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Diario de Pernambuco ( Saturday, May 28, 1864 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10377

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Saturday, May 28, 1864

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10377

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/10377

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Saturday, May 28, 1864

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:10377

Full Text
f


t.
AMO XL. HOMEBO m
Per tres aezes (Uta . 5$O00
Por fres neiei reacidM . 6fU00
Porte ao correio'por tres mezcs. 3750
i __________________
SABBADO 28 DE MAIO DE 1864.
Por asno adlaotodo.....I9J00O
Porte ao correio por un ano 39000
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPgO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima'
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Aracatv,
Sr. A. de Lemos Braga-, Cear, o Sr. J. Jos d
Oveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques Ro"
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
NCARREGADOS DA SUBSCRIPTO NO-SUL.
Alagdas, o Sr. Claudino Falcao Dias; Bahia, o
rr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
e.ra Martins & Gasparino. I
EPHEMERIDES DO MEZ DE MAIO.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Oiinda, Cabo e Escada todos os dias.
Iguarassu', Govanna e Parahyba as segunda* e
sextas-feiras. 5 La nova as 9 h., 54 m. e 2 9. da t.
Santo Antao, Gravat, Bezerros, Bonito, Cmara', 13 Quarto cresc.'as 4 b. e 61 m. da t.
Altinho e Garanhuns as tercas feiras.
Pao d'Alho, Nazareth, Limoeiro, Brejo, Pesqueira,
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', Cabrob,
Boa Vista, Ourieury e Exu' as quartas feiras.
Sennhaem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preu e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sabir
navio.
Todos os esUfetas partem ao Vi dia.
21 La cbeia as 11 b., 4 m. e 20 s. da m.
28 Quarto ming. as 7 h. e 56 m. da m.
PREAMAR DE HOJB.
Primeira as 9 horas e 18 minutos da manhaa.
I Segunda as 9 horas e 42 minutos da tarde.
PARTBja DOS VAPORES COSITlIROj.
Para o sul at Alagas a 5 e 25; para o norte at
% *?\ "el2 decadamez; para Fernando nos
das i. dosmezesdejan, marc., maio, jul, set. enov.
PARTIDA DOS OMNiBUS.
i Para o Recifo : do Apipucos as 6 /, ?, ^ Vi, 8 e
8 Vi na m.; de Oiinda as 8 da m. e 6 da Urde; de
Jaboatao as 6'/, da m.; do Caxang e Varzea s 7
pa m.; de Bemfica s 8 da m.
K ki, fe,,: paaAP'Pucs^* Vi,4, V** V*
' J-' '* e 6 da urde; para Oiinda s 7da
manhaa e 4 V, da tarde; para Jaboatao s 4 da tar-
de ; gara Cachang e Varzea s 4 >/, da urde; para
Bemflcaas4daUrde.
AUDIENCIA bOi RiBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal docommercio: segundas e quintas.
Relacao: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinu s 10 horas.
Juizo do commercio: segundas s 11 horas.
Dito de orphaos: tercas e sexus s 10 horas.
Primeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
dia.
Segunda vara do civel: qnarUs e sabbados a 1 hora
da Urde.
PARTE QFHC1AL._
GOTIM0 DA PROVINCIA.
Couliouaro do eipedirnlf do dia 23 de maio de
1861.
Oflicio ao director geral interino da inslruccao
publica.Tendo resolvido que Vrnc. leia na cadei-
ra de philosophia do Gymnasio Pernambucano, va-
ga por fallenmenlo d'respectivo proprieiario ba-
charel Jos Raymundo da Costa Menezes ; assim
lli'o coinmunico para sua inlelligencia e aflm de
que sobresteja at segunda ordem no concurso que
ja est annunciado para o provimento daquella ca-
de ira.
- 24-
Oflicio ao Exm. presidente da provincia das Ala-
gas.Tendo de seguir para a capital dessa pro-
vincia no vapor qucamanha deve largar para o
sul o particular 1 sargento Trazibulo Damio Bo-
telbo. acompanhado de um cabo de esquadra, dous
anspecadas e um soldado, guardando 12 caixes
om artigos de fardamenio desuados s pracas
destacadas no centro desla provincia, e dous dos
com medicamentos, rogo V. Ex. se digne de man
dar dar transporte, para a cidad
seguir para ali, levando consigo os gneros cons-
tantes da relacao junta assignada pelo secretario
do governo, com os precos correales, altesuda pe-
lo presidente da junta de correctores, nao poden-
do, porin. electuar o desembarque dos referidos
gneros, sem que por parte do commarfdanie do
mesmo presidio, se proceda a exame afim de veri-
ficarle se ha agurdente, ou outra qualquer bebi-
da espirituosa.
Despachos do dia 2 i de maio de 1861.
Requer imentos.
Antonio Joaquim de Miranda Cavalcanti.=In-
forme o Sr. capilao do porto.
Francisca Mara das Mcrcs.A supplicante na
que logo que passar a le, os caixeiros brasileiros
hoji empregados as casas estrangeiras, serodes-
pedidos, c quando algum queira continuar ter de
soffrer a diminuieo no seu ordenado, isto justa-
mente a importancia do imposto.
(Ha um aparte.)
OSit. Silva Burgos :Oque resultar d'ahi,
que se passar o projecto elle ter de prodnzir re-
sultados inteiramente oppostos quelles que se tem
em visU.
Um Sr. Deputado Em todo o caso, as peque-
as casas poderao ler caixeiros eslrangeiros.
O Sr. Silva Burgos : O que importa isto ?
Tambem essas pequeas casas dao diminutos or-
DIAS DA SEMANA.
23. Secunda. S. Basilio are. S. Desiderio b. m.
24 Terca. S. Antonio b.; S. Vicente do Letrina.
25. Quarta. S. Gregorio Vil p. ;'S. Urbano p. m.
26. Quinta, c^i Fesla do Corno deDeus.
27. Sexta. S. Jlo p. m ; S. ltanulfo m.
28. Sabbado. Ss. Senador, Podio e Justo bb.
29. Domingo. S. Maximiano b.; S. Mximo ni.
ASSIGNA-SE '
no Recife, em a Hvraria da praca da Independencia
ns. 6 e 8, dos proprieurios Manoei Fiyueiroa de
Faria & Fimo.
na
como
tem provado isenco legal de recrulamento para denados, e admiilindo que o projecto traga seme-
seu filho. Ihante resultado, a vanlagem ser quasi nenhuma
Francisco Duarte Coelho.-Prove o supplicante paraos caixeiros brasileiros.
que esteve em effeclivo exercic.io do lugar de offl- l M Sl<- Deputado Entretanto todas essas ca-
cisl da secrelaria da assembla provincial desde sas tem caixeiros.
19 de maio de 1835 at 1836. Sn- Silva Burgos : -Essas pequeas casas que
Guilhermina Basilissa de Oliveira.Opportuna- hoJe ,em caixeiros eslrangeiros, continuaro a le-
mente ser attendida. 'os> porque os commerciantes hao de sempre en-
Henrique Soares de Andrade Brederodes.Infor- contrar meio de llladir a lei.
me o Sr. inspector do arsenal de marinha. i Se eu visse, Sr. presidente, que o projecto era
Jo3o Luiz de Carvalho.- Em vista da informacao de utilidade, se eu visse que elle podia beneficiar
nao pode ter lugar por ora o que requer o sup- aos nossos concidadaos, eu de bom grado Ihe da-
plcante. ra o meu voto, mas pode ser que. esteja em erro,
Ex. se digne de man- EngenheiroJoaoLuiz Viclor Lieuthier.Informe P?de ser que a minha falta de conhecimentos me
a cidade do Penedo em 0 sr director das obras publicas. Dao deixe atlingir as vantagens reaes do projecto,
algum dos vapores da companhia Baluana nao so Marco Jos de Souza. Requcira pelos canacs mas e" "So Ihe descubro utilidade alguma, pelo
aquellas pracas, mais lambem aos referidos cai- i competentes. contrario, aclio desvantajoso, porque elle vai pre-
xes.Fizeram-se as necesarias communicacoes. Manoel Alves Barbosa.Concedo a licenca que J "dicar a mocidade brasileira hoje empregada no
Dito ao brigadeiro ccmmandanle das armas. rtf,uer 0 supplicanle, pagos os direitos nacionaes. commercio, e por maiores que sejam os meusde-
Sirva-scV. Exc. de mandar alistar nos corpos em < Victoriano Luiz Franco.-Em vista da informa- seJ0S deacompanhar os nobres depulados autores
i.'n;iiiiigao nesla provincia, visto terem sido julga- ^o, nao pode por ora ter lugar oque requer o do projecto, eu nao posso faze-lo contra a minha
dos aptos para isso. os recrujas Caetano Gomes Ca-
valcanti e Mancel Francisco de Salles, como cons-
ta do ollicio de V. Exc. de 15 do corrente.
Dito ao mesmo.Pode V. Exc. mandar dar bai-
xa, como pede Manoel da Boa-Hora Pereira no in-
cluso requerimento, ao soldado do 1 balalbo de
infantaria Manoel Valentn) Pereira, aceitando em
lugar dcste o paisano Antonio Carlos Teixeira, vis-
to estar as cond'coes do repulamenlo de 28 de se-
tembro de 1839, segundo V. Exc. dtelarou em sua
informacao n. 912 de 23 do corrente.
Dito aoconselheiro presidente da relacao.Com-
mmico V. Exc. que o juiz de direilo Jos Nico-
lao Rigueira CosU, entrou hontem no exercieio do
carjro de juiz dos feitos da fazenda tiesta provincia.
F7.eram-se as necessaras communica{oes.
suppllcente.
PERiUMBUCO
ASSL11ll!.a PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM 23 DE ABRIL DE 1864'
PRESIDENCIA DO SR. CONSELIIEIRO TRIGO DE
LOUREIRO
^Conc/o^
O Sr. Josk Mara, (pela ordem) pede que a mesa
se digne mandar ler o oflicio que foi dirigido
intima convieco.
Sr. presidente, aecusou-se nesta casa que muitos
depulados tinham o seu voto comprometido, dei-
xavam-se levar por conveniencias polticas, nao
dando assim um voto de consciencia sobre as de-
ferentes materias sujeitas apreciacao da caa.
' Eu, Sr. presidente, declaro que acompanbo a maio-
ria desta rasa, icnlio votado constantemente com
os meus collegas da maiona, mas tenho votado de
accordo com a minha consciencia, refliclo sobre o
x'ato que tenho de dar, e nem faijo a injustiya a ne-
' nhum dos meus nobres collegas de suppor que
elles tivessem a presump^ao de exigir demim um
voto contra a minha conviccao, contra aquillo que
0 Sr. Jos Mara :Acho que havena econoi
de lempo, olferecendo-se j novo projecto co
emenda a este.
1 m Su. Deputado :O projecto que se discute
contrario as leis.
O Sr. Jos Mara :Nao entendo que o projecto
seja contrario as leis, e menos aos tratados; para i
mim isto se acha muito demonstrado, porque esses '
tratados sao muito mais amigos do que a legisla
cao que temos tido sobre a materia.
Um^Sr. Deputado : Legislacao j revogada.
Jos Mara :Pl; ter .sido revogada por
ncias, como o sao muitas outras leis nossas
Barros, i
O Sr.
convenie
E' lido e approvado o seguinte parecer :
A commissao de ornamento municipal a qtiem
foi presente o requerimento de Manoel Luiz da
Veiga e mais herdeiros de outro de igual nomo,
em que pedem a esta assemMa para que autoriso
a cmara municipal de Oiinda com quantia sutil-
de utilidade publica ; mas se o poder legislativo j ciento pira pagamento dos supplicantes : a com-
yotou leis nesseseutido, tem-sei/wo{acto reconheci- miss.o para poderemiltirseu partcer como entendo
do que urna lei desta ordem, nao afiVclava os tra- der ser de justieade opinio queso mande ou
lados.
de 18G4.-
palavra o
vir a cmara respectiva
IM n. Deputado :E porque foi revogada? a rwpeilo do pedido.
O Sr. Jos Mara :Por qualquer considerago. Sala das commissiies, 25 de abril
L.m Sr. Deputado : Ahi que est a questo. Carvalho Moura.Rrgolinios.
T.VU o a raz5- E' lid0 e B adiado |wr ter pedido a
O Sr. Jos Mara : Pela mesma razo porque Sr. Reg Barros, o seguinte parecer :
se revogam as outras leis. A commissao depistica civil e criminal exa
fcssa le fez-se em 1847 e foi revogada ; mas isto' minando a peticao de Joo' Gomes da Silva, escri- HI
naoiquer dizer que ella osse revogada por ir de vao do crime, civel e segundo tabelliao de olas
encontr aos tratados. do termo do Bonito, em qu-> pede a soppressio do
Im Sh. Deputado :Qual foi a razao ? lugar de primeirn tabelliao de notas, exercido pelo
O Sn. Jos Mara : Qualquer razo ; por se escrivo de orphaos e aumentes, que o alm de
entender tal vez que isso ia por obstculo ao desen-; capeles e residuos, desejando nao proceder ligei-
volvimento do commercio do paiz. ramente em materia de tanta imponancia e temen
como informa o juiz de direito da comarca em of-
licio de 13 de Janeiro de 1862, de parecer que se-
ja indeferida a peticao do supplicante.
Sala das conunisses, 23 de abril de 1864.
Aran jo BarrosS Pereira.
E' lido c approvado o seguinte parecer :
A' commissao de agricultura, commercio e obras
publicas, precisa para ivoder emillir o seu parecer
sobre o contrato feito pela presidencia da provin-
cia com Manoel Goncalvos Nones Machado que pe-
pimao que se manue ou-- |os canaes;ompet.-nte5 sejam podidas com urgcocia
para que informe o que ha i(,frmaffles segulntes :
1* Em que poca foi aberla a concurrencia para
ser contratada a construeco da estrada de Btijary
Goianna.
2' So alm da proposla de Manoel Gongalves
Nanea Machado houveram outr.is, c que informa-
cues deu sobre ellas a repartico das obras publi-
Pessoas que assistiram as discussoes da cmara que a suppresso que se pede va avolumar dema-
dos depulados em 1847 sabem que logo que se ap-1 siadamente o expediente do peticionario, augmen-
lirovou esse projecto, inmediatamente os ministros tando seos lucros com detrimento do servico po-
das diversas potencias appressaram-sc a protestar.; blico, attendendo que o juiz de direito da comarca
O que cerlo, que essa lei vigorou, o que cerlo em seu olfici j de 19 de fevereiro do anno proxi-1
que o poder legislativo, autoridade para mim'
muito mais competente do que todas essas que
sido citadas na casa, legislando sobre esse obji
tem admittido o principio de que semelhanle dispo- ; toda a parte pouco lucrativo e muito pesado em
sico nao aflecta os tratados. Digo isto smenle I servicos gratuitos, merecendo por isso especial
3o Que sejam remettidos a esta assembla copia
de todas as propostas feilas.
Sala das commisses, 28 de abril de 1864.
Campi-llo.Silcrira Lolio.
E' lido, julgado objecto de deliberacao c manda-
do imprimir o seguinte projecto :
A assembla legislativa provincia de Pernambu-
co, resol ve:
Art. nico. Fira creada na villa da Encada urna
cadeira do primeira ledras para o sexo feminino.
Paco da assembla legislativa provincial de Per-
npT,!m TtffS!'J?Sn Phl8-^.de SP^ me,,!oVado namburo, 2-1 de de abril 1864.'-AlbnaerV,r Urlh.
qVJa fS '?ne ??S Um n,0d -CSpee,al 0'Be") dL', "' Sao lidos e approvados os seguales re.iuerimen-
i ubjecto, crivao do jury, e execucoes cnmmae*, o qual em los --,.~
e m res posta ao aparte do nobre depuudo, econ-
cluo declarando que quelles que cntendem que o
projecto pode passar com as uioJiftVacoes aconse-
Ihadas pela prudencia, com as modifleacoes apre-
seutadas no proj-cto que hoje se leu na casa, uo
podein eom razo deiiar de votar por elle em pri-
meira discusso, salvo o direito que Ihes assiste de
o substituirem, de o emenlarem na segunda ou quer resolu"eiio, sejaouvida |elos canaes
trceira discusso, amenos que se nao queira a lentes o juiz de direito da comarca.
atteneao desta assembla
na infesta
ser
ou
dito lugar fosse annexado ao lli'io de escrivo do
jury e execuco ; por todas estas razos de pa
recer que a este respeito, antes de tomar-te qual
com pe
Requeirs que se mande juntar os documentos
! do professor publico do Cabo, Clandino dos Santos
1 Lopes Castello Branco, que se acham na commissao
.u "'"I **. 25 W! d" I de 'B'slaco, e outros, ue esto na commissao de
er suppr.m.do o lugar de pnmeiro tabell.no seria | jn5,ruC(.o ^Wic_ alim'de P5la dar 0 SL,U parecer
D nao mais conforme a justica e a equ.dade que so,,re 0'(ie re,er ff ..rofesor.
D*im ae cnsul de PortugalAo oflicio que me! presidencia, reqnesitando a forca publica, urna ve
dirigi o Sr. Dr Claudino de Araujo Guiniaies j 1ue nesSti oflicio devem estar mencionadas as ra
a consciencia me ditasse. (Apoiados.) Por conse- lodo o transe mostrar o desojo de derrotar o pro- t Sala das commisses, 23 de abril de 1864.
quencia, Sr. presidente, nao %e pode suppor que; jeclo. Araujo Barros. S Pereira.
negando o meu voto ao projecto, eu o faca por es-1 I'm Sr. Deputado :Nao lia esse desejo. E' lido e approvado o seguinte parecer :
pinto de parcialidade, eu o faca por querer acom- O Sn. Buakoue : Mas quelles queentendem a commissao de inslruccn publica lomando
panhar a maioria da casa. Nao, Sr. presidente, | que o projecto Ilegal, como lio de volar por na devida consideraco a petieio de Guilhermina
cu voto contra o projecto, porque nao o considero elle ? Bazilissa de 01 iveira'e Silva, professora publica de
til, voto contra o projecto porque nao vejo que' O Sr. Jos Mara :Maso nobre deputado que inslrucrao priman' do sexo feminino, na cidade
nue acompa-j que o ouicio a que se refere o honrado membro de- elle po*sa trazer os resultados benficos que se se pronunciou por essa forma, declarou logo que da Victoria, em que pede que seja elevada a 164
b do corren- "/"yf*" ".f6-"?"?'.011 1ua,1uer ,r- ePu" tem em vista, e nao porque eu nao esteja domi-! Imha ideas uo sentido do projecto que boje apre- a quantia -iue foi marcada na tabella organizada
nado de verdadeiros sentimenlos de liberalismo,' senla. j pela directora geral da insirueco publica como
porque isso eu disputarei com aquclle que mais O Sr. Buarque :E' exacto. gratificacao para aluguel da casa era que funecio-
liberal fr nesta casa. (Apoiados.) O Su. Jos Mara :Logo o nobre deputado p- na dita professora ; tendo em vista a informacao
O que eu desejo, Sr. presidente, a melhorareal | de votar pelo projecto em primeira discusso, sal-! ministrada pelo delegado Iliterario do respectivo
mes- districtoe pela directora, de parecer que seja
jjecto nao indeferida aquella peticao.
contrario Sala das commisses, 23 de abril de 1864.
geral; Soares Brandao.
favor
cnsul de Portugal nesta provincia em data de lio-! ^oe* *ni que a nobre commissao de polica se fun
je, respondo declarando que, apenas recebi a re- don para reqiiisitar semelhanle forca.
prosentacao de algnns subditos porluguezes resi-1 O Sh._Buarque (Io secretario, pela ordem) diz
denles n cidade do Rio Formoso, a
nhou o ollicio do mesmo Sr. cnsul de -.
te, relativamente ao procedimento liavido para com >**> poder irexamina-lo.
cnrei obter as necessaras iuformBvCM ,. |0ao aue I Contina a discusso adiada na sesso anterior,
me sejam ministradas providenciarei a vista dellas i sobre o j.roj.iio como o caso exigir. Pr ca(,a caixeiro eslrangeiro
lt.
minha
Dito
Communi
do corrente .
dante das armas ter sido entregue ao capilao Au-1,em por lim conceder urna isenco s casas de
rclio^oaquim Pinto, os 8:0005 que por essa Ihe- > commercio que tiverem smenle em seus estabele- flaa Olis, em discusses i
nviados pelos alteres Joaquim cimenlos caixeiros nacionaes; um projecto que provinci;
em beneficiar a provincia, na confeccao de medi-
provmcia tenha d'ani tirado o menor resaltado.
O Su. Jos Mara :As vezes bom.
O Sn. Silva Burgos :Eu nao condemno ab
lulamente as discusses polticas, entendo que ellas
souraria ihe foram env.
Jos Hevea de Seixas para pagamento dos venci- i eu entendo estar dentro das raias das nossas alin-
mentps da forca destacada sol o commando do! buces, que nao vai ferir seno as nqssas proprias
mesmo rapito na comarca de Flores. I reodas, e nos como primeiros scaes dessas ren-
DiOo ao desembargadiir irovedor da Santa Casa das somos os competentes para aprecia-lo.
da Misericordia.lommunicando V. S. em seu of-1 Requeiro, pos, que se
ticio oe 21 do corrente baver a junta administran- I preferencia sobre o pn
va da Santa Casa da Misericordia em sesso de 6 seguinles termos : auferisse beneficio algn
"destemez, resolvido nao coiivr ao adiantamento Art. l'nico. Ficant isentos do pagamento do im- coraco. '
dos eilucandos do collegio dos orphaos a delibera- poslo lancado sobre a renda dos estabelecimentos O Sn. Jos Mara :E'
rao qOe tomou o conselho director da inslruccao i cominerciaes, quelles desles estabelecimentos que passar ins leis.
pnblica no sentido de serem feriados os dias de j jiverem lo Jos os seus caixeiros nacionaes. Nesta Sr. Silva Burgos :Contra
autoridade
do corpo legislativo do paiz.
O projecto tem seus inconvenientes, creio que o
imposto como est Iraz suas difficuldades; mas se
E* lido o segnlute parecer :
A commisso de mstrnccilo pnbHca tendo exa-
minado a peticao de Jos Faustini Marnho Falcao,
profeseor publico de lalim da cidade de Nazareth
e hoje addido secretaria da inslruccao publica,
a idea boa, antes de os nobres depulados trata- em que pede a esta assembla
urna gratilieaco
avulsos
itea para aprecia-lo. podem, e devem ter lugar algumas vezes, mas que i suscitar duvidas sobre a possibilidade
e estabeleca a discusso de se nonsumisse todo o tempo da sesso com a dis- Ur o projecto que ora se discute, e a
rojeclo que e couccoido nos cussap e semelhanle materia, sem que a provincia I que foi apresentado hoje, como ja lev
IllfltriJea liATlillioA <\lni\n> /, n HA .vi. Ubu-U. .1 I il |||7.'P il tlnl.r.i I. < i I .. I. i ,.,,,...- ->,.n
co- rem de os remover, nao sei como a possam rejeitar j igual a que percebem os professores avulsos que
las' em primeira discusso, tanto mais quanto se podein i sao chamados a funecion ir no Gymnasio Provin-
o que eu lamento de
melhor do que fazer
as ms leis, nos
todos temos o direilo de protestar ; e eu fago mili-
to bom conceito dos meus collegas, entendo que lo-
dos elles conhecem quaes sao as medidas otis ou
inulels. para que as approva ou rejeito, quando fo-
rem apresentada nesta casa. O que lastimo, re-
pito, que se tenha consumido o precioso tempo
em um so corpo para beneficiar a provincia
isto o que cu lamento e lamento de coraco.
Eis, pos, a minha opinio. parece-me ler feito
comprehender aos nobres deputados
juintas-feiras de todas as semanas em que nao j isencao nao se comprehendem os eslabelecimentos
liouverern dias sanios ou outro qualquer imped- que tiverem um so caixeiro : revogadas as dispo-
menlo. tenho a dizer-lhe que concordo com a re-1 sires em contrario.
solacio lomada pela referida junta a semelhanle | Paco da assembla legislativa provincial de Per-
resp-iio. I nambuco, 23 d abril de 1863 Buarque.Arau-
Dloao rommandante do corpo de polica.Man- jo Barros.Silva Barros. S Pereira.Nabor.
de v. S. apre>entar diariamente
presidente do jury deste termo
a guarda que de coslume
daquelle tribunal.
Dito ao director do arsenal de guerra.Visto Depois de algumas consideraces pela ordem,
que eslo nascircumstancias de serem addidos a preferido para a discusso o projeelo primitivo,
companliia de artfices como mancebos, segundo: O Sh. Silva Burgos : Nao pretenda, Sr. presi-
deelaran essa directora em seu oflicio n. 325 de dente, ocrupar-me do projecto que se acha em fl|Ue nos ouve a(]e se ., nroieeto
23 do corrente, os doze menores da companhia de | discusso, tanto mais quanto mejulgo o menos ha- ...-.....' _:.
aprendizes desse arsenal, mencionados na
inclusa, mande V. S. apresenta-los ao brgad
ommandante das armas aflm de terem semelhan-
te destino ; ficando desligados da respecli
ponina.Communicu-se ao brigndeiro comman-
aiite das arma. j cessidade de explicar o meu voto, manifestando o
Dito ao commandante do presidio de Fernando.' pensamenio que lenho na presente qneslo.
Faca V. S. regressar a esta capital na primeira Sou liberal, Sr. presidente, sempre o fui, e como
oppoilunidade, a di-posicao do juiz municipal da liberal me acho nesta casa ; (apoiados) v, pois,
-* vara desla cidade, o sentenciado de juslica Ma-' V. Exc. que tendo dj votar nesta queslao, e tendo
noel Pairara da Silva Mendonea, que linalisou a de negar o meu vol ao projeelo, pode alguem
pena a que foi rondemnado segundo declarou o suppor que eu sou contradiloriocoin os meus prin-
mesino juiz em oflicio desta data. cipios. (Nao apoiados.)
Dito ao mesmo.Remello incluso o requerimen-. Nao, Sr. presidente, o meu procedimento mui-
to do sentenciado de juslea Manoel Teixeira de' todifferenle.
Carvalho Balalu para que V. S., attendendo ao j O Sr. Jos Mara : Nisto nao ha questao de
que elle allega, o applque a trabalbus que o seu partido,
listado de saudepossa supportar. O Sr. Silva Burgos : Tem se querido dar ao
Dito ao director das obras militares.Rccom-j projecto urna fecotoda-polilica; e eu que adopto
o dizer o nobre deputado pnmeiro secretario.
O Su. Buarque : Entend assim, mas recorr
aos precedentes e achui o contrario, eslava em
erro.
OSr. Jos Mara : Eu creio que podem appa-
recer duvidas e trazer isso ainda mais longas dis-'
cus-es; e se a medida ulil para a provincia, lau-
to que a casa reconheceu a urgencia para se dis-
cutir de preferencia a toda a outra, acho que o
de se rejei-' cial, em rirtude da lei provincial n. 525 de 2 de
approvar-se o junho de 1862, lendo em vista o que a respeito in-
ve occasio df formn a directora geral da inslruccao publica,
de parecer que seja attendido o peticionario.
t Sala das commisses, 2:; de abril de 1864.
Soares Bramido.Arminio Tarares.
E' remedido mesa o seguinte requerimento :
Requeiro que o parecer volle commissao.
Buarque.
Posto a votos o requerimento approvado.
E' lido e flea adiado por (er pedido a palavra o
Sr. Sa Pereira, o seguinte parecer :
A commissao de inslruccao publica tomando
vistoque cu me conservei silencioso durante a dis-
cusso do projeelo que impoe sobre caixeiros es-
lrangeiros. E' una verdade, Sr. presidente, que
julgando de summa importancia, de grande alcan-
ce a questo de que hoje se Irata, nao a tendo es-
tudando convenientemente, eu me julgava inhabi-
litado para lutar nesta casa contra os adversarios
meio que lembro o melhor, porque em lodo o
caso preferir! decidir esta questo por qualquer na devida consideraco a peticao de Jotnna Justi-
frma (pie seja, a permanecermos no estado a que na de Siqueira Varejo, professora pblica na fre-
nos adiamos reduzidos. : gnezia de S. Jos desta cidade, em que pede que
Vol pelo projeelo. seja julgada mesma peticionaria com direito
O Sn. Nahoh :(Nao devolveu seu discurso.) gratilieaco que pelo art. 6 da lei n. 261 de 20 de
Encerrada a discusso o projecto posto a votos junho de 1850, percebem alguns professores, con-
e regeitado. siderando que a disposieo de e ao publico; O Sn. Buarque (pela ordem) pedo dispensada tem carcter algum geral, antes nicamente re-
impresso para ser dado para ordern do dia seguin- lat va a certos e determinados individuos, e ainda
tendo em consideraco o que a respeito informen.a
ecla- directora geral da inslruccao publica, de pare-
cer que seja indeferida a peticao.
Sala das commisses, 25 de abril de 1864
Soares Bramido. -Armnuo Tarares.
lido e flea adiado por ler pedido a palavra o
Sr. Rochael o seguinte parecer :
A' commissao de juslica civil e criminal exami-
nando bem e devidamente a petieSq de Manoel Cle-
mente Rioeiro Varejo serventuario vitalicio dos
ofliciosde tabelliao de notas e escrivo do civel da
votou
primeira discusso o projecto n. oj
deste anuo que crea urna escola normal, o qual
approvado sem debate.
Segunda discusso do projeelo n. 61 que estabe-
lece preferencia em loteras.
E' approvado sem debato.
que requer ff mesmo pi
Sala das commisses, 25 de abril de 1864.Re-
g Barros.
Requeiro que se peca ao Sr. presidente da pro-
vincia que se digne'declarar a esta assembla que
difficuldades tem encontrado para dar mesma
assembla os esclarecimentos que Ihe foram pedi-
dos acerca da estrada de ferro, afim de que se ro-
nheca se esla demora parte da presidencia ou dos
empregados da mesma estrada, os quacs para evi-
taren) que nesla casa se ponba a limpo os seus ac-
tos nega-se a dar laes esclarecimentos.S. R.
S Pereira.
Requeremos que o parecer relativo a peticao de
Joaquim Policarpo de Freitas, professor publico ju-
bilado do collegio de orphaos, seja dado pela com-
missao de instrueco publica c legislado reuni-
das.
Sala das commisses, 25 de abril de 1864.Soo-
res Brandao. Arminio.
(Contimiar-se-ha.)
re-
Segunda discusso do projecto n. 73 qii) manda
stituir a Joo Luiz de Souza e aos herdeiros de
MILSTA MiUi.
Realisou-se na quarU-feira a festa do Corpo de
Deus na matriz de Santo Antonio, rom a pompa
e magnificencia do costume, estando o templo ar-
mado com sumptuosidade e Iluminado por mais
de stisceutas luzes.
Executou-se a grande missa Matriz do composi-
tor Joaquim Cassiiniro Jnior, regeiido a orchestra
o Rvin. padre Primo. No Gloria foi cantado oslo
quilollis peccata mundipelaKxma. Sra. D. Josepha
Mara Sonto, que uiostrou una bella voz c gosto
pela arle que cultiva.
Logo depois da festa percorreu o adro da ifrtja
a respectiva procisso com o SS. Sacramento.
Oraran) no Eomattko o Rvm. fivi Joaqui..i do
Espirito Santo, e ao Te-Deum o Rvm. padre Anto-
nio de Mello e Albuqucrque.
Na vespera, ao meio dia, foi benzido um pe de
aliar completo (menos o frontil, que foi -luhslituido
por una umbela), toJo de damaM-o branco bordado
a ouro, execulado pelo Sr. Antonio Alves Ferreira.
do valor de 2:4005.
Durante todo o dia esleve em exposico a ma-
gem de S. Jorge.
E' digna de mil encomios a actaal mesa regedora
desla nmandade pelo zelo e iateresse que tomou
pela prosperidade della, e pelo alineo por que pro-
curou sohresahissem os seus actos aos domis,
por muitos motivos.
Segundo urna bulla do SS. papa Leao XII gosam
indulgencia plenariae remisso dos neceados todos
os liis que, confessados e commungados, visilarem
esla Igreja deutro de quinze das a contar do da
presente testa.
Da hoje a sociedade dramtica Recio e Unido
Familiar sua represenlayo do corrente mes, le-
vando acea o drama em tres actosO Ciumes
de um Marido scena cmica Neste caso nao
me caso.
Em consequencia da chuva que cabio quarla-
feira uoile, deixou nes>e dia de ler lugar a par-
mendo V. S. que d com urgencia as providen-
cias necessaras afim de serem concertados os can-
deelros da illuminaco a gat do quartel da compa-
nbi de eavallara, como soli
veinmandante das armas em offl
/orrcnle.CommuiiicoLi-se ao bri
danfe das armas
Dito ao inspector do arsenal de mannlia. Com
este ser apresentado A V. S. a Africana lvre de
Borne Clara que deve ser substituida por outra no
servieo da Santa Casa de Misericordia.
Dito ao director das obras publicas Mande
Vmc. orear com urgencia a despeza a fazer-se com
os reparos e pintura de que nere*sU o theatro de
Santa Isabel, tendo em vista a dispesico constan-
te do 2 art. 15 da lei provincial n. 596 de 13 do
correle.
Dito cmara municipal de Ipojuca.Remello!
cmara municipal de Ipojuca, para seu ronheci-
jnento e devida execuco, copia da lei provincial
n. 587 de 9 do corrente que eleva a eathegona de
villa a povoaco de I|>ojura e fransfere para ella a
sede do termo do mesmo nomo.
Portara.O Sr. gerente da companhia Pernam-
larana mande dar transporte para a capital das
as ideas libones,
amo de coraco o meu
desle projecto, e portanlo tencionava dar o meu i Joo Vieira Lima o que elles inJovidamente paga-
voto a favor delle na primeira discusso sem o mo- rain de sello de heranca e legados.
Iivar, receioso tambem deque se fosse a entrar na; E" approvado depois de breves censideragoes
discusso, na sustentadlo das ideas conlidas no' que fazem os Srs. G. Compeli, Ayres Gama c
projeelo, eu fosse mais adianto do que seria con- Araujo Barros.
veniente, porque seria preciso dizer algumas pala- Primeira discusso do projecto n. 78 que conce-
vras sobre os fados, sobre as decises, os projec- de um abale a Flavb Ferreira Callo e outro, arre-
enquei amo ae coraco o meu ios de lei, as leis, o? regulainenlos, etc., que' de '' matante da taxa das barreiras do Magdalena e Pon
paiz, que desejo a prosperidade de minha provm- |0llga jaia se leni dado no Brasil por causa de le dos Carvalhos.
ca, e de todo o imperio bras.leiro, entendo nao que0es qe tem relacao com esla materia, e islo,! O Sr. Buarque oppoo-se ao projecto.
OS.J. Reg Barros defende o projecto como
um dos membros da commissao de fazenda.
O Sr. Souto Lima pronunciase contra o pro-
jecto.
Eucerrada a discusso, o Sr. G. Campello requer
e que o projecto nao tem realmente utilidade, nem me precedeu, obriga-me a ir tribuna, mais para '' que a votaco seja nominal,
seas nobres autores Ihe ----- ^---------*
traz a vantagem que os
atlribuem.
Sr. pre-identc.eu nao qu-ro entrar na qufsto da
pedr-lhe que nos acompanhe com o seu voto neste
projecto, do que mesmo para dar as razes do meu
vol. Edigo, que me atrevo a pedir'ao nobre do-
constitucionalidade, nao quero indagar se o pro- puUu0 qua n'os acoinpanne porque me p;irecc que
jeclo vai de encontr aos tratados existentes. e||e. Consultada acasa acerca da votaco nominal
pronuncia-se contra.
Poslo a votos o projecto approvado.
Contina a discusso adiada acerca do projeelo
O Sr. Silva Barros :-Eu prove exhuberante- a pr0spendade da provincia, nao poder nesta
questo recusar-nos o seu voto de approvago, por-
0 Su. Buarque : Protesto.
O Sr. Silva Burgos : Eu ouvi tambem ao
meu nobre collega o Sr. 1 secretariodiscorrer lar-
gamente respeito da utilidade do projecto, c fi-
qnei intimamente convencido, de que tal projecto
nao mereca a approvaco desla casa, porque elle
ia de encontr deliberacao da assembla geral,
que j lendo approvado urna idasemellianle, lti-
mamente a revogou, e porque me convenc de que
alagos, por coma do ministerio da guerra, no*va- j nos nao tinhamos o direilo de legislar sobre mate-
por que seguir amanhaa para o sul ao Io sargento, ra desta ordem.
do corpo de guamico Francisco Nicolao Carneiro ; VU Su. Deputado :A assembla da Baha con-
da Rocha Nunes que deslaca para a villa de Taca- feccionou urna lei neste sentido, que foi revogada
ratu.
Dita.O Sr. gerente da companhia Pernambu-
cana mande transportar at o Porto de Pedra no
pelos poderes geraes.
O Sr. Silva Burgos :Logo, nos nao devemos
i querer confeccionar urna lei que ter de ser letlra
-vapor que segu manha para o sul em lugar de mora, que nao merecer a saneco do poder exe-
r destinado a passageiro de estado a Conrado Jo- culivo, logo nos devemos respeitar as deliberaces
s da Silva e sua mulher.
Pl, _0 presi tente da provincia, resolve desig-
nar o Dr. Manoel Jos da Silva Neiva, juiz de di-
dos poderes geraes, que devemos suppor (Ibas de
toda a prudencia, de Iodo o criterio, como do pri-
meirn corpo legislativo do imperio, e que tem ins
reito da 2* vara de.-ta cidade para servir interina- peeco sobre o nossos netos.
mente o logar de auditor de guerra, visto ler sido
nomcado desembargador o Dr. Francciseo Domin-
gues da Silva.Fizeram-sc as necessaras commu-
nicacoes. ,
Dia.O presidente da provincia alten; ndo ao
Alm destas razes que rae levam a volar con-
tra o projecto, ha urna outra, para mim de grande
peso. En lenho ouvido dizer a muitos negocian-
tes desla capital, que nao se importara que o pro-
jecto pasee, porque elle Ihes nao irar prejuizo al-
que, apezar de entender elle que o projecto tem; Ao final acrescenle-se o seguinte : ficando o
essas desvantagens que apreseqlou, natural, que ajudanle do mesmo corpo com a gratilieaco igual
nao desconbeca as vantagens conlidas no projecto ao do secretario, alm da que Ihe dada para ex-
substitutivo que ha pouco foi lido, assignado por di- pedienle.Rochael.
versos membros desta casa, o qual lera de ser O Sn. Jos Mara : (Nao devolveu seu dis-
apresentado era segunda discusso como emenda, curso.) .
ao que ora se discute, e trar provincia os bene-j O Sn. Presidente estando a hora bastante adan-.
Ocios que todos nos desojamos. E' por esla razo, | lada, designa a ordem do dia e levanta a sesso.
Sr. presidente, que eu digo, que o nobre deputado
devia dar o seu voto ao projecto em primeira dis-
cusso, porque sendo elle approvado isso nao nos
inhibe de o reformarmos, de o melhorannos, ou de
o substituimos por aquello que hoje foi apre-
sentado.
Um Sn. Deputado :Acha este melhor?
O Sr. Jos Mara :Eu j declarei que o acha va
melhor.
O Sr. Silva Rabos :Pode ser apresentado sem
ser como emenda.
O Sn. Jos Mara : Sei que pode cahir este
projeelo, e pode ser apresenlado o outro depois; i
mas me pareca me>.X sor ello apresentado c"omo | PJ*^^Ts'L" Zs a.Sg^^nproheVdZ
emenda cm segunda discusso, o que adjanlara *
Araujo, o qual exerce exclusivamente o de escri
vio de orphaos eannexo-, sendo examinada Igual-
mente a informacao aiinexa a mesma peticao dada
pelo jui de direito da comarca em. dita de 7le
abril de 1862, e bem assim a informacao circuns-
tanciada que o mesmo juiz de din-ite deu sobre a
mesma pretenco cm 13 de junho do dito anno, e
em vista dessa ultima informacao que enrerra da-
dos estatisticos importantes; atlendend > que o car-
;oro de orphaos e ausentes da silla do Cabo nao
lo rendoso que d lucros sulDcientes para o ser-
ventuario respectivo, e que esses lucros queja
eram ininguados, quando o termo do Cabo com-
prehendia o termo actual de I|K)juca, boje por for-
c.i da creaco deste termo licaram mais reduzidos;
attendendo que estas considerac,es e as cifras dos
servontuarios feitos polo mesmo carlorio levaram o
dito juiz de direito a declarar que o servico do men-
cionado carlorio que era quasi. nenhum, allendenao
que o peticionario nao s tabelliao de notas e es-
crivJo do civel mais tambem escrivo especial de
residuos e capellas, e privativo do registro de hy-
pothecas ; atiendendo que por essas razes os lu-
cros sao equivalentes ao do escrivo de orphaos e
annexos, sendo que qualquer pequea diuVrenea
que haja em favor deste servir smenle para com-
pensar-lhc a maior somma de registros gratuitos,
as despezas que obrigado a fazer com livros pa-
ra tufores e para os termos de tutella, para cofre
dos orphaos, arrecadaco dos bens de ausentes ele.
ele, atlendndo a que a suppresso dos officios
SESSO ORDINARIA EM 25 DE'ABRIL DE 1864.' que 5e pede fazendo pesar sobre o peticionario ser-
presidencia do sr. coNSRLHEiRO trigo de vico superior as suas forcas, como informa o refe-
rido juiz de direito, seria contra toda a convenien-
villa do Cabo na qual pede a esla assembla a sup- ttida da sociedade recreativa Corijhanttna, cfec-
presso dos segundos offleios daquella denomina-! tuando-se ella na quinia-feira, sendo para notar
cao que sao exercidos por Manoel de Sania Amia I que se dsse essa tran>ferencia de dia sem baver
setnela anterpada de todos os socios.
da
E' remedida mesa c apoiada a seguinte emen-
LOUREIRO.
A's 11 '/ horas da manhaa feita a chamada e
aehando-se presente numero legal de senhores de-
putados, abre-se a sesso.
E lida e approvada a acta da anterior.
O Sr. Primeiro Secretario declara nao ha ver
expediente.
Urna peticao de F. M. Duprat, pedmdo um auxi-
lio de cem contos de ris para" a sociedade que se
urna discusso.
O Sr. Buarque :O que verdade que apre-
senlei una medida conciliadora, c- os nobres depu-
rados nao a acceitaram.
Araujo Barros :Eu nao a acceitei eomo
liadpra.
entro as Cinco Ponas e o rio Jaboatao.
E' lido e approvado o seguinte parecer :
c A commissao de obras- publicas ailendendp a
falta de estudos que alleg a repartico das. obras
publicas acerca dos lugares por onde devena pas-
sar a estrada da Ch.ixaim ; attendendo a que se a
distancia dessa ssirada avia frrea fosse superior
Sao passados alguns dias que se v, no calca-
mente da ra da Aurora, algumas pedras desloca-
das, em consequencia de baver abatido urna parte
do cano que da esgot j s aguas da casa n. 86, en-
tretanto que ha risco para quem por all passar
sem aperceber-se do nao pequeo buraco que
existe.
Chamamos a allenco de quem competir para a
necessidade qu ha em ser reparado o estrago
apontado, alim de que nao se v, com tanta presea,
oquecendo a necessidade da conservado do cala-
mento, que lo custoso vai sendo aos proprietanos
e aos cofres da provincia.
Mililo Jos Miranda, cujo suicidio noticia-
mos hontem, era natural de Sergipe, solteiro, pardo,
que representava ser maior de JO annos e tinha
praca por engajamentona msica do2 balalbo de
infamarla do exerciio.
Esse infeliz linha procedimento muito regular,
trajava com asseio, para as pessoas de sua elasse e
s em objecto de servico que trajava a farda de
seu uniform.
As pessoas que o conheciam, superiores e cama-
rada", referem que Milito.solria certos de..-aranjos
inentaes, sendo que, quando aquarteado na forta-
leza das Cinco Ponas, soffrera um ataque de lou-
cura.
No dia 23 do corrente Milito soffreu urna pnsao
correecional.-lendo licado com o quartel por mena-
cem durante o dia, sendo que a noite obtivera elle
pennisso para sabir alim de tocar em certa casa,
e istosomente por duas horas, as quaes excedidas
levaram-no a nao vollar ao quartel, de seu corpo,
uWcTTom"^ Encontrado on. ama
a^^li^ciladainforinacoSueacom- ^^%ZZ S3fSS5
completar os dias de ausencia, precisos a sor classi-
ao que nao accedeu Milito receio-
cia
outras
misso olierece como parto iulegraule desle traua-
Iho, ca mesma commissao de parecer que seja in-
deferida a supphca de que se trata.
Sala das commisses, 25 de abril de 1864. -
Araujo Barros.S Pereira.
E' lido c approvado o seguinte parecer :
A* commissao de juslica civil e criminal exami-
nando a peticao de. Luiz Paulino Vieira do Mello,
escrivo do crime e civel, 2' tabelliao de olas e
escrivo das hvpotliecas da comarca do Lomoeiro,
na qual pede a'suppresso do lugar de pnmeiro
tbelho de notas da mesma comarca, aUeudendo
que a suppresso do mencionadolugar tornara de-
masiadamente pesado o expedente do peticionario,
o qual alm dos devores inherentes aos seus Qft
licado desertor;
so de soffrer castigo de armas, e consta que elle
nessa occasio dissera seu companheiro que nao
.iltav.nn pistolas, leudo sido aconselhado para afas-
tar da mente lo sinislro intento, quanto criminosa
resol uco.
IntNinam-nos que Mililo comprara emarua No-
va a pistola de alcance com que se suicidou, por 75,
lenmi passado a noilc exposto ao tempo, pois o pa-
leto! c a calca de casimira preta quo trajava esla-
vam. bastante humedecidos.
Em umdos boleos da calca foram encontrados al-
guuscartuxos proprios da pistola e foi ouvido, il


uc BiimmtMCTi ... aunano * ae Malo de fl *4.
orna mulher moradora na ra das Aguas-Verdes, ,2 55s......................
onde levo lunar a realisaco de lio reprovad re- Antonio ios Sanios Vital, dita
soluofe.i, que Milito so despedir do nina pessoa Ciaudino dos Sanios Lopes Cas-
alli moradora, leudo carrejado a pislolla no corre- tello Brauco : dita por mais de 13
dor do sobrado, onde moral essa pessoa, e a uispa- annos.........................
rara contra o peito esi|uerdo, na calcada fionleira, Antonio Egydio da Silva: dita
que a do oilao da igreja de Nossa Senhora do por mais de 2o anuos............
Terco. Padre Lino do Monte Carmel-
Ao lugar compareceu immediatamenle o Rvm. lo Luna ; expediente da biblio-
vigano da freguezia de S. Jos, que deu ao iufeliz thca.........................
o sacramento da extrema uiicco. i < Thomaz Pedro de Aquino : ex-
No dia*30 do correte o Rvm. Sr. vigarioda pediente d'aula.................
Muribeea celebra urna missa, pelo descanco do Jeronymo Theotonio da Silva
Exm. e Hvin- Sr- b'pP- Loureiro : ordenado, gratiHeacao
_ Pela subdelegada do Peres fei apprehendido e expediento...................
no poder do crioulo Antonio, um relogio de algi- Mara Isabel Lins : gratifica-
beira, que elle confessou ter furtado de urna casa gao por mais de 25 annos........
na ra Imperial, onde servio de criado; o qual Jos Marcelino da Costa : dita
ser entregue a seu dono, dando es signaes certos. de exercicio....................
A companhia dramtica na quarta-feira (23) Luiz Ignacio do Otiveira Jar-
le .-ou I cena o drama O Pelotiqueiro, vertido do dim : ordenado e gralificaco-----
franeoz, da escola moderna e nico. Acerca de sua execugo remetleni-uos o se-, pediente de sua aula............
guiute : Jeo Jos Barroso da Silva Ju-
t A reprcsentaoo correu mullo satisfactoria- venis : gratifica; o por mais de 15
mente. Os papis (oran bem destribuidos, e van- annos.
tajosamente interpretados pelos actores
"~377*777,
1:113*888!
28*300
484610
29*120
,5^530
8:15316
15*500
7*777
81*666
6*150
que delles
se encarngaram.
O Sr. Germano, no scu bonito papel de proto-
gonista, csteve arrebatador : agradou summamen-
le, arrancando bravos e palmas espontneos do
auditorio que so onthu.-iasiiiava mais e mais, ad-
miramlo as cITuses do genio de nossa scena.
< Do quarto acto om diante, o nosso artista elc-
vou-se aeima de todo o elogio.
A Sra. I). Autonina Marquelou trabalhou ma-
gistralmente.
Sos papis que executou, o Io de centro, o 2o
de ingenua, moslrou mais urna vez que urna
grande artista, e que merece o bom acolliimento
que tem recebido do publico.
O Sr. Thomaz agradou bastantemente no seu
papel -. f-lo com bastante arte e naturalidade.
OSr. Lisboa, tifalife, avantajou-se bastante,
dando vida ao scu papel.
Os demais artistas agradaran).
IVndo transferido sua residencia para Ala-
gas o alferes aggrcgado ao balalhon. 43 da guar-
da nacional de llarreiros Francisco Goncalves Ca-
sado Jnior, foi-iH mandada passar guia.
Foi nomeado o Ur. Jos Joaquim de Soulo Li-
ma, promotor publico do l.imoeiro, eni substitu
cao do l)r. Manoel lunocencio Pires de Figueircdo
amargo, exonerado.
Actta-sc exercendo o cargo de ajndante do
procurador fiscal da thesouraria provincial, na ci-
dade de Olinda, o l)r. Francisco de Caldas Lins,
durante o impedimento do Dr. Quoiroz Fonsoca.
Iiicnmliio-so ao praticanlo da secretaria do
governo, Silvino Antonio Rodrigues, mediante a gra-
UAcatao de ouo* aranaes, a copia dos livros ami-
gos do archivo da mesina ecretaria.
Entrou hontem em julgamento, na sessao do
jury, o crioulo Luiz Baptista, pronunciado pelasub
delegada da Varzea as penas do art. 192 do cdi-
go penal, em consecuencia de ha ver em conflicto
com ootrem mono propria mili, que se inlc po-
zcia ao acto 1--11- vibrar urna dragada na pessoa
com quem coniendia.
Uepois de preenchidas todas as formalidades le-
gaes, o porteado o constlho de senlenca, foi dada a
palavra ao orgo da jusliga, o Sr. Ur.."Jos Paulino
da Cmara, que dosenvolveu a accusago, susten-
tando o huello de modo revelador de bella intelli-
gencia, e com sangue fri nolavel en pessoa que
eslreava sob a improsso de urna primeira prov,
que assislio um auditorio immeuso e coinposlo
de pessoas Ilustradas.
A defesa foi-desenvolvida {telo Sr. Dr. Francisco
Leopoldino de Gusmo Lobo,-que adduzo novas
provas, na cadeira da defeza, as que tem dado na
tribuna criminal de um talen'o oratorio robusto.
E depois da replica e (replica, em que ambos
se maiiliveram em sua posico, rcrolhu-se o con
seibo sala das conferencias, donde voltando as C
horas da tarde, com as suas respostas aos quisitos,
loi pilo Dr. juiz de direilo presiden!, de conform-
dade com as invernas rt-spostas, publicada a sen-
tenca em que roiidcmnado o reo 10 annos de
priso com trabalho,
Na sessao do jury de Ipojura, Anda 13 do
correiite, fram julgados 8 processos com 13 reos,
sendo : 10 por homicidio, 2 poroffensas physiea- e
1 por furto. Foram coodemnados: 1 gales per-
petuas, 3 a priso simples, c i acuites, e foram ab-
solvidos 8. Dos condemnados 1 appellou para novo
jury, e contra 3 appellou o juiz de direito.
Una ca la do Ico, de 10 do crrente diz o se-
guinh- :
Na noite de 8 deu a alma ao Creador o nosso
medico Dr. Pedio Theberge, que vollou 13 das da
capital j adoeulado, com as faces lachadas que nao
odeixava comer nem beber, c com paralysiaii'um
braco.
Nao era nio homem e seu modo de proceder
aqui foi sempre viver bem com todos os bous, pelo
que vitrea e morreo pobre, deixando apenas sua
familia, composta de mulher e 3 Albos, um nome
honrado.
Sua morte foi pranteada de veras e o leo sen-
t realmente seu passamento.
Desde o mez de abril que lavra o cholera,
desde daqni al os Carirys, com grande numero de
victimas em tudas as localidades, principalmente
as l.avras. Venda, Telha e Barbalha. -
No Turnes de 14 do mez passado foi publicado
e seguinlc :
t l.'ma nova empreza, semelhanle do servico
da lnpeta e esgoto das casas da cidade do Rio de
Ja eiro, sob o titulo dePernambuco Inprovemeut's
Compayny, acaba de sor roalisada em nossa praca,
com n capital de 200,000 em accoes de ' 20, a
qual se deve encarregar da conclusao das obras
emprcliciididas por Carlos Luiz Cambronne, na ci-
dade c O privilegio concedido pelo governo torna
obrigatorio o empre.go das latrinas, garanlindo
assun urna renda que pode dar 10 de dividcu-
do animal, abatidas as despezas com obras, etc.
E-nos bastante grato daimos semelhanle noticia
aos leitures, pelos beneficios de salubridade e aceto
que ramo* ter com esse melhoramento, rauiloapcr-
Jeicoado ullimameiile pelo Sr. Cambronne, aps ex-
periencias que fez em Franca e Inglaterra.
Era lempo que os inlersses da saude publica o
a consideraeiio que deve aspirar esta cidade, que
javulta no" mundo pela sua populacao, riqueza e
progressiva civilisacao, tornassemefTectivaa reroo-
^o desses focos de iufeceao, movis e fixos. que
por toda a parte se enconlram, incommodando
populacao e circundando-a de emanad-oes delete-
rias.
Deixando-se aos proprietarios a plena liberdade
de adoptarem ou nao o servico da limpeza e esgoto,
que se propoe fazer o emprezario Cambronne, cor-
tamente que a sua empreza se tornarla intil, se-
no impo>sivel, porque, nao s o lim da salubrida-
de publica nao seria satrsfeito, se urna parte dos
habitantes continuasse a sua antiga rutina, como
lamn ni se tomara impossivtl a caoalisacao, que
assim licaria destarada e interrumpida.
Felizmente deixou de ser saarciooado o pro-
jecto de lei que extingua a clausula obriga-
toria da postura municipal, o qual difcultaria a
reali>acao dos benencios que se devem esperar da
empreza Cimbro une, nao obstante serem geralmen-
te Condecidos entre nos os sacrificios e despezas
do emprezario, ponto de, com edillcacoes de ofifl-
cias e 13 a 14 mil bracas de canaUsacao e mais
obras, ter ja gasto mais de 400:000*.
Alm dos mclhoramenlos nos appaieihos, conse-
guio o Sr. Cambronne urna boa reduecao no proco
dos de tereera classe, que de ordinario mais
empregada.
Segundo todas as probabilidades estar aqui o
Sr. Cambronne, que contina como gerente da em-
preza, em lins do mez de juoho, trazeudo ludo
quantu necessario par a execucao-cmplela dos
trabadlos.
Eis o quadro da divida passiva provincial, de
que trata a lei do orcamento no seu art. 39 :
Secretaria do governo.
Companhia de Beberibe : for-
nenment d'agox para a momia..
Iiittrucruo publica.
Professores.
Mara Joaquina de S. Thom :
expediente d'aula...............
Padre Jow Jos de Aranjo :
gratilicaco por mais de 12 anuos.
Feliciano de Oliveira Dniz :
tencimentoriimo irterino........
Jone Ramos de Vaaeoucelios
aluguel de casa e expediente da
aula...........................
Padre Fruneisco Verissimo
Bandeira : diflerenca de ordenado
Antomo dos &inlos Falco :
gratilicaco e expediente de sua
aula..........................
< Conego Joaquim Pinto de Cam-
pos : dita de sua cadeira........
Jos Francisco de Souta : dita
por mais do 25 annos...........
Dito : vencimento de sua ca-
deira..........................
Dito : gralificaco por mais de
6*100
19*680
1:122*188
6I*5
61*599
42*000
62*975
110*833
238*623
196*824
Jos Izidoro dos Santos : dita
Ricardo Fonceca de Medeiros:
ordenado e gratilicaco..........
Marcolino Antonio Xavier :
dito...........................
Auxilio industrial.
Companhia Peruambucaua de
Paquetes vapor, subveoedes....
Obras publicas.
Manoel Nascimento de Arau-
jo : indemnisacao de desconlos nos
pagamentos das prestaroes da obra
do hospital Pedro II.............
Thesouraria da fazenda : re-
paros da cadeia de Ouricury.....
Jos Mamede Alves Ferrcra :
importancia por saldo do 11 lanco
da estrada do norte...........".
Jos Mamede Alves Ferreira :
preslacao do 10 lanco da oslrada
do Pao d'Alho a Nazarelh.........
< Ilenrique Augusto Milet: dita
da obra do 12" lanco da estrada
do sul.......................
(lara Adelaide Paes de Andra-
de : indemnisacao de prejuizos
causados em suapropriedado na
cidade da Victoria..............
t Manuel Ignacio d'Avila : pres-
taco definitiva do 2 lanco da es-
trada dos Remedios.............
John Kreser : reconsii uceo
da ponte sobre o rio Pirapama.."..
Companhia de Beberibe : agua
para a reparlicao das obras pu-
blicas........'......,..........
Theatro.
G. Marinangeli : subvencao
companhia lyriea...............
Seguranca publica.
Thesouraria da fazenda ; ob-
jeclos bellicos..................
< dem dem : dito de ditos.. .
t Almoxarife doarsenal de guer-
ra : ditos ditus.................
dem idem, ditos............
Thesouraria da fazenda: alu-
guel de casa para cadeia.........
dem dem : dito dito.......
Capilo Jos Pedro Nolasco
Pereira da Cuuha : condueco de
presos ........................
Alaria Joaquina de Mello o
Silva : aluguel de casa para quar-
tel ...........................
Jos Goncalves de Albuquer-
que : condurgo de presos.......
Guiniares & Oliveira : objec-
tos de expediente para a casa de
doleiico......................
Emprezaros da illuminaco
gaz : gaz consumido namcsina. .
Paulino Jos Celestino : alu-
gnel de casa para cadeia e quar-
kl............................
Joaquim de S Lopes Kernau-
nandes: forneciniento de luz e
agua para quarlel..............
Joaquim Jos de Sanl'Anna :
aluguel da casa para quarbl.....
Jo o Pereira de Gouva Torres
Galliudo : dito dito..............
Jos de Carvalho Araujo Ca-
valcanle : dito de cadeia equailel
1 Lourenco Jos da Silva : dito
de quartel.....................
1 Mauoel Joaquim Feruandes de
Azevedo : dito dito.............
F.ventuaes.
Antonio Rodrigues de Albu-
querque : gratilicaco...........
1 Alexandro Jos Dornellas :
agua, tinta, ele.................
t Francisco Beringuer Cesar de
Menezes : dito................^
t Major Joao Francisco do Livra-
mento : indemnisacao de despezas
em diligencias polieiaes..........
Almoxarife doarsenal de guer-
ra : ohjectos bellicos............
Thesouraria da fazenda: idem
Antonio Rangel de Torres
Bandeira : graiifjeajo..........
Demetrio de Gusmo Coelho :
5* parle de vencimentos de thesou-
reiro do consulado.............
Joaquim de Gusmo Coelho :
dem...'..........".............
11*090
E' do Sr. Cvrillo de l.emos esta poesia:
E FI'DE rAIITIB !.....
3390 "p lar* ancoradepro agudo sea
^ A' bordo do vapor signat tristonho
731560 nora annunciando da partida.
*oav Cro aperto de mao; inda um abraco;
I Afasta-se o escaler; anda um lenco
62A0O0 ^ue se i*"a em suprema-despedida;
*wu Eis-me so, e de todos separado I
o.qAQo -Na garganta do monstro om borborinho,
A' principio confuso, dexa au*ir-se;
Toma atento, mais forte vai crescend ;
A fumara nos ares se ennovcla;
Sobre as aguas as rodas se debatem,
Fracamente, tentando as anas forcas,
Mais veloies, ainda mais veloies;
Negro fumo vomita o immenso tubo,
E mas mares laucado teda a torea
Precipita-sc o lenho avi ntureiro.
Oppresso, angustiado lento ainda
Solucar um adeus por despedida,
975*730
41*666
17*043
143078
2:018*347
424*222
64*355
157*014
37*500!
4:337*179
5:000*000
65577*255 ,nu,il' mais -ue ?a0' baldado esforgo I
Na lei doorcamerito, que hontem publicamos Tre?n0 a voz represada na garganta,
onde se l : I Volvo os olhos chorosos; mal dislingo
I X",., .,11....__I______.. ___. .. '
e
I 5.' Obras contratadas sendo
16:666*668 para a 8:000* para re-
paros da ponte de Cachang......
deve ler-se :
5 Obras contratadas sendo
1G:6665668 para a ponte de S. Joo
e 66:000* para a empresa Mamede 76-666*668
6.' Obras novas, sendo 8:000*
para reparos da ponte do Cachang
ele........................7TT
Pela galera Solferino, entrada do Havre, fo-
ram encontrados : 7 do correte, na lal. N. 23
7" e long. O. 26 39", a barca ingleza Principe Al-
fredo, de Londres para Natal Poinl, com 6 das de
1:918*814 vagera; 16, na at. N. 3^5V e long O. 26 3",
200*000
300*000
503*399
6*100
34:238*005
! N'um olhar pelo pranto embaciado,
! Do meu bergo nalal a trra amada
Que se afasia de mm, vai se azulando,
Com o mar se confunde, e ao longe some.
Eis-me s I Nos vastos mares
Torturado por pezares
De intenso, acerbo sentir,
Lnindo o meu pensamento
Ao grito agudo do vento
Que vem na enxarcia rugir;
De balde choro essa trra
Que no seio seu encerra
Familia, amigos, amor;
ATeigoes que vou deixando.
Que verei; Deus sabe quando
Si da morte simo a dor f
Vejo outras trras surgirem,
Vejo-as depois se sumirem
Sem sentir magoa ou prazer;
Entre mar e cus fechado
Pelas ondas balougado
Vejo a morte par correr;
Surge o sol; ardente flamma
Por sobro os mares derrama.
Da barca doura o con vez;
Salta a vaga atierradora,
J se aplaca e gemedora
Suspirar vem meus ps;
Foge o sol; a la aponta,.
Sobe, sobe, aps transmonta,
Espalda tibio elaro;
Tudo bello, tuno ri-se,
A natureza sorri-se,
Tudo folga, s eu nao I
um brgue. hespanhol, para Pernambuco ; 19, na i
. lat. N. 1 57" e long. 27 21", a barca franceza Eu-
gente, perlence praga de Saint Malo, de Cetle para,
a Cnina ; e 20, na lat. N. *7" e long. O. 28 38", I
12:239*882 urna barca franceza da casa Barbey do Havre, com I
o n. 22.
REPARTICi DA POLICA.
16:500*000 Extracto das parles dos dias 26 e 27 de maio de
i 1864.
Foram recolhdos casa de detengo no da 26
1:350*000 de maio:
ordein do Dr. delegado da capital, Manoel Bar-;
! bosa da Silva, por estar condemnado na comarca
du Limoeiro.
ordem do subdelegado de Santo'Antonio, Jos
I Joaquim de Carvalho, por disturbios.
A ordem do de S. Jos, Joo Olegario da Paz e
Belarmina Rosa de Lima, ambos para correcgo ;.
Francisco, escravo de Francisco Botelho de Men-
1:197*900 donga, reqnerimento deste.
ordem do da Boa-Vista, Joao Cancio Ferreira
a Silva, sem decaragao do motivo. I
ordem do da Magdalena, Antonio, escravo do Longe, longo, na fimbria do horisonte
Dr. Rachcl, por fgido. | Vai nascendo das aguas do ocano
27- 1 I ra ponto inda indeciso; se approxima;
A ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polfeia, Jos Mais vlsivel se faz; a vista na
Pedro de Oliveira, como desertor do exercito, Jos J distingue urna trra, depois casas.....
4:000*000 da Silva Queiroz e Manoel Fcancisco Jes Bernar- Habitantes distingue...... Pernambuco I___
do,.para recrujas, vjndos de Nazarelh. | Mudo e triste, phantasma do que fra,
' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Ma- Desembarco espalhando agr tristeza,
1:347*220 noel, escravo de Manoel Rodrigues da Silva, re-, Como outr'ora o Abasvero da Legenda
5:917*550 quisigo deste. | Maldicgo espalhava era seu raminho.
! ordem de de S. Jos, Ismael de Almeida Lete, Compauheiros liis contigo arrasto
1:482*000 por ferimentos. | O desgoslo cruel, o sentimento
948*4801 ordem do da Boa-Visla, Vicente Alves Ferrei- Da saudade pungir-me dentro d'alma,
I ra, e Senhorinha Maria da Conceigo, por ferimen- E o tedio da vida, c a nostalgia,
tose briga. Esse cr soffiment de infelizes
. ordein do do Peres, Antonio Jos do Monte, Que da patria se apartara, que a famHia,
disposigo do Illm. Sr. Dr chefe de-polica. I Que o amor para sempre lalvez deixam l
ordem do da Muribeca, Antonio Francisco da |
Silva, para ser processado por crime de estupro.
O chefe da 2' secgo,
J. G. de Mesquita.
Movimento da casa de detengo, no da 23 de
maio de 1864.
72*000
18*520 I
27*400 :
324*00
6*000
27*583
40*900
125000
38*760
10*667
84*000
36*333
144*000
98*000
Existiam.
Entraran)
Sabio .
Existem.
A saber:
Nacionaes .
Eslrangeiros
Mulheres .
Estrangera .
Escravos .
Escravas .
355
15
1
369
261
36
4
1
62
5
preses.
369
Vivo em tanto e nosso ainda
Na desgraga torva, inunda
Molles versos escrever,
No desterro vegetando,
Do que deixei me lembrando
Sem poder se quer morrer!.....
Deus, Deus I si preciso que eu blaspheme
Para que com mil raios me fulmines;
Ouvi, escuia, eu blasphemo..... Perdoaj-me,
Perdoai-me, Senbor; a culpa vossa,
Pois plantastes de um peilo entre as paredes
Urna dor que por si oceuparia
Do esparo a vasitdo, o cu e a trra.
em que elle tem deixado um publico extasiado pe-
rante o seu talento creador, fique, porm, teaujo-
lais.e elle legar ni brilhante nome ao theatro
brasileiro.
Estou no meu pmpel l diila elle n'oma roblime
trans.gao. Eslava no seu papel dizeraos nS por-
que jamis outro o cor-aprehendera como elle.
Porque o artista l.nha deeappareride aos olhos de
todos, e acara smente Beaujotais o Pelotiqueiro x
mas Beaujokmpu, che de dr e remorsos, por
se achar cmplice na infame machioaeo armada
contra a honra da sua adorada e innocente fllha
O caracterstico, as maneiras. ludo, tudo ajudava o
Sr. Germano. Um nosso amigo que tinha visto
Beavjolais representado por um dos melhores acto-
res de Pars, asseverou-aos que o Sr. Germano o
bavia excedido milito. Quizeramos dizer muilo
mais, porm o maravilhoso nao se explica, e nos
terminaremos com os versos de Lamartine :
Sao leus os sec'los, tua patria o mundo,
Eternas o porvir prepara
Honras ao genio !
Alimentados cusa dos cofres pblicos.
Soccorros de beneficencia.
- Maria das Neves Carneiro da
Cunha : aluguel da casa do hospi-
tal Pedro II.....................
Thesouraria da fazenda : sus-
tentu de presos pobres...........
dem idem : dito...........
dem idem : dito...........
- dem dem : dito........
dem idem : dito...........
1 dem idem : dito...........
1 dem idem : dito............
dem idem : dito...........
* dem idem : dito...........
dem idem : dilo...........
1 dem idem : dilo...........
dem idem : dilo...........
< dem idem : dito...........
dem idem : dito...........
dem dem : dilo...........
dem idem : dilo.......
. dem idem : dito...........
Florismundo Marques Lins :
10:670*415
dilo
Manoel Baptista Barbosa : dilo
Joaquim Milito do Amaral :
dilo..........................
Francisco Publio de Albuquer-
que : dilo....................
Simplicio Jos de Mello : dilo
Idem idem.................
Thomaz Pereira Pinto: dilo..
Delgalo de Villa-Bella : dito
Dorindo da Cunha Lima : dito
2 batalho de infamara: dito
Manoel Mathcus Cavalcante :
74*400
68*800
33*600
80*200
122*600;
73*800
179*200
138*600
IO352OO:
150*400
140*000:
102*8001
33*6liO
195*720
23*600
146*400
40*000
35*200
11*100
73*300
141*600
345000
37*106
4*200
Da Estrella do JVorieextrahimos o segninte :
I'HI.MEIIIA COMMUM1AO BEM FEITA.
O joven Albini, nao tendo anida idade precisa
para fazer sua primeira communho, oorrtenta-se
em suspirar fncessantemenle pelo dia feliz em que
137 poderla receber seu Dos oceulto debaixo das ap-
paleticias Euchansiicas, e nada esquecia para se
,- ------*~ I preparar urna ai eo Io mina.
nu narro np tumi E"e 'inlia ul" la vlv0 horror do peccado que
B POLCO BE TUDO. | evum alu a prprja apparenfia d0 ,na Dizia
Da 8mmm Illustrada transcrevemos o que muilas vezes que nao consentira que o demonio
sepue: entrasse em seu corago antes de Jess Crtelo.
Pedro LuizPassei o Rubicon, e hei de ir sempre Tinha urna applicago constante em instruir-se de
avangando, ainda mesmo que a heroica Pernambuco tudo oque respeiia ao Sacramento adoravel de
me expulse, como oul'ora o fez ao valoroso Bala- nossos altares. Nao procurava smenlo conservar
vo. Redir sit nefas I \ as palavras do catecismo, applicava-se sobretudo
- lunqueira Encoutrar-me-has em frente, dispos- em penetrar o seutido delas.
lo a disputar-te o caminho que le conduz perd- j A innocencia de sua vida, o desejo extremo que
gao. Arrepende-te, Pedro Luiz, que dos arrepen- mostrava para a commuiiho, a applicago com que
didos o reino do cu. se pieparava para ella, delerminaram o seu direc-
Dr. SemanaAqui est o templo que advoga o tor espiritual adnutti-lo sania .mesa, mais de-
vencedor. Nao entro nelle, porque perteuco ao pressa do que corainumenie all se recebemos me-
ninos. Nao se poda annunciar-lhe urna nova mais
1:200*000 ca
725000
1*680
108*800 -municipio neutro.
Ao illm. c i:\ni. %r. presidente
da proVlnela.
Havendo S. Exc. sanecionado a lei provincial que
manda reformar a reparlicao das obras publicas,
no prazo de dous mezes, e parecendo-nos que o
pessoal existente ter de ser reformado, segundo o
que dispie a mesma lei, e como provavel que
seja preciso S. Exc. fazer alguma nomeagao para
os lugares de conductores : tamos pedir a S. Exc.
que caso seja preeiso admillir algum extranho
repartiglh, o seja por meio de concurso, visto es-
tarmos convencido que esse meio o mais prove
toso tanto para os candidatos, como para o governo
Um que propor-se-ha.-
Altenco
Xarope alchoollco de veame, preparado pelo
pharmaceutico Jos da Rocha Prannos, estabele-
cido com botica na ra Direita n. 88 em Pernam-
bnco.
Esto xarope ncontestavelmente superior a to-
dos os xaropes depurativos, de cuja composicao
o seu maior elemento a salsa parrilha, pois que se
tem condecido ser o veame mais enrgico para a
prompta cura das molestias, cuja base cssencial
pende da punfleago do sangue : assim pois se
tem verificado por inuitas pessoas que se achavam
desengaadas, as quaes acham-se hoje restableci-
das com o referido xarope alchoolico do veame ;
entretanto que alguns, tendo usado do xarope de
Curinier, de Larrey, de alsa parrilha, de sapona-
ria, oleo de ligado de bacaiho, e outros agentes
desta ordem nada conseguiram. elle de fcil
diie>tao, agradavel ao paladar e ao olalo. Alguns
mdicos desta cidade e da de Macei o teem re-
commendado para a cura das
Impigens, tinha, escrophula?,
Tumores, ulceras, escorbuto,
Cancros, sarna degenerada, iluso alvo.
Todas estas affecges provm de urna causa in-
terna ; nao ha pois razo alguma era crer que el-
las se poden curar com remedios externos. Tam-
bem se prescribe o xarope alchoolico ue veame
para o tratamento das allecges do systema nervo-
so e fibroso,ttaes como :
Gotia, rheumalismo, paralysia,
Dores, impotencia, estenlidado,
Marasmo, hypocoiidria, emmagrecimento
O xarope alchoolico de veame , sobretudo, da
maior ulilidade para curar radicalmente, e em
punco lempo o rheumalismo.
. Adverle-se que o verdadeiro xarope s se vende
nesta cidade na botica cima indicada do abaixo
assignado ; e em outra qualquer parte que se tem
annunriado nao da meMna composigo, e nem o
abaixo assignado se responsabilisa.
Jos da Rocha Paranbos.
0 pcrTame do heiuisplierio occi-
dental
Agua florida de Mnrraj I nw.
(Extuamido do Daily lima.)
A verdadetra pana da geuuidadc o pureza de
qualquer um perfumo exlrahido das flores consis-
te na sua duradoura existencia quando exposlo
influencia do ar. O aroma derivado de leos chi-
micosdesvanece-seein breve e dexa aps de si nm
cheiro por corto mu pouco agradavel, porm
aqoelle que obtido mediante a destillaco de
frescas e odorferas llores, se apura e aperfeiga
pelo contacto do ar, c por consegnuite a sua dura-
gao de maior espago de lempo. Eis por isso que
' a agua Florida de Murray i L urna concentrada.produegao das mais raras llores
do sul, apandadas durante o zenith da sua floress
cenca e maior fragrancia, nao s possuo a fres-
qoidao d'um fresco ramalhete, mas tambem in-
desfruclivel e inexiinguivel, a nao ser a excepgao
da lavagem do lenco anteriormente humedecido
na mesma.
A' venda em todas as boticas e lujas de perfu-
maras.
couros curlidos, 1 cawao com 24 queijos de qua-
Iha ; a Cunha lruios & C.
Do Granja.
1 caixo com 6 arrrobas de cera de abetba ; a
Bartholomeu Praociseo de Souza.
15 couros salgados e 4 saceos com 12 arrobas de
cera de carnauba ; a viava de Manoel Goncalves
da Silva.
Do Aracaly.
1 barricas e 1 barriqoinha om 2 alqueires de
mma de mandioca ; i Jlo da Silva Leite.
go78 couros salgados, 50 meios de sola, 12 couri-
nhos de cabra curtidos, 7 ditos de bezerro ; a
Francisco Gomes de Mallos Jnior.
Do Cear.
Genero estraogeiro j despachado para con-
sumo.
1 caixas chapos do Chyle, 10 barricas alvaiade,
lo caixas ceblas, c 202 barricas farinha de Iri-
go ; a ordem.
Gneros nacionaes.
J caixas vinho do caj', 2 ditas xarope ; or-
Brigue hespanbol Vigilante, entrado de Barcelo-
na, consignado a Johusiou Pater A c., manifestou
o seguinte :
174 pipas, 4 mcias, 130 barrs de 5 e 140 ditos
de 10 vinho linio ; ordem,
$,000 pesos de prata ; ao capilo.
Recebedoria de reodas Internas
geraes de Pernamhueo.
Rendimento do dia 1 a 25........ 25:335*675
Idem do da- 27................. 708*992
16:244*607
Consalado proTlnelal.
Rendimento do dia f a 25......... 70:623*288
Idem.do da 27................. 793*295
71:416*383
MOVIMENTO DO PORTO.
Navio entrado m da 26.
Macei em corfimisso3 1|2 das, brgue escuna
nacional de guerra Fidelidade, commandante o
1" lenle Francisco Romano Slepple da Silva.
Navios entrados no da 27.
Terra Nova-32 dias. brgue inglez Glaucus, de22(V
toneladas, capilo William Jones, equipagem 13
car 2400 barricas com bacaiho ; a Sawnder
Brothers & C.
Ba'ice':)"a-34 dia'. Polaca hespanhola Ermivmda,
del;K) tonelndas, capilo Jos Torras, equipagem
12,carga 214 pipas de vinho ; a X. O. Biber & C.
Aavw sabido no mesmo dia.
Rio Grande doSul-Palacho nacional Carolina, ca-
-pnao Bellarmino dos SantosPinheiro carga aguar-
Obsorvaca
Suspendeu do laraaro para Parahvba o pata-,
cho inglez Portiu, capilo David,'com mesmo las-
tro que trouxe da Baha.
EDITAES.
Moleque L vai urna propheca: Unus Petras agradavel. Elle agradeceu ao seu director com os
per petram edificaba, al ter Petrus expulwbit mais vivos transportes de alegra; e desde este
Joaquim Milito do Amaral
dito
C
dito
Aotouio Dbmingues de Almei-
da Pogas: dilo.................
Major Joo Francisco do Livra-
ntento : dilo...................
Emilio Getulio' de Oliveira :
dilo............v..............
Alexandre Maria Barbosa da
Silva : dito.........*...........
- Thesouraria de rendas do Rio
Grande do Norte curativo de
presos ..,.......-..............
Jos Pinto Ribeiro : sustento
de presos pobres........-........
Silva Bastos & C.: concert
de urna caldeixa para a casa de de-
tengo.............'....'........
8*260
71*600
61*480
97*600'
omnes Pliuriseos.

ORC.AMENTO.
Bravo I como vem chibante !
Que luxo, que bizarra I
Bem se v que esta mogola
Nao connece economa.'
Demos um corte as rendas;
Sao despezas sem valor;
Estes lempos nao comportam
Obras de tanto primor !
Levantemos os vestidos........
Saias bordadas!.....pois nao '
Menina, mude de rumo,
Traga simples algodol
E' bonito um chapeo fino,
Ornado de flor e veo;
Mas a cabega to leve;
Menina, escusa chapeo.
Misericordia, senhores!
Csse tanta rigidez 1
Com tamaita economa
Fico na de um* vez!
Nao importa I Nestes lempos
Contam-se at os reaes.
Antes na que vestida;
Vista menos, poupe mais t

MaiQue motim esse, meninos ? que dibo
129*600 esto voces fazendo debaixo dos meus bales?
FilhoMaiaai, nos estamos arremedando os
88*800 .bichos do Sr. Saotos. Eu sou o leo, e a maninha
a hyena.
momento so cuidou em redobrar seus desvelos
para pandear seu corago cada vez mais, e para
all preparar a Jess Chrisio urna morada que fos-
se menos "indigna delle.
Foi para isio que autes. de commungar quiz fa-
zer um retiro, durante o qual fez urna coofisso
geral de toda a sua vida. Ao ver a torrate de la-
grimas que derramou, e a viva dor de que foi pe-
netrado, dir-se-hia que nao havia um maior pecca-
dor sobre a trra. Entretanto uuuca havia man-
chado por peccado mortal algum a preciosa veste
de sua innocencia ; nas as luzes da graca com
que eslava iluminado Ihe faziam olhar as menores
fallas como outros tantos molleros odiosos, e n o
poda consolarse de ter ofiendido um Dos que
se dignava lornar-se seu alimento.
Foi uestes entunemos que elle passou o lempo
de retiro. O feliz momeuto pelo qual suspirava
desde to longo lempo chegou einfin, e elle leve a
felicidade de receber seu Dos, mas impossivel se-
ria exprimir os vivos semimentos de piedade de
que estove animado durante esta santa aego. S
havia suspiros, lagrimas, transportes oe amor e do
reconhecimenio.
Sin), meu Dos, exrlamava elle, pois que li-
vestes a bondade de enlregar-vos a mm, eu quero
dedicar-mo inteiramente a vos; j que vos estaos
unido to estroilamente mim, nada ser capaz
de ora em dtaute de separar-ine de vos. Eu seria
a mais ingrata das creatinas, se Batata de alguma
reserva para com um Dos "que araou-me sem me-
dida.
Nao foi irto um desses fervores passageiros que
se esvaecem com a occasio que os fez nascer.
Albini nunca esqueceu este feliz dia, nem os
contractos que linuafeito com Dos. A communho
foi para elle umalimenlo salular que o fez cresrer
9*880
63*600
16*000
1 seosivelmente em virtude e em piedade. Bem Ion
" * ge deste alimento celeste sactar-he a fome, nao
Moleque, vai dizer a teu senhor que nao se serviu pelo contrario seno pararedebra-la ; e des-
divirta contigo; pois sou capaz de publicar as car- de entao nao oeixou jamis de commungar de
tas de empeoho, que elle me tem escrplo. quinze em quinze dias, sabendo bem que a divina
V Exc. pode publica-las, porque meu nhooh Eucharistia to necessaria. nossa alma, como
s escreve cartas de empenho para que se lhe pa- os alimentos terrestres ao nosso corno, e que im-
Culto publico.
Fr. Jos de Santa Leodia Mot-
ta
congrua....................
Padre Joo Soares de Alb-
querque : dito.................
Padre Jo> Gregorio de S Bar-
reto : dilo ....................
t Padre Joaquim Baptista dos
Sanios: dito...................
2:999*120
19*440
26*110
100*006
50*000
Cobranga, arremdaco e fiscalisaro
Francisco Publio de Albuquer-
que : porcentagem como col lector
Antonio dos Santos Vital: di-
ta eomo procurador fiscal........
Joo Antonio de Araujo Fre-
tas Hearique : dita como juiz dos
feitos.........................
Alexandre Maria Barbosa da
Silva : dita eome cobertor.......
Aposentados e jubilados.
Calharina Vendiana da As-
sumpeo : ordenado ..........'..
Padre Manoel Thomaz da Sil-
va : idem.....................
295*550
das rendas.
gue o importe da assignatura da Semana.
ASNNCIO.
Com cento e cincuenta eontos
Um joven, mas nao rapaz,
Desoja encontrar esposa
De origem muito capar.
possivel manter-se constantemente as veredas da
i innocencia e da piedade, sem o uso frequente deste
I Sacramento.
PUREZA DE CORACAO COM OLE SE DEVE COMMUNGAR.
Os Israelilas puriQcavam-se antes de comer 0
Cordeiro pasehoal. e aquello que nao eslava puri-
ficado era condemnado morte. Deviam come-lo
em p,em signal de vigilancia, com um cajado na
mo, como -peregrinos ; temperado eom alfares
amargosas ; os ring cobertos, figura de pureza ;
outras tantas ceremonias que representam as dis-
posices que os liis da lei da graga devem empre-
Nenbuma mulber bonita to bonita, como quan- gar na communho pasehoal.
do simplesmente bonita ; por isso mesmo que ^BMMMBfiBaSBM
E quem 'stiver nesse caso.
Procure ver se o gadauba,
Inda que seja na porta
Deste mastro da Cocanha.
I procurara meios de nao o serem simplesmente, e
O*231 s'm compostamenle, pintadamente, enfeitadamente t
, tolamente. .
21*429
COMMNICABOS.
COMMEHCIO.
NOVO B\SM M PEHSAMBIICO.
0 novo banco de Parnambuco paga o 12 div
dendo a razo de 9 por aego.
Alfandega
Rendimento do dia 1 a 25........ 587:816**76
'dem do da 27................. 10:466*907
598:283*783
n Volames entrados com fazendas.
f cotn gneros.
Volumes sahidos
com
com
fazendas...
gneros...
174
395
------569
20
402
____ 422
Nao ha nada peior do que um homem que preten-
de ser poeta.
17*960 Na sala, na ra, na porta, no corredor, de noute,
de da, a qualquer hora, em qualquer lugar, era que
172*081 encontra um desgragado, saca do bolso o cartueba- rag0. Sem inspiracao morre o artista," nai
me, carrega a pistola da mascada e dispara..... mente o poeta. Eis o que js dase um profundo
Thca'ro te Santa Isabel.
Drama Pelotiqueiro.
O artista Germano Francisco de Olivara.
Assim como o poeta, o actor carece de Inspi-
231*706
148*333
632*406
780*739
Mas nao mata.
Dexa um homem vivo, para mata-lo outra vez.
escriplor. O Sr. Germano um artista de subida
inspiragao, e o seu genio nao morrer nunra.
Provou-o mais urna vez, provou-o exuberante-
L'ma cousa, que nunca compreliendi, que boa- mente em a noite de 25 do rorrente.
vesse gente triste nesta trra, quando ba um meio Beaujolais I Nesle papel pode oSr. Germano ver
simples e barato:
Assignar a Semana.
a sua immortalidade I
Olvidem-se, embora, todos os triumphos deste
grande artista, esquegam-se essas innmeras vezes
Descarregam no dia 28 de maio.
Brigue dinamarquezf'or/imafarinha de trigo.
Barca inglezaArrear Isle -farinha de trigo.
Barca uglezaAW//ctobbacaiho.
Barca portuguezaSi/mp Galera francezaSolplierinamercaduras.
Polaca hespanhola Vigilantevinho.
Brgue inglezGtacusbacaiho.
Importaco.
Hiate nacional Santa Anna, entrado do Aracaty,
consignado Benvindo Gurgel do Amaral, mani-
festou o seguime :
100 couros salgados ; a Joo Fernandes Lopes.
77 molhos com 1540 courinhos curtidos, 48 sac-
eos com 192 arrobas de cera de carnauba ; a P-
rente Vianna & C
31 saceos com 134 arrobas de cera de carnauba,
131 couros salgados ; a Jos de S Leito Jnior.
100 couros espichados, 245 ditos salgados, 76
caixas com 112 arrobas o 21 1|2 libras de velas de
carnauba ; a Francisco Antonio de Mallos Jnior.
40 molhos com 100 esteiras de carnauba ; a Li-
no de Faria.
294 meios de sola ; a Domingos Teixeira
Bastos.
475 courinhos de cabra curtidos ; a Domingos
Rodrigues de Andrade.
2 caixes com 57 libras de pennas de ema, 29
caixes com 32 arrobas e 10 3|4 de velas de car-
nauba, 32 molhos com 800 esleirs de carnauba,
2 meias barricas com 2 l|2 arrobas de carne sec-
ca, 5 saceos com 19 arrobas e 1 libra de cera de
carnauba ; ordem.
Genero estraogeiro ja despachado para
consumo.
6 barricas com 78 arrobas de soda ; ordem.
Vapcr nacional Persinunga, entrado dos portos
do norte, manifestou o seguinte :
Do Araracu'.
374 meios de sola ; a Jos de S Leito Jnior.
De Maco.
1,000 couros curtidos, 2 saceos com 10 arrobas
de la, 26 meios de sola, e 3 couros de bezerro
curtidos ; a Mendes & Coelho.
400 couros de cabra em cabello ; a Domingos
Rodrigues de Andrade.
21 saceos com 112 arrobas e 13 libras de la ;
a Amonio Corroa de Vasroncellos.
2 sur roes com 3 arrobas de carne secca, 2 ditos
com 8 arrobas de cera de carnauba; a Jos Lu-
cas Soares Raposo.
1 caixo rom 2 1)2 arrobas de queijos ; a Carlos
Antonio de Araujo.
1 garrafo rom 3 arrobas de carne e queijos, 38
saceos cam 140 arrobas de cera de carnauba, 900
O Dr. Joao Antonio de Araujo Frenas Henrques,
cavalleiro da ordem de Chrsto, juiz do direilo-
da 1* vara do crime, e substituto em exercicio
do juizo especial do commerco desta cidade do
Recife de Pernambuco e seu termo, por Sita Ma-
geslade Imperial e Constitucional, o Sr. D. Pe-
dro II a quem Dos" guarde, etc.
Fago saber aos que o presente odital virom, e
delle noticia tiverem, que no dia 20 de junho do
correnle anno e ha de arrematar por venda
quem mais dr, em praga publica, depois da au-
diencia respectiva, um terreno sito entre as duas
ponles do Chora-menino e Magdalena, lugar deno-
minado Csjneiro, sendo a frente de dilo terreno
toda murada, tendo oitcnla palmos de frente, e
cento e oitenta de fundo, tendo em frente unta
frente de casa, com urna porla e duas janellas,
portio, cacimba e alguns arvoredos de frtelo
avahado em .1:000*000. Este terreno perten-
cente a Jos Ribeiro de Brito e sua mulher, e vai
praca por execugo que contra es mesmos enea-
minham Fonceca i Marlins. E na falta de lici-
tantes ser a arremalaco folia polo preso da adju
dieafao com o alialuneillO rCSpOCliVO da le.
E para que chegue ao conhecmento de todos,
mandei fazer o presente edtal, que ser affixado
nos lugares do costume, e publicado pela ira-
prensa.
Dado c passado nesla cidade do Recife de Per-
nambuco, aos 27 de maio de 1864. En Manoel
de Carvalho Paes de Andrade, oscrivo, o subs-
crevi.
Joao Antonio a"Araujo Freitas llenriques.
A cmara municipal desta cidade principia a
sua segunda sessao ordinaria deste anno, no dia
30 do corrento, e nos que se sepnirem. Secretaria
da cmara municipal do Recife 27 de maio de 1864.
Francisco Cavalca'nti da Boaviagem.
Secrelaro.
De ordem do Illm. Sr. Dr. chefe de polica,
faco constar a quem eonvier, que se acha rerolliU
do cadeia da capital da provincia da Parahiba,
um preto vellto de nome Lourenco, o qual decla-
rou ser escravo do portuguez Antonio de lal, mo-
rador na ra da Trompo, frognezia da Boa-Visla.
Secretaria da policia de Pernambuco, 25 de maio
de 1864.No impedimento do secretario o official-
maior Joaquim Gilseno de Mesquia.
DECLARCOES.
COMPANHIA
No escripUtrio da mesma companhia tritme-se com os Srs. accionistas os follietos
impressos contendo os trabalhos decorridos
no semestre do Io de novembro do anno
prximo findo 30 de abril do correnle, e
que foram lidos e approvados na sessao da
assembla geral de 20 do correnle.
Escriolorio da Companhia do Beberibe
2i de maio de 1864.
O escriturario,
Marcolino Jos Pupe.
0 caixa da companhia commendadorTho-
maz de'Aquino Fonseca acha-se autorisado
a pagar no seu escriplorio ra do Vigario
n. 19, das 10 horas em diante o 32 divi-
dendo desta companhia na proporco de 3#
por cada apolice, adverle-se a<)S Srs. accio-
nistas da de cobre, vislo ser na especie que o
mesmo Sr. caixa tem recebido dos arrema-
tantes dos chafarizes desta companhia.
Escriptorio da Companhia de Beberibe, 21
de maio de 186i,
O escriptarario,
Marcolino Jos Pupe,
Conselho administrativo.
O conselho administrativo para fomecimenlo do
arsenal de guerra tem de comprar os ohjectos se-
grales :
Para o arsenal de guerra.
Brm branco 3,000 varas, brira da Russia 1,000
varas, amarello francez 3 arrobas, secante 1 arro-
ba, penuas cilygraphcas 20 caixas, lio de vela fino
5 arrobas, ararae de lato grosso 2 arrobas, ferro
sueco era barra de 2 polegadas de largura 4 qun-
taos.
Para o presidio de Fernando.
Farii.ha de mandioca 44 i \z alqueires.
Quera quizer vender taes objeclos, apresettem
as suas propostas era carta fechada na secretaria
do conselho, s 10 horas da manha do da 1* do
junho prximo vindouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
foraecimenlo do arsenal de guerra 25 de maio de
1864.
* Antonio Pedro de S Barreto,
Coronel presidente.
Sebaslio Jos Basilio Pyirho.
Yugal secretario.
Sexta-feira 31 do correnie mez de maio, de-
pois da audiencia do Illm. Sr. Dr jniz de orphaos,
se ha de arrematar, por ser a ultima praca, um
sitio na freguezla da Varzea, o qual pertenrento
horanga de Luiz Pirmino Gopgalyes da Silva, e
vai praga por execugo de Eofrozina Mana das
Dores.
r0


iInri* r rrrBswtHn* .tahfcad *n * Mato * < W4
CAMaladto provine!!-
Pe mru do consulado provincial se fat puttii-
co, que os trinia das uteis para pagamento a boca
do cofre do segundo semestre do aneo inanceiro
viento de 186J 1864 dos impostos da dcima dos
predios urbano* das fregnezias desta cidade, e da
dos Afolados, do ao-por-ceuto do consumo de
aguardante, a de "> poa centosobre a renda dos bens
se principian a coniar do 1" de junho vmdouro.
Mesa do consulado provincial de Pernambuco, 2o
de naio de 1864.
Antonio Carnpiro Machado Ros.
Administrador.
Consolado de INirtagal.
Por ordem deste consulado o agente Pestaa I
far leilo no dia 31 do crrente porta da Asso-'
cago Commetrial do seguinte pertencente ao es-
polio do tinado Joo Baptista da Rocha : urna casa
de pedra e raJ com eosinha tora, coebejra, estrl-
baria, ita em Santa Amaro de Jaboato, a margem
da estrada para Santo Anlo.av?hada por 2:5005; I
diversos movis se acham na mesma casa cons-
tantes da relago em mao do dito agente avahados
em III 5"0i' rs.; urna casa na ponte dos lar val nos
avahada por 90Jk j ama dita na Gameleira fregue-
xia de Seriohea avaiiad* par 1505 ; as dividas
activas do mismo finado na importancia de......
8:702*026 rs., sendo em letras a quantia de.....
6:312*286 rs.,e em conlas 2:3895740 rs., achan-
do-se algunas distas dividas garantidas com hy-
po'theea : a relago destas dividas est em mao do
dito agente Pestaa para ser examinada
Por ordem do consulado de Portugal o agen-
te Pestaa, far leilo no dia 28 docorrente por-
ta da Assoeiago Commercial de urna escrava de
nome Luiza, de 30 annos de idade, avahada por
8005, pertencente ao casal da fallecida D. Amia .
Francisca da Costa Guimares. |
Terca-feira 31 do correte, vilo a praga de;
venda, finda a audiencia do Dr. juiz de orphaos.
urna casa terrea na ra da .-urora d. 76, urna es-
crava e outros bens pertencente ao inventario de
l). Marianna Joaquina da Trindade.
Conselho ailiiiiuistrativo.
O conselho administrativo, para fornerimento do
arsenal de guerra, tem de comprar os objectos se-
guintes:
Para o corpo da guarnicao da provincia.
Bonets 373. mantas de laa, 368. bandas de laa
13, panno azul covrvlos -1560, panno azul para ca-
potes 3%, casimira verde covados 39, casimira
amarella covados 19 1|2, hollanda de forro covados
ll70, anagcm varas 150. brim branco varas 3422
1|2, algodaosinho varas 2502, botoes grandes de
metal amarello liso 4368, ditos pequeos de dito
2808, colxetes pretos pares 312. .
Para o quartel dos menores,
Gaz galocs 20.
Quem quizer vender taes objectos aprsente a
sua proposta pm carta fechada na secretaria do
conselho s 10 horas da manha do dia 3 de junho
prximo vmdouro.
Sala das sessoes do conselho administrativo para
fornecimento do arseual de guerra 27 de maio
de 1864.
Antonio Pedro de S Barrito,
Coronel, presidente.
Sebastian Jos Basilio Pijrrho.
Vogal secretario.
Arrematacilo.
Perantf o Illm Sr, Dr. juiz municipal da
segunda vara dever ir ;i praca no dia i de
junho prximo, depois da respectiva audien-
cia, o engento Pintos sito na freguezia de
Jaboato, u qoe um dos melhores da pro-
vincia, com grande exlensao de excellentes
(erras demarcadas, as quaes se comprehen-
dem boas malas, duas boas casas de viven-
da e outras de moradores, casa de destilarlo
yom um alambique de subido valor, cochei-
ras, estribaras, grande senzala de pedra e
cal e oui ras obras, ludo em muito bom es-
tado. O engenho me .por agua e co-
peiro.
rcu. Ao oun.-;. Ao hase a arrematarlo a
preso de '.'i:000> leudo alias siuo a.atQ.io
por5fcOeO0.
Il.'l-'i) i.-i.i de polica lo I' distrielo do termo da
cidade do Recie, 2i de maio de 4861.
De ordem do delegado do Io districto acha-sc re-
colhido casa de detengo, o escravo de nome Joo,
que representa ter 14 anuos poiico mais ou menos,
o qual diz ser escravo de Alexandrino de tal, e
adiase fgido, sendo preso em turras da provin-
cia das Alagoas. e tra-ido para ser entregue a seu
senhor, por dous homens de dita provincia, os
auges nao encontrando o senhor do dito escravo o
apresentaram a dita aotoridade.
A ihesouraria proviucial contrata no dia 9 de
junho pro'xiino vindouro n foriieciinento dos objec-
tos precises para o espediente das diversas repar-
tieses provmriaes no exercicio de 1864 a 1805.
O engenho lirum, com suas trras de planta-
cao de caimas, malas, edificios e ulencilios, perten-
cente aos herdeiros do fallecido Joaquim Jos de
Miranda, vai ser arrematado em praca publica do
Juixo de orphaos desta cidade, por tres annos, com
;; base da renda annual de 5:2005; e o escrivodo
respectivo inventario daquelle tinado o Sr. r'lo-
riano Correia de Brito : os pretendentes que qui-
zerem concorrer arrcmaiagao desse arrendamen-
to, com sciencia das condicoes que devem proce-
der, e habililaeoes que sao necessarias para que
possam langar nessa praca ; podero ler o escripto
que j se arha em mao do porteiro do juizo Ama-
ro Antonio de Paria.
Correio geral.
Pela admnstragao do correio desta ciJade se
faz publico, para lins convenientes, que em virlude
do disposio no art. 138 do regulamento geral dos
correios de 21 de dezembro do 1844, e art. 9 do
decreto n. 185 de 15 de maio de 1851, se procede-
r o consumo das cartas existentes na administra-
cao, perteneentes ao mez de maio de 1863, no dia
4 de junho prximo, s 11 horas da manha, na
porta do mesmo correio, ea respectiva lista se acha
desde j exposta aos inleressados.
Administraeao do correio de Pernambuco 23 de
maio de 1864.'O administrador,
Domingos dos Passos Miranga.
Pela administraeao do correio desta cidado se
faz publico, que em virlude da convengo postal,
celebrada pelos governos brasileiro e francez, se-
rao expedidas malas para a Europa no dia 30 do
crrente mez pelo vapor francez Guyenne. As car-
tas *ero recebidas at 3 horas antes da que for
marcada para a sabida do vapor, e os jornaes ate
4 horas antes.
Administraeao do correio de Pernambuco 2o de
maio de 1864.O adminittrador,
DomiBgos dosPassos Mir anda.
CORBHO GEnAL.
Retacan das cartas seguras existentes
a administraeao di correio desta
(idade para as'seahores abaixo de-
clarados-
Augusto Franklin Moreira da Silva.
Alexandre Luaade.
Draga & Antunes.
Carlos Augusto-de Paria Veiga.
Daniel Guimares & C
Elias Jos dos Santos.
Francisco Luiz de Oliveira Azevedo.
Francisco Mueii a da Costa. .
Guilherme Carvalho & C
llenrique Pedro da Silva.
Joaquim da Silva Reg.
Dr Jos Rento da Cu ha Fgueiredo.
Jos Joaquim Alves de Amorim (2).
Manuel Alves Guerra.
Dar fim ao espectculo cooi a comedia em um
acto,
A esposa deve acompaahar
sen marido.
Tomflm parte os Srs. Pinto, Guimaraps e Victo-
rino, e as Sras. DD. Camilla o Virginia.
Comecar s 8 horas.
Amanhila
Domingo, 29 de maio de i864
lteclta extraordinaria
Livre da asignatura.
Represcntar-se-ha a comedia em tres actos, do
Sr. Dr. Hacedo,
rH\NT4SX4-BR4NG0.
Terminar o espectculo com a graciosa co-
media em um acto
POR CAUSA
UM PAR DE BOTAS.
Comecar s 8 horas.
TEHCA-FEIHA, 31 DE MAIO DE 1864.
Concert de despedida
DE
ARTHIR \ APOliKtO.
1. A companhia dramtica dos Srs. Germano &
Coimbra representara a comedia em om acto,
A ESPOSA
DEVE ACOMPMHAR SEU
MARIDO.
2. Grande phantasra s bre motivos de Lacia de
Lammermoor, eueutada por Arthur Napoleio.
3.*- O urimeiro acto da comedia em ires actos
(MIEIIKIO V P\0
4.* Maranhao f Grande capricho de concert,
composto e executado por Arthur Napoleo.
5." Segundo acto da dita comedia.
6." Grande phanlasia a quatro pianos, sobre mo-
tivos da opera Favorita, composta por Arthur Na- '
poleao, e executada pelos Srs. Sinoltz e Eichbaun,
a Exrn." . A. Bottini e o autor.
7.' Terceiro e ultimo acto da comedia.
8. Grando galope de concert, composto e exe-
cutado por Arthur Napoleo.
Principiar s 8 horas.
GRANDE EEXmORDI-
mm BAILE
O hiale Santa Rita secue nestes das : a tratar
com o Sr. Quintal, no trapiche do alfodao._______
Para.
Vai seguir em puncas das o patacho Thereza,
capitao Joao Correia Lima, tem o carregameuto
quasi completo, para o pouco que Ihes falta trata-se
com os consignatarios Palmeira & Beltro, largo
do Corpo Santo n. 4, primeiro andar.___________
Vende-se o patacho brasileiro Thereza, de
lote de 175 tonelada.*, prompto a navegar nara
qualquer parta : os pretendentes podem-se di"igir
a bordo para o examinar, que se acha fund >ado
em frente do trapiche do Exm. Baro do Livra-
mento, e para tratar, com os consignatarios Pal-
meira & Beltrao, largo do Corpo Santo n. 4, pri-
meiro andar.
LEILOES.
LEIJiAO
DE
O agente Miranda levar a leilo pela ultima
vez por deterrainacio do Sr. Dr. juiz especial do !
commercio as dividas activas do fallido Antoaio i
Carneiro Pinto na importancia de 7:89ii795 rs.,
a saber 3:614,5918 rs. em letras e 4:281*877 rs.,
em conlas: no dia cima dito em seu armazem
da ra da Cruz n. 57.________________________
VfcWA .
DE
124 meios de sola.
HOJEe
0 agente Almeida fara leilo de 124 mcios de
sola de superior qnalidade.
No armazem do Sr. Avila, no Forte do Mattos,
s 11 horas do dia acuna.
4us o.OOOSOO.
Quarta-reira 1" de junlio prximo se ex
traiiir a ultima parte da secunda t> pri-
meira da terceira lotera da igreja do Carmo, no consisloria da igreja de jN. j
S. do Rosario da freguezia de Sanio Anto-
nio.
Os|bilhetes, meios e qoartos acliam-se a i
yenda na respectiva thesouraria ra do'
Crespo n. 15.
Os premios de 5:00Q?000 at 10*000
serSo pagos urna hora depois da extraccSo
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia'
seguinte depois da distribuicao das listas.
O thesoureiro,
________Antonio Jos Rodrigues de Souza.
CASA A OKTIM
AOS 5:000.000
Hillicte garantido
A' ra d Crespa n. 23 r casas do eostnne
O abaixo assignado tendo vendido nos seus mui
to felizes bilh.-tes garantidos o meio n. 572 com
a sorte de 1:200* e o de n. 2792 com a de 600* e
outras surtes de 300*, 100*, 40* e 20*, da lotera
que s* acabou de extrahir a beneficio da igreja
da Capunga, convida aos possuidores de ditos bi-
Ihetes a virem receber seus respectivos premios
sem os descontos|das lets em seu estabelecimento
ra do Crespo n. 23.
O mesmo tem cxposlo venda os novos e felizes
bilhetes, meios e quartos garantidos da lotera a
f, Noticias!
IVolicias!
Noticias!
Noticias!
Xoticias!
CIRSO PRATCO
rs:B>i-o:-i y
Novos arranjos.
Nbvos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Novos arranjos.
Retratos de 3* por 1*500.
Iletratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
Retratos de 3* por 1*500.
! 200 retratos tirados por dia.
200 retratos tirados por dia.
j 200 retratos tirados por dia.
200 retratos lirados por dia.
LEIUO
THEATRO
DE
S. ISABEL.
KIPRKXi
GOllWI) \ t ODHUiV
II* Reclla da asalcnatura.
SAGRADO, 28 DE MAIO.
Rppresentar-se-ha o muito apparatoso drama, em
cinco aclos,
Ter^a-felra 31 do torrente.
NO ARMAZEM DA BL'A DA C.VDKIA N. 4\
O agente Olimpio far leilo de urna mobllia de
Jacaranda, una dita de amarello, um santuario,
urna secretaria de Jacaranda, um guarda louca,
um relogio de crystal, diversos qnadros com es-
lampas linas, um lavatorio com pedra, diversos es-
pelhos grandes, marquezas largas o estrellas, quar-
tinheiras, lavatorios, apparadores, cabides e outros
muilos objectos que se torna enfodonho men-
cionar.
Dar principio s 12 .oras em ponto.
LE1LAO
DE
50 caixas com sauo amarello ame-
ricano.
Terca-feira 31 de malo.
Henry Eoster & C. faro leilo* por intervenco
do agente Pinto de 500 caixas com sabo ma-
(irande galena (le VIStaS lllO- relio, rinde da America ex**** no armazem
doSr. Annesem frente a alfandega, onde se cf-
fecluar o leilo s 10 horas do dia supradito.
, pn-
cima do
Nos sal5es do Caes d'Apollo.
Com toda pompa e brilhantismo.
Em beneficio de um particular
Ser cumprido o regulamento do Illm. Sr. Dr.
chefe de polica.
dems. .
Kua da Impctalriz n. 53.
On agora on mais nunca.
Todas as noile effectivas se faz mudanca de
vistas. O director deste salo durante sua demora
de poucos das deliberou a entrada a 260 rs.
AVISOS MARTIMOS.
OHPAHIA
DAS
MESSAGERIES IMPERIALES
No dia 30 do
corrente espera-
se dos portos do
sul o vapor fran-
cez (.iV'inc.com-
innndante Enout,
o qual depois da
demoraj do cos-
tume seguir pa-
ra Rordeanx tocando em S. Vicente e Lisboa.
Para informaces, fretes e passagens trata-se na
agenria ra do Trapiche n. 9.
DA
loja de calcado da rus do Livramcnlo
D.33.
Terra-feira as 11 horas.
O agente Miranda vai proceder leilo no eslabe-
cimento de calcado Rito ra do Livramento n.
; 33, pertencente ao Sr. Antonio Pinto Bezerra de
: Azevedo, por ordem do mesmo Sr.
Assim, pois, ser objecto da venda um completo
| sertimenlo de borzegins, sapatoes e sapalos de cou-
| ro de lustro, de marroquim. de |>anno, de tranca,
aviamentos, e ludo qu se fz necessaiio para fa-
brica de calcado : assim fumo lamliem urna boa
arrnaco envidracada, e um candieiro de gaz com
o respectivo registro. ______________
&
1S8&UR
l)t:
diiiji uiliia Pernambucaua
DE
Xavegaco costeira a va]>or
Panlba, Natal, Mario Aracatv, Cear e Ararac^. ^ lJ!t> ^
I A > hNMd,aa,7,deaJ"nh pWVmo "co na wK com S,ade d" forro-
ai rT 5 horas da tarde segu o vapor, SL. ^,M _. _, 1<_1_U,
predios na povoa^o do Montei-
ro, todos emchiiosproprios.
O agente Simo>s f.ir leilo retpieriment-i dos
administradores da inassa fallida de Joaquim Viei-
ra Ceelho & C, e por mandado do Illm. Sr. Dr.
juiz de dircito especial do commercio dos predios
seguintes situados na povoaco do Monleiro. como
| sejam :
Urna rasa terrea sem nuioero.com 29 palmos de
fundo, com duas salas, 4 quarlos,
em aberto, ler-
l
segu o vapor Trt.s d|(a. n mriS7liaconfor,nidadecima, e jun-
Persinunga, commandante Rates, ,0 as me;ima!;
para os portos cima indicados.
Recebe carga at odia 6. Encom-
mendas, pasSageiros e dinheiro a frete at o dia
da sahida s 3 horas da tarde : escriptorio no
Forte do Mattos n. !
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
V-vejacSo costeira vapor,
lacei e escalas leoedo e Aracaj.
No dia \ de junho prximo s
5 horas da larde, segu o vapor
Mamanguape, commandante Moti-
ra. Recebe carga at o dia 3;
encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete at s 2 horas da larde do dia da
sahida : escriptorio no Forte do Mattos n. 1.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegaco costeira a vapor.
liba de Fernando de Wnnha.
No dia 14 de junho prximo,
ao meio dia, seguir um dos va-
pores da companhia para o pre-
sidio de Fernando de Noro-
nha.
COMPANHIA BRASILERA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do norte esperado
al o dia 2 de junho o vapor
Paran, commandante capitao
de fragata Santabrbara, o qual
depois da demora do costume se-
guir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaia-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual devera
ser embarcada no dia de sua chegada*: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia da sahida s 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo A C._________.
Para o Rio Cirande do Sol
pretende seguir com muita brevidade o patacho
naoional Carolina, tem parte do sea carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta, trata-se cora
o capitao Beiarmino dos Santos Pinheiro a bordo,
ou na praca do commercio.____________________
COMPANHIA BRASILERA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos portos do sul- espera-
do at o dia 30 do eorrente o va-
por Oyapock, commandante o
primeiro teen le Antonio Maree
lino Pontes Ribeiro, o qual depois
da demora do costume seguir para os portos do
norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduxir, a qual de ver
ser embarcada no dia de sua chogada, eBcomtaen-
das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo A C____________
Para a Bnhia
pretende segnir com muita brevidade a escuna na-
cional Carlota, tem parte de seu carregamento
prompto : para o resto que Ihe falta, traase com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, no seu escriptorio ra da Cruz nu-
mero 1.
Um dita margem do rio Capibaribe na mes-
ma povoaco com 55* palmos de frente e 42 de
fundo, 2 salas, 4 quartos, eosinha externa, quintal
em aberto, pequea baixa para e.npim, com caes e
escada de lijlo e cal, margem do rio.
Urna dita com frente para a margem cima,
com 20 palmos de Irente a 24 de fundo. 2 salas, 1
qnarto e e eosinha exlerna, com ito de taipa, e
quintal em aberto.
Urna dita em ludo igual ultima e junto
mesma.
Casas terreas de taipa.
Urna dita com 23 palmos de freule e 14 de
fundo.
Urna dita com 26 palmos de frente e 31 de fun-
do, com 2 salas e 2 quarlos, eosinha externa, quin-
tal em aberto.
Urna dita com 19 palmos de frente e 31 de fun-
do, 1 sala, 1 quarto, eosinha externa, quintal em
abrto.
Uma dita com 22 palmos do frente c 42 de fun-
do, 1 sala, 2 quartos, eosinha e 1 quarto externo,
quintal em aberto.
Urna dita com 19 palmos de frente e 42 de fnn-
; do, 2 salas, 2 quartos, quintal em aberto, cosiuha
! exlerna.
Os pretendentes desde j podero examinar os
i referidos predios, e querendo qualquer informacao
podero entender-se com o referido agento em seu
escriptorio ra da Cadeia n. 3, 1 andar, aonde
ser effectuadoo leilo.
Quinta-feira 2 de junho s 10 horas da manha.
beneficio do convento do Carmo que se extrahira 300 retratos tirados Zr dia.
quarla-feira 1 de junho, * ,0...,.,.c <;Ar., '.., ,,
Preeos.
Bilhetes inteiros..... 6*000
Meios......... 3*000
Quartos........ 1*500
Para as pessoas que comprarem
de 100* para cima.
Bilhetes........ 5*500
Meios......... 2*730
Quartes........ 1*375
Maneel Martins Fiuza
0 cirurgiao Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
Cruzes sobrado n.
ineiro andar, por
armazem Progressista, aon-
de o aeharo como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pre-
fissao, chamado por escripia.
Mim ATUNOe
O abaixo assignado, hquidalario da extincta fir
ma de Vidal & Bastos, pela ultima vez avisa aos
devedores da mesma tirina, que venham pagar seus
dbitos at o dia 15 de junho, depois desta data
lerao de ser entregues os mesmos a um procura-
dor para os cobrar judicialmente. Recife 15 de
maio de 1864.
Joo Carlos Bastos Oliveira.______
Precisa-se de um raixeiro com pratica de
molhados, ou que lenha sido caixeiro de alguma
taberna, sendo Porluguez, com idade, pouco mais
ou menos, de -16 18 annos,: a tratar na ra da
Senzala Nova n. 4.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 3* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por 4*.
Retratos de 5* por i-V
Na galena americana.
Na galera americana.
Na galera americana.
Na geleria americana.
Na galera americana.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador 11. 38.
Ra do Imperador n. :8.
Ra do Imperador n. 38.
Ra do Imperador n. 38.
Destes presos s nos das uteis.
Oestes preces s nos dias uteis.
Attencao
O vigario encommendado na freguezia de
Muribt-ca tendo de celebrar na matriz da
r.'fi'riila fraguezla urna missa e memento
por alma de S. Exc. Rvm." oSr. hispo dio-
cesano, no trigsimo dia do seu passamen-
to, convida a todos os seus paroebianos pa-
ra prestaren! suas assi.-ienciis a to cando*
so acto, no dia 30 do crrenle pelas 9 horas
da manlia.

Saques sobre Portugal.
nbno Luiz de, Oliveira Atevedi & C,
Agentes do Banco l"ivo do Porto.
Competentemente autorisados sacam por todos
os paquetes sobreo mesmo Banco para o Porto e
Lisboa e para as seguintes agencias:
LEILO
DE
I111 terreno com 37 p \liiios de frente
na i na 4o Sebo.
Sexta-felra S de junho.
O agente Pinto far leilo cora autorisaco dos
Srs. Meuron & C, do seu terreno da roa do Seto
junto %easa me foi de Joamna de* Passos hoje de
BarUtolotoeu Looreaco, s II I |i horas d fe *H -
ma dkoem seu escripter ra da Cruz n. 38, on-
de podero os pretendentes obler qnalqtier infor-
macao a respeitA____________________________
Amarantes. Lagos.
Arcos de Val de Vez. Lam^go.
Aveiro. Le Ha.
Barcellos. Mondan.
Bastos. Moneara.
Evora. Oliveira de Azemeo.
Pal. Chaves.
Faro. Coimbra.
Vianna do Castello. Covilha.
Villa do Conde. Elvas.
Villa Nova de Portimo. Extremos.
Villa Real. Penna Fiel.
Villa Nova de S. Antonio Pinhal.
Vizeu. Porto Alegre.
Beja. Befoa.
Boga. Selubal.
Uraganca. Taer.
Caminha. Tnomar.
Caslello Branco. Ilha Tercerra.
Eigueira. Faval.
Guarda. Mad.ra.
Lagoa. S. Miguel.
ualquer somma prazo ou a vista, podendo
logo os saques prazo serem descontados no mes-
mo Banco a razo de 4 por cento ao anno'. a
tratar na ra da Cruz n. 1._________j_________
Precisase de urna ama pira todo servieo de
urna casa de ponca familia: na ra das Larangei-
ras n. 5, primeiro andar. _____________
Ha vendo eu.sido honrado pelo Illm. o Exm.
Sr. desembargador Francisco Doinineues da Silva,
com as provas da maior coosderacao e estima, du-
rante todo o lempo em que S. Exc. exerceu nesja
cidade o cargo de juiz dos feitos da fazenda, nao
posso nem devo deixar de vir testemunhar hoje ao
mesmo Exm Sr. desembargador a mnha profunda
gratido, por esse mesmo motivo. L o que aco
do modo mais solemne ; e ao dislincto magistrado,
a quem presentemente envo esta ingenua expres-
so do meu reconheeimento, protesto, par desse
sentimento, a mais cordeal affijicao e o mais sub-
misso respeito.
Jo Vicente de Torres Bandera.
LEILO
ra
Predios e accoes.
Como sejam :
Un sobrado de 3 andares e soto da roa do
Vigario n. 23.
Duas casas terreas da ra do Cabug ns. 8 e 10.
l'ma pequea parte do sitio que foi do finado
cirurgiao Maneel Joaquim Pereira, em Parnamei-
rim.
10 acedes da companhia de L'Ulidade Publica.
Meita-feira 3 le junho.
O agente Pinto aulorisado pelo procurador bas-
tante do Sr. Pranciseo Jos Teixtnra Bastos, far
leilo s 10 horas do da 3 de junho dos predios
cima mencieuailii.s os quaes su tornain recom-
mendaveis por serem edificados em ras prinei-
pacsv o leilo ser eflectuado em sen esertphun'o
rua da Crin n. 38, onde obtero o pretendentes
qualquer iaforraacao a respeito.
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-so de umi ama qne tenha bom leite :
na rua de Hortasn. 130.
Fugio no da 22 do corrente o escravo Luiz,
crioulo. de idade de 20 anuos, pouco mais ou me-
nos, o qual tem os seguidles signaes: estatura
baixa, corno secco, barba nenhuma, falta de um
dente na frente, um signal na sobranceliia, marca
de bexigas nos ps; este escravo tem o oCBcio de
serrador, presentemente tem sido visto nos bairros
de Santo Antonio o Boa-Vista vadiaodo, a roupa
que levou vestida foi calca de riscado- de quadros
j desbotado, camisa de madaiiolo, e um lenco na
caneca em frma de carapuea : quem o aprehen-
der leve-o rua nova de Sania Rita n. 13, serrara
de Paulo Jos Gomes, qne ser recompensado.
Cop(
eiro.
Quem precisar de um copeiro que se presta a
lodo o servieo, como re finar assucar : pode pro-
curar na rua da Lapa, bolequim martimo.
Precisa se de urna pessoa frra ou captiva
para comprar e cozinhar, paga-se bem, sendo de
boa conducta e cozmhando regular: .na rua do
Queimado n. 7.
O abaixo assignado faz ver ao Sr. Manoel Barbo-
sa da Silva que, para o engenho Barra de Cacuipe
do sr. Pedro Francisco de Albuquerqne somenle
fugio o escravo Emiliano, e nao o escravo Paulo ;
e que quanto ao escravo Emiliano nenhuin cuidado
Unha, por quanto depois de sua fuga requeieu o
* abaixo assignado que Ihe fosse dado outro deposi-
tarla, visto declarar dito escravo que s morto vol-
taria para o poder de S. S\ sendo que nomeou o
juiz respectivo para depositario do dito escravo ao
mesmo Sr. Pedro Francisco de Albuquerqne, que
hoje consenhor do escravo em questo por ser
herdeiro do meu casal, sendo que disto mesmo leve
sciencia o.primeiro depositario Antonio Mara de
Araujo por liie ser intimado o despacho do juiz;
quanto porm ao escravo Pauio.S. S' por elle res-
ponsavel, urna vez que havendo esse escravo fuai-
do para Frescondm, coiiduzindo uina escrava de
S. S" ; foram ambos presos pelos moradores desse
engenho, queconduziram taes escravos preseaca
de S. SJ, e Ihe li/eram entrega delles pelo que pa-
gou-lhes S. S' a quantia de 10,3.
Quanto aos escravos Germano e Joao julga cou-
venieatc o abaixo assignado recordar ao Sr. Ma-
noel Barbosa da Silva o seguinle :
Que havendo o escravo Germano fgido e pro-
curado a Casa do abaixo assignado, este nconii-
nente parlicipou o occorrido ao Sr. Manoel Barbosa
da Silva, por meio de urna carta entregue ao cai-
xeiro de seu correspondente Uezemle, no paleo do
Lvramenlo, e nao obtendo logorespoata dessa car-
ta, o mesmo aballo assignado de novo esereveu
oatra carta ao Sr. Manoel Barbosa, parlicipando-
Ihe o facto, sendo que na occaso de entregar dita
carta ao caixeiro de Rezcnde, por caulela, leu-a
na presenta de duas testemunhas, e pergunteu ao
mesmo caixeiro, anda na presenea. das referidas
leslemunhas se a primeira caria hara seguido o
seu destino, o que Ihe loi respondido allirmalva-
renle.
Anda a respeito desse usno escravo deve re-
cordar-se o Sr. Barbosa que, fallando-lhc o abaixo
assignado a senielliante respeito, Ihe dissera o mes-
mo Sr. Barbosa que Ihe nao devolvesse dito escra-
vo, porque Ihe viva fugindo e por doenle Ihe nao
pnstava servicos, sendo fardado que dito escravo
eslava enlo doente, e ijue fora tratado por ordem
do abaixo assignado, feilo o que fugio e anda se
acha fgido.
Para provar a boa f do abaixo assignado a se-
melhanto respeito, julga o mesmo abaixo assigna-
d) recordar ao Sr. Barbisa que por occasio de
fugirem os escravos Estevo e sua mulher, o mes-
mo abaixo assignado imniediatamenle deu disso
sciencia ao Sr. Manoel Barbosa, que os tnandou
buscar, tanto assim que estando a preta doente de
um p, mandn o mesmo Sr. Barbosa um cavalle-
para a sua condueco : quem assim procede nao
homem de m f e em ao menos pode ser compara-
do ao Sr. Manoel Barbosa da Silva.
Anda recorda o abaixo assignado que por espa-
go de um miz fez ver pelos jornaes ao Sr. Manoel
Barbosa da Silva < ao depositario Antonio Mara
de araujo, que o escrava Joo estava em seu po-
der com urna grande ferda em um p provenien-
te de urna estrepada, e ue aecudindo Araujo
casa do abaixo assignado em virlude da publica-
gao cima alludda, o abaixo assignado Ihe apre-
sentou dito escravo para quevisse o estado de sau-
de em que se achava, e cnto Araujo peraote duas
pessoas que o acompanharam pedio ao abaixo as-
signado que nao entregasse dito escravo ao Sr. Ma-
noel Barbosa, visto como era elle Areujo respon-
savel pela sua entrega.
A respeito dos escravos diz em conclusoo abai-
xo assignado ao Sr. Barbosa da Silva, que a excep-
: -*. > de um escravo que est em poder do deposita-
no* Pedro Fraucisco de Albuquerque e dos dous
que eslo em seu poder, todos os outros em nume-
ro de 17 eslao em poder do Sr. Manoel Barbosa, e
nao do respectivo depositario, como em occasio
opporluna provar o abaixo assignado com docu-
mentos existentes em seu poder, como por prova
testemunhavel.
Avisa o Sr. Manoel Barbosa ao abaixo assigna-
do para que mande receber at o lim do corrente
os bois e as bestas que confessa ter ohrigago de
entregar ao abaixo assignado, sem que todava de-
clare o lugarea que far entrega des mesmos bois
e bestas : a isto responde o mesmo abaixo assig-
nado, que quando receber os bois e as bastas deve
lambem, na forma da esc.riptura celebrada entre o
abaixo assignadoeo Sr. Manoel B.irbosi da Silva,
receber o engenho com suas trras, moenda hon-
sonlal de ferro, com o vasos de correr assucar,
24.000 covas de mandioca, com carros de caima
para sement, 5 carros, formas, e todos os mais
uteacis perteneentes ao engenho, como consta do
inventario assignado pelo Sr. Barbosa ; e se S. S*
nao est preparado para entregar IoJo estes ob-
jec|as, nenbmn delles deve receber o abaixo assig-
nado, uina vez que por semelhante procediraento
incorre oSr Barbosa Has penas convencionadas
na escrptura cima mencionada.
Feliciano Joaquim dos Santo.
Nao se sabendo a residencia do Sr.
Francisco Xavier Mendes Jnior, e preei-
sando-se fall ir-lhe a negocio de seu interes-
se, pede-se-lhe que compareca rua do
O commandante da curveta a vapor Paraca-
SSSSi TJSSrSVttQ; Cres-po.ojan.l8.
^SArT^rT^^Z 55a A i h^Ponpand0te.npotra.,,1,H1,pasMe,,a.ed..
capitao ac mar e t,ueii- -- # nm,,ro com a ,-0mpra dos chammes a nova inven-
zonas>______,-------------------------------------: c.'ui do Sr. Browm, vende-se em casa dos Srs. s-
eao
_ Quinteiro & Agr graliflran a niem tiver borne rua (lo topewdor n. 78.
achado, e quera eatregar. una pulseira m da--------------------------------------------;
mants com cadeia de. coalas braneas.e que cahto] til JlflCU U I preHIH).
do braco de urna senhora na noite do dia 26 dr
corrente, desde a traversa do Carino at o meio
da rua do Queimado, sen lo que para comparar o
se mostrar ouira igual._____________________
Rocco Payan >. subdito italiano, reiiia-se para
Europa.
D-se a quantia de 800* pelo lempo que se con-
cordar a um e meio por cento ao mez recelndo-
se por seguranca penhores ou firma a contento,
pode ser procurado a pessoa que faz esle negocio
na loja de caiga lo na praca da Independencia do
Sr. Porto n. 39.
MSTflUSO
Aos alomnos-mesirrs das escolas ntr-
maes primarias c aos in>liiuiilores
em exercicio.
POR
MR. ALIGAILT
Traduzida e anulado per J. P. M. P.
Este excellente Curso de Priagogia, alm do pre-
facio, e de dous captulos preliminares, est divi-
dido mu tres parles, relativas educagao phvsica,
intellecliial e moral
No primeiro capitulo preliminar trata da diga-
dade das funcres do instituidor primario ; no se-
gundo das qualidads que Ihe sito necesarias, quer
Inliam directa relago com as suas funegies, Ues
como liondade, firmeza, paciencia, rej;ularidade,
zeio, purera de costumes, piedade christa, quer a
ellas se reliram indirectamente, como a pulidez, a
modestia, a prudencia, o desiuleresse, o amor de
relira
A primeira parte consta de. dous captulos. No
primeiro trata dos meios indirectos da educagao
phvsica, ou precaugoes hygenieas ; taes como; as-
seio dos meninos, huipeza da escola, e oulros. No>
segundo, dos meios directos ou exercicos, como
andar, correr, saltar, trepar, etc. etc.
A segunda parle relativa a educagao ialellectual,
ou instruego propramente dita, coulem cinco ca-
ptiilos. No primeirotrala da escolhado total para,
a escola, oceupando-se tanto do que diz respeito ao
seu exterior, como pateo, alpondre, tatusas etc.
como do seu interior, isto , rea da rimar, pare-
des, janellas etc.
No segundo capitulo trata da moblia da escola :
estrados, mesoes, campainha, pedras, dillcrentes
quadros, cabide, estante, relogio, cruuilixo etc. ele.
etc.
No terceiro oceupa-sc dos meios disciplinares,
em seis artigos,.alguns dos quaes com sub livises,
relativos boa destribuico do lempo e do traba-
Iho; s dilferentes maneiras de transmittir o pro-
fessor as suas ordens; aos livros de matricula, de
lliemas, de notas etc. etc. ; aos vigias ou re|>ctido-
res; s recompensas, como elogio do mestre, boas-
untas, lugares de distim-go, medalhas. ijuadro da
honra, premios etc.; s punigoes. tratando dos seus
caracteres geraes, e indicando quaes os castigos, e
modos de iiiliigi-los.
No quarto trata de classilicacao dos alumnos, do*
melhores meios de effectua-la, "e dos exames indi-
vid naes e geraes.
No quinto oceupa-se dos medilos de ensino, em
duas secgoes ; na primeira dos methodos geraes,
isto , do methodo individual, do simultaneo, do
mutuo, e do myxto, fazendo ver circumstanciada-
mento quaes as vanlageos, e inconvenieniede cada
um : na segunda dos methodos particulares, divi-
dida em cinco artigos, no primeiro dos quaes traa
da instruego moral e religiosa, dos principios a
seguir neste ensino, do carcter que Ihe convem,
dos meios de gravar as verdades laligiosas na
memoria dos aluiynos. fazendoos romprehender O
sen senlidue belleza; no segundo da leilura, e seus
dilTerentes processos : no b-reciro da escripia, dos
seus processos, dos objectos que Ihe sao necessa-
rios,cunocadernos, pennas, pautas, reguas, lapis,
Iraslados, ardoaias ecL ; no quarto do eaenlo dos
principios geraes daarilhiuelica. dasopi'rages fun-
damenlaes etc. : no quin'o do estudu da gramma-
tica.
A terceira parle, da educagao moral o religiosa,
comp6e-se de quatro capitulo-. No primeiro dos
quaes trata do carcter dos alumno*: No segundo
dosdefeilos, que devem ser rombalidos, como asen-
suaiidade, a pregniga, a mentira, a inveja ele. No
lar-cairo das virtudes que se devem Imptaiar no
ci.r.icao dos meninos, quer 'maraes propramente
ditas, como pureza de rostamos, piedade filial, amor
fraternal, probldade, benevolencia e iiolidez, res-
peito aos superiores, aos velbos, e s leis etc., quer
religiosas, como a piedade, a caridade, a huinani-
dade etc. No quarto. dos meios de tonificar o ins-
lincto moral, c e sentimento religioso : taes como
bons exemplos do mestre, historias edificantes, cn-
ticos moraes, exercicos religiosos, e outros.
A obra em I volunte por 5*0000 pagos na en-
tres* do exemplar.
Esl aberta a assignatura em todas as lvraras
desla capital. ________________
~0 SACROSANTO E EGMEfftCO
CONCILIO DE TRENTO
!:: latliii c poi'tuguez
BIDICADO F. COKSAOJUD0
las llluslrissinuis c llrvcicDiiissin'os Sinliorrs
ARCEBISPOS E BISPOS
D.V
141RBdA LUSIffASA.
NOVA EDir.AO
2 volumesencaieinatlos.
Est nos prelos da casa dos Srs. Antonio Gon-
ealves Guimares & C do Rio do Janeiro, e as-
si fna se em Pernambuce na livraria de iiituariies
& Oliveira, rua do Imperador n. ."4.___________
Os administradores da massa fallida de Seve
Filhos & C, avisan aos devedores mesma mas-
sa que hajam de liquidar os seus dbitos at o
lim do presente mez, devendo para isso entender-
se com o Sr. Francisco Jos Alves de Carvalho no
paleo de S. Pedro n. 1. cojo senhor se acha aulo-
risado e cor.* os poderes necessarios para esse
fim. _________________________________
Precisa-se de urna ama para easa de peque-
a familia : a tratar na rua Nova n. 2-1, seguudo
andar.
M Fabrica Conceicilo da n
Bahia.
,~j Andrade A Reg, recebem constante
9 mente e tem venda no sen armazem n.
vj4! ;>4 da ruado Imperador, algodo d'aqnel-
S la fabrica, proprio para saceos de assu-
;? car, embalar aigodo empluma ele., etc.,
^e pelo prego mais razoavel.
mmwmmm mmm wwmmm
Precisa-se de um bom cozinheiro, c de nina
ama para engommar e lavar : no sobrado o. 32,
rua da Aurora.______________________________
Est para alugar-se a casa terrea n. 39 da
rua da l'nio : quem a pretender, dirija-se rua
da Aurora n. 10,. i|ue achara com quem tratar.
Bom ueiioi io.
Offerece-se qualquer pessoa que quizer come-
gar um negocio com poucos fundos, urna taberna
na rua Dircila n. 30, a qual est liem afreguezada,
tanto para a tena como para o mato : quem a
quizer, dirija-se mesma, onde encentrar todos os
csclarecimeiitos._____________________________
Precisa-se de urna ama para casa de peque-
a familia : na rua da Senzala Velha o. 138, se-
gundo andar._______________________________
Compra-se urna mala de viagem do bom ta-
maito e em bom estado.______________________
Precisase de urna ama de RE : na rua da
Conceigao n. 8, sobrado de um andar. _________
. O Sr. Pompilio Numa Pessoa. acadmico,
queira dirigirse rua da. Cruz n. 23, primeiro
indar, a negocio de seu inleresse.______________
" Fugio no dia 18 docorrente a escrava de
nome Joanna, de naco, idade do 40 annos, mais
ou menos, baixa e grussa do corpo, tem olhos es-
pantados, e os cabellos cortados rente, levou ves-
tido de assento branco e salpicos rxos j velho :
rogase s autoridades policiaes a capiles de cam-
p a apprehensao da dita escrava : quem a pren-
der, leve-a encruzdhada de Belem confronte ao
sitio do Sr. Fr. Joo do Rosario, que ser gralifi-
cado.______________________________________
Os meios bilhetes us. 1090 e 2o88 da primei-
ra parte da primeira lotera em beneficio da igre-
ja da-Captinga, pertcncem ao espillo Manoel Car-
doso de Menezes Barreto, do eugenho Paty, pro-
vinc.iade Ser'gipe._____________________________
Precisase fallar o Sr. Francisco Pereira La-
gos, tiesta typographia. _______
Precisa-se de um caixeiro ile 12 14 annos
de idade, que lenha pratica de taberna ; na rua
da Roda n. 48._____________________
Prcri il.idede 12 13 annos, com pratica ou sem ella :
na rua do Bangui in 18.______________________
Precisa-se de nin foroeir que sailu b.'.n de-
sernponhar o sen lugar.: na nadara da rua larga
do Ru.-ario n. 16.

.i
ILEGIVEL
f


Diarto de Perranabnc* abluido s de Halo de 184.
-r.------.----------
m>'<3g*
>
Largo da v
Santa Cruz %'}
numero stSp^J^r ?
12 e 84. ^^ 1

Esquina das
ra do
Sebo n. 12*
e84.
BRJANTE AURORA
GRANDES ARMAZENS DE MOLHADOS.
Francisco Jos Fernandes Pires proprietario dos armazens de molhados denomina-
dos Brilhante Aurora e Aurora Brilhante, ao largo da Santa Cruz ns. 12 e 81 (esquina
da ra do Sebo), faz .-cente ao respeitavel publico desta eidade e do interior que nos
seos importantes eslabelecimetilos vender sempre gneros novos e de primeira quali-
dade e vender a todos pelo mesmo prego.
O completo sortimento de todos os gneros finos c grossos que costumam ter outros
eslabelecimentos desta urdem se encontrarao sempre nos armazens da Urilhantc Aurora
e Aurora Brilhante e sempre em grande escala a vontade dos Srs. compradores.
O proprietario dos armazens Brilhante Aurora e Aurora Brilhante pede a todos os
senhores c senhoras que quando tiverem de mandar suas relajos a estes eslabelecimen-
tos por scus criados seja em carta fechada ou con grande recommendacao a esto* arma-
zens, certos de que serao tao bem servidos como se viessem pessoalmente.
awm
A Brilhante Aurora e.Aurora Brilhante troca qualquer um genero que por acaso
nao agrade erecebe as libras esterliuas a 95,scndo por compra: atabella de seis gneros
sera mudada todas as semanas.
Amendoas ronfeitadas parasortes a libra 1. Vinho branco de muilo boa qualidade cana-
Mauteiga ingleaa Mor a 800, e 960 rs. i da 45 e garrafa 480 rs.
Dita mus abaixo a CiO e 720 rs. Dito Xere lino a caada 75500 c garrafa a
Dita franceza nova liora 640 e e . barril a: 15200.
.,i00,rs Dito Madeira seca caada 103 e garrafa 2$.
Chocolate santo mu.to novo al5200 a libra. Dito em caixas de urna duzia do Porto dos
Lhaperola o melhor que ha ( redondo) a i melhores autores a 125, 143 o 16,5.
libra 32O0.
Dito dito mais abaixo a 23500 o 23800.
Dito uxim muito lino a 23800 e 33.
Dito hysson superior a 23600 e 23800.
Dito mais abaixo a 25 e 25300.
Dito preto muito lino a 23500.
Dito em massos a 25.
Dito do Bio em latos de 4, 2 e 1 libra a
13500.
Caf de moca superior arroba 105500 e li-
bra 400 rs.
Ditodo Rio e do Cear arroba 95500 e libra
320 rs.
Dito mais abaixo arroba 83500 e libra 280.
Barricas com bolacbiua ingleza mgleza nova
a 33.
Latas com bolachinha de soda de 3 libras
a 25500.
Ditas com ditas ponidas de 2 libras a 15400.
Frascos com ameixas francezas s o frasco
val o dinheiro a 2-5800 e 33. .
Latas com ditas a 13 00, 25200 e 45.
Ditas com ligos do comadre a 1300.
Caixinhas hermticamente lacradas eproprias
para- mimo a 25 e 25800.
Caixinhas com ditas a 15, 25500 e 55 de
arroba.
Presunto de Lamego muito novo a libra 5t0
rs. inteiro c a retalho 600 rs.
Chouricas e paios novos a libra 800 rs.
Garrafas com licor fino francez e portuguez
a 15-
Dilas com vinho de caj muito claro a 15.
I Ditas com mel de abelha puro a 15-
Fiascos com genebra de Hollanda de 2 gar-
rafas a 13.
Dito de una garrafa a 560 rs.
Dito de laranja verdadeira a 15200.
Duzia de graxa latas grandes a 15.
Caixas com 25 massos de velas de sperma-
cete a libra 540 e 560 rs.
Dilas maiores a 600, 640 c 720 rs. a libra.
Caixas com urna arroba de velas do Araca-
ty 105500 e libra 200 rs.
Ditas de compos^o arroba I05e libra 360
Saceos grandes eora farinha de oiannamui-
to boa a 55500.
Dito de Porto Alegre melhor que de Muri-
beca a 63.
Ditos com milhonovo com 24cuias a 35800
Dito com farello de Li.-boa 120 libras a
5-3500.
Dito com arroz de casca a 55500.
Duzia de garrafas de serveja branca e preta
a 55800 e em barricas a 55500.
Arroz do Maranho em saceos arroba 2S600
e libra 100 rs.
Dito da India e Java arroba 33 e libra 120.
Aramia verdadeira arroba 83 e libra 320
rs., matarana.
Latas com chouricas e linguicas novas vio- Gommado Aracaly para engommar arroba
das nesle vapor com 9 libras por 65500. 55 e libra 160 rs.
litas com peixe ensopado de muilas quali- Tapioca ou farinha do Maranho nova libra
dades a i-",
Dilas com ervilhas francezas e portoguezas
a 880 rs.
Dilas com feijiio verde francez a 800 rs.
Ditas com massa de tomate novo libra
560 rs.
Dilas com ostras a 720 rs.
uilas com marmelada dos mclhores autores
dfe Lisboa a libra 640 rs.
Potes com musanla franceza preparada a
libra 480 rs.
Frascos com conservas de pepinos, mexides Grao de bico arroba 45500 e libra 100 rs.
e azeitonas verde a 15. Pataco arroba 3-3300 e libra 200 rs.
100 rs,
Ervilhas seccas muito novas libra 200 rs.
Sag e sevadinha a 240 rs.
Sevada arroba 352c0 e libra 120 rs.
Graxa de boio 97 a 280 rs.
Sabio massa a 200, 240 e 280 rs. a libra.
Dito hespanhol verdadeiro a 400 rs. a libra.
Balaios do Porto diversos tamanhos de 320
a 23.
Capachos para portas de varias cores a 600,
700 e 800 rs.
Dita dita franceza a 800 rs.
Gigos com trinta e tantas libras de batatas
novas a 35500.
Queijos novos do vapor a 35200.
Ditos deprato enplicado a 15.
Dito suisso.
Dito de manteiga do Serid a 800 rs.
Caixas com passas novas de 1 arroba 75,
meia 35500 e quarto 25 e libra 480 e
610 rs.
.vmendoas com casca a libra 240 rs. e arro-
ba 65-
Nozes libra 160 e arroba 55.
Charutos linos de Simas e dos molhores fa-
bricanles da Bahia de 25 e 85 caixas de
100 e 50.
Crozas de caixinhas de palitos do gaz a
23200 e 200 rs. a duzia.
Barris com azeitonas novas a 3, 4 e 55 bar-
ris grandes.
Vassouras do Porto piassava muito seguras
a 400 rs.
zeite uoce francez dos melhores fabrican-
tes caixa 10e garrafa 15.
Caixas com vinho Bordeaux branco e tinto
S. Julien, S. Estfe e outros a 75500 e 85.
Vinho do Porto lino em barris de .*>' que ra-
ras vezes apparece por 805 e em caada a
55500 c garrafa a 800 rs.
Dito da Figueira puro caada 43 c 45500 e
garrafa a 480 e 560 rs.
Milita alpista arroba 15800 e libra 160 rs.
Azeite doce de Lisboa garrafa a 640 rs.
Vinagre de Lisboa caada 15500 e garrafa
200, 240 c 320 rs.
Massos de palitos de denles com 20 massi-
nhosa 160 rs.
Tijolos de hmpar facas a 160 rs.
Caixas com 40 cartas de traques a 85500 e
a carta 280 rs.
Resmas de papel almaco pautado a 55.
Ditogreve liso o melhor que ha a 43500.
Dito de peso c pautado a 23500 e 25800.
Garrafoes com 25 garrafas de verdadeira
genebra de Hollanda por 83500.
Azeite de coco garrafa 560 rs. c carrapato
360 e caada 23560.
Caixes com doce de goiaha a 640 rs.
Toucinho de Lisboa arroba 85500 c libra
320 rs.
Dito de Santos arroba 73 e libra 280 rs.
Molhos com grandes ceblas a 15600.
Cento de dita sola a 15300.
Mauncos de albos a 240 rs.
Esleirs de varias qtialidades.
Gordas de postar e de andaime.
Pavas da ilha de S. Miguel arroba 35200 e
libra 120 rs.
Copos lapidados para agua c vinho a 35500,
53S00, 63 e 73.
Ditos lisos para varios precos.
Calix lapidados grandes epequenos duzia
3,4 e 55 ; e 400 e 50:) rs. cada um.
e ale-
Dito de Lisboa de boas marcas a 35500 e
43 e a garrafa a 440 e 480 rs. I Massas para sopa macarro, talharim
Dito branco proprio de Lisboa caada 43800 tria a 480 rs.
e garrafa 640 rs. Estrelinha e pevide libra 560 rs.
Cognac verdadeiro a garraa 13 e 15280. Xanraes de fructas nacionaes a garrafa
Vinho moscatel duzia 105 e garrafa 15. 300 rs.
E muitos outros gneros que nao possivel nien-S
ciona-los todos de primeira qualidade.
A sati.-facao da Brilhante Aurora e Aurora Brilhante vender muilo embora bara-
to, mas a DINHEIRO.
ATTEi\(?A0.
Roga-se ao Sr. Jos Joaquim de Lima, morador
em Olinda o favor de vir tirar o seu penhor que
ha mais de dous annos tem em poder, dai abaixo
assignada ; na ra de detraz da matriz da Boa-Vis-
ta n. 10, at o prazode8dias da data deste, do con- OTerece-se para alguma casa de homem sol-
trario ser vendido para pagamento do principal e teiro urna pessoa de idade e capaz para lomar con-
juros. la do servico interno e mesmo da regencia de
GR4i\DB FABRICA
DE
CHAPEOS DE SOL
De J. Falque.
4-RIJA DO CRESPO-4
Esta fabrica, a mais antiga c acreditada d'esta capital, acha-se do novo montada com um
variado sorlimendo de chapeos de sol inglezes e francezes, assim como de ludo quanto diz respeito
sua profissao, como seja superiores sedas, alpacas e panno de todas as cores e qualidades, ar-
macoes e mais preparos para apromptar chapeos de sol vontade dos freguezes que se dignaren) da
honrar este estabelecimento.
Cobre-se e concerta-se toda e qualquer qualidade d'estes arligos com a maior perfeicao e pres-
teza, c tudo por precos muito rasoaveis.
Bonito sortimento de bengalas precos cemmodos.
4 Ra do Crespo 4
------------------------,-----_
Empreza da illumina l gaz.
Todas as rendas de apparelhos e reclamac5es
(por escripia dando o nome, morada, dala, ele),
devein ser feilas no armazem da ra do Imperador
n. 31. Os marhinistas mandados para allender a
estas, apresentarao um livro que os reclamantes
devero assignar logo depois de prompto o servico
. reclamado ; islo para que a empreza fique sciente
de havercm os mesmos senhores sido dfvidamen-
; te altendidos.
&rai).
1
O administrador da massa fallida do finado Jos
Luiz Pereira, convida aos ere lores do mesmo fina-
do, para que, dentro de oito das, a contar da data
deste, apresentem ao mesmo administrador, em a
sua loja n. 5, na ra do Cabug, os seus ttulos de
divida, afim de serem competentemente verificados,
sob pena de, lindo aquello praso, nao seren alten-
didos na classificaco dos credores, aquellos que
deixarem de apresentar laes ttulos. Recife 24 de
maio de 1864._______________________________
Antonio Jos Gomes faz sciente a qualquer
pessoa que Ihe quizer fallar, que negocio urgente
o chama Porto Calvo, donde pretende voltar bre-
ve, razao justamente por que se nao despedio das
Exmas. familias c amigos que o honram com suas
benevolencias, c quaodo voltar far o competente
aviso por este Diario.
Precisase de una preta moca que cozinhc e
engomme : quem a liver e queira'alugar, dirija-se
ra da Cadeia n. 55, primeiro aidar, que acha-
ra com quem tratar.
Gratificase a quem adiar um relogio com
corrento e duas chaves, de Apipucos al Sanl'An-
na ; a entregar na estrada do Manguinho n. 25.
Aluga-se o sobradinho n. 1 da rua dos Copia-
res : a tratar na rua do Imperador n. 2. Na mes-
macasa se aluga um mulato cozinheiro c trabaja-
dor em padara, ou mesmo para fabrica de velas
ou armazens.
a rua do Queimado n. 33 A preeisa-se de
urna ama para fazer o servico de cozinhda casa
de um homem solteiro.
O abaixo assignado declara em lempo, que
tendo fgido os escravos Paulo e Emiliano para o
engenho do Sr. Pedro Francisco de Albuquerque,
all seacham, e bem assim os escravos Germano e
Joao fgidos tambem desde c anuo passado, procu-
raram o Sr. Feliciano Joaquim dos Santos, em cu-
ja casa estao, sendo depositario delles o Sr. Anto-
uio Mara de Araujo, que j deve ter sciencia dis-
to, sem duvida, porque muito para crer que csses
senhores Ihe lenham communcado Estes escra-
vos fazem parle da fabrica do engenho Frescondm.
_______________Manoel Barbosa da Silva.
O abaixo assignado avisa ao Sr. Feliciano
Joaquim dos Sanios que pode ir tomar conta at-o
lim do correnle, das bestas e bois que tem o mes-
mo abaixo assignado obriga^o de entregar, con-
forme recebeu na eccaso d arrendamenlo do en-
genho Frescodim, e se o nao fizer declara que se-
rao depositados em juizo, assim como j o fez o
anno passado com a fabrica, e o mesmo engenho
por se ter negado Smc. a receber tudo calculada-
mente, e com o fim de receber renda ampia.
Manoel laibosa da Silva.
Offerece-se por arrendamento ao engenho
Cajabussuzinho a quanlia de 1:4003, e dase fia-
dor idneo e a contento : a tratar com o procura-
dor do mosteiro de S. Bento da l'arabiba nesta pro-
vincia, ou em carta fechada com as iniciaes F. X.
nesla typographia.
Aloga-se o primeiro e segundo andares da
casa n. 193 da rua Imperial : na rua da Aurora
nuntero'36. '_____________________________
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo saca so-
bre Lisboa.
DENTISTA DE PARS
19Rua Nova-i9
Frederico Gautier, cirurgiao dentista,
faz todas as operacoes de sua arte, e col-
loca dentes arlificiaes, tudo com superio-
ridade e perfeicao, que as pessoas enten-
didas Ihe reconhecem.
Tem agua e pos denuncio.
0 0 g t w 0 piso s So P- S3 2 O C5 & P OQ SO
bd P- po O.
0 0 P3 "3 P- p-
^ W 0 P
tj i-i ?o
n i i-i i-j O i-i 2.
p V P- a 02 *p
P O p 0 g *
00 e-K O c-t-SO 5o 1 B r-t- /^s
do comprador
-- Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Jos
Teixeira de Mondonga Bclm, nesta typo-
praphia.
Precisase de urna ama para todo o servico
de casa de poue? familia : na travessa da matriz
de Santo Antonio n. 8.
Roupa engommada com a perfeieo que se
pode desejar, tanto de hornera como de"senhoras :
na rua dos Pires n. 39.
Na rua estrella do Kosario n. 34
Advogado Affonso de Albu-
querque Mello,
pode ser procurado a qualquer hora ; as sextas-
feiras, porm, na villa do Cabo.
Xa rua de Aguas-Verdes, no primeiro andar
da casa n. 30, desoja-se fallar com urgencia ao Sr.
Joaquim dos Santos Coelho a uegocio de seu in-
teesse,
Os abaixo assignados promoveram umasubs-
cripuao para Guiomar Luiza so retirar para Por-
tugal, e nao se elTeituando a dita viagera pela sup-
plicanle tomar outros destinos, os abaixo assigna-
dos concordaram a olTerecer a dita quantia ao Hos-
pital Portuguez; os senhores que concorreram com
o seu contingente, c nao concordar com o que fica
assim dito, queirm fazer o favor de ircm receber
a quantia que deram na travessa do Queimado n.
9, no praso de 18das. Recife 27 de maio de 1864.
Manoel Ribeiro Fernandes.
_______Bernardo de Cerqueira Castro Montelro.
Xa rua dos Copiares, casa n. o, se offerece
urna mulher para cozmhar para um ou dous ho-
mens solteiros, assim como se encarrega do cn-
gommado para os mesmos.___________
ama m um
Preeisa-se de urna ama que lenha bom leite :
trata-.-c no sobrado n. 26 confronte ao becco do
Pocioho, ou na estrada dos Afilelos, terceiro sitio
ao lado direito.
Hua do Queimado n. 49 e 55 est
ac liando a pechincha.
Pecas de bico com 10 varas
a 200 rs.
o
Fraucisco Augusto
hachare l
da
adeogado
Costa
AMA.
Jos Gongalves dos Sanios retira-separa fra
da provincia.
Precisase alugar urna prea .escrava para
comprar e cozinhar para urna familia pequea :
na praca da Boa-Vista, botica n. 6.
Recife, 2o de maio de 1861.
Antonia Mara d.o Silva.
Jos Francisco da Azevedo e sua senhora re"
liram-se para Europa.
Precisa-se de urna ama para casa de homem
solteiro : a tratar na rua das Cruzes n. 25.
A viuva do Jaeintho Silveste Vicente, conti-
nua com o mesmo estabelecimento de seu finado
marido, dando jantares para fora por preco com-
ino ln, na rua da Cruz n 26 ; assim como propde-
se apre-entar mao de vacca de maohaa nos domin-
gos e da santos, com todo o asseio.
Na mesma casa precisa-se de criadas, ou escra-
vas que sai ha m cosinhar e engommar e todo o mais
servico de casa e rua.
Precisa-se de um moco que taita perfeita-
mente escripturar por partidas obradas : na rua
do Crespo loja n. 17.
Quem liver urna escrava ou pessoa forra que
queira dar algumas vezes no dia leite a urna me-
nina de poucos dias: trate na rua Direila loja n. 47.
"relogjos, :
Vende-se em casa de Johnslon Paler &
C rua do Vigario, n. 3. um bello sorti-
nto de relogios de ouro patente
casa : a tratar no
Floriano n. 16.
becco tapado da rua do Padre
mm
ATTEI^IO |
Ad acacia.
0 bacharel Lourenco Avellino de *
Aluq*ierqHe Mello, antigo advoga- S
do desta eidade, tendo- regressado |f
ella, tem aberto o seu escriptorio ||S
rua do Imperador b. 40, .onde pode s
ser procurado para os misteres de g*
sua profissao todos os dias uteis Jp
das 9 da manbaa s 3 horas da $
tarde, e olTerece como garante a |
seus constituintes a nao interrompi- y
da pralica de 25 annos de advoca- S
cia. O mesmo aceita partidos e g
JIS tambem causas nos termos do in- S
3^ terior onde tocar a estrada de ferro. ^
MMmw-wmmmmM-mwm
Precisa-se de urna ama-para o servico inter-
no de urna casa d pequea familia : a tratar na
r- rua Direita n. 47 loja.
glez, de um dos mais afamados fabricantes' ,i-.a......mr
de Liverpool, e tambem urna variedade de ---
bonitos trancelins para os mesmos
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na prac.a do Corpo Santo n. 17, terceiro
andar.______________________________________
Xa praca da Independencia, loja de ourives
n. 33, compram-se obras de ouro, prata e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem da dinheiro a premio.
Aluga-se um sitio na estrada da Ponte de
Uchoa e a marg m do rio, pouco adiante do Illm.
Sr. commendader Xcry Ferreira, tendo banheiro,
palanque, galinheiro e outras acommodacoes; e
oulro dito no Monteiro, em frente ao oitao da igre-
ja : a tratar com Antonio Jos Rodrigues de Sou-
za, rua do Crespo n. 13, ou estreita do Rosario nu-
mero 32.___________________________________
Madama Ferro,
proprietaria do hotel italiano sito na rua do Trapi-
che n. 44, tem a honra de parlicipar ao respeitavel
publico desta capital, e em particular aos senhores
empregados do commercio que acharao todas as
secundas e quintas-feiras a afamada sopa de ra-
viole, como assim todos os outros dias outras es-
colhidas sopas italianas ; isto estar prompto das
10 horas da nranhaa s 4 da tarde, horas muito
proprias para lanche ; afianzando Ibes que os pre-
gos serao os mais razoaveis possiveis, e de que es-
pera toda a concurrencia.
__ COMPRAS.
Comprase e Afectiva-
mente
ouro e prata em obras velhas, pagande-se bem
na rua lafga do Rosario n. -1\, loja de ourives.
Compra-se
constantemente ouro e prata em obras velhas : na
antiga e feliz loja de bilhetes de lotera da praca
da Independencia n 22.
Fabrica de licores c perfumaras.
Neste estabelecimento compra-se effeclivamente
garrafas, botijas e frascos de genebra vastas, assim
toda a especie de frascos de perfumaras : na rua
do Amoi im n. 12.
Compra-se urna negra de meia idade, que
gaita colindar e seja sadia : na rua larga do Ro-
sario, no Razar Pernambucano. se dir quem
; quer.
VENDAS.
Rua do I i mu lucillo n. 19
Primeiro andar.
tn-
Avlsw,
3f?brica d,e sab!lC na rua da Baoi n- 3i se
contina a vender bao amarclto massa. fau*." em
<-aiH como a retalho a 800 rs, a libra
urna preta que saina eozi-
nhar e cneomm'ar : quem a liver, dirija-se rua
do Trapielie n. 4, que achara com quem tratar.
O abaiso assignado declara que em algnm
tflmpo fd assignou Luiz Antonio dosBaolos, porm
quepor apparecej- oulro do igual ncne,.se assig-
nwd'ora em dianu
Im'h Atitooio dos SantosPertra.
Precisase de urna criada livre ou escrava,
que sailia cezinhar e comprar : na rua de. Santo
Amaro (Mundo Aovo), sobrado onde morou o Sr.
Dr. Sabino.
Arrenda-se o engenho Jangadinha, distante
desta praca duas legoas, bom moedor de agua e com
proporcoes para fazer-se 2,000 paes de assucar an-
nualmente : a tratar no engenho Cavalleiro conti-
guo ao mesmo engenho, ou na rua de Santa The-
reza n. 38.________
Precisa-se de urna ama que cozinhe e saiba
engommar : a tratar na rua daLingoeta n. 10.
Precisase de urna ama que saiba engommar
e cozinhar, e paga-so bem : no becco da Boia n.
2, primeiro andar,
Alia particular.
Rna *ova u. 58, terceiro andar
O abaixo assignado provisiondo pela directora
geral.da instruccao tiublica para ensinar primeiras
letras, latim e francez, contina a leccionar as
supradtas. materias, e anda adrante pensionlas
de menor idade.
A pralica de 18 annos consecutivos no exercieio
do magisterio, sua inteira dedicacao e o aproveita-
mentode seus discpulos sao garantas para aquel-
les que Ihe quizercm confiar a educaclo de seus
01 los.
Jos Mana Machado de Figaeiredo.
Aluga-se o segundo andar e soiao do sobra-
do sito na rua da Imperalriz n. 36 : a fallar no
primeiro andar do mesmo.
Xo caf Restaurant do commercio, rua do
Trapiche Novo n. 22, tem quarlos moblhados para
alugar por mez.____________________________
Precisa-se de dous feitores Portuguezes para
todo o servico de campo : trata-se na rua da Moe-
da n 10, das 9 horas da manhaa s 2 da tarde.
Precisa-se comprar urna m^bilia de Jaca-
randa ou de amarello em bom estado que teuha
pouco uso : na rua Bella n. 36.
Aluga-se a loja de urna porta s na
rua do Crespo n. 4 com armacao ou sem
ella, para tratar em casa de J, Falque na
mesma rua n. 4.
Vende-se um preto moco bom pedreiro c oleiro,
sem tirios : na. Roa-Vista n. 6.
Terreno.
Vende-se um terreno cora 30 palmos de frente e
lo de fundo, sito na rua da Eperanca : a tratar
na rua Direita n. 106.
Muita attenco
Vende-se a taberna da rua do" Rangel n. 22 com
poucos gneros, e bemafreguezada para a trra ;
e tambera se vende s a armacao, no caso dos pre-
tendemos nao quererem Mear com os gneros ; es-
te negocio faz-sc por causa d) dono ter de se reti-
rar muito breve para Europa: a tratar na mesma.
Farinha de mandioca superior
em saceos grandes : vende Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo & C, no seu escriplorio rua da Cruz
numero 1.
Urna pessoa que so retira para fra vende
urna cama de armaejio com laslro de palhinha,
com muito pouco uso : a tratar na rua do Quei-
mado n. 71._________________________________
Hua da Senzalla n. 42.
Vende-se, em casa de S. P.JohnstonAC,
sellins e silhes inglezes, candieiros e casti-
caes bronzeados, lonas inglezas, fio de vela,
chicotes para carros e montara, arreios para
carros de um e dous cavados, e relogios de
nitro patente inelez.
AV'SO AOS SRS. MDICOS.-
de trabalhar ino para
desearoear algodo
FABRICADAS
Por Plant Brothers' & 0.
OLDAM
Eslas machinas
podem descantear
oualquer especie
jde algodao sem
jeslragar o fio,
sendo bstanle
duas pessoas para
o Irabalho; pode
descantear urna
arroba de algo-
dao em carneo
era 40 minutos,
ou 18 arrobas
por dia ou o ar-
robas de algodao
limpo.
Esta machina
a nica que
possue as vantagens de nao destruir o fio do al-
godao e de fazer render o dobro de qualquer ou-
Ira com menos trabalho, a sua inlroduecao para
as provincias deste imperio ser de muito valor
para todos os inleressados na lavoura do paiz.
Assim como machinas em ponto grande do mes-
mo gystema, para serem movidas por animaes,
agua ou vapor, as quaes podem descarocar 18 ar-
robas de algodao limpo por dia.
O algodao descar.ie:uii por c3ii.-> uiaciiina* tem
muito mais c.-tjmacao nos mercados de Europa e
vende-se por maior preco.
As machinas se achara venda unicamenie em
casa de
Saumlei's Brothers & C.
\. II, praca do Corpo Manto
RECIFE.
Os nicos agentes nesle paiz.
Botica e armazem de
drogas
Rua do Calinga n. II.
DE
Joaquim Harlitilio da Cruz Correia.
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha d Rristol.
Pastilhas assocaradas de Kemp.
Pastilhas vermfugas de Kemp.
Elixir de cilio lclalo de ferro do Dr. Thermes.
Rob do Lafecteur.
Xarope.depurativo d'odoreto de ferro de Cuy.
Xarope peitoral sedativo de Guy.
Pastilhas peitoraes balsmicas de Guy.
Pilulas da vida.
Rurel franciscano (mesclado) para imagens.
Injcceao Brow.
Xarope de curato de ferro de Chable.
Pilulas contra seses.
Salsa parrilha de Sands.
Extracto Huido de salsa parrilha de Dailys.
Xarope alcoolico de vellame.
Alm destas drogas ha constantemente um com-
pleto sortimento de tintas, vernis, ouro para dou-
rar, preparados chimicos e pliarmaccuticos que se
veadem por commodos presos.
Cura ca'arrho, louu
coqueluches, irriacei
iicrrosai $0 dos liron-
chios e toda a doen.
1 cas do peito; basta ao
doeme ama colhe rehelea deste xarope D' Fobot.
Dr. CU.4BLK, em Pariz, rua Tivieaae, .
Pars, 36,RuaVivienne, D'
Sirop du
DrFORGET
CHABLE MEDECIN
DASF.NFIU.MHIADAS DKSSI'.X l'AFS, AS AFFF.O
$0?* CUTANF.A;.K ALTERACOESDOSAWGUE.
llOOOOcurasdasim/'njeii
I -insultas, herpes, sarna
cumiiocs .acrimonia ,e at-
Xercoes, viciosas do san-
__VJ'it; vims. e aleracoes
do i* ingue. (Xarope vegetal sem mercurio).Depa-
"" e*eae IIAMION MIIIERAEI
tomo-se dous por semana, seguindoo Iraclamento
Dr 'i'-gtirn c em' recado as mesmas molestias.
Este Xarope Ciiracto de
ferro de CHABLE. cara
immediatamente qualquer
puraaqao, relaxafao,
t debttidade, e igual-
mente osfluxoseflores brancas das mulheres.'
Esta injeccao benigna emprega-se com o Xarope de
Cilrncio de Ferro.
iiemorroidan. Pomada que as cura em tres das.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: as afeccoes cutnea comixoes.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do D' Chable. cada frasco vai accompahado i
aa folheto.
Ven.ie-se na rua do Imperador botica
franceza n. 38.
DEPURATIF
in SAIVG
PLUS DE
COPAHU
Sanio Antonio
Acha-se. venda na typographia da ruadolmpc
radorn. 15a trezena do glorioso Santo Antouio.niti
dainentc impresso, em um folheto, obra indispensa-
vel para os devotos do mesmo santo.
o luauial do |lau(adui* do algo-
dao, por Tnraer, eonteado os
seguintes capituos :
Io Melhodos ordinarios da cultura do algodao.
2o Svstema aiierfei^oado da cultura do algodao
pelo Dr N. B. Cloud.
3 Historia natural do algodao, suas especies, e
variedades.
4o Molestia e insectos destruidores do algodao.
5 Analyse da planta de algodao com relacao a
applicacSo dos estrame*, etc.
6o Consumo do algodao e trafico do algodao.
7o Historia do algodao e do engenho de algo-
dao.
esta obra urna compilarlo dos artigos de jor-
naes de agricultura, e em geral dos melhores es-
criplos que nestes ullimos annos tem sahido luz
nos Estados do Sol da Uniao Americana acerca da
cultura, prodiiccao, commercio, historia natural,
analyse chimica, c tudo mais quanto diz respeito
este importante genero de produccao agricola.
Pode-se dizer que este Manual a obra mais com-
pleta que existe sobre a materia, sendo ao mesmo
tempo theorico c pralico,e encerrando todas as no-
ticias relativas semelhante assumplo.
Vende-se a 65 ocxemplar, na linaria de II. F.
de Faria & Filho, prca da Independencia nme-
ros c 8.
O Livro do Povo,
obra adoptada para o uso das escolas primarias da
provincia, contendo : vida de Nosso Senhor Jess
Christo, o vigario, fbulas, o bom homem Hicardo,
quadrupedes uteis, moral pralica, o professor pri-
mario, Siniao de Nantua, mximas e pensamentos,
da hypiene, receitas necessarias, o Brasil: vnde-
se no Recife, na livraria de M. Kigueiroa de Faria
& Filho, praQa da Independencia ns. 6 e 8.
Machinas para algodao.
Vende-se urna machina para descarocar algodao
e um motor com todos os perteoces para rabalhar
com toa 4 cavallos; a qual descarla liO arro-
bas de algodao por dia, sendo muito maneira no
trabalho e de mu fcil transporte para o centro :
ella acha-se montada o o comprador pode ver o
seu trabalho, cojo resultado se garanto.
Tambem vendem-se machinas para descarocar
algodao movidas a braco, do diversos tamanhos
tanto americanas como inglezas, as quaes descaro-
catn de 20 60 arrobas de algodao por dia con-
forme e tamanho da machina, caraniiiido-se tam-
bem o resultado de cada urna. Todas ellas seacham
montadas na fabrica da travessa do Carioca n. 2,
caes do Ramo?, onde os compradores podem se
dirigir para ver 0 seu rabalho e tratar sobro seu
preco.
O Vigilante est alerta, nao Ihe era permettido
deixar passar desapercebido em que nao dsse o
seu canto alira de annunciar ao respeitavel publico-
o grande sortimento degai&QjariM d melhor gosto
propriamente para qualquer mimo, que acaba de
ehegar neste ultimo paquete, assim como muitos
outros objectos que recebe por diversos navios,
tanto de sua conta como de consignacao, que est
resolvido a vender por precos muito baratos para
vender muilo e gauhar poco, e dar extraccao ao
grande deposito que tem, que espera merecer a
proteccao do respeitavel publico, empregando para
isso todas e as melhores diligencias para que li-
quem satisfetos : isto s no Gallo Vigilante, rua
do Crespo n. 7.
Ricas porta-joias.
Cofre de muito gosio por 16J0OO
Cestinhas transparentes, forradas de madre-
perola por 18500O
Lindas jardineiras 105000
Ricos cofres com camapheu 105000
Lindas caixinhas com pedras brancas 105000'
Lindo balao com calunga dentro tambem
para joias 16500O
Tambalier para ditas 'J500O
Gestionas dem ideo 6500O
Cosmorama idem dem 650CO
l'rnazinha 600O
S no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Rieos poria-houquetes de diversos gostos e pre-
cos : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Ricos si ibis
com bjlcinhas ao lado a 10, 12 e 135, ditos sem
bolea, porm do mesmo gosto, a 25300, 35, 3530O
e 45, ricas livelas avulsas para sintos, o melhor
que se pode encontrar, a 15500, 25, 25500 e 35 :
s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Clfctm on cestinhas.
At que chegarara as desojadas cestinhas ou rj-
bazes para as meninas trazerem no braco, o mais
rico possivel, a 25300, 35500, i, o, 7 e 105 : S>
no Vigilante, rna do Crespo n. 7.
Pentcs.
Nesle artigo tem um grande sortimento, tanta-
para alisar como para atar cabello, o mais lindo
que se pode de.-ejar, assim como de arregacar ca-
bello, tanto de borracha como de tartaruga, com
enfeile e sem elle tiara meninas : s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
IVllll'v
Ta.niieui cnegaram os riquissimos pcnles de
concha de tartaruga e de massa fina, que se vendo
por 25, 3 e 5-3 : s no Vigilante, rua do Crespo-
numero 7.
Lcques.
Iliquissiraos leqoes.de madreperola, tanto para,
senhora como para mbcinbas, pelo barato preco de
12 e 145 : so no Vigilante, rua do Crespa n. 7.
I8 lM|iies.
Com pequeo defeito, loques de sndalo, por ba-
rato preco, a 85 e 10-5, chinezes muito bonitos,
tambem por barato pre?o de i c 55, bentarallas
muito bonitas tambera por baralo preco de 4 e 55,
leqoes do cbarao tambem por 45, tudo jsto para
acabar, perdendo-se taivez 80 0[0 : s no Vigilan-
te, rua do Crespo n. 7.
PuJseiras.
Lindas pulseiras de contas e de mssanga, coros
muito lindas e de muito gosto i 13 e 15200.
Para segurar nianijuilos.
Tambem chegaram as lguinhas cstreilinhas de
borracha que as senhoras tanto precisara para se-
gurar os manguitos por ser muito commodo e mui-
lo barato, a 320 o par: s no Vigilante, rua do
Crespo u. 7.
Sapatiiihos r meias de seda.
Iliquissiraos sapalinhos de seda e de merino en-
feilados, assim como meiasziuhas de seda, gorra-
zinhas c louquinhas para as crianrinhas se bapli-
sareni : s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Canelas.
Riquissiraas carretas de madreperola proprias
nara qualquer presente, pelo baralissinio preco de-
15500 e 2-5-
Volliultas.
Lindas voltinhas deperolas falsas cora cruzinhas-
Duginilo brilhantes, assim como cruzinhas amigas
e voltinhas, pelo baralo preco de 13 e 15200, as
crzes avulsas a 400 rs. : so no Vigilante, rua do
Crespo n. 7.
Golitilms.
Riqusimas goiinhas e manguitos, o melhor gos-
to possivel, a 25, 25300 e 35: s no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Enfeiles para srnhora.
Riquissimos enfeiles cora laco e sem laco e do
outros muitos gostos a 15, 15300 e 35 : s no Vi-
gialnte, rua do Crespo n. 7.
Tranccliiis.
Lindos trancelins de cabello para relogio ou lu-
netas, pelo baratissimo preco de 15500, ditos de
retroz a 200 rs.
Uabadinlios nilmiteios.
Riquissimos babadinhos eutremeios com lindos
desenhos tapados e transparentes, pelo barat ssirno
prejo de 15200, 15300, 25e3: so no Vigilante,
rua do Crespo n. 7.
Casca mita.
Grande sortimento de casearrilhas de diversas
larguras, assim como galaoziiho e trncinhas pro-
prias nara enfeites : s no Vigilante, rua do Cres-
po n. 7.
ritas.
Grande sortimento de fitas de diversas larguras
e qualidade, por precos que admirara aos compra-
dores, havendo fitas largas proprias para sinteiros
que se pode vender a 300 rs. a vara, e'peca de 9
varas a 25: s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Fitas de la
Fitas de laa de todas as qualidades, proprias pa-
ra debrum de vestido a 700 rs. a peca : s no Vi-
gilante, rua do Crespo n. 7.
ilicos espellios.
Riquissimos espelhos com moldura dourada c
sem ella de 85, 10, 12 e 15, assim como rom co-
lumnas de diferentes tamanhos a 25, 3/ 4, 3 e 5:
s no Vigilante, rua do Crespo n. 7.
Lindos jarros e fisuras.
Biquissimos jarros e figuras de porcelana fina
para enfeitc de sala, sendo o melhor goslo que aq,ui
tem apparecido : s no Vigilante.
Para pos de arroz.
Riquissimos vasos com boneca para pos do ar-
roz, cousa de muilo gosto a 15300 e 25, assim co-
mo pacotes s com os pos a 320 rs. cada um : s
no Vigilante, rua do Crespo n, 7.
Perfumarlas.
Grande sortimento de extractos e banhas, poma-
das, assim como os lindos ropos ou vasos com dis-
tinctivos e offerecimenlos .s sinhazinhas, dos me-
lhores e mais afamados autores de Pars e Ingla-
terra, assim como os grandes copos de banha japo-
neza a 25 e a 15 i assim como outros objectos-quo
nao possivel por hije annunciar, e avistados
freguezes se far todo negocio : na loja do Gallo
Vigilante, rua do Crespo n, 7,"

t


(
v.
Dl&rlo Se pgruapaoeo Sabfrado 8 4e Malo de 184.
>
Grande liquidatfto
de fazeadas ia leja do Pavie, na da baperalrix i.
60, de Gama & Silva.
AcOa-se este estabelccimento completamente sor-
dode fazendas inglezas, francezas, allemes e
suissas, proprias lauto para a praca como para o
mato, prumetleudo venderse 'mais barato do que'
eni outra qualquer paite priucipalmento sendo em
porgan e de todas as fazendas do-se as amostras
deixando flcar penbor ou mandam-se levar em ca-
sa petos caueiros da loja do Pavo.
As chitas do Pavo.
Vendem-se superiores chitas claras e escaras pe-
lo barato preco.de 210 e 280 rs. sendo tintas stgu-
res, ditas francezas Unas a 320, 340, 360, 400 e
800 rs., o covado, ditas pretas largas e estreitas,
riscados cscocezes fiuos a 240 rs. o covado, islo na
loja do Pavao ra da Imperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
As casias do Pavio a 240, 280, 300 e 320 rs.
Vendem-se finissimas cassas persianas Ares fl-
xas a 320 rs. o covado, ditas francezas muito Anas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
eovado, flnissimo organdy matisado com desenhos
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito linas a J20 rs., isto na loja do Pavao ra da
Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As laziulias da eiposicao do Pavo.
Vendem-se as mais modernas lazinhas mossan-
bique chegadas pelo ultima vapor francs sendo
de urna s edr ou de listas miudinhas cora- 4 pal*
mos de largura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratissimo
preco de 500 rs. o covado, ditas enfestadas trans-
parentes de quadnnhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muito linas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambera matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a liara Pa com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de urna s cor parda, azul, cor de lyrio e
peroia proprias para vestidos, sautembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, ditas escocezas a
800 e 400 rs isto s na loja do Pavao, ra da Im-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os chales do Pavo.
Vendem-se finos ctales de crepon estampados
pelo barate preco de 6, 7,5, 8, ditos de ponta re-
donda a 74 e 8, ditos pretos ricamente bordados
a retroc com vidrho a 125, ditos pretos lisos a
55, ditos de cores a 45500 e 55, ditos de merm
estampados a 35 e 35, ditos de las a 15280 e 25,
ditos de reiroz |rto para luto a 65 sto na loja
do Paao ra da Imperatriz n. 60, de Gama &
Silva.
Faxcifas pretas para a qeares veade o Pavao.
Vtmde-se gresdenaple preto muito superior a
Htm, dito a 15800, 25, 25500, 2580' e 35, mo-
reantique preto muito superior a 35 c 25800, sar-
ja.preta hespanhola muito encordada a 25, isto na
laja do Pavao ra da Imperatriz h. 60, de Gama
4 Silva.
0 Pavo vende para luto.
Vende-se superior sotm da China fazenda toda
prio para vestidos, paletols, capas etc., pelo bara-
to preco de 25, 25200, 25500 o covado, cassas
pretas lisas, chitas pretas largas e estreitas, chales
de merin lisos e hordados a vidrilho, manguitos
comgollmhas e outros niuttos artigos que se ven-
dem por precos razoaveis : na loja do Pavao ra
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os corpiuhos do Pavao
Vende-se os mais modernas corpinhos de ram-
braia -ricamente bordados e enfeilados a 7 e 85 ;
na loja do Pavao, ra da imperatriz n. 60, de Ga-
ma (Silva.
Os vestidos d Pavo
Vehde-se ricos vestidos de grosdenaple preto ri-
camente bordados a velado pelo barato preco de
405, sendo fazenda que senipre se vendeu a 1005
e IjOJ ; ditos de cambraia .brancos ricamente bor-
dados a croch, sendo nroprios para baile e casa-
mento a 10, 15, 20 e 305; ditos de laa com lindas
barras a 18 e 155 ; isto a loja do Pavao rea
da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
Os pannos de Pavo.
Vende-se panno preto muito superior pelo barato
ATTENCAO
IiARttO 1IO CARMO O
GRANDE SORTIMENTO
45
tilia Diris 45
Oigaml oLam !!t
CALCADO
w?* te*.
'- -. .'i : i
largura muito lina a 1580, 25. 25500 e 35, cor-
tes de casemira de cor a 55, 55500 c 65, casemi-
ras enfestadas de urna s cor proprias para calca,
pilotte, colleles, capas para senhora, roupas para
meninos a 35 e 3>50 o covado, islo na loja do
Pavao, ra da Imperatriz n.'60, de Gama & Silva.
A roupa do Pavo.
VoBdem-se paletols de panno preto sobrecasa-
cos "fazenda muito boa a 12$, ditos muito finos a
165, te, 255 e 305, calcas de casemira preta boa
fazenda a 45500,55, 65, "5 e 85, paletols saceos
de panno preto a 75. ditos de casemira de cor a
65 e 75, ditos de alpaca preta, ditos de merino
preto, dims de brlm de cores, caifas de casemira
de cor a 45, 55,65, 75, ditas de caxemira da
Escossia a 35, ditos de brim pardo a 25500, ditos
de cor a 25 e 25500, ditos brancos mutto finos,
sto na loja do Pavao, ra da Imperatriz n. 60, de
Gama & Silva.
Os cortinados do pavo.
Vendem-se ricos cortinados proprios para janel-
la e camas pelo barato preco de 115 o par, sendo o
melhor que ha no mercado : na ra da Imperatriz
n. 60, de Gama A Silva.
As colchas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcochoadas pro-
prias para cama pelo barato preco de 55 cada nma
oa ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva
As precalas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas precalas que tem viu-
do ao mercado chegadas polo ultimo vapor fran-
cas, pelo barato preco de 600 rs. o eovado, ditas
de listrinha milito miudinhas proprias para vestidos
e roupas de meninos e meninas pelo b ira lo preco
de 500 rs.; s o Pavao ra da imperatriz n. 60,
loja de Gama & Silva.
Os soiiteanbarqiies do Pavo
lOg e f 5 so o Pavo.
Vendem-se os mais lindos souteanbarques que
tem vindo ltimamente de liazinba e casemira ri-
camente bordados e enfeitados, cores muito delica-
das pelo barato preco de 105 e 155 fazendaesia
que em ouiras lojas se vendem por 205 c 255,
s para liquidar : na loja e armazem do Pavao a
ra da Imperatriz n. 60 de Gama & Silva.
*s -hilas do Pavo '-loo <*
2SOO o corte.
Vendem-se cortes de chita com doze covados
cada corte, ditos com dez covados a 25400, fazen-
da muito boa, o que nao desbota, s na loja do Pa-
vao tem esta pecluncha , a ra da Imperatriz n.
60 de Gama a Silva.
Las de mua s cor.
Vendem-se lazinbas de urna s cor, sendo en-
carnada, azul, cnenla, cor de caf, lirio claro, li-
rio roxo cor de peroia pelo baratissimo precio de
CiO o covado, fazenda muite lina s o Pavao, ra
da Imperatriz n. 60 loja e armazem de Gama &
Silva.
Panno de linho.
Ven'de-se panno de linho com 4 palmos de lar-
gura proprio para leuces, toalhas c ceroulas pelo
barato proco de 640 rs. a vara, bramante de linho
cora 10 palmos de largura a 25500, algodaozinho
monstro com8 palmos de largura a 15, pecas de
Hamburgo com 20 varas a 95, 105 e 115, pecas de
madapoto fino a 75500, 85, 95 e 105, ditas de
algodaozinho a 65, 65500 e 75, e mitras muitas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
afim de apurar dinheiro : na loja do Pavo ra da
mperatriz n. 60, de Gama & Silva,
O tramante do Pavo com doze
palmos de largura.
Vende-se bramante de linho puro, muito fino com
doze palmos de largura o melhor e mais largo que
(em vindo ao mercado pelo barato preco de 25800
rs.a vara ; s na loja do Pavao de Gama & Silva,
aua da Imperatriz n. 60.
As precalas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas precalas qus tem vin-
do ao mercado clwgadas- pelo ultimo vapor francez,
pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas de lis-
trinha muito miudinhas proprias para vestidos e
e roupas de meninos e meninas pelo barato preco
de 500 rs. : s o Pavo ra da Imperatriz n. 60,
loje de Gama a Silva.
Os bales do Pavo.
Vendem-se crinolinas ou bales de 30 arcos tan-
brancos como de cores, sendo americanos que
sao os melhore* por se nao quebrarem a 35300 e
de 35 arcos a* 45, ditos de imissclina com babados
45, ditos para menina a 25e35 ' na loja do Pa-
vo ra da Imperatriz n. 60, de Gama & Silva.
0 Pavo vewle 8#
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Mara pa, com lindas harpas de seda, sendo che-
ado pelo ultimo vapor francez pelo barato preco
da 85 cada un: s na loja do Pavao ma da Impor
ralfi D. 60, de Gama A Silva.
Acaba, de receber de sua propria encommenda um grande e variado sortimento
de molhados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o propietario em
offerecer 30s seus frguezes e ao publico em geral a seguinte tabella dos seus gneros e
resumidos precos, afiancando todo e qualquer genero vendido neste bem conbecido ar-
mazem.
Pede-se toda atten$lo.-
O proprietario pede a todos os senbores cheles de familia e ao publico em geral
que nao deixem passar desaperoebida a seguinte tabella:
AVISO.
Neste armazem e no largo do Carmo n. 9, armazem Progressivo, recebem-se a
libras que vulgarmente corren no commercio por 85890 a 95, o proprietario em seu
arnaazens da-lhee este valor, sendo em pagamento, e isto para evitar confusoes em trocos
Manteiga ingleza perfeitamente flor, a 8oo rs, rs. a duzia l.ooo rs. a garrafa, garante-se
l^a libra. qe os melliores que temos tido no mer-
Mem franceza a Co rs. a libra, e 58o rs. cado.
sendo em barril. ; P*ssas em caixas de 1 arroba '/a e '/i a 7,5oo,
Gb uxim a 2,7oo rs. a libra, e de 8 libras 3,6oo e l,9oo rs. a caixa, e 4oo rs. a libra
para cima a 2,Goo. garante-se serem muito novas, e graudas.
Jdem peroia a 2,8oo rs. e de 8 libras para Mein corinthias proprias para podim a 8oo
cima a 2,7oo, rs. a libra,
dem hvsson o mais superior que se pode Marmeladas dos mais afamados fabricantes de
desejar a 2,6oo e de 8 libras para cima Lisboa a 6oo rs. a libra.
a 2,5oo rs. Ervilhas secas muito novas a I6o rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo e de 8 libras Grao de bico muito novo a 16o rs. a libra.
para cima a 2,3oo rs. Ervilhas francezas em latas a 6oo rs.
dem proprio para negocio a 2,3oo, de 8 li-
bras para cima a 2,2oo.
dem do Rio em latas de 2, 4, 6 e 8 libras
Potes com sal refinado a 48o rs.
Fumo de chapa americano a l,4oo rs. a libra
fazenda especial.
cada urna a 2, 3, 3,5oo e 4,8oo rs. a lata. Presunto para fiambre inglezes a Too e 8oo
dem preto o melhor que se pode desojar1 rs.a libra.
neste genero a 2,8oo rs. Chouricas e paios mnito novos a 6io a libra,
dem menos superior aesse que se vende Caixas de traque n. 1 a 8,->500 cada urna.
por, 2 e 2,4oo, a 4,8oo rs. a libra.
dem mais bixo bom para negocio a l.aoo
rs. a libra.
Mera miudinho proprio para negocio a l,5oo
rs. a libra.
Queijos do reino chegados neste ultimo va-
por a 3,1 oo.
dem mais seceos vindospor navio a l,7oo. Charutos em grande quantidade de todos os
dem prato f>s melliores e mais frescos do' fabricantes mais crod.tadoo a i,5oo,_
Massas para sopa macarrao, talharim aletria
a 4oo rs. a libra.
Cognac verdadeiro inglez a 8,5oo rs. a caixa
e 8oo rs. a garrafa,
dem francez a 7,ooo rs. a duzia e 7oo rs. a
garrafa.
pratc
mercado a 7to rs. a libra,
dem londrino a Coo rs., e sendo inteiro a
5oo rs. a libra, vende-se por este preco
pela porco que temos em ser.
Biscoitos em latas de 2 libras das seguintes
2,ooo, 2.uoo, 3,ooo e 4,ooo rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por ah se ven
dem a 2,ooo e 2,5oo rs.
Caf de premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba e 28o rs. a libra,
marcas : Osborne, Crakntl, Mixed^ Victo- dem de segunda qualidade a 8,2oo rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fance, Machine eoutras mu-
tas a i ,3oo e i 4oo rs.
Polvos chegados ltimamente do Porto a 32o
rs. a libra.
dem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
Balachinha de Craknel era latas de 5 libras
bruto a 4,ooo rs.
dem ingle/as em barricas a mais nova do
mercado a 2,o rs. a barrica e 24o rs. a
libra.
CarU!S com bolas francezas proprios para
miraos ou para aojos que vfio as procis-
ses a Goo rs. cada utn.
Peras ceceas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre em htas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4oo e 2,2oo
rs. a lata.
dem era caixinhas de 8 libras a i,8oo, e
24o rs. a libra.
Nozes muito novas a 140 rs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas confeitadas a 9oo rs. a libra.
dem de casca mole a 32o rs.
Vinlios engarrafados no Porto e Lisboa das
seguintes marcas: duque, genuino, velho
secco especial, lagrimas doces, vinho es-
pecial D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras rauitas
marcas, em caixa de urna duzia a lo.ooo e
9oo rs. a garrafa.
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa e 4,ooo a caada.
dem superior a 5oo rs, a garrafa e 3,2oors.
a caada.
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
marcas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa.
dem de marcas pouco conhecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a caada.
Especial vinho Lavradio sem a mais pequea
composc5o a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
canuda.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5ooa arroba.
Garrafes com 4 '/.garrafas de vinho supe-
rior a 2,5oo rs. com o garrafao.
dem com 4 '/i ditas de venagre a I ,ooo rs. o
garrafao.
Vinagre PRR em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo is. com aancoreta
dem em pipa puro sem o batisma a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bqr-
deaux fazenda muito especial a 6,8oo rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portoguezes das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
dua amarga, percicot. de T.urin, Botefim,
morangos, limo, caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, ortelS pimenta a 1 ,ooo
roba e 26o rs. a iibra.
Arroz do Maralo a loors. a libra, 3,ooo rs.
a arroba,
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba, e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra,
dem da India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e 8o rs. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a 9,5oo rs. ar-
roba, c 3to rs. a libra,
dem de sebo muito dura fingindo esparmace-
te-36o rs. a libra,
dem de esparmcete a 54o rs. a libra, e em
caixa a 52e rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregados pblicos a 5,ooo rs. a res-
ma, j se vendeu por 7.ooo rs.
Idemalmago pautado e liso a 3.ooors. a resma,
dem de peso pautada e liso a3,ooors. a
resma,
dem a zul de botica ou fugueteiroa 2,2oo rs.
a resma,
demembrulho de 1,2oo a i,4oo rs. a resma.
Ameixas francezas em latas de 1 /> 'iura a
l,2oo e8oors. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,5oo rs., s o
frasco valle l,ooo- rs. tambem temos em
frascos para l,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco.
Molhos inglezes a 8oo e l,ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2 a 4 libras de cajo secco o mais
bem arranjado possivel a 1,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
ServejaBon. Tenente verdadeira a6,8oo rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
c 6,ooo rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vindas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 8oors. o molho e 5oo
rs. ocento.
Chocolate porlnguez hespanhol e francez de
8oo a l.ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda em frasqueiras a 6,ooo
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafes de 14 garrafas a o,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de dentes lixades em macos grandes
com 2o rs. o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra*
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 2oo rs. a libra e 2,4oo a arroba.
Peixcs em latas a l.ooo rs. a lata j prompto
a comer-se.
Fareo de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a i.ooo rs.
Cal de Lisboa e potaos* da
Rtissla.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 6, para
onde se mudou o amigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 12, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
ira tqualquerlparte.
Farloha de niandioea
de Santa Camarina, e da mais nova que ha, em
muitos bons saceos e a preco rommodo : no ar-
mazem do Annes defronte da alfandega. _
Vendem-se arcos de pao para uso de pipas
ultimamento ehegados do Porto : a tratar na ra
da Seniala Nova n. 4.
PARA A FESTA.
DARTE & C.
Participara, aos seus numerosos frguezes e ao publico em geral que acabam da
receber de sua propria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados,
os quaes vendem por grosso e a rctalho por menos 10 por cento do que outro qualquer
annunciante, como vero pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os raes-
mos proprietarios n5o s o peso como a qualidade de seus gneros..
AVISO.
Todos os senhores que comprarera para negocio ou casa particular de 1005 para
cima tero mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scienliricam mais que
odos es seus gneros sao recebidos de sua propria encommenda, razo esta para pct-
veuder por muito menos do que outro qualquer estabelecimenlo.
Manteiga ingleza flor a 8oo e 15 rs. a /ibra. ] Vellas de carnauba e composico de 3o a
dem franceza a mais nova do mercado a 6oo 36o rs. a libra e de lo,ooo a 11 ,ooo rs. a
rs. a libra, e 58o rs. em barril. arroba.
dem de porco refinada muito alva 46o rs.
a libra.
Prezunto para fianbre a 8oo rs. a libra.
Genebra de Hollanda em botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia ou era barrica
ter abatimento.
Cb uxim miudinho vindo de conta propria, Massas para sopa macarro, talharim e aletria
o melhor do mercado a 2,8oo rs. a libra.; a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
Idem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs. ment.
a libra.
dem peroia o melhor que se pode desejar a
2,7oo rs. a libra.
dem preto muito fino a 2,5oo rs. a libra.
dem mais baixo pouco a 2,ooo rs. a libra.
dem mais baixo a 1,8oo rs. a libra.
Castanhas muito novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a 16o rs. a libra.
Bolinho francez e em caixinhas de 7oo a
l,5oo rs. cada urna.
Vinho do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
nho, das seguintes marcas : Duque, Ge-
nuino, velho secco, especial lagrimas do-
ces de 1819, vinho especial D. Pedro V.,
vinho velho, Nctar superior de 1833, Du-
Idem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
nhas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5ooa 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
itos de 6<>o a l,ooo rs. o caixo.
Erva dooe a 64o rs. a libra.
Traques a 24o rs. a caita e8# a caixo.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmo e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2. a arte de cesi-
nhade l,2oo a l,8oo rs. a lata.
Figos em caixas de I arroba, V* o 8 libras
a 8,ooo 4,ooo e 2.ooo rs. a caixinha.
Barris de vinho branco de quinto, marca B
d Filho a GO.ooo rs. o barril.
que do Porto de 1834, vinho do Porto ve-. Marmelada imperial dos m Ihores conscrvei-
lho superior, madeira secca de superior
qualidade, vinho do Porto superior D. Lu-
iz 1. de 1847, lagrimas do Douro espe-
cial, vinho do Porto de l.oooa l,2oo rs.
a garrafa e de lo,ooo a 14,ooo rs. a caixa
com urna duzia.
Bolachinha de soda especial encommenda e a
mais nova que ha no mercado a 2,2oo rs. a
lata.
Biscoitos inglezes das melhores marcas em
ltinhns de a libras a 1,3oo rs. a lata.
dem inglezes craknel em latas de 5 e 7 libras
de 5,ooo a 6.000 rs. a lata, e em libra a
800 rs.
Queijos do reino chegados pelo ultimo vapor
a 3,000 rs. cada um.
dem prato a 9oo rs. a libra.
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas
como sejamBA F., PRR, JAA, outras
muitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ;
de 48o, 5oo, 56o, 64o e 800, rs., e o do
Porto fino em garrafa, e em uada a
3,000, 3*,5oo, 4,000 e 6,5oo rs. o melhor
do Porto.
dem Bordoaux das mais acreditadas marcas
a 7oo rs. a garrafa, e a 8,000 rs. a caixa.
Garrafes com 5 garrafas de superior vinho
do Porto a 2,2oo rs. com o garrafao.
dem com 5 garrafa de vinho da Figueira mais
proprio para a nossa estaco por ser mais
fresco a 2,4oo rs. com o garrafao. .
dem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs.
com o garrafao.
Vinho branco o mais superior que vem ao
nosso mercado a 56o rs. a garrafa, e a
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparmacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maco, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver
grande porc.io.
Azeile doce em barril muito fino a 64o rs.
a garrafa e 4,8oo a caada.
dem francez refinado a 800 rs. a garrafa.
ros de Lisboa a 64 rs. a 1 tinhade 1 libra,
ha latas de 1 V* o 2 libras.
Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de l,5oo a 3,ooo rs. a
caixinha, tambem ha latas de 1 'i a ti li-
bras de l,2oo a 4,5oo rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca a l,6oo
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
suisso a l,2oo rs. a libra.
Conservas inglezas das seguinUs marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Ancoretas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garra f
Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
Charutos das mais acreditadas marcas de
a I600, 2,ooo, 2.5oo e 3,Son rs. a eaixa.
dem suspiros de Jos G. P. a2,4oo a meia
caixa.
Champagnhe a melhor do mercado de 12.oo<>
a 24,ooo rs. o gigo, e de 1,2oo a 2,ooo rs. a
garrafa.
Papel greve pautado ou liso a 3,5oo rs. a res-
ma.
dem de peso pautado ou llzo de 3,5co c
4,000 rs. a resma.
Matarana a 32o rs. a libra.
Milho alpista e painso de 16o a 2oo rs. a li-
bra.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
duzia.
Vasos inglezes de a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
ou outro qualq"er liquido de l,ooo 3
3,ooo rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais fino?
a l,ooo rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
j Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
e lo,5oo rs. a caixa.
Ervilhas francezas e purluguezas a 64o rs. a | Chouricas as mais frescas do mercado a 800
rs. a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a
l,2oo rs. o frasco.
Serveja das mais acreditadas marcas a
6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs a garrafa
lata.
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo
a 3,5oo rs. cada urna.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a
9,ooo js. a arroba.
Botijes com 10 garrafas de azeite doce a dem em botijas e meias, sendo preta da
5#5oo.
Caf de L\ i.x e 3.* qualidade de 26o, 3oo
e 36o rs. alibra, doCear de8,000, 8,7oo,
e 9.ooo rs. a arroba do melhor.
Vrroz da India, Java eMaranbao de 2,8oo a
3,000 a arroba, e de 80 a loo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Mestarda ingleza era p a 1$ o frasco.
Cebollas a 8$ a caixa e 1,2oo rs. o molhe.
muito creditada marca T de 6,5oo a 7,8oo
rs. a duzia.
Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
I Farinha do MaranhFio a 14o rs. a libra.
Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada um.
Cominho a 4oo rs. a libra.
Erva doce a libra.
I Canella a l.ooo rs. a libra.
i Vassouras de piassaba de dous arcos de fer-
ro a 32o rs. cada tima.
Latas com banha refinada cm-10 libras a
' 4;53oo.
Farinha, fardo e milho
No grande armazem de molhados denominado
Brilhante Aurora, no largo da Santa Cruz n. 12, ha
grande quantidade de saceos grandes com farinha
de Goiauna, minio nova a 0&0OO. ditos com farelo
de Lisboa com 120 libras a 55500, ditos com mi-
lho novo (21 cuias) a 35800, e em por^ao se far
abatimento.
Machinas loglczas
para descarocar algodo as memores que
tem vindo a este mercado : ra da Senzala
Nova n. 42, em casa de S. P. Johnston
&C,_______________________________
VINHO PURO. '
Chegou nova remessa de ancoretas com supe-
rior vinho puro : vende-se no escriptorio d E. R.
Rabeilo, ra da Cadeia n. 5o. _____ ,
Vinho do Porlo superior
em caixas de urna e duas duzias : tem para ven-
der Antonio Luiz. de Olivcira Azevpdo & C, no seu
escriptorio ra da ruz n. I.________________
Vende-se 011 aluira-sc a casa terrea sita na
ru da Casa Forte, em que o Sr. Antonio Bao teve
padaria, a contar de 15 de jnnho vindonro em di-
ante : a tratar no Campo Verde, na do Socego n.
27 Os pretendentes pod.?m ver a chave cm poder
do Sr. Antonio B.io, naquee lugar, para examina-
ren] a casa.
Aii para saceos de assucar e roupa de- escravo; tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
C, no sen escriptorio ra da Cruz n. i.
Yende-se alpaca preta a BOU rs. o covado.
Vende-se alpara preta para vestidos a 500, 600,
700 e 800 rs., lina de eordao a 800 rs para pale-
tot, prineeza preta 1 800 e 640 o covado, homhazi-
na preta fina a 15400 o covado. Bastaba* preta
para senhora que estao de lulo a 720 o covado :
na ra da lm|*ratriz n.-aG. A loja est aborta ate
s 9 horas da noito._______________k________
Linlia.
Na loja da Aurora, na larpa do Rosario n. 38,
vende-se linha de carretel azul ferrete a 20 rs. o
carretel, o sendo em duzia a 2o rs dita de dita
branca de n. 80 120 com 100 jardas a 20 rs. o
carretel, e a duzia a 200 rs., pois muito propria
para as rostureirns alinharem qualquer costura
que seja lna,a timento deinialquequju^ade.______________
ara algori'.
Vende-se por 'preco cornmodo nma excellente
machina americana que trahalha com um ravallo
para fazer m"ver qualipier machina pequea de
descarocar algodo, tendo a vantagem de ser mui-
to simples e economisar muito o trahalho bracal:
a tratar na padaria da ra Uireila n. 84.
Bom o novo, a primen 7 nece^idade para a sau-
de a aformiiseainenlo du individuo I
| Mcu Dos I... que ps de pavo se lobrigam por
essa> ras I que figura horrenda e nausean te 6 a
de um palt-toi bem talhado obraneeirg a um
guales rodo tm duas solas I un balo bem tor-
neado e bambaleante dc>cubriudo una ponta de
botina salara e carcomida I !
Santa Barbara 11 Currara ra Direita, bellas e
rapases I sacudain na praia esses malditos guedm
e eomprem :
. BonruiM i!e Nantes 8,5000.
' Ditos franceses d faeno '&
, Ditos franceses du lustre para horneo) 'i.
| Ditos para senhora, de lu.-tre, enfi itadi >, ."O.
: Ditos para senhora, gaspia alta, 4-;>bO.
Botinas de menina 2oOO.
' Ditas de cores para menina 2000.
SapatSej de Naatei de duas solas 5$.
! Ditos de sola o vira ioOO.
Sa|iaios de borraeba para senboras loOo
Ditos para meninos!50uO.
Sapatos de lustre para senhora 15.
Ditos de tapete para hornero p senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 r>.
Chineloes rasos do Porta a lGOD.
E um sortimento comple.o em sola, vaquetas,
couros, bt zerro francez como nenhum, couro de
lustre muito grande, e ludo quanto pertence arta
de S. Chri.-pim. _________ ^
F1VELAS
de a en e com pnlms.
Nao estava bem a aguia branca deixar tirar tao
grande parte de sua boa Iregoezia sem essaa
apreciadas livclas do ac e com pedras, e por isso
apressou-se em mandar buscar o bello soriimento
que acaba de receber ; e bem as>im as necessai ias
litas, euj.is novo e bonitos padroes as tornam agra-
daveis aos oihos de todos; resta, pois, que os pre-
tendentes, munidos de dinheiro, diripoMe a ra
do Queimado, loja d'agtiia branca 0 8, onde tam-
bem ha bonitos cintos bordados com borlas, tc.
Extraordinario sortimento
de perfumaras.
A superioridade das perfumaras que a agina
branca vende est iiicoiitcstavelnuntereconhecida,
e isto confirma a grande exiracco que lbe> vo
dando os apreciadores do bem. A aguia branca,
porm, teiido-sempre em vistas o bem servir a sua
boa fregoezia, lanto da cidade como do interior,
mandn vero extraordinario sortimento que aca-
ba de receber, vindo conforme suas recomineiida-
coos, sempre da melhor qualidade, sendo :
Agua de Colonia em garrafas de diversos taannos
c moldes.
Dita dita em frascos redondos e qnadrados.
Dita dita ambreada em frascos verdes.
Agua ambreada para banbos.
Dita balsmica e dentrificc para conservaeao das
engiras c dentes e bom balito da bocea.
Dita de flor de laranja.
Dita de rosa e dita de Florida.
Dita de lavander e loilet.
Dita de aiheiuense para alisar e segurar os ca-
bellos depois de atado.
Dita de Mallabar e Hoide para Ungir os cabellos
Banha transparente e lafornesa.
Ditas finas em fraseos de diversos moldes.
Dita dita em bonitos vasos de porcelana.
Dita dita em latas.
Dita dita em copiones, sendo creme, duqueza c.po-
mada imperial.
Bnhimnhos de vidro com perfumaras.
Caixinhas com 6 frasqiiinhos do cheiros.
Cosmelique (ou pomada) superfina.
Extractos finos e de agradaveis cheiros em bonitos
frascos.
Dito frangipane, cheiro novo e mui agradavel.
Dilo de sndalo.
Essencias concentradas, com differentes e linissi-
mos cheiros.
Leite virginal para tirar sardas.
Dito de cacao para amaciar a cutis c conservar-
le o lustre.
Macassar peroia.
Oleo philocome superfino.
Dito de labosa.
Opiata ingbza e franceza.
Pos de coral e de Lubin para dentes.
Sbemeles linos quadiados e redondos.
Ditos finos em'caixinhas de tres.
Ditos muito Unos para barba.
Ditos creme de amendoa em vasos de vidro e por-
celana.
Tnico oriental de Kemp.
Vinagre aromtico.
Dito ou k 1 te d'ires para acabar as espinhas do
rosto.
E assim muitos oufros ohjerlos de posto que na
compra dos quaes o pretndeme ser satisfeito
por deixar os robres na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n 8.
Ohjectos le phant'asta vlndos
para a aguia branca.
. A aguia branca receben nuvot e bonitos objec-
tos de phantasia, alguns dos quaes nunca vistos
aqu, sendo :
Bonitos aderemos completos feitos de perojas falsas.
Ditos ditos de pedias, por cuja perfeieao e bom
posto quasi se nfiadistinguem das verdadeiras.
Lindas pulseiras de mosaico.
Dita dita de pendas falsas tanto para senhoras
como para meninas.
Dita de chapa de crystal com listas douradas.
Dita de cornalina branca, azul etc., etc.
Bonitos altinetes e anneis para grvalas.
Bonitos pontee de concha, obra de apuradogosto.
Outros travessos'rom pedras pata meninas.
Bellas guarnicoes de penles domados, ornados
com 1 aixos de uvas, feitos de aljfar, obra su-
blime.
Outras igualmente bellas, todas de fino dourado o
com pedras.
Outras a tartarogadas, nada inferior a aquella.
Voltinhas de aljfar branco c de cores com cruzes
de pedras.
Esses e outros muitos objectos acham-se a venda
na ra do Queimado, loja da agina branfa, n. 8.
sr a k des etomros
espelli'is donrmlos
A aguia branca em eOfldnnacao de suas Mici rn-
mendas mandiu vir, e acaba de receber aran di s
espelhos dourados com mui bonitas e modn.as
molduras, e vid ros de primeira qualidade, avista
do que o prelendcnte que sahir de casa munido de
dinheiro e com disnosicao de o gastar na compra
de um desses bonitos espelhos, dirigir-se ma
do Queimado, loja d'aillia branca n. 8, quesera
bem servido. Tambem ha espelhos qoaoranog sor-
tidos em tamanhos, e com molduras douradas.
____RO,
de porcelana e escaria'
deiras de vidro
A aguia branca tambem mandeu vir bonitos jar-
ros de porcellana dourada o de diflercntes i.una-
nhos ; assim como escarrndpiras de vidro, objectos
esses sempre necessanos para o b-m aceio das sa-
las ; resta smente que o comprador dirija-se eom
dinheiro loja d'aguia branca, na ra do Queima-
do n. 8, onde ser servido com agrado e siucen-
dade.
de l |Nw l'omem c seniWa.
A aguia branca, na ra do Queimado n. 8, ven-
de mui boas meias do laa para homem e senhora,
e pretas de laia e de seda para padres.
AGENCIA
M
FUNDICAO DE LOW-MOGL
Ra da Srnzalla nova n. 12.
Neste estabelecimento contina a havor
nm completo sortimento de moeudas e meias
moendas para engenho, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos os
tamanhos para ditos.
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston 4 C,
ra da Senzalla Nova n. 42.
I


Piarlo-do Pefineo Baboado 18 fe Mal* de t s4.
IMXEI1N BARITA
F.tKEXnAN BARATAS
PAR mUti, M IQM M BARATEIRQ
icos vestidos braneos bordados a 103 e 125.
Balites aptim de afro e croch a 34,'44 e i>$.
CamMuhas e niangiiiios muito hein enfeilados a 34.
Grande sortimento do laazinhas inuilo boas a 360 e 400 rs.
Soutcmbarques capas de seda, merio e cambraia bordada.
Bramante de linho inuito largo a 23.
rgaivlys e rassas frann-zas linas a 480 rs.
Cambraias lisas, lil de linho liso, cambraia de salpicos.
Lindos cortes de lia Mara Pia de 84 a 1S5.
Mimosos vestidos Japonnas .i li3-
Variado sortiinento de diales em cualidades e precos.
Mussclinas brancas com pinta de cor.
Grosdenaples prctos de 13600. 5800 e 24.
Lencos de cambraia bordados a capricho a 13.
Madapolo barato a JfMOO.
\ enderse madapolao bom e perfeito a 53800 a peca com 20 varas.
Tudos estes artigo o outros inuitos se vendem por precos que admiram na ra do Crespo
Kua 4a Senzalla \eva n. 42.
Ueste ettabelecimento vendem-se: tachas de
ferro coado libra a llOrs., idemdeLo
Moor libra a 120 rs.
0 I (Tilinte da Moda.
CL.4RIM
GOiUHEUGI
numei
Defronte do arco de Santo Antonio.
INJECTION BROU
PERFUMERA MDICO-HYGINICA
D J.-P. LAROZE, Qumico. Firnactuiico de la Escocia especial ie Pars
Estos productos son el resultado de la aplicacin de las leyes de la higiene la per-
fumera, que se eleva y convierte en farmacia de la belleza, encargada de atender la hi-
giene del culis, cabellos y dientes, que todosson rganos tan importantes; sirven para evi-
tar y destruirlas causas de las enfermedades que su hermana primognita, la farmacia
propiamente dichTi, est llamada I curar.
OEimnuco para curar inmediatamente
lo-, wiloi es mV lmelas ; el frasco 1 fr. 25
polvos DEirnrmcos rosados, con base de
m dient l| el asco. ... 1 fr. 50
OPIATA dentfrica para fortificar las encas y
i ii.n las nevialgias dentales I ir. b
cub-tivo DENTAL, para curar los dientes ca-
ilatios antes d' la einploniailtira, y evitar los ahre-
SOs y dolores: el fi asi o con eKn-.li lmenlo, a fr.
agua ledcodermiiia para coiiser.ar la her-
mosura de la m y las funciones de la piel; el
fraseo.............J fr.
espritu dx ans RECTiriOADO, complemento
el frasco...........1 fr. 25
JABN lenitivo MEDICINAL, para el tocador ;
la violeta, almendras murgas, ramillete, etc.,
el jabn............1 fr. 5
JABN lenitivo medicinal con yemas de
huevo, pal a evitar tasrtelas en el cutis, hendiduras
y enfermedades de la piel; a la.violeta, ramil-
lete, etc.; ti jabn.........2 fr.
CREMA M JABN LENTnVO MEDICINAL en
polvos. Es especial pata la liaia. cuuiu tambin
I-ara el tocador de las mugeres y niOos; el
............2 fr.
lia
AOUA MISTRAL, para conserTar y embellecer los
cabellos, fortificando sus rafees ; el frasco t fr.
aceite de avellanas PERrMADO, para re-
mediar i la sequedad y atonia de loa cabellos; el
"asco.............2 fr.
VINAGRE DE TOCADOR SLPERriNO renotn-
lnaiio por su suav.daii y accin refrescante; el
fiasco.............l fr.
COLD CRXAM SUPERIOR, para conservar el cutis
banca, fresco, diiauo, y evitar Ua consrcuenciaa
de1 Uso de Ins afeites; el note. 1 fr. 5
ASDA DE COLORA SUPERIOR, con mbar sa
el. La estabilidad de su pe fume la hace buscar
Sara J tocador, barios locales y generales; el
rasa................ 1 fr.
PASTILLAS orientales del doctor Paul Clement,
para quitar el o or del tabaco y neutrallur los hli-
tos fuertes; al caja......., 1 y 2 fr.
ACDA LE FLORES DE ALHUCEMA, cosmtico
muy buscado par destiuir las cmnerones, fortale-
cer y n Ti es. ar ciertos ora* a ; r\ fi aco. 1 fr. 5t
espritu de menta BCPERrrao. Es el mas
pe ledo c imlispensable couiplemeuto del toca-
dor de la boca despus de la cumula; el
frasco............1 fr. 25
POMADA CONSERVADORA con quinina pura, para
fortiltcar los cabelle
ermosearlus y evitar que
se pongan canos antes de tiempo; el bote. 3 fr.
Depsito en todas las ciudades en casa de los farmacuticos, perfumistas, peluqueros,
mercaderes de modas y novedades. Venta por menor : En la Farmacia Laroxe, ru
Neiive-dcs-Pels-Champs, 26.
Expediciones: en casa de J.-P. LAROZE, ru de la Fonlaine-Molire, 39 ius, en Paris.
Desgnese en que lengua deben estar las instrucciones que acompaan cada producto.
JARABE DE CORTEZAS DE NARANJAS AMARGAS
-* bTB, Qumica, Farmaculico de la Escuda superior de Pars
Este Jarabe, al regularizar las funciones del estmago intestinos, destruye esas
indisposiciones protciformcs, y hace abortar las enfermedades de que son signos precur-
sores. Mdicos y enfermos han reconocido que restablece la digestin, haciendo desa-
parecer las pesadeces de estmago; que calma las jaquecas, pasmos, v calambres, que
son el resultado de digestiones penosas. Su guslo agradable, v la facilidad con que se
soporta, lo han hecho adoptar como el especllicco infalible de las enfermedades nervio-
sas, gastritis, gastralgias, clicos decstmagoy entraas palpitaciones, males de co-
razn, vmitos nerviosos. Su accin sobre las funciones asimiladoras es tal, que los
mdicos mas ilustres lo han adoptado por escipiente real de los dos primeros agentes
teraputicos : el Ioduro de potasio y el Proto-Ioduro de hierro, habiendo
observado que bajo su influjo, el primero pierde su accin irritante, y el teuundo
su efecto astringente.
JARABE DEPURATIVO JARABE FERRUGINOSO
de rnr.TFz.is t>r naraujs amargas
CON IODURO DE-POTASIO
Kl Ioduro de pottvio, ailmlnii-tra cin bajo forma .-iida, i-ansa al MIRTTM una
giBD repugnancia, determina accldenlea que
lo ob'i^iin a renunciar a este etica/, reincidi.
Uwd" al Jarabe de coitcziis.de naranjas, no
can.-n ni aaatralgia ni desarreglo del giotnaao
i i i'siinns, j gracias 4 este bbJvo-coimIiicIo,
lu curas depuradas pueden seguir imnler-
i upriua en la.< afecciones escrofulosa?, iiiimt-
t tilosas, cae, rosas, y en las eagundarlM ter-
ciarlas, inclu.-as las raunllcas, de iue es su
na* Fccnre rspeeifleo. La dosis esi iin t;i manera qw el mdico la varia cun quiere,
l-.l frasco : 4 fr. 50
l>E CORTIZAS Ot KAtlASJAS AM lli.A-
con PROTO-IODURO de HIERRO
la asoclaeJoa de la sal (irea con el Jarabe
de eiiii zas de naranjas ea tanto mas racional
cnanto que este Jarato, empleado solo para
esilmi.lar el apetito, anlvar la secrecin del
jiimi gstrico, v por consiguiente, rvularizar
las funciones abdominales, neutraliza loa tristes
cfecios de los ferruginosos y de los ioduros Ipe-
saOi de cabeza, constipacin, dolores epigs-
trico), al paso i|ue facilita su absorcin. Di-
suelto en el Jarabe, se toma y soporta feil-
menie, por hallarse en el estado puro mas
asimilable; y asipuede seguirse la cura de los
colores plidos, prdidas blancas, anemia,
afecciones escrofulosas v raquitismo. El frasco-
* fr. 50.
Los Jarabes de J.-P. LAROZE estn siempre en frascos especiales (jamasen medias
botellas ni Irascos redondos Expediciones: en casa J.-P. LAROZE, ru de la Fontaine-
Molire, 39'iis. Depsito general: farmacia Lanzo, ruc Neuvc-des-Peliis-Champt 26
y en casa de lodos los farmacuticos antiguos de I-rancia y del Estrangero.
Desgnese en que lengua deben estar las instrucciones que acompaan d cada producto.

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zm s *laa.
33
O
'' s. = =-i*
Vende se na na do Imperador botica francoza n. 38.
AGUA FLORIDA
De Murrav & Lanman.
Este raro qrob delicado pert'nme
quaa que Snextingair-d c 15o choio de
niiniosa fragrancia c frescura como o
delicado cheiro das proprine verdecen-
tes flores. Durante os mezes caloren-
tos do verao o sen ozo torna-se iminea-
teinenic aprazivel e desejavel em con-
sequeneia da intliHicia refrigiranto e
suave que ella produz sobre a pello:
em qnanto que tizada no banho ella
imparte o corpo lnguido e caneado
una certa elasticidado de vigor e torca.
Ella i/iijxitti' transparencia as ftt^en,
c i\motK pannos, ardas e Vertotjas di
aobre apelle.
mm
rija do on:miiio v. 45,
flassando o beceo da Cogrega0o segunda casa.
NOVIZ>ADE
onde o reS^ ainado M *-**+
aerao vendido por"precos muilo resumidos coo oTspeTtavS nosso "freado os qua-
e boa qualidade dos peneros eompradoe oeste annazem. P ke"a aba,x0 mencu>* i garante-se o bom peso
() TOMO ORIEffiL KE.W
PARA OS MELLOS,
E urna preparac;ao admiravel para lim-
par, aformosear, conservar e restabcle-
cer os cabellos.
venda as boticas de Caors & Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, roa
da Madre oe Dos.
RIVAL SEffl SEGUNDO
Hua do Queimado ns. 49 e 5o, loja de mudezas
de Jos de Azevedo Maia e Silva, est continuando
no seu progresso de vender baratissimo:
Caixas de superiores obreias de cola e massa a
! 40 rs.
Cordao branco para vestido e espartilho, vara 20
ruis,
i.Julias de carretel (150 jardas) de superior quali-
dade a 60 rs.
Carloes de linba Pedro V (200 jardas) j muilo
I conhecida a 40 rs.
Grozas de peonas de ac de militas qualidades e
superiores a 500 rs. "
Caivetes de duas folhas porm tinosa 500 rs.
Caixas com ealuugas muilo bonitas para rap a
100 rs.
Franja branca e de cores para toalhas a 160.
Pares de bolees para punlio muito bonitos a 120.
Caixas com soldados de chumbo muito bonitos a
120 rs.
Tintciros de vidro com superior tinta a 160.
Oitos de barro com superior tinta a 100 rs.
Croza de boloes de lotica pratiados, o melhor, a
160 rs.
Tesouras para costura, o ruis superior, a 400 rs.
Ditas para unhas muilo finas a 400 rs.
Escovas para limpar denles muito superiores a
200 rs.
libras de lita de todas as cores (pesada) a "*?
Caixas de phospboros de seguranza a 160.
Ditas de papel amizade pautado e liso a (00 rs.
Diyuj com 100 auvelopes muilo superiores a 800
Cadornos de papel branco e de cores, pequeo, a
, 20 ris.
Cartas e taboadas para meninos a 80 rs.
Caixas cora superiores seas de acender charutos
a 40 rs.
Cairelis de linlia Alexandre (200 jardas) de cores
a 0 rs.
Uaralhos para voMarete muito finos a 240.
Cartas de alfinetes frarjeezes muito linos a 40 rs.
Meadas de linha foxa para bordar a 20 rs.
Pares de sapatos de tranca muito superiores a
15600.
Papis de agnlha com um pequeo toque a 10 rs.
Croza de botos de madreperola muilo finos a
560 rs.
Carlees e caixas de clcheles francezes superiores
a 40 rs.
lonets para meninos muito finos a 1,5500 e *5-
Macos de grampos superiores e limpos a 30 rs.
Croza de phospboros do gaz muito uovos a 22O0.
Arcia prea muito superior a 100 rs.
Caixas de rap com espelno a 100 rs.
Itoalejos para enlreter meninos a 80 rs.
Pecas de lila de linho muilo boas a 40 rs.
Penies de laco muilo bonitos a 15.
, Enfoites de laco de todas as cores a 15300.
: Itodas com altineles francezes a 20 rs.
Caixas com qualro papis do agulbas imperiaes a
240 rs.
Sabonetes de. familia a 80, 160 e 320.
| Caivetes de duas folhas muito finos a 320.
Pares de sapatos de laa para meninos a 400 rs.
Sapaios de iranca para senhora e para homem, os
melhores que tem vindo, e por prece muito barato:
quem quizer ver, venha ra do Queimado ns.
i'J e 55, e ver tudo como bom e barato.
Arroz do Marmttto.di India e Java a60, 80 Chouricas e paios moito novos a 800 rs. a
e 100 rs. a libra e 1,4800 a 2,5600 e 341 j libra.
*nLarr0bra" Cevadinlia de Franca muito superior a 220
Ameixas francezas em latas e em frascos a j rs. a libra.
iSm 6 ,,560) om f rsscos grandes a Cevada a 80 rs. a libra.
20500. Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
meo em ca.xu.has elegantemente enfeitadas lde seccas muito novas a 200 rs. a libra.
fincas estampas no interior das caixas Figos de comadre e do Douro em caixinhas
a 420000,10400, itfOO e 20. i de oito libras e canastrinhas de 1 arroba a
Amendoas com casca muito novas a 280 rs. I 1(4800, 50500 e 280 rs. a libra.
a.,lDra- Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 40600 a arroba. Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Azeite doce francez muito fino em garrafas Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
grandes a 960 rs. a garrafa,
dem de Lisboa a 6.0 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
Palitos do gaz a 25200 rs. a grosa.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo.a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de "azeite e
muito novo a 640rs.
Oueijos flamengos do ultimo vapor a 30100
dem prato.
Sal refinado em frascas de vidro a600rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 36o rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biscoutos inglezes de diversas marcas a
lf$300 ris.
a 560 rs. o frasco e G3200 a frasqueira.
dem em garrafSes de 3 e 5 galSes a 50500 Tijolos de limpar facas a 140 rs
e 7^500 cada um cora o garrafao. Vellas de carnauba pura a 360 rs a lihra
Graixa a 100 rs. a lata e 10100 rs. a duzia. dem stearinas muito superiores a'fiOOrs
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa. | libra. u|#euures a ouu rs. a
d2 TflaiPeCa' e gacrafaS muit0 T'cTos m caixinhas emticamente lacradas
grandes, a 10800 rs. a garrafa. a 10600.
I dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
lu lalas gandes, a 20 rs. dem, garrafa forma de pera e rolha de vi-
n..a ,ata- dro, a 10000 rs., s a garrafa vale o di-
Ditas inglezas muito novas a 30000 a barri-; nheiro.
qu'nha e a 200 rs. a libra. .Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-i
Banba de porcor efinada a 440 rs. a libra e! barcada de pouco a 060 rs. a libra, e da'
e em barril a 410 rs. de segunda qualidade a 800 rs.
Cha hysson, huchin e perola a 10600, dem franceza muito nova a 640 rs. a libra.
20oOO, 20800 e 30000 a libra. I dem de tempero a 400 rs.
dem preto muito superior a 20000 a libra. Massa de tomates em barril a 480 rs. alibra.
'Cerveja preta e branca, das melhores marcas dem em lata a 640 rs.
^255 a0 mercado, a 500 rs. a garrafa' Marraelada imperial dos melhores conservei-
e 50800 a duzia.
Cognac inglez flno a 900 rs. a garrafa.
Conservas a- 720 rs. o frasco,
dem, s de pepino, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos melhores fabricantes da Babia
e especialmente da fabrica imperial de
Candido Ferreira Jorge da Costa, a 10800,
20000, 20200, 20500, 20800, 30000-e
30500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 280 e 320
rs. a libra e 80500 e 80800 rs. a arroba,
dem londrino chegado no ultimo vapor a
900 rs. a libra.
Carines de bolinhos francezes muito novos e
muito bem enfeilados a 700 e OOOfra.
ros de Lisboa a 600 rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 rs.
Massas finas para sopa: estrellinha, pevide,
rodinhas e letrianhas a 600 rs. a libra e a
40 a caixinha com 12 libras.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparad pela primeira arte
de co/.inha a 10 rs. a lata.
Palitos de denles a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 120 rs.
dem de flor a 200 rs.
Amendoas confeiladas a 900 rs, a libra.
Doce de goiaba em lalas n moihor posfrel a
20 e em caixio a 640 rs.
Vinho do Porto engarrafado o melbor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam : Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Mara Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
10000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 90000 e100000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 30, 30500
e 40 a caada.
dem branco de Lisboa muito fino a 500 rs.
' a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julien a 700
e 800 rs. a garrafa, e 70000 e 70500 rs.
a duzia.
IdemMorgaux eChateauluminide 1854, a 10
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
10200 rs. a caada.
Kirsk garrafas muito grandes a 10800 rs.
Alm dos gneros cima meneionados te-
mos grande porcao de outros que deixamos
de mencionar, e que tudo ser vendido por
pecas e carnadas, tanto em parcSeo como
retalbo.
Qoem comprar de 1000000 para cima to-
ra o abate de 5 por cento.
PARA BEM DE TODOS
FAZEI FAVOR DE LR ESTE ANNUNCIO
da economa domestica que se vai tratar.
0 assumpto importante.
l>ESCOBRIO-SE AVEMAIa
0 verdadeiro e principal annazem de molhados o do
^>b
s
RA DO QUEIMADO NUMERO II
Luja de fazendas d-- Augusto Frederic dos Santos Porto
Chapeos para senhoras.
Chegaram de Taris as ma linda* rhapelim* e chapeas de palha da [lalia para enhoras.
Eiras capas e soulemlianjues de seda pela o easemira do rr para seuhoras.
Curies d superior iiinreiiiii|iie branco para vestid** de nuivas.
Carotas muletas minio soiieriores para hornero, peito?, punlios o colarinhos de iinho.
Chap<>!i i\- soda para cahca e chapeas de sol de seda ioglefes.
f.t'ii'n ile l.il>\iiil!|iii fraila)!''!* a t rada um.
Curies de laa de barra para vestidos de senhoras de 1.15 a 185.
A BMfema leja ton o maior e mais superior sorlimenio de
Ivsriras para salas.
(teste esiain-leeimento eneonlini m.s senlmies que preeisarem forrar snas san? rom esleirs
ai o ifual'ioer quantidado pie desejarein de i, 3 c 6 palmos de largura, sendo a qualidade muio
superior o por mdico pfero.
Sature refinado, superior qualidade, vinho Bor-
deaux, difTerentes qualidades, mais barato qne em
qualquer parte : no annazem de E. A. Burle &
C^ ra da Cruz n. 48.
A 2|500ocento.
Charutos francezes : no bazar pernambucano,
ra larga do Rosario n. 30.
No armazem de fazendas baratas de
Simios i ot'llio, i u,i to Queimado, n.
19, Yeadc-seo sega inte*
Attence.
at
Pechincha
Pegas de algodao com urna pequea avaria pelo
baratissimo preco de 55.
Cobertas de ehita da India pelo baratissimo preco
do 25 e 25300.
Lencoes de linho pelo baratissimo preco de 25.
lancees de bramante de linhe fino pelo baratissimo
preco de 35200.
Lencos de cambraia brancos proprio para algibei-
ra pelo baratissimo preco de 25 a duzia.
Algodao enfestado com 8 palmos de largura pelo
baratissimo prego de 15 a vara.
Bramante de linho fino cora 10 palmos de largura
a 25500 a vara.
Aloalhado adamascado proprio para toalhademesa
pelo"barats?imo prego do 25000 a vara.
Pegas de cambraia de forro a 25600 e 35200.
| Toalhas alcochoadas proprias para mos a 55 a
duzia.
Esleirs da India, proprias para forro de sala,
de 4, o e 6 palmos de largura.
Corles de caiga de ganga amarella de listras e
de quadros, pelo baratissimo prego de 15200 o
corle.
Cambraia adamascada com 20 varas, propria
para corlinado, pelo baratissimo prego de IOjOOO
a pega.
Ricas laazinhas para vestido, fazenda a melhor
que tem vindo ao mercado, tanto era gosto como
em qualidade da- fazenda, pelo baratissimo prego
de >60 rs. o rovado.
Ricos cortes de laa de barra Mara Pia a 10,5.
Pegas de cambraia de salpicos p?lo baratissimo
i prego de 45. I
IZA.
Mniicni contestar esta verdade.
A fama far correr esta notlela.
A posteridade beiudir o nome do Baliza.
Aetualldade Batel palmas de contentamento!
Sem mitras nem coreas para ornar a fachada de seus annuncios, e as portas do edificio em que habita, o Baliza se
contenta em tomar o seu lugar de honra na vanguarda de todos os homens do progresso.
Sopre embora o maldito Clarim, o seu toque de retirada a marcho-marche do desacreditado Progresso; arme a tenda
dos falsos apostlos da sinceridade no tralro, da realidade na pralica dos negocios commerciaes, revele finalmente a sua
grande insobordinac3o fingindo desconhecer os seus superiores, deixando-se ficar sentado, em vez de pe filar-se e fazer a
continencia do estylo, porque o incansavel Baliza sempre fiel ao seu juramento ter continuamente na melhor ordem todo o
seatrem de guerra e no mais complecto movimento, o seu presumo para bem servir, desde o mais simples camarada at
{. o mais alto general da primeira classe do exercito dos seus constantes, freguezes.
Entremos na materia :
SENTIDO!
ORDEM DO DA.
Desde a 1.a publicago deste annuncio at segundo aviso Manoel Pedro de Mello, proprietario do grande armazem
do Baliza estabelecido !x ra do Livramenlo ns. 38 e 38 A vender a todos os seus freguezes.
Cinco por cento menos
qne qualquer dos seus amaveis collegas que por menos annunciar. -Qualquer objecto que nao chcue a contento dos se-
nhores compradores, pode ser devolvido ainda mesmo pelas pessoas que morarem no centro da provincia
O dinlieiro rec'ebido pelo gener0 qae nao agradar ser restituido sem constrangimenlo algum.
Beclaracao Importaste.
falso o boato que tem feito espalhar o soldado soprador da ra do Queimado de que se acha o Baliza associado
ao armazem Unio Mercantil aberto a ra da Cadeia do bairro do Recife.
A liga entre os collegas um crime de lesa-povo.
E entretanto o Baliza liguciro.
Ligueiro sim das ideas liberaos dos progresistas de todo o universo aos sentimento mais ntimos de seu coragao.
Deste modo de pensar ser o Baliza eternamente conservador.
> .


"-

NIO MERCANTIL
RA 1IAC1DEIA 1IO KE.CIFE. ! 53.
NOVO E
GEHDS ASMAZmU DE MOLHADOS
RA DA CAREIA DO RECIFE W. 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do Recifep. 53, um grande esortido armazem "de molbados de-
nominado Unio Mercantil. Neste grande armazem encontrar sempre o respeilavel publico um completo sortimenlo dos melhore
gneros que vem ao mercado, tanto esiraogeiros, como nacionaes, os quaes serao vendidos em porgoes ou a retalbo por precos assf
commodos.
Manteiga iogleza especialmente escolbida
de primeira qualidade a 800 rs. a libra,
em barril se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais superior do mer-
cado a 560 rs. a libra, e 520 rs. em barril
ou meio.
Prezuntos inglezespara fiambre, de superior
qualidade, cbegados neste ultimo vapor, a
720 rs. a libra.
Queijos flamengos cbegados neste ultimo
vapor a 20800.
Queijoprato muito fresco e novo a 640 rs.
a libra.
Gastanhas muito novas a 120 rs. a libra e
e 30000 a arroba.
Cha nxin o melbor que ba neste genero,
mandado vir de conta propria a 20800
rs. 9 libra.
Cha hyson muito superior a 20560 rs. a li-
bra ; cb byson proprio para negocio a
10500 rs. a libra.
Cb pnto muito superior a 20 a libra.
Biscoutos inglezes em latas com differenles
qualidades, como sejam cralpel, victoria,
piquelez, soda, captain, seed, bornez e
outras muitas marcas a 10350.
Bolacbinha de soda em latas grandes a 20.
Figos em caisinbas hermticamente lacra-
das, muito proprias para mimo a 40500.
Camuas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 10 e 2-5 cada urna.
Pa'ssas muito novas, chegadas neste ultimo
vapor a 50o rs. a libra e 30 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 180 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhnres qualidades
que se pode desejar de 70500 a 80000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixas com vinho do Porto superior de 90
a 109 a duzia, e 9OOal0a garrafa; deste
genero ha grande porcoe de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por 149 e 150 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Lniz,
Cames, Sladeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinho de pipa: Porto, Figneira e Lisboa, a
400, 480 e 560 rs. a garrafa, e 30, 30200
e 30506 a Canad.
Vinho branco de snperior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa e
10200 a caada.
Azeite doce refinado em garrafas brancas a
800 rs.
Azeite doce de Lisboa a 640 rs. a garrafa e
40800 a caada.
Geneora de Hollahda a 500 rs. o frasco e
50800 a frasqueira.
Caixinhas com ameixas francezas, ornadas
com ricas estampas na caixa exterior,
muito proprias para mirao,a 1020", 10500
e20.
Frasco de vidro com tampa do mesmo, con-
tendo meia libra de ameixas francezas, a
10200.
Marmelada imperial, dos melhores conser-
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 600 rs a libra.
Fructas em calda das melhores qualidades
que ha em Portugal em latas hermtica-
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoasde casca molle a 400 rs. a libra.
Avel5as muito novas a 200 rs a libra.
Amendoas confeitadas de diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco.
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas e portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs. a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor neste
genero, a 10200 a libra.
Chocolate bespanhol a 10200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 1$.
Cerveja branca e preta das melhores marcas
que ha rm mercado a 50 rs. a garrafa e
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800
e 10200 a garrafa.
Licores francezes das seguinles qualidades:!
Anizete de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 10 a garrafa I
e 100 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e \
90 a duzia.
Mostarda ingleza em potes j preparada a!
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 10 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
Sardinhas deNantes a 340 rs. o quarto e 56(
rs. meia lata.
Latas com peixe em posta : savel, corvina.
vezugo, cberne, linguado, lagostinha,
10300 rs.
Salmo em latas, preparado pela nova artt
de cozinha, a. 800 rs. ,
Maga de tomates em latas de 4 libra a 60C
ris.
Cbouricase paiosem latas de 8 emeia libra
por 70.
Toucinbo de Lisboa a 320 rs. a libra e
80600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra e 40 a
barrica.
Sag muito dovo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca-a 200 rs. a libra.
Farinba do Maranhao a 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libra.
Cevada a 120 rs. a libra e 30 a arroba.
Alpistaa 160 rs. a libra e 40800 a arroba-
Batatas muito novas em.gigos com 40 libras
por 10500.
Cebollas a 10 o molbo com mais de 100 ca-
da um.
Caf lavado de primeira qualidade a 300 rs.
a libra e 90 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a li-
bra e 80400 a arroba.
Caf do Rio, proprie para negocio, a 80.
Arroz do Maranboa 100rs. a librae208OC
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a libra e 29400 a
arroba.
Vellas de spermaceli a 560 rs. a libra e
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refinada a 320 rs. o mas-
so e a 90 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixao.
Macarro, talharim. e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrellinha.pevide e arroz demassa para sop
a 600 rs. a libra e 30 a caixa com 6 libras
Palitos de dente lixados com flora 200 rs
o masso, ditos lixados sem flor a 160 r
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. a
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a libra t
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inleiras ou em meias, dt
10600, 20 e 30.
Presuntos do reino, vindos de conta propria
de caw particular, a 400 rs. a libra; inte-
ro se faz abatimento.
MOVIMIENTO
BAIRRO DO RECIFE, RA DA CADEIA N. 50
O mais novo e o melhor
ARMAZEM DE HO IIIA DOS
Esquina defronte da ra' da Madre de Dos
ATT
Antonio da. Silva Campos, successor do amigo Nascimento defronte do becco Largo, bem co-
ndecido ja nesta praca, acaba de transferir o seu esUbelecimento para a casa cima indicada, onde
os *!5 !.ih-!lS amig?Ls e frpBuczes. bem cm respeilavel publico em peral encontrarlo o mais
bTtimenlo ""timento de moldados, a par do aceio, elegancia e bom rgimen do csta-
0 annunciante, lendo fcito urna completa reforma no tocante a casa e genero?, pos rorresponaemes na Europa para remessas de conta propria, acha-se convencido que merecer a pro-
' 11J! 7^ am'B0S d0 bom .bara,' 1ual desde i* clama, asseverando-lhes que jamis des-
merecer a cGBianca com que se dignaran de o honrar.
. mrSUT',-Se .respeilavel publico o novo e superior armazem Movimenlo, compre-lhe al-
guns leeros, e entro Acara convencido da realidade do prsenle aviso, verificando por si mesmo que'
nenimm outro eslabelecimento o serve melhor que este, seja em commodidade de procos, agrado e
delicadeza, ou legahdade de pesos e medidas. v K
.**"*&. ,odas.e,qoaesquer garanlias que estabelecimentos idnticos lecm offerecido aos
concorreotes, serao manlidas neste em grao maior.
LIQUIDACO
rw
HAZEM CONSERVAN
23Largo do Terco23.
Joaquim Simito dos Santos tendo de se retirar est resolvido a liquidar e fazer urna "grande
vantagem a quem sen armazem frequentar, e vender por menos do que outro qnalquer annunciante,
para isso tem nm vantajoso sortiment tanto neste armazem como fra c para melhor servir o publi co
o annunciante scientitica aos seus freguezes que tem frequentado este estabeleoimento que de
hora em diante tero a vantagem de 10 a 20 por cento menos que compraran! eiu outra poca pelo
seu prompto pagamento.
.. ttencfto.
Caf do Rio de primeirasegunda sorte a 270 e, Dito em caixa da Baha dos memores fabricantes
300 rs. de 15200, 25400 35 e 45-
Arroz pilado a 80 e 100 rs. a libra e 25400 e 35 Phosphoros do gaz viudo de conta groza 25300.
a arroba
Miiho alpista limpo a 170 rs. a libra e 45800 a
arroba.
Toucinho de Santos e Lisboa a 240 e 280 rs. a libra.
Ossenhore que comprarem de iOO'000 para cima, terao o descont de 5 per cento, pelo prompto pagamento.
rl^mlA nP^llinfliO Vndese no armazem dama do Trapiche \T/\nAn.~^T'
UldllUti ptbllIilUld. n. 48. do Monhard & C. vinho suoerior de Bor- V Cllde-Se
A 200 rs. o < ov
Cambraias escuras finas a 200 rs. o covado para
acabar ; nao se do amostras para que su acabein
logo : quem quizer, venha comprar no armazem
de fazondas de Custodio, Carvalho & C, ra do
Queimado n. 27._________________^____
Vcnde-se una earteira nova, propria para
venue-se urna eaneira nova, propria para __ -r ,
escrif.toiki : irata-se ao entrar da ra dos Pxaze- "iazm do Caes do Hamos n. 18 e ra
res a quawa casa. Trapiche Novo n. 8.
Vndese no armazem da ra do Trapiche
n. 48, do Monhard & C, vinho superior de Bor-
deaux chegado ltimamente.
GAZ GAZ GAZ
por preco rediizido.
Vende-se gaz da mcllior qualid.de pelo
pre.o de I0# por lata de 5 gares: no ar-
do
a loja de calcados da ra da Cruz n. 41, sendo
esta bem afregnezada e em bom local : a tratar
na mesma loja com o proprio dono pois este tem
de retirar- se a tratar de Ma sade.
0 pre^o convida.
Gravatas de seda preta e de cores a 320 rata: na
loja da ra da Madre de Dos n. 16.
Passas de carnada a 500 rs. a libra c 105 a caixa.
Azeite doce de Lisboa fino a 640 rs. garrafa e
45800 a caada.
Dito de carrapalo a 320 rs. a garrafa e 25240 a
caada.
Massas para sopa aletria, macarrao e talharjm a
480 rs. a libra e 105 a caixa.
Chouricas as mais novas a 800 rs. a-libra.
Charutos em macos de 50 a 65 o milheiro e
640 rs. o cento.
Manteiga franceza a 600 e640rs. a libra.
Dita ingleza flor a 800 e 900 rs. a libra.
Biscootos e bolachinhas de soda a 15300 e 25.
Vinho do Porto engarrafado a 800 rs., garanie-se a
superior qualidade.
Dito em pipa Figueira das marcas mais bem co-
ntiendas a 500 rs. a garrafa e caada 35800
e 35500:
D'to de Lisboa especial para negocio 360, 400 e
a 440 a garrafa e em caada faz-se abat inenlo.
Dito branco proprio para missa a 640 e 500 a gar-
rafa e em ranada a 55 e 35500.
a Bolachinha americana a 200 rs. a libra e em bar-
i rica ba grande abatimento.
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por CKIMAH.t e C, pharmaceuticos deS. A. I. o Principe Napoleio, laureados
da Escola de pharmacia de Paris, ra de la Feuillade, 7.
Esta nova combinacio rene debaixo de um pequeo volume urna forma agradavel e nm gosto deudoso.
Ha muito que os mdicos dcaCjavio ardntemente a reunifio destes dus medicamentos, e todava, apciar
dos maiores esforecs, nem a eciencia medica, nem os qumicos os mais distinctos o podero conseguir
at aqu; gracas porm a perseveranca humana achio-se hoje associadas estas duas poderosas ul.slan-
cias, a quina, o tnico, restaurador por excellencia, o ferr, a bazc de nosso sangue, e conseguinte-
monte o reparador dos forcas e da saude alterada ou perdida.
As molestias contra as quaes o Xarope tnico regenerador se tem mostrado muito eflicaz sao : as ame-
norrheias, faltas de menstruaco, dores d'cstomago, fastlo, digestoes penosas e tardas, flore* brancas,
mrnstru.-.ees difllceis, o lymphatisme, o empobrecimento do sangue, as escrfulas, os estragos produzidos
pelas molestias syphiliticas.
Ha apenas um anno que o Xarope de quina e de ferro foi applicado nos hosntaes de Parig, e elle
hoje o medicamento mais em voga, substituindo, por assim dizer, os medicamentos ferruginosos cnhecidos.
O pro?i ecto encerra numerosos certificados de muitos membros da Academia de Medicina e profesores
a facuiaane que attestao que este precioso medicamento o conservador da saude por excellencia, e
o rcconstituinte da etonomia animal, Indispensavel s pese&as que habitao os paizes quentes. como
preservativo das epidemias. ------ -
Acha-se venda no deposito geral, em Par*, na pharmacia Grlmanlt Qa, ra de la Feuillade, 1
em Lisboa, em caza do Mir triga da Coata-Carvalha, Barral e C-? no Porlo, na pharmacia do
' r"*ue,"*'L"*; -e s,u" Ferrelra; no Rio-de-Janeiro, em casa da iuva i'rliott e Blnls. ra do
LOJA DO BEIJA FLOR.
|uh do Qiieimai iiuntei 03.
CravaliuhM para arHanra.
Vendem-se gravalinbas de divei^os costos mais
modernos a 720 e 800 rs. : ua ra du Quemado,
loja do beija-flor n. 63.
Fitas para debrum de vestidos.
Vendem-se Utas para debrum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a peca : na ra do Quei-
inado, loja do beija-flor n. 63.
Penles travessns.
Vendem-se pentes travessos de caracol na
frente de borracha a 800 rs.: na ra 'do Quema-
do, loja do beija-flor n. 63.
Papel beira tirada.
Vende-se papel beira dourada a 15300 e 1*300
dito de cor de beira dourada a 15IU0 : na ra d
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Antlopes.
Vendem-se anvelops de diversas qualidades
branco a 800 rs. e de cor a 640 rs.t para tartas de
visita a 400 rs., preto a 720 rs. : na loja do beija-
flor na ra do Queimado n. 63.
Vellas de aljfar.
Tendo recebido voltas de aljfar com crines de
pedra imitando a brante vende-se a 15 cada
ama : narua do Queimado loj do beija-flor u. 63.
Camisas de meias.
Vendem-se camisas de meias muito finas a
15200 e 15300 : na ra do Queimado, luja do bei-
ja-flor n. 63.
Enfeites de Gta.
Tendo recebido enfeites de tila pretas e de co-
res mais modernas que se patio usando a 15 cada
um : na ra do Queimado, loja do r-j;i fl j r n. 63.
lila de laa preta para debrum.
Vende-se fita de laa preta para debrum rom 10
varas a 900 rs. a peca : na loja do beija-lbr ra
do Queimado n 63.
Filas de linho para bordar vestido
Vendem-se litas de linho para bordar vesiido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 640 e
800 rs. a pece s quem tem loja do beija-flor
i ua do Queimado numero 63.
Kotors de madreperola.
Vendem-se botes de madreparla mais moder-
nos que tem vindo para pannos de geabora a 320
rs. o par : s quem vende por este proco na
ra do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
Fila de velludo para bordar vestido.
Vende-se fita de velludo preta roa 10 varas a
900 rs. a peca : s quem tem por est preco a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos gustos e mais modernos proprios para tina-
resma : s quem lera a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas larcuras para
enfeitar capas ou manteletes os mais lindos ns-
los que se pode encontrar : na loja do beija-flor
ra do Queimado n. 63.
Facas e garios.
Vendem-se fat'ts e garios de halnnco de 1 bo-
tao a 55500 a duiia, ditas de 2 bulos i 65400:
oa ra do Queimado, loja lo beija-flor n. 63.
Visporas.
Vendem-se visporas muito finas a 800 rs. : na
ra do Queimado, loja do beija-flor n. GX
Domines.
Vendem-se dminos muito finos a 15200 e
15400 : na loja da beija-flor da ra do Queimado
n. 63.
-----, --------------------,_.___. .._._ r-riioto e Blnls, ra do
saoao, 11; na BaMa, em casa do bnr Jon-Caaao Ferrelra-oplnhrlra 5 no Rio Grande, em casa do
Mr Joaqnla o Go.ioj; no Maranho, em casa dos Srs Ferrelra e O; em Pernambuco, em
do Snr nnrtholomra-Franclaco de Sousa) em casa dos Srs Staaum e C
cipaes-pharmacias do Brazil e de Portugal.
casa
, e bem assim as prin-
ESCMVQS rUGIDGS.___
Ftigio da casa doabaixoasfu'ffoado, no dia 20
docorrente mez, um escravo de n.uie Luis, crios-
lo, idade de 25 anuos, estatura regular, serco'do
corpo, levando roupa de algodio inc-ilado e um
bonet de panno de linho ; Jalga-so ler ido para o
lugar de Panellas, e por poses logares mais prxi-
mos, cujo escravo foi do Sr. Manuel de Souza Si-
dorio : quem o pegar leve-o a ra d > Corredor do
Uispo n. 8, que ser generosamente reeotnpeo-
sado.
Antonio Feitosa de Mello.
ATTEIMJAO
.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros A Barboza
Acha-se fgido o escravo de m pie Faustino, de
idade 40 annos, pouCo mais ou menos, cor fula, at-
ura regular, grosso do Corno, bem espadatidu, bar-
bado, < j com alguns cabellos branrw na barba,
bracos e pomas grossas e bastante cabelludas, ten-
do as pernas arqueadas, porm niu loinio, tuttUr
ma andar cm aaibaa, e as vezes emlinava-se bas-
tante por gustar muito de beber : pnanlo roga-
se s autoridades poljeiaes dest e das provincias
limurophes, que o fagam apprehender o leva-lo a
seu senhoro major Antonio da Silva Gnomao, na
I ru;i Imperial, assim como roga-se aos' capitaes de
I campo a apprehenso do dito escravo, ijue sero
i bem gratificados.
DOS PREMIOS DA
\
PAUTE DA
i.
LISTA GEAL.
.)
92.
LOTERA, CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 472 DE 5 DE M
EXTRAIIIDA EM 27 DE
\I0 DE i 859, PARA A
MAIO DE Ifi4.
OBRA DA CAPELLA DE NOSSA SE.MIORA DA GUACA NA NA CAPUNGA,
JV'S.
4
6
7
13
15
17
19
M
27
28
31
40
46
50
51
n
56
57
61
62
67
69
70
71
73
74
75
77
81
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92
95
101
4
15
16
17
29
36
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41
42
45
46
47
51
53
55
58
61
62
63
64
68
PREMS. NS. PHFMS.i.NS. PttEMS.
105
55
205
55
169
77
81
82
85
95
99
. 201
3
9
11
12
15
22
23
27
n
29
30
32
35
37
38
39
40
42
45
48
50
52
53
66
72
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85
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91
93
361
4
55
105
55
6
7
8
9
10
13
15
17
2fi
18
30
32
34
35
36
O esemao.
337
38
40
41
42
43
44
54
57
61
62
66
67
70
71
72
" 74
75
79
81
83
84
85
90
91
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93
94
96
97
401
2
4
6
10
II
16
21
23
24
27
28
31
33
37
38
41
44
45
51
57
58
64
72
73
205
55
405
55
I
1005
55
-NS. PKEHS.
475
77
81
82
86
87
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43
Sevriano Jote' de iioura.
MS. NS. P KEMS. NS. PUEM&. .NS. PHEMS. l\t>.
55 650 55 807 105 985 55 1184
51 17 55 90 _ 90
52 19 - 96 91
C-t 205 2 99 5:0005 1201
64 55 24 1003 105 8
65 . 32 __ 12 55 12
70 105 34 16 23
72 55 88 __ 18 24
__ 74 12 _ 23 28
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205 82 45 34 31
551 83 16 38 34
__ 88 49 39 38
_ 90- _ 50 43 42
__ 707 52 44 405 50
_ 9 57 47 205 52
__ 15 __ 63 48 55 57
_ 16 _ 66 49 58
ic, 18 _ 68 ' 50 62
^^ 20 ^ 73 52 67
_ 22 _. 74 53 68
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_ 29 _ 79 61 71
_ 30 _ 81 62 79
^m 31 ^ 83 63 80
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_ 40 ^ 90 - 66 85
___ M _ 93 73 86
^_ 43 _ 97 74 93
_ 47 _ 901 78 - 95
__ 48 , 6 80 1300
_ 52 _ 7 87 4
005 54 __ 18 88 5
35 57 1005 24 96 9
62 55 26 97 14
^ 68 28 _ 99 20
. 69 29 __ 1100 . 22
_ 71 ^_ '32 4 25
72 105 34 5 26
76 55 35 6 31
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_ 80 _ 49 18 --- 36
_ 84 51 105 20 37
_ 85 53 55 27 --- 42
__ 86 405 55 30 43
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^_ 97 68 61 55
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84
85
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91
94
I,


inr nanuaow 9 HIH C 4.
As vas de cuumiuiiicajao sao, pur couseguiule,
urna das condices mais importantes reclamadas
pela sociedade para satlsfajo de suas necessida-
Os jesailas, os lazrtelas e as irniias de caridad! fe.s Physicas e moraese formara o complemento de
LITTERATORA.
defendidos por si sesmas no tribunal da razio
f da historia.
VI
(Conclusao.)
E' a mnior das injustijas o considerarse a cdi-
flea(io dos templos como un beuelicio paramento
material.
O templo s tem de material a frma exterior,
(jiie o revate tudo mais sa acha adtetelo ao es-
pirito e .-ub a dirercio exclusiva da moral. O tem-
plo a casa de orarao, disso Chrtate. E quito pro-
lundo nao o sentid. desta palavra ?
O amor e o respeito, que lodos os povos tribu-
lan seus templos, desde* a mais remota edade do
mundo at hoje, encerram urna significario bem
expressiva do qw nelles se de ve enchergar mais
todas as outras condijdes ; seu papel, na econo
ma das sociedades, observa J. B. Say, inmenso;
a facilidade que tem os hornen de se commoni-
carem e que o primeiro fundamento da socie-
dade.
Devero, por tanto, ser ellas consideradas como
um melhorainento puramente material ? nao ; a
sciencia repelle e o bom senso condemna*seme-
Ibante modo de pensar, que, as circunstancias
presentes, s pode ter por a*ente o desejo insa-
ciavel de censurar os venerandos capuchinlios.
Onde, em que economista aprendeu o Sr. deputado
urna tal theoria ?
Eis a raziio porque dissemos que o Sr. deputado
Pedro Luiz fez involuntariamente um grande elo-
gio esses incansaveis ministros, que nada potipam
me que tudo affrontam, para levarem ao seu inteiro
algama eoaea ale.n da materia. E, rom effcito, a fumprimpnIO os deveres que se impozeram com a
ubre aspiracio da l.umanidado as veueraro que r(.ce[lc5o do voto religioso o Sr. deputado, sem
grande.sublimee maResloso.nio noderia suppor- duvida, julgou queassubtileza^s do soplusma conge-
lar essa jn>ia apreciado dos sculos um frag- gu.,sem abaf,r 0 ingente podero da verdade, mas
,,,01.10 da materia, a um simples edificio, se esse enganou-se. E para lastimar que se procurare
edificio nio syinbolteasse o cafre das mais gratas a ,nbuna do parlamenl0 para fll,cr efJectim a con.
recordares, nao fosse o alcafar das mais ingentes quista do sop|llsma) a vetoria do erro. .
indinos. Dissemos tambem que a doulrina do Sr. depula-
Quem se atlrcver ;i dizer que a edfirajio de do envolva urna grande impiedade.
urna universidade, por exemplo, um beneficio Provenios :
puramente material ? Qnem nao reconhecer nesse O Sr. deputado acensa os Jcapucbinhos por ame-
edificto, chamado universidade, nm foco de luz, drontarem o novo com a elernidade das penas, en-
um manancial de instrucjao ? qnem nnsar con- tretanto ellos cumprem o sen dever.
testar a sua influencia moral ? E entretanto o re-1 A- par da |ei que prescreve preciso que este-
sulfado, que elle nos da, minio inferior ao que ja a |e( que pune. E' da pena que resulta a maior
podemos auerir dos templos; c entretanto entre forja obrigatoria da lei : e aquello que ensina as
clles ha urna distancia ineommeisuravel, tal como suas prescripjes, nao deve de modo algum oceul-
5 finito do inundo, o liomem de far ocasiigo, que ella infiinge, sob pena de Iludir
| sen proprio ensino, sob de transtornar o sentido, a
Deus.
Arlontrna do Sr. deputado Pedro Luiz, aprc-
goando que os templos em nada infloea sobre a
moralidade dos povos, e me conslituem apeuasum
mclliorameiito material, nao est muito longe da
daquelles que insinoam sua inutilidade, c que
reprovam o seu u>o romo pergoso e roprehens-
vel. E de feito, em que di/Tere ensillar que o
cosime de edificar templos o effeito de um erro
grosseiro, e que contribne para entr.te-lo.i e pro-
clmar do alto da tribuna parlamentar t que os tpm-
plos nao sao um beneficio ? E' quasi, se nao a
mesma inrredulidade.
O culto nao deve ser somonte interior e exterior;
v necessario qoe elle seja tambem publico. Se elle
deve ser interior porque, como nos diz S. Joan :
Spirilus est Uns, et eos qui adoran! cun, in spiilu
el rntate oportet adorare; se elle deve ser exte-
rior porque o homem nao um puro espirito e tem
necessidade de manifestarse pelas leis mesmo de
sua natureza, nao menos certo que tambem deva
ser publico porque a religio a primeira e prin-
cipal columna de estab. li lade para as sociedades,
e eslas nao tem outro meio de tornar conhecidos
OS seos seniimentos respeito da divindade.
No ha meio mais proprio para desenvolver os
sentiinentos religiosos do que o culto publico, que
reno em torno do aliar os principes e os subditos,
os grandes e os pequeos os ricos e os pobres for-
niandi una s e mesma familia.
Na; solemnidades religiosas, os ritos symboli-
cos, os canucos graves e puros, a pompa das ceri-
mniiias ludo o que se v. tudo o que se aove ca-
paz de fiztr em nos as mais atetares impressoes;
o rrcolhimento o o silencio prnelram as almas eas
convidara meditecjte ; as paxes se acalmam ; o
pegamento da Divindade tornase mais vivo, faz
corar n vicio, reanima a virlude, dispoe ao perdi
das injurias, ao cumprmento dos deveres do lio-
mem para com Den*, para com seus semelhantes c
para rom asociedade.
c Se, ao contrario, poe-se de lado o culto publi-
co, se a religio se reduz homenagens puramente
interiores ou privadas, ver-se-ba logo a piedad cn-
langaecer, c, enfraquecendo-se insensivelmente,
acabar por se extinguir totalmente, nao dejxando
sociedade senao a forja material para saneco de
suas insiiini.;5es e de suas leis. E' verdade que o
culto exterior nao senao o corito da religio ;
mas conjuntamente com ella a alma de toda so-
ciedade poliiica. Fazci cessar o culto na familia,
logo o tilho nao respellar seu pae senao cmqiian-
t> elle poder trahalhar para augmentar o seu pa-
trimonio ; suitprimi as assemblas religiosas, e os
borneas nao terio outras relajos aim das do
Iheatro.Ma praca, dos clubs e dos lugares de devas-
sidao ; fechac voasos templos e voseos oratorios,
sert-is ubrigados a transforma-los em prises e ca-
sas de sadde ; expelli a religio de vossas ras e
ruacas pnblieas e ella ser ahi substituida pelo es-
pirito derebtliiao. (Gousset.)
Asslm nan verdadeira a dmitrina, que nos re-
presenta os tempos.como sm|>les edificios de afor-
moseanient.i; el les prestam grandes e poderosos
serviros cansa da moralidade, clles sao os pr-
tenosos tabernculos unde melhor se dilatam os
nubr>'S sentiinentos do corado liumauo.
E as Iradas ? se bem que ellas nao se achem
na mesma rolara dos templos, todava nao podem
ser olhadas como nao aprescutando um resultado
til. As vas do commnnieacSo em um paiz qual-
quer devem ser, e elleclivamente sao, um dos mais
fortes elementos de suas prosperidades E' facili-
tando o nnios de desenvulueao da instruego, e
abundo os eanaee pelos qnaes mais profusamente
se poda* derramar o espirito publico, que o estado
realna sua magestosa missao elevando o paiz
verdadeira altura de sua graudeza, ao inteiro apo-
geo de una felicidade.
Nao reconcentrando o espirito publico nos aca-
nbadus limites das capitacs que os conbecimentos
se ganeralmun, que a< industrias se desenvolvem
c que as artes ?n aperfeico.m. Mas quando suc-
cedetse inJependeuto da rooperacao das relatoes
de nina para entra localidad*, qoande fosse possi-
vel melbor a eoadiflo das industrias e das artes
pelos nicos nieios que facultan) as capitaes, resta-
va saber se estas sao as proprietarias eirhuiw
dos beneficios do progresso. Ora, ninguem no<
respoud r pela alllrinaliva : cima da capital es-
tn as provincias ou os departamentos, e cima
desias est a naci.
E quaes sao os meios naturacs pelos quaes a ci-
vilisacao das capitaes se irradia pelo centro ? sem
duvida alguma sao as vias de communiracao.
Importa nao e-qoeccr que oseus beneficios nao
redundain smcnle em provelto do povo ; a admi
nistracao publica, o t'overno acha muito maior fa-
ciliiiade em fazer sentir sua acgo pelas loofioqas,
cumarcas que tem sob sua inmediata proteceo :
suas leis se tornam mais depressa conhecidas, e
seus meiosde repnssumuito mais effieazes.
Assiin, com a abertura das estradas lucram os
povos e os governos, os subditos e o imperante.
Se e que dizeinos verdade Com qualquer paiz
em gerdl, esta verdade se torna mais evidente
quando fazemos appbeaco destM principios ao paiz
em que vivemos; se ha nago, que mais necessite
e que mais resultados pralicos tire do estabeleci-
mento de novas vias de communieacao por certo
o Brasil, que, contando apenas quarenta annos de
existencia livre anda nao pode ter desenvolvidas
todas as grandes faculdades com que o dolara a
natureza.
intenco, dando como facultativo o que elle quiz
que fosse ubrigatoro.
Ora, a esta le das sociedades que obedecem os
capuchinhos. E nao s ; a disciplina ecclesiasti-
ca formalmente o recommenda.
Otiga o Sr. deputado o que ordena o Cathecismo
para os parodias, conforme o decreto do sacrosan-
to Coucilio Trideutiiio, e mandaJo publicar pelos
satinsimos PP. Po V e Clemente XIII:
t E' com estas verdades (existencia c elernida-
de das (tenas), que s pastores devem muilas vezes
ferir os ouvidos do |tovo fiel ; porquanlo a verda-
de deste artigo concebida pela f tem urna forfa
grande para exprimir os depravados ppetiles do
ruraco, e apartar os bomens do peccado. Por este
motivo se acha cscripto em o Eccksiastico (cap. 7
40) : em todas as tuas cousas lembra-te dos teus
novissimos, e entao nao peccars.
E na verdade-, dilficultosissimamente tanta se
precipitar as maldades qualquer homem, que o
e os uuansus, a Kranca paga a sua divida de gra- mente em ires palavras : S. Vicente de Paulo, por
tido ao fundador de lio santas, e inspiradas insti
luirdes I Como sao sublimes e magnficos os desig.
nios da divindade I Aqui o insulto as irmas de
caridade e os lazarislas, ali o tributo de gratidao
ao fundador denlas instiluicSes; aqui sao as trvas
(pie fallam, ali a luz que vivifica I
Em Poy, um dos dsenos do departamento das
Landes, trinta quarenta mil almas commemora-
seu destino providencial foi e homem do seu secu
lo ; aioda o homem do secuto presente; ser tam-
bem o homem dos seculos futuros?
I
Santo Agostinho, inspirando-se com o pensamen-
to do grande apostlo, considera os santos extraor-
dinarios que Deus anima na serie* dos seculos, co-
mo astros benficos que colloca sucesivamente
vam no dia 21 de abril do crreme a inaugurado no firmamento da suaegreja, afim de rodear a bu-
de urna rapella e de um hospital no lugar do as- manidade de luz e calor durante o seu curso atra-
cimento do apostlo da caridade. Ahi trese car- vs do deserto do mundo, de sustenta-la em suas
deaes, bispos e arcebispos, oitocentas rmas de fraquezas, e de alliviar todas as suas dores,
caridade, duzentos lazarislas, mil padres que af-! n mnm .,
fluiram de diversos pontos da Franca, entoavam Do meshmo mod ^uc "Jmduo, a sociedade tc-
hvmnos de gloria em honra do padre modelo; a ve "U berc ; .,eve tambem sua adolescencia,
aristocracia confundindo-se com a democracia vi- C0IU0 deve cheear a ci^ madura. Porm cada
nha prestar-lhe hommenagem; o povo abengoava uma das phases de sua existencia se progride,
aquello que tantos beneficios Ihe tem feito, e a im- produz ,ambem necesidades novas e necessita dos
piedade emfim curvava-se peranle estas mysterio- soccoiros 1ue lhe sao aproprados. Ora o seu divi-
sas combinares da Providencia. no autor conserva reservados, nos thesouros de
' sua sabedoria, os. meios de prover essas necess-
Neste deserto, onde apenas existem a sumas ca-. a.a,,. ,,., m.____ ..... .
. .... ... aaes oa ordem moral, como communica a natu-
banas, se engiram cinco aliares para nelles se di- rp ..,:.,.,.,.,. .
r i reza a virtura de prover as da ordem physica. As-
sim cada illustragao que apparereu na egreja mar-
No proprio quarto, em qu foi dado ao mundo cou a sua poca com o sello de sua missao divina
o restaurador da humandade, se tnha elevado.por sua influencia e por seus beneficios. Assimse
um altar, e nelle innmeras missas foram ditas. nos aprsenla S. Vicente de Paula.
O viandante que atravessar o deserto de Pouy 0 reinado da feudaldade extinguiuse nascon-
com pasmo contemplar anda a cabana em que vulsoes das guerras da religio, c as lulas dos
nasceu S. Vicente de Paula, nao no mesmo lugar partidos para os quaes tinham servido de pretexto,
mas. um pouco mais retirada. ) Uma nova era ia comecar, e a sociedade soffra
O carvalho, em cuja sombra S. Vicente de Pau- por ter produzido uma ordem de cousas que se d-
lo abrigava o rebanho de que era pastor, aprsenla va se estabelecer sobre as ruinas da amiga. Como
hoje um phenomeno bastante curioso: achando-se em todas as pocas das transformacSes sociaes,
carcomido o seu tronco, as suas folhas ainda estao cm tudo renava a desordem ; todos os gneros de
verdejanles; e no co desse carvalho liavia um al- calamidades afiligiam os povos, e a ignorancia do
tar e nelle muilas missas se disseram. clero com a corrupcao, sua companheira insepara-
d.ame do pensamento de expor a virlude de uma Pois bem> raeus rmos, do seio d^saTbT^
virgem timida aos perigos das influencias postilen- bres lrevis qae cob^m a no?ja palf|> en "'"""
ciaes que exhala a corrupcio do mundo. Mas o Uda um rato de luz de esperanca apparece O
genio de S. Vicente de Paulo soube elevarse cima noine deS. Vicente de Paulo acclamado no meio
dos prejuzo3 do povo. Comprehandeu todas as ri- dessas scenas de desordem e anarchia. Como ou-
quezas da misericordia que offerecem ao mesmo tr'ora o espirito de Deus era levado sobre as mjuas
lempo, quer a pureza delicada de soa alma, quer a^ do chaos donde devis sahir o mundo primitivo;
sensibilidade de seu coracao, quer emfim todas as' assm o espirito do S. Vicente de Paulo paira so-
nobres facilidades, quando a f as anima, quando o bre este abysmo de calamidades, donde dove sur-'
amor divino as.inflamma. g[r uma nova pranga e portamo ura mundo novo.'
Achou as pesquizas de sua profunda intelllgen- Essa/ononfo tcrrivel, que osmaga sob o seu
cia, o segredo de transformar a sua fraqueza em
poder, de torna-la superior todos os perigos e
todas as seducroes. Diante da candura celeste da
filha da caridade as paxes se calam, a impiedade
inclina-so, a heresia espanta-se, e o mundo iniero
admira ; o soldado mutilado no campo de honra,
nivel de ferro todas as illustraefies, inclnase pe-
ranle sua inagem, e decreta que uma estatua ser
erguida ao philantropo Vicente. O* profundidade
das riquezas da sabedoria e da sciencia de Deus ?
Quao incomprehensveis e admraves sao ao mes-
mo lempo os vossos conselhos ? Fizesles as nares
como o pobre doenle sobre o seu lelo de dr, con- curaveis. Nao sem designio de misericordia que
templa com tanto respeito quanta felicidade esta este nome abenroado recebe as homenagens des-
iuspirafao sublime do bemfeilor da humandade -1 ses trabalbadores do inferno Sois vos que impri
de hoje em diante tanto um como outro nao vem mis este nome de esperanca nesta obra de destrui-
sua cabecera senao urna bemfeitora generosa cao como um symbolo do plano que travistes para
uma irma dedicada, uma terna me. Desde en- a reconslruccio do edificio abatido I E* a frater-
Entre tanto a occasiao mais pathetica que offere-
cia esla ceremonia religiosa foi quando seis mil
pessoas commungando entoavam a magnifica; as
suas preces subindo aos cus tinham nao sci que
de divino; e os seus cantos enternecendo os cora-
rles, imploravam S. Vicente de Paula o perdi
para essa immensa multido.
vcl, deshonrava o santuario. Em uma palavra, era
o velho edificio social que se abata, para aluir-se
emfim pelo facto da decomposi^ao c da anarchia.
Quem vira em soccerro da patria moribunda ?
Quem dar aos seus membros grangrenadbs o ca-
lor e a vida ? Quem espalhar em seu seto ele-
mentos de regeneraco e de salvacio ? Ser S. Vi-
cente de Paula. Elle ser o restaurador e o salva-
0 proprio Po IX qui* ter parte neste memoravel j dQr da Franca
acontecimento, e teslemunhar o seu respeito para; VoTm mu DeuS) ^ Q &.& ro$m
com S. Vicente de Paula, e indulgencias plenanas samen(os ^ m jms pensammos e f(j
foram concedidas quem leudo se confessado e m ^^. fl -rfc ^ $ab g m a.
commungado visitar a capella e nella orar pelo; n d(ncm dos ^^ do ^
summo pontfice. v,_ _*____ . _,
' .... Emquantoa nossa I-ranea se debate as afTiic-
A essa festa da egreja, se distinguan) no meio i , ___,. ____ .
u a . ,,. a soes da agona, preparaes sem se saber, o reme-
do povo os membros da familia de S. A cente de Ain ,nAn .,__. '
_ ... dio para todos os seus males. Assim vemos sabir
Paula, vestidos de pastores, porem guardas fiis de uma fon,e degconliecda um r0 magesl0
de sua s.mpl.c.dade e pobresa : tal foi a recom- alraveSsara os campos para enrequece-los coma
menda^ao imposta por S. Vicente de Paulo sua
familia I
sua fecundidade; assim da mais profunda obscu-
ridade que vae surgir essa influencia poderosa e
A caridade devia dar provas ao sen apostlo salutar, que dissipar as trevas que envolvem o
neste dia de que anda se cumpra o preceito do corpo social, que lhe dar aforra e a vida, e que o
Homem Deus : dVir de comer quem tem fome; e dirigir para novos deslinos. Oh quanlo estimo
nao possa chamar ao zelo da piedade o pensamen-1 toda a comida para essas quarenta mil almas veto! contemplar-vos cbarneca, agreste c estril, quan-
lo de que ha de haver um dia, cm que perante o: gratls de Pa'ris, distante duzentas leguas pouco do considero que tivestes a honra de dar Franca
rectissimo Juiz de todos, em publico e universal mas ou menos deste deserto. Quanto pode a voz seu mais insigne bemfeitor, c a egreja uma das
to a nstituico das filhas de caridade um astro
novo, collocado no horisonle da egreja para cercar
o mundo inteiro com a sua Suave luz c e seu ben-
fico calor.
Porm outras chagas, diversamente difficeis d
curar, atormenlam a nos-a patria. E' a propria
vida do corpo social que fenecee, e que convm
reanimar. O clero a htz do mundo : se se apa-
ga, cbrese immediatamente de desastrosas trevas.
ET o sal da trra ; nao pode prodnzir seus fructos
de paz, de concordia o de progresso,. senao con-
nidade do Evangelho que offoreceis ao mundo,
como o antidolo que deve combater o veneno da
fraternidade revolucionaria E a caridade de S.
Vicente de Paula que presidir a restauracio da
patria. E' ella quo servir d"ora em diante de ba-
so ao throno e ao altar. Ser o laco que unir os
espiriios divididos ; o balsamo que calmar a irri-
taeao dos partidos, o terreno neutro onde viro
encontrarsee confundir-se todas as opines; a
magia divina que reunir todos os cora^es n'uma
mesma dedicac,io religio o patria.
JJma mao vigorosa vem encadear a revolucio e
dicao de que sera fecundado pela sua virlude. Vi- -_ __ ,m .___A n i .
4. por um termo aos seus desastres. O genio de .N-
ceme de Paulo comprehendeu que nisso eslava o ,-______ _. ...
, '. poleao inaugura o nosso seculo, fazend bri har
mal que reclamava a poderosa influencia de sua
caridade.
Bem depressa legiSes de padres formados em
sua escola e animados por seu espirito, inundan)
nossas provincias, dissipam a ignorancia, reforman)
os costumes, dedicam-se obra da regenerado dos
povos. Elle proprio, collocado porto do throno, no
seio do conselho de consciencia, suggere medidas
salulares para a reforma do clero, filustre e me-
moravel episcopado do grande seculo, cuja sciencia
e virlude espalbaram tao magnifica luz sobre a
nossa egreja da Franja, t.io admiravelmente prepa-
rada por vos para supporlar gloriosamente as crueis
provas que lhe reservara a mais horrivel das revo-
luces! Dsles prova disto em vossas snpplicas ao
em Franca a aurora de um da cheo de esperan-
zas. Em 1800 s era ainda cnsul; porm j o
seu olhar de aguia penetra no futuro de transfor-
mado de que deve ser o iniciador para a* Franja e
para o mundo. Contina na affectuacio* de seus
grandes destinos decretando o restablec ment do
iustituto das filhas da caridade. Abrem-se de no-
vo as portas de nossos templos e a religio crgue-
seus aliares.
Qualro annos mais larde encontram-se em Pa-
rs, duas grandes illustrages, o papa Po VII e
-Napoleio I sao os dous geuios da cvilisacao chris-
laa, que se ttnem e concordan) em repr a socie-
dade em suas bases. Porem o nome de S. Vieen-
te de Paula deve ainda comparecer neste memo-
vigario de Jess Cbristo, quando lhe pedieis de col-, rave| enco(ro
locar nos altares o Inmortal S. Vicente de Paulo, i 0 imperajor" recelw sua consagracao do vigario
E' elle a quem de novo trazeis a gloria de or-
cupar lio dignamente o bello lugar que vos foi mar-
de Jess Cnristo. O pontfice por sua vez solcita
um favor : o de vec completar a restauracio da
juizo, ter de reeeber a pena, que houver mere-
cido.
O justo, porm, necesssriamente se excitar
mais c mais ao exerricio dajustica e se elevar em
de um homem quando inspirado por Deus I
Ramaes de camnho de teo foram construidos
para tornar mais fcil a conduccio desses milha-
uma alegria summa, ainda que esteja vivendo na rcs
pobreza, na infamia e em tormentos, quando se
lenibre daquelle da em que ser apresentado como
este da. Que bella e verdadeira caridade !
Abaixo damos Iradusido o discurso do padre
suas maiores glorias Pobre cabana, que fostes o
berco de S. Vicente de Paulo, o que abrigastes a
sua infancia, de que magnificencia vos vejo cerca-
da I E vos, carvalho veneravel em cujas fondas ha
tres seculos o joven pastor depunha o segredo de
suas communicajoes com jeus, e iniciava sua al-
I ma nos mystcros da celeste caridade, com que res-
vencedor face do universo, e recebido depos na Elienne, superior geral dos lazarstas e irmaas de. jt0 me jnc|no peran(e V5S
patria celestial com honras divinas e eternas.
Convm, portaoto, que os fiis sejam exhorta-
dos a que procurem o modo de viver mais ajusta-
do, e se exercitem em lodos os officus do piedade,
para que possam com multa seyuranja d'animo
esperar o grande dia do Senhor, que vem chegan-
do, e, o que proprio dos Albos, appetece-lo com o
maior desojo.
Que merccimento, que valor ple ter a aecusa-
cao do Sr. deputado, se os acensados marcham de
conformidade com as prescripjoes disciplinares da
egreja ? A virulencia do Sr. deputado vae por
consequencia recahir toda sobre a egreja e nao so-
bre os capuchinhos, que nao fazem mais do que
cumprir os deveres que lhe siio impostos. Ora,
sendo a eternidade das penas um dos dogmas do
caridade por occasiao desla festa.
E' mais um dorio de gloria para o comtempo-
raneo de Guizot, e por elle muilas vezes consul-
tado.
A. R. F. Belford.
DISCURSO'PRONUNCIADO PELO PADRE ETIENNE, SIPK-
RIO OEIIAL DOS PADRES DA MISSAO E DAS 1HMAS
Que deliciosas emojoes smente a vossa vista
desperta em meu coracjio I
Eis, meus irmaos, o ponto de partida do apost-
lo dos lempos modernos. Porm, caminhos m-
penetraveis da sabedoria de Deus. Desde a sua
estra em sua rica e immensa carreira preciso
de caridade, na iNAUGURAQAO do monumento | que a sua alma esteja fortemente embebida as
erecto no lugar do NASciMENTO de s. Vicente agUas da tribulacio. E' preciso que, preso por
DE PAULA, NO DA 24 DB nuil. Dn 1864.
Vas eleclionis est mihi iste, nt pos-
tet ornen wietim coram gentibus el
regibus et filiis Israel.
Este homem uma urna de elei-
cao. que deve levar meu nome pe-
ante s nagoes, os res e os filhos de
Israel.
Scnhores.Em presenta deste grande vulto que
catliohcsmo, nao poda o Sr. deputado censurar as allrahe ,odas as aUencGes nete momento, que to-
prescripeoes da egreja relalivas elle, sem fazer dos comempiam Com amor, que domina esta mag-
uo) protesto sol -..ne contra sua f catholica, sem, nir,ca assembla, objecto de todos os respeilos e
amontar os perigos de urna formidavel impiedade., de todas as admirares, a tmido e obscuro succes-
E com elTeito, como se explica o procelimento do j ^r de g. Vicente de Paula s tremendo pode ou-
Sr. deputado f A egreja diz : a eternidade das! sar tomar a pa|avra. Offuscado pelo brilho de
penas, sendo um dos dogmas da religio da Calva- uma ,5o grande gioria> yergando ao peso de tantos
rio, deve ser continuamente lembrado aos fiis, afim I prodjgios accmulados durante urna vida de oiten-
de que tiles procurem com mais interesse levar la c cinco ann0Si alurildo por esses chos diversos
effeito os deveres que esli sujeitos pelas leis di-, que dc todos os pontos do mundo repetem com en-
vinas e humanas ; mas o Sr deputado exclama : j UmsUsmo o nome do apostlo da caridade, do bem-
-! os capuchinhos, amedrentando o povo com as feitor da humanidado ntera, quao fraca a sua
caldeiras do inferno, em vez de semaarem as eren- j V0Zj quSo mpotenle ella para dirigir-vos pala-
jas pela populajao, nao fazem seno incutir nella vras dgnas de seu assumpto I Assim o silencio
o terror, o celebre terror branco em vez de mo-! me pareria mnha verdadeira partilha nesta gran-
ral,sareniopovo.Wpron..7ImMofransIfornfrdeso|emnida(1(J 0 veneraveI ponlQcei quem
o homem cadver, machma, automalo, estupido e Deug ,inha reservado a honra de glorificar o berjo
Aimifico / Sena ignorancia da parle do Sr. de- de s Vicente fc Paula como ou[ro pn|ificei de
potado? Nao admittunos. Ese f-i ignorancia,' gloriosa memoria, cercou de gloria seu tmulo,
essa ignorancia indesculpavel em um represen- na0 -u realjsar 0 mi.a desejo 0rdenou-me que
tantedanajao, mesmo porque nao licito a nin- faUasse obedeP0. Quereria ser o mais lacnico
guem fallar daqu.llo que nao enteude. possve|. porque se 0 meu amor para com es|c
O Sr. deputado est na rigorosa obrigajao de, grande sanio, a quem tenho lana honra de cha-
deixando ralnr o manto da inviolabilidade com mar meu pae, repelle todo limite, o meu respeito
que o cobnu o artigo 26 da consiituijio, explicar- para com o honroso auditorio que se digna ouvir-
se sobre este ponto. cima dos foros de bom ora- me, me impoe o dever de nio fatigar a sua alten-
dor est a verdade, cima do deputado est o ho- jao.
mem, esl o calholco. E' necessaria perianto,! Na0 cspereis de mim, meus irmios, que eu ve-
uma explirajao; tanto mais quanlo suas palabras' nna de5(,nr0|ar perante vos e apresentar era seus
levam a roncluir-se que S. S. nao presta muita f promenores a tonga c bella vida deste hroe ao sa-
no mesmo dogma das penas eternas. cerdocio, cuja memoria boje nos oceupa. A vos-
S. S. diz : sos olhos, sem duvida, esta ceremonia em nossos
Deixam os templo? assim construidos mas dei- das, acontecimento decretado nos designios da
xam os templos para que ? dentro desses templos ha Providencia. Este santuario erecto no lugar mes-
ura aliar e sobre o altar a imagem de um Deus; mo do seu nascimento, toda esta gloria com que
mas que Deus ? Um Deus, quo elles pintaram vem cercar o seu berjo nao s o que a egreja tem
cheio de colera, de rancor e. a respirar vingan- de mais veneravel, mas tambem o que estado tem
ca. E tudo isso porqfio os capuchinhos ameaja-' de mais Ilustre ; csse povo immenso que vem tra-
ram os refractarios com as penas eternas, porque zer-lhe o titulo de suas homenagens : tudo isto re-
elles patenlearam os grandes, porm justos casti- vela um pensamento nysterioso do cu, tudo isto
gos, que a divindade tem destinado aos condemna- recorda enrgicamente a palavra do propheta real:
dos. I ( E' Deus que esta em seus santos : Magnus Deus
Cerlamente um cathoico, que est convencido in sanctis suis ; tudo isto proclama que S. Vi-
da existencia e da eternidade das penas, nao falla' cente de Paulo foi uma urna de eleijao, formada
por esse modo, e nao falla por esse modo, porque pelo Senhor edestinada a levar seu nome perante
deixa necessariamente de ser cathoico, ou deseo- s najoes osreis e os filhos de Israel : Vas eletio-
nhecendo a immortalidade d'aluia humana, ou n est mihi iste.
dando os attnhulS divinos a justija e a bondade
cio ireconciliaveis.
Temos justificado as nossas duas proposijoes. O
que nos resta? apresentar os grandes beneficios
que nos tem proporcionado os capuchinhos? O Sr.
deputado nao o desconheceu ; e quando se aven-
Vs proprio, grande santo, repellineis o meu
elogio, julgariiie-hias indigno de oceupar o vosso
lugar, de ser o depositario da vossa heranja, se a
vos s ouzasse aliribuir a gloria das vossas obras,
se esquecesse que foi a sabedoria do cu que illu-
minou a vossa inlellgenca, que foi a caridade di
tura** tanto as grandes acjes, os altos fcitos ^ dl|a,ou Q f(m ^^ e Deus rQ.
s encontrara seuverdade.ro tr.umpho nacons- deando.vos de llustrajao na trra e glorificando-
ciencia dos povos. vo& n0 jyi^ n5o tl j^naQ coroar os seus dons.
No seguime e ultimo artigo nos oceuparemos Ah presenIemeule se pdesles faIer as maiores
das irmaas de caridade i C0U!iai) e purque estaveis convicto da vossa fra-
Joaquim Gttenjies da Silva Mello.
Descripcio da festa por occasiao da inaiignracio
de una capella e dc ura hospital do lugar do
nascimenio de S. Vicente de Paulo, no dia 21
de abril de 1864.
queza ; e u >o vos tornastes prodigo de caridade
senio porque seubesles ser prodigo de humildade.
Assim raeus irmaos, vejo neste monumento uma
revelajio e uma ljao ao mesmo tempo; ha em S.
Vicente de Paula a revelajio de uma das mais
magnificas operajes da graja divina ; ha lam-
ben! uma luz que nos mostra a benfica influencia
Quando no seio da representajao nacional a im- que elle tinha por missao exercer sobre a egreja e
piedade ergue a voz contra as irmaas de caridade sobre a sociedade. Resumo todo o meu pensa-
piralas, passe tres longos annos no solo ardente da
frica na mais cruel e vergonhosa escravidao. De-
via banhar com as suas lagrimas e com as suas
dores, a rica colheita de gloria que a Franja de-
via ter um dia nessa trra de barbaria I Mais de
dous seculos depois, ser sombra de sua protecj
jio que os nossos valentes exercilos irio ahi plan-
tar a bandeira da Franja, anniquilar o imperio do
Crescente e de novo erguep a cruz de Jess Chrislo.
Apenas quebradas as suas radeias, vemo-lo ap-
parecer na capital para ahi cumprir sua missao
mysieriosa. Bem depressa a virlude desse pobre
padre se faz sentir no meio de ura povo afflrto
desenvolve um genio de beneficencia que se eleva'
toda a altura das necessidades sociaes. Vde-lo
cabecera de Luiz XUI moribundo, eblhendo com
seu ultimo suspiro os votos de seu corajio pela fe-
licidade de seu povo, e a nobre missio de preparar
para a Franja o bello seculo do grande rei.
Admiraes, meus irmios, este magnifico sysiema
de beneficencia publica, o orgulho da Franja, o
que as outras najes lhe invejam, que alcanja to-
das as miserias e todas as de>grajas da humanda-
de, desde o tilho abaudouado al o velho curvado
paia o tumuls, que tem em seus thesouros soccor-
ros para todas as necessidades e allivio para todos
os solfriuientos.
Pois bem, ignoraos talvez que toda esla gloria
cabe S. Vicente de Paulo. Consaltae a historia,
Bterrogae os seculos que precederam a sua poca.
Nao acharis uma s dessasinsiituijoes marivi-
Ihosas e to eminentemente christaas que fazem
tanta honra nossa patria. Engano-me : a histo-
ria contar-vos-ha nobres inspirajoes, que nao pas-
saiam do estado de projecto ; dir-vos-ha as lenta
livas generosamente concebidas, para oppor um di-
que esse rio sempre crescente de soffrnnentos e
de miserias que aflligia os povos ; porm essas
tentativas sempre foram esteris.
Ora, o que os poderosos da trra, cora todos os
recursos de que dispoe, jamis poderam realisar,
um pobre padre, nascdo nesta cabana, creado no
meio destas charnecas, sem proteejao e sem fortu-
na o cumpriu com prodigiosa proficuidade. Pare-
ce que [tosse em seu corajio todos os segredos da
misericordia divina, e em suas mos a propria om-
nipotencia de Deus. A insliluijio dos meninos
expo>tos, o asylo dos orphaos, os hospicios para os
operarios invlidos, os hospitaes para os doeutes, as
casas de caridade-para os soccorros nos domicilios:
todas estas obras surgem como por encanto na ca-
pital e se multiplican) as provincias.
Tem um talento maravilhoso para commover os
corajes e para arrastar em sua companhia todas
as voutadi-s em soccorro do pobre povo. As clas-
ses as mais elevadas da sociedade, as damas da
corte, a propria rainha Anna d'Austria, obedeces-
sem as suas inspirajoes, se reunem em assemblas
de caridade, poem sua disposijio nio s as sua>
dedicajSes e fortunas, como tambem ousam einpre-
hender com elle soccorrer todos os pobres da ca-
pital, e todas as nossas provincias assoladas pela
peste, a guerra e a fome.
Arada- nio basiante para o corajao de S. Vi-
cente de Paulo. O soffrimento do pobre povo i seu
peso e sua dr. Nio lhe sullicienle procurarlhe
allivio e consolaran. Nao estar satisleito senao
quando vi-lo cercado de todas as ternuras da solli-
ctudo materna. Ames delle eram ignorados todos
os thesouros de compaixao e de dedicajio que en-
tena o seio da mulher chnstaa, quando a caridade
se apodera de sua natureza para p-la ao servijo da
humandade padceme.
S. Francisco o tinha presentido Porm recura
cado de boje era diante na historia, da filha mais; dupla familia do apostlo da caridade ; c imm*-
velha da egreja. Nio ser por ventura elle que diatamenle apparece o decreto que restabeleceu a
devemos a instituijio dos nossos seminarros, das' congregajao dos lazarislas.
meditajoes solitarias, conferencias ecclesiasticas, Assim, meus rraios, de novo levanta-sc, depos
de se ter curvado dos furores da lempestade, a
desla disciplina recta e esclarecida, desla organisa-
jao tao forte e tao completa, que lizeram do clero
francez o primeiro clero do mundo cathoico, e que
lhe adquirirn) influencia tal que se faz sentir em
todos os paizes do universo ?
E' asm, meus irmios, que S. Vicente de Paulo
involve a sociedade inteira as poderosas effusSes
de sua caridade, que depe em seu seio elementos
arare magestosa da caridade, planlada sobre o
solo da Franja, pela mao de S. Vicente de Paulo.
De hoje em diante vae estender em nossa patria
as suas benficas ramificajes, e os seus fructos de
misericordia servirio para cicatrisar as suas fe-
ridas.
Porm a transformajao da Franja nao foi exe-
de uma nova vida, que a tornar capaz de cumprir culada. S est comejada. Mullas oscillajoes e
os seus novos e grandes, destinos. Mas tambem, muitos abalos devem ainda agita-la antes da reali-
sajio desta grande obra. As ondas sublevadas pe.
la tempestado agitar-se-hio anda por muito tempo,
antes que a bonanja reappareja n'esse mar em c-
lera. Sombras nuvens nao lardam a carregar de
uovo o horisonle, e nova borrasca ameaja arreben-
tar. Em 1830, e depois em 1848, novas cataslro-
phes vem repor em perlgo a exlstenoin da socie-
dade. A commojao terrivel e se faz sentir em
toda a Europa; quatro gerajes de reis sio des-
terradas ; a torrente da revolucio rompe os seus
diques e tenia renovar os seus desastres. E' ain-
da S. Vicente de Paulo que reapparece, para tran-
quillisar os povos sobre o futuro da Franja e da re-
iigiio. Desde 1792 nao tinha reapparecido nos al-
devo proclama-lo, se merece com justo titulo ser
chamado o restaurador da religio, o apostlo da
caridade e o salvador da patria, porque uma
urna de eleijao animada por Deus para levar seu
nome peranle os povos, os reis e os filhos de Israel:
Vas elelionis est mihi iste ut poste! nomen meum
coram gentibus. el regibus et filiis Israel.
Disse que elle nao foi somente o homem de sou
seculo, porm que ainda o hornera providencial
do seculo prsenle. E' o segundo trajo que devo
dar em seu quadro.
II
S. Vicente de Paulo nao , meus irmaos, um des-
ses santos que Deus anima em sua egreja como
grandes homens formados na escola do mundo- jlafes. Imtriumpho lhe estava reservado, que re-
Estes, semelhantes meteoros espalham por mo-' velara ao mundo os novos destinos que o nosso sa-
memos uma luz brilhante no horisonle, mas que se culo lhe preparava. Na vespera destas profundas
apaga logo; a sua passagein sobre esta trra lanja
brilhantes claroes ; os seus nomes retumbara em
toda a parte ; seus altos feitos ou a riqueza da sua
inielhgenria attrahem-lhes a eslima publica, ex-
citara mesmo a admirajo e o enthusiasmo.
Porm esta gloria vae extiuguir-se na noute dos
tmulos, l'ma inscripjao sobre o marmores ou
sobre o bronze recordar o seu vestigio, a sua vida
oceupar uma bella pagina na historia. Mas em
fin a sua carreira acaba com a sua existencia, o
commojes se de sua silenciosa obscuridade. Um
Ilustre pontfice, que se tornou uma das maiores
glorias do episcopado francez, teve o presen!imento
dos accidentes que vio rebentar na capital. E sob
a egide deste grande santo que quer collocar os
graves interesses da religio e da patria que vio
ser ameajados. Faz sabir os seus restos precio-
sos rodeados de pompa magestosa pelas ras desta
immensa cidade, no meio de um povo innmero,
vido de prestar culto a esse grande bemfeitor da
ruido que lizeram vae perder-se no silencio da liumanidade.
morte. Feliz ainda, se a gerajao q"ue, os segu nio
abate as estatuas que llies foram elevadas pelos
seus contemporneos I
Quantas illustrajes de tolos os degros da es-
calla social nao cercaran) de gloria o bello seculo
de Luiz XIV? Mas havera por acaso alguma como
a de S. Vicente de Paula que ainda esteja em p,
que tenha resistido ao- choque das vicissistudes
humanas, e que nao fosse arrebatada por essas
tempestades que talaram o solo da patria?
Surto mais gloriosa esta reservada para es ho-
mens que a Providencia escolheu para ser os ins-
trumentos de sua sabedoria ou misericordia. O
prinripio de sua grandesa est no seio de Deus:
participa de sua immutabilidade. A fonte de be-
neficios, de que sio cannaes', esl no cu, e por
consequencia nunca secca. Nao morrem ; despo-
jain-se de sua copa; porm subindo inorada da
gloria, sadquirem mais poder para fecundara
sement divina que espalbaram na torra.
Assim se nos apresenta a bella e grqnde ima-
gem de S. Vicente de Paulo. J tres seculos nos
separam da poca do seu nascimento : e entre-
tanto vemo-lo ainda engrandecer ; sentimos que
vive sempre no seio da patria, e cada gerajo em
reconheciaiento dos ssus beneficios vem ajuntar
um novo raio ao brilho da sua aureola. Ah
que o curso di vid i s foi o ponto de partida da
missio regeneradora que devia cumprir. Seu no-
me tendo sido ura sypibolo de salvajao para a Fran-
ja, no momento era quo c tmejava para ella, bem
que de uma meneira oceulta amia, um lra)alho
de transformajao social devia confundir-se tambem
em todas as peripecias qm devia soffrer esta gran-
de obra, e contribuir poderosamente para segurar-
Ihe um feliz exilo, exe.nplo'de maiores perigos.
S. Viceute de Paulo morre, no momento mes-
mo em que uma hen-ia astuta espalhava por tola
a parto a pejonha dos seus erros, e envenenava
as instiluijes s mais veneraveis di egreja de
Franja, A philosophia do dcimo oitavo seculo
devia ser a consequencia de seus principios, e
accarretar tcrriveis catastrophes. E' no meio des-
la decoinposijo da ordem social que S. Viceute
de Paulo foi glorificado pela egreja e collocado nos
altares. E' um synibolo de prolecjioe dj salva-
rlo indicado pela Providencia para os lempos cr-
ticos que se aproximara
nuvens; a lempestade arrbenla e a mais lamen-
tavel revolujio se effectua : o throno precipitado
cora o altar no abysmo em que veem arruinar-se
successivamente todas as classes da ierarchia
social; o incendio e a carnificina tornam-se os
meios de destruir tolas as existencias c todos os
principios. U.-n marMIo nflexlvel demoliu tudo
sem piedale, e a nossa bella Franja nao aprsen-
la mais do que um immanso momio da ruinas.
Em apparencia esla man festa jio s uma fes-
ta religiosa; porm na realdade um completo
mysterio da Providencia que se effeclua. E' ura
pharol luminoso que indica o caminho a seguir pa-
ra conduzir salvamento ao porto a barca da so-
ciedade, destrocada pelas ondas. E' a arvore plan-
tada por S. Vicente de Paula que se mostra mais
rica do que nunca em vigor e fertilidade. A seus
ps abre-se uma grande fonte, donde emana em
borbotes caridade para misturar-se eo/n as aguas
amargas da torrente da democracia, e transformar
a propria trrenle em um rio pacifico e benfico
que levar a frescura e a fecundidade a lodas as
classes da sociedade.
A agitaeio dos partidos superficial; porm oc-
culta urna intervenjao maravilhosa de um Deus de
bondade e de amor. Cremos ver reapparecer os
mina das, e a aurora de uma era de consolajao
para os poros, c de triumpho para a religio. E' o
ponto de partida dc um magnifico movimento de
caridade, que se estende todo o corpo social e
que dar o seu nome ao nosso seculo. E, com ef-
feito, boje o nome de S. Vicente de Paulo esl era
todas as boceas; e seu corajio parece ter passado
em todos os corajes.
Contemplae esta nobre e bella creacao das con-
ferencias de S. Vicente de Paula I Vede com que
zlo se forinam, com que rapidez se multiplican)
nao so.nente em Franja como em todas as Majos
da Europa ; mesmo aim dos mares c al as extre-
midades do universo. E' urna rede de caridade
que involve o mundo inteiro para nio deixar sof-
frimento sem o allivio, necessidade sem soccorro.
K' urna expanso entre todos os povos, de todo
quanlo o corajio francez tem de iniciativa genero-
sa e de ndbrc dedicante, que, aitrabindo nossa
patria as suas aspirajoes e sympalhias prepara ao
mesmo tempo e por toda a parte nio s a gloria
da Franja, como o triumpho da religio. Vede que
mullido de obras, de congregacoes consagradas
ao serviju dos pobres surgem de lodas as partes e
vem coitocar-se sol* padroado do apostlo da ca-
ridade I
Nao baste dedicar-se proteejao material dos
povos; convm anda encarrpgar-se das'suas ne-
cessidades moraes e rehabilita-Ios, entregndoos
sua dignidade de homens e rhrhslios. E' ne-
cessario fazer vr a mais tenra infancia aos prese-
picos e salas de asylo, abrir escolas para a ins-
truejo da mocidade de ambos os sexos, e mesmo
classes de adultos para a edade madura. Sao pre-
cisas associajes de aprendizes e de patronos. E'
preciso, em summa, que a luz do progresso rbris-
tio penetre por toda a parto, c at na rabana a
mais obscura. Quera pi>is o motor que poe em
Logoapso honsoiilo se mistra carregado de l,nt,vi,"enlo todos os poderes da sociedade? E'sem-
pre S. Vicente de Paulo. Ule domina a nossa
Franja. Como em outro3 lempos, o propheta Elias,
subindo ao cu, deixou-nos o seu espirito.
Todas eslas obras diversas, esse bem inmenso
que se opera, esto impulso geral pelo melhoramen-
lo das classes inferiores da sociedade ; o seu pen-
samento que se realsa, a messo que elle proprio
semeou que Qfforece aos trabajadores da caridade.
(Conlinvar-se-ka.)
PERNAMBUCO. TTP. UC M. F. f. & FILHO