Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10391


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Full Text
AMO XL. HOMERO 135.
Ptr tres mtzes adiantados SfOOO
Por tres mezes vencidos ___ &JOO0
Porte teeerreio per tres nezes. 750
.*! 9* dltu
'*f y} yiiitn^^i
TERCA FEIRA 14 DE JUMO DE KM.
Per aue adianlah. .... l9|00O
Perte ao 6erreio>r im ano. 3$Q00
DIARIO DE PERNAMBUGO.
TtNCARREGADOS DA SUBSCRIPgAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrno de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr.A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Olireira; Maranbo, o Sr. Joaquim Marques Ro"
driguee; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
NCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL.
Alagas, o Sr. Claadino Falco Dias; Bahia, o
rr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
riera Martins PARTTDA DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
seztas-feiras.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Carnarn',
Altinho e Garanbons as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacarata', Cabrob,'
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Una de Fernando todas as vezes que para al i sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao Va dia.
EPHEMERJDES DO MEZ Dg J.UNHO.
4 Loa nova as 9 h., 20 m. a 10 s. da m.
12 Quarto cresc. as 9 h., 27 m. e 26 s. da m.
19 La cheia as 8 h., 34 m. e 20 s. da t.
26 Quarto ming. as 11 h., 53 m. e 3 s. da m.
PREAMAR DE HOJR.
Primeira as 11 horas e 42 minutos da manha.
Segunda as 12 horas e 6 minutos da tarde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIR03.
rara o joj at xiagoas a 5 e 28; para o norte at
S jft 7 e 2 de cada mez; para Fernando nos
das lidosmezesdejan, marc., maio,jul, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
0 t, a Recife : do Apipucos as 6 Vi T, 7 V, 8 e
a V Jaboatao as 6 /i da m.; do Caxang e Varzea as 7
'da m.; de Bemfica as 8 da m.
1 Do Recife : para o Apipucos as 3 Vi, 4, 4 %, 4 Vi,
,o, y> 8 Vi e 6 da tarde; para Olinda as 7 da
manaa e 4 /i da Urde; para Jaboatao s 4 da Ur-
de j para Cachang e Varzea as 4 Vi da urde; para
Bambeis 4 da urde.
ADBiNCIA DOS TRIBNABS DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta s 10 horas.
Juno do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas sextas s 10 horas.
Primeira vara do eivel: tercas a sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas a sabbados a 1 hora
da Urde
DIAS DA SEMANA.
13. Segunda. S. Antonio f., padr. da provincia,
14. Terca. S. Basilio Magno b. dout. da egr.
15. Quarta. Ss. Modesto, Crescendo a Vito ram.
16. Quinta. S. Joo Francisco Regs.
17. Sexta. S. Thereza rainha de Lio.
18. Saldado. Ss. Leoncio e Tribuno mm.
19. Domingo. S. Juliana de Falconieri v.
ASSKJNA-SE
no Recife, am a livraria da praca da Independencia
ns. 6 a 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa de
Faria & Fimo.
PARTE OFFIGIAL
GOVERIIO DA PROVINCIA.
Ceotionaro do expediente do dia 9 de junho de
1861.
Offlcio ao Dr. vigario capitular.Remetto V.
Exc. para seu conhecimento e (ins conveniente o
incluso exemplar do Jornal do Recife n. 129 de 8
do corrente coatendo a lei provincial n. 600 de
13 de maio ultimo, que desliga da freguezia de S-
Lourenco da Malta e retine da Varzea os territo-
rios nella mencionado.
Dito ao mesmo.Remetto V. Exc. para seu
conhecimento e Tos convenientes os inclusos
exeraplares do Jornal do Recife ns. 114, 116 e 130
de 20 e 23 de maio ultimo e de C do crrente con-
tando as leis provnciaos ns. 580, 394, 601 e 603
de 30 de abril e de 13 do referido mez de maio ;
a primeira eleva a catliegoria de vill a a povoacao
doSalguero na comarca de Cabrob, transiere
para ella a sede da mesma comarca, e determina
os limites que deve ter o novo termo ; a segunda
desmembra da comarca de Tacaratu' e rene ao
termo de Villa-Bella a fazendas e territorios nella
mencionados; a terreira manda que a freguezia
de SanU Mara Rainha dos Anjos passe a ter a de-
nominarlo de freguezia do Senhor Bom Jess da
Igreja Nova, ficando elevada calhegoria de ma-
triz a apella que sob a invocaco do mesmo Se-
nhor existe na povoacao do Caboclo ; e a quarta
finalmente restitue freguezia de Iguarassu' os
Engenhos d'Agua, Mussupe, Tapiro, Pindouinha,
Aguiar, Improviso, Mussupinho, Caap e a pro-
priedade Arregalado.
Dito ao director do arsenal de guerra.Concodo
a autorisaelo que V. S. solicitou em seu olllcio
n. 335, de 8 do corrente, para admtiir nesse ar-1
seal como operario da ferrara vencendo o salario
de 700 ris nos dias uteis, a praca invalida do cor- j
po da companhia de artfices Miguel Luiz da l'un- |
flcaglo. Comraunicou-se thesouraria de fa-
zenda
-Dia 10.
Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
De conformidade com o disposlo no aviso da re- i
partico da guerra de 20 de marro de 1863, de que
se remetteu copia V. Exc. com offloio de 8 de
abril do mesmo anno autoriso V. Exc. a man-
dar dar baia ao soldado do segundo balalho de
infamarla Silvestre Manoel Vicente Ribeiro que
reclamado como escravo pelo capillo Jos Caelano
le Albuquerque, remettendo-o ao Dr. chefe de po-
lica para ser entregue ao reclmame. Olciou-se
neste sentido ao Dr. chefe de polica.
Dito ao mesmo.Respondo ao offlcio de V. Exc.
n. 1037 de 9 do corrente declarando-ltie que deve
ser posto em liberdade o remita Antonio Joaquim
do Oliveira Costa, visto que foi considerado inca-
paz do servico em nspeceo de saude.
Quanto aos demais recrutas mencionados no ci-
tado offlcio j autorisei V. Exc. por offlcio de
hontetn a mandar alista-los.
Dito ao mesmo.Sirva-se V Exc. de mandar
por em liberdade, dando-lhe baixa, se j estiver
com praca, o recruta Alexandre Xavier da Silva
que tem isencd do recrutamento.Cotnraunicou-
sa ao tenente-coronel recrutador.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. informar acer-
ca do que pede no incluso requerimeuto o pri-
mero cadete sentenciado Joao Mauricio de Al-
meida e Albuquerque.
Dito ao Dr. v gario capitular.Informe V. Exc.
se a freguezia de N'ossa Senhora da Conceico da
Pedra, creada pela lei n. 361 de 6 de maio do anno
passado, e a de Santa Mara Rainha dos Anjos e
hoje denominada do Sr. Bom Jess da Igreja Nova
pela lei n. 601 de 13 de maio deste anno, ja se
acha convenientemente provida.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
i '. immnnico V. S. que o juiz municipal do termo
de Santo Antao, bacharel l'edro Secundino Mendes
Lins, assumio em 8 do corrente o exercicio do
cargo de juiz de direto interino da respectiva co-
marca por ter o effectivo entrado no gozo da licen-
<;a que oblivera.
Dito ao mesmo. Fica approvada provisoria-
mente a tabella que V. S. apresentou-me com o seu
ofticio n. 269 de 25 de maio ultimo para regular o
abono da etapa tropa de primeira 11 n lia, de pao
para os doentes das enfermarhs militares e de for-
ragem para a cavalhada da companhia de cavalla-
ria no segundo semestre do presente anno. calcu-
lados o primeiro desses \encmenlos em 340 ris
diarios, o segundo e o terceiro em 700 ris tambem
diarios.=Communicou-se ao brigadeiro comman-
dante das armas.
Diio ao mesmo.Respondendo a offlcio que V.
S. me dirigi hontem, sob n. 296, tenho a dizer que
approvo a dcmsso dada pelo inspector da alfan-
dega desta capital ao guarda Hennillo Jos de Al-
cantara.
Dito ao mesmo.D V. S. as providencias ne-
cessarias para que ao collector de rendas da villa
do Brejo se remella com urgencia o dioheiro que
for necessario para occorrer aos pagamentos do
destacamento da mesma villa, visto que segundo
declarou o brigadeiro commandante das armas em
ofticio de 8 do corrente, nao ha na collectori fun-
dos para pagamento do pret da presente semana.
Communicou-se ao brigadeiro commandante
das armas.
Dito ao mesmoCommunieo V. S. que o juiz
de direito da comarca de Santo Antao bacharel
Jos Felippe de Souza Leo, entrou cm 8 do cor-
rente no gozo da licenca de 15 dias que obteve
para tratar de sua saude.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Attndendo ao que expz o professor publico no-
meado para a cadeira de Instruccao primaria da
villa de Cabrob, Sabino Anisio de Faria, noreque-
rimento sobre que versa a sua informarlo de hon-
tem, sob n. 217, rer-oruniendo V. S. que de con-
formidade com o art. 25 da lei provincial n. 598 de
13 de maio ultimo, e mediante flanea idenea,
mande adianur ao mencionado professor a quantia
de 4005000 para ser descontada nos termos do
citado artiga
Dito ao mesmo.A' Simplicio Jos de Mello,
mande V. S. pagar seno houver inconveniente a
quantia de 197*300 em que mportam os venc-
ment* d urna escolta de guardas nacionaes que
conduzio oito crimiuosos do termo do Brejo para
esta capital, como se v dos inclusos documentos,
que para esse firn. me foram remettidos pelo chefe
de polica com offlcio de hontem, sob n. 682.Com-
municou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao director do arsenal de guerra.Faco
^presentar V. S. o menor orpho Alexandrino
AveUino de Siqueira Mendes, alim de ser admiltido
na/ompanhia de menores desse arsenal se houver
vaga, a estiver elle as condlgoes da lei.
Dito ao director das obras publicas. Inteirado
do contedo do offlcio que Vmc. me dirigi hontem
sob n. 151, tenho a dizer em resposta, que previna
ao empreteiro da estrada do norte engenheiro Jos
Mamede Alves ferrera, de qoe o empredramento
que cumpre-lhe fazer junio a ponte de Santo Ama-
ro na estrada de Olinda, em virtude de meo offlcio
de 16 de maio ultimo, deve ser naextensao de 220
bracas e nao na de i tf"** w declarou naquelle
offlcio. frift
Dito ao con Mustrativo.Recommendo
ao conselho ado Invo que nos termos do re-
glamento de 14 da dezembro de 1852 compre
para o almoxarifado do arsenal de guerra os objec-
tos mencionados no pedido que aqu ajonto.Com-
monicou-i? thesoararla de fazenda.
Portara.O presidenta da provincia, resolve de
conformidade com a informacao do director da re-
particao das obras publicas datada de 25 de abril
ultimo e sob n. 114, prorogar por 45 dias o praso
concedido ao arrematante dos concerlos do ponte
sobre_ o rio Gurja, Francisco Alves de Miranda
Varejao para a conclusao das obras do seu contra-
to, a contar da data em que se findou o predito pra-
so. Fizeram-se as necessanas communicacoes.
Dita.O presidente da provincia, tomando em
consideradlo o que expz o inspector da thesoura-
ria provincial em offlcio de hontem, sob n. 218, re-
solve abrir um crdito supplementar na importan-
cia de 13:9615739 para pagamento das porcenu-
gens dos empregados do consulado provincial nos
mezes de maio e junho do correte exercicio e nos
de julho e agosto de seu trimestre addcional visto
ser insufflciente para esse flm aconsignacao votada
no Io do art. 30 da lei do orcamento vigente.
Remelteu-se copia desta portara ao inspector da
thesouraria provincial.
Dita.O presidente da provincia, resolve desig-
nar o bacharel Pedro Alfonso de Mello, para servir
de procurador fiscal ad hoc da thesouraria provin-
cial no inventario do finado Jos da Cunha, visto
ter-se averbado de suspeito o bacharel Cvpriano
Fenelon Guedes Alcoforado, segundo consta de offl-
cio do juiz municipal da 2* vara datado de 7 do
corrente.Fizeram-se as necessarias communi-
cacoes.
EXTERIOR.
CORKESPOffDENCIAS VO IU.%
RIO DE PKKVAiriIKO,
LISBOA.
28 de naia de 1861.
A prorogago das cortes, que estava decretada
at 31 deste mez, diz-se que ser renovada at
meado de junho.
E' o costume.
A julgar pelo crescido numero de proposUs de
lei de iniciativa ministerial, que tem sido ultima-
mente apresenudas ao parlamento, das duas urna,
ou representarlo apenas um accesso de estril ac-
tiyidade, ou indicam ao paiz que a duraco das
cortes anda se prolongar por mais algumas se-
manas, mesmo contando com a rapidez usual com
que funeciona a machina legislativa nos ltimos
dias de qualquer sesso ordinaria, a sobretudo
coma incrivel docildade econdescender bonho-
ma que revela a cmara popular nos paroxismos
d urna legislatura.
E de ceno. Ao principio, a independencia tenaz,
os nimos intermitientes, manifesUm-se para tirar
o somno aos ministros, por um modo assustador.
No tim, ao lavar dos cestos, a vindima parlamen-
tar e toda blandicias e affagos, pelo simples moti-
vo, que poucos dos representantes da nacao tem
empenho de ser hostilisados pelos amigos e agen-
tes do governo as eleicoes prximas.
O partido realista, legimista, ou miguelisU,
(porque por todos estes nomes conhecdo) tencio-
na ir urna em grande forca. As reunios prepa-
ratorias de Lisboa e Porto foram muito concorri-
das, e grandes commisses contraes se elegerara
nesses comicios para dirigir os trabalhos eleito-
raes. fcu liberdade de cultoe polticos, esta syste-
raatica tolerancia em assumptos de preferencia
partidaria, como poucos ou talvez nenhum paiz na
actualid ide possa, e urna feco caracterstica do
quanto varaos avancando de dia para dia no cami-
nho da boa educacao constitucional e representa-
tiva.
Escuso de observar-lhes que o partido que me
reliro, alias composto de omitas pessoas estiina-
veis e dgoas de toda a consideracao, quando faz
os seus comicios, em plena liberdade presta a mais!
olemne homenagera aos principios que diz cora-
bater.
O regeneradores, urna das frac$oes da igreja^Iibe-
ral que tem, como a dviniade indiativa, tres ca-
becasvisiveisosSrs. Fontes, Casal Ribeiro e Sam-
paio da Reoolugao, lida tambera e alia as suas ar-
mas para a luta eleitoral.
Este apa era seutdo figurado que o digo, pois
nao creio, apezar do que escrevem alguns papis
ministeriaes, que se esteja preparau lo bernardo
para tomar a urna e repetir as scenas que derara
ha pouco tao triste celebridade s eleicoes munici-
paes de Villa Real.
A proposito. O Diario (offlcial) j publicou o re-
sultado do inquerito parlamentar sobre esses epi-
sodios de mocada, e concluio o dito inquerito por
tirar toda a responsabilidadeaogoverno por aquel-
tas tropelas.
Falla-se tambera muito era candidatos do parti-
do histrico, e parece que o governo est disposto
a apoiar nomes novos na cmara parlamentar, sem
excluso da velha guarda.
O numero das folhas peridicas do Lisboa nunca !
foi tamanho ; quasi tudo faz poltica ; as provin-
cias a exploso tambem espantosa.
Mais escolas primarias e menos papis pblicos
de que nos carecemos, porque muitos dos papis
morrem nascenca por falta de leitores. O paiz le :
pouco, e aiinal de contas produz mais neste ramo
de que realmente consom.
A questao do perw d'acto, cujos pormenores
Ibes constara na minha ultima do principio aofim,
(porque foi negocio que entrou completo na quin-
zenaj, acabou por um perdo de delicias, ou am-
nista. A imprensa do governo disse muiUs vezes
que as nayonetas da nacao nunca se apontaram
para creancas (sic) a secretaria collocou o vice-
reilor no terreno do sentimentalismo ; este respei-
tavel funecionario fez variacoes mui patheticas so-'
bre o thema favorito das lagrimas das familias, a
pedio aos estudantes n'um edital mavloso, (com to- j
do o lyrismo de que susceptivel o estyllo acade-
mico) o regresso quanto antes, o regresso por \
amor de tudo quanto poda sensibilsar aquelles
prfugos luteranos.
E o regresso verificou-se ; e o governo alten-
deudo docildade dos acadmicos, perdoou-lhes a
Gazela, e era vez do perdo ou dispensa de exa-'
mes, obtiveram o perdo, ou dispensa das penali-
dades que o cdigo e legislacao universitaria Ibes
estavain prometiendo.
O Sr. Latine Colho comecara urna serie de arti-
gos no Jornal do Commercio acerca do ensino su-!
perior em Portugal. A serie, que segundo se afflr-
ma sera continuada, interrompeu-se porra, mas o ,
certo que os espirito mais cordato vao sonhan-
do, quem sabe ? talvez um regresso da Universida-
de para Lisboa, como a sonhra Rodrigo da Fon-
seca Magalhes I Soja o que for, e venha quando
vier, ser muito bem recebida qualquer reforma,
por exemplo na concesso da igualdade de privile-
gios a garantas para as outras escolas, as forma-
turas etc. etc. O paiz asta invadido pelo elemento
universitario, e diga-se a verdade, as demais esco-
las superiores, que professam tambem sciencia
com muita seriedade, nao esto em paridade de
circumsuncias, no que diz respeito vanUgens o
graduaco.
O decreto da amnista de 13 do corrente e rsa
assim :
< Considerando que todos os estudantes im-
plicados nos acontecimentos ltimamente occorri-
dos na Universdade de Coimbra sao applicaveis
algumas das disposiedes do cdigo penal e de poli-
ca academica.'especialmente o artigo 18" do decre-
to de 30 de oulobro de 1856 ;
Considerando que estes estudantes regressa-
ram referida Universdade, a dcilmente conti-
nuaran! a respectiva frequencia, obedecendo voz
paternal que os convocou a exhortou ;
Considerando finalmente, que a severa appli- .o Porto, deixando na estaco o carro que conduzia
cacao das mesraas leis nao s causara grave de- o cadver.
trimento aos implicados cora a interrupcao da sua j Este carro foi depois levado mo at a passa-
carreira acadmica, mas exacerbara o desgosto e gem do nivel da estrada de Esgueira, onde o cada-
sacnticios das suas familias ; j ver foi desembarcado.
Usando da faculdade que me concede o 8.", Apenas as portas do carro fnebre se descer-
do art. 7i da carta constitucional da monarebia, e raram, o Sr. Jos Martins Raposo, encarregado da
tendo ouvido o conselho de estado; trasladaco pela Exm. vluva, a um dos mais dedi-
Uft por bem decretar o seguinte : cados e fiis amigos do Uado, abracou-se cora o
Artigo nico. Sao amnistiados, para lodo os fretro, e com mais lagrimas qoe palavras duposi-
etfcitos, os Tactos praticados era contraveneno das (ou sobre elle urna corda de perpetuas, que a irmaa
referidas leis, nos ltimos dias do mez de abril de Jos Estevo por suas mo? entrelacara e que
pelos estudantes da Universdade. vinha anda hmida de lagrimas da infeliz se-
os ministros e secretarios d'esudo dos neg- nhora.
cos do reino e dos ecclesiasticos e de justica assim: 0Sr. Raposo rodeado de alguns amigos en-
o tenham entendido e facam executar. tregou entao o fretro commisso de artistas que
Paco da Ajuda, em 13 de maio de 1864. -Rei : por nina caru, Ihe haviam pedido a honra de con-
uque de Loul, Gaspar Pereira da Silva. duzirem, nos seus bracos, o eminente orador sua
O projecto de lei do deputado Jos de Moraes derradeira morada,
sobre raptos parlamentares ainda nao foi discutido. < Foi difflcilimo organisar o prestito. Urna mul-
Parece que tem encanto f I O depnUdo Antonio tido compacta estava all agglomerada, e s a raui-
Labral de Sa Nogeira promette addiciona-lo tor- to custo foi formando alas pela estrada. J ia o
nando-se extensivo aos pares do reino. Cifrare grande distancia o principio do prestito, e ainda o
no perdimento do lugar, se acceitarem merc lu- cadver estava pousado sobre os descancos espe-
crativa do governo. raudo que o povo dsse lugar a que proseguisse.
Fassou o projecto de urna ndemnisajao de 100 Nao podemos dizer de quantas pessoas se com-
coutos, era ttulos de divida publica, riquissima punha o prestito. Muilas iara sem tochas por nao
casa dos condes de Penafiel descendentes do anti- chegarem as que estavam prevenidas, apezar de se
go correo-mor do reino. E' claro que dividas sa- haverom reunido todas as que haviam na cidade,
gradas e inquestionaveis ficaram para as medidas inclusive os pertencentes as irmandades e confra-
geraes. ___ < rjaS( e |eren, vndo cerca de 200 de Coimbra.
Alguns deputados muito escrupulosos, fallaram < Aos dous Jados de fretro ia a commisso do
de boa fe, insurgiram-se contra a monstruosidade, acadmicos que de Coimbra veio expressamente
mas a mdemnisacao passou e os credores do esta- para assstir a este acto.
do, (nao porm emprego heredurio, mas por sabo- i Atraz iam, nao diremos os amigos de Jos Es-
res que deram ou Ihes foram exigidos em nome da tevo, porque esse titulo pertence a muitos outros,
causa publica,) ficaram a chuchar no dedo, e a ad- mas aquelles que cora elle mais intimamente con-
mirar aquella bizarra de gregas e troyanos tao viverara durante a vida.
generosa com os opulentos, e lo sovina com os ne- Seguia-se a philarmonca da Vista-Alegre que
cessitados. viera com o Ilustre propretario daquelle impor-
Lscusado e dizer-lhes que as pessoas dos condes unte estabelecimento fabril, o Sr. Alberto Ferrei-
de Penafiel sao e foram extranhas aos debates, ra Pinto Bastos, e todos os seus operarios, prestar
Era tas somente urna questao de direito, que o par- esu ultima homenagem ao Sr. Jos Eslevo.
to para nella modelar as armas, que a devera de- mensai de im, e gfineraesde brigada em nume-
!%" ., ro de 2i com o sold de 905
Que osinarmores, que encommendara ha oito ftt iUtiBii Ar I- rlinm imrln anMn i i
mezes, ainda nao tinham ahogado por motivos I.' ^lS!*g^5.L***'.!?'* ??"* por
dependentes da sua ventade? e que brevemente g3 sa' aS mmtu Pr eneraes ^
submetteria ao exame da commisso artstica o mo-1 0 posto de marechal general have-lo-ha s em
tXlg& de D po fce,daTSen,a "" STiS 6Uerra ; 2 dt ma?ec^ &* S
% W%^fr2Sptar pelos seus pa0dd,aUar.haCOnCed,d0 PF fe, dS,nC, n -
discpulos o grande modelo da estatua equestre, ns o.>n.>rai> ! pois que ,.nh de o enviar para Bruxe.las^no fini COm o'venclme"to 1' i&Zfl XTk
do prximo mez de fevere.ro. conselheiro de estado.
E finalmente que assegurara a cmara que o So 0 asy,0 de Runa faz parte do Q
i monumento, salvo um caso extraordinario, sera po ,e|egraphico passa totalmente paraVmnsleno
inaugurado antes que Ande o anno de 186o. SM obr% vvabi^ Todas as ap de
| D?.ve.ser esse d,a u,n d,a memoravel para aquel- augraent0 de vencimento.
la cidade. ... A gratlicacao, como supnrimento alimenticio
- Comecarara ha poucas semanas os trabalhos que T lei ^ e ju|h() de 1862 recebem os offi
Pj?elTT*d*S "li38 UVe aCham D n0 i ciaesVarregimenlados, passa a ser addtanada ao
Cima em frente do caes da alfandega. soldo> e portante estende-se a todos os oflk.aeV,
porque diga-se a verdade em phrase chaa e popu-
Ninguem desconhecia o obstculo que as pedras
| all existentes, e que em menos de baixa mar -
cavam a descoberto, causavam a boa direceo da
lartanto come o que est na fileira, como b que
corrente do rio, a qua. n'aque.le ponto se afasta- Z^o'SX^TSJ^rlt
va da sua vardadeira e natural direccao. .,,,, ,w,, ;^; "....:.
rec^ao
Os trabalhos tem dado o melhor resultado, por
que em alguns sitios onde j se extrahiram pedras,
aprsenla o rio urna profundidade de cerca de
dous metros na baixa mar.
Sobre as ruinas dos predios incendiados na
ra dos Capel listas em Lisboa, se vo fazer as se-
"f&SSR conselho de esUdo e para o mi-! ffjpSS. fl"SSrSS
co oturoToara a ra do nro |cornm.ssoes nao os heuvessem inhabilitado de re-
^MriSSSSi4 que ter a sua jEHffif Crresp0Dden,es a0 9XCess0 a
frente para o largo do Pelourinho.
sultante desta organisajao, comparada com a ac-
tualmente em vigor.
Os offlciaes em commisso no ministerio das
obras publicas nao pedera ser promovidos eftec-
tvidade dos postos que por accesso Ihes perlen-
cam, a menos que nao sahiam da sua commisso.
No entanto, quando forem reformados sero com-
No ha quarteis permanentes para os corpos,
como na reforma do marquaz de S da Bandera.
No entanto, parece que o Porto ficar com o bau-
lamenlo cortou alexandrinamente para evitar mais
conflictos entre os dous ramos do poder parlamen-
tar, do que tem resultado era algumas sessoes le-
gislativas, ficarmos sem orcamento. A solucao
era precisa ; mas nao foi jusu. Era rasoavel pe-
rante as circumstancias; antiptica porm aos
bons principios.
Ia logo aps urna outra philarmonca a do Sr.
Valerio, acompaohando o destacamento era grande
uniforme, e com as armas em funeraes.
Mais adiante, defronte do convento de S, ainda
outra philarmonca, a do Sr. Marcello, tomou lugar
no prestito.
O prestito segua ra abaxo no meio de urna
Entre estes dous edificios haver urna ra.
O banco mudar de lugar.
- O banco Ultramarino est em ajuste P^o [hao de caca'dores n.'9, e com os regmentos den;-
preco de c.ncoenta contos de res, para comprar o fantaria v3 ,8 0 ff de cacadoef dI 1
predio no Torreiro do Pitea a esquina da ra da passa para selut)a| s .-vu' u. x
Prau, condecido pelo predio de Braamcamp, que y \ secreta'rja dt, euerra
hoje pertence ao baro d'Almeirim.
Foi elaborado pelo Sr. Joao de Andrade Cor- mullidlo immensa. Apezar dos esforcos de muitas
vo, distincto lente da eschola polytechnica, o rea- [ pessoas, impossivel foi por muitas vezes conservar
torio sobre o qual tem de ser bascado um projecto, ordem.
de lei permanente de cereaes. E' um trabalho < Xa Misericordia esperava o prestito de cruz !
cousciencioso, e que frma um livro dos mais inte-; aijada, com o clero, o Sr. vigario gerai da diocese.!
ressantes. j Ah tiveram lugar os responsos fnebres. A solem- i
As nossas condicoes de produccao, a legislacao nidade do dia nao permittia que fossem cantados
respectiva, tanto nacional como estrangeira, a es-, por orchestra, como esUva determinado ; houve-1
tatistica e muitos outros pontos positivamente liga-; ram as cinco absolvicoes, que, por dispensa da au-;
dos cora o importante assumpto das subsistencias, toridade ecclesiastica, se costumam rezar nos olfl-'
foram all tratados com verdadeira superioridade.; cios solemnes.
que tem de ser primeramente, dis-' 0 \^g^ SegU0 depoU pela rua Direi,a para
A proposta,
cutida pelo conselho geral de agricultura junto ao
respectivo ministerio estatu a livre importarlo e
exportadlo de cereaes e farinhas pelos portos sec-
eos e molhados do continente do reino a ilhas ad-
jacentes. A exportago completamente livre de
qualquer impostes. A importacao de gneros es- f
O fretro foi sempre conduzdo mo pelos ar-.
listas. Alguos apezar do enorme peso delle nunca (
quizeram revezar-se o insistiram em que lhe per-
tema a honra de o conduzir al ao cemilerio.
Defronte da casa em que babitou Jos Estevo,
traofairos fica sujeita aos seguintesdireitos por ca- um dos artistas que pegavam ao oaixo, o Sr. Jos
da cera kilogrammas:
Trigo em grao 200 a libra
Familia de trigo 300 dita.
Milho ou centeio 150 dita.
Fannha de milho ou centeio 220 dita,
Cevada ou aveia 100 dita.
Arroz descascado 500 dita.
Dito em casca 255 dita.
Deve-se observar que os cereaes admittidos com
o pagamento destes direitos ficam mais sugeitos
aos dos de consumo, fixados pelas leis, para os ce-
reaes da mesma natureza de prodcelo nacional.
Mara Carvalho, em urna breve e sentida allocuclo
pedio aos que o cercavam que se descobrissem.
Esta lembraoca que honra a inteligencia e o ca-
rcter do honrado artisU prodnzio funda mpres-
so.
Todos se descobriram.
E assim proseguio o prestito por toda a frente da
casa onde nascera o grande orador.
No cemiterio, junto do jazigo, esperavam o fre-
tro duas alas de senhoras vestidas de rigoroso luto,
com tochas acesas.
O prestito parou ahi, e os Srs. Bento de Maga-
Permitte-se o deposito de creas estrangeiros em '"5s. Rozende Jnior, Bandera de Mello, Bernar-1
Lisboa, e no Porto, cora o previo pagamento dos: do de Magalhes e Joao de S, e os Srs. Elmano da
direitos de importacao havendo restituico integral Cunha e Henrique Ferreira, acadmicos, presta-1
desses direitos, pelos cereaes que forem reexporta- iram- com a eloquencia da dor, a ultima homena-,
dos. E' opinio geral que esta proposta allende,: 8eu>. derradeiro tributo de veneragao e saudade
MS actuaes circumstancias econmicas e agrcolas' memoria de to eminente vario, pronunciando
do paiz a todos os interesses legtimos e sobretudo. sentidos discursos,
aos da agricultura nacional. Eram cerca de 11 horas da noite, quando as des-1
Consta que no dia 16 deste mez, fraassigna- cargas da forca militar annunciaram que as cere- i
do no ministerio dos negocios estrangeiros em Pa- i monias fnebres estavam terminadas, e que Jos
ris, uma convenci, para o estabeleciment de urna ; Estevo o grande orador, o eminente poltico, o
linha telegrapbica entre o continente europu e a
America. Bepresentaram as altas partes contac-
tantes Mr. Drouyn de Lhnys, e os ministros do
Brasil, de Italia e de Portugal, e o encarregado de
negocios do llalli.
Os pensionistas do Montepo militar e as ca
prestante cidado, o mai dedicado filho d'esta ter
ra, descaosava no lugar que escolhera para dormir,
o somno eterno.
De Coimbra veio a esta cidade, acompanhar o ca-
dver do Sr. Jos Estevo, uma commisso com-1
posta dos nossos collegas daLiberdade os Srs.
Este predio coube-lhe na he ranea pelo valor de
vinte contos, e agora j lhe oirerecem cincoenta
contos.
Esto promptos os estudos da ponte do carai-
nbo de ferro sobre o Douro elaborados pelo enge-
nheiro Joao Evangelista de Abreu. A despeza
oreada em somma superior a seiscentos contos, e
a ponte ter seiscentos metros de extenso. E'
feito pelo mesmo systema da do Tejo, com algumas
modilicacoes que lhe augmentara a solidez e a se-
guranza.
Nos trabalhos da sondagem feita no Tejo em
frente da alfandega para a construcelo da ponte,
tem sido necessario empregar a forja, pois os fra-
gosteiros e catraeiros teem chegado a molestar os
mergulhadores, impedindo-os que trabalhera. At
agora ainda se nao encontrou terreno firme, ape-
zar de se ter profundado at trinu metros, sendo
lodozo tudo quanto se tem encontrado
O banco Luzitano j tem casa para o seu es-"
ubelecimento.
E' na rua dos Capelistas. A mesa provisoria
competentemente autonsada, fez a sua acquisicao
parece que por 22:0005. Assegura-se que fuuc-
conar dentro em mez e meio.
O imperador Napoleo recebeu no da 6 de
corrente a carta pela qual S. M. el-rei da Prussia
notilicava a S. M. I. o nascimento de um principe
lho de S. A. o principe hereditario de Hohenzol-
lern Sigmaringen e de S. M. R. a princeza D. An-
tonia, irma de S. M. o rei de Portugal e dos Al-
garves.
As obras da canhoneira R> Minho progndem
com actividade e talvez que o vaso caia nagua no
flu de julho ou principios de agosto. Amachina
j est encommendada. O navio nao vai Ingla-
terra para a enllocar, pois que ser concluido no
Tejo, viudo a machina para Lisboa.
As obras da ponte do arsenal de marinha,
que devem estar preraptas dentro de tres ou qua-
tro mezes, ja comecaram.
\ coliocaclo dos tubos de dous metros de di-
metros, sobre que assentar a ponte, foi inaugu-
rada no dia 14 do corrente.
O arsenal tambem espera uma bomba para apa-
gar o> incendios por meio do vapor. O custo de
toda a machina ser de dous contos de ris. Es-
tar sempre preparada e prompta a sahir, deitan-
do-sefogoao combustivel, na occasio em que a
machina for necessaria. Durante o trajelo have-
r de certo, lempo preciso para que a machina
possa funecionar com o vapor.
A cmara municipal de Lisboa tambem encom-
ficar organisada como
actualmente se encontra, com as seguintes nodifi-
cacoes :
Os sargentos qoe actualmente servem na pri-
meira direccao sao enviados para os corpos. Em
vez destes sargentos sero admittidos a servicos
dous offlciaes reformados por cada reparticlo. A
sexta reparticlo dissolvida, creando-se em seu 1b,-
gar t repartido de sade, do que ser chefe o ci-
rurgio em chefe do exercito, dividida em duas
seccoes, para cada uma das quaes haver um sub-
chefe ;
As diversas commisses de que se compoe o ser-
vico cargo de todo o ministerio, sero classifica-
dos por armas, havendo quadros para todas as com-
misses e serviros, menos para os ajudantes de el-
rei o para os lentes das escolas militares.
O governo tem acceltado j varias modificaces
e parece que concluir por guardar na gaveta a
proposta.
Acaba a escola naval do fazer a aoquisicao
de uma excellente colleccao de armas portateis mo-
dernas de precisao, entre as quaes figura a celebre
carabina ingleza Whitworth de scelo hexagonal, a
espingarda prussiana d'agulha zundna delgetvehr,
que se carrega pela colatra e tem a particularidade
de nao ter fechos exteriores, mas sim uma agulha
interior de ac, que na occasio de se carregar no
gatilho fura o cartuxo percutindo ao mesmo tempo
o fulminante de que elle munido na parte ante-
rior, e que por consequencia inflamma a plvora ;
a carabina federal suissa, que sendo de um dimi-
nuto calibre possue grande precisao de tiro ; a es-
pingarda raiada franceza de infantaria ; a carabina
de bala explosiva de Devismes, e vario outros es-
pecimens de armas, carregando-se pela bocea ou
pela colatra.
Juntamente com esta colleccao de armas, pode a
escola tambem adquirir diversos instrumentos
scientificos e de applieacio ; e entre estes, o Poly-
tropo, lindo instrumento inventado por George Sire
e que permute fazer bellas experiencias sobre as
propriedades dos corpos em relacao, o Chronogra-
pho de Martin de Bettes para a determinadlo das
forca das fiolvoras, das velocidades dos projectis,
etc. ; e varios outros instrumentos de muito mere-
cimento e valor.
E' incontestavel que a commisso dos soccor-
ros para os famintos de Cabo-Verde tem colhido
importantes donativos, e tem prestado relevantes
servicos.
Nao s os nacionaes, mas os estrangeiros igual-
mente, teem vindo associar-se a esta obra de cari-
dade e philanlropia.
O ministro da marinha, acaba de comprar aos
ses inactivas de nao consideracao, foram desta vez, D. Lourenco Simes, Motta Veiga, e Figueiredo,
contempladas pelas cortes com mais cinco por que d'aqui foi o cadver do Sr. Jos Estevo.
cento. Reunio-se no dia 22 noite no governo civil
Fez-se no dia 13 do corrente a trasladaco; a commisso da cmara dos deputados, encarrega-1
mendou uma destas machinas, perm de menor (grs. Morrogh Walsh & C, negociantes britannicos
dos restos morues do grande orador Jos Eslevo
do ceraterio dos Prazeres, em Lisboa para a est-
cao do caminbo de ferro Santa Apolonia. O f-
retro, levado era coche, era acompanhado pelos
ministros, da fazenda, marinha e obras publicas,
representantes de todas as escolas superiores, da
direcfo do Asylo de S. Joao, membros da impren-
sa, associacoes scientificas e luteranas, sociedades,
operaras, centros artsticos e muitos outros cida-
daos. Alguns lhe sahiram ao encontr. Era es-
perado tambem no transito, pelo director da esco-
la normal, Luiz Felippe Leite, que seguio o pres-
tito com todos os alumnos mestres, em trens, at
estaco do caminho de ferro.
O Jornal de Aveiro de 17 do corrente noticia a
chegada do cadver de Jos Estevo Colho de Ma-
galhes aquella cidade da forma seguinte :
Esto na sua derradeira morada as cinzas de
Jos Estevo. Descanca o eminente orador junto
daquelles que amou na trra em que nasceu. Est
cumprido o desejo que tanus vezes manfestou,
quando a morte pareca anda distante da sua mo-
rada.
Hontem todo o Aveiro reunido na estaco do
caminho de ferro recebeu com as lagrimas nos
olbos os restos inanimados do mais prestante dos
seus filhos e em prestito solemne os conduzio ao
lugar do repouso eterno.
< Foi um espectculo grandioso. Uma povoa-
cao inteira, sem distincelo de classes nem de opi-
ndes, correu porfa a prestar a ultima homena-
gem memoria daquelle que tantos e tao assigna-
lados servicos lhe prestara durante a vida. Era
uma divida de gratido : ninguem se recusava ao
pagamento della.
< No coniboyo da manha, alguns dos mais liis
e dedicados amigos de Jos Estevo tinham ido
Coimbra para acompanhar o cadver. Faziam par-
te dessa commisso alguns artistas, que com amis
louvavel dedicaco e interesse se haviam offerecido
para esse fira.
A' chegada do comboyo que conduzia o cada-
ver, uma commocao elctrica se apossou de toda
aquella mullidlo.
< Ha impressoes que se nao exprimem, e foi des-
se genero a que sentiram todos ao aproximarem-
se, pelo caminho da vida >, como depois disse em
| uma inspirada imagem o Sr. Bandera, < os despo-
jos da morte.
As portas da estaco estavam abenas, e o caes
apinhado de gente.
c A empreza quiz dar a Jos Estevo um teste-
munho mais do seu apreco franqueando todas as
portas e avenidas da estaco, e consu que presta-
| ra, tanto com relacao ao comboyo expresso que
trouxe Coimbra o cadver, como depois na vinda
delle at esta cidade, todas as attencoes e obsequios
que demandava a memoria do grande orador.
O comboyo que vinha de Coimbra seguio para
da da subscripeo para o monumento de Jos Es-
tevo.
As sommas recebidas e depositadas no banco de
Portugal elevam-se a mais de tres contos e seiscen-
tos mil ris. A commisso decidi que o monu-
mento, qoe ha de perpetuar a memoria do grande
orador, fosse uma estatua de bronze sobre um pe-
destal de pedra singelo, no largo em frente do pa-
lacio das cortes.
O governo fornece o bronze para a esUtua. O
trabalho artstico ser encarregado ao nosso escul-
tor Vctor Bastos. A fundicao da estatua ser fei-
ta na offleina dos Srs. Collares, a Perseveraba.
Foi approvado o projeets, datado de 30 de junho
de 1863, relativo ao lauco da estrada de Santo Tliir-
so a Guimares, comprehendido entre Rebordaos
e rua Nova no comprimento de 6260 metros; e
ponte da Curvaceira sobre o ro Vizella, no perfil
n. 138.
O director das obras publicas do districto do Por-
to leve ordem de proceder a factura das obras por
empreitadas parciaes ou trelas, ficando, por esse
effeito autonsado a gastar a quantia de 37:2255472
rs. equivalente somma total do orcamento (ris
39:0205000) deduzidas, a verba de ris 5385860,
calculada para estudos, por se adiar j despendi-
da ; as verbas de 3895660 ris e 3095*00 ris,
calculadas para adminislraco, porque cada um
dos precos compostos se incluirn) 10 por cento sob
a designaco de compra de ferramentas e lucro pa-
ra o empreiteiro, na hypothese das obras serem
feitas por empreitada geral; e finalmente, as ver-
bas de 2445199 ris e 3125909 ris, calculadas
para despezas imprevistas.
Da acu da sesso que a cmara municipal do
Porto publica, colhem-se esclarecimentos sobre o
esudo dos trabalhos do monumento, que deve eri-
girse na praca de D. Pedro d'aquella cidade,
memoria de D. Pedro IV.
Ve-se por ella, que a commisso artstica ins-
pectora dos mesraos trabalhos na capital examinou
e approvou no dia 19 do mez Ando o grande mo-
dello do baxo relevo, que represenU o desembar-
que no Mindello, e que deve ser collocado na face
occidental do monumento. D'esU commisso Taz
parte, como se sabe, el-rei o Sr. D. Fernando.
O estatuario Calmis, dando conta do mesmo
exame e approvacao, diz, que as figuras do dito
baixo relevo, que lhe valorara mais elogios da com-
misso, foram a de D. Pedro, Mello Breyner, vis-
conde de Nallongo, marquez de S da Bandera,
marquez de Ficalho e dos marioheiros collocados
direiu.
Diz mais, qoe nao tem podido adianur mais os
seus trabalhos, por ter sido mordida pelo cavallo,
que lhe set va de modelo para estatua eques-
tre.
Que J executra tambem em barro, e por rae-
tade da grande a face do pedestal de moatunen-
forca.
O projecto de lo autorisando o governo a
contratar a construcelo de um caminho de ferro
do Porto a Braga foi convertido com approva?ao
das cortes, em autorisago para o poder executvo
contratar a fetura das vas frreas do Minho, Be-
ra e Traz os Montes com garanta de um mnimo
nesU praca, uma avuluda carregacao de milho de
superior qualidado no valor aproximado de......
20:0005000.
Aquelles negociantes, alm de cederem o milho
por 330 rs. cada alqueire, proco porque nenhumas
outras cargas se tem vendido, pois os precos porque
geralmente se tem comprado por 360 rs. o alquei-
de rendimenlo bruto por kilmetro ou subvengo re> oflereccram um valioso donativo, para os infe-
por um certo tempo, ficando no enunto, depen- j |zes caboverdianos, de 2,000 alqueires de milho,
dentes de saneco legislativa os contratos defmit- o acto de venderem a carga ao ministro da mari-
vos que sobre este assumpto se fizerem.
Na noite de 11 para 12 do corrente, arden o
theatro de Villa "Franca.
Eram duas horas e meia da noite, tinha acaba-
do de passar o comboyo das mercaduras, e os
empregados da linha foram apagar os phares, e
nessa occasio conheceram que no theatro havia
fogo deram logo sigoal de alarma, c os sinos co-
mecaram a chamar os soccorros.
nha.
A casa britannica, de Londres, dos Srs. Knowles
& Foster, que sempre subscreve generosamente
nastas crises em Portugal, mandou entregar com-
misso de soccorros pelos Srs. Fonceca, Santos e
Vianna a quantia de 4005000.
Os nossos compatriotas do Brasil, de todos os
pontos daquelle imperio, segundo a importancia
dos districtos onde exercem autoridade consular.
Grandes tem sido os soccorros enviados aos infe-
Acudio muita gente, mas todos os esforgos fo- |zes de Cabo-Verde, nos pelos canaes apontados,
ram baldados. Uma hora depois o theatro era um | mas pelo ministro da marinha direcUmente, cujos
Conseguo-se ape-
a nenhuma outra
momio de cinzas e de ruinas,
as que se nao communicasse
propriedade.
Naquella noite, tinha all havdo ensaio, que
durou at porto da meia noite. O descuido com
algum cigarro ou morro occasionou o sinistro.l
O theatro de Villa Franca (ora incendiado pelas
tropas miguelistas em 1833
tratou da sua reedificarlo,
hoje.
O theatro esUva construido n'um celleiro da ca-
sa de I.aloes, existia all antes de 1833.
S. M. el-rel fez um valioso presente de livros,
sobre artilharia, escola naval de tiro, estabeleci
auxilios, por este ministerio, pela commisso de
soccorros csubelecida em Lisboa e pelas remessas
do Brasil e de outros pontos, talvez excedam ao
valor de mais de 200:0005.
E comtudo a fome tem ceifado vidas era Cabo-
Verde !
Devenios fazer sacrificios por soccorrer ate final
e em 1834 logo so i os desgranados habitantes de Cabo-Verde ; porm,
e assim durou at i passada a crise, necessario pensar sobre as con-
dicoes econmicas daquellas ilhas, e a ellas devera
em curtos espacos passar por semelbantes, como
tem acontecido, o governo da metropole deve pro-
por o remedio, por violento que seja.
A corveta Estepkania chegou no dia 22 do
No dia 23 desembarca-
i bordo da nao Vasco. Suppoe-se que estes li-; passado cidade da Praia.
vrosservtraodebasea alguma bibliotheca espe-, va e tomava posse o novo governador de Cabo-
ciafnue a bordo do dito navio se deva estabelecer, Verde.
oara uso da mesma escola, que diga-se a verdade | De uma correspondencia daquelle archipelago
uma excellenfe creacao do ministro da marinha o, com data de 3 de maio dirigida Gateta extracto o
Sr. Mendes Leal, e della se tem tirado bellsimos
resultados.
O ministro da guerra apresentou s cmaras
a nova organisaclo do exercito, eis algumas me-
didas :
O exercito se compe de divises e de brigadas.
As divsoes sao dez, pois que o commando militar
dailhada Madeira passa a ser diviso. A 1* (Lis-
boa) a 3 (Porto) e a 7* (Extremo) divisdes sero
de 1* classe, as resumes de 2* classe.
Haver um corpo de engenheiros ; qoatro regi-
mentos de artilharia, e mais tres bateras para os
Acores e Madeira; oito corpos de ca vallara ; do-
ze balalhes de cacadores, sendo 10, 11 e 12* pa-
ra os Acores e Madeira; dezoito regimeotos de in-
fantaria e tres carpos de veteranos. Os corpos de
cacadores e de infantaria tero oito oompanhias.
A torca do exercito em p de paa sera de 30,000
homens, e era p de guerra de 60,000.
Os offlciaes, genoraes, sero, de duas classes ; ge-
teraes de diviso ero nunyrode dez com o sold.
segrate
O governo do Sr. Jos Guedes j ordenou uma
das mais urgentes medidas para esta crise. Tra-
ta-se hoje de remover para o lugar das suas resi-
i dencias lodos os indigentes que eochera ts ras da
cidade.
Trata-se Umbem de estabelecer am hospiul no
concelho de Santa Catbarina, e um hospicio nesu
cidade para 900 enancas e invlidos. Est nomea-
da j a commisso que na de tratar daqaelles infe-
lizes.
Nao ha noticias nem informac,5es do concelho do
Santa Catbarina. A falu de pessoal habihudo as
delegaces de adminislraco em todas as fregueiias.
1 por certo a cansa de tanUs irregularidades pre-
judicios ao servico. Corre, porm, o boato do
que ha l tnuit& falta de maotimentos. A barca
Villa da Praifi parte hoje ou amanha para aouelle
concelho co-.n muitos generes.
As notir las das outras ilhas slo pouco importan-
lea, m. comparaco do que succede oesta. A Bra-


i. commuai
--------
vae Fugo. con'iiundoTser regularmente socror-,
rid.is cun monumentos para 3,000 pessoas, segan-
do pens, uao padecer^ ao*. Nesta ^ cidade e
que se lem apreseniado a crfea alimenticia, com
aspecto mais medonho. Bo axr'mez Je abril liad
falleceram 300 pessoas; portanto em toda a ilha
terao fallecido 1,500 pessoas.
As desynlerias tem-se repetido, e ja apparecc-
ram casos solados de tfphos. E" porera de espe-
rar que por meio das medidas usuarias que o go-
vernu ja tomn, e com a remOfao dos indigentes
para suas casas, e para suas fref uezias, onde llave-
ra e manii ment sulkiente que para todos vai ser
enviado, o estado sanitario na de nielhorar. Para
maior mal, tem estado dorales tres facultativos, o
Dr. Ramos de Camino, physico-mr, o Dr. Salles,
medico que ltimamente ele de Lisboa, e o cirur-
giao Nunes. Alada uao esto restabeleddos.
O povernador tem visitado o hospital e as habi-
tantes dos indigentes, levando o animo a todos.
As noticias de Cabo-Verde que por orden) de
governo toram publicadas no Diario sao as se-
guntes :
< Por portarias de 15 de abril, com os votos da
junta de fazenda e do concelho do governo, fura
declarada livre de direitosa importaco de cereaes
e gados at ao fim de dexembru prximo futuro, e
a de fenos e pastos de quaesquer especie at ao fim
de outubro.
Pela corveta Estephania chegada ao porto da
Praia de S. Thiago no dia 22 de abril foram rece-
Lidos differenles gneros alimenticios, medicamen
tos e utencilios.
Chegaram tambpin alli as barcas Elisa e Villa da
Praia o o brigue Schiller, com manlimentos por
parte da eommissao central de soccorros do go
verno.
A 2o do mez passado tomaran) posse dos raspee
ti vos cargos, com as formalidades do estylo, o go-
bernador nomeado Jos Guedcs de Carvalho e Me-
nezes e o secretario.
Sahira no dia 2 do corrente para Gui, levando
153 indigentes, o hiale de guerra S. Pedro. Devia
sahir a 3 para Lisboa a corveta Estephania.
Exacerba-se a crise alimenticia e o estado sani-
tario Crescera gravemente a mortalidade.
Applicou-se logo o novo governador geral a des-
envolver e aperfeigoar o systema da polica, queja
produz o completo socego publico.
Picavam sendo soccorridas.diariaraente na cidade
da Praia 15,000 pessoas.
O Diario de 16 do crreme publica nao so a
carta de lei concedendo um subsidio de 70:0005000
para a provincia de Cabo-Verde, como tambem as
mstruccoes regulamentares para a concessiio dos
Sremios aos cultivadores de algodao na provincia
e Angola.
As principaes disposices deste regulamento sao
as seguintes:
Os proprietarios i|uo na provincia de Angola
tiverem mais intensas e molhoree culturas de al-
godao podero pretender e haver. pelos cofres do
sudo, em cada auno at o de 1872, alguns dos se-
guintes premios:
I'm premio de 4:0005-
Tm dito de 2:0005.
Qualro ditos de 1:0005 cada um.
Sao concorrentes aos mencionados premios os
proprietarios de culturas de algodao, ptla uianeira
seguinte:
Ao priineiro premio os que tiverem pelo menos
300 nctares de terreno com a dita cultura.
Ao segundo prem o os que tiverem de 300 a 500
nctares.
A cada um dos tres premios os que tiverem de
J00 a 300 hectares.
Estas culturas poderao ser feitas em terrenos
unidos ou separados.
As plantacoes devero ter regular e cuidada cul-
tura, e o terreno occujiado de sorte que em cada
nctar nao haja menos de 2,000 arbustos de algo-
doeiro, nao podendo pretender-se alguns dos pre-
mios pela cultura de algodao herbceo.
Na concessao dos premios, segundo a respectiva
ara de cultura, teem preferencia os proprietarios
que cultivaren) o algodao das seguintes especies por
sua ordetn :Algodao comprido (sua Island).Al-
godao curto (Upland).Algodao do Brasil.Algo-
dao da India.
Outra qualquer especie de algodao arbustivo.
U premio, urna vez concedido por urna plantaco
nao poder ser repelido pela mesma plantaco nos
annos seguintes, e oem mais de um premio pode
ser adjudicado a um mesmo cultivador em cada
anuo.
Os proprietarios que pretenderem algumdos refe-
ridos premios devero requerer ao governador geral
dentro do praso que elle (ara annunciar no bole-
tnii da provincia, indicando o titulo do seu dominio,
a situaco e a exlenso das plantacoes e a especie
do algodao cultivado, dirigindo o seu requerimento
por va do chufe ou governador do districlo a que
pertencer o terreno em cultura, para subir infor-
mado por esta autondadc.
O governador geral uomear as commisses que
julgar mressarias para vistoriar os terrenos e ve-
rificar o titulo das propriedades, a extenso dellas
c o seu aproveiiarnento, estado de cultura e quali-
Uade de algodao.
Estas commisses serio compostas do cliefe de
um dos disirictos mais visiulios das plantacoes,
que ser o presidente : do engenheiro da provincia
e na sua falta ou impedimento, de um perito devi-
damente habilitado, ede um cultivador da mesma
ou outra localidado, designado pelo governador ge-
ral ; servindo de secretario o cscrivo ou secretario
do distnctO em que se acharen) as plantacoes.
A corveta Ga recebeu us dia 17 ordem de
sabida para Cabo Verde, afiin de levar manlimen-
tos Sabio no dia 18 para aquelle archipelago o
brigue Deciso com carga de milho.
A somma dos soccorros enviados para aquelle
archipelago desde 10 de noveinbro at 30 de abril
pela eommissao central de soccorros a seguinte :
Arroz 241,803 kilogrammas (15,827 arrobas).
Milho 479,400 linos (578 ineios e 52 alqueires).
Carne salgada 10,359.200 kilogrammas (1,250 ar-
robas). Batatas 8,812 kilogrammas (600 arrobas).
Bolaxa 1.800 kilogrammas (123 arrobas). Fariuha
de milho 8,812 kilogrammas (349 arroba.-.)
Os que teem remettido de diversos poutosdeque
ha conhecimento na secretaria de tnarinha sao
estes :
Remedidos directamente do Funrhal, por autori-
saco do governo de 29 de fevereiro ultimo mi-
lho a bordo do escuna Boa F 33,149 litros (2,400
alqueires).
Keinellido de S. Thom, donativo dos habitantes
milho 8,011 litros (580 alqueires) : e dinheiro
2655200 rs
Rcinettidos do Rio de Janeiro, bordo do pata-
cho Constanza, malas de carne secca 138 ; Larris
de carne salgada 64 ; barris de toucinho 10 ; sac-
eos de farinha 2,076 ; saceos de milho 302 ; saceos
de feijab 100 ; saceos de arroz 60 ; barricas de bo-
lacha e arroz 54: aquetas 100, e diuheiro rs.
l:000Oi o.
Os soccorros remettidos at o dia 18 pelo gover-
no sao os seguinte. :
Em dinheiro, numerario remettido 6:5005.
Saques da junta do fazenda da provincia rs.
5:620fi82, somma 12:120,5282.
Em geueros : arroz 79,226 kilogrammas (172,605
arralis); milho 1,511,020 litros (109,493 1|2 al-
queires) ; alvioes 500; pao de ferro 500; enchadas
1,000 ; rodas paracarrinho de mo 200 ; caldeiras
de ferro 20; panel las de folha 47 e medicamentos.
Embarcado no brigue Deciso, que sahio no dia
18 para Cabo Verde : milho 39,240 litros (17,869
alqueires); taboado, barrotes, pregaduras para
cdilicaeao de hospicios ; roupas para os doentes
manta-, lences ele.); medicamentos e diversas
drogas.
Remedidos pela corveta D. Joao I : em dinhei-
ro 4:5005 rs. ; comprado e armazenado para ser
mandado succssi varaent milho 1,192,320 litros
1,440 moios.
Pelo ultimo vapor da carreira do Brasil saccou a
jnnta da fazenda da provinciafletras no valor de rs.
2:2755000 rs.. que foram j aceitas.
J esl assignado o contrato com qualro pesca-
dores que devem ir exercer a sua funeco nos
mares de Cabo Verde. O governo garante a cada
um o veoeimento mensal de 205 rs., urna raco
diaria de bordo, cuco por cenlo de inlcresse no
producto das pescaras, passagem e condueco
gratuita a tiles e a seus barcos e velas. Os pes-
cadores, pela sua parte ficam obrigados a pescar
por cunta do goverlo e o eosinarem no archipela-
go ledos es irafegos do seu mister.
As trevoadas teem andado oestes ltimos das
roda de Lisboa, por todos og lados ; nn da 24 du
correle, pelas 2 horas da larde, desabaram sobre
esta cidade com repelidas descargas electricas,que
assustaram mu Ha gente.
Realmente era medonbo o continuado estalar dos
troves, que s sueeediam, como ha muilo tempe
se|oo observa em Lisboa.
A trovoada esleve sobre a cidade, e como nao
pavia vento, como que pairou por muito lempo,
hois se mova lentamente.
No torreo de oeste do Terreiro do Paco cahio
urna faisca elctrica. Foi justamente na esquina do
lado da praca. Causou ruina no tropheo e no Iriso,
quebrando algumas pedras, que desabaram. Pare-
ce que o outro troptieu tambem soflreu com o vi-
lenlo choque.
-lMi U; 1=
UrU le PeritiifcBe Tere* felr* 14 ele Juuho de i ft4.
Para a banda do noroeste da edade tambem ca-
algumas aisca3, mas suppoe-se fra de
^^A*8 **w,.,;,*lr,D* que no quart?' d0
attUiao de infamara 16t)no Campo de om"ique,
iHIT urna (set o pao da bandeira, sem occasio-
uar outros estragos alm de derrubar o mesmo
pao da bandeira.
Igualmente uizem, que na casa do Sr. Gaspar
Jos Vianna urna faisca catiira no para-raio
Na occasio da descarga sobre o torreio chovjg te e o respectivo escrivao.
O ministerio publico na accosaeao desenvolveu
0; este hbilmente com a prora dos autos, pedindo a
copiosamente
s 5 horas da Urde novarnonle trovejou para
su mas a grande distancia da cidade, e desde essa
hora at a noite continuou a chover, sempre sem
vento, o que fez com que alo se dissipassem as
nuveus.
Em consequeneia da trovoada henve um princi-
pio de incendio n'uma trapeira da ra Augusta.
Disse-se qtie rara occasionado por um raio, mas se-
gundo conslou foi devido a que urna mulher fura a
um vo buscar alecrim para que o fumo affaslasse
os raios, e como levava urna luz, o fogo casual-
mente commui'icouse a urna porco de estopa.
Foi promptamente exlincto.
Depols das 8 horas cessou a rhuva e comeca-
ram a dissipar-se as nuvens; depois das 10 Iroras,
porro, recomecou de chuver a grossas torrentes, e
&^=====MM^
virrens e
ciados as penas do art. |193 do cdigo penal por com naH^publrtacao i pelido, sob a assignatora para servirem d ediles as suas
homicidio na pessoa de Loh Cardoso Martins. de um poi ie familia, em a qnal seu autor se quei- seus anjos.
Foi este o processo mais_ importante que sobio xa de oao se hnver dispensado das sessdes do jury Sbitamente sou abrigado a depor a penna o
jalgamento na actual sessao, nao i pelos inciden-1 um professor de primeiras ledras que alli se acha, que snlo, porquo j me nao entenda, e aproiia-
tes que occorreram, como pelas clreomstaaclas que quando ahis se tem dispensado outros empregados va-me, portanto, 4o estylo da moda,
o revestiram, e de que so entrou em conheeiroenlo pblicos requisicao de seus respectivos chefes,
no plenario, de sorte que a sessao prolongous at segundo elle mesmo tem "luirvaijit
cerra de meia-noile, e tere o digno Sr. Dr. jais de
direito de mandar responsabilisar o jaiz processan
eondemnaeSo dos arcusados conforme ao libello
Sendo eu o nico professor primario alli exis-
tente, e como quer que da referida publicarlo a
pedido se possa deduzir censusjJ aodkno dele-
gado Iliterario, j;i ao Ilustrado director geral da
inslruccao publica, j i finalmente ao integro juit de
direito que preside ao jury ; compre meieusirar.
CIIROMCA JLDICI4RI4
e o Sr. Dr. Franeisco Leofjoldino de Gusmo Lobo que nenhuma parte tive em dita mblu
boove-se na defesa com a proticiencia que I he co-
ndecida na trfltuna criminal, e concluio por pedir
a absolvilo dos eeensailles, firmado no merecimen-
to do prcesse,-6ebFe que pesa va a arguieae prova-
da de irregularidades reveladoras de nullldade do
mesmo, e na juslificac^ao do crime dos aecusados
resoltantes da acareacao das testemunhas da ins-
instruccao do processo e daquellas do plenario.
Seguidas e observadas e observadas as dermis
formalidades, como igualmente diferentes dili-
gencias em ordem a esclarecer o juizo docons-
elho, recolheu-se este a sala das conferencias,
e ah em resposta aos quesitos apresentados sua
tent
ssim continno at pela manhaa. Foi urna das deciso, quesitos organisados conforme o que de
maiores trovoadas que lem descarregado sobre corren da diseussao combinada com os incidentes
Lisboa. | das diligencias procedidas formulou um \ceniicl.
No lugar da Dabja, conselho de Bellas, foi ful- de que resultou a absolvico dos aecusados.
minado um homem que se abrigara da trovoada A' julgamento foi snbmettido na sessao de bon-
n'um moinho velho. tem Joao Francisco Hemeterio Porleila, pronnncia-
Receberam-se noticias offlciaes da India, Ma- do as penas do art. 193 do cdigo criminal, em
cao e Timor. consequeneia de haver morto Isidoro do Amor
Foi publicado na capital da India Portuguexa o Divino por occasio de, como inspector de qnartei-
auto solemne de reconhecimento do principe real; rao, proceder a diligencia de prender ao mesmo,
D. Carlos Fernando pelas crtes geraes da nacao. | que rebellando-se contra elle, do conflicto travado,
O arcebispo primaz do Oriente, continuando com o
mais louvavel xelo na adminislracao e mclhoria da-
quella igreja e christandade, enva o plano da or-
ganisaco do novo quadro do cabido da s pri-
macial.
A junta da fazenda communica haver reduzido
as despezas do estado s approvadas na metropole
pela ultima lei ornamental.
As obras da corveta arndo lomam progressivo
iucremeuto. Trabalham na conclusao deste vaso 60
operarios, numero que vai augmentando, atlrahin-
do aos estaleiros de Goa a sua anliga populacao e
importancia.
uiianto a Maco :
iUiuava completo socego naquelle estabeleci-
mento. Por parlicipacao ollicial do consulado de
Portugal em Shanghae, de i de marco, consta que
as lanchas nacionaes ns. 9 e 10 se perdern), por
motivo de expulso, quando se batiam com qualro
taumes de piratas que alaearam, na altura de Un-
giu, no dia 2 de fevereiro ultimo.
Estas duas lanchas linhaui sahido de Fuchaw em
resultou ser fondo Isidoro e suecumbir.
Da cadeira do ministerio publico, pedio o Sr. Dr.
Jos Paulino da Cmara de modo coocludente a
condemnacao do aecusado ne grao medio do art.
193, visto que se nao admitlia a justifieacao do cri-
me, nao poda deixar de reconhecer urna attenua-
cao nelle.
A defesa cargo do Sr. Dr. Francisco de Carva-
lho Soares Brandao, leve hbil desenvolvimento
em ordem a demonstrar a innocenlacao do aecusa-
do, cuja infraeco do direito legal lora antes filha
de urna fatalidade que do pensamento reflectido.e
reprovado de praticar um crime pedindo assim a
respectiva absolvieo.
Na replica instou o ministerio publico pela ini-
posico da pena que pedir ao aecusado, comba-
tendo os argumentos da defesa, e robustecendo os
que produzira anteriormente para o fim de excluir
a existencia da justifieacao, urna vez que se nao
dera da parte do aecusade o exercicio de um di-
reito legal quando praticra o facto delictuoso.
Na treplica, porm, o Sr. Dr. Soares Brandao
comboyo, com deslino parahanghae a n. 9, e para manteve o que pedir pela adducco de outros ar-
Ningpo a n. 10. I guenlos tirados dos mesmos autos r da argumen-
Da catastrophe acontecida a estas embarcacoes laeJo do ministerio publico,
resultou morrerem seto marinheiros portuguezes Conforme s resposlas dadas aos quesitos pelo
e imita e tres chins das suas guamicoes ; e os conselho de sentenea, o aecusado absolvldo.
poucos que milagrosamente se salvaran) foram re- E tendo-se terminado o prazo legal da sessao
colhidos no mar pelos pescadores, e levados ilha Com a sua prorogaco, e Sr Dr. juiz de direito,
de Sanpum onde permanecern) tres das e dahl levantando-a, d por encerrados os trabamos res-
conduzidos a L'uchin, onde, recebendo do inanda-
rim do districlo algnm mantimenlo, foram condu-
zidos Ningp, gastando na jornada doze das.
De Ningp transportavam-se a Shanghae e ahi
receberam no consulado portuguez agasalbo e pro-
teccao. O Sr. H. G. Denl, cnsul de Portugal neste
porto, abri logo urna subscripcao que produzio mnimo.
pectivos.
Resta tereeira sessao judiriaria julgaram-sc
14 procesaos, comprehendendo 17 aecusados, pelo
modo seguinte :
Io julgamento.Reo pronunciado por homicidio
no artigo 193 do cdigo.Condemuado no grao
174 patacas, as quaes foram divididas pelos cinco
salvados.
O Tu ssi yanytrua jornal de Maco diz que na-
quella cidade se tratava de organisar um banco,
para o qual se conta com o auxilio de abastados
chins.
Quanto a Timor :
< Continuavam as missoes no interior da ilha a
aprazimento dos povos com vaolagem para a reli-
giao e ulilidade para o estado.
O vigario Bernardino Amaro dos Santos, percor-
rendo Lacl, Manaluto, Laleia e Cairuhy, admi-
nistrara o sacramento do baptismo a 186 individuos
e celebrara todos os outros actos do seu sagrado
ministerio, enterrando esqueletos que jaziam navia
seis e oito annos pendurados as arvores, e inse-
pultos n'oulros lugares, em razo dos usos babaros
do paiz. Animavam-se as culturas em Manatuto, e
trabalhava-se activa e enrgicamente por policiar e
desenvolver Viqueque.
Havia-se procedido ao encanamento das aguas
pluviaes, e recorrido a outros meios conducentes
ao maior proveito agrcola. Reinava perfeita tran-
quillidade, e esperava-se abundante colheita era
consequeneia de haver sido rigoroso o invern.
Os povos da ilha de S. Thom, por interven-
cao da sua cmara municipal, offereceram urna
medalha de honra ao seu depuiado, o Dr. Bernar-
do Francisco de Abranclies, releito j por tres ve-
zes, em consequeneia dos servicos que tem presta
de
2* dito.Dous reos pronunciados por crime
roubo no artigo 266 do cdigo.Absolvidos.
3o dito.Reo pronunciado por fenmentos leves
no artigo 20 do cdigo. Absolvido.
4o dito.Reo pronunciado por homicidio no art.
193 do cdigo. Absolvido e appellado pelo Dr.
juiz de direito.
5* dilo. Reo pronunciado por ferimentos leves
no arligo 201 do cdigo.Condemnado no grao
medio.
6o dito.Reo prouunciado por ferimentos gra-
ves no artigo 205 do cdigo. Abolvido e appella-
do pelo Dr. juiz de direito.
7 dito.Reo pronunciado per ferimentos leves
no artigo 201 do cdigo.Absolvido.
8* dilo.Dous reos, pronunciado um por tentati-
va de merte no artigo 193 combinado com o 34
do cdigo, e outro por ferimentos graves no arligo
205. Absolvido este, e condemnado aquelle no m-
nimo do arligo 201 por atleneo de classificaco do
delicio, sendo appellado pelo Dr. juiz de direito
quanto ao ultimo.
9o dito.Reo pronunciado por ferimentos graves
no artigo 205 do cdigo.Condemnado no grao
mximo do artigo 201 por alteracao da elassifica-
q5o do delicio e appellado pelo proprio reo.
10" dito.Reo pronunciado por damno no artigo
206 do cdigo.Condemnado no grao medio, e ap-
pellado pelo proprio reo.
11 dito.Reo pronunciado por tentativa de fe-
do as corles em favor da abolico da escravatura rimemos leves no artigo 201 combinado com o 34
n'aquella ilha.
A medalha foi feita na ourivesaria d<> Sr.Estevo
de Souza e realmente urna bella peca. Custou
302.5000 e lem algnns brilhantes.
Cartas do Funchal (Madeira), datadas de 3 do
crreme mez, notician) ter fundeado no porto d'a-
quella cidade no da 30 de abril, a fragata austra-
co Ncara, conduzindo a seu bordo os imperado-
res do Mxico, Maximiliano, irmo do imperador
d'Austria ; c Carlota filha deS. M. o rei dos bel-
gas. A fragata franceza vapor Tltemts, a com-
anla aquelle navio austraco.
Os imperadores do Mxico foram recebidos com
todas as honras devidas aos soberanos. S. M.
dignou-se convidar a janlar bordo.ao general
Araaral, ao hispo, e ao governador civil, tratndo-
os com a maior urbanidade c delicadeza.
O imperador Maximiliano demorou-se pouco
lempo na Madeira e as poucas horas que estove
do cdigo.Absolvido
12 dito.Dous reos pronunciados por homicidio
no art. 193 do cdigo.Absolvidos.
13 dito. Reo pronnnciado por homicidio no
arligo 193 do eodigo.Absolvido.
14 dito.-Foi julgado perempto.
Em todos os julgamentos oceupou a cadeira do
ministerio publico o respectivo promotor, o Sr. Dr.
Jos Paulino da Cmara, e a da defeza foi succes-
sivamenle oceupada pelos Srs. Drs. Francisco Leo-
poldino de Gnsmo Lobo, Jos Roberto da Cunha
Salles, Angelo Henriques da Silva, Justino Antonio
de Souza, Amerco Netlo de Mendonca. Antonio
Luiz Cavalcanli de Albuquerque, Francisco Leo-
nardo de Souza Miranda Couto e Lourenco Ave-
lino de Albuquerque Mello, o acadmico Theodo-
reto Carlos de Faria Souto e Manoel Jacome da
Silva Pessoa.
O Sr. Dr. Augusto Carneiro Monteiro da Silva
em Ierra visitn os lugares e sitios que danles fre- Santos tambem oceupou essa cadeira, afim de tra-
quentava, inosirando-se aatisfeito e contento por tar da parte medica comida na defeza com relacao
ter ali aportado. autos de corpo de delicio e de autopsia.
As fragatas Nocara e Humas saliiram na mesma, Hontem os alumnos do priineiro anuo da Fa-
noile para o Mxico. culdade de Direito desla cidade, resolveram-se res-
A real Asociacao Central de Agricultura Par- taurar o Monle Pi Academice, que, ha alguns
luijueza vae promover urna exposicao agrcola em anuos dexou de existir.Reunidos-acclamaram
Lisboa no prximo mez de setembro. para presidente interino dessa associacao o Sr. Dr.
Esl anda patente a exposicao de quadros da A. Drummond, que, como lente substituto da mes-
AtSOCtacSo promotora das Bellas Artes em Por- ma Faculdade, est loccionando-os na cadeira de
tugat direito natural, e em seguida tambem elegeram
Tem alguns trabalhos distinctos, podendo citar- d'entre os mesmos alumnos urna eommissao admi-
se com ufana os de Marciano, Lupi, Christino, nistrativa provisoria, e outra para confeccao dos
Annunciacao, Silva Reis (D. uilherinina) Brdalo respectivos estatutos. 0 Sr. Dr. Drummond, acei-
Pinheiro etc., ele.
O Angreme, jornal de Angra do Herosmo, dos ditos seus discpulos, dlrigindo-lhes algumas
descreve niiniciosameule todos os obsequios feitos palavras de animacao-alim de que, quanto antes,
aos olDciaes da uo italiana Re Galunluomo, por levassem a effeilo to pia, e salular nslituicao para
occasio da sua arribada aquelle porto. os mesmos membros do corpo acadmico, que pos-
A nao entrou alli no dia 9 de maio noite; no suindo lalento e vocaeaonaopuderem proseguir!
da 10 o commaudanlt foi a ierra visitar as auto- nessa sua carreira scientilica por deficiencia de'
que vote! em favor da prorogaco, como
ciado por todos quantos alli se acbavam.
< Rege, pois, aos Srs. redactores o obsequio de
declarar-se foi en o autor da tal publicar ao, com O
que Ibes flearei eternamente agradecido.
t Nao lenho em vista molestar ao Sr. pa< de fa-
milia, que alias confia de mim a educacao de seus
lilhos, e em seu communicado me trata com ma-
nefras atlenciosas; aminha inleocao apenas pre-
venir jnizos, que mea respeito se possa fazer.
Em 12 de junho de 1861.
i Simplicio da Cruz Ribeiro.
Com o prazo de 30 das, contados de 11 do
corrente, annunciou a thesouraria provincial o re- parecer fiscaT
cebimento de 15 por cento oara o calcamento da n..n m <>_
TIUIII SAL IM> COJ1 TIKRCIO.
SESSAO ADMINISTRATIVA EM 13 DE
JUNHO DE 1864.
PllESIDENCIA DO UM. SR. DESEMBABGADOR
FCSCTTI.
As 10 horas da manhaa, reunidos os Srs. depu-
tados llego, Lemos, Aiooforadoe Rosa, o Sr. pre-
sidente dectarou aberla a sessao.
Lida, foi approvada a acta da ultima.
DESPACHOS.
tm requerimento de Thomaz Times e Jos Bento
da Silva, pedindo o registro de sua nomeacao de
caixeiros.Registre-se.
Outro de Brander a Brandis C, pedindo que
se facara as competentes annotaedes em sua matri-
cula em ordem a ser considerado Pedro C. Sohston
socio commanditario e nao gerente.Na forma do
por cenlo
ra do Imperador.
Est designado
reunio do conselho
mo de Santo Aoiao-
o dia 23 do corrate para a
municipal de recurso do ter-
UM POUCO DE TlllO.
Outro de Ges, Bastos & C, pedindo o registro
de seu contrato social.O mesmo despacho.
Outro de Thomaz de Aquino Fonseca, visto pelo
Sr. desembargader fiscal, pedindo carta de matri-
cula de commercante.Matricule-se.
Outro de Frederico Chaves e Joao Luiz Vianna,
pedindo o registro de seu contrato social, lambem
visto.Registre-se.
Outro de Luiz Jos da Silva Guimares, pedindo
o registro de ama procurado que ajuota. Como
requer.
Outro de Antonio Moreira de Mendonca, Anto-
A MA.NGUEin.l DA LOL'CA.
VI
Do ponto a que j bntiam chegado as relaces
dos dous amantes ao casamento nao distava muilo; nio Jos da Costa e Silva, e Luiz Jos da Silva Gui-
por isso tambem d'ahi a dous das Luiz pedio e al- maraes, pedindo o registro do seu contrato social
cancn a mao de Laura. sob a razio de Moreira, Coste & CVista ao Sr.
Eslava dado o prmeiro passo para a felicidad* desembargador fiscal,
de Laura, assim como tambem esteva cortada para, Outro de Machado & Santos, declarando a razo
sempre a esperanca de Leonor. porque nao pode satisfazer o despacho do tribunal
Durante lodo o lempo que se gastou nos prepa-1 nos autos de sua rehabilitaco. Junto aos autos,
rali vos do casamento, Leouor, a altiva Leonor, con- vista ao Sr. desembargador fiscal.
servou-se entrincheirada n'um silencio de morte.
Agora, j nao podendo mostrar a-excellencia da
sua belleza e opulencia sobre Laura, ella passeia
nao dar f do que se passava, e mostrava-se eslra-
aha a ludo quanto va e ouvia.
Ha no organismo humano urna harmona to
melindrosa, que muitas vezes basta o mais peque-
no toque para desarranja-lo completamente.
A paixao, essa tyrannia inexhoravel, que urnas
vezes apura o sentiruento at o herosmo, e outras
rebaixa-o ao fundo da villana, quasi sempre
quem d o golpe mortal nessa sensitiva chamada
espirito humano.
Quantas vezes, observando dous jovens esposos,
em cujos rostos se irradia a mais completa ventura,
nao exclamamos, senndo em nos mesmos pene-
trar parte da sua felicidade :Quanto sao felzes I
entretanto essa folieidade de uns a desgrana de
outros. Emquanto esses se embalara as delicias
da ventura, outros se estorcem as agonas da
morle I
Era justamente o que se da va na situaco pre-
sente.
Emquanto Laura nao caba em si de contente,
Leonor procurava suffocar com o seu orgulhe, o
despeito que Ihe referva n'alma, azedando-lhe to-
dos os prazeres, c Iravando-lne de fel o calix da
felicidade.
O que pareca dever estreitar mais os laces de
intima amizade que exista entre as duas amigas,
desunira-as para sempre.
Com effeilo o lempo foi correndo, e chegou afi-
nal o dia marcado para o casamento.
A's seis horas da tarde acharamse todos reuni-
dos na igreja. Os ltimos claros do dia cediain
custoo lugar noite, que invada o espaco. O to-
que sanio da Ave-Mara soava melanclico em ton-
gas e compassadas badaladas.
Era a hora da prece, do amor, e da medlaco.
A solemnidade da hora ; a mageslade imponente
da igreja, flacamente allumiada pela luz trmula e
varillante das tochas, e finalmente a voz grave e
profunda do sacerdote, pronunciando as palavras
sacramenlaes do matrimonio, conserva vara a lodos
n'uma attitude melanclicamente respeitosa.
Leonor recostada urna columna do templo ob-
servava os noivos cora o olhar filo porem baco das
pessoas, que seconcentram n'um s pensamento.
De repente estremecen, e o seu rosto tornou-se pal-
udo como a cal da columna a que se recostara. O
padre perguntara a Luiz se queria receber a Lau-
ra por sua nica e legitima esposa.
t Sun, respondeu o mamcebo.
Ao mesmo tempo um grito agudo, nico, incon-
cebivel, echoou pelas abobadas do templo, e espa-
Ihou o terror pelos eircumstantes, que, voltando-se
para Leonor, viram-n'a dar urna gargalhada estri-
dente e secca, acompauhada de esgares horriveis...
A desgranada eslava louca.
VII
Algum tempo depois d'esse acontec mentquan-
do j os pas de Leonor tinham perdido a esperanca
de faze-la lomar ao primitivo estado quem pas-
sasse pela estrada de Marica, vera debaixo dessa
mesma mangueira, que o leilor j conhece, um vul-
to branco e mmovel, como se fora urna estatua.
Era Leonor.
A alma confrangiase ao contempla-la, e o espi-
rit, abalado por esse soffrimenlo eslranho, era
quasi levado a descrer da bondade divina.
Com effeilo, depois do casament de Laura, nin-
gnem mais ouvio urna palavra da louca. Ella con-
servava-se das iuteiros encerrada n'um silencio
de morte, interrompido apenas por gargalhadas es-
tridentes e metallicas, ou sons inarticulados que
Ihe escapavam da garganta, como pungentes gem-
dos. Depois tornava cahir n'uma atona horrivel
e desanimadora I...
Qual ser a medida dos castigos de Deus 1
Nao ser algumas vezes a justica divina excessi-
va as punicoes 1
a seguinte des-
ndades civil e militar, e alguns .edificios da ci-
dade.
No da 11 o governador civil, o seu secretario, o
administrador do conceibo e|mais dous empregados
foram abordo visitar o commandante, e logo o go-
vernador civil o convidou o aos seus offlciaes para
um janlar no palacio do governo.
No dia 14 foi o jantar na sala de baile do pala-
cio, e esleve sumpluoso, tendo havldo grande en-
thusiasmo. O commandante da nao, o capito de
mar e guerra L'lisses lsola, propoz um brinde ao
principo u. Carlos, que foi calorosamente corres-
pondido.
Ao jantar succedeu um brilhante sarao, que fi-
nalsou pelas qualro horas da manlia.
meios, o por conseguinte em pura perda da socie-
dade brasileira.
Segundo cartas de Roma, de pessoa do con-
clave, podemos asseverar que S. S. Pi IX nen-
huma differenca soffre em sua importante sade.
Foi demitldo de guarda da alfandega o Sr.
Hermillo Jos de Alcntara.
O vapor francez Dearn, conduzio para os por-
tos do sul 189 passageiros, entre os quaes se acha
a deslinda actriz portugueza Emilia das Neves.
Sabbado ioaugurou-se a illuminacao da ra
do Crespo, que produz mutto bello effeilo.
Anda hontem apesar de ser a quarta rcpeli-
cao seguida houve endiente real no Santa Isabel,
No dia 16, parte da ollidalidade, acompanhada pa!"a Ver IaT sacr0 Mlla9res ^ Santo Antonio,
por diversos cavallieiros, lizeram urna digresso a Pe que ainda ?J.e- repete a emPreza especlacu-
villa da Praia, onde Ihes apresentou urna masnifi *l? qual Ja poucos lugares exislem a
ca reicieo o Sr. Jos Augusto de Parte.
Na noite do 16, a assembla Angrcnse deu um
sumpluoso baile em honra da ofiicialidade isa-1
l.uia i Os religiosos franciscanos festejarara hontem,
0 Aprense encarece os bellos dotes dos hospedes K S^ST SV'fS&SSi "S
italianos.
Diz que da guarnico da nao chegaram a estar
cio tena 150 homens, e se comportaran) com a
maior dgnidade.
No dia 15 a loja macomcaIo de dezemlrb de
1640convidou os offlciaes da nao, que eram ma-
cons, para assstr aos seus trabalhos.
Findos esles, houve um lauto refresco, no qual
reinou a maior cordialidade.
Publicou-se o decreto admiltindo como se-
gundo tenento da armada portugueza o Sr. Pedro
d'Orleaus, duque de Penlhievre, lilbo do principe
de Joiuville.
Foi condecorado com a Torre e Espada o bravo
lente da armada portugueza Jos Feliciano de
t astho pela coragem com qne salvou muitas vi-
das no nauftagio do Mondego nos mares da India.
L
As nossas leitoras ollerecemos
cripco da moda reinante :
Os vestidos brancos esto muilo em voga para
casa, nao sendo permittido sahir com elles ra.
Usam-se chapeos de palha, de crina e de fil.
Os chapeos de palha de Italia enfeitados exclusi-
vamente de azul sao de bonito effeilo.
Os que sao debruados com velludo purpura ou
do outra qualquer cor de effeilo, apresentam bas-
tando aquelle lugar depois de reiteradas instancias tanle novidade, mrmente porque teem urna fleira
de conchas ou de buzios sobre o debrum.
As flores e outros ornatos, que os acompanham
ou substituem, e se usam nesses chapeos sao de
grandes proporces.
A moda acaba de regular definitivamente o mo-
do como as senhoras nodem evitar que o sol Ihes
queime a frescura do rosto.
Os chapellinhos de sol chamados marquezinhas.
guarnecidos de renda ou de franjas de marabs, s
se pdern trazer em carro descuberto.
Para sahir a p a moda exige que se use um
chapelinho de sol, pouco maior, de cor cinzenta,
havanaou branca, mas sem enfeite algum. O cabo
d'esses chapdinbos quasi sempre feito de materia
transparente ou de madeira mais ou menos rica-
mente esculpida.
Os vestidos sao todos de cauda, as pregas sao
dispostas de modo que a roda fuja de diante, e j
sao menos enfeitados, mas ainda se bordam. As
mangas continan) a ser estreitas com dragonas e
canhes.
Houve tempo em que as senhoras que tinham ca-
bellos ruivos se julgavam pouco favorecidas da
fortuna e quasi desgranadas, porque considervam
os cabellos dessa cor como urna enfermdade.
Eugenio Sue procurou rehabilitar os cabellos
ruivos no retrato que fez de madeinoisella de Car-
doville, mas todos os seus esforcos foram inutels;
os cabellos ruivos continuaran) a ser calumniados,
talvez injustamente. Hoje esto vingados, pelo me-
nos em Franca !
Os cabellos de azeviche e os louros, to gabados
em prosa, e que inspiraran) tantos versos, j nao
sao nada. Retnam nicamente os cabellos ruivos.
Como aeabelleira nao est geralmente adoptada,
as senhoras que teem cabello preto ou louro recor-
ren a chimica, que Ihes fornece o meio de opera-
ren) urna perfeita metamorphose.
Encontramos urna senbora que nos sorri, cum-
primentamo-la e interrogamos a nossa memoria,
mas sem resultado algum ; ouvimos pronunciar
um nome a nosso lado e comecamos a perceber.
Quanto
drama!!
valo a sympaihia do publico por um
PERHAMBDCO.
RBVISTA DIARIA.
No sabbado ultimo entraram em jalgamento na
sessao do tribunal de jury Joaquim de Oliveira
Mangueira e Luiz de Oliveira Mangueira, pronun-
ram concorridas, a festa de Santo Antonio, com a
solemnidade e pompa condignos com os poucos
recursos de que dispoe.
Oraram ao evangelho o Rvm. Antonio de Albu-
querque Mello, e ao Te-Deum o Rvm. padre Leonar-
do Joo Grego.
Domingo pelas 6 horas da tarde o msico mi-
litar do 7 batalho de linba, de nome Vieente de
Tal, estando embriagado, ferio levemente em urna
mo Josefa Mana da Paixao, que achava-se ja-
nella de sua casa na iravessa do carino, aoude
entrando o mesmo msico quiz ainda continuar a
fer-la, no que foi impedido por soccorro prestado
a offendida, que por elle clamara, Realisada a pri-
sao do offensor, e sendo elle trasido para ser apo-
sentado ao subdelegado, em caminho sobrevieram
outros msicos companneiros, que travaram um
conflicto com os urbanos e inspectores de quartei-
i ao, afim do tomaren) o preso; o que a final conse-
guirn), nao resultando desse conflicto maior con-
sequeneia pela prudencia da forca publica em tal
conjundura.
Neste situaciio foi vesloriada a offendida, e vai-se
proceder a competente iostruccao do processo, para
punicio do delnqueme.
O Sr. Cruz Ribeiro pede-nos esta publicaco,
e declaramos nao ter partido delle aquella a que
se elle refere : >
No seu conceituado jornal de hontem deparei
E' a Sra.
Mas lembra-me de que ella tinha lindos ca-
bellos pretos.
Sim, mais isso j nao moda.
Ah
Bem v que era necessario mudar de cor.
Ento ella pinta o cabello?
Nao, muda-lhe a cor.
Vctor Hugo, quando pintou na sua admiravel
prosa o bello retrato de Isabel da Baviera, adevi-
nhou o futuro qae esperavam os cabellos ruiros,
que haviam de supplantar os cabellos louros ate
nos vaporosos retratos devidos ao mmortal pincel
de Lawrens e nos originaes que o ardentc e cor-
recto pincel de Murillo encontrn na Andaluzia
SESSAO JUDIC1ARIA EM 13 DE JUNHO
DE 1804.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBAROADOR
A. F. PERETTI.
Secretario, Julio Guimares.
. Ao meio-dia, o Sr. presidente abri a ses-
sao, estando reunidos os Srs. desembargadores Ac-
cioli e omiogues da Silva, e deputados Reg, Lo-
mos, Rosa e C. Alcoforado.
Lida, foi approvada a acta da sessao antece-
dente.
revises.
Appellantes, os curadores fiscaos de Amorim,
Fragoso, Santos & C.: appellados, Daniel & Gui-
mares, liquidatarios da firma Ramos, Duprat & C.
e Caetano Pereira Goncalves da Cunha.
Appellante, Jos Baptista da Fonseca Jnior ;
appellados, os curadores fiscaes da massa fallida
de Amorim, Fragoso, Santos & C
Appellante, Jos Fortunato dos Santos Porto; ap-
pellado. Joao da Silva Faria.
Appellante, o embargante terceiro Manoel da
Silva Lopes ; appellado, Joo do Couto Alves da
Silva.
Appellante, Joo Pinlo de Lemos Jnior ; appel-
lada, D. Anna de Souza e Silva.
Appellante, o brigadeire Gaspar de Menezes Vas-
concellos de Drummond; appellado, Antonio Alves
de Carvalho Veras.
Recorrente, o commendador Joo Paulino de
Azevedo Casiro; recorrida, a companhia de segu-
ros Feliz U'mbranca.
Appellante, Manoel Alves Ferrara ; appellado,
Francisco Santiago Ramos.
Appellante, os administradores da massa fallida
de Novaes & C. ; |appellado, Manoel da Silva Pas-
sos, do Rio de Janeiro.
Appellante, Francisco de Paula Carneiro Leo ;
appellado, Manoel Antonio de Carvalho.
Appellantes, os curadores fiscaes de Amonm,
Fragoso, Santos 4 C.; appellados, a viuva Neves
& Cardoso.
O Exm. Sr. presidente fez seguir a reviso ao Sr.
desembargador Accioli.
Appellante, Francisco Jos da Silva Ratis ; ap-
pellado, Jos Rodrigues Ferreira.
Appellante, Jos Paulo da Fonseca, testamenteiro
de Manoel Joaquim Dias de Castro ; appellado,
Joaquim Ferreira da osta.
Appellante, o Dr. Christovo Xavier '.opes ; ap-
pellados, a viuva e herdeiros de Joo Ferreira dos
Santos.
Appellante, Jos Moreira da Silva ; appellados,
os herdeiros de Jos Amonio Lourenco.
Appellante, Guilherme Jos da Motla; appellado.
Joo Baptista da Silva.
Appellante, Joo Flix de Mello ; appellado, Fran-
cisco de Barros da Silveira, embargante de ter-
ceiro.
Appellante, os curadores fiscaes da massa falli-
da da viuva Amorim & Filhos e Thomaz de Faria;
appellado, Antonio Rodrigues Fernandes Vieira.
Appellante, Luiz Antonio Goncalves Ferreira;
appellados, Fraga & Cabral.
Appellantes, Francisco de Salles de Andrade Li-
ma e outros herdeiros de Jos Mana da Costa Car-
valho e o Dr. curador geral ; appellado, Jos Ma-
ra Goncalves Vieira Guimares.
Appellante, D. Leonor Clara Eugenia de Lima :
appellado, Bernardo Jos do Barros.
Ao Sr. desembargador Domingues da Silva.
ACCRA vos.
O Exm. Sr. presidente negou provimento aos ag-
gravos em que sao :
Aggravante, Luiz Fonseca de Macedo ; aggra-
vdo, Antonio Joaquim Salgado.
Aggravante, Justino Antonio Pinto aggravado
Joaquim Jos dos Santos Andrade.
Nada mais houve.
lace de ledos. >E porque nao foram presos T A
razo sabida < at ante-hontem a polica de S.
Lourenco da Marta era cermelha, acatava como tal
e Sr. vieeonde de Suassuna ; boje, porm, ama-
relia, nao so nos senlimentos, como na explicacao
de cus actos .lem, [;o*, e*e*sidado de dar ar-
rkas ao novo partido a que se alliou, mostrando
pela bosiilidade ao Sr. visconde de Suassuna, que
a apostusia sincera
Tudo isio explicavel ; e que porm, o nio ,
nem pode ser, querer o Br. Augusto Leo lomar
mais mteresse pelos trabaltadores do Sr. visconde,
do que elles proprios, notando, por exemplo, qne o
salario de OJOOO mensaee mnito diminuto, e que
s forcados pelas cireumstancias podiam os irmaos
Montes se sugeitar a este ridicula quanlia I Ac-
crescente-se a isto comida, roupa e tratamento as
molestias ; desconle-se os domingos e dias sanios,
e se ver que esle o salario geralmente pago,
talvez demasiado para rapazes, que se nao einpre-
gam em servicos mais pesados; alm disto outros
muitos existen) l por igual preco.
Al) Sr. Augusto Leo, bom nao medir o Sr.
visconde de Suassuna, cuja posico e servicos im-
prtenles sao conhecidos no paiz, com o juiz de
certa irmandade que, mandando cobrar de um dos
irmaos a sua exportula annual ou mensal, leve a
seguinte resposta : tDiga l a esse procurador das
almas, que se quizer pagar eugenhos, pague com o
sea dinheiro e nao com o meu. > Que significa es-
ta resposta ? Logo direi, ainda nao lempo.
Quanto aos_ recrutados em Massiape, direi que
na verdade sao solteiros, e nao gosam d'isso que
chamam isempce legues (e que &o mais elsticas
que a borracha do Para I) mas os governos bons,
moderados, e bemfeitores dos povos, sempre con-
sidera vam exemplosdo recrutamentoes rapazes mo-
rigerados, trabalhadores, em cujas cireumstancias
se acham as tres victimas da vinganca do Sr. Au-
gusto, que me consta ter junto a si peralvilhos de
grosso calibre.
Nao importa; o Sr. Augusto est nos seus seis
mezes, (ainda que na sua credulidade supponha
eterno o seu dominio); esl resolvido a chamar
juizo esse passado que hoje tanto renega, e amal-
dica ; mas Ihe lembro que nos seus ajustes de
contas com o passado nao se esqueja de averiguar
se j foram processados e punidos os autores ou
autor de dous assassinatos, praticados as pessoas
de dous pobres presos, na ladeira do Moclo, em
certa pocha, e titulo de serera ladroes de caval-
lo (I); examine mais quem mandou dar um tiro
morlal em Alexandre valentim, conhecido por olht
de garapa ; examine finalmente, se cerlo que lo-
dos os domingos ha jogo de lasquinet forte em cer-
to engenho I
Faca_ isto Sr. Augusto, que mostrar que seas
actos sao pautados pela justica, e nao por vingan-
cinhas miseraveis.
Quanto finalmente esses fundibularlos que se
tem oceupado de estigmatisar na iroprensa os ex-
cessos da polica de S. Lourenco da Mala, e que
sao figurados pelo amigo da justica, como viven-
do sombra, e na dependencia dos senhores Ca-
maragibe c Suassuna, direi apenas ao subsecreta-
rio do Sr. Augusto que essas pessoas julgara indig-
no de si responder a essa necedade do mesmo Sr.
Augusto; podendo porm asseverar-lhe que ellas
nunca tiraran) nem bao de tirar da amizade da-
quelles dous cavalleiros o proceito, que tiraran
muitos daquelles que hoje enchem a bocea de pe-
cooha, e as mos de lama para Ihes atirar ao car-
ro, que at onde pdem chegar; que, n'uma pa-
lavra, na gaveta de qualquer delles seno encon-
trar documento de natureza alguma que demonstre
que esses amigos a quem se refere o amigo da jus-
tica vivam presos por outras obrigaces, alm das
que resultam da mutua estima, identidade de vis-
tas, communho de principios c lealdade incontes-
tavel. Percebe o Sr. Augusto ? Admiro que os
olhos de lynce que enchergaram fragmentos de al-
godao as maravalhas, c carocos de milho nos en-
tulhos, nao vejam estas cousas! Ho de v-las lo-
go mais claro...
Um amigo do Exm. cisconde de Suassuna.
PUBLICARES A PEDIDO.
COMMUNIGADOS.
Publicaco que serve de resuosla por
em quanto tamuria inserida no
Diario de hontem.
Illm. Sr. Dr. provedor de capellas.O juiz da
irmandade de Nossa Senbora da Boa-Viagem,
erecta em sua igreja na povoaco do mesmo nome,
tendo promovido por deliberaco da actual mesa
regedora, o andamento das obras, levantando e res-
to do oito do lado de testo e o fundo da igreja
e desmoronando e reedificando o do lado do poente:
reedificando a maior parte da capella-mr; cons-
Iruindo urna nova coberta em toda a greja; e ras-
gando duas portas ; sendo que para as mesmas
obras tem o irmo ex-juiz e protector Francisco
Jos de Campos Pamplona, adiantado, pedido do
supulicante e do irmo ex-juiz Jos Pinto de Ma-
galhes, o dinheiro necessario para a compra de
materlaes e pagamento de prestacoes das obras
empreitadas, na qnantia de dous eonios duzentos
e tantos mil ris, at a presente dala ; sob a condi-
code Ihe ser paga toda a quanlia adiantada con
o producto das loteras que tem de ser exlrahidas;
e desojando que V. S., examinando o estado das
mesmas obras com assistencia de dous peritos, e
tomando conhecimento das deliberaces de mesa e
d respectiva eommissao tem ou n procedido re-
gularmente, dando V. S. nessa mesma occasio as
providencias que julgar acertado ;
Vem rogar V. S. digne-se de marcar dia e ho-
ra em que ter de comparecer, afim de que a me-
sa regedora a essa hora esteja reunida, e bem as-
sim nomear dous peritos para o exanio das mes-
mas obras, por tanto
Pede V. S. assim odefira.E. H. M. Joa-
quim Jos da Fonseca.
Despacho. Nomeio para peritos os cidados
Joaquim Camilo de Sania Anna o Rufino Martins
de Miranda e designo para a deligencia o dia 19
do corrente ; devendo mesa ser convocada para
esse dia.
Recife, 13 de junho de 1864.
Araujo Barros,
X freyuezia de S. Lourenro da Malla.
N'um extenso aranzel publicado a pedido, entre
as miscellaneas do Jornal do Recife de hontem, l-
se a exposigo do grande feito forma, pratcado
pela polica de S. Lourengo da Malla, no engeuho
.Massiape, na noite de 20 do passado, por volla de
11 horas, e nao ao romper do dia, coio falsamente
escreveu o relator da facanha.
Se o Sr. bacharel Augusto de Souza Leo fosse
capaz de casar um nomiuativo cora um verbo, ou
de comprehender o valor de um raciocinio por
mais simples, dira eu que fra elle o proprio que
alionaron os episodios de sua epopa mas nao ; .songeanuo-me con o
uero ser justo; nao. fin elle quera tal escreveu, grane n.ereciment pelos seufmlen^iMuS
J ^'0. sereos e dedicago causa publica, animo-
Tem esla bella e rica provincia de eleger no dia
10 de julno tres noraes, que sero apresentados ao
nosso Augusto Monarcha para a nomeacao de um
senador, que preencha a vaga, que no s'enado dei-
xra a mu sentida morte do nosso distincto patri-
cio, o Exm. conselheiro Francisco Xavier Paes
i Brrelo.
Alguns candidatos j se tm apreseotado, e li-
songeando-me coiu o reconhecer
at porque a rotundidade da phrasc, embora
abunden) os cntrementes, mera' de Deus, etc., de
nuncia o autor. Como quer que seja, esle nao es-
creveu de sua cabeca, mas sun sob as informaces
do Sr. Augusto Leo, porque s elle tora geio, e
tempo para indagar at os salarios que os outros
pagam a seus trabalhadores, e outras muitas ni-
nharias, que fazem o estudo especial daquelle es-
pirito esmiucador.
E pois, curapre-me anles,
declarar muilo cathegorica
de de Suassuna nao admitti
pessoas mvolvidas em cri
cia Ihe constasse, a qual escapa muitas vezes a
quem mora na sua propriedade, quanto mais a
quem a nao dirije pcssoalmente, mas sim por ad-
ministradores. Sei por experiencia de rauito tem-
po, que o Sr. visconde o mais escrupuloso era ar-
ranchar em seus eugenhos pesseas, que nao co-
nhece, e costume seu Ihes nao dar agasalho, sem
que Ihe apresentem attesiado de conduela. Mas
nem sempre pode elle esrairilhar estas cousas, e
muito bem pode succeder que sem que o saiba, se
proceda de modo contrario.
Mas vamos ao fundo do negocio. Que dous no/a-
veis criminosos sao esses cuja priso (anto honra a
coragem do Sr. Augusto Leo, e poe era relevo a ac-
lividade de sua polica ? Sao dous pobres rapazes,
que nunca mataram, nem roubaram. Achando-se
casualmente n'uma assuada em que se disputava o
direito de limites de trras, houve um tiro, que nao
matou nem ferio a ninguera ; fez-se processo, os
dous rapazes foram com efeit involvidos por con-
cometancta, e eis aqui o crime novo, e inaudito I
Podem homens destes considerarse execrados, e
dignes de severa punieo ? E se o inspector de Ja-
boato, que ha pouco matou um homem em dili
me a solicitar igualmente a subida honra do ser
eleito.
Nao encareco meus servicos, e digo apena que
elles sao poucos em relacao aos muitos, que lenho
desejado e desejo prestar.
as ludas polticas o raciocinio tem sido minha
; nica arma, os bons principios mnha religio poli-
1 tica, a exaltaco o inimigo que aborreco, as recri-
me sempre que se abusa de qualquer destes dous
principios : este tributo pesado e difficil eu o te-
nho pago ao meu paiz.
Talvez nao me seja possivel dirlgir-me particu-
larmente cada um dos Srs. eleilores ; nao pen-
sera por isso que, as oceasies de dar evidentes
provas de vivo reconhecimento, o meu ceracao se-
r menos expansivo do que o de oolro qualquer.
Digue-se V. S. de acceitar os votos de sincera
estima e considerado do que de V. S. patricio..
venerador, servo e criado.
Recife, 10 de junho de 1864.
Francisco de Paula Baptista.
Pastilhas vermlfligas de kemp.
Chamamos a attkni;ao de todas as mais para o
remedio mais agradavel e til que se conhece pa-
ra fazer expellir as lombrigas : as pastilhas ver-
MIFU6AS db Kemp. Em vez de todos esses immun-
dos e pengosos remedios vermfugos composto
de toda a casta de mineraes, apresentemos m de-
licioso confeilo vegetal prompto e infallivel na sua-
gencla policial tem merecido tanta e tamanha pro-! operaco, nao causando nauseas nem encommodo-
teccao dos maioraes da actualdade, que muito era' de qualidade alguma, produxrado sempre o seu ef-
que se dsse agasalho a dous rapazes, cujo crime feito de urna maneira suave e complete nao eam.
nico consista na formalidade de urna pronuncia
de nao provada tentativa de morte ? Ainda assim,
repilo, o Sr. visconde de Suassuna o ignorava. O
Sr. Augusto Leo nao ser capaz de imitar ao Sr.
visconde no respeito observancia da lei. Os actos
do Sr. Augusto como delegado, se alguma cousa
exprimen), vingancazinba, e nao amor da justica.
Se o contrare fra, na mais tempo que o delegado
do 3 districlo teria procurado prender os irmaos
Montes, que, consejos de sua innocencia, alli viviam
-, nao care-
cendo depois a assistencia de qualqaer um ootro.
purgante : til como um excellente meio de axer
remover as obslrucces do ventre, mesmo no caso
de nao exislirem vermes algnns, e finalmente lor-
nam-se ellas dignas por todos os respeiioe da con-
fianca e approvacao de todos os pas de familia
os quaes acharao estes pastilhas elegantemente
acondicionadas dentro de frasqulnhos de cryslal
e venda as boticas de Caors & Barbosa e de
Joao da C. Bravo dt C. '


de fMUik>et Toaotolra 44 *m+*mh* *M+4.
:0MM|1I0.
, .----------------'! 1 ii m n-i 1 f
\lfandega
endimentododialall........ 180:154*840
inivAU................ 16:751*774
306:907|63
Mov ment da alfandega
Voluraes entrador com fazendas... 25
coui gneros... 57
Volumessaludos com fazendas... 106
c com gneros... 824
------ 930
Descarregam no dia 14 de juntio.
Barca inglezaCity of the Sultn[erra e mecha-
nismo.
Barca hollandezaScheringafarinha de trigo.
Vapor ingtezParandiversas mercaduras.
Brigue nacionalLiberalcarne de charque.
Recebedorla de rendas internas
gerae de Pernauibuo.
Rendiraento dodia i a 11........ 12:240*103
dem do da 13................. 1:213*785
14:453*938
Coiiulado provincial.
RendimentododiaUU......... 41:768*998
Idem;do dia 13................. 3:189*231
46:958*229
Hambiirgo, 20 de maio de 1864.
Rki.atorio cmeaciAL.
5w temos de notar tnndanca alguma no estado
do mercado, o qual contina muifc) tranquillo, so-
bretodo na ultima semana, nos das de peute-coste.
Caf.O deposito limitado, e os supprimeotos
esperados nao sao importante: por essa razio os
Muidores sustentan* os preeos com muita firme-
za, e pouco se ouerece venda. As noticias que
acabara da cnegar do Rio e o resallado do leilao
na II .llanda proco om lauco mais baixos nao
xerceram nonhuiua influencia sobre o mercado.
As ultimas vendas andaram por cousa de 10 mil
saceos, dos quaes 3,000 do Rio e de Santos a 7-8
chillings.
Colamos o caf regular ordinario do Rio : 7 S|8-
7 9|I6 scbilliugs.
Assucar.-Em posicao rauito firme sustentndo-
se os preeos, obretudo das qualidades mascava-
das : mas continua a (alta do escolla.
Algodao. O algodao de fio comprido muito
procurado, mas nao ha deposito aqu no mercado.
Venderara-se 100 bala* de Macei a 27 schillings.
Tabaco.Sempre em boa aceitacao. Em leilao
vwderam-se 275 balas de tabaco da Babia ava-
riado a 3 l|l-ti 11-16. Era ser 2,000 balas da
Baha.
Coaros. Sem raudanca; mas rauito firmes.
cacao.Subiudo os pregos.
Partiram para o Brasil.
iielene e Parodies para a Babia.
Oberon para o Rio Grande.
Catkrine e Melody para o Rio de Janeiro.
Jliht'in para o Pr.
A' carga para o Brasil.
JUargaretbq para l'eruambuco.
OilUaiiim. Vallcij Fonje e Kronprinds Core para
o Ki'j de Janeiro.
Heinrich para a Baha.
Cambios.
Sobre Londres. 3 m. d.. 13 marcos 1 1|2 schil-
liug bauco por ; prazo curto 13 marcos 5 schil-
lings idem idea.
Sobre Paria, 3 ni. cos banco, 189 3i dem dem.
Sobre Lisboa, 3 m. d., 15 7|8 schillings banco
por 1 mil res.
Descont 4 3|i e 5 l|i f.
BLETIM COMMERCIAL.
Liverpool, 23 de maio de 1864.
(Preeos fivres de direnos para o vendedor).
.Algudio, de Peraambnro, por Rom......... 29 / d
Mediano........ 28 '/t d
Ordinario....... 26 '/i d
Sabia:
Rom.......... 28 '/2 d
Mediano........ 27 d
Ordinario....... 26 V* d
Maranhao:
Alcntara....... 30 Vid
Itapieurt'i....... 29 '/ i
Casias........ 29 d
(Maquiuai :
toin......... 29 V* d
Mediano........ 28 3/ d
Ordinario...... 28'/ d
Assucar, do Rio, por 112 i :
llianco......... 31/6 a 33/0
Louro.......... 30/6 a 31/0
Mascavado........ 28/6 a 30/6
Pernambuco:
Branco......... 31/6 a 33/6
Louro.......... 31/0 a 31/6
Mascavado........ 29/0 a 31/6
Baha e Macei :
Branco......... 31/6 a 33/6
Louro.......... 30/6 a 31/0
Mascavado........ 28/0 a 30/0
llelaco.......... 13/0 a 15/0
Agurdente cachaca, por gal : 1/6 a 5/0
Balsamo de ropahiba. por i :
Claro.......... 1/9
Turvo......... 1/8
Borracha, por S :
Fina .......... 1/10 a 1/10 /
Mediana. .;...... 1/7 '/j a 1/9
Ordinaria........ 1/4 a i/a '/
Cabera de negro..... 1/2 a 1/2 /
Do Ceara, Seruamb\. /2
Cacao, por 112 S :
Para, lwm,...... SO/0
Baha, bom..... 42/0
Cal, por 112 :
Rio, 1* sorte...... 70/0 a 72/0
2" ..... 66/0 a 68/0
Escomido...... 75/0 a 85/0
Babia, 1' son..... 65/0 a 68/0
2* ...... 62/0 a 64/0
Escoltado...... 70/0 a 72/0
Oar........ 65/0 a 75/0
Sebo do Ro Grande, por 112 Ibs. :
Bom e dura..... 44/6
Mediano........41/0
Escuro....... 31V0
Cera de carnauba, por 112 S. 65/0
Chifres, por 12;i:
De vacca........ 10/0 a 13/0
De boi......... 20/0 a 30/0
Ooa, por Ib.:
De cavallo...... 10 d a 14 d
De vacca....... 10 d a 12 d
Couros, por Ib :
Rio. Seceos de 30 a 35 lbs. 7 V* d a 8 d
,. > 20 a 24 lbs. 6>/7d
' de touros, 35 a 40 lbs. 7 Vi d a 8 d
Rio Grande, por Ib. :
Salgado, de 65 a 70 lbs 5 V d a 6
Ditos de 4o a 60 4/d a 8d
Salgados de vacca. 40a 48 4 V. a 4 V;
de cavallo seceos, 10 a 1 <* 6/8 a 7/6
salgados, 2.1 a 37 7/6 a 11/6
. 16 a M 5/0 a 7/0
dem de Pernaiubuco, Babia,
Maranhao e Para, por "i :
Seceos salgados.. fca 30 i'U6 . espichados. Ja 20 7 >/2 d a 8 d
dem do Cear, Parahyba e
Macei, por Seceos salgados. 30 a 32 3 : 6 d a 6 V* d
Molbados 45 a 50 -ai : 4 d a 4 '/ d
Farinha de mandioca ,:
Boa, por 112 tf. Nominal 1870 a 21/0
Gomma ou bucho de peixc, por U :
Gurujuba 1' qualidade 3/3 a 3/6
* /8 a 3/0
3- 2/6 a 2/7
Pescada 1* ... 4/0 a 4/3
f 3|8aO(10
3 3(0 a 3f6
Pirahiba Ia 2|9 a 2ilO
2' 2,3 alto
3' J|6al|0
m }: ; : j in*
Jacaranda, por tonelada :
Rio......(Nominal) 18 a 12
Babia....... Sf9a12
Piassava, por 2.140 : .
Para.....Nominal 22
U* *40WfOa-UW
Pixurim, por 9flNfi l/
Tapioca, por 111^ v,,LaM/n
Ra. gupftri'.....32, U a 36/0
ordinaria. .... 20/0 a 25/0
Crucfi, por *, Para bom 5 d a 8 d
Fundos e cambios.
Fundos inalezes.
Banco de Inglaterra (Acetes) 137 a 239
Consolidadas
ReduxjdQs .
Fundos (Joros.
Belgas. .
Brasileiros .
-.
ai
88
t
I'
a 91 Vi
88'A
89 >/i

4 Va
. 3
Dinamarquexos
Hespauhes.....3
Differidos 3
Passivos 3
Holiandezes. 2
.....4
Mexicanos.....3
lh
86, a 87
51 Vi a 33 V
46 Va *6 '/
34 Va 34 Va
63 V 63 >/t
[
Portugueses. 185J
1857
1859
... 1860
1862
... 1863
* Scrip (Cautelas) 3
Rnssos......5
..... & IK
Banco B fraafi (c6es) frs.
Fundos francezes. 4 V.
' .3
Metaes preciosos.
.Por onca 77/9
44 a 44 'A
48'AaW3/.
Vi a Vi premio.
9
a92
a 9
3335
93.50
66.70
Ouro era barra.

77/6
77/0 a 77/6
73/9 a 74/6
5 7. 5/1
a
5/1 a 5/1 V
VI
4/1
4/11 a 4/11V*
la 4/11 /a
olVtaSlV
51 Vi a 31V
52'/d
12. Vi a 12.3/4
13.9 Vi a 13.9 '/i
25.63 a 25.73
25.30 a 25.40
DO BRASIL.
Moedas brasilisjra.s novas77 s. 8d. dem.
OncashespanliolasTtis^Qd, ajim. noi>-
patrias,, 74 s. 0 4 dem
firau omllarra, de IwM. 0 7/8 d. Moni trono.
Patacas mexicanas 5 s. 1 3/4 dem dem-
Columnares, Carolus 5 s. 1 d. idem,, dem-
Crusados novos 4 s. H 3/8 d. denL dem.
Pecas de 5 francos, 4 s. 10 7/8 d. ul. H-
Gneros de importacae.
Algodao de Ptsrnaiiibuco. 27 d. a 30 d. por Ib. no-
minal. ..
do Maranhao. roda, 28 d. a 30 por Ib.
nominal. ,
maquina. 28 d. a 39 d. por
Ib. nominal.
da Bahia, 26 1/2 a 29 d. por Ib. ora.
Seguio
i-armj 4 Aranaga Hijo L
Aoi'i'o tahido 10 m-
"ar*iBgteia/W3*/on.. apilao Henrv

Ha-
EDITIS.
O Dr. Ernesto de Anutno Fonseca, cavalhoro da
ordem de Christo, juiz de orphios e auzenies da
cidade do Reclfe e seu termo, per S. II. Impe-
rador, qoe Beos guarde, etc.
Paco saber aos que o presente edital vrom que
a requerimento do Dr. Manoel do Nascmento Ma-
Assiicar do Br sil' branco 31 s. Od. a' 32 s. 6 d. chado Portella, curador do prodigo Valeriano Man
m 112 lbV ~ tiS R?is> vai a. Rr!S P9r. tre.s nrt?s ar"
intivo de direil
Arro/do Brasil,' Ws. Od. a 21 s. Od. por Hl ^Wento eonsenhor da quarta parte predijfl
nr il* lh suui ^ia neis, vai a prar.a por ires annos o ar-
portuguez em moda
do Bras
Oncas hespanholas
americanas.
Prata ora barra ...
Patacas brasileiras 4/11 Vi a 4/H Vi
Pesos columnarios ues-
iianhos...... 3/0 a 5/1
Carolus.......
Fordinand.....
Ditos das repblicas hes-
panholas e mexicanas
Moedas de 5 Crneos.
Cruzados novos.....
Cambios.
Lisboa........90d.d
Porto.....
Rio de Janeiro (Nominal) 60 d. v
Babia e Pernarabuco.
Arasterdam......3 ra.d
Hainburgo......
Paris..........
.............3 d.v.
MiVIOS CAAttA PARA 0 NORTE
Maranhao Cornelia 23de maio.
Para Aracaty31.
Pernambuco Flori&t 23.
dem Jnria Burrit 30.
ide ra Chance26.
dem Ullswater17.
demTbtti of Liverpool-i.
Numerario.O mnimo do juro que tnha regido
a 9 o|0 desde o da 5 at 19 do corrente, fui nessa
data reduzido a 8 optando o banco de Inglater-
ra durante esse espaco obtido um augmento na
sua caixa de 800,000. A procura para desceios
activa e tem havido alguraas exportares.
Mercado de Manchester. Muito firme.
Algodao.Nao obtaatt o elevado juro e o cri-
tico estado dos aazures polticos no continente, o
mercado deste artigo durante esta quinzena, tem
lulo muita animacao, a> vendas diariamente para
consumo tem sido avultadas, e toda* as especies :
de algodao ubtivoram urna subida de 1(2 d por Ib.,
ainquanlo que por algodao om viagem tem-se pago!
3|4 d por Ib. cima dos acuiaes preeos do merca-
do. A causa immediala desta melUora no mercado
a grande procura da parte dos fabricantes, os
quaes tem suas fabricas quasi era completa opera-
cao, e espera-se que assim continuem. A segrate
tabella demonstra a paspada, e presente posicao
deste arlige :
Total das entradas at 20 de maio de 1864
891.000 fardos contra 5.i0,0i2 em 1863.
Vendas para consumo 531,920 fardos contra
440,362, no mesmo periodo.
Vendas para exportacao 168,741 fardos contra
166.390 no raesmo periodo.
Vendas era esperulacao 186,520 fardo6 contra
209,500 no mesmo periodo.
Em ser 3.1,440 fardos contra 339,840 no mes-
mo periodo.
Era viagem 460,000 fardos contra 270,000 no
mesmo periodo.
Assucar.Durante estes ltimos das as trans-
accoes para consumo tem sido avultadas aos pre-
eos ltimamente colados, cujos sao 1|0 cima dos
prego mais altos obtidos es.e auno. O especula-
dores tambem ojieram avultadainente. porm em
assucar em viagem. Preeos muido firmes.
Balsamo do copahj ha. Continua cora procura.
Borracha.A fina do Para contina com pouca
procura, as veudas foram smente 5 toneladas aos
preeos de 1|10 a 1|10 1|4 por Ib., porm a de ca-
neca de negro tem lido muita procura e as veudas
monlam a 79 toneladas aos preeos de 1|21(4 a 1|2
1]2 por libra. Tambem se vendeu urna pequea
pergo da mediana de 1|7 1|2 a 1|9 por lh. Em ser
Acara cerca Je 593 toneladas. Nao tem havido che-
gadas.
Cacao.As nicas vendas a notar sao 50 saceos
da Baha a 43j6 ; e 150 saceos de Guayaquil a 75j
por quintal.
Caf.Mercado frouxo, porm firme. As vendas
do do Brasil desde a nossa ultima 6o 170 saceos
do Rio de 66|0 a 70|o por quintal, e 26 saceos da
Baha a 64|0 por dito.
Jacaranda.Do da Bahia nao ha em ser, e do do
Rio smenle urnas 160 toneladas chegadas pelo
Pilot Fi:h, cujo ser ollerecido em leilao no dia 25
do corrente.
Iruc.Sem procura.
PRECOS CORRENTES.
o'ndres, 23 de maio.
Fundos inglezes.
Bo banco, 238 a 240 por 100
Consolidados 3 %, 91 1/4 a 91 3/8 por 2 100
jednzidos 3 "/o, 89 a 89 1/8 por 100
Novos 3 */,, 89 a 89 1/8 por S 100
Fundos estrangeiros.
Belgas (25 frs.- 1) 4 % /, 98 a 100 por 4? 100
ex div.
Brasileiros 1839, 1839 5 %, 400 a 102 por S 100
ex div.
4 Vi %, 90 a 92 por S 100
1863 4 1/2, 86 1/2 a 87 1/2 por S 100
Confederados 7 / 63 a 67 por S 100
Eg> [icios 7 %, 100 a 101 por 100
Gregos com juros desde 1846 5 /, 23 1/8 a 23 3/8
por 108
Gregos Coupons at 1846 5 V, 10 1/8 a 103/8 por
100
Hespanies 3 %, 52 1/2 a 53 porS 100
dineridos 3 % juro actual 2 i/4, 45 3/4 a
46 por i 100
internos (1 Peso) 3 %, 49 1/2 a 50 1/2
por 100
passivos externos 3 /., 33 7/8 a 341/8
por 100
Holiandezes (Fl. 12 -1) 4 /, 100 a 100 por S 100
2 /i %, 63 1/2 a 64 1/2 por i 100
Italianos (frs 25 1) 5 /ar 67 3/4 a 68 por S 100
Mexicano* com atrasados desde juibo 1834 inclusi-
ve 3 %, 43 3/4 a 14 por ffi 100
Mexicanos 1864 cautelas 6 %> i a 0 1/2 des. por
100.
Nova Granada 3 % diferidos juro actual 2 %> 30
a 31 por 160
Portuguezes, 1853, 3 %, 48 i/2 a 48 3/4 por S 100
Dos 1856-1863, 3 %, 48 1/2 a 48 3/4 por S 100
DosI63, caut. 3 %, 1/2 a 3/1 pre.
RussosV22 5 /* 87 a 89 por jf-m
, 1862 5 %, 86 a 88 por S 18' v.
'* 5 /., 3 a 3 1/4 por 100 pr.
"a 85 por S 100
55 por S 100 ex div. ,'
nr j* iO
1/2 a W t/2por # 106
CaKVOs. Od. a 74 s. OdjK.r H21b. I E para constar^mandei iiassar o presente que
lavado, 73 s. 0 d. a *fs! 0 d. por lii [S^". nop."* {" cosame, dcpois de
jh tertranMladi) p, chancellara do supremo tri-
Soceos salgad,- d 4 a i6 lbs., 6' Vi d- a 6 1/2 d. |fc Ernesto de Aqulno Fonseca.
por/bnom r f Continua a esiar empraca o engenho do Meo.
Seceos, de 8 a 22 lbs.. /, d. a 7 1/2 d. por Ib. nom. i ago m tora de Ipojuca, as quaes serio depois
Verdes, de 38a 54 lbs, id. a 4 1 '2 d. por Ib. nom. %udiencia da lm. br. Dr. juit de prphaos. de
Bo Rio de Janeiro : ffltformldarte com o edital cima.
Verdes, de 48 a 72 lbs., 3 3/4 d. a 4 d. por Ib. ora
Do Rio Grande :
0 Dr. Manoel Antonio dos Paasoa e Silva Jnior,
juiz municipal e provedof supplente em exerci-
c do termo de OlinJa, em virtude da Ui oto.
Fap saber aos que o presento vrem que no dia
13 do Arrente rnez pelas 4 horas da tarde, por-
ta da casa de minha residencia se ha de arrematar
por venda a quera maior laoeo ofbrecer dous ca-
! valls sendo um grande, melado, ae cli.ls bran-
Verdes. de 63 a 70 lbs., 6 d. por Ib.
de 44 a 30 lbs, 4 3/8 d. a 3 d. por Ib.
Seceos, de 28 a 34 lbs,, 8 t/j d. a 91/4 d. por Ib. -
de 20 a 24 lbs, 7 Vi d. a 8 '/, d. por Ib.
Chifres de 9 a 16 oncas, 9 s. 0 d. a 13 s. 0 d. por
123 frouxo".
de 22 a 24 oncas, 29 s. 0 d. a 32 s. 6 d. por f^s, castrado e novo por 304, e nutro cucando.
I**! frouxo i Pe1aeno e ve'no l)or *i ambos Dastate magros,
Ipecacuanlia", 8 s. 0 a 8 s. 3 d por Ib. ww oram aprehendidos pelo Dr. delegado de
Jacaranda d Rio, S 10 a 16 por tonelada no- pocia deste termo a Quintilho Amonio da Costa
mjna'l |0 JoioFerieira de Araujo,onhecido por Joao Ga-
da Bahia S? 9 a S 13 por tonelada no- rapd, os quaes vao a praca como bens do evento,
nal "st0 n*,er apparecido dono a reclama-los.
Mercado raonetario.-No da 19 o banco de Ingla-' E para que chegue a noticia da todos mandei
trra reduza o seu descont para 8 por cento.e es- passar o presente quesera aftxauo no lugar do
pera-se brevemente nova reduccao, por regalar a cos*ume e publicado pela inirensa.
taxa na praca de 7 a 7 i/2 por cenlo par letras de Dado e passado nesu dade de Olmd sob meu
prneir/clLe, cora grande abunda de d- j.1 ^des^mzo vaga .ansa
Fundos.-Contlnuara a fluctuar os preeos dos, gas Cavalcanti Pessoa, escrivao de orphaos e au-
fundos especulativos, se bem que as oscillacSes ul- sentes o escrevi.
tmamente teem sido menos violentas. Manoel Antonio do Passos eS.lva Jnior.
Algodao.-Em consequencia do armisticio, o mer-' A inspectora da alfandega desia cidade, era
cado tornouse mais firme,e realizaram-sc transac- ****** portara da thesouraria de fazenda n.
con de algum vulto, porm nos dias 16, 17 e 18 67 de 28 de maio prximo passado, precisa contra-
cabio novamente era apathia; no dia 19 houve mais, lar para o expediente da raesraa reparticao no an-
alguma animacao depois de constar que o banco ti- no Qnancelro de 1864-186o, os objectos declara-
nba reduzido o seu descont : os recelos porm que dos na relacao que a este segu,
inspira a poltica externa exercem urna influencia; Os pretndanles deverao anresontar suas propos-
muito desanmadora. As vendas da quinzena mon-1 tas em caria (echada ale o da lo do corrale,
tan. a urnas 107,000 saccas Alfandega de Pernambuco, 1 de junho de 18|4.
Assucar.-Depois da dala da nossa ultima revis- -O segundo escriturario, Caelano bornes de Sa.
ta o mercado ficou por mais alguns dias na extre- \ Objectos para a guardamoria.
ma apathia all noticiada, sendo difflcil cffectuar Lonas,
vendas, mesmo com outra ligeira baixa. Os con- *>Ti*- .
sumidore?. porm, vendo a sua existencia redunda Bandeiras para signaes de 2 e 3 panno,
eniraram novamente no mercado, e ltimamente 'eo de hnhaca.
tem comprado com alguma franqueza, o que unido untas preparadas a oleo,
a alguraas compras especulativas, tem dado lugar | unas em po.
a avultadas transacefos com reaccao de 1/0 a 2/0 reu.
emU2lib. As transacces porm, no do Brasil Aicairao.
em ser foram comparativamente de pouca monta ; .ern,z-
olfercceram-se em leilao 258 caixas e 130 saceos fiode algoda- ,^M^
recem-cnegados da Bahia, e tendo sido retiradas, Tijolo >ara limnar ferrageds.
na falta de lanco conveniente, venderara-se snbse-; i ias>aa.
quentemente de 28/8 a 30 6 por mascavado media- p.stoupa.
no ate claro soffrivel: veoderam-se tambem por bwa em gniroe \
trato particular 73 caixas de Nazareth a 26/10. braxa ou sebo \
Venderam-se, porm, as seguintes cargas no mar : '-aiiano esireiio
D. A. S. 2,100 saceos de Pernambuco, a 30/0 Cadarco largo
para o Reino Unido, peso da descarga. ]^*?J5^0. ., ;
Fak 3,300 ditos de dito, a 30/0 pata o Reino Ta xas de bomba AemMa
Unido, pesos da descarga. : 'a '* d.ITcrenies qualidades e grosuras.
OUerm 4,998 dito* de Macoi, a 30/0 para o, Fulhas de cobre ou metal m.,nhns
Reino Unido, pesos d" descarga. : ^eg-JS de ferro e cobre de d.Iferentes lamanho.
Queet of tlJart 2,000 ditos de Pernambuco, a Aze.te de carrapalo e de coco.
29A> iara o Reino Unido, pesos da descarga. fcCSli. Z CT8,
Contina a l.aver falte de procura para exporta- Forquelas de ferro
cao, devendo-se reputar nominaos as segrales eo-, brrente de differentes gro>ura>.
\..A.o ..- a, f.oinri Ferros de difTcrentes tamanbos.
'Para a lacraao.
E maU uada via-se em dito daspacho aqni mui
forma, CdWmat^^nm-X Manoel Ma-
ra. OMftira.
Em sefaimento dosproprws autos .m
fielmente se yia e mostrava do que se
guinte betleio
IlUii- Sr. uz de direito sulistituto do
-D.'Clatidina Senliorlnha VreradeX;
do feito citar a D. Clemenlina Tneodora'
a ontros, vi uva a lierdoiros do tinado
dor Manoel Goucalves da Silva, para fal
termo de urna accao onliuaria, sobre ajuste
comas ha vidas entre o dito Aado comraenda
o a supplicante, acontece que Goilherme Frfleri-
co de Souza Carvalho, casado com D. Man la
Sijva, tambem herdeiro do supradito finado, se
achem ausentes em lugar nao sabido, pelo que a
supplicante na eonforraidade do artigo 45 do re-
gnlamenlo n. 737 de 26 denovembro de 1850,
quer justificar a ausencia dos sopplicados eainoer-
teza do lugar da suas residencias, a que provado e
jVilgado, se passo caria da edito na forma do as-
tylo. alim de que sajara citados sobre todo o con-
ferido acuna referido, sob pena de suas reveli*.
Nestes termos.Escrivao Nascimento. Pede a V.
S. assim Ihe delira, designando o dia para a luqui-
ricn das Ustemuuhas, pelo que espora receocr
raere.O procurador, Macario de l.uua Freir.
E mais se Dio conlraha em dita peticao aqu
transcripta. qual eslava o despaeho'do theor se-
gu'o'e: .
Como pede e desiM o eien;'2 dl*e hra- R-
cifu 24 de maio de 1864.-aellas Heurques.
E mais se nao continha era duo despacho aqu
miu bem e fielmente copiado e trasserpio P tendo
a supplicante produzido suas testemunhas, qd
justinraram a ausencia do sapplieade, sellados e
preparados os autos, subirain a rninha condono c
ne lies dei a sen tenca que do theor, forma, modo
e maneira seguinte :.
IIei por jiistiBcadP a ausencia de Ouilhcrrae
Frederico de Soiiza Carvlao,que se provou estar
em lugar incerto, pelo que seja citado por editos
de 30 dias para o fim requerido. Pague a justifi-
cante as cusas. Recif.: 9 de junhA de 1864.
Tristao de Menear Araripe.
E mais se nao contiena o nem alguma outra
cousa mais se daclarava e mostrava em dita sen-
teuca e era cumprimento passou-se o presenta pe-
lo qual cbamo, cito e hei por citado o supplicado
para o Ara cima expendido ; paranlo qualquer
pessoa a poder secalificar.
E para que chegue ao conhecmento de todos
ser o presente publicado na f*rma do estylo.
Recife 10 de junho de 1864. 43" da independen-
cia c do imperio do Brasil.
Bu Manoel Mara Rodrigues do Nascmento, es-
crivao o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
ao d
comp
Giqui
erjjo
ITub.
ireui'
4 DI
da
gelo
pe-
i ot-
aos cltafarizes
DECLAB1C0ES.
COMPANHIA
DO
,.6868|/2p*pO
1862 6 /oS 3/4 70 0 por 160
. 1863 6 '/., 67 a B^por"* 100.
Internos (Medjidie d'oro3f 1) 6 /, 47
3/1 a 48 por* 100
Veneznelanos 3 /. joro pagavel 2 %, H */* a 23
1,1 por m
a 1862 6 /., SS a 36 por Sf 100 ex div.
aucos..
Banco Brasileo e Portoguex, 3 lv2 a 4 pr. por ac.
Banco de Londres e do BrasH, 17 i/1 a 18 1/2
Banco de Lon. Buenos-A) res e Rio da Prata, 13 a
15 premio por accao.
Caminos.
Lisboa 3 m/d, 51 5/8 por S
Porto3ni/d,3l 5/8 por 96
Rio de Janeiro 60 d/v. 26 por S nominal.
Amsterdam 3 m/d, 1201/4 a 12 0 3/4 por S esL
Hambnrgo 3 ni/d. 13 91/4 a 13 9 3'4 por X
Paris 3 m/iL2a 72 1/2a 23 77. 1/2 por*
3 d/v, 23 23 1/2 a 23 40 por
Marselba 3 m/d. 25 72 1/2 a 25 77 1/2 por 36
Genova 3 m/d, 25 80 a 25 83 por
Trieste 3 m/d. II 83 a 11 90 por S
Vienna 3 ui/d, 11 83 a 11 90 por S
Madrid 3 m/d; 48 a 47 3/4 peso
Cdiz 3 ru'd, 48 a 47 3/4 pe0
Metaes preciosos.
Ouro, em barra, de lei 77 s. 9 d. p. nca de p.
tacoes para cargas, pesos da factura
Para o Continente.
De Pernambuco, branco, 31/0 a 33/0.
Dito, mascavado, 27/0 a 28/0.
Da Babia, branco, 31/0 a 32/6.
Da dita, mascavado, 27/0 a 29/0.
Para o MedHerraneo.
De Pernambuco, branco, 31/0 a 33/6.
De dito, mascavado, 27/0 a 28/0.
Da Baha, branco, 31/0 a 32/6.
Da dita, mascavado, 27,0 a 28/6.
Effectuaram-se as seguintes vendas em Liver-
pool :
Em ser 1,600 saceos e 403 caixas da Bahia, da
27/6 a 28/6.
7,830 ditos de Pernambuco, velho, de 28/01 30/0.
2,000 ditos de Macei, a 29/0.
5,600 ditos da Parahjba, a 28/9.
1,550 ditos de Maranhao, de 30/3 a 30/6.
No mar 4,800 ditos de Pernambuco, Americanos
de 29/6 a 30/0
3,500 ditos de Pernambuco, na costa, a 29/3 pe-
sos da descaiga. '
4,500 ditos de dito, de mportaco indirecta, a
29/6 no caes e 31/6 no armazera.
7,600 ditos de dito, a 30/0 pesos da descarga.
800 ditos do Maranhao, a 29/9.
2,000 ditos de Macei a 30/0.
600 ditos e 600 caixas de Maroim, a 31/0.
50 caixas e 70 barricas da Bahia, principalmente
a 31/0. *
Caf. Posteriormente nossa ultima revista
houve mais firmeza as qualidades das pssessues
inglezas, obtendo-se preeos mais favorayeis, mas em
conseqiiencia de novas entradas de Ceilo, o mer-
cado nestas ltimos dias tem estado em apathia,
cora ligeira reacyo nos preeos. O do Brasil foi
pouco procurado, e as transacgSes em ser nao ex-
cedem a 1,000 saceos do Rio, ordinario fno e supe-
rior de 72/0 a 74/0 ; para as cargas no mar tam-
bem heuve faMa de procara, sendo poncas oa ne-
nhuflias as oflertas que se fazem; aova portanio
consderar-se quasi nominal a nossa cotacao de
68/0 a 69/0 para cargas do Rio, Good f*rit- Gs avi-
sos favoraveis recebidos em ultimo lugar do Rio
parecen nao tar animado aos compradores no Con-
tinente, e ao leilao da compaubia hollandeza no da
18, constando de 86,000 saceos, regulam os preeos
1/2 e 1 cntimo abaixo das avaliacoos.
Venderam-e em Liverpool uos 180 saceos ti
Rio de 64/0 a 70,0. conforme as qualidades.
Cacao.As qualidades das possessoes inglezas
continuaram a ser procuradas por preeos firmes,
mas no da Bahia nao constara trausaccoes.
Em Liverpool venderam-so 50 saceos da Baha a
43/6. ,_.
Jacaranda.Venderam-se 6 toneladas da Baha
de 8 a 22 13/0, dando inSerm-aidto de li;
14/0 por tonelada. Nao houve entradas, ficaudo o
mercado em completa apaihia.
Pao-Brasil.Sera alteraeao.
Cpuros.Venderam-se duas cargas de boi do
Bio-Grande a 6 1/8d. e6d.. pedendose este ulti-
mo algarismo considerar como coUca ejlrema na
actualidade. As nais qualidades ficam em apathia
e as aassas cotacoas sao *s ou meaos nommaes.
Sebo.Em apathia; as nossas colagdes do da
America Meridional ficam sem alteraeao, como se-
gu :
De boa cor 40/6 a 41/6 por Ul lib.
Soffrivel e escure 39/6 a 40/6 por 112 lib.
Escuro e ailo escuro 38/0 a 38/6 por 112 lib.
Cambios. O cambio sobra o Ro de Janeiro fica
norainalraente a 26. Os cambios sobre Portugal
eslivaiaui ">!''" Xruuxos, regulando de SI 1/2 a 51
5/8 sobre Lisboa, e-de M 5/8 a SI 3/4 sobre o Por-
to ; na ultimo dia de praca, 19 do crreme, o pa-
pel fez-se a 51 5/8 sobre urna o ostra praca, com
indicios de alta.
Metaes preciosos.O mercado de prata em bar-
ra contina muiio frouxo, e itavendo poremquaato
pouca procura para a India, de crer qae nao baja
tao ced melhora sensivel.
P. S.Assocar.O mercado mostrase nm tanto
menos animado.
Algodao.As vendas hoje montara a 6,000 sac-
cas, incluindo 80 saccas de Pernamboeo a 29 d..
120 saccas de Macet de 26 3/4 d. a 27 3/4 d, e
100 saccas do Maranhao a 29 d. Reina muita des-
confianca, devido s noticias que se acabara de re-
ceber dos Estados-Unidos, e o mercado (echa IrooBo.
.Vario entrado no dia 13,
Buenos-Ayres33 dias, brigue hespaohol Eolo,
de 233 toneladas, capito Joaquim Par*, enoi-
pagera 10, carga 366> qointaes hespanboes de
Remos de 12, 14 e 16 ps.
I.uiiea de masa e cosinlia.
Para o serveo da capatasia.
Livros em branco para os armazens.
Azeite doce para os guindastes.
Tinta roxo-trra em p.
Brochas para pintura.
Vend de carvao de pedra.
Paia o expediente das seccaes.
Cadernos em papel pautado para os extractos
dos mappas.
Papel greve pautado.
l>ito dito liso, e de linlio.
Dito mata-borro.
Pennas de ac.
Ditas de aves.
Lapes prelo.
Dito de cores.
Canelas.
Tinta preta para escrever, e tinta roxa.
Ditas carmisim.
Ara preta.
Obreias.
Reguas.
Cadarcos.
Caivetes o raspaderas.
0 Dr. Tristao de Alencar Araripe, ollicial da impe-
periai ordem da Rosa e juiz de direito especial
do eommercio desla cidade do Recife, capital da
provincia do Pernarabuco o seu termo, |or S.
M. Imperial e constitucional o Sr. D. Pedro II,
a quem Deus guarda, etc.
Faeo saber aos que o prseme edital viran que
no dia 11 de jumo de corrente anno, se ha de arre-
matar por venda a quera mais der, em praca pu-
blica destejuizo, urna parte do engenho Collegio, no
valor de 1:2032005 t pentiorado por execucao
de Manoel Pereira Lemos Braz Ferrera de Al-
buquerque, como herdeiroe testamenteiro do fina-
do Jos de Espinla Bittancourt, sendo o valor to-
tal do mesmo engenho 40:0002-
E nao havendo lanzador que cubra o prego da
avaliacao a arremacao ser fita pelo valor da ad -
judicacao coa o abtiraenio da le.
E para qae chegue ao conhecimento de todos
mandei fazer editaes qae serio publicados pela ira-
prensa s affixados nos Rigares do eostume.
Recife, de junho de 1864.Eu Manoel Mara
Rodrigues do Nascimento, eserivao o subscrevi.
Trisffio de Atentar Ararme.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, offlcial da im-
perial ordam da Rosa e juiz de direito especial
do eommercio desta cidade do Recife, capital da
Sruvineia de Pernamboeo e seu termo, por S.
1.1, e C.o Sr. D. Pedro H, a quera Dos guar-
de etc.
Fago saber aos que o presente edital vrem e
dalle noticia tiverem aae por parte de D. Claudina
Sennorinha Vwira de Carvalho me foi dirigida a
pecao do theor, forma,.modo e maneira seguinte:
lllm. e Exm. Sr. Dr. juiz especial do eommer-
cio.D. Claudica Sanhoriuha Vi eir do Carvalho,
vera requerar a V. Exc. se sirva de mandar citar
a D. Ciementina Tneodora da Silva, viuva do cra-
me udador Manoel Guacal ves da Silva, e os mais
bardeiras do mesmo finado, que sao Joao Gardozo
Ayres como administrador de sua muiber D. |Ma-
ria Rosa Ayres, loaqwim Juvencio da Silva como
administrador de sua mullier D. lieuriqueta da
SU va, Dr. Jos Antonio de Fgueiredo como admi-
nistrador de sua muiber U. Claudiua de Fgueire-
do da Silva, Eduardo Burle como administrador
de sua mullier D. Carolina Burle da Silva, D.
Cleraenuna Theodora Vieira da Silva Jnior, de
maior idade, Manoel Goucalves da Siiva.LuizG.da
Silva menor de 21 annos, e seu tutor Joao Cardozo
Ayres, todos em suas proprias pessoas e ao Dr.
curador geral por parte do menor para fallarom
aos termos de urna accao ordinaria que i lio vai
propor, para ajaste de cantas bavidas entro o dito
coramendador e a supplicante, ludo como melbor
axpressar em dito libello, ficando loga citados os
raesmos supplicados para todos os termos da mas-
ma accao sua eaeeueao, sob pena da suas rev-
lias e cosas. E como qaer que os suppficados Dr.
Jo; Antonio de Fiqueiredo e sna mullier D Clau-
dm srjam residentes na corte do imperio, a sup-
plicante requer mais a V. Exc. se digne de man-
dar expedir carta precalone citatam para as justi-
cas commerciaes do sobretfito lugar, aflm de se-
ren citados par todo o expendido, nomeando V.
Exc. um curador ad Irbitum, nafa que, por parte
do menor tome a defoza da causa. Nestes termos
pede a V. Exc assim Ihe delira.Espera receber
merc.Dr. Drammond.
E mais nada se via em dita peticao aqu trans-
cripta, na qual dei e profer o despacho que do
theor, forma, modo e maneira seguinte :
Citera-se, como requer. Recife 3 de maio de
1864.Alencar Araripe.
No dia 13 do correte, pelas l lioras
dodia, ter lugar nti escriplorio da Ca.m-
panhia roa do C.abug n. 16, arrematarlo
do rendimenio dos ch-ifariaes e licas por
bairros ou lolalidade e por esparo de um
anno, solas bases e condifes abaixo trans-
criptas : os Srs. licitantes compareram com
seos fiadores ou declaracan ios mesmos no
mencionado dia, de vendo ser as proposias
em carta fechada apresenlada na mesma oc-
casio ou antes no escriplorio onde melhor
se devero esclarecer o inlormar.
Bases sobre as quaes se (leve laucar.
Bairro do Recife.
Cliafari e bica do cites da al-
fandega....... 5:iO0S00l)
Dilo da ra da Cruz. 6:5003000
Dito da na do Brum. fclOOjKMX)
Dito do Forte do Mattos c bica. 3:390^000
19:390 $000
Bairro de Santo Antonio.
Chafarizdo largo do Carmo. 9:0005000
Dito do larg.) do Paraizo. 6:oO0M)00
Dilo ilo largo do Passeio Pu-
blico........4:2305000
Dito da ra do Sol. 3:2004000
Dito da ra da Concordia. 4:1000000
27:0300000
Bairro da Boa-Vista.
Chafar e bica do Caes do Ca-
pibarie........4:6000000
Dito da ra da Aurora. 2:4005000
Dito da caixa d'agtia dos Pires. 6:3000000
Dito da praca da Boa-Vista. 6:0004000
Dito do largo da Soledade. 1:3200000
21:0200000
Bairro de S. Jos.
Cliafariz do largo da Ribeira. 12:0000000
Dito da ra Imperial. 0:1000000
Dito do meio do aterro dos
Afogados.......2:0000000
20:1000000
Bairro dos Afogados.
Chafariz do largo de Nossa Se-
Dhora da Paz.....4:1000000
Cidade Nova de Santo Amaro.
Cliafariz junto a rampa de Starr
| C........2.000*4000
Passagem da Magdalena.
Cliafariz do largo do vrveiro. 600000
Coadl?5g.
1.
A arrematarlo ser eita por espao> de
om anno a contar do I* de julho de CB04.
2.a
O pagamento Companhia ser fett em
tfestaces mensaes divkiindo-se peloi 12
iezes o preco da arremaUco em letra as-
ignadas pelos arrematantes eseus fiadores,
alem do respectivo termo assignados pelos
Biesrnos.
3.
\ 0 arremataale nao poder vender agua
pur mado estipulado de 20 rs. por baile,
ser obligado a dar agua para bebfr a
auem ^e passagem a pedir.
4.1
I O arremtame nao peder vender agua
atra dLaperimetro de sea arremataco/mas
dentro dele pede feze-lo da forma que qui-
r o*"he confter, nunca altando a viuda
ao publico nos cnafarize*.
5.4
. O perimetro*u limites do terreno da ar-
rmatafo da veeda.'-d'agaa na freguezii da
Boa-Vista sere seguinte: comecando pela
Inte da Boa-Vista seguir pela ra da,Au-
rbra at a primeira pcate depois do m-
npsio, d'alii seguir em loUa recta ao filio
dps herdeirosdo fallecido Francisco Joai|jim
Peretni di Cirraltro, iTaTfi se^triffr ptl es-
trada do Pombal, e pelo travessa do Boi al
a ponte do Mang^uinho, d'ahi pela estrada
abaixo al o sitio dos lierdoiros de Luiz
Gomes Ferien a, e d'ahi em seguimento da
divisio do sitio dos ditos herdeiros de Luiz
Gomes com o sitio da fabrica do rap at o
rio Capibaribe, e d'ahi para bai.vo seguin-
do a inargeiu esquerda do dito rio at a pon-
te da Boa-Vista. Adverte-se que esta linha
divisoria segu seinpre pelo centro das es-
tradas, de maneira que a parte da estrada,
que ficar alm da dita linha n3o pode fazer
parte do terreno que comprehende a arre-
matarse. Da Cidade Nora de Santo Amaro
principiar til asegunda ponte da ra da
Aurore at o largo da capelja de Santo
Amaro, d'atii seguir peta estrada nova de
01nda comprehe'ndendo um e outro lado da
ra at encontrar no sitio dos.herdeiros do
fajlexido faftciati Joaqujip l'^reira <\\ Car-
valho.
, 6-
O permetro da arieinataco para as fre-
guezias de Sanio Antonio, Recife e S..Jos
seras opmprphendias oa d
um d ella. 'jFdotf^
der somanta a ruf
laddoiorlata
lo sul al'' a ponte iU
rematantes 0#3 torio ,
e penas ragua ipie duraoleb pVazo da arre-
malirlW '80 "bouveie de abrifi'n ios pe-
limeros cima mtread) taes cltafarizes
epenasd'agtr3Tlc!fr)aC3rp) da adniinis-
ttatap.
7.s
Os arrematantes nao podero pedir in-
demnisa^o alguma quando por occasiio de
qualquer reparo ou concert no encanamen-
to baja dimtnuicJo ou taita d agua at o pra-
zo de 24 horas c smente ter direito a re-
clamar alguma indemnisacb pelo tempo
que esceder a este prazo.
Bscriptorio da Companhia deBeberibe, 7
de jmillo d<.- 1864.
O escriptufirio.
Martolmo Jos Pupo.
i:smolns measaes d* cadxa pi:i.
De ordem do Exm. e Rvm. Sr. vigariu capitular
da dioeese fajo publico, >]\ic as esmolas ntensoes
da caixa pia que se rereviam no palacie da Sule-
daile i'ouiiiMiaui a ser distribuida doaiesmu modo
pelo Itvm. Sr. Agoitiuhu de Lima Uvalcanti de
Lacerda, em sna casa a nu da Gloria n (ii : as
pessoas favorecidas por aquella iistturao, podem
pois diriatr-.-e a ru#ii'in.i U ea paca r#rcherem
a mi'nsalidmliirorrn.>pandeiileao aiesdo maio pa>-
sado; sendo que as meii.salida.Jes correspondentes
aos mezes seguintes serlo distribuida? no princi-
pio de cada mez inmediato. Quanto as esmolas
mensaes de Olinda, sorao d'ora em diante igual-
mente receidas emeasa do lllm. e Rvm. Sr. mes-
tre-escol.i Marcelino Antonio Domellas, na ra D-
rcita, prximo a i;;reja da Misericordia.
i Muida il dejunlMde 1804.
Conego Joaquim Fe reir do# Sant <.
Secretario do Rispado.
C'aixA pa.
Enrarregado pelo Exm. e Rvm. Sr. vicario capi-
tular de distribuir nesta cidade do Recite as men-
talidades da caixa pia, e s no -saMiado pastado
leudo chegado as miiils raaos a lista e as .pan-
tas do mez passado, em razio das difticqldades e
einliaracos que sempre lia uestes conieoW e mu-
danzas, "designo os dias lo, 1G e 18 do corrente
(quarta, quula e sabbado desta semana) para se
receberem as quantia do mez de maio Maio.
Quanlo porm as ineiisalidades do mez correte
e dos suguntes, como nao lia de Inv.-r mais nem
embaan) nem demora, marcos dias 1", ". '>' de
eada mez para se receberem as quanUas do mez
que e lindar. Recife na ra da (Jorja, casa ter-
rea n. 6, aos 13 de juuliu de 1864.Padre capel-
Jao Agostinho de Lima Cavalcanti de Lacerdu.
Ancmalaiao
Qiinia-fera 10 do corrente, pelas 10 boras da
maiibaa. linda a audiencia do lllm. Sr. Di. juiz dos
(ellos da fazenda se lia de arrematar urna jwrie do
engeuho Riacho de Pedias, pertencente aos Iwrdei-
ros de Jos Antonio Pessoa de Mello por execucao
do commendador Paulo de Amorim S.-ilgado, sendo
a arreinataco feita sob o valor de 3:9UOV
A thesouraria provincial aniiuuciou a co-
branca do imposto de 15 0|0 para o calcamtmto da
ra do Imperador, no praso de 30 dias, a contar
de 11 de junho corrente.
.No dia 1-1 depus da audiencia do Dr. juiz
da primeira vara municipal vio praca por venda
dous escravos Joaquim, de idade 75 annos, avaha-
do em 305, Romualdo com 27 annos, avallado em
8005; vio a praca requerimenlo da oventariau-
te do casal de Jos Antonio de Souza Quciroz.
Conseiue adoiiuislraiivo.
O consclho administrativo para fornecmento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
SL'guintiJS:
Para o arsenal de guerra.
Cornetas de loque com volta e bocal l, eustados
de amarello de 25 a 28 palmos de comprimento e
de lOpolegadas de largura 6, custadinhesde ama-
rello com 26 a 28 palmos de comprimento e de 16
18 polegadas de largura 0.
Para o corpo de guarnicao.
Cubos onodorio hermticamente fechados, li.
Para o corpo de guarnicao da provincia do
Cear!
Bandas de lia com 12 palmos de comprimento
13. casimira verde covados 39, clchete pretos pa-
res 312.
Quem quizer vender taes objedos aprsente a
sua proposta em carta fechada na secretara do
conselho.s 10 horas da inaubia do da 15 de junho
prximo vindouro.
Sala das sessdesdo conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 8 de junho
de 1864.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente
Seba*tio Jos Basilio Pyrrho.
Vogal secretario.
COBMiibd* de Portugal.
Sao chamados os .redores do finado Manuel Mar-
tin Carneiro a viren receber o que Ibes toca em
rateio no liquidado do seu espolio.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecmento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos se-
guales :
Para o 2 batalhao de infamara.
Bonels redondos 31, ditos de panno azul 450
ditos de panno verde 12, ditos para msicos 27,
charlateras, pares 27, mamas e lia 5S, platinas,
pares 450, sapatoes, pares 521, panno azul, cova-
dos 2,250, panno alvadio para capotes, covados
2,700, panno cor de rap, covados 135, casemira
encarnada cavados 60, casemira amarella, covados
31, hollanda de forro, covados 1,833, brini branco.
varas 4,225, atfedaoctnho, varas 3,300, aaiagera,
varas 242, galio de prata de 1 polegada de largu-
ra, varas 54, dito de dita de meia polegada de lar-
gura 40 varas e meia, botoes grandes de metal
amarello liso 6,300, ditos peqnenos de metal ama-
rello liso 3,150, ditos graodes de metal pratiado
com o n. 2 378, ditos pequeos de metal pratiado
com o n. 2 162, ditos grandes metal bronzeado
168, ditos pequeos de metal- bronzeado 108, col-
chetes, pares 489. '
Para a companhia de artfices.
lonets para recrulas 25. mamas de lia 2-'..
Para o corpo da guarnicao.
Cornetas cosa bu caes, pon tas e volta *.
Quem quizer vender tac* objectos, apresentem
as suas propostas em carta feehada na secretaria
do conseibo, s 10 horas da maohaa do dia 20 do
Safa das sssoes do consemo admlisfralivo para
foroeetmente dt Arsenal deYgi*;rr 13 de junho de
Antonio Pedro de SI tTrtrrro,
Coconel presdeme.
Stbastii Jf Basilio Pyrrho.
V|al-secretario.
Corris
Pela administracio da cacreio desta c!. le ,
faz publico, que as matas qae cooduz o vaiwr cos-
tero l'araliaeam destino aa presidio de Fernan-
do, fecham-se boje (14) ao meio .dia.
Por 4e4iberaco dallUa Sr. tanerue-eoronel
conMiiandaMe do 1 batalhao da anillara da guar-
da nacional do municipio do jtacife e presdeme
do conselho de qualificacao da Iregueiia de S. Fr.
Pedro Goncaivcs, e de caformidade cota o dispos-
to no art. 33 do drt-rtto a. 722 de 25 de outubro de
1850, se faz pubieo, que esti designado o dia 14
do corrente para a abertura da segunda reunao
do mesmo conselho, que fuocrJoaari no ousisto-
rio-da respectiva matri-ja.
Sala do conselho de qulncacio do Recife 13 de
jnubo de 1864.O secretorio,
Jetonymo Emiliano de Miranda Castro
O conselho de qualiieacio da fregueza do
S. Sacramento da Boa-Vista fax publico aos guar-
das naclonaes qualificados na mesma fregueza,
que no da lercaWr 14 do corrente ao meio dia
ter lugar a inspoceao medica para os que reque-
reram passar para a reierva allegando enfermi-
dades.
Francisco de M. Leal Seve.
Tenente-coronel commandante.
_ _


Diarto PerOftttbttM ferea lelra
to4tA8#4.
Ter?a-feira 14 do co
(a do iuiz muniri--' ...ente, depois da audien-
orete de m*! -^*'da ** *ra> vai ** *mS
1.....i idade, e oMDoveis segrales : 2
-quezas, 1 coramoda e 8 cadeiras de amarello
ero mel uso, por execnfSo d* Tranqoilino Soom
Sesse contra Guiiherme da Cosu.
THEATRO
DE
S. ISABEL.
EHPRE1A
GRRM4N0 C0I1BRA.
ta Recita asslnatura.
iioj i:. a
TERCA-FEIKA, 14 DE JUNHO.
Tendo a companhia de parlir para o Maranho
no vapor esperado hoje, e que so deve seguir va-
sera amanhiia, como de costme, a empreza apro-
veta esu circamstancia para satisazer osdesejos
e pedidos de muitas pessoas que anda nao pode-
ram assistir representac.o do magnifico mysterio
OS MILAGRfS DE SANTO ANTONIO.
O espectculo de hoje, que ser o ultimo, e o se-
guate :
Em primeiro lugar subir a sccna o muilo ap-
laudido drama era qualro actos, ornado de m-
sica,
A SALOIA.
Seguir-se ha o magnifico mysterio cm quatro
actos, ornado de msica e machinismo,
OS MILAGRES
DE
SANTO AWTOWIO
que ser executado pela ultima vez com todo o
apparato e movimenlo.
Comecar s 7;( horas.
Os hlhetes acham-se a venda no escriptorio do
th atro.

para os portos
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do norte 6 espera-
do at o dia 17 do corrente o va-
por Oyapock, commandante Pe-
dro HypolitoDuarte.oqual depos
da demora do costume seguir
do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no da de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sanida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
onio Lniz de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos portos do sul
at o da 14 do corrente o vapor
Apa, commandante o primeiro
lente Alcanforado, o qual de-
pois da demora do coslume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
U dos melhores sitias da
Ponte de Tcha.
rta-felra ao mel dia.
GASA DA JORTUNA
AOS 6:000,000
Bilhetes garautidea
A' roa de Creipo fe Zi n casas do eos tune
O abaixo assignado tendo Vendido nos seownui-
tofetizes bithetes garantidos os dous quartosoe n.
ente Miranda achando-se competente- 394 com a sorte de 3.000* e os meiosn. 25 e S7
ulorisado vender em leilSo um dos ^^V*! IxE**%Ta de *m'
. j. a,.n j ilkao n nni 1W# W e RW, da lotera extraordinaria que
melhores sitios da Ponte de Ucnda, o qoai M acabou de extrahir a ^0^ ^ igreia de^
tem uma excellente e sumptuosa Casa, COm Pedro, convida aos possuidores de ditos bilhetes
uaa lachada que lite d uma apparencia ou a virem receber seus respectivos premios sem os
vRa magnifica, sendo devidida em salas, I jescontos das leis era seu, qstebelecimento ra
gabinetes, qnartos, alcovas de grandes di-, 0 S^iemexposto venda os novosefelizes
mensdes alem da COCheira, estrtDaria e bilhetes garantidos a beneficio da igreja de Nossa
quartos para criados, que tem independen- Senhora da Boa-Viagem que se extrahir sexta-
tes da dita casa. 'era ^ do corante pelo novo e excellente plano
O sitio murado, tem porto de ferro,:'
porto
bem assim uma grande cacimba dagua po- j
tavel, jardim e abundante em arvores fruc-
/iteras tacs como mangueiras, jaqueiras, sa- j
potizeires, coqueiros etc., etc.
* Conflna-se do lado direito com o sitio do'
Exm. Sr. baro de Beberibe, e do lado es-
querdo com o do Sr. Jorge Tasso.
Nao podemos deixar de mencionar mais
um terreno que fica em situaco opposta.
com porto de desembarque que tambem
pertence ao mesmo sitio.
O referido agente presta se desde j a
dar as mais minuciosas informaces em seu
armazem da ra da Cruz n. 57, aonde ser
effectuado o leilo.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 7*000
Meios....... 3*300
Quartos........ 1*900
Para as pessoas que compraren)
de 100* para cima.
Bilhetes........ 6*500
Meios......... 3*250.
Quartos.
. 1*700"
Mantel Martins Fiuza
LEILSO
DE
Fazendas avariadas.
36, pn-
cima do
\o dia 15 do correte.
Aureliano Augusto de Oliveira vender em lei-
lio por conla e risco de quom pertencer uma caixa YQi
com fazendas avariadas, constando de madapo-
loe, chitas, cortes de brim e mais artigos.
No dia cima marcado na ra da Cadeia do Ke-
cife n. 48, s 11 horas.
0 cirurgiao Leal muou
a sua residencia da ru do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n.
meiro andar, por
armazem Progressista, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquer hora pa-
o exercicio de sua pro-
fisso, chamado por escripia.
Aviso a Vi lo de jitnho,
O abaixo assignado fax selente a todos os seus
devedore%Jue, os que at a data accima Ihe nao
pagaren, serio suas efjnfas e tftnlos entregues a
seu procurador, afira de o farer judicialmente
sem excessi de pessoa.
Desesperado de esperar,
Quero receber
Para pagar a quera dever.
Joao Cazemiro da Silva Machado.
Grande
fabrica
de fogos de artificio, da viuva Rufino, situada na
estrada de Jeio de Barros; nesta fabrica apronip-
ta-se teda e qualquer encommenda destes artigos
com o maior esmero e presteza, seja para dentro
ou fra da provincia : recebem-se as encommen-
das no armazem da bola araarella, no uilo da se-
cretaria de polica.
O Sr. I'once de I.con.
O Sr. Antonio Orlos Bereira de Burgos Ponce
paga em seu vencimento, porm como tivesse sido de Len insiste em fazer persuadir ao publico, que
protestada, lirei por certidao o dito protesto que eu me separei de sua companhia e Ihe propuz ac-
se acha em meu puder; outra aceita ;por Antonio fio de divorcio, sem que para isso tivesse motivo
Jos de Atnaide Alvim, da qoantia de 970*275 j algom fundado, mas arrastada tao smente por
vencida, todos moradores no passo de Camaragibe,' moviraento estranho, chegaodo sua velleidade ao
previncia das Alagoa, por isso pelo presente pro- j ponto de inculcar, que eu vivo sob a presso da
testo e previne aos ditos meas devedores,para que' vontade de meus pas, e que s pelo invencivel
nao as paguem a outrem, e sim ao annunciante temor que estes me inspirara que ainda nao me
por ser deltas e saccador e propietario, assim reconciliei ostensivamente com elle, quando alias,
como rogo a alguem que as tenha achado o favor em particular, vivemos na melhor intelligencia.
de as trazer em casa de nunha residencia, ra da K de tudo isto tira elle motivo para me incommo
PROTESTO.
Joao Cazemiro da Silva Hachado, faz pnblico
que se desencamnhou de seu poder duas letras,
sendo uma aceita pelos Srs. Jaaquim Aureliano de
Giismo l'cha, e Francisco Manoel Marinhr, Fal-
co da quantia e 1:532*987, cuja letra nao foi
l -Ra Jo CruzesH
Sebastiao Antonio de Alboquerque Mel-
lo, professor particular provisionado pelo
director geral dos estados, avisa aos pas
de seus alumnos que, traosferlo a sua
aula para a ra das Cruzes d. 21, pri-
meiro andar, onde contina a leccionar
aos seos discpulos rom zelo e dedicagao,
as materias do ensino primario e secun-
dario. Os senhores que quizerera utli-
sar-se do seu presumo, podera dirigirse
mencionada casa qualquer hora, ob-'
servando mais qne, est disposio a ensi-
nar a noite alguns prenaratorios aos que
nao jioderem freiuentar de dia
Camboa
sado.
do Carmo n. 17; qae ser recompen-
Monte Pi Portuguez:
A directora provisoria, tendo j confiado a uma
commissio o trabalho da organiscao dos estatutos
julga todava conveniente scientiGcar desde logo a
todos os seus compatriotas o seguate :
1." S serio socios effectivos es cidadios portu-
guezes.
2. A joia ser de 10* e a mensalidade de
500 rs.
3." Os socios terao direito aos beneficios da so-
cedade quando (achando-se desprovidos de re-
cursos) estiverem desempregado, doentes ou
presos.
4." Aquelles que, por motivos graves ou moles-
tia perigosa, tiverem necessidade de se auseqtar,
serao pagas as despezas de transporte com com-
modidade e decencia, ou para outras provincias do
dar de novo, propondo-me uma accio rescisoria do
divorcio, na qual allegou as mais revoltantes falsi-
dades.
Pedia o decoro que eu me abstivesse de trazer
luz publica esta desgranada questao, que o Sr.
Burgos tem procurado dar uma triste celebridade.
Entretanto, forcada pelo indigno e insidioso pro
cedimento do Sr. Burgos, venho, bem meu pe-
' zar. fazer perante o publico as seguintes solemnes
! declaracoes, que serao repetidas sem in errupco.
emquanto o Sr. Burgos nao se convencer de que
deve deixar-me viver tranquilla e socegada. Nao
quero, com meu silencio, dar uma apparencia de
verdade ao romance que o Sr. Burgos inventou e
espalha, e favorecer assim os seus tenebrosos pla-
nos.
Eis aqui as miabas declaracoes :
Sahi da companhia do Sr. Burgos e refugiei-me
na casa paterna para Ihe propor a accao de divor-
cio, nao porque fosse isso movida por vontado
estranha, mas sim cm razio dos incomportaveis
Sexta-feira
trahir pelo
17 do corrente mez se ex
novo plano approvade pelo
Quinta-feira \G\\e junho, s II horas, ra
d Cadeia n. 53.
DE
l ni Ici-iciio clio proprio com 110 pal-
mos de frenle, cerca de 600 ditos de
fundo, com diversos ps de coquei-
ros e grande plantacao de capim pela
fertilidade a tena!
Em Santo Amaro travessa do Lima, divide
de um lado com o muro da proprie-
dade to Sr. Saldanha.
Por raterven<;ao do agente Euzebio se vender
em leilao o terreno cima descripto pelo maior
preco que se achar, cajo terreno bem apropria-
ser'embarcadano diade sua chegada: encom-,do para se edificar, como j se conta alguns de
mendas e dinheiro a frete at o da da saluda s 2 i valor, e divide de um lado com o muro do predio
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de do Sr. Saldanha, para mellior certeza aos preten-
Antonio Luz de Oliveira Azevedo C. denles sendo que este terreno pelo fundo ha uma
COMPRA PERNAMBUCANA novaran projectada.
DE
Xavegaco costelra a vapor.
Fernando de Nornnha.
(i vapor Pamhijba, comman-
dante Martins, segu no dia ti
ao meio dia. Recebe carga ate
o dia 13. Encommendas, passa-
geiros e dinheiro a frete at U
horas do dia da salada : escriptorio no Forte
Mallos n. 1.
1, El L DE
l ni buhar e mais utensilios do hotel
da ra estreita do Rosario i. It pubiiCado. a primera parte da primeir
tufnta-l^lra IB lo corrente. tenada igreja de Nossa Senhora da Boa-
0 agente FestaBa por autonsacao do consulado v rnnsislnrifi da trrpia rlp N ;
de Portugal fara leilao no dia 16 do corrente asi *ia8?m n. consistorio aa Igreja ae B. b.
10 horas da manhaa na ra estrena do Rosario do Rosario da freguezia de Santo Antonio.
n. 11, de um buhar com todos os necessarios, di- Os bilhetes, meios e quartos acham-se
versas mesas com marmore, cadeiras e outros ob-; yenda na respectiva thesouraria ra do
jectos pertencentes ao estabeleciroeoio de hotel, do! prpi!nn n i k
subdito portuguez Manoel Correa de Sena, que se W Os premios de 6:000^000 ate 120000
sero pagos uma hora depois da extraeco
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuirlo das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
! 'TTlKdo Pqua^eu?raDsgS' far-se-lhe-ha ura $r J V" me fez passar o Sr.Burgos, du-
1 enterro decente, se ele nao dixar meios para nte dez tongos annos que vivemos juntos Sah.
r j de sua companhia por causa de suas repetidas e
6> A sociedade prestar igualmente soccorros, escandalosas infidelidades ; sahi porque j eslava
em quanto o necesstarem, s vuvas e filhos rae- ?'inada.de sofrer loda >" dt maos tratamen-
nores dos socios que fallecerem era penuria. 'os i sahl P*Hm a m,nna *& corr,a 'mm.nente
Apresentando esta idea geral dos flns que a so-: PT,gocL^.al'!- rqUe "^ meU COrp' ."em-
ciedkde tem em vista, e hlvendo offlciado s cora- m^nesP,r,, 2S? ma,S f.raS par,a su'l)01r,ar 'ao
mkdM nnmpailM nn= diversos hairrn. desta cida- long e insolrivel tormento ; sato, finalmente,
missoes nomeadas nos diversos bairros desta cida-
de para lhes pedir o seu valioso auxilio na acqui-
Exm. Sr. presidente da provincia e abaixo I eTcode"socios","a directora' tudo ""espera dleal
coadjuvacao e do acrisolado patriotismo dos Ilus-
tres cavalheiros a quem se dirigi, e de todos os
seus compatriotas em geral.
Alm das pessoas nomeadas, qualquer cidado
portuguez que pretender contribuir para o de-,
ausentou deixando-o em abandono.
LEILAO
porque j tinha pago com usura o passo impru-
dentsimo, que dra, e de que muito me tenho ar-
rependido, em casar-me, contra a vontade de meus
prenles, cora o homem mais refalsado que o cu
cobre.
Em tudo quanto tenho eito este respeito, meus
pais nao figuraran! senao como meus naturaes pro-
senvdvTmentode'oTitl associacSo Vn'gariando' ^"-0 sabe que ve flrmea e resolucito
assignaturas e demonstrando assim o toleres J,)aLa. casar"me- mda menor, contira
PLANO
Para as partes ordinarias
DE
LOTERAS
APPROVADO PELO EXM. SR. PRESIDENNE.
3,300 bilhetes a G&......21:0004000
Beneficio, sello e commissao 20 |0. 4:2004000
assignat
que Ihe merecem as cousas da nossa chara patria,
podera para esse lim obter listas impressas, diri-
gtndo-se ao (iabinete Portugnez de Leitura, ou a
casa da secretario, ra da Cruz n. 23, primeiro
andar.
A todos, em geral, que receberem listas, roga a!
directora o especial obsequie de as devolverem
opporlunamente, ou acompanhadas de officio, ou
simplesmente assignadas, para a directora ter
sciencia dos cavalheiros a quem lne cumpre tribu-
tar os seus agradecimentos.
Recfe,3 de junho de 1864.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Joaquim Gerardo de Bastes,
2 secretario.
Criada.
Precisa-se de uma criada portugueza ou das
Unas, para o servico de duas pessoas : no caes 22
vontade de meus pais, nao acreditar certamente,
que hoje, vinte annos depois de meu casamento,
seja constrangida, por vontade de meus pais, a vi-
ver separada do Sr. Burgos. Elles, pois, nao exer-
ceram e nem exercem a menor violencia sobre a
minha vontade, a qual nunca foi mais livre do
que na resolucao que toraei e conservo de viver
completa e perpetuamente separada do Sr. Burgos
Vivo to satisfeita e feliz em companhia delles,
quanto possivel nma pessoa, que tem muitos
e grandes motivos de desgosto, e em todo o caso
infinitamente mais satisfeita e feliz do que viva na
companhia do Sr. Burgos.
Faea, portento, o Sr. Burgos, o que Ihe suggerr
a sua at hoje nao igualada malicia. Finja a minha
letra e assignatura, para inculcar que Ihe escrevo
cartas : diga que vivo opprimida por meus pais,
mas que entretanto o estimo e almejo pela nossa
reconciliado ; compre testemunhas para irem de-
pr aquillo que lhes d a estudar por escrpto ;
prive-rae da doce satisfacao de ver meus filhos o
Liquido. 168005000 ^e *ovemDro n- 30, primeiro andar junto ao bilhar.' de os ter em minha companhia; invente finalmen-
i MHiBass *g -ae- utUM "*** "*~~ \!'' quanto sua frtil imaglnacao parecer conve-
1 Premio de......6:0005000
i Dito de.......1:4005000
I Dilo de....... 6005000
LEILAO
DE
Paraoltio de Janeiro
ESCRITOS
Quinta-feira ao meio dia,
O agento Miranda levar a leilao diversos es-
00 j cravos de ambos os sexos e que sabem differontes
_ f rnisleres : quinta-feira ao meio da em seu arma-
zem ra da Cruz n. 53.
3 Ditos de
6 Ditos de
12 Ditos de
26 Ditos de
50 Ditos de
1000 Ditos de
1100 Premios.
2400 Itrancos.
2005000
1005000
404000
205000
124000
U50O0
6005000
6005000
4805000
5205000
6005000
6:0005000
16:8005000
Saques sobre Portugal.
lutouio Lui/. de Oliveira Azeved C
Agentes do Banco Uniao do Porto.
Competentemente autorisados sacam
por todos os paquetes sobre o mesmo Ban-
co para o Porto e Lisboa e para as se-
guintes agencias:
Lagoa.
o novo e vetolio patacho Polgeena, eapito Cypria-
no .-ntonio de Quadros, segu com brevidade ; re-
cebe carga a frete e escravos, para os quaes tem
excellentes commodos : tratase com Miguel Jos
Alves, roa da Cruz n. 19.
Kio de Janeiro.
O brigue Trocado)- segu com brevidade, rece-
le carga e escravos a frote : trata-se com os con-
signatarios Marques, Barros & C, largo do Corpo
Santo n. 6.
.Haraoho.
< > palhabote Garibaldi tem j parte da carga en-
gaiada, e para o restante trata-se com Tasso Ir-
mos.
Para o Proetlo.
O hiate Amelia, segu por estes das : a tratar
com o capitao na ra do Vigario b. 5.
Para a Bahia
pretende seguir com muita brevidade a escuna na-
cional Carlota, tem parte de seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta, tratase com
os seus consignatarios Antonio Laiz de Oliveira
Azevedo 4 C, no seu escriptorio ra da Cruz nu-
mero!. ______
Para o Rio rande do Sal
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Carolina, tem parte do seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se com
o capitao Beiarmino dos Santos Pinheiro a bordo,
ou na praca do commercio.
muitos artigos.
DE
Movis o de outros
Sexta-feira 17 do correte
NO ARMAZEM BU DA CADRIA N. 48.
O agente Olimpio far leilo de diversas obras
de raarcineiria novas e usadas, c outras de ouro e
prata" e de outros muitos objectos de gosto.
Dar principio o leilo s 12 horas.
3300 Bilhetes.
N. B. Os premios maiores de 4005000 esto su-
jeitosao descont da lei provincial, e os maiores
de 1:0005000 ao da lei geral.
Thesouraria das loteras 9 de junho de 18Gi.
O the-oureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
AVISOS DIVERSOS.
Para Lisboa e Porto
Sahir com brevidade a barca nacional Alaran-
na ; recebe carga a frete, e tem excellentes com-
modos para passageiros trata-se no escriptorio
de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, no largo
do Corpo Santo n. 19.
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o veleiro e
bem conlxciio palhabote nacional Piedade, tem
parto do seu carregamento engajado : para o res-
to que Ihe falta e escravos a frete, para os quaes
tem excellentes commodos, trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luii de Oliveira Azevedo,
roa da Cruz n. 1.
LEILOES.
LEILAO
Sociedade Recreativa
Corybantina.
A partida deste mez ter lugar na noite
de 18 do corrente.
Amarantes.
jArcos de Val de Vez.
Aveiro.
Barcellos.
Bastos.
Evora.
Fafe.
Faro.
Vianna do Castello.
Villa do Conde.
g^Villa Nova de Port
Ps mo.
Villa Real.
Villa Nova de S. An-
tonio
Vzeu.
Beja.
Braga.
Braganca.
Caminha.
Castello Branco.
.'Figueira.
Guarda.
Qualquer somma
DE
India.
100 saceos com mor. da
HOJE
Terca-feira 4 do correnle.
O agente Pestaa vender por eonta de quem
pertencer 100 saceos com arroz da India em um
oo mais lotes vontade dos compradores: terca-
fe ira 14 do correnle pelas 10 horas da manhaa no
armazem do Annes.
.

tiiiota-feiras 41 horas.
O agente Miranda no diae hora cima indica-
dos em seu armazem da roa da Cruz n. 57, fara
leilo sem a menor reserva de prejo, dos objectos
qae passa a enumerar:
Guarda loufa, apparadores, camas, me-
sas, consolos, bancas, cadeiras, marquezas,
sofs, commodas. cabides, quarnheiras.
(juadros, lanternas, candeeiros, relogio, ob-
jectos para cima de mesa e outros muitos
artigos. J
33
-Ilf-B.f
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ZS (6 03 W 3 -1
~ O (6 O
i/, j. -j. O v-
Aluga-se a loja do sobrado que fica a bera'l
do rio, antes da fabrica do gaz, tem commodos pa-
ra familia, e por ser um pouco retirado, aluga-se '
muito barato : a fallar no mesmo sobrado. I
Precsa-se de 2:5005 a juros por hypotheca
em uma boa propriedade : na ra do Queimado n. 1
24 se dir quem quer: esta mesma propriedade
tem olana e barro para toda a obra, e vende-se.
Lagos.
Lamego.
i.nilia.
Monc,ao.
Moncorva.
Oliveira de Azemeio.
Chaves.
Combra.
Covilhaa.
El vas.
Extremos.
Penna Fiel.
Pinhal.)
Porto Alegre.
Regoa.
Setubal.
Taver.
Thomar.
Ilha Terceira.
Fayal.
Madeira.
S. Miguel,
prazo ou vista,
niente para attingir o fim que se prope. Com
tudo isso, e concedendo mesmo que nao houvesse
Justina na trra, s poderia lograr o seu lim prin-
; cpal, que annullar a seolenca de divorcio, e res-
tebelecer a communhao de bens, para ter o direi-
to de participar da pequea herana, que me ha
de vir por morte de meus pas, quem Dos, por
isso mesmo, para martyrio do Sr. Burgos, ha de
conservar a vida por muitos annos.
E nao conseguira senao isso, pois que nao ha-
veria poder algum sobre a trra que me obrigasse
a viver mais com um ente, quem, por tantos c
tao justos motivos, do fundo d'alma aborrego e des-
preso.
Thereza Adelaide de Siqueira Cavahanti.
Ya a quera tocar.
No nos negocios do Estado, mas nos da fami-
lia, que a mulher deve mostrar o seu juizo e a sua
prudencia, ella se torna mais interessante pelo seu
pudor, modestia e candura, se amavel e virtuosa
ella.oobjecto o mais encantador da natureza.
Se quando a iiialher se irrita, muda de sexo,
perde tambem a estima das pessoas sensatas, quan-
do faz fallar de s, na razo do bulicio que ella faz
no mundo.' Ella brillia quando recatada, m.-s
desde que traa de so deixar ver c conhecer por
actos dignos de censura, despreza-se, e nao se re-
para senao em seus defeitos.
(Mximas da C. Instas.)
podendo logo os saques prazo serem
descontados no mesmo Banco a razao de
4 por cento ao anno ; a tratar na ra da
Cruz n. 1.
PARA ALUGAR.
Aluga-se o sobrado de um s andar na ma Ira-
j perial n. 160, com commodos para grande familia,
Aluga-se uma escrava para tedos os servicos: grande quinte^ murado e porteo : a tratar na pa-
daria da ra Direita n. 84.
na roa do linperadop n. 50 3. andar.
Precisa-se de uma ama para cosinhar e en-
gommar em uma casa de pouca familia : a tratar C*>
na ra do Vigario n. 17. !sua conducta : quero precisar, dinja-se
-------- i Concordia n. 23, taberna.
c 3 = 3 =
f 8 f S *
rs ||
f I g 2 3
O P 1

P 5 5
v S
Q. u C1 >
v r> -b
2
sr -
pffl
I o
2 T
Precisa-se de um menino para caixeiro, dan-
do-se preferencia a um dos ltimos chegados do
Porto : na ra de Aguas-Verdes o. 48.
Aviso.
Ao amanhecer do dia 2 do corrente furtaram
do abaixo assignado um quarto reino, ruco, gran-
de, castrado, cascos pretos, pescco fino, dentes
Juebrados, com um ferro pouco visfvel na queixa-
a, cabeador espora, um pouco cambito. andador
de baixo meio, e este go/do-, julga.se ter sido
conduzido para a freguezia do Cabo por morar all
um irmo, socio e correspondente de Jos Vieira,
morador nesta villa, ou iria para Port Calvo, onde
ha um coito de ladroes de cavallos quem dtr no-
ticia do referido quarto, dirija-se esta villa, que
sera recompensado.
Joaquim Jos lavares da Costa.
Precisa-so de urna ama
compras para casa de pouca
Cruzes n. 39.
Os Srs. Joaquim Lopes Bezerra, Mara do Monte
Bomfim, Luz Antonio Bazilio de Araujo, Pinto &
C, teem cartas de seu intresse no cartorio do es-
crivo do commercio Manoel Mara.______________
Aluga-se urna boa casa terrea com grande
i quintal na ra do Hospicio : a tratar na praca da
i Boa-Viste, botica do Sr. Ignacio. ________
Madama Ferro,
proprietaria do hotel italiano sito na ra do Trapi-
che n. 44, tem a honra de participar ao respeitevel
publico deste capitel, e em particular aos senhores
empregados do commercio que acharao todas as
segundas e quintes-feras a afamada sopa de ra-
viole, como assim todos os outros das outras es-
colladas sopas italianas ; isto estar prompto das
10 horas da manhaa s 4 da tarde, horas muito
propras para lanche ; afiancando-lbes que os pre-
sos serao os mais razoaveis possiveis, e de que es-
pera toda a concurrencia.
AVISO IJipOrlfllB. i "_ Os abaixo assignados, genro e fllho legitma-
os administradores da massa fallida de Francis-! do do finado Antonio Barbosa Cordeiro de Gusmo,
co Gomes Castelo, establecido que foi cora toja previnem ao Illm. Sr. Joao Vieira da Caoba de que
de louca e loja de calcado na ra do Rosario, fazera uma letra que exista em poder do dito finado,
saber aos senhores devedores da mesma massa,' aceite por S. S', da importancia de mator quantia
que vio proceder a cobranca amigavel das dividas de 1:0005 foi desencaminhada ou subtrahida por
at o flm do corrente mez, depois do que procede- uma pessoa com quem elle viva ; e por isto desde
rao judicialmente ; por isso rogam aos mesmos se- j fazem publico este heto para qne nenhnma pes-
nhores devedores de virem pagar seus dbitos na soa faca transaccao algama com a referida letra,
ra da Cadeia n. 57. Outro sim, constando ad- e era o mesmo Sr. Joao Vieira pague a outra pes-
mimstracao que o Sr. Antonio Jos Moreira Pon- soa que nao sejam os abaixo assignados, nicos
tes que foi eaixeiro do fallido, se diz anda cobran- herdeiros do dito Cordeiro de Gusmo, que protes-
do dividas pertencentes loja de calcados (da qual' tam desde j fazer valer o seu direito. Pao d'A-
os tivros nuuca appareceram no escriptorio e casa Iho 10;de junho de 1864.Joao Carneiro da Cooha
ao fallido) previnem aos respectivos devedores de e Albuquerque. Antonio Menelio Cordeiro de
nao pagarem por ser o mesmo Sr. Pontes incom- Gusmo.
ptente para receber dividas de uma loja que Ihe1 -
nao pertencia, e prometfem continuar na indaga-1 Precisa-se de um amassador que saiba bem
cao do lugar onde se occnKam tees livros, para toseropeunar o seu lugar : a tratar na ra larga
procederem como de lei, e nao deixarem passar do Rosario n. 16, padaria.__________________
um abuso, cujo exemplo funestissimo pelas cir- Precisa-se de uma criada livre "eu escrava
cumstencias mystenosas em que se acha e tem es-' que saiba cozinhar e engommar : a tratar na ra
lado envolto; at que telvez um da se descubra a de Apollo, sobrado n. 19, segundo andar.
subtracc-ao illegal, punindo-se o procedimento de -------' ..,. .,------2------;-----------------fe
quem guarda em seu poder a escrpturaco de dte' pe!so?-s ,,ue ,5verera Peohores na ra de
Grammatica ingleza e portugueza.
D. Appleton & C. Iivreiros,editores e importado-
res em New-York, Estados Unidos da America,
Offerece-se um rapaz habilitado para cobran- j acabam de publicar um novo methodo para os in-
, tanto no malo como na praca, e d fiador a glezes aprenderem a lingua portugueza por F.
ra da Granert, 1 vol. 12 mo.
Este livro, o melhor at hoje publicado ex-
pressamente impresso para supprir a immensa fal-
Manoe Raymundo Penaforte, solicitador pro-
visionado pelo hxro. Sr. presidente do tribunal da
relacao o do commercio, pode ser procurado para
o etercicio de suas funecoes na ra do Llvramento-
o. 2o, segundo andar, das 7 As horas da manhaa
e das J horas s a da tarde.
Precisa-se alugar uma
turnes e aceiada, estrangera
mullur de bons cos-
ou da trra, e pode
ser escrava, para tratar de enancas em uma fami-
lia estrangeira, morando na Casa Forte, para coser
e tratar do vestuario quanto for concernenle a ellas, agradando paga-se
procure no escriptorio n. 17, primeira casa
junto da praca do com-
ben)
no trapiche do Angelo
mercio.
Fazem-se bolos de bacia de todas as qualida-
des, e armam-se bandeijas com a maior prompti-
dao e aceio a contento das encommendas, por pre-
cos muito era conta : na ra de Santa Rita n. 10.
L'ma criada franeeza.
Na ra do Livramento n. 19, precisa-se de urna
criada franeeza, fazendose ordnalo vantajoso,
bem como se promette servico leve e bom trata-
ment.
Maques sobre Portugal.
O abaixo. assignado, autorisado pelo
Banco Mercantil Portuense. e na ausencia
do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
as pracas de Lisboa e Porto, e mais luga-
res do reino, por qualquer somma vis-
ta, e a praso ; podendo, os que temarem
saques a praso.receberera avista, no mes-
mo Banco, descontando I OO ao anno: na
loja de chapos da ra do Crespo n. 6, ou
na ra do Imperador n. 63, segundo an-
dar.Jos Joaquim da Costa Maia.
loja de calcados.
para fazer algumas
familia : na ra das
Fugio no dia 1 do correnle o escravo Marti-
uho. com os signaes seguintes: altura regular,
bastante fulo, rosto comprido, pouca barba, e so-
mente na ponta do queixo, falla brando, levou ves-
tido paltot velho de alpaca do cordo preta, cha-
peo de palha, levou uma pequea trouxa de roupa,
natural da matriz da Varzea, porm ha lempos
que tinha sido vendido para um engeoho da co-
marca de Santo Anteo, e a pouco mais de Ires rae-
Santa Rita n. 15, hajajle os vr tirar no prazo de
: 8 das do contraro serao vendidos para pagamen-
to, nao se attendendo depois desse prazo a recla-
macao alguma.
Precisa-se fallar com o Sr. Conrado
Augusto de Faria ra do Vigario n. 14, a
negocio de seu interesse.
ALUGUEL.
Precisa-se alugar uma preta escrava de meia
zes foi vendido nesta cidade'pelo Sr. Jos Patricio '('a('a P8 servico de pouca familia : na ra do
Livramento n. 31, segundo andar.
de Moura Cazel da mesma comarca: roga-se a
quem o pegar, de o levar ra do Queimado n.
77, que ser bem recompensado.
Alfonso Guerra, subdito italiano,
Clemente Joaquim
cei.
de Oliveira vai para Ma-
vai para a Precisa-se de uma ama
Imperador n. 18.
de leite : na ra do
te que ha de uma grammatica ingleza e portu-
gueza, para aquelles que fallam o inglez e que de-
sejam aprender a lingua portugueza.
D. Appleton & C. sao os editores das obras era
hespanhol para oducaco moitissimo usadas no
sul da America. Tambem publcam os melhores
albuns para cartoes de visita.
Precisase aJugar uma escrava para lavar e
engommar, e fazer o servico interno de urna casa
de pouca familia; quem a (ver. dirija so a Santo
Amaro, casa de C. L. Cambrone.__________________
Attenco.
Precisase de um escravo para o servico interno
e externo, ou de um criado [ara o mesmo flm :
na ra do Queimado n. 29.
** -3SBL
8 DENTISTA DE PARS
19Roa Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artificiaos, tudo com supero-
ridade e perfeic,o, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos dentifici.
Aluga-se um sitio na estrada da Ponte de
Uchoa e a margm do rio. pouco adianto do Illm.
Sr. commendador Nery Ferreira, tendo banheiro,
palanque, galnheiro e outras acommodaces; e
outro dito no Monleiro, em frente ao oito da igre-
ja : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za, ra do Crespo n. la, ou estreita do Rosario nu-
mero 32.
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e podras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
D-se dinheiro a juros em pequeas quantias:
na ra do Rangel n. 54 se dir quem d.
Joao da Silva Ramos, medico pela Un
versdade de Combra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manhaa, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
en suas casas regularmente as horas
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que sero soccorridos em qual-
quer occasiao. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manhaa.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 3fi000diarios.
Segunda dita.... 23500 >
Terceira dita... 25000 >
Este estaljeleeimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que t lie conti-
nu a merecer a conanca de que sem^i
pre tem gozado.
Itevista do Instituto Archeolo-
gico e Cieographico Peroara-
bncano.
Acham-se venda os 3 primeiros nmeros, na
livraria Econmica de Jos Nogueira de Souz,
junto o arco de Santo Aulonio, onde se subscre-
ve para esla Revista : -
Por anno.....55000
_______Nmeros avulso 13500
Aluga-se o terceira andar da casa n. 48 na
ra do Trapiche : a tratar no armazem da mesma
casa.
Precisa-se de uma criada
que saiba cezinhar e comprar :
Amaro (Mundo Novo), sobrado
Dr. Sabino.
livre ou escrava
na iua de Santo
onde morou o Sr,
Fabrica ftiicecao da
Bahia.
Andrade A llego, recebem constante-
mente e tem venda no seu armazem n.
34 da ra do Imperador, algodao daquel-
la fabrica, proprio para saceos de assu-
car, embalar algodo em pluma etc., etc.,
pelo preco mais razoavel.
A viuva Rosa Jane contina a por dentes arti-
Gciaes, e resolveu eosinar timbera a sua arte, me-
diante paga: quem quizer aprende-la pode enten-
der-se coui a mesma em sua residencia na ra da
Penha n. 17, segundo andar.___________________
Victor Emprotae Sabino Rets Seau retiram-
se paca fra da provincia.______________
Precisa-se alugar uma preta que saiba cozi-
nhar e engommar : quera a tiver, dirija-se ra
po Trapiche n. 4, que achara com quera tratar.
Precisa-se alugar ura preto escravo para o
trabalho desta tvpograbia, pagando-se diaria, sema-
nal ou mensalmenle; d-se o sustento, se agradar
ao proprietario : na livraria ns. 6 e 8 da praca da
Independencia._______________
Quem precisar de nma ama do portas den-
tro, cora habilitacoes para todo o servico, dirija-se
ao pateo do jlospital a. 3.
Aluga-se a casa terrea da ra do Progresso
n. 21 (junto do Caminho Novo) tambem se vende,
ou permute-se por outra que seja situada as fre-
guezias de Santo Antonio ou S. Jos ; na na do
Queimado n. 77.
Aadministracao da massa fallida de Fortuna-
to Jos Fernandes convida aos credores de dita
massa para no termo de oilo dias da pai.lieac-i>>
deste apresenterem seus ltalos au'm de serem ve-
rificados e classificados ; os tuulos podem ser en-
tregues no eslabelecimento n. 43 da ra do Amo-
rim. Recife II de junho de 1864.
COMPBIS.
Compra-se um mxo para piano : na ra do
Calmga n. 11, botica.
Compra-se curo e prata em obras velh's
paga-se bem: na loja de bilheteb da praca da rnde
pendencia n. 22.
Coropra-se uma casa terrea nesta cidade
rata-se na ra Imperial, sobrado n. 64, ou com r
olicitador Burgos.
Comprase uma casa terrea na Boa-Vista'ei
boa ra, que tenha commodos para familia grande
elqne tenha quintal sofTrivel: a tratar com o aeen-
e Euzebio.
Comprase nm cylindro para padaria : a ira-
tar na ra da Concordia, padaria do gaz.
Compra-se nma casa terrea, sendo no Mon-
dego, Manguinho, Capunga e ra das Pernambuca-
nas : quem uver para este negocio, dirija-se
Capunga ISova no entrar da mesma, passado o
primeiro porto, no segundo, que achara com
quem tratar.
VENDAS.
Vende-se ou hypotheca-se o terreno n. 7 con-
tronte a casa de detenco, com as frentes em res-
paldo, com 5 quartos e 1 armazem no fundo: a
tratar na ra da Imperatriz n. 15, toja.

ILEGVEL



Diario de Perameo Tere* letra 14 4e luho de 1SC4.
ABM)S.

!
I
GRANDE
sorliaento de fazendas novas vindaf
peU Yapr inglez para o propriela-
riadt grande arnaem. e Ija e far
zendas ia Ai-ara, ra a Impertira1
n. 56, de Lourcnco Percira leides
Gnimares
IVchindia, a 30200.
Vende se baj-atissimo para apurar dinheiro, a
saber : corte* de hilas franeezas de cores escuras
e claras com 10 covados por 35*00, ditos de chitas
inglezas a 2*400, ditos de cassas franeezas a 25 e
25500, ditos de canjbraia de salpicos a 2*500 e i4.
so na Arara, ra da Imperatriz n- 56.
A Arara vende a 2i0 rs.
Vende-se organdys fino para vestido a 240, 280
e 320 rs. o covado, casta franceza lina a 320 o co-
vado, gorguro de linho para vestido a 3S0 o cova-
do : leja da Arara, roa da Iraperatriz n. 56.
A Arara vende liazinbas de urna s cor
aftlOrs.
Vendem-se ricas liazinbas lisas proprias para
camas e vestidas, os melhores gostos poseiveis, a
nico deposito en cas (le M. J. de Arau- 610 o covado, ditas MaraPia amito fina corr pal-
' mas a 6*0 o- covado: roa da Imperatm n. o6, loja
>abrlea de ttnlmarrs ft C. em
H. OHagoM de xltherohy.
Estes cigarros com ni consumo" immen-
so no Rio de Janeiro e provincia, tem sido"
muito preferidos pela primazia do papel el
superioridade e purea do fumo,,o qual
preparado por meio de urna"' machina
a vapor de forrea apropriada e livre dessas
composices noerva* qse lantu tup oelebri-
sado outros fabricantes, apsim pois o nosso
proposito mantr a reputacao que, de ha
dousanno6 concenciosamente teuiOs gran-
jeado.
jo Souza, largo do Pa$6"h. 1, ttfo'de Ja-
neiro.
Os pregos na .fabrica e deposito sao os se-
guinies:
Cigarros de papel pardo 25700 o milheiro.
Ditos de 2a qualidade 2,5000
Ditos Garibaldis 35800
Ditos brancosem chumbo 3(5800
Ditos depallia Santa Rosa 65000
Ditos de ditaFaceires 60000
Ditos de dita Baependy 64000
Ditos de dita Suspiros
(especiaes 84OOO
Fumo de Minas picado
em chumbo 800 rs. a libra.




da Arara.
Cortes de casemira a 9$.
Vende-se cortes de meia casemira para caiga a
2$, ditos melhores a 25500 e 3*, ganga para calca
a 440 o covado, brim de linho preto a 500 rs. o
covado : ra da Imperatriz n. 5o.
Fil de linho a 320 rs. a Tara
Vende-se fil de Ildho bruteo profiri para forro
de vestido a 380 rs. a vara, tarlatana de cores
a 640 a vara, lil de linho lino a 800 rs. a vara :
oa ra da Imperatriz n. 56.
Veo para seu horas a LOO O rs.
Vendem-se os mais modernos veos para chapeos
de senhoras a 15 um, de todas as cores, manguitos
de fil e bordados a 500 rs., manguitos e gola a
15, golinhas para senhoras e meninas a 240 e 320
cada urna, camisinhas finas para senhoras a 25 e
i ftA^kn c/% ni lrqi*q rnq Al (mnar'llrb n ;lfr
ESPIEHDIDO SORTIMENTO DE MOLHADOS
W. 9 RITA 1IO CRESPO O tM
Esquita pie volta para a ra de Imperador
I PRINCIPAL
A
Adonj
imeffto i
cao
DE
0 Vigilante esta alerl, nao Hit eJaperaii
dexar passar despareebido sem que 'nao sse o
seu canto afim de annnciar ao jespeiuvel^ljlc'o
o grande sortimento de galanAr!
Gio se e||fi
E ** .-^^^
Nao leiam t'sXTauuncio co:
Confrontes!'os OTtfs dos o
am ver cOjeneros que
* <\ \ vista Caz fe.
Nao ooi pwavras bombsticas.
a.!1

Vonham ver
com a mitra)
GOS!
ipitac5o.
annunciantes.
expojtos a venda.
chegar neste ultima, paquete
outros objectoS"(pje recebe por diversos -navios,
tanto de suaconta corno de consignacao, que Ssi.
ler ^iSto i \ ** t- ** enci,llcamos primeiro recebedor de conta propria.
:, assim "c** anljt^t i YWao desacreuilaiftosao co I legM porque nao quiz ser nosso socio.
v Val a (|Hrm toen.
Para abasleccnrtedos os hafcitatti-s desta bella provincia ainda nao s5o sufficien-
ctutlmei-lc oxisterp,,Brtas com grandes prpporces para terem um
unta de nolhados ssim, pois, os preprietarios do Armazem Principal
proleccao do respehaTel publico, emprgndo p^rtl nO infejam aborte dos SUS collegai^
isso todas e as melhores diligencias para que fi-T* 'v
w&SFif!"ist0 "*no 6a" Vigila^e' ^r Habitantte, de Pernambuco.
Ricas porta-joas.
Cofre de muito gosto por
1G000;
Os sentares que quizerem fazer algumi4*500 : ^na Arara, ruada Imperatriz n. 56
pedido podero ver as qualidades no Bazar|Ar?t" *.caries de lia a Mam Piia W
n i i n Vendem-se ricos cortes de aa de barra os me-
Pernambucano na ra larga do Rosario n. | lhores qne lem vin(]0) pelo prc?0 de 18# 0 corlej
!t0, aonde ha a venda e poderao obter as i ditos a 4. vende laazinhas em covado a 240, 280,
nformaces precisas. 320, 400, 500 e 640 o covado, dtas lisas de cores a
" 640, casemiras para capas de senhoras a 25 o co-
vado : ra da Imperatriz n 56, loja c armazem da
Arara, de Mendes Guimaraes.
Bramante da Arara a 25200 a vara.
Vende-se bramante do linho do 10 palmos a
2520O a vara, panno de Moho para saceos e cerou-
las a 610 a vara, hamburgo de linho a 440, 560 e
600 rs. a vara, brm de linho branco fino a 15200,
15400 e 15600 a vara, dito pardo a 800, 640,15 e
1J200 a vara: ra da Imperatriz n. 56.
Chitas da Arara a 240 rs.
Vendem-se chitas finas a 240 e 280, ditas largas
a 320, 360 c 400 rs. o covado, de cores fixas : ra
da Imperatriz n. 56, loja da rara, de Mondes Gui-
maraes.
Chales da Arara a 25300.
Vendem-se chales da merino estampados a 25,
25500, 45500 e ."5, ditos de la e seda a
da Imperairiz n. 06, loja da Arara.
A Agola branca na ra do Quei-
mado n. 8 receben :
Talagarca, seda frouxa, e froco para bordar.
Linhas e guias para crochet.
As afamadas agulhas parisiense, imperial e
Victena.
Carteiras com agulhas de igual superioridade.
Agulheiros e dedaes de marfim e madreperola.
Retroz em carrileis.
Allinetes brancos e pretos em caixinhas.
Tesouras linas de ac pollido para unhas ecos-
tura.
Caivetes com luna, e folha pequea para lim-
itar unhas.
Pinceis finos cabo de oso e marfim para
barba.
Escovas finas dito dito dito e madreperola para
limpar denles.
Ditas ditas dito de madreperola para limpar
pentes.
Pentes di: marfim para alisar e tirar piolhos.
Ditos de dito com chapa de metal para limpar
os mesmos.
Facas de marfim para papel.
Raspadeiras com molla e cabo de marfim.
Pastas pretas e coloridas para papis.
Linhas pretas lustrosas, a melhor que se pode
encontrar para machinas, em carreteis de 200
jardas.
Papel para folhas. e rosas, tendo algum ra-
fado.
Folhas avelludadas e de panno para dita.
Botdes de cornalina
e outras qualidades para coletes
A Aguia branca acaba de receber um novo e
variado sortimento daquelles apreciados botoes de
cornalina brancos e encarnados, chatos e redon-
dos para coletes, cojas aboluaduras continuam a
ser vendidas pelo commodo e inalieravel preco de
25 cada urna.
Alm desses recebeu tambem outros de madre-
perola, massae osso, com differen/es moldes para
o mesmo fim.
J se v, pois, que o prelendente munido do di.
nheiro achara sortimento vontade na ra do
Queimado loja d'Aguia branca n. 8.
SAPA IOS DE lUftft&CHi
a 1*000. I tf.,00 e #500 o par
na ra do Queimado loja d'Aguia-Branca n. 8.
H\l SIMIOS KC.VMUAS
com perfumarlas.
Na ra do Queimado n. 8 loja d'Agoa-Uranca, os
freguezes munidos de dinheiro encontrarlo, boni-
tos bausinhos cobertos de eouro e com 6 frasqui-
ilnis de extractos por 15500 cada um, e outros
cobertos de papelo com !l frasquinhos por 25<>00
um; caixinhas com 6 frasquinhos de diios por
15000 urna, outras com 12 ditos por 25000 urna,
mitras com '' ditos, cuja coberta parece tartaruga,
a 15500 cada urna, e outras com pastilhas de chei-
ro a 500, 15000 c 2-5000.
Caivetes linos de cabo de madrepero-
la e iuas falas.
Por estarem tocados de ferrugem vendem-se a
500 rs. caivetes unes com cabo de madreperola e
duas folhas : na ra do Queimado, loja da aguia
branca n. 8.
Envclopes bordados e carines com boi-
ras tltiuiailas.
Na loja da aguia branca, ra do Queimado n. 8,
achavam-se venda bonitos envolopes bordados e
carines com beiras douradas, tendo de uns e de
outros, maiores e menores, proprios para partici-
pacoes de casamentas, bailes etc.
Completo sortimento de fitas
finas. Usas e lavradas.
A aguia branca recebeu um grande e completo
sortimento de fitas de diversas larguras e qualida-
des, tanto lisas como lavradas, e em todas ellas co-
nhece-se a superioridade da fazenda, notando-se
as lavradas o bom gosto dos nevos e liados dese-
nhos, sso tanto as roalisadas como as brancas,
e [tela commodidade dos preros o pretendente qn
se dirigir munido de dinheiro ra do Queimado
loja da aguia branca n. 8, ser bem servido.
Capachos i agieses.
Na loja da aguia branca, ra do Queimado n. 8
vendem-se bons capachos inglezes, os quaes alm
de bonitos sao de immensa duracao, pelo que se
tornam baratos pelos precos de 45, 55, 65 6 75
cada um.
Cartas franeezas.
A aguia branca, na ruado Queimado n. 8, rece-
beu um novo sortimento de finas cartas franeezas
com beiras douradas e brancas,, e as est venden-
do baratamente a dinheiro vista.
Objectos de phantasla viudos
para a aguia branca.
A aguia branca recebeu novos e bonitos objec-
tos de phantasia, alguns dos quaes nunca vistos
aqni, sendo
Nos temos um exceente sortimento dos melhores gneros que se pito> adiar
Cestinha* transparente*, forradas de m dr- em nosso mercado. Ymde aoBOSSo estabelecimento, e se a vossa boa f lr iludida
perola por 185000 urna s vez ao meos, castigai-nos nao voltando mais a nossa casa.
Lindas jarditrclras ro^rjoo' Amendoas confeitadas de bonitas 'cores a dem de Ilollaada em garrafoes com > i
Ricos cofres cora camapheu 105000 ft00 rs a r.,.- oarrafis a 7 9r.n rs enm n narraran
Lindas caixinhas com pedras brancas 105000 '.. ,0f [' a -T" ..K. | gairaus a / 200 rs. (om o ganaiao.
Lindo balao com calunga dentro tambem l Wem de casca muito novas a 3oo rs. a libra.: Lentilhas excelloHi! legumc para sopa tgxu-
165000 Avellaas a 2oo rs. a libra. zados a 2oors. a libra.
&5000 Ameixas franeezas em caixinhas com lindas Licores ira,ncezes de todas as qualidades
^j0^ estampas a l,2oo, I,4oo e i,6oo rs. cada
5000! uma.
dem em frasco de vidro com rolha do mes-
de metal, a 1,2oo e. I loo rs. ca-
calunga
para joias
Tambalier para ditas
Cestihhas idem dem
Cosmorama idem idem
Urnazinha
S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Ricos porta-bouquetes de diversos gostos e pre- i mo ou
eos : s no Vigilante, ra do Crespo n. 7. .j ura
^,m v.,.- v>. 1 !rt8inn,?l m a-, Wem em frasco grandes 2,5oo rs. cada um.
com bDlcinhas ao lado a 10, 12 e 155, ditos sern ., ,b ,-, a__.
bolfa, porm do mesmo gosto, a 25500, 35, 35500 Wem em latas de 1 '/ e 3 1,bras a 12o e
e 45, ricas fivelas avulsas para sintos, o melhor 2,000 rs.
que se pode encontrar, a 15500, 25, 25500 e 35 :. Arroz da India e Maranho o melhor que se
so no Vigilante, ra do Crespo n. 7. p Je desejar a loo e 12o rs. a libra e
Caliazcs on cestinbas. 2,8oo e 3, loo rs. a arroba.
At que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-
bazes para as meninas trazerem no braco, o mais
rico possivel, a 25300, 35500, 4, 5, 7 e 105
no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Feotes.
Neste artigo tem um grande sortimento, tanto
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa,
j e 4,8oo rs. a caada.
s 1 dem francez clarificado em garrafas bran-
cas a 9oo rs. cada urna, e io,ooo rs. a
caixa com 1 duzia.
para alisar como para atar cabello, o mais lindo Alfazema muito nova e limpa a 32o rs. a h-
rua j que se pode desejar, assim como de arregacar ca-
' bello, tanto de borracha como de tartaruga, com
Ob que pecbiacha, a 1^000. enfeile e sem el,e Para meninas : s no Vigilante,
Vendern se lencos de seda grandes a 15, ditos rua do Crespo n. 7.
Pentes
pequeos a 800 rs., grvalas de seda de cores a 500
rs., ditas pretas de laa e largas a 800 rs., collari-
nho para homem a 400 rs., meias cruas a 200, 240,
300 e 500 rs. o par : rua da Imperatriz n. 56, loja
da Arara.
Fazendas pretas para luto, cassas, a 320 rs.
Vendem-se cassas pretas para luto a 320 o cova-
do, veos pretos para chapeos da senhoras a 15,
luvas de seda pretas a 15, princeza preta entesta-
da a 640, 800 e 15 o covado, alpaca preta a 500,
640 e 800 rs. o covado, laazinha preta a 640, mo-
rim e bombazina : rua da Imperatriz, loja da Ara-
ra n. 56.
Grande sortimento de roupa
felta.
Vende-se paletots de panno preto a 165, 145,
125, 105, 85 e 65, ditos de brim de cor a 35500,
35e25500, ditos de meia casemira a 45500 e35500
calcas de brim a 35 e 25500, ditas de brim bran-
co a 45500 e 35500, ceroulas de linho a 25000 e
15800, camisas franeezas de linho a 35, ditas de
algodo a 25500 e 25300 : na rua da Imperatriz,
loja Arara n. 56.
Nao esquecam os bales da Arara.
Vendem-se baldes do 15, 20, 30 e 40 arcos a 35,
35500, 45 e 45500, ditos de brilhantina a 4-3, co-
bertas de chita a 25, ditas de damasco a 45, ditas
de fustao a 55 : rua da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
Soutamliarque da Arara a 20 c 2:>.->.
Veode-se soulambarquc muito bem enfeitadoa20
e 25-5 cada nm, veos pretos e de cores para senho-
ras a 15 cada um, riscados francezes a 280 o co-
vado. Todas as fazendas existentes neste estabe-
lecimento vendem-se por prego baratissimo, e dao-
se amostras com penhor, ou manda-se levar as fa-
zendas casa das familias pelo caixeiro da loja da
Arara, rua da Imperatriz n. 56.
Curtes de tassa da Arara a 2?$000
Vendem-se cortes de cassa a 25, ditos de dita a
25400, cortes de baados a 35 : rua da Impera-
triz n. 56, lo a da Arara.
H4GHIN4S DEPATET
de trabalhar a mo para
desearocar algode
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAM
Estas machinas
podem desearocar
qualquer especie
de algodao sem
estragar o fio,
sendo bastante
duaspessoas para
o liahalho; pode
desearocar urna
arroba de algo-
dio em caroco
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por diou 5 ar-
robas de algodao
limpo.
Esta machina
Tambem chegaram os riquissimos pentes de
concha de tartaruga e de massa fina, que se vende
por 25, 3 e 55 : s no Vigilante, rua do Crespo
numero 7.
Lcques.
Riquissimos loques de madreperola, tanto para
senhora como para mocinhas, pelo barato preco de
12 e 145 : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Mais leques.
Com pequeo defeito, leques de sndalo, por ba-
rato prego, a 85 e 105, chinezes, muito bonitos,
80 c-*>ooo rs. as garrafas grandes.
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800 e
96o rs. a libra,
dem franceza nova j deste anno a 600 rs.
a libra, e 58o rs. em barris inteiros.
iMarmelada especial dos melhores fabricantes
de Lisboa a 600 e Glo rs. a libra, ba latas
de dilferentes tamanhos.
Massa de tomate em latas de i libra 56o rs.
cada urna,
dem para soda eslrelinha, pevide e rodinha
em caixinhas surtidas a 3,ooo e 3.5oo rs.
cada urna e 5oo rs. a libra,
dem macano, talerim e aletria a ioo rs.
a libra.
Mostarda franceza preparada em fraseo a 4oo
rs. cada um.
bra. Molho inglez em garrainhas com rolhas de
Alpista a 16o a libra, e 4,6oo rs. a arroba. tidro 64o rs. cada urna.
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato Marrasquino vordadeir de Zara a l,ooors.
Antonio dasseguintes qualidades: agua e; a garrafa, o,ooo rs. a caixa com i duzia. 1
sal doces, e imperiaes em
alas de 6 li-' Notes muito novas a 16o rs. a libra.
r
donada loja do Beija-flor, na rua do Queimado
n.^tj^caba de abrir um ontro espacoso esbele-
cimcjto de miudezas na mesina rua n. 60, poHlso
avisa aos seas freguezes c amigos, qne nestes dons
1 estabekcianento neoutrarJo aerapre grande sorti-
mento de miudezas, perfumaras e objectos de gos-
to e vender sempre majsbarato que outro qoal
quer, como abaixo se ver.
Pentes domados de travessa. ^
Delicados peales duurados de travessa para aje-
ninas a 15500 cada um, ditos sem ser acurados' a
500 rs. cada um : as tojas do Beija-flor, rua do
Queimado ns. 63 e 6U.
Vnliiiilias de aljofares.
Lindas voltinhas de aljofares com eruzes de pe-
dnnhas imitando a brilhautos a l cada orna : as
lejas do Beija-flor, rua do Queimado ns. 63 e 69.
Lavas de Joutb
Chegaram pelo ultimo vapor as desejadas lavas
de Jouvin de todas as cores, tanto para hornees
como para senhoras : as lojag do Beija-flor, cua
do Queimado ns. 63 e 69.
Talberes para meninos.
Vendem-se talheres de cabo de balanco para me-
ninos a 280 rs. o talher : as lejas do Beija-flor,
rua do Queimado ns. 63 e 69.
Colheres de metal principe.
Vendem-se colheres de metal principe muito ti-
nas para sopa a 35600 e 45400 a duzia, ditas para
cha a 25 e 25'tOO a duzia, ditas para assutar a
300 rs. cada urna, ditas para terrina a 25 eada
una, e s queni vende por estes presos as lojas
do Beija-flor, rua do Queimado us. 63 e 69.
facas e garios.
Vendem-se tacas e garfos oitavados a 25800 a
duzia, ditas clavadas, cabo preto e branco a 35 a
duzia, ditas de balanco de 1 botao Tinas a 55200
ditas de 2 botos tnuiio lina.- a 65500 a duzia, ditas
de 1 botao para doces e fructas a 55 a duzia, ditas
de 2 botoes a 55200 a duzia : as lojas do Beija-
flor, rua do Queimado ns. 63 e 69.
Tiras bordadas.
Vendem-se liras bordadas, a peca a 15100, i20O
c 15300 : nas lojas do Beij-flor, rua do Queimado
ns. 63 e 69.
tlabados bordados.
Vendom-se babados bordados de varias larguras
a peca a 15600, I 800, 25, 25200 e 25100 : nas
lojas do Beija-flor, rua do Queimado ns. 63 e 69.
Lindos sapatinlios.
Vendem-se lindos sapanhos para baptisados de
enancas a 15500 e 25 o par : nas lojas do Beija-
flor, rua do Queimado ns. 63 e 19.
HiiIk's para punhos.
Vendem-se botoezinbos de madreperola ede mar-
fim para punhos a 320 rs. o par, ditos encarnad!-
nhos a 120 rs. o par: nas lojas do Beija-flor, rua
do Queimado ns. 63 r- 69.
Fitas para debrum de vestidos.
Vendem-se litas de laa de todas as cores para
debrum de vestido a 900 rs. a pefa, ditas pretas
de seda a 15100 a peca : nas loja do Beija-flor,
rua do Queimado ns. 63 c 69.
filas branras para debrum.
Vendem-se pecas de lita branca de linho para
debrum a 400 rs.'a peca : nas lojas do Beijalloi
na rna do Queimado ns. 63 e 69.
Ricas las lavradas.
Vendem-se muito ricas Otas lavradas para sinto
de senhora p meninas : nas lojas do Beija-flor, rua
bras a 3,ooo rs. e de 3 libras a i,5oo Prezunto de (tambre superior a 600 rs. do Queimado ns. 63 e 69.
rs. e em libra a 64ors., estas bolachinhas idam do Porto para panella a 5oo rs. a libra. Espclbos de Jacaranda.
torna-se muito recommendavel com es-
pecialidade para os doentes.
Biscoilos e Bolachinhas de suda em latas, de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a i,35o rs. a lata.
Bollos francezes em cartes e de diversas
qualidades a 64o rs. cada qiq.
Passas novas a 48o rs. a libra.
Vendem-se espelhos de columnas, de Jacaranda,
Perp pm las <1p 1 etxc em ia as ue unierenies qu.natauts 10 a ^m e j&m. nas |ojas do BeJja.flor na rua
mo, savel, corvina, govas, pescadinha e do Queimado ns. 63 e 69.
lambem'por barato prego de 4 e 55, bcntarallas Banha de porco verdadeira refinada a 400
e a nica que
possue as vantagens de nio destruir o fio do al-
godao e de fazer render o dobro de qualquer ou-
tra com menos trabalho, a sna introduccao para
as provincias deste imperio ser de multo valor
para todos os interessados na lavoura do paiz.
A-sjm com machinasen) ponto grande do mes-
mo systema.raql seren movidas por animaes,
agua ou vapor, pas uaes podem desearocar 18 ar-
robas de algodao ampo por dia.
O algodao descarriado por estas machinas tem
muito mais estimaco nos mercados de Europa e
vende-sepor maiorpreco.
! caa deaChaS ** aCham """^ Uni0amei>ie em
Sauuders Brolliei s k C.
Ditos ditos de" podras, por cuja perfeicao e bom
gosto quasi se nao distinguen) das verdadeiras.
Lindas pulseiras de mosaico.
Dita dita de feblas falsas tanto para senhoras
como para meninas. '
Dita de chapa de crystal com listas douradas.
Dita de cornalina branca, axul etc., etc.
Bonitos allinetes e aunis para gravatas.
Bonitos pentes de concha, obra de apuradofosto.
Ontros travsf sos com pedras para meninas. ..
Bellas guarnicoes de pentes dourados, ornados ------, .-----
comraixoade uvas, fe?tos de aljfar, obra so-! Vende-se urna das melhores tabernas de S
blime Jos por estar muito afreguezada, que vende de
Outras igualmente bellas, todas de uno dourado e viole a vinte e untos mil ris por dia : 1
\. 11. pra^a do Crpo *an iW|fe. t i
Os aicos agentes neste paiz.
.______1---------------------, .,---------------------------------!---------
Vende-se urna canoa grande e nova, e bem
construida, que serve para carregar tijolos e lenha
etc. : quem pietender, dirija-se rua da Cruz nu
com pedras.
Outras a tartarugadas, nada inferior a aquella.
Voltinhas de aljfar branco e de cores com eruzes
de pedras.
na roa de Santa Rita n. 64.
Vinbo do Porto superior
em caixas de urna e duas duzias: tem pa>'a ven-
muito bonitas tambem por barato prego de 4 e
leques de charlo tambem por 45, todo isto para
acabar, perdendo-se talvez 80 0|0 : s no Vigilan-
te, rua do Crespo n. 7.
Pulseiras.
Lindas pulseiras de contas e de missanga, cores
muito lindas e de muito gosto a 15 e 15200.
Para segurar manguitos.
Tambem chegaram as liguinhas estreitinhas de
borracha quo as senhoras tanto precisan) para se-
gurar os manguitos por ser muito commodo e mui-
to barato, a 320 o par: s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Sapatiuhos e meias de seda.
Riqusimos sapatinhos de seda e de merino en-
feilados, assim como meiaszinhas de seda, gorra-
zinhas c touquinhas para as criancinhas se bapli-
sarem : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Carretas.
Biquissimas carretas de madreperola proprias
para qualquer presente, pelo baratissimo preco de
15500 e 25.
Voltinhas.
Lindas voltinhas dependas falsas com cruzinhas
fingindo brilhantes, assim como cruzinhas avulsas
e voltinhas, pelo barato preco de 15 e 15200, as
eruzes avulsas a 400 rs. : s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Golinhas.
Biquissimas goiinhas e manguitos, o melhor gos-
to possivel, a 25, 25500 e 35: s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Enhiles para senhora.
Riquissimos enfeites com laco e sem laco e de
outros muitos gostos a 15, I55oo e 35 : s no Vi-
gialnte, rua do Crespo n. 7.
Tiaucclius.
Lindos trancelins de cabello para relogio ou lu-
netas, pelo baratissimo proco de 15500, ditos de
retroz a 200 rs.
Babadinhos eulremeios.
Riquissimos babadinhos entremeios com lindos
desenhos tapados c transparentes, pelo baratissimo
preco de 15200, 15500, 25 e 35: s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Cascarrillias.
Grande sortimento de cascarrilhas de diversas
larguras, assim como galaozinho e trancinhas pro-
prias para enfeites : s no Vigilante, rua do Cres-
po n. 7.
Fitas.
Grande sortimento de fitas de diversas larguras
e qualidade, por precos que admiran) aos compra-
dores, ha vendo fitas largas proprias para sinteiros
que se pode vender a 300 rs. a vara, e peca de 3
varas a 35 s no Vigilante, rua do Crespn. 7.
Fitas de la.
Fitas de la de todas as qualidades, proprias para
debrum de vestido a 700 rs. a peca : s no Vigi-
lante, rua do Crespo n. 7.
Reos espelhos,
Riquissimos espelhos com moldura dourada e
sem ella de 85, 10. 12 e 145. assim coreo con co-
lumnas de difierentes tamanhos a 25, 3, 4, 5e65:
s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Lindos jarros e ligaras.
Ttiquissimos jarros e ligaras d porcelana fina
para enfeite de sala, sendo o melhor gosto que aqni
tem apparecido : s no Vigilante.
h!: Para pos de arroz.
Riquissimos vasos com boneea para pos de ar-
roz, cousa de muito gosto a 15300 e 25, assim co-
mo pacotes s com os pos a 320 rs. cada um : s
no Vig lante, rua do Crespo n. 7.
Perfumarlas.
Grande sortimento de extractos e banhas, poma-
das, assim como os lindos ropos' ou vasos com dis-
tinclivos e onrecimenlos as sinhazinbas, dos me-
lhores e mais afamados autores de Pars e Ingla-
terra, assim como os grandes copos de banha japo-
neza a 25 e a 15 ; assim como outros objectos que
nao possivel por hoje annunciar, e vista dos
freguezes se far todo negocio : na loja do Gallo
Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Essele outros muitos objectos achanx** venda [ der Antonio Lui|, de> Oliveira Azevedo & C, no sen
na rua do Queimado. loja da aguia branca, n. 8 ascriDlono n n. I.
rs. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a 160 rs. a libra.
Bolachinhas inglezas ltimamente desembar-
cadas a 24o rs. a libra e 2,ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
at hoje tem vindo a nosso mercado a
18,ooo rs. o gigo, l.oors. a garrafa in-
teira, e 800 rs. as meias.
Cha uxim o mellior que se pode desejar e
que outro qualquer nao vende por menos
de 3,ooo a 2,7oo rs. a libra
dem perola especial qualidade a 2,6oo e
2,8oo rs. a libra, garante-se a qualidade
d'este cha
dem hysson o mellior que possivel en-
contrar-se a 2,ioo c 2,6oo rs. a libra.
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
a l,2oo e l,4oo rs. a libra.
dem prelo muito fino a l.Ooo rs. a libra.
Chocolate das melhores qualidades, francez,
hespanhol e suisso a i.ooo, l,2oo e l,4oo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos Fur-
tado de Simas em caixas das seguin-
tes marcas Pariziences, Suspiros, Dili-
cias, Napoleoese (uanabaras a 2,3oo rs.,
e em caixas nteiras Trovadores a 3,ooo
rs. cada urna.
dem de outros muitos fabricantes e de
dilferentes marcas para l,5oo rs. as mei-
as caixas de suspiros a 1,600, 2,ooo e
3,000 rs. as caixas inteiras.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
dem franceza a 5oo 1 s.
Cognac inglez das melhores marcas a 1,000
rs. a garrafa e i0,000 rs. a duzia.
dem francez superior qualidade 800 rs. a
garrafa e 9,ooo rs. a duzia.
Cominho e Erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a Coo rs. a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Copos finos para agua a 5,ooo rs. a duzia, e
5oo rs. cada um.
Caf do Rio superior a 28o e 32o rs. a li-
bra, e 8,800 e 9,5oo a arroba.
Doce fino de goiaba a 600 rs. o caixo.
Ervilbas portuguezas ltimamente chegadas
a 7oo rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de ararula verdadeira a 32o rs. a
libra. .
Figos em caixinhas muito bem enfeiUdas a
a I.ooo rs. cada urna.
dem em latas ermicaroente lacradas a
i ,5oo e 2> rs. cada urna,
dem em caixas de ',' arroba a &6ap rs. ca-
da urna, e 2oo rs. a libra.
Graixa muito nova a loo rs. a lata e i.ooo
rs. a duzia.
Genebra de Hollamia em frasqueiras com 12
frascos por 6,000 rs. e 060 rs. o frasco.
dem de laranjaa i,000 rs. os frascos gran-
des e ii.ooo rs. a caixa com 12 frascos.
dem de Holfanda em botijas a 40o rs. ca-
da urna.
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,800
rs. com a garrafo.
outros a 1,00o rs. a latas.
Palitos para dentes a 14o e 16o rs. o massol
dos melhores.
Painco o mais novo e limpo a 16o rs. a libra.
e 4,5oo rs. a arroba.
Vende-se ama parte do engeoio S. Joao na
freguezia de Seriohem, distante duas legoas da
estacio da Gatnelteira : os pretendentes dirijam-
se rua do Caldeireiro n. 42, ou na estacao da
Trorabeta, a fallar com Francisco de Assis Vascon-
cellos, que se explicar o negocio, e as vantagens
5ue se offereoe, nao deiiarao os pretendentes de
azer negocio.
ii
Atteocao
\os fondos do Pregulea
Gneros proprios para a presente festa de S.
Joao : manteiga ingleza flor a 900 e 800 rs. a libra,
dita franceza a 600 rs., queijos do serto muito
frescos a 640 e 560 a libra, doce de goiaba o mais
Qieijss dt Tftpr
chegados hootem a 35. vinbo Figucira a 440 rs. a ..
garafa, caada a 35100, dito Lisboa a 360 e 2*600,1 Uno qoe pode ha ver e tambem se vende barato
gaz liqnido a 480 a garrafa: no armazem da E*-1 por ter grande poreao : na taberna da travessa do
trella, largo do Paraizo n. 14.
Queimado n. 7.
Veode-se fumo muito bom, chegado de Gara-
nbuns: na camboa do Carino n. 10, por preco de
15OOO rs. a libra________________________
Salitre refinado, superior qualidade, vinno Bor-
deaux, difierentes qualidades, mais barato que era
qualquer parte : no armazem de E. A. uurie *
, rita da Cruz n. 48._______________"______
- Vende-se doce decajmangaba e limoun-
lo seco COfflo de caldee de oatra qualoae qua-
lidade na roa de MathiaaFflrreira em Olinda n.
Kra["como se preprate bonitos doces para
encommendas e se enfeitam bandejas.
RIVAL SEM SEGUNDO
Hua do Queimado ns. 49 e 55, loja de miudezas
Fitas de velludo estreilas.
Vcndcm-sc fitinhas estrellas de velludo para en-
fcite de vestido a 900, 15 e 15200 a peca: nas lo-
jas do Beija-flor, rua do Queimado ns. 63 e 69.
Trancas de la para bordar.
Vendem-se trancinhas de laa pretas para bor-
PalltOS do gaz a 2,1OO rs. a groza, 200 1'S. a dar camisinhas e vestidos a 80 e 160 rs. a peeinla,
duzia, e 2o rs. a caixinhas. ditas brancas com iO varas a (00 rs. a eca, e ou-
tras militas cousas que setoruaiao enfaoUM mo-
Queijos fiamengos chegados neste ultimo va- ciona-las, pois so eom a vista se podei vero gran-
p0P_ a de sortimento das lojas do Beija-flor, na rua do
dem pralo muito fresco a 800 e 9oo rs. Queimado ns. 63 c 69.--------------------------------
a libra. ou fina a vontade do comprador
dem suisso a melhor qualidade quo al lio-,
je tem vindo ao nosso mercado a 800 rs.
a libra.
Sal refinado em potes de vidro a oo rs. ca-
da um.
Serveja das melhores marcas a 6,000 rs. a
duzia, e 060 rs. a garrafa.
Sardinha de Lisboa e Nantes em quartos e
meia latas a 38o 58o rs. rada nma.
Sag mnito novo e alvo a 2q rs. a libra.
Sevadinha do Franca 18o rs. a libra.
Sevadaa loo rs. a libra, e 2,8oo rs. a arroba.
Traques de I.* qualidade a 8,iioo rs. a cai-
xa, e24o rs. a carta.
Toucinho novo de Lisboa a 24o e 32o rs. a
libra.
Tijollo para limpar facas a loo rs. cada um.' de Josde Azevedo Maia e Silva, est continuando
no >en progresso de vender baratissimo :
Vinbo empipa Porto, Lisboa e Figucira das Caixaa do superiores obreias de cola e massa a
melhores marcas a 3,8oo rs. a caada, e k0,Ss- ., .... -_
kZxw. n o,....>fi Cordao branco para vestido e espartilho, vara 2o
000 rs. a gaiaia. 1 rs.
Idem'do Porto Lisboa e Figucira de marcas; Linhas de carretel (150 jardas) de superior quali-
menos conhecidas a ioo rs. a garrafa, e dadea60rs.
2 800 rs a Canad Cartoes de linha Pedro V (200 jardas) j muito
dem Colares especial vinho a 600 rs. a gar- j Grozas*de pennas de ac de muitas qualidades e
rafa. superiores a 500 rs.
dem Lavradio muito fresco nao levando com- Caivetes de duas folhas porm finns a 500 rs.
posigo a 56o rs. a garrafa, e 4,ooo rs. a Caj]g com calufc'as ni,,il Lonilas l,ara "P "
C*"3^'- Franja branca e de cores para toalhas a 160.
dem branco de uva pura a 56o rs. a gar- pares de botoes para punlw muito bonitos a 10.
rafa, e 4,5oo rs. a caada. Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a
dem mais baixo a 4oo rs. a garrafa, e 3,ooo | JJjJ^ vdro com 5npfiror Iinla a m
rs. a Canad. Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
dem Bsrdeaux em caixas de 12 garrafas das Gr5za de botoes de louc.a prauados, o melhor, a
marcas mais acreditadas a 6,5oo e 7,ooo 160 rs.
.v9 Tesouras para costura, n mais superior, a 400 rs.
rs. a tdixd. Dius unll.ls mu|0 flMS a Ml ,.s
dem muito especial que raras vezes \em ao Escovas (>ar.4 |mpar denles mul0 superiores a
nosso mercado a l,2oo rs. a garrafa, ga-1 200 rs.
rante-se que por este mesmo proco d pre- Libras de la de todas as cores (pesada) a 75.
juizo e s se encoutra n'este armazem. Crnas .1 j 1. ___1 a -------- Ditas de papel amizade pautado e liMi a (>00 rs.
dem do Porto em caixas com 12 garrafas Ditas com ooanveiopcs muito superiores a 800
das seguiotes marcas Lagrimas do Douro, ris.
Duque do Porto, Genuino, Velho Parlicu- Cadernos de papel branco e de cores, pequeo, a
jW malvasio fino D Pedro. V, CLL uiz f^f taboadas para meninos a o r,
I,,Nctar e outros a 9,000 e lo.ooo rs. Caixas com superiores iscasde acender charutos
a "caixa e 9oo a 1 ,ooo rs. a garrafa. a 40 rs.
Moscatel superior a 1,000 rs. a garra-, Carreteis de linha Alexandre (200 jardas) de cores
e lo,ooo rg. a caixa com 1 duzia. a ^rs- ... ., ,n
..' *s-------______^^_ Baralhos para voltaretc muito finos a 240.
VHwgre puro de Lisboa a 200 rs. a garrafa' Cartas de allinetes francezes muito finos a40rs.
^2,400 rs a caada. Meadas de linha f>xa para bordar a 20 rs..
Idiro em garrames com o garrafas a l,ooo,Pa[g(e saPal0S de lran?a "lui, sll|,er,ores a
.S. COm O garrafo. papeis e agniha com um pequeo toque a 10 rs.
, t i Groza de botoes de madreporola muito Anos a
VMouras d> Porto de arcos de ferro a 32o ur^Q .
ft. cada uiua Cartoes e caixas de ceichetes francezes superiores
Id de escova para esfregar casa 36o n. ^M rs. ^ ^.^ muto ^ iim)e2i
Wla uma. Maf0S e grmpos superiores e limpos a 30 rs.
Vellas de espermacete superiores a ooo rs. Grora de phosphoros do gaz mnito novos a 25200.
a libra, e 34o rs. em caixa. Areia preta muito superior a 100 rs.
I.fem dp carnauba refinada e de composicao a Caixas de rape com esnelho a 100 rs.
IUWB ue cdirjauude""'" n nno rs a Realejos para entreter meninos a 80 rs.
%po rs. a libra, e de lo,ooo a 11,000 rs. PesasJder)lia de ,iIlh0 muil0 -^^ a w rs.
arroba.
Vende-se alpaca preta a 300 rs. o eovad.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, 600,
700 e 800 rs., fina de cordoa 800 MJ
tot, princeza preta aJOO 6W gg,^
720 o covado
na"pVeta fina a 15400 o covado.
;a sho-ra que estao de luto *^
ia rua da Imperatru n. -56. A loja esu aDtria aie
s 9 horas da noite. __
Para algodao.
Vende-sepor'preco commodo nma excellente
maefcina americana que trabalha com um cavalto
para (azer mover qualquer machina pequea de
descaro?ar algodao, tendo a vanuigem de ser mai-
10 simples e economisar mntto o trabalho bracal:
a tratar na padaria da rua Direita n. 84.
Pentes de U50 muito bonitos a 15-
Enfeites de laco de todas as cores a 15300.
Rodas com allinetes francezes a 20 rs.
Caixas com qualro papis de agulhas imperiaes a
! 240 rs.
Sabonetes de familia a 80, 160 c 320.
Caivetes de duas folhas muito finos a 320.
*$EmprezaJda illuminaQao
gaz.
Tedas as vendas de apparelhos e reclamacoes j pares ue sapatos de la para meninos a 400 rs.
(por escripto dando o norae, morada, data, etc.), Sapatos de tranca para senhora e para -homem. os
devem ser feitas no armazem da rua do Imperador melhores que tem vindo, e por preco muito barato:
n. 31. Qs machinislas mandados para atlender a qUem ([uizer ver, venha rua do Queimado ns.
estas, apresentaro nm livro que os reclamantes
devero assignar logo depois de promptp o servigo
reclamado ; isto para que a empreza aue sciente
de haverem os mesmos senhores sido devidamen-
te attendidos.
; Miiiiio
a 160 rs. a cuia : na rua da Praia n. 29, por baixo
do palacete, em poreao e a retalb:
-
quem quizer
49 e 55. e ver tudo como bom e barato.
Sebolas novas
ao armazem da travessa da Ma-
dre de Dos o. .
Jos Rodrigues de Camino est retalhando pos
coma de seas donos sebolas mnito novas chegadne
de Lisboa no brigue Constante, a ellas antes qur
se acabem.
i
MUTILADO


granRe .uquidagd-
+ Jt DE II *1
Na loja da ra do Crespo numero 17.
Aproveitem todos.
O proprietai o desle importante estabelecimento vai Europa conprar fazeodas de
apurados gestos para melhor servir as Eimas. senhoras, razao porque esta veodendo fa-
zeodas baratissimas.
Cortes de rico blonde para casamento a 905, soutembarques pretos muito importante
a 404, 23* e88|, manteletes pretos a iOJl e 255, capas pretas importantes a 355 e 40jpf-T
capas de casemira de cor a 185 e 255, soutembarques de casemira a 105, chapos de pa-"
Ihacopa redonda, vos brancos a 155. cortes de laa muito apurado gosto a 75, corte* de
lia com barra a 105, 125,155 e 205, cortes de cambraia brancos bordados a 235 e 305
chitas de todas as quaiidades francezas e inglezas a 320. 360, UO e 500 rs., bramante de
linho muito iiuo pecas de 25 varas a 205, 245 e 255, bretanha de lindo muito fino a i5
e 205 pecas de 23 varas.
Madapoloes fiaos a85,95,105. 115 e 125.
Cambraias lisas com 9 palmos de largura a 25500 a vara, pecas de 8 i2 Varas a
55, 65, 75, 85,95 e 105- 1
Para 0 Club Pernambucano.
Filinete circassiano fazenda de muito apurado gosto para vestidos, proprio de parti-
das e de bailes, e muito reconunendavcl por ser muito apreciada em Constantiuopla. E
admiravel o seu bom goslo.

FAZENUAS HilMiiN
FAZENDAS BARATAS
nm m&m u 10ja do $mtliso
Ricos vestidos brancos bordados a 105 e 125.
Baldes inglezes de arcos e croch a 35, 45 e >5.
Camisinhas e manguitos muito bem enfeilados a 35.
Grande sortimento de laazinhas muito boas a 360 e 400 rs.
Soutembarques e capas de seda, merino e cambraia bordada.
Bramante de linho muito largo a 25.
rgandys e cassas francezas finas a 480 rs.
Cambraias lisas, lilde linho liso, cambraia de .lpicos.
Lindos cortes de laa Maria Pia de 85 a 1S5.
Mimosos vestidos japonezes .1 145.
Variado sortimento de chales em quaiidades e preeos.
Mussehnas brancas com pinta de er.
Grosdenaples pretos de 15600. t800 e 25.
Lencos de cambraia bordados a capricho a 15.
Madapolo barato a $ttOO.
Vende-se madapolao bom e perfeito a 55800 a peca com 20 varas.
* artigos e outros muitos se vendem por preeos que admiram na ra do Crespo
0
NEM COROAS NEM MITRAS
GKA\I>E
ARH4ZE1I
DE
proprlos
M
RIJA OO IMPERADOR N. 4
Juuio ao srLiado era que mora Sr. 0>b*rne,
Para a festa de Santo Antorao, 8. Jofto e 8. Pedro.
Dnarie Almelda te C, reeeberam de ana orourla rn^.ua
da al. Iludo e arlado ortleof JSS&T7Z
da presente estacio.
Manteiga ingleza
da safra nova vinda neste vapor de 28 de
mato a 900 rs. a libra e da reina a 800 e
830 rs. a libra.
Manteiga franceza
da safra nova a 600 rs. alibra.
Amendoas
confeitadas de lindissanas cores a 800 rs. a
libra.
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento! IraQUeS
molhados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o proprietario era de n- os mais superiores do mercado a 8
offerecer sos ses freguezes e ao publico m geral a seguinte tabella dos seus gneros e I >'xa e 220 ^. a carta,
resumidos presos, afianzando todo e qnalquer genero vendido neste bem conhecido ar-
mazem.
desejar,
100 rs. a
de
S. ANTONIO, S.
Amendoas confeitadas de8oors. alibra.
Manteiga ingleza perfeitamente fldr, a >oo rs,
e 10 a libra,
dem francesa a (Ho rs. a libra, e Ooo rs.
sendo era barril.
Cha uxim a 2,Too rs. a libra, e de 8 libras
para cima a i,nao.
PARA A FESTA
DE
JOAO e s.
PEDRO
ja, canella, cravo, rlela pimenla a i,ooo
rs. a duzia l,ooo rs. a garrafa, garante-se
qne os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas em caixas de 1 arroba '/* e % a 8,5oo,
l,5oo e 2,5oo rs. a caixa, ooo rs. a libra
garante-se serem rouito novas, e graudas.
;iumero
Todos estes
1.
Defi'oute do arco de Santo Antonio.
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por '-".iiiuito C, pharmaceucos deS. A. I. o Principe Napoleo, laureado*
da Escola de pharmacia de Pars, roa de la Fenillade, 7.
EHa nova combinado rene debaixo de um pequeo volume uma forma aeradavel e um uto elldnai
.2 ?'". "fm a sciencla medica, ntm os quimiros os mais distlnctos o poderao> cuuejndr
e aqui pravas porem a Krsevcranca humana achlo-se hoje associadas estas duis poderosas S'
mi ,* a TC<- res,auador Pr ccllencia, e ferro, a bare de noso sangue, eWNnS
mente o reparador dos forras c da saude alterada ou perdida. "gue, e consegumie-
r..ni.!JMfi,S,rPe *onico generador se tem mostrado muito efflcas sSo i as ama-
moni .;- ,i,fflP I "."0.'- dres de8tVn,a8- fa8li. digestes penosas e tardias, flores brancas
IXSul^ d San8ue> "<=">M. os estragos prodS
haaZ'I1S um ?nno que Xarope, dc 1uina e de ferr0 foi applicado nos hospitaes de Parii. e elle
r, J e"t0 ma'S em *, uteMtuindo. por assim dlier, os medicamentos ferruginosoTconhecidos
JJW0 cnccr,ra ""merosos certificados de muitos membros da Academia de Medicina eprofeSs
fn r?l o -T 5,,e,, que ea,', Prcci08 medicamento o conservador da aaudc por aSSd e
tiszs^$sr1'anima'' ,ndi8Pen8a-' ** 5 2 o, syrssssrss!
w!??^ 'J???.n deposito oral, em Pom, na pharmacia Grim.uit e C-,rua dc la Fenillade, 7:
vc;",";c"",h. "i/C-i no Porto, na pharmacia do
uyu iviitto e Bini., ra do
i no Rio-Grande, em casa do
dem pcrola a .8oo rs. e de 8 libras para! dem corinthias proprias para podim a 9oo
cimaa2,7oo, rs. a libra,
dem hysson o mais superior rpje se pode Marmeladas dos raais afamados fabricantes de
desejar a 2,3oo e de 8 libras para cima Lisboa a 04o rs. a libra
a 2,5oo rs. Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra,
dem menos superior a 2,ioo e de 8 libras Grito de Meo mnito novo a 16o rs. a libra.
para cima 2,3oo rs. Ervilbas francezas em latas a 6oo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo. de 8 li- Potes cora sal refinado a 48o rs.
bras para Cima a 2.2no. Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
,'Idm do Rio em latas de 2, 4,6 e 8 libras fazenda especial.
cada uma a 2, 3, 3.5oo e i,8oo rs. a lata. Presunto para fiambre inglezes a 7oo c 8oo
em /.iilma, em caza do
iirMigut-l-joMe de Souaa Fcrrelra; no Ilio-de-Janeiro, em casa da vlara
Sali, 11; nn Baha, em casa do Sf.r Jo,r-i:alno Frrrrlrn I>plnliel., i
snr Joaqun de Godoy; no laranhdo, em casa dos Srs Fcrrelra e O i
(0 Snr Itarllisloniru Frunc* do om >< >W u a_____1
dem prelo o melhor que se pode desejar
i neste genero a 2,800 rs.
dem menos superior a esse que se vende
! por, 2 e 2,4oo. a 4,8oo rs. a libra.
dem mais baixo bom para negocio a l,f>oo
! rs. a libra.
dem miudinho proprio para negocio a 1.5oo
j rs. a libra-.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
! por a 3,2oo.
dem prato es melhores e mais frescos do
j mercado a 78o rs. a libra sendo intoiro.
; dem londrino a 600 rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-se por este prego
pela porc5o que temos em ser.
Biscoitos em
rs. a libra.
Cliourifas e paios mnito novos a io a libra.
Caixas de traque n. 1 a 8>500 cada uma.
Massas para sopa macarrao, talliarim aletria
a 4oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro iuglez a 8,oo rs. a caixa
eSoors. a garrafa.
i dem francez a 7,000 rs. a duzia e 7oo rs. a
Ameixas
em frascos de vidro cora 3 libras liquido a
2M00, muito propios para mimos.
Cartfles
com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
com bolarhinhas de soda de todas as qua-
iidades a t300.
Chocolates
de todas as quaiidades a 1#000 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs., tambem
temos vellios para 5UO rs.
Queijos flameugos
chegados neste ultimo vapor a 3 200.
dem prato
o melhor que se pude desejar a IrSOOO.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas.
proprias para mimos a 900 e 10200'.
Cha uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qualquer no pode vender por menos de
3$ a 2600.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 emeasa de Caros & Barboza
Cola da Baha.'
Vende-se no escriptorio de Antonio de Almeida
Jome?, roa da Cruz n. 23, primeiro andar.
m confeito e especifico para
expellir os Vermes,
Pissllias Vmiilfligas
DE KSMP.
Oa meninos s pedom gritos, porque
elhis 6o de clieiro, sabor < er aerada-
veis. A elegancia, a ot-gnridade de
cao, o inoiVii-ivo das
ac-
Pastilhas Vermfugas de Kemp
A PAR DA StA
CompoMtA exrlnsivanjfDte Vestal,
sSo estas poifl ns snas melhores e mais
completas de todas as recininendaeOes
colloe'j na categora d'nni favorito uni-
versi.
A Bnpcriuridadc as
Pastilhas de Kemp
aobre todas as preparaces destinadas
para o mesmo fin devido sua sim-
ples composico o seu aroma agrada-
vel e rapidez, c iufallibilidade com
que alcaoea a destrnico total das
LOMBRIGAS. __
A venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo d C, roa
da Madre de Dos.
|e rmazein He fazeodas baratas de
Sanios < leli, na do Queimado, o.
j 10, vende-se o seguinte
Attcncae.
Lazlhas.
Itic.i- laazinhas para vestido, fazenda a melhor
j que lem viudo ao mercado, tanto em gosto romo
I em qnalidade da fazenda, pelo baratsimo prero
de 560 rs. o eovado.
Laazintias miudinhas carmezins, proprias para
vestidos de meninas, e ramisinhas a 640 o eovado.
Corles de la com 13 covados pelo baraissuno
, prego de ti&.
Cobertas de chita da India pelo baratissimo preeo
de 2^500. "
liencoes de panno de linho a 23.
Lencoes de bramante de Hohe tino pelo baratissimo
prego de 3200.
Bramante de linho fino com iO palmos de largura
pelo baratissimo precode 25300 a vara.
Atoalhado adamascado proprio para toalhade mesa
a 2*000 a vara.
Cambraia dc forro a 2*600 a 3*200.
Guardanapos"adamascados a 3*800 a duzia.
Toalhas alcochoadas proprias para maos a 3* a
duzia.
Cortes de calca de ?anga amarella de listras e
de quadros, pelo baratissimo preco de 1*200 o
Drte.
Cambraia adamascada com 20 varas, propria
para cortinado, pelo baratissimo pre? de 10|8eo
a peca.
Ricos cortes de laa Maria Pia pelo baratissimo
preco de 18*.
Pecas de cambraia de salpicos com 8 1|2 varas
pelo baratissimo prego de 4*.
Pegas de platilha de algodao com 10 varas, pro-
pria para saia a 4*200.
Esleirs da India, proprias para forro de sala,
de 4,5 e 6 palmos de largura, por menos preco do
que em outra qualquer parte.
Neste armazern tamben se encontrar um gan-
de sortimento de roupas feilas, por medida.
garrafa. dem perola
Charutos em prandequanlidade e de todos os especial |ualidade a 2*700 rs. a libra,
fabricantes mais a creditados a l,5oo, ''01 hysson
2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 4,000 rs. a caixa, o mais aromtico que tem viudo ao nosso
os mais bai.xos sao dos que por ahi se ven | mercado a 2*600.
nSSiiSS^SSSi o Massas amarellas
tobaSrs! aqlbra de a 9'000 rs'a ar" para sopa, macarrao, talharim e aletria
atas de 2 libras das seguintes
marcas : Osborne, Craknel, Mixed, Victo- dem de segunda qnalidade a 8,5oo rs. a ar-
ria, Pec-nic, Kance, Muchinocoutras raui-l roba e 2to rs. a ibra.
tas a I,3oo e l .4oo rs. Arroz do Maranbo a 12ors. a libra, 3,ooo rs.
Roa da Senzalla 0. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston C,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos, e relogios de
ouro patente inglez._________
Vende-se urna uberna com poucos fundos
na ra Direrta dos Afogados, propria para princi-
piante, e tem mallos commodos para familia, ven-
'le tamo para o mato como para a trra : quem a
quizer comprar, irija-se mesma ra, na padaria
n. 66, qoe achara com quem tratar ; rende-se me-
tade rlsta b mtfcde a praso, dando um endocan-
te nesta praga de pessoa condecida. Tambem se
vende uma carroca e um cavailo mnito bom e'
novo, e anda bem baixo.
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W3

iogoes econonueoj
americanos.
.Vn,dema"n';32a fofuao da ra dotrum n. 84,
a ni. 15, 20,2.-) e 30* cada um taralissimo.
Vendem-se caixoes vaosaI:600
cid i um : Da ra das Cr"?esn. 44.
"
ATTENC40.
Para a fe6la de Sanio Antonio, S. Joo, S. Pedro
e Sam'Aana.
Para-fazer bolos, vende-se ma>sa com toda Hm--
peza e perfeicao : na altobada da Penha, ianella,
que tem tres frascos Oa vidro n. 37 ; e ieuamoate
tem manflijea'. e vende-sc tanto cm poreno como a
rctalbo.
Polvos ebegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs.
dem inglezas em barricas a mais nova do
mercado a 2,.roo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
Caribes com bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que v5o as procis-
sbes a 600 rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em latas dc 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4oo e2,2oo
rs, a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 120 rs. a libra, e 4,000
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 800 rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vlnhos engarrafados no Porlo c Lisboa da
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V. nctar superior de
833, duque do Porlo de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca, Por-
to superior D. Luiz I, e outras murtas
marcas, em caixa de uma duzia a 10,000 e
l,ooo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 84o rs. a garra-
fa c 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,800 a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem tte marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,000 rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composic3o a 560 a garrafa e 4,000 rs. a
caada.
Ricas caixas com figos a i,00o rs. cada-ama.
Ricos ftrros com figos l.ooo rs.
Pomada a 200 rs. a duzia. sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2.000 a arroba.
Garrafoes com 4 V* garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafio.
dem com 4 '/s dWas de venagre a 1,00o rs. o
gairafo.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
15,000 rs. com a ancorela
dem empina puro sem o batismo a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaos fwenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portuguezes das seguin-
tes marcas crerae de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turin, Botefim,
morangos, limao, caf, laranja, cidra, gin-
0 proprielario do grande armaze;
a arroba,
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra,
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,000 rs. ar-
roba, e 32o rr. a libra,
dem de sebo muilo dura lingindo esparmace-
te 36o rs. alibra.
dem de esparmacetea 54o rs. alibra, e em
caixa a 52e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.ooo rs.
Idemamago pautado e liso a 3.ooors. a resma,
dem de peso pautada e liso a 2,5oo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueleiroa 2,2oo rs.
a resma,
demembrulho de l,2oo a l,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 / libra a
l,2oo e8oors. a libra,
dem em Frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle 1,000 rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 e 1,000 rs. o frasco.
Mus tarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Ceneja Tencntc verdadira a 6,800 rs. a
duzia.
dem de outras marcas prta e branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 88o rs.
Cebollas mnito novas a l,ooo rs. o molboe
800 rs. o cento.
Chocolate porluguez hespaubol e. francez de
1,000 a l,2oo rs. a libra.
Genebra de Hollondaem frasqaeiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafes a 5,2bo rs.
Paulos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de denles Kxades em macos grandes
com 2o rs. o macinhos a 12o rs. o raasso.
Cominhos muito novos a32ors. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho arpista a 44o rs. a libra e 4.5oo rs. a
arroba.
Gomma a 2oo rs. a libra e 5,4oo a arroba.
Peie* em latas a l.ooo rs. a lata j prompto
a comer-se.
Fareflo de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,000 rs.
Unio e Commercio declara aos seus fregu
480 rs. a libia.
omuiti 1 afamado cognac Pal Brandy a l,8oo
rs. a garrafa e de outras muita's quaiida-
des a l.ooo e 800 rs. a garrafa.
COPN
lapidados para agua a 4,5oo e 5,ooo rs. a
duzia. e a 440 e 5oo rs. cada um.
PAPEL,
almaco, greve, peso e de outras muitas qua-
iidades de 2,2oo. a 4,000 a resma do me-
lhor.
PAPEL
azul e pardo para embrulho de 1.4ooa 2,2oo
1 rs. a resma.
Corinthias
passas corinthias mudo novas proprias para
podim a 800 rs. a libra.
Fumo
o verdadtiiro fumo americano em chapa a
i,4oo rs. alibra
Vinagre
PRR em ancorelas de 9 caadas a 15,ooo rs.
cada uma.
Cebollas
as mais novas do mercado a 7,ooo rs. a caixa
e l.ooo rs. o molho.
Macas brancas
para sopa a melhor que se pode
macarrao, talharim e aleiria a
libra c 450O a caixa.
Yinho
Figueira J A A e ootras murtas marcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
dem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a currara, e
24800 a caada.
Idrm do Porto
generosos engarrafado dos melhores fabri-
cantes da ridade do Porto a l e 15200
a garrafa e de 105 a 125 a caixa, as mar-
cas So assegnintes: Cbamisso AFilho.
F. 4 M., Nctar ou vinho dos Deuzes,
lagrimas do Douro e outros muitos.
Latas
com 10 libras de banba a UOOO.
Bolachinha ingleza
a 15800 a barrica da mesma que por ahi
vendem a 2)>000 e 25400.
Alpiste e Painco
o mais novo de mercado a 140 rs. a libra,
e 45400 a arroba.
Nozes
jas mais novas do mercado a 120 rs.a libia.
Cervejas
dos melhores fabricantes^ de todas a* mar-
cas de 4^500 a 61500 a duzia.
CGAIUT11S
Charutos Thom Pinto,. Res e outros em
meias caixinhas a 14500.
Arroz
do Maranhao a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 2450 a 34000 a ar-
roba desses que vendem por 35400.
CAF
de 1." e 2.a sorte do Rio de Janeiro a 84500
e 85800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libra.
4-arrafes
com 4 t garrafas com vinagre a 14000 com
o garra Cao.
f.EXEBRA DE LARANJA
verdadira a 15000 o frasco, ede 115000
a caixa.
DEM
em frasqaeiras de Hollanda a 5->800 com
12 frascos.
GENBttA
de Hollanda verdadira em frasqudra a 600
rs. cada uma.
PALITOS
os verdadeiros palitos do gaz a 2,2oo a groza
e 2o rs. cada caixinha.
LICORES
i finos de todas as quaiidades, a lo.ooo a caixa
com uma duzia e a 1,000 a garrafa
PASSAS
as mais novas do mercado a 9,5oo rs. a cai-
xa e 5oo rs a libra.
Marmelada
dos melhores fabricantes de Lisboa, como se-
jam Abren e outros muitos a 600 rs. a
libra.
Prezunto
o verdadeiro prezunto.de Lamego a 5o rs.
a libra.
ARROZ
MaranhUo, Java e India, a loo rs. a fibra e
de 3.000, a 3,2oo rs. a arroba.
VELAS
de espermacete de diversas marcas a 56o rs.
a libra e em caixa ter abatimento.
VELAS
de carnauba em caixas de arroba a9,3oo e
caixa e 34o rs. a libra.
Os proprieiarios do grande armazern o Verdadeiro Principal declarara aos seus
freguezes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a commodidade de lodos es-
tipularan* os mesmos preeos nos seguintes lugares:
Iniao e domiuf rcio ra do Queimario 11. 7
O Verdadeiro Principal roa do Imperador n. 40
.
zes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a commodidade de todos esfipulou
os mesmOs preeos nos seguintes lugares : >a*'\
UniK) e Commercio ra do Queimado n. 7.
O Verdadeiro Principal ra do Imperador n, 40.
-------------------------r---------------Ttj-----------------------------i--------1-----------n
Farfolla de mandioca Em casa de Milis Lalham k C, ra do
euacad e da meltior *oe lia : venda Miguel Jos 90 v.mi. ea K eaBII;nfa
Aires .no seu eschptortc-, casa n. 19 da ra da CriU U. 38, \eJide-Se O se^UlHte .
jnz '
Folhas de ferro galvanisado.
--Vende-seum cavjllo : ua cucheira do Xico Tintas erri oleo.'
Meira, na prafajdo capta. 1 Oteo de linhaca.
*1
Armazern de fazenda*
DE
Custodio, Carvalho & Companhia.
BA JM> OIIITIUM) 99

Pec*s de panno de linho fino com 20 varas pelo baratissimo preco de 104 a oeca.
Cambraia adamascada branca peca 3. ~ ? r-V -
>
pe^a
Leociobos para meninos e meninas a 100 rs.
Lencos brancos para algibeira a 22 a duzia.
Toalhas de fusilo de linho duzia 45.
Toalhas adamascadas de linho pelo barato preco de 3*oh508 i cada ama.
Laazinhas de uma s cor pa rjo aupa d em eninos e seoara.

ii mi;
RA DO QUEMADO NUMERO 11
Loja de fazenda* d* Augusto Frederico dos Santos Porto
Chapeos para semaoraa.
Lhegaram de Pars as mais lindas chapelinas e chapeos de palha da Italia para ahora*
Ricas capas e soutembarques de seda preta e casemira de eftr para senhoras
Certes de superior morenlique branco para vestidos de noivas.
Camisas inglezas muilo superiores para homens, peitos, punhos e colarinhos de iinho
Chapeos de seda para cabeca e chapc-os de sol de seda inglezes
Lencos de labyrintbo (raacetes a ii cada um.
Camisas de_ menino muho superiores.
Cortes de laa de barra para vestidos de senhoras dc 1*5 a 18#.
A mesma loja tem o maior e mais superior sortimento de
Este! ras para salas.
Neste estabelecimenloencontrarSoossenhores que precisarera forrar saas salas com esteiras
otda e quatquer quanttdade que desejarem de 4, 5 e 6 palmes de largura, sendo a qualidade muho
superior e por mdico preco.
Na ra do Vinario n. II, escriptorio de M. J.
Ramos e Silva Genros, tem para vender o se-
guinte ;
Superior viuuo do Porta em barrio de 10.
dem idem dem em caixas.
Cera de Lisboa era velas.
Ricos-e elegantes pianos.
Bataneas decimaes.
Algodao da Baha para saceos e roupa de escravo.
Rndese nm relogio
caixa de amarello
com a sua competente
na ra do Rangelo.9.'
Algadao da Baha
para saceos de assacar e ronpa 6> escrato; tea
para vender Antonio Luiz de OTeira Ateredo 4
C, no seu escriptorio ra da Croi n. 1.
Movimento.
Neste novo armazern vende-se o verdadeiro ri-
nho verde da provincia do Minho a 3A800 a caa-
da e rarraft a 500 rs.: na ra da Gscia do ted-
ie n, 50,
1
-v
.1



i (eir 14 4e
Grande liquidado
e fiwndw n laja lo tata, ru da lap ratrii
O, de fiama k Silva.
AcO*sesta saMeeiBerte wnpteamnie sor-
lido do fcuendas inglcu*, francezas, aJleniaes e
suissas, proprias lanto para a praca como par o
mato, prometiendo vender-se mais barato do que
euj outra qualquer parte principalmente sendo etn
ergio e de toda as fazeodas dao-se as amostras
deixando flcar peahor ou maudam-se levar em ca-
sa plos caixeiros da loja do Pavo.
is caitas do Para.
Vendem-se superiores chitas claras e escoras pe-
lo barato prec* de 40 e 280 rs. sendo ti us segu-
ro, di us francezas finas a 310, 340, 300, 400 e
500 rs., o covado, ditas pretas largas e estreius,
riscados escocezes finos a 240 rs. o covado, isto na
loja do Pavo roa da Imperatriz n. 60 de Gama 6
Silva.
As cassas da Pava a 210, 280, 300 e 320 rs.
Vendem-se finissimas cassas persianas cores fi-
las a 320 rs. o covado, ditas francezas milito finas
a 240 e 280 rs., dlUs ingzezas a 240 e 280 rs. o
covado, linissimo organdy matisado com desenhos
miudinho8 a 320 re. o covado, cassas garibaldinas
muiio finas a 320 rs., isto na loja do Pavo ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As laazinhas da eiposirao do Pao.
Vendem-se as mals modernas laazinhas roossan-
bique chegadas 'pelo ultime vapor francez sendo
de tuna s cr ou de listas mindinhas cora 4 pal
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
prego de 50 rs. o covado, diUs entestadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, diUs masadas muito finas a 500 e 400 rs.,
dius mais baratas do que chiU tambem matisadas
a 320 rs. o covado, diUs a Mara Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de urna s cor parda, azul, edr de lyrioe
perola proprias para vestidos, santembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 e iO rs isto s na leja do Pavo, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavo.
Vendem-se finos chales de crepon esUmpados
pelo barato proco de 64, 74, 84, ditos de ponU re-
donda a 74 e 84. ditos pretos ricamente bordados
a retroi com vidrilho a 125, ditos pretos lisos a
54, ditos decores a 44500 e 54, ditos de merino
estampados a 24 e 34, ditos de lia a 14280 e 24,
ditos de retroz prcto para luto a 64, isto na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Pateadas pretas para a qiaresua vende Pavo.
Vende-se grosdenaple preto muito superior a
14600, dito a 14800, 24, 24500, 2480 e 34, mo-
reantique preto muito superior a 34 e 24800, sar-
ja preta hespanhola mofto encorpada a 24, isto na
leja do Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Gama
& Silva.
0 Pavo vende para loto.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
de la sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
pno para vestidos, paletots, rapas etc., pelo bara-
to preco de 24, 24200, 24500 o covado, cassas
pretas lisas, chites pretes largas e estreius, chales
-le merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
comgolhnhas e outros muitos artigos que se ven-
dem por precos razoaveis : na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os corpinhos do Pavo
Vende-se os mais modernos corpinhos de cam-
braia ricamente bordados e enfeiudos a 7 e 85 ;
na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a veludo pelo barato preco de
404, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1004
e 1204 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa-
mento a 10. 15, 20 e 304; ditos de la com lindas
barras a 18 e 154 ; isto na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os pannos do Pavo.
Vende-se panno preto muito superior pelo barato
preco de 24, 24500,34 e 39500, ditos muito finos a
44, 54 e 64, cortes de casemira prela enfesteda a
44, 44300 e 64, casemira preta fina de urna s
largura muito fina a 14800, 24, 24500 e 34, cor-
tes de casemira de cor a 54, 54500 e 64, casemi-
ras entestadas de urna s cor proprias para calca,
paletots, colletes, capas para senhora, roopas para
meninos a -\& e 39500 o covado, isto na loja do
Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
A roupa do Pavo.
Vendem-se paletots de panno preto sobrecasa-
cos fazenda muito boa a 124, ditos muito finos a
164, 20?, 254 e 304, calcas de casemira preta boa
fazenda a 44500,54, 64, 74 e 84, paletots saceos
de panno preto a 74, ditos de casemira de cor a
64 e 74, ditos de alpaca preta, ditos de merino
preto, ditos de brim de cores, calcas de casemira
de cor a 44, 54,64, 74, ditos de memira da
Escossia a 34, ditos de brim pardo a 2450, ditos
de cor a 24 e 25500, ditos brancos muito finos,
sto na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
la e camas pelo barato prego de 94 o par, sendo o
melhor que ha no mercado : na ra da Imperatriz
n. CO, de Gama i Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
prias para cama pelo barato preco de 54 cada nma
na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
.Vs precalas do Pavo.
Vendcm-se as mais lindas precalas que tem viu-
do ao mercado ebegadas pelo ultimo vapor fran-
cez, pelo barato prego de 600 rs. o covado, ditas
de listrinha muito miudinhas proprias para vestidos
e roupas de meninos e meninas pelo lurato prego
de 500 rs. ; s o Pavo ra da Imperatriz n. 60,
loja de Gama c Silva.
Os soutcanfoarques do Pavo a
IOS e 15# sO o Pavo.
Vendem-se os mais lindos souteanbarques que
tem viudo ltimamente de lazinha e caxcraira ri-
camente bordados e enfeitados, cores muito delica-
das pelo barato prego de 104 e 1J'3 ; fazenda esta
que em outras lojas se vendem por 204 c 254, ;
s para liquidar : na loja e armazem do Pavo :
ra da Imperatriz n. GO de Gama i Silva.
4s chitas do Pavo 20-IOO e.
S9SOO ocortr.
Vendemy-e cortes de chita com doze covados |
cada corte, ditos com dez covados a 24400, fazen-
da muito boa, e que nao desbota, s na loja do Pa-
vo tem este peebincha ; a ra da Imperatriz n.
0 de Gama \ Silva.
iLas de urna s cor.
Vendem-se laazinhas de urna s cor, sendo en-
carnada, azul, cinzenta, cor de caf, lirio claro, li-
rio roxo cor de perrtla pelo baratissimo prego de
6W) o covado, fazenda muito fina s o Pavo, i ra
da Imperatriz n. 60 loja e armazem de Gama &
Silva.
Paunn de linho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lenges, toalhas e ceroulas pelo
bacato prego de 640 rs. a vara, bramante de linho
com 10 palmos de largura
monstro com 8 palmos de largura a 14, pecas de
Hamburgo com 20 varas a 94, 104 e 114, pegas de
madapolo fino a 74500, 84, 94 e 104, ditas de
algodozinho a 64, 64500 e 74, e outras multas
faiendas brancas que se vendem muito baratas
atiin de apurar dinheiro : na loja do Pavo ra da
imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
O bramante do Pavo com doze
palmos de largura.
Vende-si bramante de linho puro, muito fino com
doze palmos de largura o melhor e mais largo que
tem vindo ao mercado pelo barato prego de 24800
rs.a vara ; s na loja do Pavo de Gama & Silva,
aua da Imperatriz n. 60.
As precala do Pavao.
Vendem-se as mais lindas precalas qns tem vin-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor francez,
pelo barato preco le 600 r. o covado, ditas de lis-
trinha muito iudinbas proprias para vestido* e
roupas de meninos e meninas pelo barato prego
de 500 rs. : s o Pavo a ra da Imperatriz n. 60,
loje de Gama & Silva.
Os bales do Pavo.
Vendem-se crinolina* ou baldes de 30 arcos un-
- brancos cerno de cores, sendo americanos qu#
' sao os meMieres per se nao qnebrarem a 34500
de :to arcos a 44, ditos de musaeiina eom babadas
44 ditos para menina a 24 e 34 : na loja do Pa-
vo fu da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
O Pavo vende 80
Vendem-se *os mais lindos cortes de vestidos a
Mara Pia, com lindas barpas de seda, sendo cho-
cados pelo ultimo vapor francez pelo barato prego
de 84 cada mn: so na loja do Pavao rna da Impe-
ratriz n. 60, de Gama & Silva.
S-^-8^fe^8&^^
Largo da
'Santa Cruz
numero
12 e 84.

Esquina da
ra do
Sebo n. 12*
e84.
BRILH4NTE AURORA
AURORA BKHHANTE
GRANDES ARMAZENS DE MOLDADOS.
Francisco Jos Fernandos Pires propietario dos armazens de molhados denomina-
dos Brilhante Aurora e Aurora Brilhante, ao largo da Sanu Cruz ns. 12 e 84 (esquina
da ra do Sebo), faz sciente ao respeitavel publico desU eidade e do interior que nos
seus importantes estabelecimentos vender sempre gneros novos e de primeira quali-
dade e vender a todos pelo mesmo prego.
O completo sortimento de todos os gneros finos e grossos que costumam ter outros
estabelecimentos desta ordem se encontraro sempre nos armazens da Brilhante Aurora
e Aurora Brilhanle e sempre em grande escala a vontade dos Srs. compradores.
O proprietario dos armazens Brilhante Aurora e Aurora Brilhante pede a todos os
senhores e senhoras que guando tiverem de mandar snas relages a estes estabelecimen-
tos por seus criados seja em carta fechada ou com grande recommendago a estes arma-
zens, certos de que sero to bem servidos como se viessem pessoalmente.
PARA BEM DE TODOS
FAZE! FAVOR DE LR ESTE ANNUNCIO
da economa domestica que se vai tratar.
0 assumpto importante.
m:s< omtio-*i: vhml
0 verdadeiro e principal armazem de molhados o do
A Brilhanle Aurora e Aurora Brilhante troca qualquer um genero que por acaso
nao agrade erecebe as libras esterlinas a 94,sendo por compra: a tabella de seis gneros
ser mudada todas as semanas.
Amendoas confeitadas parasortes a libra 14- Vinho branco de muito boa qualidade cana-
Manteiga ingleza flor a 800, e 960 rs. I da 44 e garrafa 480 rs.
Dita mais abaixo a 640 e 720 rs. Dito Xerez fino a caada 74500 e garrafa a
Dita franceza nova libra 640 e en barril a 14200.
600 rs i Dito Madeira seca caada 104 e garrafa 24.
Chocolate sant muito novo al4200 a libra. Dito em caias de urna duzia do Porto dos
BAL
Cha perola o melhor que ha ( redondo) a
libra 34200.
Dito dito mais abaixo a 24500 e 24800.
Dito uxira muito fino a 24800 e 34.
Dito hysson superior a 24600 e 24800.
Dito mais abaixo a 24 e 24500.
Dito preto muito fino a 24500.
Dito em massos a 24.
Dito do Rio em latas de 4, 2 e 1 libra a
14500.
Caf de moca superior arroba 104500 e li-
bra 400 rs.
Dito do Rio e do Cear arroba 94500 e libra
320 rs.
Dito mais abaixo arroba 84500 e libra 280.
Barricas com bolachina ingleza ingleza nova
a 34-
Latas com bolachinha de soda de 5 libras '
a 24500.
Dius com ditas sortidas de 2 libras a 14400.
Frascos com ameixas francezas s o frasco
val o dinheiro a 24800 e 34-
Latas com diUs a 14400, 24200 e 44.
Dius com figos de comadre a 14500.
Caixinhas hermticamente lacradas eproprias
para mimo a 24 e 24800.
Caixinhas com ditas a 14, 24500 e 54 de
arroba.
Presunto de Lamego muito novo a libra K6
rs. inteiro e a retalho 600 rs.
Chourigas e paios novos a libra 800 rs.
LaUscom chourigase linguigas novas vin-
das neste vapor com 9 libras por 64500.
melhores autores a 114, 144 e 164.
Garrafas com licor fino francez e portuguez
Ditas com vinho de caj muito claro a 14-
DiUs com mel de abelba puro a 14-
Fraseos com genebra de Hollanda de 2 gar-
rafas a 14-
Dito de urna garrafa a 560 rs.
Dito de laranja verdadeira a 14200.
Duzia de graxa lates grandes a 14.
Caixas com 25 massos de velas de sperma-
cete a 560 rs. a libra.
Ditas maiores a 600, 640 e .720 rs. a libra.
Caixas com urna arroba de velas do Araca-
ly 104500 e libra 400 rs.
Ditas de composigo arroba 104e libra 360
Saceos grandes com farinha de Goianna mui-
to boa a 54500.
IZA.
(9
\ingurm coatestar esta verdade.
A fama far correr esta noticia.
A posteridade bcmdir o nome do Baliza.
A ct u al I da de Batel palmas de ron ten lamento!
Dito de Porto Alegre melhor que de Mari-
beca a 64-
Ditos com milhonovo com 24 caas a 44000
Dito com farello de Lisboa 120 libras a
I 54500.
Dito com arroz de casca a 54500.
Duzia de garrafas de serveja branca e preta
a 54800 e em barricas a 54500.
Arroz do Maranho em sacecs arroba 25000
I e libra 100 rs.
Dito da India e Java arroba 34 e libra 120.
Araruta verdadeira arroba 84 e libra 320
rs., materana.
Gomma do Aracaty para engommar arroba
54 e libra 160 rs.
Pites com peixe ensopado de muites quali- Tapioca ou farinha do Maranho nova libra
dades a
Ditas com ervllhas francezas e portuguezas
a 880 rs.
Ditas com feijao verde francez a 800 rs.
Ditas com massa de tomate novo libra
560 rs.
DiUs com ostras a 720 rs.
uitas com mamullada dos melhores autores
de Lisboa a libra 610 rs.
Potes com musterda franceza preparada a
libra 480 rs.
Frascos com conservas de pepinos, mexides
e azeitonas verde a 14-
Dita dita franceza a 800 rs.
Gigos com trinta e tantas libras de batatas
novas a 34500.
Queijos novos do vapor a 34260 e 34500.
Ditos de prato enplicado a 15.
Dito suisso a 800 rs.
Dito de manteiga do Serid a 800 rs.
Caixas com passas novas de 1 arroba 74,
meia 3-3300 c quarto 24- e libra 480 e
640 rs.
.mendoas com casca a libra 240 rs. c arro-
ba 64-
Nozes libra 160 e arroba 54-
Charutos finos de Simas e dos melhores fa-
bricantes da Babia de 24 a 84 caixas de
100 e 50.
Grozas de caixinhas de palitos do gaz a
24200 e 200 rs. a duzia.
Barris com azeitonas novas a 3, e 44 bar-
ris grandes.
Vassouras do Porto piassava muito seguras
a 400 rs.
izeite iioce francez dos melhores fabrican-
tes caixa 104e agarrafa 14.
Caixas com vinho Bordeaux branco e tinto
S. Julien, S. Eslife e outros a 74500 c
lOrs,
Ervilhas seccas muito novas libra 200 rs.
Sag e sevadinha a 240 rs.
Sevada arroba 342C0 c libra 120 rs.
Graxa de boio 97 a 280 rs.
Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Dito hespanhol verdadeiro a 400 rs. a libra.
Balaios do Porto diversos tamanhos de 320
i a 24.
Capaclios para portas de varias cores a 600,
700 e 800 rs.
Gr3o de bico arroba 44500 e libra 160, rs.
Painco arroba 54500 e libra 200 rs.
Milho alpista arroba 44800 e libra 160 rs.
Azeite doce de Lisboa garrafa a 640 rs.
Vinagre de Lisboa caada 14500 e garrafa
200, 240 e 320 rs.
Massos de palitos de dentes com 20 massi-
nhosa 160 rs.
Tijolos de limpar facas a 160 e 120 rs.
Caixas com 40 cartas de traques a 94500 e
a carta 280 rs.
Resmas de papl al maco pautado a 54.
Uitogreve liso o melhor que ha a 44500.
Dito de peso e pautado a 24500 e 25800.
Garrafoes com 25 garrafas de verdadeira
genebra de Hollanda por 84500.
Azeite de coco garrafa 560 rs. e carrapato
360 e caada 24560.
Caixoes com doce de goiaba a 640,800 e 15,
Toucinho de Lisboa arroba 84500 e libra
320 rs.
Dito de Santos arroba 74 e libra 280 rs.
Molhos com grandes ceblas a 14600.
Cento de dita solta a 14500.
Maocos de alhos a 240, 320 e 400 rs.
Esteirasdo vanas qualidades.
Gordas de poster e de andaime.
Favas da lia de S. Miguel arroba 34200 e
Sem mitras nem coreas para ornar a fachada de seus aun une ios, e as portas do edificio em que habita, o Baliza se
contenta em tomar o seu lugar de honra na vanguarda de todos os homens do progresso.
Sopre embora o maldito Glarim, o sea toque de retirada a marche-marche do desacreditado Progresso; arme a lenda
dos falsos apostlos da sinceridade no tratro, da realidade na pratica dos negocios commerciaes. revele finalmente a sua
grande insobordinacao ftngindo desconhecer os seus superiores, deixando-se ficar sentado, em vez de perfilar-se e fazer a
continencia do estylo, porque o incansavel Baliza sempre fiel ao seu juramento ter continuamente na melhor ordem todo o
seu trem de guerra e no mais complecto movimento, o seu preslimo para bem servir, desde o mais simples camarada at
o mais alto general da primeira classe do ejercito dos seus constantes freguezes.
Entremos na materia:
SENTIDO!
MIBIM DO DA.
Desde a 1.a publicaclo deste annuncio al segundo aviso Manoel Pedro de Mello, proprietario do grande armazem
do Baliza estabelecido ra do Livramento ns. 38 e 38 A vender a todos os seus froguezes.
Cinco por cento menos
que qualquer dos seus amaveis collegas que por menos annunciar. Qualquer objecto que nao chegue a contento dos se-
nhores compradores, pode ser de\olvido anda mesmo pelas pessoas que morarera no centro da provincia.
O dinheiro recebido pelo gener0 que nao agradar ser restituido sem constrangimento algum.
Declaraeo Importante.
falso o boato que tem feito espalhar o soldado soprador da ra do Queimado de que se aclia o Baliza associado
ao armazem Unie Mercantil aberto a ra da Cadeia do bairro do Becife.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
E entre-tanto o Baliza ligueiro.
Ligueiro sim das ideas liberaos dos progressistas de todo o universo aos sentimento mais ntimos de seu coraco.
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.
Vinho do Porto fino em barris de 5" qne ra-! libra 120 rs.
ras vezes appareee por 804 e cin caada a. Copos lapidados para agua c vinho a 34500,
54500 e garrafa a 800 rs. 54800, 64 e 74-
Dito da Figueira puro caada 4-J c 44500 e Ditos lisos para varios precos.
garrafa a 480 e 560 rs. Calix lapidados grandes e pequeos duzia
Dito de Lisboa de boas marcas a 34500 e 3,4 e 54 ; e 400 e 500 rs. cada um.
44 c a carrafa a 410 e 480 rs. Massas para sopa macarro, talharim e ale-
Dito branco proprio de Lisboa caada 5800 tria a 480 rs.
e garrafa 640 rs. Eslrelinha e pevide libra 560 rs.
Cognac verdadeiro a garrafa 13 e 14280. Xaropes de fructas nacionacs a garrafa
Vinho muscatel duzia 104 e garrafa 14. 500 rs.
>E muitos outros gneros que nao possivel men-<
ciona-los todos de primeira qualidade.
A satisfacao da Brilhante Aurora e Aurora Brilhante vender muito embora bara-
to, mas a DINHEIRO.
MOVIMENTO
BAIRRO DO RECIFE, RA DA CADEIA N 50
0 mais novo e o melhor
ARMAZUM IIK UOfillAIIOS
Esquina defronte da ra da Madre de Dos
Antonio da Silva Campos, successor do antigoNascimento defronle do becco Largo, bem co-
nhecido j nesta praca, acaba de transferir o seu estebeleciniento para a casa cima indicada, onde
os seos benvolos amigos e freguezes, bem como o respeitavel publico em peral encontraro o mais
variado, escolhido e melhor sortimento de molhados, a par do aceio, elegancia e bom rgimen do esta-
belecimento.
O annnnciante, tendo feito urna complete reforma no tocante a casa e gneros, possuindo bons
correspondentes na Europa para remessas de conta propria, acha-se convencido que merecer a pro-
tpcfo de todos os amigos do bom e barato, a qual desde j reclama, asseverando-lhes que jamis des-
merecer a coiifianca cora que se dignarem de o honrar.
Em resumo, visite o respeitavel publico o novo e superior armazem Movimento, compre-lhe al-
guns gneros, e entao ficar convencido da realidade do presente aviso, verificando por si mesmo que
nenhum outro estabelecimento o serve melhor que este, seja em commodidade de presos, agrado e
delicadeza, ou legalidade de pesos e medidas.
Finalmente, todas e quaesquer garantas que estabelecimentos idnticos teem offerecido aos
concorrente?, sero mantidas neste em grao maior.
LIQIDACl(r
AGENCU
DA
FNDICAO DE L0W-M00B.
Rna da Senzalla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos o
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
rw


Dcscobertasc aventuras dos ma-
res e regies polares.
Na livraria econmica, ra do Crespo n. 3, se
acham a venda o 5o e 6o volumos da obraDeseo-
bertas e aventuras dos mares e regioes polares,
traduzida do inglez pelo Io tenente da armada Cola-
tino Marques de Souza._____________________
Nacocheira do paleo do Paraizo n. 26 existe
um cabriolet venda.______________________
O WIV4L
hua do Qoeimado n. 49 e 55 esta
acabando a pecuiacha.
Pe#is de bico com 10 varas
a 200 rs.
Feijao a 1
Vendro-se saceos com 22 cutas de feijao mulali-
nho e rajado : na ra da Madre de Dos ns. 5 e 9-
Ferros para ourives.
Na ra larga do Rosario n. 24, loja de ourives,
vendem-se todos o ferros e nteneilioe de ourives.
At o,ue ettegou
om grande sortimento de bico e renda preta de
novo modelo chamado (guipo) o melhor que se
pode desejar neste artigo e que se vende muito ba-
rate : na loja do gallo vigilante ra do Crespo
hL_______________________
f1| liagnlcas e carae W
serto.
Vende-se na uberna de B. S. Coste, pateo do
Paraizo n. 16, oitio para a roa da Florentina.
novo efarellf.
Vende-se milho novo e farello por prego mais
commodo do que em outra qualquer parte : no
armazem de Joaquim Francisco de Alem, no Forte
do Mallos._____________________________
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz da melhor qualidade a 12)5
a lata e em lotes de 10 latas para cima se
far abatnenlo. no armazem do Caes do
Ramos n. 18 e ra do Trapiche Novo nu-
mero 8._____________________________
Farinha de mandioca superior
i em saceos grandes : vende Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo & C, no seo escriptorio ra da Cruz
numero 1._______________________________
Charutos de Havana
de superior qualidade vendem-se em casa
de Schafleitlin & C, ra da Cruz n. 42.
Cal de Lisboa e petassa da
Itiissia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recite n. 26, para
onde se mudou o amigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a prego mais barato do que
aru tqualquer, parte.
Vende-se urna urna dejaearand para depo-
sito de ossos : na roa da Imperatriz, loja de mar-
cineiro n. 25.
Ceblas a 1 i o cento : vender no armazem
de Paulo Lopes. ________^_
Ra a Seualla Ra*aft. 4tr
f NesteestabelecimentoTendeinHiertichasde
ierro coado libra a 110 rs., idem de Lo*
Moor Ubra a 120 re.
MAZEM CONSERVATIVO
23Largo do Terco-23.
Joaquim Simo dos Santos tendo de se retirar est resolvido a liquidar e fazer urna grande
vantagem a quem seu armazem frequentar, e vender por menos do que outro qualquer annunciante,
para isso tem um vanujoso sortimento unto neste armazem como fra e para melhor servir o publico
o annunciante scientiflca aos seus freguezes que tem frequentado este estabelecimento que de
hora em diante terao a vantagem de 10 a 20 por cento menos que compraram em outra poca pelo
seu prompto pagamento.
Attenco.
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Caf do Rio de primeira e segunda sorte a 270 e
300 rs.
Arroz pilado a 80 e 100 rs. a libra e 2^400 e 3$
a arroba.
Milho alpista limpo a 170 rs. a libra e 4^800 a
arroba.
Toucinho de Santos e Lisboa a 240 e 280 rs. a libra.
Passas de carnada a 500 rs. a libra c 105 a caixa.
Azeite doce de Lisboa lino a 640 rs. a garrafa e
4,1800 a ranada.
Dito de carrapato a 320 rs. a garrafa e 2240 a
caada.
Massas para sopa aletria, macarro e talharim a
480 rs. a libra e lOj a caixa.
Chouricas as mais novas a 800 rs. a libra.
Charutos em macos de 30 a 63 o milheiro e a
640 rs. o cento.
PLVORA.
Vende-se em barril por menee do mw m ootra
qnalaner parte, para fechar eonu : no arnaaem,
de JA. Moreira Das, ra da Cruz n. 26, onde en- j
contrario as amostras.
Dito em caixa da Bahia dos melhores fabricantes
de 15200, 25400 35 e 45.
Phosphoros do gaz vindo de conta groza 25300.
Manteiga franceza a 600 e iVtrs. a libra.
Dita ingleza flor a 800 e 900 rs. a libra.
Biscoutos e bolachinhas de soda a 15300 e 25.
Vinho do Porto engarrafado a 800 rs., garante-se a
superior qualidade.
Dito em pipa Figueira das marcas mais bem co-
nocidas a 300 rs. a garrafa e caada 35800
e 35500.
Dito de Lisboa especial para negocio a 360, 400 e
440 a garrafa e em caada faz-se abatimento.
Dito branco proprio para missa a 640 e 600 a gar-
rafa e em caada a 55 e 35500.
Bolachinha americana a 200 rs. a libra e em bar-
rlea ha grande abatmento._______^^
Borzeguins para senhoras e meninas a 15200,
sapaios de marroquim com salto a 15, obras fran-
cezas, sapatos de borracha a 640, tamanco3 a 400
rs., tanto para homem como para senhors: ns ro
dos Quarteis n. 22 junto a loja de funileiro.
GAZ GAZ GtZ
Superior qualidade
Lata de um, dous e ciacogales
Na roa do Apollo n. 2.
Sitia venia-
Vende-se ou permnta-se por predios neste eida-
de um dos melbores sitios dos Afllictos com excel-
lente casa de vivenda, constendo de 7 salas, 8
Murtas, grande estribara, cocheira para 4 carros,
iaii eaqimhai da agua poUveJ, duas baixas de
caplnv innmeros arvoredos de fructo, e pasto
para 8 vaccas: quem o pretender, dirija-se a rna
do Queimado, loja de terrjeos n. 33, que achara
com quem tratar.
ESCBAVOS FGIDOS.
F uglo
hontem 6 do crreme, da casa de seu senhor, o
cabra de nome Paulino, marcado de boxigas, bai-
xo, corpo regular, visus baixas, sanio de manhaa,
levando comsigo camisa de riscado e calca escura :
pede-se aos senhores capites de campo ou qual-
quer nessoa que o pegar, leva-lo ra do Crespo
n. 5, loja de Marcelino & C, que se gratificar.
ATTENCliO
Acha-se fgido o escravo de nome Faustino, de
idade 40 annos, pouco mais ou menos, cor fula, al-
ura regular, grosso do corno, bem espadado, bar-
bado, e j com alguns cabellos brancos na barba,
bracos e pernas grossas e basunte cabelludas, ten-
do as pernas arqueadas, porm nao mono, costu-
ma andar em sambas, e as vezes embnaga-se bas-
tante por gosur muito de beber : portanto roga-
se s autoridades policiaes desU e das provincias
iimitropbf s, que o tacara apprehender e leva-lo a
seu senhor o major Antonio da Silva Gusmo, na
ra Imperial, assim como roga-se aos capites de
campo a apprehenso do dito escravo, que sero
bem gratificados.
No dia 8 do corrente fugio do abaixo assignado
o preto de nome Antenio, com os signaos segra-
te : crioulo. de idade de 40 annos, altara regular,
desdenudo, barba feiu, nariz chato, pescoco cur-
to, um tanto inclinado para a frente, urna marca de
ferida no estomago, ps grossos, e as costas mar-
cas de chicote, tem cicatrizes as ranellas, em nma
das mos dos dedos nao os pode abrir, levou ves-
tido caiga parda, paletot preto j velhe, camisa
branca, sendo urna de abertura bordada, e 2 pares
de caigas, nma branca e outra parda, 1 cobertor,
sendo metade de estopa* a entra de algodo ; foi
encontrado na estrada; do- Peres : roga-se s auto-
ridades policiaes on capites de campo de o appre-
header e levar roa da Imperatriz n. 80, que so-
rao recompensados.
Francisco J06 Goncalves da Stlva.


\- -
s
.rinde
LITTERTRA.
A F1L.UA DO DOITOR M*. RO
Romance original de CamHlo Castelh Branro.
fCoDtiiHiacao.)
XM
A tentativa da cura pela religio foi inefflcaz. O
medico era niuito novo, e o doente muito velho.
Careciam de ung.lo e gravidade as palavras apost-
licas dii Antouio da Silveira : faltava-lhe a mages-
tade das car.s e a magnificencia impressiva das
vestes sacerdotaes. Porm, a mais conslderavel
deficiencia era a do espirito obsccado do Dr. Ne-
gro : eram cncoenla c tantos annos de indifleren-
ga religiosa, ou, anda prior, de menosprogo phi-
|OSOplllCO.
Certificam pios escriptores e narradores que urna
grande cataslrophe moral tem bastado a reduzir
f coraroes empedernidos pela impiedade. Conve-
nto) na veracidade destes admiraveis triumphos de
religio; todava, ouso cerlilicar que ha impos lo
refractarios, ou to entranhadamente impos, que
assoberbados pelas angustias, inferem dellas a con.
firmago de sua impiedade. Fallarem-lhes em re-
ligue, quando o ar da vida Ibes falta aucia do
peito, cscalavrarem-lbes a chaga. Da parte
delles esta o demonio, que uin cerrado argu-
mentador as vezes, como ponderam grandes
santos.
O consolador piedoso diz ao impo inconsolavel
Conforme-se, que a dr um legado commum.
Acceite esso calix em descont dos seus peccados.
Considere e veja qne nao ha virtuoso sera penas
Como nao ha de senti-las quem procedeu iniqua-
niente ? >
0 demonio move a lingua doimpio, e responde:
< Eu conliero duas duzias de infames, a qual mais
contente e feliz. Alguns sobreexcedem a protervia
dos outros, ostentaudo a sua falsa religio. Se ha
Deus, a impiedade deve oteude-lo mas a hypocri-
sia um accrescunto de escarneo offens*. E os
impostores da fe, se nao chegam primeiro balisa
da prosperidade cubicada, chegam ao mesmo lem-
po que os affoutos do seu despejo e desdem dos
preceilos socaes. O desastre de um ladro inex-
perto nao prov que a Providencia castigou os tre-
zentos ladroes prosperados. A queda de um per-
vertedor de mulheres, varado pela bala de um pae
ou de um irmo, nao implica impunidade de cen-
tenares de perversos, que fechara o curso da vida
afortunada com a morte socegada do jnsto; e,
guando Deus e os jornalistas querem, com urna ne-
crologa era que decretada ao morto a immorta-
lidade da virtude. A perdido de urna adultera
nao impecc que milbares de adulteras se gozem do
crime e da impunidade.
Aqu retiramos a palavra ao demonio. Seria o
maldito capaz de tomar conta do romance, e leva-lo
ao Gm de um jacio, deixando a ver-se em cada ca-
pitulo, como usa em todas as obras delle, um pello
da sua hedionda cauda-castigo justo, e advertencia
gente para que nao possamos allegar igno-
rancia.
E' preciso, porm, responder ao desmoralisador,
que nos faz discursos daquella amostra pela bocea
das sumraidades Iliterarias. Quando elle se abor-
rece de endiabrar o espirito dos romancistas, ven-
dedores a retalho da peconha, entra no corpo dos
philosophos, de certos plulosophos resabiados dos
mestres francezes do grande seculo, e nestes que
o expulso da gloria armazena a corrupcao por ata-
cado. Um impio, que elaborou a sua certeza do
nada alm da campa consultando os orculos da
philosopha, nao ha desgraga que o derrube, nem
sciencia que o desanda do plano indinado. Km
assim e r. Negro : era daquelle theor, que flca
estampado, a sua dialctica em ce ntroversia com
Antonio da Silveira, salvo o concernente ajornalis-
(as e necrologas que as nao bavia ento.
O transmontano, mais religioso de coraco que
do estudo, replicou ao atheu confesso que a hypo-
crisia era urna mascara tao intil, que todos a ar.
rancavam da cara do impostor.
Que a sociedade multas vezes era injusta, acoj-
inando de hypocrita o hornera ajoelhado cora fer-
vores de infeliz, e tal vez era agonas de remorso,
dianle do altar, feito pedra de escndalo para os
julgadores das conscieucias.
Que a ostensiva impunidade de um malfeilor nao
induza nogago da Providencia ; porque ha tor-
turas recnditas, incoerciveis ao nosso alcance ; e
porque ha uus exteriores de contentamento, seme-
lhantes aos lagos lmpidos, em cuja vasa lodacenta
se revolvem es crocodilos.
Que a hora da expiagao do criminoso nao sa
puntualmente quando apuramos o ouvido a escuta-
ia. Que o considerar bonancosa e repousada a
morte do machioador de dasgragas, urna absur-
deza que implica a estupida negago do sentmento
do bem, implantado pelo Creador em todas as
almas.
Que o incrdulo acaba tranquillo, se viveu se-
gundo as leis da justica ; mas que o religioso mor-
re atormentado dos pavores de outra existencia, se
a sua religio e nao enfriou nos impetos da sua
peryersdade : porque ha urna incredulidade que
nao lesa a virtude, e ha urna religio que nao im-
pece ao vicio.
Que, finalmente, a divina Providencia, quando
aggravava a um padceme o peso da sua cruz, nao
dava a raziio da sua raaneira de castigar os mus
qne se nos antolhara des opprimidos de algura gr-
vame.
O Dr. Negro, ouvidas as razoes do candido evan-
gelisador, sorriu-se c raurraurou :
E' fcil cousa ser missionario, quando se nao
desgra$ado.
Antonio absteve-se de redargir. Esta razao fi-
nal do enfermo, dita n'um tom de apiedar a mise-
ricordia do cu, commoveu-o. Verdadeiramente
aquelle sentir s os grandes infelzes o experimen-
taran!.
Como quer que seja, o espirito de Francisco Al-
pedrnba aquietouse algura tanto. As febres eram
mais espagadas, e os exasperos menos frequentes.
Antonio da Silveira fallava-lhe da llha, estimulan-
do-o a cbora-la. Se a provocago atlrahia vocife-
ragoes rancorosas, o mogo escutava-as sem contra-
ra-las. No decurso de alguns das, as irritabilida-
des erara frouxas e momentneas. Nao vingra a
cathechese religiosa o que a natureza ia consegua-
do. Porque nao ? A natureza o altar; a religio
o sacerdote. Deus l est para adorar-se sob o
seu docel de estrellas. Mas que os iucensos nao
vaporem na ara santssima: que tem isso? E'sem-
pre Deus. E sempre a natureza que influe os bl-
samos das amphoras divinas no seio dolente do fi-
Iho bom e do filho desamoravel.
Silveira assisliu ao enfermo durante dous mezes
de morosa convalescenca. Por si e seus conbecidos
despersuadia o boato crreme da demencia ou pr-
ximo fim do doutor Negro. Os velhos amigos do
bomem, ameacado pelo menos de pobreza, sum-
ram-se naquellas nveos de qoe falla Ovidio nos
yersos Ponte eris ftlix, etc. (!)
(i) Amtgot... ttrt muitos, se s ditoso,
Ennublou-uottuceul eis-lesotinho.
Poosard, na comedia .l'Honnear et l'Argent
traduziu cora mais subida elegancia os dous sabi-
dos versos do poeta expatriado:
Temiam-se de serem importunados para costev um paiz tao tasto como o nosso um systema do vas
rem as despeas do enfermo,oa ampararem depois de ce-mmunieagao as proporgoes desejaveis.
a viuva. Aqualfe* que se haviara cotado pata os Entre as naedes cuja institnqees pod0m serrir-
seis mi! cruzados da compra, inJwstimnn ciada pelo echo de Cicero, deram gragas boa r- promovr,, quanto est ao sen canee, as grandes
luna que malogrou o emprego de um capital im- empremle utidade publica. Os particulares
productivo, perdido talvez; eprotestaram de saltar associamsee renem os seus captaes, a fim de
a sua nimia bondade dos azares supervenientes. faze-tos fructificar no seu interosse proprio, e para
O proprio rhetorico nao voltou a casa do doutor, era' o adiantamento do paiz.
consequencia de lhe terem l abalado os respirado-
ros da lalinidade.
Foi o espirito de associago quem elevou a Ingla-
terra ao gra de riquMa e de prosperidade que
J a razao do doutor Negro fe ia aclarando o bas hoje aprsenla, e que desde muito collocou a na-
lante para ver a solido em que o deixavara osami- gao igleza frente da Europa no raovimento in-
gos. Quando nisto pensava, vidravam-se-lhe de' dustrial.
lagrimas os olhos; e, se Antonio da Silveira estawj a n! espirito hereditario que os seus filhos
alL chamava-o para perto, pedia-lhe a mo, e con- 'aa America deveram esse progresso espantoso, que
vnkampnle Ih'a anprtav d7pndn enlre snlurns '. _s- ..__.___i______.:...,a. i.... ..
vulsamente Ib'a apertava, dizendo entre solugos:
Que dos meus amigos ? Que dos homens
a quem eu serv gratuitamente vinte annos ? Onde
esto uos poneos que me chamavam o salvador das
suas fortunas e honras ? Accaso, minha mulher
pedera esmola a algum ? De certo nao, que eu te-
pz urna nacao constituida no principio desta se
culo de par em poder e em riqueza com as mais
adiantadas das antigs naroes do mundo.
Em Franca a proteegao que o governo tera pres-
tado s companhias fundadas para fins de utida-
de publica, (em concorrido com a actividade e a
nho mandado vender as minhas pratas, as joias nteiligencia do povo francez para leva-lo a recu
que erara de minha me, e haviara de ser de mi-
nha filha. Amanha venderei os livros, depois es-
te leito, depois o ultimo farrapo desta casa; mas
nao pedrei favor a ningnem, porque, morto eu, nao
havera quem o pague.
A que vem aqu a morte ? interrompeu An-
tonio da Silveira.Muita vida c o que nos quere-
perar em poucos annos o lempo perdido durante
as agilages polticas.
A Blgica, paiz pequeo e de poucos recursos
naturaes. demonstra pela abundancia e excelen-
cia de suas manufacturas, como sao fructferas as
assoclacoes ndustriaes. Ella tem por divisa
I 'unin fait la forc, e os Belgas sabem mu
mos para vermos que amigos tornara depois. E' um, bem cumprir o programraa de ideas progresistas
espectculo digno de ser visto, e, sem a vida, per- resumido nessa bella mxima.
de-se o bello quadro decostumes. Merece o incom-
modo de viver um caso destes.
Vale bem a pena morrer n'um mundo assim I
emendou o doutor.
O Brasil j deve alguns melboramentos raate-
riaes companhias que ahi se tm formado. Pro-
gridam e multipliquem-se essas companhias sob
o influxo benfico e auxiliador do governo, e em
Eram corridos vinte e cinco dias depois da fuga'mc0 tmp0 es?e vast0 imperi ^er ^J""'
de Albertina, quando Francisco Simoes recebeu a se em ,ndas,r,a e c as naoes "
seguinte carta, escripta na Corunha : ina's aman,a(las-
t Meu pae.Eu sou feliz. Lerabra-me as suas
palavras, quando eu era menina : tVer-te-he eu
mulher e feliz, minha filha? Deus permita que
. eu lhe possa dizer que o sou... Menti, mentiu o' aperfeicoamento attingido, um pequeo modelo da
Locomotivas.
A exposicao internacional apresenta, ao lado
das locomotivas modernas no estado do maior
meu coraejio. Falla
meu querido pae.
minha felicidade a sua,
Estou casada com Joao Chrysostorae desde o
o faria se sahisse dos bracos de meu pae, e re-
cebesse da mo de minha mae na fronte a cora
de pureza. Adoro meu marido, porque elle me
estremeceu como a irma at a hora em que o
sacerdote nos dsse que Deus e os homens aben-
cavara a nossa un i.lo.
locomotiva Rockt construida pelo illustreen
genheiro Bobert Stephenson.
O concurso de 1829, excitando a emulaco dos
fabricantes inglezes, dera, como seu melhor resul-
d3daa?nHafUgadfB^beUa- f^"16' tado,essa locomotiva, cujas qualidades extraordi
dando gracas ao Senhor no altar do templo, como
narias naquella poca resol veram a adopfo da
traego per raeio do vapor na estrada de ferro de
Liverpool Mancbester, e levaram a companhia
que a construir a conferir o premio do concurso
ao eugenheiro Robert Stephenson.
Desse primeiro typo de locomotiva de grande
velocidade s machinas modernas apresenladas na
De Vigo, onde nos casamos, sabimos para a
Corunha, dous dias depois. A nossa subsisten-' exPos,ao ba nm "rterra,l de 33 annos. durant
. cia depende do trabalbo. Soubemos que urna i quaes os esforos do tlent0 de milharesde
familia Ilustre precisava de urna mestra de pia- ibomeas K appl'caram ao aperfeicoamento desses
t no. Vim offerecer o que sei desta prenda, que en6ennos. 1aa ^encendo as distancias com ve-
devo disvelada educacaoque meu pae me'deu. i,ocidade inaudita, proporcionaram industria
t Acceiurara-me com bom ordenado. Felizmente, e ao comraercio novos instrumentos de pro-
i na mesma casa ha meninos que aprendem a lin-
gua franceza. Joao Chrysostomo o raestre, e
ganha tanto como eu. J nos sobeja ao necessa-
t rio, bemdita seja a estrella que nos guiou I
c A nossa alegra turbada pelo desprazer do
c edio de meu pae. Falta-nos a sua amisade: nao
gresso.
A locomotiva Rocket do Stephenson con-
seguir arrastar urna carga de 16 toneladas m-
tricas com a velocidade de 23 1|2 kilmetros por
hora, resultado ento admirado que excedeu
s exigencias do programraa do concurso, e a col-
Ihe pedimos mais nada; e se islo demasiado locou cima de todas as locomotivas at entao fa-
rogar, d-nos o seu perdo, que nos, com o tem-
< po, lhe mereceremos a est ma.
< Beijamos a sua mo e a de minha me. A li-
< beralidade divina os encha de alegras, e da cari-
< dade que d a felicidade a quem perdoa. Sua ii-
< Iha extremosaAlbertina.
O doutor Negro recusara ler a carta. Foi Anto-
nio da Silveira que a leu, resistindo s frequen-
tes investidas que o velho tez no proposito de ras-
ga-la.
Concluida a leitura, o doutor estorcegou os dedos
e exclamou:
A irona sobre a afronta!... o escarneo de-
pois do insulto!...
Nem irona, nem affronta!... disse Silveira.
Nao ha dizer mais humilde nem singello. Onde v
V. S. o escarneo nesta caria supplicante I
Onde vejo o escarneo ? D-me parte do seu
casamento 1 Que ultrage I...
Se ella lhe dsse parte da sua deshonra, que
nome daria V. S. ao descaramento ? redarguiu o
transmontano.
Nao sei I bradou o doutor Negro.Deixemo-
nos de argumentarles especiosas. Tire-rae essa
carta de diante dos olhos, e se nao se peja de escre-
ver a essa perdida, que foi minha filha, diga -lhe
que me nao insulte, que nao cuspa no rosto de um
moribundo !
Antonio da Silveira guardou a carta, e calou-se.
Naquelle mesmo da escreveu a Albertina, rela-
tando o mnimo do effeito da sua carta ao pae.
Aconselhava-a delicadamente a reservar para mais
tarde as suas solicitagoes de perdo e amisade. Fal-
lava-lhe do estado anda oscllante da razao de seu
pae, e admoestava-a a nao contribuir, involuntaria-
mente anda, para o exaspero do mal. Dava-lbe
os emboras da sua felicidade, e dizia que era de es-
perar nunca outro sentmento viesse desluzir as
venturas presentemente gosadas.
Albertina, digamos a leal verdade, pungiu-se
medianamente no tocante ao despreso em que o
pae a tinha mas doeu-se do receio da loucura
manifestado por Antonio da Silveira. Carpiu o in-
fortunio de sua me, se o pae morresse ; e o des-
amparo de ambos, se a demencia o inutilisasse para
o trabalbo.
Joo Chrysostomo enchugou-lhe as lagrimas, as-
severando que os lucros de ambos sobejavam
parca e decente sustentago de quatro pessoas, e
acrescenlou :
Assim que eu poder pagar ao nosso amigo
Chaves as cenlo e cincoenta moedas, fleo desemba-
rcado para maiores despezas. Se nao fossem as
vinte que me cuslou a passagem do rio, e as trinla
empregadas na mibilia.o desta casa, j hoje me
desempenharia.
Mas nao tei std, observou Albertina sorrindo
as minhas cinrrenti moedas da prenda do casa
memo? Erapre:t0-is ati.queres? Depois m'asir8
pagando em prestagSes com o pequenissimo juro
de um beijo. Est contratado?
Est, reepondeu Chrysostomo antecipando o
juro de todas as prestaeoes imaginaveis.Vou pro
curar o negociante para a transferencia do dlnhei-
ro. Eocarregamos o nosso bom Silveira de rece-
ber no Porto a quantia, e ao mesmo tempo escrevo
a Agostinbo Jos Chaves para que v recebe-la. E,
ajuntou com vehemente alegra, nao temos divi-
das comecamos a viver exclusivamente do nosso
trabalho.
(Continuar-te-ha.)
i:\posl^5o Internacional de
Londres en I8S*.
Relatobio do material de estradas de ferro,
PELO BACHAREL ANTONIO PeREIRA REBOUgAS, 1.
TENENTE D8 CORPO DE KNGBNHEIBOS.
(Continuarlo).
Smente com os limitados recursos do Estado,
que tem de occorrsr a milhares de necessidades de
bricadas.
Hoje as locomotivas express, que puxam os trens
de viajantes as grandes linhas da Europa, arras-
tam 90 toneladas, vencendo 70 e 80 kilmetros por
hora, e as possantes machinas de mercadorias do
systema Engerth puxam trens de 450 toneladas,
andando 25 kilmetros por hora I
E' esse o progresso realisado na locomogao va-
por depois do sua nrencao c om verdade, pare-
ce que, quanto velocidade e a torca de traego,
a locomotiva tem j alcanzado os limites consen-
taneos com as condieoes das estradas de ferro ac-
tuaes, e com outras causas particulares que in-
flue m no mov ment dos trens.
Assim que a exposicao internacional nao apre.
senta locomotivas superiores em poder e em velo-
cidade as que se acham em uso desde 1851.
O que se nota as machiuas expostas sao aper-
feicoamentos de outra ordem, tendo por fim aug-
mentar a sua durarlo, e tornar mais econmico o
seu custeio. Taes sao : o extenso emprego do
ac fundido e forjado, em lugar ao ferro batido,
nos eixos, as molduras das rodas, as hastes dos
mbolos, e em muitas outras pegas sujeitas a gran-
des esforcos ou a forte attrito ; a substituido qua-
si geral do carvao de pedra em lugar do coke co-
mo combuslivel, e a utilisago mais proveitosa de
todos os seus elementos calorficos pelo omprego
de apparelhos fumvoros.
Em lugar de trataren) de obter maior velocida-
de e forga de traego augmentando o dimetro das
rodas motoras, ou as dimensoes da caldeira para
dar-lhe maior superficie de aquecimento, os fabri-
cantes procuraram tirar maior effeito til do va-
por, empregando-o to desprovido d'agua quanto
osse pessivel, e alguns, para seguraren) esse re-
sultado, ajuntaram s locomotivas apparelhos es-
peciaes, onde o vapor deseccado e snperaque-
cido.
E' grande o numero das locomotivas que con-
correram na presente exposigao. Todas as na-
ges, que cultivam o trabalho do ferro, apresen-
tarara bellos especimens, dando prova de seu
adiantamento na construegao dessas machinas.
Os principaes fabricantes inglezes, porfiando
em mostrar os productos de suas manufacturas,
vieram tambera abrilhaniar com amostras de seu
progresso esse concurso industrial, para o qual a
Inglaterra convidara todas as nagoes do mundo.
Os fabricantes estrangeiros responderam ben-
volos ao seu appello ; e anda que alguns recuas-
sera diante das muitas difficuldades do transporte
de tao pesadas machinas, os que comparecern]
exhibirn) productos dignos de competirem com os
das officinas inglezas.
Das 17 locomotivas expostas, 8 pertencem In-
glaterra, 3 Franga, 2 ao Zolvereio, 2 Austria,
1 a Blgica e 1 Italia.
Os fabricantes inglezes que expozeram forara :
Sharp, Stewart & Comp., Fairbairn & Sons, Beyer,
Peacock & Comp., de Manchester ; Armstrong 4
Comp., de Newcastle-on-Tyne ; e Neilson 4 Comp.,
de Glasgow, apresentando todos machinas exced-
ientes, quer por suas boas disposigoes, quer pela
execugo esmerada de todas as suas partes. Tres
companhias de estradas de ferro inglezas enviaram
tarabem locomotivas construidas era suas officinas,
rivalisando, tanto pela bondade de arranjo como
de mi d'obra, com as das fabricas particulares.
Nenhuma das locomotivas inglezas aprsenla
condigoes peculiares que possam caracterisar um
novo typo. Todas tm a forma e a estructura das
machinas, ha dez annos em uso as estradas de
ferro da Europa.
Os afamad fabricantes Sharp, Stewart 4 Comp-
e Fairbairn d Sons, de Manchester, exhibiram 2
possantes locomotivas de mercadorias, tendo am-
bas o mesmo aspecto e as mesmas disposigoes ge-
raes.
Os crllndro sao inferiores, assim como todo o
sua adminstrago, nao ser fcil estabelecer em
He*r*tx, vous trouveres des amitts sant nombre, machinismo qne serve para a distribuigao do va-
ifais vous rtstertz senl, si le temps iexient sombre, por nos cylndros.
O caxilqo da machina {chfatis framt) passa #or
fra das rodas, e asienta pot' intermedio das mo-
las sobre caixas de unto (boit's' graitse, axlebro-!
*e) exteriores, envolvendo as extremidades dos j
eixos. Como os 3 eixos de qualquer das 2 loco-'
motivas sao emparentados por mel de barras de:
junego (bielles d'accouplement, coupling roisj, ca-1
da nm delles traz no seu extremo manivellas a que!
sao articuladas essas barras.
Em ambas as machinas o tubo que conduz o va-
por da caldeira aos cylindros vae tmalo em um1
zimborio de boa altura cojiocado prximamente no
raeio do corpo cylindrico da locomotiva. Esta
a dsposgo geralmente adoptada em todas as ma-1
chinas exposlas.e a que tem dado melhores resul- j
tados sob o ponto de vista de recolher-se o vaper!
sent quanto possivel de agua em estado liquido, j
O systema de tomada de vapor (frise de vapeur)
das machinas Crampton, que estove muito em vo-1
ga por algum tempo, est hoje quasi abandonado.
O tubo fendido collocado na parte superior da cal- (
deira, principal orgo desse systema, fieava mes-
no as caldeiras as mais espagosas, muito perto da |
superficie de evaporago, de sorte que recolhia de
mistura cora o vapor gottas d'agua projectadas pe-
lo raovimento de ebuligo.
Voltou-se, portanto, a collocar o apparelho de
tomada de vapor em posicao elevada cima da su-
perficie de evaporage ; sendo disposto ordinaria-
mente em um zimborio, que de preferencia si-
tuado no centro do corpo cylindrico da machina.
Collocado o zimborio sobre a parte posterior,
tomado o vapor perto da fornalha, onde a ebuligo
muito tumultuosa o produz muitocarregado d'agua.
Disposto perto da cbamin, a maior quantidade de
vapor que se desenvolve as proximidades da for-
nalha tem de passar sobre a superficie de evapo-
rago para chegar ao apparelho de tomada de va-
por e nesse trajelo acarreta muitas gotas d'agua
levantadas pela ebuligo.
Os cylindros interiores, como tm as machinas
qoe estamos examinando, trazcm a necessidade de
eixos de dupla manivella (essieux coudrs, crank-
axles.) Apezardas grandes dimensoes que Ihes
davam, os eixos dessa forma fetos de ferro forja-
do, por mais cuidadosa que fosse a sua fabricagao,
eram muito sujeitos a quebrarem-se, e raras vezes
podiam effectuar um servigo de mais de 100,000
kilmetros.
Hoje empregam-se exclusivamente eixos de du-
pla manivella de ago fundido e forjado, cuja soli-
dez Ihes garante um servigo mais seguro e mais
duradouro. Estes eixos, a principio muito caros,
tem baixado de prego depois da generalisagao do
fabrico em grande do ago fundido e sao hoje de
uso muito extenso as locomotivas de mercadorias
as quaes ha prevalecido o emprego dos cylindros
interiores.
as machinas de viajantes a applicagao dos ei-
xos de duas manivellas muito restricta ; sendo
para temer que anda os de ago nao possam resis-
tir por muito tempo aos esforgos extraordinarios
que nelles exerce o raovimento rpido de seu ma
chinisrao.
A locomotiva de Sharp Stewart tem urna forna
Iha fumvora do systema de Mr. Cudworth, com o
fim de consumir carvao de pedra natural. O inte-
rior dessa fornalha dividido em dous compart
memos por urna caixa estreita, formando um aque-
cedor (bouleur, boiler-case) longitudinal, que, rei-
nando em toda a altura da fornalha, tem perto da
placa tubular urna sologao de continuidade pela qual
os dous compartimentos eslo em communicago.
Sobre a porta da fornalha ha registros que servem
para a admisslo do ar. A grelha inclinada e
dessa circunstancia resulla que o combustivel em
brasa corre para o fundo, e que o novo se amonta
perto da porta. Sendo vasta a fornalha, e havendo
nella abundancia de ar, os gazes distillados do car-
vao se consomem quasi inteiramenle. pois, forman-
do-se perto da porta, tm de passar sobre o com-
bustivel incandescente para irem entrar nos tubos
da caldeira. Eotretanlo, quando urna nova carga
de combuslivel produz em um dos compartimentos
muita umaga, no movimenio ascendente para en-
trar nos tubos, vae ella misturarse com a chamma
oxygenada, que se escapa do outro compartimento,
onde a combusto est em plena actividade, porque
se tem a precaugo de nao renovar ao mesrao tem-
po o carvao as duas divisoes da fornalha.
Tanto a machina de Sharp Slewart, como a do
Fairbairn, pelas proporgoes de seus orgaos moto-
res, sao proprias para a traego de pesados trens
de mercadorias com velocidade relativamente gran-
de para semelhante servigo. Pela distancia de suas
rodas extremas, e pela invariabilidade de posigo
de seus eixos, procedeHdo de suajunegao, nao sao
apropriadas essas locomotivas para estradas com
curvas de pequeo raio ; mas somente para as que
sao tragadas as condigoes favoraveis da general-
dade das linhas frreas da Inglaterra.
Os fabricantes Beyer, Peacok & C, de Manches-
ter, expozeram urna machina de viajantes construi-
da para os caminhos de ferro de Portugal. Essa
machina de execugo muito esmerada, tem as ro-
das motoras de 2-, 128 de dimetro e collocadas
no eixo do centro. Os cylindros em todo o machi,
nsmo de distribuigao sao interiores, do que proce-
deu a necessidade de ser o eixo motor de dupla
manivella. O caixilho da machina duplo, sendo
exterior para as rodas extremas e interior para as
do centro.
A necessidade de accommodar debaxo da cal-
deira os cylindros, forgosamente montados ao nivel
do eixo motor, obrigou-o a colloca-la em posigo
muito elevada cima do solo, o que, alteando o
centro de gravidade da machina, pode em muitos
casos prejudicar a sua estabilidade
A fornalha da locomotiva de Beyer Beacock tem
algumas disposigoes particulares para poder quei-
mar carvao de pedra. Um anteparo em forma de
p,.collocado no interior inclinado a partir da por-
ta, dirige sobre a grelha o ar, que se introduz por
buracos existentes em cima da porta. Esse ante-
paro vae quasi tocar em urna pequea abobada de
alvenaria refractaria juxtaposta placa tubular
abaixo da ultima carreira de tubos.
Por esse arranjo a chamma, obrigada pela abo-
bada a passar sobre o novo carvao amontoado jun-
to da porta, ahi se envolve com a fumaga que elle
produz, e com a ajuda do ar acaba de consumir os
elemeotos combustiveis que ella contm.
A machina de viajantes de maiores rodas moto-
ras, apresenlada na exposigao, saiu das officinas
de Neilson 4 C, de Glasgow. As rodas colloca-
das no centro lm 2-, 425 de dimetro. Os cylin-
dros sao exteriores, e o machinismo de distribui-
gao interior. O caixilho (frame, chssts) exterior
para as rodas de apoo, e interior para as moto-
ras. O regulador de entrada do vapor oceupa um
zimborio elevado perto da fornalha. A alimenta-
gao, que em todas as machinas descriptas feita
por dous injectores iffard, nesta feita somente
por um, anda que a machina nao traga bombas.
O que se nota na fornalha para adapta-la ao em-
prego do carvao de pedra na porta que a fecha
um conducto inclinado com um pequeo antepare
no interior, afira de dirigir a crreme de ar sobre
o combustivel, e do lado da placa tubular buracos
perto da grelha para fornecer abundancia de oxi-
genen.
Pelo bom arranjo de todas as suas pecas a loco-
motiva Seilton & c. nos parece ser um bello typo
de machinas expressa para estradas de ferro de
tragado favoravel.
Outra locomotiva do mesmo genero a que.foi
construida oas officinas da companhia do London
and Norlh Weztern Railtcay. As rodas motoras
sao um pooco menores tendo S-, 25 de dimetro.
Os cylindros sao fixos dos lados da machina ao
caixilho todo interior. O machinismo de distri-
buigao e9t collocado debaxo da caldeira. A ali-
mentago feita por dous Injectores Giffard. as
outras parle o seu arranjo se assemelha ao das
locomotivas da mesma especie, que temos exami-
nado, excepto na fornalha, cujas disposigoes para
queimar carvao de pedra consislem em urna abo-
bada de lijlo, construida junto da placa tubular
e em muitos buracos abertos do mesmo lado para
dar entrada ao ar.
O caixilho (ehssis, fame ) lodo interior s ro
das, como o o desta machina, nao to conve-
niente como o duplo caixilho das duas quo prece-
dentemente descrevemos. Alm de tomar espago,
que poda ser aproveitado para o alarga ment da
caldeira, o caixilho interior, nao offerecc aes cylin-
dros exteriores seno poucos pontos de junego,
que carecem ser muito reforgados para segura-Ios
slidamente, pendentes como esto dos lados da
machina. Havendo tambem um caixilho exterior
d-se mais largo assento machina, e pde-se aug-
mentar o dimetro da caldeira ; alm disso, os cy-
lindros sendo presos, tanto a esse quadro, como ao
interior das rodas motoras, adquirem muita firme-
za em sua posigo.
A companhia do Great Northren Railway apre-
senlou urna locomotiva expressa do typo Mac Con-
nel. Distingue-se este typo por ser vastissima a for-
nalha, que toma pouco menos de melade da ma-
china ; sendo a caldeira tubular curta e munida
de muitos tubos de pequeo diamelro. l'ma estrei-
ta caixa ou aquecedor (bouilleur, boiler-case) com
mullicando com a caldeira pela parte superior,
como no systema CWuur?/i,divde a fornalha em
dous compartimentos, que eslo em relago pelo
iniervallo existente entre o equador e a placa tu-
bular.
Na parte interior ha vlvulas para introduego
do ar, que podem ser abenas ou fechadas confor-
me as necessidades da combusto.
A vastido dessa fornalhi, onde os gazes ficam
em contacto com urna grande massa de ar, concor-
re principalmente para a combusto completa de
carvao natural. Tendo-se a precaugo de carregar
de combustivel alternadamente os dous comparti-
mentos, quando em um delles o combuslivel de
novo introduzdo produz muita fumaria, no outro
a chama contm excesso de oxigeneo, que se mis-
tura cora os gazes da fumaga, e acaba de que-
ma-los.
A machina das officinas de Great Northren, ten
do os cylindros interiores e as rodas motoras cen
traes de grande dimetro, a sua caldeira dema-
siadamente elevada, o que, como j o observamos,
deve diminuir a estabilidade do todo..
Duas machinas mixtas de 2 eixos emparelhados
fazem tambem parle da collecgo ingleza ; urna foi
exposla pelos fabricantes Armstrong & Comp., de
Newcastle, a oulra pela companhia do Eastern
Counties Railway. Ambas lera cylindros exterio-
res e machinismo de distribuigao interior; o vapor
recolludo em um zimborio elevado sobre a cal-
deira ; o caixilho interior; os eixos emparelha-
dos sao collocados um adiante da fornalha, e outro
no extremo posterior da machina.
A locomotiva do Eastern Counties Railway j ti-
nha corrido em servigo 71,325 kilmetros, e fra
exposta sem concert ou reparo algum no machi-
nismo, que se achara em muito bom estado. Ape-
nas as suas rodas tinham sido torneadas, e toda
ella pintada de novo para tomar melhor appa-
rencia.
As 3 locomotivas expostas pela Franga sahiram
das fabricas de Cail & Comp., e de Ernest Gouin R
Comp., de Pars, e das officinas do caminho de fer-
ro de Pars Orleans.
Das grandes fabricas de machinas francezas so-
mente Cail e Gouin concorreram na presente ex-
posigao
Muitas outras poderiam apresentar productos
competindo em boa execugo e qualidade com os
das fabricas inglezas ; nao o fizeram porque, tendo
as estradas de ferro de Franga e outros paizes da
huropa muitos consumidores de suas locomotivas,
consideraram que das grandes despezase do traba-
lho que Ihes daria o transpone |e a exhibicao de
suas machinas nao lograriam vantageos que po-
de-M-m compensa-los.
Assim que a afamada fabrica do Creusol de
Schneider 4 Comp. ; a de Parent, Schaken, 4
Comp.; em Oullins ; a de Andre Kachlin, de
Graffenstadlen, e de Btsddicom, de Rouen, deixa-
ram de mostrar a excollencia de suas locomotivas,
alias bem conhecida nao s em Frauga, mas na Ita-
lia, na Hespanha e na Russia.
A machina construida e exposla pela casa Cail
4 Comp., de Paris, c urna locomotiva de mercado-
rias, simples e de disposigoes usuaes. Ha smente
nella a notar de especial um systema de molas nos
eixos anterior e poster'or.com o fim de regularisar
os seus vencimentos relativos as caixas de unto
(boites graisse, axle-boxes) na occasio da pas sa
gem as cursas.
Parece que urna machina de eixos emparelhados
a allerago do parlellismo dos eixos darla lugar a
esforcos de traego e flexo as barras de junego,
que promoveram em pouco tempo a sua rap-
tura.
Todava, a machina de que fallamos, correu mais
de 20,000 kilmetros em servigo, e nao soffreu
avaria alguma em suas pegas.
Os cylindros das locomotivas, Cail sao exterio-
res e tambem as bombas de alimentago, que fo-
rara conservadas apezar de Irazer um Injeclor
Giffard. O machinismo de distribuigao interior.
O caixilho passa do lado de dentro das rodas. O
apparelho de tomada de vapor esl disposto dentro
de um zimborio no alto da caldeira. A sua for-
nalha nada tem de particular, o que leva a crer
que a machina feita para queimar coke, combus-
tivel anda mui geralmente empregado em Fran-
ga, onde se evita usar do carvao natural por nao
ser ahi de to boa qualidade como na Inglaterra.
A locomotiva da fabrica de Gouin 4 Comp., de
Paris, foi execulada segundo planos fornecidos pela
companhia dos caminhos de ferro do norie da
Franca, que foi quem a envkm exposigao.
A grande altura de boa caldeira, a sua chamin
honsontal, em lugar de ser vertical como de eos-
turne, acompaohando a parte superior da caldeira
e tendo a abertura em cima da fornalha, do-lhe
urna forma descommunal que muito attrahe a at-
'engo.
A grande altura da caldeira procede de ter si-
do ella disposta cima do caixilho da machina para
poder-se dar-lhe maior dimetro.,
A collocago da chamin em posigo horisontal
teve por fim poder-se augmentar as suas dimen-
soes, e assim proporcionar espago para ahi dispor
um apparelho onde se effectuasse o superaquec-
melo do vapor para livra-lo da agua, que de ordi-
nario com sigo acarreta.
Essa agua, alm de nao poder mais produxir ef-
feito ntil pela vaporisacao, vas cansar nos cylindros
da machina moitos effeilos#reudiciaesao trabalho
motor.
Parle ahi se accumula e isa opposigo ao raovi-
mento do embolo, qoer pela quantidade de acgo
qoe lhe rouba, quer porque augmenta a contra-
presso evaporando-se na occasio da sabida d>,
vapor em um dos dous lados do embolo em virtude
da dimmuigo de tensio ento produzida.
A vaporisago dessa dessa, agua nos cylindros
tem Ijgar pela abaorpgo do calor de suas paredes,
que sendo assim resfriadas promovem a condensa-
gao, e portanto a perda de parte do novo vapor,
que vem da caldeira.
Esses inconvenientes do vapor carregado d'agua
levaram o distincto engenheiro M. Petiet, autor do
projecto da machina que eslaraos examinando, a
addicionar-lhe um apparelho especial, onde, com o
auxilio do calor, que a fumaga anda contm, se li-
na o vapor das gottas d'agua que conduz, e ele-
vando mais a sua temperatura, se lhe d mais
tenso tornando-o capaz de maior effeito motor.
Esse apparelho consiste om urna collecgo de tu-
bos pelos quaes a fumaga atravessa um reservalo-
rio fechado, formado de urna porgao de chamin.
aonde vem ler o vapor que sahe da caldeira antes
de ir aos cylindros, e ahi se desecca pelo contacto
com a snperficie quente dos tubos.
Sem duvida obter-se-ha por raeio desse appare.
lho_obviar os inconvenientes que resultara da mis-
tura de agua com o vapor. Mas nao ser prejudi-
cial tiragem essa longa chamin horisontal, na
qual a fumaga, forgada a passar pelo interior de
mullos tubos estrenos, tem a vencer mui grandes
resistencias? Nao haver opposigo consideravel
sahida do vapor, e portanto muita perda de forga
motora para mover os mbolos contra esse obst-
culo?
Nao nos adiamos no caso de avahar importan-
cia dessas consideragoes contra o apparelho de de-
seccagao de vapor de M. Petiet, de que em rigor
smente a exjieriencia poder demonstrar se as
vantagens compensam cora proveito os inconveni-
entes.
As outras disposigoes da machina, de que trata-
mos, sao anlogas s das machinas tender estuda-
das pelo mesmo engenheiro, para o trafego do
alguns ramaes dos caminhos do norte.
Taes machinas, por sua construegao, foram adap-
tadas traego de pesados trens com pequeua ve-
locidade em vas frreas tendo rampas cujo dedite
chega a ser de 18 milmetros, e curvas at 300
metros de rao. Para bem servrem era taes rir-
cumstancias, diversas condigoes especiaes forara
postas em pratica por M. Petiet.
1." Reduzio-se o peso mono pela suppresso do
tender, collocaudo-so na propria locomotiva urna
provso de agua e de carvao para 30 kilmetros,
o que lhe deu um peso total de 43 toneladas m-
tricas.
2.# Para distribuir urna tal carga de maneira
que nao fosse nociva aos trllhos da via, a machina
foi assentada sobre 4 pares de rodas, e assim con-
seguiu-se por urna carga de 11.200 kilogrammas
sobre o eixo o mais carregado, o qne nada tem de
excessivo. Para aproveilar toda a adherencia que
o peso da machina poda produzir, todos os 4 eixos
foram emparelhados, e para que a distancia entre
os pontos de apoo extremos nao se tornasse muito
grande, deu-se s rodas o dimetro de 1.065, e
aproximaram-se os seus eixos de sorte que o seu
aastamento total apenas altingio 3.",33, o que per-
mute a essa locomotiva o circular em curvas de
muito pequeo raio.
3. A pequenez das rodas deu lugar a collocar- >e
a caldeira cima do caixilho sem torna-la demasia-
damente alta e assim foi possivel dar-lhe um gran-
de dimetro, e obter em urna machina de pequeo
compriraenio urna superficie de aquecimento era
relago com o seu peso. Com effeito, sendo essa
superficie de 167 metros quadrados, comparada
com o seu peso total de 43 toneladas, d a relago
de 258 kilogrammas para um metro quadrado de
superficie de aquecimento, relago rauilo inferior a
que resulta da comparago dos mesmos elementos
na mor parte das machinas de mercadorias, de 3
rodas empareltadas, quando se consideram con-
juradamente com o tender.
Examinando algumas outras disposigoes dessa
machina, v-se que os cylindros e lodo o machinis-
mo sao exteriores, que o caixilho interior, que as
caixas d'agua esto collocadas entre seus lado-
debaixo da caldeira, e que o deposito de carvao
oceupa o extremo posterior d3 machina. A forna-
lha preparada para consumir carvao de pedra
moido, combustivel de baixo prego, e o mais com-
mum no norte da Franga e na Blgica. As suas
dimensoes sao vastas, e ha do lado da porta muitos
buracos para promoverem a ventilagao. A grelha
feita de muitas barras juxtapo.-tas com pequeos
intervallos, comega ao nivel da soleira da porta da
fornalha, e tem urna fraca inclinagao para o inte-
rior.
Demos algum desenvolvimento descripgao da
machina de fortes rampas do caminbo de ferro do
norte, porque ella apresenta um typo, que lalvez
possa servir de modelo no estudo das locomotivas
proprias para as estradas de ferro do Brasil, em
geral tragadas pouco mais ou menos as condigoes
dos ramaes das grandes linhas da Europa.
A locomotiva exposta pela companhia dos cami-
nhos de ferro de Paris Orleans machina de
viajantes, de rodas motoras no eixo central, e ten-
do 2~,10 de dimetro. Como as locomotivas do ty-
po Crampton, tem ella tanto os cylindros como o
machinismo de distribuigao exteriores. Essa ds-
posgo, que nenhuma das machinas inglezas expos-
tas aprsenla, muito apreciada em Franga, por
que facilita a inspecgo e os pequeos reparos <\\
machina durante o servigo. .Em opposigo a essa
vantagem, muitos constructores observam, que
durante o movimento da machina o jogo de todas
essas pegas collocadas fra dos seus pontos de apoo
deve ser causa de muitas perturbages.
Essa objeegao nao tem presentemente e valor
que antes tinha, porquanto, segu ndo-se agora os
principios estabelecidos pelo distincto engenheiro
francez. M. Lechatelier, pde-se pelo emprego de
contra pezos adequados, contrabalangar muito effi.
cazmente a acgo perturbadora das partes exter;
res do machinismo. I0-
Alm de pequeas modificarles de dettlhe con-
cernentes a regularidade de seu servigo, a locomo-
tiva da companhia de Orleans contm urna forna-
lha de arranjo particular para consumir carvao de
pedra, inventada pelo engenheiro francez M. Ten-
brtnk, que tem provado praticamente ser muito
eficiente.
A fornalha fumvora Teobrink tem a grelha em
plano inclinado a partir da porta indo at o fundo
da fornalha, onde acaba en tuna porglo horison-
tal. A porto estreita e oceupa quasi toda a largu-
ra da fornalha; formada pela lampa de urna caixa
saliente sobre a sua placa posterior.
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