Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:10375


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Full Text
ASHO IL. OMERO 119.
Por (res mezes adiaundos 5SO00
Per tres mtzts vencidos 68UU
Porte ao correio por Ira mezes. 0750
Ti FEIBA 2S DE HfAIO DE 1884.
Por amo adiantad. .... 49)000
Porte ao correio pn- n anno 3J000
BNCARUEGAD03 DA SBSCRIPCO NO NORTE
Parahyba, o Sr. Antonio Alexandrino de Lima
Natal, o Sr. Antonio Marques da Silva; Araeaty,
Sr. A. de Lentos Braga; Cear, o Sr. J. Jos d
Oliveira; Maraahao, o Sr. Joaquim Marques Ro"
drigues; Para, os Srs. Manoel Pinheiro & C; A-
mazonas, o Sr. Jeronymo da Costa.
KNCARREGADOS DA SBSCRIPCO NO SUL-
Alagas, o Sr. Ciaudino Falcao Dias; Bahia, o
rr. Jos Martins Alves; Rio de Janeiro, os Srs. Pe-
eira Martina & Gasparino.
EPHEMERroES DO MEZ DE MA10.
PARTIDA DOS ESTAFETAS.
Oiinda, Cabo e Escada todos os dias.
Ignarassa', Goyanna e Parahyba as segundas el
sextas-feiras. Loa nova as 9 h., 54 m. e 2 s. da t.
Santo Antao, Gravat. Bezerros, Bonito, Garuara',} 13 Quarto cresc. as i h. e til m da t
Altinho e Garanhuns as tercas feiras. ji Lu, .y.^. ,. a. ,<* j. m
Pao d'Alho, Nazareth, LimoeiroTarejo, PesqueiraJ f C h., im..20.dim.
Ingazeira, Flores, Villa Bella, Tacaratu', CabrobJ as uarto ming. as 7 h. e 56 m. da m.
Boa Vista, Ouricury e Exu' as qoartas feiras.
Sennhem, Rio Formoso, Tamandar, Una, Barrei-
ros, Agua Preta e Pimenteiras as quintas feiras.
Ilha de Fernando todas as vezes que para ali sahir
navio.
Todos os estafetas partem ao V di*.
PREAMAR DE HOJB.
Primeira as'6 horas e 51 minutos da manbaa.
Segunda as 7 horas 18 minutos da urde.
PARTIDA DOS VAPORES COSTEIROS.
Para o sul at Alagas a 5 e 25 para o norte at
a Grsnja a 7 e 22 de cada mez; para Fernando nos
dias 14 dos mezes dejan, marc., maio, juLset. enov.
n PARTIDA DOS MNIBUS.
Para o Recito : do Apipucos s 6 /,, 7, 7 Va
8 Vi da m.; de Oiinda s 8 da m. e 6 da tarde; de
Jaboatao s 6 V da m.; do Caala e Varzoa s- 7
da m.; de Bemfica s 8 da m.
Do Recife : para o Apipucos s 3 /i, 4, 4/, 4 /,,
5, 5 /4> Vi e 6 da urde; para Oiinda s- 7 da i
manhaa e 4 Vida tarde; para Jaboatao s 4 da tor-1 \
de; para Cachang e Varzea s 4 '/ da tarde-, para Segunda vara do ctvel: quartas e sabbados a 1 hora
Bemfica s ida tarde. | da tarde.
AUDIENCIA DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio: segundas e quintas.
Reanlo: tercas e sabbados s 10 horas.
Fazenda: quinta* s 10 horas.
Juizo do commercio: segunda s 11 horas.
Dito de orphos: tercas e sextas s 10 horas.
Prmeira vara do civel: tercas e sextas ao meio
DIAS DA SEMANA.
IR Segunda. S. Basilio are.; S. Desiderio b. m.
24. Terga. S. Antonio b.; S. Vicente de Leirins.
2-j. Quarta. S. Gregorio Vil p.; S. Urbano p. m.
36. Quinta. c|p Pesia do Cor|>o de Deus.
j7. Sexta. S. Joto p. m : S. Ranulfo m.
8. Sabbado. Ss. Senador, Podio e Justo bb.
'J. Demiugo. S. Maxmiano b.; S. Mximo tu.
A3SIGNA-SE
no Recife, em a livraria da praga da Independencia
ns. 6 d 8, dos propietarios Manoel Figueiroa de
Fana A Filho.
PARTE OFFICIAL.
*0\ER!\0 DA PROVINCIA.
Expediente do din 21 de maio de 1861.
odelo aoExm. Sr. Dr. Mo Cryspiniano Soares,
presidente da provincia do Rio de Janeiro.Inlei-
rado pelo seu oftlcio de 3 do corrente de ha ver V.
Exe. prestado juramento e tonado posse da adm-
nistrago dessa provincia para a qual foi nomeado
por carta imperial de 23 de Janeiro ultimo, tenho
a sati.-fago de assegurar a V. Exc. que me encon-
trar sempre prompto para execular suas ordens,'
qur sejam relativa ao servico publico, qur ao
particular de V. Exc:
Dito ao Exm. vice-presidente da mesma provin-
cia.Com os oflkios de V. Exc. de 19 e 29 de abril
ultimo receb os exemplares da falla que V. Exc.
dirigi assembla legislativa dessa provincia no
da 25 daquelle mez por occasio da abertura de
sua sessao ordinaria, da collecgo das leis promul-
gadas pela mesma assembla no anno passado e dos
actos presidenciaes publicados no mesmo anno.
Dito ao brigadeiro commandante das armas.
Communico V. Exc. que mandei por em liberda-
de o recruta Paulo Ferreira da Paixo, visto ter
sido considerado incapaz do servigo em inspeccao
de saude.
Dito ao mesmo.Queira V. Exc. mandar dar
ixa do servigo ao voluntario do 7* batalho de in-
....alara Venancio Resende de Lira, visto que nao
tciiqo a idade exigida por lei assentou praga contra
a vointade~Je~sett-pai;i,ino Jos de Lira, que o re-
clama.
DJio ao inspector da thesouraria de fazenda.
Cornmnico V. S. que o juiz municipal e de or-
phios do termo do Brejo, bacharel Hisbello Floren-
lino Correa de Mello enlrou no do corrente no
gozo da Itcenga que obtevo para tratar da sua
taude.
Dito ao mesmo.Remetto V. S. para os conve-
nientes exames as coutas em duplcala da receita
c despeza do hospital militar, relativamente aomez
le abril ultimo.
Dito ao inspector da thesouraria provincial.
Declaro V. S., para seu conhecimento, e lim con-
veniente, que, tomando em consideraco o que ex-
poz o empreiteiro da estrada do norte", engeuheiro
Jos Mamede Alves Ferreira, resolv, em vista das
informagoes ministradas esse respeilo pelo direc-
tor das obras publicas em 13 e 18 do corrente mez,
sob ns. 132 e 134, que as 200 bragas de erapedra-
mento que o mencionado empreiteiro obrigado
pelo seu contrato a fazer naquella estrada no lugar
denominado Subida de Araripe, sejam execuladas
na de Oiinda a partir da ponte de Santo Amaro em
liante.Communicou-se ao director das obras pu-
blicas.
Dito ao mesmo.Accuso recebido o offlcio de 19
do crrente, sob n. 186, em que ". S. me partici-
pou liaver Francisco Alves de Miranda Varejo,
dando por fiador o tenente-coronel Joaquim Manoel
do Reg Brrelo, arrematado com o abale de 13 %
no prego do respectivo orgamenlo a conservagao
da estrada do sul entre o marco de 12,000 bracas
t o engolillo Massangana, e em resposta tenho a d-
zer que approvo essa arrematado. Coramunicou-
se ao director das obras publicas.
Dilo ao mesmo.Annuindo ao que solicitou o
director da repartigAo das obras publicas em offlcio
de honlem, sob n. 135, recommendo V. S., que
mande adianlar ao thesoureiro pagador daquella
reparligao a quantia de 1505000 pela verbacalga-
menlo- para occorrer as despezas com o nivela-
nclito da ra do Imperador que ora comega a cal-
jar-se e para construegao desse servigo em outras
ras desla cidade. Comtiiuuieou-se a director da
reparligao das obras publicas.
Dito ao Dr. cliefe de polica.Com a informago
ministrada pelo inspector da Ihesouraria proviucial
em 19 deste me/, soo n. 184 e junta por copia, res-
pondo ao offlcio de V. S. de 12 do mesmo mez com
referencia a outro do delegado do termo do Rio
Formoso sobre a alimentago dos presos pobres da
respectiva cadeia.
Dito ao commandanle superior da guarda nacio-
nal do Recife.Em deferiinentu ao requerimento
do lente Pedro Paulo dos Santos sobre que versa
a sua informagao n. 62 de 19 do corrente, autonso
V. S. a mandar aggrega-lo as 1- batalho de arti-
llara da guarda nacional sob seu commaudo su-
perior,
Dito ao mesmo.Expega V. S. as suas ordens
para que um dos eorpos da guarda nacional sob
seu commando superior preste ma guarda de hon-
ra para assistir a festa do Corno do Deus, que se
tm de celebrar na igreja matriz desta fregueza no
dia 2t do corrente.
Dito ao director do arsenal de guerra.Mande
V. S. ferropear o sentenciado militar Manoel Ne-
ves Barbosa como requisitou o brigadeiro comman-
dante das armas em offlcio n. 90'J de 18 do corren-
te.-Communicou se ao brigadeiro commaudante
das armas.
Dito ao mesmo.Transmiti por copia V. S.
para seu conhecimento o lento de exame a que se
proredeu nos artigos de fardamento que V. S. re-
metlou M corpo de guaruigo da Parahyba, de
conformidade com as ordens imperitos.
Dito ao director geral interino da instruegao pu-
blica.Fico inteirado pelo seu offlcio de 19 de ha-
ver o delegado litteraro da freguezia do Recife
eommunicado Vine, que o professor particular
de instruegao primara daquella freguezia Manoel
Alves Viauna, nceiieta em sua casa alumnos de
ambos os sexos, encanegando-sc elle do ensino dos
meninos e su mulher do das menina?, contra a
disposigo expressa do art. 91 da lei n. 3ti9 de 14
de maio de 1855, e que intimado para transferir
para outro local urna das ditas aulas no prazo im--
prorogavel de 20 dias, sob pena de se Ihe mandar
fechar urna dellas, nao s continuou a recebar os
alumnos da ambos os sexos desobedecendo assim
a intimago daquelle delegado ao qual dirigi o
offlcio que Vmc. me remetteu em original. Em
resposta tenho a dizer-lhe que em vista de seme-
Jhante proced ment, mande Vine, nos termos do
art. 101 da citada lei, fechar urna das sobreditas
nulas, licando certo de que nesta data me dirijo ao
promotor publico deste termo para proceder na
orma da lei contra o referido professor.Offlciou-
t>e ueste sentido ao promotor publico.
Dito ao director da colonia militar de Pimentei-
ras.Para qne possa ser engajado como colono
nesse eslabeleeimento, Francelino Jos Rodrigues,
que tem praca de 2 sargento no 4* batalho de
artilliaria a p deve ser elle demillido do posto e
este preenchdo per outra praca. ltenla a falta que
ha de inferiores na companhia a que pertence,
como se declara as informagoes por copia inclu-
sas. O que Vmc. Ihe far constar.
Dito a cmara municipal do Recife.Respon-
dendo ao eflicio que me dirigi a cmara munici-
pal da cidade do Recife, em II do corrente, tenho
a dizer-lhe que nao havendo verba no orgamenlo
municipal para a construegao de urna capella no
cemiterio publico da freguezia de S. Lourenco da
Malta, proposta pela mesma cmara em seu citado
offlcio, convm que opportunamente se solicite da
assembla provincial a quota necessaria para se-
melhante obra.
Dita acamara municipal de Pao d'Alho.Intei-
rado do que expoe a cmara municipal da villa de
Pao d'Alho, em offlcio de 9 do corrente, relativa-
mente ao contrato da construegao das obras do
acouguc dessa villa, tenho a dizer-lhe que sendo
mats regular e conveniente que seja posta nova-
mente em praga a construegao da referida obra
rom as modifleacoes feitas pala reparligao das
obras publicas, na planta e orgamenlo que acompa-
nharam o meu offlcio de 23 de abril ultimo, com-
pre que a mesma cmara assim o faga, dndome
opportunamentc sciencia do resultado dessa arre-
maiago para poder esse respeito resolver como
fr conveniente.
Requeiro que anles da decisio do requerimento, Va Su. Dkpctado : Nao se trata de soccorro,
se consulte casa aftrn de saber se a Torga publi- trata-se de proteego.
ca est ou nao cargo da commissao de polica. O Sr. Nabo* : Entao acha o nobre deputado
S. R.Carvalho \toura. que um subsidio annual de 25 contos de rcis,.e-por
O Sr. G. Cahpeixo insiste na sua opiniao, man- prazo indeterminado nao soccorro, e soraente prr>
festando-se contra o requerimento ltimamente teceao? Pois eu entendo o contrario; e sem que-
ito ao delegado-dQ Limoeiro.Tendo declinado apresentado. rer entrar em discussoes de synonimos, direi, que
de intensidade a varila que grassava nesse termo, O Sr. Paula Baptista : (Nao devolveu sen soccorro todo c qualquer auxilio real,
como consta de seu offlcio de 16 do corrente, de- discurso.)
clare Vmc. se convm dar-se por linda a commis-
os melhoramemos, a que tem chogado as macniuas.
O Sn. Gervasio Campullo .^Obrigado
OSh. Nabor : Acumpanhando Ipois o nobre de-
putada em sua proposgo, direi, que, segundo a
natureza da canna, nao acho possivel inventar-se
outra machina melhor para a eslracgo do caldo,
do que a que j temos de tamboeez honsontaes, sen-
. que se do portante j conhecida por todos os nossos agr-
j presta aos necessitados, afim de satisfazerem estes cultores, que igualmente j devem. saber que os de
K remettido a mesa e apoiado o seguinte reque- a urgencia de suas necessidades, ao passo que, pro- tambores de maior dimetro, sao preferiveis aos de
sao em que se acha o capitao cirurgio da guarda rimento : | teceao o favor, que se presta aos que se acitara menor...
nacional Antonio Francisco da Cunha. Requeire que antes da votagao do requerimento em'condigoos pouco avantajadas, afim de que por Um Sr. Deputado :Nao ha tal, os tambores de
Despachos do dia 21 de maio de 1881. em discusso, se consulte i casa afim de que ella si mesmos removam as suas difficuldades e pro- menor dimetro sao preferiveis, nao s por que
Requenmentos. declare se em vista da votagao havida sobre o re- movam o seu bem estar. E nesse ponto direi que andam mais ligeiros, como por que demandam de
Americo NunesCorreia.Nao axiste vagoolu- querimento que na sessao de 18 se apresentou : a maior proteegao, que se pode prestar a agrtcul- menor forga...
gar que requer o supplicante. Para retirada da Jorga, ficou esta retirada depon- \ tura, nao por certo conceder-se um subsidio an-
Austricliano""
ral interino da
Adelino Cele:
Bemjamim
tor da thesouraria provincial. prejudicados, ficando portanto determinado que a las, e de systemas de crdito, afim de arrancar a
Diogenes Francisco Pessoa.Como requer. f?rCa acha,,a-se a disposigo da commissao de po- : olasse de sob o jugo dos agiotas que sao no nosso despreso-a, se tiver de levantar algum engenho.
Francisco Silvestre das Chagas.Nao tem lugar. "c'a- ... pal* <** verdadeiros algozes da industria em geral,' Mas. como ia dizendo, Sr. presidente, as melhe-
Hyppolito Cassiano de Vascoocellos.Recorra o Contina a discusso adiada do projecto que es- e especialmente dos agricultores. ; res machinas para a exlracgao do caldo da canna.
; labelece o imposto de 2095 por cada caixero A casa nao pode desconhecer que os nossos agri- j sao tao geralmente conhecidas pelos nossos agri-
estrangeiro. : cultores lutam com immensos embaragos, nao po- cultores, que o engenho modelo pouco poder
O Sn. Presidente :Tem a palavra o Sr. Sil- dendo introduzr na sua industria os methoramen- adiantar, a nao ser no que respeita a forga motriz,
veira Lobo. tos aconselhados pela sciencia porque, victimas da cuja melhor descoberta por certo a do vapor,
I O Sr. Sil veira Lobo : (Nao devolveu seu usura, os lucros que podem retirar do seu trabalho que tambera nao desconhecida pelos nossos agri-
discurso.) i sao insufficienics para occorrer as suas mais ur-[ cultores.
I O Sr. Silva Barhos : (ilo devolveu seu dis
, curso.)
O Sr. Nabor :Pois bem, o nobre deputado nes-
se ponto est mais adiantado do que cu, e poder
sem duvida alcangar premios por sua descoberta,
se a fizer conhecida pelos senhores de engenho, ou
polos socios do Instituto Agrcola, quando houve-
tem de montar o engenho modelo. Quantoa mim,
supplicante aos meios judiciaes.
Irmandado do S. S. Sacramento da freguezia de
Santo Antonio desta cidade.Dirija-se ao Sr. com-
mandante superior da guarda nacional do Recife.
Joo Rodrigues da Silva Valles.Informe o Sr.
inspector do arsenal de marinha.
Jos Francisc'Lopes Lima.Informe o Sr. com-
mandante superior da guarda nacional do munici-
pio de Goianna, se existe vago o posto de capito
da 5a companhia do batalho n. 15 de infamara.
Jos d'Avila Bittancourt Neiva.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Martilina Francisca de Paula.Como requer.
Manoel Thomazdos Santos.-Informe oSr. cora-
mandante do presidio de Fernando.
Marcolino Antonio Xavier.Informe o Sr. direc-
A discusso fica adiada pela hora.
O Sr. Presidente designa a ordem do dia e le-
vanta asessao.
j SESSAO ORDINARIA EM 23 DE ABRIL DE 1864.
presidencia do sr. CONSELHEIHO tugo de
LOUlUtIRO.
A's 11 Vi horas da manha feita a chamada e
achando-se prsenle numero legal de senhores de-
gentes necessidades, para pagar ao mesmo tempo
os exagerados juros de alguns capitaes,que se tem
visto obrigados a tomar premio aos seus corres-
pondentes ou aos agiotas.
Para obviar esse mal, o nico meio que a scien-
i cia aconselha, aquello cujos resultados sao infalli-
veis e se acharo coreados pela experiencia de ou-
tras nagoes sem duvida a creago de bancos agr-
colas hypothecarios, que a juro mdico faciliten!
aos agricultores a adquirgao de capitaes de que
por ventura ptecisero.
Entretanto Sr. presidente, a esse respeito nada
se tem fmiciado entre dos. Os poderes geraes do
O Sr. Ramos :Est engaada I a forga motriz
aprender do engenho modelo-, porque dependendo
o melhoramento deste proeesso especialmente dos
agentes nelle empregados, nao ha mais quem igno-
re, que o carvo animal -dc todos o melhor, depois
o sangue de boi, ou de porco, depois a diquada,
dissolugao de cal, etc. Ora o primeiro claro, e
como tal nao pode ser entpregado com vanlagem
pelos nossos fabricadores de assucar; o segundo
de dillicil adquirigo para lodo o correr de urna
salfra, e como tal inaprovekavel pelos nossos agri-
cultores ; resta-nos por lamo os dous ltimos, que
serao iodubUavelmente os de que usar o proprio
engenho modelo...
Passemos agora ao proeesso da crystalisagao e
branqueago, que o ultimo porque lem de passar
o assucar nos nossos engenhos, a menos que nao
se queira estabelecer Lambem uestesfabricas de
refinaiao.
Este proeesso depende, alm de um perfeito cu-
zimento, de vasos para a recepgo, e de lavagem,
a que chamara nos nossos engenhos purgaro.
A materia de que devem ser feitos estes vasos, tem
de ser-ou o ferro, ou a madetra, ou e barro. Ora
os vasos de ferro, alm de demandaren) um gran-
de emprego de capital, sao muito pesados, sujeitos
a ferrugem, e pouca propriedado possuem para ab-
sorver a humidade do assucar bruto, por falla de
porosidade conveniente...
Um Su. DEttT.vDo:Nao ha tal,
res...
so*os inelho-
PERIUMBCO
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 22 DE ABRIL DE 1864.
tor geral interino da instruegao publica
Bacharel Rufino Colho da Silva.Junte o reue- i Pu^d0.s> anre-se a sessao.
rimento que quer enderegar ao governo imperial.! "da e approvada a acu da anterior.
^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^ r O Sa. Primeiro Secretario declara nao haver estado, a quem mais de perto incumba
expediente. gao de semelhantes meios, at hoje nad;
E' hdo e approvado o seguinte parecer : to, protestando-se impossibilidade occasionada pe-
A commissao de obras publicas tendo nova- lo nosso mi systema hypothecario; como se os
mente considerado a petigao de Francisco Pereira systemas de crdito territorial s possam ter um
de Carvalho, arrematante do 12* lanco da estrada meehanismo, e nao sejam susceptiveis de rauitas e
do sul, em que sendo a reslituigao da quantia de- variadas combinagoes adoptaveis a esta, ou aquella
duzda das prestagoes na forma do art. 32 da lei lei hypothecariafranceza. (d'onde vem o plagio)
n. 286, firndando-se em que essa quantia nao prussiana ou brasileira, mais ou menos garantid-
mais do que um deposito deixado pelos arrematan- ra do* direilos, e privilegios do proprietario terri-
tes, para garanta da conservago dos trabalhos ; torial.
e como pela informagao ministrada pela reparligao Esta assembla por sua vez tem feito tentativas
competente ; nada se coilige a este respeito, enlen- para instituir bancos agrcolas, ou ruraes hvpothe-
de a commissao que seja de novo remettido the- carios, na provincia, reconhecendo por certo ter
souraria provincial a petigao sobradita, afim de in-: para isto a competencia, que hoje Ihe querem con-
formar se a quantia mencionada j foi ou nao res- teslar alguns dos seus sabios legisladores; mas se-
tituida. nhores, nao sei que fatalidade pesa sobre a nossa
Saladas cominissoes,23 de abril de 1864.Reg provincia, que nenhum projecto tem apparecido
Barros.Compeli. neste seutido, que inmediatamente nao tenha sido
E' lido e approvado o seguinte parecer : | morto da asphixia sob o peso das pastas...
A'commissao de agricultura, commercio e O Sa. Sabino :E o projecto do nobre deputado
PRESIDENCIA DO SR. CONSELHEIRO TRICO DE
LOUREIRO
(Conclusao.)
E' lido e apoiado o seguinte requerimento :
Requeiro que se consulte casa acerca da reti-
rada da forga do pago da assembla.Gervasio
Compeli.
O Sr. Silva Ramos : Antes de ser iulgada a
mogo do nobre deputado, acho que se deve deli-
berar acerca de urna interpellagao feita pelo Sr.
Jos Maria.
O JSr. Jos Maria perguntou se a forga estava
disposigo da casa ou da commissao de polica, se obras publicas foi presente a Informaco da repar- j ier tido esta sorte ?
para reunirse a forga era preciso urna deliberago tigao das obras publicas sobre a petigao dos hab-! o Sa. Nabor :J est at em putrefaego. (Ri-
da assembla, ou se a commissao de polica por si | {antes do segundo districto dos Afogados. Conside- sadas./ -
s poda deliberar essa retirada. rando que a camboa dos Remedios foi abe/la pelos j^ gf. presidente, vottando a questao, e pres-
os h. Jos Mara :O Sr. Gervasio foi quem proprios moradores do lugar que hoje se queixam clndiudo da incoosttuconalidade do projecto, de
fez essa interpellagao. dos resultados desta obra; considerando que o go- coja discusso nos oceupamos, eu nao passo en-
O Sr. Buarqle :O nobre deputado requereu verno j executou a estrada denominada dos Re- cnergar nelle a grande utilidade, que enchergara
isto, depois retirou o seu requerimento. : medios para por em communcagao a de Pao d'Alho ; os nobres deputados que o sustentara -, por isso que
O S.. Silva Ramos :Se decidir-se que a forga com as do sul e Victoria ; considerando, mais que 0 engenho modelo, cujo eslabeleeimento se pre-
est disposigo da casa, pode receber-se a mo- a estrada pedida nao satisfaz hoje como diz o Sr. tente animar com aquella subvengao de 25 contos
gao ; mas se decidir-se que est disposigo da director das obras publicas a necessidades impe- do res annuaes, nao pode olTerecer beneficios taes
commissao de polica, creio que a mogao nao pode riosas e que ella de utilidade municipal, a a agricultura, que compensem
ser aceita. Portanto, acho que V. Exc. primeiro de- commissao de parecer que seja indeferida a peti-1 crilico.
ve consultar casa acerca da interpellagao. gao dos proprietarios das mediagoes da estrada de-; t-M Sr. Dbputado : -Incalculaveis!...
O Sr. G. Campello (pela ordem) diz em juslifl- nominada do Laca no segundo districto da fregu- j o Sn. Nabor : Pode ser: mas por isso mesmo
cacao do seu requer ment que o apresentou na za dos Afogados. desejo, que os nobres deputados me convengam do
conviegaode que a forga se achava disposigo da Sala das commissoes, 23 de abril de 1864.Cam- err0) em que por ventura me ache, alim de que
casa, tanto mais quanto na ultima sessao foi justa- pello.Reg Barros. \ possa dar o meu voto com maior conhecimento de
mente o nobre deputado que acaba deassentar-se,: (Continuar-seha) \causa. Entretanto cumpre-me dar as razes de
que declaren muito formalmente que a commissao _______ minha duvida.
de polica nao poda por s s deliberar a retirada QUaes sao as vantagets, que o engenho modelo
da forga, visto que ella permaneca em virtude de UiSl'lirst 00 Sr. u|> 111;10 Mltr, pPO- olferece a industria agrcola em geral ? Por certo
IIIIII--iailo Da SCSSO e 9 de abril. 2ue inhuma i cultura do caf, algodo e outras
" ., 0 ... .. ,___ de que se oceupam os agricultores do centro da
O Su. Nabor : Sr. presidente ped a palavra proincia e uKe d5o alimen,0 tda nossa ^
nao para impugnar inte.ramente o projecto em dis- ^, Jo M ^os cullivadores da canna dt assUL.ar>
cussao, cuja utilidade poder ser anda demonstra- ^SfSmk o engenho modelo fornecer meios de
da na casa; mas para fazer sobre elle algumas re- ^^ pralicamente quaes os melhoramentos,
flexoes, que mo parecem judiciosas. O (im do pro- d suscenlivel esia ndustria
jecto Sr. presidente auxiliar o Instituto Agrcola | at
ganas fabricas de refinago, tendo-se pteferido os
pequeos vasos de barro, que s se diiTerengara das
nossas formas pelo tamanho.
Os vasos de madeira tambem nao sao bons, por
estarera sujeitos a impregnaram-se deazedoe
obstarem assim a absorpgo regular das humidades
do assucar em rama.
Os melhores vasos portanto, sao os de barro, que
alm do pouco dispendio para se os obter possuem
em maior escalla do que os dequalquer outra
materiaa propriedade de absorver as humidades,
auxiliando assim muito poderosamente o proeesso
que a de vapor...
O Sr. Nabor :Nao contesto que seja mais com-
moda, e menos dispendiosa ; mas nem lo pode-
rusa, nem poder ser lo geralmente applicada, ]
(por depender de condiges naturaes) como a do |
vapor.
Mas, Sr. presideote, podero todos os nossos cul-
tivadores do canna empregar em seus engenhos
esta forga ? Nao depende o emprego della de gran-
des capitaes, de que nao piden dispor, com bem
nossos agricultores 1 E por
poucas excepgoes, os
a promo- j tanto de que servir industria o emprego della no
gao de semelhantes meios, at hoje nada teem fe- engenho modelo 1 De seduego aos Incautos ? Pos'da cVyslaTisagao'e nrtoMDeacfollottSMN*1"
bem, a esse respeito apreseuiarei um faci, que p- 0 que converia, talvez, seria reduz-los meno-
de ser confirmado pelos meus collegas deputados res tamanhos : mas para isso nao precisaremos por
de Goianna, e que espero seja apreciado pela casa: cerl0 de-engenhos modelos
o Sr. Jos Francisco de Paula Cavalcanti, salvo o; yuaal0 as |avagens, pouco melhoramento tain-
erro de nome, senhor do engenho Jacar, nada de- bem M pode dar e,|as nio de(n sef
va a praga, quando, seduzdo pelas machinas de radas simplesmente com-liquidos : lerao portanto
vapor, emprehendeu montar em seu engenho, que : de ser execuladas, ou por meio da ara e agua,
mais ou menos ia dando conta das safras, que as i como ^ faz na Europa, ou por moio da dissoluco,
loteas perroittiam crear, sem comprometti- ou raiiiura do barro e agua como se faz eQlre 'os.
O que succedeu Nao ten- A nao ser a|guma ad(]j ^ de arvj0 ra,ad ue
suas
ment de sua fortuna
urna deliberago da maioria da casa ; e que
disso o honrado presidente da assembla, abunda-
ra na mesma idea, flzera a declarago positiva de
que a forga se achava disposigo da casa, e s
por ella poda ser mandada retirar.
Nestas circunstancias julga o honrado orador
que o seu requerimento est no caso de ser sub-
mettido deliberago da casa.
O Sn. Amynthas (pela ordem) :Sr. presidente
havendo V. Exc. posto em discusso o requer
ment do nobre deputado pelo segundo districto,
um nobre deputado pelo terceiro districto lem
brou que licra pendente de tontera urna de
ciso.
O Sn. Presidente : Nao ha decisao nenhuma
pendente.
O Su. Amynthas .Ficou pendente esta decisao
subsidio por es,a assembla a urna associago de
que nao falla o acto addicional...
Um Sr. Deputado :O projecto nada tem de in-
constitucional...
O Sr. Nabor :Nao assim!... o nobre deputa
tou: mas o que resullou d'ahi? resultou a sua ru
na, de forma que hoje nao se pode elle mais dizer
senhor daquelle engenho, mas sim feilor ou admi-
nistrador do seu correspondente I..
Eis aqu portanlo um exemplo vivo e tocante da
seduegao que pode despertar o espectculo dos me-
lhoramentos da industria agrcola, sem capitaes I
Nao ser, pois, em lugar de um beneficio um pin-
jo que iremos expr os nossos agricultores me-
nos abastados pela seduego?..
U Sr. Deputado :E para os que quizerem.
O Sr. Nabor :E eu direi, que para os que ti-
verem dinheiro, ou capilaes dsponveis; por que
os que nao liverem e quizerem obter por empresti-
mo dos agiotas, cavaro impreterivelmente a sua
ruina.
Entendo, portanto, Sr. presidente, que o engenho
um semelhante sa- modelo, nenhuma vanlagem pode olerecer a gera-
lidade dos agricultores quanto ao melhoramento do
proeesso da extraccao do caldo da canna ; sendo
alm disto, certo, que, seja qual fr o proeesso em-
pregado, nao se poder obter em caso algum os 18
por cenlo da parte sacharina, que a canna conlin
em relago ao seu peso, nao s pelas razes ja pro-
duzidas pelo meu nobre collega pelo 2a districto, as
quaes procedem da verdura, maluridade e degene-
ragoda canna, por occasio da colheita, como lam-
bem pela razo da consumpgo de grande parle da
materia sacharina, que o fogo tem naturalmente de
operar no proeesso do cuzi ment do caldo. Aquel-
les 18 por ceuto, senhores, tem sido apenas verifi-
cados por meio da arte sacharimetrica, que j hoje
dispe de dous processos distinctos, um ptico e ou-
tro chimico, possuindo aquelle vantagens sobre este,
pela exactido com que por meio do palarimetro
se analysam e se medem as molculas assucaradas
da canna.
E como se v, nao pode a sacharimetria ter ap-
plicago alguma no fabrico do assucar, que nao
pode condensarse,e tomar pela conceniragoessa
i or aperfeigoamento no proeesso da cultura da consistencia de massae de crystal, sem passar pelas
canna. calaeiras e conseguintemenle pela censumpgo do
Mas sem capitaes para augmentar o numero dos fogo, e depois pela lavagem o purgatura as fr-
I bragos, de cuja falta se ressente a nossa lavoura ;' roas, e conseguintemenle pela liquidificagao da
sem capilaes para a acquisgo de instrumentos agua
do dinheiro, contrahio um emprestimo cora o seu ,a|VM convento fazer qualquer dessas misturas e
correspondente para o hm de comprar e montar que pode ser experimentado por qualquer agricul-
um vapor em seu engenho. Efectivamente o mon- lor nao sei mesmo 0 dr;k adia,ar a re!pei.
tmi* m:i* n niw ruciillmi H'-ihi"* n>viilliiii a *ilMk ni I- ------*- -___a_n_ >
jecio sr. presracnie o auxiliar o insiiu i *|''*. Principiemos pela preparago do terreno e plan-
desta provincia com um subsidio annual de%,.con- 'tacio daFCann/ Pa^a \sl0\ aue necessaro?
Eis aqu portinto a razo principal desse allegado
nndor grandes ws, que obsta roleagao ou servigo re-! dsperdicio da grande parte da materia sacharina
.ihJntpt Bular d0 arad0 sem capilaes anda para o aug- da canna I
Hilantes ...,.. i__- ... i.ji.n,.....;^ Mumnc iu>c .i.i^il.i i* (lpivanp.cnr-nos ilest.i
sobre a interpellagao do nobre deputado, e eujul- do sabe, que s podemos legislar sobre objectos es- ara,ori e de alavancas para a extraccao das
go que devena ser tratada hoje antes de decidir- pecihcados no acto addicional... e pergunto -
se sobre o requerimento. qual artigo desla nova le fundamental se
Assim, Sr, presidente, para que naja melhor or-, encontrar fundamento legitimo para semelhantes "-'"^7as""toiad^'dos"engenho!, Id'ispensaveis' Podemos, pois, desde j, desvanecer-nos desta
dem, para que os nossos trabalhos marchem com concessoes ? Sera no art. II) 2o que trata da ins- para este genero de servico impossvel que o esperanga de alcangarmos na industria sacharina,
' cultivador da canna introduza na sua fazenda melhoramento algum tendente ao apreyeiainento
qualquer aperfeigoamento que neste genero de tra- tolal do assucar conlido na canna Nao passara
balho, teoha presenciado no engenho modelo. Eis [ jamis de esperanga, ou anles de illusao que qual-
aqu portanto a maioria, ou anles a quas totalida-. quer que seja o proeesso, que o engenho modelo
de dos nossos cultivadores de canna, que vive1 tenha de nos pr vista para a exlracgao do caldo
melhor reglandade, requeiro novamente que se I truegae publica, e estabelecimentos proprios a pro
decida em primeiro lugar o que propoz o Sr. Silva movd-la ?... Por certo que nao 1.. Ser no 10 do
Ramos, afim de saber-se, se a forga esi ou nao mesmo artigo, cuja especie comidasocarros
disposigo da assembla, ou se da commissao de pblicos e associacoes polticas ou religiosas ?... Me
polica, para ento podermos discutir o requer- parece anda, que nao Itivadores de canna, que vive'tennaae por a visia para a exu atgau uuwi
ment. Um Sr. Deputado : -Enlao pori8. act0, addl'' exausta de frca por Talla de capitaes, sem poder' Passemos ao proeesso do cuzmenlo e clanfica-
A materia do requerimento nao pode ser dec- cional nao falla positivamente de Institutos Agnco- aproveilar.se |jos' neihorainenlos praticados pelo l gao do melago. Para este proeesso pouco poder
dida, senao depois de urna longa discusso ; e para | las segue-se que nao possamos legislar sobre el-1 engenh0 itodeo. : novar o engenho modelo, por sso que o systma
Eis aqu s podando aproveitar-se destes melho
que gastarmos urna ou duas horas discutndo, para j les ?__
depois Hcarmos na raesma ? Eu requeiro portanto O Sn. Nabor :Nao se segu, yerdade, e neste
V. Exc, que bem da ordem... ponte muito me apraz ver o nobre'deputado de ac-
Um Sr. Deputado :Eu acho que a bem da crdo com a minha opinio, e em divergencia da-
desordem. quelles que s querem ver os objectos de que falla
O Sr. Amynthas :... V. Exc. digne-se de con- o artigo 12 do acto addicional na letra expressa dos
sullar primeiro casa sobre se a forga se acha ; dous artigos antecedentes; e que quando nao veem
disposigo da commissao de polica, ou da maioria indicados nominalmenle na tal letra este ou aquelle i ''\.- *i ,ri,in.
da casa. ; eslabeleeimento de utilidade publica, dizem logo de l
O Sr. Jacobina (pela ordem) observa, que a bem cadeira e com a gravidade de jurisconsultos pro-
da regularidade dos trabalhos, era respeito s dis- fundos e de legisladores abalisados: Nao podemos
posiges do regiment, a casa deve decidir pre- legislar sobre esta materia, porqueUnius inclusio
viamente sobre a materia do requerimento do no- alterius est exclusio...
bre deputado pelo segundo districto, e nao nter- Um Sr. Deputado:Est fazendo alluso
romper-se esta discusso para subuetter-se ao projecto de banco agrcola,
seu conhecimento mogo diversa. O Sr. Nabor :Nao lago alluso alguma; mas
O Sr. Presidente : Julgo-me com direito de ja que o nobre deputado me chama para esse ter-
recommeudar casa que a decisao deste requer-1 reno, direi, que de extranhar que acerca d meu
ment depende da decisao previa da outra questao : projecto, que inconteslavelmente ofTerece mais ge-
: se a forga se conserva por nica deliberago da ral e proficua proteego a ndustria agrcola da pro-
mesa, ou por deliberago da maioria da casa. vincia, s tenha dado um parecer fundado naquel-
ramentos os poucos agricultores ricos, que
i ao seu
de caldeiras mais apropriado para elle justamen-
temos | te o de que j usara os nossos agricultores, nao se
i provincia I Mas estes, permilta-se-me que falle podendo empregar o de que usam na Europa os
a verdad em abono mesmo delles, nao precisara refinadores e dos quaes ja temos um na relinagao
ter diante das vistas urna fazenda modelo, para que! da Monteiro, transportado para aqu, e montado
melhorem os seus engenhos. Nao ha um s, tal- j pelo Dr. Manoel de Barres Brrelo. Admtttido, po-
existencia daquelles instrumen- rm, que este systema seja apropriado ao cuzmien-
a vapor ; e entretanto bom i to do caldo e melago da caima, e conseguintemenle
poucos tem querido trocar o servigo da enchada j
pelo do arado I E o que significa este facto ? Nao
applicavel aos eogenhos, pergunto: como poder a
maioria dos nossos senhores de engenho usar del le,
anda mesmo se o tver de presencear e examinar
no engenho modelo, se Ihe faltam capitaes e meios,
para os mandar comprar Europa ? O seu prego
summaraente caro, e, se nao me falla a memo-
ria, tal, que dentre os proprios agricultores rico,
um ou outro, o poder sem sacrificio, mandar bus-
car, tendo para isto de despeuder de 40 60 contos
de ris.
Um Sr. Deputado :Nao tanto I..
O Sr. Nabor : Parece-met er ouvido isto da pro-
) Sr Jacobina :-V. Exc. tontera disse que a le aphorismo de direito. prclendendo-se assim uV qSe Toda'T^sa S5SglSMe j lnstriuny tos I Bfta boceado Sr Manoel *^^X'itonto"
hypothese estava resolvlda, que a forga estava monstrar a sua inconstitucioualidade; e que a res- i ratenos, e de al-vancas, seja prefer vel a enchada, sim nao seja, quando o seu prego WDU ,
que para a plantago da canna o servico da encha
da olferece tambem suas vantagens, como por
exemplo a da melhor filiaro, que nao pode offore-
cer o servigo do arado ?..
Um Sr. Deputado :Isto um absurdo t
(Trocam-se muitos apartes.)
O Sr. Nabor :Pois asseguro que urna ver-
dade I e to verdade que nao precisa de outra de-
monstrago se ne a dos fados I
Mas admittindo mesrao, que assim nao seja; isto
disposigo da casa, que s esta a poda mandar re-
' tirar.
O Sr. Presidente :O meu nobre amigo j
: acabou de fallar, e fallara bem ; pego-lhe que me
| deixe continuar.
E' mister, como j-taontem declarei, que se deci-
j da previamente se a forga publica lem sido conser-
i vada nesla casa at hoje por virlude da delibera-
peilo do projecto que se acha em discusso nada | para a cultura da canna, pernun10 : deo^naeiej
se diga sobre a sua anstUucionalidade trataudo-se
nicamente de sua utilidade...
o que certo, que exceder ao quadruplo, quin-
(Trocam-se apartes.)
O Sa. Nabor : Quanto a mira, a qucslo de
conslilucionaldade, ou inconstilucionalidade, do
projecto nao procede da natureza do estabeleci-
mento, que se tem em vista crear, e animar, por-
go da casa, ou por virtud de qualquer reclama-' que, como j disse, nao sigo aquelles que estacam
gao que fez a mesa. Est por virtude de delibera- daote das palavras de que se serve a lei; mas sim
ga da casa, mas quem dirige a forga a comms- procede da desigualdade com que se pretende soc-
so de polfe'a-
O Sr. Jacobina : Esta questao ja iui u
1 por V. Exc. ao menos, estender toda urna classe, em datri- se todos os 18 por cenlo que tottte *f?TL*
| O Su. Presidente : Ainda nao foi decidida ; manto dos contribumos da provincia, que abran- materia s ina, ei
eu nao liz. mais do que apresentar a minha opinio.: gem, pde-se dizer, todas as classes. E' por lanto
Acho portanto que se deve previamente decidir nesse favor especial ao Instituto Agrcola, que s
se a forga permanece aiui era virlude da delibera-1 pode apreveitar aos associados, ou a algum outro
gao da casa, ou se em virlude da requisigo da ; agricultor abastado, que eu enchergo certa incons-
mesa, porque a decisao da casa posterior re-1 tituciooalidade no projecto, sendo, como certo,
Por certo, que nao poderlo deixar
ao emprestimo da usura, e esta por sua vez,
perder a occasio de dar novas forreadas n
bre agricultor...
Passemos agora ao proeesso da exlracgao do cal-
do, ou da pane sacharina da canna.
Sr. presidente, j o meu Ilustre collega pelo *
i correr urna associago particular, que tem fundos, districto, que me precedeu na impugnago do pro-
j foi decidida capitae proprios, e cujos proveilos nao se podm, l jecto, demonstrou, que nao era possivel aproveitar-
-_____: f-.V.- 7\7aT______i____ ^.... .entriA a 4 n..r p.ciiin (me contem a canna de
ao seu peso, fosse
qual fosse o proeesso empregado para a exlracgao
do caldo.
to o engenho modelo !
Entretanto, querem os nobres deputados, susten-
tadores do projecto, que a provincia despenda 2o
| contos de ris annuaes com este eslabeleeimento,
por praso indeterminado, e sera urna s condigo
! da parte do Instituto Agrcola, em compensago de
semelhante despeza I.. E quando se trata de crear
| estabelecimentos de maior utilidade, e que mais
I positivamente tendara a beneficiaresta ou aquel-
la classemesmojaaynco/aapparecem logo nesta
casa numerosas reclamagdes no sentido defalta
de dinheiro nos cofresdficits da provinciain-
constitucionalidade de medidas, etc., procurando-se
ao mesmo tempo quahlicar depatrioteirosos
respectivos iniciadores I...
UM Sn. Deputado :Vote contra o projecto; mas
nao o discuta com declamagoes despeitosas...
O Sn. Nabor :l'so lanto de declamagoes, como
o nobre deputado de raciocinios I... c o despeito
tem em mim tanta entrada, quanto tem no auimo
do nobre deputadoa generosidade I...
Tenho coucluido, Sr. presidente, e estou disposto
a volar contra o projecto, se os nobres deputados
que o sustentam, me nao convencerem de que
me acho em erro quanto a sua utilidade (pon-
do de parte ainconstitucionalidade) c nao apreseu-
tarera emendas limitativas da indelerminalidadedo
praso da subvengao e ao mesmo tempo razes de-
monstralivas da elfecliva utilidade, ou vantagens do
engenho modelo para a geralidade dos nossos
agricultores.
O Sr. Baptista e outros Srs. Deputados:Mui-
to bem I...
REVISTA DIARIA.
Hontem installou-se a terceira sessao judiciaria
do jury desta capital, por haver-se reunido a nu-
mero legal de uizes de facto.
E' presidida pelo Sr. Dr. juiz de direito da pr-
meira vara Joo Antonio de Araujo Freitas Hen-
riques ; e oceupada a promotoria publica pelo
respectivo funecionario Dr. Jos Paulino da i .ama-
ra, que recentemenle nomeado, tem de estrear na
tribuna criminal.
Amanha celebrar na matriz de Santo An-
tonio a respecliva irmandade do Santissimo Sa-
cramento a solemnissima festa do Corpo de Dos,
havendo hoje vesperas cantadas.
A banda militar do 9 batalho de lnha, da qual
mestre o professor Felippe Nery de Barcellos, e
que toca em todos os actos, executar antes do
sermo do Te-Deum o tollissiino final da epera
// Polltutoe Donnizetti.
Sao oradores o Rvm. padre mestre fre Joaquim
do Espirito Santa, no Evangelho, e Rvm. padre
mestre Antonio de Mello e Albuquerque no le-
Deum.
Consta que na execugo da grande missa Ma-
triz, musir de Joaquim Cazimiro Jnior, cantar
urna seuhora Pernambucana o solo Qui tulls pee-
cata mundi, por obsequio a actual mesa regedo-
ra ; que conta que os moradores da ra Nova e
Cahuga illuminem as suas casas na vespera e da.
Temos quenas contra a existencia da um te-
Iheiro arruinado, que tica no fundo de urnas casas
da travessa das Barreiras, pois elle apenas serve
para guarida de individuos que vodeitar gallos a
brigar, resultando mutas vezes disto disturbios
com incommodo da viznhanga.
Isto posto, carece urna providencia no sentido
de evitar semelhante cousa.
Foi demiltldo de tenente do corpo de polica
o Sr. Manoel Fernandes de Albuquerque Mello,
Foram promovidos tenentes do mesmo cor-
po os alferes Joo Francisco da Cunha, para a 2*
companhia, e Mauoel Germano de Miranda, para
a 4' dita.
Foram nomeados : _
Alferes desse corpo Joaquim Mihlao Alves Lima,
para a 2* companhia, e Francisco Xavier Rodri-
gues de Miranda, para a 4*. .
Segundo escripturarioda thesouraria provincial,
Jos Peretti Seve.
nao' adquirir semelhante apparelho sem empenharem- Praticanle da mesma AnlontO Soriato do Regp
po- se anda mais, e calrem no risco quasi infallkvel,' Barros, em subslituigao de Antonio Conrado Sabj-
de_0eio augmento e aecuraulago dos juros, da 1 no, cuja nomeago ficou sem eiieito.
quisigo da mesa.
Vai mesa e
raenlo :
apoia-se o seguinte requeri-
que a nossa lei fundamental nao ',eve em vista soc-
oorrer os abastados, mas son",ente os necessita-
dos,..
usura perd -rom de todo as suas fortunas?,...
Certamente nao I... Eis aqu, poK mais una das
grandes vantagens do engenho modelo l..,
Um Sr. Deputado : J que o nobre deputado
pinta to bem as vantagens do engento modelo,
aprsente agora as des vantagens.,,
O Sr. Nabor :Tratarei dallas quando me re-
solver a sustentar o projecto, porque infelizmente
para mim, nesla casa, o effeito da rainha voz sem-
Muito estimei, pois. 1ue na casa apparecesse an-, pre dispor, e preparar urna votagao em sentido con-
les de uiim urna opinio to valiosa, j por ser um trario. (Nao apoados.)
hbil Dito de um dos mais habis agricultores da (Trocam-se apartes.)
provincia, e por "" a de um habilissimo enge-1 0 Sr. Nabor :Sr. presidente, passandft ao pro-
nheiro que estudou na Europa, onde fe progees- cesso da clarficag do caldo, ou meiago da canna,
sos e onde por certo deveria er examinado todos I direi, que pouco podero os cassqs agricultores
Foram nomeados ofliciaes do esquadro de
cavallaria da guarda nacional do municipio de
Santo Anto, creado ltimamente :
Porta-ostandarte, Joo de Dos Mello.
Cirurgio, Jos Marcellino de Mello.
1* companhiaCapito Manoel Gomes do Rogo,
tenente Chrisiovo Alves dos Prazeres, alferes Jo-
s Vicente da Silva.
2' companhiaCapito Joaquim Pessoa Cesar
da Cunha, tenente Antonio Gongalves da Silva, al-
feres Jos de Barros Correa do Queiroz.
Para subdelegado de S. Lourenco de Malla
foi nomeado o tenente Jos Antonio do Albuquer-
que.
Achando-se incurso no an. 33 da le n. 236






Mari e trwwe guarU felra t& Te Malo e 4.
o guarda portao pxa a cotila. Era
volho, jnagro, amarello, robugento.
de 17 de mato de Si "Antonio alaquias de
Macedo LiflNL arrematante dos reparos da estrada
de Pao d'Allio>foi multado na decima pwi do va-
lor da obra, que Oca encampada e dewj sor con-
cluida ou por adniiuislrago, ou |Htr nova arrema-
tagao.
O nosso curioso estatistico das casas de jogo,
constantes ua (la-Vista, reniclte-nos esta segunda
ediec.io ; da qual olTei eeemos ao respectivo subde-
legado esta cxemplar :
Itua da Gloria em ver de duas quatro.
Uua da Soledade.
Praca em vez de urna duas.
Beceo do Veras.
Ra da Caixa d'Agua.
Recco das Barreiras.
Roa do Coiovelloem ves de urna tres.
Hua do Mondego.
Boceo 4o Fuodo.
Ra da Sania Cruz em vez de urna duas.
Ra da Conoego cm vez de una duas.
Hua do Arago em vez de uina tres.
Na tercoiraediego meocionarei os nomes dos
propietarios, assnn como dos frequentadores.
lluje as doze horas da manh.a effectuar na sustado coni este nome lio conhecido.
ra da Crus b. 55, o agente Miranda, um dos [ Mas, replica o cacoante com a sua vos ordi-
mais importantes Jeiloes de movis, escravos, ob- naria, j sao tres vezes que eu vos digo que sou eu
jectos de |>rata c ouro, ele. etc. mesmo o Henrique M----; e, como nos dias pre-
Arribou hontem nosso porto a barca ingle- cedentes, sauda-o e desapparece.
za Corne, que d'aqui sahir 15 do correnle para i O infeliz porleiro cometa a perceber que andam
Macei, por ser insuflleienle o seu lastro. a zombar dellc. Resmunga lodo o dia, conta t-
Depois d'amanha se exiratiir a primeira da gente estas tres aventuras. Tratam-no como
! um pateta, e faz mnitos protestos de se nao deixar
engaar.
E' aqui que est o Sr. Henrique M.. ? per-
gunla Ilt-nriqaoM...
Nao, senlior, respondeu-lhe o guarda portao.
_ .Com effeito, diz o outro, pois sou cu que sou
Henrique M dando lempo ao guarda porteo
para reparar bem nelle, sauda-o com toda a poli-
dez e sabe imniediatamente.
Ne dia segrate de manhaa, caraclrisado e me-
tamorphoseado em velbo vai raesma casa.
Est c o Sr. Henrique M... T perguntou ella
com urna voz fraca e zangada.
Nio, senhor responde o guarda portao.
Est bom, est bom, meu amigo, pois sou eu
que sou Henrique M... e abala.
O guarda portao cuida que ludo isto e um
sonho. .'"'.
No dia segrate um hornera gordo, 4e faces lau-
das e vermelhas, bale porta do guarda porlao, e
com urna voz de trovao, pergunta :
Nao aqui que est um rapaz chamado Hen-
rique M... T
Nao, senhor, responde o guarda portao j as-
ura hotiieui esvoagar dos dedos u teeiaao de um piano, as
cordas da harpa ou do psalterio *
Mfihom, abre-ae a sessao, e lida o approvada a
acta da antecedente.
Leu-sc o seguinle
EXPEDIENTE :
de cima, pouco escrupuloso cm materia do rigo-
rosa observancia da le era favor do adversarlos, e
espanca a mxima de -4 resistir ao rei para mctlwr
tenor ao ni : o presidente despresou os eiubar-
Um offlcio do Exm. presidente da provincia, di- gos, e o Dr. Saldanha fui parar cadeia por crime
MI OQft nara nar riinmrimi'nio an H.cn.wt. r~ ,i,. .....K..J.-.,..;.-.
parle da priineira lotera da igreja da Capunga.
DeGaranhus escrevem-nos o seguinte em data
de 17 do correle.
Acka-se entre nos o Illm. e Rvm. visitador de
Alagoas, o vigano Gamillo de Mondonga Purtado,
que chegou hontem de Papagaea, com o fim espe-
cial de visitar o muito digno Dr. jnlz de direito,
CarlosdeOerqneira linio, a parte amanha para
essa capital. As pnneipaes pessoas daquelle ter-
mo, em numero superior cem acompanharam-n'o
at esta villa, donde sahirama seu encontr o mes-
mo Dr. juiz de direito da comarca, o vinario, em-
pregado* pblicos e outros muitos cidados distinc-
Sos, formando um grupo de cenlo e cincoenta ca-
valleiros. Nunca houve neste lugar um recebi-
o dia seguinte ao romper da manhaa bate-the
porta um commissario de polica. O guarda por-
tao eslava ainda a dormir.
Qnem est ahi ? pergunta elle. Em seguida
entra o commissario.Quem procuraes ? Assim
se entra n'uina casa a seraelhaule hora ? Nao sao
ainda cinco horas___
Pego desculpa, diz o commissario, mas um
negocio urgente. Asseguram-me que era necessa-
rio vir a esta hora a vossa casa para encontrar o
Sr. Henrique M----
Ora esta I... Que vos leve o diabo e o Sr.
Henrique M.... grilou o porleiro todo encolerisa-
mento to grandioso, devido em grande parle ao do. u nao conhecia ; se voltar, cu o receberei
lllm 8r. Dr. juiz de direito da comarca, erapregan-
4o a saa bem merecida influencia e os meios de
que dis|)e, para que fosse elle complclo.
t Na verdade, era bello ver um grande numero
de cavalleiros, duzeolos e cincoenta pouco mais ou
menos, comporto das principaes pessoas de Papaca-
ra e Gai anima-, sem distinego de partidos, entrar
reste povoado e dirigir-se igreja matriz, d'onde,
depois de ler felo eraco o Rvm. Sr. visitador,
partirn) para a casa do lllm. Sr. Dr. juiz de direi-
to, em cuja frente eslava postada urna msica de
particulares que aqui ha. Ento, parando a msi-
ca, o Ilustre hospedeiro deu vivas religiao eatho-
lica, constuicao poltica, S. M. I., e ao povo
pernambucano, os quaes forain enthusiasticamente
correspondidos por lodos os circunstantes, e repe-
tidos pelo Rvm. Sr. visitador, que no silio Munda
fra o primeiro a dar vivas anlogos, quando se
encontraram os dous grupos, e que tem tido na
casa daquelle magistrado, alm das maneiras ea-
valleirosas que ihe sao proprias o sua Exma. con-
sorte, tima hospedagem moilo decente, e at mes-
mo pomposa.
Nao admira que tenha sido tao obsequiado o
Rvm. Sr. visitador Gamillo, pois que, prescindindo
da sua alta posicao social, presin elle relevantes
servicos esta comarca, em Bom-Conselho, onde,
alm de casar muilos oncubinarios, de adminis-
trar o sacramento da confirmacao grande nume-
ro de pessoas, de acabar com as intrigas que havia
por meio da predica evanglica e convocando
aquelles que viviam inimizados, de revalidar al-
guns casamento*, de reformar os eslatutos do col-
legio das orphaa* provendo acerca de certas lacu-
lias de que se resentan), de por o seu pequeo pa-
trimonio sob a guarda de pessoas mutlo coneeitua-
das, como sojam os Illms. Srs. tenente-coronel Ma-
noel de Albuquerque Cavalcanti Nevo.major Pedro
Cavslcanii de Albuquerque, e capilao Antonio Pin-
to Teixeira, e de instaurar urna rmandade do S.
como elle merece ; nao est c.
Ora pois, responde mais urna vez Henrique
M... ( pois era elle mesmo); sou Henrique M...
e estou em vossa casa a esta hora.
O porteiro tinha j deitado a mio a urna vasson-
ra para atlrar com ella ao seu perseguidor, mas este
safou-se durante os preparativos do ataque.
Torna c a voltar, exclama o porteiro furioso
que cu te arranjarei e ao leu Henrique M... mi-
seravel I impostor 1
Henrique M ful para casa escrever cada
um dos seus dous amigos um bilhete concebido
nesles termos: f Meu charo amigo, mudei de
casa, moro na la... numero... (indicando a casa
do guarda porlao cagoado), vem almocar contigo,
espero-te s 9 horas. No primeiro bilhete dizia
s nove horas, ao segundo s onze.
No dia seguinte em consequencia do conrite
apresenta-se o primeiro convidado muilo socegado
de sua vida na casa indicada no bilhete.
E" aqui, pergunta elle ao porteiro, que mora
o Sr. Henrique M... ?
Ah s tu ainda exclama o guarda portao
j fra de si. Desta vez nao me has de escapar I
e dando um salta para apanhar a vassoura lanca-
se sobre o amigo que estava estupefacto. Este quer
dar explicacoes, e pedir contas desta grosseira apos-
Irophe. Mas vendo vir tambera a mulher armada
de urna p e de urna (enaz, d s de Villa Diogo,
e julga-se muito feliz de nao apanhar se nao com a
vassoura pelas pernas.
As onze horas chega tambem o segundo convi-
dado ; teve a mesma recepcao, mas redobrou a fu-
ria com que foi accommettido. Porm este, mais
corajoso que o primeiro, sustenlou o assalto, tra-
vou-se una batalha horrivel; toda a ra estava
em alarme. Vo avisar a polica, acode esta, quer
saber do caso, e ninguem se emende, ninguem sabe
como explicar lo extraordinario successo.
Quando os dous convidados chegaram casa
acharara arabos um segundo bilhete que dizia as-
sim : f Meu charo amigo, enganei-me hontem
servicos materiaes, como fosse o concorto de toda o i dizendo-te que tinha mudado de casa. Vem almo-
Sacramento afim de que tele o culto divino concor-
rendo para o seu brilhantismo; prestou ontros
E to grande aquella reui o de vozes escru-
pulosamente graduadas, que nao ha perleico ou
harmona de orchestra por mais bem regida que
possa gualar-se-lhe. zendo que para dar cumprimento ao disposl no
A msica parece ler sido creada para a mel- aviso expedidopela reparticao da agricultura, com-
diosa atmacaod aquelles prodigiosos badalos. mercio e obras publicas, ein 23 de fevereiro ulti-
Punca me persuad que este instrumento da fa- mo, recommenda a cmara municipal que preste
milla d aquelles cora que o sineiro da mnha fre- com urgencia as seguintes fnfoTmaces : primeira
I^? ,?n0iS!.* lurdI,r'me os oaiios, podesse qual a qmotidade de terreno do que neeesaitam as | do poder superior'qu precorem 'iHegaes" como se
nunca prender-me, seduiir-me, encantar-me | povoaedes de seu municipio, caso seja insamVente v do seu discurso e parecer acerca das eleicoes
A walsado ort;oexla;loa; a agilidade da execu- os que Ibes tem sido concedido, ou em coja puse
cao e os requebros da msica foram tao afinados, esto; segando as competentes plantts, com desig-
tao sublimes, que a plaia depols de escutar coni na^ao dasTuas, pragas e as reservas, exigidas pelos
o silencio dominado pela sorpresa, applaudio una-1 arts. 77 e seguntes do regulamenlo de 30 de ja-
nira^COn,wrvordeenthusasmoos seis artistas, neiro de 1851.Mandou-sc offlciar ao ongenheiro
para para dar a respeito as convenientes informa-
de desobediencia.
O antigo martyr do partido conservador um
hornera coherente. Cera excepcao das aposentado-
nos toreadas dos tnembros do poder judiciario,elle
sustenta'anda boje quesedeve resistir as ordens
querenetlram mais duas vezes a wa!sa
Q t>flV4io -Uesta* ampaUthas mgicas orno um
verdadeiro sonho das rail e urna noutes em que a
phantasia se embriaga dos acordes pha'ntaslicos e
irapossiveis do um grnpo de fadas aerias e vapo-
rosas.
Os seis membros desia familia apparecem-nos
com o seucostume original da Escossia.aproximam-
se da banca onde se acham inlleiradas por gra-
duacio, desde a campainha-sioeta al campainha-
guiso, ea um tignal do ebefe E. W. Sawyer, re-
benta em torrentes a harmona. E' como se fos-
sem movidas pela torca de um machinismo invi-
sivel, que as campaiul)as passam demo em mao,
que atravessam, recuam, avanjam, crusamegy-
ram de um para ontro lugar, sem se perder um
nico som, sem faltar urna nica nota.
coes.
Outro do engenheiro cordeador, communlcando
ter-lhe sido entregue para dar cordeacfo um re-
qucritnento de Thom Rodrigues da Cunha o ou-
tros, declara nao poder tal cordeacao ser dada,
visto que o terreno qoe se referem os peticiona-
rios esta incluido na praca denominada Cam-
po das Princesas.lodeferio-se.
Outro do fiscal do Recife, pedindo bouvesse a
cmara de mandar pagar ao cirurgio Jos Anto-
nio Marques, a quantia de 65, importancia de urna
corrida sanitaria que cora elle proceder no dia
30 de marco ultimo.Mandou-se passar mandado.
Outro do mesmo, informando favoravelinenle a
peticao, na qual Joaquim Dativo Telles de Souza
transferencia
requer a transferencia de sen estabelecimento do
Nao ha entre aquellas seis physionomias urna s i jogo da bolla da ra do Guararapes para a da Moe-
e naeseja sympathica, e em todas ellas se ob-; da, armazera n. 5. Permmi-se.
Oulro do mesmo, coramunicando ter continuado
a padecer de seus amigos enoomraodos de dores
de estomago, nao podendo por sso ser assiduo no
exercicio do seu emprego, bouvesse a cmara de
que
serva a mesma semelhanca de traeos. Eduardo e
Walter que sustenlam os agudos, trabalham prodi-
giosamente ; Chara, Sophia e Alfredo, conservan!
tambem muita firmeza c nao perdera um nico
compasso.
A uniformidade da instrumentadlo, excede todo
o aperfeicoamento que possa imaginarse.
As endientes succedem-se, os applausos reno-
vamse, a admiraco cresce K que ludo aquillo
novo, grandioso e bello !
Esta familia escossesa tem viajado quasi em toda
a Europa, e em toda a parle os seus trlumphos
encontrara echo, e augmentara sempre
Acompanha-a um escriptor hespanhol, Infante
Palacio, cavalleiro de Malta, que falla muitas lio
parecer acerca das eleicoe
de Sobral e Santa Croe da provincia do Cear ;
Meando assim prejudicados os correligionarios
(conservadores).de outr'ora.
Deixemos este incidente e atemos o fio da nossa
IWTMJU
Perdida a gorda teta qne o alentava em suas con-
Ttcfdes robustas acerca da poltica, o Ilustre Per-
nambucano.
Gracas Providencia Divina que acode os infe-
lizes as tribuales mais acerbas, occorreram cir-
cumstancias favoraveis que lancaram urna ponte
ao pudor do Pernambucano de crengas sinceras,
inabalaveis e desinteressadas em extremo. O Dr.
Saldanha pode entao passar-se para o partido con-
trario, cuja situacao era propicia ; e em paga de
tamanha dedicacao de quem comprehendia perfei-
tamente as necessidades creadas pelo movimento po-
ltico da qi'adra que nao admit a emperramento
(pretexto e bordo cora que se procura justificar a
apostasia), obleve nada menos que a direccao da
secretaria do governo, e m seguida os suffragios
populares para deputado assembla geral legis-
lativa.
Escusado dizer que a modestia e desinleresse
invejavel do honrada patriota nao podiam aceitar
debora humor essas demonstracoes d
chamar o supplente para entrar em exercicio.
Outro do fiscal da Boa-vista, informando o re-
querimento, no qual Joao Augusto de '.eraos Duar-
te pede seja dispensado de pagar imposlos atrasa-
dos que ficaram dever os antigos proprietarios
dos estabelecimentos que exisliram na casa n. 15
da praca da Boa-vista, declara ser verdade o que
allega o peticionario, porquanto na casa de que se
trata existi no anno de 1860 1861 urna fabrica
guascom acilidade e que dirige os seus corana- de charutos, e no de 1861 1862 nao continuara
nheiros. mais, tanto assim que deixou de collecta-Ia.De-
Vem tambem addido companhia um excellente: fcrlo-se.
ptwiographo hngaro, Mr. Ernest de Fnch, que | Outro do mesmo, Informando contra a pretengao
tem expastos venda os retratos sollos ou em gru- de Fh mino Pacheco Gomes, de construir um forno
_ _,e apreco por
parte dos ioirngos da vespera. A aceitagao de taes
pres e percalcos foi ura novo mariyrio nao menos
permtttir-lhe deixar o exercicio por algura lempo doloroso que o que lindara na cadeia.
em quanto se traUva.-Perrniuio se, e raandou-se Restuido uberdade e s Honran
po dos habis campanogolos.
E* um typo de .verdadeiro artista ; ligou^se
companhia por sympathia, e com o pequeo nro-
ducto da sua cultivada industria, vai de trra em
trra
de padaria no fundo do quintal de sua casa sita
ra do Rozario.-Iodefeno-se.
Outro do procurador, apresentando o balancete
da receila e despeza da cmara, no trimestre de ,
i a ver mundo, participando tambem de urna Janeiro marco nltimo.A comraissao de polica.' friamenta
parte de gloria, sera deixar nunca a sna machina i Oulro do administrador do cemiterio da fregu-' que nao a
e o seu cachimbo. zia de S. Lourenoo da Mata, remetiendo o mappa
Segunda e terpa-felra tocramos habis campa- dos enterramentos al fetos desde o dia 21 31 de
nologos a marcha real sarda, composta em honra margo lindo.Ao procurador,
de Vctor Emmanuel, e que de grande effeito ; a A' requerimento do Sr. Gameiro, mandou-se or-
polka Auna, o coro de Cytaos e aria assucena do dem ao engenheiro cordeador para marcar na ora
Trocador, que produziu immenso enttiusiasrao, e ca da Boa-vista, os lugares mais convenientes para
la Gola da zarzuella Postitlon de la Moja, de urna se plantar arvores.
extraordinaria difflculdade de execueo, eque rae- i Despacharam-se as peticoes de Antonio Jos de
reccu prolongados applausos. Castro, Dr. Antonio Joaquim dos Santos Andrade,
Walter e Eduardo trabalham admiravelmente. Benio Joaquim Gomes, Bernardno Jos Leitao,
Ninguem imagina a alegra que anima esta em- Francisco Thomaz Ferreira S., Flix Manoel do
pagavel familia da Escossia ; acabam s vezes de Nasoimento, Firmino Pacheco Gomes, Francisco de
executar o fragmento mais difflcil de urna opera, asss Pereira Freir, Francisco Torres da Costa,
e apenas desee o panno, saltam, riem,travam jo- Francisco Ferreira Ramos, Joao Augusto de Lemos
i honraras polticas, o
patriota neophyto, em ampiexo fraternal com o
partido que recenlemenle abracara, volveti suas
vistas perspcazes para horisontes mais vastos.
Era do sul que a fortuna lie eslava aceuando cora
as esperanzas fagueiras de um namoro ferrado.
O Dr. Saldanha acertou em ser advogado da ro-
ca, estabelecendo-se no municipio de Vassouras.
Atli correram-lhe os ventos bonancosos. Com urna
fortuna adquirida custa de muito geito, pode
elle transplantar-se para a corte, onde fundou es-
criptorio de advogado, obtendo boa chelpa no Dia-
I rio do Rio de Janeiro, no carcter de director e
redactor em chefe. Reappareeeu em scena na po-
ca benfica da conciliaco, e dessa vez nao mudou
de principios. era valia a pena proceder de ou-
tra raaneira. No partido conservador existan j
vultos de sobra. No arraial opposto urna colheita
pingue era mais certa. O desappareciraento, es-
e deserc,o dos amigos cheles liberaes
ir UVrbaSo.r'r 6 ""* provoear afflva d'o
Outaes escndalos nao se derara, e entao enm
pria ao Sr.Saldauha Marinhoconiesu lo^ em non-'
?iZSS eeteilores nue concorreram parau
sua eleicao; ou esses escndalos erara verdadeiro*
e entao afTeclavam umbem a victoria do Sr Sal'
uanna, que tanto cooperou para a situacao de Per-
nambuco, e (fue nao tinha melhorcs elementos oara
sahir-se como urna vestal nessa eleicao, ao nasso
qoe os Srs. Paes Barreta e Peitosa rarecerar de
escndalos para triompharem, na phrase do Sr
urbano.
Era conclusao diremos, que n'uma provincia
que conta tantos homens de illustracao e servicos
e, entre elles, liberaes e progressistas, como os
srs. general Abren c Lima, commendador Antonio
Joaquim de Mello, monsenhor Muuiz Tavares, e
ouiios, que leera militado no m*nm campo e pela
mesma causa durante as nossas dissences intesti-
nas, e soTndo quando solTrem seus irmos e cor-
religionarios, nio se pode sustentar com bons fun-
damentos a eleicao do Sr Saldanha Marinbo, que,
MgaodO somos informados, j hoje nao se recom-
menda ao menos pela habilidade de lser rir aos
outros.
O Dr. Saldanha nao passa de um actor esperto
e aventuroso, que teve o bom senso de deixar a
comedia provincial, e escripturar-se num grande
thealro, como a corle.
Quanlos provincianos distincin nao
dido pelo seu aferr aos patrios lares 11
O Pernambucano.
leera por-
CORRESPONDENCIAS.
fregu- que nc adheriram" revoluto armada, ollerecia
campo largo para os exercicios de novos candida-
tos ao bastao. O Dr. Saldanha matriculou-se como
aspirante, e foi bem guiado pela sua boa estrella.
Alguns actos impopulares de ministros conser-
Srs. redactores.Venho imprensa para certifi-
car ura episodio da biographia do Sr. conselheio
Loureiro inserta no Constitucional de 7 de maio do
correte anno.
Nesta gazcla, que tenbo debaixo dos albos depai
com o seguinte trecho : Ainda o anno passado
Miguel Calmon du Pin e Almeida, com quem o Dr.
l.'juiYiro andou as turras durante o anno lectivo,
obteve as suas boas gracas e toda a sua benevo-
lencia, porque foi sua casa desmancharse era sa-
lisfagoes.
Tudo neste resumo injurioso sao espinhos para
arepuiaco do lente e do discpulo -, mas felizmente
somente ha um facto verdadeiro a divergencia
sobre um ponto de direito civil entre o mestre c o
discpulo a qual motivou durante dous dias ca-
lorosa discusso entre rabes. No resto, mal avisa-
do andou o Tamerlo biograplw. Nao Iha suppo-
mos a inieucao de pretender marear o carcter do
amigo que defendo, allribuindo lo inexacta narra-
cao a irreflexo cora que talvcz acetasse todos os
apontamentos que Ihe fornecerara sobre a vida do
Sr. cooselheiro Loureiro. Demais a paixo polti-
ca discremioa pouco.
Depos que corrern) semanas aps a lula scien-
titica havida na aula, Miguel Calmon foi chamado
a urna sabbatina. Neste dia, sem conchavo previo,
accui darara-se a opinio do professor e do alumno,
SU0* ,- f'.-'tt prosres" mostrando da defeia docompeuTioTqua "eombaiia7.
sta, favorecern! a eleicao do illustre Pernambu-'
collegio que j estava deteriorado em muitas par-
les, a factura de diversos muros do mesmo collegio,
a reedihVacao do cemiterio, accrescentando-o e fa-
zendo de novo a sua capelln, a constrnegao de um
outro cemilerio para a irraandade do S. Sacramen-
to, a reconstrueco do encanamento das aguas cu-
jos canos de barro pretende substituir por outros
de ferro, para o qoe promoveu tima suhscripcao,
j ha vendo arrecadados quasi dous contos de
ris.
Taes servicos sao avaliados em mais de tres con-
tos de ris, e foram fetos sob as vistas do Rvm. Sr.
visitador em tres mezes. Elle tenciona voltar :
Deus permita que possa realisar os seus desejos,
e que novos beneficios, como seja a reedifieacao da
nossa velha matriz que prometteu a nosso prest-
moto vigario ajudar a promover, tornem cada vez
mais rrata a sua memoria.
O jury, que fra convocado para hontem, an-
da nao pode reunir-se ; porm snppde-se que ama-
nhaa se completar o numero de jurados, por le-
rem sida chamados varios supplenles : dar-lhe-hei
noticia dos julgamenlos.
Finalmente, parece que principiou o invern,
cuja falla j.i era bem sensivel aqui.
iu:pa!iti(.:ao DA polica.
Extracto das partes do dia i de maio do 1864.
Foram recolhidos casa de detencao no dia 23
de maio.
A' ordem do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, Anto-
nio Joaquim de Miranda Cavalcanle, para recrula.
A' ordem do Dr. juiz municipal da 2* vara, Fe-
lippe Santiago de Carvalho, como pronunciado no
artigo 201 do cdigo criminal.
A' ordem do Dr, delegado da capital, Dellina e
Severino, escravos de Anna Rosa de Moura, dis-
posicao do Dr. juiz municipal da 2' vara.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio, Joa-
quim, oseravo de Bellarmino Alves Arocha, por
disturbios.
A' ordem do de S. Jos Adao Jos da Costa, para
correceo.
O chefe da 2* secgao,
J. G. de Mesquita.
Movimento da casa de detenco, no da 22 da
maio de 186i.
car coinge. O guarda mio nao te dir nada de-
1 sayradavel. Assignado, Henrique M---- Fo-
ram convidados mais dose ou quinze amigos, diante
dos quaes Henrique contou o caso todo. Houve
grandes gargalhadas ; pois como poderiam elles
zangarse de urna scena tao pitoresca e tao cmi-
camente exeeulada ?

AO EXM. E IIVM. SU. D. AMONIO DE MACEDO COSTA, NO
A.N.NIVE1ISA1U0 DE SUA SACiKACAO.
Qualqner os far mais bellos,
Ninguem tao d'alnia os faria.
(Gairttt. )
A saber
Exisliam. .
Entraram .
Sahram. .
Exislem. .
Nacionaes .
Eslrangeiros
Mulheres .
Estrangeira .
Escravos .
Escravas .
361
8
8
361
259
34
2
I
61
4
361
preses.
>
Alimentados custa dos cofres pblicos.
Movimento da enfermara no dia 23 de
de 1864.
Teve'alta :
Genoveva Mari a da Conceigao.
Teve baixa :
Que ratos laucar pode a libia la
Ao p da face esplendida do soi ?
Quo cantos sallara a pobre rola
Ouvindo a voz do grave rouxiool ?
O regato modesto e sussurrante
Que liquido tributo pode dar
Ao gigante ocano, que soberbo
V rail rios o feudo Ihe pagar ?
Assim, bom pastor, minha voz fraca
Nao pedera ideas exprimir,
Se o jubilo que o pello me domina
Mo tizesse por mim sua voz ouvir 1
Tanto que a face rubida da aurora
Da noite desterrava o airo vio,
Saudaudo o almo dia que raiava,
Os olhos co'as raaos crguendo ao co;
Pareceu-mc sabir urna voz d'alma
Que para Dcos submdo assim dizia :
Tu, Senlior, que dominas o universo,
E das trovas surgir lizeste o dia ;
Tu que por premio das a eterna gloria
Ao que do mundo sollre cruel guerra,
Porm langas no abysmo, inexoravel,
Ao que prazeres s gosou na trra :
Concede, pai celeste, que este dia
Por muito lempo seja festejado,
E seu brlho nao tolde negra sombra.
Por mo de Iriste e miserando fado !
i Concede que o pastor apascenlando
As ovelhas que seu cuidado dste,
i Sem que tenha cumprido seu destino
i A sombra nao descance de um cypreste
j Ha tres annos, Senhor, que elle ministra
! Com providente mo remedio ao mal;
I Oh I permiti qne por mais lempo ainda
1 Pregue a vossa doutrina divinal f___ >
' Eis, Senhor o tributa que vos paga
Pobre musa dos annos inda era flor ;
Mas a verdade sem traja r adornos
j'i;{ Bnlha mais pura e com maior fulgor.
maio
Partirn) pelo Tocanliiu cora deslino aos semi-
narios de Bourges e de Tolosa, cm Franca, mais
quatro jovens alumnos, Joaquim Ignacio de Queiroz,
Francisco Pinheiro de Queiruz, Jes de Andrade
var seriedade, rebentavam de impacieocla. I Manoel Tavares de Aquioo, Manoel Jos de Albu-
E' um gosto ouvi-los em scena, magnifico a-' querque, Rosa Mara de Mello, Rabe Schammetau
preciados entre os bastidores. & C., Thom Rodrigues da Gunha e mais herdeiros,
* Vicente Ferreira de Mello Albuquerque, e levan-
Sao estas as novidades de espectculos mais im- tou-se a sessao.
portantes que podemos dar s leitoras, nao esque- E, Francisco Canuto da Boa-Viagem, secretario
cendo a resurregao da Degolaco des innocentes, a subscrevi. Barros Reg, presidente.Henriques
pega de grande espectculo que fez as delicias de da Silva.Leal Seve.Barata de Almeida.Reg.
nossos avs no velho theatro do Salitre, onde vol- Gameiro.
lou do novo scena. :_________
as novidades Iliterarias vaream cada voz mais e
vejo cora desgosto no meio de tanta escassez, em
COMMUNICADOS.
O Sr. Joaquim Saldanha Slarinhe.
que a apparigo de um livro qualquer deveria ser
um festejo, nao ter a critica Ilustrada saudando o
volurae de versos que um mogo de dezoito annos
acaba de publicar no Porto, o coja estreia basta
para conquistar um triumpho na repblica das! No Diario de Pcrnambuco se tem publicado por
eitras. | diversas vezes urna circular, manifest, ou como
Fallo da Visao dos Tempos,io Sr. Theophilo Bra-! melhor norae naja, do Sr. Dr. Joaquim Saldanha
ga, onde se enconlram estrophes cheias de fogo e! Marrano, que se aprsenla candidato senatoria,
de inspiraoao, e aquella suavidade graciosa pouco Era todos os tempos, em todos os paizes, e espe-
vulgar, que um dos principaes elementos da calmenle neste abengoado imperio da Santa Cruz,
boa poesa. Este livro nao tem que inve ar a nm a aura popular se mostra de ordinario caprichosa,
grande numero dos.qoe ah andam publicado?, e O espiri observador e desprevenido tem sempre
se a imnrcnsa o nao tem acolhtdo como devia, que admirar a facilidade extrema com que certas
que parece m vontade ara festejar o talento,que homens potlcos elevam-se ao galarim, favorecidos
nasce as provincias, nao seja motivo para esrao- por urna ambigao tenaz e por ura egosmo qoe nio
recer o mogo autor que deu ao publico tao aus- conhece impossivel nos clculos de elevagao pes-
pciosa demonstrago do seu genio, e que prova soal O certa que era sua ascengfw rpida e mi-
na sua curta idade, affouteza com que pode a- lagrosaos polticos felizes deixam de bocea aberta
Iravessar os espagos que levara aos triumpfios fir- os homens de boa que teem a tolice de prelen-
mes a que a sua vocago infantil e j tao robista der ou esperar que as cousas sigam um curso na-
o cncamnha. tural. A turba dos admiradores, divisando cidados
Nao ha que despresar neste livro escolhido, que de mrito e servicos ncontcstavelmente superiores,
nos denuncia no autor mais ura pensador de cin- indaga talvez sera solugao satisfactoria o mo-
coenla annos de que um poeta que sae do bergo. tivo porque o astro ainda ha pouco tao opaco, e
O dialogo das lagrimas todo cheio de inspira- que pareca destinado a brilhar escassamente cora
Jos, escravo, sentenciado defluxo. | Pinneiro e Jos Hilario e Paiva d afimti
,7. 2S ZT da C3Sa d de,efl-a6' n0d'a W de da Bahia. enviad0 Pr s"a familia, e os outros des
maio de 1864. Existan)...... Entraram..... Sahiram...... 361 9 8 * jresos >
Existcm....... A saber: Nacionaes..... 362 258 i
Estrangeiros... Mulheres...... Estrangeiras... 34 1 1 2 > >
Escravas...... 0 >
gao, e dir-sc-ha que o punho seguro de um poe-
ta que o tragou. Como se alliam bem nesles ver-
sos as regras caprichosas -da raetrilicacao finura
da idea c meloda.
s tu gotta d'orvalho elherea, crystallina,
Que ao romper da manhaa solto a alegre aurora?
Quem te manda aos umbraes desta mansio divina?
Lagrimas.
Senhor alma que chora.
Eu sou como o aljofre
Vim d'um profundo mar I
A auguslia de quem solfre
Ao cm me fez voar,
I
362
Alimentados a rusta dos cofres pblicos 14.3
Movimento da enfermara do dia 24 de maio'
de 1864.
Tivoram baixa :
SebasTiSo Simo de Antojo, deflnto.
Antonio (escravo,/ sustanciado, idem.
Eu sou a nivea opala
Que o sol ja derreteu ;
Venho servir de falla
dr que emmudeceu.
Eu sou a estrella erraue
Perdida na amplido!
Sub, vira lo distante,
Senlior, pedir perdo.
Eu sou a ttlha d'Eva
Gerada em outro amor I
Cabido a dr me eleva...
' Senhor I Senhor Senhor
Jehovah :
Nao quiz abrr-te o duro seio a ierra
A ti, lagrima ingenua, dolorida,
Como a sement que mo fructo ncerra 1
Nao quiz a agua do mar ter-te escondida
Sem saber se orna lagrima revela
O raysteno recndito da vida.
Bem vinda pois, da dr primicia belia I
Engastada no asul do firmamento
Veue-a brilhandoMatutina estrella 1
Como arrojada e vigorosa esta elegante estro-
pee, que por si s bastara para' recommendar o
livro :
Aps morto silencio do cansago,
Doloroso clangor d nea trorabeta
Retumba pelos pramos do espago I
Trasbordou a amplido, como repleta
Djchos soturnos I Tal relroa o passo
D"um esquadru a quem a raiva inquieta,
Ou da m, quando rola ao mar profundo
Ou da procelta, quando varre o mundo.
Oovi recitar este fragmento a Bulhao
lM POUCO DE TIDO.
L-se na Estrella do Norte o qoe segu :
VUK MYSTmCjQjAO.
la diocese.
Aoles da partida rereberam cora fervor a sagra-
da cotnmunho das mos do nosso Exm. prelado.
L-se no oze de Agosto o seguinte :
OSr.BrazMartios indo solicitar por escriplo urna
graga a el-rei D. Fernando, foi mandad o rece-
ber pelo Sr. infante, em quanlo S. M. se vesta, c
que Ihe andou mostrando os objectos d'arte e as
curiosidades do rei-artisia.
Quando o Sr. D. Fernando saiu do qoarto, rece-
ben com a maior afTabilidade o actor, conversou
com elle muito em cousas artsticas e sempre com
benevolencia, e concluio assegurando-lbe que s "avi reeiiar esie fragmento a Bulhao Pato en-
em caso extraordinaric deixai ia de comparecer ao ihosiasmado, e o autor de Paquita um pola
seu beneficio. sincero, um coracao que se commove, que se tidas
O principe magnnimo provou anda nma ves *R na apreciacao do bello, aueadmira'agphan-i Passando vida regalada, e fazendo politica sua-
quanto presa os artistas portoeuezes c protege as tesias caprichosas e os rasgos llvres da wspiracao veraente, estava o Dr. Saldanha
artes, pois concedeu ao Sr. Braz Martins que fho apresenlasse o seu filho. que elle sabia cultivava a' E' um poeta leal, qne nao inveja a gloria dos
untura, a fim de Ihe mostrar a sua excsllente ga- outros, que rooonheea os primores onde qur qne
eria. os encontr, que os festeja, que es saada, rae os
Acedes destas honram a qnem as recebe e a proclama I
luz emprestada, consegue eclypsar tantos planetas
resplandecenles, aos quaes a natureza c razo as-
sigualarain ura lugar mu distinclu no firmamento
poltico.
O leitor judicioso nos dir se esta innocente ca-
rapuga nao vai assentar perfeiainente na cabrga
do Ilustre representante pelo municipio neutro.
Temos toda a certeza de que o epigraininatico Af-
fonso Karr nos havia de dar razo sobaja se po-
desse entrar na i-onsciencosa apreciago dos nos-
sos caraiteres polticos.
O Sr. depulado Saldanha Marrano leve seu ber-
go nesta heroica provincia. Descendeute de prosa-
pia.humilde, elle nao conta parentela que Ihe d
qualquer garanta de bom succosso eleitoral. Como
acadmico de Olinda nao obtove ceriamente os fo-
ros de estudante applicado e talentoso. Recebeodo
o pergamioho anda em poca dilosa, quando o li-
mitado numero dos filhos de Minerva abra largos
horisontes a largas aspiragoes, o Ilustre Pernam-
bucano foi fazer tirocinio era trra estranha, invo-
cando modestamente o antigo proloquio.Ninguem
prephela em sua Ierra. Ao Cear coube a raa-
preciavel fortuna de receber em seu seio essa ver-
gontea que to bellos fruclos devia produzir mais
tarda.
Pondo seus servicos disposigao do partido con-
servador (eolo domioante), para cujo membros,
camaradas velhes, j nao lera hoje urna lembrau-
ga grata e amistosa, c ames procura fazer-Ihes lodo
mal que pode, como acontecen, na ultima eleicao,
conseguio o Sr. Dr. Saldanha a vanlajosa posgo
de inspector da thesouraria. Dividido enlre os cui-
dados afanosos do seu cargo e as expanses de seu
genio escolsticamente folgazo, viveu em paz por
algura lempo o Ilustre Pernambucano, entrelendo
a mais cordeal Von vi venca com os conservadores,
e especialmente com os presidentes o a familia
Vieira, depois votada por elle ao ostracismo, por
fazer parte da sonhada olygarchia, combatida pela
nova escola.
Raro era o brodio ou coraezana em que nao pr-
raava o Dr. Saldanha, figura tilingada de quantas
folias e folgares inventavam os genios divertidos
ou travessos. Hbil na msica, e frtil na pilhe-
ria, elle sabia compensar sobejainenle a generosa
hospitalidade de seus amigos e convivas. Ria, bai-
la va, tocava, canta va e moteja va sem o menor cons-
trangimento, e sem dependencia de rogativas excu-
sadas. Estava ento muito era voga o haitiano e o
lund era todas as suas especies conhecidas. Na
arle choregraphica a aptidao do distincto Pernam-
; bucano corra parelhas com os outros dotes deque
j a natureza enriqueceu-o.
Ainda hoje os contemporneos recordam com
I saudades a maestra inexcedivel com que o ex-ins-
pecter da thesouraria sabia extasiar, cantando ao
som do violo ternas modinhas e chulas derre-
Naquelle engao d'alma ledo e ceg
a Que a fortuna nao deixa durar muito.
quem as pratica.
Se fossemos a citar aqui todas as bellesas do li-
vro mimoso do moco poeta, 6eria preciso trans-
creve-lo todo.
ootinae o Sr. Theophilo Braga a dar a luz com-
posigoes como a Viso des Tempos e sero sempre
bem viudas ao mundo Iliterario.
Sabbado teve lugar no Gymnasio primeira re-
cita em qne tomn parte a familia Sawyer dos
celebres campanlogos escoceses,
tm mao gracioso chamado Henrique M.... foi Coufepso que nao sei como heide explicar a gra-
na >ei era que occasiao, mistificado por dous dos ta imjirewo qoe me causn este concerta magni-
seus amigos. Regolveu vingar-se cagoando tam- fleo, surprehendente, inexcidivel, de cenlo e eio-
beni com elles e para conseguir o seu fim poz em coenta campaiimas que execntam as escalas mais
prat.ca urna idea extravagante. difflcis, que precorre.n e sallara das nota* mais
Henrique M... tinha urna habilidade exlraordl- graves asmis agudas e harmeniosas. Costa a
nana para arremedar ; mudava com a ntaior fac- conceber como dore mios por mais ageis, possam
Iidade nao s a raflexao da voz, mas at dava uma voar de rampainha em campaintra e conservar i
'mi ^U hra.'o^.C"rp0 aO ?eBS- u um cor"passo irreprehuniivel, realisando urna ex- f .. -
urna mannaa bate elle a urna porta do cocheira ecugtj mais rpida do* que possa obter-se pelo Rgo, Mello Gameiro, fallando sem cansa os mais
CASARA MIMCII'AL.
9E99A EKTRAOflDINARIA AOS 8 DE ABRIL
DE 1864.
Presideneitt do Sr. Barros Reg.
Praaemea o Sre. Henrkraes da SHva, Gustavo do
Infelizmente a fortuna tas varia como a popu-
i lariiade. Para perturbar a bemaventoranca do II-
lostre Pernambucano, havia de haver mutacao na
scena politica... A rasoura da reaeco, tal e qual
como agora, passou desacedada, o o Dr. Saldanha
foi contemplado-no numero das victimas cooserva-
doras, isto perdeu o lugar de inspector da the-
souraria. Que coBSiderages philosoi*ico-poltico-
sentimeataes nao teria entao felto o Dr. Saldanha
contra as reaegoes (oue hoje approva) o conlra a
extenso desarrasoada do principio de confianca,
eiteusao que hoje ragra adoptada pela opinio
progresaktt ? 1
O peior de ludo foi que o demittdo, soh o pre-
texta de Megatidade, teve a simplicidad de oppor
embargos ao acto do governo que acaba va de exau-
torado. O liberalismo de nossa Ierra, quando esi
oano para deputado pelo municipio neutro. .lm
disto, quem tem i sua disposigao urna imprensa,
embora publique raros arligos de merecimenlo me-
diocre, conta cora a certeza de impr urnas certas
complacencias... A situagao progressista caques-
lo inglesa offereceram tuna nova mina s explo-
rages patriticas do (Ilustre Pernambucano, cojo
fuluro coutinuava a sorrirlbe com mgico feitigo.
Menos talentoso que o seu collega do Correio Mer-
cantil, elle tem seguramente colhido muilo maior
sowim da... eoMieracoea...
Com faros de Catao, julga ter dado a maior pro-
va de coragem cvica denunciando inalversagoes na
alfandega (dizem que por causa de certas zangui-
nhas particulares) ; mas com tal infelicidade, que
o proveito do achado veio a caber outrem, em-
bora governasse um ministerio amigo.
Na pureza de seu patriotismo, digno de antigs
oras, o Dr. Saldanha contentava-se modestamente
com a reeleigo de depulado e cora a inclusao do
seu norae na lista trplice para senador, por mer-
c das medidas liberalisadas pelo governo em prol
de tao presliraoso allado.
O fallecido Pacs Barreta, principal pretndeme
cadeira vitalicia, no intuito de contar difflculda-
de, teve do transigir aceitando nao sem repug-
nancia o nome do r. Saldanha, que nutria a espe-
ranga de ser o escolhido. Cruel decepgao 1 O Sr.
Paes Barreta entrou para o ministerio ao lempo
em que a escolha devia ler lugar. O Dr. Saldanha
dizem que arrufou-se muito cora esta especie de
estrategia, que chamou traicao, irapiopriamente;
conhecendo ento que havia entrado como cunha :
e at se afflrma que elle careceu triumphar de im-
pulsos quasi irressliveis para nao romper com o
ministerio, assim organisado sem a sua acquies-
cenca. Nos corredores e ante-salas da cmara, as-
sim como no seio da ulimidade, ouvram-se quei-
xumes bem amargos.
A prudencia conteve o amor proprio do Dr. Sal-
danha, que sabe olliar para o fuluro, e que por ve-
zes tem Udo vontade (felizmente reprimida) de
romper cora o gabioete.
Era breve deu-se novo ensejo com o falleciraen-
to do Sr. Paes Barreta. O cx-conseivador do Cea-
r apresenta-se ainda candidato, invocando os
seus precedentes, e a coherencia do corpo eleitoral
queja urna vez o elegera.
Os precedentes c> i.o temos visto nao recoin-
mendam muito o ilustre candidato. A coherencia
nao razo quo se possa iuvocar para o caso em
queslao.
O corpo eleitoral, fcitura mmediata do Sr. Paes
Barreta, dispoz-se a votar no Sr. Saldanha para fa-
cilitar a eleicao do couselbeiro Paes Barreta. O Sr
Saldartha fi um meio, mas nao um lira, porque o
que se queria e esperava era a escolha do Sr.
conselheiro Paes Brrelo, o qual, tendo grande va-
limento, nao receiava ser eclipsado pelo represen-
tante do municipio neutro, quem passou um bom
codaco, seja dito em abono da verdade.
Ora, se Jioaver um hornera que subsiiia o Sr.
Paes Brrelo vontade do corpo eleitoral, mas a
quem o Sr. Saldaoha possa fazer sombra, est cla-
ro que o corpo eleitoral sem ser Incoherente, pode
nao querer admttir o Sr. Saldanha como cunlw,
que e.'iilm... pode ser preferida, como ha lanos
exemplos enlre nos.
N'uma poca em que os liberaes genuinos araea-
gam dizer aos ligueiros :ide-vos, suissos engaja-
dos,torna-se evidente que o corpo eleitoral, cuja
maioria ligueira, ha de preferir ura intimo para
senador, e nao aventurar-se como Sr. Saldauha...
Alm disto, fallemos com franqueza : o Sr. Sal-
danha nao tem aqui ^elementos proprios para a
victoria das urnas. Embora Pernambucano, elle
sempre residi fra, cuidando dos seus iuteresses,
sem ter feito o mais pequeo servigo esta torra,
queapenas leve ainapreciavel fortuna de o ver nas-
cer. Nunca exerceu um cargo administrativo ira-
portante. Na sua vida poltica jaraais assignalou-
*e por actas que recotnmendem um cidado para
a elevada calhiegoria de senador. Como escriptor, a
sua medocridade deve estar na consciencia de to-
dos que teem iido o Diario do Rio de Jannro. Nao
se avantaja em nenhura dos ramos dos conheei-
menies humanos. Seus raros discursos na -repre-
seniacao nacional nao se distingue era (tela for-
ma ii-in pelo fundo. Faltam-lhe totalmente os do-
tes oratorios. Nao ha noticia de ura projecto, de
urna idea nova e aproveiiavel, apresentada por
elle. Pretende ter feito um servigo relevante de-
nunciando ratomces d'alfandega, sabe Dos por
que. Um ministro amigo aferio tambem o mrito
desse servico que nenbuma distiucgo concedeu ao
denunciante, preforindo galardoar o relator da
commisso encarregada do exame daquella repar-
licao.
OSr Saldaoha como redactor de urna folha po-
litica deu ha pouco um exemplo singular censu-
rando e al injuriando (dizem que por quigila par-
ticular) o ex-ministro da fazenda, ponto de ser
chamado responsabilidade ; e entretanto couti-
nuava a endeosar os outros ministros, apoiando
todo o gabinete, sera levar em canta o principio
da solidaredade miuislerial.
O Sr. Saldaoha possuo um mrito distincto. que
infelizmente tem sido neste paiz ura tao seguro
para a elevagao de muila gente. Sabe cuidar de
si invocando sempre o amor da patria em todas as
combinagoes de seu iateresse pessoal. Audas quan-
do folla e quando escreve, procura fazer parada
de seu azedume e virulencia, infnngindo as regras
da ba educa gao. Com isto consegue campar de
forte, e intimidar os traeos, ou os homens graves
que teem bastante dignidade para nao usarera de
expresses equivalentes, a para assim deixarcn-no
em sania paz, cora ares de triumphador. Bra se
tratando de si, qur brigar com as outros allegan-
do sua proverbial bonestidade, porque sem funda
memo sonha com suspeilas de que
m duvida.
Ainda ha pouco deu-se um facto interessanto
-seu respeito. O Sr. Urbano na cmara revelava
escndalos na eleicao de senador. Sem contsta-
los, o nobre representante pelo municipio neutro
apressou-se em dlser (pouco mais ou menos) que
a sua ele5So tinha sido pura e genuma. Fez isto
seu arguente, o mesmo calor e firmeza que revelara
quando outr'ora de sua doutrina discrepara Es-
lava visto que o discpulo profligava em prol de
suas conviegoes sem ter em vista disprestigiar a
sciencia do mestre. A primeira discordancia foi
um facto que ambos esqueceram.
O qne acabo de narrar tem por si o tesiemunho
insuspeito do mais de sessenta alumnos.
Miguel Calmon, consejo de sua boa nlance e da
verdade da doulrina quo seu talento esposara era
iocapas de lo indignamente humilhar-se. Quera
tem razo nao desee.
Venho protestar conlra esta nodoa que o biogra-
pho tragou na primeira pagina da vida do meu
amigo.
Defendo um amigo ausente sem de leve preten-
der atirar sombras no vulto do Sr. conselheiro Lou-
reiro.
A amizade e a velhice sao igualmente venc-
raveis.
Recife, 24 de maio de 1864.
Francisco Jusliniano Cesar Jacobina.
HW
PUBLICARES A PEDIDO.
Um tributo.
A gratidao um dos mais bellos sentimentos do
coracao do hornera, o doce lago que liga o oppri-
inido a seu beinfeitor, e a orago da alma agrade-
cida que se eleva pura e sem mancha aos jis do
Creador.
E' um devor, um dos deveres mais sagrados;
inleirainenle expontaneo, nao dictado por lei al-
guia da sociedade ; um desses sentimentos na-
les no hornera de sa consciencia, impulso genero-
so que o Omnipotente imprimi em seu corago.
E to grato dever faltaramos nos se nao ds-
semos ura publico agradeciraento ao Exm. Sr de-
sembargador Francisco Doraingucs da Silva, o quo
alias est abaixo dos nossos desejos. Pcrde-nos
S. Exc.; sabemos que sua modestia solfrer ao ler
estas linlias, mas dcsculpe-nos : perlenceraos es-
sa clast>c quo S. Exc. se achou ligado como audi-
tor de guerra por espago de mais de tres annos, o
por mais obscuro que sajamos, temos pica convic-
go de que nossas palavras nao sao mais que um
longinquo e fraco echo dos sentimentos de toda a
guarnigo de Pernambuco.
Nao pretendemos enumerar os immensos obse-
quios de que essa guarnigo devedora S. Exc.;
lodos o sabera. Registremos, porm, um facto, o
qual bastara, se n >o houvessera outros o enurae-
ros, para provar a iufaligablidade dsse magistra-
do integerrimo no cumprimento de seus deveres.
Quando S. Exc. loraou conta da auditoria da guer-
ra ne-ta provincia, encontrou para mais de qua-
renta processos que seus antecessores tinhain dei-
xado era atrase ; S. Exc. depois de um rigoroso
trabalho.no senlindo o rigor das estagoesaggrava-
do pelas distancias "que tinha de lran,-pr, S. Exc.
ennseguio nao ler era mos ura s processo para
passa-lo ao seu successor
A um semelhante magistrado, no qual o oppri-
mido, o desgragado reo, encontraran) mais um
amigo, um protector, um pai, do que a expressao
severa da lei, dessa nossa le barbara e antiquada,
que a sociedade moderna encara com horror, o
que dogragadamenlo para o Brasil que acorapa-
nlia. embora cora passes tardos, o progresso do
serulo actual, ainda est peudente sobre a classe
militar ; a um semelhante magistrado, como nao
manifestar sinceros votos de gralido?
Nosso silencio importara urna grave falta cora-
mellida para com aquelle a quem tanto deveraos,
urna violeuca aos dictames do nosso coracao.
Ao-ite, pois, S. Exc. o Sr. desembargados Fran-
cisco Doraingues da Silva os mais sinceros agrade-
cimentos da Ruarnigo desta provinciana qual cu-
samos ser interprete,acreditando que em cada um
de seus membros S. Exc. tem ura verdadeiro e
grato amigo, como no mais respeitoso dos seus al-
feigoados.
O militar.
A commisso central nomeada pelo ex-consur
de Portugal nesta provincia, o lllm. Sr. Dr. Jos
Henrique Ferreira, alira de agenciar soccorros pa-
ra os infelizes habitantes de Gibo-Verde, havenlo
recetado do nosso actual representante, o lllm. Sr.
Dr. Claudino de Araujo Guimares um ofllcio em
S. S., encarregado pelo governo de S M. F., agra-
dece era norae deste augusto senhor a todos iju
concorreram para lo caritativo fim, e valioso con-
tingente pie a sua gonerosidade destinou aquellos
n issos intalizes irmos, entendeu dever levar ao
conhecicne.ito do iodos os coninbuiites, para sua
satisfago, esse. agradepimento do governo portu-
gus, e por sso ti ansereve na sua integra o pre-
Uiio olli -io. qne concebido nos seguntes termos :
- Consulado de Portugal em Pernambuco.lllm.
Sr.Tenho a honra de participar a V. S. para
< seu conheciiuento; e para que se digne faze-io-
< sciente a lodos os membros da benemrita com-
< misso d so -corros para es infehzes habitantes
de Cabo-Verde, que em despacho de 2 do proxi-
< mo passado que me foi dirigido por S. Exc, o Sr.
< duque de Loul, ministro e secretario de estado
< dos nex.icios eslrangeiros, aecusada a ivcep-
< gao do olTJc.io, que e-a benemecila coulmsso
dirigi por interine lio deste consulado eotn-
misso central de soccorros para Cabo Verde,
< creada olHcialmente em Lisboa, enviando-lhe o
< producto dos donativos promovidos por V. S. e
mais membros da dita commisso, na iraporlau-
tancia de 9:64H920, moeda deste pas ; cojo of-
< licio foi iransuieiiido ao presidente da mesma
commisso, o Exm. Sr. duque de Palmella.
Cabe-me tambem por esta occasio cumprir
t o grato dever de levar ao gonhecimento de V. S.
< e mais membros da raui benemrita aomasso
a querem por t de soccorros ; que o governo de S. M. F., lando
na maior considerago os relevantes servicos que
< ella prestou aus iufeliies habitantes do arehipe-
< lago de Cabo-Verde, me encarrega da agradecer
c ein norae de S. M. as provas das mais elevados
< sentimentos humanitarios e acrisolado palrioiis-
c mo, que foram manifesudos nodeaempenho de
< to philautropica e importante commisso.
/

"i


f
Diarlo de PfmmUri. --- tuara felpfl *5 fe Malo de f M64.
Digne-se, portante, V. c mais memhros da
benemrita commisso, receber por si e como
representante de lodos os subscriptores, os pro-
testos de miis profundo reconliecimenlo c alto
apreso que por lio importantes serviros eu te-
nho a honra de apresentsr-lhes em nome de
S. M. F.
Deas guard V. S. Consulado de Portugal
ea IVrnambuco, aos 14 de maio ds 1864.Ulm.
Sr. Joto da Silva Loyo, dignissimo secretario da
commisso central de soccorros aos habitaoles
Barca portugueza 'mnetelo llw Gramil t-*rrt"
gou para Liverpool pela l'arahiba 1,000 saceos
com 5,000 arrobas de assucar mascavado.
Escuna dinamarqueza Alliduce. carregoo para
Falmotith, 1,700 saceos com 8,500 arrobas de as-
COMPANHIA
de Cabo-Verde.(Assigoado). Claudino
Araujo Guimaraes, cnsul.
de
sucar mascavado.
Escuna ingleza Boadicea, rarregon para Liver-
l>ool 800 saceos com 4,000 arrobas do assucar mas-
cavado, 50li ditos com 2,5i4 arrobas e 27 libras de
aigodao.
Brigue inglez Zone, carregou para Liverpool
Pilulas vegelaes assucaradas de henil.
Enlre as innumeraveis classes de pillas qoe U^l saceos com 7,500 arrobas de ssocar masca-
continuadamente se annunciam, as pilulas vego- vado, 878 saceos com 4,601 arrobas e 19 libras de
lies assucaradas de Kemp s que se pdem aigodao.
%39
No eacripti.rio da murria eompanlna ci's-
tribue-se com os Sis. accionistas os follielos
impressos conlendo os trnbalhos decorridos
no semestre do Io de novembro do anno
I,300saceos com 6,500 arrobas de ssocar masca- prximo findo 30 de abril do Corrente, e
vado e 768 ditos com 3,858 ditas e 9 libras de al- j qUe foram \\03 e approwdos na sesSO da
"Brigue ingles Titania, carregou para Liverpool asambleageral de 20 do correle
* Companhia do Beberibe,
considerar como o prototypo dos aperitivos eazei
ros, completamente efflcazes etc., absolutamente
inoffensivas.
iNa sua eomposicao nao entra nm s nico tomo
o nico remedio oeesearto para os desarranjos do
estomago, iiTOfulefldai do venir, eonetipacao
habitual, aOeCfes bittaaaa, dispepsia e todas as
informidades des intestinos, predominantes nos
climas calidos.
TojmhIm lempo evitam infeUvelmente os
mortiferos taavaot epidmicos
ivgtes intertropienes. Sin ae onieas pilula- qoe
se venden em frasmiinlios de crystal, e a capa
assucarada que ss cobre conserva suas virtudes e
as torna mui agradaveis ao paladar.
Acham-se em todas as boticas do mundo, e em
IVrnambuco as lejas de Bravo it C e Caors &
Barbosa.
Deelaraelo.
Tendo com toda a frawiuoza manifestado, em
uro protesto, o- meo modo de pensar sobre o dis-
ineiivo que, cara os acadmicos, se quer pedir ao
governo, era de esperar que, a haver-se de escre-
ver algum artigo em resposia, fosse elle assigoado
pelo seu autor. Entretanto assim nao acontecen
e no Diario de hoje l-se um contra-protesto an )
uymo.
Nao podendo portaoto conhecer o pai de seine-
Ihante filho, declaro que nao Ihe respondo, assim
como nao responJere a qualquer outro que so
se sirva da mesma capa.
Recife. 23 de maio de 1864.
R. de C. Valente.
Coagulado provincial.
Rendimentodo da 1 a 23......... 65:7914420
Idem.dodia 21................. 2:5637i2
Escrintorio da
21 de niaio de 1864.
t-oiifleba b Vafrmuup. ..
Helena................(
Joanna Vidal....,.......(
Pedrisco..........,.....
Vendedor de limonadas....
Tocador de realejo........
I'asleleira................
I'ma camponiza..........
Vendedora da osan......
Francisco, criado........
Homens do povo, etc.
O Io acto passa-se em 1811,
depois.
Terminar o espectculo com
media em um acto
. Alaria Puntes.
D. A. Marquelou.
Freilas,
BarbtHA
Leonardo.
it Olimpia.
D. Virginia.
B. Leopoldina.
Leonardo.
lade : no jrmazein ua aUan-lega velha na ra do
trapiche, hoje 2. do corrente pelas 19 hora* da
manhaa.
LEILAO
CASA 4 FORTUNA.
aos xtOOJm
DE
68:355*132
MQYIMEWTO DO PORTO.
Navios entrados no dta 24.
ndemco> das Rio Grande do Sul16 dias, brigue nacional Otin-
da, de 212 toneladas, capitao Manoel Pereira de
S, equipagem 12, carga 10,000 arrobas de car-
ne ; a Bailar & Oliveira.
; Babia2 ditas, patacho inglez Porfa, de 197 to-
neladas, equipagem 10, em lastro de assucar ; a
Jonnston Pater & C
New-York45 dias, brigue dinamarquez Fortuna,
de 202 toneladas, capitao Rewner, equipagem
9, carga 1,600 barricas com farinha de trigo ; a
H. Foster 4 C.
Navio salado no mesmo dia.
CanalEscuna dinamarqueza Flora, capitao E. II.
JeiiM.ii; carga assucar.
O escriturario,
Marcolino Jos Pape.
O caixa da companhia commendadorTho-
maz de Aquino Fonseca acha-se autorisado!
a pagar no seu escriptorio ra do Vigatio
n. 19, das 10 boras em diante o 32" divi-
dendo desta companhia na proporco de 3$ j
por cada apolice, adverte-se aos Sis. accio-
nistas que esle pagamento deve ser emraoe-
da de cobre, visto ser na especie que o
mesmo Sr. caixa tem recebido dos arrema-
tantes dos chafarizes desla companhia.
Escriptorio da Companhia de Beberibe, 21
de maio de 1864,
A Viuva das Camelias.
Coi negara s 8 horas.
, Moris e ohIros mui tasobjectos
Sexla-feira 27 du correle.
NO All.MAZEM DA BIA DA ADRIA H. 4.
os outros 16 annos' (Sem limite.)
O agente Olimpio far leilao de diversos movis m? f??J f* i0* e *^, .la loirria que
graciosa co-jnovos e usados, pelo maior preco ao correr aY),!Li5!,.0?i5 ?b,r a ."S*.* & Casa,
marlello para fechar rontas de vendas.
Dar principio s 11 horas em ponto.
MHiete* siiraniiiloM
A' ra a* Crespa n. 23 e casas O abaixo assignado tendo vendjjo nos seus mui
lo felizes bilhele garantidos os T. (juinlos ns.
J'o.j com a soricdei.200Jcdois ditos ns. 487
com a sorie de 60 e o de n. 3317 com os 300*
1VIS0S MASITIMOS.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR.
Dos norlos do norte esperad o
at o dia 2 de junho o vapor
Paran, commandante e capitao
de fragata Santa Barbara, o qual
depois da demora do cusame se-
guir para os portos do sul.
Desde j recebem-se passageiros e engaia-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever do d,a supradilo.
ser embarcada no dia de sua chegada: encom-
mendas e dinheiro a frete at o dia Ha sahida s 2
horas, agencia ra da Cruz n. 1, escriptorio de
LEII.AO
DE
8 caixas de Multas cni nvelos, 2 ditas
de ditas em carte*, lili carles de;
lilas de seda lisas e lavradas, \ i 0 du-':
zias de mcias pra liomeus e senho-
rtt, boles, asnillas e phospliaros de
seguranca.
Sexta-felra 27 de uir.lo.
O agente Pinto far leao por conla e risco de
quem pertencer de todos os objectos cima men-
cionados, existentes no armazem da ra do Tra-
piche n. 40, onde se (lectuar o leilao s 10 horas
, convida aos possuidores de ditos bilheles a vin
receber seus respectivos premios sernos descontos
das leis em seu eslabclecimento ra do Crespo
n. 23.
O mesmo tem exposlo venda os novos e fi-lizes
bilheles garantidos da primeira parte da primeira
lotera de.\. S.da GraQa da (apunga que se ex-
trahir sexta-felra 27 do corrente.
Precos.
Bilheles inteiros..... 62000
Meios......... 3*000
Quintos........ 1*200
Para as pessoas que comprarem
de 100* para cima.
Bilhetes........ 5*500
Meios......... 2*750
Quintos........ 15100
Manat Nartins Fiuza
WBX-
0 escriplurario,
Marcolino Jos Pupe,
- O engenho Bruno, com suas trras de planta-, Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
cae de cannas, matas, edificios e utencilios, perten-'
cente aos herdeiros do fallecido Joaquim Jos de
LEILAO
Para o Rio Grande do Sal
pretende seguir com muita brevidade o patacho
DE
EDIT1ES.
Attenco
I
Xarope alchoolico de veame, preparado
pharmaceutico Jos da Rocha Prannos, esiabele- Kom^ Z Mrro, mili*
cido com botica na ra Direita n. 88 em Pernam- m&. { quar,o cr^alazo ava|ia(
O Dr. Trisito de Alencar Araripe, official da impe-
rial ordem da Rosa e juiz de direito especia.1 do
commercio desta cidade do Recife e seu termo,
capital da provincia de Pernambuco, por S. U I.
e C o Sr. D. Pedro II, a quem Deus guarde.
etc.
Faeo saber polo presente que no dia 30 do mez
de maio do corrente anno se bao de arrematar por
\ venda a quem mais dr, depois da audiencia rss-
[ pectiva e na sala dos auditorios, os escravos e ani-
maes seguintes : Luiz, angola, representa ter 2o
annos, avaliado em 800000 ; Maria, crioula, re-
presenta ter 35 aanos, avallada em 800*000 ; 7
ada um em 30*,
em 404000
Miranda, vai ser arrematado em Braca publica do
iuizo de orDhos desla cldad or ires annos rom "**'""' i "' pane uo seu carregamenio
i basada renda annuald^ ^ res' lhe '!. trata-se com
respeclivo inventario daquellelRnado o Sr Fio- VStSffSl "lS P,Dhe"' S brd'
riano Correia de Br.to : os prelendeoles que qui- ounaPr^do commercio.
zerem concorrer a arrcmalacao desse arrendamen-
to, com sciencia das condifoes que devem proce-
der, e lialiilitaccs que sao necessarias para que
possam laucar nessa pra^a ; podere ler o escripto
que j se acha em mao do porteiro do juizo Ama-
pj Antonio de Faria,
Tem de ser arrematada em praga publica,.
Suarta-feira 2a do corrente, Anda a audiencia do
Un. Sr. Dr. juiz municipal da 2' vara, urna casa
terrea n. 12 na ra da Praia, freguezia de Santo
Antonio, assobradada do lado de detraz, com 21
palmos de frente e 63 de fundo, trapeira para o la-
do da frente, pequeo quintal murado, cacimba
meeira, chaos foreiros, que se acha em armazem,
avahada em 3.500*. Escrivo Baptista.
Inspecco do arsenal de uiariiiha.
COMPANHIA BRASILEIRA
DE
PAQUETES A VAPOR
Dos portos do sul espera- maeaoa respeito.
m terreno com 37 palmos de frente
na ra do Sebo.
Sexta-felra S de junho.
! O agente Pinto far leilao com autorisacao dos
j Srs. Meuron & C, do seu terreno da ra do Sebo
I junto a casa que fi de Joanna dos Passos hoje de
Bartholomeu Lourengo, s 11 1|2 horas do dia ci-
ma dito em seu escriptorio ra da Lruz n. 38, on-
de poderao os pretendentes ebter qualquer infor-
do sul
do al o dia 30 do corrente o va-
por Oyapock, commandante o
primeiro lenle Antonio Maree
LEILAO
DE

lino Pontes Ribeiro.o qual depois IJm psi'l'ava fiiliu-.li' ili> 9(i a
o costume seguir para os portos do i .j 'usl0 u -O
de aadc e diversos passaros
_..ado _
buco. preazendo tudoa quantia de 1:850*; osquaessao1, Faz-se publico que a commisso de peritos-exa-
Este xarope incontestavelmente superior a to- perttncenles a Mailoe| Jos de Sou7.a> c vao a pra. i minando na forma determinada no regulamento
dos os xaropes depurativos, de cuia com[K)sicao e ^ execucao que contra o mesmo encamlnha, nexo ao decret n. 1,324 de 5 de fevereiro de
o seu maior elemento a salsa parnlha, pois que se j0-|) d(J Mo(1r0s aposo, e na falla de licitnls ; 85i, o casco, machina, ealdeifa, apparellios, mas-;
tem conhecido ser o veame mais enrgico para a serao arremaW(|0S pc|0 prec0 da adjudicaco com o! treagao, veame, amarras e ancoras do vapor Pa-
prompta cura das molestias, cuja base essenciai a0aljnienl0 respeC|ivo da lei rahtba da companhia Pernambucana de navega-
^ pende da pnnficacao do sangue : assim pois se E chegue a noticia a lodos mandei pas-! C-io costeira, achou todos os objectos em regular !
da demora
norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a qual dever
ser embarcada no dia de sua chegada, encommen-
: das e dinheiro a frete at o dia da sahida as 2 ho-
1 ras : agencia, ra da Cruz n. 1, escriptorio de An-
tonio Luiz de Oliveira Azevedo & C.
e publicados nos
tem verificado por muitas pessoas que se achavam sar edlIaeSfjae sera0 afflxados
desengaadas, as quaes acham-se hoje restabeleci- |ucarS do osiurae
das com o referido xarope alchoolico de veame ; g^, -Ao nes(a cidad(, do Recife de Per.
entreunt qoe alguns lendo usado do xarope de nambuoo 'aos 7 de maio de 186i. Eu Manoei
^ur.nier. de .arrey de salsa parnlha. de sapooa- d c p d Andrade escrivao o subs-
ria, oleo de ligado de bacalhao, e outros agenles
desta ordem nada conseguiram. E elle de fcil Trsm fc ^m&r Arari
d.est0, agradavel ao paladar e ao olfato AUjuns Q Df T(.jst5o de Ajencar Ararj o(Bcia, da r
mdicos desta cidade e da de_Mace.o o leem re- ra| ordem da K(wa e h de dre|0 a, de
commendado para a cura das
Impgens, linha, escrophaias,
Tumores, ulceras, escorbuto.
Cancros, sarna degenerada. Iluxo alvo.
Todas estas affeccoes provm de urna causa in-
terna ; nao ha pois razo alguma em orar que el-
las se podem curar com remedios externos. Tam-
bem se prescreve o xarope alchoolico de veame
para o tratmento das alTecgoes do systema nervo-
so e fibroso, taes como :
Golla. rheumatismo, paralysia,
Dores, impotencia, esterilidade.
ILir.isino, hypocondria, einmagrecimenlo
lame sobr
maior ulilidade para curar radicalmente, e em
poueo tempo o rheunialismo.
Adverte-se que o verdadeiro xarope s se vende
nesia cidade na botica cima indicada do abaixo
assignado ; e em outra qualquer parteque se tem
annunciado nao 6 da mesma composigo, e nem o
abaixo assignado se responsabilisa.
Jos da Rocha Prannos.
especi
por Sua Ma-
o Sr. D. Pe-
commercio desla cidade do Recife,
gestade Imperial e Constitucional
dro II a quem Deus guarde, etc.
Fago saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem que no dia 13 de junho do
corrente anne se ha de arrematar por venda a
quem mais der em praga publica deste juizo o se-
guinte : urna parte do sobrado de dous andares si-
to na freguezia de S. Jos, ra do Padre Floriano
n. 40, com varanda de ferro no primeiro andar,
estado.
luspeceo do arsenal de marinha de Pernam-
buco 20 de maio de 1864.
H. .-. Barbo.-a de Almeidi.
Inspector.
De ordem do Ulm. Sr. inspector dathesoura-
ria de fazenda desla provincia se faz publico que
nao tendo apparecido licitantes arremataco do
| casco e mais pertences da escuna Lindoya, mar-
cada para hoje, fica a mesma transferida para o
da 2o do corrente, s 2 horas da tarde.
Secretaria da tliesouraria de fazenda de Per-
nanibuco 21 de maio de 1864. Manoel Jos Pin-
to, servindo de oUicial-maior.
Por ordem do lllm. Sr, Dr. chefe de polica
(ac constar a quem convier, que se acha recolhi- \
do casa de detenco desde o dia 14 do corrente
o preto Jos, que foi preso no termo da Escada, e
declarou ser escravo de Manoel Antonio, senhor
COMPANHIA PERNAMBUCANA
Vavegaeio costeira a vapor.
Murrio e escalas.
No dia 25, segu o vapor Mo-
munguape, commandante Moura.
s 5 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 24; cn passageiros e dinheiro a frete
ida s 3 horas da tarde : escripto-
i io no Forte do Mallos numero 1.
Para a liuhia
pretende seguir com muila brevidade a escuna na-
cional Cariota, tem parle de seu carregament
prompto : para o rest que lhe falta, tratase com
os seus consignatarios Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo & C, no seu escriptorio ra da Cruz nu-
mero 1.
Eio de Janeiro.
O novo veleiro patacho Polycrna, capitao Cy-
priano Antouio de Qnadros, segu com brevida-
de ; recebe carga a frete e escravos, para os quaes
um sotao e um pequeo mirante, quintal, cacimba,: do engenho Tejo do termo do Bonito. ; lem excellcntes commodos : trata-se com Miguel
avaliado em l:050tf, sendo avallacao total de todo \ Secretaria da polica de Pernambuco 21 de maio J5 A|ves nia da pruz n 19
,, predio de 6:000*, a qual fora penhorada por exe- de 1864.O secretario,
O xarope alchoolico de veame e, sobretodo, da -0 de An,onio Jacn,ll0 Borges contra Francisco Eduardo de Barros Falco de Lacerda.'
Gongalves Guimaraes. E nao havendo langador i Pula Ihesouraria provincial se faz publico,
que cubra o prego da avaliago a arrematagao se-! que a obra dos reparos do caes da ra da Aurora,
ra feila pelo prego da adiudicago na forma da em frente do Gymnasio Provincial, vai novamonte
l,, praga no dia 35 do corrente, servindo de base a
para que chegue ae conhecimento de todos arremalac/\o oolTerecimonlo de 24 Ofi de absji-l
mandei passar o presente que ser publicado pela meulo felo por dous licitantes,
imnrensa c aflixado nos lugares do coslume. Secrelana da Ihesouraria provincial de Pernam- Po-n
Recife, 7 de maio de 1864. hl> 1!) dft mail) rift 1861.O secretario. 1 (II O.
30 annos
canh-
doresconi htbilidades.
Sexla-feira 27 du correte s 12 horas do dia.
No AIIM \ZKM DA ROA DA CaEIA N. 48.
O agento Olimpio vender em leilao um escravo
mogo de 20 a 30 annos de idade pouco mais ou
menos, figura robusta e de bons costumes, e de
diversos passaros comedores em gaiola de papagaio.
leijlaO
DE
Henrique Bernardes de Oliveira, D. The-
reza de Jess Oliveira Magalhies, l). M-
rianna da Cunha Magalhes Oliveira e Jos
Pereira da Cunhu, por Bteio do pre.-ente ro-
gam a todos os seus prenles e pessoas de
sua amlsade, sua assistencia missa do s-
timo dia que ha de celebrarse na matriz do
Corpo Sanio, por alma de sua mui presada
inii, sogra e irraa no dia 25 do correnti1
pelas 7 horas da manhaa.
Aracay
0 hiato Santa ftta segu uestes dias : a lratar
I dmiVSr. Quintal, no trapiche do alpodSoj______
COMMEHCIO.
5DV0 UMI H KRIHIHIC.
O novo banco de Parnambuco paga o 12 divP |
dendo a razao de 1) por aegao.
Alfandega
Rendimento do dia 1 a 23........ 541:724*306
Wem do dia 24.................
Moviusento da alfat
Voluntes entrados com fazendas...
i com gneros...
Volumes saludos
t
com
com
fazendas.
gneros.
Eu Manoel Maria Rodrigues do N'ascimento, es-
crivo o subscrevi.
Trislao de Alencar Aperari.
O Dr. Tristao de Alencar Araripe, official da im-
perial ordem da Rosa e juiz de direito especial
do commercio, nesla cidade do Recife de Per-
nambuco por S. M. I. e C. o Sr. D. Pedro II, a
quem Dos guarde etc.
Fago saber aos que o presente edital virem e
delle noticia tiverem que no dia 6 de junho do cor-
rente anno se ha de arrematar por venda a quem
41:7243306 mais der em praga publica deste juizo o seguinte :
20:375*654 [ Agoslinho, de naco, maior de 40 annos de idade
avahada por 600*; Jacob de 30 e tantos annos de
idade avaliado por 600* e Epifanio, crioulo, de 20
annos de idade pouco mais ou menos, avaliado por
800*.
Os quaes foram penhorados por execugao de
Antonio Jacintho Borges contra D. Maria Joaquina
Machado Cavalcanli. E nao havendo langador que
cuora o prego da avaliago a arrematagao ser fei-
la pelo prego da adjudicgao na forma da lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
buco 19 de maio de 1864.O secretario,
A: F. d'Annunciacao.
GonseUio administrativo.
Vai seguir em poseas dias o patacho Tliereza,
capitao Joao Correia Lima, tem o ca regameuto
O conselho administrativo para fornecimenlo do J38' completo, para o pouco que Ihes falta trata-se
562:099,5960
idega
117
82
265
117
347
Descarregam no dia 25 de maio.
Barca inglezaArrear Me -farinha de trigo.
Barca inglezaAW/ier/onbacalhao.
Barea InglezaUnionfarinha c papel.
Barca americanaHasardfarinha de trigo.
Barca francezaSaint Denisdiversos gneros.
Brigue porluguezFlorinda -idem.
Lugre dinamarquezJWco/inofarinha de Irigo.
Sumaca haspanholaTahavinhos.
Barca naciooal Trovador, entrada do Rio de Ja-
neiro, consignada a Marques Barros & C, manifes-
tou o seguinte :
Mercaduras estrangeras.
800 barricas farinha de trigo, 10 ditas barrilha,
20 caixas papel de machina, 16 ditas azeite doce, 3
ditas ferros do engommar, 2 rolos esleirs, 4 cai-
xas charutos, 1 caixo urna machina para aigodao,
150 cunhetes ago, 2 caixas saias a balo, 36 caixas
cha, 50 barris banha, 1 caixo camelias a or-
dem.
Gneros nacionaes.
3 caixes e 5 pegas pertences de um foglo, 10
barricas caf moido, 400 canas sabio, 1 barriqui-
nha feijo, 2 barris e 4 caixSes plantas, 100 jaca-
zes hlalas, 1 caixao ch,25t rolos e 88 latas fumo,
578 saceos caf, 315 molhos courinhos, 100 barri-
cas sebo, 32 pipas grata -, a ordem de diversos.
Lugre dinamarquez NcoUni, entrado de Bueoos-
Ayres, consignado a Ainorim Irmos, manifest o
arsenal de guerra tenf de comprar os objectos
seguintes:
Para o 7" balalho de infamara.
Brim branco 1,250 varas, algodozinho 1,250
varas.
Para o 9 balalho de infamara.
Cordao pelo de retroz 117 varas e meia.
Para o 7o batalhao de infamara.
Bonels redondos para recrutas 50.
Quem qoizer vender laes objectos aprsenlo as
suas proposias em carta fechada na secretaria do
conselho, s 10 horas da manhaa do da 27 do cor-
rente.
Sala das sessocs do conselho administrativo para
fnriu'cimento do arsenal de guerra, 20 de maio
de 1864.
Antonio Pedro de & Bar reto,
Coronel presidente.
Sebastio Jos Basilio Pyrrho,
Vocal secretario.
com os consignatarios Palmeira & Beltro,
do Corpo Santo n. 4, primeiro andar.
largo
Vende-so o patacho brasileiro Thereza, de
lote de 175 toneladas, prompto a navegar para
qualquer liarte : os pretendentes podem-se dirigir
a bordo para o examinar, que se acha fundeado
em frente do trapiche do Exm. Baro do Lvra-
menlo, e para tratar, com os consignatarios Pal-
meira & Bellrao, largo do Corpo Santo n. 4, pri-
meiro andar.
LEILOES.
I BssMMHI I IHMIIIMB J.BI
O SACROSANTO E ECUMNICO
CONCILIO DE TRENTO
i;m Satina e porfiigiicz
DEDICADO K CO.NSAOIUDO
Aos llluslrissimos e Kereremlissiinos Sraheres.
ARCEBISPOS E BISPOS
DA
H. II I .1 V LIKITiYt.
NOVA EDITAD
2 volumes enea ernados.
Est nos prelos da casa dos Srs. Antonio (ion-
ultima galves Guimaraes & C. do Rio de Janeiro, e as-
especial do signase em Pernambuco na livraria de Guimaraes
commercio as dividas activas do fallido Antonio 4 Oliveira, ra do Imiierador n. 54.
Carueiro Pinto na importancia de 7:896*795 rs., -------------------BTirrVfivT--------------------
a Ur l AlAXOia ..----1...... i.>m*aM | PARA ALl 'AR.
Aluga-se por prego commodo a casa da ra Im-
perial n. Sil com boas acommodagoes para eran-
do familia : tratar na padaria da ra Direila
e. 84.__________________________________
A pessoa que annunciou no Diario n. 105 e*
9 de maio de 1864, querer comprar duas casas em
Beberibe, pode dirigirse ra de Santa Bita nu-
mero 11.________________________________
Aluga-se aloja de urna porta s na
124 meios de ra do Crespo n. 4 com armafo ou sena
ella, para tratar em casa de J. Falque na
mesma ra n. 4.
Sabbado 28 do
O agente Miranda levar
vez por determinagao do Sr. Dr.
correnle.
a leilao pela
juiz
a saber 3:614*918 rs. em letras e 4:281*877 rs.,
em apota*: 110 dia cima dito em seu armazem
da ra da Cruz n. 57.
DE
124 meios de sola.
Sabbaio 28 de corrente.
O aconte Almeida fara leilao de
sola de superior nualdade.
No armazem d'/Sr. Avila, no Forte do Mallos.
s 11 horas do dia cima.
Por oruem do consulado de Portugal o agen-
t Pestaa, far leilao no da 28 do corrente por-
ta da Associago Cominercial de urna cscrava de
nome Luiza, do 30 annos de idade, avahada |>or
800*, perlencente ao casal da fallecida D. Anua
Francisca da Costa Guimaraes.
Consulado de Portugal.
Por ordem deste consulado o afale Pestaa
far leilao no dia 31 do corrente porta da Asso-
ciago CommereiaI do seguinte perlencente ao es-
polio do finado Joao Baptista da Rocha : urna casa
de pedra e cal com cosioha fra, cocheira, estri-
bara, slaem Sanio Amaro de Jaboalao, uurgera
da estrada para Santo Aotao,avahada por 2:500*;
diversos movis se acham na mesma casa cons-
tantes da'.i.'icao em mao do dito agente avahados
em 111*701' rs.; urna casa na ponte dos < arvalhos
avahada por 90* ; urna dita na Gamelera fregue-
zia de Seriohem avahada por 150|; as dividas
activas do mesmo finado na importancia de......
8:7025020 rs., sendo em letras a quantia de.....
6:312*286 rs., e em coalas 2:389740 rs., achan-
do-se algumas destas dividas garantidas com hy-
polheca : arelaeo destas dividas est em mao do
dito agente Pestaa para ser examinada
Precisase comprar urna DQubJUa de jaca-
randa ou de aniarello em bom estado que tenh*
pouco uso : Da ra Bella u. 36.
Costa
mandei passar o present que ser publicado pela r_ Ko dia 27 do ^f^ ,'nez vo praea de
mprensa e aflixado nos lucares do coslume.
Recife, 19 de abril de 1864.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crivo o subscrevi.
Tristao de Alencar Araripe.
DECUBKOES.
Importante e variado leilao dos objectos
seguintes: tres mobilias > Jacaranda, ricos
' ~~ liu uui MI UU 'l l'lli'- iihv, .iw a lun,* ul .. .
venda, depois da audiencia do Dr. juiz de orphos, espellios para sala, guardas roupa, guardas
urna casa terrea na ra da Aurora n. 76, una es-
crava e outros bens pertenceutes ao inventario de
D. Maranna Joaquina da Triodade.
Vai no dia 25 do correte mez s 9 horas da
! manhaa em praca na porta do jniz de paz do se-
gundo djstrictda Boa-Vista, para se arrematar
I um cavallo alazao.
No dia 27 do corrente mez depois da au-
i derwia do lllm. Sr Dr. juiz de orphos tem de ser
I arrematado pela ultima vez a renda annuai do si-
tio denominado Viveiro do Muniz. site na ra Im-
perio"
Manta Casa da SHserieordla da
Ileelfe.
A lllm.3 junta administrativa da Santa Casa da
Misericordia do Recife manda fazer publico, que
no dia 27 de corrente pelas 4 horas da tarde na
sala de suas sesses tem de ir praga as rendas 1
das casas abaixo declaradas, os licitantes devem KeaCa* flas Carlas sejlPJtS eilSienlCS
comparecer acompanhados de seus fiadores ou na n<'niini>tracan di COrmn 4esU
munidos de cartas destes.
Patrinonia de orphios.
Ra do Imperador.
N. 2 particular e 81 publico, dous an- | Augusto Frankln Moreira da Silva.
dares. 1:202:000 Atexandre Luande.
CORnlO G;RftL.
eioVe ar as senhttpes aliaixo de-
claradas
Largo do Paraizo
N. 4 dito e 29 dito, dous andares
Ra das Larangeiras.
N. 5 dito e 17 dito, casa terrea .
Ra Velha.
o rii 1111 ii
7M barricas 48 meias e 060 saceos farinha de K 8 dito e 32 dito, casa terrea
trigo; aos mesmos. I v ,n _, oa de s- Gonf Jo.
Barca ingleza Netkcrton, entrada de Terra Nova, I A- i e 22 dito, c
consignada a Saunders Brothers & C, manifestou o
seguinte :
2,751 barricas com bacalhao ; aos mesmos.
jBxporta^o.
Brigue inglez Otkello, carregou para Baltimore
3,500 saceos com 17,500 arrobas de assucar mas-
cavado.
Patacho dinamarquez Anna Gesitiu, carregou
para Valparaizo 2,450 saceos com 12,250 arrobas
de assucar branco.
Barca brasileira Santa Mana, carregoo para o
Rio da Praia, 950 barricas com 6,742 arrobas e t
libras de assucar branco, 5*0 ditas com 4,268 ar-
robas e 16 ditas de dito mascavado.
Bruzue inglez Harmston, carregou para Liver-
Rua do Pires.
K. 13 dito e 39 dito, casa terrea ..
Roa da Lapa.
N. 40 dito e 11 dito, casa terrea.. ..
Ra do Vigaro.
. N. 72 dito e 27 dito, dous andares ..
Ra da Senzala Velha.
N. 78 dito e 136 dito, dous andares..
N.80 dito e 132 dito, dous andares..
N. 81 dito e 18 dito, casa terrea.. ..
N. 82 dito e 16 dito, casa terrea.. ..
Ruado Pilar.
N. 91 dito e 105 dito, casa terrea.. ..
N. 92dito e 104 dito, casa terrea.. ..
N. 94 dito e 99 dito, casa terrea.. ..
N. 97 ditoe 10 dito, casa terrea..
Br>!a S Antones.
902*000 Carlos Augusto de Faria Veiga.
! Daniel Guimaraes & C.
205*000 Elias Jos dos Santos.
Francisco Luiz de Oliveira Azevedo.
204*000 Francisco Morena da Costa.
Guimerme CarvalhoA C.
183*000 Henrique Pedro da Silva.
fktK/vkn Joaquim da Silva Reg.
10t*000 Dr Jos lenlo da Cunha Figueiredo.
..._-- Jos Joaquim Arres e Amorim (tf.
160*000 Manoel Alves Guerra.
louca, apparadores, mesas elsticas, redon-
das, cumplidas, quadradas, oblongas etc.,
cadeiras do bataneo, de guarnicao e para me-
ninos, cabides, camas de diversas especies e
quahdades, consolos, sofs, marquezas, sen-
do tudo isso de gosto moderno e novo ; e
tambem caicas de (las de se.la, manteletes
de veludo, objectos de prata, ditos de luxo
e gosto para cima de mesa, relogios, qna-
dros, estampas, candieiros, lantemas, um
grande tapete e finalmente aim de ontros
muitos artigos,todos os utencilios necessarios
para o fabrico de vela*, e grande quantida-
de de livros de medicina.
O agente Miranda por ordem de diversos
far leilao em seu armazem da ra da Cruz
n. 57, dos objectos cima mencionados.
LEILAO
pool C400 saceos com 7,000 arrobas de assucar J; r^V^dTt.TasatrVea.'
5,34 arrobas e i 11- K ,nr h;i a o* ^> tomu
1 llanca vade, 1,001 ditos com
bra de aigodao e 540 arrobas de ossos.
603*000'
651*000!
410*000
192*000
201*000
163*000
163*000
254*000
162*000
163*000
173*000
THEATRO
DE
S. ISABEL
i
*
Mirueira.
N. 4dito, sitio.. ......
Estabelecimentos de earidade.
IlhadeNogueira.......500*000
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 20 de maio de 1864.
O escrivo,
F. A. Cavalcanti Cousseiro.
Crrete geral.
Pela adminislracao do correio desta cidade se
faz publico, que em virlude da convenci postal.
celebrada pelos governes hrarileiro e francez, se-
ro expedidas malas para a Europa no dia 30 do
EHPREIA
GEMINO itOHIBfiA.
IO9 Recita da asslgaatara.
QUARTA FEIKA. 25 DE MAIQ,
Der wgar a 1 repres.-Ht.xao do magnifico dra-
! ma em cinco actos, original f.ancez
O
I
N. 105 dito e 94 dito, casa terrea..
Rosarintio.
Brigue porluguez Rrlanpafo, carregou para N < artiri\Iar casa e trio
Canal 3,800 saceos cora 19aVrobas de assucar mas-,N" 3 Part,cu,ar- casaMV^
cavado.
Barca porrngueza Carimba, carregou para Li-
verpool pela Paralaba 800 saceos com 4,000 arro-
bas de assucar mascavado e 540 arrobas de os-
os.
Barca franceza Sphere, carregou para o Havre
1,344 saceos com 7,206 arrobas e 19 libras de ai-
godao, 2,600 couros verdes com 137,665 libras, 698
couros salgados com 22,596 libras.
Palhabote inglez Bellc, carregoo para New-York
1,300 saceos com 6,'jOO arrobas de assucar masca-
vado, 1,000 couros salgados com 29,636 libras.
Patacho porluguez Gartbaldi, carregou para Li-
verpool 700 saceos com 3,500 arrobas de assucar corrente mez peto vapor francez Gayenne. As car- Luciano de Merens......
mascavado, 690 ditos com 3,774 arrobas e 13 libras tas sero recebidas at 3 horas antes da que for Ral Darmantires.....
de aigodao. marcada para a saluda do vapor, e os joroaes at Salta-nuvens...........
Escuna ingleza Rote, carregou para Liverpool 4 horas antes. Dr. Temer............
1,000 saceos com 5,000 arrobas de assucar masca- Adminislracao do correio de Pernambuco 23 de Adhmar...............
vado, 430 ditos co.n 2.180 ditas c 5 libras de al- maio de 1864.O adminittrador, Seligny.....;........
godao. I Domingos dos Passos Miranda. Remigio, rendeiro......
PERSONAGEKS.
Francisco Beaojolals...... Germano.
(onde de Varennes.
Thoinaz
Victorino.
Lisboa.
Texeira.
Porto.
Borges.
Guimaraes.
Pinte.
BE
Fazendas avariadas.
HOJE.
Soomatl Mellors & C, 4ar8o leilao por conla e
risco de qnem pertencer por rniervencodo agente
Pint, de itrenles fasendas inginas avariadas,
como sejam: madapeloes, ahzodaoemhos e cam-
bnas: s 10 horas do dia 25 do corrente em sen
armazem ra do Trapiche n. 38.
IEIJLAO
m
Una casa terrea.
O agente Almeida far leilao reqaerimenlo
dos administradores da massa fallida de Joaquim
Vieira Coelbo & C, e por mandado do lllm. Sr.
Dr. jaiz especial do commereio, de ma -casa lerrea
sita na ra das Cruzes n. 6.
ME
em seu escriptorio ra da Cadeia do Recife n. 48,
primeiro andar, s 11 horas.
LEILO
NI
luala-l'.na o meii lia.
O agente Miranda vender em leilao urna eserava
maca, de bonita preseo?a e compleicao robusta,
ptima engommadeira e cosinlieira, em seu arma-
1 zem da ra da Cruz-o. 57, no dia e hora cima in-
dicados.
LEILAO
150
M
saeeos coa niilhn.
HOJK.
O agente Pestaa vender por conta e risco de
quem pertencer cerca de 150 saceos com milho
com o peso de cerca de 5 arrobas cada sacco as
quaes serSo vendijas em nm ou mais lotes a von-
AVISOS DIVERSOS.
Associacao Typographica
Pernambucana.
Quarta-fera 25 do corrente, s 7 horas da noile
haver sessao extraordinaria do conselho director,
no lugar do costume.
Recife. 24 de maio de 1864.
Jesuino Francisco Regs,
____________________Io secretario.
instituto Archeologico e Geo
graphico Pernambucano.
llavera sessao ordinaria sexla-feira 27 do
corrente, s 11 horas da manhaa,
Secretaria do Instituto, 23 de maio de
im-
J. Soares d'Azevedo,
Secretario perpetuo.
O bacilard
Fiaucisco Augusto ta
advoijado
Ra do Imperador
m
AMA.
Precisa-se de urna ama para casa de pouea fa-
milia : na praca do Corpo Sanio n. 17, terceir
andar.
Na praca da Independencia. oj de ourives
n. 33, compram-sc obras de ouro, praia e pedras
preciosas, assim como se faz qualquer obra de en-
commenda, e todo e qualquer concert, e igual-
mente se dir quem da dinheiro a premio._____
Aluga-sc um sitio na estrada da Ponte de
L'choa o a marg m do rio. pouco adiante do lllm.
Sr. commendador Nery Ferreira, lendo banheiro,
palanque, galinheiro e outras aeoinmodacoes; e
oulro dito no Monteiro, em frente ao oito da igre-
I ja : tratar com Antonio Jos Rodrigues d* Sou-
! za, ra do Crespo n. 15, ou es|reia do Rosario nu-
! mero 32.
Madama Ferro,
I proprielaria do hotel italiano silo na ra do Trapi-
che n. 44, tem a honra de participar ao respeilavel
publico desla capital, e em particular aos senhores
empregados do commercio que acharo todas as
segundas e quintas-feiras a afamada, sopa de ra-
viole, romo assim lodos os outros dias outras es-
coltadas sopas italianas ; isto estar prompto das
10 horas da manhaa s 4 da tarde, horas muit
propras para lanche ; afiancando-lhcs que os pre-
sos sero os mais razoaves possivels, e de que es-
pera toda a concurrencia.
Precisase de um caixeiro que lenba atgWto
pralica de botica : a tratar na ra da Cruz n. 66.
Gregorio Paes do Amaral vai Lisboa.
0 cirurgio Leal mudou
a sua residencia da ra do
Queimado para a ra das
0ruzr3s sobrado n. 36,
nieiro andar, por cima do
armazem Progressista, aon-
de o achar&o como sempre
prompto a qualquer hora pa-
ra o exercicio de sua pre-
fissao, chamado por escripta.
Aos 5.00OS0O0.
Corre depois d'amaaha.
Sexta-feira 27 do corrente mez se ex
tranir a primeira parte da primeira lotera
da igreja da Capuoga, no consistorio da
reja de N. S. do Rosario da fregueiia de
Santo Antonio.
Os bilhetes, meios e quintos acham-se
venda na respectiva thesonraria ra do
Crespo n. 15.
Os premios de 5:0006000 at 10,5000
sero pagos urna hora depois da extracto
at s 4 horas da tarde, e os outros no dia
seguinte depois da distribuido das listas.
0 thesoureiro,
_______Antonio Jos Rodrigues de Souza.
Os administradores da massa fallida de Se ve
Filhos 4 C, avsam aos devednres mesma mas-
sa que hajam de liquidar os seus dbitos al o
fim do presente mez, devendo para isso entender-
se com o Sr. Francisco Jos Alves de Carvalh. no
paleo de S. Pdro n. 1. cujo senhor se acha auto-
risado e oom os poderos necessarios para esse
fim.
Precisase alugar urna ama que saiba lavar
e engommar, e todo o servico interno de casa : ua
roa da Imperatriz, casa n. 9, segundo andar.
Cari H. Frese retirase com sua mulliei para
a Europa._______________
Guarda livros.
Um guarda livros que dispoe de algumas horas
encarrega-se de qualquer escripta, que nao seja
I demasiadamente grande : a tratar na livraria dos
nj_! Srs. Guimaraes & Oliveira,rua do Imperador n. 54.
Ama
Precisa-se de urna ama que saiba bem cosinhar
c engommar para casa de pouca familia : na ra
do Queimado n. 51.
Nae se sabendo a residencia do Sr.
Francisco Xavier Mendes Jnior, c preci-
sndole fallar-lhe a negocio de seu interes-
se, pede-se-lhe que compareca ra do
Crespo lojan. 18.
Raymundo Mge, cidado francez, relira se
para Europa.________________
Poupando tempo, trabalho. passiencia c di-
nheiro com a compra dos chamins a nova nven-
fo do Sr. Rrowm, vende-se em casa dos Srs. Os-
borne ra do Imperador n. 78.
Mmheire a premio.
D-se a quantia de 800.5 pelo lempo que se con-
cordar a um e mero por ce uto ao mez recebendo-
se por seguranca penhores au lirma a contento,
pode ser procurado a pessoa que. faz este negocio
na toja de calcado na praca da Independencia do
Sr. Porto n. 39.
fmmmmmm.mmmm
Prensa-se de urna ama d<" boa roniie.c-
ta, para urna casa de pequea lamina,
c principalmente tara andar com una
crianca : ua ra do BMge! u 1% ^7"-
do andar. zjg
&58^*s-^ ** ** *
__ Hoa-se ao Sr. Luiz Gomes Silverio que diri-
ja-se roa do Livra monto n. 29, alim de receliec
o mez de *ua casa sita dos Af.igados, em que mo-
ra Dionizio Clemonle da Cruz, pois do contrario
nao me responsabili^ mais pelos alugueis, e fier-
ra sem vigor a carta que existe em seu pode*
visto seu mquilino ler saludo fra. do trat.
Domingos Antonio das tye?sS vai a Europa.


'T


o
BCaclo dc Fcowmbuet Qwaria lelra & tfc alo de **.
FAXKSIIAS B1RAT1
A^LHIUS BARATAS
PARA A6ABAB KA LO JA fifi) lARAf IftQ
Ricos vestidos brancos bordados a 105 e 125-
Baldes inglezes de arcos e croch a 3&, i& e a&.
Camiinhas e manguitos rouito bem enfeilados a 3.
Grande sortimento de lazinhas niuo boas a 360 o 400 rs.
Soutombarques e capas de seda, merino e cambraia bordada.
Bramante de linlio muito largo a 25.
Organdys e cassas francezas finas a 480 rs.
Canbraias lisas, tilo de linbo liso, cambraia de salpicos.
Lindos cortes de la Mara Pia de 85 a 1S.
Mimosos vestidos japonezes a 14,5.
Variado sortimento de chales em qualidades e precos.
Musselinas brancas com pinta de cor.
Grosdenaplcs prelos de 1,5600, 15800 e 25.
Lencos de cambraia bordados a capricho a 15.
Madapolo barate a &SOO.
Vende-se madapolo bom e perfeilo a 55800 a peca com 20 varas.
Todos estes artigos e outros inuitos se vendem por presos que admiram I na ra do Cpepo
numero 1.
Defi'onte do arco de Santo Antonio.
IRAME FABRICA
DE
Precisa-se de urna ama para casa de peque-
a familia : a tratar na ra Nova n. 23, segundo
andar.
CHAPEOS DE SOL
3e J. Falque.
4-RA DO CRESPO-4
ar-
Esta fabrica, a mais amiga e acreditada d'esu capital, acha-se de novo montada com um
variado sortimondo de chapeos de *ol inglezes e francezes, assim como de ludo quanto diz respeito
sua profissao, como seja superiores sedas, alpacas e panno de todas as cores e qualidades,
maces e mais preparos para apromptar chapeos de sol
honrar este eslabeiecimento.
Cobre-se e coocerta-se todae qnalquer qualidade d'estes artigos com a maior perfeieo e pres
teza, c tudo por precos muito rasoaveis.
Bonito-sortimento de bengalas precos cemmodos.
-4 Ra lo Crespo 4
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Precisa-se de um caixeiro com pratica de
molhados, ou que tenha sido caixeiro de ateana
voniade dos freguezes que se dignaren da tberna) sendo Porluguez, com idade? pouco .E
| ou menos, de 16 a 18 annos,: a tratar na ra da
Senzala Nova n. 4.
XO
VI
rmazem de fazendas
de
Custodio, Carvalho & Companhia.
RA DO y l JEIJ1AIIO
S*
A VELHA ENCYCLOPEDICA
Respeltavel etabeleclmeiito de fazendas
Crespo numero 19.
a ra
DE
Pe?as de panno de linho fino com 20 varas pelo baratissimo preco de 105 a peca.
Cambraia adamascada branca pira 35-
Lencinhos para meninos e meninas a 100 rs.
Lencos brancos para algibcira a 25 a duzia.
Toalhas de futi de linho duzia 45.
Toalhas adamascadas de linho pelo barato preco de 35300 e 45 cada urna.
Lazinhas de urna s cor para roupa de meninos e seuhora.
Aula particular.
Ra \ O abaixo assignado provisionado pela directora
geral da instruccao publiea para ensinar primeiras
letras, latim e francez, continua a lecciooar as |
supradias materias, a ainda admttte pensionistas
dc menor idade.
A pratica de 18 annos consecutivos no exercicio
do magisterio, sua inteira dedicacao e o aproveita-
mentode seus discpulos sao garantas para aquel-
les que I he quizerem confiar a educacao de seus '
filhos.
Jos Mana Machado de Figueiredo.
O administrador da massa fallida do finado Jos
Lnii Pereira, convida aos credores do mesmo fina-
do, para que, dentro de oito das, a contar da data
deste, apresentem ao mesmo administrador, em a
sua loja n. 5, na ra do Cabug, os seus ttulos de
divida, afim de serem competentemente verificados,
sob pena de, lindo aquelle praso, nao serem alten-
didos na classificacao dos credores, quelles que
d-ixarem de apresentar taes ttulos. Reeife 24 de
maio de 1864.
Noeiedade dramtica Heerelo c
Unlo Familiar.
De ordem do Illm. Sr. director fago sciente aos
senhores socios, que sabbado 28 do corrente ter
lugar o espectculo mcnsal.
Sociedade dramtica Recreio e L'niao Familiar
2o de maio de 1864.
Vicente Ferreira da Silva.
1 secretario.
JOS GOMES VILLAR.
Tendo erecido a proteccao das
EXCELLENTISSIMAS SENHORAS,
e do publico em geral.
OJproprietario nao descanca um s momento para bem servir aos seas freguezes, fa-
zendo encommendas para
Incalen-a, Franca, Suissa e Allemanha
das melhores fazendas para
Senhoras e para homens
evende-as por precos que admiram.
Importante cslabelecinienlo
DE
Fazndas
Seda,
fabrica ConceiQao da
Babia.
Andrade & llego, recebem constante-
SR mente e tem a venda no seu armazeni n.
2K 34 da ra do Imperador, algodao d'aquel-
B la fabrica, proprio para saceos de assu-
Jf5 car, embalar algodao empluma etc., etc., f>
$ pelo prego mais razoavel. g
\wmwmmmmmmmj'
Precisa-se de um bom cozinheiro, e de urna
ama para engommar e lavar : no sobrado n. 32,
ra da Aurora.
Est para alugar-se a casa terrea n. 39 da
ra da Unio : quem a pretender, dirija-se ra
da Aurora n. 10, que achara com quem tratar.
Machinas para algodao.
Vende-se urna machina para descaroenr algodao
e um motor com todos os pertenres para trabalhar
com 2o;i 4 cavallos; a qual detetreca 110 arro-
bas de algodao por din, sendo muito maneira no
trabalho a de mili fcil transporte para o centro :
ella acha-sc montada e o comprador pode ver o
sen trabalho, cujo resultado se garanto.
Tambem vendem-so machinas para descarocar
' algodao movidas a braco, de diversos tamaito
tanto americanas como "inglezas, as qnacs descaro-
'cam de 20 60 arrobas d algodao por dia con-
forme w tamanho da machina, sarantindo-so tam-
bem o resultado de cada urna. Todas ellas seacham
montadas na fabrica da traversa do Carioca n. 2,
caes do Ramos, onde os compradores podem se
dirigir para ver o seu trabalho e tratar sobre seu
prego.
ou fina a vontade do comprador
^^mnmBmum^m^HiMHBnB M
MACHINAS EPTENTE
de trabalhar in'io para
descaro^ar algodao
lia, linho e algodSo.
dm mona TitiKLa,
I Ra do Crespo numero i*.
RECIFE.
Vende baratissimo.
Importante estajielecimeuto
DE
teda,
Fazendas
e algodao
DE
la, linho
de
Ra do Crespo numero
RECIFE.
Vende baratissimo.
Caixeiro
Precisa-se de um| caixeiro pratico em taberna
no largo da Santa Cruz d. 12.
Aluga-se urna boa casa terrea com muitos
i eoraraodos, no lugar do Pilar e bom sitio, por pre-
i co muito commodo, caiada e pintada de novo :
________i quem pretender, dirija-se ra da Cruz n. 44,
a qualquer i P"'meiro andar-
Antonio Jos Gomes faz sciente
pessoa que Ihe quzer fallar, que negocio urgente j Preci6a-se alugar urna preta
o chama a Porto Calvo, d'onde pretende voltar bre-! nhar e engommar : quem a ti ver, dirija-se a ra
ve, razao justamente por que se nao despedio das do Trapiche n. 4, que achara com quem tratar.
Exmas. familias e amigos que o honram com suas
Acaba de chegar casa de J. Falque, um completo sortimento dos melhores albuns para retra-
: tos que se possa encontrar, e por presos commodos, sendo para 30 100 retratos.
"r I Assim como albuns para desenho, escripta e msica, muito ricos e por isto muito propri os para
t|ue sama cozi-' ___.,,_,,
presentes.
benevolencias, o quando voltar far o competente
aviso por este Diario.
Precisase de urna preta motja que cozinhe e
eogomme : quem a tiver e queira alugar, dirija-se
ra da Cadeia n. 55, primero andar, que acha-
r com quem tratar._______ ______^^
Gratificase a quem achar um relogio com
correntio e duas chaves, de Apipucos at Sanl'An-
pa ; a entregar na estrada do Manguinho n. 25.
Aluga-se o sobradinho n. 1 da ra dos Copia-
res : a tratar na ra do Imperador n. 2. Na mes-
ma casa se aiuga um mulato cozinheiro e trabaja-
dor cm paJaria, ou mesmo para fabrica de velas
ou armazens.
4RA DO CRESPO- 4
Na ra do Queimado n. 33 A precisa-se de!
tima ama para fazer o servlco de cozinha da casa I
de um homem soltciro. I
Aluga-se um primero andar que sirva
para escriplorlo, d-se preferencia as ras
do Imperador, Crespo, Queimado, Cruzes,
palco do Collegio e Rosario: quem quizer
alugar annuncie.
Na ra do Crespo, loja n. 18, exisiem cartas pa-
ra os Srs. Dr. Elias Frederico de Almeida e Albu-
querque, Alexandre Jos Simplicio, alferes Anto- i
nio Lobo Alberiim de Miranda Henriques, D. Gui- '
lliermina Leopoldina da Silva, D. Camarina Veri i
diana d'Assumpcao e Chhstina Maria da Con-!
ceicSo.
Na ra do Imperador n. 14 recebe-sepor alu-
guel una escrava boa engommadeira..
em resmas para cigarros, do verdadeiro : na ra da Cadeia do Reeife n. 15 e ra do Cabug n.
SDCIEIUUE
DOS
ARTISTAS MIAMOS ELIREUES
PERNAMBUCO.
De ordem do Sr. director convido a todos os so-
cios desta sociedade para quarla-feira 25 do cor-
rete, sessao extraordinaria, as 7 horas da tarde.
Secretaria da Sociedade dos Artistas Mchameos
e Liberaos de IVrnambuco 24 dc maio de 1864.
Flix de Valois Correia.
I. secretario interino.
-- Os administradores.da massa fallida dc Seve,
Filhos & C. fazem publico que, autorisados por des
pacho do Sr. Dr. juz do commercio^ com data de
boje, a principiar do da 25 do corrente, pagarlo
no escriptorio de Augusto F. de Oliveira, praca do
Corpo Santo n. 17, todos os dias utes do meio dia
s 2 horas da tarde, o primeiro dividendo de 10
0|0 sobre os crditos approvados.
LIQUIDACO
O abaixo assignado declara em teinpo, que
tendo fgido os escravos Paulo e Emiliano para o
engenho do Sr. Pedro Francisco de Albuquerque,
all seacham, e bem assim os escravos Germanoe
Joo fgidos tambem desde c anuo passado, procu
raram o Sr. Feliciano Joaqmm dos Santos, em cu-
ja casa esto, sendo depositario delles o Sr. Anto-
nio Mara de Araujo, que j deve ter sciencia dis
to, sem duvida, porque muito para crer que esses
senhores Ihe tenham communicado Estes escra
vos fazem parte da fabrica do engenho Frescondm.
________Manoel Barbosa da Silva.
O abaixo assignado avisa ao Sr. Feliciano
Joaquim dos Santos que pode ir tomar conta at o
fim do corrente, das bestas e bois que tem o mes-
mo abaixo assignado obrigacao de entregar, con-
forme recebeu na eccasio do arrendamento do en-
genho Frescodim, e se o nao fizer declara que se-
rao depositados em jnizo, assim como j o fez o
anno passado com a fabrica, e o mesmo engenho
por se ter negado Smc. a receber tudo calculada-
mente, e com o fim de receber renda ampia.
Manoel Barbosa da Silva.
Desde o dia 15 do corrente contina fgido
da casa de seu senhor o moleque crioulo, Francisco
(mais condecido por Xlc), com os signaes segnin-
tes : 19 annos de idade, alto, magro, odos vivos e
pegenos, beicos grossos, bocea |equena, dentes
largos, pernas longas, ps grandes e largos, com
algumas marcas de bicho, levon vestido paletot de
panno prelo velho, caiga tambem preta, e collete ou
camisa de algodao : roga-se, porianto, aos senho-
res capilaes de campo e mais agentes policiacs, de
o apprehenderem e levarem a seu senhor, na tra-
vessa do Paraizo, sobrado n. 18, segundo andar,
que serao generosamunte recompensados. ______
Anna Francisca do Sacramento declara ao
respeitavel publico, que a precuraco bastante que
passou ao Sr. Joo de Souza Oliveira ficar de hoje
em 'liante sem nenhum effeito para qualquer fim
que seja. A' rogo de Aima Francisca do Sacra-
mento, Joo Ferreira da Silva ; como testemunnas
Hudolph Launtjen, Jos Campos Pinheiro.
OITerece-se
Cajabussuzinh a
por. arrenlampnto ao engenho
quantia de 1:400,3. e d-se fia-
dor idneo e a contento : a tratar com o procura-
dor do mosleiro de S. Bento da Parahiba nesta pro-
vincia, ou cm carta fechada com as iniciaes F. X.
nesta typographia.
Offereee-se para administrador de eneenho
ama pessoa que tem para i.*to as precisas habilita-
edes, j pela aiividade e boa dispnsicao para o tra-
balho, j pela pratica que tem dftste servido : quem
precisar, dirija-se ra das Cruzes n. 7, ou an-
mincie para ser procurado. _______
Modas frncezas.
Pelo ultimo vapor receben madama Mfllocheau
lliies-anl um lindo vscolhimento de modas, ricos
leques grandes e pequeos, cspnrtilhos na vos mul-
to commodos, llores as mais lindas possivei, litas
largas, bu os brancos e pretOfl, tarlalanas brancas
o de cores, cambraia fina e muito larga, camisi-
nbas, gonares e colletes, pelerinas com mangas,
fitas de serta branca muito larga lavrada, etc. : na
riw da Imporatriz n. 1,
.4 viso
Qualquer pessoa que se juigar credora do pala-
ci da Soledade (posto que esta casa julga nada
de ver a pessoa alguma) aprsente seus ttulos no
praso de oito dias, a contar da data deste. Palacio
da Soledade 21 de maio de 1861.
Precisa-se alugar urna escrava que saiba
bom engommar e coznhar : a tratar na praca da
Independencia ns. 37 .e 39.
Torna-se a prevenir ao Sr. Paulino
Manoel de Sotizn Oliveira morador no en-1
gento Caxoeira villa da fregueza de Seri-
nliem que nao pode vender a escrava Fran-
celna, e a todos os escrivaes e tabelliaes
para que nao passem escriplura da mesma.
Aluga-se o segundo andar e sotao do sobra-
do sito na ra da Imperatriz n. 36 : a fallar no
primeiro andar do mesmo.
O abaixo assignado roga a pessoa que Ihe ti-
rou da agencia particular do Sr. Joo Jos da Silva
Lagos, na ra do Vigario, urna carta vinda de Ma-
manguape, na qual conlinha um saque do Sr. Joao I
Vieira de Azcvdo contra os Srs. Marques Barros &
C. esta praca, da quantia de 6055800, restituir
na casa da residencia do abaixo assignado, no pa- Chouri'cas"as mais novas a"800 rs.
HMil IMSERVAH
23Largo do Terco-23.
Joaquim Simao dos Santos tendo de se retiiar est resolvido a liquidar e fazer urna grande
vantagem a quem seu armazem frequentar, e vender por menos do que outro qualquer annuucante,
para isso tem um vantajoso sortimento tanto neste arrnazem como Tora e para melhor servir o publico
o annunciante scentiia aos seus freguezes que tem frequentado este eslabeiecimento quo de
hora em diante terao a vantagem de 10 a 20 por cento menos que compraram em outra poca
seu prompto pagamento.
Attencao.
primera e segunda sorte a 270 e Dito em caixa da Baha dos melhores fabricantes
I ffi Na ausencia do Dr. Caetaho Xavier Pe-
^ reir de Brito o Dr. Cosme de S Pereira
5 far sujs vezes na qualidade de medico
|g a pedido do mesmo ; seus clientes pode-
H rao dirigir seus convites ra da Cruz
H n. 53, Io e 2o andar no bairro do Reci-
, m| fe, e para as con.-ultas todos os das das
; ^5 0 s 9 da mauha ah o encontraro
J^ sempre prompto.
i |fig O Dr. S Pereira empregar todos os
seus eafonoc para sali^l'azer a conlianca
^K do seu collega e amigo ausente.
m\n ATTENJAO
O abaixo assignado, hquidatario da extinrta fir-
, ma dc Vidal i Bastos, pela ultima vez avisa aos
| devedores da mesma firma, que venham pagar seus
dbitos at o da 15 dejunho, depois desta data
:, terao de ser entregues os mesmos a um procura-
dor para os cobrar judicialmente. Reeife 15 de
maio de 1864.
Joo Carlos Bastos Oliveira.
O protestantismo.
Na loja de vros de J. Nogueira de Souza, ra
do Crespo, recebe-se assignaturas para a seguale
obra que se est publicando na Bahia.
Refutas ao
do protestantismo coBtdaem dezoito epstolas en-
' derecadas a um amigo por outro amigo que se as-
signa oFiel
Rkflexao.
A' vista do incremento, que entre nos, tem to-
mado insolentemente o protestantismo, pode-se as-
severar sem exageraco, que a dita obra contm
j a mais completa refutacao d'aquelles heterodoxos
I principios. Mandada organisar pelo sabio e ve-
i nerando metropolita, o seu autor desempenhou do
modo mais satisfatorio a misso de que fra en-
; carregado^ O methodo, a lucidez com que os as-
surnptos sao tratados, a crudico histrica, e as
armas do raciocinio mais forte c victorioso, por si
2 B.; mesmos recommendam aRefulayao do Protes-
tantismonao s ao clero por quem a f ensi-
llada, mas a todo verdadeiro christo que profusa
os dogmas e a doutrina da rcligio catholica apos-
tlica romana.
A obra dar um volume de quarto francez com
250 paginas pelo menos ; o preco d*asslgnatura
o de 5$, e por consequencia o mais mdico pos-
sivel.
_____________________O editor.__________
Precsa-se de um cscravo para todo o ser-
vido de casa : a tratar na ra da Cadeia n. 20.
Jos Joaquim dc Pinho Mendonca vai Eu-
ropa._________________________'
Fugio da casa do abaixo assignado, no dia 20
do corrente mez, um escravo de nome Luiz, criou-
lo, idade de 25 annos, estatura regular, secco do
corpo, levando roupa de algodao mesclado e um
benet de panno de linho ; julga-se ter ido para o
lugar de Panchas, e por esses lugares mais prxi-
mos, cujo escravo foi do Sr. Manoel de Souza Si-
dorio : quem o pegar leve-o ra do Corredor do
pelo Bispo n. 8, que ser generosamente recompen-
sado.
Antonio Fetosade Mello.
KABItlCADAS
Por Plant Brothers & 0.
OLDAM
Estas machn."
podem doscarocar
qualquer especie
de algodao sem
estragar o o,
sendo bastante
duas pessoas para
o trabalho; pode
descargar urna
arroba d. alge-
do em caroco
' .-il cm 40 minutos,
L,L W*'1 ou *8 arrobas
por dia ou 5 ar-
robas de algodao
limpo.
Esta machina
a nica que
possue as vantagens de nao destruir o fio do al-
. godo e de fazer render o dobro de qualquer ou-
, tra com menos trabalho, a sua introdueco para
as provincias desle imperio ser de muito valor
para todos os interessados na lavoura do paiz.
Assim como machinas cm ponto grande do mes-
mo systema, para serem movidas por animaes,
agua ou vapor, as qnaes podem descarocar 18 ar-
robas de algodao limpo por dia.
O algodao descarocado por estas machinas tem
muito mais estiniacao nas mercados de Europa e
vende-se por maior proco.
As machinas se acham venda unicamenie em
casa de
Saumlei's Brolliei s k G.
X. IB. |i-;-.*,';l do Corpo S;iu(4
RECIFE.
Os nicos agentes neste paiz.





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Caf do Rio de
300 rs.
Arroz pilado a 80 e 100 rs. a libra e
a arroba
Milho alpista limpo a 170 rs. a libra
arroba.
de 15200, 2*400 35 e 43.
e 3* Phosphoros do gaz viudo de conta groza 2*300.
I Manteiga franceza a 600 e 640rs. a libra.
4*800 a; Dita ingleza flor a 800 e 900 as. a libra.
Bscoutos e bolachinhas de soda a 1*300 c "
Bom negocio.
Offerece-se qualquer pessoa que quizer come-
I car um negocio com poucos fundos, urna taberna
na ra Direita n. 50, a qual est bem afreguezada,
. tanto para a trra como para o mato : quem a
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botica e armazem de
Toucinho de Santos c Lisboa a 240 e 280 rs. a libra.: Vinho do Porto engarrafado a 800 rs., garante-se a \ quizer, dirija-se mesma, onde encentrar todos os
leo da ribeira de S. Jos n. 25, ou na loja da ra
do Livramento n. 23. Por esta vez perdoa-lhe a
graca com tanto que nao haia repelico. Reeife
23 de maio de 1854.
______________Jos Vicente Godinho.
No caf Reslaurant do commercio, ra do
Passas dc carnada a 500 rs: a libra e 10* a caixa.
Azeite doce de Lisboa fino a 640 rs. a garrafa e
4*800 a caada.
Dito de carrapato a 320 rs. a garran e 2*240 a
caada.
Massas para sopa aletria, macarro e talharim a
480 rs. a libra e 10* a caixa.
a libra.
Charutos em magos de 50
640 rs. o cento.
o miliieiro e a
superior qualidade. eselarecimentos.
Dito em pipa Fgueira das marcas mais bem co-
nhecidas a 500 rs. a garrafa e caada 3*800
e 3*500.
D to de Lisboa especial para negocio a 360, 400 e
440 a garrafa e em caada faz-sc abatimento.
Precisa-se de um caixeiro com pratica de ta-
berna para padaria : a tratar na ra do Queima-
do n. 18 A.
Precisa-se de urna ama para casa de peque-
Dito branco proprio para missa a 640 e 500 a gar- "15?!iL.M rua SenMla Velha D- 138> se"
rafa e em caada a 5* e 3*500. ; gunj0 aDar-____________________________
Bolachinha americana a 200 rs. a libra e em bar-1 Precisa-se de dous feitores Portuguezcs para
drogas
rica ha grande abatimdnto.
todo o servico de campo : trata-se na rua da Moe-
da n. 10, das 9 horas da manha s 2 da tarde.
Aluga-se a casa da rua do Hospicio n. 28,
esquina da rua do Destino, propria para negocio,
Trapiche Novo n. 22, tem quartos mobilhdos para roin commodos para familia : a tratar na rua do
alugar por mez.
- Precisa-se dc urna ama para casa de rapaz
solteiro : na rua do Queimado n. 47.
Toda atencelo

Perderam-se na note de sabbado, 21 do corren-
te, desde a rua do Crespo at o armazem do sal, na
Boa-Vista, diversas cartas dirigidas a differentes
negociantes da villa da Independencia, (Guarabi-
ra), contendo urna deltas duas letras sacadas por
Izidoro Netto & C. em 26 de abril prximo passa-
do contra o Sr. Candido de Albuquerque Montene-
gro; sendo urna dellas do 1:399*320 j aceita por I
aquelle senhor e ainda por sellar; outra dc rs.
1:378*440, sellada, porm sem aceite : quem as
tiverachado e as queira restituir, o poder fazer!
na loja do Gallo Vigilante, rua do Crespo n. 7, vis-
to que a mais ninguem podem servir.
Precisa-se de urna ama que cozinhe e saiba
engommar : a tratar na rua da Lingoeta n. 10.
Da cocheira de Claudio Dubeux furlaram do
sabbado para o domingo um par de lanternas de
carro, com o o. 65 : roga-so a quem for offereci-
das.ou mesmo as tiver comprado, de leva-las ao
escriptono do mesmo Claudio. Dubeux, que se pa-
gar a importancia por quaut* as tiver comprado,
nem se proceder contra a dita pessoa, urna vez
que declare a quem as comprou. Alem da paga se
recompensar a quem as levar ou souber a quem
foram offerecidas.
O juiz dos feitos da fazenda despacha'
na rua das Cruzes casa n. 41, segundo
andar.' |
Grande galera de vistas mo-
dernas.
Kua da Imperatriz n. 53.
Oh agora ou mais nunca.
Todas as noites elTectivas se faz mudanca d*
vistas. O director deste salo durante sua demora
de poucos dias deliberou a entrada a 260 rs.
Mondego n. 47, padaria.
illlil
| Companhia Qdelldade de
seguros martimos e ter-
restres estabeleelda no
Rio de Janeiro.
AGENTES BM PEPNAMBCO
Antonio Lniz de Oliveira Atevedo k C,
competentemente autorisados pela direc-
tora da companhia de seguros Fidelida-
de, tomam seguros de navios, mercado-
ras e predios no sea escriptorio rua da
Cruz n .1.
Aluga-se o primeiro e segundo andares da
casa n. 193 da rua Imperial : na rua da Aurora
numero 36.
COMPRAS.
Antonio Luiz de Oliveira
bre Lisboa.
Azevedo saca so-
CICERO PEREGRINO
Rua do Livramento n. 19
Primeiro andar.
Compram-se cruzados novos, moeda portu
gueza, a 840 rs.: no armazem da rua de Borlas
n. 2, quina que volta para o largo do Carmo.
DENTISTA DE PARS
19Rua Nova-i9
Frederico Gautier, cirurgio dentista,
faz todas as operaces de sua arte, e col-
loca dentes artifciaes, tudo com superio-
ridade e perfeico, que as pessoas enten-
didas Ihe reconnecem.
Tem agua e pos dentificio.
Comprase efectiva-
mente
' ouro e prata em obras velhas, pagande-se bem
na rua larga do Rosario n. -24, loja de ourives.
Compra-se
constantemente ouro e prata em obras velhas : na
amiga e feliz loja de bilheles de lotera da praca
da Independencia n 22.
Precisa-se fallar ao Sr. Antonio Jos i
Teixeira de Mendonca Belm, nesta typo-1
grapbia.
Precisa-se de urna criada livre ou escrava,
que saiba cezinhar e comprar : na rua de Santo
Amaro (Mundo Novo), sobrado onde morou o Sr.
Dr. Sabino.
Arrenda-se o engenho Jangadinha, distante
desta praca duas legoas, bom moedor de agua e com
proporedes para fazer-se 2,000 pes de assucar an-
nualmente : a tratar no engenho Cavalleiro conti-
guo ao mesmo engenho, ou na rua de Sania Hie-
re a n. 38.
Rudolph Leuiwritsin, subdito dioamarquez,
retira-se para fra da provincia.
No largo de S. Pedro n. 26, se dir
tem para alugar um negro e um moleque.
quem
CORREIO.
O Illm. Sr. tenente-coronel Thomaz de Aqnino
Cavalcanti queira dirigir-se reuarticao do correio
afim de receber urna carta recommendada vinda
do Biqttf.
AVISO.
Na fabrica de sabo na rua do Raogel n. 34 se
contina a vender abao amarolto m.isa, tanto era
eaixas como a retalho a 200 rs. a libra.
Precisase de ama ama de leite : a tratar na
Capnnga, rua da Amizade, casa com portao do fer-
ro ao lado.
Precisa-se de urna ama que ralba engommar
e coznhar, e paga-se bem : no becco da Boia n.
2, primeiro andar,_________ ______
eseja-se fallar com o Sr. Joaquim da Fun-
seca o Silva, na rua do Imperador n. 46, armazem.
- Est 'para alugar-se a rasa terrea da rua dos
Guararapes n. 67, rom 2 salas, 2 quarlus, cozinha
fra e sotao : os pretendemos dirijam-se rua do
Crespo n. 2o, loja da esquina.
Oadvogado Eduardo de Barros pode
ser procurado para os misleres de sua
profissao, das 7 s 9 horas da manha e
das 3 da tarde em diante na casa de sua
residencia iua da Saudade n. 15.
Precisa-se de 1 ou 2:0005 a juros, dando-se
por garanta um predio de muito maior valor : a
tratar na rua do Arago n. 28.
A pessoa quo annunciou querer alugar um
andar para escriptorio, na rua do Queimado, Ro-
sario, etc., appareca na rua do Cabug o. 9, pri-
meiro andar.
Est para se vender urna mnlatinha de bohi-
ta figura, de 15 annos, que sabe coser, engommar
e cozinha alguma cousa : quem a pretender com-
prar, dirija-se roa do Imperador, segando andar
n. 79, de manha das 7 s 9 horas, e a Urde das 3
s 6 horas.
Fabrica dc licores e perfumarlas.
Neste eslabeiecimento compra-se elTectivamnle
garrafas, botijas e frascos de genebra vasias, assim
toda a especie de frascos de perfumaras : ua rua
do Amorm n. 12.
Compra-se urna escrava de meia idade que
nao tenha vicio nem achaque, que nao exceda de
5003 600 : quem tiver, dirija-se rua do Li-
vramento n. 29, que se dir quem quer comprar.
. Compra-se um sellan inglez em bom uso :
a tratar na rua do Crespo n. 18, loja. *
Compra-se urna negra de meia idade, que
saiba coznhar e seja sadia : na roa larga do Ro-
sario, no Bazar Pernambucano, se dir quem
quer.
YENDAS.
Vende-se urna carleira nova, propria para
escriptorio : trata-se ao entrar da rua dos Praze-
res a quarta casa.
Ka ru t estreil do Itosario u. 34
Vende-se ou aluga-se a casa terrea sita na
rua da Casa Forte, em que o Sr. Antonio Bao teve
padaria, a contar de 15 de junho vindouro em di-
ante : a tratar no Campo Verde, rua do Socego n.
AdVOffadO AttOnSO tte Albll- V J* V*^** Podem ver a chave em poder
_r ao fer. Antonio Bao, naquelle lugar, para examina-
querque Mello,
pode ser procurado a qualquer hora ; as sextas-
feiras. porm, na villa do Cabo.
do Si-
ma a casa.
Precisa-se de um rapaz dc 14 annos, com
pratica de taberna : na rua do Caldeireiro nume-
ro 94.
'ara algodao.
Vende-se por'preco commodo urna excellente
machina americana que trabalha com um cavallo
para fazer mover qualquer machina pequea de
descarocar algodao, tendo a vantagem de ser mui-
Jos Joaquim Pereira de Mendonca vai Eu- to simples e economisar muito o trabalho bracal:
ropa. i a tratar na padaria da rua Direita u. 84.
Rua do Cabug n. II.
DE
Joaquim Uailialio da Cruz Correia.
Vende-se o seguinte :
Salsa parrilha de Bristol.
Pastilhas assucaradas dc Kemp.
Pastilhas vermfugas de Kemp.
Elixir de citro lactato de ferro do Dr. Thcrmes.
Rob do Lafectcur.
Xarope depurativo d'odorelo de ferro de Guy.
Xarope peitoral sedativo de Guy.
Pastilhas peiloraes balsmicas de Guy.
Pilulas da vida.
Burel franciscano (mesclado) para imagens.
Injecco Brow.
Xarope dc ctrato de ferro de Chable.
Plalas contra sesoes.
Salsa parrilha de Sands.
Extracto fluido de salsa parrilha de Bailys.
Xarope lcoolico dc vellame.
Alm dcstas drogas ha constantemente um com-
pleto sortimento de tintas, verniz, ouro para dou-
rar, preparados chimicos c pbarmaceutcos que se
veudem por commodos precos.
O ItlV i li
Kua do Queimado u. 49 e 53 est
acabando a yechinclia.
Pecas debico com 10 varas
a 200 rs.__________________
VINHO PURO.
Chegou nova remessa de ancDretas com supe-
rior vinho puro : vende-se no escriptorio de E. R.
Rahello, rua da Cadeia a. 55.________________
Vinho do Porto superior
em caxas de urna e duas duzias : tem para ven-
der Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu
escriptorio rua da Cruz n. J.
Fariaha de mandioca sipm'er
em saceos grandes : vende Antonio Luiz dc Olivei-
ra Azevedo C, no seu escriptorio rua da Cruz
numero y______________________________
Santo Antonio
Acha-se venda na typographia da ruadolmpe
radorn. 15 a tiezena do glorioso Santo Antono.niU
damente impresso, em um folheto, obra indspensa-
vel para os devotos do mesmo santo.___________
Urna pessoa que se retira para fra vende
urna cama de armaco com lastro de palhnha,
com muito pouco uso : a tratar na rua do Quei-
mado n. 71.
Vende-se
a loja de calcados da rua da Cruz n 41, s^ndo
esta bem afreguezada e cm bom local : a tratar
na mesma loja com o proprio dono pMs este tem
da retirarse a tratar de sua sade.


!



Piarlo de Pernaatbtto -- Qnarta lelra fc de Malo 4c !*.
(irande liquida^Tto
de fabadas na loja do Pari, ra da Imperalrii a.
GO, de Gama k Silva.
AcOa-se este estabelecimenio completamente sor-
tidod fazendas inglezas, fraucezas, alleincs e
suissas, proprias tanto para a praca como para o
mato, prometiendo vender-se mais barato do que
em outra qualquer parte principalmente sendo em
porcao o de todas as fazendas dao-se as amostras
deixando flcar penhor ou mandam-se levar em ca-
sa pelos caixeiros da loja do Pavo.
As chitas do Pavo.
Vendem-se superiores chitos claras e escora? pe-
lo barato preca de 240 e 280 rs. sendo tintas gu-
res, ditas francezas finas a 320, 340, 360, 400 e
500 rs., o covado, ditas pretas largas e estreitas,
riscados escocezes fiuos a 240 rs. o covado, isto na
loja do Pavo ra da lmperatriz n. 60 de Gama &
Silva.
As cassas do Pavio a 210, 280, 300 e 320 rs.
Vendem-se tinissimas cassas persianas cores (I-
xas a 320 rs. o covado, ditas francezas muilo finas
a 240 e 280 rs., ditas ingzezas a 240 e 280 rs. o
covado, Unisimo organdy matisado com desenhos
miudinhos a 320 rs. o covado, cassas garibaldinas
muito unas a 320 rs., isto na loja do Pavo ra da
lmperatriz n. 60, de Gama & Silva.
As liuintus da exposiro do Pavio.
Vendem-se as mais modernas laainhas mossan-
biquc chegadas pelo ultime vapor francez sendo
de urna so cor ou de listas miudinhas com 4 pai;
mos de lacgura, proprias para vestido de senhora,
roupa para meninos e capas, e pelo baratsimo
preco de 500 rs. o covado, ditas entestadas trans-
parentes de qnadrinhos a 500, 400 e 360 rs. o co-
vado, ditas matisadas muilo finas a 500 e 400 rs.,
ditas mais baratas do que chita tambem matisadas
a 320 rs. o covado, ditas a Mara Pia com palma
de seda e 4 palmos de largura a 800 rs. o covado,
e ditas de urna s cor parda, azul, cor de I y rio e
perota proprias para vestidos, sautembarques e
garibaldes a 720 rs. o covado, dilas escocers a
800 e 400 rs,, isto s na loja do Pavao, ra da lm-
peratriz n. 60, de Gama & Silva.
Os cbales de Pavo.
Vendem-se finos chales de crepcm estampados
pelo barato preco de 64, 7, 8Js dttos de ponta re-
donda a 74 e 85, ditos pretos ricamente bordados
a retroe cera vidrilho a 124, ditos pretos lisos a
54, ditos de cores a 44500 o 54, ditos de merm
estampados a 24 e 34, ditos de la a 14280 e 24,
ditos deretroz preto para lelo a '64, isto na loja
de Pavao ra da ImpenAr n. 60, de Gama &
Sita.
Fcnds prelas para a 'Warcsnm "vende o Pava*.
Vende-se grosdenaple preto muito superior a
44600, dito a 14800, 24,34500,"2480 > e 34, mo-
reaui hu- preto muilo superior a 34 o 24800, sar
ATTENCAO
9 IiARGO DO CARJIIO 9
GRANDE SORTIMENTO
45 Kua iliieiti 45
Oigam! oi^am! I!
CALCADO
Borne novo, a primeira uecessidade para a sau-
de e aformoseamenlo do individuo!
Meu Dos!... que ps de pavio 96 lubrigam por
essas ras I que figura horrend;- e nauseante a
de um palctol bem talbailo mbranertro a uin
gttedes roido em duas soias! um balan bem tor-
neado c bambaleante dctcubriodo urna punta de
botina salara e carcomida 11
Santa Barbara! I Cerram ra Direita, bellas e
rapases I sacudaiu na praia esses malditos quedes
e comprem :
I Borzeguins de Xanles 84000.
' Ditos irancczes de heierro 75.
I Ditos fraiicezes de lustre para homem :4.
I Ditos para senhora, de lustre. enfeHados, .'4500.
! Ditos para senhora, gaspia alia, i&00.
, Botinas de menina 24500.
! Ditas de cores para menina 2000.
SapatSes de Nafltes de duas solas 54-
Ditos de sola c vira 4500.
I Snalos de borracha para senhoras 14500
I Ditos para meninosi jjOOO.
| Sapatos de lustre para senhora 14.
, Ditos de tapete para homem a senhora 800 rs.
Ditos da liga constitucional 500 rs.
i Chineloes rasos do Porto a 14600.
E um sortimento comple.o em sola, vaquetas,
! couros, bezerro francez como nenhum, rouro de
i lustre muito grande, e ludo quaulo pertence ai la
I de S. Chrispim.
Acaba de receber de su* propria encommenda um grande e variado sortimento
de mo-iliados todos primorosamente escolhidos, por isso apressa-se o proprietario em
offerecer 3crsseos freguezes e o publico em gcral a seguirrte tabella dos seus gneros
resumidos procos, auancaiNJo todo e qualquer genero vendido neste bem conheckto ar-
HHfflem.
Pede-se toda attenciio.
O proprietario pede a todos os senhores chefes de familia c ao publico em igeral
(pne nao dtixem pasar "desapercefeida a seguinte tabella:
AVISO.
Keste armasea e no lar^odo Carino t. 0, armazem Pregrcssivo, recbeiR-se a
japrot hespanhota mat eneotpada a 24, hio na libras que vulgarmertte correa no coromercio por 8#890 a 9$, o proprietario m seo
Mato Pavio ra da Imperatnz n. 60, de Gama armazeas da-lhee esto valor, sendo em pagamento.isto para evitar confusoes em trecos
rs. a duzia i,ooe rs. a garrafa,^araote-se
qe os e-Inores que temos tido no mer-
cado.
Passas em caixas de 1 arroba'/Ve4/* a 7,5oo,
3,600 e l,9oo rs. a caixa, e-i-oo rs. a libra
garante-se.serea muito novas, e graudas.
e de 8 libras para Kem corirftbias proprias para ,podim a 803
rs. a libra.
DUARTE & C.
"rticipani aos seus numerosos freguezes e ao publico em geral que acabam da
receber de suapropria encommenda, o mis lindo e completo sortimento de molhados, de (ICO e com prilms.
os quaes venden por grosso e a retalho por menos 10 por cento do que outro qualquer i Nao eslava bma aguia branca deixar Hcar to
annanciante, cowo verao pela seguinte tabella que abaixo notamos, garantindo os mes- grande parte de sua boa (rrfoeiia
nws proprietaos nao s o peso como a qualidade de seus gneros.
AVISO.
Todos os senhores que comprarem para negocio ou casa particular de 10041 para .
| cima terao mais 5 a 10 por cento de abatimento, os proprietarios scientificam mais que tendentes, munidos de dinheiro, dirijam se a ra
jodos s-seus gneros saerecebidos de suapropria encommenda, razo esta para pode i do Queimado, loja d'agnia branca n 8, c
vender ipor muito meos do que outro qualquer estabelecimento.
Manteiga ingleza flor a 8oo e 1? rs. a Zibra.
Idea franceza a mais nova do mercado a 6oo
. rs.a libra, e :8o rs. em barril,
dem de porce refinada muito alva 46o rs,
a'libra.
Przunto para fiaiibre a 8oo rs. a libra.
F1VELAS
de sua boa freguezia sem es.-as
apreciadas livelas de ac e com pedras, e por isso
apressou-se em mandar buscar o bello soriimmto
que acaba de receber; e bemjissim as necessarins
utas.cujos novos e bonitos padroes a lurnam agra-
daveis aos olhos de todos; resta, pois, i|iie o pre-
bem ha bonitos cintos bordados com burlas, ttc.
Vellas de carnauba e composico de 32o a UXtraOraiIUiriO SOrtlIlieiltO
36o rs. a libra e de lo.ooo a 11,000 rs. a
arroba.
Genebra de Hollanda cm botijas de conta a
440 rs. a botija, e em duzia ou em barrica
ter abatimento.
0 Pavio ^vende'para luto.
'Vende-M superter setim da China fawtwia'toda
de 13a seat lu&ro toado 6 palmos de largura'pro-
,orio para vestidos, paletots, <>apas etc., pelo bara-
to preco ile 24, 4&it"Ki, 24S00 o covado, cessas
pretas lisas, hitas pretas largas e estreitas, chales
.de merino lesos-e'bordados a vidrilho, manguitos
roingoMinhjs e osros muios artigos que se ven-
dem por preposrazoaveis: na loja do Pavac u ra
i da Itnperalnz n -fio. de Gama & Silv*.
Os corpinlHK do Pava*
Vende-3", os mais modernos corj^Hlio-j de .Min-
braia riCHMBte bordados e enfeiudes a7 e'84 ;
aa loja d PT;t, ra da1 lmperatriz a.'0O, ma & Sic s vestid-, do Paa
Vende-se Tioos vestidos de grostfeoapla ppeto ri-
camente bordados a vetudo (telo btrato prico de
404, sendo fazenda (|ue sempre *e vondeu a 1004
e 104; ditos-de cantbroia brancosricammie bor-
dados a croch, sendo voprios para bsile casa-
mento 40, ti, 20 e 304; ditos de iaa com lindas
barras a K e 154! isto na loja do Peo rna
da Impsratrii n. 60, de Gama & Silra.
Os paanes do Paiia.
Vete-se panno preto muito superior pela barato
preco de i. 24500-.34 e 3i500, du.is mu>t0 Unos a
*4, 54 e 84,cortes de-casemira prela efestada a
44, 4450054, casemira preta lina de urna-so
largurfl mtriio lina a l,800, 25, 24*00 e 34, cor-
tes de casemira de" cor a 54, 54509 C'64, casemi-
na enestedes de urna s cor proprias para calca,
paletus, eclietes, cnpjts para seotoora, reupas para
menEOti34 e-39506 o covado, ito na loja do
Pavao, roa da Impcrst: iz n. 60, 4e Gaina^i Silva.
A ropa do Paiia.
Vendemos paletots de panno ^reto -60brecasa-
cos faiemla muito boa a 124, ditos milite -finos a
164, 20a, .355 e 305, calcas de easemira preta boa
fazenda a 44500,54,64, 74 e 84, paletots saceos
de panno preto a 74, ditos de casemira de cor a
64 e 74, diio de alpaca preta, ditos de merino
preto, ditosdenrim de cores, cateae de -ca2mira
de cor a li, 55,64, 74, ditos oe caxemica da
Escossia a 34, ditos 1. brim pardo a 24500, ditos
decora 4c34500, ditos braneos motto linos,
sto na toja dosPavao,' ira da Imperetriz n. O, de
Gama 4 Silva.
Os wt loarlos lo |>vo.
Vendeoa-se sos cortinados ptoorio6 4iana.ia:iel-
la e cania* pelo barato preco de 94 o *ar, sendo o
Eiclhor que li ao mercado : na ra da Imperau-iz
c 60, de Gama & Silva.
Ucolcuas do Pavo.
Vendem-se colchas de linho alcoencidas pro-
" pr-p-s para cama pelo bar:to preco de 55 cada aun
n- :"ua da hoparatriz n.<, de Ganu & Silva
As |recalas lo Pavo.
V ndem-se as mais luidas precalas que tem vin-
do ao mercado ebegadas pelo ultimo vapor fran-
cez, fe\o barato preco de tibO rs. o covado, ditas
d Ii9irinha muito raiudinhae proprias para vestidos
e roupas de menino* e meninas pelo biralo preco
de 506 rs. ; so Patio ra da Imperatm n. 60,
loja de Gama 4 Silva.
Os MMilcanl>?H-|He* do Pavo
MOg c t # so o Pavo.
Vendeci-se os mais lindos ^ouleanbarque* que
iMii vindc ultimameot de laaziha e caxemira n-
ftaoiente bordados e eofeitados, tres muito delica-
das pelo barato preco de 105 e 154 ; fazenda asta
que m outas tojas se vendem por 204 e 234,
3> pora liquidar : na loja e arm&zem do Pavao
StUUia Impoiatriz n. 60 de Gama A Silva.
.<& chitos do Pavo 2$400 <
ftSUO ocitftf.
Vendem-se cortes de cuita com doze covados
cada .curte, ditos com dez covados .a 24rO0, fazeq
da muito boa, e que nao desbota, s-aa loja do Pa-
vao tetn-esta pceinncha ; a ra da -lmperatriz n.
60 de.Gama & Silva.
Jifias de urna s or.
VeDdem-*e lazinbas de urna s cor, sendo en-
carnada, azul, cinzeiua, cor de caf, lirio -claro, li-
rio roxo cor de perola pelo baratsima jireco de
640 o covado, fazenda eiuite lina, s o Pavao. a ra
da Imperalru a. 60 loja e armazem de Gama &
Silva.
Panno de liuho.
Vende-se pauao de linhe com 4 palmos de iar-
lia proprio para lences, toa I has e ceroulas pelo
bar.-.to preco de 640 rs. a vara, bramante de linho
cop 10 palmos de largura a 24500, algodaozinho
monatro com 8 palmo* de largura a 14, pecas de
Kamuurgo com 20 varas a 94, 104 e 114, peeasde
madapolao Gno a 74500. 84, 94 e 104, ditas de
algodawinho a 64, 64500 e 74, e outras muitas
fazendas brancas que se vendem muito baratas
afira de apurar dinheiro : na loja do Pavao ra da
imperatm n. 60, de Gama & Silva,
O bramante do Pavo com doze
palmos de largara.
Vende-se bramante de linho puro, muilo fino com
doze palmos de largura o melhor e mais largo que
tem vindo ao mercado pelo barato preco de 24800
rs.a vara ; s na loja do Pavao de Gama & Silva,
jua da Imperatm o. 60.
As preealas do Pavo.
Vendem-se as mais lindas precalas qus tem vin-
do ao mercado chegadas pele ultimo vapor francez,
pelo barato preco de 600 rs. o covado, ditas de lis-
trinha muito miudinhas proprias para vestidos e
e roupa de meninos e meninas pelo barato preco
de 500 rs.: s o Pavo a ra da lmperatriz n. 60,
Joje de Gama rti Silva.
Os bales do PavSo.
Vendem-se crinolinas ou bales de 30 arcos tan-
braneos como de cores, sendo americanos que
sao os melhores por se nao quebrarem a 34500 e
de 35 arcos a 44, ditos de musselina com babados
a 44, ditos para menina a 24 e 34: na loja do Pa-
,v5o ra da Imperatrii n. 60, de Gama & Silva.
0 Pavao ventea 8*.
Vendem-se os mais lindos cortes de vestidos a
Mara Pia, com linda harpas desddu, sendo che-
eados pelo ultimo vapor francez pelo barato preco
de 84 cada um : s na loja do Pavao ra da lmpe-
ratriz 0. 00, de Gama 4 Silva.
Manteiga ingleza peritamente flor, a 8oe rs,
e 4#l libra,
dem franceza a 6co rs. a l?bra, e 58o rs.
sendo em barril.
Gna uxim a 2,7Oc rs. a libra, e de 8 tibras
para cima a 2,6oo.
dem penda a -2,8oo rs.
cima a 2,7oo,
dem hyssou o-mais superior que se .pode Marmeladas dos mais afamados'fabricanteede
desejar a 2,6oo e de 8 libras pera cima Lisboa a 6oors. a libra.
-a2,5oo rs. Ervilhas-secas muito novas a i*6o rs. a libra,
dem menos superior a 2,4oo ede $ libras Grao debico murto novo a 16o rs. a libra.
para cimaa:2j3oors. Ervilhas francezas em latas a<6oo rs.
dem proprio .para negocio a 2,3oc, de 8 li- Potes com sal refinado a 48o rs.
liras para cima a 2,2oo. Fumo de chapa emericano a,4oo rs. abra
I4em do Rio -em latas tle 2, 4, 6 e 8 libras fazenda especial.
cada urna -a 2, 3, 3,5oo e 4,8oc rs. a lata. Presunto para fiambre inglozes a 7oo e 8oo
dem preto o mellior que se ptde desejar rs. a-bra.
neste genero a 2,8oa rs. Chourioas e paios mnito novos a 64o a libra,
dem menos superior a esse qce se vende Batatas muilo nevas em gigas de 34 libra a
por, 2 e 2-doo, a 4,Soo rs. a libra. looo rs. e 6o rs. a iibra.'
dem mais twxo bom para negocio a I,5oo Massas para sopa macarro, talharim aietria
rs. a libra. a 4oo rs. a libra,
dem miudinlio proprio para negocio a i;{Joo Cognacverdadeiro inglez a .oo rs. a caixa
rs. a libra. | e 8oo rs. a garrafa.
Queijos do reino chegados nese ultmela- dem francez a 7,ooo rs. aduzia e 7oo rs. a
por a 0,loo. i garrafa,
dem mais seceos vrdQS.pornavioa.irJao. Charutos em grande quantidade ede todos os
Item prat es melhores e mais frescos do
mercado a 76o rs..a libra.
dem londrino a Coe rs., e sendo inteiw) a
Soo rs. alifara, vende-se por este preco
pela porcao que temos em-ser.
Mecoites era atas de 2 libras das seguines
o melbor do mercado a 2,8oo rs. a libra.
dem hyson de superior qualidade a 2,6oo rs.
a libra.
'dem perola o melhor que oe pode desejar a
2,7oo rs. abra.
dem prele muito fino a 2,5oo rs. a libra.
dem mais barxopooco a 2,-eoo rs. a libra.
dem mais baixo a 4,8oo-rs. a libra.
Castanhas mnito-novas a 2,ooo rs. a caixa, e
a IGots. a libra.
Bolinbo francez e em cairinhas de Too a
I,Soo rs. cada nma.
Vinbo do Alto Douro vindo do Porto engar-
rafado garante-se a superioridade deste vi-
fabricantes mak a creditados a l,5oo,
2,ogo, 2,5oo, 8,000 e 4iO00 rs. a caixa,
os mais baixos sao dos que por ahi se ven
dema 2,ooo e-2,Soo.rs.
Caf de;premeira qualidade a 8,5oo rs. a ar-
roba-e-28o rs. a libra.
marcas : tsborne, Craknel, !Mixed, Vicio- dem de<;egunila qealidade a-8,2oo rs. a ar-
ria, Pec-nic, Fanec, Machine-e outras mu- rol e 26o rs. a ilbra.
Gh uxim miudinno vmdo de conta propria, I Massas para sopa macarr5o, talharim e aletria
a 48o rs. a libra e em caixa ter abati-
meoto.
dem estrellinha, rodinha e pevide em caixi-
imas de 8 libras, muito bem enfeitadas de
2,5oo a 3,5oo rs. a caixinha e a 6oo rs. a
libra.
Boce de goiaba em caixas de diversos tama-
nhos de 6oo a l,ooo rs. o caixo.
Erva dooe a 64o rs. a libra.
Traques a 24o rs. a carta e 8$ a caixo.
Peixe em latas muito novo ; savel, pescada,
corvina, salmao e outras muitas qualidades
preparada de escabeche 2. a arte de cosi-
nha de I .ou a l,8oo rs. a lata.
nho.-das seguintes marcas : Duque, Ge- Figos em caixas de 1 arroba, V* e 8 libras
Quino, velho secco, especial lagrimas do- j a 8,ooo 4,ooo e 2,ooo rs. a caixinha.
oes-de-1819, vinho especial D. Pedro V., iBarris de vinho branco de quinto, marca B
vinho velho, Nctar superior de 1838, Du- A Filho a GO.ooo rs. o barril,
quede Porto de 1834, vinho do Porto ve- i Marmelada imperial dos mr Inores conservei-
Ibo.superior,.madeira secca de superior ros de Lisboa a 64fc rs. a Utinhade 1 libra,
qualidade, vinfeo do Porto superior D. La-
cial, vinho do Porto de l,ooo a l,2oo rs.
a garrafa e de.lo.ooo a 14,ooo rs. a caixa
com urna duzia.
B&lacbinha de soda especial encorameBda e a
HMis-neva que ba no mercado a 2,2oe rs. a
lata.
Biscoitos itpglezes das melbares marcas em
iatinbasde 2 libras a l,3oo rs. a lata.
ba latas de 1
Vi
e 2 libras.
iz.4. de 1-847, lagrimas do Douro spe- Massa de tomate em latas douradas de 1 libra
as a 1,3oo e 1 4ao rs.
Poivos chegados ltimamente do Porto aS2o
rs. a libra,
dem em latas grandes a 2,ooo rs. a lata.
Balachinha deGraknel em latas de a libras
bltittfa 4,ooo rs.
dem ingle/.asem barricas aunis novado
mercado a 2,5o0'rs.. abarra e 24o rs.a
libra.
Carios com Ixas francezas proprios para
mimos ou para anjK> que \o as procis-
ses a 6oo rs. cada-Hin.
Peras seccas as mais novas do mercado a 4oo
rs. a libra.
Figos de comadre era Utas de 4 e 8 libras
lacradas hermticamente a l,4eo e 2,2oo
rs. a l;'i.i.
dem em ccixinhas de 6 libras a l,8oo, e
2iors. a Jibia.
Nozes muito .novas a 14Grs. a libra, e 4,ooo
rs. a arroba.
Amendoas coafeitadas a 9oo rs. a libra. '
Ideo? de casca nole a 32o i.
Yinhos engarrados no Porto e LisbGa das
seguimos maceas: duque, genuino, velho
secco especiad, lagrimas doces, vinho es-
peciad D. Pedro V, nctar superior de
1833, duque do Porto de 1834, vinho do
Porto, velho superior, madeira secca. Por-
to superior D. Luiz I, e outras muitas
marcas, m caixa de urna duzia a lo.ooo e
9oo rs. a garrafa,
dem branco de uva pura a 64o rs. a garra-
fa .e 4,ooo a caada,
dem superior a Soo rs, a garrafa e 3,2oo rs.
a caada,
dem em pipa Porto, Lisboa e Figueira das
' mareas mais acreditadas a 3,8oo a caada
e 5oo rs, a garrafa,
dem de marcas pouco condecidas a 4oo rs.
a garrafa e 3,ooo rs. a cauada.
Especial vinlw Lavradio sem a mais pequea
composico a 560 a garrafa e 4,ooo rs. a
caada.
Pomada a 200 rs. a duzia, sevada muito no-
va a 80 rs. a libra, e 2,5oo a arroba.
GarraEes com 4 '/* garrafas de vinho supe-
rior a 2,5*oo rs. com o garrafo.
dem cora 4 '/i ditas de venagre a 1 ,ooo rs. o
garrafo.
Vinagre PttR em ancoretas de 9 caadas a
15,ooo rs. com aancoreta
dem em pipa puro sem o batisme a 2oo rs.
a garrafa e l,4oo rs. a caada.
Caixas com 1 duzia da garrafas de vinho Bor-
deaux fazenda muito especial a 6,8oo rs.
a caixa e 7oo rs. a garrafa.
Licores francezes e portnguezes. das seguin-
tes marcas creme de violetas, gerofles, ro-
sa, absinto vespeiro, amor perfeito, amen-
doa amarga, percicot. de Turin, Botefim,
morangos, limiio, caf, laranja, cidra, gin-
ja, canella, cravo, ortel pimenta a l.ooo
Arroz do Maianho e loors. a bbra, 3,ooo rs.
a arroba,
dem da India muito superior a 2,9oo rs. a
arroba,.e loo rs. a libra,
dem mais baixo redondo a 2,6oo rs. a libra.
Idemda.India comprido a 2,4oo rs. a arro-
ba, e So.-ES. a libra.
Vellas de carnauba do Aracaty a S;ooo rs. ar-
robare 3r!o rs. a libra,
dem desebo muito dura-ingindo esparmace-
te 36o rs. a libra,
dem de esparrancte a 5o rs. abra, e em
caixa a 52o rs.
Papel o melhor que se pode desejar para os
Srs. empregadoe pblicos a 5,ooo rs..a res-
ma, j se vendeu por 7.ooo rs.
dem almaro pautado e liso a 3^ooo rs. a resma.
dem de peso pautada e li*o a3,ooor5. a
resma.
|deai a zul de botica ou fugueteiro a 2,2oo rs,
a resma.
Idemembrulho de l,2oo a 1,4oors. a resma.
Amei-xas francezas em latas de 1 ['* libra a
i,2oo e 8oo rs. a libra,
dem em frascos de 3 libras a 2,500 rs., s o
frasco valle l,ooo rs. tambem temos em
frascos para 1,4oo rs.
Conservas inglezas a 7oo rs. o frasco. -
Molhos tnglezes a 8oo e l.ooo rs. o frasco.
Mostarda preparada em potes muito nova a
2oo rs.
Latas com 2a 4 libras de caj secco o mais
bem afranjado possivel a l,8oo e 2,8oo
rs. a lata.
Serveja Bon. Teoente verdadeira a6,8oo rs.
a duzia.
dem de outras marcas preta e branca a 5,5oo
e 6,ooo rs. a duzia inteiras.
Vassouras de piassava com 2 arcos de ferro
vjndas do Porto a 32o rs.
Cebollas muito novas a 800rs. o molho e Soo
rs. o cento.
Chocolate portuguez hespanhol e francez de
800 a l.ooo rs. a libra.
Genebra de Hollonda era frasqueiras a 6,000
e 56o rs. o frasco,
dem em botijas a 4oo rs.
dem em garrafesde 14 garrafas a 5,2oo rs.
Palitos do gaz a 2,2oo rs. a groza e 2o rs. a
caixa.
dem de denles lixades em macos grandes
com 2o rs. o macinhos a 12o rs. o masso.
Cominhos muito novos a 32o rs. a libra e
lo.ooo a arroba.
Sag muito nove a 24o rs. a libra.
Cevadinha de Franca a 18o rs. a libra.
Milho alpista a 14o rs. a libra e 4,5oo rs. a
arroba.
Gomma a 80 rs. a libra e 2,4oo a arroba.
Peixcs em latas a 1,000 rs. a lata j prompto
a comer-se.
Farello de Lisboa marca N. e Biato saceos
grandes a 4,ooo rs.
dem ingloces crakael em latas de 5 e 7 libras
de 0,000 a 6.000 rs. a lata, e em.libra a
600-rs.
Queijos do reino chegados pele ultimo vapor
'-3,000'rs. cada um.
dem pratoa 9oo rs. a libra.
a 64o rs. a lata.
Ameixas francezas em caixinhas elegante-
mente enfeitadas de l,5oo a 3,oo rs. a
caixinha, tambem ha latas de 1
brasde l,2oo a 4,000 rs. a lata.
dem em frascos com tampa de rosca al, 600
rs. o frasco.
Chocolate portuguez, hespanhol, francez e
Vi a 6 li-
sutsso a l,2oo rs.a libra.
Conservas inglezas das seguintts marcase
Mixde-Picles e cebollas simples a 75o rs
o frasco.
Anconeas de vinho colares a 5o,ooo rs., e
a 72o rs. a garraf
Vinho em pipa das mais acreditadas marcas Sardinhas de Nantes a 32o rs. a latinha.
oomo sejm B F., PRR, JAA, outras Charutos das mais acreditadas marcas de
muitas marcas. Porto, Lisboa e Figueira ; I a 1600, 2,ooo, 2.000 e 3,5oo rs. a caixa.
de 48o, 5oe, 56o, 64o e 800, rs., e o do Mem Nqpros de Jos G. P. a 2,4oo a meia
Porto fino em garrafa, e em nada a caixa.
3,000, 3,5oo, 4,oeo.e 6,5oo rs. o melhor Champagnbe a melhor do mercado de 12,ooo
..do Porto- a24,ooors.ogigo,edel,2ooa2,ooors.a
dem Bordoaux^ias mats acreditadas marcas garrafa.
a 7oo rs. a garrafa, ea 8,000 rs. a caixa. Papel greve pautado ouliso a 3,5oo rs. a res-
Garrafoes com 5 garrafas de superior vinho ma.
do Porto a 2,2o0 rs. com o garrafo. dem de pese pautado ou lizo de 3,5oo a
demcom5 garrafa de vinho da Figueira mais | 4,ooo rs. a resma.
proprio para a uossa estaco por-str mais \ Matarana a 32o rs. a libra,
fresco a 2,4oo 1*. com e garrafo. | Mho alpista e p?inso de 16o a 2oo rs. a U-
Idem com 5 garrafas de vinagre a l,2oo rs. I bra.
T,? ^arraf5- Palitos do gaz a 2,2oo rs. a grosa e 2oo rs. a
vinho brancoo mais superior que veaa ao i duzia.
nosso mereado a J6o rs. a garrafa, e a i Vasos inglezes de 4 a 16 libras vasios, muito
proprio para deposito de doce manteiga
de perfumaras.
A superioridade das perfumaras que a agria
branca vende est incoiitestavelininte recon herida,
e isto confirma a grande ennecio que Ihe* vao
dando os apreciadores do bom. A ayma branca,
porm, tendo sempre em vistas o bem servir a fna
boa freguezia, tanto da cidade romo do interior,
mandou ver o extraordinario sortimento que ara-
ba de receber, vindo conforme suas rcrommenda-
coec, sempre da melhor qualidade, sendo :
Agua de Colonia em garrafas de diversos tamanbes
e moldes.
Dita dita em frascos redondos e qnadrados.
Dita dita ambreada em frascos verdes.
Agua ambreada para* bandos.
Dita balsmica e dentrilice para conservado das
gengivasc denles e bom haliloda bucea.
Dita de lr de laranja.
Dila de rosa e dita de Florida.
Dita de lavander e toilet.
Dila de allieniense para alisar c segurar os ca-
bellos depois de alado.
Dita de Mallabar e Hoide para Ungir os cabellos
Banha transparente e lafornesa.
Ditas finas em frascos de diversos moldes.
Dita dila em bonitos vasos de porcelana.
Dita dita em latas.
Dita dita em copinbos, sendo creme, duqueza e po-
mada imperial.
Baliuzinhos de vidro com perfumaras.
Caixinhas com 6 frasquinhos de clairos.
Cosmetique (ou pomada) superfina.
Extractos linos e de agradaveis cheiros em bonitos
frascos.
Dito frangipane, cheiro novo e mui agradavel.
Dito de sndalo.
Essencias concentradas, com differentes e finissi-
mos cheiros.
Leile virginal para tirar sardas.
Dito de cacao para amaciar a cutis e conserv.ir-
Ihe o lustre.
Macassar perola.
Oleo philocome superfino'.
Dito de babosa.
Opiata ingleza e franceza.
Pos de coral e de Lubin para dente?.
Saboneles finos quadrados e redondos.
Ditos finos em caixinhas de tres.
Di tos 111 u i to fi nos pa ra ba roa.
Ditos creme doamendoa em vasos de vidro e por-
celana.
Tnico oriental de Kemp.
Vinagre aromtico.
Dito ou leile d'ires para acabar as espinhai do
4,3oo rs. a caada.
Velas de esparraacate as melhores neste ge-
nero de 56o a 64o rs. o maeo, e em cai-
xa ter grande abatimento por haver
graade porco.
Azeite oce em barril muito fino a 64o rs.
ou outro qualquer liquido de 1,00o "a
3,000 rs. cada um.
Licores das melhores marcas e mais finos
a l.ooo rs. a garrafa e em caixa ter abati-
mento.
a garrafa e 4,8oo a caada. i Cognac verdadeiro inglez a 9oo rs. a garrafa
dem fraecez refinado a 800 rs. a garrafa, j e lo,5oo rs. a caixa.
Ervilhas francezas epurtuguezas a 64o rs. a' Chouricas as mais frescas do mercado a 800
lata. rs. a libra. -
Bocetas eom doces seceos de Lisboa de 3oo Genebra de laranja em frascos grandes a
a*,5oors. cada urna. l,2oo rs. o frasco.
Toucinho deLisboa a 3oo rs. a libra, e a Serveja das mais acreditadas marcas a
9,000 js. a arroba. 6,5oo a duzia e de mais a 5oo rs a garrafa
Botijes com 10 garrafas de azeite doce a dem em botijas e meias, sendo preta da
0^0. j mnito creditada marca T de 6,000 a 7,8oo
Caf de l.1, 2. e 3.a qualidade de 26o, 3oo rs. a duzia.
e 36o rs. alibra, doCear de8,000,8,7oo, Pimenta do reino a 34o rs. a libra.
e 9.000 rs. a arroba do melhor. Farinha do Maranho a 14o rs. a libra.
Vrroz da India, Java eMaranho de 2,8oo a Tijolo para limpar facas a 16o rs. cada tira.
3,ooo a arroba, e de 80 a loo rs. a libra. Comiabo a 4oo rs. a libra.
Passas muito novas a 8,5oo a caixa e 5oo Erva doce a libra.
1 Canella a 1.000 rs. a libra.
Vassouras de piassaba de dous arcos de fer-
a libra, ha caixas meias e quartos.
Sevadinha de Franca a 24o rs. a libra.
Sag muito novo a 28o rs. a libra.
Mostarda ingleza em p a ljj o frasco.
Cebollas a 8$ a caixa e l,2oo rs. o molho.
ro a 32o rs. cada urna.
Latas com banha refinada com 10 libras a
4(5ooo.
as e-pinnas
rosto.
E assim muilos outros objectos de posto que ra
compra dos quaes o pretndeme sen s.itisf, ito
por deixar os cobres na loja d'aguia branca, ra
do Queimado n. 8.
Objectos le phautasia vindos
-para a aguia branca.
A aguia branca recebeu nuvos c bonitos objec-
tos de phantasia, alguns dos quaes nunca vistos
aqui, sendo:
lionitos aderecos completos taitn de pcrolas falsas.
Ditos dilos de pedras, por cuja perleieau e bom
gostoquasi se mu* distinguen) das vordadeiras.
Lindas pnlseiras de mosaico.
Dita dila de perolas falsas tanto para sennoraa
como para meninas.
Dita de chapa de crystai com lisias domadas.
Dita de cornalina branca, azul ele, etc.
Bonitos alfinetes c anneis para grvalas.
Bonitos pentes de concha, obra de apuradogosto.
Outros traversos com pedras para meninas.
Bellas guarniroes de pentes domados, ornados
com caixos de uvas, feilos de aljfar, obra su-
blime.
Oulras gualmcnle bellas, todas de fino dourado e
com pedras.
Outras a lartarngadas, nada inferior a aquella.
Voltinhas de aljfar branco ede cures com cruzes
de pedras.
Esses e outros muitos objectos arhnm-se a venda
na ra do Queimado, loja da aguia branca, n. 8.
GftAHDES iSONlfGS
es pe Ihos do m ra (tos
A aguia branca em continuaejio de sua? en. 1
mendas mandou vir, e acaba de receber grandes
espelhos dourailos com mui bonitas e modernas
molduras, e vidros de primeira qualidade, vista
do que o pretndeme que sabir de casa niODido de
dinheiro e com disposieao de o gaslar na compra
de um desses bonitos espelhos, dirigir-se ma
do Queimado, loja d'aguia branca n. 8, quesera
bem servido. Tambem ha espelhos quadradng sur-
tidos em lmannos, e com molduras douradas.
J
r%
?**
Cal de Lisboa e potaba da
Rnssla.
Vende-se na ra daCadcia do Recite n. 26, para
onde se mudou o amigo e acreditado deposito da
mesma ra n. 13, ambos os gneros sao novos e
legtimos, e se vendem a preco mais barato do que
aro tqnalqoerparte.
Farinha de mandioca
de Santa Calharina, e da mais nova que ha, em
muitos bons saceos e a prego commodo : no ar-
mazem do Annes defronte da alfaudega.
Vende-se a taberna da ra Imperial n. 143,
com poucos fundos e 1 casa tem coramodos para
familia : a tratar na mesma.
RA DA MADRE DE DOS N. 1.
venda.
Agua de Vichy, dita de SelU naluraes, muito
uteis para molestias de bexiga aquella, e esta (de
SelU) para padecimentos de estomago, dila sulphu-
rosa das caldas da rainha para molestias cula-
neas, como dartros, mpigen?, ele.; assim como
agua das fumas da ilha de S. Miguel, utilissima
para combater acias e quaesquer inflammac,des do
tubo digestivo. Estas agua* garantem-se em sua
pureza, sendo a sua efficacia j bem conhecida,
tanto dos senhores mdicos, como do publico. Bo-
tica de Joao da C. Bravo & C.
Farinha, fardo e mllhe
No grande armazem de molbados denominado
Brilhante Aurora, no largo da Santa Cruz n. II ba
grande quantidade de saceos grandes com farinha
de Goiauna, muito nova a 3&5QO, ditos com farelo
de Lisboa com 120 libras a 550, dilos com mi-
lho novo (i cuias) a 3800, e em porcao se far
abatimento.
A 2$500o cento.
Charulos francezes : no bazar pemambucano,
ra larga do Rosario n. 30.
Vende se um carro novo de volla inteira pa-
ra (rabalho da alfandega ou conduccao de assuca'r,
por preco commodo : a tratar na ra do Aragao,
casa n. 28.
Alsmlo da Baha
para saceos de assucar e roupa de escravo; tem
para vender Antonio Luiz de Oliveira Azevedo &
d, no seu escriptorio ra da Cruz n. 1.
Vende-se alpaca preta a 500 rs. o cevado.
Vende-se alpaca preto para vestidos a 500, 600,
700 e 800 rs., lina de eordo a 800 rs para pale-
tot, princeza preta a 800 e CiO o covado, bombazi-
na preta fina a I't00 o covado, lazinhas preto
para senhora que est3o do luto a 720 o covado :
Ba rna da lmperatriz n. 56. A loja est abertoat
s 9 horas da noite.
R
de porcelana e escarra*
deiras de vidro
A aguia branca tambem mandou vir bonitos jar-
ros de porcellana dourada e de dilTerentes lama-
nhos ; assim como escarradeiras de vidro, objectos
esses sempro necessanos para o b-'m aceio das sa-
las ; resta somente que o comprador diriia-sp com
dinheiro loja d'aguia branea, na ra do Queima-
do n. 8, onde ser servido com agrado e sinceri-
dade.
Liiiha.
Na loja da Aurora, ra larga do Rosario n. 38,
vende-se linha de carretel azul ferrete a 20 rs. o
carretel, e sendo em duzia a20ors, dita de dila
branca de n. 80 120 com 100 jardas a 20 rs. o
carretel, e a duzia a 200 rs., pois muito propria
para as costureiras alinharem qualquer costura
que seja lina, assim como tambem tem grande sor-
timento de qualquer qualidade.
""Farinha para aninaes
granel.
Vende so a 2 o sacco : no trapiche Barao do
' Livramento, no Forte do Mallos n. 15.
de la para boraem e s< nhora.
A aguia branca, na roa do Queimado n. 8, ven-
de mui boas meias de la para homem o senhora,
e pretas de laia e de seda para padres.
Feijlo.
Vende-se superior feijao mulalinho novo, em
grandes e pequeas poreoes : na ra do Vicario
numero 26.
B0T1C1 E DKtmiUt
BaRTHOLOMEU & c.
Rna Larga do Rosario n. 34.
\endc:
Ventosas de gomma elstica.
Esmaltes para ourives.
Fundas inglezas.
Vidros de bocea larga rom rolha.
Tinta branca em massa para pintura fina a 200 r?.
a libra.
,



\
Mari* *e
felra 5 ISaata Cruz l&lil:
n. 12.
Esquina da
ra do
Kd:i da Senzalla ISova n. 42.
Neste eatabeleoimento \ aadem-se: tachas de
ierro coado libra a 110 rs., idemdeLo*
Moor libra a 120 rs.
___
BRILHANTE AlRORl
GRANDE ARMAZEM DE MOLHADOS. H
Francisco Jos Fernandes Pires lem a honra de parlicipar ao respeitaxel publico
que lioje abri um uovu estaMecimento de molhadus denominado Brilhante Aurora ao
largo da Sania Gnu n. 12 esquina da ra do Sebo n. l.
O proprielano desle novo estabelerimento pede a lodos os seus amigos e fregnezes e
benevulo publico desU cidade e do interior, a mu proteccao para este aciado estabele-
i.'nio, cortea de que em lempo algum abusara da conlianca que al boje Ihes tem de-
MUDE OURA
P.1E. MIS AS molestias IM>
Sebo n. 12 flm I 11E AS UWM&
ao
cini
po.-ado.
No novo armaiem enconlrar-se-basempreumgrande sortimento dos melhoresgneros
que ven ao nosso mercado e por precos os mais mdicos possiveis, certode que em parle
algara se wnder mais barato e melhores gneros tanto em jiorco como a retalho do
que no arraazum da Brilhante Aurora. '
A satisfacSo da Brilhante Aurora vender muito e muito baralo, mais a dinheiro
a tabella do preco de seus gneros sero mudados todas as semauas :
Am-ixas francezas novas em latas a 100,
2c 35500 rs.
Ditas em eaixinba muito enfpitadas
AS
'h le limitas qualidades.
rom'Gha ierola a 3* c 320-
bonitas estampas a Um"lSo7if. ?" uxim.m"il0 *Bg*to a M.
e por-
Chocolate franeez. hespanbol, suisso
tuguez a *i c a libra.
Mermelada imiierial dos melhores conser-
vemos de Lisboa a fibra 600 e 640 rs.
Latas com diversas fnictas em calda a 500 rs.
Ditas com ervilhas a 700 rs.
Ditas com massa de trnale a 600 rs. a libra.
Ditas rm lisos ermeticamente fechadas a
600 e 24300.
Ditas com peine de posta ensopado a 15.
Dias com ostras para frigideiras a 720 rs.
Ditas com lingnicas flninbas vindas neste
vapor a t-3-> 0.
I Mas com sardinhas doNantes a 360 e 600 rs.
Int.is com btilachinha de soda nova a 25.
Ditas com biseoutos inglezes varios titulos
a iOO rs.
Frascos com mustarda prepprada a 400 rs.
Ditos rom a verdadeira geuebra de laranja
a 1^120.
Ditos grandes duas garrafas de hollanda 15.
Ditos com urna garrafa StiOrs.
Ditos com conservas de pepinos a 800 rs.
Diio- com ditos de mexids e outras a 700
800 e 15.
Ditos rom azeitonas e ervas a 15.
Capachos para tortas piulados de varias co
res a 600, 700 e 800 rs.
Manteiga ingleza flor a 800, 900 e 15.
Dita segunda sortea 610 e 720 rs.
Dita terceira sorte a 400 rs.
Dita franceza nova de 64 a libra 600 e C40.
Dita dita re 63 a SiO e 560 rs.
Dita ingleza em barril a 600, 720 c 800 r
Dila franceza em barrise mciosa 530 e 540
& Banhade porco refinada propri;i para ba-
H^. riba de cabello a 440 o em barril a 400 rs.
J Vinhos finos ha o mclhor a
Irse jar.
Dito mindinho a 25500 e 25800.
Dito hvsson miudinho a 35.
Dito mais graudo a 25800.
Dito redondo muiio boma 25, 25500 e 25800
Dito preto em massos envolto a 15600 e 25.
Espeimacele fino o masso a 540, 600e6*0.
Velas de carnauba arroba 105 e libra 360.
Dita de composicao arroba95500e Iibra320.
Charutos nao ha quem lenha melhor sorti-
mento em caixas de 100 e 50 todos dos
melhores fumos de S. Ftlix de 25 a 85
a caixa de cem.
Caf do Kio arroba 85500 e 95 e libra a
320 e 280 rs.
Arroz de Java arroba 35200 e libra a 100
e 120 rs.
Dito do Maranhao arroba 25300 e libra a
80 e 100 rs.
Grao de bico a libra 160 rs.
Ervilhas secas muito novas a libra 200 rs.
Nozes arroba 45 e libra 160 rs.
Amendoas libra 240 rs.
Alpista arroba 45800 e libra 160 rs.
Painco arroba 55 e libra 200 rs.
Sevada arroba 25500 e libra 100 rs.
Sevadinha c sag novo a libra 240 rs,
Passas novas caixinbas de 16 e 8 libras a
25300 e 153 0 e libra a 360 rs.
Doce da casca da gaioba caixoes grandes a
15200 e 640 rs.
Saceos com goiiima, arroba 55300 muito
boa e libra 180 e 200 rs.
Dita de aramia verdadeira arroba 85 e li-
bra 400e480rs.
Alelria e macan ao a libra a 400 rs.
Esirelinha rnuilo nova a libra 480 rs.
Presunto novo de lamego para panella a
560 rs. inteiro e libra 640 rs.
Chouricas e paios novos a libra 800 rs.
Cerveja branca c preta a duzia a 55300o 65
\ inbo do Porto em caixa dos melhores au-' magre de Lisboa puro a 15600 a caada e
65 e 75
garrafa,
caada
lores a 125, 145 e 165.
i Dilo em pipa a caada 55500.
' garrafa a 720. 800 e 15
Dito xere milito fino a 15280 a
Dito Marleira a 15400 a garrafa.
Dito da Figueira puro a 45500 a
garrafa a 640, 360 e 500 rs.
Dito de Lisboa a 35200 e 35500 a caada e
garrafa i 100 e 480 rs.
Diiobranco puro de uva a 640 rs.
Dito ruis baixo a 480 e 3 0 rs.
Dito II irdeaux braneo e tinto a 75 e 85 a
ca xa e garra!. a 640, 8 0 e 15-
Dito rauseatel a 95 a rluzia e, 15 a garrafa.
Dito ile caj clarificado a 15 a garrafa.
Cognac verdadeira a garrafa 15 e
Licores linos em garrafas brancas
15280 s.
Azeiie refinado a garrafa a 15.
Caniles de varias frue.tas do paiz a
500 rs.
Garrafdes com 25 carrafas de genebr;
hollanda 85300.
Coi-os i.-i|iiil;nlus para vinlio e agua a duzia
35900,45500 e 55500.
Ditos de cores a 65500 e*"
15280.
a 15 e
garrafa
de
240 rs. a garrafa.
| Cartas com fogo da China a 220 o 240 rs.
'Toucinhn de Lisboa arroba 85800 e libra
280 rs.
i Dilo de Santos muito novo igual ao de Lis-
boa arroba 75 e libra 240 rs.
! Figos do comadrea libra 280 rs.
| Queijos do reino muito novos a 35200.
Bolacliina ingleza nova a barriquinha 35.
Tijolos de limpar faoas a 160 rs.
! Massos com palitos para denles a 160 rs.
i Grozas com palitos do gaz a 25200 e 300 rs-.
: a duzia de caixinhas.
' Latas com graxa duzia 15 e 100 rs. a lata.
I Boioes com dila 97 a 280 rs.
Vassouras do Porto de piassava crossa a
<00 rs.
Molhos com sebolas novas a 15.
i Saceos grandes eom farinha nova a 55.
Ditos com farello de Lisboa a 35800.
Cominhos, erva doce, pntenla e folhas 'de
louroa libra 400 rs.
; Balaios para costuras de meninas para di-
versos precos.
; Caixoes vasios para plantacois de muita
qualidade.
As '.:. D*Lr' nua,l,cIail,! Por Jilecos baralissimos.
"^3^^ "WS
Pilnlas Yegetaes Assiifarailovs
De Kcmp
Coropostas dos do!s novos resinoides chama-
dos 1'oDOPiiiLiNA c Leptandrika, c Bteira-
mente livres de Mercurio ou ontros venenos
mineraes ou metallicos, s-To de grande utili-
dade nos paizes clidos em cazos de
DYSFEPSIA, ENCHAQECa,
Constipaba ou Prao do Vent,
PADECIMEUTOS DO FIGADO,
Afckroes Biliosas,
HEMORRHOffiAS, COUCA,
Ictericia,
FEBRE GASTEO-HEPATICA,
E mmuferaMafa iilocis.
filias vo rpidamente substituindo os antigo*
purgantes drsticos.
venda as boticas de Caors A Barboza,
ra da Cruz, e Joo da C. Bravo & C, na
da Madre de Dees.
RIVAL SEIY1 SEGUNDO
Ra do Queimado as. 49 e 55, loja demiudezas
. de Jos de Azevedo Maia e Silva, est contmnando
no seu progresso de vencer baratissimo:
Caixas de superiores obreias de cola e massa a
40 rs.
Cordao braneo para vestido e espartilho, vara 20
ris.
Linhas de carretel (150 ardas) de superior qtrari-
dade a 60 rs.
Carloes de linda. PeYo V (200 jardas) j maito
conhecida a 40 rs.
Grozas de peonas de ajo de muitas qualidade e
superiores a 500 rs.
Caivetes de duas folhas porm Hnosa 500 rs.
Caixas cem calungas muito JwnHaa para rap
100 rs.
Franja branca e de cores para toalnas a 160.
Pares de betes para paoho moito bonlos a 120.
Caixas con soldados de chumbo muito bonitos a
128 rs.
Tinleiros de 7idro com superior tinta a !.
Ditos de barr com superior tinta a 109 rs.
; Groza de bolles de lime praliadee, o melhor, a
i 160 rs.
Tesouras para costura, o mais superior, 400 rs.
Dttas para unhas muito finas a 400 r.
Escovas para impar denles- muito superiores a
300 rs.
[ Litras de 13a de todas as cores (pesada) a 7^
Canas de phosptloros de seguranza a *60.
Ditas de papel amizade pautado o liso a WJOts.
Ditai* com 100 anrelopes muito supurisres- a 800
rcie.
Cadernos de papel braneo e de cores, pequeo, a
i 20 ris.
Cartas-e laboadas pan meninos-a 80 rs.
Caixat* com superiores iscas de acender charutos
a 40-rs.
Carreeis'de linha Alexandrc (200 jardas) de cores
a !U>rs.
Baralhos para vollarete muilo (feos a 240.
Cartas de allinetes francezes muito finos a-40 rs.
Meadas de linha f>6m para bordar a 20 rs> '
Pares de sapalos de tranca muilo superiores a
^>--
OSO
P^^V
MMmmmmmimam
DUPA
NO
AB3IAZEH
DK
%^%^% I ^^\^Mi
4D=
>&V
-Tjairi\ id i^sauADi-
LETREXRO VEBJOE.
Neste estabelecimento ba sempre um sortimento completo de-roupa feita d*
todas as qualidades, tambera se manda fazer por medida, vontade dos concur-
rentes, para o que tem um dos metbores professores, assim como tambem tem u
grande e variado sortimento de fazendas de todas as qualidades, uara senboras,
honiens e meninos.
Papis de agulha cem um pequeo toque 3 10 rs.
Groza de botes de madreperola muito finos r.
560 rs-.
Carloes c caixas de jelchetes francezes superiorec-
a.40r*
Bonets para meninos-muito fines a 15500 e 25'.
Macos de grampos superiores e limpos a 30 rs.
Groza de phosphoros do gaz muito novos a 25200.
Areia preta muito superior a. 100 rs.
Caixas de rap com espelho a 100 rs.
Realejos para entreter meninos a 80 rs.
Peca,- de fita de linlio moito beas a 40 rs.
Pentesdo laco nuiiir. Umiios a 15-
Enfeites de laco de todas as cores a 15200.
Rod?.s eom allinetes francezes a 20 rs.
; Caixas com quatro papis de agulhas irr.periaes %
240 rs.
, I Sabonetas de familia, a 80, 160 e 320.
11 Caivetes de duas folhas- muito finos a 320.
I Pares do sapalos de- laa para meninos a 400 rs.
[ Sapalos de tranca para senhora e para homem, es
', melhores que tem vindo, e per prer; mnito barato;
! quen quizer ver, venha ra do Qaeimado es.
i 49 e 53% e vera tudo como bom e banato.
Ditos de setim preto. .
Ditos de ditos e seda feranco,
65 e.......50OO
Ditos de gorguro de seda
pretos e de cores, 6, 55 e 45000J
Colletes de fusto e brim bran-
eo, 3>00, U e 25509
Seroulas de brim de nho,
20W> e.....25WM)
Ditas de algodo, 15600 e. 15400
Camisas de peitos de nho,
W, 30 e......25500
Ditas de madapolo, 20500,
20e........15600
Chapeos de massa, pretos fran-
cezes, 105, 95 e. 80500
25000
Casacas A; panno preto. 355 e 305000
Sobrecasac-is idea* 30d e 255000
Paletos dem c de cores, 255,
205, 155 e...... 105000
Ditos de casemira. 2W, 15A,
125, 105 e...... 75OO0
Ditos de alpaca, 55, 4 e 35500
Ditos ditos pretos. 95, 75,
5*.We...... 3A500
Ditos de brim e ganga de co-
res, 45.500, 4, 35500 e. 35000
Ditos braneo de linho, 65, 55 e 45000
Ditos de merino preto de cor-
dao, 105, 75 e..... 55000
Calcas de casemira preta, 125,
105, 85e......75000
Ditas de cores, 95, 85 e. 75000! Ditos de fltro, 55, 45,35500 e
Ditas de meia casemira de co- i Ditos de sol, de seda, 125,
res, 55000 e.....45000| 115, 70 e......60000
1 Salitre refinado, superior qualidade, vinho Bor-
rleanx. differentes- qualidades, mais barato que em
I qualquer parte : no armazem de K A. Bmle &
! | C., ra da Cruz n. 40. ___
Ditas de princeza e merino pre-
to de cordao, 45500 e. ,
Ditas de brim braneo e de co-
res, 55, 45500, 45 e .
Ditas de ganga de cores, 35 e
Colletes de velludo preto e de
cores, 95 e......
Ditos de casemira preta, 55 e
Ditos de ditas de cores 55
45 e........
; Collarinbos de linho fino, ulti-
45000, ma moda....... 640
' Sortimento completo de grava-
-2-35O0 US. 5
25500 Toaihas para rosto, duzia, 115,
i e........ 65000
75000 Chapeos deso, de alpaca, pre-
45000 tos e de cores..... 45000
Lenc&s de bramante de linho. 35000
35500 Cobertas de chita chineza.. 25500
Yaccas. I
I.a Piranca, sitio defronte du sitio do Sr. Milh?t,'
. nrjerii") 4 vareas boas leiieiras com crias.
Grande pechiiicha.
A 200 rs. o i-ovado.
Cambraias escuras finas a 200 rs. o covado para
acabar : nao se dao amostras para que se acabem '
logo : qnem qnizer, venha comprar no armazem
de fazendas de Custodio, Carvalho & C, ra do !
Queimado n. 27.
Vende-se no armazem da roa do Trapiche
n. 48, de Mo ihar.i Se O, vinho superior de Por-,
i\f iuz chegado ullimamente.
GAZ GAZ GAZ
por prc^o reduzido.
Vende-se gaz da niel l mr qualidde pelo
pre o de 105 por lata de 5 galoes: no ar-
mav-em do Caes do Ramos n. 18 e ra do
Trapiche Novo n. 8.
CHEGADO PELO VAPOR.
S |.ar- o vigilante.
Grande sortimento de flvelas prelas e com pe-
dnnhas de muilo lindo gosto assim como fitas pa-
ra sintos pretas e de cures para as mesmas lve-
las que se vende pelo barato preco do 15300 e 25
son vigilante ra do Crespo n. 7.
MaeMBas inglesa
para descarocar agodao as melhores que
lem vindo a este mercado : ra da Seozala
Nova n. 42, e casa de S. f. Jobmston
4C,_____________________________
No annaze de fazenda baratas de
Santos i oi'lho, ra do Queiftado, n.
19, Tede-se se|iiiite'
Atteoca.
Pechineha
Pecas de algodo com urna pequea a varia pelo
baratissimo preco de 55.
Coberias de chita da India pelo baratissimo preco
' de 35 e590O.
Lencoes de linho pelo l>aratissimo preco de 25-
Lencoes de bramante de linhe Ono pelo baratissimo
preco de 35*00.
Lencos de cambraia brincos proprio para algibei-
ra pelo baratissimo preco de 25 a duzia.
Algodo entestado com 8 palmos de largura pelo
baratissimo prego de 15 a vara.
Bramante de linho fino com 10 palmos de largura
a 35900 a vara.
Aloalhado adamascado proprio para toalha de mesa
pelo baratissimo preco de 25000 a vara.
Pegas de cambraia de forro a 25600 .- 35200.
Toaihas alcochoadas proprias para maos a 55 a
duzia.
Esleirs da India, proprias para forro de sala,
do 4,5 e 6 palmos de largura.
Corles de calca de ganga amarella de lislras e
de quadros, pelo baratissimo preco de 15200 o
corte.
Cambraia adamascada eom 20 varas, proprin
para cortinado, pelo baratissimo precc de 10*000
a peca
Ricas laazinhas para vestido, fazenda a melhor
que tem vindo ao mercado, tanto em gosto como
em qualidade da fazenda, pelo baralissimo preco
de 560 rs. o covado.
icos cortes de la de barra Maria Pa a lt>5
Pecas de cambraia de salpicos pelo baralissimo
prego de 45-__________________________
Vende-se ou d-se sociedade, entrando com
dinheiro, n'uma taberna, a qual est em bom lu-
gar : quem interessar, falle no armazem Conser-
vador, no largo do Terco n. 23.
Vende-se urna taberna < junto a inesma teta
casa de morada, no lujar do Caebang.
C L \ R111
GOiHHERG
mm
RA DO QlJJEIM M>0 IV. t5.
Pausando o becco da Congregaco segunda casa.
mm ee wmm
NOFIDADE.
Pereira Roch* 4 C. acabam de abrir na ra do Queimado n. 45 um armazem de molhados denominado Clarim Commerciai
orne o respeitavel publrco encontrar sempre un completo sortimento dos melhores gneros que vem ao nosso mercado os nuaes
aerao vendidos por precos muito resumidos como o respeitavel puWico ver pela tabella abaixo mencionada ; garante-se obom nesn
e boa quahtfade dos gneros comprados neste armazem. ~r
Arroz do Maranhao, da India e Java a 60, 80
e 100 rs. a libra e 15800 a 25600-e l
a arroba.
Ameixas francezas em latas e em frascos a!
15200 e 15600 em fi;scos grandes a
25500.
(dem em caixinhas elegantemente enfeitadas
com ricas estampas no interior das caixas
a 125000,15400, 15600 e 25. i
Amendoas com casca muilo novas a 280 rs.
a libra.
Alpista a 160 rs. a libra e a 45600 a arroba.
Azeite doce francez muito fino em garrafas
grandes a 960 rs. a garrafa. |
dem de Lisboa a 610 rs. a garrafa.
Araruta verdadeira de matarana a 320 rs. a
libra.
Avelas muito grandes e novas a 180 rs. a
libra.
Biseoutos inglezes de diversas marcas a1
15300 ris.
Bolachinhas de soda, latas grandes, a 25 rs.
a lata.
Ditas inglezas muito novas a 35000 a barr-
quinha e a 200 rs. a libra.
Banha de porcor efinada a 440 rs. a libra e
e err>barril a 4t 0 rs.
Cha hysson. huchin e penda a 1 600, ,'
25500, 25800 e 3*000 a libra,
dem preto muito superior a 25000 a libra.!
Cerveja preta e branca, das melhores marcas'
que vem ao mercado, a 500 rs. a garrafa'
e 5S800 a duzia.
Cognac inglez fimo a 900 re. agarrafa.
Conservas a 720 rs. o frasco.
Mm, s de pepmo, a 720 rs.
dem, s de azeitonas, a 750 rs.
Charutos dos mejores fabricantes da Bahia
e especialmente da fabrica imperial de1
Candido Ferrara Jorge da Costa, a 15800,
25000,2^200, 2#500, 25800, 35000 e
35500 a caixa.
Caf do Rio muito superior a 280 e 320;
rs. a libra e 85509 e 85800 rs. a arroba.
Idsm londrino- chegado no ultimo vapor a
MB rs. a libra.
CarlCes de bolinhos francezes muito novos &!
muito bem enfeitadosa 700 e 6W)|rs. j
Chouricas e paios muito novos a 800 rs. a
Kbra.
Cevadinha de Franca muHo superior a 220
rs. a libra.
Cevada a 80 rs. a libra.
Ervilhas portuguezas a 640 rs. a lata.
dem seccas muito novas a 200 rs. a libra.
Figos de comadre e do Dtraro em caixinhas
de dito libras e canastrmhas de 1 arroba a
15800, 55500 e 280 rs. a libra.
Farinha do Maranhao a 160 rs. a libra.
Farinha de trigo a 120 rs. a libra.
Genebra de Hollanda verdadeira marca VD
a 560 rs. o frasco e 65200 a frasqueira.
dem em garrafcs de 3 e 5 galoes a 55500
e 75500 cada um com o garrafo.
Graixa a 100 rs. a lata e 15100 rs. a duzia.
Licores muito finos a 700 rs. a garrafa.
dem, qualidade especial e garrafas muito
grandes, a 158O0rs. a garrafa.
dem garrafas mais pequeas a 800 rs.
dem, garrafa forma de pera e rolha de vi-
dro, a 15000 rs., s a garrafa vale o di-
nheiro.
Manteiga ingleza perfeitamente flor, desem-
barcada de ponco a 960 rs. a libra, e da
de segunda qualidade a 800 rs.
dem franceza muito nova a 640 rs. a libra.
dem de tempero a 400 rs.
Massa de tomates em barril a 480 rs. a libra.
dem em lata a 640 rs.
Marmelada imperial dos melhores conservei-
ros de Lisboa a 60o rs. a lata.
Marrasquinho de Zara, frascos grandes, a
800 rs.
dem regular a 500 fs.
Massas finas para sopa: eatiellinha, p?vkle,
rochnhas e letrianhas a 600 rs. a libr* e a
45 caixinlia com 12 fibras.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Peixe em latas preparad pela primeira irte
de cozinha a 15 rs. a lata.
Palitos de dentes a 160 rs. o masso.
Palitos de dentes a 12ts.
dem de flor a 200 rs.
Amendoai-confeitadas a 900 n* a libra.
Doce de goiaba em latas o mehor possivetf a
25 e ero- caixo a GU rs.
; Palitos do gaz a 25200 rs. a grosa.
Passas muito novas a 480 rs. a libra.
Peras seccas muito novas a 600 rs. a libra.
Painco a 200 rs. a libra.
Polvo secco muito novo_a 400 rs. a libra.
Presuntos de Lamego em calda de azeite e
muito novo a 640rs.
Queijos flamengos do ultimo vapor a 35100
dem prato.
Sal retinado em frascas de vidro a 600 rs.
cada um.
Sardinhas de Nantes a 3CO rs.
Sag muito alvo e novo a 260 rs. a libra.
Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra.
Tijolos de limpar facas a 140 rs.
Vellas de carnauba pura a 360 rs. a libra.
dem stearinas muilo superiores a 600 rs. a
libra.
Figos em caixinhas ermeticamente lacradas
a I-S600.
Vinho do Porto engarrafado o melhor que
ha neste genero e de varias marcas, como
sejam : Velho de 1815, Duque do Porto,
Madeira, D. Pedro, D. Luiz I, Maria Pia,
Bocage, Chamisso e outros a 800, 900 e
15000 a garrafa, e em caixa com urna du-
zia a 95000 e105000.
dem em pipa, Porto, Lisboa e Figueira a
480, 500 e 560 rs. a garrafa e 3& 35500
e 45 a caada,
dem braneo de Lisboa muito fino a 500 n.
a garrafa,
dem de Bordeaux, Medoc e S. Julin a 700
e 800 rs. a garrafa, e 75000 e 755i>Ors.
a duzia.
dem Mftrgaux eChateaaluminide 1854, a 15
a garrafa,
dem moscatel a 800 rs. a garrafa.
Vinagre de Lisboa a 200 rs, a garrafa e
15200'rs. a caada.
Kirsk garrafas muite grandes a 15800rs.
Alm dos gneros cima meneionados te-
mos grande porc3o de outros que deixamos
de mencionar, e que tuda ser vendido por
pecas c c?.madas, tanto em porcoes como
retalho.
Quem comprar de 1005900 para cima ta-
ra o abate de 5 por cente.
UNIAO MERCANTIL
RA IIKIDMV 1MI IMWI-ra. H 53.
NOVO E
ORAUDB AZMAZmU DE MOLHADOS
RA A *A__YA RO RECIPE S 53.
Francisco Fernandes Duarte acaba de abrir na ra da Cadeia do liecifen. 53, um grande e sortido armazem da moihados do-
nominado Uniao Mercaitl. Neste grande armazem encentrar sampre o respeilavel pablico um completo sortimento dos melbcre
gneros que vem ao mersado, tanto estrangeiros, como nacionaes, os quaes sero vendidos em poredes ou a retalho por precos ass
commodos-.
Manteiga ingleza especialmente escoihida
de primeira qualidade a 800 rs. a libra,
em bail se faz abatimento.
Manteiga franceza a mais- superior do mer-
cado a 560 rs. a libras, e 520 rs. em barril
ou meio.
Prezuntes-inglezes para.fiambre, de superior
qualidade, chegadosneste ultimo rapor, a
720 rs. a libra.
Queijos temengos ebegados nes5e ultimo
vapor a-25800.
Queijo paato muito fresco e novo a. 640 re
a libia.
Castanbas muito novas a 120 rs a libra e
e 35000 a arroba.
Cb uva o melhor q/ue ha nesie gene-io,
mandado vir de oonta propiia a 25800
rs. a libra.
Cha b-son muito superior a _560 rs. a li-
bra ; cha byson proprio para negecio a
15300 rs. a libra.
Cb preto muito superior a 25 a libra.
Bisc&atos inglezes em latas ct>_ differentes
qualidades, como sejam craknel, victoria,
pkjuelez, soda, captain, seed, borne? e
oulras muitas marcas a 45350.
Boiachioha de soda em latas grandes a 25.
Figos em caixinhas hermticamente lacra-
das, muito proprias par mimo a 15500.
Caixinhas de 4 e 8 libras de figos de coma-
dre a 15 e-25 cada urna.
Passas muito novas, chegadas neste ultimo
i vapor a 50u rs. a libra e 35 um quarto ;
e em caixa se faz abatimento.
Ameixas francezas em latas de meia a 3 li-
bras a 800 rs.
Champagne da marca mais superior que
tem vindo ao nosso mercado a 185 o gigo,
garante-se a superior qualidade.
Vinho Bordeaux das melhores qualidades
que se pode desejar de 75500 a 85000 a
caixa e 720 a 800 rs. a garrafa.
Caixa8Com vinho do Porto superior de 95
a 109 a duzia, e 900 a 15 a garrafa; deste
genero ha grande porcao e de differentes
marcas acreditadas que j se venderam
por I4le 155 a caixa, como sejam: Duque
do Porto, Lagrimas do Douro, D. Luiz,
Cames, Madeira secco, Carcavellos, Nc-
tar de 1833, Duque Genuino.
Vinbo de pipa: Porto, Figueira e Lisboa, a
400,480 e 560 rs. a garrafa, e 35, 35200
e 35500 a caada.
Vinho- braneo de superior qualidade, vindo
j engarrafado a 640 rs. a garrafa e a 500
rs. de barril.
Vinagre de Lisboa a 200 rs. a garrafa
15200 a caada.
Azeite doee refinado em garrafas brancas a
800 rs.
Azeite dGe de Lisboa a 640 rs-. a garrafa o
45800 a caada.
Geneora de Hollanda a 500 rs. o frasee a
55800 a frasquera.
Gaixinha* com ameixas francesas, ornadas
com rica6 estampas na caixa exterior,
muitaproprias para mimo,a-1520", 15500
e2k
Frasco de vidro com tampa do mesmo, C3n-
tendo meia libra de amebas francezas, a
15200.
Marmelada imperial, dos melhores con6er-;
veiros de Lisboa, em latas de 1 e meia a
2 libras a 60Q rs a libra
Fructas em calda das melhores qualidades \
que ha em IPortugal era, latas hermtica-1
mente lacradas a 500 rs.
Peras seccas muito novas a 640 rs. a libra.
Nozes muito novas a 160 rs. a libra.
Amendoas de casca moli- a 400 rs. a libra.
Avelas s_to novas a 200 rs- a libra.
Amendoas confeitadas e diversas cores a
800 rs. a libra.
Macas e peras chegadas neste ultimo vapor,
muito perfeitas, s vista se faz o preco. I
Conservas inglezas em frascos grandes a 750
rs. cada um.
Ervilhas francezas o portuguezas em latas de
1 libra a 640 rs.
Ervilhas seccas muito novas a 160 rs, a
libra.
Chocolate francez, o que ha de melhor oeste
genero, a 15200 a libra.
Chocolate hespanbol a 15200 a libra.
Genebra de laranja em frascos grandes a 19.;
Cerveja branca e preta das melhores marcas'
que ha no mercado a 500 rs. a garrafa e!
5*800 a duzia.
Cognac inglez de superior qualidade a 800,
e 15200 a garrafa.
Licores francezes das segnintes qualidades:
Anizele de Bordeaux, Plaisir des Dames
e de outras muitas marcas a 15 a garrafa j
e 105 a caixa.
Marrasquino de Zara a 800 rs. a garrafa e,
95 a duzia.
Mostarda ingleza em poles j .preparada a
400 rs.
Mostarda ingleza em p, em frascos grandes,
a 15 cada um.
Sal refinado a 500 rs. o pote.
Sardinhas dNantes a 340 re. o quarto e 56
rs. meia lata.
Latas com peixe em posu : savel, corvina,
vezugo, eberne, linguado, lagostinha, a
^ 15300 rs
Salmoera latas, preparado pela nova arla
de cozinha, a 800 rs.
Maca de tomates em lata de 1 libra ? 300
ris.
Cbouricaso paios em lalasde 8 e mei bra
por 75>
Toucinbo de Lisboa a 320 rs. a bra a
85600 a arroba.
Bolaxinha ingleza a 320 rs a libra o-1# a
barrica.
Sag muito novo a 240 rs. a libra.
Cevadinha de Franca-a 200 rs. a libra.
Farinha-do Maranhao % 120 rs. a libra.
Araruta verdadeira a 320 rs. a libre.
Cevada. 120 rs. a libra e 35 a arroba.
Alpista a 160 rs. a libra e 45800 a arroba-
Batatas muito novas em gigos com 0 libras
por 15500.
Cebollas a 15 o momo com majs de 100 ca-
da um.'
Cam-lavado de primeira qualidada a 300 re.
a libra e 95 a arroba.
Caf do Cear muito superior a 280 rs. a b-
bra e 85400 a arroba.
Caf do Bio, proprio para negocio, a 85.
Arroz do Maranhlo a 100 rs. a libra e 25800
a arroba.
Arroz de Java a 80 rs. a bra e -9400 a
arroba.
Vellas de spermaceli a 569 re. a libia a
540 rs. se for em caixa.
Vellas de carnauba refina-* a 320 rs o mas-
so e a 95 a arroba.
Doce de goiaba a 640 rs. o caixo.
Macarra, talbarim e aletria a 480 rs. a li-
bra ; em caixa se faz abatimento.
Estrelrinha, ppvide earroz demassa para sopa
a oo rs. a libra e 35 a caixa com 6 libras.
Palitos de dente lixados com flor a i 00 re
o masso, ditos lixados sem flor a 160 i
o masso com 20 massinhos.
Gomma de engommar muito fina a 80rs. *.
libra.
Banha de porco refinada a 480 rs. a librea
400 rs. em barril pequeo.
Charutos dos melhores fabricantes de S. F-
lix, em caixas inteiras ou em meias, da
15600, 25 e 35.
Presuntos do reino, vindos de canta propria
de casa particular, a 400 rs. a libra; intei-
ro se faz abatimento.
.
Ossenhore que compraren! Jo 100^000 para cima, terSo o descont de 3 por cedo, pelo prompto pagamento.
-


ni*rio le rw
fclra A de tf al de i
0 PRINCIPAL
DE
Tendo-se o propneta
SILVA & SOUZA
Ra do Crespo n. 9, esquina da ra do Imperador.
ietario d'este armazem associado com o Sr. Paulo Ferreira da Silva, resolver dar-I!
Ilie o titulo de principal,
all escolber os melhores
. para este armazem, mas tambem para o grande armazem Alian-
da ra do Imperador n. 57 e para o bem sortido armazem Progressista da ra das Cruzes n. 36, sertas todas as pessoas que fre-
por ser o mais Leu localisado desta cidade, e como um dos socios tenha de partir pan a Europa, aflm de
gneros desde j se pede ao respeitavcl publico toda a attencao, nao s |
__ 1.. ,.,., :I,l llimiU',lllnl' n *"7 fi t.c.-. ,. l..v* ,ia(Ma nvm^nrim l_a i 1
Ca.
quenlariem estas casas de que la rao urna economa de 10 a 20 por cento do preco que possam comprar em outra parte, porque nin-
guem mejhor do que nos pode offerecer tantas vantagens como as que se observam nos armazens:
'ALLANCA! NI do Imperador n. ft.
PROGRESSISTA d ***** -.
n. 9.
se.
PRINCIPAL!!rwa do Cpespo
Vinho do Porto em barril muito especial
Manteiga ingleza a mais nova e fina chegada
neste ultimo vapor a 10 rs.a libra.
dem franceza, a mellior c mais superior do
nosso | mercado a 64o rs. a libra e 6oo rs
em barril ou meio.
44o
Banha de porco refinada e muito alva a
rs. a libra, eem barril a 4oo rs.
Cha hysson, o melhor neste genero especial
encommenda do proprietario a 2,7oo a Ib.
dem idem menos superior e que em outras
a | Farinha de araruta verdadeira a 32o rs. a Ib.
64o rs. a garrafa, e 5,ooo rs. a caada. | Phosphoros do gaz a 2oo rs. a duzia e
Vinagre puro de Lisboa a 2oo rs. a garrafa e 2,2oo rs. a groza-
l,4oo rs. a caada,
dem em garrafocs com 5 garrafas.
Bolachinha americana em barrica a 3,ooo
rs., e em libra a 2oo rs.
Azeite doce de Lisboa superior qualidade a fijlo para limpar facas a 42o rs. cada um.
64o rs. a garrafa e 4,8oo rs. a caada. Vassouras de piassava com dous arcos de
Batatas em gigos de trinta a trinta e tantas li- j ferro prendendo o cabo a 32o rs. cada
bra a 2,5oo rs. o gigo e 8o rs. a libra. urna.
Genebra de Hollanda a mais superior a 6,ooo Escovas de piassava proprias para esfregar
rs. a frasqneira e 56o rs. o frasco. casa a 32o rs.
PRINCIPAL
E
GRANDE AIMAZEH

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-Ax a. a) I ; 53 ?I
occo o'
casas se vende a 2,600 rs., custa neste ai-. dem emgarrafoes com 25 garrafas a 8,000 rs. Sardinhas de Nantes muito novas a 32o rs.
\
ma/.em 2,2e rs. a libra,
dem uxim, o melhor que pode haver neste
genero a2,6oo alb.garante-seaqualidade.
dem preto muito especial a 2,ooo rs. a li-
bra, e mais baixo, porem muito soffrivel a
4,2oo a Ib., vende-se por estes precos em
razao bido grande porcao deste genere, a diffe-
renca de proco de 600 a 800 rs. a libra
do que se vende em outra qualquer parte,
dem do Rio em lata de I at 6 Ib. a I,4oors.
a ib., neste genero o melhor possivel.
Biscoulos ingleses era latas com differentes
qualidades como sejam craknel, vorcitia
pic-nic, soda, captain. sced, osborne e ou-
tras muitas marcas a 1,35o rs. a lata.
Bolachinha de soda em latas grandes a 2,ooo
rs. cada urna.
Figos em caixinhas hermticamente lacradas
e muito proprias para mimo a l,6oo c
2,6oo rs. cada urna.
dem em caixinhas de 8 Ib. a 2 rs. cada urna
Passas novas a 8,000 rs. a caixa e 48o a Ib.
Ameixas francezas em latas de libra e meia e
3 libras a l,2oo, 2,000 c 800 rs. a libra.
Caix'mhhs com ricas estampas a l,4oo rs.
cada* ama, frascos de vidro com rolha do
mesmo, contendo libra e meia de ameixas.
Champagne' da marca mais superior que tem
vindo ao nosso mercado a 18,000 rs. o gi-
go, e l,8oo rs. a garrafa; garanle-se a su-
perior qualidade.
Vinlio Bordeara las melhores qualidades que
se pode desojar a 7,ooo c 7,5oo rs. a cai-
xa o 64o rs. a garrafa.
Caix^s com Vinho do Porto superior de 9,ooo
e to.ooo rs. a duzia, e 9oo c 1,000 rs. a
garrafa; neste genero ha grande porcaoede
diferentes marcas muito acreditadas que
j se vendern) por 14,000 e 15,000 a cai-
xa como sejam: Duque do Porto, Lagrimas
do Douro, D. Luiz, Camoes, Madcira sec-
ca, Nctar, Amulan e Malv.isia mo o ni-
tros como Clterry e Madeira para 12,ooo e
13,ooo rs. a caixa.
Vinho de pipa:Porto, Lisboa, Figueira a 4oo,
480 e 56o rs. a garrafa, 3,ooo, 3,2oo e
3,800 rs. a Canad.
dem branca o melhor ueste genero vindo de
enceramenda a 600 rs. a garrafa,.ejy|oo
Cerveja das melhores marcas de
5,5oo a duzia e 5oo rs. a garrafa,
5,ooo
a lata.
Peixe em lata muito bem preparado: savel,
rs. a caadajv ^
Cognac superior a 800 e l.ooo rs. a garrafa, corvina, pescada c outros a l.ooe rs. a
e enfcaixa ter abatimento. lata.
Marmellada imperial dos melhores e mais Ervilhas portuguezas e francezas j prepa-
afamados consentiros de Lisboa em latas radas a 64o e 72o rs. a lata.
delibra, libra e meia e 2 libras a 600 rs. Caf lavado de primeira sorte a 32o rs. a
Conservas inglezas em frascos grandes a libra, e O.ooo a arroba.
75o rs. cada um. j dem do Rio muito bom a 28o a libra e
dem franceza de todas as qualidades de i 8,5oo rs. a arroba.
legumes e fructas a 5oo rs. Arroz do Maranho a loo e 120 rs. a libra.
Mostarda franceza em pote preparada a 4oo rs dem de Java a loo rs. a libra.
Palitos para dentes 12ors. o maco. Amendoas de casca mole a 4oo rs. a libra,
dem lixados muito finos a 14o rs. Avel5as muito novas a 2oo rs. a libra.
Velas stearinas a 56o-rs. a libra e em caixa' Nozes muito novas a 2oo rs. a libra.
a 54o rs. j Chouricas e paios a 7oo rs. a libra,
dem de carnauba pura e refinada a 360 rs. Toucinho de Lisboa a 320 rs. a libra ou a
a libra e 10,000 a arroba,
dem de composicao cmmacadas a 32o rs.
o maco e 9,ooo rs. a arroba.
Massa de tomates em latas a 600 rs. a libra.
Doce em calda das mais especiaes fructas da
Europa a 600 rs. a lata.
Ostras em latas muito bem preparadlo a
l,ooo rs.
Massa para sopa csirellinha muito novaem
caixas de 8 libras a 3,oooe 5oors. a libra,
dem talharim, macarro e aletria a 4oo rs.
dem macarro mais baixo a 24o rs. a libra.
Cevadinha muito nova de Franca a 2oo rs. a
libra.
Sag o melhor que possivel a 24o rs. alb.
Farinha de Maranho a melhor que presen-
temente tem vindo ao nosso mercado a
14o rs. a libra.
Gomma do Aracaty muito alva a 80 rs. alb.
Licores muito finos de Bordeaux e todas as
marcas que ha neste genero a 800, l,ooo
e l,2oo rs. a garrafa.
Genebra de laranja em frascos grandes a
1.2oo rs. cada um.
Tmaras do Egypto a 800 rs. a libra e em
caivinins .i i m.ioo 0,u >
Papel almaco pautado o melhor que ha nes-
te genero a 4,5oo rs. a resma.
Sal retinado em lindos potes de vidro a 5oo
rs. cada um.
Mlhos ingieres em garrafmhas com rolha de
vidro a 64o rs. cada urna.
Queijos llamcngos chegados no ultimo va-
por e muito frescos.
8,5oo rs. a arroba.
Presuntos de Lamego de superior qualidade
chegados neste ultimo vapor a 56o rs.a Ib.
Alpista muito novo elimpo a 16o rs. a li-
bra e 4,6oo a arroba.
Painco novo a 18o alhu e 5,ooors. a arroba.
Sabo massa, amarcho e castanho a 22o e
24o rs. a libra. M "
dem mais baiioum pouco a 16o, 180e2oo
rs. a libra.
Castanhas pelladas a 24o rs. a libra.
Chocolate francez de* primeira qualidade a
l,2oors. a fibra.*
dem de Sam muRo" superior e medicinal a
l,3oo rs.
Copos lapidados probos para agua a 5,ooo
rs. a duzia, que ein ou-, qualquer parte
7 e 8,000 rs.
Charutos dos melhores e mais afa^os fa_
bricantes de S. Flix e do Rio de Jantw,
de l,5oo a'0,000 a caixa.
Cebollas novas a l.ooo rs. os molhos gran-
des e 800 rs. o cento.
Doce de goiaba a 64o rs. o caixo.
Lentilhas, excellente legume para sopaegui-
-^B**rfv/j u J4-o 1*0. 1Jb-x.
Ervilhas seccas j descascadas
libra.
Pimenta do reino muito nova a 36o rs. illfa.
Cominhos.e erva doce a 32o e 4oo rs. a Ib.
MOLHADOS
RA DO IPEIIAIIOIC
N. 40
Ouir 01 a ra do Colleglo
DE
DUARTE ALMEIDA 4 C,
Antonio Fernandes Duarte Almeida, dono dos acreditados armazens 1+mrSSoo
. Til A^merClA 6 eX;l0C' d0 Pro9ressoProgreewia acaba de abrir hoie um ou-
n nnnHPifr nmpC,r3-d0r t ^ ^i f ^bno em ^e > retratista o Sr. Osbnrn.
O prop ietario deste importante estabelee.mento, conhecendo que o mais rico e espacoso
orn DlivP,Un/reSentemJent^Se *** a5ert0 f)e6,a PraCa- deliberou denomina-lo VERADEl-
RO 1RIRUI AL ; sem duvida pode drzer, j pela pratica e conheimento que tem deslas
casas, que e este um estabelecimento que nada deixa a desejar, j pelo esmerado aceio
emcommffi Cm "0 comPleto S0l1irnent0 W* effetivamente recebe de sua propna
O proprietario do grande armazem VERDADEIRO PRNTIPAL gloria-se em ser o
pnmeiro a acabar com o grande segredo e abuso que reinava nos precos dos gneros di
estiva, adoptando desde a sua primeira casa, em publicar todos os precos de seus gene-
: ^LPS e ^ o publico que nunca mais pode ser Iludido como dizem esses. .
IC1S r .C qm'mad0S pe,a nve.wem nao voll... Illudel... desenganem-s.
3,SS qo& nqoarrto andar no trimo que pisa, nunca mais consentir que s.
5S5S blT de 5**r m. O systema dinheiro e ganhar pouco, e com eHe que sem medo diz, que badas de papel o vento a>
Cal I 6ku< r
ede-se a uiaior attrncSo.
O proprietario pede aos seus amigos e freguezes, e ao publico cm geral protec
cao para o novo estaoeleoimento, garantindo aos mesmos que ninguem mais pode (ifferecci
as vantagens que se preste a offerecer este importante estabelecimento. O PRINCIPAL tam
bem pede a todos os Exms. Sis. o favor de mamlarem seus pedidos ao novo estabelcc.
meato, certos de nao terem occasio de se arrependerem.
Mala atteaeio.
m c V VLRDADElR0 PRINCIPAL pede, em particular todos osSrs. de ongenho i
mais i>rs. do centro, queiram mandar suas encommendas este estabelecimento, garatii,
do-Ins o proprietario que tanto elle como os seus fmulos nao pouparao esforcos par.
fielmente cumpwrem os pedidos que vierem inderessados.
. s>"Mleo,
,, Qaa OjPcansaTel proprietariopedea todos osSrs. eS.as. que, quando tenliam de man
nvS ^ *5 Caita feC,ada ou com 8rande recommendacao ao VERDADEI-
ISi? d ImPerador n- 40,| junto ao sobrado em que mora o retratist;
americano o Sr. Osborn, e para ma.s certeza dos portadores tem este sobrado urna botic;
franceza, no pavimento terreo. O VERDADEIRO PRINCIPAL, lera 5 portas de frente pin-
tadas de verde, as hombreiras Duarte Almeida ai: a nr rima n vF.iuunF. u,.
a 2oop
fra
Ib
Cravo daitodia a 600 rs. a libra.
Canella ito nova a 1,000 rs. a libra.
AlfazemM 2oo rs. a libra e 6,000 a arroba.
Graixa irtoo rs. a lata e l,loo rs.a duzia"
LOJA DO BEIJA FLOR.
Ilita <1Quciiuaiiu uuiiieio 63.
bavatiulus para sealiura.
Vendem-se prava! nhas de'diversos postos mais
modernos a 730 e 800 rs. : na ra do Queimado,
loja Uo JH;ija-llor n. 63.
I ius |iara delirum de vestidos.
Vcndem-sc lilas para delirum de vestido de linho
com 12 varas a 400 rs. a pera : na ra do 0.uei-
mado, loja do beija-llor n. 63.
IVules travessts.
Veodem-se pentes Iravessos de caracol na:
renlede. borraclia a 300 rs.: na ra do Queima-
do, loja do fija-flor n. 03.
Papel brira dburada.
Vendc-se papel beira dourada a 1J200 e 1*300, |
dito de er de beira dourada a 14100 : na ra do
Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Auvelopes.
Veudti-se aavelopes du diversas qualidades
bratico a 800 rs. e de cor a 610 rs., para cartas de
visita a MO rs., preto a 720 r?. : na loja do beija-
flor na ra do Queimado n. 63.
fullas de aljfar.
Tendo recebido vollas de aljfar com cruies de
pedra iinilaudo a brilbante vende-se a i cada
urna : na ra do Queimado loja do beija-llor n. 63.
Camisas de ineias.
Vcndem-se camisas de meias muito ftHas a
1*200 e 1*300 : na ra do Queimado, loja do bei-
ja-flor n. 63.
Entciles de lila.
Tendo recebido enfeites de lita pretas e de co-
res mais modernas que se estilo usando a i* cada
um : na ra do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Fita de la prela para delirum.
Vende-se fita de la preta para delirum com 10
varas a 900 rs. a pega : na loja do beija-flor ra
do Queimado n 63.
lilas de lindo para bordar vestido.
Vendem-se fitas de linho para bordar vesiido
ou roupinho de meninas com 40 varas a 040 e
800 rs. a ueCI s quem tem loja do beija-flor
ra do Queimado numero 63.
. ltotes de madreperola.
- -v> Vendem-se botes de madreperola mais moder-
nos que tem vindo para punhos de senhora a 320
rs. o par : s quem vende por ste I*6?0 Da
roa do Queimado, loja do beija-flor numero 63.
tila de velludo para bordar vestido.
Vende-se lita de velludo preto com 10 varas a
900 rs. a pega : s quem tem por este preco a
loja do beija-flor da ra do Queimado n. 63.
Fita de velludo bordada.
Vende-se fita de velludo preto bordada de di-
versos goxtos e mais modernos proprios para qua-
^resma : s quem tem a loja do beija-flor ra do
Queimado n. 63.
Franja preta.
Vende-se franja preta de diversas laruiras para
enfeiur capas ou manteletes os mais lindos gos-
tos que se pode encontrar : na loja do beija-flor
ra do Queimado u. 63.
fcu e jarfus.
Vendem-se facas e garfos de balaneo de 1 bo-
to a 8*800 a duzia, dita de 2 boties 6*400:
aa ra do Queimado, loja do beija-nor n. 03.
Vspera*.
Vendem-se viaporas muito finas a 800 rs. : na
jrua do Queimado, loja do beija-flor n. 63.
Dminos.
Vendem-se dminos muo Anos a 1*200 e
1*400: na loja do beija-flor da roa do Queinwdo
B.63.
MOVIMIENTO
BAIRRO'DO RECITE, RA DA CADEIA N. 50.
O mais novo e o mellior
AK^A/JIH DE nIjBI"A IIOS
PRINCIPAL.
Amendoas confeitadas com bonitas cores
a 1,5000.
Manteiga ingleza propiamente flor a 800 rs.
e la libra.
Dita franceza muito nova a 600 rs a libra
sendo em barril 580 rs.
Cha uchim o melhor que se pode desojar, e
que outro qualquer nao vende por menos
Jt&G&h. ......._
e 2800 rs. nA
Dito hysson o melhor que se pode desejar
a 2d400 e 23600 a libra.
muito superior a
i, 6 e 8, libras
-j Dito hysson e da india
2#2C0 e 2/400.
Dito do Rio em latas de 2,
al;>000 e 1 1200 a libra.
Dito preto muito especial a 2S800 a libra.
Dito mais baixo a 1;?300 e 1600 a libra.
Queijos chegados no ultimo vapor a 3#000.
Queijo prato chegado neste ultimo vapor a
800 rs. a libra.
Ditosuisso Parmezao o melhor e mais Ditos Suspiros de Thom Pinto a 1^600.
fresco que se pode desejar a 800 rs. a li-1 Ditos Avaneiros do mesmo a 10600.
bra, sendo de 4 libras para cima a 780 rs. Ditos Regala Imperial a 1600, garanle-se
Ataieida A C. e por cima o YERDADEIRo
Massas para sopa muito novas, foi desembar-
cada ltimamente pevide: rodinha e es-
trellinha a 500 rs. a libra e 3$ a caixa com
8 libras.
Macarro,Aletria e Talharim a 400 rs. a libra
Vinagre fresco a 200 rs. a garrafa e 10400
a caada.
Dito em garrafes a I 000 cada um.
Botijoes com 8a9garrafas de azeite, o me-
palhos ayuSfiv.'fdftJleseiar, a 50 cada um.
nhos a 120 rs. caria um.
Palitos do gaz a 20200 a groza, 20 rs. a
caixinlia e 200 rs: a duzia.
Graixa em latas muito novas a 100 rs. a lata
el0000 a duzia.
Ceblas muito novas a 540 rs. o cento e
800 o molbo.
Traques de i caixa e 240 rs a carta.
Charutos Ipyrangas em meias caixinhas a
20000.
I Nova expsito de izeiulas
baratissimas.
Loja da Arara-cu* da inpcr Uh n. 56.
O proprietario dele grande oslalielt rHneuio, I/iu-
renco Pcreira Mmdes GaiinaraVs, prometi se-
pr vender barato para apurar dinli Crunde pccKincha, cortes de cas-
an a |fOO.
\ende-se corles d cas>a franceza para ve*fidns
a U, ditos a 2*500 corles de Btflibraia de peJBM
soltascom 1 vara de Jamura a 2*. utos com ba-
DMos a 3* : ua ra da Imperatriz n. 56, loja da
Braiuaote de linho a S09QO.
Vi-nde-se bramante de linlio de 10 ualmus de
largura, pro|-no para legues, a 2*200 a \zrii,
panno de linho de 4 palmus de largura a 040 a va-
ra, liamburgo de linho a 4iO, 5iO e OO rs. a va-
na, britaiiha de linlw lino a tiiO e 800 rs. a \aii,
bnm de linho bramo a 1*200, l*'*00, 1,3600 e 2*
a vara : na oja da .Arara, ra da Imperatriz n. 36
Filo de linho n MOO rs.
Vende-se tilo de linho muito fino a 800 is. a va-
ra, dito de cor e brauco a 160 rs. o eovadp, tai la-
tana de cor a 640 a vara : na ra da imperante
n. 56.
Cortes de casemlra a 2.
Vende-se cortes de casemira de cor a 2*. ditos
linos a 3*, cortes d" gair franceza a 1*600, <11 Co
de hrim pardo a 1*800 a ,J : ra da Imperan iz
n. 56, loja da Arara, de Alendes uimaies.
Chitas da Arara a so rs. o co-
vado.
Vende-se chitas escuras celaras a S'.O c 280
rs. o covado, ditas francezas a HO, :I60, 400 c 1U>
rs., riscados franceses a 180 r>. o covado, poiuu-
rao de linho para vestidos a BO rs. o covado, fus-
tao de cores a 500 rs gandas para cakaa pau-
tis a 40e 500 rs. o covado : ua ra da Iinpea-
triz n. 56.
A Arara lende balites a ii.
Vende-se baloes de 15, 20, 25 e 30 arcos, dos
melhores que lew vwdo ao mercado, a 3*, 3*O
e *i, e ditos de brilhaitktaa a 4*, ineias para f*-
nhoras muito linas a 500, 400 e 320 rs. a par, di-
tos para meninos a ij280, para acabar, na li'iada
ra da Imperatriz n. 66.
A Arara reivbeu novos soulenibarqucs prrles
le grosdenaple ricamente entestados, e os vende
oor 22* e 255, capas pretas muito bem eufwi;,d.s
manteletes de grosdenaple de superior i|uaiida-
le : na loja da roa da imperatriz n. 56.
Cassa r|aad}va 210 cavad*.
Vende-se cassa urgandys para veslidc a i-'it).
280 e 320 ris o covado, cortes de dito cun 14 ro-
bados a 5*, ditos de laa com barra a 8* : na ra
la Imperatriz n. 86 dependes Gnimarae.
I Arara vende madapela* (raarn eafostado a>*9.
Vende-.-e pecas do mndapolo francez enfestado
4*. dito inlrz cora 21 ardas a 6*500, 7*, 8,3.
'5 e 10*, pecas de lgodao encorpadu a 5*, ck6*
'* : na ra da Imperatriz n. 56, l

Grande sorttaientode ruupn
feita.
Vende-se palitots.de paano preto .i 1*. 10*, 8*
6*, ditos de meia casemira a 3*500, 4*508 e 5*.
nos de brim lino a 6*, 2*500 e :)*, calca de bnm
2*500 e 2*, ditas teasd^ brim pardo a 3*yd-
isde brimbraiicoaj*50e 4*. serouias de .U-
ho a 1*800 e 2*, camisas francezas linas a 2*200
2*500, ditas de linho a 3*, pares de meias a 200
.'40 e 320 rs.,gravala ladas as pomas a 1>, ditas para menos a 800 C
lOOrs., colarinhosueJialio a 400 rs. ; 9 na b-ja
la Arara, ra da Imperatriz n. 56, loja de Mende*
Guimares.
brande pechlneha de lazlnhas
a i rs.
Vcndp se Iazinttas para vestides a 240, 320,
V 0 e 500 rs. o covado, ditas mnito linas de-cores
lizas, proprias para capas e veslidcs de srnhoras a
630 rs. o covado, ditas escuras niuilo finas a C4p
r^. o covado, ditas de 4 palmos de largura rom
palmas de seda a 720 o crtvado, popelina muito li-
na de ricas palmas a 1*200 o covado : na ra da
Imperan iz n. 56, loja da Arara n. 56.
Fazendas para senhoras, golli-
nhasa 8QO e 3'iO.
Vende-se polinhas para spnhoia a 200,310 eSOO
rs. cada una, camisinbas para senhoras a 1*. 1*280
e 2*, ditas muito tinas com tiollinhas a 4*500 i ua
CU." ija.Jmperatriz n. 56, l.ja da Arara.
luto, cassas {"mMm nara
V..nao _. n .,- .n
laa preta para luto a Mu rs. o rm'arfo. alpuka
preta a 500, 640 e 800 rs., bonihazina a 1*4(10
covado : na ruada Imperatriz n.56, loja e arraa-
zem da Arara, de Luureuco Pereira Mendes tui-
maraes." *waa
Cortes de chita a HfttfG.
Vende-se cortes de ehMas de fnm lizas com 10
covados a 2*400, ditos tinos a 2*800, ditos de en-
cado francezes com 14 covados a 3* : na ra da
Imperatriz n. 56, loja da Arara.
Esquina defronte da
ra da Madre de Dos
Antonio da Silva Campos, successor do antigo Xascimento defronte do becco Largo, bem co-
| nhecido j nesta praca, acaba de transferir o sen estabelecimento para a casa cima indicada, onde
os seus benvolos amigos e freguezes, bem como o respeitavel publico em geral encontraro o mais
variado, escolhido e melhor sortimento de moldados, a par do aceio, elegancia e bom rgimen do esta-
belecimento.
O annunciante, tendo /cito urna completa reforma no locante a casa e gneros, possuindo bons
correspondentes na Europa para remessas de conta propna, acha-se convencido que merecer a pro-
lecciio de todos os amigos do bom e baralo, a qual desde j reclama, asseverando-lhes que jamis des-
merecer a con anga com que se dignarent de o honrar.
Em resumo, visite o respeitavel publico o novo e superior armazem Movimento, compre-lhe al-
guns gneros, e ento ficar convencido da realidade do presente aviso, verificando por si mesmo que
nenhum outro estabelecimento o serve melhor que este, seja em commodidade de precos, agrado e
delicadeza, ou Tegalklade de pesos-e medidas.
Finalmente, todas e quaesquer garantas que estabelecimentos Idnticos teem offerecido aos
concurrentes, serao mantidas neste em grao maior.
~<
X\
XAROPE TNICO REGENERADOR
DE QUINA E DE FERRO
Preparado por tRlUAl i,t e c. pharmaceucos de S. A. I. o Principe Napoleo, laureados
da Escola de pharmacia de Pars, ra de la Feuillade, 7.
Esta nova combinado rene debalxo de um pequeo volme urna forma aaradarf I e um gosto delicioso.
Ha muito que os mdicos desejavo ardentemente a reunio destes dauu medicamentos, e todava, aperar
dos maiores esforqos, nem a sciencia medica, nem os quimicos os mais distinctos o podero conseguir
at aqu; grabas porm i perseveraDca humana achio-se hoje associadas estas duas poderosas substan-
cias, a <|uiaa, o tnico, restaurador por ucelleocia, e Cerra, a bate de nosso sangue, e censeguinte-
mente o reparador dos furcas e da saude alterada ou perdida.
As molestias contra as quaes o Xarope tnico regenerador se ton mostrado mnito eflkax s&o : as ame-
norrheias, faltas de menstruacio, dores d'estomago, tastio, digestoes penosas e tardas, flores brancas,
menslruacoes dilceis, o lymphatismo, o empobrecimento do sangue, as escrfulas, os estragos prodmidos
pelas molestias syphiliticas.
Ha apenas um auno que o Xarope de quina e de ferro foi applicado nos hospitaes de Pars, e elle
boje o medicamento mais em voga, substituindo, por assim dizer, os medicamentos ferruginosos conhecidos.
O prospecto encerra numerosos certificados de mulles membros da Academia de Medicina e protessores
da tacnldaae que attesto que este precioso medicamento o conservador da saude por excellencia, e
o Kconstituinle da economa animal, indispensavel is pessfias que habitao ot paites quemes, conso
preservativo djis epidemias.
Acha-se venda no deposito feral, em ParW, na pharmacia erlanaalt c o, ra de la Feuillade, 7;
em Lisboa, em caa do >fir RoairiKa Cota-Caraiaa, Barrai r C'^ no Porto, na pharmacia do
Sr Miguel-Jane le Soasa Ferreira; no Rio-de-Janeiro, ein casn da vluva rrlxato e ainU, ra do
Sabfio, 11; na Bahia.em casa do Sr Jaae-Cataae Ferrelra-Baplahelraj no Rio- Grand.em casa do
Sor Jaaaula de Gaday; no Maranho, em casa dos Srs Ferreira e Ca; em Pernambuce, em casa
do Sr ni iiiuioiuru Fninri.ro de saazai em casa dos Srs sheum e O, e bem assim as prin-
cipaes gharmaciae do Brasil e de Portugal.
Deposito geral em Pernambuco ra da Cruz n. 22 em casa de Caros & Barboza
Empreza da iUumina$o I senzaiia n..
, Vende-se, emeasa deS. P.JohnstonAC,
IX gal* sellins e sirh&es inglezes, candieiros e casti-
Todas a*vendas de apparelhos e reelamacSes Caes bronzeados, lonas inglezas, fio devela,
(por escripto dando o nome, morada, dala, etc.), chicotes para carros e montara, arreios para
devem ser feitas no armazem da ra do Imperador rarrn(. p nm rinue ravallne a rrinoin* du
n. 34. Os machinistas mandados para atlender a carros Je m. e dous cvanos, e relOglOS de
estas, apresentario um livro que os reclamantes OQTO latente inglez.
devero assignar logo depois de prompto o aervico ____________. _____
reclamado ; islo para que a empreza fique seienle Vendem-se arcos de pao para
de haverem ps mesmos seimores sid9 devidamen- ltimamente anegad"1? do Porto
le attetdidos. fla Semala Nova n. 4.
uso de pipas
a tratar na ru
Dito londriiio um pouco duro por vircm
cm navio a 500 a libra, e sendo inteiro
400 rs.
Bolachinbas em latas de 2 libras de todas as
qualidades que se procura a U300 rs.
Ditas em latas grandes a 2/>000 rs.
Ditas em latas de 5 libras de Craknel a
4#000 a lata. .
Bolachinha ingleza desembarcada ltimamen-
te muito nova a 2400 a barrica e lO
a libra.
Cartes com bolachinhas francezas de diver-
sas qualidades a 000, 800 e 10200 cada
um.
Peras seccas em caixinhas de 4 libras as
mais delicadas que se pode desejar a
2^500.
Bocetascom doces de Portugal ricameate
enfeiladas a 2ij500, contendo: peras, pe-
cegos, rainhas Claudia, ameixas, alperch
e outras muitas fructas.
Passas muito novas a 480 a bbra e 7(5500 a
caixa; tambem tem meias e quartos.
Amendoas de casca raolle a 260 a libra e
240 de casca dura, nozes 140 a libra e
4^000 a arroba.
Figos em caixinhas e latas hermticamente la-
cradas a 10500 e 20500, de 4 e 8 libras.
Vinhos em caixas de duzia vindos do Porto
e das seguintes marcas: Duque do Porto,
Duque Genuino, Madeira secca, Chamisso,
Velho secco, Vctor Emmanuel, D. Pedro
V, D- Luiz, especial vinho velho do Porto
e outros muitos a 90, 100, 120 e 140 a
duzia e 10 a 10260 a garrafa.
Vinhos em pipa Porto, Lisboa e Figueira
das melbores marcas a 30800 a caada e
500 a garrafa.
Ditos do Porto, Lisboa e Figueira de marcas
menos conhecidas a 400 a garrafa e 20800
a caada.
Dito Colares especial vinho a 800 a garrafa.
Dito Lavradio muito fresco, nao levando com-
posicao, a 500 a garrafa e 40000 a caada.
Vinho brancode uva fina a 600 a garrafa e
40500 a caada.
Dito mais baixo a 400 a garrafa e 20800 a
caada.
Vinho Bordeaux em caixas de 12 garrafas das
marcas mais acreditadas a 60500 e 70000
a caixa.
Dito muito especial que raras vezes vem ao
nosso mercado a 10200 a garrafa, garan-
te-se que por esto mesmo pr?o d pre-
juizo, e s se encontra nicamente neste
armazem.
Licores francezes e portuguezes dos memo-
res autores a 800, 10000 e 10500 a gar-
Cerveiasdas melhores marcas a 80800 e
6 rs. a dazia; tambem temos ordinaria
por muito menos.
Sannelada de todos as fabricantes de Lisboa
em latas de 1 libra a 600 e 640.
que sao charutos, queja se venderam por
20600 e 2>8(I0, alm deslas marcas tem de
todas as mais que costumam vir nosso
mercado. j
Genebra de Hollanda em frasqueiras a 60600
e 560 rs. o frasco.
Dita de laranja a 10200 o frasco e 120000 a
caixa.
Dita embotijas de Hullanda a 440rs.
Cominhos muito novos a 400 rs. a libra e
sendo em amiba ter abatimento.
Erva-doce muito nova a 400 rs. a libra.
Canella muito nova a 10000 a libra.
Pimenla muito nova e limpa a 340 rs. a libra.
Cravo muito novo a 640 rs. a libra.
Alfazema nova a 400 rs. a libra.
Toucinho muito novo de Lisboa a 280 rs. a
libra e 80000 a arroba.
Chouricas e paios a 640 rs. a libra.
Banha a mais nova e alva que se pude dese-
jar em latas de 10 libras a 44000 a lata.
Dita propria para banha de cabello por ser
alva e dura a 400 rs. a libra.
Copos lapidados a 40800 a duzia e 5o500.
Ameixas em frascos grandes a 0-'OO.
Ditas em frascos mais pequeos a 10400.
Ditas em latas de urna e meia libra a 6 libras
a 1^200 c 40000 a lata.
Mlho inplez rolha de vidro a 800 rs.
Ppezuntos inglezes para hambres muito no-
'?Jsa 800 rs. a libra.
Mostarda preparada a 200 rs. o pote.
Conservas inglezas a 640 e 800 rs. o frasco.
Cognac ingle a 100000 a duzia e 10000 a
garrafa.
Dito francez a 80600 a duzia e 800 rs. a
oarraf.
Palle Brandy a 29000 a garrafa e 320000 a
duzia.
Sabio massa a 140 e 240 rs. a libra o melhor.
Polvo a 320 rs. a libra e 90000 a arroba.
Vjrssouras do Porto com arcos de ferro a
320 cada urna.
Ditas americanas a 640 rs.
Papel almaco pautado e Hzo a 20400 a resma.
Dito de peso pautado e lizo a 30 a resma.
Dilo aeul proprio para botica a H a resma.
Vete de spermacete a 5o0 rs. a libra,e sendo
em caixa a 520.
Ditas de carnauba do Aracaty a 9000 a arro-
ba e 220 rs. a libra.
Farelto de Lisboa marca N a 4?000 a sacca.
ToMos para limpar facas a 160 rs. cada um.
Peiae em latas j preparado a 10000 a lata.
Chocolate hespanhol e francez a I 000 a libra.
Caf do Rio primeira sorte a 80.00 a arroba
e 300 rs.a libra.
Dito de segunda a 8,>400 e 280 rs. a libra.
Arroz do Maranho, Java e India de 260 a
30 a arroba e 100 rs. a libra.
Alpista muito novo e limpo a 140 rs. a li*
bra e 40500 a arroba.
Cevada muito nova a 20500 a arroba e 100
ra. libra.
o tpt O o fe--ce p- o o p p- 5^ p ce O P P-i CO 35 i
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GO e*r> P r-r-6 | CO I-'
P- e-r
T* ,C>
AGENCIA
DA
FUNDICAO DE L0W-M00B.
Ra da Senulla nova n. 42.
Neste estabelecimento contina a haver
um completo sortimento de moendas e meias
moendas para engenno, machinas de vapor
e tachas de ferro batido e coado, de todos o
tamanhos para ditos.____________________
Arados americanos e machinas para
lavar roupa: em casa de S. P. Johnston A C,
na da Senzalla Nova n. 42.
Vende-se urna taberna rom puncos fundos e
"em afreguezada : na ra do Rangel n. 17.
ESCBAVOS rtfGIDOS.
Fugio do engenho Marianna da comarca de
Goianna, provincia de Pernaii-buro, o escravo de
nome Maxiniiniano.o qual foi comprado no auno de
1850 Domingos de Snuza Barros, que o ttnha re-
cebido em paga de fazendas, visto que nesse terir'
po era estabelecido em Pernambuco. 0 mesmo es-
cravo tem os signaos seguidles : baixo, grosso,
bastante barbado, bem preto, idade de la anuos;
pouco mais ou menos : qualquer pesson que o
traga a seu senlwr, no mesmo engenho, ser bem
recompensado.___________________________i
~~T tscr-Tt fttfMt.
Fugio da ra das Cruzes n. 30, no da d
correte o mulato Aristides, escravo da Sra. Mai i-
nha Amalia da Silva ; o escravo de estatura ba
xa, magro, e tem 19 anuos, tn urna qneimadura
uo'lado direito do rosto, levou calfa e camisa bran-
ca, e jaqueta preta : graufica-sa a qu^m o for le-
var sua seohora, prote.-tando-se desde j com
lodo o rigor da lei cuutra quem o ti ver oceultado.
mmkn
Acha-se fgido o escravo de nome Faustino, de
idade 40 annos, pouco mais ou menos, cor fula, al-
ara regular, grosso do rnrpo, bem espadando, bar-
bado, e j com alguns cabellos brancos na barbas
bracos e peroas gros.-as e bastante cabeliitdas, ten-
do as (ternas arqueadas, porm nao muito, costu-
ra andar em sambas, e as vezes embriaga-se bas-
tante por (oslar muito de beber : pnrtatito rog*
se s autoridades poliriaes desta e das provincial
limitrnphes, qu% o facam apprehender e leva-k a
sen sciihor o major Antonio da Silva Gusmo, na
raa Imperial, assim como roga- atw capfties dfe
campo a apprebeasio do dito escravo, une ser*
bem gratilioados.
^.
ILEGVEL
S*


Rlirli de Peraatthuto <|aria felrft 14 Je Mulo de 1 414.
UTTERATRA.
Curso de literaura.
pal causa da corrupgao do latino na Hespanha, sc-
ja inlroduzindo nelle copia de termos barbaros, se-
ja empregando mal os casos ou anda nao usande
delles, porque este povo rude nao podia em sua
igneranca accommodar-se s formas e combina-
piiokkssado no i.nstitoto de himanidades do ma- ges scientiflcas da bella lingua de Cicero e Vir-
- ------ mwM C gilio.
HANI1.YO, POR FRANCISCO SOTEHO DOS RES.
Vu, entaoros, como mepropuz, occupar a vossa
ilustrada atiengo cun a origem, fbrmagao, c apcr-
l.-igoamcnioda lingua portuguesa, ou com questes
cl'iiioyiapliicas, grammalicas, c philologicas, que
No seculo Vil de nossa era publicou-se n'um
concilio de bispos o celebre Forum Judicum, ou
collercies de leis dos Visigodos, escripias em la-
tim. liste concilio foi o XVI celebrado em lies-
a uns podeni reputar de pouco momento, mas uu .___R ._-
. panha, o que presuppoe a existencia ae outros
saj ce altissnna importancia nesle caso, porque i,i j n
quinze celebrados antes delle.
sen perfeilo rnilieoiineiilo da lingua que respeita
a lilleraiura que esludamos, nunca poderemos fa-
ler nesta solidos progressos. Passo, pois, a tratar
da metera scm mais prembulo.
Tara lodos os que teem feito estudo comparado
O borum Jiulicum um verdadeiro monumento
de illustracao, se o compararmos com a barbara le-
gislaco dos outros povos da edado media naquella
poca, e prova que toda a sciencia resida ento
no clero e so nelle. Desde que a civilsago chris-
di lingua latina com as lnguas suas derivadas, fa sulistituio a romana no seculo III de nossa ora,
fado ii.coniHstave que o portuguez vem do latim nenhum dos povos da Europa so mostrou to adiao-
assim como o hespanhol, o italiano, o francs, o | ,ado nel|a como 0 hespanhol, que ja segund0 v-
p.oveoeal, c a Imgua romane* do norte da ra0s, muto se distinguir as leltras latinas.
Franca, iwrquo todos esses idiomas, anlogos entre
si, se aproximan! mais ou menos da lingua mae, No ProciPio do nlo VIH venficou-se a invasao
ou fonte donde derivara no material das vozes, e, dos*rabes na Pen,nsula. s quaes podendo na-
na ndole que os caracterisa. quell lempo passar por um Pvo civilisado, nunca
De tolos elles, porm, o que mais se chega conseKu"'ani substituir pela sua linga, nao digo j
ongMB commum oporluguez, tanto na estruciu- lal"n> cull nuesc refugiara nos mosteiros com a
ra de suas vozes adoptadas do latim com poucas c,*,l,sacao christa, mas nem se quer o brbaro,
oxcnpges, apenas aportuguesadas com leve altera-! CUJ us0 era man,ido entre os vencidos, seja pela
el,, como em muilas de suas construegoes c ma-1d,verldade da ercoga religiosa seja pela constante
tu iras de dizer anlogas s construegoes e manei-
ras de dizer dos Latinos.
Assim, a derivago latina do ultimo por sua
tnaior analoga com a lingua mae, mais directa,que
a de nenhum ouiro idioma scu anlogo.
O nosso grande pico, Camoes, um dos mestres
oais aulonsados da lingua, porque foi um dos que
Lielhor a sonbe manejar, assim se exprime no seu
inmortal poema a respeito do portuguez :
lo E na lingua, na qual quando imagina,
Com pouca corrupcao ere que a latina.
Nem podiam os referidos idiomas ter oulra filia-
co, atientas as circunstancias especiaos e locaes
que prreederam sua formacao. Appdlemos para
a historia, e disso nos convenceremos.
K sabido que o latim foi lingua dominante na
mor parte da Europa Romana, e com especialida-
de na Italia, as Gallias, na Hespanha. O podero-
so meio de que se serviam os Romanos para pro-
pagar a sua lingua, era a sua administracao civil,
anillar e judicial, que os punha constantemente
cm rontai to com os povos semibrbaros que con-
quista vam, e assimlavam-se mais larde pelos lagos
da mesma civilisacao.
O permanente aquarlelamento das legies roma-
e gloriosa luta que estes encetaram logo cornos in-
vasores at expulsa-los por fim de todo o slo hes-
panhol no seculo XV de nossa era.
Mas se os rabes no seu longo e disputado domi-
nio de oito seculos, nao conseguram substituir
o latim pelo arbigo, porque o christianismo a Isso
oppunha insuperavel barreira, nao menos certo
que concorreram quasi tanto como os Godos para
a corrupcao da lingua latina na Hespanha, porque
nella foram ento introduzidos muitos termos ara-
bes, que passaram depois em grande copia para o
hespanhol moderno, e em muito menos quantidade
para o portuguez.
Do latim assim barbansado e corrupto por duas
invases successivas de povos de ndoles, crencas
e Imguas diversas, formou-se o castulhano ou hes-
panhol moderno no seculo XI de nossa era, e o
portuguez um seculo ou cinco quartos de seculo
mais tarde, sendo que j do seculo XIII temos do-
cumento escripto cm lingua portugueza.
O monumento de lingua hespanhola mais amigo
que chegou at nos, o romance do Cid, ou famoso
capito Rui Dias de Bivar, que viveu no seculo XI.
Este romance, porm, escripto em hespanhol ja
iutelligivel para os Hespanhes de hoje, evidente-
mente de dala posterior, ou do seculo XIII. O can-
cioneiro do mesmo Cid, escripto j em hespanhol
as entre os vencidos para con te-los na obediencia, I muit0 mais .correcl Ia* do romance, anda de
a organisacao municipal dos Romanos, que con-
cenlrava toda polica e civilisacao as cidades,
abandonando escravos a cultura dos campos, a
distrihuigao da ju-tga feita pelos pretores as jun-
tas ou assemblas das provincias a que eram redu-
eiJas as conquistas, os discursos, actos e docu-
mentos ollieiaes esc ripios em latim, todo esse con-
juucio de cireuiuslaucias tendentes ao mesmo lim,
era urna causa elciente asss poderosa para dar
curso e vuga Imgua dos vencedores entre os po-
vos .uDiiieuiuos, que com o andar do lempo vinham
adopta-la, quaudo a sua civilisacao nao era egual
ou superior dos Romanos, como o era a dos Gre-
cos. Assim se generalisou a lingua latina em quasi
(oda a Europa romana.
O latim foi, como o altestam todos os documen-
Hespanha por mais de dez seculos, espago de tem-
fto suffieiente para se elle generalisar na y taiman.
cxpelliudo o antigo ceitii.u *."'>>>' se fallava. O
tiespaniiol moderno que subslituio o latim, e delle
se formou, nao cum* i&o muga uuracao. ts nole-se
data posterior a este, ou provavelmente do seculo
XIV ou XV. O Forum Jiulicum s foi (raduzido
em caslelhano no seculo XIII sob o titulo de Fuero
Jusgo.
Que o portuguez, lingua mui diversa do hespa-
nhol na estructura das vozes, na ndole e pronun-
cia, nao segundo pretenderam alguns sem o me-
nor fundamento, um dialecto deste, cousa assaz
evidente para todos os que, teodo conhecimento
de urna e oulra lingua, fazem deltas estudo com-
parado.
Dialecto do hespanhol por exemplo o gallego
que em ludo se Ihe assemelha, sem excluir a pro-
nuncia. Oporluguez nao, porque vem directamen-
te da corrupcao do latim com muito menos mistura
de arbigo, que o hespanhol que at os sons gutu-
raes rabes conservou; e formou-se sem o inter-
mediario da lingua romane --------- *-
nrou ,---------------o, e, como querem al-
guns precedeu lambeta ao caslelhano na Hes-
panha.
Par se conhecer que o elemento latino domina
impugnasse para dar nossa lingua urna origem
cltica. O que prova lio somente que nao ha opi-
nio alguma por mais extravagante e absurda, que
seja que nio tenha seus sectarios. Foram os mais
nota veis desta singular opinHto, Antonie Ribeiro
dos Santos, poeta de reconhecido mrito, e Fr.
Francisco de S. Luiz, philologo acreditado por seus
escriptos sobre a lingua.
Urna tal opinio, porm, nao tem fundamento al-
guma plausivel, e nem se quer vale a pena de ser
refutada, porque, para um s termo de origem cl-
tica duvidosa, o portuguez apresenta mais de um
cenjo de termos de origem latina inconteslavel.
Oppoe-se ella de mais a mais ao consenso unnime
dos doutos, tanto na Europa como na America, os
quaes todos urna voz concordam em dar ao por-
tuguez e idiomas sens anlogos urna flliaco latina
irrecusavel, deduzida do estudo comparado das
linguas. E com elTeito dizer contra a evidencia
que se est metiendo pelos olhos, que o portuguez
vem do cltico, s porque contm alguns termos
dessa antiga lingua fallada na pennsula, o mes-
mo que suppor que o hespauhol vem do arbigo,
porque contm muitos termos rabes, posto que em
quantidade diminutissima comparativamente a dos
termos latinos, que constituem o principal elemento
de sua formacao.
A errnea opinio dos dous philologos cima ci-
tados foi no entanto plena e cabalmente refutada
por dous modernos litteratos portuguezes de cele-
bridade europea, o visconde Joo Baptista Leitao
de Almeida Garret, poela e prosador de primeira
ordem, nao ha muito tallecido, e o Sr. Alexandre
Herculano, o maior historiador de Portugal na pre-
sente poca, dos quaes o primeiro o fez no seu
Bosquejo da historia da poesa e lingua portugueza,
e o segundo na sna Introiucco "historia de Por-
tugal.
Devo anda citar com muito louvor dous moder-
nos philologos e litteratos portuguezes de subido
mrito, que refutaram plena e cabalmente a mes-
ma errnea opinio, o Sr. Leoni e o Sr. Jos Sil-
vestre Ribeiro ; o primeiro, em um minucioso tra-
balho comparado que nada deixa desejar sobre a
derivaco latina da lingua portugueza ; o segundo,
nos seus Primeiros traeos de urna restnlia -da litte-
ratura portugueza.
Podia eu trazer-vos ainda para aqui os grandes
nomes de Joao de Barros, de Luiz de Camoes, do
padre Antonio Viera, e outros classicos portugue-
zes, que indirectamente refutaram tambero essa
opinio singular, dando lingua portugueza incon-
testavel origem latina, e ficariam de certo estupe-
factos se se podessem erguer hoje de seus tmulos
para ouvir semelhante absurdo sobre a formacao
do idioma que tanto a fundo conheciam, e to ma-
gistralmente manejavam. Nao desejo, porm, se-
nhores, cancar mais a vossa attenco com assump-
to j to debatido 5 e circomscrevo-me a mencionar
s os principaes autores que trataram especialmen-
te da questo.
(Publicador Marankense.)
e compara-los com os vocabulos latinos, donde de-
rivam e se formam.
Os nomes substantivos portuguezes foram, por
Cartilgines que substituirn! os Phenirios < exemPl0' tomados em sua 'mensa maioria dos
que o generalsar-se urna lingua j formada iDa formaGao do Portuguez com raras excepedes,
cousa menos difficil, que o formar-se urna nova. Ibas,a lomar ao acas0 alguns v<>cabulos portuguezes
J duranie a lucia entre Cesar c Pompeu, ou
menos de meio seculo antes da era ehrista. toda a
Hespanha, donde os Romanos haviam expulsado os i
Carihaginezes que substituirn! os Phenirios, se i
achava suj.ita as leis de Roma, e os soldados hes- abla,,vos- acusativos e nominativos dos substanti-
l>atihes servirn) nos excrcitos da repblica, onde j vos latBS da mosma significacao, ou pura e sim-
U lUatnguuu por seu valor e disciplina. plesmente, ou com subsliiuico, suppressao, ou ad-
... I dico de lettras. Assim, dos ablativos ou nomina-
No lempa dos imperadores romanos, e cora es-: livos dos subsUnlivos latin0S) k mHSa.fama,
peml.dade do remado de Clauu.o em diante come-1 formaram-se pura e simplesmente os substantivos
caramas leu.as latinas a florescer na Hespanha (portuguezes, hora, musa, fama ;-dos ablativos dos
con. muito esplendor Nao poucosdos escriptores subslantIV0S ,alD0S) servils> tmpl tnb .
latinos mais notaveis dessa poca ahi tiveram as- \ da pura e simplesmente, os sub.-tantivos portugue-
cimento. Seueca, Lucano, Lucio, Floro e Marcial! zes, servo, templo, verbo -dos ablativos dos subs-
oram hespanhes. O mesmoQuintiliano segundeo ianiivos latinos, chanta, pietas, tempestas, forma-
tesiemunho de Ausonio e S. Jeronymo foi tambem
liespanhol.
A Hespanha deu a Roma um de seus maiores e
memores ,uip,radores, o imperador l'lpio Trajano nomina ,vos dos substantivos latinos, calor, dolor,
driau..seunare1.le.m.e Z Cm sub,racfao d"r, os subsUnlivos portu-
ram-se com substituico de lettras os substantivos
portugueses, caridade, piedade, tempestado;dos
que adoptou a Elio Adrin \ seu prenle, que lhe
ueeatal no imperio, e com quanio nascesse em
liorna, pertencia todava urna familia hespa-
nhola.
Para que a Hespanha se dislinguisse por tantos
escriptores illiislres.correndoparelhas em civilisa-
cao coin a Italia, era necessario que j nesse tem-
gueses, cor, dr;do nominativo do substantivo
lanno, stupor, formou-se com addicao de lettra o
substantivo portugus, estupor;dos aecusativos
dos substantivos latinos, ora/10, adi, mentio, for-
maram-se com suppressao e substituico de lettras,
pois que no nosso diphtongo, o, devemos attender
|x> a lingua latina estivesse generalisada na penin- unicameote ao som. s substantivos portuguezes,
8ula i i>.o que a gente bem educada se expr- raan> aca0. ^o -dos nominativos dos subs-
mis>e em latim cul.o, e o, k,vo baixo fallasse oro- ,an ,vos la,,nos' ** ^ co... subs.uico
mano ralieo, como aconteceu na propria Italia. O ras' subs,anl,vos portuguezes, luz, cruz,
amigo cltico j se achava ento provavelmente nl i_dos ablallvos dos substantivos latinos, car-
Clrcum-cripto a rara populaco dos campos, onde sus' "nPft"s> fa***, anda cem substituico de
pelas causas que apontamos, difflcilmente penetra-'le,,ras' os substantivos portuguezes, curso, impeto,
va a civilisacao romana.
Onra causa efliciente pela ventura ainda mais
frmito -dos ablativos dos substantivos latinos,
mimen, lumen, bitumen, formaram-se com suppres-
sao de lettras, os substantivos portuguezes, nume
poderosa que a primeira, para a propagacao e o |.,mB |li,nina An, ,. : 6"o, nume,
L .,. .... Iumei bituine dos acensan vos do substantivos
dominio do latim na Hespanha, foi a influencia do ia,inna _.,' -
., .. ,,... i latinos, nubes, ongo, ordo, com snbsliluico ou sun-
cbr,s..an,smo, qne nos seculos IV e V de nossa presso de let.ras, os substantivos portuguezes w-
n ja nore,-,a_ ,H>r teda a pennsula A predica e veni) rjgem> ordeIU ^
. Cheches na. podiam de.xar de levar entao o | Vos ,alinoSj fM(is /(jm, ^
conhecimento do lahm a me-ma populaco dos I presso de lettras os substantivos portuguezes face
campos. Pr a. meio o dominio d..a lingo, de- p,ailir)) fe, s .^s ab)allVus %!
viainnar-se completo em todo o terntorio hes- tiu0f casetlSi despecui frmaram.se J..
.\.' I luico e addicao de leUras, os substantivos portu-
Nada, senhores, tao efflcaz para propagar e gUl.ies, queijo, despreso; e assim os demais innu-
perpetuar o uso de urna lingua, como a rehgiao,
mais poderosos, constilue.a base de toda a crenca,
0 moral publica.
Disto podia eu apresentar-vos muitos e diversos
meraveis substantivos portuguezes de origem la-
tina.
Podia eu, senhores, estender este exame compa-
rado aos adjeclivos, aos verbos, e s partes da ora-
1 (o invariaveis ; e virieis que as dilTerencas a no-
xempl.s, mas prefiro limiur-me aos mais conhe- lar, em relaco constante e intima analoga entre
cidos. O latim qne deixou de ser lingua cummum os dous idiomas, sao to insiguicantes, que nao
fca cua de sete ou oito seculos, ha mais de mil fazem com que o portuguez desdiga um s roomen-
C oito rentos annos a lingua sagrada da egreja ca- to de sua pura origem latina ; emendo, porm, que
Ihnlira, e a lingua offlcial da curia romana. O nao devo cancar a vossa attenco com cousas que
Sansrrik. muito mais antigo que o latim, e donde se acham ao alcance de lodos os que teem estudado
se presume que este deriva, atienta a estreta ana- seriamente o latim.
logia qne se o entre ambos os idiomas, muitos se- j Nasceu, pois, o portuguez directamente do latim,
culos ha que deixu de ser lingua commum, mas c com n,aior |)arecenfa rom a ,ngua m^ po, sua
6 ainda hoje a lingua sagrada dos Bramenes, que a perfeita analoga, que nenhum outro dos idiomas
esludam, como nos o latim. | co|tiiS da mmm ^^ Hj pe(ja?os extenMg f ft
Na poca citada j a reliiao chnstaa se achava portugus, compostos por alguns curiosos, e for-
tao arraigada, e resplandeca tanto na Hespanha, mando sentido perfeilo, qne tanto se podem ler em
que o> U.po* aflt celebravaiu frequentes concilios |aiimi romo em p,,mf,aeJi e de que para efiUr
sobre a< coosas da rgreja.e o clero hespanhol nao pro|xirtade nao prnduz.mns aqu exemplo.
cedia em illustracao ao de frica, ou de Cartlago, | Aslinn ^,1^^ os idiomi|s pu||os derivados ^
que era ento o que mais se distingua por sua ios- latim por esta 01 dem de Oliacao analgica :em
rurco e laU-nto. primeiro lugar, o pnrtueu'-z ; em segundo, o ita-
No ultimo dos dous mencionados seculos, ou no liano ; em terceiro, o hespauhol ; em quarto, o
V deu-se a invaso dos Visigodos, que adoptaram rancez.
com o an aencidos, ou do povo civilisado, e oram a pnoci- gera latina do portuguez, houve comtudo qum a
Exposl^So laternaelonal deson-
dres em iN8.
RELATOUIO SOBRE MACHINAS EU GERAI. \ MOTORES IIT
DHAULICOS; PELO BKCIIAREL ANDR PINTO REBOU-
CAS, i. TSENTE DO CORPO DE ENC.ENHEIROS.
(Conclusao.)
Turbinas Thomson.
Das turbinas dessa especie foram expostas por
Mrs. Williamson Brothers (Canal Iron Works-
Kendal): urna dellas era de custo de 200 libras
e da Torca de 60 eavallos, para urna queda de Ireze
metros e meio de altura, dando 40 litros d'agn'
DQC sep'uvt*:.-' p "^'i "'-----uiua,
que Tunccionava no annexo das machinas em mo-
vimenlo com urna queda de dous metros e 40 cen-
tmetros de altura, e punha em aeco um ventila-
dor exposto pela mesma frabrica.
Na turbina Thomson (Thomson's Vortex) a agua
move-se horisontalmente como na turbina Four-
neyron ; differe, porm, essencialraenle a turbina
Thomson dessa ultima pelo sentido do movimento
d'agua no seu interior. Com effeito. na turbina
Fourneyron a agua, move-se do centro para a cir-
cunferencia, isio o seu destribuidor (ca no inte-
rior da roda motriz ; na turbina Thomson, pelo
contrario, o destribuidor envolve a roda motriz, e
a agua entra portante pela sua circumferencia.
Essa nova disposco foi adoptada pelo professor
Thomson no intuito de fazer regularisar a veloc-
dade da sua turbina pela centrifuga, que acta so-
bre a agua durante o seu movimento g y ratono com
a roda motriz.
Na verdade, quando o movimento da turbina se
accelera a forca centrifuga augmenta, e difficulta
a entrada d'agua que penetra na roda motora ca-
mnhando da circumferencia para o centro, isto ,
em sentido contrario da aeco da torca centrifuga;
qnando porm, a velocidade da turbina diminue,
decresee egual mente a torca centrifuga, e permitte
a entrada de urna quantidade maior d'agua na ro-
da motriz.
Esta propnedade da turbina Thomson parece
dar-lhe nesse particular urna certa superieridade
sobre a turbina Fourneyron, em que se prodi jus-
tamente o effeito contrario, e torna-la mui eonve
Turbinas\expostas pelos Srs. Foniaine e Brault.
Mrs. Foniaine e Brault, engenheiros mecnicos
de Chartres (Eure e Loir), expuzoram duas turbi-
nas projectadas por Mr. Fontaine, urna dupla e urna
simples.
to numero de orificios do distribuidor, sem alterar
a abertura dos outros. Sua applicacao reputada
conveniente as turbinas que tem de funeconar
com quedas d'agua de pequea altura; quando a
queda de grande altura, a presso que se exerce
sobre a superficie dos sectores, prodnz um certo
attrito, que difllculta de algum modo a sna mano-
i bra. As adufas desse modelo s permitiem lambem
gundo, o que equivale a torca de qnatro eavallos, a admiss5o d..,8ua no distribuidor por dous secto-
podendo variar a altura da queda entre sete e tre- res de monos dc ^ gl0
ze decmetros. Era do preco de 3,000 francos.
A turbina dupla tinha sido estudada para effec-
tuar um trabalho de 300 kilogrammetros por se-
, quando muito pela
metade de sua circumferencia.
Do exame dessa turbina inferia-se que sua cons-
trueco era em feral semelhante das turbinas
Fontane-Baron, que se caractersam por se mover
nellas a agua no sentido vertical e por terem na
parle superior e fcilmente accessivel o piao, sobre
que gyra o elxo motriz da turbina, o qual para
permiltir essa disposico co. Notavam-se no
emtanto na turbina dupla exposta dous aperfeicoa-
mentos importantes :
1
Na turbina exposla por MM. Bryan Donkyn & C,
o pio fina situado na saa parte superior, e do
systema imaginado por M. Arson, e posteriormente
aperfeiooado e adoptado por M. Fontaine para suas
turbinas.
As primeiras turbinas construidas por M. Girard
tinham o pio desse modelo; modernamente, po-
I rm, inventou esse distinelo engenheiro um pio,
! que elle denominou pricot yUssant, e que funda-
A divisan da roda motriz em dous compart- : do no mesmo ^^ que Q seu novo SV3lema de
memos aonulares que podem funeconar solada ou |OCOin05i0 sobre vias frreas. Esse principio con-
simultaneamente, possibilitando assim adaptar-se I sisle na extraordinaria redueco de attrilo, que se
turbiua a quantidade de agua de que se dispoe no
esto e no invern.
3* A nova construeco das adufas formadas por
dous troncos de cone, nos quaes se enrolam duas
bandas flexiveis de gutta-percha ou de gomma
elstica, reforjadas por pequeas placas de foi ha
de ferro. Os dous troncos de cone rolam sobre o
distribuidor, e sao ligados entre si por urna crema- urna sapata do mesmo metal, tendo prximamente
Iheira semicircular que serve para Ihes transmit- a ",eSfUa ,ar6,,ra e ceutimelros de comprimen-
tir o movimento de rotaco dado a um eixo vert- l i
cal. Por essa disposico pdese fechar o numero
necessario de orificios do distribuidor, e assim re-
obtem injectando agua entre duas superficies em
contacto.
M. Girard demonstra experimcntalmente esse
nolavel pheuomeno de dous modos:
i.' Sobre um trilito do ferro fundido, de cabeca
plana e de 20 cenlmetros de largura, colloca-se
guiar a quantidade d'agua, que deve ser despendi-
da pela turbina.
Esse novo systema de adufas, devido Mr. Fon-
taine, que o inventou e o tem successivamente
aperfeicoado, provou muito bem, e agora geral-
mente empregado as turbinas. Alm de]manobrar-
se mui fcilmente, possiblita fechar um certo nu-
mero de orificios do distribuidor, deixando aos ou-
tros toda a sua vaso. No antigo systema havia um
numero de adufas egual ao dos orificios do diSlri- j
buidor, e eram manobradas simultneamente, de i
sorte que lodosos orificios se abnam ou fechavam
sempre da mesma quantidade e ao mesmo lempo. 1
atravessada por um tubo vertical cm um metro
de altura, que se termina superiormente por um
vaso. Estando esse apparelho secco, necessa-
I rio um grande esforco para mover a sapata sobre o
'[ rail; encuendo, porm, o vaso dc agua, basta dar
sapata um pequeo impulso para obriga-la a per-
correr cinco dez metros sobre o trilho; quando a
sapata para, observa-sc que toda a agua do vaso se
tem escoado. A consideravel reduccao no attrito,
que permittio o movimento da -apata, (o produsi-
ila pela injeceo entre as superficies em contacto
d'agua que encina o vaso. A presso d'agua nesse
caso era devida a um metro do altura, ou prxima-
mente um dcimo de atmosphera.
2." Um pesado volante de ferro fundido com nm
A turbina simples, exposta por Mrs. Fontaine 4 mcita e '""nclro. de dimetro, atravessado
Braull, era do systema dito locomo.ivel, da forca : por um e,xo do mesmo metal repousa sobre duas
de sete. eavallos para urna queda d'agua de 60 me
tros de altura, e do valor de 2,000 francos.
munhoneiras fixas em dous pifares dealvenaria. As
: duas munhoneiras communicam por meio de um
i tubo bifurcado com urna noinaa, que serve para in-
Essa pequea turbina que oceupava urna rea jeclar M||as agua. o dimetro do^ eixo do volante
inferiora meio metro quadrado, era inteiramente de dez eentimetros, e o attrito nos seus munhoes e
envolvida por urna caixa de ferro fundido, firmada |fo forte que difflcilmente se poV gyrar o volante
por qualro columnas sobre urna plataforma do
mesmo metal. Em virtude dessa excellente dispo-
sico, podem as turbinas desta especie ser estabe-
cidasem qualquer localidade, scm mais ootra des-
peza que a da acquiscl instaltaco dos tubos entrada e sahida. D'ahi ai
turbinas locomoveis que%es foi dada.
Em urna turbina desta especie a agua entra por
um orificio aberlo na parte superior da caixa que
mao. Injectando, porm, agua as munhoneiras,
nao preciso senao exercer un pequeo esforco
para dar ao volante um movimenlode rotaco r-
pido, movimento que subsiste as veaes por 30 mi-
nutos quando se contina a injerc durante esse
rvm a denominarlo de tempo. o -rnfeinre para quasi instantneamente
quando a injeeeao iv.v>
Essa experiencia, como a precedente, demonstra
de um modo evidente a extraordinaria reduccao no
a eavolve, penetra no distribuidor por duas valvu-; aurt0 qUe produz a injeeeao de agua entre duas
las, cuja abertura se pode guiar por meio de urna superfjces emeontaclo.
manivella, passa do destribuidor a roda motriz, ce-
de-lhe parte de sua velocidade, e sala ento da
turbina por um tubo collado porto do fundo da
caixa.
juas turbinas, ixa e locomovel, ex-
Alm das
^^m Mrs. Foniaine c Brault desenlio de urna
puz
Actualmente em Franca principia-so a fazer j
uso desta propriedade d'agua em forte presso para
diminuir o atrrhto nos munhoes dos eixos dos pesa-
dos volantes das machinas vapor que servem no
trabalho do ferro.
O pio glhsunt de M. Girard urna applicacao
grande turbina de torga de 300 eavallos, por elles! do mesmo principio. O novo pio tem softre o de
lia pouco estabelecida as forjas de Saint Colombe. systema Arson a vantagem de nao se aquerer. o
No desenlio via-se que esta turbina munida de que realmente importante, por isso que algumas
u que so appcam s machinas a vapor. ; seuvolvido pelo attrito, quando o movimento da
tniiina*. j...-.-a........__w -,.-- ",rl>ioa muito rapide.
principia a generalisar-se. Ha, alm dos re- As turbinas Girard que teem de funecianar em
guMores de torca centrifuga, outros inventado, 1 rios sujeitos aenchentes, sao acompanhada de um
porPolin, e condecidos pela denorainaco de re- j apparelho especial dito hydropheumatico, eujo fim
guiadores de ar, raja marcha mais uniforme que impedir que a agua de jusente envolva as
a dos primeiros. % \ endientes a roda motris e embarace assim o seu
E' mui conveniente que os motores irau lieos, movimento.
O apparelho hydropnenmatico, urna da enge
rodas ou turbinas, sejam acompanhado*esses re
guiadores para unitormisar a sua MfSfc Sao so-
bretudode grande-utilidade nos motores Aydraulb-
cos que movem machinas utensis cujo trabalho | triz da
intermitiente. as lubricas de tecer algodo, por
exemplo, em que a perfeco dos productos depen-
de essencialmente da marcha regular das machi-
nas, nao se deveria prescindir de reguladores.
A fabrica FoDlaine, de Chartres, cuja especiali-
dade a construeco de motores hydraulicos, daU I l hod a bomba ^
de 1840, anuo em que o seu Ilustre fundador ti- j ff ^^ ft de ^^ ^ e,eve de
rou o previlegio da turbina de.lando agua por kai-1 m rae,ro.aci|lia da roda molriz para MB Deeessa-
xo, conhecida pela denommacao de turbina Fontai- \ rJQ augraenlar de um dccjmo de airaCsphera a
ne-Baron. A excellenca dos productos dessa fabri- pressa0, natural do ar.
ca, os estorcos constantes do seus proprieiarios
nhosas inven^oes de Mr. Grard, consiste simples-
mente em urna campnula envolvendo a roda mo-
turbina, e na qual se comprime oar por
meio de urna, bomba movida pela propria turbina.
O ar comprimido expelle da eampaneda a agua da
euchenle, e desembaraza assim a roda motriz.
A compresso, que se- deve dar ao ar geral-
mentc mui fraca, e portante insignificute o tra-
rio importante, onde se podesse eslabelecer grao-
des machinas hydraulicas para elevaren) por meio
de bomba* parte de sua agua, e dar-lhe presso
sullictente para mover turbinas locomoveis estabe-
lecidas em diversos ponfos da cidade.
Na dislribuicao d'agua em forte presso as ci-
dades se seguira um meihodo anlogo ao porquo
se faz ordinariamente a dislribuicao d'agua para
os usos domsticos : assim, em lugar de se dar aos
particulares urna ou mais pennas d'agua, se Ihes
forneceria a quantidade d'agua em forte prtuio
capas de fazer o trabalho de um ou mais eavallos
d>namicos.
Sao intuitivas as vaniagens que resnllariam de
urna distribuieao de torca motriz para a pequea
industria, que conslilue muios veses urna da*
principaes fontes de riquesa das grandes cidades.
E' sobretudo saliente a possbildade dc empregar
por toda a parte, em qualquer ponto de urna rasa,
um motor poderoso, compravel machina a va-
per, sem depentfencia dc caldeiras, de foges, e dc
todos os outros accessonos dessa sorle de machi-
nas, que limitan o scu emprego a eslabelecimen-
tos de construeco especial. Cumpre tambem nao
perder de viste, que a despesa diaria do combus-
tivcl, necessario para o custeio de urna machina
a vapor, ficaria substituida pela taxa, por certo
milito inferior, que se pagara pela agua em alia
presso empregada como motor.
Encontram-se as grauies docas dos portes de
mar de Inglaterra exemplos bem notaveis de dis-
tribuieao de torca hydraulica. Nessas docas, com
effeito, urna ou mais machinas a vapor eoo agua
urna presso de seis ou ste atmospheras, e tubos
de ferro a condusem subterrneamente a gruai
hydraulicas esfabelecidas nos caes das docas enos
armasens onde se depositara as niercadorias-.
No grande eslabelecimento commercial de Vic-
toria Usks, em Londres, a rea to vasta que a
extenso do ene .mmenlo geral excede a fi.'-JH)
metros. Em algumas docas de New-Castle e de
Liverpool, portes onde pela primeira ves se empre-
garam gras hydraulicas, a agua em alia presso
tomada nos resrvatenos dos aqueduclos, que
abastacem estas cidades.
O emprego de grnas hydraulrras e de oulras
machinas fundadas no mesmo principio actual-
mente mui vasto as docas, nos arsenaes e as
grandes estaces dos carambo de ferro da Ingla-
terra.
Em 1858 j se havia estabelecido perto de 1,200
dessas machinas, que funfcionavam cem agua em
alta presso dada por 125 machinas a vapor de
urna torca collectiva de 3,00o1 eavallos ynamicos.
A distribuirlo de torca hydraulica nos bairros
mduslriaes te cidades nao sera, pois, seno urna
applicacao em maior escala do que desde muito
se pratica na docas, nos arsenaes e as- estaces
dos caminhos de ferro da Inglaterra.
Ha nos arredores da cidade do Rio de Janeiro,
na Tijuca, quedas d'agua abundantes, que- pode-
riam prestarse a urna distribuirn de- torea motris
nessa cidade.
Faria por certo urna obra mui proveifesa a
companliia que conduzisse a cidade parte Jessa
agua, com a presso necessaria para ser emprega-
da como motor na pequea industria, e servir
tambem para mover gras c oulras- machina hy-
draulicas, que se estatieleceriam no caes e nos ar-
masens da alfandega, nos arsenaes e- em todo os
eslabeleeimenlos pblicos ou particulares, em me
fosse utiHo seu emprejti.
lima distribuieao de-torca hydiauHra, vantajosa
as cdadfts da Europa, que abundam em combos-
tivel, seria sem riuvida eminentemente- benfica no
ltio de Janeiro, onde o seu elevado preso limita s
industrias mais productivas o emprego das machi-
nas a vapor.
(Diario Oficial.)
O apparelho hydropaeumatico de Mr. Girard func-
ciona em um grande numero dc turbinas e com
excedente resultado. J,t
Neo fres anno decorridos de maic de 1852
maio de 1855, fez-M. 1. D. Girard construir 128
em aperfeicoa-los, sao exuberantemente demons-
trados pelo grande numero de recompensas honor-
ficas que ella tem recebido. Qoatro annos depois
de sua fundaco obteve esta fabrica urna nsedalha
de prata; urna de ouro em 1839 naexposieo uni-
versal de Londres de 1851 lhe foi concedida a pri- turbinas com e sem apparelho hydropneumatico,
mera medalha, na de Paris urna medalba de non- representando ama torca total de- 3;000' eavallos.
niente para mover machinasutensis que trabalham I ra, na exposico internacional de 186* a medalha A casa Bryan Doakyn & C, de Londres, que pode
nica. ser considerada como filial da da Parts, tem j
O numero de turbinas que tem essa fabrica for. eastruido para mais de quarenta turbinas, algu-
necido industria, muito avultado; smente a nias das *"* forca suPerkjr il-de eem caval"
partir da exposigo franceza, tem ella construido'.. los dynamicos.
para o governo francez e para diversas fabricas da! Distribuieao de forra MEA as cidades.
Europa e da America 294 turbinas, representando Descrevendo os objeetqs eapostes pela casa Fon-
intermitlentemente. A torga centrifuga d'agua na
turbina Thomson produr o mesmo effeito que os
reguladores de torga centrifuga, que se adaptam s
machinas a vapor fixas e locomoveis, e moderna-
mente tambem aos motores hydraulicos e por meio
dos quaes se consegue proporcionar a admissao do
vapor ou da agua ao trabalho que a machina tem
de efiectuar.
urna torga total de 8,579 eavallos.
laine o Itrault, de Chartes, tivemos occasio de.dar
, noticia de urna pequea turbina, dita locomovel,
Algumas dessas turbinas sao movidas pelaeor-j 0CCBpa no annexo dasmachBas uma area in.
rente da mar. m dos exemplos mais notaveis da; feror a meo metro quatad0) e -, era no en,an.
recente ulilisago dosta torga natural o eslabele- ^ dc oduzir 0 t^^^ de sete eavallos
cimento em Paunbmuf de unta turbina de forga de | dBamietfS
A superioridade absoluta da turbina Thomson
sobre a turbina Fourneyron nao pedera porm ser
estabelecida senao por experiencias directas, as
quaes se verficasse que o movimento d'agua na
roda motriz da circumferencia para o coetro nao
produz inconvenientes, dos quaes resullasse ser
preferivel a nova turbina a turbina Fourneyron
munida de um regulador.
Na turbina Fourneyron a quantidade d'agua que
ella deve gastar regulada por uma adula cylin- rard jsla casai em virtude de contracto especial qualquer ponto, qoe exista uma queda d'agua, e
30 eavallos, que movida pela mar, e faa funeco-
nar um apparelho de bombas para esgotar o diquo
de reparago desse porto.
Turbina Girard.
MM. Bryan Donkyn 4 C. (Bermondsey, Londres)
Foram as turbinas dessa especie denominadas
locomoveis por ser possivel emprega-las, como as
locomoveis a vapor, em tsabalhos de construeco,
e em estabelecimentos iodustriaes provisorios.
Com effeito, pode urna dessas turbinas, pelo seu
expieram uma turbiua construida no systema Gi- pequeo volume e diminuto peso, ser ccnduzida a
drica que se move entre o distribuidor e a roda
motriz ; elevando ou abaixando essa adufa, aug-
menta-so eu dimmue-se a espessura da lamina
d'agua que penetra na roda motris.
Esse systema de adufa mu inconveniente, e
faz com que o rendimento da turbina Fouineyron,
que pode attingir a 80 por cerno quando a adufa
est completamente abena, se reduza a 23 e at a
22 por cenlo quando se abaxa consideravelmente
a adufa.
Para evitar esse inconveniente, suppnmiuo pro-
fessor Thomson a adufa cylindrica. O distribuidor
com o inventor, M. L D. Girard, engenheiro civil bastar adaptar-lne ora tubo para a entrada e ou-
em Paris, ra do Faubourg Poissonire n. 35, tem lro P" a hd '*S0* Para ,er lidade
autorisacao para construir turbinas do seu sys- um motor, compravel em torga coa uma locomo-
a I vel a vapor, nao exiginde no entaalo despeza al-
guma de combnstivel para o sen custeio. .
A turbina exposta tinha sido projectada para
produzir o trabalho de 36 eavallos dynamicos,
quando movida por uma queda de 42 metros de
.llura.
Nao smente esse o fim a que sao destinadas
as turbinas locomoveis; sua invengo se asso-
ciou uma idea moderna, aotavel pelos benficos re-
sultados que de ver produzir sua rcalisago prati-
Compde-se este turbina, como as do systema Fon- ca ,_a dislrbuiga de torca motriz as cidades
taine-Baron, de duas coras de ferro fundido super- para a peqiiena intiuslna, Essa nova ida s6 re.
postas; a superior fixa e a inferior movel em SUme em encaar as oidades agua com presso
torno do seu centro. A cora fixa ou o distribuidor
suffieiente para mover turbinas 'locomoveis, esta-
tem smente quatro compartimentos, limitados por em lugar de ter orificios adducleres por toda a cir- beleridas n
nutras tantas laminas curvas, movis em .orno do cu.nferencia, trax smente um certo numero delles SenSreT
sua extremidade exterior. Por min rf uma ma- 11 ,.< .. j.._..:_. ..----.._..-_. "
meio de uma ma- collocados em dous seguimentos diamelralmente
nivella pode-se, fasondo gyrar essas laminas, aug- opp0stos n'nma extenso de perlo de BO. Sobre
mentar ou diminuir os inlervallos entre ellas, e as- ei|es se applica a adufa, formada por dous sectores
sim regular a admissao d'agua na turbina. fa forro fundido, reunidos pelo seu centro; um
As turbinas Thomson do, como nos afflrmaram d^les sectores traz^denies, ns quaes se engrazara
os seus constructores um rendimento de 75 a 80 os de uma roda cylindrica, que se pode gyrar por
por cento. raeio de uma manivella. .
O jnry da exposico concedea urna medalha de E' conhecida esta adufa, nolavel pela simplicda-
honra ao inventor, o professor Jamf Thomsen, e de e solidez de sua construeco, pelo appelhdo de L. D. Girard fez pela primeira ve nm ensato de
utra aos constructores e expositores Mrs. William- vnnnage papillon; do mesmo modo que com a distribuieao de torga hydraulica,
son Irroios, adufa Foniaine, possivel com ella fechar um eer-' 2, Qundo a cidade fosse atravessada por um
A distribuigo de torga hydraulica sera sobre-
tudo feita em excelentes condgdes econmicas em
dous casos :
1." Quando houvesse as proximidades da cida-
de qnedas d'agua importante. Poder-se-hianesse ca-
so condusir dahi agua com presso necessaria pa-
ra ser empregada como motorpa cidade. Esse caso
se den em Genova, onde o distinoto engenheiro Mr.
orte,-1o ri *i:iih*; ( )
Do EXM. E RVM. Sil. RISPO DK ('KIIViMHI Cu. II. j v p
ni Hiiri-icc0 MAROiiks rr...ul\(H HHCITADA
as solbmnfis kxkquias,. qi e os heubioso gak-
mklitas dksta cidade celei1iiaram ho. da 12 dk
maio dbste anno, em sia eoreja, klo p1dkk
Lino do Monte Carmei.lo Lina, pukoadoh m
CAPKI.I.A HpIPKRIAL, ETC.. %TC, ETC.
Morliuis est et mufenus
. luda et Jerusalem hiserunt'eim.
kfo- Morvm-. e toda Judo, e le- _.
T' rusalem. }., ,. U^ja^*
/* 2 Paralip. 37-i- '
Com esta linguagem terminaram os- livro san-
tos o elogio do grande rei Josias, que tsndo sido a
gloria, o exemplo e edificacao de Jud, pepdera de-
pois loda sua magnificencia, vu malograda sua
empresa, porque no campo de Magedo, tribu de
Manasses, ahiu victima do ferro de seus- ioimigos;
morreu em. Jerusalem, levando, iwrm, ;u> scpul-
chro as lagrimas o saudades de um poro., a qtiem
toda sua vida servir de admiraeo : Mortuus
est... et universas- Juda et Jerusalem luxerunt
eum.
Do mesmo modo, senhores, eu devo. eomegar o
elogio do- venerando bispo da egreja. pernambuca-
na, do inolilo pastar que assignalou sua vida por
argSes meritorias, por actos de verdadetra benefi-
cencia & caridade, e cuja morte tem feito verter la--
grimas do pungentes saudades, de sentimentcs-
amargos das ovelhas, que carinhosaraenie apascen-
tava : moriuusest ... et MtefMMJuda el Jtru.c-
lem Idcoerunt mm.
Quando, seahores, o hornera- tem t.K-ado a eutB-
ma do fio da vida, c desapparece do soioim neo-
so daetrnidade, quando esse que baixou mora-
da funorea tem por qualquor titulo conquisxnle a
admirago e o respeito, reconuneodando-se .esJi.
ma e veneraco publica ; a dr e a saedade em
verdade penetra m c ferem. o intimo dos nassosco-
ragoes; mas esta dr, que arranca lagrimas acer-
bas, que despena sentimeolos pungeaies, acha
sempre um consolo, ensoatr om limtivo nos soc-
corros da religio do Crucificado, desta- pettgio sac
rrosanta, que incessaftomente ministra, ao hon^-m
verdadeiramente orthodoxo o balsamo, consol idor,
na eterna e immula.vel vontade desea Creador.
Hoje, senhores, o oever ua grahdo e do aci i -_,-
lado reconheeiraetiKk dos religiosos carmelitas desta.
cidade nos convida a orarmos liante da mages^de
divina peto ropouso eterno do virtuoso prelado.t.s-
ta diocese, d venerando anstete da egreja dt. lrer-
nambuco, deste carinhoso pastor que tora amad*
em vida pelas suas ovemas, e chorado na norte
pelos seus. diocesanos, por todos quantos tiveram a
ventura de conhecer do perto as soas virtudes, de 1 /i
apreciar a candura de seu corago, de oxperimen-^'^*"*
lar a sensibilidad*} de sua alma, em summa, de ad- -L
mirar as bellas e distincias qualidades que o en-- ^~
nobreeiam. Termioaram-se os dias da precios.! i
vida do Exm. e Rvm. Sr. D. Joao da Purificari,./J yt v
Marques PerdiaSo. Elle pagon morle o tributo
que tem de pagar todos os vvenles; mas pagou
depois de 33 annos de aturados trabalbos do sen
episcopado.
(CoHtinuar-se-ha.) ^Bfev
() convidado ha quatro das pelo Rvm. provin-
cial dos carmelita?, para faser a presente oragao
fnebre, vaclllei em acceilar, j pelo i>ouco lempo
que se me offereria, J pela magmlude da empre-
sa, que julgava superior escassez de muha inlel-
ligencia ; mas o desejo que sempre me predomina
de prestabilidade ao claustro que pertenci, e con-
siderando tambem ser o ultimo tributo de gratdo,
que podia consagrar memoria do venerando bis-
po, que sempre me dstinguiu cora sua amizadu a
benvola attenco, ludo isto roe impelliu a que ac-
ceitasse. As circunstancias que manifest bastam
para que dos pios leilores merega desculpa o frte-
lo imperfeite de minhas lorubraces, o qual levo
luz da pnblicidade Instancias de amigos.
ERNAMBCQ.- TTP. 01 M. F, P. & FllJjO
/
ILEGVEL
fj
\


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