Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10387


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Full Text
* V
i
/
ANUO II. HOMERO 131.
Ptr (res mezes adiantados 5$O00
Ptr (res mezas veicidos i. 6JO00
Pw te ao correio pr tres meies. 0750
wt%mm
OTTA FERA 9 0 JflflO 164.
Por MM adiantado. .... 191000
Porte ao correio por um anuo. 3$000
DIARIO DE PERNAMBUCO.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr". Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr.A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Pw, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jronymo da Costa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO SUL.
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Das; Babia, o
rr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
riera Martins & Gasparino.
HPBEMERIDKS DO MEZ DB JIMIO.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Oiinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Antao, Grvala, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'AIho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Eiu' as quartas feiras.
Serinhaem, RiqFbrmoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Prta e Piraenteiras as quintas feiras.1
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir .
navio. I Pnmeira as 7 horas e 42 minutos da manbaa
Todos os estafetas partea ao Vi dia. | Segunda as 8 horas a 6 minutos da tarde.
4 Loa nova as 9 h., 20 m. a 20 s. da m.
12 Quarto cresc. as 9 h., 27 m. e 26 s. da m.
19 La cheia as 8 h., 34 m, 20 s. da t
26 Quarto ming. as 11 h., 53 m. e 3 s. da m.
PRBAMAR DE HOJB.
PARfflDA DOS VAPORES C0STEIR03.
Fara o tul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
lu^li? h 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
as ii dos mezes dejan, marc., maio, tul, set enov.
_ t PARTIDA DOS MNIBUS.
ua Recie : do Apipucos s 6 V, 7, 7^8e
7 7* m-! de 0linda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6'/, da m.; do Caxang e Vanea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
AUDrSNCIA DOS TRBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas a quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 hars.
Dito de orphaos: tercas a sextas s 10 horas.
_ *.'-#' V* e da tarde; para Oiinda as 7da[ Ain *^
maahaa e 4 Vi da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
da.
2LSlra Cacnang e Varzea s 4 Vi da tarde: para Segunda vara do civel: quartas a sabbados a 1 hora
I Be moca s 4 da urde. | da tarde
DAS DA SEMANA.
6. Segunda. S. Norberto b.; S. Enstorgh) b.
7. Ter^a. S. Roberto ab.; S. Licario diac. m.
8. Quarta. S. Maximiano ab.; S. Gildardo b.
9. Quinta. S. Pelagia v.; S. Primo m.
10. Sexta. S. Margarida r.; S. Gelulio m.
ll. Sabbado. S. Barnabcap.; S. Flix m.
f2. Domingo. S. Joo de S. Facundo; S.
Guido.
AS81GNA-SE
no Recite, am a linaria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprietarios Manoel Figueiroa de
Faria & Filho.
PARTE OFFICIAL
GOTCWO DA PROYIMIA.
Etaedienle do dia 6 df juaho de 1861.
Offlco ao brigadeiro commandante das armas.
Unja V. Exc. de mandar por em liberdade, dando-
llie baixa se j esiiver com praca, o recruta Eduar- form o Sr. inspector da thesourana de fazenda.
do Lopes Pereira, que tem isencao do recruta-1 MaximinianoHenriques da Silva Santiago. Co-
mento. | mo requer, ficando, porm, a obra sujeita ns-
Dito ao mesmo.Concedo a autorisacao que V. peccao da reparticao das obras publicas.
Exc. solicitou em seu ofllcio n. 1012 de 4 do cor- N. O. llieber i C. Informe o Sr. commandan-
Jos Ribeiro da Silva. Nao tem lugar em vista ras existentes entre Joazeiro e Paulo Alfonso, claro
da informac*. que ter-se-hia resolvido o 'problema de comnum-
Josepha I latina, de Castro. Fica expedida a or- eaces directas e baratas entre os portos do atlan-
dem precisa, para ser posto em liberdade o filho tico e os habitantes do sul e centro do Piauhy, do
da supplicante. sul do Maranhao, dos municipios interiores de Per-
Justino Eugenia Lavenere. Informe o Sr. ins- nambuco, do oeste da Baha, do norte de Minas-Ge-
pector da thesouraria de fazenda. raes, do norte e centro de Goyai.
Manoel Jos de Barros. Informe o Sr. capitao Se til, se da communicacao projectada deve-
le nota que aquillo nao passa de urna presump-
me
cao
U Sr. Araujo Barros : E' publico e notorio
nesta cidade que em odio ao Sr. Paes Barreto o
Sr. Camaragibe veio com os seus amigos votar no
do porto.
Capitao Manoel de Azevedo do Nascimento.ta-
mos esperar a prosperidade de tantas provincias
do imperio, entendemos que a construccao das li-
nhas do norte deve proseguir a proporc,o que os
estudos feitos sobre o terreno forem mostrando a
sua conveniencia.
Para a poder legislativo os estudos technicos
d'essas liabas tem boje pouca importancia; para
rente, para mandar transferir da companhia de ar- te, superior da guarda nacional do municipio do elle o multado econmico seria tudo mas esse re-
sultado j foi apreciado e rcconhecid de utilidade
publica na decretacao das linhas. Ao governo com-
nunin ni- ^-..- Pelehoje exclusivamente apreciar aqueslao daquel-
i AH (I Ir PFRNAMRirn les esludos- e designar os pontos por que dernn >e-
fcriniiiw avu | LIIIIHIHUUUU guir os prolongamentos. Esta idea partilhada pelas
commissoes, ao que parece-nos, desde que fazendo
distribuido dos estudos econmicos das grandes
linhas principalmente ao corpo legislativo, deixou
as aprecia^oes da arte ao governo.
Nao vemos razo procedente e que de urna ma-
neira cabal justifique a preferencia dada a estrada
tilkes para a de (avallara urna prara de pret rom Recife.
as habilitacees precisas, atim de preencher nesta
companhia urna vaga de ferrador.
Dito ao ini'smo.-Em deferimeuto ao requeri-
menio do soldado do 7. baialhao de infantaria Odi-
on Fiock Romano sobre que versa a sua informa-
V*o n. 1002 de 4 do corrente, autoriso V. Exc. a
mandar dar-lhe
baixa por meio de subslituicao
aceitando o paisano que elle olerece Jos Francis- ''ganos como se acnam os interesses das trz
co Pereira, visto que est as condices do regula- Brandes vias frreas do imperio, que demandam
ment de 28 de setembro de 1859. va,,e do s- Francisco, a accao benfica dos pode-
Dito ao mesmo.-Sirva-se V. Exc. de mandar! resd. estado se deva estender a todas igualmente, de ferrodeb.Vero II paraqae>''desdellro^7m
por em liberdade os recrutas Lu/. Herminio Can-'' ,arE^pensame,ut0 Pa,ri?,ico nao Pdia de'ar de as suas obras, e outro tanto se nao d para com os
dido de Albuquerque Maranhao. o Joao Alves Ca- ler Sld0 moveJ flue gmou as commissoes da ca- trabalhos das linhas do norte,
valcanti, visto que foram julgados incapazes do ser- "|"a ?.s, brs- pepu.lados na confecgao do grandio- Acostumados a apreciar devidamente os randes
vicoeminspeccaodesaude.comoV. Exc. deca- PJ*toqueroi lido naquelle augusta recinto, melhoramentos do paiz, nao contesiamos pol um s
rou em seu offino n. 974 de 30 de maio ultimo. na sessao de 10 de abril, sob o titulo decompa- instante a importancia immensa oue aalrMMHM.
Dito ao
toao mesmoi-sirva^ V ec: de "mandar .*.* *^fc* ferro de D. Pedro II.-Navega- i^S^S^^K^TSVm^ ritato
jm lil>erdade o recruta Frederico da Costa Car- J aJaPr r' 6- ranctsco.-Pralongamento auxilios do thesouro e dos cuidados dos poderas do
^*MMM. Metido yty do, ser- TO^* -. ..... !eslado- Mas se *** ? "avel direi.o alsse
por em
vigo em inspecgo de saude, como V. Exc. deca- A0. 'ad0 da ldea do levantamento de urna carta
rou em seu offlcion. 974 de 30 de maio ultimo. geral das grandes vias de communicacao inte-
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda. rior- com o Jim de se habilitar o corpo legislativo a
Teudo concedido ao capitao de infantaria Antonio na decretapio das novas estradas de ferro e de ro- um resultado mais proficuo qi
Cabral de Mello Leoncio, que vai servir no Piauhy, aaeen>. nos encontramos no projceto olferecido o interesses nacionaes do que a
que
auxilio e esses cuidados tem as linhas da Babia e
Pernambuco, onde assenla aquella preferencia f
Ser que a estrada de D. Pedro II traga ao paiz
ue se liga mais aos
que aquella que prevem
as commissoes para as estradas do nort*? Justili-
|- OS-Sabino Olegario :Tambem lhe dou di-
rtito p^a investigar o meu passado.
' &6r' Dbputado :~e eu tambem.
O Su. Araujo Barros : Mas o meu fim di-
verso, e eu nao quero desviar-mo delle.
Dioa-se o que se (uizer dizer, Sr. presidente, a Sr. Dr. Urbano,
i veriade que a circular do Sr. Dr. Feitosa acredi- Um Sr. Depltado : E no Sr. Paes Barreto.
t*aa sinceridade poltica -x elle nao quiz por meio O Sn. Amaljo Barros : Varios eleltores de S.
della senao manter a for?a moral do partido, de Lourengo entretanto, amigos particulares do Sr.
que era um dos principaes sustentculos; quiz Paes Barreto, vendo que o Sr. Camaragibe vinha
efer que urna individualidade, por suas palavras favorecer a leicio de um bomem, a quem sempre
c tecidos, podesse abalar o prestigio do directorio, tiveram por adversarlo, e nao descobrindo razao
Om Sr. Deputaoo : Havia receio de que o cor- plausivel para esse procedimento, urna vez que nao
poeleitoral do 2 districto nao volasse na chapa eram servos de pessa alguma, julgaram que de-
apTesenUda pelo directorio ? I viam tambem votar no Sr. Paes Barreto. I>to
A) Sr. Araujo Barros :Quem sabe o que pro- exacto; mas fra de duvida, que o Sr. Paes Bar-
duziriain as alicantinas no espirito de certos ho- reto nao procurou o seu auxilio, nao esleve nunca
mens, que nao esto alleitos e desconhecem os ma- em intelligencia com elles, como se disse do Sr. Dr.
nejos dessas armas ? i Urbano, que desse (acto se nao defendeu cabalmen-
Um Sr Deputaoo : Mas, pergunto ao nobre te. (Reclamafes na esquerda.)
dfputado: acha que houvesse probabilidade de que : O Sr, Clxiia Teixkira : Defendeu-se cabal-
o oorpo eleitoral flzesse deputado ao Sr. Lopes mente.
ca ? ^ ^R- AnAUJ0 Barros : Nao se defendeu tal;
O Sr. Araujo Barros :Nao. e os desejos de unio entre os dous extremos sao
OmesmoSr. Deputado :Logo, era escusada a hoje-muilo patentes. Alm de ouiros tactos ahi
circular. est agora o que se deu na mesa da qualificacao de
O Sr. Araujo Barros : Por isso nao foi ella volantes da freguezia de Nossa Senhora da Sade
remettida ; mas nada de censuravel haveria na do Poco da Panella. Os eleitor -s e supplente*, que
sua ramessa ; e em lodo o caso ella nao encerra- tinham de eleger os membros da junta, eram ver-
va as ideas, porque tem sido aecusada. Um con- (melhos, e votaram em amigos dos nobres deputados
sclho de amigo I para membros dessa junta.
UmSr. Deputado :E o jornal nao aconselhava | Os jornaes explicam essas cousas pela sympa-
todos os dias ? tilia, que nasce de iguaes solTrimentos, pela copar-
0 Sr. Araujo Barros : Um conseiho de amigo ticao na dor. (Nao apolados da esquerda.)
as vesperas da eleicao, e todo no sentido de man- Os factos estao dando, portante, testemunlio elo-
tr-se a dignidade e forca do partido ; eis o pen- quente da unio dos extremos,
smenlo da circular. Nada mais. Os que hoje ac- O Sr. Cumia Teixeira : Tambem os liberaos
cusam o Sr. Dr Feitosa, disvirluando os seus ac- em 1860 votaram no Sr. Paes Barreto, e entretanto
pnatelo para consignar de seu sold nesta pro- pensainento de prolongarem-se as tres linhas
vincia, como pedio no incluso requerimenio a quan- se^" "m >'al'e do ^ Francis,co- cara essa preferencia a necessidade que tem aquella
a mensal de 30*000 rete, a contar do f de julho lt^ U''JJ******o importantes medidas so estrada de^attingir desde logo os immensos^ cen-
proximo vindouro; assim o commumeo a V. S. udtn "ma.P'mo;a ellasv por,anl0'presta" ,ros Prductores da provinciade Minas ? Ser para
para que nos dev.dos lempos mande abonar essa moR^,nsTs diec'd,do-a,nda 1.ue fraco. aP10- que a garanta do estado, concedida ao considera-
quant.a a Joao da Rocha e Silva, procurador do examinar se a maneira porque traga o vei capital de 38,000:0005000, se torne menos one-
mesmo capitao. -Communicou-se ao brigadeiro D,roJecl? f sua execucao, a que melhor harmoni- rosa aos cofres pblicos ? Ser por que a estrada
sao interesa 4a communi.la.te hr-iWr de D Pedro II jtenha estudos firmados sobre bases
los os mais simples nao poderao roubar-lhe a glo-
ria, de ter sustentado o partido liberal desde 1848
at o presente. (Apoiados e nao apoiados.)
nessa poca nao exista liga.
Um Sr. Deputado : Comecava.
Outro Sr. Deputado : Sendo o Sr. Paes
Ninguera pode contestar que os seus servicosso reto eleito pelo Sr. Camaragibe.
Bar-
fommandanle das armas.
Dito ao mi'smo.Mande V. S. ajustar conlas at atiende a devida importancia ds que igualmente
o fim do mez corrente, e passar guias de soccorri- Bozatn as tres linhas que demandam aquella valla. ; facl0 ,oraar a vanguarda das liabas que procuram
ment ao primeiro cirurgio do corpo de saude do Puas especia de estudos parece discriminar o' 0 valle do S Francisco ?
ejercito Dr. Miguel Joaquim de Castro Mascare- ProJeft<> no exame das linhas frreas brasileiras : Sao questoes que ligeiramente vamos examinar
nhas .,o capilao de infantaria Antonio Cabral de gjjggjggg*?!*?'1"*' echn.cos. Se Com relacao aquellas que sobre idntico aasumpto
Mello Leoncio, quena forma das ordens impenaes hem comprehendemos o pensamenlo do legisla- se podem suscitar para as estradas de Pernambuco
^---------------- f .^ inHmwos "' *'' "' fita* *. w ----------------------.~c--w Jt; injutll
vao servir na provincia do Piauhv.Communicou-; aor' exige-se das acluaes estradas de ferro o com- e Babia,
se ao brigadeiro commandaute das armas. P'emento dos segundos daquelles estudos para que ;_____'
Dito ao mesmo.Communico V..S. que o de- el,as seJam prolongadas,
sembargador Anselmo Francisco Pireil assumio o A es,a e^'gencia, porm, succtde logo urna idea
oxercicio do cargo de presidente do tribunal do de -'xcepcao m favor das estradas de ferro de D.
commercio no dia 31 do mez findo. j p,idro cu* hras podem proseguir desde j, ao
Dito ao mesmo. -Transmiti V. S. para o fim Passo 1ue so depois de feitos os estudos as linhas
conveniente o incluso aviso de letra, na importan- d norte, e reconhecer-se qual ornis vantajoso iSSFMI El PlilIVIMIU
cia de lrOOO^OOO res, saccada pela thesouraria de traco> sera permiltido ao governo incumbir a cons- oon-Baaima u 11m i il.
rendas da provincia do Rio Grande do Norte, sobra g desta* a alguma companhia estrangeira ou : Dseiir89 prorerd, peU depntade FrlBese, de
essa a a favor de Souza Andrade & C. ou a sua or- as acluaes. ..; o___ ... \. .. .!
PERNAMBUCO.
valiosos; isso confessava o Sr. Dr. Urbano em suas
cartas, embora depois dissesse em seus manifestos
q^ue esses servicos nunca aproveitariam ao parlido.
Contra isto, porm, protesta o estado favoravel em
qufl hoje se acha o parlido liberal em toda a pro-
vincia.
O Sr. Sabino Olegario : Contesto.
O Sb. Cumia Teixeira : Tanto estava em bom
estado, que aceilou a liga, a partilha t
(Trocam-se diversos apartes.)
O Sa. Presidente : Attenco Quem tem a
palavra o Sr. Araujo Barros.
O b. Araujo Barros : Sem a liga, verdade,
o partido liberal estara anda em penosas condigoes;
mas os que hoje censurara o Sr. Dr. Feitosa por se
O Sr. Araujo Barros : Um cavalheiro as
circumstancias do Sr. Paes Brrelo apresentava-se
por si mesmo, nao preclsava da lutella do Sr. Ca-
maragibe para ser eleito. *
Um Sr. Deputado : Porm nunca se apre-
sentou.
(Ha oulros apartes).
O Sr. Presidente : Altencao.
O Sb. Araujo Barros : Digam os nobres de-
putados o que quizerem; louvera oSr. Camaragibe,
deem-llio o papel de sirai-Deos, se Ibes approu-
ver
O Sr. Cumia Teixeira :Isso compete ao nobre
deputado que j foi seu soldado.
O Sr. Araujo Barros : Est engaado ; fui
Araujo Barros na sessao de o de abril sobre a
fiaco de forra policial.
Continuacao).
dem. Communicou se ao Exm. presidente da-! Parece-nos que o projecto colloca por esta forma
quella provincia. as lra? pnncipaes estradas de ferro do Brasil em
Dito ao mesmo.Aunuindo ao que no offlcio, um De de desigualdade, e procura dar impulso a
junto por copia, datado de 4 do corrente, e sob n. es,rada de ferro de D. Pedro II com manifesta in-
64, solicitou o director das obras militares, recom-' msuca as estradas do norte, que embora menos O Sr. Araujo Barros :Dissaque o liberal, que
meado V. S. que, se nao houver inconveniente,' grandiosas em suas obras e atravessando terrenos estacionou, nao liberal verdadeiro; antes con- '
mande pagar a Jos Pereira de Alcaniara do O' a menos ubrrimos, tem urna immensa importancia senador, porque todo o liberal sincero nao deve
quantia da 33o00 reis, despendida, como se v da Pe', alvo que procuram altingir. tratar de si, masdedicar-se sempre e constantemen-
conta junta em duplcala, com a subslituicao de nossa opinio que as duas linhas do norte que te pelo bem publico. Em outros termos o Sr. Dr.
duas travs e ires enchams que enconlraram-se e dirigem aoS. Francisco podem desde j ser pro- Feitosa dizia que aquelles, que tinham cessado de
podres na occasiao de se proceder ao calafeto do 'ongadas as mesmas condicoes em que colloca o tjabalhar, quando o parlido soffria, que nenhuns
assoalho do hospital militar. i projecto a estrada do sul, por quanto os estudos esforcos haviam feito para crear a situacao; que
Dito ao mesmo.Remetto V. S. para seu co-' d5 reconhecimenlo feitos para cada urna deltas antes a hostilisavam, nojinham odireito de explo-
nhecmento
16 do mez
mo do Ouri. _.
no Jos da Cunha. grande linha de communicacao, antes que o estudo Um Sr. Deputado : E os chefes que estiveram
Dito ao inspector da thesouraria provincial.Em doseu tra? nos venha convencer da sua pralica- em ferros ?
vista da inclusa conta, e nao havendo inconvenien- hilidaic certo que as considerares econmicas O Sr. Araujo Barros :Os que pozeram o mo-
te, mande V. S. pagar a Esievao dos Anjos da Por- sa0 as primeiras que nos assaltam, e quasi sempre vintenio em campo nao sao os verdadeiros marly-
ciuncula, conforme solicitou o chele de polica em sao ellas as que mais pesam no espirito daquelles res; mas aquellas, que os acompaoharam, e os h-
offlcio de 4 do corrente, sob n. 660 a quanlia de a Tnem esta incumbida aquella larefa. mens do povo, que se sacrificaram Iludidos. (Apoia-
305400 reis, despendida com o sustento dos presos 0s esludos chamados technicos j sao o resulta- j dos.) Os que aconselharam o movimento sofreram
pobres da cadeia da villa do Cabo, duranle os do de uma aprecia?ao vantajosa daquelles, e bem as consequencias do seu erro, devendo entretanto
mezes de abril e maio deste anno, segundo consta ^e uma influencia sensivelexercam estes, raras ve- ser condemnados lodosos excessos dos vencedores;
da predila conla =Communicou-se ao Dr. chefe de zes fazem recuar quando os interesses vitaes do paiz eu lamento tambem e muito sinceramente os ma-
policia. seacham em jogo. Entre nos lemos um exemplo no-! les, porque passaram ; mas cumpre confessar que
Dito ao mesmo.Transmuto V. S. para seu Javel desta verdade na estrada de ferrode D. Pedro j os verdadeiros martyres nesse acontecmento fo-
conhecimento, e fim conveniente a inclusa copia da 'Iue so depois de decretada foi convenientemen-1 ram os homens de boa f, os que por honra polili-
relacao que me fot remellida pelo presdeme da le esiudada, e que nao obstanle as difflculdades,! ca acompanharam o movimento, que talvez isola-
cax'a filial do Banco do Brasil nesta capilal com consideradas outr'ora insuperaveis, que um exame \ damente condemnassem, o povo emfim, de cuja
alendo os valores e mais aprofundado veio revelar, marcha c se ha de : boa f bem fcil s vezes abusar-se. (Muitos
mesmo.Remetto V. S. para seu co-! a5 roionnecimonio feitos para cada uma deltas ames a hostilisavam, nao tinham odireito de explo-
o copia do olTirio a documentos que em ''ao revelado a sua fcil execucao e os pontos que ra-laem seu proveito. Elle coudemnavaexpiessa-
findo, recebi do juiz municipal do ler-1 se visam nao podem ter dous camnhos. ; mente os polticos da occasiao, desejando que fos-
ieurv com referencia ao escrivao Rufi-' Todas as vezes que se procura decretar uma sem altendidos os da vespera.
ter adiado com os conservadores, devem saber soldado do partido, e nunca fui ao seu engenho
que elle nao foi dos que mais se apressaram em "
celebrar a uniao.
O Sb. Soares Bhandao : -Apoiado; fui testemu-
nlu disso.
0 Sr. Araujo Barros : Portanto, nao se faca
injustifa ao Sr. Dr. Feitosa, desconliecendo-se os
seus servicos hercleos, e as vantagens de um
pacto, que elle aceilou j por si, j impellido pelos
amigos qoe o cercavam. (Apoiados.)
Dizia o Sr. Dr. Urbano em suas cartas, que a
circular, que acabei de apreciar, fora apresentada
ao directorio pelos Srs. Feitosa e Paes Barreto.
Sabe-se que essa circular foi obra exclusiva do
Sr. Dr. Feitosa, e que o Sr. Paes Barreto nao vo-
tou por ella, Mam como que nada dissera contra
os homens de 1848. Por consequencia, o Sr. Ur-
bano nao fallava, como Epaminondas, dizendo e
asseverando em suas cartas, que os Srs. Feitosa e
Paes Barreto faziam na dita circular guerra des-
abrida ao Sr. Lopes Netlo por ser liberal de 1848.
Tambem nao exacto que a circular fosse ex-
pedida, depois de regeitada.
Supponha-se agora que ha algum bom senso nos
nao teria de que envergonhar-me, se l fosse ; mas
lao pouco estava pelos seus diclames, que pronun-
ciei-me contra os seus caprichos na poca de seu
maior podero, e isto para servir a um amigo
ausente, que nao dispunha de influencia governali-
va, que me podesse servir de estimulo.
(Ha outro aparte.)
O Su. Araujo Barros :Fui membro do partido
conservador ; tenno muita honra em declara-lo ;
mas sempre apreclei o talento, e reconheci o mere-
cimento dos meus adversarios, que o tinham.
Nao tendo tomado parte as lulas ardentes de
outr'ora, sempre me achei ao lado dos que de 1853
at hoje praticaram uma poltica de tolerancia.
Os aconterimentos me (rouxeram ao campo, em
que me acho com os lbtraes sinceros, sem aposta-
sia de minha parle, nein da parle deles. (Muitos
apoiados.)
Mas, como dizia, Sr. presidente, louvem hoje os
nobres deputados o Sr. Camaragibe, como quize-
rem, sempre ser cerlo que o Sr. couselheiro Paes
Barreto nao precisava de lutella para fazer-se ele-
ger, e nao ae sobe posicao, em que elle se acha,
homens do interior. Concdase isso, que muito j Dio se mantm o prestigio, de que acha-se cercado
pouco. o seu nome, sem que se leiiha para isso grande
O que diriam os que tivessem conhecimento pelas I merecimento. (Apoiados.)
cartas recebidas dos Srs. Feitosa e Paes Brrelo, | Se o Sr. Paes Barreto obteve votos dos liberaes
ou de seus amigos, qae as palavras do Sr. Urbano; em 1860 nao o foi, seno porque sabiam os liberaes
nao exprimiam a verdade dos factos? que elle queria e desejava uma poltica mais fran-
Que juizo fanam os homens do interior sabendo ca, do que a do Sr. Camaragibe.
que o Sr. Dr. Urbano combata as deliberagoes do De tudo quauto tenho dito, senhores, v-se que a
directorio.quando achava-seaquicom a sua candida- excluso do Sr. Urbano foi obra do corpo eleitoral,
ou antes da grande maioria da provincia.
Um Sr. Deputado :Da maioria da provincia,
neg.
O Sw. Araujo Barros :Uma de duas ; ou a
maioria da provincia foi escrava, ou a derrot do
Sr. Urbano foi o resultado de sua esponlanea vun-
ollli'io de 3 do corrente mez, conieudo
mais particularidades das notas emiltidas na cir- 'ermiuar para a realisacao da pensamsnto econo-
eulaco por aquella caixa durante o mez de maio mico que a decretou.
ultimo.Fizeram-se as necessarias communicafdes. bemelhantemente as primeiras secc5es daseslra-
Ditoao director das obras militares.Mande V. das de ferro de Pernambuco e Bahia, embora com
S. fazer com urgencia os concertos de que necessi- melhores esclarecmentos sobre a sua execucao,
ta o telhado do quart-l do corpo de guarnido, orara concedida, pode-se dize-lo, sem ouiras ba
E os chefes que mor-
apoiados.)
Um Sr. Deputado
re ram ?
O Sr. Araujo Barros : Devemos todos lasti-
mar a sua sorte ; mas nao se queira levantar
como padro de gloria um erro funestissimo a todo
como solicitou o brigadeiro commandante das ar- ses. mais do que o grande fim a que se propunham o partido liberal do imperio, um erro que hoje
mas, em ofllcio n. 1007 de 4 do crrente.- r.ommu- altingir. Este facto se manifesta p'incipalmente confessado por todos os liberaes sinceros de nossa
nicou-se ao brigadeiro commandante das armas. no abandono de melhores direc^oes nestas linhas, mesma trra Nao fallemos todos os dias em mar-
Dito aojuiz municipal de Sernhaera.Respon i com sacrificio do presente, pai a a satisfago de t> res, porque a victima em todos os movimenlos
do ao seujofllcio de 20 do mez findo, dizendo lhe maiorempenho no futuro. \ dessa natureza quasi sempre o povo, cujas pai-
que deve Vmc. veificar se foi ouno ah posto era Se a communicacao do valle do S. Francisco' xoes sb fcilmente exploradas. (Apoiados.)
concurso o oflicio de depositario geral desse termo,',com litoral foi o nico pensamento que decretou! O Sr. Cunha Teixeira :O desembargador Nu-
e em caso negativo o deve mandar por, declaran- i aquellas linhas, se esta idea tudo foi sacrificado, nes Machado pagou com o seu sangue.
se a importancia das estradas de ferro do norte de-
pende exclusivamente da realisacao daquelle desi-
dertum, para que demorar por mais lempo o fu-
turo que as aguarda ?
Se os estudos econmicos comprovam as vanta
tura segura, e apresentava a do Sr. Dr. Netlo; e de-
pois dizia, quando nao reputava segura a sua can-
didatura senatorial, que o directorio tinha todo o
valor, c que contrariar as suas delberacoes era
uma traicao indigna, urna affronta sua digni-
dailel
Os homens que nao receberam a circular do Sr. -tade. (Apoiados da direila.)
Dr. Feitosa, e que lessem as carias do Sr. Dr. j Um Sr. Deputado :Diga o governo, e nao a
Urbano que essa circular havia sido expedida, que : maioria da provincia,
conceito licaram fazendo do espirito das cartas do (Trocam-se outros apartes.)
mesmo senhor ? O Sr. Araujo Barros O que nao se contesta e
Os que combinassera todas essas cousas com a que a maioria dos eleilores pronunciou-se aberla-
longa abstenco desse senhor de toda a poltica mi- mente era loda a parte em favor dos tres candida-
litanie, que idea (cariara fazendo de sua pessa? tos que entraram na lista do parlido.
Sem duvida que elle cogilava mais dos seus i a-1 Um Su. Deputabo :Em todos os
do a lei que o creon, e enviando copia do edilal
ah publicado, para ser aqui reproduzido.
Dito ao director das obras publicas.Tomando
em consideracao o que Vmc. expoz em sua infor-
maco de 3 do correnle.sob n. 145, dada acerca do
requerimenlo de Antonio Malaquias de Macedo Li-'Bens dessas linhas, se ellas se hgam os recursos
ma, arrematante dos reparos da estrada de Pao I immensos que o paiz vem auferir com a sua cons-
d'Alho, tenho resolvido autorisar Vmc. a receber I truegio, porque e para que se pretende retardar,
provisoriamente o primeiro e segundo leos de I embalando-nos em esperancas talvez difllceis de
taes reparos, com a condigo. porm, de concertar realsar mais tarde, o gozo dessa mmensa pros-
elle opportunamenle os do aterro do riacho da Ma- pendade com que nos acea o valle do S. Francis-
teria e subsistindo quanto aos dous ltimos leos co ? E se o Brasil vai lancar-se nessa immensa via
a encampaco ordenada por portara de 23 de do progresso material, se procuramos decretar e
maio ultim, cuja integra tica alterada smente construir as nossas principaes linhas de estradas
Best parle : o que declaro a Vmc. para seu co-, de ferro, para que nos demoramos um s dia em
Bhecimento e devida execucao. preparar os troncos do norte d'onde se ramificaro
Dito ao mesmo. Declaro a Vmc, para seu co- aquellas linhas ?
Bhecimento e fim conveniente, que de conformida- Seria um mal a decretado das estradas do nor-
de com a sua informacao de 3 do cerrente, sob n. 'e para o valle do S. Francisco ?
O Sr. Araujo Barros : E quem nao lastima
esse acontecimento ?
Um Sn. Deputado : A revoluco foi a conse-
quencia das provocarles desses que eslo hoje no
poder. (Apoiados da esquerda.)
O Sr. Araujo Barros : Senhores, qual a
conveniencia de se estar tocando nessas chagas ?
Que beneficio pode vir ao paiz dessas recrimina-
c6es?
Um Sr. Deputado :Foi o nobre deputado quem
touxe essa questo.
OSr. Araujo Barros :Est engaado. Respon-
d a uma provocacao, e os nobres deputados res-
ponderam-me com outras muilas. Protcslei contra
a qualificacao de martyres que se tem querido dar
aos que tiveram originariamente a idea da revolta
de 1848, e arrastaram aos campos de batalha os
seus amigos dedicados, e o povo. S a estes
teresses pessoas, do que dos de seu partido.
0 Sn. Cumia Teixkha : Se elle fallasse em I
nome do ioteresse pessoal, havia de ser hoje bem
aceito.
O Sr. Araujo Barros : Assim, Sr. presiden-
te, pdese dizer sem mdo de errar que foi o bom |
senso dos Pernambucanos, e nao a influencia do
governo, uraa das causas da derrot do Sr.
Urbano.
collegios,
o partido deu
nao.
Outro Sr. Deputado :Nein
chapa.
OSr. Araujo Barros :Deu-a, e ahi est o or-
So de suas ideas para o provar. Se o directorio
o partido nao deu chapa principio, nao excluio
a hypothese de a dar. E quando o Progressista a
Dr.' declarou, nenhum dos directores do partido cha-
' raou a conlas a respectiva redacc/io por esse
Um Sr. Deputado : O grande numero de votos fado,
que elle obteve protesta contra isso. OSr. Cumia Teixeira : Masadireccao do par-
0 Sn. Araujo Barros :Esse faci prava apenas tido deu chapa, ou nao deu chapa ?
qugrande foi o numero dos Iludidos. O Sr. Araujo Barros :Deu-a o Sr. Dr. Feitosa,
Os partidos devem saber quaes sao as condiedes na qualidade de redactor em ebefe do Progressista,
favoraveis sua prosperidade na presente occasiao. e a chapa, se nao foi legitima em sua origem, foi
A sociedade brasileira nao quer exageracoes, nein
144, acabo de conceder a permissao que pedio
Maximiano Henrique da Suva Santiago, para fazer
um cano ramal que d esgoto para o geral, s
aguas pluviaes que se ajuntam no quintal da casa
n. 32 da ra do Dique, na freguezia de S. Jos
desta cidade, a qual perfence ao supplicante, fican-
do, porm, essa obra sujeita a inspeccSo dessa re-
particao.
Dito a Lourenco Por Deus Guimaraes, juiz de
paz do 5o disiricln da freguezia d Cabrob.Ten-
do annullado os trabalhos da junta de qualificacao
ulli
mos se poderia dar a qualificacao de martyres, por
lineamos as commissoes reunidas de fazenda, que s os homens de boa f, o'povo, repito, mere-
industria e arte, da cmara dos Srs. deputados : cem as honras do martirio.
Nao ser razoavel, dizem as commissoes, abrir i O Sr. Deodoro :Foi victima da compresso.
ao norte do imperio uma nutra linha de communi-' O Sr. Araujo Barros : Perdao ; hoje nao ha
caces entre os habitantes deste valle e os porlos quem nao conheca que a revoluto foi um erro,
do atlntico, que seja o ponto final da sua direceo assim como nao ha tambera quem o nao lamente,
a Bahia, o Penedo ou Recife ? > \ Nao avivemos, pois, as injusticias reciprocas de ou-
Eis um novo assumpto para estudos de grande tras eras,
alcance. Um Sr. Deputado : Quando o nobre deputado
Basta considerar na extensao enorme do valle do estava as fileiras do partido conservador, eu es-
S. Francisco, as diversas provincias que elle per- lava ao lado do povo, soffrendo as bayonetas,
corre, atravessa ou banha, na populacao considera- O Sr. Araujo Barros : Nem eu, nem o nobre
dessa* freguezia, presidida por Vmc, na falla dos
4 juizes de paz do districto, pela irregularidade vel que habita as suas margens ou aliment o seu deputado somos de 1848, e se refere-se a qUadras
que se dan na organisa^io da referida junta, co- j commercio para que se nao possa vacillar na res-1 eleitoraes anteriores ultima eleico, nunca hosti-
mo se v da acta que Vmc. me remeten com o post aflirmativa. |Iisei o nobre deputado, nem a'seus amigos de
seu rnelo de 12 de maio ultimo, e vai mencionada Entre a cachocira do Piraporo, em Minas, e as jenlo.
no offlcio junto por copia, qne nesta data dirijo ao I que precedem a grande queda de Paulo Affonso ; O Sr. B. Franca : Nao se pergunta o que os
iniz de paz mal votado do districto dessa pa-! as Alagoas, o rio de S. Francisco offerece 239 ou homens foram ; pergunta-se o que sao.
rochia : assim Ih'o communico para seu conheci- 240 leguas navegaveis desde j. Alm d'isso con-! OSr. Cunha Teixeira : Nao possivel esque-
nienio. tra-se mais 40 enlre a foz e a queda de Paulo Af-', cer o que foram.
fonso, tambem navegaveis; e sem contar o curso' O Sr. B. Fhani;a : Nao se pergunta o que o
superior do rio cima de Piraporo (cerca de 80 hornera pensou em orna poca pretrita ; quer-se
leguas frequentdas por canoas), ha mais cerca de saber o que elle pensa.
Antonio Malaquias'de Macedo Lima. Dirija-se 40 no seu afiluenle, o Rio das Velhas, em Minas, O Sr. Araujo Barros : Se eu quizesse investi-
ao director da reparticao das obras publicas. que pode admittir vapores, feitos alguns melhora- gar o passado, afflanco-lho quee meu trabalho nao
Antonio de Souza Nio.Passe porlaria conce-; mentos. Do curso proprio do S. Francisco ( aos- seria muito agradavel ao nobre deputado.
Despacho do dia 6 dr junbo de 1864.
Requerimentos.
dendo a licenQ que requer o supplicante.
Florencio Gome* Vidal. Informe o Sr. (enente-
coronel rerrulador.
Jos Albino dos Santos.Informe o Sr. Dr. che-
fe de polica
trahindo do rio das Velhas ) 87 leguas pertencem a
provincia de Minas 152 da Bahia e Pernambuco.
Se, pois, uma estrada de (erro hgasse um dos
portos do moral do norte do imperio ao enrso in-
ferior do S. Francisco, inteirompido pelas cachfei-
O Sr.Cukha Teixeirv ; Don-lbe pleno direito
quanto a mim.
OSr Araujo Barros : O passado do nobre de-
putado muito curto : nao offerece margem cri-
tica.
exclusivismos acintosos. A idea moderada a que
forma o cunho principal da siluaco. Mas reviver
os odios de 1848 levantar o qu ha de mais per-
nicioso para a provincia. Coraprehendeu-se isso era
(oda a parle, e foi esta tambem uma das causas
que mais influiram para aquella derrota.
Passou a quadra, em que os nomes proprios va-
hara muito. Hoje o que valem sao as deas. Quem
nao fallar em nome das bas ideas, quera quizer
plantar a sua influencia, semeando a discordia,
despertando ciumes, e rivalidades pretenciosas, ou
a llagando paixoes nao confessa veis, nao pode, nem
deve ser aceito no estado actual de nossa civilisaco.
(Apoiados.)
Falla-me o nobre deputado no grande numero de
votos, que leve o Sr. Urbano I ?
O corpo eleitoral da provincia foi organisado na
melhor boa f; ninguem quiz atirar a luva ao Sr.
Dr. Urbano, concorrendo para que em toda a parte
se constiluisse um corpo eleitoral, com nue se po-
desse exclui-lo. O desejo de harmonisar todos os
liberaes levou o parlido a nao alimentar disiden-
cias.
O Sr. Dr. Urbano leve facilidade, em vista de
tal estado de cousas, em fazer-se acreditar de mui-
tos, que se deixaram arrastar por suas palavras de
occasiao.
(Cruzam-se alguns apartes.)
O Sr. Araujo Barros :Os amigos do Sr. Ca-
maragibe auxiliarara-n'o, onde tinham alguns elei-
lores, ou amigos, que podessem dar-lhe votos. O
proprio Sr. visconde de Camaragibe compareca
com os eleilores de S. Lourenco da Malta para o
auxiliar.
Um Sr. Deputado : Como pode provar isso?
O Sr. Cunha Teixeira : Tenho toda a razo
para crer que os eleilores de S. Lourenco da Malta
deram mais votos ao Sr. Paes Barreto do que ao
Sr. Urbano.
O Sa. Silva Ramos -.{Para o tachtigrapho). To-
legitimada pela muito sensata approvaco do par-
lido. (Apoiados da maioria.)
Sr. presidente, nao se mais em que ponto fui iu-
terrompido.
Creio que dizia que a maioria dos eleitores da
provincia linha recusado os seus sulragios ao Sr.
Urbano como prova do que nao apoiava o seu
procedimento poltico na provincia. ,
O Sr. Maranhao :O Sr. Urbano foi apoiado
pelos vermelhos deNazareth, ealguns liberaes, que
estvam unidos com elles; mas os verdadeiros li-
beraes expelliram-n'o.
Um Sr. Deputado :Mas o Sr. Urbano all en-
trou na lista trplice.
(Trocam-se muitos outros apartes.)
O Sr. Araujo Barros : -Se eu nao procurasse
reduzir o meu discurso, analysaria collegio por
collecio a eleicao senatorial; nao o querendo fa-
zer pergunto enlre tanto aos nobres depi
O Sr. Araujo Barros :Explicadas, ou expos-
tas naturalmente as causas da derrota do Sr. Urba-
no, poder-se-hia dizer que motivos leve o corpo
eleitoral para favorecer a eleicao dos candidatos
que eniraram na list trplice.
Os liberaes do quarto e quinto districto eram gra-
tos ao Sr. Paes Barreto pela parle que em 1860 elle
com seus amigos tomaram em lavor das eleicdeb
liberaes dos mesmos districtos.
O Sr. Feitosa tinha servicos relevantissimos ao
parlido, e nao havia deixado correr revelia a
causa do mesmo.
Um Su. Deputado :E quantos annos havia dor-
mido o Sr. Saldanha Marinho ?
O Su. Araujo Barbos :Nao conheco o passado
remoto do Sr. Saldanha Marinho ; mas sei que nao
o reputo poltico de occasiao, porque ha annos
presta servicos importantes ao partido liberal no
Rio de Janeiro.
Um Sr. Deputado : O Sr. Urbano esteve estu-
dando muito lempo para melhor servir o partido.
O Sr. Araujo Barros : Se o parlido conti-
nuasso por mais longo lempo no estado de abati-
mento, era que o Sr. Urbano o deixou, ainda elle
estara a estudar para melhor servi-lo. ( Apoiados
da direila.)
Fallou o nobre deputado, a quem respondo, con-
tra os destacamentos militares, e deu-nos o facto
de exislirem ainda alguns destacamentos militares
em varios pontos da provincia, como por uma das
causas, por que dissenlira do parlido progressista.
Senhores, as casas que servera de cadeia pelo in-
terior, nao sao seguras; esses destacamentos con-
tinuara, e bao de existir sempre para o servigo da
guarda dos presos, e mesmo para a captura dos
criminosos de maior importancia.
O Su. Sabino Olegario :Mas lembre-se que ha
lugares, onde s vao destacamentos em lempo de
eleicao.
O Su. Arai jo Barros : Se isto se d em um
on oulro lugar, por causa da exallaeao dos espi-
rilos uessas occasioes.
Um Sr. Deputado : E os delegados militares f
O Sa. Araujo Barros : Isto materia velha,
e j muito debatida. Nao vale a pena fallarse
mais nella.
Se os destacamentos ainda continuam, tendo pas-
sado a quadra eleitoral, parece que o nobre depu-
tado devia eslar convencido que outra necessidade
e nao o desejo de violentar a eleico, determina a
sua permanencia nos lugares, em que se acham.
Nao era razo, portanto, para que o nobre deputa-
do se separasse do parlido progressista.
O Sr. Sabino Olegario : Mas nao por isso,
porque se pe o soldado porta da igreja para
dizer ao cidado : Voss nao pode entrar, por-
que esta bayoneta esl aqu para garantir-lbe o vo-
to. (Bisadas.)
O Sr. Araujo Barros : O nobre deputado dis-
se-nos ainda que nao poda presiar o seu apoio
actualidade, porque erara por ella empregados ho-
mens sobre cuja cabeca pesavam processos de res-
ponsablidade. Como deinooslracao dessa proposi-
eao allegou o nobre deputado somenle a noraeaco
de Gaidino de lal para subdelegado de um dos dis-
trictos do Bonito.
Essa aecusacao era to seria, que valia a pena
vir escudada da competente prova. Enlrelaolo,
como o nobre deputado nada nos disse a respeito,
vejme obrigado a dizer cmara alguma cousa
para orienta-la sobre esse facto.
Sendo Gaidino subdelegado de Capoera, ao lem-
po em que era juiz de direilo do Bonito o Sr. Dr.
Correa Lima, metleu-se a decidir all indevidamen-
le uma questao de ierras. Denunciaraiii-n'o por
crime de responsabilidade perante aquelle juiz de
direito. Sendo este removido, foi substituido pelo
Sr. Dr. Pedro Camello Pessa, liberal, c magistrado
muito inlelligenie e honesto. Esse magisirado nao
pronunciou a Gaidino, e o seu despacho foi confir-
mado pela Kelac.io.
Em 1860, sendo juiz de direito da mesma co-
marca o Sr. Dr. Oliveira Ribeiro, denunciaran) do
mesmo Gaidino perante esse juiz pelo mesmo facto.
Tinha de proceder-se eleicao daquella quadra, e
os adversarios de Gaidino, que era juiz de paz, pa-
ra o inulilisarem, lancarara mo do mesmo recur-
so. Gaidino foi de novo julgado nao criminoso por
senlenca do Sr. Dr. Lourenco Jos de Figueiredo,
que liberal, e, portanto, nao suspeito. O Sr. Fi-
gueiredo exercia enlao a vara de juiz de direito da
i comarca, na ausencia do juiz effeclivo.
Eis os crimes de Gaidino, senhores.
Um Sr. Deputado : Qual o facto do processo ?
0 Sr. Araujo Barros : Ter decidido incora-
! petentemenle quesles de trras.
O nobre deputado pelo 4o districto ( o Sr. Brau-
lio) disse-nos que havia ainda um terceiro proces-
so contra esse hoinem ; mas, perguntando-lhe eu
em que estado achava-se o processo, nao me pode
responder.
Nao se pode, portanto, pesar bem a censura do
nobre depulado sobre este ponto. Pelo que se sa-
be, parece que nao tem valor, o era todo o caso
nao via motivo para justificar a posi;o do nobre
deputado.
Tambem o nobre depulado deu como um dos
motivos de sua dissidencia o facto de ser nomeado
delegado do primeiro districto de Bonito o Sr. Ma-
linas Ferreira de Mello, que mora arredado da
villa I
Sr. presidente, esla censura daquellas, qne se
reputara refutadas pela sua simples enunciacao.
Nada se diz contra a idoneidade do Sr. Ferreira
de Mello para o lugar nomeado; apenas se diz que
elle mora um pouco distante da villa I Entretanto
esse facto dado como motivo poderoso para uma
profunda divergencia poltica.
O nobre deputado sabe que as autoridades poli-
ciaes do interior nem sempre moram dentro da
povoacao, ou villa do districto, ou termo para que
sao nomeados. O cssencial nesses negocios que a
nomeacao recaa em pessa honesta, e nestas cir-
cumstancias acha-se o Sr. Mathias Ferreira de
Mello. (Apoiados.)
Outro motivo de dissidencia foi a allegaco de
que no districto do Verde ainda exislia um sup-
plenle pertencenle ao parlido conservador II
O Sr. Jos Mara : (irnicamente) O que dir.T
Ainda ha disso no lempo do progresso ?
Um Sa. Deputado :A aecusacao nao loi esta.
(Continuar-seha)
REVISTA DIABU.
Funcciooa boje o Instituto Archeologico e Gto-
graphico Pernambucano era sessao ordinaria.
Acham-se contratados os Srs. Dr. Estevo Ca-
Oue^'foran' os" motivos porque o Sr. Urbano, len-j valcanli de Albuquerque e cirurgio Francisco
do sido eleito deputado pelo primeiro districto, oc-; Marciano de Araujo Lima para os servicos mdicos
cucando e segundo lugar da respectiva lista, foi to- i da guarnicao.
davia excluido da list trplice no mesmo districto? O Sr. Henrique Aranaga
davia excluido da list trplice
A razie, senhores, obvia ; que a unio entre
os liberaes e conservadores moderados tinha sido
sincera ; os homens nao procedem nial sem uma
causa poderosa, que possa, ao meuos. cohonestar o
seu procedimento, e a maioria dos eleitores do pri-
meiro districto conheceu que o Sr. Urbano proce-
da mal, e nao quiz aceitar eonselhos, que muilo ti-
nham de perfidia e deslealdade. (Nao apoiados, re-
clamacoes na esquerda.)
O Sb. Cunha Teixbiba :Quando eu chamar
aqui prfido ao Sr. Paes Barreto, nao quero ser
chamado ordem.
O Sb. Araujo Barros :Nao me occorreu de
prorapto uma palav a, que melhor exprimisse o
meu pensamento; mas se ha reclamacoes, nao te-
nho duvida em retirar a palavra.
O Sr. Cunha Teixeira : Nao reclamo, quero
ter o mesmo direito.
est interinamente
servindo de vice-cnsal da Hespanha, em conse-
quencia de impedimento do effeclivo.
A bem do servico publico, e sobre proposta
do Dr. chefe de polica, foi exonerado o Sr. Paulo
Bezerra Cavalcantl do cargo de subdelegado do 1-
districto de Sanio Antao.
Foi nomeado subdelegado de Muribeca o Sr.
Joaquim Marques da Cost Soares.
Remettem-nos a seguinte informacao :
< Na madrugada de sabbado ultimo uns qua-
drilheiros deram um assalto na casa da rosidencia
do Sr. Victorino Travassos Jnior, ra do Sebo,
indo at ao quarto onde elle dorma ; e d'ahi tira-
ran um grande bah com roupa, a maior parte de
cama, de um seu oompanheiro, marcada com as
letlras T. P. C; uma quaotidade de roupa suja
com as mesmas iniciaes e alguma com a marca T
l", e outros objectos.
\
J. MUTILADO


' '
I)Url de PenuMMM* Quinfa felra 4c .timbo de 1S4.

-
y
Felizmente' foram tdflbs coriJads lempo,
pois pareca que traavam de remover o* taes la-
dros ludo que. havia eni caa. Com o barulho fu-
giram elles, mas deixando flcar junto a janella por
ondo saturara diversos objeetee nue all iam amoa-
toando. ^^
Arrombaram caitas e experimentaran) ga-
vetas.
O Sr. Travassos ainda sahio ra, valcndo-se
de um apilo, e por mais que apitasse, nem um s
soldado appareceu ; e assim foi at praca da Boa-
Vista, servindo somente de ronvencer-se como se
morre nesta trra, que, nem pedndo-se soccorro,
se v nina viva alma da Mes policas I
O tacto foi rommunicado com todas as ciretims-
tancias ao Sr. subdelegado da respectiva
guezia
J te vejo'casado, meo migo.
Talvcz nao larde limito.
A lestt eslava acabada por esse dia. Ruliraram-
se todos, e interrompeu-se assim a conversa dos
dous amifoi. .
Agora ulvex a leitora pergante-me como nasceu
todepressa essa paixo, e nio querendo acreaiur
na realidade della, julgue qoe invento. A sso, po-
r" ralfiTe desde o taran sao, destina^,,
uma ootra de sorte que quando se nen"""
paixo ata-se nellas, do mesmo modo e com a
mesma presteza com que salta a faisca do choque
do ac batendo na podra. ........
Se nao se encontrara n* vida essas duas alma*,
f re- podem sentir vislimbres de amor, mas nunca amam
verdaderamente.
-'Peem-nos chamemos a attenco da polica E' o motivo porque o amor real apparece fio
para um pobre home S acaa agomsando., poicas, vezes^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^
toda a sua torca.
(Protegue.)
aliadas da ra da Santa Cruz, e que deitou hon-
tem grande quantidade de sangue pela bocea.
Escrevem-nos de Santo Antao a 6 do cor-
rente : c.
Celebraram-se aqu, na igreja do Rosario, os
actos do mez marianno, com o esplendor e religio-
sidad*; devida*, dinglndo-os o Rvm. padre Hercu-
lano Jos de Brito.
Deixou de haver missa solemne no ultimo da
porque, segundo nos informam, nao pode o Rvm.
padre Herculano obler do respectivo vigario licen-
5a, por desintelligencias que cora elle tem, e por
causa das qnaes recusa Ihe tudo.
Amanh.a se extrahir a pane da 1" lotera
da igreja de S. Pedro, pelo plano das loteras extra-
ordinarias, sendo o maior premio 10:0005000.
Na sessao do tribunal do jury enlrou hontem
em iulgamenlo Manoel de Paula Ferreira, pronun-
ciado as peuas do art. 505 do cdigo penal, por
haver ferido gravemente a FeHppa Ignacia da Sil-
va, em consecuencia della nao se ter querido pres-
tar a satisfacao de desejos libidinosos manifestados
pelo acensado.
Moveodo a aocusafao, sostena o ministerio pu-
blico o libello, pede a impoeico das penas da-
Soelle artigo no grao mximo, visto que na pratica
o farto delictuoso haviam concorrido as rircums-
tancias aggravante* previstas bos 1*, 6* e 14 do
art. 16 do cdigo criminal.
A delea, incumbida ao Sr. Dr. Loureneo Aveli-
no de Albuquerque Mello, principia por comhatcr
os autos de corpo do delicio e de sanidade para |
afeito de alterar a classificaeo do acto criminoso ; j
nega em seguida a autora deste attribuda ao ac-
cnsado; e conclue por pedir a absolvico do-
mesmo.
Na replica e Ireplica impugnam-se a aecusaco
e a defeza rcciprocamenle nos differenles ixintos
m que se mantiveram ; e terminados os debates,
reeolhe-se o conseHio para o respectivo julga-
mento,
A vista de suas respostas aos qnesilos propostos,
pronunciada pelo Sr. Dr. juiz de direilo presiden-
te a sentenca em que condemna ao aecusado no
grao mximo do art. 201, visto ter sido alterada a
classificaeo do delicio, appellando o reo da sen-
tenca.
Ha tres para quatro das que vai mo o tem-
po fra da barra, em consequencia dos fortes ven-
tos que reinara sempre, e qoe tem feito pairar no
tiorisonte alguns navios sabidos do nosso porto, e
obrigou o brigue ingle! Cordel, que sahira no dia
6 para Valparaizo, a arribar hontem com agua
abena.
Pelo subdelegado de Jaboato foi preso Pedro
mulatinha
L/'-se na Estrella do Norte :
ADECS PATRIA.
I
Se divina raspiraco
Jovens, nos leva a deixar
0 nosso patrio torro
Para sciencia alcancar;
Eia I contentes partamos t
Avante l nada temamos I
Assim ordenam os cos
Para nossa flicidade ;
E se ditoso de Deus
Quem lar. a santa vontade,
Cumpramos cheios de ardor
O decreto do Senhor.
E Bao nos corte o partido
O amor da trra natal;
Amor de provas despido
O que que patria val T
E' a patr Preparar-lhe um beneficio.
Caminho mui espinhoso
Vamos, por certo, trilbar
Mas nos ser deleitoso
Se esforco nao no faltar :
Cora este e perseveranca
O que que nao se alcauca ?
Trabalhemos, e o Senhor
Cuja bondade sem par,
Do trabalho o vivo amor
Nos ha de recompensar :
Ah que um dia bemdiremos
O lempo que ao estudo demos t
Eia, pois, joven, dexemos
Esla plaga onde nascemos,
Esta linda e rica Ierra ;
Para o caminho da crui
Seguirmos de Deus na lux
Onde nosso bem s'encerra.
E tu, oh Brasil querido, ^
Tao ubertoso e florido,
Fica sob o olhar de Deus :
O corac,ao te deixaraos ,
E saudoso te abracamos
Chara patria, adeus I.. adeos !...
esse flm acompanhou o offico davtnesnw, de M db'T IMrds descantadas.
marco ultimo, sob n. 13, que assim Rea resanad!- Cun duas asigna-
do.Que se remettesse a planta ao eogaaheiro.
Outro do mesmo, transraitlindo por copia a c-
mara para seu conheciraento e execuco, a porta-
ra de 29 de abril ultimo, pela qual resolver eoifr-
airas residentes
no lugar do des-
talo.......
Om nasa so dita
' dito .. "T ... .
Lrtrmfcaucionadas.
"Por ooro. piala e
11 tute commer-
ciaes.......
Por oniros ttulos.
siderar sem effeilo a alteraco que fe em 38 de
abril de 1860, nos districtos de paz d freguezia do
Poco da Panel la, subsisimdo a di visti que ante-
riormente exista, at ulterior deliberado da poder
competente.Qoe se officiasse neste sentido ao
juiz de paz respectivo.
Outro do secretario da-presidencia.-remettendo
de ordem de S. Exc. um exemplar da colleceao de
leis e decises do averno do auno da 1860.Ao
archivo.
(Hilro do promotor publico dette termo,commu-
nicando ter reassumidoo exercicio de. sea cargo-'
no dia 30 de abril passado. Inteirada.'
Outro do juiz de paz segundo votado do primei-
ro districto da freguezia de Santo Antonio, pedia-!
do a cmara houvesse de expedir diplomas a tres
supplentes de eieitores da mesma freguezia em lu-
gar do Dr. Antonio Epaminondas de Mello, que se
acha na corte, bem como ocidado aetano Pinto
de Veras ; e tambem em lugar de Jos Goncalves
Malveira que falleceu.Inteirada, por j se ter
satisfeito.
Outro da junta .de qnalifkaco da freguezia da
Boa-Vista, remetiendo o livro de qualicaeo da
mesma freguezia.
Outro do engenheiro cordeador, informando o
requerimento, no qual Francisco Gomes da Silva
Saraiva pede para que Ihe seja permiltido construir Era moeda de tro
para seu uso utna pequea ponte ou pinguella no co.....
prolongamento da ra da Aurora, terreno qoe ain- En notas da pro-
383:932*031
12:0i3*U9
16:059*460
Letra a receber.
! Saldo desta corita .
ConPm correntes.
^1 \^\ 11 i*- ta, fimt
1 ^iw w?w rrjnta.
Diversos.
Saldo de variacen
tas........
CdBS.
Pelos seguintes va-
lores:
Em moeda de ou-
ro de ii quila-
tes ........4,262:909*010
Em notas do go-
verno do6 .valo-
res de 10*000 c
superiores. .
Em notas menores
de 10*000
393:94o*3e0
l&0o9*4*X)
4.786:371*454
559:885*683
1,443:7915534
nada oprcacA os fulcorrs da vbbbade.
Por mais que a vil calumnia refalsada,
Em seu furor bramindo revoltosa,
Por mais que a sua colera inflammada
Pense envolve-la em sombra mentirosa ;
Urda mil tramas ; busque insidiosa
Co'a mentira loma-la misturada ;
Jos da Porciuncula, por ter vendido 2
livra Miquelina a Joaquim Malaquias.
Na povoaeo de Gamelleira foi espancado An- Ten(e ,ornar com seu venen0i r0sa
ionio Manoel Gomes, official de carptna, por Manoel 1 Dj verdaae a |uz pura mareada ;
da Silva e Justo Guedes, irabalhadores da vta-fer-
rea, os qoaes Ingraram fugir.
BKPARTICAO DA POLICA.
Extracto das partes do dia 8 dejunho de 1864.
Foram recolhidos casa de detengo no dia 7
,0ordem "do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, Joa- Nada consegue pos que fegM**
<]uina Thereza Nones, por crime de furto. ; Corre a nuvem da negra falsidatie
A' ordem do Dr. delegado da capital, Francisco E a razao vem bnlharfulgente e viva .
Ignacio de Medelros, e Gervasio, escravo do Albino VeneWa flca a forja ^ maidade ;
da Silva Leal, ambos para WW. 1 E e rutila cmquadra estiva,
A1 ordem do subdelegado de Santo Antonio, Cae- ^ os fulgores daverdade I
tao da Silva Guimariies, por embriaguez ; Ja-1iTa"'* ull"SL" J ..
quim. eeerave de Ignacio Luiz de Brlo Taborda,
por infraeco de posturas.
A' ordem do de S. Jos, Tranquilino Manoel Fer-
na
UM SIGNI. DA (MI EEITO PROPOSITO.
No dia do ramoso combate do Bull sAun
. Koerra actual dos Estdos-nidos) o geneal smiin
reir do Nascmento e Sabino Jos Ricardo, arabos b ^ h com sua aivisiw mu.lo
i disposic.o do recrutador Juvenal MMm* ^d^pa a saber qual era o santo, ou antes (como
Paula, por disturbios; Francisco Jo>e de Santa uso)o signa! de passe ; prevendo que se elle
Anna, e Joao, escravo de Manoel Pereira de Lemos,
sem declaracao do motivo.
A' ordem do da Boa-Vista, Jeantla Francisca de
Paula e Isabel Casimira de Menezes, por briga e
ferimenlos simples.
A' ordem do dos Afogados, Joao Jos de Araujo,
corno condemnado as penas do art. 237 do cdigo
criminal.
O chefe da 2 seccao,
/ G. de Mesquitu.
Movlmcnto da casa de detencao do dia 6 de
junho de 1864.
Existan...... 380 presos
Enlraram..... 10
Sahiram...... 33
A saber :
.-o) o signal -.
avaneasse levara fogo dos de seu partido, apre-
: sentase frente da divisao, e perguntou se nava

Nacionaes'.... . 249 presos
Esirangeiros.. . 37 .
Mullieres..... /
Kstrangeira .. 1
Escravo..... . o
Escravas..... 4
357
Alimentados costa dos cofres pblicos 143
Moviniento da enfermara do dia 8 de junho do
1864.
Te ve baili:
Paulo Dias de Souza, delluxo.
Teve alia :
Jos Ferreira da Silva Pinto.
um hornera de boa vontade que estivesse prorapto
a sacrificar a sua vida para salvar a de muitos.
l'm moQO sahio das fileiras.
Sabe o que vai fazer, meu bravo T
Sim, meu general.
Vai ser morto.
Sim, meo general .
Enlo Smith escreveu sobre um pedaco ae
papel : ...
t Mandemme o signal. Gciieri bmitli.*
Depois deu esle bilhete ao soldado para po-lo na
algibeira. pensando que depois de morto o hornera,
haviam ue revista-lo, e achando o papel o leva-
riamao general Beaurgard. O moco parle e appro-
xima-se das guardas avanzadas.
Quem vem l I
Amigo.
D o signal I
O moco avancaem silencio.
Todas as espingaroas aponlam para elle. BIH
faz rpidamente o signal da cruz e levanta a mao
direita para co.
No mesmo instante as espingardas se levan-
Iam. ,
Os signaos que o soldado catholico acabava e
fazer eram exactamente os que o genera^ Reaur-
gard, calbolico, tinha dado aquella raanhaa como
sanio ao seu exercito----
da est alagado ; diz que urna vez que seja fran-
queado a todos o transito pela dita ponte, nada ha
que oppr a pretencao do supplieante. Cooce- '
deu-se. l
Outro do mesmo, informando o reqaerimeato de
Manoel AI ves Ferreira, pedindo permissao para
fazer urna solea sobre a casa terrea n. 35 da ra da
Conceicao da Boa-Vista ; declara que a casa era \
questa nao tem as dmensoes mareadas nos postu-
ras, mas que neslas mesmas circumstancias tem a
cantara concedido a outros. Concedeu-se.
Outro do mesmo, informando sobre a petieao de
Manoel Martins de larvalho, que roquer para ele-1
var altura de um andar a sua casa terreada ra
da Guia ; diz que nenhuma objeccao tem a fazer a ;
obra que o supplieante quer construir ama re que
que obtenha elle eordeacao,Mandouse cordear,
Outro do mesmo, informando sobre o que pede
em seu requerimento Francisco Ferreira Ramos,
declara que nada ha a oppr a pretencao do snp-
flicante, nina vez que a reedficacao que elle quer
azer, seja precedida da competente cordeacae.
Mandou-se cordear.
Outro do mesmo, informando o requerimento de
Manoel Vctor de Jess da Malta, que pede Ihe seja
concedido levantar a frente de seu telheiro na ra
do Brum, onde se acha esiabelecida urna fabrica
de sabo, e isto de couformidade com as posturas
em vigor ; diz que nenhuma objeccao tem a fazer
a pretencao do supplieante urna vez que a obra em
queslo seja precedida da cordeacao e nivellamen-
to.Mandou-se cordear.
Oulro do mesmo, informando o requerimento'de
Joaquim de Souza Maia, pedindo para que le seja
permiltido demolir o oito de sua casa da ra da
Camboa do Carino, elevando a frente altura das
posturas em vigor, e collocando sobre ella urna so-
lea ; declara nada haver em opposicao a pretencao
do supplieante, urna vez que para a obra proceda
pna caixa. .
304:000*000
6.000*000
6*304
314:220*000
4,887:135*314
Passtvo.
Banco do BrnsH conta do rapital.
Valor fornecido pe-
la eaixa matriz.
Emissao.
Valor em circula-
r5o........
Letras a pagar.
Por dinheiro loma-
do a premio. *
Por saques..... 234:171*294
Diversos.
Saldo de varias con
tas........
Gahhos e perdas.
Lucros sujeitos a
liqoidaco. .
12,092:109,3795
Pela la menta el marte do Sr. consemeiro Fran-' pede a V. S. ejne provado quauto baste se mande
cisco Xavier Paes Brrelo d-se nova vaga no se- passar carta de edtos na forma da lei. E recebe-
nado, e nova eleicao vai proceder Pernambuco. \ ra merc.O procurador, Hermenegildo Eduardo
Apresenlo-me novamente ; reputando de minha | ,j0 Rego Monteiro.
digndade consultar ao mesmo corpo eleitoral se Esta pelicao sendo-me apresenda nella dei o
nos poucos mezes decorridos da eleicao era que fui' despacho do tneor seguiste :
considerado tonho em algma cousa desmerecido Justiliiiue. 3 de tale aa 1864. Tavarcs de
do conceito em que se liganram ter-me os eleito- Vaseoncello.
res pernambeeaaos. Ewvirtude deste tu despacho prodozio a pe-
E porque tenho consciencla de mim, comolenho ticlonaria duas tesleamnhas, as quaes juraram ser
intima conviccao da digndade, independencia e ( verdaae achar-ie a uiHiflcaia Francisca Joaquina
firmeza de carcter de V. .i,' nao dovio contar | Lobo ausente em lugar nao sabido ; pelo que sen-
com a sua valiosa ceadjuvafao em prl de minha dome os autos conclusos aaiies proferi a senten-
candidalora na eleigo que se-vai agora proceder.
Ausente do campo onde a eleicao vai ser dispu-
tada eu nao cont senao cae a bondade e honra
de V. S., em cujas qualidades confio plenamente.
Sempre firme -nos principios liberaes, para trinm-
pho dos quaes nenhuin esforco e sacrificio lenho
poopado, me reputo no caso de merecer a contt-
uuaaiio de seu apoio.
Fica as suas ordens o de V. S. amigo, patricio,
criado obrigado
Joamtim Saldanha Marinho.
Rio de Janeiro, 7 de abril de 1864.
2,000:000*000
8,581:780*000
224:1715294
1,220:3405627
65:817*874
12,092:1095795
O guarda Hvros, -
bjnario Sanes Correa.
Senhores redactores. De novo veio o Sr. Feli-
ciano do Reg Barros A>aujo publico, pelo seu
Uiatio de 2 do corrente, atirando-se a mim to in-
soliuinentc qoe bem mostra mover-se sob a pres-
so irMchanka de vontade que na* a propria.
Ness\ terreno, porni, nao serei eu quem o
acompalhe ; pois inspiro-me no desejo de conser-
var o quinto humanamente posstvel o meu no-
me illibato, ao passo que elle dobra-se sugestoes
a necessario iformaQao e nivllamento.Mandout alheias para vir pelo prelo descompr-me.
se cordear. Mas lent.vo em vao, merc de Deus, e por mais
Outro do mesmo, informando o requerimento no que o faca nao ficarei era estado de nudez, como
ual Domingos Jos Barbosa, pede para que Ibe talvez aconleca a quera o impelle; e desde ja fique
eja permiltido levantar um muro em frente de saliendo que s Ihe darei resposta jio que avan?ou
eu terreno na ra da Palma da freguezia de Santo em aecusaco a mim e innocenlacao ao Sr. Justino
Antonio, collocando no mesmo muro um porfi, Pereira de Faria, quando houver produzido a pro-
urna porta euma janella ; diz que a pretencao do curacao deste para me abocanhar como f-lo por
peticionario s poder ter lugar se ao muro que sua conta.
elle quer levantar for dado a altura e perspectiva No entretanto, vindo no aranzel a que me retiro,
de una frenle de casa regular, tendo as portas e consignadas circumstancias que se prendera a con-
a janella as dmensoes marcadas as posturas em dicao da escriptura de arrendamento, forca que
viger.Mandou-se cordear. o publico conheca o que occorreu a respeito.
Oulro do mesmo, informando o requerimento Por occasiao de vir eu do engenho esta cidade
de Manoel Theodoro Simoes de Carvalbo, que pre- esperar pelo meu genro e fllha, que doRoseguiam
tende levantar urna casa de lijlo e cal na ra da para a Europa, procurou-oie no sitio de minha mi,
povoaeo do Caxang, aproveiUBdo para esse im, onde tafia me achava, o Sr. Justino Pereira de
os alicorees que se acbam feitos na frenle desta Faria, para o fim de arrendar eu o engenho ao re-
ma, e na direccao da estrada declara que taes ferido Sr. Feliciano: ora nisto encherguei logo
alicerces eslao no alinhamento conveniente, e que urna mposicao dsse senhor com predisposico de
conseguinteniente nada ha a oppr a pretencao do urna cilada, urna vez que sabia ser o Sr. Feliciano,
supplieante, e somente lembra a cmara que no alm de seu devedor, dcil aos acenos de sua von-
caso de ser concedida a licenca, deve o peticiona-, tade ; comludo nao pude furtar-me a dar a minha
rio levantar a casa de modo que suas soleims 11- acquiescepcia, mesmo porque trabamos entrado em
quem ao nivel das soleiras da casa fronteira do
outro lado da estrada.-Concedeu-ae no sentido
da ultima parte da informaco.
Outro do fiscal de Santo Antonio, informando fa-
voravelmente o requerimento no qual Antonio Fer-
nandes Duarte de Almeida, pede para ser desondra-
do do imposto que lieou a dever Francisco da Silva
Cardoso, que oceupava com toja de roupa feita a
casa n. 40 da ra do imperador, allegando nao ter
sociedado no estabeleciment, por quanto o que
Attenco
Xarope alchoolico d veame, preparado pelo
pharmaceutico Jos da Rocha Paranhos, estable-
cido com botica na ra Direita n. 88 em Pernam-
buco.
Este xarope incontestavelmenta superior a to-
dos os xaropes depurativos, de coia composicao
o seu maior elemento a salsa parrilla, pois que se
tem conhecido ser o veame mais enrgico para a
prompta tura das molestias* caja base essencial
. pende da purificarao do sangue : assim pois se
lem verificado por muilas-peseoas que se achavam
desengaadas, as quaes achara-se boje restableci-
das eotn o referido xarope Ir.hoohco do veame ;
entreunto que alguns, tendo usado do xarope de
Curinier, de Larrey. de salsa parnlha. de sapona-
ria, oleo de ligado de bacalho, "B outros agentes
desta ordem nada consegu ram. elle de fac
digesfio, agradavel ao paladar e ao olfato. Alguns
mdicos desta cidade e da de Macei o leem re-
coramendado para a cura das
Impigens, tinha, escrophulas,
Tumores, ulceras, escorbuto,
Cancros, sarna degenerada, fluxo alvo.
Todas estas affecces provm de urna cansa in-
terna ; nao ha pais razao algoma era crer qoe el-
las se podem curar com remedios externos. Tam-
bem se prescreve o xarope alchoolico de veame
para o tratamento das affecces do systema nervo-
so e fibroso, taes como :
Gotta, rheumatismo, paralysia,
Dores, impotencia, esterilidade.
Marasmo, hypocondria, emmagrecmenlo.
O xarope alchoolico de veame sobretudo, da
maior utilidade para curar radicalmente, e em
pouco tempo o rheumatismo.
Adverle-se que o verdadeiro xarope s se vende
nesta cidade na botica cima indicada do abaixo
assignado ; e em ouira qualquer parte que se tem
annunciado nao da mesma composicao, e nem o
abaixo assignado se responsabilisa.
Jos da Rocha Paranhos.
Salsa de llristol.
A salsa parrilha de Bristol exerce suas proprie-
dades purificantes por lodo o systema nervoso, neu-
Iralisando o rirw produzido e acctimulado pelas
ulceras, escrophulas, abscessos e tumores, o escor-
buto, assim como todas as mais molestias das gln-
dulas, da carne e da pollo.
A historia desta preparacao tem sido pelo espaeo
de tnnla annos urna serie nao interrompida de cu-
ras as mais admiraveis e felizes. Todo o mundo
medico admitte que o melhor antisptico vegetal
e anti-escorbotico at hoje conhecido, e pdese
com toda a certeza aOancar qoe ani remedio es-
pecial para a cura do rheumatismo e de todas as
affecces dos msculos, tendes e conjura-turas.
Eocontra-se venda as boticas do Bravo & C
e Caors fj Barbosa.
> Para a lacragao.
em
ajustes sobre a venda da metade do engenho,
pagamento do que Ihe era eu devedor.
E, assim foi peloSr. Justino chamado o Sr. Feli-
ciano para tratar-sc do passar a escriptura de ar-
rendamento ; e como se tivesse de realisar a de
venda, tambem entend dever declarar, com filo,
na escriptura de arrendamento, que vendida que
fosse a metade do engenho, restituira as letras ao
rendero, para evitar assim da ter de passa-las ao
Sr. Justino com o meu endosso, circomstancia que
actualmente existe periencenle'ab supplieante 'de me poria ainda delle dependente em quanto nao
moldados, e a casa de que se trata se achava fe- fossem pagas as mesmas letras ; o qoe deixava
chada.Differio-se. alm disto ao Sr. Justino o direito salvo de ir haver
Oulros ($) do administrador do cemiierio publico' outras do rendero, sera mioha garaotia, se qoizes-
da freguezia de S. Loureneo da Malta, remetiendo se qoe elle contiuuasse no engenho.
os mappas dos eoterramentos feitos no mesmo es-1 Nestas condces passa-se a escriptura de arren-
labelecunenlo desde o 1" ao ultimo de abril proxi-; damento do engenho, e deixa-sede fazer o mesmo
mo lindo.Ao procurador. I quanto a de venda da sua meiacao, sabendo perfei-
0 Sr. Barros Reg fez o seguinte requerimento lamente o Sr. Justino o porque.
que foi approvado, ordenando-se ao engenheiro
cordeador para levantar a planta e orear a obra.
Sendo de urgente necessidade a edifica^ao de
Mas no entanto o rendero planta, corre um es-
paco de quasi um anno, e em (ras de abril prximo
passado que realisa-se essa venda, declarando eu
urna eapella no cemiterio de S. Loureneo da Malla, antes de lavrar-se a escriptura que a renda do pri-
CM POICO BE TUDO.
A MANUE1RA DA I.OUCA.
111
E' chegada a fesla da Semana Santa a fesla para
a qual lodos concorrera na roca, buscando os po-
voados, onde ella celebrada rom toda amagestosa
pompa da religio.
A igreja regorgita de gente ; o incens sobe em
ondas perfumadas, e as notas do orgao pejam os
ares de melanclica meloda.
Cessaram por momentos as vozes dos padres, o
os fiis resolgam do silencio e socego da oracio,
conversando baixiiilio sobre o que mais os inipres-
siona.
Repara, Azevedo, como linda aquella moga
de cabellos castanhos, que esta junto do altar. Pa-
rece um anjo, tanto celeste o seu olhar I
A pessoa que assim fallava era um mancebo,
que poderia ler vnte annos. Era alto, com olhos
negros, a tez morena, cabellos prelos e anellados,
e urna pbysionomia varonil e inlelligente. Diriga-
se a ooiro mancebo seu collega, que tera pouco
mais ou menos a mesma idade.
Eram dous esiudanles em ferias.
Luiz era bello, por isso ao mesmo tempo que
iiolava a moca, ora nolado por ella ; ella, porm,
com a natural timidez de donzella nada dizia a sua
companheira, emquanto que elle, cedendo sua
_naiureza fogosa e impressionavel, deixra escapar
aquel le grito do coracao.
Na verdade omito bella, disse Azevedo, de-
pois de contempla-la por algum tempo. -Nao parece
urna nii.-ea da roca.
Poique ? I retorquio- Luiz picado no seu or-
gulho de roceiro. Por acaso nao na roca que des-
abrochara as flores mais lindas por nao ser cres-
tado o selim das suas ptalas pelo ar viciado e cor-
rupto das cidade 1 Assi gurote, meu amigo, que
quando quizer casar-me nao procurarei minha rau-
Iher as cidades, mas sim no campo onde a sua
belleza mais suave e a sua raocidade mais joven.
Desejra que me explicasses o que emendes
por mocidade mais joven "/
Na- cidades o habito de frequntar bailes,onde
se ouvem lodos os dias declarares fastidiosas,
que chamam guenteio e banalidadet douradas ; o
exempio constante das coguettes, cujo nico prazer
fazer conquistas lio depressa alcanzadas como
es^oecidas, tiram o perfume de innocencia, que
deve cercar urna donzella, e roubam-lhe o vico da
mocidade d'alma, deixando-ihe apenas a do corpo,
que justamente a menos preciosa, por ser tambem
a menos duradoura.
Tee razio. Eu tambem nao son desee que
apreciara n'uuia moca e que elle chamam desem-
baraco, e que eo chamarei desenvoltura. Prefiro
aquellas que se cobren) com o veo do pudor, por
jue revelara mal alma e mais pureza de seBti-
meaio.
gt Ainda bem qoe concorda.
Mas cora i.-io nao quero duer que as cidades
tambem nao se eneootrem deseas.
Muito raras wza, has de conesear e por
isso, eu nao quero, tomar a Duvem por Juno, so
me casarei oa roca.
CMARA MIMC1PAL.
AOS i DE
MA10
SESSO EXTRAORDINARIA
DE 1864.
Presidencia do Sr. Barros llego.
Presentes os Srs. Barata de Almeida, Henriques
da Silva, Leal Seve, Gustavo do Reg, Gameiro,
abrio-se a sessao, c foi lida e approvada a acta da
antecedente.
Leu-sc o seguinte
EXPEDIENTE:
Um aviso expedido polo ministro do imperio,
commonicando a cmara municipal desta cidade
para seu conhecimento, que por decreto de 17 de
fevereiro ultimo, houve por bem sua magestade o
Imperador conceder ao Exm. Sr. Dr. Joao Silveira
de Souza a xoneracao que pedio do cargo de pre-
sidente desta provincia, e por carta imperial de o
do marco prximo lindo, nomear para aquclle car-
go ao Exm. Sr. Dr. Domingos de Souza Leao.
Icirada.
l'm offlco do Exm. presidente da provincia, re-
commendando a cmara que informe, alim de ser
meiro anno j nao pertenceria ao comprador por
haver decorrido quasi um anno, c que assim s
restituira cinco letras ao rendero correspondentes
aos annos subsequentes e ainda nao plantados, vis-
to que a presente colheita sendo criada em tempo
anterior, e em que era eu o proprietaro total do
engenho, nao poderia a importancia da renda vir
caber a outrem.
Aqui que houve a ntervencao do Sr. Lauren
tino Jos de Miranda,
indico que esta cmara d suas ordens para ser
feita esta obra com a maior brevidade. Barros
Rogo.
A cmara delerramot mandar ofiiciar ao fiscal
do Recife para fazer com que o commendador Joao
Pinto de Lemos nao contiuuasse com a obra das
casas da ra do Trapiche, as quaes foram ltima-
mente incendiadas, mandando tambera qoe o fiscal
lavrasse termo de achada de infraceao as posturas
contra o mesmo commendador e mestre da dita; tino Jos de Miranda, a quem entreguei em con-
obra, visto que nao havia precedido para ella a ne- llanca as cinco letras para serem vistas pelo Sr.
cessaria licenca. Justino, que teve o arrojo de supp-las negociadas;
A' requerimento do Sr. Rarala de Almeida man-' e aquella declaracao fi-la nao s ao rendero, como
dou-se rocommendar aos fiscaes que inlimassem ao mesmo Sr. Juslino, quando acompanhado de seu
aos donos dos tainos de acougues existentes em filho teve a insania de ntrar-me por casa, o ah
lejas de sobrados, e casas terreas com sotao, para dispensar-me amabilidades da criaco mais apura-
que os fechasso logo que se ultimasse o prazo mar- da, com assistencia tudo isto do Sr. Manoel Ti-
cado pela postura que prohibe taes estabelecimen- burcio de Oliveira.
tos, a qual fra publicada no jornal official de 30 Ora, se Ihe nao faza conta o negocio sem a pri-
de abril ultimo. mera letra, porque o ultimou sera expressa decla-
A' requerimento do Sr. Gustavo do Reg, man- racao da sua entrega tambem ?
dou se officiar ao Exm. Sr. presidente da provincia I E' singular a teima do Sr. Justino em querer ter
pedindo houvesse de expedir suas ordens ao ins-! direito a urna renda anterior, quando a tradiccao
peclor da thesouraria de lazenda, para fazer cassar j da sua propriedade nasce da escriptura de venda,
um titulo de terreno de marinha concedido a Tho- e esta muito posterior ?
m Rodrigues da Cunha e oulros. no lugar do| Mas para isto ha urna cura, e esta existe no jui-
i"n. Campo das Princezas, visto que pela plaota da ci- j zo competente, para oode j fui, chamado sob o
dade faz parte da praca do mesmo campo, c por "
isso nao podia ser concedido.
A' requerimento doSr. Barata de Almeida, orde-
COMMERCIO.
C4IY4 FILIAL
DO
K t ICO DO BRASIL
EM PERNAMBUCO.
A directora da caixa filial do banco do Brasil
nesta cidade, administradora da massa fallida de
Joaquim Franeisco de Mello Santos, convida es ere-
dores da mesma massa para apresentarem seus t-
tulos at o lira do corrente mez, afim de serem
convenientemente examinados e proceder-se-ha ao
pnmeiro dividendo da referida massa.
Recife 4 de junho de 1864.
Jos Mamede Alvcs Ferreira.
Secrelario
Alfaudega
Rendimento do da I a 7........ 171:351*231
Memdodia8................. 35:135*479
06:4875710
Hoviitieufo da alfaudega
ca da thtor seguinte
Julgn provada a ausencia de Francisca Joaqui-
na Lobo, pelo qoe se passe carta de editos por 30
dias, e pague a justificante as cusas.
Recife, 24 do mao 1864.Herroogeoes Scra-
tes Tavares de Vasconcellos.
Em consequencia desta sentenca o escrivo fez
passar o presente por bem do qual intimo e hei
por intimada a supplicada Francisca Joaquina
Lobo para que compareca neste juizo dentro do
prazo de 30 dias de que falla a sentenca cima
transcripta, para ver proceder-se o inventario de
que trata a peticionaria.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei passar o presente rju ser publicado e
afiliado no lugar publico do costume.
Dado e passado nesta cidade do Recife de Per-
nambuco, em 27 de maio de 1864. u
Eu, Joao Saraiva de Araujo Galvao, escrivo o
subserevi
Heimogenes Scrates Tacares de Vasconcellos-
A inspectora da alfaodega desta cidade, em
vrtode da portara da thesouraria de fazenda n.
67 de 28 de maio proxirao passado, precisa contra-
tar para o expediente da mesma reparlico no an-
no linaneciro de 18644865, os objetftos declara-
dos na relaco que esle segu.
Os pretendentes deverao apresenlar suas propos-
tas em carta fechada at o dia 13 do corrente.
Alfandega de Pernambuco, 1 de junho de 1864.
O segundo escripturario, Caetano Gomes de S.
Objectos para I guardamoria.
Lonas.
Brias.
Bandeiras para signaes de i e 3 pannos.
Oleo de lindara.
Tintas preparadas a oleo.
Ditas em p.
Rreu.
Aleatrao.
Verane
Fio de algodao.
Tljolo para limpar forrageds.
Piassaba.
Estoupa.
Cera em grume
Graxa ou sebo
Cadano estreito
Cadarjo largo
Azarcao
Tai xas de bomba
itabos de dilferentes qualidades e grossuras.
Folhas de cobre ou metal.
Pregosde ferro e cobre de dilferentes tamanhos.
Azeite de carrapato e de coco.
I.aniel na- ou pharoes.
Forquelas de ferro.
Crrenles de dilferentes grossuras.
Ferros de differenles tamanhos.
Remos de 12, 14 e 16 ps.
Louca de mesa e cosinha.
Para o servico da capalasia.
Livros em branco para os armazens.
Azeite doce para os guindastes.
Tinta roxo-Ierra em p.
Brochas para pintura.
Verniz de carvo de pedra.
Paia o expediente das secgees.
Cadernos em papel pautado para os extractos
dos mappas.
Papel greve pautado.
Dito dito liso, e de lindo.
Dito mata-borro.
Pennas de a$o.
Ditas de aves.
Lapes preto.
Dito de cores.
Canelas.
Tima preta para escrever, e titila roxa.
Dilas carmisim.
Ara preta.
Obreias.
Reguas.
Cadarcos.
Caivetes e raspadeiras.
O Dr. Manoel Antonio dos Passos e Silva Jnior,
juiz municipal e provedorde capellas e residuos
do termo de Olinda, em virtude da lei etc.
Faco saber aos que o presente virem. que pe-
lo delegado de noticia deste termo me foram re-
metlidus dous cavallos furtados apprehendidos a
Joao Garap e outro, sendo um grande, mellado,
dinas branca?, castrado e novo, e outro castanho
e velho ; os quaes havia posto era deposito desde
o da 3 do mez prximo lindo, sem que at o pre-
sente tenha apparecido dono, pelo que mandei
passaro presente pelo qual se chama a quem direito
a elles livor a vir reclmalos perante este juzo
no termo legal, sendo esle afflxado no logar do
costme e publicado pela impreosa.
Dado e passado nesta cidade de Olinda sob raen
signal e sello deste joizo, valha sera elle excaosa
aos 7 de junho de 1864.
E eu Francisco das Chagas Cavalcanti Pessoa,
escrivo da provedoria o escrevi.Manoel Antonio
dos Passos o Silva Jnior. Valha sem sello.
Passos Jonior.
Vol ornes entrados com fazendas.
i com gneros.
Volumes sahidos
com
com
fazendas.
gneros..
133
048
-----781
157
941
1,098
satis"reita"a"reslucao da assemblea provincial, se nou-se ao secretario qoe mandasse assignar o dia-
nas alteracoes operadas na planta desta cidade de no oUlcial (Jornal do Hectfe) para a cmara.
1855 1856, ha relaces entre essas alteracoes, e I Despacharam-se as pet.coes de Antonio Fernn-
os terrenos de maririha concedidos ao engenheiro des;dc; Almeida. Dr. Angelo Henriques da Silva,
Jos Mamede Alves Ferreira, e saberse se as refer- Antonio Jos Mauricio, Antonio Bernardo V.e.ra,
das alteracoes foram fetasnantenco de rehaver-se, Aniceto Elias do Livramenlo Alejandrino de Fi-
eles terreno ou se Ihes dar melhor forma, ou I gueiredo Lima, Antonio Ricardo do Reg, Domin-
mais vantageis.-lnteirada por qoanto o Sr. pre- gos Jos Barbosa, Francisco do Assis Pereira Frei-
sidente da cmara j havia mandado expedir or
dem ao engenheiro cordeador para em vista das
plantas informar qoaesquer alteracoes qoe por ven-
tura hoovessem sido feilas.
Oulro do mesmo, remetiendo por copia o do ca-
pilao do porte de 30 marco oltimo, recommenda a
cmara para que d as providencias necessanas
conforme no mesmo offieio exige o referido 'capi-
to do porto, afim de serem removidos para outros
lugares, como convem ao transito publico, os ob-
jectos que se acham depositados as ras e pateos
prximos ao caes do Forle do Mallos.Inteirada
por j se haver providenciado.
Outro do mesmo, cominunicando que tendo ue
reunirse no dia 17 de abril Da igreja matriz da
freguezia de Santo Antonio os eieitores das irc-
guezas deste municipio, para a eleicao de um de-
putado assemblea geral pelo primeiro distnclo
eleitoral desta provincia, recommenda a cmara,
que, para esse fim d as convenientes providencias,
de conformidade com os artigos 58 o 72 da lei de
19 de agosto de 1846.Inteirada, por j se ter
cumprido.
Outro do mesmo, communcando haver por bem
sua magestade imperial nomea-lo por carta impe-
rial de 5 de marco ultimo, para o cargo de presi-
dente desta provincia..nteirada.
Oulro do mesmo, communcando a cmara para
seu conhecimento, e lns convenientes, que, segun-
do constou-lhe do aviso da reparlico do imperio
de 9 de marco proxirao lindo, foram apprevadas
pela cmara dos senadores as eleicoes do eieitores
que se procedern as fregueaias deste municipio
no dia Io de novembro ultimo, para eleger um sa-
nador.inteirada.
Outro do mesmo, devol vendo a cmara munici-
pal, competentemente approvada a planta que para
re, Franklin Benjamn Tdeotonio Peixolo, Francis
co Ignacio Tinoco de Souza, Francisco Ferreira Ra-
mos, Firmino Jos, bacharel Francisco Leopoldino
de Gusmo Lobo, Francisco Jos Cabral, Felippe
Santiago Cavaleanii, Gustavo Adolpho Normando,
Hermenegildo Agatonio Nones Vianna, Hermene-
gildo Eduardo do llego Monteiro, Joaquim de Sou-
za Maia (2), Joao Maria Seve, Joo los Pacheco,
Jos Pereira Vianna, Jos Joaquim de Pinho Mon-
donga, Innocencio Garca Chaves, Jostino Jos de
Sooza lampos, John Donnelly, Jos Caetano de
Alboqoerque, Jos Augusto Leal e D. Rosa Gon-
calves de Jess. Manoel Antonio de Carvalho (2),
Manoel Vctor de Jess da Malta, Miguel Jos Ro-
drigues Braga, Manoel de Miranda Castro, Pedro
da Hora Santiago, Romo do Reg Barros, Rufino
Manoel da Cruz Cousseiro, Theodoro Benson dos
Santos, e levantoa-se a sessao.
Eu Francisco Canoto da Boa-Viagem, secretarlo
a sobscrevi.- Barros Reg, presidente.Henriques
da Silva.Cosario de Mello.Mello.Reg.-Leal
Seve.Gameiro.
nome do Sr. Feliciano. All se allegaro as razes
e o direito ha de ser reconhecido sem valeren) so-
phismacoes dos seos principios mais correntes ; e
assim ficarei livre dessa commandita qoe ahi se
levanta contra mim.
Em conclosao, deixando o Sr. Feliciano, peco ao
Sr. Justino Pereira de Faria que se o offendi, se o
illudi, se fui ingrato para comsigo, capitule a sua
aecusaco com leaidade, deixando a sombra de um
mogo de quem se diz amigo, e a quem vai fazendo
de instrumento sob a impulso de querer extor-
quir-me 700*000.
Peco a publicacao destas linhas do que Ihe agra-
decer o seu assignante obrigado,
Jos Candido de Barros.
Recife, 7 de junho de 1864.
Descarrogam no dia 9 de junho.
Escuna hespanhol-Pnscd-farinha de trigo.
Barca inglezaCity of the Sultnfazendas.
Brigoc portuguezConstantemercadorias.
Urigue nacionalLibci ulcarne de charque.
Barca porluguezaLaura mercadorias.
Brigue inglezCalderassucar.
Hecebedorla de rendas Interna
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 7........ 7:6255278
dem do da 8................. l:176Jlbl
8:8015439
Consulado provincial.
Rendimentododiala 7 ......... 24:9345122
dem do dia 8................. 5:2905/31
30:22.4*853
MOVIMENTO DO PORTO.
PUBLICARES A PEDIDO,
Ao distinelo e especial corpo eleitoral desta
proviKJa.
f aixa filial do banco 4o Brasil em Per-
nanbucft (*)
BALANCETE EM 31 DE MAIO
ACTIVO.
Accionistas do banco do Brasil.
Entradas nao rea-
lisadasdelOXIOO
aeces tocafisa-
dan na provin-
cia ... .......
() Por falla de espaeo deixou
hontem.
Candidato senatoria o Dr. Joaquim Saldanha
Marinho, dirigi cada om dos dignos eieitores es-
peciaos desta provincia, a circular abaixo trans-
cripta -. mas podendo acontecer que, rauitas das
mesmas circulares, por circumstancias que se nao"
pode prevenir, nao tenham chegado, e que agora
mesmo nao cheguem ainda a seus destinos, por
isso faz-so a presente declaracao, pedindo-se ao
mesmo. tempo desculpa de faltas que possam appa-
recer e notar-so, e de que jamis deve ser respon-
savel o mesmo Dr. Saldanha Marinho, -que s tem
motivo para confessar-se eternamente grato, ao
distincto e especial corpo eleitoral desta provincia,
queja urna vez o acolheu benigno.
Illm. Sr.Tendo solicitado do corpo eleitoral de
nossa briosa provincia a admisso de meu obscuro
nome na lista trplice que foi offerecida ccra na
ultima eleicao, consegu isto, 9 do modo o mais no-
bre e lisoogeiro miro, que por tao grande consi-
derado me confesso eternamente agradecido. Da
tribuna parlamentar eu me dirig aos eieitores de
minha provincia, e Ibes tributei abomenagem devi-
de ser publicado da pelo titulo de suprema honra que rae haviam
A Redacro. .1 concedido.
DE 1864.
*:Mtt|O0O
Navio sahitio no dia 7.
Parahyba -Barca ingleza Union, capito Williara
Ilard, em astro.
Navio entrado no da 8.
Penedo por Macei3 das, e do ultimo porlo 24
horas, palhabote nacional Sobralense, de 97 to-
neladas, capito Antonio Gomes Pereira, equipa-
gem 7, carga pedra de amolare outros gneros;
a C. C. Moreira.
Navios salados no mesmo dia.
Ro da PrataBarca nacional tris, capito Joaquim
Monteiro Meirelles, carga assucar.
Liverpool por Macei Barca Ingleza Margaret
capito G. Averv, em lastro de assucar.
Canal pela ParahybaBrigue dlnamarquez Fortu-
na, capito Reimer?, em lastro de assucar.
DECLARARES.
Santa Casa
do
EDITAES.
O Dr. Hermogenes Scrates Tavares de Vasconcel-
los, juiz municipal de 1* vara do civel, nesta ci-
dade do Recife de Pernambuco, por S. M. Im
penal e constitucional o Senhor D. Pedro II,
que Dos guarde, etc., etc.
Faco saber aos que o presente edital virem. que
D. Ignacia Maria de Freitas me dirigi a pelicao
do theor seguinte : Illm. Sr. Dr. juiz municipal
da primeira vara. Diz D. Ignacia Maria do Fre-
tas, que para proseguir nos ulteriores termos do
inventario que requereu por esle juiso, escrivo
Saraiva, por fallecimento de seu marido Luiz An-
tonio de Freitas, se Ihe faz preciso provar a ausen-
cia da cohordeira filha do primeiro matrimonio do
predito seu marido, afim de que nlo comparecen-
do, se Ihe d o necessario curador e por isso re-
quer V. S. se digne admitti-la a justificar o se-
guinte :
Que a coherdeira Francisca Lobo, filha do pri-
meiro matrimonio do inventariado com Roza de
Aguiar Lobo, se acha ausente em lugar nao sabido,
tanto que tendo daas (libas naturaes estas igno-
ran) completamente o lagar onde a mencionada
sua mi se acha : nestes termos, a supplieante
da Misericordia
Recife.
A Illm.ajonta administrativa da Sania Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico, qoe
no dia 9 do corrente mez pelas 4 horas da larde
na sala de soas sesses contina praca do ar-
rendamento das casas abaixo declaradas perten-
centes ao patrimonio de orphos por tempo de 1
3 annos. Os pretendentes devera comparecer
acompanhados de seus fiadores ou munidos de
cartas destes.
Ra do Imperador.
N. 2 particular e 81 publico, dous an-
dares......... 1:202:000
Largo do Paraizo
N. 4 dito e 29 dito, dous andares .. 9025000
Ra das Larangeiras.
N. 5 dito e 17 dito, casa terrea .. 2055000
Ra Velha.
N. 8 dito c 32 dito, casa terrea.. .. 2045O0O
Ra de S. Goncalo.
N. 10 dito e 22 dito, casa terrea.. .. 183*000
Ra do Pirei.
N. 13 dito e 39 dito, casa terrea .. 104*00o
Ra do Vigario.
N. 72 dito e 27 dito, dous andares .. 603*000
Ra da Scnzala Velha.
N. 78 dito e 136 dito, dous andares.. 651*000
N.80 dito e 132 dito, dous andares., 410*000
N. 82 dito e 16 dito, casa torrea.. .. 201*000
Ra da Guia.
N. 84 dito e 19 dito, casa terrea.. .. 125*000
Roa do Pilar.
N. 91 dito o 10o dito, casa terrea.. .. 163*000
N. 94 dito e 99 dito, casa terrea.. .. 254*000
N. 105 dito e 94 dito, casa terrea.. .. 173*000
Rosarinho.
N. 3 particular, casa e sitio..
Mirueira.
322*000
213*000
N. 4dito, sitio..
Secretaria da Saota Casa da Misericordia do Re-
cife. 4 de junho de 1864.
0 escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
o administrador da recebedoria de rendas
internas geraes, declara que neste corrente mez
de junho que os devedores dos impostos de 20
por cenio s.bre lojas, casas de descont, etc., so-
bre casas de movis, roupas, etc f ibricadas em
paz estrangeiro e da decima das corporaces de
mo mora, teem de pagar as respectivas quotas,
sera mulla, relativas ao 2 semestre do corrente
exercicio, e qoe lindo o referido mez ficam su-
jeitos mulla de 3 por cont.
Recebedoria de Pernambuco, 6 de junbo de
1864.
Manoel Carneiro de Sooza Lacerda.
Consalado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co, que os trinla dias uteis para pagamento boca
do cofre do segundo semestre do anno flnanceiro
vigente de 1863 1864 dos impostos da decima dos
predios urbanos das freguezias desta cidade, e da
dos Afogados, de 20 por cento do consamo de
agurdente, e de 5 por cento sobre a renda dos bens
de raiz pertencentes a corporaces de mo morta,
se principiam a contar do 1 de ionho vindouro.
Mesa do consolado provincial dePernamboco, 25
de maio de 1864,
Antonio Carneiro Machado Rios.
Administrador.
MUTILADO
i



Diarlo de Peraanbae* ti lata lelra de Jnah* de 184.
coMpanhia
DO
No di 15 do correte, petas 12 horas
do da, ter lugar no escriplorio da Com-
panbia rita do Cabaga i arrematado
do reodimeato dw&rkes e bicas por
bairros ou ioi*U*le |wr espado de um
anno, sobaste e odicSes abaixo trans-
criptas ; os Srs. licitantes comparecam com
seus fiadores o ddtro0o dos mesmos no
mencionado dia, detendo ser as propostas
era carta fechada apresentada na mesma oc-
casi3o ou antes no escriplorio onde melhor
se devero esclarecer e informar.
fiases sobre as quaes se deve lancar.
Bairro do Recife.
Chafariz e bica do caes da al -
fandega.......5:400d000
Dito da ra da Cruz. 6:5005000
Dito da rua do Brum. 4:1001000
Dito do Forte do Mattos e bica. 3:3905000
19.-390i.000
Bairro de Santo Antonio.
Chafariz do largo do Carmo. 9:6005000
Dito do largo do Paraizo. 6:5005000
Dito do largo do Passeio Pu-
blico........4:2505000
Dito da ra do Sol. 3:2005000
Dito da ra da Concordia. 4:1005000
27:6505000
Bairro da Boa-Vista.
Chafariz e bica do Caes do Ca-
pibaribe........4:6005000
Dito da ra da Aurora. 2:4005000
Dito da caixa d'agua dos Pires. 6:5005000
Dito da praca da Boa-Vista. 6:0005000
Dito do largo da Soledade. 1:5205000
21:0205000
Bairro de S. Jos.
Chafariz do largo da Ribeira. 12:0005000
Dito da ra Imperial. 6:1005000
Dito do meio do aterro dos
Afogados. ...... 2:0005000
20:1005000
Bairro dos Afogados.
Chafariz do largo di' Nossa Se-
nhora da Paz.....4:1000000
Cidadc Nova de Santo Amaro.
Cliafariz junto a rampa de Starr
*C........2.0005000
Passagem da Magdalena.
Chafariz do largo do viveiro 6OOSO0O
Condl^es.
1.a
A arrematado ser feita por espago de
um anno a contar do 1" de jullio de 18b' 4.
2.a
O pagamento Cmnpanhia ser feito em
prestaces mensaes dividindo-se pelos 12
mezes o proco da arrematarlo em letras as-
signadas pelo arrematantes e seus dadores,
ilm do respectivo termo assigoados pelos
mesmos.
3.a
O arrematante nao poder vender agua
por mais do estipulado de 20 rs. por balde,
e ser obligado a dar agua para beber a
quem de passagem a pedir.
4.a
O arrematante nao poder vender agua
tora do permetro de sua arrematago, mas
dentro delle pode fa/,e-lo di forma que qui-
zer ou llie convier, nunca faltando a venda
ao publico nos chafarnos.
5.a
O permetro ou limites do terreno da ar-
rematado da venda d'agua ni freguezia da
B i a-Vista ser o seguinte : comegando pela
ponte da Boa-Vista seguir pela rua da Au-
rora at a primeira ponte depois do Gim-
nasio, d'ahi seguir em liaba recta ao sitio
dos herdeiros do fallecido Francisco Joaquim
Pereira de Carvallio, d'ahi seguir pela es-
trada do Ponibal, e pelo travessa do Boi at
a ponte do Maoguinho, d'ahi pela estrada
abaixo al o sitio dos herdeiros de Luiz
Comes Ferreira, c d'ahi em seguimenlo da
diviso do sitio dos ditos herdeiros de Luiz
Comes com o sitio da fabrica do rap at o
rio Capibaribe, e d'ahi para bailo seguin-
do a margem esquerda do dito rio at a pon-
te da Boa-Vista. Adverte-se que esta linda
divisoria segu sempre pelo centro das es-
tricta) de maneira que a parte da estrada
que ficar alm da dita linha nao pode fazer
parte do terreno que comprehende a arre-
mataco. Da Cidade Nova de Santo Amaro
principiar da da segunda ponte da rua da
Aurora at o largo da capella de Santo
Amaro, d'ahi seguir pela estrada nova de
lnda comprehendendo um e outro lado da
rua at encontrar no sitio dos herdeiros do
fallecido Francisco Joaquim Pereira de Car-
valho.
6.1
O permetro da arrematado para as fre-
guesas de Santo Antonio, Recife e S. Jos
-serao comprehendidas na diviso de cada
urna deltas. A dos Afogados comprehen-
dersomente aruiDireita al Giqu pelo
lado do norte at a igreja do Remedio, e pe-
lo sul at a ponte de Motooolomb. Os ar-
rematantes n5o tero direito aos chafarizes
e penas d'agua que durante o prazo da arre-
matado se houverem de abrir fura dos pe-
rmetros cima marcados, e taes chafarizes
e penas d'agua ficarao cargo da adminis-
traco.
7."
Os arrematantes nao poderao pedir in-
demnisaco alguma quanilo por occasio de
qualquer reparo ou concert no encanamen-
to haja diminuicSo ou falta d'agua^ft p pra-
zo de 24 horas e smente ter direito a re-'
lmar alguma indcmnisaclto pelo lempo
qGe exceder a este prazo.
Escriptorio da Companhia de Beberibe, 7
de junho de 1864.
O escriturario,
Marcolino Jos Pupe.
A rremata -
ClO.
6
A arremataco do engenho Pintos, j an-
nunciada por este Diario, cou transferida
parasabbado da presente semana, 11 do
corrente mez.
__Acha-so depositad-} pela subdelegada da fre-
guezia dos Afogados, um cavado ruco pedrez e
castrado : quem se julgar com direito ao mesmo,
cjmoareca, que provando, Ihc ser entregue.
O subdelegado,
Jos Rjberto de Moraes e Silva.
__A tbesourarla provincial contrata no dia 9 de
junho prximo vindouro o fornecimento dos objec-
tos precisos para" o expediente das diversas repar-
tidos provmciaes no exerciclo de 1864 1865.
Coiselho al iaistralivt.
O conseibo administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos
segulntes:
Para o arsenal de guerra.
Cornetas de loque com volta e bocal 11, cuitados
de amarello de 23 a 28 palmus de comprimeoto e
de 16 polegadas de largura 6, castadlnhosdc ama-
rello com 26 a 28 palmos de comprimeoto c de 16
18 polegadas de largura 6.
Para o corno de guarnicao.
Cubos ODOdorio hermticamente fechados, 6.
Para o corpo de guarnicao da provincia do
Cear.
Bandas de lia com 12 palmos de comprimento
13, casimira verde oovados 39, colchetes pretos pa-
res 312.
Quem quizer vender taes objectos aprsente a
sua proposta em carta fechada na secretaria do
conselho,s 10 horas da manhaa do dalo de junho
: prximo vindouro.
Sala das sessesdo con sel ho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 8 de junho
de 1864. .
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente
Sebastiao Jos Basilio Pyrrho,
Vogal secretario.
Conselho administrativo.
Ooonselho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra.^em cumprimento do art. 22 do
reglamento de 14'de dezembro de 1833, faz pu-
blico que foi aceita a proposta do Sr. Caors 4 Bar-
bosa, de medicamentos e mais objectos pela qnan-
lia de 667J200 rs. para serem recolhidos no hos-
pital militar no dia 11 do corrente as 10 horas da
manhaa.
Seretaria do conselho administrativo para forne-
cimento do arsenal de guerra, 8 de junho de 1864.
Sebastiao Jos Basilio Pyrrho.
Vogal secretario.
No dia 10 do corrente em audiencia
do juizo de orphos tiesta capital, ser ar-
rematado o arretidamento do engenho Brum
pertencente aos herdeiros do casal do falle,
cido Joaquim Jos de Miranda. Os pre-
tenderes que se tiverem habilitado como
j se annunciou ser preciso, podero con-
correr a essa praca.
Por execuco do cirurgiiio Francisco Jos da
Silva tem de serem arrematadas por venda doas
casas terreas de pedra e cal, sitas na rua da Casa
Forte, penhoradas a Rozendo Alvos da Silva pelo
juizo da 1 vara, escrivo Malta : a arremataco
ter lugar no dia 10 do csrrente, depois da au-
diencia.
Gonselho de compras navaes
Tendo o conselho de fazer os contratos abaixo
declarados convida aos pretendentes apresenta-
rem suas propostas em cartas fechadas no dia 11
do corrente mez ateas 11 horas da manhaa, em
que os mesmos contratos teem lugar.
Por tres mezes findos em setembro do corrente
anno.
Da lavagem de roupa dos estabeleciraentos de
marrana, e do fornecimento de fardamentos, aos
! aprendize artfices, imperiaes marinheiros, apren-
dizes ditos, fuzileiros navaes, africanos e africanas
j livres, composto o fardamento do seguinte: blu-
sas de algodo azul, blusas de brim branco, bo-
nets de uniforme, bonels do servico, calca> de
brim branco, caigas de algodo azul, calcas de
panno azul, cobertores de lia, colchas de algodo,
camisas de algodoznho branco, colchoes de linho
cheios de pallia, frdelas de panno azul, fronhas de
algodoznho, lences de dito, lencos de seda prcta
para gravata, sapatos fetos no paiz, saceos de
guardar roupa, e travesseiros de linho cheios de
palha, para os aprendizes artfices: calcas de brim
branco, calcas de algodo azul, camisas do brim
branco, camisas de algodo azul, caigas de panno
azul, fardetas de dito, lencos de seda preta para
grvala, sapatos feitos no paiz, e saceos de lona
de marinhagem, para os imperiaes marinheiros e
aprendizes ditos; bonets de chapa c palla, caigas
de brim branco, caigas de panno azul, camisas de
brim branco, fardetas de panno azul, fardetas de
brim branco, grvalas de couro de lustre, po-
lainas de panno preto, e sapatos feitos no paiz,
para os fuzileiros navaes, calcas de algodao azul e
camisas domesino panno, para os africanos livres;
camisas de algodozinho, e saias de algodo azul,
para as africanas livres.
Devero os objectos de fardamento de manufac-
tura ser feitos de conformidade com s medidas
que se daro aos contratantes ou contratante.
Por doze mezes lindo em junho do anno prxi-
mo vindouro.
Do aviamento dos receituarios das enfermaras
de marinha e dos africanos livres, dos servigos
de barbeiro s mesmas enfermaras, e do for-
necimento de ambulancias aos navios da ar-
mada.
Faz o conselho estes contratos sujeitos ap-
provago do Exm. Sr. presidente da provincia, e
por ellos icam cargo dos contratantes a multa
de 10 % no caso de demora na entrega dos objec-
tos, ou do nao serem os servigos de que se ineum-
bircm feitos no devido tempo, e de 20%. pela falta
de supprimcnlo dos objectos, serem estes de m
qualidade, ou nao forem os ditos servigos presta-
do, ou feitos de forma conveniente : acrescendo
para o contratante do servico da lavagem de rou-
pa ficar-lhc tainbem a carg o pagamento da im-
portancia das pegas que se extraviarem.
Sala do conselho de compras navaes, 7 de junho
de 1861.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
iito.
O palhabote Garlbatdi tem j parte da carga ea-
1 gaiada, e para o restante trata-se J
com Taeo Ir-
maos.
Para Praedo.
O hiate AmeUa, segoe por estes das :
eom o oapitSo na rua do Vigario n. 5.
a tratar
Para a Baha
pretende seguir com muita brevidade a escuna na-
cional Carlota, tem parte de sen camgamcnto
prompto : para o resto que lhe falta, trata-se com
os seus consignatarios Antonio Luis de CHivera
Azevedo 4 C, no seu escriptorio rua da Cruz nu-
mero 1._________________________________
Para o Rio Grande do Sal
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Carolina, tem parte do sen carregamento
prompto : para o rest que Ihc falta, trata-se com
o capito Beiarmino dos Santos Pinnelro a bordo,
ou na praga do commercio.
Para Lisboa e Porto
Sahir com brevidade a barca nacional Hartan-
na ; recebe carga a frete, e tem excellentes com-
modos para passageiros : trata-se no escriptorio
de Manoel Ignacio de Oliveira & Filho, no largo
do Corpo Santo n. 19.____________ .
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o veleiro e
bem conhecifa palhabote nacional Pieade, tem
parte do seu carregamento engajado : para o res-
to que lhe falla e escravos a frete, para os quae-
lem excellentes coraraodos, trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
rua da Cruz n. 1.
LEILAO
. DE
Jtias, esCMvts e terreo
Um rico aderego de ouro com brilhantes, 2 di-
tos com palas, 2 pulceras de ouro, 1 dita de co-
?J.alete, l^jar de brincos, 2 aneis, 2 pares
towes, 1 habto, I relogio e corrente de ouro,
urna salva, 1 paliteiro, 1 espevitadera eom ban-
ocija e 1 meio adereco de prau.
Urna escrava crioolapor nome Guilhermina, 42
annos.
ma cria dem per nome Loiza, 3 annes.
tm terreno na rna do Seve ontr'ora raa 4a
iJniao, com S7 palmos de frente, 750 de fundo, i
com uma pequea casa, junto a casa que foi do
Tallecido tenente-coronel Gomes Leal pelo norte c
pelo snl junto a casa da viuva do Dr. Navarro.
Sella-feira 1 o de juuho as 10 \ |2 liars
O agente Pinto aatorisado pelos administradores
(la massa failid* de loaqmm Jos da Silveira, far
na dos objectos cima mencionados pertencen-
tes a mesma massa, s 10 1|2 horas do dia 10 de
junho iv) armazem da rna da Cadeia do Recife n.
24. junio ao Becco Largo.
GRANDE FABRICA
CHAPEOS DE SOL
De J. Falque.
4-RUA HO CRESPO--*
Esta fabrica, a mais antiga e acreditada d'esta capital, acha-se de novo montada com nm
variado sortimendo de chapos de sol inglezes e francezes, assim romo de tuo quanio diz resneito
sua pronsfo, como seja superiores sedas, alpacas e panno, de todas as cores e qualidades, ar-
magoes e mais prepares para apromptar chapeos de sol vpntade dos freguezes que se dignaren) de
honrar esle estabelecimento.
Cobre-se e concerta-se teda e qualquer qualidade d'estes arligos com a maior perfeigo e pres-
teza, e tudo por pregos muito rasoaveis.
Bonito sortimento de bengalas precos cemmodos.
4 Hu do Crespo 4
LEILOES.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do norte espera-
do at o dia 17 do corrente o va-
por Oyapock, commandante Pe-
dro Hypolito Duarte.o qual depois
da demora do costume seguir
do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
das e dinheiro a frete at o dia da sabida as 2 ho-
ras : agencia, rua da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & Ca-
para os portos
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
E'-esperado dos portos do sul
ate o da 14 do corrente o vapor
Apa, commandante o primeiro
tenente Alcanforado, o qual de-
pois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebera-se passageiros e engaia-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 2
horas, agencia rua da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C._______
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavr-gaci costelra a vapor.
liba de Peruana1* de Virooa.
No dia 14 de iuntio prximo,
ao meio dia, seguir um dos va-
pores da companhia para o pre-
sidio de Fernando de Noro-
nha.
Para o Rio de Janeiro
o novo e veleiro patacho Polycena, capillo Cypria-
no Antonio de Quadros, segu com brevidade ; re-
cebe carga a frete e encravos, para os quaes tem
excellentes commodos : tratase com Miguel Jos
Alves, rua da Cruz n. 19.______^________
Rio dfe Janeiro.
O brgue Trovador segu com brevidade, rece-
be carga e escravos a frete : trata-se com os con-
signatarios Marques, Barros & C, largo do Corpo
Santo n. 6.
pnra o Rio de Janeiro
O brigue Belizario segu precisamente pera o
indicado porto, sabbado 11 do corrente, anda re-
cebe carga e escravos a frete : trata-se com os con-
signatarios Marques, Barros & C, largo do Corpo
Santo n. 0.
Pura Lisboa pela illu de S. Miguel segu
pom muita brevidade o briguo portugnez Ftorinda,
capito Joaquim augusto de Souza. Recebe carga
a frete para ambos os portos : a tratar no esenp
torio de Amorim Irnos, rua da Cruz n. 3.
JII
Quinta feira 9 de junho s 11 horas
raa da Cadeia armazem n. 53
DF.
urna escrava de nome Thereza, idade 35
annos ou menos, lava bem de varrela e
sabo e cosinlia, engomma pouco.
Urna mobilia de amarello e outra de Jaca-
randa novas.
Pele agente Euzebio se vender em leilo pelo
maior prego que se adiar urna escrava com habi-
lidades e bem sadia, os pretendentes aproreitcm a
occasio que conveniente.
LEIL40
A DE
1 sof, 1 mesa redonda, 2 bancas, 1 mesa
para junto de sof e 14 cadenas de ja-
caranda, 1 sof, 10 cadeiras de amarel-
lo, 12 i ni i le ras de angico, 2 cadeiras de
balanco, 2 ditas de descanco, 1 sof e
18 cadeiras de mogno, 1 mesa elstica.
1 apparellio de louca parajantar, 1 can-
dieiro do gaz, 1 apparador, 1 guarda-
louea envidracadu, 2 guarda-vestidos, 2
commodas, 2 camas de ferro, 1 cabide,
cama franceza de Jacaranda, 1 berco, 1
estante, 1 toucador de jacanand. 1 ba-
rmetro, 4 quadros com gravaras, 1 se-
lim, 1 silho c muitos oulros objectos.
IIOJE
O agente Pinto autorisado por um cstrangeiro
que se retira para Europa, far leilo de todos os
movis cima mencionados, existentes no arma-
zem da rua da Cadeia n. $%. esquina do Boceo
Largo, oude se effoctuar o leilo no dia quinta-
fera 9 de juuho.
LEIMO
Sabbade II de janhe s II horas
raadaGftdeian. 53
DE
Urna casa terrea, chaos foreiro,
rua do A rago n 5.
Por intervengo do agente Euzebio se randera
em leilo pelo maior prego que se achar a casa
terrea d. 3 sita rua do Arago n. 2, com 2
portas e janella, portadas de pedra, tem 28 palmos
de frente, 2 salas e 3 quartos em baixo, um soto'
sala, um quarto grande e outro mais pequeo e
90 de fundo, rosinha tora e mais um quarlo junto,
cacimba grande com boa agua, quintal soffri vel.esta
casa est bem edificada attendendo aos grandes
commodes internos e junto de quasi todos os esta-
belecimentos que fornecem os objectos a necessi-
dade da vida, por ,isto mesmo qoe se encom-
menda a attengo do respeitavel publico afim de
que aproveitem a opportuoidade.
AVISOS DIVERSOS.
Instituto Arekeologlco e Geo-
grapliico Pernanibucano.
Haver sesso ordinaria quinta-feira 9 do
corrente, s H horas da manhaa.
Secretaria do Instituto, 6 de junho de
1864-
J. Soares d'Azevedo,
Secretario perpetuo.
Acaba de chegar casa de J. Falque, um completo sortimento dos melhores alboos para retra-
tos que se possa encoutrar, e por pregos commodos, sendo para 30 100 retratos.
Assim como albuos para desenho, escripta e msica, muito ricos e por isto muito proprios para
presentes.
4RUA DO CRESPO4
DE
Um predio.
HOJE.
O agente Pestaa Icgalmunte autorisado vende-
r por conlae risco de quem pertencer urna casa
de taipa coberta de tena sita na povoacao da
Varzea, tendo 2 salas, 2 quartos, rosinha 'fra e
um terreno com 18 palmos de largura e 280 de
fundo inclusive a casa, com alguns arvoredos de
fructo, foreiro a irmandade do Santlssimo Sacra-
mento da referida freguezia : quinta-feira 9 do
crrante pelas 11 horas junto da associagao com-
mercial; os Srs. pretendentes que quizerem qual-
quer esclarec ment poden) dirigir-se ao agente.
LEILO
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DE
calxas eom eebolas.
HOJE.
O agente Pestaa vender por cont.1 de quem
pertencer 30 caixas com ceblas : quinta-feira 9
do corrente pelas 10 horas da manhi no arma-
zem do Annes.
HO*fi;
Quinla-feira 9 de jaoho s 11 horas do
diana rua da Cadeia. 53.
DE
Urna escrava crioula de nome Mara, idade
35 aunos, sabe cosinhar, propria para
todo servico.
Por intervengo do agento Euzebio se vender
em leilo urna escrava crioula de nome Mara,
benita figura.
LEILO
DE
Um rico collar de ouro com 30 brilhantes
(obra prima), 1 apparelho para cha, 1
bandeija, 1 paliteiro tudo de prata do
Porto e um relogio suisso patente pelo
novo systema de martello e descoberlo
por ambos os lados.
Sexta-IVira 10 de juuho.
O agente Pinto far leilo por conta de diversos,
dos objectos cima descriptos, s 10 horas do dia
supradito no armazem da rua da Cadeia n. 2i,
esquina do Becco Largo.
0 cirnrgiao Leal mudou
a sna residencia da rua do
Queimado para a rua das
Cruzes sobrado n. 36, pri-
meiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o acharo como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pro-
fissao, chamado por escripta.
LEILO
DE
Urna escrava.
Nexta-felra IO de junho ao
meio dia.
O agente Pinto |far leilo requerimenlo de
Antonio Jos de Castro e por despacho do lllm Sr.
Dr. juiz especial do commercio de urna escrava
pelo mesmo embargada ao seu devedor Joo Car-
neiro Machado Itios, s 12 horas do dia cima di-
to no armazem da roa da Cadeia do Recife n. Si,
esquina do Becco Largo.
extraordinaria
Aos 10:000$00Q e 3:0O0$O00.
Corre amanha.
Sexta-feira 10 do corrente mez se ex
trahir a primeira parte da primeira lotera
da igreja de S. Pedro, no consistorio da
igreja de H. S. do Rosario da freguezia de
Santo Antonio.
s|bilhetes, meios e quartos acham-se
venda na respectiva thesonraria rua do
Crespo n. 15.
Os premios de 10:000^000 at 0,5000
sero pagos urna hora depois da extraccao
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuido das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
LEILlO
DE
MTaVOJ.
O agente Almeida far ieilo de diversos escra-
vos de ambos os sesos com habilidades.
Sexta-feira 10 do correnle
porta dos Srs. Palmeira & Beltrao, na praga do
Corpo Santo s 11 horas do dia.
IDILIO
DE
MOVIS
exta-felra IO do corrente ao
telo da.
Rua da Cadeia n 48.
O agento Olimpio Mr leilo de diversos objec-
tos de marclneiria novos e usados, e de outros
muitos artlgos que se torna enfadouho mencionar.
tm D4 FOKTUU
AOS 10:000,000
Bllhetes garantidos
A' ra do Crespo n. 23 e casas do costume
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mui-
to felizes bilhetes garantidos o meio n. 1673 com
a sorte de 1:2004 e o de n. 2013 com a de 600 e
n. 267 rom a de 300& e outras sortes de 100*.
404 e 204, da loteria que se acabou de extrahir a
Beneficio do convento do Carmo, convida aos pos-
snidores de ditos bllhetes a virem receber seus
respectivos premios sem os descontos das leis em
seu estabelecimento rua do Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto venda os novos e felizes
bilhetes garantidos d primeira parle da primeira
lotera a beneficio da igreja de S. Pedro desta ci-
dade que se ex trahir no dia 10 do correnle pelo
vantajoso plano das loteras extraordinarias.
l'recos.
Bilhetes inteiros..... 4fS
Meios......... fifOOO
Quartos........ .15000
Para as pessoas que comprarem
de i00# para cima.
Bilhetes........ 11*000
Meios......... 55oO0
Quartos........ 24730
Manoel Martins Pinza
A ttenco.
Precisa-se de um escravo para o servico interno
e externo, ou de um criado para o mesmo fina :
quem tiver annunrie.
O Sr. acadmico Antonio Jos Lopes Filho
queira apparecer na rua dos Pires n. 2i a negocio
que nao ignora.
CIRSO PRAIICO
DE
Pi:i14.04.! \
DESTINADO
Aos alomnos-raesires das escolas nor-
maes primarias e aos instituidores
em evercicio.
POR
MR. DALIGAULT
Traduzido e anotado por J. P. M. P. .
Este excellente Curso de Pedagoga, alm do pre-
facio, o de dous captulos preliminares, est divi-
dido em tres partes, relativas educaco physica,
intellectualc moral
No primeiro capitulo preliminar trata da digni-
dade das funecocs do instituidor primario ; uo se-
gundo das qualidades que lhe silo necessarias, quer
tenham directa relaco com as suas fuuccoes, taes
como bondade, firmeza, paciencia, rcgularidadc,
zelo, pureza de costumes, piedade chrisia, quer a
ellas se refiram indirectamente, como a pulidez, a
modestia, a prudencia, o desinteresa1, o amor de
reliro.
A primeira parte consta de dous captulos. No
primeiro traa dos meios indirectos da educaco
physica, ou precaucoes hygicnicas ; taes como ; as-
seio dos meninos, limpeza da escola, e outros. No
segundo, dos meios directos ou exercicios, como
andar, correr, saltar, trepar, etc. etc.
A segunda parle relativa educaco intellectu.il,
ou instrueco propriamente dita, cootem cinco ca-
ptulos. So primeiro trata da cscolhado local para
a escola, oceupando-se tanto do que diz respeito ao
seu exterior, como paleo, alpemlre, lalrinas etc.
como do seu interior, isto arca da classe, pare-
des, janellas etc.
No segundo capitulo trata da mobilia da escola :
estrados, mesoes. campainha, pedras. differentes
quadros, cabide, estante, relogio, crucilixo ele. etc.
etc.
No tercero oceupa-so dos meios disciplinares,
em seis arligos, alguns dos quaes com subuivi.-.V-,
relativos boa dcslribuco do tempo e do traba-
11)0} s differentes manelras de transmttir o pro-
fessor as suas ordens ; aos livros de matricula, de
lliemas, de olas etc. etc. ; aos vigas ou repetido-
res ; s recompensas, como elogio do mestre, boas
notas, lugares de distineco, medalhas, quadro de
honra, premios etc.; s punicoes, tratando dos seus
caracteres gpraes, e indicando quaes os castigos, c
modos de infligi-los.
No quarto trata de classilicacao dos alumnos, dos
melhores meios de efectua-la, e dos exames indi-
vid uaes e geraes.
No quinto oceupa-se dos melhodosde cnsino, em
duas seccoes ; na primeira dos methodos geraes,
isto do'metliodo individual, do simultaneo, do
mutuo, e do myxto, fazendo ver circunstanciada-
mente quaes as vantagens, e inconveniente de cada
um : na segunda dos methodos particulares, divi-
dida em cinco arligos, no primeiro dos quaes traa
da instrueco moral c religiosa, dos principios a
seguir neste cnsino, do carcter que lhe conven,
dos meios de gravar as verdades religiosas na
memoria dos aiumnos. fazendo os comprehender o
seu sentido e belleza; no segando da leitura, c seus
differentes processos : no terceiro da escripia, dos
seus processos, dos objectos que lhe sao necessa-
nos, como cadernos, peanas, pautas, reguas, lapis,
traslados, anlozias ecl. ; no quarto do caculo dos
principios geraes daarithinelica, dasoperacoes fun-
damentes etc. : no quin:o do estudo da gramma-
tica.
A lerceira parte, da educaco moral e religiosa,
compoe-se de quatro captulos. No primeiro dos
quaes trata do carcter dos alumnos. No seguudo
dosdefeitos, que devemser combatidos, como asen-
sualidade, a preguica, a mentira, a inveja etc. No
terceiro das virtudes que se devem implantar no
coracao dos meninos, quer moraes propriamente
ditas, como pureza do costumes, piedade filial, amor
fraternal, probidade, benevolencia e polidez, res-
peito aos superiores, aos velhos, e s leis etc., quer
religiosas, como a piedade, a caridade, a humani-
dade etc. No quarto, dos meios de fortificar o ins-
tincto moral, c e senlimento religioso : taes como
bons exemplos do mestre, historias edificantes, can-
ticos moraes, exercicios religiosos, e outros.
A obra em 1 volume por 540000 pagos na en-
trega do exemplar.
Est abena a assignatura em todas as livrarias
desla capital. ____
Monte Pi Poitugi.cz:
A directora provisoria, lendo j confiado a urna
commisso o trabalho da org;nisaco dos estatutos
julga todava conveniente scioniilicar dusde logo a
todos os seus compatriotas o seguinte :
1.* S sero socios effectivos os cidados portu-
guezes.
2. A jota ser de 104 e a mensalidade d<;
900 rs.
3. Os socios tero direito aos beneficios da so-
ciedade quando (achando-se desprovidos de re-
cursos) estiverem desempregado, doentes ou
presos.
4. Aquelles que, por motivos graves ou moles-
tia perigosa, tis-erem necessidade de se ausentar,
sero pagas as despezas de transporte com com-
modidade e decencia, ou para ontras provincias do
imperio, ou para paiz estrangeiro.
5." Fallecendo qualquer socio, far-se-llie-ha um
enterro decente, se elle nao deixar meios para
isso. \
G. A soHcdade prestar igualmente soccorros,
em quanto onecessilareni, s viuvas e lilhos me-
nores dos socios que fallecerem em penuria.
Apresentando esta idea, geral dos lins que a so-
ciedade tem ern vista, e havendo offlriado as eom-
missdes nomeadas nos diversos bairros desta cida-
de para Ihes pedir o seu valioso auxilio na acqui-
eico de socios, a directora tudo espera da leal
coadjuvaco e doacrisoladc patriotismo dos Ilus-
tres cavalheiros a quem se dirigi, e de todos os
seus compatriotas em geral.
Alm das pessoas nomeadas, qualquer cidadao
porluguez que pretender contribuir para n de-
senvolvimento de tao ulil associaco angariando
assignaturas e demonstrando assim o interesse
que lhe merecem as cousas daoossa chara patria,
poder para esse lim oliter lista* impressas, diri-
glndo-se M Cabinele Portugnez de Leitura. ou a
casa da secretario, rua da Cruz n. 23, primeiro
andar.
A todos, em geral, que receberem listas, roga a
directora o especial obsequia de as devolveren)
oppoitiinamente, ou aeoinpanliaJas de offlcio, ou
simplesmente asignadas, para a directoria ter
sciencia dos cavalheiros a quem lhe cumpre tribu-
tar os seus agradeeimentos.
Recife, 3 de junho de 18tii.
Jos da Silva I,oyo,
Presidente.
Joaquim Gerardo de Basles,
2o secretario.

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P. 03

Na rua estrella do misario u. 34
Advogado Affonso de Albu-
querque Mello,
pode ser procurado a qualquer hora ; as sextas-
jeiras, porm, na villa do Cabo.______________
Fugio no dia 5 do corrente um mulatinho de
nome Bcnjamim, Idade 12 annos, grosso do corpo,
rosto redondo, olhos grandes, levou vestido cami-
sa de madapoloe calca de brim branco fino j
estragada, cabello rente e sem chapeo, tem costu-
me dixer que forro : quem o pegar leve-o rua
da Madre de Dos n. 7 ou no eugenho do Brum a
Felisbino Carvalho Raposo, que se recompensar.
Criada.
Precisa-se de urna criada portugueza ou das
Unas, para o servico de duas pessoas : do caes 22
de Novembro n. 30, primeiro andar junto.ao buhar.
MUID,
Por despacho do Dr. juiz de direito especial
do commercio, sao | convocados os credores da
massa fallida de Fortnalo Jos Fernandes, afim
de comparecerem no dia 11 do corrente, pelas
12 horas da manhaa, na sala das audiencias,
para o fim de verflear-se os crditos, deliberar-se
sobre concordata, ou formar-sc o contrato de uniao,
e todos nos termos do art. 842 do cdigo do com-
mercio.
MUIT4 ATTENO
IOOJJ de gralillctu'.
Perdeu-se um altinele de brilhante, tendo um
pequeo pingo preto entranhado na pedra, que
muito mal se percebe ; a pedra de bom tama-
ito e ricamente lapidada, a cravaco simples e
moderna, estando um tanto torta a perna do aliine-
te, em conseqneneia de se forcejar quando prega-
va-se no pcito das camisas : rga-se pessoa que
o achou o obsequio entrega-lo na rua Nova n. 52,
terceiro andar, que alem de se Ihc Qcar agradeci-
do, lera a gratilkaco cima.
Desappareceu no dia 7 do correnle, da po-
voacao de Beberibe, um cavallo rosilho, descarna-
do, com urna grandula uo qocixo, pertencente
Luciano Eugenio de Mello : quem o pegar ou del-
le souber, leve-o ao mesmo em. Beberibe.
Ainailc leilc
Precisa-se de urna ama de leite : a tratar na
rua da Cruz n. 57.
Tendo sido anullada pelo Illin. Sr. Dr. juiz
decapellas anomeaco para os cargos de escrivo
e thesoureiio desta irmandade na eleico que se
procedeu no dia 22 de maio prximo passado que
tinham de servir para o futuro anno de 1864
1865, convido aos irmos a comparecerem no res-
pectivo consistorio oo dia 12 pelas 11 horas do
dia para se proceder a nova eleico dos referidos
cargos. Consistorio da irmandade do Santissirao
Sacramento da freguezia de S. Frci Pedro Goncal-
ves do Recife, 7 de junho d 1861.
Francisco Xavier de Oliveira,
______ Escrivo interino.
Jos Lopes Dorvl arrematante das dividas
da massa fallida de Antonio (larneiro Pinto, pede
a todos os devedores que venham salisfazer seus
dbitos na travessa da Madre de Dos n 1
Precisase de urna criada livre ou escrava
que saiba cosinhar e eng)mmar : a tratar na rua
do Apollo sobrado n. 79, segundo andar.
AlfreJ tiunlhorpe subdito brilaniuco icra-se
para a Inglaterra.
Quem precisar de una ama para casa diri-
ja-se rna das Ouzes n 1S __________
Precisa-se da nina ama que seja forra para
comprar e cosinhar para casa de pouca familia :
da rua do Queima Jo o. 22, fabrica de chapos de
sol____________________________________
Olferece-se urna ama para servico de oasa
ou mesmo para andar com menino : quera preci-
sardirija-se rua da Roda n. 21._____________
abaixo assignado faz ver ao Sr. thesourei-
ro das loteras, que tendo comprado meio bhele
desta lotera, de n. 2133, e como lenha perdido o
dito meio bilhete, vem fazer ver a S. S\ quo
haja de nao pagar a quem apresentar, no caso que
saia a sorte.Antonio Mariano da Cruz.
Gamillo Joaquim da Rocha rera-sc para fra
da provincia.________________________
No mosteiro de S. Beato, em linda, preci-
sa-se de um lom cozinheiro.________
Bento Cordo Rodrigo, subdito hespanhol, vai
Europa.
imoGis]
Vende-se em casa de Johnston Pater &
C roa do Vigario. n. 3. um bello sorti-
mento de re|ogios de ouro patente n-
glez, de um dos mais afamados fabricantes
de Liverpool, e tambem urna variedade de
bonitos trancellins pata os mesmos
INJECCAO BROW.
Remedio infallivel contra as gnorrheas
antigs e recentes, nico deposito na bo-
tica francesa, rua da Cruz n. 22, pre-
co 30



Marte de PeruaMbueo ... <|ulnta lelra 9 de Jucho de i844.
PROTESTO.
Joao Cazcmiro da Silva Machado, faz publico
que so desencaminhou de seu poder duas lema,
sendo urna aceita pelos Srs. Joaquim Aoreliano do
Gusmo llcha, e Francisco Manoel Marinho Fal-
coda quanlia de 1:838*987, coja letra nao fot
paga em seu vennmento, porm como tivesse sido
protestada, tirci por cerldo o dito protesto que
se acha em mea puder; outra aceita per Antonio
Jos de Athaide Alvim, da quantia de 970*875 j
vencida, todos moradores no passo deCamaragibe,
provincia das Alagoas, por isso pelo presente pro-
testo e previno aos ditos ineus devedores,para que
nao as paguen) a outrem, e sim ao annunriante
por ser dellas saccador e propcietario, assim
como rogo a alguem que as tenha achado o favor
de as trazer em casa de minba residencia, rua da
Gamboa do Carmo d. 17; que ser recompen-
sad^_________________________________________t
Dourador galvanoplstica
rua do Aragio n. 38.
Doura-se a fri pela pilha eletrica de correntes
constantes, novo sistema de Daniel, pelo qual dou-
ra todo e qualquer metal fusco ou polillo, inclusive
o ferro e ac, de qualqoer que seja o tamanho, as-
segurando-se por lempo certo a consistencia do
dourado ou galvanismo, e afianga-se ser este siste-
ma o melhor at hoje descoberto, e que maiores
vantagens offerece aos dourados. Previne-se aos
senhores mdicos que quizerem ter os seus instru-
mentos de operacoes cirurgicas dourados ou pra-
tiados, cando somente o fio descoberto, e assim l-
vres da osidago do ar, a dirigrera-se casa ci-
ma mencionada.
Club contmerelal.
A reunio familiar do corrente mez de junho tera
ugar na noite do dia U do mesmo. ^_______
Msica vocal e instrumen-
tal.
Angelo Rosal, professor de msica competente-
mente habilitado, tendo exercido dita arte as ca-
pitaes das principaes provincias do imperio do Bra-
sil, Montevideo e BuenosAyres, offerece-se nesta
provincia para leccionar msica vocal e instru-
mental por casas particulares, bem como ofTerece-
se aos senhores pas de familias que queiram man-
dar ensinar esta sublime arte a seus lilhos, alian-
cando bom melhodo de ensino, adiantamento de
seus alumnos, moralidade e bons costuraos, para
cujo flm dar suas ligoes na rua do ragao n. 38,
casa em que reside com a familia de seu mano Ma-
noel Zcferioo Das Carreto.______________________
Escriptui^rie.
Urna pessoa que escreve por partidas dobradas,
oterece-se para alguma loja de fazendas : na rua
do Rangol n. 9.

JS B O" B n ~ 9 iQ *ia ? E r>. ft ^ g 5"2;_"--n6;rB>< P-iCorBa/Q-BSa owlro..T 1
'
Quem precisar de um menino para recados
e servicos leve* de casa, dirjase praca da Inde-
pendencia ns. ''' > 39.___________________________
l)-se 5005 a 6005 por urna escrava de meia
idade, que seja sadia : na rua do Livramenlo n.
29 se dir quem quer.
O abaixo asignado tcm justo e contratado
com o Sr. liento Cord Rodrigues a compra de sua
cocheira na ruado Calabouco n. 20, livre e desem-
baracada : quem se julgar com direito mesma
cocheira, dirjase rua da Roda n. 45, no praso
de tres das, a contar da data deste. Recife 6 de
juoho de 1864.
Antonio Duarte l'ereira.
____________________ ___v___ >j__\xj___s_
9k Fabrica ConceiQao da
Baha,

Andrade 4: Rogo, recebem constante-
mente etem venda no seu armazem 11.
34 da ruado Imperador, algodao d'aquel-
la fabrica, proprio para saceos de assu-
car, embalar algodao empluma etc., etc.,
f. pelo preco mais razoavel.
Precisa-se alugar urna preta que saiba cozi-
nhar e engommar : quem a tiver, dirija-se rua
do Trapiche n. i, que achara com quem tratar.
~ Domingos Jos Perera vai ao Aracaty tratar
de sua saude.
Precisa-se de 11111 caixeiro que entenda de ta-
berna, de idade de 20 25 annos, dando fiador a
sua conducta : na rua do Pilar n. 135.___________
Roga-se ao Sr. Manoel Jos Francisco Fradi-
nho natural da llha de S. Miguel o favor de vir
rua do Brum n. 47, para receber urna carta e
juntamente urnas encommendas que Ihe mandou
sua familia._____________________________________
O )r. Miguel Joaquim de Castro Mascare-
idas segu hoje para a provincia do Piauhy, aon-
de offerece os seus servicos a todos os seus ami-
gos elhes pede desculpa de nao ter por falta de
tempo despedido-se de cada um de per si e pelo
presente declara a todas as pessoas com quem
tem negocio*, que iea nesta cidade constituido
seu procurador o Dr. padre Antonio da Cunha Fi-
gueredo com quem se podero entender e conven-
tionar como se com elle proprio tara. ________ .
Xa rua do Aragao numero 43, existem
exposta* a devocao dos devotos de Santo Antonio
e S. Joao, duas iinagens destes dous santos de
pedra jaspe, ricamente acabadas, para quem as
quizer possiiir._________________________________
Aluga-se um acougue com dous talhos am-
bos por 1*000, com seus utencilios, na loja do
sobrado do pateo da Santa Cruz, que fica na es-
quina da rua Velha ; quem o pretender, dirija-se
o travessa da Madre de Deus, n. 15.
Saques sobre Portugal.
iiilmiio Luz de Oliveira Azevcd<>|
&C.
Agentes do Banco Uniao do Porto.
Competentemente autorisados sacam
por lodos os paquetes sobre o mesmo Ban-
co para o Porto e Lisboa e para as se-
guiutes agencias:
PARA AvUGAR.
Aluga-se o sobrado de um s andar aa rua Im-
perial n. 160, com commodos para grande familia,
[-grande quintal murado e portto : a tratar na pa-
daria da rua Direita n. 84.
Aluga-se um segundo andar na rua Velh a,
um andar na rua da Palma : a tratar com Jos
Hygino de Miranda.
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Noticias!
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3*' por 1*500.
200 retratos tirados por dia.
800 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
200 retratos lirados por dia.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retrates de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Na'galena americana.
Na galera americana.
Na galera americana.
Na gelcra americana.
Na galera americana.
Rua do Imperador n. 38.
Rua do Imperador n. 38.
Rua do Imperader n. 38.
Rua do Imperador n. 38.
Rua do Imperador n. 38.
Destes pregos s nos das uteis.
Destes preces s nos dias uteis.
Maques sobre Portugal.
O abaixo assignado, autorisado pelo
Banco Mercantil Portuense. e na ausencia
do Sr. Joaquim da Silva Castro, saca ef-
fectivamenle por todos os paquetes sobre
as pracas de Lisboa e Porto, e mais luga-
res do reino, por qualquer somma vis-
ta, c a praso ; podendo, os que tomarem
saques a praso.receberem avista, no mes-
mo Banco, descontando 4 0|0 ao anno: na
loja de chapos da rua do Crespo n. 6, ou
na rua do Imperador n. 63, segundo an-
dar.Jos Joaquim da Costa Maia.
AlfJta#AD<
Na rua do Imperador n. 14, esquina da traves-
sa do Ouvidor, precisa-se de um menino porlu-
guez com alguma pratica de mulhados.
Jaboato.
Aluga-se urna grande casa em Santo Amaro de
Jaboato, com commodos para grande familia : a
tratar com Tasso Irmos.
tm
Amarantes.
Arcos de Val de Vez.
Aveiro.
Barcellos.
Bastos.
Evora.
'afe.
Faro.
Vianna do Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Porli-
mao.
Villa Real.
Villa Nova de S. An-
tonio
Vizeu,
Beja.
Braga.
Braganca.
Caminha.
'Castello Branco.
Figueira.
Guarda.
Qualquer somma
Lagoa.
Lagos.
Lamego.
Lbilia.
Monco.
Moncorva.
Oliveira de Azemeio.j
Chaves.
Coimbra.
Covilua.
Elvas.
Extremos.
Penna Fiel.
Pinhal.l
Porto Alegre.
Regoa.
Setubal.
Taver.
Thomar.
llha Terceira.
Fayal.
Madeira.
S. Miguel.
prazo ou vista,
podendo logo os saques prazo serem
descontados no mesmo Banco a razio de
4 por cento ao anno ; a tratar na rua da
Cruz n. 1.
Revista do Instituto Arenclo-
gieo e Gcographleo Pernam-
h tirano.
Acham-se venda os 3 primeiros nmeros, na
livraria Econmica de Jos Nogueira de Souz,
junto 00 arco de Santo Antonio, onde se subscre-
ve para esta Revista :
Por anno.....5*000
_______Nmeros avnlso 1*500_______
Joaquim Moreira de Barros Neves faz scicn-
te que se relira para fra do imperio, e julga nada
dever a pessoa alguma ; porm quem se julgar
seu credor, queira apresentar-se no praso de tres
dias da data deste ; flndos os quaes nao se respon-
sabiliza por quantia alguma. Recife 8 de junho
de 1864.
DENTISTA DE PARS
19Rua Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artificiaes, tudo com superio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas lhe reconnecem.
Tem agua e pos dentificio.
Aluga-se um sitio na estrada da Ponte de
Uchoa e a margem do ro, pouco adiante do Illm.
Sr. commendador Nery Ferreira, tendo banheiro,
palanque, galinhero e outras acommodacoes; e
oulro dito no Monteiro, em frente ao oitao daigre-
ja : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za, rua do Crespo n. 15, ou estreita do Rosario nu-
mero 32.
Na praca da Independencia, loja de ourives
B. 33, compram-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en- j
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio.
0 abaixo assignado querendo retirar-
se para Portugal, e nao podendo fazer sem |
que liquide suas contas com seus credores j
e devedores, pede a estes lenham a bondade
de viran satislazer seus dbitos, do contra-
rio o obrigaro a tancar mo dos meios |
judiciaes para este lim.
Luiz Moreira da Silva.
Recife, 3 de junbo de 1804.__________
Maria Hermina Jardim dos Passos, compe- '
ternemente habilitada pelo Exm. Sr. presidente,
para o magisterio de primeiras letras e todos os
objectos necessarios para educacao de meninas,
offerece-se para ir exercitar seu ministerio em
qualquer engenho, ou fazenda fra desta cidade,
reside na rua do Padre Floriano n. 57, onde pode
ser procurada.
Precisa-se de um caixeiro que tenha prati-
ca de casa de pasto; no largo da assembla,
n. 16.
J. J. Manuel.subdito francez vai a Europa e
leva seu filho menor e deixa por seu procurador
bastante o seu irmo J. Francisco Manuel.
Precisase de um caixeiro que tenha pratica
de taberna e d fiador a sua conducta : na traves-
sa de S. Jos n. 22._________________________
(irammaticH ingleza e porlHgueza.
D. Appleton & C. livreiros,editores e importado-
res em New-York, Estados Unidos da America,
acabam de publicar um novo methodo para os in-
glezes aprenderem a lingua portugueza por F.
Granert, 1 vol. 12 mo.
Este livro, o melhor at hoje publicado ex-
pressameBte impresso para supprir a immensa fal-
ta que ha de urna grammatica ingleza e portu-
gueza, para aquelles que fallam o inglez e que de-
sejam aprender a lingua portugueza.
D. Appleton & C. sao os editores das obras era
hespanhol para educacao muitissimo usadas no
sul da America. Tambem publicam os melhores
albuns para cartoes de visita."
A quem faltar um chapeo, procure no arma-
zem da rua nova de Santa Rita n. 19.
= Emilio Kobler vai para a Bahia.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e
engommar, para urna casa de tres pessoas de fa-
milia : na rua de Santa Thereza n. 14.
Precisa-se de urna ama para todo o servico
de ama casa de pouca familia : na rua das Laran-
geiras n. 5, primeiro andar.
Precisa-se alugar urna mulher de bons cos-
tumes e acciada, esirangeira ou da trra, e pode
ser escrava, para tratar de enancas em urna fami-
lia estrangeira, morando na Casa Forte, para coser
e tratar do vestuario das mesmas mancas e tudo
quanto for concernente a ellas, agradando paga-se
bem : procure no escriptorio n. 17, primeira casa
no trapiche do Angelo junto da praca do com-
mercio.__________________________________
Fazem-se bolos de bacia de todas as qualida-
des, e armam-se bandeijas com a maior prompti-
dao e aceio a conteni das encommendas, por pre-
cos muito em conta : na rua de Santa Rita n. 10.
Cia criada franceza.
Na rua do Livramenlo n. 19, precisa-se de urna
criada franceza, fazendo-se ordnalo vantajoso,
bem como se prometle servico leve e bom trata-
menta______________________________
Ao Sr. Jos da Costa .Malinas, ou a quem
suas vezes flzer, se deseja fallar : na praca da In-
dependencia n. 22._______________________________
O Mr. Ponce de Len.
O Sr. Antonio Carlos l'ereira de Burgos Ponce
de Len insiste em fazer persuadir ao publico, que
eu me separe! de sua companhia e lhe propuz ac-
cao de divorcio, sem que para isso tivesse motivo
algum fundado, mas arrastada to smente por
movimento estranho, chegando sua velleidade ao
ponto de inculcar, que eu vivo sob a presso da
vootade de meus pas, e que s pelo invencivel
temor que estes me inspiram que anda nao me
reconciliei ostensivamente com elle, quando alias,
em particular, vivemos na melhor intelligencia.
E de tudo isto tira elle motivo para me incommo-
dar de novo, propondo-me urna aeco rescisoria do
divorcio, na qual allegou as mais revoltantes falsi-
dades.
Pedia o decoro que eu me abstivesse de trazer
luz publica esta desgranada questao, que o Sr.
Burgos tem procurado dar urna triste celebridade.
Entretanto, forrada pelo indigno e insidioso pro-
cedimento do Sr. Burgos, venho, bem meu pe-
zar, fazer perante o publico as seguintes solemnes
declara^es, que serao repetidas sem in errupeo,
emquanto o Sr. Burgos nao se convencer de "que
deve deixar-me vi ver tranquilla e socegada. Nao
quero, com meu silencio, dar urna apparencia de
verdade ao romance que o Sr. Burgos inventou e
espalha, c favorecer assim os seus tenebrosos pla-
nos.
Eis aqu as minhas derlaracoes :
Sahi da companhia do Sr. Burgos e refugiei-me
na casa paterna para lhe propor a accao de divor-
cio, nao porque fosse isso movida por vontade
estranha, mas sim em razo dos i ncom porta veis
martyrios por que me fez passar o Sr. Burgos, du-
rante dez longos annos que vivemos juntos. Sahi
de sua compauhia por causa de suas repetidas e
escandalosas infidelidades; sahi porque j eslava
raneada de soffrer toda a sorte de mos tratamen-
tos; sahi porque a minha vida corra imminente
perigo ; sahi porque nem o meu corpo, nem o
meu espirito tinham mais forcaspara sunportarto
longo e insollrve! tormento ; sahi, linalmente,
porque j tinha pago rom usura o passo impru-
dentissimo, que dra, e de que muito me tenho ar-
rependido, em casar-me, contra a vontade de meus
prenles, com o hornera mais refalsado que o cu
cobre.
Em tudo quanto tenho feito este respeito, meus
pais nao figuraran) seno como meus naturaes pro-
tectores. Quem sabe que Uve firmeza e resolucao
bastante, para casar-me, ainda menor, contra a
vontade de meus pais, nao acreditar cerlamente,
que hoje, tinte annos depois de meu casamento,
seja constrangida, por vontade de meus pais, a vi-
ver separada do Sr. Burgos. Ellos, pois, nao exer-
ceram e nem exercem a menor violencia sobre a
minha vontade, a qual nunca fui mais livre do
que na resolueo que tomei e conservo de viver
completa e perpetuamente separada do Sr. Burgos
Vivo to salisfeila e feliz em companhia delles,
quanto possivel urna pessoa, que tem muitos
e grandes motivos de desgosto, e em todo o raso
infinitamente mais salisfeita e feliz do que viva Da
companhia do Sr. Burgos.
Faca, portanto, o Sr. Burgos, o que lhe suggerir
a sua at hoje nao igualada malicia. Finja a minha
letra e assignatura, para inculcar que lhe escrevo
cartas : diga que vivo opprimida por meus pais,
mas que entretanto o eslimo e almejo pela nossa
reconciliacao ; compre testemunhas para irem de-
pr aquillo que Ihes d a estudar por escripto ;
prive-mc da doce satisfacao de ver meus filhos e
de os ter em minha companhia ; invente finalmen-
le quanto sua frtil imaginacao parecer conve-
niente para attingir o fim que se prope. Com
tudo isso, e concedendo mesmo que nao houvesse
Justina na trra, s poderia lograr o seu fim prin-
cipal, que annullara senten^a de divorcio, e res-
tabelecer a cominunho de bens, para ter o direi-
to de participar da pequea heranca, que me ha i
de vir por morte de ineus pais, quem Dos, por'
isso mesmo, para martyrio do Sr. Burgos, lia de
conservar a vida por muitos annos.
E nao conseguirla senao isso, pois que nao ha- i
vera poder algum sobre a trra que me obrigasse |
a viver mais com um ente, quem, por tantos e
to justos motivos, do fundo d'alma aborreco e des-
preso.
_____Thereza Atlelatde de Stqueira Cavalcanti.
Desappareceu no dia Io de junho corrente,
da casa de que proprietario o Sr. Brito, na Mag-
dalena, um relogio de ouro, patente, descoberto,
tendo no mostrador o nome do fabricante Golay
Lereche Gcneve,preso por urna pequea c lina cor-
rente com chave, tudo de ouro; bem como urna
caixinha de jogo feita de madeira chineza, e pre-
parada com gosto, contendo interiormente seis ca-
xinhas e um copo no centro, com fixas de madre-
perola com desenhos esquisitos : roga-se a quem
souber ou encontrar estes objectos, dirija-se casa
cima, ou na rua do Trapiche n. 17, que ser ge-
nerosamente gratificado.
Aluga-se por preco commodo o Io e 2 andar
do sobrado da rua da Senzala Velha n. 48 : a tra-
tar na loja do mesmo.___________________________
Aviso al 15 de junho.
O abaixo assignado faz sciente a todos os seus
devedores que, os que at a data accima lhe nao
pagarem, sero suas contas e ttulos entregues a
seu procurador, alim de o fazer judicialmente
sem excessao de pessoa.
Desesperado de esperar,
Quero receber
Para pagar a quem dever.
^___________Joao Cazemiro da Silva Machado.
Precisase de um feitor para tomar conta
de um sitio para plantar : a tratar na rua Nova n.
23. loja de chapeos de sol._________________-
Grande
Madama Ferro,
proprietaria do hotel italiano sito na rua do Trapi-
che n. 44, tem a honra de participar ao respeitavel
publico desta capital, e era particular aos senhores
empregado do commercio que acharo todas as
segundas e quintas-feras a afamada sopa de ra-
viole, como assim todos os outros dias outras es-
comidas sopas italianas; isto estar prompto das
10 horas da manha s 4 da Urde, horas muito
proprias para lanche 5 afiancando-lhes que os pre-
cos serao os mais razoaveis possivels, e de que es-
pera toda a concurrencia.
Precisa-se alugar um preto escravo para o
trabalho desta typograhia, pagando-sc diaria, sema-
Bal ou mensalmente; d-se o sustento, se agradar
ao proprietario : na livraria ns. 6 e 8 da praca da
Independencia.
O Dr. Cosme de S Pereira conti-
na a residir najjia da Cruz n. 53,
Io e 2o andar, onde pode ser procu-
rado para o exercicio de sua profis-
so medica, e com especialidade
sobre o seguinte
Io molestias de olhos ;
2o de peito:
3o dos orgos geniti
urinarios.
Em seu escriptorio os doentes se-
rao examinados na ordem de suas
entradas comecando o trabalho pelos
doentes de olhos.
Dar consultas todos os dias d s
6 as 10 da manha, menos nos do-
mingos.
Praticar toda e qualquer opera-
co que julgar conveniente para o
prompto restabelecimento dos seus
doentes.
I RIVAL SEM SEGUNDO
Roa do Queimado ns. 49 e 53, loja de miudezas
I de Jos de Azevedo Maia e Silva, est continuando
; no sen progresso de vender baratsimo :
. Caixas de superiores obreias de cola e raassa a
I 40 rs.
Cordao branco para vestido e espartilho, vara 20
! ris.
Linhas de carretel (130 jardas) de superior quali-
dade a 60 rs.
. Cartoes de linha Pedro V (200 jardas) j muito
conhecida a 40 rs.
Grozas de peonas de ac de mutas qualidades e
superiores a 500 rs.
i Caivetes de duas folhas porm finos a 500 rs.
Caixas com calungas muito bonitas para rap a
I 100 rs.
Franja branca e de cores para toalhas a 160.
Pares de botes para punho muito bonitos a 120.
Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a
120 rs.
Tnteiros de vidro com superior tinta a 160.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
Groza de botoes de louca pratiados, o melhor, a
160 rs. 9 ^ igilante esta alerta, nao lhe era permettdo
Tesouras para costura, o mais superior, a 400 rs. dmar Passr desapercebido sem que nao dsse o
Ditas para unhas muito finas a 400 rs. seu c*"'0 a,,m dt annunciar ao res|>eitavel publico
Escovas para limpar denles muito superiores a grande sortimento degalantarias do melhor gosto
mm
200 rs.
Libras de la de todas as cores (pesada) a 7.
Caixas de phosphoros de seguranca a 160.
Ditas de papel amizade pautado e liso a 600 rs.
Ditas com 100 aavelopes muito superiores a 800
ris.
Cadernos de papel branco e de cores, pequeo.
20 ris.
Cartas e taboadas para meninos a 80 rs.
propriamentc para qualquer mimo, que acaba de
chegar neste ultimo paquete, assim como muitos
outros objectos que recebe por diversos navios,
tanto de sua conta como de consignado, que est
resolvido a vender por precos muito baratos para
j vender muito e ganhar pouco, e dar extraeco ao
a grande deposito que tem, que espera merecer
: proteccao do respeitavel publico, empregando para
I isso todas e as melhores diligencias para que fi-
Caxas com superiores iscas de acender charutos I"4""1 satisfeitos : isto s no Gallo Vigilante,
a iu rs. do Crespo n. /.
rua
Carreteis de linha Alexandrc (200 jardas) de cores
a 60 rs.
Baralhos para vol trete muito finos a 240.
Carlas de allinetes francezes muito finos a 40 rs.
Meadas de linha f'xa para bordar a 20 rs.
Pares de sapalos de tranca muito superiores a
15600.
Ricas porla-joias.
! Cofre de muito gosto por 16M500O
; Cestinhas transparentes, forradas de madre-
perola por 18*000
Lindas jardineiras 105000
Ricos cofres com camapheu 104000
1 Lindas caixinhas com pedras brancas lO^OOO
Jardineiro.
O cemiterio publico precisa de um jardineiro :
a entender-se com o administrador do mesmo
Aluga-se a casa terrea da rua do Progresso
Q. 21 (junto do Caminho Novo) tambem se vende,
gu permuia-se por outra que seja situada as fre-
ouezias de Santo Antonio ou S. Jos : na rua do
nuelmado n. 77.
Papis de agiilha com um pequeo toque a 10 rs.' Lindo balao com caluga dentro tambem
Groza de botoes de madreperola muito finos a para joias
560 rs.
Tambalier para ditas
Cartoes e caixas de celchetes francezes superiores Cestinhas dem idem
Joao da Silva Ramos, mdico pela Un
versidade de Coimbra, d consultas em
sua casa das 9 s 11 horas da manha, e
das 4 s 6 da tarde. Visita os doentes
em suas casas regularmente as horas
para isso designadas, salvo os casos ur-
gentes, que serao soccorridos em qual-
quer occasio. D consultas aos pobres
que o procurarem no hospital Pedro II,
aonde encontrado diariamente das 6
s 8 horas da manha.
Tem sua casa de sade regularmente
montada para receber qualquer doente,
ainda mesmo os alienados, para o que
tem commodos apropriados e nella pra-
tica qualquer operacao cirurgica.
Para a casa de sade.
Primeira classe 35000 diarios.
Segunda dita.... 25500
Terceira dita.... 25000
Este estabelecimento j bem acredi-
tado pelos bons servicos que tem pres-
tado.
O proprietario espera que elle conti-
nu a merecer a confianca de que sem-
pre tera gozado.
Vociedade de seguros mutuos
de vida installada pelo Banco
1 nio na cidade do Porto.
Os agentes nesta cidade e provincia Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C escriptorio na rua
da Cruz do Recife n. 1, estao autorisados desde j
a tomar asignaturas e prestar todos os esclarec
mentos que forem necessarios, as pessoas que de
sejarem concorrer para to til e benfica empre
as, egurando um futuro lisongeiro aos associado-
a40rs.
Bonets para meninos muito finos a 15500 e 25-
Macos de grampos superiores e linipos a 30 rs.
Groza de phosphoros do gaz muito novos a 25200.
Areia preta muito superior a 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
Realejos para entreter meninos a 80 rs.
Pecas de lita de linho muito boas a 40 rs.
Pentes de lago muito bonitos a 15-
Enfeites de laco de todas as cores a 15300.
Rodas com altinetes francezes a 20 rs.
Caixas com quairo papis de agulhas imperiaes a
240 rs.
Sabonetes de familia a 80, 160 e 320.
Caivetes de duas folhas muito finos a 320.
Pares de sapatos de laa para meninos a 400 rs.
Sapalos de tranca para senhora e para homem, os
melhores que tem vindo, e por preco muito barato:
quem quizer ver, venha rua do Queimado ns.
49 e 55, e ver tudo como bom e barato.
165000
95000
65000
65000
65000
mmmm
Companhia fldelidade de jg
seguros martimos e ter- g
restres estabelecida no S
Itio de Janeiro.
AGENTES EMPEPNAMBCO
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, mt
competentemente autorisados pela direc- jg
tona da companhia de seguros Fidelida- g
de, tomam seguros de navios, mercado- 9
rias e predios no seu escriptorio rua da 9
Cruz n .1.
Antonio Francisco Paes de Mello Brrelo ten-
do de seguir para Lisboa no paquete que deve por
aqu passar no meado do corrente, deixa nesla ci-
dade encarregados de todos os seus negocios, co-
mo seus bastantes procuradores os Srs. Drs. Luiz
de Carvalho Paes de Andrade, Henrique do llego
Barros c Francisco de Carvalho Soares Brando.
Compra-se um cabriole! de 4 rodas
em bom uso: na rua da Cruz armazem nu-
meroSi.__________________________
Precisa-se de tuna criada livre ou escrava,
para cozinhar : na rua de Apollo n. 8.
COMPRAS.
Compra-se um mxo para piano : na rua do
Cabug n. 11, botica.
Compra-se ouro e prala em obras velhas
pa ga-se bem: na leja de bilhdes dapracada Inde
pendencia n. 22.
Compram-se boas cabras leiteiras : no sitio
denominado do Toque, ou na Boa-Vista, rua da Glo-
ria, casa n. 86._________________________________ I
Compra-se urna casa terrea nesia cidade :
trata-se na rua Imperial, sobrada n. 64, ou com o
solicitador Burgos.
\OVA FABRICA
DE
LICORES E PERFUMARAS
A' rua do Amorim, n. 12.
Por varejo e atacado.
N'este novo estabelecimento encontrarao sempre
; os freguezes todas as qualidades de bebidas espiri-
j tuosas, fabricadas com todas as regras d'arte, e
por isso livres de ser nocivas; o que nao acontece
com as que sao fabricadas sem melhodo e pelas.'
receitas que os charlates annunciam vender, pois,
como j temos ndo occasio de ver, venden) lico-
res coloridos com substancias venenosas, como se-
ja o licor de rosa colorido com vermelho ( tti-oxi-
do de chumbo) c o de amendoas colorido com ama-
relio francez bi-ehromuio de chumbo) Encontra-
rao algumas perfumaras de superior qualidade e
! commodas em preco. Tudo se vender por presos
! muito razoaveis, trazendo os freguezes os meios
que a todos habilitam a comprarem barato.
Aproinptam-se encommendas com brevidade e
rigorosamente bem acondicionadas, tanto para den-
tro da provincia, como para fra della.
Bebidas espihitlosas.
Licores de todas as qualidades em garrafas pretas.
Dito, dte, em garrafas brancas.
Genebra igual a hollandeza.
Dita de laranja superior.
Agurdente d'aniz.
Dila de hortela pimenta.
Dita do reino superior.
Dila de flor de laranja, recommendavel por ser es-
tomachica.
Dita de canella.
Alcool de 35" a 38"Cartier.
Peuki" subas.
Agua de Colonia commura.
Dita ambreada.
Dita alniisrarada.
Dila das Nymphas.
Banha em lalinhas de quatro oncas proprias para
as familias econmicas.
Banha para lingir de preto os cabellos, e que nao
suja os lencos brancos.
Cosmorama idem idera
Urnazinha
S no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ricos porta-bouquetes de diversos gostos e pre-
cos : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ricos sintos
com bjlcinhas ao lado a 10, 12 e 155, ditos sern
bolea, porm do mesmo goslo, a 25500, 35, 35500
e 45, ricas fivelas avulsas para sintos, o melhor
que se pode encontrar, a 15500, 25, 25500 e 35 :
s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Caliazes on cestinhas.
At que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-
bazes para as meninas trazerem no braco, o mais
rico possivel, a 25500, 35500, 4, 5, 7 e 105 : s
no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Peales.
Neste artigo tem um grande sortimento, tanto
para alisar como para atar cabello, o mais lindo
que se pude desejar, assim corno de arregacar ca-
bello, tanto de borracha como de tartaruga, com
enfeite e sen) elle para meninas : s 110 Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
rentes
Tamben) chegaram os riquissimos pentes de
concha de tartaruga e de massa lina, que se vendo
por 25, 3 e 55 : io no Vigilante, rua do Crespo
numero 7.
Leques.
Riquissimos leques de madreperola, tanto para
senhora como para mocinhas, pelo barato preco de
12 e 145 : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Mus lei|iies.
Com pequeo defeito, leques de sndalo, por ba-
rato preco, a 85 e 105, chineze, muito bonitos,
tambem por barato prego de 4 e 55, bentarallas
muito bonitas tambem por barato preco de 4 e 55,
leques de charo lambem por 45, tudo isto para
acabar, perdendo-se talvez 80 0| : s no Vigilan-
te, rua do Crespo n. 7.
Pulseiras.
Lindas pulseiras de contas e de missanga, cores
muito lindas e de muito gosto a 15 e 15200.
Para seprar iiiaiii/uilos.
Tambem chegaram as lignina estreilinhas de
borracha que as .-enhoras lano precisara para se-
gurar os man iii i tos por ser muito commodo e mui-
to barato, a 320 o par: s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Sapaliuhos e meias ilc seda.
Riquissimos sapatinhos de seda e de merino en-
feilados, assim como meiaszinhas de seda, gorra-
zinhas e tonquinlias para as rriancinhas se bapli-
sarem : s no Vigilante, rna do Crespo u. 7.
Canelas.
Riquissimas canelas de madreperola proprias
para qualquer presente, pelo baralissimo preco de
15500 e 25.
Volliulias.
Lindas voltinhas deperolas falsas com cruzinhas
I fingindo brillianles, assim como cruzinhas avulsas
neficia a cutis e tira as manchas da pelle.
Extractos variados ; banha em vasos dourados,
extractos linos era frasiiuinhos ricos.
v
#
Dcseobcrtasc aventuras dos m-
cese regles polares.
Na livraria econmica, rua do Crespo n. 3, se
achara a venda o 5o e 6o volumes da obraDeseo-
bertas e aventuras dos mares e regioes polares,
traduzida do inglez pelo ltenente da armada Cola-
tino Marques de Souza.
Na cocheira do pateo do Paraizo n. 26 existe
um cabriolet a venda.___________________________
Vende-se milho muitu novo chegado ultima-
mente, por menos do que em outra qualquer par-
te : na rua da Moeda n. 47, armazem de Urbano
Jos de Souza.
Vende-se diariamente leite puro sem agua,
no lazereto do Pina ; assim como vendem-se uns
garrotes c vitellos por preco commodo: quem pre-
tender, dirija-se ao mesmo lazareto a qualquer
hora do dia.
YENDAS.
Ama ou escrava.
Precisase de urna ama ou escrava que engora-
me bem : a tratar na rua da Imperatriz n. 47, se-,
gundo andar.____________________________________ \
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 48 na j
rua do Trapiche : a tratar no armazem da mesma j
casa.____________________________________________
Arrenda-se o engenho d'agua denominado'
Jussar, silo na freguezia de Ipnjuca, pouco mais
de urna legua das estaedes de Ipojuca e Escada,
com boas margens de massap para se safrejar
em grande escala : a tratar no pateo do Livra- i
ment cora o Dr. Ignacio Nery da Fonseca.
Precisase de urna criada livre on escrava
que saiba cezinhar e comprar : na rua de Santo
Amaro (Mundo Novo), sobrado onde morou o Sr,
Dr. Sabino.
Offerece-se um rapaz de boa conducta para
caixeiro, tendo pratica de partidas dobradas :
quem precisar, dirija-se ao solicitador Manoel Luiz
da Veiga, rua da Gloria n. 94, que dv as in-
formscoes.
fabrica
de fogos de artificio, da viuva Rufino, situada na
estrada de Joao de Barros; nesta fabrica apromp-
ta-se toda e qualquer encommenda destes arligos
como maior esmero e presteza, seja para dentro
ou fra da provincia : recebem-se as encommen-
das no armazem da bola araarella, no oito da se-
cretaria de polica.______________________________
Perdeu-se urna letra da quantia de 1445093,
sacada no dia 23 de maio de 1864 6 mezes de
praso pelo abaixo assignado, e aceita pelo Sr. Joa-
quim de S Cavalcanti de Albuquerque : pede-se
a quem a tiver achado o favor de a restituir; e ao
dito Sr. Joaquim de S o favor de a nao pagar a
pessoa alguma sem a minha autorisaco. e certo
de ser meu devedor como se cu possuisse dita I-
ira at o meu real embolco.
Jos Gomes Villar.
Vendem-se caixoes vasios a 2$ cada
um : na rua das Cruzes n. 4 i.
MILHO
novo e farell.
Vende-se milho novo e farello por prego mais
commodo do que em outra qualquer parte : no
armazem de Joaquim Francisco de Alem, no Forte
do Mattos.______________________________________
Graxa n 97.
Vende-se a taberna sita
106 : a tratar na mesma.
na rua de Hortas n.
Vende-se a verdadeira graxa n. 97 em barricas
com 15 duzias de boioes por prego mais commodo
do que em qualquer outra parte : no armazem de-
fronte da porta da alfandega.
Antonio Francisca Paes de Mello Barreto ten-
do de seguir para Lisboa no paquete que deve
partir no meada do corrente, e nao podendo, at-
iento a precipitacao de sua viagem e os incommo-
dos de sua saude, despedirse pessoalmente como
desejava, de todos os seus amigos, fa-lo por este
meio, pedindo-lhes disto desculpa, e offerecendo-
Ihes os seus fracos servicos no lugar para onde
segne.
Borzeguins para senhoras c meninas a 1500,
sapatos de marroquim com salto a I5> obras fran-
cezas, sapatos de borracha a 640, tamancos a 400
rs., tanio para hornera como para senhora: na rua
dos Quarteis n. 22 junto a loja de fiinileiro.
B> laucas.
No armazem da Aurora Brilhante ha quatro
bracos de balancas duas de halro e duas grandes
do autor Romo, assim como urna para cha, por
preco barato.__________^_^______^_^^
sebolas novas
no armazem da travessa da Ma-
dre de Dos n. 9.
Jos Rodrigues de Carvalho est retalhando por
conta de seus donos soblas muito novas chegadas
de Lisboa no brigae Constante, a ellas antes que
se acabem.
Leite virginal em garr linhas, proprio para os Srs.! o voltinhas, pelo barato preco de 13 e 15200, as
barbeiros e cabellereiros c uso domestico. Be- cruzes avulsas a 400 rs. : s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Golinlias.
Riquissimas goiinhas e manguitos, o melhor gos-
to possivel, a 25. 25500 e 35 : s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Enfeiles para senhora.
Riquissimos enfeiles com lago c sem laco c de
outros muitos gostos a 15, 15500 e 35 : s no Vi-
gialnte, rua do Crespo n. 7.
Trancclins.
Lindos Irancelns de cabello para relogio ou lu-
| netas, pelo baralissimo prego de 15500, ditos do
retroz a 200 rs.
Babadinltos culi cilicios.
Riquissimos babadinhos eutremeios com lindos
desenhos tapados e transparentes, pelo barat ssimo
preco de 15200, 15500, 25e3: s no Vigilanle,
rua do Crespo n. 7.
Citscarrilhas.
Grande sortimento de cascarrilhas de diversas
larguras, assim como galaozmho e trancinhas pro-
prias para enfeites : s no Vigilanle, rua do Cres-
po n. 7.
Fitas.
Grande sortimento de fitas de diversas larguras
e qualidade, por precos que admirara aos compra-
dores, havendo lilas largas proprias para sinteiros
que se pode vender a 300 rs. a vara, e peca de 9
varas a 25: s no Vigilanle, rua do Crespo n. 7-
Pitas de la
Fitas de la de todas as qualidades, proprias pa-
na ra debrum de vesiidoa 700 rs. a pega : s no Vi-
gilante, rua do Crespo n. 7.
ticos espelhos.
Riquissimos espelhos com moldura dourada
sem ella de 85,10, 12 e 145, assim como com co-
lumnas de differentes tamaitos a 25, 3, 4, Ce65:
s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Lindos jarros e figuras.
Riquissimos jarros e figuras de porcelana fina
para enfeite de sala, sendo o melhor goslo que aqui
tem apparecido : s no Vigilante.
Para pos de arroz.
Riquissimos vasos com noneca para pos de ar-
roz, cousa de muito gosto a 15500 e 25, assim co-
mo pacotes s com os pos a 320 rs. cada um : s
no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Perfumarlas.
Grande sortimento de extractos e banhas, poma-
das, assim como os lindos copos eu vasos com dis-
tinctivos e oflerecimentos as sinhazinbas, dos me-
lhores e mais afamados autores de Paris e Ingla-
terra, assim como os grandes copos de banha japo-
neza a 25 e a 15 ; assim como outros objectos que
nao possivel por hnje annunciar, e vista dos
freguezes se far todo negocio : na loja do,Gallo
Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Algodao da Babia""
para saceos de assucar e roupa de escravo; tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C, no seu escriptorio rua da Cruz n. 1.
Queljos o SeridO.
Vendem-se queijos do Sendo muito frescaes
600 rs. a libra : no largo do Carino, esquina da
rua de Hortas, armazem n. 2.
Vende-se um escravo bom
rua do Imperador, escriptorio do
carreiro.
cozinheiro
tabellio Porto-
Veude-se a taberna da estrada dos Quatro Leoes
que vai para o Manguinho, bem afreguezada e com
poucos fundos, e se dir o motivo por que se ven-
de : a tratar na mesma n, 26.
Botica de Moar* ti Borges.
praca da Boa-Vista,
Ve"nde-se o seguinte:
Salsa parrilha de Sands.
Pastilhas de Kemps.
Agua de colonia de Piver.
Salsa parrilha de Bristol.
Prompto alivio.
Pastilhrs de Santonina.
Kua do Queimado n. 49 e oo est
acabando a pechinclia.
Pegas de bico cora 10 varas
a 200 rs,________________
Feijdo a 10$
Vendem-se saceos com 22 cuias de feijao mulaii-
nho e rajado : na rua da Madre de Dos ns. 5 e 9-
YrMIK SE
portadas de cantara de Lisboa, algum lagedo para
calcadas : no escriptorio de Manoel Ignacio de Oli-
veira Vinho do Porto superior
em caixas de urna e duas duzias : tem para ven-
Selas a 15 o cento : vende-se no armazem der Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no sea
de Paulo Lopes. oscriptorio roa da Cruz n. 1.


Diario e Pcruataw tfculuta lelra O e limbo de 184.
.
Grande liquida^ao
de blendas na loja do Pave, ra da Imperatriz .
0, de tasa 4 Silva.
AcOa-se este estabelecinienlo completamente sor-
tidode fazendas ingleus, francezas, aJIemaes e
suissas, proprias tanto para apraea como para o
mato, prometiendo vender-se mais barato do que
em oatra qualquer parte principalmente sendo em
porcao e de todas as hiendas do-se as amostras
deixando ficar penhor ou mandam-se levar em ca-
sa peles caixeiros da loja do Pavo.
A chitas de P-
Yendem-se superiores chitas ciaras e escaras pe-
lo barato prece de 240 e 280 rs. sendo tintas sega-
res, ditas francezas linas a 310, 340, 360, 400 e
500 rs., o covado, ditas pretas largas e estreitas,
riscados escocezes finos a 210 rs. o covado, isto na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
As eassas de Pavo a 210, 2S0, 300 e 320 rs.
Vendem-se linissimas eassas persianas cores fi-
zas a 320 rs. o covado,ditas francezas muito linas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
covado, Qnissimo organdy matisado com desenhos
miudinhos a 320 rs. o covado, eassas garibaldinas
muito finas a 320 rs., isto na loja do Pavao ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As lazinhas da eipesicao de Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultime vapor francez sendo
de urna so edr ou de listas miuJinhas com 4 pal"
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratsimo
prejo de 500 rs. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de quadrinbos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas maiisadas muito finas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Hara Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de amas cor parda, azul, edr de lyrio e
perula proprias para vestidos, sautembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 e 400 rs isto s na loja do Pavao, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavo.
Vendem-se finos chales de crepon estampados
pelo barato prece de 64, 75, 85, ditos de pona re-
donda a 75 e 85. ditos pretos ricamente bordados
a retroz com vidrilho a 125, ditos pretos lisos a
55, ditos de cores a 45500 e 55. ditos de merm
estampados a 25 e 35, ditos de la a 15280 e 25,
ditos de retroz preto para luto a 65, isto na loja
do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Fazendas pretas para a qaaresma vende o Pavo.
Vande-se grosdenaple preto muito superior a
15600, dito a 15800, 25, 25500, 25801 e 35, mo-
reantique preto muito .-uperior a 35 e 25800, sar-
ja prcta hespanhola muito encorpada a 25, isto na
loja do Pavo ra da Imperatriz n. 60, de Gama
S; Silva.
0 Pavo vende para lulo.
Vende-se superier setim da ChiHa fazenda toda
de la sera lustro tendo 6 palmos de largura pro-
pno para vestidos, paletols, rapas etc., pelo bara-
to preco de 25, 25200, 25500 o covado, eassas
pretas lisas, chitas pretas largas e estreitas, chales
de merino lisos e bordados a vidrilho, manguitos
comgollinhas coutros muitos artigos que se ven-
den) por precos razoaveis : na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os eorpinhos do Pavo
Vende-se os mais modernos eorpinhos de cam-
braia ricamente bordados e enfeilados a 7 e 85 ;
na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Ga-
ma & Silva.
Os vestidos do Pavo
Vende-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a velado pelo barato preco de
405, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1005
e 105 ; ditos de cambraia brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo proprios para baile e casa-
mento a 10, 15, 20 c 305; ditos de la com lindas
barras a 18 e 155 ; isto na loja do Pavo ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os pannos do Pavo.
Vende-se panno preto muito superior pelo barato
preco de 25, 25300,35 e3500, ditos muito finos a
45, 55 e 65, corles de casemira prela enfestada a
45, 45500 e 65, casemira preta fina de urna s
largura muito lina a 15800, 25. 25500 e 35, cor-
tes de casemira de cor a 55, 55500 e 65, casemi-
ras entestadas de urna s cor proprias para calca,
paletots, colletes, capas para senhora, roupas para
meninos a 35 e 3-^500 o covado, isto na loja do
Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
A roupa do l'avo.
Vendem-se paletols de panno preto sobrecasa-
cos-fazenda muito boa a 125, ditos muito finos a
165, 20s, 235 e 305, raleas de casemira preta boa
fazenda a 45500,55,65, 75 e 85, paletols saceos
de panno preto a 75. ditos de casemira de cor a
65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino
preto, ditos de brim de cores, caigas de casemira
de cor a 45, 55,65, 75, ditos de caxemira da
Escossia a 35, ditos de brim pardo a 25500, ditos
de cor a 25 c 25500, ditos brancos muito finos,
sto na loja do Pavo, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
la e camas pelo barato preco de 95 o par, sendo o
melhor que ha no mercado': na ra da Imperatriz
n. 60, de Gama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
prias para cama pelo barato prego de 55 cada nma
na ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
As precalas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas precalas que lem vin
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor fran-
cez, pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas
de lislrinha muito miudinhas proprias para vestidos
e roupas de meninos e meninas pelo birato preco
de 500 rs. ; s o Pavo ra da Imperatriz n. 60,
loja de Gama & Silva.
Os souteanbarques do Pavo
lO^ e 1 .* so o Pavo.
Vendem-se os mais lindos souteanbarques que
tem vindo ltimamente de lazinha e caxemira ri-
camente bordados e enfeilados, cores muito delica-
das pelo barato preco de 105 e 135 ; fazenda esta
que em outras lejas se vendem por 205 c 255,
s para liquidar : na loja e armazem do Pavo
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
As chitas do Pavo '#-100 e
*SOO o corte.
Vendem-se cortes de chita com doze covados
cada corle, ditos com dez covados a 25400, fazen-
da muito boa, e que nao desbota, s na loja do Pa-
vo tem eta peclunclia ; a ra da Imperatriz n.
60 de Gama & Silva.
Lias de nina s edr.
Vendem-se laazinbas de urna cor, sendo en-
carnada, azul, cinzenta, cor de caf, lirio claro, li-
rio roxo cor de perola pelo baratissimo prego de
640 o covado, fazenda muito fina s o Pavo, a ra
da Imperatriz n. 60 loja e armazem de Gama A
Silva.
Panno de linho.
Vende-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para lences, toalhas e ceroulas pelo
bsalo preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
coifi 10 palmos de largura a 25500, algodozinho
monstro com 8 palmos de largura a 15, pecas de
Hamburgo com 20 varas a 95, 105 e 115, pegas de
madapolao fino a 75500, 85, 95 e 105, ditas de
algodozinho a 65, 65500 e 75, e outras muitas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
aflm de apurar dinheiro : na loja do Pavo ra da
imperatriz n. 60, de Gama & Silva,
O bramante do Pavo com doze
. palmos de largura.
Vende-se bramante de linho puro, muito fino com
doze palmos de largura o melhor e mais largo que
tem vindo ao mercado pelo barato prece de 25800
rs.a vara ; s na loja do Pavo de Gama & Silva,
aua da Imperatriz n. 60.
As precalas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas precalas qus tem vin-
do ao mercado chegadas pelo ultimo vapor francez,
pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas de lis-
trinha muito miudinhas proprias para vestidos e
roupas de meninos e meninas pelo barato prego
de 500 rs.: s o Pavo ra da Imperatriz n. 60,
loje de Gama v Silva.
Os bales do Pavao.
Vendem-se crinolinas ou baldes de 30 arcos tan-
brancos como de cores, sendo americanos que
sao os melhores por se nao quebrarem a 35500 e
de 35 arces a 45, ditos de musselina com babados
45, ditos para menina a 25 e 35: na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
O Pavo vende 80
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Mara Pia, cora lindas barpas de seda, sendo che-
sados pelo ultimo vapor francez pelo barato prego
de 85 cada un: s na loja do Pavao roa da Irope-
ralrii n. 60, de Gama Silva. I
>- Largo da
^Santa Cruz
numero
12 e 84.
Esquina daf
ra do
Sebo n. 12*
e84.
IIIIILIIAME AURORA
^
AURORA BRILHANTE
GRANDES ARMAZENS DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandes Pires proprietario dos armazens de molhados denomina-
dos llrill.ante Aurora e Aurora Brilhante, ao largo da Santa Cruz ns. 12 e 84 (esquina
da rna do Sebo), faz scienie ao respeilavel publico desta eidade e do interior que nos
seus importantes estabeleciraentos vender sempre gneros novos e de primeira quali-
dade e vender a todos pelo mesmo prego.
O completo sorlimento de lodos os gneros finos e grossos que costuniam ter outros
eslabeleciinentos desta ordem se encontraro sempre nos armazens da Brilhante Aurora
e Aurora Brilhante e sempre em grande escala a vontade dos Srs. compradores.
O proprietario dos armazens lirilhante Aurora e Aurora Brilhante pede a lodosos
senhores esenhoras que quando liverem de mandar suas relagoes a estes estabelecimen-
tos por seus criados seja em carta fechada on com grande recommendago a estes arma-
zens, certos de que sero to bem servidos como se viessem pessoalmente.
A Brilhante Aurora e Aurora Brilhante troca qualquer um genero que por acaso
nao agrade erecebe as libras esterlinas a 95,sendo por compra: atabella de seus gneros
ser mudada todas as semanas.
Amendoas confeitadas parasortes a libra 15.
Manteiga ingleza tlor a 800, e 960 rs. I
Dita maisabaixoa 640 e 720 rs.
Dita franceza nova libra 640 e e u barril a'
600 rs
Chocolate santo muilo novo a!5200 a libra.
Cha perola o melhor que ha ( redondo) a
libra 352OO.
Dito dito mais abaixo a 25500 e 25800.
Dito uxim muito fino a 25800 e 35.
Dito hysson superior a 25600 e 25800.
Dito mais abaixo a 25 e 25500.
Dito preto muito fino a 25500.
Dito em massos a 25-
Dilo do Bio em latas de 4, 2 e i libra a
15500.
Caf de moca superior arroba 105300 e li-
bra 400 rs.
Dito do Bio e do Cear arroba 95300 e libra
320 rs.
Dito mais abaixo arroba 85500 e libra 280.
Barricas com bolacliina ingleza ingleza nova
a 35.
Latas cora bolachinha de soda de 5 libras I
a 255OO.
Ditas com ditas sortidas de 2 libras a 15400. |
Frascos com ameixas francezas s o frasco ,
val o dinheiro a 25800 e 35.
Latas com ditas a 15400, 25200 e 45.
Ditas com figos de comadre a 15500.
Caixinhas hermticamente lacradas cproprias
para mimo a 25 e 25800.
Caixinhas com ditas a 15, 25500 c 55 de
arroba.
Presunto de Lamego muito novo a libra SEO
rs. inteiro e a retalho 600 rs.
Chourigas c paios novos a libra 800 rs.
Latas com chourigase linguigas novas vin-
das nesle vapor com 9 libras por 65500.
Pitas com peixe ensopado de muitas quali-
dades a 15-
Ditas com ervilhas francezas e portuguezas
a 880 rs.
Ditas com feijo verde francez a 800 rs.
Ditas com massa de tmale novo libra
360 rs.
Ditas com ostras a 720 rs.
uitas com marmelada dos melhores autores
de Lisboa a libra 640 rs.
Potes cora mustarda franceza preparada a
libra 480 rs.
Frascos com conservas de pepinos, mexides
e azeitonas verde a 15-
Dita dita franceza a 800 rs.
Gigos com trinta e untas libras de batatas
novas a 35500.
Queijos novos do vapor a 35260 c 35500.
Ditos de prato enplicado a 1-3.
Dito suisso a 800 rs.
Dito de manteiga do Scrid a 800 rs.
Caixas cora passas novas de 1 arroba 75,
meia 33500 e quarlo 25 e libra 480 e
640 rs.
Amendoas com casca a libra 240 rs. e arro-
ba 65-
N'ozes libra ICO e arroba 55-
Charuto finos de Simas e dos melhores fa-
bricantes da Babia de 25 a 85 caixas de
100 e50.
Grozas de caixinhas de palitos do gaz a
25200 c 200 rs. a duzia.
Barris com azeitonas novas a 3, e 4-5 bar-
ris grandes.
Vassouras do Porto piassava muito seguras
a 400 rs.
izeite toce francez dos melhores fabrican-
tes caixa 105e agarrafa 15.
Caixascom vinho Bordeaux branco e tinto
S. Julien, S. Estife c outros a 75500 e 85.
Vinho do Porto fino em barris de 5 que ra-
ras vezes apparece por 805 e em caada a
55500 e garrafa a 800 rs.
Dito da Figueira paro caada 45 e 45500 e
garrafa a 480eo60rs.
Dito de Lisboa de boas marcas a 35500 e
45 e a garrafa a 440 e 480 rs.
Dito branco proprio de Lisboa caada 45800
e garrafa 640 rs.
Cognac verdadeiro a garrafa 15 e 15280.
Vinho muscatel duzia 105 e garrafa 15
,E muitos outros gneros
ciona-los todos de
Vinho branco de muilo boa qualidade cana-
da 45 e garrafa 480 rs.
Dito Xerez fino a caada 75500 e garrafa a
15200.
Dito Madeira seca caada 105 e garrafa 25.
Dito em caixas de urna duzia do i'orto dos
melhores autores a 125, 145 e 165.
Garrafas com licor fino francez e porluguez
. a 15.
Ditas com vinho de caj muito claro a 15-
Ditas com mel de abelha puro a 15.
Frascos com genebra de llollanda de 2 gar-
rafas a 13.
Dito de urna garrafa a 560 rs.
Djto de laranja verdadeira a 15200.
Duzia de graxa latas grandes a 13.
Caixas com 25 massos de velas de sperma-
cete a 560 rs. a libra.
Dilas maiores a 600, 640 e 720 rs. a libra.
Caixas com urna arroba de velas do Araca-
ty 105500 e libra 400 rs.
Ditas de composigo arroba 105e libra 360
Saceos grandes com farinha de Goiannamui-
to boa a 555OO.
Dito de Porto Alegre melhor que de Muri-
beca a 65-
Ditos com milhonovo com 24cuias a 45000
Dito com farello de Lisboa 120 libras a
55300.
Dito com arroz de casca a 55500.
Duzia de garrafas de serveja branca e preta
a 55800 e em barricas a 55500.
Arroz do Maranho em sacecs arroba 25600
e libra 100 rs..
Dito da India e Java arroba 35 e libra 120.
Ararula verdadeira arroba 85 e libra 320
rs., malarana.
Gommado Aracaty para engommar arroba
55 e libra 160 rs.
Tapioca ou farinha do Maranho nova libra
160 rs,
Ervilhas seccas muito novas libra 200 rs.
Sag e sevadinha a 240 rs.
Sevada arroba 35200 e libra 120 rs.
Graxa de boio 97 a 280 rs.
Sabo massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Dito hespanhol verdadeiro a 400 rs. a libra.
Balaios do Porto diversos lmannos de 320
a 25.
Capachos para portas de varias cores a 600,
700 e 800 rs.
Grao de bico arroba 45500 e libra ICO rs.
Paingo arroba 55500 e libra 200 rs.
Milho alpista arroba 45800 e libra 160 rs.
Azeite doce de Lisboa garrafa a 640 rs.
Vinagre de Lisboa caada 15500 e garrafa
200, 240 e 320 rs.
Massos de palitos de denles com 20 massi-
nhosa 160 rs.
Tijolos de limpar facas a 160 e 120 rs.
Caixas com 40 cartas de traques a 95500 e
a carta 280 rs.
Bosnias de pap Ditogreve liso o melhor que ha a 45500.
Dito de peso c pautado a 25500 e 25800.
Garrafes com 25 garrafas de verdadeira
genebra de llollanda por 85500.
Azeite de coco garrafa 560 rs. e carrapato
360 e caada 25560.
Caixoes cora doce de goiaba a 640,800 e 15,
Toucinho de Lisboa arroba 85500 e libra
320 r?.
Dito de Santos arroba 75 e libra 280 rs.
Molhos com grandes ceblas a 15600.
Cento de dita solta a 15500.
Maungos de alhos a 240, 320 e 400 rs.
Esteirasde varias qualidades.
Curdas de postar e de andaime.
Favas da ilha de S. Miguel arroba 35200 e
libra 120 rs.
Copos lapidados para agua e vinho a 35500,
35800, 65 e 7-3.
Ditos lisos para varios precos.
Calix lapidados grandes e pequeos duzia
3,4 c55 ; e 400 e 500 rs. cada um.
Massas para sopa macarro, talharim e ale-
tria a 480 rs.
Estrelinha e pevide libra 560 rs.
Xaropes de fructas nacionaes a garrafa
500 rs.
que nao possivel men-
primeira qualidade.
A satisfaco da Brilhante Aurora e Aurora Brilhante vender muito embora bara-
to, mas a DINHEIRO.
MOVIMENTO
BAIRRO DO RECIFE, RA DA CADEIA N. 50
0 mais novo e o melhor
AKMAZUJf l>E,HOf,SI A OS
Esquina defronte da ra da Madre de Dos
Antonio da Silva Campos, successor do anligo Nascimento defronte do becco Largo, bera co-
nhecido ja nesta praea, acaba de transferir o sen estabelecimento para a casa cima indicada, onde
os seus benvolos amigos e freguezes, bem como o respeilavel publico em geral encontraro o mais
variado, escoihido e melhor sorlimento de molhados, a par do aceio, elegancia e bom rgimen do esta-
belecimento.
O annunciante, tendo feito urna completa reforma no locante a casa e gneros, possnindo bons
correspondentes na Europa para remessas de conla propria, acha-se convencido que merecer a pro-
tecgo de lodosos amigos do bom e barato, a qual desde j reclama, asseverando-lhes que jamis des-
merecer a coiifianga com que se dignaren de o honrar.
Em resumo, visite o respeilavel publico o novo e superior armazem Movimento, compre-lhe al-
guns gneros, e entao ficar convencido da realidade do presente aviso, verificando por si mesmo que
nenlium outro estabelecimento o serve melhor que este, seja em commodidade de pregos, agrado e
delicadeza, ou legahdade de pesos e medidas.
Finalmente, todas e quaesquer garantas que estabelecimenlos idnticos teem offerecido ac-s
concorrentes, serao manlidas neste em grao maior.
GRANDE ARMAZEM
DA
60 Ra da Cadeia do Recife 60
Thomaz Telxeira Bastos, tendo de partir para a Europa no dia 30 de junho, afim de tratar de
sua saude, tem resolvido a vender barato e mais barato do que na Europa para liquidar todos os ar-
tigos inglezes, francezes e allemcs existentes em seu armazem, como sejam : fazendas, miudezas, per-
fumarias dos mais acreditados fabricantes, relogios inglezes, excellentes correnles e correntes' para
relogio, aneis ebotoes para punhos com brilhante?, braceletes, oculos, face main e muitas outras obras,
culileria fina, como talheres para mesa e para sobre-mesa com cabos de metal fino, ditos do marflm e
de outras qualidades, tesouras finas e caivetes, tesouras modernas para alfaiates, navalhas finas, lan-
cetas e outros artigos, sorlimento de bacas de metal para lavar o rosto e outros artigos, um rico cha-
fariz de crystal para jardim ou meo de mesa de jantar, ricos quadros para saloes, um excellente co-
fre de ferro bastante grande, crystaes finos como lustres, candelabros, lanternas com pingentes, copos,
garrafas e muitas outras pegas de gosto para adorno de consolos, porcelanas finas, cerno ricos jai ros
para flores, apparelhos dourados para cha e caf, ditos para jantar, e muitas pegas para enfeitar mesas,
grande sorlimento de estampas de santos e vistas de differentes cidades da Europa e outros proprios
para sala de jantar, realejos grandes e pequeos, caixas com msica, ricas pegas com machinismo
para salas, instrumentos de mgicas muito bem eitos, machinas de pholographia para retratos de dif-
ferentes tamanhos, machinas para fazer caf, machinas para limpar tpeles e varrer o chao, bombas
para jardim, pianos de tres cordas do afamado fabricante Peyel, camas de ferro cora colcho elstico,
grande sortimento de brinquedos finos para meninos, bales de papel transparente e lanlernas colori-
das para illuminacoes a moda de Pars, salva vidas para homens e senhoras fetas de borracha, pro-
prias para quem toma banho em lugares fundos e muitos outros artigos e tudo ser vendido mitissi-
mo barato afim de liquidar-se inteiramente.
IjQUIDAClcT
I^hT
23Largo do Trco~23.
Joaquim Simo dos Santos tendo de se retirar est resolvido a liquidar e fazer urna grande
vantagem a quem seu armazem frequenlar, e vender por menos do que outro qualquer annunciante,
para isso tem um vantajoso sortimento tanto neste armazem como fura e para melhor servir o public
o annunciante scientfica aos seus freguezes que tem frequentado este estabelecimento que de
hora em diante tero a vantagem de 10 a 20 por cento menos que compraram em outra poca pelo
seu prompto pagamento.
Attencfio.
270
A VELHA ENCICLOPDICA
Respeltavel estabelecimento de fazendas ra do
Crespo numero 19.
DE
i JOS GOMES VILLAR.
Tendo merecido a protetro das
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS, ;
e do pnblfco em geral.
<(proprietario nao descanga um s momento para bem servir aos seus freguezes, fa-
zendo encommendas para
Inglaterra, Franca, Suissa e Aliemanha
das melhores fazendas para
Senhoras e para homens
[veende-as por pregos que admiram.
Caf do Rio de primeira c segunda sorte a 270 e
300 rs.
Arroz pilado a 80 e 100 rs. a libra e 25400 e 35
a arroba.
Milho alpista limpo a 170 rs. a libra e 45800 a
arroba.
Toucinho de Santos e Lisboa a 240 e 280 rs. a libra.
Passas de carnada a 500 rs. a libra e 105 a caixa.
Azeite doce de Lisboa fino a 640 rs. a garrafa e
45800 a caada.
Dito de carrapato a 320 rs. a garrafa e 25240 a
caada.
Massas para sopa aletria, macarro e talharim a
480 rs. a libra e 105 a caixa.
Chourigas as mais novas a 800 rs. a libra.
Charutos em magos de 50 a 65 o milheiro e a
640 rs. o cento.
Meias do Porto.
Vendem-se na loja de ferragens na ra da Ca-
deia n. 44, de Thomaz Fernandes da Cunha, supe-
riores meias de linho e de algodo, por prego fa-
voravel.
SALSAPARRILHA
DE BRISTOL.
As curas milagrosas de
EscnorujLas,
T7XjCHE2Et..L25,
CHACAS ARTIGAS,
ENFERMIDADES SYPHLTTICA5,
Erysipelas. Rheumatismo,
Nevralgias, Escorbuto,
ele,
ec.,
ele,
que tem grangeado e dado o alto re
nomo a
Importante estabelecimento
DE
Fazendas
DB
Seda, ISa, linho e algodo.
at frDids toim,
[Ruado Crespo numero 19
RECIFE.
Vende baratissimo.
Importante estabelecimento
DE
Fazendas
DE
Seda, lia, linho e algodo
de
Ra do Crespo numero IV
RECIFE.
Vende baratissimo.
Salsaparrilha de Bristol
por todas partes do universo, sao to
tmente devidas
nica Legitima e Original
SALSAPARRILHA DE BRISTOL
l'HKI' AKADA EXCLUSIVA MENTE l'Oll
LWMA.V & kEMP Bfi \'VA YORK,
Mediante a recelta "~veda as boticas de Caors 4 Barboza,
roa da Cruz, e Jo3o da C. Bravo & C, roa
da Madre de Dos.
Grande pechincha.
A 200 rs. o covado.
Cambraias escoras finas a 300 rs. o covado para
acabar ; nao se dao amostras para qne se acabem
logo : quem quizer, venha comprar no armazem
de fazendas de Custodio, Carvalho & C, ra do
Queimado n. 27. .________________
Duo em caixa da Baha dos melhores fabricantes
de 15200. 2^400 35 e 45.
Phospboros do gaz vindo de conla groza 25-300.
Manteiga franceza a 600 e040rs. a libra.
Dita ingleza flor a 800 e 900 rs. a libra.
Biscoutos e bolachinhas de soda a 15300 e 25.
Vinho do Porto engarrafado a 800 rs., garante-se a
superior qualidade.
Dito em pipa Figueira das marcas mais bem co-
nhecidas a 500 rs. a garrafa e caada 35800
e 35o00.
Dito de Lisboa especial para negocio a 360, 400 e
440 a garrafa e em caada faz-se abatimento.
Dito branco proprio para missa a 640 e 500 a gar-
rafa e em caada a 55 e 35500.
Bolachinha americana a 200 rs. a libra e em bar-
rica ha grande abatimento.
Sitio venda*
Vende-se ou permula-sn por predios nesta eida-
de um dos melhores sitios dosAfflictos com excel-
lente casa de viveoda, constando de 7 salas, 8
quarlos, grande estribara, rocheira para 4 carros,
duas cacimbas de agua polavel, duas baixas de
caplm, innmeros arvoredos de fructo, e pasto
para 8 vaccas: quem o pretender, dirija-se ra
do Queimado, loja de ferragens n. 33, que achara
com qoem tratar.
Charutos de Havana
de superior qualidade vendem-se em casa
de Schafleitlin A C, ra da Cruz n. 42.
GAZ G4Z m
Superior qualidade
Latas de um, dous e cinco galocs
Na ra do Apollo n. 2.
Massa para ralo,
Ferreira & Martins com armazem na travessa da
Madre de Dos n. 16, tendo recebido avultada re-
messa de massa phosphorica para destruir ratos e
baratas, cuja efilcacia ja bem contienda, e dese-
jando qne esia excellente preparacao chimica es-
teja ao alcance de todos, tem resolvido vender a
duzia de boioes a 25000 cada urna, e avolso a 500
rs.. e com urna duzia cada casa fica livre desses
animaes damninhos.
PLVORA.
Vende-se em barril por menos do qne em outra
Sualquer parte, para fechar conla : no armazem
e J. A. Momia Dias, ra da Cruz n. 26, onde en-
contraro as amostras.________________^__
Cal de Lisboa e potassa da
Rnssla.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, par
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
legitimos, e se vendem a preco mais barato do qne
aru tqnalqner^parte._______________________
Vendetu-sc tesouras de Gulma-
? raes
de superior qualidade para uso dos senhores ca-
belleireiros e barbeiros, assim como para costura
c unhas : na loja de ferragens da roa da OMMH
n. 44, de Thomaz Fernandes da Cunha, preco ra-
voravel. ^_________________________
-_ Vende-se urna urna de Jacaranda para depo-
sito de ossos : na ra da Imperatriz, loja de mar-
rinejron. 25.
""^"Vende-se um escravo bom cosinheiro ; a tra-
ur no cartorio do tabellio Porto Carreiro, ra
do Imperador n. 42._______________________
Vende-se carvao a 600 rs. a barrica : no pri-
meiro armazem na ra da Concordia com a frente
para a rna do Cana
Estopa larga.
A melhor que tem apparecido no mercado, em
pecas de 82 jardas: vende-se na ra do Crespo n.
i9,a400rs.
GItANIJE
soijinii uto de fazendas novas >indas
pelo vapor inglcz para o proprieta-
riHo grande armazn e luja de fa-
zendas di Aar>, ni da 'mperatriz
u. 06, de Loiienco Pereira Jfendes
(mini naos
Pichincha, a 3200.
Vende-se baralissimo para apurar dinheiro, a
saber : cortes de cimas francezas de cores escuras
e claras com 10 covados por 35200, ditos de chitas
nglezas a 25100, ditos di- eassas francezas a 25 e
25500, ditos de cambraia de salpicos a 25500 e 35:
M na Arara, ra da Imperatriz n. 56.
A Arara veudc a 110 rs.
Vende-se organdys lino para vestido a 240, 280
e 320 rs. o covado, rasa franceza lina a 320 o co-
vado, gorgurfio de linho para vestido a 2S0 o cova-
do : loja da Arara, ra da Imperatriz n. 56.
A Arara vende laziubas de urna s cor
a6i0rs.
Vendem-se ricas lazinhas lisas proprias para
camas e vestidos, os melhores gostos possiveis, a
640 o covado, ditas Maria Pia muilo lina com pal-
mas a 640 o covado : ra da Imperairiz n. 56, loja
da Arara.
Cortes de casemira a 9.
Vende-se cortes de meia casemira para calc,a a
25, ditos melhores a 25500 e 35, ganga para calca
a 440 o covado, brim de linlio preto a 500 rs. o
covado : ra da Imperatriz n. 56.
Fil de iiuho a .lito rs. a vara
Vendc-se fil de linho branco proprio para forro
de vestida a 320 rs. a vara, larlatana de cores
a 640 a vara, fil de linho lino a 800 rs. a vara :
na ra da Imperatriz n. 56.
veos para senhoras a 1,000 rs.
Vendem-se os mais modernos veos para chapeos
de senhoras a 15 um, de todas as cores, manguitos
de fil e bordados a 500 rs., manguitos e gola a
15, golinhas para senhoras e mi ninas a 240 e 320
cada urna, camisinhas linas para senhoras .1 25 e
455OO : s na Arara, rna da Imperatriz n. .
Arara vende os caries de la.; Maria Pia a 1S.
Vendem-se ricos coi tus de laa de barra os me-
lhores que lem vindo, pelo preco de 185 o corle,
ditos a 85, vendo lazinhas em covado a 240, 280,
320, 400, 500 e 640 o covado, dtas lisas de cores a
640, casemiras para eauM de senhoras a 25 o co-
vado : ra da Imperatriz n 56, loja c armazem da
Arara, de Mendes Guimares.
Bramante da Arara a 2V200 a vara.
Vende-se bramante de linho de 10 palmos a
2520O a vara, panno de linho para saceos c cerou-
las a 640 a vara, hamburgo de linho a 440, 560 e
600 rs. a vara, brim de linho branco lino a i-3200,
15400 e 15OOO a vara, dito pardo a 800, 640,15 e
I52OO a vara : ra da Imperatriz n. 56.
Chitas da Arara a 210 rt.
Vendem-se chilas linas a 240 c 280, ditas largas
a 320, 360 e 400 rs. o covado, de cores fixas : ra
da Imperatriz n. 56, loja da .^rara, de Mendes GoJ-
mares.
Chales da Arara a 2o00.
Vendem-se chales da merino estampados a 25.
25500, 455OO e 55, ditos de lia e seda a 15 : ra
da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Oh! que pechincha, a 1 5000.
Vendem se lencos de seda grandes a 1-3, ditos
pequeos a 800 rs., grvalas de seda de cores a 500
rs., ditas pretas do laa e largas a 800 rs., collari-
nlio ara homciu a 400 rs., meiasrruas a200, 240,
300 e 500 rs. o par : ra da Imperatriz n. 56, loja
da Arara.
Fazendas indas para lulo, eassas, a 320 rs.
VeDdem-se eassas pretas para luto a 320 o cova-
do, veos pretos para chapos de senhoras a 15,
luvas de seda preus a 15, prineeza prela enfesta-
da a 640, 800 e 15o covado, alpaca prcta a 500,
640 e 800 rs. o covado, lazinha prela a C40. mo-
1 un e bombazina : ra da Imperatriz, loja da Ara-
ra n. 56.
Grande sortimento de roupa
feita.
Vende-se paletots de panno preto a 105, 145,
125, 105, 85 e 65, ditos de brim de cor a :i500,
35e 25500, ditos de meia casemira a 45500 e 35500
calcas de brim a 35 e 25500, ditas de brim bran-
co a 45500 e 35500, ceroulas de linho a 25000 e
15800, camisas francezas de linho a 35, ditas de
algodo a 25500 e 25300 : na ra da Imperatriz,
loja Ajara n. 56.
Nao rsqueram os balees da Arara.
Vendem-se bales do 15, 20, 30 e 40 arcos a 3,
35500, 45 e 45500, ditos de brilhantina a 15, cu-
beras de chita a 25, ditas de damasco a 45, ditas
de fustao a 55 : rna da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
Cortes de cassa da Arara a 2000
Vendem-se corles de cassa a 25, ditos de dita a
2540O, cortes de babados a 35 : ra da Impera-
triz n. 56, lo 1 da Arara.
Soutamliarqiie da Arara a 20 e 2-'i.->.
Vende-se sootarobarqne muito bem eufciiadoa20
e 255 cada om, veos pretos e de cores para senho-
ras a 15 cada um, riscados francezes a 280 o co-
vado. Todas as fazendas existentes neste estabe-
lecimento vendem-se por preco baralissimo, e do-
se amostras com penhor,ou mandase levar as la-
zendas casadas familias pelo caixeiro da loja da
Arara, rna da Imperairiz n. 56._______________
1UACIISN4SDEPATEME
de < rabal liar rao para
dcscarocar algodo
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
LDl
Estas machinas
podern oesearocar
qualquer especie
-de algodo sem
i; estragar o to,
sendo bstanle
duaspessoaspp.ra
olrabalho; pode
dcscarocar urna
arroba de algo-
do cm carolo
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
l>or dia ou 5 ar-
robas de algodo
ln no.
Esta machina
c a nica que
possue as vanlagens de nao destruir o fio do al-
godo c de fazer render o dobro de qualquer ou-
tra com menos trabalho, a sua introducto para
as provincias desle Imperio ser de muito valor
para todos os interesados na lavoura do paiz.
Assim com machinas em ponto grande do mes-
mo systema.oraql seren movidas por animaes,
agua ou vapor, pas uae* podnn de^caroc^r 18 ar-
robas de algodo ampo por dia.
O algodo descampado por estas machinas tem"
muito mais estimac,o nos mercados de Europa c
vende-se por maior preto.
As machinas se acham venda unicamenie era
casa de
Saunders Brothers k C.
X. II, praea do Corpo Manto
RECIFE.
Osm nicos agentes neste paiz.______________
011 una a vontade do comprador
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz da melhor qualidide a 120
a lata e em lotes de 10 latas para cima se
far abatimento. no armazem do Caes do
Ramos n. 18 e ra do Trapiche Novo nu-
mero 8.
RHa da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston A C,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti-
ces bronzeados, lonas inglezas, o de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
rros de um e dous cavallos, e re'.ogtos de
ouro r?tente inglez.
i



DUrl* e r er
4*h < Irlra c lanhe de 1 t.
ATTENCAO
9 LIRO DO CAKMO 9
GRANDE SORTIMENTO
NEM COROAS NEM MITRAS

DE
EDITARTE AMlOA?

AHMA/ETI
DE
Kll DO IMPERADOR \. 40
Junto a* sf brado en que mera o Sr. /boroe,
Para a festa de Santo Antonio, S. Joo e S Pedro
"? Ahylia A C^ in*lim de sua proprla eoeoaanea-
molhados. proprio*
PARA A FESTA.
DUARTE & C.
Participam aos seus numerosos fregaezes e ao publico em geral que acabam ds
receber de sua propria encommenda, o mais lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como verlo pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
aos proprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
A 'W'TMf fe Acaba de receber de sua propria encommenda nm grande e variado sortimento
^Tj^^rS^ss^sssssz srSTpS-pS e-? precos-afiancindo Jo e ****gencro vendido nes,e bem maLiar-
vender por milito menos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 800 e 1* rs. a /ibra.
dem franceza a mais nova do mercado a 600
rs. a libra, e 080 rs. em barril,
dem de porco refinada muito al va 46o rs.
a libra.
Prezunto para fianbre a 800 rs. a libra.
PARA A FESTA
DE
Vellas de carnauba e cemposiclo de 32o a
36o rs. a libra e de 10,000 a .11,00o rs. a
arroba.
Genebra de rlolland em botijas de conta a O ft NTH W10 Q Il P Q DCnDH
4iOrs. a botija, eemduziaou em barrica I1IUWI, O. UHU L O. rtUn
ter abatimento. Auicudoas confeitadas de8oors. a libra. I
Cha nxim mludinbo vindo de conta propria,! Massas para sopa macarrlo, talharim e aletria Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 9oo rs,
o melhor do mercado a 2,800 rs. a libra. | a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-1 c 1* a libra,
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs. meno. dem franceza a 6io rs. a libra, e 600 rs. |
men?o.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-1 sendo em barril.
nbas Je 8 libras, muito bem entintadas de
2.5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos taa-
nnos de 600 a l.ooo rs. o caixo.
Erva duoe a 01o rs. a libra.
Traques a 2lo rs. a carta e 8)5 a caixo.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmo e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
nlia de l,2oo a l,8oo rs. a lata.
gos em caixas de 1 arroba, V* e 8 libras
a 8,000 i.000 e 2,ooo rs. a caixinha.
a libra.
dem perola o melhor que se pode desejar a
2,Too rs. a libra.
dem prcto muito fino a 2,5oo rs. a libra.
dem mais baixo pouco a 2,000 rs. a libra.
dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Boiinho francez e em caixinhas de Too a
I.Soo rs. cada urna.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-Figos em caixas de 1
nuino, velho secco, especial lagrimas do-,
ees de 1819, vinho especial D. Pedro V., Barris de vinho branco de quinto, marca B
vinho velho, Nctar superior de 1833, Du-'. & Filbo a 60,ooo rs. o barril,
que do Porto de 1834, vinho do Pono ve- Marmelada imperial dos mrlhores conservei-
Ibo superior, madeira secca de superior ros de Lisboa a 64o rs. a htinhade 1 libra,
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-! ha latas de 1 li e 2 libras,
iz l.dc 1847, lagrimas do Douro espe-Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs. a 64o rs. a lata,
a garrafa e de 10,000 a 1 i,ooo rs. a caixa Ameixas francezas em caixinhas elegante-
com urna duzia. mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a
Bolachinha de soda especial encommenda e a caixinha, tambem ha latas de 1 V a O li-
mis nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a ] bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
lita. dem em frascos com tampa de rosca a l,6oo
BiscoitOi inglezes das melhores marcas em] rs. o frasco,
htinhasde 2 libras a l,3oo rs. a lata. I Chocolate portugnez, hespanhol, francez e
Idea inglezes craknel em latas de 5 e T libras | suisso a I,2oo rs. a libra,
de 5,000 a 6.000 rs. a lata, e em libra a Conservas inglezas das seguintts marcase
800 rs. Mixde-Picles e cebollas simples a T5o rs
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor! o frasco.
ja, canella, cravo, ortel pimenta a 1,00o
rs. a duzia l.ooo rs.. a garrafa, garantc-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas em caixas de 1 arroba
Ancoretas de vinho colares
a To rs. agarnf
Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas
a 00,000 rs., e
de
a I600, 2.000, 2.5oo e 3,5oo rs. a caixa.
dem suspiros de Jos G. P. a2,4oo a meia
caixa.
a 3,000 rs. cada um.
dem prato a !)oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejamBA F., I'RR, JAA, outras
muitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira;
de 48o, oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do
Porto m em garrafa, e em cenada a
3,000, 3,5oo, 4,ogo e 6,000 rs. o melhor Champagnhea melhor do mercado de 12,ooo
do Porto. 1 a21,000 rs. ogigo,ede l,2ooa2,ooors.a
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas; garrafa.
a Too rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa. \ Pape! qre\a pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho mi.
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafo. \ dem de peso pautado ou lizo de 3,5oo a
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais 4,ooo rs. a resma.
proprio para a nossa estaco por str mais Matarana a 32o rs. a libra.
fresco a 2, loo rs. com o garrafo. j Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
ldem cora o garrafas de vinagre a l,2oo rs.! bra
com o garratao. j Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
1% e y a 8,5oo,
Cha uxim a 2,Too rs. a libra, e de 8 libras l,5oo e 2,5oo rs. a caixa, e 5oo rs. a libra
para cima a 2,6oo. garante-se serem muito novas, e graudas.
dem perola a 2,8oo rs. e de 8 libras para dem corinthias proprias para podim a 9oo
cima a 2,Too, I rs. a libra,
dem hysson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 64o rs. a libra
a 2,5oo rs. | Ervilhas secas muito novas a 16o rs. 1 libra,
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2,3oo rs. j Ervilhas francezas em latas a 600 rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li- Potes com sal refinado a 18o rs.
bras para cima a 2,2oo. Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
dem do Rio era latas de 2, i, 6 e 8 libras fazenda especial.
rada urna a 2, 3, 3,5oo e ,8oo rs. a lata. Presunto para fiambre inglezes a Too e 800
dem preto o melhor que se pode desejar rs. a libra.
neste genero a 2,8oo rs. Chouricas c paios mnito novos a 61o a libra,
dem menos superior a esse que se vende Caixas de traque n. 1 a 8*500 cada urna.
por, 2 c 2,4oo, a i,8oo rs. a libra. Massas para sopa macarro, talharim aletria
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo a loo rs. a libra.
rs. a libra.
dem miudinho proprio para negocio a l,5oo
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 3,3oo.
dem prato es melhores e mais frescos do
mercado a T60 rs. a libra sendo inteiro.
dem londrino a 600 rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-se por este prero
pela porco que temos em ser.
Biscoitos em latas de 2 libras das se Cognacverdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa!
e8oors. a garrafa.
dem francez a T,ooo rs. a duzia e Too rs. a'
garrafa.
Charutos em grande quanlidade e de todos os
fabricantes mais a creditados a 1,800,
2,ooo, 2,5oo, 3,ooo e 4,oco rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por alii se ven
dem a 2,ooo e 2,000 rs.
Caf de premeira qualidade a 9,000 rs. a ar-
roba e 32o rs. a libra.
Afiobo branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a Gio rs. o maco, eem cai-1
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a
3,ooo rs. cada um.
11 ter grande abatimento por haver Licores das melhores marcas e mais fiaos
grande porcao. a 1.000 rs. a garrafa e em caixa ter abati-
Azeite doce em barril muito fino a 61o rs. ment.
a garrafa e l,800 a caada. Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.' e 10,000 rs. a caixa.
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a Chouricas as mais frescas do mercado a 800
lata. I rs. a libra.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo Genebra de laranja em frascos grandes a
a 3,5oors. cada urna. l,2oo rs. o frasco.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a'Serveja das mais acreditadas marcas a
9,000 js. a arroba. 6,5oo a duzia e de mais a 000 rs a garrafa
Botijes com 10 garrafas de azeite doce a dem embotijas e meias, sendo preta da
5*5oo. I muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
Caf de 1., 2.* e 3.* qualidade de 26o, 3oo rs. a duzia.
e 36o rs. a libra, doCcar de8,5oo, 8,Too, Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
e 9.000 rs. a arroba do melhor.
Arroz da India, Java e Maranho de 2,8oo a
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Mostarda ingleza em p a 10 o frasco.
Cebollasja 8* a caixa e l,2oo rs. o molho.
Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Comiaho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Vassouras de piassaba de dous arcos de fer
ro a 32o rs. cada urna.
Latas com banha refinada com 10 libras a
4*5oo.
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por CRIMAULT e C, pharmacetiticos de S. A. I. o Principe Napoleo, laureados
da Escola de pharmacia de Pars, ra de la Feuillade, 7.
Cita nova combinadlo rene debati de am pequeo volume urna forma agradaTel e nm sosto delicise
11a multo que os medico deaejavo ardentemente a reuniao destes daus medicamentos, e todava, anexar
aos maiores esforcos, nem a sclencla medica, nem os qumicos os mais disUnctos o podero conteiuir
gTaQa8 po.rem Per*e?eranCa humana achio-se hoje associadas estas duas poderosas substan-
mentP n^Z.L Tc0/ wrt"""Br PJ llnela, e forr*. a bate de nosso sangue, e consegnlnte-
mente o reparador dos forcas e da taude alterada ou perdida. suune
norrbSw faha?d?2J.?U,M? 3&.op*J.one0 M" n mostrado muilo efllcas sao i as ame-
Ser0\8cC%mlT?CS^,1^re, ntitt"^' Wlo. 86 Penosas e tardas, Dores brancas,
peta KT"Ph!u^rph',i,,no' enPb^.mento do sangue, a. escrfulas, os estragos produridos
ho" VnStan^l^0 *ir,aXtt l^I'K^.'i aPpUS? n8 h0?it,u* ***>* *<
O proapeeto encerraToSS'iTf^^.'.^ "f8"" ^ M med,lcamentos ferruginosos conhecidos.
da faculdade *w*nEZi?!2S& ""0' meDlbr08 da Academia de MeSieina e professores
o reconstituiote da"3 ^JJxK "f "^"njnto o conservador da sende por excellencia, .
preservativo das epidemia? mt' lndlPeM"el a P que hi"tSo os paites quentes, como
Grimaoit c c, ra de la Feuillade, 7;
Banal e Oj no Porto, na pharmacia do
em casa da iuva rcixu e niaix. ra do
'"^-F.aaiiBkeiraj no Rio- Grande, em casa do
O; em emmbH>, em
em
Sr
Sabfio
" 0T no JfamaAdo.emeasTdof Sn7521
&SZS^fffiXgr* *WtS^ i". Vm='nas prT
>
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz a. 2<2 emeasa de Caros A Barboza
ra, Pec-nic, Fance, Machine e outras mui-
tas a 1,3oo e 1 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
Balachiha de Craknel em latas de 5 libras
broto a 4,ooo rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 21o rs. a
libra.
Cartes tom bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vo as procis-
ses a Goo rs. cada um.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em htas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a Moo e 2,2oo
rs. a lata,
dem em caixinhas de 8 libias a 1,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 120 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 8oo rs. a libra,
dem de casca mole a 32o rs.
Vinhos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V. nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca, Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.ooo e
1 ,ooo rs. a garrafa,
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada,
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada,
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa,
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a casada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composifao a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Ricas caixas com figos a l.ooo rs. cada urna.
Ricos litros com figos 1 ,ooo rs.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes com 4 / garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafo.
dem com 4 / ditas de venagre al.ooo rs. o
garrafo.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com aancoreta
dem em pipa puro sem o batism* a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,8oo rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portugueses das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro. amor perfeito, amen-
doa amarga, percicot. de Turin, Botefim,
raorangos, limo, caf, laranja, cidra, gin-
da o mais lindo e variado
da presente estaeao.
Manteiga ingleza
da safra nova vinda neste vapor de 28 de
maio a 900 rs. a libra e da velba a 800 e
850 rs. a libra.
JHantelga franeeza
da safra nova a 600 rs. alibra.
Amendoas
confeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Traques
de n. 1 os mais superiores do mercado a 8
a caixa e 220 rs. a carta,
Ameixas
em frascos de vidro com 3 libras liquido a
2iH00, muito propios para mimos.
Cartoes
com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Latas
com bolachinhas de soda de todas as qua-
lidades a 1*300.
Chocolates
de todas as qualidades a 1*000 a libra.
Presuntos inglezes
dos melhores fabricantes a 800 rs.. tambem
temos velhos para 500 rs.
Queijos flamengos
chegados neste ultimo vapor a 3* e 3*200.
dem prato
o melhor que se pode desejar a 1*000.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a 760 rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente douradas,
proprias para mimos a 900 e 1*200.
Cha uxim
o melhor que se pode desejar, que outro
qualquer nlo pode vender por menos de
3* a 2*600.
dem perola
especial qualidade a 2*700 rs. a libra.
dem li\vnoii
o mais aromtico que tem vindo ao nosso
mercado a 2*600.
Massas amarellas
talharim e aletria
sortimento de
Macas brancas
para sopa a memor que se pode desejar,
macarro, talharim e aleiria a 400 rs. a
libra e 4*500 a caixa.
Vinho
Figueira J A A e outras muitas marcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
dem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e
24800 a caada.
dem do Porto
generosos engarrafado des melhores fabri-
cantes da cidade do Porto a 10 e 1,5200
a garrafa e de 10,5 a 12(5 a caixa, as mar-
cas sao as seguintes: Chamisso AFilho,
F. 4 M.f Nctar ou vinho dos Deuzes,
lagrimas do Douro e outros muitos.
Latas
com 10 libras de banha a 4,5000.
Bolachinha ingleza
a 1*800 a barrica da mesma que por ahi
vendem a 2*000 e 2*100.
Alpista e Painco
o mais novo do mercado a 140 rs. a libra,
e 4*400 a arroba.
Nozes
as mais novas do mercado a 120 rs.a libra.
Cenejas
dos melhores fabricantesje de todas as mar-
cas de 4*500 a 6\500 a duzia.
CGARTOS
Charutos Thom Pinto,. Reis e outros em
meias caixinhas a 1*500.
Arroz
do Maranho a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 2*500 a 3*000 a ar-
roba desses que vendem por 3*400.
CAFK
de I.* e 2.a sorte do Rio de Janeiro a 8*500
e 8*800 a arroba, e 280 a 300 rs. a libra.
Ciarrafes
com 4 i garrafas com vinagre a 1*000 rom
marcas : Osbome. Craknel, Mixcd, Victo- dem de segunda qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 26o rs. a iibra.
Arroz do Maranho a 12ors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba.
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra.
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra.
dem da India comprido a 2.4oo rs. a arro-
ba, e 8o rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,ooo rs. ar-
roba, e 32o rs. a libra.
dem de sebo muito dui a lingindo esparmace-
te 36o rs. a libra.
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e era
caixa a 52o rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.ooo rs.
dem almaco pautado e liso a 3,ooo rs. a resma.
dem de peso pautada e liso a'2,5oors. a
resma.
dem a zul de botica ou fugueleiroa 2,2oo rs.
a resma.
Idemcmbrulho de I,2oo a l,4oo rs. a resma.
o garrafo.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 1*000 o frasco, ,e de 11*000
a caixa.
DEM
para sopa, macarro, talharim e aletria alem frasqueiras de Ilollanda a 5*800 com
480rs. alibra. I 12 frascos.
Os proprietarios do grande armazem o Verdadeiro Principal declaram aos seus
freguezes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a commodidade do todos es-
tipularan! os mesmos precos nos seguintes lugares:
Piogressivo largo do Carmo n. 9.
llnio e Commercio ra do Queimado' o. 7
O Verdadeiro Principal ra do Imperador i, 40
ROUPA FEITA
NO
ABOAZEn
Ameixas francezas em latas de 1 11 libra a
l,2ooe8oors. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l.ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 8oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 8oo e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Cerveja Tenente verdadeira a 6,8oo rs. a
duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a l.ooo rs. o molho e
8oo rs. o cento.
Chocolate porluguez hespanhol e francez de
l.ooo a l,2oo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,ooo
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixades em macos grandes
com 2o rs. o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs: a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito novo a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milbo alpista a 14o rs. a libra e'4.5oo rs. a
arroba.
Gomma a 2oo rs. a libra e 5,4oo a arroba.
Peixcs em latas al.ooo rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
DE
WTOft li TOMw
K.ETREXRO VERDE.
*i
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
bomens e meninos.
30*000
25*000
Casacas de panno preto, 35* e
Sobrecasacas idem, 30* e .
Paletos idem e de cores, 25*,
20*, 15* o......10*000
Ditos de casemira, 20*, 15*,
12*, 10* e...... 7*000
Ditos de alpaca, 5*, 4* e 3*500
Ditos ditos pretos, 9*, 7*.
5*. 4* e......3*500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 4*500, 4*. 3*500 e. 3*000
Ditos branco de linho, 6*, 5* e 4*000
Ditos de merino preto de cor-
do, 10*, 7* e..... 5*000
Calcas de casemira preta, 12*,
10*. 8* e......7*000
Ditas de cores, 9*, 8* e. .
Ditas de meia casemira de co-
res, 5*000 e.....
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordo, 4*500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 5*, 4*500, 4* e .
Ditas de ganga de cores, 3* e
Colletes de velludo preto e de
5*000.
2*000
1*400
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda branco,
.6* e.......
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 6*, 5* e
Colletes de fustao e brim bran-
co, 3*500,3* e .
Seroulas de brim de linho,
2*490 e ......
Ditas de algodo, 1*600 e. .
Camisas de peitos de linho,
4*, 3* e. .....
Ditas de madapolo, 2*500,
2*e........
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 10*, 9* e. .
7*000, Ditos defltro, 5*, 4*, 3*500 e
Ditos de sol, de seda, 12*,
W& 7* e......64000
Collarinhos de linho fino, ulti-
ma moda.......
Sortimento completo de grava-
tas.
2*500, Toalhas para rosto, duzia, 11*.
e
4*000
4*000
2*500
8*500
2*000
640
Salitre refinado, superior qualidade, vinho Bor-
deaux, difiVrentes qualidade?, mais barato que em
Sualquer parte : no armazem de E. A. Burle &
., ra da Cruz n. 48.
Roa da Scnzalla Nova n. 42.
[Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a 110 rs., idem de Lo*
Moor libra a 120 rs.
PARA AFESTA
DE
S. A\TOMO E S. JOAO.
Manteipa ingleza muilo boa a 800. 750 e 640 rs.,
franceza a 640, em pnrrao faz-se abatimento, vinho
de Lisboa a 25G00 a caada, e 360 a garrafa, Fi-
gueira a 3200 a caada c 440 a garrafa, cartas de
traques a 240, e outros muitos gneros Lons e ba-
ratos : no armazem da Estrella, largo do Paraizo
'numero 14.
cores, 9* e......7*000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
6*000
Ditos de casemira preta, 5* e
Ditos de ditas de cores 5*
i*e
4*000 tos e de cores.....4*000
! Lences de bramante de linho. 3*000
3*500 Cobertas de chita chineza.
2*500
Armazem de fazendas
DE
Custodio, Carvalho & Compaulda.
1 RA 1IO OniTliDO
ffilfaKiiifbrSa'Sa w:Ira',8,0 bara,SSm0 ** d IW *+
Lencinhos para meninos e meninas a 100 rs.
Lencos brancos para algibeira a 2 a duzia.
Toalhas de fustao de linho duzia 4*.
Toalhas adamascadas e linho pelo barato preco de 3A0hi>0e 44 cada urna
Laazinhas de urna so eor pa no aupa d em cninos e seoura.
9


...
de
NIAO MERCANTIL
RIJA DACADEIA DO RECIPE M.\ *3.
NOVO E
OSAWDB AUMZBU DE MCLHADOS
RA DA CAIIEIA DO RECIFE \. 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do hecfen. 53, um grande e sortido armazetn de moldados de-
nominado Unido Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico um completo sorlimento dos melbore
ceneros que rem ao mercado, tanto estrangeiros, como nacionaes, os quaes serSo vendidos em porgues ou a realbo por pregos assi
gom modos.
Manteiga ingleza especialmente escolbida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qualidade a 800 rs. a libra, j 10200 a caada,
em barril se faz abatimento. i Azeite doce refinado em garrafas brancas a
Manteiga fraaceza a mais superior do mer-| 800 rs.
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
oq meio. | 4)9800 a caada.
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, chegados oeste nltimo vapor, a j 50800 a frasqueira.
Carxinbas cora ameixas francezas, ornadas
com ricas estampas na caixa exterior,
raoitopropr aspara mimo, a 10200,10500
e20.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Queijos flameogos cbegados neste nltimo
vapor a 20800.
Queijo prato maito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanbas rauito novas a 120 rs. a libra e
e30OOO a arroba.
Cha uxin o melbor que ba neste genero,
mandado vir de coota propria a 20800
rs. a libra.
Cha hyson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cb preto muito superior a 20 a libra.
Biscoetos inglezes em latas com differentes
quididades, como sejam craknel, victoria,
piquelez, soda, captara, seed, bornez e
outras muitas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caixinbas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinbas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne, da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo.
Sardinbas de Nantes a 340 rs. o quarto e 56(
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : savel, corvina.,
vezugo, cheroe, linguado, lagosiinha, a
10300rs.
Salmao em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Magaa de tomtes em latas de 1 libra a 60)
ris.
Chora xas e paios em latas de 8-e meia libra
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80GOO a arroba.
Bolaxinba ingleza a 320 rs a libra e 40 a
barrica.
Marmelada imperial, dos melhores conser- ?g mnitc.novo a 240rs. a libra
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qoalidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca mol le a 400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs- a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Maguas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, so vista se faz o prego.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate hespanhola 10200 a libra.
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades Genebra de laranja em frascos grandes a 1.
que se pode desejar de 70500 a 80000 a Cerveja branca e preta das melhores marcas
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 10$ a duzia, e 900 a 10 a garrafa; deste
genero ha grande porcSo e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 14* e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Camfies, Madeira secco. Carca ve los, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
40P, 480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
qne ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
5800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 808
e10200 a garrafa.
Licores francezes das seguinles qualidades :
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um. I
Sal refinado a 500 rs. o pote.
Cevadinha de Franca a 200 rs. a libra.
Farinha do MaranbSo a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 40800 a arreba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libran
por 10500.
Cebollas a 10 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 ri
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, proprio para negocio, a 80.
Arroz do Maranhaoa 100 rs. a lihrae 208K
. a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400
arroba.
Vellos de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macan ao, talbarim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Eslrellinha,pevide e arroz demassa para sopa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras
Palitos de dente lixados com flor a 200 r*.
o masso, ditos lixados sem flor a 160 n
o masso com 20 massinbos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra t
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; intei-
ro se faz abatimento.
Ossenhore que comprarem de 1000000 para cima, terao o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
CLUttil
COM1HERC
RA DO iflIE1M\ IIO \. 15,
Passando o becco da Congregado segunda casa.
NOVIB ABE
Pereira Bocha A C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commercial,
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que rem ao nosso mercado, os quaes
aero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se obom pese
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Arroz do Maranho.da India e Java a60, 80
e 100 rs. a libra e I 800 a 20600 e 30
a arroba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
15200 e 10GOO eaafrascos grandes a
20500.
Jdem em caixinbas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 120000,10400, 10600 e 20.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa.
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avel5as muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Dita* inglezas muito novas a 30000 a barri-
quirrba e a 200 rs. a libra.
Baoba de porcor efraada a 440rs. a libra e
e em barril a 4C0 rs.
Cb hysson, huchin e perola a 10600, ,
20500,20800 e 30000 a libra.
dem preto muito superior a 20000 a libra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas^* 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Baha
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800,
20000, 20200, 20500, 20800, 30000 e
30500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 280 e 320
rs. a libra e 80500 e 80800 rs. a arroba.
Mem londrino chegado no ultimo vapor a
900 rs. a libra.
Carles de bolinhos francezes muito novos e
muito bem enfeitadoea 700 e MO'jn.
Chourigas e paios muito novos a 800 rs. a
libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220
rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
10800, 5500 e 280 rs. a libra.
Farinba do Maranho a 160 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 60200 a frasqueira.
dem em garrafoes de 3 e 5 gales a 50500
e 70500 cada um com o garrafao.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia.
Licores muilo finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi-
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfectamente flor, desem-
barcada de pouco a 960 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
dem franceza muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores coaservei-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas finas para sopa: estrellinha, pevide,
rodinhas e letrianhas a 600 rs. a libra e a
40 a caixinha com 12 libras.
Noes muitt novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de denles a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
Amendoas confeitadas a 900 rs. a libra.
Doce de goiaba em latas o melhor possivel a
2# e em caix3o a 640 rs.
Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
Paingo a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo_a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
muito novo a 640rs.
Queijos llamengos do ultimo vapor a 30100
Jdem prato.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 360 rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a libra.
dem stearinas muito superiores a 600 rs.* a
libra.
Figos em caixinhas ermeticamente lacradas
a I -SOCO.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
, sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Maria Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
, zia a 90000 e 100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada,
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 re.
a duzia.
demMergaux eChateanlumimdei854, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas mu i te grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te
mos grande porc3o de outros que deixamot
de mencionar, e que todo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porooes como i
retamo.
Qoem comprar de 1000000 para cima le-
ra o abate de 8 por cento.
ftPLENDIDQ SORTIMENTO DE MOLHADOS
W. RA nO CRESPO 9
Esquila que volt* para a ra do Imperador
DE
(Xo se enganraa c
Itra)
a mi
AMIGOS!
INao leiam este annuncio com precipitago.
Confrontem os precos dos outros annuncntes.
Venham ver os gneros que temos expostos a venda.
A vista faz t.
Nao temos palavras bombsticas.
Nao nos enculcamos o primeiro recebedor de conta propria.
N3o desacreditamos ao collega porque nao quiz ser nosso socio.
Val a quena toca.
Para abastecer a todos os habitantes dsta bella provincia ainda nao sao sutficien-
tes as casas que actualmente oxistem abenas com grandes proporces para terem um
magnifico sortimento de molhados ; assim, pois, os proprietarios do Armazem Principal
nao invejam a sorte dos seos collegas.
Habitantes de Pernambuco.
Nos temos um excellente sortimento dos melhores gneros que se pude aehar
em nosso mercado. Vinde ao nosso estabdeeimento, e se a vossa boa f for Iludida
urna s vez ao menos, castigai-nos nao voltand mais a nossa casa.
Amendoas confeitadas de bonitas coros a dem de Hollanda em garrafoes com 24
l,ooo rs. a libra. garrafas a 7,2oo rs. com o garrafao.
dem de casca muito novas a 3oo rs. a libra. Lentilhas excellente legume para sopa e gui-
Avellas a 2oo rs. a libra. zados a 2oo rs. a libra.
Ameixas francezas em caixinhas com lindas Licores francezes de todas as qualidades a
estampas a l,2oo, l,4oo e l,6oo rs. cada 8oe e l.ooo rs. as garrafas grandes.
urna.
dem em frasco de vidro com rolha do mes-
mo ou de metal, a 1,2oo e 14oo rs. ca-
da um.
dem em frasco grandes 2,5oo rs. cada um.
dem em latas de 1 *j% e 3 libras a l,2oo e
2,ooo rs.
Arroz da India e Maranho o melbor que se
p le desejar a loo e 12o rs. a libra e
2,8oo e 3,400 rs. a arroba.
Azeite doce de Lisbea a 6oo rs. a garrafa,
e 4,8oo rs. a caada.
dem francez clarificado em garrafas bran-
cas a 9oo rs. cada urna, e lo,ooo rs. a
caixa com l duzia.
Alfazema muilo nova e linipa a 32u rs. a li-
bra.
Alpista a 16o a libra, e 4,6oo rs. a arroba.
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio dasseguintes qualidades: aguae
sal doces, e imperiacs em latas de 6 1-
Manteiga ingleza perfeitamente lr a 8oo <
96o rs. a libra,
dem franceza nova j deste anuo a 6oo rs.
a libra, e 58o rs. em barris inteiros.
Marmelada especial dos melhores fabricantes
de Lisboa a tioo e 64o rs. a libra, ba latas
de differentes tamanhos.
Massa de tomate em latas de 1 libra 56o rs.
cada urna,
dem para soda estrelinha, pevide e rodinha
en caixinbas surtidas a 3,ooo e 3,5oo rs.
cada urna e 5oo rs. a libra,
dem macarran, lalerim e aletria a loo rs.
a libra.
Mostarda franceza preparada em frasee a 4oo
rs. cada um.
Moiho inglez em garrafinhas com rolhas de
vidro 64o rs. cada urna.
Marrasquino verdadeiro de Zara a l.ooors.
a garrafa, lo,ooo rs. a caixa com 1 duzia.
Nozes muito novas a 16 rs. a libra,
bras a 3,ooo rs. e de 3 "2 libras a l,5oo Prezunto de fiambre superior a 600 rs.
rs. e em libra a 64ors., estas bolachinhas Wem do Porto para panellaa 5oo rs. a libra,
torna-se muito recommendavel com es- Passas novas a 48o rs. a libra.
Peixe em latas de differentes qualidades co-
mo, savel, cor?ina, govas, pescadinhae
outros a 1,000 rs. a latas.
Palitos para dentes a 14o e 16o rs. o masso
dos melhores.
Painco o mais novo e limpo a 16o rs. a libra,
e 4,5oo rs. a arroba.
pecialidade para os doentes.
Biscoilos e Bolachinhas de soda em latas, de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a 1,35o rs. a lata.
Bollos francezes em cartes e de diversas
qualidades a 64o rs. cada um.
Banha de porco verdadeira refinada a iooj
rs. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a 160 rs. a libra.
Bolachinhas inglezas ltimamente desembar-
cadas a 24o rs. a libra e 2,ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
al hoje tem vindo a nosso mercado a
18,ooo rs.'o gigo, l,5oors. a garrafa in-
teira, e 800 rs. as meias.
Cha uxim o melhor que se pode desejar e
que outro qualquer nao vende por menos
de 3,000 a 2,7oo rs. a libra
dem. perola especial qualidade a 2,6oo e
2,8oo rs. a libra, garante-se a qualidade
d'este cha
dem hysson o melhor que possivel en-
contrar-se a 2.4oo e 2,6oo rs. a libra.
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
a l,2oo e l,4oo rs. a libra.
dem preto muito fino a l,6oo rs. a libra.
Chocolate das melhores qualidades, francez,
hespanhol e suisso a l,ooo, l,2eo e l,4oo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Joso l'ur-
Aenco
O doooda lojadoBeija-Oor, na ra do Queimado
n. 63, acaba de abrir um outro espacoso e$labeli-
cimeato d miadeas na mesma ra n. 69, por isso
avisa aos seus freguezes e amigos, que tmtn dous
estabeleciuientos eucontrarlo sempre grande orfi-
mento de miudeas, perfumaras e objeclos de ges-
tos; e vender sempre mais barato que ouiro qual-
quer, como abaixo se ver.
Peoteg douraiUsde tmesM.
Delicados pentes orados de travessa para me-
ninas a l^oOO cada um, ditos sem ser dourados n
oOO rs. cada um : as tojas do Beija-uor, na k.
Queimado ns. 63 e 69.
Vloltinlias de aljofares.
Lindas voltinhas de aljofares com cruzes de pt-
drinhas imitando a brlhantes a i& cada urna : as
tojas do Beija-ftor, ra do Queimado ns. 63 e 69.
Livas de louvin
Chegaram pelo ultimo vapor as desejadas iuva*
de Jouvin de todas as cores, tanto para hornees
como para senhoras : as tojas do Beija-ftor, ra
do Queimado ns. 63 e 69.
fallieres para meiinos.
Vendem-se talheres de cabo de balanco para me-
ninos a 280 rs. o talher : as lojas do Beijaflor.
ra do Queimado ns. 63 e 69.
Calieres de nelal principe.
Vendem-se colheres de metal principe muiiv ti-
nas para sopa a .15000 e U400 a duzia, ditas pata
cha a if e 2400 a duzia, ditas para assucar a
500 rs. cada ama, ditas para terrina a ftj cada
urna, e s quem vende por estes precos as lojas
do Beija-flor, ra do Queimado us. 63 e 69.
Facas e garfos.
Vendem-se facas e garios oitavados a 2,8800 a
duzia, ditas cravadas, cabo preto e branco a 3$ ;.
duzia, ditas de balaneo de 1 botao linas a o2iKi
ditas de 2 botoes muito Tinas a 6-"0 a dnzia, ditas
de 1 botao para doces e fructas a 5 a duzia. ditas
de 2 botoes a 54200 a duzia : as iojas do \w<-
flor, ra do Queimado bs. 63 e 69.
Tiras bordadas.
Vendem-se tiras bordadas, a peca a 151C0, i200
e 14300 : as lojas do Beija-ftor, ra do Queimado
ns. 63 e 69.
Babados bordadas.
Vendem-se babados bordados de varias largaras
a peca a 1*600, 1*800, 24, 24200 e 24400 : as
lojas do Beija-flor, ra do Queimado ns. 63 c 69.
Lindos sapalinhos.
Vendem-se lindos sapalinhos para baptrsados de
enancas a 14300 e 24 o par : as lojas do Beija
flor, ra do Queimado ns. 63 e i.
Bolee para pannos.
Vendem-se botoezinhos de madreperola e uo mar-
fm para pnnbos a 320 rs. o par, ditos rncarnadi-
nhos a 120 rs. o par : las lojas do Beija-flor. ra
do Queimado ns. 63 e 69.
Fitas para debrtun de vestidos.
Vendem-se fitas de lia de todas as cores para
debrum de vestido a 906 rs. a peca, ditas prclas
de seda a 1*100 a peca : as iojas do Bei.ia-Dor,
ra do Queimado ns. 63 e 69.
Filas brancas para delirum.
Vendem-se pecas de lita branca de linho paia-
debrum a 400 rs. a pe>;a : as lojas do Beija flor
na ra do Queimado ns. 63 e 69.
Iticas litas lavradas.
Vendem-se muito ricas fitas lavradas para sinto
de senhora e meninas : as lojas do Beija-flor na
do Qneimado ns. 63 e 69.
Espelhos de Jacaranda.
Vendem-se espelhos de columnas, de Jacaranda,
a 34 e 44300 cada um, ditos de madeira amaretla
a 2*400 e 24800: as lojas do Beija-flor, na ra
do Queimado ns. 63 e 69.
Fitas de velludo estrellas.
Vendem-se fitinhas estrenas de velludo par. en-
feite de vesdo a 900, 1* e 1*200 a pega: as to-
jas do Beija-flor, ra do Queimado ns. 63 e 69.
Trancas de lia para bordar.
Palitos do M7 a 2 too rs a ornas *>oo rs ; Vendem-se trancabas de laa pretas para bor-
rdino (io gaz a z.ioo rs. a groza, _oo is. a j dar camsnnas e vesIid0S a80 e 160 rs. a pecioha,
duzia, e 2o rs. a caixinhas. j dtas brancas com 40 varas a 600 rs. a peca, e oa-
~- ___, __i tras muitas cousas que setornarao enfadonno men-
IM llamengos Chegados neste Ultimo va- ci0na-las, pois s coma vista se poder vero gran-
de sorlimento das tojas do Beija-flor, na ra dio
por. a
dem prato muito fresco a 8oo e 9oo rs.
a libra.
htem suisso a melhor qualidade que at ho-
je tem vindo ao nosso mercado a 8oo rs.
a libra.
Sal refinado em potes de vidro a 5oo rs. ca-
da um.
Serveja das melhores marcas a C,ooo rs. a
duzia, e 56o rs. a garrafa.
Sardinha de Lisboa e Nantes em quartos e
meia latas a 38o 58o rs. cada nma.
Sag tnnito novo e alvo a 2io rs. a libra.
Sevadinha de Franca 18o rs. a libra.
Sevadaa loo rs. a libra, e 2,8oo rs. a arroba.
Traques de 1.a qualidade a 8,5oo rs. a cai-
xa, e24o rs. a carta.
Toucinho novo de Lisboa a 24o e 32o
Queimado ns. 63 e 69.
libra,
lado de Simas em '/j caixas das seguin- Tijollo para limpar facas a 15o rs. cada um.
tes marcas Parizicnccs, Suspiros, Dili- vh)ho em ppa por|0) Lisb6a e Figueira das
melhores marcas a
5oo rs. a garrafa.
3,8oo rs. a
cas, Napolees e Guanabaras a 2,3oo rs.,
e em caixas inteiras Trovadores a 3,ooo
rs. cada urna. .,.,_.. Mem do Porto Lisboa e Figueira de marcas
dem de outros muitos fabricantes e de monc Pn,l,,.1,0 Q ,.Afl rc n nai.r!,l:1 0
differentes marcas para l,5oo rs. as mei-
as caixas de suspiros a l,6oo, 2,ooo e
3,ooo rs. as caixas inteiras.
Conservas inglezas a 8oo rs. o frasco.
dem franceza a 5oo rs.
Cognac inglez das melhores martas a l.ooo
rs. a garrafa e lo.ooo rs. a duzia.
dem francez suporior qualidade 8oo rs. a
garrafa e 9,ooo rs. a duzia.
Comino e Erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a 6oo rs. a libra.
Canella a l.ooo rs. a libra.
Copos finos para agua a 5,ooo rs.-a duzia, e
5oo rs. cada um.
Caf do Rio superior a 28o e 32o rs. a li-
bra, e 8,8oo e 9,5oo a arroba.
Doce tino de goiaba a 6oo rs. o caixo.
Ervilhas portuguezas ltimamente chegadas
a Too rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra. .
Farinba de araruta verdadeira a 32o rs. a
libra.
Figos em caixinhas muito bem enfeitadas a
a l,ooo rs. cada urna.
dem em latas ermilicamente lacradas a
l,5oo e 2,5)0 rs. cada urna,
dem em caixas de '/i arroba a 2,5oo rs. ca-
da urna, e2oo rs. a libra.
Graixa muiio nova a loo rs. a lata e l.ooo
rs. a duzia.
Genebra de Hollanda em frasqueiras com 12
frascos por 6,000 rs. e 56o rs. o frasco.
dem de laranja a l,ooo rs. os frascos gran-
des e H.ooo rs.*a caixa com 12 fraseos.
dem de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da urna.
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,8oo
rs. com a garrafao.
Vende-se alpaca preta a 500 rs. o eovado.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, j600,
700 e 800 rs., fina de cordao a 800 rs.. py_gg-
tot, princea preta a 800 e 640 o ^|~5'
na preta fina 1*400 o covado, l"^1*8 P^*
para senhora queesfo de luto a ggrt
ha ra da Imperatrii n. t. A toja esta aera aw
s 9 horas da noite. '
Para algoda.
Vende-se por'prego commodo urna excelleate
machina americana qne trabalba com nm eavaao
para fazer mover ualquer machi pequea de
asearocar alpodao, tendo a vantaem de ser mui-
to simples e eeonooMsar muito o trabalho braeal:
a tratar na padaria da ra Dlreita n. 84.
menos conhecidas a 4oo rs. a garrafa,
2,8oo rs. a caada,
dem Colares especial vinho a 600 rs. a gar-
AGENCIA
DA
FUNDICAO DE LOW-MOOB.
Kua da Senzalla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos 01
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston C,
ra da Senzalla Nova n. 42._____________
\o aroiazem de fazenVs baratas de
Santos Codito, ra do Queimado, a.
19, vende seo seguintc-
Altence.
I.azinlias..
Ricas liiazinhas para vestido, fazenda a melbor
aada, e que tem vindo ao mercado, tanto em gosto oomo
em qualidade da fazenda, pelo baralissimo preco
de 560 rs. o covado.
Liiazinhas miudinhas carmezins, proprias para
e j vestidos de meninas, e camisinhas a 640 o covado.
Cortes de laa com 15 covados pelo baralissimo
preco de 6.
Cobertas de chita da India pelo baralissimo pre?o
de 2500.
Lencoes de panno de linho a 2.
Lencoes de bramante de linho tino pelo baratsimo
preco de 3*200.
Bramante de linho fino com 10 palmos de largura
pelo baralissimo preco de 2500 a vara.
Atoalhado adamascado proprio para toalhademesa
rs. a
rafa.
dem Lavradio muito fresco nao levando com-
posiro a 56o rs. a garrafa, e 4,ooo rs. a
caada.
dem branco de uva pura a 56o rs. a gar-
rafa, e 4,5oo rs*. a caada.
dem mais baixo a 4oo rs. a garrafa, e 3,ooo I a 2*000 a vara.
> a mnarh I Cambraia de forro a 2*600 o 3*200.
i i,, a canaud. rof,c a^J Guardanapos adamascados a 3*800 a duzia.
dem Bsrdeaux em caixas de 12 garrafa das Toalnas ochoadas proprias para mos a 5* a
marcas mais acreditadas a 6,5oo e 7,ooo
rs. a caixa.
dem muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a l,2oo rs. a garrafa, ga-
rante-se que por este mesmo preco d pre-
juizo e s se encontra n'este armazem.
dem do Porto em caixas com 12 garrafas
das seguintes marcas Lagrimas do Douro,
Duque do Porto, Genuino, Velho Particu-
lar, malvasio fino, D. Pedro V, D. Luiz
I, Nctar e outros a 9,ooo e lo.ooo rs.
a caixa e 9oo a l.ooo rs. a garrafa.
dem Muscatel superior a l.ooors. a garra-
fa, e lo.ooo rs. a caixa com 1 duzia.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa
e 2,4oo rs. a caada,
dem em garrafoes com 5 garrafas a l,ooo
rs. com o garrafao.
Vassouras do Porto de arcos de ferro a 32o
rs. cada urna
dem de escova para esfregar casa 36o rs.
cada urna.
VeHas de espermacete superiores a 56o rs.
a libra, e 52o rs. em caixa.
dem de carnauba refinada e de compostcao a
36o rs. a libra e de lo.ooo a ll.ooo rs. a
arroba. ______________
EmprezaMa illumina^o
gaz.
Todas as vendas de apparelhos e reclamacoes
(por escrlpto dando o nome, morada, dala, etc.),
devem ser feilas no armazem da ra do Imperador
n. 31. Os machinistas mandados para atiendera
estas, apresentarao nm livro qae es reclamantes
deverao assignar logo depois de prompto o servico
reclamado ; isto para que a empreza fique sciente
de haverem os mesmos senhores sido devidamen-
te attendidos.
Farinha de waudUea '
ensacada e da melhor qoe ha : vende Miguel Jos
Altes no sea escriptone, casa n. 19 da na da
Mil.
duzia.
Cortes de calca de ganga amarella de listras o
de quadros, pelo baralissimo pre^o de 1*200 o
arte.
Cambraia adamascada com 20 varas, propria
ra cortinado, pelo baralissimo prego de lOfcOOO
peca.
Bicos corles de la Maria Pia pelo baratsimo
preco de 18*.
Pecas de cambraia de salpicos com 8 1(2 varas
pelo baralissimo prego de 4*.
Pegas de plalilha de algodo com 10 varas, pro-
pria para saia a 4*200.
Esteiras da India, proprias para forro de sala,
de 4,5 e 6 palmos de largura, por menos prego do
que em outra qualquer parte.
Neste armazem tambem se encontrar um gran-
de sortimento de ronpas feilas, e por medida. _
Na ra do Vigario n. 11, escriptorio de M. J*.
Ramos e Silva & Genros, tem para vender o s*
Ruinte | m
Superior vinho do Porto em barris de iu.
dem idem idem em caixas.
Cera de Lisboa em velas.
Ricos e elegantes pianos.
lialancas decimaes. _
Algodao da Babia para saceos e roupa de escravos.
r'arioli.i de mandioca saperior
em saceos grandes : vende Anlooio Luiz de Olive,
ra Azevedo & C, no sea escriptorio ra da Crua
numero 1.
Ferros para ourives.
Na ra larga do Rosario n. 24, loja de ourives,
veadem-se todos os ferros e uteneilios de ounve?.
Vendem-se por barato proco duas casas no-
vas e um grande telheiro onde lem urna padaria,
todo na entrada do Cachang e por mtnos do seo-
valor, 360*, e vista do pretendente se dir o no-
tivo da venda : a tratar no Chora-menino, padaria.
At que chegou
um grande sortimento de bico e renda preta de
novo modelo chamado (guip) o melhor que se,
pode desejar neste arligo e que se vende muito ba-
rate : na toja do gallo vigilante ra do Crespo i
D.7.
arijos. liBgnteas e carne do >
aertio.
Vende-e na taberna de B S. Costa, pateo do
Paraizo n. 16, oito para a na da Ftorenttna.


Diario de Peranlne Qiilata letra e fnnho de i4.
LITTERATORA.
POLMICA RELIGIOSA.
0$ disrnrsos do Sr. depulado Pedro Luiz Pcrrira de
Sania, na caara dos depulados.Preteneo
Janrard. IusliUlos religiosos. Jesutas.
Lizaristas. Irmas de Caridade. Capaehi
entregam ao que alias talero, ao brago secular da
indignaco e do ridiculo, oa se refulam com serie-
dade. Algumas palarras pois:
Apenas Vicente de Paulo, o ex-caplivo de Tunis,
comec.ara a desempenhar a adrairavel missao para
que a Providencia o destinara, creou a instituicao
das Damas da Caridade, composta das primeiras
! fidalgas, protectoras dos enfermos e dos pobres,
consoladoras e enfermeiras, salvadoras e irmaas.
nbos.-Nceessidade das ordens religiosas no Dando pessoa|mente 0 exeraplo do agasalho aos in-
ir / (elzes recem-nados, quo a crueza ezpunha nos
* *' "' ; adros e as pragas, creou o priraeiro Hospicio de
VIH expostos. Outros semelbautes levantou para Asylo
Dos Lazarislas. de velhos, outros de Mendigos e um Hospital para
O estimavel Sr. Dr. Podro Luiz, querendo repel-' f< **' / **f '^t.tuio as
lir a pretendo do reverendo padre -Janrard, assou- granas da Landade era cada freguez^ Con-
tou que o mel mais comentaneo era tornar odioso inbuio para o estabeleciroento das Servas da Cruz,
o proprio impetrante ; para isso, armou-o cavallei- Reformou o servico do Hotel-Dieu ede outros hos-
ro em Lazarista, o para enterrar bero os Padres P>tes. estabeleceu os exercicios.os que aspiram a
desta Ordera, bradou com a lamentavel firme** de>- receLer ordens- e reliroi esp'rituaes de quantos de-
das assuas assergoes :-. Os Lazarislas, senhores, 5eJam. u um eslado de vida> ou fazcr confiss5cs
sao exactamente 03 Jesutas I eraes- Creou conferencias ecclesiasticas, semina-
ros, etc.
Na hypothese, o eccleslastico de qne se trata nem Q confessor do Luiz XUI 0 principa| membro do
Lazarista, nem Jesuta ; era (ao menos 1862) collseiho regio dos negocios ecclesiastcos, o invo-
simples clrigo, capellao da marinha franceza. |untario grande da trra, que soube sempre con-
A (hese, porm, aiuda mais indesculpavelmente servar-se egual, sempre cheio de espirito de zelo
falsa, pois que essa revela s inconvenientes de se | da gloria de Deus, e de misericordias para o pro-
discursar sobre assumptos a que se totalmente ximo quem almejava por assegurar os soccor-
extranho. Entre as instituigoes dos Jesutas, e as ros. que sempre Ihe havia proporcionado, deu a
dos Lazarislas, nunca liouve sombra de contacto., ultima de mo s suas regras, e constituicoes, pe-
Aquella foi obra de Santo Ignacio de !.oyla, esta las quaes obrigou scus discpulos a continuaren!,
de S. Vicente de Paulo. Nos estatutos, no destino, para a salvago das almas, o que por seu exemplo
as vicissitudes, na historia de ambas, ludo, excepto lites havia ensinado. Por isso, pouco antes de u>or-
o amor de Deus e dos borneas, e foi sempre di- rer, reuniu acommunidade de S. Lzaro, e depois
rerso. de ter feito a quantos a compunliam o mais affec-
A Confraria dos Padres da Missao tomou o no-'tuoso- e Pa,ernal discurs0' sobre obecto das ob-
me usual, que, por laconismo, se Ihes d, da cas I rancias aquellas regras, fe-Ios approxiraar a
do & Lzaro, que os religiosos da antiga Ordem': ,odo5> e deu a d Dm l,vrinho dellas' que os
deste santo deram a S. Vicente, que ali collocou a
confraria, de sua creago, incumbida de vigiar, e
scalisaras varias fundagoes daquelle lypo da ca-
ridade. (Aquella casa, onde soaram os piedosos
cnticos dos fihos de S. Vicente de Paulo, est hoje
applicada a bem opposto destino.)
Os actuaes Lazarislas nao formam urna Ordem
monstica; mas um aggregado de clrigos sob o no-
rae de misionarios, percorrem os pazes estraoge-
ros, e os inflis, em servido da religiao. Sao el-
los (diz Duckett) a gloria do clero francez, como
as irmaas de caridade, as fllhas de S. Vicente, sao
a honra do seu sexo.
Estes respeitaves Padres sao tao Albos de S. Vi-
cente, como as irmaas de caridade ; sao portanto
bem irmaos dellas. Em virtude dos communs regu-
Padre* receberam com muito respeito, e sincera
devocao.
De tantos nobres institutos, o mais predilecto do
santo era o das M*MI dos pobres, filhas ou irmaas
de caridade.
Ha religiosas, e seculares hospitaleras, que se
applicam a tratar infermos. Outras que se do a
instruccao do seu sexo. Outras erafim que s tra-
uaiham na sua propria perfeigo. Mas neste ios-
' tituto, todos aquellos empregos se reunem.
Quasi nenhumas alleragoes ho sido introduzi-
das at hoje as primitivas regras. Tanto as Ir-
maas como os Lazarislas, quando saem de Franca,
todos ficam sujeitos, no tocante aos assumptos de
obediencia, e sujeirao domestica e interior ao su-
perior geral da Congregago da Missao ; mas em
ludo quanto se refere aos actos, e funecoes publi
lamentos, estas duas instituigoes, que s diversifican); cas, religiosas, ou ecclesiasticas, professam para
pelo sexo, e pela consequente differenca de oceupa-; com os Prelados Diocesanos toda a venerago, e
;6es, tem a mais intima ligacao espiritual. Para i obediencia prescriplas pelas leis, e pelos caones
onde vae alguma porgo de irmaas tm forcosa-1 da egreja. Estas mulheres nao tem de ordinario
menta de as acompanharem os Lazaristas. Essas! fortuna alguma de heranca, nem casas suas. Aquel-
mulheres, fortes com a sua fraqueza, e com os res- la ondt residem, excepto o seminario de Paris,
peitos devidos ao seu sexo, s suas virtudes, sua pertence aos pobres, ou s confrarias de caridade,
mansidao, aos seus servigos, e portanto protecelo 11ue as alugam quando as nao tem proprias. Sao
com que a Divina Providencia as ampara, precisam j sustentadas pelos hospitaes onde servem, e lem
todava mil vezes o auxilio daquelles seus irmaos. cada urna, para sua manutencao, urna quantia
Gomo se coneeberia um numero avultado de reli- asss mdica ; as outras partes subsistem, coro
giasas, sem ecclesiastcos que as enraminhassem ?! insignificancias, era virtude de contrato do estabe-
Blles sao seus directores espirituaes, seus habituaos j lecimento, estavel, e irrevogavel. As que desejam
confessores, seus capelles, seus interpretes, sous' entrar no instituto, sao recebidas no seminario, isto
pregadores, seus procuradores, quando preciso,
junto s autoridades locaes, religiosas, ou polticas.
Eis ah como e por que os filhos do S. Vicente de
Paulo (Lazarislas) costumam ser mandados para
onde vao as fllhas de S. Vicente de Paulo (irmaas
da caridade.) (I)
Aps esta explirag5o, nada mais achamos, nos
discursos do Sr. Pedro Luiz, nominalmento impu-
, na sua casa do arrabalde de S. Diniz, sem dote.
S do urna pequea somma para os priroeiros
gastos de trajo, e parca mobilia, e tudo quanto le-
vam restituido em especie ou valor, se saem.
Antes de serem recebidas, tomam-se as informa-
les sobre a vida, e costumes da impetrante, des-
de a infancia, e de sua familia. Aps seis mezes
de seminario, d-se-lhes o habito do instituto, e
tado ans Padres da Missao, e por isso nao alarga- j nstruem-se nos exercicios de piedade, na obser
inos este trecho. Notaremos, porm, que, n'um vancia das regras. Quando asss instruidas, dis-
periodo em que tanto se alardeiam ostentagdes at! persam-se por onde convm. Desde que entrara
de philantropia (palavra inventada pelos humani-
tarios, e to moderna como intil) espanta, dize -
mos, que se fulminem as instituigoes de S. Vicente
do Paulo, que, na historia das Ordens Religiosas,
no seminario, tm cinco annos de provago, sendo
depois admitiidas a fazerem tofos simplices, mas s
por um anno, e toda a sua vida, querendo, os re-
oovam, no dia 25 de margo, obtendo licenca dos
superiores. O chefe da Congregado da Missao
coche por sis quasi a do seculo XVII, ou pelos 'muda-as. segundo as conveniencias.de trra em
seus proprios estabelccimcntos, ou pela parle quo
tomou em quantos no seu lempo se levantaram. Foi
elle, por egual, o homem da religiao, da humanida-
de e da patria. Gonduzr seus seraelhantes a Deus
ierra, ou de destino em destino.
Estas santas mulheres, perdendo os seus appeL
lidos mundanos, ou trocaudo-os por nomes de be-
pela estrada dos beneficios, foi para elle sempre o' mavenlurads. vestem-se com grande pobreza, e
lim o o meio. !do modo raais desvantajoso para a apparencia femi-
nil. O numero das Irmaas era, poucos annos ha,
Donde vira po.s esle odio contra os Padres de de seis sele mi, 0 noveiado em Paris compu-
S. Lzaro ?
Ser, por que anossa sociedade (universal galli-
csmo social, poltico, e anti-rcligoso) pretende
imitar a guerra frita a csses singellos homens pela
revolucao franceza? Ser por averso aos reis que
para fazerem em Paris a sua entrada solemne, iam
a S. Lzaro, e ali que recebiam o juramento de
fidelidad, e obediencia de todas as ordens da ci-
nha-se habitualmentc deduzentos e sessenta tre-
zentos postulantes.
Eis como a seu respeito se exprima S. Vicente :
Nao sao religiosas, mas vo, e vera, como
< seculares. Sao pessoas das freguezias, sob a
direcgo dos parochos ; o se temos a direccao
da casa, aonde sao creadas, porque prouve a
- Deus, para dar nascimento sua pequea con-
fS* ^LqBA5?"?!,a "".^/f6/'!" efa;' regacao, servir-se da nossa... CU seus mostei-
; ros sao as casas dos infermos as celias, uns
i pobres quartos, muitas vezes de aluguel ; a ca-
a escolhida para deposito dos corpos dos reis e
rainhas de Franca, ao serem conduzidos a S. Diniz
para os embalsamaren! ?
Ser tudo quanto se qoizer, mas que nunca pas-
sar de urna pucrilidade.
IX
Das Irmaas da Caridade
Nem mesmo os aojos terrestres, denominados
Irmaas da Caridade, escaparam s iras do fogoso
orador I Que sentimenlos, a respeito dellas, Ihe
nao tumultuara u'alma, desde que nos previne ser
extrema a sua moderacao, ao qualica-lasmilicia
femenina do jesuitismoguarda uvancada, para in-
gerirse na vida e costumes de um povomulheres
que empregam a caridade, nao como fim, mas como
metocaridade anti-evangelica, ostentosa, com ba-1T
,, formosos versos
rulho de carros, annuncios e toques de sino-igno-1 Menues Leal ,
rantes, ensinando, etc., etc.
A que ordem de aecusacoes se abalanzara o dou'
lo deputado, se em vez desta extrema moderacao
houvessc empregado exaltacao extrema t
Nada raais fcil do que arremessar valentemente |
estas quatro espadeiradas de cauico, para provo-
cacao de hilaridades I Asseveracoes destas, ou se
pella, a egreja da freguezia ; o claustro, as ras
t da cidado ; a clausura, a obediencia ; as grades,
t o temor de Deus; o vu, a santa modestia.
E o instituto do grande legislador foi preeochido.
Esta piedosa associaeao vae atravessando os secu-
los, cada vez mais venerada, mais abencoada, di-
latndole por raais largos horisontes, estendendo
os seus beneficios a mais variadas, e remotas re-
gios. Nos hospitaes, nos as y los, as cabanas, na
escola, na cidado, em trras inhspitas, entre ca-
tholicos, entre inflis, nos campos de batalha, ca
4 beceira de toda a especie de dores, veris a Irmaa
'}de Caridade surgir como um aojo da guarda. Que
nao sao estes da versao do Sr.
(1) N'uma oracao sagrada, que pregamos, na
corte, perante SS MM. II., na egreja da Cruz, por
occasiao da festa da Piedade de Mria, temamos por
assumpto a regeneracao da humanidade pela rau-
llier, como problema civilisador, e de futuro proii-
mo. O grande padre Ventura, na Mulher Catholi-
ca, e as Mulheres do Evangelio, nao s defende a
mesma these, com a elevaco do seu genio, mas
estabelece qne a rebgio deve tanto s madres da
egreja, como aos Padres da egreja. Tambera f-
cil demonstrar que a historia da religiao mostra
sempre os trabalhos grandes da f conjuntamente
ratados por entes virtuosos de arabos os sexos.
A' par do proprio Rederoptor nos recordamos
sempre respetosamente de sua immaculada me,
e tambera das muitas mulheres de Galilea, que
fiara Ihe servir o seguiram. (Math. XXVIII.) S. Pe-
dro lembra Dorcas e Petrouilba ; S. Malbeus Iphi-
genia S. Felippe as duas Olhas ; S. Paulo Lydia,
l'i isnilla e Thecla, etc. Seria interminavel esta
enuraeracao.
Quanto as ordens religiosas, a instituicao respec-
tiva abrangia quasi sempre os dous sexos : S. Ba-
silio estabeleceu no Oriente religiosos e religiosas,
liouve benedictinas e benedictinos inglezes. Car-
melitas de ambos os sexos, assim como cariuchos,
bernardos, dominicanos, trinitarios, ursulinos, tnea-
tiuos, begninos, hospitaleros, franciscanos, etc. A
instUuigao era idntica; o sexo deferia ; mas a II-
gaco espiritual prenda mais particularmente estes
irmaos de ambos os sexos, que, asim aparentados
i A vossa habitaco do Senhor bemdita,
E' colonia do cu, que o proprio cu imita.
< Do infante a mo tomaes, que balbuca erafim
Soleirando comvosco o livro, e a crenca rara.
i Quem vossos olbos v,quem doli a face encara,
c Julga Ter nma santa ao p de um cherubim.
< Volaos no santo hospicio, onde corre em delirio
< O pobre, que nem tem com que pague o martyrio,
E o triste, no seu leito acordando amanhaa,
c Pensar que o desvela a propria mo do Eterno.
Se nao v junto delle a irmaa do lar paterno
c Encontra no hospital da caridade a irmaa.
i Se a peste sobrevem, abrindo a fauce impura,
c Corris; serena a f vos serve de armadura;
c E, guerreira de Chrislo, cruz vos abracaes.
O inimigo vencis; por elle sois vencida,
i Gahis, sem mausoleo, sem lapida esculpida,
E, o balsamo offertando, o veneno tomaes.
c Esquecida morreis, qual morre a flor no paado.
c A' gloria nao marchaos, como o altivo soldado,
c Que do sangue que verte urna purpura faz.
c Mariyr deseis 4 mpi, e o mundo inleiro o ignora,
Nao vem morte huiln, em tuba ilu, e sunor<,
< No golpe que vos d cantar o feito audaz.
i Honra, nobres irmaas, anjos de luz fagueira,
i Que sents, que vivis do paraizo beira 1
< Debalde o vosso zelo oceultaes sob um vu ;
Raui'*. na aombr me m> e>n qaa e.if *m va c iccrra.
Se nao sois, por modestii, os brllhtnto di lerri,
i Minbas santas irmaas, estrellas sois do cu I
O concurso destas piedosas mulheres foi sollici-
SfflK ffKjS'r Jo S25J5K *> **> ***v p-<: *
dos prescitas da respectiva ordem. sua natural trplice missao, ellas se tm distrae!.
mente empregado no culto, na instruccao, nos hos-
pitaes ; e todos os lugares que as Irmaas superin-
tendera, para logo se distinguen) pelos hbitos de
ordem, de moral, de piedade ; por certo que nao
degeneran) de suas preclaras antecessoras.
S5o afeusadas de caridade ostentosa, alludindo-
se a annuncos, toques de sinos, etc. Os toques de
sinos referem-se provavelmenle s estas, e solem-
nidades religiosas, feitas as capellas, ou nos hos-
pitaes, convocando os fiis, para a adoraco de
Deus em commum ; pode tal chamamento indis-
t pensavel qualiflcar-se como ostentaco ? E o mes-
mo diremos dos annunctos, que nem sabemos o que
j sejam.
O Sr. Pedro Luiz, fazendo coro com um tal La-
; vergne, slygmalisa as Irmaas de Caridade, pelo
que pratcaram nos campos de batalha, na Crimea,
t no mesmo anno em que na Franca morriam de
fome oitoecntas mil pessoas da clsse miseravel,
que se alimenta de centeio, e batatas. > Ha nada
mais pueril que este Lavergne ? Onde foi elle in-
ventar suprema fulsidade de oitenta mil pessoas
monas de fome, e n'um s anno, em Franga ? E
nao vedes vos, nao diremos j a superioridade,
mas a paridade, que ha entre a disseminagao de
soccorros por urna superficie de cincoeuta e qua-
trp milhes de hectares, e a condemnago desses
soccorros n'um campo de batalha ?
Comparam-se as necessidades de ambulancias
macas, e auxilios n'um paiz em estado de paz com
as condensadas n'um chao estreite por urna guerra
de gigantes, em que se degladiavam cinco grandes
nagdes ? Houveram sido eguaes os trabalhos, e os
riscos das Irmaas junto aos leitos dos pobres der-
ramados pela Franga, ou sob o sibilar das balas
as planicies d'Alma, ou as montanhas d'lnker.
; mann f Sena idntica a sua utilidade, protegendo
] ellas, aqui ou ali, um ou outro individuo solado,
que dos seus esforcos resultava, acudindo a cente-
nas de infelizes, que, ha um instante cheios de vi-
da, erara prostrados na mesma hora pelas bombar-
das inimigas ?
Invergonhemo-nos de ter tomada ao serio
semelhante argumento, de Ihe termos dado as hon-
ras da discusso 1
Entre nos mesmos: Quantas Irmaas de Cari-
dade nao povoam j os nossos jazgos mortua-
rios I Quantas nao foram j arrebatadas pelos mias-
mas pestilenciaes, pelas fadigas do corpo, e do es-
pirito ? E (infelizes I) nem urna s mo amiga vae
depositar urna cora de perpetuas, urna lagrima,
sequer, sobre as campas razas que ahi cobrem es-
sas boas mulheres, merecedoras de terrestre im-
morlalidade, e que a humildade, e a religiao con-
demnaram ao esqueciraento dos mesmos a quem
sacrificaran) seu repouso, a propria vida.
Oh I digarao-lo francamente. Este insulto a mu-
lheres, a santas, este sentimento nao brasileiro I
Estas indignagoes de tornaviagem sao contra-
bando de Portugal. Nesse reino, type de fidelidade.
tem tambem para a religiao havido dias maus. Nao
o podemos negar, em que nos pese : coube aos
seus jihilosophtes a triste honra da iniciativa na
expulso dos Jesutas; coube-lhes nao menos a ver-
gonhosa honra da iniciativa na expulso das Irmaas
de Caridade.
Essa historia portugueza constitue urna pagina
melanclica, mas a triste scena do da 9 de junho
de 1862, embora envergonhe alguns individuos de
talento vasto, e de mrito incontestavel, nao deve
langar labo sobre a propria nago.
Desde o anno de 1819 que, por al vara, datado do
Rio de Janeiro, aos 14 de abril, foram accolhidas
em Lisboa as Irmaas de Caridade, segundo a re-
gra, e as direcccs dadas por S. Vicente de Paulo.
Em 1827 o patriarcha approvou egualmente esta
fuudago. As cortes de 1821 concederam-lhes urna
casa. O Sr. D. Pedro, duque de Braganga, em 1833
e 1834 abolindo as ordens religiosas (ponto negro
na bullante aurola deste grande principe!) dei-
xou intacta esta Cengregago Por diversos moti-
vos, e especialmente em consequencia dos llagellos
do cholera em 1856, e da fobre amarella em 1857,
todos os olhos se voltaram para aquelles aojos da
dr, e por pedido de S. M. a Imperatriz triara, de
S. A. a Sra. Infanta D. Isabel, de varias associa-
goes, e hospitaes de Lisboa, Porto, Vianna, etc., re-
forgaram-se as Irmaas com algumas outras france-
zas, aps favoraveis informages do Patriarcha e
do bispo do Porto, e por meio de dous al varas de
9 de fevereirode 1857, nos quaes o Sr. D. Pedro V
repeta serem admttidas as servas de S. Vicente
de Paulo, sem ruptura das obrigafies do respectivo
! instituto, nem desvio algum da obediencia a seus
superiores legtimos, cando todava, como as ou-
tras estrangeiras, no que respeitava aos actos exte-
riores, sujeitos a acgo das autoridades locaes.
Confiando em direitos to segurameute adquiri-
dos, fuoccionaram as Irmaas modesta, e diosa-
mente, comoteem por uso. at que uro da approu-
vc poltica de travessa e be.cco divertir-se cem as
pobres mulheres. Depois de zombarias, e impro-
' perios, entrou a formar-se urna propaganda contra
as excellentes mulheres. Um governo fraco, to-
mando por instrumento uro prelado mais fraco
ainda, intimou em 23 outubro de 1860 com-
munidade para renunciar a toda e qualquer de-
pendencia do Superior Geral, residente em Pars.
, As Irmaas de Lisboa representaram com todo o
respeito que obedeceran) sempre, e em tudo aos
prelados diocesanos, no tocante aos actos, e func-
goes publicas, mas quanto obediencia interior, e
domestica, a regra a que pertenciam exiga que a
prestassem ao Superior Geral da Congregago da
Missao; que assim se haviam ellas ligado por vo"
os, que eram sagrados; que finalmente sob essas
' condiges, respeiladas por todos os alvars dos se -
' nhores reis, ellas se tnham estabelecdo, e conti-
nuaran) a cumprir seus deveres.
Seguiu-se urna lamentavel desorden) de ideas. O
parlamento se oceupou do assumpto. Teriamos
que deplorar as aberragoes de elevadas inlelligen-
cias, por esta occasiao, se nos nao curapnsse tam-
bero felicitar a religiao, pelos brilhantes discursos
que em defeza della foram entao proferidos por va-
I Hos, e especialmente pelo Sr. Cazal Ribeiro, cujas
| palavras de ouro foram dignas de um Montalam-
bert, de um Chateaubriand, de nm Bossuet etc.
Estava o parlamento dividido, e Deus sabe qual
seria a votagio, e a consequencia della, quando as
aguas do Tejo surgiu inopinadamente, 27 de
maio, urna fragata de guerra, franceza, Orenoque,
mandada por Napoleao III para transportar de Portu-
gal todas as Irmaas de Caridade I Diz se que o ir-
mo de Pedro V (daquelle joven, e saqio rei que 5
annos antes accolhera as religiosas com respeito e
gratido, e de conformidade com os seus estatutos)
escrevera imperatriz dos Francezes, pedindo-lhe
leste expediente, para tranquillidadedo paiz,esegu-
1 ranea da cora 11
Subjuguemos a impresso que tal fado, se
exacto, gera nos nimos contristados, mas reco-
nhegamos que felizmente semelhante convnlsao
deixou a questo intacta; que, embora appartces-
sem debates, por ambos os lados, ardentes, nao
licito dizer que a amo portugueza se pronunciou
contra as 'rmas de Caridade; as quaes sahiram,
sem que niuguem as expulsasse, e rodeadas dos
respeitos,e das bengos universaes. (2)
(2) Nao se attribua nagio um acto, em que s
alguus partidarios poderao ser cumplices. Tam
Nao se poder pois dizer que essas santas mu-
lheres, objectos de assombro para a Inglaterra, pro-
testante, que as i ovejapara a Turqua, musulma-
na, que u admita-para a Russia, e Grecia, scs-
maticas, que as venerampara o proprio Arabo
do deserto, que as considera como entes sobrena-
turaes, fossem expulsas de urna sociedade eslima-
da em ledos os seculos como a raais querida lilha
da religiao catholica.
A repugnancia contra as Irmaas nem pode con-
seguinteroente estribar-se nessa imaginaria imita-
gao histrica da trra de nossos irmaos de alm
mar.
Respeito, senhores, respeito a essas sagradas ser-
vas do Senhor, cada urna das quaes, em resposta
perguta dosabb: Mulierem fortem quis inte-
rnet! pode afotaraente dizer : Me aisum I
J. Pinto de Campos.
(Contin uar- se-ha.)
ERRATA.
Nesta litteratura publicada no Diario n. 130 deu-
se o erro de data seguinte :
2" columnalinhas 86 e 87J desde 19 de no-
vembro de 1759 expellira etc., la-seJ desde 19
de novembro de 1757 expellira etc.
A ESM0L4.
.4 a va reza.
Dae! Para que d Deus, que quem d tudo.
V. Hugo.
Dae ao pobre urna esmola! A caridade
E' o que mais approxima-nos dos cus.
A mo que se abre derramando allivios
Um thurybulo emballa aos ps de Deus.
De ao pobre urna esmola t A caridade
E' luz as trevas, e prazer na dr.
Feliz quem pode su (Tocar um pranto
E o desespero transformar em amor.
Oh dae, que o muito dar nunca empobrece,
Se a mao da ostentaco nao quem d.
O que abre o seio alheia desventura
Nos regagos de Deus descangar.
Que sao das vossas mesas as mgalhas ?
Langae-as miseria ali, no chao,
Que boquiaberta, esfarrapada e fra
Se roja s vossas plantas como um cao.
Sabis acaso ao que a miseria arrasta *
Ao abysmo do horrivel, que fatal.
O homem diz ao crime : Eu quero vida !
E a mulher diz o mesmo a saturnal.
E l vo, l se atiram tresloucados
Cedendo fome que nao Tarta a dr :
Por mais urna hora de viver no lodo
Trocar a honra, e o virginal pudor.
Depois a sociedade indfferente
Erabucada na toga da moral,
Diz ao homem: Sub ao cadafalso.
Diz mulher : Entrae n'um hospital.
Oh I dae, que quem d muito mais recebe
Da desgraga amparada na oragao.
Talvez escutareis a voz de um anjo
Dizer-vos : obrigada ao corago.
Por cada pranto que endroguis na trra,
E por cada gemido que affogueis;
L, entre os anjos, onde a luz tudo,
Do Eterno a eterna gratido tereis.
Se surda porm fordes miseria,
Ai I n'liora das extremas convulsoes
Ouvreis, de gemidos com som de ouro,
A assonia de horriveis maldiges.
Victoriano Palhares.
A IIII \ DE CRETA.
Recordaees de viagem.
H
O paiz: caracteres physicos e produccoes naturaes.
As ruinas.
(Conlinuago.)
O desgragado, todo trmulo, fez a promessa que
exigiam delle. Ento um dos Francos proferiu nao
sei o que de mysteriosa formula, tocando com o
dedo na parede; abriu-se o rochedo, urna grande
porta rolou sobre seus gonzos, e appareceu um vasto
salo. Os destemidos viajantes, arrastando comsigo
o pobre camponez meio morte de medo, e a luz de
suas tochas fez scntillar o ouro, que havia em im-
mensos cofres a roda de toda a sala. No fundo,
em p e immovel sobre um pedestal de pedra, es-
lava um negro feito de bronze com urna espada na
rao, que pareca ser o guarda desse thesouro. Sem
se assustarem com essa vista, os Europeus carre-
gararo as caixas menos pesadas, as que contrallan)
as mais preciosas moedas, e levaram-as para fra
da excavago. Depois de tiraren) tantas quantas
podiam carregar os animaos que traziam, antes de
sahirem, disseram ao guia que poda encher de se.
quns as algibeiras. O pobre homem senta bstan-
le volitado de obedecer, pois esse bello ouro ama-
relio o attrahia e causava-lhe vertigens. Por outro
lado, tinha um medo terrivel do negro, que crava-
va nelle os olhos ardentes e furiosos. Fra de s,
olbava, com ar supplicante, para essa medonha ca-
beca, quando de repente, como que para responder
muda supplica, ella parecen fazer um gesto de
consentimento como querendo anima-lo. Immedia-
taroete cessou toda a hestaco : o camponez met
teu as mos em um cofre, tirn ouro aos punhados,
encheu os bolsos da vesta e at os canos das bo-
tas ; depois, seguindo os Europeus, precipitou-se
fra da sala, cuja porta fechou-se por si no mesmo
instante.
Foram-se os viajantes, levando a sua preza
quanto ao camponez que os acompanhou, pouco
tempo depois, viram-o comprar campos e vnhas,
e, sem se saber como, tornar-se um dos mais ricos
propietarios da Ierra. S na hora da morte que
elle fez essa confidencia seus filhos, revelando-
Ibes o segredo da sua fortuna.
De Gortynia e do labyrnlbo, doze horas de ca-
minho, pelas encostas orientaes do Ida, conduzem
Caadia, capital rabe, bysantina e veneziana.- O
Ida, visto deste lado, muito escarpado e rido
atravessam-se pedregosas e tristes campias, que
s de longe vem alegrar as perdizes vermelbas,
que, com grande rumor, levantan) o vo debaxo
das patas dos cavallos. No meio do caminho, pou-
co mais ou menos, perto da aldea de Haghios-
Thomas, ha uns tmulos bem curiosos que indicara
'alvez o lugar da alia Lyhustos, como Homero a
chamava. Cavados cm rochedos solados que rece-
beram exteriormente decorages artsticas, esse.-
tumulos, como eu nao tinha visto eguaes era toda
a ilha, asseraelham-se a uns que ainda existen) em
grande quantidade as cidades do Ponto e da Ly
bero. no tempo da revolucao franceza, estas senho
ras receberam os raaiores ultrajes, em 1791, por
nao quererero assistir s missas dos padres scis-
matieos, que os philosophos haviam tomado sob
suaproteegao. Essas mesquinhas (dsse Burke,
no Parlamenio ingle/, 6 de junho desse anno)
foram amistadas pelas ras, e receberam vergalka-
das, dadas pelos soberanos da nacao franceza, e is-
so porque o padre, de quem haviam recebido com-
mitnhao, se nao tinha submetlidu ao test. Este in-
sulto aos costumes, que as mais barbaras torras
adiara vngadores, nem foi punido, nem censura-
do I Assim como nao imputamos nagio franceza
este acto de seus soberanos, outro tanto fazemos
heroica nago portugueza.
ca. O que torna mais singular o aspecto dessa
necropole que os terremotos, mui frequentes em
toda a regio do Ida, destacaran) da montanha cer-
to numero desses rochedos, fazendo-os rolar pelo
declivio do monte, onde pararam em diflerentes al-
turas e varias posiges. Desses pequeos edificios
funerarios, uns jazem hoje na encosta da montanha,
outros enterran) no chao a ponta do frontal, ou as
piastras do capitel, e estao, se assim se pode dizer,
de cabega para baixo. Outros, finalmente, despe-
dagaram-se.
Canda, residencia de uro pacha que governa to-
do o lado da Iba que se estende a leste do Ida,
urna cidade agomsante. Seu vasto recinto fortifi-
cado, obra dos Venezianos, grande domis para
a populago de doze treze mil almas que o habi-
ta hoje ; por isso ha dentro delle, alm das casas e
suas dependencias, grandes espagos desoecupados,
campos e jardns. Ha muito menos povo e mov-
ment as ras de Canda do que em Canea. O
que fazia parecer anda mais triste essa pobre ci-
dade quando a visitamos, era o ler havido ahi, no
anno antecedente, um terremoto. S restavam
urnas vinie casas habitadas, todas as outras tnham
soffrdo mais ou menos, e a maor parte estavam
completamente arruinadas. J se havia recons-
truido muito, comtudo, viam-se por toda a parte
destrogos, e na ra, a cada passo, achava-se toma-
do o caminho por travos e montes de entulho.
As fortificagoes reparadas pelos Turcos, depois
do celebre sitio que os tornou senhores d'aquella
cidade, tm sido muito bem conservadas, e s el-
las, estando guarnecidas de boas pegas de artilha-
ria, seriara sufficientes para atrazar indefinidamen-
te qualquer forga insurreccional que se reunisse
na ilha. Em componsago, sendo construidas pe-
lo amigo sysiema e expostas s balas por todos os
lados, nao seriam capazos de sustentar dous dias o
ataque de urna esquadra ou de um exercito euro-
peu. O que ha de mais bello em Canda, sao os
restos da egreja de S. Francisco (1). Construida
no XIV seculo, era de estylo ogival, de gosto e
muito rica. Transformada em mosquita depois do
sitio, nao foi reparada em temps, o o recont ter-
remoto acabou de reduzi-la a ruinas. Na sua cons-
truirn, foram empreados os marmores mais pre-
ciosos, e, apezar de estar hoje toda desmoronada,
ainda d idea da sua magnificencia. Quanto ca-
thedral consagrada a S. Tito, essa est mais bem
conservada, e serve para o culto musulmano. Ce-
megada em 1240 e concluida no principio do se-
guinte seculo, maor do que a egreja de S. Fran-
cisco, roas nunca poderia ter sido to bella. A
grande ra, onde outr'ora existan) os palacios dos
lldalgos venezianos, poucos vestigios conserva do
seu antgo esplendor; os terremotos e os incendios
lin-llic feilo inuitos estragos. O que tem resisti-
do melhor o arsenal. Seu aspecto geral, a co-
lumnata, que forma a sua principal decorago, faz
lembrar a fachada do Garde-Mouble, ero Paris, na
praga da Concordia; porm nao to grande e
to bonito como o palacio construido por Gabriel.
Veem-se ahi armas muito antigs e entre outras
grande quantidade de flechas. Isso indica que,
no XVII seculo, os Venezianos, ou pelo menos al-
guns dos auxiliares que elles assalaravam, em-
pregavam ainda esso genero de projectis. Sbe-
se, com effeito, pelos viajantes, que os sfakiaias,
esses indomaveis desceudentes dos archeiros dri-
cos, conservaran) por muito tempo a arma predi-
lecta dos seus antepassados, e s muito tarde
que a substituirn) pela grande espiogarda albane-
za com coronha do feitio de cauda de andorinha,
que hoje elles manejan) com temivel destreza.
O porto de Canda mal fechado e pouco segu-
ro ; as escunas e brigues da Syria, de Trieste e de
Marselha, que ahi vo lodos os annos buscar car-
regamontos de azeite ou de alfarrobas, soffrem
muitas avarias e muitas vezos correm risco de ir
garra. Entretanto, nos bellos lempos do domi-
nio veneziano, leve seu commercio mui prospero
e activo, i De todas as partes do mundo, diz o
viajante florentino Buondelraonte, que visitou Cre-
ta no XV seculo, vo ahi navios buscar carrega-
mentos de excellentes vinhos e do trigo.
Ero outro tempo, era esse o porto de Cnossa,
conhecido pelo nome de Herakleion. D'ahi que
vem o costume, ltimamente adoptado pelos (ro-
gos que querem passar por gente do grande tom,
de charaarem Canda Herakleion. O povo musul-
mano, em toda a ilha, de principio a fim, designa
a capital pelo nome de Megalo-Kastron, que quer
dizer a grande fortaleza.
A mais antija cidade da antiga Creta, a que, at
a conquista romana, possuiu sempre urna incontes-
tavel preponderancia, Cnossa, nao deixou ruinas.
as eminencias, que dominam a sudoeste a peque-
a planicie onde se ergue Candia, o nome de urna
miseravel aldeia Makriticho, ou longo muro, reve-
la ao antiquario que em outro tempo houve ali
grandes construeges; porm nao se veom mais
do quo alguns destrogos informes e montes de lij-
los. Ha porm mais cima desse povoado, tmu-
los, scmelhantes aos de Haghios Thomas, c gran-
des salascavadas na pedra friavel dessas colimas.
Fcilmente se explica a desapparigo de Cnossa;
junto della ergucu-se Candia, que, edificada cus-
a da outra, empregou as grandes pedras de suas
muralhas e o roarmore de seus edificios, aprovei-
tando tudo quanto poda restar, depois de tantas
vicissitudes e devaslagoes, nessa cidade decahida.
Restava-nos descrever agora a regio do Dict,
roas essa est bem longe de offerecer o mesmo in-
teresse que a regio do Ida ou dos Montes Bran-
ros. O Dict tem muito menos altura do que as
outras duas montanhas; nao tem, nem a magesta-
de do Ida e a fertilidade dos valles que se estn-
dem entre as colimas que formam o seu prolonga-
roento, nem os horriveis precipicios e intransita-
veis desfiladeros dos Montes Brancos, e esses
grosseiros reductos onde poucos homens corajosos,
emquanto nao se perde do todo essa raga, pode-
rao pelo menos sustentar por muito tempo urna lu-
la com as forgas de qualquer grande imperio. Nes-
sa regio, os montes sao mais baixos, e a ilha mes-
rao mais estreita. No fundo do golfo, que se
abre ao p do cabo de Spina Longa, nao ha, de
um mar a outro, mais do que a distancia de 12
13 kilmetros. Depois, alarga mais, sem que to-
dava as montanhas do districto da Sitia, que ser-
vem de limite Creta no oriente, tenham o desen-
volvimenle das que, na provincia de Canea, for-
mam, com o nome de Cabo Grabusa, e de monta-
nhas de Selino. a costa occidental da ilha. Esse
territorio, nem sequer constilue urna diviso admi-
nistrativa separada; o pachalick de Sitia, creado
depois da conquista turca, j foi supprmido. ha
muito tempo, e tudo quanto est a leste do Ida per-
tence a provincia de Candia.
Para o lado do norte ha alguns portos soffrivels,
dos quaes provavelmenle os antgos tiraran) al-
gum partido, principalmente os de Spina-Longa e
de S. Nicolu ; todava, as cidades dessa regio
tveram sempre urna importancia muito secunda-
ria, e as ruinas que deixaram sao pouco conside-
raveis e de mediocre interesse. A mais celebre e
mais poderosa foi Lyctos, simada poucas horas
(1) Parece que o nofne e a reputaco de S. Fran-
cisco de Assis chegou at aos Gregos schisraalicos,
pois em 1414 sollicitaram elles e obliveram do pa-
pa Joo XX11 a permissao de celebrarem o officio
segundo os seus ritos nessa egreja, no dia da festa
do santo, as primeiras e secundas vesperas. Cor-
nelio, Crrfa sacra, t. 2. v. 15.
de marcha do. Cnossa, na parte occidental do Dic-
t, hoje eoobecida pelo nome de Lasiti.
Por tradlgio local, foi conservado o nome Lvc-
os a uro sitio deserto junto aldea de Xadi, onde
vimos algumas Inscripgoes, achadas por acaso em
dous fragmentos de estatuas romanas. S?ndo a
mais proiima vizinha de Cnossa, Lyctos nao po-
da deixar de ser sua incarnigada inimiga. E'a
esse longo duello das duas cidades que se refere
i urna pathetica narrago de Polybo, que, apesar da
, sua habitual fneza, na pode narrar sem urna vi-
sivel commogo as dolorosas peripecias dessas obs-
tinadas e sanguinolentas lulas.
t Um da, diz elle, sahiram os Zyctianos lodos
cm massa para urna expedigo no territorio ini-
migo ; os enossianos, avisados lempo dessa
circunstancia, apoderaram-so de Lyctos, que fi-
cara sem defeza, mandaran) para Cnossa as mu-
lheres e as criangas, pegaran) fogo na cidade, des-
truiram-a completamente, e depois de t-la devas-
tado, sem compaixao, regressaram aos seus lares,
a Quando os lyctianos voltaram da campa-
nha, vendo um tal desastre, ficaram to desespe-
' rados que nenhum delles leve animo de entrar na
| sua patria assim reduzida a ruinas; deram urna
( volta em roda da cidade, e depois de terem, com
abundantes lagrimas e longos gemidos, deplorado
a sua desgraga e a da sua trra, foram refugiar-
: se no territorio dos Lampeenses. Ahi receberam
o mais lsongeiro e solicito acolnimento, edeci-
dados que erara, tendo-se tornado em um dia es-
trangeiros e banidos, foram com os seus adiados
combater os enossianos. Assim poreceu, por um
terrivel e inesperado golpe. Lyctos, essa colonia
, da Lacedemonia, essa alliada de Alhenas pelo san-
gue, a mais antiga cidade de Creta, aquella onde
inconleslavelmenle se formaran) os mais distinc-
| ios cidadaos de toda a ilha.
Lyctos, tanto pela sua localidado como pelo sys-
tema de suas alliangas e odios, achava-se ainda
ligada regio central quo domina o Ida, e as
duas grandes cidades, Cnossa e Gortynia, que dis-
pulavam entre si a influencia e a supremaca. No
estreito isthmo, que separa do resto de Creta a
sua ponta oriental, o que se chama hoje districto
de Sitia, erguia-se, em poca muito remola, urna
cidade tambem poderosa, Hierapytoa, que leve um
destino bem difireme.
Abrigada por toda a massa do Qict, voltada pa-
ra o mar da Lybia, onde era o seu porto, solada,
tanto pela sua posigo como pelas suas tradigec
histricas, que attribuiam a sua fundago a emi-
grados asiticos, Hierapytna nao se envolveu as
lulas interiores da ilha, e empregou todas as suas
forgas para tornarse senhora do territorio situado
entre a costa oriental e o isthmo do qual era ella o
limite.
Enconlrou diante de si Ampelos, Drogmos, Prae-
sos, llanos ; cidades anteriores invasao drica,
que deviaro a sua origero ao primitivo povo de
Creta, os Eteocrelenses, ou verdaderos Cretenses.
No segundo seculo antes da nossa era, conseguiu
ella conquistar todas essas cidades, e a derrota do
Praesos, que os Hieropytnios destruirn) depois
de longos e pertinazes conflictos, dexou-os sera
rivaes em toda essa regio.
No tempo do dominio romano, pertencia a essa
cidade todo e territorio, e a julgar pelas ruinas
de lodo o genero que Ihe juncam o solo, e pelas
inscripges que nos vieram ter s mos, ella ainda
gosa de muita prosperdade. E' hoje representa-
da, com pequea alteracao do seu nome antgo,
pela cidade de Hierapytna, que conla mais de qua-
trocentas casas, cercadas de urna pessima mu-
ralba.
O mais curioso que Hierapytna oceupa em par-
te o lugar do antgo porto, que a ara, carregada
pelas aguas, foi pouco pouco aterrando ; nin-
guem pode ver sem adrairago essas casas cons-
truidas onde outr'ora se balangavam os navios
hierapytoos. Apezar de ser artificial, o porto
formava urna vasta bacia circular, div dida era
duas docas, das quaes acham-se ainda restos em
toda a parte. Percebem-se e seguera-se os vesti-
gios dos diques, primero, perto do mar que bate
de encontr a elles, e cobre-lhes toda a extre-
mdade anterior, depois, dentro mesroo da cidade,
por entre os muros, as casas e as egrejas, o, fi-
nalmente, nos campos onde se estendem muito
alm das ultimas casas e cercam um terreno bai-
xo e pantanoso.
Os restos da antiga cidade vem-se a certa dis-
tancia, por detraz do moderno povoado, em um
terreno pouco mais elevado. Reconhecem-se os
ees, um tliealro, e at um ampliitlieatro. Este
ultimo monumento digno de mengo. Nao por-
que seja de consideraveis dimenses, nao lem mais
de sessenta passos do dimetro ; mas que os
amphitheatios, pelo menos a julgar pelas.ruinas
subsistentes, parece que eram raros nos lugares
onde dominavam o gosto e as tradiges da Grecia.
Em toda a Asia-Menor nao vi mais do que dous,
o de Cyzico e o de Pergano. Para explicar a pro-
senga aqui de um edificio destinado a offerecer
aos hieropytnus espectculo de anmaos ferozes
e de gladiadores, espectculos crueis e grosseiros,
que o carcter dos Gregos sempre repellio, pre-
ciso acreditar que o commercio de Hieropytuia
com a Italia fosse to activo que l levasse grande
numero de negociantes italianos, de cavalheiros
romanos, homens libertados do captiveiro do Oc-
cidente, que nao podiam passar sem o divertmen-
to do circo, e que queriam ouvir rugir as pan-
theras e ver correr o sangue humano. Devia ser
para distraego dos estrangeiros que se construio
esse amphitheatro em miniatura, que apenas
metade do de Nimes.
Toda essa regio do Dict, nao tendo mais flo-
restas do que o resto ds Creta, produz, comtudo,
algumas arvores que nao se encoutram nos dis-
tridos de Selino e de Sfakia.corao sejam opinheiro
e a alfarrobeira.
A alfarrobeira, que, era toda a provincia da
Candia, cobre s vezes ex tensos de terreno, da
sera cultura a qualquer, que queira ter o trabalho
de colher-lhe as vagens, rendimento muito vanla-
joso. Nos declivios das montanhas de Lassiti, a
pereira e a macieira, cultivadas com cuidado, do
em certas aldeas melhor fructj do que no resto
da ilha, finalmente, na exlremidade, sudoeste
da ilha, encontrare urna grande porgo de tama-
re iras.
As palmeiras, que nao sao vistas assim reuni-
das em nenhuma das outras ilhas do archipelago
erguendo-se sobre um promontorio, que entra pelo
mar da Lybia, parecen) a guarda avaacada da
vegetago africana, o como que uraa animaeo e
urna promessa para o viajante que dobra a costa
da ilha, dirigindo-se Alexandria. -
No VI seculo antes de Jess Chrislo. os dricos
de Thera receberam do orculo de Delphos aor-
dem de mandaren) urna colonia para a Ley bia ;
procuraran) por toda a parte uro pilota que pu-
desse guiar os navios e emigrantes para essas re-
motas plagas, cuja derrota ainda nenhum Grego
conhecia. Foi era Creta qne encontraran) am ve-
Iho raarinheiro, que as procellas haviam outr'ora
lancado as costas de Lybia : para obedecer s
ordens de Deus, esse Cretense empretiendeo con-
duzr a expedigo, e levou os dricos frtil tr-
ra, onde fundaram a rica e gloriosa Cyreaa.
(Continuar-u-ka.J
PKRNAMBCO.- TTP. DB M. F. F. k FILHO


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