Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10405


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Full Text
w
I
AMO LJipO 149.
Por tres Mezes tdiantados 5$000
Por tres meses vencidos 6JJU
Porte ao cerreo por tres mezes. 575U
.A*f -9b o*H*t. %p
-i nHrhn

SABBBfl 2 DE JLHO 9E 1864.
Por ano adiantado.....*9$009
Porte a comi por am anno. 3|000
!

NCARREGADOS DA SUBSCRPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Aiexandrino de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
8r. A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Piuheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
1NCARREGADOS DA SUBSCRPCAO NO SUL-
Alagoas, o Sr. Claudino Falcad Das; Baha, o
rr. Jos Mrtriins Aires; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
riera Martins & Gasparino.
PARTIDA
Olinda, Cabo e Escad
lguarassu', Goyanna
sextas-eiras.
Santo Anulo, Gravat
Altinho e Garanh
Pao d'Alho, Nazarelh,
Ingazeira, Flores,
Boa Vista, Ouricu
Senubaem, Rio Fora
ros, Agua Preta e
Una de Fernando todj
navio.
Todos os estafetas
Dtfc ESTAFETAS. KPH1MERIDKS DO MEZ DE JILHO.
iodos os das. -
Parahyba as segundas el .
3 La nova as 10 h., 5 m. e 13 s. da m.
[ Bezerros, Bonito, Caruaru',112 Quarto cresc. a 1 h., 26 m. e 14 s. da m.
s as tergas feiras. 19 Loa cbeia as 4 h., 15 m. 14 s. da 111.
Liuioeiro, Brejo, Pesqueira, .- n-._____ o w m u *
Ha Bella, Tacaratu', Cabrob, 2o Qaart0 miD- 6b> S6 m- e8s- da
e Exu' as quartas feiras.
so, Tamandar, Una, Barrei-
menteiras as quintas feiras.
as vezes que para ali sabir
am ao y, da.
PREAMAR DE HOJS.
Primeira as 2 horas e 6 minutos da tarde.
Segunda as 2 horas e 30 minutos da manhaa.
PARTIDA DOS VAPORES COSTE1R03.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; par* o norte at
a Granja 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dia* 14 dos mezes dejan, marc-, niaio. jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife: do Apipucos s 6 /,, 7, ^ V, 8 e
0 V da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tasde; de
Jaboatao as 61/, da m.; do Caxang e Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 /z, 4, % 4 Vi,
5, 8 'A, 5 >/j e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
maana e 4 Vi da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Varzea s 4'/da tarde; para
Bemflcas4datarde.
AUDBSNCJA Dv. ^RIBUNAES DA CAPITAL.,
Tribunal do commercio .-^egundas e quintas.
Relaco: tercas e safebados i 10 horaj.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Joizo do commercio: segundas s-i* horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas as 10 h -as.
Primeira vara do civel: tercas e sextas *neio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde
DAS DA SEMANA.
[27. Segunda. S. Ladislao rci de Hungra.
!8. Terga. s>. Argrmiro e Irineo bb.
Quarta. cja S. Pedro e S. Paulo app.
Quinta. Margal I..; S. Luciana.
Sexta. Ss. Casto.e Gallo bb.
Sahbado. Ss. Processo c Martiniano nim.
'omingo. S. Eulogio m.; S. Anatholio m.
ASS1GNA-SE
[e, em a livraria da praca da Independencia
8, dos proprietarios Manoel Figueiroa d*
pilho.
PARTE OFFIGIAL
GOYERilO DA PROVINCIA.
Eipedenlr do dia 28 de junan de 1861.
Otlicio ao brigadeiro commandantc das armas.
Queira V. Exc. informar acerca do que pede Joa-
-quini. Jos de Sant'Anna no incluso requerirnento.
Dito ao mesmo. Sirva-se de niandar apresentar
ao Dr. chefe do polica, no dia em que chegar ao
porto desta cidade o vapor que se espera do sul,
as 3 pracas de pret de que trata o meu offlcio de
21 do corrente, alim de escoltarem 2 criminosos
tlestinados um a provincia da Parahyba e o outro
a do Cear.Communieou-se ao Dr. chefe de po-
lica.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. informar acer-
ca do pagamento que solicita o Dr. chefe de poli-
ca no incluso oflcio.
Dito ao Dr. vignno capitular desta diocse.
Sirva-se V. Exc. de informar sobre a graca que
pede o conego thesoureiro da S de Olinda Pedro
Jos de Queiroz no incluso requerirnento.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Se nao houver inconveniente, mande V. S pagar
ao encarregado da gerencia da companhia Per-
nambucana, como pedio este em offlcio de 26 do
correte, a prestago de 7:01)05 relativa a esta wiez,
com que o governo imperial auxilia miiysalmente,
aquella companhia, visto haver eih cmprido com
as condicoes do seu contracto. / |
Dito ao commandaiite suu/erior da guarda nacio-
nal do Brejo.Informe, \. S. acere* da proposta a
que se refere o ipjfluso offlcio desse commando da-
-oaBJ2 de abril ultimo.
Dito cmara municipal do Recife.Responden-
do ao offlcio que me dirigi a cmara municipal
do Recife em (J do corrente sob n. 24 tenlio a dizer-
lhe que em vista da informaco do director da re-
particao das obras publicas, junta por copia, nao
pode ser altendida a representago que a essa c-
mara fez o liscal da freguezia do Poco da Panclla
acerca dos diversos melhoramentos de que neces-
ait.in as estradas de sua freguezia.
Portara.O presideule da provincia, lendo em
Cuulinho tinba regressado da
issao ao Ilijapur
icios|noJAmazonas haviam su-
onsequencia do augmento sen-
que para alli vae convergndo.
orno lhe dizia, nao tem encarado
o eslabelecimenlo da mesa de
ao
O engenheiro
sua viagem B com
Os gneros alim
bido de proco, ei
sivel da populacf
O commercio,
com boa dispos
rendas.
O facto qujfe o Beln nio conduzio de Manos
a carga cjue se^esperava, porque segundo consta, a
liscalisacao p alli comprehendida como trazendo
se> ios embaicos ao commercio Iivre.
Nesta provincia nao vao muito alm as novi
dades.
O cafov parece ler comeeaUo com alguma nten
sdade, erque em junho que sempre chove bas-
tante, t/mos (ido este anno das bastantes aba-
fados.
Alginmas molestias proprias da mudanca da es-
taco7tem apparecido, e mesino um outro caso de
apopexia.
Fiiidou-se no dia 11 a correicao do Dr. juiz de
direpto da 2* vara.
sta vez as cousas na* passaram por alto, e al-
gunjs escrivaes foram seriamente advertidos, outros
susjpensos por alguns dias, e um delles obrigado a
restituir cusas de termos inuleis edesnecessa-
ri
Umao...... Dita, dita.
Theresa..... Patacho nacional.
Progresso ... Hiate dito.
A' carga.
Tit Bit..... Patacho inglez.
Ora........ Dito dinamarquez.
Estrella..... Dito portuguez.
O Tit Bit deve sahir hoje para Liverpool.
O Estrella, amanha para Londres.
O vapor Cruzeiro do Sul parto s 10 horas.
DIARIO DE PEBNAMBUCO
Temos vista cartas e jornaes do norte do im-
perio, dos quaes foi portador o vapor Cruzeiro do
Sul, que alcancam : do Amazonas e Para 23, do
Maraubao 25, do Piauhy 18, do Cear 28, do
Rio-Grande 29 e da Parahyba 30 do passado.
Amazonas e Pab.Refenrao-nos ao que diz
nosso correspondente.
Mabanhao.Falleceu 23 o censelheiro Joaquim
Vieira de Souzae Silva, senador por essa provincia,
com 68 annos de idade.
No da 18, s 3 horas da tarde, converteu-se
religiao catholica.apostlica romana o Sr. Eduar-
do Evans, machinista e ioglez protestante, receben-
Wo da ledo corren le te ve lugar perante a junta doobaptismo na capella do collegio Institutos de
-do thesouro provincial a experiencia feta na des- Humanidades, sendo padrinhos a Exma. Sra. D.
coberta da solidificacao do leite da borracha pelo j|4rh jjnla yMe ^i], digna esposa do Sr. Dr.
processo Slraws, rujo segredo o governo provincial Theofiio Leal, e o Sr. Dr. Pedro Nunes Leal. Foi
havia comprado, para ser publicado e divulgado. 1 Celebaht do acto o6r. Rv. Dr. Jos Raymuodo da
Com effeito a solidificacao operase rpidamente ; Cunha, capello do mesmo collegio.
o processo de fcil compreliensao e feto por meio A companhia dramtica, sob a direccao do Sr.
de ingredientes baratissimos. Consiste n urna so-; Germano, encelara os seus trabalhos no dia 24,
lucao de pedra-hum em agua a ferver as seguin-
tes proporcoes:
10 libras de pedra-hume.
32 frascos d agua.
Esta solucao, base de todo o segredo, mistura-se
com o leite da borracha na razio de 1 para 20, isto
, 1 frasco de solucao sufflcieute para solidificar
20 frascos de leile de seringa.
A borracha preparada por este modo fica mu
pura, com elasticidade natural c com urna bella cor
de mbar.
A experiencia foi feita pelos peritos Dr. Bruno,
no
vista o que referen o guarda daa^Uega desta c^dToo^.P3, EZESS*VSSi
que a eSse respeito
reparticiies competentes, resolve conceder-lhe 3
mezes de liceoca 1:0:11 vencmentos na forma da le
para ir corte tratar de seus negocios particu-
lares.
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira
de paquestes mande dar transporte para a Para-
hyba, por conta do ministerio da guerra, no vapor
3ue se espera do sul ao soldado desertor do corpo
e guarnicao d'aquella provincia Pedro Vieira de
Castro.Communirou-se ao brigadeiro comman-
danle das armas.
Dita.Os Srs. agentes
de paquetes mandem dar
por eonla do ministerio da guerra, no 1" vapor que
passar do norte ao sentenciado militar Io cadete
Joao Mauricio de Almeid* Albuquerque e o deser-
tor Virssimo Jos dos Santos.Communicou se ao
hnsadeiro commandante das armas.
Dita. -O presidente da provincia conforman-
do-se com a proposta do Dr. chefe de poli-
ca desta data resolve nomear a Antonio Jos da
Silva Juuior para o cargo de 1 supplente do dele-
gado de polica do termo de Garanhuns. Commu-
nicou-se ao Dr. chefe de polica.
Expediente do secretario do governo do dia 28 de ju
nho de 186 i.
Ollleio ao secretario do governo da provincia do; Nery.
Rio Grande do Sul.Acenso recebido com o offlcio Francez.-Luiz Alfredo-Monteiro llacna.
d-: V. S. d- 28 de maio ultimo o relatorie com que
o antecessor do Exin. Sr. presidente dassa provin- Mello.
a sesso ordinaria
ca installou no corrente anno
da assembla provincial, o quat^egundo solicita
V. S. no seu citado offlcio foi presente S. Evc. o
Sr. presidente desta provincia.
! agradando muito o pessoal novo adquirido
Rio. O drama da estrea foi o Ultrage.
Achava-se ali tomando carvo a curveta de
guerra Beberibe.
Piauhy.Escrevem-nos de Therezina, 17 do
passado:
No dia 28 do mez passado s 7 horas da ma-
nhaa aqu chegou, viudo da Parnahyba no vapor
Urussuhg, o Exm. Sr. Dr. Franklim Doria, e a urna
bcra da tarde do mesmo dia assumio as redeas do
governo, tendo prestado juramento perante as-
sembla provincial.
t Durante a adminlstracao provincial do vice
presidente o Exm. Sr. Dr. Almendra, que princi-
publicarao em forma, o resultado e a acta de todo piou 4 de dezomDro ao anno passado, e llndou-se
o processo para sciencia de quem inleressar. 28 do mez passado, (5 mezes e 28 das) a polica
Tivemos no da 19 a festa de Santo Antonio, com a, Dr. Gervasio capturou 83 criminosos, sendo 27
grande solemmdade e procissao. ,je moTie
' No acto de passar a procissao queimaram-se em TamDem durante a mesma presidencia s se
d.Herentes pontos da c.dade centenas de duz.as do deram 3 assassinalos sena0 2 casuaes, convindo
fogaetes, o que sempre torna notave este acto. dec|arar que seus ,res aatores foram presos.
Felitmeote nao nouve accidente algum. I Em uma pr0vncia como esta, onde os assassi-
A arcada principal da igreja de Santo Antonio natos eram freqaontes a,,ueI|e reSultado para
que de.ta para a respectiva ra, foi illum.nada a adrairar. Fosse sempre a pnlieia como a presente,
gaz, sendo este o pnmeirp monumento que se illa- e dja.se djzer ,^ ja ,' ]e se ode dzer) Ufl
mina por tal modo, depois da inauguracao da com- p7aun alpr0vincia rnais socegada do im-
Fez bom effeito, apezar do risco illumina-, per0 v
t No dia 30 do mez passado a assembla provin-
cial encarregou uma commissao de 5 de seus miem-
bros de levar ao Exm. Sr. Dr. Almendra uma feh-
citacao pela sua boa administrago. A felicitacao
e a resposta ella dada pelo Dr. Almendra sero
publicadas no jornal Liga e Progresso.
< J foram pronunciados pelo delegado da capi-
tal, o tenentc Salustiano Elyseu de Sant'Anna eseu
irmao Sabino Leopoldo de Sant'Anna, como auto-
res da falsificarlo da qualilicaco da guarda nacio-
nal, segundo lhe communiquei circunstanciada-
mente de ontra vez.
Est designado o dia Io de setembro vindouro
para a eleico de eleitores, que teem de eleger os 3
candidatos para a lista trplice de senador.
> Sao candidatos senatoria o conselheiro Para-
nagu o o Dr. Amonio Borges Leal Caslello
Branca
Ha quem diga que o 3o candidato ser o Dr.
Antonio Francisco de Salles, ou o coronel Justino
Moura. Anda nao est islo decidido defunitiva-
mente.
Acaba de ser preso em S. Raymundo Nonnalo,
da companhia Brasilera "'",.'
transporte para a Babia, B." "J-
do ser mu simples.
Tem-se levantado algumas reclamarles de par-
ticulares contra a companhia, pela caresta dos
presos no encanaroento do gaz, alm do aluguel dos
depsitos e registit^etc. *. -
Veremos as informaeoes que se pretetidem pu-
blicar, mandar vir do Maranhao e de outras pro-
vincias, para se compararan os precos.
Por portara de 4 do corrento foram nomeados
pela presidencia, substituosla diversas cadelras do
collegio paraense os segulntes individuos:
Philosophia.Padre Pedro Honorato Correa de
Miranda.
Geometra.Manoel Mara Duarte.
Rhetorica.O conego Ismael de Senna Ribero
Inglez.Padre Benedicto Thom da Cunha e
Despachos do da 28 de junho de 186!.
Requertnutos.
Tenante Andr Guilherme Breckenield.Infor-
me o Sr. commandanje superior interino da guar-
da nacional do muntplt^do Recife.
Antonio de Panli e mello.Iuforinc o Sr. ins-
pector da thesouraja provincial.
Bacharel Cicerd Peregrino. -Informe o Sr. de
sembargader prj>d-ir '
dia. '
Claudino Jost^Correia.Passe portara conce-
riendo lieenca para embarcar os gneros de que
trata. Quato, : co.iilinuacao do caxeiro informe
o Sr. commanqantd do presidio de Fernando
Jos Joaqu'iii) Lustosa.Em vista da informa-
cao do Sr. ins',-ie/tor da thesouraria nao tem lugar
o que requer o supplicante que peder compare-
cer a nova arrematacao a que se vai proceder.
Bacharel Jos Bandeira d> Mello. Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Eduardo Gaduli.Informe o Sr. desembargador
provedor di.Santa Casa de Misericordia.
Dr. Joao Honorio Bezerra de Menezes.Requeira
ao Sr. general commandante das armas.
Joaquim Pedro dos Sanios Bezerra.Requeira a
thesouraria de fazenda.
Lo'jrenca Auna do Amor Divino.Informe o Sr.
director do arsenal de guerra.
Luiz Antonio da Silveira Tavora.Ser tomada
om considerar) opportunamente a peticao do sup-
plicante.
Manoel Caetano Nunes.Informe o Sr. comman-
te do presid'0 de Fernando.
Manoela Alexandrina da Resurreicao.Inferme
o Sr. tenente-corronel recrutador.
Latim.Padre Joaquim Antonio da Silva Egnez.
Graiiiinatca jihilosophica.Padre Flix Vicente
do l.eao.
Geographia.Felippe Nery Penna Moraes.
Depois do mez de Mara, tem tido lugar todos os
domingos as conferencias do Kxm. bispo diocesano
D. Antonio, na igreja de Santo Alexandre. A' noi-
tc ha ladainha, havendo bastante concurso de
liis.
Acaba de obter mandado de soltura pe'o juizo
do commercio o negociante hespanhol D. Manoel
i Tnely, visto ter lindado o lempo da pena que fora
condemnado pelos tribunaes, em consecuencia da
a Santa Casa de Misericor- quebra da sua casa commercial. achando-se por-
tanto restituido ao seio de sua famiiia e ao gremio
de seus amigos.
Do commercio nada sei de importante, parecen-
do pelo mov metilo da praca que o nosso mercado
marcha regularmente.
Eatrou arribado rom agua aberta, por ter apa-
nbado forte temporal na costa, o hiate Progresso,
do Maranhao. para onde era sen deslino. Atracou
ao caes para desembarcar a carga que d'aqui leva-
va, e por islo, e, segundo me afflrmam, a agua
era tanla que o navio esteve em risco de socobrar.
O patacho Theresa, procedente desse porto 18,
tambem enlrou com agua aberta. mas nao tao con-
siderada como a do Progresso.
INTERIOR.
onde est pronunciado desde setembro de 1860, o
reo de tentativa de morle Llarndo Leopoldino de
Cerqueira.
A' 4 do corrente tvemos um grande baile na
capital, dado ao Sr. Dr. Almendra por seus ami-
gos ; foi um baile por demais concorrido e cheio
de animacao.
t No ultimo do mez passado, por ordem do Dr.
Gervasio, chefe de polica, foi preso no termo de S.
GoncaloJosc Egidio Teixeira pelo tiro queem 1857
deu em Braziiiano Teixeira da Silva no mesmo
termo, e pelo qual est sendo processado.
Tambem por ordem do mesmo Dr. chefe de
polica acaba de ser preso no termo de Oeiras Ro-
drigo Soares da Silva por ser criminoso de niorte
em Valenea.
A requisicao do Dr. chefe de polica, foi presa
pelo delegado de Caxias, a r Benedicta de Souza,
pronunciada por ferimentos leves na capital.
t O partido progressista acaba de apresentar os
nomes dos tres candidatos lista trplice a senador
por esta provincia, os quaes sao : conselheiro Pa-
ranagu, Dr. Antonio Borges Leal Castello-Branco
At-homem partto'paraTcurte a corveta Bebe- 'n? fif" Mour1' i nil? Dr Salle9' com
nhe nne en o navio flhnfr eu lne hav,a enunciado de outra vez.
Fica a Sao ^ardo norte sem mais este na- i "" W2 em CamTa or ,Jacob Cardol
dum aSi-pe,|uea'e d"ora avan,e ain- i i^^^^^iS^:sssz
Aqu eso o brigue Maraco, o hiate Rio-For- rpo ^^ffS^ST^t
mono, e as canhoneiras Iguatetmj e mcuhij. hsta
rllESPO.\ESCIA 1>0 IHl
HIU i>V PKIl\i.UBl(0.
HABA.
Belm, 23 de junho.
Acabam de me dizer que fundeou o Cruzeiro do
Sul, preciso portantodar comeco ao nosso traba-
JJ10 de correspondente.
Fallando com snceridade o sem desejo de rabia-
car papel, pois as vezes a minha mana, que tal
a esterilidade de noticias desla parte do imperio,
que pouco ou nada tenho nesta occasio a di-
zer-lhe.
Como o nosso systema principiar pelo Amazo-
nas, vamos ao que se sabe aqu dessa provincia.
Continua sem opposico a presidencia do Dr.
Adolpho de Barros.
Os partidos alli, como era todos os lugares, tem
as sua exigencias mais ou menos pronunciadas;
entretanto facto averiguado f|ne o Dr. Barros os
tem por ora conservado sem agitaco \ir ou contra
a sua adminlstragao.
E' isto o que dizem e mesmo tem-se observado
da iroprensa daquella provincia.
No 1 do crreme tinha sido iostallada offlcial-
meale a mesa de rendas, lia pouco creada para ter
ua sede em Manos.
Alm do acto da instllacao e dos respoctivos dis-
cursos que por tal motivo se pronuaciarain, a noite
em casa do administrador foi servid", um copo d'a-
cua e varios amigos e cdado& percorreram a eir
dad com msica, dando-se vivas ao imperadoc, a
constituHjao e a prosperidjadje e eog,caodecitaolo da
para e Amazonas.
vai concertar-se, por ter andado l pelo Amazonas
e conflaentss ao servico da commissao de limites ;
aquellos dous navios de vela ah e prestando pouco Service o Maranhao e o Rio-For-
moso com a companhia de menores, porque o
que se precisa aqu sao vapores, visto serem as
nossas commuuiraees por esle lado do imperio
ros e mais rios, todos navegaveis.
O vapor de guerra peruano Morona acaba de
entrar neste porto, procedente de Lorto em seis
das; urna bella viagem, porque estes navios na
verdade sao bellos e de uma velocidade toda a
prova.
Nao lhe descrevo as ultimas noticias do Per
pelos acontecimentos havidos com os Hespanhoes
e pela tomada das ilhas de Chincha, porque as aca-
bo de ler no seu Diario agora recebido.
Pan-ce-mit. porm, que o negocio est complica-
do, por isso que as repblicas do Chile, Botivia e
os Estados-Unidos, tm tomado a quesllo ao serio,
considerando-a como urna invasao estrangeira e of-
fensa directa naconalidade e independencia da
A assembla'provincial dividi a freguezia da
Parnahyba, creando a do Burity dos Lopes, enja
esolucao j foi sanecionada pela presidencia.
o termo da Parnahyba, tendo sido julgada
improcedente pelo juiz municipal a prescripeo de
10 annos allegada pelo criminoso de morte Joaquim
Barroso de Veras, foi a sentenca reformada pelo
juiz de direto que julgou o crime prescripto,
sendo o reo posto em liberdade, e note-se. que sen-
do o crime praticado em 1850, ocrimonoso em 1838
esteve morando com toda sua familia no termo da
Tutoia na provincia do Maranhao, segundo pri-
vn o promotor publico na opposicao que (ez a
prescripeo allegada pelo reo.
t O crime de Barroso um dos mais horrorosos
pois elle cacetadas assassinou sua prima Anna
da Paz Portula para roubar diversos objeclos de
ouro que a infeliz coinsigo conduzia em companhia
daquelle criminoso I
Por ordem do Dr. chefe de polica foi preso na
villa da Independencia, Joo da Cunha Alcanfor,
criminoso de morte na barra do Corda da provin-
cia do Maranhao.
Ceaii e Rio-Grande.Nada occorreu que ine-
11,111 .1.
O certo que as exigencias e os rmpanles hes- rec? meDcao- __ji:., _jj. j.
k Souza. Em Pombal anda caso neohum se havia
dado.
panhoos esta va m mais moderados, e o governo da
repblica acaba de obter do rongresso um voto de
coulianea para levantar fundos e levas de tropas.
Tinha sido chamada s armas e posta em p de
guerra toda a milicia e guarda nacional; assim
como um reforco naval da estaco 11 irte-americana
do Pacifico, esperava-se a todos os momentos para
garantir os portos do Per.
Havia rauita animad versad aos Hespanhoes, as-
sim como proclamacoes do povo e mesmo das au-
toridades contra os cobarde da Europa !
Veremos em que fica tanta bravata e estrepito,
proprtos desta nacao hespanbola, bulhenta, trai-
coeira e sanguinaria I
Findo. o presente 24, s 8 horas da manhaa, e
ns!i data ficam no porto os seguales navios:
A' descarga.
Julia........ Patacho inglez.
SimlbaU..... Barca dita.
Feliz-Ventura Brigue portuguez.
fi%r do V. Barca dita.
PERHAMBCO.


aSSEMLLV PRGYINGUL.
SESSO ORDINARIA EU 30 DE ABRIL DE 1864.
PRESIDENCIA DO SR- CONSELHB1BO TRIGO DE
LOUKBIRO.
(Cotulusuo.)
0 Sr. Bi-arque-.-Eu na estou pondo em davi-
da nem o direito do nobre npntado nem o exerci-
cio delle; mas estoo BsMdo que V. Exc. tendo-
se prevalecido da occasio para impugnar a des-
Deza, se liraitasse a moa verba que ja tinha im-
pugnado na casa, aquella rjae diz respeito ao
instituto agrcola, e guardasse silencio sobre tudo
mais, V Exc. comprehende oue isto nao encerra
urna recriminacao; foi apenas uma cireumstanca
que reteri para-mostrar a improcedencia da cen-
sura que V. Exc. fez ao projecto.
Sr. presidente, embora o nobre deputado protes-
te, quando eu digo que pareca com o seu silencio
autorisar as demais despezas do orcamento, eu nao
posso dexar de julgar muito procedente o meu ar-
gumento sobre este ponto.
O nobre deputado, tratando da questo que se
discute, lembrou-se do requerimeoto do nohre de-
putado pelo segundo districto, em que pedia a casa
para que se disculisse de preferencia a rereita
despeza, e observou que por occasio da discussao
desse requerirnento se tivesse declarado apenas que
elle era contrario aos eslylos seguidos em todos os
parlamentos, mas que outras razoes de grande pe-
so existiam em favor do semelhante idea, que en-
tretanto nao foram impugnadas.
Sr. presidente, a casa se hade lembrar que quan-
do fallei sobre esse requerirnento eu disse, que se-
gundo as ideas liberaos, segundo os principios ge-
raimente adraittidos em linaneas, todas isjrczcs
que se decreta uma imposico preciso que pre-
viamente se saiba para que ella destinada; e que
a adoptar-se o requerirnento do nobre deputado
pelo segundo districto ir-se-hia por empratca uma
theoria ante-liberal, porque a casa sabe perfeita-
mente que principio liberal a boa applica^so do
imposto, e que antes deste votado se deva saber o
lim a que elle destinado. (Apoiados.) Creio, Sr.
presidente que se se apresentasse nesta casa um
projecto de lei creando um imposto, e ao mesmo
lempo se nao dissesse para que se arrancava dos
contrbuintes mais essa quota parte do producto
do seu trabalho, esse projecto nilo pedera merecer
o nosso assentimeoto, por quanto, se nao era ille-
gal, ao menos nao estava de aecrdo com os prin-
cipios da sciencia, e at da boa razao; e sorpren-
de-me que sendo assim o nobre deputado diga que
haviam razoes de grande peso em favor do reque-
rirnento a que alludo.
(Ha um aparte.)
O Sr.Buarque :Eu disse isto, e o nobre depu-
tado coufessou que a idea do requerirnento era
contraria aos estylos parlamentares.
O Sit. Paula Baptsta : Eu nao fui compre-
hendido pelo nobre deputado.
O Sr. Buarque : Pode ser; mas o nobre de-
putado at declarou que era claro e manifest que
essa idea tenda a inverter a ordem natural das
cousas, mas que s vezes as razoes especaes ex-
gam que se pozessem de parte as razoes geraes ;
taes foram as palavras de V. Exc.
Se assim, Sr. presidente, diga-nos o nobre de-
putado quaes sao cssas circunstancias especaes
em que nos achamos, para que devamos abrir urna
excepejio um principio tao garantidor, to libe-
ral, tao recommendado pela sciencia econmica,
qual aquello de se discutir em prmeiro lugar a
despeza e depois o imposto ; diga-nos o nobre de-
putado quaes sao ellas ?
(Ha um aparte.)
O Sn. Buarque :Nao sei quaes sejara as con-
dicoes especaes em que estamos collocados, e que
pot-sa o nobre deputado chama-las em auxilio dessa
sua idea. Eu creio que o requerirnento do nobre
deputado do segundo districto nao poda ter outro
fim seno procurar fazer com que cada um de nos
attendesse as forcas da receta, para que na decre-
lacao das despezas, na apresentaco de emendas
augmentando estas se procurasse sempre manter o
equilibrio no orgamento ; foi isto ao menos o que
elle aqu nos disse.
Mas, senhores, supponhamos que nesta casa ap-
pareca um deputado, que querendo satisfazer as
necessidades do circulo que representa propoem-
emendas rompendo o equillono entre a receita e a
despoza ; o que tem islo 7 Servir o requerirnento
paraimpedi-lo ? Segue-se que a receita volada de
preferencia sirva de embarace ao augmento da
despeza f
Um Sr. Deputadd :Nao sei o que equilibrio
de receita com a despeza.
O Sr. Buarque : Lea o nobre depulado o or-
camento.
Um Sr. Deputado :Ha equilibrio recebendo-se
mais o gastndose menos 1
(Trocam-se outros apartes.)
O Sr. Buarque : E demais, se um deputado
aprsenla emendas que fazem desapparecer o
equilibrio entre a receiti e a despeza, anda assim
a assembla ter bastante criterio para regeita-las,
ou admitti-las procurando estabelecer urna nova
verba de receita correspondente, o que s far em
casos muito especiaes para nao crear im|H>sicoes
que p'i.-.-aui ser mal recebidas pelos contribuintes.
J v portantoa casa que sendo o requerirnento
contrario aos estylos como muito bem disseo nobre
deputado que o apoia, oppondo-se a principios ge-
ralmente seguidos, nao devia ser approvado.
O nobre deputado disse que so tinha conservado
silencioso quanto as despezas. Nao tratare deste
ponto...
0 Sr. Paula Baptsta : Nem pode, porque
direito meu.
O Sh. Buarque:Nao tenho direto de censu-
rar ao nobre deputado pelo seu silencio 5 mas
creio que tenho a faculdade de tirar desse silencio
aconcluso de que acquiesceu as despezas contra
as quaes se nao pronunciou.
O Sr. Paula Baptsta :No registro das magi-
nacoes absurdas assim .
Sr. Buarque :Ser assim, mas opiniao in-
dividual ; V. Exc. tem o direito de interpretar o
que eu digo como bem lhe parecer, assim como
eu tenho igual direito a respeito do que V. Exc.
disser. (Apoiados..
(Ha um aparte.)
O Sr. Buarque :Urna vez que V. Exc. rompeu
o silencio para impugnar urna nica verba de des-
peza, eu posso tirar a concluso de que acquiesce
as outras.
O Sr. Paula Baptsta :Embora vote contra.
O Su. Buarque :Se o nobre deputado proles-
tou com sua palavra contra uma verba Je despeza
eguardou silencio quanto s outras, a consequen-
ca a tirar-se que nao se oppoe ellas.
O Su. Paula Baptsta E' um novo modo de
entender : quera nao falla contra uma cousa, ap-
prova.
O Sr. Buarqi e :E' o caso de dizer tambem
meu turno que nao mo quer entender.
O Sr. Paula Baptsta : E' que o nobre depu-
;ado qur por forca, que o meu silencio seja ap-
provador.
O Sn. Buarque .Disse qae tomava o silencio
do nobre deputado como V. Exc. acquiescendo as
demais despezas, porque estas nao foaam impug-
nadas.
O^Sr. Paila Baptsta :E votandb-ooatra ?
OSn. Buarque :Entao vota contra as demais
verbas t
O Sn. Paula Baptsta : Conra,. ou a avor,
como entender. __
0 S: Buarque :Sr. presideHe, entrando, na
apreciaco da receita, e nobre deputttoofpoi se
ao imposto de a por cento sobr o algodarx
O nobre deputado, qae gos tanto de fallar das
cir-ilmstaneias ospeciaes eai uno as achamos e
que por ellas se deixa guiar nesta casa, desta vez
nao quiz nttender mud essas circumstancias.
Sr. presidente, verdade que todas as vezes que
uma industrir comeca a prosperar em um paiz, e
principalmente em m paiz novo tomo o nosso,
nao por rerto a ocaso a mais opporluna para
que se la.ncem oaus essa industria, tanto mais
quando sr j trata de um ramo da industria agrcola
no nosso paiz. que por excelencia a principal
fonted/^riquflsapublicav
Mas, se o nobre deputado tivesse, como disse ha
pone1, attendido s condicoes especiaes em que se '
acha o ramo dessa industria que alludio, havia
de ver que o imposto de 5 por cento lancado so-
bre o seu producto era de alguma maneira acn-
sainado por essas condicoes. O nobre deputado l
sabe, e trouxe o facto para argumento, que a
guerra dos Estados-Uuidos nao duradoura, e '
que por essa guerra nos acharaos em condicoes es-1
Seciaes inteiramente alheias a piroduccao do algo-
o no nosso paiz, e que s esta cireumstanca se \
deve a alta desse genero ; que tendo essa guerra de \
cessar, por certo queopreco desse producto ter de
tttittr. Sabe mais que nao foi o auxilio da diminu- j
cao do imposto que deu impulso cultura do algo-1
do ; que todas essas circumstancias reunidas s j
mostram que cousas estranhas nos determina-
ran! a sua alta, c que hoje o restabelcimento do
antigo imposto nenhuma infiueocia funesta exer- j
cera sobre este ramo de industria que s pelas
oceurrencias externas se regular. Se o nobre !
deputado l^sse a exposico de motivos da com- <
missao, havia de ah encontrar uma resposta mui-1
to plena consideraran que apresentou sobre este
objecto, e vem ser que o imposto dos 3 % nao
um imposto novo sobre o algodo de nossa provin-
cia, um imposto que existia quando esse genero a-
penasobtinha um preco de mercado de 6 e 7 por
arroba; que esse imposto foi dminuindo pela sim-
ples razio do que a procura do algodo nao era
to grande como a que se faz actualmente. >
Um Sr. Deputado : A razao nao foi efca, foi
porque se attendeu as difflculdades do transporte.
O Sr. Buarque :Foi porque o genero deixou
de ter a mesma procura; e por consegunte a in-
dustria soflreu.
Tendo desapparecido a causa que deu rugar a
diraiuuicodo imposto, parece que poda ellevoltar
ao seu antigo estado.
Um Sr. Deputado :A causa foi a enfermidade
que deu no algodo.
O Sn. Buarque .Tambem aceito. Mas se
verdade que todas essas causas concorreram para
a depreciago do algodo, tendo hoje desappare-
cido todas ellas, parece, que nao fra de propo-
sito restabelecer o anligo imposto. Depois, a com-
missao declarou logo em seu parecer qtte todas as
vezes que a procura desse genero nao fosse to
grande, como a que actualmente existe, o imposto
deveria ser reduzdo na razao do valor de merca-
do que elle obtivesse.
Sr. presidente, percorrendo, como tu o nobre
deputado, todas as industrias de nossa provincia,
que esto sujeitas a impostos, o que vemos ? Ve- \
mos que o algodo sendo vendido por prego eleva-
dissimo, tendo igualmente grande procara, aquel-
le genero que melhor pode supoortar o augmento
da imposico.
(Ha un aparte.)
O Sn. Buarque :Perdoe-me V. Exc, a provin-
cia tira um lucro maior do que tirava, em conse-
quencia da maior produeco, mas admitdo o princi-,
po do augmento constante das necessidades publi-
cas, onde Iremos nos procurar os metos para satis-
faz-las, seno impondo sobre aquelles productos
que esto mais no caso de supportar a imposi-
c:io ? Preferira V. Exc. que se augmentarse a im-
posico sobre o assucar ? Emendo que.no, porque
V. Exc. sabe perfeilamente que o assucar nao se
acha em estado de supportar um augmento de tri-
buto.
O que fizemosns? Escolhemos um producto
que poda supportar maior onus, c isto pelas cir-
cumstancias especiaes em que se acha a sua procu-
ra no mercado.
Se para o anno o tlgodo nao estiver as mesmas
condicoes, esta casa diminuir o imposto de 2 e
mesmo de 3*: para attender a estas considerares
que o poder legislativo vola o imposto annual-
menle, e esluda as circumstancias especiaes de
cada uma das industrias, quando tem de assim
proceder.
(Ha um aparte.)
O Su. Paila Baptsta : Devenios prevenir logo
a baixa do preco.
O Su. Buarqub :V. Exc. sabe perfeilamente
que, se devesse prevalecer esse principio, eulo ;
nos nao deviamos crear imposico alguma, estara-
mos sempre a espera de que o preco do genero [
baixasse, deviamos (car estacionarios a respeito
da imposico, o que ninguem sustentar.
Fcilas estas observacoes, eu passarei a outra
ponto.
O nobre deputado fallou do imposto de 12% sobre
os rendimento das casas em que esto os estabele-1
cimentes cominerciaes.
Eu devo declarar ao nobre deputado, e pego que
acredite que o fago com a maior attenco e res-
peitoj que este imposto de que tratou nao lan-
gado sobre as rendas dos estabeleci mentes, como i
pensa; se o imposto se applcasse ao que rendes-
sem osestabelecmentos, todas as razoes apresenta-
das pelo nobre depulado, seriam procedentes, mas!
nao, o imposto sobre a renda das casas ond esto
esses estabelecimenlos, propriamente sobre o,
aluguel.
O Sr. Paula Baptsta :Mas quem paga?
O Si. Buahque : -O imposto deve ser pago pelo;
dono do eslabelecimenlo; mas tarde elle vem a
recahir sobre o consumidor.
O Sn. Paula Baptsta :Afina) de contas quem
paga?
Sr. Buarque :Paga o dono do estabelecimen-
to; paga um imposto proporcional ao aluguel do]
predio, porque o imposto nao lancado sobre os
fondos do eslabelecimenlo como V. Exc. quer, mas 1
sim sobre o aluguel.
Portanto, explicado o equivoco, rectificado o en-
gao em que o nobre deputado se acha va, todas as
suas objeeges devem desapparecer.
O Sn. Paula Baptsta : Acho que nao.
O Sr. Buarque : Sr. presdeme, este imposto ,
muito antigo na provincia..........
O Sn. Paula Baptsta :Mas foi augmentado.
O Su. Buarque :PerdCe-mc, nao foi; ha uma
emenda agora sobre a mesa para augmentado, mas
com o fim de tornar proficua a lei que isenta do
pagamento desse imposto as casas que tiverem to-
dos os seus caixeiros naconaes.
Um Sr. Deputado: Isto j caho.
O Su. Buarque :O projecto que- eu me redro
est em M discussao e tudo nos faz crr que a casa
o adoptar.
(Ha um aparte.)
O Sr. Buarque: Como o nobre deputado,depois
de ter eu mostrado o seu equvoco, insiste aos
argumentos qtte apresentou em impugnagao deste
imposto, eu passarei a analysav esses arguuaen-
O nobre depulado disse que o imposto sobre a
renda exiga .1 exhibigao dos fiyros dos commer-
antes para que podessem ser eollectados. Entendo
que esta consideragao j nao procede, desdo que
est demonstrado que o importo sobro o aluguel
das casas dos estabelecimenlos e nao sobre a ren-
da destes.
Disse mais o nobre deputado que examinando-se
todos os impostos, era este o que menos pr*porgoes
offerecia para ser augmentado-----\
O Sr. P. Baptsta ; Nao foi com relaco a es-
te imposto que apresentei essa consideragao.
O Sr. Buarque : Neste caso, nada mais ac-
crescentou V. Exc. sobre este imposto.
V. Exc. perguntou que razoes teve a commissa*
para crear uma irnposigao sobre os collegios.
Eu recouhego que a irnposigao sobre os col-
legios pelo lado que V. Exc. a encarou, e no es-
tado e+i* que nos achamos, tendo anda pequeo
nuaoro de estabeiecimentos desta especie, nao era
do que de mate prompto se devesse langar mo;
portento accei em parte as rasiderc5es do
V. Exc; mas %i tambem nao ha de contestar
que o ensino secundario nos collegios particulare-
uma industria cocho outir.a quabjuer, c desde qae
como tal considerado, deve eMar sujeito as im-
posigoes. v
Esta foi uma das razies que actuatipno animo
da commissao, mas na > foi a nica. A ANpinisso
impondo sobre os collegios particular-- te por
fim ainda que indirecto, chamar a concurrencia
para o Gymnasio Pernamoucano. Nos temos aquel-
le estabeleeimento publico bem montado, que cu-: 1
grandes sacrificios provincia, e entretanto a con-
currencia para elle insignificante, o que tal vez
nao acontecesse se os collegios particulares pagas-
sem um tributo.
Devo dizer que reconhego que um semelhameo
te systema de imposto protector nao o mai ad-
missive!, c antes reguitado em these; mas o
caso em que eu devo soccorrer-me a theoria da>
circumsuincias especiaes que V. Exc. nos lera pre-
gado.
O nobre deputado fallou ainda do imposto sobra
os saveiros ; disse que este imposto nao era jus
lilii-i vel, e a nica razao que deu para nos conven-
cer disto, foi que os individuos que possuiam esses
botes ou saveiros, e que contentavam-se com o lu-
cro de 1000 ou 2HXX) por da, erara domen po-
bres etc.
Primeramente eu nao sei se os saveiros em sua
grande parte pertencem a semelhanles proprieta-
rios ; pelo contrario, as nformagoes que tenno, >io
que essas balieiras e saveiros sao propriedade de
individuos abastados que delles auferem grandes
lucros ; parece, pois, que a mposgo creada pelo
projecto nao mal cabida, que nao vai ferir, como
pensa o nobre deputado, uma classe pobre, que
nao vai matar uma pequea industria. E. Sr. pre-
sidente, admttido que esses botes e saveiros per-
tengam aos individuos que o nobre deputado figu-
rou em lo ms condiges, ainda assim, repito,
estando a irnposigao na proporgo dos lucros que
elles retirara da sua industria, me parece que se
injustiga ha excluir-se da irnposigao essa indus
tria, ao passo que para aquella concorrem todas as
mais.
Creio que ainda neste ponto nao prevalecem as
razoes do nobre deputado.
Vejamos o imposto sobre os escravos ganha-
dores.
Nao sei que razao teve o nobre deputado para
querer comparar o imposto de exportaco sobre
escravos, com o que foi actualmente creado pela
commissao.
Sr. presidente, o imposto de exportago de es-
cravos que hoje de '.Mi, foi em algum lempo de
2005, e era ento considerado como impesto pro-
hibitivo, isto pretendia-se evitar que os^bracos
escravos se retirassera em grande proporgo para
as provincias do sul, e a cireumstanca de se illu-
dir frequentemente o imposto fez com que elle
fosse reduzdo ao que i actualmente.
Disse o nobre deputado que nao comprehende
que se queira estabelecer to pesadas imposiroes
sobre a escravatura, e como se deva conciliar o
imposto de 30.5, que tende a evitar a sabida de
bracos da provincia, com o de 105 sobre os ga-
nhadores nesta cidade, que facilita a sahida d esses
mesmo bragos.
HafTima perfeia confusa na maneira po*que o
nobre depulado encarou esta imposico, que so
concilia da melhor forma com o imposto de ex-
portago. v/
Primeiramente eu observo que o ter escravos
empregados noservigode transportes uma indus-
tria lucrativa que deve pagar mposgo como outra
qualquer ; acresce em segundo lugar que devemo<
ler em vista a vantagem que ha em fazer retirar da
capital os bragos escravos, que devem dedicar-se a
lavoura com o duplo resultado de favorecerera
aquella industria, e de deixarem lugar ao empre-
go dos bracoslivrcs. (Apoiados.)
Comparando o lim do imposto de exportaco
com o que ora se estabelece, v-se que o primeiru
procura evitar a sahida desses bragos da provincia,
e que o segundo concorre para que elles se em-
preguem de preferencia no interior. Se nm tao
proficuo resultado se obtiver, como esperamos-, da
nova irnposigao, devemos dar parabens aos habi-
tantes de-ta cidade, onde nao necessilamos por
certo dos escravos, que pelo contrario sao muito
perniciosos aeducaco das familias. (Apoiados).
Creio que assim'tenho explicado a maneira de
conciliar as duas imposiges.
O nobre depulado disse de passagem que o im-
posto creado era direito, que recahia sobre os pro-
prietarios, e que ataca va a propriedade. Nao sei se
as razoes apresentadas pelo nobre deputado para
nos convencer de tudo isso procedem, porquanto
nao sei se o imposto recae directamente sobre o
valor do eseravo, ou se sobre os lucros que delles
sao retirados ; nao este imposto da natureza do
imposto sobre a venda,nemdo da decima de heran-
ca e legados, que atacam directamente a proprie-
dade ; o imposto em questo antes uma quota
parte do lucro que d o eseravo ganhador, e me
parece que nao est no cas.) dos impostos que fe-
rem a propriedade, como pre'ende o nobre depu-
tado.
(Ha um aparte.)
O Su. Buarque :Divirjo neste [ionio do nobre
deputado.
V. Exc. fallou ainda no imposto de 105.sobre
os cavados, e a nica razao que deu para impug-
nado foi que as cocheiras j pagavam impostos, e
portanto os cavallos deviam estar isentos, por is que o contrario darla em resultado o encarecimen-
to do p;co dos carros.
Sr. presidente, a razao apresentada peto nobre
deputado nao procede, e nao procede, perqu o im-
posto de que trata o projecto nao sobre os caval-
los de tiro, mas sobre os cavallos de sella, por
, consequencia nao vai prejodiear a industria dos
transportes dos carros, e nao haver razad para
que elles subam de preeo.como tanto reeeia o nobre
deputado.
Depois acresce que o imposto sobre os eavallos.
quer de aluguel, quer particulares, se applira aos
existentes na cidade do Recifr, um imiiosio. po-
de-se assim dizer, que vai recar sobre nm objecto
; de luxo. (Apoiados.)
E se nos impom >s sobre outras umitas coasas
essenciaes a vida, porque razio haveroos de isentar
os objeclos de mero recnio T
Quem quer ter commodos, nao e mnito que pa
gue imposto; e se qnem tem nm carro oo cabrio-
le! paga um onus, nao raudo que quem tem ca-
vallos de luxo tambem concorra para a renda pu-
blica, tanta mais quanto isto sement com rea-
cao a cidadu do Recife.
O nobre deputado falln ainda do pedagio, roas
sobre este ponto eu julgo nada mais poder accres-
ceniar ao que ja tive a honra de expor casa, por-
quanto o nobre deputado fez consideraces sobre
um projecto que j foi approvado por esta rasa e
est convertido em le; por occaio da drceussao-
de semelhante projecto eu manifestei bem clara
mente o meu pensamento.
Nao sei, Sr. presidente, se terei respondido a to-
das as objeeges apresentadas pelo nobre depata-
do, fiz, porm, o que estava ao meu alcance,
aqullo que a minha intelligenca me permittia fa-
zer, e nao duvidarei rollar ainda ao debate, se en-
tras duvidas se apresentarem ao espirito do nobre
deputado. (Muito bem, muito bem.)
Encerrada a discussao, o artigo approvado
com as seguintes emendas :
I Ia, a que excepta do imposto de cinco por cen-
to as palhas de coqueiros, (metas, aves, lenta, e
quaesquer outros gneros para gastos do navios e
alimentago da tripolagSo e passageiros; 2", a que
excepiua do imposto de M#0M sobre venda de es-



~7
'7
~
*
-!*-
_

cravos aquelles menores de dous annos ; 3, a que ponte do Maduro. Com effeito, s quem or ella
excepta os escravos do pagamento do imposto de tem necessidade de passar, ou for examina-la,
10*000 sobre os escravos ganhadores; 4-, a que que poder ver o rkco que eorre quem por elia
excepta os cavallos de sella dos suburbios da ci- transita, mesmo p, em noite de escuro ; tanto
i
Hurlo de PoruiibiM Sabbado 8 de Julho de ik4
*MF*

^^BBVHVHHB^^^^B
9*-r v -*



nm buraco ; e no prximo passado
de instrucco particular; 7*, a que isenta do im-
posto do 1:0005 as casas que venderem blltietes que leve de necessidade ir 'acarro aquello lucir,'
de loteras de outras provincias 5 8", a que declara quasi que Janeada soDre as ponas das esticas
ser pot cada casa de compra e venda de escritos, dos sitios que a limitan), alm do grande trabalho
f n?1!f2rca? commissao de escravos o impos- que deu para tirar um dos cavallos ue cahio no
to ue 1W5; 9", a que diz que a taxa das barreiras buraco,
devera ser cobrada pela existente; sendo as de- c Portanto reclamacdes desta ordem nao 4
mais emendas rejeitada*. causar enfado Vrocs. e antes devein ..citar a
segunda part da-ordem do oca- averiguagao daquelles que teem po- ,ver curar
2* discussao das emendas apresertadas em 3* do bern publico.
pretende osiipplicante construir o forno, acha-se I Francisco Candido da Paz .
is corurieyfs das posturas em vigor, mas deve Manoel Francisco de Souza Lima .
11'iri OMf b.>lli\r>nin<. '^-___:___r^_. w J
ao projecto n. 1 de 1860.
Sao approvadas sein debate.
3" discussao do projecto que fixa a forca policial
na provincia.
' approvado sem debate.
Contina 1 i* discussao do projecto que crea
nesla cidade urna escola normal no arl. 17.
e julho de 1861.
HEPABT1CA0 BA *OUCU.
Extracto das partes do di?
Foram recolhidos ca>-
do pasado :
A' fdem do Illm. or. Dr. befe de polica, An-
tonio Francisco <^> Nascwnento e Antonio Lopes
de Lima, para -errtas ; Joaquim Francisco do
approvada o substitutivo do Sr. Silveira Lobo Nascimento, francisco Marques Celestino, Manoel
far que essa casa esta na planta para ser
1; coa. tudo a cmara que resolva 1 respeito
'r malfe conveniente Concedeu-se.
requmenlo do Sr. Gameiro, mandon-se
uruem ao r rador para apresentar na primeira
urna ramil ur, sessao ur ., das desapropriaedes feitas com a
quota \v ^ua no presente exercicio, o valor dellas,
as VQjrse mandaram faier, sua importancia, e i-
najffiente qoanto existe na mesma quota.
Achando-se presentes o Hscal da freguezia de Ja-
boatao, e seu supplente, que foram chamados na
vem: sessao ullima,.para darem a razao porque consen-
tiram que Amaro Bernardino de Sena Portella ed-
ficasse sem licenca e cordiajo um sobrado no
povoado da mesma freguezia; o Sr. presidente da
cmara interrogando ao fiscal, pwguntou-lhe como
havia elle consentido em semelhante ediicacao,
deteioao no dia 30 para a qual nao existe licenca ; o fiscal respondeu
que na boa f pormittio a Amaro fazer os alicerces,
visto que o mesmo Ihe alirmara ter requerido li-
cenca para dita ediicacao, e que continuando na
mesma, pedio-lhe de novo a licenca, tendo sempre
Bellarmino Constantino Costa Medeiros
Manoel Paulo de Albuquerque .
Simplicio Fortunato Ferroira ........
Geminiano Jos de Albuquerque .
Manoel de Souza Menezes. .
Ernesto Celestino de Mandones. .
Ignacio Adriano Monteir .
Luiz de Franca Soares.......
-

Io7 dor de quasi todas as letras aceitas por Francisco Giqui, idem klero
128 Antonio de Oliveira pela importancia da compra Tapacur, idem idt...
120 (do engenho Guerra, sito no termo de Ipejuca, pro-1 ponie dos Carvalhos, idem idem
114 movendo ja execucao contra o mesmo Oliveira por I *s arrematacdds sero feitas p
5:9885mH)
i-.mm

9645801)
- Pr I As arremataedes sero feitas por tempo de 3
algumas dessas letras de quantia superior vinte annos, a contar do 1 de julho do corrente anno a
~ 30 de junho de 1867.
As pessoas que se propozerem a essas arremata-
edes, comparecam na sala das sessoes da junta de
Cmara
1864.
Candido > Sauza e Manoel Rodrigues do Nasci
ment, eomer'criminosas.
A' .ton do Dr. delegade da capital, lenlo Jos
Ce Je Mello, por ter sido encontrado sobre os
..ios da via-ferrea.
A' ordem do subdelegado do Recite, Thomazia,
i escrava de Marinho Besser, requerimento deste.
A' ordem do de Santo Antonio, Ephigenio, es-
cravo de Francisco Pinto Guimaraes, por infrac-
go de posturas.
A' ordem ao da Boa-Vista, Benedicto, escravo,
pertencente massa fallida de Farias & C, re-
2,6
municipal do Recife 30 de junlio de
O procurador,
Jorge Vctor Perreira Lopes.
80
66 o seteconlosde ris, e que a respeito de algumas
62 outras que se vencero, de importancia maior de
40 48:0005, trata de promover a sua cobranca pelos
5 meios judiciaes, para o que j foi citado, previne
*' que ninguem faca negocio ou ontra qualquer tran-
saccao com o referido engenho Guerra, escravos,
animaes, utensis para o fabrico de assucar, safra,
que tudo est hypothecado Vara garanta do paga-
mento das letras aceitas pelo dito Oliveira pela
compra do referido engenho na importancia de
243:8005. afim de que qualquer fique logo certo
que algum negocio ou transaccao que flzer, ser
nullo. Recife, 2o de abril de 1864.
COMMUNICADOS.
adoeceu, por cujo motivo
exercer o cargo.
Em vista do exposto pelo fiscal, o Sr. presidente
extranhou o procedimento com que elle se houve
neste negocio; que nao se poda admillir boa f em
negocio publico, e por isso achava-se elf bastante
comprometido.
O Sr. Barata d'Almeda, pede a palvra, e extra-
a
Em
fiscal.
seguida tratou-se da nomeacao do novo
e rejeitada a emenda do Sr. Jacobina.
Sao appi ovados os arts. 18,1! c 30.
Passaudo-se ao art. 21, lida-e apoiada a se-
guirte emenda :
Ao arl. 2 supprimam-se as seguintes palavras
ou precedendo proposta do conselho director'
o Din do artigo.fochael.
E' approvado com a emenda.
Em seguida sao approvados os ar'' .i, 24 e
e 23.
Vao mesa e apoiam-se os s< jies auditivos :
Fica o presidente da pro*i^.a autorisado a no- Fcho,cu> a. iumn u : rar
mear pela primeira ve/ inaWidente de concurso, querimento dos administradores da mesma.
os proressores da esrola normal, podendo remover A' ordem do de S. Loureneo, Severino Raymun-
para a mesma alguns dos actuaes professores de da Silva, para avuriguaeoos in crime de furto de
instrucfao primaria que pela sua llustracao, sna cavallos.
dedicarlo, sua longa e proveitosa praiica no ensi- o chefe da 2" seccio
no,,hmm julgados dignos.Rocliael /. g. de Mesquita.
Artigo additivo. Nos pontos dn provincia onde Passageiros do vapor nacional Cruzeiro fo
Bao exi.-tirem estabelecimentos pblicos de ins- Sul,-vindo do Para e portos intermedios :
iruc.ao primara ou secundara, ser permtlido | D. Margarida Verdin. Gabriel Antonio, Gasimi-
qualquer individuo abrir csses estabeleciuienlos, ro Jos de Moraes Sarment e 1 criado, Dr. Silvio
irecedendo autorisacao do delegado Iliterario da Policio Pereira Perraz, Gabriel Villa Larga, Joo
ocaliJade.Silva Burgos.Buarque. Aras e Vedal, Raymundo de J. Santos Netos,
Aris. additivos,Opresidente da provincia po- Antonio Goncalves Moraes e 1 criado, Laurindo
era conceder d'ora em diante, sob propostt do Pereira Simas, Antonis Jos Stern, Jesuino Gomes
direetor-geral deinstruccao publica, ouvido o con- da Silva e i criado-, Francisco Jos Guimaraes, Be-
elho director, urna gratficacjio extraordinaria que lizario Pessoa Gavalcanli, Claudino T. B. Cava I-
nao exceda a 3- parte de seus vencimentos aos cauti, Jos Silva Loureiro, Jos Clementno de Fa-
professores prvidos em virtude da lei n. 369 de 14 na, Jesuino Pereira da Silva, Pedro Lopes de Men-
de maio de 1853, que se houverem distinguido no doea, E. A. Paulo, Adolpho Eugenio Soares,
ensmo publico por mais de 13 annos. Cun>bte es- Francisco S. Silva Retumba e 1 escravo, Manoel
L2?^ "* assWRMade e zel (lue verem Oliveira Lima, Antonio Rodrigues da Costa, Justi- do Perein, Tolenlino Correa Vianna e herdeiros
nS I10 .aP,ve,,amen,o ue seus alumnos, no Jos Fernandes, Luiz Antonio Pereira da Silva, ] do finado Dr. Pedro Ignacio da Curta, e levantou-se
provado por meio dos exames annuaes fetos as Francisco Jorge Martins Botelho, Antonio Alexan-| a sessao.
respectivas escolas. dnno Lima, Francisco Pereira de Novaes, Antonio
a coiicessao desta gratificarlo aos professores, Lins Leite, Manoel Gomes Moreira, Alipio Dias
prvidos antes da citada le, e que tiverem ordena-1 Machado, Jos d'Azevedo Maia, Dr. juiz municipal
que contarem 12 annos de servico dlstincto, urna Barbosa da Silva, Antonio Francisco Ramos, Joao
vez fie ial gratificado nao exceda 4* parte do, E.JM., Braz Lepor, e 1 praca
seu ordenado. Seguem para o sul : "
s como a outros professores sera pa-1 Amonio Mara Carbonel, Jos Mara d'Azevedo
O Liberal de 2H de j un lio.
Em resposta a censura irrogada ao Exm. Sr. Dr.
Domingos de Soma Leo de haver feto um pas-
seio a estrada de ferro at a-estacad de Una e ou-
Iltaa, voltando desta em um trem especial,
Nao ha intriga, por mais grosseira que seja, de
que se nao prevalccam os inveiosos do subido e
SZfnSs ^Lf,fhar e!le C0DCed,da. 1"e,?-1 'icentestavel mrito do Exm. Sr Dr. Joaquim Sal-
nalmente conc^-seaobra, e neste tempo elle \ danha Marinho para alienar-lhe a svmpathia que .
Mito passou o supplente a felizmente Ihe vota o corpo eleiloral desta Ilustra- f que fosse tisfeiu a importancia das respec
da provincia que o vio nascer.
Aps a chegada dos vapores Prmceza de Joincil-
le e Bearn, assoalham esses invejosos que S. Exc.,
ajem de ter declarado que renunciawi, na elei-
Qao senatorial a que se tem de proceder a 10 do
corrente, os votos dos genuino, j nao liga toda im-
portancia ao resultado d'essa elecao pefo que Ihe
nha tambern o procedimento que Alo fiscal Uvera,! possa d^i r^pV Sr 90 A Z
e concluio pedmdo a sua dem ssao. can.tirtatnr* TTIZI.ZZ. '<' ':...:'" T.TVS. T*
candidatura
de
,---------.. a senatoria pela provincia do Rio u
aJ d ais quem allasse, e posta a votos Janeiro na vaga a que dera Jugar e ialleclmento do
proposta de demissao, foi approvada.^ visconde de Maranguape. 'P
- Maranguape.
O eleitoradopernambucano tem bastante bomsenso
para saber despresar mais esse ardil dos que eos-
>r. Mello, pede a palavra, e propoe o actual, tumam erguer-se contra todo o cidado que logra
siippiente. conquistar na opiniSp publica reputacao au bem
O Sr. Barata d Almeida, em vista da proposta fez fundada como a do Exm. Sr. Dr. Joaquim Salda-
algumas consideracdes em oppos.cao, mas acabou nha Marinho : poda eu.por tanto, entregar ao me-
e posta a votos fo. approvada recido despreso sa alicanlina, e deiu-la correr
! impunemente.
is communieacoes neste sen- provavel, porm, que semelhaDte boato De
seja so nao o prodomo dos meios reprovados a que
pretende algoem recorrer para crear indisposicoes
contra S. Exc.
Isto posto dou-me pressa em declarar, compe-
tentemente autorisado pelo Exm. Sr. Dr. Joaquim
Despacharam-se as peticdes de Antonio Jos Du- Saldarrha Marinho, nao s que. em caso algum de-
arte, Antonio Bernardo Quirinoe outros,_ abaixoj Siste elle da subida honra de ser incluido na lista
por ser favoravel,
unanimimente.
Mandou-se fazer
tido.
Antes de ser interrogado o fiscal, o Sr. presiden-
te havia nomeado o fiscal de S. Jos para ir a Ja-
boatad fazer termo de achada de infraccao contra
Amaro Bernardino de Sena Portella.
ga a gratillcacao desde o dia em que se completa- Pereira, H. Christin, Joauum Pereira Mart'inho da
rem os referidos leti... -,..-o ^ _
prazos. : Silva, alies Segismundo Cicero Araripe, Dr. Fran-
gratilicacao pode ser suspensa ao professor cisco de Paula Pessoa. Felico Antonio Gusmo.
recer por seu procedimento ulterior. Passageiros do vapor Princeza de Jomville,
sabido para o norte :
Antonio Pereira dos Santos e Silva, Manoel Jos
m Vieira Bayna,
, Albeito Nadier,
Domiciano Junes da Silva, Manoel Gomes Morei-
ra, 3 prayas do exercito, 2 de polica, 1 preso e 1
desertor.
Passageiros do hiate nacional Sobralense. sa-
bido para o Acaracu': Trajino ion- (iavalcanti.
i Vicente Severino Duarte, e Jos Raymndo Fer-
i a 2J discussao do projecto n. 48, que' reir.
A
qne
Rocliael.
3-' discussao do projecto n. 73, que manda resti-
tuir a Joao Luiz de Souza e herdeiros de Joo Viei- Bastos^&riqu P^ Alvest*Joaqui
ra Lima o que pagaram de sello de herancas c le- Vicente ATves da Costa e Silva,
ga(IO> n*lfnipiark Rlntkas *l C:l.. If^
E' approvado.
3* discussao do projecto n. 91, que sema do im-
posto de renda de estahelecimento aquelles que li-
verem lodos os seus caixeiros brasileiros.
E' approvado.
assignados, Francisco de Barros Correa, Fraoklin
Benjamim Theotonio Peixoto, Jos Ignacio Avilla
(2), Jos dos Santos Ramos, Manoel Augusto Candi-
Eu, Francisco Canuto da Boa-Viagem, secretario
a subscrev.Henriques da Silva, pro-presiden-
te.Reg Maia.Barata de Almeida.Reg.Mel-
lo. Gameiro.
CHROMCA JLIHUH
tivas passagens, devo declarar, por amor a verda-
de, que a viagemjde S. Exc. a una e considerada
como olcial, porque 6 abrigado como seu princi-
pal inspector a visita-la, na forma dos contractos
da companhia, e semelhanca dos seus antecesso-
res, tinha direito, como aquelles, ao transporte
gratuito.
Quanto a viagem de S. Exc. ao engenho Velho,
pela estaco da lina, convem informar igualmente,
que, nao obstante a condico de ser S. Exc. o pri-
meiro inspector da estrada de ferro, e por isso
com direito as transporte gratuito, desse privilegio
se nao utilisou, esua passagem e a da sua familia
oram pagas lano na ida como na, volta, sendo que
nesta ultima satisfez S. Etc. a importancia inte-
gral do trem especial que o transortou a esta ci-
dade.
Recife, l de junho de 1864.
Buarque de Macedo.
Engenheiro lscal
O perfuue do iiemispierio oc-
cidental.
EXTRAHIDO DA GAZETA ME.NSAL D\S MODAS.
Existe por certo urna qualidade altamente sani-
taria, suave e deleitavel na deliciosa fragrancia des-
ta agua popular que de lo grande ornamemto ser-
ve ao toucador.
Ella como por encanto nos faz lembrar o
reforma a reprticad de obras publicas da provin-
cia.
Approvado. sendo o intersticio dispensado re-
querimciito do Sr. Araujo Barros.
2' discussao do de n. 93 que rene o ofHcio de
eseriyo do jury do Limoero ao de 1 tabellio.
E' approvado e dispensado o intersticio re-
querm.-nto do Sr. Araujo Barros.
1* do projecto n. 76, que crea em Nazareth mais
um offifii) de 2" tabellio.
3" do de n. 74, que concede ao Io secretario da
repartidlo de obras publicas seis mezes de licenca
com os respectivos vencimentos.
Tendo dado a hora, o Sr. presidente designa a
ordem do da e levanta a sessao.
Morimento da casa de detenco no dia 29 de
junho de 1864.
Existiara 336 presos.
16 1
Sahiram..... 4 >
Fallecen...... 1 1
Existen)...... 367
A saber :
Nacionaes..... 232
Estrangeiros... 38 >
Mulheres...... 7
Estrangeras ... 1 *
Escravos ...... i
Escravas...... 6 1
REVISTA DIA&A.
Segundo cartas do Ro de Janeiro o esposo de
Sua Alteza Imperial a Sra. Isabel um tratad
da fallecida rainlia de Portugal D. Eslepliania ; e o
de S. A. S. a Sra. 1). Leopoldina S. A. o duque
de Peniliivre, lilho de S. A. oSr. principe deJoiu-
Tille.
Adiase nomeado Lispo do Ro de Janeiro o
Rvm. Sr. Francisco Caldoso Ayres, natural desta
provincia.
Acerca desia nomeacSo, .jue honra ao goveruo
imperial, diz a Cruz, do dia 12 :
Cousta, uu fiara inelhor dizem ijue est nomea-
do O bispo lia nu-smo qu.-in allirme vr ja sagrado de In-
glaterra, onde actualmente reside, o Sr. padre Ar-
res.
O nomc deste Ilustre brasileiro, nolavel por
sua virtude e illu>traco. nao desconhecido aqu
no Brasil, donde S. Exc. lilho.
Os reverendos prelados do Cear c Diamantina
foram seu< corapanniros em Roma, e de ha muito
que precouisam os seus inerecimenlos.
O Sr. Ayres pertence a congrega^o doabba-
de Rosmini, e ha wrto de dezotto amws que reside
na Europa.
Pur portaras de 30 do passado foram Hornea-
dos :
Director da escola normal o Rvm. Sr. couego
Francisco Rocliael Pereira de liriin Medeiros;
Professores da mesma Drs. Maximfano Lopes
Machado e Jorge Dornellas Ribeiro Pessoa, e o pro-
fessor Miguel Archanjo Mindeilo;
Porteiro da mesma o habilitado pelo Curso Com-
mercial Antonio do Reg Pacheco;
Professor da segunda cadeira de mathematicas
do Gymnasio Pernambucanoo Dr. Augusto Carnei-
ro Monleiro da Silva Santos.
A escolha para esses lugares foi bem auspiciada,
recahindo em pessoas de reconhecido 111er1loe.il-
iQStraco, par de conbecimenios adequados ao
professorato.
0 conselho director em sessao de 31 do pr-
ximo passado, confonnou-se com o julgamenlo da
commissao de exame quanto as provas escripias do
exame de habilitayo de D. Mara d'Assumpjao de
Andrade Luna ; mas quanto as provas dos candi-1
337
Alimentados a custa dos cofres pblicos 121.
Movimento da casa de detencad no da 30
de junho de 1864.
Existan)
Entraram-----
Sahiram___
Existem___
A saber :
Nacionaes___
Estrangeiros.
Mulheres____
Esl ran ge ira..
Escravos.....,
Escravas.....
367 presos.
12 >
22
337
2H
39
3
1
60
8
337
cusa dos cofres pblicos 122.
eufermaria no dia 1 de julho
Alimentados a
Movimento da
de 1864.
Tiveram baixa :
Dimiizio JcoBaptista; bronchite.
Candido Maximino dos Santos, febre.
Manoel Jos de Souza ; sypbilis.
Manoel, oscravo de Bernardina de Jess Teixcira ;
intermitente.
ulitl'aiuo do dia 26 dc passado n0cemitek10
puiilico :
Rila Maria Rosa Guimaraes, Pernambuco, 62 an-
nos, solleira, Boa-Vista ; dilataco no coracaa.
Cato, Escravo, Pernambuco, 2 mezes, Boa-Vista ;
gaftro interle.
Joaquim, escravo, Pernambuco, 8 dias, Recife ;
espasmo.
Manoel Jos dos Santos, Pernambuco, 80 annos,
viuvo, S. Jos ; interle.
- 27.-
Pedro Ignacio da Conceico, Pernambuco, 42 an-
nos, solteiro, Boa-Vista'; phlysica pulmonar.
Jos, Pernambuco, 2 anno?. S. Jos ; dvarrha.
Jos Ferreira de Lima, Pernambuco, 30 annos,
viuvo, Santo Antonio pleuzeria chrunica.
-28-
Ignacjo, escravo, frica, 80 annos, solteiro, Recife;
lesao orgnica do coracao.
Anglica Mara doEsfirito Santo, Pernambuco. 64
anno?, casada, Boa-Vista ; inflammacao chro-
nica.
TI1Illl VAI> DO COHHBRCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 30 DE
JUMHODE 1864.
PRESIDENCIA DO BXM. Sil. DESEMBARGADOR
PERETTI.
As 10 horas da manha, reunidos os Srs. depu-
tados Lemos, Aleoforado e Rosa, o Sr. presi-
dente declarou aberta a sessao.
Lida, foi approvada a acta da ultima.
EXPEDIENTE.
Foi presente a cotacao offlcial dos preces cor-
rentes- da praca,* relativa ultima semana.
Archive-se.
DESPACHOS.
No requerimento de Joaquim Juvencio da Silva,
pedmdo que seja registrado o documento que
apresenta, cassando os poderes conferidos a Luiz
Antonio Vieira, procurador e administrador da ca-
sa commercial do fallecido Manoel Goncalves da
Silva, sogro do supplicante.Como requer.
No de Ildefonso Jos de Abreu, do Cear,- pedin-
do o registro de dous documentos que fazem parte
de uns autos de justifleaco, e que tem relacao com
a substituido do dote de sua raulher. Regis-
trem-se.
No de Sirupson & C, pediado o registro de urna
procuraco.Ragstre-se.
No de Guilhenne Vanglan, pedindo tambern o
registro de urna procuraejto.O mesmo despacho.
SESSAO JUDICiARIA EM 30 DE JUNHO
DE 1864.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR
A. F. Illllllll
Secretario, Julio Guituiraes.
As U i/f da manhaa, o Sr. presidente abri a ses-
sao, estando reunidos os Sis. deseuibargadores Sil-
va Guimaraes, Accioli e Domingues da Silva, e de-
putados Lemos, Rosa e C. Aleoforado.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
Assignaram-se os accordos proferidos na ultima
sessao, entre partes :
Appellaute, Luiz Antonio Goncalves Ferreira;
appellados, Fraga & Cabra!.
Jl LGAMENTOS.
Appellantes, Domingos Jos de Amorim -j Victo-
rino Lim dos Santos ; appellados, os curadores lis-
caes de Uuilherme Carvalho & C.
Foi confirmada a senlenca appellada.
Appellante, os curadores'lisc.aes da massa fallida
de Amorim Fragoso Santos & C. ; appellados. Ra-
mos Duprat 61 C, representados por Daniel & Gui-
maraes.
Foi confirmada a sentenea appellada.
Appellante, J. F. Cox, gerente da casa commer-
cial de Rosiron Rooker & C. ; appellado, Joao de
sa Cavalcanti de Albuquerque.
Foi confirmada a sentenea appellada.
AppellanttyVicenle Alves Machado ; appellado,
Prente Vianna & C.
Adiatropor seren impedidos os Srs. Lomos, Ro-
sa e C. Aleoforado.
trplice em vista da qual tem a coroa de escojher o
substituto do finado conselheiro Francisco Xavier
Paes Barreto em a cmara vitalicia, se nao tambern simo incens florido do vero ou a 1
que para consegui-lo almeja e aprecia os suTragios favorito tom de msica antigo o qual or ve
de lodos os seus comprovmciarjos, cujas crnes po- nos faz recordar aquellas scenas passadas d
ticas nao se opponham radicalmente as sus; ma-
nifestadas alias com a franqueza que Ihe innata,
j na tribuna e J na imprensa.
Recife, 1 de julho de 1864.
Dccio de Aqu no Fonceca.
PBLIC1C0ES 1 PEDIDO.
Ao distinelo e especial corpo eleiloral desU|
provincia.
Candidato senatoria o Dr. Joaquim Salda ha
Marinho, dirigi cada um dos dignos eleitores
peciaes desta provincia, a circular abaixo tra,
cripta ; mas podendo acontecer que, muitas das
mesmas circulares, por circunstancias que se nQo
pode prevenir, nao tenbam chegado, e que agn
mesmo nao cheguein anda a seus destinos, por
isso faz-se a presente declaracao, pedindo-se ao
mesmo tempo desculpa de faltas que possam appa-
recer e notarle, e de que jamis deve ser raspn-
savel o mesmo Dr. Saldanha Marinho, que s tem
motivo para confessai-se eternamente grato, ao
diatincto e especial corpo eletoral desta provincia,
queja urna vez o acolheu benigno.
Illm. Sr.Tendo solicitado do corpo eleiloral de
oossa briosa provincia a admisso de meu obscuro
nome na lista trplice que foi offerecida ccroa na
ultima eleicao, consegu isto, e do modo o mais no-
ate e lisongeiro mira, que por lao grande consi-
deracao me confesso eternamente agradecido. Da
tribuna parlamentar eu me dirig aos eleitores de
minba provincia, e Ihes tributei a homenagem devi-
da pelo titulo de suprema honra que me haviam
concedido.
Pela lamentavcl morte do Sr. conselheiro Fran-
cisco Xavier Paes Barreto d-se nova vaga no se-
nado, e nova eleicao vai proceder Pernambuco.
Apresento-me novamente ; reputando de minha
dignidade consultar ao mesmo corpo eleiloral se
nos poucos mezes decorridos da-eleicao em que fui
considerado tonho em alguma cousa desmerecido
do conceito em que se dignaram ter-me os eleito-
res pernambucanos.
E porque tenho consciencia de mim, como lenho
intima conviccao da dignidade, independencia e
firmeza de carcter de V. S., nao duvido contar
com a sua valiosa coadjuvaco em prl de mnha
candidatura na eleicao que se vai agora proceder.
Ausente do campo onde a elecao vai ser dspu-
ladaeu nao cont senao com a bondade e honra
de V. S., em cujas qualidades confio plenamente.
Sempre firme nos principios liberaos, para irium-
pho dos quaes nenham esforco e sacrificio tenho
poupado, me reputo no caso "de merecer a conti-
uuaao de seu apoio.
Fica as suas ordens o d V. S. amigo, patricio,
criado obrigado
Joaquim Saldanha Marinho.
Rio de Janeiro, 7 de abril de 1864.
te os quaes ouvimo-lo pela vez primeira. E' '.espi-
ritual e santo e delicado como o aroma da gen uina
agua de colonia, e com tudo o seu perfume mais
profundo e duradouro c a sua fragrancia nu nca
muda, nem enfraquece, como acontece cornos mais
perfumes exlrahidos e coropostos do leos vobatis.
As senhoras as quaes geralmente solfrem de do-
res nervosas da cabeca Ihe dao a preferencia to-
da e qualquer urna ontra applicacao local, como
um excellenle mei* de aliviar as dores ; e em qua-
lidade de um perfume para b quarto de um doente
elle por sem duvida eminentemente refrigerante
e agradavel. Refermo-nos lio smente quanto a
agua Florida de Murray & Lanman. Quanto as
mitacoes sao ellas despresvels o nao merece a
mais leve menead.
Acba-se em todas as tojas de perfumaras.
CG1KMERCI0.
C4IXA FILIAL
DO
II1 \C O OO BRASIL
EM PERNAMBUCO.
A directora da caixa filial do banco do Brasil
nesta cidade, administradora da massa fallida de
Joaquim Francisco de Mello Santos, convida es ere-
dores da mesma massa para apresentarem seus i-,
lulos at o (ira do correrte mez, afim de seren
convenientemente examinados e proceder-se-ha aa
primeiro dividendo da referida massa.
Recife 4 de junho de 1864
Jos Mamede Alves Ferreira.
Secretario.
Affaudega
Rendimento do dia 1............
34:973,^808
.MovIincQto da alfandega
Voluntes entrados com fazendas...
com gneros.
Volumes sahidos
com
com
fazendas.
gneros.,
223
384
113
613
------730
607
fazenda da mesma thesouraria, no da cima men-
cionado, pelo meio da, tendo logar as habiltaedes
nos dias 30 do corrente e 5 de julho vindooro.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria proviucial de Pernam-
buco, 27 de junho de 1864.
O secretario,
A. F. da Armunciacd.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, offlcial da impe-
rial ordem da Rosa e juz de direito especial do
commercio desta cidade do Recife capital da pro-
vincia d Pernambuco eseu termo por S. M. Im-
perial e constitucional o Sr. D. Pedro II a quem
Deus guarde etc.
Faco saber aos que o presente edital virem e
uelle nolcia tiverem que nodia 23 de julho do cor-
rente anno, se ha de arrematar por venda quem
mais der era praga publica d'este juizo, um sobra-
do de deus andares, silo ra do Crespo n. 7, ten-
do a frente para a ra do Imperador e oito para a
do Crespo com varandas de ferro em ambes os la-
dos, e um soto com janellas para as mesmas ras,
com salas e quartos, avaliadotm 23:0005000, e
qual foi penhorado por execucao de Joao Frederico
Jorge Kadts contra Miguel |Jos Barbosa Guima-
raes.
E nd havendo lancador que cubra o prero da
avaliaco a arremataco ser feita pelo valor da ad-
judicar-So com o abatimento da lei.
E ser o presente publicada na forma do estjlo.
Recife, 21 de junho do 1864.
Eu Manoel Mara Rodrigues do Nascimento,
escrivo o subscrevi.
Tristiio de Alencar Araripe.
O Illm. sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que o thesourero da mes-
ma thesouraria est autorisado a pagar, do da 8
do corrente por diante, os juros das apolices da
divida publica provincial, vencidos aleo ultimo do
junho prximo lindo.
E para constar se mandou publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 1" de julho de 1854.O secretario,
A. F. d'Annunciaco.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico, que o thesourero da
mesma thesouraria esta autorisado a pagar do dia
8 do correrte por diante as apolices da 3* serie da
divida publica provincial.
E para constar se mandou publicar pelo jornal
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco Io de julho de 1864.
O secretario,
A. F. d'Annuncia<;d.
Ftcul'lade de Direito,
De ordem ddsExm. Sr. director se faz publico,
que em cumprimcVilo do aviso de 17 de junho do
correrte anno, estlnevamerte posta a concurso,
com o praso de quatro nteszes. a contar da data
deste, a cadeira de inglez doelRG preparatorio
desta Faculdade; pelo que o candidato que se u>
zerinscrever dentro do referido praso dever jus-
tificar previamente perante o Exm. Sr. director :
i-ser cidadao brasileiro, 2o maioridade legal, 3-
moralidade, por meio de attestado dos parochos e
de folhas corridas no lugar onde houver residido
nos cinco ltimos annos, 4- capacidade professo-
nal. Os que, porm, tiverem sido em algum ttm-
po condemnados gales ou soffrido aecusaco ju-
dicial de furto, roubo.estellionato, bancarrota, rap-
to ou outro qualquer crime, que ofrenda moral
publica ou a religiao do estado, nao se podero
inscrever, excepto se a aecusacao judicial tiver
sido argida de falso pelo candidato, e nao houver
provocado condemnaco judicial, e assim o decidir
a eongregacao por va de recurso interposto dentro
de dez dias. Para a capacidade prefess.onal de-
ver exhibir o candidato algum dos do:umentos
seguintes : Io titulo de capacidade na materia em
concurso, conferido pelo conselho director da ins-
trueco primara e secundaria da corte ; 2o titulo
de professor publico tambern de materia em con
curso, concedido pelo governo imperial; 3U diplo-
ma de bacharel ou doutor as faculdades do impe-
rio ou academias estrangeras, ou bacharel em ret-
iras, salvo as pessoas notaveis pelo seu talento, e
reconhecidamente habilitadas, que forem dispensa-
das desta prova pelo governo, ou oue se quizerem
prestar a um exame previo, tudo (fe conformidade
com o capitulo 4" do regulamento de 5 de maio de
1836.
Secrelaria da Faculdade de Direito do Recife 2
de julho de 1864.
Jos Honorio Bezerra deMenezes,
Secretario.
Boa-
es-
datos, foram eslas remeltidas a urna commissao de Antonio Fidellis de Figueiredo, Pernambuco, 60
dous membros do mesmo conselho para dar o seu
parecer e ser emo delinilvamente deliberado.
Obteve licenca para ensnar primeiras letras,
latim e francez em Pao 'Alho, o padre Manoel
Ferreira da Rocha.
Obliverain tambern licenga para ensnar as
primeiras Thtras nesta cidade D. Ilermilla Lydia
GuedesAlcanforado, el). Francisca Malaquias dos
Santos. )
Co&o-nos que na vespera de S. Pedro houve
urna bella d esplendida reumo familiar em Olin-
da, dada nisalo da academia, pelos ofliciaes do
batalhao allrf lstente e alguns estudales, qual
concorreu a mfkMia das pessoas mais distinctas da-
quella cidade.
Foram notaveis a ordem e a harmona que rei-
naran] entre os convivas durante todo lempo da
reumo, tendo a ella comparecido tambera o cora
mandante do batalhao e sua excellentissiraa fami-
lia, dando assim provas da estima, consideraco e
boa barmoraia que existem entre os ofliciaes e o seu
chefe.
Hoje s 4 horas da tarde manda benzer a
confrana de Santa Rita de Cassia, o seu novo sino
com as ceremonias devidas ao acto.
Amanhaa ter lugar a festa de sua padroeira
n7r f olemnidade, na qual orar o Rvm. Sr
5 Bm'srtr,es^nard? J0?? Gre0' e T< Oeum
Luna m e ndu Moute Ca"nello
A msica da missa coraposicao do autor Pinto
e sera ejecutada pela orchestra dirigida pelo pro-
fessor o Rvm. Sr. padre mestre Primo. P
Tocara tambera diversas eexcellertes pecas a
banda miniar do segundo batalhao de guarda na-
cional sob a direccao do respectivo mestre o Sr
Hermogenes Norberlo de Gumo.
Ser para desejar que os respectivos irraos com-
parecam a estes actos, bem como que todas as ir-
mandades, ordens religiosas e confrarias, mandera
repicar os sinos de suas igrejas na occasiio da
bencao daquelle.
Pedem-nos a seguirte publicacao, de cuja
materia ja nos temos oceupado :
Srs redactores da Revista Diaria :-Se ba im-
prudencia da parte dos nufragos que pedeni *o
<:orro, tambern o ha ver da parle dos moradores
da estrada de Belera, pedindo proridincias para a
annos, solteiro, Boa-Vista ; gastrite chronica.
Jos de Almeida Nunes Lima, Portugal, 39 annos,
solteiro, Santo Antonio ; apoplexia fulminante.
Virginia de Andrade Piulo, Pernambuco, 33 an-
nos, casada, Recife ; molestia Interior.
=29-
Thomaz, Pernambuco, 36 annos, solteiro, Boa-Vis-
ta ; indigestad.
Joaquim Marcelino, Pernambuco, 16 annos, soltei-
ro, S. Jos ; pltfysica pulmonar.
Manoel, escravo, Pernambuco, 2 mezes, Boa-Vis-
ta ; interite.
Joao, Pernambuco, 8 dias, S. Jos ; espasmo.
Joaquina, Pernambuco, 64 annos, solleira
Vista ; alienada.
30
Joaquim, Pernambuco, 3 horas, Recife
pasmo.
Maria da Conceico, Pernambuco, 24 annos sollei-
ra, Boa-Vista ; gangrena.
Bartholomu Jos da Costa, Pernambuco, 30 an-
nos, solteiro, Santo Antonio ; ferimenio.
Rila, escrava, Pernambuco, 40 annos, solleira, Re-
cife ; gastro interle chronica.
Alexandrina Maria da Conceico, Pernambuco, 30
annos, solleira, Recife ; tubrculo pulmonar.
Douazia, Pernambuco, 0 mezes, Santo Amonio ;
convulso es.
Pedro, Pernambuco, i anno, S. Jos : idem.
Juvehna Baptista de Souza P Pernambuco, 27 an-
nos, casada, S. Jos"; congestd cerebral.
PASSAGENS.
Appellantes, os administradores da fallencia de
Bastos & Lomos ; appellados, Bozano Irmao.
Appellantes, os curadores da fallencia de Amo-
rim Fragoso, Sanios & C. ; appellados, Costa &
r ilhos, por seu procurador.
O Sr. desembargador Silva Guimaraes jurou
sospeicao e pa=sou ao Sr. desembargador A:cioli.
Appellantes, es curadores fiscaes de Amorim,
Fragoso, Santos & C.; appellados, Cals Irmos.
Appellantes, Francisco Xavier de Oliveira, como
administrador de sua mulher, e Luiz Pedro das
Noves ; appellado, Jos Cordeiro do Reg Portes.
Appellante, Jos Joaquim da Silva Gomes; ap-
pellado, Jos Dias da Silva.
Appellante, Antonio Jos de Siqueira ; appella-
dos, os administradores da massa fallida de Joo
Jos de Figueiredo.
Do Sr. desembargador Silva Guimaraes ao Sr.
desembargador Accioli
Srs. redactores.Apresenlando-me candidato
um dos lugares da lista trplice na elegao de se-
nador, a que se tem de proceder nessa provincia,
rogo-lhes o obsequio de fazerem publicar as co-
lumnas do seu jornal a circular que dirijo aos elei-
tores especiaes da mesma provincia.
Sou com particular estima, etc.
Antonio Coelho ile S e Albuquerque.
Ro, 4 de maio de 1864.
Illm. Sr.A lamenlavel morte do benemrito
Pernambucano, o conselheiro Francisco Xavier
Paes Barrelo^deu lugar a uina vaga senatorial por
essa nossa prpvincia.
Animado pelas repetidas provas de estima e con-
Banca, cora qne lenh sido distinguido pelos meus
concidados, c-Uso pedir minha provincia a honra
de ser contemplado na lista trplice, que tem de
ser apresenlada escolha imperial.
A mnha vida publica nao breve, e, com a mo
era minha consciencia creio poder dzer V. S. que
s o bem do meu paiz me ha guiado em todos os
meus actos.
Se, pois, V. S. entender que o meu nome nao
deslustrara a sua lista, dgne-se de acolhe-lo cun
benevolencia, amparando-o com o seu voto e com
o seu prestigio e relages.
Terei sempre vivo em mnha memoria, e ser
sempre objecto de meu sincero reconheciraento, o
obsequio que pego V. S.
Descarregam no dia 2 de julho.
Brigue inglezBebe of the Exemercadorias.
(.alera nglezaRaphaelcarvo.
Patacho inglez W. M. Ihdgcdiversos gneros.
Brigue portuguez Confinara btalas e merca-
dorias.
Patacho inglezEmma locomotiva para a estra-
da de ferro,
Brigue suecoEwii-taboado de ferro.
Barca inglezaD/hiki-mercadorias.
Rccebedoria de rendas Infernas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia i............ 1:3944998
DECLARARES.
2095730
25000
6:2695382
4:093502
1:8035420
da tf& os administradores da massa fal':-1 Desejo V/S." muitas prosperidades, e rogo-lhe
Pacheco & Mendes ; appellado, Manoel Viei- que transmita as suas ordens qoem se prza ser
I de V. S. amigo e criado, aliento e obrijadissmo
Antonio Coelho de S e Albuquerque.
ra Sampaio.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Domingues da Silva.
D1STRIBUICOES.
Appellante, Francisco Antonio Pontual; appel-
lado, Antonio Gomes da Cunha e Silva.
Ao Sr. desembargador Silva Guimaraes,
Appellantes, os administradores da massa falli-
da de Pacheco & Mendes: appellado, Francisce Jo-
s da Costa Barros.
Ao Sr. desembargador Accioli.
agora vos.
Aggravo de peticao interposto do juizo especial.
Aggravante. Francisco Santiago Ramos ag-
gravado, Joaquim Elviro Alves da Silva.
O Exm. Sr. presidente negou provimento.
Carta tcstemunhavel do juizo especial.
Aggravante, Francisco Gomes de Oliveira 5 ag-
gravados, os administradores da massa fallida de
Se ve, Filhos & C.
O Exm. Sr. presidente nao tomou conheciraenio.
Aggravo de instrumento interposto do juizo mu-
nicipal de Serinhem.
Aggravante, o tenente-coronel Gaspar Cvalean-
ti de Albuquerque Ucha ; aggravado Jos da Sil-
va Pegado.
Negou-se provi ment.
RENDIMENTO DA RECF.IlEDORIA DR RENDA?
INTERNAS GERAES DE PEnNAMBUCO DO
MEZ DE JUNHO, A SABER :
Renda da typographia nacional. .
Renda dos proprios nacionaes. .
Foros do terrenos de marmita ..
>z,t dos bens de raz.............
Decima addicionnl das corpora-
goes de mo mora.............
Oireilos novos e velhus e de
chancellara....................
Ditos de patentes dosofTicacs da
(Cuarda nacional................
Diiima de chancellara...........
Matriculas da Faculdade de Di-
reito .......................
Mulla por infraccoes do regula-
mento........*.................
Sello do papel fixo................
Oilo do proporcional.............
Premios dos depositas pblicos...
Emolumentos.................
Imposto sobre loj:is e casas de
descontos...........
Dito sobre casas de movis, rou-
pas, etc. fabricados era paiz es-
trangeiro............
Taxa de escravos.........
Cobranga da divida activa ....
liidcinnisaeoi'S...........
Deposito de diversas origeas.....
Consalado provinbial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publico
que no dia 7 de julho corrente liiulam-se os 30
das uteis marcados para a cobranza bocea do
col re do 2 semestre do auno fiuanceiro lindo de
I8b3 a 1864 dos impostes da dcima urbana, do
consumo de agurdente, e de 3 OO sobre .os bens
de raiz pertencentes corporayoes de mo mora
licando sujeitos a multa de 3 0|0 sobre os seus de-
bites lodosos que pagarem depois daquelle dia.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco
1 de julho de 1864.
Antouio Carnero Machado Rios,
Administrador.
Conselho administrativo.
O couselho administrativo paira furneciment do
irscnal de guerra tem de comprar os objectos
15000! seguintes :
5765000
2825400
10250O
2365133
4:91350
6:6805248
1315193
5985800
12:8045382
Para o presidio de Fernando.
Capa-rosa 3 libras, linhas pardas 1|2 arroba, re-
traeos de vidro 1 caixa, taixas para saltos 1 quin-
tal, taixas de encostar 1 quintal, taixas de palmi-
Ihar 2 arrobas, cera do abelha\s 2 gtamellas.
(Juera qafcer vender laes oByectte, aprsente .1
sua proposta em caria fechada na' secretaria do
conselho, s 10 horas da manha do da 11
corrente.
do
ratvo para
' julho de
1:1205000
1:4365000
2:3105599
2335 30
2135730
Tem esta bella e rica provincia de eleger no dia
10 de julho tres nomes, que sero apresentados ao
nesso Augusto Monarcha para a nomeacao de um
senador, que preencha a vaga, qDe no senado dei-
xra a mu sentida morte do nosso dlstincto patri-
cio, o Exm. conselheiro Prancisco Xavier Paes
Barreto.
Alguns candidatos j se tem apresentado, e, ii-
songeando-me com o reconliecer em todos elles
grande merecimento pelos seus talentos, Ilustra-
cao, serviros ededicaco causa publica, anim-
me a solicitar igualmente a subida honra de ser
eleito.
Naoencareco meus servicos, e digo apenas, ane
elles sao poucos em relaco aos amitos, que tenho
desejado e desejo prestar.
as lucias polticas o raciocinio tem sido minha
nica arma, os bous principios minha religiao pol-
tica, a exalucao o inimigo que aborrece, as recri-
minasoes pessoaes o objecto de meus desgostos
Amo a.liberdade e a .ordem, eiJeste duplo amor
tem resultado o nao poder simularjme, nem comer-
CMARA MUNICIPAL.
QUINTA SESSAO ORDINARIA AOS 7 DE JUNHO
DE 1864.
Presidencia do Sr. Henriques da Silva
Presentes os Srs. Barata de Almeida, Gustavo do
Reg, Mello e Gameiro, abre-se a sessao, e elida e
approvada a acta da antecedente.
Leu-s o seguirte
. EXPEDIENTA:
Nada mais houve e encerrou-se asestfliiu' me- S?l"re 1ue 8e 0" de Ju^wr destes dous
a a sesean a 1>* principios : este tributo pesado e difficil
hora da tarde.
Cantara Municipal do Recife.
Matiidouro publico da cidade do Recife.
Mataram-sc para o cohsumo desta cidade no
mez de junho do correle anno 2,621 rezes. a
saber:
Libanio Candido Ribeiro & C........
Virgilio Horacio de Fre tas
760
.302
320
196
18
164
_ --------------- eu o te-
nho pago ao meu paiz.
Talvez nao me seja possivel dirigir-me particu-
larmente a cada um dos Srs. eleitores ; nao pen-
sem por isso que, as occasioes de dar evidentes
provas de vivo reconhecimento, o men coracao se-
r menos expansivo do que o de outro qualquer.
Digne-se V. S. de acceitar os votos de sincera
estima c consideracio do que de V. S. patricio,
venerador, servo e criado.
' Recife, 10 de junbo de 1864.
Francisco de Pauta Baptista.
Ao publico.
SilvinoGuilherme de Barros, sendo hoje o porta-
de Pernambuco,
Rccebedoria
ie 1864
O escrivo,
Uanoel Antonio Simes do Am
44:3405826
30 de junho
iral.
Consulado proTincial.
Rendimento do dia 1.. .8......... 3:4215260
MOVIMENTO 00 PORTO.
Navios entrados no dia Io.
Para e portos intermedios 7 dias, vapor nacional
Cruzeiro do Sul, de 1:100 toneladas, comraan-
dante o !> tenerte Joaquim de Paula Guedes Al-
eoforado, equipagem 63, carga varias gneros.
Saludos no mesmo da.
AcaracHlate nacional Sobralense, capito Anto-
nio Gomes Pereira, carga diferentes generes.
Lisboa Brigue portuguez Lata II, capitao Antonio
Francisco Vieira, carga assucar e varios gneros.
Portos do norte Vapor nacional Princeza. com-
mandante 1 tenerte Francisco M. A. de Araujo
EDITAES.
O Illm. Sr. inspector da Ihesooraria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manda fazer publico, que no
da 7 de julho prximo vindouro, vai novamente a
praca, para ser arrematado a quem mais der, os
pedagios das barreiras abaixo mencionadas :
Caxang, avahado novamente por an-
, no e.ra ........3:32OJJO00
Jaboatao, dem idem.....3:5204004
Sala das sessoes do conselho admini
fornecimento do arsenal de guerra, Io
1864.
.4nfon;o Pedro de S Barre\o
Coronel-presidente.
Sebasttio dose Basilio Pyrrlfo,
Vogal-secretario.
Acha-se nesla subdelegada um caix
sabao que um preto andava offerecendo v
por se presumir furtado, e se pedir explcac
dito preto o abandonara : quem for seu dono
parees, queprovando, Ihe ser entregue.
Subdelegada da freguezia de Santo Anton
Recife 1 de julho de 1864.
O subdelegado,
Manoel Antonio de Jess Jnior.
Conselho admioistralivo.
O conselho administrativo para fornecimento do-
arseual de guerra em cumprimento ao artigo 22 do
regulamento de 14 de dezembro de 1852, faz pu-
blico que foram aceitas as propostas dos senhores
abaixo declarados para fornecerera o rancho da
companhia dos menores de arsenal de guerra, nos
mezes de julhoe agosto prximo vindouro.
Manoel Antonio de Jess :
Pao de 4 oncas 35840 rs. a arroba, bolacha ar-
roba a 45160 rs.
Joo Carlos Augusto da Silva :
Assucar refinado de segunda sorte a 180 r a li-
bra, cha Hyson a 25400 rs. a libra, caf em grao a
280 rs. a libra, raanleiga franceza a 360 rs. a libra
arroz pilado a 100 rs., bacaluo a 130 rs. a libra!
carne verde a 160 rs. a libra, carne secca a i50 r*'
a libra, loucinho de Lisboa a 270 rs. a libra fari-
nha da torra alqueire a 45300 rs., feijo prto ou
mulalinho alqueire a 75300 rs., aceite doce garra-
fa a 560 rs., vinagre de Lisboa garrafa a 200 rs.
O conseibo avisa aos mestnos senhores fornece-
dores quo deve ter comeco o dito fornecimento' no-
dia 1 de julho prximo vindouro.
Secretaria do conselho administrativo para for-
necimenn do arsenal de guerra, 30 de junbo de
1864.
. Sebastian Jos Basilio Pyrrho,
vogal secretario.
Corris gfral.
Pela administradlo do correio desta cidade se
taz publico para lins convenientes que em virtude
do dispato no artigo 138 do regulamento geral
dos correios de 21 de dezembro de 1844, e artieo
9 do decreto n. 783 de 15 de maio de 1851, se pro-
ceder o consumo das eartas existentes na adminis-
tracao, pertencentes ao mez de junho de 1863 no
da 3 de julho prximo, s H horas da manhaa
na porta do mesmo correio, e a respectiva lista s
acha desde j exposta aos interessados.
Admraistraco do correio de Pernambuco 25 te
junho de 1864.-0 administrador,
Domingos dos Pasaos Miranda.
m+mm
-mniLADox


1 h>rh> de -ernawhd^ %abl>ado t fe 4nl!i de 1S*4.

i
r
f
O abaiw assignado; uwcador da rocebedoria
de rendas internas geraes> pelo pcaMl*-.az tteto
aos dono dos flvewot-nsrabatecimaBto* do bairro
do Recife, que no di* i do crranle d principio ao
laucamente do imposto de 20-por canto, .segando
pulo caesd AUandega, roa da- Gadma, Crux, Lin-
goeta, TnoMois Votos, neceo do. A*m Twpirhe,
praca do Cominerao, W&ap>, Eaoantameiito, Ca,
cimbaBMadj* db Deu>, triw*sa da nreaartia do
Burgo, Codorniz, Lapa,. Moe'da, A*morim, Fargo da
AsseraBla, ra do Cosa, e-que derem terpromp-
tos os tem recibos oo papis de tratas parai serem
a presentados, e en vista-delias ser feito o processo
do mesmo laneainento, como dispoe o artigo 37 6
seus paragraplMM, do-reguUownto de 47 de marco
del8fl
O laocador,
Jos Jeronymo de Souza Limoeiro.
Conselho admiuistradvo.
O conselho administrativo para fumecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos se-
guiutes :
Para o presidio de Fernando.
1,109 alqueires de farinha de mandioca pela me-
dida do padrao da cmara.
Qaem qaizer vender tal objecio aprsente a
sua proposta em caria fechada na secretaria do
ft^iiliu nrmnliOMi
D8
LEILO
DR
Pambiba, Satal, *** A<7. Ced- *rae e, fe|ra do correle
_ ^7 __... __,_ 1 O agente Pestaa vender por conta e risco de
0 vapor Jtopun mman- perlen.r, 25 caixas com etcellentes alhos
*2!.LoTr' *%*%% ^h Pr" desembarcadas do vapor inglez, em um ou mais
tos do norteo ma I de n|ho as 5 ,otesa V0|)Udfl ^gDlla.feira \ do correnie, pelas
horas- da urde. Desde j| recebe ^ Q d manhaa ^ porta de Anne8.
arga at o dia 6. Knonnimon-
das, paseageiros e dinheiro a frete at s 2 horas
da tarde, do dia da- sabida : escriptorio no Forte
do Mattos n. 1.
*
COMPANHIA PERNAMBUCAN1
DE
\a vesana* eoaeira 4 vapor.
Macet e escalas, reneiln e Aracaj.
O vapor PtrMtmngas ctmman-
dante Ratis, segu para o portes
do sul no dia 3 de julho as o horas
.da tarde. Desdo ja recebe carga
'al o dia 4. Kneomraendns, pas-
sageiros e dinheiro a frete at s 3 horas da
tarde do dia da sahida : escriptorio no Flrte do
conselho,s 10 horas da manhaa do dia 4dejulho manos n.1
prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fomecimento do arsenal de guerra, 22 de junho
de 1664.
Antonio Ptdro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastian Jos Basilio, Fyrrho,
Vogal secretario.
Correto geral.
Pela administracao do correio desta cidade se faz
COMPANWA PERTTAMBCANA
DR
Xavegaco eostelrn a vapor.
liba de Fernando de .Nerouha.
No dia 14 de julho ao meio dia
segu o vapor Parakiba, comman-
dante Martins, para o presidio de
Fernando de Noronba. Recebe j
carga al o dia 13. Encommen-
tosn. 1.
publico, que hoje (2) s 3 horas da tarde, fechar- das, passageiros e dinheiro a frete at o dia da
se-hao as malas que-tem de eoaduzir o vapor Cru- sahida as 11 horas escriptorio no Forte, do Mat-
zeiro d Sul para os portes do sul. Os jornaes se-
rao recebidos at o meio dia, e os seguros at a 1
hora da tarde.
O abaixo assignado. laucador do consulado
provincial, avisa aos senhores propietarios de pre
JLK1LVO
DA
Melade do sobrad de 2 andares sito
ra do Padre Pl uriana a. 21.
Terra-feka !> de julho s 11 horas.
O agente Olimpio acha-se autorisado a vender
em leilo a metade do sobrado de 2 andares na
ra do Padre Floriano n. 21, chaos proprios e ren-
de mensaimente 42*
Os preleodentes podero entender-se com o re-
ferido agente em seu escriptorio na ra da Cadeia
do Hecife n. 48, onde ser effectuado o leilo da
metade do referido predio. ___
LEILO
DE
Fazendas avariadas.
Ter^a lelra & de julho.
Roben Lightbownn & C. farao leilo por intor-
vencao do agente Pinte e por conta e risco de
quera pertencer de aiguns madapoldes, chitas e
brins com avaria d'agua. salgada, s 10 horas do
dia cima dito em seu armazem da ra da Cadeia
n. oo.
LEILO
Rio de Janeiro.
O brigoe Trovador segu com brevidade, recebe
Sios'olbnog, -o^aoaMiaaMabflMqiojMla d>W]f*>,* mmm'A*** irau-se com os consig-
gueziaidc S. Jos-, que sendo nomeado por portara. najaras Marques, Barros AC, largo do Corpo San-
do administrador do mesmo consulado, datada de. te a. o.
20 do correnie mez para proceder aos differentes | para i\^01
lancamentos dos impostos ja criados, e uWmamen- MhIr em breTJdade 0 brigue ponugue Consnr.-
e outros pela asemMea legislativa provincial que t fmm ajnda a| ca a freUj pa6sage.
tendo de dar principio aos seus trabalhos do da 27 aog g; excedentes commodos : tra-
por diante, pede aos mesmos senhores que tenuam S^ Manoel Ignacio de Oliveira & Futo, lar-
promptos os seus recibos e ma.s documentos in- do ^ Santo, escriptorio n. 19.
nerentes ao que diz respeito, afim de que possa o --------------------:-------1-----------
mesmo langador proceder com regularidade, igual-j PllYQ, fl Jif lilil
dade e sem vtame das partes, os referidos lanca-
menios; assini como para garanta dos mesmos se
pretende seguir com muila brevidade a escuna na
cional Carlota, tem parte de seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se\ com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C., no seu escriptorio ra da Cruzjnu-
mero 1._______________________________
Rio Grande do Norte e Assu'
A barcaca Graciosa sahe at o dia 4 de julho
para os portos cima, recebe carga a frete : a tra-
tar na ra da Madre de Dos n. 2, ou na escadi-
nha com o mestre.
AYoltomry Bond.
Wanted on the ship and cargo of the British Bar-
coflsellto administrativo para fomecimento do que Gustaw Adolph, captain E. Petersen, about rs.
enal de guerra tem de comprar os objectos se- 1,5005 more or less, for the necessary disburse-
intes: ments incurred by the vessel at this port, to enable
Para o 0o bataihao de infantaria. | her to proceed on her voyage to Maco. Sealed
Espadas com bainhas de ac 2, fiadores de couro i tenders te be addressed to the captain at the Bri-
preto envernisado 2, talhins "de dito 2, cananas de' tish consulale, and lo be opened in the presence of
II. B. M. Cnsul ou Monday next (1 th Inst,) at 1
P. M. Recife 1 july 1864. ____________
nhoresdeilar o seu visto nos recibos e mais docu-
mentos que Ihes forem apresentados, segundo de-
termina o regulamenlo.
Mesa do consulado provincial 23 de junho de
1864.l'lisses Corkles Cavalcanti de Mello.
drremalaco.
Anda em praca para ser arrematada pelo juizo
municipal da 2' vara, escrivao Baptista.a mei-agua
n. 33, sita na ra de Hortas, freguezia de Santo
Antonio, pertencente Andr de Abreu Porto e sua |
mulhr-r ." virtude da execucao que Ihes inove a
i da Misericordia desta cidade.
ooselko adiuiulstrativo.
dito 2.
Para a enfermara do corpo da guarnigao
da Parahiba.
Jarras de barro o, copos de vidro para agua 6,
copos pequeos para remedio 4, calix 3, colheres
de sopa 48, colheres de cha 20, casticaes de latao
2, escarradeiras de latao 64, espaleila de ossn 1, u-
Iheres 36, cacarolas 2, chicaras de louca 20, pires
10, ourins de louca 21, pralos de louca 80, cha-
leiras 2, manteigueira 1, bule 1, caldeiroes 2, ban-
deija 1, cobertores de laa 34, barretes de la 118,
camisas de ilanella 6, meias de la 8 pares, col-
choes 32, travesseiros 3", oleados para camas 2,
podra de afia'r 1, chinellas 79 pares, cilhas 2, ba-
cas de rame I, rede de tapoarana 1, brim bran-
co 409 1|2 varas, algodozinho 391 1[2 varas, chi-
ta 810 covados.
Quem quizer vender taes objectos aprsente a
sua proposta em caria fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da manhaa do dia 8 do cor-
rente.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fomecimento do arseual de guerra 27 de junho
de 1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel, presidente.
. Sebastiao Jos tazio l'ijrrho.
Vogal secretario.
Consulado de Portugal.
Sao chamados os credores do ausente Manoel
Correia de Souza apreseutarem dentro do praso
de 13 das os seus ttulos de crdito para serem
verificados. Recife 27 de junho de 1864.
No dia 2 de julho, linda a audiencia do Illm.
Sr. Dr. juiz de orphaos da comarca de Olinda, e
requerimento de Jos Francisco Collares eontra o
casal do tinado Manoel Joaquim Soares, tem de ser
arrematada por venda urna padaria com todos os
seus utencis, sita na ra do Varadouro ; a ulti-
ma praca.
Pela subdelegada do Io districto da fregue-
zia de S. Lourenco da Malta, se faz publico que se
aclia depositado um ca vallo meio rodado com ai-
sumas pintas de pedrez, o qual fci tomado a Se-
verino Rociano da Silva por suppor-se furtado :
juem se julgar com direilo ao mesmo, compareca
iesta subdelegada, que provando, Ihe ser en-
tregue.
Subdelegada de S, Lourenco da Malta 28 de ju-
nho de 1864.O subdelegado,
Jos Antonio de Albuquerque.
Pela thesouraria provincial se faz publico
,que arrematarlo dos reparos doembarreamento
da estrada do sul, entre os marcos de 2,000
8,000 bracas, foi transferida para o dia 7 de julho
prximo vindouro.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
cambuco, 30 de junho de 1864.
O secriaro
A. F. da Auuudacio.
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que arrematadlo dos impostos do dteimo do ga-
do vaceum as comarcas io Bonito, Brejo, Garan-
liuns, Flores, Boa-vista, Tacaral e CaUrob, foi
transferida para o da 7 de julho praiioo vin-
douro. _
Seciataria da iesoiirana, provincial de Ver-
nambuco, 30 de juno de 1864.
O secretario
A. F. da Annunciaco.
De orden do IHm. Sr. tospector da thesouraria
de fazenda de Pernambuco se faz publico que a
raesma thesouraria, em virtuda das ordens do
thesouro ns. 69 e 82 de 7 o 18 de uubo ulmo,
acha-se autorisada a pagar diversos credores de
dividas de exeneicios finds. As possoas itO-
ressadas devero requerer essa Iheseurtna. o
paynente do suas dividas.
Secrefarta da thesouraria de fazenda de Per-
nambnco, 1" d julho de 184.
Servindo de offlcial maior
Manoel Jes* Pinto. ^
Arrematacao de >redio&
No da S do crrante, pete I* horas da maonia,
a sata publica das audeneia e depois m audi-
encia do Sr. Dr. juiz municipal da vara tero
de ser arremada por venda urna casa pequea de
pedrae eal no lugar da Cabanga, refciezia de S.
Jos, avaliada per 200*000; outra casa no mes-
mo logar, sendo tambem de pedrae cal, avallada
.m 2001090, e ouira casa tambem de pedra e cal
no referido higar, avaRada em 60S00O, caa?
asas *5o praga por execocao qne move Manoel
Dias da Silva Santos pelo juizo municipal da pri-
meira vara, escrivo Cunha, contra Jacob Joaquim
da Silva. m ,
__Quem se julgar com drreito a tros cavallos
/me foram appreheodidos pela subdelegada dos
a focados, e tcham-se depositados como furtados,
endo um castenho, um ruco talhado, e outro pe-
drez, qoeira comparecer, que prevando, Ihe serao
entregues.-OsuDdelegado
Jos Roberto de Moraes e Silva
Risco martimo.
A barca ingleza Gustaw Adolph, rapitao E Pe-
tersen, preci.1 a da quanlia de rs. 1:5005000, pouco
mais ou menos, sobre o casco e carga do dito na-
vio, para as despezas feitas neste porto, de forma
que possa seguir a sua viagem Maco. Recebem-
se propostas em carta fechada, no consulado bri-
tannico, dirigidas ao capilar cujas serio abertas
na presenca do cnsul d S. M. B. na segunda-feira
prxima (i do crreme) a 1 hora da tarde. Recife
! de julho de 1864.
LEHOES.
irnos martimos.
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir con muila brevidade veleiro e
bein conhecijo palhabote nacional Pieiade, tem
parte do seu carregamentjengajado : para o res-
to qae Ihe falta escravosi a frete, para os quaes
tem excellentcs commodos, trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
ua da Cruz n. 1.
LjEILAO
DE"
Urna armaco, balco, balanzas, candieiros
de gaz com e sera registros e differentes
objectos existentes no estabelecimento da
ra da Imperatriz n. %.
MOJE
0 agente Pinto far leilo por conta de quem
pertencer dos objectos cima mencionados existen-
tes no armazem do sobrado da rna da Imperatriz
n... onde se effectuar o leilo s 11 horas do da
cima
LEILO
di:
\' toneladas de carvo. de pedra para
ferreiros.
MMH
Sabbado 2 de julho a 4 hora da tarde.
O agente Pinto far leilo requerimento de Pa-
tn Nash & C, e por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz
de direito especial do comnwreio, de lo toneladas
de carvo de pedra para ferreiros, vindas no bri-
gue inglez ioseph Cope, ordem, e existente em
urna canoa ancorada em frente ao trapiche do ar-
mazem dos Srs. Loyo & C, no Forte do Maltes, e
sero vendidas para oceorrer as despesas feitas
neste porto ; o leilo ser effectuado no referido
trapiohe no dia e hora supradito.
HOJE
DE
I bote e 4 remos, sabbado 2 de
Julho.
O agente Pinto fara leilo por conta e risco de
quem pertencer, de 1 bot e i remos, a 1 hora do
dia cima indicado, em frente ao trapiche do ar-
mazem dos Srs. Loyo & C,, no Forte do Mattos.
LEIU0
DE
Predios e movis,
Pertencente ao espolio de Imado Joo Baptsia
da Bocha e por ordem do consulado d Portoga I o
agente Pestaa vender em leilo por coiris de
quem pertencer :
Km Sanio Amaro de Jaboato, urna casad pe-
dra e cal, com co-inha fra, coeheira, estribara
com suas dependencias, sendo a dita casa situada
a margem da estrada publica para Santo Anlao,
confrontando ao norte com dita estrada, ao snl com
o rio Jaboato, a ste com a casa, de Theotonio Jo-
s da Costa, e no poente com Luiz Pereira de Mel-
lo, avaliada por 2:500. Esta casa, pertence ao
casal do Tinado por permuta que fez o tinado e sua
mulher com Theotonio Jos da Cunha, como cons-
ta da respectiva escriptura de 8 de novembro de
1858, alm disso a casa e terreno que Ihe perten-1
ce como da escriptura de aforamento de 10 de fe
DE
Um engenho com bom cercado e matas, com
casas de moenda para caideiras e de pur-
gar todas de pedra e cal.
Qaarta-feira 6 de jtilio.
O agente Pinto autorisado pela commisso en-
carregada de liquidar os bens de Joaquim Elvirio j
de Moraes Carvallo levar a leilo as 11 horas
do dia cima dito o engenho S. Joaquim em Muri-
beca.o qual limita ao norte e ao oeste com tetras
do engenho Suassuna, ao sul com trras do enge-1
nho Muribequfnha e ierras chamadas Mungongos,
e ao leste com Ierras de S Andr. O leilo ser
effectuado no escriptorio do referido agente ra
daCruzn. 38, pudendo os pretendenles desde j
examinarem o mesmo engenho.______________
LEIIjAO
DB
Movis, 1 mnlatinh de 16 a 17 anuos
de idade, 1 relogie de ouro patete
injglez, 1 trancelim de ouro com cas-
soleta, diversos utencilis de casa
ele. etc.
Quarla-feira 6 de julho s -II liares da luanbia
no armazem da ra da Cadeia do Recife
numero 18.
O agente Olimpio far leilo dos objectos cima
requerimento do curador da alienada Carolina
Correia Duarte de Albuquerque e mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz dos orphaos, bem como trocar
particularmente diversas imagens de raadeira per-
tencentes a mesma alienada.
CASA DA FORTUNA
AOS 10:000.000
llheles garantidos
A' ra do Crespo i. 23 e casas do rstame
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mui-
to felizes bilhete garantidos o meio n. 3327 com
a sorto de 6:O00a0O, e n. 928 com 1:4000 e ou-
tra& muilas de 2005, 10, 40 e 205 da lotera
que se acabou de extrahir a beneficio da igreja de
Santo Amaro de JaboatSo, convida os possuidores
de ditos bilheles a virem receber seus respectivos
premios sem os descont da le, em seu estabe-
lecimento ra do Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto venda os novos e felizes
bilheles garantidos a benefleio da igreja de N. S.
da Boa-Viagem, que se extrahir sabbado 9 do
correte.
Bilhetes inteiros..... 125000
Meios......... 64000
Quartos........ 3,jO0O
Para as pessoas que compraren
de 1005 para cima.
Bilhetes........ 115000
Mnios......... 35S00
Quartos...... 2$750
Manat Martins Fiuxa
SOCIEUADE
DOS
ARTISTAS ECHAMOS E L1RER4ES
DK
PERNAMBUCO.
Negocies urgentes obrigam a que, por ordem do
respeitavel director, convide a todos os senhores
socios desta sociedade, para terca-feira 5 do cor-
rente, s 7 horas da tarde, sess extraordinaria;
nao podendo os ditos negocios solrer demora, ro-
ga-se nao faltarem.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mchameos
e Liberaos de Pernambuco Io de julho de 1864.
Flix de Valois Correia,
L secretario interino.

GRANDE UQUIDACAO
DE
Na loja da ra do Crespo numero 17.
Aproveitem todos.
O proprielario deste importante estabelecimento vai Europa comprar fazendas de*
apurados gostos para melhor servir as Exmas. senhoras, razo porque esi vendendo fa-
zendas baratissimas.
Cortes de rico blonde para casamento a 905, soulembarques pretos maito importante
a 205, 255 e 285, manteletes pretos a 205 e 255, capus prelas importantes a 355 e 405,
capas de casemira de cor a 185 e 25, soutembarques de casemira a 105, chapeos de na-
Iha copa redonda, veos braacos a 155, cortes de la muito apurado gosto a 75, rortes de
la com barra a 105, 125,155 e 205, cortes de rambraia brancos bordados a 255 e .'105,
chitas de tedas as qualidades francezas e inglezas a 320, 360, 440 e 500 rs., bramante d>
ImliH muito lino pecas de 25 varas a 205, 245 e 255, bretanha de linho muito fino a 185
e 205 pecas de 25 varas.
Madapoloes finos a 85,95,105, 115 e 125
Cambraias lisas com 9 palmos de largura a 255W) a vara, pecas de 8 1|2 varas a
55, 65, 75, 85, 95 e 105.
Para o Club Prrnainbiicano.
Filinete circassiano fazenda de muito apurado gosto para vestidos, proprios de parti-
da e de bailes e muito recommendavel por ser muito apreciada em Conslanlinopla. E'
admiravel o seu bom gosto.
Antonio Prieto, por si e seus filhos, cor-
dialmente agradece a sens amigos e aquel-
las pessoas que se dignaram assistir aos suf-
fragios c acompaoharam o corpo de sua
presada consorte ao cemiterio publico, igual-
mente os convida para assislirem a missa do
stimo dia, que pelo eterno repnuso de sua
alma tem de celebrar-se no dia 5 do corren-
te pelas 7 horas da manhaa na capella do
mesmo cemiterio.
LEILO
DR
lima ca*a na povoaco da Varzea.
Quarta-feira 6 de julho.
O agente Pinto far leilo precedida a compe-
tente autorisaco de urna rasa de taipa coberta de
telha sita na povoaco da Varzea, com a frente pa-
ra a ra do Fogo, com 2 salas, 2 quartos e cosi-
nha fra, assim como o terreno em que est a dita '
casa com 18 palmos de frente e 280 de fundo com
aiguns arvoredos, s 10 horas do dia cima dita
em seu escriptorio ra da Cruz n. 38.
Precisa-se de um distribuidor para
este Diario que saiba ler: na livraria n.
6 e 8 da praca da Independencia.________
abaixo assignado faz constar que nica-
mente deve a nomeago de ajudante do Brum ao
Exm. Sr. general commandante das armas e ao
Sr. Dr. Luiz Carlos, declaraco que faz para mos-
trar que nao pode ser acreditado csse alguem, que
quer chamar a si dita nomeacao. Cuitado! quem
nao tem como poder dar'
________Epiphanio orges de Menezes Doria.
Aluga-se o soto do sobrado da ra da Pe-
nha, com bastantes commodos e por barato preco,
e a casa terrea na ra da Matriz da Boa-Vista n.
36 : a tratar na mesma casa.
DE
J. VIGNES.
m. 55. ra do imperador *. a.v
Os pianos desta amiga fabrica sao hoje assaz conhecidos para que seja necessario insistir sobre o
sua superioridade, vantagens e garantas que offerecem aos compradores, qualidades eslas incontesla-
veis que elles tem definitivamente conquistado sobre todos os que tem apparecido neste prara ; pos-
suindo um teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca fallar, por serem fabricados de proposito, c ter-se feito ltimamente melhoramenlos iuiporun-
tissimos para o clima deste paiz ; quanto s vozes sao melodiosas e flautadas, e por sio muito agradn-
veis aos ouvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encommendas, tanto nesta fabrica como nado Sr. Blondel, de Pars, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as exposiroVs.
No mesmo estabelecimento se acha sempre um esplendido e variado sortimenude musieas dos
melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo ludo vendide por
precos commodos e razoaveis.
ARMEN DE FA/MAS
DP.
Custodio, Carvalho & Couipauhia.
V RA 1IO QUEOIADO 1
Caixeiro.
lima vacca i urina rom cria.
Quarla-feira G do crtente s 11 horas.
na routa do armazkm ba ra da cadeia
do Rf.cifen. 48.
O agente Olimpio no dia, hora e lugar cima
vender em leilo urna linda varea turna
fverdadeira) com urna cria femea, a vacca est
acostumada ao pasto e d grande quantidade de
leite.
Precisa-so de um caixeiro com pratica de mo-
Ihados : no armazem Clarim, ra do Queimado,
n. 45_________ _____________ ____
Quem precisar de tuna ama para rasa de
pouca familia, sendo somente para cosinhar; di-
nja-sc ra Augusta n. 60.
Prccisa-se de urna ama para comprar e co-
sinhar : no Hecife, no beceo da Boia n. 2.
Superiores salas de fnstao para senhoras a
Toalhas de linho para mesa a .'15300 e 45-
Lencinhns para meninos um 100 rs.
Lencos brancos para algibeira a 25 a duzia.
Toalhas para mo duzia 45
Bramante de linho vara 25
Fil de linho liso vara 500 rs.
Grande pechincha.
Pecas de ntremelos bordados a 15-
Tiras bordadas a pega 25.
Gollinhas de cambraiaa 600 e 800 rs.
DE
UM ESCHAVO
Aureliano Augusto de Oliveira autorisado por
urna pessoa do sua amisade, vender em leilo no
da cima indicado um escravo ptimo marinheiro
de 30 a 40 annos de idade, na porta dos Srs. Pal-
meira Beltro.s 11 horas.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
tos, contina a residir na ra do Impe-
rador n. 17,2 andar, onde pode ser pro-
curado a qualquer hora do dia e da noite
para o exercico de sua profisso de me-
dico ; sendo que os chamados, depois de
meio dia at 4 horas da tarde, devein ser
deixados por escripto. O referido Dr.
nao abandonando nunra o estudo das
molestias da interior, prosegue, com o
maior .lineo, no das mais ditliceis e deli-
cadas operaQoes. como sejam dos orgos
ourinarios, dos olhos, partos, etc.
asas as^iii as as as-as as as as as a *
Ka roa estreita do Hosario n. 34
VISOS DIVERSOS.
Associacao TypograpMca
Pernambucana.
Por ordem, aviso os Srs. conselheiros a compa-
recerem no lugar do costume, amanha, 3 do cor-
rente, as 11 horas do dia, para a sesso ordinaria
do conselho.
Hecife, 2 de julho de 1864.
Jesuino Francisco Regis,
! secretario.
pn-
cima do
0 cirurgio Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado a.
meiro andar, por
armazem Progressista, aon-
de o acharo como senmre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissllo, chamado por escripia.
Convite.
O actual mestre dos novicos da venera ve I ordem
terceira do Carmo convida aos seus charos irmos
novicos a comparecerem no consistorio da mesma
no da 3 de julho, pelas 9 horas do dia, afim de
Advogado Affonso de Albu-
querque Mello,
pode ser procurado a qualquer hora ; as sextas-
feiras, porm, na villa do Cabo.
tratar-se da festa do padroeiro.

Joo da Silva llamos, medico pela Un
versidade de Coimkra, d consultas era
sua casa das 9 s 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os detentes
en suas casas regalamiento as horas
para isse designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro IL
aonde eneontrado diariamente das
s 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operaco cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 35000diarios.
Segunda dita... 25500
Terceira dita.... 25000 >
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servidos que tem pres-
tado.
O proprielario espera que elle conti-
nu a merecer a contianca de que sem-
pre tem gozado.
-KI
Aos 10:0Oo$O00.
Sabbado 9 do correnie mez se extrahir
a segunda parte da primeira lotera da igre-!
vereiro de 1859 ; foreira ao engenho BulbSes e' ja de N. S da Boa-Viagem, 110 consistorio'
paga annualmente 445, estando este foro pago at j. ;; ap n c Rocarin da frpcniP7-
o anno de 1862. diversos moeis que se achara ? !?reJa ?e. fl0 Mosano aa ireguezi..
de
is que
Jaboato do
valor de
dentro da mesma casa
1115700 rs.
Urna casa de taipa coberta de telha sita na Ga-
meleira, avaliada em 1505
Urna dita em armaco. coberta de telha sita na
ponte dos Carvalhos avaliada em 905
de Santo Antonio.
Os bilhetes, meios e quartos acham-se
venda na respectiva thesouraria ra do
Crespo n. 15.
Os premios de 10:000,31000 at 200000
Sabbado 2 de julho pelas 11 horas da manhaa serlo pagos urna hora depois da extraccSo
na porta da Associacao Commercial. at s 4 horas da tarde, e OS OtrOS BO dia
seguinte depois da distribuido das listas.
0 thesoureiro,
H I II.AO
DE
40 harneas com farinha de trigo
Segunda-felra 4 de julho.
O agente Pinto, far leilo requerimento do
depositario geral e por despacho do Illm. Sr. Dr.
juiz especial do commrcio, de 40 barricas com
farinha de trigo existentes no deposito geral, as
ijuaes vieram do Rio de Janeiro ignorando-se a
quem dirigidas: o leilo ser effectuado s 11 ho-
ras do dia cima dito no mesmo deposito, casa era
frente a da secretaria de polica.
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Olimpio Icrreira da Silva
AGENTE E CEHlOES
Ruada Cadeia do Becife n. 48,
Primeifo andar.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir na ra da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos;
2o de peito:
3 dos orgaos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
ro examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s|
6 as 10 da manhaa, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
cao que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
RELOGIOS,
Vende-se era casa de Johnston Pater A
C-, roa do ygalo,n. 3. uaa bello sorti-
meoio de relgios de ouro patate in-
gles, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem urna variedade de
bonitos trancellins para os mesnos
CONSULTORIO HEDICO-CIRIRGICO
DO
DR. PEDRO DE ATTAHYDE LORO HOSCOSO,
MEDICO, P.1RTEIRO E OPUItADOH.
3 Ra da Gloria, casa do Fundo 3
O Dr. Lobo Hoscoso d consultas gratuitas aos pobres lodos os dias das 7 s 1
horas da manhaa, e das 6 e meia s 8 horas Ua noite, excepcSe dos dias santificados
Pharmacia especial homeopathica
No mesmo consultorio ha sempre o mais appropriado sorlimento de carteiras
tubos avulsos, assim como tinturas de varias dymnamisaces e pelos precas seguintes
Carteiras de 12 tubos grandes. 125000
de 24 tubos grandes. 186000
de 36 tubos grandes. 24-5000
de 48 tubos grandes. 305000
i de 60 tubos grandes. 355000
Prepara-se qualquer carteira conforme o pedido que sefi/.er,e com os remedios
que se pedir.
Um tubo avulso ou frasco de tintura de meia onca 1-5' 00.
Sendo para cima de 12, custaro os precos estabelecdos para as carteiras.
Ha tubos mais pequeos cada um a 500 ris.
Ll % ROS.
A melhor obra da homeopathia, o Manual de Medicina,Homeopathicodo Dr. Jahr,
dons grandes volumes com diccionario............ 205006
Medicina domestica do Dr. Hering,........... 105000
Repertorio do Dr. Mello Moraes............. 65000
Diccionario de termos de medicina ........... 35000
Os remedios deste estabelecimento sao por demais conhecidos e dispensam portan-
te de serem novamente recommendados as pessoas que quizerem usar de remedios ver-
daderos, enrgicos e duradores: ha tudo do melhor que se pode desejar, globos de ?er-
dadeiro assucar de leite, notaveis pela sua boa conservaco, tintura dos mais acredilados
estabelecimentos europeos, a mais exacta e aecurada preparacao, e portanto a maior ener-
ga e certeza em seus effeitos.
Casa de sade para escravos.
Recebe-se escravos para tratar de qualquer enfermidade ou fazer-se-ihe qualquer
operaco, para o que o annunciante julga-se sufficientemente habilitado.
0 tratamento o melhor possivel, tanto na parte alimentar, como na medica, e
funecionando a casa a mais de quatro annos, ha muitas pessoas de cujo conceite se ne
pode duvidar, que pdem ser consultados por aquelles que desejarem mandar seus
doentes.
Paga-se 25000 por dia durante 60 dias e d'ahi em diante 15500.
As operaces serao previamente ajustadas, se nao se quizerem sujeitar aos precos
razoaveis que costuma pedir o annunciante.
m
ARMAZEM CONSERVATIVO

23Largo do Terco23.
Joaonim Siroo dos Sanios tendo de se retirar est resolvido a liquidar e azer ma erando
vantacem 1 Temeu aYnWm freqoentar, e vender por menos do que outro qualquer annunciante.
oiriKtemtnTventajoso snr.imento unto neste armaxem como fon e para melhor scrrir o potoco
o auiMicianM seienliula aos seus fregueies que lera freue*ado este esUbeleciraeolo qoo
hora em d.ante ferio a vantagem de 10 a 20 por cento menos que compraram em ouira poca pe
seu prompto pagamento.
.


Attentflo.

Caf do Rio de primeira e segunda sorte a 270 e
300 rs.
Arroi pilado a 80 e 100 rs. a libra e 25400 e 35
a arroba
Milho alpisla limpo a 170 rs. a libra e 45800 a
arroba.
Toucinho de Santos e Lisboa a 240 e 280 rs. a libra.
Passas de carnada a 500 rs. a libra e 105 a catxa.
Azeite doce de Lisboa Gno a 640 rs. a garrafa e
45800 a caada.
Dito de carrapato a 320 rs. a garrafa e 25240 a
caada.
Massas para sopa aletria, macarro e talharim a
480 rs. a libra o 105 a raiza.
Chouricas as mais novas a 800 rs. a libra..
Charutos em macos de 50 a 6} o milheiro e a
640 rs. o cento.
Dito em caixa da Rahia dos melhores fabricantes
de 15200, 25400 35 e 4*.
Phosphoros do gaz vindo de conta groia 25300.
Maoleiga fianceza a 600e640rs. libra.
Dita ingleza flor a 800 e 900 rs. a libra.
Riscoutos e bolachinhas de soda a 15300 e 25.
Vinho do Porto engarrafado a 800 rs., garntese a
superior qualidaue.
Dito em pipa Figueira das marras mais bem co-
nheeidas a 500 es. a garrafa e cacada 35800
6 35500.
Dito de Lisboa especial para negocio a 300, 400 e
440 a garrafaeem caada faz-se atatim.n:o.
Dito brauc proprio para missa a 640 e 300 a gar-
rafa e mu caada a 35 e 35300.
Rolacbinba americana a 200 rs. a libra e em bar-
rica ha ;i aude abamento.
_L.


mmm

m*m
Mmfe> de Pcriambuco Jafobads de dfulho de 18 I.

DENTISTA DE PARS
49Raa Nava-^9 .
Frederico Gautief; orurgio* dentista,
faz todas as operares de sua arte, e col-
loca denles artiflciaes, tudo eos superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reconnccem.
Tem agua e pos dentificw.
Verdadeiros eigarros de S.
Domingos.
Leite & Alves proprictarios da antiga e
bem conhecida fabrica de cigarros de Gtti-
maraes & Coulinho, m S. iBomingos, de
iNilheroy, os quaes seiapre se tem vendido
e continiiam a vender-se no scu nico depo-
sito ra Direita desta cidade n. 14, casa
dos annunciantes, prevem ;>os seus IV.--
guezes e ao publico eu geral.gue, para evi-
taren as muitas falsificaces, que dos mes-
mos cigarros se tem feito; os rtulos que
acompanham os mesmos cigarros, alm da
firma de Gnimaraes- ACoutinlie, que j tra-
zem, d'ora avante tero tambera a firma dos
annunciantes como seus successores.
Rio de Janeiro, 23 de mato de 18G4.
Casas pqja alngar-se,
Alugam-se o 3 e V andares do sobrado di ra
do firum n."70, e i'aijdar do sobrado do caes o.--------- -~, i~ ------- > i-----*-------^ ..-....
Apollo n. 17/. a tratar na ra larga do Rosariode Comprase urna escrava de meia idade que
34, botica. satba 'fcotinhar : na ra de S. Francisco n. 6.
PARA ALOAR.
Aluga>se'uma sala na roa do Queimado n. 39,
no primeiro andar, ptimo para um escriptorio :
quem precisar, dirija-se toja da mesma casa.
luga-se a casa da ra da Palma n. 43 : a
tratar nagua da Cadeian, 62, primeiro andar.
Watter Rose e sua (senhora retira-se para
Europa.
Precisa-se comprar nma barra de ferro que
seja segura : quem.tiver, queira diriglr-se ra
Nova n. AO, que se dir eom quem se deve tratar.
Compra-se urna armacao de taberna com br-
lanca pequea ou sem ella, que seja usada : quem I
tiverannuncie para ser procurado.
Compra-se urna escrava en alagase : na ra
do Queimado, loja de ferragens n. 59, se achara
eom quem tratar.
c->n
3-nROA CSTRE1TA DO ROSARIO-3
Francisoe Pinto Ozorio continua a col-
locar dente* Artiflciaes tanto por meio de
molas como pela prsalo do ar, nlo re-
cebe paga alguma sem que as obras nao
flquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparacSes as mais acreditadas
para conseriacao da bocea.
40 COMHEKCK)
O abaixo assignado, liquidatario da extiacta fir-
ma de Barbosa & Simes, julga nada dever da dita
firma, mas se alguem se julgar credor, aprsenle
suas con tas no praso de lies das para seren ita-
mediatamente pagos.
____________Antonio Barbota de Barros.
Nao posso [esperar
mais.
O abaixo assignado, liquidatario da estincta fir-
ma de Barbosa & Simoes, pede a todo os devedo-
res da mesma firma para que no praso de oito dias
satisfacam seas dbitos; e aquelles que o nao fl-
zerem passarao pelo dissabor de ver seus nomes
por extenso neste Diario, sem dislinccao de pessoa
alguna. Reeife 1 de julho de 1864.
Antonio Barbota de Barros._____
Acham-se justas as vendas das casas terreas
ns. 3 e 45, sitas na ra Bella : quem alguem em-
bargo tiver a oppr, queira annunciar per estes
tres dias. Reeife 30 de junho de 186 i.
Mociedade de seguros mutuos
de vida kastallada pelo Banco
luio na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Aafivede & C escriptorio na ra
| da Cruz do Reeife a. I, esto autorisados desde j
a tomar assignaturas e prestar todos os esclarec
meatos que forem neeessarios, as pessoas que de
sejarem concorrer para tao til e benfica empre
as, egarando um futuro lisongeiro aos associada-
Na na do ragao n. 3 lava-se. engomma-se
com perfeicao e ai-se comida para fura por preco
mais barato do queem outra qualquer parte,
tudo eom perfeicao.
Aluga-se umanegrinha de 14 annos de idade
para todo o servieo interno de urna casa de fami-
lia, a qual muito esperta e fiel, e ensaboa bem :
na praca da Boa-Vista, sobrado da esquina que vol-
ta para a roa do Aragao, primeiro andar. Na mes-
ma casa vende-se um sellim cm muito bom estado,
e precisase alugar um primeiro andar, ou ama
sala e alcova que seja propria para escriptorio de
advogado.
Aluga-se muito barato urnas poucas de meia-
aguas acabadas prximo de se edificar Da entrada
dos portees datravessa das barreiras do bairro da
Boa-Vista : a tratar na ra do Cotovello n. 2o.
Arrendase, vende-se, ou mesmo troca-se por
casas na praca um sitio na Varzea margem do
ameno Capibaribe, cem duas grandes casas, com
7 qaartos, 4 salas, 2 cozinhas e um sotao, tendo a
parte coeheira, estribara, e quartos para criados,
todo plantado de arvores de fructo, abacates, sapo-
tis, frucia-po, limo doce, limas de umbigo e da
Persia, larangeiras de umbigo, seletas, tangerinas,
etc., um grande cafesal 'cora fructas, jaqnelras,
maagueiras, coqueiros, dendezeiros, com mais no
fundo uraa casa de taipa, e bem assim mais 4 ca-
sas de lijlo acabadas de pouco tempo, com frente
para o nascente, muito frescas, tendo cada urna 2
salas, 2 quartos e cozmha fra : os pretendentes
dirijam-se ra do Queimado n. 27, loja de fazen-
oas dos Sre. Custodio & Carvalho.
Aluga-se um sitio na estrada da Ponte de
Uchoa e a margem do rio, pouco adame do Illm.
Sr. commendadw Nery Ferreira, tendo banheiro,
palanqoe, galtnheiro e outras acommodagSes; e
outro dito no Monteiro, em frente ao oito daigre-
ja : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Son-
za, ra do Crespo n. 15, ou estreita do Rosario na-
mero 32.___________________________________
Precisa-se na ra do Imperador n. 43 de tima
pessoa que cozinhe por 15 dias.
ttiieni gosta do que C bom.
Na ra da Roda n. 6 contina a mandarse co-
mida para fra, e incumbe-se de todo : na mesma
i casa tem a chave da casa terrea da ra Imperial
i n. 270 para alugar com todo commodo.
Os liquidalarios da massa de Jos An-
tonio Bastos convidan os credores da mesma
a receber o segundo dividendo, ra do
YENDAS.
..
VENDE SE
Aluga-se no melhor local d_e negocio na Casa
Forte para um principiante duas casas juntas ten-
do urna armacao de taberna aonde e'steve Manoel
Caboclo, por prego commodo: a tratar na padaria
do Chora-menino.
%m*
Precisa-se al upar dous escravos, paga-se bem:
a tratar na ra do Urum, fabrica de sabio.
Precisa-se de urna ama qu saiba cozinhar para
casa de honiem solteiro: na ra do Livramento
numero 4._________________________________
Fredenrk J. Corbett, gerente da casa com"
mercial de James Ryder sciente ao publico qu durante a sua ausencia dei-
xa encarregado de iodos os negocios da mesma, ao
Sr. VVilliam Vauglian com ampios poderes.
Aluga-se urna escrava que cozioha e engom-
ma : na ra do Imperador n. 50, terceiro andar.
Frederick J. Corbett, subdito britannico, vai
Europa._______________________________
Quera tiver om bora sitio com baia de ca-
pim quo queira arrendar, annuncie para ser pro-
curado.
Precisa-se de um hoineni curioso para lomar
coma de urna casa e pequeo jardim, e trata-lo. por
preco razoavel : uem esver- nesta circunstan-
cia, dirija-se ra Direita, no primeiro andar do
sobrado n. 88.
Na ra do Trapiche n. ii, precisa-se de una
ama para servieo de casa.___________.
Irmaudadc do l>vino l-:spirito
Manto.
0 irmao procurador geral, abaixo assignado,
convoca os membros do conselho fiscal que nao
flzeram parle da mesa regedora linda, reiinirem-
se em nosso consistorio domingo 3 de julho pr-
ximo futuro, para a primeira sessao ordinaria do
crreme anuo.
Consistorio da irmandade 30 de junho de 1864.
Antonio Ramos,
Procurador peral.
Aluga-se a casa terrea n. 3 da ra do Hos-
picio : a traiar na ra do Seve n. 2.
BB De ordem ua mesa rvgedora da irman- rs
55 dade de ti. S. do Row Parto erecta na ja*
1 igreja de S. Jos do Riba Mar, convido a l_|
todos os irmaos para mesa geral no dia 3 tasf
do crreme afim de se tratar sobre ne- SR
gocios a bem da mesma irmandade. Re- jgg
cife, 30 de junho de 1864.
O secretario,
Domingos Francisco ures. j|
Precisa-se de urna mulher portugueza de ha-
bilidades, e sobre tudo bom com|iorlamenio para
viver entre urna pequea familia em um sitio na
Passagem : a fallar na loja n. o, prxima ao arco
de Santo Antonio, de Marcelino & C.
Correit.
O Sr. que por engao tirou do correio urna car-
ta para Manoel de Carvalho Moura, queira ter a
bondade de annunciar sua residencia, ou mandar
entregar no caes de Apollo n. 55, armazcm do Sr.
Jos Duarte das Neves.
Quem saiba trabalhar.
Precisa-se de urna pessoa que saiba trabalhar
em machina de costura, ou seja homem ou mulher:
a tratar na ra dos Quarteis, loja de calcado nu-
mero
^a
DENTISTA
A vuva Rosa Jane contina a por denles arti
ficiaes, e resolveu ensinar tambem a sua arle, me-
diante paga : quem quizer aprende-la pode entcn-
der-se com a mesma em sua residencia na ra da
Penha n. 17, segundo andar.
|3 O abaixo assignado achando-se encar- |
g regado c com proruracao bastante de !
Si Francisco Ayrcs Sigismundo de Moraes |
lg2 para cobrar as dividas do casal de seu i]
H* antecessor Joo Baptista dos Santos Lobo, i
^ avisa aos respectivos devedores qae pode |
!g ser procurado, nesta cidade, na ra do I
z2 Queimado n. 12, primeiro andar.
Manoel Gomes Leal.
Pede-se ao Sr. Joao Germano de Paula, quei-
ra vir declarar nesia typographia onde residem
Jos Feliciano de Araujo Pinheiroe.Maria Fran-
cisca, que pelo mesmo senhor foram incluidos no
numero dos assignantes deste Diario, sendo a fo-
Iha recebida por elle, e nao paga.
Precisa-se de um bom forneiro e um
meslre de masseira, na padaria da Torre;
fallar eom o Sr. Arantes.
Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo & C
*.genlc< do Banco Inio do Podo.
Competentemente autorisados sacam por todos
os paquetes sobre o mesmo Banco para o Porto e
Lisboa, e para as seguintes agencias.
Londres sobre Banh of Loudon.
Ama
Precisa-se de urna ama para cozinhar : na ra
da Cadeia do Recite n. 50.
Aviso importante.
Para conhecimento dos senhores devedores da
massa fallida de Francisco Gomes Castellao que
leraraum annuncio que fez publicar o Sr. Amonio
Jos Moreira Pontos no Diario de 30 de junho, se
faz publico o documento abaixo transcripto, para
provar que a loja de calcados da ra do Rosario o.
22 era propriedade do fallido ; sendoque em tal
caso (que nao pode ser contestado) sao mesma
mesma loja pertencentes as dividas fiadas que fo-
ram provenientes de mercaduras compradas em
nome do fallido ao commercio desta praca, e quem
for devedor e pagar a outra qualquer pessoa, su-
geita-se a pagar devidamente urna outra vez aos
administradores da massa, que assim o fazem pu-
blico para evitar questes.
DOCUMENTO.
L. 1.N. 125.Recehedoria de Pernambuco.
Divida activa.Exerctcio de 1862 1863.N. 123.
Rs. 80$000.
A 0. 11 do respectivo livro de receita fica debi-
tado o actual thesoureiro pela quantia de oiteota
mil ris recebida do Sr. Francisco Gomes Castelo
por mao doi curadores fiscaes, conforme a guia do
juizo n. 101 de 7 de abril corrente, imposto de sua
loja de calcado estrangeiro na ra larga do Rosario
n. 22, relativa ao exercicio de 1861 1862.
Recebedoria, 13 de abril de 1863. O primeiro
escripturario, Joaquim Jos de Souza Serrano.O
fiel do thesoureiro, Canillo Lins Chaves.
N. 401.Rs. 4#000.Pagou quatro rail ris. Re-
eife, 15 de abril de 1863.-Chaves.Serrano.
N. 618.R. 2#40H Pagou dous rail e quatro
ceios ris de multa. Reeife, 15 de abril de 1863.
, Chaves.Serrano.
N. 132.R8. 900. Pagou novecents ris de
sellos nao averbados. Reeife, 15 de abril de 1863.
-^-Chaves.Senna.
Aluga-se o segundo andar do sobrado do bec-
co Largo n. 1 A, e ama das tojas do mesmo sobra-
do,.que oceupava o Sr. Jos Nunes de Oliveira, da-
se por .commodo preco : a tratar na loja de bar-
beiro ao p, a qualquer hora.
Por^jecucao do eirurgio Francisco Jos da
Suva tem do seren arrematadas por venda duas
casas terreas a pudra o cal. sitas na ra da Casa
forte, penhoudas Rozando Alves da Silva pelo
ui*> ua 1* vara, scrivo Motta : a arrematacao
ter lugar do 4ia S do corrente, depois da au-
diencia. ________________
Precisa-se alugar um esc'ravo que saiba co-
zinhar ; na ra do Quewado n *4, Mgundo an-
dar,
Na ra da Imperatriz aiuga-se ,0J 5 32.
a qual j tave coeheira, tem ao quinta jumo a um
grande telbeiro ura quarto: a faltar na 11e*ma ra,
casa n. 21._______ _______
Precisa-sede ura bom forneiro qae *ibl
Paris
Hainburgo
Barcellona
Madrid
Cdiz i
Sevilha
Valencia
Amarantes.
Arcos de Val de
Vez.
; Aveiro.
! Barcellos.
Bastos.
Beja.
Braga.
Braganca.
Faro.
Oliveira
meis.
Penafiel.
Tavira.
Villa do
d'Aze-
Frederc S. Ballin & C.
Joao Gabe cS Filho.
Francisco Rahoba & Ballsta.
Jaime Meric.
Crdito commercial.
Gonzalo Segora.
M. Perera Y. Hijos.
Em Portugal.
Figueira.
Angra Terceira.
Caminha.
Castello Branco.
Chaves.
Ciiimbra.
Covilhaa.
Elvas.
Extremos.
Evora.
Fafe.
Pinhal.
Porto-alegre.
Thomar.
Villa Nova
Portimao.
do
Guarda.
Gumaraes.
Lagoa.
Lagos.
Lamego.
Leiria.
Moncao.
Moncorva.
Regoa.
Setubal.
Vianna do
tello.
Villa Real.
Madeira.
S. Miguel.
Cas-
Conde.
Villa Real de Vizeu.
S. Autonio. Faial.
No IMPERIO.
Baha. Maranhao.
Rio de Janeiro. Para.
Qualquer somma prazo ou vsta,podendo logo
os saques prazo serem descontados no mesmo
Banco a razao de 4 por cento ao anno : a tratar
na ra da Cruz n. 1.
Fugio no dia 3 de junho, do engenho Caluan-
: da, fregueza de N. S. da Luz, comarca de Pao o?A-
] lho, o mulato Bernardo, de idade 30 annos, pouco
i mais ou menos, com os signaos seguintes : rosto
redondo, nariz chato, barba serrada, e conserva-as
a excepcao do bigode, baixo, corpo regular, ps
curtos, pernas grossas, cabellos alguina cousa
| crespos, bastante ladino, as cosas e nadegas cica-
trizadas de chicote, levou vestido camisa de algo-
do azul e caiga de riscado, chapeo de couro e
I mais roupa, julga-se ter seguido para o centro ou
, norte, provincia da Parahiba, d'onde veio por com-
pra feita a Antonio de Barros Correia, senhor do
| engenho Teixeira, e d'onde j por duas vezes veio
por oceasio de fgido : rogase s autoridades po-
\ liciaes, capitaesde campo, ou qualquer pessoa do
povo a apprehensao do dito escravo onde for en-
contrado, devendo ser entregue ao seu seu senhor
Joao Correia de Araujo Vasconcellos, que gratifi-
car generosamente no mencionado engenho Ca-
luanda.
Na ra larga do Rosario n. 33, srgundo an-
dar, precisa-se de urna boa ama do leite.
A/f'aiate
bem desempenliar o seu lugar
larga do Rosarlo, padaria n. 16.'
tratar L'roa
Precisa-se de um efficial de alfaiate que
tenha pratica de cortar ; na ra da Ca-
deia do Reeife n. 38, primeiro andar.
ATttiCM
O mfeiteiro Zacharias reside na ra de S. Fran-
cisco n. 25, e ah est* sempre preparado apromp-
tar qualquer quantdade de bolos, bandeijas para
bailes e partidas, como arma-las pelo melhor gosto
que os pretendentes quizerem -, bem como, qae fa-
brica toda e qualquer porcao de de ce, e das quali-
dades que Ihes forem encommeodadas ; o que tu-
do faz com a maior presteza e aceio.___________
Jos Joaqun da Silva, morador na ra do
Crespo, vai Europa.
Alugam-se tres escravo?, sendo dous para
qualquer servieo, e um moleque de 15 annos de
idade que serve para criado de qualquer casa :
trala-se na ra dos Martyrios n. 2.
No Instituto do Bom Conselho preciaa-ie de
ura criado portuguez para copeiro.
Scetta$ contemporneas por Gamillo Castello Bran-
co por iaOO rs.; Scenas da minha trra por Jolio
Cesar Machado por 1,5200 ; Contos do tio Joaqun
por Rodrigo Paganino por 1200 ; Pensattuntos e
mximas pelo conselheiro Bastos por 25000; Guia
Luso-Brasileiro por I. M. de Lemos por 23000 ;
Reoista Contempornea de Portugal e Brasil anno
de 1859 por 55000; Obras completas de Alvares de
Azeevedo por 85000; Poraa* de Costa e Silva por
25500 : na ra do Cabug loja n. 2 A.
Vendem-se caixoes vastos a 1:760
cada um: na ra das Cruzes n. 44.
Vende-se a taberna da ra do Padre Floria-
no n. 41.
BOTIfil BAIITIIIILOHE ift
Itua larga do Rosario n. 3i
Vende:
Todos os remedios do Dr. Cbable.
Capsulas e injeccao ao matico.
InjeccaoFaugs
Pi lulas do Dr. Alian.
Pilulas do Dr. Lavlc.
Pillas do pobre-homem, excellentes contra rheu-
matismo.
Pilulas para sezos.?
Pilulas e ungento Hollovay.
Phosphato ferro de Lerrs.
Todos os remedios de Kemp : pastilhas, pilulas,
an ahuita.e salsa de Bristol, etc. etc.
Eacuitos Qoutros medicamentos c especialidades
que sempre se encontrarlo em dita botica.
Trapiche n. 34.
ATTElgia
Precsase de urna ama forra ou escrava para
casa depouca familia : a tratar na ra do Sol n
33, armazem de madeiras c materiaes.__________
O abaixo assignado faz sciente que Belmiro
Jos Goncatves deixou de ser seu caixeiro desde 25
do corrente. Reeife 28 de junho de 1864.
___________Antonio Joaquim Alves Teixeira.
Um preto deseacamiRlioo um
embrulho coiitendo ciuco livros e dous
relalhos de chita escarate para cober-
ta; pede-se encarecidamente a queio as
maos for o favor de entregar ao abaixo
assignado a quem perlence, que grati-
ficar, entregando-s". aos Srs. Duarte
ereira fcC, ra do Crespn. 16.
Jos Francisco de paula Ramos.
Farlnha de mandioca
ensacada e da melhor que ha : vende Miguel Jos
Alves no seu escriptorio, casa n. 19 da ra da
.JUZ
B0TIC4 E DROGARA
BARTHOLOMEU & c.
Rua Larga do Rosarlo n. 34.
Vende:
Ventosas de gomma elstica.
Esmaltes para oarives.
Fundas inglezas.
Vidros de bocea larga rom rolha.
Tinta branca em massa para pintura fina a 200 rs.
a libra.
Vende-se um cabriolet
zo n. 26.
no pateo do Parai-
Precisa-se alugar um escravo : quem o tiver
leve ra larga do Rosario n. 10, que achara com
quem tratar.
Irmandade de X. H. iii
dos Ilomens.
Por ordem do Irmao provedor convido todos os
nossos irmaos reunirem-se em mesa geral do-
mingo 3 de julho, s 10 horas da manha, afim de
se tratar do assompto, que affecta de muito perto a
existencia da irmandade. Consistorio da irman-
dade de N. S. Mai dos Homens aos 28 de junho de
1864.O escrivo,
Joaquim Gerardo de Bastos.
Na ra da Matriz da Boa-Vista n. 22 ha para
se alugar duas escravas de 15 annos para o ser-
vico interno de qualquer casa de familia.
Na terca-feira 5 de julho, depois da audien-
cia do Sr. juiz municipal da 2* vara vai praca
urna escrava e alguns movis por exeeucao de
Tranquilino Soum Sesse contra Guilherme da
Costa.y__________________________________
AMA
Frecisa-se de urna ama lvre ou escrava para o
servieo de urna casa de pouca familia, que lave,
engorme e compre na ra : quem esver uestes
circumstancia dirija-se ra de Sania Thereza n.
12, que achara com quem tratar._______________
Miguel JosRarbosa Guimares agradece cor-
dialmente s pessoas que as?istiram as ultimas
exequias do seu finado socio Jos de Almeida Nu-
nes Lima, e convida-os para assistirem a missa,
que pelo eterno descanco de sua alma, ser cele-
brada segunda-feira 4 de julho, s 7 1(2 horas da
manhaa, na igreja do Espirito Santo.
Jos Antonio Moreira tem urna carta vinda
da Europa : na roa da Praia n. 3.____________
Precisa-se de um pequeo de 13 14 annos
para caixeiro : no becco do Poucnho n. 33, esqui-
na da Concordia, taberna.
Attenco.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e en-
gommar, e que seja capaz : na ra larga do Rosa-
rio n. 38, primeiro andar.
Deseja-se saber se vivo ou morto Manoel
Pinta da truz, Portuguez, casado, sobrinho do fal-
lecido Jos Mara de Mendonca e Castro, que em
algum tempo foi socio do fallecido Torres, para um
negocio de muita importancia : quem delle tiver
noticia,ou opropro, se dirija ra Direita, pada-
ria defronte dj Terfo, a fallar com Henrique Jos
Santos._____________________________________
Precisa-se de um caixeiro portuguez para ta-
berna, de 12 14 annos : a tratar no pateo do Pa-
raizo n. 2.
No pateo do Paraizo n. 16, taberna, se dir
quem d 3005 4005 obre hypotheca de algnm
predio.
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, comprara-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
ATTKY^lO.
Muita attengo.
O abaixo assignado avisa a todos os seus deve-
dores era geral, de maiores e menores quantas,
assim como de letras ha muito vencidas, que ve-
nbam no praso de 15 dias pagarem ra Direita
n. 91 os seus dbitos, e se assim nao o fizerem se-
ro seus nomes publicados por este Diario, e de-
pois ejecutados sem distnccSes de pessoas ; fago
o presente annnncio para que depois nao se quei-
xera do -Jos Marti ns da Silva Borhes._________
Precsa-se de urna criada livre ou escrava
qae saiba cezinhar e comprar : na ra de Santo
Amaro (Mundo Novo), sobrado onde morou o Sr,
Dr. Sabino.______________________________ ,
Precisa-se de urna ama de leite: na ra Im-
perial, sobrado n. 87. ____________________
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 48 na
ra do Trapiche : a tratar no armazem da mesma
casa.
Precisa-se alugar urna preta que saiba cozi-
nhar e engommar : quem a tiver, dirija-se ra
do Trapiche n. 4, que achara com quem tratar.
Ama.
Precisa-se de urna ama para cozinhar : na ra
larga do Rosario n. 12, segundo andar.
Precisa-se de um caixeiro de Idade de 14 i
16 annos: na padaria do Campo Verde, ra do
Socego o. 48.
Folha de Flandres.
Grande sorlimento de folha de Flandres: na ra
da Cadeia do Reeife n. 56 A, loja de ferragens de
Bastos.
Ferros para ourives.
Na ra larga do Rosario n. 24, loja de ourives,
vendem-se todos os ferres e utencilios de ourives.
0 Penaste da Moda.
AGUA FLOHIDA
Do Murrav & Lanman.
Este raro qno delicado perfume
qnasi que inextingmvel o tao clieio de
mimos fragrancia o frescura como o
delicado clieiro das proprias verdecen-
tes flores. Durante os mezes caloren-
toa do verilo o ten uzo torna-sc minen-
teniente aprazivel c desejavel em con-
sequencia da influencia refrigirante e
suave que ella produz sobre :i pelle:
ni quanto que tizada no banho ella
imparte o corpo lnguido e caneado
una certa clasticidade de vigor e forja.
lilla imparte transparencia as feifes,
6 revwve pannos, sardas e bertoejas dt
sobre apelle.
0 TOMCO BJSYHL DE KEMP
PARA 08 CABELLOS,
E urna prepararlo admiravel para lim-
par, aformosear, conservar e restabele-
eer 06 cabellos.
venda as boticas de Gaors & Barboza,
ra da Cruz, e Joo da G. Bravo C, ra
da Madre de Dos. cr-^
s
(><
ueijos
Os verdadeiros queijos de Minas chega-
dos pelo ultimo vapor : ne deposito da
ra do Rosario da Boa-Vista n. 43 esqui-
na da ra do Aragao.
Vendem-se duas propriedades de casas ter-
reas sitas ra Bella ns. 39 e 48 : trata-se na tra-
vesa da Madre de Dos n. 13.
Novidades no mercado!
Queijos flamengos cora 10 libras cada um, viu-
dos no vapor francez, de superior qnalidade, so se
vendem na ra Direita n. 91, a 700, e a 750 rs.
a libra.
Na fabrica de sabio da ra do Raugel n. 34,
precisa-se alugar um moleque para o servieo da
mesma.
COMPRAS.
Compra-se ouro prata era pbra velhas
paga-e beta: na loja de blhetes da praca ..H Inda
pendencia a. L
Vende-se o eogenho Diamante, sito na co-
marca de Goianna, urna legoa distante da cidade,
tem excellentes trras de plantacao e muito boas
obras : quem o quizer comprar, dirija-se ao Reei-
fe, casa dos Srs. Joao Pereira Moutinho, ou Ro-
cha & Lima, na ra da Cadeia do Reeife, e em Goi-
anna ap Sr. Trajano da Costa Ribeiro : qualquer
desses senhores poder dar informacoes sobre o
en;;eulio, e indicar a pessoa com quem se dever
tratar.
Na ra do Rangel n. 2 vende-se o verdade-
ro papel de linho hespanhol, e de palha de milho,
tanto em porcao como a retalho, e de todas as mais
qualidades para o fabrico de cigarros; charutos da
Baha muito bous a 24 a caixa ; a elles, que eslao
a acabar-se. ^^___^__
Vende-se ou permuta-se por duas crias de 3
4 annos de idade uraa negra de meia idade,
sem vicios nenhuns, muito boaqaiundeirae mui-
to fiel : no pateo do Terco n. 141.
GAZ.
Vende-se gaz liquido americano da melhor
qnalidade em lat< de uro, dous e cinco galoes,
por menos que em ouira qualquer parte : no ar-
mazem do caes do Rasof a. 16.
I____LADQ1
INJECTION BROU
perfumera mdico-hyginica
De J.-P. LAROZE, (Maca, Famiefaika fc la Leda especial k Faris
Estos productos son el resultado de la aplicacin de lia leyes de la higiene & la per-
fumera, que se eleva y convierte en farmacia de la belleza, encargada de atender la hi-
giene del culis, cabellos y dientes, que todos son rganos tan importantes; sirven para evi-
tar y destruir las causas de las enfermedades que so hermana primognita, la farmacia
propiamente dicha, est llamada curar.
MH1WIUCO pira curar inmediatamente
las doloi es de muelas; el frasco 1 fr. 29
K.VM wmnicpi ROSADOS, con tose de
magnesia, para emblanquecer y conservar los
dientra; el tralca.......1 fr. M
opiata dentfrica pira fortificar Usencias y
evitar las nevralgias dentales .... 1 (r. 50
BCT_TT0 DE tai. para curar los dientes ca-
riados antes de la emplomadura, y evitar los abec-
sos y dolores; el frasco con el inatiumento. U fr.
asda i_coderwha para coerrar la her-
mosura de la tes y las funciones de la piel; el
frasco.............5 fr.
iraum db Ana jcctificado complemento
del tocador de la boca despus de cada comida;
el fraseo...........1 fr. 23
jabom LBsrmro _cm_*al, para el locador ;
i la ioleta, almendras amargas, ramillete, etc.,
el Jabn............1 fr. St
abo*! Laamvo mbdiooial, con yemas de
huevo, para eiur las grietas en el cutis, hendiduras
!' enfermedades i\t la piel; i la violeta, rainil-
ete, etc;elJalon.........2 fr.
cuma m jabob unrrtw mbduheal en
polvos. Es espedal para la barba, como tambin
para el tocador de las mugeres y niOos; el
fraseo......-.......2 fr.
AODA LsMn_I>, para conservar y embellecer los
cabellos, fortificando sus raices ; el frasco i fr.
ACEITE DB AVEIXAH4S t__T_0O, para re-
mediar a la sequedad y atona de tos cabellos: el
Irasco.............2 Ir.
TWACRB DI TOCADOR OPERTIsfO, renom-
brado por su suavidad y aceita refrescante; el
frasco.............1 fr.
COLD crean BCPERJOR, para conservar el cutis
blanco, fresco, difano, y evitar tos consecuencia
del uso de los afeites; el bote. I fr. M
AODA DI COLORA CFERIOR con imbar 6 lia
el. La estabilidad de su pe fume to hace buscar
Kra el tocador, batios locales y geneiales; el
isco..............1 fr-
FASTILLA or_ktai_s del do:lor Paul Ciernen!,
para quitar el olor del tabaco y neutralisar los hli-
tos fuertes; al caja. .......Iy2fr.
AQA DR rLORESl DR AUSA, cosmtico
muy buscado par destruir las omesones, fortale-
cer y refiescar ciertos rganos el frascA 1 fr. M
espibitd DR menta strpERrxwo. Es el mas
perfecto indispensable complement del toca-
dor de la boca despus de la comida; el
frasco. f.........1 fr. 25
POMADA CORSERTADORA con quinina pura, para
fortificar los cabelles, hermosearlos y evitar que
se pongan canos antes de tiempo; el bote. S fr.
Depsito en todas las ciudades en casa de los farmacuticos, perfumistas, peluqueros,
mercaderes de modas y novedades. Venta por menor : En la Farmacia _aroM, ru
Neuve-des-Pelils-Champs, 26.
Expediciones encasa de J.-P. LAROZE, rae de la Foniane-Molre,39ts,enP'tris.
Desgnese en que lengua deben citar ai nriruccionu que acompaan cada producto.
JARABE DE CORTEZAS DE NARANJAS AMARGAS
De J.-P. LAROZE, Qumico, Fimaentiee de la Escuela siperer k Fam
Este Jarabe, al regularizar las funciones del estmago intestinos, destruye esas
indisposiciones proteitoraies, y hace abortar las enfermedades de que son signos precur-
sores. Mdicos y enfermos han reconocido que restablece la digestin, haciendo desa-
parecer las pesadeces de estmago; que calma las jaquecas, pasmos, y calambres, que
son el resultado de digestiones penosas. Su gusto* agradable, y la facilidad con que se
soporta, lo han hecho adoptar como el espectfieco infelible de las enfermedades nervio-
sas, gastritis, gastralgias, clicos de estmago y enprkas, palpitaciones, males de co-
razn vmitos nerviosos. Su accin sobre las (tinciones asimiladoras es tal, que los
mdicos mas ilustres lo han adoptado por cscipinte real de los dos primeros agentes
teraputicos : el Ioduro de potasio y el Proto-Ioduro de hierro, habiendo
observado que bajo su influjo, el primero pierde su accin irritante, y el segundo
su efecto astringente.
JARABE DEPURATIVO JARABE FERRUGINOSO
DE CORTIS* OE "UBJ.MAS ASURl'.tS
CON IODURO DE POTASIO
El Ioduro de potasio, administrado en olu-
clon bajo forma slida, causa al enfermo una
gran repugnancia, determina accidentes que
lo obligan renunciar este rfcaz remedio.
Unido al Jarabe de cortesa de naranjas, no
causa ni gastralgia, ni desarreglo del estmago
intestinos, y gracias este salvo-conducto,
las curas depuradas pueden seguirse sin inter-
rupcin en las afecciones escrofulosas, tutier-
nitosas, cancerosas, y en las segundarias ter-
ciarias, inclusas las reumticas, de que es tu
mas seguro especifico. La dosis est definida de
tal manera que el mdico la varia como quiere.
I-.I frasco : 4 fr. SO
OE CORTEItS DE Ji>JlS AMARGAS
con PROTO-IODURO de HIERRO
La asociacin de la sal frrea con el Jarabe
de cortezas de naranjas es tanto mu racional
cuanto que este Jarabe, empleado solo para
estimular el apetito, activar la secrecin del
jugo gslrico, v por consiguiente, rerulat i/ar
las funciones andominnles, neutraliza lostrit.
efectos de los ferruginosos y de los Ioduro* 'pe-
sadez de cabera, constipacin, dolores epigs-
tricos), al paso que facilita su absorcin. Di-
suelto en el Jarabe, se toma y soporta fcil-
mente por bailarse en el estado puro mas
asimilable; y asipuede seguirse la cura de los
colores plidos, prdidas blancas, anemia,
afecciones cscrofulu.-as y raquitismo. El frasco:
4 fr. 50.
Los Jambes de J.-P. LAROZE estn siempre en frascos especiales Jamasen medias
botellas ni frascos redondos). Expediciones: en casa J.-P. LAROZE, ru de la Fontaine-
Molirc, 39>is. Depsito general: farmacia Laroze, rae Neuve-des-Petits-Champs, 86,
y en casa de todos los farmacuticos antiguos de Francia y del Estrangcro.
Desgnese en que lengua deben estar las instrucciones que acompaan cada producto.
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Vende-se na ra do Imperador botica franceza n. 38.

ou flna a vontade do comprador AVISO AOS SRS. MDICOS.
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Cara ca'arrhos, tosse*
coqueluches, irritmfm
nervosas sos dos bron-
chios s todas as doen-
I cas do ptitO; basta a*
doente urna colbe rebdea deste xarops D' Fosen*.
Dr. C_B_B, en Pars, Tl-rte, sm.
Pars, 36,RuaVivienne, D*
Sirop du
orFORGET
CHABLEmedecin
BOTICA E DROGARA
DE


Francelino Ferreira Crespo
Goianna.
Vende-se:
Salsa parrilha de Bristol.
Pilulas assucaradas de Kemp.
Pastilhas assucaradas de-Kemp.
Agua florida de Murrav & C.
Peitoral de anacahuita.
Xarope de citrato de ferro de Chable.
Elixir de citro lactato de ferro.
Injeccao Brow.
Pilulas americanas contra ses5es.
Pilulas purgativas de Dehant.
Pilulas do Dr. Alison.
Pilulas da vida.
Xarope vegetal de Pencdo.
Promplo alivio.
Pilulas reguladoras.
Xarope alcoolico de vellame.
DEPURATIF
in SAAG
PLUS DE
COPAHU
Vende-se sal do Ass a bordo do patacho
Andri, fondeado defronte do Forte do Mattos: tra-
ta-se com ocapitao a bordo, ou na ra do Vigario,
armaxm naval n. I.
\ inlw do Porto superior
em caitas1 de uraa e duas dnzias: tem para ven-
der Antonio Luii de Oliveira Azevedo & C, no seo
escriptorio ra da Cruz n. 1.
Farinha de mandioca superior
em saceos grandes: vende Antonio Lniz de Olivei-
ra Azevedo C, no seu escriptorio ra ^da Cruz
numero 1,
OASENFF.RMIADAS DF.SSKXUAES, AS AFFEO
COES CUTNEAS. E ALTERACOES DO SANCVZ.
"OOOcurasdasim/injeJW
stulas, herpes, san
omixoes.atrtmonia^at
erfoes, viciosas do aus-
__jue; virus, t aluracom
do sangue. (Xarope vegetal sem saercirio).!
ratita vrfctaea BACHOS MIKl
tomao-se dous por semana, seguindo o tracua
Dernirativo : empregado as mesmas atarthat.
Esto Xarope Citraets da
ferro de CHABLK. cara
immediataasesisqsalejser
purga^ao, relaxteao,
licblidadc, i(aaJ-
eate os (laxos e flores brancas das mnrherei.
Esta injeccao benigna eniprega-e cosa o Xarope
Citraclo de Ferro.
Heon-oidas, Pomada qae u cara em tres d_t.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra bu affeccoex cuforujaa comisos.
PILULAS VEGETA ES DEPURATIVAS
do V CkaWe, cada frasco vai leeaaJisds o,
b folheto. f
Vende-se na ra do Imperador botica
franceza n. 38.
Vende-se alpaca prela a aO rs. e cavada.
Vende-se alpaca prela para vestidos a 000, 600
700 e 800 rs., flna de rordao a 800 ra. para pale-
tot, princeza preta a 800 e 640 o covado, I>o_baz-
na preta flna a 1J400 o covado, laazinhas preu
para senhora que estao de luto a 718 o covado :
na ra da Imperatriz n. 56. A loja est abena al
s 9 horas da noite.
Trina, volantes e jalees.
Vende-se trina, volantes e gales de todas ae
larguras por precos muilo barato: no viplants
ra do Crespo n. 7.
' Vende-se urna caderinha com pooco ,
prompta com crrelas : a tratar na rna do Rosan*
n. 56, em frente a ra do Aragio.
Vende-se a padaria sita em Sanio Aaro
travessa do Lima, qnioa da roa de Luiz do Reg:
a tratar na mesma.



de Peraambueo aMaiI** ^l(t d* 1AM
Gipitie litjuidacao
sor tinento Lendas novas yinda* fc^^JiJJJ.* "P* *
pelo vapor inglez oara o prenrieja-
riodo grande armazeni aloja tete
,. AoOa-se este estabelecirneoto completamente sor-
________ 'litio de falendas iorlezas,. franceaas, alloniaes e
wamA'JtT,m- imi* da ImnPritfil euissas, proprias unto para a prac cuino para o
leiflat Id Artrt, rua^aa uiiperain mat0) prometlend0 YeiKjei._se oais barato do que
"'emoutra qualquer parte principalmente sendo ero
porgio e de todas as fazendas dao-se as amostras
deixand ficar peuhor ou mandaro-se levar em ca-
sa peles caixeiros da loja do Pavao.
As chitas do Ptvao.
Vendem-se superiores chitas claras e escuras pe-
lo barato prego de 240 e 280 rs. sendo tintas stgu-
res, ditas francezas tinas a 320, 310, 360, 400 e
300 rs., o covado, ditas pretas largas e estreitas,
riscados escoeezes finos a 240 rs. o covado, isto na
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
n. 56, de lonrenco Perera Me
(inimarcs
Peeljincha, a 3,5200.
Vndese baratissimo pa/a aparar diheiro, a
saber : cortes de chitas francezas de cores escuras
e claras com 10 covados por 35200, ditos de chitas
inglezas a 2*400, ditos de cassas francezas a 2* e
500, ditos de cambraia de salpicos a 2*500 e 3:
s na Arara, ra da Imperatriz n/56.
A Arara rende a 210 rs.
Vende-se organdys fino para vestido a 240, 280 .
e 320 rs. o covado, eas.-a francesa fina a 320 o co- As cassas do Pari a 210, 260, 300 e 320 rs.
vado, gorguro de liuho para vestido a 2S0 o cova-, Vendem-se'finissimas cassas persianas cores fi-
do : loja da Arara, ra da Imperatriz n. 56. xas a 320 rs. o covado, ditas francezas muito finas
A Arara vende laazinhas de 11111a s cor a 240 e 280 rs., ditas iugzezas a 240 e 280 rs. u
a 610 rs. l covado, finissimo organdy oalisado com desenhos
Vendem-se ricas laazinhas'lisas proprias para' miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldraa*
camas e vestidos, os melhores gostos possiveis, a1 muito finas a 320 resistona loja.do Pavao ruada
640 o covado, ditas Mara Pia muito fina com pal-
mas a 640 o covado : ra da Imperatriz n. 56, loja
da Arara.
Cortes de casemira a $
Vende-se cortes de meia casemira para calca a
25, ditos melhores a 2*500 e 3*, ganga para calca
a 440 o covado, brim de linho preto a 500 rs. o
covado : ra da Imperatriz n. 56.
Fil de liuho a 3 rs. a vara
Vende-sc fil de linho branco proprio para forro
de vestida a 320 rs. a vara, tarlatana de cores
a 640 a vara, fil de linho fino a 800 rs. a vara :
na ra da Imperatriz n. 56.
Veos para senhoras a 1,000 rs.
Vendem-se os mais modernos veos para chapeos
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As laazinhas da eiposico do Pavo.
Vendem-se as mais modernas laazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultime vapor francez sendo
de urna s cor ou de listasiudinhas com 4 pal;
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
prego de 520 rs. o covado, ditas enteladas trans-
parentes de quadrmhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas maiisadas muito linas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 3J0 rs. o covado, ditas a Maria Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de una s cor parda, azul, cor de lyrio e
perola proprias para vestidos, sautembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 e 400 rs isto s na loja do Pavao, ra da Im-
de senhoras a 15 nm, de todas as cores, manguitos
de fil e bordados a 500 rs., manguitos e gola a peralriz n_ go, de Gama & Silva.
15, golinhas para senhoras e meninas a 240 e 320 qs ^^ 0 pavo.
cada urna, camisinhas finas para senhoras a 3* e
4^500 : s na Arara, ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende os caries de 15a Maria Pia a 185.
Vendem-se ricos cortes de la de barra os me-
Vendem-se finos chales de crepon estampados
pelo barato preco de 65, 75, 85, ditos de pona re-
donda a 75 e 85, ditos pretos ricamente bordados
a retroz com vidrilho a 125, ditos pretos lisos a
Ihores que tem vindo, pelo preco de 185 o corte, m d|0S de corcs a 43500 e 55, ditos de merm
ditos a 85, vende laazinhas em covado a 240, 280, i es(ampados a 25 e 35, ditos de la a 15280 e 25,
320, 400, 500 e 640 o covado, dtas lisas de cores a 1 ditos de relroz pret0 para )ut0 a f,^ st0 na loja
640, casemiras para capas de senhoras a 25 o co-' ,j0 pavj0 rua da iniperalriz n. 60, de Gama &
vado : ruada Imperatriz n 56, loja e armazem da: gilva.
Arara, de Mendes Guimares. 0 paTj0 Tenje para iui0-
liramanle da Arara a 20200 a vara. Vende-se superior setim da China fazenda toda
Vende-sc bramante de linho de 10 palmos a de )5a sem )ustro lendo 6 paimos de largura pro-
252OO a vara, panno de linho para saceos e cern-1 pr,0 para vestidos, paletots, capas etc., pelo bara-
ESPLENDIDO SORTIMENTO DE MOLHADOS
sr. RUA IIO CBESPO H. 9
Esquina que volta para a rua do Imperador
%\\m % wm




(.\So se CDgauem com a mitra)
AMIGOS!
Nao leiam este annuncio com precipilac3o.
Coofrontcm os presos dos oulros annunciantes.
Vetiham ver os gneros que temos expostos a venda.
A vista faz f.
Nao temos palavras bombsticas.
Nao nos encnlcamos o primeiro recebedor de conta propria;
Nao desacreditamos ao collega porque nao quiz ser nosso socio.
Tal a qiiem toca, t
Para abastecer a todos os liabitantes desta bella provincia ainda nao sao snflic en-
tes as casas que actualmente oxistem abertas com grandes proporces para terem lum
magnifico, sortimento de molhados ; assim, pois, os preprietarios do Armazem Principal
nao invejm a Sorle dos seus collegas.
Habitantes de Pernambuco.
Nos temos um excellente sortimento dos melhores gneros que se pode achar
em nosso mercado. Yinde ao nosso estabelecimento, e se a vossa boa f l'r illudida
urna s vez ao menos, casligai-nos nao voltando mais a nossa casa.
Amendoas confeitadas de bonitas cores a dem de Hollanda em garrafoes com ^4
l,ooo rs. a libra. garrafas a 7,2oo rs. com o garrafao.
dem de casca muito novas a 3oo rs. a libra. Lenfilhas excellente legume para sopa e gui-
Avellas a 2oo rs. a libra. zados a 2oors. a libra.
Ameixas francezas em caixinhas com lindas Licores francezes de todas as qualidades a
estampas a l,2oo, l,4oo e i,600 rs. cada 800 c 1,000 rs. as garrafas grandes.
uma. I Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800 e
dem em frasco de vidro com rolha do mes-1 96o rs. a libra.
mo ou de metal, a 1,2oo e 1 ioo rs. ca- dem franceza nova ja deste anno a 600 rs.
56o rs. em barris inteiros.
ATOSIGA
las a 640 a vara, hamburgo de linho a 440, 560 e
600 rs. a vara, brim de linho branco fino a 15200,
15400 e 15600 a vara, dito pardo a 800, 640,15 e
i da um. a libra, e
dem em frasco grandes 2,5oo rs. cada um. Marmelada especial dos melhores fabricantes
dem em latas de l lf* e 3 libras a 1,800 e, de Lisboa a 600 e 64o rs. a libra, lia latas
2,ooo rs. de differentes tamanhos.
5500 o covado, cassas \ Arroz da India e Maranbo o melhor que se Massa de tomate em latas de I libra 56o rs.
pretas'lisas, chitas pretas largas e estreitas, chales p ie desejar a loo e 12o rs. a libra e cada uma.
2,800 e 3,4oo rs. a arroba. dem para soda estrelinha, pevide e rodinba
de merino lisos c bordados a vidrilho, manguitos
600 rs. a garrafa,
lgOO a vara: rua da Imperatriz n. 06. COmgollinhas e outros muitos artigos que se ven-, h
Chitas da Arara a 210 rs. 1 dem por prt-ros razoaveis : na loja do Pavao rua Azeite 'loce e L'f.L
Vendem-se chitas finas a 240 c 280, ditas largas da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva. I e 4,00 rs. a canaua.
a 320, 360 e 400 rs. o covado, de cores fixas : rua | Os vestidos do Pavo \ dem francez clarificado em garrafas bran-
da Imperatriz n. 56, loja da rara, de Mendes Gui- Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri- i cas a 900 rs. cada uma, e 10,000 rs. a
"lardes. ^ | camente bordados a veludo pelo barato precede! caixa com 1 duzia.
.Chales da Arara
ra a 25500. 405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005 Aifn7(im, mi,in nnva a limnn a .l^n rs a li-
r .-enuenTse chales da merino estampados a 25, e ftf ; ditos de cambraia bVancos ricamente bor-; Aljazema muito nova 6 limpa a J20 rs.
S5500, 455OO c 55, ditos de laa e seda a 15 : rua dados a croch, sendo proprios para baile e casa- t>ra.
a IGo a libra, e 4,0oo rs. a arroba.
ditos de laa e seda a 15 : rua dados a croch, sendo proprios para baile e casa- \ t'ra.
da Imperatriz n. 56, loja da Arara. ment a 10, 15, 20 e 305; ditos de laa com lindas Alpista
Oh! que pechincua, a 1(5000. barras a 18 e 155 ; isto na loja do Pavao rua Bolachitilias
Vendem se lencos de seda grandes a 15, ditos da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
pequeos a 800 rs., grvalas de seda de cores a 500 Os pannos do Pavo.
rs., ditas pretas de laa e largas a 800 rs., collari- j Vende-se panno preto muito superior pelo barato
nho para homem a 400 rs., meias cruas a 200, 240, preco de 25, 25500,35 e 3500, ditos muito tinos a
300 e 500 rs. o par : rua da Imperatriz n. 56, loja 45, 55 e 65, cortes de casemira preta enfestada a
da Arara. : 45, 45500 e 65, casemira preta fina de uma s
Fazendas pretas para luto, cassas, a 320 rs. largura muito fina a 158OO, 25, 25500 e 35, cor-
Vendem-se cassas pretas para luto a 320 o cova-, les de casemira de cor a 55, 55500 e 65, casenu-
do, veos pretos para chapeos da senhoras a 15,1 entestadas de uma so cor proprias para calca,
lavas de seda pretas a 15, princeza preta enfesta-. paletots, colletes capas para senhora, roupas para
da a 640, 800 e 15 o covado, alpaca preta a 500, meninos a 35 e 3o00 o covado, isto na loja do
640 e 800 rs. o covado, lazinha preta a 610, 1110-; Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Gama cV biiva.
rim e bombazina : rua da Imperatriz, loja da Ara-
ra n. 56.
raude sortimento de roupa
feita.
Vende-se paletots de panno preto a 165, 145,
125, 105, 85 e 65, ditos de brim de cor a 115500,
35e25500, ditos de meia casemira a 45500 e35'00
calcas de brim a 35 e 25500, ditas de brim bran-
co a 455OO e 35500, ceroulas de linho a 25000 e
15800, camisas francezas de linho a 35, ditas de
algodao a 25500 e 25300 : na rua da Imperatriz,
loja Arara n. 56.
Nao esquecam os balees da Arara.
Vendem-se baloes do 15, 20, 30 e 40 arcos a 35,
35500, 45 e 45500, ditos de brilhantina a 45, co-
bertas de chita a 25, ditas de damasco a 45, ditas
de fustao a 55 rua da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
Soiitambarque da Arara a 20 e 25$.
Veude-se soutambarque muito bem enfeitadoa20
e 255 cada um, veos pretos e de cores para senho-
ras a 15 cada um, riscados francezes a 280 o co-
vado. Todas as fazendas existentes nesle estabe-
lecimento vendem-se por preco baratissimo, e dao-
se amostras com penhor, ou manda-se levar as fa-
zendas casadas familias pelo caixeiro da loja da cez, pelo barato preco de 600 rs. o
Arara, rua da lmperalriz n. 56.
Cortes de cassa da Arara a 2000
Vendem-se cortes de cassa a 25, ditos de dita a
25400, cortes d babados a 35 : rua da Impera-
triz n. 56, lo a da Arara.____________________
MACHINAS lEI,TENTE
de trabalhar niio para
descarocar algodao
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAN
Estas machinas
podem descarocar
A roupa do Pavo.
Vendem-se paletots de panno preto sobrecasa-
cos fazenda muito boa a 125, ditos muito linos a
165, 20;, 255 e 305, caigas de casemira preta boa
fazenda a 45500,55, 65, "5 e 85, paletots saceos
de panno preto a 75, ditos de casemira de cor a
65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino
preto, ditos de brim de cores, caigas de casemira
de cor a 45, 55,65, 75, ditos de casemira da
Escossia a 35, ditos de brim pardo a 25500, ditos
de cor a 25 e 25500, ditos brancos muito finos,
sto na loja do Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de
Gama c Silva.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
la e camas pelo barato prego de 95 o par, sendo o
melhor que ha no mercado : na rua da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas.de linho alcochoadas pro-
prias para cama pelo barato preco de 55 cada nma
na rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
As prccalas do Pavo.
Vendem-se as rnais lindas precalas que tem vin-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor fran-
cez, pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas
de lislrinha muito iiindinhas proprias para vestidos
e roupas de meninos e meninas pelo luralo preco
de 500 rs. ;so Pavao rua da Imperatriz n. 60,
loja de Gama & Silva.
Os souteanbarques do Pavo
OS c 15 so o Pavo.
Vendem-se os mais lindos souteanbarques que
tem vindo ltimamente de lazinha e caxemira ri-
camente bordados e enfeitados, cores muito delica-
das pelo barato prego de 105 e 155 ; fazenda esta
que em outras lojas se vendem por 205 c 255,
s para liquidar : na loja e armazem do Pavo
I rua da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
As chitas do Pavo S04OO e
3 $$00 o corte.
Vendem-se cortes de chita com doze covados
cada corte, ditos com dez covados a 25'i00, fazen-
auaaer esDecie ^a muito boa, e que nao desbota, s na loja do Pa-
:! Km ocio r.,.,-ii,ii,.i,-i a rua da Imperatriz n.
ie algodao sem
estragar o fio,
sendo bastante
duaspessoaspara
otrabalho; pode
descarogar uma
arroba de algo-
dao em carogo
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
vo tem esta pechincha
60 de Gama A Silva.
Las de unta s cdr.
Vendem-se laazinhas de uma s cor, sendo en-
carnada, azul, cinzenta, cor de caf, lirio claro, li-
rio roxo cor de perola pelo baratissimo prego de
640 o covado, fazenda muito fina s o Pavo, rua
da Imperatriz n. 60 loja e armazem de Gama &
Silva.
Panno de liuho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
por dia ou 5 -ar-
robas de algodao! a-"pyiorpar,ll50eS)toabas e ceroaias pelo
,P- .- barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
Esta machina 10 palmos de largura a 25500, algodozinho
a nica que tr0 ^g pa)mos de |argura a 15, pegas de
possue as vantagens de nao destruir o fio do al- Hamburg0 ^^ varas a 95, 105 e 115, negasde
godao c de facer render o dobro de qaalqaer ou- madapo,|0 flno a 75500, 85, 95 e 105, ditas de
tra com menos trabalho, a sua introduccao para algoda nho a 65, 65500 e 75, e outras multas
fazendas brancas que e vendem muito baratas
as provincias deste imperio ser de muito valor
para todos os interessados na lavoura do paiz. a d nf^n," j na loja do Pavo rua da
Assim com machinas em ponto grande do raes- ratr n. eo de Gama & Silva,
mo systema,oraql serem movidas por animaes, ~ 5
agua on vapor, pas uaes podem descarocar 18 ar- o bramante do Pavo rom doze
robas de algodao ampo por dia.. palmos de largara.
O algodao descarocado por estas toninas tem Vcnde-se bramante de linho puro, mnito fino com
muito mais estimagao nos mercados de buropa e d(J ,a 0 melnor e mais larg0 ,
vende-se por mworprego. ,tra &* mercado pelo barato prego de 25800
As machinas se acham a venda nicamente em } do"PafSo de Gama & Silva,
casa de
Saundcrs Brothers k C.
HJ. II, praca do Corpo Santo
RECIPE.
Os aicos agentes nesle paiz.
w
aua da Imperatriz n. 60.
As precalas do Pavao.
Vendem-se as mais lindas precalas qus tem vin-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor francez,
pelo barato prego de 600 rs. o covado, ditas de lis-
lrinha muito miudinhas proprias para vestidos e
roupas de meninos e meninas pelo barato prego
1 de 500 rs.: s o Pavo rua da Imperatriz n. 60,
loje db Gama A Silva.
Os baloes do Pavo.
Vendem-se crinolinas ou baldes de 30 arcos tan-
brancos como de cores, sendo americanos qu/
sao os melhores por se nao quebrarem a 35500.e
de 35 arces a 45, ditos de musselina com babados
45, ditos para menina a 25 e 35 : na loja do Pa-
vo roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
0 Pavo vende 8*.
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Maria Pia, com lindas barpas de seda, sendo che-
gados pelo ultimo vapor francez pelo barato prego
de 85 cada um : s na loja do Pavo rna da Impe-
1 ratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os baloes do Pavo.
1 2#00 s o Pavo.
Vende-se baldes com 20,2o e 30 arcos pelo b-
-----h 7, Apo|lo n, 32 ha um grande sorti- ratissimo prego de 25300 assim como tem um
Na rua ae Apoiio^".*, lh saMdas hom- completo sortimento de baloes para meninas de lo-
ieBtode rnarmore paran La1^'T^ h. AWnri- dos m temanhos pelo baratissimo preo de 25500,
que
de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio dasseguintes qualidades: agnae
sal doces, e imperiacs em latas de 6 li-
bras a 3,ooo rs. e de 3 '/libras a i,5oo
rs. e em libra a (54ors., estas bolachinhas
torua-se muito recommendavel com es-
pecialidadc para os doentes.
Biscoitos e Bolacbinhas de suda em latas, de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a 1,35o rs. a lata.
Bollos francezes em cartees e de diversas
qualidades a Go rs. cada um.
Banha de porco verdadeira refinada a 4oo
rs. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a 160 rs. a libra.
Bolacbinhas inglezas ltimamente desembar-
cadas a io rs. a libra e 2,ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
al boje tem vindo a nosso mercado a
18,ooo rs. o gigo, l,5oo rs. a garrafa in-
teira, e 8oo rs. as meias
Cha uxim o melhor que se pode desojar e
que outro qualquer no vende por menos
de 3,ooo a 2,7oo rs. a libra
dem perola especial qualidade a 2,6oo e
,8oo rs. a libra, garan(e-sc a qualidade
d'este cha
dem hysson o melhor que possivel en-
conlrar-se a 2,ioo e 2,6oo rs. a libra.
dem do Bio em talas de 2, 4, 6 e 8 libras
a l,2oo ei,4oo rs. a libra.
dem preto muito fino a l,6oo rs. a libra.
Chocolate das melhores qualidades, francez,
bespanhol e suisso a 1,000, l,2oo e l,4oo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos Fur-
tado de Simas em 'i caixas das seguin-
tes marcas Pariziences, Suspiros, Dili-
cias, Napoleoese Guanabaras a 2,3oo rs.,
eem caixas inteiras Trovadores a 3,ooo
rs. cada uma.
dem de oulros muitos fabricantes e de
differentes marcas para i,5oo rs. as mei-
as caixas de suspiros a l,6oo, 2,ooo e
3,ooo rs. as caixas inteiras.
Conservas inglezas a 8oo rs. o frasco.
dem franceza a 5oo rsi
Cognac inglez das melhores marcas a l,ooo
rs. a garrafa e lo,ooo rs. a duzia.
dem francez suporior qualidade 8oo rs. a
garrafa e 9,ooo rs. a duzia.
Cominho e Erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a 6oo rs. a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Copos finos para agua a 5,ooo rs. a duzia, e-
5oo rs. cada um.
Caf do Bio superior a 28o e 32o rs. a li-
bra, e 8,8oo e 9,5oo a arroba.
Doce fino de goiaba a Goo rs. o caixo.
Ervilhas portuguezas ltimamente chegadas
a Too rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Far'mha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Figos em caixinhas muito bem enfeitadas a
a l,ooo rs. cada uma.
dem em latas ermiticamente lacradas a
1,5oo e 2,5 >o rs. cada orna,
dem em caixas de '/* arroba a 2,5oo rs. ca-
da uma, e2oo rs. a libra.
Graixa muito nova a ioors. a lata e l,ooo
rs. a duzia.
Genebra de Hollanda em frasqueiras com 12
frascos por 6,ooo rs. e 56o rs. o frasco.
dem de laranja a 1,000 rs. os frascos gran-
des e H.ooo rs. a caixa com 12 frascos.
dem de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da uma.
dem em garrafSes de 16 garrafas a i,8oo
rs. com a garrafao.
em caixinhas sortidas a 3,ooo e 3,5oo rs.
cada uma e 5oo rs. a libra,
dem macarro, talerim e aletria a ioo rs.
a libra.
Mostarda franceza preparada em frase a 4oo
rs. cada um.
Molbo inglez em garrafinhas com rolhas de
vidro 64o rs. cada uma.
Marrasquino verdadeiro de Zara a 1,00o rs.
a garrafa, lo,ooo rs. a caixa com 1 duzia.
Nozes muito novas a 16o rs. a libra.
Prezunto de fiambre superior a 600 rs.
dem do Porto para panella a 5oo rs. a libra.
Passas novas a 48o rs. a libra.
Peixc em latas de differentes qualidades co-
mo, savel, corvina, govas, pescadinhae
outros a l.ooo rs. a latas.
Palitos para dentes a 14o e 16o rs. o masso
dos melhores.
Painro o mais novo e limpo a I60 rs. a libra.
e 4,5oo rs. a arroba.
Palitos do g.lz a 2, loo rs. a groza, 2oo rs. a
duzia, e 2o rs. a caixinhas.
Queijos flamengos chegados nesle ultimo va-
por, a
dem pralo muito fresco a 800 e 9oo rs.
a libra.
dem sisso a melhor qualidade que at ho-
je tem vindo ao nosso mercado a 800 rs.
a libra.
"?7Wf fia? S nraor? 3& i notando qoe sao baloes de arcos os melhores
do l de largo, foHiM ae |or *,. ^m vindo da America Ingleza, vendem-se por este
CZfi^ttS3V'
eos milito razweu
s na loja e armazem do
PavSTrua l* Imperatriz n.60, de Gama & Silva.
Sal refinado em potes de vidro a 5oo rs. ca-
da um.
Serveja das melhores marcas a 6.000 rs. a
duzia, e 5Go rs. a garrafa.
Sardinha de Lisboa e Nantes em quartos e
meia latas a 38o 58o rs. cada nma.
Sag mnito novo e alvo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca 18o rs. a libra.
Sevadaa loo rs. a libra, e 2,8oors. a arroba.
Traques de 1.a qualidade a 8,000 rs. a cai-
xa, e22o rs. a carta.
Toucinho novo de Lisboa a 24o e 32o rs. a
libra.
Tijollo paralimpar facas a 15o rs. cada um.
Vinho em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
melhores marcas a 3,8oo rs. a caada, e
5oo rs. a garrafa.
Idem'do Porto Lisboa e Figueira de marcas
menos conhecidas a 4oo rs. a garrafa, e
2,8oo rs. a caada.
dem Colares especial vinho a 600 rs. a gar-
rafa.
dem Lavradio muito fresco nao levando com-
posico a 56o rs. a garrafa, e 4,ooo rs. a
caada.
dem branco de uva pura a 56o rs. a gar-
rafa, e 4,5oo rs. a caada.
dem mais baixo a 4oo rs. a garrafa, e 3,ooo
rs. a caada.
dem Bsrdeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 6,5oo e 7,ooo
rs. a caixa.
dem muito especial que raras vezes vera ao
nosso mercado a l,2oo rs. a garrafa, ga-
rante-se que por este mesmo preco d pre-
juizo e s se encentra n'este armazem.
dem do Porto em caixas com 12 garrafas
das seguntes marcas Lagrimas do Douro,
Duque do Porto, Genuino, Velho Particu-
lar, malvasio fino, D. Pedro V, D. Luiz
I, Nctar e outros a 9,ooo e 10,000 rs.
a caixa e 9oo a l.ooo rs. a garrafa.
dem Muscatel superior a l.ooors. a garra-
fa, e lo,ooo rs. a caixa com 1 duzia.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa
e 2,4oo rs. a caada.
dem em garrafoes com 5 garrafas a l,ooo
rs. com o garrafao.
Vassouras do Porto de arcos de ferro a 32o
rs. cada uma
dem de escova para esfregar casa 36o rs.
cada uma.
Vellas de espermacete superiores a 56o rs.
a libra, e 52o rs. em caixa.
O Vigilante est alerta, nao Ihe era permettido
deixar passar desapercibido sera que nodcssco
sen canto afim de annonciar ao respeitavel publico
o grande sortimento degalaniarias do melhor gosto
propriamente para qualquer mimo, que acaba de
chegar oeste ultimo paquete, assim como muitos
outros objectos que recebe por diversos navios,
Unto de sua conta como de consignago, que est
resolvido a vender por pregos muo baratos para
vender muito o panhar poco, e dar extraego ao
grandejleposito que tem, que espera merecer a
protecgo do respeitavel publico, empregando para
isso todas e as melhores diligencias para que li-
3uem satisfeitos: isto s no Gallo Vigilante, rua
o Crespo n. 7.
Ricas pnrta-joias.
Cofre de muito gosto por 1C5000
Cestinhas transparentes, forradas de madre-
perola por 185000
Lindas jardineiras 105000
Micos cofres com camaphcu 105000
Lindas caixinhas com podras brancas 105000
Lindo balo com calunga dentro tambem
para joias 165000
Tambalier para ditas 95000
Cestinhas idem idem 05000
Cosmorama idem idem 65000
Urnazinha 65000
S no Vigilante, rua do Crespo r. 7.
Ricos porta-bouquetes de diversos gostos e pre-
gos : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ricos sin tus
com bolcinhas ao lado a 10, 12 e 155, ditos sern
bolea, porm do mesmo gosto, a 25500, 35, 35500
e 45, ricas fivelas avulsas para sintos, o melhor
que se pode encontrar, a 15500, 25, 25500 e 35 :
s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Cabazr-s on restinhas.
At que chegara,m as desejadas cestinhas ou ca-
bazes para as meninas trazerem no braco, o mais
rico possivel, a 25500, 35500, i, 5, 7 *e 105 : s
no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
PCDtCS.
Nesle artigo tem nm grande sortimento, unto
para alisar como para atar cabello, o mais lindo
que se pode desojar, assim como de arregacar ca-
bello, tanto de borracha corno de tartaruga, com
enfeite e sem elle para meninas: s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Pontos
Tambem rhegaram os riquissimos pentes do
concha de tartaruga e de massa lina, que se vende
por 25, 3 e 55 : s no Vigilante, rua do Crespo
numero 7.
Lequcs.
Riquissimos leques de madreperola, tanto para
senhora como para mocinhas, pelo barato prego de
12 e 145 : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Hais loques.
Com pequeo defeito, leques de sndalo, por ba-
rato prego, a 85 e 105, cbnexes, muito bonitos,
tambem por barato prego de i e 55, bentarallas
muito bonitas tambem por barato prego do 4 e 55,
leques de charo tambem por 55, tudo isto para
acabar, perdendo-sc talvez 80 0,0 : s no Vigilan-
te, rua do Crespo n. 7.
Pulseiras.
Lindas pulseiras de contas e de missanga, cores
muito lindas u de muito gosto a 15 e 15-00.
Para seprar manguitos.
Tambem chegaram as liguinhas estreitinhas de
borracha que as senhoras tanto precisara para se-
gurar os manguitos por ser muito commodo e mui-
to barato, a 320 o par : s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Sapalinhos eraras de seda.
Riquissimos sapalinhos de seda e de merino en-
feitados, assim como mciaszinhas de seda, gorra-
liabas e touquinhas para as criancinhas se bapli-
sarom : s no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Yoltiuhas.
Lindas voltinhasdeperolas falsas com crozinhas
fingindo brilhantes, assim como cruzinhas avulsas
e vollinbas, pelo barato prego de 1-5 e 15200, as
cruzes avulsas a 400 rs. : s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Canelas.
Riquissimas carretas de. madreperola proprias
para qualquer presente, pelo baratissimo preco de
15500 e 25.
Gol i oh as.
Riquissimas goiinhas e mancuitos, o melhor gos-
to possivel, a 25, 25500 e 35: s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
huelles para senhora.
Riquissimos enfeites com lago e sem lago e de
outros muitos gostos a 15, 15300 e 35 : s no Vi-
gialnte, rua do Crespo n. 7.
Tiancclins.
Lindos trancelins de cabello para relogio ou lu-
netas, pelo baratissimo prego de 15300, ditos de
retroz a 200 rs.
Babadinhos ntremeles.
Riquissimos babadinhos entremeios cora lindos
desenhos tapados e transparentes, pelo baratissimo
prego de 15200, 15500, 25 e 35 : s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Casca mili as.
Grande sortimento de cascarrilhas de diversas
Atlcucao
O dono da lujadoteija-llor, na rua o Queiflipdo
n. C3, acaba de abrir um outro espagosti csiabela-
cimento de miudezas na raesma rua n. 69, por liso
avisa aos seus freguezes e amigos, que npstvs dous
fstaUeleciraentos cncontraro stuiprc grande sorli-
menlo Ue miudezas, perfumaras e oliuctos de gos-
tos; e vender sempre rnais barato (jue outro qual-
quer, cuino abata) se vera.
Pentes domados de iravess.
Delicados pentes dourados ih- travesea par or.e-
nlnas a 15506 cada um, ditos cm M-r dourados a
500 rs. cada um : as lojas do Beija*fior, rua de
Queimado ns. 63 e 69.
lolliiilias e aljofares.
Lindas voltinhas do aljofares rom cruz.? de pt-
drinhas imitando a brilhantes a 15 cada uma : as
lojas do Beija-flor, rua do Queimado ns. 03 e C9.
Luvas de Jouvin
Chegaram pelo ullin-.o vapor as desejadas Invac
de Jouvin de todas as cores, tanto para IkMMstf
como para senhoras : as lojas di eija-flor, rus
do Queimado ns. 63 e 69.
Talheres para meninos.
Vendem-se talheres de cabo do bataneo para me-
ninos a 280 rs. talher : as lejas do eija-flor,
rua do Queimado ns. 63 e 69.
Colheres de metal prinripe.
Vendem-se colheres de metal' principe rnuito li-
nas para sopa a 35600 e 45WO a duzia, ditas para
eh a 25 e 25400 a duzia, ditas pura assiuar a
500 rs. cada uma, ditas para terrina a 5 cada
uma, e s quem vende por estes pregos as lojas
do Ueija-flor, rua do Queimado us. 63 e 69.
Facas e garfos.
Vendem-se facas e garfos oilavados a 2580O a
duzia, ditas cravadas, cabo preto e branco a 35 duzia, ditas de balango de i botio linas a 55201*
ditas de 2 botoes mnito lisas a 65300 a duzia, ditas
de I botao para doces e fru tas a 35 a duzia, ditas
de 2 botoes a 55200 a duzia : as lojas do Beija-
flor, rua do Queimado ns. 63 e 69.
Tiras bordadas.
Vendem-se tiras bordadas, a pega a 15RiO, 15200
e 15300 : as lojas do Beija-flor, rua do Queimad
ns. 63 e 69.
Rallados bordados.
Vendem-se babados bordados de varias largaras
a pega a 15600, 15800, 25, 25200 e 2#4O0 : tas
lojas do Be'ja-flor, rua do Queimado ns. 63 e 69.
Lindos sapalinhos.
Vendem-se lindos sapalinhos para baptsade* de
enancas a 15300 e 25 o par: as lojas do Beija-
flor) rua do Queimado us. 63 c 9.
Botoes para puntas.
Vendem-se botoezinhos domadrcperolaede. mar-
lim para punhos a 320 rs. o par, ditos eocarnadi-
nhos a 120 rs. o par : as lojas Jo Beija-flor, rua
do Queimado ns. 63 e 69.
Filas para debrum de veslidos.
Vendem-se titas de laa de todas as cr-res para
debruBi de vestido a 900 rs. a pega, diU.s pretas
de seda a 15100 a peca : as lijas do Beija-lor,
rua do Queimado ns. 63 e 69.
Filas brancas para dehriim.
Vendem-se pegas de lita branca de linho para
debrum a 400 rs. a pega : as lojas do Bt >ju kr
na rua do Queimado ns. 63 e 69.
Ricas filas lavradas.
Vendem-se muito ricas fitas lavradas para :"
de senhora e meninas : as lojas do Beija-flor, rua
do Queimado ns. 63 e.69.
Espcllios de jacarando.
Vendem-se espelhos de columnas, de jai irand,
a 35 e 45500 cada um, ditos de rnadoira amsrrtta
a 25400 c 2-3800 : as lojas do Beija-flor, na 1 o
do Queimado ns. 63 c 69.
Filas de velludo estrellas.
Vendem-se fitinhas estreitas de veliudo ; ara en-
feite de vestido a 900, 15 e 15200 1 peca as to-
jas do Beija-flor, rua do Queirtrdo ns. 63 e 69.
Tiangas de la para bordar.
Vendem-se trancinhas de la nr. tas para I or-
dar camisinhas c veslidos a 80 c 160 rs. .1 1' icha,
ditas brancas com 40 varas a 600 rs. a Di i, e 1 u-
tras mudas consas que se tornarn enfadi nho men-
ciona-las, pois s com a vista se pr .lera w 1 1 gran-
de sortimento das lojas do Heija-ll r. Da ro '.
Queimado ns. 63 e 69.
RIVAL SEM SEGUNDO
Rua do Queimado ns. 49 c 53, loj.i dejnindozas
de Jos de Azevedo Maia e ftHTa, Hirnrninnsnir
no sen progresso de vender harali.-Tfsio :
Capachos grandes o superiores a 500 rs. rada um.
Caixas do superiores obreias de cola e massa a
40 rs.
Cordao branco para vestido e espartilbo, rara 20
ris.
Linhas do carretel (150 jardas) de superior quali-
dade a 60 rs.
Carios do liaba Podro V (200 jardas) ja m I
conbecida a 10 rs.
Crozas de peanas de a;o de maitas qualidades e
superiores a 500 rs.
(".aniveles de duas foihas porm finos a 500 rs.
Caixas com calungas muito bonitas para rap a
100 rs.
Franja branca e de cores para toalhas a 160.
Pares de botoes para punho muito boniu* a 12.
Caixas com soldados de chumbo muito benitos a
120 rs.
Tinteiros de vidro com superior tinta a 160.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
Croza do botos de louga pratiados, o mi ibor, a
160 rs.
Tesouras para costura, o mais superior, a 00 rs.
Ditas para unhas muito linas a 400 rs.
Escovas para limpar denles muito superiores a
200 rs.
Libras de la de todas as cores (pesada) a 75.
Caixas de phosphoros de seguranga a 160.
Ditas de papel amizade pautado e liso a 600 rs.
Ditas com 100 anvelopes muito superiores a 800
ris.
Cadernos do papel branco e de cores, pequeo, a
20- ris.
Cartas e taboadas para meninos a 80 rs.
Caixas com superiores seas de aceuder charuto?
a 40 rs.
Carreteis de linha Alesandre (300 jardas) de cesas
a 50 rs.
Baralhos para voltarete muito linos a 2VO.
Cartas de allinetes francezes muito linos a 40 rs.
Meadas de linha foxa para bordar a 20 rs.
Pares de sapatos, de tranca muito superiores a
1*600.
equalidade, por pregos que admiran aos compra- Papis de agnlha com um pequeo toque iM rs
dores, havendo filas largas proprias para sinteiros Groza do botoes de madreperola 1
larguras, assim como galozinho c trancinhas pro-
prias para enfeites : s no Vigilante, rua do Cres-
po n. 7.
Fitas.
Grande sortimento de filas de diversas larguras
que se pode vender a 300 rs. a vara, e pega-de 3
varas a 2* : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Fitas le la.
Fitas de la de todas as qualidades, proprias para
debrum de vestido a 700 rs. a pega : s no Vigi-
lante, rua do Crespo n. 7.
Hitos espelhos,
Riquissimos espelhos com moldura domada e
sem ella de 85,10,12 e 145, assim como cora co-
lumnas de differentes tamanhos a 2*, 3, 4, 5 e 65:
s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Lindos jarros e figuras.
Riquissimos jarros e figuras de porcelana, fina
para enfeite de sala, sendo o melhor gosto que aqni
tem apparecido : s no Vigilante.
Para pos de arroz.
Riquissimos vasos com boneca para pos de ar-
roz, cousa de muito gosto a 15300 e 25, assim co-
mo picotes s com os pos a 320 rs. cada um : s
no Vig lante, rua do Crespo n. 7.
Perfumarlas.
Grande sortimento de extractos e'banhas, poma-
das, assim como os lindos copos ou vasos com dis-
tinctiTOS e offerecimentos as sinhazinhas, dos me-
Idem de carnauba refinada e de composicSo a __.. e mais aramados autores de Pars e ingia-
36o rs. a libra, e de lo,ooo a H.ooo rs.
arroba.
trra, assim como os grandes copos de banha japo-
neza a 25 e a 15 ; assim como outros objetos que
nao possivel por hoje annunciar, e a
AGENCIA
FNDICO DE LOW-MOOa.
Rua da Senialla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meia*
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos 01
tamanhos para ditos.
Empreza da iUuminacfio
gaz.
Todas as vendas de apparelhos e reclamagoes
Dor eseripto dando o nome, morada, dat, etc.),
devem ser feius no armazem da rua do Imperador
n 31. Os machinistas mandados para atlender a
etas apresentaro um livro que os reclamantes
devero assignar logo depois de prompto o servigo
reclamado ; isto para que a empreza flgue sciente
de haverem os mesmos senhores sido devidamen-
te attendidos.
freguezes se far todo negocio
Vigilante, roa do Crespn. 7.
na loja do Gallo
s
Arado americaoos e mchinai para
lavar roupa: em casa de S. P. John6ton 4 C
rua da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se
um carro de 4 rodas em muito bom esta-
do com 6 cavallos carnudos e arreios pa-
ra 4, em bom estado tudo, proprro para
trabalhar: quem quizer negociar dirja-
se rua Direita n. 76, que achara com
2L SS AJm^8
Espantosa pechlacha.
Chapeos de palha do Chile a 320 rs., e em du-
S60 rs.
Carios e caixas de eelehetes francezes superiores
a 40 rs.
Bonets para meninos muito finos a 1*500 e 2
Magos de grampos superiores e limpos a 40 rs.
Gro'zade phosphoros do gaz muito novos a 25200
Areia preta muito superior a 100 rs.
Caixas de rap com espeiho a 100 rs.
Realejos para entreter meninos a 80 rs.
Pegas de fita de linho muito boas a 40 rs.
Pentes de lago nimio bonitos a 1*.
Enfeites de lago de todas as cores a 1*300.
Rodas com allinetes francezes a 20 rs.
Caixas com quatro papis de agulhas imperiaes
Sabonetes de familia a 80, 160 e 320.
Caivetes de duas foihas muito finos a .o.
Pares de sapatos de la para meninos a OOrs.
Sapatos de tranga para senhora e pan lMM>
melhores que tem vindo, e por prego muito tarato
quem quizer ver, reata a rna do Quemado ns.
49 e 55. e ver tudo como e bom e barato.
AlbuDS para vinte retrato.
Vende-se os lindosalbuns para vinle retratos pe-
lo barato prego de 2* cada ura : s no vigiUot.;
rua do Crespo n. 7.
nunanoi
Vende-sc
em Jaboato rua de Baixo o bem conhe-
cido estabelecimento Progresssta, que
consta de molhados e parlara, com al-
guns fundos, proprio para qualquer prin-
cipiante nao s por ser era bom local co-
mo por ter commodos para familia: a
quem convier pode se dirigir ao dito es-
tabelecimento ou i rua Direita "
onde achara com quem tratar.
s
n. 76.
Vpnde-se or nreci5o uma bonita negrinha lia a 3*, pode-se asseverar que pechincha vis-
na rua i SSeia do Recife n. 50 primeiro andar, prar : na loja da rua da Jadre de Dos n. 16.
Salitre refinado, superior qualidade, vinho Bor-
deaux, differentes qualidades, mais barato que em
Sualquer parte : no armazem de E. A. Burle *
., rua da Cruz n. 48.
TILADOl


H9V !
m
1
MarlvtrtriMliiN ftabbado t dr aulho 4- t l
Largo da ,
Saata Cruz
numero
12 e 84.

Esquina da^
ra do
Sebo n. 12!
e84.
BKIlHANTE
AURORA BRILHANTE
GRANDES ARMAZENS DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandes Pires proprietario dos armazens de melhados denomina-
dos Brilhante Aurora e Aurora Brilhante, ao largo da Santa Cruz ns. 12 e 81 (esquina
da ra dd Sebo), faz sciente ao respeitavel publico desta eidade e do interior que nos
seus importantes estabelecimentos vender sempre genero* novos e de primeira quali-
dade e vender a todos pelo niesmo preco.
O completo sortimento de todos os gneros finos e grossos que costumam ter outros
estabeleeimentos desla ordem se enconlraro sempre nos armazens da Brilhante Aurora
i" e Aurora Brilhante e sempre em grande escala a vontade dos Srs. compradores.
O proprietario dos armazens Brilhante Aurora e Aurora Brilhante pede a lodosos
senliores e senhoras que quando liverem de mandar suas relac5es a estes estabelecimen-
tos por seus criados seja em carta fechada ou com grande recommendacao a estes arma-
icns, certos de que sero lo bem servidos como se viessem pessoalmente.
A Brilhanle Aurora e Aurora Brilhante troca qualqoer um genero que por acaso
nao agrade erecebe as libras esterlinas a 9,sendo por compra: a tabella do seus gneros
ser mudada todas as semanas.
Amendoas confeitadas para sortes a libra 1. Vinho muscatel duzia 10$ e garrafa 15.
Manteiga ingleza flor a 800, e 960 rs. Dito branco proprio de Lisboa caada 4,5800
Dita mais abaixo a 640 e 720 rs. e garrafa 640 rs.
Dita franceza nova libra 640 e e n barril a Vinho branco de muito boa qualidade cana-
600 rs da 43 e garrafa 480 rs.
Chocolate sant muito novo a!5200 a libra. Dito Xeret lino a caada 7^300 e carrafa a
Cha perola ornelhor que ha (redondo) a1 1*200.
libra 35200.
Dito dito mais abaixo a 25500 e 25800.
Dito uxim muito fiuo a 25800 e 35. "
Dito hysson superior a 2#600 e 2800.
Dito mais abaixo a 25 e 25500.
Dito preto muito fino a 255'0O.
Dito em massos a 25.
Dito do Rioem latas-de 4, 2 e 1 libra a
15500.
Caf de moca superior arroba 105500 e li-
bra 400 rs.
Dito do Rio e do Cear arroba 95500 e libra
320 rs.
Dito mais abaixo arroba 85500 e libra 280.
Barricas com bolachina ingiera ingleza nova
a 35.
Latas rom bolachinha de soda de 3 libra
a 25500.
Ditas com ditas sortidas de 2 libras a 15400.
Frascos com animas francezas s o frasco
val o dinheiro a 25800 tf.i$.
Latas com ditas a 15400, 25200 e 45.
Ditas cojH-figos de comadre a 15500.
Dito Madeira seca caada 105 e garrafa 25.
Dito em caixas de urna duzia do Porto dos
melhores autores a 125, 145 e 165.
Garrafas com licor fino francez o porluguez
a 15-
Ditas com vinho de caj muito claro a 13.
Ditas com mei de abelha puro a 15.
Frascos com genebra deHollauda de 2 gar-
rafas a 1-3.
Dito de -.ma garrafa a 560 rs.
Dito de laranja verdadeira a 15200.
Duzia de grasa latas grandes a 15.
Caixas com 25 massos de velas de sperma-
cete a 360 rs. a libra.
Ditas autores a 600, 640 e 720 rs. a libra.
Caixas com urna arroba de velas do Araca-
ty 105500 e libra 400 rs.
Ditas de eomposicao arroba I05e libra 360
Saceos grandes com farinha de Goianna mui-
to boa a 35300.
Dito de Porto Alegre melhor quo de Muri-
bera a 65.
Ditos com milho novo com 24 colas a 45000
Caixinhas hermticamente lacradas eproarias: Dito com fa re I lo de Lisboa 120 libras
liara mimo a 25 e 25800.
Caixinhas com ditas a 15, 25300 e 35 de
arroba.
Presunto de Lamcgo muito novo a libra 5'0
rs. inteiro e a retalho 600 rs.
Chouricas e paios novos a libra 800 rs.
Latas com chonricas e linguicas novas vin-
das nesle vapor com 9 libras por 65500.
Imitas com peixe ensopado de muilas quali-
65500.
Dito com arroz de casca a 55500.
Duzia de garrafas de serveja branca o preta
a 55800 e em barricas a 55500.
Arroz do Maranho em sacecs arroba 25600
e libra 100 rs.
Dito da India e Java arroba 35 c libra 120.
Araruta verdadeira arroba 85 e libra 320
rs., matarana.
dades a 15. Gommado Aracaty para engommar arroba
Ditas com ervilhas francezas e portuguezas 55 e libra ICO rs.
a 880 rs. j Tapioca ou farinha do Maranho nova libra
Ditas com fejao verde francez a 800 rs. I6fl rs
Mtas com massa do tomate novo libra Ervilhas seccas muito novas libra 200 rs.
560 rs.
Ditas com ostras a 720 rs.
uilas com marmelada dos melhores autores
de Lisboa a libra 640 rs.
Potes com mustarda franceza preparada a
libra 480 rs.
Frascos com conservas de pepinos, mexides
e azeitonas verde a 15-
Dita dita franceza a 800 rs.
Sag e sevadioha a 240 rs.
Sevaiia arroba 352C0 e libra 120 rs.
Graxa de boio 97 a 280 rs.
Sabio massa a 200, 240 c 280 rs. a libra.
Dito hespanhoi verdadeiro a 400 rs a libra.
Balaios do Porto diversos lmannos de 320
a 2 3.
Capachos para portas de varias cores a 600,
700 e 800 rs.
Giros com Irinla e tantas libras de btalas Grao de luco arroba 45500 e libra 160 r
novas a 35500. Painco arroba 55500 c libra 200 rs.
Queijos novos do vapor a 3-5290 e 35500.
Ditos de prato implicado a 15.
Dito snisso a 800 rs.
Dito de manteiga do Sendo a 800 rs.
Caixas com passas novas de 1 arroba 7,
meia 355OO e quarlo 25 e libra 480
040 rs.
Milho alpisla arroba 45800 e libra 160 rs.
1 Azeite doce de Lisboa garrafa a 640 rs.
Vinagre de Lisboa caada 15500 e garrafa
200. 240 e 320 rs.
, Massos de palitos de denles cora 20 massi-
nhosa lOOrs.
Tijolos de limpar facas a 160 e 120 rs.
nmendoas com casca a libra 240 rs. e arro- Caixas com 40 cartas de traques a 95300 e
,_, ba 65. a carta 280 rs.
(2j>) Nozes Obra 160 e arroba 55. Resmas de papvl almaco pautado a 55.
Caixas e meias ditas com charutos finos da Dilogre ve liso o melhor que ha a 45500.
Bahia dos melhores lahricantes de Jos Dito de peso e paulado a 25300 e 25800.
Furtado de Simas, Reis e oulro?, sendo Garrafes com 23 garrafas de verdadeira
Suspiros, Parisienses suspiros, Delicias, genebra de Hollanda por 85500.
Normas de Havana, Exposico, Almiran- Azeite de coco garrafa 560 rs. e carrapato
tes, Barateiros, varetas, Guanabaras, Re-; 360 c caada 25560.
rfn galia imperial, Acadmicos de Olinda, Se- Caixoes com doce de goiaba a 640,800 e 15
($n nadores e Apraziveis de 15500 a 85 a cai- Toucinho de Lisboa arroba 85500 e libra
<&p xa de 50 a 100 charutos. 320 rs.
Groas de caixinhas de palitos do gaz a Dito de Sanios arroba 75 e libra 280 rs.
2r5200 e 200 rs. a duzia. I Moihos com grandes ceblas a 15600.
Barris com azeitonas novas a 3, e 45 bar- Cento de dita sola a 15500.
ns grandes. Mauncos de alhos a 240, 320 e 400 rs.
, \ assouras do Porto piassava muito segaras Esteiras de vanas qualidades.
a 400 rs. ; Cordas de postar e de andaime.
Azeite tes caixa 105e agarrafa 15. | libra 120 rs.
Caixas com vinho Bordeaux branco c tinto Copos lapidados para agua c vinho a 35500,
S. Julien, S. Estife e outros a 75500 e 85. 55800. 65 e 75.
Vinho do Porto ho em barris de 5" que ra-
ras vezes apparecc nnr 805 e em caada a
55300 e garrafa a 800 rs. |
Dito da Figueira puro caada 45 e 45500 e
garrafa a 480 c 360 rs.
Dito de Lisboa de boa* marcas a 35500 e
fffj 45 e a carrafa a 440 e 480 r?.
3f$_Cognac vrrdadeiro a garrafa 1-5 e 15280.
->3l
Ditos lisos para varios precos.
Calix lapidados grandes e'pequeos duzia
3,4 e 55 ; e 400 e 500 rs. cada um.
Massas para sopa macarro, talharim e ale-
tria a 480 rs.
Estrelinha e pevide libra 560 rs.
Xaropes de fructas nacionaes a garrafa
500 rs.
IJ^E muitos outros queros que nao possivel men-
w ciona-Ios todos de primeira qualidade.
<79 A satisfacao fa Brilhante Aurora e Aurora Brilhante vender muito embora bara-
SJK to, mas a DINHEIRO.
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So armazem de fazendas baratas de. ^5a?aT3s,o^-"soo3Sas
Sanios Coelho, roa do Queimado, n.! i-S I ilrS.I^&iiii
19,veDde-seoseoinle-
Altenco.
I^azlnhas.
Ricas laazinhas para vestido, fazenda a melhor
que tem vindo ao mercado, tanto em gosto como
em qualidade da fazenda, pelo baratissimo preco
de 560 rs. o covado.
Laazinhas miudiohas carmezins, proprias para
vestidos de meninas, e camisinhas a 640 o covado.
Cortes de laa com 13 corados pelo baratissimo
preco de 65-
Cobertas de chita da India pelo baratissimo nreco
de 25300., "
Lencoes de panno de linho a 25-
Lengoes de braaaante de linhs fino pelo baratissimo
prego de 35MO.
Hramaute de linno fino com 10 palmos de largura
pelo baratissimo precede 25500 a vara..
Aloalhado adamascado proprio para toalhade mesa
a 25000 a vara.
Cambraia de forro a 25600 e 35200.
Gnardanapos adamascados a 35808 a duzia.
'Anillas alcochoadas proprias para in.los a 55 a
dnzia.
Cortes de calca do ganga amarella de listras e
de quadros, pelo baratissimo prego de 15200 s
arte.
i^ambraia adamascada com 20 varas, propria
para cortinado, pelo baratissimo preco de lOjOOO
a peca.
Ricos corles de laa Mara Pia pelo baratissimo.
preco de 185-
e
M


e

5
I

PcaV de'cambraia de salpiccs com 11|2 varas !-..,. uf^}? da td]l}a
pelo baratissimo preco de 45- ^vtmW 4n^? e 2UJ? d9 Esteiras da India, proprias para forro desala, Roa da SCMSlIa ?0Va B 4S
^hl^Ze^a'por menos pre?0 ^ i r^?ft^5c^?7^^^*
Nesle armazem tambem se encontrar nm gran-! 'erro coaao ll0r* a *** r\, dem de Low
do sortimento de roupas feilas, e por medida. 1 Moor libra a 120 rs.
GRANDE ALLIANCA
57 RA DO IMPERADOR" 57
DE
Panlo Ferreira da Silva & Compartida
Grande sortimento (h; molhados em grosso e a retalho. nico armazem que mais
vantagens oflereee ao publico.
NEM COROAS NEM MITRAS
0 VERDADEIRO PRIIIPAL
Besenganem-se todos.
K O
;: o
K o
:: o
Allianva o verdadeiro homem do progressso
Aillan^a o verdadeiro e principal armazem de molhados.
Allianva o armazem que vende mais barato.
A lllan?n o armazem que vende os melhores gneros,
i o Allianva o armazem onde preside o melhor aceio.
Fiquem todos sabedores desta verdade,
Venham todos A ra do Imperador n. 57.
Venham ver os gneros que temos expostos a venda.
PARA AS


-
FUSTAS
S JOO
de bonitas cor
Amendoas confeitadas
800 rs. a libra,
dem de casca muito nova a 3oo rs. a libra.
Avelaas a 2oo rs. a libra.
Amcix.-is francezas em caixinhas com lindas
estampas a I,2oo, i,4oo e l.Goors. cada
urna,
dem em frasco de vidro com' rolha do mes-
I mo ou de metal, a l,2oo e I,ioo rs. cada
1 um.
dem em frasco grandes a 2,oo rs. cada
um.
dem em latas de 1 y e 3 libras a 1,800 e
2,000 rs.
Arroz da India e Maranho o melhor que se
pode desejar a loo e 12o rs a libra e
2,8oo a 3,ioo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa, e
4,800 rs. a caada,
dem francez clarificado em garrafas bran-
cas a 9oo rs. cada urna, e 10,000 rs. a
caixa com I duzia.
Alfazema muito nova e limpa a 32o rs. a li-
bra.
Alpista a IGo rs. a libra e 4,Goo rs. a ar-
roba
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio dasseguintes qualidades: agua e
sal doces, e imperiacs em latas de 6 libras
a 3,ooo rs. e de 3 */j libras a 1,000 rs.
c em libra a 64o rs., estas bolachinhas
torna-se muilo recommendavel com espe-
cialidade [tara os doentes.
Biscoitos c Bolachinhas de soda em latas de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a 1,35o rs. a lata.
Bolos francezes em cartes e de diversas
qualidades a 64o rs. cada um.
Banha de poico verdadeira refinada a 4oo
rs. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a 160 rs.la libra.
Bolachinhas inglezas ltimamente desembar-
cadas a 24o rs. a libra e 2,000 rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
at hoje tem vindo ao nosso mercado a
18,000 rs. o gigo e l,5'oo rs. a garrafa
inteira, e 800 rs. as meias.
Cha uxim o melhor que se pode desejar, e
quo outro qualquer nao vende por menos
de 3,000 a 2,7oo rs. a libra,
dem perola de esp cinl qualidade a 2.600 e
2,800 rs. a libra, garanle-se a qualidade
d'este cha.
dem hysson o melhor que possivel encon-
trar-so a 2,4oo e 2,600 rs. a libra,
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
a I,2oo e 1/too rs. a libra. ^
dem preto muito fino a 1,600 rs. a librar
Chocolate das"melhores qualidades, francez,
hespanhoi e suisso a l.ooo, l,2oo e !,4oo
rs. a libra.
Charutos-do acreditado fabricante Jos Fur-
tado de Simas em */j caixas das segua-
les marcas: Parizienses, Suspiros, Dili-
cias, Napolcoes e Guanabaras a 2,3oo rs.,
e em caixas inteiras Trovadores a 3,000
rs. cada urna.
dem de outros muitos fabricantes e de dif-
ereutes marcas para 1.5oo rs. as meias
caixas, de suspiros a l,6oo, 2,ooo e3,ooo
rs. as caixas inteiras.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
dem franceza a 5oo rs.
Cognac mglez das melhores marcas a 1,000
rs. a garrafa e 10,000 rs. a duzia.
dem francez superior qualidade a 800 rs.
a garrafa e O.ooo rs. a duzia.
Cominho e erva-doce a 4oo rs. a libra.
Gravo da India a 600 rs. a libra.
Canella a l,ooo rs. a libra.
Copos finos para agua a 5,000 rs. a duzia, e
Joo rs. cada um.
Caf do Bio superior a 280 o 320 rs. a libra,
e 8,800 c 9,500 a arroba.
Doce fino de goiabs a 600 rs. o caixao.
Ervilhas porluguezas ltimamente chegadas
a 7oo rs. a lata,
dem ceceas a 16o rs. a libra,
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 320 rs. a
libra.
Figos em caixinhas muilo bem enfeitadas a
l,ooo rs. cada urna.

GH t \IIE ARMAXEI
RA DO IMPERADOR IV, 40
Junto ao se lirado em que mera o Sr. 0. borne,
Pata a festa de Santo Antonio, S. Joo S. Pedro.
Dnartc Almelila t C. receberara de Niia propria flfiaa
ta o mais lindo e variado sortimento de molhados. proprio*
da presente estaeio. ---
Manteiga ingleza Macas brancas
da safra nova vmda neste vapor de 28 de para sopa a melhor que se pode dweiar
maio a 900 rs. a libra e da velha a 800 e macarro, talharim e aleiria a iOO i.
850 rs. libra.
Manteiga franceza
da safra nova a 600 rs. alibra.
Amendoas
confeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Traques
a
DE
ES. PEDRO.
I dem de Hollanda em garrafes com 24 gar-
I rafas a 7,2oo rs. com o garrafao.
Lentilhas excellente legume para sopa e gui-
pados a 2oo rs. a libra.
Licores francezes de todas as qualidades a
800 e l,ooo rs. as garrafas grandes.
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800 .
e 96o rs. a libra ^c n- os mais superiores do mercado
dem franceza nova' j deste anno a 600 rs. m a caixa.e 220.rs' a carta
a libra, e 58o rs. em barris inteiros. AmeiXaS
Marmelada especial dos melhores fabrican-' em frascos de vidro com 3> libras liquido a
tes de Lisboa a 600 e 64o rs. a libra, ha i 20400, muito propios para mimos.
latas de differentes lmannos. fW+rJvc.
Massa de tomate em latas de 1 libra a 56o! vtirioeb
rs. cada urna. com bolos francezes a 500 rs. cada um.
dem para soda estrellinha, pevide e rodinha i L&t&S
Z^T^l^0^'"^^^'^^ ^dc Was as qua-
,. tall,arira .*. a 4o re. a -' '^^
Mostarda franceza preparada em frasco a 4oo de todasasqualidades a 1)5000
rs. cada um
Molho inglez em garrafinhas com rolhas de
vidro a 64o rs. cada urna.
Marrasquinho verdadeiro de Zara a i,000 rs.
agarrafa, lo,ooo rs. a caixa com 1 du-
zia.
Nozes muito novas a 16o rs a libra.
Presunto de fiambre superior a 600 e 800
rs.
dem do Porto para panella a 5oo rs. a libra.
Passas novas a 48o rs. a libra.
Peixe em latas de differentes qualidades co-
mo, savel, corvina, govas, pescadinha e
outros a l.ooo rs. a latas.
Palitos para dentes a 14o o a 10o rs. o mas-
so dos melhores.
Painco o mais novo c limpo a IGo rs, a li-'
bra, e a 4,5oo rs. a arroba.
Palitos do gaz a 2,loo rs. a grosa, e2oo rs.:
a duzia, e 20 rs. a caixinha.
Queijos flamengos chegados neste ultimo
vapor, a 3,ooo
. a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambem-
temos velhos para 500 rs.
Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 3#ooo.
dem prato
o melhor que se pode desejar a l,->000.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 1^200.
Cha uxim
o melhor quo se pode desejar, que outro
qualquer nao pode vender por menos de
3f) a 2,->600.
dem perola
i especial qualidade a 2:>700 rs. a libra.
Massas amarellas
dem prato muito fresco a 800 e 9oo rs. a i Um hvsson
libra
i,i.m.';.. iu 111 .-i o mais aromtico que tem vindo ao nosso
dem suisso a melhor qualidade que ate lio- mercado a '?SGO
je tem viudo ao nosso mercado a 800 rs.
a libra.
dem londrino a Ooo rs.
Sal refinado em potes de vidro a 5oo rs,
cada um.
Gerveja das melhores marcas a 6,000 rs. a
duzia, e 56o rs, a garrafa.
Sardinha de Lisboa e Nantes em quartos e
meias latas a 38o e 58o rs. cada urna.
Sag muilo novo e alvo a 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca 18o rs. a libra.
Sevada a loo rs. a libra, e 2,8oo rs. a ar-
roba. .
Traques de i." qualidade a 9,5oo rs. a cai-
xa, e 24o rs. a carta.
Toucinho novo de Liiba a 2io e 32o rs. a
libra.
Tijolo para limpar facas a 15o re. cada um.
Vinho em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
libra e 4A500 a caixa.
Vinho
Figueira J A A e outras muitas marcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
dem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e
20800 a caada.
dem do lort
generosos engarrafado das melhores fabri-
cantes da eidade do Porto a i& e 1200
a garrafa e de 100 a 12 a caixa, as mar-
cas s2o as seguintes: Chamisso Filho,
F. M., Nctar ou vinho dos Deuzes,
lagrimas do Douro e outros muito.
Latas
com 10 libras de banha a 40090.
Bolachinha ingleza
a 1#800 a barrica da mesma que por ahi
vendem a 20000 e 20400.
Alpista e Painco
o mais novo do mercado a 140 rs. a libra,
e 40400 a arroba.
Nozes
as mais notos do mercado a 120 rs.a libra.
Cervejas
dos melhores fabricanlesje de a*** as mar-
cas de 40500 a 6#B00 a duzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Reis e outros em
meias caixinhas a l->500.
Arroz
do Maranho a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 20500 a 3-1000 a ar-
reba desses que vendem por 30 00.
CAF
de 1.* e 2.a sorte do Rio de Janeiro a 8*500
e 80800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libra.
Carrafoes
com 4 i garrafas com vinagre a ISOOO.om
o garrafao.
fiENElIRA DE LARANJA
verdadeira a 10000 o frasco, e de 115000
a caixa.
DEM
lem frasqueiras de Hollanda a 30000 com
para sopa, macarro, talharim e aletrta a 12 frascos
480rs. alibra. I GENEURA
., COC*A,9 'de Hollanda verdadeira em frasqueira a 600
o muito afamado cognac Pal Brandy a l,8oo rs. caua uma_ '
rs. a garrafa e de outras muilas qualida-1 P\L1T0S
des a l.ooo e 8ob rs. a garrafa. os verdaderos palitos do gaz a 2,2oo a groza
, ." COPOS e 2o rs. cada caixinha.
lapidados para agua a 4,5oo e 5,000 rs. a LICORES
f duzia, e a 440 e Soo rs. cada um. ; finos de l0,ias as quadados, a lo.ooo a caixa
. PAPKjL com uma duzia e a l.ooo a carrafa.
almaco, greve, peso e de outras mudas qua- p \ss\S
lidades de 2,2oo, a 4,5oo a resma do me- aS mais novas do mercado a 9,5oo rs. a
Ihor,
PAPEL
azul e pardo para embrulho de l,4oo a 2,2oo
rs. a resma.
melhores marcas a 3,800 rs. a "caada, e y""**"*"**8
5oo rs a garrafa passas corintbias muito novas proprias para
dem do Porto Lisboa e Figueira de marcas pom a ^ r^a lib,'a'
Fumo
menos conhecidas a 4oo r-s. a garrafa, e i
2,8oo rs. a caada.
dem Colares especial vinho a 600 rs. a gar-
rafa.
IdemLavradio muito fresco nao levando com-
composicao a 56o rs. a garrafa, e 4,000
rs a caada.
dem branco de uva pura a 56o rs. a garra-
fa, e 4,800 rs. a caada,
dem mais baixo a 4oo rs. a garrafa, a 3,ooo
rs. a caada.
o verdadeiro fumo americano em chapa a
1,4oo rs. a libra
Vinagre
PRR em ancorelas de 9 caadas a 15,000 rs.
cada uma.
Cebollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e l,ooo rs. o molho.
cai-
xa e 3oo rs a libra.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisbo.i, como se-
jam Abreu e outros muitos a 600 rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunto de Lamego a 52o rs.
a libra.
ARROZ
Maranho, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3.000, a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de esnermacete de diversas marcas 15o rs.
a libra e em caixa tera abatnenlo.
VELAS
de carnauba em caixas de arroba a 9,3oo e
caixa e 3o rs. a libra.
Os proprielarios do grande armazem o Verdadeiro Principal declaram aos seos
lam ma s rSSda a fluC7 7 000 freg,UeZeS "^ c a pUb'C em "era'' *" para facil,tar a "-0S3 de todo.
111.11 i .rs IIMIS aueilliaUd a O.OOO C /.OOO hnillaram ne mncmiu nru>nc nnc onmimln.. .niroc .
dem em litas ermiticamenle lacradas a
l,5oo e2,5oo rs. cada nma.
dem em caixas de '/* arroba a 2,5oo rs.
cada uma, e 2oo re. a libra.
Graixa muito nova a loo rs. a lata e l,ooo
rs. a dtizia.
Genebra de Hollanda em frasqueiras com 12
frascos por 6,000 rs. e 560 rs. 0 frasee
dem de laranja a 1,000 rs. os frascos gran-
des e ll.ooo rs. a caixa com 12 frascos. Velas de espermacete superiores a 5t
dem de Hollanda em botijas a 4oo rs. cada a libra, e 52o em caixa.
MUma* p- ,0 a r. ,(lem dc carnauba refinada e de Gomposicao
dem em garrafes .de 16 garrafas a 4,800, a 36o rs. a libra, e de lo,ooo a H 000 rs.
rs. com o garrafSo. a arroba.
marcas mais acreditadas a 6,5oo e
rs. a caixa.
dem muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 1.2oo rs. a garrafa, ga-
rante-se que por este mesmo preco d
prejuizo e s se encontra n'este arma-
zem.
dem do Porto em 'caixas com 12 garrafas
das seguintes marcas Lagrimas do Dou-
ro, Duque do Porto, Genuino, Velho Par-
ticular, Malvasio lino, D. Pedro V, D.
Luiz I, Nctar e outros a 9,ooo e lo.ooo
rs. a caixa e 9oo e l,ooo rs. a garrafa.
dem Muscatel superior a 1,00o rs. a garra-
fa, e lo.ooo a caixa com 1 duzia.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo a garrafa e
2,400 rs. a caada.
dem em garrafes com 5 garrafas a l.ooo
rs. com o garrafao.
Vassouras do Porto de arcos de ferro a 32o
rs. cada uma.
dem de escova para esfregar casa a 36o rs.
cada uma.
60 rs.
tipularam os mesmos precos nos seguintes lugares:
l'niio e Commercio ra do Queimado
0 Verdadeiro Principal ra
u. 7
do Imperador a. 40
NADAli OLEOhkFKJ \'D i;\(; \|.|| \i.
XAROPE DE RBANO IODADO
Segundo o* attesUilos dos medico* dos hoipltn de Para, consignados no Prospecto. a awrnvacaa
ft8"* Academicoi, este Xarope empreg-se com o maior soccesao, em lugar do OLEO SS nlDO DI
BALALHAO, ao qual rllee realmente superior. Cura as molestias de peito, as escrfulas, Wnatetknw, a
pallides e mollea das carnes, as pardas d' appetite. e regenera a constituicSo purifleando o isipi Im
summa o mais poderoso depuratlro conbecido. Elle nunca canea o estmago ou os intestinos coas*
lodure de potasslum e o oduro de Ierro; e administra-se com maltir aUcscldads ae* mminaa nWaH
aos humores ou ao entupimento das glndulas. O D*-r c...r, do hospital aSaar* Lass 4 Parts.
o recommenda d um modo inteiramente particular as molestias da palia, eoriaaKtaas*ataaai na
ue teem seu nome.
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz da melhor qualidade a 12$
a lata e em lotes de 10 latas para cima se
far abatimento. no armazem do Caes do
Ramos n. 18 e ra do Trapiche Novo nu-
me'ro 8.___________________________
Ih; da Sen zalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston 4 C,
sellins e silbos inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez.
Cal de Lisboa e poassa da
Rnssla.
Vende-se na ra da Gadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a prco mais barato do qe
ara umaf'faei'Iparte.
Charutos de Havana
de superior qualidade vendem-se em! casa
de Schafleitlin 4 C, ra da Cruz n. 42.
Deposito geral em Fernambuc^ ra da Cruz n. 22 emeasa de Caros d
Ba )b:a
At que chegou
nm grande sortimento de bico e renda preta de
novo modelo chamado (guip) o melhor que se
pode desejar neste artigo e qae se vende muito ba-
rato : na loja do gallo vigilante ra da Crespo
n. 7. m
m
m
MOVIMENTO
BAIRRO DO RECIFE, RA DA CADEIA N. 50.
0 mais novo eo memor
AR9IAZE9I HE J9f OIlf ADOS
Esquina defronte da na da Madre de Dos
krtB co
abnca ConeeiQlo da
Bahia.
Andrade 4 Reg, recobern constante-
mente e tem venda no seu'armazimi n.
34 da ra do Imperador; algedao d'auuel-
la fabrica, proprio tura saceos- dd assa-
car, embalar aisodao em pluma etc., etc.,
pelo preco mais razoavel.
Antonio da Silva Campos, successor do antigo Nascimento defronie do t)ecco F^rjo
nhecido j nesta praca, acaba de transferir o sen eslabelecimeato para a casi cima indicad
os seus benvolos amigos e fregueies, bem como o respeitavel publico em geni conlraro o'
vanado, escolludo e melhor sortimento de molhados, a par du aceio, etecauria e \>am raciroeikste e*U-
belecimento.
O annunciante. tendo fuito orna completa reforma no tortinte a casa e gneros, potwnindn. bonj
torrespondenles na Burupa para remtsas do conta propria, acha-se convencido qoc menerra pro-
teccao de todos os amigos do bom e barato, a qual desdej reclama, ssfiverando-ll)es qon jmak der-
. nwrocera a coLlianga com quo se digaarem do o honrar.
Em resumo, vistje o re*peiiavel pablieoo novo o suaecior armazem lioviiaeiio, caararn-ia *-
: gnns generfls, 6 entao Bcara convencido da realidade do pimente aviso, v^irVando por si nismo qon
nenno.ni outro estabelectni.>nto o servo mettibr que estevstteera coonnodidade de preecs, arad
delicadeza, ou legalidade de pesos e medidas;
Finalmente, lodas e quaesqaer garanta* qae estabelecimemos Metm teem ofkrrrido aos
eoncorrenies, serao manitdas nsste em grao maior.
TOniTlLADQ I
f
-



M
tarto 4c
-"?,
I
MERCANTIL
BC1 DACADEU DO REGIFE 3f. 53.
NOVO E
GEA1TDE BKAZI.M DE MOLHADOS
RA DA CADEIA DO IIECIFE W. 53.
Francisco Fernandos Duarte acaba i abrir na ra da Cadeia do lvecifen. 53, um grande e sortido armazem de molhados de-
nominado Unie Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico wn completo soi tmenlo dos melbore
ceneros que vem ao mercado. Unto estrangeiros, como nacionaes, os quaes serio vendidos em porcies ou a retallo por preces assai
gommodes.
Manteiga ingieza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qualidade a 900 rs. a libra,
em barril se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais superior do raer-
1*5:200 a caada.
Azeite doce refinado em garrafas brancas a
800 rs.
cado a 6oo rs. a libra, e 580 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. 4(5800 a caada.
Prezunts mglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, ebegados oeste ultimo vapor, a 50800 a frasqueira.
720 rs. a libra.
Queijos flaraengos ebegados neste ultimo
vapor a 44000.
Qoeijo pralo muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cb uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 20800
rs, a libra.
Cha hyson maito superior a 20560 rs..a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cb preto maito superior a 20 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differentes
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, caplain, seed, bornez e
outras muitas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada orna.
Passas muito novas, negadas oeste ultime
vapor a 500 rs. a libra e 30 um quarlo ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas franceras em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas estampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a 10200,10500
e20.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, cern-
iendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs. a libra.
Froctas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nezes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs- a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, so vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melbor neste
Sardinhas de Nantes a 340 rs. o qnarto e 56('
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : savel, corvina,
veznpo, cheme, linguado, lagosnha,
10300 rs.
SalmSo em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Macaa de tomtes em latas de 1 libra a GCK
ris.
Chouricase paios em latas de 8 e meia libra
por 70.
Toncinho de Lisboa a 320 rs. a libra t
80600 a arroba.
Bolaxinha ingieza a 320 rs. a libra e 40 i
barrica.
.' Sag muito novo a 240 rs. a libra.
"Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranho a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.

tem vndo ? nosso-mercado a 180 o gigo, I rJJ*?',*****!?,* ftjL ...
*- -a. ...nP.rinr nnalidade. Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
:*. superior qualidade.
Viobo Bordeaux das melbores qualidades Genebra de laranja em frascos grandes a 1.
qu se pode desejar de 7500 a 80000 a Cerveja branca e preta das melhores marcas
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 10* a duzia, e 900 a 10 a garrafa; deste
genero ha grande porgao e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 148 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Carnees, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinbo de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
que ha no mercado a
5*800 a duzia.
500 rs. a garrafa e
Acaba de receber de 6ua propria orjcommenda um grande e variado sortimento
de molhados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o propietario em
offerecer aosseos fregueses e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
Alpista a 160 rs. a libra e 40800 a arroba-1 resumidos precos, afiancando todo e qualquer genero vendido neste bem conhecido ar-
Batatas muito novas em gigos com 40 libra mazem.
PARA A FESTA -"
S. J0&0 1 S. PEDRO
Amendoas confeitadas de 8oors. a libra. ja, canella, cravo, orlis pimenta a l.ooo
Manteiga ingieza perfeitamente flor, a 9oo rs, | rs. a duzia 1 ,ooo rs. a garrafa, garante-se
libra. que os melhores que temos tido no mer-
Idem franceza a 6oo rs. a libra, e 58o rs. | ado.
sendo em barril. Passas em caixas de 1 arroba '/* e / a 8,5oo,
por 10500.
Cebollas a 10 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs,
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranhaoa 100 rs. a libra e 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixao.
MacarrSo, talbarim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinba,pevide e arroz demassa para sopa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras.
Cognac inglez de superior qualidade a 800 pa|tos e etiie ixados com flor a 200 rs.
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Mostarda ingieza em potes j preparada a
400 rs.
Mestarda ingieza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
omasso, ditos lixadossem flor a 160 js.
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 180 rs.a
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos' melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; intei-
ro se faz abatimento.
Ossenbore que comprarem de 1000000. para cima, terao o descont de 5 por ceoto, pelo prorapto pagamento.
CL

RA DO QUEIUf ADO W. 45.
Passando o becco da Congregado segunda casa.
NO VID ABE.

Pereira Rocha < C. acabam de abrir na ra do Queimado n.
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que v
aero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mei
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
45 um armazem de molhados denominado Clarim Commerciai,
em ao nosso mercado, os quaes
ncionada ; garante-se o bom peso
Arroz do Maranhao, da India e Java a 60, 80
e 100 rs. a libra e 16800 a 20600 e 30
a arroba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
16200 e 10600 em frascos grandes a
26500.
dem em caixinhas elegantemente enfeitadas
corn ricas estampas no interior das caixas
a 120000,10400, 10600 c 20.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba.
Cevadinha de Franca
rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata,
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
i Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
10800, 50500 e 280 rs. a libra.
I Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
, Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 60200 a frasqueira.
muito superior a 220, Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra
Painco a 200 rs. a libra.
Azeite doce francez muito fino em garrafas dem em garrafoes de 3 e 5 galoes a 50500
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 6i0 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha- de porcor efinada a 440 rs. a libra e
e em barril a 410 rs.
Cb hvsson, huchin e perola a 10600, ,
205O, 20800 e 30000 a libra,
dem preto muito superior a 20000 a lrbra.
Cerveja preta e branca, das melbores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa I Marrasquirmo
e 56800 a duzia. 800 rs.
Cognac inglez fino a 900 rs. agarrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s da pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melbores fabricantes da Babia
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 40800,
210000, 20200, 20500, 20800, 30000 e
30500 a caixa.
Caf do Rio amito superior a 280 e 320
rs. a libra e 80600 e 80800 rs. a arroba.
Carios de bolinhos francezes muito botos e
muito bem enfeitados a 700 e 600:rs.
Cbourifase paios muito hoyos a 800 rs. a Palitos do gaz 20200 rs. agrosa.
jjbra. j Passas muito novas a 480 rs. a libra.
e 70500 cada um com o garrafao.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas mor
grandes, a 10600 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolhade vi-
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingieza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 900 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
dem franceza muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
de Zara, frascos grandes, a
dem regalar a 500 rs.
Massas finas para sopa: estrellinba, pevide,
rodindas eletrianbas a 600 rs. a libra e a
40 a caixinha com 12 libras.
Nezes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
Palitos de deates a 120 rs.
dem defiera 200 rs.
Amendoas confeitadas a 900 rs. a libra.
Doce de goiaba em latas o melbor possi vel a
20 e em caixao a 640 rs.
a 2U0 rs. a
Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
muito novo a 640rs.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 20800
dem prato. i
dem londrino chegado no ultimo vapor e
900 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 360 rs.
Sag muito alto e novo a 260 rs. a libra.'
Toucinbo de Lisboa a 320 rs. a libra.
i Tijolos de limpar facas a 140rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a libra,
dem stearinas muito superiores 600 rs. a
libra.
Figos em caixinhas ermeticamente lacradas
a 10600.
Tmho do Porto engarrafado o melhor qne
ha Beste genero e de varias marcas, como
sejam: Velbo de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Maria Pin.
Bocage, Chamisso e outros a 808, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e 100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
dem Morgaux e Chateauluminide 1854, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porco de ostros que deixamoa
de mencionar, e que tudo ser vendido jpoi
pecase carnadas, tanto emporces como i,
retalhe.
uem comprar de 4000000 para cima to-
ra o abate de 5 por cerito.
Cb uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras l,5oo e2,5oo rs. a caixa, e iioo rs. a libra
para cima a 2,6oo. garante-se serem muito novas, e graudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corintbias propinas para podim a 9oo
cima a 2,7oo, I rs. a libra,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 64o rs. a libra.
a 2,5oo rs. Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2,3oers. | Ervilhas francezas em latas a 6oo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li- Potes com sal refinado a 48o rs.
bras para cima a 2,2oo. I Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
dem do Rio em latas de 2, 4,6 e 8 libras' fazenda especial.
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata. Pneeunto para fiambre inglezes a 7oo e 8oo
dem preto o melbor que se pode desejar rs.a libra.
neste genero a 2,8oo rs. Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra.
dem menos superior a esse que se vende Caixas de traque n. 1 a 86500 cada urna.
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra. Massas para sopa macarro, talharim aletria
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo a 4oo rs. a libra.
rs. a libra.. Cognac verdadeiro inglez a 8,3oo rs. a caixa
dem miudinho proprio para negocio a 1,5oo e 8oo rs. a garrafa.
rs. a libra. Mem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
Queijos do reino ebegados neste ultimo va- garrafa.
por a 3,ooo. Charutos em grande quantidade e de todos os
dem prato s melhores emais frescos do i fabricantes mais a creditados a 1,5oo,
mercado a 76o rs.a libra sendo inteiro. 2.000, 2.5oo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa,
dem londrino a 6oo rs, e sendo inteiro a, os mais baixos sao dos que por ahi se ven-
5oo rs. a libra, vende-se por este preco I dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
pela porco que temos em ser. Caf de premeira qualidade a 8.800 e 9,5oo
Biscoitos era latas de 2 libras das seguintes rs. a'arroba.
marcas : Osborne. Craknel, Mixed, Victo-, dem de segunda qualidade a 8,5oo rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fance, Machine e outras mui-, roba e 26o rs. a iibra.
tas a 1,3oo e 1.4oo rs. I Arroz do Maranhao a 12ors. a libra, 3,000 rs.
Polvos ebegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,ooo rs.
dem ingieras em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
Cartes com bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vao as procis-
ses a 600 rs. cada um.
Peras seccas asmis novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em litas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
rs. a lata..
dem em caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes muilo novas a 120 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 800 rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a 10,000 e
l,ooo rs. agarrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e Son rs, a garrafa.
dem de marcas poucO conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,oeo rs. a casada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composc5o a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Farinha do Maranhao a 240 rs. a libra.
Ricas caixas com figos a l.ooo rs. cada urna.
Ricos livros com figos l,ooo rs.
Pomada a 200 rs. ajduzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 '/j garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com 4 *fi ditas de venagre a f ,00o rs. o
garrafao.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com aancoreta
dem empipa puro sem o batisme a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores franf ezes e portuguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absmto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, pereicot. de Turin, Botefim,
morangos, limSO, caf, laranja, cidra, gin-1
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs- a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,600 rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,ooo rs. ar-
roba, e 32o rs. a libra.
dem de sebo muito dura fingindo esparmace-
te 36o rs. a libra.
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,000 rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.000 rs.
dem almaco pautado e liso a 3,ooors. a resma.
Mera de peso pautada e liso a 2,5oo rs. a
resma.
dem a zul de botica ou fugueteiro a 2,2oo rs.
a resma.
Idemembrulho de i,2oo a l,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 'i libra a
1,2oo e 800 rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l,ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a 1,80o e 2,800
rs. a lata.
Cerveja Tenente verdadeira a 6,800 rs. a
duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
c 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vaasouras de piassava com 2 arcos de ferro
viudas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a l,ooo rs. o molbo e
800 rs. o cento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
i,ooo a l,2oo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixados em macos grandes
eom 2o rs. o macinhos a i2o rs. o masso.
Ceminhos muito novos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a Ubra,
Milho alpista a 14o rs. a libra e A,5oo rs, a
t arroba. ,
Gomma a^28o.rs. a libra e o,4oo a arroba.
Peixes em latas al,000 rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Jisboa mar N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
\ovo* enfeUes para se ahora.
A aguia-branea aba de receber um belln e va
riado sortimento de enfciies dedivi r.-a* r;ialirta e o que de mais moderno c poisivel i oflootiar-u
aqu, fazendo-se notaveis por suas novfiado e ele-
gancia un?, cuja grade de um lino e delindo le-
cido a que apropriadamente se chao* iatbivrl.
Assim, a vista desse completo KrtJincnl qoafaMr
cidadao munido de dinheiro est habilitado .1 com-
pra-Ios : na rna 8o Queimado, Joja d'aguia-Drauca
I). O.
Bonitas boneeas.
Com rosto de cer, massa e porro lian,.
Acha-se na loja d'aguia-branca ra d.. u.ieiii.a-
do n. 8, um grande sortimento de bonecM (!< .1*-
versos lamanho, com rosto de cera, u,as#a por
cellana os pretndanles munidos c*e di ni.'.-ir
achaio boa disposigo para os nadar.
Itotes de cornalina V
e outras qualidades para colctrs
A Aguia branca acaba de receber Din novo u
variado sortimento d.iquelles apreciadla Loidcs de
cornalina brancos o encarnados, dial e reden-
dos para colotes, cujas abotuaduras cmiinuam a
ser vendidas pelo conimodo e inal;eravi! proco Ue
i 25 cada urna.
Alm desses recebeu tambero outros fe ,:Jre-
perola, massa e osso, com diilerentes moldes para
1 o mesmo fim.
J se v. pois, que o pretendente munido do Ji.
nheiro achara sortimento Tontade na ru;t <
Queimado luja d'Aguia branca u 8.
15,11 SIMIOS liCAIXIWns
com perfumarlas.
Na ra do Queimado n. 8 loja d'Agua-raoca, os
freguezes munidos de dinheiro encontrar.io, beni-
tos bausinhos cobertos de couro e com t Tra^qui-
hos de extractos por IjoOO cada um. e muros
cobertor de papelao com I trasquinhos pur -300I"
um; caixinhas com 6 frasquinhos de ditos por
15000 urna, outras com 12 ditos pjr 2000 MU,
outras com 3 ditos, cuja coberta parece tartaruga.
a 1 500 cada orna, e outras com pastiihas u ct>ei-
ro a 500, 1000 e 000. .
Eavelopcs bordados e carles com lui-
rs d.iui'diis.
Na loja da aguia branca, ra do Queimado n. 8.
achavam-se venda bonitos envolopes Imnlldui
carines com beiras douradas, tendo de un e de
outros, maiores e menores, proprios para ptrtfet-
pacoes de casamenlos, bailes etc.
Completo sortimento de illas
linas, lisas e lavradas.
A aguia branca recebeu um grande e completo
forlimenlo de fitas de diversas larguras e qualida-
des, tanto lisas como lavradas, e em todas ellas cc-
nhece-se a superioridade da fazenda, noiando-e
as lavradas o bom gosto dos novos e lindos dese-
nhos, isso tanto as matisadas como as branca?,
e pela commodidade dos presos o pretendente qoe
se dirigir munido de dinheiro ra do Queimau
loja da aguia branca n. 8, ser bem servido.
Capachos ingieres.
Na loja da aguia branca, ra do Queimado n. 8
vendem-se bons capachos inglezes. oa quaes alem
de bonitos sao de immensa duraco. pelo que *
tornara baratos pelos precos de i, o, 65 e J
cada um.
Cartas francezas.
A aguia branca, na ra do Queimado n. 8, rece-
beu um novo sortimento de finas cartas franeczar
com beiras douradas e brancas, e ;.s esta naden
do baratamente a dinheiro vista.
Objcctos de phantasia viudos
para a aguia branca.
A aguia branca recebeu novos e bonitos objec-
tos de phantasia, alguns dos quaes nunca ristoa
aijiii. sendo :
Bonitos aderecos completos feitos de perolas Mate
Ditos ditos dy pedras, por cuja perfeicso e bom
gosto quasi se nao distinguem das vrdadeiras.
Lindas pulseiras de mosaico.
Dtia dita de perolas falsas tanto para sean ra
como para meninas.
Dita de chapa de crystal com listas douradas.
Dita de cornalina branca, azul etc., ele.
Bonitos alfinetes e anneis para grvala-.
Bonitos pentes de concha, obra de apurado goaio.
Outros travessos com pedras para mininas.
Bellas guarnicSes de pentes dourados, ornado-
comcaixosde uvas, feitos de aljfar, obra di
blime.
Outras igualmente bellas, todas de fino dourado i
com pedras.
Outras a tartarugadas, nada inferior a aque.Ua.
Voliinhas de aljfar branco e de cores corn enues
de pedras.
Esses e outros muitos objeetos acham-se a venda,
na ra do Queimado, loja da aguia branca, o. 8
SAI'.UOS DEftLRKUHA
a IgOOO, 1*50 e '500 o par
na rna do Queimado loja d'Aguia-Branca n. 8.
Felha de ferro galvanisado para
na ra da Cadeia do Recite n. 36 A, leja
gens de Bastos.
I
telhado
de ierra-
ESCRAYOS FGIDOS.
tencao
Fugio da casa do abaixo assignado no dia 24 .
corrente, a escravadenome Maria, crinila, de ida-
de de 40 annos pouco mais ou menos, levoii vesti-
da, dous vestidos de chita escura e um paoM >j
costa anda novo, tem falta de dentes na n uto, o
na ralio direita tem falta de um dedo, bem Talante
e corpulenta; suppoe-se que anda por S. Loureuc
da Malta, roga-se as autoridades e capiuus de cam-
po, a apprehensao e leva-la na ra do Imperador
D. 77, que se pagar as despezas que fizer.
O OToprie'tario 'do grande armazem Uniio e Commercio declara aos seus fregu
zes e amigos ao ptfbHco em^gera!, que para facilitar a commodidade de todos estipulou
os mesmos precos nos seguintes lugares: ^
Uniflo e Commercio ra do ueimaao n. 7.
O Verdadeiro Principal ru do Imperador n. 40.
Feijfc) a 6#000.
Vendem-se saceos com 22 caas de feqao imrla-
tinho e rajado, pelo barate preco de 6, pecaiocha
igual tempos nao apparece neste mercado, por-
tanto cheguem ao barato antes que se acabe: na
roa da Madre de Dos ns. 9 e 9.
1.1 .'VIS DB PELUCA
Para horneas, mnlaeres e meninas.
A Agnia-braaca, na rna do Queimado n. 8 rece-
beu lavas de pellica, para homens, mulheres e
caminas
Desde o dia 21 do mei de junho acna-se fu"
gilivo oescravo Ambrozio, com os signaos seguin-
tes : estatura regular, cor preta, magro, bem IVii-
ps grandes, barba suissa, falla com umita Imnii.
lhacao (de muito velhaco que ), muilo contien-
de na cidade de Olinda e itecife, onde por muitos
annos exerceu a profissao de ganliador : pede-se
todas as autoridades, capitaes de campo, pessoas,
e a cada urna de per si, a captura de dito escravo.
?uepoder ser entregue ra de Apollo n. 39 ao
r. Antonio da Rocha Accioly Lins, ou no engenhc
Outeiro de Pedro, na Luz, O senhor do mesmo es-
cravo protesta desde ja contra quem o tenha acoli-
tado, e igualmente pagar com geoerosidade a quem
o apprehender.
ESCHAVO FGIDO
200|| de gratifleaco.
Contina fgido desde Janeiro o mulato de Do-
me Raymundo, natural do Ico, estatura regalar,
idade de 18 nnos, cabeca chata, cabellas earapi-
nhos, testa grande, rosto oval e ruin urna fstula
na face esquerda, macas salientes, dentes limados
pontudos, bocea regular, e principio de boco, fes
e maos pequeos, coslumava andar calcado, e iu-
titulava-se livre com o nome de Manoel Rayinon-
do : quem o apprehender, dirija-se ra da Ca-
deia do Recife n. 21, Luiz Antonio Siqueira, que
entregar a referida gratiflcaco.
ATTENM
Acha-se fgido o escravo de nome Antonio des-
de o dia 8 do correte auno, com os sigoaes se-
guintes : idade 40 annos, crioulo, altura regular,
desdentado, barba feita, nariz chato, pescoco curio,
um tanto inclinado para a frente, ama marca de
ferida no estomago, ps grossos, e as coalas mar-
cas de chicote, tem cicalrizes as canellas, emutaa
das m3os nao abre bem os dedos, levou vestido eal-
Sa parda,- paletot preto j velho, camisas brancas
uas, sendo urna de abertura bordada, 2 pares de
caigas, 1 branca e 1 pardo, i cobertor, sendo rae-
tade de estopa e metade de algodit, To encontrado
na ribeira de Sanio Amonio e no Peres : por isso
roga-se s autoridades policiaes e capitaes de cam-
po que o peguem e levem-no casa de seos senbo-
res, na ra da Imperatriz n. 80, que aero maito
bem recompensados.
Fugio no dia 27 de abril deste correte anno
um escravo crioulo de nome4)orangos,idade de flO
annos, pouco mais ou menos, baixo, cor taioca,
pouca barba, e est pintando; levando vestido cal-
ca e camisa de algodo da trra, um tamto beicu-
do, muito ladino, e j foi serrado, manqueija de
um quarto, dizem ter ido para as partes do sol, e
j foi visto na villa do Cabo, no engenho Trapiche,
pedmdo esmola como pobre aleijado : rogase as
autoridades polieiaese capitaes de campo a appre-
hensao do dito escravo, e leva-lo a seu senhor, em
Santo Autao, ra da loiperatriz n. 5, ou no Recife,
na estrena do Rosario, em casa do Sr. Joaquina
Francisco Santos Mala, que logo serio recompen-
sados.






HHHPHMHHBBHMffUMHHH^nM
P^WM
Diarle de PernaMbaeo Sftbfcft t de Inlho de !.
JURISPRUDENCIA

Tribunal de asslses do Siena.
PROCESSO OOCTT DB LA POMMERMSAUDIENCIA DE 9
DE MAIO.
fCoutinuago.)
u tribuna! esi cheio de espectadores, adinitti-
por fiilhetes, avullando muitas senhorasi s
dez horas o meia da manha entra o ru, objecto
de geral .rariosidade. de pequea estatura, ca-
bellos ii olhos ca>tanhos. O coojuncto da piysio-
Domia, alias movel e intelligcntc, nao de muita
distinegao. Traz grvala branca o vestuario preto.
Vem munido do volumoso masso de papis, con-
tendo notas o aponlamentos. Exprime se com fa-
cilidade e mc>mo prolixamente; mas senua ele-
gancia o o comedimento dos que estao habituados
a fallar em publico. A suadefesa hbil, tenaz,
enrgica; mas por vezes descomedida e irritante,
despertando mais de urna vez o riso e os murmu-
rios do audilorio.
Os seus precedentes sao pouco proprios para
conciliar sympathiaB : conde problemtico, philan-
tropo interesseiro, prefessor de materialismo, e fi-
lho subinisso da egreja; requerendo ao papa a con-
decorago de S. Silvestre com altestado do seu pa-
rodio,- e declarando os padres trapaceiros c char-
lataes; envolto cm negocios suspeitos, administra-
dor dos banhos e da casa de jogo de Monaco mem-
bro da coramisso de auxilios mutuos de S. Tho-
maz de Aquine, La Pommerais tem entrado em
todos os partidos, usado de todas as mascaras de
un homem desejoso de alcanzar fortuna e celebri-
dade
O primeiro advogado geral, Mr. Ckear de la Val-
le, tem ao lado Mr. de Bonduraux, substituto do
procurador geral. O advogado do ru Mr. La-
chaud.
O presidente Boissieu.Accusado, como se cha-
,ma?
Resposta.Edmond Couty de La Pommerais.
P. A edade ?
R. Vou fazer 34 annos.
P. Onde nasceu ?
R. Em Neuw les Bois (Loiretj.
P. Profissao ?
R. outor em medicina.
P. Morada?
R. Ru des Saiots Peres n. 5.
Depois de lido o acto de accusaoo, eomeca o io-
terrogalorio.
P. A sua familia habita Neuw les BoisJ Gosa
da estima e coosiderago geral. Comprehende-
reos a dor que sentir vendo-o nestes bancos. O
seu pae medico, e tem uin tio pharmaceulico em
Orleans. Una de suas irmas casou com um phar-
maceulico. O accusado foi approvado como dou-
tor em medicina em 1854; seguia a medicina ho-
nwjpathica. Desde ento, representam-n'o vido
de fazer fortuna, urigiu requerimentos ao gover-
no, ora para ser condecorado, ora para ser med,
eo das prisoes. Era 1856 lomou o ttulo de conde,
indevidamente.
R. Pcrlence-me esse titulo. Se deixei de usar
dclle, foi por deferencia modestia de meu pae.
P. Em 18o dirigiu urna supplica ao papa, pe-
dindo a cruz de S. Silvestre, inculcando-se dedica-
do santa s e filho submisso da egreja.
R. Tratava eolito de urna pessoa herdeirade um
dos melhores nomes da Bretanha, e outra pessoa
distincta, que me propuzeram a condecoragao.
Acccitei como qualquer outro houvera feito.
P. Le o requerimento cheio de protestagoes de
devogo.
R a primeira vez que tenho noticia do seu
contexto. (Murmurios.) Eslava escriplo era italia-
no, como nao conbeco essa lingua por isso igoora-
va ..
P. Ao mesmo lempo encontrou-se em sua casa
um projecto de testamento, que parece haver sido
feito quando sua mulher leve o bom successo.
Nesse documento declara que os padres sao uns
charlataes : que nao quer que dcixem entrar pa-
dre algum no seu quarto, mesmo quando se achar
agonizante. Nao quer que se digam missas depois
do seu bito, afim de evitar macaquices e fardadas.
Accrescenla : antes quero que se d o dinheiro do
meu enterro as pobres, do que fazer rir e beber
os parochus minha custa.
Emprasa sua mulher para que eduque seu filho
no odio aos padres e religiao. Se sao esses os
seus sentimentos. esperamos que sua mulher os
Bao attender-, mas temos direilo a dizer que as
expressoes do testamento desmentem de todo o
ponto os termos da supplica ao papa.
Tambera foi professor; e sabemos que as doulri-
as expostas no seu curso de modo algum se coa-
dun;im com os protestos orthodoxos.
R. Nao responde.
P. Relacionado com um individuo chamado Pra-
to, foi este condemnado seis mezes de prisao por
furlo industrioso. Prato fundara urna sociedade
em Monaco, c foi nomeado director dos banhos.
O acciiado en trou no consulho de administrago;
endossou letras que nao podia pagar, fui persegui-
do, e afinal conseguiu saldar as contas, enlregan-
do 1,300 francos.
R. Entrei no conselho de administracao dos ba-
nhos de Monaco com pessoas da maior respeitab-
dade. Quanto s dividas que o cavalheiro de in-
dustria me fez contrair, live de pagar tudo o que
devia, e nao fugi para o cstrangeiro como se disse.
P. Seguiu o curso do Dr. Gastier. Propoz-lhe
tomar a sua clientella, pagando-lhe 2,000 francos
por trimestre. As primeiras prestagoes foram en-
tregues depois deixou de satisfazer.
R. A minha veneracao por Mr. Gasiier obsta a
que o aecuse. Foi elle que me propoz o contrato,
e at quera que casasse com sua ola. Como re-
cusei, tornaram-se meus inimigos.
P. Foi expulso da sociedade dos mdicos homceo-
pathas, pelas suas exigencias contrarias a digni-
dade.
R. Eu linha acgifcis estrangeiras, qne minha so-
gra nao dmittia -, troquei-as por ostras france
tas.
P. O processo mestra que nada liuha quando
casou. Quando falieceu sua sogra, laagou me do
que ella possuia, nao quiz que se fizesse inventa-
rio ; c pagou algumas dividas. Em que anno co-
nheceu a Sra. de Pausv T- *
R. Em 1857 fuj chamado para tratar do marido
Este raorreu em 1&'9.
P. Conlinuouj ver a viuva ?
II. Sira, senftor. Ella veiu pedir desculpa por
nao me pagar; allegando a miseria cm que o mar
rido a deixra. Mr. do Pauw, tendo recebide um
quadro para copiar, vendeu o original; e empres-
tei Ihe 3,000 francos para nao ser preso. D'ahi pro-
veio reconhecimento da viuva. .
P. E' um furlo que attribue a Mr. de Pauw
preteuue haverlbe emprestado 3,000 francos. Go-
mo o prova!
R. Pode saber-se.
P. Teve relacoes intimas com a Sra. de Pauw.
Quando ?
R. Desde a poca em que procurei casa para
nella eslabelecer um consultorio e pharmacia.
Achei urna na ra Verneuil. Como era espagosa, a
Sra. de Pauw tambem ali foi habitar. Foi s desde
ento que com ella tive relagoes intimas.
P. As suas relacoes continuaran! ainda depois do
seu casamento?
R. Nao, senhor. Cessaram as relagoes intimas
nove mezes antes do meu casamento.
P Casou em outubro de 1861. Bepols foi a casa
da Sra. de Pauw ?
R- la l porque os tilhos estavam enfermos ; mas
nao tinhamos outras relacoes. E' certo que ella viu
com mus olhos o meu casamento, queixando-se e
chegando a procurarme no domicilio conjugal. Ti-
ve que dar-lhe dinheiro para nao suecumbir mi-
seria. Desde o meu casamento at 1863, nunca
mais a vi.
P. Por que foi em 1863 propor-lhe seguros de
vida, nao querendo ter mais relacoes com ella, e
allegando ter delta motivos de queixa?
R. Nao fui a sua casa, escrevi-lhe.
P. A sua primeira deciaraco foi esta. Em jalho
passado, estava para ter um filho. F-lo segurar
antes de nascer, pela somma de 85,000 francos, pa-
gando logo 2,362 francos de premio. Ao mesmo
tempo fez segurar a Sra. de Pauw por intervencao
do corretor Desmidt.
A importancia dos seguros de vida desia, feitos
em varias companhias, foi de 550,000 francos.
Obrigou-se a pagar 19,841 francos annaaes ; e ac-
crescentando o que devia dar pelo seguro de seu
filho, prefazia um total de 22,000 francos.
R. Ao principio s quiz segurar sobro a sua vida
3,000 francos; porm Desmidt disse-me, que se po-
da reduzir o seguro. Entend que s seria obriga-
do a pagar 22,000 francos, por espago de 3- anuos ;
e que depois reduziria o seguro.
P. Agora esse o seu systema. Mas outr'ora nao
dizia assim. Desmidt depon, que nunca Ihe falln
em reduegao de seguro, apezar de ponderar-lhe os
encargos que contraa.
R. O meu li.n era embolsar as quantias adianta-
das quotidianamente Sra. de Pauw e ao mesmo
tempo obsequia-la. Infelizmente morrea ; e eu son
a primeira victima da sua morte. (Murmurios.)
P. Como! Pois inculca-se a victima neste acon-
tecimento ? Os senhores jurados a seo tempo jul-
garao quem qu foi a victima.
Desmidt depoe, que o accusado me disse ser con-
de, muito rico, haver jogado na bolsa, e ganho
200,000 francos, podendo pagar todos os premios
dos seguros. Chegou a dizer-lhe que pretenda
comprar urna C3sa por 400,000 oo 500:000 fran-
cos.
R. Talvez fallarse nlsso por fallar. Minha mu-
lher quera comprar urna casa, e consullei Desmidt.
O que depois se accumula contra mira sao tramas
das companhias de seguros para deitar-me a per-
der. (Riso.)
Trava-se uina discussao de algarismos, acerca
do proposito de Couty Le Pommerais, quando se
obrigou a pagar 20,000 francos de premios.
Desejava ser embolsado do que adantra aos
esposos de Pauw, e para isso bastava pagar 20,000
francos por espago de 3 annos. Por meio de um ar-
ranjo suggerido por Desmidt, podia obter um con-
tra seguro. Ento cobrara o que Ihe deviam, e o
que desembolsara. Quanto ao excesso, tencionava
da-lo aos filhos da senhora de Pauw.
P. Disse, que pretenda obsequiar essa senhora
com os seguros. Entretanto, descreve-a com pouca
sympaihia. Diz que furtou quadros ; que escreveu
cartas anonymas a sua sogra ; que o perseguiu
atrozmente. Temos pejo de repetir as suas palavras:
disse que era urna cadella perseyuindo um ci.
R. Essas expressoes nao sao minhas, mas de mi-
nha creada, que eu repet por lh"as ouvir. (Riso.)
P. Nao importa. Em todo o caso nao ha syrapa-
thia. Quera embolsar-se do que Ihe devia. E que
Ihe devia ella ?
R. Dei 3,000 francos ao marido ; e de 1858 a
1861 dava-lhe cada anno 2,400 francos pouco mais
ou menos. Emprestei-lhe mais 1,600 francos e
desde que deixei de a ver, manda va mensalmente
pelo correio 200 francos.
P. Segurava as cartas ?
R. Nao, senhor.
P. Entao era impossivel a remessa. E' expressa-
mente prohibido introduzr nellas valores sem se
gurar. A administrago viga sempre qualquer in
fraegao.
R. Comtudo todos os das recebo dessas cartas
com valores.

P. Mas como explica ter feito seguros de 550,000
francos, por causa de alguns milhares de francos
dados viuva ?
-t-t--------- rigo ; debaixo da candida touca da irmaa de cari-
P. Qnanto mais denegriros mulher, menos ta- dade auda occu,(o Q mas tl.a5oeiro rslll,ISnio |
ra valer.a sua defeza. Um missionario, vestido de grosseiro burel e cor-
R. Eu nao denigro a memoria da Sra.. de Pauw. da a cn(a> vae fazer relnr a pa|avra da salvagao
P. Julga ento, que a justifica I por esses centros abandonados, rene os povos, fal-
(Continuar-selta.) la.lhe;. a |jnguagera ru(3e dos aposlol4 } eDlen.
A propria miseria dessa senhora desmente as
suas allegagdes. Tinha o seu faci empenhado, dei-
xou de mandar suas filhas escola por nao ter
com que pagar i mestra. E' certo que o accusado
nao se pejou de dizer que sem duvida a Sra. de
Pauw dava o seu dinheiro aos amantes que tinha.
R. O processo diz, que por occasiao da sua uiori
te essa senhora eslava grayid de 2 mezes. -Havia
annos que nao tinha relr5es com ella. De(ia ter
amantes. Nao poda achar-se grvida por fcra do no Daiz
Espirito Santo.
P. Acensa ossa mulher de Estumes disselutos
Nao verdade. Verilicou-se, que excejigo das
relagifes qno teve com o Tu, o sen proceder era
sent de censura.
R. Eutretanto teve amantes, se estava grvida ;
e gastaya sem conta nem medida.
fluctuando no vasio ? E' preciso ao menos ter o nossos costumes ? A que inevitaveis abysmen cor-
mrito da lealdade c da franqueza, quando se tra-
ta de combater todos os refalsamenlos e hypocri-
sias. Poisbem I jesuitismo, utttamontamsmo.reac-
cao ultramontana, partido clerical, on como quer
que ahi o chamem, tudo isto significa simplesmen-
te catholietsmo. Seno vede. Um padre pede um
terreno para levantar um templo catholico ; mais
um pulpito, mais um confessionario que se erige
Alarma, toda a nacJp^Calilina esl s
portas de Roma : o jesoitismo nos accommette.
Urnas pobres mulheres estao servindo os enfermos
nos ho-piaes, educando meninas desamparadas das
ras, orphsinhas desvalidas de qmfpr va de re-
gra pouco se inquieta esse mundo que por ahi vae
to mergulhado no seu egosmo c indilerenga. I Alar-
ma nossa liberdade e independencia estao ero pe-
reriamos ento por ingremes declives ? A impeda-
de dissolve, nao funda imperios; funda-os, fa-!os rasa|m (u actualmente buscas arehelo*i
tITTERATBRA.
(Continuar-selta.)
dido I Congragam-se familias, fazem-se restitui-
Iroes, santificam-se unios Ilegitimas, afervorase
a f desalentada, levanlam-se templos, salvam-se
------- --------- as almas, Deus glorificado I Alarma 1 o jesui-
As nrdens religiosas julgadas ismo, o mais refinado e diablico jesuitismo sobo
por escrlptores protestantes, grosseiro involucro de capuchinho.' Um prelado,
Breve resposta em favor des- um parodio, um sacerdote qualquer, moslra-se
sas ordens pelo Eim. bispO do cheio de zelo em promover o bem espiritual dos
l;ir. i Povos; procura dar novo esplendor s pralicas do
Os mais venerandos institutos docatholicismo fo-' culto :.aitrahe grande numero de fiis para a re-
ran i pouco to iojsU quo violeoumente ag- cepgao dos sacramentos ; falla da lei de Deus ; da
gredidos no seio da representacao nacional. Vo- sevendadede seus juizos, dos tremendos castigos
xes soladas e em desaccordo, folgo de diz-lo, com reservados aos que o ultraja Alarma Debaixo
a opinio goral do paiz, ousaram denuncia-Ios, em dessa capa de devogao andan disfargados horri-
face da actualidade, em face da historia, como pe- eis fanticos, ultramontanos, jesutas, emfim, s-
rigosos, immoraes.infensosao individuo, fami- to e, homens que tem n'uma mSo um apagador
lia, patria, humanidade, civilisago. | Para todas as luzes. Ha # bice para todos
es progressos, e no peito, bem guardada sobre o
Quanto tem podido sonhar de mais sombro, C0rasaOf uma carta branca para fcdo3 M crjmes ,
horrendo e sinistro a imaginago rertgioosa dos a9sjm discorrendo dante Em loQ
Sue, dos Sand e outros romancistas} quanto con- ^^.^ ^ ^ ^ ^ ^^.^ ,
ceber-se ode mais requintado em ponto de depra- .._,,. ,cf/v jj,h ,.c coe *,, .i^^
ceber-se pode mais requintado em ponto
vago moral, foi, nessa solemne di9eusso, em
presenga do uma augusta assembla eathoiica, ati-
rado em rosto aos socios de S. Vicente de Paulo,
aos padres da misso, s irmas de caridade e aos
missionarios capuchinhos que desta verraerece-
cerdote casto, dedicado aos seus deveres, zeloso
pelo bem das almas, todo religioso elieio do espi-
rito de s-ua vocaco, lodo prelado que eiMspre ser
respeito humanos sua sublime mis.'o. tudo tas
jesuitismo1, horriveL execrando jesuitijmo f O pa-
pa, que approva, louva e acoroga esses liemens e
ram compartilhar as supremas honras do- insulto.! seUs intuitos-; os cardeaes, os bispos de todo o or-
Tudo o que a egreja eathoiica mais estima e'venc- ,)C Catholior que protegem e favorecen aquellas
ra foi arrestado no p, e votado ao despreso e a ordens. la]o jss0 jesaj^sn,,,. fautores, umplices
execracao publica. ou instrumentos do jesuitismo. Mas enlace que fi-
Como homem, como cidado e como hispe devo ca para vbsso cathorrewmo, Ilustrados pensa-
reclamar contra semethanle ataque, que se eolio- dores ? Por favor, o que- flea, tirando-se o que
ca fra de todas as leis da justiga, da boa poltica desprezaes soberanamente- sob a denominara odio-
e da orthodox. sa dc jesuitismo T Ser: Uma religiao sem padres,
Digo fra das leis da jaslfea, porque me parece orna relig9'sem culto, *descrenga erigida om
qne quando a ter conferiu ao deputado o privlle-1 systema, o racionalismo poro ; ou quando muito,
gio de inviolabilkfede, foi para garantir-lhe a ib- gragas pouta-robustez de-vossa lgica, um chris-
dependencia e liberdade de seu mandato : mas nao tianisrao aguado, philosophioa; sem dogmas positi-
para investi-lo do- dreito de desacreditar corpora- vos, coado peto-crivo do livre exame da razab-in-
ges inleiras, se provas demonstrativas. Ogo dividual. Eis ahi tudo Era todo caso, rxister
denanciar-se tramas secretos, machinagoes tej?e- ser franco ; o gjie combates nao o jesuitismo o
brosas-, attenlados abominaveis contra as leis mais- cathoheismo. Jf&ra que naco dizer bem claropa-
sagradas da familia^ contra nossas liberdades e- ra conhecimenb dfe todos? Tossa tctica est co-
instiluiedes ; ougo aceusar-sc un classe numero- nhecida. Vossas Bateras desmontadas. Naoacer-
sa de homens, feralmente respeitados; de proft-; lam vossos Uros-, flcae tranquillos. Esses papas, es-
riren no pulpito inmoralidades escandalosas, de-I ses padres, esss missionariss, tem longo foktgo,
esurem corrompendo- adontrina de Jess Christ,' crde-me. Ha perto dfe dezenove secutes que eHes
fanatisaodo o povo, embrutecendo-o ; ougo prodi- sao Mvo dos ataques da impiedade ; tem paseado
galisar-se-lhes as dUnominaciJes de santarroev por eataclismas-um pouco mais serios, que todas
peste, praga religiosa^ arvore venenosa, sement essas vossas tempestades oratorias, e ac que parece
de eseaodalos, propagandistas imraoraes.......K". nao estao ainda dlspostos a morrer t Quanto ri-
bera r mas onde estab as provas destas injuriosas co maravilhado, diz o celebre-escrptor protestan-
declaraages ? Onde os interrogalorios dos acensa- WFitz-William, qnando pensona velhice da agre-
dos ? Otide as devassas administrativas ou jodl> ja romana, em suas Immensay conquistas, noe-es-
ciariasT Onde os processos verbaes, os dep- plendores de seu.onlto ; quando cootemplo os edi-
mentos das testemunhas, e todas essas formas pro-
tectoras da justiga, sem as quaes, como mniu-
bem se disse, o maior homem de bem pode ser
crescer e prosperar a religue Pensam bem ntsto*
aquellos homens, alias estimaveis por seus talentos,
que julgam servir aos interesses mais caros da pa-
tria desacreditando o clero e as mais veneravels
nstiluigoes do catholicismo ?
Nao minha intengao fazer a apologa das or-
dens religiosas. Uma pleiado dc oradores e es-
criptores distinctissmfls, sabidos quasi todos das fi-
leiras dos Icigos, tem tomado a peito esta causa ea
tem perfeitameute defendido, na tribuna e na im-
prensa jornalistica. Quando taes combatentes fin-
cara o p na arena, os dems podem descansar,
certos do triumpho.
As paginas seguintes sao apenas uma serie de
testemunhos insuspeitos de autores protestantes e
inimigos da egreja acerca das excellencias das cor-
porages religiosas e os immensos servigos por
ellas prestados s sciencias, s lettras, s artes,
humanidade. Estas passagens que se actiam quasi
todas citadas no ernditissimo livro de Hominghaus
intitulado a Reforma contra a reforma, coordenei-
as como me parteen melhor ao lira a que me pro-
puz, deixando raargem muitas outras para nao
alongar demais este opsculo. Oxal que elle faca
reflectir os inimigos do clero e das ordens religio-
sas, e Ibes dissipe de un vez os injustsimos pre-
conceilos I Quando vemos a verdade arrancar tae
suffragios a seus mais encaroigados inimigos, quan-
do vemos estes grandes escriptores, elevando-.se
pela illustraco do espirito e imparcialidade do ca-
rcter a cima das prevenges da seitas para faze-
rem lo brilhante justiga s ordens religiosas, quan-
do os vemos in veja-las aoealholicismo, lamentando
ao mesmo tempo que nae- tenha o protestantismo
podido produzir dedicagoe tac heroicas, [oigamos
de esperar que esses catholieos to tristemente pre-
venidos, abriro emfim os olhos, e esludando me-
lhor a historia e apreciando en* sua verdadeira luz
os fados, reeoohecerao seu proprio engao, e bar-
monisarao os seus sentimentos a tal respeito com
os da egreja caiholica apostolic2i romana a que per-
tencem, e a que juraram adherir eorno a primeira
base do nosso edificio social.
t Antonio-,, hispo do Pura.
Pago episcopa de Delm, 30 de mao de W64.
( Contrntar-se-ha,)
Era consecuencia disto, enviaram dons deputa-
dos ao caraime Abraham Firokovitch, que em J-
-A Hh
Ocios magnficos que ella levantou ; sua maravi-
llosa disciplina bedoria sobrenatural ; sua inabalavel firmeza as
abafodo-entre quatro. paredes como um malfeite* ? perseguigoes, a impotencia de seus adversarios, as
Vejo que lendes preciso de crerludo o que dis- virtudes e os talentos de seus- defensores, os -cios
sestes escrevia pouco- um veneravel bispo dfe e a ignorancia o seus aecusadores, o desappareci-
Pranga a um deputado que, por motivos polticos,! weal de tanta*sellas que se ievantaram contra
atacara tambem, inda, que muito mais commedN I e*l, tudo isto nie sorprende <=> me confunde.. Nao
daraente, o clero da sua. diocese, vejo que tersaos; podemos comprebender, da outro escripton tam-
precisao de crer tudo o que dsestes, mas nao ten- \ bem protestante-,.oque pods-substitur a acao dos
des o direito de me- impr essa crenga interessa-! apostlos, se nao.admttindo uma aegao insessante
da, em quanto na rae ti verdes indicado os- ae- de Deus sobre a sua egreja. Certo, mo poderosa
cusados, e ti ver sido-as vossas accuagoes sub- velava visivelraente sobre a sement espalhada.por-
raetttdas s formalidadesquo exigem o bom sonso que apezar das-tempestades de tantos secutes, ella
o a justiga, Fossem os padres e os religiosas, os nao pereceu, antes germiaou pela cultuna-.e traba-
ltimos des homens, lem direito, como qualquer Iho de novos lavradores, que vieram dfcpois dos
outro, sna honra ; e tanto mais direito, quanto apostlos, de sorte que ella vae invadiado um so-
ella, de ordinario, o nico capital social que lo cada vez mais vasto. >
olles possuem neste mundo, e o seu maior tbesou- Esta semeaie nao ser abafada enlre nos. Ha
ro, depois do da conscioocia. Porventura nao os de desabrochar ; ha de expandir-se vinosssima. O
proteger tambero a oltes aquello grande- princi- Brasil tersa eathoiica. Suas origea'sao catholi-|'essas revoltas enam punidas coir^o mais
po de direilo natural : que todo o hornera se pre-: cas. p0| 0 catholicissno que abriu as vas do pro-
sume bom, at que se demonstre o contrario? Ejgress0 as hordas barbaras, que Bngiu ainda no.
ser justo que por abasos individuaes, por algumas ber?oa cviiiaca(> brasileira, e que den o nome a
dessas fraquezas e desfalecimentos quo ioevitavel-1 esle grande imperio acolhendo-o sombra da craz.
mente acompanham o elemento humano onde qur i p0i a idea christa personificada aos missionarios,
que elle entre, se estenda um iabo de infamia e : nos padreSj na hierarc|lia do catolicismo que !an-
de deshonra sobro corporages inleiris, involven- ^ou neslas ^gioes abengoadasos primeiros ger-
do-se no mesmo despreso e execracao. todos os teos do progresso, domando aferocidade do-indio,
membros que as compoe ? | tetando- |>ela liberdade delle, pondo um dique s
Digo fra das leis da boa poltica, porque nao' cobigas invasoras, fecundando com suorese san-
sei que utilidade possa resultar nagao de desa- 8ue Pacificas conquistas, que aqui, como em
creditar-se do alto da tribuna essas nstiluigoes toda a parte, tinharo por firo dilatar a fie o impe-
veneraveis que o nosso povo ama, que tanto bem "k P"meiros missionarios, coro qaanto sim-
tem feito e estao fazendo nossa patria, soccor- pies e Iliteratos, eram homens piedoGos, diz o ce-
rendo a indigencia desvalida, instruindo e mora- Jebre mnistro protestante Dr. Robertson ; esposa-
usando nossas populagoes do campo, chamando ao
gremio da civilisago tantas tribus erradias, eri- ram de bom an,mo a eaasados ia^0i> efendoram
gindo templos, levantando hospicios, educando or- es'e Pvo contra as calumnias coro que os conquis-
phas, velando cabeceira ds enfermos, visitan-, g*" ^negrecam afigurando-o incapaz de
L nrfl,n. I nni.r0= urnnhn!n, w-^.wtn m adaptar-se jamis a vida social o comprehender os
R. Separaram-se de mim, porque tiaham ciume
do curso que cu fazia.
P. Como conheceu madamesella Dubizy com
quem casou ? O summario moslra, que perseguiu
a mae e a Glha as ras e nos mnibus, at fazer
conhecimento com ellas.
R. Encontr a Sra. Dubizy e sua filha no mni-
bus. Agradou-me a sna distinegao. Conversamos.
Tomei informagCes. Por via de meu pae ped a
menina em casamento, e foi-me dada.
P. Todas as testemunhas referem que a Sra. Du-
bizy se oppunha o mais possivel ao casamento,
porque Ihe professava formal antipathia. Casou
porque a filha assim o quiz. ~
R. Nao senhor. Minha sogra nao tinha preven-
cao alguma contra mim. Se minha mulher aqui
estivesse, podia aliesta-lo.
P Sua mulher trouxe-lbe 2,336 francos de ren-
da, e outros valores. O accusado disse qne a sua
ortona constava de aegoes de companhias; e a
quasi totalidade dessas acgSes ao portador nao
eram suas. Pediu a um amigo Pelardy e la Neu-
A SUIA DE CRETA.
Ueconfefes de viagenu
II
fContinuago,)
O.kabitantes : Turcos, Gregos e Sfakiotas-.
depois da gaevra da independencia.
1
Muito antes que o Turcos, pelo fasto deter-se-
entregado Canda, era-1669, se tornassera- senhores
de toda- a Creta, j os llregos da ilha faziara voto*
pela vinda delles, e at, em diversas occasioes, os
chamaram intilmente, muitas vezes,. elles mes-
mos fvoreceram as tentativas de desembarque por
meio das quaes os Otiomanos expenmentavam as
forgas-do Veneza, e procuravam cert'flcar-se do
gru bresistencia qne pedera oppor a repblica,
quando a Porta se debberasse a empregar um se-
rio esfrgo, e dar um supremo e decisrw assallo.
E'. que o peior senhor, pelo menos assim se sup-
poe, o-senhor preseaie-e actual, que o escravo,
especialmente quando tem, como o Grego a .caneca
leviana- e a imagiuagae-exaltada, fcilmente so per-
suade de que o novo can>iveiro deve ser menos du-^
ro e mais supportavel do que o antigo : mudar de
grilhcsj.parece um allivio e uma distraego. E,
por veatara, nao oro-grande prazer venhumilha-
do e abatido o ousado oppressor que tanto tempo
nos fez tremer em sea presenga, e que nos, por
nossa parte, nunca pederamos aniquilar e punir ?
E' foreoso declarar tambem que os grandes senho-
res ni se empenhavsro em grangear asympathia
da populagao grega : a-administracao veneziana, a
julga-tei pelas nformaooes dos seus proprios agen-
tes, mostrou-se sem duvida muito mais-inlelligente
e mais-hbil do que aque a succedeu. e que, em
falta de outro nome, teremos de chamar adminis-
trago turca ; mas nem. por isso cuidara ella mais
dos interesses dos Gregos, nao se mostrava mais
avapa do sangue e- do suor desses iofellzes, nem
respeitar\ mais as suascrengas religiosas (1). Sob
o dominio j venezianc, Creta,o rey-io. di Canda,
como se dizia nesse-tempo, era uma vasta posses-
so- de alernTrnar, explorada por cornada metropole
l>etos magistrados que el la en via va pira l; a maior
parte dos camponazes gregos estavem reduzidos-
condigo de servas.
Quando a excessiva opprcsso produzia uma su-
I blevago, come aconteceu em 883 e em 1363,
desace-
dado rigor. Voneza nao se cententava dando a
morle aos chetes da revolta na provincia da Sfa-
kia e na de Lasstti, cantoes ineiros foram despo-
voados j havio, sob pena dc mcrlc, prohibido ex-
pressa de seraear nella trigo, e essas planicies,
como atistala alguns contemporneos, conserva-
ram-se deserus e esteris perto de um sceulo. F-
nalmente nunca os Mulsumanos tralaraa os chris-
tos com tanto desprezo coran os catholieos fizeram
sempre aoa orthodoxos ; o clero grego, nico que
as nove decimas partes d ilha reconheciam e cu-
jas oragOes solicilavam, viu-so despojado de quasi
todos os seus bens em proveito do clero Latino, que
rnente officiava para alguns cstraBgciros, e cujos
altos dignitarios residiam pela maior parte fra de
Creta, gozando tranqnillamente na Italia os seus
enormes rendiroentes.
(Contmuarsi'ha)
-icas para,
por sua intervenejte, bbterom dos caraimes o soc-
corro de 30,000 piasfras, que os habilitarlo a emi-
grar para ierusaim e eatabelecer-se all, disjion
sando todo "o soccorro ulerlOT, por que iodos, sem
excepgao das mulheres, sabem offlcios e fabricara
excellentes tapetes da Persia.
* ___.
L-se no Jornal do Havre :
Um veterano, cgo de um olho. e condecora 1
com a medalha de Santa Helena, apresentou-se no
Palacio da Industria para ver a esposigo de pin-
turas.
Quanto custa a entrada ? pergontou elle ao
perfeiro.
Vinte sidos.
Vinte sidos ( Pois bem aqui eslo 90, por
que eu nio tenho senao um olho.
Tinha razao, por que vendo com um olho, s de-
via pagar mefade do prego estabelecido para os que
viam com dms.
Por esta regra quem. liver uma peroa *ve
pagar as ponfes se metade do que pagam os que*
tem duas.
Segundo escrevem de Jerasatem, a viagem d*
duque de Luynes, leve o melhnr xito.
Esl ultimada a eiptoraeao do mar Morto ; te:
feita. em urna embweago ,e ferro levada de
Pranga.
A navegago durou it das, e neste espago o i I
lastre viajante, favorecidtypor um lempo excepcio-
nal1, fez una serie de observagoes rofdrographica*
e geolgicas do maior intevesse.
Dtsembarcou ; 7 de abrM, e fazendo una ex-
cnrsSo ero trra, na margem oriental do rio, visi
tou algm pontos a que at- agora nunca trabara
chegade- o europus.
Entre estes figura o Macheronte;. aofijp residen-
cia do re" Heredes.
Reeressno 24 Jerusalmr em' perfeifo esta
do de sade e toda a sna comitivas odaque de Lay-
nes, paTi de novo i de raaio para-Nad-Arabati.
afim de estudar a relagao que ha entre a baria d-j
mar Morto e- a do mar Vermelho.
A embarcagao de ferro cooservou-se- no mar
Morto, e o duque tencionava deixa-4 ali dieposi-
go dos futuros- viajantes, mas poucos das depoi-
da sua feliz oa*egacao, o pequeo navio-(bi tonen
do costa por um violento temporal, apesar do,
esforgos da sua- equipagem, despedapndo-se r
tra os rochedos.
do presos e pobres vergonhosos e derramando por-.
toda a parte os mais incontestaveis beneficios. Paiz princ",l0S da rel's,ao- Por <*pec,e '">ler-
protestante a Inglaterra, e mas tendo-se na c-
mara dos communs na sesso de 18 de fevereiro
R. Tinha-me obrigado a dar-lhe 2,400 francos
annuaes, durante 20 annos.
P. Todas as testemunhas declaram, qne nada
dava Sra. de Pauw. O proprio livro de despezas
do accusado mostea, que em 1838 e 1859 apenas
Ihe entregou 800 francos.
R. Esse livro nao o das despezas.
P. Quando o juiz de nstrnegao foi a casa, e pe-
diu a exphcago desses importantes seguros em
seu proveito, respondeu Ihe : primeiro, que tinha
emprestado 150,000 francos; depois reduziu a 30
mil. E tambem era falso.
R. Confesso. Como Desmidt me communicava
todos os dias as accusag5es que as companhias de
seguros levantavam contra mim, jnlguei dever as
feita de homens que a nalureza marcara com o sel-
lo da servido... Foram ministros de paz para os
Indios e forcejaram sempre em arrancar a virga
de 18ri proposto um bil ordenando se procedesse,, ferrea das m-os d(J seus oppressores. ^ J2
a um inquento sobre o estado das ordens monas- canos dovem a poderosa intervencao do missio-
ticas na Graa-Dretanha, seus progressos, suas ten-; narios os regimens que tendiam a suavisar a sua
dencias e as leis que conviria estabetecer em rea- dura condic.aa Ainda ag0ra os |ndios conside-
go a ellas, o governo pelo orgo de lord Russell
nao deixou de combater a proposta como inoppor-
tuna e injuriosa aos catholieos. Ora se assim dis-
correu uro poltico protestante, sobre uma simples
proposta de inquerito, em paiz onde a religiao ea-
thoiica constitue uma pequea e odiada minora, o
que se deve pensar desse ataque desabrido, vio-
ram os ecclesiaslicos, seculares ou regulares, os
seus naturaes defensores, e a elles recorrem sem-
pre para repellrem os vexames e violencias a que
estao ainda sujeitos. (1) ,
O trecho sobejamente decisivo e o historiador
nao suspeito o baseia em solidas provas. Sim. para
lentissirao, contra as ordens religiosas, em trra.; 1uem escrutar atiento a questao vital das origen*,
como a nossa, em que a religiao eathoiica aposto- Acara fra de toda a contestagao, que a religiao ca-
uca romana a religiao do estado, em face de tholica foi o primeiro elemento civilisador de?ie
um povo profundamente catholico e no seio de ste americano e que essa nacionalidade que tanto
uma cmara notavel pela sua alta illustrago e; presamos e que ja lo bem assombrada e vigorosa
religiosidado ? Pederemos os catholieos habitantes se vae Ostentando no meio de todas as do novo
deste imperio, deixar de magoar-n^s vendo lo' mundo, brotou ao sopro vivificante do catholicismo-
cruelmente injuriados institutos que a santa egre-! P*518 bem! as cousas sao Esencialmente o que ellas
ja nossa me nos ensinou a venerar, e que nos sao ni sna origem ; a origem que lhes d a fr
consideramos como os instrumentos mais etficazes ma propria; a origem que assignala a lei de seu
da difuso do Evangelho no mundo ? Poderemos ulterior desenvolvimento e perfeigo. A civilisa-
l'M POGO DE TUDO.
Da Riqueza Nacional transcrevemos :
ltimamente a comraunidade israelita dos carai-
mes, em Eupaioria, recebeu uma carta de Jerusa-
lm, annuociando que na parte sul da Mesopo-
tamia, no Irak-Arabi outr'ora Senna, nao longe da
antiga Uabylonia, se descobriram descendentes dos
israelitas da antiguidade em numero de 70 dos
dous sexos.
Entre elles acha-se um descendente do re da
Juda Joachim, prisioneiro do re de Babylonia
Nabuchodonosor II, pelo anno de 600 antes da era
ebrsta. Esta linhagem certificada por docu-
mentos authentlcos de que este personagem pos-
suidor.
Os outros israelitas descendem todos dos Levitas.
Habitam no meio de diversos povoados e tribus,
que com ameagas e seducgSes os querem obrigar
a abjurar o judaismo afim de abragarem o seu
culto.
(1) A obra capital sobre o dominio veneziano
em Creta, a Creta sacra de Flaminio Cornaro, em
latim. Cornelio, Veneza, 1755, J vols. in 4. Cor-
naro pertencia a uma familia da quat om ramo
muito importante se estabeiecra em Creta, e ahi
oceupra uma respeitavel posigao durante alguns
sim responder. C Sr. juiz nao me havia procorad, T^ e sentjr que se amp|a i5erdade a todos tao brasileira e pois essencialraebte eathoiica ti- seCutes ; um desses Cornaros candiotas escreveu
os orouaRandistas de ms doutrinas, e s a9s pa- ra-la desta linha desgarra-la; mais que isio, era grege moderno um poema cavalleireseo que,
os propagauu. destrui.u. Na0 se poje faier ,a, soUlcio de C0DI. desdo o secuto XVI, fo. sempre popular no Oriente,
dres ereligiosos calholicos se persiga como inimi- i~- aSJLi,,a.to mo- e ttm sido reimpresso muitas vezes : fallo do Ero-
gos do progresso e da civilisago de nossa pa- nu.M,a^.n* "d* de_U f A 1.***. .T, tpcntos,cm autor, Vicenta Cqrnaro, fm proclama-
tria?
em nome da accosago-, desist da allegago quando
vi que era accusado.
P. O juiz foi a sua casa como encarregado do
processo. Nao podia ignora-lo. Devia-lhe a verdade.
Foi o aeervo das suas mentiras que dea. logar
sua prisao. Quanto s companhias de seguros nada
tinham coro o occorrido. Quem 9 aecusa a fami-
lia da Sra. de Pauw, que deu parte a justiga das
suas suspeitas. Disse o accusado entao, que lodos
os mezes dava Sra. de Pauw 1,000 francos; ago-
ra admitte que nao verdade.
pode fazer tal solugi
nuidade na vida de um povo, sem assassina-lo mo
ral, como histricamente. O que seria do Brasil do por ory e hmem da |higua "vulgar. Po-
se prevalecesse esse odio mesquinho contra o ca- dem-se tambem consultar com proveito as difieren-
tholicismo e suas ns.itoic5es ? O que seria do Bra- -[" nda ""ffiE L2!
Digo emfim, fra das leis da orthodoxia, porque
golpes desfechados sobro as ordens religiosas
vio ferir do modo mais flagrante e directo a reli- ^ g assen(asse 0 seu dominio fata, em 0ssa te- vols. in 5-). D m altos exiractoi de antigs chr'e-"
mfmmm^:^ y^iy rehgtesas W^VVmpie^ade racionalis. tomasse corpo entre Z^^ ^C&IA^Stt
giao do estado. Cora effcito, o que sse jesmtis-, -" ; -- em nosga educa^0j em ica> manuscriptas e relatorios offlciaes-dirigidos I soas.
mo contra que tanto se declama? Poique nao de-,6 \ '________K __________...... aos senhores feudaes pelos provedares. vene-1
L-se na Inthpendencia^Beigu
Uma carta da-viuva de Meyerc*.* dinb.- ^*
Berln a uma das-suas sobrinhas que-se acha m
Pars, annuncia a-abertura do testamento do fleta
bre maestro, e a falta de fundamento de todas *#
aprehensoes, que alguns jornaes manifestaran! re-
lativamente representago da opera V>uco-4a Ga-
ma, ou Africana.-
Meyerheer nao s nao teve o pensara-, oto de pro
bibir o apparecireento da sua obra, raze-lega- ao-
ouidados da sua viuva a tarefa de assegurar a re
presentago e honrar assim a sua memoria.

Estamos na poea-em^que os casos de hvdropho-
bia sao frequentes-,. o parece-nos til o seqoente
aviso: .
Toda a pessoa qpe for mordido por animal dam
nado, ou que se supponha tal, de ver aonw.ra
testante expremer a-ferida em todo o sentido p .r.
fazer sabir o sangue-o a baba.
Lavar depois a brida eu com lcali voltil. cu
eom agua lessiva, cu'com agna de sabioroa cera
agua de cal, ou salgada.
Extrahimos a segrate cariosa est alista
es diversos moMeiros-, egrejas, capeilns. etr ,
eitstem 63 dedos de-Si Jeronyrao, 1,600- osso>de
Bancracioel3 bracos de Santo Estevo, maso
Saulomais extraordinario nesta especie de ir.nlri
p'icagoes, Santo njnaciov bis|>o da Anjchu.
Existem delle tres oorpos completos ; T porna^
a 17 bragos.
Deve-se porm clar qpe a tradigo orfbedex^
diz que Santo Ignacio- da Anliocba foi davoraL
pelos Ie5es.

O imperador d'tistria conferiu a grZa-rrtiz- d
oroa de ferro a D. (-iuttierres de Enriad.-*., qu
exerceu as funccvs de presidente da oomm.s-j-
mexicana encarregada de offerecer a zopja ac- ar-
chiduque Maximiliano.
Aquella orden*contere a dignidade e-con^H-*-.
ro intimo, e o titulo-d* excellencia.
A proposito (testa merc, o Memonoi Dipinm!'
que, diz que D. Gltierres de Estrada tei pela pri-
meira vez Vienna- em 18i6, semfc- ministro do.-
negocios estrangeiros o principe de Mfeiiernirfc.
Esla viagem linha por fim pedir, em- nome da
nago mexicana,, um archiduque d\'ui:tm. Enlo
o archichanceller moslrou-se prompto a deferir aos
votos da nacao-mexicana; mas fez sentir o recei
de que a difliculdade proviesse de taita de aeerdo
a este respeito, da parte de Inglaterra.
Por uma singular coincidencia, foi o princip
de Mctlernick, lho do celebre hornero de estado,
o encarregado de entregar aD. Gutierres as hmbj
nas da ordem da cora de ferro> petos servir-.- qu>-
prestoupor occasiao da fundagao.do imperio u.
xicano.
L-se no Commercio do Porto, o segninte .
O Corroo dos Alpes dando noticia de uma exru-
sao episcopal do bispo de Anoecy, conta no>>.-
guales termos um caso que parece tirado de om..
chronica da edade media, e que comludo se nasu.
em pleno secute XIX, e u"um departamento tan
cei.
E' bem sabida a noticia da triste e singular toen
ga que ha muilos.'annos afige a communa de Mor
zine, e qual se nio sabe dar nome.
O publico caracterisou esta molestia, que itkct.
principalmente as mulheres, chamando posse&sa.-
s que della sao atacadas.
Muitos habitantes estao persuadidos deqae e ara
sortilegio langada sobre aquella localidad*.
Em 1862 um certo numero de pessoas atacadas
desta singular doenga que produz lodos os effeito-
da loucura furiosa, sem ter della o caracler, foram
dissiminados por diversos hospitaes- em diftVrent.-s
pontos da Franga, d'onde sahraia nerfeitameiii
curados. *
Este anno reapparecon a dueaga e toma ha lem-
pos proporgoes assustadoms.
E' nestas circomsuncias qne Monsenhor Magut.
eseulanao s a sua caridade, fez a sna visita aa>
toral Murzine, e no momento em que ali admi
nistrava o sacramentada confirmago, qne se m,i-
nifestou uma crise4nniia em certo numero de in-
felizes que assistiam ceremonia, e della faziam
parte. Houve grande escndalo na egreja. Rao
relatamos os promenores por que affligem.
I.imitar-me-hei a dizer que aotorMade supe-
rior causn grande impressio esto triste aconten
mente, e que um desucameoto de 30 hoaacau. de
infatuara foi j enviado para aonelle local. Seo
tomadas outras medidas como a de se mandaren
mdicos especiaos para estadar a doenga.
A torca armada ter* por missio proteger as pes-
flnir esta palavra ? para que deixar 08 espirites | (I) Hist. da America, U IY Uv. VIU p. 1431. xianos.
PERNAMBUCO.-TYP. DE M. F. DE F. 4TEST


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