Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10399


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Full Text



AUNO II. EOMEBO 143.
Por tres nezes adianlados 58000
Por tres mezes vencidos 6$
Porte ao correio por tres nezes. 0750
DIARIO DE
QUINTA FEIRA 23 DE JOBHO DE 1864.
Por amo abantado. .... 19$00O
Porte ao correio por ara an&o. 3)000
ENCARREGADOS DA SUB8CRIPCAO NO NORTE
Parahvba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr.A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro"
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro t C; A-
maxonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
BNCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL.
Magdas, o Sr. Claadino Falcao Dias; Baha, o
rr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
riera Martius PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altraho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaram', Cabrob'
Boa Vista, Ouricury e Exu' as qnartas feiras. '
Sennhaem, Rio Formoso, Taraandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
lina de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao Vi dia.
BPBEMERJDES DO MEZ DE Jl'NHO.
4 Lna nova as 9 h., 20 m. e 20 s. da m.
12 Quarto cresc. as 9 h., 27 m. e 26 s. da m.
19 Lna cheia as 8 h., 34 m. e 20 s. da t.
26 Quarto ming. as 11 h., 53 m. e 3 s. da m.
PRAMAR DB HOJB.
Primeira as 6 horas e 54 minutos da manhaa.
Segunda as 7 horas e i 8 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSIEIROS.
Fara o sul at Alagas a 5 e 25; pr o norte at
i- i**a 'e *2 ^ecada mei; ParaFernando nos
das 14 dos mezes dejan, marg., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recife : do Apipucos s 6 '/,, 7. 7 /, 8 e
8 Vi da m.; de Olinda as 8 da m. e 6 da tarde; de
Jboatao as 6'/ da m.; do Caiang e Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 % 4, 4 % 4 /t,
5, o Vj, 5 Vi e 6 da tarde; para Olinda s 7da
manhaa e 4 Vi da tarde; para Jaboato s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 >/i da tarde; para
Bemfica s 4 da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphios: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: qnartas e sabbados a 1 hora
da tarde
DIAS DA S.MANA.
20. Segunda. S. Silverio p m.; S. Silvino m.
21. Terca. S. Luiz Gonzaga ; S. Albano m
22. Quaita. S. Paulino b.; S. Nicas b.
23. Quinta. S. Agripina v.; S. Zenon m.
24. Sexta. $ Nasrimenlo de S. Joao Baplista.
2o. Sabbadu. S. Guillierme ab.; S. Febronia v.
26. Domingo. Ss. Joao e Paulo irs.; S. Virgilio ra.
ASSIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praga da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa de
Fana k Filho.
PARTE OFFICIAL
GOYERM DA PROYOCIA.
Expediente do dia 20 de junho de 1861.
Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
A vista do que expoz o coronel commandante do
7 batalhao de infantera em seu offlcio de 12 do
corrente, a que se refere o de V. Exc. de n. 1069
e data de 14 deste mez, autoriso V. Exc. nao s a
mandar dar baixa ao crioulo Pedro, que se acha
alistado no mesmo batalhao com o nome de Anto-
tonio Jaaquim de Moura, o qual reclamado por
Manoel Elias de Moura como escravo em litigio e
depositado judicialmente em poder delle, mas tam-
bem a p-lo a disposigo do Dr. chefe de polica pe-
rante quem deve ser provado o direito de proprie-
dade, enviando-me V. Exc. a conta do qae se hou-
ver despendido com o predilo escravo afim de ser
devidamente satisfeila. Communicou-se ao Dr.
chefe de polica.
Dito ao mesmo.Sirva-se V. Exc. de mandar
por em liberdade, dando-lhe baixa se j estiver
com praca, o recruta Manoel Francisco, que tem
isengao do recrutamento:
Dito ao mesmo.Pode V. Exc. mandar dar bai-
xa ao soldado do 9 batalhao de infantnria Joo An-
tonio de Oliveira, como pede no requerimento que
incluso devolvo, aceitando era seu lugar para aca-
bar o tempo complementar de servigo o paisano
Olegario Francisco de Barros, visto que esta as
condiges do regulamento de 28 de setembro de
1859, seaundo V. Exc. declarou em sua informa-
cao n. 1083 de 14 do corrente.
Dito ao presidente da relacao.Remeti V.
Exc. o inclnso requerimento documentado, para
que me devolva os papis que remelti em data de
lo de Janeiro.
Dito ao juiz de paz mais votado do primeiro dis-
tricto da freguezia do Poco da Panella.Respon-
dendo ao seu offlcio de 15 do corrente, tenho a di-
zer-lhe que pelo livro das actas dos trabalbos da
junta de qualilicacao dessa freguezia. deve Vmc.
saber quaes os membros que nella funecionaram
na sua primeira reunio, e que devem ser convo-
cados para os trabalhos dos cinco dias, de que tra-
ta o art. 22 da lei n. 387 de 19 de agosto de 1846,
cumprindo que durante o espaco de 30 dias, que
deve decorrer entre a convocagao e a reuniao da
junta, esteja affixada no lugar designado por lei a
lista dos cidadaos qualificados votantes.
Portara.O presidente da provincia attendendo
ao que requereu o coronel da guarda nacional
Francisco Joaquim Pereira Lobo, resolve conceder-
I he 3 mezes de licenca para ir corte do imperio, j
Dita.Os Srs. agentes da companhia brasileira!
de paquetes a vapor facam transpartar para o Rio
Grande do orle, por conta do ministerio da guer-
ra no primeiro vapor que passar do sul, o cabo de
esquadra Antonio Joo Santiago, que foi transfe-
rido do corpo de guarnicao para a companhia de
cacadores daquella provincia.
Expediente do secretario do goveroo do dia 20
de junho de 1861.
Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
Communico a V. Exc. de ordem de S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, que por despacho desta
data autonsou-se o director do arsenal de gnerra
a satisfazer o pedido do 4o batalhao de artilharia a
p, a que allude o offlcio de V. Exc. n. 1,086 de
18 do corrente.
Despachos do dia 20 de junho de 4S61.
Requerimentos.
Antonio Symphronio Rodrigues Luna.Informe
o Sr. Dr. chefe de polica.
Carlota Francisca de Paula.Aprsente o me-
r ao Sr. director do arsenal de guerra.
Alferes Clementino Francilio Tavares.Informe
0 Sr. director da colonia militar de Pimenteiras I
requerimento
-fine tome na consideragao que merecer o que elle
pede Mara Joaquina de Jess, do termo de Taca-
rat, relativamente ao processo instaurado pelo as- OrJ, Sr- director do arsenal de guerra,
sassinato de seu flho Manoel Joaquim de Jess, e
que pende de jolgamento desse tribunal.
Dito ao inspector da thesourana de fazenda. acerca dos qnesilos conslantes deste requerimento,
Partecipando o jniz municipal do termo de Seri-, 'endo a declaracao que pede o supphcante, se
nhero, bacharel Guilherme Cordeiro Coelho Cin-;nao, "ouver inconveniente,
tra, que em 11 do corrente assumio o exercicio do "amano Gregorio do Espirito Santo.Nao tem
cargo de juiz de direito interino da comarca do ,u8ar- vs, que a allegagao feita pelo supplicante
Rio Formoso, por ter sido removido o respectivo
proprietario : assim o communico V. S. para seu
conhecimento.
Dito ao mesmo.Annuindo ao que solicitou o
chefe de poliria em offlcio de 16 do corrente sob
n. 717, recommendo V. S. que, nao havendo in-
conveniente, mande pagar ao cabo Manoel Isidoro
de Menezes, commandante de urna escolta de guar-
das nacionaes, que veio do termo de Papacaca con-
duzindo 6 recrutas com destino ao servico do exer-
cito, a importancia dos vencimentos a que tem di-
reito a mesma escolla, como se v do incluso pret.
Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao mesmo.Com copia do officio do briga-
deiro commandante das armas n. 1087 de 18 do
corrente, remelto inclusas as relacoes de mostra
das etapes abonadas pelo alferes Francisco de Frei-
isengao do recruta-
Sr. tenente-
e que nao est provada nao
ment.
Francisca Mara Rosa.Informe o
coronel recrutador.
D. Idalina de Siqueira da Costa Menezes.In-
forme o Sr. inspector da thesouraria provincial.
Jos Antonio de Medeiros PintoInforme o Sr.
desembargador provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia.
Joaquim Francisco de Albuquerque Santiago
Informe o Sr. director geral da instruecao publica.
Joaquim Jos do Livramento.Concedo.
Joanna Francisca dos Aojos.Informe o Sr. ins-
pector do arsenal de mrinha.
Jos Joaquim Lustosa. -Informe o Sr. inspector
da thesouraria provincial.
Manoel Jos Dantas.Seja eiiminada do titulo
de conformidade com
tas Moreno, s pracas destacadas na povoago de ae conformidade com a informacao do procurador
Granito no mez de abril ultimo, para que V. S. nao Uscal> a condieao sobre que reclama o supplicante.
s mande creditar este offlcial pela respectiva im- Mana da Conceicao Soares.Informe o Sr. Dr.
chefe de polica.
Manoel Eugenio dos
capito do porto.
Frazeres.Informe
portancla, no caso de estarem nos termos legaes os
documentos a que alludo, mas tambem providen-
cie convenientemente para que aquellas pracas,
que devem estar hoje encorporadas ao destacamen-
to do Ouricury, sejam pagas integralmente de seus
vencimentos.
Dito ao mesmo.Pom copia do olHcio do briga-
deiro commandante da* arma?, n. 1,089, de 18 do
corrente, remello a V. S. a conta da despeza, na !
importancia de 23980, feita pelo alferes Olegario ASM".llli.r. I PISO) IM.IVI..
%l^^S>AV^&m d Sr- ^Udo Buurque, n, sesso de
maio ultimo; para que mande satisfaze-la, nao ha-' -' de abril.
vendo inconveniente. Communicou-se ao predilo ; (Conclusao)
brigadeiro. I *" Bt-'vnQiE :Pedi ao nobre depntado que
Dito ao inspector da thesouraria provincial.-: me explicasse o principio sobre que formulou o seu
Respondendo ao officio que V. S. me dirigi em : projecto, e avista desta explicacao creio que estou
17 do corrente, sob n. 225, tenho a dizer que sen-tirando conelusoes muito naturaes desse prin-
do inJispensaveis ao servico do corpo de polica cipm.
os objectos requisitadou pelo respectivo comman- Entretanto eu considerarei o projecto pelo lado
danle, os quaes constam da relacao que devolvo
junta por copia, deve a importancia de laes objec-
tos ser paga pelo modo indicado em ineu ollioio de
que o nobre deputado acaba de encarar, Deixe-
me continuar.
Sr. presidente, eu lancei-me cm urna serie de
2 do corrente, tambem junto por copia, e com a; considerares diversas daquellas em que devia en-
aberlura de um crdito supplementar para a som- trar segundo as olas que havia tomado, e fcil-
ma que frainda precisa. j mente, nao poderei encadeiaras minhas ideas ; mas.
Dito ao mesmo.De conformidade com o que conlinuarei, ainda mesmo que lenha de alterar o
solicitou o Dr. chefe de polica em dala de 16 do plano do meu discurso. Tenho sido lo interrom-"
crranle, mande V. S. fornecer ao administrador pido, que no sei como tenho animo para comi-
da casa de detengao, para entradas e sabidas dos res- nuar. i
pectivos presos, dous livros grandes impressos, de E' verdade, que urna idea seductora a idea da
irezenlas folhas.Communicou-se ao Dr. chefe de. nacionalisagao do commercio, porque nos, amantes
polica do paiz, por ceno que leremos o maior desejo, o
Dito ao vicecnsul da Saxonia.Ao officio que maior empenho em fazer com que os Brasileiros
em lo do corrale me dirigi o Sr. Antonio Jos oceupem de preferencia todos esses lugares que
Leal Reis, vicecnsul do reino da Saxonia nesla hoje se acham as maos dos estrangeiros, e vivam
provincia, participando ter incumbido ao Sr.Theo- nessa abundancia em que nos os vemos ; nao res-''
doro Adolpho Dammayer, da gerencia do vice-con- ta duvida que a idaattrahe, bella, cala no animo
sulado durante a viagm que vai fazer a Europa, de todo aquello que nao observa framente as con-
respondo declarando-lhe que nao s approvei pro- dices do presente, e nao visa o futuro,
visoriamente a sua deliberaco, licando, porm, o Mas. S/. presidente, j moslrei casa as conse-;
Sr. Dammaver obrigado a apresentar o imperial quencias da realisacoda ida.quer no presenle.quer
exequtur o prazo de tres mezes contados desta no futuro; e se bem que no presente se possam
flata, mas tambem mandei passar a portara que 'daralgumas vantagens, estas nao sao laes que 4e-
solicitou para poder sahir do porto desta cidade.
Aproveito esta occasiao para renovar ao mesmo
Sr. vice-consul os meus protestos de estima e con-
sideraco.Fizeram-se as necessarias conimuni-
caces.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
V. S. alistar na companhia de aprendizes desse ar-
senal o menor Adoipho Fernandes Monteiro, de
que trata a sua informadlo n 347 de 18do curren-
te, urna vez que a m;i d'o mesmo menor, Carlota
Francisco de Paula, satisfaga o disposlo no artigo
4 do regulamento de 3 de Janeiro de 1842.
Dito ao mesmo.Ao commandante do batalhao
n. 18 de infamara da guarda nacional do muni
vam ser preferidas aos grandes interesses do fu-
turo. A propriedade que se acha na mao do es-
trangeiro, essa riqueza de que o vemos hoje gozar,
esses commodos de que hoje se acha elle na posse,
nao deixam de redectir s bre a (elicidade gcral do
paiz, porque a fortuna ganha pelo estrangeiro tam-
bem gasta no paiz, tambem favorece as difieren-
tes classes de nacionaes, e concorre para a riqueza
publica. (Apoiados.)
E' verdade, Sr. presidente, como j disse que o
nacional est de alguma forma afastado do com-
mercio a retalho; mas por ventura, as causas dessa
falta de concurrencia serao aquellas que foram
a pomadas pelo nobre deputado ? Por ventura os
cipio de Nazareth, mande V. S. fornecer deconfor- remedios que devem sertrazidos para que ella nao
rnidade com o art. Io do decreto n. 1,332 de 18 de continu, devem ser os que foram aqu propotos ?
fevereiro de 1854, 2 caixas de guerra com baque- Deve ser a exclusao do estrangeiro, ou pelo menos
tas e talabartes, as quaes devem ser entregues ao os bices oppostos ao commercio estrangeiro ? Diz
tenente Domingos Jos da Costa Braga, cumprindo o nobre deputado que ha um monopolio. Mas, se-
nhores, a exclusao dos estrangeiros com os seus
capiiaes, nao importar a creacode um outro mo-
nopolio ?
Um Sr. Deputado :E excluir os Brasileiros do
1 commercio a retalho, nao ser cousa alguma. ?
O Sr. Buarqce : As causas porque os Brasilei-
ros nao tem tomado no commercio a retalho toda a
ascendencia que nos desejamos, nao sao por certo
essas que foram aqui trazidas, nem foram ainda
devidamente estudadas.
Um Su
que V. S. se etenda com o Dr. procurador fiscal
da thesouraria de fazenda, que tem de assislir a
avaliacao desses objectos, bem como indique dous
peritos para esse liin.Fizeram-se as necessarias
communicaces.
Dito ao director das obras publicas*Inteirado
do comeado rio seu officio de 17 do corrente, sob
n. 158, tenho a dizer em resposta, que pode Vmc.
intimar ao arrematante da conservacao da estrada
da Victoria, que de conformidade com a terceira
clausula do seu contrate, se incumba do 1 de ju-! Um Sr Deputado :E' porque o commercio es-
Iho prximo vindouro em diante, do reparo e con-. tava monopolisado pelos estrangeiros.
servacao das 520 bracas que excedem do termo de O Sr. Silva Ramos :Nao apoiado.
suaarrematacao e Ikam entre os laucos 21 e 22 O Sr. Buarque : A' proposito do aparte do no-
daqueila estrada.Communicou-se a thesouraria bre deputado, de que ha monopolio, eu direi que
provincial. se o monopolio urna liga feita pelos commercian-
Dilo ao conselho administrativo,Recommendo tes ou industriosos para realisarem maiores bene-
aoconselho administrativo que de conformidade ficios com os seus productos, urna liga eondem-
om o seu regulamento compre para foroecimenlo nada pelos cdigos de todos os paizes ; se por tan-
do almoxarifado do arsenal de guerra, os objectos to semelhante monopolio existe realmente, eu creio
mencionado no pedido incluso.Communicou-se que as leis ha os meios de o prevenir. Quer-me,
a thesouraria de fazenda. | porm, parecer, que as razoes porque os nossos
Dito ao juiz de direito do Limoeiro.Dovolva- concidados nao oceupam no commercio a retalho
me Vmc. a conta da despea feita com os presos o lugar na escala que fra para desejar, nao por-
pobres da cadeia dessa villa no trimestre de janei- que realmente exista monopolio, as causas sao ou-
ro a marco deste anno, e que Ihe remetti em 3 de tras, que devem ser primeiramente estudadas, an-
mafo Ando para ser authenticada com o visto dos- tes que empregnemos medidas que pdem compro-
te juizo, no caso de estar em termos. I metter o nosso futuro.
Dito ao promotor de Garanhnns,Respondo ao i O Sr-Souto Lwa : O nobre deputado deve al-
eu offlcio de 15 de fevereiro ultimo, dizendo-lhe tender para os faclos.
O Sr. Silva Ramos :Se o nobre deputado qui-
zer estabelecer urna loja de qualquer cousa, al-
guem o embanca ?
O Sr. Souto Lima : Legalmente ninguem me
embaraca, mas fazem-rac fechar a loja, se o qul-
zerem.
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Buarque : Sr. presidente, eu creio que '
com o que vou dizer respondo aos nobres deputa-
dos. Os nobres deputados nao contestara que o pro-
jecto urna limitacao da liberdade do commercio,
os nobres deputados concordam que toda a-limita-
cao de oceupacao concorre para que a emigracao
entre nos nao se receba com o mesmo desenvolv-'
ment com que tem vindo at hoje, os nobres de-
putados sabem que quanto maior fr a emigragao,
maior fr a populagao do Brasil, mais forga tere-
mos, maior prosperidade ter o paiz ; como, pois,
inslstem era um|projecto que traz resultados todos
contrarios a esses principios que os nobres deputa-
dos aceitam ?
Trocam-se apartes.)
? Sr. Buarque : Os estrangeiros criam raizes
no paiz, trazem riquezas de industria e trabalho
para nos... (Nao apoiados.)
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Buarque : Perdo ; necessariamento
esses estrangeiros se ho de interessar pela pros-
peridade, pelo desenvolvimento da forga, pelo cn-
grandecimento do paiz em quevem residir e onde
necessitam de garanta para si e para a sua pro-
priedade.
E, Sr. presidente, depois que esses bices forem
creados, o que veremos nos ? Veremos que a emi-
gragao nao continuar a ter o desenvolvimento
que tem tido at hoje, e conseguinteraente em vez
de se multiphcarem as oceupagoes para os pro-!
prios filhos do paiz com a creagaode novas indus-
trias, ellas terao de diminuir com as limitagoes,
com o decrescimento do commercio e de todo ou-
tro trabalho.
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Buarque : Sr. presidente, neste ponto
eu poderia ainda citar urna autoridade muito res-
peitavel no paiz, a autoridade de um liberal dis-
lincto.
O Sr. Silveira Lodo :Aceito o raciocinio, dis-
penso a autoridade.
O Sr. Buarque :Depois do raciocinio creio que ;
me ha de dar licenga para citar urna autori-
dade.
O Sr. Silveira Lobo : Dispenso a autoridade.
O Sr. Buarque :Sr. presidente, o Ilustrado Sr.
conselheiro Souza Franco teve occasiao de, na c-
mara dos deputados, manifestar-se em sentido con-
trario a um projecto idntico ao que agora se dis-
cute, _e estou informado que tambem encarou a
questao pelo lado porque della me tenho oceupa-
do ; pronunciou elle dous discursos luminosos so-
bre esta materia na sessao do mez de junho de
junho de 1848 ; nao me foi possivel, porm, en-
contrar esses discursos, mas sei que foram publi- (
cados nos jornaes da corte, e sao at citados por !
escriptores que teem tratado desta questao.
Um Sr. Deputado : Mas o projecto passou ?
O Sr. Buarque :J entro na analyse deste pon-
to, deixe-me seguir o programma que tracci.
Por tanto, pela forma porque encarou o nobre
deputado o seu projecto, e estabelecido o principio
que deve elle ser egualmente applicavel s outras
classes, fra de duvida que a sua adopgao um
mal para o paiz.
Ha pouco ouvi urna voz na casa que apontou-me
os Estados-Unidos ; eu no posso deixar de trazer
o exemplo desse paiz que so levantou com a ala-
vanea da liberdade. Sr. presidente, nos Estados-
Unidos. ..
Uma Voz :Alias desunidos.
O Sn. Buarque : ... a grande prosperidade do
paiz provm da liberdade do commercio. All, se-
nhores, ha liberdade para todas as profissoes, ha ,
liberdade para todos os ramos da aclividade huma-
na, e esse systema tem produzdo os melhores re-
sultados, trouxe o engrandec ment do paiz.
O Sr. Jos Mara : E porque nao tem prospe-
rado o Brasil ?
O Sn. Buarque : Eu entendo, Sr. presidente,!
que todas as vezes que desejarmos, como deseja- i
mos, conseguir um bem para nos, adoptarmos i
medidas que sejam verdaderamente uteis para os j
nacionaes, devemos de preferencia seguir o exem-
po daquelle paiz, que prospera, a imitarmos o de
outros que rao em completo regresso. como aquel- i
les que nacionlisam o seu commereio.
(Ha um aparte.)
O Sr. Buarque : Nao quero dar ligues ao no-
bre deputado, nao tome as minhas pafaaras como
para si.
Eu entendo que, no sentido de favorecer a clas-
se commercial brasileira, e em geral a todas as
classes nacionaes, medidas de outr ordem, muito .
mais proficuas do que aquella indicada no projecto,
podem ser adoptadas.
(Ha um aparte.)
O Sr. Buarque : Entendo ser mais conveniente
que, em lugar de estabelecer-se um oous, se pro-
ponha um beneficio para aquelles que tiverem em
seus estabelecimentos todos os caixeiros brasilei-
ros ; que se Ihes conceda isengao deste ou daquelle
Imposto, ou outras quaesquer vantagens que con-
videm os commertianlcs a preferirlos caixeiros
nacionaes, mas nunca crear bices ao commer-
cio estrangeiro, e expelli-lo d'entre nos.
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Buarque de Macedo : Perdem-mc os
nobres deputados; por occasiao da lei do orga-
mento que se deve tratar de materias desta ordem,
c a lei do orgamento nao foi ainda discutida ; nao
podem, porlanto, os nobres deputados saber como
a este respeito procederei ; quem sabe se algum
dos meus nobres collegas, se eu proprio terei de
apresentar a idea neste sentido1? J vem os nebros
deputados que por em quanto nao tem razo para
increpar-me, ou para suppor que eu nao tenho dese-
jos de acompanha-los em seus nobres sentimentos.
Sr. presidente, tenho insistido mais do que pre-
tenda sobre este ponto ; desejaria mesmo ler um
trecho de uma obra de Turgot, que tenho aqui
mao, acerca da intervengo que os poderes pbli-
cos devem ter no commercio, e fazer algnmas con-
siderages sobre este ponto, mas receio fatigar os
nobres deputados e desisto do meu intento.
O Sr. Jos Mara : Se me quizesse fazer o fa-
vor nao lia.
Vozes : Leia, leia.
O Sr. Buarque : Turgot, tratando da inter-
vengo do estado no commercio, diz : (le)
< O commercio nao pode ser relativo ao inte-
resse ger.il, ou o que o mesmo, o estado nao po-
de intoressar-se no commercio, senao sob dous pon-
tos degista. Como protector dos particulares que
o compem, elle interessado em que ninguem
possa causar a outrem um damno eonsideravel, e
de que este nao possa garantir-s"; como formando
um corpo poltico, obrigado a defenderse contra
as invasoes exteriores, e a empregar grandes sotu-
rnas nos melhoraraentos internos, elle interessa-
do em que a massa das riquezas do estado e das
produegoes annuaes da Ierra e da industria seja a
maior possivel. Deoaixo de qualquer destes pon-
tos de vista, o estado ainda interessado a que o
valor dos gneros nao experimentem perturbages
repentinas, que, langando o povo nos horrores da
penuria, possam ameagar a tranquiilidade publica'
a seguranca dos cidadaos e dos magistrados. Ora,
claro que o ioteresse de todos os particulares,
livre de todo o embarago, satisfaz necessariamente
todas essa* vistas de interesse geral.
Quanto ao primeiro objecto, que consiste em
que os particulares nao posam offender-se uns aos
outros, basta evidentemente que o governo proteja
sempre a liberdade natural que o comprador tem
de comprar e o vendedor tem de vender; por-
quanto o comprador sendo sempre senhor de com-,
prar ou de nao comprar, certo que elle escolher
cnjre os vendedores aquelle que llie dr mais ba-
rata a mercadoria que melhor Ihe convier. Nao o
menos cada vendedor, que, tendo o interesse mais i
capital em merecer a preferencia sobre seus con-,
eorrentes, vender em geral a melhor mercadoria,
e mais barato que poder para attrahir a si as fre-
guezias. {fio pois, real que o commerciante to-
nha interesse em engaar, a menos que elle teuha
um privilegio exclusivo.
Mas, se o governo restringe o numero dos ven-
dedores por privilegios exclusivos, ou por outra .
forma, certo qu o consumidor ser lesado, c que |
o vendedor, seguro da extraegao, o obrigara a
comprar peiores mercaderas. .
E o resultado, descriplo pelo mestre da sciencia,'
da nacionalisag.lo do commercio por meio da inter-
vengo do poder, que tanto anhelam os nobres de- j
potados quo se dizcm sectarios do progresso.
O Sr. Silveira Lobo : Eu concordo desde j.'
(Trocam-se apartes.)
0 Sr. Buarque : Eu limito-me a referir as
palavras que tenho lido, deixando de fallar sobre |
outros pontos, porque a questao econmica para
mim vale ludo.
(Ha um aparte.)
O Sr. Buarque : Quanto legalidade, Sr. pre-!
sidente, eu lembrarei casa o que se lera dado em
nosso paiz a respeito da questao que ora se aventa.
Os nobres deputados sabem que nao de hoje que
se tem levantado a questao que nos oceupa ; des- i
de 1838, ou talvez antes, que a questao da naci-,
nalisagao do commercio a retalho tomou vulto no
animo de alguns Brasileiros, e creio que foi leva-
do por esse espirito eminentemente patritico que
se propoz___ I
Um Sr. Deputado : A prohibigao e nao a ra-
pos i gao.
O Sr. Soares Brandao : O projecto nao prohi-
be o commercio a retalho.
(Trocam-se outros apartes.)
O Sn. Bua-quk : Os nobres deputados nao
qnerem que eu refira o que se tem dado desde
1838 a respeito da nacionalisago do commercio
por medidas restrictivas ?
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Bi.arfue : Dizia eu que essa idea pa-
tritica dominou no espirito de muitos dos nossos
representantes. Foi em 1838 que se votou a lei
u. 60 de 20 de.outubro, em vista da qual as casas
de commercio que tivesscm mais de um calxeiro
estrangeiro, pagasen de imposto annual 605000
as cidades do Rio deJaneiro, Bahia o Pcrnambu-
co, e 3*5000 as capitaes das outras provincias.
Um Sr. Deputado : Essa lei foi sanecionada.'
O Sr. Buarque : Essa lei foi em verdade sane-
cionada, como diz o nobre deputado, e o decreto
de 12 de novembro de 1838, expedido, creio que
pelo Ilustre Sr. marquez de Abrantes, determinou
as condignos em que se devia adiar o caixeiro, e
regulou a nercepgao do impasto. A lei coraegou a
ter execugao, quando o governo inglez reclamou
contra semelhante imposto..
Im Sr. Deputado: Elle que cestuma sempre
ter razo.
O Sr. Butarque : Talvez nao tivesse dessa j
vez, e nao tnha effectivamente. K' certo, porm,!
qae se expediram ordens suspendendo a execugao
dessa lei.
(Trocam diversos apartes.)
O Sr. Buarque : O nobre deputado est enga-
ado. O governo Inglez suppoz que o imposto
era langado exclusivamente sobre os Ingleses, e
com este fundamento reclamou; foi o que eu
deprehendi da resposta do Sr. Abrantes. porque
nao li a nota do ministro inglez. Por essa occa-
siao reconheceu-sa que o imposto nao podia trazer i
vantagem nenhuma ao paiz, e a lei'foi suspensa.
O Sn. Silveira Lomo : Por medo e venalidade.
O Sr. Buarque (com forga) : Protesto em no-
me do governo brasileiro; nem admiti que ne-1
nhum governo do nosso paiz seja capaz de proceder
testa ou daquella forma por um meio tao reprova- \
dos. (Apoiados prolongados.)
O Sr. Sjlveirk Loro : O caso que este foi o
faci, e cu costurno dizer a verdade.
O Sr. Buarque : Isto uma injustiga que re-;
volla; e eu prefiro acreditar que o nobre deputado !
disse isto impensadamente.
Procurei com muito empenho, Sr. presidente,!
conhecer as Jcausas que tinham determinado o go.
verno brasileiro a suspender a execugao dessa lei,
procurei mesmo ver os avisos do governo, determi-
nando es*a suspensao, mas nada encnei.
Um Sr. Deputado : -- E' o X.
Outro Su. Deputado : Sao as confidenciaes.
O Su. Buarque : Note o nobre deputado que
0 repertorio das leis brasileiras faz mengao dessa
suspensao, nao foi um segredo a sua causa, mas '
nao achei os actos do governo, em virtude dos
quaes a suspensao se dcu.
No anno de 1846 a lei do orgamento n. 396 de 21
de setembro, no seu art. 12, restabeleceu o imposto
que agora discutimos, e elevou-o a 12050^10 an-
nuaes, para as casas que tivessem mais de dous
caixeiros estrangeiros ; mas, senhores, o que acn-
eceu logo depois ? Em data de 24 de margo de
1847, foi revogada a nova lei I Seis mezes depois
Uma Voz : Ou foi suspensa t
O Sn. Buarque : Eu leio o acto que revogou-
essa le, se o nobre deputado deseja.
Um Su. Deputado : Foi acto do poder legisla-
tivo ?
OSn. Buarque : Era uma lei, s podia ser re- \
vogada por outra lei; mas creio que a disposigo ;
relativa quelle imposto foi prejudicada por ser
uma disposigo annua, que raducou no lim do
exercicio, e que o governo excluio-o do orgamento
de l.s'iii. quando este vigorou em 1847 pelo citado:
decreto de 24 de margo. A revogagao consta deso
te decreto, e das circulares de 7 e 21 de outubr-
do mesmo anno, expedidas para que se sobr'estaso
se na percepgao do imposto. E de mais, o fado
de nao se adiar incluido as leis de orgamento
posteriores a 1847 a disposigo a que tenho Ilu-
dido importa a mais completa revogagao.
(Trocam-se apartes.)
O Sr. Buarque : Eu estou fazendo o histrico ]
do que se passou aceraa da decretagao do imposto
Bobre os caixeiros ; contestem os nobres deputados
a sua exactido.
(Trocam-se apartes.)
(Trocam-se outros apartes.)
O Sn. Buarque : O que vemos pois, Sr. presi-;
dente, que o poder legislativo geral por mais de '
uma vez tem adoptado essa mpadro e por mais'
de uma vez a tem revogado.
_ Esta casa, portante, tem de apreciar uma ques-!
tao que foi j apreciada pelos poderes geraes, uma!
questao a respeito da qual esses poderes j se pro-
nunciara; ejiroyado ficou pelas suas decis5es qoe(
semelhante fmposigo nao flodia subsistir, (apoia-
dos.)
Entretanto vemos hoje que esta assemblea pre-
tende crear esse imposto, j reconhecido inconve-
niente por aquelles poderes.
(Ha um aparte.) *A-
O Sr. Buarque : Em virtode do acto addi-
cionaL nos nao podemos legislar sobre materias
que estao affectas aos poderes geraes, e sobre as
quaes el les j se tenham pronnnciado.
(Trocam-se apartes.>
O Sr. Buarque : Dominava ento o principio
liberal quando fot revogada es>a lei.
Entendo, Sr. presidente, que se motivos podero-
1 sos determia&ram os poderes geraes a decretar a
! revogacao de- ama semelhante 1% esses, motivos
com mais forte razao nao podem deixar de pesar
no espirito desta casa.
(Trocam-se apartes)
0 Su. Buarque :Se os poderes geraes por mais
de uma vez tem reconhecido a impossibilidade de
manter semelhante imposicao e a sua illegahdade
esl provada, porque fere ella a tratados, fra de
toda a coutestago que nos nao pudemos legislar
sobre a materia.
O Sr. Jos Mara sQuizera ver citado o artigo
do acto addicional que o prohibe.
OSr. Buarque :Pelo que. tenho dito, Sr. presi-
dente, creio que pelo lado da legalidade est tam-
bem demonstrado que a casa nao pode deliberar
sobre o projecto.
O Sr. Nauor :A commissao de constituigao
disse o contrario.
O Sn. Jos Mara :E a maioria da casa appro-
vou o parecer, logo o nobre deputado fallou coutra
o vencido.
O Sn. Buarque :Agora com relagao aos trata-
dos, especialmente com relacao a clausula perpetua
do tratado com a Franca...".....
O Sn. Jos Mara :Tambem concordo com os
tratados perpetuos ?
O Sr. Buarque :Nao tenho remedio senao cin-
gir-me as palavras consagradas na lei.
O nobre deputado |ielo 3" districlo j se oceupou
de demonstrar-nos que o projecto era contrario aos
tratados celebrados pelo imperio com diversas na-
ges eslrangeiras; e eu apenas acrescentarei que
firmado em uma opino muito autorisada no paiz,
qual a do Sr. Dr. Braz Florentino, eu posso dizer
cora osle Ilustre jurisconsulto, ainda os trata-
dos que se oppem promulgago de uma le que
trouxe o commercio a retalho privativo smenle dos
brasileiros: nomeadamente a clausula perpetua
do tratado de 6 de junho de 1826, relativa ao com-
mercio, c exarada no art. II, que resiste explcita-
mente exclusao dos francezes do exercicio de um
direito natural, que ali Ihes foi garantido, sob o
principio da recipgocidade, por parle do Brasil.
Ha, Sr. presidente, o principio da reciprocidade
que convm respeitar, e que sem duvida oflendi-
do pelo projecto. Esse principio se acha estabeleci-
do nesse tratado com a Fraga e principio geral- j
mente consignado em todos s tratados, e da maior i
garanta para as partes contratantes.
Um Sn Deputado : Quando as nagoes contra-
lames estao as mesmas condiges.
O Sr. Buarque :Mas como possivel attender
a essas condiges especiaes ?
O Sr. Silveira Lobo :Deve saber que o Brasil
se acha em condiges excepcionaes.
O Sn. Buarque :Logo legislemos contra os tra-
tados I
(Trocam-se muitos apartes.)
O Sn. Buarque :Eu reconhego que sou o me-
nos competente para tratar ques toes desta ordem,
(uaoapoiados) mas vejo que as autoridades que tenho
citado nao podem ser recusadas pelos nobres, depu-
tados j o Sr. conselheiro Souza Franco com os seus
discusos proferidos em 1848, e cuja opino geral-
mente seguida por todos aquelles que se tem oceu-
pado da materia, ja o Sr. Dr. Braz, jurisconsulto
muito Ilustrado, e a cujos conhecimentos creio que
os nobres deputados fazem juslica.
(Trocam-se muitos apartes.)
O Sr. Buarqub :Para mim fra de contesta-
gao que em vista da condigo 11* do tratado cele-
brado com a Franga, a disposigo do piojeclo
Ilegal, porquo poem bices ao exercicio de um di-
reito natural, isto colloca os subditos francezes
que no commercicio devem gosar das mesmas re-
galas que os brasileiros, em peiores circunstan-
cias que estes.
Agora passarei a tratar dos resultados praticos
da lei, de sua execugao, e que faz o objecto do ter-
ceiro ponto de vista por onde se pode encarar a
questao.
Son forcado, Sr. presidente, a fazer a apreciacao
dos resultados da le por una forma diversa da que
me havia tragado, visto o nobre deputado pelo 4*
districlo ter modificado em aparte o pensamento
que eu Ihe attribuia.
O nobre deputado a quem me retiro disse que a
nacionalisago do commercio a que elle queria at-
lingir signiiicava tornar o commercio mars brasilei-
ro do que e nao excluir delle os estrangeiros.
(lia um aparte.)
O Su. Bi arque :Vejamos se praticamente o
projecto alcanca esse desidertum, ou se pelo con- !
(rano a lei illudida e o brasileiro ainda mais
prejudicado.
Sr. presidente, se ludo quanto eu tenho dito
exacto, se o projecto vai fenr os tratados existen-
tes e em seu pleno vigor, se o projecto consagra ;
uma disposiga concernente a materia sobre que ja ;
legislaran! os poderes geraes, creio que podemos
com muita razao suppr que o presidente da pro-
vincia nao sanecionar semelhante projecto; eis
ahi o primeiro esclito contra essa le, o primeiro
resultado pralico que obleera os nobres depu-
tados.
Um Sr. Deputado : Isso hypothetico.
OSn. Buarque : Se eu me retiro a um acto futu-
ro, ininlia argumentago nao pode deixar de ser
hypothetica; digo que muito possivel que o presi-
dente nao sanccione esta lei.
Uma Voz : E' at provavel.
O Sr Buarque : Vejamos agora cm 2o lugar se
os brasileiros lucram effectivamente com a imposi-
go de 200000 sobre cada caixeiro estrangeiro.
Entendo que nao. E' minha opino individual
que o resultado nao ser o previsto pelo nobre
deputado. O commerciante que tiver interesse em
conservar um caixeiro estrangeiro, j pelas suas
habilitages especiaes, j pela conliauga que mere-
cer etc., nao ter duvida em pagar esse imposto
de 2005000, e o resultado ser que a imposigo ou
sahir dos pequeos consumidores 011 dos proprios
caixeiros brasileiros de quem os patres diminu rao
os ordenados para aquelle lim, e neste caso serao
os nicos prejudicados.
Trocam-se apartes.)
O Sr. Buarque :Eis ahi a consequencia.prova-
vel. que eu vejo da creago do imposto com o lim
de tomar mais brasileiro o cmmercio.
Porlanto creio ha ver demonstrado a inconveni-
encia do projecto debaixo dos tres fundamentos
porque o encarei.
Passando a oceupar-me do que disse o nobre de-
putado pelo 4 districlo, a 1' nota que vejo que
elle tnha um outro projecto a apresentar, mas que
por uma circumstancia qualquer entendeu dever
assignar o projecto que se discute, cuja idea difiere
da que tinha tido.
O Sr. Silveira Lobo :-A idea capital 6 a mes-
mi
Sn. Buarque :-Ea lamentava que 0 projecto,
do nobre deputado nao fosse apresentado, porque
talvez salisfizesse melhor o fim a que se propoz;
mas desde que nos diz que a idea capital e a mesma,
eu creio nao necessitar acrescentar mais cousa
alguma para responder-lhe.
Disse o nobre deputado que os brasileiros nao
concorriam para a profissao do commercio, e aecu-
sou o governo pelas leis vexatorias, pelas leis res-
trictivas que se oppunham ao desenvolvimento do
paiz; fallou da lei da guarda nacional que um
obstculo ao desenvolvimento do commercio e in-
dustria ; disse que essa lei colloca os estrangeiros
em melhores condiges; finalmente que era preciso
Kvrar es brasileiros dos grandes onns que sobre
cites pesam.
Sr. presidente, quanto ao primeiro ponto, de que
os brasileiros nao concorrem para o commercio,
eu creio que Isto se nao d em tao larga escala,
como figurn o nobre deputado, e que a causas
dessa Ma de concurrencia nao sao or certo
nao es-
aquellas que o nobre deputade apresentou na
casa.
O nobre deputado sabe que duas condiges essen-
ciaes sao necessarias para que se seja commerci-
ante, ter capital ou ter crdito. Todas as vezes que o
brasileiro se aprsente no commercio tendo capital
ou crdito, entendo que nenhum bice se opponhe
a que elle commerrie.
O Sr. Silveira Lobo : O crdito essencial, mes-
mo durante o tirocinio de caixeiro.
O Sr. B.iarque : Entao o que o nobre depu-
tado diz, que os brasileiros nao sao caixeiros.
O Sn. Silaeira Lobo : Que nao concorriam
igualmente.
OSn. Buarque : Mas acredita o nobre depu-
tado que a Idea que se acha comida em seu pro-
jecto quefar abrir maior espago aos brasileiros
para o commercio ?
(Ha um aparte.)
O que eu digo que o projecto pela forma por
que est confeccionado nao far com que sejam
admitlidos os caixeiros brasileiros em maior nume-
ro. Ja demoostrei que a disposigo da lei crean-
do esse imposto, pode ser illudida, que ella nao
servir de bice a entrada dos estrangeiros na pro-
fissao do caixeiros : c se exacto, como o nobre
deputado diz, que os bra.-ileiros nao concorrem
para o commercio, eu tambera posso dizer, que com
a imposigo de 2003001 nao que se ha de con-
seguir essa concorrencia em maior escala.
(lia um .aparte.)
Eu ja disse a casa que tenho uma idea sobre
isto, e por occasiao da discusso do orgamento tal-
rez apresente-a a sua cousiderago.
Sr. presidente, o nobre deputado qur que os
caixeiros brasileiros sejam isenlos da guarda na-
cioual. Eu entendo que se essa isengao deve ser
concedida aos caixeiros, com mais forte razo de-
via ella ser Jdadas aos lavradores, aos artistas
(Apoiados.)
Um. Sr. Deputado : Isto j est vencido.
OSn. Buarque : Vencidoo que T Eu nao
tou fallando contra o vencido.
Digo que se ha razao para querermos sentar os
caixeiros do servico da guarda nacional, a mesma
razo existe para que procuremos sentar os lavra-
dores e os artistas.
Um Sn. Deputado : Nao possivel sentar
todas as classes.
O Sn. Buarque : Eu nao contesto que o ser-
vico da guarda nacional seja um ouus para os cai-
xeiros brasileiros, mas esse ouus estende-se a to-
tas as classes da sociedade, e por tanto eu nao sei
se o nobre deputado tem muito fundamento para
manifestar esse seu desejo, que importara urna
exiepgao odiosa, poder ser satisfeila.
O nobre deputado disse quo os poderes geraes
haviam promulgado leis que se oppunham ao des-
envolvimento dos elementos naturaes do progresso
do paiz. Eu nao pude comprehonder bem o al-
cance de semelhante proposigo ; nao vejo na le-
gislago uma s disposigo que se possa conside-
rar como um obstculo ao desenvolvimento dos
elementos naturaes do progresso do paiz, e digo
mais, nao acredito que esteja isto no poder hu-
mano.
O Silveira Lobo : V pouco se nao encherga
isto.
O Sr. Buarque : Vejo pouco e nao c dp hoje.
Um Sn. Deputado : Mas dispensa os oceu-
los.
O Sn. Buarque : Vejo pouco moral mente fal-
lando.
OSr. Silveira Louo : Nao, senhor, mate-
rialmente.
O Sr. Buarque : Muito obrigado. Acredito o
nobre deputado que estou fallando com siucerida-
de, e s o desejo de esclarecer-me fez com que to-
nasse a palavra nesta materia.
Disse o nobre deputado, tratando de harmonisar
os interesses entre os brasileiros e os estrangeiros,
que o guarda nacional para ser isenla do servigo
paga va 120,5000 por mez, que d'ahi vinha a dis-
proporco, e que pagando os caixeiros estrangei-
ros o imposto marcado pelo projecto ficava resla-
belecido o equilibrio.
Sr. presidente, eu creio que o remedio nao
efficaz; parece-nie ter demonstrado, que a creagao
deste imposto nao poder per forma alguma res-
tabelecer o equilibrio entre os caixeiros brasileiros
e os estrangeiros, por que, como, j disse, essa im-
posigo tera de ser tirada ou do consumidor ou dos
proprios caixeiros brasileiros.
(Trocam-seapartes.)
Admiti esse equilibrio, qual ser o resultado ?
OSn. Silveira Lobo : Que nao haver razao
para preferir o caixeiro estrangeiro ao nacional.
O Sr. Buarque : Mas, restabelecido o equili-
brio, como o nobre deputado entende, abrir-se-Iu
um espago maior ao caixeiro brasileiro ?
O Sn. Silveira Lobo : Sem duvida algumn.
O Sn. Buarque : Quanto a mim a ereaco do
imposto ser sem o menor resultado.
(Ha um aparte.)
O nobre deputado entende que a creagao do
imposto collocar o caixeiro brasileiro as candi-
coes do caixeiro estrangeiro, isto que se o cai-
xeiro brasileiro paga 1205000 para se sentar da
guarda nacional, pagando o caixeiro estrangeiro
OOiJOOO, ficam em idnticas circumstancias; mas
o nobre deputado acrescentou, que, toda vez que
fosse revogada a lei da guarda nacional de manci-
ra a sentar os caixeiros brasileiros desse servigo,
deveria revogar-se a lei que hoje se pretende; votar.
Logo, digo eu, o lira que o nobre deputado teve em
vista com a imposigo (o dar a preferencia aos bra-
sileiros.
O Sr. Silveira Lobo : Restabelecer o equi-
librio.
O Sr. Buarque : Bem ; comprehendo qual
a idea do nobre deputado, mas nao posso acompa -
nha-lo, por quo o nobre deputado ainda nao de-
monstrou como esse equilibrio tras aquelle resul-
tado.
O nobre deputado disse ainda que o seu projecto
tinha por fim cr-.'ar uma (onte de renda publica.
Eu acho, Sr. presidente, que semelhante impos-
to contrario a todas as regras da sciencia. Se a
livre concurrencio uma das condiges essenciaes
para o desenvolvimento do commercio, quer com
relagao a offerla do producto, qur a liberdade de
trabalho, toda a vez que crearraos bices, embara-
ces a esse commercio, que apparentemente pro-
dusam uma renda fqualquer, temos estabelecido
barreiras ao seu desenvolvimento, e por este facto
preparado um mal para o futuro a produego das
rendas publicas.
Almdisso observo que o nobre deputado est
m conlradigao comsigo mesmo. Se o nobre de-
putado diz que o imposto tem por lim augmentar a
receita publica, se acha que elle pro licu, como
aconselha desde j que seja revogada|a lei que o
creou logo que liquen) isenlos da guarda nacional
os caixeiros brasileiros ?
(Trocam-se apartes.)
Sr. presidente, creio que tenho abusado de uma
maneira indesciilpavel da atteogao da casa (nao
apoiado); tenho-mc estendido tongamente, mas isso
me era indispensavel, por qne eu deseja va que li-
eassem bem patentes as razoes por que voto con-
tra o projeeto, que nao sao outras se nao por que
o julgo contrario aos principios econmicos, por
que o julgo contrario a legislagao geral, por que
julgo em fflni que elle no trar nenhum dos be-
neficios que os seus nobres autores tiveram era
vista (muito bem, muito bem.)

;


Diario te Perna*feiieo Quinta felra 93 de Junho r, mti.
REVISTA DIARIA.
No da 6 do oorrente junho, um sentenciado lco vegetal urna repulaco incommensujyvelmen-
galcs perpetuas, de cor negra, alio, coipolento, de tesuperior todas quantas se conhecem para a
Funcciona hoje o Instituto Anhioloato e Geogra-, aspecto feroz e brutal, p de nome Manoel Antonio cura das escrfulas e de todas as raais classes de
pairo Pernambucano em sessao ordinaria. Carneiro, sendo mandado para o servieo agricola, enfermidades ulcerosas e eruptiveis. Os mdicos
para o lado do pico, illadio a vigilancia do cabo os mais eminentes, os periodistas
Foi designado o da 16 de jullio prximo vin-
douro para a reunio do conselho municipal de
recurso do termo do Rio Formoio, aflm de lomar
conhecimento das reclamaees desatendidas pela
junta revisora da parochia de Urna.
Foi removido da cadeira de instruccao ele-,
mentar do Peirulina, para a de S. Jos deCora
Grande o Sr. Antonio Fiancisco de Moura.
Huntem roncluio-se o exame de habilitacao a
que se proceda para o magisterio primario peran-
le a directora geral de instruccao publica.
Acha-so em exorcicie do juizado de direito
do Rio Formozo, em consecuencia da remorao do
respectivo fuoccionario, o Sr. Dr. Guilherme Cor-
tleiro Coelho Cintra, juiz municipal de Serinhem.
Acha-se o Sr. Tbeodoro Adolplio Dammayer
cnrarrcgado |irovisoriamente da geslo do vice
eousulailo da Saxonia, em quanto durar o impe-
dimento do respectivo funccionario.
Hoje se extrahira, pelo novo plano a 3" parte
da 1' lotera da ipreja do Rosario, sendo o maior
premio 10:0005000.
RRPAltTICO DA POLICA.
Extracto das parles do da 22 de junho de
1861.
Foram recolliidos casa de deteni-ao no da 21
do crrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Fran-
cisco (otiles da Silva, vindo do presidio de Feman-
do, a dsposico do Dr juiz municipal da primrira
vara, e Francisco Demetrio da Silva, sem declara-
cao do motivo.
A" ordem do subdelegado do Recifc, George Ruel,
requis<;o do cnsul americano, o Cervuiz Nu-
chison, requisico o cnsul inglez.
A' crdem duda Boa-Vsia, Manoel Machado Fer-
naudes, por briga.
O chefe da 2' seccjio,
J. G. de Mesquita.
Passageiros do vapor nacional Mamanguape,
sahiilo para os porios do norte :
Beageo Cortez, Amaro de llarros Correa, Vicio
Improta, Savino Ruzzele, Thomaz Marques da Sil-
va, Feliciano Gomes Cabral, Thom A. de Carvalho,
Giacomo Antonio Chearelli, Dr. Manoel Coelho
Cintra, sua senhora, 2 escravos, 1 menor e 1 cria-
da, Manoel II. Barbosa da Silva e 1 criada, padre
Trajano Paulino de Carvalho, Jos Bezerra de Me-
deiros e 2 escravos, Juan Fabrega, Jos Rolini e 1
Alba, Francisco Rodrigues dos Santos, Jos Rodri-
gues Pimenta, Jos Jaconie Tasso e Jos Joaquim
Perera.
Movimento da casa de detengo no dia 21 de
junho de 1861.
- o os escriptores
que o acompanhava e a outros, foi a choupana de de medicina sao outras tantas testemunhas da sua
um outro senienciado sete anuos, que tendo fal- eficacia quasi maravilhosa. Tero salvado e con-
lecldo aqui sua niulher, licou com urna fllha do 9 lina salvar as vidas e os membros de milhares
10 annos e dous ilhos anda menores, para quera de pessoas. Nunca foi administrada em vio an-
trabalha sem cessar. da mesmo nos casos os mais terriveis e obstinados.
Joo Vieira Cupertino, assira se chama o infeliz E' o nico remedio para as escrfulas ervsinelas
pai, homem branco, de bons costumes, um dos ope- herpes, chagas as pernas, abscesos' humores'
rarios da offleina de sapateiros, achando-se no tra- molestias syphiliticas e mercuriaes assim como
balho desde 6 horas da manhaa. era sua ausencia toda a casta do molestias da pello Em nuanlo
o negro Carneiro, que se havia dirigido s imme- existem tres imitaedes e falsiflcacoes de diacoes do curral do gado vaceum e para o lado da cia, por Unto preciso evitar engao rocuran-
caeira, entra na choupana de Copertino, agarra a do a original e verdadeira as lojas de faors &
menina filha desle, conduz a infeliz para a mata Barboza, e Joao da Conceico Bravo .V C.
prxima, e nao podendo saciar seus damnados e ____:_
bruiaes desejos, nao so pela resistencia que Ihe () Nos abaixo assignados, deputados da*minora
apreseniaya a mcnina,_romo por aperceber te-lo da assembla provincial, nao nos adiando nresen-
seguido o menino irmao mais velho da misera, to- tes na sessao de 20 de abril do corrcnle urna em
nuncio que me dizia respeito; por isso jolgo con-
veniente responder, somonte em atlenco ao res-
peitavel publico.
blico, para conhecimento de quem interessar possa,
os arts. 6o do til. 6 das posturas municipaes de 30
de junho Je 1849, e li da resoluto da cmara
patricios, e tendo ouvido o parecer de meu conse-
lhero o governador geral Lnlz de Milib, nao tive
duvida em acceder ao seu requerimenlo e conSr-
mei-o no posto de governador da nacao d'Ajud
que fra eleito por seus patricios.
Se entreguei o governo a Evaristo Salgado e a
Francisco da Silva, foi smente por causa de mi-
nha avancada idade e tambem por causa de minha
molestia, dependendo todos os seos actos de minha
approvacao.
Para que os meus actos nao tivessem vigor seria!
preciso que eu tivesse perdido a autortdade que me
foi confiada por meus patricios e para que fossem
annullados seria preciso que eu entre os meus pa-
tridos reconhecesso superiores.
O Sr. Francisco da Silva mandou ordem ao go- j
vernador Francisco de Souza Cost a quem, assim
.!._,__;; .. v i"-"" ~ '-', = umcxjiupg ua cmara
Tendo-me sido requerido por parte de Francis- municipal de 26 de agosto do 1851, os quaes sao os
co ae ^uxa Cost a eonfirmacao no posto de go- seguintes :
vernador da nacao d'Ajud, tendo em considera- Art. 6. Fica prohibido dentro da cidade o uso
;.?_? r_epresenta5ao 1ue nw oi dirigida por sens de roqueiras, bombas e fogo sollo (buscaps) os
infractores sero multados em 105000 e soffrero
dous das de priso. A cmara por ediiaes desig-
nar os lugares em que se possam soltar os busca-
ps, roqueiras e bombas de que trata este artigo.
Art. 12. Nao se poder soltar fogo algum seno
em pateos espacosos ou quintaes, nunca em lugar
de adjuntos: os infractores incorrero na multa
de 105000.
O secretario,
Eduardo de Danos Falco de Lacerda.
nessa sessao
Pernambuco
bava de ver passar sua infeliz mana, nao tivesse
corrido e alcancado a choupana primeiro que o ne
groas?"
por
enanca a scena horrorosa e barbara de que a infe- noria como aquelle que resultados mais nrolicuos
Ux acaba va de ser v.ci.ma. devia produzir para a populaco desta cidade,-
Correram ao lugar, e em caminho encontram julgamos de nosso dever declarar que nenhtim de
Carneiro, que logo se dispoe para resistencia, ser- nos assignou esse projecto, nem emittio ODiniao
mas o intrpido soldado acerca de sua conveniencia : e fazemos esta decla-
mas, lendo-o agora no Diario dei do Rosario ; agora pergunto eu : quem Ihe deu
de hoje ; e vendo que esse deputado \ autorisaco para dar ordem a um governador a
tinnSn TT"u l)"m1e,ro,1Qt ?* "f"edissequeo projecto,qaeimpunhaduzentos mil quera nao quer reconhecer
t fn = lUde' dan,dal S fr'l0S' '0I- UVIf r,s as casas commerciaes que tivessem caixe.ros elle azer a junta se a igreja
ll J ^Uk reun,d0\ la"'be" UVirain da estrangeiros, fra li lo por alguns deputados da mi- Em que se funda o Sr. ft
inca a scena horrorosa e barbara de nue a infe- nnr i rnmn imuik mu rUCT,i.oj'___..._______:. i_. _t_ *
Existiam___ Entraran).... Sahiratn..... 3o3 12 u
Existem...... A saber : N'acionaes----- Estrangeiros... Holbcres..... Eslrangeiras .. 'O 238 41 7 1
Escravos...... ii!l 4
presos.
70an-
desvn-
denii-
350
Alimentados a cusa dos cofres pblicos 118.
Movimento da enfermara no dia 22 de junho
de 1864.
Teve alt
Albino Jos de Souza ou Costa.
BTAIllO DO DIA 21 DO COIiUEN'TE S0CEMITER10
FLHLICO :
Jos Antonio de Olvera, Pernambuco,
nos. solleiro, S. Jos; desynteria.
Manoel, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos :
teria.
Isabel, Pernam buco, 7 mezes, S. Jos
cao.
Manoel Francisco Correia, Pernambuco, 18 an-
uos, solteiro, Boa-vista ; tubrculo pulmonar.
Mariana, Pernambuco, 14 mezes, S. Jos ; gas-
tro intente.
Balbina Mara da Conceicao, Pernambuco, 40
annos, viuva, S. Jos ; tubrculo pulmonar.
Vitaliana, escrava, Pernambuco,
Antonio ; urna intente.
Domingos, escravo, Africano, 40 annos, solleiro,
S. Antonio; febreperniciosa.
Juvita, escrava, Pernambuco, i" annos, selteira,
Boa-visla ; gastro intcrite.
Isabel Francisca Cezaria de Azevedo, Pernam-
Luco, 28 annos, solteira, Boa-visla ; tubrculo
pnlmonar.
AntcmioPinheiro Arco Verde, Pernambuco. 33
anuos, solteiro, Sanio Antonio ; tubrculo pulmo-
nar.
Josepb Thcodora {das Mercez, Pernambuco,
45 unos, solteira, S. Jos ; ascite.
Manoel de Olivara Barhoza, Pernambuco, 28
anuos, casado, Boa-vista ; phlysica.
Taciano, Pernambuco, 3 mezes, S. Jos con-
vuicoes.
COMMUNIADOS.
O Sr. pai de familia ou o Sr. Vicente Ferreira
Lima, que oceupo.i hontem um espado deste Dia-
ria cota o digno profesior de Ingaz-ira, o Sr. Mar-
colino Aotooia Xavier, parecendo dizor muita cou-
sa, reduz-se a pjiic-o ou nada : porquanto, sitas ac-
cusaedes com attestados graciosos, obiidos particu-
larmente, nada conseguera prv,ir, alera de que
confessa elle que, nos impedimentos do Sr. Marco-
lino, a cadeira lein sido oceupada por outros, de-
xantlo de mencionar que para esses impedimentos
se tetn dado approvacao das autoridades respecti-
vas, sendo as fallas provenientes de molestia, como
c publico e foi provado com documentos. Bastan-
te Joven, foi o Sr. Xavier promovido ao magisterio.
e nelle tem adquirido nao pequeas molestias, co-
mo tcm provado, e apezar disto coiiserva-se no seu
posto, dando substituto quando ssus males se exa-
cerbam, e sacrificando sua sade em lugar lao ar-
duo, falto de recursos, e exposto a fenecer por falta
de tratamento Ser islo prova de mo emprega-
do ? Onde achou o Sr. Viente F. Lima o impedi-
mento de um professor publico nao poder advogar
um ou outro dia, e servir pela mesina razo de
partidor ou contador, quando estes servidos se po-
dem fazer nos dias desoecupados, e mesmo escre-
vendo outrem ? Nem estes misteres formarn em-
prego, como diz o Sr. Lima. Todos sabem o que
sao as intrigas do nosso centro, principalmente
com os parochos e [uofessores pblicos, quando
Coelho do 4o balalhao de artilharia, camarada do
Sr. capitao Jos de Cerqueira Lima, que tambem
havia acompanhado ao menino, deilou-se elle,
desarmou-o, prendeu e o cenduzio ao quarlel do
commando, com a camisa salpicada do sangue da
innocente ; poueo raais eram que 8 horas do dia,
quando ao Sr. lenente-coronel Luiz Jos Monteiro
foi apresentado o brbaro c feroz negro Carneiro,,
diante de quem fizeram a narracao do fado, nao
so o valente Coelho, como os que o acompanharam
ao lugar do delicto, aonde deiXaram o corpo inani-
mado da desgragada at s ordens do commando.
O Sr. tenente-coronel Monteiro, horrorisado do
que .via e ouvia, mandou immediatamente recolher
prisao c brutal assassino, e passar portara ao
medico e escrivao do presidio, para que sem per
da de lempo fossem examinar se por acaso a infe
liz anda daria esperancas de vida, e procedessem
ao auto de corpo de delicio.
O Sr. Dr. Alcebiades Jos de Azevedo Pedra, de-
pois de concluir seus trabalhos, mandou conduzir
a virgem e a pedra, instrumento mortfero, mas
que salvou-a das garras do negro monstro.
O Sr. tenente-coronel commandante delberou
que elle fosse castigado, e s 3 horas da tarde fez
formar os destacamentos de arlilharia e infamara,
sob o commando do Sr. capitao Cerqueira Lima,
em frente do quadrado leito pelos sentenciados, o
drago negro. Por ordem do Sr. tenente-coronel
commandante, oSr. ajudante referi o fado sabido
e mandou principiar o castigo.
Era geral a indignacao nos habitantes.
Os castigadores nverara o cuidado em descarre-
garem as chibaladas com forca, sem que se Ihes
recommendassem severidade."
O malvado, tao audaz c atrevido em seu feito,
tornou-se o mais covarde possivel no recebimento
do castigo ; sendo necessario collocar-se um pao
por baixo dos bracos para recebe-lo. Depois de ter
apandado mais de seiscenlas chibatadas, o Sr.
commandante mandou suspender o castigo, pro-
metiendo repetir a dse em outra eccasio, para
fazer-lhe seutir mais seu horroroso crime. O ne-
gro .-fino para a enfermara com passos firmes, e
at giDgando ; o couro do monstro pouco se offen-
deu, e para isto seria necessario anda mais mil
chibaladas, pela robustez e corpulencia do negro :
s se ouvia dizer, mesmo aos sentenciados foi
muilo pequeo o casiigo para te horrivel crime.
Dizem-me que j est bom 1
Em vista de fados desta ordem, como se poderia
deixar de empregar a raz da gamelleira em Fer-
nando, nico meio que de alguma forma atemorsa
a fras semelhantes aqu lanzadas, e a quem a lei
j applicou a pena de gales perpetuas por crimes
2 anuos, Santo Je'fuaI monta, como o deste malvado Carneiro,
que sendu agregado de um mogo lilho do senhor
do engenho Palmeiras, commandaute superior
do Bonito, foi chamar urna infeliz moca filha de
Bezerros em nomo d'aquelle moco, e en caminho
laofando-se ella, dcu-lhe umitas lacadas, acaban-
do-a de malar com urna pedra, para saciar seu bru-
lal apetite, e por cujo crime a lei Ihe impoz aquella
pena.
Aeredite, Srs. redactores, que neste lugar, mais
que em outro qualquer, existe a necessidade do
castigo e quem o cominandar ser forcado para
conter a tantas fras, empregar esse mei, o nico
peranle o qual elles recuam por algum tempo, c
seo o qual, nao haveria um s dia que nao do-
brasse os sinos pelos assassinados.
Observo que, se por qualquer casualidade mor-
resse agora esse malvado Carneiro, com o que.
nada perdera a sociedade, provavelmenle o actual
commandante seria aecusado pelo seus desafec-
tos ; mi'irienlo se flzessem circular o facto envol-
to na mentira, como fizeram com o de Calisto.
Pois lieui, Srs. redactores; nao tenha escrpulo
de inserir estas linhas; sem receo de errar alian-
co-lbe, que infundada a aceusacao que fazem do
Sr. coronel Antonio Gomes Leal, pela morte de
racao para que se nao especule com isto, vindo a
servir fins oceultos.
Recife, 21 de junho de 1864.
Dr. Joaquim a"Aquino Fouceca.
Dr. Sabino Olegario L. Pinito.
Antonio Jos da Costa Ribeiro.
Joao Francisco Teixeira.
Gaspar de M. V. de Drummond.
Alera disso onde ira
esteve fechada 1
Paulo Marques e os de-
mais para nao reconhecerem o dito governador
Francisco de Souza Costa ? Quando eu designei a
patente tive consciencia do acto que praliquei, tive j
as melhores informacoes que poda desejar, e alm
disso ced ao desejo unnime da najao d'Ajud. I
Como re de Gongo, que son, estou em meu direito
de agraciar a quem quizer, assim como agracici a
esses que hoje me fazem guerra; mas eu desprzo
Aa distinti
Calislo ; e qualquer que vier rommandar este pre-i e!n mmha consciencia creio poder dizer a\. S.
sidio, ter de passar por est.'s e outros dissabores, I f bcn.1 do meu P* mo na Bmado em ,odo
ale que os
dade.
factos apparegain com o sello da ver-
e especial torpe cleiloral dest
provincia.
Candidato senatoria o Dr. Joaquim Saldanha
Marinho, dirigi cada ura dos dignos eleitores es-
peciaes dest provincia, a circular abaixo trans-
cripta ; mas podendo acontecer que, muitas das
mesmas circulares, por circunstancias que se nao
pode prevenir, nao tenham chegado, e que agora
mesmo nao cheguem anda a seus destinos, por
isso faz-se a presente declaraco, pedindo-se ao
mesmo tempo desculpa de faltas que possam appa-
recer e notar-se, e de que jamis deve ser respon-
savel o mesmo Dr. Saldanha Marinho, que s tem
motivo para confessar-se eternamente grato, ao
distinti e especial corpo eleitoral desta provincia,
que j urna vez o acolheu benigno.
Illm. Sr.Tendo solicitado do corpo eleitoral de
nossa briosa provincia a admisso de meu obscuro
nome na lista trplice que foi offerecida ccra na
ultima elcicao, consegu isto, e do modo o raais no-
bre e lisongeiro mira, que por tao grande consi-
derado me confosso eternamente agradecido. Da
tribuna parlamentar eu me dirig aos eleitores de
minha provincia, e Ihes tributei a homenagem devi-
da pelo titulo de suprema honra que me haviam
concedido.
Pela lamentare! morte do Sr. conselhero Fran-
cisco Xavier Pacs Brrelo d-se nova vaga no se-
nado, e nova eleicao vai proceder Pernambuco.
Apresento-me novamente ; reputando de minha
dignidade consultar ao mesmo corpo eleitoral se
nos poueos mezes decorridos da eleicao em que fui
considerado tenbo em alguma cousa desmerecido
do conceito em que se dignaram ter-me os eleito-
res pernambucanos.
E porque tenho consciencia de mim, como lenho
intima eonviccao da dignidade, independencia e
firmeza de carcter de V. S., nao duvido contar
com a sua valiosa coadjuvacao em prl de minha
candidatura na eleicao que se vai agora proceder.
Ausente do campo onde a eleicao vai ser dispu-
tada eu nao cont senao com a bpndade e honra
de V. S., em cujas qualdades confio plenamente.
Sempre firme nos principios liberaes, para trium-
pho dos quaes nenhum esforco e sacrificio lenho
poupado, me repulo no caso de merecer a conli-
uuaao de seu apoio.
Fica as suas ordens o de V. S. amigo, patricio,
criado obrigado
Joaquim Saldanlia Marinho.
Rio de Janeiro, 7 de abril de 1864.
Srs. redactores.Apresentando-uie candidato
um dos lugares da lista trplice na eleicao de se-
nador, a que se tem de proceder nessa provincia,
rogo-lhes o obsequio de fazerem publicar as co-
lumnas do seu jornal a circular que dirijo aos elei-
tores especiaes da mesma provincia.
Sou com particular estima, etc.
Antonio Coelho de S e Albuquerque.
Rio, i de maio de 1804.
Illm. Sr.A lamentvel morte do benemrito
Pernambucano, o conselhero Francisco Xavier
Paes Brrelo, deu lugar a urna vaga senatorial por
essa nossa provincia.
Animado pelas repelidas provas de. estima e con-
fianza, cora que tenho sido distinguido pelos meus
concidadaos, ouso pedir minha provincia a honra
de ser contemplado na lista trplice, que tem de
ser apresentada escolha imperial.
A minha vida publica nao breve, e, com a mao
que
sos
meus actos.
Se, pois, V. S. entender que o meu nomo nao
deslustrar a sua lisia, digne-se de acolhe-lo com
todas essas intrigas porque considero-me superior
a ellas e aos que as manejam.
A patente a que se refere o dito annuncio fti re-
couhecda na igreja de N. S. do Rosario, e por isso
mando que se cumpram as minhas ordens tao es-
trictamente como nellas se contm. Aes governa-
dores das diversas naces a mim sujeitas, e a to-
das as nagoes que estao no meu dominio, mando
DECLARigOES.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co, que os trinta dias otis para pagamento boca
do cofre do segundo semestre do anno financeiro
vigente de 1863 1864 dos impostos da decima dos
predios urbanos das freguezias dest cidade, e da
dos Afogados, de 20 por cento do consumo de
agurdente, e do 5 por cento sobre a renda dos bens
de raiz pertencentes a corporaces de mao mora,
se princpiam a contar do Io de junho vindouro.
Mesa do consulado provincial de Ternambuco, 25
maio de 1864.
Antonio Carneiro Machado Rios.
Administrador.
Manta Casa da Misericordia do
Reelle.
A Illm. junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
no dia 23 do crreme mez pelas 4 horas da larde
na sala,.de suas sesses contina a arrematado
das rendas das casas do patrimonio de orphaos
cujos arrendamentos expirara no lim do presente
mez, e adverte aos respectivos inquilinos quesero
despejados se nao renovarem os seus arrenda-
que reconhecam por governador da nacao d'Ajud \ menlos dentro do prazo de seus contratos ou nao
a Francisco de Souza Cost, visto ser esta a minha prestarem llanca idnea.
firme vontade,e declaro que terei como de=obeden- Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
tes todos aquelles que se recusarem a cumprir as, cife, 20 de junho de 1864.
minhas ordens.
ao Sr. Francisco da Silva, como autor de toda a
intriga, declaro que est demittido do posto de
governador geral por ter rae desobedecido e tam-
bem por se arrogar autoridade de annullar o
queeu liz; ao Sr. Evaristo Salgado declaro tambem
que est demittido tanto de governador geral como
do meu conselho de ministros, pelas mesmas ra-
zes.
Declaro outrosim aos Srs. Evaristo Salgado e
Francisco da Silva que nao se importem cora os
pedidos do Sr. Paulo Marques para me fazerem op-
posico, porque eu nao consinto que um africano
como eu me faga frente.
Tenho resolvidonomear o meu marechalde cam-
po, governador geral interino,
ordem.
Recife 21 de junho de 1864.
A rogo de Antonio de Oliveira Guimares
Rei de Congo
Joao Francisco Vianna.
(Eslava reconbecida.)
O escrivao,
F. A. Cavalcanti Coussero.
Companhia de cavallaria de
llnha.
Precisa contratar-se o fornecimento dos gneros
abaixo mencionados para o 2 semestre do corren-
te anno.
Rancho.
Arroz pilado, assucar refinado, azeite doce, ba-
callao, carne verde, dita secca, caf raoido, familia,
feijo, manteiga franceza, pao de 6 oncas, toucl-
nho, temperos e verduras, vinagre, e'achas de
lenha.
Forragem.
Capim de planta (por arrobas), mlho, farello e
ate m.uha segunda meK ToaosFos generos devem 'ser de boa ()uali.
dade. As propostas devem ser entregues no dia 28
do corrente, na secretaria da companhia at ao
meio dia.
Quartel no Campo das Princezas 18 de junho de
1864.O capitao commandante,
Manoel Porfirio de Castro Araujo.
O conselho econmico do 1 batalho de in-
Mncinta replica. fantaria convida as pessoas que quizerem fornecer
Se o innocente enforquilhado (assim denomnou para o rancho da mesmo no 2 semestre de 1864,
um irmao de N. S. da Boa-Viagem a outro) era comparecerem com suas propostas no dia 25 do
qual pretende-se agora figurar, para que o elege- corrente, pelas 10 horas da manhaa, no quartel e
ram membro da mesa, que demandava muita con- secretaria do mesmo batalho, as Cinco Pontas,
hanfa, e por quasi unanlmidade de votos ? e tendo sendo taes propostas dos seguintes generos: pao
elle feito parte dessa mesa, que mereceu louvores de 4 e 6 oncas, caf muido, assucar retinado mas-
do digno Juiz de capellas, para que o excluem ago- cavinho, manteiga franceza, carne verde, dita sec-
ra ? ora valha-me Deus com tantas miserias. | ca, bacalho, feijo, arroz, azeite doce, vinagre, le-
nha, toucinho, farinha e sal, sendo taes generos de
primeira qualidade.
Pernambuco 18 de junho de 1864.
Jos Joao de Carvalho.
Tenente agente
Conselho administrativo.
O conselbo administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos se-
Hospita! Porlnguex de beneficencia em Per-
nambuco.
Urna aci;o boa.
Os Srs. Manoel Ribero Fernandes e Bernardo
de Cerqueira Car-tro Monleiro acabam de entregar
ao Hospital Portuguez a esmola de 135JW00, pro-!
dqcto da subscripcao que tiraram favor de D.
que
Guomar Luiza, a quem nao foi entregue dita quan- guintes:
tia por circunstancias, que posteriormente occor- '>ara > fortaleza do Cabedello da provincia da Pa
reram. Estes dous senhores, e os que concorre- rahiba do norte,
ram com suas quolas, sao dignos de louvores, e a bandeira azul para signaes.
1 dita branca para dito.
dito 3.162, ditos grandes d metal prateado 252
ditos pequeos de dilo dito 108, ditos grandes de'
metal amarello para capote 1,813, colxetes ordos
pares 6i9.
Para o corpo da guarniclo.
Bonets 20, ditos redondos para recrutas 20
mantas de la 20, sapatos, pares 181.
Para a fortaleza de lia marac.
Sino com 2 1|2 palmos de altura ponco mais ou
menos, 1.
Quem quizer vender taes objectos, apreseutem
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 1 do
julho vindouro.
Sala das sesses do conseibo administrativo para
(ojn^raiento do arsenal de guerra 22 de junho de
18o*.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Sebastio Jase Basilio Pyirho.
Vegal secretario.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes :
Para o arsenal de guerra.
Salitre calcinado arrobas 2, papel almaco res-
mas 50, dilo pautado resmas 50,azeite de carrapalo
caadas 500, tinta prela garrafas 50, parafusos de
lalo de 2 polegadas grozas 20, ditos de ferro soni-
dos de 1/2 2 i/2 polegadas grozas O, cera branca
em pao arrobas 2, tboas decedro de umapolegada
de grossura e 8 10 de largura duzias 6, ferro
inglez em barra de 1 1/2 polegada de largura e 3
oilavas de grossura quintaes 50.
Quem quizer vender taes objectos, aprsente a
sua proposla em carta fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da manhaa do dia 6 de
julho.
Sala das sesses do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 22 de junho de
1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel-presidente.
Sebastio dose Basilio Pyrrho,
Vogal-secretario.
Os fiscaes dest cidade fazem publico pa-
ra quem interessar possa, que o artigo 6o do ti-
tulo 6o das posturas de 30 de junho de 1849, abai-
xo transcripta est em per feito vigor :
Artigo 6. Fica prohibido dentro da cidade o
uso de roqueiras, bombas e fogo solt (buscaps).
Os infraclores sero multados em 10 e seffrerao
dous das de priso. A cmara por ediiaes designa-
r os lugares em que se possam soltar os busca-
ps, roqueiras e bombas de que trata este artigo.
Cidade do Recife, 22 de junho de 1864.
jM. /. da Silva Ribeiro
Joao Xavier da Fonceca Cnpibaribe.
Thomaz Augusto de V. A. UaranJto.
Manoel Antonio Ferreira Gomes.
Perante o juiz de paz do ldistricto da Boa-
vista, tem de serem arrematados no dia 25 do
corrente mez, os objectos seguintes : 12 cadeiras e
2 consolos, avahados em 605000, penhorados a
Leopoldo Gadault por execuco de Julio Cezar
Pinto de Oliveira, as 3 horas'da tarde por sera
ultima praca.
GRANDE BAILE
DE
Sr*. Heladores.Devo urna declaraco franca e
leal ao publico, e me apresso em faz-la. Versa
ella sobre a correspondencia publicada no Jornal
do Recife de 14 do corrente, e assignada pelos Srs.
eleitores da Varzea, entre os quaes figura o meu
nome.
V vista das inexaclidoes, com que o Sr. Dr. F-
gueiredo, deputado pelo Cear, referir na cmara
temporaria certos fados relativos s eleijoes pri-
marias n'aquella freguezia, assentaram os respec-
tivos eleitores em responder-lhe, expondo a verda-
de dos facios, c a isto eu aniiui com salisfacao ;
porque, alm de eleitor, fui o juiz de paz. que pre-
sidir aquella eleicao.
O Sr. Jos Jacqes, um dos eleitores, encarre-
gou-se de mandar fazer a correspondencia em res-
nao se prestara exigencias locaes. Porlanlo, nao
nos deve parecer raro que ellas apparecara todos posta aoSr. Dr. Figueiredo, ediasdepoTs.aciamio-
os dias, e mesmo contra o Sr. Marcolino Xavier, | me em casa do Sr. Jos Januario de Carvalho Paes
que nao Iransjge com exigencias que se nao de- d'Andrade, ahi elleappareceu com esta correspon-
ve sujeilar. Como amigo do Sr. Xavier, escreve-
mos pressa estas linhas, em quanto nao formos
aulorisados a levar ao publico os documentos, que
comprovaro quinto levamos dilo.
O Impaicial.
CORRESPONDENCIAS.
Illia de Femando de Xoronha, 13 dejunbo
de 1864.
Sr*. redactores.Xiio tenho a distincla hoDra de
.er coohecido de Vmcs. ; mas nao servir essa
falta de conhecimento, para emharacar-me de pe-
dir-lhe ura favor, do qual muito agradecido li-
carei.
Nome e posico nao tenho, porm faco o que de-
vo, acontefa ti que acontecer ; isto sempre hci-
dc erigir templos viriude, e construir calaboucos
ao vicio : tanto preso a verdade, qnanlo detesto a
mentira ; esta que me forcou a incommoda-lo ; e
para deslroi-la, rogo-lbe que publique em seu jor-
nal esta minha carlinha.
Sob a epigraphe O coronel Antonio Gomes
Leal e o Sr. deputado o Dr. Jos Leandro de Godoy
Vasconcellos se l a parle do discurso do Sr.
deputado Godoy, publicado no Jornal de Commer-
rio de 23 de abril ultimo, o qual assim se exprime :
' Uiegou a mloba vez de fazer a minha scena de
horror,.e disse muito bem ; scena de horror, e
nada menos, qoando se altendendo a falsas infor-
macoes, se pretende manchar a reputaco de um
dos mais benemritos offlciaes do exercifo bra^ilei-
ro, o Sr. coronel Antonio Gomes Leal, cujo carc-
ter firme e independente, formaes palavras do
Illm. Sr. tenente-coronel de engenheiros Luiz Jos
Monteiro, actual commandaolo deste presidio, de
onde Ihe escrevo ningucm ousar contestar.
Srs redactores, todos os habitantes desta ilha sa-
bem o que se passou com Calisto, e s aquelles
que querein manchar a adrainistracao do Sr. coro-
nel Leal, adulterara os factos verdadeiros, reche-
ando-os de falsidades,. para illodirem quem tao
distante se acba do lugar da scena.
Deixo, porm, de continuar a fallar de Calisto,
para nomear outro sentenciado, circunstancias e
perversidade, cujo ftuto Mrdadeiro.infeliznunte
eu o confetso > e que horrorisar a judies que lio
compadecidos se mostrara das fras de Fernando.
deuda para eu assigiar-me.
Confesso que assignei-a sem a ter lido ; e o Sr.
Jos Januario foi teslemunha disto.
Eu tinha entao lodo o interesse em defender-me,
como juiz de paz, das acensarles, que pesarara
principalmente sobre mim ; mas nao de insultar e
injuriar o Exm. Sr. barao de Muribcca, nem a
qualquer outra pessoa ; pensei que nestes termos
que a correspondencia tivesse sido escripia ; por-
que foi nestes termos que haviamos assentado qire
ella se escrevesse.
Feila esta sincera declaraco, cumpre-me dizer
que nenhuma parle tive as offensas feitas n'aquel-
le escripto ao Sr. barao de Muribeca, e so antes
de assignar-me o livesse lido, nao Ihe prestara por
certo minha assiguatura.
Freguezia da Varzea, 18 de junho de 1864.
Francisco Xavier Carneiro Lilis.
0 juiz municipal da segunda vara pre-
parador dos processs para jury.
No Liberal de 14 do corrente insinase a idea
de que, com pretericao de processos de mais longa
data, preparou-se o processo do preso Portella
inspector de quarteirao de Santo Amaro de Jaboa,
tao, aflm de ser o mesmo Portella subraettido jul-
gamento na sessao do jury prxima passada.
Em resposta essa insinuaco transcrevo abaixo
deste o officio do digno adrainistralor da casa de
detcnc.ao, para o qual officio imploro a altenco
publica.
Illm. senhor.Em resposta ao officio de V. S.,
em que pede esta administracJo urna relacao de' compra do referido engenho
todos os presos eiistentes nesta casa disposicao
desse juizo, tenho informar V. S. que presente-
mente nenhum existe.
Dos guarde V. S.Illm. Sr Dr. Francisco
de Araujo Barros, D. juiz municipal da segunda
vara.O administrador, Rufino Augusto de Ai-
meida.'
Francisco d Araujo Barros. (>) Deixarara de assigaar os Srs. deputados Cu
fislaa j~D a nna Ieixeira. Manoel Netlo e Braulio, os dous nl-
a i iu i friSIOI. timos por se acharem fra da cidade, e o primeiro
.iX Pa"ba de BrUtol- Trinta annos de por ter de responder em separado, em face do que
inurapnantes resaltados bao dado a este antisep- disse seu respeito o Jornal do Recife de hoje.
obsequio que peco
Desejo V. S. muitas prosperidades, c rogo-lhe
que transmuta as suas ordens quem se prza ser
de V. S. amigo e criado, alenlo c obriadissim Antomo Coelho de S e AmKjturqve.
Tem esla bella e rica provincia de eleger no dia
10 de julno tres nomes, que sero apresentados a
nosso Augusto Monarcha para a nomeacao de um
senador, que prcencha a vaga, que no senado dei-
xra a mu sentida morte do nosso distindo patri-
cio, o Exm. conselheiro Francisco Xavier Paes
Brrelo.
Alguns candidatos j se tem apresentado, e, li-
songeando-me com o reconhecer em todos ellos
grande merecimento pelos seus talentos, illuslra-
cao, serviros e dedicacao causa publica, anim-
me a solicitar igualmente a subida honra de ser
eleito.
Nao encarece meus servidos, c digo apenas, que
elles sao poueos em relacao aos muitos, que tenho
desejado e desejo prestar."
as lucias polticas o raciocinio tem sido minha
nica arma, os bons principios minha religiao pol-
tica, a exaltaco o inimigo que aborreco, as recri-
minares pessoaes o objeclo de meus desgostos.
Amo a liberdade e a ordem, e deste duplo amor
tem resultado o nao poder simular-me, nem comer-
me sempre que se abusa de qualquer destes dous
principios : esto tributo pesado e difflcil en o te-
nho pago ao meu paiz.
Talvez nao me seja possivel dingr-me particu-
larmente cada um dos Srs. eleitores; nao pen-
sem por isso que, as occasies de dar evidentes
provas de vivo reconhecimento, o meu coraco se;
i .i menos expansivo do que o de outro qualquer.
Digue-se V. S. de acceitar os votos de sincera
estima e considerado do que de V. S. patricio,
venerador, servo e criado.
Recife, 10 de junho de 1864.
Francisco de Paula Baptista.
Ao publico.
Silvino Guilherme de Barros, sendo hoje o porta-
dor de quasi todas as letras aceitas por Francisco
Antonio de Oliveira pela importancia da compra
do engenho Guerra, sito no termo de Ipojuca, pro-
movendo j execuco contra o mesmo Oliveira por
algnmas dessas letras de quantia superior vinte
c sete contos de ris, e que a respeito de algumas
outras que se vencero, de importancia maior de
48:000, trat de promover a sua cobraoca pelos
meios judiciaes, para o que j foi citado, previne
quo ninguem faca negocio ou outra qualquer tran-
saccao com o referido engenho Guerra, escravos,
animaes, utensis para o fabrico de assucar, safra,
que ludo est hypolhccado para garanta do paga-
mento das letras aceitas pelo dito Oliveira pela
na importancia de
245:5005, afim de que qualquer fique logo certo
que algum negocio ou transaeco que lizer. ser
nullo. Recife, 25 de abril de 1864.
Tendo chegado ao meu conhecimento o Diario
de 16 de junho passado, nelle deparei com um an-
quem a junta administrativa do mesmo Hospital
cordealraente agradece era nome dos pobres, que
all constantemente encontram lenitivo s suas
dores.
Recife, 21 de junho de 1864.
O Io secretario,
Joaquim Ferreira Menes Guimares.
COMMEBGIO.
FILIAL
DO
BAWCO DO BRASIL
KM PERNAMBUCO.
A directora da caixa filial do banco do Brasil
nesta cidade, administradora da massa fallida de
Joaquim Francisco de Mello Santos, convida es ere-
dores da mesma massa para apreseniarera seus t-
tulos at o fim do corrente mez, atim de seren
convenientemente examinados e proceder-se-ha ao
primeiro dividendo da referida massa.
Recife 4 de junho de 1864
Jos Mamede Alves Ferreira.
.Secretario.
Airaadega
Rendimento do da 1 a 21........ 448:9355124
dem do da 22................. 39:743^.174
488:6785408
Movimento da alfaadega
Volumes entrados com fazendas...
cora generos...
Volumes saludos
com
cora
fazendas...
gneros...
215
458
86
407
Descarregam no dia 23 de junho.
Bngue inglezJoseph Copemercadorias.
Patacho inglezTiaramercaduras.
Galera inglezaRapliaelcarvo.
Briguc sueco Minnetfarinha de trigo.
Bngue suecoEmiltaboado e alcatro.
Recebedorla de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 21........ 26:9315988
dem do da 22.................
1 ilna encarnada para dito.
1 galhardele azul.
2 barr de dous fundos.
1 drica de bandeira.
(Juera quizer vender taes objectos aprsenle a
sua proposta era carta fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da maulia do dia 27 do cr-
reme.
Sala das sesses do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 17 de junho
de 1864.;
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel, presidente.
Sebastio Jos Bazilio Pyrrho.
Vogal secretario.
Foram aprehendidos pela subdelegada dos
Afogados e acham-se depositados como furlados
seis cavallos : quem se julgar com direito aos mes-
raos compareca que provamlo Ihe sero entregues-
O subdelegado,
Jos Roberto de Moraese Silva.
Arrcmataco.
No dia 25 do corrente mez Irada a audiencia do
. juizo municipal da segunda vara, escrivao Baptis-
| ta, ser arrematada urna meia-agua n. 33, sita na
ra de Borlas freguezia de S. Antonio, perlencen-
I te a Andr de Abreu Porto e sua mulher, a qual
I meia-agua vai praca em vrtude da execucSo
, que contra o mesmo move a Santa Casa da Mise-
ricordia desta cidade.
' onse'lio administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
=_ arsenal de guerra lem de comprar os objectos se-
: guintes :
Para o presidio de Fernando
1400 alqueires de farinha de mandioca pela me-
(73 dida do padro da cmara.
Quom quizer vender tal objecto, aprsente a sua
proposta em carta fechada na secretaria do conse-
493 ,1ho, s 10 horas da manhaa do dia 4 de julho.
Secretaria do conselho administrativo para for-
necimento do arsenal de guerra, 22 de junho do
1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
coronel presidente.
Sebastio Jos Basilio Pyrrho,
vogal secretario.
c sem mascaras vespera
de S. Joao,
Xos saines do Caes d Apollo.
Entradas para cavalheiros 2$
Damas vestidas de homem 2$
Ditas carater gratis.
Sera cumprido o regula-
mento do Illm. Sr. Dr. che-
fe de polica.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de contratar os gneros ali-
l.o.t.'58-.i; menucios para a companhia dos menores do arse-
nal de guerra, nos mezes de julho e agosto proxi-
!8:o.i580J mos vindouros :
Pao de 4 on^as.
Bolaxa.
Cb-hyssoo.
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 21......... 83:0195039 I
dem do dia 22................. 6:4125378: Manteiga franceza.
Assucar refinado de 2" sorle.
MOVIMENTO DO POBTO.
Navios entrados no da 22.
Rio-Grande do Sul34 dias, escuna hamburgueza
Mara, de 153 toneladas, capitao J. Witl, equipa-
gem 6, carga 8,185 arrobas de carne i Bailar
& Oliveira.
Havre-37 das, galera franceza Adele, de 372 to-
neladas, capitao Galler, equipagem 17, carga
mercadorias ; a Tlsset Freres.
Gothembourg62 das, brigue sueco Emil, de 230
toneladas, capitao G. F. Gadda, equipagem 10,
carga alcatro, taboado e outros generos ; Ro-
the Bidoulac.
Navio saludo n mesmo da.
Porios do norte vapor nacional Mamanguape,
commandante Moura.
EDITIS.
89:4315417 Caf em grao.
Carne verde.
Carne secca.
Farinha da trra.
Bacalho.
Toucinho de Lisboa.
Vinagre de Lisboa.
Azeite doce de Lisboa.
Feijo preto ou mulatioho.
Arroz do Maranho.
Quem quizer contratar taes fornecimentos, apr-
sente a sua proposta em caria fechada na secreta-
ria do conselho, s 10 horas da manhaa do dia 30
do corrente.
Secretaria do conselho administrativo para for-
necimenta do arsenal de guerra, 22 de junho de
1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
coronel presidente.
Sebastio Jos Basilio Pyrrho,
vogal secretario.
Conselho administrativo.
De ordem do Illm. Sr. inspector da alfande-
ga, se faz publico, que, no dia 13 do corrente, se
bao de arrematar port desta alfandega, 8 latas
contendo, bruto, duzentas libras de chocolate, ava-
liadas por 1605000, e um bote de dous remos por
665666 rs., os quaes objectos foram aprehendidos.
Manoel Marques de Abreu Porto, Manoel Anto-
nio Moreira e Joo Ferreira de Dos, pelo guarda
desta alfandega Joo Cando de Barros Araujo. A
arrematacio e livre de direito. 4.* seccjio da alfan-
dega, 21 de junho de 1864.
O 2." escripturario.
Caetano Gomes de S.
Secretaria da polica de Pernambuco, 21 de ju-
nho de 1804.
O Illm. Sr. Dr. chefe de polica^ manda fazer pu-
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos portos do su!
at o da 30 do corrente o vapor
Apa, o qual depois da demora do
cosiume seguir para os portos
do norle.
Desde ja recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegacao costeira a vapor.
Macei c escalas.
O vapor Parahyba, comman-
dante Martins, segu no dia 25
as 5 horas da larde. Recebe car-
ga ate o dia 23 ao meio dia. En-
eonimendas, passageiros edinhei-
ro a frete at o dia da sahida as 2 horas : es-
criptorio no Forle do Matlos n. 1.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do norle esperade-
at o dia 1" de julho, o vapor
Cruzeiro do Sul, commandante
Alcanforado, o qual depois da de-
mora do costume seguir para os
portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga me o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frele at o dia da sahida as 2 he-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
onio Luiz de Oliveira Azevedo & C________
Rio de Janeiro.
O brigue Trovador segu com brevidade, recebo
carga e escravos a frete : trata-se com os consig-
natarios Marques, Barros &G, largo do Corpo San-
to n. 6.
Para Lisboa e Porto
Sahr com brevidade a barca nacional Marian-
na ; recebe carga a frete, e tem excellentes com-
modos para passageiros : traase no escriptorio
de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, no largo-
do Corpo Santo n. 19.
Para Lisboa
sahlr com brevidade o brigue portuguez Constan-
te, recebe anda alguma carga a frete e passagei-
ros, para os quaes tem excellentes coramodos : tra-
ta-se com Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, lar-
go do Corpo Sanio, escriptorio n. 19.
rara Lisboa
O brigue portuguez Liia l, capitao Antonio-
Francisco Vieira vai sahir por estos dias por ter a
mior parte do carregaraento prorapto : para car-
Sae passageiros, tratase com E. R. Rabello, ra
a Cadeia n. 55.
Maranho.
O palhabote Garibaldi tem j parte da carga en-
O conselho administrativo para^rnclmnto do gaada> e para restante ,rala-se com Tasso ,r-
arsenal de guerra tem de comprar os objectos se- \ m2:__________________________________ ,
guintes: Para n Rnhia
Para o nono batalho de infamara. A raia f af"a
Bonets 391, ditos para sargentos ajudante e P"'e?de seg ir com muita brevidade a escuna na-
quartel medre 2, ditos para msicos 18, bandas
de la 14, charlateiras para sargento ajudante e
quartel-meslre pares 2, ditos para msicos pares
27, divisas para sargento ajudante e quartel-mes-
cional Carlota, tem parte de seu carregament
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, no seu escriptorio ra da Cruz nu-
tre' 2 pares.'mantasde la $98, sapatos," pares, 556, mero *
panno verde covados 1681, dito alvadio covados
90, dito azul para capotes, covados 1554, casimira
encarnada, covados 24, bata verde, covados pretende seguir com muita brevidade o veleiro e
906,_ Hollanda de forro covados 1384, cordao preto bem conhecido palhabote nacional Piedade tem
de laa, varas 1,400, dito de retroz preto varas 80, parte do seu carregamento engajado : para o res-
brim branco, varas 2,580, algodaozinbo, varas to que Ihe falt e escravos a frete, para os quaes
158ogalaodeprat de urna polegada, varas 36, tem excellentes coramodos, trata-se com os seus
dito de meia polegada varas 17, botoes grandes consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Aievedo,
de metal bromeado 4,928, ditos pequeos de dito roa da Cruz n 1.
Para o Rio de Janeiro

/


Diarlo de Peraaubne Qnlnta feira t3 de Junho de 18*14.
I
s*
Para o Rio lira tule do Sol
pretende seguir com uiuita brevidade o patacho
nacional Carolina, tem parte do seu carregamento
I dita com l palmo* de frente c 31 de fundo,
1 sala, i quarto, comalia externa, quintal em
aberto.
prompto : para o resto ue Ihe falta, trata-se com dita com 22 palmos de frente e 42 de fundo, i
o capillo Beiarmino dos Santos Pinbelro a bordo, {.* E?3* cosinna e 'laart0 ex'erno, qnin- {Queimado paFl
ou na praca do commercio. ^_____________m
Rio de Jaueiro.
O patacho Polycena, capito Cypriano Antonio
de Quadrjs, sane no da 83 do crreme. Pode an-
da rccebcr alguma carga e escravos a frete, para
o que trata-se com Miguel Jos Alves, casa n. 19
da ra da Cruz.
0 cirurgio Leal mudou
a sua residencia da ra do
a ra das
tal em aberto.
1 dU com 19 palmos da frente e de fundo, !nril7AQ cnhrfldn n ^f\ nr-
2 salas, 2 quartos, quintal em aberto, cosinha ex- j Ui UZCfc OVUl dux) 11. OU, pl 1
meiro andar, por cima do
Os pretendentes desde j podero examinar
iridospr
gapoderao entender-se com o referido
os
referidos predios, o. querendo qualquer. informa amiazem PrOgTeSSSta, aOn-
LEUDES.
Por ler adoecido o agente Miranda, deixou
de elTectuar os leiloes annunciados, mas logo que
se restabelecer os annunciar de nove para poder
realisar-se.
I I II io
DE
Mofis,i|uini|ulh(M4 e outros muitus
argos de ttosto e lu\o.
HOJH
tiiinia-felra s II horas.
O agente Miranda fari leilo de movis, quin-
quillera e outros mutos artigos de gosto e luxo,
sem a menor reserva de preco: em seu armazem
da ra da Cruz n. 57.
LEIlAO
DE
L m dos mclhorcs sitios da Poote d'Uchoa
IfOJK
Quinta-feira ao meio (lia na porta da
Associacao Coraraercial.
Gmo nao houvessem concorrdo os pretenden- csclarecimeato podero entender-se com o refer
tes ao sitio de Ponte de Lchoa, talvez em razao do dn .,,, _. .Xu*5 ,,; ,-,,-n J2 ,.,
DA
2g2ttt!tSmL p,te-refae o achario como sempre
""^h^rJSST 9 PromPto a Qualquer hora pa-|
ra o exercicio de sua pro-
fissao, chamado por escripta.
ASA 04 FOKTUNA
AOS 10:000.000
Bilhetes garantidos
A' na do Crespo i. 23 e casas do costune
O abaixo assignado tendo vendido nosseus mui-
to felizes bilhetes garantidos o intero de n 2876'
com a sortede 1:4004 e outros muitos de 200*,
IOO5, 405 e 204, da lotera que se acabou de ex- ;
da C a-
I-oJa de chapeos da rna
dla ii. 46.
Terca-feira 28 de junho.
O agente Pinto far Jeilo requeriraento de
Joaquim Lulz Viera e por despacho do Illm. Sr.
Dr.juiz especial do commercio da armrco, fa-
zenuas c dividas activas da loja de chapeos da ra
da Cadeia n. 46, da extincta firma de viuva Viera
&C.,isto s 11 horas do da cima dito na referi-
da loja, podendo os pretendentes examinarem
< 3 "3 < a*- s
r> 3 M e SS
5 11 = a &.
. a d M s
M5 8"5
aesaeja os referidos objectos conforme o inventa-; trahr a beneficio de N. S. da Boa-Viagem, convida
no existente era poder do mesmo.
1 !LAO
DE
Um sobrado de 2 andares e soto na ra
deHortasn. 21, com quinlal e portao
para o lado de Santa Thereza.
Cordero Smdes far leilo autorisado pelo a-
ventarianto do finado Ventura da Silva Boa-Vista,
do predio cima dito na parle pertenecnte aos
herdeiros de dito finado. Os pretendentes desde '
jo poderao examinar o referido predio e qualquer
2" I do agente que satisfar, cujo leilo ser effectuado
LEILO
DK
mo temno, o agente Miranda tomou a deliberado 1 em s~eu esc'hptoro "ra da CadiV
de transferir o e.lao para o da quinta-feira 22 do feira 28 do f s 1Q h
corrente, advcrtindo porem, que desta vez nao ha-
ver motivo que ade a venda deste sitio, visto o
leilo ser effectuado ao tiro de martello.
LEIIiV
DE
MOVIS
IEO JE
NO ARMAZEM BOA DA CADEIA N. 48.
O agente Olimpio far leilo de diversas obras
de marcineiria novas e usadas e de outros muitos
objectos.
Dar principio o leilo s 11 horas.
n. 3: terc,a-
Uin engcnlio com bom cercado e matas, com
casas de moenda para caldeiras e de pur-
gar todas de pedia c cal.
Quarta-reira 6 de jullio.
O agente Pinto autorisado pela commsso en
aos possuidores de ditos bilhetes a virem rece-
ber seas respectivos premios sem os descontos das
leis era seu estabelecimento ra do Crespo
n. 23.
O mesmo tem exposto venda os novos e felfees
bilhetes garantidos a beneficio da igreja de Nossa
Senhora do Rosario que se extrahir quinta-
feira 23 do corrente pelo novo e excedente plano
approvado.
Preeos.
Bilhetes inteiros..... 122000
Meio*.......... 6(000
Quartos........ 32000
Para as pessoas que eomprarera
de 1002 para cima.
Bilhetes........ 112000
Meios......... 32500
Quartos........ 22730
Maneel iartins Fiuza
2 "5 "O.- -5J
ss >
'y.
.
3

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^ S"""
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e/i o Si
v. u>
, Novos arranjos.
Novos arranjos.
; Novos arranjos.
; Novos arranjos.
Novos arranjos.
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Betratos de 32 por 12500.
Retratos de 35 por I2:00.
Retratos de 35 por 12500.
Retratos de 35 por 12500.
Retratos de 32 por 12800.
fcnsino particular
SK 21Atfo das Cruzesl
t& SebaHii* Antonio de Albuquerque Mel-
^ lo. professor particular provsionado pelo
^ oirertorgeral dos esludos, avisa aos pais
m do seus alumnos que. Iraosferio a sua
^ aula para a ra d;is Crnzcs n. 21. prf-
^ iiieiro audar, onde contina a lerrionar
j^j ao seus discpulos com zelo e dediracM.
%R as malcras do ensino primario e secun-
>M dano. Os senhores que quizerem ulili-
X sar-se do sen presumo, ^dem dirig se
SR a mencionada casa a qualquer hora ob-
5^ servando mas qne, est disposto a ensi-
a? nar noite alpuns preiwratorios aos que
JM nao poderem frequeotar de da.
mmmwMM mmmw
Aluga-se um preto fiel para criado, menos
para carregar agua : a tratar na ra do Amio
n. 43.
ATTE^AO.
Muita attenco.
0 abaixo assignado avisa a lodos os seus deve-
flores em gen!, d<; maiores e menores quantias
assimeomo de letras ha muito vencidas, que ve-
nlian nopraso de 15 das pagarem ra bircta
m l os seus dbitos, e se assim n.io o fizerem se-
rao seus nomes publica.los por este Diario, e de-
pois execulados sem distinecoes de POMoaa faco
raios de .i* por 12500. o presente annuncio para que depois nao Re ratos de 3J por 15500. lemdo-Jos Martin da Si va Bortc Q
Betratos de 32 por 12500.
Retratos de 32 por 123O0.
Um filh
em pr cura
indi
de
sua
Roga-se a Sra. Paulina filba do Sr. Faustino de
Moraes e irmaa de Gertrudes mulher de um fllho
doconego Gurjo, que ella por s ou algum paren-
te seu, caso ella nao exista se dirija ra do Hos-'
Retratos de 32 por 12500.
Retratos de 32 por 12500.
200 retratos tirados por dia.
! 200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
; 200 retratos tirados por dia.
; 200 retratos tirados por dia.
Retratos de 55 por 42.
Retratos de 52 por 42-
Relratos de 55 |ior 45-
Retratos de 52 por 42.
Precisa-se de urna criada livre ou escrava picio no Recife n. 24 on em linda casa do Rvm.
sile^vai'^ur^ g ?"eir*' 5ubdil bra-
abjete
PORTIGEZ BE LtlIKA EX PER-
NAHBK.O.
Achando-se prximo o termo da actual adm-
nstrafao, por ordem da directora convido po-
rem-se em da com a caita do estabelecimento to
dos os senhores associados que eslo em atraso de
mensalidades; e peco a quem se julgar credor do
Retratos de 52 por 42. j (al"netL'. >M aprsente suas comas no praso do
Retratos de 52 por 42 0lt0 d,as-
Retratos de 52 por 42.
A ttengdo.
A abaixo assignada, moradora na ra do
carregada de liquidar os bens de Joaquira Elvrio rio no sobrado n. 33 em o primeiro andar,
que sai ha cezinhar e comprar : na ra de Santo
Amaro (Mundo Novo), sobrado onde morou o Sr,
Dr. Sabino.
LELlO
DK
IU 1IOLEQUE
O agente Olimpio vender em leilo hoje s 11
horas no armazem da ra da Cideia do Recife n.
48, nm moloque com idade de 12 a M annos pro-
prio para qualquer sorvi^o.____________________
IJJLIO
DE
Manteiga ingleza.
Hoje ser electuado por coma de quem perten-
cer a venda do resto da manteiga ingb-za, pelo
agen;e Pestaa sem a m-mor reserva ao correr do
martello, s 10 horas da manha no armazem do
Annes.
de Moraes Carvalho levar a leilo s 11 horas
do dia cima dito o engenho S. Joaquim em Mari-
beca, o qual limita ao nerte e ao oeste com trras
do engenho Suassuna, ao sul cora trras do enge-
nho Muribequinhae trras chamadas Mungongos,
e ao leste com trras de S Andr. O leilo ser
effectuado no escriptoro do referido agente ra
da Cruz n. 38, pudendo os pretendentes desde
examinarem o mesmo engenho.
DI
lo pipas e 20 barra de vinlio
Lisboa.
de
[*-i
O agente Pestaa vender por conta c risco de
qaeon penencer 15 pipas o o barra cora supe-
rior vinho de Lisboa, chegado e desembarcado l-
timamente, em lotes a vontade dos compradores,
sem reserva de preco e desde ja convida e conta
com os seus amigos Progressos, Progressislas e
todos os mas em geral para comparoccrcm hoje
as 10 1|2 horas da manha no largo da alandega.
AVISOS DIVERSOS.
Os Srs- asignantes joe se acham
a dever a subsciipco dcste Diario
qoeiram luamla-la salisfa/er sutes
que lermiue o corrente mez, para que
se nao use dos reenrsos necessarios pa-
ra o receliimcnto
Instituto Archeologico e Geo-
graphico Pernambucano.
llavera sessao ordinaria quinta-feira 23 do
corrente, s H horas da manha.
Instituto, 20 de junho de
Secretaria
1864-
do
J. Soares d'Azevedo,
Secretario perpetuo.
LEILO
DE
00 saceos com arroz
HOJE.
O agente Pinto far leilo por conta e risco de
quem perteneer de G saceos com arroz da India
em perfeito estado, ltimamente chegado, s 11
horas era ponto do dia cima dito no armazem do
Sr. Annes era frente alfandega.
LEIL40
iVir-a bollos de *. Joao e *.
Pedro.
Manteiga ingleza 800, 720 e GiO rs. a libra,
dita franceza 640rs. a libra, farinha de trigo 120
rs. a libra, e tudo mais do melhor qne ha no mer-
cado por procos cmodos, no antigo e acreditado
estabelecimento junto a esta typographia n. 42.
LOTERA
Viga-
previ-
ne a polica e aos Srs. ourives que tendo sido rou-
bada de urna gaveta de sua commoda os objectos
abaixo mencionados na noite de 19 para 20 do cor-
rente, quando se achava ausente, pede a qualquer
pessoa que delles ti ver noticia de Ihe participar pa-
ra dar as providencias nscessarias, bem assim aos
Srs. ourives para que nao comprem semelhantes
objectos pela maneira que foi adquirido por quem
os roubou e gratilicar a quem der noticia delles.
1 bahuzinho de tartaruga contendo dentro as
seguintes obras de ouro ;
1 tranceln lino com passador.
1 cassolta.
1 pulceira.
1 dita de coral com fexos de ouro.
2 alflnetes de peito esmaltados sendo 1 grande e
1 pequeo.
2 ditos de peito sem esmalte.
1 dito de dilocom coral.
1 par de rozetas com pedras encarnadas.
1 dito dito esmaltado de verde e r\o.
1 dito de ditos verde.
1 dito de brincos balo.
1 dito de rozetas cora coral.
1 dito de ditas sem esmalte.
1 annel de tres pedras rxas.
1 pito cora um passarnho.
1 dito com diamante.
1 dito de rozetas de ouro sem esmalte.
bfaiia Thereza de Paiva Rocha.
."
Na galera americana.
Xa geleria americana.
Na galera americana.
conego Joo Raptsta de Albuquerque a dar noti-
cias suas a seu lilho Joaquim, que desde menor foi
conduzido para Pedras de Fogo por sen pa o : Na calera americana
Rvm. Joo de Franca (amera e desde ento nc- N* laleria araer can?'
nhuma noticia teve mas de sua mi a queman-
coso procura. A Sra. Paulina mi de Joaquim
morava no Montee sua irma Gertrudes (por an-
tonoraazia bom gosto) morou na ra do Amparo.
Arrendase, vemle-se, ou mesmo troca-se por
casas na prafa um sitio na Varzea margem do
ameno Capibaribe, cora duas grandes casas, cora
7 quartos, 4 salas, 2 cozinhas e um soto, tendo a
parle cocheira, estribara, e quartos para criados,
todo plantado de arvores de fructo, abacates, sapo-
tis, frucla-po, limo doce, limas de uinbigo e da
Peraia, larangeiras de urabgo, soletas, tangerinas,
etc., um grande cafesal com fruclas, jaqneiras,
niangueiras, coqueros, dendezeros, com mas no
fundo urna casa de tapa, c bem assim mas 4 ca-
sas de tijolo acabadas de pouco tempo, cora frente
para o nascente, muito frescas, tendo cada urna 2
salas, 2 quartos e cozmha fra : os pretendentes
dirijam-sc ra do Queimado n. 27, loja de fazen-
das dos Srs. Custodio & (hrvalho.
Reiratos de i por 45.
Retratos de 5f por 4.5.
Retratos de 5J por 4,5.
Secretara do Gabinete Portuguez de Leitura
em Pernainbuco aos 21 de junho de 1864.
Joaquim Gerardo de Bastos. /
_________^^ !. secretario. \
Destes preeos so nos das uteis.
Oestes preces s nos das uteis
vejuiii! vejan!!!
Na ra da Praia de Santa Rila Nova, deposito da
nbeira do pexe, sobrado de azulejo, segundo an-
dar, preparara-se encommendas de toda a qualida-
looraiior r ^' I 8 df 'l5' l'r,,)-d,j:,i5' (,aslti:i ata, Iwlinhos e
uado Bmdo n :H l,a,"J',|J::s Para faumentos e bailes, tudo pelo mas
Ra do Imperador n. 38.' prcla> por >B"''^'-'n-_______________________
Ra do Imperador n. 38. | ^Precisa-sede um caixeiro que emenda de
AM.V
DE
Lina caleche com lanternas e arreios, um
carro de i rodas com coberta e arreios, e
um cabriole! de 3 rodas com coberta.
Sevla-feira Io de julho,
O agente Pinto autorisado por urna pessoa que
retirou-se para Europa far leilo dos caraos e
cabriolet cima mencionados propros para pas-
seios, sll horas dida supradito na ra do Tra-
piche era frente ao armazem n. 40.
AOS 10:00010(10.
fin vespera do milagroso S. Joo Bnp-
tista a extraeco.
Tem mais duas sortes de
2:000??000.
LELAO
PREDIOS I. ?ll\'l Is
Sabbado 2o do corrente.
Pertencente ao espolio do finado Joo Baptista
da Rocha por ordem do consulado de Portugal, o
agente Pestaa vender era leilo por conta de
quem pertencer : em Santo
urna casa de pedra e cal, c<
cheira, estribaria.com suas dependencias, sendo
Corre hoje.
abaixo assignado avisa ao respeitavel
publico que na quinta feira 23 do corrente
mez, andaro as rodas da 3.a parte da 1.a
lotera a beneficio da igreja de Nossa Senho-
ra do Rosario da freguezia de Santo Antonio
pelo excellente plano approvado, e abaixo
publicado para as extraecoes das partes de
loteras, quando conveniencias especiaes
; venda dos bilhetes o aconselharem, estando
! desde j expostos os inteiros, meios e quar-
i Amaro de Jaboto, tos, da mencionada lotera na respectiva the-
om cosinha fra, co-' souraria ra do Crespo n. 15.
Os pagamentos das sortes de 10:0005000
g Precisa-se de urna ama que saiba
muito tem cosinhar, seja aceiada e
* laca as compras para casa de pouca
I familia : na rna da Cadea do Hecife SR
n. 38, primeiro andar.
mmmmm mmw&m&
Manoel Tavares d'Aquino faz ver ao publico
e ao commercio, que vendeu a sua padara sita na
ra do Cotovello n. 31 aoSr. Francisco Domingos
Dias, lvre e desembarazada de quabmer debito,
no dia 19 do maio de 1864.
Acha-se justa e contratada por venda a cas"
terrea sita na cidade de Olinda, ra do Bom-Fira
n. 20 : quem se julgar com direito a ella, annun-
ce no prazo de tres das da data deste.
WttTE PI PORTliGlEZ
Por ordem do Illm. Sr. presidente participo a
todos os membros da directora provisoria, que,
no prximo sabbado, 23 docorrenle, as 6 horas da
tarde, haver sesso para Ihes ser apresentado o
projecto de estatutos, e tratarse de outros assump-
tos importantes : a reunio tera lugar no Gabine-
te Portuguez de Leitura.
Secretaria do Monte Po Portuguez 21 de junho
de 1804.
Joaquim Gerardo de astos.
2." secretario.
m
m
DENTISTA DE PARS
19Ra Nova-19
Frederico Gautier, crurgio dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artificiaes, tudo com superio-
ridade e perfeigo, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentficio.
Joo da Silva Ramos, medico peFa Un
versidadede Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s i 1 horas da manha, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os docntes
em suas casas regularmente as horas
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que sero soccorrdos em qual-
quer occasio. D consultas aos iwbres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manha.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
anda mesmo os alienados, para o que
tem commodos aproprados e nella pra-
lica qualquer operaco crurgica.
Para a casa de sade.
Primen-a classe 35000diarios.
Segunda dita.... 2o00
Tercera dita.... 2,8000 >
Este estabelecimento j bem acredi-
gg tado pelos bous serviros que tem pres-
tado.
O proprietaro espera que elle conti-
nu a merecer a conlianca de qu sem-
pre tera gozado.
_ que
Pharmacia : quem estiver neslas circunstancias,
deixe seu norae e morada em carta fechada com
as letras I). C. nesia typographia.
A ma.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
railia : a tiatar na ra da Roda n 54.
.No pateo do Livrament n. 3'5 precisa se de
um menino para caixeiro de loja, dando fiador a
sua conducta.
Precisa-se de urna ama para dentro de casa
de familia, que.saiba engommar e cozinhar : na
ruada Conceicao n. 31.
AMA
Precisa-se de una ama que saiba lavar e en-
gommar : na ra das Cruze* n. 39, taberna.
Monte Pi Portiigu
dita casa situada margem da estrada publica ... .,
para Santo Anto, confrontando ao norte com dita ate 20<)000 serao lettOS, como de costume,
estrada, ao sul com o no Jahoato, a ste cora a urna hora depois da extracf o at 4 da tar-
casa de Theotonio Jos da Cosa, e no poonle com 'de, e OS OlltlOS depois da destribuicao das
Luz Pereira de Mello, avahada por 2:o004. Esta is.as
casa pertence ao casal do finado por permuta que
PLANO
PARA AS PARTES
fez o finado e sua mulher cora Theotonio Jos da
Cunha, como consta da respectiva escriptura de 8
de novembro de 1858, alm disto a casa e terreno
qae Ihe pertence como da escriptura de aforamen-
to de 10 de fevereiro de 1859, foreira ao enge-
nho Bulhoes e paga annualmente 44$, estando es-
te foro pago at o anno de 1862. Diversos movis
que se achara dentro da mesraa casa de Jaboto
no valor de 111,8700 rs.
Urna casa de tapa coberta de telha, sita na Ga-
meleira avahada em I50A.
Urna dita em armacao, coberta de telhas sita na
ponte dos Carvalhos avahada em 90. 13,500 bilhetes a 105000.........
Sabbado 23 do corrente,_ pelas 11 horas da ma- Beneficio, sello e commsso 20 %
ohaa na porta da assocaco commercial.
O thesourero,
Antonio Jos Rodrigues dt Soma
DAS
LEIL40
LOTERAS
APPROVADO PELO EXM. SR. PRESIDENTE
33:000000
7:000*000
28:000*000
1,000 Premios
DE
Predios na povoaco do Monleiro to-
dos em chaos preprios,
Cordero Siruoes, far leilo requerimento dos
adminwtradores da massa fallida de Joaquim Viei-
ra Coelho 4 C., e por mandado do Illm. Sr. Dr.
j'iiz de direito especial do commercio, dos predios
seguintes situados na povoaeo do Monteiro, como
sejam : 1 Kan iiran.n<
1 casa terrea sem numero, com 29 palmos de ^ watu-o!,.
rente e 71 de fundo, com 2 salas, 4 quartos, co- ^w rii...
sinha e 1 quarto externo, quintal era aberto, ler- '_,"
raco na frente com grade de ferro.
3 ditai na mesma conformidade cima e jnnto
a mesma.
1 dita a margem do rio Capibaribe, na mesma
povoacao com 35 paliaos de frente e 42 de fundo,
2 salas, 4 quartos, cosinha externa, quintal em
aberto, pequea baixa para capm, com caes e es-
pada de tijolo cal a margem do rio.
1 dila com frente para- a margem cima, com
20 palmos de frente e 24 d fundo, 2 salas, 1 quar-
11 e cosinha externa, com oito de taipa e quintal
em aberto.
1 dita'em tudo igual a ultima 0 junto a mesma.
Casas terreas de taipa.
1 dita com ?* palmos Je frente e 44 de fundo.
1 dita cora 26 palmos de frente e 31 de fundo,
cora 2 salas, 2 quartos. cosinha externa, quintal
era aberto.

2 Ditos .. 2:000*000
2 Ditos .. 500*000
5 Ditos 200*000
10 Ditos 100*000
25 Ditos
45 Ditos .. 30*000
910 Ditos .. 10*000
10:000*000
4:000*000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
1:000*000
900*000
9:100*000
28:000*000
Precisa-se de urna ama capaz para todo o
sorvico de casa de pouca familia : na travessa da
Matriz de Santo Antonio n. 8.
S'&'A' >MM*M afi^aVY ffi*as*
SiK*T\ SIsSlsgl R^SR S?
O Dr. Carolino Francisco de Lima San- 2g
tos, contina a residir na ra do Impe- '
rador n. 17,2* andar, onde pode ser pro
curado a qualquer hora do diae da noite j-:
para o exorcicio de sua profisso de me- JQ
dco sendo que os chamados, depois de \j
meio da at 4 horas da tarde, devem ser H
deixados por escript). O referido Dr. jj
nao abandonando nunca o estudo das 2|
molestias da interior, prosegue, com o B
maicr atrinco, no das mais diulceis e deli- J
cadas operacoes. como sejam dos orgos SI
ourinaros, dos olhos, partos, etc.
\\
wmm
Xa ra estreila do Rosario o. 34
Aluga-se um sitio na estrada da Ponte de
L'choa e a margem do rio, jiouco adianto do Illm.
Sr. commendader Xery Ferreira, tendo banheiro,
palanque, galnhero e outras acommodacoes; e
outro dito no Monleiro, em frente ao oito da igre-
ja : a tratar cora Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za, ra do Crespo n. 15, ou estreita do Rosario nu-
mero 32.
Na praca da Independencia, loja de ourives A directora provisoria, tendo j confiado a urna
n. 33, compram-se obras de ouro, prala e pedras! commsso o trabalho da oraanisaelo dos estatutos
' logo a
porta-
da
so-
re-
ou
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en
commenda, e todo e qualquer concert, o igual-
mente se dir quem da dinlieiro a premio.
Ao publico \
Pelo jnizo do commercio devem ir praca as
minhas escravas Sabina, Josepha e Bazilia,' por
execncao de Manoel de Souza Pereira contra meu
marido, nao obstante a escriptura de dote e arrhas
junta aos autos por occasio dos embargos de ter-
ceiro que oppuz, e queforamjulgados improvados.
Fiz protestar nos termos da lei para se nao dar ao
arrematante carta de arreraataco, e ao exequente
para nao levantar o preco, e este protesto foi devi-
damente tomado por termo, e intimado : o nao
obstante venho fazer esta publica deelaraco em
confirmaco a meu protesto. Recife 19 de junho
de 1864.Anna Dellina Pacs Barreta.
Saques sobre Portugal.
Antonio Luiz de Oliveira Azevedn
&C.
Agentes do Banco Umim do Pohto.
Coiupelenteinente autorisados sacam
por todos os paquetes sobre o mesmo Ban-
co fiara o Porto e Lisboa a para as se-
grales agencias:
[Amarantes.
Advogado Alfonso de Albu-
querque Mello,
pode ser procurado a qualquer hora ; as sextas-
feiras, porm, na villa do Cabo.
Aluguel.
Aluga-se o segando andar do sobrado da
Velha n. 20 : a tratar na ra do Sebo n. 24.
ra
N. B.Os premios maiores de 400*000 estao
sujeitos ao descont da lei provincial, e os maiores
de 1:000*000 ao da lei geral.
Thesouraria das loteras, 17 de junho de 1864.
O thesourelro,
Antonio Jos Rodriyues de Souza,
Aluga-se
o andar terreo da ra do Hospicio n. 26, com um
soto que tem o tecto forrado de estuque e o pa -
vimeulode oleado, e commodos para ama familia
pouco numerosa ; a casa terrea da ra do Deslino
n. 2 : a tratar na ra do Hospicio n. 26
Precisa-so alugar urna pequea sala para
escriptoro de pessoa do commercio, as ras do
Queimado, Grates, ou contiguas, cujo aluguel nao
seja caro : a tratar na roa do Imperador sobrado n.
2 ou annunciarem por esta mesma follia.
- No sobrado defronte da igreja do Para izo
segundo andar, apromptam-se bandeijas de bolos
para casamento e bailes, enfeitadas com todo gos-
to, com ricos boquels de flores de cera, de alfinis,
e de papel por preco mais commodo do que em
outra qualquer parte, e vende-se boquels para en-
feitar bolos e bandeijas muito ricos de cera a 2*
e de papel mais barato, faz-se capellas de alflnins,
bolos de S Joo, assim como preparase flores pa-
ra enfeites de igreja e capellas de flores de laran-
ja multo ricas para noivas, faz-se toda qualidade
de costuras e bordados, tudo com presteza e per-
feicao e por menos do que em outra parte, ven-
de-se tambera folhas de toda qualidade de flores de
papel, finalmente faz-se toda qualidade de flores
para senhora, tdcas de crianza c tudo isso muito
barato.
s^Arcos de Val de Vez.
"Aveiro.
Barcellos.
'Bastos.
Evora.
gafe.
Faro.
Vianna do Castello.
Villa do Conde.
SgVlla Nova de Port-
1 mo.
Villa Real.
Villa Nova de S. An-
tonio
Vizeu.
Beja.
Braga.
Braganca.
Caminha.
Castelle Branco.
Figueira.
"iuarda.
Qualquer somma
Lagoa.
Lagos.
Laraego.
Leilia.
Mollea ).
Moncorva.
Oliveira de Azeraeo.
Chaves.
Coimbra.
Covilha.
Elvas.
Extremos.
Penna Piel.
Pinhal.l
Porto Alegre.
Rcgoa.
Setubal.
Taver.
Thomar.
Ilha Terceira.
Payal.
Madeira.
S. Miguel.
i prazo on vista,
julga todava conveniente scienlilicar desdi
todos os seus compatriotas o seguinte :
1." S sero socios effeclivos os cidados
guezes.
2. A joia ser de 10* e a raensalidade
500 rs.
3.' Os socios tero direito aos beneficios da
ciedade quando (achando-sc desproVidos de
cursos) estiverem descrapregado, doentes
presos.
4." Aquelles que, por motivos graves ou moles-
tia perigosa, tiverem necessidade de se ausentar,
sero pagas as despezas de transporte com com-
modidade e decencia, ou para outras provincias do
imperio, ou para paiz estrangeiro.
5. Fallecendo qualquer socio, far-se-lhe-ha nm
enterro decente, se elle nao deixar meios para
isso.
6." A sociedade prestar igualmente soccorros,
em quanto onecessitarem, s viuvas e filhos me-
nores dos socios que fallecerem em penuria.
Apresentando esta idea geral dos lins que a so-
ciedade tem era rista, e bureado olHciado s com-
mssoes nomeadas nos diversos bairros desta cida-
| de para lhes pedir o seu valioso auxilio na acqui-
j eifjo de socios, a directora tudo espera da leal
coadjuvaco e do acrisolado patriotismo dos Ilus-
tres cavalheiros a quem se dirigi, e de todos os
seus compatriotas em geral.
Alm das pessoas nomeadas, qualquer cdado
portuguez que pretender contribuir para o de-
senvolvimento de to mil associago angariando
assignaturas e demonstrando assim o interesse
. que Ihe merecem as cousas da nossa chara patria,
j poder para esse fim obler listas impressas, dir-
; gtndo-se ao Gabinete Portugnez de Leitura, ou a
; casa da secretario, ra da Cruz n. 23, primeiro
andar.
A todos, em geral, que receberem listas, roga a
directora o especial obsequie de as devolveren)
opportunamente, ou acompanhadas de officio, ou
simplcsmente assignadas, para a directora ler
sciencia dos cavalheiros a quera Ihe cumpre tribu-
lar os seus agradecimentos.
Recife, 3 de junho de 1864.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Joaquim Gerardo de Bastes
2 secretario.
Criada
Ima criada portugueza olTerece-se gratuita-
mente para acumpanhar alguma familia para Eu-
ropa: quem precisar annuncie.
FURTO.
podendo logo os saques prazo seren
descontados no mesmo Banco a razio de
4 por cento ao aawo; a tratar na roa da
Cruz n. 1.
Precisa-se de urna ama para cozinhar e com-
prar na ra, para casa de pouca familia : na ra
do Vigario n. 1, armazem de cabos.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar na ra do Imperador n. 69, sobrado de um
andar.____________________^______
Joo Jos da Silva Villar & C, establecidos
com taberna sita na praca da Boa-Vista n. 14, fa-
zem scienle ao publico e principalmente ao corpo
do commercio que tem nest dala dissolvido a
sociedade amigavelmente. Picando responsavel pelo
activo e passivo o socio Villar.
Aluga-se a casa terrea n. 36 na ra da Ma-
triz da Boa-Vista, o segundo andar do sobrado na
ra da Penha com fundos para a ra DireU n. 9,
e urna sala com ama alcova para homein solteiro :
a tratar no mesmo sobrado.
Precisase de ama ana para cozinhar e com-
prar, para casa de pouca familia : na roa do Ran-
pel n. 8, deposito.
Precisa-se de ama ama para o servido de'
ama casa de pouca familia : na roa da Glora nu- j
mero 36.
Precisase de urna ama que seja boa cozi-
nheira, para casa de um estrangeiro : a tratar na
ra da Cadeia do Recife, loja de relojoeiro n. 40.
Toma-se para rasa de pouca familia urna
mulher portuguezade bons costumes : a fallar no
sitio do Sr. Joo Pinto de Lemos na Passagem ou
no primeiro andar da ra da Cadeia do Recife nu-
mero 64._________________________________'
De ordem do irmo juiz da irmandade do
Sanlissimo Sacramento do bairro de Santo Antonio '
desta cidade do Recife, faco publico que se acha
vago o lugar de guarda da mesma irmandade : as
pessoas que se quizerem propr ao mesmo lugar,
odem apresentar os seus requerimientos, que de-
vem ser assignados por fiador idneo, como bem
determina o compromisso.
Consistorio da irmandade de SS. Sacramento de
Santo Antonio 20 de junho de 1864.
Joo da Cunha Soares Guimares,
Escrvo.
ZZ r?^ tt^ ?
#0
****
Furlaram do poder do abaixo assignado urna
vana rapoza, nova, sera marca de ferro, cora urna
cria de dons anuos pouco mais ou menos, a qual
foi comprada pelo mesmo abaixo assignado ao Sr.
Jos Teixeira Bastos, quando outi'ora morou no
Manguind roga-so portanto a quem der noticia
cena ou levar laes animaos ao seu sitio no Rosa-
rinbo receier de gratificacio 20*.
_____________ Frederico Velloso Koop.
A'"
Fazem-ss bolos de S Joo e cangica do mlho
verde muito bem feita : a tratar em Olinda na
bica do S. Pedro Maityr n. 22._________________
Na ausencia do abaixo assignado. como ad-
ministrador da ma*sa fallida de Siqucira & Perei-
ra, (ica o Sr. Antonio Correia de Vasconcellos en-
carregado da'mesma administracio com assenti-
mento dojuizo.
Antonio Jos Leal Res.
Precsa-se alugar ura preto que emenda de
padara : na ra do Rangel n. '.I.
XOVA FABRICA
LICORES PERFUMARAS
A' rita do Antorim, n. 12.
Por varejo e atacado.
N'este novo estabelecimento encontraro sempre
os freguezes todas as qualidades de bebidas espiri-
tuosas, fabricadas com todas as regras d'arte, e
por isso livres de ser nocivas ; o que nao acontece
com as que sao fabricadas sem methndo e pelas
receitas que os rharlates annunriam vender, nols,
como j temos tido occasio de ver, vendem lico-
res coloridos com substancias venenosas, romo se-
ja o licr de rosa colorido cora vermelho ( Hi-oxi-
do de chumbo) e o de amendoas colorido com ama-
relio francez (bi-chromaXo de chumbo) Encontra-
ro algumas perfumaras de superior qualidade e
coramodas em preco. Tudo se vender por preces
muito razoaveis, trazendo os freguezes os meios
que a todos habilitara a comprarem barato.
Apromptam-se encommendas com brevidade e
rigorosamente bem acondicionadas, tanto para den-
tro da provincia, como para fra della.
Bebidas espihiti:osas.
Licores de todas as qualidades em garrafas pretas.
Dito, dito, em garrafas brancas.
Gcnebra igual a hollandeza.
Dita de laranja superior.
Agurdente d'aniz.
Dita de hortela pimenta.
Dita do reino superior.
Dita de flor de laranja, recommendavel por ser es-
tomachica.
Dita de canella.
Alcool de 35" a 38"Cartier.
Pehfiharias.
Agua de Colonia cominum.
Dita ambreada.
Dita almisrarada.
Dita das Nvmphas.
Banha em" latinha> de quatro onc,as proprias para
as familias econtlQcas.
Banha para tingir de preto os cabellos, e que nao
suja os lencos brancos.
Leite virginal em garr (inhas, proprto para os Srs.
barbeiros e cabellereiros e uso domestico. Be-
neficia a cuts e tira as manchas da pello.
Extractos variados; banha era vasos donrados, e
extractos finos em frasquinhos ricos.
3--RIA ESTREITA DO R0SARI0--3
Francisco Pinto Ozorio contina a col-
locar dentes artificiaos tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
cebe paga alguma sera que as obras nao
fiquem a vontade de seus donos, tem pos
e outras preparaedes as mais acreditadas
para conservacao da bocea.
Pede-se ao Sr. Joo Germano de Paula, que
ra vr declarar nesta typographia onde residem <*,"
Jos Feliciano de Araujo PinheroeD.Mara Fran-
cisca, que pelo mesmo senhor Ibram incluidos no
numero dos assignantes desle Diario, sendo a fo-
lha recebida por elle, e nao paga.
Precisa-se alugar um moleque para o serv-
co de casa de pouca familia : na ra estreita do
Rosario n. 24.________________________________
Zacaras Pereira da Cruz faz ver ao publico,
e especialmente ao corpo do commercio, que ven-
deu sua taberna sita na ra do Pharol ao Sr. Anto-
nio de tal : se alguem- se julgar cora direito sobre
de tres das. Recife 21
de junho de"1864.
Precisa-se da urna ama para casa de poaca
familia, prefere-se escrava: na ra do Rosario n.
4, loja.
5
a
S.
8
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B."3
tn c -* a. S
i *
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^ o ~" =
C "= o 5
= c o ft t
o v a. -i .
*5f
t I 8 2
I" S- ?
=
i
a.
Revista do Instituto Archrolo-
gleo c Cieograpbico Pernam-
bncano.
Acham-se venda os 3 primelros numero*, na
livraria Econmica de Jos Nogucira de Souz,
junto ao arco de Santo Antonio, onde se subsrre-
ve para esta Revista :
Por anno.....5*000
Nmeros avulso. 1*500
TINTURARA.
Tioge-se com perfetgo para qualquer
c6r, e o mais barato possivel: na rut do
Rangel n. 3R. segundo andar.





Diarlo de Pernambuco Quinta felra 3 de Juuho de 1S 1.

'W-jk'^a'.-
a arroba : na ra
Comprase um prelo de ineia idade que nao
tenha vicios nein achaques : na roa da Cruz n.
18, armazem.__________________________________
Compra-se urna casa terrea em qualquer ra
desta cidade, com tanto quo seu valor nao exceda
d 1:000* at 1:6005 : na loja da ruada Cadeia
do Kerife n. 17.
Compra-se urna casa na Capunga Nova, ra
da Amizade ou ir3 Manguind : a tratar este ne
Socio nu Capunga Nova no entrar da mesma pas-
sando o primeiro porlao no segundo.____________
Na rua da Cadeia do Becife deronte do Bec-
co Largo n. 23, precisa-se comprar urna casa de
um andar com quintal o cacimba e na falta della
urna terrea que tenha bons commodos e quintal,
situada em qualquer rua dos bairros da Boa-Vis-
__Subscreve-sc para a traduceo das odes, sa- Compram-se Diarios a 43
t\rase epstolas do Horacio. das Cruzes n. 39, taberna.
Esta traduccio tem por Um aligeirar-se o facili-
tar o estado deste excellente e primoroso classico
da lingua latina, estimavel nSo s pelo seu estylo
brilhante, como pela profuso de conselhos e sen-
tencas moraes.
Por talude umsystema menos vexatono se con-
som lempo inmenso nossa mocidade, obrigan-
do-a a traduzir um classico de to difficil interpre-
tadlo, como Horacio.
As didlculdades que corcam um menino para
entender as lices deste e de outros classicos, mui
us vezes tem feito desanimar -os esludantes, cau-
sando-Ibes desgoslo e enfado a ponto de abandona-
ren! o estudo do latim, indispen-avel para cursar
as aulas de estudos superiores, o qae ulvez nao
aconiecesse, se huuvcssem escriptos, que os guias-
sera na prompia comprehefco dos mesmos clas-
sicos.
As naeoes cuitas da Europa possuem traduccoes
de todos os classicos da lingua latina: portan to
nao ha razo plausivel para que nos Brasileiros
estejamos privados dessas vantagens.
Para um ul fim parece que nem convem urna
traduccao servil, que seria inspida e nauseante,
se nao mais innilelligivel que o proprio texto lati-
no, nem to livre que cause confusao. Pareceu ao
traductor que o essencial era dar a intelligencia
mais seguida pelos commentadores, c expo-la em
linguagem mais accommodada.
Os doulos acharao muito que emendar; os disc-
pulos o que aprender em menos lempo, e os pro-
essores o que aproveitar.
O preco da assignatura para os subscriptores
103, sendo pagos 33 no acto de se inscreverem,
e os outros 53 na entrega da obra, que ser em
um s volume com o texto latino.
Subscreve-se at o ultimo de julho do crreme
anno na loja de livros dos Srs. Guimaraes & Oli-
veira, rua do Im|ierador.
^ mMmmwmwm
llnrj Foster & C. participara ao jj^
rospeitavel publico o principalmen- ^
te aos seus fregtiezes que mudaram 9
o seu armnzem de gaz do caes do sS
Ramos pata a rua do Imperador H
n. 16. &
GRANDE ARMAZExM
DA
60 Rua da Cadeia do Recife 60
sua
Thomaz Teixeira Bastos, tendo de partir para a Europa no dia 30 de junho, afm de tratar de
saude, tem resolvido a vender barato e mais barato do que na Europa para liquidar lodos os ar-
45 Rua Direita 45
Oigaml oi$am!!!
CALCADO
Bom e novo, a primeira necessidade para a sau-
de e aformoseamento do individuo I
Meu Dos I... que ps de pavo se lobrigam por j
essas ras I que figura horrenda e nauseante a
de um paletot bem talhado sobranceiro a um'
guedes roido em duas solas I um balo bem tor-
neado e bambaleante dcscubrindo urna pona de
botina safara e carcomida 11
Sanu Barbara 11 Corram rua Direita, bellas e
rapazesl sacudam na praia esses malditos quedes
e comprem :
Borzeguins de Nantes 85000.
Ditos francezes de bezerro 73.
rua do r&iHffi francezesH.e alleniaes existentes em seu armazem, como sejam : fazendas, m.udctas, per- Ditos francezes de lustre para homem 3*.
Br'uSial bem rd-iiSo oTum e os com IS"!8 dS mata-credllados fricantes relogios inglezes excellenies correntes e correntees para Dtos para senhora,de lustre, enfeilado?53300.
>m;! relogio, aneis e botoes para punhos com brilhantes, braceletes, oculos, face mam emuitasouiras obras, Ditos para senhora gasnia ata 43800
cutileria una, como talheres para mesa e para sobre-mesa com cabos de metal fino, ditos do marlim e Botinas de menina "'oOO ^^^'
de outras qualidades, tesouras finas e caivetes, tesouras modernas para alfaiates, navalhas finas, lan- Dius de cores para menina **5000
ceus e outros arligos, sortimento de bacas de metal para lavar o rosto e outros arligos, um rico cha-' Sapatoes de Nantes de duas solas 53
fariz de crystal para jardim ou .neio de mesa de janUr, ricos quadros para saldes, um excellente co- Ditos de sola e vira 43300
fre de ferro basUnte grande, crystaes finos como lustres, candelabros, lanternas com pingentes, copos, Sapatos de bornchn Dar senhoras 13300
garrafas e muilas outras pegas de gosto para adorno de consolos, porcelanas finas, como ricos jai ros Ditos ara meninos!000
para flores, apparelhos dourados para cha e caf, ditos para janUr, e muius pecas para enfeiur mesas, Sapatos de lustre narasenhora 13
grande sortimento de eslampas de santos e vistas de dlerentes cidades da Europa e outros proprios Ditos de tapete para homem e senhora 800 rs.
para sala de janUr, realejos grandes e pequeos caixas com msica, ricas pecas com machinismo Ditos da liea constitucional 500 r
para salas, instrumentos de mgicas muito tem {Bitas, machinas de pholographia para retratos de dif- chineldes rasos do Porto 'a 15600'
ferentes tamaitos, machinas para fazer caf, machinas para limpar peles e varrer o chao, bombas i g um "sortimento eomplc.o em sola vaqueus
para jardim, panos de tres cordas do afamado fabricante Peyel, camas de ferro cora coicho clstico, I COuros bezerro francez como nenhum courod
grande sortimento de brinquedos finos para meDinos, bal5es de papel transparente e lanternas colori-
os com-
modos : quem a livor e quizer vender dirjase
casa cima mencionada no segundo andar que
achara com quem tratar.
Compra-se um cylindro americano novo ou
que seja servido : na rua do Bangel n. 9.
VENDAS.
VENDE-SE
A freir enterrada em vida por Andrado Ferrei-
ra 3 vol. por 33300 ; Contos ao fogo por E. Seu-
vestre 1 vol. por 13200 rs. Leudas Peninsulares
por Jos de Torres 2 vol. por 33000 ; As ruinas
do mea convenio por F. de S 2 vol. por 25300 rs.;
Vm philosopho as aguas furladas por E. Souves-
Ire 1 vol. por 15200 rs. ; que lia de ser o mun-
do no anno frtt mil 1 vol. por 23300 rs.
O Vigilante est alerta, nao Ibe era permetlido
dcixar passar desapercibido sem que nao dsse o
seu canto afim de annunciar ao respeiuvel publico
o grande sortimento degalantarias do raelhor gosto
propriamente para qualquer mimo, que acaba de
chegar nesle ultimo paquete, assim como muitos
outros objeclos que recebe por diversos navios,
Unto de sua conta como de consgnacao, que esta
resolvido a vender por precos muito baratos para
vender muito e ganhar poco, e dar extraccao ao
Kianue .-omnenlo ue unnqucuos unos para meninos, uaiues ue papel transparente e laniernas colon- iustre muito grande e tudoauanto nertence arto "-uucl 'ullu = Kaunar pouco,
das para illuminacoes a moda de Paris, salva vidas para homens e senhoras feitos de borracha, pro- de S Chrisnim grande deposito que tem, que
nria< inr'i un..tu l,,rn'i honhn i.m. limara? fnnilo. a mniliK nntrnc srtiern; a tnitrv cor v.irw.t., mnliia*L hrnl IVe.'lll lili rv^lit'itu Vi-1 lilllilicr
pras para quem toma banho em lugares fundos e muitos outros artigos e tudo ser vendido muitissi-
mo barato afim de liquidarse inleiramente.
Vendem-se caixoes vasios a 1:7(50
cada um : na na das Cruzes n. 44.______
LOJA DE M1UDEZAS BAKvTAS
DO
XOVOKEVAL
Grande
fabrica
de fogos de artificio, da viuva Bufino, situada na
entrada de Joao de Barros; nesta fabrica apromp- Caixas com C frasqunhos de estrados finos a 15-
le-Rua do 4|ueluiado--I6
Est disposto a vender tudo barata como
segu.
Sabonetes de familia a (O, 160, 240, 320 e 400 rs.
Canudos de pomada a 100, 200, 300, 300, 800 e
IfOOO.
Paroles e caixas de pos de arroz a 400 rs., 640 e
13600,
tase toda e qualquer cnrommtnda desles arligos
com o maior esmero e presteza, seja para dentro
ou fura da provincia : recebem-se as encommen-
das no armazem da bola amarella, no oitao da se-
creUria de polica.
e 700 rs.
Ditos de oleo Philoromc superior a 720 e 800 rs.
Ditos de agua de colonia a 400, 500, 800, 15 e
Smmmm mmmt i mSE- ^a.013.
baques sobre Portugal. Ditos de estrado a 400. 600, 800e 13.
! Ditos de banha franceza a 400, 600 e 800 rs.
Ditos de banha japoneza, jamaica^duqueza, impe-
rial, real, principes e Garibaldi a 800 rs.
Compoteiras de banha creme Isabel 13280.
Frascos com banha e estrado 13 e 15280.
Garrafas delegiimaaguade Florida 15280.
Escotas para dentes a 160, 320 c 480.
Ditas para unha c cabello a 640, 15 e 15500.
8 mo Banco, descontando 4 0|0 ao anno: na i [ Ditas para raleado e ronpa a 240, 6iO e 15-
loja de chapos da rua do Crespo n. 6, ou as Penies de tres faces para desembarazar a 640.
na rua do Imperador 11. 63, segundo an- Sa Ditos de baleia c borracha idem a 240, 320, loo.
500, 600, 800, 13, I32H0 e 13500.
\ Ditos de massa para atar cabello a 500, 640,800 e
13OOO.
Ditos de laco e a balao c virados a 15 e 15500.
Ditos dourados para marrafa 15, 13500 e 25.
Ditos de borracha para regaco a 600, 800 e 15-
Ditos dourados para dito a 5 e 15600.
Ditos ditos com pedriabas para dito 23.
Pegas de tranca preta lisae caracol a 100 rs.
1 do Ditas de fita de seda de todas as cores a 300 rs.
Ditas de dita de laa preta e de cores a 760 rs.
Serla traficancia f Ditas com 15 varas de franja para cortinado a 35-
r-._.....' ..-! ';,,, j, aiiu ja ..ri.iA Ditos de cascarrillia de seda de todas as cores a
Consto que corto negociante da \iliado benuo svw)
ha poucos das comprou a.pii fazendas em urna i L "^ ... w .-
loja, cujo dono se ignora quem porque o loj.sto J8^J*Jj?**
Ditas de montara a 500 e 800 rs.
aM lsoS"68 com la,:s pre,os c *core3 ',280c
Maques sohrc Portugal.
O abalxo assignadn, aulorisado pelo
Banco Mercantil I'ortuense. e na ausencia
do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef-
feciivamente por todos os paquetes sobre
as pracas de Lisboa e Porto, e mais luga-
res do reino, por qualquer semina vis-
ta, e a praso ; podendo, os que tamarem
saques a praso.receberem avista, 110 mes-
mo Banco, descontando 4 0|0 ao anno: na
loja de chapos da rua do Crespo n. 6, ou
na rua do Imperador n. 63, segundo an-
dar.Jos Joaquim da Costa Mala.
Ditas com 12 garrafinbas de ditos 15600.
Vovos enfcltcs para senhora.
A aguia-branca acaba de receber um beilo e va-
riado sorlimento de cnfeiics de diversas qualidades,
e o que do mais moderno possivel encontrar-se
aqu, fazendo-se nolaveis por suas novidade e ele-
gancia uns, cuja grade de un fino e delicado te-
cido a que apropriadament se chama invisivel.
pra-los
n. 8.
Bonitas nonecas.
Com rosto de cera, massa e porcellana.
Acha-se na loja d'aguia-branca rua do Queima-
do n. 8, um grande sortimento de bonecas de di-
versos tamanho--, com rosto de cera, massa e por-
cellana os pretendenles munidos de dinheiro
acharao boadisposicao paia os vender.
Botes de cornalina
e outras qualidades para colotes
A Aguia branca acaba de receber um novo e
Frascos de oleo de babosa superior a 400, 300,600 variado sortimento daquclles apreciados botoes de
cornalina brancos e encarnados, chatos e redon-
Atteiicfio
O dono da loja do Beija-flor, na rua do Queimado
63, acaba de abrir um outro espacoso estabcle-
Assim, a vsu desse completo sortiinenro, qualquer ; cimento de miudezas na mesma rua n. 69, por isso
cidadao munido de dinheiro est habilitado a com- ] avisa aos seus freguezes c amigos, que nesles dous
na rua do Queimado, loja d'aguia-branca
na rua Im-
uanSBCwusJti~' e^jfciits-jca cu
Prccisa-se de urna ama de leile
perial, sobrado n. 87.________________________
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 48 na
rua do Trapiche : a tratar no armazem da mesma
casa;^_______________________________
Precisa-so alugar dous escravos
Imperador n. 79. _____________
esubelecimentos encontrarSo sempre grande sorti-
mento de miudezas, perfumaras e objectos de gos-
tos; e vender sempre mais barato que outro qual-
quer, como abaixo se ver.
Pentes dourados de Iravessa.
Delicados pentes dourados de travessa para me-
ninas a 155OO cada um, dilos sem ser dourados a
300 rs. cada um : as lojas do Beija-flor, rua do
Queimado ns. 63 e 69.
Vuliiubas de aljofares.
Lindas voltinhas de aljofares com cruzes de pe-
drinhas imitando a brilhantes a 15 cada urna : as
lojas do Beija-flor, rua do Queimado ns. 63 c 69.
Linas de Jouvia
Chegaram pelo ultimo vapor as desojadas luvas
c inalteravel preco de de Jouvin de todas as cores, tanto para homens
como para senhoras : as lojas do beija-flor, rua
do Queimado ns. 63 e 69.
Talheres para meninos.
Vendem-se talheres de cabo de balanco para me-
ninos a 280 rs. o talher : as lojas do" Beija-flor,
rua do Queimado ns. 63 c 69.
Collteres de metal principe.
Vendem-sc colheres de metal prncipe muito fi-
nas para sopa a 35600 c -45400 a duzia, ditas para
cha a 25 e 25400 a duzia, ditas para assucar a
500 rs. cada urna, ditas para terrina a 23 cada
nina, e s quem vende por estes precos as lojas
do Beija-flor, rua do Queimado us. 63 e 69.
Facas e garlos.
Vendem-se facas e garfos oitavados a 25800 a
duzia, ditas cravadas, cabo preto e branco a 35 a
duzia, ditas de balanco de 1 botao finas a 55200
ditas de 2 botoes muito finas a 65300 a duzia, ditas
de 1 bulan para doces e nulas a 55 a duzia, ditas
de 2 botoes a 35200 a duzia : as lojas do lleija-
c
dos para coletes, cujas abotuaduras continuam a
ser vendidas pelo commodo
25 cada urna.
Alni desses recebeu tambem outros de madre-
perola, massa e osso, com differenfes moldes para
o mesmo fim.
J se v, pois, que o pretndeme munido do di.
nheiro achara sortimento voniade na rua do
Queimado loja d'Aguia branca n. 8.
SAPATOS DEBUtnld-A
a IvOO, I.V..OO e 3#5 na rua do Queimado loja d'Aguia-Branca n. 8.
I! U Si.MKis i: CAiXIMIAS
com perfil mar las.
N'a rua do Queimado n. 8 loja d'Agua-Branca, os
freguezes munidos de dinheiro encontraro, boni-
tos bausinhos cobertos de couro c com 6 frasqu-
nhos de extractos por 15300 cada um, e outros
coberloj de papelo com 9 frasqunhos por 25000
um; caixinhas com 6 frasqunhos de diios por
13000 urna, outras com 12 ditos por 25000 urna,
^VraiS^ f' rui?..c.0.b.-.t? !S2_tor,Ur"g.a'; flor> rua do Queimado ns. 63 e 69.
Tiras bordadas.
SALSAPARBILHA
DE BRISTOL.
As curas milagrosas de
escrfulas^
chaoas a:\tias,
EnTERSDDADES SYPHILTICAS,
Erysipelas, Rheumatismo,
Nevralgias, Escorbuto,
ele, etc., etc.,
0 lado o alto re
"JI1C tciu
1)01110 i
grangeado
o
teve a modestia de nao tirar a factura em nome
da casa ; e o recibo consta quej pagado .m^no, com ^ prelos dfi ^
embora
ffSSZaVSSS^ B-BL--" J^-Suro com Uve
rada lojisla que se fosse embora quanto antes, e
acredita-se que
nao entrasse no
gamos, porlanto, a quem
mais este negocio, o favor de o fazer, afim de sa-
ber-nos quem o tal Sr. honrado lojisla, que por
modestia nao quer que quem Ihe compra fazendas
saiba da firma de que usa ; isto deseja saber os
Canalhinhas.
Ama
Precisa-se de urna ama que cosinhe o saiba en-
gonimar : na rua da Senzala Nova n. 39, taberna
da esquina que volta para o Becco Largo.
Ainda esta venda o sitia no Rosarinho, j
annunciado por este Diario, com magnifica casa,
muitos arvoredos de varias qualidades, duas lial-
bas, muito terreno para plantar e muila madeira:
xuem quizer dirija-sc ao mesmo sitio traUr com
o seu proprietario ou u Soledade n. 70.
Bonilos adereeos com pedrinhas linas a 35300.
Pulseiras de missanga e comas grandes a 640.
Novamente se pede ao Sr. ajudante de um
dos corpos de linha da guarnioo desta praca, que
mande quanto antes pagar os alugueis que deve
da casa que oceupou, e dos quaes passou um fica,
porque nao se pode mais esperar, do contrario se
cobrar de outra forma que nao agradar muito
ao dito Sr. ajudante.____________________________
' Precisa-se de urn eaixeiro para padaria na
villa do Bonito : na rua Imperial, n. 37.__________
Atten^fio.
Acha-se justo e contratado o terreno silo na
rua da Conquista, freguezia di Boa-vista, perlen-
cente ao Sr. Antonio do Couto Vieira ; quem se
julgar com direilo algumareclamaco.declare no
praso de tres dias desta dala em diante. _______
Precisase de um eaixeiro de 12 14annos,
que tenha pratica de Uberna : a tratar na rua da
Boda n. 48.___________________________________
Thomaz Teixeira Ba-tos em sua viagem a Eu-
ropa, dexa por seus procuradores, em 1. lugar o
Sr. Domingos das Neves Teixeira Bastos, e em 2"
o Sr. Antonio Jos de Castro.___________________
UII.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para to-
do o servico de urna casa de pouca familia : a tra-
Ur na loja da rua Nova n. 11.__________________
Boubaram do sobrado da rua de S.Francisco
n. 68, urna pulseira de gomo, um alfinete c um
par de roseus, ludo de ouro : roga-se polica ou
algum senhor ourives que apprehenda qualquer
pessoa que offerecer estes objectos, que ser re-
compensado^____________________________
Quem perdeu um tranceln! com urna casso-
leU, dirija-se Estrada Nova, sitio da viuva Villa-
seca, que dando os signaos certos Ihe ser entre-
gue-____________________________________
Para a villa do Brejo precisa-se de urna ama
que entendade todo o servico interno de urna casa:
a tratar na rua de Hortas, casa n. 142, segundo
andar.__________^____________________
Precisa-se de um menino para criado, que
seja livre oo escravo : a tratar na rua do Corre-
dor do Bispo, primeira casa a esquerda, iodo pela
ruados Pires.
COMPRAS.
Comprare ooro e prata em obras velhas
pagare bem: na loja de bilheles da praca da Inde
l*ndenoia fi. 22.
Comp
jram-se
a seguintes eadernetas do Archivo Patoretco de
Lisboa:
5* anno, de 1862
-Ns. 3, *, 6,8,9 c i
6o aaao, de 1863
Ns 7, 8 e 10.
Dirigir-se rua Bella n 37, sobrado de 2 anda-
res, a qualquer hora da Ur4e. t^
Compra-se um moxo para piano
Cabug n. 11, botica^______
na rua do
Comprase urna preta de 39 a 33 annes de
idade, nao tendo vicios era molestia alfuma, pfe-
fere-se que seja de nacao : a pessoa que a (jvtY,
dirija-se rua da Soledade a, fi para iraur.
elas douradas
25000.
Dilos com fivelas de pedrinhas 35-
Bicas fivelas de pedrinhas para sintoa 2 e 35-
Bonitas voltinhas de aljofares com cruzinhas a 13-
Vultas de coral pequeas e grandes a 400 e 25-
Dilas de cotilas encarnadas a 400, 300 e 608 rs.
Bonitos botoes para punhoa 120, 200, 400 e 600 rs.
Biqaissimos botes de cornalina de um botao para
punho de senhora (obra de gosto) 15300.
Cravatinhas de seda com passador a 640 e 800 rs.
Dilas de seda para laco a 640, 800, 15 e 1-3280.
Toucas e sapatinhos d'e laa a 600 e800 rs.
Biquissimas toucas de blonde enfeitadas a 15300
e 25000.
Bonitas toucas do soda para baptisado a 2 e 35-
Capachos do Porto de 4, 4 l|2. 5,5 1[2 e 6 palmos
a 400, 500. 600, 700 e 800 rs.
Finissimas tesouras para unha e costura a 600,
800 e 15-
Tesouras diversas pequeas e grandes .a 80, 160,
400 e 600 rs.
Filas e cordocs para espartilhos e borzeguin s
80 rs.
Passadores para paletot de velludo e co malina
160 rs.
Brincos pretos e de cores balo a C20.
RoseUs prdas e douradas a 200 c 400 rs.
Oilavas de retroz preto a 140 rs.
Meas para senhora a 320, 400 e 300 rs.
Ditas para meninas a 220, 260, 300 e 340 rs.
Anneis do vidro de todas as cores a 40 rs.
Pacotes de papel amizade branco e de cores a
600 rs.
Caixinhas de papel pequeo pautado em agua a
600 rs.
Dilas com 100 anvelopes brancas e de cores a
a 800 rs.
Duzias de facas e garfos a 35, 6 c 75-
Baralhos portuguezes e fiaucezes a 200 c 280 rs.
Carios com clcheles a 40 e 80 rs.
Varas de fita de velludo d seda preto a 100,160,
200, 240, 320,400, 500, 600, 700, 800, 900 e
15000.
Ditas de aspas para balo a 100 rs.
Ditas de galio branco lavrado a 100 rs.
DiUs de bico das Ilhas a 160, 200 e 240.
Ditas de bicas c rendas a 80, 120, 160 e 200 rs.
Dius de bcos pretos a 120, 200,320 c 480.
DUs de franja e babado do Porto a 80, 160 e
240 rs.
Bius de grade labynntho a 120, 300 e 400 rs.
Ditas de franja de seda preU e de cores a 400 e
500 rs.
Dius de franja prela com vidrilho a 500, 600 9
700 rs.
Ditas de fita de laa preta e de cores para debrum
de vestido, collete, palelol, etc., a 120 rs.
Dius diu de seda preU e de cor a 120 e 200 rs.
Ditas de riquissimas lilas de sarja e grosdenaples
de todas as cores, lisas e lavradas, de 3, 4 e 5
palmos, para lacos, sintos, etc., a 15280, 15600
e 25 ; de tudo ba livros de amostras.
Vefldese um cabriolet : no pateo do Parai-
zo n. 26. ______________________
Vende-se urna cabra de Lisboa e um carnei-
ro hespanbol muito grande e bonito, proprio para
rirar raca, um quarto bom de carga, e um lindo
pombal com pouces pombos : em Parnameirim, si-
tio do pombal.
Gravata de seda 320.
Pretas c de cores, princeza prela de 6 palmos de
largura, com um pequeo toque de mofo 360 r?.
o covado, pechincha para os Srs. alfaiates; a rua
da Madre de Dos n. 16.
a 15300 cada orna, e outras com pastlhas de chei-
ro a 300, 15000 e 23000.
Euvclopcs bordados e carles com lici-
tas douradas.
Na loja da aguia branca, rua do Queimado n. 8,
achavam-se venda bonilos cnvolopes bordados e
cartes com boiras douradas, tendo de uns e de
outros, maiores e menores, proprios para partici-
pacoes de casamenlos, bailes etc.
Completo sortimento de fitas
linas, lisase lavradas.
A aguia branca recebeu um grande e completo
sortimento de tilas de diversas larguras e qnalida-
des, tanto lisas como lavradas, e em todas ellas co-
nhece-se a superioridade da fazenda, notando-se
as lavradas o bom gosio dos novos e lindos dese-
Vendem-se liras bordadas, a peca a 15100, 15200
e 15300 : as lojas do Beija-flor, rua do Queimado
ns. 63 e 69.
ilabados bordados.
Vendem-se babados bordados de varias larguras
a pega a 15600, 15800, 25, 25200 e 23400 : as
lejas do Beija-Cor, rua do Queimado ns. 63 e 69.
Lindos sapatinhos.
Vendem-se lindos sapaiiuhos para baplisados de
enancas a 13300 e 25 o par : as lojas do Beija-
flor, rua do Queimado ns. 63 e 19.
Hulees para punkos.
Vendem-se botezinhos de madreperolae de mar-
lim para punhos a 320 rs. o par, ditos encarnadi-
nhos a 120 rs. o par : as lojas do Beija-flor, rua
nhos, isso Unto as malisadas como as brancas, do Queimado ns. 63 e 69.
c pela commodidade dos precos o pretndeme que Filas para debrum de vestidos.
se dirigir munido de dinheiro rua do Queimado Vendem-se litas de laa de todas as cores para
loja da aguia branca n. 8, ser bem servido, debrum de vestido a 900 rs. a peca, ditas pretas
Capachos inglezes. de seda a 15100 a peca : as lojas do Beija-flor,
Na loja da aguia branca, rua do Queimado n. 8 rua do Queimado ns. 63(e 69.
Filas brancas para drlirum.
Vendem-so pecas de lita branca de linbo para
debrum a 400 rs." a peca : as lojas do Beija-flor
na rua do Queimado ns. 63 e 69.
Ricas lilas lavradas.
Vendem-se muito ricas fitas lavradas para sinto
de senhora e meninas : as lojas do Beija-flor, rua
do Queimado ns. 63 e 69.
Espedios de Jacaranda.
Vendem-se espelhos de columnas, de Jacaranda,
a 35 e 45300 cada um, ditos de madeira amarella
a 23400 e 23800: as lojas do Beija-flor, na rua
do Queimado ns. 63 e 69.
Fitas de velludo estreilas.
Vendem-se fitmhas eslreitas de velludo para en-
feite de vestido a 900, 15 e 15200 a peca:'as lo-
jas do Beija-flor, rua do Queimado ns. 63 e 69.
Trancas de laa para bordar.
Vendem-se trancinhas de laa pretas para bor-
dar camisinhas e vestidos a 80 e 160 rs. a pecinha,
ditas brancas com 40 varas a 600 rs. a pea, e ou
tras muitos cousas que setornaro enfadonho men-
ciona-las, pois s com a visto se poder ver o gran-
de sorlimento das lojas do Beija-flor, na rua do
Queimado ns. 63 e 69.
Salitre refinado, superior qualidade, vinho Bor-
deaux, difierentes qualidades, mais barato que em
\oltinhas de aljfar branco e de cores com cruzes qua|quer parte no armazem de E. A. Burle*
vendem-se bons capachos inglezes, os quaes alm
de bonitos sao de inmensa duraeao, pelo que se
lornam baratos pelos precos de 45, 55, 65 e 75
cada um.
Cartas franeczas.
A aguia branca, na ruado Queimado n. 8, rece-
beu um novo sorlimento de finas cartas francezas
com boiras douradas c brancas, e as est venden-
do baratamente a dinheiro vista.
Objectos de phantasia viudos
para a aguia branca.
A aguia branca recebeu novos e bonitos objec-
tos de phantasia, alguns dos quaes nunca vistos
aqui, sendo :
Bonitos adereeos completos feitos de perolas'falsas
Ditos dilos de pedras, por cuja perfeicao e bom
gosto quasi se nao dislinguem das verdadeiras.
Lindas pulseiras de mosaico.
Dtia dita de perolas falsas tanto para senhoras
como para meninas.
Dita de chapa de crystal com lisUs douradas.
DiU de cornalina branca, azul etc., etc.
Bonilos alfinetes c anneis para grvalas.
Bonitos pentes de concha, obra de apurado gosto.
Outros travessos com pedras para meninas.
Bellas guarnies de penles dourados, ornados
com caixos de uvas, feitos de aljfar, obra su-
blime.
Outras igualmente bellas, todas de fino dourado e
com pedras.
Outras a tartarugadas, nada inferior a aquella.
Salsaparrilha de Bristol
por tudas partes do universo, sao to
somente devidas i
nica Legitima c Original
SALSAPARRILHA DE BRISTOL,
PREPARADA RXCU.'8I VA MENTE l'Olt
LW.'IAX & KENP DI] \0Vl FORK,
Mediante a receita do Dr. C. C. Brinlol
venda as boticas de Caors LBarboza,
rua da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, rua
da Madre de Dos.
de pedras.
Esses e outros muitos objectos acbam-se a venda
na rua do Queimado, loja da aguia branca, n. 8
ou flna a vontade do comprador
S
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E- -_. 3=-:^~-
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"
1
KI A l.o BRIM V .
\ \ > :

Folha de Flandres.
Grande sorlimento de folha de Flandres: na rua
da Cadeia do Becife n. 56 A, loja de ferragens de
Bastos.
Esleirs de palha de
na rua do Apollo 11. 32.
carnauba : vendem-se
Vende-se
Vende-se urna parle de trras da proprieda-
de Bernardo do termo de Porto Calvo provincia
das Alagoas, a qual disuda villa deste nome o le-
guas e da povoacao de Una (ultima esucao da via
frrea 8), a parte que se vende sofficiente para
levanur-sc nella um eugenho : trala-se na rua do
Vigario n. II, primeiro andar.__________________
Quem quizer comprar urna poroso de sicu-
pira serrada ou de qualquer modo dirija se tra-
vessa do Pocinho n. 26, sobrado.
Vndese
Vinho da Figucira engarrafado a 500 ruis, 40
orins pinudos, a 500 ris, 35 hacas pinta-
das a 500 ris, assucareiros 4 a 320 ris 20 ba-
cas brancas a 360 ris : na tabernas atraz, da ma- \TAves^ araranes 1
tnz de Santo Antonio n. 18._________________
Vende-se um carrinho americano de quatro
rodasambom uso cora varaes e langa para um
ou JUMArallos : amado Hospicio n. 26 se dir
quem veade. _____________
Vende-se urna caa na rua das Conquistos, na
Soledade n. 1 : a tratar na mesma.
mel de furo superior em barris e em caadas
por menos do que em oulra qualquer parte : na
Versos para S. Joao a 80
rs. a folha.
Xa livrara 6 e 8 da praca da b-
depeodfDcia.
u, rua da Cruz n. 48.
Pelicas de cores.
A loja da Aurora na rua larga do Ilosano n.
38, recebeu sorlimento de luvas de Jouvin de co-
res chegadas pelo ultimo vapor as mais frescas
que tem chegado, tanto para homem como para
senhora, digo, muito proprias para o baile que
tem de haver vespera de S. Joao assim remo tam-
bem renda lisa pecas de 10 varas a 400, 500 e
600 rs. :
RIVAL SEM SEGUNDO"
Itua do Queimado ns. 49 e 55, loja de miudezas i
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est continuando
no seu progresso de vender baratissimo :
Capachos grandes e superiores a 500 rs. cada um.
Caixas de superiores obreias de cola e massa a
40 rs.
Cordao branco p3ra vestido e espartilho, vara 20 i
ris.
Linhas de carretel (150 jardas) de superior quali-
dade a 60 rs.
Cartes de linha Pedro V (200 jardas) j muito
conhecida a 10 rs.
Grozas de peonas de ac de muilas qualidades e
superiores a 500 rs.
Caivetes de duas folhas porm finos a 500 rs.
Caixas com calungas muito bonitas para rap a
100 rs.
Franja branca e de cores para toalhas a 160.
Pares de botoes para punho muito lionitos a 120.
Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a
120 rs.
Tinteiros de vidro com superior tinta a 160.
Dilos de barro rom superior tinta a 100 rs.
Groza de botes de louca pratiados, o melhor, a retroz a 200'"rs"
Tesouras para costura, o mais superior, a 400 rs.! BatodillllOS CnlrClllC6S.
Dius para unhas muito finas a 400 rs. Biquissimos bahadinhos ntremelos com lindos
Escovas para limpar dentes muito superiores a : desenhos tapados > transparentes, pelo baratissimo
200 rs. preco de 15200, IJ500, 25 c 3 : s no Vigilante,
Libras de laa de todas as cores (pesada) a 7$. rua do Crespo n. 7.
Caixas de phosphoros de seguranza a 160.
Ditas de papel amizade pauUdo e liso a 600 rs.
Ditas com 100 anvelopes muito superiores a 800
ris.
Cadernos de papel branco e de cores, pequeo, a
20 ris.
Cartas e taboadas para meninos a 80 rs.
; Caixas cora superiores i seas de acender charutos
a 40 rs.
espera merecer a
proteccao do respeitavel publico, empregando para
isso todas e as melhores diligencias para que U-
quem satisfeitos : isto s no Gallo Vigilante, rua
; do Crespo n. 7.
Ilii-as porla-joias.
Cofre de muito posto por 16500O
Cestinhas transparentes, forradas de madre-
pcrola por 185000
Lindas jardineiras 105000
Ricos cofres com camapheu 105000
Lindas caixinhas com pedras brancas 10500O
Lindo balao com calunga dentro tambem
para joias 16500O
Tambaher para dilas 1*5000
Cestinhas idem idem tl-jOOO
Cosmorama idem idem 65000
l'rnazinha c^OOO
S no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
ltiros porta-Louquetes de diversos gostos e pre-
' eos : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ricos si n i os
com bolcinhas ao lado a 10, 12 e 155, ditos sem
; bolea, porm do mesmo goslo, a 25500, 35, 35900
e 45, ricas fivelas avulsas para sintos, o melhor
I que se pode encontrar, a 15500, 25, 25500 c 3 :
s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
('.aliyy.es on cestinbas.
| At que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-
bazes para as meninas trazerem no braco, o mais
| rico possivel, a 25500, 35500, 4, 5, 7 e 105 : s
i no Vigilante, ma do Crespo n. 7.
reates.
Nesle artigo lem um grande sortimento, tanto
para alisar como para atar cabello, o mais lindo
; que se pode desejar, assim como de arrejacar ca-
bello, tanto de borracha corno de tartaruga, com
enfeitc e sem elle para meninas : s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Pcnlcs
Tambem chegaram o riquissimos pentes de
concha de lariarup.i e de massa lina, quo se vendo
por 25, 3 e 55 : s no Vigilante, rua do Crespo
numero 7.
Loques.
Riquissimos loques de madreperola, tanto para
senhora como para mocinhas, pelo barato preco de
12 e 145 : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
M-'S lei'uTS.
Com pequeo defeito, loques de sndalo, por ba-
rato preco, a 85 e 105, chineze, muito bonitos,
tombem por barato precio de i e 55, bentarallas
muito bonitas tambera por barato preco de 4 e 55,
leones de charlo umbem por 45, ludo isto para
acabar, perdendo-se Ulvez 80 0| : s no Vigilan-
te, rua do Crespo n. 7.
Pulseiras.
Lindas pulseiras de conlas e de missanga, cores
muito lindas c de muito gosto a 15 e 15200.
Para seyiiar manguitos.
Tambem chegaram as liguinhas estreitinhas de
borracha que as senhoras tanto precisara para se-
gurar os manguitos por sor muito commodo e mui-
to barato, a 3"0 o par : s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Sapatinhos e ninas de seda.
Biqnissimns sapatinhos de seda e de merino en-
feitodos, assim como meiaszinbas de seda, gorra-
! linhas e touquinhas para as crlanrinhas se. hapti-
| sarera : .- no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Caricias.
Biquissimas canelas de madreperola proprias-
para qualquer prsenle, pelo baratissimo preco de
IIJ300 e 35.
Vol I i 11 has.
Lindas voltinhas de perolas falsas com cruzinhas
, lingiudo brilhantes, assim como cruzinhas avulsas
!e voltinhas, pelo barato preco de 15 15200, as
i cruzes avulsas a 400 rs. : s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7. .
Golnlias.
Biquissimas goiinhas e manguitos, o melhor gos-
to possivel, a 25, 25500 e 35: 80 no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Kniviies para seuliora.
Biquissimos enfeites com laco e sem laco e de
outros muitos gostos a 15. 15500 e 35 : s no Vi-
gialnle, rua do Crespo n. 7.
Trancelins.
Lindos trancelins de cabello para relogio ou lu-
netas, pelo baratissimo preco de 15500, dilos de
l'arinlia de mandioca
RAP. RAP. 1
Duarte Pereira C. com armazem
de loueas, vidros, etc.. etc., na rua do
Crespo n. 16, acabam de receber pelo ul-
timo vapor a costumada e fresca pitada
do princeza de Petropolis, em libra neste
esubelecimento e a'relalho : na rua lar-
ga do Rosario n. 38, loja da Aurora.
:_____________________________________________ Baralhos para voltarete muito finos a 240.
Vinho do Porto superior CarUs de alfinetes francezes muito finos a 40 rs.
em caixas de urna e duas duzias : tem para ven- Meadas de linha f'xa para bordar a 20 rs.
der Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu i Pares de sapatos de tranca muito superiores a
escriptorio rua da Cruz n. I. I 15600.
! Papis de agulha com um pequeo toque a 10 rs.
Groza de botoes de madreperola muito finos a
560 rs.
Candes e caixas de celchetcs francezes superiores
a 40 rs.
Bonets para meninos muito finos a 15500 e 25.
; Macos de grampos superiores e linipos a 40 rs.
! Groza de phosphoros do gaz muito novos a 25200.
' Areia preU muito superior a 100 rs.
i Caixas de rap com espelho a 100 rs.
Bealejos para entreter meninos a 80 rs.
', Pecas de fila de linho muilo boas a 40 rs.
Pentes de laco muito bonitos a 15.
I Enfeites de laco de todas as cores a 15300.
-----._,, \ .. ,..j. Bodas com alfinetes francezes a 20 rs.
Vende-se alpaca preto a 500 rs. e covado. c de |nas. .
Vende-se alpaca preto para vestidos a 500, 600, 2iq _s *^
700 e 800 rs., fina decordao 800 rs^ para pal-1 Saboneles de familia a 80, 160 e 320.
tot, princesa pretoajoo e 640 o covado, bombazi-, r^^^^ de duas m muto finos a 320.
na preta lina a 15400 o covado, lazinhas preU
para senhora que estao de luto a 720 o covado :
na rua da Imperatriz n. 56. A loja esto abena at
as 9 horas da poite.
Albuns para vintc retratos.
Vende-se os lindos albuns para vinte retratos pe-
lo barato preco de 25 cada um : s no vigilante
rua do Crespo n. 7.
Pares de sapatos de laa para meninos a 400 rs.
Sapatos de tranca para senhora e para homem, os
melhores que tem vindo, e por preco muito barato:
quem quizer ver, venha rua do Queimado ns.
49 e 55. e ver tudo como bom e barato.
Vendem-se cinco volumes do Archivo Pitto-
meo, sendo quatro encadenados, e o ultimo em
cadernetas : na travessa da matriz de Santo An-
tonio, sobrado n. 14.
Vende-se um bom sitio no lugar da Capun-
ga, com boa casa para familia, um bom tonque pa-
ra banho, dito para lavar roupa, viveiro e rio, e
muitas fructeiras com fructos: quem pretender di-
rija-se Capuoga Nova no entrar da mesma pas-
sando o primeiro porlao no segundo que so dir
aos pretendentes quera trata desse negoeio.
Vende-se nm escravo de meia idade proprio
para um sitio ou olaria : no caos 22 de Novem-
bro ou do Passeio loja de fazendas n. 3.
Vende-se o engenho Brejo, sito na freguezia
de Bezerros, sendo d'agua, e toda a obra de pedra, |
com muitos terrenos, para todas as plantacoes: 1
quem o pretender, dirija-se ao mesmo, ou nesta
praca as Cinco PonUs n. 95.__________________
t> sea rr llias.
Grande sortimento de^ cascarrilhas de diversas
larguras, assim como galozinbo c trancinhas pro-
prias tara enfeites : s no Vigilante, rua do Cres-
po n. 7.
Fitas.
Grande sortimento de filas de diversas larguras
o qualidade, por precos que admirara aos compra-
dores, havendo filas largas proprias para sinteiros
que se pode vender a 300 rs. a vara, e peca de 3
varas a 25 : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Fitas de laa.
Fitas de laa de todas as qualidades, proprias para
debrum de vestido a 700 rs. a peca : s no Vigi-
lante, rua do Crespo n. 7.
Iticos espelhos,
Riquissimos espelhos com moldura dourada e
sera ella de 85, 10,12 e 145, assim como con co-
lumnas de difierentes tamaitos a 25, 3, 4, 5e65:
s no Vi guante, rua do Crespo n. 7.
Lindos jarros e figuras.
Biquissimos jarros e figuras de porcelana fina
para enfeile de sala, sendo o melhor gosto que aqui
tem apparecido : s no Vigilante.
l*ara pos de arroz.
Biquissimos vasos com lionera para pos de ar-
roz, cousa de muito gosto a 15500 e 25, assim co-
mo pacotes s com os pos a 320 rs. cada um : s
no Vig lanle, rua do Crespo n. 7.
Perfumarlas.
Grande sortimento de extractos e banhas, poma-
das, assim como os lindos copos eu vasos com dis-
tinctivos e olTerecimentos s sinhazinhas, dos me-
lhores e mais afamados autores de Paris e Ingla-
terra, assim como os grandes copos de banha japo-
neza a 25 e a 15 assim como outros objectos que
nao possivel por hoje annunciar, e visu dos
freguezes se far lodo negocio : na loja do Gallo
Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Cal de Lisboa e potassa da
Knssla.
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 245, para
onde se raudou o antigo e acreditado deposito da
, mesma rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
* legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
aru tqualquer^parte.
RELOGIOS,
Vende-se em casa de Johnslon Pater
C rua do Vigario, n. 3. um bello sorti-
mento de relogios de ouro patente in- Farinha de mandioca seterior
glez, de um dos mais afamados fabricantes em saceos grandes: vende Antonio Luiz de Olivei-
de Liverpool, e tambem urna variedade de ra Azevedo & C, no seu escriptorio rua da Cruz
bonitos trancellins para os mesmos
numero 1.
Vende-se urna casa na Capunga Velha com j
commodos para pouca familia : a tratar na "rua'
das Flores n. 2, loja de sirgueiro de Libano Lopes i larguras por precos muito barato: s do vigilante
Moreira. I rna do Crespo n. 7.
Trina, volantes c gales.
Vende-se trina, volantes e galdes de todas
'



Diario de Pernambaeo Quinta elra *3 tfe Junho c 18C4.

Grande liquidacio
Je fueain na laja do Pavo, ra da Imperatrii a.
60, de Gana h Sita.
AcOa-se este estabelecituento completamente sor-
tidode faieadas ingleas, francezas, allemaes e
sulssas, proprias tanto para a praca como para o
, mato, prometiendo vender-se mais barato do que
D. 00, de LOreUCO PerCira lICBfleS emoutra qoalqoer parte principalmente sendo em
porfi e de todas as fazendas dao-se as amostras
deixaudo lear penhor oo mandam-se levar em ca-
sa pelos caiiciros da loja do l'avao.
As chitas do Pavo.
Vendem-se superiores chitas claras e escuras pe-'
GRANDE
sortimenlo de fazendas novas riadas
pelo vapor inglez para o prepriela-
riodo grande armazem e loja de fa-
zendas da Arar*, rna da imperatriz
raes
Pichincha, a 30200.
Vndese baratissimo para apurar dinheiro, a
saber : cortes de chitas rancezas de cores escuras
e claras com 10 covados por 320O ditos de chitas ,0 bara[0 pre_ de 2o c 280 rs. sendo tintas s.gu-
inglezas a 2*100, ditos de cassas francezas a 2 e dlas fracezas ,nas a 320, 340, 3(50, 400 e
i&oOO, ditos de cambra de salpicos a 2$oOO e fi: g^ rs 0 eono dj|as |ag (argas e estrella?,
s na Arara, ra da Imperatriz n. 56.
A Arara vende a 240 rs.
Vende-se orgaudys Uno para vestido a 240, 280
e 320 rs. o covado, cassa franceza fina a 320 o co-
vado, gorguro de linho para vestido a sSO o cova-
do : loja da Arara, ra da Imperatriz n. 56.
A Arara vende laziulias de urna s cor
afiiOrs.
Vendem-se ricas lazinhas lisas proprias para
camas e vestidos, os melhorcs gostos possiveis, a
640 o covado, ditas Mara Pia muito fina com pal-
mas a 640 o covado : ra da Imperatriz n. 56, loja
da Arara.
Corees de caseuiira a 'K-
Vende-se cortes de meia casemira para calca a
2, ditos melliores a 2o00 e 3J>, ganga para calca
a 440 o covado, brim de linho preto a 500 rs. o
covado : ra da Imperatriz n. 56.
Filo de iiulio a S2 rs. a vara
Vende-se fil de linho branco proprio para forro
de vestido a 320 rs. a vara, tarlatana de cores
a 640 a vara, fil de linho fino a 800 rs. a vara :
na ra da Imperatriz n. 56.
Veos para senhoras a 1,000 rs.
Vendem-se os mais modernos veos para chapeos
de senhoras a l& um, de todas as cores, manguitos
de fil e bordados a 500 rs., manguitos e gola a
Id, golinhas para senhoras e meninas a 240 e 320
cada urna, camisinhas finas para senhoras a 2 e
4J>500 : s na Arara, ra da Imperatriz n. 56.
Arara vende os caries de lia Mara Pia a i 8)5.
Vendem-se ricos cortes de laa de barra os me-
Ihores que tem vindo, pelo preco de I8 o corte,
ditos a 8$, vende lazinhas em covado a 240, 280,
320, 400, 500 e 640 o covado, dtas lisas de cores a
640, casemiras para capas de senhoras a 25 o co-
vado : ra da Imperatriz n 56, loja e armazem da
Arara, de Mendes Guimaraes.
tramante da Arara a 2)5200 a vara.
Vende-se bramante de linho de 10 palmos a
23200 a vara, panno de linho para saceos e cerou-
las a 640 a vara, hamburgo de linho a 440, 560 e
600 rs. a vara, brim de linho branco fino a 150,
1*400 e 15600 a vara, dito pardo a 800, GMU* e
lgOO a vara : ra da Imperatriz n. 56.
Chitas da Arara a 250 rs.
Vendem-se chitas finas a 240 c 280, ditas largas
a 320, 360 c 400 rs. o covado, de cores fixas : ra
da Imperatriz n. 56, loja da Arara, de Mendes Gui-
mares.
Chales da Arara a M500.
Vendem-se chales da merino estampados a 25,
25500, 45500 e 55, ditos de laa e seda a 15 : ra
da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Oh! que pecliincha, a 1,-5000.
Vendem se lencos de seda grandes a 15, ditos
pequeos a 800 rs., grvalas de seda de cores a 500
rs., ditas pretas de laa e largas a 800 rs.. rollari-
nho para homem a 400 rs., meias cruas a 200, 210,
300 e 500 rs. o par : ra da Imperatriz n. 56, loja
da Arara.
Fazendas pretas para lulo, cassas, a 320 rs.
Vendem-se cassas pretas para luto a 320 o cova-
do, veos prelos para chapos da senhoras a 15.
luvas de seda pretas a 15, princeza preta entesta-
da a 640, 800 e 15o covado, alpaca preta a 500,
640 e 800 rs. o covado, laazinha preta a 640, mo-
rime bombazina : ra da Imperatriz, loja da Ara-
ran. 56.
Grande sortimento de roupa
feita.
Vende-se palelots de panno preto a 165. 145,
125. 105, 85 e 65, ditos de brim de cor a 35500,
35 e 25500, ditos de meia casemira a 45500 e35300
calcas de brim a 35 e 25500, ditas de brim bran-
co a 45500 e 35500, reroulas de linho a 2-3000 e
15800, camisas francezas de linho a 35, ditas de
algodo a 25500 e 25300 : na ra da Imperatriz,
Joja Arara n. 56.
Nao esquecam os baldes da Arara.
Vendem-se bales do 15, 20, 30 e 40 arcos a 35,
35500, 45 e 45500, ditos de brilhantina a 45, co-
bertas de chita a 25, ditas de damasco a 45, ditas
de fusto a 55 : ra da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
Soutambarquc da Arara a 20 e 23$.
Vende-se soutambarquc muito hem enfeitadoa20
e 255 cada nm, veos prelos c de coras para senho-
ras a 15 cada um, riseados francezes a 280 o co-
vado. Todas as fazendas existentes neste estabe-
lecimento vendem-se por preco baratissimo, e dao-
se amostras com penhor, ou manda-se levar as fa- do ao me
zendas casa das familias pelo caixeiro da loja da cea, pe
Arara, ra da Imperatriz n. 56.
Corles de cassa da Arara a 25000
Vcndem-sc cortes de cassa a 25, ditos de dita a
25400, cortes de babados a 35 : ra da Impera-
triz n. 56, lo a da Arara.
riseados escocezes finos 240 rs. o covado, islo na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
As cassas do Pavao a 210, 2S0, 300 e 320 rs.
Vendem-se flnissimas cassas persianas cores li-
las a 320 rs. o covado, ditas francezas muito finas
a 240 e 280 rs., ditas ngzezas a 240 e 280 rs. o
covado, finissimo organdy matisado com desenhos
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito finas a 320 rs., isto na loja do l'avao ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As lazinhas da eiposico do Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultimo vapor francez sendo
de urna s cor ou de listas miudinhas com 4 pal.
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
preco dea0 rs. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rs.,
ditos mais baratas do que chita tamben matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pia com palma
le seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
j ditas de urna s cor parda, azul, cor de I y rio e
perola proprias para vestidos, sautembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 e 400 rs isto s na loja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavo.
Vendem-se finos chales de crepon estampados
pelo barato preco de 65, 75, 85, ditos de ponta re-
donda a 75 e 85, ditos pelos ricamente bordados
a retroz com vidrilho a 125. ditos pn-tos lisos a
55, dilos de cores a 45500 e 55, ditos de merm
estampados a 25 e 35, ditos de laa a 15280 e 25,
ditos de retroz preto para luto a 65, isto na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
0 Pavo vende para lato.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
de la sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
prio para vestidos, paletots, capas etc., pelo bara-
to preco de 25, 25200, 25500 o covado, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas e estreilas, chales
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
comgolhnhas eoutros muitos artigos que_se ven-
dem por precos razoaveis : na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a veludo pelo barato preco de
405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005
e 105 ; ditos de cambraia braneos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa-
mento a 10, 15, 20 e 305; ditos de la com Jindas
barras a 18
da Imperatriz
Os pannos do Pavo.
Vende-se panno preto muito superior pelo barato
ESPLENDIDO SORTIMENTO DE MOLHADOS
R, 9 RITA 1IO CRESPO tf. 9
Esqoioa qae valla para a ra do Imperador
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento
de molhados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o proprietario em
olerecer aos seus freguezes e ao publico em geral a seguinle tabella dos seus gneros e
resumidos precos, a flaneando todo e qualquer genero vendido neste bem conhecido ar-1
mazem.
1MIM A FESTA
DE
E S. PEDRO
ja, canella, cravo, rlela pimenla a 1,000
rs. a duzia i ,000 rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
! Passas emcaixasde 1 arroba '/i e '/* a 8,5oo,
S. JOaO
Amcndoas confeitadas de 800 rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 9oo rs,
libra,
dem franceza a Coo rs. a libra, e 58o rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras 1,5oo e 2,5oo rs. a caixa, e 5oo rs. a libra
para cima a 2,Goo. garante-se serem muito novas, e graudas.
dem petla a~2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a 9oo
cima a 2,7oo, rs- nl)ra-
dem hysson ornis superior que se pode Marmdadas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,0oo e de 8 libras para cima Lisboa a 04o rs. a libra,
a 2,5oo rs. Ervilhas secas muito novas a ICo rs. a libra,
dem menos superior a 2,ioo e de 8 libras' Grao de bico muito novo a i6o rs. a libra,
para cima a 2,3oors. Ervilhas francezas em latas a 600 rs.,
i 155 ; st na loja do Pavo ra I(lem prOpr0 pa'ra negocio a 2,3oo, de 8 1- i Potes com sal refinado a 48o rs.
iz n. 60, de Gama & Silva. a cma a 2 2oo Fumo de chapa americano a i,4oo rs. a libra
dem do Rio em latas' de 2, i, G e 8 libras' fazenda especial,
preco de 25," 25500,35 c 35500, ditos mito linos a cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata. Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 800
45,'55 e 65, cortes de casemira preta enfestada a dem prelo o inelhor que se pode desejar rs. a libra.
45, 45500 e 65, casemira preta fina de urna s nebte "enero a y 800 rs Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra,
largura muito fina a 15800,25.25500ie 35, cor- > sunrior a csse que se vende Gaixas de traque n. I a 8;>500 cada urna,
tes de casemira de cor a 55, o&oOO e 65, casem- Wtm monos Miperiui a cose n>*> w nra mar-an-Mn talharim aletria
ras enfestadas de urna s cor proprias para ralea, por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra. Maesas para sopa macarrao, taltianm aieiria
paletots, colletes, capas para senhora, roupas para i(iem majs haixo bom para negocio a I.uOO a 400 rs. a libra,
meninos a 35 e 35O0 o covado, isto na loja do re> a ||)ra> Cognac verdadeiro inglez a 8,.ooo rs. a caixa
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
A roupa do l'avao.
Vendem-se palelots de panno preto sobrecasa-
cos fazenda muito boa a 125, ditos muito finos a
165. 20?, 255 e 305, caifas de casemira preta boa
fazenda a 45500,55, 65, 75 e 85, paletots saceos
de panno preto a 75, ditos de casemira de cor a
65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino
preto, dilos de brim de cores, raleas de casemira
de cor a 45, 55,65, 75, ditos de cavemira da
Eseossia a 35, ditos de brim pardo a 2-550;), ditos
Je cor a 25 e 25500, dilos braneos muito finos,
sto na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel
dem miudinho proprio para negocio a 1,5oo I e 8oo rs. a garrafa.
rs. a libra. dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
Queiios do reino chegados neste ultimo va- garrafa.
por a 3,ooo. Charutos em grande quanlidade e de todos os
dem prato fis melhores emais frescos do' fabricantes mais a creditados a i,5oo,
mercado a 76o rs. a libra sendo inteiro. 2,ooo, 2,ooo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa,
dem londrino a Goo rs., e sendo inteiro a os mais baixos sao dos que por ahi se ven
oo rs. a libra, vende-se por este preco j dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
pela poiro que temos em ser. I Caf de premeira qualidade a 8.800 e 9,800
Biscoiles em latas do 2 libras das seguintes | rs. arroba.
marcas : Osborne, Crakntl, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,000 rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fance, Machine coutras mu-
tas a i,3oo e i 4oo rs.
la e camas pelo barato preco de D5 o par, sendo o p0ivos ci1Crados ltimamente do Porto a 32o
melhor que ha no mercado : na ra da Imperatriz *l j>
Baladi'mha de Craknel cm latas de 5 libras
bruto a 4,ooo rs.
n. 60, de Gama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
prias para cama pelo barato preco de 55 cada nma
na ra da Imperatriz n.60, de Gama & Silva
\s |>rccalas do Pavo.
Vend
dem iagleaas era barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
IflA
de trabalhar a mo para
descarocar algodo
F\BIUCADAS
Por Plant Brothers & 0.
0LDA1
Estas machinas
podem descarocar
rjualquer especie
jde aigodao
estragar o fio,
[sendo bastante
duaspessoaspara
otrabalho; pode
descarocar urna
arroba de algo-
do em caroco
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por dia ou 5 ar-
robas de algodo
limpo.
Esta machina
a nica que
possue as vantigens de nao destruir o fio do al-
godo c do fazer render o dobro de qualquer ou-
tra com menos trabalho, a sua introducto para
as provincias deste imperio ser de muito valor
para todos os interessados na lavoura do paiz.
Assim com machinas em ponto grande do mes-
mo systcma.oraql serem movidas por animaes,
agua ou vapor, pas uaes podem descarocar 18 ar-
robas de algodo ampo por dia.
O adgodo descansado por estas machinas tem
muito ais estimaco nos mercados de Europa e
vende-se por maiorpreco.
As maeliinas se acham venda nnicamenie em
cas* **
Sauoders Brothers & C.
X. II. praca do Corpo Manto
RECIFE.
Os aicos agentes neste paiz.
^adoH^a^rS^nliS'v^^- CarlOeVcom bolas francezas proprios para
r. lo barato preco .le 600 r>. o covado, ditas: mimos ou para anjos que vao as procis-
de istrinha mnito miudinhas proprias para vestidos I Syes a (j00 rs. ca,la um.
e ronpas de meninos c meninas pelo birato preco: p g ag m^ mrs q0 merca(l0 a .'t00
de 500 rs. ; s o l'avao a ra da Imperatriz n. 60, i "
loja de Gama & S;lva. rs. anua. ......
' ^s Figos de comadre em htas de 4 e 8 libras
Os soiieaubarques do Pa>ao daffl hermeUcamente a i4oo e 2,2oo
l,*f c 1 *& so o Pavao. .
Vendem-se os mais lindos souteanbarques que i '- d uu": ... Q
tem vindo ltimamente de laazinha e caxemira n-; dem em catxinbas de 8 libras a 1,800, C
cimente bordados e enfeitados, cores muito delica- 24o rs. a libra.
das pelo barato preco de 105 e 155 ; fazenda esta Nozcs m,]|l0 novas a \Q rs. a libra, e 4,000
que em oulras lojas so vendem por 205 c zo5, e
s para liquidar : na loja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
As chitas do Pavo a '0-1OO e
^oo o corte.
Vendem-se cortes de chita com doze covados
cada corte, ditos com dez covados a 25400, fazen-
da muito boa, e que nao desbota, s na loja do Pa-
vo tem esta pechincha ; a ra da Imperatriz n.
sem eo de Gama fl Silva.
.Sas de una s cor.
Vendem-se lazinhas de urna s cor, sendo en-
carnada, azul, cinzenta, cor de caf, lirio claro, li-
rio roxo cor de perola pelo baratissimo preco de
640 o covado, fazenda mnito fina s o Pavo, ra
da Imperatriz n. 60 loja e armazem de Gama &
Silva.
Panno de linho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lences, toalhas e ceroulas pelo
barato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura a 25500, aigodaozmbo
monstro com8 palmos de largura a 15. pecas de
Hamburgo com 20 varas a 95, 105 e 115, pe?asde
madapolo fino a 75500, 85, 95 e 105, ditas de
algodozinho a 65, 65500 e 75, e outras muitas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
aflm de apurar dinheiro : na loja do Pavao ra da
imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
O bramante do Pavo com doze
palmos de largura.
Vende-se bramante de linho puro, mnito fino com
>
MBS.
Va fabrica de sabio da roa do Rangel n. 34 con- tem vmdoda Americ
ino-se a vender sabo amarello massa, tanto em Papara liqn.dar:
iu como a retalho, a 300 n. a libra. 'hSo a roa da Unpe
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 8oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinlios engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a io.ooo e
1 ,ooo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs. a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composiejo a 5G0 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Farinha do Maranbo a 240 rs. a libra.
Ricas caixas com figos a i.ooo rs. cada urna.
Ricos livros com figos 1 ,ooo rs.
doze palmos de largura o melhor e'mais largo que Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
vindo ao mercado pelo barato preco de 258001 va a 80 rs. a libra, e 2,500 a arroba.
tem
rs.a vara ; s na loja do Pavo de Gama & Silva, I Gar^fes ^m 4 I/, garrafas de vinho supe-
aua da Imperatriz n. 60.
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
Vcnde^ePas^ 'A de venagre a i ,00o rs. o
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor francez,! garrafao.
pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas de lis-; vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas
trinha muito miudinhas proprias para vestidos e| 15 000 rs. COm aancoreta
roupas de meninos e meninas pelo barato preco
de 500 rs.: s o Pavo a ra da Imperatriz n. 60,
loje de Gama A Silva.
Os bales do Pavo.
Vendem-se crinolinas ou baldes de 30 arcos tan-
bratcos como de cores, sendo americanos qu#
sao os melhores por se nao quebrarem a 35<>00.e
de 35 arcos a 45, ditos de musselina com babados
45, ditos para menina a 25 e 35 : na loja do Pa-
vao ra da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
O Pavo vende 8
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Pia, com lindas barpas de seda, sendo che-
pelo nltimo vapor francez pelo barato pre^o
de 85 cada um : s na loja do Pavo ra da Impe-
ratriz\n. 60, de Gama & Silva.
baldes do Pavo.1
A 2:9500 s o Pavo.
Vende-s bales com 20, 25 e 30 arcos pelo ba-
ratissimo preco de 25500, assim como tem um
completo sortimento de baldes para meninas de to-
dos os taroanhos peKbaratissimo pre?o de 25500,
notando que sao baloek.de arcos os melhores que
tem vindo da America Ingleza, vendem-se por este
na loja e armazem do
Imperaba,Vda Gama & Silva.
ios
\OM
(Vio se engaueua com a mitra)
1 HI (OS !
Nao leiam este annuncio com precipilaro.
Confronten) os precos dos oulros annuneiantes.
Venham ver os gneros que temos expostos a venda.
A vista faz fe.
N3o temos palavras bombsticas.
Nao nos enculcamos o primeiro recebedor de conta propria.
Nao desacreditamos ao collega porque nao quiz ser nosso socio.
Val a quena toca.
Para abastecer a todos os habitantes desta bella provincia ainda nao sao sufficieti-
tes as casas que actualmente oxistem abertas com grandes proporces para terem um
magnifico sortimento de molhados ; assim, pois, os propietarios do Armazem Principal
nao invejam a sorle dos seus collegas.
Habitantes de Periiambueo.
Nos temos um excedente sortimento dos melhores gneros que se pode adiar
em nosso mercado. Vinde ao nosso estabelecimento, e se a vossa boa fe fr Iludida
urna s vez ao menos, castigai-nos nao voltando mais a nossa casa.
Amendoas confeitadas de bonitas cures a dem de Hol'anda em garrafoes com 24
l,ooo rs. a libra. garrafas a 7,2oo rs. com o garrafao.
dem de casca muito novas a 3oo rs. a libra. Lentilhas excedente legume para sopa e gui-
Avellas a 2oo rs. a libra. zados a 2oors. a libia.
Ameixas francezas em caixinhas com lindas Licores francezes do todas as qualidades a
estampas a I,2oo, 1,400 e i,Coo rs. cada: 800 c l.ooo rs. as garrafas grandes.
urna. .Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800 e
dem em frasco de vidro com rolha do mes-j 96o rs. a libra.
mo ou de metal, a l,2oo e I loo rs. ca- dem franceza nova j deste auno a Goo rs.
da um. a libea, e SCo rs. em barris inteiros.
dem em frasco grandes 2,5oo rs. cada um. Marmelata especial dos melhores fabricantes
dem em latas de 1 lt e 3 libras a l,2oo e de Lisboa a Goo e C4o rs. a libra, ha latas
roba e 26o rs. a iibra.
Arroz do Maranbo a 12ors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,Coo rs. a libra.
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,ooo rs. ar-
roba, e 32o rs. a libra.
dem de sebo muito dura fingindo esparmace-
le 36o rs. a libra.
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52o rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.ooo rs.
dem almaco pautadoe liso a 3,ooo rs. a resma
dem de peso pautada e liso a 2,5oo rs. a
resma.
dem a zul de botica ou fugueteiro a 2,2oo rs.
a resma.
Idemembrulhfl de l,2oo a i,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas cm latas de 1 '/ libra a
l,2oo cSoors. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle 1,000 rs. tamben) temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas ingiezas a 800 rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem afranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Cet veja Tenente verdadeira a 6,800 rs. a
duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a l,ooo rs. o molhoe
800 rs. o cento.
Chocolate porluguez hespanhol e francez de
l.ooo a l,2oo rs. a libra.
Genebra de Hollondaem frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixados em macos grandes
com 2o rs. o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a32ors. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito novb a 24o rs. a libra.
Cevaainha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 28o rs. a libra e 5,4oo a arroba.
Peixcs em latas a 1,000 rs. a lata j prompto
i comcr-sc
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs. ______m fregue
dem em pipa puro sera o batisnw a 2oo rs
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
dean* fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portuguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Botefim,
morangos, limo, uf, laranja, cidra, gin-
0 proprietario do grande armazem Unio e Commercm declara aos seus. regu
zes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a coramodidade de lodos e=>iipuiou
os raesmos precos nos seguintes lugares: ~
Uniao e Commercio ra do Qneimado- n. .
0 Verdadeiro Principal ra do Imperador p. 4U.
Bichas de Hamburgo.
2,ooo rs.
Arroz da India e Maranbo o melhor que se
p le desejar a loo e 12o rs. a libra e
2,8oo e 3,loo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa,
e 4,8oo rs. a caada,
dem francez clarificado em garrafas bran-
cas a 9oo rs. cada urna, e lo.ooo rs. a
caixa com 1 duzia.
Alfazema muito nova e limpa a 32o rs. a li-
bra.
Alpista a IGoalibra, e 4,6oo rs. a arroba.
Bolacbinlias de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio das seguintes qualidades: aguae
sal doces, c imperitos em latas de C li-
bras a 3,ooo rs. e de 3 libras a 1,00o
rs. e em libra a 64ors., estas bolacbinhas
torna-se muito recoinmendavel com es-
pecialidade para os docntes.
Biscoilos e Bolachinhas de suda em latas, de
todas as qualidades c marcas que se pro-
curar a 1,35o rs. a la la.
Bollos francezes em cartes e de diversas
qualidades a Go rs. cada om.
Banba de porco verdadeira refinada a 4oo
rs. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a 160 rs. a libra.
Bolachinhas ingiezas ltimamente desembar-
cadas a 24o rs. a libra e 2,ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
al boje tem vindo a nosso mercado a
18,000 rs. o gigo, l,5oors. a garrafa in-
leira, e 800 rs. as meias.
Cha uxim o melhor que se podo desejar e
que outro qualquer nao vende por menos
de 3,ooo a 2,7oo rs. a libra
dem perola especial qualidade a 2,6oo e
2,8oo rs. a libra, garanle-se a qualidade
d'este cha
dem hysson o melhor que possivel en-
contrarle a 2.4oo c 2,6oo rs. a libra.
dem do Rio em latas de 2, 4, G e 8 libras
a l,2oo e l,4oo rs. a libra.
dem preto muito lino a l,6oo rs. a libra.
Chocolate das melliores qualidades, francez,
hespanhol e suisso a l.ooo, l,2oo e -I,loo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos Por-
tado de Simas em {'i caixas das seguin-
tes marcas Parizicnces, Suspiros, Dili-
cias, Napoleese Guanabaras a 2,3oo rs.,
eem caixas inteiras Trovadores a 3,ooo
rs. cada urna.
dem de outros muitos fabricantes e de
diflerentes marcas para l,5oo rs. as mei-
as caixas de suspiros a l,6oo, 2,ooo e
3,ooo rs. as caixas inteiras.
Conservas ingiezas a 800 rs. o frasco.
dem franceza a 5oo rs.
Cognac inglez das melliores marcas a l.ooo
rs. a garrafa e lo,ooo rs. a duzia.
dem francez suporior qualidade 800 rs. a
garrafa e 9,ooo rs. a duzia.
Cominho e Erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Copos finos para agua a 5,ooo rs. a duzia, e
5oo rs. cada uro.
Caf do Rio superior a 28o e 32o rs. a li-
bra, e 8,800 e 9,5oo a arroba.
Doce fino de goiaba a 600 rs. o caixo.
Ervilhas portuguezas ltimamente chegadas
a 7oo rs. a lata.
dem seccas a ICo rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de ararula verdadeira a 32o rs. a
libra.
Figos -em caixinhas muito bem enfeitadas a
a l,ooo rs. cada uma.^
dem em latas ermilicamente lacradas a
l,5oo e 2,5 jo rs. cada urna.
dem em caixas de arroba a 2,5oo rs. ca-
da urna, e2oo rs. a libra.
Graixa muito nova a loo rs. a lata e l.ooo
rs. a duzia.
Genebra de Hollando em frasqneiras com 12
frascos por C.ooo rs. e 56o rs. o frasco.
dem de laranja a l.ooo rs. os frascos gran-
des e ll.ooo rs. a caixa com 12 frascos.
dem de Hollanda era botijas a 4oo rs. ca-
da uma. .
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,t rs. com a garrafao.
(M)
Vende-se bichas de Hamburgo, as melhores que
m. < de 13 16 anuos, de boa tem vindo a este mercado, por preco moito barato :
Vende-se urna arn de ? M rQa na raa NoT| ,. C| defr0Dte da ,,,,. camara mu-
i-^TJ til *->----- f ^
fisura, engomma e cooha com perfeicao
do Livramento n.""
.Dieipal.
de differentes tamanhos.
Massa de tomate em latas de i libra SCo rs.
cada uma.
dem para soda estrelinha, pevide e rodinha
em caixinhas surtidas a 3,ooo e 3,800 rs.
cada uma e 5oo rs. a libra,
dem macaran, lalerim e aletria a 4oo rs.
a libra.
Mostarda franceza preparada em frasco a 4oo
rs. cada um.
Molho inglez em garrafinhas com rolhas de
vidro 6lo rs. cada uma.
Marrasquino verdadeiro de Zara a l,ooors.
a garrafa, lo.ooo rs. a caixa com 1 duzia.
Nozes muito novas a I (Jo rs. a libra.
Prezunto de fiambre superior a Coo rs.
dem do Porto para panella a 5oo rs. a libra.
Passas novas a 48o rs. a libra.
Peixe em latas de differentes qualidades co-
mo, savel, corvina, govas, pesradinhae
outros a l.ooo rs. a latas.
Palitos para denles a 1 lo c ICo rs. o masso
dos melhores.
Paineo o mais novo e limpo a 16o rs. a libra.
e 4,5oo rs. a arroba.
Palitos do gaz a 2,100 rs. a groza, 2oo rs. a
duzia, c 2o rs. a caixinhas.
Qucijos fiamengos chegados nesle ultimo va-
por, a
dem pralo muilo fresco a 800 e 9oo rs.
a libra.
dem suisso a melhor qualidade que al ho-
je leni vindo ao nosso mercado a 800 rs.
a libra.
Sal refinado em potes de vidro a 5oo rs. ca-
da um.
Serveja das melhores marcas a 6,000 rs. a
duzia, e 56o rs. a garrafa.
Sardinha de Lisboa e Nantes em qoartos e
meia latas a 38o 58o rs. cada nma.
Sag mnito novo e alvo a 2io rs. a libra.
Sovadinlia de Franca lo rs. a libra.
Sevadaa loo rs. a libra, e 2,8oors. a arroba.
Traques de 1.a qualidade a 8,5oo rs. a cai-
xa, e 22o rs. a carta.
Toucinho novo de Lisboa a 24o e 32o rs. a
libra.
Tijollo para limpar facas a 15o rs. cada um.
Vinho em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
melhores marcas a 3,8oo rs. a caada, e
5oo rs. a garrafa.
Idem[do Porto Lisboa e Figueira de marcas
menos conhecidas a ioo rs. a garrafa, e
2,8oo rs. a caada.
dem Colares especial vinho a Goo rs. a gar-
rafa.
dem Uvradio muito fresco nao levando com-
posico a 56o rs. a garrafa, e 4,ooo rs. a
caada.
dem branco de uva pura a SCo rs. a gar-
rafa, e 4,5oo rs. a caada.
dem mais baixo a 4oo rs. a garrafa, e 3,ooo
rs. a cariada.
dem Bsrdeaux emcaixasde 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a C,5oo e 7,oo>
rs. a caixa.
dem muito especial (pie raras vezes \em ao
nosso mercado a l,2oors. a garrafa, ga-
rante-se que por este mesmo preco d prf
juizo e s se encontra n'este armazem
dem do Porto em caixas com 12 garrafas
das seguintes marcas Lagrimas do Douro,
Duque do Porto, Genuino, Velho Particu-
lar, malvasio fino, D. Pedro V, D. Luiz
I, Neclar c oulros a 9,ooo e lo.ooo rs.
a caixa e 9oo a 1,000 rs. a garrafa.
dem Muscalel superior a l.ooo rs. a garra-
fa, e lo.ooo rs. a caixa com 1 duzia.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrata
e 2,loo rs. a caada.
dem em garrafoes com 5 garrafas a l.ooo
rs. com o garrafao.
Vassouras do Porto de arcos de ferro a 32o
rs. cada uma
dem de escora para esfregar casa 3Go rs.
cada uma.
Vellas de espermacele superiores a 0G0 rs.
a libra, e 52o rs. em caixa.
dem de carnauba refinada e de coraposicao a
30o rs. a libra, e de 10,000 a H.oo rs. a
arroba.
Empreza daiuminaco
gaz.
Todas as vendas de apparelhos e reclamacoes
(por escripto dando o nome, morada, data, etc.),
devera ser feilas no armaiem da rna do Imperador
n. 31. Os maehinistas mandados para atlender a
estas, apresentaro nm livro que os reclamantes
devero assignar logo depois de prompto o servio
reclamado ; isto para que a empreza fique sciente
de haverem os mesraos senhores sido devidamen-
te attendidos.
AGENCIA

DA
Ferros para onrlvrs.
Na ra larga do Roaarlo n. 21, loja dej nes,
vendem-se todos os ftrras e utencilios da flrrws.
FUNSICiO DE LOW-M00R.
Raa a Senialla nava 1. 42.
Neste estabelecimento contina a ha ver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos 01
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston 4 C.,
roa da SenzUa Nova n. 42.


Miarlo de rernaaafcaeo Quinta elra 13 de Jim lio de t.
Santa Cruz
numero
12 e 84.
Esquina dai
ra do
Sebo n. 12-
e84.
ILHANTE AURORA
AURORA BRILHANTE
GRANDES ARMAZENS DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandes Pires proprietario dos armazens de raolhados denomina-
dos Bnlliante Aurora e Aurora Brilhante, ao largo da Santa Gru ns. 12 e 8i (esquina
da ra do Sebo), faz scienle ao respeilavel publico testa eidade e do interior que nos
seus importantes estabeleciinentos vender sempre gneros novos e do primcira quali-
dade e vender a todos pelo mesmo preco.
O completo sortimento de todos os gneros finos e grossos que costumam ter outros
estabelecimentos dosla ordem se encontrarao sempre nos armazens da Brilhante Aurora
e Aurora Brilhante c sempre em grande escala a vontade dos Srs. compradores.
O proprietario dos armazens Brilhante Aurora e Aurora Brilhante pede a todos os
senhores e senhoras que quando tiverem de mandar suas relacSes a estes estabelecimen-
tos por seus criados seja em carta fechada on com grande recommendacao a estes arma-
zeas, certos de que serao to bem servidos como se viessem pessoalmente.
A Briliante Aurora e Aurora Brilhante troca qualquer um genero que por acaso
nao agrade erecebe as libras esterlinas a 9,sendo por compra: atabella de seus gneros
sera mudada todas as semanas.
Amendoas confeiladas parasortes a libra i&. Vinho muscatel duzia 105 e garrafa Id
Manteiga mgleza llor a 800, e 960 rs. Dito branco proprio de Lisboa caada 45800
e garrafa 6i0 rs. ^^
barril a Vinho branco de muito boa qualidade cana-
da 45 e garrafa 480 rs.
Dita mais abaixo a 640 e 720 rs.
Dita franceza nova libra 640 e e u
600 rs da 45 e garrafa 480 rs.
Chocolate sant muito novo atS200 a libra. Dito Xerez fino a caada 7300 c garrafa
Cha perola o mellior que ha ( redondo) a < IS200.
libra 35200.
Dito dito mais abaixo a 25300 e 25800.
Dito uxim muito fino a 25800 e 35.
Dito hysson superior a 25600 e 25800.
Dito mais abaixo a 25 e 25300.
Dito prcto muito fino a 25300.
Dito em massos a 25.
Dito do Hio em latas de 4, 2 e 1 libra a
15500.
Caf de moca superior arroba 105300 e 11-1 Dito de ama garrafa a 560 rs.
bra 400 rs. j Dito de laranja verdadeira a 15200.
iito do Hio e do Cear arroba 95300 e libra Duzia de graxa latas grandes a 15.
Dito Made:ra seca caada 105 c garrafa 25.
Dito em caixas de urna duzia do l'orto dos
melhores autores a 125, 145 e 165.
Garrafas com licor fino francez e portuguez
a i j>
Ditas com vinho de caj muito claro a 15.
Ditas com mel de abelha puro a 15.
Frascos com genebra de Holland,
pe
ralas a 1-5.
Hollanda de 2 gar-
320 rs.
Dito mais abaixo arroba 85300 c libra 280.
Barricas com bolachiua ingleza ingleza nova Ditas matares a 600, 640 c 720 rs. a libra.
Caixas com 23 massos do velas de sperma-
cete a 560 rs. a libra.
i
a 35-
Latas com bolachinha de soda de 3 libras
a 25300.
Ditas com ditas soriidas de 2 libras a 15400.
Frascos com ameixas franeczas .- o frasco
val o dinheiro a 25800 e 35.
Latas com ditas a 1-5400. 25200 o 'i-5.
Dilas cun ligos de comadre a 15300.
Caixinhas hermticamente lacradas e iiroprias
para mimo a 25 c 25800.
Caixinhas com dita a 15,25500 c 35 de
arroba.
Presunto de Lamego muito novo a libra 5-0
rs. intriro e a reialho 600 rs.
Cliouricas e paios novos a libra 800 rs.
Latas com chooricasi
Caixa; com urna arroba de velas do Araca-
ty 103300 e libra 400 rs.
Dita.- de rompos-cao arroba 105 e libra 360
Sacros grandes com farinha de Goianna mui-
to boa a 35300.
Dito de l'orto Alegre melhor que de Muri-
beca a 65.
Ditos con! niilhonovo com 24cuias a 45000
Dito com fjrello de Lisboa 120 libras a
5*600.
Dito coni arroz de casca a 55300.
Duzia de garrafas de serveja branca e prcta
l .>-5Sii'> e em barricas a 55300.
Arroz do Maranhao em sacecs arroba 24600
e til ra lJrs.
.mguiras novas vin- Dito da India e Java arroba 35 e libra 120
das ueste vapor com 9 libras por 65500. Araruta verdadeira arroba 85 c libra 320
Hitas com peixe ensopado de militas quali-1 rs., matarana.
dades a 15.
Ditas com ervilhas francezas e jortuguezas
a 880 rs.
Ditas com feij.io verde francez a 800 rs.
Ditas com massa de tmale novo libra
OR* "60 rs.
ft Ditas com ostras a 720 rs.
CP uitas com marmelada dos melbores autores
GflP de Lisboa a libra 640 rs.
9),V) Potes com mu^arda franceza preparada a
TP libra 480 rs.
Jj^ Francos com conservas de pepinos, mexides
4i\V e ;i7,,i'onas verde a 15.
itp Dita dita franceza a 800 rs.
Cigos com trinia e tantas libras de btalas
novas a 35500.
Queijos novos do vapor 35290 e 35300.
Ditos de prato enplicado a 15.
Dito suisso a 800 rs.
Dito de manteiga do Serid a 800 rs.
Caixas com passas novas u> 1 arroba 75.
meia 35300 e quarto 25 e libra 480 e
640 rs.
amendoas com casca a libra 240 rs. e arro-
ba 65
Jfozes libra 160 e arroba 55.
Caixas e meias ditas com charutos finos da
Baha dos melbores labricantes de Jos
Fuado de Simas, Beis e outros, sendo
Suspiros, Parisienses suspiros, Delicias.
Normas de Havana, Ezposiciio, Almiran-
tes, Barateiros, varetas, Guanabaras, Re-
Gomma do Aracaty para engommar arroba
* libra 160 rs.
libra
Tapioca ou farinha do Maranhao nova
166 rs,
Bnrilhas seccas muito novas libra 200 rs
Sag sevadinha a 240 rs.
Sevada arroba 35200 e libra 120 rs.
Graxa de boio 97 a 280 rs.
Sabio massa a 200, 240 c 280 rs. a libra.
Dito hcspaBhol verdadeiro a 400 rs. a libra.
Balaio-do Porto diversos tamaitos de 320
a 25.
Capad] pS para portas de varias cores a 600.
7o') e 800 rs.
Grao de bico arroba 45300 e libra 160 rs.
Paioco anvba 35300 e libra 200 rs.
Milho ,'.|)ista arroba 45800 e libra 160 rs.
Azeite doce de Lisboa garrafa a 640 rs.
Vinagre de Lisboa ranada 15300 c garrafa
200. 2io e :12o rs.
Massos de palitos de dentes com 20 massi-
nliosa 160 re.
Tijolos de mpar facas a 160 c 120 rs.
Caixas rom 40 cartas de traques a 95300 o
a carta 280 rs.
Resmas de papvl almaeo paulado a 55.
Ditogreve liso o melhor que ha a 45500.
Dito de peso e pautado a 25500 o 25800.
Garrafdes com 25 garrafas de verdadeira
genebra de Hollanda por 85500.
Azeite de coco garraa 560 rs. c carrapato
360 e caada 25300.
galia imperial, Acadmicos de Olinda, Se- C.aixoes com doce de goiaba a 640,800 e 14
nadores e Apraziveisde 15500 a 85 a cai- Toucinho de Lisboa arroba 85300 c libra
xa de 30 a 100 charutos. 320 rs.
Grozas de caixinhas de palitos do gaz a Dito de Santos arroba 75 e libra 280 rs.
25200 e 200 rs. a duzia. Molhos com grandes ceblas a 15600
Barriscom azeitonas novas a 3, e 45 bar- Cento de dita solta a 15500.
ns grandes. Mauncos Je albos a 240, 320 e 400 rs.
V. assouras do Porto piassava muito seguras Esleirs de varias qualidades.
a 400 rs. Cordas de postar e de andaime.
izeite rfoce francez dos melhores fabrican- Favas da iiha de S. Miguel arroba 35200 e
tes caixa 105e agarrafa 15. I libra 120 rs.
Caixas com vinho Bordcaux branco e tinto Copos lapidados para agua e vinho a 35500
S. Julien, S. Estife e outros a 75500 e 85. 55S00. 65 e 75.
Vinho do Porto fino em barris de 5" que ra- Ditos lisos para varios procos,
ras TCzes apparece por 805 eem caada a Calix lapidados grandes e pequeos duzia
55500 e garrafa a 800 rs ___ | 3,4 e 55 ; e 400 e 501) rs. cada um.
Dito da F.gueira puro caada 45 e 45500 e Massas para sopa macarrao, talharim e ale-
garrafa a 480 e oGOrs. tria a 480 rs
Dito de Lisboa de boas marcas a 35500 c Estrelinha e pevide libra 560 rs.
45 e a garrafa a 440 e 480 rs. 1 Xaropes de fructas nacionacs a garrafa
Cognac, verdadeiro a garrafa 15 e 15280. 500 rs.
E muitos outros gneros que nao possivel men-
eiona-los todos de primeira qualidade.
Sf to / "^KSSlA Bnlhante Aurora e Aurora Brilhante vender muito embora bara-
10, trias 3, uiyHbilWO.
.\o armazem de fazenda s baratas de
Santos Coelho, ra do Queimado, n.
19, vende-seo segointe*
Allcnce.
Laazinhas.
Ricas laazinhas para vestido, fazenda a melhor
que tem vindo ao mercado, tanto em gosto como
um qualidade da fazenda, pelo baratissimo preco
de 560 rs. o covado.
Laazinhas miudinhas carmezins, proprias para
vestidos de meninas, e camisinhas a 640 o covado.
Cortes de la com 13 covados pelo baratissimo
preco de 65-
1'obertas de chita da India pele baratissimo preco
de 25500.
Lencoes de panno de linho a 35.
Lencoes de bramante de liohe fino pelo baratissimo
preco de 35*00.
Bramante de linho fino com 10 palmos de largura
pelo baratissimo preco de 25500 a vara,
.-itoalhado adamascado proprio para toalhadmesa
a 25000 a vara.
Oimbraia de forro a 25600 e 35200.
Guardanapos adamascados a 35800 a duzia.
Toalhas alcochoadas proprias para raaos a 5'5 a
duzia.
Cortes de calca de ganga amarella de listras e
ce quadros, pelo baratissimo preco de 15200 e
aorta.
Cambraia adamascada com 20 varas, propria
para cortinado, pelo baratissimo preco de IO5OOO
a pega.
Ricos cortes de la Mara Pia pelo baratissimo
preco de 185-
Pecas de cambraia de om 8 1|2 varas
pelo baratsimo preco de 45-
Pegas de piatilha de alfodao com 10 varas, pro-
pria para sais a 45200.
,;s,'r*8'da india, proprias para forro desala,
oe 4,5 e 6 palmo de larftira, por menos preco do
que em oulra qualquer parte.
Neste armazem tambem se encontrar um glan-
de sortimento de roupas feilas, e por medida.
(o
3 u ri S" sr q. H 5"S.X .
~. 3' 4: M O.
;"l! ai
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TO i.
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2&
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a u> M
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re
a.
>"o-.cfi3!j2re ^o-scb
" aS m a> ; t? "^ B
- M -- tt5SiB
GRANDE ALLIANCA
57 RA DO IMPERADOR 57
Paulo Ferreira da Silva & Companhia
Grande sortimento de motilados era grosso e a realho. nico armazem aue mais
vanlagens offerece ao publico.
0
NEM COROAS NEM MITRAS

Deseug-anem-se todas.
K
K
K
O
O
o
Allhtuen o verdaileiro homem do progressso.
%lllau^a o rerdadeiro e principal armazem de molhados.
Allian^a o armazem que vende mais barato.
K o Allian^a o armazem que vende os melhores gneros.
K e Allian^a o armazem onde preside o mellior aceio.
Fiquem todos sabedores desta verdade,
Venliam todos ra do Imperador n. 57.
Yenham ver os gneros que temos expostos a venda.
PARA AS
R
s. joto
de bonitas cores a
Amendoas confeiladas
800 rs. a libra.
dem de casca muito nova a 3oo rs. a libra.
Arelas a 2oo rs. a libra.
Ameixas francezas em caixinhas com lindas
estampas a l,2oo, I,4oo e 1,600 rs. cada
urna.
dem em frasco de vidro com rolha do mes-
mo ou de metal, a I,2oo e i,ioo rs. cada
um.
dem em frasco grandes a 2,5oo rs. cada
um.
dem em latas de I e 3 libras a i,2oo e
2,ooo rs.
Arroz da India e Maranhao o melhor que se
pode desejar a loo e 12o rs a libra e
2,8oo a 3,4oo rs. a arroba.
j Azeite doce de Lisboa a Goo rs. a garrafa, e
4,800 rs. a caada.
dem francez clarificado em garrafas bran-
cas a 9oo rs. cada urna, e 10,000 rs. a
caixa com I duzia.
Altaran muito nova e limpa a 32o rs. a li-
bra.
Alpista a IGo rs. a libra e 4,600 rs. a ar-
roba
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio dasseguintes qualidades: agua e
sal doces, e imperiaes em latas de 6 libras
a 3,000 rs. e de 3 4,'i libras a 1.5oo rs.
e em libra a 64o rs., estas bolachinhas
torna-se muito recommendavel com espe-
cialidade para os doentes.
Biscoitos e Bolachinhas de soda em latas de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a 1,35o rs. a lata.
Bolos francezes em cartes e de diversas
qualidades a 61o rs. cada um.
Banha de poico verdadeira refinada a 4oo
rs. a libra c em barril a 38o rs.
Batatas novas a 16o rs. a libra.
Bolachinhas inglezas ltimamente desembar-
cadas a 24o rs. a libra e 2,ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
at boje tem vindo ao nosso mercado a
l8,ooo rs. o gige e l,5oo rs. a garrafa
^ inteira, e 800 rs. as meias.
Cha uxim o mellior que se pode desejar, e
que outro qualquer nao vende por menos
de 3,ooo a 2,Too rs. a libra,
dem perola de esp cial qualidade a 2,600 e
2,8oo rs. a libra, garante-se a qualidade
d'este cha.
dem hysson o melhor que possivel encon-
trar-se a 2,4oo e 2,6oo rs. a libra,
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
a l.2ooc l,4oo rs. a libra,
dem prelo muito fino 1 I.600 rs. a libra.
Chocolate das melhores qualidades, francez,
hespanhol c suisso a 1,00o, l,2oo e l.ioo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos Fur-
<
FESTAS
E S. PEDRO.
GUARDE
ARMAZEM
DE
RA RO IMPERADOR \. 14)
Junto ao sfbrado em que mora Sr. 0>borne,
Para a festa de Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro.
Diiarie %I me I da f: c, receberam de siia propria enrommea-
a o mais lindo e variado sorlimcnto de molhados, prDrios
da presente estaeao. K K
Manteiga ingleza Macas brancas
m^%S VQdarKneslc,vapo^de!Lde parasopa a me,hor que se pode desejar,
macarrao, talharim e aleiriTa 400 rs.
maio a 900 rs. a libra e da velha a 800 e
850 rs. a libra.
Manteiga franeeza
da safra nova a 600 rs. alibra.
Amendoas
confeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Traques
de n. I os mais superiores do mercado a
8500 a caixa e 220 rs. a carta
Ameixas
lOem de Hollanda em garrafoes com 24 gar-
rafas a 7,2oo rs. com o garrafao.
Lentilhas excellente legume para sopa e gui-
pados a 2oo rs. a libra.
Licores francezes de todas as qualidades a
800 e 1,000 rs. as garrafas grandes.
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800
e 96o rs. a libra.
dem franceza nova j deste anno a 600 rs.
a libra, e 58o rs. em barris inteiros.
Marmelada especial dos melhores fabrican-
tes de Lisboa a 600 e 64o rs. a libra, ha em frascos de Vldr0 com 3 libras liquido a
latas de differentes tamanhos. 2*00' mmt0 propios para mimos.
Massa de tomate em latas de 1 libra a 56o I CartoeS
m2?2" ... ., s. com bolos francezes a 500 rs. cada um.
dem para soda estrellinha, pevide e rodmha y a.
em caiiinhas sorlidasa 3,000 3,5oo rs. cada -""
urna e 5oo rs. alibra.
dem macarrao, talharim c aletria a 4oo rs. a
libra.
Mostarda franceza preparada em frasco a 4oo
rs. cada um
Molho inglez em garrafinhas com rollias de
vidro a 64o rs. cada urna.
Marrasquinho verdadeiro de Zara a 1,000 rs.
agarrafa, Io,ooo rs. a caixa com 1 du-
zia.
com bolachinhas de soda de todas as qua-
lidades a I300.
Chocolates
de todas as qualidades a 1(5000 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs tambem
temos velhos para 500 rs.
Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 3Jooo.
dem prato
o melhor que se pode desejar a l.-)000.
Conservas inglezas
"60 rs.
o frasco.
Figos
Nozes muito novas a 16o rs a libra.
Prezunto de hombre superior a 600 e 800
rs.
dem do Porto para panella a 3oo rs. a libra.
Passas novas a 48o rs. i libra. ^ViXOV 'uo, lll>
Peixe em latas de diferentes qualidades co- aS mais n0vas I"0 se Pude esPcrar a
mo, savel, corvina, govas, pescadinha e
outros a 1,000 rs. a latas.
Palitos para dentes a lio e a 16o rs. o mas- em libras e camnliasTricamente donradas,
so dos melhores. proprias para mimos a 900 e 1;>200.
Pamco o mais novo e limpo a 16o rs, a '
bra, e a 4,5oo rs. a arroba.
Palitos do gaz a 2,loo ra. a grosa, eoo ..
a duzia, e 20 rs. a caixinha. qowqoeriilo pode vender por
Queijos flamengos chegados neste ultimo :{s a
vapor, a 3,00d
dem prato muito fresco a 800 e 9oo rs.
libra.
Cha uxim
o melhor que se pode desejar,
qualq
2*600.
dem perola
a: especial qualidade a 20700 rs. a libra.
que outro
menos de
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cu
a co
vi
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lado de Simas em i caixas das seguin-
tes marcas: Parizienses, Suspiros, Dili-
cias, Napolces e Guanabaras a 2,3oo rs.,
e em caixas inteiras Trovadores a 3,ooo
rs. cada urna,
dem de outros muitos fabricantes e de dif-
erentes marcas para 1,5oo rs. as meias
caixas, de suspiros a i,600, 2,000 e3,ooo
rs. as caixas inteiras.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco,
dem franceza a 5oo rs.
Cognac inglez das melhores marcas a 1,000
rs. a garrafa e lo,ooo rs. a duzia.
dem francez superior qualidade a 800 rs.
a garrafa e 9,ooo rs. a duzia.
Cominho e erva-doce a loo rs. a libra.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Canella a l,ooo rs. a libra.
Copos finos para agua a 5,ooo rs. a duzia, e
5oo rs. cada um.
Caf do Rio superior a 280 e 320 rs. a libra,
c 8,800 e 9,5oo a arroba.
Doce fino de goiaba. a 600 rs. o caixo.
Ervilhas portuguezas ltimamente chegadas
a Too rs. a lata,
dem ceceas a 16o rs. a libra,
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 320 rs. a
libra.
Figos em caixinhas muito bem enfeitadas a
l.ooo rs. cada urna,
dem em litas ermiticamente lacradas a
l,5oo e 2,5oo rs. cada urna,
dem em caixas de l/t arroba a 2,5oo rs.
cada urna, e 2oo rs. a libra.
Graixa muito nova a loo rs. a lata e 1,000
rs. a duzia.
Genebra de Hollanda em frasqoeiras com 12
frascos por 6,000 rs. e 560 rs. o frasco
dem de laranja a l.ooo rs. os frascos gran-
des e H,ooo rs. a caixa com 12 frascos,
dem de Hollanda em botijas a 4oo rs. cada
urna.
dem era garrafoes de 16 garrafas a 4,8oo
rs. com o garraf3o.
dem suisso a mellior qualidade que at bo-
je tem vindo ao nosso mercado a 800 rs.
a libra.
dem londrino a 9oo rs.
Sal refinado'em potes de vidro a Soo rs,
cada um.
Carreja das melhores marcas a 6,000 rs. a
duzia, e56o rs, a garrafa.
Sardinha de Lisboa e Nanles em quartos e i
meias latas a 38o e 58o rs. cada tima.
Sag muito novo e alvo a 2io rs. a libra.
Sevadinha de Franca 18o rs. a libra.
Sevada a loo rs. a libra, e 2,8oo re. a ar-
roba. "
Traques de l.1 qualidade a 9,5oo rs. a cai-
xa, e 2io re. a carta.
Toucinho novo de Liiba a 2fe) e 32o rs. a
i I ira.
Tijolo para mpar facas a 15o rs. cada um.
Vinho em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
melhores marcas a 3,800 rs. a caada, e
5oo rs. a garrafa.
dem do Porto Lisboa e Figueira de marcas
menos conhecidas a 4oo rs. a garrafa, e
2,8oo rs. a caada.
dem Colares especial vinho a 600 re. a gar
rafa.
IdemLavradio muito fresco nao levando com-
composicao a 56o rs. a garrafa, e 4.000
rs a canada.
dem branco de uva pura a 56o rs. a garra-
fa, e 4,5oo rs. a canada.
dem mais baixo a 4oo rs. a garrafa, a 3,ooo
rs. a canada.
dem Bordeatix em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 6,5oo e ",00o
rs. a caixa.
dem muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 1.2oo rs a garrafa, ga-
rante-se que por este mesmo preco d
prejuizo e s se encontra n'este arma-
zem.
dem do Porto em'caixas com 12 garrafas
das seguintes marcas Lagrimas do Dou-
ro, Duque do Porto, Genuino, Velho Par-
ticular, Malvasio fino, D. Pedro V, D.
Luiz I, Nctar e outros a 9,ooo e 10,000
rs. a caixa e 9oo e l,ooo rs. a garrafa.
dem Muscatel superior a 1,00o rs. a garra-
fa, e lo.ooo a caixa com 1 duzia.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo a garrafa e
2,4oo rs. a canada.
dem em garrafoes com 5 garrafas a 1.000
rs. com o garrafao.
Vassouras do Porto de arcos de ferro a 32o
rs. cada urna.
dem de escova para esfregar casa a 36o rs.
cada urna.
Velas de espermacete superiores a 56o rs.
a libra, e 52o em caixa.
dem de carnauba refinada e de composifo
a 36o rs. a libra, e de lo.ooo a 11,000 rs.
a arroba.
Mein hysson
o mais aromtico que tem vindo ao nosso
mercado a 2,-$600.
Massas amarellas
para sopa, macarrao, talharim e aletria a
480rs. alibra.
ibra e 44500 a caixa.
Vinho
Figueira J A A e outras muitas marcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
dem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e
2800 a canada.
dem do Porto
generosos engarrafado dos melhores fabri-
cantes da eidade do Porto a 15 e 10200
a garrafa e de 100 a 12 a caixa, as mar-
cas stto as seguintes: Chamisso AFilho,
F. 4 M., Nctar ou vinho dos Deuzes,
lagrimas do Douro e outros muitos.
Latas
com 10 libras de banha a 40000.
Bolachinha ingleza
a 15800 a barrica da mesma que por ah
vendem a 25000 c 25400.
Alpista e Paiiifo
o mais novo do mercado a 140 rs. a libra
e 45400 a arroba.
Nozes
jas mais novas do mercado a 120 rs.a libra.
Cervejas
dos melhores fabricantesje de todas as mar-
cas de 45500 a 6*500 a duzia.
CHARUTOS
Charutos Thom Pinto,. Res e outros em
meias caixinhas a 15500.
Arroz
do Maranhao a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 25500 a 35000 a ar-
roba desses que vendem por 35400.
CAF
de 1.a e 2.a sorle do Itio de Janeiro a 85506
e 85800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libra.
arralos
com 4 1 i garrafas com vinagre a 15000 com
o garrafao.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 15000 o frasco, e de 110000
a caixa.
IDF.M
em frasqueiras de Hollanda a 55800 com
12 frascos.
GENEBRA
nm r COC"V,C,, o 'de Ho,,anda verdadeira em frasqtteira a 600
o minio afamado cognac Pal Brandy a 1,800 rs. cada urna.
rs. a garrafa c de outras muitas qualida-' PVLITOS
des a l.ooo e 800 rs. a garrafa. ; 0s verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a "roza
COPO* e2ors. cada caixinh.i.
lapidados para agua a 4,500 e 5,ooo rs. a LICORES
duzia, e a 440 e 5oo rs. cada um. finos de t0(las as qoadades, a lo.ooo a caixa
PAPEL
almaeo, greve, peso e deoutras muitas qua-
com urna duzia e a l.ooo a garrafa.
PASSAS
lidades de 2,2oo, a 4,5oo a resma do me- as mais mm (l() mercado a 9,5oo rs. a cai-
Ihor.
PAPEL
azul e pardo para embrnlhode l,4oo a 2,2oo
rs. a resma.
Corinthias
passas corinthias muito novas proprias para
podim a 800 rs. a libra.
Fumo
o verdadeiro fumo americano em chapa a
l,4oo rs. alibra
Vinagre
PRR em aneoretas de 9 caadas a 15,000 rs.
cada urna.
Cehollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e 1.000 rs. o molho.
xa e Soo rs a libra.
Marmelada
i dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
jam Abren e outros muitos a 600 rs. a
libra.
Pregunto
o verdadeiro prezunto de Lamego a 52o rs.
a libra.
ARROZ
Maranhao, Java e India, a loo rs. a libra e
de 3,ooo, a 3,2oo re. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas marcas a 56o rs.
a libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
de carnauba em caixas de arroba a 9,3oo c
caixa e 34o rs. a libra.
Os proprietarios do grande armazem o Verdadeiro Principal declaram aos seus
freguezes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a commodidade de todos es-
tipularam os mesmos precos nos seguintes lugares:
I niiio e Commercio ra do Queimado n. 7
0 Verdadeiro Principal i ua do Imperador n. 0
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
GAZ GAZ GAZ Charutos de Havana
Vende-se gaz da melhor qualidide a 125 de superior qualidade vendem-se em casa
a lata e em lotes de 10 latas para cima se de Schafleitlin d C, ra da Cruz n. 42.
far abatimento. no armazem do Caes do
Ramos o. 18 e ra do Trapiche Novo nu-
mero 8.
Aigodo da tlaltia
sacros Je assacar e roupa de escravo; tem ouro patente inglez.
^vender Antonio Lniz de Oiveira Aievedo 4
C-,i no seu escriptorio ra da Craz n. 1.
Roa la senzalla Vova n. 42.
Neste istabeleci ment vendem-se; tachas de
ferro coado libra a 110 re., dem do Lo* tica francs.
Moortibra a 120 rs. 1 co U
na da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston & C,
sellins e silhOes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavalios. e relogios de
At que chegon
um grande sortimento de bico e renda preta de
novo modelo chamado (guip) o melhor que se
pode desejar neste artigo e que se vende muito ba-
rato : na loja do gallo vigilante ra de re?po
n. 7.
INJECCAO RROW.
Remedio infallivel contra as gnorrheas
|Bf,.e recentes, nico deposito na bo-
ma di Cruz n. 22, pre-
Fabrica Con^Qffo da
Bahia.
Andrade & Reg, recebem constante-
mente e tem venda no seu armazem n.
34 da ruado Imperador, algodao d'aquel-
la fabrica, proprio para saceos de assu-
car, embalar algodao em pluma etc., etc.,
pelo preco mais razoavel.
Preparado por t ima ri.T r c\ pharmacenticos de S. A. I. o Principe Napolelo, laureado*
da Escola de pharmacia de Pars, ra de la Penillade, 7.
HiEm!iniaT,,,rbinM<;^rMan* delbal" de.um Pequeo volume nma forma agradare! t um gosto delicioso.
gg*y ?s medlc0'' KK>"i0 rdentemente reuniio distes dous medicamentos, todiTi, ipeur
HSSF**m** medie., em os qumicos o, m.ls distincto, o podero conS
Btf aqut; grigas portel a per^evenme* humana chao-se hoje sodada estas duas poderosas *L
mni. ?,mr-f UAtcof reslu';,d<,r Ppr edleneta, o ferr, be de nosso sangue, e consegaiate-
menus o reparador dos forcas e da uude alterada ou perdida. t-ucgoiine-
norr'h {iu.^.'^.n ,,u,f* *'repei?Dlc0 re6enerdof em mostrado muito elku sSo .- ,me-
men.tn?J^ fmA.TTSSffis drM d e,?ma8- 'M. 1gtSes penosas e tardas, Odres brancw,
SSIBd]^iiii^mPhitiimo. 'P^brecimento do ..ngue, ..^croful.s, os 3t-m produVo,
hn*n*^!5?,3.,mn,ri0.1qt" x,rP d e < 'wre fot ppllcado nos hospit.es de Part, elle
hoje o medicamento mais em voga, substituido, por usim diier, os medicamentos rrurinows cohecido..
O prwriecto encerra numeroso certlflcados de muitoi membros da Academia de Medicina e profesin.
''"*' S V ,i0 2? "T V?*10? edlcamento o conservador da saude por excdlenci., a
USSSttmJmS^ lndiP*niaTel is P"" "P"5 h*"" <> PiV quente.. com
aafuSS ^'"^."A^r'-irr*1, T PbH*' b" PhtrmK 8H..li e c-,ra. de i. PeaUlad*. 7;
ra'a? a 1 **"* Cff**-nMlll7 tamil c-i no Porto, n. pharmacia do
.ki. .? V\ ?"" '"ra: no Mo-dt-Janeiro, em can d. t!. rcU.t. (.!>, ru do
Baha, em casa do Sur loM-Catlai* rrrrrlr. E.plnbcIr. > no Rio-Grande, em casa do
2r**T!. *.9 a***1' no "wn/io, em casa dos Sri rrrreira c em rtrnenbueo, em
oo Mr BrtiUi-rrri.c de 8*Mi em cas. doi SSrs simm e <
clpaei pharmaciai do Brasil de Portugal.
i c, e bem uslm as prin-
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 emeasa de Caros dr Barboza
-
RA DO QUEIMADO NUMERO 11
Lnja de fazendas d< Augusto Frederico dos Santos Porto.
Chapeos para aenhoras.
Chegaram de Pars as mais lindas chapelinas e chapeos de patita da Italia para senhoras
Ricas capas e soutembarques de seda preta e caseniira de cor para senhoras.
Corles de superior morentique branco para vestidos de noivas.
Camisas ingieras muito superiores para homens, peitos, punhos e colarinhos de iinbo.
Chapeos de seda para cabeea e chapeos de sol de seda inglezes.
Lencos de labyrimho francezes a 1 i cada um.
Camisas de meoioo muito superiores.
Cortes de lia de barra para vestidos do senhoras de 13 a 18JJ.
A mesma loja tem o maior e mais superior sortimento de
Esleirs para salas.
Neste esubelecimento encontrarao os senhores que precisarem forrar suas salas com e*teiras
otda e qualquer quantidade que desejarero. de 4, $ e 6 palmos de largura, sendo a qualidade "muito
superior e por mdico preco. Wl u"*


Diarlo e Pcrsanhieo inioU felra tS de CLARIM
COMMERCI
RIJA DO QLEIJfAlfO W. 15.
Passando o becco da Congregado segunda casa.
mumu n
NOVIDABE,
Pereira Rocha d C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commercial,
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, osquaes
.aero vendidos por presos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se obom peso
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranhao, da India e Java a60, 80 Cevadinha de Franca muito superior a 220 Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra,
e 100 rs. a libra e 1800 a 2,5600 e U rs. a libra,
a arroba. Cevada a 80 rs. a libra.
Ameixas francezas em latas e em frascos a Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
I 900 e If5600 em frasees grandes a dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
wOO. Figos de comadre e do Douro em caixinhas
dem em caixinhas elegantemente enfeitadas de eito libras e canastrinhas de 1 arroba a
com ricas estampas no interior das caixas ] l5800, 5(5500 e 280 rs. a libra.
a 12(5000,1(5400, 1(5600 e 2(5. ;Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 6(5200 a frasqueira.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 4(5GOO a arroba.
Azeitc doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos nglezes de diversas marcas a
i300ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 25 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 3)5000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porcor efinada a 440 rs. a libra e
eembarrila 4C0 rs.
Cb hvssoo, huchin e perola a 1^600, ,
25500, 2(5800 e 3000 a libra,
dem preto muito superior a 2#000 a libra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 55800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Bahia
Paingo a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
imrto novo a 640rs.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 258O0
dem prato.
lem londrino chegado no ultimo vapor c
900 rs. a libra.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 360 rs.
dem em garrafoes de 3 e 5 galSes a 555001 Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
e 75500 cada um com o garrafo. j Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 15100 rs. a duzia.; Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 15800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi-
dro, a 15000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 900 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
dem franceza muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas finas para sopa : estrellinha, pevide,
rodinhas e letrianhas a 600 rs. a libra e a
'") a caixinha com 12 libras.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
e especialmente da fabrica imperial de Peixe em latas preparado pela primeira arte
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 15800, | de cozinha a 15 rs. a lata.
25000, 25200, 25500, 25800, 35000 e Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
35500 a caixa. j Palitos de dentes a 120 rs.
Caf do Rio muito superior a 280 e 320 dem de flor a 200 rs.
rs. a libra e 85500 e 85800 rs. a arroba. | Arnendoas confeitadas a 900 rs. a libra.
Carines de bolinhos francezes muilo novos e Dow de goiaba em latas o melhor possivel a
muito bem enfeitados a 700 e 600"rs. 25 e em caixo a 640 rs.
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a Palitos do gaz a 25200 rs. a grosa.
libra. i passas muito novas a 480 rs. a libra.
Yellas de carnauba pura a 360 rs. a libra,
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Figos em caixinhas ermeticamente lacradas
a 15600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Mara Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
15000 a garrafa, e em caixa com urna du
zia a 95000 e 105000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 35, 35500
e 45 a caada,
dem raneo de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 75000 e 75500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateaulominide 1854, a 15
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
15200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 15800 rs.
Alm dos gneros cima meneionados te-
mos grande porc3o de outros que deixamos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porcSes como
retalho.
Quem comprar de 1005000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.
F
RA SIACJ1DEIV DO ltEXTFE W. 53.
NOVO E
S A'&UAZmU DE MOLHADOS
IILA IIA CADEIA 1IO 11ECIFE X. 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do liecifen. 53, nm grande e sortido armazem de moldados de-
nominado Vnio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico um completo sortimento dos melhore'
ceneros que vem ao mercado, tanto estrangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em porcoes ou a relalbo por precos ass*
gommodos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida | Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de jirimeira qualidade a 900 rs. a libra,
em barril se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
15200 a caada.
Azeite doce refinado em garrafas brancas a
860 rs.
cado'a 6oo rs. a libra, e 580 rs. embarril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio.
45800 a caada.
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, chegados neste ultimo vapor, a'
720 rs. a libra.
Queijus flamengos chegados neste ultimo
vapor a 45000.
Queijo prato muito fresco e novo a G40 rs.
a libra.
Castanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 35000 a arroba.
Cb uxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de cunta propria a 25800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 25560 rs. a li-
bra : cb hyson proprio para negocio a
15500 rs. a libra.
Cha preto muito superior a 25 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differentes
qualidades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muilas marcas a 15350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 25.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 15500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 15 e 25 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 35 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
" tem vindo ao nosso mercado a 185 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 75500 a 85000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 95
a 10 a duzia, e 900 a 15 a garrafa; deste
genero ba grande porco e de differentes
marcas acreditadas que ja se vendern
por 149 455 a caixa, como sejam: Duque
do Porlo, Lagrimas' do Douro, D. Luiz,
Camoea, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinbo de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 r. a garrafa, e U, 35200
35500 a caada.
Vinho branco de superior qaabdade, tind
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
55800 a frasqueira.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas eslampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a 15200,15500
e25.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
15200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs. a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs- a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 15200 a fibra.
Chocolate hespanbol a 15200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 1#.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
qne ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
59800 a duzia.
Cognac fnglez de superior qualidade a 800
e 15200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muilas marcas a 15 a garrafa
e 105 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
95 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 15 cada um. i
Sal refinado a 500 rs. o pote.
Sardinhas de Nantes a 340 rs. o quarto e 56(>
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : savel, corvina,
vezugo, cherne, linguado, lagosiinha, a
15300 rs.
Salmao em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Mac3a de tomtes em latas de 1 libra a 600
ruis.
CLouricas e paios em latas de 8 e meia libra
por 75.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra t
85600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs. a libra e 45 a
barrica.
Sag muilo novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 35 a arroba.
Alpista a 160 rs. a libra e 45800 a arroba-
batatas muito novas em gigos com 40 libras
por 15500.
Cebollas a 15 o molho com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 95 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 85400 a arroba.
Caf do Rio, proprie para negocio, a 85.
Arroz do Maranho a 100 rs. a libra e 25800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas d spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixSo.
Macarro, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinha,pevide earroz demassa para sopa
a 600 rs. a libra e 35 a caixa com 6 libras.
Palitos de dente lixados com flor a 200 rs.
o masso, ditos lixados sem flor a 160 rs.
o masso com 20 massinbos.
Gomma de engommar muito fina a 180 rs. a
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras-ou em meias, de
15600, 25 e 35.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; inte
rose faz abatimento.
PARA BEM DE TODOS
FAZEI FAVOR DE LR ESTE ANNUNCIO
E da economa domes-
0 assumpto
DESCODRIO-
0 verdadeiro e principal ar-
BAL
tica que se vai tratar,
importante.
SE 1FLVAL
mazem de molhados o do
IZA
Xingnem contestar esta verdade.
A fama far correr esta noticia.
A posteridad* bemdlr o nonte do Baliza.
Actiiaildade Batei palmas de contentamento?
Sem mitras nem coras para ornar a Cachada de seus annuncios, e as portas do edificio em que habita, o Baliza se
contenta em tomar o seu lugar de honra na vanguarda de todos os homens do progresso.
Sopre embora o maldito Clarim, o seu toque de retirada a marche-marche do desacreditado Progresso; arme a tonda
dos falsos apostlos da sinceridade no tratro, da realidade na pratica dos negocios commerciaes, revele finalmente a sqa
grande insobordinacSo iingindo desconheeer os seus superiores, deixando-se ficar sentado, em vez de perfilar-se e fazer a
continencia do estylo, porque o incansavel Baliza sempre fiel ao seu juramento ter continuamente na melhor ordem todo o
seu trem de guerra e no mais complecto movimento, o seu prestimo para bem servir, desde o mais simples camarada ate
o mais alto general da primeira classe do exercito dos seus constantes freguezes.
Entremos na materia :
SENTIDO!
ORDEM DO III i.
Desde a 1.a publicarlo deste annuncio at segundo aviso Manoel Pedro de Mello, proprietario do grande armazem
do Baliza estabelecido ra do Livramento ns. 38 e 38 A vender a todos os seus freguezes.
Cinco por cento menos
qae qualquer dos seus amaveis collegas que por menos annunciar. Qualquer objecto que nao chegue a contento dos sc-
nhores compradores, pode ser devolvido anda mesmo pelas pessoas que morarem no centro da provincia.
O dinheiro recebido pelo gener0 que nao agradar ser restituido sem constrangimenlo algum.
DeelaraeSo importante.
falso o boato que tem feito espalhar o soldado soprador da ra do Queimado de que se acha o Baliza associado
ao armazem Unie Mercantil aberto a ra da Cadeia do bairro do Recife.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
E entre-tanto o Baliza ligueiro.
Ligueiro sira das ideas liberacs dos progressistas de todo o universo aos sentimento mais inlimos de seu coraco.
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.
^m?
MOVIMENTO
BAIRRO DO RECIFE, RA DA CADEIA N. 50
O mais novo e o melhor
ARMAZEM DE MOMIADOS
Esquina, defronte da ra da Madre de Dos
& a
Vende-se em barril por menos do que em outrr.
qualquer parte, para fechar conta : no armazem
de J. A. Moreira Dias, ra da Cruz n. 20, onde en-
contraro as amostras.____________
Folha de ferro galvanizado |);iia telhado
na ra da Cadeia do Recife n. 56 A, loja de ferra-
gens de Bastos. ____________
VINHO E MtIVrEltiA
Manteiga ingleza muito boa a 800 rs., 720 o 640.
franceza a 600 rs., vinho puro Figueira a 3,5200 a
caada, e 140 rs. a garrafa, Lisboa a 2,5600, e G60
rs. a garrafa, queijos do vapor a 2*t)00, cha miu-
dinhoa 25600, arroz a 80 c 100 rs. a lilira, estea-
rinas a 860, carnauba a 320, alpista a 140, traques
a 240, bolachinha ingleza a 160, btalas novas a
100 rs., toucinho a 280, gaz a 480, azeite de e-ar-
rpalo a 260, areloa 3*800 da Estrella, largo do Paraizo n. 14.
IXVA* DE PELLICA
Para lionicns, mulliercs c meninas.
Antonio da Silva Campos, successor do anligo Nascimento defronte do becco Largo, tem co?
nhecido j nesta praca, acaba de transferir o seu estabelecimento para a casa cima indurada, onde
os seus benvolos amigos e freguezes, bem como o respeitavel publico em geral encontrarao o mais
variado, escolhido e melhor sortimento de molhados, a par do aceio, elegancia e bom rgimen do esta-
belecimento.
O annunciante, tendo feito nma completa reforma no tocante a casa e gneros, possuindo bons
correspondentes na Europa para remessas de conta propria, acha-se convencido que merecer a pro-
teccao de todos os amigos do bom e barato, a qual desde j reclama, asseverando-lhes que jamis des-
merecer a conflanra com que se dignaren de o honrar. i A Aguia-branca, na ra do Queimado n. 8 rece-
Em resumo, visite o respeitavel publico o novo e superior armazem Movimento, eompre-lne al- Deu |Uvas de pellica para honKti< mulheres i
guns genero?, e entao ficar convencido da realidade do presente aviso, verificando por si mesmo que raenna;: '
nenhum outro estabelecimento o serve melhor que este, seja em commodidade de presos, agrado e -------_;-----------__.----------------
delicadeza, ou legaiidade de pesose medidas. Ll(|(lloa('().
Finalmente, todas e quaesquer. garantas qne estabetecimentos idnticos teem offerecido aos DE"
concorrentes, sero mantidas neste em grao maior. r>,'^~ ,___,___
Bicos pretos
Xa ra do Queimado n. 47, aonde se vende por
todo o preco ; assim como botoes de seda e vellu-
do para casaveque. .
FejjEo a 6#000.
Vcndcm-se saceos com 22 caas de fcijfl id ta
tinho e rajado, pelo barato preco de (W5, peenincba
igual tempos nao apparece neste meroadn, por-
tanto cheguem ao barato antes que se acabe : na
ra da Madre de Dos ns. 3 e 9.
Xa ra de Apollo n. 32 ha um grande sorti-
mento de marmore para ladrilho, sacadas, hom-
breiras e degros de 8, 9 e 10 palmos de compri-
do o 2 112 de largo, folhas de marmore proprias
para lampos de mesas e para tmulos., vasos gran-
des para jardim, ou para ornar tmulos, por pre-
oos muito razoaveis
LIQUIDACAO
rw
23Largo do Terco23.
Joaquim Simao dos Santos tendo de se retirar est resolvido a liquidar e fazer urna grande
vantagem a quem seu armazem frequenUr, e vender por menos do que outro qualquer annunciante,
para isso tem um vantajoso snrtiment tanto neste armazem como fura e para melhor servir o publico
o annunciante scientifica aos seus freguezes que tem frequentado este estabelecimento que de
hora em diante lerao a vantagem de 10 a 20 por cento menos que compraram em outra poca pelo
seu prompto pagamento.
Attencao.
Caf do Rio de primeira e segunda sorie a 270 e
300 rs.
Arroz pilado a 80 e 100 rs. a libra e 2400 e 34
a arroba.
Milho alpista limpo a 170 rs. a libra e 4*800 a
arroba.
Toucinho de Santos e Lisboa a 240 e 280 rs. a libra.
Passas de carnada a 500 rs. a libra e 10* a caixa.
Azeite doce de Lisboa fino a 640 rs. a garrafa e
4*800 a caada.
Dito de carrapato a 320 rs. a garraa e 2*240 a
caada.
Massas para sopa aletria, macarrao e talharim a
480 rs. a libra e 10* a caixa.
Chouricas as mais novas a 800 rs. a libra.
Charulos em macos de 50 a 6* o milheiro e a
640 rs. o cento.
Dito em caixa da Bahia dos melhores fabricantes
de 1*200, 2*400 3* e 4*.
Phosphoros do gaz vindo de conta groza 2*300.
Manteiga franceza a 600 e 640rs. a libra.
Dita ingleza flor a 800 e 900 rs. a libra.
Biscoutos e bolachinhas de soda a 1*300 e 2*.
Vinho do Porto engarrafado a 800 rs., garante-se a
superior qualidade.
Dito em pipa Figueira das marcas mais bem co-
nhecidas a o'OO rs. a garrafa e caada 3>800
e 3*500.
Dito de Lisboa especial para negocio a 360, 400 e
440 a garrafa e em caada faz-se abatimento.
Dito branco proprio para missa a 640 e 500 a gar-
rafa e em caada a 5* e 3*500.
Bolachinha americana a 200 rs. a libra e em bar-
rica ha grande abatimento.
DE
W.
DE
J. VIGNES.
RA IHPGRADtR W. 55.
ESCBAYOS FGIDOS.
ATTENQAO.
Est fgida a preta de nome Mathildc, crioula,
de idade, pouco mais ou menos, 23 annos, tendo
os signaes seguintes : cor preta fechada, usa de
gafurina, tem Hra signal no rosto da parte saquer-
a, imitando queimadura, baixa do corpo, e um
tanto secca, levou corasigo um roupo de cambraia
azul com um pafo na frente, e panno preto : pe-
de-se s autoridades policiaes ou capitaes de cam-
po de a apprehenderem c levar ra do Senhor
Bom Jess das Crioulas n. 30, que serao generosa-
mente recompensados._____________________
Fogio de casa de seus senhores, no dia 14 do
crreme, oescravo Izidro, crioulo, de idade Wu-
nos, pouco mais ou menos, estatura regular, cheio
do corpo, cor um pouco fula, cabellos rarapmhos,
olhos pardos, beicos um pouco grossos, nariz regu-
lar ps grandes e grossos bem desembarcado no
fallar, nao malcriado, levou ealca de bnin bran-
co. camisa de madapolo, chapeo de feltro ja usa-
do cujo escravo fllho de Calista Mara da Con-
ceicao, do Brejo de Bananeiras, provincia da Para-
hiba do Norte ; veio em 1861 em pagamento para
os Srs. Guimares & Alcoforado desta cidade, sup-
pge-se ter seguido para aquello lugar : roga-se a
todas as autoridades e capities de campo a sua
apprehensao e leva-lo ao pateo da Santa Cruz d
6, que sero generosamente recompensados.
ATTENCAO
Acha-se fgido o escravo de nome Faustino, de
idade 40 annos, pouco mais ou menos, cor fula, al-
ura regular, grosso do corpo. bem espadado, bar-
n. (B1 aZU Tnrtff'a fabrica sao hoie assaz conhecidos para que seja necessario insistir sobre o
S^^S^USSi^^Btiu^>9ae^ su* ^V^A^^^muSTc^Soib lods's qne'tenY aparecido nesta praca ; pos- bracos e peinas grbssas e basg ajjklludas, ten-
veis i e -e^^ g machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das piamstas.jem
suindo, um

0*senbore qae comprarem d 100*000 para cima, terao o descont de 5 per cento, pelo proapto pagamento.
nnnra 'ahar por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos mportan-
Sws"ara o clima deste paiz; quanto is yones sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
'SFazem-VseconfoSrme m encommendas, tanto nesta tabrica como nado Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em t""8** "p*"?**; .M. ..
No mesmo estabelecimento se acha sempre um explendido e vanado sortimento de msica del
melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tudo vendido por
ec q.8s commodos e razoaveis.
do as pernas arqueadas, porai a-muio, costo-
ma andar em sambas, e as vezes briaga-s bas-
tante par gostar muito de beber : portaoto Rua-
se s autoridades policiaes desta e ts provincias
limilrpphes, que o facam apprehender e leva-lo a
sea senhor o major Antonio da Sirva Gosmao, ns
na Imperial, assim como roga-se aos capitaes de
campo a apprehensao do dito escravo, qne sero
bem gratificados.



Diarlo de Pernambaco Quinta felra 13 4c liinlio de 1SC4.
LITTERTRA.
A FILM % O DOl'TOll XECIRO
Komrnce original de Camillo Castillo Braceo.
(Continuacao.)
Wll'
Ejecutadas as buscas domiciliarias na quinta da
Povoa Ue Yarzim, e na casa de Villa Nova de Gaya,
o e rregedor do crime, antes de examinar os pa-
peis encontrados, disse ao scu escrivao que avisas-
Dr. ivegro.
rido de nossa filha I tornou a mae de Albertina.
J pedi, minha senhora,
Eu tambero. t'o supplico! voltou olla, ajoe-
Ihando ao marido. Por aquello amor com que cu
fugi de casa de meus paes para obedeijff loa
vontade ; pelas lagrimas que meus paes choraram;
pelas dores que custaram a vida de minha mae ;
por ludo que pode fallar ao teu coracao, te pego.
Francisco Nao sejas contra a nossa Albertina I
basia-liie a saa desgrana t Qualqucr advogado os
perder ; nao preciso que tu vas ao tribunal fal-
lar contra ellas I
O doutor Negro fez um aceno desabrido com a
mi, e voltou o rosto hmido de pranto. A senho'
Desgracado pac Idisse o escrivao.
A quem so refere o senhor ?-perguntou o | ra ergueu.se( e rc,rou do escriptorio, gemendo, na
elide da polica. incerteza de ter sido attendida.
Ao Dr. Ncgro-respondeu o subalterno com Francjsco Sjm5es murmorou .
aspelo condoido. Vencido; mas morlo I
Deus que tero os seus dias contados disso
__Esclarceme esse seu gesto melanclico.
Dous nicos papis indiciadores de enme ap.' Antonio da Siveira.
panceno as cscrivaninhas de Caetano Alvcs. Demitto-me de advogado. Morril... Nunca
Sao duas cartas : urna encontrada na Povoa ; a mas rc aos tribunaes I Acabou-se tudo!... Sr,
ostra em Villa Nova. Ambas as cartas sao sobres- Antonio da Siveira, isto era urna febre... o vas-
i-1-piadas Agostinbo Jos Chavos, e ambas assig- quejar de-urna lampada... Era a paixao que me
Dadas por Joo r.hrysostomo, amanuense do tabel- emprestara um calor, que me calcinava... E' de
ro Ferrelra, e genro do Dr. Negro actualmente, ogo d0 inferno o calor que dao as paixoes I Mal-
O rapaz que estove preso a cumprir senten-
Ca?
Esse inesmo, Sr. Dr. corregedor.
Procure-me essas cartas entre os papis.
Aqu estao separadas.
O magistrado leu a pr meira cm que Joao Chry-
sostomo pedia cento e cincoenta moedas de em-
dito seja quem m'o accendeu na alma I Maldito
seja!... A minha inteligencia estara anda vigoi
rosa como aos rintc e cinco annos. Eu poda ser
rico ; mas gastei muito com a educacao da ama-
dieoada Rasgara sedas como as fiihas dos princi-
pes I Sonhava desejos, e acordara para os ver rea-
lisados, ella, a ingrata, a perdida t Invejavam-na, e
prestimo ; e a segunda cm que elle avisara o ere- pasmaram da minha liberalidade Eis-me pobre a
dor para receber da mao de Antonio da Siveira o ; beira da sepultura I... O meu orgulho no que
pagamento da divida. deu! O orgulho daquella filha I Mereceu-a um
Isto decisivo Iopinou o magistrado.Es- cumplice de falsificadores I Que destino, que des-
t provada a enmplicidade do amanuense, e a in-, tino!... E, ao cabo de tudo, morrer, nao j de
nocencia do tabelliio, quo eu j hoje fiz capturar. [ saudade della, mas de vergonha do labo que o
Consideracoes com o doutor nao pode haver ne-. marido lhe poz Aqui tem, Sr. Siveira, urna hor
uharaas. V o senhor ou mande dizer-lhe o esta-1 renda catastrophe!... Quem querer ser pae, con-
do das cousas. E' o nico acto de attencao que' templando este mea fim de rida, esta agona obs-
posso ter com elle. Pode ser que o Alpedrinha cura, este morrer debaixo de um opprobrio esma-
de.^ta de adrogar neste pleito.
Foi o escrivao em pessoa enteoder-se com Fran-
cisco Simoes. Eslava elle no escriptorio com An-
iodio da Siveira.
Quera o official de justica tratar o melindroso
assumpto a sos com o advogado, o qual, presen-
lindo o motiro-do recato, disse ao escrirao que po-
da dizer ludo em presenca do seu amigo, se eram
rerelaeoes relativas a busca.
C constrangido nuncio da triste nova tirou da
earteira as duas cartas indicativas de cumplicida-
de, e apresentou-as ao Dr. Negro, que as leu em
voz alta.
gador I... Nao falle, nao falle E' inconsolavel a
minha tribulacao! Fique, peco-lhe que fique ao
meu lado. Bem v que nem um so amigo se lem-
bra do bomem desamparado dos aTagos da fortu-
na I Esteja per aqui at ao fim, que isto acaba
cedo I...
Siveira disse breves palavras tendentes a soce-
gar o agitado animo do reino. Conseguir deixa-
lo entorpecido.
Em seguida, foi pessoalmentc s differentes ins-
tancias da judicatura civil e criminal annunciar a
desistencia do Dr. Francisco Smes. Conversando
com o corregedor, defendeu o carcter de Joao
- Bem -disse com ostensiva tranquilizado'.Chrysostomo. e refulou a arguico dacumplicidade
Francisco Simoes. Eu vou requerer para que es-! voluntaria. O magistrado, sabendo que o vehemen-
sas importantes cartas se juutem aos autos. Isto,te defensor era o Antonio da Siveira, indicado
o que prosa que temos um criminoso mais na n'uma das carlas do marido de Albertina, houve
rede. Agora veremos se a justica o deixa escapar | Por bem declarar-lhe que tenconava manda-lo cap-
da maiha. Tem mais alguma cousa a dizer-me ? ,urar Para oxplicacoes.
Nao senhorrespondeu o escrivao.
A sua vinda parecia-me que mirava a outro
alvo...
A dizer a verdade, o Sr. corregedor cuidou
que V. S. quereria desistir de advogado da aecu-
sacao.
Diga ao corregedor que nao desisto.
Cumprirei.
Sahira o escrivao; c lugo Antonio da Siveira,
Pois aqui estou, disse serenamente o trans-
montano. Se o precdeme da captura se faz mis-
ter solemnidade do interrogatorio, receba-me V-
Exc. como preso. Eu acceito agradavelmente a
cumplicidade da falsificado da escriptura de ca-
maradagem com Joao Chrysostomo. Repillo, po-
rm, a connirencia com os outros rus, que nao
conheco.
Est dispensado desse incommodo, replicou o
tomando o chapeo, disse em tom de ro quebrada corregedor. V V. S. seguro da sua liberdade,
pela commogo : - Vou sabir do Porto, Sr. doutor: agora sim; raancebo na nfancia do coraCao> nas nrin,eiras ch-
lempo de ir esconderme na minha aldea, e es- merasda Vlda. apalpada anda pela suja mao
quecer o que vi e ouvi neste tremedal da socieda- ,d;i experiencia. Un a certeza de que o seu ami-
dc CU|(a I go ou conhecido Joao Chrysostomo nao est inno-
n-. i ..... -___.--. o_- '; rente ; aconselho-lhe, se me d licenea, que faja de
- Po rae Ticorlou Francisco Simoes.A ___._*_. ", .
... acamaradar-se com sujeitos de tal polpa, e corte, o
sua tencao era outra, lia momentos anda!... ,.
,...- ... mais depressa que poder, a sua correspondencia
- A minha tencao era declinar de sobre as suas, com semelhan[e'inalandrim. Estou conrencdissi-
aias, Sr. doutor, urna ignominia .inminente, o ma- mo dfl que seu ,0 genera|> CQm rQJ3 amjwde m
"m levan- hoaTO 0 |antaria de sua prcson5ai s< y s |ne ds.
sesse que acceitara a cumplicidade do crime de
'' falsilicador com um tal Joao, ex-amanueose de car-
torios. Emfim, Sr. Siveira, tive muito gosto em
que inferno I Conspirara todos conhece-lo, com o muito desprazer de o considerar
tou da lama social com suas proprias maos
Odoi
bradou:
Que inferno
cm matar-me! Que mal fiz eu ao mundo que
mal faco cu a este bomem que me tem visto cho-
rar lagrimas de sangue! ?
A mimdisse brandamente Antonio da Si-
veiratem-mc fcito a honra de me escotar, e nao
relacionado com tamanho maroto.
Antonio da Silreira, abafado de indiguacao, sahiu
do gabinete do corregedor, sem leremente currar
a cabecx
Que infame mundo I dizia elle entre si, en-
repellir os verdes annos que ousam contrapor-se I chugando as lagrimas, nas escadas da autoridade.
s suas deliberacoes. A mim, Sr. doutor. tem-me
dado horas alormentadas, porque eu tenho chora-
do cabeceira do seu leito, como raros filhos cho-
ram ao lado de um pae moribundo. O mal, que
me tem fcito, levantar aos meus olhos o vu do
s:jualor de urnas cbagas, que me fazcm tedio do
mando, e ciudades dos penhascos e da santa ru-
deza da minha aldea, lteiiro-me, porque nao que-
ro ver o resto; nao quero rer o Dr. Francisco Si-
moes de Alpedrinha, njjm tribunal, a provar que
para que os transentes Ih'as nao vissem.
Vulgou-se logo a noticia da desistencia do Dr.
Negro, e da criminalidade do genro.
Outro advogado, sedento de um triumpho, tao
bem agourado e fcil, aceitou a procurarlo de
Joaquim Franca.
Caetano Aires de Carralho foi outra vez interro-
gado vista das carlas do noro cumplice. Titu-
beou a refalsada velhacaria do ricasso. Nao sabia
como explicar a mudanca do nome, depois di ter
o manuu de sua lha e um mame. Eis aqu por- i .. ,,. L ,. ,
H v dito que Joao Chrysostomo lhe era apenas um de-
que me retiro, e para seinpre, da sua presenca. I .. .
,' ___ .. t o i redor e mais nada, magistrado en eara-o tao
Levo compaixao dos seus infortunios, Sr. deutor; ...
engenhosamente que o reu, a cada investida que
dava trama, ficava mais enredado. A final, es-
tupidificado pelo susto, disse que entregava os bens
ao autor, e que o deixassem. Os circumstantes
riram s gargalhadas da beatifica desistencia do
bomem, e espantaram-se de um cahir de chfre tao
redondo lama dos criminosos vulgares!
Continuou o processo crime instaurado contra
Joao Chrysostomo.
No entanto, chegou a carta do genro do Dr. Ne-
gro, com a ordem das duzentas moedas.
Antonio da Siveira, transportado de alegra,
eorreu a lr a carta ao pae de Albertina, salvando
o ultimo periodo, que o leitor esquecido pode reler
no capitulo antecedente.
O Dr. Negro pediu segunda leitura, e observou :
Pode ser.......
O que ? perguntou Siveira.
Pode ser que seja isso.
= Pois V. S. anda duvida da innocencia de Joao
Chrysostomo Ti
Porque nao vem elle pro va-la c t
Porque eu lhe pedi encarecidamente que nao
viesse.
Ento o senhor j dos que dao pouco pelo
poder invencivel da verdade f Se elle est inno-
cente, que receto o affasta ?!
O recelo de Voltaire..... V. S. ha de saber
a historia........ O seu dilecto philosopho, con
tinuou risonho o transmontano, escreveu que se a
justica o argnisse de ter furtado o sino grande de
Nossa Senhora de Pars, anda que toda a gente es-
tivesse vendo o sino na torre, elle sahna de Fran-
ca, e l de fra provaria que nao roubou o sino. Da
cadeia que nao.
E' um gracejo de Voltaire.....e mais nadaf
retorquiu o doutor. Nao se trata de sinos, da
escriptura I Quem o salvar de ser preso no Bra-
sil? Brasil urna colonia de Portugal.
Antonio da Siveira tinha accessos de suffocada
indignaco contra a pertinacia do doutqr.
ma.'-. sinceramente lhe digo, que eseassamentc pos-
so respeitar o bomem, que solre at ao perdimen-
to do coraeo : eslima-lo nao posso. E creia V. S..
que o seu proceder vae alienar todas as sympa-1
thias que, porventura, as suas desgranas passadas
acarearam. O inundo sera peior do que eu mes-
nio cuido que elle ; mas, seja o que fr, o mun-
do abomina o bomem que aceeita a odiosa missao
de V. S. O proprio corregedor lhe mandou lem-
brar delicadamente os seus deveres de pae. V. S.
parece rejubilar-se da occasio de arrastar seu
genro pelos cabellos de sua filha, e dizer a socie-
dade : < Escarrem na cara desla mulher, que
esposa d'aquelle ladro I O horror deste acto
afoga-me a voz na garganta I Ainda bem, meu
Deus, que tenho lagrimas para exprimi-lo I...
O doutor Negro sentra-se arquejante, a bra-
cejar anciadissimo, e a soltar uns gritos inarticu-
lados.
Antonio da Siveira accrescenlou balbucante :
E vae V. S. aecusar um innocente I...
Um innocente I exclamou o doutor.
Repilo : uro innocente, apenas culpado de
CKcessiva confianca n'um homem, que lhe atraicoou
a boa fe. Nao se engaa o meu coracao ; o seu.
Sr. doutor, que esta dementado pelo odio. V ao
tribunal, va I Pode ser que, a um lempo, alcance
opprobrio e reroorso. Pode ser que a innocencia
de Joao Chrysostomo seja provada pela mesma
crueza e injuria com que V. S. o aecusar I...
Basta bradou o doutor. V em paz I De-
xe-me com a minha desgraca.
Neste conflicto, sahiu-, de umaalcova contigua ao
escriptorio, a mae de Albertina, e abracou se em
Antonio, exclamando :
Nao v, Sr. Siveira I nio deixe meu mari-
do I pelas chagas de Jess Ih'o pede esta desgrana-
da mae e esposa I
Que isto ? acudiu o doutor enfunado. Te-
mos tragedia?
Tragedia o just noine que isto merece, res-
pondeu Antonio da Siveira, apiedado as contor-
nes alictivas da senhora. Que faco en aqui, mi-
nha amiga ? continuou elle, obrigando-a suave-
mente a sentar-se. Se o Sr. doutor cede ao esti-
mulo do rancor, e resiste ao do coracao paternal,
qne hei de en fazer com os rogos da minba amiza-
de sem nenhum valor ? I
Peca-lbe que nao seja advogado contra o ma-
barrQ. Viam-se-lhe a gretar na cara as rugas do
snpplicioqiie o esphacelava. Chamado tres vezes
a lavrar o recibo, ergueu-se carobaleando, assentou
se banca, e pediu a aLjuem que escreresse para
elle assignar.
Com assentimento do corregedor, um ofcial de
justica escrereu o recibo, que foi lido pelo magis-
trado.
Isto nao est em forma, disse a autoridade. E'
preciso que Caetano Aires de Carvalho declare que
se cliamava Agostinho Jos Chaves quanto empres-
tou o dlnbeiro.
O auditorio riu-se; c o ru, arrancando-se sua
lethargia, exclamou:
Nao assigno isso I
Fica, portanlo, odinheiro depositado, tornou o
Dr. corregedor, at se averiguar quem seja Agosti-
nho Jos Chaves. Passe o escrivao recibo ao Sr.
Antonio da Siveira, que eu assigno.
Cumpriu-se.
(Continuarse-la.)
A ILHA DE CRETA.
Reeordaefs de viagem.
H
(Continuacao,)
Os habitantes : turcos, gregos e sfakiotas.A ilha
depois da guerra da independencia.
Quando se vem sahir das ondas do mar Egeu
as fugitivas costas dessa estreita e longa trra, que
ainda conserva o seu antigo nome de Creta; quan-
do, depois de lancar um primeiro olhar sobre a
ilha, se percorrem as suas praias ou sbese aos
valles, conhecem-se entao as dilBculdades que a
propria configurado do slo oppunha formaco
de um grande estado e creado de urna verdadei
ra unidade poltica.
Se, como nos tentamos fazer, se estuda nos mo-
numentos do passado a historia da antiga Creta,
nao sem um secreto prazer que se encontra nel-
les urna exuberante confirmacao dessas involunta-
rias conjecturas e dessas rpidas impresses do
primeiro momento.
Nunca a raca grega, tal qnal ella se nos aprsen-
la na sua primitiva liberdade, antes da conquista,
se lixou e se espalhou em urna ierra que mais pe-
rigosamente favorecesse um dos seus mais caros e
mais arraigados instinctos ; em parte alguma ella
poda levar, nem le vou, taolonge o seu apego au-
tonoma da cidade, seu gosto pelo isolamento muni-
cipal ; em parte alguma, emfim, apparecem mais
evidentemente os perigos e os inconvenientes desse
systema e desse modo de pensar. A historia de
Creta o que melhor faz compreheoder a razo
por que Roma deria, mais tarde ou mais cedo,
triumphar da Grecia e escravisa-la.
Estou persuadido de que essa bella ilha nao ser
percorrida e estudada com menos interesse por
aquellos que nao estao resolvdos a limitarse s
edades classicaseao remoto passado, e que przam
bastantemente a Grecia para quererem informar-se
do sea estado presente e cuidar do seu futuro. Sob
esse ponto de vista tambem ha muito que observar
no carcter, nos costumes e na linguagem da ac-
tual populacao de Creta. Nao ha urna trra, no
imperio turco, onde, do um lado a conquista mu-
sulmana com o seu poder oppressivo, e de outro a
extraordinaria vitalidade e a forra de resistencia
que em toda a parte conservou a raca grega, con-
fundindo-se e chocando-se continuamente, tenham
produzido mais singulares phenomenos e resultados
mais curiosos. O que quereriamos exporaqui sao
alguns dos mais notareis episodios desse eterno
combale, o esforco de reaccao por meio do qual
o vencido foi pouco pouco alcanzando vantagem
sobre o vencedor, chegando afna! a trocarem-se
os papis.
Depois que, em 1453, Constantinopla cahiu em
poder dos Turcos Ollomanos, Mahomet II e seus
successores trataram de accrescentar s suas pos-
sessdes dos continentes da Europa e da Asia todas
as ilhas, que encerra a bada oriental do Mediter-
rneo. No fim do seculo XVII, tinbam elles con-
seguido o bom 3xito dessa empreza ; Rhodes fura
tomada aos cavalleiros de S. Joao em 1523, e Can-
da capitulara em 1689 ; restavam apenas aos Ve-
nezianos as ilhas Jnicas, que nunca foram seria-
mente atacadas.
E' que Osmanli, lavrador e raralleiro, amigo das
planicies e d'agua correnle, nao podia desejar es-
tabelecer-se em um terreno desegual s mais das
vezes ando, entre esses escarpados rochados onde
as nascentes d'aguae a verdura sao cousa tao rara.
Alm disso, os Mulsumanos nao se acharam em
seguranza no meio desse mar, que pareca zombar.
das suas grandes e pesadas esquadras, para se tor-:Iiua ma,or sensato ah.
renezianasede! Todos os gamenhos correrara
torno della.
Porque?
Ella est se vestindo.
Far is lo depois do almoco.
A senhora nao qur apparecer ao senhor sera I
estar perneada.
Mas eu nao sou um estranho para ella, nos
nos conhecemos; para qae esses modos comigo?
desde que nos casamos, que almocamos cada da
um quarto de hora mais tarde. A que hora se le-1
vanta. pois, a senhora ?
As nore.
E nao pode apromptar-se para a refeicao do
meio dia f
Sao-lhe precisas bem tres horas para se
vestir.
Logo, quando formes jantar ao campo, ser
preciso outro tanto, e quando a noute, tivermos um
baile, ainaa tres horas para se preparar. Total :
nore horas para se vestir I Eu em vinte minutos
visto-mc de ponto em branco, e tenho ainda tempo
de fazer a barba. Tina linda mulher agradare! ;
mas nao quando se tem pressa de almocar.
IV
Haria urna eslra importante na Opera, e o se-
nhor de Grandpr foi assisti-Ia com a mulher,
que, como todas as pessoas idaes, tinha urna vio-
lenta paixao pela msica.
A senhora de Grandpr reclinou-se em sua ca-
deira, operacao que lhe tomou pelo menos um bom
quarto de hora.
Adolpho dispunha-se a tomar lagar ao seu lado,
quando ella diz-lhe :
Que fazeis, meu amigo *
O que l vs, querida Julieta. Procuro acom-
modar-me prximo a ti.
Para amarrotar-me o vestido, nao assim ?
Podis gabar-vos de ter urna excellcnle idea.
Eu terei toda a cautela.
Iraaginaes que ha veis de produzir um bello
effeito ao meu lado? Dizei, collocarieis por ventu-
ra sobre urna chamin de ura lado um vaso de bar-
ro e de outro urna porcelana da China t
Por certo que nao, minha chara amiga.
Logo, acommodae-vos para o fundo do cama-
rote.
Mas Julieta, neste caso nao verei nada.
Sois entao como um especieiro, que quando
vae ao theatro, nae qur perder um s gesto dos
actores ? A gente vem aqui para ouvir e nao para
rr, menos que venha para ser vista; mas creio
que nao tendes a pretencao de attrahr a attenco
publica.
Nao. certamente, mas no entretanto...
Calae-vos! Toca-se a ouvertura.
V
A camarista da senhora de Grandpr, por nao
salisfazer em seu servico, foi despedida; e quando
leve ella de retirar-se, Adolpho veio ter coro a mu-
Iner, a quem diz :
Minha boa amiga, queres ter a bondade de
ajustar a cunta de Anninha I
Isto me diz respeito ?
Um pouco.
Nao tenho tempo para me oceupar dos cria-
dos. Palavra de honra, acho-vos engranado! De-
rieis tambem pedir me que contasse a roapasuja,
enchesse as garrafas de vinbo e cosinhasse! Sup-
pondes haver desposado urna rapariguinha que faz
por suas proprias mos o servico da casa ?
Minha boa amiga, t exageras.
Vos que me pedis cousas estupidas.
E Julieta recolheu-se ao seu camarim, para re-
clnar-se n'um sof.
VI
O senhor de Grandpr notou que sua mulher nao
era para elle o que se pode chamar amavel.
E observou-lh'o:
Para que quererieis, que ros araasse louca-
mente ? Vos sois calvo.
J passei dos 'iU annos.
Eu havia soohado para marida um joven lou-
ro, esvelto, cora a cabeca velada de espessa cabel-
ra cahindo para os hombros.
Porque ento casaste comigo ?
Porque minha familia fez doacao de mim a
vos. Nio tendes poesa, e comecaes a deilar bar-
riga. Se ainda, para reduzir todos esses defeitos'
fosseis condecorado !... Mas, qual!
Julieta, este anno vou a Roma e trarei urna
condecoraco. Nao mo importando com despeza,
ser! inmediatamente eomtnendador de urna ordem
qualquer.
VII
nar cmplice das ligeiras (bullas
todos os corsarios christos ; vivendo nessas praias
desabrigadas, corriam o risco de serem de repente
sorprendidos, presos, carregados de ferros, final-
mente, condemnados a remar toda a vida em urna
galera genoreza ou malteza.
(Continuar-se-ha.)
Conhecendo o senhor do Grandpr que a mulher
tinha seus faniquitos, comecou a frequentar as so-
ciedades para distrahi-la.
Segundo o costume. o seu apparecimento produ-
a borboletear em
UM POICO DE TUDO.
Traduzimos do Journal Amusant o que segu:
A MULHER IDEAL.
I
Adolpho de Grandpr encontra a seu amigo Gus-
tavo, antigo condiscpulo de collegio; e depois dos
cumprimentos diz-lhe :
Meu amigo, vou me casar.
T?
Sim, eu raesmo.
Suppunha que aborrecas o casamento.
E' verdade, mas acbei a mulher que procu-
rava e que pensava nao existir senao na phan-
tasia.
Logo, ella ideal ?
Com effeito, meu amigo, disseste a palavra.
Apre I um genero pouoo comraum.
Epor isso apressei-me a pedir sua mao.
E coRcederam-t'a ?
(iracas a minha fortuna, que soffrivel, e
partcula que se acha antes do meu nome. A' pro-
posit, v o retrato de minba futura.
Oh I que encantadora pessoa!
E' mesmo ama mulher ideal, naoojulgas?
Ideal. E quando o bota-fra ?
Nesses quinze dias.
II
Um mez depois, Adolpho estar casado.
A la de mel dura va ha duas semanas.
Quando Adolpho observava a mulher, cria so-
nhar, e imaginava quo sob inuenca do opio
havia sido transportado ao paraizo de Mahomet.
De sorte quo do lempos teuipos beiiscava o pro-
prio braco para verificar se estara acordado; e
sentindo a impressao da dor, exultava de felicida-
de: nao dorma, o ser que tinha em sua presenca
era real I
Em quanto a senhora de Grandpr valsara com
um rapaz louro e esrelto, que corresponda perfei-
tamente ao assgnalamento que fuera do seu ideal,
o marido collocou-se por detraz de duas senhoras
que conversaran), sem se aperceberem da presen-
ta delle, daquella que prenda todos osolhares.
Sabis, disse urna das duas senhoras, que o
joron que ralsa com a Sra. de Grandpr seu
amante ?
Nao possircl.
Eu o sei a proposi to. Tomei para meu ser-
rico urna antiga camarista della, e essa rapariga
mostrou-me urna carta que aquelle moco lhe escre-
va. Nao sei como ella a houve, mas ci-la aqui.
E a senhora leu :
Querida Julieta.
Eu te espero hoje no apontamento do costume.
Aquelle que te adora,
Rolland.
O Sr. de Grandpr passou pela variaco de todas
as cores do arco-iris, mas sobretudo ficou por mui-
to tempo amarello.
VIII
Tres das depois, o Sr. de Grandpr, com o bra-
co em tipoia, encontrou sen amigo Adolpho, que
eorreu para elle pergunlando-lhe :
O que tens ? Ests ferido ?
E' rerdade. Bati-me com o Sr. Rolland de
Prbols.
E por que moliro ?
Por causa de minba mulher, que acabo de
devolver a seus paes.
Ser possivel ?
Meu amigo, se algum da tiveres desejos de
casar, nao despozes urna mulher ideal. E' um con-
selho que te dou.
As poesas que damos em seguida, foram com-
poslas em trabalho commum por dous mocos poe-
tas, que no-las offerecerara.
I
AO HOMEM.
Ifomem I da creacao s o portento I
Homem I tu s a imagem do Deus viro !
Tambem passava elle hora inteiras em contem-
Desta vez, a sua alegra contrabalancea o des- placo diante da mulher ; e felizmente possuia bens Deixas na ierra os ferros de captivo,
pello. Sahiu a receber o dinheiro. D'ali foi cor- porque do contrario seria incapaz de ganhar a vi- E remontas a Deus o pensamenio t
regedoria requerer a presenca de Caetano Aires da, e ambos morreriam de fome.
de Carvalho. O magistrado len a declaracio de DI
Joao Chrysostomo, e fez chamar o preso, dlante de Urna manha devendo elle ter urna conferencia
quem, e de testemunhas numerosas, foi llda a car- com o seu banqueiro, quiz almocar mais cedo,
ta. Neste acto appareceu Antonio da Siveira, V dizer a senhora que eu a espero para ai-
contando o dinheiro, e exigindo Caetano Alves mocarmos; ordena a camarista,
de Carvalho recibo. A senhora nao est prompta; veio dizer a
O falsificador parecia estatua mal feita e de mti. criada logo depois.
Livre, livre, tao lirre como o vento,
Rutillas como um astro, e vaes festivo I
E campeas no mundo enorme e altivo
Como o cndor que chega ao Ormamento !
No leu crneo borbulba chama ardente,
Chama, que, de continuo, vive acesa
Nao por mos do homem : mas do Omnipotente
Lees e tigres vences na braveza.
Traz-te smpre a mulher preso na mente..
Homem I tu s o rei da natureza I
II
A MULHER.
Mulher, que monstro que s, que monstro horrivel?
Cobra, vibora, hyena, ardida fera,
Cavillosa, fallaz como a panthera,
Como te chamam unjo I Islo possivel 1!
Sorris em vao O teu sorrir terrivel
Tem veneno, meu Deus... quera tal dissera 1..
Veneno que a coral jamis peder
Buscar na Kogoa em brasa !.. Era iinpossivel I
Tu s maldita como a ril serpenle
Que arrasta o eolio infame sobre a trra,
E aranca sobre a victima innocente !
Mulher, leu nome humanidade aterra !
Deus nao te fez... e Deus omnipotente...
s a praga peior que o mundo encerra
III
PALINODIA.
(Pelos mesmos consoantes.)
Dizer mal da mulher crime horrivel!
Pois a um anjo de amor chamar-se fera ?..
Pois arrogar-se o nomo de phantera
A* or das perfeiQoes ?... Ser possivel f
Lancem-lhe embpra anathema terrivel,
Conscicncia nao tem quem dissera!
O sceplico dizer jumis podera
Que na mulber nao er... Era impossivelt
Debaixo de seus ps n vil serpenle
Estribucha e vomita, e roja em Um...
Terra... que ella perdeu e era innocente.
Mulher o criminarte ao mundo aterra I
Foste, s, ser"s do home' a omnipotente ;
Foste, s, sers o cu que o mundo encerra!
Do Jornal das Familias transcrevemos o segra-
te trecho da historia sacra, pelo Rvra. Sr. Francis-
co Bcrnardino de Souza:
A MORTE DO BAPTISTA.
I
Na corte libertina do Idumeu, como o trigo en-
tre o joio, como essas flores lindas que crescera vi-
cosas margem dos paes, se achava o Precursor.
Ah I aquelle que annunciava ao mundo, cheio
de anxiedade, que eram chegados os tempos, que
preparava a senda dillkil por onde miliaria o Di.
vino Mestre, devia tambem preparar-lhe o caminho
dos martyrios e da cruz.
.ipostolo da le nova, da moral divina que Jess
Christo trouxera do cu para regenerar a trra
crestada pelos ardores da culpa, devia de ser o seu
primeiro martyr.
Assim estava escripio nos caracteres mysteriosos
e immutaveis do grande livro do destino.
E o Precursor, como o trigo entre o joo, como
essas flores lindas que desabrocham vicosas mar-
gem dos paes, se achava na corte sumptuosa e
libertina do Idumeu
Era ah que havia a immoraldade assentado seu
throno ; impregnada de vicios era a atmosphera
que ali se respirara, e a molleza e a devassido
haviam extinguido todos os estmulos e bons sen-
tiraentos.
E seeuiam os subditos o exemplo do re, que,
nem sequer, atTectava a moralidade que nao tinha.
Desapparecera Ida a reserra ; arrancrase a
mascara ; desprendera-se o ru que oceulta a nu-
dez do crime: ostentara-se elle em toda sua im-
pudencia, tripudiando orgulhoso.
Austero em seus costumes, severo o olhar e os
gestos, era o Baptista urna censura eterna na corte
do rei.
Aborreciam-no todos, por que a iniquidade
aborrece a virtude, a mentira a verdade, o inferno
o cu.
E arrastado pelos conselhos dos cortezos, e ce-
dendo ao odio que devorava o coracao da mulher
que amava, perseguir Herodes o Baptista.
Arrancra-o do meio de seus discpulos, onde
pregara as rerdades reveladas do cu, atirando-o
na masmorra infecta em que puna o crime, e em
que bem vezes a innocencia gema.
Nao ti vera elleo prophelao arrojo de censu-
rar-lhe o crime 1
Nao lhe dissera a elle, o rei: Nao te lcito
viver com a mulher de teu irmao ?
E vivia o Idumeu com a mulher que arrancara
ao irmo.
Nao soubera ou naj podera resistir ao en-
canto do vicio; deixara-se embalar pela brisa fa-
gueira da corrupcao ; acalentara-se aos sons ma-
viosos, mas prfidos, da serea ; beber a paixao
nos olhos d'ella; embriagara-se ao seu contacto, e
dormir descudoso o somno da perdicao e da
norte.
Fura ella, essa mulher infiel ao esposo, a causa
de tudo isso. Amava-a o Idumeu com aquelle ar-
dor, cora aquella intensidade febril que apaga a
luz do espirito e que cega a razo; amava-a com
esse amor delirante que a virtude nao legitima, e
e que s o inferno pode abencoar.
Amava-a, e arrancara-a dos bracos de seu es-
poso ; amava-a, e por causa d'ella havia esquecido
os juramentos santos, os protestos solemnes que a
outra mulher lizera; e por causa d'ella lagrimas
bem amargas derramarara os olhos e sangrara o
coracao da esposa ; e por causa d'ella a repellira
de seus bracos e repudiara a mesquinha.
Oh dere doer bem fundo n'alma da esposa, que
ainda nao rendra o coracao, ser assim repellida
pelo esposo que escolhera, ser repudiada na pri-
mavera da rida, na flor dos annos, quando bale-
Iho com riolenca o peilo, quando ainda sent
as aspirae/Jes d'alma e o palpitar intenso do
amor t
Dere doer bem fundo nalma da misrrima ver
que partilha outra affectos que s eram seus, que
ouve votes que s eram suas, que ha amor, cari-
nhos para a infame, quando para ella a esposa
egitima s ha indilTerenca e despreso !
E quantas noutes nao dormidas, a lutar com
a febre consume, a derorar as lagrimas que a
paixao e a raivo orraacam, a abafar os solucos,
nao passar a mesquinha?
E o Idumeu, odiando o Baptista, arranca-o do
meio de seus discpulos, aos quaes prgava as ver-
dades reveladas do cu, atirando-o na masmorra
infecta em que puna os criminosos.
Desejo fra o seu riscarlhe o nome do livro dos
viros; mas receava as iras da multido, que ouvia
vida as palavras cahidas dos labios do pro-
phela.
II
E urna noute derao rei um sumptuose baile.
Reinara a embriaguez por toda a parte, scintil-
lavam os immensos candelabros de fino crystal
suspensos dos tectos dourados dos aposentos reaes,
e embalsamada era a atmosphera pelo perfume
rescendente das flores.
" E bella, como nunca mais bella havia sido,
acharase naquella noute Herodias, a concubina
do rei.
E a msica tocara urna d'essas arias melodio-
sas e ternas como os suspiros da brisa por entre
as folhagens embalsamadas dos salgueiros nessas
noutes tao lmpidas do cu do Oriente.
Ligeira como a gazella que nao deixa pegadas
nas areias do desert, linda como ella, vaporosa
como essas fadas que os poetas scismaram em seus
sonhos inspirados, ondulara voluptuosa ao som da
msica a filha de Herodias.
E os olhos ardentes dos cortezos se dirigian
para ella, e todos os cora^des por ella palpi-
ta rara.
Com os ps mimosos, que apertavam custosas
telas, tocara apenas o chao da sala ; brilhavam-lhe
scintillantes os olhos, arfava-lhe o peito, e o sem-
blante tingia-sc-lhe da cor da rosa.
E os olhos ardentes dos cortezos se diriga:.i
para ella, e todos os corares por ella palpi-
ta rain.
Do throno de fino ouro em que presidia o baile-
com a alegra a traosbordar-lhe no semblante, des,
ceu o rei.
Pede-me, disse linda moca apenando a"
contra o seio, pede-me o que quizeres; e se fr
cousa possivel a um rei, ainda mesmo a metade do
meu reino, cu t'a darei.
E lim riso imperceptirel rocou rpido os la-
bios de Herodias, que escalara a promessa do
rei.
Mais melodiosos e suaves iam os sons que a
msica desferia, mais scintillantes as luzes qne re-
flectiam os candelabros de Uno crystal.
E em meio ia o baile...
Em um dos vaos da sumptuosa e alcatifada sala
conversaran) em roz mu baixa a mae e a filha.
O que diziam aquellos labios, que apenas entre-
abertos sussuraram, o que fallaran aquelles olbos
que despediam centelhas, s Deus o podia saber.
Oh I nao dorrae o odio quando ferr violento no
coracao; nao dorme que o dormir fra esqueci-
mento, que o dormir fra a calma, e o odio a
borrasca que uira, as ragas que espadanam.
E a filha de Herodias roltou para junto de seu
pae.
Trazia nos labios o sorriso dos anjos; mas pen-
samento do inferno lhe agitara o peito.
E erguendo a roz, tao barmoniesa e doce como
urna nota suare de alade desferida em hora
moras, e litando nos olhos do Idumeu seus olhos
cor do cu, murmuralhe estas palavras :
E se o que te vou pedir fr possivel, dar-rae-
has tu ?
Pede, e se fr possivel a um rei satisfazer
teu desejo, ainda que seja a metade do meu reino,
eu t'a darei.
Nao ; fraca me ainda a fronte, que apenas
adorna a grinalda de virgem, para o peso de urna
cora, e nem gil e robusto tenho o braco para
manejar o sceptro.. Quero... basta-nie ape-
nas... d-roe a cabeca do Baptista...
E nma nuvcm pssou pelo semblante do rei.
Quizera recusar; mas solemne fra a promessa...
Cumpriu-a.
Ao terminar do baile, dous vultos nogros, com<
dous fantasmas malditos, entraram vagarosos na
sala de festim, depondo aos ps do Idumeu, em sal-
va de finos lavores, e caberla do Baptista.
E os labios de Herodias cntreabriram-se, deixan-
do sahir um som semelbante um rir de demo-
nios.
Da Semana Ilustrada transcrevemos o que se-
gu :
Sabes, Julia, eu tambem estou para casar,
Mas o meu noivo tao pachorrento que marcou o
dia para d'aqui seis mezes. E um descansado.
Pois, Luca, comigo acontece o contrario. O
Juca adianta-se dia por dia.

Minha senhora, sinto dares de cabeca to
fortes, como se me saltasscm os milos.
Nao tenha receio, Sr. Ambrozio, isso ira-
possivel.

Sr. vizinho, se nao sae hoje, peco-lhe o fa-
vor de emprestar-me o seu guarda chova.
Sinto muito, vizinha ; mas por isso mesmo
que fleo em casa para trabalbar, que preciso d'el-
le. Os tectos das casas novas sao feitos de pe-
neras.

O novo sino de S. Francisco tem ura som
muito claro.
por que novo ; quando chegar sua
edade, minha av, ver que fica rouquenho.

Sr. Leilao, nao estranhe a minha ousadia ;
venho pedir a sua filha...
Oh! meu charo Sr. Alberto, com muito gos-
to, urna honra e urna felicidade para mira, lia
muito que cu desejava conta-lo no seio de minha
familia....
Perdi, Sr. Leito, nao me ouriu bem ; di
zia cu que vim pedir sua filha o obsequio de
inscrever-se para tirar esraolas para os pobres
envergonhados de Santa Thereza, no domingo pr-
ximo, porta da egreja do Sacramento.

Dn. Semana.Abraco as duas rivaes
Ambas matronas de truz,
Que a sede de novidades
A longes trras conduz.
Sejam felizes, regressem
Como vao, conchegadinhas.
esta a praga que rogo
A's duas camaradinhas.
Moleque. Mas, nhonbo, como possivel
Mamoisel Homeopathie
Viver na mais terna liga
Com madame Allopathie T
Se possivel, j nao tenho
Cousa alguma que estranhar,
Si um lobo com urna ovelha
Desposorio celebrar.
Dn. Semana.Forte parvo I Em que aperturas
Estes casos le collocam !
Tu nao vs todos os dias
Como os extremos se tocam f
Se entre partidos oppostos
Do-se ligas superfinas.
Por que nao se nao de ligar
As contrarias medicinas ?

Por que nao vende o cobre do seu nariz, Sr
Anastacio ?
J quiz vende-lo, Sr. barao ; mas o calde-
rero, a quem falle a este respeito, respondeu-me
qne bem estupido era quera suppunha que o meu
nariz era de cobre.

Entao, meu senhor, serve-lhe o aposento ?
Nao, senhor, por que nao lem estribara.
Que necessidade ha de estribara n'um ter-
ceiro andar ?
para por o burro que alugar esta casa.
O Correio dos Eslados-Umdos de !8 de abril, d
a segointe noticia :
Houve na sexta-feira ultima um terrivel sinistro
no porto de Nova-York. A canhonera Chenango
acabava de sahir do arsenal de Brooklin com des-
tino para o sul, quando ao chegar em frente do for-
te Ramilln, rebontou a caldeira de bombordo, e
levou a devastacao a todo o navio. Trinta e cinco
pessoas foram horrivelmente queimadas pelo vapor
ardente, das quaes 25 donara morrido ao tempo
das ultimas informales.
DeputacSes dos navios de guerra francezes, rus.
ros e inglezes, que estaram no porto foram ao hos-
pital de marinba levar o tributo da sua sympathia
s victimas de to lamentavel acontecimento.
PERNAMBL'CO.-TYP. DE M. F. DE F. 4 F1LHO-


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