Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10388


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Full Text

A1M0 ILJDMPO 132.
Pr tres mem tiSUn ftfOO
Pr tres mezes vencidos 6J000
Porte ao correio por tres mezes. 0750
IMlx
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DIARIO

tf-i a*. icqQti
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>e I tfc

SEXTA FE1BA 10 DE JDBHO DE 1864.
Por aiao adiantado.....191000
Porte ao correio por un anio 3(000
_gv'?. rrnp.
/ ,-n b i
. *
ajNCARREGADOS DA SUBSCRPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lira
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr. A. de Lomos Braga \Sffp-, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhio. o Sf.Tbaquim Marques Ro-
drigues ; Para, os Srs. panoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SL.
Alag3=, o Sr. Claudino Faleio Dias; Baha, o
rr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
r m Martins rw^i n PARTIDA .DOa ESTAFETAS. i KPBEMERIDES DO MEZ DE JIMIO.
Olinda, Cabo e,Escada todos os das.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas el
sextas-fmras. La nova as ft Ji., 00 m. 2Q s. da m.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru'J 12 Quarto rese, as 9 b, ti m. e 26 s. da ra.
n-^i'S e Garanhuns as tercas leirju. 19 La cheia as 8 h., 3i m. e 20 s. da t.
Pao d Alho, ISazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqneira, c A,,-,,,, ., fc K-\ a 1. a. ~
Ingazeira, Flores, Villa Bella, faca rata', Calrob, 26 Quar, m'w' as b" 63 "' e 3 da m-
Boa Vista, Ouricury e Exu' na? qnartas fetras. ''ti?
Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas fairas.
II Ua de Fernando todas as veces qnepar ali sabir
navio.
Todos os estafetas partera ao Vi dia.
+

}4 9f
PUEAJAAt DE HOJB.
i\ b lhd '
Primeira a 8 aerare 30 ![ 1, da manba.
Segunda as 8 horas e 54 iuaWs da tarda.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIRO.
Para* sul at Alagas a S e 26"; para o norte at
a Granja 7 o 22 de cada mez; para Fernando nos
das U. dosmezsdejan, marc., maio,jal, st. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS,
o a Recife : do Apipucos s 6 Vi, 7, 7 Vi, 8 e
B y dam.; de Olinda as 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatlo s6/i dam.; do Caxang e Vanea as 7
da m.; de Bemfieas-8 dam.
i T (Recfe : P"ra Apipocos as 3 /,, 4, 4 /, 4 Vi,
o, oy> o Vi e 6 da tarde; para Olinda s 7 da
manbaa e 4 7, da tarde; para Jaboatab s 4 da Jar-
de i para Gachang e Vanea s 4 V da tarde: para
Bemeaas4datarde.
AUDIENCIA DOS TRIBJNAES DA CAPITAL.
Tribunal do conunercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do conunercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civei: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde
DAS 'A SEMANA.
fi. Segunda. S. Nurberto b.; S. Eustorgio b.
7. Terca. S. Roberto ab.; S. Licario dlac. m.
8. Quarta. S. Maximiano ab. S. Gildardo b.
9. Quinta. S. Pelagia v.; 8. Primo m.
10. Sexta. S. Margarida r.; S. Getulio m.
11. Sabbado. S. Barnabcap.; S.felix m.
j2. Domingo. S. Joao de S. Facundo ;S. Guido.
ASSHJNA-SE
no Recife, em a livraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos propietarios Manoel Figueiroa de
Faria & Filho.
PIRK QFFIG1AL
G0TERN0 DA PRECIA.
EvpeJieule d dia 7 de juntan de 18(4.
cruias de marinha Leonel Bandeira de Mello e
Joao Francisco da Silva, afim de que llies de o
conveniente deslino, depis de inspeccionados.
Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao directer do arsenal de: guerra.Ficam
approvadw os contratos que V. S., segundo os
termos por copia annexos ao seu offlcio n. 331 de
3 do corrente,'celebroirom o mestre db hiate'Sr-
gypnno, para transportar 6 pracas de pret e 441/2
alqueires de fariaba de mandioca, tudo destinado
ao presidio de Fernando. (Communicou-se ao ins-
pector da thesouraria de fazeada.
Dito ao commandante do presidio ire Fernando.
Na primeira opportunidade remetta V. S. para esta
capital, disposico do juiz municipal da primeira
vara, o sentenciado de justica Francisco Gomes de
Lima, que se acha nesse presidio.
Dito ao mesmoFaca V. S. regressar a esta ca-
disposicao do
tir
etro, capito eacarregado do detalhe.
Offlcio ao brigadeiro commandante das armas.
Ficam approvados os contratos, que seguado os ter-
mos por copla annexos ao offlcio de V. Exc. n. 972,
de 30 de maio ultimo, foram celebrados no hospi-
tal militar com os cidadaos Thoraaz Tavares de
Moraes, Julio de Vasconcellos, liento dos Santos
Ramos e Domingos Jos da Cunha Lages, para for-
necerem bichas por aluguel o primeiro; artigos
necessarios para o expediente do estabeleciment
o segundo; carne verde o terceiro; e gneros para
dietas o quarto; no trimestre a decorrer do 1 des- i pital, na primeira opportunidade,
te mez 31 de agosto.Communicou-se ao inspec- juiz municipal da primeira vara, o sentenciado Jos
tor da thesouraria de fazenda. i Antonio de Lima, que existe neste presidio. Disearso proferid
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. mandar prem Dito ao mesmo.Remetto inclusas V. S. para I
liberdade, dando-lhes baixa se j estiverem com I os flns convenientes, as guias dos sentenciados de
praca, aarecrutas Manoel Flix Correa e Jos Go-1 justica, Constantino Jos de Souza, Estevo Fran- i
mes da silva, que provaram isencao do recruta- cisco llorges e Antonio Francisco Torres, que exis-
mento. j tem sem ellas nesse presidio.
Dito ao Dr. chefe de polica.Remetto inclusa a i Dito ao conselhe de compras navaes.Promova
relacao dos sentenciados de justica que estao as ; o conselho de compras navaes, nos termos do seu
circunstancias de ser enviados para o presidio de ; regulamento, a acquisico dos objectos menciona-
Fernando, segundo declarou-me o juiz municipal dos em seu offlcio de 3 do corrente, visto seren
necessarios para fornecimento do almoxarifado do
arsenal de marinha.Communicou-se ao inspector
da thess-uraria de fazenda.
Companfcia Oe trtifices.
Soldad Wmatt Nuns,'d,Arev" "
O cabo de esguadra cyriHo e hjs soldados Rodri
gues e NttcMMito do si|mb batalh.o fle infanta-
ria, lero bXa hg'HtWTegre-siin, aquelle do
destacadMnto de GattfBlrnvjs, e estes do presidio
de Fernando, para o que foram expedidas as con-
venientes ofdens. '
Assgnado.Solttf- Jfs Antonio-Pirara do
Lago. r.
Conforme.Jos Ignnoio de Medeiros Reg Ion-
principios, e sim pelo desejo de censura-la por
censurar. (Nao apoiados da esquerda.)
Cm Sr. Deputado :Disse que nao era o mai-
quaes o partido pretenda chegar ao seu diside
ratum.
O Sa. Araujo Barros :Justamente
fez
. O Sr. Araijo Barros ^-Discutamos com sangue
Trio, meus senhores.
A justica exige que se fllg'que o Progrcssta
0 o Liberal nao eram pasquins. (Apoiados.)
Os papeluxos que merecen) um tal nome, sao
aqnelles de que fallei, muitos dltquaes eram com
o cuidado- remettidos para o Interior da pro-
anuri-dillfairar-se-a dpinio, e prejudi-
c*m elle as candidaturas protegidas pelo
partido progressista.
Disse o nobre deputado que para o centro foram
remettidos os jornaes, que hostilisavam a candida-
1 tura do Sr. Urbano.
E exacto isso.
Para o interior foram remettidos os manifestos.
e os artigos feitos pelo Sr. Div Feilosa em respostaj faci, que responder! quando oecupar-me com o
Manoel da Costa Honorato, agradecendo a sua es-
col ha para sucio correspondente.
Sao lidos e remettidos commisso de adraisso
competente para explicar quaes as reformas pelas de socios duas pronostas dos Srs. Drs. Torres Ban-
deira e Aprigio apresentando
rarios. os Srs. Luz Felippe
para socios hono-
Leite c lunocencio
urna Francisco da Silva, naturaes de Lisboa ; para socio
exposigao de faclos, e conoluio condemnando a si- effectivoo Sr. Dr. Cvpriano Fenelon Guedes Aleo
tua$o, sem dizer-nos para onde ia, nem o que \ forado, natural do Cear ; e para socios corres-
pondentes os Srs. A. D. de Pascual e majores Ma
quena.
Pr isso declarei no principio de meu discurso
que os motivos da disidencia que appareceu no
seio do partido, nao nasciam da divergencia de
principios. (Reclamacoes da esquerda.)
O discurso do nobre deputado encerra ainda um
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
, j ao Sr. Dr. Urbano. Sei que se fizeram para o cen-
i tro grandes remessas desse* impressos; mas1 por
que se desejava, que onde chegassem os manifes-
tos do Sr. Urbano, fossem lidos e apreciados os
pela depilad* Francisco de manifestos e os artigos do Sr. Dr. Feitosa.
da 1* vara em offlcio de 6 deste mez, para que V.
S. promova a remessa delles no vapor da compa-
nhia Pcruambucana que tem de ir ao mesmo pre-
sidio no mez corrente.
Dito ao mesmo.Kmetto por copia V. S. o
nflicio que me dirigi cmara municipal do Re-
cife em 4 do corronte, sob n. 22, alim de que pro-
videncie para que o porluguez Joaquim Paes Pe-
Araujo Barras na sessio de 5 de atril sobre a
thaco de forra policial.
(Conclusao.J
O Sa. Abajo Barros :Se nao foi esta, diga o
nobre deputodo qual foi. (Pausa )
Como nada me responden!, reproduso a censura'
sem me dar ao trabal.ho da refuta-la.
O nobre deputado Jisse-nos tambero qne ne po-
da apoiar urna situaco, que iancava mo de pas-
Nnguera poder condmnar isso; era eonve
nient que os homens do centro lessem o pro e o
contra, e julgassem. Ma um aparte.J
O Sh. Araujo Barros :Perdao; nao ha nada
mais licito.
Entretanto foram 0; amigos do Sr. Feitosa que
mais trabalharam nesse empenho, porque, como
sabido, nao o Sr. Feitosa muito activo nesses ne-
gocios.
Vu Sr. Deputado :Nao sei.
O Sb. Araujo Barros :Sei eu ; sei que
0 Sr.
Dito ao juiz de paz presidente membros da
junta de qualificacao da freguezia de Taquaritinga.
Constando da acta dos ."> dias da segunda reu-
, quins para deprimir o carcter de sua adversarios,; Fe|U)sa no se iocumbia de dirigir os seus eScrip-
e como victima desses pasquins pontou o Sr. Ur
bao Sabino Pessoa de Mell.
Sr. presidente, nao sei se pela expressaopos
niao da junta de qualificacao dessa freguezia no tfKinsquiz o nobre deputado referir-se a essas fo-
1 veio ahnexa ao seu offlcio de Ihinhas de occasio, que sae para a moralidade
corrente anuo, que ..
reir da Silva, dono de urna" cocheira existente no 17 de maio ultimo, ter sido apresentado um pro- publica o que os insectos daraninhos sao para a
largo do arsenal de marinha nao contine a dam- tesl# que nao foi transcripto na referida acta, de- lavoura. Se foi isso o que quiz dizer o nobre depu-
uiticar e cortar as arvores que all se tem planudo; claro Vmc. para seu conhecimento e execugao, lado, enlo, senhora^cumpre que se saiba que o
para facilitar a rodagem de seus carros.Commu-1 que todas as vezes que se apresentarem quaesquer nobre deputado nao aecusou nesse ponto o partido
nicou-se cmara municipal do Recife. protestos, devem ser elles inscriptos as preditas progressista.
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. | actas nos termos do aviso n. 202 de 10 de mato de
Transmuto V. S. para o fim conveniente, o at-: 1860.
testado junto em duplcala que me foi remettdo Dito ao subdelegado dq districto da colonia mi-
Respondo ajasen offlcio
Fos
tos paifras diversas localidades pelo muito que se
oceupava com os momentosos interesses do parti-
do.
O Sr. Cunha Tkixeira :Por que tnha procu-
radores, que o faziam melhor do que elle.
OSiu Araujo Barros :Agradego o elogio, que
tece ios amigos e alliados do Sr. Feitosa.
O 8r. CCKha Teixeira : E' sabido que o Sr.
Feitosa ltimamente nao quera mais ser candidato
senatoria.
(Trocam-se muitos apartes.)
O Su. Cunha Teixeira :Se exacto o que es-
com offlcio do brigadeiro commandante das armas
datado de hontem, e sob n. 1,017, do qual consta
haver o anspecada do 4 batalhao de artllharia a
p, Boaventura de Santa Anna, apprehendido o de-
sertor do masmo batalhao, Cosme Pereira da Silva.
Communicou-se ao brigadeiro commandante das
armas.
Dito ao mesmo.Restjtuo V. S. os documen-
tos, que vieram annexos o seu offlcio de 3 de maio
ultimo, n. 27o, relativos as despezas feitas pelos se-
gundos tenentes do 4* batalhao de artllharia p,
Hygino Jos de 'OHveira Coelho e Jos Urbano Pa-
checo de Mello, com o expediente da l"e 6a com-
panhia daquelle batalhao, desde 10 de marco at
30 de abril Ueste anno, alim de que em vista do
que expoe o brigadeiro commandante das armas
no offlcio junto por copia, datado de honiem e sob
n. 1,020, mande effectuar o pagamento de laes des-
pezas, conforme determine! em offlcio de 12 do ci-
tado mez de maio.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.Re-
commende V. S. que, em vista do competente
certificado, e de conformidade com a sua informa-
cao de hojn, sob n. 216, dada com referencia a da
litar de Pimenteiras. Respondo aast
n. 19 do mez findo, dlzedUp-lhe que emeendo os
subdelegados em seus districtos as funcces de
conservadores de trras deVolutas e alheias, pode
Vmc. ex-offlcio proceder contra Jos Gomes do
Nasci ment, pelo estrago de que trata era seu offl-
cio cima citado, remetiendo'.depois de preparados
os autos ao juiz municipal pora oiulgamento, nos
:A.roz aa taaaae, au. t5o dizen(|u os nobres deputados, isto s prova que
iros :-Tam1 razao, nao quahti- houye ^ Aedki^M 0 miu |eaidade da parte
a Voz da \ erdade; mas a O. daquell#s, qaa se ligaram com o Sr. Feitosa.
termos do a'rt. 87 do decreto n. 1318 de 30 deja- de todos os homens honestos
neiro de 1854. L'm Sn. Deputado :O Papagaio tambera T
Portara.O Sr. gerente da Companhia Pernam- O Sr. Araujo Barros : O Paqagaio tambera,
bucana faca transportar para o presidio de Fer-que era pasquim como as outras, que enumerei.
nando, por conta do ministerio da guerra, no vapor. (Trocam-se muitos apartes^)
A D. Liga, o Rato, a- Estrella, o Papagaio, a
da Verdade............
Um Sr. Depuuado :A.Koz da Verdade, nao.
O Sa. Araujo Barro
carei de pasquim _
Lijja, o Raro, a Estrella, o Papagaio, o Barigudo, M ga.'Deputado :Sena preciso
em urna palavra todas essas folbas, que apparece- era a ntenfa0 desses companheiros.
ram na quadra da eleicao de senador e derendiam 0 Sr Anuo Barros :_A|inlencoera vencer ou
a candidatura do Sr. Urbano, tenceodo elogios ao naufragar ,, e||e. (Apoiados da direita.)
seu nome, e cobrindo de baldoes a seos adversa- Fadou 0 nobre diputado era falta de seguranca
nos, todas sao pasquins, que merecem reprovacao dividual, e referio-nos dous factos de roubo, que
discurso do nobre deputado pelo primeiro districto,
o Sr. Cunha Teixeira.
Agora vou dedicar duas palavras ao discurso do
Sr. Sabino Olegario.
Censurou o nobre deputado ao partido progres-
sista por ter pelos seus delegados apresentado cha-
pa para deputados provinciae, e mais aijda, por
ter dade chapa, contendo um numero duplo de
candidatos.
O Sr. Sabino Olegario :Entao deve comecar
de mais longe.
OSb. Araujo Barros : Teria muito prazer
! noel Vicente da Cunha e Antonio Marques de Al-
buquerque Cavaleanti.
Communicando o Rvm. padre Lino do Monte
I Carmello que, segundo Ihe informaran), havia urna
casa da ra de S. Bento, em Olinda, em concertos,
na qual se notavam as armas do Fernando Vieira.
fof declarado pelo Sr. major Salvador Henrique que
houve verdade urna casa nessa ra com essas
, armas, mas que ja foi concertada ha muito lempo.
; nenhum' resquicio ficando do distlnctivo.
Desejndo o Instituto ser inteirado convenienle-
] mente, do que ha, nomeou o Sr. presidente aos mes-
inos Srs. padre Lino do Monte Camello e major
Salvador Henrique, para verificaren) essa informa-
cao e communicarem o resultado na prxima reu-
nio.
Pelo Sr. Dr. Joaquim Porlella foi apresentada a
seguinte indieago que, depois de li Ja. foi remetti-
nisso, se a hora nao estivesse j esgotada, e se eu da commisso da Revista
nao tivesse por isSo necesaidade de concluir. Indico que, quando algum socio effectvo tver
O Sr. Sabino Oleo-ario :En censure o partido j de tomar assenlo pela vez neste Instituto, recite,
por ter apresentado chapa, quando o corpo eleilo- imitacao do que se pralica em semelhantes asso-
ral pertencia todo um lado.
OSn. Arminio :Aconselhou.
O Sr. Araujo Barros :Pensa
ciacoes na Europa, um discurso de admissao, de-
vendo o orador do Instituto ou outro qualquer so-
o nobre deputa- ci previamente designado pelo seu presidente, fa-
do que igual censura se nao daria, se deixasse de :zer outro discurso em resposta.
saber qual
se darau), um nos suburbios desta cidade, e outro
na cidade e Ulinda.
Quinto ao primeiro desses factos estou informa-
do de que a polica eolheu dados positivos, desco-
brio os seus autores, e os metteu em processo, E
haver chapa, ou se a chapa fosse apenas de 9, ou
de seis candidatos, segundo os districtos?
A censura sena a mesma.
Os descontentes, e os deputados fallam de mil
modos, e nqnea, ou quasi nunca, segundo os con-
selhos da razio.
(Ha um aparte.)
O Sh. Araujo Barros :Se o partido nao tives-
se dado chapa, podiam ser eleitss aquellos, que ti-
1 vesssem prestado poucos servicos situaco, e isto
; nao era conveniente para um partido; que como-
cava....
Se a chapa fosse de 9 ou de 6, os que fossem
excluidos teriam razao de queixas mais amargas.
Dos males o menor ; foi o que se fez, porque afia-
gou-se maior numero de aspiraedes.
Ainda assim houve queixas; mas como cm to-
! do o caso ellas serapre apparecerlam, passarei
1 adiante.
que tem de segafr para alli no corrente mez os O Sr. Cunha Teixeira:Olhe que o fapagaio de ^p^, ,jUe a jusia dos tribunaes faca o mais.
offlciaes, pracas ds preti sentenciado* militares e at se dizia que era de V. Exc. Quanto ao segundo procedese a dejigencias, e,
voluntarios que o JM-igaOWro cemmandante das ar-; O Sr. Araujo Barros : (com forca) Nao oscrevi comqaailU) a, noje aiK que eu gaiba, se tanha
mas remetter para bordo do mesmo vapor corape- para esse pasqmm, nem cscrevere jamis P3.1*' | descoberlo, todava nao ha aiuda motivo para de-
ternemente relacionado. Communicou-se aobri-, Ihasdessa ordem. Declaro-ohoje acamara ueDaiio ge^,.^
gadeiro commandante das armas. j de minha palavra de honra. O Papagaio e osra ae ESi d)JUS crimes fonm p-ratjCados por pessoas
Dita.O presidente da provineia resolve conce- algum miseravel intrigante, e despenado, que teve das (j^jj^ qae for,,,, vioUmas do roubo, por seus
" a covardia de comecar a escrever de um moao,, e | escrav0S> como corrente.eos aobresdeputados de-
continuar depois de modo diverso, com o nm ae yem ber que(le |ajrao de casa ninguem se livra.
fazer arrdar'de *T responsabilidade de seus es-
der a exonragao que soicitou o alteres Manoel
Erasmo de Carvalho Moura., do cargo de subdele-
gado do districto de Maraaahipe da freguezia de
Ipojuca, e de conformidade com a proposta do Dr.
contadoria dessa thesouraria, mande pagar ao arre- chefe de polica de 4 do corrente nomea para o
matante do terceiro termo da estrada da Victoria, i referido cargo o cidadao Pedro Pinto de Miranda
Francisco Paes de Mello Barrete, a quant'
1:646248, a que tem direito, por haver
os reparos devidos entre os marcos de 16
bracas, construido 100 bracas de empedramento, I gulamento provincial de 15 de setembro de 1861,
conservado as duas primeiras milhas do termo e tomondo era consideracao o que espoz o juiz de
eto diversos reparos, segundo consta de offlcio do direito da comaica de Palmares em offlcio de 6 da.
director da repartico das obras publicas, datado maio ultimo, sobre que raforraou % thesouraria.
de hontem, e sob n. 147. Communicou-se ao pre- provincial en) outrp pffloo de 4 I> corrate mez
ia victoria, 'referido cargo o cidadao rearo finio ae Miranda, utx. rracjo dkbr
na de Forjaz. Communicou-se ao Dr. chefe de poiicia.., quantos me atihuirai)
executado Dita.O presidente da provincia, usando da at- cripto; mas f eotartf ao":
16 17 mil thbuicao que lhe confero o artigo primeira do re- ca hei de prestar o mt
dito director.
Dito ao mesmo.Tomando em consideracao o
que no incluso roquerimento oxpoz o professor
publico de inslruccao elementar da villa do Bonito,
Marlinho da Silva Costa, e bem assim o que a este
S. em offlcio de 4 de ma*o
resneito intormou V. S.em offlcio de 4 de mo Anarafle, resoive prorogarpor aous meze o pra/a
uliimn. sob n. 77, o auloriso, de conformidade com que.lh foi concedido para apresentar suacarta
criptos para faz-la'recahir em terceiras pessoas.
(Ha um apart.)
O-Stt. Arxcjo Barros :Eu perdo a todos
irihuiram a parternidade de tal es-
ao's nobres depotados que nun-
meu nome anda que obscuro,
para folhas de to triste celebridade.
Os pajqnina, de que. fallo, Sr. presidente, defen-
diam exjremoamcnte a causa do Sr. Dr. Urbano,!
e elle mesmo em,,um de seus manifestos parece
applaudrse pela croacao dessas folhas.
Un'Sn. D'bpiado : -Para que empresta esses pen-
sa montos-ao Sr. Urbano.
(Tracam-se apartes.}, .
O Sr. Araujo Barros :Entende o nobre depu-
que requereu o Lacharel Joaquim Jos de Olivejra tado que o Sr.'Dr. Urban repellio a D. Liga, o Raio,
Andrade, resolve prorogar por dous mezes o prazo. e todos os papeluxos de'que fallei ?
i antes se devia chamar liberal, que progressista
O nobre deputado, o Sr. Dr. Ramos, j respondeu
I a esta censura; eu direi tambera algumas palavras
a respeito.
Juvenal dizia, senhores, que era urna importan-
tissma questao que a lebre nao fosse trinchada
do mesmo modo, porque se trinchava a gallinha.
Ne mnimo sano discrimine refer
Qu gestu lepares, et quo gallina secetw.
Eu lembrei-me dessas palavras do poeta latino,
quando percebi a convieco com que o nobre depu-
tado fazia a censura, de que acabo de fallar.
Entretanto declaro ao nobre deputado que nao
Nada havendo rnais a tratar-se, o Sr.^ presidente
designa o dia 23 para a prxima reuniao e levan-
tou a sessao.
A companhia dramtica do Sania Isabel le-
vou quarla-feira scena o drama sacroOs Mita-
gres de Santo Antonio, que correu bem em toda a
execucao.
O theatro esleve completamente cheio, e devendo
repetir-se o drama no sabbado prximo, consta-nos
que j se acha tomado ura bora numero de bilhetes.
pelo que espera-se urna nova endiente real, que
denota qual o apreco que d o nosso publico dra-
mas da ordem deste.
Segundo nos consta, o machinisino foi reparado
de forma a produzirem-se com rapidez as diversas
mutacoes do drama.
Na capital da Parahyba teve lugar, no dia 6
do corrente, um offlcio solemne com missa de re-
quiem, pelo fallecimento do nosso Exm prelado, a
Disse tambem o nobre deputado que o partido expensas do clero regular c secular d'alli, no con
.Mas se os" factos de que trato, sao lamentaveis,
otile que nao se dio faclos idnticos, ou ainda
mais horrorosos, sem que entretanto a polica seja
responsavel por elles? ,l ... dou grande apreco dislinecao.
A historia dos crimes celebres faz-nos ver que g^ 0 partido liberal, progressista, ou conserva-
nos paizes cultos ha factos", que exceden) no som- dor em sendo as i(laS) as mesmas que sustento,
bro das cores a esses Oe que o nobre deputado, a | dou.|he 0 meu (raco apoj0.
sob n. 212. resolve crear urna collectoria naquella
comarca. Fieram-se as necessarias communi-
cacoes.
Dita.O presidente da provincia, altendendo ao
o parecernla contadoria dessa thesouraria, lei pro-
vinAal n. Hf de 5 de raaio, j citado, a mandar
pagar ao supplicante a quantia de 3135821 rs., a
qnc se juiga elle eom direito. proveniente da grati-
ficaco que deixou da percber por mais de 15 an-
uos de ser vico, a contar d 17 de maio de 1862
at 31 de Janeiro ultimo, somentode 107&333, fa-
zendo V S. processar o restante para sor satisfeito
quando a assembla provincial marcar quota para
esse fim, visto periencer a exercicios j encer-
rados.
Dito ao mesmo.Transmuto a V. S. ja auten-
ticado pelo juiz de direilo da comarca de Gara-
nhuns, as quatro inclusas contas na importancia
de 1584400, despendida com o sustento dos presos
pobres da cadea do Buique durante os mezes do
quem respondo, nos fallou, c nioguera responsabi
lisou por elles a polica ilesses paizes.
Um Sr. Deputado :Mas sao punidos.
O Sr. Araujo Barros :Porque nesses paizes
se gaslam milhoes e milhoes com a polica ; por
causa das estradas de ferro, dos talegraphos elc-
tricos em todas as diieccoes; por causa emtira de
oulros meios de accio, de que nao dispomos.
Um Sh. Deputado :E o que diz do assassinato
de um dos ladroes 1
O Sr. Arujo Barros :Esse ladrlo era escravo
da pessoa, que soffreu o roubo, e o seu assassinato
faz crr que houve coreos no crime.
O mesmo Sr. Deputado .Nada se tem
berto.
eu res-
do
Um Sr. Deputado : -EUe quem o pode dizef.
de jnz municipal e de orphaos do termo de Na-j O Sr. Araujo Barros:-Nao isso oque se
zareth. depreheade de seu manifest. (O orador procura
Dita.-O presidente da provincia, conformando- apoiar a sua proposicao com o manifest do Sr. Ur-
sa com a proposta apresentada pelo tenente-coro- bao, mas nao encontrando fcilmente o que deseja,
nel commandante do batalhao n. 47 de infamara diz :) .-90
da guarda nacional do municipio d Boa-Vista so- A hora va-se adantando muito, esta quasi a ex-
bre que informou o respectivo commandante su-, pirar. por isso nao procurarei, at acbar, a parte do
perior em offlcio de 29 de abril ultimo, resolve manifest do Sr. Urbano, que me autorisou a ex-
na conformidade do arl. 48 da lei.n. 602 de 19 de primir-me por aquelle modo-, mas protesto trans-
selembro de 1850, promover a alteres secretario o crever em meu discurso assuas palavras.
primeiro sargento Jos Alves de Barros e alfe- (Estas palavras slo as seguintcs:)
res da quarta companhia do mesmo batalhloo sar- < Os liberaes, que temiam a absorpeo do part-
gento Felippe Nery da Silva Amorim.Communi- do liberal; que presavam e veneravam as glorias
cou-se ao respectivo commandante superior. i do sen seu 4>aassado, e estavam descontentes cora 1 p0r essc fact0- LoUVores ao p0V0| que antocipou
DitaO presidente da provincia, conformando-1a direccao dos negocios, irritaram-se .e indigna- SB na faptura de um cnmnoso.
proposta apresentada pelo capillo com- ram-sej reagiram pela sua parte, 1
Parodio neste ponto as palavras do Sr. conselhei-
ro Jos Bonifacio na cmara dos deputados.
O Sr. Sabino Olegario :Ou nao entendeu o
que eu disse, ou nao me expressei, como devia.
0 Sa. B. Franca :Deixe isto que
pondo.
O Sr. Araujo Barros :Satisfaco o desejo
meu nobre amigo; passarei a outros pontos.
Disse o nobre deputado que nao votava pelo pro-
jeclo de forca policial, porque dava arbitrio de
mais ao chefe de polica, visto como ficando elle
, com o direito de propor certos offlciaes do corpo
. i de policia.que devem ser noraeados pelo presidente
'' da provincia, poda esse direito dar lugar a aber-
tura de um conflicto entre urna e oulra autori
O Sr. Araujo Barros :Nao ha ainda d'espe- dade
rar, como j disse. Nao tenha o nobre deputado receio de arbitrio
Eu, Sr. presidente, louvana muito mais o nobre io chc(e de p,jjca pr seinelhanle motivo.
A polica e administracao da provincia nao po-
dem viver sem harmona, e, quando o chefe de po-
lica torna-se caprichoso, o presdeme tem nassuas
raaos o remedio que suspende-lo, e chamar ou-
tro magistrado para o substituir, na forma da
lei.
Almdiaso ogoverno imperial .se apressaraem
deputado, se consultando os dados estatisticos.
Um Sa. Deputado .Ha dous dias den-sc um
assassinato.
Outro Sr. Deputado :B o individuo foi preso,
nao pela polica, mas pelo povo.
O Sr. Araujo Barros :Se est preso o assas-
sino, nao sei que censura se possa fazer polica
se com a proposta apresentada pelo capuao com- ram-sej reagiram pea sua pane, e
rovembro rdezembroloTnno'prximo passado e' mandante da companhia avulsa de seserva, n. 4 da ; polmica, que se foi asedando cada vez mais;
fevereiro ltimos, afim de que nos termos j guarda nacional do municipio da Boa-Vista sobre multiphcaramrse expontaneamente os jornaes, t
!le *ua informado de 18 de marco, sob n. 100, e que informou o respectivo commandante superior
de conformidade com o offlcio do chefe de polica ero offlcio de 29 de abril ultimo, resolve, de confor-
n 268 de 4 do citado mez de marco, mande levar midade com o arl. 48 da le n. 602 de 19 de setem-
cm cota ao delegado daquelle termo a quantia de' bro de 1850, promover tenente da mesma com-
1505 pagando-se-lhe o saldo no valor de 85400.' panhia o alferes Liberato Alves Guimaraes e al-
Onmuncou-se ao Dr. chefe de poiicia. feres o sargento Isidoro Jes de Macdo.Commu-
Dito ao remmandante superior da guarda na- nicou-se ao respectivo commandante superior,
cional do Recife.Ao offlcio que V. S. me dirigi
sob n. 73, em 31 de maio ultimo, respondo, dizen-
do-lhe ipie o chefe de polica declarou-me em offl'
ci n. 662 de 4 do corrente, pertencer ao 2o bata-
Despachos do dia 7 de junho de 1861.
Requerimentos.
Affonso Honorato Bastos.Atieste, se quizer.
lliao de infamara da guarda nacional deste muni-! Ernesto Antonio da Silva Lins.Em vista da
cipio o primeiro sargento Florencio Baptisla R- informara
beiro, a quem mandei dispensar do ser viga por of-
ficio de 27 daquelle mez, porestar exercendo o lu-
gaf de inspector de quarteirao. !
Dilo ao mesmoEm resposta ao offlciwque V. S.
me dirigi sob n: 69 e data de 8 de maio ultimo,
tenho a dizer-lhe, que atiento o exposto pelo teen-1
te-coronel recrutador, na informacao constante da
copia inclusa, nlo convm em ser dispensado do
recrutamento n guarda do Io batalhao de artilharia
nformacao do inspector da thesouraria de fazenda,
nao tem lugar o que requer o supplicante.
Joaquim Albino de ousmo. Passe portara
concedendo a licenca que requer.
Mara do Carmoda Trindade. Informe o Sr.
director do arsenal de guerra.
COMANDO DAS ARMAS.
da guarda nacional Joao Albino Cavaleanti, visto Quarle| qeneral do comatando das armas de Per-
qu reconiierido como vadioe jogador, e nao tem ,_|.* _. -j-j h ImU I a innhn i*
cm seu favor alguma das iscncoes de que tratara '
as instruccoes de 10 de julho de 1822.
Dito ao-commandante superiarda guarda nacio-
nal de Pao d'Alho.Ao offlcio que V-S. me diri-
gi em 2 do corrente, respondo, declarando que a
esse caminando superior compete pelo disposto no
artigo 26 do decreto n. 1354 de 6 de abril de 1834,
nambuco, na cidade da Keeife, 9 de junho
1861.
OrdVm do dia n. 329.
O general commandante das armas, am execu-
gao ao aviso circular do ministerio da guerra de 4'
de maio ultimo, publicado na ordem do dia do
exercito n. 400, datada de 21 do mesmo mez, de-
dar todas as providencias para que se proceda an- \ termina que sejam escusas por terem finalisado o
nualmente a reviso da* listas do servico activo e ; lempo de servigo at ao fim do anno de 1861, s
da reserva da guarda nacional desse municipio, i pragas dos corpos movis em guarnigao nesta pro-
Quanto. porm, ao fornecimento de livros para os vincla, e das companhias soladas ella perten-
trabalhos dos conselhos de qualificagao e de revis- centes, abaixo mencionadas,
ta, aguardo a informagao da thesouraria de fazenda Quarto batalhao de artijharia a p.
para resolver como fr conveniente-
Dlo ao commandante do corpo de polica.Con-
trate V. S. para o servigo do corpo sob seu com-
mando os paisanos Joo Biptista Ribeiro c Felippe
Alves de Oliveira, que foram julgados aptos para
isso em inspeegio de sade, segundo consta dos
atte$tados a que alluuem os seus odiaos, ns. 261 e
264 ie'Vo 6 do corrente.
Bito So msmo.Mande V. S. addir ao corpo
sob seu commando o soldado de poiicia da provin-
cia do-Para Theodoro Jos da Silva, bem como
Segundo sargento Domingos Marcos dos Santos,
quarta companhia.
Anspegada Manoel Gomes da Conceiglo, segunda
companhia.
Dilo Ponciano Belmiro da Rocha, terceira com-
panhia.
Stimo batalhlo de infamara.
Cabo d'esquadra Manoel Cyrillo Xavier, oitava
companhia.
Anspegada Paulo Antonio dos Santos, 'primeira
companhia.
abonar-lhe os respectivos veneimentos at que Soldado Francisco Braz Rodrigues, segunda com-
possa regressar aquella provincia.Communicou-
se ao Ur. chefe de polica.
Dilo ao capitao do porto.A V. S. ser apresen-
tado o rer.rula de man 11 lia Manoel Joao de Barros,
para que lhe d o conveniente destino, depois de
inspeccionado.Commnoicoo-se ao Dr. chefe de
poiicia.
Ditoae ojeamoFago apresentar a V. S os re-
.
panhia.
Dito Francisco Jos do Nascimento, quarta compa-
nhia.
Dlo Gamillo Francisco Pereira, quinta compa-
nhia. '
Nono batalhao de infantera.
Espiogardeiro Genuino Luiz Nunes, primeira com-
panhia.
chegaram as cousas ao estado, em que se
acham. .
Os pasciuins fallavam no senlido da candidatura
doSr. Urbano......
Uil Sr. Deputado :Creio que nao quer chamar
pasquim ao liberal
O Sr. araujo Barros :Oh I senhores! Quem
fallou aqu era Liberal f
Como me dirige, pois, o nobre deputado um se-
melliante aparte?
Os pasquins applaudiam a candidatura do Sr. Dr.
Urbano, e hostilisavam as dos chefes do partido
progressista. Parece, portento, muito conforme ao
bom senso, que elles nao fossem creagao desse
partido.
Quando o nobre deputado do primeiro districto
falln em pasquins quiz, porm, referir-se aos car-
tazes, impressos, que se alixaram era algumas
das esquinas das ras prximas matriz de Santo
Antonio desta cidade 1
Sr. presidente, nos todos sabemos que alguns
desses impressos se afflxaram naquelles lugares;
mas esse triste expediente nao foi smente obra de
1 ura partido; foi de ambos; porque se em alguns
desses cartazes se tallava do Sr. Urbano de um mo-
do menos decente, em outros o Sr. Dr. Feitosa era
coberto de balaSes.
Um Sr. Deputado :Nos todos protestamos con-
tra isso.
O Sr. Araujo Barros : Nenhum partido deve
langar mao de to tristes recursos contra os adver-
sarios, por que esses recursos nao produzem outro
effeito, senlo o de estragar a moralidade publica.
(Apoiados.)
En reprovo altamente os carlazes afflxados con-
tra o Sr. Dr. Urbano, mas censuro e condemno do
mesmo modo os que foram pregados contra OxSr.
Dr. Feilosa.
Reprovemos nos todos, senhores, esses meios
torpes, que nao devem ser tolerados por nenhum
homem de bem. (Apoiados.)
Um Sr. Deputado :Da nossa parle nao houve
pasquins contra o Sr. Dr. Feitosa.
O Sr. Araujo Barros : Estaremos esquecidos
dos Impressos, que foram dallados por baixo das
portas das casas de varios cidadaos, nos quaes o
Sr. Dr. Feitosa eraqualfieado de Calabar, e de bel-
leguim da polica?
Um Sr. Deputado :Quando se fallou em pas-
quins, o Sr. Costa Ribeiro referio-se a estes que
ainda hoje esto progados.
O Sr. Araujo Barros :-Os impressos, a que me
refiro, sao do mesmo genero, e certamente nao fo-
ram feitos por amigos do Sr. Dr. Peitosa.
Um Sr. Deputado : Nio de admirar quando o
orglo do partido progressista alassalbava os libe-
raes.
captura
Um Sr. Deputado : E' que se houvesse pre-
vengo, talvez se nao dssem os crimes.
O Sr. Araujo Barros :0 nobre deputado se-
acabar com essa falla de hormonia, ou com qual-
quer conflicto, que se d entre urna e outra auto-
ndado^emiltiDao aquella que menos conlianga lho
jnerega.
Pela legslacao vigente as autoridades policiaes,
ria mais juto se dissesse que para nao haver en-, delegados c subdelegados sao nomeados pelo presi
mes fura preciso que a torra nao fosse lubitada
por homens.
Pergunlo ao nobre depulado : o sicario est, ou
nao esl preso ?
Q mesmo Sr. Deputado :Est.
O Sr. Arkujo Barros : Enlao o resto pertence
aos tribunaes judiciarios, onde de esperar a lei
seja vingada,
O mesmo Sr. Deputado :A consequencia ou-
tra : que o povo morigerado.
Um Sr. Deputado : Vejo que note nao se
enconga um soldado de polica as ras desla ci-
dade.p vista dos poucos crimes que se dao, digo
Hjne nao ha povo melhor do que este.
0 Sr. Araujo Barros : Acompanho o nobre
depulado na justa apreciago, que faz do carcter
do nosso povo, e estimo bastante que reconhega
que poucos crimes se do entre nos.
Era este o mesmo ponto que eu pretenda che-
gar, quando fui ioterrompido pelo nobre depu-
tado.
Estimara muito mais que o nobre deputado
quem respondo, em vista de nossa eslatstca cri-
minal emitlisse o seu juizo acerca da nossa sita-
cao criminal.
Vena entao que o estado da nossa provincia
esse respeito nlo lisoogeiro, mas saberia ao
mesmo tempe que elle tem raelhorado muito.
Senhores, estando o nobre deputado a concluir
o seu discurso, e nao nos teodo dito cousa alguma
sobre os seus principios polticos, roguei-lbe que
dente sobre proposta do chefe de polica, e, nada
obstante, nunca houve receio de conflicto, que tor-
nasse embaragosa a marcha do servigo publico.
O chefe de polica urna autoridade de inteira
confianga do presidente, e, quando nao estiver nes-
tas circumstancias nao pode deixar de ser demit-
lido. -
Todos os offlciaes do corpo de polica nao sao no-
meados sobre proposta do chefe de polica, mas so-
mente os oflUiaes da secgao urbana, destinada entre
outras cousas a auxiliar as justigas nesta cidade, e
seus suburbios. Para que ella possa corresponder
perfeilamente ao fim de sua insttuigo, cumpre
que o chefe de poiicia exerga sobre ella immenso
prestigio, e isto se consegue grandemente partindo
do raesmo chefe a proposta dos respectivos offl-
ciaes.
Sao estes os breves reparos, que tenho de fazer ao
discurso do nobre depulado.
Tendo de responder ao discurso do Sr. Cunha
Teixeira, e nao o podendo fazer hoje mandarei
mesa urna emenda para fallar amanha, se os ora-
dores, que se achara inscriptos me cederem a pa-
lavra.
Por hoje tenho concluido.(Muito bem, muito
bem.)
ERRATA.
No discurso do doputado Araujo Barros, publi-
cado no Diario de hontem. na 1" co|. da 2a pag. g
! 2* linha, onde se l : as que trabalham eic.-
leia-se-os que trabalham, e collocam-se a fr
nos dissesse algumas palavras acerca de to mo-1 STJIrim saoos"q"ue"devem"sr altendidos, epro-
minio'" ".'(miiln A MillH'i riTimh fllli IIl."Pi*f I I
mentoso assilmpto. A nica resposta que merec
do nobre deputado, foi que nao eslava elle em
sabbatina.
Entretanto, provocado ainda sobre o mesmo as-
sumpto, pois era de certo questao de grande utili-
dade saber-sequal a bandeira poltica do nobre de-
putado, limilou-se S. Exc. a dizer-nos que quena o
desenvolvimento da democracia.
Ora, senhores, nada ha mais vago, e indefinido,
como observou immediatamente o nobre depulado
pelo 5 districto, o Sr. Or. Benedicto Franga.
O desenvolvimento da democracia pode ser e
principio tambem dos partidos republicanos.
Pedio-se, pois, ao nobre deputado que seexpli-
casse esse respeito, e o nobre deputado nao dig-
nou-se dar-nos a explicacao, que solicilavamos.
Um Sr. Dhputado .Elle explicou.
O Sr. Araujo Barros :Disse-nos apenas que
quera o desenvolvimento da democracia, c nada
mais.
Ora, em vista disso, creio que o nobre depulado
nao se acha divergente da situaco por amor de
CUOsdoutros erros, que se encontrara no mesmo dis-
curso slo menas nota veis. Por isso nao sao aqu
mencionados. ,
Pede-se desculpa para algumas transposigoes, e
erros, at de graramalica, que sahiram no discurso
anterior do mesmo deputado, que o nao corrigio
REVISTA DIARIA.
Hontem fuocconou o Instituto Archeologico t
Geographico Pernambucano, assisllndo sessao o
Exm. monsenhor Muniz Ta vares e os Srs. Drs. Joa-
quim Porlella, Aprigio Guimaraes, Torres Bandei-
ra, Manoel de Figueiroa, Soares de Azevedo, Torres
Bandeira e Gervasio Campello, padre Lino do
Monte Carmello, major Salvador Henrique e Jos
de Vasconcellos.
Lida e approvada a acia da antecedente, foi dado
comraunicacio ao Instituto de ura offlcio do Sr.
vento de S. Bento.
Realisou-se hontem o offlcio solemne polo re-
pouso do Exm. e Revm. Sr. hispo de Crysopolis,
no convento do Carmo, que se achava coberto de
luto, tendo no cruzeiro um grande monumento. O
acto esteve solemne, e digno do alto personagem
que se suffragava. Daremos ao depois a descrp-
gao mais minuciosa.
Entrou em julgamento no jury Jos Pereira
Coelho.pronunciado as penas do art. 266 do cdigo
criminal, por haver promovido um incendio em casa
de Damiana Landelina Pereira, de que resnltou
damnificagao em varios objectos pertencentes a
esta.
0 ministerio publico, em sustentaglo do 1 bello
accusatorio.determina em sua argumentacao a exis-
tencia do facto material, cuja autora demonstra
com o depoimento das testeraunhas caber ao aecu-
sado ; e conclue pedindo a condemnagao delie no
grao medio daquelle arl., parte segunda, por con-
correrem as aggravantes especificadas nos 1 e
14 do art. 16 do mesmo cdigo.
A defesa cabe ao Sr. Manoel Jacome da Silva
Pessoa, que a desenvolve com o estudo das provas
dos autos de modo claro e concludente, em ordem
a retirar do aecusado a autora que lhe attribu-
da, pedrido em remate a absolvigao do mesmo.
Termnnados os debates, recolhe-se o conselho a
sala das conferencias ; e a vista de suas respostas,
o acensado condemnado no pedido do libello, ap-
pellando elle, porm, desta decisao para o superior
tribunal da relagao.
Amanhaa d o Club-Commeral a sua parti-
da relativa ao corrente mez.
Pela directora geral da nstrucco publica
esto designados os dias 15 e 21 do corrente, para
ter lugar o exame de capacidade professional dos
pretendentes ao magisterio de inslruccao primaria
de ambos os sexos.
Seguio hontem para a corte, afim de dar bai-
xa para ser applicado ao servigo dos aspirantes da
escola de marinha o brigue-escuna de guerra na-
cional Fidclidade, commandante o nosso distincto
comprovinciano, o i" tenente Francisco Romano
Slepple da Silva.
A guarnigao deste navio, offlciaes, c o distincto
medico Dr. Jlo Adriao Cbaves eo seu digno com-
mandante, consta-nos que passar para bordo do
brigue de guerra ltaparica, que vem substtui-lo
no districto, logo que acabe os concerlos que est
fazendo.
Ao nosso distincto comprovinciano Stepple, com-
mandante daquelle navio, e bem assim ao Illm.
Sr. Dr. Chaves ( medico) desejamos-lhes boa va-
geni e rpida volla para nossa satisfagao e d'aquel-
les a quem poderem ser uteis.
Por deliberagao do tribunal do jury foi proro-
gada a presente sessao por mais tres dias, visto te-
rem hontem terminado os quinze dias consecutivos
consagrados em lei.
E' esta por certo urna deliberagao honrosa para
o mesmo tribunal, visto que atiende principios de
humanidade no prompto julgamento dos aecusa-
dos. .
Na sessao de hontem do mesmo tribunal sen-
do apreseotedos para entrar em julgamento por
homicidio os aecusados Joaquim de Oliveira Man-
gueira e Luiz de Oliveira Mangueira, requereu o
Sr. Dr. promotor publico o adjamento desse julga-
mento, era consequencia da ausencia de tcstemu-
nhas, cuja audiencia muito importava ao esclareci-
mento da materia; e sendo impugnado o requen-
raento pelo Sr. Dr. Francisco Leopoldino de bus-
ralo Lobo, encarregado da defesa, sobre o funda-
mento de existiremos depoimentos das mesmas
cumpridamente escriptos nos autos, e de nao po-
der o ministerio publico offerecer testemunhas sem
previa ciencia do reo no praso legal, foi submetti-
da ao conselho a respectiva decisao quanto a pri-
meira parte.
O conselhe em sua decisao entendeu nao poder
jalgar a causa na ausencia das testemunhas. sen-
do assim favoravel ao requenmento do ministerio
publico ; e o Sr. Dr. juiz de direito quanto a 2*
parte da impugnagao decidi em sentido contrario
a ella, firmado no disposto do artigo SU do cdigo
do processo criminal.
A' vista do que, adiado o julgamento dos reos,
e levanta-se a sesslo emquanto mandado coodu-
zir outro aecusado para ser julgado.
Acha-se approvado pelo Exm. Sr. presidente
da provincia um novo plano para as partes ordina-
rias das loteras, de capital de 21:0004, cora 3,500
bilhetes, tendo 1,100,premiados, sendo 1 de 6:0004.
1 de 1:400, 1 de 6004, 3 de 2004, 6 de 1004, 1*
de 404, 26 de 204, 50 de 124 e 1,000 de 64-
Os amantes das gallinhas, penis e carneiros,
foram colheita na noite de o do corrente, ao
animal da casa em que reside o Exm. Sr. comman-
ante das armas, na ra do Hospicio, tendo sido
apanbado Joaquim Thereza Nunes, um dos fregue-
ses, quando furtava nm cabritinho do porto das
ca valla ricas do caminando das armas.
repartico da polica.
Extracto das partes do dia 9 da junho de 1861.



t "EvaSrapen
Diarlo ieP
o -. geia letra
Foram rw.olhldos a ca*a de detengo no d'a 8 do ^ Eva"'ernpenh"ou-s'coni Adao para que eomcsseo .noel Fernandos S Antunes, do ajje dou t'. Pama-
irrenic : Tracto,"oTIgem de todos os niales da familia hu- hyba, 9 de fevereiro de 1864.
Im. Sr. Dr. choto de polica, Fran- mana.
correal
A' ordem do ...
risco Jos de Oliveira, como supeilo; Jos Gomes
de Oliveira Jnior, Jos .BeOt Beltrio, Vellaso,
Francisco Alvos de Athayde tf Antonio Alves de
Athavdc, como sentenciados; Jos Lopes da Silva,
para're.-ruu ; Simiaj Forren Qfdonho, como con-
demnado no medio do art. 901 do coligo penal.
A' ordem do subdelegado daRecife^Thedpmlo,
escravo de Mauoel Pereira Lemos.por fgido.
A' urdom duda Boa-Vista, Manoel da Hora do
Espirito Santo, por embriaguez e insultos.
O chefe i' daseceo,
/ Q. de Metfuita.
Jacob, irmio de Eza, eiopenhou-se para papar-
me a primogeitura, lambendo-lhe elle o prato de
lentilnas, iguaria oppara naquella poca, em que
j se tratava da instituicao de morgados.
DalUa empenhou-se em losquar Sanso, e en
decepar'-llc por esse modo o virtuoso cabello da ca-
beoa, da natureza do qual nao ha qoem tenha al-
gan m venta.
Os phariseus empenharam-se eom Judas Esca-
riles para dar o sculo da traico na face do Di-
vino Mestre.
O diabo, desde a primeira queda qne levou, es-
- Passageiro sahido para o Aracaly no "hiate palha legioes de suecubos e'ineubosf enrpentia-se
nacional Nicolao I: Camillo H. da S. Figueiredo. corq ellas na consecucao de cousas do arco da ve-
Vovimcnto da casa de detenco do dia 7 de Iba.
0U
adaJesta*a o sil
-~4Uo Ai*>
o Mgual
GOr
Em testemuoho de verdad
publico.) O tabelliao publico.
mes Rtbeiro. >
(Da Liga e Progress do P,iauhy.)
ie it4.
junlio de 1864.
Exisliam...... 357 presos
A ^aber
7
. 364
Estrangeros.. Estrangeira . 53 presos 37 9 1 60 i
364 >
Alimeniados nula dos cofres pblicos 440
Movimento da enfermara do da 9 de Junho de
1864.
Teve, lana i
Manoel da Hora do Espirito Santo ; contorsoes es-
pasmodkas.
IM POICO DE TUDO.
A MANGLEIRA DA LOUCA.
IV
JJuem haver no inundo araavel leitora, capaz de
Bao ser egosta quando o amor nascer-lhe no peito ?
As almas mais puras, os coracoes mais hanilua-
losax)s sublimes sacrificios da abnegaco comple-
ta de todos os prazeres da vida, sentem-se nessa
occasijo arrastauos por um poder irresistvel a
quererera turto para si, ou para o ente amado, o
?ue ven a dar no mesmu ; poi&a,verdadeiro amor
az de dous um.
Ningaem, por mais que esmerilbe e esquadriuhe
todos os peitos desde a ormacao do mundo, poder
aprosejiiar urna exceptu esta regra geral, incon-
testavel e inabalavel as suas bases assentadas so-
bre a verdade dos fados e da experiencia.
Ou ha. egosmo, ou nao existe o amor. i g0 0 Empenhopliobo.
i) amor e a exclusao completa e absoluta de ou- r
tro quatquer sentimento, de nutro qualquer ponsa- ,, MKSTRK ^ B\rc\
>B^n,fS nao seja o cute junado. E'ho.nem de m catadura.'rubicuudo e er de
Amar de outro modo, nao e amar ; sympatln-1 barro vesle uma jap0lia dl! paiin0 pi,ol0) umcha-
i i.;.2!f a a peo de Braga e sapales ferrados.
Uuaudo se ama verdade.raraente sente-se un' Onlinammenieraeimcilupido como um
vou cahir adiante dos olhos: nesse veu ha um pns-; pat0 ignorantedo6 mais Comeinhos principios do
roa ; atravez desse prisma so se vu a pessoa ama- naVegaeo
la revestida do todas as boas qualidades, adorna-; Len),;ram.se llm dia de arvora-lo em mestit de
PT11 Se,,"Tcda T d6 tl,c"iade f pessmo arris de (afta, transformado em couduc-
ternos cuidados e carinos desse ente tao perfe.lo tor de centenares de v das
E' ou nao velho o systema de empenhos,
anda querem mais provas da sua velluce ?
Se as querem, leam Bibfla do padre Antonio
I Pereira-de Figueiredo o nao a da Propaganda, que
I se empenha em recrutar proselytos em favor do
excommungado corypheu dos protestantes.
Que eslranheza, pois, deve causar s sociedades
modernas moverem-se ellas ao impulso do omni-,
potente empenho ?
Nenhuma.
Deixem a Inglaterra empenharse em conquistar I
1 o resto da India, em conservar o protectorado das
Jonias Bellas, em manterse no Gibraltar, nailha
I de Malla, c em escumar os mares.
Deixem a Hussia empenhar-se em esmagar a
Polonia e sonharcom a engulidella da Turqua.
Deixem o Piemonte empenhar-se em gualdir to
1 da a Italia, em arvorar a bandeira da conquista no
I castello de Santo Angelo.
Deixem que os hereges se empenhem em redu-
ziroSanto Padre s proporces do GroLhama.
Deixem a Franca empenbar-9e em entrar pela
Allemanha, pela Blgica, pela Prussia, e construir
a seu talante o imperio de Montezuma.
Deitem aSuecia, a Dinamarca e a Prussia em-
penharem-se *na incorporajao do SchlesVig-Hols-
tein.
Deixem a Hespanha empenhar-se na solucao da
questao ibrica, tao sympathica aos porlugnezes
descendentes de Egas Nuniz.
Deixem, finalmente, que o empenho, abrindo es-
pacos, v vivendo com a sua natureza de cobra, co-
leando, sylvando, babando, mordendo, em prejuizo
da justca, da moral e da razao, toleironas que se
julgam fortes e ndependenles do bicho, que se ri
de sua fortaleza e independencia, e vai andando seu
cminho, certo de chegar onde deseja.
O mundo assim mesmo. Deve ser chamado a
bolos quem prega sermoes para crrigi-lo. Lutar
contra a torrente peor que brincar com o fogo.
Neo lula contra a torrente, nem brinca com fo-
HIKHIIiMVI l\ P.%f :.
Subiste, amigo, ao cosjjbio tu'aima
Ao lugar dos vares pobros e honrados:
Subiste, amigo, ao cocomeado a patina
Reservada aos hroes mais aflamados I
Nao foste um Branger, Cesar ou Dante,
Nao foste em tua Franca um Mirabeau;'
Mas foste no Brasil hospede amante,
Que bom medico e amigo se mostrou.
.
Francez Ilustre a bella patria deixas
Por patria dando aos tilhos o Brasil 1
Pobre, mas grande here, nunca te queixas
Da fortuna ou da sorte aos golpes mil!
Ah
E'
i i/t
tao mcre.cedor de tudo o que bom, para da-las
quem tanto nao merecerse ?___
Pode haver quem negu sto, mas tambem
muita gente que nega a existencia de Deus.
Chegando pois casa Laura eslava mudada
lia
ja
Pebre paiz, onde todos servem para tudo e tudo
para todos I
Ninguem conhece melhor o mestre de barca Ado
que o passageiro, queja se vio por duas ou tres
vezes nos bracos da raorte. Leva Indo com gritara,
nao quena pnvar-se de tudo em.favor de sua ami- dtS(.ompo(3 os roachiostas e o negro do leme, vo-
.In'n; m aT, C"5a ',U.e e,l*nao cede"*-;d-e I"0- cifera contra o vento e as ondas, e nou
lo algum j era o amor daquellu mancebo tao bel-
lo que vira na igivja, e quem, pelas leis forcadas
tao longe das teiig,junto ^ cojiaorle
prole tao querida eras fliz l..
Mas Dos quiz premiar-tev. e logo a morte,
Roubar-te para o se^o d Elle quiz !
Os grandes e arqueos todos choram ;
Pobres e ricps.Jovens e anciao:
E.por tu'aima juntamente OJtomjijnu
De Dos o "pdulto com suppceamane,-,
Choremos, sim choremos o grande homem,
Que deixa tanta falta a humanidade;
E os dignos Brasileros delle toraem,
Para segui-lo, o exemplo eterOdade I
Lembrem-se que do justo leve a morte
Esse ilustre doutor em medicina;
Morreu pobre, mas deixa un nome forte,
Urna i:loria immortal-(que feliz sina) I
Doutor Pedro Thberge eis, o seu nome
Respeitavel todos que o conhecem
Seu iilho Henrique d elle o exemplo tome,
At que seja igual ao pai,confessem.
E tu, meu bom amigo, olha propicio
De la mesmo, do empyreo para mim :
Roga Dos pelo teu pobre Simplicio,
Qoe teu amigo foi at o fim. *
Ico, 11 de maio de 1864.
idades de Santo Antonio, S Joao e
i mn& qoaesoaer das t o contra-
jrfnnlu elOfOOO.e o duplo na reta-
Jll biieo.
Cidade iVcte 8 de tanho de 1864.
2 wlMes
Manoel Jkaqulra da Silva HihOrb- *
Joao Xftor da Fonseca CapibaOhf.
Thonaai Antonio de VascgnceTlei AlbuquefOBe
Maranbio. "* / H
Manoel Antonio Ferrera Gomes.
0 Dr. Ernesto de Aquino Fonseca, cavalheiro da
ordem de Christo, juiz de orpbiQ e aavntes da
cidade do Recife e seu termo, por S.#. o Impe-
rador, que Dos guarde, etc.
por mais do e^^Ja4o de 20 rs. por balde,
e sdf obrigado a dar agua paVa beber a
quem de passagem a pedir.
4.a
0 arrematante nao poder vender agua
fra do periioUro de sua arreamtacao, mas
dentro delle pode faze-lo da fama qne qui-
zer ou I lie anier, nunca faltando a venda
ao publico nos chafantes.
5.a '
O permetro ou limitis do torroio da ar-
remataco da veoa d'agua na Jrqguezia da
Boa-Vista ser o sefninte; coBecando pela'
Fafo'saber aoVque" o presente ediial virem que P0,lte P Boa-Vista Seguir pela ra da Au-,
1
r reina la -

requermento do Dr. Manoel do Nascimento Ma-
chado Portel la, curador do prodigo Valeriano Man-
so da Costa Res, vai praca por tres annos o ar-
rendamento do engentado Meio, de Ipojuca na
comarca do Cabo, por l:flbOJ0o annuaes, de cujo
engenho consenbor da qoarta parte o predito
prodiga
E para constar mandel nassar o presente que
sera afiliado nos lugares do costme, depos" de
ter transitado pela chancellara do supremo tri-
bunal da relacao do disiricto.
Dado e pasiado nema4Mmm fRecife de Per-
nambuco, em 23 de abril de 1864.
Eu, Fiorianno CenOi4e BritO' esorvao, o fk
escrevex e ubsQMii v ,. .
Eroesto_de Aflamo Fonseca.
Contina a estar en praea- o engenho do Me io.
sito no termo de Ipojaafc aj da audiencia do IUm. gf. Dr.Juiz de [*\m de
conformidade com o ediul acin, i.
. A iospectoria da MftBd iea eidadcem.
virtude da portara da tbfSOWti* M faiunda a.
67 de 28 de maio DroxuaMMMOo, pieem-contra-
tar para o,expediente da meama reparticae o au-
no linanceiro de 18641865, os qjMOs declara-
dos na reocao que es^. syg^, >- el
Us pretendentes deverao apresentar snas propos-
tas em carta fechada at di* 13 do correte.
Alfandega de Parnambuco, i dejunho de 1864.
O segundo escriturario, Cietano Gomes de S.
Objcctos para'a grjmlmoria.
Lonas.
Brins. Ii
Bandeiras para signaes d e 3 pannos.
Oleo de linhaca.
Tintas preparadas a oleo.
Ditas em p. T
Breu.
Alca trio.
Verniz.
Fio de algodo. .i
Tijolo para lirapar /errajeds.
Piassaba.
Estoupa.
Cera em grume
Graxa ou sebo
Cadarco estreito
Cadarzo largor
Azarcao
Taixas de bomba
Cabos de dilferentes.qualdades e grossuras.
Follias de cobre ou metal.
Pregos de ferro e cobre de diferentes lmannos.
Azeite de carrapato e de coco.
Lanternas ou pbares.
Forquetas de ferro.
" (torrentes de dififerentes grossuras.
rero at a primeira ponte depois do Gym-
nasio, d'hi seguir em linha recUi ao sitio' j
' Paca a lacrac,5o.
..das
oa naturezaquando nao pelas do romancej
ama va com todo o extremo de um coracao que
nunca amara; por isso quando sua amiga, tirando
o vu, dsse-lhe :
Que bonito moco estava hoje na egreja I Nao
viste, Laura 1
N3o repare!. respndeu ella sentindo no pei-
to a aguilhoada do ciume.
_ E' a primeira vez que o vejo. Parece-ine que
nao d-3qu !
Nao sei.
Mas. olha, Laura j uma cousa eu te afflano:,
elle ha de casar-se comigo.
Talvez.
Com certeza. Eu sou rica, sou bella; o que
me falta pois para que elle se apaixone por mim?
Nada.
pouco ihe d
tanto que chegue
que a barca se osbandallie, cora
ao seu destino.
E' um typo conhecido, porm s de-importancia
para os quo Iota a infelicidad.' de se verem sujei-
tos direcao de tal Pallnuro. El tndem aliar
nitor otis. o /

O CONTRA-RBGRAS.
Todo o mundo conhece esse typo original dos
nossos theaaros.
Quasi sempre um bomem magro, de cabello
cortado a escovinha, sobrecasacas com oquarto bo-
to encaixado na segunda casa, bravata de listras,
I neo de tabaco em uma das maos, n'outra uma
caixa de esturro, meta duza de papis em baixo
do braco e um apilo ao pescoco.
O contra-regras tein s dous momeutos de pra-
r nesla vida : quando recebe dinheiro e quando
Zf
i v acabado o espectculo e se recolhe para o valle
b aleiu di>o, quem ousara fazer-me concur-1 dog |eU(.oes
enca, se eu lenho todos os requisitos de um bom E- JJ^ irrent0 e procura exercer a,gum
3 dominio no theatro sobre... o guaida-roupa e a
sala dos cacareos.

partido para um rapaz que est ustudando,
vai portante comecar a vida ?
Laura nao respoodeu
Se tivesses reparado, continuou Lenor, ve-
ras com que attencao obstinada elle olhava para o
lado em que estovamos ; ora nao poda ser senao
para mim Piuvavelmenle elle ja indagou e j sa-
be que sou rica.,.
E' um bonito elogio que lhc fazos, disse Lau-
ra, nao podendo admiltir que se dsse um interes-
se tao vil ao bello mancebo.
O que traeres, miaba amiga; as cousas estao
assim. e eu nao posso mudar-Ibes o curso. A ri-
queza a mola principal que faz gyrar tudo ues-
te mundo. Nada se faz sem ella.
Quem sane ?!
En que te digo. Olha Laura; apezar de moca
e formesa, talvez nunca te cases por nao seres r*-
^jyW* qU6 0l.' T' J,M eSte1ida ,ian- com que tenho sido d.stinguido pelos meus
por esse bello pianeebo. Nao sabe qoanto te las-, ^^^^ 0U5O pedil. iuinlia provnc^, a honra
timo, nnnba amiga!
Obrigada! disse Laura
Goza de influencia, porque todos dependem do
seu apito e das suas deixas.
As vezes, tem calunds e grita mais do que o
prcto do leite com os carptnieiros e puxa-vistas.
D opinio e considerado pelos frequenladores
de bastidores.
' CORRESPQyDENCIAS.
llm. Sr. A laraentavel morte do, benemrito
Pernambucano o conselheiro Francisco Xavier
Paes Brrelodou lugar a urna vaga senatorial por
essa nossa provincia.
Animado pelas repetidas provas de estima e con
iuacaliuia peltoral de Kenap.
A ANAeAUi'iTA>peiTOHAL db Kbmp, de cujas vir-
tudes especificas tantos annuncios appareceram
em nsssos jornaes, uma composic.o de vegetaes
peitoraes, e oao contm nenhum adsli ingente vene-
noso ou mortalmente narctico. E preparada em ferros de differentes tamanho*e
forma de um xarope delicioso, etc., um poderoso Keraos ue lz> M e *? Pes-
e efTicaz remedio para irritacao dos pulmoes, angi- i Louca ae msa e csinha.
as, catarrho, tosse, resfriamento, rouquido, affec-1.. ,para ser,nc() da capausia.
coes catarrhaes, escarros dfesangue, e todas as in-11"> m branco Para.s armazens.
numeraveis molesas que affieciam os orgos da A?e'l doce para os guindastes,
respraco. Cuidados e sckntiticamente prepara- ,," roxo-,erra fm P>. .
da por Lanmam & Kemp, em Nova-York, acha-se, "rochas para pintura,
venda as lojas do Caors & Barbosa, ra da ; de carvao de pedra.
Cruz, e Joao da Costa Bravo & C, ra da Madre
de Dos.
Srs. Redactores. Apresentando-me candidato a
um dos lugares da lista trplice da eleico de sena-
dor, que se tem de proceder nessa provincia, ro-.
go-lhes o obsequio de fazerem publicar as cowm- Dito mata-borro.
as do seu jornal a circular que dirijo aoe eleitores Peonas de aro.
especiaes da mesma provincia. Ditas de aves.
Sou com particular estima, etc., etc.
Antonio Qolho de S e Albuquerque.
Rio, 4 de maio de 1864.
Paia o expediente das seecees. i
Cadernos em papel pautado para os extractos
dos niappas.-
Papel greve pautado.
Dito dito liso, e de linho.
COMMETLCIO.
Alfandega
Rendimento do dia I a 8........ 306:4873710
dem do dia9................. 32:2033243
i Lapes preto.
Dito de cores.
i Caetas.
; Tinta preta para escrever, e tinla roxa.
i Ditas carmisim.
i Ara preta.
Obreias.
ReguaS.
Cdarcos.
Caivetes e raspadeiras.
238:69039o
422:
y
pretextando alguma
cousa a fazer para acabar com esse dialogo, que a
incommodava.
-Nao len.do com quem fallar, Leonor entregou-s
m aos seos sonhos do futuro para os quacs nao
encontrara empecilho.
Por sen lado tambem Laura, com a conscencia
de que era ella a ; referida, soryia longos tragos
a felicidade de um priineiro amor, confirmando as-
sim o que disse Florian :
La moius cotuelte des femmes sait qu' ou est
amoureux a"elle un peu avant celui qm en devienl
umoureux.
Com elleito ha na mulher essa inlui^ao rpida
(jue o homem nao possue.
Quando o orgulho e a vaidade tola e estpida
nao a cegam, ella percebe, nao s o amor que se
manfesta, como tambem o que ainda est por nas-
cer, por isso Laura apezar da sua inexperiencia -
se que se pode chamar uma moca inexperiente
em materia de amor-sabia que era amada.
Eis o motivo porque nao dava importancia aos
ditos de sna amiga, e respondia-lhe distradamen-
te, s por flSo faltar polidez.
Leonor, oorm, cega pelo seu orgulho. desmedi-
do; nao admiltindo a possibilidade de encontrar
uma rival, nao descia analyse dos fados; olha-
va para ludo com. os olhos d orgulho, emquan-
to que d.'ixava os da alma fechadon, de sorte que
'a amor endoelle nao exista e tomava por mo-
desta resiptacao o que em Laura era apenas o
xtasis da felicidade.
Eis como em um instante a ordem natural e mo-
ntona das cousas linha sido invertida pelo grande
motor das ccSes humanaso amor.
(Prosegue.)
Da Semana Mustiada transcrevemos o que se-
gu :
0 EMPKMHO.
A sociedade moderna carrega com muitas cul-
pas e nao monos defeitos dos tempos anligos.
Os thuriferarios do 'passado teem, para si que" a
dade presente, na desmoralisacao, vai multo alm
das idades remotas.
Sao pessfmisos estes meus senhores, encomias-
tas das pocas paguas, das eras do rabicho, ou ada-
gas de gancho e dos calsdes de belbutina.
.Nao sou pessimista, nem optimista de nenhum
tempo.
Vejo que desde o berco do mundo at este secu-
lo da kerosene tem havido maroteira a granel.
Os pessimistas hodiernos botam os bofes pela
bocea fra na asseveracao de que um dos prin-
cipaes agentes da corrupcao actual o empenho.
Prolheu diablico, que toma quanta forma so Ihe
.juer dar, sem exceptuar as mais extravagantes.
Mas, carisstmos senhore,-o empenho alavan-
ca, mola temperada oas forjas Se hoje ?
O empenho e uma novidade, um recurso dos
contemporneos, ou urna heranca fatal dos.seculos
primitivos, transmittida de gerajao em gerago at
a que est em scena ?
O empenho de todos os tempos,
Convenha-se em que esteja mais desenvolvido,
iiiais aperfeieoado, mais.subtil p meticuloso, mais
ostensivo e desenibaracado agora do que nunca '
Isto sirj meus enhores. *"'
A praga,' porm, velliissima e j poda, estar
curada com algum preparativo de capa-rosi, se
hoavesse um Dr. Biaoaga, que se occopasse seria-
mente da extirpadlo de cancros sociaes.
Querem ver; comadriiihas maldizentes, como o
. mpenhoaotigo *'
Oucam e mediiem que lucraro.
A serppnte eropenha-se em tentar Eva :
couridados ouso pedir a miniia pro
de ser contemplado na lista trplice, que tem de ser
aprsentela escolha imperial.
A miuha vida publica nao breve, e, com a mao
ora minba consciencia, creio poder dizer a V. S. que
s o Le ii do meu paiz me lia guiado em lodos os
meas actos.
Se, pois, V. S. entender que o meu nome nao des-
lustrar a sua lista, digne-su de acolhe-lo com be-
nevolencia, amparando-o com o seu voto e cun o
seu prestigio e relaces.
Terei sempre vivo em minha memoria, e ser
sempre. objecto de meu sincero reeouheciuiento, o
obsequio que pego V. S.
Desojo a V. S. muitas prosperidades, e rogo-lhe
que transmita suas ordena a quem se preza ser de
'V. S. amigo e criado.atiento e obr gadissimo-
Anfonio Coe'Uio de S e Mbuqacrq^.
PUBLICARES 1 PEDIDO.
HovIiBcato da alfandega
Volumes entrados com fliiftndas... 74
< t com genWos... 348
Volumes sabidos com fazaflfs... loo
t f com gneros... ,^,600
-------. 1,733
Oescarregam no dia 10 de junho.
Barca hollandezaSchuringa fr\nia de trigo.
Barca inglezaCity.of the Sultn mercadorias.
Briguc portuguez Constantediversos gneros.
Barca portuguezaLaura -dem.
Brigue oaeionalLiwfl/carne de charque.
Brigue ieglezCalderassucar.
luiportafo.
Hiate nacional Sobralense, entrado de Penedo,
consignado a Caetano C. da Costa Morera, man-
festou
De Penedo.
130 saceos arroz; ordem.
i sacca com 10 arrobas e 16 libras de algpdao ;
F. G. T.
Da Villa Nova.
400 podras de amolar. 42 rebollos ; ao consig-
natario.
78 saceos milho, 93 dito feijo, e 238 saceos ar-
roz ; ordem.
Barca hollandeza ScIturiHga, entrada de Tri-
este, consignada N. O. Bieber & (l, manifes-
ton :
2700 barricas farinha de trigo ; .N. O. Bieber
& successores,
Reeebedorla de rendas internas
genio de Pernambueo.
DECLARARES.
COMPANHA.;- cq
h iwl
dos lierdeirosdo fallecido Francisco Joaquim
Pereira de Carvalho, d'alti seguir pela -es-
trada do Pombal, e pelo travessa do Boi at
apontedoManguinho, d'ahi -pela estrada
abaixa at o sitio fas herdeiros de Luiz
Gosaam gerreira, e d'ab. etn seguitneolo da
diviso do sttio dos ditos herdeiros de Luiz
Gomes, cum o sitio da fabrica do pap at o
ro CatyWflBf, e tfahfpra baixo seguin-
do a margem esquerda do ditp rio at a pon-
te dajjpa-Vista, Adverte-se que esta linha
divisoria segu sempre pelo centro das es-
tradas, de maneira que a parte da estrada
que flear alm da-dita linha nao pode fazr
parte do terreno que comprehende a arre-
maiafki. g Cidade Nova de Santo Amaro
pjindpiar da da segunda ponto (ft'tua da
Aurora'a^ o largo u>. capella de Santo
Amaro, d'ahi seguir pela estrada nova- de
Olinda conlprehendeirdo ura uiro lado da
ra at encontrar no sitio dos herdeiros do
fallecido Francisco Joaquim Pereira de Car-
valho. >
6/
O permetro da arrematado para as fre-
guezias de Santo Antonio, Recife e S. Jos
serio camprehundidas na diviso de cada
urna deltas. A dos Afogados comprehen-
dera sometite a ra Direila al Giqui pelo
lado do norte at a igreja lo Remedio, e pe-
lo sul at a ponte de Motocolorab. Os ar-
rematantes nao tero direito aos chafarizes
e penas d'agua que durante o prazo da arre-
matado se houverera de abrir, fra dos pe-
rmetros cima mareados, e taes chafarizes
e penas d'agua ficaro cargo da adminis-
trado.
7.a
Os arrematantes nao podero pedir in-
demnisacao alguma quando por occasio de
qualquer reparo ou concert no eocanamen-
to baja diminuicao ou falta d'agua at o pra-
zo de 21 horas e smente lera direito a re-
clamar alguma indemnisaoao pelo lempo
que exceder a este prazo.
Escxi.ptorio da Companhia de Beberibe, 7
de junho de 1861.
O escriturario,
Mareolino Jos Pupe.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co, qu oa imita das otis para pagamento boca
do cofre do segundo semestre do anuo fiaanceiro
vigente de 1863 1864 dos impostos da decima das
predios urbanos das freguesas desta cidade, e da
dos Afogados, de 20 por cento do consumo de
agurdente, e d 5 por cento sobre a renda dos neos
de raz pertencentes a corporacoes de mao mora,
se principian) a contar do iu de junho vindouro.
Mesa do consulado provincial de Pernambueo, 2o
de maio de 1864.
Antonio Carneiro Machado Bios.
Administrador.
Geaselbo de compras navaes.
Tendo o conselho de fazer os eontratos abaixo
duclarado8 convida aos pretendentes apresenta-
rem suas propostas em cartas fechadas no da 11
do correte mez at as 11 horas da raauha, em
que os mesmos contratos teem lugar.
Por tres mezes Ondos em setembro do corrente
nno.
fa lavagem de roupa dos estabelecmenlos de
inannha, e So fornecimento de fardamentos, aos
japrendzes artfices, mperiaes marinheiros, apren-
i'ifdt**tos, fnzileiros navaes, africanos e africanas
^livpeK
cao.
A
A arrematteo do ^ngetlio Pintos, j an-
nunciada por este Diario, ficou transferida
parasabdado da pr<'.sent semana, 11 do
corrate mei.
Por execueao do cirurgiSo Francisco Jos da
Silva lem de serem arrematadas por venda duas
casas terrea de pedra e eal, sitas na rnr da Casa
Forte, penhoradas a Rozendo Alves da Silva pelo
Motta : a arrematacao
docarrente, depois da au~
ibi
da Io vara, escrivo
tora lugar no da 10
diencla.
Wr
-jr
[BATRO
DE
S. ISABEL.
EHPKE||f'a
jmum i cWltii >
t-l' Recita da asslgnatnra.
Salifcado II (IojhiiW.
Subir seena o magaifleo mvaOrio em rruatro
actos, ornado de msica e machiismo,
OS MILAGRES
DE
Santo Antonio
Comecar s 8 horas.
AVISOS martimos.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A ViPOK
Dos portos do norte espera-
do at o dia 17 do correte o va-
por Oyapock, commandante Pe-
dro Hypolio Duarte,o qnal depois
da demora do costume seguir
para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2> ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An
tonio Luvde Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA BRASILEIBA-""
DE
PAQUETES A VAPOR.
E esperado des portea do sui
at o da 14 do cowenit o vapor
Apa, commandante o primeirw
tenente Alcanforado, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qnal dever
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sabida s 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegarn costeira a vapor.
Ilha de femando de \oronha.
No dia 14 de junho prximo,
ao meio dia, seguir um dos va-
pores da companhia para o pre-
sidio de Fernando e N'ero-
nha.
1 f oleso.
livrei,- eomposto o fardamento do seguinte: blu-
f sag de ahjodo azul, blusas de brim branco, bo-
jnets de' nnlfbrme, bonets do servico, calca- do^J
brinf-'brafico, calcas de ajgodao azul, caigas de
pawio kaul, cobertores de la, colcnas de algodo,
Nodialodo corrente, plas lff,fhor8s caiia8^e algodozioho branco, colchos de linho
do dia, ter lugar no 'escriptorio ;.aV Coja- *f*iB& ^^ fe panno az*i, fronhas de
i i 7-. i i i ~^\r algodazinh, lencoes de ditb, lencos de seda-preta
panhia ra do Cabug n. 16, arrematacao pafera jjSuL] sapatos fetos no paiz, saceos de
l do rendimento (los chafarizas e bicas por guardar roupa, e travesseros de linho cheios de
bairros OU lotalidade e por espaco de um P*"a-, parios aprendizesartinces calcas de brim
svb as bases e condcoes abaixo trans- bpan*' ea,5?8 dealK^o m cambas d^ brim
PIALHY.
Ao Exnj,r. ministro da justca.,,
l'MA QUESTAO IMPORTANTE.
Em nosso segundo comniunicado, dissemos que
o Sr. coronel Ozorio tendo feito dous inventarlos
por morte de suas mulheres, talvez nSo fosse capaz
de apresentar descripto em nenhum dettes o pardo
Luiz Mandy, como seu escravo. l
Na verdade, se o Sr. coronel Ozorio titfha a Luiz
Mandy como seu escravo, e se fez na existencia
delle dous inventarios, nao havia nada mais natu-
ral do que descrev-lo como tal; mas se o contra-
ro disto se tiver dado, n3o sabemos como explicar
o acto do Sr. coronel Ozorio.
Luiz Mandy baplisou-se, como por diversas vezes
temos provado, om 18$,Va segunda mulher do
Sr. coronel Ozorio morreu em 1839. OSr. coronel
Ozorio fez o inventario nao s dos bens deixados
por sua primeira mulher como dos que foram dei-
xados pea segunda. Luiz Mandy j exista em com-
panhia do Sr. coronel Ozorio por ccasio daquelles
inventarios, e em nenhum (relies foi descripto I 0
que quer isto dizer? Seria esquecimento da parte
do Sr. coronel Ozorio ? Como o Sr. coronel Ozorio
explicar esse acontec'rmento f
O publico leia o documento que-abaixo transcre-
vemos e avalle o procedimento do Sr. coronel
Ozorio.
Consta-nos que o inferz Luiz Mandy nistes lti-
mos das reappareceu na cidade da Parnahyba. l
o Sr. coronel Ozorio nao quiz ter por mais tempo
ocrullo das vistas do publico. Aqu flcamos por
hoje. Eis o documento.
Rendimento do dia
i dem do da 9
1 a8
8:801*439
1:923*607
10:723*016
-' ... .4-
Consulado provincial.
Rendimento do dia 1 a 8 ......... 30:226*323
dem do dia 9............,-------- 3:988*968
anno, soD as bases e
criptas: o Srs. licitantes comparecam com
seus fiadores ou declaracao dos mesmos no
mencionado dia, devendo ser as propsitos
em carta fechada apresentada na mesma oc-
casio ou antes no escriptorio onde melhor
se devero esclarecere informar.
Bases sobre as quacs se deve (anear.
Bairro do Recife.
Chafara e bica do caes da al-
fandega. ..'.... 5:*00000
Dito da ra da Cruz. 6:5000000
Dito da ra do Brum.
Dito do Forte do Mallos e bica. 3:390OO0
branco, camisas de algodo azul, calcas de'^nno
azul, frdelas de dito, leos de seda preta para
grtala, sapatos feilos no paiz, e saceos de ron
de marinhagem, para os mperiaes marinheiros e
aprendizes" ditos ; bonets de chap'a e palla, calcas
de brim branco, calcas de patino azul, camisas Se
brim branco, fardetas de panno azdl, frdelas de
brim branco, grvalas de couro de lustre, po-
lainas de panno preto, e sapatos fetos no paiz,
para os fuzileiros navaes, calcas de algodo azul e
! camisas do mesmo panno, para os africanos livres;
j camisas de algodozinho, e safas de algodo azul,
para as africauas livres.
Devero'os objectos de fardamento de manufac-
. ; tura ser feiios de conformidade com s medidas
'-lOOrHXK) i qUe se dara0 aos contratantes ou contratante.
Navio entrad* no da 9.
! Ro Grande do Sul t das, brigue escuna na-
i cional Cysne, de 237 toneladas, capito Jos
Montero de Almeida, equipagem 13, carga
13,000 arrobas de carne ; a Amorim Irmaos.
Navios salados no mesmo da.
Rio de Janeirobrigue escuna nacional de guer-
ra Fidelidade, commandante o Io tenente Fran-
cisco Romano Stepple da Silva. u
Parapatacho nacional Thereza, capitao Jo>o.Cor-
rola Luna, carga assucar e carne secca.
Rio Grande do Sul patacho nacional Espadarte,
capitao Francisco Jos Teixeira, carga assucar.
Aracatyhiate nacional Nicolu I, capitao Tra-
jano Tlieodomiro de Moura, carga diverso* g-
neros.
Liverpool pela Parahidabarca portugueza Sym-
pathia. capito Antonio Nogueira dos Santos,
carga assucar.
Harcelona patacho hespanhol Ricardo, capitao
Manoel Pejuan, carga algodo.
19:390*000
.. Bairro de Santo Antonio.
Chafar do largo do Carmo. 9:6005000
Dito do largo do Paraizo. 6:800^000
Dito do largo do Passeio Pu-
buco........4:2300000
Dito da ra do Sol. 3:200r>000
Dito da ra da Concordia. 4:1000000
27:6300000
Bairro da Boa-Vista.
Cbafariz e, bica do Cites do Ca-
pibaribe........4:6000000
I-Dito da ra da Aurora. 2:4000000
Dito da caixa d'agua dos Pires; 6:5000000
Dito da praca da Boa-Vista. 6:0005000
Dito do largo da Soledade. 1:5200000
21:0206000
Bairro de S. Jos.
Chalar do largo da Rtbeira. 12:0000000
Dito da ra Imperial. 6:1000000
Dito do meio do aterro dos
Afogados.......2:0000000
Parnahyba, 9 de fevereiro de 1864. O escrivo1 Liverpoolbrigue inglez Glacus, capitao W. Jones,
de erphaos desta cidade Manoel Fernandez S An
tunes, revendo os inventarios nuffsc proeederam
nos bens do casal do coronel Jos Francisco de Mi-
randa Ozorio, por allecimento de suas mulheres
p. Anglica Rosa da Silva Henriques e D. Louren-
ca Francisca Rasson, certiflque ao p desta, se
nelles ou em algum delles, foi descripto algum
cravp pardo ou mulata de nome Luiz, ou Luiz
andy. Assim o cumpra. 0 jniz de orphaos era
escerejeio, Antonio Jos Analio de Miranda.
Certifico porvlrtude da Rortarja supra, que
revendo_os auto de inventarios de que ella trata,
nelles nao encontrei descripto escravoalgum de n-
tate Lui* ou Luiz.Mandy. 0 referido ,.verdade do
que dou f e aos ditos autos me reporto. Parnahy-
ba, 9 de fevereiro de 1864. O escrivo Manoel Fer-
ndes S Antunes. Reconheco verdadeira a lettra
aisignatnra retro ser a propria do esorMd Ma-
carga assucar.
dembarca ingleza Netherton, capitao Samuel
Morrish, carga assucar.
EDITAES.
O* fiscaes das quairo freguezlas
desta cidade. ete.
Fazem constar a quem interessar possa, que o
artigo 2o das posturas addicionaes de 20 de julho
de 1860, abaixo transcripto que inteiramente pro-
,hibe o costume de se fazerem fogueiras nesta ci-
dade est em perfeito vigor.
i Art. 2. Fica inteiramente prohibido o costu-
me de se fazerem fogueiras nesta cidade por oc-
Por doze Mezes findo em junho do auno prxi-
mo vindouro.
Do aviamento dos receituarios das enfermaras
de marinlia e dos africanos livres, dos serviros
de barbeiro s mesmas enfermaras, e do .for-
necimento de ambulancias aos navios da ar-
mada.
Faz o conseibo estes contratos sujetos ap-
provacao do Exm. Sr. presidente da provincia, e
por elles Hcam cargo dos contratantes a multa
de 10 % n* cas0 de demora na entrega dos objec-
tos, ou de nao serem os serviros de que se incum-
brem feilos no devido lempo, e de 20% pela falla
de supprimento dos objectos, serem estes de m
qualidade, ou nao forera os ditos servicos presta-
dos, ou feitos de forma conveniente acrescendo
para o contratante do servico da lavagem de rou-
pa ficar-llie tambem carg o pagamento da im-
portancia das pecas que se extraviarem.
Sala do conselho de compras navaes, 7 de junho
de *8fri.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Conselho administrativo.
O conseltro-administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
seguintes: J
Para o arsenal de guerra.
Cornetas de loque com volla e bocal 12, custados
: de amarello de 25 a 28 palmos de comprimento e
de 16 polegadas de largura 6, cusladnhosdc ama-
relio com 26 a 28 palmos de comprimento e de 16
Para o Rio de Janeiro
o novo e veleiro patacho Potycena, capitao Cypria-
no .-^ntonio de Quadros, segu com brevidade ; re-
cebe carga a frete e escravos, para os quaes tem
excellentes commodos : trata-se com Miguel Jos
Alves, ra da Cruz n. 19.
Eio de Janeiro.
O brigue Trovador segu com brevidade, rece-
be carga e escravos a frete : trala-se* com os con-
signatarios Marques, Barros &,C*q|p do Corpo-
Santo n. 6.
Para o Rio de Janeiro
O brigue Relizano segu precisamente pera o
indicado porto, sabbado 11 do corrente, ainda re-
cebe carga escravos a frete : trata-se com os con-
signatarios Marques, Barros & C, largo do Corpo
Santo n. 6.
Para Lisboa pela ilha de S. Miguel segu
com. muita brevidade o brigue portuguez Flor inda
capitao Joaquim augusto de Souza. Recebe carga
a frete para ambos os portos : a tratar no eserip
lorio de Amorim Irmaos ra da (jrai n. 3.
JiaratfMo.
O palhabote Qaribaldi tem j parte da carga en-
gajada, e para p testante trata-se com Tasso Ir-
maos.
Para o Penedo.
O hiato Amelia, segu por estes das: a tratar
cora o tapttao na ra do Vigario n. o.
/'ara a uhia
pretende seguir com muta brevidade a escuna na-
cional Carlota, tem 'parte de seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, no seu escriptorio ra *fla Cruz: nu-
mero I.
Para o Rio Grande do Sol ~
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Carolina, tem parte do seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se com
o capitao Bearmino dos Santos Piahelro a bordo,-
ou na praca do commercio. >
Para Lisboa e Porto
Sahir com brevidade a barca nacional Marian-
na ; recebe carga a frete, e tem excellentes com-
modos para passageiros : trata-se no escriptorio
de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, no largo
do Corpo Santn. 19.___________
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o veleiro c
bem conhecido palhabote nacional Piedade, tem
parle do seu carregamento engajado : para o res-
to que Ihe falla e escravos a frete, para os quaes
tem excellentes commodos, tratase com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
ra da Cruz n. 1.
Bairro dos Afogados.
Chafariz do largo de Nossa Se-
nhora da. Paz. .... 4:1000000
Cidade .Nova de Santo Amaro.
Cbafariz junto a rampa de Starr '
AC........2.0000000
Passagem da Magdalena.
Chafariz do largo do viveiro. 6000000
Condleiies.
1.
A arrematacao ser feita por espaco de
um anno a contar do Io de julho de 1864.
2.a
0 pagamento Companhia ser feito em
prestaces mensaes dividindo-se pelos 12
mezes o preco da arrematacao em letras a-
signadas pelos arrematantes e seus fiadores,
alm do respectivo termo assignados pelos
mesmos.
3.a
18 polegadas de largura 6.
20:10000001 Para o corpo de guarnicao.
Cubos onodorio hermticamente fechados, 6.
Para o corpo de guarnicao da provincia do
Cear.
Bandas de la com 12 palmos de comprimento
13. casimira verde covados 39, clcheles prelos pa-
res 312.
Quem quizer vender taes objectos aprsente a
sua proposta em carta fechada na secretara do
conselho, s 10 horas da manha do dalo do junho
prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 8 de junho
de 1864.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente.
Sebastiao Jos Basilio Pyrrho,
Vogal secretario.
No dia 10 do corrente em audiencia
do juizo de orpbos desta capital, ser ar-
rematado o arrendamento do engenho Brnm
pertencente aos herdeiros do casal do falle,
cido Joaquim Jos de Miranda. Os pre-
tendentes que se tiverem habilitado como
j se annunciou ser preciso, podero con-
0 arrematante nao poder vender agua correr a essa praca
LEILOES.

a i il%o
DE
Um rico collar de ouro com
(obra prima), 1 apparelho
bandeija, 1 paliteiro tudo
Porto e um relogio suisso
novo systema de martello
por ambos os lados.
HOJE.
O agente Pinto far Icillo por onta de diversos,
dos objectos cima descriptos, s 10 horas 4o dia
supradito no armazem da ra da Cadea n. i4
esquina do Becco Largo.
30 brilhante*
para cha, 1
de prata do
patente pelo
e descoberl)
.9 0*
-------


LBIIi VO
DE
liseravos.
O agente Almeida far ieilao de diversos
vos de ambos os sexos com habilidades.
HOJE.
a porta dos Srs. Palmeira A Jkltro, m praca do
Corpo Sanio s 11 horas do dia.
'llM
estira-

1
-.-


I
h. Htxt* feto* 10 e <*!. e 1M1
DE
/#* escrava
Sexta-felra IO e jMOho ao
irlo di.
0 agente Pinto .tora tai.* a requerimento de
Antonio Jos de Castre por despacho do Illm. Sr.
Dr. juii especial 4e wawreio de urna escrava
pelo mesma embargada a seu devedor Joao Car-
neiro Machado Ros, s ti horas do dia cima di-
to no armazena da ra da Cadeia do Recite n. 24,
esquina do Becco Largo.
LEILAO
MOVIS
HOafE
ftexta-feira IO do eorrente ao
meto da.
Rua da Cadeia k. 48.
O agente Olimpio far leilo de diversos objec-
tos de marcineiria novos usados, e de outros
muilos arligos que se torna enfadonho mencionar
LEILAO
DE
Jtias, escravos e um Ierres
A saber:
Um rico adereco de ouro com brilhantes, 2 di-
tos cora palas, 2 pulceiras de ouro, 1 dita de co-
ral, 1 aIGnete, i par de brincos, 2 aneis, 2 pares
de botoes, 1 habito, 1 relogio e eorrente de ouro,
urna salva, 1 palileiro, 1 espevitadeira com ban-
deija e 1 meio aderezo de prata.
Urna escrava crioula por norau Guilhermina, 42
annos.
l'ma cria idem por nomo Luiza, 3 armes.
Um terreno na ra do tare outr'ora ra da
Uniiio, com 57 palmos de frente, 730 de fundo,
com urna pequea casa, junto a casa que foi do
fallecido tenente-coronel Gomes Leal pelo norte c
pelo sul junio a casa da viuva do Dr. Navarro.
iio.ii:
Se\U-feira lodejuihoas 101,2 toras
O agento Pinto autorisado pelos administradores
da massa fallida de loaquim Jos da Silveira, far
leilao dos objeclos cima mencionados pertencen-
tes a mesiiu massa, s 10 i\i horas do dia 10 de
junho no armazem da ra da Cadeia do Recife n.
24, junto ao Becco Largo._____________________
LHLM)
Sabhado II de juuho s 11 horas
ruada Cadeian. 53
DE
Urna casa terrea, chiios foreiro,
na do Arago n 5.
Por intervencao do agente Euzebio se vender
em leilao pelo maior preco que se adiar a casa
terrea i. 5 Bita na do Arago n. 2, com 2
portas e janella, portadas de podra, tem 28 palmos
de frente, i salas e 3 quartos em baixo, um soio'
sala, um quarto grande e eulro mais pequeo e
90 de fundo, cosiiiha fora e mais um quarto junio,
carimba grande com boa agua, quintal soffrivel.esta
casa est bem edificada aitendendo aos grandes
conimodos internos e junto de quasi todos os esta-
belecimentos que fornecem os objectos a necessi-
dade da vida, por .isio mesmo que se encom-
menda a attenrao do rospeitavel publico afim de
que aproveitem a opportunidade.
uguez:
ima
ato*.
logo a
portu-
messalidade de
Sexta-feira 17 do correte moa so ex
trahir pelo novo plano approtlo pelo
Exm. Sr. presidente da provincia e abaUo ( j7 Soleflo'ibcTbsTTRSctRo?
publicada, a primen-aparte da primeira lo- gimes.
tena da igreja do Xossa Senhora da Boa-' *' A jotas** do 10* e a
Viagem.no consistorio da igreja de N. S. 3/o5 gocos trao direito aos beneficios da so-
do Rosario da freguezia de Santo Antonio.' cedade quando (achando-so desprovidos de re-
Os bilhetes, meios e quartos acham-se qutos) estiva/ern desempregados, doentes ou |
ggyf gi"*" "* rua d:PT Aquellos que, por olivos graves on moles-!
urespo n. 10. -^...n ,, a ***%,) ilia perigosa, tiverem necessidade de se ausentar,
Os premios de orOOOsOOO at lzi500Ujserao pagas as despeas de transporto cora com-
ser2o pagos uma hora depois da extraccSo modidade e decencia, ou para outras provincia do
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia imperio, ou para paiz estrangeiro.
... j j- -u -.x 1 i'^T. B. Fallecendo aualquer socio, far-se-llie-lia um
segmnte depois da distribuido das listas. I entrroXctnle, st elle nao deixar meios para
O thesonreiro, ss0.
Antonio Jos Rodrigues de Souza. 6. A sociedad prestar igualmente soccorros, >
em quanto o necessitarem, s viuvas e filhos me-
nores dos socios que fallecerem em penuria.
Apresentando esta ida-geral dos (ios que a so-
ciedade tem em vista, e havendo offlciado s" euin-
missoes nomeadas nos diversos bairros desta cida-
de para Ihes pedir o sea valioso auxilio na acqui-
eioao de socios, a directora tudo espera da leal
coadjuvacao e do acrisolado patriotismo dos Mlus-
de todos os
Attcnyo.
Precisa-se de um t&cftlK, para, o 3er vico interno
e everoo, ou de um criado para o dmido fim .
quejn Tiver aonaacie.
flSOJOS SR3. 3I03.
Cura caiarrhoi; iv**
coqueluche, irritagel
nfrvo$as scu dos orn- I
ckiot 1 todas as doen-
- cas do psito; bul m
doeate uma colas rchdea delta Mrope D' Fobsbc.
Dr. CHAME, em Parli. rrn- Tititoae, M.
Paris, 36, RuaVivienne, D'
Sil op du
u'FORGET
CHABLE MEOECIN
PLANO
Para as partes ordinarias
DE
LOTERAS
APPROVADO PELO EXM. SR. PRESIDEXNE.
3,500 bilhetes a 65......21:0001001 tres eavalneiros a quem se dirigi, e
Beneficio, sello e commisso 20 V 4:200*000 seus compatriotas em geral.
.. Alem das pesgoas nomeadas, qualquer cidadao
Liquido. 16:800*000 porluguez que pretende/ contribuir para o de-
-----------senvolvimento de tao til associacao angariaBo
1 Premio de......6:000*000 assignaturas e demonstrando assioi AtMeresse
1 Dito de
1 Dito de
3 Ditos de
6 Ditos de
12 Ditos de
26 Ditos de
50 Ditos de
1000 Ditos de
1100 Premios.
2400 Orancos.
2003000
100*000
40*000
20*000
123000
0*000
LEILAO
3500 Bilhetes.
N. 11. Os premios maiores de 400*000 esto su-
jeitos ao descont da lei provincial, e os maiores
de 1:000*000 ao da lei geral.
Thesouraria das loteras 9 de junho de 1864.
O theioureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
1:400*000 ; que lhe merecem as cousas da nossa cBfa'patna
600*000 poder para esse ftm obter lisias impressas, din-
600*000 gtudo-se ao Gabinete Portugus de Leitura, ou a
600*000 casa da secretario, rua da Cruz n. 23, primeiro
480*000 i andar.
520*000 A todos, em geral, que receberem listas, roga a
600*000 directora o especial obsequie de as devolverem
0:000*000 opportunamente, ou acompanhadas de offlcio, ou
---------------] simplesmente assignadas, para a directora ter
16:800*000 scienciados cavalheiros a quem lhe cumpre tribu-
---------------tar o? seus agradecimentos.
Recife, 3 de junho de 1864.
Jos da Silva Loyo,
Presidente."
Joaquim Gerardo de Baste,
2 secretario.
DASENFERMIDADASDESSKXLAKS,ASAXFEO
0088 CUTNEAS, E ALTERACOSDO SANGUE.
-----------------------"^lOOOecuraidsimpinjn
wstulas, herpes, sarna
omixocs, acrimonias al-
ercoes, viciosas do san-
______jue; virus, alleracoes
do sangue. (Xarope vegetal seto mercurio).Depa-
ratia. vegetara BIKHeS MINERABS
toraao-se dous por emana, seguindo o tractamento
Depurativo : empregado as mesmas molestias.
Este Xarope Citracto de
ferro de CHABLE, cura
inmediatamente qualquer
purgafoo, relaxacao,
e debtlidade, e igual-
mente os fluxos e flores brancas das mulheres.
Esta injeccao benigna emprega-ae com o Xarope de
Ciiroco de retro.
Hwri Ua, Pomada que as cura em tres dia*.
POMADA ANTIHERPETICA
Coatra: as afftecoes cutnea e comixoes-
PILULAS VEGETIS DEPURATIVAS
do av ChatMe, ceda frasco vai accompahado de
um folhelo.
Vende-se na rua do Imperador botica
franceza n. 38.
OEPURATIF
du SA1VG
PLUS de
COPAHU
GRANDE ARMAZEM
DA
60 Rua da Oadeia do Becifc t>
i-
Thomaz Telxeira Bastos, tendo de partir para a Kuropjt no dia 30 de juubo. afim de tratar de
sua saude, tem rosolvido a vender barato e mais barato do que na Europa para liquidar todos os ar-
tigo ingler.es, franetzes e allemos existentes em seu armazem, como sejam : fazeooas, mludeas, |er-
fumarias dos mais acreditados fabricantes, relogios ioglexes, excellentes correnles e correntes para
relogio, aneis e. botoes para punhos com brilhantes, braceletes, oculos, face main emuitas outras obras,
cutleria fina, como fallieres para mesa e para sobre-mesa com cabos de metal fino, ditos do marfim e
de outras qualidades, tesouras finas e cantveies, tesouras modernas para alfaiales. navalhas finas, lan-
cetas e outros artigos, sortimenlo de bacas de metal para lavar o rosto e outros altigos, um rico cha-
farz de crystal para jardim ou meio de mesa dejantar, ricos qaadros para saloes, um excellenle co-
fre de ferro bastante grande, crystacs finos como lustres, candelabros, antenas com pingeotes. ropos,
garrafas e militas oulras pecas de gosto para adorno de consolos, porcelanas tina?, remo ricos jarros
para flores, apparelhos dourados para cha e cafe, ditos para jantar, e muitas pecas para enfeitar mesas,
grande sorlimento de eslampas de santos e vistas de dilTerentes cidades da Europa e outros proprios
para sala de jantar, realejos.grandes e pequeos, caixas com msica, ricas peras rom machinismo
para salas, instrumentos de mgicas muito bem feitos, machinas de pliotographia para retratos de di-
erentes tamanhos. machinas para fater caf, machinas para linij-ar tapetes e varrer o chao, bombas
para jardim, pianos de trescordasdo afamado fabricante Pe\el, camas de ferro com colcho elstico,
grande sorlimento de brinquedos finos para meninos, baldes de papel transparente e Lanternas colori-
das para illuminacoes a moda de Paris, salva vidas para homens senhoras feitas de borracha, pro-
prias para quem toma banho em lugares fundos e mu i tos outros artigos e ludo ser vendido muitissi-
mo barato afim de liquidar-se inteiramente.
l'm l>si'i)i'iUTiilo Esoaiilosu!
I) Hundo .viriitiito iinanimauriitr o ap|iruvj.
1
DE
l'ma casa terrea coberta de telha na
Varzfa.
Mabbado 11 do eorrente,
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem pertem-er uma casa terrea coberta de telha
na Yarzea tendo 2 salas. 2 quartos cosinha Tora e
um terreno com 18 palmos de largura e 280 de
fundo inclusivo a oasa, con algoae arvoredos de
fructj, foreira irinandade do Sanlissimo Sacra-
mento da mesma freguezia : sabbado 11 do cor-
rente pelas 11 horas d manha no armazem do
Sr. Annes defronte da alfandega.
"Ui
ir-
r>E
Um dos melliores sitias da
Ponte de cha.
4|narta-feira ao meio dia.
O agente Miranda acliando-se corapetente-
mente autorisado vender eiu leilao um dos
melliores sitios da Ponte de Ucha, o qual
tem uma excelente e sumptuosa casa, com
uma lachada que Hieda u:na apparencia ou
vista magaiflea, sendo devidida em salas,
gabinetes, quartos, alcovas de grandes di-
meusoes altn da corlieira, estribara e
quartos para criados, que tem independen-
les da dita casa.
sitio murado, tem porto de ferro,
bem assitn umi grande cacimba d'agua po-
tavel, jardim e abundante em arvores fruc-
tferas taes como mangueiras, jaqneiras, sa-
potzeiros, coqueiros etc., etc.
Confina-se do lado direito com o sitio do
Exm. Sr. barao de Beberibe, e do lado es-
querdo com o do Sr. Jorge Tasso.
Nao podemos deixar de mencionar mais
um terreno que fica em situacao opposta.
eom porto de desembarque que tambem
perlence ao ntesmo sitio.
O referido agente presta se desde ja a
dar as mi'n minuciosas informacoes em seu
armazem da rua da Cruz n. 57, aonde ser
effectuado o leilao.
AVISOS DIVERSOS-
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da rua do
Queimado para a rua das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o acharao como sempre
prompto a qualquerhora pa-
ra o exercicio de sua pre-
fissao, chamado por escripta.
O Sr acadmico Antonio Jos Lopes Filh.
tiueira appareeer na rua dos Pires n. 24 a.negocio
que nao tgnora._____________________^_^_
AUteuc.-to
Lendo no Diario de 9 e 6 do eorrente, deparei
com nm annuncio de venda de leite puro, garrotes
e vitelos qw venda no lazereto do Piaa, querendo
assim lendeT a reputacao do digno raordomo ; o
rendeiro d ilha do Nogueira quer Iludir o publi-
hibe acriaccne gado na dita ilha, assim como
< p i os- a
t g o> w o ?S
B Sfi 9.B'ft
D 3. o S >
a c o c =
M B ^5>_
.S*!|i
& M 5. o 2. -
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sil*!*!
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o|f|o
i u. ui v O v-
Criada.
Precisa-se de uma criada portugueta ou das
Ilhas, para o servtoo de duas pessoa* : no caes 22
de Novembron. 30,primeiro andarjunloaobilhar.
MU 0
CAS4 \)K FOKTIM
AOS 10:000.000
Bilhetes garantidos
A' rua do Crespa, n. 23 e casas do costume
O abaixo issignado tendo vendido nos seus mui-
to felizes bilhetes garantidos o meio-a. 1673 com
a sorte de 1.-200& e o de n. 2013 com a de 6005 e
n. 2672 com a de 300, e outras sortes de 100*,
'iii-j e 20*, da lotera que se acabo de extrahir a
beneficio do convento do Carino, convida aos pos-
suidores de ditos bilhetes a virem reeeber seus
respectivos premios sem os descontos das leis em
scu eslabelecimento rua do Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto venda os novos e felizes
bilhetes garantidos d primeira parte da primeira
lotera a beneficio da igreja de S. Pedro desta ci-
dade que se extramr no dia 10 do eorrente pelo
vantajoso plano das loteras extraordinarias.
Precos.
Bilhetes inteiros..... 12,5000
Meios......... 65000
Quartos........ 3*000
Para as pessoas que comprarem
de 100* para cima.
Bilhetes........' 11*000
Meios......... 5*300
Quartos......, 2*750
Manad Mortins Fiuza
Ama ou escrava.
Precisa-se de uma ama ou escrava que engom-
me bem : a tratar na rua da Imperatriz n. 47, se-
gundo andar._______________________________
Auga-se o terceiro andar da casa n. 48 na
rua do Trapiche : a tratar no armazem da mesma
casa._______________________________________
Precisase de uma criada livre ou escrava
que saiba cezinhar e comprar : na rua de Santo
Amaro (Mundo Movo), sobrado onde morou o Sr,
Dr. Sabino.__________________________________
Bento Cordo Rodrigo, subdito hespanhol, vai |
Europa__________
Precisa-se alugar uma escrava para lavar e
engommar, e fazer o servico interno de uma casa
de pouca familia; quem a tiver, dirija-sa Santo
Amaro, casa de C. L.Camhrone.
Precisa-se alugar uma ama forra ou captiva,
que compre, cosinhe e engomme, para casa do
pouca familia ; na loja da rua Nova, n. 11.
D. Anna Joaquina Teixeira da Motta Caval-
canti arrenda o seu engenho Novo, sito no termo
de Iguarass : quemo pretender, dirija-se ao mes-
mo engenho a tratar com a proprietaria, ou na
villa de iRuarass, a tratar com seu fllho Jos Tei-
xeira da Motta Cavalcanti, na rua da Matriz nu-
mero 9.
Ainda est por alugar-se o segundo andar do
sobrado da rua de Agoas-Verdes : quem pretender
falle na rua das Cruces, sobrado n. 9, penltimo
do lado direito quem vai da rua do Queimado para
S. Francisco. No mesmo sobrado ha duas pedras
de cantara para vender-se ; tambem se alugam
Por despacho do Dr. juiz de direito especial
do commercio, sao | convocados os credores da
massa fallida de Fortunato Jos Fernandes, afim
de comparecerem no dia M do eorrente, pelas
12 horas da manba, na sala das audiencias,
para o fim de veriear-se os crditos, deliberar-se
sobre concordata, oaormar-se o contrato de unio,
e todos nos termos do art. 812 do cdigo do com-
mercio______________________^^_______
MUTA ATE^IO
IOO# de gratlAcaco.
Perdeu-se um alfinete de brilhante, tendo um
pequeo pingo preto entranhado na pedia, que
muito mal se percebe ; a pedra de bom tama-
ito e ricamente lapidada, a cravacao simples e
moderna, estando um tanto torta a pernado alfine-
te, em consequencia de se forcejar quando prega-
va-seno peitodas camisas : roga-se pessoa que
o achou o obsequio entrega-lo na rua Nova n. ."1
terceiro andar, que alem de se lhe ficar agradeci-
do, tera gratificado cima.___________________
esappareceu no dia 7 do crrente, da po-
voacao de Beberibe, um cavallo rosilho, descarna-
do, com uma grandula no queixo, perteoceute
Luciano Eugenio de Mello : quem o pegar ou del-
le souber, leve-o ao mesmo em Beberibe.
Hi
Saques sobre Portugal. 1
\i:lonio Luiz de Olivcira ImvtsP
&C.
Agentes do Banco Uniao do Porto.
.-CoMietentemente autorisados sacam
por todos os paquetes sobre o mesmo Ban-
co para o Porto e Lisboa e para as se-
guales agencias:
Lagoa.
A Composieao Anarahnita
Peitra! ite Keij.
Por .'spaco tle nnvito tempo ao lia usado ex-
tensamente em Empico para a ean de
TlblCA PLMOm
LATAfffiEQ, ASTHu,
BSOHCHITE, TOSSE CONVULSA,
CRIP OU GARROTILHO, e
Liacimayes da Garganta o do Peito,
p Uto uui un reeulUdo t^o foliz e veedadej-
ramente nss imbrwo o pao ou madeira (ruma
arvorc .ijue caamio Anacaiiiitv, e qne s
*q ucontrji no Mxico.
A Compo;9rio Anacahuita Peito-
r?.i di Kemp nm Jfyropt delicioso, intei-
rauent (IfAbrentc na sua compoai<;ao de
todos mas Peitoracs e Expectorantes ma
nn&cturados de fnjetoe astringentes, easeaa
e rabes, fcc, o mcsino n*e, conten nenhnm
Acido P.rvsteo ou ovitr.>s qnaeequer ingre-
dientes vonenosoa.
Todas n- niole^ias c aftlc^oes ila gartcanta
os pnlim'cs desapparecem como por um
dcsto in
lAinarantes.
Arcos de Val de Vez.
BAveiro.
uBarcellos.
RBastos.
Evora.
|Faf. ,
Faro.
jVianna do Castello.
{Villa do Conde.
Villa Nova de Porti-
mao.
JVilla Real.
ifVilla Nova de S. An-
tonio
jVizeu.
Beja.
[Braga.
SBraganea.
.'('.miiiilia.
HCastello Branco.
-Fieueira.
SlGuarda.
Qualquer somma a
c i
luaaioo encanto, mediante a accili
. mpaiavel e irrcsistivcl remedio.
Lagos.
Lamego.
Leilia.
Monean.
Moncorva.
Oliveira de Azemcio.^
Chaves.
Coimbra.
Covilhaa.
Elvas.
Extremos.
I'enna Fiel.
Pinhal.'
Porto Alegre.
Regoa.
Setubal.
Taver.
Thomar.
Ilha Terceira.
Fayal.
Madeira.
S. Miguel,
prazo ou vista.
" A venda ras boticas fle Caors & Barboza,
roa da Cruz, e Jlo da C. Bravo & C, roa
da Madre de Dos.
O bacharcl Jos Roberto da Cunha Sal
les muudou o seu escriptorio de advogacia
paa a rua do Queimado n. 32, .1." andar,
onde pode ser procurada das 9 horas da
manha s 3 da tarde.
' aixe-ro
l'm rapar Brasileiro offerece se para caixeiro de
cobranea nesta praca, e d fiador de sua conducta:
quem precisar annuncie.
podendo logo os saques prazo serem
descontados no mesmo Banco a razo de
4 por cento ao anno ; a tratar na rua da
Cruz n. 1.
Escripturacic.
Uma pessoa que escreve por partidas dobradas.
offerece-se para alguma loja de fazendas : na rua
doRangel n. 9.______________________________
D-se 500* a 600* por uma escrava de meia
idade, que seja sadia : na rua do Livramenlo n.
29 se dir quem quer.
BaH
c ~ o -1 o (te 8 S" o i j. Vi te ~ O -1 o B s 5 -1 p CD '/. P O B c 1 as -i p c n V o; a re -i av s--i m a. o V" V -r o 1 -1 u O 9 -i S B i c 1 9 i 5-S i a. o s d Ui H 1 -< 3 3 o -> a o =r B i
dH>
-,
m
Precisa-se alugar uma ama forra ou escrava
para cozinhar : na rua Augusta n. 24.__________
William Roilinson, subdito inglez, manda pa-
ra Inglaterra seus tres filhos menores em compa-
nlua iie um criado.
Fabrica Couceic/io da
Bahia.
Andrade & Reg, recebem constante- ^
mente e tem venda no seu armazem n. 9
34 da ruado Imperador, algodo d'aquel-
la fabrica, proprio para saceos de assu- ?
car, embalar algodo em pluma etc., etc., JR
pelo prego mais razoavel. tm
Precisa-se alugar uma preta que saiba cozi-
nhar e engommar : quem a tiver, dirija-se rua
po Trapiche n. 4, que achara com quem tratar.
Jos Lopes Corval arrematante das dividas
da massa fallida de Antonio Carneiro Pinto, pede
a todos os devedores que venham satisfazer seus
dbitos na travessa da Madre de Dos n t._
Precisa-se de uma criada livre ou escrava
que saiba cosinhar e engommar : a tratar na rua
do Apollo sobrado n. 79, segundo andar.
Alfred Gunthorpe subdito britannico retira-se
para a Inglaterra. ____________________ .
Quem precisar de uma ama para casa diri-
duas mei-aguas com sitio e torra para plantacoes e ja-se a rna das Cnrces n. 18.___________________
muitos arvoredos, pessoa que viva de plantacoes: Revigfc| d taa*l4lt Arclieolo-
quem prelcntler estas, falle na-estada de Joao de ^^ *|lBMM%al> JJPaeVWtni-
MMlPkft
Joao da Silva Ramos, medico pela l'ni
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manha, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
em suas casas regularmente as horas
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos era qual-
quer occasio. D consultas a/>s pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manha.
Trm sua casa de sade regularmente
montada para reeeber qualquer doente,
i ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
lica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 3*000 diarios.
Segunda dita.... 2*500 i
Terceira dita.... 2*000
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons serviros que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a conanea de que sem-
pre tem gozado.
Barros, sitio defronte~da capella.
Sr. Manoel .vgostinho Pires tem uma carta
na rua de Vigario n. 21.
Acham-se venda os 3 prrmeiros nmeros, na
I i vra ra Econmica fie os Nogueira de Souza,
junto ao roo de Santo Antonio, onde se subscre-
A tte n Cao | ve para esta Revista :
Precisa-se de ura escrav para o servico interno ; Por anno .
e externo, ou de um criado para o mesmo flm : 'o
U abaixo assgnado faz ver ao Sr. thesourei-
^to das loteras que tendo comprado meio bilhete
desta lotera de n. 2163. garantido, e como tenha
perdido o dito meio bilhete, vem fazer vera S. S*.
que haja de nao pagar a quem apresentar, no caso
que saia a sorte.Antonio Mariano da Cruz.
i D-sedinheiroa juros em pequeas quanlias:
na rua do Rangel n. 54 se dir quemda.
na rua do Queimado n 29.
Joaquim Moretra de Barros Neves faz scien-
pobre
pelo presento que...
ao extinrto vinculo de N. S. da ConceteSo dos Co- das da data deste : lindos os quaes nao se respon-
queiros da Boa-Vista, hoje prtencem ao seu casal, I sabilisa por quantia alguma. Recite 8 do jtinno
e os quaes se acham desembarcados. E se nisto' de 1864.___________________________-------------
| restar alguma duvida, a esrnptura e acto de pos-1 ^. Gamillo Joaquim da Rocha retira-so para fra
orohibe ter gados de acougue pastorando, pagando
or dia Ist fai conta ao rendeiro porque nao
rque serve de pastorador um
luno-s orpho, filho de Goian-
do e veslilo ; nem por compixao I se judicial, pela qual prova Ihes pertencer, se acha a provincia,
mndase cnsinar a 1er, tendo esse infeliz orphao ;
e sua inrelii Irmaa dous escravos, nma preta e um
oleque canoeiro, e so pw lies tem Dos neste
mundo, porque o seu juiz e pai dos o/phaos exis-
"nemGoianna. n;b palera oavir o seus gemi*>,
l'm pai de familia.
por
pa
pob
manda-'se'cn'srnar' a Ter," leudo esse infeliz rphao langado n cartofio do tbclliSo Almeida.
.:. jn. asn-iuiK nma nrea e um A mesma cima pede aos seus foreiros que se
rlao acharem em dia a bondade de mandaren sa-
tisfazer os foros veneidos, podeado procurarem seu
fllho Jos Henriques da Silva, que por ella se aclis
autorisado a taes recebimenlos,
^TNo mosteiro de S. Bento, em Olinda, preci
sa-se de um ijom cozinheira_________________
~_ Quem precisar de uma ama de portas den-
tro, com habilitares para todo o servico, dirija-fe
ao pateo do Hospital q. 3.
CICERO PEREGRINO
Hua do 1 ivrameuto 11.19
Primrii o aodar.
TINTURARA.
Tinge-se com perfeico para qualquer |
ebr, e ornabarato possivel: na rua do;
Rangel n. 38, segundo andar. |
INJECTION BROU
JARABE DE CORTEZAS DE NARANJAS AMARGAS
De J.-P. LaROZE, Quiaico, Fimacfutico de la Escuela uperitr de Pars
Este Jarabe, al regularizar las funciones del estmago intestinos, destruye esas
indisposiciones proteiformes, y hace abortar las enfermedades de que son signos precur-
sores. Mdicos y enfermos han reconocido que restablece la digestin, haciendo desa-
parecer las pesadeces de estmago; que calma las jaquecas, pasmos, y calambres, que
son el resultado de digestiones penosas. Su gusto agradable, y la facilidad con que se
soporta, lo han liecho adoptar como el especifieco infalible de las enfermedades nervio-
sas, gastritis, gastralgias, clicos de estmago y entraas, palpitaciones, males de co-
razn, vmitos nerviosos. Su accin sobre las funciones asimiladoras es tal, que los
mdicos mas ilustres lo lian adoptado por escipiente real de los dos primeros agentes
teraputicos : el Ioduro de potasio y el Prou>-Ioduro de hierro, habiendo
observado que bajo su influjo, el primero pierde su accin irritante, y el segundo
su efecto astringente.
JARABE FERRUGINOSO
DE CORTEZAS DE MR.OJ.I.- A1HI.H>
con PROTO-IODURO de HIERRO
La asociacin de la sal frrea cun el Jarabe
de cnrU'zai de naranjas es tanto na racional
cuanto" que e.-ti- Jarabe, empleado soto para
estimular el apetito, asitur la secrecin del
jugo gstrico, \ por consiguiente, r-uuiai /ar
las funciones ni>ilomiiiuJcs,nciitiali7aloi>tri-tes
efectos de los ferruginoso \ de los Induros pe-
sadez do cabeza, constipacin, dolores epigs-
trieo), al paso que facilita su absorcin. Dl-
suelto en el Jarabe, se toma y soporta fcil-
mente por hallarse en el estado puro mas
asimilable; y aaipurde seguirse la cura de los
colores plidos, prdidas blancas, anemia,
afecciones escrofulosas y raquitismo. El frasco:
i fr. 50.
JARABE DEPURATIVO
DE CORTEZAS de NARANJAS AMARGAS
CON IODURO DE POTASIO
"1 Ioduro de potasio, administrado en solu-
rk>a 6 bajo forma jolida, causa al enfermo una
^ran repuiinnucia, determina accidentes que
lo obligan a nmunclM a BMC etica* remedio.
nldu al iarnbe ile oortccH de naranjas, no
causa ni putralgla ni desarreglo del estmago
intestinos, ) gracias i este salvoconducto,
las cura* depuradrw pueden senir?e?in inter-
nipctoa en las nfe ciones l -crofulosas, tuher-
pnlnaii*, i anc- tosas, > en laa -imindarias ter-
-, InelotW .i- feimulica, de. que es su
Uta* sctuio especifico. La dsi- esl di Unida de
Hiera que el medico U vai ia como quiere.
bl fratu: 4 fr. 50
Los i:.rabes de J.-P. LAROZE estn siempre en frascos especales (jamas en medias
i..|.'lias ni laseos redondos1. Expediciones: en casa J.-P. LAROZE, ruc de la Fontaine-
.Moerc, 31)os. Depsito general: farmacia Larozc, ru Neuvc-des-Petits-Champs, 26,
v en casa de todos los farmacuticos antiguos de Francia y del Estrangero.
Uetnts* tu que lengua deben ettar las instrucciones que acompaan cada producto.
PERFUMERA mdico-hyginica
De J.-P. LAROZE, Qumico, Farmacutico de la Esencia especial it Pars
Estos productos son el resultado de la aplicacin de las leyes de la higiene la per-
fumera, que se elevay convierte en farmacia de la belleza, encargada de atender ala hi-
giene del culis, cabellos v dientes, que todos son rganos tan importantes; sirven para evi-
tar y destruirlas causas "de las enfermedades que su hermana primognita, la farmacia
propiamente dicha, est llamada curar
zifTtr*RZCO piro curar inmedialamenie
los dolores POLVOS DEirnriiicos rosados, con base de
magnesia, para emblanquecer y couservar lo
dienes; el frasco........1 fr. 59
OFIATA DriiTirRIOA para fortificar las encas y
evitar laa DCnalgiaf dentales 1 fr. 50
curATrvo dental para curar los dientes ca-
riados ames de la euiplotnadura, y rilar los abee-
jos y dolores; el frasco con el instrumento, d fr.
AQOA leucodermiiia para conservar la her-
mosura de la tez y las funciones de la piel; el
frasco............. I
espritu de ahis RECTiriCADO complemento
del locador de la boca despus de cada comida;
el frasco...........1 fr. 25
jabn lenitivo MEDICINAL, para el locador;
i la vilela, almendras amargas, ramillete, etc.,
el jabn............1 fr. 5
JABN lenitivo MEDICINAL, con yemas de
huevo, para e\ itar las grietas en el culi, hendiduras
y enfermedades de U piel; i la violeta, ramil-
lete, etc.; el Jabn.........I a
CREMA DE JABN LENITIVO MEDICINAL en
polvos, fcs esiccial para la barba, como tambin
ara el tocador de las mugeres y nifios; el
, para conservar y embellecer los
cabellos, fortificando sus raices ; el frasco S fr.
aceite DE avellanas PERruMADO, para re-
mediar i la sequedad y atona de los cabellos; el
frasco.............2 "
VTNAORX DE TOCADOR SUPERFINO, renom-
brado por su suavidad y accin refrescante; el
frasco.............1 'r.
COLD gream SUPERIOR, para conservar el culis
blanco, fresco, difano, y evitar las consecuencias
del uso de los afeites; el bote. 1 fr. 50
AGUA DE COLONIA SUPERIOR, con mbar 6 sin
l. La estabilidad de su perfume la hace buscar
Sara el locador, baos locales y generales; el
rasco..............1 fr.
PASTILLAS ORIENTALES del doctor Paul Clment,
para quitar el olor del tabaco y neutralizar los hli-
tos fuertes; al caja........1 y 2 fr.
AOUA DE iXORBB DE ALHUCEMA, cosmtico
muy bu>cad"pnr destruir las comezones, fortale-
cer y refiescar ciertos rganos; el fiasco. 1 fr. It
BPDUTU DE MENTA SUPBRriNO. Es el mal
perfecto i indispensable complemento del toca-
dor de la boca despus de la comida; el
frasco............i fr. 4*
POMADA CONSERVADORA con quinina pora,para
fortificar los cabellos, hermosearlos y evitar que
ae pongan canos ames de tiempo; el bote. I fr.
Depsito en todas las ciudades en casa de los farmacuticos, perfumistas, peluqueros,
mercaderes de modas y novedades. Venta por menor : En la Farmacia x*roae, ru
Neuve-des-Petits-Champs, 36. .
Expediciones encasa de J.-P. LAROZE, rae de la Fontaine-Molire,39&.\enParis.
Desgnese en que lengua deben estar las instrucciones que acoinpaun cada producto.
tiU*liUi*i>Bsh
|g| 513 a,
si*:P*sV*,w:|k
r.
>*A*\t&\\TA
siflssfi
SrdLf!t'fH
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:S" =-=
|M :IF
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T n 2
K 5 e S
3SgffesS
lf |||4tB-y
Vende-se na rua do Imperador botica franceza n. 38.

'Superiores a todas as preparares conhecidasal* hoj contra as Oonorrhaaa e Blonnarrhaila na t Intar.saserabaldM.
Efleiio seguro a proa pa, sera nauseas, nem clicas, noia tremor. Facis a tonar em aegred >e:n tisana.
Injecgo curativa e preservativa
infaUrval, cara com rapidez tem mt > scorrimentos contagiosos de ambos sozos. oras brancas. Xds:r:rr.l e
kalitmica uuihcHadt, forliflca 01 MiBDwatog a os pressrva de qoaiqaer atlrac*o. TARIS, 5, r* aarrw-si-uoaara.
Deposito geral em Pernambuco ma da Cruz n. 22 emeasa de Caros & Barboza


Diario de PerntatM j^fc fon*
de 1SI4

Clnfc co__ercial. [ _,. PABA ALUGAR. Malflmfl Var>^
A reuniao familiar do corren mez de junlio te! Aluga-se o sobrado de nm s andar na ra Im- JJiaWkUMa TCJ nj
ugar na noile do dia il do mwmo. J perja| q. iW, com commodos para grande familia, propietaria do h.0tet lutano altana hu A Tcaid.
te,^r,?d0LPOn^: itraUr napa" ^HL*^*f "5? p.rd3J; ^r&US
Noticias!
Roticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Notos arrapos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
dara da ra Direili n. 84.
~-~Aua-s Un segando andar na ra Vel b*
um andar na rua da Palma ; a tratar com Jose
Hygino de Miranda.
A quem fallar um chapeo, procure no arm.v
zem da ra nova de Santa Rila n. 19.
= Emilio Kohler vai para a ttahia.

J codittiercio que' achafo. tedas as
SS?0!- quintaS-feraa adamada sopa-de ra-
-.j, como assim todo os outros dias oufas es-
comidas sopas italianas; isto estar prometo das
iO horas da manha s 4 da Urde, hora* muito
proprias para lanche.; afiancando-ihes que os pre-
eos serao os mais razoaveis posslvels, e de nue es-
pera toda a concurrencia. ^
Precisa-se alugar um preto escravo para o
trabalho desla typograhia, pagando-se diaria, sema-
Precisa-se de urna a.v&a para lodo o servico
de urna casa de potrea familia : na ra das Laran-
geiras n. 5, primeiro andar.
--------------------------------------------- nal ou mensalmente; d-se o sustento sp agradar
-Prec.sa-se alugar urna mulher de bons eos- ao proprietario : na livraria ns. 68 da nracada
turnes e aceada, estrangeira ou da trra, e pode Independencia pr v
ser escrava, para tratar de enancas em urna fami-1-------r:--------'---------------------------------,
ha estrangeira, morando na Casa Forte, para coser I rt ~ Aiuga-se a casa terrea da ra do Progresso
e tratar do vestuario das mesmas enancas e indo 'Junto do Caminho Novo) tambem se vende,
a GRANDE
sortineiiU de fazwa* aova viadas
peft vapr iaf lez para .anarieta-
nede grade aniazem e Uja de fa-
RIVAL SENI SEGUNDO
Rna drQueimado ns. 49 e 53, HfTde miudezas
de los de Azetedo Maia e SUva, est continuando
no sea progresso de vender baratissimo :
_ Caixas de spperiores-obreias de col e massa a
zendas da Arar,, ra da Imperatriz ^\timo
a. 56, de Lourenco Pereira Mendes
6aimares .
PccLincba, a 35200. i
Vndese baratissimo para aparar dinheiro, a
para vestido e espartilho, vara 20
ris.
Lrahas,de.carretel.(i50 jardas) de superior quali-
dade a 60 rs.
Candes de linba Pedro V (200 jardas) j muito
conhecida a 40 rs.
quanto for concernente a ellas, agradando paga-se
bem : procure no escriptorio n. 17, prime-ira casa
no trapiche do Angelo junto da praca do com-
mercio. ___________________
Fazem-se bolos de bacia de todas as qualida-
des, e arraam-se bandeijas com a maior prompti-
do e aceio a contento das encommendas, por pro-
cos muito em conta : na ra de Santa Rita n. 10.
gu permuta-se por outrqae seja situada as fre-
ouezias de Santo Antonio ou S. Jos : na ra do
nuelmado n. 77.
Precisa-se de urna criada livre ou escrava,
para cozinhar: na ra de Apollo n. 8.
i ma criada fraaceza.
Na ra do Livramento n. 19, precisa-se de urna
criada franceza, fazendo-se ordnalo vantajoso,
bem como se promette servico leve e bom traia-
mento.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 3 por 15500.
5fa.- l !2 !S suas vezes r,zer>se deseJa fallar : na praca da In-
HetratOS de .i& por I&jOO. denendeneia n vt v
Retratos de 33 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
Retratos de 35 por 15500.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia. '
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45.
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retratos de 55 por 45-
Retralos de 55 por 45-
Retratos de 55 por i.
Retratos de 55 por 15.
Na galena americana.
Na galera americana.
Na galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Restes preeos s nos dias uteis.
Destes preces s nos dias uteis.
O Mr. Ponee de Len.
O Sr. Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce
de Len insiste em fazer persuadir ao publico, que c
eu rae separe) de sua companhia e lhe propuz ac- ^E na leja de bi h "es da praea d ld"
cao de divorcio, sem que para sso tivesse motivo. pendencia n 22 v v
algum fundado, mas arrastada to smente por
movimento estranho, chegando sua velleidade ao
iponto de inculcar, que eu vivo sob a pressoda em bom uso: na ra da Cruz armazem nu-
Saques sobre Portugal.
O abaixo assignado, autorisado pelo
Banco Mercanlil Portuense. e na ausencia
do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef-
fectivamente por todos os paquetes sobre
as pracas de Lisboa e Porto, e mais luga-
res do reino, por qualquer sonima vis-
ta, e a praso ; podendo, os que tomarem
saques a praso,receberem avista, no mes-
iiio Banco, descontando 4 0|0 ao anno: na
loja de chapos da ra do Crespo n. 6, ou
na ra do Imperador n. 63, segundo an-
dar.Jos Joaquim da Costa Maia.
Jaboato.
Aluga-se urna grande casa em Santo Amaro de
Jaboato, com commodos para grande familia : a
tratar com Tasso Irmos.
DENTISTA DE PARS 1
19Ra Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artifleiaes, tudo com superio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas lhe reconhecem.
Tem agua e pos denuncio.
- Ao Sr. Jos da Costa Mathias, ou a quem
deseja fallar : na nraca f
dependencia n. 22.
aavogado Eduardo de Barros pode
ser procurado para os misteres de sua ^
profissao.das 7 s 9 horas da manhaa e W*
das 3 da tarde em diante na casa de sua S
residencia ra da Saudade n. 15 H
COMPRAS. "
Compra-se nm mxo para piano : na ra do
Cabug n. 11, botica.
saber : cortes de chitas francezas de cores escuras. Grozas de pennas de ac de murtas dualidades
e claras com, 10.povados por 35200, ditos de chitas superiores a 500 rs. quaaaes
ffi?5/. hi s- l casf? >"BLI ** e. Caivetes de duas folhas porm finos a 500 rs.
*5o00, ditos de cambra de salpicos a 25500 e 35:' Caixas Com calungas muito bonitas ara rap a
s na Arara, ra da Imperatriz n. 56.
A Arara vende a 210 rs.
100 rs.
Franja branca e de cores para toalhas a 160.
Vende-se organdys fino para vestido a 240, 280 Pares de botoes para punho muito bonitos a 120.
Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a
120 rs.
Tinteiros de vlro com superior tinta a 160.
Ditos de barro com uperor tinta a 100 rs.
Groza de botoes de louca pratiados, o melhor, a
160 rs.
e 320 rs. o covado, casta franceza fina a 320 o co-
vado, gorguro de linho para vestido a aSO o cova-
do : loja da Arara, ra da Imperatriz n. 56.
A Arara vende lazjahas de urna s cor
a 640.
camafeTettido^ Tesouras par. costura, ornis superior, a 400 rs.
640 o covado, ditas Maria Pia nm tTf.nl com pal- S"35 para Unhas muUo, flnas a 40 ,
mas a 640 o covado: ra da Lpera.riz n 56, loja Es$^arSspara 1,mPar denles mu,t0 superiores a
da Arara I ^^
Corte* d+ M*l.... ., ti '^ras de laa de tdas as cores (tasada) a 75-
VonV 7" r ca.sen,lra a Caixas de phosphoros de seguranca a 160.
vena ;s de meia casemira para cala a Ditas de papel amizade pautado e liso a 600 rs.
lTRlOCJa*
O Vigilante esta alerta, nao Ibe era permettido
deixar passar desapercibido sem que nao dsse o
sea canto aflm de annunciar ao respeilavel publico
o grande sortimento de galanteras do melhor gosto
proprlamente para qualquer mimo, que acaba de
chegar nesie ultimo paquete, assim como muitos
outros objectos que recebe por diversos navios,
tanto de suaconte como de consignado, que est
a* anos raelh*res a 25500 e 35, ganga para cal^a Ditas com 100 anvelopes muito superiores a 800 "esolvido a vender por preeos muito baratos para
Aluga-se um sitio na estrada da Ponte de
Uchoa e a margem do rio, pouco adianto do Illm.
Sr. commendador Nery Ferreira, tendo banheiro,
palanque, galinheiro e outras acommodacoes; e
outro dito no Monteiro, em frente ao oitao da igre-
ja : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za, ra do Crespo n. 15, ou estreita do Rosario nu-
mero 32.
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e podras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e iguul-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
O abaixo ajsignado querendo retirar-
se para Portugal, e nao podendo fazer sem
que liquide suas coritas com seus credores
e devedores, pede a estes lenhan a bondade
de virem satisfazer seus dbitos, do contra-
rio o obrigaro a lancar mao dos meios
judiciaes para este (im.
Luiz Moreira da Silva.
Recife, 3 de junlio de 8G4.____________
(iraauuatit'.a ingleza e portugueza.
D. Appleton res em New-York, Estados Unidos da America,
acabara de publicar um novo raethodo para os in-
glezes aprenderem a lingua portugueza poc F.
Granert, 1 vol. 12 mo.
Este livro, o melhor al hoje publicado ex-
pressamente impresso para supprir a immensa fal-
ta que ha de urna grammatica ingleza e portu-
gueza, para aquelles que fallara o inglez e que de-
sejam aprender a lingua portugueza.
D. Appleton & C. sao os editores das obras em
hespanbol para educacao muitissimo usadas no
sul da America. Tambem publicam os melhores
albuns para cartoes de visita.
Xa rna estreita do Rasara n. 34
Advogado Affonso de Albu-
querque Mello,
pode ser procurado a qualquer hora ; as sextas-
feiras, porm, na villa do Cabo.
PROTESTO.
Joo Cazemiro da Silva Machado, faz publico
que se desencaminhou de seu poder duas letras,
sendo urna aceita pelos Srs. Joaquim Aureliano de
Gusmo Uchoa, e Francisco Manoel Marinho Fal-
cao da quantia de 1:5325987, cuja letra nao foi
paga em seu vencimento, porm como tivesse sido
protestada, lirei por certido o dito protesto que
se acha em mea pudor; outra aceita por Antonio
Jos de Athaide Alvim, da quantia de 9705275 j
vencida, todos moradores no passo deCamaragibe,
provincia das Alagoas, por isso pelo presente pro-
testo e previno aos ditos meas devedores,para que
nao as paguem a outrem, e sim ao annunciante
por ser dellas e saccador e propcietario, assim
como rogo a alguem que as tenha achado o favor
de as trazer em casa de minha residencia, ra da
Gamboa do Carmo n. 17; que
sado.
vonlade de meus pais, e que s pelo invencivel
temor que estes me inspiram que anda nao me
reconciliei ostensivamente com elle, quando alias,
em particular, vivemos na melhor intelligenca.
E de tudo isto tira elle motivo para me incommo-
dar de novo, propondo-me urna acelo rescisoria do
divorcio, na qual allegou as mais revoltantes falsi
dades.
Pedia o decoro que eu rae abstivesse de trazer
luz publica esta desgranada questao, que o Sr.
Burgos tem procurado dar urna triste celebridade.
Entretanto, forcada pelo indigno e insidioso pro
cedimento do Sr. Burgos, venho, bem neu pe-
zar, lazer perante o publico as seguintes solemnes
declaracoes, que serao repetidas sem in errupeo,
eraquanto o Sr. Burgos nao se convencer de que
deve deixar-me viver tranquilla e socegada. Nao
quero, comraeu silencio, dar urna apparencia de
verdade ao romance que o Sr. Burgos inventou e
espalha, e favorecer assim os seus tenebrosos pa
nos.
Eis aqu as minhas declarares :
Sahi da companhia do Sr. Burgos e refogiei-me
na casa paterna para lhe propor a aceao de divor-
cio, nao porque fosse sso movida por vontade
estranha, mas sim em razo dos incomportaveis
martyrios por que me fez passar o Sr. Burgos, du-
rante dez longos annos que vivemos juntos. Sahi
de sua companhia por causa de suas repetidas e
escandalosas infidelidades; sahi porque j eslava
cantada de soffrer toda a sorte de mos tratamen-
tos; sahi porque a minha vida corra inminente
perigo ; sahi porque nem o meu corpo, nem o
meu espirito tinham mais forcas para supportar to
longo e nsoffrive! tormento'; sahi, finalmente,
porque j tinha pago com usura o passo impru-
dentsimo, que dra, e de que muito me tenho ar-
rependido, em casar-me, contra a vontade de meus
prenles, com o homem mais refalsado que o cu
cobre.
Em tudo quanto tenho feito este respeito, meus
pais nao figuraram seno como meus naturaes pro-
tectores. Quem sabe que tive firmeza e resolucao
bastante, para casar-me, ainda menor, contra a
vontade de meus pais, nao acreditar cortamente,
que hoje, vinte annos depois de meu casamento,
seja constrangida, por vontade de neus pais, a vi-
ver separada do Sr. Burgos. Elles, pois, nao exer-
ceram e nem exercem a menor violencia sobre a
minha vontade, a qual nunca foi mais livre do
que na resolucao que tomei e conservo de viver
completa e perpetuamente separada do Sr. Burgos
Vivo tao satisfeita e feliz em companhia delles,
quanto possivel urna pessoa, que tem muitos
e grandes motivos de desgosto, e em lodo o caso
infinitamente mais satisfeita e feliz do que vivia ua
companhia do Sr. Burgos.
Faca, portento, o Sr. Burgos, o que lhe suggerir
a sua at hoje nao igualada malicia. Finja a minha
letra e assignatura, para inculcar que lhe escrevo
cartas : diga que vivo opprimida por meus pais,
mas que eniretanto o estimo e almejo pela nossa
rcconciliaco ; compre testemunhas para irem de-
pr aquillo que ihes d a estudar por scripto ;
prive-mc da doce satisfacao de ver meus Albos e
de os ter em minha companhia; invente finalmen-
te quanto sua frtil imaginaeao parecer conve-
niente para attingir o fm que se propoe. Com
tudo isso, e concedendo mesmo que nao houvesse
justica na torra, s poderia lograr o seu fim prin-
cipal, que annullara sentencade divorcio, e res-
tabelecer a communhao de bens, para ter o direi-
to de participar da pequea heran^a, que me ba
de vir por morte de meus pais, quem Dos, por
isso mesmo, para martyrio do Sr. Burgos, ha de
conservar a vida por muitos annos.
E nao conseguira senao isso, pois que nao ha-
veria poder algum sobre a trra que me obrigasse
a viver mais com um ente, quem, por tantos e
to justos motivos, do fundo d'alma aborrego e des-
preso.
Tliereza Adelaide de Siqueira Cavakanti.
Va a quem tocar.
Nao nos negocios do Estado, mas nos da fami-
lia, que a mulher deve mostrar o seu juzo e a sua
prudencia, ella se torna mais interessante pelo seu
pudor, modestia e candura, se amavel e virtuosa
ella, o objotuo o mais encantador da uatoreza.
Se quando'a mulher se irrita, mudVffc sexo,
perde tambem a estima das pessoas sensatas, quan-
do faz fallar de si, na razo do buliciojiue ella faz
no mundo/ Ella bnlha quando recatada, mas
desde que trata de se deixar ver e conhecer por
actos dignos de censura, despreza-se, e nao se re-
para seno em seus defeitos.
____ (Mximas do C. Bastos,)
Desappareceu no dia Io de junho corrente,
da casa de que proprietario o Sr. Brito, na Mag-
dalena, um relogio de ouro, patate, descoberlo,
tendo no mostrador o nome do fabricante Golay
Lereche Geneve,preso por urna pequea e fina cor-
rente com chave, tudo de ouro; bem como urna
caixinha de jogo fete de madeira chineza, e pre-
parada com gosto, contendo interiormente seis cai-
xinhas e nm copo no centro, com fixas de madre-
perla com desenhos esquisitos : roga-se a quem
souber ou encontrar estes objectos', dirija-se casa
cima, ou na ra do Trapicho n. 17, que ser ge-
norosaraente gratificado.
a 140 o covado, brim e linho preto a 500 rs."o | ris.
covado: ra da Imperatriz n. 56. Cadernos de papel branco e de cores, pequeo, a
filo de iiuho a 320 rs. a Tara i 20 ris.
Vende-seJ)l de linho branco proprio para forro Cartas e teboadas para meninos a 80 rs.
de vestido a 320 rs. a vara, terlalana de cores Oaixas com superiores iscas de aeender charutos
a 640 a vara, fil de linho fino a 800 rs. a vara : a 40 rs.
na ra da Imperatriz n. 56. Carreteis de linha Alexandre (200 jardas) de cores
Veo para senkoras a l.OOO rs. asrs.
Vendem-se os mais modernos veos para chapeos garalhos para voltarete muito finos a 240.
de senhorasa 15 um, de todas as cores. mangutosar,as d* alfinetes francezes muito linos a 40 rs.
Compra-se um cabriolet de 4 rodas d fll bordados a 500 rs.,. manguitos e gola a M,eadas.de lm,a ''^a Para bordar a 20 rs.
15, golinhas para senhoras e meninas a 240 e 320 p"2J.e P108 de tran,:a muil s cada urna, camisinhas finas. para senhoras a 25 e j' ,u .
45500 : s na Arara, ra da Imperatriz n. 56. paPes de auina c,om ura. pequeo toque a 10 rs.
mero 54.
Compra-se urna casa terrea nesta cidade :
rata-se na ra Imperial, sobrado n. 64, ou com o
olicitedor Burgos.
Arara vende os caries de la Mirla Pia a 18*. 16rgJ bot0es de madreperola muito finos a
ih^f m?A?orte? dG 15a C ^rra.Snm.e' Cartoes e caixas de clcheles francezes
Inores q.ue temvindo, pelo prego de 185^0 corte,: a 40 rs.
vender muito e ganhar poco, e dar extraccao ao
grande jle;wsito que tem, que espera merecer a
proteccao do respeitevel publico, empregando para
isso todas e as melhores diligencias para que fi-
quem satisfeitos : isto s no Gallo Vigilante, ra
do Crespo n. 7.
Ricas porte-jotes.
Cofre de muito gosto por 165000
Cestinhas transparentes, forradas de madre-
perola por 185000
Lindas jardineiras 105000
Ricos cofres com camapheu 105000
Lindas caixinhas com pedras brancas 105000
Lindo balo com calunga dentro tambem
VENDAS.
Vendem-se caixes vasios a 2$ cada
um : Da ra das Cruzes n. 44.
Vende-se a taberna sita na rna de Hortas n.
106 : a tratar na mesma.
ditos a 85, vende laazinhas em covado a 240, 280,
320, 400, 500 e 640 o covado, das lisas de cores a
640, casemiras para capas de senhoras a 25 o co-
vado : ra da Imperatriz n 56, loja e armazem da
Arara, de Mendes Guimaraes.
Bramante da Arara a 2#200 a vara.
Vende-se bramante do linho de 10 palmos a
Bonets para meninos muito finos a 15900 e 25-
Macos de grampos superiores e limpos a 30 rs.
Groza de phosphoros do gaz muito novos a 25200.
Areia preta muito superior a 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
Realejos para entreter meninos a 80 rs.
Pecas de fita de linho muito boas a 40 rs.
25200 a vara, panno de linho para saceos e ccrou- j Petes de laco muito bonitos a 15.
Enfeites de laco de todas as cores a 15300.
165000
9,5000
65000
65000
65O0O
I las a 640 a vara, bamburgo de linho a 440, 560 e
600 rs. a vara, brim d linho branco fino a 1200,
Vpnfl A-A ,*400 e '-S600 a vara, dito pardo a 800, 640,15 e
y CilUC C l200 a vara : ra da Imperatriz n. 56.
urna excellente mucamba crioula com boas habili- Chita da Arara a 'MO rs
dades, 1 dita dita, 1 bonito raulatinho de idade de Vendem-se chites finas a 24o"c 28o! ditas largas
10 annos, a parte de um sobrado no bairro do Re- a m m e ioo rs. o covado, de cores fixas: ra
! da Imperatriz n. 56, loja da rara, de Mendes Gui-
maraes.
para joias
Tambalier para ditas
superiores j Cestinhas dem dem
Cosmoraraa idem idera
Urnazinha
S no Vigilante, ra do Crespo n. 7.
Ricos porta-bouquetes de diversos gostos e pre-
eos : s no Vigilante, raa do Crespo n. 7.
Ricos si Utos
com bolcinhas ao lado a 10, 12 e 155, ditos sem
bolea, porm do mesmo gosto, a 25500, 35, 35500
e 45, ricas fivelas avulsas para sintos, o melhor
que se pode encontrar, a 15500, 25, 25500 e 35 :
s no \ igilante, ra do Crespo n. 7.
Vende-se nma quarta parte do sobrado de
dous andares n. 21 da ra do Padre Floriano :
quem o quizer comprar, dirija-se a ra do Bangel
n. 25, segundo andar, onde achara com quem tra-
tar, das 6 horas at as 10 da manha, ou das 3 s
6 da tarde.
ATTENCAO.
Para a festa de Santo Antonio, S. Joo, S. Pedro
e Sal Amia.
Para fazer bolos, vende-se massa com toda lim-
peza e perfeico : na abobada da Penha, janella
que tem tres frascos de vidro n. 37 ; e igualmente
tem mandioca, e vende-se tanto em porco como a
retalho.
Cola da Baha.
Vende-se no escriptorio de Antonio de Almeida
Gomes, ra da Cruz n. 23, primeiro andar.
A 65 a caixa, e 800 rs.
do caes da alfandega n. 3.
Sebolas!
o cento
no armazem
MILU O
novo e tardo.
Vende-se milho novo farello por prego mais
commodo do que em outra qualquer parte : no
armazem de Joaquim Francisco de Alem, no Forte
do Mattos.
Graxa n 97.
Vende-se a verdadeira graxa n. 97 em barricas
com 15 duzias de boies por prego mais commodo
do que em qualquer outra parle : no armazem de-
fronte da porta da alfandega.
Aluga-se por preco cdtnmodo o 1- e 2 andar
do sobrado da ra da Seniala Velha n. 48 : a tra-
tar na loja do mesmo.
Aviso at lo de junho.
O abaixo assignado faz sciente a todos o seus
devedores que, os que at a data accima lhe nao
pagarem, serao suas contas e ttulos entregues a
seu procurador, afim de o fazer judicialmente
sem excesso de pessoa.
Desesperado de esperar,
Quero receber
Para pagar a quem dever.
Joo Cazemiro da Silva Machado.
ama de le te
Precisa-se de urna ama de leite
ra da Cruz n. 57.
Tendo sido anullada pelo Illm. Sr. Dr. juiz
decapellai anomeaco para os cargos de escrivao
e thesoureiio deste irmandade na eleicao que se
procedeu no dia 22 de maio prximo passado que
tinham de servir parao futuro anno de 1864
1865, convido aos irmos a comparecerem no res-
pective consistorio do dia 12 pelas 11 horas do
dia parase proceder nova eleico dos referidos
cargos. Consistorio da irmandade do Santissimo
Sacramento da freguezia de S. Frei Pedro Goncal-
ves do Recife, 7 do junho de 1864.
Francisco Xavier de Oliveira,
Escrivao interino.
Perdeu-se urna letra da quantia de 1445093,
i sacada no dia 23 de maio de 1864 6 mezes de
ser recompen- praso pelo abaixo assignado, e aceita pelo Sr. Joa-
quim de S Cavalcantl de Albnquerque : pede-se
a quem a ti ver achado o favor de a restituir; e ao
dito Sr. Joaquim de S o favor de a nao pagar a
pessoa algama sem a minha autorisacao. e certo
de ser meu devedor como se eu possuisse dita le-
tra at o meu real embolco.
Jos Gomes Villar.
a tratar na
Grande
fabrica
o
Borzeguins para senhoras e meninas a 15500,
sapatos de marroquim com salto a 15, obras fran-
cezas, sapatos de borracha a 640, temancos a 400
rs., tanto para homem como para senhora: na ra
dos Quarteis n. 22 junto a loja de funileiro.
Farlnha de mandioca snperior
em saceos grandes: vende Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo & C, no seu escriptorio ra da Cruz
numero 1._______________________________
Charutos de Havana
de superior qualidade vendem-se em casa
de Schafleitlin & C, ra da Cruz n. 42.
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssia.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que [
aru iqualquer,'parte.
Vende-se urna urna de Jacaranda para depo-
sito de ossos : na ra da Imperatriz, loja de mar-
cineiron. 25.
Vende-se carvo a 600 rs. a barrica : no pri-
meiro armazem na ra da Concordia com a frente
para a ra do Cano. _________
Chales da Arara a 2;>00.
Vendem-se chales da merino estampados a 25,
25500,45500 e 55, ditos de la e seda a 15 : ra
da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Oh! que pechiecha, a l.-MioO.
Vendem se lencos de seda grandes a 15, ditos
pequeos a 800 rs., grvalas de seda de cores a 500
rs., ditas pretas de laa e largas a 800 rs., collan-
nho para homem a 400 rs., meias cruas a 200, 240,
300 e 500 rs. o par : ra da Imperatriz n. 56, loja
da Arara.
Fazendas pretas para luto, cassas, a 320 rs.
Vendem-se cassas pretas para luto a 320 o cova-
do, veos pretos para chapos da senhoras a 15,
luvas de seda pretas a 15, princeza preta entesta-
da a 640, 800 e 15o covado, alpaca preta a 500,
640 e 800 rs. o covado, lazinha preta a 640, mo-
rim e bombazina : ra da Imperatriz, loja da Ara-
ran. 56.
Grande sortiuientode roupa
felfa.
Vende-se paletots de panno preto a 165, 145,
125, 103, 83 e 65, ditos de brim de cor a 33500,
; 33e25500, ditos de meia casemira a 45500 e35500
; calcas de brim a 35 e 23500, ditas de brim bran-
co a 45500 e 35500, ceroulas de linho a 25000 e
113800, camisas francezas de linho a 33, ditas de
algodo a 23500 c 23300 : na ra da Imperatriz,
loja Arara n. 56.
Nao esqueram os balites da Arara.
Vendem-se baldes do 15, 20, 30 e 40 arcosa 35,
33500, 43 e 45500, ditos de brilhantina a 45, co-
bertas de chite a 25, ditas de damasco a 45, ditas
de fusto a o{ : ra da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
Cortes de cassa da Arara a 20000
Vendem-se cortes de cassa a 23, ditos de dita a
25400, cortes de babados a :5 : ra da Impera-
triz n. 56, lo a da Arara.
Soutambarque da Arara a 20 e 230-
Vende-se soutambarque muito bem enfeitadoa 20
e 253 cada um, veos pretos e de cores para senho-
ras a 1.5 cada um, riscados francezes a 280 o co-
vado. Todas as fazendas existentes neste estabe-
lecimento vendem-se por preco baratissimo, e do-
se amostras com penhor, ou manda-so levar as fa-
zendas casa das familias pelo caixeiro da loja da
Arara, ra da Imperatriz n. 56.
_ a .
Rodas com alhnetes francezes a 20 rs.
Caixas com quatro papis de agulhas imperiaes a
240 rs.
Sabonetes de familia a 80, 160 e 320.
Caivetes de duas folhas muito finos a 320.
Pares de sapatos de la para meninos a 400 rs.
Sapatos de tranca para senhora e para homem, os
melhores que tem vindo, e por prego muito barato:
quem quizer ver, venha ra do Queimado ns.
49 e 55. e ver tudo como bom e barato.
\OVA FABRICA
DE
LICORES E PERFUMARAS
A' ra do Amorim, n. 12.
W varejo e atacado.
N'este novo cstabelecimento encontraro sempre
os freguezt$ todas as qualidades de bebidas espiri-
tuosas, fabricadas com todas as regras d'arte, o
por isso livres de ser nocivas ; o que nao acontece
com as que sao fabricadas sem methodo e pelas
receitas que os charlates annunciam vender, pois, .
como j temos tido occasio de ver, vendem lic- SS*W?I5 "t^' ''" PnU> PT%
res coloridos com substancias venenosas, como se- 12 e 14 s0 no ^8'.'an|le rua do CresP D- ?-
ja o licor de rosa colorido com vermelho (Bi-oxi- i JlalS l(!i| 11 (':>.
lo de chumbo) e o de amendoas colorido cora ama- Com pequeo deleito, leques de sndalo, por ba-
rullo francez (bi-chromalo de chumbo) Encontra- rato prego, a 85 e 105, chraeze*, muito bonitos,
rao algumas perumarias de superior qualidade e' tambem por barato prego de i e 55, bentarallas
commodas em preco. Tudo se vender por pregos muito bonitas tambem por barato prego de 4 e 55,
muito razoayeis, trazendo os freguezes os meios leques de charo tambem por 43, tudo isto para
que a todos habilitam a comprarem barato.
.Aproniptam-se encommendas com brevidade e
rigorosamente bem acondicionadas, tanto para den-
tro da provincia, como para fra della.
Bebidas espirituosas.
Licores de todas as qualidades em garrafas pretas.
Dito, dito, em garrafas brancas.
Genebra igual a hollandeza.
Dita de laranja superior.
Agurdente d'aniz.
Dita de hortela pimenla.
Dita do reino superior.
Cabazes on cestinhas.
At que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-
bazes para as meninas trazerem no braco, o mais
rico possivel, a 23500, 35500, 4, 5, 7 e 105 : s
no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Pentes.
Nesle artigo tem um grande sortimento, tanto
para alisar como para atar cabello, o mais lindo
| que se pode desejar, assim como de arregacar ca-
bello, tanto de borracha como de tartaruga, com
enfeite e sem elle para meninas: s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Peolcs
Tambem chegaram os riquissimos pentes de
concha de tartaruga e de massa lina, que se vende
por 25, 3 e 55 : s no Vigilante, rua do Crespo
numero 7.
Leques.
Riquissimos leques de madreperola, tanto para
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MACHINAS DEPATENTE
de desea rocar algodo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & D.
OLDAM
listas machinas
podemdescarocar
qualquer especie
^de algodo sem
estragar o fo,
sendo bastante
duas pessoas para
o trabalho; pode
descarocar urna
arroba de algo-
do em caroco
ern 40 minutos,
ou 18 arrobas
por dia ou 5 ar-
robas de algodo
limpo.
Esta machina
a nnica que
possue as vantagens de nao destruir o fo do al-
godo e de fazer render o dobro de qualquer ou-
tra com menos trabalho, a sua introdnecao para
as provincias deste imperio ser de muito valor
para todos os interesados na lavoura do paiz.
Assim com machinas em ponto grande do mes-
mo systema.oraql rem movidas por animaes,
agua ou vapor, pas uac podem descarocar 18 ar-
robas de algodo ampo por dia.
O algodo descarocado por estes machinas tem
muito mais estimacao nos mercados de Europa e
vende-se por maior preco.
As machinas se acham venda unicamenie era
casa de
Sauuders Brolhers k 0.
.V II, praca do Corpo Santo
RECIFE.
i Osm nicos agentes neste paiz.
011 fina a vontade do comprador
Dita de flor de laranja, recommendavel por ser es-
tomachica.
Dita de canella.
Alcool de 35 a 38Cartier.
Perfumaras.
Agua de Colonia coramura.
Dita ambreada.
Dita ahniscarada.
Dita das Nymphas.
Banba em' latmhas de quatro oneas proprias para
as familias econmicas.
Banha para Ungir de preto os cabellos, e que nao j
suja os lencos brancos.
acabar, perdendo-se talvez 80 0|Q : s no Vigilan-
te, rua do Crespo n. 7.
Pulseiras.
Lindas pulseiras de contas e de missanga, cores
muito lindas e de muito gosto a 13 e 15200.
Para segurar manguitos.
Tambem chegaram as liguinhas estreitiuhas de
, borracha que as senhoras tanto precisam para se-
gurar os manguitos por ser muito commodo e mui-
to barato, a 320 o par: s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Sapalinhos e meias de seda.
Riquissimos sapalinhos de seda e de merino en-
feitedos, assim como meiaszinhas de seda, gorra-
zinhas e touquinhas para as criancinhas se liapti-
sarem : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Carretas.
Riquissimas carretas de madreperola proprias
para qualquer presente, pelo baratissimo preco de
13500 e 25
Volliiihas.
Lindas voltinhas de perolas falsas com cruzinhas
fingindo hrilhautes, assim como cruzinhas avulsas
Leite virginal em garr. linlias, proprio para os Srs. e voltinhas, pelo barato preco de l<3 e 15200, as
so no Vigilante, ma d
Be-
barbeiros e cabcllerejro* e uso domestico.
nelicia a cutis e tira as manchas da pellc.
Extractos variados ; banha em vasos dourados, e
extractos linos em frasquinhos ricos.
cruzes avulsas a 400 rs.
i Crespo n. 7.
Golinhas.
Riquissimas golinhas e manguito*, o melhor gos-
, to possivel, a 25, 23300 e 35: s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Enfeites para senhora.
dos na- Riquissimos enfeites com laco c sem laco e de
outros muitos gostos a 13, 13500 e 35 : s no Vi-
Na livraria econmica, rua do Crespo n. 3, se gialnte, rua do Crespo n. 7._
acham a venda o 5 e 6 volumes da obraDeseo-1 | r.iiiccIilK
bertas e aventuras dos mares e regioes polares, | Lindos trancelins de cabello para relogio ou lu-
traduzda do inglez pelo ltenente da armada Cola- netas, pelo baratissimo preco de 1-5500 ditos de
Descobertase aventuras
res regles polares.
tino Marques de Souza.
BOTIC \ E DROGARA
BARTHOLOMEU & c.
Rna Larga do Rosario n. 34.
Vende:
de fogos de artificio, da viuva Rufino, situada na
estrada de Joo de Barros; neste fabrica apromp- Ventosas de gomma elstica.
tese toda e qualquer encommenda destes artigos Esmaltes para ourives.
------------------__________ com o maior esmero e presteza, seja para dentro Fundas inglezas.
uirerece-se urna ama para servico de casa oa fra da provincia : recebem-se as encommen- Vidros de bocea larga com rolha.
ou mesmo para andar com menino ; quem preci-, das no armazem da bola amarella, no oitao da se- Tinta branca em massa para pintura fina a 200 rs.
ar dirjase a roa da Roda n. 21. j .retara de polica. I a libra.
a cocheira do pateo do Paraizo n. 26 existe
um cabriolet venda.
Vende-se milho muito novo chegado ultima-
mente, por menos do que cm outra qualquer par-
te : na rua da Moeda n. 47, armazem de Urbano
Jos de Souza.
Vende-se diariamente leite puro sem agua,
no lazereto do Pina ; assim como vendem-se nns
garrotes e vilellos por preco commodo: quem pre-
tender, dirija-se ao mesmo lazareto a qualquer
hura d" dia.________________________________
Qaeljos to crido.
Vendem-se queijos do Sendo muito frescaes
600 rs. a libra : no largo do Carmo, esquina da
rua do Hortas, armazem n. 2.
o mviii
Hiia do Queimado n. 49 e 5o est
acabando a pechinclia.
Pecas de Meo com 10 varas
a200rs.
Feijo a \i)$
Vendem-se saceos com 22 cuias de feijao raulati-
nho e rajado : oa rua da Madre de Dos ns. 5 e 9-
Ceblas a 15 o cento
de Paulo Lopes.
vende-se no armazem
KHa da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P.JohnstondcC,
sellins e silhoes inglezes, candieiros e casti-
ces bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
Ferros para ourives.
Na rna larga do Rosarlo n. 24, loja de ourives,
vendem-se todos os ferros e utencilios de ourives.
At que chegou
um grande sortimento de bico e renda preta de
novo modelo chamado (guip) o melhor que se
pode desejar neste artigo e que se vende muito ba-
rato : na loja do gallo vigilante rua do Crespo
n. 7.
Queijos, llogiilcas e carne do
sertso.
Vende-se na taberna de B S. Costa, pateo do
Paraizo n. 16, oitao para a rua da Florentina.
GAZ GAZ GZ
Vende-se gaz da melhor qualidade a 1
a lata e em lotes de 10 latas para cima se
far abatimento. no armazem do Caes do
retroz a 200 rs.
Babadinlios ntremelos.
Riquissimos babadinhos eutremeios com lindos
desenhos tapados e transparentes, pelo barat ssimo
preco de 15200, 13500, 25 e 35: s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Cascarrilhag.
Grande sortimento de cascarrilhas de diversas
larguras, assim como galoznho e trancinhas pro-
prias para enfeites: so no Vigilante, rua do Cres-
po n. 7.
Fitas.
Grande sortimento de fitas de diversas larguras
e qualidade. por preeos que admirara aos compra-
dores, havendo fitas largas proprias para sinleiros
que se pode vender a 300 rs. a vara, e pega de 9
varas a 25: s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Fitas de la
Fitas de la de todas as qualidades, proprias pa-
ra dehrum de vestido a 700 rs. a pega : s no Vi-
gilante, rua do Crespo n. 7.
Ricos espelhos,
Riquissimos espelhos com moldura dourada e
sem ella de 85, lO, 12 e 113. assim como con co-
lumnas de differentes tamanhos a 25, 3, 4, 5 e 65:
s rio Vigilante, ru do Crespo n. 7.
Lindos jarros e figuras.
Riquissimos jarros e figuras de porelana fina
para enfeite de sala, sendo o melhor gosto que aqui
tem apparecido : s no Vigilante.
Para pOs de arroz.
Riquissimos vasos com bonera para pos de ar-
roz, cousa de muito gosto a 15500 e 25, assim co-
mo pacotes s com os pos a 320 rs. cada um : s6
no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Perfumarlas.
Grande sortimento de extractos e banbas, poma-
das, assim como os lindos copos oa vasos com dis-
, tinctivos e offerecimentos s sinhazinhas, dos me-
lhores e mais afamados autores de Paris e Ingla-
terra, assim como os grandes copos de banha japo-
neza a 25 e a 15 ; assim como outros objectos quo
nao possivel por hoje annnnciat, e vista dos
freguezes se far todo negocio : na loja do Gallo
Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Algodo da Baha
para saceos de assocar e roupa de escravo; tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C-, no sen escriptorio rua da Crnz n. 1.
portadas de cantara de Lisboa, algum lagedo para
calcadas: no escriptorio de Manoel Ignacio de Oli-
veira & Filho, no largo do Corpe Santo n. 19.
Vino do Porto saperior
carros de time dous mallos, erelogios do. Ramos n. 18 e rua do Trapiche Novo nu-;d?r^^^^
ouro patente inglez. I mero 8. 18scriptori r da cruz n. i.
VENDE SE
.


o stxt* feftra lO e Juoo 4e 1*44.
Graade liquidado
de fazendas u leja de Patio, roa 4a Inperatrii .
60, de Gama & Silva.
AcOa-se este estabelecitueoto completamente sor-
tido de fazendas ingieras, francezas, allemes e
-uissas, proprias tanto para a praca como para o
mato, prometiendo vender-se mais barato do que
em outra qualqoer parte principalmente sendo em
porco e de todas as fazendas dao-se as amostras
delxando Bear penbor ou mandam-se levar em ca-
sa peles caixeiros da loja do Pavo.
As chitas de Parle.
Vendem-se superiores chitas claras e escuras pe-
lo barato prece de 240 e 280 rs. sendo tintas segu-
res, ditas francezas finas a 320, 340, 360, 400 e
500 rs., o covado, ditas pretas largas e estreitas,
riscados escocezes finos a 240 rs. o covado, isto na
loja do Pavao roa da Imperalriz n. 60 de Gama &
Silva.
Ascassas do Paro a 210, 280, 300 e 320 rs.
Vendem-se finissioias cassas persianas cores li-
las a 320 rs. o covado, ditas francezas muito finas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
covado, Ooissimo organdy matisado cora desenos
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito finas a J20 rs., isto na loja do Pavao ra da
Imperalriz n. 60, de Gama & Silva.
As liazinlus da eiposieo do Pavao.
Vendem-se as mais modernas laazinbas mossan-
bique ebegadas pelo ultime vapor francez sendo
de urna so cor ou de listas miudinhas com 4 pal*
raos de largura, proprias para vestido de senbora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
preco de 500 rs. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de urna so cor parda, azul, edr de I y rio e
perola proprias para vestidos, sautembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 e 400 rs., isto s na loja do Pavao, ra da Im-
peralriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavao.
Vendem-se finos chales de crepon estampados
pelo barato preco de 65, 75, 8$, ditos de ponta re-
donda a 75 e 8,5, ditos pretos ricamente bordados
a retroz com vidrilho a 125, ditos pretos lisos a
55, ditos de coros a 45500 e 55, ditos de merm
estampados a 25 e 35, ditos de lia a 15280 e 25,
ditos de retroz preto para luto a 65, isto na loja
do Pavao ra da Imperalriz n. 60, de Gama &
Silva.
Fazendas pretas para a qaaresma vende o Pavao.
Vonde-se grosdenaple preto muito superior a
15600, dito a 15800, 25, 25500, 25801 e 35, mo-
reantique preto muito superior a 35 e 25800, sar-
ja preta hespanhola muito encorpada a 25, isto na
toja do Pavao ra da Imperalriz n. 60, de Gama
& Silva.
0 Pavo vende para luto.
Vende-se superior setim da China fazenda toda
de la sem lustro tendo 6 palmos de largura pro-
prio para vestidos, paletots, capas etc., pelo bara-
to preco de 25, 25200, 25500 o covado, cassas
pretas lisas, chitas prelas largas e estreitas, chales
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
comgollinhas e outros muitos artigos que se ven-
den) por precos razoaveis : na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os corpinhos do Pavo
Vende-se os mais modernos corpinhos de cam-
braia ricamente bordados e enfeitados a 7 e 85 ;
na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma S Silva.
Os vestidos do Pavao
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a veludo pelo barato preco de
405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005
e i05 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa-
mento a 10, lo, 20 e 305; ditos do laa com lindas
barras a 18 e 155 ; isto na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva.
Os pannos do Pavo.
Vende-se panno preto muito superior pelo barato
preco de 25, 25500,35 e 3j>500, ditos muito finos a
45, 35 e 65, cortes de casemira preta enfestada a
45, 45500 e 65, casemira preta fina de urna s
largura muito lina a 15800, 25, 25300 e 35, cor-
tes de casemira de cor a 55, 55300 e 65, casemi-
ras enfestadas de una s cor proprias para caifa,
paletots, colletes, capas para senhora, roupas para
meninos a 35 e 3#5O0 o covado, isto na loja do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
A roupa do Pavo.
Vendem-se paletots de panno preto sobrecasa-
cos fazenda muito boa a 125, ditos muito linos a
165, 203, 235 e 305, calcas de casemira preta boa
fazenda a 45500,55, 65, "5 e 85, paletots saceos
de panno preto a 75, ditos de casemira de cor a
65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino
preto, ditos de brim de cores, calcas de casemira
de cor a 45. 55, 65, 75, ditos de casemira da
Escossia a 35, ditos de brim pardo a 25500, ditos
de cor a 25 e 25500, ditos brancos muito finos,
sto na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama 4 Silva.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
la e camas pelo barato preco de 95 o par, sendo o
melhor que lia no mercado": na ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
prias para cama pelo barato preco de. 55 cada nma
na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
As precalas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas precalas que tem viu-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor fran-
cez, pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas
de lislrinha muito miudinhas proprias para vestidos
e roupas de meninos c meninas pelo barato preco
de 300 rs.; s o Pavo ra da Imperatriz n. 60,
loja de Gama & Silva.
Os sonteanbarqiies do Pavo
IO0 e 15# so o Pavo.
Vendem-se os mais lindos souteanbarques que
tem vindo ltimamente de lazinha e caxemira ri-
camente bordados e enfeitados, cores muito delica-
das pelo barato preco de 105 e 135 ; fazenda esta
que em outras lojas se vendem por 205 e 255,
s para liquidar : na loja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
vs chitas do Pavo 'JMOO e
'Mo o corte.
Vendem-se cortes de chita com doze covados
cada corte, ditos com dez covados a 25400, fazen-
da muito boa, e que nao desbota, s na loja do Pa-
vo tem esta pechuicha ; a ra da Imperatriz n.
60 de Gama & Silva.
Lias de urna sO cor.
Vendem-se laazinbas de urna s cor, sendo en-
carnada, azul, cinzenta, cor de caf, lirio claro, li-
rio roxo cor de perola pelo baratissimo preco de
640 o covado, fazenda muito fina s o Pavo, ra
da Imperatriz n. 60 loja e armazem de Gama &
Silva.
Panno de linho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lences, toalhas e ceroulas pelo
batato preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
coA 10 palmos de largura a 25500, algodozinho
monstro com 8 palmos de largura a 15, pecas de
rlamburgo com 20 varas a 95,105 e 115, pecas de
madapolao fino a 75300, 85, 95 e 105, ditas de
algodozinho a 65, 65500 e 75, e outras muitas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
afim de apurar dinheiro : na loja do Pavo ra da
imperatriz n. 60, de Gama <$ Silva,
O bramante do Pavo cora doze
palraes de largura.
Vende-se bramante de linho puro, muito fino com
doze palmos de largura o melhor e mais largo que
tem vindo ao mercado pelo barato preco de 25800
rs.a vara ; s na loja do Pavo de Gama & Silva,
ana da Imperatriz n. 60.
As precalas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas precalas qus tem vin-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor francez,
pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas de lis- \
trinha muito miudinhas proprias para vestidos e
roupas de meninos e meninas pelo barato preco
de 500 rs.: s o Pavo ra da Imperatriz n. 60,
loje dt Gama cv Silva.
Os bales do Pavao.
Vendem-se crinolinas ou baloes de 30 arcos tan-
brancos como de cores, sendo americanos^ que '
sao os melhores por se nao qnebrarem a 35500 e
de 33 arces a 45, ditos de musselina com babados
45, ditos para menina a 25 e 35: na loja do Pa-
vo roa da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
0 Pavo vende 80.
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Maria Pia, com lindas barpas de seda, sendo che-
ados pelo ultimo vapor francez pelo barato preco
de 85 cada um : s na loja do Pavo roa da Impe-
ratriz o. 60, de Gama & Silva.
Largo da
'Santa Cruz
numero
12 e 84.
Esquina da
ra do
Sebo n. 12*
e84.
BRILHANTE iliROKi
AURORA BRUJANTE
GRANDES ARMAZENS DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandes Pires proprietario dos armazens de molhados denomina-
dos Brilhante Aurora e Aurora Brilhante. ao largo da Santa Cruz ns. 12 e 84 (esquina
da ra do Sebo), faz sciente ao respeilavel publico desta eidade e do interior que nos
seus importantes estabelecimentos vender sempre gneros novos e de primeira quali-
dade e vender a todos pelo mesino preco.
O completo sortimento de todos os gneros finos e grossos que costumam ter outros,
estabelecimentos desta ordem se encontraro sempre nos armazens da Brilhante Aurora
e Aurora Brilhante e sempre em grande escala a vontade dos Srs. compradores.
O proprietario dos armazens Brilhante Aurora e Aurora Brilhante pede a todos os
senhores e senhoras que quando tiverem de mandar suas relacoes a estes estabelecimen-
tos por seus criados seja em carta fechada ou com grande recommendaco a estes arma-
zens, certos de que scro lo bem servidos como se viessem pessoalmente.
A Brilhante Aurora e Aurora Brilhante troca qualquer ura genero que por acaso
nao agrade erecebe as libras esterlinas a 95,sendo por compra: a tabella de seus gneros
ser mudada todas as semanas.
Amendoas confeitdasparasortes a libra 15.. Vinho branco de muito boa qualidade cana-
Manteiga ingleza flor a 800, e 960 rs. | da 45 e garrafa 480 rs.
Dita maisabaixoa 640 e 720 rs. I Dito Xerez fino a caada 75500 e garrafa a
Dita franceza nova libra 640 e en barril a 15200.
600 rs j Dito Madeira seca caada 105 e garrafa 25.
Chocolate sant muito novo aI5200 a libra, i Dito em caixas de urna duzia do Porto dos
Cha perola o melhor que ha ( redondo) a
libra 35200.
Dito dito mais abaixo a 25500 e 25800.
Dito uxim muito fino a 25800 e 35.
Dito hysson superior a 25600 e 25800.
Di(o mais abaixo a 25 e 25500.
Dito preto muito fino a 25500.
Dito em massos a 25.
Dito do Rio em latas de 4, 2 e 1 libra a
15500.
Caf de moca superior arroba 105500 e li-
bra 400 rs.
Dito do Rio e do Cear arroba 95500 e libra
320 rs.
Dito mais abaixo arroba 85300 e libra 280.
Barricas com bolachina ingleza ingleza nova
a 35-
Latas com bolachinha de soda de 5 libras
a 25300.
Ditas com ditas sortidas de 2 libras a 15400.
Frascos com ameixas francezas s o frasco
val o dinheiro a 25800 e 35.
Latas com ditas a 15400, 25200 e 45.
melhores autores a 125, 145 e 165.
Garrafas com licor fino francez e portuguez
a 15-
Ditas com vinho de caj muito claro a 15.
Ditas com mei de abelha puro a 15.
Frascos com genebra de Hollanda de 2 gar-
rafas a 15-
Dito de urna garrafa a 360 rs.
Dito de laranja verdadeira a 15200.
Duzia de graxa latas grandes a 15-
Caixas com 25 massos de velas de sperma-
cete a 560 rs. a libra.
Ditas maiores a 600, 640 e 720 rs. a libra.
Caixas cora urna arroba de velas do Araca-
ty 105500 e libra 400 rs.
Ditas de composigo arroba 105 e libra 360
Saceos grandes com farinha de Goianna mui-
to boa a 35500.
Dito de Porto Alegre melhor que de Mari-
beca a 65.
Ditos com milho novo com 24 cuias a 45000
i Dito com farello de Lisboa 120 libras a
55300.
Ditas com Ggos de comadre a 15500. | Dito com arroz de casca a 35300.
Caixinhas hermticamente lacradas eproprias Duzia de garrafas de serveja branca e preta
para mimo a 25 e 25800. a 55800 e em barricas a 55300.
Caixinhas com ditas a 15, 25500 e 55 de Arroz do Maranho em sacecs arroba 25600
arroba. | e libra 100 rs.
Presunto de Lamego muito novo a libra 8S0 P'10 da India e Java arroba 35 e
libra 120.
Araruta verdadeira arroba 85 e libra 320
rs., matarana.
Gomma do Aracaty para engommar arroba
55 e libra 160 rs.
Tapioca ou farinha do Maranho nova libra
160 rs,
Ervilhas seccas muito novas libra 200 rs.
Sag e sevadinha a 240 rs.
Sevada arroba 352C0 e libra 120 rs.
Graxa de boio 97 a 280 rs.
Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Dito hespanhol verdadeiro a 400 rs. a libra.
Balaios do Porto diversos tamanhos de 320
a 25.
Potes com mustarda franceza preparada a Capachos para portas de varias cores a 600,
libra 480 rs. 700e800rs.
Frascos com conservas de pepinos, mexides Grao de bico arroba 45500 e libra 160 rs.
rs. inteiro e a retalho 600 rs.
Chouricas e paios novos a libra 800 rs.
Latas com chourigase linguigas novas vin-
das neste vapor com 9 libras por 65500.
Ditas com peixe ensopado de muitas quali-
dades a 15.
Ditas com ervilhas francezas e portuguezas
a 880 rs.
Ditas com feijo verde francez a 800 rs.
Ditas com massa de tomate novo libra
360 rs.
Ditas com ostras a 720 rs.
uilas com marmelada dos melhores autores
de Lisboa a libra 640 rs.
e azeitonas verde a 13.
Dita dita franceza a 800 rs.
Gigos com trinta e tantas libras de btala
novas a 35500.
Queijos novos do vapor a 35200 e 35300.
Ditos de prato enplicado a 15.
Dito suisso a 800 rs.
Dito de manteiga do Serid a 800 rs.
Caixas com passas novas de i arroba 7 j
meia 33500 c quarto 25 e libra 480
640 rs.
Painco arroba 55500 e libra 200 rs.
.Milho alpista arroba 45800 e libra 160rs.
Azeite doce de Lisboa garrafa a 640 rs.
Vinagre de Lisboa caada 15500 e garrafa
200, 240 c 320 rs.
Massos de palitos de denles cora 20 massi-
nhosa 160 rs.
Tijolos de limpar facas a 160 e 120 rs.
Caixas com 40 cartas de traques a 95500 e
a carta 280 rs.
Resmas de papel almaco pautado a 5-5.
.^mendoas com casca a libra 240 rs. e arro- i Ditogreve liso o melhor que ha a 45300.
ba 65- Dito de peso c pautado a 25500 e 25800.
Nozes libra 160 e arroba 35-
Charutos linos de Simas e dos melhores fa-
bricantes da Bahia de 25 a 85 caixas de
100 e50.
Grozas de caixinhas de palitos do gaz a
25200 e 200 rs. a duzia.
Barris com azeitonas novas a 3, e 45 bar-
ris grandes.
Vassouras do Porto piassava muito seguras
a 400 rs.
izeite i'oce francez dos melhores fabrican-
tes caixa 105e agarrafa 15.
Caixas com vinho Bordeaui branco e tinto
S. Julien, S. Estife e outros a 75500 e 85.
Vinho do Porto fino em barris de 5 que ra-
ras vezes apparece por 805 e em caada a
55500 c garrafa a 800 rs.
Dito da Figueira puro caada 45 e 45500 e
garrafa a 480 e 360 rs.
Dito de Lisboa de boas marcas a 35500 e
45 e a garrafa a 440 e 480 rs.
Dito branco proprio de Lisboa caada 45800
e garrafa 640 rs.
Cognac verdadeiro a garrafa 15 e 15280.
Vinho muscatel duzia 105 e garrafa 15-
Garratpes com 23 garrafas de verdadeira
genebra de Hollanda por 85300.
Azeite de coco garrafa 560 rs. e carrapato
360 e caada 25360.
Caixes com doce de goiaba a 640,800 e 15,
Toucinho de Lisboa arroba 85300 e libra
320 rs.
Dito de Santos arroba 75 e libra 280 rs.
Molhos com grandes ceblas a 15600.
Cento de dita solta a 15500.
Mauncos de alhos a 240, 320 e 400 rs.
Esleirs de varias qualidades.
Gordas de postar e de andaime.
Favas da ilha de S. Miguel arroba 35200 e
libra 120 rs.
Copos lapidados para agua e vinbo a 35500,
55800, 65 e 75-
Ditos lisos para varios precos.
Calix lapidados grandes e pequeos duzia
3,4 e 55 ; e 400 e 500 rs. cada um.
Massas para sopa macarro, talharim e ale-
tria a 480 rs.
Estrelinha e pevide libra 560 rs.
Xaropes de fructas nacionaes a garrafa
500 rs.
E muitos outros gneros que nao possivel men-,
ciona-los todos de primeira qualidade.
A salisfacao da Brilhante Aurora e Aurora Brilhante vender muito embora bara-
to, mas a DINHEIRO.
A YEMA ENCICLOPDICA
Respeltavel estabelecimento de fazendas ra do
Crespo numero 19.
DB
i JOS GOMES VILLAR.
Tendo merecido a proteeco das
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e do publico em geral.
OCproprietario nao descanea um s momento para bem servir aos seus freguezes, fa-
zendo encommendas para
Inglaterra, Franca, Saissa e Allemanha
das melhores fazendas para
Senhoras e para homens
eende-as por precos que admiram.
Importante estabelecimento
DE
Fazndas
DE
Seda, lia, linho e algodo.
JiD3 BM13 7211A1*
[Ra do Crespo numero 19.
RECIFE.
Vende batatissirae.
NSOB
Importante estabelecimento
DE
Fazendas
DE
Seda, la. linho e algodo
wi aroma toaii. m
Ra do Crespo numero 19
RECIFE.
Vende baratissimo.
PARA BEM DE TODO
FAZEI FAVOR DE LR ESTE ANNUNC10
da economa domestica que se vai tratar.
0 assumpto importante.
li:S4o.Cltlo-M: AFIVAL
0 verdadeiro e principal armazem de molhados o do
IZA.
\iniiem contestar esta verdade.
A fama far correr esta noticia.
A posteridade bcmdlr o nome do Baliza.
Actualldade Batel palmas de contentamento!
Sem mitras nem coros para ornar a fachada de seus annuncios, e as portas do edificio em que habita, o Baliza se
contenta em tomar o seu lugar de honra na vanguarda de todos os homens do progresso.
Sopre embora o maldito Clarim, o seu toque de retirada a marche-marche do desacreditado Progresso; arme a tenda
dos falsos apostlos da sinceridade no tratro, da realidade na pratica dos negocios commerciaes. revele finalmente a sua
grande insobordinaco fingindo desconhecer os seus superiores, deixando-se ficar sentado, em vez de perfilar-se e fazer a
continencia do estylo, porque o incansavel Baliza sempre fiel ao seu juramento ter continuamente na melhor ordem todo o
seu trem de guerra e no mais complecto movimento, o seu presumo para bem servir, desde o mais simples camarada at
o mais alto general da primeira classe do exercito dos seus constantes freguezes.
Entremos na materia :
SENTIDO I
ORJDEUf DO III \.
Desde a 1.a publicado deste annuncio at segundo aviso Manoel Pedro de Mello, proprietario do grande armazem
do Baliza estabelecido ra do Livramento ns. 38 e 38 A vender a todos os seus freguezes.
Cinco por cent menos
qae qualquer dos seus amareis collegas que por menos annunciar. Qualquer objecto que nao chegue a contento dos se-
nhores compradores, pode ser devolvido ainda mesmo pelas pessoas que morarem no centro da provincia.
O dinheiro recebido pelo gener0 que nao agradar ser restituido sem constrangiraento algum.
Beclaraco importante.
falso o boato que tem feito espalhar o soldado soprador da ra do Queimado de que se acha o Baliza associado
ao armazem Unie Mercantil aberto a ra da Cadeia do bairro do Recife.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
E entre-tanto o Baliza ligueiro.
Ligueiro sim das ideas liberaes dos progressistas de todo o universo aos sentimento mais ntimos de seu corceo.
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.
MOVIMENTO
BAIRRO DO RECIFE, RA DA CADEIA N 50
0 mais novo e o melhor
ARMAZEM DE JIO MI AOH
Esquina defronte da ra da Madre de Dos
Antonio da Silva Campos, successor do amigo Nascimento defronte do beceo Largo, bem co-
nhecido j nesta praca, acaba de transferir o seu estabelecimento para a casa cima indicada, onde
os seus benvolos amigos e freguezes, bem como o respeilavel publico em geral encontraro o mais
variado, escolliido e melhor sortimento de molhados, a par do aceio, elegancia e bom rgimen do esla-
belecimenlo.
O annunciante, tendo fcito urna completa reforma no tocante a casa e gneros, possuindo bons
correspondentes na Europa para remessas de conta propria, acha-se convencido que merecer a pro-
teeco de todos os amigos do bom e barato, a qual desde j reclama, asseverando-lhes que jamis des-
merecer a coDianca com que se dignaren) de o honrar.
Em resumo, visite o respeilavel publico o novo e superior armazem Movimento, compre-lhe al-
guns gneros, e ento Gcar convencido da realidade do presente aviso, verilicando por si mesmo que
nenhum outro estabelecimento o serve melhor que este, seja em commodidade de precos, agrado e
delicadeza, ou legalidade de pesos e medidas.
Finalmente, todas e quaesquer garantas que estabelecimenlos idnticos teem offerecido aos
concurrente.-, sero mantidas neste em grao niaior.
LIQUIDACAO
ARMAZEM CONSERVATIVO
23largo do Terco-~23.
Joaquim Simao dos Santos tendo de se retirar esl resolvido a liquidar e fazer urna grande
vanlagem a quem seu armazem frequentar,' e vender por menos do que outro qualquer annunciante,
para isso tem um vantajoso sortimento tanto neste armazem como fra e para melhor servir o publico
o annunciante scientifica aos seus freguezes que tem frequentado este estabelecimento que de
hora em diante tero a vaotagem de 10 a 20 por cento menos que compraram em outra poca pelo
seu prompto pagamento.
Atteraao.
Caf do Rio de primeira e segunda sorte a 270 e
300 rs.
Arroz pilado a 80 e 100 rs. a libra e 2400 e 3
a arroba
Milho alpista limpo a 170 rs. a libra e 4J800 a
arroba.
Toucinho de Santos e Lisboa a 240 e 280 rs. a libra.
Passas de carnada a 500 rs. a libra e 105 a caixa.
Azeite doce de Lisboa lino a 640 rs. a garrafa e
4800 a caada.
Dito de carrapato a 320 rs. a garrafa e 2JI240 a
caada.
Massas para sopa aletria, macarro e talharim a
480 rs. a libra e 10 a caixa.
Chouricas as mais novas a 800 rs. a libra.
Charutos em macos de 50 a 65 o milheiro e a
640 rs. o cento.
Massa para ratos
Ferreira & Martins com armazem na travessa da
Madre de Dos n. 16, tendo recebido avultada re-
messa de massa phosphorica para destruir ratos e
baratas, cuja efflcacia ja bem conhecida, e dese-
jando que esta excellente preparacao chimica es-
lea ao alcance de todos, lem resolvido yendera
duzia de boides a 2*000 cada urna, e avulso a oOO
rs.. e com urna duzia cada casa Itca livre desses
animaes damninhos.
Dito em caixa da Babia dos melhores fabricantes
de 15200, 25400 35 e 45.
Phosphoros do gaz vindo de conla groza 25300.
Manteiga ftanceza a 600 e 640rs. a libra.
Dita ingleza flor a 800 e 900 rs. a libra.
Biscoutos e bolachinhas de soda a 15300 e 25.
Vinho do Porto engarrafado a 800 rs., garante-se a
superior qualidade.
DLi cm pipa Figueira das marcas mais bem co
JRiecidas a 500 rs. a garrafa e caada 35800
e 35500.
Dito de Lisboa especial para negocio a 360, 400 e
440 a garrafa e em caada faz-se abalimento.
Dito branco proprio para missa a 640 e 300 a gar-
rafa e em caada a 55 e 35300.
Bolachinha americana a 200 rs. a libra e em bar-
rica ha grande abatimenlo.
PLVORA.
Vende-se em barril por menos do que em outra
Jualquer parte, para fechar conta : no armazem
e J. A. Moreira Dias, ra da Cruz n. 26, onde en-
contraro as amostras.
CAZ I-Z GiZ
Superior qualidade
Lalas de um, douse cinco gales
Na ra do Apollo n. 2.
Sitio venda*
Vende-se ou permula-se por predios nesta eida-
de um dos melhores sitios dos Afflctos com excel-
lente casa de vi venda, constando de 7. salas, 8
Suartos, grande estribara, cochera para 4 carros,
uas cacimbas de agua potavcl, duas balxas de
caplm, innmeros arvoredos de fructo, e pasto
para 8 vaccas : quem o pretender, dirjase a ra
do Queimado, loja de ferragens n. 33, qus achara
com quem tratar.
Grande pechincha,
A 200 rs. o covado.
Cambraias escuras finas a 200 rs. o covado para
acabar ; nao se dao amostras para que se acabein
logo : quem quizer, venha comprar no armazem
de fazendas de Custodio, Carvalho & C., ra de
Queimado n. 27.
No armazciu de lazeodas baratas de
Santos ( oellio, ra do Queimado, a.
19, vende-seo seguinte*
Attenco.
Laazinbas.
Iicas laazinbas para vestido, fazenda a melhor
que tem vindo ao mercado, tanto em gosto como
cm qualidade da fazenda, pelo baralissimo preco
de 560 rs. o covado.
Laazinbas miudinhas carmezins, proprias para
vestidos de meninas, e camisinhas a 640 o covado.
Cortes de la com 13 covados pelo baratissimo
prego de 65-
Cobertas de chita da India pelo baratissimo preco
de 25300.
Lencoes de panno de linho a 25-
Lengoes de bramante de linhe lino pelo baratissimo
prego de 35200.
Bramante de linho lino com 10 palmos de largura
pelo baratissimo preco de 25300 a vara.
Atoalhado adamascado proprio para toalhademesa
a 25000 a vara.
Cambraia de forro a 25600 e 35200.
Guardanapos adamascados*a 3&800 a dnzia.
Toalhas alcochoadas proprias para mos a $ a
duzia.
Cortes de calca de ganga amarella de lisii.> e
de quadros, pelo baratissimo preco de 152c" '
orte.
Cambraia adamascada com 20 varas, propria
para cortinado, pelo baratissimo preco de IO;OiH>
a pega.
Bicos cortes de lila Maria Pia pelo baratissimo
preco de 185-
Pecas de cambraia de salpicos com 8 1|2 varas
pelo baratissimo preco de 45-
Pecas de plaiilha de algodo com 10 varas, pro-
pria para saia a 45200.
Esleirs da India, proprias para forro de sala,
de 4,5 e 6 palmos de largura, por menos preco do
que em outra qualquer parte.
Neste armazem tambem se encontrar um glan-
de sortimento de roupas follas, e por medida.
o O w fe- g P- o h-3 Pt m p
O o P P- <-> p p- P P-P p
tt p- P o 3
o o p- B QB
S tt P cX> P-
Pj *-t u. d>
3 P P r. 3 53 -1
P p- 3 rji
es5 i | P-" 00 o-t' P-O <3> B O P P-5 ?5
Na ruado Vigario n. II, escriptorio de ':. J.
llamos e Silva & tenros, tem para vender c
guinle |
Superior vinho do Porto era barris de 10.
dem idem idem em caixas.
Cera de Lisboa em velas.
Bicos e elegantes pianos.
Balancas decimaes.
Algodo da Bahia para saceos e roupa de escravus.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
Blancas.
No armazem da Aurora "Brilhante ha quairo
bracos de balances duas de balco e dnas grandes
do autor Bomo, ajslm como urna pava rt, por
prego barato.


* --- mvtta fefra f 4e Jnaho Je fgftl.
ATTEN^O
9 L1RGO IIO OARIO 9
GRANDE SORTIMENTO
NEM COROAS NEM MURAS
( kamh:
E
DE
RA DO IMPERADOR IV. 40
Junio ao sf orado em que mora e Sr. 0>borie,
Para a festa de Santo Antonio, S. Joo e S. Pedro.
Uarle Almeida fc C. reeeheram de sua pro orla mroamn
sortimento de Ihldo.*T?^
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam da
receber de sua propria encommenda, o mais Kndo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro quaiquer
annunciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
aros proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
Todos ossenbores que comprarem para negocio ou casa particular de 100,5 para molhads todos primorosamente "eseolhidos, por isso apres: i-se o proprietario em,
cima tero mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais que offere^r 30S seus freguezes e ao publico em gcral a seguinte tabella dos seus gneros e
odos es seus gneros saorecebidos de sua propria encommenda, razao esta para pode
vejider por muito menos do que outro quaiquer estabelecimento.
da o mala liado e variado
da presente estaeSo.
Manteiga ingleza
da safra nova vinda neste vapor do 8 de
rano a 900 rs. a libra e da velha a 800 e
850 rs. a libra.
Manteiga franceza
da safra nova a 600 rs. alibra.
Amendoas
confeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Acaba de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento I irU(JUCS
molbados todos primorosamente escolhidos. or isso anressa-se. n nrnnrbmn no i de n. 1 os mais superiores do mercado a 8&
a caixa e 220 rs. a carta,
resumidos precos, a flaneando
mazem.
todo e quaiquer genero vendido neste bem conbecido ar-
Manteiga ingleza flor a 8oo e 1)5 rs. a /ibra.
dem francesa a mais nova do mercado a 6oo
rs. a libra> e 58o rs. era barril,
dem de porco refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Praznnto para anbre a 8oo rs. a libra.
Coa uxiin miudinho vindo de conta propria,
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra,
tdera byson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra,
dem perola- o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra,
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Gastanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a 10o rs. a libra.
Boliubo francs e em caixinhas de 7oo a'
l,5oo rs. cada urna.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado gar.:nte-se a superioridade deste vi-
Vellas de carnauba e cemposicao de 32o a
36o rs. a libra e de lo.ooo a H.ooo rs. a
arroba.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
Massas para sopa macarrSo, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
mento.
dem estrellinha, rodinha e pevide era caixi-'
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5oo a 3.500 rs. a caixinha e a 6oo rs. a i
libra.
Doce de goiaba em caixas de diversos tama-
nhos de 6oo a l.ooo rs. o caixo
Erva dooe a 6io rs. a libra.
Traques a 2io rs. a carta e8 a caixo.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmo e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
nha de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
PARA A FESTA
DE
S. ANTONIO, S. JOftO E S. PEDRO
Aiiiondoas confeitadas de 8oo rs. a libra.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a Ooo rs,
e(j|a libra,
dem franceza a 6 4o rs. alibra, e 6oo rs.
sendo em barril.
e de 8 libras
ja, canella, cravo, rlela pimenta a l.ooo
rs. a duzia l,ooo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas em caixas de 1 arroba Vs e % a 8,5oo
l,5oo e 2,5oo rs. a caixa, e 5oo rs. a libn
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-' Figos em caixas de 1 arroba, V e 8 libras
cuino, velho secco. especial lagrimas do-i a 8,ooo i,ooo e 2,ooo rs. a caixinha.
ees Je 1819, vinho especial D. Pedro V., iBarris de vinli branco de quinto, marca B
einho velho, Nctar superior de 1833, Du- < Fillio a OO.ooo rs. o barril,
que do Porto de 18.'I4, vinho do Porto ve-; Marmelada imperial dos melhores conservei-
lo superior, madeira secca de superior ros de Lisboa a 6o rs. a litinhade 1 libra,
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-! ha latas de 1 '2 e 2 libras,
i/. 1 Je 1847, lagrimas do Douro espe-! Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
rial, vinho do Porto de l.ooo a I,2oo rs. I a 64o rs. a lata,
a garrafa e de lo.ooo a 14,ooo rs. a caixa Amelias francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambera ha latas de 1
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata,
dem em frascos cora tampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
cora urna duzia.
Bolaciiinha de soda especial encommenda e a
11 s nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Hiscoitos iniiezes das melhores marcas em
Vs a 61-
Ch uxim a 2,7oo rs. a libra,
para cima a 2,6oo. garante-se serem muito novas, e graudas.
dem perola a 2.8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a Ooo
cima a 2,7oo. rs. a libra,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 64o rs. a libra
a 2,5oo rs. Ervilhas secas muito novas a 16o rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2,3oo rs. Ervilhas francezas em latas a 600 rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li- Potes com sal refinado a 48o rs.
bras* para cima a 2,2oo. Fumo de chapa americano a 1,4oo rs. a libra
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras fazenda especial.
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,800 rs. a lata. Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 800
dem preto o melhor que se pode desejar rs. a libra.
neste genero a 2,8oo rs. Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra,
dem menos superior a esse que se vende Caixas de traque n. 1 a 8-5500 cada urna.
por, 2 e 2,4oo, a 4,800 rs. a libra. Massas para sopa macarrao, talharim aletria
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo a 4oo rs. a libra.
rs. a libra. Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo e 800 rs. a garrafa.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguintes marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o fiasco.
1 Ancoretas de vinho colares
a 72o rs. a garraf
a 5o,ooo rs., e
latinhasde libras a l,3oo rs. a lata.
dem inglezes crakeel em latas de 5 e 7 libras
de 0,000 a 6.000 rs. a lat, e em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 3,000 rs. cada um.
dem prato a Ooo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinba.
como sejamBA F., PRR, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas de
muas marcas, Porto, Lisboa e Figueira ; a I600, 2,ooo. 2.000 e 3,5oo rs. a caixa.
de 48o, 000, oCo. 64o c 800, rs., e o do dem suspiros de Jos G. P. a 2,4oo a meia
Porto fino era garrafa, e em cenada a caixa.
3,oo ''.,000, 4,000 e 6.5oo rs. o melhor Champagnhe a melhor do mercado de 12,ooo
do Porto. a2i,ooors. ogign,edel,2ooa2,ooors.a
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas garrafa.
^ a 7oo rs. a garrafa, e a 8.000 rs. a caixa. Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho, ma.
do Porto a 2,2oo rs. cora o garrafo. ; dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais 4,ooo rs. a resma.
proprio para a nossa estac5o por ser mais' Matarana a 32o rs. a libra.
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 3,3oo.
dem prato f.s melhores e mais frescos do
mercado a 76o rs. a libra sendo iuteiro.
dem londrino a 600 rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-se por este preco
pela porcao que temos em ser. j Caf de premeira qualidade a 0,ooo rs. a ar-
Biscoitos era latas de 2 libras das seguintes ; roba e 32o rs. a libra,
marcas : Osborne, Crakm 1, Mixed, Victo- j dem de segunda qualidade a 8,5oo rs. a ar-
Idem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7o) rs. a
garrafa.
Charutos era grande quantidade e de todos os
fabricantes mais a creditados a I,5oo,
2,000, 2.000, 3,ooo e 4,000 rs. a caixa,
os mais baixos so dos que por ahi se ven
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
20400, muito propios para mimos.
Cartoes
com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
com bolachinhas de soda de todas as qua-
lidades a 1,5300.
Chocolates
de todas as qualidades a 10OOO a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs.. tambem
temos velhos para 500 rs.
. Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 3$ e 30200.
Ideai prato
o melhor que se pode desejar a 14000.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 10200.
Cha uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
quaiquer nao pode vender por menos de
U a 20600.
Idriu perola
especial qualidade a 2->700 rs. a libra.
Iilcm hvsson
o mais aromtico que tem viudo ao nosso
mercado a 20600.
Massas amarellas
talharim e aletria a
Macas brancas
para sopa a melhor que se pode desejar.
macarrao, talharim e aleiria a 400 rs. a
libra e 45O0 a caixa.
Vinho
Figueira J A A e outras muitas marcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
dem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e
2^800 a caada.
dem do Porto
generosos engarrafado des melhores fabri-
cantes da cidade do Porto a 10 e 10200
a garrafa e de 100 a 120 a caixa, as mar-
cas sao as seguintes: Chamisso AFilho.
F. A M., Nctar ou vinho dos Deuzes,
lagrimas do Douro e outros muito.
Latas
com 10 libras de banha a 40000.
Bolachinha ingleza
a 10800 a barrica da mesma que por ahi
vendem a 20000 e 20400.
Alpista e Painco
o mais novo de mercado a 140 rs. a libra,
e 40400 a arroba.
Nozes
as mais novas do mercado a 120 rs.a libra.
Cervejas
dos melhores fabricantesfe de todas 3< mar-
ras de 40500 a 60500 a duzia.
CG AMITOS
Charutos Thom Pinto,. Beis e outros em
meias caixinhas a 10500.
Arroz
do Maranhao a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 2*500 a 30000 a ar-
roba desses que vendem por 30400.
CAF
de i .a e 2.a sorte do Bio de Janeiro a 8.-S506
e 80800 a arroba, e 280a 300 rs. a libra.
Garrafes
com 4 i garrafas com vinagre a 1-soOOeom
o garrafo.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 10000 o frasco, e de 110000
a caixa.
DEM
ria, Pec-nic, Fance, Machineeoutras mui-
tas a l,3ooe 1 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafo.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa,
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por ha ver
grande porco. .
Azeite doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,800 a caada.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2.2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
e a Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro quaiquer liquido de 4,00o a
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a 1,00o rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.: e lo,5oo rs. a caixa.
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a Chouricas as mais frescas do mercado a 800
lata.
Pocetas eom doces seceos de Lisboa de 3o
. a 3,5oo rs. cada urna.
Toucioho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,000 js. a airoba.
Hotijes cora 10 garrafas de azeite doce a
505oo.
Caf de I., 2.a e 3. qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. alibra, doCear de8,5oo, 8,7oo,
e 9.000 rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java e Maranhao de 2,8oo a
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
ti libra, ba caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
r|estarda ingleza em p a 10 o frasco.
Dbollasja 80 a caixa e l,2oo rs. o molho.
rs. a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l,2oo rs. o fraseo.
Serveja das mais acreditadas marcas a
6,o(io a duzia e de mais a 5oo rs a garrafa
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra. .
Erva doce a libra.
Canella a 1,00o rs. a libra.
Vassouras de piassaba de dous arcos de fer-
ro a 32o rs. cada urna.
Latas com banha refinada com 10 libras a
405oo.
mm
FAZENDAS BARATAS
FAZENDAS BARATAS
mm ACAftiR KA QM DQ f&ftATIfftO
Ricos vestidos brancos borlados a 10 e 12$.
Baloes ingletes de arcos e croch a 3J5, 4 e ;>3.
Camisinias e manguitos moito bem enfeilados a 3.
Sratfle Joriinlbnto de laazinhas muito boas a 360 a 400 rs
Soutembarques e capas de seda, merino e cambra i a bordada,
(tramante <].: hnno muito largo a 2.
Organdys e cassas francezas linas a 480 rs.
Cambraias lisas, fil do linhn liso, cambraia de MimttH
F.indos cortes de la* Maris Pia de 85 a ISA
Mimosos vestidos japonezes .1 I '1 i.
Variada ftortiflnflto de Chales em qualidades e preco*.
Mussehnas brancas com pinta de cor.
MlenaplM pretos de OOO, tsoo c i$.
Lencos de cambraia bordados a capricho a l&
Madapolo barato a 584M>.
Vende-se raadapolao bom u perfmto ao3800 a poca com O vara.
Todos estes artigos e outros muitos se vendem por precos que admiiam na ra do Crospo1
limero 1.
Defronte do arco de Santo Autouio.
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
bruto a 4,000 rs.
dem inglezas em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
Cartes com bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que v3o as procis-
soes a 600 rs. rada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em htas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
rs. a lata,
dem em caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes mnito novas a 120 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 800 rs. a libra,
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca, Por-
to 'superior D. Luiz I. e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.ooo e
l.ooo rs. a garrafa,
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,000 a caada,
dem superior a 000 rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada,
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa,
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,oeo rs. a casada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composico a 560 a garrafa e 4,000 rs. a
caada,
Ricas caixas com figos a l.ooo rs. cada urna.
Ricos livros com figos 1,000 rs.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrames com 4 l% garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafo.
dem com 4 l% ditas de venagre a 1,00o rs. o
garrafo.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
i5,ooo rs. com aancoreta
dem em pipa puro sem o batisms a 2oo rs.
j a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portuguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro. amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de Turn, Botefim,
morangos, limo, caf, laranja, cidra, gin-
roba e 2Go rs. a iibra.
Arroz do Maranhao a 12ors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba,
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra,
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9.000 rs. ar-
roba, e 32o rs. a libra,
dem de sebo muito dura fingindo esparmace-
te 3tio rs. a libra,
dem de esparmcete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52e rs. '
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.000 rs.
dem almaco pautadoe lisoa 3,ooors. a resma,
dem de peso pautada e liso a 2,5oo rs. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueteiroa 2,2oo rs.
a resma.
dem embrulho de \,2oo a l,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 '/ libra a
l,2oo e 800 rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l,ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Moslarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a I.800 e 2,8oo
rs. a lata.
Cerveja Tenente verdadeira a 6,800 rs. a
duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a t.ooo rs. o molho e
800 rs. o cento.
Chocolate portoguez hespanhol e francez de
l.ooo a l,2oo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixades em macos grandes
com 2o rs. o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4;5oo rs. a
arroba.
Gomma a 2oo rs: a libra e 5,4oo a arroba.
Peixes em latas a l,ooo rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,000 rs.
para sopa, macarrao,
480rs. alibra/
Os proprietarios
do
em frasqueiras
12 frascos.
,'rande armazem o Verdadeiro
de Hollanda a 5-S800 com
Principal declaram ios seus
Ireguezes e amigos e ao publico eih geral. que para facilitar a commodidade do todos es-
tipularam os mesmos precos nos seguintes lugares:
Progressiv largo do Carmo d. 9.
I nio e Gommercio ra do Qneimado n. 7
O Verdadeiro Principal ra do Imperador n. 10
m
ROUPA FEITA
NO
1KJ1UKS
DE
Mfltt li ^m\V'
di>;
- IETREXRO VEROS.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimeato completo de roupa feita de!
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concor-
I rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
I grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades. Dar spnhrtr**
homens e meninos.
3s, para senhoras.
Casacas de panno preto, 35(5 e
Sobrecasacas idem, 300 e .
Paletos idem e de cores, 25)5,
300,480 0......100000
Ditos de casemira, 200, 150,
420, 400 e...... 70000
Ditos de alpaca, 50, 40 e 30500
i Ditos ditos pretos, 90, 70,
50, 40 e......30500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 4,5500, 40, 30500 e. .
Ditos branco de linbo, 60,50 e
Ditos de merino preto de cor-
d3o, 400, 70 e.....
Calcas de casemira preta. 120,
100, 80 e
Salitre relinado. superior qualidade, vinho Bor-
tteanx; dittercutes qualidades, mais barato que cm
quaiquer parte : no armazem de K. A. Burle &
C, rua da Cruz n. "S.
Kua da Senzalia tova o. i.
Neste estabelecimento vendern-se: tachas de
ferro ooado libra a 410 rs., dem teLon
Moor libra a 420 rs.
PARA AFESTA
DE
S. AMOMI) E S. MO.
Manteiga intleza muito boa a 800, 720 e 6W) rs.,
franceza a f>40, em porcao f-se abatimento, vinho
de Lisboa a "25G00 a cauada, e 360 a garrafa, Fi-
gueira a o>200 a ranada e 440 a garrafa, cartas de
traquee a 240, e ontros mnitos gneros bons e ba-
ratos : no armazn? da Estrella, largo do faraizo
numero 14,
Ditas de cores, 90, 80 e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 50000 e.....40000
Ditas de princezae merino pre-
to de cordo, 40500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 44500, 44 e .
Ditas de ganga de cores, 30 e
CoHetes de velludo preto e de
3000001Ditos de setim preto. .
250000: Ditos de ditos e seda branco.
' .60 e......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 60, 50 e
CoHetes de fustao e brim ran-
eo, 30500, 30 e .
Seroulas de brim de linbo.
20400 e .....
Ditas de algodo, 40600 e. .
Camisas de peitos de linho,
40, 30 e......20500
Ditas de madapoBo, 20500,
50000' 20 e..... ..
1 Chapeos de massa, pretos fran-
70000 cezes, 100, 9# e .
30000
40000
500001
50OOOJ
40000)
20500
20000
10400
15600
70000 Ditos defltro, 50, 40,30500 e
Ditos de sol, de seda, 120,
110, 70 e.....I
j Collarinhos de linho fino, ulti-
40000 { ma moda.......
Sortimeato completo de mm
2050; tas. *
205001 Toalhas para rosto, duzia, 110,
80500
20000
60000
640
60000.
e
cores, 90 e. 70000 ] Chapeos deso, de alpaca, pre-
Ditos de casemira preta, 50 e 40000 tos e de cores.....4^000
Ditos de ditas de cores 50 | JLen$4es de bramante de linho. 30000
W e........30500 Cobertas de chita chineza..
20500
Armazem de fazendas
DE
Custodio, Carvalko & Cqmpanhia.
29 RUA DO O I.I ?3 A WO
Pecas de panno de linho Ono com 20 varas pelo baraiissimo preco de 100 a peca
Cambraia adamascada branca peca 30. m
Lencinhns para meninos e meninas a 100 rs.
Lencos brancos para algibeira a 20 a duzia.
Toalhas de fustao de Imho duzia 40.
Toalhas adamascadas de linho pelo fearatb preco de 30Oh5Oe 40 cada ama
Laazinhas de urna s c>V pa no aupa d em eninos p seoura.
**


ftcfta le*r t
de lSej4.
MERCANTIL
7 Oi|
HUA DACAH5IA do recife m. as.
novo 8
E-UfDB AEMASBM DE MOLHADOS
RIJA DA CADEIADO IlECIFE \. 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na roa da Cadeia do Recifen. 53, um grande e sortido armazem de molbados de-
Lcminado i'mo Mercantil. Nesle grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico um completo sortimento dos melhore
ceneros que vem ao mercado, Unto estrangeiros, como nacionaes, os quaes serJo ?endidos em portees ou a retaibo por presos assai
gommodes.
Manteiga Qgleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qualidade a 800 rs. a libra, 14200 a caada.
em barril se faz abatimento. Azeite doce refinado em garrafas brancas a
Manteiga franceza a mais superior do mer-1 860 rs.
cado 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. 4#800 a caada.
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, cbegados neste ultimo vapor, a 5,5800 a frasqueira.
720 rs. a libra. Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
Queijos flamengos cbegados neste ultimo
vapor a 2*800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castaobas muito novas a 120 xs. a libra e
e 30000 a arroba. .mu-- *"
Cha uxin o raelhor que ba neste genero,
mandado vir de conta propria a 2(5800
rs. a libra.
Cha byson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha byson proprio para negocio a
16500 rs,. a libra.
Cb preto oito superior a 26 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differentes
qualidades, como, sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
oulras mu i las marcas a 16350.
Bolacbinha de soda em latas.grandes a 24.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 16500.
Caixinhas,4fti4 e 8 libras de figos de coma-
dre a le 26 cada urna.
Passas muito novas, chegadas pesie ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 36 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 fi-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 186 o gigo,
garanle-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melbores qualidades
com ricas estampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a 14200,16500
eil.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, cern-
iendo meia libra de ameixas francezas, a
16200.
Mar-melada imperial, dos melhores conser-
vemos de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs. a libra.
Fructas em calda das melbores qualidades
que ha em Portugal em latas hermetica-
. mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca molle a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 206 rs. a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Maeas e peras ehegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, so vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero,, a 14200 a libra.
Chocolate hespanhol a 14200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
que se pode desejar de 74500 a86OJ0 aiQwveja branca epreta das melhores marcas
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa. que ha do mercado a 500 as. a garrafa e
Caixas com vinho do Porto superior de 94 5*800 a duzia.
a 10* a duzia, e 900 a 14 a garrafa; deste j Cognac mglez de superior qualidade a 800
genero ha grande porco e de differentes j e 14200 a garrafa,
marcas acreditadas que j se venderam Licores francezes das seguintes qualidades :
por 14$ e 154 a caixa, como sejam: Duque Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
do Porto, Lagrimas de Douro, D. Luiz, e de outras muilas marcas a 14 a garrafa
Cambes, Madeira secco, Carcavellos, Nec- e 104 a caixa.
tar de 1833, Duque Genuino. Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a! 94 a duzia.
iOO, 480 e 560 rs. a garrafa, e 34, 34200
e 36500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Sardinbas de Nantes a 340 rs. o quarto e 56(
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : savel, corvina,
vezugo, cherne, linguado, lagoslinha, i
14300 rs.
Salmo em latas, preparado pela nova arte
de cozinba, a 800 rs.
Macaa de tomtes em latas de 1 libra a (Ot
ris.
Chouricase paiosem latas de 8 emeia libra
por 74-
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libia i
84600 a arroba.
Bolaxinba ingleza a 320 rs- a libra e 44 a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franga a 200 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 34 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 44860 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libra*
por 14500.
Cebollas a 14 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs,
a libra e 94 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 84400 a arroba.
Caf do Rio, proprie para negocio, a 86.
Arroz do Maranhao a 100 rs. a libra e2480C
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 96 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarro, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinha,pevide earroz demassa para sopa,
a 600 rs. a libra e 34 a caixa com 6 libras.
Palitos de dente lixados com flor a 200 rs.
omasso, ditos lixados sem flor a 160 rs
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra t
OH
ESPLENDIDO SORTIMENTO DE MOLHADOS
M. 9 RA DO CRESPO W. 9
Esquina que YiIU para a na da Imperador
(Vio se engaen* com a mitra)
AMIGOS!
ISao ieiam este annuncio com precipitado.
Confrontem os preco dos oulros annunciantes.
Venham ver os gneros que teos expostos a venda.
A vista faz f.
N3o temos palavras bombastieag.
Nao nos enculcamos o primeiro recebedor de conta propria.
Nao desacreditamos ao collega porque nao quiz ser nosso socio.
Val a qnem tora.
Para abastecer a todos os habitantes desta bella provincia ainda nao sao sufficien-
tes as casas que actualmente oxistem abertts com grandes proporcoes para lerem um
magnifico sortimento de molbados ; assim, peis, os propietarios do Armazem Principal
nao invejam a sorle dos seos collegas.
Habitante de Pernambuco.
Nos temos um excedente sortimentoi dos melhores gneros que se pode acbar
em nosso mercado. Vinde ao nosso eslableeimento, e se a vossa boa f fr illudida
urna s?> vez ao menos, castigai-nos nao voltaado mais a nossa casa.
Amendoas confeitadas de bonitas cores a dem de Hollanda em garrafes com 24
l,ooo rs. a libra. | garrafas a 7,2oo rs. com o garrafao.
dem de casca muito novas a 3oo rs. a libra. Lentilhas encllenle legume para sopa e gui-
Aveliaas a 2oo rs. a libra. zados a 2oors. a libra.
Ameixas francezas era caixinhas com lindas Lieopes francezes de todas as qualidades a
estampas a l,2oo, l,4oo e l,6oo rs. cada f 800 e l.ooo rs. as garrafas grandes,
"urna. Manteiga ingleza perfeitamente flor a 800 e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe-
Mostarda ingleza em potes j preparada a lix, em caixas inteiras ou em meias, de
400 rs. I 14600, 24 e 34.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes^ Presuntos do reino, vindos de conta propri
a 14 cada um. de casa particular, a 400 rs. a libra; intei-
Sal refinado a 500 rs. o pote. ro se faz abatimento.
. .1.
-
1 .
i-aib*..
OsseDhere que compraren) de 1004000 para cima, terSo o descont de 5 per cento, pelo prompto pagamento.
CLtRItl
COMMERC
RA DO Ol i:B I % HO W. 15.
Passando o becco da ongrega$to segunda casa.
J .OTHlO*
It
.1**1
dem em frasco de vidro com rolfia do mes-
mo ou de metal, a l,2oo e 14oo rs. ca-
da um.
dem em frasco grandes 2,5oo rs. cada um.
dem em latas de I ''j e 3 libras a l,2oo e
2,ooo rs.
Arroz da India e Maranhao o melher que se
pJe desejar s loo e 12o rs. a libra
2,8oo e 3,4oo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 600 rs. a garrafa,
e 4,8oo rs. a caada.
dem francez clarificado- em garrafas bran-
cas a 9oo rs. cada urna,, e lo,ooo rs. a:
96o rs. a libra.
Hem franceza nova j deste anno a 600 rs.
a libra, e 58o rs. em barris nteiros.
Marraelada especial dos melhores fabricantes
de Lisboa a 600 e 64o rs. a libra, ba latas
de difirentes lmannos
Massa de tomate em latas de 1 libra 56o rs.
cada urna,
dem: paca soda estrelinba. pevide e rodinha
em caixinhas sortidas a 3,ooo e 3,5oo rs.
cada urna e 5oo rs. a libra.
Idas macarro, talerim e aletria a loo rs.
a libra.
AtteilCH)
O dono da loja do Bei ja-flor, Da ra da Queuudo
n. 63, acaba d/ abrir um outro espacoso eMabcle-
cimento de mlndezas na mesma ma n. 69, por o
avisa aos seus Trege* e amigos, que neste* tfons
esubelecimenio encontrarlo sempre grande snr?i-
meolo de miudeus, perfumarlas eobjerios de bob-
los; e vender sempre mais barato que cutr qua)
quer, como abaixo se ver.
Pentes dourados de traveasa.
Delicados pentes dourados de travessa para me-
ninas a 1,350o cada um, ditos sem str dooraJos a
500 rs. cada um : as tojas do Belja-flor, ra do
Queimado ns. 63 e 69.
Voltiohas de aljofares.
Lindas voltinhas de aljofares com cruzes de pe-
drinhas imitando a brilhantes a \> cada urna
lojas do Beija-Qor, ra do Queimado ns. 63 a f J
Linas de Jouviu.
Chegaram pelo ultimo vapor as desejadas linas
de Jouvin de todas as cores, tanto para nofflefis
como para senhoras : as lojas do DtijtHtor, ra
do Queimado ns. 63 e 69.
Talheres para meninos.
Vendem-se talheres de cabo de balaoco para me-
ninos a 280 rs. o tallier as lojas do Beija-lloi',
ra do Queimado ns. 63 e 69.
Colheres de metal principe.
Vendem-se colheres de metal principe muito fi
as para sopa a 3*600 e 4*400 a duna, ditas para
eh a ti e 2*400 a duzia, ditas para iwm-nr a
500 rs. cada urna, ditas para terrina a 2* cada
urna, e s quem vende por estes precos as lojas"
do Beija-flor, ra do Queimado us. 63 e 69.
Facas e garfa.
Vendem-se facas e garfos oitavados a i$f-\\) a
duzia, ditas cravadas, cabo preto e braneo a 3* a
duzia. ditas de balanro de 1 botlo finas a C*2O0
dilas de 5 botoes mono finas a 64"O0 a tlnzia, df,i<
de i botao para doces e fruetas a 5* a dnzia. dita
de 1 botoes a 5*200 a duzia : as lojas do Beija*
flor, ra do Queimado ns. 63 e 69.
Tiras bordadas.
Vendem-se tiras bordadas, a pera a 1*100, 1*200
e 1*300 : as lojas" do Beija-flor, ra do Queimado
ns. 63 e 69. -ir
Hallados bordadas.
Vendem-se babadas bordados de varias largura?
a peta a 1*600, 1*800, 2*. 2*200 e 84400 : uft
lojas do Beija-flor, ra do Queimadp ns. 6.1 e C.
Lindos' sapalinhos.
Vendem-se lindos sapalinhos para baptizados de
criancas a 1*500 e 2* o par as lojas do Beija
flor, roa do Qoemado ns. 63 e f9.
Botoes para pimbos.
Vendem-se botoeinhos demadreperolaedcniar
lim para punbos a 320 rs. ofar, ditos encarna^e-
nhos a 120 rs. o par : as lojas do Beija-flor, ra
do Queimado ns. 63 e 69.
Fitas para debrum de vestidos.
Vendem-se fitas de la do todas as cores par'1
debrum de vestido a 900 rs. a peca, ditas i retas
de seda a 1*100 a peca : as lojas do Beija-flor,
ra do Queimado ns. 63 e 69.
Fitas brancas para debrum.
Vendem-se pecas de fita branca de iinho par;t
debrum a 400 rs. a peca : iras lojas do Beija-hVr
caixa com 1 duzia. Mostarda franceza preparada em frasco a 4oo
Alfazema muito nova e limpa a 32o rs. a li- J rs.. cada um.
bra. | Mblho inglez em garrafmhas cem rolhas de
Alpista a 16o a libra, e 4,6oo rs. a arroba- vidro 64o rs. cada urna.
Bolachinhas de Lisboa da fabriea do Beato. Marrasquino verdadeiro de Zara a 1 ,ooo rs. ina ra do Queimado ns. 63 e 69.
Antonio dasseguinte qualidades i aguam a garrafa, lo.ooo rs. a caixa com 1 duzia. I ,. "'f*8 l!,'s 'radas,
sal doces, e impertes em latas de fi^ Nozes muito novas a IGors. a libra. d<^B%^?I^,r&^^^%^
brasa 3,ooo rs. e de 3 'i libras a l,5 rs. eem libra a Moflan estas bolachinhas dem do Porto para panellaa.3oo rs. a libra. Espeluos de Jacaranda,
torna-se muito recommendavel com es- Passas novas a 48o rs. a libra. Vendem-se espelhos de columnas, de Jacaranda,
Peixe em latas de differentes qualidades co- a 35 e4*500 cada um ditos de madeira amarelta
mo, savel cor.ina, p0vaS,%escadte e. JTJT BC,J,"r' """'
outros a l.ooo rs. a latas. Fila8 d ^k estreitas.
Palitos para denles a 14o e 16o rs. O masso Vendem-se fitinhas estrellas de velludo para en*
dos melhores. feite de vestido a 900, 1* e 1*200 a peca : as lo-
Painco o mais novo e limpo a 16o rs. a libra. Js do Beija-flor, ra do Queimado ns. 63 e 69.
e 4,5oo rs. a arroba. Tranas de lia Para bordar
pecialidade para os deentes.
Biscoilos e Bolachinhas de suda em latas, de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a 1,35o rs. a lata.
Bollos francezes em cartoes e de diversas
qualidades a 64o rs. cada um.
Banha de porco verdadeira refinada-a loo1
r. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a 160 rs. a libra.
Bolachinhas inglezas ltimamente desembar-
cadas a 2 lo rs. a libra e 2,ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
' at hoje tem vindo a nosso mercado a
18,ooo.rs. o gigo, l,ooors. a garrafa in-
teira, 8oo rs. as meias.
Cha uxim o melhor que se pode desejar e
sjue outro qualquer nao vende por menos
de 3.000 a 2,7oo rs. a libra
dem perola especial qualidade a 2,8oo e
" 2,8oo rs. a libra, garante-se a qualidade
d'este cha
dem hyssou o melhor que possivel en-
contrar-se a 2,4oo e 2,6oo rs. a libra.
dem do Bio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
a l,2oo e l,4oo rs. a libra.
dem preto muito tino a l.too rs. a libra.
Chocolate das melhores qualidades, francez,
hespanhol e suisso a l,ooo, l,2oo e l,4oo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos l'ur-
Palifnsil'i oi7 a 9 1 ^ r< a arrwa 9nn r a Vcndem-se trancinhas de la pretas para bor-
Faiitosuo gaz a 2, loo rs. a groza, 200 rs. a dar camisnlias e vestidos a80 e 160rv a peciuha,-
duzia, e 2o rs. a caixinhas. ditas brancas com 40 varas a 600 rs. eca, e ou-
_ .. ... i tras muitas cousas que se tornarao enfSdonho men;
QaeijOS flamengos Chegados neste Ultimo va- [ Ci0na-las, pois s com a vista se poder ver o graiv
por. a de sortimento das lojas do Beija-fior, na ra (fu
dem, prato muito fresco a 800 e 9oo rs. Queimado ns. 63 e 69.______________________
,a ubra- ,L ,, L AGENCIA
dem suisso a melhor qualidade que ate ho-
je tem vindo ao nosso mercado a 800 rs.'
a libra.
DA
FUNDICAO DE I0W-M00B.
Ra da Senzalla nova n. 12.
hal refinado em potes de vidro a 000 rs. ca- Neste estabelecimento contina a haver
da um. nm completo sortimento de moendas e meias
Seroja das melhores marcas a 6,000 rs. a moendas para engenho, machinas de vapor
duzw, e obo rs. a garrafa. e fachag de ferro batido e C090) dc l0QS 0!
Sardinha de Lisboa e Nantes em qnartos e ^^3 para ditos.
meia latas a 38o 58o rs. cada nma. ___________________________
Sag mnito novo e alvo a io rs. a libra.
Sevadinha de Franga 18o rs. a libra.
Sevadaa loo rs. a libra, e 2,8oo rs. a arroba.
ESCBAVOS FGIDOS.
OV1DADE.
Pereira Bocha 4 C^a^ajn .d atrir na ma do Queimado n. 45 .um armazenj de molhados denominado Clarim Commercial,
onde o rospeitavel publico s*otrar sempre um completo sortimento dosnmelhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
aero vendidos por precossmuito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se obom peso
e boa qualidade dos generWcomprados neste armazem.
Arroz do Maranhao, di Htifa Java a 60, 80
e 100 rs. a libra V f5800 a 2'6O0 e 3
a arroba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
16200 e 1J600 em frascos grandes a
20300.
dem em cajxinhas elegantemente enfeitadas
com rij*- estampas no interior das caixas
a 125000,1^400, 1,5600 e 20.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 610 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matararna 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra. iN
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris. \ '
Bolachinhas d'e soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata. ,
Ditas inglezas.muito navas a 30000 a barri-
';uinha e a 200 rs. a libra.
Banha dte porcor efinada a 440 rs. a libra e
eembarrila 410 rs.
Cha hysson, huchine perola a 10600, ,
20500, 20800 e 30000 a libra,
dem preto milito superior a 20000 a libra.
Cerveja pretff e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 50800.aduna.
Cognac- inglen fino a 900 rs. a garrafa.
Conservtls a 720 rs. o frasco,
dem, so de pepino, a 720 rs.
dem, s de-aeeitonas, a 730 rs.
Chouricas e paios muito nevos a 800 rs. a
libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220
I rs. a libra.
i Cevada a 80 rs. a libra. Rn
I Ervilhas portuguesas a 640 rs. a lata.
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
10800, 50500 e 280 rs. a libra.'
Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 60200 a frasqueira.
dem em garrames de 3 e 5 gales a 50500
e 70500 cada um com o garrafao.'-
Craixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forp de pera e rolha de vj-
dro, a 10OOO rs., s a garrafa vale o di-
nbeiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 960 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
dem franceza muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Mssa d tomates em barril a 480 rs. alibra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata. '
Marrasqoinho de Zafa, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas finas para soba :. estrellinha, pevide,
rodinhas e letriannas a 600 rs. a libra e a
Charutos-dos melbores fabricantes da Bahia
e especialmente da fabrica imperial de; 4a caixinlia com 12 libras.
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800, Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
>
30000, 20206, 20806, 20800, 30000
30500 a caixa.
Caf do Bio.muito superior 286e 320
rs. a libra-e80500 e808Ors. a arroba;
dem londrno chegade no ultimo vapor a
XiO rs. a'libra.
Cartoes de boJrohos francezes muito novos 6
muito bem ehfeitados a 700 e 600rs. .
: .ITT JjmK
Pebre em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de den tes a 160 rs. o masso.
Palitos de destes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
Amendoas confeitadas a 900 rs. a libra.
Doce d goiaba ero latas o melhor possivel a
20 eero caix5o a 610 rs.
Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo_a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
muito novo a 640rs.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 30100
dem prato.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
tada um.
Sardinhas de Nantes a 360 rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
; Vellas de carnauba pura a 360 rs. a libra.
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Figos em caixinhas emticamente lacradas
a 10600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam: Velbo de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Mara Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 806, 900 e
. 10000 a garrafa, e em caixa com uma du-
I zia a 90000 e 100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
t 480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateauluminide 1854, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima meneionados te-
mos grande porco de outros que deixamos*
de mencionar, e que rudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porcei como a
retalho.
Quem comprar de 1000060 para cima te-
r o abate de'5 por ceiito.
No da 4 do mez de Janeiro do corren te an-
Traques de 1.a qualidade a 8,500 rs. a cai- no desappareceu do engenho Conceico das Ro
xa, e24o rs. a carta. res, comarca de Pao d'Alho, o escrav^ aldiuo,
TAucinhn nnvn i\o I khfa a "Hn f 32n rs a 'com os signaes seguintes: representa 28 anuos de
loucmno novo (te usDoa a _40 e -izo rs. a ldade pardo dar0) tem barba que faz uma peque-
hora, i na separago junto a bocea, cabellos meio carapi-
tado de Simas em V caixas das seguin- Tijollo para limpar facas a 15o rs. cada um. nhados, olhos pardos, de boa gura, altura e ear-
ia marca* Pirm sobrancelhas e paldebras salientes, ore Ibas pe
les marcas F.ii z enees suspiros, uiii vini10 em ppa Porl0i Lisljoa e Figueira das Suenas, as quaes findam sem volia, ps e maos
cas, Napoleopse (.uanabaras a 2,doo rs., me|hores marcas a :} 8u0 rS- a canafja, e grandes, tem no lado da caneca uma penuena d
e em e*xas inteiras Trovadores a J.ooo ., *mmib calriz.oulra **u,n qoarl.esl;i com tres v1'
;i.a fc.ii i."._ legadas e aquella com uma, provenientes de queda
dem do Porto Lisboa e Figueira de marcas i eonta de a0 ,em nas costa aigUmas marcas ou
menos conhecidas a "oo rs. a garrafa, e
2,8oo rs. a canada.
dem Colares especial vinho a 6oo rs. a gar-
rafa.
dem Lavradio muito fresco nao levando com- j
posiro a 56o rs. a garrafa, e 4,ooo rs. a i
canada.
dem branco de uva pura a 56o rs. a gar-
rafa, e 4,5oo rs. a canada. jdor'que foi na comarca do Brejo da Madre do
dem mais baixo a 400 rs. a garrafa, e 3,000 Dos, e hoje morador em Campia Grande da
rs a canada Parahiba do Norte, e vendido em dias do mez de
IrlPiri RwIpaiiv Pmcaiv-Klp li oarrafas da^ novembro prximo ae tenente-coronel Jos Mara
laem Barueauv em caixas.ue z garraia aa dos Santos Cava|camij por andar 0 mesmoescravo
marcas mais acreditadas a b.ooo e 7,ooo | rugido ha mais de anno a titulo de forro, descon-
rs. a caixa. j fia-sa ter sahido para fra da provincia, e assenta-
en do
e
. a
rante-se que por este mesmo preco dapre-' apprehensao do dito escravo, e leva-lo ao sr u ?e-
juizo eso se encontra li'este armazem. nhor no referido engenho Conceico, ou nesta ch
dem do Porto em caixas com garrafas^7$* ^^/g'aSd S"^
das seguintes marcas Lagrimas do Douro, alm das degpett].
Duque do Porto, Genuino, Velho Particu-
lar, malvasio fino, D. Pedro V, D. Luiz
I, Nctar e outros a 9,ooo e lotooo rs.
a caixa e 9oo a l.ooo rs. a garrafa.
dem'Muscatel superior a l.ooors. a garra-
fa, e lo,ooo rs. a caixa com 1 duzia.
rs. cada una.
dem de outro6 muitos fabricantes e de
differentes marcas para l,5oo rs. as mei-
as caixas: de suspiros a l,6oo, 2,ooo e
3,ooo rs. as caixas inteiras.
Conservas inglezas a 8oo rs. o frasco.
dem franceza a 3oo rs.
Cognac inglez das melhores marcas a l.ooo
rs. a garrafa e lo,ooo rs. a duzia.
dem francez suporior qualidade 8oo rs. a
. garrafa e 9,ooo rs. a duzia. Cominho e Erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a 6oo rs. a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Copos finos para agua a 5,ooo rs. a duzia, e
5oo rs. cada um.
Caf do Bio superior a 28o e 32o rs. a li-
bra, e 8,8oo e 9,5oo a arroba.
Doce fino de goiaba a 6oo rs. o caix5o.
Ervilhas portuguezas ltimamente chegadas
a 7oo rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Figos em caixinhas muito bem enfeitadas a
a l,ooo rs. cada uma.
dem em latas ermiticamente lacradas a
l,5ooe 2,5)0 rs. cada uma,
dem em caixas de *f% artoba a 2,5oo rs. ca-
da uma, e 2oo rs. a libra.
Graixa muito nova a loors. a lata e l.ooo
fs. a duzia. ,*
Genebra de Hollanda em frasqueiras com 12
frascos por 6\ooo rs. e 56o rs. o frasco.
dem de laranja a f,ooo rs. os frascos gran-
des e ll,ooo rs. a caixa com 12 frascos.
dem de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da uma.
dem em garrames1 de 16 garrafas a 4,8oo
rs. com a garrafab.
cicalrizes de reinadas ou chicote, '.em em cad.V
i braco um signo de Salomo, seodo um dclles mal
! feito, e sobre este uma cruz com o pr da nusicv
[ para o lado do hombro, foi soldado do corpo do
I polica ou da companhia urbana da cidade do Re-
cite, teve baixa antes de fihdar o tempo com o no
me de Antonio Caetano de tal, e talvez leve eomsv-
go a escusa da mesma baixa, tem principios de
carpina e carreiro, falla despachado e toca viola,
" foi escravo do capitao Joao de Deus Barros, mora
rS. a Caixa. na-sa ter sanmo para lora ua provincia, e assenia-
Idem muit especial que raras vezes vem ao,do Pr*9a em aignm dos cornos de polica en do
iirvwn mprcado a 1 oo rs a carrafa ffa.: exercitb ; pelo que roga-se as autoridades civis a
nussu mcicauo a i,uu is. a gdiidid, gd miliares, capitaos de campo e pessoas do povo a
Fug*io
hontem 6 do crreme, da casa ae sen senhor, o
cabra de nome Paulino, marcado de baslgas, bai-
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa' xo, corpo regular, vistas baixas, saho de manhiia
e 2 4oo rs a canada ] levando corasigo camisa de riscado ecalja escurar
dem 'em garYafoes com 5 garrafas a i,ooo'^^^^^f ^raTcSo
n. 5, Toja de Marcelino & C, que se gratiiearj)
QUE OEMORV.
Nao tem apparecido a escrava Justina qu fugio
em Janeiro do eorrenle anno, levando seis vestidos
Vellas de espermacete superiores a 56o rs. de chita e dous chales, sendo um preto -
lihra p. Sn re pm rki <" A sig"^* >} sego : parda ese
rs. com o garrafo.
Vassouras do Porto de arcos de ferro a 32o
rs. cada uma
dem de escova para esfregar casa 36o rs.
cada urna.
i
a libra, e 52o rs, em caixa.
humilde, anda de vagar, e costuma
a escrava
L-ura, falh
pentear o ca1-
dem, de carnauba refinada e de composico a! bell0 e a'brir e8trada : pede-se a tod e qneiqer
36o rs. a libra, edelo,oooa ll,ooo rs. a
airoba.


Vende-se alpaca preta a 560 rs. o cavado.
Vende-se alpaca pretipara vestidos a SOO, 600,
700 e 800 rs., fina de cbrdao a 800 rs. para nal-
tot, princeza preta a 800 e 640 o coyado, bombazl-
na preu fina a 1*400 o covado, l|azlnhas prett
para senhora que eso de luto a 7 o covado :
ha ra da Impiratriz a 36. A loj est aberta at
as 9 boras da note.
Para algodo.
Vende-se por 'preco commodo uma excellnte
machina americana que trabalba com um cvallo
para fazer mover qualquer machina pequea de
descarocar algodao, tendo a vantagem de ser mui-
to simples e eeonomisar muito o trabalho bracal:
a tratar na padaria da ra Direita n. 84.
Emprezajda iUumina$o
pessoa do povo, capitaes de campo e aos pedestres
a apprehensao da dita escrava, e leva-la ra da
Esperanza n. 74, que alem de se flear agradecidb"
recompensa-s muito bem._______________
ATTEN(M
ii gaz.
Todas as vendas de apparelhos e reclamacoes Acba-se fgido o escravo de nome Faustino, de
(por escripto dando o nome, morada, data, etc.), idade 40 anribs, pouco mais ou menos, eor fula, al-
devem ser feitas no armazem da ra do Imperador ura regular, grosso do corpo, bem espadando, bar-
. 31. Os machinistes mandados para attender a bado, e j com algtfns cabellos branco* na barba,
estas, apresentro um livro que os reclamantes bracos e peinas grossas e bastme cabelladas, ten-
deveriio assignar logo depois de prompto o servirlo do as pernas arqueadas, porm nao muito, costu-
reclamado ; isro para que a empreza fique soleute I ma andar em sambas, e as vezes embraga-se bas-
de haverem os Daesaos seotors sido devidamen-
te atteadidos.
Farinha de mandioca
ensacad e da melhor que ba : vende Miguel Jos
Alves noseu escriptoria, cae o. 19 da ra da, campo "a apprehensao do dito escravo, que sero
juz bem gratitfcado?.
tanta por gostar muito de beber : portante roga-
se s. autoridades noliciaes desta e das provincias
limitfophes, que o facam apprehender e leva-l a
sen senhor o major Antonio da Silva Gusma, da
ra Imperial, assim. como roga-se aos capitaes de
.>*


Diarla de Peraa_tfc_ **< letra lo de Jnnho de i _.
LITTERATRA.
POLBMIC.l RELIGIOSA.
Os discursos de Sr. depntado Pedro Luiz Pereira de
Simiu, na cmara dos depulados.Pietencio
Janrard. lusiilulus religiosos.Jesutas.
saudade nos nao fallava elle dos bellos das, que
passra n'aqoeilas adustas regies, no rae
de gente que tanto o amou, quanto por ella se
morria! _e .(#"
Em 1841, qoando as Alagas rompe'u ama san
gninolenta guerra civil, provocada pelos desatinos
de alguns que foram depois ministres d'Cstado,
l aiaristas. Irmaas de Cardade. Capnclii- bar5es- seador<*. e tudo,- pedlu 0 presiden^ de
nhos.Necessidade das ordens religiosas no *a Provincia, o conselheiro Thomaz Xavier, ao
Hrjlsj| i Prefeito da Penha, que mandasse dous Capuchi-
(ConUnuacrw ) i n,10S(Iue applacassem a tormenta popular. Parlin-
i do estes logo, evitaran) que o sangue fosse derra-
* mado em maiorqiiaolidade, principalmente na em-
Dos missionarios Capuchinhos. I boscada da Attalaia (sendo disto testemunhas mui-
Se o brillante orador fulminou a Ordem dos',as Pes*as' entre quaes o General Sera, que
Cuitas coin os seus coriseos de iudignacao, para no-lo refer.u por mais de urna vez); inotilisaram
v des Capuchinhos reservn mais particularmente mu. as facas de pona L edificaran) muitas egrejas
a estrepitosa frula do ridiculo : sao syslemas. ZTLVfj- *? "^ **?' '' Se hje.' "T'*
, capital de Maceio tem um formoso templo grande,
Cuanto nos; entendemos que seraelhantes ma- e magnifico, deve-o aos trabalhos que um missio-
toras nao so prosiam facecias, c pedimos liecnca nar0 durante dous annos abi supportou.
rara conserva-las na altura, que Ibes o devida. ___ .,,
Fra.em maio de 1848, nomeado presidente des-
I ra lugar este improprio para remontar a nar- ta provincia o conselheiro Pires da Motta. Ainda
rac/ies histricas da instituico desta Ordem, e da bem nao acabava de tomar posse do seu cargo, e
:;ua reforma, que o Padre Boverio diz, nao ser obra Ja em diversos pontos se manifestavam disposicoes
ilas mos dos homens: Deum ipsum abincuna- j profundamente hostis, e precursoras de graves
bies auclorem, el patrem sortila est; que ella consequencias para a ordem publica. Chamou Fr.
nao teve fundador na trra, que se estendeu sera Placido, e Fr. Caetano, a quem disse : o E' de paz
liropagador; que os Capuchinhos sao urna institu- a minha missao, e nao posso consentir em que se
gis admiravel, o como a de Melchesedecb, nao tem, derrame urna gotla de sangue do brioso povo Per-
ptt me, genealoga. (1)
Comquanto se aUribuam erros a alguns de seus
mer.ibros (como nao poda deixar de ser n'uma
eorporaeo que teve mais de 30 mil religiosos a
um lempo) distinguiram-se os Capuchinhos, em
.auiram prelados, cardeaes, santos. Entre os per-
RMtgeni, que preferiram a humildade, e a po-
I ao brilho do na-cnuentu, e as vantagens da
fbrtain, vlram-se D. Affonso da Casa d'Este,
duque de Modena, c Reggio, que, enviuvando, to-
nambucano. Neste momento solemne, confio na
cooperaco deVV. RR.
Com elTeito ainda nao baviam decorrido dez dias,
quando j, sem intervencao de forca alguma, e s
pelo nfimo da palavra divina, os povos. despindo
as armas, tornaram aes sus servicos agrcolas, e
domsticos.
Infelizmente, mais tarde, vieram os partidos as
mos, em novembro de 1848. Mas fugiram os capu-
chinhos do perigo ? Deixaram de pregar a paz ?
Nao evitaram mor effusao de sangue ? Ah esto
uo..emlbS6 o habito da Ordem, sob o nonio de 0s relatorios dos presidentes, testemunhando a
fr Joao Baptista, mofrendo 17 annos depois no j egualdade de seu procedmento em todas as dif
Convento- Henr.que, duque de Joyeuse, e alto po-1 ceis C0Djuncturas.
tentado, que se Tez Capuchinho em 1587, tambem '
depois de ter enviuvado, e innumeraveis outros.
Deixando, porm, regioes longinquas, e tem-
pe* remotos, para que se nos impute falarmos de
oou-as, que nao sejam do nosso paiz, e da nossa
era. o como taes, implicavois, venhamos j di-
rcclamcnte ao que respeita aos Capuchinhos no
M8.
L'sles missionarios no se impuzeram ao imperio.
Desde 1839, em que foram novamente chamados,
o governo que, em vista das sollicitacoes dos
l po*, dos homens bons, e dos povos, ba constan-
temente requerido a vinda delles. Os relatorios
!e todos os ministres da justica (das mais diver-
aai opinies polticas), do imperio, e ltimamente
da Agricultura, tem sido, desde ento, uniformes
<:di reconhecer quanto o Brasil deve a estes Padres,
quanto o imperio interessa em adquirir, e conser-
var a sua coadjuvacao, para os grandes intuitos
. ivllisadores, e religiosos.
i. com effeito, excede a toda a possivel crenca a
nariaca singela, e verdica dos portentosos resul-
tados obtidos pela cruz, hasteada em mo dessa
milicia to diminuta, que o numero de Capuchinhos
derramados por todo o Brasil (boje 43) nunca pas.
,;,Cu de uns 50!
Dous tercos dos actuaes foram destinados ca-
rchese dos ledros, e povos simi-civilsados as
res Prefeitaras de Pernambuco, Babia, e Rio de
Janeiro. Constam os beneficios, que esses uteis
tnunges se devem, nao s dos referidos relatorios
<3e ministros, mas dos de presidentes de provincia,
especialmente de Pernambuco, Bahia, Alagoas,
liar, Matto-Grosso, e Goys.
Deixando justica das outras provincias do im-
perio o expr os servicos devidos aos venerandos
mias iunarios, indiquemos, de corrida, alguns dos
flue hao prestado, netes ltimos tompos, nossa
Ge Pernambuco, que to fervorosamente Ih'os paga
(a nica moeda lisongeira ao coragao de um anos-
tolo a da gralido, e do amor.
Em setembro de 1841, chegava a esta cidade o
frefeilo Padre Mestre Fr. Placido de Messina, com
Fr. Caetano, c mais tres companheiros, tornando a
entrar, no meio das alegras populares, para o an-
t!go Hospicio que, durante a ausencia dos monges,
servir de asylo, ou Roda dos engeitados.
Ainda ento pullulavam as faiscas da mal extrac-
ta guerra civil, que por tantos annos havia assolado
o sul da provincia. O presidente de ento, o Sr.
4Wo de Boa-Vista, hoje Visconde, empenhou-se
apara que o Prefeito Fr. Placido fosse pregar as
natas de Panellas, e Jacuipe, onde fermentavam
os elementos de parciaes, e constantes perturba-
(ves.
Accedeu a isto o Prefeito, com a melhor von-
tade. Seguiu, e aps immensas difflculdades, e
at pencos, conseguiu, mediante a gra^a do Pode*
roso, regenerarar grande parte daquclla gente,
ubmelteu aos poderes do Estado aquelles que em
ias cavernas se conservavam recalcitrantes; res-
tituiu tudo- ordem, fortalecendo as boas espran-
os no espirito dos outr'ora descontentes. Ao re-
r.lher-se, o presidente lhe deu os maiores elogios
oOiciaes.
Ao lempo que isto se passava ao sul da provin-
cia, dous desies missionarios prgavam ao norte,
com maravilhoso resoltado: pois, voz delles,
rasela as familias a honra, o recato, o amor ao
trabalho, desapparecendo successivamente os vi-
cias usuacs do jugo, da amancebia, e da embria-
guez.
Edificaran) muitos cemiterios. Lancaram a 1.*
pedra de muitas egrejas. Restauraram malrizes,
prestes a cair. E tudo isso se fez nicamente
om o ljolo ou o suor do povo.
c
Finalmente, para se avahar o poder dos missio-
narios, basta dizer que Fr. Serafim chegou, com o
auxilio do povo, a abrir um canal, communicando
lc trabalho, que o governo com pouco dispendio
fp> -i ule ter um vasto, e seguro porto na provincia do
.o Grand do Norte. (2)
Pouco depois de se haverem recolhido, para re-
ap o usaren de soas fadigas, eis que a obediencia
destina Fr. Henrique, para irmissionar nos confins
do no de S. Prancisco ; e com effeito missionou,
Bao s l, como ras mais longinquas villas deste
lispado, taes como Ex, Ba-Vista, Joaseiro, San-
ta Rita, Paracat etc. Nessa missao de tres anuos,
Coralisou, e reReneron mais de tres mil familias,
animou o viver laborioso, guerreen os vicios do
jogo, e da embriaguez to communs naquelles lu-
gares, e voltando extenuado para o Hospicio da
l'jnha, deu alma Dens. Com que effuso de
(1) En ortiinem sine prente grnttum, absoue pro-
fwgntore rii/fuium, ac veiut alterum ttelchitriech
ut at apstol**) stne patre, sine matre, sine ge-
ti-alogia admrabtlem I (Bov., Apparat. Aonal. Ca-
fiuc. n. 7.)
(2) E rumpfe aqn notar que, alm de atiende-
ffein os Capuchinhos verdadeira civilisaQao dos
fnvos, que consiste no conheeimento do evangelho,
na perfeta sciencia das leis que Dens nelle nos
pioscreve, tra por costme animar o trabalho,
e at o modo de cultivar as rocas, e as plantas.
JKulatam s Aonaes do Rio de Janeiro (Tono VII
p. 369) terem sido elles os primeiros que ensina-
ram a cultivar o caf.
Era apenas finda a desastrosa guerra civil da
nossa provincia, quando a denoninada lei do censo
agitou outro tormento. Corra o povo, sem instiga-
cao de ninguem, sem guia, s armas, na idea de
que libertava os filhos do capliveiro, (illusao que
ia-se tornando de terrivel alcance,) e j na villa do
Pao d'Alho se contavam reunidas mais de sete mil
pessoas. Lembrou-so o presidente de ento o Sr.
Vctor de Oliveira de chamar Fr. Caetano d laW1
sina, para que cooperasse na suffocaco d'aquelle
rugido revolucionario. Com tanta instancia fallou,
que Fr. Caetano, logo e logo, (eram 5 horasjda tarde)
se poz caminbo e chegando, depois da meia noute
matta de S. Joao, dirigiu a palavra aos piquetes
avancados.ssentinellas, convidando-os a deporera
as armas, e ao mesmo terapo assegurando-lhes, que
a/i do censo no tinha o funesto intuito que a nes-
cia credulidade lhe atlribuia. Ao romper da au-
rora do dia 6 de maio, eslava o nosso Pedro Ere-
mita no meio de mais de seis mil homens, com as
armas em funeral (como signal de paz), e a sua
vos religiosamente obedecida I Tirou-lhes as ar-
mas ; converteu seus preconceitos em verdades
uteis. e poz todos os amotinados mancos como cor-
deiros, fazendo-os carregar paus, pedras e lijlos,
com cujo material restaurou.em 19 dias, duasegre-
jas, a do Bosario e a de Santa Thereza Queimou
armas e fez restituir muilos clavinotes ao arsenal.
Quebrou milhares de ponas de faccas, o reslabele-
ceu no seo da populacao a confianca e a ordem
normal.
To brilhante foi a victoria da palavra divina,
que o presidente louvandoemseu relatorio os capu-
chinhos, arbitrava para Fr. Caetano oito contos de
rk. Achava-se este no interior ; mas nao encon-
trando j o presidente quando rogressou, ofliciou
assembla provincial, agradecendo o testemunhodo
apreco, mas renunciando a quantia.
Aps estes molins, surgiram os da villa de Cim-
bres, onde os indios apresentavam graves indicios
de sublevaco. O presidente, o Sr Ribeiro, disse
a Fr. Caetauo: i Sei que Vossa Paterndade ou-
vido entre os povos desta provincia : por conse-
guinte v era nome de Deus, e do governo, chamar
os Indios ordem. Evite que eu lhe mande 400
soldados de linha I Perigoso era o encargo, pois
as cousas naquelle termo se achavam bastante me-
lindrosas, por circumstancias que nao vem ao nos-
so intento narra-las agora. Entretanto, foi o mi-
sionario, sem hesitar, segundo seu costume. Collo-
cado no meio do povo, tudo alcancou, mediante o
emprego de sua linguagera tosca, mas cheia de
uneco, e asss persuasiva.
Para melhor radicar a harmona, ali permaneceu
70 dias, fazendo trabalhar diariamente 6 7 mil
homens e mulheres !
Levantou, e conclutu a egreja matriz. Edificou
um cemterio. Fez plantar muitos cafezeiros, e ar-
vores fructferas. Apasigou o povo, e seguiu para a
mmensa comarca de Pajeu' de Flores. Sem a
mnima instruejao do governo provincial, reslau-
rou a egreja das Varas (na qual celebramos missa
da Conceic,ao era 1860); reparou o grande acude ;
fez na Laga do Monteiro (provincia da Parahyba,
contigua comarca de Flores) um grande cemite-
rio, e um extraordinario acude (que os vimos com
os nossos olhos naquelle anno) ; augmentou a pe-
quena egreja; chegou depois Ingazeira, lugar ser -
co, onde, approveitando-se de 8 a 9 mil pessoas,
abriu um immenso acude. De l partiu para Afo-
gados, onde acrescentou a egreja, e proseguindo at
Flores, apaziguou os que ainda viviam desavindos,
por causa de poltica; restaurou a matriz, e fundou
um cemterio. Passou a Baixa Verde : fez um to
grande acude, que o povo o denominou Mar de
Hespanha. L o vimos no maior rigor do vero
abastecer de agna a redondeza. A dez leguas de
distancia, em Villa Bella, levantou tambera um ce-
mterio, colhen innomeraveis armas prohibidas,
moralisou o povo, e consolidou a ordem.
Pouco depois de sua sahida da comarca, tal era
o socego della, que a presidencia mandn recolher
capital os fortes descmenlos que l estancia-
vam.
Continuando Fre Caetano sna derrota, surgiu o
cholera no centro da provincia. Foi elle misslonar
na povoacao de Papacaca (hoje villa de Bom Con-
selho), onde a soltura dos costomes pornpeava im-
pune. All occorreu ao virtuoso Padre estabelecer
um collegio para orphaas desvalidas, pensamento
que o povo accolheu com enthusiasmo, e logo (oi
erguido, sob a direccao de Fr. Caetano, um edificio
immenso, capaz de conter commodamente 400 me-
ninas, urna egreja de 150 palmos de comprido e 44
de largura (alm de outra egreja matriz que prin-
cipiou na parte opposta onde eslava collocada a
antiga povoaco) fazendo no pateo da dita egreja
14 casas terreas, para servirem de patrimonio ao
dito collegio. Formou duas aulas, urna para meni-
nas internas, outras para as externas.
Tamanho interesse se desenvolveu no povo, qoe
de JO a 30 leguas do Rio de S. Francisco, vinham
ajudar o apostlo, dar-lbe seus dinheires, e bracos
Trabalhou seis mezes continuados, sempre com mi-
lhares de pessoas: encanou as aguas de urna mon-
tanha, e levon os aqueductos praca da povoacao
antiga, e ao centro do collegio. Fez doos acudes,
e estabeleceu duas fazendas, com 300 vaccas, que
lhe dea o povo, para applicar ao patrimonio do
collegio do Bom Conselho.
Sabiu finalmente de Papacaca o jnaligavcl Fr.
Caetano. (Miando no collegio 120 meninas inter-
nas, exercitando se, instruindo-se, aaelhorando-se,
preparndose para serem, em summa, rivisadas,
e cooperadoras da ci\ilisacjao. Para tudo isto, na-
da do governo recebeu o monje ; sendo todava
certo que, apenas expez o que havia feito em Pa-
pacaca ao governo provincial, arbitrou este, me-
diante a approvacao da nossa assembla, 1:300000
para auxiliar as despezas das orphas do collegio,
e compensar as professoras.
Aps alguns mezes de repouso, voltou para as
misses: fra difflcll relatar os bons fructos reco-
dados por toda a parte.
Na villa de Iguarass, alm de edificar as fami-
lias, e adocar os costuraos, levantou com auxilio
do povo, a grande parede do amigo Recolhiraento
de Mocas e Freirs.
A mesma fortuna coube a cidade de Goianna.
Havia ali um Recolhimento de mulheres consagra-
das a piedade, e a trabalhos uteis, como aeducacao
de meninas, etc. Alera da egreja em mu estado,
havia pequeas casas terreas, arruinadas, hmidas,
e insalubres, as quaes viviam as pobres recolhidas.
Fr. Caetano fez os necessanos reparos na egreja, e
levantou um edificio assobradado, repartido em
celias coramodas. Augmentou o numero das re-
colhidas, e proraoveu logo os meios de sustenta-las.
Para este flm instituio urna associacao de protecto-
ras, coraposta de senhoras caridosas, que contri-
bnem mensalmente com o seu bolo.
Estes verdadeiros beneficios (accresceata um
amigo nosso daquella cidade, a quem devemos es-
las informacees) nao so os nicos que fazem lera-
brado em Goianna o nome de Fr. Caetano. Outros
de ordem no menos superior o recommendam gra-
lido daquelle heroico povo : inimigos rancorosos se
abracaram; concubinatos inveterados, convcrleram-
seemcasaesfelizes; o sent ment religioso reviven
admiravelmente ali, como novas praticas o attes-
tam I Abencoadas misses de Goianna !
O mesmo na cidade de Nazareth, onde, sobre
construir um cemterio de pedra, e cal, com 300
palmos em quadro, collocou em frente delle a no-
va, e bellissima egreja de S. Sebastio.
O mesmo na povoaco da Vicencia : ahi apromp-
tou a egreja de Sant'Aooa com todos os pertences,
e alfaias de urna paroebia, e construio por eguai
um cemterio grandioso.
Estando o conselheiro Manoel Felisardo de Sou-
za e Mello para entregar a presidencia ao conse-
lheiro Jos Antonio Saraiva, machinou-se de im-
proviso, por motivos extranhos poltica, na po-
voaeu da freguezia da Luz, prxima desta capital,
desordem seria, com araeaca de morticinio a todos os
propretarios das cercanas. Correu o subdelegado
a esta cidade a requisitar forca, qoe no, pode al-
cancar emquanto os amotinados cresciam em nu-
mero, e audacia. Os propretarios, athemorisados,
esperavam a cada instante ser accommettidos,
quando o incansavel Fr. Caetano, mediado a emi-
neneia do perigo, no tropidou, a pedido do presi- f
dente, era ir collocar-se no meio da populacao da
Luz, com tanta felicdade qne, ainda urna vez ap-
placou um terrivel incendio I A' pedido ainda do
presidente, e do chefe de polica, demorou-se um
mez naquelle lugar, encaminhando a actividade do
povo a mais uteis commettimentos, fazendo-o, se
bera nos recordamos, fundar por esses dias um
grande agudo na freguezia da Gloria, retirndose
depois, deixando todos na melhor paz e tranquiili-;
dadet (3)
Fr. Caetano, quando visitador do bispado de Per-
nambuco, chrismou mais de 47 mil pessoas, dis-1
solveu innmeros concubinatos, deu mais de tres
rail dispensas matrimoniaes, e applicou todos os
seus emolumentos ( nao poucos coato de res ) u
obra da matriz de S. Jos desta cidade.
E quaotas paginas nao encheriamos, se a estes
relevantes servicos de Fr. Caetano de Messina,!
houvessemos a especificacao de oulros no menos
relevantes, prestados nesta diocese por seus com-
panheiros. Fr. Placido, Fr. Sebasto (de saudosa
memoria ) Fr. Eusebio, Fr. Henrique, Fr. Serafim,
e Fr. Egydio ? E quede cousas admiraveis, e pro-
digiosas no diramos a respeito de outros tres ca-
puchinhos, notaveis por seu saber, e virtudes, cha-
mados Fr. Pedro, Fr. Vidal, e Fr. Angelo Mauricio
de Niza? O primeiro missionou tres annos nos'
sertoes de Pernambuco, e Cear pelos annos de
1772, deixando naquellas paragens tradieces de
um verdadeiro santo, por sua vida anglica. O se-;
gundo, no menos austero em costumes, e zelo
apostlico, falleceu nesta cidade pelos annos de 201
a 21, tendo-se recolhido de suas pregagoes, e ca i
Ihecheses de indios : o terceiro finalmente, egual
aos precedentes em dedicaco causa da bumanida-
de, e da religiao, era-lhes superior na sciencia ec- \
clesiastca, podendo considera-lo um assombroso
theologo. Fallecendo na povoacao de Baixa-Verde, i
comarca de Flores, a 9 de fevereiro de 1824, a sua
morte foi considerada urna calamidade publica por:
toda aquella populacao, que o pranteon como se
perder o pae extremoso Deixou muitos sormoes \
esenptos sobre diversos assumptos religiosos, al-1
guns dos quaes lemos, e nao sabemos qne mais ad-'
mirassemos, se a erudiccao do raonge, ou se a cor-
receo cora que logrou escrever o portugnez Nes-'
las pitucas liabas pagamos a Pr. Angelo a muita
amzade que por vinle e quatro annos o ligou ao'
nosso muito estimado pae, que nunca fala em seu
nome sem enternecer-se : alm disto, Fr. Angelo
foi o Padre que nos regenerou as aguas do bap-'
tismo; no era possivel que nos o esqaecessemos,
fallando dos mritos sublimados de outros capu-
chinhos.
Era natural que, escrevendo neste lugar, reja-
tassemos com mais amplido o de que todos nos, e
nossos comprovincianos temos sido occulares teste-
munhas no tocante s provincias que este bispado
abrange. Todava, para que mais doutas peanas
desenvolvam estes dados, aponamos, per summa
capita, o que em outras provincias se ha passado.
Bahia : Os missionarios dessa Prefeitura tem
servido poderosamente no s aos civilisados de
(3) A imprensa pernambucana foi sempre un-
nime em reconhecer os incoraparaveis servicos dos
Capuchinhos, e particularmente de Fr. Caetano.
Era outras provincias tm esses servicos repercu-
tido. Eis aqn um artigo que ha pouco lemos:
t Nao so deve a Kr. Caetano a edificacio das
egrejas matrizes da villa do Buque, comarca de
Garanhuns, em Pernambuco, e bem assim de um
grande acjide ? Nao se deve a outros Capucbiuhos
a edificacao da magnifica, e bella matriz de Carua-
rii ? Nao se deve a Fr. Serafim de Cataoia a cons-
trueco da portentosa egreja que est a concluir-se
na povoacao de Pedras de Fogo ? No se deve a
Fr. Caetano de Messina o grandioso'acude, qoe me-
diante o auxilio do povo, construio na freguezia da
Glora, a 10 leguas do Recife? Quem peder re-
lataros importantes servicos do Fr. Egydio?
Ens accrescentaremos, qne Fr. Serafim, alm
desta obra que tem era mos em Pedras de Fogo,
levantou tambem urna bella egreja na povoacao de
S. Jos, termo de Ingazeira, assim como o grande
cemterio que existe naquella villa; accrescentare-
mos emflm que Fr. Egydio, antes de vir para esta
provincia, prestou immensos, e arduos servicos a
religio na provincia do Para. E sao inoteis esses
homens ?
No reprodujimos neste lagar o trecho do exced-
iente discurso do Sr. deputado Dr. Jos Antonio de
Figueiredo, porque j foi transcripto neste Diarto.
O Sr. Dr. Figueiredo e nao menos o Sr. deputado
Junqueira se fazem dignos das heneaos da patria
pelos brilhantes arrazoados que pronriram na C-
mara em resposta ao Sr. Pedro Lutz I
tao vasta, e piedosa provincia, como a milheros
de Indios, por elles chamados, e educados no amor
[ da religiao, edo trabalho. Nos relatorios presi-
denciaes encontram-.*e honrosas mensdes de serae-
lhantes beneficios. E se aqu citassemos os louvo-
res aos missionarios, tecidos era suas pastoraes pelo
sabio, e venerando arcebispo da Bahia o fallecido
Sr. D. Romualdo, de saudosa memoria, conhecer-
se-bia quanto as nossas palavras ficam anda a
quem dos factos.
Sergipe: Nao foi nm missionario capuchnco
Fr. Candido de Taggia, que edificou um hospicio,
e juntamente urna egreja t E quem descrever os
impagaveis servicos, que essa provincia deve ao
Vico-Prefeito Fr. Paulo, e a Fr. David ? o numero
de egrejas, e cemiterios por elles construidos ? os
casaraentos devidos a seus esforcos f .
Maranhao : Desde o anno de 1842, noticiava o
presidente ao Governo que os trabalhos apostlicos
de Fr. Pedro Maria de Bl, e de Fr. Dorotho, ti-
nham naquella provincia servido de grande conso-
laco aos fiis atormentados pelos horrores da anar-
chia, tendoos Padres capuchinhos sido com a maior
vantagem empregados nos logares, onde a rebel"
I lio linha estado mais feroz, como em Caxias, e
j em Passagem Franca, onde os rebeldes declararan)
qne no se apreseutavam, se nao aos seus padres
1 missionarios I
Matto Grosso : Ahi o Padre Mestre Fr. Mananno
de Banhaia, formou urna aldeia de quasi mil In-
. dios Ricinaes, por elle cathequisados, o civilisados,
, no districto de Albuquerque, no curto espaco de 7
annos. Os seus servicos admiraveis testemunha-
os a cidade de Miranda e tambem a hoje impor-
tante cidade do Bom Conselho, comecada a edificar
pelos missionarios Fr. Marianno, e Fr. Angelo.
Goyax : Eis o que ainda pouco ha nos dizia um
cavalieiro que presidio aquella provincia.c No
posso deixar de acoimar de ingratos os que se es-
| quecera dos servicos que os missionarios capuchi-
nhos tem prestado ao nosso paiz I Sirva de
exemplo Fr. Francisco de S. Vito, na provincia de
Goyaz. Este missionario nao s tem chamado ci-
vilisaco, e ao gremio da religio chrisla inn-
mero gentio, como lera sido em Goyaz o mais pos-
sante auxiliar do Governo. Fundou dfferentes
villas, aldeas, e agrande cidade da Boa-Vista so-
bre o rie Tocantins ( onde reuni e civlisou mais
de dous mil selvagens, agora bons cidados), e tem
protegido tanto a estas, como aos presidios milita-
res, contra as facillimas invases* dos Indios, a tal
pouto que a no ser a sua intervengo, pode-se as-
severar que anda hoje seria imp raticsrvel viajar
pelo norte da provincia. No em tan to, que inte-
resse move este Padre, e como tem sido recompon -
sada lauta abnegaco, coragem, e f t Com impro-
perios de tribunas I
Sao Paulo : Eguaes beoeficios derramou nessa
proviaciao finado Padre Mestre Fr. Pacifico, for-
mando a aldeia de indgenas, chamado S. Joao Bap.
tista.
Paran : Trabalhando com egual proveito para
o paiz, e para a civilisaco, l est o padre mestre
Fr. Timotheo, na aldeia indgena de S. Pedro d'AI-
cantara, onde opera com grande fructo, e com gran-
de satisfacao do governo, que nao cessa de elogiar.
Quera nao conbece tambora o missionario Fr. Doro-
tho de Castello-Novo, que actualmente lula no Pa-
ran, com mais de 1200 coroados ? Nao constru u
Fr. Mathas, em Castro, um grande hospital e
egreja ?
Espirito Santo: Foram Capuchin los, foi Fr. Pau-
lo, quem ha pouco terrainou a egreja matriz d'Ita-
pemerim. A linda egreja de Queimadas foi er-
guida por Gregorio del'Bene.
Rio de Janeiro : Vive ainda na aldeia da Pedra
o padre-mestre Fr. Florido, um dos missionarios
que moraram na Glora, c em Santo Antonio dos
Pobres. Quando para ali se transportou, s achou
Indios selvagens. Comecou a catechisa-los, ins-
trn-los, costuma-los ao trabalho. Obedecern), e
o lugar comecou a povoar-se. Fabricou-lhes urna
egreja de S. Bernardo, de Leooissa, e agora urna
aldeia assaz numerosa de cidados uteis.
O mesmo fizeram outros missionarios em S.Fi-
delis, onde existe urna egreja, que pasea por urna
das mais bonitas do Brasil, toda levantada pelos
missionarios Capuchuinhos ; foram elles os enge-
nheiros, pedreiros, pintores, etc.
Minas : Um amigo nosso acabava de Ier esta
dscussao da cmara, e assombrado de encontrar
urna phrase proferida por alguem que attribue a
Capuennhos horrores praticados em sua provin-
cia (a de Minas), escrevia-nos o seguinte :
Acabo de viajar por grande parte della, ao
menos pelos principaes theatros das misses dos
Capuchinhos : admirei, cheio de gralido, os be-
neficios que estes bons Padres tm derramado por
aquellas paragens : cemiterios, capcllas, egrejas,
tudo isso sao monumentos, que geralmenie provo-
cara incessantes louvores aos Capuchinhos, j no
faltando nos immensos elTetos moraes de suas mis-
ses, coreadas sempre dos mais felizes resultados,
no que respeita edificacao do povo.
e Em liberaba, cidade importante, e Ilustrada, vi,
visitei, estudei um magnifico hospital ou Santa Ca-
sa da Misericordia, que alm de um cemterio im-
menso, ali est construndo Fr. Eugenio, homem
lo austero em costumes, como nos hbitos de tra-
balho, e aquem o povo qualifica de santo, e de pro-
tector dos desgranados. A poltica, os interesses
de certa parcialdade, que nada tem de commum
com os sentimentos, e actos meritorios de Fr. Eu-
genio, hao procurado desgosta-lo, e at expulsa-lo
da trra ; mas no tra podido levar ao cabo os
seus tramas, porque receiam urna universal explo-
sao do povo em favor do virtuoso missionario.
O mesmo esto fazendo muitos religiosos mais,
as diversas provincias, para onde foram destina-
dos, tanto assim que os presidentes em seus rela-
torios, os bisos em suas cartas, e pastoraes, exal-
tando os servicos dos missionarios, os tem muitas
vezes pedido, quer ao governo imperial, quer sa-
grada Congregaco de propaganda fulenao s
para emprega-los na civilisaco dos Indios, senao
tambem para missionar, e moralisar os civilisados,
e at para ensinar nos seminarios, o que raostra o
conceilo em que estes monges tm sempre sido ti-
dos I Ah Se algum voltio missionario se tem en-
colbido, ou tem sentido estriar seu antigo zelo, de-
ve-se isto (cumpre bradar bem alto I) ao impolti-
co despreso da civilisaco dos indgenas, insigni-
ficante proteefao, e coadjuvacao, que em nossos
dias se applcaa lo til assumpto.
Corte : Por exigencias do nosso proprio gover-
no, est no Bio de Janeiro o Prefeito geral da Or-
dem no Brasil, o qual no tem comsigo mais que
tres companheiros, pois toda a restante milicia an-
da desserainada pelas provincias, e pelos sertes.
Tendo tomado despresada, e desmoronada a
egreja de S. Sebastio, do Morro do Castello, Fr.
Caetano, e seus companheiros presidirn) sua
restauraco, sendo boje um dos" mais importantes
templos da cidade. (4)
(4) Nao s nesta discusso parlamentar foi dito
que os Capuchinhos cuslavam caro ao Estado, e
manifestavam tendencias invasoras da proprieda-
de, mas um collega do Sr. Pedro Luz me infor-
ma, que S. S. approvetou a opportunida'de (?) da
dscussao do ornamento dos negocios estrangeiros
para voltar carga cora estas arguteoes. Percor-
rendo, porm, as folhas da corte, viadas por este
paquete, leio no Jornal do Commereio, e no lugar
Na calamitosa poca do cholera, procuraido o cer em Mn reDt a$-n0|M
verno ere Aftiastirnii.nir* governo ecclesiastcospara os hospttaes de cbole
ricos, e ilha do Bom Jess, os Capnchinhos (Imi-
tando alias o procedmento dos seos compMheiros
desta provincia, da Bahia, e de Sergipe) decUram-
que todos estavam promptos para prestar os ser-
vicos que delles se exigissem, nos pontos onde
maior fosse o perigo. Sendo-lhes aceito o offere-
cimenlo, foi admirado o seu porte em todos aquel-
les hospilaes.
Elles s apressam a irem tnissionar em qual-
quer lugar do bispado atnde os chamera as exi-
gencias da religio, e do Estado. Exercem todos
os misteres do sacerdocio, com assiduidade exem-
piar, parecende impossivel, que quatro homens
possam assim despartir-se por to multplices en-
cargos. Pregara, na sua egreja, em todos os do
mingos, e dias santificados. Appresentam-se to-
das as manhas no confessionario. Ensinam a
doutrina. Finalmente (odas as obras de miseri-
cordia lhes sao familiares. Esses borneas cobertos
de estameohas, descalcos, sem luxo, nem vaidade,
so apostlos.
Vale cada um delles por cem ralladores de pra-
cast
Joaqlim Pinto de Campos.
(Continuar-se-ha.)
As Antilhas francezas em 1863.
Curioso e tocante e o espectculo da vida celo-
nial em algumas dessas poucas possessoes d'alem-
mar que ainda pertencem Franca, e qne quasi
sempre por ella so tratadas com injusto desprezo.
No preciso ser um grande economista para ad-
vinhar que, sem exaggerar a importancia dasilhas
acerca das quaes desojaramos reunir aqui alguns
apontamentos, convem dar-se-lhes mais importan-
cia do que aquella que presentemen ie leero, ainda
quando para isto s actuasse no nosso espirito a
indestructivel e profunda affoieo que as liga
raetropole. Como o filho que a me sent estreme-
competente, que este discurso (cava reservado pa-
ra ulterior publieaco. Impossibilitado portanto
de appreciar lateralmente eslas accusaees, apres-
samo-nos com tudo a, desde j, repelli-las in li-
mine.
Despezas com os Capuchinhos. O numero total
dos que vieram casta do governo, desde 1839
1834 (foram os ltimos chegados) pode calcular-so
em sessenta individuos; os outros, existentes nes-
se intervallo, nada custaram ao governo. mas so-
mente aos Hospicios de Pernambuco, e Bahia.
Ora, sabido que quando o governo imperial ti-
nha por uso mandar vir sempre estes Padres em
barcos de vela ; e, vista do (ralamento que re-
cebiam, e da insignificancia que em Roma se lhes
dava, cada viajen) de missionario nao pode ter
custado SOOiJOOO ; portanto, entre todos, o mxi-
mum ser de trinta contos I
Quanto despeza feita, com a sua manulenco
no paiz, poucas so. Nem no Hospicio de PernaW
buco, nem da Babia, recebe um ceitil do governo
O da corte tambem nada recebeu at 1836 ; desde
ento se lhes d o Potos de... 1005000 mensaes,
mas com obrigaco de costearen) o guisamento da
egreja de S. Sebastio, estando portanto aquella
quantia longe de chegar para o azeite do templo, e
o sachrsto I Desla forma, longe de dispender o
governo com os Capuchinhos, especula com elles,
poupaodo ao menos meia duzia de contos de res,
que lhe custanam todos os gastos do culto, na
egreja de S. Sebastio I
E o governo ouve contestar tudo isto no parla-
mento, e no d urna s palavra I
As despezas, feitas para transportar os missio-
narios de um para ouiro lugar, dentro do imperio,
e as da cathechese, constara dos lvros das respec-
tivas repartieses, l'odem consulta-Ios, e conven-
cer-se-ho da sua insignificancia proporcional-
mente.
Invases dos Capuchinhos. Antes de passar avan-
te, diremos que a egreja de S. Sebastiao, e terreno
adjacente, tudo foi entregue aos missionarios, co-
mo dito fica, medido, e demarcado, e com declara-
C o de que ludo ficava conservando a sua natureza
de inalienacel propriedade nacional.
E' verdade que os monges reedificaram, desde
os alicerces, accrescentaram e embellezaram o tem-
plo, e para_ isso concorreu o governo com urna
quantia (no temos certeza, mas pensamos queesse
auxilio oreara por cincoenta contos). Nao se faria
cortamente com o triplo lo momentosa obra, entre-
gue direccao do Estado; mas Fr. Caetano, por
seu zelo, e incansavel actividade, e com o auxilio
das esmolas dos particulares, ergueu rpida e bri-
Ihantemenle das suas ruinas a egreja onde descan-
sa Estado de S. Ora, como tal egreja, como pro-
pro nacional, no dos missionarios, mas do go-
verno, segue-se que anda nesta construcco o go-
verno fez urna eeculaco magnifica, incumbindo
a aos missionarios" I
Quanto ao terreno contiguo ao hospicio, na corte,
interesses particulares, que aspiravam a usurpa-
Ces, arvoraram-se em victimas, e fizeram gemer
os prelos, imputando antes essas invases aos mo-
dernos parias, (os capuchinhos-l) J de aotemo fi-
cava demonstrada a estulticia da acensaran de que-
rerem os frades Ocar dones de chao albeio,
quando os frades nao sao donos de cousa algu-
ma porm, para evidenciar o fundamento das
calumniosas accusaees, temos mo um relatorio,
que por canal authentico, e voz aulorisada, decide
a questo, e qualifica quem foram os invasores e
os invadidos; mostrando que os capuchinhos, longe
de haverem tentado oceupar terrenos alheios, dei-
xapra para uso do pavo grande parte dos que lhes
foram pelo governo concedidos.
Releguemos para esta' nota alguns apontamentos
histricos, que mais desenvolvdamente podem ser
lidos em varias obras, e tambora na recentissima
do elegante e erudito escriptor, Sr. Dr. Joaquim
Manoel de Macedo, intitulada I ni Passeio.
Com quanto os missionarios capuchinhos france-
zes viessem para o liio de Janeiro, no meado do se-
culo XVII, a prefeitura s foi erigida em 1738, isto
, dezoilo depois que Fr. Antonio de Perusia e Fr.
Jeronymo u Monte-Real, viudo da Italia para a
missao de S. Thom. ali arribaran).
Accommodaram-se na egreja do Bon-Jesus, ou
Hospicio dos Terceiros; mas como pouco depois
fosse a egreja comprada pela irmandade de homens
pardos, os capuchinhos sahiram.
Deu-lhes o bispo a capella da Senhora do Des-
terro (ora convento de Santa Thereza), e a casa
annexa, que lhes serviu de hospicio, at 1739.
Como porm estivesse tudo mu damnificado,
offereceu-se-lhs a egreja, e casa de Nossa Senhora
da Ajuda, por urna resolucao real, de 9 de abril de
1738, mas os padres renuncia rara a merc, para
no serem expulsas as religiosas.
Voltaram, pois, para o primeiro hospicio, de Nos-
sa Senhora da Concedi, fabricado pelos missiona-
rios capuchinhos francezes, em 1668, mas nao se
poderam l conservar, por ter o bispo D. Francisco
de S. Jeronymo levantado ali o seu paco.
Mandou entao el-rei JJ. Joao V edificar um hos-
picio, com a invoeacSo de Nossa Sennora da Olivei-
ra (hoje quartel de permanentes) com a sua cerca,
sito na ra, que oestes frades lomou o nome de
Barbnos.
Ahi permanecern), at a viada da familia real,
em 1808, quando aquella casa foi entregue aos re-
ligiosos do Carino, passando os missionarios capu-
chinhos para a egreja de Nossa Senhora da Gloria.
A irmandade dessa egreja no se deu bem com
os frades, os quaes foram mandados habitar na de
Sanio Antonio dos. Pobres, que o Sr. D. Pedro 1
mandou reparar, casta do thesouro nacional.
D'ali se retiraran), uns para a Europa, qutros
para as aldeas, prestando os valiosos servicos, que
adianto mencionaremos.
Corra o anno de 1840, quando S. M. o Impera-
dor, recordando-se do muito que o paiz, anterior-
mente independencia devera aos missionarios ca-
puchiohos, resotveu manda-Ios novamente chamar,
para consiituirem urna prefeitura central, e d'aqui
sahirem para cathechisar os Indios, onde o governo
indcasse.
Veiu, pois, o padre-mestre Fr. Fdelis de Monte-
sano, com cinco religiosos, que foram morar no
viven da mesma vida da me-patria, so o seu re-
flexo : em neobuma parte os nossos trlurcphos
so mais sinceramente acclamados, os nossos infor-
tunios mais ardentemente sentidos, e, longe de en-
fraqnecer com o lempo, a lembranca de urna com-
mum origem parece tornarse de anno em anno
mais vivaz. No tudo : prescindndo de consi-
deraces patriolcas que pouco influem em cerlos
espirites, as Antilhas francezas offerecem um cam-
po vasto a estudos de interesse inteiramenle espe-
cial. Este rico archipelago, onde fluctan) os pa-
vilhes de todas as.nacoes marilimas da Europa,
franqueia aos diversos systemas de rolonsaco
presentemente postos em pratica um theatro sobre
o qual podaran) ser mais convenientemente compa-
rados. N'uma poca em qne, gracas ao progresso
da ciencia econmica, todas as doutrinas coloniaes
estao em va de metamorphos, esta comparaco
nao sena inopportuna, e-0 resollado, como se re
ver, nos vantajoso.
I
Ir ilhas.'... era outr'ora a expresso usada e
Deus sabe o mundo fantstico que os nossos ante-
passados a si figuravam no flm da viagem. O pa-
cifico mercador do velhoPars, que dofundo do seu
armazem via os ricos productos d alem-mar cobrr
rera sa suas pralcleiras afumadas,no pensava, sem
terror talvez secretamente misturado de oveja, as
extraordinarias narracoes que circulavam acerca
desses paizes longinquos : era o perigo racessante-
meota. afrontado, as maravilhas de regies incg-
nitas, a furtana para quem triumphasse deslas pro-
vas; era cima de tudo a fastosa existencia no
seio da qual o agricultor crioulo apparesia como o
here de um canto de fadas. Ento o luxo das
colonias no linha limites ; para ellas, a metropo-
le tecia os seas mais preciosos eslofos, snzelava a?
suas mais delicadas joias, e na pequea cidade de
S. Pedro da Martinica, alcunhada VKris das An-
tilhas, a opulencia egualava prodigalidade. Esta
brilhante aureola tem extraordinariamente empal-
idecido. O vapor supprimiu tanlo o prestigio da
distancia, que essa terrivel viagem, cujo prologo
obrigatario era um testamento,hoje nopassadeum
passeio de 12 dias ao vero, e de 13 noinrerne. Nao
se vae mais bascar fortuna as ilhas,t quanto a inve-
jar-se a sorte dos colonos, o que curtamente nao
lerabra a ninguem. Pobres Ibas I enaltado era
ellas so actualmente menos fecundasen promes-
sas futuras, nem eslo menos ricamente oroadas
da sua perpetua verdura do que nos mais bellos
dias do seclo passado. Ainda prestam-se a fazer.
quando o quizerraos afincadamente, a fortuna de
quem sorte dellas unir a sua fomos nos quem
mudamos, nao ellas, e somos mais que injustos em
torna-las responsaveis dos infortunios econmicos
de que ais constituimos voluntariamente victimas.
E* Ma culpa se, depois de t-las fechado por dous
seculos as quemes estufas da proteceo, expuze-
rao-las arrebatadamente ao ar, limitando-nos a dar-
Ibes por medico urna emigraco custosa, um cr-
dito territorial quasi Ilusorio, ou a tomar outra
qualquer medida incompleta ? Enlo, quando a
cada novo tpico os lamentos recomecavam, con-
cluia-se que o queixar-se proprio da nature-
za crioula, e cessavam as inqnietaeocs a tal respei-
to. Alm de que, aos olhos de quantas pessoas es-
sas duas ilhotas nada mais sao que um insignifi-
cante reino de Baratara, onde se contina a fabri-
car habitualmente um assucar que a metropole
compra quasi por caridade ? Quanto a mim, nel-
las vejo, depois de tres annos de vida colonial, dous
deparlamcntos chamados a figurar entre os mais
ricos territorios da Franja. Para conseguirse isto,
basta reachar em condicoes normaes de liberdade
industrial o desenvolvimento que ellas outr'ora de-
veram s facticias vantagens de nm rgimen abo-
lido.
Anda mesmo que o viajante esteja muito embo-
tado acerca das magnificencias da natureza tropi-
cal, torna-se-lhc difficil ser indifferente grandeza
do espectculo que se offerece a seus olhos chegan-
do bahia de S. Pedro da Martinica. Os terrenos
da bahia de aples nao teem linhas mais harmo-
niosamente distribuidas; as montanhas que domi-
nan) o Rio de Janeiro nao sao nem mais acantila-
das, nem matizadas de vegetaco mais luxurianie.
O azul do mar tem a inalteravel e Moa transpa-
rencia dos grandes fundos. A curva da praia des-
via-se suavemente entre a pona de Carbol e a do
Pregador, e atraz estende-se a cidade, que assigna-
la ao longe o amontoamento de lelhados vermelhos
das suas casas.
A' direita, arrimado gigantesca muralha de
verdura que forma um cinto no inlerrompido de
morral labiados perpendicularmenle, o estrello m-
Iho de ras assim clausuradas, segu primeiro o
wrruito do lilloral para alargarse pela extrema es-
mierda escalando as colimas chamadas do Forle-
Velho. cima desie primeiro plano abre-se a pers-
nectiva de vastas plantaces sobre as quaes a can-
ha estende o seu manto, cujo verde paludo e apra-
zivel nao se parece com nenhura outro. Mais alto
aiflua, dominando a immensidade desta paizaeem
a qual o hprisohte sem limites domar o unic
que pode ierrir de moldura, a Montanha-Pelbd*
eleva orgolhosameMe para o cea o seu cume trian-
gular coroado de aavens.
No mundo ha poneos panoramas lo bellos, tan-
to pelo aspecto grandioso desta natureza quanto pe-
la impressao de riqueza, de que ella penetra o es-
pectador. Apenas se est em ierra, apenas se tem
posto o pe na praja Berln, onde vae ter todo o roo-
vimento da ilha, que urna mudanca de adorno im-
prevista torna o recem-vindo o ludibrio de urna
singular allucinaco. Todo o mondo coatece no
Louvre a curiosa collecco dos portos da Franca
pintada, no meiado do secuto passado, por Jos
Vernet: parece, vista da praca Bertin, que so-
mos transportados a um desses portee, e que o
mesmo quadro j se offerecera na mesma praca,
ha cem annos, ao viajante europeu. Em luoar dos
extensos clippers de duas e tres mil toneladas que
assignalam presentemente os centros de commer-
eio martimo, veemse alinhados na praia, ao alcan-
ce de um tiro de pistola, vinte e cinco ou trinta na-
vios de formas antiquadas, dos quaes os maiores
nao chegam a ser de quinbentas toneladas. Para
elles, o lempo nao tem valor; ali esperam, um ou
dous mezes se-, fpr preciso, ama carga qae lhes se-
ra levada, barrica por barrica, sobre ncommodo-.
barcos chatos.
Em Ierra nao ha nem trapiches, nem caes, nem
molties que os substluam. Todava o trabalho fai-
se no meio do tumulto ensurdeceote cujo segredo
possuido pelos negros, porque elles sao os primei-
ros que despertam a curiosidade de viajante, tujas
bagagens disputam.
Quasi todos trazero as costas signaes das chi-
cotadas que soffreram, dina um escriptor do secu-
to XVII, o padre Labal (1) isto excita a eompai-
xao daquelles que nao esto acostumados mas
afazem se em pouco lempo.
(Continuar-se-ha.)
(1) O padre Labal, dominico, puhliceu urna re
lacio muito extensa da sua assistencia as Anti-
lhas, de 1693 a 1704. Ao passo qoe pouco co-
nhecido na Franca, as ilhas, ha cento e cincoenta
annos, o seu nome anda em todas as boceas, al
mesmo as dos menos instruidos. Para os velhos
colonos, o seu iivro o cdigo eterno da fabnca-
cao assucareira; outros nelle veroum verdadeiro
nobiliario que fazia do espiritual viajante urna es-
pecie d Hozier crioulo; finalmente, para o povo o
sobretude para os negros, o reverendo padre pas-
sou ao estado de legenda. O qne certo que a
obra do padre Labal ainda a melhor que possni-
meslero de S. Benlo interinamente : sendo-lhes j mos acerca das nossas colonias das Antilhas
dada a escolha de varas egrejas, Fr. Fdelis prefe- (2) Essa classificacao era representada, ,
riu a mais incommoda, pobre e arruinada, a de S. [que muilo arbitrariamente, da msneira seguinte
Sebastiao, do morro do Ustello, permittindo-o as-10 branco tinha 128 partes de san- e 0 de sangno
posto
gue branco
sm a Providencia, para que no abatesse, antes se
reerguesse um monumento histrico e religioso. O poban
Ero 1842, o governo entregou. pois, a Fr. Fdelis O quarteiro
a egreja, e o terreno adjacente, medido e demarca- O mestico
do, como consta da planta topographica lavrada O mulato
peto tenenle-coronel deengenbeiros Domingos Mon- O cabra
teiro oa* com a condicao de que, em lempo ne- O grifo
nhum, 0S ditos missionarios se podessem considerar O negro
demos do qne o governo acabava de lhes entre- I _____________ ____
fW> -* I PERNAMBUCOTTP. 1>B JL F. F.
120 c 8
112 c 16
96 f 32
64 64
32 C 98
16 0 c 5
negro.
ra_0
i


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