro mundo. Certo s a religio pode ins-
pirar a energa necessaria para preencher to dif-
ficis deveres, e a religio que d esta energa
deve ser sem duvda a verdadeira (23).
('Coifrt! S lSflih waiu a -r 1 .. j Quatro carreiras de 25 minutos, pouco mais
(15) Lord Filz-William arta* des Aricns oder 1 ...__.
\ >. *.>....*. .... mnnne ivi U nm UH POUCO DE TUDO.
No Jornal do Commercio de Lisboa 10-se o se-
guinte :
Os erabaixadores japonezes, acompanhados pelos
seus interpretes e por una parte do pessoal, addido
sua misso, jautaram no dia 18 em casa doami-
nistro dos negocios estrangeiros em Pars.
Assstiu a este jantar o marquez de Chasseloup-
Lanibot, ministro da marinlia e das colonias, assim
como o baro Oros, senador de Franca na China
e no Japo; Mr. Albrand, superior das missoes
eslrangeiras ; Mr. Etienne, superior geral dos la-
zaristas ; o conde de Witzthuin e Mr. Triconpi, mi-
nistros da Saxonia e da Grecia em Inglaterra ; os
almirantes Charner, Jurien de La Gravire e o ba-
ro de La Roncre le Noury, mutos ajudantes de
campo do imperador e oulras notabilidades dos
exordios de mar e ierra, e todos os directores do
ministerio dos negocios estrangeiros.
A noite houve recepgo no ministerio dos nego-
cios estrangeiros.
Os embaixadores japonezes mostraram-se muto
sensiveis hosptalldade da parte- de Mr. Drouyn
de l.huys, e de saa esposa e conservaram-se na
reunio at milito tarde.
*
A fragata couragada Castri/dardo, construida
em Nantes por Mrs. Emest Gouin & O, foi defini-
tivamente entregue ao governo italiano, depois de
feitas as experiencias, que produziram resultados
muto satisfactorios.
As experiencias verificaram-se em presenga de
urna commisso mandada pelo governo italiano ;
era composla do almirante Vacca, de tres capiliies
de fragata e de um engenheiro de marrana.
O ministro da marraba de Franga tinha nomea-
do dous engenheiros e um tenente, para assstirem
tambem aquellas experiencias, aflm de Ihe apre-
sentarem um relatorio sobre os resultados que se
colhessem, em relago navegabldade da fraga-
ta e sua velocidade. Mr. Ernest Gouin e os enge-
nheiros do seu estabelecmento estavam a bordo,
assim como Mr. Mazeline, constructor da machina.
O Castelfidardo largou de Lorient para fazer as
suas experiencias 5 deste mez ao raeio-dia. To-
da a parte desse dia foi destinada a ensaos prepa-
ratorios, nos quaes, com excellente lempo, ver-
dade, mas com o mar agitado que sempre existe
entre Belle He e Groix, se ronheceram as excelen-
tes qual dades do navio. Sera esforco apparento,
o Castelfidurdo teve um andamento de 11 1/2 12
nos, virando de bordo com prodigiosa facilidade.
O navio fundeou s 8 horas da tarde, e na ma-
nha seguinte, depois de novos trabalhos prepara-
tivos, emprchenderain-se as experiencias ofciaes.
ou
emquanto durar a artual guerra.
A assoclago tomou o nome de Pacto nacional da i
senhoras; as pessoas que fazem parte desta asso-
ciago obrigam-se por um praso de tres annos a
no comprar artigos importados.
Urna abelha preta, em esmalte, que deve osar-sa
sobre o hombro esquerdo, o sgnal de se have-
rem reunido sociedade.
Os homens sao convidados a abster-se de fazer
uso do charnto, vinho e licores importados.
A estatislica dos sardos-mudos offerece contras
tes extraordinarios, segando os climas, os paize-,
as ragas e as diversas condgdes sociaes.
Emqaanto na Europa se conta um sardo-orado
por cada 700 individuos, na China os casos de sar-
do-mudez, sao quasi nenhuns.
Nos Estados-Unidos, a estatistica geral mosira
um surdo-mudo na razo de 1,900 brancos.
Entre os negros ba differengas enormes, segn
do as localidades.
N'um ponto cncontra-se um surdo-mudo na ra-
zo de 4,900 escravos, n'outro, segundo ama nota
publicada em Mayenga no anno 4? 1863, pelo eo-
neg Monfang, encontra-se um caso na razo de 47.
Estas differengas sao devidas a diversas caobas .
mas o citado escriptor atlnbue-as principalmente
ao numero de casamentos entre os prenles em
graos prohibidos.
Este autor affirma que na China os casamentos
entre parentes sao absolutamente prohibidos. Mos-
tra que em mutos estabelecmento* de sordo-
mudos, de quatro escolares que ali existem, um
resultado da unio entre prenles.
Na America, accresceuta m, onde a estatistica
d um surdo-mudo na razao de 47 negros, as nnioe
entre parentes prximos sao muito frequentes.
E' do Sr. Cyrillo de Lemos a seguinte poesa
OTAO DE GRAVO VERDE.
E' to verde a sua cor
Como as cores da esperanca ;
Segredos guarda de amer,
E d de amor a bonanga
No verde de sua cor.
Feliz de quem conseguir
O seu divino segredo
Por lindos labios ouvir
Suspirado meio medo
Feliz de quem conseguir !
Mil venturas vai gosar
Sentindo junto seu seio
Outro seio palpitar,
Que o convida sem receio
A' mil venturas gozar.
Se eu pudesse merecer
De um anjo lindo o presente
D'essa flor de bem-querer.
Buscara sempre contente
Pode-lo bem merecer.
E' porm a cor fallaz
Se por amor no se alcanga,
E s despreso ento traz.
Pois se lera cor de esperanca
A c-'ir tambera fallaz.
No Commercio de Coimbra le-se.
Em Francfort, no anno de 1848, no mai- suU t
grau da ebuligo quatro individuo?, rheirando a
cerveja e tabaco, lembraram-se que era ocrasi.i 1
propria para que os ricos reparlissem com elles. e
para no estar com demoras, dirigiram-se logo a
casa do mais afamado ba^iqueiro.
Estes communistas apnjs^ntaram-se com are- la
tanta deciso, que os caixeiros comegarm em alto>
gritos e fechar tudo.
O velho Samuel perguntou o que era ; disseram-
Ih'o :
Mandem-n'os entrar I exclamou elle. Em qne
posso ser-lhes til ?
Voc tem muitos milhoes ; nos no temor-ni
da, e isto no justo !
Depois ?
E' necessario repartir...
E assim fallando os homens aprsenlavam ar-
mas de toda a casta, e langavam sobre o baaqaei
ro olhares ameagadores.
Repartir ?... E' o meu desejo Quanto jul-
gam que jiossae a casa Rothschild f
L'ns quarentas milhoes de florn?, diue o
mais esperto.
Quarenta milhoes... Vamos j Umao.
Ha nos estados da Dieta quarenta milhes de indi-
viduos. Toca um florim por cd>eca : os senhor?
sao quatro, aqui lera quatro Ibrins... Ajoca,
rual
E com um gesto, imperioso, e enrgico velho
mostrou-lhe a porta :
Os homens communistas, atrapalhados. balbncia-
rara alguraas desculpas e sairam.
Urna corteza cora sensibilidade admirara tanto
quanto urna s phrase de modestia em todas a
obras do grande Damas.
p. 95.
o teu projecto, Caelano. Yae-te at ao Rio...
Ao Rio no, que deye l estar o patife do Joao
(5) Magazin fur die neueste Geschichte der pro-
test, missions und Bibel gescllscliapen Jahrg. L 1.1
P 112-
(6) Herder; Vorrede zu den Legenden.
Betrachtungen uber katliol. Religin und Protestan
tismus ele. 1834. p. 26.
(16) Geijer, Gesrhichol Schwedens mis der schue-
dischen Handschrift, nbersetz ron Leffler T. I. p.
121 -1834.
(17) Ibid.p. 140.
(!) Ibid. pag. 145.
(19) Tzchirner der Vebertrt des Hern v. Holler
zur Katt. Ktrch etc. 1821.
(19) Henke Allgem. Geschich derChristl. Kirche
3' edic T. V. p. 76.
(20) Fitz-William I. c.
21) Fessler, Tfieresia T. II p- 7377.
menos, cada urna, deram em resultado urna veloci-
dade meda de 13 nos 3/10 ou approximadamente
23,000 metros por hora, velocidade consideravel se
se aitender s condlges em que se obteve.
N'um andamento to natural emquanto se fize-
(22) Alia. d. Real Encyklopadit 6. de Leipzig,
1824 T. I p. 6%.
(23) Schneider, I. c.
(24) Joh. Wit genannt v. Doring, Fragmcnt aus
meinen Lebcn etc. Braunschweic.
(25) Voltaire, OEwres,
Urna palavra desse pobre Privat dAngh
Por obra das seis horas da tarde, Morger eneon
tra-o nm dia devorando com os olhos os rnnwiii
veis encerrados no mostrador de Chevet.
Ole I que faxes ahi ? pergunta-lhe o antor da.
Vie de Bohme.
No o vs, responde Privat -, jaato.
PERNAMBUCO.-TYP, DE M. F. DE P. 4 FU*)


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