Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10384


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Full Text
AMO XI. HUMERO 128

.
Ftr tres ezs adiaiUtta
Par tres aezes vencidw
emeio por ts nezes. J7SQ
. MMlflUMl***f 9* t
SEGUNDA FEffiA 6 DE JUMO DE 1*64.
Per tres es vencidw 6|000 iWffTnff WmIL P" "nf **''.....19*000
DIARIO DE PERNAMBUCO.

ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCAO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr.A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos d8
Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marones Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KNGARREGADOS DA SUBSCRTPCAO NO SUL.
Alabas, o Sr. Claadino Faico Das; Baha, o
rr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
der* Martins A Gasparino.
PARTIDA D03 ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os das.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
3extas-feiras.
Santo Anto, Gravata, Bezerros, Bonito, Carnarn',
Altinho e Garanfanns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, firejo, Pesqueira,
Ingazeira, Plores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas feiras.
Serinhaero, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
liba de Fernando todas as retes qne para ali sabir
navio.
Todos 05 estafetas partem ao '/, da.
EPBEMERIDES DO MEZ DE JUNHO.
4 Lna nova as 9 h., 20 m. e 20 s. da m.
12 Quarto cresc. as 9 h., 27 m. e 26 s. da m.
19 Lna cheia as 8 h., 34 m. e 20 s. da t.
26 Quarto rning. as 11 h., 53 m. e 3 s. da m.
PREAMAR DE HOJB.
Primeira as 5 horas e 18 minntos da manhaa.
Segunda as 5 boras e 42 minntos da urde.
| PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
I ** wl Alagoas a5 e V5 para o norte at
u ij a e ** ^e ca,*a mer! Para Pwnando nos
das i* dos mezes de jan. marc., maio, tal, set enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
,, ? Recife : do Apipncos s 6 >/* 1, 7 V* 8 e
8 y, da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao si/, da m.; do Caxang e Vanea s 7
d m Bemfica s 8 da m.
' is4l .Y* e 6 da tardei Pa O''""! s 7 da
manhaa e 4 / da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; para Cachang e Vanea s 4 Vi da tarde; para
iBemflcaasidatarde,
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL
Tribunal docommereio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta s 10 horas.
Juizo do connnercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel : terga.s e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do crvel: quartas e sabbados a 1 hora
da tarde
DAS DA SEMANA.
6. Segunda. S. Sorberlo b.; S. Eustorgio b
7. Terca. S. Roberto ab.; S. Licario diac. ni.
8. Quarta. S. Maxiraiano ab.; S. Gildardo b
9. Quinta. S. Pelagia V.; S. Primo m.
10. Sexla. S. Margarida r.; S. Getolio m.
11. Sabbado. S. Barnab ap.; S. Flix m.
(2. Domingo. S. Joao de S. Facundo ;S. Guido.
AMIGNA-SB
no Recite, em a linaria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, do* propietarios Manoel Figueiroa de
iFaria & Filho.
PARTE QFFIGIAL
OVEREO DA PROVINCIA.
Expediente de dia 2 t junbo dr 186 .
i mino ao Exm. presidente da provincia do Pa-
ra. Opportunamente ser enviado ao ministro
brasileiro em Lisboa o officio que, para ter esse
destino, V. Exc. me enviou com o seu de 23 de
malo prximo irado.
Dito ao brigadeiro comraandante das armas.
Remetto inclusos por copia os oOicios do Exm. Sr.
presidente da Parahyba. de 28 de maio prximo lin-
do, i> o do commandante do corpo de guarnicao d'a'
V. Exc, se sirva de mandar proceder s averigua-
dores necessarias, afim de saber se sentenciado,
evadido do presidio de Fernando, o individuo de
nome Silvino Ricardo Amaneio que veio remettido
para aqui no vapor Paran.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. inlormar acer-
ca do que pede o capitao Jos Caetano de Albu-
querque no incluso requerimento.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de mandar
por em liberdade. dando-lhe baixa se j estiver
alistado, o recruta Candido Jos Teixeira.
Dito ao cnsul dos Estados-Unidos. Satisfazen-
do ao que, em officio de 17 de maio ultimo, solicita
o Sr. Thomaz Adamson Jnior, cnsul dos Estados-
Unidos nesta provincia, tenho a declarar-lhe que os
cnsules estrangeiros no imperio nao sao como taes
obrigados m|>osto algom especial, por nao haver
lei que a isso os sujeite. Aquelles, porm.que neg-1
ara, ou tem propriedades e rscravos no impeno,
csto sujeitos s mesmas taxas que pagam os na-
rionaes em Idnticas circumstancias. Reitero ao
Sr. con-ui a seguranra de minha perfeita estima e
distincta consideracao"..
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Mande V. S. abonar ao alferes do 2 batalhao de in-
famara. Candido Augusto Ribeiro, que destaca pa-
ra a cidade da Victoria, o quantitativo que tiver
como passar-lhe guia de soccorrimento, como re-
quisitou o brigadeiro commandante das armas, era
oicio n. 973 de 31 de maio prximo lindo.Com-
municou-se ao brigadeiro commandante das armas-
Dito ao mesmo.Transmuto V. S. para o ftm
conveniente o incluso aviso de letra na importan-
cia de 500(000 saccada pela thesouraria de rendas
da provincia do Rio-Grande do Norte sobre essa e
a favor de Jos Joaquim de Lima ou sua ordem. ,
Dito ao mesmo.Transmuto V. S. a inclusa
falla em duplcala dos vencimentos relativos ao
mez de maio ultimo, dos oQiciaes encarregados do
recrutameoto neste municipio e de Olinda, afim de
importancia de taes vencimentos.
Dito ao mesmo.Transmuto V. S. para os con-
venientes exames as inclusas copias das actas do
conselho administrativo do arsenal de guerra da-
tadas de 18, 23 e 27 do mez de maio prximo
{indo.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.A'
vista di sua informaco n. 197, de 30 de maio pro-:
ximo lindo e do officio do Dr. chefe de polica a '
que ella se refere, autoriso V. S. a comprar de con-,
urmidade com a reqoiscao constante da copia in-
clusa a fazenda de algodao que fr precisa para a
factura de 300 camisas e 300 calcas necessarias a
150 presos pobres da casa de detenco de vendo
a respectiva despeza ser levada averba-even-
tunes.Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dito ao mesmo.Inteirado docontetido do officio
que V. S. me dirigi hontem sob n. 201, ao qual
veo annexo a copia que incluso devolvo, do pedi-
do de objeclos necessarios ao corpo de polica na
importancia de 3:082280tenho a dizerem respos-
ta que a quantia de 663&320 que resta da consig-:
naco, votada para esse lim no corrente exerccio,
deve ser applicada ao pagamento de taes objectos
ficando o restante para ser satisfeita no exerccio
prximo futuro.
Diio ao presidente interino da relacao. Queira
V. S. interpor o seu parecer sobre a materia dos
inclusos oflicios do chefe de polica ns. 280 de 8 de
marco e 608 de 24 de maio.e do juiz municipal de
Garanhuns de 18 de abril, ao primeiro dos quaes
dei a resposta constante da copia junta.
Dito ao commandante do corpo de polica.Pode
V. S. contratar para o servico do corpo de seu com-
iii,nulo o paisano Manoel Belmiro da Silva que foi
considerado apto para isso em inspeccao de sade
como V. S. declarou em seu ollicio n. 233 do 1 do
crrente a que respwndo.
Dito ao mesmo.Mande V.S. dar baxa ao guar-
da da seccAo urbana do corpo de seu commando j
Antonio Honorio Soares, visto que por molestias se
ada impossibilitado de continuar no servico como
V. S. declarou em seu officio do Io do correle, j
n. 2oi que lica assm respondido.
Dito ao inspector do arsenal de marinha An- i
nuindo ao que solicitou a regente, do hospital Pe-:
dro II. em data de 28 de maio ultimo, recommen-
do V. S. que faca regressar para aquello estabe-1
lecimento a africana livre Clara, que se achava ao
servico do mesmo hospital e d'ali se ausentou.
Diio ao Dr. padre Antonio da Cunha e Figueire- j
do.Ficando inteirad* de que pela a assembla I
geral dos accionistas da companhia de Beberioe j
reunida em 20 de maio ultimo, foran eleitos os j
membros da directora que deve funecionar no :
auno linanceiro do 1 daquelle mez 30 de abril
de 1865 e cujos nomes vera mencionados no seu 1
dIHco de 30 do citado mez de maio, sendo Vmc.
director, eu me congratulo pelo sincero desejo que '
por seu intermedio manifesta a nova adininistracao
de coadjuvar-me em qualquer melhoramenlo pu-
blico que delta possa depender.
Dito ao director da colonia militar de Pimentei-
ras.Inteirado de quantoVmc. me communica cm
seu officio de 19 de maio ultimo, tenho a dizer que
deve Vmc. proceder com toda a prudencia as necessa-
rias averiguaeoes para conhecer-sc se com elfeito
0 individuo Jus Bernardo ou outro qualquer foi o
auior da rnorte do boi pcrlencenlc ao estado, e a
quo allude o seu citado officio, trazendo ao meu
cooheci ment o resultado de taes pesquisas afim de
reaelver-se acerca da punicio de quem fr cul-
pado.
Dito cmara municipal de Tacaratu.Inteira-
do do que me conmunica a cmara municipal da
villa de Tacaratu em seu offl -io de 26 de marco
ultimo relativamente a falta de collectoria de que '
s resenleos habitantes dessa villa, cajo collector .
Francisco Cavalcanti d-: Alhuquerque mudara-sc
para a prorraea das Alagoas, tenho a riuer-lhe i
<|iie a thesouraria de fazenda, segHndo consta de
officio do respectivo inspector de 31 de maio pro- j
ximo flndo, teem providenciado no sentido de ser
preenchida aqueHa vaga.
Portara.Os Srs. agente? da companhia brasi-'
1 eir de paquetes vapor mandem transportar at
a corte do vapor Paran, em lugar de proa des-
tinado passagelro de estado a Galdiuo Rodrigues;
do Nascimento, que consta ser desvalido.
Dita.O presin-inte da provincia, attendendo ao
que requereu o juz de direto da comarca de;
Sanio Antao o hachare! Jos Filippe de Souza j
Leo, resolve conceder-lhe 15 das de licenea com ]
vencimentos na forma da lei para tratar de sna;
sade.
Dita.O presidente da provincia, attendendo ao i
qne reqnereu o segundo rirurgian do corpo de sa-
de do cxerritfi Dr. Flix Moreno Brandan, resolve,
de conformidade com o parecer da junta que 0
inspeccionou conceder-lhe 3 mozes de licenea com i
sold simples, dos termes do artigo 106 do regula-
medto de 27 de outubro de 1860, para tratar de
sua sade no centro da provincia.
Dita. O presidente da provincia, resolve no-
mear Antonio Ramos para o lugar de mordomo da
Santa Casa de Misericordia, em substituico ao ba-
charel Jos Raymundo da Costa Menezes que falle-
ceu.
Despachos dos das 1 e 2 de janho de 1861.
Requerimentos.
Felicidade de Sant'Anna Conceico.Nao tem
lugar.
Bacharel Joaquim Jos de Oliveira Andrade.
Passe portara concedendo a prorogacao pedida.
Jos Augusto de Araujo.Passe portara conce-
dendo a prorogacao pedida.
Manoel Ferreira de Bri lo.Concedo o praso de
viole das, devendo ser este requerimento apresen-
lado ao Sr. capitao do porto.
Manoel Candido Pereira de Lvra.Opporluna-
mente ser tomada em consideracao devida a pre-
lenco do supplicanle.
Rosahna Francisca de Assis.Informe o Sr.
desembargador provedor da Santa Casa de Mise-
ricordia.
Bacharel Americo Fernandes Trigo de Loureiro.
Ser tomada na consideracao devida a preten-
cao do supplicanle.
Dr. Flix Moreno Brando.Passe portara cen-
cedepdo a licenea pedida na forma do art. 106 do
regulamento de 27 de outubro de 1860.
Jos Gomes da Silva.Informe o Sr. tenente-
coronel recrutador.
Joaquim Albino de Gusmao.Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Joao Rodrigues da Silva Valle.Em vista da
informaco nao pode ser aceita a ofierta que faz o
supplicanle.
Paulina Marcelina de Almeida.-Hablite-se a
supplicanle como examede verificaco de capa-
cidade professional, para oppor-se opporlunamen-
le a cadeira que Ihe convier.
Rosa Maria da Silva Salles.Indeferido em vis-
ta da informaco.
Thomazia Maria da Couceicio.Informe o Sr.
tenente-coronel recrutador.
COMANDO DAS ARMAS.
Quartel general de commando das armas de Per-
nambuco, na eidade do Recite, 3 de junio de
1S64.
Ordem do dia n. 328.
Tendo sido publicado no Uberal a. 38 datado de
28 de maio prximo lindo, uin artigo assignado pe-
lo Sr. tenente reformado do exercto Henrique Ti-
berio Capislrano contra o Sr. coronel do corpo de
estado-maor de segunda classe Antonio Gomes
Leal, no qaal tambera involveu o general comman-
dante das armas, artigo que nem s revela os raaos
instinclos deste official, mas ainda o despeito e es-
pirito de insubordinaco em alto grao para com os
seus superiores, e adiando por tal motivo i ocurso
as disposices do aviso do ministerio da guerra
de 4 de outubro de 1859, publicado na ordem do
dia do exercito n. 156, para ser punido cora toda
a severidade ; o mesmo general resol ve u manda-lo
nesta data responsabiiisar em conselho de investi-
gacao : o que faz publico para coohecimento da
guarnicao desla provincia.
Assiguado. Solidonio Jos Antonio Pereira de
Lago.
Conforme.Jos Ignacio i* Mearnos Reg Mon-
leiro, capitao encarrogado do detalhe.
Ordem do dia addicional den. 328.
Lendo-se no Diario de Pernambuco de boje data-
do, n. 126, sobaepigraphePublicacao pedido
mu agradecimento do 2- lente do 4" batalhao de
artilnaria a p Olympio Aurelio de Lima e Cmara
(que seguio com tres mezes de licenea para tratar
de sua sade na corte) ao Sr. commandante e mais
officiaes do mesmo batalhao pelas maneiras delica-
das e altenciosas com que sempre o trataran), ex-
ceptuando os Srs. major Carlos Felippe da Silva
Muniz o Abru, e 2" lenle Manoel Goncalves
Rodrigues Franca opor nada mais dever a es-
tes do que urna leve indisposico gratuita e muto
antipatbica com que sempre o mimosearan), do
que muto se ufana, pede desculpa das expressoes
francas de que usa para com os referidos Srs. of-
ficiaes, por seren ellas filhas de igual antipathia
com que sempre os retribuio, -3 e contundo essas
expressdes o mais formal despreso pela disciplina,
e calculado despeito para com o seu superior, o
que revela o espirito de insubordinaco de que se
ada possuido o mencionado Sr. 2" lente, que
procurou a occasio que so Ihe offereceu mais fa-
voravel para deprimir o seu major, e a um seu
companheiro, fazendo sobresabir o seu de>peito,
com os encomios despendidos a demais Srs. offi-
ciaes, tem o general commandante das armas, de
conformidade com o disposto no aviso do ministe-
rio da guerra de 4 de outubro de 1859 publicado
na ordem do dia do exercito n. 1856, resolv-
do nao deixar passar desapercibido lo inslito
e criminoso procedimeole, fazendo responsabilisar
o sobredilo Sr. 2 lenle Cmara era conselho de
investigacao, logo que se recolha da licenea : oque
faz publico para conbecimento da guarnicao desta
provincia.
Assignado.Solidonio Antonio Jos Pereira do
Lago.
Conforme.Jos Ignacio de Medeiros Reg Mon-
teiro, capitao encarregado do detalhe.
problema industrial-baratear os productos com o
augmento de lucro para o productor.
Para felicidade do paiz, para gloria dos scus fl-
lhos, a questao dos melhoramentos materiaes en-
tre nos nunca desceu urna arma de partido ;
considerada pensamento nacional, n'ella se teem
empenhado os grandes homens de todos os credos
polticos, que a urna voz bradam caminhemos,
abram-se as estradas, coostruam-se os caminhos de
ferro. Estes que assim proceden) teem diante de
si o exemplo da Franca onde o atraso de cinco
annos na decrelacao da sua rede de caminhos de
ferro, trouxe por muito tempo o paiz na re-
taguarda do progresso industrial do seculo, e aqui-
latara devidamenle que cada anno de demora para
o Brasil na realsacao desse grande melhoramento
seria ura embaraco de mais que no futuro teria o
paiz de vencer.
Ha mais de dez annos que se inicou entre nos
a idea da construeco ou ao menos do tracado de
urna rede de caminhos de ferro, e os pnmeiros
passos se derara com a decretaco das linhas de
D. Pedro II, S. Paulo, Baha e Pernambuco. Estas
linhas foram o sonho dos grandes homens que de
coraco se empenbam no progresso industrial do
paiz.
Nao ha muito que urna intelligencia brilhantc
dizia tarabem na imprensa : seria um grande
meio de regularsar as concesses de estradas de
ferro e tornar mais proveitosos os auxilios do es-
tado, definir desde j as grandes linbas que um
da devem compr a nossa rede, e recusar com
firmeza os auxilios do tbesouro a todas aquellas
que nao reunirem estas doas recommendacoes,
1.* ter em si mesmas elementos de prospendade,
2.* entroncar-.su fcilmente em alguma das gran-
des linhas, fazendo parle do plano geral. >
Hoje levantam-se os poderes do estado para
realisar este graudioso pensamento, todas essas as-
pirarles, e as grandes linhas vao ser estudadas e
tragadas. Entretanto qualquer que seja o pensa-
mento do governe em materia de tanta transcen-
dencia, elle nao pede affastar-se do magesloso Um
que dsterminon as linhas ja comecadas. Nao se
acredite que decrelaclo dessas linhas nao se li-
gasse ura pensamento elevado, que agora se pa-
tentea em toda a sua luz. A estrada de ferro de
D. Pedro II, a mais admravel conslrucco da Ame-
rica do sul, com os seus ramaes, as estradas da
Baha e de Pernambuco, todas lendem a ura gran-
de lim ligar a corle s provincias de 1.* orden.
Estas linhas nao podem deixar de ser considera-
das principaes na futura rede de caminhos de
ferro.
A grande missao qne Ihes est reservada cons-
litue por si os elementos para qae sejam ellas
troncos d'onde pariro os ramaes que tem de ali-
' mentar os centros populosos que d'elles se affas-
tarem.
As tres linhas decretadas e em via de execuco
, dirigem-se a um s ponto, que Ihes servir de cha-
1 ye de uno. Eftectivamente a coramunicacao do
immenso valle do ro de S. Francisco com o lito-
1 ral foi o grande auxiliar que se nos offereceu para
: a realsacao d'aquelle desidertum.
A' importancia do rio de S. Francisco, aos seus
immensos recursos se deve a direccao d'aqucllas
linhas. O S. Francisco banba a provincia de Mi-
nas em mais de 100 leguas, atravessa a Baha e
Pernambuco, divide Alagoas e Sergipe; tem por
si e pelos seus afluentes urna navegacao livre
cima das caclioeiras em urna extenso superior
400 leguas, sem commonicacae com o ocano.,
Todos os interesses, pois, da estrada de ferro de D.
Pedro II com os seus ramaes se ligara aos das es-
tradas do norte.
D'esla arte se v que um s pensamento deve j
guiar a realisaeao d'aquellas grandes linhas; que
IOS interesses de urna, j pela importancia de to-'
das, j pelo peso que na balanca poltica do im-!
peno exercem de per s, nao devem preterir nem
ferir os de suas irmas.
Vejamos se o projecto da cmara dos Srs. depu-
tados preenche este fliu.
DIARIO DE PERHAMBUCO
Estamos habituados a ergoer a nossa voz em
prol das grandes medidas do paiz, e principalmen-
te quando o resultado d'essas medidas reflecte so-
bre o progresso desta provincia.
Nao podemos, pois, conservarnos silenciosos em
presenca da grande questao industrial que actual-
mente se agita no sul do imperio, e qual se pren-
den) as cadeias do nosso futuro commercia!, poli-
tico e moral.
Refenmo-nos ao projecto que actualmente se dis-
cute, com um decidido patriotismo, na cmara
dos senliores deputados sobre a decretaco de urna
rede de estradas de ferro no imperio.
Quando vemos a methamorphose porque passam
os paizes oovos pelo desenvolvimentc que reeebem
os seus meios de transporte, quando sentimos o
cleito prodigioso que em toda ordem de progresso
experimentan) aquelles pela fcil transmissao dos
seus productos, nao podemos deixar de ligar a
maior importancia medida em questao.
A's estradas de ferro, o mais poderoso ramo da
industria dos transportes, se prendero os interesses
commerciaes, polticos e moraes de qualquer paiz.
Esta verdade, hoje reconhecida umversalmente,
tem sido a grande cadeia com que o progresso vai
arrastando por toda a superficie do globo essas po-
derosas vias de communicaco. Hoje se aquilata
a forra industrial de urna nacao segundo o numero
de vias frreas que se irradiara pelo seu territo-
rio ; assim que a Inglaterra os Estados-Unidos, a
Franca e a Blgica ho altingido ao grao de pros-
peridade, que lodos admiramos pelo grande impul-
so que todos os das reeebem as suas linhas.
O Brasil, ainda que se ache na infancia da sua
vida industrial, experimenta rada dia os benficos
resultados d'esse prodigioso invento da mechaoica.
As linhas frreas actualmente decretadas e em
servico de transporte transformam as florestas do
imperio em povoados que parecem surgir da ootte
para o dia. e coooorrem para a'solomo do grande
PERHAHBOGO.
' ASSEMBLA PROVINCIAL.
i SESSAO ORDINARIA EM 27 DE ABRIL DE 1864.
PRKSIDENCIA DO SR. CONSKLHE1RO TRICO DE
LOUREIRO.
A's 11 1/2 horas da manhaa feita a chamada e
achando-se prsenle numero legal de senhores de-
putados, abre-so a sessao. :
E lida e approvada a acta da anterior.
I O Sr. PniMEino Secretario d conla do se-
guate
EXPEDIENTE.
Um officio do secretarlo do governo. remetiendo
a copia do officio do inspector da thesouraria pro-
vincial, relativamente ao pagamento da prestacao
a que lem direto o engenheiro Mamede pela entre-
ga provisoria do 12" l^nco da estrada de Pao d'Alho
Nazareth.A' coramissao de obras publicas.
Outro do mesmo, remetiendo a informaco que.
ministrou a Assocaco Commercial relativamente
a copia da acta exigida acerca da creacio da inspec-!
cao do algodao.A' quera fez a requisico.
i Outro do mesmo, remetiendo as informarles rela-
tivamente aos empregados da estrada de ferro.A'
quem fez a reqnsicao.
, Outro de mesmo, remetiendo a relacao dos esta-
belecimentos commerciaes desta cidade pertencen-
tes nacionaes.A' quera fez a requiscao
Outro do mesmo, remetiendo para o lira conveni-
ente os autographos de diversos actos legislativos
promulgados na presente sessao; dexandodeir
os de n. 567 a 572 por nao terem vndo em dupl-
cala.A' archivar.
Urna petico de Joao Evangelista Teixeira Paz,
escrivo do crime do termo de Caruar, pedindo
que se marque quota no oreamento muucipal para
pagamento da quantia de 163,9900 de rustas que
Ihe deve a cmara municipal daquelle termo.A'
commissiio de oreamento municipal.
Sao lidos, julgados objectos de deliberarlo e
mandados imprimir os seguntes proiedos:
O Sn. Jos Mara (pela ordem) pede dispensa da
commisso de peticoes para que fra nomeado, o
que Ihe coucedido.
O Sr. Rochakl (pela ordem) faz igual pedido da
de instruccao publica e poderes, o que Ihe conce-
dido.
1 Sao nomeados os Srs. Goncalves da Silva, Bene-
dicto Franca, e Arminio.
O Sr. S Pereira (pela ordem) pede que seja
posto em dscussao dispensando-se as inormacoes
que foram pedidas e anda nao vieram.
Consultada casa decide em favor do requeri-
mento do honrado membro.
1* parte da ohdkm do da.
1 Segunda discosso do projecto n. 55 que crea
urna escola normal nesta cidade.
Art. 1." Fica creada urna escola normal na pro-
vincia, que funcionar na cidade do Recife, e ah
serio recebidos como alumnos todos aquelles cda-
daos que se quizerem propr missao de mestres
pblicos de instrueco primaria.
O Sit. Jacobixa :( Nao devolveu seu discurso.)
O Sr. Arminio Tavares :Sr. presidente, como
membro d commisso de instrurcao publica, a
quem foi incambida a missao de formular um pro-
jeclo de lei tendente a melhorar a instrueco pu-
blica da provincia, como um dos signatarios do
projecto offerecido por essa mesma commisso
consid-racao da casa e qne acaba de ser impugna-
do pelo nobre segoodo secretario, corre-me o dever
de azer alguma? obervac3e. em wratacao ao no-
bre orador, a quem succedo na palavra, e de-
monstrar a utilidade de ser o mesmo projecto ele-
, vado a cathegoria de lei.
Sr. presidente, o espirito, como o corpo, tem suas
necessdades vilaes : o espirito carece do ensino
como o corpo do po ; e, como sem o pao, o corpo
dednha e niorre, assim, sem o ensino, o espirito
nao vive.
Instroir, pois, senhores, urri povo dar-lhe vida,
raoralisa-lo, civilisalo. E eis por que na or-
dem dos tempos como na ordem das ideas, os go-
vernos livres e moralisados, os governos que nao
querem fundar o seu dominio na ignorancia e estu-
pidez dos governados, teem convergido toda a sua
aitenrao para o ensino publico, teem reconhecido a
necessidade de difundir luz as massas populares,
onde reside o poder soberano do estado.
O povo deve, antes de exercer, comprehender
os seus direitos : em boa lgica, a intelligencia do
direto deve preceder o exerccio do mesmo di-
reto.
VictorHugo, esse astro brilhante que erra no co
da liiterntura franceza, diz que a cmara, ou antes!
o Ihrono, deve ser o ultimo degro de urna escada,
cujo primeiro degro seja urna escola.
Assim, senhores, o estado, facultando, facilitan-
do, proraovendo o ensino popular, nao s exerce
um direto, se nao tambem curaprc um dever, nm
preceito divino.Docete omnes.
( Ha um aparte. )
O Sh. Arminio Tavares : Permuta V. Exc. que
antes de tentar refutar a sua argumentado, eu
faca algomas consideraces geraes sobre o ensino.
O Sn. Jacobina :Isio ludo muito bonito, j
sei.
O Sn. Arminio Tvvares :O estado, senhores,:
como ia dizendo, promoveodo o ensino exerce um
direto e cumpre um dever. Mas, senhores, os di-,
reitos do estado, com relacao ao ensino popular,
nao sao Ilimitados, encontrara os seus limites nos
direilos da familia.
Se o estadocuja missao defender a ordem '
publica os costumes dos ataques que osameacam,
de excitar as almas ao amor da patria, de propa-
gar as doutrioas sociaes, que comprehendem os de-
veres geraes do homem : o dogma da dignidade da
naco, o Tespeito s leis, o direto de cada um aos
cargos e as honras, segundo o seu mrito, a igual-
dade de todos perante a leise o estado, digo, tem
o direto de dirigir, regular, inspeccionar o ensino
publico, por que os ilhos do estado devem ser-
educados para membros do estado, os pais tambem '
receberan da natureza o direto sagrado de formar
o coraco de seus filhos, de esclarecer a sua intel-
ligencia.
Mas, sMhores, se o estado nao tem direto de
contrariar a direccao moral que um pai quer im-'
primir n'alfua de seu filho, por que este na pri-l
metra idaie perlenee exclusivamente a familia, e o
contrari seria, na phrase enrgica de Lamennals
opprimir 0 pai, opprimir o filho, oppnrair a fami-'
liapor qne a educaco um facto moral que en-
tra essencialmente no dominio da coasciencia, e,
segundo Napoleao I o imperio da lei termina ahi
onde romera o dominio indefinido da consciencia,
tem, entretanto, o direito de inspeccao sobre as es-
colas, de razer penetrar n'ellas os seus agentes, de
examinar os livros, de indagar se se commette no .'
ensino algam attentado coatra a moral e costumes
pblicos, tem, finalmente, o direito de exigir em
um meslre de escola outras condiccoes que nao a .
nicamente de ter discpulos.
Senhores, se o systema do ensinoobrigatorio lera !
o grave raconvenienle de converter o beneficio da
instrueco publica em urna servido moral, o sys- [
tema da Hberdade Ilimitada do ensino, o systema
que, segundo Berchard, reduz a legislacao sobre o
ensino a dous artgos: I. o ensino livre; 2." a exe-
cuco desta le confiada aos pais de familias, nao
tem menos inconveniente : produz a anarcha no
ensino, vicia a moral publica e tende a fazer des-
apparecer o espirito de solidariedade qne deve exis
tir entre os membros de urna raesma naco.
Aquelles que, admiltindo esle ultimo systema,!
negara ao estado o direito de dirigir, de inspeccio- i
nar o ensino da juventude, que dizem nao ser este
direito una das attribuicoesnormaos do estado, mas
sim urna autoridade arrogada, usurpada, aquelles,
emliin que dcsconhecem no estado o direito deexi-1
gir em um educador da infancia garantas de sa-
ber, de moralidade e experiencias nao comprehen-
dem nem a gravidade do ensino, nem os direitos e
deveres do estado.
Nos reconhecemos, diz Haurau, as asserablas
parlamentares o poder de fazer leis, e queremos
que a? leis sejam obedecidas. Ellas nao o serao, i
ellas nao o poderao ser, se conferirdes a qualquer o,
privilegio de ensinar a juventude urna moral con-1
traria essa moral publica, cuja sanecao devem ser
as leis escriptaas
Eu, senhores, admiltindo a doutrina da liberda-
de do ensino publico sob inspeccao e direccao do
estado, reconhec.endo a m:gna influencia da ins-
trueco sobre os deslinos de um povo enlendo que
esta Ilustrada e patritica assembla deve conver-
gir todas as suas vistas para o ensino popular afim
de que elle possa produzir os seus benficos elid-
ios.
Feitas estas consideraces, eu passo a exposicao
dos motivos que actuaran) no espirito da commis-
so para propor a creago de urna escola normal
nesta cidade.
Sr. presidente, a commisso de instrueco publi-
ca, considerando que a anarehia no ensino publico
o mate activo dissolvenle para urna sociedade, as- j
sim como o ensino regolarisado, methodisado, uni-
formisado o meio mais proficuo, mais efilcaz para
inspirar a um povo o sentimento de sua dignidade,
o de sua solidariedade, o Um a que se dirige, con-
feccionou o artigo, que ora se discate, creando urna
escola normal, onde se preparen), se habilitem,
aprendam a ensinar aquelles que teem de exercer
o professoralo, aquelles que tem de exercer as mo-
mentosas funeces de educadores dos futuros cida-
dos ; onde finalmente se estabelecam as doutrinas
mais convincentes, mais harmnicas com os inte-
resses de nossa sociedade, cora as suas insti-
tuices, com os seus costumes, em que dev* ser,
iniciada a juventude que recebe a educaco do es-
tado. ( Apoiados.)
Seohores, o professor nao s inslrue, c. rao edu-
ca : o ensino comprehende duas partes bem dis-
tinctas ; a instrueco, que se refere as (acuidades
inlellectuaes e a educaco, que se refere as facul-
tades moraes. A instrueco e a educaco sao ter-
mos correlativos que nao podem ser encarados
isoladamenle; ambas sao recebidas simultneamen-
te, ambas abracara o desenvolvimento intellectual
e moral do homem.
E ninguem contesta a influencia da educaco
sobre o individuo, sobre sua moralisacao. Sao bem
conhecidas as celebres palavras de Leibnilzcon-,
fiai-me a instrueco publica durante um seculo, e
eu Iransformarei o universo.
Do exposto, Sr. presidente, v-sc quao importan-
te, quo grandiosa a missao do professor publico;
missao que exige, para o seu desempenho, illustra-
co, moralidade e experiencia. 1
E actualmente, senhores, por ventura os_ nossos
professores, salvas as raras excepcoes, terao a II-
lustracao e experiencia necessarias para dirigir
convenientemente a intelligencia e o coraco da
infancia, de cuja educaco se incumben) ?
Senhores, um simples exame a que se submelte .
o aspirante ao professoralo, perante a directora da
insiruceo publica, nao pode constituir prova da
hablt1ta$o especial, que para desejar naquelle
que pretende exercer to momentosas funecoes.
Ness exames',* senhores, a que se atiende,, mui--
las veas, mais ao patronato b que ao mrito,
nem a habililacao, nem a moralidade do individuo
ficam provadas.
Um Sr. Dentado :De moralidade nao podem
dar provas, mas de instrueco podem.
O Sr. Arminio Tavares :E' por isso que os
nossos professores, salvas as raras excepcSes, nao
eslam habilitados a ensinar; elles soosprlmeiros
que ignoram o que devem ensinar. (Nao apoia-
dos.)
Eu enlendo, Sr. presidente, que sera um curso
grao se compozer entrar ainda no ensino do pri-
meira anno do curso.
5 :).* No segundo anno esludaro os alumno.^
relien ida mente cada um dos methodos de ensino
primario conhecidos, de modo que se habilitem a
compara los philosophicaraente e a justificar pela
pratiea a exeellencia do methodo mixto, o qual pela
presente lei tica sendo o adoptado para a escola
nornal.
S 4." O primeira e segundo anno sao chamado.
de pedagoga, sem um curso especial em que estu- de instrurcao
e-s saeMfo-j-fc ave ss ssa rsSHS
M !Sa ue """6 dbrocliein os sedimentos generas
urna necessidade indeclinavel
tStJftS^X^J^BS^ 3 ^'seSra em germen
% 6." Este terceira aono ser
de doutrinas produzir a hetereogeneidade de eren-
cas, de usos; e urna naco que em corto sentido
pode ser definidaurna colleccao de homens tendo
a mesma crencadeixar quebrar-se todos os los :
da cadeia social, permittiudo a anarehia no ensino,
permittindoque qualquer, sem olferecer garanlias |
de instrueco, moralidade e experiencia, exerca o
magisterio, ensine a infancia, dirija o homem nes-
sa idade em que o espirito acceita sem reflexo
qualquer^doutrina, nessa idade em que se inocula
no coraco, sem bices, os mais elevados ou os
mais mesquinhos, os mais generosos ou os mais
vis senlimentos.
Senhores, os beneficios de urna escola normal, o
seu grande alcance social nao podem por nos ser
chamado de edu-
caco.
O Sn. Silveira Lobo justifica e remctle mesa o
seguinle substitutivo:
Art. 5.- O curso ser completo em dous annos:
$ l. O primeiro anno comprehender as materias
da I- parte do art. 47 da lei de 14 de maiode
1855.
S 2." O segundo anno comprehender as materias
da i' parle do citado artigo e as que se achara des-
tinadas ao 2-e 3 annos.Silceira Abo.
E> approvado o substitutivo.
Art. 6. Em cada um dos tres annos do curso,
par das lices diarias, ira o respectivo meslre oc-
capando os alumnos com
contestados. Nos paizes mais civilisads da Euro- I Z,T ? ?""*"?' -** "l'osico critica das
pa, nos paizes em que a instrueco se acha mais :2bTasLSfEftjf_'^ Parecerem de raelhor
derramada, na Prussia, cm toda Allemanha, os;
progressos do espirito publico sao attribuidos a
um bom systema de ensino publico. A Franca
o paiz em que o espirito, dizem alguns escriptores,
de igualdade se acha mais completamente estabe-1
lecido as consciencias, o que se attribue unida-
de do ensino e s saas doutrinas escrupulosamente
ensinadas em sua universidade.
Um Sr. Dkpltado :Outros dizem que nao.
O Sn. Arminio Tavares :Na Bahia o no Rio de
Janeiro, j existem escolas normaes que teem pro-
duzido as vantagens___
O Sr. Jacobina : No Rio ha escola normal?
O Sr. Arminio Tavares :Ha.
nota, assim como das elementares para as escolas
primarias de que fr lendo noticia, propondo o di-
rector da escola normal directora da instrueco
publica as que deslas ultimas achar preferiveis para
serem adoptadas.
O Sr. Biahoue remette mesa a seguinte emen-
da que apoiada :
Supprima-se o art. 6" por seu regulamento.Bu-
arque.
E' approvada a emenda suppressiva.
Art. 7. O chefe da escola normal ter o titulo de
director, e vencer annualmenle o ordenado de
2:2003 rs. e 800 rs. de gratificarlo, a qual per-
der em beneficio de quem o substituir, sempre
Normal
Degerando, traduzi'do'e impres^o por ordem do go
verno normal do Rio de Janeiro para ser distribui-
do pelo director da escola normal seus alumnos
e todos es professores pblicos de primeiras let-
tras daquella provincia.
r o iiimiii" r, ... iue se nao ache em exerccio, qualquer que seja a
UbR. Jacobina -Creio que nao. razao porque isso aconteca.
Em vez de 2:200* de ordenado, e 8004 de prati-
ficaco, diga-se 15200* de ordenado e 800* de
gratilicaco. S. R.J. Reg Barros.
Depois de algumas consideraces que fazem os
Srs. J. Reg Barros e Silveira Lobo approvada a
l? 1 r uis. iicku i>,irio> B oliven
Senhores, exforcemo-nos para que essas provm-, emenda e o artiao reieitade
Art. s. O presidente da provincia tica autonsa-
do a provr este cargo era pessoa reconocidamen-
te Ilustrada, de dentro ou fra do imperio, e que
tenha as condicoes que a especialidade requer.
O Sr. J. Reg Barros justifica e manda mesa a
tavel, de Portalis-.Para que a instrueco popular 1^,,,,,,.,.. as Ulavras -d
cas nao perpassem pela nossa na estrada do pro
gresso.
Vm Sr. Dkputado :Comanlo que o progresso
nao seja indiscreto.
O Sr. Abminio Tavares :Permitti, senhores,
produza bons elfeitos, necessario que no niomen
to em que novas vias de communicaco esto aber-
las entre os espiritos, um ensino bem dirigido, uni-
forme, desenvolva as almas o sentimento moral e
religioso, necessario que os escriptos que vao tor-
nar-se sua nutrico intelleclual contenham sas '
doutrinas e sejam alimentos e nao venenos. A ns- i
trueco, contina o mesmo oseriplor, primaria nes- j
tas condicoes fortifica as boas e honestas inclinacoes 1
reprime os maiores pendoros, tem mautido o espi-'
rito de familia, o amor do paiz e os bons costu -
raes.
Mas, senhores, de que modo se poder estabele-
cer essa uniforraidade no ensino, cuja utilidade
geralmente rocouhecida t De que modo se poderia
uniformisar o ensinoseuo cora a creacao deumaes-
cola normal? senofazendocomqueaquellesquese
dedican) ao magisterio aprendan) o que devem en-
sinar e como devem ensinar ?
Parece-me, Sr. presidente, que sem um centra
Supprima-se as palavras :de dentro ou fra do
imperio.S. H./ Reg Barros.Silva Barros..
E" approvado o artigo com a emenda.
A discusso fica adiada pela hora para entrar a'
SEGl NDA l'ARTE DA OBDEM DO DIA.
Contina a 2" discusso do projecto do orcamen
to provincial.
Art. 18. Aluguel de casa para
cadas e quarteis fra da capital. 2:958*000
E' approvado sem debate.
Art. 19. Conduccao de presos.. 1:560*00(1
E' apjirovado sem debate.
Art. 20. Cora mil e cem lam-
peos de gaz na cidade do Recife,
ficando a inspeccao deste seFvico
cargo da reparlicao das obras pu-
blicas, independentemenle de
maior dispendio.............. 71:670*000
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda :
Ficando o presidente da provincia autorisado a
augmentar com mais 50 o numero dos lampees
oude se prepare os futuros professores jamis con- desU cj(jad sendo povoaco da Ca-
seguimos uniformisar o ensino, estabelecer um re- ] pUnga._fy,r(,,ra jarrina.
gimen de educaco nacional, jamis conseguire-
mos a iniciaco de todos os espiritos nos mesmos
direitos c deveres.
Sem professores habilitados, senhores, a educa-
gao nacional ser raa e raaos os cidados que a re-1
ceherem.
Combaten o Ilustre segundo secretario o art. 1"
dizendo que cora a criacao da escola normal esta-
belecia-se um monopolio.
Eu nao comprehendo, Sr. presidente, como se
possa dizer com fundamento que urna escola nor-
mal estabelece o monopolio no ensino publico, |
quando todos podem a frequentar, quando todos
9:548*035
3:186*450
E' approvado o artigo, e a emenda regeitada.
Art. 21. Com cento e ura ditos
de azeite na cidade de Olinda.....
E' apoiado.
Art. 22. Com trinta ditos de di-
to na cidade de Goyanna........
Vo mesa e apoiam-se as seguntes emendas :
Ao art. 22. Com 30 lampees para o Rio Formo-
so.S. R.AyresGama.Lopes.
Com 60 lampees para Goyanna Xabor.
E' approvado o artigo com a emenda dos Srs.
Ayres e Lopes, sendo a do Sr. Nabor regeitada.
Art 23. Hospital Pedro II e dos
podem nella se habilitar para exercer o magisterio. Lazaros e casi dos Expostos d
Se o argumento do notare deputado procede, pro-1 d d R inrlllsiv,, 0 )nl
a
1 cidade do Recife, inclusive o lote
cede de mais, visto como poderia ser invocado con- d;ls expostaSi ""............. 25:0003000
tra a raculdade de Direito, onde s podem exercer'
o magisterio aquelles que teem o grao de doutor, c
contra quasi tedas as instituices.
Disse ainda o honrado segundo secretario, que o
projecto nao devia ser approvado porque nos nao
temos diuhelro para crear escolas primarias, e
muito menos teremos para crear urna escola nor-
mal.
Eu enlendo, senhores, que a creacao de urna es-
cola normal nao trar para a provincia urna des-
peza tao consideravel, que nao possa ser comporta-
da pelos cofres provinciaes.
Ale,11 do que, sendo ella urna das necessidades
mais urgentes e imperiosas que sent a provincia,
justo que seja satisfeita de preferencia a outras
menos urgentes, menos imperiosas.
Nos, senhores, nao podemos fazer aos que nos
mandaran) para aqui um beneficio maior do que
proporcionar a seus filhos urna boa educaco.
Portante, seohores, compramos o nosso dever,
concorrendo para o melhoramento do ensino popu-
lar, para a boa educaco dos futuros cidados.
Eu, creado com justos fundamentos que esta il-
lustrada assembla em suas decises sempre do-
minada pelos senlimentos do verdadeiro patriotis-
mo, tenho a convieco de que ella nao deixar de
dotar a provincia, cujos destinos dirige, com urna
to bella, quauto til instituico como a deque tra-
ta o projecto era discusso.
Tenho concluido.
OSr. Jacobina faz algnmas consideraces ainda
sobre o artigo que poste votos e approvado.
Art. 2. Para ser-se adraittido, como alumno na
escola normal, necessario :
1." Saber ler, eserever e contar;
k 2." Ter mais de 18 annos;
I 3.* Ser de costumes puros;
4. Nao ler sido condemnado por crime offen-
sivo moral publica ou religio do estado.
E' approvado sem debate.
Arl. 3." Cada urna desias condicoes dever ser
provada perante o director da escola.
E' approvado sem debate.
Art. 4." Os alumnos da escola normal pagano
em cada anno por sua matricula 25*000 em duas
prestaces, das quaes urna ser paga ao abnrem-se
os trabalhos, e outra ao encerraremse.
E' approvado sem debate.
Art. 6> O-curso de pedagoga da escola normal
ser completo em tres annos:
I.* No primeiro anno ensinar-se-ho com toda
a lucidez as disciplinas que compem o program-
ma, de estudos para as escolas primarias do 1 gran
e-do 2,ordenadas pela lei provincial n. 369 de 14
de maio de 1885 arts. 47, 48 e 49.
g I* Se para o futuro forem creadas escolas de
ura 3" grao, a eiposieag_ das materias de que tal
Vo mesa e apoiam-se as seguntes emendas
No art. 23 em vez de 25:000* dga-se 30:000*.
Ramos.
Paragraphos additivos ao art. 23 da lei do orea-
mente.
I Io Com a conclusao do hospital da Misericor-
dia de Olinda, afim de noderem ser para l trans-
portados os alienados a quantia de 2:000*.
5 2 Com a collocaco de vidracas as caleras
do raio terminado do hospital Pedro II 2:000*.
Ayres Gama.
O Sr. Silva Ranos :(Nao devolveu seu dis-
curso.)
O Sr. Aires Gama : Sr. presidente, como
membro de urna commisso que leve a honra de
examinar os estabelecimentos de caridade cargo
da Santa Casa da Misericordia, vi que precisavam
elles de algumas reformas j nos seos reglamen-
tos, j as suas accommodaces. Algumas destas
reformas foram traduzidas em um projecto que es-
t consicnado para a ordem do dia sob n. 85 :
mas alem dessas reformas nos regulamentes, exis-
tan) outras indispensaveis a fazer-se, no sentido
de melhorar-se alguns destes estabelecimentos. e
foi o que levou-me formular a emenda que offe-
reci consideracao da casa. Essa emenda, Sr.
presidente, nao conten) em si todas as necessida-
des de que careciam ditos estabelecimentos, pois
que nao comprehende os encanamenlos d agua e
gaz para alguns delles, e outras mais que ven)
mencionadas no relatorio que ti vemos a honra de
apresenlaa; mas se nao ousei nella lembrar a satis-
faco de todas essas necessidades, foi nicamente
por que tive em muita consideracao a deficiencia
dos cofres provinciaes. Peco nicamente, por ra
que sejam consignadas no oreamento duas peque-
I as verbas, urna de 2:000* para conclusao do hos-
pial da Misericordia de Olinda afim de serem pa-
ra l transportados os alienados por que o edificio
que ora oceupam antes um matadouro do que
um hospicio de alienados; e outra de igual quan-
tia para a collocaco de vidracas no raio concluido
do hospital Pedro II. Admira, Sr. presidente, que
em ura paiz christo e civilisado, oode a caridade
deve ser tal vez o primeiro dever do cidado. nao
se tenha anda lancado as vistas para o estado de
miseria e insalubrldade do lugar destinado a ser-
vir do hospicio aos infelizes que, privados da ra-
zao. correm o risco de ali perderem tambem a sa-
de, nico bem que Ihes resta.
No seu relatorio disse a commisso que o hospi-
tal dos alienados nos Coelhos, nao era um hospital,
mas sim um matadouro. E' o nosso digno colli-g.
que medico daquelle estabelecimento o propru
que acaba de informar-nos uesse recinto que esse
hospital urna pequea casa, que alm de nao ter
a quarta parte da? dimpnsSes deste salan humi-


-
Diarto de *er ** Segnnda le Ira de Jutiho de 1 .
,
_____________,
da. infeca e insuppoMavel, rande nem 6 possivel | 3. Escrivaes.......
viver se ; essa casa tem um andar suprior, ver- $ 4. Agente do fumo, tabaco,
dade, mas onde usloucos nao uodem ser collocados' saie, etc;, sendo os sea* venc-
sob pena de quebrar as vWrajas preciptarem-se >-
4:61X5000
pelas janellase varando* HJdfcurare n mqrte.
Auxiliando-se Santa Casa Pm a diminuta quan-
tia de i:000*, poder ser concluid* obra do hos-
pital da Misericordia envOiadaque y i*1* mui-
to melhor ira la I estabetecimento.
A outra parir mcno.v usa, pois que eqnsigna 2:000*800 para a
collocarao de vidracastoo raio concluido do hospi-
tal Pedro 11, i|ue sera durda rtielhor estabeleci-
menlo da provincia.
E' nina despeza econmica porque com ella se
evitar a ruina desse bello edificio, ruina que esta |
mnente seno se impedir com a collocaco de vi-1
draras que as aguas das chovas coulinaem mo-
Ihar o sontho das gateras da parte conetnida de to
importante edificio.
Sao, pois, estas duas necessidades indeclinaveis,
que procurei satisfazer cora a emenda que offereci:
mentos de 3 por cento .!....
% 3." Dito de lquidos espirituo-
sos e vinagre, idem.......
2:072*000
1:143*000
I JK
Vai mesa a segrale emenda que apoiada :
Art. 32. i i.' Collectores, sendo sua porcenta
gem de 12 por cento,-9i22*. '
S. TLAraujo Barros-oncalves da tolva.
Arminio.Soares Brmdao.*- Anujnthas tiara-,
nkio.Nabor.
A discuss-ofica adiada pela hora.
O O Su. Presidente designa a ordem do da e
levanta a sesso.
com
... a mulher de um velho, tendiMf-ifetotemeo- i. s aflpi, Siendo o Jornal de Hei, um caso de le mosteiro situMojjo bosques qut se eslendem
te a este, foi condemnado aseislpeies e rneio de ncubacao, que por original carece de ser assigua- at Swanscombl Stone, parlo de Oreenhithe, que
prisao ,
. Manoel Joaquim da Silva, e seos Albos Aniceto
Nones da Silva e Antonio Nune Pereira, cuja
complicidade no crime de ferimento Mures cora-
metiido por Liberaliuo Jos Perelra dBTva sepro-
18:077*000 veu, for^fondemna dos aoito mezes de priso;
,aj- S. Simo leve a vto do escapalar(v*niJa desde
ror torca de urna aposta, um individuo compro- sua infancia, tinna como S. Joao Bautista passado
metteu-se* cobnr um ovo de gallinha para tirar o urna vida solitaria,
pinte-era perfeito estado.
selvido, tendo porm appellado de semelhantede-
ciso o presidente do tribunal >
A comphhia Pernambocana expede hoje
para os portos do sal at Sergipe o sea vapor Ma-
mangua/*.
H6e teMo, e depois de vjntee am das
dados e precaucoes, durante os quaes
de vida e bem conformado.
Je cni-
Virginio Bezerra Wanderley qne, decusada ovo cfctoervado'ao peito do seu paciente protector,
como mandante de ama surra, da qual resultaram a casca quebrou-se, e dea sabida a um pinto cheio
ferimentos graves em urna pobre mulher, foi ab-
Jl'DICI
RKVISTA MAMA.
Na sesso de sabbado, entrn em julgamento no
espere qne i casa nao regeitar tao 'importante tribunal do jury Estevo Jos Pereira, pronuncia-
medida. I do as penas do art 203 do cod. penal, por haver
O Sn. I. no Reg Barbos :Sr. presidente, co- ferido a Joaquim Pedro de Souza Magalhes, cem
mo membro da commissao de orcamento, vejo-me pedradas era occasiao de prender este ao accu-
collocado em dora collisao, passarei Utvcz por fal- sado.
to de sentimenlos de caridade, levantndome para j A promoteria publica no agitar a aecusacao, fe-
manife*tar-ine contra as emendas; entretanto eu lo de sorte que concluio por pedir a condemnacao
nao sou falto desses seotioaentos, era |Ktdia s-lo. I do reo no grao mximo, por nao sedarem na prati-
(Apoiados.) ca do crime circunstancia algama que o attenue.
Reconhceo, Sr. presidente, que o primeiro dever i a defeza incumbida pelo Sr. Dr. juiz de direito
de um povu rivilisado, proteger os desvalidos, presidente ao Sr. Dr. Antonio Luiz Cavalcantide
soccorrer os miseraveis, esse o seu dever mais Albuquerque, nao negou a existencia do ato de-
imperioso; e |Hr ito| Sr. presidente, eu nao con- j lictuoso, nem a autora attnbuida ao aecusado, mas
testarei que a provincia tenha restricta obrigacao demonslrou que a respectiva pratica tirando a sua
de dispensar parle das suas rendas com estabeleci-1 origem de resistencia ordens illegaes, achava-se
mentos de caridade, aonde os desvalidos vao abr- as condigoes da justicaco do | a do art. 14 do
garse, aonde vao encontrar o pao que esmolam de' cod. crim. ; e assim terminou por pedir a absolvi-
porta em porta, aonde vao encontrar soccorro e le-1 cao do aecusado.
ninvu aos seos males. Terminados os debates, rccolhe-se o conselho ;
Mas, Sr. presidente, posto que en assim pense, e, conforme s suas respostas dadas aos quesitos, nao deve Talhar, para que nao seja ella forrada a
enteudo que esse nosso dever s deve ser cumpn-' depois da competente consulta na sala das confe- mu do dentro das raas da possibilidade. : rencias, publicada pelo Sr. Dr. juiz de direito; m que sejam
I"m Su. Dei-utado :Est com posicao diflicil. presidente a sentenca absolutoria, na qual appel- *
U Su. J. w Kkuo Barros :Eu ja confessei isto |a o mesrao Sr. juiz de direito para a relago do
districto, por contraria a evidencia dos autos, visto
ter sido recoohecida a juslificacao allegada pela
defeza.
Depois d'amanhaa resa-se mandado de nm
amigo na igreja do Espirito Santo urna missa de
rtfuitm em suffragio da alm.i do (nado Dr. Pedro
Thbere, cujo norae oceupa um lugar distincto
nos dominios da Itjlras.
Fallecido na cidade do Ico, provincia do Cear,
deixa all um verdadeiro vacuo, difllcil de preen-
cher por corto ; e esta consciencia de todos que
Na Eitrella do Norte l-teo que segu :
A BOA DONA DE CASA. -
Diz um autor muito popular que ama mulher
cuidadosa um verdadeiro thesonio, e qne urna
No dia 7 segu o Persinuttga para os portos boa dona de casa vale o qne pesa em ouro.
do norte al a Granja, e no dia 14 ir um dos va-< Nada mais verdadeiro, e muito til que sa
pares da companhia Fernando de Norooba. 'pense nite.
Pelo jury de Santo Anto, em a sessao que A boa dona de casa sabe de um vmtem fazer
terminou era 7 do passado, foram julgados 5 pro- dous : quando algum traste comeca a ticar usado,
cesss abrangendo 5 presos, sendo 3. por homicidio, ella concerla-o tempo, e refazendo una malha
1 por furto e 1 por offensas physicas. Foram 3 aqu, outra acola, faz dorar duas vezes a roupa do derara-se os seauii
absolvrdos e 2 condemnados priso simples, ap- marido e dos fimos. Quando, por Um, a vetustez h-lG\ME\TOS
pellando o juiz de duas das primeiras e as partes torna-se excessiva e os rasges sao tnuilo grandes, Uecursos dimes
I ella remenda, recorta, arranja, fazendo servir aos Recorrente, o juizo ; recorrido, Antonio Pere-
TRIBDrVAL DA RKLAV&0.
SESSAO EM i DE Jl'NHO.
rRESIDtaCLA DO EXM. SB. COKSELHEIRO
SOUZA.
As 10 horas da uanbaa, presentes os senhores
desembargadores Gitirna, Lourenoo Sauliago, Reis
e Silva, Almeida e Albuquerque, Molla, Accioli,
lichta avatcanli Assis, Doria, Domingues da Sil-
va e Vasconcellos, abrio-se a sessao.
O Sr. deserabargador Guerra, procurador da co-
ra, nao compareceu.
Passados os feilos e eniregues os distribuidos,
Sabbado subi scena, no Sania Isabel, o, pequeos o que j nSo presta para os grandes; tu- rno ,je Albuquerque e outro
vaudeville A Saloia, to applaadido sernpre que, do isto tao bem feito, empregando tao engenhosa Relator o Sr dejerabargador Reis e Silva.
tem sido entre nos representado, e que nessa noi- industria, que ludo est sernpre limpe, decente, Sorteados os senhores desembar'adores Barros,
te foi comprehendido e posto em scena como nun- conveniente. Motta e Gitirna
ca, devido isso aos interpretes que teve. Em ver- J Em casa da boa mi de familia nada se perde, j Improcedente o recurso
dade nanea vimos tanto goslo e delicadeza, par ; nem urna migalha de pao, nem um resto de lega- Habeas-corous
de tanta mestria e elegancia de execugo como na [ me ou de carne, nem um retalho de panno ; ludo De Albino Jo de Souza foi concedida para o
Saloia (a Sr.- D. A. Marqucloo), e unto vigor e est em ordem, ludo guardado e arrumado para se dia 7 do corrente, oavlda a utoridade competente.
conhecimento darte como no baraode Santo Ama-
ro e Fontes (os Sr?. Germano e Lisboa), os quaes.
sobre os demais, elevaram o vaudeville altura
era que o sea autor o collocoa.
A' bracos com mil difficuldades a empreza varia
quanto possivel o seu repertorio, e cada vez se
torna mais credra da proteccao publica,
melhormente retribuidos seus es-
emfira, tudo est asseiado e re-' De Justino Francisco Xavier, negou-se ordem
iAami wtnrm i-> nnm til*-' dn I.
poeira, nem sujo, nem teas de de soltura.
mesmo.
Mas, Sr. presidente, posto que eu conesse que
todos os principios humanitarios aqoi produzidos
sao muito justos, muito verdadeiros, todava eu en-
tendo, que os deveres de caridade tem tambem sua
liiiniae.io, ou por ootra que o seu cumpriniento nos
nao deve fazer esquecer de todas as ontras neces-
idades.
l m Su. Dinniio: Gomo o calcamento das
mas.
Su. J. do Reg Barbos : Sr. presidente, a
provincia tem de satisfazer a muitas outras necessi- o conueceram, coramunicaram-n'o, e o apreciaram
dadese se ella nao olliar para todas com os mes- j como medico, j como publicista e historiogra-
mus oihos, emendo que as cousas nao marcharo
bem; nos temos diversos ramos de servico publi-
co a que indispensavel attender, necessario pois a patria de seus Ulhos,
dividir nossas rendas com esses servicos, dando mui importantes,
tambem tanto i|uautu nos possivel para os desva-
lidos que proenram os hospitaes.
O Su. Arminio Imams : E' melhor dar cento
e vinie contos de ris para calcamento das ras.
O Su J. do Reco Babhos :Eis ahi em que de-
ram os taes .'MI lampies para Goianua.
(Trocam-se diversos apartes.)
Su. J. do Rugo Barros : Sr. presidente, se
nos qiiizessemos levar o rigorismo do dever de ca-
ridade ao ultimo tiran, entao eu diria que a quota
votada para os estabelcciinentos de caridade deve-
ria ser nao de contos, mas muito m3is elevada,
chegai la a urna soniina to consideravel, que ab-
sorvena talvez todas as nossas rendas; entretanto
V- o nobre deputado que isto impossivei, temos
necessidades a satisfazer, necessidades indeclina-
veis, e ninguem obrigado a dar mais do que a-
quella que pode humanamente fallando.
(Trocam-se apartes.)
O Su. J. do Reg Barros : Senhores, j houve
nm lempo em que o hospital de caridade era au-
xiliado com urna quantia inferior a que se acia
votada; ainda no anuo passado se consignou no
pho, j Analmente como particular.
Francez de nasciraento, tinha adoptado por sua
qual presin serviros
_.iS.
Nesta cidade do Recife, onde aportou pela pri-
meira vez era plagas brasileiras, vai para trinta
annos talvez, em sua clnica deu copia brilhanle
de sua intelligencia robusta no Cear, porm, so
bre firmar de modo inconlradictavel esta reputa-
cao, addicionou servicos reaes de summo merec-
ment e valor para aquella provincia.
Trabalhador infatigavel, em suas horas successi-
vas dava-se ao esludo da historia da provincia,
para cuja confecciio, alera de incommodos de pe-
nosas viagens, desenvolva paciencia de um Job
as lettras, como fomos testemunhasoceulares, j
revolvendo enrinos e archivos das cmaras muni-
cpaes, j colligindo os documentos esparsos e gas-
tos pelo delcixo e pela accao do tempo para com-
pulsa-Ios, com o fin de haver materiaes seguros i
para o seu trabalho.
Neste Dmno mesrao j demos estampa a sea
A Salla deve ser repetida e, estamos certos,
provocar o publico a ir apreciar ou os artistas, ou
a execucao ou finalmente ao luio que preside
essa fesla d'arte.
achar na occasiao
luzindo : nada de
aranha.
A limpeza s casta algum trabalho e rende mui-
to ; pois ha grande numero de doencas que nao
tem outra origem se nao o desasseio, e com um
que lhe : pente, um poaco de agua clara e sabao se teriam
para sernpre evitado.
Ora a doenca o soffrimento, a miseria e a morte.
A boa dona de casa tambem compra o que e pre-
ciso, mas s o que preciso : prefere o solido ao
que nao passa de bonito, e o necessario ao que nao
se nao de luxo.
As lllhas nao teem dessas fitas, dessas rendas
De Manoel Ferreira de Brito, pediram novas in-
formages.
Appellaroes ticis.
Appellante, Jos Joaquim Carneiro ; appellado,
Vicente Ferreira Longuinho.
Desprezarain-se os embargos do appellante.
Appellante, Antonio Cliniaco Moreira Temporal;
appellado, Dr. Manoel Gentil da Cosa Alves.
Desprezaram-se os embargos do appellante.
DILIGENCIAS CRIMES.
Com vista ao Sr. desembargador promotor da
justica
A appellarao crime.
Appellante, Jos Francisco de Moura; appelta-
com que tamas se pavoneam nem vestidos de c-
Acaba de sahir luz urna pequea mas mi- res vistosas que sao mais sujeitos a sujar-se, e em
mosa collerlo de poesas, do Sr. Amonio de Souza que se dispende Unto dinaeiro, mas era troca ellas da, 'justica.
Pinto, sb o modesto titulo de Harpejos da Moctda- teem mais do que aquellas vaidosas a roupa ne-' designacao de da.
cessaria. Assignou-se dia para julgamento^dos segurates
Quanta gente tem neste ponto muito que retlec- fetos :
tir sobre si I a appellarao civel.
Desde que o luxo e o desejo de macaquear os Appellante, o juizo ; appellado, Joao Chrysoslo-
que esto cima de nos, invadi grande numero de mo de Oliveira.
Felicitamos ao Sr. Pinto, por essa grinalda que caberas, a cidade est ebeia de gente que tem um
magnifico palitot, mas nao tem camisas
sapatos envernisados, mas nada de meias
na bocea e estomago vasio.
Luxo e miseria, a moda.
A boa dona de casa nao cabe nestes desmandos,
e os filhos dao-se bem com isto, e o marido tam-
bem.
A verdadeira mi de familia economisa o tempo.
rpejos
de, que prende e captiva pelas delicadas flores de
que se acha recamado, primando a que elle ap-
pelidou O ladrao, que denota no autor orna ima-
ginacao frtil e vigorosa, par de gosto pela
arte.
escolheu no jardim de sua imagnaco, para oifer-
tar ao publico, e desejamos-lhe prosperidades na
sublime arle do Cames e Garren.
Foi nomeado raordomo da Santa Casa de Mi-
sericordia o Sr. Antonio Ramos, em substituico
do Dr. Jos Raymundo da Costa Menezes, fallecido.
REPARTIQAO DA POLICA.
Extracto das partes do dia 4 de junho de
1864.
Foram rcolhidos a casa de detencao no da 3
do corrente :
A' ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica, Ma-
noel Joao de Barros, vindo de Serinhem, para re-
cruta.
A' ordem do subdelegado do Recife, Antonio
Francisco de Pinho, por desobediencia.
A' ordem do de Santo Antonio, Damio, escravo
da vuva de Manoel Antonio Goncalves, requer-
mente desta.
A" ordem do de S. Jos, Bernardino de Sen a,
para averiguacoes policiaes ; Paulo, escravo de Ma-
noel Jos Correa, por disturbios.
PASSAGENS.
que tem o Sr. desembargador Gitirna passou ao Sr.
charuto desembargador Lourenro Santiago
As appellaroes tiris.
Appellante, bacharel Brnard* Duarte Brando;
appellado, Antonio Ferreira Antero.
Appellantes, Carlos Jos Astley C. -, appellada,
a fazenda nacional.
Appellante, Francisco Silverio Torres de Vas-
A ordem do da Boa-Vista, Mara Francisca da
historia geral da provincia do Cear, a qual leve o i Conceicao, por briga e suspeita de ser escrava ;
n a nnr w Thereza Maria da Conceicao, Leandro, escravo de
i A^inn; i)..,-,,.,,-.i,> \'az de Carvalho, por briga ;
Levanndose cedo tem lempo para todo, para fa- j concellos; appellado, Jaciotho Pereira de Mattos.
O Sr. desembargador Reis e Silva ao Sr. desem-
bargador Almeida e Albuquerque
A appellarao civel.
.ippellantes, D. Anna Mana da Conceicao e ou-
tros ; appellados, Francisco Joaquim Dantas e ou-
tros.
O Sr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Ucha Cavalcanti
As appellacots civeis.
Appellante, Manoel Ribeiro da Cunha Oliveira
zer suas oracoes de manha e de noite, ensinar
doutrina aos seus meninos, ir domingo missa e
aos oflieios, e esparecer com seus pequeos.
O marido quando vem do trabalho acha almoco
prompto, e nao tem que ralbar contra a preguic
de sua mulher que lhe fara perder urna parte do
dia; de urde nao grita para ter o jantar que ga-
nhou bem trabalhando vigorosamente.
Tudo anda pois s mil maravilla*, por que quan-
do se sabe aproveitar o tempo elle chega para tudo.
Depois vede como o bem se encada : a mulher I appellado, Joao Evangelista Bello,
cuidadosa torna o interior de sua casa agradavel;! Appellante, o juizo ; apqellado, Jos Maximiano
os Ulhos gostam de ahi estar com ella, e o pai do | Soares de Avellar.
a primera que se escrevia. Alm dibto, levanten' Antonio Bernardo
a carta peographica da provincia, consignando nel- Braz, escravo de Joao Marques de Amonm, por eui-
,u .uuv ,o.u .-------,.----------la as circumstancias mais minuciosas ; e quando braguez ; e Matheus, escravo de Joao Jese de Ur-
rcamento i|ue vigora a quantia de vinte cootos de | pela ultima vez estivemos com elle, trabalhava' valho Moraes, por ferimento leve,
ris, un 'lano qoe a commissao elevou essa ver- n'uma corographia, na qual todas as localidades O chefe da 2* seccao,
ba a Tinte e cinco contos de ris e ao passo que I eram descriptas com sua historia de origem e com J- "" Mesqmta.
a commissao de orcamento augmenlava a verba todas as condicoes naturaes, meteorolgicas e po- Passageros da barca portngueza Lnuro, en-
destinada aos estabelecimontos de caridade, elle i hticas, tendo tambera escripto sobre varios oulros irada do Porto .-Manoel Jos Goncalves e .1 U-
coniava outras despezas, sem duvida porque reco-1 assumptos relativos condicoes peculiares da pro-1 'bos, Joaquim Alves Marlius. Antonio Jos da Silva
nhecia a prioridade dsa. Foi assim, Sr. presi-1 vnca. Pereira, Arcenio Augusto de Moora Brilo.
dente, cpie a commissao enlendeu dever corlar a I in meio de todos esses trabalhos, a sua clnica \ Passageros do vapor nacional Mamanguape,
verba de .uhvencao para o theatro, verba que tem! n;-,0 sofTria ; e a sua clnica no entretanto era im- sabido para o Aracaj e portos intermedios jSi-
sido cunstaiiteinnte volada por esta casa, oque mensa, porque conslava de toda aquella populaco, dronio Sabino Monteiro Carvalho, Dr. Daniel Ger-
iobrandollie ainda tempo para, alm do notado, ti- mano de Aguiar Montarroyos e 1 criado, Lonren-
rar a plaa e dirigir a edificacao da cadeia do Ico,' CoGoncalves da Silva, Francisco Bruno de Maga-
a primera de toda a provincia ; e conceber a idea Ihaes Bastos, Francisco de Oliveira Barros, M. Bran-
districto pede que se eleve a trinta contos de ris dos carros-postas entre o Aracaty e o Ico, idea cu- da e 1 criado, Joaquim das Virgens Luna el cria-
a subveneao para os cstabelecimentos de caridade; | j realisaco traduziria um grande desenvolvimen-, do, Anaslacio Pires de Almeida, Manoel Rodrigues
o oulro nobre depntado por esse mesme districto to agrcola e commercal do centro sol da provin- Gamboa Sicupira, sua senhora, 1 cumiada e es-
consigna era sua emenda duas outras verbas na ca, mas que teve de naufragar perante a ausencia cravos. '
imponancia de quatro contos de res, o que prefaz do espirito de associarao, sem embargo dos naud-' Passageros do hiate nacional SmM Amw,
a quantia de nove contos de ris, rom quanto eu tos esforcos do Ilustrado finado. saludo para o Aracaty :Bonifacio l ereiraaa
nao desconhera que os melhores desejos aniara Por ludas essas cousideracoes, e pelas qualidades Costa Queiroz, Francisco Luiz de *ranea, Jos
esses honrados membros, que ellcs tera em vistas pessoaet que o adornavam, era elle devidaraente, Francisco de Oliveira, Joao Augusto de Sa .Pereira,
satisfazer necessidades muito importantes, todava estimado, bem que nao houvesse genio de enloar padre Trajano Estevo da Providencia e 1 criado,
emendo que o estado das nossas Unanras nao com- amen a tudo. I. Movimento da casa de detencao, no
porta essa despeza, que esse aerressimo de nove pur varas vezes foram-lliu coramellidas pelo go- junho de 186i.
contos de ris ir crear um desiquilibrio entre a vei no da provincia incumbencias importantes: e
por isso nao |iosso dar o an(ja (,C|a calamitosa quadra do cholera aquelles
centros o viram cheio de abnegacao, profligar o
inimigo com denodo, adquirndo assim as heneaos
moslra que houve zlo da parte da commissao de
orcameiiio na distribuiro da renda publica.
Sr. presidente, o nobre deputado pelo lerceiro
da 3 de
recelta e a despeza, que
men voto s emendas.
E' cora pezar, Sr. presidente, que assim me ma-
nifesto contra as ideas desses nobres deputados, a populago do Ico e Gariry.
mas emendo que elles se devem mostrar salisfeilos Os seus crditos litterarios ohtiveram-lhea es-
com o augmente que o orcameuto consigna para os pontanea admisso no seio do Instituto Histrico t
estabelecmentus de caridade, e nao concorrerem Geographico Brasileiro e do Instituto Archcolo-
com suas emendas para augmentar o dficit que q,:0 e Geographico Pernambucano, como seu socio
ja existe. correspondente ; os quaes perdem assun um im-
Encerrada a discusso o artigo approvado com portante auxiliar, mxime este ultimo Instituto,
as emendas.
. Art. 24- Sustento e curativo
dos presos pobres ......
E' approvado.
Art.
* i'
Recolhimenlos
A saber:
Existam. Entrarara. Sahiram . 359 preses. 14 > 11
Existem. . 362
Nacionaes. -. Estrangeiros Mulheres Estrangeira Escravos Escravas . 250 36 8 > 1 > 62 o
mesmo modo. Por consequencia, para os filhos
menos desejo de deixar a casa paterna quando vao
se tornando grandes ; para o pai menos tentaedes
de ir venda e outros divertimentos mos. Por-
tante, mais alegra domestica, mais moralidade,
mais religio, mais bem-estar, mais farlura e con-
tentamente.
Mais de familia, qne lerdea isto, applicaivos a
Appellante, a viuva de Manoel de Almeida Cata-
nho ; appellada, a fazenda.
Appellante, Jos Antonio Gomes Guimaraes; ap-
pellada, a fazenda.
Appellante, Vicente Ferreira da Costa Miranda ;
appellado, Hermenegildo Eduardo do Reg Mon-
teiro.
Appellante, a escrava Hermozenes; appellado,
ser boas donas de casa ; acostumai cora cedo vos-1 Manoel Martms de Araujo Castro.
sas lllhas a estas virtodes modestas, sim, mas soli-
das e duraveis. Assegurareis assim o futuro dellas.
E vos, meninas, que lerdes estas linhas, nao
desprezeis to bons conselbos: menos enfeites vaos,
menos bagatellas para toilette, para a vadade :
tudo isto nao a felieldade ; pelo contrario um
escolho que deves evitar cuidadosamente se que-
ris conservar a paz e a tranquillidade.

ap-
De loianna.
De Iguarassu'
De Olinda .
Vao mesa e approvam-sc as seguintes emen-
das :
Ao ari. 23 :
8 :). Ao rccolhimento de Olinda 300*002.
S. R. -Nbor. Souto Lima.
Aoarl. 2o. 1. Em'Jugar de 6005000, diga-se
l:QWb.oncalves da Silra.Araujo Barros.
Muranluio.rimnio TararesSoulo Urna.Ba-
os.Soares Brandao.Rego Barros.Nabar.
Ao art. 2odgase Sendo 500*5 para reparo;
do convento das recolbidas de Iguarassu'.Arau-
jo Barros.llego Barros.Bochael.
E' approvado o artigo cora as duas emendas pri-
meiras, sendo a torecira regeitada
O Sr. Araujo Barros, Arminio e Nabor declaran)
que votaran) em favor da terceira emenda.
Art. 26. Collegio do Bora Con-
selho era Papacaca...... 2:000*000
Vai a mesa u apoiada a segrate emenda:
Ao art. 26 em vez de 2:000*01 diga-sr. .
4:000-5 -Teixeira de Mello.-Dr. P. Bapttsta.
E' apin ovado o artigo com a emenda.
Ari. 7 Hospital da Misericor-
dia em Goianna....... 300*000
Vai mesa a seguinte emenda que apoiadr :
Ao art. 27 em lugar de 500*, diga-se 1:000*.
NaborArminio.Araujo
Sdca.
1 que delle esperava um trabalho sobre os primiti-
vos ncolas do Cear, cuja historia ocenpava ulli-
30:000*000 mmente.
i Nesse tumultuar da vida, nessa variedade de
, horisontes a que se entregava, ia o descurar dos.
600*000 proprios inleresses, de modo que podendo fazer
1:0005000 una fortuna cora os resultados da sua prolissao
250*000. medica, ahi deixa urna viuva e tres filhos, inclusi-
--------------1 ve duas jovens, prximos a carencia de meios pe-
1:850*0001 cuniarios em absoluto.
-------------i A' familia de um bomem nessas condicoes, im-1
porlava ao governo nao deixa-las vicisitudes da Jfronyrao Ferreira de Albuquerque
miseria, honrando nella os servicos do pae, servi- Thom Virginio Correa.
eos nunca recompensados. j Jesuino, escravo sentenciado.
A companhia da estrada de ferro paga o seu Scraphim, escravo seqtepciado.
primeiro dividendo provisorio de 2 1|2 por cento a|;Manoel Teixeira de-Carvalho Ralalao
auno, correspondente aos mezes Undos no ultimo
362
Alimentados cusa dos cofres publicos. 143
Movimonto da enfermara no dia 3 de junho
de 1864.
Tverara alta :
Francisco Alves Feitosa.
Pedro Celestino de Almeida Cavalcanti.
Luiz de Franca Ventana.
Joao Leandro de Souza.
[ de dezerahro prximo passado
Acha-se marcado o dia 10 de julho pan se
] proceder eleicao de ura seoador pr esta pro-
I vinria.
2
Joaquim, escravo, frica, 40 anoos, solteiro, Boa-
Visia i hydrothorax.
Firmino, escravo, Pernamhuco, 30 annos, solteiro,
S. Antonio ; febre typhoide.
a ultima sesso do jury de Pesqueira, que Jos> escravo, frica, 36 anuos, solteiro, Boa-Vis-
E* approvado o artigo c regeitada a emenda.
Art, 28. Coadjutores, tendo
encerrou-so a 7 de abril, foram julgados quatro |
processos comprehendendu quatro reos, sendo 2
i por homioido, 1 por offensas pliysicas e fenmentos I
e I por crime de roubo, dos quaes foram 3 ab vidos e 1 condemnado priso simples e multa
correspondente. O Dr. juiz de direito presidente
do jury appclloii d'uma das absolvicoos. i
Deixou de ser julgado ura outro processo por
falla de membros componentes do jury.
Acabara de ser presos, no engenho Uacutpe,
do districto policial de S. Leprenco da Malla, Jos
' de Araujo Monto o Adelino Flix de
Monte, cmplices na tentativa de morte dos Srs.
Firmiano Jos Rodrigues Ferreira e seu tillio.
Pelo Sr. Dr. delegado acafta de ser pronun-
Bairos^Goncalves ila ciado, como incurso no ar-l.,266 Uo oedigfti orwi-
nal, Domingos Francisco lavares, ex-thesoureiro
A EXISTENCIA DE DBOS.
Se as vastas campias l dos ares
Gyra o cortejo inmenso d'aureos mandos,
Se na trra, e nos mares tao profundos
Ordem descubro e motos regulares :
Se contingentes seres aos milheres
Rompem do nada os seios infecundos :
E se nao podes dar entes segundos,
Sem ura Ente primeiro Ibes marcares :
Se at por enlre a escurido funesta
Que cerca do selvage'a alma ferina
A crenca do Alio Ser se manifesta :
Logo, verdade o qae nossa alma ensina,
Existe o Dos que a natureza atiesta,
E que aos mais seres o principio assigna.

A FLOR.
Triste e moribunda flor
Que foste o brilho do prado,
Teus despojos sobre.a trra
DespersQO o norte irado.
A mesma fouce nos ceifa
Cedemos ao mesmo Dos;
Urna folha te abandona,
Um prazer nos diz adeos.
A' cada hora o tempo leva-nos
l'm gosto, urna inclinacao :
Rouba-nos urna illusao.
EntSo, dissipado o encanto,
Perguntamo-nos com dr
Qual das duas mais breve :
Se nossa vida, se a flor.
De urna correspondencia de Londres colhe-se o
segrate :
Nos progredimos lentamente com a beraaventu-
rada e. discrecional pnsiio Minater's Acto.
No da 5 de Janeiro, os magistrados do condado
de Surry tiveraro a final a feliz inspiraco de vo-
tar 100 lb. st por anno ao capello calholico que
Appellante, Manoel Francisco das Neves ,
pellado, Jos Manoel da Silva.
As appellacSes crimes.
Appellante, Antonio Liiiz da Silva ; appellada, a
justica.
Appellante, o juizo ; appellado, Sebastio Quiri-
no Pereira.
Da de appnrecer.
Appellados, Jos Januario de Carvalho Paes de
Andrade ; appellante, Rita Francisca de Carvalho
Paes de Andrade.
O Sr. desembargador Assis passou ao Sr. desem-
bargador Doria
As appellarts civeis.
Appellante, Jos Gabriel Pereira de Lyra ; ap-
pellado. Antero Vleira da Cunta.
Appellante, D. Emilia Cordeiro Cavalcanti de
Albuquerque ; appellado, o curador do preto Jos.
O Sr. desembargador Doria ao Sr. desembarga-
dor Domingues da Silva.
As appellaroes civeis.
Appellante, o juizo ; appellados, Ponciano Ro-
drigues da Silva e outros.
Appellante, Camillo Augusto Ferreira da Silva
appellado, Bernardo Norat Irrrtao.
Appellante, Antonio Torquato Felippe Maia ; ap
pellado, Vicente Rodrigues dos Santos.
Appellante, Manoel Elias de Moura ; appella-
do, Francisco Cavalcanti de Albuquerque.
Appellante, D. Joanna Neves Quaresma Duarte
appellado, Joaquim Francisco Duarte.
Appellante, Francisco Ribeiro de Andrade ; ap-
pellado, Joao Lobo de Macedo.
Appellantes e appellados conjunctamente, Anto-
nio Carlos Pereira de Burgos e Antonio de Siquei-
ra Cavalcanti.
A appellarao crime.
Appellante, Joao Francisco Mendes de Oliveira;
appellada, a justica.
Ao Sr. desembaiyador Gitirna
A appellarao civel.
Appellante, Gaspar Cavalcanti de Albuquerque
L'cha ; appellado, Joao de S Albuquerque.
A' 1 hora da tarde encerrou-se a sessao.
Muribeea,* a .qual presidia elle, procurava obsti-
nadamente recusar todos os votantes que se a;,n
entava-0 para entregar suas listas, e que nao per-
tenciara soaf*cialdade, e admitlir outros que
nao estavara qualificados.
Confesso que^revollou-meJMoposicao to eviden-
a o Sr. Luiz Feljppe que a mesa nao foi for-
^ com met aecrdo, que delta faziam parte
_membros'da parcialidad* opposla, e que en-
tretanto neiibuma diseus.-ao bou ve entre os mem-
bros da mesa, e nem podia4bver, sobre recusa de
votantes e acceilacao de listas de pessoas nao qua-
liticadas, porque nenbuma recasa nouve e era
pessoa alguma se apretenlou para volar nao estan-
do qunifk-ada, excepeo de ura individuo desco-
nhecidu,. que se -prvtffn'"" quanao se proceda
terceira chamada, qnerendo votar em lugar de ou-
lro, morador na povoacao, e coithecido de iodos os
msanos ; e isto quando a mesma povoacao j se
achava invadida pelos desordeiros de outras fre-
guezias que para ahi tintara afflaido, e a igreja oe-
cupada pela forra qne os apoiava; o qae deu lugar
a suspendermos os trabalhos.
O Sr. Luiz Felippe sem duvida para jastiflcar-se
da exposiro inexacta que fez dos fictos e do juizo,
que de cerlo modo fez do que se passou na eleicao
da Varzea, disse que o conhecimento que tinha,
adquirir pelo que se publicou, e por informaces
em que se lonva.
Se o Sr. Luiz Felippe quizesse ser justo, deveria
ler ludo o que se publicou e formar seu juizo em
consequencia. K para mim repugnante ver que-
asserroes minhas tenham de ser contestadas pelo
Sr. Abilio; encommoda-me o juizo tirado de tal
fonte, como no presente caso o do Sr. Luiz Felippe,
de cuja competencia por Isso declino.
Nao leu por ventura oSr. Luiz Felippe o offlcio
que dirig em 9 de agosto ao Sr. Silveira de Souza,
no qual se l o seguinte ? uo se que peso dar
V. Exc. a esta miuha commuicaco, assegurando
eu entretanto, que, retirando V. Exc. desta fregue-
zia a forca, far-se-ha a eleicao regular e pacifica-
mente, pois que seu commandanle s tem em vista
perturba-la.
Como vista diste ainda ousa S. S. dzer que eu
e meu irmo o vsconde de (Umaragibeexigimos
a presenca da forca un Varzea
Continuando a expor inexactamente os fictos da
Varzea, chegou o Sr. Luiz Felippe a dizer queeu
nao .'pierendo confessar que, com proveite para os
de mea partido, nao poda pleitear a eleicao, temei
as scenas (de que antes fallara) como pretexte, pa-
ra nao continuar a presidir a eleicao, e obstinada-
mente conservei-me neste proposito, e qae ludo fu-
ra baldado para vencer tanta obstinacao.
Essa obstinacao ainda urna njustica que me
faz o Sr. Luiz Felippe : dir-lhe-hei todava, cora
essa obstinacao que elle me reconhece, que preliro
perder antes, como tenho perdido, mais de urna
eleicao, do que vencer pelos meios da escola que
S. S. boje- perlence.
O pretexte que o Sr. Luiz Felippe to inconside-
radamente me atlribue, mais urna oulra Djustica
que me faz. O modo por que exclue S. S. o seu
prente chefe de polica da convivencia no fact
que me poz fra da presidencia da mesa parochial
moslra bem que foi forrado a fazer o papel de ad-
vogado. O Sr. Abilio eslava no lugar em que se
deu o facto ; teve scienca previa do plano, nao o
impedio ; soube que o mesmo plano se execulava
pernea distancia da casa em que se achara, e na-
da provideheiou. Acreditar ainda o Sr. Luiz Fe-
lippe que o Sr. Abilio quera sinceramente que
eu vollasse para presidir eleicao ; que elle me
garantisse, ainda mesmo com o sacrificio da sua
pessoa ; que finalmente elle nada vira, e que nem
ao menos nada ouvira que indcasse o que real-
mente se passou ? Arredilara ainda o Sr. Luiz Fe -
lippe no que contou o Sr. Abilio sobre a eleicao da
freguezia da Varzea ; ou dir como todos dizem,
que o Sr. Abilio foi dar a ultima de mo ao plano
que fura trarado para a Varzea f
Em conclusao llevo declarar, quesera desculpa-
vel ao Sr. Luiz Felippe lodo o esforco na defesa do
seu runfiado, com lano que nao o fizesse, como-
fez, minha cusa : isto o que nao saneciono
cora o meu silencio.
Recife, 2 de junho de 1864.
Barao de Muribeca.
ta i tubrculo pulmonar.
Auna Joaquina da Assuuipcio, Pernambuco, 40
annos, soiteira, Becifj ; tubrculos pulmonares, i os magistrados visitadores linham designado para
Antonio, Pernambuco, 7 mezes, S. Antonio; den
licao.
Morenq Saladino Pecnnio, Hespanha, 20 anuos,
solteiro, Boa-Vista; phthysica pulmonar. ,J
Barbara, Pernambuco, 5 mezes, S. Jos ;.congeslao
cerebral.
Francisco de Borges Sergio, Pernambuco, 70 an
nos, casado, S. Jos; paralysia.
,UJo Jos Francisco do Rosario, Pernambuco, 34 annos.
casado, S. Antonio; erysipela.

L'M POUCO DE TUDO.
Traducimos da 'Patrie o que segu
UtedoiB principaes mercados em qoe
da Caxa Filial nesla provincia.
? Hoje celebra a irmandade .do S.Pedro dos
cada um 200*. 7 ..... '.' 12:000*000 Clrigos un memento solemne pelo Kxm. e Rvm- i se pr*"r do caf que consom, sao a ilha
Vai a mesa e apoia-se a seguinte emenda : I Sr. D. Joao da Purifica cao Marques Perdgo, por -e o Brasil
Ait. 28. Coadjutores, sendo cada um 300*,. ser o 30 de seu passamen* .:
12-000*.-nrtoroue.-r/-onr/iroJ>e do prximo passado
;
Europa
de Java
E' approvaJ o artigo com a emenda.
Art. 29. Religiosos capuchi-
nhos............
E' approvado.
Art. 30. Thesonraria provincial
| 1. Empreados......
^ t Seis por oento da cobran-
ca judicial..........
S 3. Despezas jadlciacs ...
i 4. Expediente e aceto da
casa.............
5." Diaria de dous mil ris
um servente e gratificacSo de
80* um cartoro......
O consumo annual do caf em nosso globo
avaliado, conta redonda, em seis milhSee de quin-
itaes, dos qliaes s a Europa gasta quatro c meio
A primeira sesso do jury desle termo, dopre-, milhBes ; e parece qne c a pequea Saissa quem I
861*000 sent anno, a qual princpou 19ettndouJB comparativamente mais consom, pois que a sua I
dekfe raez, correu regiilarraente, s tendo liando porco chega trezentos mil quintas*, isto doze
Urna appellacao por parte do Dr. juiz de direito da libras per habitante.
32-121*000 comarca que, por suas raaneiras delicadas e reco-! A Hsllanda, com os seus doze e meio milhdes de
nherida nteireza, captou a gratdo dos jurados. habitantes, gasta tanto caf quanto toda a popula-
Foram submeltidos julgamento, durante a cao da Franca.
2947*000
F approvado.
Art. 31, Consulado provincial :
8 1. Erapregados......
j 2." Expediente e aceio da
casa.............
% 3." Diaria de 2* um sr-
venle, nos das uteis......
I 933*000' referida sessao, os reos seguintes :
Laurenlino Correa de Mello que, tendo nr-
1:400*000 lo a mulher dous raezes depois do casado, foi con- :
demnado gales perpetuas ;
. Liberalino Jos Pereira da Silva que, resistin-
1:210*000' do a ordens legaes e tendo feito ferimentos graves j
--------------' em ora soldado da forca que o pandera, foi con-
40:631*000 demnado um anno de priso ;
Franrisco Xavier de Araujo que, tendo morto
a importante priso de Wandsworth, ao sudoeste
de Londres.
Nossa mai santa igreja tomn posse, no dia de
natal, da importante cidade de Bedford, primeiro
lugar de condado deste nome e que d o lilulo de
duque an chefe da familia whig de Russel. O santo
sacrificio offerecido na manha da fesla em urna
pequea sala, que pelo proprielario de urna rasa
particular foi posta a disposico de seu senhor
e dos Bes de Bedford.
Nao ha ainda nem capella, nem escola, nem
presbyterio, nem fundos.
A misso feta em honra do Menino Jess e de
S. Jos. Acha-se encarregado della um. padre re-
cernemente ordenado em Roma no dia de Pente-
costs.
Nao smente por novas undacoes que se ma-
I nifesla a segunda primavera da igreja na Inglater-
ra; porm mais que lado pela restaurarlo de nos-
sas, antigs devogoes nacionaes.
E entre e3tas o escapulario, precioso objecto de
Nossa Senhora, dado por ella a um sanio ioglez, e
ao qual parece ter unido especialmente apromes-
sa de sua assistencia no momento decisivo da nos-
sa eternidadejtornase para nos nm objecto espe-
cial de devocao e de interesse religioso.
Este sentimente tem levado muitas pessoas apro-
curar o lugar, em que este favor foi concedido a S.
Simo Stock. Segundo urna carta escripia deCam-
bridge pelo secretario geral dos Carmelilas,o padre
Swaynton.na qual se refere queS. Simio tinha, no
dia precedente, communicado a viso que tivera a
nm capitulo da ordem, conclue rauitos que a vise
COMMNIGISOS.
38:503*000
1:400*000
A Blgica e a Hollanda consomem pouco mais
ou menos, dez libras por habitante ; o Zollwerein
quatro ; e os demais paizes orna.
0 consumo da Inglaterra elevava-se em 1862
trezentos e nove mil quintaes.
Em differentes partes da Europa, esse consarao acontecer em Cambridge, em quanto que, em Gal-
lem augmentado de manetra extraordinaria ha al- ley-Hill, no condado de Kent os actuaes campone-
guns annos a esta parte. es protestantes consers'am ainda a tradicao de que
Alm disto tem-se verificado que os pajzes vi-! se roanifstara um milagre de Nossa Senhora em
a nroora av a Fvli e cuio assassina-, nhaleiros, como a Hespanha, Portugal, Italia, Gre-: saa vislnhanca, no lagar onde existe urna fonte
to Thederno ic.Vfte^condemnal a ga fper-' ca, etc., consomem em geral pouco caf. I que tem sido consUntemente chamada Ou- Ladys
Detuas luuuciuuduu s ie yv ^ ^^ ^ ^.^ m^s adeqQado a cuUnra wdi rfom on po^ ae Nossa Senhora) e elles at-
Genuino Caostra da Silva que, tendo feito em geral do caf, mas o respectivo costeto a muito tribuem urna grande viriude s suas aguas, que
E" approvado.
Art 32 Colloctores e agencias :
S 1." Promotores flseaes. .
j 2. Collectores.......
sua defeza ura ferimento leve, foi absolvido
i < Manoel Gomes Bezerra que, presenciando urna
600*000 briga, da qual resultaram ferimentos leves, e nao
----------------se tendo provado a sua complicidade, foi tambera
40:5^3*000 absolvido
Joanna Correa de Mello e sua nra Maria Joa
elevado.

virtude s sua
sao sernpre doces e abundantes, ainda que a fon
te se ache junto a urna laga salgada. O mosteiro

A' 22 de abril prximo passado foi celebrado em d'Aylesfon), no condado de Kent, foi o primeiro
Roma pela Academia dos Quiriles o anDiversario mosteiro de Carmelitas fundado na Europa e ah
da fundarlo dessa cidade. professon S. Simao e servio como geral.
O marechal Saldanha, embaixador do rei de Por-
reverendo M. O'Sullivan, padre da aissao de
qnina Rufina; que, tendo feito ferimVntos^leve* era i tngaf, lea um discurso cheio de erudicao. Em s-! Greenhtho e de Galley-Hill, recapituU estes factos
; nma outra mulher, foram condemnadas um mez guida recitaram-se sonetos e poesas, que nao fal- nesta semana em urna carta dirigida a nosos jor-
228*000 de priso ; tam Das rcaniOes na llalla. naes calholicos e conclue que foi dorante a sua,
:919*000i Jos Goncalves Velloso qae, mancomunado'
residencia em Aylesford e no retiro ou solidodes-
Sempre considere de melhor aviso deixar
apreciarn publica os ineus actos, anda quando
d'elles se oceupam, para contestar-me, pessoas que
pela reprisentacao social que teem, devem ser gra-
ves na expresso e verdadeiras na exposico.
Firme nestes principios deixe correr sem con-
teslacao o que sobre a eleicao da Varsea disse o Sr.
Silveira de Souza na cmara temporaria, e at por
que julgo abaixo da minha attencro o que disse o
mesmo senhor, que se tem habituado a faltar a ver-
dade nos negocios de Pernambuco.
NeHte proposito, porm, nao estou quanto ao que
disse o Sr. Luiz Felippe sobro o mesmo assnmpto
na sessao de 7 de maio prximo passadoeraresposta
aoSr.Dr.Figueiredo; porque,presando-oainda nao
posso deixar de lastimar* v-lo enflleirado entre os
que, para obterera posico, negam'a verdade de to-
dos sabida.
Qccupar-me-bei portante du que disse o Sr. Lutz
Felippe a meu respailo ; aproveitando-me da occa-
siao para manifestar ao Sr. Dr. Figueiredo o meu
reconhecimento pela defeza honrosa que rae fez.
O Sr. Luiz Felippe qualificando-me de homcm
de resolueoe firmesdisseque eu nao quiz re-
conhecer que a opiuio que devia predomiuar le-
gilimamente na Varsea sao era aquella de que sou
eu um dos chefes : Sao estas suas proprias pa-
la vras.
JT de certo extraordinario que o Sr. Luiz Felp-
pe, albeio as cousas da Varsea, se julgue habilita-
do para decidir qual a opinio que ara devia leg-
timamente prevalecer, quando eu nella residente e
a par dos negocios eleiteraes da freguezia, nao obs-
tante os elementos poderosos cora que conlava,
ainda esperava o resultado das urnas para saber
qual a opiuio que predominara, epara que esse
lira se conseguirse legalmenle foi que empreguei
atenacidade de que sou aecusado.
Diz mais o Sr. Luiz Felippe queeu quiz sus-
tentar o meu posto a despeito da maioria da popu-
lacao de lugar, que se conspirava contra a minha
amiga influencia e dominio.
Nisto o que ha de exacto apenas que eu quiz
sustentar o meu posto ; e com lodo direito, porque
por lei me competa a presidencia da mesa como 1
juiz de paz. Nao porm, exacto que a maioria
da populaco do lugar.se conspirarse contra mira;
se assim lora, nao precisava deempregar os meios
de que tao ignominiosamente se servio para bur-
lar a eleicao.
Posso asseverar ao Sr. Luiz Felippe que entre-
te uho as mais intimas reteres, cora a grande maio-
ria da populaco da Varzea, a uns estou ligado
pela mais estreita amizade, a outros presto o apoio
e proteccao de que muito figulinamente poseo dis-
par ; isso certamenle nao deve ser extrado
S.S.
Em seguida diz o Sr- Luiz Felippe : a mesa pa-
rochial formada de acord com o Sr. barao de
PUBLICARES A PEDIDO.
A minora da assenbla previirjal de Pernambiico
e o Sr. deputado Luiz Felippe. (*)
No discurso proferido pelo Sr. Luiz Felippe de
Souza Leo, era sesso da cmara temporaria de
7 do passado, deparamos com o seguinte trecho :
Desde os priineiros das de trabalhos da as-
i semhla provincial de Pernambuco, appareceu
no seu seio um cerlo grupo, que se mostrava se-
i quioso deapplausos das galenas e que os provo-
- cava de todos os modos, j se mostrando lisou-
geado com os que recea, j empregando lin-
guagera proprla para despena-los, e ja aculando
< os mos instinctos populares.'
E no discurso do Exm. Sr. Dr. Urbano Sabino
Pessoa de Mello proferido era seguimenlo daqucl-
le eneontra-se o seguinte :
O Sr. Urbano.............
O nobre depulado, que ha pouco fallou, pare-
i reu acensar os membros da minora da assein-
bla provincial de terem promovido ou anima-
t do ou pelo menos aceitado essas manifestaroes
das galerias. Declaro que isto nao exacto.
t O Sr. Luiz Felippe : E eu declaro que
Nao podemos deixar passar sem um protesta
aquellas proposcoesjio oltensivas ao nosso carc-
ter, as quaes oSr. Dr. Luiz Felippe teve a lemeri-
dade de emittir no recinto augusto e solemne da
represenlaco nacional. Do alto da imprensa o
provocamos formalmente a exhibir as provas de
suas aSirmaces : compre que o paz saiba se nos
somos os hmeos que aprouve ao Sr. Luiz Felippe
pintar, ou se foi este senhor quem nao duvidou
ronslituir-se no seio da cmara echo das calum-
nias e embustes, com que certos especuladores, no
intuito de empalmaran a situaco no mero pro-
ve lo de seu engrandec ment pessoal, lera procu-
rado desvairar a ouinio.
Recife, l" de junho de 1864.
Dr. Joaquim de Aquino Fonseca.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pnho.
Antonio Jos da Costa Ribeiro.
Manoel Nelto Carneiro de Souza Bandeira.
Diodoro Ulpiano Coolho Catanno.
Jos da Cunha Teixeira.
Joo Francisco Teixeira.
Salsa de llrstol.
O runde purifleador do saague.
A nica preparaco original e genuina para a
cura radical dos mais perigosos o confirmados ca-
sos de cscrophuls ou mal do rei, cliagas antigs,
leicensos, tumores, abeessos, ulceras e todas i -
qualidades de crapcoes escabrosas e escrophulosas
a legitima salsaparnllia de Bristol, preparada por
Lanraan & Kerap.
E' igualmente um remedio cerlo para rheuma-
tsmo, empgens, tinha, escorbuto, tumores brancos
e alfecgoes nevralgicas, debilidade geral e nervosa
do systema, falta de apetite, languidez, lonteras.
e todas as molestias do ligado, febres, febres bilio-
sas, frios e ictericia.
O melhor, e emiim o nico remedio certo para a
cura de tedas as molestias provenientes de um es-
tado impuro e viciado do sangue.
Os que sofTrera destas molestias podem eslar na
certeza que nao tem a menor partcula de substan-
cias mineraes, mereuriaes, ou outro qualquer ve-
neno nesla medicina.
Ella inleiramente nnecente, e pode ser toma-
da por pessoas no maior estado de raqueza ou as
enancas mais delicadas sem Ibes causar o menor
mal.
E' preciso acaulelar-se contra as tres falsiiica-
rocs e mitacoes que existem, pedindo a legitima
salsa de Rristol preparada nicamente por l.anman
i\ Kenip.
venda em casa de Caors & Barbosa e J. da C.
Bravo & C.
"COMMEICIO.
CAIW FILIAL
DO
BAMCO DO BRASIL
EM PERiNAMBUCO.
A directora da caixa filial do banco do Brasil
nesta cidade, administradora da massa fallida de
Joaquim Francisco de Mello Santos, convida os ere-
dores da mesma massa para apresentarem seis t-
tulos at o lim do corrente mez, alim de seren
convenientemente examinados e proceder-se-ha ao
.primeiro dividendo da referida massa.
Recife 4 de junho de 1864.
Jos Mamede Alves Ferreira.
__________ ________Secretario
(*) Os Srs. deputados Gaspar de Menezes Vas-
cenceilos de Drummond e Joo Braulio Correa e Sil
va nao'se achara na capital.


Diarlo de Feraaaribaeo guada letra de *nnho de l#*.
AllaadeM I
Rendimento do da 1 a 3 '........' 90:4744451 I
Memdodiai................. tt:W3*791
115:628*242
fiovliHcuio da alfandega
Volaraes entrados com fazendas..
i com gneros...
Voluraes sahidos com fazendas...
t com gneros...
407
123
284
138
957
------ 1,095
Lenba om achas...... cento
Toros.......... .
Liabas e estek. ...... um
Mel oa melaco........ caada
Milba ......... arroba
Papagaios...... um
Pao Brasil........ quintal
dem de jangada. ..... um
Pedras de amolar ..... urna
dem de iiltrar......
dem de rebolo......
Piassava......... molho
Pontas, ou chifres de vaccas ou
novilhos........ cento
Pranchoes de aiuarello de dous
l costados........ um
dem de louro......
1A600 liado em 3040WO cada mn, 60 ; 12 c.idiiras a AlTftmiltflfisi PM O PfOedo.
11,1000 5*000 cada Bn, O*O00 ; 4 c*deiras de bracos a ^, ""*??***u I o lale Amelia, segu por estes das: a tratar
8*000 8*000, 32*000 ? urna mesa- redonda, por'IfpOO, I Por niote! hmvido audiencia da f vara mum- a^ 0 capit5o Da raa Q0 yigario n 5
200 os quaes sao de Jacaranda; 1 secretaria de amarello, cipal, **>*> dopassado, lera lugar a arreraa-------------------------------------------------------
900 foleada em mi atado 10*000 ; Igaardaroapase- tacaodo engento Pfotos ja,aanonciada por este rara a Baha
3*000 melhante a commoda *> amare!1o,TS*00O ; 4 tor-' D>W* 8 do correte mez, conforme de f com muito brevdade a escuna na-
5*000 neira de louro por 2*000; 1 relogio de parede por o escripto a Da 1.xo Caiiuta tem Darte de seu rarrecamcnto
5*000 13*000 ; 1 banquinha de amarello por 2*000 ; 2 No d.a 8de junho deste correte anno vai a pra- L,L'. a''a' 0 resto ne Ihe faiu ira aS com
840 maVquezas sem palha em mo estado ; 12 epeiras ca para ser arrematado por venda o seguinte KS?arS Antonio lui'z de CHiveira
4*000 an^canasem^^
deiros de Joaquim Flix Machado, e vao praca pros, moento e corrente, com casa de caldeiras,
Descarregam no da 6 de junlio.
Barca inglesaLeigthonfarinha de trigo.
Pancho nacional -Pa/wafarinha de trigo.
Patacho dinamarquez-Simonadem. ^ (bra
Escuna hespauhol-Prisco-idem.
Barca ingleza Margnrtthmereadorias.
Barca ingleza City ofthe Sultn dem.
Brigue portuguezCoiufanegneros de estiva*
Barca porugueza,-y/)aAw sal. ^
Iaa>ortaeao.
r.an-a ingleza Margara, entrada de Liverpool,' Taboas de amarello.
consignada a Saunders Brothers 4 C, manifestou o i,jenl diversas. ......
segoiole.' Tapiocas ........ arroba
112 Tardse 62 caixac fazendas de algodao, 2 Tatajnba......... quintal
ditas dita de linho, 1 fardo dita de la, 2 ditos lo- Travs......... ma
na de linho, 1 dito dita de algodao, 1 dito fo de Cnha> de boi....... Cento
dilo, 2 ditos dito de linho, 200 barricas farinha de Vassouras de piassava. ... *
trigo. 190 saceos pimenta, 10 caitas e 83 meias us de timb...... ?
ditas cha, 200 saceos arroz, 25 presuntos, 49 man- j)las de carnauba.....
tas toucinho. 209 barricas cervejas, 110 gigos, 11 Vinagre........ caada
Rap.....
Sabao.....
Sal.....
Salsa parrilha. .
Sebo em rama. .
LHem em velas. .
Wa em vaqueta.
120
alqueire 400
arroba 25*900
5*500
7*000
urna 2*800
duzia 110*009
1*200
120
5*600
i aval i acato, 4..
20*000' adjudicacao com o abate da lei.
10*000 S E para que o presente chegue ao conheeimeato
1*000 de todos, ser publicada pela imprensa e alixada
'' na forma do estylo.
Becife, 24. de maio de 1864.
7:1*000
6*000
200
10*000
8*000
6*000
500
e estribara, urna- casa de taipa denominada da
hurta, e oito pequeas casas de taipa cobertas de
telhas, oceupadas por moradores, divide pelo nas-
cente com o engenho Tapera, Pereiras, Jarunda e
Quiaombo, pelo poente e sal com os engenlus Ja-
barricas e 3 cestos louea. 500 caixas sabao, 100 di-
tas follia de (landres, 6 feixes de ps, 1 caixa e o
barricas ferragens, 1 dita globos de vidro, 10 ditas
estando, 73 caixas machinas e preparas, 80 taboas,
30 toneladas de pedra de lastro.
10 caixas e 7 fardos fazenda deafgodJo, I dita
lencos de dito, 760 caixas sabao, 40 ditas e 81
meis ditas cha ; a J. Pater &
8 caixas fazenda de linho ; a Plipps Brothers & C.
5 lardos fazenda do algodao, 12 barricas cerveja,
io ditas barrilha ; a ordem.
14 caixas e 5 fardos fazenda de algodao ; a Sou-
thall Mellors & C.
10 caixas e 10 fardos a/.enda de algodao ; E. a
A. Hurle (ti C.
1 fardo fazenda de algodao ; a Braga Sou & C.
1 fardo lio, 1 cai xa ferragem; a J. A. M. ias.
i caixas chales de algoJo. 2 dius lencos de
dito ; a Linden Wild.
32 caixas c 98 fardos fazendas de algodao ; a J.
R>der J C
1 barrica ferragens, 9 caixas machinas para des-
cansar algodao: a S. P. Johnston.
K-cuua hespauhola Frisca, entrada do 'Rio de
Janeiro, consignada Aranaga Hijo, manifestou o
seguinte :
Genero estrangeiro ja despachado para
consumo.
1.756 barrica farinha de trigo *, a ordem.
Barca poi tugueza Lauro, entrada sabbado do
Porto, manifestou o seguinte :
70 saceos com 2,HH) grosas de rolhas, 110 ditos
arroz ; Anloio d'Almeida Gomes.
7 lardos peoeiras, 10 cunhotes fechos pedrezes,
i senadoras e brides. 100 caixoes albos; a Angel-
no Jos dos Santos Amlrade.
20 caixoes cora 99,400 rolhas, 1 dito com 4.250
rollides, 100 rodas d'arcos de pao, 3 barris painco,
1 saccoeom 2.200 (jaloques, 1 caixao com 23 du-
zias de lousas para escrever, 1.000 archotes, 90
estos 220 capacho- ; Antonio Lopes Braga.
150 saceos arroz. 172 caixoes com 172 duzias de
garrafas do vinho Antonio Luiz de Uliveira
Azevedo & C.
1 caixao com 4 crivos, 3 barris vinho;
nio da Silva Campos.
1 caixao oratorios e imagens ; a Amorim Ir-
mao
Alfandega de Pernambuco, 4 de junho de 1864.
(Assignados):
O 1. conferente, Florencio Doimngues da Suva.
O 2." conferente, Jos Miguel de lira.
Approvo. Alfandega de Paernmbuco, 4 de
junho de 1864.A. Kulaks.
Conforme. Bazilio B. t'urtade.
Recebedorla de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Rendimento do dia 1 a 3 ........ 3:821*i^tj
dem do da 4................. I:362*o0!
5:113*669
Consnlado provincial.
Rendimento do dia 1 a 3......... 1.:%2$1
dem do dia 4................. o:832*t ib
13.511*463
PRAQA DO RECIFE
4 in: jimio i>i: im 1.
AS TRES HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios........Sobre Londres saccou-se a 27 3A
27 V e 27 V* d. por 1*000, so-
bre Paris a 345 rs. por fr.. e so-
bro Lisboa a 95 por cento de
premio, montando os saques ef-
fecluados durante a semana a
S 50 O00.
Algodao........O dest provincia vendeu-se a
r 27000, 27*200 e 27*500 por
arroba, o de Macei, posto a
bordo, a 27*500, e o da Parahy-
ba, tambem posto a bordo, a
28*500. ..
Assucar........O hranco vendeu-se de 4*400 a
5*200 por arroba, o smenos
a 4*000, a o mascavado purga-
do de 2*900 a 3*200, e o bruto
de 2*500 a 2*750.
a Auto- Agurdente.....Vendeu-se a 90*000 a pipa.
Couros.........Os seceos salgados venderm-se
a 170 rs. por libra.
Arroz..........O pilado da India vendeu-se
En Ma'noel Mara Rodrigues do N'asciraeoto, es- boalo, Jussara, Larangeiras, Pumas, Gorja e
crivo o subscrew 1 Contra-Assude, pelo norte coro'o eugenho Tapera,
Joo Antonio de Araujo Preitas Henriques. I sendo dito engenho d'agua. um alambique oom to-
0 Dr Tristo de Alencar Araripe, offlcial da im-1 dos os seas pertences, tudo avaliado em 52:000*,
penal ordem da Rosa e jnia de diroito especial servindo de base para esta arremaiaeao a quantia
docomraercio. nesta cidade do Reeife de Per- oUerecidaile 45:009*. Cuja arrematacao ser fei-
nambuco por S. M. i. e C. e Sr. D. Pedro U, a tacom as clausulasseguiotes : que no acto da ar-
quero Dos gnardo etc. i rematacao serao pagos os credores que liverem
Faco saber aos que o presente ediul virn a hypolheca em dito engenho, eque o arrematante
delle noticia tiverem que nodia 6 de junho do or-; llcar tambem constituido cessionarie na accio de
rente anno se ha de arrematar por venda a quem demarcacao, pela qual vieram1 a pertencer Pintos
mais der em praca publica destojuio o seguate : o terreno em que est simado o engenho Buseah,
Agostinho de nacao maior de 40 annos de idade se atinal vier prevalecer aquella demarcacao, que
avahado por 600*; j'aeob de 30 e.tantos annos de por ora est Ifltigiosa. Cujo engenho vai abraca
idade avaliado por 600* e Epifanio, crioulo, da 20 requerimento. d D. Joanna Mana das Dores, in-
annos de idade pouce mais ou menos, avaliado por ventariante dos bens do finado seu lilho Jos Per-
800*.
nando da Cruz. Reeife 27 de maio de' 1864. O
Os quaes foram penhorados por execucao de escrivo do civel,
Antonio Jaclntho Borges contra 1). Maria Joaquina Manoel Jos da Motta.
Machado Cavalcanti. E nao havendo lancador que A thesourata provincial contrata no da 9 de
cubra o preco da avaliacao a arremau^So ser fei- junho prximo vindouro o fornecimento dos objec-
ta pelo preco da adjudicado na forma da lei. tos precisos para o expediente das diversas repar-
E para que chegue ao conheciroento de todos ticoes provraciaes no exercicio de 1864 1865.
mandei passar o presente que ser publicado pela flYPrAifi 0J(*V\I
imprensa e afllxado nos lugares do costumo. \. V-V0 &*1'
Reeife, 19 de abril de 1864. Pela administradlo do crrelo desta cidade se
Eu Ma'noel Maria Rodrigues do Nascimenlo, es- faz publico, para (ras convenientes, que em virtude
crivo o subscrevi. 1 do disposte no art. 138 do regularoenlo geral dos
Tristo de Alencar Araripe. correios do 21 da dezembro de 1844, e art. 9 do
- O conseibo d
nal
ressados que nesta data tem afflxado no interior 4 de junho prximo, as 11 horas da raanhaa, na
da igreja matriz a lista dos cidados qualiflcados porta do mesino correio, e a respectiva lista se ada
este anno para o servico da mesma guarda naci- desde j exposta aos interessados.
mero 1.
LEIO
Qnarla-feira 8 df junho as H horas,
ra i Gadeia i. 53, armazem.
m
1 bom sobrado de um andar c sotao n. 7. ,-ito a
rna do padre Floriaoo, chao proprio, rende TiOO* :
1 sitio com casa em caixao at raspadlo defronte
da igreja dos Affliclos, chao proprio, tero 300 pal-
mos de frente e 1000 de fundo, permutase por ca-
sa na praca, faz-se qualqoer negocio rasoavel \ l
terreno de 'marraba na ra da ponte Velha, junto
as casas novas do Exm. barao do Livramento, coo-
tendo 57 e roeio palmos de frente e 150 dito* de
Para o Rito Cirande do *ul
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Carolina, tem parte do seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se com
o capitao Beiarmino dos Santos Pinhetro a borde, fundo.
ou na praca do commercio. ____ | Pr intervencio do agente Euzebio se vendan.
ITpora IJsba ni-la ilh-ip S Miguel setruo eni leilfl" 0:i Predio* cima mencionados na.|ue
Ubr^ dia el,ora n sao ^^^J^X^
capitao Joa.,uim augusto de Souza. Recebe carga P'"* ^^ e Para 'nformaCues o referido ago*-
le satisfar.
afrete para ambos os portos : a tratar no esrrip
dorio de Amorim Irmaos, ra da Cruz n. 3.
Para Lisboa e Porto
Sahir com brevidade a barca nacional Marian- Qnillla-feira 9 (le Ulill S 1 \ B0|-a l
na ; recebe carga a frete, e tem excellentes com- ;>
modos para passageiros : trata-se no escriptorio ma da i.iioea arill i/fin n. o>
de Maneel Ignacio de Oliveira & Filho, no largo de
do Corpo Santo n. 19. j urna escrava de nomo Thereza,
Para o Rio de Janeiro
pretende seguir com muita brevidade o veleiro e
oeiu conhecido palhabote nacional Piedade, tem
parto do seu carregamento engajado : para o res-
to que Iba falta e escravos a frete, para os quaes
tem excellentes commodos, trata-se com os seus
consignatarios Antonio Luiz de Oliveira Azevedo,
ra da Cruz n. 1. -^
idade 35
annos on menos, lava bem de varrela
salan e cosinlia, engorara pouco.
Urna mobilia de amarello e uuira de jaca-
randa novas.
Pele agente Euzebio se vender era leiijio yelo
maior prego que se adiar urna escrava coro habi-
lidades e bem sadia, os pretendenles aproveitom a
occasio que convenMHile.

LEILCES.
nal; e tem encerrado os trabamos da sua primeira
reunio, designando o dia 20 do correte para no-
vamente se reunir o conselho, atim de prpseguir
em seus trabalhos, tudo de conformidade com o
exposto na lei vigente da guarda nacional. _
Saladas sessoes do conselho de qiialificacao da
guarda nacional em 4 de junho de 1864.
Claudino Benicio Machado,
Major presidente.
Administraco do correio de Pernambuco 23 de
maiode 1864.O administrador,
Domingos dos Passos Miranga.
THEATRO
DE
AVISOS DIVERSOS.
0 cirurgiao Leal mudou
i a sua residencia da ra do
Queimdo para a ra das
hoie:
DE
15 caixas com queiios llamengos, 10 ditas ,
cora cha da India, 3 dilas com passas (JrUZeS SOOradO n. 00, >H-
ZSpl^r^'e 18,,arrisimeiro andar, por cima do
O agente Pestaa vender por eonta e risco da ariUaZem PrO&TCSSista, aOU"
: lo caixas m '-' '
quero pertencer em lotes a vontade
com queijos tlameni,
36 ditas com passas sqrtidas e 18 bar
com queijos llamengos, 10 dilas com cha da India, Q O aCliaraO C01U0 Senilire
arriscom man- r
DECLARARES.
do
de 2*400 a 2*700 por arroba, e
o do Maranho a 3*000.
200 "rodas de lircos'de pao. 20 caixoes com 3,000 Azei.e doce.....O de Lisboa ve.idcu-se a 2*600
por galao.
Bacalho....... Por atacado vendeu-se a 14*600
por barrica, e a retalho de 14*
a 15*500; licando ero deposito
5,000 barricas.
Batatas......... Veiuleram-se a 2*500 por ar-
roba.
Bolachiuha...... Vendeu-se a 2*500 a barriqui-
nha.
dem de 8*400 a 9*300 por
arroba.
Cha............ dem de 1*600 a 2*300 a libra.
a duzia de
1 ditos pentes, palitos, rebique e bordos
ves, Hamburger* C.
de pao. 20 caixoe:
azulejos, 4 pacotes coro 200 capachos: Carvalho
& Nogueira.
70 caixoes com 70 duzias de garrafas de vinho
r.unha Irmaos & C
30 barris com 960 arralis de chouricos e
paios ; a Domingos Rodrigues d'Aiidrade.
50 saceos com .17 alqueires de castanha ; a
Francisco Luiz de Oliveira Azevedo.
36 eadeiras, 12 saceos folhas de louro, 5 caixoes
coro 2,720 masaos dr palitos ; Joaquina Vieira de j tare..
Barros.
dITSw'*'*' "'"CeS; u*!......... Vendeu-se a 5*400
DTcSxlel e ICS a-i.ona>. 130 pecas de (i.a, garrafas, ero grandes porcoes;
pttSftirftS SS 6 BU. BT" \ Farinha de trigo: Kpi 1^1venderse em
28 barris e 60 caixas vinho Jos Joaquim
da '.osta Man- ... '
S8 barris e 60 caixas vinho : a Jos Joaquim
Ji i Fernandos \ Fho.
10 saceos com 60 alqueires de tremocos ; Ma
ooel Barbosa Ribeiro.
31 barris vinho, 80 canaslras com lO.olO niaiiu-
cas de albos, 13 saceos com 4,930 grosas de ro-
Ihas, l'Hi cai\oes coro 200 massos de linha ; a
Maooel Duarte Rodrigues. .
60 caixoes rtnho, 3 roeros de sola ; a Manuel
loaquim Ramos e Silva & Genros.
1 caixao livros e folhetos | Mauoel Joaquim da
Rocna.
I cunhete retro?. a Manuel Marlins Ros.
1 caixao salpicoes a Manoel da Silva Ferrelra.
2 barris .-uro 15 arrobas c 16 arralis de pre-
suntos : a Mendes & Coelho.
S caixoes ornatos para jardim, 500 massos de
palitos, 25 ditos figuras de barro : Tasso ir-
maos. .
7 barris com 13 arrobas e 30 arralis de pre-
suntos, 450 saceos arroz, 16 caixoes com 81 al-
iineiros de noces, 41 barris e 120 caixoes vinho,
1008 razas de sal ; a Thomaz de Aquino Fonseca .
Junior- ^, ^ .
15 caixoes vasios; \ cente Ribeiro Pontes.
ALFANDEGA DE PERNAMBUCO.
PAITA DOS PREGO DOS GESEROS SIJEITOS A DIUEITO DE
KXI'OHTACJ. SEMVNA DE 6 A 11 DO MEZ DE HJ-
MO DE 1864.
Mereadorias. Unidades. Valores.
\banus......... cento 1*400
Agurdente de cana..... caada
dem restilada ou do reino ***
Mero caxaca........
id.'iii geuebra....... *
dem alcuul ou espirito de agua- ^
ardente......... *
Algodao ero caroco..... arroba
dem ero rama ou ero lia.
Arroz com casca......
dem descascado ou pilado
Assue.ir mascaviidu.....
dem branco........
dem retinado.......
Azeite de aroendoim ou mendo-
bim......... caada
dem de coco....... *
Batatas alimenticias..... arroba
Bolacha ordinaria, propria para
embarque....... *
dem fina........
Caf bom........
dem eseolha ou restollio
dem torrado....... >'Dra
Caibros......... um
Cal........... arroba
dem branca.......
Orne secca (xarque) ....
Gariieiros........ um
Carvao vegetal...... arroba
800
900
i 6*500
26*000
1*500
2*800
2*700
4*400
5*120
2*000
1*600
800
1*200
Cavernas de sicupira
Cera de carnauba em bruto. .
dem idera em velas ....
Clia..........
Charutos........
Ce vados (porcos)......
Cocos (seceos).......
Colla......*,
Coaros de boi, salgados .
dem idem seceos espichados. .
dem idem verdes.....
dem idem cabra cortidos. .
dem idem de onca.....
Doces seceos .......
Ulero ero gela ou masa.
dem em calda......
Bspanadorea grandes
Idem -K-quonos.....
Esleirs para foito de estivas
de navio........
Estopa nacional......
Farinha de de mandioca.
Idem de aramia
Fcijau de i'iialqiuT qudlulade. .
Frcchaos........
Fumo em tollin. bom
Mein ordinario ou MWDBW
Mein ero rolo bom.
Idem ordinario oa restolno
(allinha*........
Coiiima.......
[pecaeoanha frall......
urna
libra
cenlo
um
eento
libra
um
libra
um
retalho de 18*000 a 20*000 por
barrica, a de New-York de 19*
a 20*000, a de Baltimore de
17*000 a 18*000, e a de Tries-
te a 24*000 ficando em depo-
sito 11,000 barricas da primei-
ra, 2.000 da segunda, 2,400
da terceira e 1,000 da quarta;
ao todo 11,000 barricas, indura-
do tres carreganientos chegados
nesta semana, dous vindos da
America e um do Rio de Janeiro.
Louca..........A ingleza ordinaria vendeu-se
com 320 por cento de descont.
Manteiga.......A franceza vendeu-se a 600 rs.
por libra, e a iugleza de 750 a
900 rs. a dita.
Massas......... Venderam-se a 7*000 a caixa.
Passas.......... Venderam-se a 9*000 a caixa.
Queijos........Os flamengos venderam-se a
2*830 cada um.
Sabao..........Vendeu-se de 113 a 150 rs. a li-
bra, do inglez.
Touciuho.......O de Lisboa vendeu-se a 8*000
por arroba. Nao ha do do sul.
Vinagre........ O de Portugal vendeu-se de
110* a 120* a pipa
Santa Casa da Misericordia
Recite.
A Illm.1 junta administrativa da Santa Casa da '
Misericordia do Reeife manda fazer publiro, qui-
no dia 9 do crreme mez pelas 4 horas da tarde
na sala de suas sessoes continjia praca do ar-
rendamento das casas abaixa declaradas porten-
cenes ao patrimonio de orphos por tempo de l
3 annos. Os pretendenles de vera comparecer i
acompanhados de seus fiadores ou munidos de
cartas destes.
Ra do Imperador.
N. 2 particular e 81 publico, dous an-
dares.........
Largo do Paraizo
N. 4 dito e 29 dito, dous andares
Ra das Larangeiras.
N. 5 dito e 17 dito, casa terrea .
Ra Velha.
N. 8 dito e 32 dito, casa terrea..
Ra de S. Gonealo.
X. 10 dito e 22 dito, casa terrea ..
Ra do Pires.
N. 13 dito e 39 dilo, casa terrea
Ra do Vigario.
N. 72 dito e 27 dito, dous andares ..
Ra da Senzala Velha.
N. 78 dito e 136 dito, dous andares..
N.80 dito e 132 dito, dous andares
N. 82 dito e 16 dito, casa terrea..
Ra da Guia.
N. 84 dito e 19 dito, casa terrea.. --
Ra do Pilar.
N. 91 dito e 105 dito, casa terrea.. ..
X. 94 dito e 99 dito, casa terrea.- .-
X. 105 dito e 94 dito, casa terrea.. ..
Rosa rindo.
X. 3 particular, casa e sitio......
Mirueira.
N. 4dito, sitio.. ......
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife. 4 de junho de 1864.
O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cuusseiro.
S. ISABEL.
GEKN4N0 & COINB i.
Prepara-se para subir scena rom todo o appa-
rato e brilhantisroo o magnifico drama aero ero
quatro actos, ornado de msica,
OS MILAGRES
DE
1:202:000
902*000
205*000
2044000
183*000
SAW0 ANTOMO
Os bilhete* podem desde j serem procurados
pois estilo expostos venda.
i i ia iguiu intu- |
teiga ingleza : segunda-feira 6 do crrente pelas promiHO a QUallier 01*a Dl-
10 horas da manhaa no armazem do Annes de-
fronte da alfandega.
DE
i o rapios barris cora msnleiga fran-
ceza, 25 eaiiis com massas, oU
saceos com atroz to Uarautiao.
o -
O ageiiti Pestaa vender por conta
ra o exercicio de sua m-
fissfto, chamado por escripta.
TmmnA
extraordinaria
Aos 0:000$0 c ::O0$1)0().
e risco de Sexla-feira 10 do cortete mez se ex
Grande galera de vistas mo-
dernas.
lu i da Imiip alriz n. 3
O salao contina a estar aberto dis-iosicao do
104*000 respeitavel publico ale a ultima occasiao no dia 13
! de junho. por les o director desta paleria abaixo
603*000 assignado de retirar-se desta provincia e julga
i nada de-ver a esta praca nem fura dalla, mas se
651*000' aiguem sejulgar credor com direito legal desde
410*000 pode aprfscntar suas sontas. Reeife, 4 de jo-
201*000 I nho de 1864.
Manoel Antonio Das.
1 -''i'""' _____________ ii n
163*000
254*000
173*000
322*0 213*(HI0
ATISOS MARTIMOS.
COMPANfllA BRASILEIRA
DB
PAOUETES A VAPOR
Dos portos do norte espera-
do at o dia 17 do coirentc o va-
por Oyapoch; commandante Pe-
dro Hypolito Duarte,oqual depois
-----_. da demora do costume seguir
Pela subdelegacia da freguezia de S. Ir. I e-1 a os fHjrlo, 0 su|.
dro Gongalves do Reeife se faz publico, que se aeha Desde j recebero-se passageiros e engaja-se a
depositado um ca vallo roco rodado, coro pintas de .eUgiqae0 vapor poder conduzir, a qual devera
pedrez, e magro, com as pontas das orelhas corta-1 Mr em|)arcaua n0 a de sua chegada, encommeu-
das, e nafrico do quarto esquerdo, oqual foi encon- |dag e dnhero a frete at o dia da sahida as 2 bo-
trado vagando pelo Forte do Mallos : quem se jul-1 ras agenca) rua da Cruz u. 1, escriptorio de An-
gar com direito ao mesmo. eompareca nesta sub
delegaca, que provando Ihe ser entregue.
.ir ce mal ac o.
Xo dia 7 do correte depois da audiencia do
Dr. juiz municipal da primeira vara vai praca
de venda por execugo da veneravel ordem tercei-
ra de S. Francisco, um cavado castaoho com seus
ceropetenles arreos penhorado a Francisco Jos
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C-
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
E' esperado dos portos do sul
at o da 14 do correute o vapor
Vinuos......... Os de Lisboa venderam-se a SHvira como dador e priucipal pagador de Otra- BlTf^. Apa, commandante o primeiro
200*000 por pipa e os de outros dina Libertina dos Reis. dllMBHli lenente Alcanforado, o qual de-
paizesde 185*000 a 190*000., Conselho ailministrali>o. Pi|l,i\,ladoll'l,ri du coslume se"
Vclas..........As de coraposicao venderam-se nse,ho administrativo para fornecimento do guMr^r'Sm se Sa.eiros e en^aia-se a
a o20 rs. o pacote de seis velas. aiNpnai t, olllirra ,Pm de romnrar os obiectos JUesfle ld receD,im_!* passa^tiro e encaja se a
Descontos.......O rebate de letras regulou de 8 ^*' de guerra tem de comprar J carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
8 libras ; carbonato de potassa, 4 libras : pilulas
ouem pertencer 15 meios barris c.om manteiga traliir a piiiiieira piulo .la 'intni'irj lotera
da greta do S. Pedro, no consistorio da
igreja de N. S. do Rosario da freguezia de
Santo Antonio.
Osjbilhetes, meios e quartos achain-se
venda na respectiva thesourarta rua do
Crespo n. 15.
Os premios de I0:000;)000 at 00000
serao pagos urna hora depois da extraccao
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuico das listas.
0 thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza.
franceza. 25 caixas coro massas sortidas, c K) sac-
aos com arroz do Maranho em lotes a vontade ou
em uro s : boje 0 do crrente pelas 10 horas em
ponto no armazem do Aunes, defronte da alfan-
dega_______________________________________
Grande leilio
I'All.V LIUl ll).\i;.\0
do
Aiiii'/' ni na>tl ta rua do tigariu n. 1'
Terca-feira 7 iln coneiile.
AOS ARMAOHKS DE NAVIOS.
Por ordem do administrador da inassa fallida
de l'rbano Mainedc de Alroeida e despacho do
Illm. Sr, Dr.jaz du commercio. o agente Pestaa i
faia leilio du cabos e ferragens de navios, mastros
reaesde madeira do Rrasil, mastaros do gavia.
paos de bujarrona, pao de cutello, roastareos de
juanete, vergas grandes e de gavias para navios
de 800 a 900 toneladas, paos e amarras ludo no-:
vo e muilos outros objectos que s a vista ; c para
os funileirus um grande sortiroentode. abras de fo-
(ha, lampies. candoeiros de metal, pharoes
mu u tmm
AOS 10:(K)0,(MK)
KHiele* garantido
A' rua do Crespo n. 23 e casas d coslume
O abaixo assignado tendo vendido nos seus inui-
navios do novo regulamer.to; aos ferraceiros urna to fehies b.lhetes garantidos o m.-io n. 167. com
norrao de paridlas de ferro e frigideiras, cassaro- a sorle de 1.200* e Oda n. 201., coro a de 600fe
las, deos para ferro de eiiguro.nar e muitos ou- n 67*com a de JO*, e oulras surtes de 100*.
tros objectos que SO con. a vista, balancas, pesos. 405 e 20*. da lotera que se acabou de extralur a
arroacao. alvaiade, lona, fateicl.as. ancorlas, se- bonelicio do convento do Carmo, convida ao-pos-
to, linha de prumo. deposito para oleo, dito para suidores de ditos bilhelos a vironi receber seus
azeite de pixe, tinta branca ordinaria, barbanas respectivos premios sem os descontos das leis em
de baleia, bombas de metal para cacimba, dita de seu estabelecimento a rua do Crespo n. 2.!.
chumbo, dita de n adeira para navios, dita de fer- O eso tem exposto a venda us noyos e reliaos
ro superior, una ou duas carteiras. urna porrfio bilhotes garantidos da primeira parle da pri.neira
Je roanilhas de crrente de ferro, urna grande lotera a benetie.o da igreja de S Pedro de-la ci-
porcaode sapatilbos de ferro dilTerentes tama- dade que se extrahira no da 10 do crrente pelo
nhos, urna poreao de broiizes* nina porgo de es-
lieques de pao, agulhas de mariar e urna agulha
para marcar trra, uro carretel para_ fazer mia-
Ihar, regiment de signajs, ama porc,ao de filele
do diversas cores, urna porco de polliame, alcio-
do de ferro puro e sem ac, urna roda para leme,
estantes para chapeos de sol, muitos outros artigos
uteis e diversos, velas para navios todas novas.
urna machina do engarrafar vinho, liujp isto ser
ao correr do martello, uo dia 7 de junho s 10
horas da manhaa.
LEILIO
lo lastro 25 d. 40; carregan-
do aqu -para Liverpool pelo al-
godao 1 '/ por libra.
MOYIMENTO DO PORTO.
Novia entrado no da 4.
Porto 3o das, barca portugueza laura, de 311
jdeBlancard, contendo cada vidro 50 pillas, 50
vdros ; agurdente de 32 graos, contendo cada
garrafa libra e meia, 40 ; extracto de belladona, 8
eneas : xarope do bosque, contendo cada garrafa
2 libras, 64 garrafas *, oxido negro de ferro, 1 li-
i bra; nitrato de potassa, 2 libras.
Quem quizer vender taes objectos apresentem as I
suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho, s 10 horas da manhaa do dia 6 de junho
:t*ooo
7*000
8JM0
7*500
440
30
280
500
3*000
4*000
1*000
8*000
300
360
t*o00
2*500
13*000
3*500
500
% 176
240
100
350
10*000!
1*000'
320
500
4*000
2*000
15*000
1*600
toneladas, capitao Manoel J. Das, equipagem 12, pr0xiroo'vindonro.
carga vinho e outros gneros; a Thomaz de A- Sa|a das sesSoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra, 28 de maio
de 1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente
Sebastiao Jos Basilio Pyrrho,
Vogal secretario.
Consulado provincial.
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co, que os trinta das uteis para pagamento boca
do cofre do seguodo semestre do anno linanceiro
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Wavegacao costeira a vapor.
Ilha df Fernando de Wonka.
No dia 14 de junho prximo
ao ineio dia, seguir um dos va-
pores da companhia para o pre-
sidio de Fernando
nha.
de ero-
quino Fonceca Jnior.
Nurias saludos na mesmo da.
Aracaj e portos intermediosvapor nacional Ma-
manguape, commandante Moura.
Aracatyhiate nacional Santa Auna, capitao An-
tonio Joaquim Al ves, carga dilTerentes gneros.
Liverpool pela Parahybabrgue hanoveriano Ura-
nie, capitao H. Ilollem, em lastro.
(oiiip iiihia Peruainbucaua
EB1TAES.
DE
MlTfHHTJt costelra a vapor.
Parahiba, ^alal, Maco, Aracatj, Cear, Acarara'.
e Granja
No dia 7 de juono prximo s
ti horas da tarde segu o vapor
Perstmga, commandante Hales.
para os portos cima indicados.
I Recebe carga al odia 0. Encora-
| vigente de 1863 J864 dos impostos da decima dos I mendas. passageiros e dinheiro a frete al o dia
i predios urbanos das freguezias desta cidade, e da da sahida as S horas da tarde
dos Afogados, de 20 por cento do consumo de Forte do Mattos n. i
DE
Cademar* e moites novos,
Por conta de quem pertencer
Terra-feira 7 do crvenle.
O agente Pestaa por despacho do Illm. Sr. Dr.
juiz do commercio levar a leilo por conta de
qnem pertencer 596 cadernaes, 661 moiloes. 1 ca-
demal de cylindro e 33 moitoes tambem de cy-
lindro : terca-feira 7 do corrente pelas 11 horas
da manhaa no armazem naval da rua do Viga-
rio n. 1. ________
LEI LO
DE
vanlajoso plano das loterias extraordinarias.
Preeos.
Bilhetes inteirbs..... 12*000
Meios......... t'OO
Quartos........ 3*000
Para as pessoas que compraren
de 100* para cima.
Bilhetes........ 1UO0O
Meios......... BJBW
Quartos........ 2*750
JJaaeeJ MarhusFiuza
llcvlsta do IntUnto Archeolo-
aico e Cieographlco Pernain-
bncano.
Acham-se venda os 3 primeiros numero-, na
livraria Econmica de Jos Nogueira de Souz,
junto ao arco de Santo Antonio, onde se subscre-
ve para esta Revista :
Por anno.....5*000
Nmeros avulso 1*500
Jabotit.
Aluga-se urna grande casa em Santo Amaro de
| laboato, com commodos para grande familia : a
tratar com Tasso Irmaos._________________ _
AViso.
Na fabrica de sabio na rua do Rangel n. 34 se
contina a vender bao amarello massa, tanto em
caixas como a retalho a 200 rs. a libra.
I ma excelleute armacao de amarello
eiividracada, e em perfeito esldo Precisase alngar urna escrava que saiba en
Terca-feia, ao meio dia. jgommar e cozinhar. ou mesmo urna ama turra :
O agente Manda por ordem do Sr. J. Falque ; na rua do Crespo n. 18, segundo andar,
vender em leilao orna excellente armacao de ama- MMK^-ttMWW-W^MM'Bf
DENTISTA DE PARS
relio, envidracada e em perfeito estdo, sem a me-
por reserva de preco, no dia e hora cima indica-
nos ; rua do Crespo n. 4.________^______
Nodia 30 de junho deve ser arrematado pe
rante a thesouraria provincial em cumpri ment do agurdente, e de 5 por cento sobre a renda dos boos
12 do art. 44 da lei provincial n. 596 -o imposto de raiz perteocentes a corporagoes de mo morta,
do dizimo do gado vaceum as seguintes coraar- se principiam a contar do i" de junho vindouro.
cas :
Para.
Bonito 3:200*000 por anno.
Brejo 2:050*000 dem.
Garanhuns 2:400*000 idem.
Flores 2:500*000 idem.
Ba-Vista,Tacarat e Cabrob 3:300*000 idem
A arrematado ser por tres annos, a contar do
de junho do corrente anno.
principiam a contar ao i- ae junno Mnuuuro. ge^ue em ^^^ aias para 0 indicado porto em
Mesa do consulado provincial de Pernambuco, 2o direitura 0 ve|eir0 Drit,oe ^cuna Graciosa, capi-
de maio de 1864. .. .?.^. tao Jacintho Nunes da Costa, para o resto da car-
Antonio Carne.ro Machado Ros. ,|)e fa||a trata.se com 0 consignatario An-
Administrador. ionio de Almeida Gomes, rna da Cruz n. 23, pri-
Tendo o hospital militar de mandar impn- &r
mir diversos papis do servico do expediento, con-
i vida o Sr. Dr. director interino s pessoas que se
quizerera encarregar desse trabalho virem exa-
DE
lni bonilo cabrioiel de 2 rodas para 2
oh 4 assi'iit> miiiiissimo leve.
Terea-feira 1 do corrente.
Sem limite.
O agente Olimpio far leilo por conta e risco
de quem pertencer de um bonito cabrioiel com
escriptorio no! twios seus perlences.
Ser effectuado porta do armazem da rua da
Cadeia n. 48.
Dar priucipio o leilo s 12 Iteras._______
19Raa Nova-19
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
(az todas as operacSes de sua arte, e col-
loca dentes artiliciaes, tudo com superio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas Ihe reconnecem.
Tem agua e pos dentiflek).
LEILAO
Terc*-feira 7 do corrente.
O Sr. Salusliano Ciraco, que morou na rua
Direita, e reside nos arrahaldes desta cidade tenha
a bondade de declarar sua morada que se precisa
rallar-lite._____________
Para o Rio de Janeiro
O agente Olimpio far leilao no armazem
da Cadeia n. 48, de diversas obras de marcmeiria
novas e usadas e outros mnitos objectos de gosto.
Dar principio as 11 horas.
Procisa-se alugar uro sobrado de uro andar
--- seguinte.-
cento
arroba
alqueire 2*000
arroba 4*"0f
1*800
5*000
14*000
8*500
8*0fl0
5*000
600
1*1100
2.r*tXK
um
arroba
k
nma
arrolm
Aluga-se um sitio na estrada da Punto de
l'choa e a margena-do rio. pouco adame do Illm.
Sr. commendador Nery Ferreira, tendo banlieiro,
nalanque, galinheiro e outras acommodaO'-s; o
outro dito no Montoiro, cm frente ao oitao da igre-
.a rHa' ja : a tratar coro Antonio Jos Rodrigues de ?ou-
za, roa do Crespo n. 15, ou estreita do Rosario nu-
mero 32. ________________
o servico de
arrematado
to da
gantes
Ponte
Tap
Tacaruna 500*000 ioVm.
Molooolorob 1:610*000 idm
Magdalena 7:758*000 idem
Bu jar v 554*000 idem.
entuna 4:4005000 idera.
Jaboalao 4:405*000 idem.
Gequia 7:485*000 idem.
As arremataras sero feUi? por tempo de tres
Prcci.-a-se de urna ama para
duas pessoas: na rua e>treita do Rosario n. 18. Ia
andar.
O briguc Trovacr senue com brevidaile. rece-
carga e escravos arele: trata-se cornos
largo do Corpo
i'oii.sclho adBBlmlslrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do ,
arsenal de guerra tem de comprar os objectos se- i gggffiqi Barros & C
Para o 1" batalhao de infantaria.
Panno alvadio. corados 2.670
Quem quizer vender taes objectos, presentera
LEILAO
DF.
)s a contar'do 1 do julho do corrente anno. i as suas propostas ein carta fechada na secretanJ
Freitas Henriques, do conselho, s 10 horas da manhaa do da s
(i Dr. Joo Antonio de Araujo Freitas Henriques, do consellio, as iu oras ua in-urnaa u., u,-do
juiz do direito da primeira vara criminal e subs- crrente. wiraiivn nara
titulo do juiz especial do commercio n'esta cda- Sala das" sessoes do co-sellio adrou, ,u-ai, vo para
de do Rorife de Pernambuco e seu termo por fornecimento do arsenal de gueira 1 deinnnooe
iHUU
Antonio Pediodc S Barreto,
Coronel presidente.
Sfbastiw Josc Basilio Pyirho.
Vogal secretario.
sua magestade Imperial que Don guarde etc.
Faco saber aos que a presente caria de edilal v ,
rem.'e d'olle noticia tivertm, que no dia C do fu-,
turo mez de juntic, ter lugar a arrcmataQao dos,
seguintes bens : 2 sof? de assento de palinha ava-;
1864.
Um terreno chaos proprt *
Ca punga casa n. 18
Quartu-leii*- 8 do correte.
O asente Olimpio far leilao do uro boro terreno
com liarlo amurado. om urna meia agua com 2
salas. 3 quartos ecosinha fra, cacimba com agua
polavel. baixa de eapim e* aiguns arvoredos fruc- j
tiferos. leudo 81 palmos de freute o. mais do 3001
Vira o tito de Janeiro
O brigue BeUzario sesue procisamMle pora o
indicado porto, sabbado 11 do corroan, anda re-
cebe carga e escravos a frote : trata-se com os ecu-
signaiarios Marques, Barros \ C, largo do Corpo
Santo n. 6.__________________________________
Ilaranho.
0 palhabote Garibaldi te.n j paite da rarga en- de fundo (toado extrema rom o s.liodo Sr. Aran-
sajada e para o restante Irabv com Tasso Ir- tes. Ser effectuado o leilao no armazem a rua
mi ^ ''*irh a- w* ac li h0M? em pon,
Saque sobre Portugal.
O abaixo assignado, autorizado pe..
Banco Mercantil rartoense. e na ausencia
do Sr. Joaquim da Silva C*slro, saca ef-
feciivamcnte por todos os paquetes sobre
as pracas de Lisboa e Porto, e mais luga-
res do reino, por qnalijuor soMiM a vis
ta, e a praso podendo, os quo laaren
saques a praso,receboro avista, no mes
mu Banco, descornando 4 OiOap anno: u
loja de chapoiis da rua do Crespo n. 6, on
na rua do Impera-bu n. 63. sogundo an-
dar.Jos Joaqun) da Costa Maia.
Na rua do Imperador n. r, esquina da travo
sa do Ouvidor, precisase de um menino portu-
gitPT com algnm?. r-ra'ica d> molhados.


Diario de PeiraaMbueo Secunda feira G 4c Jh de 184.

a^^TSSSSU*..': Monte Pi Portuguez:
lusar na noite do di i I dojaesmo. 1 A directora provisoria, tendo ja confiado a ama
_2---------------------------3---------------- comraissao o trabalho da organisacSo dos eslataios
ISCraV lU^ldo. julga todava conveniente scientittcar desde logo a
Fagio da ra das Crwes n. 30, no da ti do todos os seos compatriotas o segrate ^
corrento o mulato Arisdes, escravo de D. Mari-
na* Amalia da Silva 0 escravo do estatura
baixa, magro, e tem 19 anuos, tem ama queima-
dura no lado direilo do rosto e leven calca e cami-
sa branca e jaquela preta, graliftea-se a quem o
fr levar a sua seahora, protestndose desde ja
com todo o rigor da lei contra quem o tiver acou-
Udo.
No dia 8 4o corrate, trigsimo do pas-
samento do Dr. Pedro Theberge, manda ura
seu amigo, na igreja do Espinto Santo, resar
urna missa cm suffragio de sua alma, e as-
sim o mesmo convida aos amigos do finado
para a assistencia desse acto de piedade, que
lera lugar as 6 horas da manhaa do referido dia.
I." S sero socios effectivos os cidados portu-
gaeies.
2. A joia ser de 101 e a mensalidade'de
500 rs.
3. Os socios tero direito aos beneficios da so-
ciedade quando (achaado-se desprovdos de re-
cursos) estiverem desempregado, doentes ou
presos.
4.* Aquellos que, por .motivos graves ou moles-
tia perigosa, tverem necessidade de se ausentar,
serio pagas as despezas de transporte com com-
modidade e decencia, ou para outras provincias do
imperio, ou para paiz estrangeiro.
5." Fallecendo qualquer socio, far-se-lhe-ha um
enterro decente, se elle nao deixar meios para
isso.
6. A sociedade prestar igualmente soccorros,
em quaoto o necessitarem, s viuvas e filhos me
ores dos socios que fallecerem em penuria.
presentando esta idea geral dos lins que a so-
I ciedade tem em vista, e havendo officiado s com
missoes nomeadas nos diversos bairros desta cida
de para llies pedir o seu valioso auxilio na acqui-
eicao de socios, a directoria tudo espera da leal
coadjuvacao c do acrisolado patriotismo dos Ilus-
tres cavalheiros a quem se dirigi, e de todos os
seus compatriotas em geral.
Alm das pessoas nomeadas, qualquer cidadao
portuguez que pretender contribuir para o de-
^^^^^^^^^^^K M'iiviilvjmeiitodt! tSo til associacao angariando
Alugam-se mensalmenle, esrravos possntes, I asignaturas e demonstrando assim o interesse
para trabalho de armazem de algodSoj pagase
bem : no largo da Ponte-Nova n. 41, a tratar com
o Mendes.
- Precisa-se fallar ao Sr. Jos Ricardo
Gomes de Carvaiho, que raorou na ra da
Aurora : nesta typographia.
\u m um
Precisa-se de nma ama de leile sem filho: a
tratar na loja de livros ao pedo arco de Santo An-
tonio.
Emilio
Baha.
Kohler, subdito suisso, vai para a
Aluga-se por prego commodo a casa n. 17 na
ra do Mondego, com i salas, 3 quartos, cano de
esgoto no qaintal para a cambo, e dando-se licen-
ca para fazer-se despejo no quintal da olaria, junto
a dita casa : a tratar na dita ra do Mondego em
dita olaria n. 13.
que lhe merecem as cousas da nossa chara patria,
poder para esse fim obter listas impressas, diri-
gtndo-se ao Gabinete Portugnez de Leitura, ou a
casa da secretario, ra da Cruz n. 23, prmeiro
andar.
A todos, em geral, que receberem listas, roga a
directoria o especial obsequie de as devolverem
opportuoameute, ou acompanhadas de ofllcio, ou
simplesmente assignadas, para a directoria ler
scienciados cavalheiros a quera lhe cumpre tribu-
lar os seus agradecimentos.
Recife, 3 de junho de 1864.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Joaquira Gerardo de Bastes,
2o secretario.
Precisase de una ama para comprar e cozi-
nhar em casa de homem solteiro : na ra do Quei-
mado n. 32, loja._________________________
Fugio o da 2 do correle, do engenho Es-
Cfiloadinko, da comarca de Nazareth, o escravo
Luiz, mulato, de idade do 22 24 annos, baixo,
grosso, ps grossos, cabellos crespos, rosto redon-
do, bracos o pernas cabelludas, testa estreita, falla
grossa, corado : quem o pegar e leva-lo ao mesmo
engenho, sera bem gratificado.
O ahaixo assignado declara ao Sr. Adolpho
Roberto Koop e ao seu charo amigo (que Dos
queira nao tenha os mesmos defeitos) que a nego-
ciada que prometteu, do contrario ao seu desejo e
a sua instancia publicada no Diario de Pernambu-
<:o do dia 2 do cirrente mez, nao l'ara agora paten-
te porque anda
i\o armazem de fazendas baratas de
Sanios i oellio, ra do Queimado, 11.
19, vende-se o seguinte -
Altencae.
Lazlnhas.
Ricas laazinhas para vestido, fazenda a melhor
que tem vindo ao mercado, tanto em gosto como
em qualidade da fazenda, "pelo baratsimo preco
de ou rs. o covado.
Lfiazuilias miudinhas carmezins, proprias para
vestidos de meninas, e camisinhas a 640 o covado.
Cortes de la com 1"> covados pelo baratissimo
prego de ti,S.
Cobertas de chita da India pelo baratissimo preco
de 25500.
Lencoes de panno de linho a 2.
Leneoes de bramante de liuhe lino pelo baratissimo
prego de 3200.
Bramante de linho fino com 10 palmos de largura
pelo baratissimo prego de 25300 a vara.
Atoalhado adamascado proprio para toalhade mesa
a 25000 a vara.
Cambraia de forro a 25600 e 35200.
GRANDE ARMAZEM
DA
60 Sua da Cadeia do Eecife 60
Thomaz Teixeira Bastos, tendo de partir para a Europa no dia 30 de junho, afim de tratar de
sua saude, tem resolvido a vender barato e roais barato do que na Europa para liquidar todos os ar-
tigos inglezes, francezes e allemes existentes em seu armazem, como sejam : fazendas, miudezas, per-
fumaras dos mais acreditados fabricantes, relogios inglezes, excellentes correnles e eorrentees para
relogio, aneis e botoes para punhos com brilhantes, braceletes, oculos, face main e muitas ontras obras,
cutilena fina, como ulheres para mesa e para sobremesa cora cabos de metal fino, ditos do marfim e
de outras qualidades, tesoura finas e caivetes, tesouras modernas para alfaiates, navalhas finas, lan-
cetas e outros artigos, sortimento de bacias de metal para lavar o rosto e outros artigos, nm rico cha-
fariz; de cryslal para jardim ou meio de mesa de jantar, ricos quadros para saldes, um excellente co-
fre de ferro bastante grande, erystaes finos como lustres, candelabros, lanternas com pingeates, copos,
garrafas e muitas outras pegas de gosto para adorno de consolos, porcelanas finas, cerno ricos jarros
para flores, npparelhos dourados para cha e caf, ditos para jantar, e muitas pecas para enfeitar mesas,
grande sortimento de estampas de santos e vistas de differentes cidades da Europa e outros proprios
para sala de jantar, realejos grandes e pequeos, caixas com msica, ricas pegas com machinismo
para salas, instrumentos de mgicas muito bem feitos, machinas de photographia para retratos de dif-
ferentes tamanhos, machinas para fazer caf, machinas para limpar tapetes e varrer o chao, bombas
para jardim, pianos de tres cordas do afamado fabricante Peyel, camas de ferro com colcho elstico,
grande sortimento de brinquedos finos para meninos, baloes de papel transparente e lanternas colori-
das para illuminaces a moda de Pars, salva vidas para homens e senhoras feilas de borracha, pro-
prias para qoem toma banho em logares fundos e muitos outros artigos e tudo ser vendido muitissi-
roo barato afim de liquidar-se inteiramente.
Grande
fabrica.
Maria Hermina Jardim dos Passos, compe-
tentemente habilitada pelo Exm. Sr. presidente,
para o magisterio de pri metras letras e todos os
objectos necessarios para educago de meninas,
offerece-se para ir exercitar seu ministerio em
qualquer engenho, ou fazenda fra desta cidade,
reside na ra do Padre Floriano n. 57, onde pode
de fogos de artificio, da viuva Rufino, situada na ser procurada.
estrada de Joo de Barros; nesta fabrica apromp
OITerece-sa ura rapaz de boa conducta para
caixeiro, tendo pratica de partidas dobradas :
quem precisar, dinja-se ao solicitador Manoel Luiz
da Veiga, ra da Gloria n. 94, que dir as in-
formegoes.
l'recisa-se alagar um preto : quem tiver,
pode-se dirigir padaria das Cinco Pontas n. 98,
para fazer todo o servigo de urna casa e mandados.
Archivo Pitoreseo.
Chegaram pouco de Lisboa, as cadernetas 1 !
e 12* do 6 volumo; e a 1" do 7 do dito archivo :
roga-se aos Illras. Sis. assignantes que anda nao
maeS primarias e aOS instituidores receberam ditas caderoetas de mandaren) procu-
ra-las livraria econmica defronte do arco de
Santo Antonio.
tase toda e qualquer encommenda desles artigos
com o maior esmero e presteza, seja para dentro
ou fra da provincia : recebem-se as encommen-
das no armazem da bola amarella, no oitao da se-
cretaria de polica.___________
CURSO PRATICO
DE
PDAGOGI A
DESTIN.VDO
Aos alumoos-mesires das escolas nor-
Saques sobre Portugal.
[Antonio Luiz de Oliveira V/.evedJ
C
Agbntes do Banco Uni.vo do Porto.
Competentemente autorisados sacam
por lodosos paquetes sobre o mesmo Ban-
co para o Porto e Lisboa e para as se-
grales agencias:
NEM COROAS
\EY1 MITRAS
SMENTE
I Amar antes.
[Arcos de Val de Vez.
PAveiro.
[Bar cellos.
IfBastos.
Svora.
Fafe.
[Faro.
Vianna do Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova
- mo.
[[Villa Real.
IVilla Nova de S. An-
tonio
Pizeu,
iBcja.
Braga.
Braganca.
TjCaminha.
tCastello Branco.
Figueira.
"Gii.iiiI.-i.
Qualquer somma
Lagoa.
Lagos.
Lamego.
Leilia.
Mongao.
Moncorva.
Oliveira de Azeraeioi
Chaves.
Coimbra.
Covilha.
de Porti-fElvas.
Extremos:
Penna Fiel.
Pinhal.!
Porto Alegre.
Regoa.
Setubal.
Taver.
Thomar.
Ilha Terceira.
Fayal.
Madeira.
S. Miguel,
prazo ou
vista,
podendo logo os saqus prazo serem
descontados no mesmo Banco a razao de
4 por cento ao anno ; a Iralar na ra da
Cruz n. 1.
i munindo dos documentos Guardanapos adamascados a 35800 a duzia.
zelo, pureza de costumes, piedade christaa, qoer a
it>pectivos, o que sera breve, ei enlao ver-se-ha a | Toalhas alcochoadas proprias para mos a 55 a ; ellas se reliram indirectamente, como a polidez, a
nuera nertencein ns fados me. faji-ni corar. He-1 .imu mnii^i;. ......i__-:. j..:_.____. .____j.
em exercicio.
POR
MR. DAL1GAULT
Traduxido e anotado por J. P. M. P.
Este excellente Curso de Pedagoga, alm do pre-
facio, e de dous captulos preliminares, est divi-
dido em tres partes, relativas educago physica,
intellectuale moral
No prmeiro capitulo preliminar trata da digni- Precisa-se de dous amassadores: a tratar na
dade das funegoes do instituidor primario ; no se- ra da Senzala Velha, padaria n. 96.
gundo das qualidades que lhe s5o necessarias, quer
tenham directa relago com as suas funegoes, taes
como bondade, firmeza, paciencia, regularidade,
Couipanliia da estrada de ferro
DO
Eecife i Silo Francisco.
Pelo presente sao convidados os Srs. accioni>tas
desia companhia a virem receber o Io dividendo
provisorio de 2 l|2 por cento ao anno correspon-
dente 11 mezes lindos em 31 de dezembro de
1863, no escriptorio das Cinco Pontas, das 10 ho-
ras da manhaa s 4 da tarde dos dias uteis.
Escriptorio da superintendencia Villa do Cabo,
Io de junho de 1864.
R. Austin,
____________Superintendente interino._______
O Sr. Jos Manoel da Silva nao pode vender
a sua taberna sita no Caes 22 de Novembro n...
. que tem annunciado para vender em qnanto nao
Precisa-se d urna mulher de raeia idade e j pagar ao abaixo assignado a quantia de 2005 que
de bom comportamento para ama de una casa de he devedor proveniente de dinheiro de impres-
familia : quera pretender, dirija-se ra da Santa timo.
Cruz n. 9.______________/_________________! Ignacio Manoel de Sanf Anna.
Precisa-se de um preto para todo servigo i
sendo fiel : na ra do Trapiche n. 15.
Ama onescrava.
quem pertencem os factos que
cife i de junho d 1864.
Frederico Velloso Koop.
duzia.
Cortes de calca de panga amarella de listras e
! de quadros, pelo baratissimo prego de 15200 o
j corte.
Cambraia adamascada com 20 varas, propria
paracortinado, pelo baratissimo prego de 10{000
a pega.
Ricos cortes de la Maria Pia pelo baratissimo
prego de 185.
Pegas de cambraia de salpicos com 8 1|2 varas
pelo baratissimo prego de 45-
Pegas de platilha ile algodo com 10 varas, pro-
pria para saia a 45200.
Esteiras da India, proprias para forro de sala,
de 4,5 e 6 pajmos de largura, por menos prego do des, janellas etc.
que em oulra qualquer parte.
Neste armazem tambera se encontrar um gian
de sortimento de roupas feilas, e por medida.
modestia, a' prudencia, o desinteresse, o amor de
retiro.
A primeira parte consta de dous captulos. No
prmeiro trata dos meios indirectos da educago
physica, ou precaugoes hygienicas; taes como; as-
seio dos meninos, liinpeza da escola, e outros. No
segundo, dos meios directos ou exercicios, como
andar, correr, saltar, trepar, etc. etc.
COMPRAS.
Compra-se um sellim inglez com todos os
pertences, em bom uso : quem tiver. annuncie
por este Diario, ou cntenda-se com o capello do
cemiterio, residente no mesmo cemiterio, extra-
muros.
Comprase efectiva-
mente
Arrendase o engenho d'agua denominado ouro e prata em obras velhas, pagande-se bem
Jussar, silo na freguezia de Ipojuca, pouco mais na ra larga do Rosario n. 24, loja de ourives.
Precisase de urna ama ou escrava que engom-
me bem : a tratar na ra da Imperatriz n. 47, se-
gundo andar.
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 48 na'
ra do Trapiche : a tratar no armazem da mesma i
casa.
ou instruegao propriamente dita, contem cinco ca-
ptulos. No primeiro trata da escolhado local para
a escola, oceupando-se tanto do que diz respeito ao
seu exterior, como pateo, alpendre, latrinas etc.
como do seu interior, isto rea da classe, pare-
Cabug n. 11, botica.
, c^^sX-rSatVprVSl,
s*?"^ra. 1a_r.l5 re,al,v* a^educagao iDtelleclaal, em grande escala: a tratar no paleo do Lm-
mento com o Dr. Ignacio Xery da Fonseca.
Precisa-se de urna criada livre ou escrava
que sai ha cezinhar e comprar : na ra de Sanio
3..RO ESTREITA DO R0SARI0--3
Francisco Pinto Ozrio contina a col-
locar denles artificiaos tanto por meio de
molas como pela presso do ar, nao re-
eebe paga algnma sem que aa obras nao
liquem a vontade de seus donos, tem pos
B outras preparagoes as mais acreditadas
para conservago da bocea.
Compra-se
urna mulalinha de l."i a 18 annos de idade, sendo
de bonita figura, com habilidades ou sem ellas,
n c?ii *' sobra'10 onde "lorou Sr'; com tanto que seja honesta, paga-se bem agradan-
do : na ra do Queimado n. 13, primeiro andar.
Dr. Sabino.
Madama Ferro,
proprietaria do hotel italiano sito na ra do Trapi-
che n. 44, tem a honra de participar ao respeitave
No segundo capitulo trata da mobilia da escola :
estrados, meses, campainha, pedras, differentes
quadros, cabide, estante, relogio, crucifixo ele. etc.
l'recisa-se de um caixeiro de 12 a li anuos i ^.
de dade, para o armazem do al da ra Imperial -,
numero 221. em f.e'5
---------------------------------------------------------! relativos a boa destribuigao do tempo e rio traba- secundas e qu....^ ,^0 <. u.a..< UITerece-se um pequeo de 13 para 14 annos, Itio; s differentes manelras de transmittir o pro- viole, como assim todos os outros dias outras es-' denominado do Toque, ou na Boa-Vista, ra da Glo-
fessor as suas ordens ; aos livros de matricula, de colhidas sopas italianas ; isto estar prompto das; ria' casa D"___________________________
tliemas. de notas etc. etc. ; aos vigas ou repetido- 10 horas da manba s 4 da tarde, horas muito! Comprase urna prcla de 15 20 anuos de
OWKA-SE
...a era obras
1 terceiro oceupa-se dos meios disciplinare*, publico desta capital, e em particular aos senhores loja de bilhetes da nraca
ieis artigos, alguns dos quaes rom subdivisoes, empregados do commercio que acharo todas as [ ------r.--------------TT-^
vosa boa destribuigo do tempo e do traba- segundas e quintas-feiras a afamada sopa de ra-L Compram-se boas
ouro e prat em' obras velhas, paga-se bem : na
da Independencia n. 22.
cabras leiteiras : no sitio
honra, premios etc.; s punigoes, tratando dos seus pera tuda a concurrencia,
caracteres geraes, e indicando quaes os castigos, e
modos de inlligi-los.
Aluyuel.
Aluga-se a casa da ra do Mondego n. 71
iralar na ra da Cadeia do Recife 11. 57.
Precisa-se de urna ama para cosinher c com-
prar : na ra Augusla n. 84.
Precisase de um moleque de 12 14 annos,
para fazer recados a um genitor particular : quem que tenha bastantes"arvoredosde'fructo', preferin-
quem >e achar nestas circumstancias, dirija-seaojdo-.se algodo, perto da praga : quera tiver an-
hotel Trovador, ra larga do Rosario n. 44. I nuncie.
prximamente chegado de Portugal, para caixeiro
de taberna : qoem precisar, dirja-se ra do Vi-
gario n. II, primeiro andar, escriptorio.
Emig.lio Pereira Marlins vai Portugal,
Quem precisar alugar umaescraua para com-
prar, cozinhar e engommar, dirija-se ra do Ca-
bug 11. 3.
Previne-se ao publico que ninguem faga ne-,
1 gocio eu transaegao alguma sobre a parte da rasa V|duaes e geraes.
terrea da ra das Calcadas n. 47, pertencente No I1111110 oceupa-se dos methodosde eusiuo, em
Ludgero Balorrado Soar de Carvaiho, e por este i duas secgoes ; na primeira dos methodos geraes,
vendida a Antonio Soares de Carvaiho, seu irmao,'lst0 e> do metliodo individual, do simultaneo, do
quando ella jeslava sujeilaao pagamento de urna' muluo> e do niyxto, fazendo ver cireumstanciada-
execuco pendente contra o vende lor, pelo juizo met),e ?> as vantagens, e inconveniente de cada
municipal da Ia vara, e cartorio do escrivao Bap-1 unJ na segunda dos methodos particulares, divi-
lista. porftugueis de casas, divida privilegiada. ; dltla fi,n CI1C0 arligos, no primeiro dos quaes trata
--------i da instruegao moral e religiosa, dos principios a
'; seguir neste ensino, do carcter qua lhe convem,
jdos meios de gravar as verdades religiosas na
i memoria dos alumnos, fazendoos comprehender o
Precisa-se alugar um sitio que seja grande e seu sentido e belleza; no segundo da leitura, e seus
differentes processos : no terceiro da escripia, dos
res ; s recompensas, como elogio do mestre, boas proprias para lanche ; afiancandollies que os pre- i idade. quesaiba bem coser : na ra da Impera
notas, lugares de distiocgo, medalhas, itiadro de gos serao os mais razoavtis
possivels, e de que es- \ triz n. 20, loja.
Aluga-se a loja de urna porta s na
No quarlo trataTle classificacao dos alumnos, dos rua ^0 Crespo n. 4 com armaco OU sem
melhores meios de elTectua-la, "e dos exames indi- olla, para tratar em casa de J. Falque na
mesma rua n. 4.
Compra-se ou aluga-se urna escrava que sir-
va para carregar fazendas : na rua do Hospicio
numero 62.
Precisa-se de nina ama para casa de
na familia : na rua da Senzala Velha n. 138,
gundo andar.
se-
Precisase alugar um preto escravo
trabalho desta ivpograhia, pagando-se diaria, sema-
nal ou mensalmente; da-se o sustento, se agradar I
ao proprietario : na livraria ns. 6 e 8 da praga da
Independencia. I
Precisa-se alugar urna preta que saiba cozi-
nhar e engommar : quem a tiver, dirija-se rua
do Trapiche n. 4, que achara com quem tratar.
Xa rua da Imperatriz, casa 11. 9. segando an-
dar, compram-se duas escravas pelas 011 pardas,
_____ mogas, sem vicios ou molestia, e que saibam en-
para o gommar e cozinhar.
MI
\M a?
Negocio de grande vaiitagem
seus processos, dos objectos que lhe sao riecessa- Vende-se o muile anligo e acreditado ar-
nos, como cadernos, pennas, pautas, reguas, lapis, mazemde moldados da esquina da rua da
' traslados, ardozias cl. ; no quarte do cacuio dos Cadeia do Recife n. I. Os proprietai'ios
VENDAS.
Veiidem-sc caixot'S po encaixotar a %4 cada um : na zes n. 44. ros rua para se das Cru-
ROUPA FEITA
elle para lercm oulro genero de negocio,
Vcudeiu-se itim de Ciiiima-
res
de superior qualidade para uso dos senhores ca-
belleireiros e barbeiros, assim como para costura
o unhas : na loja de ferragens da rua da Cadeia
prego fa-
MW&MMWMMWMMMMW&M ^",;|',1I0S Rerae's da "iiUmeiica, dasoperagoes fun- d(,stl, estabelecimento precisando acabar com n- d Thoma'z Femandcs da Cuni,
aaiutniaes eic. : no quin.o do esludo da gramma- otlfl nnrn fnrnm n,- .. ., _____.. voravel.
A lerceira parle, da educago moral e religiosa
compSe-se de quatro captulos. No primeiro dos
I quaes trata do carcter dos alumnos. No segundo casa Azoran
dosdefeitos, que devem ser combatidos, como asen------------,___'.____________________________
1 sualidade, a preguiga, a mentira, a inveja etc. No Precisa-se fallar ao Sr. Joo Ferreira de La-
, sujeitam-se a perder_ 40 por cenio sobre o 12 Rua do Imperador
1 euslo da armacao e bemleilor.as que na dita Vendcm-se ricas ferramentas para relojoei
muilo barato prego.
12
para relojoeiro, por
NO
ARBAZEII
DE
tefeeiro das virtudes que se devem implantar no cerda, que raorou na rua da Roda, nesta typogra-
j coragao dos meninos, quer raoraes propriamente P"_'a-
I ditas, como pureza de costumes, piedade filial, amor Na praga da Independencia, loja de ourives
fraternal, probidade, benevolencia e polidez, res- n. 33, compram-se obras de ouro prata e pedras
peito aos superiores, aos reraos, e as leis ele, quer preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
LETREIRO VERDE.
Neste estabelecimento ha sempre um sortimento completo de roupa feita de
todas as qualidades, tambem se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos melhores professores, assim como tambem tem um
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, para senhoras,
homens e meninos.
Casacas de panno preto, 350 e 300000,Ditos de setim preto. .
Sobrecasacas idem, 300 e 250000 Ditos de ditos e seda branco,
Paletos idem e de cores, 250, 60 e.......
200, 150 e...... 100000 Ditos de gorguro de seda
Ditos de casemira, 20, 150, pretos e de cores, 60, 50 e
120, 100 e...... 70000 Colletes de fustao e brim bran-
religiosas, como a
- *----------------------1---- w...w .jv i'i. I1UOIUUI/I "1/1 ti UC CU
piedade, a candade, a humara- commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
dade etc. No quarto, dos meios de fortificar o ras- mente se dir quem d dinheiro a premio
tracto moral, e e sentimento religioso
taes como
' bons exemplos do mestre, historias edificantes, can-
Un
mogo com pratica de molhados e de bons
ticos moraes, exercicios religiosos, outros. costumes se offerece para caixeiro de qualquer
A obra em 1 volume por 5AO00O pagos na en- estabelecimento e da fiador a sua conducta : quem
trega do exemplar 3u'?er ul,llsar-se de seu presumo dirija-se rua
Est abena a assignatura em todas as livrarias o imperador n. 83, taberna.
GAZGAZ GiZ
Superior qualidade
Latas de um, dous t1 cinco galpes
Na roa do Apollo 11. 2.
Vende-se urna mulata de 22 anuos com nina
cria de 4 mezes, cosinha, lava, coze, engomma e
faz labyriuto tudo com perfeigo : na rua da Guia
u. 10.
50000)
50000!
40OOO!
desta capital.
Jardiaeiro.
O cemiterio publico precisa de um jardineiro
a entender-se com o administrador do mesmo
O abaixo assignado querendo retirar-
se para Portugal, e nao podendo fazer sem
que liquide suas contas com seus credores
e devedores, pede a estes tenham a bondade
de viren satisfazer seus dbitos, do contra-
rio o obrigarao a lancar mo dos meios
M&
Aluga-se a casa terrea da rua do Progresso
n. 21 (junto do Caminho Novo) tambem se vende,
, ou permutase por oulra que seja situada as fre- juuiuao para este nm.|
1 guezias de Santo Antonio ou S. Jos : na rua do Liliz Moreira da Silva,
i Queimado n. 77. _______________________ Recife, 3 de jundo de 1861.
Ditos de alpaca, 50, 40 e
Ditos ditos pretos, 90, 70,
50. 40 e......
Ditos de brim e ganga de co-
res, 40500, 40, 30500 e. "
Ditos branco de linho, 60, 50 e
^ Ditos de merino preto de cor-
M do, 100, 70 e.....
2jS Calcas de casemira preta, 120,
30500
20509
co, 30500, 30 e
Seroulas de brim de linho,
30500 20400 e......20000
: Ditas de algodo, 10600 e. .
30000 Camisas de peitos de linho,
40000 40, 30e. .....
Ditas de madapolo, 20500,
50000 20 e
I OTot^i!*0 ass,nad0 ven.de uma d'v!da de Tendo ido um menino crioulo de idade de
15:37854911 bem amparada, porem o dono della nao 8 annos, de norae Joo, a mandado de sua mai na
I Baga a ninguem sem ser obngado principalmente hbeira de S. los comprar peixe, desappareceu,
rua da Lingoeta ndo descaigo e em camisa : rogase encarecida-
mente a qualquer pessoa que delle saiba, de o le-
de Oliveira. Var rua da Praia u. 24
10400
20OO
com ex-caneiros e ex-socios : na
o. 6, primeiro andar.
Joaquira Mximo
Offerece-se para caixeiro de qualquer casa
de negocio, principalmente de molhados, que tem
Descobertase aventuras dos ma-
res e regles polares.
Na livraria eeoaomica, rua do Crespo n. 3, se
acham a venda o 5 e 6o volumes da obraDeseo-
bertas e aventuras dos mares e regioes polares,
traduzida do inglez pelo ltenente da armada Cola-
' tino Marques de Souza.
PARA A FESlA
DE
S. ANTONIO l S. J040.
E
uita \ 111: irnazi:u
DE
MOLHADOS
NA
Rua do Imperador n. 40
Junto ao Bt brado cm que mora o Sr.
Oh borne,
Para a festa de Santo An-
tonio, S. Joao e S. Pedro.
1narie Almeida A C. recebe-
ram de sua propria encommen-
da o mafs lindo e variado sorli-
lento de molhados, proprios
da presente estacio.
Manteiga ingleza
da safra nova vinda neste vapor de 28 de
nuio a 900 rs. a libra e da velha a 800 e
850 rs. a libra.
Manteiga franecza
da safra nova a 000 rs. alibi a.
Amendoas
confeitadas de lindissimas cores a 800 rs. a
libra.
Traques
de n. 1 os mais superiores do mercado a 8$
a caixa e 220 rs. a carta,
Ameixas
em frascos de vidro com '.i libras liquido a
20400, muito propios para mimos.
Cart5es
com bolos francezes a 500 rs. cada um.
Litas
com bolarhinhas de soda de todas as qua-
lidades a 11300.
Chocolates
de todas as qualidades a I #000 a libra.
Presuntos inglezes
dos melliores fabricantes a 800 rs., tambem
temos vellios para 500 rs.
Queijos flamengos
chegados nesle ultimo vapor a .'!# e 3|200.
dem prato
0 melhor que se pode desejar a I000.
Conservas inglezas
as mais novas que se pode esperar a TOO rs.
o frasco.
Figos
em libras e caixinhas ricamente
proprias para mimos a 900
Cha uxim
o melhor que se pude desejar,
qualquer nao pude vender por menos
W a 20600.
dem perola
especial qualidade a 2-S700 rs. a libra.
Idem livsson
o mais aromalico pie tem viudo ao nosso
mercado a 2#600.
Massas amarellas
para sopa, macarrao, talharim e aletiia a
480 rs. a libra.
Ma(;as brancas
para sopa a melhor que se pode desejar,
macarrao, talharim e aleiria a 400 n. a
libra e |#SO0 a caixa.
Yinho
Figueira J A A e outras muitas marcas acre-
ditadas a 500 rs. a garrafa.
Idem de Lisboa
e de outras marcas a 400 rs. a garrafa, e
2S8O0 a caada.
Idem do Porto
generosos engarrafado dos melhores fabri-
cantes da cidade do Porto a 1$ e 1200
a garrafa ede 10,-? a !2#a caixa, asmar-
cas sao assegnintes: Chamisso d Filho,
F. & M., Nctar ou vinho dos euzes,
lagrimas do Douro e outros muitos.
Latas
com 10 libras de banha a 4|>000.
Bolachinha ingleza
a 1/5800 a barrica da mesma que por ahi
vendem a 23000 e 2.-H00.
Alpista e Paineo
o mais novo do mercado a 140 rs. a libra,
e 4(51400 a arroba.
douradas,
e 1;>200.
que outro
de
do fabricante Goav ,ra,,aes a 2W)' e oa,l0s muitos ene" ** e ba"
penaflnffi naSroniia.rm"em M> ^ d ParaZ
Chapeos de massa, pretos iran-
io^, 8,5 e. .".... 7^000 cezes, 100, 90 e. .
Ditas de cores, 90, 80 e. 70000 Ditos defltro, 50, 40,30500 e
Ditos de sol, de seda, 120,
Ditas de meia casemira de co-
res, 50000 e.....
Ditas de prineeza e merino pre-
to de cordlo, 40500 e. ,
Ditas de brim branco e de co-
res, 50, 40500, 40 e .
Ditas de ganga de eres, 30 e
Coetes de velludo preto e de
40000 110, 70 e
Collarinhos de linho fino, ulti-
40000 ma moda.......
Sortimento completo de grava-
20500 tas.
20500 Toalhas para rosto, duzia, 110,
10600
80500
20000
6000
640
0
65000
Desappareceu no dia 1 de junho corrente
. _j casa de que proprietario o Si
bastante pratica, um homem de meia idade, e dar dalena, um relogio de ouro, patente, descoberto
informacoes de sua conduela : na rua da Lingoela tendo no mostrador o nome *
,"- 6- Prime a""ar._______________________Lereche.Geneve,preso por urna
.Na rua da (toda n. 6, contina-se a mandar ren,e Cm chave, tudo de ouro;~bem como urna
comidas para fra por preco razoavel, encumbe-se caixinha de jogo ela de madeira chineza, c pre- ~ Vende-se um escravo bom cozinheiro : na
1 de ludo_______________^^^ parada com gosto, contendo interiormente seis cai- rua Imperador, escriptorio do tabelliao Porto-
r 1 xinhas e um copo no centro, com flxas de madre- carrciiu_________
cima, ou na rua do Trapicho n. 17,
noratamente gratificado.
as mais novas do mercado a 120 rs.a libra.
Cervejas
dos melhores fabricantesje de todas as mar-
cas de 4)500 a 6)500 a duzia.
COARITOS
Charutos Thom Pinto,. Reis e outros em
meias caixinhas a 1 oOO.
Arroz
do Maranho a 100 rs. a libra, e da India
a 80 rs. a libra, e 2)500 a 30000 a ar-
roba desses que vendem por 30400.
CAF
Manteiga ingleza muilo boa a 800, 720 e 6i0 rs.,
franecza a 640, em porcao faz-se abatimento, vinho
e
cores, 90 e ...." 70000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
Ditos de casemira preta, 50 e 40000 tos e de cores.....40000
Ditos de ditas de cores 50 Lences de bramante de linho. 30000
40 e........30500 Cobertas de chita chineza.. 20500
A pessoa que quizer entregar
loD
commodo preco; alianca-se a boa qualidade do
,le te. ______________________________
A pessoa que annunciou vender um escravo
pedreiro, tenha a bondade procurar na livraria ns.
6 e 8, que se dir quem precisa.______________
Aluga-se o segundo andar e sotao do sobrado
n. 36 da rua da Imperatriz : a tratar na mesma
rua n. 40._______________________
Precisase de um moco que saiba perfeita-
mente escrpturar por partida? dobradas : na rua
do Crespo loja n. 17.
aa fallida de Dlogo Filho
iV c.
Os senhores credores podem receber o que Ibes
tecou no dividendo da massa cima, em casa dos
administradores Flix, Sauvage & C.
que ser ge-
e 80800 a arroba, e 280 a 300 r:.. a libra.
, Ciarrafdes
com 4 i garrafas com vinagre a 10000 com
o garrafo.
GENEBRA DE LARANJA
verdadeira a 10000 o frasco, ede 110000
a caixa.
DEM
era frasqueiras de Hollanda a 50800 corr
12 frascos.
Os proprieiarios do grande armazem o
o engenho Crasto, siu a mugem Verdadeiro Principal declarara aos seus fre-
Vende-se uma escrava peca, crioula, de ida-'
de 18 anuos, com habilidades, duas ditas de idade '
de ii z.j annos, um preto de idade 30 annos, sem :
vicios, a parte de um sobrado de um andar, em
Aluga-se por preco commodo o 1 e 2 andar Doa n,a do bairro do Recife : na Gravean do Car-
do sobrado da rua da Senzala Velha n. 48 : a ira- mo "l-_______________________
tar na loja do mesmo.________________' | Veude-se
Quem precisar de um mestre de piano e pri- do rio Manguaba, que lhe serve de porto de era- guezes e amigos e ao publico em geral, que
meiras letras para qualquer lugar, procure na rua barque, uma legoa distante do Porto de Pedras, para facilitar a commodidadfi de todos psti
larga do Rosario n. 37. onde toca o vapor costeiro, *
------------------j---------j: ras com grandesjvarzeas e ...
L Necessta-?ede uma lavadeira para ca^a de has- t^lJsTeT&TmZe Sala -"i n .1 .WSS ^ '* iTm i< 9-
tante familia, que dmuita roupa a lavar, porra ^g^r uJ^ em praT mSel^ e tera loiae Commercio ma do Qtteimao
2^r8eaPSr1a,e,dlnR.?,qae^^ nnCr,if0eV'* o rendeiro actual 'da preferencia : a tratar se no:
dade : a tratar na rua da Cruz n. 33, no Red fe. fisrriptnrin do nr. Alcoforado, ou em SaniAnna,
Precisa-se de uma criada livre ou escrava, estrada do Monteiro, casa de Lourenjo Bezerra Car-
para cozinhar: na rua de Apollo d. 8. neiro da Cunha.
'' rTtanu&s,,ear Pularam os mwmosPr*V* noseSmuJTu-
n. 9
0 Verdadeiro Principal rna dn
Imperador n. 40


Otarlo *e
rgnoda fcira tt GRANDE
sortiuirnte it fazeidas novas viadas
peo vapor inglez para o propriela-
rio do grande armazeiu e leja de fa-
zendas da Arara, roa da 'mperatriz
b. 56, de Lauience Pereira Mendes
(i u i na raes
PechiMka, a 33200.
Vndese baratlssimo para aparar dinheiro, a
saber : corles de chitas francesas de cores escuras
e claras com 10 covados por 3#200, ditos de chitas
inglezas a 24O0, ditos de cassas francezas a 2*> e
JJoOO, ditos de cambraia de salpicos a 25300 e 35:
s na Arara, ra da Ira peratriz o. 36.
A Arar verte a 110 rs.
Vende-se organdys fino para vestido a 240, 280
e 320 rs. o covado, casta franceza tina a 320 o co-
vado, gorguro de linho para vestido a 3S0 o cova-
do : IqjJt da Arara, ra da Imperatriz n. 56.
A Arara rende liazinhas de nina s cor
a 40 re.
Vendem-se ricas lazinhas lisas proprias para
ramas e vestidos, os memores gostos possiveis, a'
610 o covado, ditas Maria Pia rauito fina com pal-.
mas a 6i0 o covado: ra da Imperatriz n. 56, loja
da Arara.
Cortes de casemf ra a 9$.
Vende-se cortes de meia casemra para calca a <
24, ditos melhores a 2$o00 e 3, ganga para caifa
a 440 o covado, brim de linho preto a 300 rs. o
covado : ra da Imperatriz n. 5o.
Fil de linho a 82 rs. a vara
Vende-se fil de linho branco proprio para forro
Ae vestido a 320 rs. a vara, tarlatana de cores |
a 640 a vara, fil de linho fino a 800 rs. a vara : j
na ra da Imperatriz n. 56.
Veos para senhoras a l.OOO rs.
Vendem-se os mais modernos veos para chapeos
de senhoras a 15 un, de todas as cores, manguitos
de fil e bordados a 500 rs., manguitos e gola a |
'5, golinhas para senhoras e meninas a 240 e 320
cada urna, camisinhas finas para senhoras a "25 o
45300 : s na Arara, ra da Imperatriz n. 36.
Arara vendeos caries de lia Mara Pia a 18?.
Vendem-se ricos cortes de laa de barra os me-
lhores que tem vindo, pelo preco de 185 o corte,
ditos a 85, vende lazinhas em'covado a 240, 280,
320, 400, 500 e 640 o covado, dtas lisas de cores a
640, casemiras para capas de senhoras a 25 o co-
vado : ruada Imperatriz n 56, loja e armazem da
Arara, de Mendes Guimaraes.
Bramante da Arara a 2,>200 a vara.
Vende-se bramante de linho de 10 palmos a
5200 a vara, panno de linho para saceos e cerou-
las a 640 a vara, hamburgo de linho a 440, 560 e
600 rs. a vara, brim de linho branco fino a 15200,
15400 e 15000 a vara, dito pardo a 800, 640,15 e
1 $200 a vara : ra da Imperatriz 11. 36.
Chitas da Arara a 2 0 rs.
Vendem-se chitas finas a 240 e 280, ditas largas
a 320, 300 e 400 rs. o covado, de cores lixas: ra
da Imperatriz n. 56, loja da .rara, de. Mendes Gui-
maraes.
Chales da Arara a 2>i(l(l.
Vendem-se chales da merino estampados a 25,
25500, 455OO e 35. ditos de laa e seda a 15 : ra
da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Ob que pechincha, a I#000.
Venden) se lencos de seda grandes a 15, ditos
pequeos a 800 rs.', grvalas de seda de cores a 500
rs., ditas pretas de laa e largas a 800 rs., collari-
nho para homem a 400 rs., meias cruas a 200, 240,
300 e 500 rs. o par : ra da Imperatriz n. 56, loja
da Arara.
Fazendas pretas para lulo, cassas, a 320 rs.
Vendem-se cassas pretas para luto a 320 o cova-
do, veos pretos para chapos da senhoras a 15,
luvas de seda pretas a .15, princeza pela entesta-
da a 640, 800 e 15o covado, alpaca preta a 500,
640 e 800 rs. o covado, lazinha preta a 640, mo- j
rim e bombazina : ra da Imperatriz. loja da Ara
ra n. 56.
Grande soriinientode roupa
folia.
Vende-se palelols de panno preto a 165. 145,!
125. 105, 85 o 65, ditos de brim de cor a 35500,
35 o 25500, ditos de meia easemira a45500e35300
calcas de brim a 35 e 25500, ditas de brim bran-
co a 45-500 e 35500, ceroulas de linho a 25000 e
15800, camisas francezas de linho a 35, ditas de
algodao a 25500 e 2-5300 : na ra da Imperatriz,
luja Arara n. 56.
\fm i'M|i!i'i;:nii os balees da Arara.
Vendem-se baldes do 15, 20, 30 e 40 arcos a 35,
35500. 45 e 45500, ditos de brilhantina a 45, co-
berlas de chita a 25, ditas de damasco a 45, ditas
de fastio a 55 : ra da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
Corles (|c cassa da Arara a 2#000
Vendem-se cortes de cassa 1 25, ditos de dita a
25400, cortes de babados a 35 : ra da Impera-
triz n. 56, lo a da Arara.
Sniilambarquo da Arara a 20 e 2.'$.
Veude-se soulambarque muito liem enfeitadoa20;
e 23-3 cada uin, veos pretos e de cores para senho-
ras a 15 cada um, riscados francezes a 280 o co- j
vado. Todas as fazendas existentes neste eslabe- ;
lecimento venJem-se por proco baratissimo, e dao-j
se amostras com penhor, ou nanda-se levar as fa-
zendas casa das familias pelo caixeiro da loja da
Arara, ra da Imperatriz n. 56.
LO UUI
de traba I liar mo para
desearocar algodao
PANUCADAS
Por Plant Brothers & C.
OLDAM
Esias machinas
podem desearocar i
uualquer especie'
sde algodao sem j
estragar o fio,
I sendo bastante
duaspessoas para
o trabalho -, pode
desearocar urna
arroba de algo-
dao em caroco
ern 40 minutos,
ou 18 arrobas
por da ou 5 ar-
robas de algodao
limpo.
Esta machina
a nica que
possue as vantagens de nao destruir o fio do al-
godao c de fazer render o dobro de qualquer ou-
tra com menos trabalho, a sua introdueco para
as provincias deste imperio ser de muito valor
para todos os intcressailos na lavoura do paiz.
Assim como machinas em ponto grande do mes-
mo systema, para serem movidas por animaes,
agua ou vapor, as quae podem desearocar 18 ar-
robas de algodao limpo por dia.
O algodao descarocado por estas machinas tem
muito mais e.-timacao nos mercados de Europa e
vende-se por maior preco.
As machinas se acham venda unicamenie em
casa do
Sauiilcrs Brothers k C.
.V II, prava do Corpo Manto
RECIPE.
osm aicos agentes neste paii.____________
ou Una a vontade do comprador
,Largo da /
.Satata Cruz a
numero
12 e 84.
Esquina da(
ra do
Sebo n. 12*
e84.
BRILIIWTE AURORA
AUHORA BRILHANTE
GRANDES ARMAZENS DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandes Pires proprietario dos armazens de molhados denomina-
dos Briihante Aurora e Aurora Brilhante, ao largo da Santa Cruz ns. 12 e 84 (esquina
da ra do Sebo), faz sciente ao respeitavel publico desta eidade e do interior que nos
seos importantes estabelecimentos vender sempre gneros novos e de primeira qnali-
dade e vender a todos pelo mesmo preco.
O completo sortimento de todos os gneros finos e grossos que costumam ter outros
estabelecimentos desta ordem se enconirarao sempre nos armazens da Brilhante Aurora
e Aurora Brilhante e sempre em grande escala a vontade dos, Srs. compradores.
O proprietario dos armazens Brilhante Aurora e Aurora Brilhante pede a todos os
senhores e senhoras que quando tiverem de mandar suas relacoes a estes estabelecimen-
tos por seus criados seja em carta fechada ou com grande recommendacao a estes arma-
zens, certos de que serao to bem servidos como se viessem pessoalmente.
A Brilhante Aurora e Aurora Brilhante troca qualquer um genero que por acaso
nao ajrrade erecebe as libras esterlinas a 95,sendo por compra: a tabella de seis gneros
ser mudada todas as semanas.
Amendoas confeitadas para sones a libra 15- Vinho branco de muito boa qualidade cana-
Manteiga ingleza flor a 800, e 960 rs.
Dita mais abaixo a 640 e 720 rs.
Dita franceza nova libra 640 e e u barril a
600 rs
Chocolate sant muito novo a!5200 a libra.
Cha perola o melhor que ba ( redondo) a
libra 35200.
Dito dito mais abaixo a 25500 e 25800.
Dito uxim muito fino a 25800 e 35.
Dito hysson superior a 25600 e 25800.
Dito mais abaixo a 25 e 25500.
Dito preto muito fino a 25300.
Dito em massosa 25.
Dito do Rio em latas de 4, 2 e 1
15500.
da 45 e garrafa 480 rs.
Dito Xerez fino a caada 75500 e garrafa a
15200.
Dito Madeira seca caada 105 e garrafa 25-
Diio em caixas de urna duzia do Porto dos
i melhores autores a 125, I '-5 e 165.
; Garrafas com licor fino francez e porluguez
a 15-
Ditas com vinho de caj muito claro a 15.
: Ditas com mel de abelha puro a 15-
Frascos com genebra de Hollanda de 2 gar-
l rafas a 15.
1 Dito de urna garrafa a 560 rs.
libra a < Dito de laranja verdadeira a 15200.
1 Duzia de graxa latas grandes a 15-
Caf de moca superior arroba 105300 e II- Caixas com 25 massos de velas de sperma-
bra 400 rs. cele a 360 rs. a libra.
Dito do Mo e do Cear arroba 95300 e libra: Ditas maiores a 600, 640 e 720 rs. a libra.
320 rs. Caixas com urna arroba de velas do Araca-
Dito mais abaixo arroba 85500 e libra 280. 'y 105500 e libra 400 rs.
Barricas com bolachina ingleza ingleza nova Ditas de composieao arroba 105 e libra 360
a 35- Saceos grandes com farinha deGoiannamui-
Latas com bolachinha de soda de 3 libras' to boa a 35300.
a 255OO. i Dito de Porto Alegre melhor que de Muri-
Ditas com ditas sortidas de 2 libras a 15400. Deca a 65.
Frascos com ameixas francezas s o frasco Ditos com mho novo com 24cuias a 45000
val o dinheiro a 25800 e 35. Dito com farello de Lisboa 120 libras a
Latas com ditas a 15400, 25200 e 45. 55500.
Ditas com figos de comadre a 15500. Dito com arroz de casca a 35500.
Caixinhas hermticamente lacradas cproprias Duzia de garrafas de serveja branca e preta
para mimo a 25 e 25800. a 55800 e em barricas a 55500.
Caixinhas com ditas a 15, 25500 e 35 de Arroz do Maranhao em saceos arroba 25600
arroba. e libra 100 rs.
Presunto de Lamego muito novo a libra 560 Dito da India.e Java arroba 35 e libra 120.
rs. inteiro e a retalho 600 rs. Araruta verdadeira arroba 85 e libra 320
Chouricas e paios novos a libra 800 rs. **> mataran*.
Latas com chouricas e linguigas novas vin- Gommado Aracaty para engommar arroba
das neste vapor cora 9 libras por 65500.
Ditas coin peixe ensopado de muitas quali-
dades a I j.
Ditas com ervilhas francezas e portuguezas
a 880 rs.
Ditas com feijo verde francez a 800 rs.
Ditas com massa de tomate novo libra
560 rs.
Ditas com ostras a 720 rs.
Ditas com marmolada dos melhores autores
de Lisboa a libra 640 rs.
Potes com mustarda franceza preparada a
libra 480 rs.
Frascos com conservas de pepinos, mexides
e azeitonas verde a 15-
Dita dita franceza a 800 rs.
Gigos com trinta e tantas libras de batatas
novas a 35500.
Queijos novos do vapor a 35200 c 35500.
Ditos de prato enplicado a 15-
Dito suisso a 800 rs.
Dito de manteiga do Serid a 800 rs.
Caixas com passas novas de 1 arroba 75,
meia3->500 c quarlo 23 e libra 480
640 rs.
amendoas com casca a libra 240 rs. e arro-
ba 65-
Nozes libra 160 e arroba 55-
Charatas linos de Simas e dos melhores fa-
bricantes da Baha de 25 a 85 caixas de
100 e 50.
Grozas de caixinhas de palitos do gaz a
25200 e 200 rs. a duzia.
Barra com azeitonas novas a 3, e 45 bar-
ris grandes.
Vassouras do Porto piassava muito seguras
a 400 rs.
zeite doce francez dos melhores fabrican-
tes caixa 105e agarrafa 15-
55 e libra 160 rs.
Tapioca ou farinha do Maranhao nova libra
160 rs,
Ervilhas seccas muito novas libra 200 rs.
Sag e sevadinha a 240 rs.
Sevada arroba 352C0 e libra 120 rs.
Graxa de boio 97 a 280 rs.
Sabao massa a 200, 240 e 280 rs. a libra,
ilo hespanhol verdadeiro a 400 rs a libra.
Balaios do Porto diversos tamanhos de 320
a 25.
Capadles para portas de varias cores a 600,
700 e 800 rs.
Grao de bico arroba 45500 e libra 160 rs.
Painco arroba 55500 e libra 200 rs.
Milit alpista arroba 45800 e libra 160 rs.
Azcite doce de Lisboa garrafa a 640 rs.
i Vinagre de Lisboa caada 15500 e garrafa
200, 240 c 320 rs.
Massos de palitos de denles com 20 massi-
nhosa 160 rs.
Tijolos de limpar facas a 160 e 120 rs.
i, rCaixas com 40 cartas de traques a 95300 e
e I a carta 280 rs.
Resmas de papel almaeo pautado a 55-
' Ditogreve liso o melhor que ha a 45500.

PARA BEM DE TODOS
FAZEI FAVOR DE LR ESTE ANNUNCIO
da economa domestica que se vai tratar.
0 assumpto importante.
DESCOBRIO-SE Ai Vili
0 verdadeiro e principal armazem de molhados o do
IZA.
Mngiieni contestar esta verdade.
A fama far correr esta noticia.
A posteridade bemdi a o uoiue do Baliza.
Actualidade Batei palmas de contentaniento!
<
Dito de peso e paulado a 25300 e 25800.
Garrafes com 23 garrafas de verdadeira
genebra de Hollanda por 85500.
Azeile de coco garrafa 360 rs. e carrapato
360 e caada 25560.
Caixoes com doce de goiaba a 640,800 e 15,
Toucinho de Lisboa arroba 8550 e libra
320 rs.
Dito de Santos arroba 75 e libra 280 rs.
Molhos com grandes ceblas a 15600.
Ceuto de dita solta a 15500.
Mauncos de albos a 240, 320 e 400 rs.
Esleirs de varias qualidades.
Caixas com vinho Brdeaux branco c tinto' Cordas de postar e de andaime.
S. Julien, S. Eslife e outros a 75300 e 85. Favas da ilha de S. Miguel arroba 35200 e
Vinho do Porto fino em barris de 5o que ra-1 libra 120 rs.
ras vezes apparece por 805 e em caada a Copos lapidados para agua e vinho a 35300,
55500 e garrafa a 800 rs. 55800, 65 e 7.
Dito da Figueira puro caada 45 e 45500 e Ditos lisos para varios preco?.
garrafa a 480 e 360 rs. I Calix lapidados grandes e" pequeos duzia
Dito de Lisboa de boas marcas a 35500 e 3,4 e 55 ; e 400 e 500 rs. cada um.
45 e a garrafa a 440 e 480 rs. Massas para sopa macarro, talharim cale-
Dito branco proprio de Lisboa caada 45800' tria a 480 rs.
e garrafa 640 rs. Eslrelinha e pevide libra 560 rs.
Cognac verdadeiro a garrafa 15 e 15280. Xaropes de frur.tas nacionaes a garrafa
Vinho muscatel duzia 105 e garrafa 15- | oOO rs.
>E muitos outros gneros que nao possivel men-^
ciona-los todos de primeira qualidade.
A satisfacao da Brilhante Aurora e Aurora Brilhante vender muito embora bara-
to, mas a DINHEIRO.
LIQOMCAO
ARMAZEM CONSERVATIVO
23Largo do Terco23.
Joaquim Simao dos Santos tendo de se retirar est resolvido a liquidar e fazer nma grande
vantagem a quem seu armazem frecuentar, e vender por menos do qne outro qualquer annunciante,
para isso tem um vantajoso sortimento tanto neste armazem como fra e para melhor servir o publico
o annunciante scientifica aos sens freguezes que tem frequentado este estabelecimento que de
hora em diante tero a vantagem de 10 a 20 por cento menos que compraran) era outra poca pelo
seu prompto pagamento.
Attencilo.
r"
HHa da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P.JohnstonAC,
sellins e silhoes inglezes, caadieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de om e dous cavaJlos, e relogios de
ouro patente inglez.
Caf do Bio de primeira e segunda sorte a 270 e
300 rs.
Arroz pilado a 80 e 100 rs. a libra e 25400 e 35
a arroba
Milho alpista limpo a 170 rs. a libra e 45800 a
arroba.
Toucinho de Santos e Lisboa a 240 e 280 rs. a libra.
Passas de carnada a 500 rs. a libra c 105 a caixa.
Azeite doce de Lisboa fino a 640 rs. a garrafa e
45800 a caada.
Dito de carrapato a 320 rs. a garrafa e 25240 a
caada.
Maseas para sopa aletria, mararrao e talharim a
480 rs. a libra e 105 a caixa.
Chouricas as mais novas a 800 rs. a lihra.
Charnlos cm maros de 50 a 65 o milheiro e a
640 rs. o cento.
Dito em caixa da Bahia dos melhores fabricantes
de 15200, 25400 35 e 45-
Phosphoros do gaz vindo de conta groza 25300.
Manteiga franceza a 600 e 640rs. a libra.
Pita ingleza flor a 800 e 900 rs. a libra.
Iliscoutos e bolachinhas de soda a 15300 e 25-
Vinho do Porto engarrafado a 800 rs., garante-se a
superior qualidade.
Dito cm pipa Figueira das marcas mais bem co-
ndecidas a 500 rs. a garrafa e caada 35800
e 35"00.
D lo do Lisboa especial para negocio a 360, 400 e
440 a garrafa e em caada faz-se abalimento.
Dito branco proprio para mi rafa e em cana'da a 55 e 35500.
Bolachinha americana a 200 rs. a libra e em bar-
rica ha grande abatimento. ^^___^
Ferros para onrives.
Na roa larga do Bosario n. 24, loja de ourives,
vendem-se todos os ferros e utencilios de ourives.
Vende-se um cabriole! inglez de 4 assenlos e
rodas altas, em parfelto estado, por commodo pre-
co : na cocheira do Penha, na roa do Aragao.
Vendem-se sorles para Santo Antonio e S.
Joao a 25200 o cento, e 320 rs. a duzia : na ra
da Palma n. 41, taberna.
Vendem-se os terrenos de marinhas ns. 40 e
40 A do caes do Capibaribc : a tratar na ra da
Imperatriz n. 63, 2* andar.
Sem mitras nem coras para ornar a fachada de seus annuncios, e as portas do edificio em que habita, o Baliza se
contenta em tomar o seu lugar de honra na vanguarda de todos os homens do progresso.
Sopre embora o maldito Clarim, o seu toque de retirada a marehe-marche do desacreditado Progresso; arme a tenda
dos falsos apostlos da sinceridade no tratro, da realidade na pratica dos negocios commerciaes. revele finalmente a sua
grande insobordinacao fingindo desconhecer os seus superiores, deixando-se fiear sentado, em vez de pe filar-se e fazer a
continencia do estylo, porque o incansavel Baliza sempre fiel ao seu juramento tr continuamente na melhor ordem todo o
seutrem de guerra e no mais complecto movimento, o seu presumo para bem servir, desde o mais simples camarada at
o mais alto general da primeira classe do exercito dos seus constantes freguezes.
Entremos na materia :
SENTIDO!
OKlri:il DO DIA.
Desde a 1.a publicaco desle annuncio al segundo aviso Manoel Pedro de Mello, proprietario do grande armazem
do Baliza estabelecido ra do Livramenlo ns. 38 e 38 A vender a todos os seus freguezes.
Cinco por cento menos
qae qualquer dos seus amaveis collegas que por menos annunciar. Qualquer objecto que nao chegue a comento dos se-
nhores compradores, pode ser devolvido ainda mesmo pelas pessoas que morarem no centro da provincia.
0 dinheiro recebido pelo gener0 que nao agradar ser restituido sem constrangiraento algum.
Declaraco importante.
falso o boato que tem feito espalhar o soldado soprador da ra do Quemado de que se ach o Baliza assoi'iado
ao armazem UniSe Mercantil aberto a ra da Cadeia do bairro do Becife.
. A liga entre os collcgas um crime de lesa-povo.
E entre-tanto o Baliza ligueiro.
Ligueiro sim das ideas liberaes dos progressistas de todo o universo aos sentimento mais ntimos de seu coraco.
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.
MOVIMENTO
BAIRRO DO RECIFE, RA DA CADEIA N 50
0 mais novo e o melhor
Altlti AXHJI HE IflOIilIApOS
Esquina defronte da rua ,da Madre de Dos
ATT
Antonio da Silva Campos, successor do amigo Nascimento defronte do boceo Largo, bem co-
nhecido j nesla praca, acaba de transferir o seu estabelecimento para a casa cima indicada, onde
os seus benvolos amigos e freguezes, bem como o respeitavel publico em geral enconirarao o mais
variado, escolhido e melhor sortimento de molhados, a par do aceio, elegancia e bom rgimen do esta-
belecimento.
O annunciante, tendo feito urna completa reforma no locante a casa e gneros, possuindo bons
correspondentes na Europa para remessas de conta propria, acha-se convencido que merecer a pro-
tecgo de todos os amigos do bom e barato, a qual desde j reclama, asseverando-lhes que jamis des-
merecer a confianca com que se dignarem de o honrar.
Em resumo, visite o respeitavel publico o novo e superior armazem Movimento, eompre-lhe al-
guns gneros, e ento Bcar convencido da realidade do presente aviso, verificando por si mesmo que
nenhura outro estabelecimento o serve melhor que este, seja em commodidade de precos, agrado e
delicadeza, ou legalidade de pesos e medidas.
Finalmente, todas e quaesquer garantas que estabelecimentos idnticos teem offerecido aos
concurrentes, serao mantidas neste em grao maior.
Meias do Porto.
Vendem-se na loja de ferragens. na rua Ja ..-
deia h. 44,de Thomaz Fernandes da ('.uuha, supe-
riores meias de linho e de algoJo, por pree,0 la-
voravel.
VENDE SE
FAZENDAS BARATAS
FAZENDAS BARATAS
PARA ACABAR KA LOJA QQ BARAT1RQ
Ricos vestidos brancos bordados a 10J e 143.
Baldes inglezes de arcos e croch a .'15, 4 e >&.
Camisinhas e manguitos muito bem enfeitados a 3.
Grande sortimento de lazinhas muito boas a 360 e 400 rs.
Soutembarques e capas de seda, merino e cambraia bordada.
Bramante de linho muito largo a .
Organdys e cassas francezas finas a 480 rs.
Cambraias lisas, fil de linho liso, cambraia de salpicos.
Lindos cortes de laa Maria Pia de 8$ a 1S#.
Mimosos vestidos japonezes a I4.
Variado sortimento de chales em qualidades e precos.
Musselinas brancas com pinta de cor.
Grosdenaples pretos de 1*600, l800 e i.
Lencos de cambraia bordados a capricho a 15.
.lladapolo barato a 5#HOO.
Vende-se madapolo bom e perfeito a 3*800 a peca com 20 varas.
Todos estes artigos e outros muitos se vendem por precos que admiram I na rua do Crespo
numero I.
Defronte do arco de Santo Antonio.
portadas de cantara de Lisboa, algum lagedo ara
calcadas: noescriptoriode Manoel Ignacio de l i-
vetara & Fillio, no largo do Corpo Santo n. 19.
Na ruado Visarlon. 11, escriptorio de H. J.
Ramos e Silva & Genros, tem para vender o :e-
guinle |
Superior vinho do Porto em barris de 10.
dem idem idem em caixas.
Ora de Lisboa cm velas.
Ricos e elegantes pianos.
Ba hincas decmaes.
Algodao da Bahia para saceos e roupa de escrave s.
Vende-se urna urna de Jacaranda para depo-
sito de ossos: na rua da Imperatriz, loja de mar-
cineiron.^o.
Vtnde-se nm piano em bom estado o por
commodo preco : a entender-se com o gnardio do
convento de Santo Antonio do Recife no seu con-
vento.
DE
DE
J. VIGNES.
V 6. RL'A DO IMPERADOR X. &&.
Os pianos desta antiga fabrica sao heje assaz conhecidos para que seja necessario insistir sobre o
sua superioridade, vantagens e garantas que efferccem aos compradores, qualidades estas incontesta-
veis que.elles tem definitivamente conquistado sobre todos os suindo um teclado e machinismo que obedecem todas as vontades e caprichos das pianistas, sem
nunca 'alhar, por serem fabricados de proposito, e ter-se feito ltimamente melhoramentos importan-
tissimos para o clima deste paiz ;.quanto as vozes sao melodiosas e flautadas, e por isto muito agrada-
veis aos onvidos dos apreciadores.
Fazem-se conforme as encemmendas tanto nesta fabrica como na do Sr. Blondel, de Paris, socio
correspondente de J. Vignes, em cuja capital foram sempre premiados em todas as expesicSes.
No mesmo estabelecimento se acha sempre nm esplendido e variado sortimento de msicas dos
melhores autores da Europa, assim como harmnicos e pianos harmnicos, sendo tude vendido per
preges commodos e razoaveis.
Sitio vcuda*
Vende-se ou permula-se por predios nesla cilia-
do um dos melhores sitios dos Afilelos com exct-l-
leote casa de vivenda, conslando de 7 salas, 8
quarlos, grande e:-tribaria, cocheira para 4 cu res,
duas cacimbas de agua potavol, chas baixas Je
captan, innmeros arvuredos de fiucto, e i.. i
para 8 vaccas : mena o pretender, diiija-se ,i a
do Queimado, loja de ferragens n. 3!, que acli..ia
com quem tratar.
GAZ GAZ GAZ
Vende-se gaz da melhor qualid de a \-&
a lata e em lotos de 10 latas para cima se
far abatimento no armazem do Caes do
Ramos n. i 8 e tua do Trapiche Novo bh-
mero 8.___________________________
Charutos de Havana
de superior qualidade vendem-se em casa
de Setiafleitlin A C, rua da Cruz n. 42.
Vende-se urna vacca lourina, ou trocase por
outras da trra, paridas ha pouco lempo": a ti atar
na Estrada Nova, primeiro sitio a direita, depets
da primeira bomba.__________ _
Massa pnra ralo,
Pereira fe Martins com armazem na travessa da
Madre de Dos n. 16, tendo recebido avullada re-
messa de massa phosphorca para de.-truir ratos e
baratas, cuja effiracia ja bem conliecida, e d.-ta-
jando que esta cxcellenie preparacan chimica es-
toja ao alcance de todos, tem resolvido veedor a
duzia de boides a 4J000 cada urna, e avulso a 00
rs., e com urna duzia cada casa lica livre desses
animae.- damninhos.___________________^__
Algodao da Bahia
para saceos de assucar e roupa de escravo; tena
para vender Antonio Luiz de Oliveia Azevc >\
C, no seu escriptorio rua da Cruz n. 1.
Vinho verde de Bastos.
O melhor qne tem vindo a este mercado, ai;
xas de duzia : no armazem de Jos Joaquim L.ra
Bairo, a rua da Cruz n. 18.
Vende-se urna canoa grande e bom con-'
da, propria para carregar leona, ral. etc. ; i tem
a pretender dirjase rua das Cruzes n. 4V tjua
achara com quem tratar.
Vende-se a propriedade Japarandubinha per-
i tencente aos lierdeiros de Francisca das C!
Cavalcanti, com meia legoa em quadro, sendo !oio
este terreno de Varzea e mni proprio para canoa
ou mesmo algodao ; faz-se todo negocio, seudo a
dinheiro vista : a tratar no pateo do Terco n.
141, ou mesmo permula-se por predio nesta n-
dade.
Vende-se urna escrava de nacao, com idade
de42annos, muito boa engommadeira. eoribeira
e lavadiira : na rua da Imperatriz n. ". prinv ro
andar.



Miarlo e Pernamfcneo ... aegiiuda felra U de fiinho de 1S4
Grande liquidado
te r*a lfldas na loja e!o Pavo, na 4a Inperatriz i.
60, de tama & Silva.
AcOa-sc esta estabejecioieqjlo completamentesor-
udod 'azoadas inginas, francezas, allemaes e
>alssa.-. proprias tanto para a praca como para o
nato, prometteudo vender-se mais barato do que
em outra qualquer parte principalmente sendo em
Vor^o e de todas as fazendas do-se as amostras
leixando hcar penhor ou mandam-se levar.em ca-
a pelos caixeiros da loja do Pavao.
As chitas do Pavao.
Vendem-sc superiores chitas claras e escuran pe-
Kii da Senzalla Nova n. 42.
Neste estabelecimento vendem-se: tachas de
(erro coado libra a 110 rs., idem de Lo
Moor libra a Igft rs._________________^_
RIVAL SEM SEGUNDO
Ra do Queimado ns. 49 e 55, loja de mindezn*
de Jos de Azevedo Haia e Silva, est continuando
no sen progresso de vender baratissimo :
Caixas de soperiores obreias de cola e masa a
40 rs.
Cordo branro para vestido e espartilho, vara 20
ris.
lo barato preeo de 240 e 280 rs. sendo tintas stgu- Linhas de carretel (130 jardas) de superior quali-
res, dita> francezas fina1; a 320, 340, 360, 400 e dade a 60 rs.
OO rs., o covado, ditas pretas largas e est.-eitas, Cartoes de linha Pedro V (200 jardas) j mallo
viseados eseoeczes finos a 240 rs. o covado, islo na | conheeida a 40 rs.
loja do Pavao ra da lmperalriz n. 60 de Gama & Grozas de peonas de ac de muitas finalidades e
*'*va superiores a 500 rs.
4s eassas do Pavao a 210, 280, 300 e 320 rs. Caivetes de duas folhas porcm finos a 500 rs.
Vendem-se liuissimas eassas persianas cores li- Caixas cora ealungas muito bonitas para rap a
xas a 320 rs. o covado, ditas francezas muito finas) 100 rs.
t 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o Franja branca e de cores para toalhas a 160.
'.vari finissiino organdy matisado cora desenhos Pares de botoes para punlio muito bonitos a 120.
niiudinhosa 320 rs. o covado, eassas garibaldinas Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a
120 rs.
Tinteiros de, vidro com superior tinta a 160.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
Groza de botoes de louca prattados, o melhor, a
160 rs.
Tesouras para costura, o mais superior, a 400 rs.
Ditas para unbas muito finas a 400 rs.
Escova.- para limpar dente- muito superiores a
200 rs.
Libra > de la a de todas as cores (pesada) a 7.
muito linas a 320 rs., isto na loja to Pavao ra da
lmperalriz u. 60, de Gama & Silva.
As lazinhas da exposiro do Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas mossan-
hique chegadas pelo ultime vapor francez sendo
de umi s cor ou de listasmiulinhas com 4 palj
mus de largura, proprias para vestido de senhora,
mapa para meninos e capas, e pelo baratissimo
pioco de 300 rs. o covadn, ditas enfestadas trans-
itronte? de quadrinlios a 500, 400 e 360 rs. o co- ,
do, ditas malisadas muito tinas a 300 e 400 rs., Mxas,de Ph0fPll0.rs do seguranea a 160
litas mais baratas do que chita tamben malisadas J** Papel amiade pautado e liso a 600 rs,
a 320 rs. o covado, ditos a Mara Pa com palma .^ eom m anvelopes muilo super.ore
le seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
> ditas de una s cor parda, azul, cor de lyrio e
uerola proprias para vestidos, santembarqes e
ijaribaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
h1 e 400 rs isto s na loja do l'avao. ra 4a Im-
yeratrir. n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavo.
V'endem-se finos chales de crepon estampados
:-eio barato proco de 6,8, li, 80, ditos de pona re- Carlas dealfinetes francezes muito finos a 40 rs.
louda a 73 e 8f ditos pretos ricamente bordados Meada, de ,nha f,5xa ara bordar a 20 rs.
iretroz con. vidrilho a,12* ditos pretos lisos a Pares do sapatos de tranca mullo superiores a
ditos decores a 43500 c 53, ditos de merino i600.
es a 800
Cadernos de papel branco e de cores, peque, a
20 re.-.
Cartas e taboadas para meninos a 80 rs.
Caixas cora superiores seas de acender charutos
a 40 rs.
O JAIVA li
Roa do Queimado n. 49 e 58 est
acabando a pecbiacha.
Pecas de bico eom 10 varas
a 200 rs.
AWIISi
Acaba de receber de sua'nropria encommenda um grande e
Carreteis de linha Alexandre (200 jardas) de cores de mo|hados to(los primorosamente escomidos, por isso apressa-se o proprietario em' SSi o5ecC"ae XVo^
Barataos para voltarete muito finos a 240. offerecer 30S seus freguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e tanto de sua coma como de consignacao,
campados a 23 e 33, ditos de lia a 13280 e 2f Pa[iei? de aulna com um pequeno Ioque a 10 rs
ira luto a 63, isto na loja Groza de bo|0(S de ffladreiM)ro|a mujt0 nos a
& 300 rs.
lito? de retroz preto para
Je Pavao ra da Imperatriz n. 60, de Gama
mUx
_ Cartoes e caixas.de celchetes francezes superiores
t azenuas prelas para a quaresma vende o Pavao. a 10 rs.
Vnnde-se grosdenaple preto muito superior a Bonets para meninos muito finos a 13500 e 23.
3C0, dito a 13800, 23, 23500, 2380 e 33, mo- Macos de grampos superiores e limpos a 30 rs.
reantiqne preto muito superior a 33 o 23800, sar-, Groza de phosphoros do gaz muito novos a 23200.
lapreta hespanhola muito encorpada a 23, isto na Areia preta muito superior a 100 rs.
toja do l'avao rua da lmperalriz n. 60, de Gama Caixas de rape eom espelho a 100 rs.
i Silva. | Realejos para entreter meninos a 80 rs.
0 Pavo vende para lulo. Pecas de fita de linho muito boas a 40 rs.
Vende-se superior setim da China fazenda toda Pintes de laeo muito bonitos a 13.
'e lia sem lustro tendo 6 palmos de largura pro- Enfeile* de laeo de todas as cores a 13390.
lino para vestidos, paletots, capas etc., pelo bara- Rodas eom altinetes francezes a 20 rs.
o preeo de 23, 23200, 23500 o covado, eassas i Caixas com qualro papis de agulhas imperiaes a
i.retas'lisas, chitas pretas largas e estreilas, chales 240 rs.
de merino lisos c bordados a vidrilho. manguitos Sabonetes de familia a 80, 160 e 320.
mlias e outros muilos arligos que se ven-. Caivetes de duas folhas muito finos a 320.
!em por precos razoaveis : na loja do Pavao ra Pwes de sapatos de laa para meninos a 400 rs.
PARA A FESTA
DE
S. ANTONIO, S. JOiO E S. PEDRO
Sapatos de tranca para senhora e para homem, os
melhores que tem vindo, e por preco muito barato:
corpinhos de cam- 9"em.,.!li:iwr l^'I^* rua do Ql,e'ma iLu. 7 o a W o 53, e vera tudo 1
la lmperalriz n. 60, de Gama & Silva.
Os corpinhos do Pavo
Vende-se os
braiu ricamente lardados e enfeitados a 7 e
a do l'avao, rua da Imperatriz n. CO, de Ga-
ma i Silva.
Os vestidos do Pavo
Ve&de-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
;araente bordados a vellido pelo barato preeo de
403, sendo fazenda que sempre se vendeu a 1003
"Oi ; ditos de e.ambraia brancos ricamente bor-
indo-; a croch, sendo nroprios para baile e easa-
ineao a 10. 15, 20 e 305; ditos de laa cora lindas
barras a 18 c 153; isto na loja do Pavao rua
1 Inperalrix n. 60, de Gama & Silva.
Os pauuos do Pavo.
ir'ende-se panno preto muito superior pelo barato
1 de 25, 23500,33 e 3500, ditos muito tinos a
43. 53 e 63, corles de casemira preta enfestada 3
'i-3. 43500 e 63, casemira preta fina de urna s
largura muito lina a 13800, 23, 23500 e 33, cor-
casemira de cor a 53, 53500 e 63, casemi-
nfeslldu de urna s cor proprias para calca.
ots, Golletes, capas para senhora. roupas para
meninos a 35 e 3j>500 o covado, isto na loja do
i1' io, rua da Imperatriz n. 60, de Gama A Silva.
A roupa do l'avao.
V ndem-sc paletots de panno preto sobretasa-
o fazenda muito boa a 123, ditos muito fino- a
lj. 253 e 303, calcas de casemira preta boa
la a 43500,53, 63,'75 e 85, paletots saceos
ano preto a 75. ditos de casemira de cor a
!> 1 "3, ditos de alpaca preta, ditos de merino
, ditos debrlm de cores, calcas de casemira
ra '-!>. 55.65,75, ditos de caxemira da
?sia a 3|>, ditos de brim jiardo a 2350i>, ditos
r a 23 e 25500, ditos brancos muilo finos,
oa loja do Pavo, rua da Imperatriz n. 60, do
1 A: Silva.
Os cortinados do pavo.
ndem-sa ricos cortinados proprios para janel-
ainas pelo barato preeo de 05 o par, sendo o
r que liano mercado": na rua da lmperalriz
1 r). de Gama X Silva.
AsetkhaB do Pavo.
V"endein-sc colchas de linho alcochoadas pro-
pi para cama pelo barato preeo de 55 cada nma
na rua da lmperalriz n. 60, de (ama & Silva
As precalas do Pavo.
odem-se as mais lindas precalas que*tein vin-
lf -5 mercado chegadas pelo ultimo vapor fran-
pelo barato preeo de 600 rs. o covado, ditas
le slrinha muito miudinhas proprias para vestido*
opas de meninos c meninas pelo birato preeo
le POO rs.: s o Pavo rua da imperatriz n. 60.
loja de Gama 4 Silva.
Os souteanbarques do Pavo
1O0 e 1.Jf s < Pavo.
Vendem-se os mais lindos souteanbarques que
tem viudo ltimamente de lazinha e caxemira n-
.amente bordados e enfeitados, sorel muito delica-
das pelo barato proco de 103 e 135 ; fazenda esta
jue em outras lujas se vendem por 205 e 255,
para liquidar : na loja e armazem do Pavo
1 na da Impera'.! i7. n. 60 de Cama & Silva.
*s chitas do Pavo S#400 c
*NOO o corte.
Vendem-se cortes de chita com doze covado-
ada corte, ditos com dez covados a 25400, fazen-
1a muito boa, e que nao desbola, s na loja do Pa-
. tem esta pechincha ; a ni:, da Imperatriz n.
O de Gama A Silva.
I.as de urna s cor.
Vendem-se lazinhas de urna s cor, sendo en-
imada, azul, cinzenta, c6r de caf, lirio claro, li-
no roxo cor de jierola pelo baratissimo preeo de
640 o covado, fazenda muito fina s o Pavao, rua
la Imperatriz n. 60 loja e armazem de Gama 4
Pannt de linho.
Vende-sc panno de linho com 4 palmos de lar-
ura proprio para lences,1oalhas c ceroulas pelo
barato preeo de 640 rs. a vara, bramante de linho
ora 10 palmos de largura a 25500, algodaozinho
onstro com8 palmos de largura a 15, pecas de,
Haraburgo com 20 varas a 93, 105 e 115, pecas de,
. idapolao fino a 75300, 85, 93 e 103, ditas de,
lodaozinlioa65,63S00e 73, e outras muitas (
1 ridas brancas ue se vendem muito baratas
;fim de apurar dinheiro : na loja do Pavo rua da [
, i.peratriz n. 60, do Gama & Silva,
O bramante do Pavo com doze
palmos de largura.
Vende-se bramante de linho puro, muilo fino com
loze palmos de largura o melhor e mais largo que
ten vindo ao mercado pelo barato preeo de 25800
; vara ; s na loja do Pavo de Gama & Silva,
ana da lmperalriz n. 60.
As precalas do Pavo.
v'endem-se as mais linda* predelas qos tem vin-
do ao mercado chegadas p"!o ultimo vapor francez.
pelo barato preeo de 600 r*. o covado, ditas de Im-
proprias para vestido
como bom e barato.
Os Vmm
OS HlS aUulUVMTI
1:
Ji'iiiM |Mi1iaz iiracHo
i.
ESCRFULAS,
O! EDPOOES ESCROFULOSAS,
< [rrtw de loiiii n especie,
srraina o\ mi venbeo,
Ebiilli^-oCNi
3^r0EJAS,
OPaTHAiJIA,
Fydropisa,
Erv>pfgens,
HERPES.
emimis
ESI OJtltlTO,
Tnha.
HAGAS ANTIGS,
RhetrrTiat?srno Chronc,,
mmiABAM GERAL
Ncrvositlatlc. Nnnilias.
FiLTt IIE IPPliTI'l'E, FASTIO.
STIPPRESSO DAS REGRAS, ou
AMENORRHEA,
' liiii i fliibes nm
Retfiro das trinas,
i:macia(;Ao,
u INfLAMMACES CHPiONICS,
A5ec9oes Chronicas do Figado,
A&SIM COMO TODAS AS MAIt ?>IMII.IIAXTKS MO-
!...-"..>-, l'lINCll'AI.Ml:.MK (fANDO SAO
i tCSAHAH, OU MtODCnSAS HK.L0 MU
LIVM vso no Mkiiouuio ou
QuiNiao,
mi .-n:in iiimbi-m pi-lu frcqnciite dn AII-
SKMCO c nnlraB prepnrnf' tliiirrarai
Toda3 distas Enfermidades prompta e efficaz.
mate cedem a benfica, poderosa e
..".:ienutes qiialidades da mili
justamente afama la
MI&tftMIIMH W, M1CTL
k venda as boticas de Caors 4 Barbosa,
raa da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, nu
da Madre de Dos. ___________^
Vinho do Porto superior
;m caixas de nma e duas duzias : tem para ven-
dci Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C. no eu
O Vigilante est alerta, nao Ihe era permettido
deixar passar desapercebido sem que nao dsse o
seu canto afim de annunciar ao respeitavel publico
I o grande sortimento degalantarias do melhor gosto
vara( ^ propriamenle para qualquer mimo, que acaba de
chegar neste ultimo paquete, assim como muitos
ersos navios,
, que est
resumidos precos, afianzando todo e qualquer genero vendido neste bem conuecido ar- resolvido a vender por precos muito baratos para
rnazem. vender muilo e ganhar pouco, e dar extraceo ao
grande deposito que tem. que espera merecer a
proteccao do respeitavel publico, empregando para
isso todas e as melhores diligencias para que fl-
quem satisfeitos : isto s no Gallo Vigilante, rua
do Crespo n. 7.
Ricas porla-joias.
Cofre de muito gosto por 16,5000
Cestinhas transparentes, forradas de madre-
perla por iSiOQO
Lindas jardineras lOMO
Ricos cofres com camapheu 105000
Lindas ca|xinhas com pedras brancas I0jf060
Lindo balao com calunga dentro tambem
para joias 16-5000
Tambalier para ditas l'SOO
Cestinhas idem idem 65000
Cusiiinrama idem idem 65000
t'rnazinha 6t500O
S no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ricos porta-bouquetes de diversos gostos e pre-
sos : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
ttiros sillos
com lulrinlias ao lado a 10. 1 e 135, ditos sern
I bolea, porm do mesmo goslo, a 2&5U0, 35, .(oOO
e 4, ricas fivelas avulsa para sintos, o melhor
que se pode encontrar, a 15500. 25, 25500 e 35 :
s no Vigilante, rua du Crespo n. 7.
Aiiieudoas confeitadas de8oors. a libra.
Manteiga inglea perfeitaraente Qr, a 9oo rs,
c 16 a libra,
dem franceza a Oiors. a libra, e Goo rs.
sendo em barril.
Cha uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras
para cima a 2,600.
ja, canella, cravo, ortel pimenla a 1,000
rs. a duzia l.oo rs. a garrafa, garante-se
que os melhores que temos tido no mer-
cado.
Passas em caixas de 1 arroba \f% e \\ a 8,5oo,
l,5oo e 2,oo rs. a caixa, e Soo'rs. a libra
garante-se seren muito novas, e graudas.
dem perola a 2.8oo rs. e de 8 libras para dem iorinthias proprias para podim a 9oo
cima a 2,7oo, rs. a libra,
dem hysson ornis superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,600 e de 8 libras para cima Lisboa a 64o rs. a libra
a 2,8oo rs. Ervilhas secas muito novas a I6o rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2,3oors. Ervilhas francezas em latas a 600 rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li- Potes com sal refinado a 48o rs.
bras para cima a 2.2oo. Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
dem do Rio em latas de 2. 4. 6 e 8 libras fazenda especial.
cada urna a 2. .'), 3,5oo e 4.8oo rs. a lata,
dem preto o melhor que se pude desejar
neste genero a 2,800 rs.
Presunto para fiambre inglezes a 7oo e 800
rs. a libra.
Chouricas e paios mnito novos a 64o a libra.
dem menos superior a esse que se vende Caixas de traque n. I a 86500 cada urna,
por, 2 e 2,4oo. a 4,86o rs. a libra. Massas para sopa macarrao, talharim aletria
dem mais baixo bom para negocio a l,5oo a 4oo rs. a libra,
rs. a libra.
dem mitidinho proprio para negocio a I,5oo
rs. a libra.
Queijos do reino chegados ueste ultimo va-
por a 3,3oo.
dem prato es melhores e mais frescos do fabricantes mais a creditados a l,5oo,
mercado a 76o rs. a libra sendo intuito. 2,000, 2.5oo, 3,ooo e 4,000 rs. a caixa,
dem londrino a 600 rs., e sendo inteico a os mais baixos sao dos que por ah se ven
5oo rs. a libra, vende-se por este preso dema 2.000 e 2,5oo rs.
pela porco que temos em ser. Caf de premeira qttalidade a 9,ooo rs. a ar-
Biscoitos em talas de 2 libras das seguintes j roba e 32o rs. a libra,
marcas : Osborne. Crakntl, Mixed, Victo- dem de segunda qualidade a 8,5oo rs. a ar-
ria, Pcc-nic. Fance, Machine eoulras mui-; roba e26o rs. a iibra.
tas a l,3oo e 1 4oo rs. Arroz do Maranho a 12ors. a libra, 3,ooo rs. jrato^preco!
Caliazes on cestinhas. 1,'
At qoe chegaram as desejadas cestinhas ou ca-
bazes para as meninas trazerem no braco, o mais
I rico possivel. a 25500. 35300, i. 5, 7 e 105 : s
I no Vigilante, rna d Crespo n. 7.
I'enles.
Neste artigo tem um grande sortimento, tanto
para alisar
. como para atar cabello, o mais lindo
Cognac verdadeiro tnglez a 8,5oo rs. a caixa que se pode desejar, anta como de arregacar ca-
e 800 rs. a garrafa. I bello, tanto de borracha como de tartaruga, com
dem francez a 7,000 r>. a duzia e 7oo rs. a ''nfei! p *em elle jiara meninas: s no Vigilante,
garrafa. (rua do Crespo n. 7.
Charutos em grande quanldade e de todos os T entes
chegaram o riquissimos
snjienor
u eos grandes: vende Antonio Luiz de Olivei-
ra Azov-do & C. no seu esc'riptorio rna da Crnz
n"nro {.
['rias e volantes.
irinha muito mrid.naas proprias para vesnao 'riitorto'raad* Cr T
M de meninos e meninas pelo barato preeo 8 ^-Pierio r> '"'
1 rs. : su o Pavo roa da Imperan iz n. 60. Farinha de mandioca
' de Gama f\ Silva.
Os Lalcs do Pa.o.
'endnwM naolina.. na bati 30 aro
1 1 de cure*, ando ameriraM - niclhoiiis por se nio <\ irarew
, eom '
. menina a ii t -5 : na lora do I'a-
:ua da Imperatrk n runa & Silva.
O Pavo vent 8>
\"endem-s- v nialsIIMoscotlM deveMidosi
i lindas harpas de seda, *endo che
pelo b '.' I r '.
>vac n hnw
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
Balachinha de Craknel em latas de 5 libras
i bruto a 4,000 rs.
I dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,5oo rs. a barrica e 2io rs. a
libra.
Cartoes com bolas francezas proprios para
mimos ou para anjos que vS as procis-
soes a 600 rs. cada um.
Peras seseas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em tatas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
rs. a lata.
dem em caixinhas de 8 libras a l,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 120 rs. a libra, e 4,000
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 800 rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vnoos engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca, Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, em caixa de urna duzia a \ 0,000 e
i ,000 rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,000 a caada.
dem superior a 5oo rs; a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
Idem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a canada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composicSo a 560 a garrafa e 4,000 rs. a
canada.
Ricas caixas com figos a 1,000 rs. cada urna.
Ricos livros com figos 1.000 rs.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
Garrafoes cora 4 lk garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem coto 4 {* ditas de venagre a 1 ,ooo rs. o
garrafao.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com a ancoreta
dem empipa puro sem o batism a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a canada.
Caixas cono 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,800 rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e pi-rtuguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles. ro-
sa, absinto vespeiro. amor perfeitn, amen-
dua amarga, percicut. de Tarn, Botefim,
morangos, limo. caf, laranja, cidra, gin-
a arroba,
dem da India muito superior
arroba, e loo rs. a libra.
Tambem chegaram o riquissimos paes de
concha de tartaruga e de massa fina.'que se vende
por 25, 3 e 'i'i : .- no Vigilante, rua do Crespo
numero 7.
Leques.
Riquissimos leques de madreperola. tanto para
i senhora como para niocinhas. pelo barato preeo de
12 e 145 : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Mais leques.
Com pequeno defuito, leques de sndalo, por ba-
a 85 e 105, chinezes, muito bonitos,
lambcm por barato preeo de i e 55, bentarallas
2,9oo rs. a i niuito bonita* tambem por barato prego de 4 e 55,
leques de cha rao tambem por 45, ludo isto para
! StS'tfaSS?. Ta w 0|:"no Vigilan"
dem da India comprido a 2.4oo rs. a arro-
ba, e 80 rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9.ooo rs. ar-
roba, e 32o rs. a libra.
dem de sebo muito dura fin-indo espa.mace- _____ft"l "*"*."!*#-. ... h .
. oi;A ik rambem chegaram as liguinlias estreilinhas de
rs- a ra- I borracha que as senhoras tanto precisam para se-
Pulseiras.
Lindas pulseiras de contas e de missanga, cores
muito lindas e de muito gosto a 15 e 15200.
dem de esparmacete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 8,000 rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.000 rs.
dem aimaco pautadoe Iiso a 3.000 rs. a resma.
dem de peso pautada e liso a2.5oors. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueleiru a 2,2oo rs.
a resma,
dem embrulho de 1,2oo a 1, 4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 / libra a
l,2ooe8oors. a libra,
dem ern frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l,ooo rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
Molhos inglezes a 800 e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de caj secco o mais
bem arranjado possivel a I.800 e 2,8oo
rs. a lata.
Cerveja Tencnte verdadeira a 6,800 rs. a
duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
e 6,000 rs. a duzia inteiras. '
Vassouras de piassava com 2 ateos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a i,000
800 rs. o cento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
1,000 a l,2oo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafoes de 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza c 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixades em magos grandes
com 2o rs. o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos mnito novos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a Ho rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 2e rs. a libra e .*>,4oo a arroba.
Peixcs em latas al,000 rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N.
grandes a 4,ooo rs.
r% o molho e
gurar os manguitos por ser muito commodo e mui-
to barato, a 320 o par : s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Sapalinhos emeias de seda.
Riquissimos sapalinhos de seda e de merino en-
feitados, assim como meiaszinhas de seda, gorra-
zinhas e touquinhas para as criancinhas se bapti-
sarem : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Carretas.
Riquissimas carretas de madreperola proprias
para qualquer presente, pelo baratissimo preeo de
15500 e 25.
VoUiua.
Lindas voltinhas deperolas falsas com cruzinhas
fingindo brilhantes, assim como cruzinhas avulsas
e voltinhas, pelo barato prego de 15 e 15200, as
cruzes avulsas a 400 rs. : so no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Golintws.
iquissiraas goiinhas e manguitos, o melhor gos-
to possivel, a 25, 25500 c 35 : s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Enfeites para senhora.
Riqnissimos enfeites com laeo e sem lago c de
outros muitos gostos a 15, 15500 e 35 : s no Vi-
gialnte, rua do Crespo n. 7.
Trancclins.
Lindos trancelins de cabello para relogio ou lu-
netas, pelo baratissimo prego de 15500, ditos de
retroz a 200 rs.
l'atuitliiilM entremetas.
Riquissimos babadinhos eutremeios com lindos
desenhos tapados e transparentes, pelo barat ssimo
prego do 15200, .15500, 25 e 35: s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Cscarrilhas.
Grande sortimento de eascarrilbas de diversas
larguras, assim como galaozuho e trancinhai pro-
prias para enfeites1: s no Vigilante, rua do Cres-
po n. 7.
Fitas.
Grande sortimento de fitas de diversas larguras
e qualidade, por precos que admiram aos compra-
dores, havendo fitas largas proprias para sinteiros
que se pode vender a 300 rs. a vara, e pega de 9
varas a 25 : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
A .tgala branca -mi rain do <|uel
mudo a. receben :
Talagarga, seda frouxa, e froco para bordar.
Lionas e agulhas para crochet.
As afamadas agulhas parisiense, imperial e
Victoria.
Carteiras com aglhas de (goal superioridade.
Agulheiros e dedaes de marflm e madreperola.
Retroz m carrfteis.
Alfinetes brancos e pretos em caixinhas.
Tesouras finas de ac polhdo para unhas ecos-
tura.
Caivetes com lima, e ulha pequea para lim-
par unbas.
Pinceis finos cabo de o**o e marflm para
barba.
Eseovas tinas dito dito dito e madreperola para
limpar dentes.
Ditas ditas dito de madreperola para limpar
petites.
Pentes de marflm para alisar e tirar piolhos.
Ditos de dito com chapa de metal para limpar
os mesmos.
Facas de marfim para papel.
Raspadciras com molla eeabode marfim.
Pastas pretas e coloridas para papis.
Linhas pretas lustrosas, a melhor que se pode
encontrar para machinas, em carreteis de 200
jardas.
Papel para folhas. e rosas, tendo algum ra-
jado.
Folhas avclludadas e de panno para dita.
Boies de cornalina
e outras qualidades para coletes
A Aguia branca acaba de receber um novo e
variado sortimento daquelles apreciados botoes de
cornalina brancos e encarnados, chatos e redon-
dos para coletes, cujas abotuaduras contlnuam a
ser vendidas pelo commodo e inalteravel prego de
25 cada urna.
Alm desses recebeu tambem outros dp madre-
perola, massa e osso, com differenfes moldes para
o mesmo fim.
J se v, pois, que o prctendente munido do di.
nheiro achara sortimento vontade na rua do
Qoeimado loja d*Aguia branca n. 8.
SiPAIOS DE BURRACIIA
a i^iono. I ttaoo e #500 o par
na rua do Queimado loja d'Agoia-Branca n. 8
BAUSniIOS E CAIXINHAS
eoan perfumarlas.
.Na rua do Queimado n. 8 loja d'Agna-Branra. os
freguezes munidos de dinheiro encontrarao. boni-
tos bausinhos cobertos de couro e com 6 Irasqni-
nhos de extractos por 15500 cada um. e outros
cobertoi de papelo com !! frasquinho* por 2500H
um; caixinhas com 6 frasquinho de diios por
15000 urna, outras com 12 ditos por 25000 urna,
outras cora 3 ditos, cuja coberta parece tartaruga,
a 15500 cada nma, e outras com pastilbas de chei-
roaSOO, 15000 e 25000.
Caniveles linos de cali de madrepero-
la editas loihiis.
Por estarem tocados de ferrugem vendem-se a
500 rs. caivetes finos com cabo de madreperola e
duas folhas : na rua do Queimado, loja da aguia
branca n. 8.
Envelopes bordados e carles com bei-
ras dnenlas.
Na loja da aguia branca, rua do Queimado n. 8,
achavam-se venda bonitos envolopes bordados e
carles com beiras donradas. tendo de uns e de
outros, maiores e menores, proprios para partici-
paces de easamentos, bailes ele.
Completo sortimento de Otas
unas, lisas e tarradas.
A aguia branca recebeu um grande e completo
sortimcnlo de fitas de diversas larguras e qnalida-
des, tanto lisas como lavradas, e em todas ellas co-
nbeee-se a superioridade da fazenda, notndose
as lavradas o bom gosto dos novos e lindos dese-
nhos, isso tanto as malisadas como na* brancas
e pela commodidade dos precos o pretndeme que
se dirigir munido de dinheiro rua do Queimado,
loja da aguia branca n. 8, ser bem servido.
Capachos inglezes.
Na loja da aguia branca, rua do Queimado n. 8
vendem-se bous capachos inglezes, os quae* alm
de bonitos sao de immensa doracao, pelo que se
tornara baratos pelos precos de 45. 55, li- c 75
cada um.
Cartas francezas.
A aguia branca, na ruado Queimado n. 8. rece-
beu um novo sorlimento de tinas cartas francezas
com beiras douradas e brancas, e as est venden-
do baratamente a dinheiro a vista.
Objectos de phanfasia viudos
para a aguia branca.
A aguia branca receben novos e bonito* objec-
tos de phanlasia, alguns dos quaes nunca vistos
aqui, sendo :
Bouitos aderecos completos feitos de perolas falsas.
Ditos ditos de pedras, por cuja perfeieao e bom
goslo quasi se nao distinguem das vrdadeiras.
Lindas pulseiras de mosaico.
Dita dita de perolas falsas tanto para senhoras
como para meninas.
Dita de chapa de cryslal com listas dourada*.
Dita de cornalina branca, azul etc., etc.
Ilonitos alfinetes e anneis para gravatas.
Ronitos pentes de concha, obra de apurado gosto.
Outros traversos com pedras para meninas.
Bellas guarnigoes de pentes dourados. ornados
com eaixos de uvas, feitos de aljfar, obra su-
blime.
Outras igualmente bellas, lodas de lino dourado e
com pedras.
Outras a tartarugada*, nada inferior a aquella.
Voltinhas de aljfar branco e de cores com cruzes
de pedras.
Esses e outros muitos objectos acham-se a venda
na rua do Queimado, loja da aguia branca n. 8
JAB RO[
de porcelana e cscarra*
deiras de vidro
A aguia branca tambem mandou vir bonitos jar-
ros de porcellana dourada e de differentes lama-
nhos ; assim como escarradeiras de vidro, objectos
esses sempre necessanos para o bom aceio das sa-
las ; resta somente que o comprador dirija-se com
dinheiro loja d'agtta branca, na rua do Queima-
do n. 8, onde ser servido com agrado e sinceri-
dades^______________________
PLVORA.
\ ende-se em barril por menos do que em outra
qualquer parte, para fechar conta : no armazem
de J. A. Moreira Das, rua da Cruz n. 26. onde en-
contrarao a* amostras.
(lie:
j cada
1:1'
jm
fr,r-P-
1:
... itna & b
_ rain a tempo proprio.
S para o Vigilante.
Ate que chegou um grande sortimento de trinas
b volante.- saln*, bicos e espeguillias pratiadas e
dourada- c de todas as larguras, propriamenle
para os ornamentos de igrejas e oratorios para
Mojar 0 me* Marianno ; sous preces sao muilo
racoavek- no Gado Vigilante, rna do Crespo
numero '*
GRANGMS AltffeuBRHAGiAS DE DCNAND
a-!NIb5H0SRDVENftl
Superiores a lodos as prepara-C eor.hndas il huj .-onlr as Oonorrhea e Keanorrharlas as mais inwcs:
Brtciiu seguro epromi.io.il- colicM. Mi IfWlw. w '.salom rtmsegrM-
lnfllllvcl
fcllsainic tem
InjecQo curativa e preservativa
.cara com rasMei re diw t>* esccrrim.-nlo IHKBploiol de um!.os seio-. riorsbrjc:ai Ad
m tntlicUi.i; ijr'.:f.:i o: le* r- rioeos preserva i" i('..a-(uer illeratio. PAtUe, j. nu i* r-ifo.-maTO
Deposito
geral erro Pernambuco na
da Cruz n. 22 emeasa de Caros A Barboza

ILEGIVEL
i
Fitas de la
Fitas de laa de todas as qualidades. proprias pa-
ra debrum de vestido a 700 rs. a peca : s no Vi-
gilante, rua do Crespo n. 7.
Hieos espellios.
Riquissimos espelhos com moldura dourada e
sem ella de Si. 10.12 e 14,5. assim como con co-
lumnas de differentes tamanhos a 2, 3, i, 5 e 65:
s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Lindos jarros e figuras.
Riquissimos jarros e figuras de porcelana fina
e Biatd' saceos Para enfeite de sala, sendo o melhor gosto que aqui
tem apparecido : s no Vigilante.
Vara pos de arroz.
Riquissimos vasos com boneca para pos de ar-
roz, cousa de muito gosto a 14500 e 25, assim co-
mo pacotes s com es pos a 320 rs. cada um : s
no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Perfumarlas.
Grande sortimento de extractos e banhas. poma-
das, assim como os lindos ropos ou vasos com dis-
'.tinctivos eofferecimento* sirhazinhas. dos me-
lhores e mais afamados r.utores de Paris e Ingla-
terra, assim como os grandes copos de banha japo-
neza a 2 e a 15 ; assim como outros objectos que
nao possivel per hojt annunciar. e vista dos
fregueses se tara too negoclp : na loja do Galle
Vigilante.'roa de Cre r n. 7.
<-5 0 - 0 85 r~ 82 & m c es e i3-
W CZ 92 C CJC E^ es 5t CO
0 c - = Cu rr-
i hd (X z
i i es i 88 ce w B 1 ps 80
es Qi P s- c t i
ce 00 0 30 es cr- 1 *
r-r- B T^- ka>
er- P p su a>
es 1 c s*
! rebe'.dee.
Grande pechmchft.
A 200 rs. covat.
Cambraias escuras finas.a 100rs. o covadu para
acabar ; nao se dao amostras para que se acabem
logo : quem quizer. venha comprar no anmaem
de faiendas de Custodio, Carvajlio & ('.. rua do
Queimado n. 27.
Plvora.
Vende->e plvora ingleza lina, em barr; de 25
libras e. h. em lotes a vontade do> res e
por prco mdico : a fallar no esi-rijrtorii. )< Ho-
the & Riiloiilac. na do Trapi-lie n. 18, ^.,,,rjt.
amostras sao patentes.
as
Terreno.
Vendem-se 197 palmos de terreno na rua impe-
rial, com fundos at a estrada de ferro, e junta-
mente urna canoa
muito bom estado
nair-l'iicana.
de carga
1 tratar
junta-
de 1,800 lijlos, em
na Companhia Per-


Diario 4c
IMM Segunda fclM d Jimho 4c tM4.
1 M MV^htv: 'i
: H
HIJA DACADEIA O Rli IFE *. 43.
NOVO E
GRANDE SMZEU DE MOLHADOS
. .. -.
.
RA DA CAMBIA DO HBIIE Y. 53.
Francisco Fernandos Duarte acaba de .abrir na ra da Cadeia do Recifen. 53, um grande e sortido armazem de molnados de-
nominado Mno Mercantil. Neste gtande annazem encontrar sempre o respeilavel publico um completo sortimeolo dos melhora
ceneros que vem ao mercado, tanto estrangeiros, como uaciouaes, os quaes sero vendidos em porcoes ou a leiaJbo por presos asst
goutmodos. n
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
de primeira qualidade a 600 rs. a libra,! 10200 a caada.
em barril se faz abatimento. i Azeite doce refinado em garrafas brancas a
Manteiga. franceza a mais superior de mer- 800 rs.
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. 4^800 a caada.
Prezontos inglezes para fiambre, de superior Geneora de Hol lauda a 500 rs. o frasco e
qualidade, chegados ueste ultimo vapor, a, 5*80 a frasqneirt.
h^ra- Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
cora ricas eslampas na caixa exterior,
muito proprias para mimo, a 10200,10500
e2*.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a, Cewdinl de Franca a 200 rs. a libra.
2 libras a 600 rs a libra. Farinha do Maranhao a 0 rs. a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades "1* rdadeira a320 .a libra.
que ha em Portugal em latas hermtica- Cevada
mente lacradas
Queijos llamengos chegados nesle ultimo
vapor a 20800.
Queijo pralo muilo fresco e oovo a 640 rs.
a libra.
Castanbas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha uxiu o melhor que ha nesle genero,
mandado vir de cenia propria a 20800
rs, a libra.
Cha hyson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cha prelo muilo superior a 20 a libra.
IJiscoutos inglezes em latas com difieren les
qnalidades, como sejam craknel, victoria, Ameodoas'de'cav mo'lte a
piquelez, soda, captara, seed, bornez e Am
10350.
Sardinhas de Manes a 340 rs. oquartoe 5W
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : savel, corvina,
vezogo, eberne, linguado, lagostinba, i
10300rs.
Salmao em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Macaa de tomtes em latas de i libra a 60<
ris.
Chouricase paios em latas de 8 e meia libra
por 70.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra e
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 j
barrica.
imperial, dos melhores conser-' ?**muit0 n0T0 a 240 rs-a ,ibra-
ESPLENDIDO SORTIMENTO DE MOLHADOS
W. 9 RIJA HO CRESPO Ltf. 9
e valla para i n de horadar
outras mu i tas marcas a
Bolachinha de soda em latas grandes a 20.
Figos era caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 10500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 20 cada nma.
Passas muilo novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50o rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tera viudo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qnalidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 103 a duzia, e 900 a 10a garrafa; desle
genero ha grande porcSo e de diferentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Lniz,
Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de"I833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de superior qualidade, vindo
ja engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra..
400 rs. a libra.
Avelas muito novas a 200 rs- a libra.
Amendoas confeiladas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Maclas e peras ebegadas nesle ultimo vapor,
muilo perfeilas, so vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portugnezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate bespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e
59800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
Alpistaa 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 40 libra*
por 10500.
Cebollas a 10 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rt,
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, propriepara negocio, a 80.
Arroz do Maranhao a 100 rs. a libra e208fX
a arroba.
Arroz de. Java a 80 rs. a libra e 29400
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixao.
Macarrao, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
EstreHinha.pevide earroz demassa para sopa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras
Palitos de dente lixados com flor a 200 rs.
o masso, ditos lixados sem flor a 160 rs
o masso com 20 massinlios.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar muito fina a 80rs. a
e de outras umitas marcas a 10 a garrafa I libra.
e 100 a caixa. Banba de porco refinada a 480 rs. a libra *
a 800 rs. a garrafa e
preparada a
Marrasquino de Zara
90 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. Fe
lix, em caixas inleiras ou em meias, de
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; integ-
ro se faz abatimento.
Ossenbore que comprarem de 1000000 para cima, tero o descont de 5 per cenio, pelo prompto pagamento.
CL
COMME
RA DO Ol EMIA IM> Y. 4ft*
Passando o becco da Congregado segunda casa.
mm wmm
NOF1DADE.
Arroz do Maranhao, da India e Java a60, 80 Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a
e 100 rs. a libra e 10800 a 20600 e 30 libra,
a arroba. Cevadinha de Franca
Ameixas francezas em latas e em frascos a
10200 e 10600 em frascos grandes a
20500. )/t.
dem em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 120000,10400, 10600 e 20.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelaas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porcor elinada a 440 rs. a libra e
e em barril a 4C0 rs.
Cha hysson, hnchin e perola a 10600, ,
20500, 20800 e 30000 a libra,
dem prelo muito superior a 20000 a libra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcas
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa
e 50800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. a garrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, so de pepino, a 720 rs.
dem, so deazeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreiftr Jorge da Costa, a 10800,
20000, 20200, 20500, 20800, 30OO e
30500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 280 e 320
rs. a libra e 80500 e 80800 rs. a arroba,
dem londrino chegadd no ultimo vapor a
900 rs. a libra.
Carloes de bolinhos francezes muito novos e
Pereira Rocha A C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commercial,
onde o respeitavel publico encontrar sempre um completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado, os quaes
aero vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel publico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se o bom peso
e boa qualidade dos gneros comprados neste armazem.
Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo_a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
muito novo a 640rs.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 30100
dem pralo.
Sal refinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 360 rs.
Sag muilo alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a libra.
dem stearinas muito superiores a 600 rs. a
libra.
Figos em caixinhas ermeticamente lacradas
a 1,5600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Lniz I, Maria Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a aada.
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa.
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
dem Morgaux eChateauluminide 1854, a 10
a garrafa.
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima meneionados te-
mos grande porco de outros que deixamof
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porces como 4
retal ho.
Qnem comprar de 1000000 para cima te-
r o abate de 5 por cento.
mito beoHrfertados a 700 e 660Jra. 20 e em caixao a 610 rs.
muito superior a 220
rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portugnezas a 640 rs. a lata. .
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
10800, 50500 e 280 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 60200 a frasqueira.
dem em garrafoes de 3 e 5 galoes a 50500
e 70500 cada um com o garrafo.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 108OOrs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi-
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfectamente flor, desem-
barcada de pouco a 960 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
dem franceza muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores consenti-
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas finas para s6pa : estrellinha, pevide,
rodinhas e letrianhas a 600 rs. a libra e a
40 a caixinha com 12 libras.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
Amendoas confeiladas a 900 rs. a libra.
Doce de goiaba em latas o melhor possivel a
(o se enganem con a mitra)
SiL ,. AMIGOS!
>ao leiam este annuucio com precipitaejo.
Confronten! os precos dos outros annunciantes.
Veaham ver os gneros que tenaos expostos a venda.
A visca faz f.
INao temos palavras bombsticas.
Nao nos enculcamos o primeiro recebedor de conta propina.
Nao desacreditamos ao collega porque nao quiz ser nosso socio.
Val a quem toea.
Para abastecer a todos os habitantes deta bella provincia ainda nao sao sullicieu-
tes as casas que actualmente oxistem alertas com grandes proporgoes para tetem um
magBinco sortimenio de molliados ; assim, pois, os preprietarios do Armazem Principal
nao mvejam a sorte dos seus collegas.
Habitantes de Pcrnambuco.
Nos temos um excellente sortimento dos melhores gneros que se pode achar
em nosso mercado. Vinde ao nosso estabetecimento, e se a vossa boa f for illudida
urna so vez ao menos, castigai-nos n3o voltando mais a nossa casa.
Amendoas ccrafeitadus de bonitas cures a -dem de Hollanda em
l,ooo rs. a libra,
dem de casca muito novas a 3oo rs. a libra.
Avellas a 2oo rs. a libra.
Ameixas francezas em caixinhas com lindas
estampas a l,2oo, l,4oo el,6oors. cada
urna.
dem em frasco de vidro com rolha do mes-
mo ou de metal, a l,2oo e 14oo rs. ca-
da um.
dem em frasco grandes 2,5oo rs. cada um.
dem em latas de I s e 3 libras a l,2oe e
2,ooo rs.
Arroz da India e Maranhao o melhor que se
p Je desejar a loo e 12o rs. a libra e
2,8oo e 3,4oo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 6oo rs. a garrafa,
e 4,8oo rs. a caada.
dem francez clarificado em garrafas bran-
cas a 9oo rs. cada urna, e lo,ooo rs. a
caixa com 1 duzia.
Alfazema muito nova e limpa a 32o rs. a li-
bra.
Alpista a 16o a libra, e 4,6op rs. a arroba.
garrafoes com 24
garrafas a 7,2oo rs. com o garrafo.
Lentilbas excellente legume para sopa e gui-
sados a 2oors. a libra.
Licores francezes de todas as qualidades a
8oo e l.ooo rs. as garrafas grandes.
Manteiga ingleza perfeitamente flor a 8oo <
96o rs. a libra,
dem franceza nova j deste anuo a 6oo rs.
a libra, e 58o rs. em barris inteiros.
Marmelada especial dos melhores fabricantes
de Lisboa a 6oo e 64o rs. a libra, ha latas
de tkfferentes lamanhos.
Massa de tomate em latas de i libra 56o rs.
cada urna,
dem para soda estrelinha, pevide e rodinha
em caixinhas surtidas a 3,ooo e 3,5oo rs.
cada urna e 5oo rs. a libra,
dem macarrao, talerini e aletria a 4oc rs.
a libra.
Mostarda franceza preparada em frasco a 4oo
rs. cada um.
Molho inglez em garrafinhas com rolhas de
vidro 64o rs. cada urna.
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato Marrasquino verdadeiro de Zara a I,ooors.
Antonio das seguintes qualidades: agua e a garrafa, lo,ooo rs. a caixa com 1 duzia.
sal doces, e imperiaes em latas de 6 li- Nozes muito novas a 16o rs. a libra,
bras a 3,ooo rs. e de 3 libras a 1,5oo Prezunto de fiambre superior a Ooo rs.
rs. e em libra a tfters., estas bolachinhas dem do Porto para panella a 5oo rs. a libra. **?;
LOJA 00 BEIJA FLOL
ltia do QucJmailo numero 63.
Craralinbas para seabara.
Vendem-se griTatiOhas dejdiversos gostuy m.-m
Mlaraos a 7*0 e 800 rs. : sa roa do Qiuuuv.
luja do beija-flor u. *3..
na para iabnm t usm.
Vendem-se litas para debrum de vertido de imi
com 12 varas a 400 rs. a peca : na ra de Qf--
; raado, loja do beija-Oor n. 63.
Pcita IravesMis.
Vendem-se pentes iravessos de caracol na
; frente de borracha a 500 rs.: na ra de Qnimv
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel btira foiraJa.
Vende-se papel beira doorad* a 1020o e .;,a.
dito de cor de beira dourada a ijlOO : na n..i n.
Queimado, loja do bcija-ltor n. 63.
Aitvelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qaaiidadi"
i branco a 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas *>
visita a 400 rs., preto a 7Ors. : na loja do taja-
dor na ra do Queimado n. 63.
Voltas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com ernzM d
pedra imitando a brilbaate vende-se a 1 carta
urna : naraa do Queimado loja do beija-flor u ....
Cansas de arias.
Vendem-se camisas de meias muito tinas u
if200 e 1*300 : na ra do Queimado, loja oc <-
ja-flor n. 63.
Enfcites de fita.
Tendo recebido enfeites de fita pretas e 6* >
res mais modernas que se esto usando a i caria
um : na ra do Queimado, loja do bcija-Oor n Cj
Fita de la preta para debrum.
Vende-se fita de la preta para dehrom com 4fl
varas a 900 rs. a pega : na loja do hHja-flor roa
do Queimado n 63.
Fitas de Hubo para bordar vestido
Vendem-se fitas de Dono para bordar vestiov
ou rmipinho de meninas com 40 varas a G40
800 rs. a peee s quem tm loja do bei.ia-ffor
ra do Queimado numere 63.
Relees de madreperola.
Vendem-se botes de madreperola mais moon -
nos que tem vindo para punhos de senlior.-. a 3ii
rs. o par : s quem vende por este preco na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero iti
Fita de velludo para bordar vestido.
Vende-se fita de veUudo prele com 10 varax
900 rs. a peca : s quem tem por este prego e .i
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gostos e mais modernos proprios para qtt*
resma : s quem tem a loja do beija-flor ra rt(
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas largura:- para
eafeitar capas ou manteletes os mais lindes gi<-
tos que se pode encontrar : na loja do beija-flor
ra do Queimado n. 63.
Facas e garlos.
Vendem-se facas e garios de balanco de 1 6o-
tio a 5JSO0 a duzia, ditas de 2 bnto>s a 6*400 :
na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 6b.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Douds.
Vendem-se dminos muito finos a 1200
1*400 : na loja de beija-flor da ra do Queimado
torna-se muito recommendavel com es-
pecialidade para os doentes.
Biscoitos e Bolachinhas de suda em latas, de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a 1,35o rs. a lata.
Bollos francezes em cartees e de diversas
qualidades a 6 lo rs. cada um.
Banha de porco verdadeira refinada a 4oo
rs. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a 160rs. a libra.
Bolachinhas inglezas ltimamente desembar-
cadas a 2 lo rs. a libra e 2,ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
al hoje tem vindo a nosso mercado a
18,ooo rs. o gigo, l,5oo rs. a garrafa b-
teira, e 8oo rs. as meias
Cha u\im o melhor que se pode desejar e
que outro qualquer nao vende por menos
de 3,ooo a 2,7oo rs. a libra
dem perola especial qualidade a 2,Ooo e
2,8oo rs. a libra, garante-se a qualidade
d'este cha
dem hysson o melhor que possivel en-
contrarle a 2.loo e 2,6oo rs. a libra.
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
a l,2o e l.loo rs. a libra.
dem prelo muilo fino a l,6oo rs. a libra.
Chocolate das melhores qualidades, francez,
hespanliol e suisso a l.ooo, l,2oo e l,4oo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos Fur-
iiiniM(gi\
Passas novas a 48o rs. a libra.
Pewe em latas de differentes qualidades co-!
mo, savel, cortina, govas, pescadinba e i
outras a 1,000 rs. a latas. Salitre refinado, superior qualidade, vinho Bprt
Palitos para dentes a 14o e 16o rs. o m^^^^^^^^TS%
dos melhores. : &; rua da Cruz n. 48.
Painco o mais novo e limpo a 16o rs. a libra.
e 4,5oo rs. a arroba.
Farinha de mandioca
1 ensacada e da melhor que ha : vende Miguel Jos<*
Palitos do gaz a 2,loo rs. a groza, 200 rs. a Alves no seu escriptorio, casa n. 19 da rua d
duzia, e 2o rs. a caixinhas. i Cruz.
Queijos flamengos chegados neste ultimo va-
por, a
dem prato muilo fresco a 8oo e 9oo rs.
a libra.
dem suisso a melhor qualidade que at ho-
je tem vindo ao nosso mercado a 8oo rs.
a libra.
4GENCIA
DA
FUNDICAO BE LOW-MOOB.
Rua da Senialla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
Sal refinado em potes de vidro a 5oo rs. ca- o tachas de ferro batido e coado, de todos os
da um. tamaitos para ditos.
Serveja das melhores marcas a 6,ooo rs. a, Arados americanos e machinas para
duzia, e 56o rs. a garrafa. lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C,
Sardinha de Lisboa e Nantes. em quartos e rua da Senzalla Nova n. 42.
meia latas a 38o 58o rs. cada nma.
Sag mnito novo e alvo a 2lo rs. a libra.
Sevadinha de Franca 18o rs. a libra.
Sevadaa loo rs. a libra, e 2,8oors. a arroba.
Carrafes vazlos.
Gompra-se garrafoes vazios bem acondicionado?
e limpos grandes a 480 e pequeos a 320 rs. : no
grande armazem de molhados da Hrilhante Au-
rora ao largo da Santa Cruz n. 12 esquina da rur
Traques de 1.a qualidade a 8,5oo rs. a cai- do Sebn. 12.
xa, e 24o rs. a carta. Farinha, mllho e farello.
Toucinho novo de Lisboa a 24o e 32o rs. a Vende-se milho novo saceos grandes a 45, fan-
iju nha e farello saceos monstros a 5*500
1 zem da Hrilhante Aurora ao largo da
tado de Simas em ['> caixas das seguin- Tijollo para limpar facas a 15o rs. cada um. n. 12 esquina da rua do Sebo n. i2.
no arma-
Santa ru.
ts marcas Pariziences, Suspiros, Di l-
elas, Napoleese Guanabaras a 2,3oo rs.,
eem caixas inleiras Trovadores a 3,ooo
rs. cada urna.
dem de outros muitos fabricantes e de
differentes marcas para l,5oo rs. as mei-
as caixas de suspiros a l,6oo, 2,ooo e
3,ooo rs. as caixas inleiras.
Conservas inglezas a 800 rs. o frasco.
dem franceza a 5oo rs.
Cognac inglez das melhores marcas a 1,00o
rs. a garrafa e lo.ooo rs. a duzia.
dem francez superior qualidade 800 rs. a
garrafa e 9,ooo rs. a duzia.
Cominho e Erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a 600 rs. a libra.
Can el I a a l.ooo rs. a libra.
Copos finos para agua a 5,ooo rs. a duzia, e
5oo rs. cada um.
Caf do Rio superior a 28o e 32o rs. a li-
bra, e 8,800 e 9,5oo a arroba.
Doce fino de goiaba a 600 rs. o caixao.
Ervilhas porluguezas ltimamente ebegadas
a Too rs. .a. lata.
dem seccas a lo rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de ararula verdadeira a 32o rs. a
libra.
dem em latas ermiiicamente lacradas a
l,5oo e 2,5'X) rs. cada uma,
dem em caixas de V arroba a 2,5to rs. ca-
da uma, e 2oo rs. a libra.
Graixa muito nova a loo rs. a lata e l.ooo
rs. a duzia.
Genebra de Hollanda em rasqueiras com 12
frascos por 6,000 rs. e 56o rs. o frasco.
dem de laranja a l,ooo rs. os frascos gran-
des e il,ooo rs. a caixa com 12 frascos.
dem de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da nma.
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,800
rs. com a garrafo.
Vinho em pipa Porto, Lisboa e Figueira das! Chegmm S^JJLS2I2 Brilhante An-
meInores marcas a 3,8oo rs. a caada, e r0ra, queijos novos vindos neste vapor, ditos de.
uoo rs. a garrafa. prato, dito suisso, assim como queijo do Serido do,
dem do Porlo Lisboa e Figueira de marcas coalhaede manteiga, o propietario deste novo
m^nos cnnlif.-ida a 4nn rs a carrafa o,armalem oflerece a scus freguezeS e ao publico
menos tonlieuuas a 400 rs. a gairaia, e uma variedade de generes vindos neste vapor to-
2,8oo rs. a caada.
dem Colares especial vinho a 600 rs. a gar-
rafa.
dem Lavradio muilo fresco nao levando com-
posicao a 56o rs. a garrafa, e 4,ooo rs. a
caada.
dem branco de uva pura a 56o rs. a gar-
rafa, e 4,5oo rs. a caada.
dem mais baixo a 4oo rs. a garrafa, e 3,ooo
rs. a caada.
dem Bsrdeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 6,5oo e 7,ooo
rs. a caixa.
dem muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 1,2oo rs. a garrafa, ga-
rante-se que por este mesmo preco d pre-
juizo e s se encontra n'este armazem.
dem do 'Porto em caixas com 12 garrafas
das seguintes marcas Lagrimas do Douro,
Duque do Porto, Genuino, Velho Particu-
lar, malvasio fino, D. Pedro V, D. Luiz
1, Nctar e outros a 9,ooo e 10,000 rs.
a caixa e 9oo a 1,00o rs. a garrafa.
dos de primeira qualidade e por precos os mai*
commodos possivel : ao largo da Santa Cruz n. J.
i'lnhos superiores.
No novo armazem da Brilhante Aurora eoeon-
tra-se vinho do Porto a 640, 800 e 1* a garrala.
dito da Figueira a 480, 560 e 640, dito de Lisboa
a 400 e 480, dito branco superior a 480, C40 e 800,..
dito Xerez, Madeira o muitas outras qualidade: li-
nas o encanadas se far abatimento.
Cha e manteiga.
No grande armazem de molhados da Hrilhante
Aurora ao largo da Santa Cruz encontra-se cha ft-.
no de lona- as qualidades, assim como manteiga
ingleza e franceza.___________
Feijdo a 1
Figos em caixinhas muito bem enfeitadas a Wem Muscatei suprjr a'l,ooors. a' garra-
a 1,000 rs. cada uma. fa e l0000 rs. a ^hi com 1 duzia.
T,lnt nnA I -. I n ,,..mili ,ho\ai\Ia (lilMilnO O _______________
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa
e 2,4oo rs. a caada,
dem em garrafoes com 5 garrafas a l,ooo
rs. com o garrafo.
Vassouras do Porto de arcos de ferro a 32o
rs. cada uma
dem de escova para esfregar casa 36o rs.
cada ama.
Vellas de espermacete superiores a 56o rs.
a libra, e 52o rs. em caixa.
dem de carnauba refinada e de composicao a
36o rs. a libra, e de lo,ooo a ll.ooo rs. a
arroba.
Veide-se alpaca preta a OO rs. o ovad.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 000, 600,
700 e 800 rs., tina de cordo a 800 rs para pale-
tot, princeza preta a 800 e 640 o covado, bombazi-
na preta fina a 1*400 o covado, liazinhas preta
para senhora que estSe de luto a 1K o covad* :
na roa da Imperatriz n. 66. A loja esta abertaat
s 9 borasda noite.
ara algedo.
Vende-se por "preco commodo uma excellente
machina americana que trabalba com um ca vallo
para fazer mover qualquer machina pequea de
descarocar algodao, tendo a vantagem de ser mul-
to simples e ecoaeoBU* muito o trabalho bracal:
a tratar na padaria da rua Dircita n. 84.
Empreza'da iUuminatfio
gaz.
Todas as vendas de apparelhos e reclamacoes
(por esoripte dando o nome, morada, data, etc.),
deven) ser feitas no armazem da roa do Imperador
n. 31. Os machinistas mandados para atlender a
estas, aptesentaro um livro que os reclamantes
devero assignar logo depois de prompto o servico
reclamado j isto para que a empreza fique sciente
de haverem os mesmos senores sido devidamen-
Ib atlendidos.
Milho a 300.
Sacca com 26 cotas de milho: na rua da Ma-
dre de Dcos ns. 5 e 9.
Vendem-se saceos com 22 cuias de feijao mulatt-
nho e rajado : na rua da Madre de Dos ns. e O-
Cal de Lisboa e potassa da
ltiissia.
Vende-se na rua da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se mudou o antigo e acreditado deposito da
mesroa rua n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a prego mais barato do que.
aru tqualquerjparte.
ESCBAYOS FGIDOS.
Acha-se fgido o preto Jos que representa
ter 30 annos. baixo, secco, olhos grandes e verme--
Ihos, falla branda, suppoe-se andar ganhando as
ras : quem o pegar leve-o rua do Imperador.
n. 73, primeiro andar, quo ser recompensado.
QUE E.H0R4.
Nao tem apparecido a eserava Justina que lugio
em Janeiro do correte auno, levando seis vestiuo
de chita e dous chales, sendo um preto ; a eserav*
tem os signaes que se segu : parda escura, falla
humilde, anda de vagar, e costuma penlear o ca-
bello e abrir estrada : pede-se a toda e qualtjuer ,
pessoa do povo, capitaes de campo e aos pedestres
a apprehenso da dita eserava, e leva-la rua da
Esperanza n. 74, que atem de se flear agradecido
recompensa-se muito bem.__________________
ATTENCiO
Acha-se fgido o escravo de nome Faustino., de
idade 40 annos, pouco mais ou menos, cor fula, at-
ura regalar, grosso do corpo, bem espadatido, bar-
bado, e j com alguns cabellos brancos na barba,
bracos e pernas grossas e bastante cabelludas, ten-
do as pernas arqueadas, porm nao muito, cosrn-
ma andar em sambas, e as vezes embriaga-se bas-
tante por postar muito de beber : portan*) roga-
se s autoridades policiaes desta e das provincias
limitrophes, que o facam apprehender eJeva-lo a
seu senhor o major Antonio da Silva Gusmo, na
roa Imperial, assim como roga-se aos caniies de
campo a anprehensao do dito escravo. que sarao
bem grtracados.
MUTILADO
'


Miao e Peraambaeo egiinda lelra de Junhn de I 4.
<
J
t
\
LITTERATDRA.
Se a queslo nao 6 de nacionalidades, e a sup-
posta Injuria ao governo provm de serem as
egrejas erguidas pela piedade particular, quando
POLMICA RELIGIOSA. isso melhor perlenceria sos governos, e.nl3 dire-
0* discursos doSr. deauta4e Pedro Luiz Pereira de mos que se arrazem os nove decimos dos templos
8 3. .
Revelado de tendencias ms, remoras do
progre8so.
Eis-nos ctiegados ao'Achules do discurso. Eram
realmente as anteriores refleioes' to inferiores ao
resja comminaco terrivel do Evangelista S. Ma-
theus na seguinte apostrophe:
Ai de tos, Escribas e Fariseos hypoeritas, qne
fechaos o reino dos ceas diante dos homeps e qne
o.-Pwtef* da nossa trra, os quaea:nad,costara aos cofres I >vado alent orador, que suppomos fater-lbe I J ,T?JS *& el^ZiToTcr'Ja*'
j.,nrard. -Institutos reBeiese. -Jesutas.- nacionaes que at mesmo na corte devera demolir-jus-c*, reconhecendo como quantos loram as suas fa ^.^ J anteZmZ L
Lazarlas. -Irmi^ Caridad*. -Capueni- se osjar.ssimol ique modernanfenti lera >do fallas, que a pretencao Jnnrard nao fol tocoa se- enim nom intrata nec introeuntes sJn7ZraTe
uhos_cessidade das ordens religiosas no constfurado. taereomo o da freguexa da Gloria,
(Contmuar-seha)
^J^Z^J^^^S^l^J r** ** ^^ de
Brasil.
(Confnuaf*).)
V
Os tres principios capitacs
Se pois ncnhuma dessas considerandos teem ap
phcacao hypothese, encaremo-la pelos tres as- ""*
pecios, por onde approuve ao digno dcputado as
sentar a sua opposico:
capelladas irmaas de cardade-elc. etc.
Nao : un governo catholico jamis se dar como
injuriado porque se Ihe supplique alguma coadju-
vaoao para o flm de se erguer um novo templo ca-
Iholico; ao contrario, exultara, (se elle digno do
sua misso) ao ver a piedade particular aecudir em
ua. ,.*'.
iExpoliado de dinheiros pblicos.
2- -Injuria ao governo, c ao clero.
Nao menos incomprehensivel a aecusajo de
injuria ao clero! Por mais tratos que dessemos ao
espirito, nao descobrimos o alcance do pensamento.
3-Kevelaco de tendencias ms, que nos hao Claro est que o sacerdote to ministro do Se-
nhor, tendo nascido no Rio de Janeiro, como no
Tibre, Sena, Tejo, ou Manzanares ; nao ha entre
esses levitas sombra de diffurencj, ousuperiorida-
dc amortecer o progresso.
Kxpoliacao de dinheiros pblicos.
nao pela aecessidade de ordem, que permitlisse (S. Math. cap xx,'^
mais complceme das previdencias de ama assera-
bla, autorisar as mais incriveis das divagares ;
divagaedes, nao daquellas do genero dos espiritos
indecisos, que nao tm a torca de avanzar direitos,
e firmes, mas dos que, como recurso oratorio, em-
pregam os que intencionalmenle fazem, para fins,
saltar a questao fra dos seus carris. .
Tendencias ms na ereccao de um templo catho-
lico I Quesl5es de institutos religiosos quando se
trata de urna casa em que s funeciooe clero secu-
lar t Absorpcdes clericaes em tempos em que, por
desgraca, todos se conspirara para desprestigiar o
clero I
Ainda quando se tratasse de algumas bracas de de. Mas a egreja projectad destina-se mais parti-
tenvuo, no morro de Santo Antonio, a superficio cularmente populaco franceza, que hoje na corte
oocessaria para um templo nao correspondera nem se compe de mais de oilo mil almas, sendo por
a centesima parte da rea que o estado adqulriu : isso que o Rvd. Janrard pedia um local prximo
era, lendo o morro inteiro custado quatrocentos aos pontos da cidade, onde ella ordinariamente se
contos. avahe-sc qual a importancia dessa centesi- agglomera. Ora, commuoidade de religiao cou-
a parte, isto do chao sollieitado, em relaco ao sa mui diversa de communidade de lingua. Scm
sacrificio que por elle fez o thesourol i lorarmos em ponas secundarios do ritual (aquillo
Accresce que a commissao nao especificou loca- lquf os eannon'Stas chamm disciplina local, varia-
1.1 ,de. como ja ponderamos, e por tanto nem mes-' v.e1, St'gundo os IemPs> e tares) bas,a cont^-
,,. para aquelle calculo ha base. Is,onar'0' e Pulmt0 Para- em ma'eria de idioma,
eslabelecer urna preferencia natural em Francezes
A grara, considerada pecuniariamente, reduz-se para urna egreja franceza, onde se considerem
pi: consequencia a alguns cruzados miseraveis: transportados s ideas do culto do Senhor, como as
urna naci rujo orcamento sobe de 30 60 mil ouviram, e comprehenderam desde a infancia.
cotos annuaes, considera-se expoliada (que luxo
Oriental de expressoes I nada menos que expoliada),
I iie cede, no valor desses taes cruzados, uns
pelara di; trra improductiva I
E acaso reverter esta cesso em proveito de
interesses particulares? ou de algum interesse pu-
blico, duvidoso, mesquinho?Nao : para se consa-
grar esse chao a usos pios; c para se levantar nelle
urna casa ao Senhor; para reunir assemblas de
leis, tratando de impetrar ao Deus de nossos paes
sa' vacio para si mesmos, heneaos para o seu paiz.
Seremos nos chocados a to calamitosos tempos,
qu ? o culto da materia absolva as ultimas alten-
gOes, como os ltimos bolos ? que se emenda ser
e;!:anjamento, expoliado, a applicacao de dinhe-
MS pblicos as necessidades da religiao proclama-
di do estado pela propria constituido do imperio?
i que siguifira isto ? Acaso se pretende que s
os ornamentos inrluam gastos de immediata vanta-
gem material ? Visto isso, acabe-se com a expolia-
f/7.? originada pelos pagamentos a bispos, cathe-
draes, parochos e seminarios; acabe-se ao mesmo
teiapo com a expoliaco dos archivos, das biblio-
tecas, dos institutos, das academias de Bellas Ar-
tes, dos mnseus, das cominissoes scientifcas, das
escolas de cegos e surdos, de invlidos, de reforma-
dos, de classes inactivas, de illuminaco e limpeza,
de rathec.hese e civilisacao de Indios.de... obra
tonpu I mergulhemo-nos no estado selvagem, e di-
gamos aos povos do mundo :Olhael O progresso
d?ta ierra, el-lo : Abalemos todas as instituicoes
civilisadoras, porque nao produziam rendimeuto ;
deraitlimos Deus, por que era caro I
Nem se perca de vista que a pretencao do bene-
ir.'rito ecclesiaslico francez era tao parca, j que a
abatem s ridiculas propercoes de dinheiro, que o
plano delle, para realisar-se, leria de cuslar cin-
coenta vezes o valor do chao. Apparece quem offe-
oca, para o mais alto dos usos pblicos, um edifi-
cio franco, e com todas as condicSes desejaveis, e
o publico recusa o presente por considerares eco-
nmicas, quando elle contribue com 1, e generosa-
mente lhe sao dados 491
Joaoiui Pinto di Campos
ERRATA.
Na i- parte desla litleratura publicada no Diario
de ante-bontem, se dao os seguimos erros typogra-
phicos:
2* columna, linhas 101, onde diz : neste discur-
sola-se : nestes discursos.
2* columna, linhas 113, onde diz : oppressao in-
finitala-se : oppressao instinctiva.
2* columna, linhas 103, onde diz: nesses des-
lembrantes improvisosla-se : nesses deslumbran-
Theocracias, no da em que o moda despresar os tes mprovisos
3* columna, linhas 50, onde diz : necessario para
a edicacao, etc., lase : necessario para a edifica-
cao, etc.
Tambem nos desengaamos de que este zelo dos
dinheiros pblicos s pareca um pretexto, ao ob-
servamos que o econmico deputado, debatendo-
t o orcamento, se esqueceu de trovejar contra a
ereccao de templos protestantes, pagamentos de
congruas a pastores protestantes, cosleio de gastos
de culto protestante, e finalmente contra o dispen-
dio de sommas quantiosas por parte do governo,
na conquista do voto popular I Nada disto excitou
a attencao do Ilustre cavalleiro. Todos os seus as-
somos estavam reservados para os vintens que va-
Icjse o chao sobre o qual se erguesse urna egreja,
onde se adore a Deus, segundo os principios fun-
damentaos da constituicao, que o paiz jurou I
Nao pode pois ter entrado sinceramente no espi-
rito de ningucm essa ordem de ideas, que nao sig-
nificara j economa, mas avareza. O Ilustre ora-
dor nao sustentar por tanto um argumento, a que
a sua conseiencia nao ligou apreco algum.
Injuria ao governo e ao clero do Brasil.
Destro systema este, de perturbar os espiritos,
jiara nao verem claro na discusso. Ha quem se
deixe arrastar por estas apparencias de bros pa-
triticos, e assim se vae formando, s vezes, entre
o- cerebros infermos, urna opiniao !
Apag com as nacionalidades, em materia de
carholicismo I A religiao dos symbolos dos conci-
lios geraes de Nica e Conslantinopla, a religiao
catholira apostlica romana, a verdadeira, a nica,
a universal, a viajante pelos caminhos do infinito,
nao tera patria. Patria a celeste ; a trra desterro.
A=sim no-lo ensinam os livros santos. (1)
Acaso se querer que nos desliguemos da reve-
rencia c da obediencia ao vigario de Christo, por
que reside na Europa, em Roma ? Acaso pisamos,
com menos inlranhado respeito, por eslarem hoja
em poder dos nfieis, os lugares onde o Filho de
Bou veio resgatar a humanidade? Acaso, ao via-
armos por trras extranhas, consideramos urna
egreja como edificio profano, ou religiosamente es-
lrangeiro?(2) Acaso, pagaos de peor tempera, se-
melhando-nos aos adoradores de um Jpiter Ham-
nion, de urna Diana de Epheso. de um Apollo de
Delphos, de urna Minerva de Alhenas, ou de um
Jove Capitalino, admittiremos tambem um christo
ocal, um Deus variavel?
Nao, mil vezes, nao I Desde a vinda do Messias,
que cessou de ter sentido a expressao Deus de Is-
rael, dada ao Deus do universo. O Senhor um e
o mesmo, nos polos como no equador, sobre as on-
das do ocano, como nos mais remotos continentes.
C seu culto, a sua adoraco nao precisa de certifi-
cados de origem, nem se circumscrevc a divisos
mesquinhas e convencionaes de nacionalidades. A
emnlaco entre os homens sobre tal assumpto s
deve promover-se para que todos, e cada um,
quaesquer que sejam as hyerarchias, as institui-
fOes, as patrias terrestres, nvidem esforcos para
tnelhor honrar Aquelle a quem tudo devemoe, em
quem todos vivemos, de quem tudo esperamos.
Injuria ao hosso governo I Por que? por se lhe
pedir cooperaoao para urna obra santa ? Maior in-
juria sera, se, despresada essa coadjuvacao, so er-
guesse todava, como se pode, a egreja particular,
8 militante, atrio da triumphante... a menos que
se se supprimisse especificadamente para a egreja
a liberdade que se faculta amplissima para os Al-
razares e Eldorados.
(1) Hefcr. II. 13. 14.16.-2 Cor. 5.6. etc.
(2) Ato estis hospites, et advend, sed estis cites
fnrtorum, el Domestci Dei. (Eph. 2.)
Suppondo que as predicas, por exemplo, esse gran-
de recurso religioso, sejam to frecuentes, e con-
venientes as egrejas brasileras, os Francezes nao
as seguirao por cerlo como se fossem no seu idio-
ma. Diz o Apostlo que a fe nos entra pelo ouvi-
do: Fides ex auditu ; e para nos instrulrmos as
verdades da religiao, mister sermos familiares
com a lingua em que se nos ensina, se nos ex-
horta.
E' para agradecer este estremec ment de affec-
to para com o governo e o clero, esta zelosa tutel-
la da sua dignidade, esta perspicacia agndissima
para exlrahir injurias d'onde nunca as ninguem
sonhra I Todas as nacoes calholicas accc-lhem
hospitaleii ament egrejas catholicas de governos
ou subditos estrangeros, conccdem-lhes sympathia
e favores, mas porque a voz dos nossos philoso-
phos ainda lhes nao abriu os olhos, demonstrando
haver nisso injuria aos governos e aos cleros.
Quando estes discursos ehegarem Europa, quan-
do o picao, e o camartello do nosso possante aloe-
nez houver transposto o ocano, cahiro pela chris-
tandade derrocadas todas as egrejas que l andam
significando, nao casas de salvagao, mas injurias a
governos e cleros I
Com effeto, em Roma, na propria Roma, cujo
monarcha chefe do governo, e do clero, e onde
por tanto a offensa a ambos deve ser duplamen-
te sentida, longos lerao de ser es trabalhos da de-
molico Eis aqu parte de um itinerario para a
obra pa... de dar cabo das egrejas-injurias.
A de S. Joiio dos Florentinos, levantada em 1558
por urna sociedade de cidados de Florenca, para
uso mais particular de seus conterrneos.
A de S. Faustino e Jovita dos Brechianos, com a
qual se deu idntico facto.
A de S. Joao e Petronio dos Bolonezes, a qual an-
tigamente foi dedicada a S. Thomaz, com a d'eno-
minaco da Cadeia, sendo ento possuida pelos Hes-
panhes, e depois tomn o actual nome, quando os
Bolonezes em 1575 a reedificaran).
As de S. Juliao dos Flamengos, t do Sudario 4os
Piemontezes, ambas em frente il. palacio Vidoni,
pertencem s nacionalidades que aquellos nomes
indicam.
A de S. Jeronymo dos lllyrios.
A do Espirito Santo dos Napolitanos, foi por elles
e para elles erguida em 1572.
Santa Mara em Monserralo foi um hospicio le-
vantado em 1550 pelos cidados dos reines de Ara-
go, Valenca e Catalunha, datando de 1495 a egre-
ja actual, de Santa Mara dos Hespanhes.
S. Luiz dos francezes foi edificada em 1589 pela
nacao franceza : existem a ella annexos, e habi-
tando na propria casa varios sacerdotes nacionaes
ali se prega em francez, na quaresma e no ad-
vento.
Santo Antonio dos Portuguezes foi reedificada em
1693, expensas do re de Portugal, sendo urna
das formosissmas egrejas de Roma, por sua ele
gancia. profusode marmoles escolhidos, estuques,
etc., e bem assm pelos famosos quadros do
Baptisme de Santo Antonio de S. Isabel da
Conceifo do Presepe do repouso no Egyp-
tho da Adoraco dos magos, etc. (3)
Se lhe nao basta o exemplo catholico da capital
do cathoiicismo, continu o nobre deputado o seu
passeo, e v a Vienna d'Austria, e v a Madrid,
onde achara templos catholicos de Francezes, etc.
Continu at Lisboa, onde lhe serao mostradas as
egrejas catholicas de S. Luiz, re de Franca,
propriedade dos Francezes, que abi fazem frequen-
temente suas solemnidades de Nossa Senhora do
larto, erigida pelos Genovezes, e ainda hoje per-
tencente aos Italianos dos Inglezinhos, pertencen-
te aos Irlandezes, e qual at existe ligado umcol-
legio, com professores inglezes, etc.
Finalmente, nao .chara S. S. um s governo de
paiz catholico. que se considere atacado em sua
dignidade pela existencia de egrejas, levantadas por
toda e qualquer nacionalidade catholica, com tanto
que ellas fiquem dependentes das autoridades ec-
clesiasticas respectivas.
padres
Abi temos um mundo. A multido de proposi-
coes encontradas, inexactas, de allegacoes de fac-
tos adulterados, de theses heterodoxas arremessa-
das com tal energa como se fossem axiomas, e de
formulas anarchicas, que brllham no discurso do
Sr. Dr. Pedro Luiz com as cores emprestadas da
eloquencia, tudo isso um formigueiro, cuja des-
truigo poderia custar largos volumes. Liratar-
nos-hemos porm dimensoes curtas, que estas
formas de polmica toleram.
VI
Os institutos religiosos. Em nome da liberdade, se |
pede a sua existencia. Sao uteis. Sio auxilia-
res do progresso, e da civilisacao.
N'uma luta de Hercules e Anteo (qual foi o Her-
cules ? qual Gcou Anteo?) lidou o Ilustre preopi-
nante, arca por arca, com os institutos religiosos, e
alm das vehementes exprobracoes aos sabios jesu-
tas aos virtuosos capuchinhos, aos bons lazarislas
as santas irmaas de caridade, atacou pela raz to-
das essas admirareis instituicoes 1
E sao os homens que se apregoam por tolerantes
que assim ostentam intolerancia; por fortes que
assim denunciam a fraqueza; por liberaos, que as-
sim pretendem coarctar a liberdade ? I
Liberaes esses ? Liber non est quem superbus in-
flamat antmus (Sneca.)
Em nome dessa liberdade, to invocada, to pul-
luid a. to enlaminhada nos peiores usos. liber-
dade, senhores, liberdade para a religiao, liberda-
de para a moral, liberdade para o grande c o ho-
nesto?
Inscreveis nos vossos lbaros:
o///'/"rfi(//n/i-iiia(/Permilii que ao indivi-
duo seja licito dispor da sua pessoa, como a pro-
pria vontade Ih'o dictar.
a liberdade de vocaio? Daeque ao espirito vol-
tado para as cousas de Deas, nao seja desptica-
mente arrancado ao seu natural pendor.
altberdade deassociacao ? Consent que oschrs-
Ne final da nota 13, onde diz: foetore intoleralli;
plenus dolore innubirabili la-se : {atore intole-
rabili; plenus dolore innumerabih.
caes applicaveis a cada um por urna autoridade
tos se reunam. para glorificaren! ao Senhor, para constituida para eslecffeito ;
Hreito natural.
A moral e o direito sao duas
sciencias que apenas se di-tin-
guem por caracteres accidentaes
e transitorios.
Digamos algumas palavras sobre esta grave ques-
tao, questao importante, pois que da sua soluco 6
que conhece-se quaes os objectos que devem entrar
no dominio do legislador, e quaes os que devem Pi-
car ao arbitrio do homem.
Por muito lempo o direito e a moral loram con-
siderados urna e a mesma sciencia. No XVII se-
cuto Tomaziofoi o prirneiro que tratou de eslabele-
cer urna distineco entre estas duas sciencias ; e
tal fol o empenho que empregou para mostrar a
diffeienca que havia entre ellas que em vez de
eslabelecer essa differenca, estabeleceu urna oppo-
sicao e urna contrariedade. Aps elle seguiram-se
oulros escriplores, os quaes para fundamentaren]
a differenca entre o direito e a moral servem-se
dos seguintes argumentos :
1." A moral considera a intenco com que urna
aeco praticada : o direito olha a aeco em si
mesma ; urna encara o acto em sua fonle, outra
mais particularmente em seus effeitos ;
2.* Os preceitos moraes sao invariaveis, absolu-
tos, ndependenles de lugares ede tempo ; as pres-
cripedes jurdicas sao relativas e variaveis, porque
as condicoes de existencia e desenvolvimento um -
dam com os lugares, as pocas de cultura, coslu-
mes, etc.;
3.* A conseiencia o juiz da moral, ao passo que
o direito sendo exterior se deve eslabelecer leis so-
servirem a humanidade, vos que alardeaes an-
nuir a todas as associacSes nao contrarias a moral
publica.
a liberdade da palavra ? Nao vos infurecaes
contra os ministros do Senhor, que a empregam
de conformidade com as prescripces da egreja.
a liberdade de conseiencia ? Nao penetre nel-
las a vossa mo sacrilega. Dei xa proferir o voto
a quem livre, e reflectidamente o desojar, e respei"
tae-o como cousa sagrada I
Se realmente rgimen de liberdade aquelle em
que vivemos, liberdade, senhores, para os institutos
religiosos I
Se a coarctardes, arremessae para longe a mas'
cara hypocrita, e proclmese a tyramnia em toda
a sua hedionda nudez; triumphe ella com todo o
seu cortejo:a oppressao do individuoa violen-
cia s vocacoesa prohibico das associacoes o
captiveiro da palavraa servido da conseiencia.
Que tenues raizes nao teria no slo esta descon-
fiada liberdade, se houvesse de velar todas'as soas
noutes, tremendo de phantasmas ? Em que pode
contraria-la a religiao do Crucificado, a que plantou
no mundo, e para a eternidade, o rgimen da egual-
dade, e da fraternidade ?
Sem duvida, que nao sao dogma os institutos re-
ligiosos. O calholicismo nascea, e prosperou largo
tempo sem elles, e a sua geral sppresso mesma
nao abalara a egreja, porque foi dito que porto? in-
4." As ebrigac,oes do direito podem ser exigidas
pela forca, ao passo que os deveres moraes nao.
Sao estes os principaes argumentos de que se
servera os nossos adversarios para sustentarem a
sua opiniao ; entretanto com toda franqueza con-
fessamos que nada de justo e rasoavel encontra-
mos nelles.
Refutemos cada um de per si.
Primeiramente quanto a elles dizercm que o di-
reito nao se oceupa da inteneao e sm da accao.isto
certamente s pode ter lugar em um sentido,
Com effeito, se os propugnadores da opiniao
contraria a nossa, sustentando que a moral se dis-
tingue do direito, porque aquella se oceupa da in-
tenco e este nao, querem dizer que a inteneao do
individuo emquanto nao manifestada por alguem
meto qualquer nao pode ser condecida, ou entrar
na espbera do direito, dizem urna verdade, porque
de tntimis solus Deus ; e ainda assim elles nao po-
dem eslabelecer ama grande differenca a respeito
dessas duas sciencias. Mas, se pelo contrario, es-
tes escriplores apresenlando este carcter com o
lini de estabelecerem antagonismo entre o direito c
a moral, querem que s a segunda se oceupe do
interno, e o prirneiro intervenha somente no exte-
rior, cu dire:elles dizem um absurdo, urna cou-
sa que jamis podero provar.
O direito s se pode o:cupar da acojin quando
ella tem passado por um cerlo grau de exteriori-
feri non mmalebunt. Mas sao .ncontestavelmente |ade e 0 contrarJO dis(0 sera Q bmm
um grande auxilio para a propagacao dos pr.nc-; com mejos contra ^ na(ureza g. f( .
pos da nossa fe. Se a un.ao da forca, como e que ^ dgQ( 0CCQpar do actQ extcrn0) ^ 0 nomem
s as cousas da religiao deixaria ella e exercer n5o pde m conneciment0i nao pode penetr,r
essa influenciar aquillo que est alm dos meios de conhecer de
O homem nao foi feto para o isolamento. Se: que Deus o dotou. Mas seguir-sc-ha que o dire-
independencia sua condicoinnata,la vem todava {to, oceupando-se do acto quando elle se acha re-
vestido de alguma cousa de extercridade, nao in-
tervenha na intenco com que este acto foi pratica-
fraqueza nativa, preciso, interesse, constrange-lo
a unir-se aos seus semelhanles, e a elevar ao cubo
a propria
forca, encostada forca alheia. D'ahi
nasceu a formago das proprias sociedades. A pri-
meira associaro foi a familia : estribando-se nos
mais possantes instinclos do coracao, serviu de
modelo todas as instituicoes. As religiosas cons-
tituiram nao menos familias, ligadas pelos lacos do
affecto, da glorificado da divindade, do amor aos
seas semelhanles.
Estes instinctos sao uteis : o nao morigerado
melhora-se com o exemplo : o bom, anido ao bom,
do ? por cerlo que nao.
A sociedade, oceupando-se da acfo, vae por in-
termedio dos meios materiaes que esto ao sea al-
cance preserntar a inteneao do individuo quando
praticou tal ou tal aclo ; e assim que a legisla-
co criminal de todos os paizes nao mpoe pena era
certos casos a taes ou taes individuos quando elles
praticam o acto sem intenco de o fazer.
Assm, pois, concillamos, sociedade, oceupan-
do-se da aeco porque ella dispoe de poucos meios
aperfeieoa-se ; deste seguro mutuo resultam gran-' vae prescrutar o animo, a inteneao com que foi
des beueficios para a humanidade. A sppresso pralicado o acto, e s vista deste elemento ne
das ordens um erro em moral, erro em religiao,
erro em poltica ; atiual, a tyrannia mais trucu-
lenta de ([nautas hao conspurcado os anuaes do ge-
nero humano!
Dizem-nos, porm, a historia, e a meditaco que
estes institutos, sujeitos, como todas ao cousas hu-
manas, a le do progresso, ou da transformaco dos
tempos (que nem sempre significa progresso). tem
de ir tambem successivaraente modificando as suas
condicoes intrnsecas, e sobretodo as exteriores :
a invariabildade da religiao admitte, aconselba a
variabilidade dessas associacoes.
Segundo circunstancias, tempos e lugares, lm
estas mesmas associacoes sido, ora de natureza as-
ctica e contemplativa, ora de penitencia, ora de
misericordia e caridade, ora de pengrinagem, ora
de misses, etc., ptc. Nao negar que as neces-
sidades, ou pelo menos as tendencias e ideas do se-
cuto preferem, ao antigo ascetismo, o militar da be-
(3) Esta egreja contina a ser promiscuamente
considerada de Brasileiros e Portuguezes, e aqu
vem em todos os sentidos a proposito relatar as so-
lemnidades com que recentemente em Roma se
hao expiado os ultrajes feitos, em obras infames,
divindade de Jess Christo, por meo de triduos de
adoracoes e funeces ante a efflgie Acheropita do
Redemplor, que se conserva no sanctuario do Sone-
to sanctorum. As seguintes palavras sao tiradas da
Chronica contempornea do grande jornal religioso
Ia Civit catholira, de 16 de janeiro de 1864.
mulos da piedade dos Romanos, os senhores
Portuguezes (com os quaes proinptamenle se un-
ram os Brasileiros aqu residentes) quizeram, como
aquelles, que, na sua egreja nacional de Santo An- neficeacia activa : sympathisando-se hoje mais cora
Ionio se fize9e com outro solemne triduo, ama alta' a caridade expausiva do que com a devocao con-
protestaco de f contra as recentes blasphemias. i centrada
O seu fervor muito mais se accendeu, naquelles!
tres dias, em virlude dos eloquentes discursos, ali: E Pr lsl 1ue talmente as corporaces pas
proferidos na sua nativa lingua portugueza; e me- {segoem em geral este systema ; e as antigs or-
Ihor se ostentou ainda, na manha de 31dedeem- dens religiosas, quaesquer que sejam seus perga-
Sis5 tsssMSsa' *** srai "*^ jr s itodlernai
presenca de todos, se chegaram a ella S. A. R. a exigencias da opiniao universal, que conseguinte-
Infanta D. Isabel Mara, S. Exc. o duque de Salda- mente omprehende nislo a mais Ilustrada e or-
nha, embaixador de Portugal junto Santa S, com tno(ioxa. Perianto ainda quando houvesse funda-
a duqueza sua consorte, e senhores, e damas da
embaixada, e outras respeitaveis personagens, tan-
to portuguezas como brasileiras, que assim quize
ram glonar-.e de publicamente professarem a sua
f, e testeiiuinhareni aquella solida piedade chris-
ta, que prognoslicamos ver sido reavivada em to-
do o nobilissimo povo portugnez.
E aqu diremos, de corrida, que tal vea fosse
conveniente proceder a una devassa sobre quem
fossem desgarrados Brasileiros, aflm de ver se t>
menos podiam ser fulminados com alguma aposen-
tadora, ou demlsso I
ment para imputacoes histricas a um ou outro
desses instituios, seria hoje descabido praticamenle,
visto como as grandes mudaocas do seculo XIX se
embeberam fundo na sociedade, interpondo-se um
ahysmo entre o passado e o futuro.
Entendemos, n'uma palavra, que a religiao a
cessario que ella pode obrar ; assim o direito
nao se oceupa smente dos actos externos adeixan-
do de parte o interno, e nenhuma razo teem os
escriplores que suslentam a differenca radical en-
tre o direito c a moral, qnandoassm augumentam.
Em segundo lugar sustentara os mesmos que os
deveres jurdicos sao variaveis, entretanto que os
deveres moraes sao invariaveis; cousa esta to ab-
surda, como impossivel de susteotar-se.
Ao contrario dos nossos adversarios entendemos
que tanto as prescripces moraes como as jurdi-
cas sao variaveis ; e s se pde considerar i n va-
riavel a mxima que se nos aprsenla debaixo da
seguinte formula : Fazo o bem.
Com effeito, este preceito moral o nico que
jamis poder soffrer alteracao, quaesquer que se-
jam as circunstancias, qualquer que seja o paiz,
qualquer, emfim, que seja o povo. brbaro oa ci-
vilisado.
Em quanto aos oulros preceitos estes softrem al-
teracao a cada passo, soffrem modiflcac5es de con-
formidade com as circunstancias, tempos, luga-
res, etc. E' assim que o preceilo o mais termi-
nanteTu nao matars modificado. E' assim
que a mesma moral, guardando e prescrevendo a
mximaConserva te ipsum destroe em parte o
preceilo cima citado, mandando ou considerando
justo o malar a outrem em legitima defeza.
D'ahi, pois, vemos que tantos os deveres moraes
como os jurdicos sao variaveis com a excepcao de
que fallamos, e isto tanto a respeito de ama como
de outra sciencia.
O que dizem os nossos adversarios em terceiro
lugar, e que j apresentamos, o que dissemos
sobre o prirneiro ponto. E* verdade que a cons-
primeira necessidade moral-que os institutos reli- ciencia o juiz dos actos internos, ao passo que
{iosos lhe sao ulilissimosqne a sua extineco se-
ria urna calamidade, e chamara sobre seas auto-
i
os actos externos compelem ao direito. E' i
ama verdade que nae admitte contestacao
nio combalemos, que a coaccao pertence ao direi-
to, seu caracterisco principal, entretanto que na
moral vje forma alguma poda dar-se a coaeco.
Por amor da verdade devemoe ingenaaaaeot
confessar que nao acharaos nesse ponto antagonis-
mo algum entre esta duas ciencias.
Inconlestavelmente para que o direito seja ga-
rantido mislef que seja revestido da faculdade
de coagir; mas ainda assim nao descubrimos dif-
ferenca essencial entre elle e a moral.
A sociedade, exigndo o cumprimento do daver
todas as vezes que este for desprezado, deve em-
pregar a coaccao, e isto ella faz tanto a respeito
dos de veres jurdicos, como a respeito dos deveres
moraes; e quando somente fosse a respeito dos de-
veres jurdicos, ainda assim, digo, nao havia moti-
vo para dizer-sc que o direito antagonista da
moral.
A sociedade garante nao s os de veres jurdicos,
como tambem os deveres moraes, porque, como
diz o sabio Oudt, a moral e o direito nao sao mais
do que dous circuios com os centros communs.
Conceber urna moral injusta ou um direito immo-
ral, conceber urna idea absurda, cahir no ma-
terialismo o mais tosco e grosseiro que possivel
imagnar-se.
Muitas vezes apresentam como immoral o direi-
to, porque em sua esphera tem entrado urna pres-
cripcao contraria a moral; muitas vezes tem-se
dito : O devedor em extrema pobreza obrigado
pagar ao credor opulento a divida exigida por
este. Eis-aqui, dizem, um direito de encontr a
moral, porque ao passo que o credor tem o direito
de exigir do devedor pobre a quantia devida, elle
tem por sua vez urna prescrpeo moral imperiosa
que lhe exige a conservaco de sua vida conser-
va te ipsum.
Mas, perguntamos, resultar* desse exeraplo apre-
sentado, o antagonismo entre o direito o a moral ?
por certo que nao. Isto nao prova mais do que
urna impereico de tal ou tal legislacao. Os le-
gisladores, por isso mesmo que participam* da na-
tureza humana, esto sujeitos ao erro, s imper-
feices, que sao sempre o sello das obras do ho-
mem.
Deus disse :O homem um ser porfectivel.
E sendo o homem digno de perfeicao, tendo ap-
ldes para isso, pde muitas vezes obrar mais
acertadamente do que obrara outr'ora. D'aqui re-
sulta que os legisladores humanos, nao podendo
prever todos os casos em que a le deveria ser ap-
plicada, esta acha-se omissa, e nesta omisso appa.
recem conflictos, como esse que se aprsenla em
favor da differenca entre o direito e a moral.
Desse oxemplo, porm, nao devemos concluir
que exisla tal differenca, como quefem aquellos que
pugnam por ella, devenios, pelo contrario buscar a
razo desse proceder, desses conflictos, as imper-
i'.'ieo humanas.
Do pouco que acabamos de dizer v-se que de
forma alguma podemos admitlir a doutrina dos que
suslentam o autagonismo entre o direito e a moral,
e recorrendo a epigrapheque cima deixamos exa-
rada diremos :A moral e o direito sao duas scien-
cias que apenas se distinguem por caracteres acci-
dentaes e transitorios.
A moral, lendo urna esphera sem duvida algu-
ma mais ampia que o direito, comprehende mais
deveres que este; mas de outro lado o direito, ten-
do urna esphera que nao pde deixar de ser am-
pliada ou restringida, conforme as necessidades
que a isso dr lugar, por sua vez comprehende urna
parte dos deveres, que se acham comidos na es-
phera da moral ; de modo que os deveres moraes
tendo sido revestidos da saneco jurdica passam
ipso facto para a esphera do direito; ao passo que
os deveres jurdicos tendo sidoretirado-lhes a sane-
cao jurdica passam para a esphera da moral.
Ora, d'aqui resulta que a esphera do direilo, que
pde ser mais ou menos ampia, conforme forem
sanecionados mais ou menos deveres moraes, est
sempre em completa harmona com a esphera da
moral. E tanto assim que a sociedade, reconhe-
cendo que cerlos deveres moraes devem ter urna
garanta solida e jurdica, realmente os reveste
desta sanecao. E' assim que, por exemplo, na In-
glaterra a sociedade, reconhecendo o dever moral
de caridade, mui importantemente estabelece a
caixa dos pobres, para a qual os individuos devem
concorrer com urna porco de suas fortunas.
Suppomos ter dito quanto baste afim de provar-
mos que entre o direito e a moral ha apenas urna
differenca accidental e transitoria, e nao essencial,
como querem os nossos adversarios; entretanto
para mais nos certificarmos da verdade da opnio
daquelles escriplores a quem nos seguimos, mos-
tremos ainda como os principios do direito sao, e
nem podiam deixar de ser, os mesmos da moral.
Quando tivermos admittido que tudo quanto
existe obra do Ser Omnipotente, admittiremos
com toda justeza que todas as cousas que Elle
creou teem entre si imraedialas relaces. E se
isso se verifica no mundo physico e material, com
raaioria de razao se verifica no mundo moral.
O principio de sabedoria nao partndo de outro
que nao o Senhor de todas as cousas, todas as de-
dueces deste principio estabelecidas por Elle, de-
vem estar ou devem ser harmnicas, e immediata-
mente relacionadas, como podem ser concluses ti-
radas de um mesmo principio, e um principio di.
vino.
Deas, tendo estabelecido urna norma pela qual
os homens deveriam offerir as suas aegoes, e a
qual elles nao poderiam subtrahir-se, segue-se que
todas as leis que tiverera principio, que forera ema-
nadas desta fonle santa e perenne de sabedoria, de-
vem ter o mesmo carcter.
Neste caso esto a moral e o direito, que nao
podendo ter a sua fonte na razao humana, porque
esla frgil e as mais das vezes sujeila ao erro,
necessilando de luz a cada passo para nao abys-
mar-se as trevas, nao pde ter outra seno em
Deus. E como se poder ento dizer que essas
duas sciencias sao diversas em seus principios ?
Deus, creando o homem, dotau-o de intelligencia,
mas esl evidentemente provada que a intelligen-
cia humana carece de luz, tanto quanto no mesmo
homem o corpo precisa do espirito, e vicc-versa ;
e se assim onde ver a luz se a mesma humani-
dade precisa della ?
Em Deus o homem acha tudo; as leis estabe
cidas por Elle o mesmo homem acha o necessario
para viver com toda dignidade de ser livre e Inde-
pendenle.
Sendo assim claro que a moral e o direilo,
lendo a mesma fonte a sahedoriaje a razao divina,
os seus piincipios nao podem ser adversos.
Temos concluido.
Fevereiro de 1864.
Cactano il. de Faria Neves.
A Fl I.IIA DO DOI "l'OH rERO
Romance original dr Cantillo f.aslflio Branro.
(Continuarlo.)
XII
E. depois. to carecedora eslava ella como elle
de lenitivos. As lamurias irritavam-lhe os acres-
sos. O que o Dr. Negro queria era vinganca, era
ouvir ootra vez o stridor dos ferrolhos corridos as
costas de condemnado por tres, por vlnte annos.
_. carceret
O sangne delle e o della, urna forca para ambos
e ks infinitas penas do inferno por cima de ludo!
E' o qde elle (pieria ; s quem assim Ih'o promet-
tesse poderia gotejar-1he refrigerio na chaga, que o
retorca em furias de/obro traumathiea.
Francisco SimVs.recolnido i casa, charaou a
si os amigos mais valiosos, e pedia que o vngas-
sem. O rethorco apparecea sem ftr chamado, e
eomecou pela vulgaridade de Cieero Amicus ce>
tus, etc. (I) .
Franziu o doutor a testa, e disse :
Sr. Silva, a sua erndicao vem fra de tempo.
Doixe-me escular os amigos, que servem. Esta
enferraidade de espirito ha de anniquilar-me!
Morbi perniciosiores... murmurou o Sr
Januario, e conteve-se de repellao. (t)
O doutor dera urna upa na cadeira, e o latinista
jurou comsigo de nao fallar raais, ainda que o Ci-
cero lhe cahisse a talho.
O Dr. Alpedrinha continaou :
Que me dizem, meus amigos f Como he. de
haver a mao os infames ? Fallera por quem sao!
O mais graduado opmou :
Incumbe prirneiro saber onde param.
Na Hespanha-acudiu outro.
Quem o abe?disse o doutor.
Eu, de urna caria, que recebi de Valenca
hoje mesmo. Sua filha e o tal mellante saltaram
em Tuy s cinco horas da manha do dia 15 do
crreme.
Ordens para Hespanha, ordens de priso
claraou o Dr. Negro, com applauso de tres amigo*
parvos.
Pois simvolveu o mais cordato;mas in-
vestiguemos prirneiro se taes ordens sao approva-
das pela saa razo.
O relhonco rasgou a mordaca, e disse :
Non debemus quicquam agere, cujus non pos-
stmus causam probabiletn federe. (3)
E' de mais, Sr. Costa Silva I bradou o dou-
tor.Eu vejo-rae obrigado a manda-lo calar !
O Sr. Francisco Simos de Alpedrinha, no
auge da sua dr-respondeu plcidamente o eru-
dito ofTende um amigo que lhe perdoa de bom
animo. Nao fui chamado; mas vim. Agora Ta-
me, como cumpre; mas fallarei, erabora pouco,
subslancialmente ha de ser. Chegadas as cousas
ao ponto em que as vejo, Sr. doulor, o meu pare-
cer que deixe os fugitivos ao seu destino. Pree
dlos em Hespanha parece-me incunal, Ilegal, -
inexequivel por arbitrio das Justinas. A sua vin-
ganca, se ella justa, o tempo Ih'a trar, que /
hil est quod.. .perdo, que as minhas citacoes es-
tomagara o meu amigo, cujo odio a Cicero aiuda
urna enfermidade de sua alma. Lamento as des-
venturas de um pae extremoso e to mal corres-
pondido ; mas nao o aconselho a sollicitar urna vin-
ganga que a final lhe ha de gastar as forras, e
abrir-lhe a sepultura. A morte ella vira, amigo c
Sr. doulor, e com ella o termo de todos os odios.
mnium rerum mors est extrnmtm. (i) E" o que
se me oflerece dizer.
Dito isto, Januario tomoa o chapu, e sahiu.
Ao descer as cscada', murmurou :
ptima suadere quam difficile est! (b)
Chegando ao pateo, parou, e monologou :
ptima suadere I.. .isto nao me sa a Cicero.
Deve ser de Deraosthenes. Hei de ver a senten-
ca em grego. Seria um desdeuro citar Dcmosihe-
nes em lalim I
No emtanto, o Dr. Negro ouvia colrico o pare-
cer do mais cordato, que abundava no voto do re-
thorco. Os oulros membros do conselho, amolle-
cidos pelo latirn de Cicero, ou pelas razes vern-
culas do homem prudente e mais authorsado.
abandaram-se cora elle, e letona ssinho o dou
tor a praguejar contra a egosta insensibilidade do
genero humano. Por ultimo, sahiram todos des-
contentes da iracundia do Dr. Negro, e o pae airar-
lo ficou bravejando contra elles em soliloquio.
Fecharamse as janellas da casa de Alpedrinha
Os clientes, temerosos da demencia do patrono,
concorreram a pedir os seus processos e senlencas-
O doutor mandava-os despedir pelo rreado. Vie-
ran) em seguida mandados judiciarios para a en-
trega dos autos. Esta serie de desgoslos sobreex-
ctaram a angustia do velho. Appareceram os pri-
meiros accessos de loucura, quando Antonio da
Silvera foi avisado das novas calamidades d'a-
quella familia.
A este tempo, o moco transmontano eslava j
desligado do exerclo, e viva no suave retiro da
sua aldeia, guarecendo com a soledade meditativa
a ferida renitente do seu prirneiro amor. Apezar
de nenhuma confianca ter em si, obteve de seu
irmo morgado alguns recursos, e desceu ao Por-
to. Annunciou-se ao Dr. Negro, foi recebido, e a
primeira pessoa, que se lhe airou aos braros, foi
a me de Albertina, clamando :
Salve-me meu mando, que elle endoudece I
Valha nos pelas rhagas de Christo, que eu nao se
o que ha de ser de nos I
O doutor eslava no lelhargo conseguate a um
accesso. Antonio da Silvera espern, e no em-
tanto ouviu a historia da fuga.
Recobrado o enfermo, annunciouse-lhe o amigo.
Francisco Simoes eslreraeceu, e disse :
Que enlre o prirneiro homem honrado do
globo I
Este dizer prevenu Antonio da Silvera contra a
sanidade intellectual do seu amigo.
Assim que o viu, o Dr. Negro exclamou rolando
os olhos sanguneos:
Quero beber o sangue do scelerado, que me
leva a filha, a honra, e a vida! Quero a cabeca
delle, e o coracao della !
Antonio da Silvera encarou-o com severidade,
e disse :
Surge tndem, rmnifex '. Ergue-le d'ahi,
algozt > (6)
O Dr. Negro fitou-o com pavor, e disse com of-
fegante nceio :
Quem vem insultar um moribundo? Pois
nem a morle respeitavel ao escarneo do mundo ?
Antonio da Silveira abeirou-se do leilo do doen-
te, e disse com maviosa serenidad?, tomando-lhe a
mo convulsa :
{Continuar-se-ha.)
(1) as crises
La-lio.
se manifestam os amigos. In
(2) Era aiuda de Cicero a sontenca eslrai gula-
da segunda palavra. O grande orador tinha di-
to : c As molestias da alma sao mais e mais peri-
gosas que as do corpo Morbi perniciosiores plu-
resque sunt animi quam corpons. 3. Tuscul.
(3) Nao emprehendamos cousa alguma, sem ti-
rar a limpoa razo do intento. -1. Offic. Cic.
(4) Afa morte acaba tudo.
(5) Qnflo diffic i incutir a perluasao do bem '
Demosth.
(6) Sao palavras que Mecenas envin escripias
So imperador Augusto, no arto em que elle esta va
condemnando rancorosamente os delinquentes de
estado. O imperador sahiu da judicatura, quando
leu a atrevida admoestacio do amigo, e esperou
hora de serenldade para lavrar as sentenjas.
PSUNAMBVCO. TTP. t M. F. & PTTjflfj
-
1
f
y
MUTllLADO


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