Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10381


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Full Text
AMO II. HOMERO 125.
pr tres mtzts adiatados 5JO00
Per tres aezes veicidos 6^000
Porto eorreio pr tres mciw, 0750
DIARIO
2 i <*
QWTA fEIRA 2 DE JDlfHO DE 1864.
Per aiio adiantado.....19I00O
Porte ao eorreio por um asno. 3$000
BNCARRJSGADOS DA SUBSCRJPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracaty,
Sr.A. de Lemos Braga; Cear, o Sr. J. Jos de
Oliveira-, Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro-
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro d C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
8NCARRKGAD0S DA SUBSCRIPCAO NO SL.
Alagoas, o Sr. Claudino Faleo Dias; Bahia, o
rr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
r era Martins & Gasparino.
PARTfl)A DOS ESTAFETAS.
Olinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Goyanna e Parahyba as segundas e
sextas-feiras.
Santo Anto, Gravat, Bezerros, Bonito, Caruaru',
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacara tu', Cabrob,
Boa Vista, Ouricury e Exu' as quartas eiras.
Serinhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros. Agua Preta e Pimenteiras as quintas eiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os estafetas partem ao Vi dia.
EPBEMERJDES DO MEZ*DE JIMIO
4 Loa nova as 9 h., 20 m. e 20 s. da ra.
i2 Quarto cresc. as 9 h., 27 m. e 26 s. da m.
19 La cheia as 8 h., 34 m. e 20 s. da t.
26 Quarto ming. as 11 h., 53 m. e 3 s. da ni.
PRBAMAR DE HOJB.
Primeira as 1 horas e 18 minutos da tarde.
Segunda as 1 horas e 42 minutos da manha.
PARTIDA DOS VAPORES COSTER03.
Fara o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
- i!J ja 7 e decadamer' ParaF'ernando nos
das 14 dos mezes dejan, marc., maio, jal, set. enov.
PARTIDA DOS MNIBUS.
. ,**" Recife : do Apipucos s 6 Vi. 7, 7 Vi, 8 e
8 V, da m.; de Olinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao as 6 Vi da m.; do Caiang e Varzea s 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
k k ,ReCfe : para Apipucos s 3 Vi, 4, 4 A, 4 Vi,
"' ''j, 5 '/i e 6 da tarde; para Olinda s 7da
niannaa e 4 Vi da tarde: para Jaboatao s 4 da tar-
de para Cachang e Varzea s 4 Vi da tarde; para
Bemflca as 4 da tarda
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Relaco: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quintas s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de erphos: tercas e sextas s 10 horas.
Primeira vara do civel: torgas e sextas ao meio
dia.
DIAS DA SEMANA.
30. Segunda. S. Fernando ro S. Emilia m.
II. Terca. S. Petronilla m.; S. Lupicino b.
1. Qiiarta. Ss. Firmo 6 Felino mm.
2. Quinta. Ss. Marcelino presb ; S. Fintano b.
3. Sexta. Ss. Pergeulno e Laurentino irs. mm.
4. Sabbado. S. Francisco de Caracciolo.
5. Domingo. S. Pacifico f.; S. Nicacio m.
ASSHNA-SE
Segunda varado cive!: a*, .s^.l^feYSVS^SJTS^>
da tarde
IF
aria & Filho.
PARTE OFFIGIAL.
MINISTERIO DVIi/HMtV.
EAPEDIK>TE DO DU 30 DE ABIUL DE 1864.
Ministerio dos negocios da fazenda.Rio de Ja-
neiro, 30 de abril de 1864.Jos Pedro Dias de
CarvaRio, presidente do tribunal do thesouro na-
cional, tendo presente o requerimento de Jos Se-
verino Cavalcanti de Albuquerque, fiador de Joo
Cavalcanti de Hollanda Chacn, ex-collector da ci-
dade da Victoria, na provincia de Pernambuco,
transmittido por officio n. 16 da respectiva presi-
dencia de 9 dej fevereiro ultimo, em que expoo
pie, havendo obldo do thesouro nacional urna mo-
ratoria de 4 annos para pagar o alcance de seu
aliancado, assignra as letras respectivas pela quan-
tia de 11:861989, sendo de 10:340*430 do princi-
pal e !:521o59 de juros; que, pelo termo de flan-
ea de 13 de marco de 1858, se obrigra como fia-
dor do dito Chacn, na qualidade de escrivo, ate a
somma de 3:000*000, e, por tanto, nao respon-
savel pela quantia de 990*000 por parte do alcan-
ce proveniente dos dinheiros de erphos, entrados
para a collectoria em 2 de Janeiro anterior ; e fi-
nalmente que, pelo termo de 5 de marro de 1859,
se obrigra at a quantia de 6:000*000, e que as-
siiD nao pode ser responsavel pela somma exigida,
excedente dos limites da fiaHca, reclamando ser
exenerado da responsabilidade de 990*000, e pagar
smente o que seja devido em virtude da fianza,
regulando-se de novo as prestacoes da moratoria.
Considerando que essa fianea nao admitte inter-
pretado extensiva a mais do que precisamente se
<:omprehende no termo, e que os assignados pelo
supplicante muito clara c expressamenle limita-
rain a sua responsabilidade quantia arbitrada de
tres e de seis contos de res;
Considerando que a concessao de moratoria pela
quai se admitiem os devedores da fazenda nacio-
nal, havendo justos c attendiveis motivos a pagar
por prestacoes os seus dbitos, passando-se letras
na forma da le de 13 de novembro de 1827, nao
induz novacao ; por quanto, sendo a causa da divi-
da sempre a mesma, nao se d nem se pode dar
quitacao aos devedores, nem occorre facto donde
resulte clara e incontestavelmente a intencao de in-
novar a obrigaco anterior ; sendo que as letras
em tal caso nao represenlam um pagamento ac-
tual, mas smente urna garanta de futuro paga-
mento, faltando a qual o credor tica manlido no
exercicio dos direilos e privilegios do crdito pri-
mitivo de que gosa cumulativamente com as novas
garantas dada; pelo devedor ;
Considerando que, ainda quando houvesse nova-:
rao, poda o novador usar do remedio facultado ;
pela lei para fazer-se restituir contra urna obriga- \
rao eontrahida indevidamente por erro e sem di-!
reito algum, e conseguintemente de exigir a refor-
ma das letras das prestacoes para se eliminar a
quantia excedente daquella por que se obrigra nos
lermos da nanea, pela qual nao responsavel nem
natural nem civilmente ; e
Usando da aiiribuco conferida pelo art. 1." .$' 2*
do decreto de 29 de Janeiro de 1059. approvado
pela lei de 27 de outubro de 1860, art. 12 10,'
para a interpretado da fianra :
Declara ao Sr. inspector da thesouraria de a-'
zenda da provincia de Pernambuco que resol veu
deferir o requerimento do supplicante, julgando-o
nao responsavel pelo alcance de 990*001) e respec-
tivos juros, verifi-ado no exercicio de 18571858,
o sini pelo que foi verificado nos cxercicios poste-
riores, c smente al a quantia de 9:000*000, limi-
te do termo de fianea de 5 de man;,, de 1859 o os
respectivos juros, que neste caso sao de 6 por cen-
to, desde a interpellacao judicial, tendo.-se em vista
as instrucces da directora geral do contencioso
de 23 de outubro de 1963.
Compre, por tanto, que o mesmo Sr. inspector
admita ni-sia conformdade as prestacoes a vencer,
levndose em conta na ultima o queja de mais ti
ver pago o supplicante de seu debito, quer quanto
sua totalidade, quer quanto ao seu juro. E visto
constar que o ex-collector tem bens oceultos, sem
perda de lempo requisite a prisao administrativa
do dilo ex-collector, procedendo ulteriormente na
forma do decreto de 5 de dezembro do 1849, o pro-
movendo o sequeslro dos ditos bens para por ellos
indemnisar-se a fazenda publica das quantias por
que nao for respousavel o fiador, participe ao the-
souro o resultado destas dilicencias.
G0TO0 DA PROVINCIA.
Expediente do dia 30 de maio de 186 i.
Offlcio ao Exm. Sr. Dr. Joo Marcellino deSouza
Gonzaga, presidente da provincia do Rio Grande do
Sul.Scienle pelo seu oflicio de 3 do correnle, de
haver V. Exc. tomado posse do cargo de presidente
dessa provincia, para o qual foi nomeado por carta
imperial de 30 de marco ultimo, tenhoa satsfaccao
de assegurar V. Exc. que serei fiel no cumpri-,
ment de suas ordens, qur sejam ellas relativas
ao servieo publico, quer ao particular de V. Exc
Dito ao Exm. presidente da provincia de Miuas
Geraes.Accuso recebido com o oflicio de V. Exc.
de 7 do correnle, dous exemplares do relatoriocom
que o Exm. Sr. conselheiro Joao Crispiano Soares
passou V. Exc. a administracao desta provin-1
cia.
Dito ao Exrn. Sr. Dr. Alexandre Rodrigues da
Silva Chaves, presidente da provincia de Santa Ca-
marina.Pelo su oflicio de 27 de abril prximo
findo, liquei inteirado de haver V. Exc. prestado
juramento c tomado posse da administracao dessa
provincia para a qual foi nomeado por caria impe-
rial de 23 de Janeiro ultimo. I
Dito ao brigadeiro commandanle das armas.;
Sirva-se V. Exc. de mandar por em liberdade, dan-
od-lhebaixa se jestiver com praca orecruta Ma
noel Simiao dos Reis, que tem iscnco do recruta-
mento.
Dito ao mesmo. Sirva-se V. Exc. de mandar
por em liberdade, dando-IJie baixa se j estiver
alistado o recruta Jos Francisco Ribeiro da Cu-
nta, visto ter provado isenco do recrutamento.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. expedir as suas
ordens, para que as patrulhasde 1' linha destina-
das para as rondas desta cidade, fagam esse servi-
eo das 6 horas al meia noite, nao se retirando
dos pontos em que rondarem emquanto nao forem
substituidas pelas de polica, que devem fazer a
segunda ronda. Cominunicou-se ao Dr. chefe de
polica. i
Dito ao inspector da thesouraria de fazenda.
Participando o bacharel Joaquim do Reg Barros
em 18 deste mez, que renunciando o resto da li-,
cenca que obleve, reassuraio naquella data o exer-
cicio do cargo de promotor publico da comarca do
Bonito : assim o communico V. S. para seu co-
ohecimento. \
Dilo ao mesmo. Seno heuver inconveniente,
mande V. S. pagar ao pharmaceutico Joaquim de
Alenla Pinto, como pede no incluso requerimen-
to a quaa{ia de 109*361, proveniente de medica-
mentos, que forneeeu para tratamento dos indi-
![entes do termo do Ex, os quaes constam da re-
acio que va i annexa ao citado requerimento.
Dito ao mesmo. Transmilto V. S. para o flm
conveniente, as tres inclusas relacoes das notas do
governo assignadas desde janeiro at dezembro do
anuo prximo passado e bem assim a firma origi-
nal do novo assignatario de notas Isidoro Jos Pe-
reir Bastos, sendo que tudo me foi remettido pelo
inspector geral da caixa de amortisaco com oflicio
inspector. i
Dito ao mesmo. Respondendo ao seu oflicio de
2 7 do correnle e sob n. 273, tenho a dizer, que,
em vista do que nelle pondera, pode V. S. aceitar
o offerecimento que em hasta publica fez o baro
do Livramento da quantia de 400* pela escuna Li-
doi/a e suas prtenlas.
Dilo ao mesmo.Declaro V.S. em aditamento
ao meu oflicio de 9 deste mez, que o bacharel Ma-
noel Clemenlino Carneiro da Cunha reassumio o
cargo de juiz de direito da comarca do Rio Formo-
so em 2 de abril prximo findo, e nao do corren-
te, como por equivoco se escreveunaquelle oflicio.
Igual communicac,o se fez ao conselheiro pre-
sidente do supremo tribunal de juslica.
Dilo ao Dr. chefe de polica.Inteirado do con-
tedo do offlcio de V. S., n. 61, de 27 deste mez,
sobre o estado da cadeia de Flores, tenho dizer-
Ihe em resposta, que convm que o respectivo de
legado faca orear o concert de que precisa a mes-
ma cadeia, e indique pessoa para delle encarregar-
se sob sua inspece3o.
Dito ao capitao do porto. A' V. S. serao apo-
sentados os recrutas de marinha Manoel Joaquim
de Campos, Manoel Lourenco do Nasclmento e
Victorino Jos de Santa Anna, para que lhe d o
conveniente destino depois de inspeccionados.
Communicou-se ao Dr. chefo do polica.
Dito ao director do arsenal de guerra. Mande
V. S. entregar ao commandanle do corpo de poli-
ca os objectos que perlencem ao mesmo corpo e
se aeham concertados, segundo V. S. declarou em
seu offlcio n. 326 de 28 do correnle.
Dito ao director das obras militares. Tendo
I nesta data autorisado a thesouraria de fazenda
i pagar a Francisco Jos de Brito a quantia de rs.
I 73*080, constante da conta em duplcala, que veio
! annexa ao seu oflicio de 28 do eorrente, sob n.
I 60, assim o communico V. S. em resposta ao ci-
tado offlcio, curaprindo que mande orgar a despeza
a fazer-se com o prolongamento do cano nelle
mencionado, alim de que possa ter lugar a execu-
cjio dessa obra. Communicou-se thesouraria de
j fazenda.
^ Dito ao director das obras publicas. Mande
: Vmc. fazer com urgencia os concertos de que ne-
cessita o quarto ende se acham aquarlelladas as
pravas que fazem o servieo policial no districto da
Magdalena, como requsitou o Dr. chefe de poli-
ca.
Dito ao juiz municipal da 1' vara desta cidade.
1 Ponha Vmc. disposico do Dr. cnefe de polica
os sentenciados quo estiverem as circumstancias
de serem enviados para o presidio de Fernando,
alim de terem esse destino bo vapor que deve lar-
gar .para all no dia 14 de junho prximo vindou-
; ro ; remettendo-me Vmc. com antecedencia as
I respectivas guias, bem como as dos que existirem
all sera ellas.
Dito ao juiz municipal do termo de Serinhaem.
1 Inteirado do contedo do seu offlcio de 2 do cor-
rente, tenho a dizer-lhe que, apezar de nao terem
apparecido queixas nem reclamaces contra a jun-
ta qualiflcadora da freguezia de* Serinhaem desse
termo, como Vmc. declara em seu citado oflicio,
deve o conselho municipal de recurso funecionar
como preceilua os avisos n. 64 de 6 de abril de
1847 e 38 de 29 de agosto de 1860.
Cumprt, portanto, que Vmc. convoque o men-
cionado conselho para reunir-se no dia 20 de ju-
nho prximo vindouro, que para isto fica desig-
nado
Dito cmara municipal do Recife. Remetto
por copia, cmara municipal do Recife o oflicio
de 27 doconvnte do eorrente, sob n. 136, em que
o director da reparticao das obras publicas pede
providencias acerca de um cano de esgoto per-
tencente a um predio do casal Vieira da Cunha, i
silo na ra d'Aurora, aflrn de que, tomando em
consideragao o contedo do citado offlcio, d as
providencias precisas a cae respeito. Communi-
cou-se ao mencionado director.
Dito ao gerente da conipanhia Pernambucana.
Scienle pelo seu oflicio de 27 do correnle, de que
tem Vmc. de mandar ao presidio de Fernando no
dia li de junho prximo vindouro um dos vapores
da companhia. Pernambucana, exped nesta data
as convenientes ordens para que sejam embarca-
dos cora a necessaria antecedencia os oflicaes,
pracas, sentenciados e objectos que as reparlicoes
publicas tiverem de remetter para o mesmo pre-
sidio. Expediram-se as convenientes ordens.
Dito aos agentes da companhia Brasleira de pa-
quetes vapor. Pdem Vmcs. fazer seguir para
os portes do norte hora indicada em seu oflicio
de honlem, o vapor Oyapock, procedente dos do
sul.
Portara.-Os Srs. ageates da companhia Bras-
leira de paquetes vapor mandem dar transporte
al o Para, em lugar de r destinado passageiro
de estado, no vapor Oyapock, ao bacharel Heraclio
Vespusiano Fiock Romano.
Dita.Os Srs. agentes da companhia Brasileira
de paquetes vapor mandem dar transporte at o
Maranhao, em lugar de proa destinado passa-
geiro de estado, no vapor Oyapock, Mara Vicen-
cia da Conceicao.
Dita.O presidente da provincia, conformndo-
se com a proposta do Dr. chefe de polica n. 529,
de 3 desle mez, resolve nomear a Laurino Ange-
lo de Almoida e Silva e Jos Francisco Lele, este
para 3 e aquelle para Io supplente do delegado
de polica do termo de Ingazeira.Communicou-se
ao Dr. chefe de polica.
Dita.O presidente da provincia, conformndo-
se coma proposta do Dr. chefe de polica n. 529
de 3 deste mez, resolve, bem do servieo publico,
demitlr Joao Lniz Mouleiro do cargo de 2o sup-
plente do subdelegado do districto de Ingazeira, Io
da freguezia do mesmo nome, e para o substituir,
assim como para o lugar vago de 1" supplente, no-
mea :
Io Olegario Pereira de Menezes.
2o Aureliano Fernandes de Moura,
Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dita.O presidente da provincia, conformndo-
se com a proposla do Dr. chefe de polica, n. 529,
de 3 deste mez, resolve nomear para supplentes
do subdelegado do districto de Afogados, 4o da fre-
guezia de Ingazeira os cidadaos seguintes :
Io Flix Ferreira da Silva.
2o Joao Pereira Liberal.
3o Manoel Jos de Siqueira Athanasio.
Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dita. presidente da provincia, conformando-
sd com a proposta do Dr. chefe de polica, n. 529,
de 3 do eorrente, resolve, bem do servieo pu-
blico, demittir a Jos do Prado Xavier, do cargo
de subdelegado do districto de Varas, 2 da fregue-
zia de Ingazeira, e para o substituir nomeia o le-
nonte Antonio Correia de Almeida Pcdrosa.
Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Dita.O presidente da provincia, conformndo-
se com a proposta do Dr. chefe de polica, n. 529,
de 3 deste mez, resolve nomear para os lugares
vagos de Io e 3 supplentes do subdelegado do dis-
distro de S. Jos, 3 da freguezia de Ingazeira, os
cdados seguintes :
Io Manoel Alves da Rocha.
3o Manoel Joaquim Nnnes.
Communicou-se ao Dr. chefe de polica.
Expediente do secretario do goreroo.
Offlcio ao inspector da thesouraria de fazenda.
O Exm. Sr. presidente da provincia manda trans-
muta V. S. as cinco inclusas ordens, sendo tres
do thesouro nacional sob ns. 48, 56, c 62 e duas em
duplcala expedidas pela reparticao do ajudante
general, sob n. 399 e 400.
Despachos do dia 30 de naio de lSli.
Requerimento.
Bariholomeu Lourenco.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazenda.
e agosto, e prope-se dar vinle e
i quairo representacSes ordinarias, para as quaes j
Manoel Antonio de
chefe de polica.
Miranda.Informe o Sr. Dr.
-M'f *!fo.fe*? "M *> Alboqnerqae.- rfo em pratica, qeiraando, a hora adiantada da A companhia demora-se no Porto durante os
informe o sr. thesoureiro das loteras. notte, um noneco que denominaram oRolim ap- mezes de uilho
Engenheiro Joao Luiz Vctor Lieutljier-Informe pellido da familia Loul. I quairo represen.
o br. inspector da thesouraria provincial. Este boneco representava nada menos do que o est abertaa'assigoatura.
S.--an(e_'.?i'?a,?nt'.I? da.Cunha; Certifique. [ duque de Loul, presidente do conselho de ministros i Acha-se aqu o actor Ramos, que vem tratar do
que como ministro do reino, havia referendado a angariar assignaluras para urna serie de recitas
referida portara. que a companhia do gvmnasio Lisbonense se pro-
Para prevenir eventualidades tinha o governa- pe dar no ilieatro Raquel, conjunctamente com os
dor civil do districto de Coimbra feito reunir, logo compagnoles, que oraestao em Lisboa.
aos primeiros symptomasde agitaeao da academia, J que fallamos de theatro vem a proposito dizer
uma torca militar no palacio do mesmo governo ci- que os Srs. Ernesto Pinto e A Correa ja conclui-
vil. Sabedores os estudantes desta prevenco da rain o libreto para a nova opera quo o Sr. Noro-
autoridade, reclamaram do chefe administrativo do
districto que mandasse recolher quarteis a forca
de que eslava rodeado. Por prudencia conveio o
governador civil na exigencia que se lhe fazia, mas
i'OMHAM'O DAS ARIAS.
Quartel general do commando das armas de Per-
nambuco, na cidade do Recife, 25 de maio de
4861.
Ordem do dia n. 325.
O general commandante das armas faz publico
esta annuencia foi capitulada de fraqueza, e a fel-
para conhecimento da guarnico e flns convenientes, ZmSS^ZJSL tTla*
que a presidencia na data de honlem designou o r. ^W^^^T1^ d ,
Dr Manoel Jos da Sil vi \..v> nli rtpTtirpitn da dia se8n'nle 29) foi do Porto para Coimbra.
, 2- vara de ta canilI rara ex^rterKn 5e, carainho ^erro/urna fora dt -00 ^poelaa
! o lugar Se Sidaor d Kerra rau Drovinch do r^iment0 n- 3- Eta *5* che*ou ali as 2 ho"
fimS^ ABS^vS^W '2,niVhrdelid0 referid0 dia- us1estuda"testfora,m
ment que a 17 do corrate contraho para servir fZ ,on' ?r'T J maS g ,ncont,n0DLe
'mais seis annos, nos termos do decreto e regula- ?rta 'mmissao da academia rec|amava do goyer-
mento do i- de maio de 1858, o ~nin 5a ?** ".! a ro,irad da1'?ella **&> S? '^ dt,-
nha se propoz escrever, intitulada o Arco de Sunt'
Anna. O assumpto do libreto tirado do roman-
ce deste ttulo do nosso Garrett.
A leilura do libreto foi feita em casa do Sr. No-
ronha pelos dous autores, e segundo dizem, o me-
recimento dos versos e a belleza dos pensamentos
nao desdiz do valor de um poema.
Sfio quatro os actos que formara o libreto. O
primerodivde-se em dousquadros, sendo um pas-
sado no Arco de Sant'Anna e outro em Cava. O
segundo divide-se em tres quadros, sendo m era
Gaya, outro no Carcere e o ultimo no paco do his-
po. O terceiro passado no Careen-, e o quarto,
Assignado.
Lago.
Conforme Jos Ignacto de Medeiros Reg km-
tetro, capitao encarregado do detalhe.
- Dia 28.
Ordem do dia n. 326.
O general commandanle das armas determina ,
que na manha do dia 1 de junho prximo viudou- lrn0iV"ra^;1"d" Ce\t?I itVpffi K3S& S
ista treral de mn^tra aos cornos mo- Lapa' uma m,ssa Por ama do Senhor D- Pedro ,v- A a'fandega do Poi
O estado desle porto o segunte :
.Vicios descarga.
Ktiza, barca ingleza.
Dourattes, patacho dilo.
Ora, escuna dinamarqueza.
I!-/ //*, barca ingleza.
Secielin Campbell, brigue dito.
Chorace Bell, hiate dilo.
Ditos carga.
inulta, escuna franceza.
Ligeiro, brigue portuguez.
Nora Cintra, barca dila.
0 brigue Henrii/ue saino ante-hontein para Lis-
boa levando 22 passageiros e o patacho Alai ta o
da 20 para New-Vork.
O vapor Paran segu amanlia pela manha i
para o sul confirme me iRformam.
DIARIO DE PERNAMBUCO
Pelo vapor Paran, entrado hontem dos porto s
do norte do imperio, recebemos cartas e jornae s
que alcancam : do Amazonas 13, do Para a 23.
do Marauho a 25, do l'iauhy 16, do Cear 28,
do Itio Graude a 30 e da Parahyba a 31 do cor-
rente.
Amazonas i Paii.O que de mais importante
ha vai mencionado na caria do nosso correspon-
dente.
Maranhao.O resultado da eleicao para um se-
nador nos collegios da capital, Rosario, Alcntara.
ro, se passe revi
veis existentes nesta" provincia, ao de guarnico e
as companhias isoladas pela ordem segrate:
A's 6 horas a companhia de artfices ; s 6 1/2
ao 7 batalho de nfantaria ; s 7 a companhia de
cavallaria ; s 7 1/2 ao 9o da mesma arma ; s 8
ao corpo de guarnico ; e finalmente s 9 ao 4" ba-
talho de amulara a p na cidade de Olinda.
Assignado.Solidomo Antonio Jos Pereira do
Lago.
Conforme.Jos Ignacio de Medeiros Rugo on-
teiro, capitao encarregado do detalhe.
Dia 31.
Ordem do dia n. 327.
Tendo-se apresentado no dia 29 do eorrente o Sr.
tenente do 9 batalho de infamara Joo Paulo de
Miranda da liceuca que obleve para ir provincia
de Santa Catharraa, deixa o general commaudaule
das armas de proceder corrcccionalmente contra o
mesmo Sr. tenente, por ter exhibido razes justifi-
cativas da demora que teve, e portanto determina
que fique de nenhura efTeito, assim a sua ordem do
dia n. 314 de 25 de abril do eorrente anno, na par-
te que o declara ausente por excesso de liceuca,
como o respectivo edital de chamamento.
O mesmo general determina aos Srs. comman-
para deliberar o que Ihes conviria fazer. Resolve- I, o hispo, o arcediago, Annhas, Vasco, bruxa d
ram que nao deviam voltar em quanto ali se con-' Gaya e Pero Cao.
servas.se a forca militar, e nomearam uma com- J A msica da nova opera de Xoronha ha de fa- -
missio composta de sete estudantes de Coimbra e zer subresahir o merecimento, do libreto, porque Caxias, Itapicur, Coroata, Vargem o seguinle :
tres do Porto para dar conhecimento dos tactos co- j Noronha eximio compositor, como o revela na Conselheiro Fui lado 350 votos,
fldos a todos os acadmicos ausentes. Tambem sua Beatriz de Portugal, que to vctoriada aqu Dr. Nanas Goncalves 348
' al passada. Coronel Isidoro" Jansen 347
'orto reudeu no mez de maio ul- j L-se no Publicador Maranliense :
A esta missa assisliram, alm dos estudantes de | timo 299:732*235 rs, a saber : c Chegou honlem, 24 tarde o Anglica, trazen-
Coimbra, rauitos estudantes da escola polytechnca,
metlico-cirurgira o lyceu desta cidade. Ajudou
missa um acadmico de capa e batina.
Como o nosso illustrado collega da capital nao
deixar de contar o que a respeito desta questao
se passou em ambas as casas do parlamento, re-
metto mais esta noticia dizendo que os estudantes
que se achavara nesta cidade voltaram Coimbra
para cursarem as respectivas aulas.
Por todo este mez termina o theatro lyreo, dei-
xando pesarosos os dilletanti, porque a companhia
regular como est agora, digna de ouvir-se. No
emtanto, como nao possivel possuila todo o an-
no, ha que contentar aos divertimentos que estao
em perspectiva.
Tivemos a primeira opera nova, e anda em en-
saios a segunda, que apezar de dizerem os carla-
zes >que nova para o Porto, j aqu foi cantada
I m porlaeo 2."l: 038*895.
Exportaco 1 f :886*015.
Reexportadlo 258*045.
Consumo 8":811*290.
Tonelagem 1:520*820.
Diversas reeeitas 18:217*770.
Cambios,Sobre Londres 90 d. v. 53 112 e 90 t Logo que
d. d.'33 5|8. Paria 5303 m. d. 540 vista. Ham- -mandaran) os
;do a seu bordo o cadver de Joao Francisco
Lisboa.
Consla-nos que na sexla-ffjra s 6. horas da
tarde, lera lugar o desembarque, na rampa, e que
' nessa mesma noile fur-sc-ha a inhumaco na igreja
do Carmo.
ha muitos annos, motivo porque quas ninguem se Pernambuco, por Lisboa.
lembra de a ter ouvido. Esta a Esearamuca, e
aquella o tCorsario.
Pez nesla a sua estrea a dama Virginia Garulli,
que veio de Lisboa substituir prima-dona Isabella | Para.
Alba, que d'aqui foi para, o Rio de Janeiro onde,
burgo-48 48 1|2 nominal.
Abriram termo de carga : em 27 de abril a
galera Europa para o Rio de Janeiro ; em 2 de
maio a barca Claudina para o dilo porto ; em 9 o
brigue Esperanza, para Pernambuco; em 10 a
barca Feli.c para o Rio de Janeiro.
Enlraram : em 26 de abril as barets Restaura-
co e Flix, de Pernambuco, e a galera AmitaAe,
do Itio de Janeiro ; era 30 a barca Recreio, do Rio
Grande ; em 3 de maio a galera Aocu Fama, de
souberam da chegada do cadver,
donus e consignatarios dos navios
Sahiram : m 2'J de abril a barca Laura para
Pernambuco ; em 30 a barca Lima I para o Rio
de Janeiro ; em 7 de maio a barca Unido para o
dantes de copos que no dia 1 de cada mez reco- |? cer,0> ?era ouvida com imeresiC Pis ** ac"
Ihara ao quartel general, alm das relacoes nomi-
naes dos individuos que voluntariamente e recru-
^Tf^J^rT^SSSX anda no caneada. Canta cora raimo e expressao,
riz e excedente cantora.
Virginia Garulli foi bem recebida pejo publico.
A substituico nSo foi desfavoravel aos amadores
e
tompo de servieo, contrahiram novo engajamento,
com declaraco das datas em que se engajaram.
A relapo nominal que o Sr. commandanle do 2
batalho de infamara fornece mensalmente dos
XTSXKS? d?4eK,l2rSadaWSS 0,har' a P081^ ** emfim' fav
Z^JTFS^JSLJSttdZ TI ^"nqar a applicar-se ao estudo da arte drama..-
e traduz maravillosamente o sentimento que o au-
tor imprimi na sua obra.
Como actriz pouco deixa a desejar. Comprehen-
de e concentra-se no seu papel, de maneira que o
inidade com o modelo publicado na ordem do dia
do exercito n. 399.
Assignado. Solidonio Jos Antonio Pereira do
Layo.
Conforme.Jos Ignacio de Medeiros Reg Mon-
teiro, capitao encarregado do detalhe.
EXTERIOR.
(OKLSPO\Di:V(liS BO DIA
HIO DE t'KK Y VJ1III 4 O.
Porto, II de maio.
Preparam-se os partidos polticos para a prxi-
ma eleicao de deputados. No estado actual dos ne-
gocios pblicos ha elementos de sobejo para fazer
acreditar que essa pugna eleitoral exceder as mais
rjamente feridas que tem havido no paiz.
Tendo o actual
ca, a vr ser boa actriz. Foi enthusasticamente vc-
toriada na noite de sua cstra, c lem continuado a
ser em todas as noites que faz ouvir a maviosda-
de do seu canto.
, O Corsario uma das obras de somenos me-
, recimenlo de Verdi. Resente-se da falla de pensa-
mentos ede combinacoes barmoniosas, mas nao
idas menos regulares na forma. Algumas pega* de
elfeito peccam na trivialidade da composigo. O se-
: gundo acto bastante dramtico, e as pecas de
mais efeifo de toda a opera sao os duelos de bar-
tono e soprano, tenor e soprano no terceiro acto.
, Anda assim a opera nao foi mal recebida, e
continua no agrado do publico candado j de ouvr
todos os annos a ropelco de cenas operas de que
asemprezas fazem cavallode baialha.
u missenscene pobrissimo, o que faz desmere-
cer um pouco a representacao.
Foi em espectculo de gala, no diado aniversa-
rio da aulborga da carta constitucional, que esta
opera subi scena, e, por isso, como tivessem de
.. ministerio conseguido conjurar
com mais felcidade do que tino poltico as formi- tocar a portado quartel general as bandas da guar-
daveis tempestades parlamentares que no decurso nita0. e muitos dos msicos que as compoem fa-
da presente sesso legislativa tem por vezes amea- zem Pa"e da orchestra, principiou o espectculo
(jado destrui-lo, pode com bom fundamento, arri
car-se a opinio do que elle vencer sem perigo o
pouco tempo que vai at ao encerramento das c-
maras.
Discutidos, como se acham, todos os actos e me-
dulas governamentaes de maior importancia, e que
erara cerca de 10 horas da noite!
Houve pouca vonlade de alguem em pedir a dis-
pensa dos msicos de tocarem ao recolher, e d'ahi
resullou o publico solfrer as consequencias das in-
trigas de bastidores.
Os beneficios dos cantores succedem-se uns aos
offereceram opposico largo campo para efjlaqe; outros. Depois do da prima-dona Lapon, tivemos
esgotados como foram, por ella, todos os meios
constitucionaes para fazer cahr a situacao, de
presumir que o actual ministerio ter de presidir
ao grande acto do soberana que a nacao vai exer-
cer.
Rotas em 1851 as bandeiras dos velhos partidos
pelo movi ment chamado da regenerado, to b.v
rulhadas e confundidas tem andado no campo da
poltica as diversas parcialidades da grande familia
liberal, que hoje impossivel extremar os campos,
conhecer os partidos.
Com o syslema das fusoes, inaugurado naquella
o dos tenores Limbert e D'Antoni. e dama Feral-
li ; aquellos com as operas Trovador e Corsario,
e esta com a Norma.
Foraimtres noites de ovacao para os tres canto-
res, que foram applaudidos com enthusiasmo e
mimoseados, como coslume, com ramalhetes,
bouguets, coras artificiaos e chamadas ao pros-
cenio.
Ao que parece vai perdendo de moda a versa-
litada as seratas dos artistas. Houve tempo em
que cada noite de beneficio era uma festa para os
poetas, que caprichavam em elevar os artistas
poca, rompeu-se a diviso natural dessa grande urna altura que Ihes nao pertcncia, e cora particu-
familia liberal, que o partido progressista e o con-; laridade se fosse de actriz o beneficio,
servador, para dar lugar a alliancas hybndas e a | Em Inglaterra c Franca ntroduzio-se o uso de
reunio de elementos heterogneos na governacao mimosear os artistas com valiosos e raros presen-
do estado. Dahi nasceu a fraqueza dos governos tes de fructos delicados, que nos parecem elles re-
e das suas maionas, por que nao ha quebra de
principios em saltar-sede um grupo para outro
grupo poltico, e por consegrante a diviso mais l-
gica que na acjualidade se pode fazer dos partidos
militantes separa-los em dous grupos com as sim-
ples denominacoes de ministerial e de opposicio-
nistas. Ao primeiro chamain-lhc histrico, e ao
segundo appellidam-o de regenerador, nao obstante
um e outro reumrem em seu seio os mais oppos-
tos caracteres; caracteres que, segundo as conve-
niencias c as alliancas polticas do momento, [ere-
mos de ver empenhados com as bandeiras colindas
na prxima campanha eleitoral, ou pedindo votos
para o governo ou contra o governo.
Deixando as eleicoes, em cujos trabalhos anda
j muita gente empenhada, resumiremos os acn-
lecimenlos da qunzena.
Os mais importantes sao a continuacao da ques-
tao bancara suscitada pela formaeao do banco
Delcredere, e a estada aqu, por alguns das, de
uma parte dos estudantes da unversidade.
Com respeito questao bancara parece que vn-
ga o pensamento de se pedir ao geverno uma le
que regule a creacao de sociedades anonymas de
modo que obste a especulado que na aclualidade
se est fazendo com a creac.ao de novos estabeleci-
mentos bancarios. Para este (lm houve reunio das
assemblas geraes dos bancos. Commercial, Mer-
cantil, Unio e Allianca, e concardaram em que as
respectivas direccoes se enlendessem e trabalhas-
sem neste sentido.
Em quanto aos estudantes de Coimbra diremos
ue cm consequencia de ser no da 23 do mez fin-
cebero com duplo agrado, pois os versos sao pa-
pis, que de nada servem, e aos fructos toma-se-
Ihes a substancia com paladar agradavel.
O theatro portuguez contina no mesmo maras-
mo Se se v annunciado um espectculo, em
beneficio de algum dos artistas em mais precarias
circumstancias.
Um destes dias houve no theatro de S. Joao, em
beneficio das irmas Anna e Margarda Pereiras,
um variado espectculo, em que a dama Garulli e
tenor Limbert, em obsequio, cantaram, este uma
romanza da opera Luiza Mtlter, e aquella a cava-
tina de Rosina da opera O Barbeiro de Sevilha.
A concorrencia foi bastante regular, e o publico
applaudia merecidamente os dous cantores e a jo-
ven Margarida, discipulade Emilia das Neves, que
rovela talento para a arte e j boa actriz.
A companhia equestre e gymnastica contina no
agrado dos Portuenses. Trabalha todas as noites
e sempre com numerosos espaciadores, que Ihes
do inequvocas provas de que Ihes nao sao abor-
recidos os seus espectculos.
A bordo da barca Lima /, que d'aqui sahio no
dia 30 de abril com direceo ao Rio de Janeiro, foi
a companhia dos meninos florentinos que se com-
poe de vrate e nove jovens de ambos os sexos. Dei-
xou o Porto, porque os seus espectculos, que ha
deus ou tres annos chamaram ao theatro de S.
Joo uma numerosissima concorrencia, nao Ibes
deram agora tres ou quatro casas soffriveis 1
Dos passatempos em perspectiva de que cima
fallamos, diremos aos leitores que a companhia na-
cional do theatro normal de Lisboa, cujo pessoal
I fliada na ifmUada portarla que'denegava de nove actriaes e quinze actores lera j autori-
o perdo de acto, requerido por cloc estudantes,
em nome da academia, houve nesse mesmo da
reunio de muitos estudantes, que estlgmatisando
o proceder do governo acabavam por manifestar
vmptoraas desordeiros, como effectivamente poie- maturgos e alguns estrangeires
saco do governo para vr ao Porto dar algumas
representaedes no theatro de S. Joo. O seu re-
portorio compoe-se de vinte e seis dos melhores
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PEU-
' NAMBUCO.
PARA.
Beln, 23 de maio de 186 i.
Antecedo-me a escrever-Ihe estas liabas, porque
nao sei se o vapor Paran chegado hontem ao
meio dia, sahir boje ou licar para amanlia, com-
pletando por este ultimo modo o lempo mareado
por lei.
Por esta provincia nada lia do importante, c tu-
do por assim dizer vae na paz do Senhor.
Nesta ultima quinzena o que houve de mais no-
tavel foi a inaugurado da illummaco gaz, que
leve lu.'ar na noite de 13 do correte, auniversa-
sario da restauragao desta provincia do dominio
da cabanagem. Nessa noite, alm da lluminaco
pela primeira vez dos respectivos candieros, foi
tambera Iluminada a frente do palacio do governo
com os dsticos Viva Dom Pedro IIViva o pre-
sidente.
A pohcia, as casas dos consulados inglez o por-
tognz, assim como a dos negociantes Tapembro ;
Rramba & C, o a do gerente da companhia do
Amazonas, tambera foram honradas com estrellas
de gaz sjanellas.
Durante tres noites estas demonstrares de re-
gosijo, e como costunie, o acto da mauguraco
foi feito ao som de msicas marciaes desta capital
e ao estridor da foguetaria I
Estamos pois com este melhoramenlo material,
mas anda muitos candeeiros nao do a precisa in-
tensidade de luz, como ouiros, por isso que os bi-
cosque vioram de Inglaterra, vararam de fetio e
por consegrante de so poder dar maior ou menor
grao de luz.
Espera-se por este vapor os respectivos juizes
municipal e de orpbos desta capital, mas nao ten-
do vindo anda continuam estas varas em interi-
udade, assim como foi nomeado provisoriamente
parao juiz de direito da segunda vara o auditor
de guerra o juiz municipal da Vigia Dr. Gatuliano
Jos da Silva Porto.
No dia 18 comecaram nesta capital os exames
para o concurso dos substitutos s dlferentes ca-
deiras do collegio Paraense. Em geral os candi-
datos tem sido plenamente approvados.
Falleceu nesta cidade uma senhora de a vaneada
dade, de nome Maria das Noves Monteiro, regen-
surlos no nosso porto cruzar-lhes as vergas era
signal de funeral desde hoje al o dia do desem-
barque.
Na assembla provincial o Sr. Solero dos Reis
propoz una moco para que nesse dia deixasse a
casa de funecionar, indo incorporada acompanhar
o funeral do dito morto, sendo tambem nomeada
uma commisso para dar os pezamts viuva, o
que tudo foi approvado..
PiAtHv.Installou-se, no dia 10 do passado, ;i
assembla provincial} ttcaudo sua mesa assim or-
gamsada :
Presidente, Justino Jos da Silva Moura.
Vice-presideute, Lourenco Mareiros |Castello-
Uranco.
[ Primeiro secretario, Joaquim de Lima e Castro,
Segundo dito, Dr. Newton Cezar Burlamaque.
Ckab.J i ram conhecidos os resultados dos
i collegios da capital, Marauguape, Aquiraz, Casca-
I ve!, Aracaty, S. Dernardo, Riacho do Sangue eCa-
| choeira, que fazem parle do primeiro districto, os
quaes fonnavain assim a lista para deputados pre-
vi ociaos .
Votos.
Dr. Augusto. ... 190
Dr. Joo Pinto.....174
Padre Antonio.....173
Jos Flaminio.....173
Dr. I'adua.......172
Dr. Hayinundo.....172
Dr. Marcos......170
Major Juca......170
Padre Sarava.....170
Dr. Domingos Alves 170
Padre Pinheiro.....170
Tenenle-corouel Paiva. 168
Padre Braveza.....154
Di. Justa.......148
Dr. Sarment.....148
Dr. Soares......143
Os collegios de Sobral, Granja c Canind; deram
era resullado:
Votos.
Dr. Itarbosa......98
Dr. Cordeiro......87
Dr. Hyppolito.....81
Dr. Benjamim.....80
Tenente-coronel Zeferino 80
Capitao Theodorico. 80
Dr. Flix.......79
Padre Correa.....79
Padre Verdeixa .... 78
Major l'rbano.....78
Dr. Cordolino ..... 71
Padre Carneiro .... 38
Lose na Constiluicao :
Na noite de 25 para 26 do eorrente foi assas-
smado lacadas um menino de 12 para 14 annos
no caminho do Meceja para Muriiiapu.
< Suppe-se, segundo somos informados, que o
autor do assassinato um individuo desertor do
corpo de guarnico, filho de Jos Gugu, morador
na Laga Redonda ao p de Muritapua, visto como
estando aquelle desertor assislindo na serra da
Aratanha, foi visto era Macejana naquella noite
viudo de Muritiapu em companhia do referido
menino, o qual, fra aquella povoaco a mandado
de um irmo para comprar duas libras de carne e
outros objectos de pequeo valor, depois de cuja
le aposentada do collegio de N. S. do Amparo, era |comPra- voltou menino conduzindo-os conjunta-
cujo estabelecimenlo residi por espaeo de 60! monte comuoi cruzado em dral.eiro, o que tudo
annos' ""'"" i foi presenciado pelo desertor, que presume-se que
Houve tambem um suicidio esta semana por mal" W* roubar-lhe taes ninharias. Tristo
meio de envenenamento, em tira moco, da idade de humanidade '
28 annos, de nome Antonio Henriques Rodrigo de u cadver foi adiado pela manha : Consta-
Pinho, filho do director do arsenal de guerra. a0i ,>ue aPollc,a daMocejanaproseguecomdiligen-
Apezar dos esforcos das autoridades, dos respecti- cia a caP,ura do assassrao.
vos prenles nao se sabe ao ceno a causa de to Rl() (",AN1)E. Paraiitba. Nada occorreu que
lamentavel acontecimento. vereca raencao.__________________________
A caohoeira Iguatemy, entrada ponco tempo ;
do Per seguio para Muios, levando 130 pracas
do 5o batalho de fuzleiros, viudas do Maranhao, i
e no mesmo dia o vapor lapajoz conduzio urnas
100 para o referido destino. Essa tropa vae como
lhe disse para Tabatnga.
Da provincia do Amazonas nao sao as noticias
de grande transcedencia. la brevemente proce-
der-se a eleicao do Sr. Brusque pela vaga deixada
en virtude da le na cmara temporaria, visto
PERWAMBCO
REVISTA DIARIA.
achar-se ministro da cora.
Pelo vapor transacto veio noticia de se ter dis -
solvido a commisso de limites do Brasil e Per, e
portanto consta que os oflicaes servieo da com-
misso regressaro na Iguatemy, para deste porto
seguirem ao Rio do Janeiro.
O Sr. Dr. Tristo de Alencar Araripe reassumio
hontem o exercicio da vara do commercio.
Foi para araanhecer do dia primeiro do cor-
rente assaltado por ladrOes o sobrado do pateo do
j Terco n. 141, d'onde subtrabram varios objectos
de prata, e algum dinheiro.
Suppe-se que enlraram pela varanda, por onde
tambem se relraram a seu salvo sem serem pre-
sentidos pela familia que all mora, tendo tdo tem-
po de revolverem bahs; aos quaes se nao deram
Contina por ora sem opposiga5" merecendo as sympatluas publicas, o actual presi- i De Pao d'Alho nos cscrevera era dala de 3U
dente Dr. Adolpho de fiarros. I do passado :
Neste vapor Paran que segu para essa, vae; As chuvas reappareceram, e com ella a ani-
de passagem e com destino Europa o negociante maco dos que vivem de planlacoes.
Jooquim Antonio Alves e cnsul da Blgica, tiran
do encarregado do respectivo consulado o Dr. Mo-
reira,cnsul portuguez.
Tambem hontem aqu nos chegou o cnsul in-
glez Pierry que se dizia ser transferido para o ou-
tro consulado, e bem assim o novo administrador
da mesa de rendas instalada cm Manos.
E' ordem do dia por aqui a abertura do Ama-
zonas s naees estrangeiras, e o que tem dado
causa a isto a leilura do alguns discursos dos
deputados desta provincia.
Do commercio nada ha de notavol, parece que o
negocio marcha sofirjvelmeqte, \ entretanto dixem
dramas e comedias dos nossos mais festejados^,.a. que os precos dos (jeqorQs, na Europa baixarrn
I algum cousa.
Excelloute o nosso estado de salubridade.
Ficaria aqu, a nao me parecer conveniente
referir-lhe um facto que c se deu, e ah vai :
Joo Jos Bezerra de Menezes, que veio preso
das Alagoas, foi aqui processado por furto de es-
oravos, pertencentes ao coronel Lourenco Caval-
canti d'Albuquerque, por queixa deste.
Funcconou no processo o terceiro suppjente
do delegado por se haverem dado de sjjspeitos os
primeiro e segundo.
Bezerra foi pronunciado, a despronunciado pe-
lo juiz municipal terceiro supplente por suspenso
tambem dos dous priirwiros. -
i E na mesma occasio, cm que se abri a por-
ta da cadeia ao rOj se lhe techava oulra vez pela


ninrle He FernaMfeneo Quinta Iclra t ie lunfao de ts4.
iotimaco de urna nova ordeni Je prisSo Jo refe-
no
niio -
em poder do primeiro sopplefite, na qual ordem se
declara ijue o reo ia ser novamente processado ex-
offlcio por haverem apparecido novas provas. Nes-
se entretanto despachava o juiz municipal urna pe-
tico de recurso da despronuncia. Tudo isto uo
mesino da em que se publicava a despronuncia
de Bezerra t Apezar de tudo fui o reo solt por ha-
beas-corpus, requerido pelo Dr. Teixeira de S,
mandando o juiz de direilo proceder contra o dito
supplcnle ile delegado.
Diana que estamos cm tempo de progresso,
muito ati azado nndavaroos anda.
Em consecuencia da torca dascorrentesd'agua
do rio Capibanbe, arrombou hontem o isthtno da
Olinda, na altura do Salgadinhu. Foi ao local o Sr.
Dr. Gervasio Campello, que assegura nao merecer
grande cuidado o arrombamento.
Reuiettem-nos o seguiute :
Na igreja da Madre de eus, do Recite, no ulti-
mo dia do mez de maio, depois de terminada a tes-
ta religiosa consagrada ao culto de Mara Santsi-
ma, praticou-se um acto digno de sinceros enco-
mios. A ir mandado de Nossa Senhora Mai dos 11o-
mens, cargo da qual est a devocao do mez Ma-
riano, tendo promovido uma subscripcao.conseguio
em lionra de sua (inmaculada Padroeira, a alforria
de una crioulinha de o (i mezes de idade, que
foi al ini'sino tiaptisada, assistindo a esse acto a
referida irmandadc e grande numero de devotos
que no sagrado templo se achavam. Live da es-
cravdo dos domen?, fot ao mesmo tempo a pobre
creaturinlia purincada do peccado original, que a
sujelou escra vido do demonio f
y Louvores, pois, a essa benemrita irmandade,
que de maneira tao eloquente e edificante encerrou
os piedoos ejercicios do mez mais particularmen-
te consagrado ao culto da Me Santissima do nosso
Redemptr.
MftumcXo da polica.
Extracto da parte do dia 1 de junho de
1864.
Foram recolbdos a casa de deteocao no dia 31
de maio :
a ordem do subdelegado do Recite, Francisco
de Moraes Navarro, sem declaraeao do motivo.
A' ordem do de Santo Antonio, Jos Antonio Bo-
telho, por disturbios; Joao, escravo do Antonio Do-
mingo* Pinto, por iiifraceo de posturas.
A' ordem do de S. Jos, Jos Francisco da Silva,
por suspeito; Manoel Francisco, Maria da Assump-
ro dos Prazeres por disturbios ; Silvestre Felippe
Sanliaso, para averiguarles policiaes.
A ordem do da Boa-vista, Marcelino da Silva
Paes Brrelo, por crime de furto.
O che fe da 2* seccao,
J. de esquita.
Passageiros do vapor nacional Paran, en-
trado do Para :eseinbargador Antonio de Bar-
ros Yasconccllos, r. Jos Alves Teixeira, sua se-
nhora, sua logra e quatro escravos, Dr. Trislao de
Alencar Araripe, Dr. Antonio Jos, Antonio Rodri-
gues, 1). Anna Perneta* de Carvalho Mendonra e
orna criada, D. Bernardina C de Albuquerquc,
Joaquim Antonio Alves, Trajano Porfirio da Costa,
Lino Villarinho, Francisco Flix Noguera, Joao
Pereira Reg, Antonio Carlos Mello Larest, Fran-
cisco Rodrigues dos Santos e duas eseravu?, Joao
Rodrigues Pimenlel, Ernesto Barbosa c sua senho-
ra, Epiplianio Antonio Rodrigues, Miguel Joaquim
Lobo, Firmino Das Machado, Manoel de Almeida
Bastos, Francisco Jos Joaquim de Barros, Manoel
Jos da Silva Regcdor, Francisco Alvares Riguei-
ra, Jos Goncalves Braga, Decio Alfredo Tavares
Franco. Ricardo Borges, Dr. Francisco Ignacio de
Souza tonio Goncalves Cavalranti, Dr. Antonio Manoel
de Medeiros, Manoel Jos Rodrigues, 1 desertor do
exercito e 1 escravo a entregar.
Seguem para o sul.
Dr. Antonio Goncalves da Justa Aranjo e um es-
cravo, Jacinlho Martins da Costa Reis, Jos Roque
da Silva, Antonio Jos de Mello, alteres Geraldo de
Araujo Malter, Joaquim Alves de Souza. Francisco
Jos de Mello, Ignacio Ferreira da AssumpQao,
Jardelino Francisco de Souza.cinco aprendices ma-
rinheiro, oito recrulas e doze escravos a entregar.
Movimento da casa de detencao, no da 31 de
maio de 106%.
Existan). 359 preses.
Entraram... 13
Sahiram .... 12
A saber:
Existem.
3450
Nacionaes . 251
Estrangeiros 39
Mulheres . 6
Estrangeira . 1
Escravos. . 60
Escravas . >
300
Alimentados .i cnsta dos cofres publico?. 111
Movimento da enfermara no dia 2 de junho
de 186*.
Teve baixa :
Joaquim Marinho Falcad.
OllITl'AIllO DO OA 29 DE MAIO, NO CEM1TER1U
publico :
Josepha Joanna do Sacramento, Pernambuco, 63
anno?, viuva, Boa-vista ; congestao cerebral.
Francisco Pereira de Castro, Pernambuco 16 an-
nos, vio va. Boa-visia ; ascite.
Maria Lmez, frica, 64 annos, solteira, Boa-vista ;
intente.
Manoel Felippe, Babia, 31 annos, solteiro, Boa-vis- j
ta: hernoplica proveniente de tubrculos pul
mimares.
Manoel Francisco dos Santo?, Baha, 21 annos, sol-
teiro, Bia vsia; varila,
l'm prvulo encontrado na porta do Rosario, San-
to Antonio.
Honorio, Pernambuco, 9 mezes, Boa-vista; convul-
soes.
Adriana Maria, frica, 70 anuos, solteira; Santo
Antonio ; anazarca.
Francisco, escravo. Afriea no, 13 annos, solteiro,
Recite ; apoplexia.
30 -
Tertuliano Carneiro da Cunha, Pernambuco, 20
annos. solteiro, S. Jos -, ttano.
Joao, Pernambuco, 8 mezes, Boa-v^ta; convulsSes.
Joaquim, escravo, Africano, 48 annos, solteiro, S,
Antonio ; apoplexia.
Manoel. Pernambuco, i dia?, Boa-vista; convulsoes.
Eugenio Gomes de Souza Moreira. Pernambuco,
GO annos, solteiro, Boa-vista, phtysica pulmonar.
Amancio. Pernambuco, 9 dias, S. Jos ; espasmo.
Mara, Pernambuco, 6 mezes, S. Jos ; varila.
UM POLCO DE TUDO.
A embaixada do Japad, que ltimamente des-
embarcou em Marselha, compoe de tnnta e tres
pessoas, iucluindo quatorze criados.
Dos tres |irimeiros eiubaixadores, um chama-se
J. Ykeduchi-Kugono Kami, outro Kowadsu-Yol-
suons Kami e o terceiro Kovada Saganino Kami,
salvos os erros de orthographia.
Estes personagens dos ltimos confus do Orien-
te, sao na cor e no aspecto nimio seinelhaiites aos
embalxadores annaijiitas,
Todos usam ohapos de palba muito baixos e
de abas largas em forma do guarda sol, menos
pm delles, que Usa eliapco . .Assegura-se me jjj-g Jj Jjjfe cartas ^
crCJll no valor de 33 milhes.
Irao a Paris, a Londres, a Amsterdam, a Berlin,
a S. Pelersburgo, a Lisboa, a Berna on a Zurich e
a Washington.
A sua viagem durar dous annos.
Falla-se em magnficos presentes para o impe-
rador, e entre outros de duas carabinas raladas,
que se carregam pela coronha, e que sao de um
modelo muito engenhoso e intelramente novo.
Fallecendo em Marselha o terceiro dos embai-
xadore?, inmediatamente foram pelos outros, que
se acham em Paris, enviadas para alli estas ins-
truceoes :
Qu8 os cabellos do morto sejam cortados e en-
viado? para Paris ;
< Que nenhum sacerdote acorapanhe a sah-
mento ;
t Que o corpo seja depositado em um esquife
ordinario, envolvido em lencol de inho.
Mandaram mais os embalxadores que se com-
prasse a propriedade de um terreno, para depois
orguer um monumento.
Os embatxadorts j foram reeebidos pelo impe-
rador Napoleao, em audiencia solemne, com toda
a etiqueta da corte imperial; e tencionam demo-
rarse em Paris pelo menos seis semanas, para
tratar eom o governo francez sobre o objeeto da
missao que os trouxe Europa.
Depois percorrrao as outras capilaes dos paizes
com os quaes o Japo tem concluido tratados, pa-
ra do mesmo modo regularem os assomptos eom-
merciaes entre esses paizes e o Japao.
A sua permanencia na Europa nio ser pois de
menos de um ahoo.
Tanto os embalxadores como o seo squito e
mais empregados 9a embaixada que os acompa-
nham, teem sido objeeto de todas as attencOes em
Franca; mas, parece .que aquelles funccionarios
japonezes querem Tugir a essas attencoes, devidas
aos extraordinarios costumes naciotiaes de que
usam ; consta-nos que em Paris mandaram fazer
todos os tactos europea, dos quaes usam em to
dos os seas actos particulares.
A seguiote poesa foi recitada pelo Sr. J. A. de
Almeida Cunta, no tneatro de Santa Isabel, por
occasio dp concert do pianmsu Artbur Napo-
leao, no da 31 do passado :
Arthur I nao vs este pasmo,
Estas palmas que te dad ?
Nao vs neste enthusiasmo
Teu bem fadado condo ?
E, que o genio da harmona,
Que tua fronte irradia, .
Deslumhra a todos aqu :
E' que na voz da tormenta
Algum dedo se aprsenla
Por mostrar um Deusalli t
Arthnr I que antthese esta ?
Este povo immudeceu ? !
Tu dste ao povo uina testa
E elle mil palmas te deu I
Tii nao snjeitas o estro,
E voas, e voas destro
Sem luz, sem norte e sem le I .
Quem te vir assim tocando,
E a nos todos escutando
Dir, certo, que s um rei!
Re!Que o s di-lo esta turba
Que obedece tua voz ;
Rei, que a mente nos perturba
Na walsa que vai veloz I
Ah quando eu te vejo, certo.
Da adolescencia disperto
Mostrar os primores teus,
Digo em inim naquella fronte
Ha recndito horisonle...
Tocou-a o dedo de Deas I
Quando corres o teclado
Nos rodopios febris,
E o instrumento domado
Curva orgulhosa cerviz ;
A harmona, que t solas,
E' canto de ondas revoltas
Casando na mesma voz ;
Collar de perolas brancas.
Cujas perolas arrancas,
E lanea-a*, em chusma, cm nos !
T me chamaste... e eu niio pude
O arroubo, mudo, calcar !
Eis o meu canto... bem rude
Mas... niio te pode engaar.
Que t bem sabes que o vate,
Quando no peito rebate
Desinquieto o coracao,
Como um nassaro festivo.
Rompe os ferros de captivo
E relenla um turbilhd t
Arthur como patria ingrata
Salvara outr'ora Camoes
Coa lingua sua de prata,
Co'as lernas suas cancSes;
V Portugal desprezaio :
Protege ao velho soldado,
Vem t cobrir-lhe a nudez !
Lanca-lhc a c'roa de gloria,
Grava-o as pedras da historia,
Vinga o nome porluguez!
O Jornal rio Commercio de Lisboa, diz que na
Franca tem a nado e em conslruccao 43 barcos
encouracados, de todos os lotes, com urna torca
total de i mil cavallos e 1,356 boceas de fogo.
Entre estas 21 navio?, 19 fragata?, 19 canho-
neiras e 1 barco com esporao.
Alm destas, coma a Franja 2:33 barcos de h-
lice, que tem urna torca total de 63,830 cavallos,
e montam 5,528 boceas de fogo.
Tambera conia 83 vapores de rodas e 103 barcos
de vela, que levam 2,344 peca?.
Total 478 barcos, 9.766 pe'cas, torca de 107,075
cavallos.
A marinha mercante compoe se de 15 mil barcos
de vela, 500 vapores e 9 mil barcos de pesca.
L-se na Nario o seguinte :
Foi observada em Roma urna chuva de area uo-
tavel, nos dias 20 e 21 de fevereiro irado.
Durante as noites destes dous dia?, soprou na
capital do orbe christao um vento sul furibundo.
O padre Angelo Secchi, da companhia de Jess
o director do observatorio do collego romano, exa-
minou as arelas trazidas pelo vento Roma nessa
occasio.
Niio poda cahir de certo em melhor mao esse
exame, do que no erudito e profundo escriptor do
Hullelliini meteorolgico dell'osserratorio del colle-
yio romano, ron coi rUpotulesa t bibliographia, per
aranzamento delta fsica terrestre, irapresso em
4" em Roma, duas vezes por mez, a 13 e no ultimo
dia cm fascculos de 8 paginas em regra, com o
aceio e nitidez da < typographia delle scienze ma-
tematiche e fisiche.
Esta areia, c da chuva secca de Roma foi
achada inteiramenle semelliante as areias do de-
serto de Sahara da frica.
Compunha-se de residuos irregulares de conchas
microscpicas, entre granulos siliciosos e fragmen-
tos granticos, uns transparentes e outros opacos,
de cores amarellas e arroxadas.
Nem outra a composi^o das areias das plai-
ris olereis do deserto, onde, entre fragmentos de
conchas extremamente pequeo?, tem deparado os
naturalistas eom restos apreciaveis de volutass har-
pas e porcllanas.
Terrivel devia de ser em Roma o soprar do fu-
racao mensageiro, que do interior da frica trans-
portava Italia poeira d'um deserto, que as suas
conchas martimas revela haver sido coberto ou-
tr'ora pelo mar! d'um deserto que hoje se apre-
senta ao observador, no bello dizer de James
Webster, t Travels through the Chrimea, Turky
and Egypt, during the years 18251828 Lon-
dres 1830, tom. 2- pag. 2224, a como um ocano
immenso da areia, sem esperanca de relluxo na
sua mar sempre crescente I
O Commercio do Porto conta o que segu :
Est-se actualmente organisando em Inglaterra
urna grande companhia para emprehender toda a
classe de obras publicas, da qual um dos funda-
dores o Sr. D. Jos Salamanca.
Acerca desta companhia, traduz o Jornal do
Commercio do Tymes de 23 de abril a seguinte no-
ticia :
Acaba de se publicar o prospecto da compa-
nhia internacional de construc.{5es, com um capi-
tal de 4,O00,AO0 ; metade a subscrever desde j,
em acedes de 30. O Sr. de Salamanca, o ban-
queiro hespanhol, acha-se testa da mesa, da di-
reccao, e dase a entender que j se acham arran-
jos feitos com bem conhecidos empreiteiros, pelos
quaes se vo transferir para a companhia varias
emprezasde construyes no valor de 11,000,000.
i Diz-se que j se acham tomadas tres quartas
partes das acedes.
Demonslraro da emssat effectira.
NOVO BANCO DE PKHMMIllY.o.
Ha lncele do Novo Banco ie Pernambuco em 31 de
maio 1864.
ACTIVO-
Apolices da divida publica....
Estrada de ferro de Pedro II..
Estrada do ferio di Babia....
Depsitos.......
Joins depositadas. .
Ttulos depositados. .
Letras depositadas. .
Letras caucionadas .
Letras descontadas .
Letras receber ....
Leiras protestadas .
lUrnessas......
Banco da Baha N/C .
Jos Antonio de Figuciredc
nirdo Riode Jaoolro. .
Aluguel de casa ....
Fornecimento.....
Despezas geracs.....
Ciixa.......................
Ju-
708:6724481
136:0004000
131:074^706
72:0004000
5:735*280
72:682*274
17:7344360
38:7174152
1,108:4444797
65:2704698
248:5084924
218:9724712
Ii5:53145i6
328:9324359
2:1004000
3:0005000
2:7294219
754:6754653
4262 nota do valor de 200*000
4651 > > 1004000
2450 > 504000
85* 4004000
468:4004000
122:8001060
Re* 1,440:0004000
Estada a caita.
Em ouro amoeadt-
do.....472:6104180
Em notas do ihe-
souro mirares de
104000. 10:3004000
Em ditas menores
de iOH. 10:0734000
Em notas da caita
filial do Banco do
Brasil ... 93:4704000
Em olas do Noro
Banco de Per-
imnc Inico SPnrto
De 2004 91:8004
0* 1004 56:9004
Da 504 12:6504
-----------161:3304000
En i rata e cobre. 6:6704473
754:6754653
O guarda livros,
Francisco Joaquim Pereira Pinto.
COMMNICADGS.
bera nao o pode ofender. O Sr. Dr. Jos Antonio a favor do Sr. Jos Candido elle me dase em seu
de Fayeeiredoja fazia brlhanle figura, como orador sitio no Mangutaho, qoe bastara que Ihe assignas-
""N* *ne0 na assembla desta provinciaa se as letras da metade a renda, e que as outras eu
par dos eminentes parlamentares Mendes da Cu- assignasse e entregasse ao Sr. Justino, bastando
nna, Maciel Mooteiro, Nabuco, Joaquim Vilella, que guardassemos isto para quando elle estiresse
Bautista, que admiravam-se, e elogiavam os seus no engenho.
0 Sr. Dr. Jos Antonio de Figuairedo, e o seu de-
tractor o Americus.
Srs. redactores."So Jornal do Recife de 19 do cor-
rente mez, dia em que para a corte largou o vapor
.-lyi'i, (segundo me consta) appareceu uma publicacao
sollicitda, sob o pseudooymoAmericusatassa-
Ihando a repuUcao doSr. Dr. Jos Antonio de Figuei-
redopelos tVSJraiMN crimes1. de ser elle mem-
bro mui conspicuo da seita genuino 2." haver dedicado
para elogiur o Sr. Bardo de Muribeca qualro quin-
tas parles "do seu discurso, que proferir na sessao
da cmara dos saibores deputudos de 7 do mesmo
mez, com relacao aos negocios de Pernambuco; 3."
de ter sido esse discurso recebido por todos os liberaes
sinceros com urna vergonhosa humtUiacao; 4- que
no se tratando di lazaristas, irmas'ae caridaile,
capuchinltos, colonia agrcola de frades, assampto
em que o Sr. Dr. Figueiredo de um tyrismo en-
cantador tido como orador pauprrimo e infeli-
cissimo, c fallando, dizem os homens entendidos, far
sempre servicos ao seu adversario ; 5." que se es-
tova perdendo aqu esse talento.
Tarde ebegando-me as mos aquelle jornal, por
que moro tora do Recife, s agora pude ter con he-
cimento dessa Philippina, e resolver-me a offerecer
a respeilo algumas consideraedes, em defeza da-
quelle nosso distincto comprovinciano.
Antes de tudo, fra de duvida, que o menciona-
do artigo foi publicado n'anuelle dia da partida do
vapor Apa para a corle, alim de al repercurtr -
que o discurso em qestao foi aqui mal recebido.
Esta lctica porm de um lyrismo mu sedco
carunchoso c improticuo, por que na corte fcil-
mente se reconhecer, que o Americus, digno autor
daquella correspondencia, reprsenla uma unida-
de na numeractio escripia da populacao desta he-
roica cidade, e por conseguirte que nada vale
dictum unas, dictutn nullius
Algumas questoes preliminares suggerem-se an-
da acerca d'aquelle artigo, que cumpre previamen-
te decidi-las para melhor aquiiita-lo.
Como soube o Americus, nesta cidade, o que se
passou acerca daquelle discurso do Sr. Dr. Figuei-
redo proferido na sessao da cmara dos senhores
deputados, de 7 do corrente, uma vez, que nos jor-
naes vindos da corte, nao foi anda publicado o mes-
mo discurso ? Necessariamente essa boa noticia
foi transmttida por carta de algum inimigo
do Sr. Dr. Figueiredo, tanto assim que delle de-
prime, e por conseguinte de pessoa suspeila para
ajuizar arespeito.
Nem essa carta pode ser de algum amigo d'elle,
por que entao seria de algum trahidor, e por isso
mesmo pessoa tambera suspeila.
Poder-se-ha ainda dizer,que aquella caria foi de
algum individuo inparcal, mas desde que se oc-1 segundo constaali corre'de bocea em boceao
talentos na calamitosa poca da revoluco de 1849,
justamente quando aqu seescrevia sobre os roes,
mtrci dr Deus etc.
Como advogado, oucam-se as pessoas antigs
desle ffiro, para se saber que elle 6enapre marta se
distingui, fazendo oxcellentes defezas no jury des-
ta cidade, no Cear, etc.; onde s por sua podero-
sa e etoquente palavra pode obter grandes friom-
phos.
Como jomalsta, ah se adiara o Macabeu, a Au-
rora e outros mulos jornaes.de coja redaecSo elle
fez parte para tlkttM a nu alia canaoidade.
Como escrinjor pirbtico, basta citar os seus im-
portantes trabalhos j publicados sobre a Reforma
eleiloral e que constituera um livro d'ouro para
comprovar o seu elevado merecimenio.
Como lente da Faculdade de Direitodesta cidade,
e um dos seus mais bellos ornamentos, na opimo
geral dos seus collegase da mocidade.quefrequenla
esse esbelecmento sceuuflco, e segundo publico
e notorio.
Nem esses talentos, e illustracao so-lhe agora
gratuitamonte altribuidos, pois que, desde os seus
tenros annos, elle foi-logo demonstrando muila
inlelligencia, e applicacao.
Ainda se acham vivos e at na cmara tempora-
ria os Srs. Paranagu, Leito da Cunha, Nones Gon-
galyes, e outros para darem testemunho do modo
distincto, com que oSr. J. A. de Figueiredo com elles
frequentou o curso jurdico de Olinda.
Em face desses valiosos ltalos asss conhecidos
nesla provincia, donde natural o Sr. Dr. J. A. de
Figueiredo, comoousou Sr. Americusdizer com
escaroeoque elle um orador pauprrimo, e tnfe-
Ucusimo, sendo que futlamlo far sempre serviros ao
seu adversario f
Poder o Sr. Amerkus seu respeilo exhibir
iguaes ttulos aos que abonara o Sr. Dr. J. A. de
Figueiredo T
Ser o Sr. Americus autoridade competente, para
nesla trra, que nos vio aascer aquilatar o reconhe-
cido merecimento do Sr. Dr. J. A. do Figueiredo, ou
paramelhordizerpra deprimir da reputacodesse
cidadao presiiraosoque elle s por suas proprias
habilitacoes, e exforcadamente, tem conquista-
do? Dicant Paduani. As comparares ?ao odiosas, e
nao queremos ofender ao Sr. Americus; por isso
nao formamos desde j um justoparalello entre os
trabalhos, e crditos do Sr. Dr. J. A. de Figueiredo,
e os do Sr Americuspara demonstrarque este
nao pode nem lem direito para arvorar-se em juiz
daquelle.
Seremos porm toreados isso-se elle voltar a
cargacom desabriraento.
Si por ventura o Sr. Dr. J. A. de Figueiredo se
occnpou em um seu discurso, das irmaas de cari-
dade, lazarista, capucntnltos etc., foi per accidens, e
por ser elle adversario nato dos inimigos do altar,
e digno sustentculo do throno, e para responder a
um discpulo da esquadria, cuja seita parece
tambem pertencer o Sr. Americus, pelo que com
isso tanto se incommodon.
Mass por acasoo Sr. Americus conside-
raque o Sr. Dr. J. A. de Figueiredo dsse banali-
dades etc. naqnerle sen discursofcil apon-
ta-lasbem convencido e certo de que nao ficarao
sem resposla as suas arguiedes.
Acerca da irona do Sr. Americnslaucada con-
tra o Sr. Dr. J. A. de Figueiredo-de que era um
talento, que aqui se estar perdendoella nao pode
l chegar, porque isw importa o mesmo-que um
cao, que ladra la.
Talento que aqu se estova perdendo o Sr. Dr.
Luiz Felippe quem o Sr. Americus tanto elogia,
sem duvida, por ser seo amigo..............um
sobriimo do tio......., que ol cmara, ha pou-
cos annos, como ali por zumbara entao se chainou.
em razo da triste Bgura parlamentar, que entao
fez, o que ainda est na memoria de todos os con-
temporneos.
Talentos, que aqui se estavam perdendo, sito na
corte qualificados por escarneo alguns deputados
por Pernambuco.que nada lem fallado, ou ho fei-
lo fiasco, como nao ha ah quem ignore; sendo que
s da Silva Loyo, secretario-Jos Fernandes P-
rente Vianna, Inesoureiro.
Bernardino Gomes de Carvalho)
FrancisoeJoao de Barros
Joao da Silva Regadas
Vicente Ferrara da Costa J
Ahi fica em duas linhas contado o caso, como o
caso foi.
> adjuntos
culta o seu nome, deve pairar graves suspeilas so-
bre a inculcada iraparcialidade desse individuo.
Com effeito mandariam dir.er todos os liberaes
sinceros da cmara quem escreveu essa carta, que
elles receberam com vergonhosa humilhacao aquel-
le discurso ? Nao natural, que elles assim
quizessem depreciar aquelle seu nobre collega;
e por mais esta razo, inverosmil e falsa tal no-
ticia.
Conhecemos como liberaes na cmara os Srs.J>rs.
Urbano, Netto e Godoy, e estamos bem persuadi-
dos, que elles, como amigos particulares do Sr. Dr.
Figueiredo, ainda quando conhecessem algum revez
no seu discurso nao procuraram humilua-lo, nem
usariara da perfidia de declara-lo.
O carcter circumspecto, e leal desses verdade-
ros liberaes repellen) toda suspeita em contraro, e
por conseguinte ella toda gratuita, e infundada.
Talvez que o Sr. Americus, queira referir-se aos
progressistas da cmara, que tambem se chrimam
de liberaes cora o mesmo direito, com que assim
praticam os ronse vadores.
S assim, foi tem.razao de sobra o Sr. Americus,
por que esses senhores progressisias da cmara,
(deputados por Pernambuco talvez) em geral sao c-
pales disso, e de muito mais ainda. principalmente
porque o Sr. Dr. Figueiredo pisou-lhes nos calos, e
elles necessariamente haviam de saltar enfurecidos.
Ma?, ainda nesta hypothese o juizo d'aquellcs se-
nhores progressistas, encarnicados inimigos polti-
cos ( e alguns at pessoaes) do Sr. Dr. Figueire-
do, todo suspeito, e parcial e nao pode aquilatar
devidamente o seu mrito.
E pois todos os respeitos mal bascou-se a p-
blicarao sollicitada do Sr. Americus nessas falsas,
e indebitas raformacoes, contra o Sr. Dr. Figuei-
redo, e por conseguinte peccou altamente contra a
verdade.
seguinte dito. Que toes os taltntos, que em Pernam
buco estavam obscurecidos t
A respeilo do Sr. Dr. J. *. de Figueiredo outras
nocias.que Ihe sao asss favoraveis lem d'ali vin-
do procedentes de Gregos e Troyanos.
Nao de hoje, que o Sr. Dr. J. A. de Figueiredo
decidido liberal, mas de ideas todas pacficas, e
nao exaltadas.
Desde de 1846, que elle appareceu na arena po-
ltica foi sempre firme nessas suas crencas, e
poltico de conviecao inabalavel.
Achava-se elle servindo o emprego de offlcial do
gabinete da presidencia desta provincia, quando se
operou a inverso do partido liberal na administra-
cao do finado Manoel de Souza Teixeira, e o seu
primeiro passo foi por elle pedir logo a sua propria
demissae.
Houve a revoluco de 1848, em que elle nao to-
mou parte pela mansuetude do seu carcter, e
por seus principios de ordem. Nao obstante-elle
andou loragido, e soffreu alguns transes.
Naquahdadededeputado assembla legislativa
desia provinciacm 1849logo depois da revolugao
oSr. Dr. J. A.de Figueiredo immorlalisou-secomo
ura conspicuo parlamentar, um liberal de deas
apreciaveis, e um cidadao de rgido carcter, pela
maneira nobre, independente, e vigorosa, com que
elle fulminou os excessos daquella poca anormal,
e soube resistir a todas as suggestSes, que entao
Ihe lizeram.
Ahi eslao todos os vultos proemlnentes, todos os
coripheus daquella poca para confirmarcm a ver-
dade desta assercao.
Como pois, nao deu a conscienca ao Sr. Ame-
ricus -para, sem ter recebido a mnima olfensa do
Sr. Dr. J. A. de Figueiredo,e s por raeio de
urnas noticias falsas, e exageradas, juizos parciaes
e suspeitos procurar obscurecer, e marear seu com-
Expondo ao Sr. Justino o occorridoelle me disse
que eu devia aceitar as letras e as entregasse ao
Sr. Jos Candido, para Ibas transferir logo que as-
signasse a escripturada venda ou dacao n solutum
da metade do dito engenho Montevideo. E de facto
eu aceitei todas as letras a favor do Sr. Jos Can-
dido, que desde aaaeita poca sabia, afflrmava, e
escrevia, que melado das rendas nao Ihe ponencia,
e sim_ao Sr. Justino, e sendo aquellas letras a ex-
pressao desse arrendamento, e nao novo contrato,
vslo que nellas nao tnha, como nao tem o Sr.
Jos Canal do o menor dominio, epor isso nao poda
de boa f negociar qualquer dellas, e muito menos
arrogar-se a faculdade de seu mero arbitrio la-
mentar a posicio que considera falsa, em que rae
delxei cahir.
Os palavrdes nao servem, Sr. Jos Candido, para
destruir tactos que sua bonra Ihe prohibe contra-
riar e negar.
Diz o Sr. Jos Candido que o Sr. Laurentno Jos
de Miranda tora o medianeiro em todo esse nego-
cio para acompanha-lo em seus incidentes, que se
dera abuso da parte de seu legitimo credor, sem
especificar facto algum, que possa deshonrar, nem
provar abuso de seu generoso credor.
A perfidia e a ingratdo sao defeitos infelizmen-
te da frgil humanidade.
Aceito com o Sr. Jos Candido o appello para o
tribunal esclarecido do publico e do corpo do com-
mercio, que cerlamente nao far em sua decsao
cahir ignominia sobre o credor, que reclama o que
seo, deixando de condemnar
transige |cora um crdito ficticio, e que nao tem I narca ingleza-Margareihmercadorias.
causa de existencia. | Brjgue nglez-Gmucus-bacalho.
E de mais se o arrendamento comecou de maio uarca inglezat'nion-farnha de trigo,
desle anno, e a escrtptura de venda foi feita em '
abril deste mesmo
COMMllCIO.
NAVA 8AN03 M PERNAMBUCO.
O nevo banco de Parnambuco paga o 12 div
dendo a razio de 9 por accao.
EM 31 DE MAIO DE 1864.
O banco descoma na presente semana a oito por
cento ao anno at o praso de quatro mezes.e a aove
por cento at o de seis mezes, e faz emprestirnos
sobre ttulos commerciaes, e toma saques sobre as
pracas do Ro de Janeiro e Babia.
Alfandega
Rendimenlo do dia 1............ 13:6194183
Tlovhnculo da alfandega
Volomes entrados com fazendas..
c t com gneros..
Volumes sahidos
com
com
fazendas...
gneros...
K
52
96
779
Descarrcgam no da t de junho.
ao que possuo e Galera francezaSolfei ino-manteiga.
14f>
875
anno, e a renda pagavel ven-
civel era maio do anno vindouro, como negar o
Sr. Jos Candido na tenacidade em que est de
nao entregar as letras, que de direito sao do Sr.
Justino, legitimo dono da melado de Montevideo,
3ue pretende haver si a renda de urna proprie-
ade que Ihe nao perlence ? t Este procedunento
nio lem cerlamente apoio em boa f.
O Sr. Justino querendo, pode nao estar pelo ar-
rendamento feito pelo Sr Jos Candido, e levar o
engenho praca desde ja, e preferir outro rendei-1
ro que d maior preco e neste caso o conselho de
nota dado ao Sr. Jos Candido servir para ainda
MT considerado meu credor da renda deste anno, i
que vai comecar ? (
Nada ha.Sr. Jos Candido, que o possa justificar
a este respeilo.
Termino aqui, e convido ao Sr Jos Candido
para lr os trechos de suas proprias carias mim
e ao Sr. Justino dirigidas, visto que elles servem |
para provar contra a opnio, que S. S. agora pre-
tende sustentar, sem duvida por motivos extranhos,
e que nao quero uem pretendo indaga-los.
Mas antes de transcrever os trechos de suas car-
tas transcreverei um da escrptura que o se-
guinte :
ssr Declaroa mais o locador ( o Sr. Jos Can-
dido) que no caso de vender o engenho Montevideo
fica oarigado a entregar todas as letras, que rece-
beu do locatoro por conta deste arrendamento, e
bem assira raais seis letras separadas de 504 cada
uma a vencer-se nos raesmos prazos. CO
Em 15 de julho de 1863 o Sr. Jos Candido es-
creveu o seguinte:
Sobre o tempo da renda me indilTerente
qualquer, e quanto ao preco devo dizer-lhe que
metade desta renda deve ser do nosso amigo Justi-
no, pois tenho tratado vender-lhe metade, e devo
passar a escrptura nesses poucos lempos em quan-
to posso ir ao matto, para facilitar algumas peque-
as difflculdade?, por isso elle na sua raelade pode
fazer-lhe a redueco quo quizer. >
Em 24 de marco deste anno de 1864 o Sr. Jos
Candido escrevendo ao Sr. Justino, disse :
Emquanto as rendas ellas caducara desde o
da que se passar a escrptura de venda, como
sabe eo mesmo rendeiro fez declarar na escrptura
de renda que, quando vendido o engenho, eu seria
obrigado a entregar suas letras, que cariam sera
effeito.
Nao farei menco agora das ultimas cartas do Sr.
Jos Candido porque quero ainda poupar motivos de
o encommodar. Mas dire ao Sr. Jos Candido que
lembrado deve estar que desde 18S1 as rendas de
metade do Montevideo perlencem ao Sr. Justino
como se Ihe poder provar por inuilas cartas suas.
Recife, 30 de maio de 1864.
Feliciano do Reg Barros Araujo.
Brigue
Quanto porm a imputacao de haver o Sr. Dr. provado merecimentode homem lustrado, facundo
J. A. de Figueiredo dedicado quatro quratas par-
tes do seu discurso para elogiar o Sr. baro de Mu-
ribeca fcil de explicar-se, pois que tendo elle
de demonstrar os inauditos escndalos havidos na
eleicaoda Varzea, durante a ominosa admnstraco
doSr.Dr. Silvera de Souza,sem duvida havia de
apreciar o procedimiento do mesmo Sr. barao de
Muribeca naquella poca, os seus precedentes, eca-
rcter como cidadao, e homem poltico.
Qual outro caminhodeveriaseguiroSr. Dr. J. A.
dePiguciredon'aquellasua posicao ? Fallardofacto
sugeto, e nao das pessoa?, que nelle tomaram par
orador, poltico recommendavel, e cidadao exera-
plar? E' isto muito inqualificavell
Felizmente em Pernambuco o Sr. Americus
nao poder desacreditar ao Sr. Dr. J. A. de Figuei-
redo, porque d'aqu elle natural, aqui tem vivido
sempre, e dado as mais exuberantes provas do seu
valor; assim como no Cear, e na corte, onde todos
recqnheccm, e fazem justica ao seu merecimento,
onde tem-se tornado digno da estima, e considera-
gao das mais elevadas entidades: o que vai ralando
de inveja os seus mesquinhos adversarios, aos
quaes elle s ataca de frente, e em franca discus-
te, esquecer-se dos protagonistas d'aquella farra, sao, ao passo que d'ali elles o mandam ultrajar na
Reis. 3,982:7884361
, rASsivo.
Capital..........
Emisso.........
Depsitos da direccao ....
Coolas correntes simplet..........
Fundo de reserva......
Ttulos em caucao.....
Knowles & Foster, (! Liodre.)
Banco da Bahia S/C .
Saques.............*...........
Massas fallidas cargo do Banco.
Dividendos........
Premios de saques remessas. .
Desenlo-........................
2,000:0004000
1,440:0004000
79:4254172
107:8734329
96:1514914
134270
112:7714738
7:8194760
1:5004778
4:3834000
2:8244859
58:0224541
seria por certoum contrasenso muito reprehensivel.
Supnonhamos mesmo, que o Sr. Dr. J. A. de Fi-
gueiredo elogiou ao Sr. Baro de Muribeca, em
quatro quintas partes (expresso mesquinha e ri-
dicula do Sr. Americus) daquelle seu discurso
onde o vicio, e o defeto ".' Pois ha quem conteste
em Pernambuco, que o dito Sr. barao um cida-
dao pacfico, honesto, e de bons precedentes ? (1)
S si o Sr. Americus quizer agora assumr a triste
posicao de calumniador para conspurcar a vida
limpa de vicios, e crimes, a honra lllibada do
Sr. baro de Muribeca. Esse reprovado procedi-
mento nao podemos porm attribuir ao dito Sr.
Americus, que (senio falha a memoria) at j foi
delle amigo, e correligionario,
Podcr-se-ha (alvez dizer que o Sr. barao u g
pouco spero no seu modo de tratar as. pessoas, que
cora elle nao privam, ou quando tem de discutir.
Mas ainda assim -nem todos podera ser delica-
do?, doris, e effeminados no seu trato, porque isso
depende do proprio organismo, que d sempre in-
equvoco testemunho, e nao pode ser fcilmente
contrariado.
Como homem poltico o Sr. barao de Muribeca
em verdade tenaz, e talvez mesmo exaltado era seus
principios; roas nisso mesmo nada ha a extranhar,
porque dest'arte exerce um direito cabivel todos
os polticos o qual elles seni bellamente praticarem
alta escala, e com o maior furor, como por exein-
plo o proprio Sr. Dr. Silveira de Souza, que as
suas cruzadas polticas aqui, no Maranho, e Cea-
r, nao deixou escapar Musulmano algum, ou fkar
pedra sobre pedra.
Logo, longe de ser censuravel aquelle pro
cedimento do Sr. Dr. J. A. de Figueiredo, faxen-
do no seu discurso-honrosa mencao do Sr. baro
de Muribeca, quando tratou da eleico da Varzea,
digno de louvor, porque assim rigorosamente
cumpria-lhe.
Em que trstissima posicao nos adiamos I Ja se
julga extranhavel,|quese faca justica, e se diga a ver-
dade em prol de um adversario poltico 1 O espiri-
to de parlido nao pode, nem deve suffocar esses
nobres sentimentos, que governam a socledade, por
que do contrario fataes sero asconsequencias, al
! mesmo contra aquelles que esposam o principio
oppostoHodte mtki, eras t.
Acerca do desfavoravel juizo emittido pelo Sr.
Americus contra o Sr. Dr. J. A. de Figoeiredo, tara-
fe DelarailTOS desde j, que nao temos a mini-
1 ma relaclo com o Sr. bario de Muribeca, e assim
delle ajulzamos para dar caia um o que seu.
sua ausencia, e sob anonyraos embora sem apreco
algum.
Prosiga por tanto o Sr. Americus, as suas
catlinarias contra o Sr. Dr. J. A. de Figueiredo, c
v tolerando tambem, que, por amor da verdade, e
da justica, do mesmo modo se Ihe responda.
Pao d'Alho, 26 de abril de 1864.
Epaminondas.
(Continuar-se-ka.)
PUBLICARES A PEDIDO,
Ao publico.
O Sr. Jos Candido de Barros chameu-me ao
campo da discussad: eis-me, pois, com elle bem
centra minha vontade ; e minha repugnancia
tanto maior, quanto desprzo as insinuacoes indig-
nas que me sao feitas, fignrando-se-me como subs-
criptor, e nao autor do annuncio inserto no Diario
de 18 deste cadente maio: como se para evitar um
pagamento duplo pela renda do engenho Montevi-
deo, carecesse insinuacoes ou inspirares. Nao ne-
gociasse o Sr. Jos Candido uma letra, que nio po-
da transferir, e estarla tudo em seus eixos, e eu
livre le futuras questoes e incommodos, que s-
mente o que temo. O direito nao se phantasia ; e
assim o Sr. Jos Candido nao pode ser meu credor
smente porque o diz, e quer ser. Os tribunaes de-
cdirao, portante, de que lado est a razo.
Em 29 de julho de 1863 o Sr. Jos Candido de
Barros arrendou-me o engenno Montevideo, de que
era dono, pela quantia annual de 1:4004, nao obs-
tante ja ter elle convencionado com o tenente-coro-
nel Justino Pereira de Firias dar-lhe em pagamen-
to do que Ihe devia metade daquelle engenho, sendo
que considerava elle desde entao como effectiva e
real a venda, para a qual s faltava a escrptura, e
por isso aquella renda foi dividida logo em dous pa-.
gamentos iguaes ede igual vencimento, cada um de
7004 para que fossem entregues e transferidas ao
dito Sr. Justino. Da escrptura de arrendamento
clausula de que o arrendamento
Res. 3,982:7884361 custo e o rodar de mais quatro seculos allivla-los
----------------1 do nosss azerrague !
va a quem tocar.
Nao nos negocios do estado, mas nos da fami-
lia, que a mulher deve mostrar o seu juizo e a sua
prudencia, ella se torna mais interessante pelo seu
pudor, modestia e randura, se amavel e virtuosa,
ella, o objecte o mais encantador da natureza.
Se quando a mulher se irria, muda de sexo,
perde tambem a eslima das pessoas sensatas, quan-
do faz fallar de si, na razao do bulico que ella
faz no mundo I Ella brilha quando recatada,
mas desde que trata de se deixar ver e conhecer
por actos dignos de censura, despreza-se, e nao se
repara seno em seus defeitos.
(Mnimas do C. Bastos.)
ttalsa de Urystol.
A Sai.sa-pariiu.ha de Buystoi.. Poucos reme-
dios ha que teuhara produzdo tantos beneficios no
mundo,'como este. E' a nica preparaco que ata-
ca invariavelraente no sangue a orgem das enfer-
raidades ulcerosas e eruptiveis, extinguindo ao
mesmo tempo a causa e o elteilo. Podemos, pois,
confiadamente aliancar, que com sua purificadora
influencia a corrupcao se transforma era incorrnp-
tibilidade. As chagas escrophulosas e todas as mo-
lestias externas glandulares e cutneas, communs
aos paizes trpicos, cedem promptamente sua po-
derosa agencia. Seus elfeitos curativos as aflec-
ces do ligado e do rheumatismo nao sao menos
sorprendentes.
Acha-se a venda iras boticas de Caors & Barbosa
e de J. da C. Bravo de C
Os abaixo assignados, lendo no peridico Pe-
dro II n. publicado na capital desta provincia,
uma declaraeao do Sr. Francisco Jos da Silva Ba-
tes, em que, negando dever^ao Sr. Jos Bodrigues
Ferreira, negociante no Recife, a quantia que Ihe
era exigida, procurou deprimir o crdito e probi-
dade coramercial do Illm. Sr. Ferreira, ousando al
afflrmar que os proprios prenles do Sr. Ferreira,
residentes n'esla cidade, j nao depositavam n'elle
a menor confianca, apressara-se os abaixo assigna-
dos e parentes e outros, que teem tido transaeces
commerciaes com o Sr. Ferreira, a protestar con-
tra essa asseveraco do Sr. Ratles, que tao leviana
e imprudentemente prelcndcu manchar a honradez
do Sr. Ferreira com insinuacoes falsas e indignas
do seu carcter. Tranquillise-se, porm, o Sr. Fer-
reira que nao ho de ser os doestos e despeito do
Sr. Hat tes que ho do ferr seu crdito comraer-
cial, e a probidade que o lorna digno da mais ple-
na confianca dos abaixo assignados, e daquelles
com quem tem reiaces commerciaes, e que solem-
nemente contestan) o que era referencia seus pa-
reles falsamente avancou o mesmo Sr. Ralles que
para com sua pessoa devia ter a mais profunda
gratido. Sobral, 9 de maio de 1864.
Francisco Rodrigues dos Santos.
Francisco Ferreira Pimenlel.
Frederico Raymundo Pimentel.
Joao Rodrigues Pimentel.
Jos Raymundo Ferreira.
Domingos de Bessa Guimares.
Joao Jos da Veiga Braga.
Vital da Costa Pereira.
Antonio Romualdo Cavalcante.
Onofre Munz Bibeiro.
Domingos Jos Pinto Braga Jnior.
Joao Antonio Cavalcante.
Galdino Alves Cavalcante.
Francisco Marcal d'Oliveira Gondim.
Trajano Jos Cavalcante.
Vicente Ferreira d'Arruda.
.luyendo Deocleciano do Nascimento.
Joao Mendes da Rocha.
Severiano Jos da Silva.
Tilo Francisco A. da Silva.
dinaraarquezFortunafarinha de trigo.
i niportaco.
Sumaca hespanhola Guadelupe carregou para
Barcelona 700 saceos com 3,447 arrobas e 31 li-
bras de algodo.
Exportado.
Vapor nacional Paran, entrado dos portes d^
norte, manifestou o seguinte :
Do Para.
Gneros estrangeiros j despachados para consumo.
100 barris manteiga; a Ferreira & Martins.
25 ditos dita, 90 caixas banha ; a ordem.
Genero do Per' importado pela mutua fronteira
dos Ros.
1 caixa com 575 chapeos do Chyle ; a ordem.
Do Maranho.
Mercaderas estrangeiros.
72 meios barris manteiga, 50 caixas albo?, 16
ditas queijos flamengos; a Loureiro & Ferreira.
2 caixas platilhas ; a Jotraslon l'aier k C.
2 ditas pelles de guaras; a SoulhallMellors & C.
Do Gate.
25 saceos caf pilado ; a Antonio Luiz de Oii-
veira Azevedo & C.
Rccebcdorfa de rendas Internas
geraes de Pernambuco.
Bendimento do dia 1............ 1:1494091
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dio Io.
Para e portes intermedios7 dias e 22 horas, va-
por nacional Paraud.de 840 toneladas, cominan-
dante o capilo de trgala Santa Barbara, equ-
pagera 56.
Nev-YorkPatacho nacional Palma, de 220 tone-
ladas, capito A. Boque, equipagem 8, carga
1,468 barricas com farinha de trigo e ouiros g-
neros ; Uenry Foster & C.
liio de Janeiro17 dias, brigue brasileiro Liberal,
de 207 toneladas, capito Jos Henrique de Oli-
veira, equipagem 10, carga 3,500 quintaes hes-
panhes de carne ; Antonio L. de Olivera
Abovedo & C.
Phladelphia 42 dias, patacho draamarquez Eu-
nonsiii, de 207 toneladas, capilo H. Eggers,
equipagem 7, carga 1,635 barricas com farinha
de irigo e 300 ditas com bolachinha; Henry
Foster C.
Vacio sabido M mesmo da.
BarcelonaSumaca hespanhola Guadalupe, capi-
lo Juon Fontanelle, carga algodo.
Observaco.
Fundeou no lamaro um barra ingleza, mas
nao teve communicacao com a trra.
SDITAES.
SoceoiTos para Cabo-Verde.
A benemrita commissao central de Pernambu-
co, barendo, como j noticiamos, enviado S. Exc.
bem expressa a clausula de que o arrendamento o Sr. presidente da commissao central de Lisboa,
comecar ia a contarse deste mez de maio de 1864, rs. 3:0004000, moeda forte, remetteu mais no pa-
/ndando-se o primeiro anno em maio de 1845 ; e quete Paran duas letras de cambio do valor de rs.
porque o Sr. Jos Candido nao quizesse faier o ar- 1:9784840, tambem moeda forte, restante da snb-
rendamenlo por menos de 1:5004, ao passo que o seripeo promotiaV pela referida commissao. S a
Sr. Justino me promettiaabater 504 em sua parte lo- commissao de Pernambuco consigui 9:6484920,
Ssque passa-se a escrptura, foi o Sr. Jos Candido moeda fraca, somma na verdade avultada, e que
9 parecer, que se Qzesse mencao de 1:4004, acei- por ceno salvar a vida alguns dos nossos iife-
tando eu letras parle pela differenca dos 504 de lizes irmos de Cabo-Verde,
cada metade dos 1004 da differenca. i -4 commissao que nos referimos, era composta
No acto de querer eu encher e assguar as letras dos Srs. Jos Antonio de Carvalho, presidenteJo-
No dia 30 de junho deve ser arrematado pe-
rante a thesouraria provincial em cumprimento do
12 do art. 44 da le provincial n. 596 o imposto
do dizimo do gado vaceum as seguintes comar-
cas :
Bonito 3:2004000 por anno.
Itrejo 2:0504000 dem.
Garanhuns 2:4004000 idera.
Flores 2:5004000 dem.
Ba-Vsta,Tacaratd eCabrob 3:3004000 idera.
A arremataco ser por Ires annos, a contar do
Io de junho do corrente anno.
Perantc a thesouraria provincial tem de ser
arrematado no dia 16 de junho vindouro o impos-
to da laxa das barreiras das estradas e pontes se-
guintes :
Ponte dos Carvalhos 1:2004000 por anno.
Tapacur 2:2524000dem.
Tacaruna 5004000 dem.
Motocolomb 1:6104000 dem.
Magdalena 7:758000 dem.
Bujary 5544000 dem.
Caxang 4:4004000 idem.
Jaboalo 4:4054000 idem.
Gequi 7:4854000 idem.
As ar'remaiacoes sero feitas por lempo de tres
annos a contar do Io de julho do corrente anno.
Pela mspeccao da alfandega se az publico
que do 1 de julho prximo vindouro em diante
hcaro em inteiro vigor as nstruccoes abaixo de-
clarada?, mandadas observar pela circular do tbe-
souro nacional n. 15 de 22 de marco deste anno
em execuco do art. 7 e 2 do decreto u
3217 de 31 de dezembro de 1863, e observancia
da portara da thesouraria de fazenda n. 69 de hoje
Alfandega de Pernambuco 31 de maio de 1864!
O 2 escriturario,
Caelano Gomes de S.
Instrucroes a que se refere a circular n. 15 desta
dala.
1.* Seccao.Ministerio dos negocios da fazenda.
Rio de Janeiro em 22 de marco de 1864.
Jos Pedro Dias de Carvalho, presidente do tri-
bunal do thesouro nacional, ordena que na execu-
cao do art. 70 gg 1 e 2 do decreto n. 3,217 de 31
de dezembro de 1863, se observem as alfandegas
do Imperio as seguintes inslrucces :
Art 1. Logo que o navio der entrada na alfan-
dega, c o seu capito ou consignatario apresentar
os manifestos respectivos, ser uma das vas dos
mesraos entregue ao corrcctor.ou interprete de que
trata o art. 372 nico do regulamento de 19 de
setembro do 1860, o qual dentro do prazo marcado
nesse arligo, que sempre ser de tres das uteis
depois da entrada do navio, apresentar a traduc-
cao do manifest, pela maneira que segu.
Art. 2. Os correctores, ou nlerprectes verterao
para a lingua nacional todas as declaracoes comi-
das nos manifest?, escrevendo por extenso as
quanlidades e qualidades das mercadorias, e irans-
crevendo ao mesmo tempo as marcas e contramar-
cas dos volumes, sua quantidade e qualidade e o
nome dos individuo? a quem vierem consignada?
ou quando ordem, com essa mesma declaraeao
Art. 3. Todos os volumes numerados sero des-
criptos separadamente, segundo seu nnmero, e or-
dem numrica dos mesmos; os que vierem sem
numero, mas cora marcas especiaes, sero igual-
mente descriptos cada um de per s ; os que vie-
rem com o mesmo cometido, ou granel e que
nao costumam ser despachados por uma s'vez se-
ro descriplos integralmente, e se seguirlo' em
branco tantas linhas quantas orem bastantes para
facililar o lancaraento dos despachos da sabida ao
lado direito da folha, sendo cancellados os claros
do lado esquerdo.
Arl. 4. Toda a escripiuraclo dos correctores, ou
interprete?, ser feita no lado esquerdo da folha,
ficando o lado direito para o laucamente do despa-
cho, o sabida dos volumes.
Aru 5. Os maoifestos que trouxerem em lin-
guagem vulgar os navios procedentes de Portugal,
dispensam a tradcelo, com tanto que os respecti-
vos capitaes facam a Iranscrlpcao com as formali-
dades proscriptas nos artigos antecedentes, sendo
por elles assignada e confirmada a exacdao da
copia pelo corrector.
Art. 6.* As alfandegas fornecero o papel neces-
sario, que ser paulado e riscado, segundo o mo-
delo annexo, cntregando-se aos correctores,e Inter-
pretes ou capilaes, tantas folhas quantas forem in-
dispensaveis para a tradcelo ou copia.
Art. 7.* Entregues as traducedes ou copias s


tarto de Periuibie* jmtmi* lelrn 9 <, *nnho t 1M4.
alfandegas, se fario uellas todas as ooUsdo esii'lo celebrada pete governas brafleir e Irance, se-
o segando o modelo cima referido peto empreg*-! rao expedidas malas para a Europa do dia 30 dd
do, a quem forem entregues para esse flm | corrente mea pelo rapor franco* Oupennt. As car-
Art. 8. Eslas traducees ou copias por extenso tas sero reewiidas at 3 horas antes da que for
sero numeradas com o mesma numero do man- marcada para a sabida do vapor, e os jornaes at
fc*t* original, que deve ficar archivado depois de
ei ta a conferencia. A numeracao dever ser se-
JMida aera iwrrupco e por exercicios.
Art, 9." O eoapregado que numerar as traduc-
yiWs ou copias, e as notar no manifest, far ama
inscripcao summaria, em livro especial, da qual
constar o numero da ordem, a data daaonotacao,
a indicacao do norae do navio e do seu capito, da
nacionahdade, o procedencia, e da sua ehogada em
lastro ou carregado.
Art. 10. Cada urna das folhas das tradceles ou
coplas ser numerada, e rubricada pelo mesrao
empregado, que fizer a numerado do mani-
fes'- ... de Blancard, cosiendo
Art. 11. As traducees ou copias organisadas na vidros ; agurdente de
COMPANHIA BBASILEIBA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos porlos do norte esperado
at o ate 9 de iunho o vapor
Paran, commandante e capito
de fragata Santa Barbara, O Jttal
depois da demora do cestume se-
guir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaia-se a
O conselho administrativo para fornecimento do cargl qHe 0 vapor y& conduzir, a qual dever
4 horas antes.
Adminislracao do correio de Pernambuco 23 de
mato de 1864.O adminiltrador,-
Doaiogo; dosPassos Mir anda.
Coaselho dmiHulrati ve.
vo para fornecii
tem de comprar os objectos
m
'*** *e*ainfteas e franceu em coase-
apmmdo mao tempo d hotlem : boje s W ho
" *! lllhaa P^o Qie espera a concurrencia de
os WTMroMs fregoezes em seu armazem da ra
arsenal de guerra
seguintes:
Salsa de Tousende contando cada vidro i libra e
12 oncas, 50; magnesia de enry, contendo cada
vidro 10 oncas, 24; chocolate de musga irlandies,
8 libras ; carbonato de potassa, 4 libras ; pilulas
cada vidro 50 pillas, 50
32 graos,
ser embarcada no dia de sua chegada: eocom-1
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 2
horas, agencia ra da Cruz n. i, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.______
Para o Rio Grande do Sal
pretende seguir com muita brevidade o patacho
nacional Carolina, tem parte do seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se com
o capito Beiarmino dos Santos Pinleiro a bordo,
ou na praca do commercio.
-------------- ------, _0_.-^w.v -~ -e._, contendo cada
rorma dos arts. 2 e 5 formarao cadernos espe- garrafa libra e meia, 40 ; extracto de belladona, 8
mes, e conlerao na primeira folha as indicares oncas : xarope do bosque, contendo cada garrafa
da inscripcSo summaria, prescriptas no art. 9, 2 libras, 64 garrafas ; oxido negro de ferro, i li-
pertencentes a cada um dos manifestos traduzidos bra ; nitrato de potassa, 2 libras. .
ou copiados. Quem quizer vender laes objectos apreseutem as rara fl fn Illa
Art. 12. Estes cadernos, ou copias completas de, Suas propostas era carta fechada na secretaria do pretende seguir com muita brevidade a
cada manifest sero elassifleados segundo a or- conseibo, s 10 horas da manha do dia 6 de junho
dehv dos nmeros da inscripcao, reunidos e conser- prximo vindouro.
vados com cuidado e encadernados em livros, Sala das sessoes do conselho administrativo para
proporc,o que o numero delles possa formar um fornecimento do arsenal de guerra, 28 de maio
volume regular, e que facilite b langamento das
entradas e/sahidas dos despachos, e das observa-'
roes do costume.
Art. 13. Cada um destes livros, depois de enea-'
dernado ser novamente numerado, e rubricado
pelo inspector da aifandega, ou por sea ajudante,
declarando-se na primeira folha o numero de ma-
nifestos que contm, bem como o total das folhas
de cada volume, devendo nesta occasio examinar
de 1864.
Antonio Pedro de S Brrelo,
Coronel presidente
Sebastiao Jos Basilio Pyrrho,
Vogal secretario.
Ario na I nao
Deixou de ir a arrematado como se tinha ao-
nunciado, a propriedade denominada Barbalho,
se foram*classicados e reunidos, na conformida-
de dos amigos antecedentes.
Art. 14. Para facilitar o exame dos livros tero \
elles no dorso, depois de encadernados, o exercicio
a que pertencem os manifestos reunidos nos mes-
mos, c o total dos nmeros da inscripcao, alm da
numeracao dos tomos.
Art lo. Os correctores, e interprete* que infrin-
girem as presentes instruccoes na parle que Ibes
toca sero punidos com as penas marcadas nos re-
glamentos flseaes, e no coJigo do commercio.
Art. 16. As presentes instruccoes sao aaplica-
veis somonte aos navios estrangeiros, ou naeionaes
que, vindo de portos estrangeiros.conduzirein mer-
caderas estrogeiras que tenham de ser deposita-
das, ou despachada i as alfandegas, devendose
guardar a respeito .dos manifestos das embarca-
res de cabotagem as regras adoptadas na aifande-
ga da corte, que prescinden do registro dos mes-
mos, como era pratica nos consulados.
Jov Pedro Das de Carcalho.
DECLUttQOES.
Santa Casa da Misericordia do
Reclfe.
A lllm.'junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recifo manda fazer publico, que
no dia 2 do prximo futuro mez de junho pelas 4
horas da tarde ndala de suas sessoes con liad a
praca do arrundamento das casas abaixo decla-
radaspertencentes ao patrimonio de orphos por
tempo de 1 3 annos. Os prelendenles devem
comparecer acompanhados de seus Dadores ou
munidos de cartas destes.
Ba do Imperador.
sita no Poco da Panella, por urna decisao do Sr.
Dr. juiz de orphos, o que se elTuctuar no dia 3
do corrento mez.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fornecimento do
arsenal de guerra tem de comprar os objectos se-
guintes :
Para o 7* batalbo de nfantaria.
Panno alvadio, covados 2,670
Quem quizer vender taes objectos, apresentem
as suas propostas em carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do dia 8 do
correte.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arsenal de guerra 1 de junho de
1861.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Sebastiifo Jos Basilio Pyrrho.
Vogal secretario.
Adverte-se a quem quer que arrematar o ter-
reno sito entre as duas pntes do Chora-menino e
Magdalena, que no dia 20 de junho vai praca por
execuciiode Fonseca & Martins contra Jos Bibei-
[ ro de Brito c sua mulber, que o dito terreno nao
tra, como inculca o edital de 28 de maio do cor-
rente anno, 80 palmos de frente, nem 180 de fun-
do; e sim 76 palmos de frente e 170 de fundo, o
; qne deve constar dos ttulos, pelos quaes possue o
executado. Faz-sc o presente annuncio para que
no futuro ninguem faca allegar ignorancia ou boa
f.Um iateressado.
'Arrematadlo.
Perante o lllm Sr, Dr. juiz municipal da
segunda vara dever ir praca no dia 4 de
juolio prximo, depois da respectiva audien-
cional Carlota, tem parle de sea carregamento
prompto : para o resto qae Ihe falta, tratase com
os seas consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, no seu escriptorio ra da Cruz nu-
mero 1.
Transferench do leilai>
Moris, alnqnllherla, objectos'
e Inmo eostros mnltos aril-
lo, aaslai < de eseraro
u agente Miranda achando inconveniente effec-
tuar o leilao que tinha annuneiado de movis,
quinquillera, objectos de luxo e outros muitos
artigo^ em razao da chuva qae cahio, transferio
para noje as 1! horas ; na mejma oceasio vea-
dera o escravo que tambem j tinha annuneiado
em sfu armazem da ra da Oui n. 57.
GRANDE ARMAZEM
60 Ra da Cadeia do Recife
60
DE
ca, o engenlio Pintos sito na freguezia de
^particular o i pui.co, m an- ^^ Jaboat50) 0 que um dos melhores da pro-
N. 2 particular e 81 publico, dous an-
1835000
104*000
603*000
Largo do Paraizo
N. 4 dito e 29 dito, dous andares
Ba das Larangeiras.
K. 5 dito e 17 dito, casa terrea .
Ba Velha.
"N. 8 dito o 32 dito, casa terrea..
Ba de S.-Goncalo.
N. 10 dito e 22 dito, casa terrea .
Ba do Pires.
N. 13 dito e 39 dito, casa terrea
Ba do Vigario.
K. 72 ditoe 27 dito, dous andares .
Ba da Scnzala Velha.
N. 78 dito c 136 dito, dous andares.
N.80 dito e 132 dito, dous ailares.
N. 82 dito e 16 dito, casa terrea.. .
Ba da Guia.
N. 84 dito e 19 dito, casa terrea.. .
Ba do Pilar.
N. 91 dito e 103 dito, casa terrea.. .
N. 92 dito e 101 dito, casa terrea.. .
N. 94 dito e 99 dito, casa terrea.. .
N. 103 dito e 94 dito, casa terrea.. .
Bosarinho.
N. 3 particular, casa e sitio.....
Mirueira.
N. 4dito, sitio.. .....
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Be-
cife. 30 de maio de 1804.
O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
COMPANHIA
vincia, com grande exlensao de escellentes
902*000 trras demarcadas, as quaes se comprehen-
c'em kas malas' duas Doas casas *e vven-
*ooo; da e outras de moradores, casa de destiiaco
204*000 com um alambique de subido valor, cochei-
ras, estribaras, grande senzala de pedra e
cal e outras obras, tudo em muilo bom es-
tado. O engenho me por agua e co-
peiro.
Tem de servir de base a arrematacao a
preco de 45:000.-> tendo alias sido avahado
tttm\9"*2k
2o,*ooo CORREIO GEBAL
125*000 Rdaco das carias segaras viadas do norte pelo
1 vapor nacional l'.ir.mfi para os seukores
163*000' ^"declarados:
2541000 ^Mlon' de Almeida Gomes.
1731000 fraonbMWdM Antouio Baptista Gilirana.
^ i Dr. Antonio Jansem de Mattos Pereira.
SMiAAn Francisco Antonio (Portugal).
oaapuuu Francisco Xavjer dos Rel3 Lisboa
Julio Cesar Gomes de Castro.
Joaquim do riego Barros Pessoa.
I Joao Dias de Oliveira (Porto).
Jos Bodrigu es de Souza (3).
Presidente da relacao Thomaz Lins Soriane.
Vicente Ferreira da Silva.
Torreio.
Pela adminislracao do correio se faz publico que
as malas que deve conduzir o paquete brasileiro
Paran, chegado liontem dos iwrtos do norte, e
com destino aos do sul, fecham-se hoje 2, s 3 ho-
ras da tarde em ponto. Os joroaes sero recebidos
at 1 hora da tarde, e as cartas admetndas se-
guro at 2 hora?.
Para.
Vaj seguir em noueas dtas o patacho Thereza,
capito Joao Corrcia Lima, tem o arregameuto
quasi completo, para o pouco qae lhes falta trata-se
com os consignatarios Palmeira 4 Beltro, largo
do Corpo Santo n. 4, primeiro andar.
Maranho.
O palhabote Gartbaldi tem j parte da carga en-
gajada, e para o restante trata-se com Tasso Ir-
mos.
Para Lisboa pela ilna de S. Miguel segu
com muita brevidade o brigue portuguez Florinda,
capitao Joaquim .-.ugusto de Souza. Recebe carga
a frete para ambos os portos : a tratar no escrip
torio de Amorim Irmaos, ra da Cruz n. 3.
Para o Rio de Janeiro
o novo e velelro patacho Polycena, capito Cypria-
no .-.ntonio de Quadros, segu com brevidade ; re-
cebe carga a frete e estraves, para os quaes tem
excellentes commodos : tratase com Miguel Jos
Alves, ra da Cruz n. 19.
Ubi terreno com 37 palmos de frente
Ha ra do Sebo.
Kexta-feira 3 de junho.
^KL^.^J leil5 cora autori^co dos ...-.,
srs. meuron junto a casa que foi de Joanna dos Passos hoje de
um c,Hh.maz Telx1ei.ra Bastos, tendo de partir para a Kuropa no dia 30 de junho. aflra de tratar de
n^'nia,^mrrts0 ,d0 a Tfnd!r baral e mais bara, d0 Em f^ francezes,e alenme* existentes em sea armazem, como sejam : fazendxs, miodezas, per-
?^as ?mau acreditados fabricantes, relogios inglezes, excellentes correntes
roinnin UXTL-------" """"ir--. iciugiua nigicc, u.\ieneuies correnies e correntoes para
nSES. S? ootoes para punhos com Minantes, braceletes, oculos, face main e muitas outras obras,
(iJ'ontr, n^ifl?T ,a,lneres P mesa e para sobre-mesa com cabos de meul lino, ditoi do marfiin e
wtos LV "S> ts0"ras aas e caniv,!tes. lesouras modernas para alfaiates, navalhas finas, lan-
SSfLyE5&21 fO.imeat0 d,a ^eias de m,},al Para lavar o rosto e outros artigos, um rico cha-
uriz ue crxstai paia jardim ou meio de mesa de jantar, ricos quadros par
, !^,!??J!S*Z!E*** crystcs finos como lustres, candelabros, lanternas
^fSf!* 'o^e^Vill" CfhovTo diaeaci- grande sortimento de estampa"de"s'a'ntos" e v
LEILOES.
213*000
macaoa respeito.
LEILAO
DE
Predios e accoes.
Como sejam :
Um sobrado de 3 andares e sotao, com 3 janel-
las de frente para a ra do Vigario n. 23, e fundos
para a ra dos Burgos.
Urna casa terrea na ra do Cabug n. 8, na qual i
se acha urna toja de chapeos de sol.
Urna dita na mesma ra n. 10, ei que se acha
urna loja de fazendas.
Urna peouena parte do sitio que foi do finado
cirurgio Manoel Joaquim Pereira, em Parnamei-
rim.
Sexta-felra 3 de junho
ao mrJo da.
O agente Pinto autorisado pelo procurador bas-
tante do Sr. Francisco Jos Teixcira Bastos, far
leilo a hora cima designada do dia 3 de junho
dos predios cima mencionados, os quaes se tor-
nam recoramendaveis por seren edificados em
ras principaes, o leilo ser effecluado em seu
escriptorio ra da Cruz n. 38, onde ebtero os
preieadentesqualqucr informaco a respeito.
LEI-LAO
BE
40 barricas de facililla de trigo.
Sexta-felra 3 de junho IO
horas em ponto.
O agente PhIo competentemente autorisado ven-
der em leilo, por conta e risco de quem perten-
cer, 40 barricas de farinha de trigo, existentes no
armazem da Companhia Pernambucana, onde ter
lugar o leilo no dia e hora cima indicados.
* Principiar s 10 horas em ponto, visto que o
referido agente dever cffecluar um outro leilo
s 11 horas do mesmo dia.
um excedente co-
_ com pingentes, copos,
. pegas de gosto para adorno de consolos, porcelanas finas, como ricos ja, ros
i llores, apparelhos dourados para cha e caf, ditos para jantar, e muitas pecas para enfeitar mesas,
" de diflerontes cidades da Europa e outros proprios
caixas com msica, ricas pecas rom maehinismo
, mgicas muito bem feitos, machinas de photographi.i*para retratos de dif-
KhS? n0ntT "nas paraIaze cafl' machinas para hm?3r ^P^ varrt'r o (^. ^mbas
ggiy*Sr.l** WWito_(e afamado fabricante Peyel, camas de ferro com colchao Mastico,
rt n,J -u -D e br,n1ueds nos para meninos, baldes de papel transparente o lanternas colori-
n?Lpar "'um'nac^s a moda de Paris, salva vidas para homens e senhoras feitas de borracha mo-
SvTh.% SSfVf* ^nh0 em lu-aros fu,los e muitos outros artigos e tudo ser vendido muitissi-
rao Darato afim de liquidar-se inteiramente.
na dito em seu escriptorio fu"da Lr 7. 38, on-: ^uZ*^7*S?*^ %
leinra^ s Pendentes obter qualquer infor-! para salas, instrum'entos de SSm mato bem feiA'
0
NEM COROAS NEM MITRAS
S.MENTE
LEILAO
predios na povoaco do flontei-
ro, todos em chaos propries.
HOJE
O agente Simoes far leilo requerimente dos
administradores da massa fallida de Joaquim Viei-
ra Ceelho & C, e por mandado do lllm. Sr. Dr.
juiz de direito especial do commercio dos predios
seguintes situados na povoaco do Monteiro. como
sejam :
Urna casa terrea sem numero.com 29 palmos de
frente e 71 de fundo, eom duas salas, 4 quaros,
cosinha, 1 quarto externo, quintal em aberto, ter-
rado na frente com grade de ferro.
Tres ditas na mesma conformidade cima, e jun-
to s mesmas.
Urna dita margem do rio Capibaribe na mis-
ma povoaco com 55 palmos de frente e 42 de
fundo, 2 salas, 4 quartos, cosinha externa, quintal
em aberto, pequea baixa para capim, com caes e
escadade lijlo e cal, margem do rio.
Urna dita com frente para a margem cima,
com 20 palmos de (rente e 24 de fundo, 2 salas, 1
quarto e e cosinha externa, com oitao de taipa, e
quintal em aberto.
Urna dita em tudo igual ultima e junto
mesma.
Casas terreas de taipa.
Urna dita com 25 palmos de frente e 44 de
fundo.
Urna dita com 26 palmos de frente e 31 de fun-
da com 2 salas e 2 quartos, cosinha externa, quin-
tal em aberto. !n. ,. ,UCj ..
lina dita com 19 palmos de frente e 31 de fun- [ DlVMas aCIIVaS 00 e do, 1 sala, 1 quarto, cosinha externa, quintalera! Cantista da lloclla.
abl-ma dita com 22 palmos do frente e 42 de fun-' tJS^STJS^ZA '1" ?Tg!il 2W
do, 1 sala, 2 quartos, cosinha e 1 quarto externo.' T^?liZ5L*l ,JUn- P,T7 $Z
quintal em aberto do, a porta da Associa^ao Commerotal das dividas
Urna dita com 19 palmos de frente e 42 de fon- !*gig'Jgg!L?.?g11? flna(,0l snbdi'
do 2 sala ninrtos nnintal em tl^rin cn>inha Porll,Ruez Joa0 laptistada Rocha,na importanciade
exterif y:36*696 ; sendo em contas de livro 4:074*852 e
Os pretenden.es desde j poderlo examinar os' ,'"|!A* 5: JJ?*8 *;},"? ?ulrT,d?ft T^a *T
referidos predios, e querendo qualouer informac.ao ?JT f05 e, re,ajw da? -'V,das
poderao entenderle com o referido agente em sen : ?Sa t^ T m 9-e pod?ra0 f
escriptorio ra da Cadeia n. 3, 1 Indar, aonde f""1!^ tJ1Z*c252 IS!SSf^!
ser elfectuado o leilo. 1 ?la casa na l)0ntL dos Carwlhos avahada por
Quinta-feira 2 de junho s 10 o meia horas da Per,enceDle ao mesmo expolio.
manhaa.
E
.ic%\i)i nuiuin
DE
0Ha^
NA
O
Sexia-feira 3 de junho s 11 horas
O agente Pinto levara novamente a leilo as di-
vidas activas da massa fallida de Antonio Pereira
da Silva na importancia de 5:368*442 rs., servin-
do de base a maior offerta obtida no leilo do dia
20 de maio, o leilo ser effectuado s 11 horas do
dia cima dito no escriptorio do referido agente,
, ra da Cruz n. 38.
Vt&Vi.*
de Joao
S
TIIEATRO
DE
HOJE
2 dejanho de 1S64
EHPREZA
GERMiaO & CliniB \.
Reelta da assignatura.
Qaarla-feira 1 de junho
Ter lugar o seguinte espectculo, j transfer'
do, por causa do m4empo.
IIa
O caixa da companhia coirunendador Tho-
maz de Aquino Fonseca acha-se autorisado
a pagar no seu escriptorio roa do Vigario
n. ID, das 10 horas em diante o 32 divi-
dendo (testa companhia na proporco de 3
por cada apolice, adverte-se aos Srs. accio-
nistas que este pagamento deve ser em moe-
da de cobre, visto ser na especie que o
mesmo Sr. caixa tem reeebido dos arrema-
tantes dos chafaiizes desta companhia.
Escriptorio da Companhia delieberibe, 21
de maio de 18G4,
O escriturario,
Marcolino Jos Pupe,
Consulado provincial.
Pela mesa do consolado provincial se faz publi-;
co, que os trinla dias utis para pagamento boca
do cofre do segundo semestre do anno finaneciro
vigente de 1863 1864 dos impostos da decima dos |
predios urbanos das freguezias desta cidade, e da |
dos Afogados, de 20 por cento do consumo de
agoardeole, e de 5 por cento sobre a renda dos bens
di raiz pertencentes a corporacofis de mito morta,'
se principiam a contar do Io de junho vindouro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco, 25
de maio de 1664,
Antonio Carneiro Machado Hios.
Administrador.
Conselho administrativo.
O conselho administrativo, para fornecimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
guintes :
Para o corpo da guarnilo da provincia.
Uonets 373, mantas de la', 368, bandas de la
13, panno azul covados 1560, panno azul para ca-!
potes 396, casimira verde covados 39, casimira;
jmarella covados 19 1|2, hollanda de forro covados
H70, aniagem varas 150, brim branco varas 3422
1|2, algodosinho varas 2502, botoes grandes de
metal amarello liso 4368, ditos pequeos de dito
2808, colxetes pretos pares 312.
Para o quartel dos menores,
Gaz galdes 20.
Quera quizer vender taes objectos aprsente a
sua proposta em carta fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da raanha do dia 3 de junho
prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo para '
fornecimento do arsenal de guerra 27 de maio
de 1864.
Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel, presidente.
Sebastiao Jos Basilio Pyrrho.
Vogal secretario. Maregacao eosteira a vapor.
A thesonraria provincial contrata no dia 9 de Parahiba, Natal, Maeo, Araeaty, Cear e Acaracu'.
junho prximo vindouro o fornecimento dos objec-, No dia 7 de junho prximo s
tos precisos para o expediente das diversas repar- fgn^-g\ o horas da tarde segu o vapor
liroes provineiaes no exercicio de tsti'i a 18iiJ'. RJ3\^_ P''rs>nun9"< commandante Rates,
lYPl'Pin o-or-l I Sa^^iac; para os portos cima indicados.
W1,n" SCAai. S^gAJiy Recebe carga at odia 6. Encom-
Pela adminislracao do crrelo desta cidade se mendas, passageiros e dlnheiro a frete at odia
faz publico, para lins convenientes, que em virlude da sahida s 3 horas da Urde : escriptorio no
do disposte no art. 138 do regulamento geral dos Forte do Mattos n. 1
c jrreios de 21 de dezembro de 1844, e art. 9 do
decreto n. 185 de 15 de maio de 1851, se procede-
r o consumo das cartas existentes na adromistra-
vao, pertencentes ao mez de maio de 1863, no dia
4 d Jsnho pro\imo, s 11 horas da manha, na
LEILAO
NI
Quinta-feira 2 de jaulio s 11 ho-
ras,
53.
ra Augus-
AVISOS BIYEBSOS.
0 cirurgiio Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado u. 36, pri-
meiro andar, por cuna do
a ra da Cadeia n.
armazem.
DE
l'ma casa terrea n. 64
ta, cbio foreiro.
Oulra dita i. 4 ra de Aguas^Ver-
d0ulaBditaH.5 ra doAragao, fo- flMZem Progressista, aon-
rer-, tem sotao, de o acMirao como sempre
Pelo agente Euzebio se vender em leilo as rrrflTnTYfn q nftlfinar VlATfl na.
duas casas terreas n. 64 ra Augusta, boa pro- "AU1UIU d llU.dl(4U.tI llld pd"
priedade, quasi nova, tem 4 quartos, cosinha fora,
quintal, cacimba, e porto para a ra do Alecrim,
rende 3605 por anno cujo aluguel c baratissimo, e
a outra de n. 4 sita ra de Aguas-Verdes tem 2
salas, alcova fra, cacimba e quintal, soto com re-
partimentos e mais um mirante, rende 2405 an-
imal ; os pretendentes queiram ter n bondade de
examinar com antecedencia afim de que naquelle
< dia cima aproveite a pechincha.
ra o exercicio de sua pro-
fissfto, chamado por escripia.
Terminar o espectculo com a linda comed ia
em um acto na qual toma parte a Sra. D. A. Ma r-
; queloti.
Tribula<#o e ventura.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DR
!VaYegac5e eosteira a vapor.
lllia de Fernando de Noronlia.
No dia 14 de junho prximo,
ao meio dia, seguir um dos va-
pores da companhia para o pre-
sidio de Fernando de Noro-
nha.
Companhia Pernambucana
DE
LK1LIO
DE
9 caixas eom cha da India.
hoji:
Samuel P. Johnston & C. farao leilo por conta
e risco de quem pertencer, e por interveneao do
agente Pestaa, de 7 caixas com cha da India ava-
riada a bordo do brigue brasileiro Trovador capi-
to Jos Casemiro de Gouveia, em sua recente ra-
pan do Rio de Janeiro e entrado neste porto em
19 de maio prximo passado, o leilo ter lugar
quinta-feira 2 de junho s 10 horas da manha em
ponto no armazem do Annes.____________ _
IEIIAO
DE
124 meios de sola.
meios de
HOJE.
O agente Almeida far leilo de 124 meios de
sola de superior qualidade. No armazem do Sr.
Avila no Forte do Matto;, s 11 horas do dia cima.
LEILAO
DE
13 barris com man le
HOJE.
O agente Pestaa veudera, por conta e risco d
RILIl DO IUIPEIMIHm I*. 40
Junto ao sobrado em que mora o Sr. Osborne.
PARA A FESTA DE SANTO ANTONIO, S. JOAO
E
8. PEDRO
Duarte Almeida & 0. receberam de sua propria
encommenda o mais lindo e variado sortimento de mo-
lhados, propries da presente estagao.
Manteiga ingleza da safra nova viada ueste
vapor de 28 de maio a 000 rs. a libra e
da velha a 800 c 8:0 rs. a libra.
dem franceza da safra nova a 000 rs. a
libra.
Amendoas conl'eiladas de lindissimas cores
a 800 rs. a libra.
Traques de n. 1 os mais superiores do mer-
cado a 8f>600 a caixa e 220 rs. a caria,
Ameixas em frascos de vidro com 'J libras
liquido a 2-iiOO, muito propios para mi-
mos.
Cartoes com bolos francezes a 500 rs. cada
um.
Latas com bolachitibas de soda de todas as
qualidades a 1;M00.
Chocolates de todas as qualidades a 1*000 a
libra.
Presuntos inglezes dos melhores fabricantes'
a 800 rs., tambem temos velhos para 500
Queijos llainengos chegados neste ultimo'
vapor a .3$ e 3200. Nozcs as mais novas do mercado a 120 rs.
dem prato o meltior que se pode desejar a a libra.
Cervejas dos melhores fabricantes e de to-
das as marcas de 4^500 a (S500 a duzia.
Macas brancas para sopa a melhor que se
pode desejar, macarro, talharim e ale-
ma a 400 rs. a libra e 4 $500 a caixa.
Vinho em pipa Figueira J A A e outras mai-
tas marcas a creditadas a 500 rs. a gar-
rafa.
dem de Lisboa e de outras marcas a 400
rs. a garrafa, e 26800 a caada.
Vinhos do Porto generosos engarrafado des
melhores fabricantes da cidade do Porto
alie 10200 a garrafa e de 10 a 12#
a caixa, as marcas so as seguintes: Cha-
missoFilho, F. & M., Nctar ou vinho
dos euzes, lagrimas do Douro e outros
muitos.
Latas com 10 libras de banha a 4(000.
Bolachinha ingleza a i 1800 a barrica da
mesma que por ahi vendem a 2?5000 e
2*400.
Alpista e Painco o mais novo do mercado
a 140 rs. a libra, e 45400 a arroba.
16000.
Conservas inglezas as mais novas que se po-
de esperar a 7G0 rs. o frasco.
Figos em libras e caixinhas ricamente don- j
radas, pioprias para mimos a 900 e I
1^200.
Cha uxim o melhor que se pode desejar,
que outro qualquer nao pode vender por
menos de ')* a 2*600.
dem perola especial qualidade a 2*700 rs.
a libra
dem bjrsson o mais aromtico qye tem vin-
do ao nosso mercado a 20600.
Massas amarellas para sopa, macarro, ta-
lharim e aletria a 480 rs. a libra.
O Dr. Ernesto Feliciano da Silva Tavares
convida aos seus prenles e amigos, bem
como de seu pai o conselheiro Tiburcio Va-
leriano da Silva Tavares para assistirera
urna missa, que manda resar no convento
do Carmo s 7 horas da manha do dia 4 do
corrente pelo reponso eterno de sua presada
rai IV Guilhermina Rosa da Silva Tavares,
fallecida na corte do imperio ; de cujo favor,
proprio das almas bem formadas desde j
se confessa asss agradecido.
; Charutos Tiiom Pinto,. Heis e outros em
meias caixinhas a 1*500.
Arroz do Maranho a 100 rs. a libra, e da
India a 80 rs. a libra, e 2*500 a 3*000
a arroba desses que vendem por 3*400.
Caf de 1.a e 2.' sorte do Rio de Janeiro a
8*300 e 80800 a arroba, e 280 a 300
rs. a libra.
Garrafoes com 4 i garrafas com vinagre a
1*000 com o garrafo.
Genebra de latanja verdadeira a 1*000 o
frasco, e de 110000 a caixa.
dem em frasqueiras de Hollanda a 5*800
com 12 frascos.
Os proprietarios do grande armazem o Verdadeiro Principal declarara aos seus
freguezes e amigos e ao publico em geral, que para facilitar a commodidade de todos
estipularam os mesmos precos nos seguintes lugares:
Progresso largo do Carmo n. 9.
Uniao e Commercio ra do Queimado n. 7.
0 Verdadeiro Principal ra do Imperador u. 40.
AMA m: LC1TE
Precisase de urna ama de leile sem filho. *a
tratar na loja de livros ao p do arco de Santo An-
tonio__________
Joaquim Jos da CosU Pinheiro relira-se pa-
ra Portugal, e julga nao dever a pessoa alguma
nesta praga ; mas se alguem se julgar seu credor,
dever exhibir sua conta no praso de oito das. Re-
cite 1- de junho de 1864,
iuglcza.
extraordinaria
Aos 10:000$00Q c 3:000$000.
Sexta-feira 10 do torrente mez se ex
trahir a primeira parte da primeira lotera
; da igreja de S. Pedro, no consistorio da
igreja de N. S. do Rosario da freguezia de
Saoto Antonio.
ga ingleza em um ou mais lotes a vontade : quia
ta-feira 2 do corrente pelas 10 horas em ponto no
armazem do Annes.
porta'do mesmo correio, e a respectiva lista se acha
desde j exposta aos interessados.
Administrarlo do correio de Pernambuco 23 de
maio do i80i,O administrador,
Domingos dos Passos Miranga.
Correio gera!.
pela administracSo do correio desta cidade se
faz publico, que em virlude da convencao postal.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
!Vavega$5o eosteira vapor.
Macei e escalas reoeJo e Aracaj.
No dia 4 do junho prximo s
5 horas da tarde, sogue o vapor
Mumangwipe, commandante Mou-
ra. Recebe carga at o dia 3;
encomrnendas, passageiros e di-
nhelro a frete at s 2 horas da tarde do dia da
sabida ; escriptorio no Forte do Mallos p. 1,
o^f?,^"^'-!^,?"!!-8 ^ ereeJ.le.nl mantei- ] Os|bilhetes, meios e quartos acham-sc
venda na respectiva thesonraria ra do
Crespo n. 15.
Os premios de 10:000000 at 20^000
sero pagos urna hora depois da extraeco
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuido das listas.
O thesoureiro,
Antonio Jos Rodrigues de Souza
HOJE
DE
15 caixas co n ceblas
O agente Pestaa venJor por conta da
pertencer 13 caixas com ceblas : hoje pelas
horas da manhaa no armazem do Annes.
quem
10
LEILAO
DE
Fazendas inglezas e francez*s
te JB OT9 .T "BR2
Augusto Cesar de Abreu concluir hoja o
seu
Aluga-se o segundo andar e sotao do sobrado
n. 36 da ra da Imperatriz : a tratar na mesma
ra n. 40._______________________________
Santos & Filhos, coramerciantes da cidado
do Araeaty, fazem publico que j se acUam exone-
rados da garanta ou Tunca que to.hm par:1, com
credores de Santos, Cantaba $lros, e se por
ventura alguem ainda se taha oom direito sua
garanta ou flanea, por Wru que tenham asigna-
do, queira entenaer-r-n ponj elle?, que ser imme-
diataraente pago
Nos abaixo assignados declaramos nada de-
ver nesta praga nem fra; no enlanto, quem se
julgar credor, aprsente suas contas no praso de
oito dias. Uecife 30 de maio de 1864.
Jos do Couto Guimares & C.
SONEDME
DOS
ARTISTAS MECHAMOS E LIRBR.tKS
BE
PERNAMBUCO.
Por ordem do Sr. director aviso a todos os dig-
nos socios desta sociedade, para que domingo 5 do
corrente mez, queiram comparecer as 10 horas
do dia para a eleico dos funecionarios; advertindo
que, em vista do nosso reglamento, se devem pri-
1 meiramente habilitar, para que nessa occasio pos-
sam exercer os direitos que no mesmo regulamen-
to lhes sao conferidos.
Secretaria da Sociedade dos Artistas .Mchameos
e Liberaes de Pernambuco 31 de maio de 1861.
Flix de Valois Correia.
1. secretario interina
__Precisase de urna ama para cozinbar e coi-
prar em casa de hemem solleiro: na ra do Quei-
mado n. 32, loja._________________^_____ _
Alexandre Napolco e seu filho Arlhur e-
guem para Europa no prximo paquete ini;let.
SabinnPnnatoe Ginscppe Sacorte. suhdilos
italianos, retiram-se para a Italia.'
Sao convidados os amigos do fallecido
Fortunato Cardo*o de Gouveia para assisli-
rem a urna missa por alma de seu eterno
repouso na igreja matrii do Corpo Santo,
s 7 horas da manha do dia 4 do corrente
anmversario do seu fallecimento
Massa Mida.
Aluga-se um escravo para todo o servico,
tanto de casa como de ra, e afianca-se pelo es-
cravo : na ra dosQuarteis n. 21, segundo andar.
Precisase de una ama forra ou oscrava, quo
salba cozinbar, para urna casa de familia na Ter-
re : a fallar na ra Augusta, sobrado n. 100.
Atteneo
Na ra Augusla n. 5 lava-se e engomma-sc com.
promptidio e asseio : por preco commodo.
. Precisa-se de um smassador e um forneiro
que saibam bem desempenhar os seus lugares: a
tratar na ra larga do Rosario n. |6, nadara.
Pergunta-se aos administradores das manas fal-
lidas de Antonio Cezario Moreira Dias e Francisco
Moroira Uias, qual o motivo de nao ter j feito os
dividendos, visto j estarem liquidadas ha muito
as referidas massas e os mesmos de posse do di-
nheiro. Um justiceiro impaciente.
Joaquim Feliciano Gomes vai Europa.
O abaixo assignado faz sciente ao respeitavel
publico, principalmente ao corpo do commercio,
que vendeu sua loja de ferragens aos Srs. Ferrei-
ra Guimares & u, sendo assocUdo como com-
mandtario, fleando a cargo do me-mo- o activo a
pasiivo. Recifo l" do nyar(.n de {y&,
Joaquim, Ferreira de Araojo Guimares.
_ W
de hoj
anoel dos Santos Ferreira faz sciente que
em diante se assignar Manoel dos Santos
Ferreira Guimares.____________________
*- Antonio Lacaba retira-se para Macan,
v ,


Diario de Perammbueo Quista felra t _e funho de !&_.
Largo da /
Santa Cruz |$3^1
numero 5% *
12 e *;.
^SKSS*
Esquina da*
ra do
Sebo n. 12*
e84.
BRILHANTE AURORA
AURORA BRILHANTE
GRANDES ARMAZENS DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandes Pires proprietario dos armazens de molhados denoniina-
dos Brilhante Aurora e Aurora Brilhanle, ao largo da Santa Cruz ns. 12 e 81 (esquina
da ra do Sebo), faz sciente ao respeilavel publico desta eidade e do interior que nos
seus importantes eslabelecimentos vender serapre gneros novos e de primeira quali-
dade e vender a todos pelo mesmo prego.
O completo sorlimento de todos os gneros finos e grossos que costumam ter outros
eslabelecimentos desla ordem se enconlrarao sempre nos armazens da Rrilhaote Aurora
e Aurora Brilhante e sempre em grande escala a vontade dos Srs. compradores.
O proprietario dos armazens Brilhante Aurora e Aurora Brilhante pede a todos os
senhores e senhoras que quando liverem de mandar suas relacoes a estes eslabelecimen-
tos por seus criados seja em carta fechada ou com grande recommendacao a estes arma-
zens, certos de que serao tao bem servidos como se viessem pessoalmente.
A Brilhanle Aurora e Aurora Brilhante troca qualquer um genero que por acaso
nao agrade erecebe as libras esterlinas at9,scndo por compra: a tabella de seus gneros
ser mudada todas as semanas.
Amendoas confeitadas parasortes a libra l Vinho branco de muito boa qualidade cana-
Manteiga ingleza flor a 800, e 960 rs. i da 43 e garrafa 480 rs.
Dita inais abaixo a 640 e 720 rs. Dito Xerez fino a caada 7&500 e garrafa a
Dita franceza nova libra 640 ee u barril a 15200.
600 rs Dito Madeira seca caada 105 e garrafa 23.
Chocolate sam muito novo aI200 a libra. Dito em caixas de urna duzia do Porto dos
Cha perola o melhor que ha ( redondo) a
libra 35200.
Dito dito mais abaixo a 25300 e 25800.
Dito uxim muito fino a 25800 e 33.
Dito hysson superior a 23600 e 25800.
Dito mais abaixo a 25 e 23500.
Dito preto muito fino a 2o00.
Dito em massos a 23.
Dito do Rio em alas de 4, 2 e 1 libra a
13000.
Caf de moca superior arroba lOd'OO e li-
bra 400 rs.
Dito do Rio e do Cear arroba- 95500 e libra
320 rs.
Dito mais abaixo arroba 85500 e libra 280.
Latas com bolachinha de soda de 5 libras
a 25500.
Ditas com ditas sortidas de 2 libras a 15400.
Frascos com anu xas francezas s o frasco
val o dinheiro a 25800 e 35.
Latas com ditas a 15400, 25200 e 45.
Ditas com figos de comadre a 15500.
Caixinhas hermticamente lacradas eproprias j Duzia de garrafas de ser veja branca e preta
para mimo a 25 e 25800. a 55800 e em barricas a 55500.
Caixinhas com ditas a 15, 25500 e 55 de Arroz do Maranhao em sacecs arroba 25600
arroba. e libra 100 rs.
Presunto de Lamego muito novo a libra 550 Dito da India e Java arroba 35 e libra 120.
rs. inteiro c a retallio 600 rs. I Aramia verdadeira arroba 85 e libra 320
Chouriras o paios novos a libra 800 rs. rs., matarana.
Latas com cliouriease linguicas novas vin- Gomma do Araraiy para engommar arroba
das nesle vapor com 9 libras por 65500. 5e libra 160 rs.
Ditas com peixe ensopado de multas cuali-
dades a i j
Dilas com erviihas francezas e portuguezas
a 880 rs.
Dilas com feijao verde francez a 800 rs.
Ditas com massa de lmale novo libra
560 rs.
Ditas com ostras a 720 rs.
uilas com marmelada dos melhores autores
de Lisboa a libra 640 rs.
Potes com mustarda franceza preparada a
^ libra 480 rs.
Frascos com conservas de pepinos, mexide
e azeitonas verde a 15.
Di la dita franceza a 800 rs.
Cigos com trinta e tantas libras de batatas
novas a 35500.
Queijos novos do vapor a 3520 e 33-*00.
Ditos deprato enplicado a l>.
Dito suisso a 800 rs.
Dito de manteiga do Sendo a 800 rs.
Caixas com passas novas de 1 arroba 73,
meia 3-500 c quarlo 25 e libra 480 e
610 rs.
.Amendoas com casca a libra 240 rs. e arro-
ba 65.
Xozes libra 160 e arroba 55-
Charutos finos de Simas e dos melhores fa-
bricantes da Baha de 25 a 83 caixas de
100 e 50.
Grozas de caixinhas de palitos do gaz a
25200 e 200 rs. a duzia.
Barris com azeitonas novas a 3, e 15 bar-
ris grandes.
Vassouras do Porto piassava muito seguras
a 400 rs.
i zeite doce francez dos melhores fabrican-
tes caixa I05e agarrafa 15.
Caixas com vinho Uordeau-x branco c tinto! Gordas de postar e de andaime.
S. Julien, S. Eslife e outros a 75500 e 85-
Vinho do Porto fino em barris de 5" que ra-
ras vetea apparece por 805 e em caada a
55500 e garrafa a 800 rs.
Dito da Figueira puro caada 45 e 45500 e
garrafa a 480 e 560 rs.
Dito de Lisboa de boas marcas a 35300 e
45 e a garrafa a 410 e 480 rs.
Dito branco proprio de Lisboa caada 45800
e garrafa 610 rs.
Cognac verdadeiro a garrafa 15 e 15280.
Vinho musralel duzia 105 e garrafa 15.
Favas da ilha de S. Miguel arroba 35200 e
libra 120 rs.
Copos lapidados para agua e vinho a 35500,
55800, 65 e 75.
Ditos lisos para varios precos.
Calix lapidados grandes e" pequeos duzia
3,4 e 55 ; e 400 e 503 rs. cada um.
Massas para sopa macarrao, talharim e ale-
tria a 480 rs.
Estrelinha e pevide libra 560 rs.
Xaropcs de fructas nacionaes a garrafa
500 rs.
melhores autores a 123, 143 e 165.
Garrafas com licor fino francez e porluguez
a 13
Ditas com vinho de caj muito claro a 15-
Ditas com mel de abelha puro a 15-
Frascos com genebra dellollanda de 2 gar-
rafas a 15.
Dito de una garrafa a 560 rs.
Dito de laranja verdadeira a 15200.
Duzia de graxa latas grandes a 15.
Caixas com 25 massos de velas de sperraa-
ecte a 560 rs. a libra.
Ditas maiores a 600, 640 c 720 rs. a libra.
Caixas com urna arroba de velas do Araca-
ty 105500 e libra 400 rs.
Barricas com bolachina ingleza ingleza nova' Ditas de cotnposicao arroba 105 e libra 360
a 35. Saceos grandes com farinha de Goianna mui-
to boa a 55300.
Dito de Porto Alegre melhor que de Muri-
beca a 65.
Ditos com milho novo com 24cuias a 43000
Dito com farello de Lisboa 120 libras a
55300.
Dito com arroz de casca a 55500.
Tapioca ou farinha do Maranhao nova libra
100 rs,
Erviihas seceas muilo novas libra 200 rs.
Sag e sevadinha a 210 rs.
Sevada arroba 352C0 c libra 120 rs.
Graxa de boiao 97 a 280 rs.
Sabiio massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Dito hcspanhol verdadeiro a 400 rs. a libra.
Balaios do Porto diversos tamanhos de 320
a 25.
Capachos para portas de varias cores a 600,
700 e 800 rs.
Grao de bico arroba 45300 e libra 160 rs.
Painco arroba 35500 e libra 200 rs.
Milh aiplsta arroba 45800 e libra 160 rs.
Azeite doce de Lisboa garrafa a 640 rs.
Vinagre de Lisboa caada 15500 e garrafa
200, 240 e 320 rs.
Massos de palitos de denles com 20 massi-
nhosa 160 rs.
Tijolos de limpar facas a ICO e 120 rs.
Caixas com 40 cartas de traques a 95500 e
a carta 280 rs.
Resmas de papel almaeo pautado a 55.
Ditogreve liso o melhor que ha a 45500.
Dito de peso e pautado a 23500 e 23800.
Garrafoes com 25 garrafas de verdadeira
genebra de Hollanda por 85500.
Azeite de coco garrafa 560 rs. e carrapato
360 e caada 23560.
Caixoes com doce de goiaba a 640,800 e 15,
Toucinho de Lisboa arroba 85500 e libra
320 rs.
Dito de Santos arroba 75 e libra 280 rs.
Molhos com grandes ceblas a 15600.
Cento de dita sola a 13500.
Mauncos de alhos a 240, 320 e 400 rs.
Esteirasde vanas qualidades.
E muitos outros gneros que nao possivel nien-t
ciona-los todos de primeira qualidade. .
A satisfarao da Brilhante Aurora e Aurora Brilhante vender muilo embora bara-
to, mas a DINHEIRO-
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por GBIHAULT e C, pharmaceucos de S. A. I. o Principe Napolelo, laureados
da Escola de pharmacia de Pars, ra de la Feuillade,7.
Esta nova comblnaco rene debalxo de um pequeo volume urna forma agradavel e um gosto delicioso
Ha muito ue os mdicos desejavao ardentemente a reuniSo destes daua medicamentos, e todava, aperar
do* maiores esforcos, nem a ciencia medica, nem os quimicos os mais diatlnclos o podero conseguir
at aqui; gracas porm perseveranca humana achao-se hoje associadas estas duas poderosas substan-
cias, a ulaa, o tnico, restaurador por excellencit, e trra, a baze de nosso sangue, e conaeguinte-
mente o reparador dos forcas e da saude alterada ou perdida.
As molestias contra as quaes o Xarope inico regenerador se tem mostrado moito efflcax sSo : aa ame-
norrlieias, faltas de men-truario, drea d'cstomago, fastio, digestoes penosas e tardas. Dores brancas
menstruales difficels, o lymphatismo, o empobrecimento do sangue, as escrfulas, os estragos produzidos
pelas molestias syphiliticas.
Ha apenas um anno que o Xarope de quina e de ferro fol applicado nos hospltaes de PaTis, e elle
hoje o medicamento mais em voga, substituindo, por assim dizer, os medicamentos ferruginosos conhecidos.
O prospecto enema numerosos certificados de muitos membros da Academia de Medicina e professorea
da faculdade que attestio que este precioso medicamento o conservador da saude por excellencia, e
o reconsUtuinte da economa animal, indspensavel is pess&as que habitu os paires quemes, como
preservativo das epidemias.
Acha-se venda no deposito geral, em Part, na pharmacia Grlmanlt e C",rua de la Feuillade, 7;
em Lisboa, em caza do sr itadrig* da Cosia-carvaiho, Barral r o ( no Porto, na pharmacia do
Sur Miguel-Jos de Sonta Ferrelra; no Rio-de-Janeiro, em casa da tluva Pelzeta e BIdIb, ra do
Sal'So, li; na Baha, em casa do Sr Jon-CatanaFerrelra-EaalnhcIra; no Rio-Grande, em casa do
Shr Joaqun de Godoy, no Maranhao, em casa dos Srs Ferrelra e O; em Pernambuco, em casa
do Sr Bartaolamea-Fraaelaeo de souia; em casa dos Siirs sbaara e O, e bem assim as prin-
cipies pharmacias do Brazil e de Portugal.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros Barboza
ATTENQAO.
Quem precisar de urna ama para todo o servico
de urna casa de pouca familia : diri a-se a ra do
Bom Jess das Crioulas n. 3 achara com quem
tratar.
Quem prensar comprar urna linda mulati-
oliade idade de 13 annos propria para se educar,
por nao ter vicios nem achaques, tendo o nnico
motivo da venda ter recebido em pagamento :
dirjase na da Cruz n. 30. Io andar.
.i
Ama.
.Va roa da Cideia do Recife n. 13, 3o andar pre-
cisare de urna ama que saiba cozinhar.
-WS9_i__.___H_
nFPARK m
DENTISTA DE PARS
19Raa Nova-49
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes artikiaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas lhe reconnecem.
Tem agua e pos dentiflcio.
Aluga-se am preto fiel para criado : a tratar
na ra do Aragao n. 43.
CIGARROS
PARDOS.
DA
Fabrica de U11 i maraes fc v. em
S. Domingos de 1 ilherohy.
Eles cigarros com um consumo immen-
so no Rio de Janeiro e provincia, tem sido
muito preferidos pela primazia do papel e
superioridade e pureza do fumo, o qual
preparado por meio de urna machina
a vapor de forca apropriada e livre dessas
composices nocivas que tanto tem celebri-
sado outros fabricantes, assim pois o nosso
proposito manter a reputafao que, de lia
dous annos concenciosamente temos gran-
geado.
nico deposito em casa de M. J. de Arau-
joSouza, largo do Paco n. 12, Rio de Ja-
neiro.
Os precos na fabrica e deposito sao os se-
guintes:
Cigarros de papel pardo 2#700 o milheiro.
Ditos de 2a qualidade 25000 >
Ditos Garibaldis 30800
Ditos brancos em ch umbo 3(5800
Ditos depalhaSanta Rosa 6000
Ditos de dita Faceiros 60000
Ditos de dita Raependy 6)51000 *
Ditos de dita Suspiros
(especiaes 8.-5000
Fumo de Minas picado
em chumbo 800 rs. a libra.
A" venda nesta eidade no Bazar Pernam-
bucano ra larga do Rosario n. 30.
Escela particular ra
Cruzes n 21.
Sebastiao Antonio de Albuquerque Mel-
lo, professor particular provif ionado pela
directora geral dos estudos, avisa aos
pas de seus alumnos que transfera a sua
aula para ra das Cruzes n. 21, primei-
ro andar, onde contina a leccionej aos
seus discpulos com zelo e dedicacao as
materias do cnsino primario e secunda-
rio. Os senhores que quizerem utilisar-se
de seu prestirao podem dirigir-se a men-
cionada casa a qualquer hora; obser-
vando mais que est disposlo a ensinar
noite alguns preparatorios aos que nao
poderem frequentar de dia.
C4S4 D4 FORTtM
AOS 10:000.000
liilhcte* garantidos
A' ru do Crespo n. 23 e casas do eostone
O abano assignado tendo vendido nos seus mu-
to felizes bilhetes garantidos o meio n. 1673 com
a sortede 1.200* e o de n. 2013 com a de W0 e
^PlTV ,de 300i> e ou,ras es de 1004
405 e 10$, da lotera que se acabou de extrahira
beneficio do convento do Carmo, convida aos nos-
suidores de ditos bilhetes a virem receber seus
respectivos premios sem os descontos das leis em '
seu cstabelecimento ra do Crespo n. 23.
O mesmo tem exposto venda os novos e felizes
bilhetes garantidos d primeira parte da primeira
lotera a beneficio da igreja de S. Pedro desta ci- i
dade que se extrahira no dia 10 do corrente nelo
vantajoso plano das loteras extraordinarias.
Preeos.
Bilhetes inteiros..... 124000
Meios......... 04000
Quartos........ 3,^000
Para as pessoas que compraren!
de 1004 para cima.
Bilhetes ......... hjoOO
Meios......... 5J500
Quartos...... 25750
___________ Maneel Martins Fiuza
TflEATRO
DE
Grande
fabrica
de fogos de artificio, da viuva Rufino, situada na
estrada de Joao de Barros; nesta fabrica aprorop-
ta-se toda e qualquer encommenda destes artigos
com o maior esmero e presteza, seja para dentro
ou fra da provincia : recebem-se as encommen-
das no arrnazem da bola amarella, no oilao da se-
cretaria de polica.________________________
Precisa-se alugar urna escrava que nao tenha
vicio, e que saiba cozinhar o diario de urna casa,
e que engomme soffrivelmente, para urna casa de
pequea familia : quem tiver e quizer alugar, di-
rija-se ra da Imperatrlz n. 4, segundo andar.
Alugam-se duas casas terreas pintadas de no-
vo, no hecco do Lima, bairro de S. Jos, rada urna
com 2 salas, 2 quartos e armario, cozinha fra e
um pequeo quintal, serve para urna pequea fa-
milia : quem pretender, dirija-sc ra da Impe-
ratriz n. 4, segundo* andar. _________
Saques sobre Portugal.
Antonio Lu/, de Oliveira Azevedo k C.
Agentes do Banco Uniao do Porto.
Competentemente autorisados sacam por todos
os paquetes sobre o mesmo Banco para o Porto e
Lisboa e para as sguintes agencias:
Comprase efectiva-
mente
ouro e prata em obras velhas, paganda-se bem
m^rna larga do Bosario n. 4, loja de ourives.
Comprase urna escrava que saiba cosinhar
e engommar, que seja bonita figura e moca, de
cor preta na ra do Imperador n. ^6, primeiro
_ 7" Cnipra-se um mxo para piano : na ra do
Cabuga n. 11, botica.
Compra-se um sellim inglez com tolos 05
pertences, em bom uso : quem (ver aunando por
este Diario, ou entenda-se com o capello do cemi-
terio, residente no mesmo cemilerio, extra muros.
Compra-sg
urna mulaiinha de lo a 18 annos' de idade, sendo
de bonita figura, com habilidades ou sem ellas,
com tanto que seja honesta, paga-se bem agradan-
do : na ra do Queimado n. 13, primeiro andar.
COMPBA-SE
ouro e prata em obras velhas, paga-se bem : na
loja de bilhetes da praca da Independencia n. 22.
ttocledade dramtica Melpome-
oe Pernambncana.
Sao convidados pelo presente os senhores socios
a comparecerem no dia o do corrente no salo do
thealro, para em assembla geral tratar-se de ne-
gocios de grande importancia.
Secretaria da sociedade Melpomene Pernambu-
cana, 2 de junho de 1864.
Joao N. A. Macil,
Io secretario.
O thesoureiro da sociedade dramtica Melpome-
ne Pernmnbucana, avisa aos senhores socios que
estiverem quites com a caixa da sociedade que
desde j, podero procurar seus bilhetes em casa
do Sr. Domont, a ra Nova n. 9.
Sociedade Melpomene Pernambucana, 2 de junho
de 1864.
O thesoureiro.
_________________L. Frederico Gilly.______
Arrenda-se o engenho d'agua denominado
Jussar, sito na freguezia de Ipojuca, pouco mais
de urna legua das estacoes de Ipojuca e Escada,
com boas margens .de massap para se safrejar
em grande escala : a tratar no paleo do Livra-
mento com o Dr. Ignacio Nery da Fonseca.
Precisa-se de urna criada livre ou escrava'
que saiba cezinhar e comprar : na ra de Santo
Amaro (Mundo .Novo), sobrado onde morou o Sr.
Dr. Sabino.
%TTK\ O.
Precisa-se comprar urna escrava que seja sadia
e que saiba cozinhar, de meia idade : quem tiver,
falle na ra estreita do Rosario n. 4, loja._______
a Ue 11 cao
S
O abaixo assignado faz ver ao Sr. Manoel Barbo-
sa da Silva que para o engenho Barra de Cacuipe
do sr. Pedro Francisco de Albuquerqne somente
fugio o escravo Emiliano, e nao o escravo Paulo ;
e que quanto ao escravo Emiliano nenhum cuidado
tioha, por quanto depois de sua fuga requereu o
abaixo assignado que lhe fosse dado outro deposi-
tario, visto declarar dito escravo que s morto vol-
taria para o poder de S. S*. sendo que nomeou o
juiz respectivo para depositario do dito escravo ao
mesmo Sr. Pedro Francisco de Albuquerque, que
hoje consenhor do escravo em questao por ser
herdeiro do meu casal, sendo que disto mesmo teve
sciencia o primeiro depositario Antonio Mara de
Araujo por lhe ser intimado o despacho do juiz ;
quanio porm ao escravo Pauio. S. S" por ello res-
ponsavel, urna vez que havendo esse escravo fgi-
do para Frescondim, conduzindo urna escrava de
S. S"; foram ambos presos pelos moradores desse
engenho, que conduziram taes escravos presenca
de S. S*, e lhe fizeram entrega delles pelo que pa-
gou-lhes S. Sa a quanlia de 104-
Quanto aos escravos Germano e Joao julga con-
veniente o abaixo assignado recordar ao Sr. Ma-
noel Barbosa da Silva o seguate :
Que havendo o escravo Germano fgido e pro-
curado a casa do abaixo assignado, este inconti-
nente participou o occorrido ao Sr. Manoel Barbosa
da Silva, por meio de urna carta entregue ao cai-
xeiro de seu correspondente Rezende, no pateo do
Livramento, e nao obtendo logo resposta dessa car-
ta, o mesmo abaixo assignado de novo escreveu
outra carta ao Sr. Manoel Barbosa, parlicipando-
lhe o facto, sendo quena occasiao de entregar dita
carta ao caixeiro de Rezende, por cautela, leu-a
na presenca de duas testemunhas, e pergunteu ao
mesmo caixeiro, anda na presenca das referidas
testemunhas se a primeira carta havia seguido o
seu destino, o que lhe loi respondido affirmativa-
mente.
Anda a respeito desse mesmo escravo deve re-
cordarle o Sr. Barbosa que, fallando-lhe o abaixo
assignado a semelhante respeito, lhe dissera o mes-
mo Sr. Barbosa que lhe nao devolvesse dito escra-
vo, porque lhe viva fugindo e por doente lhe nao
presiava servicos, seodo verdade que dito escravo
eslava eotao doente, e que fra tratado por ordem
do abaixo assignado, feito o que fugio e anda se
acha fgido.
Para provar a boa f do ahaixo assignado a se-
melhante respeito, juiga o mesmo abaixo assigna-
do recordar ao Sr. Barbosa que por occasiao de
fugirem os escravos Estevo e sua mulher, o mes-
mo abaixo assignado immediatamente deu dsso
sciencia ao Sr. Manoel Barbosa, que os mandou
buscar, taoto assim que estando a preta doente de
um p, mandou o mesmo Sr. Barbosa um cavallo
para a sua condueco : quem assim procede nao ',
homemde m fenemao menos pode ser compara-:
do ao Sr. Manoel Barbosa da Silva.
Anda recorda o abaixo assignado que por espa-
50 de um mez fez ver pelos jornaes ao Sr. Manoel
Barbosa da Silva o ao depositario Antonio Maria
de ^raujo, que o escravo Joao eslava em seu po-
der com urna grande ferida em um p provenien-
te de urna estrepada, e i,ue aecudindo Araujo
casa do abaixo assignado em vrtude da publica-
gao cima alludida, o abaixo assignado lhe apre-
sentou dito escravo para quevisse o estado de sau-
de em que se achava, e ento Araujo perante duas
pessoas que o acompanharam pedio ao abaixo as-
signado que nao entregasse dito escravo ao Sr. Ma-
noel Barbosa, visto como era elle Araujo respon-
savel pela sua entrega.
A respeito dos escravos diz era conclusaoo abai-
xo assignado ao Sr. Barbosa da Silva, que a excep-
lo de um escravo que est em poder do deposita-
rio Pedro Francisco de Albuquerque e dos dous
que esto em seu poder, todos os outros em nume-
ro de 17 eslao em poder do Sr. Manoel Barbosa, e
nao do respectivo depositario, como em occasiao
opportuna provar o abaixo assignado com docu-
mentos existentes em seu poder, como por prova
testemunhavel.
Avisa o Sr. Manoel Barbosa ao abaixo assigna-
do para que mande receber at o fim do corrente
os bois e as bestas que confessa ter obrigacao de
entregar ao abaixo assignado, sem que todava de-
clare o lugar em que far entrega dos mesmos bois
e bestas : a isto responde o mesmo abaixo assig-
nado, que quando receber os bois e as bestas deve
tambem, na forma da escriptura celebrada entre o
abaixo assignado e o Sr. Manoel Barbosi da Silva,
receber o engenho com suas trras, moenda hori-
sontal de ferro, com 5 vasos de correr a?sucar,
24,000 covas de mandioca, com carros de canna
para sement, S carros, formas, e todos os mais
utencis pertencentes ao engenho, como consta do
inventaro assignado pelo Sr. Barbosa ; e se S. S"
nao esl preparado para entregar iodos estes ob-
jecHs, nenhum delles deve receber o abaixo assig-
nado, urna vez que por semelhante procedimenio
incorre o Sr Barbosa as penas convencionadas
na escriptura cima mencionada.
Feliciano Joaquim dos Santos.
Madama Ferro,
proprietaria do hotel italiano sito na ra do Trapi-
che n. 44, tem a honra de participar ao respeitavel
publico desta capital, e em particular aos senhores
empregados do commercio que acharao todas as
segundas e quintas-feiras a afamada sopa de ra-
viole, como assim todos os oulros dias outras es-
colindas sopas italianas; isto estar prompte das
10 horas da manha s 4 da tarde, horas muito
proprias para lanche ; afiancando-lhes que os pre-
cos serao os mais razoaveis possivels, e de que es-
pera toda a concurrencia.
O bachareT Jos" da'Cha'Yeixera
transferio seu escriptorio de advocacia
W< para o primeiro andar da casa n 28 da
^t ra do Quemado.
mmmmmmm-m mmmmwm
Precsa-se de una ama que tenha bom
bastante lene : a tratar na ra Direita n. 10, se-
gundo andar.
Precisa-se alugar urna preta que saiba cozi-
nhar e engommar : quem a tiver, dirjase ra
o Trapiche n. 4, que achara com quem tratar.
Pede-se a um Rvm. senhor que fo para a
Babia, o qnal alugou urna casa no pateo de S. Jos,
e icou devendo oito niezes de aluguel, que pague
o que deve, do contrario se publicar quem e
para quem fo a casa.
Manoel .vives da Silva, subdito de S. M. Fide-
lisfrima, retirase para Europa._______________
Manoel Jos Machado vai Europa trJtar de
sua saude. _______^_____
Ama ou escrava.
Precisase de urna ama ou escrava que engom-
me bem : a tratar na ra da Imperalriz n. 47, se-
gundo andar.
Alugam-se as casas terreas ns. 77 e 134 as
ras de Hortas e Cinco Ponas: as pessoas que as
pretenderem, dirijam-se ra da Penha n. S, pri-
meiro andar.
Aluga-se um moleqque com idade de 12 an-
nos : a tratar na Capunga Velha, no sitio da viuva
Gouveia, ou no sobrado contiguo matriz de San-
to Amonio.
Attenco.
D-se dinheiro a juros sobre garanta em prata
e ouro ; na ra estreita do Rosario n. 4, loja.
O Sr. Salustiano Ciraco, que morou na ra
Direita, e reside nos arrabaldes desla eidade, tenha
a bondade de declarar sua morada que se precisa
allar-Ihe.
Precisa se de urna ama para cozinhar e fazer
o mais servico de urna casa de pouca familia-: na
ra do Amo'riin n. 41, segundo andar._________
Preeisa-se de urna ama para cozinhar em ca-
sa depoucafainiliajnaruadaCruz^______
Aluga-se urna preta escrava para casa de
pouca familia ou homem solteiro. lava, engomma
e cozinha : na ra das Flores n. 7.
Aluga-se a loja de urna porta s na
ra do Crespo n. 4 com armaco ou sem
ella, para tratar em casa de J. Falque na
mesmarua n. 4._______________________
MUTA ATTEN^O
O abaixo assignado, liquidatario da extincta fir-
ma de Vidal & Bastos, pela ultima vez avisa aos
devedores da mesma firma, que venham pagar seus
dbitos at o dia l-'i de junho, depois desta data
terao de ser entregues os mesmos a um procura-
dor para os cobrar jud'cialmente. Becife lo de
maio de 1864.
Jlo Carlos Bastos Oliveira.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 16 annos
com pratica de taberna : na ra dos Pires n. 56'
Negocio de grande vantagem
Vende-se o muito antigo e acreditado ar-
rnazem de molhados da esquina da ra da
Cadeia do Recife n. 1. Os propietarios
deste estabelecimento precisando acabar com
elle para lerem oulro genero de negocio,
sujeitam-se a perder 40 por cento sobre o
euslo da armacSo e bemfeitorias que na dita
casa fizeram. ________________________
Precisa-se fallar ao Sr. Joao Ferreira de La-
cerda, que morou na ra da Roda, nesta typogra-
phia^__________________________________
Na praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem d dinheiro a premio._____
Aluga-se um sitio na estrada da Ponte de
Uchoa e a marg.'m do rio, pouco adame do Illm.
Sr. commendador Nery Ferreira, tendo banheiro,
palanque, galinheiro e outras acommodacoes; e
outro dito no Monteiro, em frente ao oitao da igre-
ja : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za, ra do Crespo n. 13, ou estreita do Rosario nu-
mero 32.________________________________
Aviso.
Na fabrica de sabao na ra do Rangel n. 34 se
contina a vender sabio amarelto massa, lanto era
caixas como a retalho a 200 rs. a libra._______
Precisase alngar urna escrava que saiba en-
gommar e cozinhar, ou mesmo urna ama forra :
na ra do Crespo n. 18, segundo andar.________
Precisa-se deum trabalhador de padaria que
entenda de massas : na ra Imperial n. 39.
Aluga-se o terceiro andar da casa n. 48 na
ra do Trapiche : a tratar no armazem da mesma
easa^___________________________________
Precisa so de um amassador de pao e bola-
cha : na ra do Rangel n. 9.
Amarantes.
Arcos de Val de Vez.
Aveiro.
Barcellos.
Bastos.
Evora.
Fafe.
Faro.
Vianna do Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Porlimo.
Villa Real.
Villa Nova de S. Antonio
Vizeu.
Beja.
Braga.
Bragaoca.
Caminha.
Castello Branco.
Figueira.
Guarda.
Lagoa.
Lagos.
Lamego.
Leilia.
Moncao.
Moncorva.
Oliveira de Azemeo.
Chaves.
Coimbra.
Covilha.
El vas.
Exiremos.
Penna Fiel.
Pinhal.
Porto Alegre.
Regoa.
Selubal.
Taver.
Thomar.
Ilha Terceira.
Fayal.
Madeira.
S. Miguel.
YENDAS.
Qualquer somma prazo ou~ vista, podendo
logo os saques prazo seren descoatados no mes-
mo Banco a razao de 4 por cento ao anno.i a
tratar na ra da Cruz n. I.__________________
Precisa-se de um moco que saiba perfeita-
mente escripturar por partidas dobradas : na ra
do Crespo loja n. 17._______________________
Os abaixo assignados promoveram urna subs-
cripeo para Guiomar Luiza se retirar para Por-
tugal, e nao se effeituando a dita viagem pela sup-
plicante tomar outros destinos, os abaixo assigna-
dos concordaram a offerecer a dita quantia ao Hos-
pital Portuguez; os senhores que concorreram com
o seu contingente, e nao concordar com o que fica
assim dito, queiram fazer favor de irem receber
a quantia que deram na traversa do Quemado n.
9, no praso de 15 dias. Recife 27 de maio de 1864.
Manoel Ribeiro Fernandes.
_______Bernardo de Gorqucira Castro Monteiro
Jardincii'o.
O cemitero publico precisa de um jardneiro :
a entenderse com o administrador do mesmo-
Vndese urna vacca tourna, ou troca-se por
outras da torra, paridas ha pouco lempo : a tratar
na Estrada Nova, primeiro sitio a direita, depois
da primeira bomba._______
Vende-se papel picado para sones, de Santo
Antonio e S. Joao a 60 rs. a duzia : na ra da
Palma n. 41, taberna. _______
Vendem-se sortcs para Santo Antonio e S.
Joao a 2,3200 o cento, e 320 rs. a duzia : na ra
da Palma n. 41, taberna._________
Vende-se o deposito n. 29 da ra do Vigario,
e se acha bem afreguezado, Unto para a trra co-
mo para fra, est rauio bom para um principian-
te por haver poucos fundos, e tambem faz-se so-
ciedade com alguraa pessoa qne tenha habilitac5es
para taberna : para tratar qualquer negocio, diri-
ja^scmesmacasa^____________
Vende-se muito em coma os solos dos so-
brados ns. 4 e 6, e os das casas terreas ns. 8, 16,
18,26, 28, 34 e 36 sitos todos na ra dos Marty-
rios: a tratar na ra do Aragao n. 43.
Vende-se urna taberna na ra Direila dos
Afogados, com poucos fundos, e no mellior lugar-,
vende tanto para o mato como para a ierra, e tem
muitos commodos para familia, e esl propria para
principiante : quem a quizer comprar, dirija-se
mesma ra, padaria n. 66, que se fara todo o ne-
hocio a dinheiro, e alguns pagamentos com firmas
boas nesta praca._____________
Na ra do Livramento n. 19, compra-se urna
escrava engommadeira e costureira, que seja moca
e sem deteitos.
Vende-se um sobrado mei-agua silo no bec-
co da Bomba n. 2 : quem o pretender, pode decla-
rar o seu nome e residencia na loja n. 18 da ra
do Queimado para ser procurado.
Precisa-se de um caixeiro de 16 20 annos,
que tenha alguma pratica de taberna : a tratar na
ra da Cadeia do Recife n. 53.______________
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia, para cozinhar, lavar e engommar : na ra
larga do Rosario n. 33, segundo andar._________
Brecisa-se de ama ama que saiba cosinhar e
engommar : na roa do Imperador d. 46, primeiro
andar.
Precisa-se de um caixeiro dos ltimos (-bo-
gados do Porto : na ra de Aguas-Verdes n. 48,
taberna.
Aluga-se a casa terrea da ra do Progresso
n. 21 (junto do Caminno Novo) tambem se vende,
ou permuta-se por outra que seja situada as fre-
guezias de Santo Antonio ou S. Jos : na ra do
Queimado n. 77.
Joaquim Ferreira da Silva muda seu nome
para Joaquim Ferreira Maltozinhos por haver ou-
tro de nome igual.
Precisa-se alugar um preto escravo para o
trabalho desta ivpograhia, pagando-se diaria, sema-
Bal ou raensalmente; d-se o sustento, se agradar
ao proprietario : na lvraria ns. 6 e 8 da praca da
Independencia.___________________________
Quem precisar de urna ama para casa de
pouca familia, dirija-se ra de Sania Cecilia nu-
mero 29.
A tuguel.
Aluga-se a casa da ra do Mondego n. 71 : a
tratar na ra da Cadeia do Becife n. 57.
SALSAPAERILHA
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3. i*
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A
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n r /
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A pessoa qne deixou ha dous annos uns pe-
nhores de ouro por 105, na ra Formosa n. 10,
queira vir buscar no praso de oito dias, d3 contra-
rio serao vendidos para seu resgate. Recife 2 de
junho de 1864._________________________
Coziitliciro.
Precisase de um cozinhero : na ra do Quei-
i IL'tnd"^ U" _** vu-nmvi
mario n. 28. primeiro antinr.
Precsa-se de urna ama : na ra do Queimado
n. 28, primeiro andar._____________________
Oiailo.
Precisa-se de um criado : na ra do Queimado
n. 28. primeiro andar.______________________
Moleque.
Precisa-se alugar um moleque de idade de 15
17 annos : na ra do Queimado n. 28, primeiro
andar.
krmnm.
Roga-se ao Sr. negociante desla praca quetiver
recebido para mira ordens vindas do Maranhao, cU
casa viuva Lima & Filho, o favor de annunriar
ondeodevo procurar, sendo que responsabiliso-me
pela despeza da publcaco, ou ento o de procu-
rar-me na ra da Aurora n. 46.
Menoel Rodrigues de Carvalho.
Aluga-se o quarto andar cora sotao da ca-a
da ra do Trapiche n. 18 : a fallar no ercriptorio
Thomaz Teixeira Bastos, cidado brasileiro,
vai para Europa traiar de sua satide.__________
Fugio o escravo Pedro, crioulo, que se acha-
va depositado pelo Dr. juiz municipal do Rio For-
mosoao abaixo assignado, com os signaes seguin
tes : cor fula, de 18 annos de idade, pouco mais
ou menos, olhos grandes e pardos, baixo, grosso,
cabeca pequea, orelha pequeua, denles unidos,
beicos grossos, nariz um pouco chato, pernas gros-
sas, dedos compridos e seceos, sem barba, no p
esquerdo urna cicatriz em cima do malelo cemi-
nencia do tornozello) no p dlreito outra cicatriz
na parte interna, tem alguns pannos pardos pelo
pescoco, um pouco gago ou tataro. A fuga teve
lugar no da 20 de maio, levando ceroula do esto-
pa' camisa de algodaozinho com tiras de ganga
parda e chapeo do palha : quem o apprehender,
queira lvalo ao Sr. Manoel Domingos da Silva
Jnior, ra do Hospicio n. 38, ou recoihe-lo casa
de detencaoe communicar ao Sr Manoel Domin-
gos, ou ao mesmo ahaixo assignado. em Beberibe,
que ser generosamente recompensado.
Menoel Elias de Moura.
Attenco.
Aluga-se urna negra para ama de qualquer casa:
qnem pretender, dirija-se ra da Palma n. II.
i\a ra estreita do Itosario n. U
Advogado Affonso de Albu-
querque Mello,
pode ser procurado a qualquer hora ; as sextas-
feiras, porm, na villa do Cabo.
COMPRAS.
Comprase ama escrava que nao tenha vicio
nem achaque : a traiar na ra do Livramento nu-
mero 29.
DE BRISTOL.
As curas milagrosas de
Esciiorrr.is;
TJ__0_I3_~.__.S_,
< El.KAS ._.\TIA.S,
ENFEEMIDADES SYPHILITICAS,
Erysipelas, Rheumatismo,
Nevralgias, Escorbuto,
e<<\, {-ce, ({;.,
que tem grangeado < dado < alto re-
iinne
Salsaparrilha de Bristol
por tudas partea do nuivereo, afio to
sinente devidas i
nica Legitima e Original
SALSAPARRILHA DE BRISTOL,
PREPARADA CXCLUBIVAMBHTE l'OU
LSMAH KEHP Dli XVA YORK.
Mediante a receita do Dr. C. ('. Bristol.
venda as boticas de Caors Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, ra
da Madre de Dos.
Farinha de maudioca
ensacada e da melhor que ha : vende Miguel Jos
Alves no seu escriptorio, casa n. 19 da ra da
Cruz.
Grande pechinclia,
A 200 rs. o covado.
Cambraias escuras finas a 200 rs. o covado para
acabar ; nao se do amostras para que se acabe-
logo : quem quizer, venha comprar no armazem
de fazendas de Custodio, Carvalho C, ra do
Queimado n. 27.
Vinho do Porto superior
cm caixas de urna e duas duzias : tem para ven-
der Antonio Luiz de Oliveira Azevedoft C, no seu
oscriptorio ra da Cruz n. 1.
Ferros para ourives.
Xa ra larga do Itosario n. 24, loja deourives,
vendem-se todos os ferres e utoncilios de ourives.
Plvora.
Vende-se plvora ingleza fina, em barris de 25"
libras c. h. em lotes a vontade dos compradores e
por preco mdico : a fallar no escriptorio de Ko-
the & Bi'doulac, ra do Trapiche n. 18, aonde as
amostras sao patentes.
Cognac.
Vende-se cognac francez em caixas de duzia :
no escriplorio de Bolhe Bidoulac, ra do Trapi-
che n. 18._______________________________
Vende-se um cahriolet inglez de 4 assentos e
rodas altas, em parfeito estado, por commodo pre-
co : na cocheira do Penha, na ra do Aragao.
Manteiga ingleza
a 800 c 640 rs., a libra, franceza a 640, sendo em
barris ou meio faz-se abatimento, todas as pessoas
que fazem bolos aproveitem, pois muito boa : no
armazem da eMrella, largo do Paraizo n. 14.
Vende-se a propriedade Japarandubinha per-
tencente aos herdeiros de Francisca das Chagas
Cavalcanli, com meia legoa em quadro, sendo todo
este terreno de Vanea e mui proprio para canna
ou mesmo algodiio ; faz-se todo negocio, sendo a
dinheiro vista : a tratar no pateo do Terco n.
141, ou mesmo permuta-se por predio nesta ei-
dade.
_fk Vende-se uta quarlo bom e ja es-
penmentado para viagem : na rua
C Da110"1 Quarteis n. 22, junto a loja de
fiinilciro.
Terreno.
Vendem-se 197 palmos de terreno na ra Impe-
rial, com fundos at a estrada do ferro, e junta-
mente urna canoa de carga de 1,800 tijolos, em
muito bom estado : a traiar na Companhia Per-
nambucana.


Diarlo de reruahlflt Quinta felra 9 t lunho c 184.
Nova expsito de fazendas
baratissimas.
Lojada Arara-Kua da Imper.iliiz a. 56.
O proprietario deste grande estabelecimento, Lou-
renoo Pereira Mendes Guimaraes, promette sem-
pre vender barato para apurar dinheiro.
C-raude pechlacha, cortes de cas-
sa a 0OOO.
Yende-se cortes de cassa ranceza para vestidos
a 2*, ditos a 2*300, cortes de cambraia de palmas
soltas com 1 vara de largara a 25, ditos com ba-
bados a .15 : na ra da Imperatriz n. 56, loja da
Arara.
Bramante de Ilnho a #200.
Vende-se bramante de linho de 10 palmos de
largara, proprio para len^es, a 2*200 a vara,
panno de linho de 4 palmos de largura a 640 a va-
ra, hamburgo de linho a 440, 540 e 600 rs. a va-
ra, bretanha de linho Gno a 640 e 800 rs. a vara,
brim de linho branco a 15200,15400,15600 e 25
a vara : na loja da Arara, ra da Imporatriz n. 56.
Fil de Ilnho a 800 rs.
Vende-se fil de linho muito fino a 800 rs. a va-
ra, dito de cor e branco a 160 rs. o covado, tarla-
lana de cor a 640 a vara : na rna da Imperatriz
n. 56.
Cortes de casenalra a 28.
Vende-se cortes de casemira de cor a 25, ditos
finos a 35, cortes de ganga franceza a 15600, dito
de hrim pardo a 15800 a 25 : ra da Imperatriz
n. 56, loja da Arara, de Mendes Guimaraes.
Chitas da Arara a 'MO rs. o co-
vado.
Vndese chitas escuras e claras a 240 e 280
rs. o covado, ditas fraucezas a 320, 360, 400 e 440
rs., riscados francezes a 180 rs. o covado, gorgu-
rao de linho para vestidos a 280 rs. o covado, fus-
tao de cores a 500 rs gangas para caigas e pali-
tots a 410 e 500 rs. o covado : na ra da Impera-
triz n. 56.
A Arara vende balos a 3#.
Vende-se baldes de 15, 20, 25 e 30 arcos, dos
mel Mores que tem vindo ao mercado, a 35, 35500
e 45, e ditos de brilhantina a 45, meias para se-
nhoras muito finas a 500, 400 c 320 rs. o par, di-
tos para meninos a 1$280, para acabar, na loja da
ra da Imperatriz n. 56.
A Arara recebeu novos soutembarques pretos
de grosdenapJe ricamente enfeilados, e os vende
por 225 e 255, capas pretas milito bem enfeitadas
e manteletes de grosdenaple de superior qualida-
de : na loja da ra da Imperatriz n. 56.
Cassa organdvs a 210 e covado.
Vende-se cassa organdvs para vestido a 240.
280 e 320 ris o covado, cortes de dito com 14 co-
vados a 55, ditos de laa com barra a 85 : na ra
da Imperatriz n. 56 de Mendes Guimaraes.
A Arara vende madapolao francez enfostado a .->.
Vende-se pecas de madapolao francez enfestado
a 45, dito inglez rom 24 jardas a 65500, 75, 85,
95 c 105, pecas de algodao enrorpado a 55, e^6*
75 : na ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Grande sortiiuentodc roupa
felta.
Vende-se palilots de panno preto a 125. 105, 85
e 65, ditos de meia casemira a 35500, 45500 e 55,
ditos de brim fino a 65, 25500 e 35, calca de brim
a 25500 e 25, ditas finas de brim pardo a 35, di-
tas de brim branco a 35500 e 45, seronlas de li-
nho a 15800 e 25, camisas francezas finas a 25200
e 25500, ditas de linho a 35, pares de meias a 200
240 e 320 rs., grvalas linas pretas e escuras bor-
dadas as pontas a 15, ditas para menos a 800 e
500 rs.. colarinhos de linho a 400 rs. ; so na loja
da Arara, ra da Imperatriz n. ."ti. loja de Mendes
Guimaraes.
Cirande pechincha de-laziuhas
a 4o rs.
Vende.se laazinhas para vestides a 240, 320,
4<'0 e 500 rs. o covado, ditas muito finas de cores
lizas, proprias para capas e vestidos de senhoras a
650 rs. o covado, ditas escaras muito finas a 640
rs. o covado, ditas de 4 palmos de largura com
palmas de seda a 720 o covado, popelina muito fi-
na de ricas palmas a 15200 o covado : na ra da
Imperatriz n. 56, loja da Arara n. 56.
Fazendas para senhoras. golli-
nhas a OO e 88. *
Vende-se golinhas para senhora a 200,320 e500
rs. cada urna, camisinhas para senhoras a 15,15280
e 25, ditas muito finas com gollinhas a 45500 : na
ra da Imperatriz n. 56, loja da Arara.
A Arara vende fazendas para
luto, cassas a 300 rs.
Vende-se cassa preta fina a 320 rs. o covado,
laa preta para luto a 640 rs. o covado, alpaka
preta a 500, 640 e 800 rs., bombazina a 13400 o
covado : na ruada Imperatriz n.56, loja c arma-
zem da Arara, de Lourenco Pereira Mendes Gui-
maraes.
Cortes de chita a 'H JOO.
Vende-se cortes de chitas de cores fixas com 10
covados a 25400, ditos linos a 25800, ditos de ris-
cado francezes com 14 covados a 35 : na ra da
imperatriz n. 56, loja da Arara.
ESPLENDIDO SORTIMENTO DE KIOLHADOS
\. ti RA IIO CRESPO N. 9
Esquila que volta para a roa do Imperador
AGENCIA
i>*
FNDIGAO DE L0W-M00B.
Ra da Senialla nova n. Ai.
Neste estabelecimento contina a haver
ura completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro hatido e coado, de todos 01
tamanhos para ditos.__________________
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston & C
ra da Senzalla Nova n. 42.
ou fina a vontade do comprador
DE
(A se enganem com a mitra)
AMIGOS?
Nao leiam este annuncio com precipitado.
Confronten) os precos dos oulros annonciantes.
Venham ver os gneros que temos expostos a venda.
A vista fas f.
Nao temos palavras bombsticas.
Nao nos encnlcamos o primeiro recebedor de conta propria.
Nao desacreditamos ao collega porque nao quiz ser nosso socio.
Val a quem toca.
Para abastecer a todos os habitantes desta bella provincia ainda nao sao sufficien-
tes as casas que actualmente oxistem abenas com grandes proporces para terem um
magnifico sortimento de molhados; assim, pois, os preprietarios do Armazem Principal
nao invejam a sorle dos seus collegas.
Habitantes de Pernambuco.
Nos temos um excellente sortimento dos melhores gneros que se pode acbar
em nosso mercado. Vinde ao nosso estabelecimento, e se a vossa boa f fr Iludida
urna s vez ao menos, castigai-nos nao voltando mais a nossa casa.
Amendoas confeitadas de bonitas cores a dem de Hollanda em garrafoes com 24
i,ooo rs. a libra.
dem de casca muito novas a 3oo rs. a libra.
Avellas a 2oo rs. a libra.
Ameixas francezas em caixinhas com lindas
estampas a l,2oo, 1,400 e i,6oo rs. cada
urna.
dem em frasco de vidro com rolha do mes-
mo ou de metal, a i ,2oo e l loo rs. ca-
da um.
dem em frasco grandes 2,5oo rs. cada um.
dem em latas de I lft e 3 libras a i,2oo e
2,ooo rs.
Arroz da India e Maranuo o melhor que se
ple desejar a loo e 12o rs. a libra e
2,8oo e 3,4oo rs. a arroba.
Azeite doce de Lisboa a 6oo rs. a garrafa,
e 4,8oo rs. a caada.
dem francez clarificado em garrafas bran-
cas a Ooo rs. cada urna, e Io,ooo rs. a
caixa com 1 uzia.
Alfazema muito nova e linipa a 32o rs. a li-
bra.
Alpista a 16o a libra, e 4,6oo rs. a arroba.
Bolachinhas de Lisboa da fabrica do Beato
Antonio dasseguintes qualidades: aguae
sal doces, e imperiacs em latas de 6 li-
garrafas a 7,2oo rs. com o garrafao.
Lentilhas excellente legume para sopa e gui-
zados a 2oo rs. a libra.
Licores francezes de todas as qualidades a
8oo e I.ooo rs. as garrafas grandes.
Manteiga ingleza perfeilamente flor a 8oo e
96o rs. a libra,
dem franceza nova j deste anno a 6oo rs.
a libra, e 58o rs. em barris inteiros.
Marmelada especial dos melhores fabricantes
de Lisboa a 6oo e 64o rs. a libra, ha latas
de differentes tamanhos.
Massa de tomate em latas de i libra 56o rs.
cada urna,
dem para soda eslrelinha, pevide e rodinha
em caixinhas sortidas a 3,ooo e 3,5oo rs.
cada urna e 5oo rs. a libra,
dem macarrao, talerim e aletria a 4oo rs.
a libra.
Mostarda franceza preparada em frasco a 4oo
rs. cada um.
Molho inglez em grrafinhas com rolhas de
vidro 64o rs. cada urna.
Marrasquino verdadeiro de Zara a l,ooors.
a garrafa, lo,ooo rs. a caixa com 1 duzia.
Nozcs muito novas a I6o rs. a libra.
brasa 3,ooo rs. e de 3 libras a 4,5oo Prezunto de fiambro superior a 6oo rs.
MACHINAS TENTE
de trabalhar mo para
descarocar algode
FABRICADAS
Por Plant Brothers & C.
OIDAM
Estas machinas
podem descarocar
qualquer especie
de algodao sem
! estragar o fio,
' sendo bastante
duaspessoaspara
o trabalho; pode
descarocar urna
:rroba de algo-
dao em caroco
em 40 minutos,
ou 18 arrobas
por dia ou 5 ar-
robas de algodao
limpo.
Esta machina
a nica que
possoe as vantagens de nao destruir o fio do al-
godao e de fazer render o dobro de qualquer ou-
tra com menos trabalho, a sua introdcelo para
as provincias deste imperio ser de muito valor
,ara todos os intoressados na lavoura do paiz.
Assim como machinas em ponto grande do mes-
mo systema, para serem movidas por animaes,
aua ou vapor, as quaos podem descarocar 18 ar-
robas de algodao limpo por da.
O algodao descaroQado por estas machinas tem
multo mais estimacao nos mercados de Europa e
vende-se por maior preco.
As machinas se acham a venda umcamenie em
SaundcM Bwllief s k C.
^. II. praca do Corpo Santo
1 RECIPE.
0?m nicos agentes neste paii.
rs. eemlibraa 64ors., estas bolachinhas
torna-se muito recommendavel com es-
pecialidade para os doentes.
Biscoilos e Bolachinhas de soda em latas, de
todas as qualidades e marcas que se pro-
curar a 1,35o rs. a lata.
Bollos francezes em cartes e de diversas
qualidades a 64o rs. cada um.
Banha de porco verdadeira refinada a 4oo
rs. a libra e em barril a 38o rs.
Batatas novas a 160rs. a libra.
Bolachinhas inglezas ltimamente desembar-
cadas a 24o rs. a libra e 2,ooo rs. a bar-
rica.
Champagne das marcas mais superiores que
al hoje tem vindo a nosso mercado a
I8,ooo rs. o gigo, I.Soors. a garrafa in-
teira, e 8oo rs. as meias.
Cha uxim o melhor que se pode desejar e
que outro qualquer nao vende por menos
de 3,ooo a 2,7oo rs. a libra
dem perola especial qualidade a 2,6oo e
2,8oo rs. a libra, garante-se a qualidade
d'este cha
dem hysson o melhor que possivel en-
contrarle a 2.4oo e 2,6oo rs. a libra.
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
a l,2oo e i,4oo rs. a lihra.
dem preto muito fino a I,6oo rs. a libra
Chocolate das melhores qualidades, francez,
hespanhol e suisso a l.ooo, l,2oo e 1,4oo
rs. a libra.
Charutos do acreditado fabricante Jos Fur-
tado de Simas em '/i caixas das seguin-
tes marcas Pariziences, Suspiros, Dili-
cias, Napoleoese Guanabaras a 2,3oo rs.,
e em caixas inleiras Trovadores a 3,ooo
rs. cada urna.
dem de oulros muitos fabricantes e de
differentes marcas para i,5oo rs. as mei-
as caixas de suspiros a I,6oo, 2,ooo e
3,ooo rs. as caixas inleiras.
Conservas inglezas a 8oo rs. o frasco.
dem franceza a ioo rs.
Cognac inglez das melhores marcas a i,ooo
rs. a garrafa e lo.ooo rs. a duzia.
dem francez suporior qualidade 8po rs. a
garrafa e 9,ooo rs. a duzia.
Cominho e Erva-doce a 4oo rs. a libra.
Cravo da India a 6oo rs. a libra.
Canella a I,ooo rs. a libra.
Copos finos para agua a 5,ooo rs. a duzia, e
5oo rs. cada um.
Caf do Rio superior a 28o e 32o rs. a li-
bra, e 8,8oo e ),rioo a arroba.
Doce fino de goiaba a 6oo rs. o caixo.
Ervilhas portuguezas ltimamente chegadas
a 7oo rs. a lata.
dem seccas a 16o rs. a libra.
dem j descascadas a 2oo rs. a libra.
Farinha de ararula verdadeira a 32o rs. a
libra.
Figos em caixinhas muito bem enfeitadas a
a l,ooo rs. cada urna.
dem em latas ermiticamente lacradas a
l,5oo e 2,5)0 rs. cada nxsa,
dem em caixas de i;i arroba a 2,5t o rs. ca-
da urna, e2oo rs. a libra.
Graixa muito nova a loors. a lata e l,ooo
rs. a duzia.
Genebra de Hollanda em frasqueiras com 12
frascos por 6,ooo rs. e 56o rs. o frasco.
dem de laranjaa l.ooo rs. os frascos gran-
des e ll.ooo rs. a caixa com 12 frascos.
dem de Hollanda em botijas a 4oo rs. ca-
da urna.
dem em garrafoes de 16 garrafas a 4,8oo
rs. com a garrafao.
dem do Porto para panella a 5oo rs. a libra.
Passas novas a 48o rs. a libra.
Peixe em latas de differentes qualidades co-
mo, savel, corvina, govas, pescadinhae
outros a l,ooo rs. a latas.
Palitos para denti's a 14o o 16o rs. o masso
dos melhores.
Painco o mais novo e limpo a 16o rs. a libra.
e 4,5oo rs. a arroba.
Palitos do gaz a 2,loo rs. a groza, 2oo rs. a
duzia, e 2o rs. a caixinhas.
Queijos flamengos chegados nesle ultimo va-
por, a
dem pralo muito fresco a 8oo e 9oo rs.
a libra.
dem suisso a melhor quaiidade que at ho-
je tem viudo ao nosso mercado a 8oo rs.
a libra.
Sal refinado em potes de vidro a 5oo rs. ca-
da um.
Serveja d|s melhores marcas a 6,ooo rs. a
duzia, e 56o rs. a garrafa.
Sardinha de Lisboa e Nantes em quartos e
meia latas a 38o 58o rs. cada nma.
Sag mnilo novo ealvoa 24o rs. a libra.
Sevadinha de Franca 18o rs. a libra.
Sevadaa loo rs. a libra, e 2,8oors. a arroba.
Traques de l." qualidade a 8,5oo rs. a cai-
xa, e24o rs. a carta.
Toucinho novo de Lisboa a 24o e 32o rs. a
libra.
Tijollo para limpar facas a 15o rs. cada um.
Vinho em pipa Porlo, Lisboa e Figueira das
melhores marcas a 3,8oo rs. a caada, e
5oo rs. a garrafa.
Idem'do Porto Lisboa e Figueira de marcas
menos conhecidas a 4oo rs. a garrafa, e
2,8oo rs. a caada.
dem Colares especial vinho a 6oo rs. a gar-
rafa.
dem Lavradio muito fresco nao levando com-
posicao a 56o rs. a garrafa, e 4,ooo rs. a
caada.
dem branco de uva pura a 56o rs. a gar-
rafa, e 4,5oo rs. a caada.
dem mais baixo a 4oo rs. a garrafa, e 3,ooo
rs. a caada.
dem Bsrdeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 6,5oo e 7,ooo
rs. a caixa.
dem muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 1,2oo rs. a garrafa, ga-
rante-se que por este mesmo preco da pre-
juizo e s se encontra n'este armazem.
dem do Porto em caixas com 12 garrafas
das seguintes marcas Lagrimas do Douro,
Duque do Porto, Genuino, Velho Particu-
lar, malvasio fino, D. Pedro V, D. Luiz
I, Neclar e outros a 9,ooo e lo.ooo rs.
a caixa e Ooo a l.ooo rs. a garrafa.
dem Muscatel superior a l.ooors. a garra-
fa, e lo,ooo rs. a caixa com 1 duzia.
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa
e 2,4oo rs. a caada.
dem em garrafoes com 5 garrafas a l,ooo
rs. com o garrafao.
Vassouras do Porto de arcos de ferro a 32o
rs. cada urna
dem de escova para esfregar casa 36o rs.
cada urna.
Vellas de espermacete superiores a 56o rs.
a libra, e 52o rs. em caixa.
dem de carnauba refinada e de composico a
36o rs. a libra, edelo,oooa ll,ooo rs. a
arroba.
Vende-se alpaca pre a 500 rs. o covade.
Vende-se alpaca preta para vestidos a 500, 600,
700 e 800 rs., fina de cordao a 800 rs para pale-
tot, princeza preta a 800 e 640 o covado, bombazi-
na preta fina a 15400 o covado, Iaazinhas preta
para senhora que esto de luto a 720 o covado :
na ra da Imperatriz n. 56. A loja est aberta at
as 9 horas da noile.
/'ara algodao.
Vende-se por 'preco commodo urna excellente
machina americana que traballia com um cavallo
para fazer mover qualquer machina pequea de
descarocar algodao, tendo a vantagem de ser mui-
to simples e economisar muito o trabalho bracal:
a tratar na padaria da roa Direita n. 84.
Empreza dailliuninaQao
gaz.
Todas as vendas de apparclhos e reclamacSes
(por escripte dando o nome, morada, data, etc.),
devem ser feitas no armazem da ra do Imperador
n. 31. Os machinistas mandados para atlendera
estas, apresentaro om livro que os reclamantes
deveriio assignar logo depois de prompto o servico
reclamado ; isto para que a empreza fique |cienie
de havorem os mesmos senhores sido devioaroen-
te attondtdos.______________________---------
Terreno.
Vende-se um terreno com 30 palmos de frente e
US de fundo, sito na ra da Eperanca : a tratar
na ra Direita n. 106.
PARA BEM DE TODOS
FAZEI FAVOR DE LR ESTE ANNUNGIO
da economa domestica que se vai tratar.
O assumpto importante.
EM oicikio-m: iiivl
O verdadeiro e principal armazem de molhados o do
BAL
\lnguem contestar esta verdade.
A fama far correr esta noticia.
A posteridade bcmdir o nome do Ilallza.
Actnalldade Batel palmas de contentamento!
Sem mitras nemcoreas para ornar a facbada de seus annuncios, e as portas do edificio em que habita, o Ba:a se
contenta em tomar o seu lugar de honra na vanguarda de todos os homens do progresso.
Sopre embora o maldito Clarim, o seu toque de retirada a marche-marche do desacreditado Progresso; arme a lenda
dos falsos apostlos da sinceridade no tratro, da realidade na pratica dos negocios commerciaes. revele finalmente .i sii
grande insobordinacao fingindo desconhecer os seus superiores, deixando-se ficar sentado, em vez de perfilar-se c fazer a
continencia doestylo, porque o incansavel Baliza sempre fiel ao seu juramento ter continuamente na melhor ordem todo o
seutrem de guerra e no mais complecto movimento, o seu presumo para bem servir, desde o mais simples camarada at
o mais alto general da primeira classe do exercito dos seus constantes freguezes.
Entremos na materia :
SENTIDO!
ORDEM DO DIA.
Desde a 1.a pubcaco deste annuncio al segundo aviso Manoel Pedro de Melle, proprietario do grande armazem
do Baliza estabelecido ra do Livramento ns. 38 e 38 A vender a todos es seus freguezes.
Cinco por cento menos
qae qualquer dos seus amaveis collegas que por menos annunciar. Qualquer objecto que nao chegue a contento di is m-
nhores compradores, pode ser devolvido ainda mesmo pelas pessoas que morarem no centro da provincia.
O dinheiro recebido pelo gener0 que nao agradar ser restituido sem constrangimento algum.
Declaraco importante.
falso o boato que tem feito espalhar o soldado soprador da ra do Queimado de que se aclia o Baliza asset ado
ao armazem Unio Mercantil aberto a ra da Cadeia do bairro do Recife.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
E entre-tanto o Baliza ligueiro.
Ligueiro sim das ideas liberaes dos progressislas de todo o universo aos senlimento mais ntimos de seu eoraeao.
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.
^sp^js's^ssr i^s tfr ^^3 v&j ^5s z>dzfr v-
MOVIMENTO
BAIRRO DO RECIFE, RA DA CADEIA N 50
O mais novo e o melhor
ARUIAZEM HE HOLJIA110*
Esquina defronte da ra da Madre de Dos
Antonio da Silva Campos, successor do antigo Nascimento defronte do becco Largo, Lem co-
nhecido j nesla praca, acaba de transferir o seu estabelecimento para a casa cima iiidic;ida, onde
os seus benvolos amigos e freguezes, bem como o respeitavel publico em geral ncontrarao o mais
variado, escolhido e melhor sortimento de molhados, a par do aceio, elegancia e bom rgimen do esta-
belecimento.
O annunciante, te.ndo feito urna completa reforma no tocante a casa e gneros, possuindo bons
correspondentes na Europa para remessas do conta propria, acha-se convencido que merecer a pro-
teccao de todos os amigos do bom e barato, a qual desde j reclama, asseverando-lhes que jamis des-
merecer a eoLfianca com que se dignarem de o honrar.
Em resumo, visite o respeitavel publico o novo e superior armazem Movimento, compre-lhe al-
guns gneros, e ento ficar convencido da realidade do presente aviso, verificando por si mesmo que
nenhum outro estabelecimento o serve melhor que este, seja em commodidade de precos, agrado e
delicadeza, ou legalidade de pesos e medidas.
Finalmente, todas e quaesquer garantas que estabelecimentos idnticos teem olierecido aos
concorrentes, sero manlidas nesle em grao maor. _______________
LIQUIDACAO
HAZEM SSKRV
23Largo do Terco23.
Joaqum Simao dos Santos tendo de se retirar est resolvido a liquidar e fazer urna grande
vantagem a quem seu armazem frequentar, e vender por menos do que outro qualquer annunciante,
para isso tem um vantajoso sortimento unto neste armazem como fura e para melhor servir o publico
o annunciante scientifica aos seus freguezes que tem frequeutado este estabelecimento que de
hora em diante terao a vantagem de JO a 20 por cento menos que compraram em outra poca pelo
seu prompto pagamento.
Attenco.
Algodao da Baha
para saceos de assncar e roupa de eccnvc; tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azcvcdo &
C, no seu escriptorio ra da Cruz n. I.
Trinas e volantes.
Chegarain a lempo proprio.
So para o Viyilanle.
Ate que chegou um grande sortimento de trinar,
e volantes, gales, bicos e espeguilhas praliadas e
douradas, e de todas as largura?, propriameole
para os ornamentos de igrejas e oratorios para
lestejar o mez Marianno ; seus preeos sao muito
racoaveis : s no Gallo Vigilante, ra do Crespo
numero 7.
Garraoes vazlos.
Compra-se garrafoes vazios bem acondicionados
e limpos grandes a 480 c pequeos a 320 rs. : no
grande armazem de molhados da Rrhanto Au-
rora ao largo da Santa Cruz n. 12 esquina da rur
do Sebo n. 12.
Farinha, mlllio e farello.
Vende-se milho novo saceos grande? a 45, fari-
nha e farello saceos monstros a 5,&o00 : :o arma-
zem da Brilhante Aurora ao largo da Santa Cruz
n. 12 esquina da ra do Sebo n. 12.
tueijos novos.
Chcgaram ao grande armazem da Liiihaniu Au-
rora, queijos novos vindos neste vapor, ditos de
prato, dito suisso, assim como queijo do Serid de
coal ha e de manteiga, o proprietario deste novo
armazem offerece a seus freguezes e ao publico
urna variedade de generes vindos neste vapor to-
dos de primeira qualidade c por precos os mais
commodos possh^ : ao largo da Santa' Cruz n. 12.
tinhos superiores.
No novo armazem da Brilhante Aurora encon-
tra-se vinho do I'orto a CO, 800 e 1-5 a irairata,
dito da Figueira a 480, 560 e 640, dito de Lisboa
a 400 e 480, dito bruteo superior a i'- 1,61 00,.
dito Xerez, Madeira e muitas outras qualidades li-
nas o encanadas se far abatimento.
Cha e manteiga.
Xo grande annazt'm de molhados da Brilhante
Aurora ao largo da Santa Cruz eBCOBira-se cha li-
no de toaas as qualidades, assim como manki;ii
ingleza e franceza.
Caf do Rio de primeira e segunda sorte a 270 e
300 rs.
Arroz piiado a 80 c 100 rs. a libra e 2*400 e 34
a arroba.
Milho alpista limpo a 170 rs. a libra e 4*800 a
arroba.
Toucinho de Santos e Lisboa a 240 c 280 rs. a libra.
Passas de carnada a 300 rs. a libra e 10* a caixa.
Azeite doce de Lisboa lino a 640 rs. a garrafa e
4*800 a caada.
Dito de carrapalo a 320 rs. a garrafa e 2*240 a
caada.
Massas para sopa aletria, macarrao e talharim a
480 rs. a libra e 10* a caixa.
Chouricas as mais novas a 800 rs. a libra.
Charutos em macos de 30 a 6* o inilheiro e a
640 rs. o cento.
Dito em caixa da Baha dos melhores fabricantes
de 1*200, 2*400 3* e 4*.
Phosphoros do gaz vindo de conta groza 2*300.
Manteiga franceza a 600 e640rs. a libra.
Dita ingleza flor a 800 c 900 rs. a libra.
Biscoutos e bolachinhas de soda a 1*300 e 2*.
Vinho do Porto engarrafado a 800 rs., garante-se a
superior qualidade.
Dito em pipa Figueira das marcas mais bem co-
nhecidas a 500 rs. a garrafa e caada 35800
e 3*500. -
Dito de Lisboa especial para negocio a 360, 100 e
440 a garrafa e em caada faz-se abatimento.
Dito branco proprio para misra a 640 e 500 a gar-
rafa e em cenada a 5* e 3*J00.
Bolachinha americana a 200 rs. a libra e em bar-
rica ha grande abatimento.
RA DO QUEIMADO NUMERO 11
Loja de fazendas d< Augusto Frederico dos Santos Porto
Cbapeos para senhoras.
rheeiram de Paris as mais lindas chapelinas c chapeos de palha da Italia para senhera;.
Rieas canas e soutembarques de seda preta e casemira de cor para senhoras.
Cortes de superior morentiqne branco para vestidos de noivas.
Camilas inglezas muito superiores para homens, peitos, punhos e colarinhos de uno.
Chapeos de seda para cabera e chapos de sol de seda inglezes.
Lencos de labyriniho francezes a 1* cada um.
Camisas de menino muito superiores.
Cortes de laa de barra para vestidos de senhoras de 13* a 18*.
A mesraa loja tem o maior e mais superior sortimento de
Estelras para salas.
Xeste estabelecimento ncontrarao os senhores que precsarem forrar suas salas com e?:t.ras
otda e qualquer quantidade que desejarem de 4, 5 e 6 palmos de largura, sendo a qualidade euo
superior e por mdico preso.
Vaceas.
Na Piranga, defronte do sitio do Sr. Hillet, tc-m
quatro vaccas com crias para vendii".
Milho a 3p'(U.
Saccas com 26 cuias de milho : na ra da Ma-
dre de Dos us. o e 9.
Farinha de mandioca superior
em saceos grandes : vende Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo & C, iio seu escriptorio ra da Cruz
numero 1.

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mEN(40.
Vendem-se estalos para sortcs de Santo Antonio
e S. Jooa 60 rs. a duzia : na livraria universal,
ra do Imperador n. -A.____________________
Ultimo goslo.
Crl Heles de quadro?. ultimo gosto,
4*300 : na ra do Queimado n. 29.
-
: .

.^


Diarlo e P
* ~ Grande liquidado
de faxendas na loja do Pava, ra da Imperatriz i.
60, de Uaau & Siira.
A. Oa-se elo cstabeleciincato completamente sor-
tido de azendas ingieras, francezas, alleinaes e
saissas, proprias tanto para a pra$a como para o
mato, prometiendo vonder-ge mais barato do qoe
i in outra qualquer parto principalmente sendo em
porco e de todas as fazcndas dao-se as amostras
deiando ficar penbor ou mandam-se levar em ca-
sa pelos caixeiros da loja do Pavo.
As chitas do Pavao.
Veudem-se superiores chitas claras e escuras pe-
lo barato preco de 240 e 280 rs. sendo tintas segu-
res, ditas francezas finas a 320, 340, 360, 400 e
500 rs., o covado, ditas pretas largas e eslreitas,
rscados eseocczes finos a 240 rs. o covado, islo na
Rai da Seizalla Nova i. 42.
Neste estabeiecraento vendem-se: tachas d I
ferro coado libra a UO rs., idemdeLow
Moor libra a 120 rs._________________
RIVAL SEM SEGUNDO
Ra do Queimado ns. 49 e 55, loja de miudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est rnaliimniin
no seu progresso de Tender baratissimo :
Caixas de superiores obreias de cola e massa a
40 rs.
Cordao brinco para vestido e espartilho, vara 20
reis.
Linhas de carretel (150 jardas) de superior qualr-
dade a 60 rs.
Candes de liuba Pedro V (200 jardas) j muito
eonhecida a 40 rs.
ATTENCAO
9
no (lano 9
GRANDE SORTIMENTO
DE
o ni Vi i;
lata* Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Grozas do pcnnas de ac0 dc muilas quaidades
suueriorp^ a "00 rs
As cassas do Pavo 210, 280, 300 e 320 rs. Caivetes de duas binas norcm finesa 500 r*
Vendem-se liuissimas cassas persianas cores ti- Caixas com calungas muito bonitas para rap a
is a 320 rs. o covado, ditas francezas muito linas, too rs.
Franja branca e de cores para toalhas 160.
Pares de hotOes para punho muito oonitos a 120.
Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a
126 rs.
Tioteiros de vidro com superior tinta a 160.
Ditos de barro com superior tinta a 100 rs.
Croza de botoes de louc pratiados, o melhor, a
ICO rs.
Tesouias para costura, o mais superior, a 400 rs.
Ditas para unb muito finas a 400 rs.
Baeovas para l/mpar dentes muito superiores a
200 rs.
Libras de W* de todas as cores (pesada) a 7&.
Caixa- phosphoros de seguranea a 160.
Ditas papel amizade pautado c liso a 600 rs.
Dita- com 100 anvelopes muito superiores a 800
reis.
xas
a 240 e 280 rs., ditas inszezas a 240 e 280 rs. o
ovado, fmissimo orjandy matisado com desenhos
miudiuhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito finas a 320 rs., isto na loja do Pavao ra da
Imperatriz n. 60, do Cama & Silva.
As laazinhas da eiposico do Pavao.
Vendetu-sc as mais modernas laazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultimo vapor francez sendo
de urna s cor ou de listas miudinhas com 4 pal*
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
ronpa puia meninos c capas, e pelo baratissimo
proco de 500 rs. o covado, ditas enfestadas trans-
parentes de quadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito finas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambera matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Maria Pia com palma
dc seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
h ditas deumas cor parda, azul, cor de lyrio e
perola proprias para vestidos, sautembarques t
garib.ildos a 720 rs. o covado, ditas escocezas a (
S00 e 400 rs isto s na loja do Pavao, ra Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavao.
Vendem-se finos chales de crepon estampados Bar;;ji
PARA A FESTA.
DARTE & C.
Participam aos seus nomerosos freguezes e ao publico em geral que acabam da
cadernos (1. papel branco e dc cores, pequeo, a receber de sua propria encommenda o mais lindo e completo sortimento de motoados,
20 ris. os (fuaes vendem por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
Cartas e taboadas para meninos a 80 rs. anaunciante, como verlo pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes-
CiiXkn om uperiores iscas dc acender charutos mos pr oprietarios nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 100$ para
ran mito K n JA nm> <*.** i ^l.^tln-iantn ,-.,.,-,.,;.,*;...-, r, ,;.,.,i ;i; ...,^, ^.i. ~.,
Ra do Queimado n. 49 e 55 esl
acabando a nechinclia.
Pe^as debico com 10 varas
a 200 rs.
Carreteis de linha Alexandrc (200 jardas) de cores
aSOr?.
0 Maateiga ingleza flor a 800 e Id es. a fibra. 1 Vellas de carnauba e composicao de 32o a
ditos de retrozpreto para luto a 65, imi loja g $ TiSdreJSS? SK wi 'nceza a mais nova do mercado a 600; 36o rs. alibrae de 10,000 all.ooors. a
estampados a 25 c 35, dis dc la a 1,5280 e 25,1 p'^" ^'. ...Mu
i- -oto para luto a 65, isto na loja i *
Imperatriz n. 60, de Gama &
do Pavao rua da Imperatriz n. w, uc p. m K rs 1bra) e ^ rg em barr| ^^
turnia prelas para a qturesma vende o Pari. I C*%\{caixas de C9,chctes superiores dem de porco reQnada muito tva 46o rs. Genebra de Mollanda em botijas de conta a
Vaj^se ?rosienapie. preto muito superior a \ ^. -^ meninos muit0 nnos a i4500 e 2. i lbra. 440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
13600. dito a 15800, 25, 25oOO, 2580c.ijk mo-, Magoi de grampos superiores e limpos a 30 rs. Prezunto para fianbre a 800 rs. a libra. ter abatimento.
u5S?LES!*!? iKSLL^u l Vxm,^ Groza de i)!i0?i,l,OIOS d0 az ll1,,il D0T0S a 2*800- Gn uxim miudinbo vindo de conta propria, Massas para sopa macarro, talharim c aletria
apiwa oespaniioia mu 10 encorpaoa a. *$, isto na Area f,reta muito superior a 100 rs. l 0 melhor do morcado a 2 8on r a lihra a ARn r<; a lihra o om riWa tura ahati
hit do Pavao a rua da Imperatriz n. 60, de Gama caixas de rap com espelho a 100 rs.
a i ilealcjos para entreter meninos a 80 rs.
0 Pavao vende para luto. j Per-as de lita de linho muito boas a 40 rs.
Veade-se superior setim da China fazenda toda Peales d' laco muito bonitos a 15.
de laa sem lustro tendo 6 palmos de largura pro- Enfeites de laco de todas as cores a 15300.
(no para vestidos, paletots, caps etc., pelo bara-; Rodas com allinetes francezes a 20 rs.
:,"vode25, 252OO, 25500 o covado, cassas-Caixas coaiquatro papis de aglhas imperiaes a
pretas lisas, chilas pretas largas e estrellas, chales 240 rs.
de merino lisos c bordados a vidrilho, manguitos; Sabonetes de familia a 80, 160 e 320.
''un goUinhas c outrns muitos artigos que se ven- Caivetes de duas folhas muito finos a 320.
dem por precos razoaveis : na loja do Pavao rua Pare; de sapatos dc laa para meninos a 400 rs.
da Imperatriz n. 60, de Gama 4 Silva. Sapatos de tranca para senhora e para homem, os
Os corpinhos do Pavao memores que tem vindo, e por preco muito barato:
Vende-se os mais modernos corpinhos de cam- quem quizer ver. venha rua doQueimado ns.
dem byson de superior qualidade a 2,600 rs.
a libra,
dem perola o melbor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra,
dem preto muito 6no a 2,5oo rs. a libra,
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra.
ment.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 600 rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos taa-
nnos de 600 a l,ooo rs. o caixo.
braia ricamente bordados e enfeitdos a 7 e
na loja d) Pavao, rua da Imperatriz n. 60, de Ga
ina i Silva.
Os vestidos do Pavao
1 :iJ e ricos vestidos de grosdenaple preto r
cntente bordados a veludu pelo barato preco de ]
405, aendo fazenda que sempre se vendeu a 100.3
1 01; ditos de rambraia blancos ricamente bor-
dado.; a croch, sondo proprios para baile e casa-
mento a 10. 15, 20 e 305; ditos de laa com lindas
barras a 18 e 155; isto na loja do Pavao rua
da ;; iratrii n, 00, de Gama & Silva.
Os paunos do Pavao.
V :r. ]'-se panno preto muim superior pelo barato
49 e 55. e ver tudo como bom e"barato.
de 23, 25500,35 e3ff500, ditos muito tinosa
1 .. :5 e 65, cortes de casemira preta enfestada a
45, M500 e 63, casemira preta fina de urna so
largura muito lina a 15800, 25. 25r00 e 35, cor-
1 emira de cor a 55, 55500 c C5, casemi-
r infesta as de urna s cor proprias para calca.
paletots, coetes, capas para senhora, roopas para
menino a 35 e 39500 o covado, isto na loja do
rua da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
A raya do Pavo.
I idem-sc pale.lets de panno preto sobrecasa-
- o fazenda muito boa a 123, ditos muito linos a
10,?. 2*"'-. 235 o 303, calcas de casemira preta boa
ia a 43500,55, 65, 75 e 85, paletots saceos
le p mno preto a 75, ditos de casemira de cor a
"3. ditos de alpaca preta, ditos de merino
ditos de lirim dc coros, calcas de casemira
i coi '.5. 55,65,75, ditos de caxemira da
Esi i 35, ditos de hrim pardo a 2350;), ditos
LOJA DO BEIJA FLOR.
|{ua do Queimado numero 63.
(.ravalinhas para senhora.
Vendem-se gravatiohas dcdivcrsos gostos mais
modernos a 720 e 800 rs. : na rua do Queimado,
loja do heija-flor n. 63.
Fitas para debrum de vesdos.
Vendem-se Blas para debrum de vestido de h'nho
com J varas a 400 rs. a peca, : na rua do Quei-
mado, laja do beija-Oor n. 63.
Peutes lravessos.
Veaiem-se pontes travessos de caracol na
frente de borracha a 500 rs.: na rua do Queima-
do, loj. do beija-Oor n. 63.
Papel beira dourada.
Vende-se papel beira dourada a 15200 e 15300,
dito de c5r de I eir dourada a 15100 : na rua do
Queimado, bja do beija-flor n. 63.
Anvelopes.
Vendem-se anvelopes de diversas qualidades
branca i 800 rs. e de cor a 640 rs., para cartas de
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
flor na rua do Queimado n. 63.
tollas de aljfar.
Ten i* receido voltas dc Ijofar com ernzes de
peJ!. mitaadoa brilhante vende-se a 15 cada
urna : :i. ru do Queimado loja do beija-flor n. 63.
Camisas de meias.
VenJem-sf camisas de meias muito finas a
25 e 25K00, ditos brancos muito finos,' 1320C e (5300 : na rua do Queimado, loja do bei-
mieratriz n. 60, de ja-flor n. 63.
sto u oa do Pavo, rua da lnu
, & Suva.
O> cortinados do pavo.
Enfeites dc lila.
Ten I receido enfeites de fita pretas e de co-
i-se ricos cortinados proprios para janel- re- :. i : : rnas dem mais baixo a l,8oo rs. a libra.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e Erva dooe a Gio rs. a libra.
a 16o rs. a libra. Traques a 2io rs. a carta e8 a caixo.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
^ ,5oo rs. cada urna. corvina, salmo e outras muitas qualidades
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar- preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
rafado garante-sea superioridadedeste vi- nha de i,2oo a l,8oo rs. a lata.
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-! Figos em caixas de arroba, */j e 8 libras
nuino, velho secco, especial lagrimas do-1 a 8,ooo 4,ooo e 2,ooo rs. a caixinha.
ees de 1819, vinho especial D. Pedro V., Barris de vinho branco de quinto, marca B
vinho velho, Nctar superior de 1833, Dh- 4 Filho a 60,ooo rs. o barril.
que do Porto de 1834, vinho do Porio ve-, Marmelada imperial dos melhorcs conservei-
Iho superior, madeira secca de superior' ros de Lisboa a 64o rs. a Ltiohadfi 1 libra,
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-; ha latas de 1 '/ e 2 libras.
iz l.*de 1847, lagrimas do Douro espe- Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
cial, vinho do Porto de l,oooa l,2oo rs. | a 64o rs. a lata.
a garrafa e de lo.ooo a 14,ooo rs. a caixa Ameixas francezas em caixinhas elegante-
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitos inglezes das melhores marcas em
latinhasde 2 libras a l,3oo rs. a tata,
dem inglezes craknel em latas de 5 e / libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lat, e era libia a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 3,ooo rs. cada um.
dem prato a 9oo rs. a libra.
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambem ha latas de 1 '/i a 6 li-
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
i Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguintes marcase
Mixde-Picies e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garra f
- pelq barato preco de 95
o par, seudo o um : a
m '!: : que ha no mercado : na rua da Imperatriz
1; i, !. 'Jama & Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
Mi pai a cama pelo barato preco de 55 cada urna
na roa da hnperttii n. 60, de Gama & Silva
As precalas do Pavo.
!ndom-se as mais lindas prccalas que tem vin-
rcado chegadas pelo ultimo vapor fran-
>'cz, pelo barato preco de MO rs. o covado, ditas
dc lisirinha muito miudinhas proprias para vestidos
o roupa: i meninos e meninas pelo birato preco
ie 500 rs. so Pavao rua da Imperatriz n. 60.
loja de 'Jama 4 Silva.
O* souteanbarques do Pavo
IOS <* i $ so o Pavo.
Vendem-se os mais lindos souteanbarques que
tem vindo nltimaineste de taiinha e caxemira n-
camente bordado- enfeitdos, cores milito delica-
das pelo barato preco de 103 e 155 ; fazenda esta
que em outras Has .se vendem por 205 o 255,
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fi!a de la preta para debrum.
Ven de la preta para debrum com 16
varas a 9o0 rs. a peca : na loja do beija-flor rua
do Queimado n 63.
Fitas de linho para bordar vestido.
Vendem-se fitas tie Unbo para bordar vestido
ou roupiaho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a p ; s quem tem loja do beija-flor
rua do Queimado numero 63.
Boloes de madreperola.
Vendem-se botoes de madreperola mais moder-
nos que tem vindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : so quem vende por este preco na
rua do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
I i ,)' velludo para bordar vestido.
Vende-se tita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a eca : s quem tem por este preoo a
loja do beija-flor da rua do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Ven Bl. de velludo preto bordada de di-
1 versos r' ;>:os mais modernos proprios para qua-
: na loja e armazem do Pavao a resma : quem tem a loja do beija-flor roa do
QueimvJ) a. 63.
Franja preta.
Vend
rua da Imperalnz n. 60 de Cama & Silva.
As ehitas do Pavo 9400 e
#HOO o corte.
\ eodem-Sfl cutes de chila com doze covados enfeita"
: le, ditos com dez covado- a 23'i00, fazen- tos que
da muito I )a, e qne nao dasbola, s na loja do Pa-; ru^ do
v.io ton esta pechineha 1 roa da Imperatriz n.:
'o d>' Gama a.siv.i.
Las de urna s eor.
Vendem-se laazinhas de urna s cor, sendo en-
carnada, azul, cinzenta, cor de caf, lirio claro, li-
no roto cor de perola pelo baratissimo preco de :
640 o (ovado, fazenda muite lina so o Pavao, rua
?. Imperatriz n. 60 loja e armazem dc Gama &
Silva.
Panno de linho.
Vende-se panuo de linho com 4 palmos de lar-
ri a proprio para lenccs, toalhas o ceroulas pelo
barato preco dc 640 rs. a vara, bramante de .linho
com 10 palmos de largura a 25500, algodaozinho
m ostro rom 8 palmos de largura a 15, pecas de
Hamburgo com 20 varas a 95. 105 e 113, llecas de
madapelio fino a 75500, 83, 95 e 105, ditas de
atgodaoznho a 65, 63500 c 75, e outras muitas
-..odas brancas que se vendem muito baratas
-'.i:u i% ijiurar dinheiro : na loja do Pavo rua da
imfwratrlk n. 60, de Gama & Silva,
O vnmaiiie do Pavo eom doze
palmos de largura.
vende-se bramante de linho puco, muito fino com
doze palmos de largura o melhor e mais largo que
d 23800
Silva.
a franja preta de diversas larguras para
pas ou manteletes os mais lindos gos-
le encontrar : na loja do beija-flor
ueimado n. 63.
Facas e garfos.
Vend j:n-se facas e garios de balance de 1 bo-
tao a 55500 a duzia, ditas de 2 botoes a 65400 :
na roa d: Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Vispuras.
Vendem-se vispont muito finas a 800 rs. : na
rua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Dminos.
Vendem-sa dminos muUo finos a 15200 e
13400 : aa [oja d beija-flor da rua do Queimado
n. 53.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a lafinha.
como sejamB F., PRR, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas de
muitas marcas, Porto, Lisboa e Figueira; a 16oo, 2,ooo, 2,5oo e 3,5oo rs. a caixa.
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do dem suspiros de Jos G. P. a 2,4oo a meia
Porto fino em garrafa, e em Cinada a caixa.
3,ooo, 3,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor Champagnhea melhor do mercado de 12.ooo
do Porto. a 24,ooo rs. o gigo, e de 1,2oo a 2,000 rs. a
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas garrafa. .
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa. Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho ma.
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafo. dem de peso pautado 011 lizo de 3,5oo a
dem com o garrafa de vinho da Figueira mais 4,ooo rs. a resma.
proprio para a nossa estacao por ser mais Matarana a 32o rs. a libra.
Grvalas de seda ateta e de cores a 320 reis: na
loja da roa dMadre de Dos n. 16.
O preeo convida.
de seda ateta e de cores a 3
i dMadredeDeos n. 16.
F1VELAW
de ac e com pedrat.
Nao eslava bem a aguia branca deixar ficar tao
grande parte de sua boa freguezia sem esas
apreciadas flvelas de aco e com podras, e por isto
apressou-se em mandar buscar o bello sonimento
que acaba de receber ; e bem assim as necessarias
fitas, cujos novos e bonitos padroes as tornam acra-
daveis aos olhos de todos t resta, pois, que os pro-
tendentes, munidos de dinbeiro, dirijam-se rua
do Queimado, loja d'agoia branca n. 8, onde tam-
bem ba bonitos cintos bordados com borlas, etc
Extmordinaiio sortimefito
de perfumaras.
A superioridade das perfumaras que a aguia
branca vende esl mcontestvelmente reconhecida
e isto confirma a grande extraccao que Ihes vao
dando os apreciadores do bom. A aguia branca
porm, tendo sempre em vistas o bem servir a sua
boa freguezia, Unto da cidade como do interior,
mandou ver o extraordinario sorlimento que aca-
ba de receber, vindo conforme suas recommenda-
coes, sempre da melhor qualidade, sendo :
Agua de Colonia em garrafas de diversos lmannos
e moldes.
Dita dita em frascos redondos e quadrados.
Dita dita ambreada em frascos verdes.
Agua ambreada para banhos.
Dita balsmica e dentrifice para conservado das
gengivase dentes e bom hlito da bocea.
Dita de flor de laranja.
Dila de rosa e dita de Florida.
Dita de lavander e toilet.
Dita de atheniense para alisar e segurar os ca-
bellos depois de atado.
Dita de Mallabar c Hoide para tingir os cabellos
Banha transparente e lafornesa.
Ditas finas em frascos de diversos moldes.
Dita dita era bonitos vasos de porcelana.
. Dila dita em latas,
vender muito o ganhar pouco, e dar extracejio ao Dita dita em copinhos, sendo creme, duqueza e no-
grande jJeposito que tem, que espera merecer a I mada imperial,
proteccao do respeitavel publico, empregando para i Bahuzinhos de vidro com perfumaras.
O Vigilante est alerta, nao Ibe era permettido
deixar passar desapercebido sem que nao dsso o
seu canto afim de anuunciar ao respeitavel publico
o grande sorlimento degalantarias do melhor gosto
propriamenle para qualquer mimo, que acaba de
chegar nesle ultimo paquete, assim como muitos
outros objectos que recebe por diversos navios,
tanto de sua conta como de consignacao, que est
resolvido a vender por precos moito baratos para
isso todas e as melhores diligencias para que fi-
quem satisfeitos : isto s no Gallo Vigilante, rua
do Crespo n. 7.
lucas porla-joias.
Cofre de muito gosto por
Caixinhas com 6 frasquinhos de cheiros.
Cosmetique (ou pomada) superfina.
Extractos finos e de agradaveis cheiros em bonitos
frascos.
165000 D!t0 franS'Pane> cheiro novo e mui agradavel.
Cestinbas transparentes, forradas de madre- |D,u> de sandalo.
perola por 185000 Esencias concentradas, com differentes e fimssi-
Lindas jardineiras 103000 n,os cheiros.
lticos cofres com camapheu 105000 < '*eite virginal para tirar sardas.
Lindas camnhas com pedras brancas lOiOOO
Lindo balao com calunga dentro tambem
para joias 163000
Tambalier para ditas 93000
Cestinhas idom idem 63000
Cosmorama idem idem 63000
l'rnazinha 65000
S no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ricos porta-bouqueles de diversos gostos e pre-
s : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ilicos siulos
com bolcinhas ao lado a 10, 12 e 155, ditos sern
bolea, porm do niesmo gosto, a 25300, 35, 33300
e 45, ricas flvelas avulsas para sintos, o melhor
que se pode encontrar, a 13300, 25, 25300 e 35 :
s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Cahazes on ceslinuas.
eos
Dito de cacao para amaciar a cutis e conservar-
Ule o lustre.
Macassar perola.
Oleo pbilocome superfino.
Dito de babosa.
Opiata ingleza c franceza.
Pos de coral e de Lubin para dentes.
Saboneles finos qnadrados e redondos.
Ditos finos em caixinhas de tres.
Ditos muito finos para barba.
Ditos creme de amendoa em vasos de vidro e por-
celana.
Torneo oriental de Kemp.
Vinagre aromtico.
Dito ou Icite d'ires para acabar as espiabas do
rosto.
E assim muitos outros objectos de gosto que na
compra dos quaes o pretndeme ser satisfeito
At que chegaram as desejadas cestinhas ou ca-' Pr de'?ar os *s na loja daguia branca, rua
bazes para as meninas trazerem no braco, o mais yueimaao n. 8.
rico possivel, a 25300, 35300, 4, 5, 7 e 105 : s JctS le
no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Penles.
Neste artigo tem um grande sortimento, tanto
para alisar como para atar cabello, o mais lindo
que se pode desejar, assim como de arregacar ca-
bello, tanto de borracha como de tartaruga, com
enfeile e sem elle para meninas: s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Pentes
Tambem chegaram os riquissimos pentes de
concha de tartaruga e de massa fina, que se vende
por 25, 3 e 33 : s no Vigilante, rua do Crespo
numero 7.
I.eqoes.
ltiquissimos lequcs de madreperola. tanto para
senhora como para mocinhas, pelo barato preco de
12 c 143 : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Miis Icijues.
phnntasia vindo
para a agnla branca.
A aguia branca recebeu novos e bonitos objec-
tos de phaniasia, alguns dos quaes nunca vistos
aqui, sendo :
Bonitos aderecos completos feitos de perolas falsas.
Ditos ditos de pedras, por cuja perfeicao e bom
gosto quasi se nao distinguen) das verdadeiras.
Lindas pulseiras de mosaico.
Dita dila dc perolas falsas tan'.o para senhoras
como para meninas.
Dita de chapa de cryslal com listas douradas.
Dita de. cornalina branca, azul etc., etc. \
Bonitos alfinctcs c anneis para grvalas.
Bonitos pentes de concha, obra de apurado gosto.
Outros travessos com pedras para meninas.
Bellas guarnicoes de pentes dourados, ornados
com caixos de uvas, feitos de aljfar, otafa su-
blime. ;
Outras igualmente bellas, todas de fino dourado e
com pedras.
Com pequeo defeito, leques de sndalo, por ba- Outras a tartarugadas, nada inferior a aquella,
ralo preco, a 83 e 105, chineze*, muilo bonitos, Voltinhas de aljfar branco e de cores com cruzes
laaibem por barato preco de i e 35, bentarallas | de pedras.
muilo bonitas tambem por barato preco de 4 e 55,
leques de charo lambem por 45, tudo isto para
acabar, perdendo-se taivez 80 0|0 : s no Vigilan-
te, rua do Crespo n. 7.
Pulseiras.
Lindas pulseiras de conlas e de missanga, cores
muilo lindase de muito goslo a 13 e 13200.
Para segurar manguitos.
fresco a 2,4oo rs. com o garrafo.
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafo.
Vinho branco o mais superior que vem ao I
nosso mercado a 56e rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
Milho alpista e painso de IGo a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de 4 a 10 libras vastos, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualquer liquido de l.ooo a
ero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-! 3,ooo rs. cada m.
xa ter grande abatimento por haver | Licores das melhores marcas e mais finos
grande porco. a 1,00o rs. a garrafa e em caixa ter abati-
Azeite doce era barril muito fino a 64 rs. ment.
a garrafa e 4,8oo a caada. Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa. e lo,5oo rs. a caixa.
Ervilhas francezas e purtuguezas a 64o rs. a Chouricas as mais frescas do mercado a 800
Esses e outros muitos objectos acham-se a venda
na rua do Queimado, loja da aguia branca, n. 8.
GRANDES l BONITOS
espelhos dourados.
A aguia branca em rontinuaeao de suas encom-
mendas maudou vir, e acaba de receber grandes
, espelhos dourados com mui bonitas e modernas
Tambem chegaram as ligiiinhas eslreilinhas de molduras, e vidros de primeira qualidade, vista
borracha que as senhoras tanlo precisara para se- do que o prclendente que sabir do casa munido de
gurar os manguitos por ser minio commodo e mui- dinheiro e com disposicao de o gastar na compra
de um desses bonilos espelhos, dirigir-se rua
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8, quesera
bem servido. Tambera ha espelhos quadrads sor-
tidos em tamanhos, e com molduras douradas.
to barato, a 320 o par: s no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Sapalinhos c meias de seda.
Biquissimos sapalinhos de seda e de merino en-
feitdos, assim como meiaszinhas de seda, gorra-
zinhas e touquinhas para as criancinhas se bapti-
sarem : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Canelas.
Biquissimas carretas de madreperola proprias 0,6 POrCC/MUl C eSCQrrtt"
para qualquer presente, pelo baratissimo preco de ,
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,ooo js. a arroba.
Botijes com 10 garrafas de azeitedocea
505oo.
Caf de 1.a, 2.a e 3.a qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. alibra, doCear de8,5oo, 8,7oo, Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
e 9.000 rs. a arroba do melhor. 1 Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Vrroz da India, Java e Maranho de 2,8oo a Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Commho.a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo Erva doce a libra.
rs. a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l,2oo rs. o frasco.
Scrveja das mais acreditadas marcas a
6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs a garrafa
dem em botijas e meias, sendo preta da
muito'creditada marca T de 6,000 a 7,8oo
rs. a-duzia.
Vende-se em barril por menos do que em oulra
quaiquer parte, para fechar conta : no armazem
de J. A. Moreira Dias, rua da Cruz n. 26, onde eo-
conirarao as amostras.
l'cijdo a$
Vendem-se saceos com 22 cuias de feijao mulali-
nho e rajado : na rua da Madre de Deosns. 5 e9.
Machinas para algodiio.
Vende-'1 urna machina para descarocar algodao
e um rnctor cera todos os pertcnces para trabalhar
com Son miles; a qaal descaroca 120 arro-
bas de lo por dia, sendo moito maneira no
trabalho e de mni fcil transporte para o centro
tem vindo ao mercado pelo barato preco d
r.-..3 vara ; s na loja do Pavao de Gama &
;ua da imperalnz n. 60.
As precalas do Pavo.
Vondem-M as mais lindas analas qua tem vin-
^V^,?^r^e^rn^ "iUmV2Vv hVlm- eHaacha-se montada eo comprador pode ver o
VA > barato preco de 600 rs. o vado, ditas de lis- seu trab; regaba* se sarante
rrinha muito miudinhas proprias jara vestidos el ,, onle^lS^f^r?' descaronar
^I^Tpt^0n^^'l^UaH.,0 La?- P^\*W ** a braco, de diversos lmannos
so o Pavao a rua da Imperatriz 60,! tanlo americanas como inglezas, as quaes descaro-
!c*j'* di; 'i.iiiia i\ oliva.
Os J)ali3es do Pavo.
Vendem-se crinolinas ou bales de .'0 arcos lan-
brancos como e cies. sendo americanos que
melhores por se niio qsehrarem a 35300 e
de 'I.' arcos a 4-3. ditos de mus m babados
'3. ditos para menina a 5e3 : na loja du Pa-
>. i ua da imperatriz n. 00, de Gama e Silva. _
O Pavo vende S&
adem-sc os mais lindos cortes de vestidos a
Uari.i 'ia, com lindas harpas de seda, sendo che
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha dc Franca a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Mestarda ingleza em.p a 10 o frasco.
Cebollas a 8# a caixa e 1,2oo rs. o molho.
Canella a l,ooo rs. a libra.
Vassouras de piassaba de dous arcos dc fer-
ro a 32o rs. cada urna.
Latas com banha refinada com 10 libras <
4#5oo.
IFfiHMS
cam de 2C 60 arrobas de. algodao "por dia con-
forme e tam.anho ih machina, naranlindo-se tam-
bem o resultado de cadauma. Todas ellas seacham
montad?.- na fabrica da travessa do Carioca n. 2,
do Ram :. onde os compradores podem se
dirigir pira ver l sen trabalho e tralar sobre seu
w.
r;S
h
Salitre refinado, superior qualidade, vinho Bor-
i pel ultimo vapor francez pelo barato preco deaux, deferentes qualidades, mais barato que em
cada um : sna loja do Pavao rua da Impe-; qvilquer pane : no armazem dc E. A. Burlcjc
ratrii a. 60, do Gama & Silva.
C, rua da Cruz n. 48.
:i
FAZENDAS BARATAS
FAZENDAS BARATAS
nm mu m ima m Unma
Ricos vestidos brancos bordados a 105 e 125-
BalSes inglezes de arcos e croch a 33. 45 e 55-
Camisinhas e manguitos muito bem enfeitdos a 35-
Grande sortimento de laazinhas muilo boas a 360 e 400 rs.
Soutcmbarques e capas de seda, merino e cambraia bordada.
Bramante de linho muito largo a 25-
Organdvs e cassas francezas finas a 480 rs.
Cambraias lisas, fil de linho liso, cambraia de salpico.
Lindos corles de laa Maria Pia de 85 a 1S5.
Mimosos vestidos japonezes a 145-
Variado sortimento dc chales em qualidades e precos.
Musselioas brancas com pinta de cor.
Grosdenaplcs pretos de 15000, 15800 e 25-
Lencos de cambraia bordados a capricho a 15-
lladapolo barato a 5#800.
Vende-se madapolao bom e-perfeito a 55800 a peca com 20 taras.
Todos estes arligos e outros muitos se vendem por precos que admirara ni m d Crespo
numero 1.
Defronte do arco de Santo Antonio,
1preco1
15o00e25.
Voltinhas.
Lindas voltinhas dc perolas falsas com cruzinhas
fingindo brilhanies, assim como cruzinhas avulsas
e voltinhas, pelo barato preco de 13 e 15200, as
cruzes avulsas a 400 rs. : so no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Goliohas.
Biquissimas goiinhas e manc.iitos. o melhor gos-
to possivel, a 25, 25500 e 35: s no Vigilante,
rua do Crespo 11. 7.
Enfeiles para senhora.
Biquissimos enfeites com laco e sem laco c de
outros muilos gostos a 15, 15300 e 35 : so no Vi-
gialnle, rua do Crespo n. 7.
Trancelins.
Lindos trancelins de cabello para relogio ou lu-
netas, pelo baratissimo preco de 15500, ditos de
relroz a 200 rs.
Itabadinhos entremeios.
Biquissimos babadinhos eutremeios com lindos
desenhos lapados e transparentes, pelo barat ssimo
preco de 15200, 13300, 25 e 35: s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Casca rrilhas.
Grande sortimento de cascarrinas de diversas,
larguras, assim como galaoznho e tranclnhas pro
prias oara enfeites : s no Vigilante, rua do Cres
po n. 7.
Fitas.
Grande sortimento de fitas de diversas larguras
deiras de vidro
A aguia branca tambem mandou vir bonit is jar-
ros de porcellaua dourada e de diferenles tama-
nhos ; assim como escarradeiras de vidro, objectos
esses sempre necessanos para o bom aceio das sa-
las ; resta somente que o comprador dirija-se cora
dinheiro loja daguia branca, na rna do Queima-
do n. 8, onde ser servido com agrado e sinceri-
dade.
de la para domen e spahera.
A aguia branca, na rua do Queimado n. 8, ven-
de mui boas meias de laa para homem e senhora,
e pretas de laia e de seda para padres.
No armazem le fazcndas baratas de
Santos i.'ot'lh, rua do Queimado, n.
19, vende seo seguinte*
Attenco.
I ^chincha
Pecas de algodao com urna pequea avaria pelo
baratissimo preco de 55-
Cobertas de chita da India pelo baratissimo preco
de 25 e 255OO. ^
Lencoes de linho pelo baratissimo preco de 25.
Lencoes de bramante de linho lino pelo baratissimo
preco de 35200.
varas a 25: s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Fitas de la
largura pelo
baratissimo precio de 15 a vara.
Bramante de linho lino com 10 palmos de larsura
a 25300 a vara.
Fitas de laa de todas as qualidades, proprias pa- Atoalhado adamascado proprio para toalha de mesa
ra debrum de vesudo a 700 rs. a peca : so no \ 1- pe|0 baratssimo pre de 2000 a vara
gilacrte, rua do Crespo n. /. Pocas de cambraia de forro a 260 e ;(52o0
Ricos CSpeillOS. Toalhas alcochoadas proprias para raaos a 55 a
Biquissimos espelhos com moldura dourada e duzia.
sem ella de 83, 10, 12 e 14-5, assim como cora co- i Esleirs da India, proprias para forro desala
lumnas de differentes tamanhos a 25, 3, 4. 5 e 65: de 4.5 e 6 palmos de largura,
s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Lindos jarros e figuras.
Biquissimos jarros c figuras de porcelana fina
para enfeite de sala, sendo o melhor goslo que aqui
tem apparecido : s no Vigilante.
Para pos de arroz.
Biquissimos vasos com boneca para pus de ar- .Que tem vindo ao mercado, tanto em gosto como
roz, cousa de muito gosto a 15500 e 25. assim co- \ em qualidade da fazenda, pelo baratissimo prefo
mo pacotes s com os pos a 320 rs. cada um : s de 560 rs. o covado.
Ricos cortes de la de barra Maria Pia a 195-
Pecas de cambraia de salpicos pelo baratissimo
prego de 45-
GAZ GAZ GAZ
por preco rednzido.
Vende-se gaz da mellior qualidide
Cortes dc calca de ganga amarella de lislras e
de quadros, pelo baratissimo preco de 13200 o
corte.
Cambraia adamascada com 20 varas, propria
para cortinado, pelo baratissimo preco de 10*00
a peca.
Ricas laazinhas para vestido, fazenda a melhor
no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Perfumarlas.
Grande sortimento de exlraclos e Lanhas. poma-
das, assim como os lindos copos ou vasos com dis-
tinciivoi e offerecimentos s sinhazinha,, dos me-
lhores e mais afamados autores de Paris o Ingla-
terra, assim como os grandes copos de banha japo-
nesa a 25 e a 13 assim como outros objectos aue -'.I"j^ ia-I'"!-^'"^'' ZmITTI. .<
nao possivel por boje annunciar. e avistados Pre;ode IWpor lata de 5 galoes: no ar-
freguezesse far todo negocio : n?. Iota 0 Gallo mazem do Caes do Ramos n. 19 e roa 00
Vigilante, rua do Crespo n. "
pelo
Trapiche Novo n. 8.
ILEGVEL


l*ri4e
tu felrn t fe Mnho 4c t*4.



V
NIAO HRCANTIL
RA OACADEIA DO RECIFE 53.
NOVO E
GEAMDB ABH4ZSH DE MOLHADOS
RA DA C1REI1 DO RECIFE IV, 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na roa da Cadeia do Recifen. 53, om grande e sonido armazem de molbades de
nomiaadu Untas Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeitavel publico um completo sortimenio dos melbore
ceoeros que wm ao mercado, tanto esuaogeiros, como nacionaes, os quaes serlo vendidos em por(oes ou a retalbo por precos assi
gommodos.
Manteiga ingleza especialmente escolhida Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garr afa e
de primeira qualidade a 800 rs. a libra,
em barril se faz abatimeoto.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
1,5200 a caada.
Azeite doce refinado em garrafas brancas a
800 rs.
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
ou meio. 44800 a caada.
Prezuntos inglezes para fiambre, de superior Geneora de HoHanda a 500 rs. o frasco e
qualidade, cbegados oeste ultimo vapor, a 5800 a frasqueira.
720 rs. a libra.
Queijos Qamengos chegados neste ultimo
vapor a 20800.
Queijo prato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Castanbas muito novas a 120 rs. a libra e
e 3,5000 a arroba.
Cha oxin o melhor que ha neste genero,
mandado vir de conta propria a 2$800
rs. a libra.
Cha tiyson muito superior a 25560 rs. a li-
bra ; cha hyson proprio para negocio a
i 1500 rs. a libra.
Cha preto moito superior a 23 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differenles
qualidades, como se}am craknel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras mu tas marcas a 10350.
Bolachinha de soda em latas grandes a 24.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a i #500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 1(5 e 25 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 500 rs. a libra e 34 um quarto;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas fraocezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 18$o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades, Genebra de laranja em frascos grandes a 1*.
que se pode desejar de 70500 a 8#000 a, Cerveja branca e preta das melhores marcas
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas estampas na caixa exterior,
moito proprias para mimo, a 1)51200,1(J500
e25.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
1*200.
Marmelada. imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, em latas de 1
2 libras a 600 rs. a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ba em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca mlle a 400 rs. a libra.
Avellas muito novas a 200 rs- a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Maclas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada om.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 fs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 1(5200 a libra.
Chocolate hespanhol a 10200 a libra.
Sardinhas de Nantesa 340 rs. o quarto e 56C
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : savel, corvina,
vezogo, cberne, linguado, lagosinba, i
10300 rs.
Salmao em latas, preparado pela nova arte
de cozinha, a 800 rs.
Macaa de tomtes em latas de 1 libra a 601
rrs.
Cbouncase pais em latas de 8 emeia libra
por 70.
Toucinbo de Lisboa a 320 rs. a libra t
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 401
barrica.
I Sag muito novo a 240 rs. a libra.
a Cevadinba de Franca a 200 rs. a libra.
Farinba do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs, a libra e 30 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 40860 a arroba-
CLIRIII
COMMERCL1L
RA DO QUEIMADO W. 45.
Passando o becco da Congregacio segunda casa.

NOV1BABE
?g?gg **mmmf*~ QfVmmMMm pe, ubella BJL+i ; garaute-se o^S
" Maranhao.da India e Java a60, 80 Chouricas e paios muito novos a 800 rs.
e 100 rs. a libra e 1*800 a 2*600 e 30
a arroba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a
10200 e 10600 em frascos granees a
20500.
dem em caixinhas elegantemente enfeHadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 120000,10400, 10600 e 20.
Amendoas com casca muito novas a 280 rs.
a libra.
Batatas moito novas em gigos com 40 libra Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
que ha no mercado a
59800 a duzia.
500
a 109 a duzia. e 900 a 10 a garrafa; deste! Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguintes qualidades:
por 10500.
Cebollas a 10 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, propriepara negocio, a 80.
Arroz do Maranhao a 100 rs. a librae 20800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 *
arroba.
Vellas de spermaceti a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixao.
Macarrao, talharim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
rs. a garrafa e | Estretlinba, pevide e arroz deaoassa para sopa
a 600 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba. _
Azeite doce francez muito fino em garrafas. Genebra de Hollanda verdadeira marca
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 640 rs. a garrafa.
libra.
Cevadinha de Franca muito superior a 220
rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a \ata.
dem seccas muito novas a 200 rs. libra.
Figos de comadre e do Douro em caixinhas
de oito libras e canastrinhas de 1 arroba i
10800, 50500 e 280 rs. a libra.
Farinba do Maranhao a 160 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
VD
Palitos do gaz a 20200 rs. a grosa.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a til n.
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo_a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de ueite e
muito novo a 640rs.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 30 10o
dem prato.
^al refinado em frascas de vidro a 600 rs.
tada um.
Sardnbas de Nantes a 360 rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra,
Toucinho 6e Lisboa a 320 rs. a libra.
libra.
Avelaas moito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
10300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 20 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri-
quinba e a 200 rs. a libra.
Banha de porcor efinada a 440 rs. a fibra e
eembarrila 4C0 rs.
Cb hysson, huebin e perola a 10600,
20500, 20800 e 30000 a libra,
dem preto muito superior a 20000 a fibra.
a 560 rs. o frasco e 60200 a frasqueira.
dem emgarrafes de 3 e 5 galios a 50500 Tijolos de linkoarfacasa 140 rs.
e 70500 cada um com o garrafao. i Vellas de carnada pura a 360 rs. a libra.
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs.a duzia. dem stearinas moUo superiores a 600 rs. a
Licores muito tinosa 700rs. a garrafa. libra.
dem, qualidade especial e garrafas muito Figos em caixinhas enticamente lacladas
grandes, a 10800 rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi-
dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de pouco a 960 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
dem franceza muito nova a 610 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a libra.
Cerveja preta e branca, das melhores marcasI dem em lata a 640 rs.
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa Marmelada imperial dos melhores conservei-
genero ha grande porco e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Dooro, D. Loiz,
Camoes, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figoeira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30500 a caada.
Vinho branco de soperior qoalidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Palitos de dente lixados com flor a 200 rs.
o masso, ditos lixados sem flor a 160 rs.
o masso com 20 massinbos.
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames Gomma de engommar moito fina a 80rs.
e de outras muilas marcas a 10 a garrafa I libra.
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e
90 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a
400 rs.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra e
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, de
10600, 20 e 30.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes, | Presuntos do reino, vindos de conta propri
a 10 cada om.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
e 50800 a duzia.
Cognac inglez fino a 900 rs. agarrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750/s.
Charotos dos melhores fabricantes da Baha
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800,
20000, 20200, 20500, 20800, 30000 e
30500 a caixa.
Cafe do Bio muito superior a 280 e 320
rs. a libra e 80500 e 80800 rs. a arroba,
dem londrino chegado no ultimo vapor a
900 rs. a libra.
\ Cartoes de bolinhos francezes moito novos e
muito bera enfeitados a 700 e 600Jrs.
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas finas para sopa : estrellinlia, pevide,
rodinhas e letrianhas a 600 rs. a libra c a
40 a caixinha com 12 libras.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparado pela primeira arte
de cozinha a 10 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
Amendoas confeitadas a 900 rs. a libra.
Doce de goiaba em latas o melhor possivel a
20 e em caixo a 640 rs.
de casa particular, a 400 rs. a libra; intei-
ro se faz abatimento.
a 10600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam: Velho de 1815, Duque do Porto.
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Marta Pa.
Bocage, Chamisso e oulros a 800, fcQ e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e100000. *
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa c -30, 30SOO
e 40 a caada.
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julen a 700
e 800 rs. a garrafa, c 70000 e 70500 rs.
a duzia.
IdemMorgauxeChateauluminide 1884, a !>
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima mencionados te-
mos grande porcao deoutros que desmos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em porces como
retalho.
Quem comprar de 1000000 para cima te-
I r o abate de 5 por cento.



Gssenhore que comprarem de 1000000 para cima, ter5o o descont de 5 por cento, pelo prompto pagamento.
Cal de Lisboa c potassa da
Rnssfo.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 26, para
onde se inudou e amigo e acreditado deposito da
rcesnia ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendera a preco mais barato do que
ara tgual Yendem-se ?po para acougue, para ferr i-
ro, *;ic. : na ra do i'alacio d Bispo, primeiro si-
tio do lado esijuerdo. ,
Vende-se
a loja de calcados da ra da Cruz n. 41, sendo
esta bem afreguezada e em bom local : a tratar
na mesma loja com o proprio dono pois este tem
de retirar-se a tratar de sua sade.
A ttenedo.
Vendem-se estalos para sortes de Santo Antonio
e S. Joao a 50 rs. a duzia : na ra da Palma n. 11,
taberna. J
VENDE SE
urna pequea taberna em um dos arrabaldes da
freguezia da Boa-Vista : quem pretender, dirija-se
ra da Imperatriz n. 74, que ahi indicar o lugar
da dita taberna.
Vende-se no armazem da ra do Trapiche
n. 48, de Monhard & C, vinho superior de Bor-
deaux chegado ltimamente.
Aflenco
No armazem de mol hados, ra do Imperador n.
14, esquina da Iravessa do Ouvidor, veade-se man-
teiga inglet muito boa a 800 rs. a libra, dita um
pouco mais baixa a 700 rs., arroz de Java a 100
o 120 rs. a libra, dito da India a 80 rs., vela de
espermacete a 560 a libra, massas para sopa a 40h
rs. a libra, e outros vveres por precos muito cem-
modos.
i Vendera-se os terrenos de marinhas ns. 40 e
40 A do caes do Capibaribe : a tratar na ra da
' Imperatriz n. 63, 2 andar.
Vende-se a taberna sita
Novembro, com gneros ou so
tar na mesma.
no caes de 22 de
a armacao: a tra-
Ria da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P. Johnston C,
sellns e silhoes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fo de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavallos. e relogios de
ouro patente inglez.
Vinho verde de Bastos.
O melhor que tem vindo a este mercado, em cai-.
xas de duzia : no armazem de Jos Joaquim Lima ma andar cm sambas, e as vezes embnaga-so bas-
ESCRITOS FGIDOS.
ATTENCO
Acha-se fgido o escravo de neme Faustino, de
idade 40 annos, pouco mais ou menos, cor fula, At-
ura regular, grosso do corpo, bem eppadado, bar-
bado, e j com alguns cabellos brancos na barba,
bracos e pernas grossas bastante cabelludas, ten-
do as pernas arqueadas, porm nao muito, cosiu-
Uairo, a roa da Cruz n. 18.
Alenvao
Pechincha.dinheiro vista, algodao com pequeo
toque de avaria, a 45, 4500, 35300 e 65300 a pe-
ca, formas de folha para bolos de varios tamanhos
por commodo preco; na ra do Queimado n. 14.
tante por gostar muito de beber : perianto roga-
se s autoridades policiaes desta e das provincias
limitrophes, que o facam apprebender c leva-l a
sen senhor o major" Antonio da Silva Gusmao, na
ra Imperial, assim como roga-se aos eapitaos de
campo a apprehensao do dito escravo, que Mto
1 bem gratificados.
DOS PREMIOS DA ULTIMA PARTE DA
Zi E 11 DA O.
LISTA GERAL.
LOTERA, CONCEDIDA PELAS LEIS PROVINCIAES NS. 370 E 402, PARA A IGREJA E CONTESTO DE NOSSA SE.MIORA DO CARMO DO RECIFE, EYTRAHIDA EM 1 DE
JUNHO DE 1864.
N8. PREMS. NS. PHFMS. NS. PHEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PKEAIS. .ns. payen. 8. i*Ht.>i6. i\S. PREMS. NS. PREMS. NS. PUEMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS
1 5* 187 35 365 55 537 55 733 35 922 55 1088 55 1247 55 1426 55 1575 35 1731 55 1894 55 2057 55 2244 55 2411 55 2553 55 2762 55 2922 55 3105 55 3268 55
1 91 68 38 37 24 95 50 33 81 40 95 59 105 45 15 56 105 65 25 12 70 105
10 92 70 39 105 39 49 97 54 34 83 41 97 60 205 47 16 _ 60 55 70 35 105 18 _ 71 55
14 93 71 49 oi 42 205 50 98 56 35 86 _ 42 1901 62 35 49 18 63 74 42 55 21 ^. 72
16 200 75 105 54 44 55 53 99 63 105 37 91 43 7 _ 73 54 21 66 76 82 44 23 M^ 77
ii 1 79 55 55 46 54 1104 66 55 38 92 _ 44 9 75 _ 55 22 71 45 26 _ 78
ii 6 82 57 49 39 5. 70 43 94. _ 46 10 76 ^_ 63 23 ^ 74 mm 84 47 ^^ 30 85
)1 8 84 62 51 61 105 11 71 44 96 _ 48 16 83 1005 69 24 105 76 ^_ 86 48 __ 34 --- 86
41 18 85 ^ 72 54 67 55 12 73 47 99 _ 54 17 89 35 71 26 55 77 __ 87 _ 53 j^ 41 ' 89
43 20 ^~ 87 79 61 68 13 78 52 1602 59 18 90 74 30 205 80 89 _ 58 ^_ 42 --- 92
46 21 90 80 63 69 14 84 53 3 9 10 11 12 17 24 62 20 92 _ 75 32 55 83 _ 90 _ 59 ^^ 44 --- 93
48 22 92 84 64 70 15 85 56 63 21 96 1005 79 34 88 _ 91 ^^ 61 _ 46 99
53 23 ~ 93 mmm 89 65 81 21 88 57 65 22 1102 405 92 37 _ 89 94 ^^ 65 _ 47 3300
39 29 96 90 68 84 25 93 59 67 24 13 35 93 39 105 91 _ 96 ^^ 67 _ 56 1 .
63 35 ~ 97 92 5:0005 69 85 33 98 62 75 23 14 95 43 85 94 _ 97 _ 68 59 8 __
64 36 98 93 105 79 105 88 37 1300 64 81 27 15 ^^ 97 __ 47 2607 2801 _ 73 66 9 _
65 10* 37 402 94 35 82 35 92 42 3 65 83 MP 29 24 mm 2305 __ 52 gp 12 __ 2 _ 76 _ 68 --- 13 __
66 5* 41 8 97 83 93 4G 4 72 29 86 33 27 ^ 8 56 __ 16 _ 3 ^ 84 _ 69 16 a
73 43 14 602 84 94 49 9 73 30 88 35 28 29 9 60 ^_ 25 __ 4 ^ 86 ^_ 70 --- 19 _
75 47 15 3 96 95 53 10 74 33 89 --- 37 13 62 __ 30 8 M 88 ^_ 75 21 ---
77 55 17 4 97 205 1001 58 14 75 36 91 42 30 14 66 __ 34 11 __ 89 __ 78 22 ---
82 60 19 ~~- 7 105 800 405 7 60 16 76 39 92 46 34 15 67 __ 36 12 _ 90 ^ 80 23
84 62 2l" 13 35 4 55 8 61 .22 77 40 94 --- 55 40 17 68 _ 42 13 mm 91 ^_ 81 25 ---
86 68 22 23 10 11 205 62 25 79 44 93 --- 61 42 ^m 18 _ 69 __ 50 14 _ 92 ^ 83 26 ---
90 69 25 25 11 15 35 63 29 80 49 1801 __ 64 47 _ 22 72 mm 52 15 ^ 94 ^_ 85 27
94 79 28 30 13 16 65 105 30 83 52 3 __ 66 51 _ 29 74 __ 55 .17 _ 97 ^m 89 28 ---
98 81 205 29 31 205 16 25 66 55 32 86 56 _ 3 68 57 ^ 30 76 62 20 --- 3004 __ 90 30 ---
102 105 82 35 32 33 35 19 26 69 37 205 89 57 _ 6 74 58 , 31 77 __ 64 205 24 _ 6 __ 92 33 ---
4 55 90 35 43 23 27 72 41 35 1503 63 ^p 8 --- 76 63 1 33 80 65 55 25 8 __ 94 --- 38
6 91 36 44 405 26 29 105 73 42 7 65 __ 15 81 68 , 36 __ 83 68 29 9 _ 97 --- 39
9 105 92 44 49 55 32 32 55 76 43 9 68 _ 18 90 -~ 73 _ 39 mm 85 70 _ 35 405 10 98 --- 41
11 - -a 96 45 50 33 205 36 82 44 12 69 19 92 74 __ 43 _ 86 72 3005 40 55 11 --- 3202 ~ 42
12 97 50 51 36 55 37 83 45 22 73 1:2005 22 "~ 95 _ 75 1005 48 _ 89 73 55 41 12 --- 3 44
14 301 52 53 39 43 83 46 24 78 55 27 98 M 77 55 49 _ 93 _ 75 43 _ 13 5 --- 45
21 11 53 60 41 44 91 53 32 82 10 2000 __ 79 50 95 _ 78 45 mm 19 7 48 ---
22 13 58 61 - 45 __ 46 105 93 54 33 4 _ 29 2 82 53 97 ^ 79 46 ^_ 23 14 49
26 18 59 64 48 205 48 85 98 55 35 85 _ 30 5 85 35 99 .^ 87 ^^ 49 27 18 50
27 22 60 69 53 35 49 1201 58 42 87 _ 31 7 86 57 1500 ^_ 88 _ 51 28 --- 22 --- 57
33 24 64 71 54 53 3 61 43 88 205 46 -- 8 89 58 60 2 _ 89 __ 53 31 --- 24 62
39 25 65 75 63 55 5 62 48 1005 93 55 48 13 6005 55 94 105 3 98 63 32 --- 28 66
46 26 70 83 65 86 6 105 65 51 55 94 49 --- 14 2203 66 85 19 - 2700 105 66 33 29 70
42 28 72 105 85 7 57 9 35 67 52 -r 95 _ 54 105 15 6 7 12 70 U 1 55 71 37 ""- 30 --- 71 V
3! 30 73 5# 89 105 71 _ 56 .j 12 85 53 99 57 85' 16 18 ^" 71 _ 24 3 73 50 32 --- 75
54 31 77 92 35 .72 Mi 3 13 _ 86 54 1700 0 73 mM 20 4 75 60 33 74
56 32 85 93 74 _ 64 14 __ 89 55 i 4 10 14 __ 81 30 5 81 62 34 75
61 34 87 701 ^_ 79 u 65 20 2051 90 56 3 5 ' 25 21 __ 87 405 31 6 83 65 35 79
62 35 90 4 80 _ 7i _ 22 35 94 57 5 66 _ 31 ^^ 22 88 85 34 15 84 86 41 81
68 39 - 92 5 MB 88 _ 72 _ 24 1402 60 9 205! 85 105 66 32 M 23 89 35 30 85 88 _J 42 3
71 40 501 8 _ 93 _ 73 _ 27 ^^J 4 61 10 71 33 __ 25 m 91 36 32 86 Mj 9 49 m '"
72 41 11 9 A 95 105 76 29 a_ 11 62 11 74 37 26 3* 91 M 35 90 91 51 H m m ^~
73 46 17 12 MI 900 35 77 _ 33 _ 12 _ 66. M 17 85 80 42 28 93 405 40 41 99 93 54
74 49 20 14 4 80 _ 34 _ 13 67 105 18 84 " 45 29 94 55 41 48 2901 --- 98 57 91 t*
71 52 13 25 i 7 ._ 83 ^^ 36 22 09 5 20 _ 85 " 48 105 35 6 42 80 3 99 59 W
7 3 18 27 105 9 ^ 84 # ^ 37 23 _ 70 24 88 51 55 39 1481 45 60 8 3103 65 83
84 __ 4 31 31 55 14 405 86 3 25 n 90 h 93 52 43 8 - 50 61 15 4 67 94
0 crrrfo. Settt iano Jote' d Mo tra. Pem .-T H>. de Jf. de j Fariai -, Filho-** 4.

*


Diario de Perunbnea Mulata lelra de fnnho de 1 ft4.
\
LITTERATRA.
Harpejos da moeidade pelo Sr. A. de Sou-
rapinto, e poesas pelo Sr. A. Angosto
Sieudonoa.
i
Do amor, o ciume
Vem. qaal urna sella
Seu peito ferir ?
H >ejos e Poesas! duas palavras que, na poca
actual do eleve e haver, sam mal a um numero
consideravel de espritus, mas que tambem (eem o
poder de despertar emoulras profundas e cor-
deae> sympalhiM orvalliadas de magia o contenta-
menlo.
E' que aquellas palavras despertara a imagina-
i,fio. rejuvenecen) o engenho, aquecem a aculdade
sensitiva, e lembram os dogmas sacros da f e es-
ptttnca, do enthusiasmo e crenga, que, em todos
os tcnipos symbolisam sonhos vagos e infinitos de
largas aspiracfof, desejos frvidos de santas e infl
naas ambiges, e xtasis inefaveis em que oespiri-
10 da moeidade so embala por sitios deleitosos e
formosissimos tintos das cores acarminadas de
urna aurora esplendida, ou dos magos palores de f ^oi cn'o esta, n'uma tarde amena
doi .-ul merencorio. I Que eu a Pa,lia deixe <*> meus amores !
E'^as duas palavras, porm, significara mais do i O astro rei, do da o oberano,
que esse sentimento vivo e instinctivo do bello, | Que presidir ao wundo com seu brilho,
recordages do passado juvenil, e contemplagoes J reclinava a magestosa fronte
vagas pela arte ou pela natureza magnifica de um Do ocano ras tranquillas aguas ;
Como nao encanta menos o canto do Sr. A. A.
de Mendonca pag. 76ALua-repassado de sua-
ve e maviosa melancola.
Formosa la, que vagas
Solitaria pelo cea,
E d'almo fulgor alagas
Da noute o cerrado vu;
Que sobre nossas campias .
Melanclica reclinas
O teu paludo luar ;
Que vagarosa passeias
Por cima destas montanlias
E muitas vezes te banhas
-as aguas do nosso mar.
Nao nos podemos furtar transcribi de mais
algumas estrophes do volurae do Sr. Pinto, como
sejam as da pag. 73Saudades-
Mas com--eus brandos raios ia, ainda,
Dour* o cume do arvoredo ao bosque,
solo opulento.
EsMS duas palavras que alii deixamos escripias
significara os esforgos de dous talentos que se an-1E area do regato crystalino,
DOW iam intrpidos e esperanzosos do futuro; essas,^01" enIre a relva a desusar sereno,
dus palavras significam o apparecimento de jfew
livros de poesas umHarpejos da mocidad "Telo
Sr. A.deSouza Pinto; ooutroPoesas p<*Sr. A.
Augusto de Mendonca.
Nos dous livros que temos antf os 'nos. humil-
demente coufessamos, nao Ihe procuramos o cam-
panudo das lettras, nao lli" pesamos as libras,
oncas e oiiavas, nem no^obrou espago para arre-
gimentarmos as colnnas arithmetcas ao sabor
dos vcndelh.oes ap-limados aos balcoes, ou dos lei-
loeiros (jue se /gaoam nos pregues encarecedores
d;-.. tazenda-- expostas arrematacao.
Ao cor-1'ar'0: cem os dous pequeos volumes
que t 1US aDte os olhos, muita attengao prestamos,
m*. foi ao sentimento e ao accordo de pensar com
'filustre autora da Allemanlia e Corna, quando diz
que ;lodos os homens cumpririam com os deve-
re da vida, se em qualquer genero forcejassem
por assigualar a sua passagem na trra empreen-
denoo realisar urna idea.
Depois tendo apenas de memoria os principios
cap es do bello, apreciamos os movis que insti-
ga-Mm os escriptores dos dous pequeos livros bap.
asados de Hirpejos e Poesas, annotando-lhes os
i [os subidos do talento, deixando-nos commover
onde deparavamos o gosto junto experiencia e
ponda do espiilo, a corrergo aprendida com es-
ludo : reflexao, e linalmcnle deleitando-nos com o
estylo, visto ser elle o resultado da imaginago
viva e '.'cunda, do gosto apurado, e equilibrado
mili-cimento dos segredos da milago natural
addn-ionado ao emprego de todos os recursos do
processo plaslico obedecendo concepcao ideal.
III
S,' portante. 6 verdade, que, como diz um erudi-
to, a inspiragio lem por carcter o enthusiasmo,
que e acompanbado dessa coramocao poderosa que
faz sabir a alma do seu estado ordinario e subalter-
no, e desenvolvo nella a parte sublime e divina de
ua natureza; nao lia duvida alguma de que, tanto
nos Harpejos do Sr. A. de Souza Pinto, como as
f fas do Sr. A. Augusto de Mendonga, se depa-
rara rom varias prodceles poticas repassadas do
mais vivo sentimento, gosto e inspiracao, e que,
po'lemo-lo dizer, ptimamente servem para nos
indicar no presente os futuros progressos dos dous
vales de que nos oceuparaos.
E' assim que o Sr. A. Augusto de Mendonca,
pagina 18 do seu volume de Porcias, Lesigla Do-
nati!, se exprime com elevada inspiracao :
Solquedepois de nebulosa noote,
Com deslumhrante luz alarga.o mundo;
Ntida estrella, que mais linda fulge,
M ida a nuvem que toldou-lhe o brilho,
No uulado lmpido horisonte;
Inda esmaliava com o seu reflexo.
Era um monarcha, que deixava o throno
P'ra mais fulgente se volver a elle I
Vinha a noute estendendo sobre a trra
De negra cor o manto
Era sol posto.
Como no genero elegiaco pag. 77, as sentidas
estrophes :
Bem como a rosa, que desbrocha e morre
N'uma linda manhaa,
Assim da trra para o cu voaste
Contente, minha irma.
Quadra em que as flores seu perfume espargem
Primavera louga,
Pela do empyreo eterna, primavera
Trocaste, minha irmaa.
IV
Itecommendamos ainda a apreciacao do leitor,
no volume de poesas do Sr. Pinto, as pags. 7,22,
33, 43, 49. 55 e 67 ; e no volume do Sr., A. A. de
Mendonca, as pags. 50, 91, 103, 108, 117 e 122.
Nao queremos nem devemos ser prolixos, pele que
nos abslemos de citar outros trechos de tantas com-
posicoes que se deparam espargidas pelas paginas
dos dous volumes de versos que temos ante os
olhos ; mas ainda assim cumpre-nos, como dever e
justica, indicar como composicSes dignas do mais
subido mrito e apreco de todo leitor consciencioso,
os sonetos do Sr. A. A. de Mendonca, que quando
fossem sos no seu volume de versos, bastariam
para na (roete Ihe cingir urna cora de merecida
gloria.
Agora cumpre aos dous vates auspiciosos, que
Ibes lembremos na prosecugao de suas carreiras,
os profundos conselhos de Saint-Beuve pag. 434
do primeiro volume, e que, como diz um erudito,
a perseverauea obtendo tudo junto aotrabalho e ao
estudo, de si mesmos depende o futuro fecundo e
immortal que os aguarda.
Sirvam, poi?, estas poucas lnhasque escrevemos
de incentivo aos dous vates para maiores aspira-
rles, voos mais subidos e rasgos mais gloriosos que
de urna vez os recommende aos contemporneos e
vindouros.
Rccife, 15 de maio de 1864.
P.
Ha um medico celestial, que Deas poe beira de lhinha, escutando-o, poderia dizer como Dide saa
cada enfermo das doengas perigosas do espirito : irmaa Anninhas :
nao medico, ante anjo deverei chamar-lhe, anjo fleC0I(A d< antiga chamm(li (S)
que sustm as ruaos candidissimas a urna dos
blsamos, colhidos as flores do Evangelho. F o Assim o dava a entender do ar de melanclica
trabalho. saudade com que expediu do peito um ai trmulo,
A trabalhar as horas disputadas sna inquieta 1al ai bem Pieria ser gemido de contricta, se
angustia, a poueo e penco alvoreceu odia espen- ejue amor ,ao sem nodoa estava no caso de dar
dido daquellVengenho esenrecido. O doutor reco- Denas a *a*m senl,ra-
nheceu-se na vinlidade do seu talento, quando foi Depois do exordio,1 seguin-se o discurso. O ca-
defender uia supposta infantecida. A eloquencia yalhero descreveu as paixoes contrariadas n'um
com qp elle demenslrou a impossibiiidade de urna tom plangtivo. Embebeu urna lagrima por hypo-
mae matar seu fllho, no momento em que elle se these no lenco, e fez que engolia outra n'um so-
Ihs encosta ao seo a procurar o primeiro sorvo de lugo
alimento, arrancou taes lagrimas, e lao fundos ge-
Bem sabia elle qae vantagem vae em seguir o
midos do corago da r, que o juiz e os especiado-; preceit0 de Horacj(). ge eu ch(jre
res viram a innocencia onde talvez estirase o re- chora tli primejro (3} A pre|ada provQu que Q
morso- Poeta romano entenda bastante do coracao da
Foi a raulher absolta, e os crditos do Dr. Negro geflte Chorou A occasiao m Q ca
resuurados. Este trinmpho alegrou-o, consolou-o ^^.^ nome) % ^ ^ nem
colonu-lhe o ar da vida com ans mat.zes, que se agon 0 saber a hjstoria) ass[n que a vju chorar>
desbotam aos olhos de quem sent affogar-se as aproveitou achaveiro das lagrimas para atirar a
sement da sua doctrina ao coracao j raontezinho
da sexagenaria senhora. Pintou a tortura infligi-
da por um pae tyranno misera Albertina ; fez
ao descrever os horrores
A FILII.t DO DOI'TOR \M RO
liomance original de Cantillo Castello Branco.
VI
(Continuacao.)
Excepto Antonio da Silveira, nenhum alvitre de
recursos pensava j no infortunio do Dr. Negro
i qtianio o Sr A. de Souza Pinto pagina 71 deDois da severa )ica0 irap05la ao Se
de seas harpejos, bem que em assumpto idntico fora |ula com 0 nftit0 ullA. h J. .
ao do vale Lahiano, tange o seu atade com dgoi-
dade severa assim:
K" ardua, escabrosa, cercada de espinhos,
n tetrada qae eu, ora, te vejo triihar,
Careces de alent, de forras careces
So alfim a victoria quizera cantar.
Entre os dous vales de que nos oceupamos,
deparamos um simile sympathico na singeleza das
expressdes, na traducciio dos segredos da imitaco
natural, e na tendencia irreslstivel para o riman-
ce, onde a phrase mimosa c elegante se casa bem
com a narracao e a cadencia dos versos.
Alerto o volume dos Barptjot, e a proposito do
que indicamos, deleita e encanta o leitor o bonito
romncelo do Sr. Pinto com o titulo de Adelaide,
nos versos seguinlcs :
Kdadevinte annos; tez morena,
Mas de leve rosada; labios grossos,
Em bocea regular e formoslssima.
Ainda mais as seguintes estrophes de urna
harmona grave, sentida e toda gracas :
Era em maio. O sol raiava
No cu, em todo esplendor;
A natureza vestida
Stava de galas; trajava
Nesse da com primor.
No volume de poesas do Sr. A. Agusto de Men-
donca. no genero em que tambem se ensaiou o Sr.
Pinto, merecem-nos especial attencao o lindo ro-
mancet; que principia assim :
Das cidades afastado,
Descuidado,
Passa a vida o pescador;
Longo de um mundo que engaa,
Qus tantas almas tortura,
Km torno sua cabana
Hespir tudo ventura
Tudo amor.
e nelle notam-se bellezas destas;
Desee a noute; leve brisa
I-ogo alisa
A superficie do mar;
Mal que a la resplandece,
Volve praia ; vaga a toa
O' neste enlevo adormece,
Muilas vezes na canda
A cantar I
Nao menos de um adiado feliz a mimosa com-
posiclo para canto do Sr. A. de Souza Pinto, pa-
gina 43, sob o titulo deAmor e Recewque se
encontra entre aepeeiias de sen psquene volme.
Quem que da vida
Transpde os caminos,
Sem agros espinos,
Noseio sentir?
Se, par do perome
fura luta com o peito tresdobrado de ac, as
triplex, a eloquencia propria, a eloquencia do Ci-
ero, e a eloquencia das reaes efigies das pegas.
Antonio da Silveira, porm, sabedor do infauslo
xito da mal aconselhada empreza, lembrou que
fossem a Vairao, c trouxessem o pae do preso
cadeia, e de casa ds doutor levassem ao convento
a mae da reclusa, e esperassem muito, assim da
aulordade do velho, como das lagrimas da conster-
nada senhora. O lavrador, sollicitado para ir
relaco, respondeu que nao tinha tal iilho, e ap-
plaudiu as justas leis que Ih'o tinbam condemna-
do, visto que elle roubar a fillia do seu protector.
A mae de Albertina pediu licenca ao marido para
ir ao convento, e o doutor respondeu que nao ti-
nha Qllia nenhuma, nem consenta que sua mulher
a tivesse.
No homem rustico de Vairao a crueza procedai
da m ndole ; da resistencia do doutor havemos
de inferir que a muita dor o ia dementando. Vie
ram a egualar-se assim dous nimos, entre os quacs
se interpunha a barreira enorme da ignorancia :
certo que as paixSes dao resultados uniformes
as almas de todo o ponto dissemelhanles.
Nao havia mais que fazer. Os amigos do doutor
cuidaram cada qual da sua vida ; e, avisados pelo
exemplo, os que tinham filhas, trancaram mais a
seguro as portas e janellas. O anlgo mestre da ar-
te de fallar bem, ainda urna vez, foi a casa do dou-
tor, declamar algumas sentengas de Cicero, nao
menos consoladoras que esta : Summa est stulti-
ta frustra conc dolora, cum intelltga* nihtl posse
profici. (1) Quera dizer o atrabiliario latinista que
to summo da tolice atormentar-se a gente em
querer remediar o que nao tem remedio. O Dr.
Negro repelliu a mxima do orador pagao como
tinha repellidoos dictames de Jess, lodos carida-
de e indulgencia, insinuados em repetidas cartas
de Antonio da Silveira, para quem o casarem-se
os dous infelizes era j a nica sahida honrada e
plausivel.
Jo5o Cbrysostomo l estava contando o lempo da
sua sentenra. Albertina, conformada com a tris-
teza do convento, admirava-se da resignago com
que a Providencia equilibra as forras humanas com
o peso das grandes desgragas. Vivia, e espantava-
se de vi ver.
O Dr. Francisco Simos de Alpedrioha, depois
de um anno de inactividade e atrophia intellectual,
voltou ao trabalho do foro.
Acudiram novamente os clientes; porm, obser-
vou-se que a palavra do Dr. Negro era emperrada,
frouxa, desluzda do antigo brilho. Breves clarSes
relampejavam nos seus discursos : Iste azia mais
sensivel a confuso e escuridao das suas ideas de-
pois das raras intermitteocias luminosas. A espa-
gos, ficava-se n'um mutismo e introversio da alma
que fazia d. Ento se Ihe carregavam de lagri-
mas os olhos ; e quem assim o via mal saberia di-
zer se o quebrado velho chorara de saudoso da fl-
ua, se da perda do seu talento. Ambas as dores
Iseriam, e a perspectiva da pobreza com ellas.
(U 3. Tuscul.
mos da desgraga.
O trabalho tambem era o esteio de Joo Chry-
sostomo. Por pouquissimas moedas de cobre co-
piava sentengas e notas, desde que Ihe desferrolha- "^ y.
vam a janella do seu quarto at ao anou.ecer. O da
tempo, que perd.a a alimentase era tao brev do das m| ^ ^ ^ P
como o alimento. Os lucros nao Ihe davam Pa inllnitaj sem alva de esperanga. A religiosa den
a luz artiticiai. um testemunho do sua muita sensibilidade, des-
Otrabalho era amda o amparo de Albertina, que maJando -ouvdas es[as do '
acceitava obras de pouco ou muito estipendio, como ]ner0 .
costuras grosseiras, ou bordados cabello e renda
de bilros : todas as tarefas acceitava para que ne- j Sa0 duas mortes que faz a lei, medante dous
nhuma hora o coragae a encontrarse desoccu- ] algozes. Na relacao do Porto ha um carcereiro
pada. \ 1ue diz victima : ahi morreras! Noconven-
Com o andar do tempo, amolleceram as durezas l0 dos Remedios de Braga, a virtuosa prelada,
das religiosas dos Remedios. Davam j mais lar- 1ae diz reclusa : morre ahi abafada, mulher,
gas reclusa, e esqueciam-se de vigala. Como a 1ae amas- como eu amei mulher> 1ue fizes,e o
viam tranquilla e afre.mada em seus lavores, en-! ^u^ eu far'a' f5"0 ,ivesse dePst0 a minha liber-
tendam avisadamente que as tentages do demo- ac aos ps da cruz '
nio difficultosamente pegam da pessoa laboriosa : j Palavras que a fulminaram !
por isso, dizam as senhoras lidas em vidas de
santos, que os anachoretas faziam cestos de vi me
no deserto, impenelraveis escudos, e nao cestos,
contra as frechadas de satanaz.
Albertina podia j ir szinha ao palratorio tratar
com as pessoas que Ihe davam obras. Algumas
senhoras bracarenses, sabedoras e compadecidas
da triste sorte da reclusa, quizeram conhece-la, e
procuraramna
bordados. Entre estas deparou-se a Albertina urna
dama de bom nomee nao dama no sentido em
que a toma vam alguns nossos classicosa qaal, mais
que nenhuma oulra, Ihe deu azo a fallar de suas
melancolas e desventuras. Com a repetigao das
insuspeitas visitas nasceu o cresceu a tanto a con-
tianga, que, em breve tempo, as duas senhoras se
estimaram, quanto era possivel, para que a de fra
se encarregasse de enviar as cartas de Albertina
ao preso, e as do preso sua amiga.
Eslabeleceu-se a correspondencia, depois de deze-
nove mezes de se nao poderem trocar duas pala-
vras de esperanga e alent. Devam de amar-se
muito para resstirem ausencia silenciosa, a es-
magadora das mais impetuosas e robustas paixoes !
Ao assomar-se do seu lethargo, a prelada mur-
murou :
Que hei de eu fazer-lhe, que me nao desave-
na com Deus ?
Faga o que V. Exc. quereria que Ihe fizes-
sem : o preceito divino este. Consinta-lhe que
ella seja visitada pela sua amiga expulsa brutal-
sob cor' de Ihe encoramendarem meDte Peco Perdao de termo expulsa d'estas gra-
des com urna incivilidade desacostumada nesta
casa.
Pos que venhaatalhou a religiosae DeuS
se digne perdoar-me, se aberro dos meus deve-
res.
Albertinaredarguiu o triumphador do cora-
gao mpedemidonunca sahr dos deveres d'ella
nem se far digna de que V. Exc. Ihe imponha os
seus como prelada.
E o mais que disseram n'este aclo nao tem que
ver com o romance. O certo e sabido que reco-
megaram os dous desterrados do mundo a sua cor-
respondencia, com mais sizudas precaugoes. Joa0
Chrysostomo receba da mo de pessoa amiga do
cavalheiro bracarense as cartas de Albertina, e as
A ausencia, s por si tem feilo, neste genero de en-j d'elle, entregues ao mesrao medianero, entravara
fermidades, guras milagrosas; entao, que milagres" insuspeitas no correio.
nao far a ausencia com o silencio ? Pos ahi estao' ,___ ... ,
dous exemplos de almas de tempera rija, nao sci' *?" re!^lg,osas *** exemPlar e cheir0
se para bem, se para mal; admiraveis, porm. de l>red|BSt,iaada|s- *> viran. Albertina outra
vez contente, e licenciada a receber visitas, foram
Albertina andou mal acamellada na sua feli- em corporagao prioreza pedir explicagao do es-
cidade: deixou-se adivinhar na alegra que Ihe cndalo.
sabia aos olhos, a cor, e ao sorriso. As freirs j A interpellada ouviu-as com medo, e-seja-lhe
leram-lhe no rosto o peccado do coragao, e langa- j perdoada a pa fraude l-para justificar-se inven-
ram espas no campo do demonio tentador. Mais ,on que ouvira> es,and em r0ro a -M meml
por aqui, mais por ali, urnas probabilidades abr-
ram brecha s outras, e a mais ladina ou inspirada
das virtuosas olheiras poz o dedo na ferda. A'
dama generosa foi logo denegada entrada grade,
e Albertina prohibida de ir ao locutorio. E mais
nao havia ainda certeza de existirem cartas I A
preventiva a melhor das medicinas. Bem hajam
ras, den o braco a fljba, e conduaiu-a silencioso as ,h, 8urpr(?,j ma aos cug
portas dacidade, onde os esperavam duas l.teiras. das novas penas com que vinha atormentad a
Albertina reconhecen sna mae n'uma das liteiras; amor daquelle homem. Alguma gente se esnanta
soitou um ai de alegre surpreza; j sabia que ti- e com jnslga, do pouco motivo que ha para al
nha ali um seio maternal onde chorar. Grande mirarem as cousas como ellas sao tirada a casca >
contentamenlo e rara fortuna ter a gente quem nos examinadas no amago. As pcssas ane am 2
deiie chorar na sua presenga, sem mdo de zom- admirara, confrange-s^-lhes o Limo'eVnoM^,
baria ou da mjuna d.sfargada em Conselho! infe|izes. La esta a velha maxla do emend do
O doutor entrn na outra locomotiva, e mandn Horac,o ofTerecida ao seu amigo Cmico .A ,
andar. As liteiras pararam emBarcellos. No ou- .. _nU,. ,a ,io .___ .. K ->-umic|o A tai-
tro da, seguiram para Vianna ; e, ao cabo de al- .v" u"' arte de scrmos fel,zes. c a-> nos espan-
gumas jfnadas, pararam em Valenga. D'aqui- "T" de cousa nenhuma- W
Albertina o sua mae, acompanhadas de dous sujei-
los de grave sombra e modos de pessoas palacianas
partirn) na estrada de Mongao ; e o doutor, des-
pedindo-se de mulher e lilha, com visiveis mostras
de amargura, voltou para o Porto.
Os cavalheiros eram os dous doutores Vallada-
res, condiscpulos e amigos de Francisco Alpedn-
nha. A casa dos doutores era as cercanas de
Mongao, n'uma aldea chamada Barbeila. O doutor
urna voz a dzer-lhe : Albertina est innocente
nao a mortifiques; dexa a ir s grades, que o-seu
anjo custodio ir com ella. >
Isto fez impressao as velhas, que eram mais
santas que Ilustradas; urna, apenas, teve as scep-
ticas entranhas de resmungar de si para si que a
as freirs que punham o cauterio carne sa para Prelada nao Iinna virtudes, que merecessem fal-
evilar a podrido da chana, que oodera aooa- lar com ella um tiSPiril invizivel e de boa casia.
recer.
Foi avisado o Dr. Alpedrinha das suspeitas,
Como quer que fosse, as virtuosas accomodaram.
! se, e O cartearem-se os dous venturosos conlinuou
e severidades subsequentes com que se houveram sern intercadencia por espago de um anno.
as religiosas.
O doutor langou inculcas, e soube que Joao
Chrysostomo havia recebdo cartas carimbadas
em Braga, por espago de oito semanas. Approvou
logo plenamente o procedmento das freirs, lou-
vando-lh'o com encarecidos termos de gratdao,
e aulorisando-as a tudo que redundasse em bene-
ficio da sua honra d'elle, e dignidade da sua
filha.
Seguiram-se mezes de neffavel desesperagao
para os dous presos. A amiga de Albertina pre-
venra Joao Chrysostomo, devolvendo-lhe as duas
ultimas cartas, que j nao podra entregar pre-
sa ; a ba protectora d'estes infelizes mostrava-se
pezarosa de ter motivado urna correspondencia,
que os accordara da lethargia para os despenhar
no inferno.
O doutor Negro, ao avisinhar-se o termo da sen-
tenga de Joo Chrysostomo, recahiu em novas n-
quietagoes e vertigens, effeito de muilo cogitar no
modo de furtar a lilha aos previstos atrevimeotos
| do inflexivel raptor. Pensou em tira-U de Portu-
; gal, e mauda-la aos prenles brasileiros; mas con-
tra esta evasi ra sahia-lhe logo Joao Chrysostomo
nocamnho do Brasil. Pensou desconchavos de
maior tomo, ealgum muito abominavel por sangui-
nario. Lembrou-se de assalacar um assassino, e
desfazer-se do inimigo, apenas se ihe abrissem as
portas do carcere.
Esta horrenda vertgem enloqueceu-o por pou-
cas horas. Cracis, porm, ao coragao de pae, on-
de o Senlior influe suavidade e brandura incombi-
naveis com a crueldade, o doutor envorgonhou-se
da negrura do seu intento, e pediu a Providencia
que o iiKpirasse.
Mau costume este dos que soffrem dores do or-
A mulher, segundo bons autores, quasi todos
poetas, divina ; eu por mm suspeto que ella nao
absoluumente divina ; mas nelino-me a crer
que tem coslellas de divlndade ; e, se o nao pare-
ce aos olhos da saa phlosophia, porque Ihe faz
damno o ter sido em parle fabricada da costella do
hornera. Seja como for, o seu tanto ou qu de di-
vina isso tem-n'o. E dessa qnalidade que proce-
de o acceilar ella, benignamente, como as divinda-
des figuradas em marmore ou tella, os iocensos de
Negro lembrou-se delles, e pediu-lhes refugio para ,oda a geB,e> sem flsIremar a .^^ ^ ^ ^
do culto. A lisonja, va de onde for, nunca offen-
siva, em quanto se na declara nos termos com.
muns, ou da visos de materialisar-se. Toda a mu-
lher consente quo a adorem com tanto que ella o
nao saiba da confissao propriamente do adorador.
E algumasV- de f que as ha, puras quanto podem
s-lo cherubins, a3 quaes perdoarao pelo divino
amor de Deu ao homem aborrecido que ousar de-
elarar-lhes que as ama. Esta grande virlude con-
genial tem ellas; instnclo; caridade que nao
aprenderam no Evangelho: data desde a prmeira
mulher que se senliu amada de dous homens, e
amorosa de um s.
Assim cuido eu que explico a indulgencia com
que Albertina escutou a revelago do morgado do
Barbeita,
Mas os cincoenta e cinco annos do homem ?
Nem isso a horrorisou e petrlicou ?
N'esta questao que eu nao eniro por suspeito :
receio que me repliquem victoriosamente que eu
advogo a minha causa advogando a des velhos.
Mas a pergunta vem fra da linha. Que fazia ou
imporlava Albertina a edade de Simao de Valla-
dares, se ella nem sequr havia de alguma vez
perguntar sua consciencia se poderia ama-lo ?
Horrorisar-se ou petrificar-sc I Sejamos parcos
no uso destas palavras que andam por demais no
vocabulario com a accepgao dada pela pessoa, qne
fez favor de me interrogar. A -dr pelrificou Nio.
be, diz a religio mythoiogica e o amor do hor-
rendissimo Quasmodo nao petrlicou Esmeralda,
como se infere do autor de Nossa Senhora de Pa.
ris. Ambos os exemplos sao patranhas; mas di-
zem para o nosso ponto. Mulher que se fizesse do
pedra, ou cahisse fulminada pelo horror de urna
declaracao lao delicada como a de Simao de Valla"
dares, tao somente romancistas podem invenala,
se o Creador Ihes deu melhor phanlasia do que elle
teve na formarao das cousas e pessoas.
Recolhamo-nos ao assumpto, que vae muito der-
ramado por dvagacoes, em que de ordinario ss diz
mais do que necessario.
Este pezar, que a martellava de continuo, sug-
geria-lhe ideas de remediar o mal com um mal '
semelhante: nenhuma era de aproveilar; todos 8ulho> da soberba> e de pa,xoes ainda mais ru,DS-
osalvtrcs Ihe sahiam desarresoados. Queixava- focar,era a _Providenca. seu partido, e darem-
se ella, um dia, de ser parte no infortunio da des- 'he a d'-re^a0 das sua/ ,n"'uas lra gragada Albertina,^, presenga de cavalheiros e Jeus nao Ihes raponde, nem os .nsp.ra nem Ihes
: ... idesabrolha o caminho que vao tri haudo com os
senhoras que frequenlavam sua casa. Imdosj H
cavalheiros, sujeito de annos, e cabellos grisalhos, '
ouvindoacommovido, acceitou como jusla a cen-
sura ao cn'i despotismo das madres ancuas do con-
vento, e disse :
Eu farei alguma cousa no sentido de desop-
primir V. Exc. do seu remorso.
No dia seguinte, quem tal diria I voltou o cava-
'heiro, e disse :
Pode V. Exc. Ir grade, quando quizer;
mas leve tinteiro e papel; porque a sua amiga es-
t prohibida de ter estes instrumentos do peccado
na celia.
E, de feito, a senhora foi ao convenio, deu-se-
Ihe grade, esteve com Albertina, esperou que ella
escrevesse a Joao Chrysostomo, e ficou de soltar
na semana seguinte, que assim lh'o prescrevera o
cavalheiro agente deste successo estranho, que me-
rece explicagao.
Fora o caso que, trinta annos antes, a prelada
do mosteiro tinha sido nova e bella; e o sugeito
dos cabellos brancos fora entao um mogo de ca-
bellos negros, e muito dado aos innocentes collo-
quios dos conventos.
Estas duas pessoas amaram-se, com a pure-
za costumada em taes amores, por espago de
qunze annos; depois, separaram-se, elle para
casar, e ella para restituir ao divino esposo alguns
graos de incens que, por descuido de esposa no-
va e galante, haviara cabido fra do thurybulo.
Depois da separago, ficaram ainda amigos; que
esta vanlagem tem de si os affectos immaculados,
que vo pela vida alm vaporando sempre gratos
aromas.
Portanto, foi o cavalheiro ao convento, charaou
a digna prelada, e exordiando na pontana do as-
sumpto, fallou delicadamente no passado. K ve-
(2) ... Agnotco vetens veitujia flamma. Virg.
Eoeid. liv. 5., v. 23.
(3) Si vis me Iere dolendum est primum tpsi Ubi
Art. Poet. v. 102.
Segue-se d'ahi o raivarem contra a Providencia,
e o negaram-na, como cousa inerte, inventada pela
phanlasia dos que soffrem. Neste escolho, infama-
do de naufragios de muitas almas boas, sossobram
a cada hora os desgragados, que sentem a precisao
da divindade, quando o brago proprio Ihes fallece
no conseguimento de seus maus designios.
Francisco Siraes Alpedrinha era philosopho,
philosopho dos que dispensara Deus. Achou-o en-
to necessario : invocou-o. Se do cu Ihe fallas-
sem, manda-lo-hiam que ouvisse o seu Voltaire,
evangelista predilecto do doutor Negro.
VU
No penltimo dia dos tres annos do condemna-
do, o doutor Negro annunciou-se na portara do
convenio dos Remedios, c fez saber prelada que
sua lilha havia de segui-lo. A religiosa ferda do
tom brusco do doutor, e at das expresses com
que elle denunciara suas desconfiangas, e despre-
ciava as falsas virtudes do convento, defendeu a
reclusa e a honra da casa. Irou-se o velho, e pe-
rorou como as audiencias, bracejando e ululando
com tal volumu de voz que todos os chos do mos-
teiro gntavam l por dentro com elle. O mais
bravo artigo do libello era d'esta sem razao : que
a filha viva alegre : signal certo de que estava em
intellgencia com o scelerado da cadeia: por quan-
to, se ella vivesse, como elle ordenara,' havia de
tpr cedido ou morrido. Sobre este thema, o ju-
risconsulto deu berros, que inteiricaram de glacial
terror os corpos j trios de muitas velhnhas do
mosteiro.
a lha.
Os Valladares deram ao amigo toda a caugo pe-
la seguranga de Albertina, e sahiram a espera-la,
assim que Ihes chegou aviso da ida.
Simao de Valladares teria cincoenta e cinco an-
nos, c era solteiro e senhor da casa. O outro ir-
mo, Fernando de Valladares, era casado, e tinha
filhas.
Albertina e sua mae foram recebidas pelas me-
uinas, e mae destas, com muito carinbo e hospeda,
gera de prenlas. Havia um piano. Albertina, quan-
do o viu, sentiu uns rebates de saudade do tempo
em que Joao Chrysostomo a ouvia tocar. Mareja-
ram-lhe os olhos. A mae entendeu a dr da filha e
disse-lhe:
Ha mais de tres annos que nao tocaste Alber-
tina...
E' verdade, minha mae, respondeu, creio que
ja nao sei.
Pedram-lhe as meninas queexperimentasse. Foi
ella ao piano, c deu admiraveis escalas com urna
velocidade que pareca febre de inspirada artista.
Nunca os de Barbeita cuidaram que o seu piano
podesse dar aquelle estrondo e harmona. De s-
bito, o teclado solugou urna pianissma loada, que
fez tristeza no animo de todos. As faces de Alber-
tina estavam aljofradas de lagrimas.
De hora a hora recresciam as sympathias por Al-
bertina. Os Valladares convdaram prenles para
quebrarem a monotomia do seu viver coslumeiro,
alm de divertirem a concentrada hospeda, que nem
por comprazimento j podia sorrir aos disvelos da
cariciosa familia.
Deram-lbe um quarto de dormir com janella^
sobre um pomar de amendoeiras e limoeiros. As
noules eram de esto. Albertina velava at aos
prmeiros assomos do dia, com o peito em aunas
ardentes, saudades desesperangadas, as dores mal-
ditas que nao tem fra das penas eternas, um no-
me condigno. Abra a janella, e sorvia a haustos
a viragao perfumada do jardim.
N'uma dessas noutes, vira ella um vulto de ho-
mem entre as laranjeiras, contemplando-a, e reli-
rou-se, imaginando que bem poderia ser elle um
amante, e ella urna importuna, que involuntaria-
mente embaragava a entrevista de alguma das me-
ninas Valladares. N'uma das noutes seguintes,
voltou a deshoras janella, ola viu o vulto, e ouvu
urna voz, que murmurava :
Os cus decm repouso ao seu infeliz coragao,
Albertina.
Retrahiu-se presurosa o baixou a vidraga.
Quem seria aquelle homem ? A voz nao Ihe era
estranha. Seria um amigo que a lastimava since-
ramente i Poderia este amigo favorece-la, encarre-
gando-se de avisar Joo Chrysostomo ?
Desvelou a noute a cogitar nestas perguntas. A
noute seguinte, soadas as duas horas, correu a vi-
draga. L estava o vulto.
Esperou tremente que ihe fallasse. Fitouo, me-
neando a cabega, como a provoca-lo. Vacllava en-
tre medrosa e resoluta. Era a mulher em antago-
nismo com a amante. O silencio do vulto era-lhc
j urna contrariedade, e um despeito. Ia retrar-se
quando a mesma voz Ihe disse :
Quantos serao os desgragados debaixo deste
cu impassivel,Sra. D. Albertina?
E ella, com a voz convulsa, respondeu :
Desgragada sei eu que o sou muito..... Quem
se condoe da minha desventura ?
O seu maior amigo neste mundo. Nao sei
mesmo se seu pae o sera tanto... Nao me conhece
ainda?..
Albertina reconhecera-o desde a priraeira pala-
vra da resposta.
Nao se Ihe alvoroce o corag, bem-querenle le-
tora. A surpreza pouco para assombro, e menos
para mutagao de scena em romance.
O vulto era o do senhor da casa, Simao de Val-
ladares, o morgado rico e pretendido, que al ao
seu anno quinquagesmo quinto, nao soubera o que
fusse amar, nem comprehendera a precisao de com-
pletar com a mulher a vida do espirito.
Quando viu Albertina, a ordein physica do mun-
do desmanchou-se, e recompoz-se em obsequio a
elle de modo que o globo desandou quarenta das
suas rotages annuaes, e o morgado da Barbeita
achou-se com quarenta annos de menos, e quinze
para o coragao, a desbordar de amor que arde as
compleiges fogosas daquella edade. Se Simao de
Valladares livesse a experiencia do meu leitor de
vi me annos, nao se ia esconder entre os laranjaes
com receio e rriso ; mas aquelle virginal amor,
vagindo as faixas nfantis, doidejava como crianga,
e careca do mysterio e poesa com que, pelo ordi-
nario, nos todos, mais ou, menos, acriangamos os
nossos prmeiros affectos.
Albertina ouviu-o; e com a santa naturalidade
da innocencia insuspeitosa, respondeu a Simao que
Ihe perguniara se o conhecia:
Agora conheci o Sr. morgado. J o vi n'eu-
tras noutes, e tive susto. Nao pedia lembrar-me
que fosse V. Exc
Com que pesar a tenho eu vislo passar
as suas noutes em vigilia tao dolorosa tornou
ee.
Bem sabe que eu sou lao infeliz I... volveu
Albertina. Meu pae qur a minha morte. Ueus nos
far a vontade a ambos.
Nao morra, nao, formoso anjo que tao digna Comprehendendo as senhoras polacas a terrivel
de urna vida recamada de todas as alegras deste. situagao, que est atravessando o seu desventurado
muRdo I j Paiz. e inspiradas do sentimento do mais acendrado
A vehemencia cariciosa deste dizer pareceu es- < PaIri0.tisn>. despojaramse de todas as joias que
trauha a Albertina, que demais a mais, vira o ?A 71SSSA &2?^!E*
morgado, ajuntar as mos sobre o seio quando fal-
lava.
No da seguinte, quando horas de almogo se
avislaram Albertina e Simao de Valladares, cora-
ran simultneamente. O homem dos cincoenta e
tantos annos, se pgMM tirar a ferro do peito o
sangue que Ihe ressumava na face, fa-lo-hia. Sem
experiencia do coragao conheceu que o rubor de
Albertina era urna lembranga amarga. Esperou
que ella erguesse os olhos de sobre a chavena :
baldou-se a esperanga- Findo o almogo descerara
ao jardim, Albertiua apoderou-se do brago de sua
mae, e releve-a, quando ella quera separar-se.
Porque isto ?! perguntou a esposa do dou-
tor Negro.
Nao me deixemurmurou a filha.
E's mais crianga do que eu suppunhare-
plicou a mae.
Porque me diz isso ? redarguiu Alber-
tina.
Foges de que o morgado te falle.... bem se.
que foges.... e nao devias fugir. Sabes que riqueza
elle tem ?
Albertina desprendeu-se im|>etuosamenle do bra-
go da mae c disse ?
Que me importa a riqueza do morgado !
Agora comprchendo I.... Comprebendo a horrvel
maquinago!... Meu Deus I meus Daus! lauta gen-
te conspirada contra una desgragada raulher I
E sumiu-se por entre as ramarias de uns arbus-
tos, sulTocando os solugos que Ihe rorapiam do seio
arquejante.
A me de Albertina estava ja no segredo do co-
ragao do moldado; o doutor Negro j sabia 110
Porto o segredo de sua mulher. Simao de Vallada-
res havia receoido do seu condiscpulo conseuti
ment plenissimo para requestar o affecto de sua
filha, e promettia, em caso urgente coutnbuir
com a sua autoridad. Esta cooperago recusara o
morgado com louvavel orgulho.
A ninguem da familia era occulta a incluago
imperiosa de Simo. O doutor Fernando Iremeu,
prevendo um casamento, que tirava a casa a seus
filhos. Albertina era j secretamente odiosa a mu-
lher e filhas de Fernando. Tratavam-na cora agra-
do, receosas de irritarem o cunhado o lio; que
nao fosse elle apressar o enlace, ou procurar ou-
tro por vinganga.
Eis aqui no centro daquella familia, a situagao
especial de AJbertina, cujo espirito penetrou a um
tempo no animo de todos. Carregavam-se as nu-
vens da borrasca no seu horisonte, e ella sosinh.i,
sem defeza ; sem coragao de mae em que fiar-se
na hora do indeclinavel calix t
Ao romper d'amanha, seguida a urna noule de
lagrimas, Albertina, como ouvisse tanger a fineta
a missa d'alva, sahiu sosinha para pedir auxilio a
Deus.
Ao entrar no adro, viu camnhar para ella um
homem coberlo dos andrajos de mendigo, c ouviu
estas palavras da bocea do homem :
Nao le deuuncies.quc nos perdemos.
Expediu um grito, e susteve-se palala e con-
vulsa.
Era Joo Chrysostomo.
(Contmvar-sc-ha.j
VARIEDADES.
A innocencia da filha do doutor, d'aqui em dian-
te, com o respeito aos sentmenlos do morgado, se
eu a tenlasse justificar, sahia-me disparatada. Eu
nao invento innocencias, sem necessidade. Urna
vez por outra, poderei imitar o chymico inventor
de cosmticos carminados, com que se purpurejam
as faces ; e as faces assim arranjadas, arguem pu-
dor, qne se nao genuino, tambem nao faz mal
natureza nem arte. Analoeicamenle, as novel-
Albertina, quando recebeu o aviso, rompeu em las lenho por bom servgo que fagamos urna inno-
pranto desfeito, rogando s freirs que a nao en- cencia parecida com o pudor dos cosmticos, se vir-
tregassein vinganga do pae. A communidade, mos que a boa moral se praz e rejubila com issoj
temerosa do escndalo, e do arcebispo com quem ^as as leis da verdade e da natureza.
o doutor as ameagava, instava pela prompta sahi- ^[T^JLTl^ das Dala7as de
da de Alberuna Enfardaram-lhe os vestidos a Simao de Valladares, deduzm que era amada,
toda a pressa, deram-lbe muitos beijos e abracos, e Haver quem se admire dizendo-lhe eu que Al-
levaram na processionalmente a portara. berlina, convencida, por ouiras palavras ditas de-
0 doutor Negro, feita urna secca mesura s frei* pois, que era amada, nao soitou gemido de afilie-
uso diario, c enviarara-nas Paris para serem ven-
didas em leilo, rujo producto ser apphcado s
necessdades do exercilo nacional polaco, que lao
heroicamente resiste aos seus oppressores.
O leilo devia ter lugar, no dia 25 de abril, na
residencia do principe Czartoryscki, em Paris.

Na cidade de Murcia, desabou a torre, e a maior
parte da igreja parochal de S. Miguel, ficando se-
pultada debaixo das ruinas urna joven de i i a 15
annos.
Com este desabamento perdeu-se o,nico reta-
bulo da ordem caritide, que havia em Murcia, e
que ostentava ricas imagens do immortal Salullo.

No dia 4 de abril abrio-se em Nova-York a
grande feira sanitaria, de que ha muito se fallava.
e que tem por fim produzir soccorros para as vic-
timas da guerra civil.
No primeiro dia produzo mais de 8,000 dollars
(16:0004000).
(4) Nil admiran, prope res est una Suma.
Solaque quee possit facer, et servare e beatum.
HOR. LIV. L. EF, VI. V. L.
LBRNAMWJCO.- TTP. DB M. F. & FUflO

*.. M. I


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